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A Prisão Civil dos Avós e o Estatuto do Idoso

A Prisão Civil dos Avós e o Estatuto do Idoso

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A Prisão Civil dos Avós e o Estatuto do Idoso

26 de outubro de 2010 - Comentários desativados FONTE: http://www.notadez.com.br/Content/noticias2.asp?id=65910 AUTORA: Liane Maria Busnello Thomé A Prisão Civil dos Avós e o Estatuto do Idoso

2/7/2008 INTRODUÇÃO
O ser humano para crescer e se desenvolver necessita de alimentos e essa dependência é por um período prolongado. Em algumas circunstância da vida, para sobreviver, também necessita dos alimentos. Para Araken de Assis[1], os alimentos são prestações relacionadas à sobrevivência básica do alimentário. Assim, entende-se por alimentos tudo aquilo necessário à sobrevivência humana e o dever de suprir os alimentos, num primeiro momento é dos genitores, responsáveis pela criação e proteção da prole e, subsidiariamente, dos parentes, pelo princípio da solidariedade que une os membros do núcleo familiar. A obrigação alimentar disciplinada do Código Civil Brasileiro de 2002[2] determina que os parentes, cônjuges ou companheiros, podem buscar alimentos uns aos outros, agregando num mesmo dispositivo a obrigação alimentar de qualquer natureza (civil e natural) e de qualquer origem (parentesco, matrimônio ou união estável), criando uma dificuldade prática para os Tribunais, tendo em vista que a obrigação alimentar entre parentes, cônjuges e companheiros são distintas. A obrigação alimentar entre parentes era prevista no anterior diploma civil, nos artigos 396 a 405; já a obrigação alimentar entre cônjuges tinha previsão expressa na Lei do Divórcio (6.515/77), no artigo 54º e a dos companheiros nas Leis 8.971/94 e 9.278/96. A reunião de tão relevante instituto em um único subtítulo gera, na prática cotidiana, injustiças e confusões, pois são distintas as obrigações decorrentes do parentesco e as decorrentes do poder familiar. As obrigações decorrentes do poder familiar são mais amplas e incluem os alimentos naturais e civis, sendo compreendido como alimentos naturais aqueles destinados à subsistência mínima para a existência do ser humano, como alimentação, vestuário, remédios e habitação e os alimentos civis outras necessidades, entendendo Yussef Said Cahali[3] como lazer e educação. Primeiramente, conforme dicção do artigo 1.696[4] do Código Civil brasileiro, a obrigação alimentar recai nos parentes mais próximos em grau, inicialmente em linha reta ascendente, uns em falta de outros. Desta forma, compete as genitores a obrigação de sustento dos filhos e na falta de um, ao outro, primordialmente, em decorrência do poder familiar a que estes estão sujeitos em relação aqueles, enquanto os filhos menores de idade não atingirem a capacidade civil plena. A obrigação alimentar dos avós é complementar e excepcional, somente se legitimando quando

