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Resolução COFEN n

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1. Resolução COFEN n.

º 146/92 Normatiza em âmbito nacional a obrigatoriedade de
haver enfermeiro em todas as unidades de serviço onde são desenvolvidas ações de enfermagem durante todo o período de funcionamento da instituição. O numero de enfermeiros será definido de acordo com a complexidade do atendimento. RESOLVE: Art. 1º - Toda instituição onde exista unidade de serviço que desenvolva ações de Enfermagem deverá ter Enfermeiro durante todo o período de funcionamento da unidade. Art. 2º - Em todas as unidades de serviço onde são desenvolvidas ações de Enfermagem, deverá haver Enfermeiro em número que deve ser definido de acordo com a estrutura e finalidade das mesmas, levando-se ainda em conta, o grau de complexidade das ações a serem executadas pela Enfermagem. Art. 3º - Os casos omissos serão resolvidos em primeira instância pelos Conselhos Regionais e em última instância pelo Conselho Federal de Enfermagem. Parágrafo único - Os atos decisórios pertinentes à matéria deverão ser encaminhados ao COFEN para homologação. Art. 4º - A presente Resolução entrará em vigor na data em que for publicada na Imprensa Oficial, retroagindo seus efeitos à data de sua assinatura. Art. 5º - Revogam-se disposições em contrário, em especial a Resolução COFEN-140/92. Rio de Janeiro, 01 de junho de 1992.

2. Resolução COFEN n.º 172/94 Normatiza a criação de Comissão de ética de
Enfermagem nas instituições de saúde. função educativa, consultiva, fiscalizadora do exercício profissional e ético dos profissionais de enfermagem. Garantir conduta ética Zelar pelo exercício ético combatendo o exercício ilegal da profissão Notificar ao COREN irregularidades, reinvidicações, sugestões e infrações. RESOLVE: Art. 1º - Autorizar a criação de Comissões de Ética de Enfermagem como órgãos representativos dos Conselhos Regionais junto a instituições de saúde, com funções educativas, consultivas e fiscalizadoras do exercício profissional e ético dos profissionais de Enfermagem. Art. 2º - A Comissão de Ética de Enfermagem tem como finalidade: a) Garantir a conduta ética dos profissionais de Enfermagem na instituição. b) Zelar pelo exercício ético dos profissionais de Enfermagem na instituição, combatendo o exercício ilegal da profissão, educando, discutindo e divulgando o Código de Ética dos Profissionais de Enfermagem.

eleição. Resolução COFEN n. 1º . reivindicações. 3º . inclusive suporte administrativo. 5º . 3. orientar e assessorar as Comissões de Ética das instituições. pelos integrantes das várias categorias compreendidas nos serviços de Enfermagem. sugestões.A presente Resolução entrará em vigor na data em que for publicada no órgão de Imprensa Oficial da Autarquia. . ou autorização. COREN-MS 82. Parágrafo único . as infrações éticas.A anotação do número de inscrição do pessoal dos Quadros II e III é feita com a sigla COREN. 2º .As categorias referidas neste artigo são indicadas pelas seguintes siglas: a) TE. e. 4º . quando do encaminhamento das notificações de irregularidades.A Comissão de Ética de Enfermagem deverá ser composta por Enfermeiro.Os casos omissos no presente ato resolucional serão resolvidos pelo COFEN.408 AE TE P RESOLVE: Art. separados os elementos por hífen. com vínculo empregatício na instituição e registro no Conselho Regional. seguida do número de inscrição. Parágrafo único . b) Manter as Comissões de Ética atualizadas através de encaminhamentos e divulgação das normas disciplinares e éticas do exercício profissional. acompanhada da sigla da Unidade da Federação onde está sediado o Conselho Regional. separados todos os elementos por hífen. Art. seguida do número de inscrição e da indicação da categoria da pessoa. para Técnico de Enfermagem. 3º . 6º . Art.Cabe aos Conselhos Regionais de Enfermagem definir sobre a constituição. Técnico e/ou Auxiliar de Enfermagem. regulamentando através de decisão.Ao Conselho Regional de Enfermagem cabe: a) Propiciar condições para a criação de Comissões de Ética nas instituições.º 191/96 Dispõe sobre a forma de anotação e o uso do número de inscrição ou da autorização pelo pessoal de enfermagem . Art. que deverá ser homologada pelo COFEN Art. acompanhada da sigla da Unidade da Federação onde está sediado o Conselho Regional. Art.c) Notificar ao Conselho Regional de Enfermagem de sua jurisdição irregularidades.A anotação do número de inscrição dos profissionais do Quadro I é feita com a sigla COREN. através de normatização e divulgação da matéria. função e atribuições da Comissão de Ética. nos Conselhos Regionais. Art. c) Atender.Ficam adotadas as normas contidas nesta Resolução para a anotação e o uso do número de inscrição.

