Paulo Roberto Vilela Dias

COMO ELABORAR PROPOSTAS DE PREÇOS DE SERVIÇOS DE ENGENHARIA E ARQUITETURA
EMPRESAS E PROFISSIONAIS LIBERAIS
O livro apresenta: • O fluxograma do orçamento de serviços; • Textos diretos apresentam o conteúdo teórico e exemplos práticos mostram como elaborar todos os passos do orçamento (mão de obra, encargos sociais, materiais, sub-empreiteiros, equipamentos e veículos, transportes, impostos e cálculo do BDI); • Impostos incidentes sobre os custos de produção; • Exemplos práticos reais ajudam a entender cada cálculo de custo dos insumos do orçamento; • Manual de Elaboração de Propostas de Preços de Serviços de Consultoria e Projetos (micro e macro empresas); • Classificação das categorias profissionais; • Tabelas de Referência de Honorários dos Profissionais de Engenharia e Arquitetura; • Cálculo do Valor da Hora Técnica dos Profissionais; • Metodologia de cálculo do Custo Horário de Utilização dos Equipamentos e de veículos de passeio e de carga; • Modelo de contrato de prestação de serviços; • Regulamentação das Atividades dos Profissionais de Engenharia e Arquitetura.

PREÇOS DE SERVIÇOS DE ENGENHARIA E ARQUITETURA CONSULTIVA

PREÇOS DE SERVIÇOS DE ENGENHARIA E ARQUITETURA CONSULTIVA EMPRESAS E PROFISSIONAIS

TABELA DE HONORÁRIO S PROFISSIONAIS

CÁLCULO DA HORA TÉCNICA

Paulo Roberto Vilela Dias

Paulo Roberto Vilela Dias
Engenheiro Civil

PREÇOS DE SERVIÇOS DE ENGENHARIA E ARQUITETURA CONSULTIVA
EMPRESAS E PROFISSIONAIS

2ª Edição 2002

Í N D I C E
Jan/2002 Engenheiro Civil Paulo Roberto Vilela Dias / CREA-RJ 30039/D. Todos os direitos são reservados. Nenhuma parte desta obra poderá ser copiada ou reproduzida de qualquer forma ou para qualquer uso sem a prévia autorização por escrito do autor, engenheiro Paulo Roberto Vilela Dias.
1. INTRODUÇÃO ................................................................................................. 7

CUSTO DA MÃO DE OBRA 2. 3. CLASSIFICAÇÃO DAS CATEGORIAS PROFISSIONAIS ............................................ 21 SALÁRIOS. ENCARGOS SOCIAIS. BENEFÍCIOS. VALE TRANSPORTE. ENCARGOS ADICIONAIS COM PESSOAL. CONTRATAÇÃO POR OBRA CERTA. MÃO DE OBRA TEMPORÁRIA ............................ 31 ESTUDO DAS HORAS DE TRABALHO POR MÊS DOS PROFISSIONAIS ...................... 51 PESSOAL AUTONÔMO. SERVIÇOS DE TERCEIROS. COOPERATIVAS DE TRABALHADORES ............................................................... 59

4. 5.
Dados de Catalogação na Publicação (CIP) Internacional (Sindicato dos Editores de Livros, Rio de Janeiro, Brasil)

DEMAIS ITENS DE CUSTO
D541e Dias, Paulo Roberto Vilela, 1950Engenharia de Custos: Preço de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva Paulo Roberto Vilela Dias - 2ª Ed. Rio de janeiro, 2002 284 p: 15,5 x 21,0 cm ISBN 85-87941-01-1 Inclui bibliografia 1. Engenharia - Estimativas. 2. Construção Civil - Estimativas. I. Título

6. 7. 8.

CÁLCULO DO CUSTO DE BENS PATRIMONIAIS ................................................... 65 CÁLCULO DO CUSTO DE VEÍCULOS .................................................................. 79 IMPOSTOS NOS SERVIÇOS DE CONSULTORIA ................................................... 111

CÁLCULO DO PREÇO DE VENDA 9. 10. 11.
CDD-692.5

FÓRMULA DE CÁLCULO DO PREÇO DE VENDA DE SERVIÇOS DE ENGENHARIA - EMPRESAS ................................................... 117 EXEMPLOS PRÁTICOS ................................................................................. 127 FÓRMULA DE CÁLCULO DO PREÇO DE VENDA PARA PROFISSIONAIS LIBERAIS ..... 149

ELABORAÇÃO DE COMPOSIÇÕES DE CUSTO 12. LEVANTAMENTO DE CAMPO DOS COEFICIENTES FÍSICOS DAS COMPOSIÇÕES DE CUSTO DE SERVIÇOS ...................................... 153

ATIVIDADES PROFISSIONAIS 13. ATIVIDADES PROFISSIONAIS ........................................................................ 173
13.1 DEFINIÇÕES DOS SERVIÇOS PROFISSIONAIS ................................................. 173 13.2 REGULAMENTAÇÃO DA ATIVIDADE PROFISSIONAL E ATIVIDADES E ATRIBUIÇÕES LEGAIS DOS PROFISSIONAIS DE ENGENHARIA CIVIL ...................... 177

................ 259 15.... Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva é uma obra para os interessados em qualidade de conteúdo e aplicação prática............ 20......... publicado em fevereiro de 1999.. 269 18........ Gameiro Alfredo Silveira da Silva Luiz Fernando de Almeida Freitas www............ Neste fim de século.......................... 269 18... 203 13........ 214 A P R E S E N TA Ç Ã O O CREA-RJ...................... através de palestras.............. 219 TABELAS COMPLEMENTARES POR SERVIÇOS POR ESPECIALIDADE .............................. CÁLCULO DA HORA TÉCNICA DO PROFISSIONAL LIBERAL...................... 279 CURRICULUM VITAE DO AUTOR ........13...........5 TABELA DE HONORÁRIOS PARA ENGENHEIROS AGRÔNOMOS E FLORESTAIS ................. cursos e seminários realizados no âmbito do Conselho................... QUALQUER ESPECIALIDADE .6 TABELA DE HONORÁRIOS PARA ENGENHEIROS ELETRICISTAS ............ 263 REFERÊNCIA SALARIAIS .......5 ATIVIDADES E ATRIBUIÇÕES LEGAIS DOS PROFISSIONAIS DE ENGENHARIA AGRÔNOMICA E FLORESTAL ...crea-rj....................... sobretudo nos últimos quatro anos............2 TABELAS COMPLEMENTARES POR SERVIÇO PARA ENGENHEIROS CIVIS ........... 236 15.................................4 TABELA DE HONORÁRIOS PARA ARQUITETOS ................................... projetos e fiscalização e gerenciamento de obras — em complemento ao livro Metodologia e Orçamento para Obras Civis............................................................................ principalmente a partir da clara relação que existe entre a globalização generalizada e desregulamentação das profissões.................................................. 197 13....... 273 1º Vice-presidente: 2º Vice-presidente: 1ª Secretária: 2º Secretário: 3ª Secretária: 1º Tesoureiro: 2º Tesoureiro: DADOS DA OBRA 19....................... Trata-se de uma publicação técnica de qualidade que apresenta de forma simples e abrangente estudos....... em especial........org. sempre contando com o apoio do IBEC.. 235 15.3 DEFINIÇÕES DAS ATIVIDADES PROFISSIONAIS DA ENGENHARIA CIVIL ................... O lançamento do livro Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva completa um ciclo que envolve um conjunto de metodologias apresentadas visando à elaboração de propostas de preços para serviços de engenharia.....1 OBJETIVO DAS TABELAS DE HONORÁRIOS PROFISSIONAIS ...... 17....................4 ATIVIDADES E DIREITOS AUTORAIS DE ARQUITETOS ... REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS .................3 HONORÁRIOS MÍNIMOS DAS ATIVIDADES PROFISSIONAIS DA ENGENHARIA CIVIL ............................................. foi adotado por duas vezes em cursos de pós-graduação em engenharia de custos......................................................7 TABELA DE VALORES DOS SERVIÇOS POR PRANCHA ......................... por isso é fácil entender porque............ 281 Nilo Garcia Junior Jaques Sherique Sonia da Costa Rodrigues Ricardo do Nascimento Alves Maria Martha M........ e que vendeu 5 mil unidades em pouco mais de três anos..........6 ATIVIDADES DO ENGENHEIRO ELETRICISTA ...... O CONTRATO DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS . cresce a preocupação com relação aos rumos da engenharia..... 267 PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS 18................ PISOS SALARIAIS MÍNIMOS ................. vem empreendendo com regularidade ações voltadas para a difusão de conhecimentos entre as diversas categorias profissionais que congrega... A edição do livro representa também um importante reforço à produtiva interação estabelecida com os profissionais que participam dos eventos realizados através da parceria CREA-RJ / IBEC — mais de 12 mil em cinco anos..1 ANÁLISE DO CONTRATO .............. 249 15. do mesmo autor................. É neste contexto que a Engenharia de Custos vem sendo um dos campos mais pródigos na geração de debates.......2 MODELO DE CONTRATO RECOMENDADO ............................br ............. 235 15.. já este ano................................... Entendemos ser esta uma área do conhecimento essencial para o aprimoramento e valorização de nossos profissionais............................. Engº Eletricista José Chacon de Assis Presidente do CREA-RJ PROFISSIONAIS LIBERAIS 14..... 205 13...... 15...... 255 15.. 252 15.... tendo sido publicada a 3ª edição em novembro de 2001........................ 261 PROFISSIONAIS COM VÍNCULO EMPREGATÍCIO 16.......

Dos meus filhos espero perdão pela ausência e impossibilidade de criá-los mais carinhosamente. cito nominalmente apenas minha esposa Elizabeth e meus filhos Andreia. inclusive trabalhos autônomos.PREFÁCIO O presente trabalho se destina à realização do curso de Engenharia de Custos – “Cálculo do Preço de Venda de Serviços de Engenharia e Arquitetura. que a obtenção dos melhores resultados em qualquer processo de orçamentação está com os profissionais mais experientes. ao magistério e à pesquisa aos temas da Engenharia de Custos ocupam todas as horas do dia. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 7 . 1. porém os fundamentos também são aplicados pelos profissionais liberais. do capítulo 12 em diante. as semanas do mês e os meses do ano. 12 de janeiro de 2002 Paulo Roberto Vilela Dias Pvilela_dias@hotmail. O profissional liberal deve estudar toda a primeira parte a fim de lhe oferecer base para adotar o que é apresentado nesta parte do livro. arquitetos. os dias da semana. ainda. ministrar aulas e garantir documentação impressa ao meio técnico ao qual pertenço. 1 INTRODUÇÃO 1. por certo. Pedro Paulo e Julia. aliado à obtenção dos resultados financeiros estimados. Rio de Janeiro. a metodologia aqui exposta irá.1 OBJETIVO Com o objetivo de facilitar aos engenheiros. entretanto.2 APLICAÇÃO Existem várias modalidades de fixação de preços de serviços de engenharia. Para que não omita nenhuma das merecidas pessoas nesse agradecimento. escrever. O objetivo a ser alcançado na prestação destes serviços é a melhor qualidade possível do produto vendido. incluindo cálculo da hora técnica e tabelas aplicáveis aos serviços. Tenho certeza que a maturidade os fará compreender quanto me custa educá-los. do capítulo 1 ao 10. entretanto. A segunda parte é dedicada aos autônomos. ministrado pelo professor e engenheiro civil Paulo Roberto Vilela Dias. temos certeza que a metodologia aqui exposta é muito Agradeço a família. A dedicação à vida profissional. pesquisar.com 6 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. Agradeço à inspiração divina e ao carinhoso apoio de minha família e amigos que têm me oferecido a necessária tranquilidade para estudar. demais profissionais e prestadores de serviços de engenharia na elaboração de propostas de preços de serviços especiais para qualquer área da engenharia e arquitetura. Assim. Este documento é. é fundamental que se disponha da maior quantidade possível de dados sobre o trabalho a ser realizado para garantir o cálculo do preço de venda adequado e justo. E os anos passam. facilitar em muito o trabalho dos jovens orçamentistas. complementar ao primeiro livro do mesmo autor – “Uma Metodologia de Orçamentação para Obras Civis”. A primeira parte é dedicada às empresas de consultoria de qualquer porte. Profissionais e Empresas”. visando oferecer aos participantes material didático para consulta permanente e acompanhamento das palestras. Lembramos.

dificilmente conseguiremos êxito em licitações adotando tais critérios. do tipo CUB – Custo Unitário Básico. a serem aplicados sobre índices de custo. assim. que quando acrescido da margem de lucro (ou benefício. pequenas construções (por exemplo. As formas de contratação mais usadas são as seguintes: preço global (segundo a Lei das Licitações. percentuais do valor final do empreendimento. Caso se adote qualquer destes critérios. ou buscar reforço em outros profissionais habilitados. porém. ser oportuno. ou seja. não se encontra desatualizado como alguns autores que. Entendemos. o método aqui descrito apresenta a grande vantagem sobre os demais existentes em outras publicações devido a sua contemporaneidade. gerando preços de venda normalmente exagerados. quando prestado para órgãos não governamentais. Admite-se também seu emprego em serviços por administração. hora técnica individual ou coletiva. também. com um pouco mais de dificuldade. materiais. adotar procedimentos de determinação do preço de venda por percentuais fixos e imutáveis ao longo dos anos. para o caso de orçamento de obras civis.Benefícios e Despesas Indiretas) gera o preço de venda dos serviços. principalmente. o mesmo está perfeitamente de acordo com as regras trabalhistas e tributárias vigentes. preço global.3 FORMAS DE CONTRATAÇÃO A forma de contratação pode ser qualquer uma das estipuladas na Lei Nº 8666 das Licitações. a despeito de que com este critério ora descrito. seja adotada a metodologia exposta em nosso primeiro livro. por convicção. principalmente. No método de cálculo do preço de venda em função do percentual do orçamento da obra temos certeza que o resultado que alcançado é muito acima do preço justo. O profissional ao elaborar o custo de qualquer destes serviços deve ter experiência para determinar os insumos básicos (pessoal. bem como. laboratoriais. do faturamento bruto. em conformidade com nosso critério de cálculo do preço de venda. • Paulo Roberto Vilela Dias 9 . os usuários. residências unifamiliares). para as seguintes áreas de atuação: • • • • • • • • • Estudos de um modo geral ou de viabilidade. uma vez que esta modalidade de contratação está proibida na administração pública. e principalmente. Assim. através de controle de custo dos contratos podem corrigir periodicamente os seus multiplicadores a serem adotados futuramente. consultorias ou assistência técnica. e causando imprecisões face ao fato destes multiplicadores não sofrerem avaliações periódicas a fim de lhes dar crédito. Alertamos aos profissionais prestadores de serviços de engenharia que entendemos ser muito empírico. computadores e impressoras). equipamentos (topográficos.interessante. bem como. ou seja. que o lucro deve ser caracterizado a partir do preço final do serviço. é a contratação de execução do serviço por preço certo e total). • preço unitário (quando se contrata a execução do serviço por preço certo de unidades determinadas). 1. Empresas e Profissionais modo a detectar as falhas existentes e bem avaliar os índices empregados para promover a sua atualização. supervisão. projetos básicos e executivos de qualquer natureza. preços unitários ou por empreitada integral. de 8 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. Aconselhamos que. sugerimos que seja efetuado um controle de custo preciso do contrato. é possível alcançar o preço de venda deste tipo de trabalho. em grandes empreendimentos. para utilizar o jargão dos profissionais de execução de obra de obra — BDI . consideravam o lucro estimado função do custo do serviço. por exemplo. serviços por administração. gerenciamento de empreendimentos. Além disto. serviços especiais com grande incidência de mão de obra. O princípio apresentado neste livro para a definição da proposta de serviços de engenharia leva em consideração o custo de produção. fiscalização ou acompanhamento de obras. isto é. ensaios tecnológicos e etc) necessários ao desenvolvimento dos mesmos. em atuações do tipo consultoria individual do profissional que no âmbito deste livro denominaremos de hora técnica.

poderá ser apresentada justa e adequada. aparelhos de topografia. se adotar a terminologia de despesas reembolsáveis pelo cliente. garantem que a proposta de preço. analisar o número de horas de utilização dos mesmos durante a vigência do contrato. Neste caso. parte do trabalho terá valor fixo e imutável. É utilizado. se estabelecer um cronograma físico-financeiro que permita ao contratante ter garantias de que os pagamentos efetuados correspondem aos serviços efetivamente elaborados ou executados. Obviamente. este critério é de alto risco para a prestadora de serviço. portanto. porém. 10 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. softwares. É muito comum nestes casos que o custo da mão de obra seja apresentado por hora. pois só serão computados para a medição dos serviços efetivamente executados. e sim. ou. Estes serviços serão pagos por preços unitários constantes na planilha de preços da proposta ou não. caso contrário. consideramos inoportuna esta situação para ambas as partes envolvidas). haverá obrigatoriedade de se efetuar medições periódicas para determinar o valor a pagar ao prestador de serviço. o cálculo do custo deverá ser o mais acurado possível. usado para denominar o valor dos serviços prestados por cada profissional integrante da planilha de quantidades. Não se esquecendo que em alguns casos podemos ter a figura da hora produtiva e da hora improdutiva. uma vez que deverá ser adotada uma quantidade de horas de trabalho por mês. Tanto contratante quanto contratado têm muita responsabilidade nas concorrências. também. O critério de remuneração dos serviços está baseado na estimação dos custos incorridos para a consecução adequada do mesmo e o preço de venda é fixo e integralmente assumido pelo proponente. que necessariamente constarão da planilha de preços da proposta. É comum. não existe necessidade de se efetuar medições por serviços ou itens de custo. para os casos de atuação individual de qualquer profissional). O sistema misto é uma composição da contratação por preço global e por preço unitário.1 Descrição das Formas Mais Comuns de Contratação de Serviços Profissionais de Engenharia O preço global deve ser utilizado quando as especificações dos serviços a serem executados estão muito bem definidas. como preços unitários. Hora técnica (ou tarifa) é aceitável para as pequenas e grandes intervenções. Independente da existência de planilha de quantidades caberá ao contratado assegurar-se de que os valores encontrados são válidos. a ser definida pelo executor. Todo cuidado deve ser tomado para definição do custo da hora técnica apresentada nas planilhas de orçamento. É comum que se adote a periodicidade mensal de medição para os serviços. sofrerão incidência dos custos indiretos adotados para todo o contrato. algumas vezes. a situação financeira do contrato poderá ser comprometida. A aplicação deste sistema de contratação quando o escopo do serviço não se encontra perfeitamente definido acarretará muitas dificuldades na condução do contrato pelas partes envolvidas. sendo que ao primeiro cabe garantir qualidade das informações apresentadas nos convites de licitações e. ou quando a Paulo Roberto Vilela Dias 11 . Isto é. só entrarão nas medições quando solicitados formalmente e por escrito pelo cliente. pode-se determiná-lo por mês. ainda. Assim. que não tem valor para pagamento. estes estando de bom nível. Empresas e Profissionais A contratação por preços unitários é quando mesmo havendo planilha de quantidades. admitese uma negociação posterior a assinatura do contrato. • hora técnica ou tarifa (semelhante ao sistema de preços unitários. • 1. para estes casos. Estes serviços. e ainda. os produtos a serem gerados estão perfeitamente identificados. equipamentos de laboratório e etc) deve-se. enquanto a parcela do trabalho que não é bem conhecida será reembolsada a preços unitários. de acordo com o estudo apresentado no Capítulo 4.sistema misto (quando parte do serviço é representado por preço global.3. microcomputadores. Quanto aos bens patrimoniais (veículos. podendo ser de um ou mais profissionais. entretanto. enquanto que outra parcela será discriminada por itens de serviços que sofrerão medição para pagamento. que são denominados de despesas reembolsáveis. Os itens constantes da planilha de quantidades. entretanto.

o método aqui apresentado é adequado para qualquer uma das maneiras anteriormente citadas. Fixa-se o limite total de custos e define-se com precisão o custo total máximo do projeto. segundo o contrato.atuação do contratado não pode ser muito bem identificada antecipadamente com a precisão necessária. sua cronologia de emissão. 1. Valem todas as características de custo apresentadas para as demais formas de contratação de serviços de engenharia e arquitetura. proporcional à redução de custo obtida. podendo ser adotado o formulário citado anteriormente. impressora e acessórios de informática. preço global. Caso o preço estipulado seja ultrapassado caberá a prestadora de serviço arcar com parte acertada do excedente. Esta condição confunde-se com a contratação por preços unitários quando temos a mão de obra expressa na unidade de medição por hora. comunicações. emprego de microcomputador. na forma de medição dos serviços que será efetuada. acrescidos dos custos indiretos (explícitos ou não). pois. apenas. previamente acordada. então. que servirá de base às medições periódicas a serem efetuadas. inclusive lucro previsto. Podendo ser considerados: • • • • • salários imóveis veículos leves. as mesmas estão incluídas na taxa de encargos sociais.5 METODOLOGIA DE CUSTO Ë evidente que o mais importante na elaboração de propostas de preço continua sendo a experiência do engenheiro orçamentista.5. na qualificação e quantificação dos insumos necessários à perfeita execução dos serviços. 1.4 ESCOPO DOS SERVIÇOS O tipo de contratação interfere diretamente. o grau de detalhamento do escopo do trabalho e a perfeita identificação dos produtos a serem produzidos. Neste caso haverá necessidade de se apropriar as horas gastas pelos profissionais em cada atividade do contrato. Contrato com incentivo (prêmio) – Se a empresa não atingir o limite de custo estabelecido. aqueles que são facilmente descritos e visíveis ao cliente. medições após a contratação) dos custos diretos reais estimados (e comprovados através de medições). despesas gráficas e despesas diversas. devem estar descritos com bastante objetividade e clareza. aos contratantes garantirem o nível de excelência do memorial descritivo ou do edital de licitações. Máximo Garantido – Consideram-se os custos mais um percentual estipulado. Empresas e Profissionais 1.2 Outras Formas de Contratação Usuais Contrato por Administração – Considera-se o pagamento dos custos diretos específicos de um serviço. A remuneração (percentual) deverá cobrir os custos indiretos. sistema misto e hora técnica. além dos encargos sociais. tais como. 12 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. preço unitário. a administração central. 1. quilometragem. portanto. Caberá. conforme a situação e o vínculo trabalhista de cada profissional. principalmente. Procura garantir o prazo e o custo dos serviços através do estudo de alternativas técnicas. Haverá necessidade de se apropriar as horas efetivamente trabalhadas. todas as despesas indiretas. recebe como prêmio uma parcela. Lembramos que não serão computadas na medição das horas normais de pessoal tanto o sábado quanto o domingo e feriados não trabalhados. A experiência do profissional que elaborará a proposta só não é mais importante que a clareza. quando for o caso. motocicletas. bem como. e devem ser computados os custos. pick-ups e caminhões microcomputador. os encargos financeiros e o lucro da empresa.3.1 Caracterização dos Custos Diretos e Indiretos Subentende-se como custos diretos. podendo ser adotado um formulário denominado “Folha de Apropriação de Hora Técnica”. apresentado no ANEXO 1. A metodologia aqui exposta pressupõe o levantamento (e. Os produtos a serem elaborados. plotter 13 Paulo Roberto Vilela Dias . ou seja.

despesas de legalização do contrato.5. . compra e etc da sede da empresa. e não existe nenhuma dificuldade por isto. televisão. • Lucro — deverá ser prevista a margem de lucro do contrato a critério da empresa Em algumas situações. teodolito. ou conforme a exigência do cliente. . que é representado por percentual admitido para cada empresa ou por cada proposta. podemos preliminarmente definir o tipo de contratação.despesas com impostos. balizas e trenas laboratórios de solo. móveis e utensílios (mesa.aluguéis de imóveis ou veículos. comercial. .). gastos com comunicação: central telefônica.Anotação de Responsabilidade Técnica devida ao CREA. licitações. Depende da formulação de proposta de preços apresentada pelo cliente ou por nossa conta. vale refeição e etc) . . diárias da equipe técnica. principalmente. financeiro. cadeiras. 1. ar condicionado. Em alguns casos estes itens podem estar incluídos na administração central. sabemos que o preço estabelecido tem fundamental influência sobre o prazo de execução e a qualidade dos serviços prestados. concreto ou asfalto.encargos trabalhistas .seguros de responsabilidade civil ou de pessoal. Entretanto.2 Seleção da Modalidade de Contratação É extremamente importante a escolha do tipo de contrato. aparelhos de telefone ou de fax e rádios.despesas com treinamento e aprimoramento técnico da equipe. viagens e estadia do pessoal. montagens gráficas (cópias preto e branco ou coloridas e encadernações). . em função do tipo de serviço. O importante é que todos os insumos sejam apropriados ao custo de elaboração do serviço. sondagens de terreno e etc) ensaios tecnológicos especializados. • Encargos complementares. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 15 . correspondentes a outros custos indiretos não perceptíveis ao cliente. nível. . aluguel de copiadora. materiais de segurança e etc.benefícios (seguro saúde. e caberá. cafeteira e etc. • 14 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. custos diretos são utilizados como indiretos e vice-versa. papel.fianças bancárias ou cauções. estaduais ou federais. Os custos indiretos podem ser: Aplicáveis sobre o salário: . inclusive ART . temos: . grampeador e etc) serviços especializados (locações e levantamentos topográficos. uniformes.despesas legais. armários. alvarás e outra taxas municipais. • Administração central.eventualmente. em função da facilidade de se declará-los. borracha.vale transporte . na maioria das vezes. representa o custo da sede da empresa. Pois. conforme identificado a seguir: Os custos indiretos serão demonstrados ou não. ao cliente (órgão público ou particular) esta incumbência. entre outras despesas. inclusive respectivas contas periódicas.• • • • • • • • • • • • • softwares estação total. pessoal da diretoria e dos setores de pessoal. materiais de escritório (lápis.

despesas reembolsáveis ou despesas efetuadas diretamente pelo cliente e etc. com sua cronologia. despesas gerais. Paulo Roberto Vilela Dias 17 É fundamental especificar claramente o critério de medição para cada caso no memorial descritivo ou edital de concorrência. fiscalização ou acompanhamento de obras Gerenciamento de empreendimentos Serviços especiais com grande incidência de mão de obra Pequenas construções (por exemplo. é o seguinte: 1º passo) Elaborar a planilha de serviços e quantidades. microcomputadores e acessórios. principalmente preço unitário preço unitário ou global 1. o que é feito através da listagem das atividades e da determinação das quantidades de insumos (mão de obra e despesas gerais) necessárias ao perfeito desenvolvimento dos trabalhos. O preço de venda dos serviços será calculado a partir da análise adequada destes dados recebidos do cliente. combustível. O preço adequado e justo para um determinado serviço é diretamente proporcional à qualidade do escopo oferecido pelo interessado na contratação. 4º passo) Calcular o orçamento da proposta.DESCRIÇÃO DO SERVIÇO Estudos de um modo geral ou de viabilidade. especificar adequadamente todos os produtos que deverão ser produzidos e entregues ao interessado. é responsabilidade do interessado na contratação apresentar tais informações. e demais informações que propiciem ao prestador de serviço a identificação fiel orçamento. É de suma importância a qualidade da planilha de quantidades elaborada para a definição do preço de venda dos serviços.7 ROTEIRO DE CÁLCULO DO PREÇO DE VENDA O roteiro de cálculo do preço de venda dos serviços previsto nesta metodologia. para efeito de julgamento de preços entre os concorrentes. Portanto. Estão incluídos como custos básicos ou insumos: • salários e encargos sociais • veículos • preços de equipamentos técnicos • materiais de consumo (papel para impressão. a perfeita caracterização do escopo do trabalho. Hora técnica individual ou coletiva. assim. Empresas e Profissionais . Encontramos multiplicadores para salários. softwares e etc) • diárias e viagens e etc. 2º passo) De posse da planilha de quantidades devemos levantar os custos básicos que serão necessários definir para a elaboração do orçamento. 16 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. consiste na identificação clara dos seus objetivos. Consultorias ou assistência técnica Supervisão. Em muitas ocasiões o próprio interessado na execução do trabalho elabora a planilha de quantidades e preços e a fornece para todos os prestadores de serviço. garante a uniformidade das propostas. cartucho de impressora. o orçamento será o resultado da soma dos produtos das quantidades de serviços multiplicadas pelos preços unitários atribuídos aos mesmos. 3º passo) Calcular os valores do multiplicador “K” para os diferentes tipos selecionados para o serviço. 1. residências unifamiliares) FORMA DE CONTRATAÇÃO preço global preço global ou misto preço unitário preço unitário preço unitário preço unitário em função do serviço. Projetos básicos e executivos de qualquer natureza. é necessário determinar quais os tipos de multiplicadores serão utilizados.6 QUALIDADE DO ESCOPO DOS SERVIÇOS A definição correta e precisa do escopo das atividades é fundamental à elaboração consciente do preço de venda dos serviços.

HORAS TÉCNICAS 1. 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 25 26 27 28 29 30 31 TOTAL MENSAL 5º passo) Montar a planilha de serviços e quantidades. de acordo com as exigências do cliente ou com sua própria definição. através de formulários pré-estabelecidos. que a forma de apresentação da proposta de preços não suscite nenhuma dúvida quanto ao seu conteúdo e valores. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias DIAS DO MÊS / ATIVIDADE 1 2 3 4 5 6 7 TOTAL 8 9 MENSAL DE HORAS TÉCNICAS 2ª alternativa) o cliente não definiu o padrão de apresentação da proposta. são duas as situações previstas para a montagem da planilha de venda de serviços de engenharia. cabe ao prestador de serviço elaborar uma proposta clara. Será obrigatório montar esta planilha. cabendo desta maneira ao prestador de serviço. Como descrito anteriormente. de maneira a facilitar a análise pelo contratante e futuras negociações quando da efetivação da contratação. evitando-se desgastes em futuras negociações. DE MÊS / ANO : 1ª alternativa) o cliente padronizou a forma de apresentação da proposta. assim. elaborar a mesma dentro das especificações do contratante. o fluxograma de elaboração do cálculo do preço de venda de serviços de engenharia para os tipos aqui especificados. caso o cliente não tenha feito nenhuma exigência a respeito. objetiva e com o maior detalhamento possível. isto é: ANEXO 1 Folha de Apropriação de Hora Técnica (horas gastas pelos profissionais em cada atividade do contrato) 0 19 .8 FLUXOGRAMA DO CÁLCULO DO PREÇO DE VENDA Apresenta-se no ANEXO 2. APROPRIAÇÃO DE CATEGORIA PROFISSIONAL : FOLHA FUNCIONÁRIO : 18 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. Pode-se condicionar tanto o processo de cálculo do preço de venda dos serviços quanto a própria forma de apresentação. É interessante.

que pode ser adotaPaulo Roberto Vilela Dias 21 Me morial Descritivo Edita l ou Condições de Participação Estudos dos Dados Fornecidos pelo Cliente V isita Opcional ao local dos Serviços Elaboração da Planilha de Quantidades Def inição dos Insumos Básicos/ Pesquisa de Mercado Cálculo dos valores de “K” Calcular o custo da Proposta Cálculo dos valores de “K” Fluxograma Fluxograma de Cálculo do de Cálculo do Preço de Venda Preço de Venda Montar a Planilha de V enda da Proposta 20 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. este deverá estar em consonância tanto com a classificação profissional de seu sindicato quanto com o dissídio coletivo que rege as relações entre patrões e empregados. posteriormente. é omitida a especificação exigida para cada categoria profissional nos editais de licitações. esquecermos que os editais de concorrências podem e devem especificar as exigências mínimas para cada categoria profissional. esclarecemos que o próprio escopo do serviço poderá especificar as categorias profissionais. resolvemos adotar uma classificação de categorias profissionais própria. É muito importante nestes tipos de prestação de serviços de engenharia a classificação das categorias profissionais comumente adotada. são difíceis de serem adotadas na prática. bem como as características mínimas exigidas para cada uma. Entretanto. bem como. Isto faz com que o proponente fique exposto ao bom senso da comissão de julgamento da concorrência ou. portanto. sem. as especificações definidas nas convenções trabalhistas são sempre muito acanhadas. Assim. entretanto. a mão de obra é o fator preponderante do custo total. entretanto de modo geral. usando a nossa experiência no assunto. no entanto. da fiscalização do contrato. Devemos analisar a classificação das categorias profissionais em função do plano de cargos e salários de cada empresa.ANEXO 2 Fluxograma de elaboração do cálculo do preço de venda de serviços de engenharia 2 CLASSIFICAÇÃO DAS CATEGORIAS PROFISSIONAIS Na maioria dos tipos de serviços prestados escolhidos para estudo neste livro. Empresas e Profissionais . uma vez que não existe nenhuma definição oficial sobre o assunto. é fundamental analisarmos adequadamente os custos envolvidos com pessoal. é o que efetivamente deveria ocorrer. Aliás. portanto.

NÍVEL A CONSULTOR .da em qualquer situação. 2. da inexistência de uma classificação oficial ou normalizada. principalmente.NÍVEL B CONSULTOR .2 CARACTERÍSTICAS MÍNIMAS DAS CATEGORIAS PROFISSIONAIS As características mínimas para aceitabilidade das categorias profissionais apresentadas anteriormente.NÍVEL C PROFISSIONAL MASTER PROFISSIONAL SENIOR PROFISSIONAL PLENO OU MÉDIO PROFISSIONAL JUNIOR PROFISSIONAL TRAINEE PESSOAL DE APOIO TÉCNICO: TÉCNICO SENIOR TÉCNICO PLENO OU MÉDIO TÉCNICO JUNIOR CADISTA OU PROJETISTA SENIOR CADISTA OU PROJETISTA TOPÓGRAFO 22 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. bem como. Portanto. podem ser as descritas a seguir: Paulo Roberto Vilela Dias 23 . deve ser dedicada muita atenção na análise das especificações encontradas nos editais de licitações. esclarecemos que a mesma está de acordo com os princípios observados em editais e licitações recentes para casos análogos. 2.1 CLASSIFICAÇÃO DAS CATEGORIAS PROFISSIONAIS SUGERIDA A classificação das categorias profissionais mais comumente encontrada no meio da engenharia é a seguinte: PESSOAL DE NÍVEL SUPERIOR: DIRETOR DO PROJETO GERENTE OU COORDENADOR DE CONTRATO CONSULTOR . Empresas e Profissionais AUXILIAR DE TOPOGRAFIA LABORATORISTA AUXILIAR DE LABORATÓRIO ARQUIVISTA TÉCNICO AUXILIAR TÉCNICO SENIOR AUXILIAR TÉCNICO PLENO OU MÉDIO AUXILIAR TÉCNICO JUNIOR PESSOAL DE APOIO ADMINISTRATIVO: OPERADOR DE MICROCOMPUTADOR DIGITADOR SECRETÁRIA SENIOR OU EXECUTIVA SECRETÁRIA JUNIOR ADMINISTRATIVO PLENO AUXILIAR ADMINISTRATIVO MOTORISTA MENSAGEIRO SERVENTE / FAXINEIRO / COPEIRO Observamos que podem existir discrepâncias da terminologia de um cliente para outro em função.

outras referências. esta classificação não deverá ser entendida como definitiva para fins de apresentação de propostas. Ou ainda. pósgraduação. desenvolver o plano de cargos que lhe interesse em cada contratação. gerência ou diretoria. apresentação pessoal e etc. na avaliação profissional. tais como. com mais de 15 anos de atuação na área inerente ao projeto. contratado pela empresa para a prestação de serviços de assessoria especializada em questão de natureza bem específica. Empresas e Profissionais .NÍVEL B CONSULTOR .3 DESCRIÇÃO SUMÁRIA DAS CATEGORIAS PROFISSIONAIS Lembramos.NÍVEL C PROFISSIONAL MASTER PROFISSIONAL SENIOR PROFISSIONAL PLENO OU MÉDIO PROFISSIONAL JUNIOR PROFISSIONAL TRAINEE TÉCNICO SENIOR TÉCNICO PLENO OU MÉDIO TÉCNICO JUNIOR CADISTA OU PROJETISTA SENIOR CADISTA OU PROJETISTA TOPÓGRAFO AUXILIAR DE TOPOGRAFIA LABORATORISTA AUXILIAR DE LABORATÓRIO ARQUIVISTA TÉCNICO AUXILIAR TÉCNICO SENIOR AUXILIAR TÉCNICO PLENO OU MÉDIO AUXILIAR TÉCNICO JUNIOR OPERADOR DE MICROCOMPUTADOR DIGITADOR SECRETÁRIA SENIOR SECRETÁRIA JUNIOR ADMINISTRATIVO PLENO AUXILIAR ADMINISTRATIVO MOTORISTA MENSAGEIRO SERVENTE / FAXINEIRO / COPEIRO Tempo Mínimo de Experiência (anos) Formatura Na função 15 15 15 15 10 acima de 15 de 10 a15 anos de 5 a 10 anos de 2 a 5 anos até 2 anos 15 5 2 10 2 10 2 10 2 2 15 10 2 2 2 5 2 10 2 2 - 2. informática. DIRETOR DO PROJETO – profissional de nível superior do ramo da engenharia ou arquitetura. a seu juízo. GERENTE OU COORDENADOR DE CONTRATO – profissional de nível superior do ramo da engenharia ou arquitetura. fazemos uma tentativa de criar especificações mínimas para as categorias profissionais sugeridas. com mais de 15 anos de atuação na área inerente ao projeto. mestrado e doutorado. contratado pela empresa para a prestação de serviços de assessoria Paulo Roberto Vilela Dias 25 24 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. coordenação. CONSULTOR NÍVEL B – profissional de nível superior com notória especialização. conhecimento de línguas estrangeiras. Esta categoria é definida para empreendimentos de pequeno e médio portes. Contudo. que na ausência de classificação oficial.NÍVEL A CONSULTOR . CONSULTOR NÍVEL A – profissional de nível superior com notória especialização. com mais de 15 anos de atuação na área inerente ao projeto. com muito boa capacidade de liderança em trabalhos técnicos em equipe e apto a assumir cargo de chefia. cursos de extensão. com mais de 15 anos de atuação na área inerente ao projeto. Esta categoria só deverá existir em empreendimentos de grande porte. A seguir elaboramos uma descrição sumária de cada uma das categorias profissionais apresentadas anteriormente. com muito boa capacidade de liderança em trabalhos técnicos em equipe e apto a assumir cargo de chefia. Cabe realçar que devem ser consideradas. Deverá ser engenheiro com renome nacional para ser incluído nesta categoria.Descrição da Função DIRETOR DO PROJETO GERENTE OU COORDENADOR DE CONTRATO CONSULTOR . coordenação ou gerência. uma vez que cada cliente poderá.

PROFISSIONAL JUNIOR – profissional de nível superior dos diversos ramos da engenharia (civil. com experiência entre 10 e 15 anos. hidráulico e etc). AUXILIAR TÉCNICO PLENO OU MÉDIO – profissional de nível de 2º grau. com diploma de curso técnico. experiência inerente à profissão. com bons conhecimentos do software CAD. ARQUIVISTA TÉCNICO – profissional de nível superior ou médio. Deve possuir. com mais de 10 anos de atuação na área inerente ao projeto. com ou sem diploma de curso técnico. com no mínimo 15 anos de experiência inerente à profissão. AUXILIAR TÉCNICO JUNIOR – profissional de nível de 2º grau. AUXILIAR DE TOPOGRAFIA – profissional de nível de 1º grau. com no mínimo 2 anos de experiência inerente à profissão. com no mínimo 2 anos de experiência inerente à profissão.especializada em questão de natureza bem específica. AUXILIAR TÉCNICO SENIOR – profissional de nível de 2º grau. CADISTA OU PROJETISTA SENIOR – profissional de nível médio. TOPÓGRAFO – profissional de nível médio. com no mínimo 15 anos de experiência. Deve possuir. experiência inerente à profissão. com ou sem diploma de curso técnico. OPERADOR DE MICROCOMPUTADOR – profissional de nível de 2º grau. com no mínimo 5 anos de experiência inerente à profissão. elétrico. experiência inerente à profissão. com experiência entre 5 e 10 anos. CONSULTOR NÍVEL C – profissional de nível superior com notória especialização. capacidade e liderança de equipes de trabalhos técnicos. com no mínimo 2 anos de experiência inerente à profissão. mecânico e etc). elétrico. com no mínimo 2 anos de experiência inerente à profissão. com no mínimo 2 anos de experiência inerente à profissão. Deverá ser engenheiro com renome regional para ser incluído nesta categoria. experiência inerente à profissão. TÉCNICO PLENO OU MÉDIO – profissional de nível médio dos diversos ramos da engenharia (civil. SECRETÁRIA SENIOR – profissional de nível de 2º grau. Deve possuir. PROFISSIONAL TRAINEE – profissional de nível superior dos diversos ramos da engenharia (civil. civil. Deve possuir. civil. elétrico. Deverá ser engenheiro com renome regional. contratado pela empresa para a prestação de serviços de assessoria especializada em questão de natureza bem específica. mecânico e etc). com ou sem diploma de curso técnico. PROFISSIONAL MASTER – profissional de nível superior dos diversos ramos da engenharia (arquiteto. ainda. PROFISSIONAL PLENO OU MÉDIO – profissional de nível superior dos diversos ramos da engenharia (arquiteto. SECRETÁRIA JUNIOR – profissional de nível de 2º grau. com pouco tempo de experiência nesta categoria. com experiência entre 2 e 5 anos. com diploma de curso técnico. Possui. ainda. com no mínimo 5 anos de experiência inerente à profissão. CADISTA OU PROJETISTA – profissional de nível de 2º grau. com no mínimo 2 anos de experiência. experiência inerente à profissão. ainda. elétrico. sendo apto a assumir cargo de chefia de equipe de pessoal qualificado. experiência inerente à profissão. com no mínimo 5 anos de experiência inerente à profissão. elétrico. elétrico. ainda. Deve possuir. mecânico e etc). mecânico e etc). com experiência entre 5 e 15 anos inerente à profissão. PROFISSIONAL SENIOR – profissional de nível superior dos diversos ramos da engenharia (arquiteto. mecânico e etc). porém. mecânico e etc). 26 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. capacidade e liderança de equipes de trabalhos técnicos. recém-formado ou com até 2 anos de experiência. LABORATORISTA – profissional de nível médio. TÉCNICO SENIOR – profissional de nível médio dos diversos ramos da engenharia (civil. com no mínimo 2 anos de experiência inerente à profissão. com no mínimo 5 anos de experiência inerente à profissão. elétrico. elétrico. experiência inerente à profissão. com no mínimo 2 anos de experiência inerente à profissão. DIGITADOR – profissional de nível de 1º grau. com integral conhecimento do software CAD. com no mínimo 2 anos de experiência inerente à profissão. AUXILIAR DE LABORATÓRIO – profissional de nível de 1º grau. ainda. mecânico e etc). Deve possuir. com diploma de curso técnico. sendo apto a assumir cargo de chefia de equipe de pessoal qualificado. ainda. Paulo Roberto Vilela Dias 27 . com diploma de curso superior ou técnico. civil. com experiência entre 5 e 15 anos. Empresas e Profissionais TÉCNICO JUNIOR – profissional de nível médio dos diversos ramos da engenharia (civil. com no mínimo 15 anos de experiência. ainda.

