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Introdução
As inovações tecnológicas ocorridas durante os últimos anos fizeram com que a medicina e as demais áreas da saúde sofressem grandes avanços. É nítida, portanto, a necessidade de adaptação dessas áreas com relação ao atendimento do indivíduo e ao desenvolvimento de novas drogas para assistir um público cada vez maior. A população apresenta uma diversidade de patologias com características diferentes cada vez mais desafiadora. Com o objetivo de minimizar ou até mesmo tratar essas doenças e suas consequências, surgiram diversos medicamentos que possibilitam aumentar a qualidade e a expectativa de vida dessa população. Muitos são os medicamentos recém-lançados no mercado e o modo de ação desses medicamentos, em muitos casos, ainda é motivo de estudos, o qu exige do e profissional constante atualização sobre o emprego de um ou outro desses medicamentos. Torna-se, portanto, fundamental, conhecer a composição, a aplicação, o princípio ativo, as reações que podem advir, entre outros fatores, o que possibilitará a sua adequada aplicação de acordo com os sintomas apresentados. Segundo esse princípio, para o desenvolvimento desta pesquisa bibliográfica, buscou-se obter conhecimentos a respeito dos medicamentos disponíveis no mercado mais utilizados para o tratamento de doenças ligadas ao sistema urogenital, tema abordado por este trabalho relacionado à área de enfermagem.

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Medicamentos Mais Utilizados nas doenças do Sistema Urogenital
Amicilon
Outras marcas comerciais: Novamin, Amicalin. Princípio Ativo: Sulfato de Amicacina. Indicações Estudos clínicos mostraram a eficácia do sulfato de amicacina nos seguintes quadros, quando causados por microorganismos sensíveis: bacteremia e septicemia (incluindo sepsis neonatal); infecções severas do trato respiratório, ossos e articulações, Sistema Nervoso Central (incluindo meningite), pele e tecidos moles; infecções intraabdominais (incluindo peritonite); queimaduras e infecções pós-operatórias (incluindo pós-cirurgia vascular); infecções recorrentes, complicadas ou graves do trato urinário. O sulfato de amicacina e outros aminoglicosídeos não são indicados nos episódios iniciais não complicados de infecções urinárias, a menos que os microorganismos não sejam sensíveis a outros antibióticos menos tóxicos (nestes casos utilizar doses mais baixas). Devem ser realizados exames bacteriológicos para a identificação do agente causal e determinar a sua sensibilidade ao sulfato de amicacina. Efeitos Colaterais Todos os aminoglicosídeos podem provocar ototoxicidade, toxicidade renal e bloqueio neuromuscular. Estes efeitos ocorrem com maior frequência em pacientes com história atual ou pregressa de disfunção renal, em pacientes já tratados com outras drogas nefrotóxicas ou ototóxicas e naqueles tratados por períodos prolongados ou com doses maiores do que as recomendadas. Nefrotoxicidade: proteinúria; presença de hemácias, glóbulos brancos e cilindros na urina; azotemia; oligúria; aumento de nitrogênio urinário, nitrogênio não protéico ou creatinina no sangue. Ototoxicidade: zumbidos, vertigens, surdez parcialmente reversível e irreversível. Neurotoxicidade: debilidade muscular, hipomagnesemia, bloqueio neuromuscular (paralisia muscular aguda e apnéia). Outras reações raramente observadas foram: erupções cutâneas, febre medicamentosa, cefaléia, parestesia, tremores, náuseas e vômitos, eosinofilia, artralgia, anemia, hipotensão. Como Usar (Posologia) Uso intramuscular ou endovenoso. O sulfato de amicacina não deve ser misturado na mesma ampola ou frasco para infusão com outros medicamentos; quando necessário, administrar cada medicamento separadamente. A solução pode eventualmente tornar-se levemente amarelada, o que

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não indica diminuição da sua potência. Uso intramuscular: para adultos e crianças com função renal normal, administrar 15 mg/kg/dia, divididos em 2 ou 3 doses iguais, a intervalos regulares; não exceder a dose diária de 1,5 g de sulfato de amicacina. Para neonatos, administrar uma dose inicial de 10 mg/kg, seguida de 7,5 mg/kg a cada 12 horas. Recomenda-se uma dosagem reduzida para crianças com menos de duas semanas de vida. A duração usual do tratamento com sulfato de amicacina é de 7 a 10 dias; em casos de tratamentos por períodos maiores, recomenda-se a monitorização das funções renal e auditiva diariamente. As infecções não complicadas geralmente respondem em 24 a 48 horas. Se não houver melhora clínica em 3 a 5 dias, o tratamento deve ser interrompido e o paciente reavaliado para a instituição de terapia adequada. Disfunção renal: monitorizar, sempre que possível, as concentrações séricas de sulfato de amicacina (máx. 35 mcg/ml). Em pacientes com disfunção renal pode-se usar a depuração de creatinina (de preferência) ou os valores de creatinina sérica como parâmetros para o ajuste de dosagem, dentro de um dos esquemas posológicos abaixo: 1- Doses normais com intervalos prolongados: em pacientes estabilizados, o intervalo (em horas) entre as doses normais é calculado multiplicando-se o valor da creatinina sérica do paciente por 9. 2- Doses reduzidas em intervalos fixos: administrar uma dose inicial de 7,5 mg/Kg; a dose de manutenção a ser administrada a cada 12 horas deve ser reduzida na proporção de diminuição dos valores da depuração de creatinina do paciente: Dose de manutenção = Dcr observado (ml/min) X dose inicial (mg) (a cada 12 horas) Dcr normal (ml/min) Dcr = depuração de creatinina Uma outra alternativa mais grosseira para se determinar a dose reduzida para intervalos de 12 horas (em pacientes com valores conhecidos de creatinina sérica) é dividir a dose normalmente recomendada pelo valor de creatinina sérica do paciente. Os esquemas anteriores são apenas guias práticos e devem ser ajustados de acordo com a observação clínica e laboratorial do paciente. Diálise: após a hemodiálise pode-se administrar aproximadamente metade da dose normal (em mg/kg); na diálise peritoneal, recomenda-se uma dose inicial parenteral de 7,5 mg/kg e então a instilação da amicacina no dialisado na concentração sérica desejada. Uso endovenoso: as doses recomendadas são as mesmas para as vias intramuscular e endovenosa. Em pacientes adultos pode-se preparar a solução para infusão diluindo-se o conteúdo de uma ampola de 500 mg de sulfato de amicacina em 100 ou 200 ml de diluente estéril; administrar a infusão durante 30 a 60 minutos. A dose diária não deve exceder a 15 mg/kg e deve ser dividida em 2 a 3 administrações iguais a intervalos regulares. Na utilização pediátrica, a quantidade de diluente a ser utilizado dependerá das necessidades do paciente, devendo ser suficiente para infundir o sulfato de amicacina durante 30 a 60 minutos. Para crianças menores recomenda-se a infusão durante 1 a 2 horas.

