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Biomecânica /

CINESIOLOGIA
É o estudo do movimento. Ciência do movimento combinando teorias e princípios da: Anatomia; fisiologia; psicologia; antropologia e mecânica.

BIOMECÂNICA
É a base da função músculo-esquelética. Os músculos produzem força que age através do sistema de alavancas ósseas. O sistema ósseo ou move-se, ou age estaticamente contra uma resistência. Caso uma carga seja aplicada ao sistema de alavancas, os músculos reagirão para controlar a carga. Estática - Repouso - Movimento Uniforme Dinâmica - Acelerando - Desacelerando

CINEMÁTICA
É a ciência relacionada com a descrição das posições e os movimentos do corpo no espaço, e permite uma descrição exata destas diversas posições corporais. Subdivide-se em:

I - ARTROCINEMÁTICA
Está relacionada aos movimentos das superfícies articulares em relação à direção do movimento da extremidade distal do osso (OSTEOCINEMÁTICA). Os movimentos entre as superfícies articulares são classificadas em 3 tipos. São eles: 1) Deslizamento / Translação Ocorre quando um ponto de uma superfície em movimento entra em contato com novos pontos sobre a outra superfície.
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2) Rolamento / Angular Ocorre quando novos pontos em uma superfície entram em contato com os novos pontos de uma segunda superfície. 3) Rotação / Giro É uma rotação ao redor de um eixo mecânico estacionário, longitudinal do próprio osso.

II- OSTEOCINEMÁTICA
É o estudo dos movimentos do osso. Os movimentos do osso são classificados em 2 tipos. São eles: 1) Rotação → É descrita como um simples giro ao redor de um eixo mecânico. Esta pode ser no sentido horário ou anti-horário e não é acompanhada por qualquer outro tipo de movimento. Uma rotação pura pode ocorrer somente na cabeça do fêmur, úmero e rádio. 2) Balanço → É qualquer outro movimento que não segue rotação pura. É subdividido em: 2a) Puro ou Cardinal → No balanço puro ou cardinal, o movimento não é simultâneo à rotação e consequentemente, o movimento cruza a menor rota entre dois pontos. 2b) Impuro ou Arqueado → No balanço impuro ou arqueado, a rotação ocorre simultaneamente e consequentemente a distância entre dois pontos é maior do que no balanço puro.

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a cartilagem irá alterar o contorno.Hipermobilidade Instabilidade Dor em outras articulações 1) ABERTA O segmento distal está livre no espaço e o segmento proximal está fixo. Compensação . Isquios Tibiais são antigravitacionais 3 . o deslizamento na articulação ocorre na direção oposta ao do movimento do osso. Quando a superfície côncava é estacionária e a convexa é movel. Em uma superfície convexa existe mais cartilagem no centro da superfície. Na superfície côncava a cartilagem é maior nos perímetros (ao redor. a maior superfície é considerada como sendo convexa. Quando a superfície convexa é estacionária e a côncava é móvel. o deslizamento na articulação ocorre na mesma direção que a do movimento do osso. .Fusão articular Rigidez dos tecidos moles Dor . CADEIAS CINÉTICAS É a combinação de várias ações articulares que unem segmentos sucessivos. Limitação dos movimentos . no rebordo). O segmento distal movimenta-se em relação ao segmento proximal. Nos casos em que as superfícies aparentarem ser planas. Quando ambas as superfícies aparentam ser planas. Ex: Flexão de Joelho .2004 Biomecânica / REGRA DO CÔNCAVO E DO CONVEXO As superfícies articulares sinoviais são classificadas como CÔNCAVAS OU CONVEXAS.