DE ACORDO COM O NÍVEL DE EXPERIÊNCIA DE CADA PROFISSIONAL. informática e etc) também poderiam ser adotadas para o cálculo do grau de equivalência. • A obtenção do título de doutor equivale ao acréscimo de mais 4 (quatro) anos de experiência profissional e • A obtenção do título de pós-doutorado equivale ao acréscimo de mais 5 (cinco) anos de experiência profissional. domínio de informática – corresponde a um acréscimo na remuneração de 5%. Deve possuir capacidade de liderança e chefia de equipe. Empresas e Profissionais Aos profissionais que tenham obtido níveis de conhecimento além da graduação podemos conferir vantagens financeiras na remuneração. 2. mestrado – corresponde a um acréscimo na remuneração de 20%. correspondente a um acréscimo de anos de experiência profissional em função de cursos e títulos de pós-graduação obtidos. AINDA. PROFISSIONAL SENIOR . as demais características apresentadas anteriormente (línguas estrangeiras. sendo que com experiência acima de 5 anos. GRAU DE EQUIVALÊNCIA 2. MOTORISTA – profissional de nível de 1º grau. com no mínimo 5 anos de experiência inerente à profissão. com no mínimo 2 anos de experiência inerente à profissão. domínio de língua(s) estrangeira(s) – corresponde a um acréscimo na remuneração de 5%. 2. a não ser nos dois últimos casos. com no mínimo 2 anos de experiência inerente à profissão. COMO POR EXEMPLO: PROFISSIONAL SENIOR . 28 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. MENSAGEIRO – profissional de nível de 1º grau.NÍVEL C – idem PROFISSIONAL MÉDIO. Paulo Roberto Vilela Dias 29 . CONSIDERAÇÕES FINANCEIRAS 1. SERVENTE / FAXINEIRO / COPEIRO – profissional sem nenhuma qualificação especial que realiza tarefas subordinando-se a outros profissionais qualificados. Entre outras atividades estão servir café e promover limpeza de ambientes.2.1. de acordo com a tabela abaixo: • • • • • • pós-graduação – corresponde a um acréscimo na remuneração de 15%. sendo que com experiência acima de 12 anos. apresentada a seguir: Curso de pós-graduação equivale ao acréscimo de mais 1 (um) ano de experiência profissional. AUXILIAR ADMINISTRATIVO – profissional de nível de 1º grau.ADMINISTRATIVO PLENO – profissional de nível de 2º grau. caso o profissional certifique possuir mais de uma qualificação. PROFISSIONAL SENIOR . pós-doutorado – corresponde a um acréscimo na remuneração de 40%. Os valores apresentados não são cumulativos. SER SUBDIVIDA EM SUBCLASSES. DADOS TÉCNICOS Podemos considerar a experiência profissional através do conceito de grau de equivalência. doutorado – corresponde a um acréscimo na remuneração de 30%. • Evidentemente. com no mínimo 2 anos de experiência inerente à profissão. Define-se grau de equivalência como sendo o mérito técnico na especialidade. QUALQUER DAS CATEGORIAS DESCRITAS ANTERIORMENTE PODE. OBSERVAÇÕES: Podemos admitir a equivalência.NÍVEL A – idem PROFISSIONAL MÉDIO. sendo que com experiência acima de 8 anos.NÍVEL B – idem PROFISSIONAL MÉDIO. por exemplo. • A obtenção do título de mestre equivale ao acréscimo de mais 2 (dois) anos de experiência profissional.

sem deixar de levar em conta salários de mercado da região. principalmente. BENEFÍCIOS.1 TABELA DE CUSTO DE MÃO DE OBRA.L. ou outra forma de aferição desses valores. Devem ser considerados. aos quais serão filiados os empregados que forem contratados especificamente para o contrato.3 SALÁRIOS.T. resguardando os acordos coletivos e dissídios existentes.1 Tabela de custo de mão de obra Ao elaborar o orçamento de um serviço de engenharia deve-se adotar para custo de mão de obra. a escala de salários comumente adotada pelo mercado. – Consolidação das Leis do Trabalho. ENCARGOS SOCIAIS. Se a mesma não se encontra executando contratos na região. quando Paulo Roberto Vilela Dias 31 . ou através de pesquisa de mercado. 3. e acompanhados continuamente pelo engenheiro de custo. Cabe ressaltar que sempre deverão ser respeitados sindicatos profissionais que eventualmente existam na região da obra ou que a cubram. ENCARGOS ADICIONAIS COM PESSOAL. deverá ser adotada a tabela do sindicato de profissionais da região.1. VALE TRANSPORTE. ENCARGOS SOCIAIS Trataremos neste capítulo dos profissionais que são contratados através do regime da C. porque os salários pagos e também os benefícios não poderão ser inferiores ao acertado entre sindicatos ou através de acordos coletivos. e ainda. no entanto. CONTRATAÇÃO POR OBRA CERTA. 3. preferencialmente. os acordos coletivos ou dissídios em negociação entre sindicatos. a lei salarial vigente deverá ser respeitada.

neste caso temos 5 dias de trabalho por semana). deverá ter ciência da época de dissídio coletivo das diferentes categorias profissionais envolvidas no trabalho. a Tabela de Custo de Mão de Obra da empresa. uma matriz com as faixas de salários adequadas para os profissionais celetistas das empresas. ainda. Entretanto. Paulo Roberto Vilela Dias 33 . que são pagos aos empregados complementarmente. percentual de funcionários que obtém o aviso prévio indenizado. etc. o horário de trabalho definido nos dissídios coletivos das diferentes categorias profissionais. se possível por região.2 Encargos sociais Define-se por encargos sociais todos os impostos incidentes sobre a folha de pagamento de salários. bem como. Entretanto devemos considerar. portanto. Face ao elevado percentual sobre o salário nominal pago aos empregados. além do vale transporte que é previsto em lei. 3. podendo ser descontado 6% (seis por cento) do provento mensal do funcionário. Salários e benefícios dos profissionais que trabalham na área de consultoria de engenharia são negociados entre o sindicato dos empregados e o patronal. neste caso o SINAENCO – Sindicato Nacional das Empresas de Consultoria de Engenharia. Empresas e Profissionais gem o cálculo dos encargos sociais. ainda. seguro saúde. O engenheiro de custo deverá ter a sua disposição. por hora ou por mês. Deve-se considerar. outros eventuais benefícios oferecidos pela empresa. auxílio-alimentação. é de fundamental importância cada empresa avaliar periodicamente o valor de encargos sociais a ser previsto nos orçamentos. quando não existir transporte próprio para o pessoal contratado. ser consideradas algumas peculiaridades de cada empresa que afetam o custo das leis sociais. rotatividade média da mão de obra. Atualmente a maior parte dos encargos sociais é decorrente da nova Constituição do Brasil promulgada em outubro de 1988. Ressalta-se que o vale transporte nas grandes cidades. de suma importância por seu elevado peso no preço final de qualquer empreendimento. Na maioria das vezes o custo das leis sociais será embutido nos próprios salários. sabemos que os valores encontrados com a aplicação desta tabela estão acima dos valores médios de mercado. Uma vez que constantemente são alteradas algumas das leis que re32 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. Para este caso considera-se. Salários de mensalistas – os valores dos próprios salários já incorporam alguns itens de custo que no salário hora são considerados como encargos sociais. já que. ainda. A taxa de leis sociais deve ser calculada em função do tipo de contratação do profissional. ou seja. fornecida pelo Departamento de Recursos Humanos.5 horas por dia. bem como. formulada pelo IBEC em palestra com a presença de inúmeros colegas. pode corresponder em alguns casos como na cidade do Rio de Janeiro a 35% (trinta e cinco por cento) de acréscimo nominal sobre o salário mensal. tais como. devendo ser calculado como um percentual deste. Por lei considera-se 220 horas de trabalho por mês. considerando-se que por acordo coletivo desta categoria o número de horas de trabalho por dia é de 42. um total entre 170 horas de trabalho por mês. Esta tabela está expressa em função do salário mínimo profissional definido por lei.1. isto é. da seguinte maneira: Horas de trabalho por mês = 20 dias úteis x 8. Deverão. etc. No ANEXO 1 estão apresentados os salários médios para a região da cidade do Rio de Janeiro.estes forem mais elevados que os anteriormente citados.5 horas por semana (ou 8. no máximo. que corresponde ao pagamento pela empresa do custo integral do deslocamento diário no percurso casa-trabalho-casa. o repouso semanal remunerado e os dias feriados admitidos como leis sociais sobre o salário hora. isto é. atualizada.5 horas por dia = 170 horas por mês Salários de horistas – não existe nenhum encargo embutido no salário hora. devem ser considerados no percentual de encargos sociais o repouso semanal remunerado e os feriados. cabe ao orçamentista acompanhar a evolução destas leis. de modo a manter atualizado o percentual referente a este item de custo.

englobando entre outros. descontados os do período de férias. totalizando. feriado.Encargos sobre horas extras – são vários aspectos a adotar conforme o tipo de hora extra considerado.5 horas por semana Paulo Roberto Vilela Dias 35 . por exemplo.5 horas por semana dividido por 5 dias úteis por semana) adotamos o horário normal de operação em obras. os seguintes encargos: INSS. FGTS. sofrem a incidência de encargos classificados no GRUPO A. Entretanto.5 horas de trabalho por dia (42. e. Assim temos. portanto temos a considerar apenas 48. São pagos diretamente ao empregado e para efetuar seus cálculos é necessário que inicialmente se estabeleça a quantidade de dias ou de horas efetivamente trabalhadas por ano. Para se definir o valor de 8. uma vez que se cumpriu o número máximo de horas permitido por semana de 2ª feira a 6ª feira. que a jornada de trabalho a ser empregada é de 42. feriados: para a cidade do Rio de Janeiro o máximo de feriados e dias santificados por município é de 12 dias. • no sábado não há expediente. portanto. férias: por lei são 30 dias.5 hs por dia = 42.1. SEBRAE.5 horas.5 horas por dia. que está calculada para 1 (um) ano de permanência do profissional na função. SENAI ou SENAC. INCRA. • o domingo é considerado como dia de repouso semanal remunerado. com uma hora de intervalo para almoço. b) GRUPO B São considerados os direitos a recebimento de salários de dias em que não há prestação de serviços. pode-se considerar que um dia feriado irá coincidir com um ou mais domingos. 2.3 Metodologia de cálculo do percentual de encargos sociais A título de se fornecer noções básicas sobre procedimentos e roteiros do cálculo utilizados na estimativa de encargos sociais. O cálculo do número de horas efetivas de trabalho por ano. isto é.295 horas efetivas de trabalho por ano. entretanto. então. um total de 365 . combinações entre estas e etc. O cálculo dos dias efetivamente trabalhados por ano considera. noturna. perfazendo um total de 8.5 horas diárias. devem motivar pesquisa própria. SALÁRIO EDUCAÇÃO e SEGURO DE ACIDENTES DO TRABALHO. seguro contra risco de acidentes no trabalho. e assim. os seguintes dados: 34 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. cabe ressaltar que alguns tópicos são exclusivamente inerentes a cada empresa. sábado. portanto. porque: .(48 + 12 + 5 + 30) = 270 dias efetivos de trabalho por ano. tanto para horistas quanto para mensalistas. sendo 8. 3. leva em consideração além dos dias anteriormente definidos. Veja texto apresentado no Capítulo 4 do livro. enfermidade: em média são 5 (cinco) dias de paralisação por ano por funcionário. aviso prévio remunerado ou não. e principalmente.5 horas semanais. Entre esses itens estão. SESI ou SESC. bem como. apresenta-se no ANEXO 2 a metodologia atualizada a ser seguida. para a construção civil. domingo. a saber: a) GRUPO A Encargos básicos correspondentes às obrigações que por lei incidem diretamente na folha de pagamento de salários. a rotatividade do pessoal de serviços de engenharia. Empresas e Profissionais domingos por ano: são 52 ao todo.5 horas 0 horas TOTAL 42. e eventualmente algum feriado que coincida com um domingo.no Sábado 5 dias x 8. que é a seguinte: de 2ª feira a 6ª feira das 8:30 horas às 18:00 horas. para cálculo da hora extra divide-se o salário mês por 220 horas. segundo a rubrica 507 do IAPAS. A apresentação da metodologia segue a classificação usual. • Assim completamos a jornada semanal com 42.de 2ª feira a 6ª feira . conforme determina a lei.

Estes adicionais.c) GRUPO C Os encargos deste grupo são pagos diretamente aos empregados.0%. 36 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. As estatísticas dos índices de acidentes serão obtidas através da obrigatoriedade que as empresas têm de informar ao INSS a ocorrência dos acidentes de trabalho. (Regulamento da Previdência Social). FGTS – 8.20% a.787/89 de 30/06/89. que experimentar índices de acidentes de trabalho superiores à média do setor de construção. classificando-o como Grau III . Acidentes de Trabalho . 477 a 486.5% sobre a remuneração devida ao FGTS pelo prazo de 60 meses. sofrendo adicional. Recentemente o Decreto 356 alterou o percentual para 3. 0. 449.) artigos 221 e 224 do Decreto n° 83. em relação à empresa. Consideraremos neste estudo que a percentagem de mulheres nas empresas de engenharia é de 30%.3) SALÁRIO MATERNIDADE: De acordo com a Constituição de 1988. que acrescenta 0. publicada no D.U.Riscos Graves. 497 e 502 da C. O percentual adotado engloba os percentuais referentes a Salário Família. 4. não são onerados pelas leis do GRUPO A. apenas 6% utilizará o salário maternidade por ano.8% Não se considerará este encargo uma vez que o mesmo é pago diretamente pelo INSS.2% 0.5% a.3% do salário maternidade.P. por ocasião da promulgação do R. fixa as alíquotas para os seguintes itens: Sesi Senai Incra Sebrae Salário Educação 1. Cálculo da Taxa do GRUPO A a) Taxa única (legislação): Salário Maternidade = (120 ÷ 270) x (0. INSS .0% do salário família.8%.5) SEGURO DE ACIDENTES NO TRABALHO: Lei 7.0% sobre os empregados. apurada pela Previdência.1) Lei n° 7. neste caso.4% do Funrural e 0. Salário Maternidade e INSS sobre o 13° salário. instituiu o percentual de 2. segundo o Anteprojeto de Regulamento da Previdência Social (R.30 x 0.P.2) Decreto n° 60.080 de 24/01/79.9 a 1.S.4) FGTS – Artigos 439.6% 2.75% do INSS sobre 13º salário..5% 1. englobando ainda.820 de 20/12/66 e adicional da Lei Complementar Nº 110/01 de 29/06/2001 (a vigorar a partir de 01/10/2001).466 de 14/05/67.S. podendo variar de 0. no trimestre anterior e divulgada no mês seguinte ao da apuração. enquanto. 2. por serem próprios de cada empresa. mas.06) = 0. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 37 .L. não foram considerados no presente estudo. Decreto n° 59.O.787 de 30/06/89. Outros casos são: o INSS sobre o 13° salário e FGTS sobre o 13° salário. a. em 03/07/89. a empresa deverá obrigatoriamente pagar os 120 dias após a maternidade.T.5% a.3. individualmente considerada.0% a.0% 0.

50 x 0. 70.6% f) DÉCIMO TERCEIRO SALÁRIO: Legislação: Lei n° 4. No caso de adicional noturno a hora é considerada como sendo de 52 minutos. e que essa atividade é sistemática. capítulo III .. abordou a matéria. 383 e 384 da C. Entretanto. 38 Paulo Roberto Vilela Dias 39 . corresponde ao pagamento de 30 dias adicionais por ano.L.T. O empregador deverá pagar ao empregado horista o domingo. Considerou-se média de 5 faltas justificadas por ano e por empregado. e Lei de Regulamentação do Repouso Remunerado.L.P. cabendo ao empregador pagar abono de 1/3 do salário. 71. incluído neste grupo de acordo com a Ordem de Serviço INSS/DAF n° 73 de 07/04/ 93. Décimo Terceiro Salário = (30 ÷ 270) = 11. Empresas e Profissionais Aviso Prévio = 7 ÷ 270 = 2. Por fim. o que se observa no setor da construção é que.03 = 0. que 80% dos operários recebem aviso prévio e que o período de permanência no emprego é inferior a 6 meses. e ainda. Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. enquanto a Constituição estabelece acréscimo de 50% para as horas extras.785 de 28/11/67. regulamentada pelo Decreto n° 57.155 de 03/11/65. na prática. sobre férias e 13° salário. 72. a fórmula de cálculo seria a apresentada abaixo: Adicional Noturno = [((8 x 7 x 3) ÷ 365) ÷ 270] x 13 (meses) x 0. Repouso Semanal Remunerado = 48 ÷ 270 = 17. ainda não se dispõe de uma definição precisa nem o anteprojeto do R. são considerados 30 dias corridos de férias por ano.Cálculo da Taxa do GRUPO B a) FÉRIAS: De acordo com a Constituição Federal. garante-se o mínimo de 30 dias de aviso prévio e que ao empregado é dada a alternativa de optar por ausentar-se duas horas diárias nesse período ou lhe é facultado faltar sete dias corridos dentro do prazo. assim. será incluído nos custos indiretos. Caso fosse considerado como encargo social. 307. acima referido.20 x 0.1% h) LICENÇA PATERNIDADE: Segue a mesma diretriz apresentada para o Salário Maternidade.T. Feriados = 12 ÷ 270 = 4. entretanto. 382. com redução das duas horas diárias estipuladas.4% d) AUXÍLIO ENFERMIDADE: Decreto n° 61. o adicional noturno não deve ser considerado como encargo social. portanto repercutindo.Seção II.9% e) AVISO PRÉVIO TRABALHADO: Apesar da legislação permitir às empresas manter o empregado trabalhando pelo prazo correspondente ao aviso prévio. A partir de estatísticas do setor de construção que indicam uma representatividade de 3% para os vigias noturnos sobre o total de empregados. a hora de trabalho noturno tem um adicional de 20%.8% b) REPOUSO SEMANAL REMUNERADO: Artigos 66. Sabemos ainda.S. (Consolidação das Leis do Trabalho). Auxílio Enfermidade = (5 ÷ 270) = 1. de acordo com a Constituição. em apenas 40% dos casos o operário recebe aviso prévio trabalhado.1% g) ADICIONAL NOTURNO: De acordo com a C. Férias = (30 + 10) ÷ 270 = 14.8% c) FERIADOS: Considerou-se 12 (doze) feriados por ano (ANEXO 4). 67.090/62 de 13/ 07/62.

• seguro de vida. Assim sendo.1 = 0. ainda. os benefícios previstos em lei.0% 40 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.1.4 Modelo da tabela de cálculo do percentual da taxa de encargos sociais A fim de melhor esclarecer a metodologia apresentada no item 5. anexamos a memória de cálculo da taxa de encargos sociais.9% 3. bem como modelo da Tabela de Cálculo do Percentual de Encargos Sociais (ANEXO 3).50) x 0.50 x 8. botas. lanche ou jantar).1. ou ainda. FGTS sobre o 13° Salário = 0. almoço .1 = 1.Segundo estimativa baseada nos cinco dias de licença provisoriamente fixados pela Constituição.08 x 11. • vale transporte. uma vez que o construtor prefere pagar o aviso-prévio. em função do valor do salário. Este percentual sofrerá acréscimo de 10% de acordo com a Lei Complementar Nº 110/01 (vigorando a partir de 01/10/ 2001) e por 60 meses.82% a 11.03 ÷ 0. 3.820 de 20/12/66.8% Podemos considerar.2 ENCARGOS COMPLEMENTARES Cálculo da Taxa do GRUPO C a) AVISO PRÉVIO INDENIZADO: De acordo com a Lei 7787/89. a empresa deve fazer análise meticulosa do estudo em questão de maneira a compatibilizar a mesma com seus próprios parâmetros.97 = 0.9 = 4.5% c) FGTS SOBRE 13º SALÁRIO: Corresponde ao pagamento de 8% sobre o 13º Salário do funcionário. dispensando o funcionário da permanência no canteiro de obra.80 = 6. incluirse-á esta parcela neste grupo. Corresponde ao pagamento de 7. IAPAS SOBRE O 13º SALÁRIO = 0. sobre o 13º do funcionário. em estatística (IBGE) de composição etária da população (50% na faixa de 18 a 59 anos). a critério da empresa. Serão adotados os princípios que regem ao Aviso Prévio Trabalhado. Aviso Prévio Indenizado = (23 ÷ 270) x 0. • assistência médica.º 59. considerou-se para fins de encargo social o percentual de 9%. taxa média de fecundidade de aproximadamente 3% e na proporção de 97% de homens no total da mão de obra direta empregada na construção civil será considerada o número de horas de licença paternidade. óculos e etc) • alojamento • .09 x 11. cintos. • EPI – equipamentos de proteção individual (uniformes. em caso de demissão do emprego. considerando-se que 80% dos operários são indenizados. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 41 Os encargos complementares correspondem a benefícios proporcionados aos funcionários. e podem ser: vale refeição ou alimentação (café da manhã . Depósito por Rescisão sem Justa Causa = 0.3. Adicionalmente esclarece-se que para a adoção destes ou quaisquer outros valores encontrados em revistas e publicações especializadas.0%. de acordo com a Constituição Federal corresponde ao pagamento de 40% sobre o FGTS. Licença Paternidade = (5 ÷ 270) x (0. tais como: b) IAPAS SOBRE 13º SALÁRIO. para aplicação tanto sobre o salário hora ou quanto sobre o salário mensal.0% i) DEPÓSITO POR RESCISÃO SEM JUSTA CAUSA: Legislação: Decreto n. estabelecidos em dissídios ou acordos coletivos.

• a assistência médica (seguro saúde) corresponde em média a 4. entretanto. teremos o valor de R$ 3.6% da folha salarial e encargos sociais. estes custos deverão estar incidindo como custo indireto sobre os salários. Aconselhamos que seja incorporado a qualquer das parcelas indiretas incidentes sobre o salário.00.770.000.06 = R$ 24.R$ 24.77 = R$ 1.2% da folha salarial e encargos sociais.cálculo do percentual sobre a folha de pagamento: Valor do vale refeição: R$ 4.770.00 por funcionário mês.00 x 0. segundo pesquisa realizada em diversas empresas prestadoras de serviço de engenharia. então. corresponde em média a 0.00 .60 por dia. • dois dependentes a R$ 50.00 (R$ 72. conforme abaixo: .Cada empresa deverá pesquisar os valores próprios destes custos. se considerarmos. podemos citar que: vale refeição ou alimentação corresponde em média a 3. • Estes percentuais foram obtidos da seguinte maneira: Para que se obtenha um percentual identificado com a fórmula de cálculo do preço de venda. como informação genérica. porém.00 / R$ 1.00) / R$ 1.00 = 3.00 / R$ 1.00 por funcionário mês (o próprio mais Em alguns casos.00 cada pessoa).00 por funcionário dia. sendo que a empresa descontará 6% sobre o salário do profissional. sendo que cabe ao profissional arcar com 20% deste valor. como por exemplo.2% Em alguns contratos.770. os Encargos Complementares.00 .desconto sobre o salário: R$ 400. assim.770.1% da folha salarial e encargos sociais.00 por funcionário mês (consideramos no âmbito deste livro o número de dias por mês igual a 20) e que o salário médio da empresa é de R$ 1.2% R$ 64.valor mensal do vale transporte: R$ 3.000. o preço da passagem igual a R$ 1. isto nos leva ao valor mensal desembolsado pela empresa de R$ 64.60 x 20 dias úteis = R$ 72. definimos como sendo de 50%.00 = 3. • seguro de vida. vem: R$ 75. não pode ser esquecido no cálculo do preço de venda de um serviço.80 = R$ 64. aqui considerado igual a 77%. Empresas e Profissionais . por ser comum em grandes empresas a adoção deste percentual.00 x 20 dias x 0.00 .00 O vale transporte não é um encargo social. podemos calcular o percentual médio sobre a folha salarial mais encargos sociais. ainda.80 (dois ônibus por viagem). é necessário. principalmente aqueles de exclusivo fornecimento de pessoal. Assim. a parcela que cabe a empresa é decisão inquestionável. portanto o custo é de R$ 75. entretanto. definiu-se este valor em função do salário mais encargos sociais.6% • Seguro Saúde Adotamos o valor de R$ 150.00 = 4. acrescer ao custo indireto as ferramentas manuais e pequenas máquinas que serão utilizadas na execução dos serviços.00 x 1. Paulo Roberto Vilela Dias 43 42 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. assim: Base de cálculo do salário = R$ 1. • Vale Transporte Vale refeição: Considerou-se o valor do vale refeição igual a R$ 4.

portanto. cujo prazo máximo de duração do vínculo trabalhista é de três meses.01 a 715.5 2.019 de 03/01/1974.2 3. Neste percentual estão excluídos os custos referentes à vale transporte.0 0.• Outros Benefícios: Algumas empresas oferecem outros benefícios. ficará isento do pagamento da multa sobre o FGTS e do aviso prévio.01 a 600. quando do encerramento do contrato.65 9. sabemos que empresas deste ramo cobram taxas entre 60 e 70% sobre o salário nominal para locação de mão de obra. que é regida pela CLT. assim. ainda. seguro odontológico e etc).TRABALHADOR ASSALARIADO SALÁRIO CONTRIBUIÇÃO (R$) Até 429.00 Paulo Roberto Vilela Dias 45 .4 OBS: Os percentuais estão calculados sobre a soma da folha de pagamento mais encargos sociais 3.00 De 600. o contrato será transformado em CLT normal exigindo o pagamento dos itens anteriormente citados. usufruindo de todas as sua vantagens.00 De 429. raras vezes. até 2. entre eles podemos descrever: plano de aposentadoria programada.430 % 7. Empresas e Profissionais Desconto para profissionais assalariados: INSS .1 2.5 INSS PROFISSIONAL COM VÍNCULO EMPREGATÍCIO Resumo dos Benefícios Estudados DESCRIÇÃO Assistência Técnica Vale Refeição Vale Transporte Seguro de Vida Aposentadoria Outros TOTAL % 4. todos os encargos de lei para estes serviços.0 13. Lei nº 6.6 1.5% • diversos (ticket combustível. 3.1% • parcelas referentes ao aviso prévio e a multa sobre o FGTS. 3. a taxa de administração e o lucro.3 CONTRATAÇÃO POR OBRA CERTA OU POR PRAZO DETERMINADO Pode-se contratar profissionais por um período determinado de tempo e para uma obra específica. ainda. caberá às empresas construtoras contratarem a estas a locação de pessoal pretendida. a empresa de locação desta mão de obra é que goza de isenção de vários impostos permitindo a redução do custo de contratação. Nesta modalidade de contratação. caberá ao Empregador especificar no contrato de trabalho a localização e o prazo da obra. auxílio refeição e seguro saúde. admitindo-se. Cabe ressaltar que se houver distrato fora do prazo contratual ou mudança de endereço de trabalho. prorrogação por igual período.65 8. incluindo.01 a 1. Estes serviços legalmente devem ser prestados por empresas que se enquadrem em legislação específica.00 11. Entretanto. Nesta data. efetuar a locação de profissionais dentro do regime temporário. portanto. obtém-se o direito de reduzir o custo com o empregado. o Empregado terá direito a receber as 44 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.4 MÃO DE OBRA TEMPORÁRIA Podemos. Observa-se que o profissional é regido pela CLT. assim. além dos citados anteriormente. uma vez que não cabe o pagamento do mês de aviso prévio e da multa sobre o FGTS. 2.00 De 715. se o empregado for demitido antes do prazo acertado e/ ou transferido de obra.

Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 47 .ANEXO 1 Salários Médios para a Região da Cidade do Rio de Janeiro ANEXO 2 Salários Médios para a Região da Cidade do Rio de Janeiro 46 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.

ANEXO 3 Metodologia Atualizada a ser seguida na Estimativa de Encargos Sociais (calculada para um ano de permanência do profissional na função) TABELA DE CÁLCULO DE ENCARGOS SOCIAIS incidente sobre o salário hora CÓ DI GO ANEXO 4 Tabela de Cálculo Percentual de Encargos Sociais (Salário Mensal) TABELA DE CÁLCULO DE ENCARGOS SOCIAIS incidente sobre o salário mensal CÓ DI DESCRIÇÃO FÓRMULAS GO Incidente sobre o Salário Mês GRUPO A GRUPO B GRUPO C Incidente s/ Hora Extra Incidente s/ Hora Normal DESCRIÇÃO FÓRMULAS GRUPO A GRUPO GRUPO B C Incidente sobre Hora Extra Dados Básicos Para Cálculo dos Dias Efetivamente Trabalhados ( para salário/hora ) : A B C D E F G Dias Por Ano Domingos Domingos de Férias Dias de Enfermidade Férias Feriados Resultado ( A.Remuner.5 17.2 PERCENTUAL DE ENCARGOS SOCIAIS ADOTADO 125 125 1.97) H 1 / 11 * 100 0.1 4.Resc. nas grandes cidades.Cálculo efetuado para a permanência de 1 (HUM) ano na empresa Observações : 1.8 14.8 0.8 Repou.0 9.0 8.1 4.E .8 1.3 22.8 14.6 2.1 22.0 2. Férias Feriados Aviso Prévio Trabalhado Aviso Prévio Indenizado Auxílio-Enfermidade Licença Paternidade H 13º Salário Dep. nas grandes cidades.08 * H 0. a fim de selecionar aqueles que efetivamente constam de seu orçamento .0 0.0 0.0 8.Seman.0 0.0 1.Seman.8 0. deveremos considerar 20 a 35% referente ao vale-transporte.Ressalta-se que ao valor adotado acima .5 3.2 125.Considerou-se em média 8. isto é .4 6. bem como .0 2. 3.0 9.6 6.Considerou-se 170 horas de trabalho por mês = 20 dias x 8.C ) / G * 100 ( E + 10 ) / G * 100 OBS : A base de cálculo do encargo social sobre o salário mensal é 11 meses ( 12 meses por ano menos 1 mes de férias ) 20. 5.0 0.6 2.2 20.5 1.Sempre que se necessitar utilizar esta tabela deve-se avaliar cada ítem .5 0. bem como .4 2.3 59.0 11.Cálculo efetuado para a permanência de 1 (HUM) ano na empresa 6.2 0.50 * 8.0 8. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 49 . FGTS Salário Maternidade 365 52 4 5 30 12 270 FIXO FIXO FIXO FIXO FIXO FIXO FIXO FIXO FIXO ( B .33 ) / 11 * 100 7 / 330 * 100 (( 23/30) / 11 * 100 ) *0.0 0.2 0.08 * H 37.No ítem AVISO PRÉVIO INDENIZADO considerou-se apenas o complemento ao AVISO PRÉVIO TRABALHADO .0 1.5 1.( B .0 1.8 5 / G * 100 5 / (G * 0.015 * 0.7 11.9 37.5 0.O valor da hora a ser adotada como referência para cálculo da hora extra é o salário mensal dividido por 220.8 4.5 1.Contra Acid.5 horas de trabalho por dia. 2.1 4. seu valor em cada caso .5 17.4 6.9 0. 23 dias .0 12.4 2.6 1.3 30.09 x H 0.0 85. FGTS Salário Maternidade Repou.5 1. mesmo este não sendo encargo sobre a folha de pagamento de salários .0 8.3 Incidência Cumulativa do Grupo A sobre o Grupo B TOTAL PERCENTUAL DE ENCARGOS SOCIAIS ADOTADO 85. 4.0 11. 5.5 3.6 2.2 0.SemJusta Causa FIXO FIXO FIXO FIXO FIXO FIXO FIXO FIXO 20. seu valor em cada caso .Remun. mesmo este não sendo encargo sobre a folha de pagamento de salários .9 103.8 1.1 5.1 0.Ressalta-se que ao valor adotado acima .5 20. 4. 3.2 0.3 73.6 6.Resc.5 0.0 SUB-TOTAIS DOS GRUPOS Incidência Cumulativa do Grupo A sobre o Grupo B 85 85 TOTAL CALCULADO 125.F ) IAPAS SESI / SESC SENAI / SESC INCRA SEBRAE Salário Educação Seg.0 11.Trab.5 1.C ) .9 0. 23 dias . isto é .97 F / G * 100 7 / G * 100 ( 23 / G * 100 ) * 0.9 0.D .7 IAPAS sobre o 13º salário FGTS sobre 13ºSalário SUB-TOTAIS 30 / G * 100 0.No ítem AVISO PRÉVIO INDENIZADO considerou-se apenas o complemento ao AVISO PRÉVIO TRABALHADO .1 0.Sempre que se necessitar utilizar esta tabela deve-se avaliar cada ítem .2 IAPAS SESI / SESC SENAI / SESC INCRA Sebrae Salário Educação Seg.6 1.Contra Acid.0 1. Férias Feriados Aviso Prévio Trabalhado Aviso Prévio Indenizado Auxílio-Enfermidade Licença Paternidade 13º Salário Dep.9 0.8 4.6 2.50 * 8.5 1.0 12.1 4.09 x H 0. Observações : deveremos considerar 20 a 35% referente ao vale-transporte. a fim de selecionar aqueles que efetivamente constam de seu orçamento .5 ( E + 0.5 3.5 0.Trab. 2.SemJusta Causa IAPAS sobre o 13º salário FGTS sobre 13ºSalário ( 5 / 330 * 100 ) 5 / 330 * 0.1 5.5 3.0 0.015 * 0.5 horas por dia 48 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.7 0.

Entretanto. assim.327 de 08-02-67 SENHORA Feriado Municipal 15 DEZEMBRO 8 SÁBADO IMACULADA CONCEIÇÃO Lei 1. fundamentalmente. das especificações do memoPaulo Roberto Vilela Dias 51 . caberá ao engenheiro orçamentista.561 de 19/10/79 Feriado Municipal 14 4 ASSUNÇÃO DE NOSSA Lei 1. isto é. é muito difícil estabelecer-se perfeitamente os meses em que será executado o trabalho. deve considerar a época de realização do serviço. O cálculo não pode ser utilizado para profissionais da construção civil. a fim de obter a máxima acurácia do orçamento que está realizando. De um modo geral. a situação é bastante tranquila para a empresa prestadora de serviço.327 de 08-02-67 Feriado Estadual Lei 7. o estudo das horas de trabalho por mês da mão de obra. forçará ao engenheiro orçamentista promover estudo das horas de trabalho por mês. Quando a planilha de preços é elaborada com salários mensais e a medição de serviços será. entenda-se por hora efetivamente trabalhada. a qual se deve dar total atenção.327 de 08-02-67 16 OUTROS FERIADOS DA CONSTRUÇÃO CIVIL OUTUBRO 2ª FEIRA DIA DA CONSTRUÇÃO CIVIL Feriado Setorial 17 Na elaboração de proposta de preço de serviços de engenharia com preponderância de mão de obra a fase mais difícil. definir-se mês a mês a quantidade de dias úteis.ANEXO 5 Feriados CALENDÁRIO DE FERIADOS NACIONAIS PARA O ANO DE 2002 MÊS JANEIRO FEVEREIRO FEVEREIRO ABRIL MAIO MAIO SETEMBRO OUTUBRO NOVEMBRO NOVEMBRO DEZEMBRO DEZEMBRO DEZEMBRO 4 MOTIVO Feriado Nacional Lei 662 de 06-04-49 1 Nº DIA 1 11 12 21 1 30 7 12 2 15 24 25 31 DIA DA SEMANA 3ª FEIRA 2ª FEIRA 3ª FEIRA DOMINGO 4ª FEIRA 5ª FEIRA SÁBADO SÁBADO SÁBADO 6ª FEIRA 3ª FEIRA 4ª FEIRA 3ª FEIRA COMEMORAÇÃO ANO NOVO CONFRATERNIZAÇÃO UNIVERSAL CARNAVAL CARNAVAL TIRADENTES DIA DO TRABALHO CORPUS CHRISTI INDEPENDÊNCIA NOSSA SENHORA DE APARECIDA FINADOS PROCLAMAÇÃO DA REPÚBLICA NATAL NATAL ANO NOVO ESTUDO DAS HORAS DE TRABALHO POR MÊS DOS PROFISSIONAIS 2 3 Feriado Nacional Lei 1. também. Lembramos que o cálculo da quantidade de horas de trabalho por mês deve ser calculado por categoria profissional.802 de 30-06-80 Feriado Nacional Lei 662 de 06-04-49 Feriado Nacional Lei 662 de 06-04-49 4. por mês. Depende.1 OBJETIVO 4 5 6 7 8 9 10 11 Feriado Nacional Lei 662 de 06-04-49 12 13 FERIADOS DA CIDADE DE BELO HORIZONTE E DO ESTADO DE MINAS GERAIS Feriado Municipal MARÇO ABRIL AGOSTO 29 21 15 6ª FEIRA SÁBADO 4ª FEIRA PAIXÃO DE CRISTO DIA DO ESTADO DE MINAS GERAIS Lei 1. definir o número médio de dias úteis por mês.266 de 08-12-50 Feriado Nacional Lei 662 de 06-04-49 Feriado Nacional Lei 662 de 06-04-49 Feriado Nacional Lei 662 de 06-04-49 Feriado Nacional Lei 6. no presente estudo estamos tratando dos empregados em empresas de consultoria de engenharia. Em realidade. é a discussão da quantidade de horas trabalhadas por mês pelos profissionais. para o caso da planilha de quantidades expressa na unidade hora. também.

uma vez que existem os feriados e faltas justificadas a descontar. definir a quantidade de horas trabalhadas por mês. de acordo com o sindicato da categoria = 8.3 Adotaremos em média 20 (vinte) dias úteis por mês para efeito dos estudos praticados no âmbito deste livro. Outra maneira e mais precisa de se calcular o número de horas de trabalho por mês é multiplicar a jornada diária de trabalho pela quantidade média de dias úteis mensais. assim vem: CÁLCULO DA QUANTIDADE DE DIAS ÚTEIS POR MÊS Jornada diária.5 horas trabalhadas por semana. sempre por categorias profissionais ou por sindicato de trabalhadores. da época do ano e do dissídio coletivo das categorias profissionais. a quantidade média de horas de trabalho por mês pode ser considerada igual a 170 horas. isto é. assim. Adotaremos 170 horas de trabalho por mês. portanto. da região de desenvolvimento dos serviços.040 horas (170 horas por mês x 12 meses por ano) As considerações descritas neste capítulo servem apenas para orientar o engenheiro. Somente deste modo haverá segurança na definição do preço horário de venda dos salários dos profissionais. podemos considerar um total de 42. Considerando-se. os profissionais que atuam em escritórios de empresas de prestação de serviços de engenharia e arquitetura.5 horas Cálculo dos dias úteis por mês. pois. 4. valores inferiores podem ser fixados através de acordos coletivos. O que ainda não é de todo verdade. sabemos que cada mês pode apresentar um número distinto de dias úteis.2 QUANTIDADE MÉDIA DE HORAS TRABALHADAS POR MÊS De acordo com a Constituição Federal o número máximo de horas de trabalho por semana para qualquer profissional é de 44 horas. Faremos nossa simulação considerando o total de 42. Na construção civil para o pessoal operário é adotado o limite máximo de horas por semana estabelecido na legislação. considerando-se 8. o horário normal de trabalho é das 8:30 ás 18:00 horas. Ressalta-se que em pesquisas realizadas em grandes empresas de engenharia e arquitetura a quantidade média de horas de trabalho por mês é inferior aos valores teóricos encontrados anteriormente. com intervalo de 1 hora para almoço. 44 horas. o que segundo estatísticas conhecidas.14. bem como. Empresas e Profissionais (A)Total de dias por ano calendário Cálculo dos dias não trabalhados por ano: Domingos Sábados Feriados Dias de enfermidade (B)Total de dias não trabalhados por ano (C)Total de dias úteis por ano (A) – (B) Total de dias úteis por mês (C) ÷ 12 = 365 = = = = = = = 52 52 12 5 121 244 20. Paulo Roberto Vilela Dias 53 .2857 (30 dias por mês ÷ 7 dias por semana) semanas por mês. podemos dizer que o total de horas efetivamente de trabalho por mês para esta categoria profissional é de 182. concluímos que a jornada de trabalho diária é de 8. está mais próximo da realidade. Logo.rial descritivo ou do edital. Cabe conferir que o número de horas de trabalho de um funcionário por ano é igual a 2. o período de execução do contrato é muito importante. entretanto. sabendo-se que em média temos 4. sendo da ordem de 160 a 166 horas. para o caso das atividades profissionais em escritórios de engenharia e arquitetura: 52 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.5 horas para semana de cinco dias úteis.5 horas diárias de trabalho.5 horas. uma vez que em cada orçamento será obrigatória a elaboração do estudo de horas de trabalho por mês.

Assim.2. O que poderá ser feito por ponto eletrônico ou manual.5 horas por dia. 4. aquelas cumpridas dentro do acordo coletivo da categoria. Assim. podemos considerar o seguinte: • preço global. formas de cálculo e de medição. isto é. a medição das categorias profissionais dar-se-á por horas efetivamente trabalhadas. no horário pré-estabelecido nos acordos coletivos. existe a necessidade do profissional estender seu período normal de trabalho. Adotaremos 170 horas de trabalho por mês para esta categoria profissional. cuja forma de contratação não seja por 54 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. ou ainda.5 = 164 horas de trabalho por mês 4. faltas abonadas. vem: 7 dias por mês x 7 ÷ 12 = 4 dias Assim sendo. sábados (quando oficialmente se cumpre a jornada de trabalho semanal de 2ª a 6ª feira) e domingos. entretanto.3 x 8. de 2ª a 6ª feira. cabe ao cliente efetuar a medição das horas efetivamente trabalhadas por cada profissional integrante da equipe. não se consideram férias. 4. desconto em função das férias: admitindo-se que o funcionário permanecerá 7 (sete) meses na empresa.2.1 Medição Em contratos destes tipos. podemos definir o seguinte: Total de dias úteis por ano. anteriormente calculado = 244 Desconto relativo a férias e aviso prévio = 15 Total de dias de trabalho por ano (244 – 15) = 231 Total de dias de trabalho por mês (C) ÷ 12 = 19.2 Conclusão É muito importante a compreensão correta deste fundamento.3 dias úteis por mês x 7 ÷ 12 = 11 dias • desconto em virtude do mês de aviso prévio: admitindo-se a que o funcionário permanecerá 7 (sete) meses na empresa. A prática demonstra que se pode considerar valores para horas de trabalho por mês entre 160 e 180 horas. ou até um pouco inferior. ou seja. para bem aplicar às propostas de preços. por folha específica de apropriação de hora técnica. a fim de encerrar determinadas tarefas que se encontram atrasadas ou mesmo as que surgem de última Paulo Roberto Vilela Dias 55 . a despeito dos estudos aqui desenvolvidos. e comumente ocorre. Entretanto.3 ANÁLISE DE CASOS DAS HORAS EXTRAS Os valores e situações de horas trabalhadas até aqui analisados referem-se sempre às horas normais. cabe ao engenheiro de custos. normalmente. Empresas e Profissionais Ressaltamos que. temos que: 19. como aqui calculado o valor mais próximo referente à média anual é realmente igual a 170 horas.Esta quantidade de horas se deve a necessidade de se reduzir do número de dias úteis por mês os dias não trabalhados por conta do aviso prévio e das férias. temos: 20. em cada situação determinar a quantidade correta de horas de trabalho por mês.3 Uma vez que a categoria que estamos contemplando trabalha 8. Estes ressarcimentos à empresa prestadora de serviços se darão através da taxa de encargos sociais. feriados.

temos que o salário hora (hora normal) para efeito do cálculo da hora extra é: R$ 500.00. sendo que: Este valor de 220 horas por mês pode ser atribuído ao cálculo adiante apresentado: Horas de trabalho por mês Domingos TOTAL 44 horas por semana x 4. Apesar de sofrer variações em função da região e da categoria profissional.86 HORA NORMAL = SALÁRIO MENSAL ÷ 220 horas 56 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. Hora extra noturna. devem ser obtidos junto aos sindicatos locais de cada categoria profissional. adota-se a hora normal como sendo o salário mensal dividido por 220 horas. Hora extra noturna nos feriados. Hora extra noturna aos sábados. das 6:00 até às 22:00 horas. assim. a hora extra é igual a: HORA EXTRA = % DE ACRÉSCIMO x HORA NORMAL. Entretanto.7 HORA EXTRA 2ª FEIRA = R$ 3. das 6:00 até às 22:00 horas. Hora extra noturna aos domingos. ocorre o que se denomina como hora extra.28 semanas por mês = 188. Os percentuais de acréscimo sobre a hora normal. assim. de um profissional que recebe salário mensal de R$ 500.32 horas por mês 4 domingos por mês x 8 horas por domingo = 32.27 x 1. após às 22:00 e até às 06:00 horas. Solução: Uma vez que o salário mensal é de R$ 500. Hora extra nos feriados.Calcular a hora extra. igual a 70%. de 2ª a 6ª feira após às 22:00 e até às 06:00 horas.00 ÷ 220 = R$ 2. as leis trabalhistas vigentes e ainda o acordo coletivo da região de realização dos serviços. entre 18:00 e 21:00 horas. Hora extra aos domingos. após às 22:00 e até às 06:00 horas.27 Sendo considerado o acréscimo de hora extra no período especificado. para cada um dos tipos apresentados anteriormente. das 6:00 até às 22:00 horas. 2ª feira de 18:00 às 21:00 horas.32 horas por mês EXEMPLOS PRÁTICOS: 1 . Entretanto. Para se determinar o valor das horas extras trabalhadas tem se que levar em consideração. Hora extra aos sábados. vem: HORA EXTRA 2ª FEIRA = R$ 2.hora. realizada em numa 2ª feira.00. podemos definir que as horas extras podem ser divididas. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 57 . segundo a Constituição Federal este percentual não pode ser inferior a 50%.00 horas por mês = 220. das 6:00 até às 22:00 horas. após às 22:00 e até às 06:00 horas. salienta-se que para o cálculo da hora extra. nos seguintes tipos: Hora extra de 2ª a 6ª feira. de uma maneira geral.