observar sinais ou efeitos secundários e comunicar ao médico caso sejam significativos. Polimoxil. eosinofilia. vômito. faringite. otite. agitação. insônia. Profilaxia de endocardite bacteriana. Em caso de gravidez. agranulocitose. púrpura. Velamox BD. ou com insuficiência renal. 3-Orientar o paciente a comunicar quaisquer reações adversas significativas ou intolerantes. consumo regular de líquidos e prática de atividades físicas. ansiedade. eritema multiforme.4 Cuidados de enfermagem 1-Evitar a medicação durante a gravidez ou lactação. Eritema maculopapular. broncoespasmo e anafilaxia. Infecções gênito-urinárias. puncionar acesso venoso confiável ou certificar-se da permeabilidade de acesso pré-existente. 5-Investigar o uso de outros medicamentos e possíveis interações medicamentosas. Efeitos Colaterais Náusea. suspeita ou confirmada. Velamox Pylori. . 7-Para via intravenosa. Velamox. trombocitopenia. 4-Recomendar a importância dos hábitos saudáveis quanto a dieta alimentar adequada. Candidíase vaginal. 8-Durante a infusão. a atenção a dose e Amoxicil Outras marcas comerciais: Amoxil BD. alterações no comportamento. para erradicação do Helicobacter pylori. Anemia. Nefrite. Infecções do trato respiratório baixo. urticária. Infecções da pele e tecidos moles. recém-nascidos efeitos adversos deverá ser aumentada. Amoxi-Ped. intestinal e oral. 9-Nos pacientes idosos. o médico deverá ser imediatamente informado. 2-Informar ao paciente ou familiar quanto a ação do medicamento e à importância da colaboração durante o tratamento. síndrome de Stevens-Johnson. Indicações Amigdalite. 6-Produto de uso hospitalar exclusivo. edema angioneurótico. Hiperatividade. Aumento de transaminases. confusão mental. Hiconcil. bronquite. leucopenia. vertigem. sinusite. Em associação com outras drogas. diarréia e colite pseudomembranosa. Novocilin. Princípio Ativo: Amoxicilina. Febre tifóide.

hepáticas ou do trato gastrintestinal. 1h antes do procedimento. 6-Informar ao paciente quanto a ação do medicamento e à importância da colaboração durante o tratamento.No uso em gravidez suspeita ou confirmada. Dose máxima de 2g a 3g/dia. 8-Recomendar que procure o médico caso não haja melhora do quadro cliníco inicial. 3-Para pacientes com antecedentes alérgicos. Em casos graves. e deverão ser ajustadas à resposta clínica do paciente. Crianças: administrar 20mg a 50mg/kg/dia VO.5 Como Usar (Posologia) Adultos: 250mg a 500mg VO. Na profilaxia da endocardite bacteriana. Amicilon. Na profilaxia da endocardite bacteriana. administrar dose única de 50mg/kg VO. Cuidados de enfermagem 1-Evitar a medicação durante a gravidez ou lactação. 2-Investigar alergia à penicilina ou cefalosporina. Novamin Outras marcas comerciais: Amicalin. de 8/8h. à atenção quanto a dose ou ao efeitos adversos deve ser aumentada. A dose e a duração da terapia dependerão da idade. de 12/12h. e possíveis interações medicamentosas. 4-Orientar o paciente a procurar o médico diante de quaisquer reações adversas significativas ou intolerantes. de 8/8h. o médico deverá ser informado. administrar 2g VO. ou 500mg a 875mg VO. de 8/8h. sensibilidade do microorganismo e gravidade da infecção. 5-Solicitar ao paciente que siga o tratamento medicamentoso conforme recomendado e não interrompa sem consentimento do médico. 7-Investigar o uso de outros medicamentos. . como contraceptivo oral. 1h antes do procedimento cirúrgico. Princípio Ativo: Amicacina. podem ser usados até 100mg/kg/dia VO. doenças renais.

reversível. (estreptocócicas. se não grave. desordens da pele. enterocócicas e estafilocócicas). . são citados. sinais de disfunção hepática e aumento da concentração sérica de bilirrubina. Isto inclui infecções do trato biliar.Em caso de g ravidez suspeita ou confirmada.5 mg/kg por dia. Uma dose de 250 mg. Amicacina é também usado com agentes antimicobacterianos no tratamento de infecções típicas micobacterianas. Podem ocorrer reações de hipersensibilidade. Amicacina é freqüentemente usada concomitantemente com outros agentes para estender seu espectro de ação ou aumentar sua eficácia.5 g diariamente em adultos. otites externas e médias. ou Metronidazol ou Clindamicina para infecções mistas aeróbicaanaeróbica. A dose sugerida para adultos e crianças é equivalente a 15 mg de Amicacina/kg de peso corporal diariamente dividida igualmente em doses de 8 a 12 horas. Como Usar (Posologia) As doses de sulfato de Amicacina são expressas em termos de Amicacina base.o médico deverá ser imediatamente informado. listerioses. brucelose. seguindo de 15 mg/kg de peso corporal diariamente em duas doses de 7. Recém-nascidos devem receber dose de ataque de 10 mg/kg. náuseas e vômito. endocardites. são os principais efeitos adversos no uso prolongado ou repetido e concentrações altas. por injeção intramuscular. Efeitos não frequentes como discrasias sangüíneas. por isso é recomendado o monitoramento de concentrações plasmáticas e controle das funções renais. duas vezes ao dia é sugerida para infecção não complicada do trato urinário para adultos. para o tratamento de infecções sistêmicas severas devido a microorganismos sensíveis. estomatites. é usado com penicilina para infecções entero e estreptococais ou um lactâmico antipseudomonial para infecções respectivas. até o máximo 1. pneumonia. endometrites. septicemia. púrpuras. Os aminoglicosídeos. infecções do trato urinário.6 Indicações Como os outros aminoglicosídeos é usado normalmente em combinação. tendo que se usar um veículo de 100 a 200 ml de solução estéril compatível/500 mg de Amicacina para aplicação durante um período de 30 a 60 minutos para cada dose. assim como profilaxia de infecções cirúrgicas e no tratamento de pacientes com comprometimento imunológico e os que já estão em cuidados intensivos. tais como: queimaduras e úlceras. peritonites. Assim. agindo também bloqueando a ação neuromuscular. gramnegativos e outros. meningites. Efeitos Colaterais Ototoxicidade irreversível (efeito maior que gentamicina) e nefrotoxicidade. 2-Informar ao paciente ou familiar quanto à ação do medicamento e à importância da colaboração durante o tratamento. gastrenterites. As infusões venosas seguem os mesmos critérios de dosagem das musculares. podem provocar depressão respiratória e paralisia muscular. cistite fibrosa. Cuidados de Enfermagem 1-Evitar a medicação durante a gravidez ou lactação.

Emicilin. síndrome de Stevens-Johnson. intestinal e oral. observar sinais ou efeitos secundários e comunicar ao médico caso sejam significativos. via parenteral. Princípio Ativo: Ampicilina. ansiedade. Aumento de TGO (AST). Infecções graves: administrar. infecção biliar. de 6/6h. meningite bacteriana.7 3-Orientar o paciente a comunicar quaisquer reações adversas significativas ou intolerantes. infecção obstétrica. Nefrite. IV ou IM. urticária. infecção respiratória. infecção ginecológica. eritema multiforme. diarréia e colite pseudomembranosa. Parenzyme Ampicilina. púrpura. infecção intestinal. insônia. Grancilina. 9-Nos pacientes idosos. Amplacilina. trombocitopenia. confusão mental. broncoespasmo e anafilaxia). 250 a 500mg de 4/4h. vômito. septicemia. Indicações Endocardite bacteriana. 8-Durante a infusão. vertigem. agitação. leucopenia. de 6/6h ou 8/8h. eosinofilia. alterações no comportamento. 4-Recomendar a importância dos hábitos saudáveis quanto a dieta alimentar adequada. infecção urinária. Candidíase vaginal. Reações alérgicas (eritema maculopapular. 6-Produto de uso hospitalar exclusivo. agranulocitose. Anemia. a atenção quanto a dose e efeitos adversos deverá ser aumentada. Crianças: administrar 25mg a 50mg/kg/dia VO. Como Usar (Posologia) Adultos: 250 a 500mg VO. Efeitos Colaterais Náusea. recém-nascidos ou com insuficiência renal. puncionar acesso venoso confiável ou certificar-se da permeabilidade de acesso pré-existente. consumo regular de líquidos e práticas de atividades físicas. 5-Investigar o uso de outros medicamentos e possíveis interações medicamentosas. Infecções graves: . 7-Para via intravenosa. edema angioneurótico. Binotal Outras marcas comerciais: Ampicil.Amprigan. Hiperatividade.