no caso em questão. Ensina Luiz Edson Fachin que o direito civil não pode ser visto como um sistema fechado. os netos.[11] por seu turno nos ensina que nosso direito processual civil concebeu a prisão por débito alimentar não como medida penal.694. Os avós estão sob a proteção da Lei Complementar ao artigo 230[12] da Carta Magna. Pontes de Miranda. ( L. 10º[13].[6]. a prisão é levantada. na falta destes. somente o descumprimento do dever alimentar é que enseja o decreto de prisão civil dos avós. A prisão é uma medida externa de constrangimento pessoal e. Portanto. A prisão por débito alimentar não é pena. mas meio coercitivo de execução para compelir o devedor ao pagamento dos valores em atraso. Embora a prisão civil seja em muitas circunstância a única forma eficaz de obrigar o devedor a saldar sua dívida. 10. de n. artigo 733[8] do Código de Ritos e na Lei de alimentos. A ação de alimentos dos menores de idade tem previsão legal na Lei Complementar ao artigo 227º da Constituição Federal. 309 com o seguinte teor: “ O débito alimentar que autoriza a prisão civil do alimentante é o que compreende as três últimas prestações anteriores à citação e as que vencerem no curso do processo. se não for possível o pagamento do débito alimentar pelos avós a prisão será decretada nos moldes dos artigos acima. e. ela agride a integridade física do devedor de idade avançada que se vê impedido no seu direito de ir e vir e que pode sofrer danos irreversíveis em suas condições de saúde. pode ensejar a prisão civil. cuja limitação de abrangência é construção jurisprudencial. nem como ato de execução pessoal e sim como meio de coerção. 1. saldado o débito. poderão reclamar alimentos primeiramente dos pais. e a ação de execução de prestação de alimentos seu fundamento jurídico para o pedido de prisão civil na Constituição Federal Brasileira.698 do diploma civil brasileiro. sob pena de prevalência da racionalidade . O Superior Tribunal de Justiça recentemente aprovou o Enunciado Sumular n. agride a liberdade dos avós. no artigo 18 [9]. Após o trânsito em julgado da Ação de alimentos contra os avós.696 e 1. como meio coativo de cumprimento de obrigação alimentar. 8. de seus avós paternos ou maternos até esgotar a linha reta ascendente.069/90 – Estatuto da Criança e do Adolescente – artigo 3º. além de todas as que se vencerem no curso da lide. abrangendo as três últimas parcelas vencidas anteriores ao ajuizamento da ação. pois é comum o devedor utilizar-se de todos os meios para fugir à citação e a jurisprudência do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul já havia se firmado no sentido de que nessa modalidade de execução é cabível cobrar as três últimas parcelas vencidas à data do ajuizamento de feito e não da citação. 5. de n. após a concessão dos alimentos provisórios. artigo 5º. A obrigação dos avós de prestar alimentos aos netos tem seu fundamento legal nos artigos 1. por falta de pagamento.741. pode ser requerida a execução coercitiva. atingindo sua dignidade.478/68). não foi feliz o enunciado quando definiu como executáveis apenas as três últimas parcelas vencidas a data da citação. só o descumprimento do dever alimentar da ação de alimentos transitada em julgado ou da concessão dos alimentos provisórios. com justificativa na proteção do direito à vida do alimentado. ou no curso da Ação. O parente necessitado.” Para o Desembargador Luiz Felipe Brasil Santos[10]. LXVII[7] . Portanto. em que estejam separados o Código Civil e Constituição. tanto que. de 1º de outubro de 2003 – Estatuto do Idoso – art. Esse é o entendimento do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul[5].comprovada a incapacidade econômica dos genitores. que dispõe ser a obrigação dos avós para com os netos decorrente do vínculo de parentesco e não do poder familiar.