65 5 PESSOAL AUTÔNOMO. e na impossibilidade de apresentarem uma melhor maneira de se relacionar com a pessoa jurídica.Calcular o salário hora de um profissional que cumpre o horário de trabalho das 22:00 às 6:00. SERVIÇOS DE TERCEIROS.200.00 ÷ 220 = R$ 5. Assim.Calcular a hora extra noturna. consideramos que a mão de obra seria contratada como celetista. temos que o salário hora normal para efeito do cálculo da hora extra é: R$ 1.25 HORA EXTRA NOTURNA DE DOMINGO = R$ 13. realizada em um Domingo de um profissional que recebe salário mensal de R$ 1. regida pela CLT – Consolidação das Leis do Trabalho.00 ÷ 220 = R$ 2. Anteriormente. no Capítulo 3. Interessa-nos discutir os custos diretos e indiretos de cada uma destas maneiras especiais de se contratar mão de obra.46 Sendo considerado o acréscimo de hora extra de Domingo igual a 100% e o adicional noturno correspondente a 25%. para prazos maiores o profissional deverá ter outra forma de se relacionar com a empresa.00. que são: profissionais autônomos.40 Consideram-se nesta categoria profissionais que não tenham vínculo empregatício com a empresa. poderá ser configurado o vínculo empregatício.200. Solução: Trata-se de salário hora normal. Empresas e Profissionais .25 Hora noturna = R$ 3. Salário hora = R$ 600. isto é. Solução: Uma vez que o salário mensal é de R$ 1. caso contrário. entretanto. MÃO DE OBRA TEMPORÁRIA.00. Paulo Roberto Vilela Dias 59 58 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. através da contratação de pessoas jurídicas. • cooperativas de trabalhadores.200. entretanto. COOPERATIVA DE TRABALHADORES.1 PROFISSIONAL AUTÔNOMO Devemos aplicar sobre a hora normal o adicional noturno que consideraremos igual a 25%. • serviços terceirizados.72 x 1. vem: HORA EXTRA NOTURNA DE DOMINGO = R$ 5.46 x 2 x 1. isto é.2 . noturno. receberá sua remuneração via RPA – Recibo de Pagamento de Autônomo. • 3.00.72 Hora noturna = R$ 2. porém. existem outras formas possíveis e legais de se utilizar o pessoal. 5. cujo salário mês é de R$ 600. alertamos que o período máximo admissível para estes contratos é de 3 meses.

para o recebimento da remuneração pelo serviço prestado. de acordo com a Lei nº 5764/71 de 16/12/1971. é a apresentada a seguir: Consideramos nesta categoria.00 Alíquota isento 15% 27. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 61 . com a retenção a ser efetuada para fins de IR – Imposto de Renda de Pessoa Física. No Capítulo 8 apresentaremos maiores esclarecimentos quanto à aplicação destes impostos. a tabela do imposto de renda na fonte.01 20 9 36 1.00 20 0 1. Os impostos sobre o faturamento (ISS. ainda.058.115.00 R$ 158.00 De R$ 1. Arcará.00 20 Ver Instrução Normativa do INSS Nº 4 de 30/11/1999 5. porém. ainda da Constituição Federal 60 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. Entretanto. PIS. 5. É legal deduzir.000.00 por aposentadoria para quem já completou 65 anos.Caberá ao profissional receber apenas o valor acertado pelo serviço prestado.Imposto Sobre Serviço.058.2 SERVIÇOS DE TERCEIROS A pagar (R$) 40.058. que emitirá nota fiscal ou fatura.80 257.3 COOPERATIVAS DE TRABALHADORES Uma forma legal de contratação de profissionais que vem ganhando força em nossos dias é através de cooperativas de trabalhadores. COFINS. que tenham firma individual ou tenham qualquer tipo de vínculo com uma pessoa jurídica.40 286.00 por dependente. quando inscrito. que é de exclusiva competência de cada prefeitura. bem como o valor pago à Previdência Social no mês.60 200.00 171. o pagamento do INSS. Ao profissional caberá. conforme descrito na própria metodologia de cálculo do preço de venda de serviços exposta nesta publicação. Devemos considerar 20% sobre o valor do RPA – Recibo de Pagamento de Autônomo para cobrir essa despesa.430. IR . profissionais sem vínculo empregatício com a empresa. Para os serviços terceirizados não existe a incidência de outros custos ou impostos para a empresa contratante. para profissionais autônomos é a seguinte: IMPOSTO DE RENDA PESSOA FÍSICA Salário Parcela a Deduzir Até R$ 1. que é bastante oneroso.287.144.00 20 6 12 858. ainda. desde que acordado entre as partes.08 INSS – AUTÔNOMOS E EMPRESÁRIOS Classe Meses de Salário Alíquota Permanência (R$) (%) 1 12 200.70 Acima de R$ 2. de acordo com sua faixa de contribuição e cuja tabela.00 20 7 24 1. ainda.5% OBS : Pode-se deduzir da renda R$106. a empresa arcará com o pagamento do INSS sobre o serviço de autônomo. Ao profissional caberá assumir as despesas de sua regularização junto à municipalidade para efeito de pagamento do ISS .20 228. nesta data (maio/ 2002). Entretanto. Nesta data.00 R$ 423. se o mesmo for inscrito no INSS aplicaremos o percentual de 20% sobre o maior salário de contribuição. porém. caso o profissional não seja inscrito no INSS. podendo haver restituição ou imposto a pagar. pensão alimentícia judicial e R$ 1. CSLL e CPMF) devem estar embutidos no preço ofertado pela empresa contratada.99 20 8 36 1.01 a R$ 2.115. não se deve esquecer que este valor é compensado na declaração anual de rendimentos.

. que é uma pessoa jurídica convencional... contém: “ A Lei apoiará o Cooperativismo e . e inclusive emitirá nota fiscal pela prestação dos serviços.. que deverá ser pactuada entre as partes e deverá estar expressa no contrato................. COFINS e PIS).. 6% TOTAL (Média) ........ nesta data....... excluídos os impostos sobre a emissão da nota fiscal (ISS. ” e do artigo 24 do Decreto nº 22. 12% Impostos sobre a Nota Fiscal (Cooperativa) . outros benefícios. demais custos diretos e indiretos......... seguro pecuniário. ou seja........239.. O profissional sofrerá retenção do imposto de renda na fonte de acordo com a tabela apresentada anteriormente.. existe a incidência apenas do pagamento do INSS que é de 15% sobre o faturamento da cooperativa para a empresa contratante.. Ao profissional legalmente só caberá a remuneração acordada....... Podemos identificar da seguinte forma o custo da contratação de uma cooperativa de trabalhadores: INSS sobre a Nota Fiscal (contratante) .. 62 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva... entre 8% e 12%. As taxas de administração das cooperativas estão.. a empresa contratante poderá oferecer. seguro saúde e etc.... conforme acordo com cada cooperativa.de 05/10/1988 que no Título VII .. Caberá ao profissional cooperado o pagamento do carnê do INSS segundo sua faixa de contribuição.... entretanto...... benefícios do tipo: • • • • • Outros descontos....... seguro pessoal.. visto que à cooperativa caberá fornecer uma nota fiscal de prestação de serviços... dar-se-á o mesmo tratamento de pessoas jurídicas. sempre através da própria cooperativa............ 36.......... Nestes casos...... o custo adicional da cooperativa passa para 10% e 20%... bem como.. À remuneração do profissional deverão ser acrescidos os benefícios oferecidos.... Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 63 .. tais como........... 15% Taxa de Administração (Cooperativa) ....... O vínculo do contratante é com a cooperativa........ 1 e artigo 174 – parágrafo 2.... da taxa de administração da cooperativa.... ticket refeição... cap....5% vale transporte... aplicáveis sobre a taxa de administração..... Deverá ser assinado contrato de trabalho entre a empresa contratante e a cooperativa........ Com a adição do imposto sobre o faturamento... e ainda... conforme tabela anexa. seguro saúde..

por fornecedor.6 CÁLCULO DO CUSTO DE BENS PATRIMONIAIS Caberá ao engenheiro de custos. uma vez que apresentam valores de compra elevados. • Apresenta-se no ANEXO 1 modelo do mapa de Coleta de Preços visando facilitar a elaboração da pesquisa de mercado. 6. • preço de fornecimento. após a elaboração da planilha de quantidades. uma vez que a metodologia adotada está apresentada no Capítulo 7. • condições de pagamento. Da pesquisa de mercado. • prazo de entrega e disponibilidade. os seguintes dados: descrição detalhada do item. embalagem e etc. principalmente. frete. deve constar. efetuar listagem contendo todos os itens patrimoniais necessários à pesquisa de mercado de preços. incluindo todos os impostos. com no mínimo três fornecedores distintos.1 PESQUISA DE MERCADO DE ITENS PATRIMONIAIS A pesquisa de mercado para conhecimento do valor de aquisição dos bens patrimoniais será feita na região sede da empresa ou onde se desenvolverão os serviços. Consideraremos nesta categoria os softwares largamente utilizados nestes tipos de contrato e que oneram sobremaneira os custos dos contratos. Não incluiremos neste capítulo o custo de utilização de veículos automotores. Paulo Roberto Vilela Dias 65 .

Poder-se-ia denominar que o cliente paga aluguel pelo emprego do item patrimonial. no caso de impressoras. APARELHOS DE FAX OU TELEFONE OU RÁDIO. VÍDEOCASSETE. Vida Útil de Itens Patrimoniais Apresenta-se uma tabela de valores para a vida útil de vários itens patrimoniais. muitas vezes. entretanto. para equipamen- Paulo Roberto Vilela Dias 67 . PLOTERES. é necessário que se defina o custo de aluguel destes itens. MÓVEIS E UTENSÍLIOS (MESAS. ITEM PATRIMONIAL VIDA ÚTIL (meses) MÉDIA MÁXIMA MICROCOMPUTADORES E IMPRESSORAS 24 48 PLOTERES 24 48 SOFTWARES 18 24 APARELHOS DE FAX OU TELEFONE 60 60 MÓVEIS E UTENSÍLIOS 48 60 EQUIPAMENTOS DE TOPOGRAFIA OU DE LABORATÓRIO 60 60 MÁQUINA DE CAFÉ. Divide-se em custos com mão de obra e peças de reposição. EQUIPAMENTOS DE TOPOGRAFIA OU DE LABORATÓRIO. A fórmula de cálculo que pode ser aplicada para a determinação do custo de produção de bens patrimoniais (BP) é a apresentada a seguir : BP = DEPRECIAÇÃO (D) + JUROS (J) + MANUTENÇÃO (M) + CUSTO OPERACIONAL (CO) Definição dos itens de custo dos bens patrimoniais: DEPRECIAÇÃO – é a parcela referente a perda de valor do bem patrimonial em decorrência do uso ou obsolescência. • 66 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. VIDEOCASSETE 60 60 A taxa de juros a ser adotada deve estar entre 10 e 12% ao ano. incluir substituição de cartuchos. ARMÁRIOS E ETC). TELEVISÃO. FILTRO DE ÁGUA E MÁQUINA DE CAFÉ. isto é. em cada situação. SOFTWARES. são reutilizados em vários serviços distintos. Nos serviços objeto deste livro é comum constar da planilha de quantidades bens patrimoniais. • JUROS – corresponde a remuneração do capital investido na aquisição do item patrimonial. tais como: MICROCOMPUTADORES. levam o orçamentista a adotar tempos de vida útil distintos dos mostrados. o tempo de contrato ou a possibilidade de se reutilizar o equipamento em outros contratos. CADEIRAS.5 x VALOR DE AQUISIÇÃO ÷ VIDA ÚTIL CUSTOS OPERACIONAIS.Entendemos como bens patrimoniais itens de consumo que não se desgastam em um único contrato. devem ser computados os valores necessários. outros fatores. ANTENA. combustível e etc). ANTENA PARABÓLICA OU DE QUALQUER NATUREZA. cuja propriedade é da própria prestadora de serviços. IMPRESSORAS. Uma vez que esses bens foram objeto de compra pela prestadora de serviço e que tem um tempo de vida útil determinado. deverá efetuar cotação no mercado para locação. Aconselha-se que quando for o caso. por exemplo. TV. papel próprio para impressão e etc. ou seja. como. caberá sempre que utilizado ser considerado como custo de produção do serviço. • MANUTENÇÃO – é a parcela por meio da qual se mantém o patrimônio em perfeitas condições de utilização. No caso da empresa não possuir o bem. FILTRO. Empresas e Profissionais Fórmulas de Cálculo das Parcelas do Custo de Bens Patrimoniais: DEPRECIAÇÃO = VALOR DE AQUISIÇÃO ÷ VIDA ÚTIL JUROS = VALOR DE AQUISIÇÃO x TAXA ANUAL DE JUROS ÷ 12 MANUTENÇÃO = 0. Assim. CUSTO OPERACIONAL – é a utilização do item patrimonial compre• endendo os custos necessários à sua operação (energia elétrica.

000.000. EXEMPLO PRÁTICO: 1.000. podemos. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 69 .00 ÷ 30 D = R$ 500. conforme informado anteriormente.00 ÷ 24 D = R$ 83.00 + R$ 150.5 x 15.00 por mês Se quisermos conhecer o aluguel por hora. Deve-se observar que a energia elétrica necessária à utilização dos equipamentos ou aparelhos será computada em um item específico do custo indireto. no valor de R$ 15.00.63 D = VALOR DE AQUISIÇÃO ÷ VIDA ÚTIL Adotando-se a VIDA ÚTIL igual a 30 meses. com substituição de peças e componentes).00 ET (mês) = R$ 900.000.Calcular o custo mensal de um aparelho de topografia do tipo estação total (ET) de última geração. por exemplo. assim temos: ET (hora) = R$ 900.12 ÷ 12 J = R$ 150. Para veículos. temos: D = 2. considerar que o mesmo trabalha 160 horas por mês.00.5 x VALOR DE AQUISIÇÃO ÷ VIDA ÚTIL M = (0. MC = D + J + M D = VALOR DE AQUISIÇÃO ÷ VIDA ÚTIL Adotando-se a VIDA ÚTIL igual a 24 meses. por exemplo.000. uma vez que os serviços transcorrem dentro do canteiro de obras da construtora. temos: D = 15.Calcular o custo mensal de um microcomputador (MC) de última geração. É usual nestes contratos o fornecimento pelo cliente da energia elétrica.00 + R$ 250.00) ÷ 30 M = R$ 250.00 x 0.00 2.000. no valor de R$ 2.00 J = VALOR DE AQUISIÇÃO x TAXA ANUAL DE JUROS ÷ 12 Adotando-se a TAXA ANUAL DE JUROS igual a 12% ao ano. ET = D + J + M M = 0.00 ÷ 160 horas ET (hora) = R$ 5. devemos adotar a metodologia apresentada no capítulo 7. temos: J = 15.tos de informática consultar no mercado os valores do custo de manutenção mensal (fixa) e corretiva (eventual.00 ET (mês) = R$ 500.33 J = VALOR DE AQUISIÇÃO x TAXA ANUAL DE JUROS ÷ 12 68 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.

00 + R$ 18.00 + R$ 41. uma vez que após o encerramento da obra o equipamento será doado ao cliente.33 + R$ 20.00 IL (mês) = R$ 100. 18 meses.00 MC (mês) = R$ 83. assim temos: IL (hora) = R$ 168.85 M = R$ 50.00 M = (0. considerar que o mesmo trabalha 170 horas por mês. temos: Adotando-se a VIDA ÚTIL igual a 18 meses.00 x 0. podemos.000.00 IL (mês) = R$ 168. por exemplo.00 ÷ 170 horas IL (hora) = R$ 0.5 x VALOR DE AQUISIÇÃO ÷ VIDA ÚTIL MC (mês) = R$ 145.800. IL = D + J + M 70 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.00 ÷ 170 horas MC (hora) = R$ 0.99 3. Considerar a vida útil igual ao prazo do contrato.12 ÷ 12 J = R$ 18.67 J = VALOR DE AQUISIÇÃO x TAXA ANUAL DE JUROS ÷ 12 Adotando-se a TAXA ANUAL DE JUROS igual a 12% ao ano. podemos.00.67 M = 0.12 ÷ 12 D = 1.Calcular o custo mensal de uma impressora a lazer (IL) de última geração.00) ÷ 24 M = R$ 41. no valor de R$ 1.00 + R$ 50.800. por exemplo.00 D = R$ 100.00 ÷ 18 J = R$ 20.5 x VALOR DE AQUISIÇÃO ÷ VIDA ÚTIL M = (0. temos: J = 1. temos: J = 2. considerar que o mesmo trabalha 170 horas por mês.00 M = 0.00) ÷ 18 Se quisermos conhecer o aluguel por hora.D = VALOR DE AQUISIÇÃO ÷ VIDA ÚTIL Adotando-se a TAXA ANUAL DE JUROS igual a 12% ao ano.800. assim temos: MC (hora) = R$ 145. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 71 .5 x 2.00 x 0.5 x 1.000.00 Se quisermos conhecer o aluguel por hora.800.

00 M = Não se considerou verba para manutenção SW (mês) = R$ 133.00.33 J = VALOR DE AQUISIÇÃO x TAXA ANUAL DE JUROS ÷ 12 Adotando-se a TAXA ANUAL DE JUROS igual a 10% ao ano. assim temos: CAFÉ (hora) = R$ 26. considerar que o mesmo trabalha 160 horas por mês.00 CAFÉ (mês) = R$ 13.4. temos: J = 4.67 CAFÉ (mês) = R$ 26.33 J = VALOR DE AQUISIÇÃO x TAXA ANUAL DE JUROS ÷ 12 M = 0.33 + R$ 6.33 72 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.10 ÷ 12 J = R$ 40. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 73 .67 SW (mês) = R$ 173.67 Se quisermos conhecer o aluguel por hora. temos: D = 4.00 x 0.17 5.800.67 ÷ 160 horas CAFÉ (hora) = R$ 0. CAFÉ = D + J + M D = VALOR DE AQUISIÇÃO ÷ VIDA ÚTIL Adotando-se a VIDA ÚTIL igual a 60 meses. por exemplo.33 + R$ 40. no valor de R$ 800.00) ÷ 60 M = R$ 6.00. podemos. temos: J = 800.800.Calcular o custo mensal de uma máquina de café (CAFÉ). no valor de R$ 4.5 x VALOR DE AQUISIÇÃO ÷ VIDA ÚTIL M = (0.Calcular o custo mensal de aquisição de um software ou conjunto de softwares (SW).00 ÷ 60 D = R$ 13.10 ÷ 12 J = R$ 6.67 Adotando-se a TAXA ANUAL DE JUROS igual a 10% ao ano.5 x 800.800.00 x 0. temos: D = 800. SW = D + J + M D = VALOR DE AQUISIÇÃO ÷ VIDA ÚTIL Adotando-se a VIDA ÚTIL igual a 36 meses.67 + R$ 6.00 ÷ 36 D = R$ 133.

00. mesa de reunião com 06 cadeiras no valor de R$ 500.750. podemos. assim temos: SW (hora) = R$ 173. = Não se considerou verba para manutenção MOB (mês) = R$ 62.00 ÷ 170 horas MOB (hora) = R$ 0.50 J = VALOR DE AQUISIÇÃO x TAXA ANUAL DE JUROS ÷ 12 74 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.00 cada.00. por exemplo.33 ÷ 170 horas SW (hora) = R$ 1.00 Se quisermos conhecer o aluguel por hora. armários fechados no valor de R$ 240. cujo valor de aquisição é de R$ 450. considerar que o mesmo trabalha 170 horas por mês. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 75 . assim temos: MOB (hora) = R$ 100.00 cada. podemos.50 M 6.00 ÷ 36 Adotando-se a VIDA ÚTIL igual a 60 meses.750. temos: J = 3.00 x 0.00 ÷ 60 D = R$ 62.Se quisermos conhecer o aluguel por hora. considerar que o mesmo trabalha 170 horas por mês.02 Adotando-se a TAXA ANUAL DE JUROS igual a 12% ao ano. por exemplo. cadeiras padrão normal no valor de R$ 45.50 Mobiliário utilizado pelo contrato: • • • • • • • • • 05 10 03 01 01 01 02 01 04 mesas tipo escrivaninha no valor de R$ 120. temos: D = 3. MOB = D + J + M D = VALOR DE AQUISIÇÃO ÷ VIDA ÚTIL MOB (mês) = R$ 100. estufa para marmitas no valor de R$ 300.Calcular o custo mensal de aluguel de um rádio transmissor com alcance de 5 km.00 cada.00 cada e estantes metálicas abertas no valor de R$ 40.00.50 + R$ 37. temos: D = 450.00.12 ÷ 12 J = R$ 37.750. conforme dos itens relacionados abaixo. geladeira no valor de R$ 800.00 cada.59 7. RADIO = D + J + M D = VALOR DE AQUISIÇÃO ÷ VIDA ÚTIL Adotando-se a VIDA ÚTIL igual a 36 meses. no valor total de R$ 3. arquivo metálico no valor de R$ 150.00 cada.00.Calcular o custo mensal de aluguel de mobiliário de obra. máquinas de calcular elétricas no valor de R$ 35.

considerar que o mesmo trabalha 170 horas por mês.5 x VALOR DE AQUISIÇÃO ÷ VIDA ÚTIL ANEXO 1 Modelo de Mapa de Coleta de Preços (para Elaboração da Pesquisa de Mercado) DE RADIO (mês) = R$ 12.25 RADIO (mês) = R$ 23. podemos.00 x 0.50 + R$ 6.00) ÷ 36 Unitário Total Unitário Total COLETA Previsão de Entrega : DESCRIÇÃO Endereço de Entrega : QUANT.25 PREÇOS M = (0. por exemplo.14 Unitário Total M = R$ 6.50 + R$ 4. temos: J = 450. assim temos: RADIO (hora) = R$ 23.5 x 450.50 M = 0.D = R$ 12.25 ÷ 170 horas RADIO (hora) = R$ 0.12 ÷ 12 J = R$ 4.50 J = VALOR DE AQUISIÇÃO x TAXA ANUAL DE JUROS ÷ 12 Adotando-se a TAXA ANUAL DE JUROS igual a 12% ao ano. UNID 76 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias Cliente Obra Observações : : : Data da Coleta Cond.Pagmto: Prazo Entrega Total Compra Impostos (%): Fornecedor : Preço Base Desconto(%): Vendedor : Telefone : Frete : 77 .25 Se quisermos conhecer o aluguel por hora.

2. ou seja. descrita pormenorizadamente em nossa primeira publicação.1 INTRODUÇÃO A metodologia exposta neste capítulo para cálculo do custo de utilização de veículos pode ser aplicada para transportes de carga. As formas de cálculo do custo de utilização dos veículos adotados nos orçamentos de serviços previstos no âmbito deste livro podem ser definidos como segue abaixo: Custo por hora Custo por quilômetro rodado • Custo mensal • Fórmula de cálculo do transporte por km ou por mês • • 7.7 METODOLOGIA DE CÁLCULO DO CUSTO DE VEÍCULOS 7.Custo Horário de Utilização de Equipamentos e Veículos. “UMA METODOLOGIA DE ORÇAMENTAÇÃO PARA OBRAS CIVIS” e aqui transcrita de maneira resumida naquilo que é importante para os prestadores de serviço alvo do livro.2.1 MEDOTODOLOGIA DE CÁLCULO DO CUSTO HORÁRIO DE UTILIZAÇÃO DE EQUIPAMENTO 7.1. ônibus.1 Definição Paulo Roberto Vilela Dias 79 .2 CUSTO DO TRANSPORTE POR HORA Segue a metodologia apresentada no Capítulo 6 . motocicleta e carros de passeio. 7.

o tempo de espera para entrar em operação na equipe. que é utilizada nas composições de custo.1972. MÃO-DE-OBRA (MO) – é a mão-de-obra necessária à operação do equipamento.2 Método de cálculo adotado Para efeito de simplificação. onde: Vo = valor de aquisição R = valor residual i = taxa de juros n = vida útil em anos (ver tabela a seguir) Paulo Roberto Vilela Dias 81 Normalmente existe a necessidade de se atribuir ao custo horário dos equipamentos. fatores independentes da vontade da construtora levaram a máquina a estar paralisada aguardando alguma liberação para reiniciar suas atividades. a seguir resumido. enquanto juros corresponde a remuneração do capital investido. uma terceira classificação para o custo horário de equipamentos. A expressão geral do valor desta parcela será: p = Vo x i + [(Vo . é a soma dos itens de Depreciação e Juros e Operação . ou seja: Custo Produtivo (CP) = DJ + M + MAT + MO Custo Improdutivo (CI) = DJ + MO Apresentamos neste capítulo a metodologia aconselhada para o cálculo de cada uma destas parcelas. de motor ligado. sua utilização em operação normal. DEPRECIAÇÃO E JUROS .3 Metodologia do DNER para cálculo do custo horário de utilização de equipamentos • • • • • DEPRECIAÇÃO E JUROS (DJ) – depreciação é a parcela referente a perda de valor do equipamento em decorrência de uso ou obsolescência. materiais e mão-de-obra: MATERIAIS (MAT) – é o conjunto de materiais necessários a operação dos equipamentos.1] . determina 80 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. A partir da pesquisa de mercado do valor de aquisição e aplicando-se a metodologia a seguir exposta.1.Custo de utilização de equipamentos é o gasto que decorre da posse e da operação do mesmo. OPERAÇÃO – é a utilização do equipamento. 7.2. que representa o custo improdutivo. pode-se acertar a cobrança destas horas por meio do custo improdutivo ou definir-se outro modo diretamente com o contratante. nestes casos. O custo horário é composto das seguintes parcelas: • o custo produtivo. ou seja. denominado custo produtivo. A unidade de tempo em que geralmente se mede o custo de utilização dos equipamentos é a hora. para estimativa de custo. O método a ser adotado para o cálculo da depreciação e juros será o Fundo de Reserva (sinking fund). será adotado o método preconizado no MANUAL DE COMPOSIÇÃO DE CUSTOS RODOVIÁRIOS DO DNER . MANUTENÇÃO (M) – é a parcela por meio da qual se mantém o equipamento em perfeitas condições de uso. e ainda. A soma dos quatro componentes anteriormente expostos.depreciação é a perda de valor do equipamento em decorrência de uso ou obsolescência.1. compreendendo duas parcelas. Existe.R)i ÷ (1 + i )n . isto é. quando for o caso. enquanto que o custo improdutivo. Empresas e Profissionais . daí ter-se desenvolvido uma metodologia para determinação do custo horário de utilização do equipamento. Juros é a remuneração do capital investido na compra do bem. operador de máquinas e auxiliares. Normalmente. ainda.2. 7. ou seja. Neste caso. sem operar e com motor desligado à disposição do cliente.Mão-de-obra.

obtém-se a tabela a seguir com os valores para r: TABELA DE DEPRECIAÇÃO E JUROS EXPRESSAS COMO UM PERCENTUAL DO VALOR DE AQUISIÇÃO DO EQUIPAMENTO Vida útil (anos) 1 2 3 4 5 6 7 8 Juros durante a vida útil (%) 10. onde são previstas também as três condições de serviço em que o equipamento pode trabalhar: TABELA DE VIDA ÚTIL DE EQUIPAMENTOS CONDIÇÕES DE SERVIÇO EQUIPAMENTOS Perfuratriz manual Leve anos horas Vibrador de imersão Bomba mecânica Betoneira Tratores de esteira ou pneus.63 126.96 6 2.63 26. rolo de pneus pressão variável. usina de solo Distribuidor e espalhador de agregados Caminhão tanque ou de carroceria fixa. motoniveladora. caminhões basculantes e retroescavadeira e pá mecânica de pneus. carregadeira de esteira ou pneus.000 5 6 6 6 7 2.1)] . Multiplicando-se a expressão anterior por 100. até a data de sua retirada do serviço por obsolescência ou por ter atingido custo de manutenção muito elevado.90 137.666 1.750 Média anos 4 4 4 Pesada horas 2. Vo sendo que a expressão [(qn (q .500 1. Considerando-se o valor residual nulo. Considerando-se de 10% ao ano a taxa de juros.19 31.19 131. constantes da tabela a seguir. Deve-se adotar para a vida útil dos equipamentos os valores em anos.500 82 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.1)) 100 ] ÷ (qn .78 149.000 3 1.24 20.1)) ÷ (qn .78 49.96 Depreciação e juros durante a vida útil (%) 110. pick up e veículo de passeio Compressor de ar.90 37.000 1.333 1. dumptor.77 143.00 115.000 1.1)) ÷ (qn . ou horas trabalhadas durante esse período.77 43. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 83 . durante a vida útil dos equipamentos. escavadeira Serra circular Conjunto de britagem Tanque pré-aquecedor Vassoura mecânica e grade de discos Distribuidor de asfalto Acabadora de asfalto Rolo pé-de-carneiro. multiplicada pelo valor de aquisição do equipamento resulta exatamente no valor de depreciação e juros. a expressão anterior assume a seguinte forma: p = Vo x i [1 + (1 ÷ (1 + i)n .500 1.000 2. usina de asfalto. têm-se: Define-se por vida útil do equipamento o período de tempo que vai de sua aquisição e início de funcionamento.Considera-se o valor residual nulo.1] Fazendo-se (1 + i) = q. moto-escavo transportador.1)]. que corresponde ao custo de oportunidade do capital.250 1. gerador.00 15. A vida útil é baseada no tipo de equipamento e nas condições de serviço em que é empregado. a expressão pode ser assim escrita: p = [(qn (q . rolo liso vibratório e rolo liso 6 8 8 8 8 2.333 2. Com esta consideração pode-se introduzir simplificações na fórmula que permite a apresentação de uma tabela da taxa de depreciação e juros.000 6 1.000 4 2.1) ] x n expressão que pode ser adotada para a determinação da parcela de depreciação e juros.750 horas anos r = [ [ (qn (q .24 120.250 1.

regulagem. lavagem . Sabendo-se que o valor de aquisição é igual a R$ 35. • pneus.01249 Rolo pé-de-carneiro. uma pick-up. o custo horário de manutenção dos equipamentos deve ser obtido através da seguinte expressão: Manutenção (M) = [Vo ÷ (n x h)] x k. organizou-se a tabela a seguir onde se obtém. EM (%) CONDIÇÕES DE SERVIÇO EQUIPAMENTOS Leve Média Pesada Perfuratriz manual 0. rolo de pneus pressão variável.01319. com seus respectivos encargos sociais. usina de solo 0. peças e acessórios de reposição.Baseado na metodologia indicada anteriormente e na vida útil apresentada.up e veículo de passeio 0.01319 0. k = coeficiente de proporcionalidade. pintura. motoniveladora. DJ = 35.62 MANUTENÇÃO Manutenção engloba todos os gastos referentes a: reparos de pequena ou grande monta. a percentagem de depreciação e juros.01530 Tanque pré-aquecedor 0.02523 Bomba mecânica 0. etc. lâminas.00984 Vassoura mecânica e grade de discos 0. • Para quantificar os gastos de manutenção dos equipamentos é adotado o método de vincular. Assim.01874 Distribuidor de asfalto 0.01499 Acabadora de asfalto 0.01577 Compressor de ar. trator de pneus. moto-escavo transportador. ou seja. rolo liso vibratório e rolo liso 0. correias.01319 ÷ 100) DJ = R$ 4. limpeza. para fins de previsão. conforme tabela anterior.01148 Serra circular 0. esteiras. diretamente. as reservas destinadas à manutenção com o valor de aquisição do equipamento. Custo horário de depreciação/juros (DJ) = valor aquisição x (% da tabela ÷ 100). n = vida útil em anos. cantos. • reapertos. incluindo materiais. temos: 84 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.01378 Distribuidor e espalhador de agregados 0. rodas motrizes e demais peças de desgaste efetivo durante a operação.02010 Vibrador de imersão 0.00. câmaras de ar. escavadeira 0. gerador.000.02103 Betoneira 0. pick. por exemplo. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 85 . dumper.01071 Pela tabela de depreciação e juros o percentual expresso em função do valor de aquisição é 0. caminhões basculantes. gastos de oficina e mão-de-obra . trabalhando em condições médias.01148 0.00 x (0. para todas as classes de equipamentos enumerados anteriormente: TABELA DE DEPRECIAÇÃO E JUROS POR HORA EXPRESSA COMO UM PERCENTUAL DO VALOR DE AQUISIÇÃO DO EQUIPAMENTO. parafusos.. conforme tabela anteriormente apresentada. onde: Vo = valor de aquisição do equipamento. usina de asfalto. h = horas trabalhadas por ano. carregadeira de esteira e pneus. sem material rodante. retroescavadeira e pá mecânica de pneus.01027 Conjunto de britagem 0.01802 Tratores de esteira.000. de acordo com a tabela a seguir: EXEMPLO DO CÁLCULO DA DEPRECIAÇÃO E JUROS POR HORA Considere-se.01722 Caminhão tanque ou de carroceria fixa.

considerar em separado o custo de reposição das mandíbulas Trator de esteira.50 CUSTO DE OPERAÇÃO MATERIAIS Fazem parte desta parcela os custos referentes aos seguintes materiais: combustíveis óleo lubrificante de carter • óleos lubrificantes para sistema hidráulico.. ou aplicando-se os valores conhecidos.... 0....80 = R$ 2. trator de pneus.002 filtro .00 0.. serra circular e gerador Rolos compressores rebocáveis e veículo de passeio K 1.00 n = 5 anos h = 2. 0... moto-escavo-transportador e retroescavdeira e pá mecânica Motoniveladora...50 0....001 Paulo Roberto Vilela Dias litros litros litros litros por por por por HP HP HP HP 87 86 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.... inclusive.. 0....00 ÷ (5 x 2....000 horas k = 0.80 Por outro lado..... • o preço unitário da graxa equivale ao dobro do de óleo lubrificante.... temos: M = [35. fornecidos por ábacos e tabelas.80 M = [Vo ÷ (n x h)] x k. transmissão e comandos finais • graxa • filtros para combustíveis e lubrificantes • • A quantificação dos gastos com os materiais de operação será feita a partir das seguintes hipóteses: preço médio único para todos os óleos lubrificantes utilizados pelos equipamentos.. grade de discos.... • EXEMPLO DO CÁLCULO DO CUSTO DE MANUTENÇÃO Considerando-se uma pick-up ... caminhão tanque.002 graxa ..000.. admitindo-se.90 1... com 92 HP de potência..50 0.150 óleos lubrificantes ......90 0.. pá carregadeira..00 0... tem-se: Vo = R$ 35. dumper Usina e distribuidor de asfalto e usina de solo Acabadora de asfalto e rolos compactadores auto-propulsores Conjunto de britagem..... bomba centrífuga. Empresas e Profissionais .. 0.. vassoura mecânica e tanque pré-aquecedor Perfuratriz manual. betoneira.. no caso de motores a diesel. escavadeira.000...TABELA DE COEFICIENTES DE PROPORCIONALIDADE EQUIPAMENTOS Caminhão basculante.000)] x 0... que esta proporção se mantenha constante..80 0.80 M = R$ 2....... vibrador de imersão.. • a despesa horária com filtros corresponde a 50% do valor total dos óleos lubrificantes consumidos por hora...... são encontrados os seguintes resultados por HP na barra de direção e por hora: a) Para motores a óleo diesel óleo diesel . baseado em consumos médios horários de combustível e lubrificantes...... caminhão de carroceria fixa e cavalo mecânico e pick up Compressor de ar Distribuidor e espalhador de agregados...90 0...80 0....... • o preço do óleo lubrificante é igual aproximadamente a 6 vezes o do óleo diesel e 5 vezes o da gasolina..

.................... que deve ser adotado.18 pela potência da máquina em HP e este produto pelo preço do litro do óleo diesel..014 0........225 litros por HP óleo lubrificante .............002 litros por HP graxa ...............002 x 6 filtros . no caso de equipamentos a álcool: multiplica-se o fator 0. 0.. 0...... 0.............. para a determinação do custo horário de materiais de operação. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 89 .....300 óleo lubrificante ..... 0..001 litros por HP Tomando-se o preço do álcool como parâmetro e operando-se com base nas premissas de que o preço do álcool é sete vezes menor que o do óleo lubrificante e doze vezes menor que o da graxa..........001 litros por HP Tomando-se o preço da gasolina como parâmetro e operando-se com base nas premissas antes estabelecidas.225 0.. para a determinação do custo horário de materiais de operação.... 0...... 0....... que deve ser adotado....245 O que justifica o seguinte critério...002 x 7 graxa ....... 0....326 x HP x preço de 1 litro de álcool 88 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva........... 0...........18 x HP x preço de 1 litro de óleo diesel b) Para motores à gasolina gasolina ...........245 x HP x preço de 1 litro de gasolina c) Para motores à álcool álcool .........002 x 5 graxa ..... antes estabelecidas.......326 pela potência do veículo em HP e este produto pelo preço do litro do álcool.......... sendo que o preço da gasolina é cinco vezes menor que o do óleo lubrificante e dez vezes menor do que a graxa...... tem-se: óleo diesel .. que deve ser adotado.... 0...006 0.. 0........... 0................ 0. ou pela seguinte expressão: Custo horário de material (MAT) = 0.........001 x 10 Total 0.... para a determinação do custo horário de materiais de operação................. 0................. 0....001 x 12 Total 0..........326 O que justifica o critério seguinte.........................002 x 3 graxa .....225 óleo lubrificante ..012 0... 0.010 0....001 x 12 Total 0.002 litros por HP graxa ..012 0......180 O que justifica o seguinte critério....... Ou traduzindo-se em fórmula: Custo horário de material (MAT) = 0.......010 0...012 0.. tem-se: álcool ..245 pela potência da máquina em HP e este produto pelo preço do litro da gasolina........Tomando-se o preço do litro de óleo diesel como parâmetro e operando-se com base nas premissas.......... no caso de equipamentos a gasolina: multiplica-se o fator 0.. 0.. tem-se: gasolina .300 litros por HP óleo lubrificante .. Ou traduzindo-se em fórmula: Custo horário de material (MAT) = 0........ no caso de equipamentos a óleo diesel: multiplica-se o fator 0.......300 0.........150 0.....150 óleos lubrificantes ...

referente a pessoal. a quantidade de curvas fechadas.02 EXEMPLO PRÁTICO DE CÁLCULO DO CUSTO DE OPERAÇÃO Admitindo-se a mesma pick-up. sendo o preço do litro deste igual a R$ 0. etc.3 Custo do transporte por quilômetro rodado Em alguns casos há a necessidade de se considerar no orçamento determinado veículo rodando uma quantidade conhecida ou aproximada de quilômetros por mês.). considerando-se as leis sociais (85%). principalmente nos custos indiretos.1 Método de cálculo do custo por km O custo por km é normalmente aplicado para veículos de transporte de carga de qualquer porte e passageiros. porém. Podem ser adotadas diversas sistemáticas de cálculo do custo por km. as leis sociais. kombi. em certos casos é utilizado para o transporte por caminhões.35 CI = 4.97 7. o apresentado no Manual de Operações do DNER.25 MÃO-DE-OBRA Para fins de determinação do custo da mão-de-obra de operação. Os profissionais incorporados ao custo da mão-de-obra de operação não devem ser cobrados em outros itens do orçamento da obra. temos o seguinte valor para o custo horário da pick-up marca FORD acima citada: CUSTO PRODUTIVO = CP = DJ + M + MAT + MO CUSTO IMPRODUTIVO = CI = DJ + MO Os motores elétricos poderão ter sua potência expressa em termos de quilowatt (KW).d) Para motores elétricos Assim sendo.3. etc.80 MAT = R$ 13.35 pôr hora.62 + 2. inclinação de rampas. é mais adequado considerar-se uma metodologia simplificada para composição do custo por quilômetro.18 x 92 x 0. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 91 . devese adotar a mesma sistemática apresentada no Capítulo 3.18 x HP x preço do litro do óleo diesel MAT = 0. inclusive automóveis de passeio.35 = R$ 8. Este processo é bastante sofisticado. assim temos: MO = R$ 4. condições da superfície de rolamento. com potência de 92 HP.80 + 13. conforme descrito a seguir: 7. entre eles. à óleo diesel. tais como. EXEMPLO PRÁTICO DE CÁLCULO DO CUSTO DE OPERAÇÃO Admitindo-se a mesma pick-up marca FORD. não são adotados nos casos das máquinas pesadas.62 + 4. 90 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. É mais adotado para os veículos de passageiros ou de carga leves (pick-up.25 + 4. Donde simplificando-se tem-se: Custo horário material (MAT) = KW x preço de 1 KW/h Industrial CP = 4. onde são consideradas muitas variáveis de difícil obtenção. anteriormente citada.35 = R$ 25. entretanto. No âmbito desta publicação. anteriormente citada. temos: MAT = 0.80. também. sabendo-se que o motorista percebe R$ 4. incluindo-se. O consumo horário em termos de KW será numericamente igual a potência. servindo de modo mais eficaz em estudos de viabilidade de projetos rodoviários.