Cuidados de Enfermagem 1-Por via oral. Selimax. de 4/4h. Nos casos de doenças do trato gastrintestinal. Azitromin. Lactentes com mais de 7 dias: 75mg/kg/dia VO. Infecções . Azimix Outras marcas comerciais: Zitromax. 7-Recomendar a importância dos hábitos saudáveis quanto à dieta alimentar adequada e a pratica de atividades físicas. 3-O medicamento está contraindicado para pacientes com hipersensibilidade à penicilina ou a cefaslosporina. 2-Atenção: ampicilina benzatina utilizadas nas associações é de uso exclusivo intramuscular. como anticoagulantes e contraceptivo oral. de 8/8h.8 administrar 50mg a 100mg/kg/dia IV ou IM. crianças ou mulheres no período de lactação. doenças renais ou do trato gastrintestinal. Com menos de 7 dias: administrar 50mg/kg/dia VO. Azi. Clindal AZ. com água. EMS-Max. de 12/12h. 5-Evitar a medicação durante a gestação ou lactação. Novatrex. 6-Investigar o uso de outros medicamentos . Azitrax GU. e deverão ser ajustadas à resposta clínica do paciente. Sinusites. Princípio Ativo: Azitromicina. Faringites Amigdalites e Pneumonias). 9-Informar ao paciente quanto à ação do medicamento e à importância da colaboração durante o tratamento. a atenção quanto à dose ou aos efeitos adversos deve ser aumentada. Indicações Em todas as patologias cujos agentes sejam sensíveis à Azitromicina. e possíveis interações medicamentosas. ingerir no incio das refeições. o médico deverá ser informado. Azitrogran. assim como o abandono do consumo de álcool. Infecções de Vias Aéreas (Otites Médias. sensibilidade do microorganismo e gravidade da infecção. No uso em gravidez suspeita ou confirmada. ingerir medicamento preferencialmente de estomago vazio. Astro. 8-Orientar o paciente a procurar um médico diante de quaisquer reações adversas significativas ou intolerantes. 4-Em pacientes com antecedentes alérgicos. A dose e a duração da terapia dependerão da idade.

Pacientes submetidos ao tratamento crônico com a Azitromicina apresentaram sinais de ototoxicidade que foram totalmente reversíveis com a interrupção do tratamento. Neisseria gonorrhoeae e Chlamydia tracomatis: dose única 1g.500 mg.500 mg ao dia por 3 dias Azimix . Metronidazol .250 mg. 4 vezes por 14 dias por 14 dias ao dia por 14 dias. 2-Tomar o medicamento 1 hora antes ou 2 horas após as refeições. e possíveis interações medicamentosas. Infecções da pele e na erradicação do Helicobacter pylori. Doenças Sexualmente Transmissíveis.No uso em gravidez suspeita ou confirmada. Efeitos Colaterais Diarréia. Como Usar (Posologia) Crianças Esquema 1: 10mg/Kg/dia durante 3 dias (até 25 Kg) Esquema 2: 10mg/Kg no primeiro dia e 5mg/Kg do segundo ao quinto dia Adultos Esquema 1: 500mg durante 3 dias Esquema 2: 500mg no primeiro dia e 250mg do segundo ao quinto dia Esquemas posológicos sugeridos para a Erradicação do Helicobacter pylori (em adultos): Esquema 1 Esquema 2 Esquema 3 Azimix . Metronidazol . náuseas.500 mg ao dia por 3 dias Azimix . o médico deverá ser confirmado. O nível das transaminases séricas mostraram elevações reversíveis.250 mg. como antiácidos. 5-Orientar o paciente a procurar o médico diante de quaisquer reações adversas significativas ou intolerantes. A reação alérgica mais comumente observada foi o exantema com reações similares à eritromicina e a outros antibióticos do grupo dos macrolídeos. . desconforto abdominal. 4-Solicitar ao paciente que siga o tratamento medicamentoso conforme recomendado e não interrompa sem consentimento do médico.20 mg ao dia Omeprazol . Cuidados de Enfermagem 1-Evitar medicação durante a gestação ou lactação e em crianças.40 mg ao dia Sais de Bismuto . 3-Investigar o uso de outros medicamentos.120 mg. 4 vezes 2 vezes ao dia por 7 à 14 dias 4 vezes ao dia por 7 dias ao dia por 7 dias Omeprazol .500 mg ao dia por 3 dias Amoxacilina . Uretrite por Chlamydia. vômitos e flatulência.9 Urinárias.

como antibacteriano. nocardiose. Hepáticas: elevação da transaminase e bilirrubinas. necrólise epidérmica. geralmente para a maioria das infecções. pacientes com . Hematológicas: trombocitopenia. febre paratifóide e tifóide. Infectrin. 2 comprimidos a cada 12 horas ou 20ml de suspensão (ou seja: 2 colheres de sobremesa) a cada 12 horas. paracocci-dioidomicose. quando o cloranfenicol ou a ampicilina são contra-indicados. Trimexasol. em circunstâncias especiais. Princípios Ativos: Sulfametoxazol e Trimetoprima. endocardite bacteriana. Outras: calafrios. febre reumática e infecções bacterianas do trato urinário. vasculite alérgica. anorexia. Agente de primeira escolha para tratamento de pneumonia causada por Pneumocystis carinii. adultos e crianças acima de 12 anos. Benectrim. síndrome do tipo lupo eritematoso. Efeitos Colaterais As reações adversas dermatológicas incluem: erupções cutâneas. pois é menos tóxica e mais eficaz nestes pacientes. eritema multiforme. anafilaxia. alguns médicos preferem pentamidina como agente da eleição. Bactrin Outras marcas comerciais: Assepium. icterícia colestática. Ectrin. Indicações Infecções bacterianas do trato urinário. em pacientes com AIDS.10 6-Informar ao paciente quanto à ação medicamentosa e à importância da colaboração durante o tratamento. linfogranuloma venéreo. vômitos. estomatite. Espectrim D. diarréia de viajantes.Otite média aguda em crianças. anemia megaloblástica. aplasia medular. glossite. Espectrim. febre. Exacerbação aguda de bronquite crônica em adultos. agranulocitose. dermatite esfoliativa. Infecções por clamídias de ferimentos por queimaduras. gonorréia. neutropenia. granuloma inguinal. anemia hemolítica. Gastrintestinais: náuseas. Contudo. Como Usar (Posologia) Via oral. eosinofilia. nefrite intersticial. dor epigástrica. Enterocolite. prurido. não é indicada para uso profilático ou por tempo prolongado. leucopenia. portadores meningocócitos e sinusite. 7-Recomendar a importância dos hábitos saudáveis quanto a dieta alimentar adequada e o abandono do consumo de álcool durante o tratamento. ósseos do trato biliar e do trato geniturinário. Tratamento de cancróide. Profilaxia de diarréia de viajantes.

deve-se reduzir a dose em pacientes com insuficiência renal. preferencialmente. icterícia. 2 vezes ao dia (manhã e noite). 5-Nos pacientes asmáticos. 2-Em caso de esquecimento não dobrar a dose.11 doença grave ou com risco de vida.pequenos pontos de hemorragia na pele. anemia e outras alterações sanguíneas.alérgicos graves. 4-Recomendar o método contraceptivo não oral. Gonorréia em adultos: 5 comprimidos. Via oral. coceira.problemas na pele. além do uso de roupas confortáveis. Para pacientes com clearance de creatinina entre 15 e 30ml/min. Nos pacientes com clearance inferior a 15ml/min. 9-Incentivar a ingestão de líquidos. redobrar o cuidado quanto a dose e efeitos adversos. administram-se doses mais elevadas. idosos. a dose deve ser a metade da posologia padrão. . dividida em duas tomadas. a critério médico. o médico deverá ser informado. urticária. em único dia de tratamento. no mínimo. hipersensibilidade. febre.falta de apetite. 6-Orientar o paciente a procurar o médico diante de quaisquer reações significativas ou intolerantes. inflamação na boca. No uso em gravidez suspeita ou confirmada. em ambos os casos. 40mg/Kg de Sulfametoxazol e 8mg/Kg de Trimetoprima por dia.náusea. alucinação. 3-Não utilizar a medicação durante a gestação ou lactação e em recém -nascidos. tontura. depressão mental. crianças acima de dois meses. convulsão. Cuidados de Enfermagem 1-Orientar sobre a importância se seguir o tratamento medicamentoso conforme recomendado e não interrompê-lo sem consentimento de médico. 8-Recomendar o uso de protetores solares e óculos de sol ao sair de casa.2 litros de água por dia. aidéticos ou com deficiência renal ou hepática. 7-Informar sobre as possíveis manifestações como a alteração como nos exames de urina. a cada 12 horas.diarreia. vômito. mesmo com melhora. não se indica a presente associação.

