P. 1
biomecanica

biomecanica

|Views: 3.048|Likes:
Publicado poraleawake

More info:

Published by: aleawake on Apr 21, 2011
Direitos Autorais:Attribution Non-commercial

Availability:

Read on Scribd mobile: iPhone, iPad and Android.
download as DOC, PDF, TXT or read online from Scribd
See more
See less

08/02/2013

pdf

text

original

2004

Biomecânica /

CINESIOLOGIA
É o estudo do movimento. Ciência do movimento combinando teorias e princípios da: Anatomia; fisiologia; psicologia; antropologia e mecânica.

BIOMECÂNICA
É a base da função músculo-esquelética. Os músculos produzem força que age através do sistema de alavancas ósseas. O sistema ósseo ou move-se, ou age estaticamente contra uma resistência. Caso uma carga seja aplicada ao sistema de alavancas, os músculos reagirão para controlar a carga. Estática - Repouso - Movimento Uniforme Dinâmica - Acelerando - Desacelerando

CINEMÁTICA
É a ciência relacionada com a descrição das posições e os movimentos do corpo no espaço, e permite uma descrição exata destas diversas posições corporais. Subdivide-se em:

I - ARTROCINEMÁTICA
Está relacionada aos movimentos das superfícies articulares em relação à direção do movimento da extremidade distal do osso (OSTEOCINEMÁTICA). Os movimentos entre as superfícies articulares são classificadas em 3 tipos. São eles: 1) Deslizamento / Translação Ocorre quando um ponto de uma superfície em movimento entra em contato com novos pontos sobre a outra superfície.
1

2004

Biomecânica /

2) Rolamento / Angular Ocorre quando novos pontos em uma superfície entram em contato com os novos pontos de uma segunda superfície. 3) Rotação / Giro É uma rotação ao redor de um eixo mecânico estacionário, longitudinal do próprio osso.

II- OSTEOCINEMÁTICA
É o estudo dos movimentos do osso. Os movimentos do osso são classificados em 2 tipos. São eles: 1) Rotação → É descrita como um simples giro ao redor de um eixo mecânico. Esta pode ser no sentido horário ou anti-horário e não é acompanhada por qualquer outro tipo de movimento. Uma rotação pura pode ocorrer somente na cabeça do fêmur, úmero e rádio. 2) Balanço → É qualquer outro movimento que não segue rotação pura. É subdividido em: 2a) Puro ou Cardinal → No balanço puro ou cardinal, o movimento não é simultâneo à rotação e consequentemente, o movimento cruza a menor rota entre dois pontos. 2b) Impuro ou Arqueado → No balanço impuro ou arqueado, a rotação ocorre simultaneamente e consequentemente a distância entre dois pontos é maior do que no balanço puro.

2

Na superfície côncava a cartilagem é maior nos perímetros (ao redor. o deslizamento na articulação ocorre na mesma direção que a do movimento do osso. Limitação dos movimentos . Ex: Flexão de Joelho . CADEIAS CINÉTICAS É a combinação de várias ações articulares que unem segmentos sucessivos.Fusão articular Rigidez dos tecidos moles Dor . a maior superfície é considerada como sendo convexa. O segmento distal movimenta-se em relação ao segmento proximal. Em uma superfície convexa existe mais cartilagem no centro da superfície. . no rebordo). Compensação . Quando ambas as superfícies aparentam ser planas. a cartilagem irá alterar o contorno. Quando a superfície côncava é estacionária e a convexa é movel.2004 Biomecânica / REGRA DO CÔNCAVO E DO CONVEXO As superfícies articulares sinoviais são classificadas como CÔNCAVAS OU CONVEXAS. Nos casos em que as superfícies aparentarem ser planas. Quando a superfície convexa é estacionária e a côncava é móvel. o deslizamento na articulação ocorre na direção oposta ao do movimento do osso. Isquios Tibiais são antigravitacionais 3 .Hipermobilidade Instabilidade Dor em outras articulações 1) ABERTA O segmento distal está livre no espaço e o segmento proximal está fixo.