8º .b) AE. e. em função do exercício de atividades profissionais. onde não conste a assinatura dos mesmos. 4. que é indicado pela sigla AT.Resolução COFEN-160/93.A anotação do número de autorização é feita com a sigla AUT seguida da sigla da Unidade da Federação onde está sediado o Conselho Regional e do número da autorização. 1º. praticar. 6º .º 225/00 Dispõe sobre o cumprimento de prescrição de medicamento terapêutico à distancia. Parágrafo único . 9º . em virtude de sua habilitação legal encontrar-se implícita no fato de exercerem os cargos respectivos.A presente Resolução entrará em vigor 90 (noventa) dias a contar da data de sua publicação na Imprensa Oficial. II . através de rádio. Art. Art. vencimentos e salários decorrentes do exercício profissional. da Aplicação das Penalidades. c) P.É vedado ao Profissional de Enfermagem aceitar. Art.A inobservância do disposto na presente Resolução submeterá o infrator às normas contidas no Art.É obrigatório o uso do número de inscrição ou da autorização.em requerimentos ou quaisquer petições dirigidas às autoridades da Autarquia e às autoridades em geral. telefonia ou meios eletrônicos. 2º .Não se aplica ao artigo anterior as situações de urgência. separadas as siglas por barra e o número por hífen.São excluídos da obrigatoriedade estabelecida na presente Resolução os atos de dirigentes do COFEN e dos CORENs.A categoria referida neste artigo é o Atendente de Enfermagem. para a Parteira. RESOLVE: Art. haja iminente e grave risco de vida do cliente. 76. . para Auxiliar de Enfermagem. III . oriundas de qualquer Profissional da Área de Saúde. Art.Os Conselhos Regionais observarão as presentes normas e divulgarão os termos desta Resolução. 93. revogada a Resolução COFEN-36 e demais disposições em contrário. CAP VI. em cumprimento ao Art. no uso de suas atribuições. zelando por sua estrita observância bem como promovendo as medidas necessárias à punição dos infratores. do Código de Ética dos Profissionais de Enfermagem .em todo documento firmado. Art. efetivamente. na qual. quando do exercício profissional. Art. 7º . 4º .em recibos relativos a recebimentos de honorários. cumprir ou executar prescrições medicamentosas/terapêuticas. 5º . pelo pessoal de Enfermagem nos seguintes casos: I . Resolução COFEN n. da Capítulo VIII. do Código de Ética dos Profissionais de Enfermagem. nos termos da legislação em vigor. Art.

SAE nas instituições de saúde brasileira. O profissional de enfermagem. dando seu voto favorável ou não ao relatório emitido. Resolução COFEN n. Considera: ser um método e estratégia de trabalho cientifico para identificar as situações de saúde/doença. atenuantes e agravantes do fato. 28 de fevereiro de 2000.Art.º 252/02 Constitui um conjunto de normas que regem aplicação do Código de Ética dos profissionais de enfermagem. o processo ético averigua a infração ética.Ocorrendo o previsto no artigo 2º. 4. onde deve constar todos os aspectos que envolveram a situação de urgência. revogando disposições em contrário. em seguida é feita a votação indicando a aplicação da pena ou não do profissional. Art. tem o recurso de segunda instancia caso entenda que a condução do procedimento não analisou todas as provas de acordo com seu entendimento. Resolução COFEN n. Durante estes processo são ouvidos denunciante. expresso em um relatório que é apresentado na Reunião de Plenária.Esta Resolução entra em vigor na data de sua publicação. 4. podendo solicitar apreciação do COFEN. obrigatoriamente deverá o Profissional de Enfermagem. abrir PAB ou PE) 3. e no final do PE é designado um conselheiro relator que ira apreciar o processo ético e verificar se todo o rito processual foi cumprido. 3º.O presidente do COREN recebe a denuncia e designa um Relator para apreciar o fato e verificar se há indicio de infração ética. testemunhas solicitadas e demais profissionais ou pessoas que a comissão entender que pode fornecer informações referente a denuncia. que é o ato pelo qual se atribui a alguém a prática de infração de ética ou disciplinar. Rio de Janeiro. . 1. vedado pelo artigo 1º.º 272/02 Dispõe sobre a Sistematização da Assistência de Enfermagem. (pode-se arquivar. elaborar Relatório circunstanciado e minucioso.Ao final PAB o relatório de trabalhos da comissão pode ser aberto um PE ou arquivado. Subsidiar a ação de assistência do enfermeiro Melhora a qualidade da assistência de enfermagem .O parecer do relator é lido em uma sessão de julgamento onde os envolvidos são intimados a comparecer e tem direto a voz . que o levou a praticar o ato.O processo ético é instaurado mediante denúncia. 5. Caso o parecer seja favorável com indicação de infração ética será indicado quais os artigos do Código de ética que foi infringido e qual a penalidade indicada. levantando provas. 2.O processo administrativo averigua o fato em busca de provas que confirme a possível infração ética. 6. denunciado. após a exposição do parecer. 4º.