DEPRECIAÇÃO POR QUILÔMETRO A fórmula que aconselhamos é a seguinte: D = (Va . que deve ser controlada pela administração: TABELA DE QUILOMETRAGEM MÉDIA PERCORRIDA POR MÊS VEÍCULO GOL 1000 gasolina SAVEIRO gasolina Pick-up gasolina Caminhão 2 eixos Caminhão 3 eixos Cavalo Mecânico KMM 3000 3000 3000 3500 3500 3500 COMBUSTÍVEL É o resultado da divisão do preço de um litro de combustível pelo consumo de combustível conhecido para o veículo. A fórmula anterior pode ser reduzida à seguinte: D = (0.6Va .000 km ou 5 (cinco) anos. CÓDIGO Será adotada qualquer codificação existente na empresa ou aquela que atenda ao órgão público origem do orçamento.Vr . tipo e eventualmente alguma outra característica adicional que sirva para identificar melhor o veículo. onde: D = depreciação por quilômetro Va = valor de aquisição do veículo Vr = valor residual. ou seja.Vp) ÷ 100. este custo está incluído em item próprio.1 Instruções para preenchimento do formulário de cálculo do custo por km DESCRIÇÃO Trata-se da descrição do veículo a ser adotado.Para maior simplicidade no entendimento do método de cálculo.1. a construtora deverá aplicar a quilometragem mais próxima da realidade de suas obras ou serviços. Preferencialmente. pode-se adotar o valor de 100. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 93 . 7. a metodologia empregada é descrita através de instruções para preenchimento do formulário. podendo ser adotada a tabela apresentada a seguir. onde: J = Juros Va = valor de aquisição do veículo i = taxa anual de juros (pode-se adotar 12% ou qualquer outra que efetivamente esteja sendo praticada pela construtora) KMM = quilometragem média percorrida por mês. C = (preço de um litro de combustível) ÷ (consumo por litro) 92 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.000 JUROS DE CAPITAL J = (Va x i) ÷ (KMM x 12). foi confeccionado o formulário correspondente que está apresentado apenso ao final do texto explicativo.3. podendo ser adotada a tabela apresentada a seguir. adiante determinado Vu = vida útil do veículo.Vp) ÷ Vu. marca. adotar 40% de Va Vp = valor dos pneus. Para sua melhor compreensão.

LIC = (preço do IPVA + seguro obrigatório) ÷ (KMM x 12) SEGURO TOTAL É obtido pelo resultado da divisão do preço do prêmio do SEGURO TOTAL ANUAL cobrado pelo mercado segurador dividido por 12 meses multiplicado pela quilometragem média percorrida por mês.000 7 / 7.000 8.000 21.5 / 10.000 ÓLEO DO CÁRTER Corresponde a aplicação da fórmula apresentada a seguir.000 34. OD = (capacidade tanque x preço de 1 litro de óleo) ÷ (vida útil por troca) 94 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.0 / 10.000 23. função do preço do óleo. podendo ser adotada a tabela de capacidade do cárter e vida útil do mesmo apresentada a seguir: OC = (litros cárter x preço de 1 litro de óleo) ÷ (vida útil por troca) TABELA DE CAPACIDADE DE CARTER VEÍCULO GOL 1000 gasolina SAVEIRO gasolina Pick-up gasolina Caminhão 2 eixos Caminhão 3 eixos Cavalo Mecânico litros/vida útil 3 / 5. Empresas e Profissionais .2 / 60. podendo-se adotar a tabela apresentada adiante.0 / 60.TABELA DE CONSUMO POR LITRO VEÍCULO GOL 1000 gasolina SAVEIRO gasolina Pick-up gasolina Caminhão 2 eixos Caminhão 3 eixos Cavalo Mecânico km/l 11 9 8 5 3.000 12. ST = (preço do prêmio do seguro total) ÷ (KMM x 12) LUBRIFICAÇÃO E LAVAGEM É obtido pelo resultado da divisão do preço de uma lavagem do veículo pela periodicidade da mesma.5 TABELA DE CAPACIDADE DE CÂMBIO VEÍCULO GOL 1000 gasolina SAVEIRO gasolina Pick-up gasolina Caminhão 2 eixos Caminhão 3 eixos Cavalo Mecânico litros / vida útil 0/0 0/0 4. atualmente corresponde a taxa denominada IPVA (cada Estado determina o valor a ser pago) mais o SEGURO OBRIGATÓRIO ANUAL dividido por 12 meses multiplicado pela quilometragem média percorrida por mês. da capacidade do tanque e da periodicidade de troca.5 / 30. LAV = preço de uma lavagem x quantidade por KMM (ou por mês) Paulo Roberto Vilela Dias 95 ÓLEO DO CÂMBIO E DO DIFERENCIAL Corresponde à aplicação da fórmula a seguir.5 2.000 LICENCIAMENTO E SEGURO OBRIGATÓRIO É obtido pelo resultado do valor efetivo do licenciamento anual do veículo.000 3 / 5.000 16.0 / 60.8 / 10. Pode-se adotar a tabela de periodicidade de lavagem a seguir.

pintura.0000055 0. adotando-se desta forma. • pneus. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 97 96 .TABELA DE PERIODICIDADE DE LAVAGEM VEÍCULO GOL 1000 gasolina SAVEIRO gasolina Pick-up gasolina Caminhão 2 eixos Caminhão 3 eixos Cavalo Mecânico quantidade por KMM 1 1 1 1. câmaras de ar.0000048 0. onde se pode considerar o número de pneus por veículo e a vida média dos pneus. e consiste da aplicação da seguinte fórmula: AM = (preço do conjunto de amortecedores) ÷ (vida útil) MANUTENÇÃO Sob este título estão relacionados todos os gastos referentes a: • Podendo ser adotada a tabela de vida útil a seguir apresentada: reparos de pequena e grande monta. acessórios de reposição. regulagem.0000036 0.000 6 / 80. o custo em função do valor de aquisição. limpeza.000 6 / 85.5 1. como abaixo: PN = (quantidade de pneus x preço de cada pneu) ÷ (vida útil por jogo de pneus) TABELA DOS COEFICIENTES DE MANUTENÇÃO (K) VEÍCULO GOL 1000 gasolina SAVEIRO gasolina Pick-up gasolina Caminhão 2 eixos Caminhão 3 eixos Cavalo Mecânico quantidade/km rodados 4 / 45.000 10 / 70.0000018 TABELA DE CONSUMO DE PNEUS VEÍCULO GOL 1000 gasolina SAVEIRO gasolina Pick-up gasolina Caminhão 2 eixos Caminhão 3 eixos Cavalo Mecânico TROCA DE AMORTECEDORES Corresponde a necessidade dos veículos de efetuarem periodicamente a troca dos amortecedores e peças afins.000 4 / 45. correias e demais peças de desgaste efetivo durante a operação.000 4 / 40. etc.000 K 0. incluindo materiais. • Pode-se adotar para custo da manutenção o coeficiente apresentado na tabela de coeficientes de manutenção a seguir.5 reapertos.0000033 0.0000025 0. peças. com respectivos encargos sociais. MAN = Va x k PNEUS Corresponde à aplicação da fórmula. Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. gastos de oficina e mão de obra.5 1. cantos. parafusos.

000 km ou 5 (cinco) anos A fórmula anterior pode ser reduzida à seguinte: D = (0. Instruções para preenchimento do formulário de cálculo do custo por mês DESCRIÇÃO Trata-se da descrição do veículo a ser adotado.000 A metodologia descrita é bastante semelhante à apresentada para o cálculo do custo por km exigindo. é normalmente aplicado para veículos de transporte de carga de qualquer porte e passageiros.Vr . 98 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.Vp) ÷ (Vu). ou seja.60 x Va . DEPRECIAÇÃO POR MÊS A fórmula que aconselhamos é a seguinte: D = (Va . podendo ser adotada a mesma tabela empregada para a DEPRECIAÇÃO. este custo está incluído em item próprio adiante determinado Vu = vida útil do veículo.4. não são adotados nos casos das máquinas pesadas. marca. Para maior simplicidade no entendimento do método de cálculo foi confeccionado o formulário correspondente que está apresentado apenso ao final do texto explicativo. onde: D = depreciação por mês Va = valor de aquisição do veículo Vr = valor residual. adotar 40% de Va Vp = valor dos pneus. porém. apenas a conversão de unidade de algumas características adotadas. pode-se adotar o valor de 100.TABELA DE VIDA ÚTIL DOS AMORTECEDORES (AM) VEÍCULO GOL 1000 gasolina SAVEIRO gasolina Pick-up gasolina Caminhão 2 eixos Caminhão 3 eixos Cavalo Mecânico vida útil em km 50. tipo e eventualmente alguma outra característica adicional que sirva para identificar melhor o veículo.000 50. CÓDIGO Será adotada qualquer codificação existente na empresa ou aquela que atenda ao órgão público origem do orçamento.1.4 MÉTODO DE CÁLCULO DO CUSTO DO TRANSPORTE POR MÊS O custo de transporte por mês. MOT = (salário do motorista x encargos sociais) ÷ (KMM) CUSTO POR KM O custo por km corresponde a soma de todas as parcelas anteriormente expostas e pode ser resumida na seguinte expressão: CUSTO POR KM = D + J + C + OC + OD + LIC + ST + LAV + PN + MAN + AM + MOT 7. inclusive automóveis de passeio.Vp) ÷ (5 x 12) MOTORISTA Corresponde ao salário do motorista acrescido de encargos sociais dividido pela quilometragem média mensal.000 40. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 99 . da mesma forma que para o custo por km. 7.

atualmente corresponde a taxa denominada IPVA mais o SEGURO OBRIGATÓRIO dividido por 12 meses. pode-se adotar 12% ou qualquer outra selecionada pela empresa 12 = número de mêses por ano COMBUSTÍVEL É o resultado da divisão do preço de um litro de combustível pelo consumo de combustível multiplicado pela quilometragem média percorrida por mês. podendo ser adotadas as mesmas tabelas apresentadas para estes itens nas instruções do cálculo por km.JUROS DE CAPITAL J = (Va x i) ÷ 12. OD = (capacidade do tanque x preço do óleo x KMM) ÷ (vida útil por troca) 100 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. podendo-se considerar o número de pneus por veículo e a vida média dos pneus e de quilometragem média mensal as apresentadas nas tabelas do cálculo do custo por km. C = [(preço de um litro de combustível) ÷ (consumo por litro)] x KMM ÓLEO DO CÁRTER Corresponde a aplicação da fórmula adiante apresentada. Empresas e Profissionais LICENCIAMENTO E SEGURO OBRIGATÓRIO É obtido pelo resultado do valor efetivo do licenciamento. PN = [(quantidade de pneus x preço de cada pneu) ÷ (vida útil)] x KMM Paulo Roberto Vilela Dias 101 . onde: J = Juros Va = valor de aquisição do veículo i = taxa anual de juros. função do preço do óleo da capacidade do tanque e da periodicidade de troca. Pode-se adotar a tabela de periodicidade de lavagem apresentada para o caso do custo por km. OC = (litros do cárter x preço de 1 litro de óleo x KMM) ÷ (vida útil por troca) ÓLEO DO CÂMBIO E DO DIFERENCIAL Corresponde a aplicação da fórmula a seguir. LIC = (preço do IPVA + seguro obrigatório) ÷ 12 SEGURO TOTAL É obtido pelo resultado da divisão do preço do SEGURO TOTAL cobrado pelo mercado segurador dividido por 12 meses. aplicando-se a fórmula a seguir : LAV = preço de uma lavagem x quantidade por KMM PNEUS Corresponde a aplicação da fórmula a seguir. ST = preço do seguro total ÷ 12 LUBRIFICAÇÃO E LAVAGEM É obtido pelo produto do preço de uma lavagem do veículo pela periodicidade da mesma em função da quilometragem média percorrida por mês. podendo ser adotadas as tabelas sugeridas para o custo por km. podendo ser adotadas as tabelas de capacidade de cárter e de quilômetros rodados (KMM) apresentadas para o cálculo do custo por km.

FÓRMULA DE CÁLCULO DO CUSTO DO TRANSPORTE POR QUILÔMETRO RODADO OU POR MÊS Podemos dividir as variáveis que constituem o custo do transporte. devendo ser adotada a mesma tabela de mão de obra empregada para pessoal da empresa.5. em dois grupos distintos. consideramos as variáveis divididas conforme abaixo descritas: a) variável é função da distância de transporte óleo lubrificante (OC) = (litros do cárter x preço de 1 litro de óleo) ÷ (vida útil por troca). encontra-se o custo de MANUTENÇÃO. conforme a tabela de DEPRECIAÇÃO. b) CUSTO POR MÊS = D + J + C + OC + OD + LIC + ST + LAV + PN + MAN + AM + MOT variável é independente da distância de transporte depreciação (D) = D = (Va . por km ou por mês. e consiste da aplicação da seguinte fórmula: AM = [(preço do conjunto de amortecedores) ÷ (vida útil)] x KMM Podendo ser adotadas as mesmas tabelas de vida útil e quilometragem média mensal apresentadas para o custo por km. MOT = salário do motorista x encargos sociais CUSTO POR MÊS Assim sendo. 102 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. MAN = Va x k x KMM TROCA DE AMORTECEDORES Corresponde a necessidade dos veículos de efetuarem periodicamente a troca dos amortecedores e peças afins. MOTORISTA Uma vez que estamos calculando o custo mensal. amortecedores (AM) = (preço do conjunto de amortecedores) ÷ (vida útil).Vp) ÷ (Vu). isto é: • • a variável é função da distância de transporte e a variável é independente da distância de transporte Assim. anteriormente citadas. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 103 . o custo por mês representa a soma das seguintes parcelas: 7. corresponde ao salário do motorista acrescido de encargos sociais. combustível (C) = (preço de um litro de combustível) ÷ (consumo por litro) e manutenção (MAN) = Va x k. pneus (PN) = (quantidade de pneus x preço de cada pneu) ÷ (vida útil). óleo de câmbio (OD) = (capacidade do tanque x preço do óleo) ÷ (vida útil por troca).MANUTENÇÃO Adotando-se a mesma sistemática apresentada para o custo por km e multiplicando-se pela quilometragem média rodada mensal.Vr .

seguro total (ST) = preço do seguro total ÷ 12 e motorista (MOT) = salário do motorista x encargos sociais.000. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias CÓDIGO OBRA Corsa 1.O.74 2.25 35.00 2.000 2.800.32 25.000.50 7. onde: ANEXO 1 Custo Horário de Utilização de Equipamentos (Veículos de Passeio e de Carga) Produtivo 31.88 1.50 16.126.77 y = 0.28 4.57 1.26 13.85 8.000 2.97 17. 4.000 5 92 54.200. teremos as variáveis A e B com as seguintes fórmulas: 2.6 com ar KOMBI 95 A = OC + OD + PN + AM + C + MAN Potência (HP) 6 5 Assim.99 20.35 4. podemos admitir a seguinte fórmula para cálculo do transporte por km ou por mês: Por mês: Por km: y A x B = = = = y = Ax + B y = A + (B ÷ x) .0 125 145 145 55 80 53 PICK UP SAVEIRO GOL 1000 Custo por mês: Custo por km: y = 0.00 3.35 4.45 CUSTO HORÁRIO 45.06 2.67 4.200.6 com ar No quadro ANEXO 6 apresentamos o exemplo do cálculo do custo através da fórmula.000 2.88 20.29 25.90 4.00 22.000. onde: x = distância de transporte 104 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.00 19.80 0.97 6.40 3.000 5 5 5 5 5 5 92.000 126.11 4.26 3.00 35.62 2.02 43. lavagem (LAV) = preço de uma lavagem x quantidade por KMM.09 6.35 CUSTO HORÁRIO DE UTILIZAÇÃO DE EQUIPAMENTOS jan-02 Improdutivo 20.61 7.220 + R$ 1.35 4.35 4.800.46 4.37 50.37 11.00 Vida Útil Horas (em por ano anos) 2.00 23.60 0. licenciamento (LIC) = (preço do IPVA + seguro obrigatório) ÷ 12.35 23.97 1.000.64 49.00 2.80 2.25 Valor de Deprecia Manuten ção e Aquisição ção Juros (R$) 12.000 111.00 2.32 105 . onde temos: Caminhão carroceria fixa 10T B = D + J + LIC + LAV + ST + MOT Caminhão basculante 12m³ MOTOCICLETA 125 HP DESCRIÇÃO PICK UP diesel GOL 1.13 41.000 custo do transporte parcela do custo de transporte função da distância de transporte distância de transporte parcela do custo de transporte independente da distância de transporte 0. Desta forma.35 OPERAÇÃO Material 24.126.35 4.35 7.96 7.23 32.52 16.juros (J) = J = (Va x i) ÷ 12.35 40.19 VEÍCULOS DE PASSEIO E DE CARGA 16.000 2.220x + R$ 1.77 x .86 0.62 12.500.41 DATA : M.

003 0.00 60.VP * i ) / 12 L = ( IPVA + SEG.00 12 740.000 0 45.000 Quilometragem Média Mensal Valor de aquisição ( VA ) Taxa de Juros ( i ) % IPVA e Seguro Obrigatório Lavagem e Lubrificação Pneus Combustível Óleo Lubrificante Óleo do Câmbio Seguro Total Anual Jogo de Amortecedores Coeficiente de Manutenção Motorista Quilometragem Média Mensal Valor de aquisição ( VA ) Taxa de Juros ( i ) % IPVA e Seguro Obrigatório Lavagem e Lubrificação Pneus Combustível Óleo Lubrificante Óleo do Câmbio Seguro Total Anual Jogo de Amortecedores Coeficiente de Manutenção Motorista 500.0000048 85% CÁLCULO DEPRECIAÇÃO JUROS LICENCIAMENTO SEGURO TOTAL COMBUSTÍVEL ÓLEO LUBRIFICANTE ÓLEO DO CÂMBIO LAVAGEM E LUBRIFICAÇÃO PNEUS AMORTECEDORES OFICINA.200.80 5.308 D = ( 0.OBRIG.00 QUANTIDADE VIDA ÚTIL 3.052 0.021 0.00 1.50 0.) / Vida Útil ) * KMM AM =(Preço Amortecedores / Vida Útil ) * KMM M = ( VA .08 925.80 106 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.000.00 12 1 5 10 3 0 5. ) / 12 ST = SEGURO ANUAL / 12 OD =( Preço Combustível / consumo ) * KMM OL = ((Preço óleo*Quant.200.000.00 27. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 107 .56 CUSTO POR KM SEM MOTORISTA COM MOTORISTA 0.50 0.80 5.90 0.009 0.212.00 226.00 740. ) / Vida Útil ) * KMM OC = ((Preço óleo*Quant.00 1.49 0.013 0.00 157.PEÇAS E MANUTENÇÃO MOTORISTA CUSTO POR MÊS SEM MOTORISTA COM MOTORISTA 1.00 1.00 60.000 DADOS BÁSICOS PREÇO ( R$ ) 16.60 * VA .VP * K ) * KMM MOT = SALÁRIO * LEIS SOCIAIS D = ( 0.000 0 45.00 40.00 40.ANEXO 2 Cálculo do Custo por Mês de Veículos (GOL 1000 i) ANEXO 3 Cálculo do Custo por Km de Veículos (GOL 1000 i) CÁLCULO DO CUSTO POR MÊS DE VEÍCULOS Veículo : GOL 1000 i DADOS ELEMENTARES PREÇO ( R$ ) 16.00 61.VP ) / 12 * 5 J = ( VA .287. ) / (12*KMM) ST = SEGURO ANUAL / (12*KMM) OD = Preço Combustível / consumo OL = ( Preço óleo*Quantidade ) / Vida Útil OC = ( Preço óleo*Quantidade ) / Vida Útil LL = ( Preço Lavagem * Quantidade ) / KMM P = ( Preço Pneu*Quantidade ) / Vida Útil AM = Preço Jogo Amortecedores / Vida Útil M = VA * K MOT = ( SALÁRIO * LEIS SOCIAIS ) / KMM ÓLEO LUBRIFICANTE ÓLEO DO CÂMBIO LAVAGEM E LUBRIFICAÇÃO PNEUS AMORTECEDORES OFICINA.007 0.000 0.0000048 500.00 450.000 1 5 11 3 0 5.60 * VA .000 0.000 50.180 0.075 0.VP ) / 100.00 85% 50.PEÇAS E MANUTENÇÃO MOTORISTA DO CUSTO POR MÊS 155.) / Vida Útil ) * KMM LL = Preço Lavagem * Quantidade P = ((Preço Pneu*Quant.000 CÁLCULO DO CUSTO POR KM DE VEÍCULOS Veículo : GOL 1000 i DATA : jan/02 DATA : DO VEÍCULO jan/02 DADOS ELEMENTARES DO VEÍCULO DADOS BÁSICOS QUANTIDADE VIDA ÚTIL 3.00 20.00 0.00 490.00 450.000 J = ( VA .033 0.00 40.00 DEPRECIAÇÃO JUROS LICENCIAMENTO SEGURO TOTAL COMBUSTÍVEL CÁLCULO DO CUSTO POR KM 0.00 1.VP * i ) / 12 * KMM L = ( IPVA + SEG.093 0.67 100.56 2.91 9.OBRIG.

50 0.VP ) / 48 J = ( ( VA .80 MAT = MO = R$41. ) / 12 ST = SEGURO ANUAL / 12 OD =( Preço Combustível / consumo ) x KMM OL = ((Preço óleo x Quant.34 R$2.75 x VA .6) CÁLCULO DO CUSTO HORÁRIO DE UM CORSA 1.00 DJ = MAN = R$2.00 DJ + MAN + MAT + MO DJ + MAN + MAT + MO DADOS BÁSICOS QUANTIDADE VIDA ÚTIL 2.PEÇAS E MANUTENÇÃO MOTORISTA DO CUSTO POR MÊS 387.00 92.00 1.871.0000048 500 85% 40.00 / ( 2000 x 5)) x 0.43 28.ANEXO 4 Cálculo do Custo por Mês de Veículos (GOL 1.000 1 5 7 3 0 3.80 925.00 450.OBRIG.) / Vida Útil ) x KMM 0.00 0.00 60.500.500 0 35.90 SALÁRIO x ENCARGOS SOCIAIS ( Tabela 3 ) LL = Preço Lavagem x Quantidade P = ((Preço Pneu x Quant.33 100. ) / Vida Útil ) x KMM OC = ((Preço óleo x Quant. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 109 .86 11.500.00 40.13 0.97 ( PREÇO DO VEÍCULO / h x n ) x K h = n = K = 2000 5 0.000 DJ = DATA : DO VEÍCULO jan/02 R$22.00 12 1.200.108.83 2.VP ) x K ) x KMM MOT = SALÁRIO x LEIS SOCIAIS SEM MOTORISTA 1.13 298.97 + R$50.VP ) x i ) / 12 L = ( IPVA + SEG.35 R$2.01319 x 0.6 PREÇO DO VEÍCULO : CHUE ( PRODUTIVO ) CHUE ( IMPRODUTIVO ) DJ = = = CÁLCULO DO CUSTO POR MÊS DE VEÍCULOS Veículo : GOL 1.5 MAN = MAT = R$1.6 com ar condicionado DADOS ELEMENTARES PREÇO ( R$ ) 25.97 + R$7.50 249.00 MAT = R$1.00 642.80 D = ( 0.5 MAN = ( R$22.32 R$4.35 CUSTO HORÁRIO ( PRODUTIVO ) = CUSTO HORÁRIO ( PRODUTIVO ) = CUSTO HORÁRIO ( IMPRODUTIVO ) = CUSTO HORÁRIO ( IMPRODUTIVO ) = M = ( ( VA .13 + R$41.83 CUSTO POR MÊS COM MOTORISTA 108 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.80 5.90 + R$4.500 Quilometragem Média Mensal Valor de aquisição ( VA ) Taxa de Juros ( i ) % IPVA e Seguro Obrigatório Lavagem e Lubrificação Pneus Combustível Óleo Lubrificante Óleo do Câmbio Seguro Total Anual Jogo de Amortecedores Coeficiente de Manutenção Motorista dj x PREÇO DO VEÍCULO / 100 dj = 0.79 0.796.) / Vida Útil ) x KMM AM =(Preço Amortecedores / Vida Útil ) x KMM MO = R$4.245 x 95 x 1.00 40.01319 R$22.200.00 21.6 com ar-condicionado) ANEXO 5 Cálculo do Custo Horário (CORSA 1.00 1.245 x HP x PREÇO 1 LITRO GASOLINA HP = 95 PREÇO DO LITRO DE GASOLINA = CÁLCULO DEPRECIAÇÃO JUROS LICENCIAMENTO SEGURO TOTAL COMBUSTÍVEL ÓLEO LUBRIFICANTE ÓLEO DO CÂMBIO LAVAGEM E LUBRIFICAÇÃO PNEUS AMORTECEDORES OFICINA.35 R$1.500.

sua importância para o Engenheiro de Custos. envolvendo todos os materiais e todas as atividades necessárias ao processamento dos mesmos.0 MOTORISTA ( SALÁRIO X ENCARGOS SOCIAIS ) SEGURO TOTAL ST = ( SEGURO ) / 12 O intuito deste capítulo é demonstrar o elevado custo tributário de serviços de engenharia consultiva.00 IMPOSTOS NOS SERVIÇOS DE CONSULTORIA CÁLCULO DO CUSTO MENSAL DEPRECIAÇÃO D = ( VA x 0.00 0.00 40. frete e impostos).50 0.00 1.000 15. e portanto. x PNEU ) / VIDA ÚTIL AMORTEDORES ( PREÇO DO JOGO / VIDA ÚTIL ) COMBUSTÍVEL ( C / CONSUMO ) MANUTENÇÃO M = VA x K 0. assim discriminados: • SUBTOTAL POR KM ( A ) 0.67 40.LUBR.00 1.126. CAP.80 61.00 619.000. Os valores encontrados representam médias de mercado e o que não pode é o tema passar desapercebido pelo Engenheiro de Custos em vista de sua importância.ANEXO 6 Cálculo do Custo por Mês e por Km (GOL 1000) GOL 1000 ENTRADA DE DADOS QULOMETRAGEM MÉDIA MENSAL VA VALOR DE AQUISIÇÃO I TAXA DE JUROS IPVA IPVA E SEGURO OBRIGATÓRIO LAVAGEM LAVAGEM E LUBRIFICAÇÃO PNEU PNEU D COMBUSTÍVEL OL ÓLEO LUBRIFICANTE OC ÓLEO DO CÂMBIO SEGURO SEGURO TOTAL AMORTEC TROCA DE AMORTECEDORES K COEFICIENTE DE MANUTENÇÃO CONSUMO CONSUMO DE COMBUSTÍVEL QUANT. materiais (aquisição. O. lembramos que tratamos do assunto de forma sucinta. Entretanto.000 0. 111 110 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.00 350.00 45.30 4.50 5.PNEU. embalagem. impostos.0000048 10.007 0.80 152. O custo de serviços de consultoria é dividido nas seguintes parcelas: • • • • • • • 152.00 0. impostos de importação e taxas alfandegárias (não serão considerados neste capítulo por serem específicos de poucas atividades). VIDA ÚTIL ÓLEO LUBRIFICANTE V.00 60.U.003 0. Nossa intenção é apresentar em separado o custo de produção e as taxas e impostos.50 100.130 0.00 619.073 mão de obra (salários. benefícios e vale transporte).280. encargos sociais.U.CÂMBIO VIDA ÚTIL ÓLEO CÂMBIO V.CÂMBIO ) / VIDA ÚTIL PNEUS ( QUANT.6 ) / ( 12 x 5 ) JUROS J = ( VA x i ) / 12 LICENCIAMENTO L = ( IPVA ) / 12 LAVAGEM LAV = LAVAGEM x 1.200.00 5 3.000.00 12% 740.00 50. frete e impostos). Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias . equipamentos (aquisição. seguros e custo financeiro.007 0. O.U.U. emolumentos e taxas.00 1. CÂMBIO CAPACIDADE TANQUE DE ÓLEO CÂMBIO MOTORISTA MOTORISTA V.000. embalagem.AMORTEC VIDA ÚTIL AMORTECEDORES V. O.77 CÁLCULO DO CUSTO POR KM SUBTOTAL MENSAL ( B ) ÓLEO LUBRIFICANTE ( OL x CAPACIDADE ) / VIDA ÚTIL ÓLEO DE CÂMBIO ( OC x CAP.00 0. PNEUS QUANTIDADE DE PNEUS CAPACIDADE CAPACIDADE TANQUE DE ÓLEO LUBR.220 Custo de Produção – que são formados no desenvolvimento das atividades de produção dos produtos e/ou serviços. VIDA ÚTIL PNEU KM R$ % R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ L / KM UNID L L MÊS KM KM KM KM 8 3.

o item denominado de imposto no âmbito deste estudo. especializados ou não. Taxa – tributo exigido pelo uso normal de serviços públicos.00 100. utensílios e máquinas estáticas ou móveis empregadas no serviço. mestre de obra. equipamentos de topografia e laboratório. 6 e 7 deste livro. RATEIO DO CUSTO TOTAL DOS SERVIÇOS DE CONSULTORIA Aceitamos que o custo de serviços de consultoria de engenharia se divide.35 12. Imposto de Renda Retido na Fonte – IRRF. Imposto de Circulação de Mercadorias e Serviços . principalmente. (correio) e) Consideraremos. (registro de documentos. COFINS. esgoto. em: DESCRIÇÃO MÃO DE OBRA EQUIPAMENTOS MATERIAIS IMPOSTOS S/ A NOTA FISCAL LUCRO TOTAL % 63. material de escritório e etc). cadistas. Imposto – tributo devido ao Estado para o sustento das despesas públicas.00 10. são os seguintes: Materiais – produtos acabados (papel para impressora ou plotter.00 4.00 Estes custos estão tratados adequadamente nos Capítulos 3. face sua aplicação (sobre o preço final do serviço) e sua relevância. legalização de terreno e imóveis e etc) Tarifa – valor fixado para o transporte de uma unidade de carga a uma certa distância. Contribuição Provisória sobre a Movimentação Financeira – CPMF. Entre outros.CSLL e outros. 5. microcomputadores e periféricos. sondas. Empresas e Profissionais Resta calcular os percentuais de impostos a serem aplicados sobre a MÃO DE OBRA.65 10. (água.Os insumos de produção considerados. por ser de maior relevância. • Equipamento – se incluem as ferramentas manuais. o construtor não pode deixar de incluir nos seus custos de serviços e obras os demais custos tributários.ICMS. EQUIPAMENTOS e MATERIAIS. apenas. que trabalham diretamente na execução do serviço (topógrafos. no valor dos mesmos. engenheiros. PIS. pessoal técnico e administrativo e etc). 4. Contribuição Social sobre o Lucro Líquido . Entretanto. Como desejamos obter separadamente o custo de produção e dos Paulo Roberto Vilela Dias 113 c) 112 . energia e etc) Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. IMPOSTOS SOBRE O FATURAMENTO (Nota Fiscal) É necessário considerar em separado os Impostos sobre a Nota Fiscal. laboratoristas. Imposto sobre Serviços – ISS. • Custos Tributários – são gastos realizados para atender às imposições legais dos seguintes tipos: Tributos – aquilo que se é obrigado a pagar. a) b) • • • • • • • • • Imposto de Produtos Industrializados – IPI. • Mão de Obra – incluem-se serviços de profissionais. • d) Emolumento – Remuneração especial por ato praticado por servidor público.

65% 0. sobre a mão de obra. dentro dos encargos sociais. conforme descrito a seguir: IMPOSTOS SOBRE O FATURAMENTO DESCRIÇÃO ISS COFINS PIS CPMF (*) I.impostos.69% 12.38 1. portanto varia de estado para estado. No Rio de janeiro e São Paulo corresponde nesta data a 18% para a grande maioria dos materiais envolvidos nos serviços selecionados neste estudo. seja qual for a metodologia e o grau de precisão adotado em estudo deste tipo. pois.11% 1. que é de origem federal e seu percentual varia de acordo com o produto e Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. Portanto. conforme planilha anexa. que é de âmbito estadual. Assim. os seguintes impostos: • CÁLCULO DA CARGA TRIBUTÁRIA SOBRE SERVIÇOS DE ENHENHARIA CONSULTIVA Podemos montar o quadro a seguir que demonstra que a carga tributária em serviços de engenharia consultiva de projetos na Cidade do Rio de Janeiro é de aproximadamente 45. de acordo com o que fizemos. não representa nenhum erro para o orçamento final. Consideramos que a mesma deva ser calculada sobre o preço de venda. entretanto. É importante salientar. e deduzimos que os impostos sobre a nota fiscal somam aproximadamente 11.8% de impostos.65 10 Percentual de impostos 47. IMPOSTOS INCIDENTES SOBRE SERVIÇOS DA ENGENHARIA CONSULTIVA (PROJETOS NA CIDADE DO RIO DE JANEIRO) DESCRIÇÃO Mão de Obra Equipamentos Materiais Impostos sobre a Nota Fiscal Lucro Previsto TOTAL Participação no custo 63 4 10.0 (Lucro Presumido) 11.35 12. a carga tributária será sempre muito próxima do valor encontrado. IMPOSTOS SOBRE A MÃO DE OBRA Os impostos sobre a mão de obra são conhecidos como encargos sociais.23% • Impostos sobre a Circulação de Mercadorias e Serviços – ICMS. RENDA CONTRIBUIÇÃO SOCIAL TOTAL % 5 (Valor de Projeto na Cidade do Rio de Janeiro) 3 0. encontramos 47. IMPOSTOS SOBRE OS EQUIPAMENTOS E MATERIAIS Considerou-se os impostos sobre o valor de aquisição dos equipamentos e sobre os materiais utilizados nestes serviços.04% 2. estes são divididos em impostos (pagamentos ao governo) e salário indireto do profissional.00% 46. os seguintes valores: IMPOSTOS SOBRE EQUIPAMENTOS E MATERIAIS DESCRIÇÃO IPI ICMS TOTAL % 8% 18% 26% (*) Pode-se discutir se a CPMF é calculada sobre o custo ou sobre o preço de venda dos serviços.65 0.34% do preço de venda do serviço.8 26 26 100 0 Impostos 30. consideraremos em média.23%.2 (Lucro Presumido) 1.49% Imposto sobre Produtos Industrializados – IPI. Empresas e Profissionais 114 Paulo Roberto Vilela Dias 115 .

exigindo bastante experiência do profissional de custos.0 0.0 17.8 1.C) .8 365 52 4 5 30 12 270 (A . materiais. conclui-se que o melhor método a ser adotado é o do coeficiente multiplicador e de acordo com a fórmula apresentada adiante. Para se determinar o preço unitário de venda deve-se multiplicar o custo unitário direto pelo fator multiplicador “K”.9 17. Sem Justa Causa IAPAS sobre o 13º salário FGTS sobre 13ºSalário SUB-TOTAIS DOS GRUPOS IMPOSTOS Incidência Cumulativa do Grupo A sobre o Grupo B TOTAL CALCULADO 37.6 6.5 3. O método adotado considera preliminarmente a elaboração da planilha de quantidades e de serviços.5 Incidente sobre a Hora Normal GRUPO A GRUPO B GRUPO C 9 FÓRMULA DE CÁLCULO DO PREÇO DE VENDA DE SERVIÇOS DE ENGENHARIA E ARQUITETURA São muitas as maneiras e as fórmulas de cálculo do preço de venda de serviços de engenharia e arquitetura.0 8. O método ora apresentado pode ser adotado tanto para o cálculo do preço de venda de serviços pelas empresas. Resc.1 47.D .(B . Preço Unitário de Venda = Custo Unitário Direto x Paulo Roberto Vilela Dias K 117 116 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. após árdua pesquisa em bibliografias existentes sobre o assunto. junto às empresas prestadoras de serviços e à própria experiência na elaboração de propostas de preços.5 1.4 0. entretanto.1 4. Assim. FGTS Salário Maternidade Repouso Semanal Remunerad Férias Feriados Aviso Prévio Trabalhado Aviso Prévio Indenizado Auxílio-Enfermidade Licença Paternidade H 13º Salário Depós.8 4. por profissionais autônomos em trabalhos individuais ou mesmo quando estes agregam outros trabalhadores em seu serviço.IMPOSTOS INCIDENTES SOBRE A MÃO DE OBRA CÓDIGO DESCRIÇÃO Dados Básicos Para Cálculo dos Dias Efetivamente Trabalhados (para salário/hora): A B C D E F G Dias Por Ano Domingos Domingos de Férias Dias de Enfermidade Férias Feriados Resultado IAPAS SESI / SESC SENAI / SESC INCRA SEBRAE Salário Educação Seguro Contra AcidentesTrab. equipamentos e serviços.9 0.0 1.0 0.3 28.4 2. a fase mais delicada do fluxograma do método de cálculo do preço de venda de serviços de engenharia e arquitetura é exatamente a de se definir os itens de custo que compõem o serviço. como também.9 1.F) 20.6 2. Portanto.8 59. ou seja. Empresas e Profissionais .0 11.8 14.2 0.E . exige o conhecimento e a definição de todos os insumos necessários a adequada execução do escopo do trabalho. bem como.9 1. Estes são considerados os custos diretos que necessariamente estão apresentados na planilha de quantidades da proposta de preço e podem ser divididos em pessoal.4 1.

pela alteração dos custos indiretos incidentes a considerar sobre os custos diretos. equipamentos e veículos fixos. • • No Capítulo 1 estão apresentados o roteiro de cálculo e o fluxograma do cálculo do preço de venda de serviços de engenharia e arquitetura. taxas. corresponde a inclusão dos custos com pagamentos dos seguintes impostos: Paulo Roberto Vilela Dias 119 . emissão de relatórios. sempre que não remunerado diretamente pelo contrato).1 FÓRMULA DE CÁLCULO (K) A fórmula de cálculo do preço de venda de serviços profissionais de engenharia e arquitetura para a metodologia que sugerimos é a apresentada a seguir: K = [ ( 1 + ES ) ( 1 + EC + AC + EF ) ] ÷ [ ( 1 – ( I + L ) ] onde: conforme definido no Capítulo 3. seguro saúde. Podemos ter vários multiplicadores “K”. setor administrativo. materiais diversos. qualquer outro custo indireto existente para a perfeita execução do contrato. serve para remunerar as despesas com a administração central (pessoal da diretoria. equipamentos e programas de informática e etc.1 ] x 100 K é o multiplicador correspondente aos custos indiretos a ser aplicado sobre as despesas diretas. a parcela referente a ES. ou ainda. telefonia e etc). materiais de consumo e tudo aquilo que se necessite adotar para executar bem o contrato. energia. Ressalvamos que. aluguéis e manutenção destes. pequenas despesas. conforme contrato. ou seja. como encargos complementares.Enquanto que a incidência dos custos indiretos se fará pela determinação de um coeficiente multiplicador que se denominará de “K”. emolumentos e seguros. Entretanto. gastos com comercialização e aprimoramento técnico e utilidades (água. ainda. viagens e diárias. 9. encargos sociais. comunicações. aplicável sobre custos reembolsáveis. aplicável sobre despesas gerais ( qualquer despesa a ser efetuada que não exija o pagamento de encargos sociais). material de segurança (EPI). AC é o percentual que representa a relação entre o custo da sede e o custo total da empresa. EC é o percentual que representa a incidência de encargos complementares sobre a massa salarial. outrossim. pode ser adotada a seguinte fórmula: EF = [ ( 1 + t / 100 ) n ÷ onde: 30 . Estão incluídas despesas do tipo: uniformes. mobiliário. Pode-se considerar. financeiro e de apoio da sede. poderemos adotar vários coeficientes multiplicadores por proposta de preços. • • outros. estes itens de custo não podem estar integrando a planilha de quantidades da proposta. vale refeição. vale transporte. 118 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. sempre em função do tipo de custo direto envolvido. Empresas e Profissionais t é a taxa de juros de mercado ou de correção monetária. telecomunicações. só existirá para o caso de multiplicador sobre salários. De um modo geral poderemos ter os seguintes tipos de multiplicadores “K”: aplicável sobre a mão de obra. instalações e mobiliário. comercial. em porcentagem ao mês. n é o número de dias decorrido entre o centro de gravidade dos desembolsos e a efetivação do recebimento contratual I é o percentual que representa os impostos sobre o faturamento bruto do contrato. EF é o percentual que representa a correção da moeda entre as datas de desembolso e encaixe de recebimentos específicos de cada contrato. ES é o percentual que representa a incidência de encargos sociais a serem aplicados exclusivamente sobre as despesas referentes à salários de profissionais regidos pela CLT – Consolidação das Leis do Trabalho.

o valor indicado na realidade não representa o valor que realmente será obtido ao final do contrato. que apresenta quatro alternativas de pagamento. imposto federal. que é o valor definido na fórmula de cálculo do preço de venda. • • CONTRIBUIÇÃO SOBRE O LUCRO LÍQUIDO. quando a parcela relativa ao lucro estiver no numerador da fração. os valores de “K” só serão identificados após o cálculo da fórmula com a adoção dos dados conhecidos em cada proposta de preços.ISS. deverá ser considerado no denominador da fração que determina a fórmula de cálculo do preço de venda do serviço. que corresponde nesta data a 0. O que exceder a este valor haverá uma tributação de 25%. Empresas e Profissionais Não aceitamos que se considere o LUCRO no numerador da fração. em contratos de pequeno valor é essencial que se considere. IMPOSTOS SOBRE SERVIÇO. impostos federal e cujo valor nesta data é de 3%. Caso contrário. imposto federal. o valor observado não será o real. 120 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. pois. uma vez que entendemos ser correto que este deve ser calculado sobre o faturamento. deve-se levar em conta o fato de sua aplicação ter sido realizada sobre o custo dos serviços.718/98. que corresponde a 15% sobre o lucro real apurado inferior a R$ 20. que é um imposto municipal e em função da atividade profissional exercida.38%. imposto federal. Isto é. principalmente. não se podem definir valores fixos ou médios para os coeficientes multiplicadores. excetuando-se pessoal. A mesma sistemática pode ser aplicada à fórmula original a ser calculada para mão de obra.00 por mês. portanto. tornando-a assim: K = [ ( 1 + EC + AC + EF ) ] ÷ [ ( 1 – ( I + L ) ] A fórmula apresentada pode ser adotada da seguinte maneira: K = [ ( 1 + EC + EF ) ] ÷ [ ( 1 – ( I + L + AC ) ] Desta maneira estaremos definind-o que o percentual referente à administração central adotado está sendo aplicado sobre o preço de venda. deverão ser descontados o imposto de renda e os demais impostos incidentes sobre o contrato.000. IMPOSTO DE RENDA. COFINS. sua inclusão é discutível. que corresponde nesta data a 9% sobre o lucro líquido. entretanto. da maneira como apresentamos anteriormente. devemos suprimir da fórmula apresentada o termo referente aos encargos sociais. que corresponde ao pagamento de 4.858-10 datada de 26/10/ 99. De acordo com a MEDIDA PROVISÓRIA Nº 1.65%. CPMF. ou seja. Paulo Roberto Vilela Dias 121 . Ressaltamos que. corresponde nesta data a 0. No caso dos insumos. em função do regime tributário escolhido pela empresa consultora. segundo a metodologia exposta nesta publicação. Desta forma. o valor mostrado para o lucro representará efetivamente o lucro líquido do contrato. Aconselhamos que o orçamentista consulte a área contábil da empresa a fim de adotar adequadamente os valores dos impostos L é o LUCRO ESTIMADO sobre o faturamento bruto do contrato. Portanto. Insistimos que o LUCRO é estimado sobre o faturamento bruto do contrato. conforme a Lei Nº 9. a priori. se temos o LUCRO no numerador estamos definindoo sobre o custo e.8% sobre o faturamento bruto ou • lucro real. não pode mais haver dedução deste imposto sobre o COFINS. bem como. ou seja: simples lucro presumido ou lucro arbitrado. ainda. deve ser definido pela empresa em cada caso. PIS.