retornando à posição anatômica. 3) Abdução → É o movimento de um segmento corporal para longe (afastando-o) da linha central do corpo (linha mediana). se isto for possível. ultrapassando. MOVIMENTOS ARTICULARES 1) Flexão → Quando um segmento corporal é movido num plano de tal modo que sua face anterior ou posterior aproxima-se da face anterior ou posterior do segmento corporal adjacente. 4) Adução → É o contrário. A gravidade é a força extensora 2) FECHADA O segmento proximal esta livre no espaço e o segmento distal está fixo.2004 Biomecânica / . O segmento que estiver livre terá maior amplitude de movimento. Parte-se de uma posição fletida para posição anatômica. [fase balanceio (cadeia aberta)]. se isto for possível. Ex: Flexão do joelho . o segmento dirigi-se para a linha mediana). 2) Extensão → É o contrário. Exemplo: ombro (após 90°. ou mesmo. Parte-se de uma abdução. ultrapassando. O segmento proximal movimenta-se em relação ao segmento distal.Quadríceps é antigravitacional . ou mesmo. A gravidade é a força flexora) 3) MISTA (aberta e fechada) Ex: Subir escada [fase de suporte da extremidade (cadeia fechada)]. 4 .

ou seja. Com cabeça. Mento ereto . Ocorre em articulações biaxiais e triaxiais. Movimentos: Abdução → segmento afasta-se da linha mediana do corpo. 6) Rotação Lateral → É o contrário. às ações articulares. PLANOS E EIXOS Posição Corporal Anatômica Padrão . A face anterior do segmento volta-se para o plano lateral do corpo. * Os 3 planos são perpendiculares entre si. artelhos. Nota: A terminologia deve referir-se à articulação em questão. Obs : Circundução → É o movimento no qual uma parte do corpo descreve um cone cujo o vértice está na articulação e a base na extremidade distal da parte. Eixo sagital (ântero-posterior) ou horizontal (dorso/ventralmente). 1) PLANO FRONTAL OU CORONAL: Divide o corpo em partes anterior (ventral) e posterior (dorsal). Olhar à linha do horizonte. pés em ângulo de 30°. palmas das mãos dirigidos para frente e com os dedos estendidos. . 5 . Posição ortostática .2004 Biomecânica / 5) Rotação Medial → Ocorre quando a face anterior do segmento volta-se para o plano mediano do corpo. Postura ereta . * Seus eixos cruzam no centro de gravidade corporal (um ponto levemente à frente da 2a vértebra sacral).

Desvio Radial → Abdução do punho. Rotação lateral → É uma rotação transversa orientada para a superfície posterior do corpo. Movimentos: Flexão → 2 segmentos aproximam-se entre si ou o ângulo articular diminui. 6 . é chamada hiperextensão. 2) PLANO SAGITAL OU SAGITAL MEDIANO: Divide o corpo nas metades direita e esquerda. Eixo longitudinal ou vertical. Extensão → 2 segmentos afastam-se entre si ou o ângulo articular aumenta. Movimentos: Rotação medial → É uma rotação transversa orientada para a superfície anterior do corpo. Obs: Quando a extensão ultrapassa a posição de referência anatômica. Obs: Casos Especiais: Pronação do Antebraço → Rotação medial.2004 Biomecânica / Adução → segmento aproxima-se da linha mediana do corpo. Supinação do Antebraço → Rotação lateral. 3) PLANO HORIZONTAL OU TRANSVERSO: Divide o corpo nas metades inferior (caudal) e superior (cranial). Desvio Ulnar → Adução do punho. Eixo transverso ou horizontal.