Artigo 2º . que direciona e coordena a assistência de Enfermagem ao paciente de forma individualizada e contínua. 1º . organização. proteção. pública e privada. exame físico. efetuando o levantamento de dados sobre o estado de saúde do paciente e anotação das anormalidades encontradas para validar as informações obtidas no histórico. Exame Físico: O Enfermeiro deverá realizar as seguintes técnicas: inspeção. aos problemas. execução e avaliação do processo de enfermagem.Privativamente: A implantação. assim como a identificação de problemas. planejamento. promoção. palpação e percussão.Ao Enfermeiro incumbe: I .A Sistematização da Assistência de Enfermagem . identificará os problemas de enfermagem.Ações do Enfermeiro: entrevista anamnese exame físico diagnostico de enfermagem* implementação da assistência *maior complexidade relatório de enfermagem evolução da assistência de enfermagem* *privativas Art. diagnóstico.SAE deve ocorrer em toda instituição da saúde. de forma criteriosa. conforme descriminados a seguir: Histórico: Conhecer hábitos individuais e biopsicossociais visando a adaptação do paciente à unidade de tratamento. Evolução de Enfermagem: É o registro feito pelo Enfermeiro após a avaliação do estado geral do paciente. Artigo 3º . ausculta. Diagnóstico de Enfermagem: O Enfermeiro após ter analisado os dados colhidos no histórico e exame físico.A implementação da Sistematização da Assistência de Enfermagem . objetivando a prevenção. Para a implementação da assistência de enfermagem. um resumo sucinto dos resultados dos cuidados prescritos e os problemas a serem abordados nas 24 horas subsequentes. fazendo julgamento clínico sobre as respostas do indíviduo. Desse registro constam os problemas novos identificados. da família e comunidade. prescrição e evolução de enfermagem. devem ser considerados os aspectos essenciais em cada uma das etapas. devendo ser composta por: -Histórico de enfermagem -Exame Físico -Diagnóstico de Enfermagem .SAE deverá ser registrada formalmente no prontuário do paciente/cliente/usuário. Prescrição de Enfermagem: É o conjunto de medidas decididas pelo Enfermeiro. processos de vida vigentes ou potenciais. que compreende as seguintes etapas: Consulta de Enfermagem Compreende o histórico (entrevista). as necessidades básicas afetadas e grau de dependência. recuperação e manutenção da saúde.

efetivamente haja iminente e grave risco de vida.-Prescrição da Assistência de Enfermagem -Evolução da Assitência de Enfermagem -Relatório de Enfermagem Parágrafo único: Nos casos de Assistência Domiciliar . Resolução COFEN n. exceto em situações de urgência/emergência. Art. Artigo 4º . objetivando otimizar o andamento do processo.Ocorrendo o previsto no parágrafo único do artigo 1º. 1º . neste caso deve ser realizado um relatório minucioso. Art.SAE. onde deve constar todos os aspectos que envolveram a situação de urgência.Os casos omissos. zelar pelo cumprimento desta norma. bem como atender o disposto no Código de Defesa do Consumidor. vedado pelo artigo 1º. em suas respectivas jurisdições.Os CORENS.Esta Resolução entra em vigor na data de sua publicação. Rio de Janeiro. RESOLVE: Art. obrigatoriamente deverá ser elaborado Relatório circunstanciado e minucioso. . Rio de Janeiro. não podendo tal exceção aplicar-se a situações previsíveis e rotineiras. seminários. em suas respectivas jurisdições. Artigo 7º . Parágrafo único: Não se aplica ao disposto no caput deste artigo as situações de urgência. 2º . eventos.este prontuário deverá permanecer junto ao paciente/cliente/usuário assistido. 16 de junho de 2003. Artigo 5º . 4º .º 278/03 Dispõe sobre realização de sutura por profissionais de enfermagem É vedado ao profissional de enfermagem. na implementação da Sistematização da Assistência de Enfermagem . revogando disposições em contrário. serão resolvidos pelo COFEN.A presente resolução entra em vigor na data de sua publicação. Art.É ato de enfermagem. revogando-se disposições em contrário. 27 de agosto de 2002 7. a episiorrafia.É de responsabilidade dos CORENS.É vedado ao Profissional de Enfermagem a realização de suturas.HOME CARE . quando praticado por Enfermeiro Obstetra. para subsidiar técnica e cientificamente os profissionais de Enfermagem. 3º . que levou a ser praticado o ato. deverão promover encontros. Artigo 6º . na qual. É ato praticado por enfermeiro obstetra.

