Você está na página 1de 8

3/19/2009

Campos vetoriais e escalares

Prof. Claudia
Moreira

Exemplos de campos escalar e vetorial

19/03/2009 Prof. Claudia Moreira 2

1
3/19/2009

GRADIENTE tx de variação E
DERIVADA DIRECIONAL

Claudia Moreira

CURVAS DE NÍVEL
Vimos que uma função de duas variáveis z=f(x,y) representa uma superfície no espaço.
A curva que se obtém para um mesmo valor de z, ou cota, desta superfície é chamada curva de
nível. O conjunto dessas curvas obtidas para sucessivos valores de z corresponde às curvas de nível
da superfície. A análise desse conjunto de curvas de uma superfície no espaço fornece informações
sobre a própria superfície, ou seja, sobre sua topografia. Em outras palavras, as curvas de nível se
uma superfície são os lugares geométricos da superfície que tem a mesma cota, como mostrado na
figura abaixo.

As curvas de nível são usadas em mapas para dar informação sobre a topografia
(relevo) da região.
19/03/2009 Prof. Claudia Moreira 4

2
3/19/2009

Ponto de sela

19/03/2009 Prof. Claudia Moreira 5

gradiente
• Seja um campo escalar. A derivada direcional de
w na direção do versor é dada por
• Se, num ponto P o gradiente for um vetor não
nulo, então tem a direção da máxima
variação de w=f(x,y,z) em P.
• Se f(x,y,z)=cte, então, se o gradiente de f num
ponto P de S não for o vetor nulo, é um vetor
normal a S no ponto P.

19/03/2009 Prof. Claudia Moreira 6

3
3/19/2009

gradiente

19/03/2009 Prof. Claudia Moreira 7

Gradiente e o vetor normal à


superfície
Consideremos o campo
escalar .

O cone corresponde à superfície


definida por .
Temos então que
em qualquer ponto e, no ponto P,
o gradiente vale de
módulo igual a . Deste modo,
há 2 versores a que correspondem
as coordenadas cartesianas .

19/03/2009 Prof. Claudia Moreira 8

4
3/19/2009

Gradiente e taxa de variação


Se T(x, y) = 100 x y/x2 + 4 y2 + 4
é a temperatura em graus Celsius, sobre uma lâmina
metálica, x e y medidos em cm, determine a direção de
crescimento máximo de T a partir do ponto (1, 1) e a
taxa máxima de crescimento de T, nesse ponto.
Pela proposição anterior, no ponto (1, 1), a função
cresce mais rapidamente na direção de ∇T(1, 1) e a taxa
máxima de crescimento nesta direção é
||∇T(1, 1) ||.

19/03/2009 Prof. Claudia Moreira 9

Desenhos do gradiente
• A solução apresentada pode ser enganosa, pois,
apesar de o gradiente apontar na direção de maior
crescimento da temperatura, não necessariamente
indica o lugar mais quente da lâmina,

19/03/2009 Prof. Claudia Moreira 10

5
3/19/2009

Outro exemplo
A temperatura do ar em certa altitude é dada por f(x, y,
z) = x y2 z3 + x2 y z3 + x2 y3 z. Um avião está localizado no
ponto (−1, 2, 1). Em que direção deve voar para que o
motor resfrie o mais rapidamente possível?

De todas as direções possíveis, a direção do gradiente é


aquela onde a função cresce mais rapidamente. Logo, o
avião deverá voar na direção contrária a do gradiente.

19/03/2009 Prof. Claudia Moreira 11

Gradiente e a derivada direcional


• Uma lâmina metálica está situada no plano xy de modo
que a temperatura T = T(x, y), em graus Celsius, em
cada ponto, seja proporcional à distância do ponto à
origem.

• Se a temperatura no ponto (3, 4) é de 150 oC,


• Note que T(x, y) = k (x2 + y2)0,5; então, 150 = T(3, 4) =
5k; logo k = 30

• Ache a taxa de variação de T no ponto (3, 4) na direção


(−1, 1).

19/03/2009 Prof. Claudia Moreira 12

6
3/19/2009

Desenho do gradiente de temperatura

19/03/2009 Prof. Claudia Moreira 13

rotacional
O rotacional de um campo de vetores representa a velocidade de um fluido, está
relacionado ao fenômeno de rotação do fluido

O rotacional do gradiente de uma função é


o vetor nulo. O comprimento desse vetor é a velocidade com que as
partículas se movem ao redor desse eixo

19/03/2009 Prof. Claudia Moreira 14

7
3/19/2009

Roracional e Divergência de um campo

19/03/2009 Prof. Claudia Moreira 15