viola os direitos e garantias fundamentais da pessoa humana como sujeito de direitos. não é o homem que serve aos aparelhos políticos-organizatórios”[16]. forçoso admiti-lo – especialmente entre nós – que o projeto normativo. do indivíduo como limite e fundamento do domínio da República. com eventual perda de capacidade física. A Carta Magna apenas reconhece. Afirma Ingo Sarlet. por certo. [. Para Canotilho: “Perante as experiências históricas da aniquilação do ser humano (inquisição. em razão de sua dignidade. sem transcendências ou metafísicas. mas é indispensável. nazismo.. Como leciona Maria Aracy[17]. O legislador brasileiro optou por proteger integralmente o direito do idoso quando editou o Estatuto do Idoso.º A República Federativa do Brasil. “passando a centrar a nossa atenção na dignidade da pessoa humana. viola os direitos e garantias fundamentais. polpotismo. pois o ser humano não pode ser visto como meio para a realização de outros fins. stalinismo. inciso III. formada pela união indissolúvel dos Estados e Municípios e do Distrito Federal. indissociável vinculação entre a dignidade da pessoa humana e os direitos fundamentais já constitui.[14] A Constituição Brasileira de 1988 adotou como princípio fundamental da República o princípio da ” dignidade humana” . por quem quer que seja. por quem quer que seja. CONCLUSÃO Nada justifica a prisão civil dos avós. na medida do possível. assim reconhecido no artigo 1º. mas não o concede pois este é um direito precedente ao Estado. Assim. desde logo há de se destacar que a íntima e. seu próprio alicerce. por assim dizer. Todos os demais direitos fundamentais. Para o autor. qualquer violação do princípio. de todas as idades e de todas as partes ... já que.]”. o reconhecimento do homo noumenon. Se a dignidade humana é inviolável. consitui-se em Estado Democrático de Direito e tem como fundamento: [. o fato do princípio ter previsão constitucional. levando em consideração suas condições de saúde e necessidades individuais. escravatura. decorrem desse direito maior. nem sempre para todos ou de modo igual para todos”[15]. principalmente quando em idade avançada. um dos postulados nos quais se assenta o direito constitucional contemporâneo. o critério da possibilidade prevalece sobre a . quando assim ocorre. por sua vez. por si só não assegura o devido respeito à dignidade humana.sistêmica em prejuízo da dignidade da pessoa e dos direitos fundamentais. nele encontram. Nesse sentido a República é uma organização política que serve o homem. genocídios étnicos) a dignidade da pessoa humana como base da República significa.. toda a atividade estatal deve ser orientada à proteção da dignidade humana e qualquer violação do princípio. A liberdade é necessária para que a pessoa viva com dignidade e um bem da vida importante para todas as pessoas. A pessoa idosa deve ter. por mais nobre e fundamental que seja. 1. “art. acesso às condições básicas de sobrevivência. a obrigação dos pais não pode ser simplesmente repassada para os avós e na questão que envolve avós e netos. ou seja. nem sempre encontra eco na praxis ou. Tal ocorre mesmo nas ordens constitucionais onde a dignidade ainda não tenha sido expressamente reconhecida no direito positivo e até mesmo – e lamentavelmente não são poucos os exemplos que poderiam ser citados – onde tal reconhecimento virtualmente se encontra limitado à previsão no texto constitucional.] III – a dignidade da pessoa humana.