vedado repetir prescrição de medicamento por mais de 24h . 2º . 16 de junho de 2003. 2º . Parágrafo único: Não se aplica ao previsto no caput deste artigo as situações de urgência. Art.380 Presidente Carmem de Almeida da Silva COREN SP Nº 2254 Primeira-Secretaria 9. Resolução COFEN n. revogando-se disposições em contrário. Rio de Janeiro.É defeso ao Profissional de Enfermagem a realização de confecção.Esta Resolução entra em vigor na data de sua publicação. colocação e retirada de aparelho de gesso e calha gessada por profissionais de enfermagem. revogando-se disposições em contrário. Resolução COFEN n. Gilberto Linhares Teixeira COREN-RJ Nº 2.º 280/03 Dispõe sobre a proibição de profissional de enfermagem em auxiliar procedimento cirúrgicos RESOLVE: Art. Resolução COFEN n.vedado autorização verbal .º 281/03 Dispõe sobre a repetição/cumprimento da prescrição medicamentosa por profissionais da área da saúde. .º 279/03 Dispõe sobre a vedação de confecção. na qual. 1º . efetivamente haja iminente e grave risco de vida.É vedado a qualquer Profissional de Enfermagem a função de Auxiliar de Cirurgia.É vedado a qualquer Profissional de Enfermagem executar a repetição de prescrição de medicamentos. salvo quando a mesma é validada nos termos legais. colocação e retirada de aparelho de gesso e calha gessada. 1º . RESOLVE: Art. 1º . 10.8.Esta Resolução entra em vigor na data de sua publicação.denunciar ao responsável técnico ou plantonista através da cópia do relatório para direção da instituição e para COREN RESOLVE: Art. por mais de 24 horas. 16 de junho de 2003. Art. . 11. não podendo tal exceção aplicar-se a situações previsíveis e rotineiras. Rio de Janeiro.

Autorizar o profissional Enfermeiro a usar complementarmente a Acupuntura em suas condutas profissionais. revogando-se as disposições em contrário. 16 de junho de 2003. Resolução COFEN n. com fins de garantir a validade dos títulos concedidos junto ao SISTEMA COFEN/CORENs. no que couber . sendo um terço de atividades teóricas. sendo vedada autorização verbal. Art. após aprovação e homologação de seus projetos pedagógicos. dentro das novas exigências.Os títulos emitidos pelas Instituições prevista no caput. com duração mínima de 02(dois) anos".O COFEN anotará na carteira de identidade profissional do Enfermeiro. deverá o profissional de Enfermagem adotar as providências para denunciar a situação ao responsável técnico da Instituição ou plantonista.Esta Resolução entra em vigor na data de sua publicação. deverão submeter seus projetos pedagógicos. deverá estar especificada por escrito. 225/2000. adotar as medidas cabíveis. Parágrafo único: Cópia do relatório será encaminhado ao COREN que jurisdiciona a área de atuação. perante o COFEN. conforme as regras ditadas na Resolução COFEN nº 261/2001. 1º . 12. Art. pelo profissional responsável. Parágrafo Único . .º 283/03 Fixa regras sobre a prática da acupuntura pelo enfermeiro e da outra providencias RESOLVE: Art. e não haver comparecimento para renovação/reavaliação da mesma. e comprovar carga horária mínima de 1200 horas. que deverá na salvaguarda do interesse público. Art.As instituições especialmente credenciadas pelos respectivos sistemas de ensino. somente serão aceitos para fins de registro no COFEN. 3º . a qualidade de habilitado à prática da Acupuntura. relatando todo o ocorrido. os títulos emitidos por cursos de pós -graduação lato sensu oferecidos por instituições de ensino ou outras especialmente credenciadas para atuarem nesse nível educacional e que atendam ao disposto na Resolução CNE/CES nº 01/2001. Rio de Janeiro. 2º . observando-se as situações expostas na Resolução COFEN nº. Art. 3º . após a comprovação da sua formação técnica específica.Somente serão aceitos para fins de registro de especialista em Acupuntura no COFEN. 4º . promotoras de cursos de Acupuntura também dirigidos aos profissionais de Enfermagem.Parágrafo único: A situação de exceção prevista no caput. 2º . pelo profissional responsável pela prescrição ou substituto.Quando completar-se 24horas da prescrição efetivada. Art. a prévia análise e aprovação do COFEN.