. Medial e Lateral → mais próximo ou mais distante da linha mediana. o Fisioterapeuta trabalha em especial com as forças exercidas pela: . É o ponto que pode-se considerar que toda sua massa esteja concentrada.abdução/ adução ocorrem no plano sagital. Gravidade . LINHA DE GRAVIDADE E BASE DE SUPORTE OU DE APOIO 1) Centro de Gravidade É o ponto dentro de um corpo (objeto) ao redor do qual todas as partículas de sua massa estão igualmente distribuídas. respectivamente. CINÉTICA É um ramo da dinâmica que lida com as forças que produzem. Fricção . Proximal e Distal → perto ou distante do tronco ou da raiz do membro. . Superficial e Profundo → distância em relação à superfície. detêm ou modificam o movimento dos corpos. Resistência Externa Adicional CENTRO DE GRAVIDADE . Ao aplicar a cinética. respectivamente. Músculos . Rotação Medial do Tornozelo→ Inversão Rotação Lateral do Tornozelo→ Eversão OUTROS TERMOS DIRECIONAIS ANATÔMICOS . No corpo humano adulto em posição anatômica localiza-se levemente anterior à 2ª 7 .2004 Biomecânica / Polegar .flexão/ extensão ocorrem no plano frontal .

sentido → de cima para baixo .direção → vertical . Peso do corpo. puxando-o para baixo em direção ao centro da terra. Localização da linha de gravidade dentro da base de suporte. . Tamanho da base de suporte.homens + alto (ombros largos) . Grau de Estabilidade ou Mobilidade .Centro de Gravidade Alto Pequena Base de Suporte Peso Leve 2) Linha de Gravidade .criança + alto (cabeça.Centro de Gravidade Baixo Base de Suporte Ampla Linha de Gravidade no Centro da Base de Suporte Peso Grande Melhor Mobilidade . tronco) . . 3) Base de Suporte ou de Apoio 8 .8 m/s2. . Melhor Estabilidade .mulheres + baixo (quadris largos) Depende de 4 fatores: .intensidade → 9. Nota: A gravidade está localizada e atua sobre o centro de gravidade do corpo apenas para fins didáticos. É a linha ou direção de tração exercida pela ação da gravidade sobre um corpo em seu centro de gravidade (CG). Altura do centro de gravidade acima da base de suporte.2004 Biomecânica / vértebra sacral (S2) ou equivale 55% da altura da pessoa (aproximadamente).

ou apoio) . 9 . através da linha da gravidade. o centro de gravidade de um corpo deve se projetar dentro da Base de Suporte. ou fulcro.O eixo (ou pivô.Braço de Peso ou de Resistência (Bp ou BR) → É a distância perpendicular do eixo à linha de ação ( vetor ) da Resistência (R). .Braço de Força ou Braço de Potência (BF ou BP) → É a distância perpendicular do eixo à linha de ação ( vetor ) da Potência (P).2004 Biomecânica / É a área formada abaixo do corpo pela conexão de uma linha contínua de todos os pontos em contato com o solo.A força que move F (ou mantém) ou potência P . Posição Ortostática (forma-se um quadrilátero) X X X X X X X X ESTABILIDADE INSTABILIDADE X X SISTEMA DE ALAVANCAS Os 5 componentes da alavanca são: . Para se obter estabilidade.O peso P ou resistência R .

Potência → Ação do músculo através da sua inserção (ponto de aplicação da força). Quanto ↓ for o BP (BF). ↑ terá que ser a força muscular para manter o equilíbrio. Mantém a postura corporal e o equilíbrio. 2) INTER . VM = Comprimento BP Comprimento BR CORPO HUMANO Eixo → Articulação Resistência → Peso do segmento (CG) e/ou resistência externa adicional.M) DA ALAVANCA: É a razão entre comprimento do BP e o comprimento do BR.RESISTENTE (Alavanca de 2ª Classe ou 2º Grau) BR A ∆ R BP ↓ P ↑ R e P mesma direção e sentido opostos 10 . As alavancas dividem-se em 3 tipos: 1) INTERFIXA (Alavanca de 1ª Classe ou 1º Grau) BP BR A ∆ ↓ P ↓ R R e P no mesmo sentido e mesma direção.2004 Biomecânica / VANTAGEM MECÂNICA (V.

2004 Biomecânica / . Esta disposição é projetada para proporcionar VELOCIDADE do segmento distal e para mover um peso pequeno a longa distância. 3) INTERPOTENTE (Alavanca de 3º Classe ou 3º Grau) p ↑ ∆ BP ↓ R P e R mesma direção e sentido opostos. Sistema econômico (sempre o BR será ↓ que o BP). . de modo que grandes pesos podem ser suportados ou movidos por uma pequena força. Oferece vantagem de Força. . Sistema Antieconômico (sempre o BP será ↓ que o BR) . BR . Oferece desvantagem em relação a força. 11 . A BP BR ↓ R RESULTANTE VETORIAL DA AÇÃO MUSCULAR a) 1 componente perpendicular → vetor de deslocamento ou movimento.