o Estado. Direito constitucional e teoria da constituição. Belo Horizonte: IBDFAM. CANOTILHO.J. Maria Berenica. Carlos Eduardo Pianovski. Rio de Janeiro: 2. tendo em vista que ambos detém a mesma proteção de seus direitos fundamentais. In SARLET. 70005360425. 2003. podendo implementar sua obrigação não o faz. Não é uma tarefa é fácil. Yussef Said. que já sofrem de inúmeras privações. 1991. F. Temas Atuais de Direito e Processo de Família. pelo Desembargador Rui Portanova[18]. Aquilo que não é ofensivo para determinadas pessoas ou grupos de pessoas pode violar a dignidade. X. . FARIAS. Família e Cidadania – o novo CCB e a Vacatio legis. Porto Alegre: Livraria do Advogado. http:// www. 2001. Direitos Fundamentais do Direito de Família. RUZYK. sob o pretexto de proteção do direito à vida de seus netos. Conforme leciona Sérgio Gilberto Porto[19] o pedido de prisão do devedor visa atingir aquele que. Ora. primordialmente aos pais. 1976. como no caso do decreto de prisão civil dos avós. Uma vez eleito o princípio da dignidade como fundamento da República . Direitos Fundamentais e Direito Privado.AIDE. 2004. 3ª edição. PEREIRA. Rio de Janeiro: Lumen Júris. Bermiro Pedro. J. São Paulo: Revista dos Tribunais.ed. Sérgio Gilberto. Da execução de alimentos e prisão do devedor. da Oitava Câmara do Tribunal de Justiça do Estado do Rio Grande do Sul. PONTES DE MIRANDA. MADALENO. Rodrigo da Cunha. Rolf. t. revelando-se ladino. p.necessidade. Belo Horizonte: Del Reym. . deve atuar de forma a garantir a efetividade de uma vida digna a cada ser humano. Araken de. Direito de Família e o Novo Código Civil. julgado em 13 de janeiro de 2003. Rodrigo da Cunha.direitodafamilia. dignidade da pessoa humana e o novo Código Civil: uma análise crítica. 4. nem simples. REFERÊNCIAS BIBLIOGRAFICAS ASSIS. FACHIN. Cristiano Chaves. Luiz Edson. Direitos Fundamentais. Luiz Felipe. que geraram estas vidas e.ed. 233. Rio de Janeiro: Forense. a saúde física ou mental de outras.) Constituição. Maria Aracy Menezes da. a proteção à vida dos filhos cabe. Ingo (Org.net CAHALI. A idéia de respeito e proteção dos direitos dos idosos é ampla e sua violação deve observar o caso concreto. Doutrina e Prática Dos Alimentos. Comentários ao Código de Processo Civil. 1998. por todos os seus poderes. Dos alimentos. transferir essa tarefa fundamental para os avós é subverter o ciclo natural da vida e os compromissos de responsabilidade que devem nortear as relações parentais. COSTA. In WELTER. São Paulo: Revista dos Tribunais. tanto físicas quanto emocionais e passam a sofrer restrições ao seu direito de ir e vir.Direitos Fundamentais do Direito de Família. PEREIRA. 2. Porto Alegre: Livraria do Advogado Editora.(org). PORTO. BRASIL SANTOS. Co-imbra: Almedina. 2002. Gomes. DIAS.C. mas resta saber qual o caminho tomado pelo julgador no caso concreto da decretação de prisão aos avós por cobrança de dívida alimentar dos netos. 2001. 2004. 2002. nos termos do Agravo de Instrumento n. 5 ed.