. balurol 200 mg: 1 capsula cada 6 horas durante 10 dias. Cuidados de enfermagem 1-Ingerir o medicamento após as refeições.12 10-Recomendar a importância dos hábitos saudáveis quanto a dieta alimentar adequada e suspensão do consumo de álcool. tais como dirigir ou operar máquinas. Efeitos Colaterais Eventualmente. 12-Enfatizar a importância de acompanhar possíveis efeitos colaterais a partir de testes laboratoriais. Princípio Ativo: Acido Pipemidico.infecções na próstata. 11-Informar ao paciente que a medicação causa tonturas e compromete as atividades que requeiram estado de alerta. 3-Orientar paciente e familiares que a exposição ao sol durante o tratamento deverá ser evitada e as regiões do corpo mais expostas ao sol deverão ser protegidas com protetores solares. Pipram. Uroxin. 2-Evitar a medicação durante a gravidez ou em crianças menires de 2 anos de idade. que podem ser atenuadas ingerindo o medicamento após as refeições. Como Usar (Posologia) Balurol 400 mg: 1 capsula cada 12 horas durante 10 dias. Indicações Infecções urinarias provocadas por bactérias gram-positivas ou negativas. Balurol Outras marcas comerciais: Pipurol. o médico devera ser imediatamente informado. 13-Investigar o uso de outros medicamentos e possíveis interações medicamentosas. náuseas ou gastralgia. sensiveis ao acido pipemidico. Evitar consumo excessivos de alimentos e bebidas a base de cafeína. Em caso de gravidez suspeita ou confirmada.

ou proximidades destes. trombocitopenia. calafrios. tais como: erupções cutâneas. desde as formas maculopapulosas até a dermatite esfoliativa. reações semelhantes à doença do soro incluindo febre. 7-Investigar o uso de outros medicamentos e possíveis interações medicamentosas. pode ser preferível a face lateral da coxa. Efeitos adversos no sistema hematopoiético como anemia hemolítica. 5-Orientar o paciente a procurar o médico diante de quaisquer reações adversas significativas ou intolerantes. Recomenda-se a injeção intramuscular profunda.sífilis primária.13 4-Informar ao paciente e aos familiares quanto a ação do medicamento e á importância da colaboração durante o tratamento. Do mesmo modo que outros tratamentos para sífilis. edema. edema de laringe. são infreqüentes e estão associadas com altas doses de penicilina por via parenteral. O frasco deve ser vigorosamente agitado. deve-se puxar o êmbolo da seringa a . 6-Recomendar a importância dos hábitos saudáveis quanto a dieta alimentar adequada. Benzatron Outras marcas comerciais: Benzetacil. Como Usar (Posologia) A Penicilina G benzatina deve ser administrada profundamente no músculo. a agulha poderá entupir caso a administração não seja feita de forma lenta e contínua. neuropatia e nefropatia. Benzilpenicilina. com cuidado para não atingir artérias ou nervos. Reações anafiláticas intensas fatais têm sido relatadas. Antes de injetar a dose. 8-Solicitar ao paciente que siga o tratamento medicamentoso conforme recomendado e não interrompa sem consentimento do médico. Em lactentes e crianças pequenas.sífilis secundária. leucopenia. antes da retirada da dose a ser injetada. casos de ocorrência de reação de Jarisch-Herxheimer foram relatados. Princípio Ativo: Penicilina G Benzatina. Devido a alta concentração da suspensão. urticária.sífilis tardia(terciaria ou neurossífilis). Febre e eosinofilia podem ser as únicas manifestações observadas. Indicações Febre reumática(profilaxia). consumo regular de líquidos e praticas de atividades físicas. artralgia e prostração.glomerulonefrite(profilaxia). Efeitos Colaterais Reações de hipersensibilidade são frequentemente associadas com o uso das penicilinas.sífilis congênita.sífilis latente.infecção estreptocócica(grupo A). no quadrante superior lateral da nádega.

4-Aplicar a injeção lentamente e de maneira contínua para evitar obstrução da agulha.14 fim de certificar-se de que a agulha não esteja em um vaso sanguíneo. secundária e latente: injeção única de 2. O médico deve avaliar os benefícios de injeções mais freqüentes contra a possibilidade de reduzir a aceitação do paciente a este procedimento. 3-Rodiziar os locais de aplicação. · adultos: injeção única de 1. Profilaxia da febre reumática e da glomerulonefrite: recomenda-se a utilização periódica a cada 3 ou 4 semanas. Sífilis tardia (terciária e neurossífilis): 3 injeções de 2. Para doses repetidas.000 U. A injeção deve ser feita lentamente.000 U por quilograma de peso para crianças menores de 2 anos de idade e doses ajustadas de acordo com a tabela de adultos.200.200. caso o paciente tenha história de múltiplas recorrências e possua lesão grave da vulva ou tenha apresentado recorrência com a administração a cada 4 semanas. Sífilis congênita: 50. 5-Disponibilizar materiais e medicamentos para atendimento de emergência nos casos de choque anafilático.000 U. bejel (sífilis endêmica) e pinta: injeção única de 1. Em casos de bouba. 2-Aplicar exclusivamente por via intramuscular nas nádegas. especialmente em crianças.000 U. Embora a taxa de recorrência da febre reumática seja baixa utilizando-se o regime a cada 4 semanas.000 U a 600.200. na dose de 1. com intervalo de 1 semana entre as doses.crianças até 27 Kg: injeção única de 300. sendo interrompida se o paciente queixar-se de dor intensa no local ou se. pode-se considerar a administração a cada 3 semanas.400. no quadrante superior externo. · Sífilis primária.000 U. · crianças maiores: injeção única de 900.000 U de penicilina G benzatina.400. Cuidados de Enfermagem 1-Observar a melhora do quadro infeccioso e comunicar à equipe médica. ocorrerem sinais e sintomas que sugiram dor intensa.000 U. . para crianças entre 2 a 12 anos.000 U. recomenda-se alternar os locais de injeção. Infecções estreptocócicas (grupo A) do trato respiratório superior e da pele: .