ultrapassando. 3) Abdução → É o movimento de um segmento corporal para longe (afastando-o) da linha central do corpo (linha mediana). ou mesmo. Ex: Flexão do joelho . ou mesmo. O segmento proximal movimenta-se em relação ao segmento distal. retornando à posição anatômica.2004 Biomecânica / . ultrapassando. O segmento que estiver livre terá maior amplitude de movimento. Parte-se de uma abdução. 2) Extensão → É o contrário. o segmento dirigi-se para a linha mediana). A gravidade é a força extensora 2) FECHADA O segmento proximal esta livre no espaço e o segmento distal está fixo. 4) Adução → É o contrário. Exemplo: ombro (após 90°. Parte-se de uma posição fletida para posição anatômica.Quadríceps é antigravitacional . [fase balanceio (cadeia aberta)]. se isto for possível. A gravidade é a força flexora) 3) MISTA (aberta e fechada) Ex: Subir escada [fase de suporte da extremidade (cadeia fechada)]. se isto for possível. 4 . MOVIMENTOS ARTICULARES 1) Flexão → Quando um segmento corporal é movido num plano de tal modo que sua face anterior ou posterior aproxima-se da face anterior ou posterior do segmento corporal adjacente.

Eixo sagital (ântero-posterior) ou horizontal (dorso/ventralmente). . A face anterior do segmento volta-se para o plano lateral do corpo. * Seus eixos cruzam no centro de gravidade corporal (um ponto levemente à frente da 2a vértebra sacral). Mento ereto . Nota: A terminologia deve referir-se à articulação em questão. Posição ortostática . 5 . artelhos. Ocorre em articulações biaxiais e triaxiais. 1) PLANO FRONTAL OU CORONAL: Divide o corpo em partes anterior (ventral) e posterior (dorsal). Movimentos: Abdução → segmento afasta-se da linha mediana do corpo.2004 Biomecânica / 5) Rotação Medial → Ocorre quando a face anterior do segmento volta-se para o plano mediano do corpo. palmas das mãos dirigidos para frente e com os dedos estendidos. ou seja. Obs : Circundução → É o movimento no qual uma parte do corpo descreve um cone cujo o vértice está na articulação e a base na extremidade distal da parte. às ações articulares. PLANOS E EIXOS Posição Corporal Anatômica Padrão . * Os 3 planos são perpendiculares entre si. Olhar à linha do horizonte. Postura ereta . 6) Rotação Lateral → É o contrário. pés em ângulo de 30°. Com cabeça.

Desvio Radial → Abdução do punho. 2) PLANO SAGITAL OU SAGITAL MEDIANO: Divide o corpo nas metades direita e esquerda. Eixo transverso ou horizontal. Desvio Ulnar → Adução do punho. 3) PLANO HORIZONTAL OU TRANSVERSO: Divide o corpo nas metades inferior (caudal) e superior (cranial). Movimentos: Flexão → 2 segmentos aproximam-se entre si ou o ângulo articular diminui. é chamada hiperextensão. 6 . Supinação do Antebraço → Rotação lateral. Obs: Quando a extensão ultrapassa a posição de referência anatômica. Extensão → 2 segmentos afastam-se entre si ou o ângulo articular aumenta. Obs: Casos Especiais: Pronação do Antebraço → Rotação medial.2004 Biomecânica / Adução → segmento aproxima-se da linha mediana do corpo. Eixo longitudinal ou vertical. Rotação lateral → É uma rotação transversa orientada para a superfície posterior do corpo. Movimentos: Rotação medial → É uma rotação transversa orientada para a superfície anterior do corpo.

Músculos .flexão/ extensão ocorrem no plano frontal . LINHA DE GRAVIDADE E BASE DE SUPORTE OU DE APOIO 1) Centro de Gravidade É o ponto dentro de um corpo (objeto) ao redor do qual todas as partículas de sua massa estão igualmente distribuídas. CINÉTICA É um ramo da dinâmica que lida com as forças que produzem. Fricção . respectivamente. Resistência Externa Adicional CENTRO DE GRAVIDADE . respectivamente. Gravidade . detêm ou modificam o movimento dos corpos. o Fisioterapeuta trabalha em especial com as forças exercidas pela: . Proximal e Distal → perto ou distante do tronco ou da raiz do membro. Rotação Medial do Tornozelo→ Inversão Rotação Lateral do Tornozelo→ Eversão OUTROS TERMOS DIRECIONAIS ANATÔMICOS . Superficial e Profundo → distância em relação à superfície.abdução/ adução ocorrem no plano sagital.2004 Biomecânica / Polegar . . É o ponto que pode-se considerar que toda sua massa esteja concentrada. Ao aplicar a cinética. No corpo humano adulto em posição anatômica localiza-se levemente anterior à 2ª 7 . Medial e Lateral → mais próximo ou mais distante da linha mediana. .