Algumas entidades de classe de construtoras têm obtido mandados de segurança garantindo esta modalidade de regime tributário aos seus associados. neste momento.Imposto sobre Serviço: É de origem municipal e para gerenciamento de empreendimentos na Cidade do Rio de Janeiro equivale a 5% sobre o faturamento. F) 8%. prerrogativa para que empresas de engenharia se enquadrem nesta forma de tributação. Empreitada global. são os seguintes: A) 8%. Atividades imobiliárias. o pagamento é devido sempre no início do mês seguinte ao fato gerador. conforme demonstrado a seguir. Lucro Presumido ou Arbitrado Os percentuais fixados no artigo 15 da Lei 9249/95. o valor do ISS.8%.65% sobre o faturamento. conforme o caso. ESTUDO DE UM CASO É muito importante que os engenheiros de custo ao elaborarem suas propostas de preços de serviços de engenharia e arquitetura considerem a incidência de tributos explicitamente. quando tributado sobre o lucro presumido (letra D = 32%).Contribuição Social Sobre o Lucro Líquido: Imposto federal. Prestação de serviços de transporte. PIS: Imposto federal devido sobre a receita operacional (faturamento + demais receitas operacionais (financeira e etc)) e equivale a 0. B) 1. o pagamento é devido trimestralmente. temos: IR: 8% x 15% = 1.9. G) 32%. e equivale a 9% sobre o lucro líquido. Paulo Roberto Vilela Dias 123 . de combustíveis derivados de petróleo. E) 8%.6%. exceto o de carga que é de 8%. são: ISS . Deve-se identificar no município sede da empresa ou no de realização dos serviços. empresas de engenharia de construção que optem por esta modalidade de tributação pagarão 1. o pagamento é devido sempre no início do mês seguinte ao fato gerador. Revenda para consumo.2% Para empresas de engenharia consultiva o IR é igual a 4.Imposto de Renda . da seguinte maneira: Considerando-se o percentual como igual a 8% (letra F. Empresas e Profissionais Lucro Real • Lucro Presumido • Lucro Arbitrado • Simples • Simples Existe. Por exemplo.2% de IR sobre o valor da nota fiscal. D) 32%.718. As pessoas jurídicas com fins lucrativos estão sujeitas ao pagamento do Imposto de Renda por um dos seguintes regimes: 122 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. IR . para quem optar pelo Lucro Presumido ou Arbitrado. Administração de obras. Lei 9. acima) e sendo a alíquota do IR de 15%. Os impostos a serem incluídos sobre o faturamento.Pessoa Jurídica: O Imposto de Renda e a Contribuição Social podem ser aplicados sobre a nota fiscal das obras (lucro presumido ou arbitrado) ou sobre o balanço mensal da empresa (lucro real) de acordo com o regime tributário escolhido pela construtora.2 EXEMPLO DE CÁLCULO DA INCIDÊNCIA DE IMPOSTOS SOBRE O FATURAMENTO. álcool etílico carburante e gás natural. Venda de mercadorias e produtos. o pagamento é devido no início do mês subsequente ao da emissão da nota fiscal. Prestação de demais serviços. C) 16%. CSLL . devido sobre a receita operacional (faturamento + demais receitas operacionais (financeira e etc)) e equivale a 3% sobre o faturamento. COFINS: Imposto federal. função do regime tributário escolhido pela empresa.

... O pagamento do IR é trimestral.....38%.000...00 100% sobre R$ 500..000..Lucro Real Como o próprio título define a tributação incidirá para lucro efetivo da empresa (ajustado pelas adições e exclusões permitidas e leis).... Alíquota A alíquota é de 9% para o ano 2000...000.........00 3. CPMF ..Contribuição Provisória Sobre a Movimentação Financeira: Imposto sobre a emissão de cheques bancários....000. corresponderá efetivamente ao lucro real.. seguindo os semestres civis. seguindo os semestres civis........... de acordo com a MP 1858-10 de 26/10/99.. CONTRIBUIÇÃO SOCIAL SOBRE O LUCRO A base de cálculo da Contribuição Social sobre o lucro das pessoas jurídicas com fins lucrativos é: Tributados pelo Lucro Presumido ou Arbitrado é de 12% sobre a Receita Bruta e de 100% sobre as demais receitas Operacionais (Financeiras e etc). R$ 620. 9% Valor da CSLL a pagar ......... Exemplo de Cálculo: Lucro do exercício .. uma vez que o cálculo do IR deve ser por mês. assim temos: Receita Bruta das obras por empreitada ..000.43% (1) Cálculo da percentagem considerando-se o lucro igual a 10% OBS: A vantagem de se adotar o cálculo dos impostos conforme exposto anteriormente é que o lucro previsto..... R$ 120........ para lucro da empresa até R$ 20.. Alíquota ....000............800...00 Receita Financeira ..... a forma correta de se calcular a incidência de impostos nos custos das obras é a seguinte: DESCRIÇÃO ISS COFINS PIS CSLL (1) ( 10% x 9% ) IR (1) ( 10% x 15% ) CPMF TOTAL % 5... para o lucro excedente à R$ 20............. fez-se provisão para pagamento do IR e da CSLL.65 0...... Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 125 .. R$ 500............ R$ 1.90 1..00 O pagamento da CSLL é trimestral...........00. a Contribuição Social sobre o Lucro Líquido não pode mais ser deduzida do COFINS... ...... Obs: A Lei define apenas o lucro anual R$ 240......000.............. R$ 90......00 Total Alíquota da CSL Valor da CSL a pagar 124 Tributados pelo Lucro Real é de 9% sobre o lucro.......00 0......50 0. R$ 500.000.. 15% .. no caso 10%. R$ 1.. da mesma forma que o IR......... a conversão para mensal é nossa. e corresponde a 0...............00 por mês...00 Base de Cálculo: 12% sobre R$ 1.000........000....00 Alíquota da CSLL ..........000...000...............00 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva...........000.000........ Desta maneira..........000. isto é. tem sua extinção prevista para 16/06/2002...00 .00 9% R$ 55........38 11........00 por mês..00 ...... 25% ........

encargos financeiros = 1% . Considerar os seguintes dados: . por preço global.lucro = 4% = 0. O regime tributário da empresa é o de lucro presumido.administração central = 10% .08% = 10% COFINS = 3% Paulo Roberto Vilela Dias 127 .10 EXEMPLOS PRÁTICOS EXERCÍCIO Nº 1: Seja calcular o orçamento de um projeto básico.impostos: ISS PIS IR CSLL .65% = 4. sendo que todas as despesas decorrentes do contrato correrão por conta do licitante. lucro presumido para projetos = 1.encargos sociais = 87% .8%.

2335 = 2.00 1.00% = 1.00 2.0776 1 – 0.1335 + 0.00% = 3.1) PLANILHA DE QUANTIDADES a) Mão-de-Obra Descrição Coordenador de contrato Engº médio Engº junior Técnico médio Topógrafo Auxiliar de topografia Cadista Operador de micro Secretária Mensageiro TOTAL DE CUSTO DE MÃO-DE-OBRA Quantidade 0.7665 b.00% = 0.00% = 10.65% = 4.80% = 1.87) (1 + 0.01) 1 – (0.53% b) Despesas Gerais Descrição PIS IR CSLL Total L = 10.50 1.10) = 2.00 1.53% ISS COFINS Quantidade 1 2 1 15 25 200 36 3 Meses 6 6 2 6 6 6 6 6 Custo Unitário Total = 4.00 1.00% = 13.25 0.1) Ensaios Tecnológicos Descrição Ensaios tecnológicos TOTAL GERAL DO ORÇAMENTO 128 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.0776 0.71 Paulo Roberto Vilela Dias 129 .00 1.10 + 0.00 Meses 6 6 6 6 2 2 6 6 6 6 Custo Unitário Total 2) FÓRMULAS DE CÁLCULO DO K 2.00 1.1) K sobre a mão-de-obra: K mo = (1 + ES) (1 + EC + AC + EF) 1 – (I + L) Exemplo do cálculo do K: ES AC EF I = 87.08% = 13.00 1. trena e etc Plotagens Cópias A1 Cópias xerox A4 Fotos Encadernações TOTAL DE CUSTO DAS DESPESAS GERAIS K mo = (1 + 0.7168 K mo = 2. Empresas e Profissionais K mo Quantidade 1 Meses 3 Custo Unitário Total = 2.00% Veículo de passeio Microcomputador e impressora Teodolito.

00 3.25 Engº médio 0.00 1.50 Engº junior 1.600.00 52.00 8.10) = 1.252.00 Cadista 1.00 2.00 1.00 250.00 Secretária 1.065.200.00 0.00 Secretária 1.00 Técnico médio 1.00 450.500.794.504.200.00 Mensageiro 1.50 7.00 10.00 3.260.00 Coordenador de contrato 0.00 19.00 Mensageiro 1.00 6.317.00 22.00 600.2) K sobre Despesas Gerais (1 + AC + EF) 1 – (I + L) K DG = Multiplicador de Despesas Gerais.500.512.390.00 K DG = 1. corresponde ao multiplicador referente aos custos indiretos incidentes sobre as despesas gerais.11 0.00 1.00 3.092.00 Auxiliar de topografia 2.1) Ensaios Tecnológicos Descrição Quantidade 1 Meses 3 Custo Unitário Total 400.25 Engº médio 0.00 16.000.00 a) Mão-de-Obra Descrição Quantidade Meses 6 6 6 6 2 2 6 6 6 6 Custo Unitário Total 16.00 3.00 750.400.485.400.00 3.00 3.00 1.200.00 TOTAL DE CUSTO DE MÃO-DE-OBRA 130 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. qualquer item de custo direto exceto salários.000.00 7.00 677.00 2.00 Técnico médio 1.00 400.00 1.00 22.00 75.44814 b) Despesas Gerais Descrição Quantidade Meses 6 6 2 6 6 6 6 6 Custo Unitário Total 2.794.500.00 540.00 Topógrafo 1.219.00 1. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 131 .00 1.00 9.50 3.00 TOTAL DE CUSTO DE MÃO-DE-OBRA Coordenador de contrato 0. ou seja.260.10 + 0.00 K DG = Veículo de passeio 1 Microcomputador e impressora 2 Teodolito.00 4.764.400.00 1.710.800.00 1.7665 = 1.700.500.01) 1 – (0.00 5.756.00 24.00 9.00 28.00 15.50 Engº junior 1.00 6.00 9.00 0.400.00 600.00 350.252.817.000.00 Auxiliar de topografia 2.00 Cadista 1.000.45 Ensaios tecnológicos TOTAL GERAL DO ORÇAMENTO 3) PLANILHA DE CUSTO 4) PLANILHA DE VENDA a) Mão-de-obra Descrição Quantidade Meses 6 6 6 6 2 2 6 6 6 6 Custo Unitário Total 6.20 240.00 Operador de micro 1.00 948.00 2.50 4.455.00 142.700.992.00 Topógrafo 1.00 54.000.200.00 6.2.00 300.626. trena e etc 1 Plotagens 15 Cópias A1 25 Cópias xerox A4 200 Fotos 36 Encadernações 3 TOTAL DE CUSTO DAS DESPESAS GERAIS b. Exemplo: K mo = (1 + 0.00 Operador de micro 1.50 108.1335 + 0.

00 Meses 6 6 6 6 2 2 6 6 6 6 Custo Unitário Total Veículo de passeio 1 Microcomputador e impressora 2 Teodolito.25 0. Veículo de passeio Microcomputador e impressora Teodolito.00 6.740.960. sendo as despesas de pessoal e gerais por conta do licitante.750.00 1.00 1.625.00 435.00 1.1) Ensaios Tecnológicos Descrição Quantidade 1 Meses 3 Custo Unitário Total 580.00 7.73 156.70 783. Considerar as mesmas condições do exercício anterior.29 348.50 1.087.00 0.033.00 580.00 8.00 176.50 0.00 21.00 870.30 32.00 1.590.25 1.b) Despesas Gerais Descrição Quantidade Meses 6 6 2 6 6 6 6 6 Custo Unitário Total 3. enquanto que as demais serão reembolsadas pelo contratante (ensaios tecnológicos).00 1.00 4. trena e etc 1 Plotagens 15 Cópias A1 25 Cópias xerox A4 200 Fotos 36 Encadernações 3 TOTAL DE CUSTO DAS DESPESAS GERAIS b.40 1) PLANILHA DE QUANTIDADES a) Mão-de-Obra Descrição Coordenador de contrato Engº médio Engº junior Técnico médio Topógrafo Auxiliar de topografia Cadista Operador de micro Secretária Mensageiro TOTAL DE CUSTO DE MÃO-DE-OBRA Quantidade 0.00 1. por preço global. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 133 .35 78.40 b) Despesas Gerais Descrição Quantidade 1 2 1 15 25 200 36 3 Meses 6 6 2 6 6 6 6 6 Custo Unitário Total Ensaios tecnológicos TOTAL GERAL DO ORÇAMENTO EXERCÍCIO Nº 2: Seja calcular o orçamento de um projeto básico. trena e etc Plotagens Cópias A1 Cópias xerox A4 Fotos Encadernações TOTAL DE CUSTO DAS DESPESAS GERAIS b.00 1.1) Ensaios Tecnológicos Descrição Ensaios tecnológicos TOTAL GERAL DO ORÇAMENTO Quantidade 1 Meses 3 Custo Unitário Total 132 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.00 2.

2335 2.1) K sobre a mão-de-obra: Exemplo do cálculo do K: K mo = (1 + ES) (1 + EC + AC + EF) 1 – (I + L) 2. ou seja.00% EF = 1.2) K sobre Despesas Gerais: K DG = (1 + AC + EF) 1 – (I + L) K DG = Multiplicador de Despesas Gerais.01) 1 – (0.1 0.53% ISS COFINS PIS IR CSLL TOTAL L = 10. qualquer item de custo direto exceto salários.00% I = 13.9 K mo = (1 + 0.10 + 0.01) 1 – (0.87) (1+ 0.222222 K DC = 1.0776 1 – 0.00% = 3.65% = 4.45 2.71 K DC = 1.00% = 0.10 + 0.4515 K DG = 1. corresponde ao multiplicador referente aos custos indiretos incidentes sobre as despesas efetuadas diretamente pelo cliente. corresponde ao multiplicador referente aos custos indiretos incidentes sobre as despesas gerais.1335 + 0. K mo = (1 + 0. Exemplo: ES = 87.10) = 1.10) = = K mo = 2. ou seja.7665 K DC = Multiplicador de Despesas do Cliente.00% AC = 10. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 135 .7168 K mo = 2.80% = 1.10) (1 – 0.10) = 1.53% K DC = K DG = (1 + 0.7665 K DG = 1. qualquer item de custo direto exceto salários.00% = 4.3) K sobre Despesas Efetuadas pelo Cliente (1 + AC) (I – L) 2.08% = 13.1335 + 0. pagos pelo próprio cliente.11 0.0776 0.22 134 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.2) FÓRMULAS DE CÁLCULO DO K 2.

00 450.73 156.00 2. Empresas e Profissionais .00 1.00 0.00 Auxiliar de topografia 2.756.40 Coordenador de contrato 0.065.40 Veículo de passeio 1 Microcomputador e impressora 2 Teodolito.817.200.400.35 78.00 6 TOTAL DE CUSTO DE MÃO-DE-OBRA K mo TOTAL DE PREÇO DE VENDA DA MÃO-DE-OBRA Ensaios tecnológicos 1 3 K DC PARCELA DA DESPESA EFETUADA PELO CLIENTE TOTAL GERAL DO ORÇAMENTO 4) PLANILHA DE VENDA a) Mão-de-Obra Descrição Quantidade Meses 6 6 6 6 2 2 6 6 6 6 Custo Unitário Total 16.00 Topógrafo 1.71 142.500.00 54.00 5.00 6.00 750.625.30 32.252.00 9.00 175.00 1.00 6 Mensageiro 1.22 264.00 Mensageiro 1.00 3.00 0.700.000.00 21.00 540.00 Total 1.25 1.50 3.00 8.710.00 677.00 142.00 1.00 22.00 Técnico médio 1.00 8.00 870.00 7.512.00 52.00 TOTAL DE CUSTO DE MÃO-DE-OBRA b) Despesas Gerais Descrição Quantidade Meses 6 6 2 6 6 6 6 6 Custo Unitário Total 3.1) Ensaios Tecnológicos Descrição Quantidade Meses Custo Unitário 400.400.485.00 10.00 0.00 300.200.70 783.20 240.00 3.700.40 137 Veículo de passeio 1 Microcomputador e impressora 2 Teodolito.00 4.00 1.00 2.500.00 24.00 3.45 32. trena e etc 1 Plotagens 15 Cópias A1 25 Cópias xerox A4 200 Fotos 36 Encadernações 3 TOTAL DE CUSTO DAS DESPESAS GERAIS Paulo Roberto Vilela Dias 136 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.260.00 b) Despesas Gerais Descrição Quantidade Meses 6 6 2 6 6 6 6 6 Custo Unitário Total 2.00 1.00 7.00 4.00 350.00 16.00 Secretária 1.500.29 348.00 2.00 2.50 Engº junior 1.00 600.00 15.400.114.092.50 108.960.00 19.50 0.390.000.00 Cadista 1.00 3.00 1.500.800.00 6 Topógrafo 1.00 28.25 6 Engº médio 0.764.00 400.626.000.00 6.00 250.00 22.00 948.25 Engº médio 0.00 9.00 2 Auxiliar de topografia 2.504.087.794.000.252.455.033.00 1.200.00 3.00 9.50 7.00 b.00 6 Técnico médio 1.000.50 4.00 580.794.219.00 1.00 1.00 1.00 6 Secretária 1.750.817.00 3.033.50 6 Engº junior 1.200.00 Operador de micro 1.00 6.317. trena e etc 1 Plotagens 15 Cópias A1 25 Cópias xerox A4 200 Fotos 36 Encadernações 3 TOTAL DE CUSTO DAS DESPESAS GERAIS K DG TOTAL DE PREÇO DAS DESPESAS GERAIS Coordenador de contrato 0.00 2 Cadista 1.3) PLANILHA DE CUSTO a) Mão-de-Obra Descrição Quantidade Meses Custo Unitário Total 6.00 600.00 6 Operador de micro 1.260.00 435.400.00 6.600.

00 2.00 0.00 TOTAL DE SALÁRIOS E ENCARGOS 134.00 PERCENTUAL DE ENCARGOS COMPLEMENTARES 30.00 16.3 1.00 0.784.00 360.00 300.b.960.00 59.00 14.080.904.200.00 260.912.00 Total de encargos complementares 41.5% = 3% = 3% = 0.00 9.1) Ensaios Tecnológicos Descrição Quantidade 1 Meses 3 Custo Unitário 88.00 12. portanto.00 400.60 6. Empresas e Profissionais .97% Paulo Roberto Vilela Dias 139 138 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.65% = 1.00.00 0.00 1. Considerar que o lucro mensal é inferior a R$ 20.500.600.720.00 18.960.00 9.Dias/mês Meses R$ Total sionais ou leis sociais Engº supervisor mês 0.00 0.00 Ferramentas manuais vb 18 1 2 50.00 80.8 12 2. Os serviços a serem realizados são de manutenção predial.00 134.00 0.00 Uniforme unid 18 2 2 35.00 Seguro de vida vb 18 1 1 15.600. indiretas e o lucro da empresa.520. O regime tributário da empresa é o de Lucro Real.00 EPI unid 18 2 2 15.00 74.00 175.00 FORNECIMENTO DE MÃO DE OBRA Categoria profissional Unidade Encarregado de turma mês Eletricista mês Bombeiro mês Pedreiro mês Ajudante mês Servente mês Custo salários Encargos sociais CUSTO SALÁRIOS E ENCARGOS Quantidade 12 24 24 36 48 72 Preço por mês (R$) 800.784. Apresenta-se a planilha de quantidades a ser fornecida.000. devendo estar incluídos no salário mensal todas as despesas diretas.00 12.8% ( 12% x 15% ) = 1.800.742.00 0.400.880.00% Preço total (R$) 9.40 PLANILHA DE QUANTIDADES FORNECIMENTO DE MÃO DE OBRA Categoria profissional Unidade Encarregado de turma Eletricista Bombeiro Pedreiro Ajudante Servente ORÇAMENTO TOTAL mês mês mês mês mês mês Quantidade 12 24 24 36 48 72 Preço por mês (R$) Ensaios tecnológicos TOTAL GERAL DO ORÇAMENTO EXERCÍCIO Nº 3: Seja apresentar a proposta de preço para o fornecimento exclusivo de mão de obra. Considerar as seguintes condições: encargos sociais encargos financeiros impostos: ISS COFINS PIS IR CSLL = 80% administração central = 3% = 1.00 Vale refeição unid 18 20 12 3.600.00 270.00 ENCARGOS COMPLEMENTARES Descrição Unid Nº profis. EPI e ferramentas aos funcionários.00 Total 264.114.00 Vale transporte unid 18 20 12 1.00 1. deverão estar incluídos no preço de venda o fornecimento de uniformes.08% ( 12% x 9% ) Preço total (R$) 0.00 400.

592.60 (neste caso não consideramos a parcela de encargos sociais) AC = 5.00 – 0. cujo tempo de trabalho no mesmo será de 50 horas.00 38.00: ES EC AC EF I = = = = = 80.447.65% 1.00.00 1. conforme Capítulo 6.017.2153 3.00% 30. contador + despesas de legalização (alvará + CREA) EF = 0 140 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.97% 3.045.608.254.00 38. temos que: (EC + AC + EF) 1 – (I + L) K = 4. Não será considerada a parcela de lucro. • a impressora tendo aluguel igual a R$ 1.40 301.592.00 1.35 1. bem como. conforme Capítulo 6.592.05 por hora.53% ISS COFINS PIS IR CSLL Total = = = = = = 3.0202625 K = 4. uma vez que resume-se ao trabalho autônomo do profissional.20 57.7847 o microcomputador tendo aluguel igual a R$ 0.80% 1.50% 9.91 por hora.K mo = (1 + ES) (1 + EC + AC + EF) 1 – (I + L) EXERCÍCIO Nº 4: Seja calcular o valor da hora técnica de um engenheiro senior para a elaboração de um orçamento de obra. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 141 .00% 3.00 1.00 52.00 1.216.53% ( 12% x 15 % ) ( 9% x 12 % ) L = 12.00% 0.608. impressora.00% 1.02 PLANILHA DE VENDA FORNECIMENTO DE MÃO DE OBRA Categoria profissional Unidade Encarregado de turma Eletricista Bombeiro Pedreiro Ajudante Servente ORÇAMENTO TOTAL mês mês mês mês mês mês K= Quantidade 12 24 24 36 48 72 Preço por mês (R$) 3. serão incluídos os custos referentes a utilização de microcomputador.20 1.20 Preço total (R$) 38.888. • admitindo-se o custo com materiais de consumo igual a R$ 50.80 + 1.00% 1.08% 9.206. • o custo de telefone e energia sendo da ordem de R$ 75.00 75.00.099.00%. • K= = O profissional fornecerá nota fiscal para a realização da prestação de serviços e que seu regime tributário é o Lucro Presumido.15 0. Internet para recepção e envio de dados ao cliente e materiais de consumo próprios destes equipamentos. Adotando-se a hora técnica deste engenheiro igual a R$ 60.

00 75.00 505.50 50.29 142 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.10 0.65% 4.00 ENCARGOS COMPLEMENTARES Descrição técnico pleno INSS sobre autônomo Microcomputador Impressora material de consumo energia e telefone Total dos encargos complementares (EC) CUSTO TOTAL Percentual de encargos complementares (EC / CT) Paulo Roberto Vilela Dias Quantidade 50 20% 50 50 1 1 L = 0.00 50.50 47.50% 3.CUSTO DIRETO DA MÃO-DE-OBRA Descrição Engenheiro CUSTO TOTAL (CT) Custo (R$) Quantidade Unitário TOTAL 50.0743 + 0.8715 K= = K = 1.00 3.00 3.1285 + 0) 1.00 3.50 235.43% Considerar no exemplo anterior que o engenheiro contratará um técnico pleno autônomo (50 horas) para a adequada execução do serviço.000.00 3.1243 0.85% 143 .00 75.50 50.00 7.34 EXERCÍCIO Nº 5: ENCARGOS COMPLEMENTARES Descrição Quantidade 50 50 1 1 Custo (R$) Unitário TOTAL 0. K= (EC + AC + EF) 1 – (I + L) (neste caso não tem a parcela de encargos sociais) AC = 5.34 3.000. Empresas e Profissionais Custo (R$) Unitário TOTAL 4.00 Custo (R$) Unitário TOTAL 60.71 235.00 3.000.41 3.60 3.00 50.03% Quantidade 50.91 45. será a remuneração do próprio trabalho do profissional (1 + 0.00 60.05 52.00 Custo (R$) Unitário TOTAL 77.00 PLANILHA DO PREÇO DE VENDA Descrição Engenheiro PREÇO DE VENDA Quantidade 50.2927 K = 1.000.80% 1.91 45.00%.50 1.870.05) 1 – (0.000.00 16.50 1.00 223. contador + despesas de legalização (alvará + CREA + etc) EF = 0 CUSTO DIRETO DA MÃO-DE-OBRA Descrição Engenheiro CUSTO TOTAL (CT) Microcomputador Impressora Material de consumo Energia e telefone Total dos encargos complementares (EC) CUSTO TOTAL Percentual de encargos complementares (EC / CT) I = ISS COFINS PIS IR CSLL Total 3.000.870.05 52.00 75.00 75.08% 13.00% 0.

00 84.00 EC = 0.1324 + 0) K = 1. CREA e etc.00 4. todos os insumos serão comprados diretamente pela obra (CLIENTE).4073 K = 1.35%.08% 12. todas as despesas serão pagas ou antecipadas pelo proprietário da construção.53% L = 10.200.2146 0.08% 13. I 1 EXERCÍCIO Nº 6: Calcular a taxa de administração a ser cobrada no acompanhamento técnico de construção de uma edificação unifamiliar.I = ISS COFINS PIS IR CPMF CSLL TOTAL 3.00% 3.0743 + 0.00% 0.05) 1 – (0. tais como.00% 0.00 x 10%) 145 Paulo Roberto Vilela Dias . aluguéis de equipamentos de propriedade do engenheiro/profissional administrador da obra serão remunerados com prazo de pagamento de 30 dias fora o mês de utilização. visa cobrir os impostos com a emissão de nota fiscal ISS COFINS PIS IR CSLL TOTAL 3.00 4. inclusive. portanto. visa cobrir as despesas com contador. será a remuneração do próprio trabalho do profissional (1 + 0.200. taxas (alvará.65% 4. o administrador não tem escritório fixo EF = 1.80% 0.00% PLANILHA DO PREÇO DE VENDA Descrição Engenheiro PREÇO DE VENDA Custo (R$) Quantidade Unitário TOTAL 50. ferramentas manuais e equipamentos de propriedade do engenheiro administrador da obra. cujo orçamento previsto é de R$ 75. 144 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.000. presume-se um lucro líquido de R$ 7.50% 3.00%.40 1.00%.00%. o cliente fará todas as despesas em seu nome e pagará antecipadamente salários e outros.65% 4.000. vale para máquinas.38% 1.00. uniformes EPI e etc.500.50%. consideramos IR sobre o lucro presumido 1.00 (R$ 75. AC = 5.8676 K= = Dados básicos: ES = 77. não será considerado pois. Sendo obra por administração.80%. Empresas e Profissionais = 12. Algumas despesas.42% SOBRE SALÁRIOS DE PROFISSIONAIS DA CONSTRUTORA: K mo = (1 + ES) (1 + EC + AC + EF) 1 – (I + L) ALUGUÉIS E DEMAIS DESPESAS: K2 = (EC + AC + EF) 1 – (I + L) ALUGUÉIS DE MÁQUINAS E FERRAMENTAS PORTÁTEIS: K3 = (EC + AC + EF) 1 – (I + L) L = 0.).

aplicando os valores conhecidos na fórmula. Empresas e Profissionais n / 30 EF = ( 0.” Adotaremos a correção monetária igual a 1. de acordo com o resultado do Exemplo nº 7 I = ISS COFINS PIS IR CSLL L = 12.1 ] x 100 EF = ( 1.77) (1 + 0 + 0.015) 1 – (0.39 A definição de n é: Uma vez que a medição dos serviços é realizada a cada 30 dias.7765 = 1. vem: n = 15 + 30 = 45 dias Assim. podemos avaliar que o centro de gravidade dos desembolsos é de 15 dias.26% EXERCÍCIO Nº 8: Calcular o multiplicador para um serviço de gerenciamento de obra.0226 . metade do período.5 .05 + 0) 1 – (0. Como sabemos que o pagamento é considerado 30 dias após a medição.05 0.40 EF = [ ( 1. sobre o lucro real 9.05 + 0.1 ] x 100 45 / 30 .1235 + 0.5% ao mês.015 ) 1.8585 0.00%.1385 + 0. Pagamento: o pagamento será efetuado 30 dias após a emissão da medição dos serviços executados no período. a partir da data de assinatura do contrato.0226 ) x 100 EF = 2. adotando-se os seguintes dados: ES = 119.1 ) x 100 EXERCÍCIO Nº 7: Seja calcular o valor do encargo financeiro (EF) de um contrato com a seguinte redação para esta cláusula: “Medições: serão realizadas medições a intervalos regulares de 30 dias.1 ] x 100 K3= (1 + 0 + 0. a ser aplicado sobre uma planilha de quantidades conhecida. temos: K2= (1 + 0 + 0.015 ) ] n / 30 .7615 = 1.10) = 1.00% AC = 8.10) = 1.65% 15.00% 0.50% n = 45 dias 146 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.1235 + 0.00% EF = 2.1 ] x 100 = = = = = 0.Cálculo dos multiplicadores “K“: (1 + 0. sobre o lucro líquido Paulo Roberto Vilela Dias .00%.00% 147 .10) 1.35 EF = [ ( 1 + 1. Solução: Sendo a fórmula do cálculo do encargo financeiro igual a: EF = [ ( 1 + t / 100 ) temos: t = 1.7765 K1= = = 2.50% 3.05 + 0) 1 – (0.07 0.5% / 100 ) ] EF = [ ( 1 + 0.26%.

058. 148 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. e transcrita a seguir. onde encontramos as seguintes variáveis: IMPOSTO DE RENDA RETIDO NA FONTE – PESSOA FÍSICA Remuneração Parcela a Deduzir Alíquota Até R$ 1.19) (1 + 0 + 0. temos que deduzir a fórmula de cálculo do preço de venda.0226) 1 – (0.00 Acima de R$ 2.Solução: I ISS COFINS PIS IR CSLL = 7. ou seja.982208 K = 2.08% ( 9% x L ) 11 FÓRMULA DE CÁLCULO DO PREÇO DE VENDA PARA PROFISSIONAIS LIBERAIS Consideramos profissionais liberais aqueles que apresentam um RPA – Recibo de Pagamento de Autônomo para receberem a remuneração que fizeram juz pela prestação de algum serviço técnico. da seguinte forma: Na Tabela 5 apresentada no Capítulo 5 encontramos a tabela em vigor nesta data para retenção de imposto de renda na fonte pessoa física. 11.1 DEDUÇÃO DA FÓRMULA DE CÁLCULO Cálculo do “K“: (1 + ES) (1 + EC + AC + EF) 1 – (I + L) K = K = (1 + 1.00 R$ 158. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 149 .98 Considerando que a incidência do Imposto de Renda Retido na Fonte (IRRF) para pessoas físicas incide sobre o valor total da prestação de serviço. a fim de facilitar a apresentação da metodologia de cálculo.0703 + 0.08 isento 15% 27.Recibo de Pagamento de Autônomo. Lembramos que este formulário é padrão nacional e vendido em qualquer papelaria.65% = 1. valor do RPA .03% = 0.50% = 3.00% = 0.80% ( L x 15% ) = 1.08 + 0.00 De R$ 1.414694 0.1903 = 2.115.12) = 1.8585 1 – 0.058.115.01 a R$ 2.5% Faixa (OBS) 1 2 3 OBS: Estes códigos de faixas foram definidos pelo autor do livro.70 R$ 423.8097 K = 2.

70 Assim.231. onde: ALÍQUOTA: 15% PARCELA A DEDUZIR: R$ 158. portanto Faixa 1. portanto Faixa 2..2 EXEMPLOS PRÁTICOS EXEMPLO 1) Calcular o valor do RPA de um serviço cujo custo definiu-se como sendo de R$ 880.00. vem: RPA = CUSTO + ( RPA x ALÍQUOTA ) .RPA x ALÍQUOTA = CUSTO .PARCELA A DEDUZIR ) ÷ ( 1 .PARCELA A DEDUZIR EXEMPLO 2) Calcular o valor do RPA de um serviço cujo custo definiu-se como sendo de R$ 1. será: RPA = ( CUSTO . Os dados básicos que devemos considerar são os seguintes: REMUNERAÇÃO: R$ 1. o VALOR DO RPA será: RPA = ( CUSTO .00.30 ÷ 0.PARCELA A DEDUZIR RPA .ALÍQUOTA ) = Portanto.59 150 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.0.15 ) VALOR DO RPA = R$ 1.ALÍQUOTA ) VALOR DO RPA = ( R$ 1.00 – R$ 158.PARCELA A DEDUZIR RPA ( 1 .Alíquota do IR e .390.ALÍQUOTA ) CUSTO .Parcela a deduzir do IR. podemos considerar o que se segue: 10. podemos deduzir que o valor do RPA é obtido com a seguinte fórmula: RPA = CUSTO + IR Substituindo IR pela sua fórmula de cálculo.70 ) ÷ ( 1 .PARCELA A DEDUZIR ) ÷ ( 1 .Faixa de remuneração.00. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 151 . logo: VALOR DO RPA = R$ 880.390.00.00 Sabemos que o valor do imposto de renda retido na fonte (IR) é calculado com a seguinte fórmula: IR = ( RPA x ALÍQUOTA ) – PARCELA A DEDUZIR Então. . não há retenção de Imposto de Renda. a retenção de Imposto de Renda. onde: ALÍQUOTA: ISENTO Assim.85 VALOR DO RPA = R$ 1.448. Os dados básicos que devemos considerar são os seguintes: + CUSTO DO SERVIÇO IMPOSTO DE RENDA RETIDO NA FONTE PREÇO DE VENDA (VALOR DO RPA) (CUSTO) (IR) (RPA) REMUNERAÇÃO: R$ 880. Então.390.

Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 153 .1 DEFINIÇÃO ALÍQUOTA: 27. o procedimento não considera alguns fatores que influenciam de modo altamente significativo os valores de tais custos. Os dados básicos que devemos considerar são os seguintes: REMUNERAÇÃO: R$ 7.08 ) ÷ ( 1 . onde: 12.206.Portanto o imposto de renda retido na fonte (IR) é igual a R$ 58. 12 APROPRIAÇÃO DE CAMPO DOS COEFICIENTES FÍSICOS DAS COMPOSIÇÕES DE CUSTO EXEMPLO 3) Calcular o valor do RPA de um serviço cujo custo definiu-se como sendo de R$ 7. será: RPA = ( CUSTO . Entretanto. variação que ocorre.00.58 Portanto o imposto de renda retido na fonte (IR) é igual a R$ 2. Uma análise desse comportamento indica as seguintes causas principais das divergências: desconhecimento da metodologia adotada na composição dos coeficientes por insuficiência de informações.275 ) VALOR DO RPA = R$ 7.630.08 Assim. a dificuldade de se ganhar obras através de processos licitatórios. é indiscutível que não existe melhor fonte do que a aferição elaborada pela própria empresa construtora.0.PARCELA A DEDUZIR ) ÷ ( 1 .ALÍQUOTA ) VALOR DO RPA = ( R$ 7.5% PARCELA A DEDUZIR: R$ 423. É muito comum as empresas construtoras adotarem composições analíticas de custo sem o menor critério de seleção e. este procedimento leva a erros incríveis de orçamento e. nos valores corresponden• tes a administração e funcionamento do canteiro de serviços. Em nossos dias. • incidência de horas ociosas de equipamentos e pessoal nos custos diretos.310.59. portanto Faixa 3. principalmente. • 152 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.58. onde a competitividade está cada vez maior.92 ÷ 0. de obra para obra.00.630. sem adequação ao projeto em questão. ainda. Várias são as fontes onde se encontram dados para elaboração de composições de custo ou até as próprias composições analíticas ou com custos prontos.725 VALOR DO RPA = R$ 9.940. A par das diversidades de fontes. • características próprias do projeto que não são levadas em consideração.00 – R$ 423.630. a retenção de Imposto de Renda.

propriamente a descrição da metodologia. falta de programação do construtor. AP-3 e AP5. para coletar os dados junto às frentes de serviço. máquinas e veículos parados. defeitos mecânicos em qualquer dos equipamentos. e transcreverá os dados para os formulários modelos AP-2. através de apropriação de mão-de-obra e equipamentos. Os formulários utilizados são os descritos abaixo: • • • • • • Controle diário de mão-de-obra (modelo AP-1) Controle diário de equipamentos (modelo AP-3) Controle diário de produção (modelo AP-5) Resumo das horas-homens e da produção (modelo AP-2) Resumo das horas-equipamentos e da produção (modelo AP-4) Resumo dos coeficientes (modelo AP-6) Os apontadores de campo usarão as fichas modelos AP-1. cujo fluxograma. cujas horas trabalhadas podem ser identificadas com o serviço e cronometradas com fidedignidade. e ainda. falta de material indispensável ao serviço sob a responsabilidade do construtor. Equipes alocadas por serviço . embargos motivados pelo construtor e outros oriundos de ineficiência do construtor. considerar uma escavação de 3ª categoria (sem explosivo). Equipes e equipamentos ociosos . cuja remune154 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. horas perdidas com abastecimento e lubrificação.2 CONCEITOS BÁSICOS Antes de se iniciar.entende-se por equipes alocadas ao serviço ao grupo de operários vinculados ao mesmo por designação do responsável pela obra. por razões extras à vontade do construtor. Equipamentos alocados ao serviço .é o conjunto de equipamentos. No caso de se empregar sistema informatizado. torna-se necessário esclarecer alguns conceitos que facilitarão a sua compreensão. embora alocados ao serviço específico. 12. não podendo produzir. Equipamentos Paralisados . apresenta-se uma metodologia para determinação dos coeficientes físicos dos componentes das composições analíticas de custo. período de refeição. inserido em anexo. que. quando na verdade é obrigatório o emprego de explosivos. estas fichas.entende-se por equipamentos alocados ao serviço ao conjunto de máquinas e/ou veículos designados pelo responsável pela obra para execução do mesmo.• análise errônea da especificação do serviço. a aferição da produção horária dos mesmos. oferece uma visão de conjunto e mostra a tramitação dos dados colhidos e registrados. A descrição será efetuada através de instruções para preenchimento individual de cada um dos seis formulários. estão impedidos de produzir. isto é. deslocamento temporário de equipamento para atender outra frente de serviço. • • • • impedimentos por intempéries. abrangendo todas as categorias. A equipe de escritório conferirá as fichas preenchidas pelos apontadores. e cujas causas mais comuns são mencionadas a seguir: • • • • • Visando minimizar a amplitude das variações entre orçamento e custo real das obras e se obter maior fidedignidade em propostas de preços ou orçamentos de diferentes projetos. após conferência. AP-4 e AP-6. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 155 . por exemplo. cujas horas trabalhadas podem ser mensuradas ao serviço com certo grau de precisão. propiciando a emissão dos relatórios gerenciais. anteriormente definidas. poderão ser digitadas imediatamente. para qualquer serviço da engenharia civil. máquinas e veículos.equipe e/ou equipamento ocioso é o conjunto de homens.

12. a quantidade de serviço executada na unidade de tempo assumida. ou ainda. Produção Média de Equipes de Serviço (Mão-de-obra e equipamentos) . e ainda. porém de motor ligado. a fim de fornecer uma visão global da coleta. em plena condição de produzir normalmente. aguardando sua vez de iniciar e/ou retornar a atividade.é o custo da máquina ou veículo que quando à disposição de determinada frente de serviço. em conjunto ou não. de fácil produção e operação.consiste no grupo de homens alocados aos serviços trabalhando e produzindo sem os impedimentos mencionados anteriormente. em plena condição de produzir normalmente. Pequena modificação do projeto exigida posteriormente ao início das obras.. 12. Para favorecer o raciocínio. mantém-se estacionado.3 FORMULÁRIOS UTILIZADOS A seguir é apresentada a maneira correta de se preencher cada formulário empregado na determinação dos coeficientes físicos das composições de custo. Equipe de Trabalho e Nível dos Componentes . Empresas e Profissionais . Para essa previsão espera-se um julgamento lógico de quem estiver orientando o serviço de apropriação e um bom senso do apontador.ração total torna-se muito difícil de prever. O tempo de duração relativo ao equipamento improdutivo não deve exceder a um dia. recomenda-se seja elaborado sistema de computador. em função do porte da obra. que vão depender do julgamento e do bom senso do orientador da apropriação e do apontador. seguem algumas ocorrências mais comuns deste tipo: • • equipe do serviço. que poderá ter outras funções na administração da empresa. etc. Paralisação do serviço aguardando material de responsabilidade do cliente ou outras paralisações. alocados aos serviços em operação sem os impedimentos caracterizados anteriormente. Equipamento Produtivo . Existência de obstáculos nos locais de trabalho que poderiam ser removidos ou evitados com antecedência através do cliente. Entretanto. O dimensionamento da equipe de trabalho dependerá exclusivamente do ritmo desejado e da quantidade de informações a serem processadas. como parte da 156 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. Obstrução do trabalho face às circunstâncias inerentes ao serviço. ou seja.3. ou seja.1 Controle diário da mão-de-obra (modelo AP-1) O controle diário de pessoal de produção deve ser feito na ficha modelo AP-1.é a quantidade de horas consumidas para execução de determinado serviço relativamente à quantidade produzida no intervalo de tempo utilizado. para emissão dos relatórios e manutenção do banco de dados coletados. Os trabalhos serão dirigidos por um Controlador Central. que é a representação gráfica da tramitação dos dados entre os formulários. instalações elétricas ou de telefones. Equipamento Improdutivo . o fluxograma. que fornecerá as horas-homens dedicadas a cada tipo de serviço. tabulação e apuração desses coeficientes. Execução de serviços de outras companhias nos locais de atividade.é a máquina ou veículo. por exemplo: veículo estacionado no local onde deve passar uma canalização ou pavimentação. pois acima desse período o construtor poderá deslocar a equipe para outra frente de serviço.deverá ser criado um grupo de estudo com o intuito de coordenar e acompanhar os trabalhos de apropriação de campo e a posterior tabulação no escritório dos valores dos elementos intervenientes nas composições de custo. distribuídas de acordo com a função dos grupos de operários alocados nos diversos serviços. por exemplo: água ou esgoto para atender os consumidores da região fora do âmbito da rede em execução. Equipe Produtiva . Paulo Roberto Vilela Dias 157 • • • • Paralisações em virtude de canalizações e redes existentes perturbando o desenrolar do serviço.