Cuidados de Enfermagem . e deverão ser ajustadas à resposta clínica do paciente. Infecção da pele e tecidos moles. agranulocitose. Dose máxima de 4g/dia. Como Usar (Posologia) Adultos: 250 a 500mg VO. 7-Pacientes com história de hipersensibilidade a penicilinas ou cafalosporinas não devem usar o produto. 9-Não utilizar a medicação durante a gestação ou lactação e em crianças. reações adversas. 11-Orientar o paciente a seguir o tratamento medicamentoso conforme recomentado e não interrompe-lo sem o consentimento do médico. eosinofilia. Efeitos Colaterais Reações de hipersensibilidade. flatulência e dispepsia. 8-Instruir o paciente a utilizar a medicação exatamente conforme recomendado. Cefaléia. vômito. Princípio Ativo: Cefaclor. náusea. faringite e sinusite. leucocitose. de 8/8/h. Alterações hematológicas (trombocitopenia. ou efeitos secundários. Hiperatividade. Alterações de transaminases. intestinal e oral. Infecções respiratórias baixas. prurido. hipertonia e tonturas. A dose e a duração da terapia dependerão da idade. otite. diarréia. Indicações Amigdalite. febre. como erupções cutâneas maculopapulares. Ceclor Outra marca comercial: Ceclor AF. nervosismo. icterícia transitória. confusão. síndrome de Stevens-Johnson.15 6-Orientar o paciente a colocar gelo sobre o local da aplicação para diminuir a dor. Candidíase vaginal. distúrbios do sono. Anorexia. anafilaxia. sensibilidade do microorganismo e gravidade da infecção. Infecção urinária. anemia hemolítica e anemia aplástica). No uso em gravidez suspeita ou confirmada. mesmo após a melhora dos sinais e sintomas iniciais. o médico deverá ser informado. artralgia. dor abdominal. neutropenia. 10-Monitorar possíveis efeitos colaterais. Nefrite intersticial transitória.

artralgia. 5-Investigar o uso de outros medicamentos e possíveis interações medicamentosas. Infecção da pele e tecidos moles. diarréia. Alterações de transaminases. . confusão. icterícia transitória. náusea. 7-Orientar o paciente a procurar o médico diante de quaisquer reações adversas significativas ou intolerantes. Princípio Ativo: cefadroxila. otite. Trombocitopenia. síndrome de Stevens-Johnson). Cefaléia. anafilaxia. flatulência e dispepsia. leucocitose. Infecções respiratórias baixas. Celocortin. Hiperatividade.o médico deverá ser informado. faringite e sinusite. distúrbios do sono. os efeitos colaterais mais comuns e a importância da colaboração durante o tratamento. 2-Informar ao paciente sobre a ação do medicamento. Anorexia. Cefadroxon. febre. Infecção urinária. Indicações Amigdalite. 3-Orientar sobre a importância de seguir o tratamento medicamentoso conforme recomendado e não o interromper sem consentimento do médico. neutropenia. 4-Ressaltar a importância dos hábitos saudáveis quanto a dieta alimentar adequada. consumo regular de líquidos e prática de atividades físicas. Nefrite intersticial transitória. nervosismo. prurido. dor abdominal. vômito. Cefamox Outras marcas comerciais: Cedroxil. anemia hemolítica e anemia aplástica. agranulocitose. Recomendar o abandono do consumo de bebidas alcoólicas. No uso em gravidez suspeita ou confirmada. 8-Não utilizar a medicação durante a gestação ou lactação e em crianças. eosinofilia. Efeitos Colaterais Reações de hipersensibilidade (erupções cutâneas maculopapulares. hipertonia e tonturas. 6-Investigar história pregressa de alergia a penicilina. Candidíase.16 1-Ingerir antes ou junto com a alimentação.

o médico devera ser informado. No uso em gravidez suspeita ou confirmada. 7-Orientar o paciente a procurar o médico diante de quaisquer reações adversas significativas ou intolerantes. dose máxima de 4g /dia. Na profilaxia cirúrgica. Recomendar o abandono do consumo de bebidas alcoólicas. até o máximo de 2g/dia. 2-Informar ao paciente sobre a ação do medicamento. Uni Cefalexin. 5-Investigar o uso de outros medicamentos e possíveis interações medicamentosas. Celexin. em duas tomadas de 12/12h. Cefagran. sensibilidade do microorganismo e gravidade da infecção. . Keforal. Cuidados de Enfermagem 1-Ingerir antes ou junto com a alimentação. 2g VO. otite. A dose e a duração da terapia dependerão da idade. faringite e sinusite. Indicações Amigdalite. Ceporexin. 8-Não utilizar a medicação durante a gestação ou lactação e em crianças. Infecções respiratórias baixas. Keflex Outras marcas comerciais: Betacef. Infecção da pele e tecidos moles. de 12/12h. Crianças: administrar 25mg a 50mg/kg/dia VO. e deverão ser ajustadas à resposta clínica do paciente. 3-Orientar sobre a importância de seguir o tratamento medicamentoso conforme o recomendado e não o interromper sem o consentimento do médico.17 Como Usar (Posologia) Adultos: 1g a 2 g/dia VO. 6-Investigar história pregressa de alergia a penicilina. consumo regular de líquidos e pratica de atividades físicas. Princípio Ativo: cefalexina. 4-Ressaltar a importância dos hábitos saudáveis quanto a dieta alimentar adequada. os efeitos colaterais mais comuns e a colaboração durante o tratamento. no momento da indução anestésica. Infecção gênito-urinária.

de 6/6h. prurido. agranulocitose. 4-Ressaltar a importância dos hábitos saudáveis quanto a dieta alimentar adequada. como erupções cutâneas maculopapulares. diarréia. intestinal e oral. anafilaxia. 6-Investigar a história pregressa de alergia à penicilina. hipertonia e tonturas. 3-Orientar sobre a importância de seguir o tratamento medicamentoso conforme o recomendado e não interromper sem consentimento do médico. anemia hemolítica e anemia aplástica). Anorexia. Candidíase vaginal. confusão. Alterações de transaminases. 2-Informar ao paciente sobre a ação do medicamento. os efeitos colaterais mais comuns e a importância da colaboração durante o tratamento. Cefaléia. leucocitose.18 Efeitos Colaterais Reações de hipersensibilidade. 8-Não utilizar a medicação durante a gestação ou lactação e em crianças menores de 1 ano. artralgia. de 6/6h. nervosismo. . Cuidados de Enfermagem 1-Ingerir antes ou junto com a alimentação. 5-Investigar o uso de outros medicamentos e possíveis interações medicamentosas. A dose e a duração da terapia dependerão da idade.5g VO. de 6/6h. distúrbios do sono. Hiperatividade. eosinofilia. flatulência e dispepsia. febre. consumo regular de líquidos e prática de atividades físicas. icterícia transitória. síndrome de Stevens-Johnson. Alterações hematológicas (trombocitopenia. náusea. Infecções severas: 1g a 1. Como Usar (Posologia) Adultos: 250mg a 500mg VO. No uso em gravidez suspeita ou confirmada. 7-Orientar o paciente a procurar o médico diante de quaisquer reações adversas significativas ou intolerantes. e deverão ser ajustadas à resposta clínica do paciente. sensibilidade do microorganismo e gravidade da infecção. vômito. Recomendar o abandono do consumo de bebidas alcoólicas. o médico deverá ser informado. neutropenia. dor abdominal. Crianças: administrar 25mg a 100mg/kg/dia (máximo de 4g/dia) VO. Nefrite intersticial transitória.