Centro de Gravidade Baixo Base de Suporte Ampla Linha de Gravidade no Centro da Base de Suporte Peso Grande Melhor Mobilidade . tronco) . . Grau de Estabilidade ou Mobilidade .intensidade → 9.criança + alto (cabeça. .direção → vertical . Nota: A gravidade está localizada e atua sobre o centro de gravidade do corpo apenas para fins didáticos. Peso do corpo.8 m/s2. 3) Base de Suporte ou de Apoio 8 .Centro de Gravidade Alto Pequena Base de Suporte Peso Leve 2) Linha de Gravidade . Tamanho da base de suporte.2004 Biomecânica / vértebra sacral (S2) ou equivale 55% da altura da pessoa (aproximadamente). Localização da linha de gravidade dentro da base de suporte. . Melhor Estabilidade .mulheres + baixo (quadris largos) Depende de 4 fatores: . puxando-o para baixo em direção ao centro da terra. É a linha ou direção de tração exercida pela ação da gravidade sobre um corpo em seu centro de gravidade (CG). Altura do centro de gravidade acima da base de suporte.sentido → de cima para baixo .homens + alto (ombros largos) .

ou apoio) . Posição Ortostática (forma-se um quadrilátero) X X X X X X X X ESTABILIDADE INSTABILIDADE X X SISTEMA DE ALAVANCAS Os 5 componentes da alavanca são: .O peso P ou resistência R .Braço de Força ou Braço de Potência (BF ou BP) → É a distância perpendicular do eixo à linha de ação ( vetor ) da Potência (P).A força que move F (ou mantém) ou potência P . 9 .Braço de Peso ou de Resistência (Bp ou BR) → É a distância perpendicular do eixo à linha de ação ( vetor ) da Resistência (R). .2004 Biomecânica / É a área formada abaixo do corpo pela conexão de uma linha contínua de todos os pontos em contato com o solo. através da linha da gravidade. ou fulcro.O eixo (ou pivô. o centro de gravidade de um corpo deve se projetar dentro da Base de Suporte. Para se obter estabilidade.

VM = Comprimento BP Comprimento BR CORPO HUMANO Eixo → Articulação Resistência → Peso do segmento (CG) e/ou resistência externa adicional. Quanto ↓ for o BP (BF).2004 Biomecânica / VANTAGEM MECÂNICA (V.M) DA ALAVANCA: É a razão entre comprimento do BP e o comprimento do BR. Mantém a postura corporal e o equilíbrio. ↑ terá que ser a força muscular para manter o equilíbrio.RESISTENTE (Alavanca de 2ª Classe ou 2º Grau) BR A ∆ R BP ↓ P ↑ R e P mesma direção e sentido opostos 10 . Potência → Ação do músculo através da sua inserção (ponto de aplicação da força). As alavancas dividem-se em 3 tipos: 1) INTERFIXA (Alavanca de 1ª Classe ou 1º Grau) BP BR A ∆ ↓ P ↓ R R e P no mesmo sentido e mesma direção. 2) INTER .

. 3) INTERPOTENTE (Alavanca de 3º Classe ou 3º Grau) p ↑ ∆ BP ↓ R P e R mesma direção e sentido opostos. Sistema Antieconômico (sempre o BP será ↓ que o BR) . BR .2004 Biomecânica / . Sistema econômico (sempre o BR será ↓ que o BP). A BP BR ↓ R RESULTANTE VETORIAL DA AÇÃO MUSCULAR a) 1 componente perpendicular → vetor de deslocamento ou movimento. Oferece vantagem de Força. de modo que grandes pesos podem ser suportados ou movidos por uma pequena força. . Oferece desvantagem em relação a força. Esta disposição é projetada para proporcionar VELOCIDADE do segmento distal e para mover um peso pequeno a longa distância. 11 .

Aumentando os vetores da Força Muscular.↑ o ângulo de inserção. Obs : A força de um músculo varia com o ângulo articular. TORQUE OU MOMENTO DE FORÇA P ou R = Newton ou Kg ou Libras Braço = Metros ou cm ou pés 12 . Facilita o desempenho dos músculos.2004 Biomecânica / b) 1 componente paralelo → vetor de compressão articular ou estabilidade Resultante Vetorial → Ação Muscular ( vetor soma a+b ) a a+b b Osso Ângulo de 90° só deslizamento sem compressão. Ossos Sesamóideos . Ângulo de 0° só compressão sem deslizamento.