Obs : A força de um músculo varia com o ângulo articular. Facilita o desempenho dos músculos. Ângulo de 0° só compressão sem deslizamento.2004 Biomecânica / b) 1 componente paralelo → vetor de compressão articular ou estabilidade Resultante Vetorial → Ação Muscular ( vetor soma a+b ) a a+b b Osso Ângulo de 90° só deslizamento sem compressão. Ossos Sesamóideos . Aumentando os vetores da Força Muscular. TORQUE OU MOMENTO DE FORÇA P ou R = Newton ou Kg ou Libras Braço = Metros ou cm ou pés 12 .↑ o ângulo de inserção.

13 . Sempre se contrai ativamente para produzir uma contração concêntrica. Trabalha em prol do movimento desejado. isométrica ou excêntrica.2004 Biomecânica / P × BP Torque de Potência = R × BR É o produto do componente rotatório com a distância perpendicular Torque de Resistência Torque = componente rotatório × distância perpendicular TORQUE DE POTÊNCIA Tp = P x Bp TORQUE DE RESISTÊNCIA TR = R x BR RELAÇÃO ENTRE Tp E TR Tp > TR ( caracteriza a contração isotônica concêntrica ) Tp = TR ( caracteriza a contração isométrica estática ) Tp< TR ( caracteriza a contração isotônica excêntrica ) CLASSIFICAÇÃO FUNCIONAL DOS MÚSCULOS AGONISTA Movente para as ações articulares resultantes.

Sua ação e sempre isométrica. depende do ângulo articular analisado. Ex: Abdominais em DD. é um músculo (ou grupo muscular) que não se contrai. fato que determina a classificação do(s) agonista(s). firme ou sustenta um osso ou parte óssea afim de que outro músculo ativo possa ter uma base firme sobre a qual traciona. Obs: A ação de um músculo ou grupo muscular. que nem auxilia nem resiste ao movimento. agonista como motor principal ou motor acessório. A variação da ADM.2004 Biomecânica / 1o Tipo → Primo-movente → Motor Primário ou Principal 2o Tipo → Movente Auxiliar → Motor Secundário ou Acessório ANTAGONISTA Normalmente. eles atuam juntos para produzir ação comum desejada. Neutralização de uma ação indesejada por outros músculos ativos. SINERGISTA É um músculo que ancora. altera os torques de resistência e de potência. Um músculo pode ser definido como sinergista sempre que ele se contrair ao mesmo tempo que o agonista. mas que se alonga ou encurta passivamente para permitir que ele ocorra. (Flexão de tronco) Reto Anterior 14 . Quando esses músculos se contraem simultaneamente. 1) Sinergista Auxiliar Ocorre durante a ação de 2 músculos que compartilham uma ação articular e tem uma 2a ação antagonista a do outro. e atuam como sinergistas auxiliares um do outro porque neutralizam a ação secundária indesejável do outro.

flexão plamar das articulações metacarpofalangeanas. MÚSCULOS BIARTICULARES E PLURIARTICULARES “Um músculo biarticular não pode atuar como músculo monoarticular para auxílio de outros músculos a menos que uma das ações articulares seja estabilizada por outros músculos. Enquanto o reto femoral se encurta na extremidade proximal 15 . Movimentos Convergentes (com referência à contração muscular) → quando o quadril e o joelho se fletem ou se estendem simultaneamente. o que resultaria numa perda da força contrátil. interfalangeanas proximais e distais. o músculo se contrai mas não perde tanto do seu comprimento. O efeito cinético do músculo sobre a 2ª articulação é diminuido”. Extensores (sinergistas) . Os músculos biarticulares tem a característica que permite que os músculos exerçam força concêntrica sem necessariamente se encurtarem significativamente. Ex: Punho Cerrado .atuam para evitar a flexão do punho.2004 Biomecânica / Oblíquos Externo D e E Interno D e E Oblíquos Externo Direito → inclinação lateral direita rotação esquerda Oblíquo Externo Esquerdo → inclinação lateral esquerda rotação direita As rotações ou inclinações são neutralizados pelos músculos opostos (ação) para permitirem e atuarem na flexão do tronco. 2) Sinergista Verdadeiro Ocorre quando um músculo se contrai estaticamente para impedir qualquer ação numa das articulações atravessadas para um músculo bi ou pluriarticular em contração.