confusão. Infecções severas: 2g de 12/12h ou de 8/8h. leucocitose. Intracef. anafilaxia. tromboflebite no local da administração. Infecção da pele e tecidos moles. Crianças abaixo de 2 meses: 25mg a 60mg/kg/dia IV. de 8/8h. Anorexia. prurido. A dose e a duração da terapia dependerão da idade. síndrome de Stevens-Johnson). Endocardite. Infecções gonocócicas. icterícia transitória. Fortaz Outras marcas comerciais: Betazidim. diarréia. Hiperatividade. Infecção intra-abdominal. sensibilidade do microorganismo e gravidade da infecção. Efeitos Colaterais Abcesso. Septicemia. agranulocitose. dispepsia. 2-Informar ao paciente sobre a ação do medicamento. Infecção gênito-urinária. Reações de hipersensibilidade (erupções cutâneas. eosinofilia. administrar somente por via IV. febre. . Trombocitopenia.19 9-Em pacientes com doença renal ou gastrintestinal. anemia hemolítica e anemia aplástica. a atenção quanto a dose e efeitos adversos deverá ser aumentada. e deverão ser ajustadas à resposta clínica do paciente. Nefrite intersticial transitória. Indicações Infecções respiratórias baixas. Infecção articular e óssea. Kefadim. Meningite. de 12/12h. Profilaxia trans-operatória de alto risco. vômito. nervosismo. Tem menor ação anaeróbica do que a cefalosporina de segunda geração. Candidíase. dor abdominal. distúrbios do sono. Cuidados de Enfermagem 1-Evitar via intramuscular para crianças muito pequenas. Dose máxima de 6g/dia. artralgia. Antibiótico de primeira escolha em meningite por Pseudomonas aeruginosasuscetível. Cefazima. Alterações de transaminases. flatulência. Como Usar (Posologia) Adultos: 1g IM (profunda) ou IV (lentamente) de 8/8h. os efeitos colaterais mais comuns e a importância da colaboração durante o tratamento. Princípio Ativo: Ceftazidima. Doses acima de 1g. Crianças acima de 2 meses: administrar 30mg a 100mg/kg/dia IV. Cetaz. náusea. hipertonia e tonturas. neutropenia. Cefaléia.

5-Investigar o uso de outros medicamentos e possíveis interações medicamentosas. Recomendar o abandono do consumo de bebidas alcoólicas.20 3-Orientar sobre a importância de seguir o tratamento medicamentoso conforme recomendado e não o interromper sem consentimento do médico. Efeitos Colaterais Dalacin® V (fosfato de clindamicina) creme vaginal foi bem tolerado nos estudos clínicos realizados. Princípio Ativo: Fosfato Clindamicina. vaginite por Corynebacterium. tanto em mulheres não-grávidas quanto em mulheres no segundo trimestre de gravidez. 9-Em pacientes com doença renal ou gastrintestinal e em idosos. ou vaginose anaeróbia). 10-Observar estabilidade após reconstituição do fármaco de acordo com o solvente utilizado. . vaginite não-específica. a atenção quanto a dose e efeitos adversos deverá ser aumentada. Indicações Dalacin® V (fosfato de clindamicina) creme vaginal é indicado no tratamento da vaginose bacteriana (anteriormente conhecida como vaginite por Haemophylus. 6-Investigar história pregressa de alergia à penicilina. No uso em gravidez suspeita ou confirmada. 4-Ressaltar a importância dos hábitos saudáveis quanto a dieta alimentar adequada. Dalacin V Outras marcas comerciais: Dalacin C. o médico deverá ser informado. consumo regular de líquidos e prática de atividades físicas. Dalacin T. vaginite por Gardnerella. 7-Orientar o paciente a procurar o médico diante de quaisquer reações adversas significativas ou intolerantes. 8-Não utilizar a medicação durante a gestação ou lactação e em crianças menores de 1 ano.

2-Orientar sobre a importância de seguir o tratamento medicamentoso conforme recomendado e não o interromper sem consentimento do médico. infecção do trato urinário. por três a sete dias consecutivos. halitose. edema inflamatório. por menos de 10% das pacientes: Sistema urogenital Monilíase vaginal. dor abdominal localizada. doença vulvovaginal. dispepsia. infecção bacteriana. dor vaginal. metrorragia. rash. Sistema respiratório Epistaxe. dor nas costas. glicosúria e proteinúria. infecção do trato respiratório superior. prurido (não localizado no local da aplicação). Sistema nervoso central Vertigem e tontura. Como Usar (Posologia) A dose recomendada é de um aplicador cheio de Dalacin® V (fosfato de clindamicina) creme vaginal (5 gramas. distensão abdominal. infecção fúngica. infecção vaginal/vaginite. corrimento vaginal. vulvovaginite. endometriose. dor abdominal generalizada. vômitos. dor generalizada. . trabalho de parto anormal. Órgãos dos sentidos especiais Alteração do paladar. distúrbio menstrual. correspondendo a cerca de 100 mg de fosfato de clindamicina) por via intravaginal. dor pélvica. teste microbiológico alterado e reações alérgicas. de preferência ao deitar. Sistema dermatológico Prurido (não localizado no local da aplicação). vaginite por Trichomonas. disúria. flatulência e disfunção gastrintestinal.21 As seguintes reações adversas foram relatadas. Geral Monilíase (corpo). náuseas. Cuidados de Enfermagem 1-Informar ao paciente sobe a ação do medicamento. cólica abdominal. Sistema gastrintestinal Diarreia. cefaléia. rash maculopapular. eritema. monilíase (pele) e urticária. os efeitos colaterais mais comuns e a importância da colaboração durante o tratamento. Sistema endócrino Hipertireoidismo. constipação.

Uretrite. pielite. laringite. desorientação. a atenção quanto a dose e efeitos adversos deverão ser aumentadas. Sistema Nervoso/Psiquiátrico: Polineuropatia. trombocitopenia e elevação de ALT (TGP) e AST (TGO). Hematológico: Anemia hemolítica. nervosismo. Norfloxasan. confusão. depressão. 4-Investigar o uso de outros medicamentos e possíveis interações medicamentosas. causadas por bactérias suscetíveis a FLOX. sepse em pacientes com neutropenia intensa. prostatite crônica. 7-Em pacientes renal ou hepática. cefaléia. Músculo-esquelético: Tendinite. No uso em gravidez suspeita ou confirmada. 6-Não utilizar a medicação durante a gestação ou lactação. vasculite. Indicações Tratamento de infecções do trato urinário altas ou baixas. idosos e crianças. Ainda: Reações de Hipersensibilidade: anafilaxia. ansiedade. necrose esfoliativa. angioedema. distúrbios do sono. consumo regular de líquidos e pratica de exercícios físicos. incluindo a síndrome de Guillain-Barré. parestesia. Raros efeitos colaterais laboratoriais anormais. eosinofilia. como: leucopenia. o medico deverá ser informado. neuropsíquicos e reações cutâneas como: náuseas. eritema multiforme. pielonefrite. epididimite e as associadas com cirurgia urológica. Efeitos Colaterais Efeitos colaterais mais comuns: gastrintestinais. mialgia e artralgia. bexiga neurogênica ou nefrolitíase. Fluxapril. agudas ou crônicas: cistite.22 3-Ressaltar a importância dos hábitos saudáveis quanto a dieta alimentar adequada. Floxinol. 5-Orientar o paciente a procurar o médico diante de quaisquer reações adversas significativas ou intolerantes. tontura. Respexil. Profilaxia de Gastroenterite bacteriana. Em raros casos: anorexia. Uni Norfloxacin. Norfloxmed. artrite. hepatite. . irritabilidade. proctite ou cervicite gonocócicas causadas por cepas de Neisseria gonorrhoeae produtoras ou não de penicilinase. nefrite intersticial. pirose. pancreatite (rara). cólicas ou dor abdominal e epífora. alucinações. prurido. neutropenla. Floxacin Outras marcas comerciais: Flox. incluindo elevação dos testes de função hepática. Princípio Ativo: Norfloxacino. complicadas ou não. Pele: Fotossensibilidade. Gastroenterites agudas bacterianas causadas por microrganismos sensíveis. erupção cutânea. euforia. Gastrintestinal: Colite pseudomembranosa. zumbido e diarréia. síndrome de Stevens-Johnson. urticária. Febre tifóide. Uritrat. cistopielite.