Multiplicam-se as horas trabalhadas (HT). para efeito de controle no escritório. Ao término do mesmo. deverão ser grifadas por intermédio de um círculo. tomar água. A soma das sub-colunas (HT) e o registro dos totais. Inicialmente preenche-se o nome da obra. bem como a soma das horas remuneradas poderão ser obtidas através de sistema informatizado. Exemplo: um servente para de trabalhar aguardando que se coloque um tubo na vala. são anotadas no verso da ficha.É preenchida e assinada pelo apontador. O apontador anota o início da paralisação e se o operário regressar ao serviço dentro daquele tempo anulará a anotação. As anotações no modelo AP-1 devem ser feitas durante todo o turno do serviço. porque há interesse de se apurar o tempo. pois se deve descontar uma hora de refeição e arredondar os minutos para a fração de quarto de hora seguinte. excetuando o encarregado geral. que além destes cálculos armazenarão estas informações para utilização posterior. visada pelo encarregado da obra e enviada ao setor de orçamento diariamente. confere os registros efetuados. As horas trabalhadas (HT) são calculadas no escritório. Para cada tipo de serviço utiliza-se uma ou mais colunas. As observações que se fizerem necessárias com relação as ocorrências não previstas no formulário de levantamento do serviço. de acordo com o tipo do serviço. Essas horas. deverá ser considerado como horas perdidas. desde que não exceda 15 minutos. A consulta ao preenchimento simulado de alguns informes da referida ficha facilita sua compreensão. O controlador central de apropriação. correspondentes a cada operário. As sub-colunas (I) hora de início. etc. numerando-as na parte superior.. lanche. conforme o cargo ou função do operário. este tempo. o local de atividade e a data. utilizam-se duas colunas: a primeira para as horas trabalhadas pelo encanador e a segunda para as dos serventes. simplesmente confere os dados e os envia para digitação. com o objetivo de obter os totais acrescidos das horas remuneradas não trabalhadas. café. O apontador deverá estar bem atento ao desenvolvimento do serviço e. (F) hora final são preenchidas pelo apontador. o apontador juntamente com o encarregado ou feitor anotará as horas remuneradas dos operários naquela frente de serviço. Existem três linhas para registrar o início e fim do serviço correspondente a cada operário. Em seguida registram-se os cargos de todos os operários que estiverem à disposição do referido serviço. Se o servente estiver fazendo a escavação manual de uma vala para assentamento de tubos e parar alguns minutos para descansar. pois isto é uma consequência do próprio serviço. Empresas e Profissionais apontador não pode considerar. É imprescindível que este tome conhecimento de todos os tipos de serviços especificados na obra e tenha cópia deles com a finalidade de consulta. hora de chegada e hora de saída. ou. O apontador deve combinar com o encarregado ou feitor do serviço para avisá-lo quando o operário for transferido de local de atividade. quando necessário. Anotam-se como horas remuneradas naquele serviço quatro horas. Podem-se usar tantas fichas quantas forem necessárias. pois trata-se de exigência da atividade. antes que passe muito tempo e o apontador possa se esquecer das atividades apropriadas. deve procurar corrigi-lo imediatamente. transformando os minutos em dados decimais para favorecer os cálculos. no caso de se calcular por software específico. Exemplo: o servente foi transferido para o serviço às 10:00 h e saiu para outro às 14:50 h. topógrafo e outros elementos administrativos. Paulo Roberto Vilela Dias 159 . a nomenclatura dos serviços executados e. os seus totais. perguntar ao responsável da equipe sobre os tipos de serviço que estão sendo realizados. O controlador central calcula as horas trabalhadas (HT). ao receber a ficha modelo AP1. mas se forem insuficientes poderão ser utilizadas outras colunas para o mesmo serviço ou a repetição do nome do trabalhador. Há interrupções do serviço que excedem os quinze minutos considerados como limite e que o 158 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. sempre que for necessário. se houver algum engano. Depois estabelece a relação entre as horas remuneradas e as trabalhadas a fim de obter o índice de ociosidade. Exemplo de preenchimento do formulário: Supondo-se o serviço de montagem de tubulação com um encanador e dois serventes. bem como. pelo índice. dedicado ao serviço por classe de trabalhador.

Ordem de Serviço impedimento próprio da atividade paradas ocasionadas por chuvas interrupções para refeições tempo de deslocamento de uma frente de serviço para outra Quando a parada for provocada por modificação de projeto. Nas mesmas colunas onde são anotadas as horas trabalhadas diariamente. devem-se registrar as respectivas produções apuradas na ficha modelo AP-5. o modelo. as produções oriundas da ficha Controle Diário de Produção. o tipo da máquina ou veículo. as colunas correspondentes aos dias. Utilizando-se a composição de custo por produção. ou seja. no caso de se adotar composição de custo simplificada. No final do período somam-se as produções e o resultado é anotado na coluna total precedido da unidade correspondente. Usará as horas de relógio para anotar o início e o término dos serviços executados conforme especificações fornecidas pelo mestre de obra e também as causas das interrupções. Empresas e Profissionais O apontador anotará.2 Resumo das horas-homens e da produção (modelo AP-2) Este resumo tem a finalidade de compilar os registros de todas as horas trabalhadas.3 Controle diário de equipamento (modelo AP-3) Este formulário deve ser preenchido pelo apontador. Transcrevem-se na primeira coluna os cargos dos operários e os nomes dos serviços executados. Marcará no quadrilátero correspondente a (HP) horas produtivas. enquanto que a produção deverá ser aposta na área de mesmo nome do formulário de composição analítica de custo. obter o visto do mestre ou engenheiro responsável pela obra e remetê-la ao controlador central diariamente. a data. Após. diariamente. Paulo Roberto Vilela Dias 161 . refeição. uma para cada máquina ou veículo. cujo valor será apresentado no relatório Resumo dos Coeficientes Físicos. modelo AP-5. 160 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. Neste formulário tem-se ainda. etc. Seguem alguns tipos de paralisações que são mais comuns: • • • • • • • • • atraso de início do turno quebra do equipamento reparos mecânicos preventivos abastecimento ou lubrificação esperando a OS .3. material. a leitura do horômetro inicial e final do turno de serviço. bem como. serão parte do custo indireto. a potência e a capacidade.. modelo AP-6. as horas trabalhadas (HT) distribuídas pelos serviços. tais como. os que prestam serviços indiretos. 12. a marca. as categorias profissionais e as quantidades de horas trabalhadas serão transcritas na área reservada a mão-de-obra complementar. Nela deve constar o nome da obra. abastecimento e lubrificação de máquinas. farão parte do custo do canteiro da obra ou da administração local. com a finalidade de obter as horas trabalhadas totais. o apontador deverá anotar as atividades prestadas pelo veículo que estiver alocado à frente de serviço direto do setor. No final do período somam-se as horas trabalhadas de todos os setores de serviço e colocam-se os resultados na penúltima coluna. apontadas no formulário modelo AP-1. o local do serviço.12. Deve ser obtido através de sistema informatizado. Os veículos cedidos à fiscalização. O apontador deverá assinar a ficha. do encarregado geral ou do engenheiro residente. retirados do modelo AP-1. distribuídas pelos diversos setores de serviços. podendo anotar no verso qualquer observação que for necessária. o local e o período de levantamento. (HI) horas improdutivas e (HO) horas ociosas.3. No cabeçalho figura o nome da obra. Dividindo-se o somatório das horas trabalhadas (HT) pelo somatório da produção (PR) obtém-se o coeficiente desejado. transporte de pessoal.

calculam-se as quantidades produzidas por período a partir dos dados encontrados na terceira coluna. Nas colunas seguintes. onde o equipamento se encontra com motor ligado e em operação. Na segunda coluna estão as iniciais HP. ou seja. aguardando retorno de moto-escavo• transportador para efetuar trabalho de auxílio de início de escavação. HI. e cuja paralisação se dá por causas próprias da atividade. precedido da unidade. ou novo formulário e fazendo as devidas observações explicativas. a ser calculada e preenchida no escritório. é calculado por meio da divisão do somatório das horas improdutivas pela mesma quantidade produzida.12. No fim do dia o apontador assina e pede o visto do mestre ou engenheiro. que será colocado na parte superior da linha tracejada. por exemplo: Carregadeira frontal aguardando retorno de caminhão do transporte para efetuar carregamento do mesmo. Na primeira coluna anota-se o tipo da máquina ou veículo e em seguida os serviços executados. o diâmetro e o comprimento ou altura. Na primeira coluna anotam-se os nomes dos serviços que estão sendo executados. Enquanto. bem como. trator de esteira com pusher. modelo AP-3. onde for necessário. Depois que se obtiver uma amostragem significativa e representativa dos serviços. por ocorrência de chuvas no final do turno ou no caso do serviço ficar inacabado e for completado no dia posterior. Quando não for possível. modelo AP-5. modelo AP-3. Conforme já definido. em movimento. horas improdutivas e produções. 12. a produção obtida através do Controle Diário de Produção. com o motor ligado. o local da execução dos serviços e a data. somam-se todos os dados. Na primeira linha são registrados os dias correspondentes às execuções dos serviços. a fim de instruir o escritório sobre a complementação do serviço. utilizando para o registro a mesma ficha.5 Controle diário da produção (modelo AP-5) É outra ficha utilizada pelo apontador a fim de registrar as produções correspondentes aos serviços executados. utilizada anteriormente. expressas em metros. inclusive. • na. o código do serviço. Empresas e Profissionais . o local e o período da coleta das informações. registrando-os na penúltima colu162 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. Enquanto. No cabeçalho constará o nome da obra. modelo AP-5.3. será preenchida diariamente. pela ordem: comprimento. Paulo Roberto Vilela Dias 163 Produção (PR) é a quantidade de serviço executado por unidade de tempo. e PR correspondentes às horas produtivas. medir a sua produção. conforme o caso. e do Controle Diário de Produção. entende-se por horas produtivas aquelas ligadas diretamente ao serviço. ou. enquanto que na segunda coluna registram-se as unidades correspondentes. considerada igual a um dia. referente ao total. é obtido através da divisão do somatório das horas produtivas pela produção do período. que aparecerá na linha inferior à linha tracejada. se for o caso.equipamentos e da produção (modelo AP-4) O modelo AP-4 serve para condensar os registros dos dados oriundos do Controle Diário do Equipamento.4 Resumo das horas . o coeficiente improdutivo. No cabeçalho anota-se o nome da obra. O coeficiente produtivo. horas improdutivas são aquelas em que o equipamento está sem trabalhar. quando se tratar de produção. correspondentes aos dias mencionados no modelo são registradas as horas produtivas e horas improdutivas relativas ao serviço anotado na primeira coluna e retirados do Controle Diário de Equipamento. Na quinta coluna comentam-se as observações que se fizerem necessárias. ao término de um dia de trabalho. o apontador informará ao escritório o acontecido e no dia seguinte dará continuidade ao levantamento.3. largura e altura ou profundidade ou se for o caso de dimensões circulares. Na terceira coluna escrevem-se as dimensões dos serviços realizados ao final de cada período de trabalho. Na quarta coluna.

desperdícios. não haverá apropriação de campo. consumos. 12. Nos espaços vagos inferiores aos coeficientes-equipamentos são transcritos os tipos de máquinas ou veículos retirados do modelo AP-4. Neste quadro. “concreto magro para base de fundação direta bloco nº 01”. fica entendido que deverá constar do projeto-tipo a proporção ou traço de cada um dos seus componentes no produto acabado. ao cabo de cada semana ou quinzena. como é o caso do concreto. todos os serviços a serem apropriados apresentarão os seus respectivos projetos-tipo. no caso de cimento portland. ou seja. deverão constar as seguintes informações: descrição do serviço. Assim sendo. origem e destino da carga. No relatório deverá constar o código do serviço e sua descrição e a unidade de medição. o controlador central deverá realizar medições nos serviços em andamento para checagem das avaliações parciais dos apontadores. suas especificações mínimas e suas quantidades unitárias. e ainda. 12. para efeito de apropriação.4 APROPRIAÇÃO DE MATERIAIS Como é sabido. constarão os cargos obtidos do modelo AP-2. sabe-se que.5 APROPRIAÇÃO DOS TRANSPORTES Da mesma maneira que apresentado para os materiais. abaixo dos coeficientes horas-homens. para efeito de controle. Todos os materiais adquiridos para a obra deverá ter entrada em almoxarifado central e deste só sair com guia de Requisição de Material. material transportado. Isto é. Nas colunas correspondentes aos tipos dos equipamentos são registrados os coeficientes produtivos e improdutivos dos mesmos. Nos locais correspondentes às discriminações. percurso. pelas especificações do fabricante dos produtos empregados. Quando não apresentarem as quantidades unitárias pode-se conhecer seu valor através de conveniente análise de projeto-tipo ou de normas 164 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.6 Resumo dos coeficientes (modelo AP-6) A ficha denominada Resumo dos Coeficientes tem o objetivo de condensar os coeficientes apurados em cada serviço. Empresas e Profissionais técnicas estabelecidas por órgãos oficiais. uma vez que os coeficientes deverão ser obtidos após análise do projeto. através de traços. Na parte inferior da ficha serão apresentados os somatórios de todos os coeficientes obtidos em diversos períodos e os valores médios desses coeficientes calculados através da divisão dos somatórios referidos pelo número de coeficientes registrados e considerados em cada coluna. ou seja. esta funcionará como controle de qualidade do serviço em execução. pavimentada ou em terra. Caso se queira apropriar os materiais empregados na execução dos serviços. onde obrigatoriamente constará o destino do mesmo.3. Em alguns casos onde há necessidade de se especificar não apenas uma matéria prima. por exemplo.Para maior garantia dos valores assumidos. distância de transporte em km por tipo de rodovia. Nas colunas relativas aos cargos ou funções mencionados anteriormente aparecerão os coeficientes obtidos para cada período. para efeito de conhecimento dos coeficientes físicos a serem fixados para as composições de custo é desprezível a apropriação de campo dos materiais. Paulo Roberto Vilela Dias 165 . local ou comercial. Para tanto. Entretanto. deverá ser montado o Quadro Resumo das Distâncias de Transporte. e quando for o caso. é válido e oportuna a apropriação de materiais de modo a aferir perdas desnecessárias. nos Resumos das HorasHomens e da Produção (modelo AP-2) e nos Resumos dos Equipamentos e da Produção (modelo AP-4). etc. etc. o almoxarifado só liberará este material quando na solicitação vier expresso o local de destino do mesmo. já que os valores encontrados teriam que obedecer as especificações do projeto-tipo. mas a combinação de diferentes tipos de materiais para formar um único produto. Na primeira coluna será registrado o período das observações retiradas do modelo AP-2 e do modelo AP-4. deverão ter definidos os materiais. No caso de se fazer a apropriação de materiais. no caso dos transportes. 12. ou ainda. isto é. por exemplo. o procedimento deverá ser o exposto a seguir.

Somatório Horas Trabalhadas (HT) = SHR-Somatório Horas Remuneradas(HR)= Q2 ÍNDICE DE OCIOSIDADE ( SHR / SHT ) = - DE I F HT I F HT .ANEXO 1 FLUXOGRAMA PARA DETERMINAÇÃO DOS COEFICIENTES FÍSICOS ANEXO 2 MODELO AP-1 HORAS RE A B C C Q1 RIAS ( HR ) DAS DIÁ - MUNERA - CONTROLE DIÁRIO DA MÃO DE OBRA RESUMO DAS HORAS HOMENS E DA PRODUÇÃO B AP-1 A Σ AΙ M Q3 ΣA ΣAΙ OBRA DATA : MOD. AP1 MOD. ΣA = Somatório das horas trabalhadas no serviço A ΣAΙ = Horas trabalhadas em A multiplicadas pelo índice de ociosidade das horas remuneradas M = Quantidade da produção manual N = Quantidade da produção dos equipamentos H = Horas trabalhadas produtivas P = Horas paradas improdutivas S = Serviço executado pelo equipamento I = Serviço improdutivo do equipamento Q = Coeficiente oriundo da divisão d horas trabalhadas do pessoal pela produção respectiva K = Coeficiente produtivo do equipamento K = Coeficiente improdutivo do equipamento X. AP6 Y Z MÃO DE CONTROLE DIÁRIO DE EQUIPAMENTO RESUMO DAS HORAS EQUIPAMENTOS E DA PRODUÇÃO I F HT M P K1 K2 M P S Ι HT S N CONTROLE TOTAIS HT POR SERVIÇO SERVIÇOS EXECUTADOS MOD. Y e Z = São as médias aritméticas dos coeficientes 166 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.HORAS TRABALHADAS 167 DIÁRIO I . AP1 CONTROLE DIÁRIO DA PRODUÇÃO RESUMO DOS COEFICIENTES Q1 M Q2 Q3 K1 K2 N ΣQ1 ΣQ2 ΣQ3 ΣΚ1 ΣΚ2 X MOD. x IMPRODUT. AP3 MOD. AP5 MOD. B e C = Designação dos serviços. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias HORAS PRODUT.HORA INICIAL F . CARGO / FUNÇÃO HORAS PRODUTIVAS FUNCIONÁRIOS OBRA : TOTAIS HT x I HT . AP4 LEGENDA A.HORA FINAL I F SHT .

Horas Ociosas .168 RESUMO DAS HORAS-HOMENS E DA PRODUÇÃO . Empresas e Profissionais HT .3 Data : TIPO DE APROPRIAÇÃO HORÔMETRO HORAS HORÔMETRO HORAS HORÔMETRO HORAS Paulo Roberto Vilela Dias 169 SERVIÇOS EXECUTADOS OU MOTIVOS DE PARALIZAÇÃO HP HI HO ANEXO 4 MODELO AP-3 HP .Horas Improdutivas HO .HORAS TRABALHADAS PR .AP-2 OBRA : CARGO \ DIAS SERVIÇOS EXECUTADOS UNIDADE XXXXXXX XXXXXXX XXXXXXX XXXXXXX XXXXXXX XXXXXXX XXXXXXX XXXXXXX XXXXXXX XXXXXXX XXXXXXX XXXXXXX XXXXXXX XXXXXXX XXXXXXX XXXXXXX TOTAL SHT SPR ANEXO 3 MODELO AP-2 HT PR HT PR HT PR HT PR HT PR HT PR HT PR HT PR HT PR HT PR HT PR HT PR HT PR HT PR HT PR HT PR Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.PRODUÇÃO CONTROLE DIÁRIO DA PRODUÇÃO OBRA EQUIPAMENTO PERÍODO DE SERVIÇO HORA INICIAL : : : HORA FINAL HORAS DE OPERAÇÃO AP .Horas Produtivas HI .

AP.170 RESUMO DAS HORAS .4 OBRA EQUIPAMENTO DATA : COEFI CIENTE SERVIÇOS EXECUTADOS CÓDIGO DESCRIÇÃO : : DIAS UNID TOTAL DE HORAS ANEXO 5 MODELO AP-4 TIPO HORA HP HI HP HI HP HI HP HI HP HI HP HI HP HI HP HI HP HI HP HI HP HI HP HI HP HI HP HI HP HI Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. Empresas e Profissionais HP .Horas Produtivas HI .5 DATA : Paulo Roberto Vilela Dias CÓDIGO SERVIÇOS EXECUTADOS DESCRIÇÃO DOS SERVIÇOS UNI DADE QUANTIDADE PRODUZIDA OBSERVAÇÕES ANEXO 6 MODELO AP-5 171 .Horas Improdutivas CONTROLE DIÁRIO DA PRODUÇÃO OBRA : DIMENSÕES ( em metros ) AP .EQUIPAMENTOS E DA PRODUÇÃO .

Prod. Data Prod. Im prod.EQUIPAMENTOS AP . vistorias. estudos organizacionais e outros relacionados com obras e serviços de engenharia.2 a seguir. estudos de viabilidade. Im prod. Im prod. também. Assim. fiscalização. supervisão. RESUMO COEFICIENTES . de equipamentos.ANEXO 7 MODELO AP-6 13 ATIVIDADES PROFISSIONAIS 13. Im prod. DOS Im prod. : Im prod. de projeto e gerenciamento ou supervisão de obras de engenharia. ou de montagens industriais e controle tecnológico de materiais e produtos. instrumentos e processos de produção em geral. consultorias. elaboração de projetos básicos e projetos executivos.6 COEFICIENTES Prod. pelos profissionais liberais. analisaremos os seguintes serviços: • Unidade : COEFICIENTES . SERVIÇOS DE CONSULTORIA Este livro abrange os serviços de consultoria. acompanhamento técnico e gerenciamento de obras e serviços.1 DEFINIÇÕES DOS SERVIÇOS PROFISSIONAIS Procuramos definir os principais serviços prestados pelas empresas de consultoria e. Paulo Roberto Vilela Dias 173 . avaliações e pareceres referentes a serviços e obras de engenharia e desenvolvimento de técnicas relacionadas com informática e outras. Prod. Veja ainda as definições existentes no Capítulo 12. • • • • TOTAIS MÉDIA DESVIO PADRÃO OBRA : SERVIÇO : PERÍODO elaboração de planos diretores.HOMENS Prod. Prod. para aplicação em serviços de engenharia.

contendo a concepção clara e precisa do sistema proposto. ou seja: • Estudo Preliminar • Projeto Básico (ou anteprojeto) • Projeto Executivo Estudo Preliminar Estudo técnico efetuado para determinar a viabilidade de uma solução. de eventuais condicionantes do Contratante e demais elementos sobre o problema. para determinação de quantitativa de demandas. dentre alternativas de solução possíveis. gráficos ou ábacos empregados no cálculo.666/93 o projeto executivo é o “conjunto de elementos necessários e suficientes à execução completa da obra... a elaboração de desenhos típicos e especificações técnicas preliminares de serviços e materiais. o preparo de arranjo geral esquemático. Compreende o arranjo geral. a partir dos dados levantados com esta finalidade. • Projeto Executivo Definição de todos os detalhes construtivos ou executivos do sistema objeto do projeto e sua apresentação gráfica. montagem ou instalação de todos os elementos previstos no sistema. De acordo com o disposto no Artigo 6º. em todos os campos de aplicação e disciplinas técnicas de engenharia. com nível de precisão adequado. características e materiais a ser utilizados. Inclui a especificação e execução ou supervisão dos serviços de campo e de laboratório. Empresas e Profissionais sibilite a avaliação do custo da obra e a definição dos métodos e prazo de execução . equipamentos e serviços. • estimativa preliminar de quantidades de materiais. a estimativa de custo. a confecção dos desenhos detalhados e das especificações técnicas de serviços e materiais. o dimensionamento funcional do objeto e de suas partes.666/93 o projeto básico é o “conjunto de elementos necessários e suficientes. a racionalização do programa. Projeto Básico Definição técnica e dimensional da solução adotada. que assegurem a viabilidade técnica e o adequado tratamento do impacto ambiental do empreendimento. Paulo Roberto Vilela Dias 175 . bem como. os critérios e parâmetros adotados na proposição e dimensionamento dos componentes. a que melhor responde. XI da Lei 8. elaborado com base nas indicações dos estudos técnicos preliminares. as normas e critérios para medição e pagamento dos serviços de implantação e o cronograma das obras. técnica e economicamente. a listagem das autorizações legais requeridas para a implantação e a estimativa de custo das obras. a indicação dos métodos construtivos. De acordo com a Lei 8. equipamentos e serviços. O projeto básico será constituído de desenhos que representem tecnicamente a solução adotada e relatório técnico que contenha: memorial descritivo do sistema e de seus componentes. além das fórmulas. • especificação preliminar de materiais. a especificação e execução ou supervisão dos serviços de campo e de laboratório. a indicação de todos os componentes. o orçamento detalhado e cronograma de implantação das obras. aos objetivos propostos. podem ser divididas em três fases principais. orçamento da construção. Visa a análise e escolha. bem como. para caracterizar a obra ou serviço ou complexo de serviços objeto da licitação. a indicação dos métodos construtivos. de acordo com normas pertinentes da Associação Brasileira de Normas Técnicas – ABNT”. e que pos174 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. Inclui o estudo de soluções alternativas. a definição dos partidos tecnológicos. Quando não existem normas nacionais para uma determinada disciplina técnica ou projeto aplicam-se as normas internacionais. de maneira a esclarecer perfeitamente a execução. ”. • memorial de cálculo onde deverão ser apresentados a metodologia básica utilizada.PROJETO As atividades de concepção e pormenorização de projetos físicos.

189 mm mm mm mm mm ASSESSORIA Envolve assessorias técnicas em assuntos especializados. Atividades de acompanhamento técnico da construção. assistência à partida. as leis e as resoluções que regulam a atividade dos profissionais registrados no sistema CONFEA/CREA. Sendo que são considerados os seguintes formatos: A4 A3 A2 A1 A0 = = = = = 210 mm 297 mm 420 mm 594 mm 841 mm x 297 x 420 x 594 x 841 x 1.194. APRESENTAÇÃO DOS PROJETOS Os relatórios obedecerão o exigido pela norma NBR-5984 e serão apresentados em papel A4. a organização geral dos trabalhos e a especificação das instalações provisórias. diligenciamento e inspeção de contratos de fornecimento de bens. Supervisão administrativa de construção.2. inclusive plano de gestão ambiental. montagem. • Preparo de desenhos “como construído” em seguida à implantação. Coordenação técnica e administrativa de serviços de projeto de engenharia. Coordenação das interfaces executivas. eventualmente. montagem. • GERENCIAMENTO DE OBRAS O gerenciamento envolve principalmente tarefas de coordenação e administração. estruturas metálicas e outros. estabelecendo a estratégia de implantação. Administração e controle do fluxo de documentos. Planejamento. enquanto que as plantas deverão ser desenhadas em formato A1 ou. DE 11 DEZ 1933 ( 1) Regula o exercício das profissões de engenheiro. de arquiteto e de agrimensor.1 Regulamentação da Atividade Profissional Apresentamos a seguir os decretos. testes.569. envolvendo o exame e aprovação de documentos técnicos preparados pelos fornecedores de equipamentos. técnicas e administrativas. Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.2 REGULAMENTAÇÃO DA ATIVIDADE PROFISSIONAL E ATRIBUIÇÕES LEGAIS DOS PROFISSIONAIS DE ENGENHARIA CIVIL 13.As atividades que figuram em mais de uma fase de projeto. de 24 DEZ 1966 176 Paulo Roberto Vilela Dias 177 . testes e partida. avaliações e estudos organizacionais relacionados com empreendimentos de engenharia. ASSISTÊNCIA TÉCNICA Abrange as seguintes atividades. Empresas e Profissionais 13. de caráter essencialmente técnico: Verificação de desenhos de fabricação. • Acompanhamento técnico da construção. • Treinamento do pessoal de operação e de manutenção. abrangendo: • • • • • • • • Elaboração de planos gerenciais. Execução direta ou assistência às compras e/ou contratações de bens e serviços. bem como arbitragem. programação e controle físico-financeiro do empreendimento. (1) Revogado tacitamente pela Lei nº 5. examinando a observância das especificações técnicas pelo construtor. A0. DECRETOS E LEIS: DECRETO FEDERAL Nº 23. distinguem-se uma das outras pelo nível de detalhamento.

Empresas e Profissionais RESOLUÇÃO Nº 218. DE 27 MAIO 1983 Dispõe sobre o exercício profissional dos Técnicos Industriais e Técnicos Agrícolas de Nível Médio ou de 2º Grau e dá outras providências.07. DE 18 DEZ 1998 Dispõe sobre a Anotação de Responsabilidade Técnica e da outras providências. RESOLUÇÃO Nº 313.91 e alterações posteriores 13.LEI Nº 4. para efeito da fiscalização do exercício profissional em nível Superior.CONFEA. prolatada pela MM.DE 7 DE DEZ 1977 Institui a “Anotação de Responsabilidade Técnica” na prestação de serviços de Engenharia. Juíza Substituta da 4ª Vara Previdenciária de Porto Alegre . DE 24 DEZ 1966 Regula o exercício das profissões de Engenheiro. na página da web do CREA-RJ (www.194.br). proposta pelo Ministério Público Federal.Estudo. Paulo Roberto Vilela Dias 179 . DE 5 NOV 1968 Dispõe sobre o exercício da profissão de Técnico Industrial de nível médio. RESOLUÇÃO Nº 317.crea-rj. de 03 de maio de 2001 Dispõe sobre alterações dos parâmetros para o reconhecimento das atividades exercidas sob condições especiais em cumprimento à decisão que antecipou parcialmente os efeitos da tutela. Química. Arquitetura e Agronomia. projeto e especificação. RESOLUÇÃO Nº 205.Supervisão.07.RS. DE 29 JUN 1973 Discrimina atividades das diferentes modalidades profissionais da Engenharia.213. pelo Conselho Federal de Engenharia.524.91 e alterações posteriores e Lei nº 8. designa as seguintes atividades: Atividade 01 . LEI Nº 5.2. e dá outras providências. planejamento. de uma Mútua de Assistência Profissional. e dá outras providências. RESOLUÇÃO Nº 278. como por exemplo. nos autos da Ação Civil Pública nº 2000.194. DE 30 SET 1971 Adota o Código de Ética Profissional. Arquitetura.2 Atividades e Atribuições Legais para Profissionais de Engenharia Civil A lei nº 5194 de 24/12/1966. e dá outras providências. Arquiteto e Engenheiro Agrônomo e o artigo 1º da Resolução 218 do CONFEA de 29 de junho de 1973. de 24 DEZ 1966. LEI Nº 5. coordenação e orientação técnica.950-A. RESOLUÇÕES DO CONFEA: RESOLUÇÃO Nº 425.org. Arquiteto e EngenheiroAgrônomo. FUNDAMENTAÇÃO LEGAL: Lei nº 8. Arquitetura e Agronomia e expedição de certidão. OUTRAS: INSTRUÇÃO NORMATIVA INSS Nº 49. 178 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.496 . DE 26 SET 1986 Dispõe sobre o exercício profissional dos Tecnólogos das áreas submetidas à regulamentação e fiscalização instituídas pela Lei nº 5.212. Arquitetura e Agronomia . regula o exercício das profissões de Engenheiro. A íntegra da regulamentação apresentada anteriormente pode ser obtida no CONFEA e nos Conselhos Regionais ou em seus sites da internet. DE 22 ABR 1966 Dispõe sobre a remuneração de profissionais diplomados em Engenharia. Agronomia e Veterinária. autoriza a criação. Atividade 02 . LEI Nº 6. de 24.030435-2. de Arquitetura e Agronomia.71. DE 31 OUT 1986 Dispõe sobre Registro de Acervo Técnico dos Profissionais da Engenharia. de 24.00.

em geral. estruturas.Só poderá ter em sua denominação as palavras engenharia. montagem e reparo. laudo e parecer técnico. Regula o exercício das profissões de Engenheiro. análise. meios de locomoção e comunicações. Artigo 7º dessa mesma resolução estabelece as seguintes competências ao ENGENHEIRO CIVIL ou ao ENGENHEIRO DE FORTIFICAÇÃO e CONSTRUÇÃO: I . reparo e manutenção. Vistoria.As qualificações de engenheiro. Padronização. seus serviços afins e correlatos. portos. do arquiteto e do engenheiro-agrônomo consistem em: a) b) desempenho de cargos. rios. Assistência. estradas. zonas. pista de rolamentos e aeroportos. Operação e manutenção de equipamentos e instalação. e dá outras providências. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias . Elaboração de orçamento. transportes.º 5. em sua maioria. funções e comissões em entidades estatais. avaliação. cidades. Artigo 7º. urbano e regional.As atividades e atribuições profissionais do engenheiro.o desempenho das atividades 01 a 18 do artigo 1º desta Resolução.194 de 24 de Dezembro de 1966 180 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. autárquicas e de economia mista e privadas. Lei n. cursos. aperfeiçoamento e pós-graduação.o desempenho das atividades 01 a 18 do artigo 1º desta Resolução. de abastecimentos de água e de saneamento. Artigo 3º . Artigo 5º. Ensino. Condução de trabalho técnico. paraestatais.As profissões de engenheiro. perícia. arbitramento. planejamento ou projeto. operação. Direção de obra e serviço técnico. arquiteto ou engenheiro-agrônomo só podem ser acrescidas á denominação de pessoa jurídica composta exclusivamente de profissionais que possuam tais títulos. estruturas. Produção técnica e especializada. Desempenho de cargo e função técnica. sistema de transportes. obras. de regiões.Parágrafo único . mensuração e controle de qualidade.Atividade Atividade Atividade Atividade 03 04 05 06 - Atividade 07 Atividade 08 Atividade Atividade Atividade Atividade Atividade Atividade Atividade 09 10 11 12 13 14 15 - Atividade 16 Atividade 17 Atividade 18 - Estudo de viabilidade técnico-econômica. explorações de recursos naturais e desen181 Artigo 2º dessa mesma resolução estabelece as seguintes competências para o ENGENHEIRO ARQUITETO: I . Artigo 1º . serviços e equipamentos urbanos. Arquiteto e Engenheiro-Agrônomo. nos seus aspectos técnicos e artísticos. assessoria e consultoria. de profissionais registrados nos Conselhos Regionais. Execução de desenho técnico. rurais e regionais. e massa de água e extensões terrestres. arquiteto e engenheiro-agronômo são caracterizadas pelas realizações de interesse social e humano que importem na realização dos seguintes empreendimentos: A) B) C) D) E) Aproveitamento e utilização de recursos naturais. arquitetura ou agronomia a firma comercial ou industrial cuja for composta. planejamento físico. pesquisa. referentes a edificações . arquitetura paisagística e de interiores. ensaio. divulgação técnica e extensão. Condução de equipe de instalação. Fiscalização de obra e serviço técnico. montagem. conjuntos arquitetônicos e monumentos. Execução de obra e serviço técnico. Artigo 4º.As qualificações de que trata este Artigo poderão ser acompanhadas de designações outras referentes a cursos de especialização. edificações. desenvolvimento industrial e agropecuário. local. Execução de instalação. experimentação. instalações e meios de acesso a costas. seus serviços afins e correlatos. referentes a edificações.

fiscalização e construção das obras de captação e de abastecimento de água. com os direitos e deveres correspondentes. projeto. projetos. perícias e arbitramentos relativos à matéria de que tratam as alíneas anteriores. Artigo 28º . fiscalização de obras e serviços técnicos.DE 11 DEZ 1933 Regula o exercício das profissões de engenheiro. estudos. com todas as suas obras complementares. industrial ou agropecuária. o estudo. estudo. direção e fiscalização dos serviços de urbanismo.c) d) e) f) g) h) volvimento da produção industrial e agropecuária.º 23. experimentação e ensaios. direção. ensino. DECRETO FEDERAL N. fiscalização e construção das obras peculiares ao saneamento urbano e rural. direção. projeto. todos serão considerados co-autores do projeto. é obrigatória a colocação e manutenção de placas visíveis e legíveis ao público o nome do autor e co-autores do projeto. Artigo 19º. direção e fiscalização dos serviços de urbanismo. pareceres e divulgação técnica. o estudo. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 183 . pesquisa. o estudo. projeto. avaliações. de arquiteto e de agrimensor. d) e) f) g) Artigo 16º. projeto. direção de obras e serviços técnicos. a engenharia legal. Artigo 30º . direção. perícias e arbitramento referentes à matéria das alíneas anteriores. fiscalização e construção de edifícios. direção. o estudo. nos assuntos mencionados nas alíneas “a” a “c” deste Artigo. fiscalização construção de obras destinadas ao aproveitamento de energia e dos trabalhos relativos às máquinas e fábricas. o estudo. fiscalização e construção de edifícios. trabalhos topográficos e geodésicos.Enquanto durar a execução de obras. fiscalização e construção das obras que tenham caráter essencialmente artístico ou monumental. projeto. direção. Artigo 22º. direção e fiscalização das obras de arquitetura paisagística. direção. projeto. em todos os seus aspectos técnicos e artísticos. projeto. assim como os dos responsáveis pela execução dos trabalhos. fiscalização e construção das obras relativas a portos. com todas as suas obras complementares. a arquitetura legal. direção. produção técnica especializada. fiscalização e construção das estradas de Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. rios e canais e das concernentes aos aeroportos.569.Ao autor do projeto ou aos seus prepostos é assegurado o direito de acompanhar a execução da obra. nos assuntos correlacionados com as especificações das alíneas “a” a “i” . de modo a garantir a sua realização. o estudo. fiscalização e construção de obras de drenagem e de irrigação. execução de obras e serviços técnicos.Consideram-se da atribuição do arquiteto ou engenheiroarquiteto: a) b) c) d) e) f) g) estudo. o estudo.São da competência do engenheiro civil: a) b) c) 182 h) i) j) k) rodagem e de ferro. direção. análises. direção. perícias. o projeto. instalações e serviços de qualquer natureza. especificações e demais pormenores técnicos nele estabelecidos. o projeto. vistorias. direção e fiscalização das obras de grande decoração arquitetônica. de acordo com as condições.Quando a concepção geral que caracteriza um plano for elaborado em conjunto por profissionais legalmente habilitados. projeto. o projeto. projeto. projeto.

Engenharia Legal. Coordenação.7) Medições de serviços . 2) Gestão. compatibilização.1) Gerenciamento das obras e projetos em geral. Anteprojetos.Projetos básicos e executivos de qualquer natureza.8) Levantamento de dados Estudos preliminares. serviços.5) 1.1) Vistorias.2) 3. coordenação. Avaliações e Perícias em geral. subdividem-se em: 1. planejamentos e cronogramas físico-financeiros. Detalhes construtivos em geral Estimativas de custos. Fiscalização e Acompanhamento de obras em geral que se subdividem em: 2) 3) 4) 2. Laudos. supervisão. Orientação técnico-administrativa. 2. 1. 2. avaliações e perícias.6) 3.5) Administração e Controle contábil. Orientação geral e técnicas de controle. 184 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.5) 3. Consultas esporádicas.11) Levantamentos topográficos e sondagens.Projetos básicos e executivos de qualquer natureza. Gestão de empreendimentos. que se subdividem em: Os serviços acima relacionados são discriminados da seguinte forma: 1) Estudos de um modo geral ou viabilidade . laudos técnicos.3) 3.7) 1. fiscalização e acompanhamento de obras. Especificações de serviços e materiais.10) Levantamentos técnicos de obras.2) 1. equipamentos e pessoal. vistorias. Arbitramentos. Projetos definitivos (executivos).6) Coordenação. Empresas e Profissionais 3.3) Projetos do canteiro de obra. pareceres.coordenação. supervisão.4) 3. Consultorias ou assistências técnicas. acompanhamento e controles. fiscalização e acompanhamento de obras em geral.3) Avaliações técnicas de um determinado bem. Pareceres. supervisão. Vistorias. Paulo Roberto Vilela Dias 185 .4) Planejamentos. Laudos. dimensionamentos de serviços. arbitramentos. materiais. equipamentos e pessoal. 4. 4.7) 4) 4.TÍTULO I CONCEITUAÇÃO PROPOSTA PARA OS SERVIÇOS RELACIONADOS COM A ENGENHARIA CIVIL Os serviços relacionados com a Engenharia Civil podem ser resumidos no seguinte: 1) Estudos de um modo geral ou viabilidade . Análise econômica-financeira da empresa. produtividade e qualidade. controle físico-financeiro e da Qualidade.6) 1. instalações e afins. Assessoria. 2. Projeto Básico ou Legal. fundamenta dos sobre serviços ou obras. 3) Consultorias e Assistência técnica que se subdividem em: Consultorias em geral permanente e elaboração de contratos. 1. 1. 2) Programações e dimensionamentos de serviços. programações e controles.1) 3.9) Assessoria . ou avaliação de direitos. 2. Fiscalização e Supervisão de serviços técnicos-administrativos.4) 1. arbitramentos. Supervisão. fiscalização.3) 1. materiais. orçamentos.2) Pareceres técnicos sobre assunto técnico especializado.1) 1. 2.

arbitramentos. perícias. com informações sobre o terreno. projetos. • Estudo de Fachada . Estudos. direção. Em anexo. direção. 1. barragens. projetos. legislação local. fiscalização e construção de obras hidráulicas de saneamento e urbanização. controles. rios e canais.4. projetos. de acordo com as normas vigentes. bem como. 4. permitindo sempre que possível uma primeira avaliação da estrutura. mações. projetos. • Plantas Baixas . • 3) 4) 5) 1. será apresentado o projeto legal. gerando os seguintes documentos: Memorial Descritivo .2) Estudos preliminares – Análise e avaliação de todas as informações recebidas na primeira etapa e definição do partido arquitetônico da edificação e as condições de viabilidade. Estudos. localização.3) Anteprojeto – A partir do Estudo Preliminar aprovado. grandes estruturas metálicas e de concreto armado. Estudos. saneamento urbano e rural. Paulo Roberto Vilela Dias 187 . a saber: 1) Estudos de um modo geral ou viabilidade . elevações. visando montar um programa básico do projeto. abastecimento de água. abordando os seguintes aspectos: Concepção. • 6) Único . cortes. de acordo com o serviço a executar e obedecidas as posturas legais para cada caso possibilitando obter licenças e alvarás. com especificações e detalhamento das fachadas e esquadrias externas. esclarecedor de circunstâncias especiais. planejamentos. captação. fiscalização e construção de estradas de rodagem e de ferro. • Definição do esquema estrutural e das instalações. dimensão e articulação dos ambientes.5) Julgamentos de trabalhos em geral. industriais e reformas com todas as suas obras complementares.O Engenheiro Civil atuará também em assuntos de Engenharia Legal e de Custos. em plantas. direção. Os serviços relacionados nos itens anteriores se aplicam ao ramo da Engenharia Civil. formatando o Anteprojeto.4) Projeto Básico ou Legal – Após a aprovação pelo cliente do anteprojeto. 1. completando o projeto. • Concepção e tratamento da volumetria do edifício. bem como fazer orçamentos. viadutos e outros. Vamos conceituar o que representam os serviços indicados nos itens acima. fachadas. deverá ser apresentado o Memorial Descritivo elucidativo do partido adotado. contendo a definição de todos ambientes. túneis. túneis.Projetos básicos e executivos de qualquer natureza. fiscalização e construções prediais. direção.4) Serviços em geral de Engenharia Legal. direção.1) Levantamento de dados – Levantamento de um conjunto de infor186 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. direção. perfis. fiscalização e construção de obras destinadas ao aproveitamento de energia e dos trabalhos relativos às máquinas e fábricas. dimensionamento e caracterização dos pavimentos. avaliações. Estudos. Baseado nestes dados elabora-se o escopo do Contrato. fiscalização e construção de obras de arte especiais. Empresas e Profissionais 1. barragens. fiscalização e construção das obras relativas a portos. etc. projetos. adução. a saber: 1) 2) Estudos.principais níveis da edificação. Estudos. grandes estruturas metálicas e de concreto armado. viadutos e outros. será desenvolvido o Anteprojeto de Arquitetura. irrigação. emitir laudos e pareceres relacionados com a especialidade profissional.descreve e justifica a solução arquitetônica proposta e é acompanhado de quadro de áreas estimadas. projetos. solicitações do Cliente. com as modificações sugeridas. drenagem. apresentando um padrão de cor ou textura.em perspectiva ou elevação.