a existência de potencial doador. 7º . 13. o profissional quando no exercício de tal atividade ficará sujeito às sanções previstas no Código de Ética dos Profissionais de Enfermagem.Os casos omissos serão resolvidos pelo Conselho Federal de Enfermagem. consoantes a legislação vigente. quanto aos títulos expedidos. a manutenção do corpo do doador em UTI. 8º - A presente Resolução entra em vigor na data de sua publicação. por escrito. fornecer as informações sobre o processo de captação que inclui: o esclarecimento sobre o diagnóstico da morte encefálica. Art. Captação e Distribuição de Órgãos-CNNCDO. supervisionar e avaliar os Procedimentos de Enfermagem prestados aos doador de órgãos e tecidos. Art. a transferência e procedimento cirúrgico para a retirada.Enfermeiro deve elabora o plano de alta RESOLVE: CAPÍTULO I Do Doador Cadáver Artigo 1º . mas complementar ao exercício da Enfermagem. auxílio funeral e a interrupção em qualquer fase deste processo por motivo de parada cardíaca.Enfermeiro incube aplicar SAE . 05 de agosto de 2003. 5º - Para efeitos de Direito. o anonimato da identidade do doador para a família do receptor e deste para a família do doador. solicitando o consentimento livre e esclarecido por meio de autorização da doação de Órgãos e Tecidos.º 292/04 Normatiza a atuação de enfermeiro na captação e transporte de órgão e tecido . . coordenar. c) Garantir ao responsável legal o direito de discutir com a família sobre a doação. os exames a serem realizados. executar. revogando-se disposições em contrário. supervisonar e avaliar os procedimentos de enfermagem prestados aos doadores e órgão ou tecido.Enfermeiro incube planejar. 6º -  Fica assegurado o direito adquirido. . Rio de Janeiro.Art. através dos seguintes procedimentos: a) Notificar as Centrais de Notificação.Ao Enfermeiro incumbe planejar. prevalecendo o consenso familiar. b) Entrevistar o responsável legal do doador. desde que atendidas as exigências nelas previstas. executar. Art. não sendo a prática da Acupuntura autônoma. exames sorológicos positivos ou desistência familiar da doação. d) Durante a entrevista com a família e representante legal. Resolução COFEN n. coordenar.

CAPÍTULO II Do Receptor Artigo 4º . através de cursos e estágios em instituição afins.Realizar a enucleação do globo ocular. com diagnóstico de morte encefálica. e) Favorecer a assistência interdisciplinar no processo de doação/transplante de órgãos e tecidos. n) Acompanhar e/ou supervisionar a entrega do corpo à família. Artigo 2º . k) Exigir documento de identificação da pessoa responsável pelo transporte do órgão/tecido. j) Executar e/ou supervisionar o acondicionamento do órgão até a cirurgia de implante do mesmo.Ao Enfermeiro incumbe aplicar a SAE. do receptor. h) Receber e coordenar as equipes de retirada de órgãos. registrar e arquivar o processo de doação/transplante no prontuário do doador. i) Cumprir a fazer cumprir acordo firmado no termo da doação. dentre os quais destacam-se: a) Desenvolver e participar de pesquisas relacionadas com o processo de doação e transplante. b) Promover e difundir medidas educativas quanto ao processo de doação e transplante de órgãos/tecidos. c) Participar e organizar programas de conscientização dos Profissionais da Área da Saúde. desde que tecnicamente habilitado pela Associação Panamericana de Banco de Olhos . junto à comunidade. m) Considerar a mesa auxiliar para perfusão de órgãos.e) Aplicar a Sistematização da Assistência de Enfermagem (SAE) no processo de doação de órgãos e tecidos. como campo operatório. zelando pelo cumprimento da legislação vigente. quanto à importância da doação e obrigatoriedade de notificação de pessoas. Artigo 3º . bem como. que inclui o acompanhamento pré e . l) Fazer cumprir a Legislação que normatiza a atuação do Enfermeiro e Técnico em sala operatória. autorizado pela CNNCDO. em todas as fases do processo de doação e transplante de órgãos e tecidos ao receptor e família. ou transporte para outra instituição. f) Documentar.APABO.Planejar e implementar ações que visem a otimização de doação e captação de órgãos/tecidos para fins de transplantes. g) Transcrever e enviar as informações sobre o processo de doação atualizada para a CNNCDO. d) Proporcionar condições para o aprimoramento e capacitação dos Profissionais de Enfermagem envolvidos com o processo de doação.