4-Estimular a ingestão de líquidos durante o tratamento. Cistite aguda não-complicada: 400 mg 12/12h. 2-Orientar o paciente a tomar o medicamento 1 hora antes ou 2 horas depois após as refeições com um copo cheio de água. *obtida supressão adequada em 4 semanas de tratamento. o médico deverá ser informado. pancreáticas ou em idosos . a atenção durante a dose e efeitos adversos deverá ser aumentada. **nos casos de prostatite crônica. Cuidados de Enfermagem 1-Observar a melhora do quadro infeccioso e comunicar à equipe de médica. No uso em gravidez suspeita ou confirmada. 3-Informar que o produto pode aumentar o risco de toxicidade da ciclosporina. flox é adequado para o tratamento de pacientes com insuficiência renal. Profilaxia: Sepse da neutropenia: 400 mg 8/8h. 6-Não utilizar a medicação durante a gestação ou lactação e em crianças. até 12 semanas**.23 Como Usar (Posologia) Infecção do trato urinário: 400 mg 12/12h. durante 3-7 dias. 5-Informar ao paciente a ação do medicamento e a importância da colaboração durante o tratamento. durante 7-10 dias. *não há dados disponíveis para tratamentos além de 8 semanas. Infecção do trato urinário crônica recidivante*: 400 mg 12/12h. o tratamento por 4 semanas tem-se apresentado bastante eficaz. iniciar 24 h antes da chegada e continuar 48 h após a saída de áreas endêmicas. 7-Nos pacientes com doenças hepáticas. Gastroenterite bacteriana: 400 mg/dia. reduzir a dose para 400 mg ao dia. . enquanto houver a neutropenia*.

aumento transitório possível das transaminases. epigastralgia e diarréia. 10-Orientar o paciente a seguir o tratamento medicamentoso conforme recomendado e não interrompê-lo sem consentimento do médico. principalmente em otorrinolaringologia. cefaléia. Apesar da sensibilidade da espécie Gonococcus. 11-Durante o tratamento.24 8-Orientar o paciente a procurar o médico diante de quaisquer reações adversas significativas ou intolerantes. Na profilaxia da meningite meningocócica em contatos de risco. distúrbios gastrintestinais como: náuseas. Floxid Outras marcas comerciais: Rulid. ocasionalmente. pneumologia. nos casos de infecção por estes germes. . Indicações Antibacteriano indicado no tratamento das infecções causadas por germes sensíveis. Nesses casos o tratamento deve ser interrompido e deve ser adotada a terapia específica. Rotram. Princípio Ativo: Roxitromicina. Como para outros antibióticos. no curso de tratamentos prolongados ou repetidos. Efeitos Colaterais Podem ocorrer. com exceção daquelas causadas por gonococos. vômitos. assim como o abandono do consumo do álcool. Raramente pode haver evolução para insuficiência hepática ou hepatite colestática. tomar o produto com o estomago vazio. odontoestomatologia e infecções genitais. fraqueza e alterações no hemograma. antes do jantar. existe a rara possibilidade de ocorrer superinfecção por bactérias resistentes ou fungos. reações alérgicas com manifestações cutâneas. tontura. de manhã e à noite. 9-Recomendar a importância de hábitos saudáveis quanto à dieta alimentar adequada e à pratica de atividades físicas. avaliar a melhora do quadro e comunicar a equipe médica. FLOXID® não é indicado como tratamento de escolha. dermatologia. Roxitrom. Como usar (posologia) Uso oral.

náusea. Outras: . urgência de micção e demais desconfortos decorrentes da irritação da mucosa do trato urinário inferior causados por infecção. a cada 12 horas. agente hemolítico potencial na deficiência de G-6-P-D. antes de ser tomado. vertigem e vômito. vômito e diarréia. descoloração. prurido. Pyridium Princípio Ativo: Fenazopiridina. o médico deverá ser informado. 6-Investigar o uso de outros medicamentos e possíveis interações medicamentosas. durante 10 dias. divididos em 2 tomadas. anemia hemolítica. Gastrintestinais: náusea. 2-Não utilizar a medicação durante a gestação ou lactação e em crianças. 5-Recomendar que o paciente evite dirigir ou fazer atividades que requeiram atenção.erupção cutânea. frequência. cirurgia. Indicações Alívio sintomático da dor. sulfemoglobinemia. Hematológicas: metemoglobinemia. mesmo com melhora.em virtude de possível vertigem.25 O comprimido solúvel deve ser diluído em um pouco de água. procedimentos endoscópicos ou passagens de sondas e cateteres. Hipersensibilidade e dermatológicas: rash. Adultos:300mg. 3-Orientar o paciente a procurar o médico diante de quaisquer reações significativas ou intolerantes. como diarreia. Efeitos Colaterais Sistema nervoso central: cefaléia. ardência. Cuidados de Enfermagem 1-Orientar a importância de seguir o tratamento medicamentoso conforme recomendado e não interrompê-lo sem consentimento do médico. No uso em gravidez suspeita ou confirmada. 4-Informar sobre as possíveis manifestações. trauma. reação anafilactóide e hepatite por hipersensibilidade.

6-A atenção deverá ser aumentada nos pacientes doenças renais ou hepáticas. Superdosagem: excedendo-se a dose recomendada em pacientes com função renal normal ou administrando-se a dose usual a pacientes com disfunção renal (comum em pacientes idosos). Como Usar (Posologia) Pyridium 100 mg: adultos: 2 drágeas. Numa situação de superdosagem crônica pode ocorrer anemia hemolítica com corpos oxidativos de Heinz e células em forma de foice (degmacitos) podem estar presentes. toxicidade renal e hepática usualmente associadas com a superdosagem. icterícia. embora a hemólise possa ocorrer com doses normais em pacientes com G-6-P-D Mediterrânea. 5-Nos pacientes idosos. a administração de Pyridium não deve exceder dois dias. descoloração de fluidos corpóreos e meningite asséptica. A deficiência de G-6-P-D nas hemácias pode predispor à hemólise. Quando usado concomitantemente com um agente antimicrobiano para tratamento de infecção urinária. 1 a 2 mg/kg de peso intravenosamente. Se os sintomas persistirem. 4-Não utilizar a medicação durante a gestação ou lactação e em crianças. pode ocorrer elevação do nível sérico de fenazopiridina e reações tóxicas. o que auxilia no diagnóstico. Metemoglobina geralmente ocorre após uma superdosagem severa e aguda. No uso em gravidez suspeita ou confirmada. . Neste caso. o médico deverá ser informado. administrar solução azul de metileno a 1%.26 distúrbios visuais. três vezes ao dia após as refeições. o paciente deve ser reavaliado. 3-Instruir o paciente a utilizar a medicação exatamente conforme recomendado. mesmo após a melhora dos sinais e sintomas iniciais. 7-Recomendar que o paciente procure o médico caso não haja melhora do quadro inicial. ou 100 a 200 mg de ácido ascórbico por via oral. devem causar uma redução rápida da metemoglobinemia e desaparecimento de cianose. 2-Orientar o paciente a tomar o produto após as refeições. a atenção quanto a dose e efeitos adversos deverá será aumentada. 3 vezes ao dia após as refeições. Cuidados de Enfermagem 1-Observar melhora das queixas álgicas e processo infeccioso. Pode ocorrer também toxicidade e insuficiência renal ocasional e disfunção hepática. calculose renal. Pyridium 200 mg: adultos: 1 drágea.