diz-se que o músculo realizou uma contração isotônica. Potência é o trabalho dividido pelo tempo (Pm = ℑ ) Onde : 16 . e vice-versa. Idem para os ísquios tibiais. ele se alonga distalmente quando o joelho se flete. RELAÇÃO VELOCIDADE DE CONTRAÇÃO X TENSÃO: Quanto maior a velocidade de contração menor será a tensão produzida pelos músculos. RELAÇÃO COMPRIMENTO X TENSÃO: Um maior torque de potência é produzido quando os músculos estão em posição de préestiramento (alongados) antes de se contrairem. Movimentos Contracorrente (com referência à contração muscular) → um músculo biarticular de um par antagonista se encurta em ambas as extremidades enquanto o outro se alonga. TIPOS DE CONTRAÇÕES MUSCULARES ISOTÔNICA: Contração muscular que promove movimento articular concêntrico e excentricamente com resistência constante ou variável. PRÉ-ESTIRAMENTO MÁXIMO DO MÚSCULO ⇒ MAIOR RECRUTAMENTO DE FIBRAS MUSCULARES ⇒ MELHOR QUALIDADE DE CONTRAÇÃO MUSCULAR.2004 Biomecânica / para fletir o quadril. A flexão do quadril e extensão do joelho simultâneas encurtam o reto femoral e ambas as extremidades enquanto os ísquios tibiais se alongam em ambas as cextremidades. A extensão do quadril e flexão do joelho simultâneas encurtam os isquios tibiais em ambas as extremidades enquanto o reto femoral se alonga em ambas as extremidades. o trabalho é realizado (ℑ = f x d). Quando um músculo é capaz de mover uma carga.

D. B) Excêntrica (de alongamento) .2004 Biomecânica / ∆ t Vantagens: • • • • mais motivador contração em toda A.Velocidade de encurtamento constante → atividade das unidades motoras é diretamente proporcional à tensão. ISOMÉTRICA: 17 .Músculo sobre peso .Peso sobre músculo .M aumenta a resistência muscular aumenta a força muscular Desvantagens: • não é seguro se houver dor • não realizado em velocidades funcionais • não desenvolve velocidade de contração * ℑ em Joules ( J ) * ∆ t em segundos ( s ) * P em watts ( w ) • mensuração imprecisa • dor tardia a contração excêntrica • maior sobrecarga onde o músculo é mecanicamente mais fraco A) Concêntrica (de encurtamento) .Velocidade de alongamento constante → atividade das unidades motoras é diretamente proporcional à tensão.

Vantagens : • • • • • • aumenta a força muscular estática utilização precoce na reabilitação auxilia no retardo da atrofia por desuso auxilia na reabsorção do derrame articular estimula mecanorreceptores fácil execução Desvantagens : • execução monótoma • não aumenta resistência e ou potência • não melhora a performance • não tem contração excêntrica em grandes grupos musculares aumenta a P.2004 Biomecânica / Ocorre o encurtamento dos componentes contráteis simultaneamente ao alongamento dos componentes elásticos do músculo.A Tipo de Tensão Tipo de Contração Função Força Externa oponente ao Músculo Menor Trabalho Externo pelo Músculo Positivo Negativo Nenhum Suprimento de Energia Isotônica Isotônica Isométrica Concêntrica Excêntrica Estática Aceleração Aumenta Diminui Aumenta Desaceleraçã Maior o Fixação Igual 18 . A unidade mio tendinosa permanece no mesmo comprimento e tecnicamente não realiza nenhum trabalho externo. Quando um músculo exerce uma força contra um objeto que ele não consegue mover.