. realizar Consulta de Enfermagem periodicamente. coordenar e executar a Assistência de Enfermagem durante o período de internação pós-transplante. tempo de permanência. l) Prescrever os cuidados de enfermagem pré-operatórios. com o objetivo de implementar a SAE. tratamento e/ou prevenção. m) Efetuar registro da solicitação ao profissional responsável pela avaliação do doador ou órgão. da Lei 9434/97. reais e bem estar do receptor (NANDA 2002/2003). j) Identificar os Diagnósticos de Enfermagem reais. e) Encaminhar receptor(a) e cuidador(a) para imunização profilática. o consentimento expresso após orientação e leitura da autorização. dentre os quais destacam-se. p) Cumprir e fazer cumprir as normas da Comissão de Controle de Infecção Hospitalar. no prontuário do receptor. k) Prescrever intervenções de enfermagem para os diagnósticos reais. h) Solicitar ao receptor ou responsável legal.pós transplante (no nível ambulatorial) e transplante (intra-hospitalar). potenciais e de bem estar. i) Fazer ou atualizar o Histórico de Enfermagem ao admitir o receptor. f) Orientar receptor e família quanto as tramites legais do transplante. que informe ao receptor ou responsável legal. r) Elaborar plano de alta. de acordo com protocolo específico para cada tipo de transplante. a) Identificar os Diagnósticos de Enfermagem de risco. d) Realizar visita domiciliar. potenciais e de bem estar. as condições do doador que possam aumentar os riscos do procedimento e/ou que possam diminuir a curva de sobrevivência do receptor. para a realização do transplante. conforme insculpido no artigo 10. dando continuidade a SAE. b)Fazer intervenção de Enfermagem. evitando complicações e/ou minimizando os riscos que possam interferir no transplante. c) Integrar receptor e família no contexto hospitalar. n) Manter a família informada quanto ao procedimento cirúrgico. q) Planejar. doação e informações do doador. proporcionando o seu retorno às suas atividades cotidianas. s) Colaborar com a equipe multiprofissional no trabalho de reabilitação do receptor. informando quanto a excepcionalidade e os riscos do procedimento. g) Orientar receptor e família quanto aos tramites legais do Cadastro Técnico Único. riscos e benefícios do transplante. organizar. estimulando o auto-cuidado. o)Arquivar o termo de morte encefálica.

referendados pelo COFEN. 14.taxa de absenteísmo .Aspectos técnico.Os casos omissos serão resolvidos pelo Conselho Federal de Enfermagem. revogando disposições em contrário. política de pessoal. atribuições e competências dos integrantes dos diferentes serviços e/ou programas e indicadores hospitalares do Ministério da Saúde. constituindo-se em referências para orientar os gestores e gerentes das instituições de saúde no planejamento.Fundamentação legal do exercício profissional (Lei nº 7. Considera: . programação e priorização das ações de saúde a serem desenvolvidas. os parâmetros para dimensionar o quantitativo mínimo dos diferentes níveis de formação dos profissionais de Enfermagem para a cobertura assistencial nas instituições de saúde. .Esses parâmetros podem sofrer adequações regionais e/ou locais de acordo com realidades epidemiológicas e financeiras.a característica da instituição do serviço da enfermagem (aspecto técnico administrativo) Proporção de profissionais de enfermagem de nível superior e de nível médio indicadores de avaliação da qualidade da assistência . Art. II.Os referidos parâmetros representam normas técnicas mínimas.à instituição/empresa: missão. na forma desta Resolução e de seus anexos I. . § 1º . II .t) Planejar e implementar programas que visem a socialização e participação do transplantado. Artigo 5º . Índice de segurança técnica . tipos de serviços e/ou programas. de recursos materiais e financeiros. III e IV. 1º .406/87). no mercado de trabalho. desde que devidamente justificados e aprovados pelos respectivos Conselhos Regionais de Enfermagem e.Código de Ética dos Profissionais de Enfermagem. realidade sociocultural e econômica. porte.º 293/04 Fixa e estabelece parâmetro para o dimensionamento do quadro de profissionais de enfermagem nas unidades assistenciais das instituições de saúde e assemelhados.Estabelecer. u) Fazer acompanhamento ambulatorial após alta hospitalar. Resoluções COFEN e Decisões dos CORENs. Resolução COFEN n.Esta Resolução entra em vigor na data de sua publicação. estrutura organizacional e física.498/86 e Decreto nº 94. de acordo com as necessidades do receptor. posteriormente. 2º . Artigo 6º . § 2º .O dimensionamento e a adequação quantiqualitativa do quadro de profissionais de Enfermagem devem basear-se em características relativas: I .administrativos: .ao serviço de Enfermagem: .taxa de ausência de benefícios da unidade assistencial RESOLVE: Art.Clientela sistema de classificação de paciente. tecnologia e complexidade dos serviços e/ou programas.