constipação. 10-Orientar o paciente a seguir o tratamento medicamentoso conforme recomendado e não interrompê-lo sem consentimento do médico. O uso simultâneo com medicamentos antimuscarínicos potencializa este efeito. fenilbutazona e tolbutamida). A dose máxima é de 1 comprimido de 5 mg. vômitos. taquicardia. Indicações Antiespasmódico urinário.27 8-Monitorar possíveis efeitos colaterais. 2 a 3 vezes ao dia. cicloplegia. Em crianças de 5 anos de idade ou mais. 4 vezes ao dia. A dose máxima é de 1 colher-medida de xarope. noctúria e incontinência em pacientes com bexiga neurogênica espástica não-inibidora e bexiga neurogênica reflexa. indicado para o alívio dos sintomas urológicos relacionados com a micção. Efeitos Colaterais Após a administração do cloridrato de oxibutinina. impotência. retenção urinária. Incontinol. reações adversas ou efeitos secundários. sonolência. Crianças acima de 5 anos de idade: 1 colher-medida (5 mg/5 ml) de xarope. Como Usar (Posologia) Comprimidos: adultos: a dose usual é de 1 comprimido de 5 mg. fenitoína. alterando o tratamento. a oxibutinina não modifica o metabolismo dos fármacos metabolizados pelas enzimas microssomiais hepáticas (fenobarbital. Crianças acima de 5 anos de idade: a dose usual é de 1 comprimido de 5 mg. A dose máxima é de 1 comprimido de 5 mg. visão turva. Frenurin. insônia. Princípio Ativo: Oxibutinina. urgência miccional. Nos distúrbios psicossomáticos da micção. Retemic Outras marcas comerciais: Retemic UD. midríase. 4 vezes ao dia. 2 vezes ao dia. 9-Informar que o tabagismo e o consumo de álcool durante o tratamento podem aumentar a concentração da droga. warfarina. vertigens. 2 vezes ao dia. tais como: incontinência urinária. Coadjuvante no tratamento da cistite de qualquer natureza e na prostatite crônica. Xarope: adultos: 1 colher-medida (5 mg/5 ml) de xarope. aumento da pressão ocular. para a redução dos episódios de enurese noturna. 2 a 3 vezes ao dia. 3 vezes ao dia. bem como o efeito sedativo é aumentado quando do uso com depressores do SNC. debilidade. diminuição da transpiração. A dose máxima é 1 colher-medida. 3 vezes ao dia. Cuidados de Enfermagem . Interações medicamentosas: nos pacientes em condições normais. podem ocorrer os sintomas comuns ao uso de outros agentes anticolinérgicos: secura da boca. supressão da lactação e reações alérgicas. palpitações.

para amenizar os sintomas de boca seca. 5-Ressaltar a importância dos hábitos saudáveis quanto à dieta alimentar adequada. Principio Ativo: Isoconazol Indicações Balanite micótica por cândida(monília). tontura. eritrasma. palpitação. como aumento dos batimentos cardíacos. 3-Orientar o paciente a procurar o médico diante de quaisquer reações significativas ou intolerantes. mesmo com melhora. 8-Recomendar que evite dirigir ou atividades que requeiram atenção em virtude de possível sonolência. náusea. 6-Indicar.28 1-Orientar sobre a importância de seguir o tratamento medicamentoso conforme recomendado e não interrompê-lo sem consentimento do médico. sensação de distensão abdominal. Icaden. 9-Investigar o uso de possíveis medicamentos e possíveis interações medicamentosas. constipação intestinal. por causa do ressecamento. a ingestão de 2 a 3 litros de água por dia e também o uso de balas. micose superficial da pele. 4-Informar sobre as possíveis manifestações. de preferência consumir alimentos ricos em fibras. vaginite micótica. Gynoplus Outras marcas comerciais: Gyno-Icaden. No uso em gravidez suspeita ou confirmada. supressão da lactação. sonolência. diminuição da transpiração. gomas de mascar ou enxaguante oral. 2-Não utilizar a medicação durante a gestação ou lactação e em crianças. ressecamento do nariz e garganta. vulvovaginite micótica. boca seca.insônia.e em disfunções gastrintestinais severas. Em pacientes com disfunção hepática ou renal.febre. redobrar o cuidado quanto a dose e efeitos adversos. reações alérgicas(incluindo urticaria). Efeitos colaterais . 7-Recomendar evitar o consumo de álcool durante o tratamento. o médico deverá ser informado.

Fazer tratamento simultâneo do cônjuge. Importante nas vulvovaginite. Balanite micótica por Cândida(monília): aplicar 1 camada de creme sobre a glande e a face interna do prepúcio. durante 7 dias consecutivos. Cuidados de enfermagem 1-Se não desparecerem os sinais e sintomas após os primeiros dias de tratamento. queimação. vulvovaginite.29 Coceira. além do esquema acima. o médico deverá ser informado. O tratamento com o óvulo é feito em dose única. aplicar o produto sobre a área afetada da pele. introduzir na vagina 1 dose do creme ao dia. mão. à noite antes de deitar. ao deitar. com o auxilio do aplicador descartável que acompanha o produto. Adultos: Vaginite micótica. . 1 vez ao dia. Em caso de micose dos pés. secar bem os espaços entre os dedos antes de aplicar o produto. irritação na mucosa vaginal. reação alérgica cutânea. Fazer a aplicação do creme à noite. eritrasma: após uma boa higiene local. com o auxilio das dedeiras que acompanham o produto). profundamente. Micose superficial da pele(nos pés. 2 vezes ao dia. 2-Orientar o paciente a utilizar o produto preferencialmente no período noturno. Como usar (posologia) Uso Tópico Lavar bem as mãos antes e depois das aplicações. aplicar uma camada do creme na genitália externa. durante 4 semanas(até o desaparecimento das lesões) e por mais 2 semanas depois da cura. 2 vezes ao dia durante 7 dias consecutivos. regiões inguinal e genital). durante 7 dias consecutivos(ou introduzir o óvulo na vagina.

. 10-Investigar o uso de outros medicamentos e possíveis interações medicamentosas. 5-Informar ao paciente a ação do medicamento e a importância da colaboração durante o tratamento. e a prática de atividades físicas. e o uso do produto deve ser concomitante com o parceiro. o médico deverá ser informado. 9-Informar sobre a importância de utilizar métodos contraceptivos durante toda relação sexual. 7-Não utilizar a medicação durante a gestação ou lactação. 6-Deve-se ter boa higiene intima. 8-Orientar o paciente a procurar o médico diante de quaisquer reações adversas significativas ou intolerantes.30 3-Realizar boa lavagem das mãos antes da administração do produto. em crianças e idosos. No uso em gravidez suspeita ou confirmada. assim como os malefícios do uso do álcool. 4-Recomendar a importância dos hábitos saudáveis quanto a dieta alimentar adequada.

Esse conhecimento visa um bom atendimento e avaliação dos sinais e sintomas que podem ocorrer com esses medicamentos. havendo assim um atendimento seguro e rápido. tratamentos e cuidados específicos. nome comercial.31 Conclusão As constantes inovações na área medicamentosa. . um profissional tem que ter como diferencial um conhecimento e estudo constante de assuntos relacionados a sua área.indicação. seu principio ativo.faz com que sempre se busque conhecimento e estudo sobre o assunto. e cuidados de enfermagem. Devido a essa constante busca por conhecimento foi realisado essa pesquisa com o intuito de buscar os medicamentos mais utilizados no sistema urogenital que é aplicado na saúde da população em geral. muitas pesquisas nessa área estampam jornais e revistas cientificas trazendo novas medicações. Nessa constante mudança. podendo assim salvar vidas. posologia e seus efeitos colaterais.

Dirce Laplaca Compacto guia de medicamentos com cuidados de enfermagem/Dirce Laplaca Viana. Evandro de Sena.net dia 14/02/2011 as 13:55 WWW.net dia 14/02/2011 as 17:50 Viana.bulario.net dia 28/01/2011 as 09:40 WWW.Medicamentos-Guias I. II.net dia 27/01/2011 as 11:10 WWW.bulario. CDD-615. Silva.6 09-12397 NLM -WB-340 .bulario.-São Caetano do Sul.Medicamentos-Administração 3. Evandro de Sena Silva. ISBN 978-85-7728-143-5 1.Enfermagem 2.32 Bibliografia WWW. 2010. SP:Yendis Editora. Título.bulario.

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