Sempre se contrai ativamente para produzir uma contração concêntrica. isométrica ou excêntrica.2004 Biomecânica / P × BP Torque de Potência = R × BR É o produto do componente rotatório com a distância perpendicular Torque de Resistência Torque = componente rotatório × distância perpendicular TORQUE DE POTÊNCIA Tp = P x Bp TORQUE DE RESISTÊNCIA TR = R x BR RELAÇÃO ENTRE Tp E TR Tp > TR ( caracteriza a contração isotônica concêntrica ) Tp = TR ( caracteriza a contração isométrica estática ) Tp< TR ( caracteriza a contração isotônica excêntrica ) CLASSIFICAÇÃO FUNCIONAL DOS MÚSCULOS AGONISTA Movente para as ações articulares resultantes. 13 . Trabalha em prol do movimento desejado.

Um músculo pode ser definido como sinergista sempre que ele se contrair ao mesmo tempo que o agonista. que nem auxilia nem resiste ao movimento. mas que se alonga ou encurta passivamente para permitir que ele ocorra. A variação da ADM. altera os torques de resistência e de potência. Neutralização de uma ação indesejada por outros músculos ativos. depende do ângulo articular analisado.2004 Biomecânica / 1o Tipo → Primo-movente → Motor Primário ou Principal 2o Tipo → Movente Auxiliar → Motor Secundário ou Acessório ANTAGONISTA Normalmente. é um músculo (ou grupo muscular) que não se contrai. firme ou sustenta um osso ou parte óssea afim de que outro músculo ativo possa ter uma base firme sobre a qual traciona. Sua ação e sempre isométrica. Quando esses músculos se contraem simultaneamente. (Flexão de tronco) Reto Anterior 14 . eles atuam juntos para produzir ação comum desejada. 1) Sinergista Auxiliar Ocorre durante a ação de 2 músculos que compartilham uma ação articular e tem uma 2a ação antagonista a do outro. agonista como motor principal ou motor acessório. Obs: A ação de um músculo ou grupo muscular. e atuam como sinergistas auxiliares um do outro porque neutralizam a ação secundária indesejável do outro. fato que determina a classificação do(s) agonista(s). SINERGISTA É um músculo que ancora. Ex: Abdominais em DD.

Extensores (sinergistas) . o que resultaria numa perda da força contrátil. MÚSCULOS BIARTICULARES E PLURIARTICULARES “Um músculo biarticular não pode atuar como músculo monoarticular para auxílio de outros músculos a menos que uma das ações articulares seja estabilizada por outros músculos. Enquanto o reto femoral se encurta na extremidade proximal 15 .2004 Biomecânica / Oblíquos Externo D e E Interno D e E Oblíquos Externo Direito → inclinação lateral direita rotação esquerda Oblíquo Externo Esquerdo → inclinação lateral esquerda rotação direita As rotações ou inclinações são neutralizados pelos músculos opostos (ação) para permitirem e atuarem na flexão do tronco. O efeito cinético do músculo sobre a 2ª articulação é diminuido”.flexão plamar das articulações metacarpofalangeanas. 2) Sinergista Verdadeiro Ocorre quando um músculo se contrai estaticamente para impedir qualquer ação numa das articulações atravessadas para um músculo bi ou pluriarticular em contração. Os músculos biarticulares tem a característica que permite que os músculos exerçam força concêntrica sem necessariamente se encurtarem significativamente. o músculo se contrai mas não perde tanto do seu comprimento. Movimentos Convergentes (com referência à contração muscular) → quando o quadril e o joelho se fletem ou se estendem simultaneamente.atuam para evitar a flexão do punho. interfalangeanas proximais e distais. Ex: Punho Cerrado .