D. recebe a força e a devolve no nível adequado para preservar esta velocidade constante.2004 Biomecânica / ISOCINÉTICO: Contração muscular onde a velocidade angular é constante.melhor performance Desvantagens: • aparelho de altíssimo custo • apenas um ângulo realiza o exercício por vez demora no posicionamento do paciente Resistência Isocinética Possibilita que a contração muscular gere um movimento de velocidade angular constante e consequentemente o desenvolvimento máximo de tensão muscular para cada posição A. 19 .M.D. Realizável em aparelhos como dinamômetros hidráulicos ou eletromecânicos. O mecanismo que mantém a velocidade constante. Vantagens: • • • • • contração máxima em toda A. não há carga se não for atingida a velocidade mensuração precisa contrações em velocidades funcionais desenvolvimento de potência . com resistência acomodativa ao esforço.M.

. Arthur F. Hutchings. Werner Spalteholz.W. Rohen. Carron. Arthur F. – 1a ed. – 4a ed.T.. Werner Atlas de Anatomia Humana / Rudolf Spanner. E. Marks Jr.. – São Paulo: Roca. R. 1998. Keith L. H. Guimarães. Rohen.H. Moore. 2000. Anatomia Humana: Atlas Fotográfico de Anatomia Sistêmica e Regional / J. Hutchings. R. C. Osvaldo 20 .. S.. E. Yokochi. Dalley. Yokochi. C. Lutjen-Drecoll. W. Lutjen-Drecoll. – 4a ed. J. Moore. – Rio de Janeiro: Guanabara Koogan. Spanner. – 4a ed. Rudolf. 1988. 2001.2004 Biomecânica / REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS Abrahams. P. Wilson. – São Paulo: Manole. Spalteholz.. T. Anatomia Orientada para a Clínica / Keith L. Dalley. Atlas Colorido de Anatomia Humana de Mc Minn / P. – São Paulo: Manole. C. Abrahams.

William C. – 1a ed. 21 . – São Paulo: Atheneu. Lamotte. – 1a ed. Kapandji. Osvaldo Guimarães. Rasch. Laura K. Bases Biomecânicas do Movimento Humano / Joseph Hamil. – São Paulo: Manole. – Rio de Janeiro: Guanabara Koogan. – 5a ed. Philip J. Carr. Fisioterapia na Ortopedia e na Medicina do Esporte / James A. Calais-Germain. 1998. – 1a ed. Gould. Whiting. Ronald F. L. 1 e 2 / Andrée Lamotte. Andrée.2004 Biomecânica / As Faces da Física: Volume único / Wilson Carron.1992. – 1a ed. Le Vean. Hall. Joseph. 1997. Kathleen M. 1991. A. – Rio de Janeiro: Guanabara Koogan. Weiss. – 2a ed. Don Lehmkuhl. Kathleen M. Ibrahim Felippe Biofísica Básica / Ibrahim Felippe Heneine. – São Paulo: Manole. Gould. – 1a ed. Susan J. – São Paulo: Moderna. Elizabeth L. – São Paulo: Manole. Cinesiologia e Anatomia Aplicada / Philip J. Fisiologia Articular / I. 1997. 2000. Gary Biomecânica dos Esportes: Um guia prático / Gary Carr. Heneine. Blandine Calais-Germin. 1991.. Smith. Hall. I. – México: Trillas. Rasch. 1997. Don Cinesiologia Clínica de Brunnstrom / Laura K. Lehmkuhl. Smith. James A. Knutzen. Zernicke. Barney Biomecânica del Movimento Humano: de Williams y Lissner / Barney Le Vean.. – São Paulo: Manole. – São Paulo: Manole. – 1a ed. 1999. Kapandji. 1993. A. Hamil. Knutzen. 2000. Blandine Anatomia para o Movimento: Vols. – 5a ed. L. – São Paulo: Manole.. – 7a ed. Elizabeth L. Biomecânica Básica / Susan J. – 3a ed. Weiss.