que de qualquer maneira onerem os custos do empreendimento. a coordenação de todos os processos e os integrantes da equipe. supervisão.6) Especificações de serviços e materiais – Tem como objetivo caracterizar as condições de execução e padrão de acabamento para cada tipo de serviço. as normas aprovadas e recomendadas. administrativas. com a listagem dos diversos serviços a executar. Na composição dos preços unitários deverão ser apresentados os coeficientes de consumo e produtividade. com todos os elementos necessários à fiel execução do empreendimento. capaz de oferecer uma visão global da execução da obra e o conhecimento das necessidades financeiras mês a mês. Estes detalhes deverão ser apresentados em desenhos. técnicas e outras. etc.Engenharia de Custos . os detalhes e as especificações de serviço e materiais. com sua participação. despesas financeiras. Empresas e Profissionais apresentação de uma planilha. Deverá apresentar uma descrição completa da obra. com indicação das condições técnicas de execução e de todas as exigências indispensáveis à concretização da obra.7) Detalhes construtivos em geral – São desenhos complementares. que englobe todos os elementos considerados no estudo. podem-se estabelecer as necessidades diárias de material e mão-de-obra para a execução da obra ou serviço. bem como a especificação para cada tipo de serviço. a unidade considerada e os preços unitários. gera-se um documento único. os projetos existentes não reproduzem a verdade – Consiste. Anexo deverá ser apresentado um memorial descritivo. em função de sua complexidade. 1. exige detalhes particulares para facilitar ou mesmo permitir a sua execução. através dos coeficientes de produtividade. encargos sociais. 1. em escala conveniente.1.8) Estimativas de custos.coordenação.9) Assessoria . aparece a figura do Assessor. orçamentos. acompanhamento e controle – Quando na elaboração de um projeto. instalações e afins já executados e que por circunstâncias. são identificadas e eliminadas eventuais interferências entre os mesmos e futuros re-trabalhos nas obras. na escala convenientemente adequada. Cada tipo de obra. condições de funcionamento ou estado de conservação.5) Projeto Executivo – Conjunto de documentos elaborados. Através da compatibilização e otimização dos diversos projetos e processos. e indicar os ensaios de laboratórios indispensáveis. leis fiscais. consumo e do cronograma físico-financeiro. A finalidade é oferecer uma assessoria técnica especializada à elaboração do projeto ou serviço. poderá ser apresentado um orçamento – Consiste na 188 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. Os respectivos percentuais para cobrir as despesas diretas e indiretas. de todos elementos da obra ou serviço necessários à perfeita execução técnica e artística da edificação. Faz parte integrante das especificações a indicação de materiais relacionados nos desenhos do projeto. segundo uma sintonia perfeita. Especificações detalhadas de todos os materiais que serão utilizados nas obras. necessários a uma melhor compreensão e execução da obra. contendo as quantidades de serviços a executar. deverá ser apresentado o cronograma físico-financeiro (gráfico de Gantt). permite ainda. compatibilização. Por outro lado. com todas as informações necessárias à execução da obra. A partir da interface entre os Projeto Arquitetônico e os Projetos Complementares. elaborando desenhos e especificações dos serviços e dos materiais empregados. aplicação correta dos materiais. planejamentos e cronogramas físicos . pois de um levantamento completo no local que permita definir as quantidades. A responsabilidade funcional do levantamento levado a efeito.financeiros . 1. comerciais. houver a participação de profissionais de várias modalidades. 1.conhecidos os projetos definitivos. 1. Conhecidos o orçamento e o prazo de execução da obra ou serviço. fiscalização. deverá ser assumida pelo profissional Paulo Roberto Vilela Dias 189 . como impostos. com a indicação das características técnicas. serviços.10)Levantamentos técnicos de obras.

respondendo pela fiel execução dos serviços.Trata-se de assumir a responsabilidade dos encargos técnicos. nas disponibilidades financeiras da empresa.Trata-se de medidas indispensáveis à verificação da quantidade e qualidade do trabalho. legais decorrentes da organização levada a efeito. rotinas. com os seguintes sub-ítens: determinado pelas quantidades de serviços e preços unitários. Quanto as sondagens deverão constar o perfil do terreno para avaliação do solo e posição do lençol freático. 1. o plano para melhoria da produtividade e qualidade.4) Planejamentos. Caso seja do interesse do cliente e tendo em vista a extensão da área a levantar. com detalhes do relevo.3) Projeto de canteiro de obra . equipamentos e pessoal .11)Levantamento topográfico e sondagens . quanto aos preços de material. bem como previsões de treinamento. Para cada tipo ou especialidade de engenheiro teremos obras que lhe são afetas. 2) Gestão. relatórios. 2. Além do mais. dirigir e controlar a qualidade da obra. programações. dimensionamentos do físico. exercendo as funções de acordo com as normas legais vigentes e entregando a obra ou serviço em condições de ser utilizada pelo cliente e em concordância integral com os projetos. programações e controles. como o dimensionamento. materiais. Neste caso deverão ser determinados os homens/hora indispensáveis. Apresentação do planejamento completo para execução e controle da obra ou serviço. indicando os processos de trabalho. dos serviços. 2. procedimentos. como seu gestor. deverá ser apresentado um relatório circunstanciando todas as medidas levadas a efeito.executante do serviço. por categoria. pessoal e do financeiro . equipamentos. licitude das compras e fornecimentos. de desenvolver as diversas áreas da obra. 2. apresentação do esquema organizacional com a discriminação das tarefas. o profissional deverá prever. orçamento. incentivos para aumento de produtividade e qualidade. com previsão das datas do recrutamento. controles e apropriações de custos. 190 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. face ao controle preconizado. mão-deobra e as especificações dos serviços. supervisão. admissão. Feitas as programações e o planejamento. contendo todas as instalações a fazer. no mercado de trabalho. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 191 . coordenação. gerência integral. fiscalização e acompanhamento de obras em geral. Verificar a eficiência e eficácia dos trabalhos.Neste caso admite-se o trabalho profissional de levantamento completo no campo.1) Gerenciamento das obras e projetos em geral .2) Programações e dimensionamentos de serviços. Apresentação das programações e relatórios indispensáveis à administração da obra ou serviço e relação de equipamentos necessários. coordenar. além do trabalho de escritório de cálculo das cadernetas. mão-de-obra. representando as curvas de nível de metro em metro. baseando-se ainda no cronograma físico-financeiro. materiais. a modalidade de medição de serviços. planos de trabalhos. avaliação dos cortes e aterros e outras medidas de interesse na elaboração de um determinado projeto. enfim. deverá ser apresentado o organograma. memoriais gráficos e fotográficos. está o engenheiro em condições de dimensionar a equipe de trabalho. necessidades de material.Uma vez conhecido o orçamento da obra. demissão. especificações. detalhes e demais elementos técnico fornecidos. Consiste em ser assumido pelo profissional ético o encargo técnicoadministrativo da direção e execução da obra.Deverá ser apresentado o projeto do canteiro de obras. permitindo ainda um controle. diretrizes. no tocante à administração da empresa. indicando inclusive o dimensionamento da equipe. em função da seqüência dos trabalhos a executar. 2. execução dos serviços.

sendo o único responsável pelos êxitos ou insucessos preconizados. Tipo de contabilidade. para prestação de serviços durante uma certa etapa do desenvolvimento empresarial. Em memorial descritivo o profissional apresentará as considerações que devem ser obedecidas. como também o cumprimento das especificações de serviços e materiais. Apresentar quando solicitado os esclarecimentos requeridos.2. O serviço de assessoria. com os seguintes sub-ítens: 3. quando julgar necessários. 2. durante a execução da obra ou serviço. 3. inclusive quanto à responsabilidade sobre despesas. com poderes de sustar qualquer serviço executado fora dos padrões do projeto. prevendo multas por atrasos no cronograma de pagamento e pelo não cumprimento das exigências contratuais. Pode ser antes.2) Consultas esporádicas – Consiste na prestação de serviço técnico de engenharia prestada por profissional que oferece ao cliente solução verbal ou por escrito. Flexibilidade do mercado fornecedor e consumidor. lembrando de cláusulas de regulamento do prazo. Paulo Roberto Vilela Dias 193 192 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. Dirimir as dúvidas ou resolver os problemas técnicos surgidos. visando enquadrar as normas pré-determinadas. Verificar e assinar autorizando os pagamentos de fornecimento de material e mão-de-obra. esquadro e prumo.6) Coordenação. durante e posterior à implantação de uma obra ou serviço. Dar assistência técnica efetiva quando solicitado. 2. sobre determinados problemas. fiscalização e acompanhamento de obras em geral – Consiste em fiscalizar a fiel execução de uma obra ou serviço. uma vez oferecidos os elementos para o exame técnico da solução. Sistemas de controle do almoxarifado. oferecendo uma assistência técnica permanente e responsabilizando-se pelas orientações e instruções prestadas na obra e ao cliente. 3. estabelecimento do plano de contas e contabilidade gerencial.5) Administração e controle contábil – Atividade indispensável à verificação do controle da qualidade e produtividade. todos os detalhes métricos. bem como o cronograma físico-financeiro para controle do andamento da obra. assessorando técnico-administrativamente os diversos órgãos da empresa. 3. Determinação do estoque mínimo. Exigir nível. dos serviços executados. 3) Consultorias e assistência técnica.3) Assessoria – Serviços profissionais prestados por profissionais. utilizandose de testes da boa qualidade. fiscalizar durante todo o tempo de execução da obra ou serviço. Neste caso o profissional deverá fazer uma listagem dos elementos que devem constar do contrato como proteção à empresa. Apresentar em relatório o sistema de medida e critérios adotados. apresentando os detalhes métricos e demais elementos capazes de orientar o cliente quanto à licitude do pagamento. Elaboração de sistemas de controle de materiais e mão-de-obra. empreiteiros e outros. O fiscal deverá constatar a boa qualidade durante a execução das obras. estudo de preços e materiais. todos os acabamentos. Tipos de notas.7) Medições de serviços e controles físico-financeiros e da qualidade – Medições “in loco”. supervisão.4) Fiscalização de serviços técnicos – Consiste na observância das normas brasileiras para a execução de obras e serviços. reajustamento de preços. atendendo a boa técnica requerida. Empresas e Profissionais . Aqui desejamos esclarecer que a participação do profissional se faz somente na parte técnica-administrativa do contrato. pode ser em caráter permanente ou então por contrato temporário. estudo dos contratos de fornecimento e pessoal. Escrituração dos custos de obra. no que tange a orientação técnica-administrativa e durante a venda dos trabalhos profissionais em caráter permanente. o a receber e o a pagar. apresentar a resposta à consulta formulada. em laboratórios oficiais. bem como o controle da qualidade apurado. principalmente na elaboração dos contratos entre fornecedores.1) Consultoria permanente em geral e elaboração de contratos – Trata-se de prestação sistemática do trabalho profissional. Conferir todas as medidas. Sistema de apresentação das diversas contas a receber e a pagar. Enfim.

Em cada caso.6) Orientação técnico-administrativa – Consiste em. Levantamento dos imóveis. laudos. uma vez conhecido o projeto ou os contratos de execução. sobre serviços ou obras – Os laudos técnicos compreendem a informação profissional a respeito de determinado assunto. Sim. 194 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.3) Avaliação técnica de um determinado bem ou direito – Aqui reside um dos assuntos mais sérios. Contatos de qualquer natureza. Feita a vistoria e elaborado o laudo técnico. com um memorial descritivo. avaliações e perícias em geral. NesPaulo Roberto Vilela Dias 195 3. será complementado o parecer final. temos o laudo técnico. com os seguintes sub-ítens: c) d) e) f) g) 4. Engenharia Legal. capazes de oferecer a medida exata do valor. pode ser aleatória. 4) Vistorias. o laudo técnico é a constatação de um determinado fato. no qual se esclareçam as causas e fiquem estabelecidas as medidas técnicas a tomar. Avaliação da produção. Já no caso do Direito. Ampliação da faixa de empreendimentos da empresa. bem como da exigência de testes de laboratório e exames locais. 4.7) Orientação geral e técnicos de controle – Apresentação de um esquema técnico geral. serviços ou da empresa. fruto dos elementos patrimoniais oferecidos. Às vezes o parecer técnico é de tal envergadura e envolve técnicos tão especializados que só pode ser dado em conjunto por uma comissão de alto gabarito.5) Análise econômica-financeira da empresa – Estudo dos elementos patrimoniais da empresa. Estimativa do valor do patrimônio em imóveis. O parecer é uma opinião técnica abalizada e fundamentada em requisitos técnicos. a projeção de um estudo para ampliação da empresa. 4. o critério adotado e outros elementos que objetivaram a avaliação. de especificações. na maioria das vezes. vai depender de um estudo muito mais aprimorado e a conseqüente avaliação. normas de controle para o material e mão-de-obra. os elementos computados. Empresas e Profissionais . na avaliação técnica de um determinado bem. Por meio de um relatório apresentar-se-á a orientação técnico-administrativa. capaz de orientar a empresa no sistema global de controle. face as tendências do mercado. Assim. Às vezes pode ser também solicitado. verificado em uma determinada condição existente e que constitui. Trata-se de um serviço de alta repercussão técnica pelos efeitos decorrentes. a vistoria.1) Vistorias. laudos técnicos fundamentados. de serviços e materiais. bem como indicação da distribuição do equipamento dentro do imóvel. bem como. No entanto. pareceres. serviço ou obra. existem elementos mensuráveis. Fornecimento de um memorial descritivo com o dimensionamento das diversas seções da empresa. o memorial descritivo dará as informações colhidas.3. de modo a executar os serviços em andamento. Cadastramento do equipamento e avaliação. porque. Neste caso. mensal e anual da empresa. com vistas a: a) b) c) d) e) Sistemática dos serviços. Determinação do fluxo de caixa. 3. por assim dizer.2) Pareceres técnicos sobre assunto técnico especializado – Nem sempre a vistoria e o laudo vem acompanhado de um parecer técnico. Apresentação de um parecer técnico. O parecer poderá ser acompanhado de plantas. Procura de novos mercados. será estudada a linha a ser seguida e a orientação a ser obedecida. Medidas preventivas a preconizar. estabelecer a política administrativa da empresa no setor técnico. como segue: a) b) Levantamento geral dos bens patrimoniais da empresa. da rentabilidade da obra. se acompanhado das causas e das conclusões técnicas cabíveis. diária. determinando-se o sistema de apropriação de custo. as considerações levadas a efeito. executando plantas ou conferindo os existentes.

Avaliação . contendo as razões do julgamento. proporções. ASSISTÊNCIA TÉCNICA Conjunto de ações integradas. 13.aquela que se preocupa em analisar os aspectos administrativos econômicos. 4. estimado. baseado. com a decomposição de um todo em suas partes constituídas. ASSESSORIA Serviço prestado a pessoas físicas ou a empresas por profissional qualificado e que exige um somatório de conhecimentos e experiências na prestação sistemática ou eventual de serviços de orientação técnica .Nada mais que a verificação de uma situação existente. assim como. é claro. os fundamentos técnicos que serviram de suporte à decisão final. 4. sem entrar em detalhes. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias . A) Auditoria analítica e crítica . inclusive com a classificação dos concorrentes. Como se vê. concorrência. pelo oferecimento de um relatório minucioso do fato. Parecer . tendo em vista conhecer sua natureza.3 DEFINIÇÕES DAS ATIVIDADES PROFISSIONAIS DA ENGENHARIA CIVIL ANÁLISE TÉCNICO-ECONÔMICA DE EMPREENDIMENTO . administrativos e legais. AUDITORIA Exame analítico e crítico que abrange desenvolvimento das atividades.tas condições o parecer técnico será o elemento de decisão. causadoras de uma determinada situação. Podemos julgar concursos de trabalhos técnicos de projetos. econômicos. Deverá ser apresentado um laudo circunstanciado e técnico.Trata-se pois de uma opinião fundamentada das causas possíveis. com o propósito de fundamentar decisões financeiras. as normas de procedi197 b) c) d) 196 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. enfim. nos aspectos técnicos. Na perícia de um modo em geral. tudo o que depender de julgamento. feita com o objetivo de se verificar um estado das coisas.5) Julgamento de trabalhos em geral – Aqui neste título englobamos a decisão requerida em relatório minucioso.administrativa por tempo determinado ou para finalidade específica. O trabalho pode ser desenvolvido em dois campos distintos. nas atribuições profissionais. apresentado inclusive a ou as soluções para o problema.4) Serviços em geral de Engenharia Legal – Relativamente à Engenharia Legal pode ser solicitado ao profissional o seguinte: a) Vistoria .VIABILIDADE Estudo crítico das atividades de um empreendimento. e relações. funções.Que é uma vistoria na qual são indicadas as causas técnicas. cada modalidade de engenharia tem o âmbito de ação de sua atividade. o parecer técnico deve ser documentado e tiradas as conclusões. concursos de provas e títulos.é a apresentação técnica fundamentada do valor encontrado. ARBITRAMENTO Atividade que envolve a tomada de decisão ou posição entre alternativas tecnicamente controversas ou que decorrem de aspectos subjetivos. Perícia . objetivando dar ao usuário condições de adotar e utilizar técnicas – administrativas recomendadas ao êxito de seu empreendimento. calculado ou arbitrado para um bem ou direito. é o caso por exemplo da “vistoria ad perpetuum in rei memoriam”. legais.

no plano. tecnologias de produção. realizadas para o preenchimento de cargos. ou ainda a determinação de viabilidade técnico-econômica de um empreendimento. produto. CONCURSO Envolve ações de organização. sobre veracidade de um fato ou uma situação. Inclui neste item a elaboração de folders. É também a análise de resultados de um programa ou projeto. SEMINÁRIO OU CONGRESSO Curso: Explanação teórica ou prática de matérias específicas técnicas.B) mentos de uma atividade. Auditoria técnica . escrita e assinada por profissional habilitado. Empresas e Profissionais Consiste na elaboração de peças publicitárias. PALESTRA. anais. DIVULGAÇÃO TÉCNICA CURSO. mento de provas documentais. planejamento ou projeto. em recinto fechado e apropriado. ficando a cargo do profissional a direção técnica-administrativa da execução das atividades. CONCORRÊNCIAS Envolve ações de organização. coordenação e gerenciamento dos serviços de concorrências. de sua autoria ou de outro profissional legalmente habilitado. provas escritas. a um público específico. folhetos. incluindo texto e “layout”. Palestra: Exposição oral de temas técnicos. Paulo Roberto Vilela Dias 199 . gerenciamento e julga198 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. equipamentos e contratação de mão de obra. com o emprego da pedagógica e didática. de um direito ou de um empreendimento. planejamento ou projeto. bem como ações de “marketing”. ATESTADO Documento que contém declaração. AVALIAÇÃO Atividade que envolve a determinação técnica do valor qualitativo ou monetário de um bem. necessários a execução de obra ou serviço técnico. Seminário e/ou Congresso: Exposição de vários temas. conhecimentos e tecnologias relativas a uma dada atividade. GESTÃO DE PROJETO. plano. serviço ou evento técnico/científico. matérias escritas. faladas e televisadas e outras. processos. coordenação. ESTUDO Atividade que envolve simultaneamente o levantamento e a análise de dados de natureza técnica.aquela que se preocupa em analisar o cumprimento das especificações técnicas e legais contidas na atividade. práticas prestadas. serviço ou obra. mediante planejamento. SERVIÇO OU OBRA Compete a atividade de gerência da execução e/ou acompanhamento de projeto. podendo ainda responder pela aquisição de materiais. visando difundir informações. ao desenvolvimento de métodos. para servir de comprovação perante terceiros. CONSULTORIA Serviço realizado para atender pessoa física ou jurídica em área específica visando identificar os problemas e propor recomendações que satisfaçam as necessidades.

200 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. relata o que observou e dá suas conclusões ou avalia o valor de coisas ou direitos. Aplica-se em situações das mais variadas. qualidade de produtos. ou por designação judicial. com a finalidade de examinar se sua execução obedece às especificações de natureza técnica. profissional habilitado. LOCAÇÃO TOPOGRÁFICA Ato de dirimir questões por solicitação das partes litigantes. obra ou serviço. LEVANTAMENTO TOPOGRÁFICO PLANIALTIMÉTRICO Levantamento e representação gráfica do perímetro e relevo de uma área determinada. conforme projeto elaborado ou planta.FISCALIZAÇÃO DE PROJETO. podendo incluir acidentes naturais e construções. julgamento de concorrências. dentre outras. JULGAMENTO Situações previstas: Terreno Terreno • Terreno • Terreno • • plano a suavemente ondulado (0 a 8% de declividade) ondulado a fortemente ondulado (8 a 30% de declividade) forte ondulado a montanhoso (30 a 60% de declividade) montanhoso a escarpado > 60% de declividade. estudos e projetos até a definição de limites entre propriedades. SERVIÇO OU OBRA Atividade que envolve a fiscalização de projeto. podendo incluir recursos naturais e benfeitorias. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 201 . envolvendo desde a classificação de trabalhos apresentados em concursos. plano a suavemente ondulado (0 a 8% de declividade) ondulado a fortemente ondulado (8 a 30% de declividade) forte ondulado a montanhoso (30 a 60% de declividade) montanhoso a escarpado > 60% de declividade. Locação topográfica de obras de infra-estrutura Situações previstas: Terreno • Terreno • Terreno • Terreno • plano a suavemente ondulado (0 a 8% de declividade) ondulado a fortemente ondulado (8 a 30% de declividade) forte ondulado a montanhoso (30 a 60% de declividade) montanhoso a escarpado > 60% de declividade Locação topográfica de curvas de níveis Consiste na fixação ou demarcação. LAUDO É a peça na qual o perito. e com eqüidistância determinadas pela utilização e relevo da área. de curvas de níveis. aos prazos e valores estabelecidos no projeto. Situações previstas: Terreno Terreno • Terreno • Terreno • • A locação consiste nos serviços topográficos empregados na fixação. LEVANTAMENTO TOPOGRÁFICO PLANIMÉTRICO Levantamento e representação gráfica do perímetro de uma determinada área. ORÇAMENTO DE OBRAS E/OU SERVIÇOS Atividade que envolve o levantamento de quantidades e custos de todos os elementos inerentes a execução de determinado empreendimento ou serviço ou ainda na elaboração de determinado produto. demarcação ou restauração de rumos para a execução de projetos. no campo.

etc. Os honorários profissionais dos peritos. 13. permitindo sempre que possível uma primeira avaliação da estrutura. entre outros decorrentes de exigência legal. avaliação ou vistoria. assistência técnica em atividades de um empreendimento. que envolve a apuração das causas que motivaram determinado acontecimento. o perito. devem ser explícitos em contrato adequado. As responsabilidades do profissional.4. legislação local.1 CONSTITUIÇÃO DO PROJETO As condições de contratação e remuneração referem-se ao projeto completo de Arquitetura. de que tem conhecimento. Estudo Preliminar Análise e avaliação de todas as informações recebidas na primeira etapa e definição do partido arquitetônico da edificação. VISTORIA Verificação de uma situação existente. sem entrar em detalhes. Baseado nestes dados elabora-se o escopo do Contrato. dimen• são e articulação de ambientes. pelo oferecimento de um relatório minucioso do fato. RESPONSABILIDADE TÉCNICA Atividade especializada que requer conhecimento de tecnologia. atendendo à natureza da perícia. tendo como finalidade a produção de “prova” através de um exame. solicitações do cliente. interesse em discussão e valor da causa. PERÍCIA Atividade demandada por ação judicial. as condições de pagamento poderão ser fixadas pelo Juiz na sentença. composto das seguintes fases: • • • • • • Levantamento de Dados Estudo preliminar Projeto Legal Projeto de Execução Detalhes Construtivos Caderno de Especificações COMPOSIÇÃO DO PROJETO DE ARQUITETURA Levantamento de Dados Levantamento de um conjunto de informações. bem como os honorários. bem como. com informações sobre o terreno. conteúdo substancial do trabalho. Caso não sejam fixados pelo Juiz. o profissional deverá apresentar seus honorários nos prazos determinados em hora técnicas a trabalhar. possibilitando a opinião ou parecer sobre matéria de fato. é o caso da vistoria feita com o objetivo de se verificar um estado de coisas. Plantas Baixas – principais níveis da edificação: localização. visando montar um programa básico do projeto. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 203 . por escrito. • 202 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. tempo consumido para sua realização. com a finalidade de subsidiar decisões.4 ATIVIDADES E DIREITOS AUTORAIS DE ARQUITETOS 13. legislação. gerando os seguintes documentos: Memorial descritivo – descreve e justifica a solução arquitetônica proposta acompanhando de quadro de áreas estimadas.PARECER TÉCNICO Consiste na opinião fundamentada sobre determinado assunto técnico.

........ • Definição do esquema estrutural.... detalhamento...... proporções. 40% • Projeto de Execução ....................... aplicação correta dos materiais e etc..• Estudo de fachada – em perspectiva ou elevação. 13........ 204 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. com todas as informações necessárias à execução da obra. de todos os elementos da obra ou serviço necessários à perfeita execução técnica e artística da edificação.. dimensionamento e caracterização dos pavimentos........... Caderno de Especificações Tem como objetivo caracterizar as condições de execução e o padrão de acabamento para cada tipo de serviço........ 10% • Os percentuais a seguir indicam a remuneração específica de cada item no caso de Projeto de Arquitetura.... • Projeto Legal Formatação do anteprojeto..4... contendo a definição de todos os ambientes.. A partir da interface entre Projetos Complementares e o Projeto Arquitetônico gera-se um documento único.. 10% • Anteprojeto e Projeto Legal ... perspectivas....... Detalhes Construtivos São desenhos complementares de arquitetura necessários a uma melhor compreensão e execução da obra.... Projeto de Execução Conjunto de documentos elaborados.. será desenvolvido o Anteprojeto de Arquitetura.............. memorial descritivo com especificação de materiais.. Faz parte integrante das especificações a indicação de materiais relacionados nos desenhos do projeto... 40% • Detalhes e Caderno de Especificação . Levantamento de Dados e estudo Preliminar .. funções e relações com o propósito de fundamentar decisões..... de acordo com as normas vigentes.5 ATIVIDADES LEGAIS DOS PROFISSIONAIS DE ENGENHARIA AGRONOMICA E FLORESTAL ANÁLISE TÉCNICO-ECONÔMICA DE EMPREENDIMENTO Estudo crítico das atividades agrosilvipastoris ou agroindustriais........ Projeto de Interior Plantas baixas.. abordando os seguintes aspectos: Concepção... com especificação e detalhamento das fachadas e esquadrias externas..... em escala conveniente..2 PERCENTUAIS EM CADA ETAPA DO PROJETO Anteprojeto A partir do Estudo preliminar aprovado.. tendo em vista conhecer sua natureza....... Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 205 ... • Concepção e tratamento da volumetria do edifício. são identificadas e eliminadas eventuais interferências entre os mesmos. cortes..... apresentando um padrão de cor e textura.. possibilitando obter licenças e alvarás da obra... Através da compatibilização dos diversos projetos... 13. com a decomposição de um todo em suas partes constituídas....... Estes dados poderão ser usados no caso de interrupção do projeto antes da conclusão final ou de contratação de parte do projeto.. as normas aprovadas e recomendadas..............

CONCORRÊNCIAS Envolve ações de organização. gerenciamento e julgamento de provas documentais. coordenação. PALESTRA E CONFERÊNCIA Aula: explanação teórica ou prática de matérias específicas com emprego de técnica pedagógica. sobre veracidade de um fato ou uma situação. em recinto fechado e apropriado. escrita e assinada por profissional habilitado.ARBITRAMENTO Atividade que envolve a tomada de decisão ou posição entre alternativas tecnicamente controversas ou que decorrem de aspectos subjetivos. provas escritas realizadas para o preenchimento de cargos. nos aspectos técnicos. para servir de comprovação perante terceiros. CONSULTA Exame de problemas seguido de recomendação técnica a ser utilizada em exploração agrosilvipastoril e prescrição qualitativa e quantitativa de Paulo Roberto Vilela Dias 207 AULA. práticas prestadas. Empresas e Profissionais . Palestra: Exposição oral de temas técnicos. 206 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. Conferência: Exposição de tema. Auditoria técnica – aquele que se preocupa em analisar o cumprimento das especificações técnicas contidas no plano ou projeto. a) b) Auditoria analítica – aquele que se preocupa em analisar as normas de procedimentos de uma atividade ou projeto. objetivando dar ao usuário condições de adotar e utilizar técnicas recomendadas ao êxito de seu empreendimento. a um público específico. É também análise de resultados de um programa ou projeto. ATESTADO Documento que contém declaração. ASSISTÊNCIA TÉCNICA Conjunto de ações integradas. AVALIAÇÃO Atividade que envolve a determinação técnica do valor qualitativo ou monetário de um bem. de um direito ou de um empreendimento. CÁLCULO DE RAÇÃO Método utilizado para determinar a composição de uma ração. levando-se em conta as necessidades do animal e dos nutrientes disponíveis. ASSESSORIA Serviço prestado a pessoas físicas ou a empresas por profissional qualificado e que exige um somatório de conhecimentos e experiências na prestação sistemática ou eventual de serviços de orientação técnica por tempo ou prazo determinado ou para finalidade específica. CONCURSO Envolve ações de organização. coordenação e gerenciamento dos serviços de concorrências. AUDITORIA Exame analítico que abrange desenvolvimento das atividades agrosilvipastoris ou agroindustriais. econômicos e administrativos.

Caracterização do meio sócio-econômico. b) c) d) e) f) Nota: Os itens e e f referem-se a interpretações de todos os levantamentos de campo dos itens b. matérias escritas. geologia e geomorfologia. ECONÔMICO E SOCIAL a) Estudo técnico. corretivas e mitigadoras dos impactos ambientais identificados. Inclui-se neste item a elaboração de folders. 208 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. visando a implantação de empreendimentos que provoquem significativo impacto ambiental. serviço ou evento técnico/científico. solo. DIVULGAÇÃO TÉCNICA Consiste na elaboração de peças publicitárias. processo.insumos. incluindo texto e layout. conhecimentos e tecnologias relativas a uma dada atividade. com base em informações do arquivo do profissional e em informações fornecidas pelo cliente. mediante planejamento. ao desenvolvimento de métodos. comercialização. que permite conhecer com maior precisão os diferentes fatores que intervêm no processo de produção. de sua autoria ou de outro profissional legalmente habilitado. constituindo-se em trabalho realizado no escritório. c e d. beneficiamento. Caracterização do meio físico (clima. transporte. GERÊNCIA DE PROJETO. ESTUDOS DE IMPACTO AMBIENTAL CONSULTORIA Serviço realizado para atender pessoa física ou jurídica em área específica visando identificar os problemas e propor recomendações que satisfaçam as necessidades. folhetos. faladas e televisadas e outras. em atendimento à legislação. ou ainda a determinação de viabilidade técnico-econômica de um empreendimento. econômico e social da propriedade rural. anais. podendo ocorrer de duas formas: a) b) Consulta e receita no escritório. visando difundir informações. serviço ou obra. sem a indagação das que a motivarem. SERVIÇO OU OBRA Compete a atividade de gerência da execução e/ou acompanhamento de projeto. Consulta e receita com base no exame “ in loco ” da atividade agrosilvipastoril. ESTUDO Atividade que envolve simultaneamente o levantamento e a análise de dados de natureza técnica. Identificação das áreas diretamente afetadas e de influência do empreendimento. identificando pontos de estrangulamento da cadeia produtiva. necessários a execução de obra ou serviço técnico. tecnologia de produção. DIAGNÓSTICO TÉCNICO. produto. entre outros) Caracterização do meio biótico. É a norma legal que o EIA/RIMA seja realizado por uma equipe multidisciplinar especializada. devido ao elevado grau de complexidade e detalhamento exigido normalmente nesse estudo. águas superficiais e subterrânea. ou de uma dada região. Empresas e Profissionais Destinam-se ao licenciamento ambiental. junto ao órgão ambiental competente. DILIGÊNCIA Exame local ou vistoria de problemas agrosilvipastoris com orientação para providências imediatas. mediante exame e descrição minuciosa dos elementos que a constituem. envolvendo fauna e vegetação. bem como ações de marketing rural. ficando a cargo do profissional Paulo Roberto Vilela Dias 209 . Análise dos impactos ambientais e Proposição de medidas preventivas. bem como avaliar índices técnicos e econômicos das explorações agrosilvipastoris e potencialidades.

a direção técnico-administrativa da execução das atividades, podendo ainda responder pela aquisição de materiais, equipamentos e contratação de mão de obra. FISCALIZAÇÃO DE PROJETO, SERVIÇO OU OBRA Atividade que envolve a fiscalização de projeto, obra ou serviço, com a finalidade de examinar se a sua execução obedece às especificações de natureza técnica, aos prazos e valores estabelecidos no projeto. FORNECIMENTO DE DADOS E INFORMAÇÕES Consiste na transferência a terceiros de dados e informações que requeiram análise, tabulações e processamento sobre produtos (área, produção, produtividade, etc), consumidores, produtores, fabricantes, infraestrutura, aspectos econômico, social e tecnológico e outros. FORNECIMENTO DE MALA DIRETA Consiste na transferência de informações armazenadas em computadores: de lista de nomes e respectivos endereços, relativos a empresas e profissionais de uma dada atividade, categoria, serviços ou produtos. INTERPRETAÇÃO E RECOMENDAÇÃO A PARTIR DE ANÁLISE LABORATORIAL DE SOLO OU VEGETAL É o serviço técnico que tem como objetivo identificar a potencialidade, a deficiência e os desequilíbrios do solo, bem como do quadro fisiológico dos vegetais e a formulação de uma recomendação. JULGAMENTO Ato de dirimir questões por solicitação das partes litigantes, ou por designação judicial. Aplica-se em situações as mais variadas: envolvendo
210 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. Empresas e Profissionais

desde a classificação de trabalhos apresentados em concursos, julgamento de concorrências, qualidade de produtos, estudos e projetos até a definição de limites entre propriedades, dentre outras. LAUDO É a peça na qual o perito, profissional habilitado, relata o que observou e dá suas conclusões ou avalia o valor de coisas ou direitos. LEVANTAMENTO TOPOGRÁFICO PLANIMÉTRICO Levantamento e representação gráfica do perímetro de uma determinada área, podendo, incluir acidentes naturais, construções e uso agrícola. LEVANTAMENTO TOPOGRÁFICO PLANIALTIMÉTRICO Levantamento e representação gráfica do perímetro e relevo de uma determinada área, podendo, incluir acidentes naturais, construções e uso agrícola. LEVANTAMENTO DE MEIO FÍSICO Levantamento de Recursos Climáticos Compreende basicamente o levantamento, caracterização e análise de fatores climáticos, tais como: precipitação pluviométrica, balanço hídrico, temperatura, umidade relativa, ventos, entre outros, de uma determinada área. Levantamento da Capacidade de Uso do solo Compreende o mapeamento de uma determinada área para identificação da sua aptidão agrosilvipastoril e o nível de manejo adequado.

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Levantamento de Cobertura Vegetal do Solo Compreende o mapeamento de uma determinada área para identificação, caracterização e dimensionamento das diferentes atividades econômicas ou ocorrências naturais nela existentes. Levantamento de Solos Compreende a determinação e o mapeamento, em diferentes níveis de detalhamento, das unidades taxonômicas de solos através de observações de campo e coleta de material para análises físicas e químicas. LOCAÇÃO TOPOGRÁFICA A locação consiste nos serviços topográficos empregados na fixação, demarcação ou restauração de rumos para a execução de projetos agropecuários ou florestais. Divide-se em: Locação topográfica de obras de infraestrutura • Locação topográfica de curvas de níveis

PADRONIZAÇÃO E CLASSIFICAÇÃO DE PRODUTOS, PLANOS E LEVANTAMENTOS Ato de enquadrar os produtos de origem vegetal ou animal em padrões típicos pré-estabelecidos. ELABORAÇÃO DE PROJETOS, PLANOS E LEVANTAMENTOS Atividade necessária à materialização dos meios através de princípios técnicos e científicos, visando a consecução de um objetivo ou meta, adequando-se aos recursos disponíveis e as alternativas que conduzam a viabilidade da decisão. Resumidamente, entende-se o projeto como instrumento de ação do planejamento. No campo das ciências agrárias são comuns os seguintes trabalhos: a) b) c) d) e) f) g) h) i) j) k) l) m) n) Projeto de Reflorestamento ou Florestamento Plano de Corte Florestal Levantamento Circunstanciado Florestal Plano de Manejo Florestal (Floresta Plantada) Plano de Manejo Florestal (Floresta Natural) Projeto de Arborização Urbana Projeto de Recuperação de Áreas Degradadas Projeto de Revegetação de Áreas Projeto de Paisagismo Projeto de Exploração Agropecuária Projeto de Viabilidade Técnico e Econômica Projeto de Irrigação e Drenagem Projeto de Sistematização de Várzea Projeto de Desenvolvimento Regional

PARTILHA DE ÁREAS Trabalho que compreende o levantamento de uma dada superfície, classificação de recursos naturais e benfeitorias, estudos de parcelamento (equivalente ou proporcional) cálculos necessários e apresentação gráfica da subdivisão total e das áreas individuais. ORÇAMENTO Atividade que envolve o levantamento de custos de todos os elementos inerentes a execução de determinado empreendimento ou serviço ou ainda na elaboração de determinado produto.
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PARECER TÉCNICO Consiste na opinião fundamentada sobre determinado assunto técnico, por escrito, com a finalidade de subsidiar decisões.

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PERÍCIA Atividade demandada por ação judicial, que envolve a apuração das causas que motivaram determinado acontecimento, tendo como finalidade a produção de “prova” através de um exame, avaliação ou vistoria, possibilitando a opinião ou parecer sobre matéria de fato, de que tem conhecimento, o perito. AVALIAÇÃO DE CULTURA POR FRUSTAÇÃO DE SAFRA Atividade que envolve a apuração das causas de frustração de uma cultura ou safra através de vistorias, levantamentos, investigações e pesquisa, determinando o volume de perda parcial ou total, por solicitação do produtor, companhia de seguro, seguro financeiro ou órgão público. RESPONSABILIDADE TÉCNICA Atividade especializada que requer conhecimento de tecnologia, legislação, assistência técnica em atividades como produção de mudas, sementes, desinsetização, entre outros decorrente de exigência legal. VISTORIA Atividade profissional que consiste no exame de problemas agrosilvipastoris, seguido de orientação para providências imediatas.

PROJETO DE CABEAÇÃO TELEFÔNICA Compreende o projeto da cabeação telefônica para atender as unidades consumidoras, conforme previsão de pontos indicados no projeto de tubulação correspondente, de acordo com as normas vigentes. Não está incluído cabeação para CPCT (Central Privada de Comutação Telefônica). REDE DE RELÓGIOS SINCRONIZADOS Trata-se do projeto de tubulação seca exclusiva para rede de relógios sincronizados. REDE DE DUTOS PARA CIRCUITOS DE INFORMÁTICA Trata-se do projeto de tubulação seca exclusiva para cabos de sinal. ALIMENTADORES PARA EQUIPAMENTO CENTRAL DE AR CONDICIONADO Para edificações prediais dotadas de sistema central, o projeto deste ficará a cargo de especialista, sendo previstas no contexto do orçamento da instalação elétrica as esperas na casa de máquinas principal. A partir desta, o projeto elétrico de distribuição às casas de máquinas locais, torres de arrefecimento, bloqueios e comandos, ficará a cargo do projetista do ar condicionado. Se, no entanto, esta rede de distribuição e comando for representada no projeto no projeto elétrico, caberá o adicional indicado. Todavia é excluído o detalhamento dos quadros gerais do sistema, que sempre ficarão a cargo do projetista do ar condicionado. ALIMENTADORES PARA DIVERSOS EQUIPAMENTOS Trata-se do cálculo dos alimentadores para eventuais equipamentos relacionados no projeto. Inclui ainda, o esquema unifilar do quadro, memorial descritivo e especificações de materiais. O memorial descritivo e especificações dos equipamentos ficarão por conta dos fornecedores dos mesmos.
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13.6 ATIVIDADES DO ENGENHEIRO ELETRICISTAS REDE DE SONORIZAÇÃO Compreende o posicionamento dos sonofletores, tubulação seca exclusiva com caixa de passagem, previsão do local para central de som e posição dos controles individuais.

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Empresas e Profissionais CIRCUITO FECHADO DE TELEVISÃO – CFTV Trata-se do projeto de tubulação seca para o sistema. neste item. ou a evacuação de pessoas com segurança. Planilhas de carga com cálculos elétricos específicos. água de refrigeração. compreendem-se sistemas de certo porte. grupo motor-gerador). corrente contínua com entrada em operação imediata. As especificações do equipamento ficarão a cargo do fornecedor do mesmo. Inclui memorial e especificações de materiais. É indicado o equipamento elétrico específico para cada local. define apenas uma previsão de carga para iluminação. não são aqui considerados. INSTALAÇÕES PARA ÁREAS CLASSIFICADAS É estudado o tipo de risco e sua classificação. 216 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. etc) e quadro de distribuição de emergência. SISTEMA DE DETECÇÃO E ALARME CONTRA INCÊNDIO Trata-se do projeto de tubulação seca e previsão do local para a central. desvinculado do projeto de instalações elétricas que. ou projeto de luminotécnica.GERAÇÃO DE EMERGÊNCIA Inclui projeto de instalação do grupo gerador. ENCAMINHADO JUNTO À CONCESSIONÁRIA DE ENERGIA ELÉTRICA Refere-se ao encaminhamento do projeto à concessionária de energia elétrica segundo os padrões normativos correspondentes. Subdivisão dos sistemas. Paulo Roberto Vilela Dias 217 . envolvendo aspectos arquitetônicos e de desempenho ou funcionais. exaustão de gases. a partir de quadros de distribuição específicos. com diversas variáveis envolvidas. ENCAMINHADO JUNTO À CONCESSIONÁRIA DE TELECOMUNICACÃO Refere-se ao encaminhamento do projeto à concessionária telefônica segundo os padrões normativos correspondentes. ILUMINAÇÃO DE EMERGÊNCIA Localização de todos os pontos de luz. Lançamento de redes de tubulações com fiações independentes. CÁLCULO LUMINOTÉCNICO O cálculo luminotécnico. determinação da potência de fonte geradora (baterias. com todas as utilidades requeridas (sistema de suprimento de combustível. por se tratar de um trabalho específico. Estudo a respeito da demanda. capazes de permitir a continuidade de tarefas básicas ou vitais nos recintos beneficiados. Sistemas de segurança de pequeno porte do tipo unitário. não entrando no mérito da disposição de lâmpadas e luminárias. por exemplo com indicações de “saída”. com respectivas proteções e controles. deve ser encarado como um projeto à parte. poderá se chegar à conclusão sobre a necessidade de se projetar cabina de barramento para receber alimentação da concessionária. especificação dos materiais. se necessário: corrente alternada com partida em x segundos. com detalhamento. tomadas e esperas especiais. a serem ligados ao sistema de emergência. Inclui memorial e especificações de materiais. Memorial. CABINA DE BARRAMENTO No decorrer do projeto. Por iluminação de emergência. no âmbito da iluminação.

de líber (livre). do latim liberais. livre de qualquer subordinação a um patrão ou chefe”. cujo êxito decorre da maior ou menor capacidade intelectual do profissional. do CONFEA. são consideraPaulo Roberto Vilela Dias 219 .1 DEFINIÇÕES Profissional liberal ou Profissional Autônomo. Os preços especificados neste documento são considerados para todo o Estado do Rio de Janeiro. Todos os serviços relacionados neste documento deverão obedecer. para o seu exercício depende do conhecimento e habilidades. aos seguintes aspectos: Legislação Pertinente • Normas da ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas) • Tecnologia mais apropriada • As remunerações constantes neste documento são considerados como HONORÁRIOS MÍNIMOS na relação do profissional com o cliente. são sinônimos. literalmente assim se deve entender toda profissão. Este profissional não é regido pela CLT e sim pelo Código Civil e normas jurídicas diversas. Assim sendo. QUALQUER ESPECIALIDADE 14. isto é. Para cálculo dos preços referentes à hora de trabalho. em todas as fases de sua execução. para efeito de Fiscalização do Código de Ética (Resolução 205. nos serviços fiscalizados pelo CREA). no cumprimento do Código de Ética do Profissional e também de subsídio ao Poder Judiciário. o caráter distintivo do profissional liberal. que possa ser exercida com autonomia. “Pela adjetivação liberal.14 CÁLCULO DA HORA TÉCNICA DO PROFISSIONAL LIBERAL.

estadia. Algumas despesas realizadas ao longo do trabalho profissional não estão incluídas nos preços constantes neste documento e deverão ser somadas ao cálculo dos respectivos valores. bem como as datas de inicio e término dos serviços. etc. ressalvadas as decorrentes de práticas anteriores entre as partes. Estudo alternativo ao projeto original ou estudo de novos serviços para um mesmo empreendimento. A forma de pagamento dos trabalhos profissionais deverá ser acordada previamente entre as partes sendo que a 1ª parcela deverá cobrir no míniPaulo Roberto Vilela Dias 221 . mediante prévia estipulação e constatação dos gastos de viagens (estadias. número de registro no CREA e rubrica em todas as folhas do documento. salários de auxiliares.executar serviços sem a prévia elaboração de orçamento e autorização expressa do consumidor. condução. for verossímil a alegação ou quando for hiposuficiente. As remunerações aqui apresentadas são consideradas como honorário mínimo. atendendo o que dispõe o Código de defesa do Consumidor. ter Contrato ou Convênio. ART. despesas auxiliares de transporte. no processo civil. correrão por conta do cliente. hospedagem..é direito básico do consumidor a facilitação da defesa de seus direitos. • O valor dos contratos analisados ou das causas judiciais submetidas a exame. sobretaxas de ordenados e outras) devido ao deslocamento de pessoal. inciso VIII . Custo efetivo dos projetos. datados e assinados pelo profissional. materiais diversos. confeccionados em papel timbrado do profissional. atendendo o que dispõem o Código de Defesa do Consumidor. como: análise de solo. Neste documento deve ser explicado detalhadamente o serviço como determina o CREA e o Código de Defesa do Consumidor. a seu favor. • Artigo 39º. etc. esses itens não entrarão nos cálculos do custo do serviço. podendo ainda. quando a critério do juiz.que estabelece deveres aos prestadores de serviços. • c) as medidas lineares. aluguel de equipamentos. • Artigo 40º . Eventualmente: Insalubridade. contendo o nome. alimentação. o profissional liberal tem que balizar sua atuação pela Lei Federal 8078/90 . obras e serviços. sendo calculadas tomando por base.a garantia contratual complementar é legal e será conferida mediante termo escrito. destacam-se os seguintes: Artigo 6º. taxas públicas. etc. de área ou volume. Os projetos e demais trabalhos profissionais são direitos autorais do profissional. alimentação.das todas as despesas referentes a: pesquisas.sede do profissional. o tempo de viagem e o fim específico. Dentre os vários artigos desta Lei. serviços de terceiros. b) complexidade. material. especificidade e dificuldade dos serviços. perigosas ou de difícil acesso. impressos. consultas e outras. principalmente: a) tempo gasto pelo profissional. 220 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. inciso VI . incluindo ainda deslocamento para outro local fora do escritório. as taxas de honorários deverão ser majoradas mediante contrato prévio e de acordo com os percentuais aplicados pela legislação trabalhista. contribuição social. Os serviços apresentados por escrito deverão ser claros e objetivos. • • Nenhum serviço será iniciado.. segundo as regras ordinárias de experiência. salvo expressa estipulação em contrário. executado a pedido do cliente dará ao profissional direito a uma remuneração suplementar correspondente. se não houver ART. e os clientes só poderão utilizá-los para os locais indicados. Paralelamente ao cumprimento da Tabela. • Artigo 50º .. inclusive com a inversão de ônus da prova.o Código de Defesa do Consumidor . também acordada previamente. sobre carimbo. dos materiais e equipamentos a serem empregados. Empresas e Profissionais Nos serviços em zonas insalubres.o fornecedor de serviços será obrigado a entregar ao consumidor o orçamento prévio discriminando do valor da mão de obra. Todas as despesas necessárias para os trabalhos executados fora do município . Caso o cliente forneça transporte. as condições de pagamento.