Movimentos Contracorrente (com referência à contração muscular) → um músculo biarticular de um par antagonista se encurta em ambas as extremidades enquanto o outro se alonga. A extensão do quadril e flexão do joelho simultâneas encurtam os isquios tibiais em ambas as extremidades enquanto o reto femoral se alonga em ambas as extremidades. diz-se que o músculo realizou uma contração isotônica. RELAÇÃO COMPRIMENTO X TENSÃO: Um maior torque de potência é produzido quando os músculos estão em posição de préestiramento (alongados) antes de se contrairem. Quando um músculo é capaz de mover uma carga. PRÉ-ESTIRAMENTO MÁXIMO DO MÚSCULO ⇒ MAIOR RECRUTAMENTO DE FIBRAS MUSCULARES ⇒ MELHOR QUALIDADE DE CONTRAÇÃO MUSCULAR. TIPOS DE CONTRAÇÕES MUSCULARES ISOTÔNICA: Contração muscular que promove movimento articular concêntrico e excentricamente com resistência constante ou variável.2004 Biomecânica / para fletir o quadril. Potência é o trabalho dividido pelo tempo (Pm = ℑ ) Onde : 16 . o trabalho é realizado (ℑ = f x d). ele se alonga distalmente quando o joelho se flete. RELAÇÃO VELOCIDADE DE CONTRAÇÃO X TENSÃO: Quanto maior a velocidade de contração menor será a tensão produzida pelos músculos. A flexão do quadril e extensão do joelho simultâneas encurtam o reto femoral e ambas as extremidades enquanto os ísquios tibiais se alongam em ambas as cextremidades. e vice-versa. Idem para os ísquios tibiais.

Peso sobre músculo .D. B) Excêntrica (de alongamento) .Velocidade de alongamento constante → atividade das unidades motoras é diretamente proporcional à tensão.Velocidade de encurtamento constante → atividade das unidades motoras é diretamente proporcional à tensão.Músculo sobre peso .2004 Biomecânica / ∆ t Vantagens: • • • • mais motivador contração em toda A. ISOMÉTRICA: 17 .M aumenta a resistência muscular aumenta a força muscular Desvantagens: • não é seguro se houver dor • não realizado em velocidades funcionais • não desenvolve velocidade de contração * ℑ em Joules ( J ) * ∆ t em segundos ( s ) * P em watts ( w ) • mensuração imprecisa • dor tardia a contração excêntrica • maior sobrecarga onde o músculo é mecanicamente mais fraco A) Concêntrica (de encurtamento) .

A Tipo de Tensão Tipo de Contração Função Força Externa oponente ao Músculo Menor Trabalho Externo pelo Músculo Positivo Negativo Nenhum Suprimento de Energia Isotônica Isotônica Isométrica Concêntrica Excêntrica Estática Aceleração Aumenta Diminui Aumenta Desaceleraçã Maior o Fixação Igual 18 . Quando um músculo exerce uma força contra um objeto que ele não consegue mover. Vantagens : • • • • • • aumenta a força muscular estática utilização precoce na reabilitação auxilia no retardo da atrofia por desuso auxilia na reabsorção do derrame articular estimula mecanorreceptores fácil execução Desvantagens : • execução monótoma • não aumenta resistência e ou potência • não melhora a performance • não tem contração excêntrica em grandes grupos musculares aumenta a P.2004 Biomecânica / Ocorre o encurtamento dos componentes contráteis simultaneamente ao alongamento dos componentes elásticos do músculo. A unidade mio tendinosa permanece no mesmo comprimento e tecnicamente não realiza nenhum trabalho externo.

Realizável em aparelhos como dinamômetros hidráulicos ou eletromecânicos.M.M. Vantagens: • • • • • contração máxima em toda A.melhor performance Desvantagens: • aparelho de altíssimo custo • apenas um ângulo realiza o exercício por vez demora no posicionamento do paciente Resistência Isocinética Possibilita que a contração muscular gere um movimento de velocidade angular constante e consequentemente o desenvolvimento máximo de tensão muscular para cada posição A.D. O mecanismo que mantém a velocidade constante.2004 Biomecânica / ISOCINÉTICO: Contração muscular onde a velocidade angular é constante. 19 . não há carga se não for atingida a velocidade mensuração precisa contrações em velocidades funcionais desenvolvimento de potência . com resistência acomodativa ao esforço.D. recebe a força e a devolve no nível adequado para preservar esta velocidade constante.

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