Para berçário e unidade de internação em pediatria. por cliente.17. realidade sócio-cultural e econômica.498/86. § 7º . Art. § 4º . . .Para o serviço em que a referência não pode ser associada ao leito-dia. taxa de absenteísmo (TA) e taxa ausência de benefícios (TB) da unidade assistencial. § 3º . a criança menor de seis anos e o recém nascido devem ser classificados com necessidades de cuidados intermediários.4 horas de Enfermagem. proporção de profissionais de Enfermagem de nível superior e de nível médio. referido no Art.5. adaptando-as ao SCP.dinâmica de funcionamento das unidades nos diferentes turnos. Art. os turnos e a proporção funcionário/leito.O quantitativo de profissionais estabelecido deverá ser acrescido de um índice de segurança técnica (IST) não inferior a 15% do total. as horas de assistência de Enfermagem.Tais quantitativos devem adequar-se aos elementos contidos no Art. deve ser classificado um nível acima no SCP. . com um significado tridimensional: atividade(s). § 2º . 5 ou 6 horas ).O cliente com demanda de cuidados intensivos deverá ser assistido em unidade com infraestrutura adequada e especializada para este fim. carga horária semanal.Para efeito de cálculo. . § 1º .9. jornada de trabalho. local ou área operacional e o período de tempo ( 4. na assistência intermediária.8 horas de Enfermagem.Para unidades especializadas como psiquiatria e oncologia. na assistência mínima ou autocuidado. 2º da Lei nº 7.O referencial mínimo para o quadro de profissionais de Enfermagem.6 horas de Enfermagem. a unidade de medida será o sítio funcional. devem ser consideradas como horas de Enfermagem. § 5º . § 6º .Para efeito de cálculo deverá ser observada a cláusula contratual quanto à carga horária.à clientela: sistema de classificação de pacientes (SCP). por leito. incluindo todos os elementos que compõem a equipe. com intercorrência clínica ou cirúrgica associada. deve-se classificar o cliente tomando como base as características assistenciais específicas. 3º . por cliente. nas 24 horas: . para as 24 horas de cada Unidade de Internação. modelo assistencial. III . por cliente. § 8o . caso não tenha acompanhante. considera o SCP. modelo gerencial.9 horas de Enfermagem. iniciando-se com cuidados intermediários. 2º desta Resolução. por cliente. e indicadores de avaliação da qualidade da assistência.O cliente especial ou da área psiquiátrica. 4º . padrões de desempenho dos profissionais. métodos de trabalho. na assistência intensiva. na assistência semi-intensiva. índice de segurança técnica (IST).3.

e classificação dos clientes segundo o SCP. 7º . 6º . Art. Parágrafo único . Auxiliares e/ ou Técnicos de Enfermagem. 9º . 8º .O responsável técnico de enfermagem da instituição de saúde deve gerenciar os indicadores de performance do pessoal de enfermagem. deverá ser dimensionado de acordo com a estrutura da organização/empresa. 3 .ausências ao serviço de profissionais de enfermagem. 5º . Art. classificado pelo SCP com demanda de assistência intermediária ou semi-intensiva deverá ser acrescido de 0. § 1º . para subsidiar a composição do quadro de enfermagem para as unidades assistenciais. presença de crianças menores de 06 (seis) anos e de clientes crônicos. sem acompanhante.O quantitativo de Enfermeiros para o exercício de atividades gerenciais. deve observar as seguintes proporções e o SCP: 1 .O responsável técnico de enfermagem deve dispor de 3 a 5% do quadro geral de profissionais de enfermagem para cobertura de situações relacionadas à rotatividade de pessoal e participação de programas de educação continuada.Cabe ao Enfermeiro o registro diário da(s):.Ao cliente crônico com idade superior a 60 anos.§ 9º . 2 . Art. educação continuada e comissões permanentes.O Atendente de Enfermagem não foi incluído na presente Resolução.Os índices máximo e mínimo de performance devem ser de domínio público. Técnicos e Auxiliares de Enfermagem. 10 . para dimensionar e gerenciar o quadro de profissionais de enfermagem. Art. conforme disposto na Resolução COFEN nº 186/1995. Art.4º. com mais de 60 (sessenta) anos.O quadro de profissionais de enfermagem da unidade de internação composto por 60% ou mais de pessoas com idade superior a 50 (cinqüenta) anos. Art.Para assistência semi-intensiva: de 42 a 46% são Enfermeiros e os demais.Para assistência mínima e intermediária: de 33 a 37% são Enfermeiros (mínimo de seis) e os demais. Parágrafo único .Os indicadores de performance devem ter como base a infraestrutura institucional e os dados nacionais e internacionais obtidos por "benchmarking". Técnicos de Enfermagem.A distribuição de profissionais por categoria deverá seguir o grupo de pacientes de maior prevalência. por executar atividades elementares de Enfermagem não ligadas à assistência direta ao paciente. . deve ser acrescido de 10% ao IST.5 às horas de Enfermagem especificadas no Art.A distribuição percentual do total de profissionais de Enfermagem. sem acompanhantes.Deve ser garantida a autonomia do enfermeiro nas unidades assistenciais. § 3º .Para assistência intensiva: de 52 a 56% são Enfermeiros e os demais. § 2º .