inclusive para atender às necessidades de sua educação. 18 – Se. não for possível a satisfação do débito. salvo a do responsável pelo inadimplemento voluntário e inescusável de obrigação alimentícia e a do depositário infiel. [5] ALIMENTOS. [10] Luiz Felipe Brasil Santos. Antonio Neto. sem prejuízo da proteção integral de que trata esta Lei. os cônjuges ou companheiros pedir uns aos outros os alimentos de que necessitem para viver de modo compatível com a sua condição social. efetuar o pagamento. São Paulo: Revista dos Tribunais. Da execução de alimentos e prisão do devedor.net. inclusive recreação do beneficiário. 2. 1976. Comentários ao Código de Processo Civil. em condições de liberdade e de dignidade. Rio de Janeiro: Forense. Direitos da pessoa humana e direitos fundamentais na Constituição Federal de 1988. assegurando-se-lhes. se abrangentes de outras necessidades. todavia. X. 2003. [12] A família. Araken de. Recurso provido.08. e extensivo a todos os ascendentes. diz-se que são alimentos civis. [11] Pontes de Miranda. a habitação. em 3 (três) dias. e garantindo-lhe o direito à vida. 483. 3º Paga a prestação alimentícia. Revista dos Tribunais. p. o juiz suspenderá a ordem de prisão. moral. defendendo sua dignidade e bem-estar. que devem desfrutar das condições de vida deles. Proteção Legal do Idoso no Brasil.2005. recaindo a obrigação nos mais próximos em grau. 5º ed. Dos Alimentos. o juiz mandará citar o devedor para. AC 70 011 974 110. compreendendo assim o necessarium personae e fixados segundo a qualidade do alimentando e os deveres da pessoa obrigada. 733 e 735 do Código de Processo Civil. j. todas as oportunidades e facilidades. p. 1º Se o devedor não pagar. [8] Na execução de sentença ou de decisão. intelectuais e morais. [6] A criança e o adolescente gozam de todos os direitos fundamentais inerentes à pessoa humana. SARLET. 18. Somente se justifica o chamamento dos avós quando nenhum dos genitores possui condições de atender as necessidades básicas do alimentando. 732.direitofamilia. Par. provar que o fez ou justificar a impossibilidade de efetuá-lo. p. INEXISTÊNCIA DE OBRIGAÇÃO DA AVÓ. a cura. 2002. Yussef Said. [3] Quando se pretende identificar como alimentos aquilo que é estritamente necessário para a mantença de uma pessoa. Porto Alegre: Livraria do Advogado. [4] O direito à prestação de alimentos é recíproco entre pais e filhos. 10.C. CARÁTER EXEPCIONAL DA OBRIGAÇÃO AVOENGA. 2º O cumprimento da pena não exime o devedor do pagamento das prestações vencidas e vincendas. por Lei ou por outros meios. . 2001. F. a fim de lhes facultar o desenvolvimento físico. diz-se que são alimentos naturais. [1] ASSIS. CRIANÇA SAUDÁVEL. assegurando sua participação na comunidade. 4 ed. Ingo Wolfgang. mental. Par. [9] Art. uns em falta de outros. nos limites assim do necessarium vitae. Par. o vestuário. PAI QUE PRESTA ALIMENTOS E MÃE QUE TRABALHA. São Paulo. 2001. poderá o credor requerer a execução da sentença . espiritual e social. na forma dos arts.RULLI.116 [2] Artigo 1. ainda assim. t. compreendendo tão somente a alimentação. nem se escusar. Compete primordialmente aos genitores a obrigação de atender o sustento dos filhos. que fixa os alimentos provisionais. São Paulo: Fiuza Editores.694 – Podem os parentes. 1. a sociedade e o Estado têm o dever de amparar as pessoas idosas. [7] Não haverá prisão por dívida. http:// www. o juiz decretar-lhe-á a prisão pelo prazo de 1 (um) a 3 (três) meses. CAHALI.

[14]FACHIN. 3ª edição. Gomes. 233. [18] AGRAVO DE INSTRUMENTO. 2004. Direitos Fundamentais do Direito de Família.J. Assim. individuais e sociais. Carlos Eduardo Pianovski. [16] CANOTILHO. Direitos da pessoa humana e direitos fundamentais na Constituição Federal de 1988. J. AÇÃO DE ALIMENTOS CONTRA OS AVÓS PATERNOS. 1991. 2001. 1998. Coimbra: Almedina. MADALENO. p.[13] É obrigação do Estado e da Sociedade. Porto Alegre: Livraria do Advogado Editora.) Constituição. Ingo Wolfgang. [19] PORTO. p. 80. Doutrina e prática dos alimentos. p. . não pode subsistir o pensionamento fixado em desfavor dos avós. políticos. In SARLET. [15] SARLET. In WELTER. [17] Costa. Maria Aracy Menezes da. p. RUZYK. No caso. como pessoa humana e sujeito de direitos civis. sem prejuízo do próprio sustento.Direitos Fundamentais do Direito de Família. Rio de Janeiro: Aide. a possibilidade tem maior relevância do que os outros elementos do trinômio alimentar. Bermiro Pedro. garantidos na Constituição e nas Leis. Direitos Fundamentais e Direito Privado. dignidade da pessoa humana e o novo Código Civil: uma análise crítica. assegurar à pessoa idosa a liberdade. Porto Alegre: Livraria do Advogado. Porto Alegre: Livraria do Advogado. Direito constitucional e teoria da constituição. 221. 26. o respeito e a dignidade. não existem elementos capazes de formar efetiva convicção acerca da possibilidade dos agravantes em suportar os alimentos provisionais fixados. 2003. Em sede de ação de alimentos direcionada contra os avós. Direitos Fundamentais. Sérgio Gilberto.(org). Ingo (Org. Rolf. Luiz Edson.

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