– 2a ed. – 5a ed.. Epler. Robert W. 1. Charles A. Howley. – 2a ed.. Reese. – 1a ed. Michael J. – São Paulo: Manole. 2000. 2000.3a ed. Bucholz. Cipriano. Jahn. Fraturas em Adultos Vols. Palmer. Mark E. – São Paulo: Manole. Kaltenborn. Warren T. Joseph J. Fundamentos das Técnicas de Avaliação Musculoesqueléticas / M. 2000.1 e 2 / Charles A. – 1a ed. Edward T. 1: Extremidades / Freddy M. Ronald F. Mark E. Hans-Werner Joelho: Procedimentos Diagnósticos / Michael Strobel. Lynn. Turek. Bucholz. – 2a ed. 2000. Rockwood. Nancy Berryman Teste de Função Muscular e Sensorial / Nancy Berryman Reese. 1993. M. – São Paulo: Manole. – 1a ed. Epler.. Samuel L. Green. Hans-Werner Stedfeld. Green. 1999. 2001. Zernicke.. – Rio de Janeiro: Guanabara Koogan. –3a ed. Warren T. Scott K. Marcia E. Enoka. – Porto Alegre: Artmed. – Rio de Janeiro: Guanabara Koogan. Ortopedia: Princípios e sua Aplicação Vols. Howley. – Rio de Janeiro: Revinter. Mobilização Manual das Articulações: Método Kaltenborn de Exame e Tratamento das Articulações-Vol. David P. 22 . Alter. – São Paulo: Manole. Kaltenborn. Marcia E. Fisiologia do Exercício: Teoria e aplicação ao Condicionamento e ao Desempenho / Scott K. Robert W. – São Paulo: Manole. Enoka. – 3a ed.. Jahn. Ciência da Flexibilidade / Michael J. Edward T. – 4a ed. 2000. Turek. White.. Powers. Stedfeld. Manual Fotográfico dos Testes Ortopédicos e Neurológicos / Josoph J. 1999. Whiting. David P. Cipriano. Alter.2 e 3 / Samuel L. 2000. Michael. Bases Neuromecânicas da Cinesiologia / Roger M. White. Freddy M.2004 Biomecânica / Biomecânica da Lesão Musculoesquelética / William C. 1991. – São Paulo: Manole. Strobel.. Powers. – Rio de Janeiro: Guanabara Koogan. Rockwood Jr. Roger M. Lynn Palmer.

– 2a ed. Gary L. Malone. Fulkerson. Arthur J. – 1a ed. – 1a ed. – São Paulo: Manole. – São Paulo: Manole. Fisioterapia em Ortopedia e Medicina no Esporte / Terry R.. Kevin E. Fulkerson. 23 . 2000. – 1a ed. 2000. John P. Thomas G. – 3a ed. Esquemas de terapia / Gunter Dobler. Ellenbecker. William E. Andrews. Roberto Cem Bilhões de Neurônios: Conceitos Fundamentais de Neurociência / Roberto Lent. 2003. Edmond. – São Paulo: Atheneu. James R. Mc Poil. Patologia da Articulação Patelo-Femoral / John P. Wilk. 2001. – 3a ed. Prática. – São Paulo: Manole. 2002. Dobler. Hitz. Prentice. – 1a ed. Harrelson. Terry R. Edmond.. Thomas G.2004 Biomecânica / Prentice. Kevin E. – São Paulo: Manole. Wilk. – 1a ed. – São Paulo: Santos. Ellenbecker. Hitz. Malone. 2000. Andrews. 2002. Gary L. Reabilitação Física das Lesões Desportivas / James R. Gunter Cinesiologia: Fundamentos. 2000. Manipulação e Mobilização: Técnicas para Membros e Coluna / Susan L. Arthur J. Lent. Reabilitação dos Ligamentos do Joelho / Tood S. Técnicas de Reabilitação em Medicina Esportiva / William E. Mc Poil. Susan L. – Rio de Janeiro: Revinter. Harrelson... – Rio de Janeiro: Guanabara Koogan. Tood S.

You're Reading a Free Preview

Descarregar
scribd
/*********** DO NOT ALTER ANYTHING BELOW THIS LINE ! ************/ var s_code=s.t();if(s_code)document.write(s_code)//-->