bem como indicação precisa de sua jornada de trabalho. às outras instituições. onde houver atividade de enfermagem. a direção do estabelecimento deverá encaminhar ao COREN. deverá ser renovada a cada 12(doze) meses. § 3º . RESOLVE: Art. após sua emissão.O requerimento da Anotação de Responsabilidade Técnica deverá estar acompanhado das seguintes documentações: Denominação e endereço do estabelecimento prestador de Assistência de Enfermagem a que se refere a ANOTAÇÃO.º 302/05 Baixa norma para anotação de responsável técnica de enfermeiro em virtude de chefia de serviço de enfermagem. mantenedora ou conveniente.As Instituições de Saúde. em período inferior a um ano. caso estivesse inscrito. . na Autarquia. Art. dentro de 15 dias. Art. Resolução COFEN n.T. conforme disposto no Art. revogando as disposições em contrário.Em caso de substituição do Responsável Técnico . 3º. § 1º . 3º . 21 de Setembro de 2004. deve obrigatoriamente apresentar Certidão de Responsabilidade Técnica de Enfermagem.R. cuja anotação deverá ser requerida pelo profissional Enfermeiro. passa a ser regida pela presente Resolução. nos estabelecimentos das instituições e empresas públicas privadas e filantrópicas onde é realizada assistência à saúde. Endereço residencial do(a) Enfermeiro(a). Públicas e Filantrópicas.A Anotação pelo COREN. Rio de Janeiro. requerida ao COREN pelo novo enfermeiro.O disposto nesta Resolução aplica-se a todas as instituições de saúde e. a partir da ocorrência. § 2º . Cópia do comprovante de recolhimento.Todo estabelecimento onde existem atividades de Enfermagem.Esta Resolução entra em vigor após sua publicação.Art. referente à emissão da C. no que couber.A Certidão de Responsabilidade Técnica . poderão requerer dispensa do recolhimento da taxa. a eventual substituição da Anotação da Responsabilidade Técnica. pelo enfermeiro(a).RT. Nome do(a) Enfermeiro(a) e número de inscrição no COREN. bem como da respectiva instituição ou empresa proprietária. 15. 1º . do valor da anuidade correspondente ao exercício anterior. 11 . em especial a Resolução 189 de 25 de março de 1996. 2º . Art. da Responsabilidade Técnica do Enfermeiro pela gestão do Serviço de Enfermagem de todos estabelecimentos.CRT. 12 .

Art. Relação nominal do pessoal de Enfermagem em exercício na Instituição. Rio de Janeiro. 4º . especialmente a Resolução COFEN nº 168/93. ser baixado Ato Decisório específico. obrigatoriamente comunicará de imediato ao COREN. 5º .O Enfermeiro que deixar de responder pela Chefia do Serviço de Enfermagem. No caso de inexistência do documento previsto na alínea anterior. obedecendo as Resoluções do COFEN.Todo Enfermeiro Responsável Técnico que se afastar do cargo por um período superior a 30 dias.10º . aplica-se integralmente aos Estabelecimentos de Ensino. por categoria. o requerente deverá preencher termo próprio. . mantidos pelo Enfermeiro Responsável Técnico de Enfermagem. devendo para tanto. 8º -O disposto nesta Resolução. onde ministram-se Cursos de Enfermagem. dias e horários de trabalho. será avaliado pelo COREN. § 1º . pelo requerente. relacionando locais.Serão adotados pelos COREN. em favor do COREN. 9º .A carga horária máxima para cada Responsabilidade Técnica.Os casos omissos neste Ato Resolucional serão resolvidos pelo COFEN. Art. 6º . Art. o quantitativo de CRT que o profissional poderá requerer. obrigatoriamente comunicará ao COREN para o procedimento de sua substituição. Cópia da comprovação do vínculo existente entre empresa e o requerente. Cópia do ato de designação do profissional para o exercício da chefia de serviço.A Certidão de Responsabilidade Técnica deverá ser afixada em local visível ao público. dentro do estabelecimento prestador de assistência de Enfermagem. § 2º . que será submetido ao COFEN para homologação. conforme previsto na Legislação vigente. 7º . contendo nº da autorização ou inscrição. Art. em conformidade com o disposto nas Decisões dos Conselhos Regionais.Cópia do comprovante de recolhimento da taxa referente a CRT. para o cancelamento da Anotação. Art. Art. Declaração de outros vínculos empregatícios. assumindo tal responsabilidade. revogando-se as disposições em contrário. data de admissão na Instituição e endereço atualizado. responderá automaticamente a Processo Administrativo.O Responsável Técnico que deixar de comunicar ao COREN em 15(quinze) dias o seu desligamento da Chefia do Serviço de Enfermagem.Esta Resolução entra em vigor na data de sua publicação. modelos de CRT anexo ao presente ato. bem como. 16 de março de 2005. Art.

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