3% R.00 144.00 149.48 80. de responsabilidade do profissional.800.950-A de 22/04/66.54 120.prêmio mensal R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ 1. acrescida de juros de mora de 1% para o mesmo período.Custo Direto do Profissional Remuneração Mínima Profissional: 9 x R$ 200.00 VALOR MÍNIMO DA HORA DE SERVIÇO DO PROFISSIONAL LIBERAL É estabelecido uma jornada de trabalho de 08 horas diárias.mo.º 4.00 INSS (Faixa 1) Seguro Saúde Fundo de Aposentadoria (8.500.00 2.00 20.R.00 2. mensageiro e etc). regido pela CLT.). Em qualquer situação em que os trabalhos profissionais forem interrompidos.00 120. Para toda obra ou serviço na área da Engenharia Civil deverá ser feito o recolhimento da Anotação de Responsabilidade Técnica (A. isto é.00 5.00 3.00 170. será cobrada uma multa de 5% ao mês.33 Obs: Os valores apresentados podem sofrer alterações em cada região ou estado. água/esgoto.0% R.00 140.M.Seguro de acidente de trabalho no valor de (R$ 37.40 149.00 4. amparado na Lei n.656.P.200.M.) Gratificação Natalina (8. as despesas iniciais do profissional para a realização do trabalho.00 40.P.00 40.) Gratificação de Descanso Anual (8.200. devendo o seu valor ser considerado no preço dos serviços contratados.00 R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ 300.) Duodécimo de anuidade do CREA-RJ Alimentação Duodécimo da contribuição sindical Transporte SUB-TOTAL 1 2 .2 REFERÊNCIA DE HONORÁRIOS PARA PROFISSIONAIS LIBERAIS As seguintes tabelas têm por objetivo servir de referência mínima de honorários para engenheiros civis que não mantenham vínculo Empregatício. 14. Classificação e respectivas remunerações dos engenheiros civis por tempo de formatura e experiência profissional comprovada por acervo técnico e/ou registro em carteira de trabalho: TABELA MÉDIA NACIONAL – DEZEMBRO/2001 Classificação Experiência e/ou Tempo de formado Engenheiro Trainee Até 2 anos Engenheiro Júnior Entre 2 e 5 anos Engenheiro Médio ou Pleno Entre 5 e 10 anos Engenheiro Sênior Entre 10 e 15 anos Engenheiro Master Acima de 15 anos TRAINEE (ATÉ 2 ANOS DE FORMADO) 1 .40 9. móveis e utensílios Aluguel e condomínio de imóvel Custo de pessoal (secretária.82 Remuneração (R$) 1. por desistência do cliente. inclusive encargos sociais SUB-TOTAL 2 3 .P.00 20.Anotação de responsabilidade técnica .M. Caso os pagamentos não sejam efetuados nos prazos estabelecidos.00 NC NC 873. deverão ser cobradas as horas trabalhadas.00 6. correio e energia elétrica Manutenção de equipamentos Depreciação de equipamento.T.800.ART sobre serviços de R$/mês 4 . segundo legislação vigente do CREA.000.500.00) . R$ 100.00 173.00 Paulo Roberto Vilela Dias 223 . 222 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.Custo de Suporte e Apoio Cursos de aprimoramento e livros técnicos Microcomputador e impressora Software Cópias Material de Escritório Telefone.3% R. Empresas e Profissionais R$ 30.33 30.

inclusive encargos sociais SUB-TOTAL 2 3 .60 9.00 176.3% R.00 182.) Gratificação Natalina (8.P.88 29.00 R$ 30.00) .660.3% R.33 R$ 120.Seguro de acidente de trabalho no valor de (R$ 37.00 25. correio e energia elétrica Manutenção de equipamentos Depreciação de equipamento.97 R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ 2. I = (CTM – 360) / (1 .00 4.33 40.346.P.15 JUNIOR (DE 2 A 5 ANOS DE FORMADO) 1 .Custo Direto do Profissional Remuneração Profissional: INSS (Faixa 6) Seguro Saúde Fundo de Aposentadoria (8.5% Custo Total Mensal – R$ 360.51 ISS – (5% Custo Total Mensal) CUSTO TOTAL MENSAL COM IRPF E ISS (total 4 + 5) Horas de Trabalho Por Mês (20 dias úteis x 8 horas por dia) HORA TÉCNICA DO PROFISSIONAL TRAINEE • Exclusive IRPF e ISS • Inclusive IRPF e ISS OBS : NC .66 R$ R$ 22.60 182.00 NC NC 913.54 120.135.00 3.prêmio mensal 5 – Impostos sobre o Custo Total Mensal .) Duodécimo de anuidade do CREA-RJ Alimentação Duodécimo da contribuição sindical Transporte SUB-TOTAL 1 2 .275 + 0.200.ART sobre serviços de R$/mês 4 .Anotação de responsabilidade técnica .00 50.00 173.CUSTO SUBTOTAL MENSAL SEM IRPF E ISS (CSM) (total 1+2+3+4) R$ 3.(0.Custo de Suporte e Apoio Cursos de aprimoramento e livros técnicos Microcomputador e impressora Software Cópias Material de Escritório Telefone.) Gratificação para Descanso Anual (8.P.795.00 25. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 225 .00 171.00 120. água/esgoto.condomínio de imóveis Custo de pessoal (secretária.00 180.05)) IRPF .82 R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ 300.00 224 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.Imposto de Renda (27. mensageiro e etc).000.Não Computado R$ 160 4.00) R$ 1.48 100.60 200. móveis e utensílios Aluguel e.0%R.

15 PLENO OU MÉDIO (DE 5 A 10 ANOS DE FORMADO) 1 .P.00 5.496.20 250.CUSTO SUBTOTAL MENSAL SEM IRPF E ISS (CSM) (Total 1+2+3+4) R$ 4.00 35.P.05)) IRPF .Custo Direto do Profissional Remuneração Profissional: INSS (Faixa 6) Seguro Saúde Fundo de Aposentadoria (8.78 R$ R$ 27.48 160.54 200.00 290.62 ISS – (5% Custo Total Mensal) CUSTO TOTAL MENSAL COM IRPF E ISS (Total 4 + 5) Horas de Trabalho Por Mês (20 dias úteis x 8 horas por dia) HORA TÉCNICA DO PROFISSIONAL PLENO • Exclusive IRPF e ISS • Inclusive IRPF e ISS OBS : NC .50 9.) Gratificação para Descanso Anual (8.906.00 35.Seguro de acidente de trabalho no valor de (R$ 37.00 280.50 290.P. água/esgoto.Anotação de responsabilidade técnica .00 NC NC 1.5% Custo Total Mensal – R$ 360.Imposto de Renda (27.185.00 226 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.500.prêmio mensal 5 – Impostos sobre o Custo Total Mensal .(0.00 R$ 30.Não Computado R$ 160 5.) Gratificação Natalina (8.92 R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ 3.Custo de Suporte e Apoio Cursos de aprimoramento e livros técnicos Microcomputador e impressora Software Cópias Material de Escritório Telefone. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 227 .22 R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ 400.00 120.3% R.00 4.) Duodécimo de anuidade do CREA-RJ Alimentação Duodécimo da contribuição sindical Transporte SUB-TOTAL 1 3 .3% R.00 250.00 60. mensageiro e etc).00) .113.ART sobre serviços de R$/mês 4 .56 36.33 R$ 200. correio e energia elétrica Manutenção de equipamentos Depreciação de equipamento. móveis e utensílios Aluguel e condomínio de imóveis Custo de pessoal (secretária. I = (CTM – 360) / (1 .00 173. inclusive encargos sociais SUB-TOTAL 2 3 .275 + 0.000.410.33 40.00 200.0%R.00) R$ 1.

419.60 431.05)) IRPF .53 R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ 5.) Gratificação de Descanso Anual (8.00 120.Imposto de Renda (27.CUSTO SUBTOTAL MENSAL SEM IRPF E ISS (CSM)(Total 1+2+3+4) R$ 6.5% Custo Total Mensal – R$ 360.00 50.48 200.233. correio e energia elétrica Manutenção de equipamentos Depreciação de equipamento.00 173.Custo de Suporte e Apoio Cursos de aprimoramento e livros técnicos Microcomputador e impressora Software Cópias Material de Escritório Telefone.00) . móveis e utensílios Aluguel e condomínio de imóvel Custo de pessoal (secretária.33 60.P.528.00 50.40 300.00 257.00 160. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 229 .59 ISS – (5% Custo Total Mensal) CUSTO TOTAL MENSAL COM IRPF E ISS (Total 4 + 5) Horas de Trabalho Por Mês (20 dias úteis x 8 horas por dia) HORA TÉCNICA DO PROFISSIONAL PLENO • Exclusive IRPF e ISS • Inclusive IRPF e ISS Observações: NC – Não Cotado R$ 160 9.00 7.80 56.00 300.15 R$ R$ 40.33 R$ 250. I = (CTM – 360) / (1 .prêmio mensal 5 – Impostos sobre o Custo Total Mensal .00 NC NC 1.) Duodécimo de anuidade do CREA-RJ Duodécimo da contribuição sindical Alimentação Transporte SUB-TOTAL 1 2 .3% R.3% R.P.54 4. inclusive encargos sociais SUB-TOTAL 2 3 .Custo Direto do Profissional Remuneração Profissional (RP): INSS (Faixa 6) Seguro Saúde Fundo de Aposentadoria (8.62 R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ 400.00 228 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.(0.ART sobre serviços de R$/mês 4 .00 R$ 30.00) R$ 2.200.00 416.) Gratificação Natalina (8.55 SENIOR (DE 10 A 15 ANOS DE FORMADO) 1 .P. água/esgoto.00 80.045.Anotação de responsabilidade técnica .0% R.60 9. mensageiro e etc).Seguro de acidente de trabalho no valor de (R$ 37.275 + 0.000.00 431.516.

Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 231 .33 70.50 9.00 360.00 4.00 120.71 R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ 6.CUSTO SUBTOTAL MENSAL SEM IRPF E ISS (1 + 2 + 3 + 4) R$ 8.593.P.5% Custo Total Mensal – R$ 360.00 NC NC 1.Custo de Suporte e Apoio Cursos de aprimoramento e livros técnicos Microcomputador e impressora Software Cópias Material de Escritório Telefone.33 R$ 320. correio e energia elétrica Manutenção de equipamentos Depreciação de equipamento.00 230 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.251. inclusive encargos sociais SUB-TOTAL 2 3 .Imposto de Renda (27.) Gratificação Natalina (8.prêmio mensal 5 – Impostos sobre o Custo Total Mensal .275 + 0.0%R.P.923. mensageiro e etc).00 572. I = (CTM .00 286.669.00 50.48 200. móveis e utensílios Aluguel e.95 MASTER (ACIMA DE 15 ANOS DE FORMADO) 1 .P.89 160 R$ R$ 55.00 173.00 9.00) R$ 3.00) .3% R.Seguro de acidente de trabalho no valor de (R$ 37.ART sobre serviços de R$/mês 4 .) Duodécimo de anuidade do CREA-RJ Alimentação Duodécimo da contribuição sindical Transporte SUB-TOTAL 1 2 .360) / (1 – (0.00 200.393.Custo Direto do Profissional Remuneração Profissional: INSS (Faixa 6) Seguro Saúde Fundo de Aposentadoria (8.3% R.05)) IRPF .77 78.93 ISS – (5% Custo Total Mensal) CUSTO TOTAL MENSAL COM IRPF E ISS (4 + 5) Horas de Trabalho Por Mês (20 dias úteis x 8 horas por dia) HORA TÉCNICA DO PROFISSIONAL SENIOR • Exclusive IRPF e ISS • Inclusive IRPF e ISS Observações: NC – Não Cotado R$ 12.00 R$ 30.50 539.000.Anotação de responsabilidade técnica .54 240.) Gratificação para Descanso Anual (8.02 R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ 400. água/esgoto.00 50.500.condomínio de imóveis Custo de pessoal (secretária.00 330.00 539.

. mediante comprovação pelo profissional. competência interpessoal...661.00 (acima de 5 anos de formado) OBS: Sem Impostos Observações: ......994.... 232 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.35 TABELA RESUMO DE HONORÁRIOS Em função das condições de mercado optou-se. análise de laboratório e serviços de terceiros serão reembolsadas mediante comprovação.. experiência profissional.79 ISS – (5% Custo Total Mensal) CUSTO TOTAL MENSAL COM IRPF E ISS (Total 4 + 5) Horas de Trabalho Por Mês (20 dias úteis x 8 horas por dia) HORA TÉCNICA DO PROFISSIONAL MASTER • Exclusive IRPF e ISS • Inclusive IRPF e ISS R$ 15.. I = (CTM – 360) / (1 . conceito junto à opinião pública e outros abordados nesta tabela. Nível de especialização. • Despesas com certidões.... se for o caso. O pagamento ao pessoal poderá ser efetuado baseando-se principalmente no tempo utilizado para a execução do trabalho ou no custo global do empreendimento..00 (até 5 anos de formado) 68. serão cobradas à base de 33....(0.. incluir as despesas com: aluguel de escritório. R$ 25.. apresentação pessoal e etc. . Ou ainda. • Para cálculo dos honorários específicos para os profissionais da Engenharia Civil.. sugerir aos profissionais a adoção de apenas duas faixas de remuneração profissional.. pelo menos momentaneamente..É permitido ao profissional a elevação do valor do item 1 em função do mercado de trabalho.. tais como..666.... Cabe realçar que devem ser consideradas na avaliação do profissional outras referências.CUSTO SUBTOTAL MENSAL SEM IRPF E ISS (CSM) (Total 1+2+3+4) R$ 10. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 233 .275 + 0.. pós-graduação. Despesas Extras As despesas de transporte com carro próprio..3% do custo do litro de gasolina por quilômetro rodado.. salários de empregados e seus complementos e etc. condomínio...Imposto de Renda (27.88 R$ R$ PLENO A MASTER ... R$ 50.00) R$ 4. trabalho em equipe.05)) IRPF . conhecimentos de línguas estrangeiras. em viagem. por trabalhos prestados..5% Custo Total Mensal – R$ 360. com alimentação e estadias serão de responsabilidade do cliente.....15 160 TRAINEE E JUNIOR . mestrado e doutorado.NC – Não computado .. • As despesas extras. cursos de extensão e especialização....... serão indicados especificamente por atividades técnico-profissional.71 97.... Bem como.Os valores apresentados variam de acordo com a região ou o Estado... informática.. a seguir expostas: CATEGORIA PROFISSIONAL REMUNERAÇÃO 5 – Impostos sobre o Custo Total Mensal .....

municípios ou estados. Paulo Roberto Vilela Dias 235 . façam o acompanhamento do desenvolvimento das atividades através de fichas de apropriação de horas técnicas e levantamento de despesas gerais. ou ainda. bem como. OBS: As Tabelas Complementares apresentadas nos capítulos a seguir representam média nacional podendo sofrer alterações em determinadas regiões. e possam comparar os valores dos preços de venda de serviços calculados com a estimativa oriunda das tabelas fixas.1 OBJETIVO DAS TABELAS DE HONORÁRIOS PROFISSIONAIS Aconselhamos aos profissionais que tenham por hábito calcular o preço de venda de seus serviços em função das horas estimadas para a consecução dos trabalhos. bem como. O profissional deve estar atento às variações existentes em sua região e aplicá-las caso a caso. a fim de permitir que se faça uma rápida estimativa de preço de serviços profissionais. apresentamos as Tabelas Complementares de Honorários para que os profissionais inexperientes. devendo ser encarado como padrão mínimo de cobrança dos honorários profissionais. Estas Tabelas Complementares devem apenas orientar os profissionais. de acordo com o estabelecido na primeira parte deste livro. não poderá deixar de considerar eventuais custos próprios de um trabalho que altere fortemente o preço de venda. no sentido da definição dos parâmetros de remuneração.15 TABELAS COMPLEMENTARES POR SERVIÇOS E POR ESPECIALIDADE 15. Entretanto.

fornecido pela Revista Construção.8 (R$ por m²) 7.00 R$ R$ R$ R$ 6. Não inclui cálculo da fundação profunda. Nelas estão contempladas conjuntamente as variáveis implícitas que avaliam os serviços de concepção estrutural. impostos. obtido através do consumo característico (Ck) dos materiais. 15.0 5.2 3.8 4. S = Valor vinculado percentual de referência.8 2. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 237 . projeto legal.50 (de 2.2 3.7 3.00 2. Comerciais e/ou residenciais 4. tendo o Engenheiro Civil o encargo de executá-las com bom-senso. (***) O projetista. dimensionamentos e detalhamentos.0 Edif. 236 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.8 4. (**) Até 50 m3 51 a 100 m3 101 a 200 m3 201 a 500 m3 501 a 1000 m3 1001 a 2000 m3 2001 a 5000 m3 5001 a 10000 m3 > 10000 m3 Cc = Ck * Apa * p onde: 15. projeto executivo e orçamento da obra.00 3.5 2.2.1 2.2 TABELAS DE HONORÁRIOS PARA ENGENHEIROS CIVIS Tabelas sem Imposto de Renda na Fonte ou Impostos sobre a Nota Fiscal.50 (de 3.00) 3.4 4.25 Edifícios industriais de múltiplos andares destinados à indústria pesada 0.16 Edifícios entre 4 e 12 pavimentos com destinação comercial ou residencial 0.0 1.1 2.50 a a a a R$ R$ R$ R$ 10.40 p = valor do metro cúbico de estrutura de concreto armado em Vitória ES.6 3.50) 3.50) Inclui anteprojeto.1 2.50 (de 2. CARACTERÍSTICA DA OBRA CK CONCRETO Edifícios até 4 pavimentos com destinação comercial ou residencial 0.0 2.2 2.10 Edifícios industriais de múltiplos andares destinados à indústria leve 0.6 2.15.50 (de 16.2 3. Ck corresponde ao consumo de concreto médio por metro quadrado de área de projeto arquitetônico.8 4. Industriais 4. (IRPF e ISS ou Impostos sobre a Pessoa Jurídica). de acordo com sua forma de recebimento (autônomo.17 Edifícios acima de 12 pavimentos com destinação comercial ou residencial 0. como na tabela a seguir: CONCRETO Obras de arte 6. custos fixos e variáveis diversos advindos da atividade.1 TABELA DE PREÇOS DE PROJETOS RESIDENCIAIS PROJETOS Arquitetura (*) Cálculo Estrutural (**) Instalações Elétricas e Telefônicas Instalações Hidro-sanitárias TOTAL (*) (***) REFERÊNCIA PRINCIPAL PARA OBRAS EM CONCRETO ARMADO H = S * Cc onde: H = Honorários de projetos.00) 6. Cc = Custo convencional da estrutura.50 2.4 2.3 2.18 Edifícios industriais com um pavimento 0. Apa corresponde a área apresentada em projeto arquitetônico.0 Edif. estudos preliminares. cooperativa ou pessoa jurídica) deverá incidir sobre os valores apresentados a administração e os impostos. As formulações são bastante abrangentes.2 Referência de Honorários para Engenharia de Estruturas – Concreto Armado INTRODUÇÃO Esta proposição tem como objetivo tornar o mais fácil possível o levantamento dos honorários básicos para elaboração de projetos de estruturas.2.9 1. no mês da proposta.1 2. Avaliam ainda encargos sociais.4 2.

..............50...... Caso haja a presença de elementos com detalhamento pouco previsível..................... 25% 6a a 10a repetição .5 12 11.... CARACTERÍSTICA DA OBRA Edifícios até 4 pavimentos com destinação comercial ou residencial Cs Metálico 30 36 40 16 45 90 30 18 16 25 Edifícios entre 4 e 12 pavimentos com destinação comercial ou residencial Edifícios acima de 12 pavimentos com destinação comercial ou residencial Edifícios industriais com um pavimento sem ponte rolante Edifícios industriais de múltiplos andares destinados à indústria leve Edifícios industriais de múltiplos andares destinados à indústria pesada Mezaninos metálicos com piso de concreto Mezaninos metálicos com pisos em chapa ou materiais leves Coberturas tipo dômus com telhado leve Coberturas tipo dômus com telhado pesado 238 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.. o valor final dos honorários deverão ser acrescidos de 8%................ S = Valor vinculado percentual de referência.. H = Honorários de projetos.......... comerciais e/ou residenciais 15 14 13 12......... Caso haja solicitação de memória de cálculo por parte do contratante......5 9.....................2.. Industriais 12 11... Caso haja obras de contenção tipo muros de arrimo. 20% 11a a 20a repetição ....5 16 15... em quilogramas.................. incluindo os elementos de fundações....... o valor final dos honorários deverão ser acrescidos de 20%........... os valores de Ck deverão ser acrescidos de 0..... o valor final dos honorários deverão ser acrescidos de 10%...... deverão ser cobrados como segue: 1a repetição .............. sendo que não deverá ser levado em consideração consumo de concreto médio por metro quadrado de área de projeto arquitetônico menor que 0............. Cs corresponde ao consumo de aço estrutural médio. cortinas em subsolos dentre outros...... o valor final dos honorários deverão ser acrescidos de 10%.....6 10..... o valor final dos honorários deverão ser acrescidos em 20%. 5% As obras de arte e de contenção deverão ter seus consumos levantados por pré dimensionamento dos elementos estruturais..........5 11..3 Referência de Honorários para Obras em Estrutura Metálica H = S * Cs onde: • • • Caso os vãos característicos extrapolem o limite de 8 metros.Para o caso específico de edifícios de qualquer natureza........8 9........... uma vez que se tratam de obras de grande variabilidade de geometrias e considerações estruturais...........2 9........... Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 239 ...........................02 m3 / m2..... 10% a partir da 41a repetição ...5 11 10....... Caso haja cálculo de protensão. aplicam-se os seguintes itens: • • • 15.. 15% 21a a 40a repetição .. Caso haja reservatórios com capacidade acima de 80 m3.............. 35% 2a a 5a repetição .....5 15 14 13 12 11 Edif...2 9............0 As repetições integrais do projeto.......... como na tabela a seguir: METÁLICO Até 12 t 13 a 25 t 26 a 50 t 51 a 125 t 126 a 250 t 251 a 500 t 501 a 1250 t 1251 a 2500 t > 2500 t Obras de arte 17 16.......5 10 Edif... por metro quadrado de área de projeto arquitetônico...0 10.....

.......... os valores de Ck deverão ser acrescidos de 3 kg / m2................. Em galpões industriais..........50 As repetições integrais do projeto....................70 1..... 2........................... R$/M 2 Edifícios residenciais área área área área área até 500 m2 e até 4 pavimentos ....................... Em galpões industriais................................ As obras de arte deverão ter seus consumos levantados por pré-dimensionamento dos elementos estruturais. o valor final dos honorários deverão ser acrescidos de 10% Caso haja assimetria arquitetônica que influencia na modulação estrutural.. o valor final dos honorários deverão ser acrescidos de 40%................... levando a transmitir os momentos pelas ligações viga-pilar......................................... o valor final dos honorários deverão ser acrescidos de 12%.. Em galpões industriais............. inclusive os elementos de fundações. entre 5001 e 10000 m2 .................00 1.... Caso haja utilização de estruturas como pilares e/ou vigas mistas........................... 15......................80 1......20 2.. o valor final dos honorários deverão ser acrescidos de 20%............... entre 4501 e 7500 m2 e até 15 pavimentos ...................................................... 2............. entre 2001 e 5000 m2 ...80 1... o valor final dos honorários deverão ser acrescidos de 12%............ Caso haja solicitação de memória de cálculo por parte do contratante......... caso haja presença de ponte rolante de capacidade superior a 30 toneladas..4 Referência de Honorários para Projetos de Instalações Complementares Os preços praticados nesta tabela são em reais. 2... superior a 10001 m2 .....00 1..... o valor final dos honorários deverão ser acrescidos de 20%............................. uma vez que se tratam de obras de grande variabilidade de geometrias e considerações estruturais........ entre 2001 e 4500 m2 e até 10 pavimentos . deverão ser cobrados como apresentado abaixo: 1a repetição ........... superior a 7501 m2 sem limite de pavimentos ........................ 10% a partir da 41a repetição ..............65 1.............. Caso haja a presença de elementos com detalhamento pouco previsível.......... entre 4501 e 7500 m2 e até 15 pavimentos ................ Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias ............00 1.. o valor final dos honorários deverão ser acrescidos de 25%..... 20% 11a a 20a repetição ..........80 1.. entre 501 e 2000 m2 ............ superior a 7501 m2 sem limite de pavimentos .50 2.................. lajes delgadas mistas e verificações de abertura em almas de perfis.......................... caso haja presença de ponte rolante de capacidade até 20 toneladas. entre 501 e 2000 m2 e até 4 pavimentos .70 Edifícios comerciais área área área área área até 500 m2 e até 4 pavimentos ...• • • • • • • • • Caso os vãos característicos extrapolem o limite de 8 metros.2... 35% 2a a 5a repetição .................... Caso haja impossibilidade de contraventamento da estrutura em pelo menos uma direção.....20 2................ INSTALAÇÕES HIDRÁULICAS E SANITÁRIAS .................. caso haja presença de ponte rolante de capacidade entre 20 e 30 toneladas....... entre 2001 e 4500 m2 e até 10 pavimentos ............ 5% Edifícios industriais área área área área área até 500 m2 ............ 25% 6a a 10a repetição ....................... baseados em área de projeto arquitetônico apresentado.... 15% 21a a 40a repetição . entre 501 e 2000 m2 e até 4 pavimentos ..................50 241 240 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva......60 1.. o valor final dos honorários deverão ser acrescidos de 15%............

.......00 0...50 Paulo Roberto Vilela Dias 243 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva........................................... 2.......................00 (um mil reais) para projeto de qualquer natureza que esteja com área inferior a 500 m2..........50 Edifícios comerciais área até 500 m2 e até 4 pavimentos .... reserva de gás........................... o valor dos honorários deverá ser acrescido de 50%.... extintores de incêndio. o valor dos honorários deverá ser acrescido de 15%......... caixa separadora de fibras.. Caso haja necessidade de sistema de combate a incêndio com espuma mecânica. entre 5001 e 10000 m2 . seta indicadora de saída.... * Caso haja instalações de gás.................... entre 5001 e 10000 m2 ........ 1.20 Edifícios comerciais área área área área área 242 até 1000 m2 .... sendo que as tubulações e cabeamento para alimentar os sistemas deverão ser complementados nos projetos de instalações elétricas e gás..... * Fica estipulado o valor mínimo de R$ 1......90 0... o valor do honorário deverá ser acrescido de 50%..................................... entre 5001 e 10000 m2 .................... entre 1001 e 5000 m2 ..................... superior a 20001 m2 ....35 0..................* Caso haja instalações de água quente................ Nos casos de instalações residenciais e comerciais com bombeamento......60 0. Os preços acima contemplam a indicação de pára raios............50 0......... 0.................. iluminação de emergência..................... caixa de cloração............. * Caso haja tratamentos especiais como: caixa separadora de óleo.50 área entre 501 e 1000 m2 e até 4 pavimentos ....75 área entre 501 e 1000 m2 e até 4 pavimentos . 2................ entre 10001 a 20000 m2 ...75 0.. o valor do honorário deverá ser acrescido de R$ 1..................................70 0............. entre 10001 a 15000 m2 ........ 0............ * Caso o empreendimento se trate de instalações de clínicas / laboratórios / farmácias ou outro tipo de estabelecimento ligado à área de saúde onde exista a possibilidade de execução de pequenas cirurgias e/ou coleta de materiais para exames.........30 Caso haja necessidade de sistema de combate à incêndio com chuveiro automático.... * Caso o empreendimento se trate de instalações hospitalares.....40 0...60 0....... 2.. R$/M2 • Edifícios residenciais • área área área área área até 1000 m2 ..... entre 1001 e 5000 m2 ... Edifícios industriais área área área área área • até 1000 m2 ...................... Os honorários para edificações industriais já contemplam sistemas com bombeamento.....................00 por m2..000.......... Empresas e Profissionais . Fica estipulado o valor mínimo de R$ 500....................45 0.. superior a 15001 m2 ................................. superior a 20001 m2 ......................................70 0.............. o valor dos honorários deverá ser acrescido de 25%.. entre 10001 a 20000 m2 ............ alarme bitonal........ entre 1001 e 5000 m2 .. o valor dos honorários deverá ser acrescido de 25%........................ INSTALAÇÕES ELÉTRICAS DE BAIXA TENSÃO .....55 0.... o valor dos honorários deverá ser acrescido de 15%....................... 2......................................................... R$/M 2 Edifícios residenciais área até 500 m2 e até 4 pavimentos .......50 • • INSTALAÇÕES DE COMBATE A INCÊNDIO COM HIDRANTES ..00 (quinhentos reais) para projeto de qualquer natureza que esteja com área inferior a 1000 m2......................... o valor do honorário deverá ser acrescido de 50%...

0...00 0.............600..600....00 a 200......000............000........... 0..........00 0.....00 De 50.............00 De 200......00 a 10..... 10% a partir da 41a repetição ............000.... 35% 2a a 5a repetição .....00 Acima de 10....50 área acima de 10001 m2 ..... derrocamento...... 20% 11a a 20a repetição ............................. 0..........12 3.000..00 0.50 área entre 2001 e 10000 m2 ..600....... 0................INSTALAÇÕES DE TUBULAÇÃO TELEFÔNICA .2................00 VALOR DO BEM (R$) Até 50.....................5 Honorários para Avaliações e Perícias de Engenharia Na composição dos custos para definição do valor dos honorários devem ser considerados os seguintes elementos: • • • • • • prazo solicitado para entrega do trabalho.......000...... 25% 6a a 10a repetição .... Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 245 .....000.. grau de dificuldade e complexidade técnica da análise.................................................. 15% 21a a 40a repetição ..00 0..........000.........70 área entre 501 e 10000 m2 ..00 a 1..... tempo estimado na execução do serviço...000........00 a 100.................................... pela não manifestação de profissionais relacionados as áreas citadas.............00 a 500.......000... valendo como referência o valor da hora técnica versus o número de horas previstas na elaboração da atividade....00 0.................000............00 De 5..............65 250....100....000....000....35 Edifícios comerciais área até 2000 m . traçado de estradas.......................00 De 500..... 2 15............................. topografia e geodésia...........00 De 1...000.35 850..... experiência do profissional........ periculosidade e dificuldade de acesso e local fora da comarca onde se desenrola a ação..15 2. R$/M2 Edifícios residenciais área até 2000 m2 .............20 1... DEFINIÇÃO DE HONORÁRIOS EM FUNÇÃO DO VALOR DE VENDA HONORÁRIO MÍNIMO % Acréscimo (R$) 500...............07 8.... 0......40 As repetições integrais do projeto deverão ser cobradas como segue: 1a repetição ..............00 a 5...90 50...000...................000....00 0.....00 De 100..000........ 5% OUTRAS ATIVIDADES DE PROJETO Não foram contempladas as atividades de projetos geotécnicos................40 área acima de 10001 m2 .00 244 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva...000............ dentre outras.........00 0..000.......000....... 0...........000...

000.00 De 2.00 a 2.300.00 a R$ 180.00 HONORÁRIOS (R$) 1.00 a 12.00 Acima de R$ 180.500.000.00 Acima de R$ 180.000.001.000.00 De R$ 55.00 De R$ 30.00 a 5.00 De 1.00 a R$ 55.000.00 a R$ 90.200.000.501. mais R$ 200.000.001.00 6.000.00.00.00 De 2.00 a 6.001.001.000.00 por cada R$ 20.00 de avaliação OBS: No caso dos honorários resulte inferior ao especificado para o limite máximo do intervalo imediatamente anterior.000.500.00 De R$ 85.000.000.500.000.00 De R$ 120.00 a 1.00 a R$ 30.00 De 6.501.000.000.ARBITRAMENTO DE HONORÁRIOS EM FUNÇÃO DO VALOR LOCATIVO VALOR LOCATIVO (R$) Até 1.5% a 5% do valor avaliado em função do grau de dificuldade e do rigor desejado da avaliação ou obedecerão a tabela a seguir: 246 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.000.00 4.00 De 9.00 De R$ 15.00 De 7.001.00 a R$ 15.000.000.500.00 a R$ 120.00 a R$ 180.200.00 De R$ 50.001.000.00 6.00 De 1.00 De R$ 25.000.00 De R$ 90.000. mais R$ 200.001.501.000.00 De R$ 7.00 a R$ 85.500.00 9.500.000.00 De 4.00 a 3.00 de avaliação PERÍCIAS JUDICIAIS Considerar de 0.00 a 2.000. AVALIAÇÃO DE MÁQUINAS E EQUIPAMENTOS Considerar de 2.00 3.001.00 De 12.00 9.000.00 por cada R$ 20.00 HONORÁRIOS (R$) 800.000.00 HONORÁRIO MÍNIMO (%) 90 85 82 80 78 75 72 69 65 62 59 55 50 48 46 VALOR DA AVALIAÇÃO (R$) Até R$ 7.00 a 9.00 De 3.00 1.500.000.5% a 5% do valor avaliado em função do grau de dificuldade e do rigor desejado da avaliação ou obedecerão a tabela a seguir: VALOR DA AVALIAÇÃO (R$) Até R$ 25.00 6.001.00 Acima de 15.500.300.000.000.00 a 15.00 De R$ 35.000.00 De 8.00 De 5.500.00 a 8.001.00 3.500. prevalecerá este último.000.000.00 2.00 a 7. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 247 .000.00 a R$ 50.00 De 10.000.00 a 10.00 a R$ 35.000.000.00 2.000.00 1.500.00 a 4.000.000.

AVALIAÇÃO DE MÓVEIS E UTENSÍLIOS Considerar de 10% a 15% do valor avaliado em função do grau de dificuldade e do rigor desejado da avaliação. Ações Diversas
TIPO DE AÇÃO Trabalhista Demarcatória Despejo Desapropriação Divisão Indenização Medida Cautelar Nunciação de obra nova Possessória Revisional de aluguel comercial Revisional de aluguel residencial Renovação de locação Servidão de passagem Usocapião HONORÁRIOS MÍNIMOS (R$) 1.200,00 1.200,00 800,00 800,00 1.500,00 1.000,00 1.000,00 800,00 800,00 1.200,00 1.000,00 1.000,00 700,00 700,00

15.3 HONORÁRIOS MÍNIMOS DAS ATIVIDADES PROFISSIONAIS DA ENGENHARIA CIVIL Não existindo o valor do Honorário Mínimo, o calculo deve ser realizado apenas pela estimativa de horas trabalhadas, simplificadamente, da seguinte maneira: Preço de Venda = Valor da Hora Técnica x Horas de Trabalho O valor da hora técnica está apresentado no Capítulo 13. TABELA DE HONORÁRIOS MÍNIMOS
DESCRIÇÃO Análise técnico-econômica de empreendimento - Viabilidade Arbitramento Assessoria Assistência técnica Auditoria CURSO, PALESTRA, SEMINÁRIO OU CONGRESSO Aula: Este serviço será cobrado baseado em 3,0 vezes o valor mínimo da hora profissional por hora de aula. Palestra: Este serviço será cobrado baseado em 1,5 vezes o valor mínimo da hora profissional por hora de palestra. Seminário e/ou Congresso: Este serviço será cobrado baseado em 5,0 vezes o valor mínimo da hora profissional por hora de seminário. Atestado Avaliação CONCORRÊNCIAS Concurso Consultoria DIVULGAÇÃO TÉCNICA ESTUDO GESTÃO DE PROJETO, SERVIÇO OU OBRA FISCALIZAÇÃO DE PROJETO, SERVIÇO OU OBRA JULGAMENTO LAUDO 10 10 20 3 5 5 HONORÁRIO MÍNIMO (Em Hora Técnica) 10 5 10 5 10

15.2.6 Tabela para Elaboração de Orçamentos VALOR DA OBRA (R$) até R$ 10.000,00 de R$ 10.000,01 a R$ 50.000,00 de R$ 50.000,01 a R$ 100.000,00 de R$ 100.000,01 a R$ 500.000,00 de R$ 500.000,01 a R$ 1.000.000,00 PREÇO DO SERVIÇO (R$) 350,00 950,00 1.500,00 3.500,00 5.000,00

Obras acima de R$ 1.000.000,01 acrescentar R$ 500,00 para cada R$ 500.000,00.

248

Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. Empresas e Profissionais

Paulo Roberto Vilela Dias

249

LEVANTAMENTO TOPOGRÁFICO PLANIMÉTRICO Situações previstas:

Terreno ondulado a fortemente ondulado (8 a 30% de declividade) - 10,00 horas técnicas/km de poligonal. Terreno forte ondulado a montanhoso (30 a 60% de declividade) 12,00 horas técnicas/km de poligonal. Terreno montanhoso a escarpado > 60% de declividade - 14,70 horas técnicas de poligonal.

Terreno plano a suavemente ondulado (0 a 8% de declividade) – 7,00 horas técnicas/km de poligonal. Terreno ondulado a fortemente ondulado (8 a 30% de declividade) 8,00 horas técnicas/km de poligonal. Terreno forte ondulado a montanhoso (30 a 60% de declividade) 10,00 horas técnica/km de poligonal. Terreno montanhoso a escarpado > 60% de declividade - 12,00 horas técnicas/km de poligonal.

Locação topográfica de curvas de níveis Orçamento de obras e/ou serviços Parecer técnico Perícia Responsabilidade técnica Vistoria 5 10 5 5

LEVANTAMENTO TOPOGRÁFICO PLANIALTIMÉTRICO Situações previstas:

Terreno plano a suavemente ondulado (0 a 8% de declividade) 7,50 horas técnicas/km de poligonal. Terreno ondulado a fortemente ondulado (8 a 30% de declividade) - 9,00 horas técnicas/km de poligonal. Terreno forte ondulado a montanhoso (30 a 60% de declividade) 12,00 horas técnicas/km de poligonal. Terreno montanhoso a escarpado > 60% de declividade - 14,00 horas técnicas/km de poligonal.

LOCAÇÃO TOPOGRÁFICA Locação topográfica de obras de infra-estrutura Situações previstas:

Terreno plano a suavemente ondulado (0 a 8% de declividade) 8,30 horas técnicas/km de poligonal.
Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 251

250

15.4 TABELA DE HONORÁRIOS PARA ARQUITETOS
Tabelas sem Imposto de Renda na Fonte ou Impostos sobre a Nota Fiscal. Chamamos a atenção que o IAB – Instituto de Arquitetos do Brasil, por meio de suas representações estaduais, elabora tabelas semelhantes a aqui apresentada. DESCRIÇÃO ARQUITETURA E URBANIZAÇÃO Residência Unifamiliar Edificações onde não há repetição de elementos (cômodos, pavimentos) Edificações onde há repetição de elementos (múltiplos blocos) - 1ª unidade - 2ª unidade - 3ª unidade - 4ª unidade e demais unidades Edificações Hospitalares Edificações Especiais: (hotéis, prédios administrativos e escolares) Depósitos, galpões e garagens Indústrias, comércios e igrejas URBANISMO Projeto de parcelamento do solo Projeto de desenho urbano Plano Diretor PAISAGISMO E DESNHO URBANO (inclui lay-out, pavimentação, vegetação, especificação do mobiliário, pontos elétricos e hidráulicos) Residências, condomínios, sítios e chácaras Edificações comerciais, de serviços e institucionais Praças, parques, orlas e vias e passeios Projeto de pavimentação VALOR (R$)

Projeto de Vegetação Design do Mobiliário Urbano

m² m²

20,00 200,00 a 1.000,00

CONSULTA DO POTENCIAL CONSTRUTIVO Consulta ARQUITETURA DE INTERIORES

1 a 5% do valor do projeto

m² m² m²

6,00 a 12,00 5,00 a 10,00 4,00 2,50 1,30 0,70 8,00 a 13,00 6,00 a 12,00 2,00 4,00

m² m² m² m²

PROJETO DE REFORMA DE RESIDÊNCIA (inclui ambientação, revestimentos, paginação, alvenarias, pontos elétricos e hidráulicos, iluminação, rebaixamento, esquadrias, bancadas e acabamentos) Apto ou casa quarto e sala unid 1.100,00 Apto ou casa de 2 quartos unid 1.500,00 Apto ou casa de 3 quartos unid 2.000,00 Apto ou casa de 4 quartos unid 3.000,00 Cobertura completa unid 5.500,00 Cobertura completa unid 6.500,00 PROJETO COMERCIAL (recepção, sala, copa e banheiro) (inclui ambientação, revestimentos, paginação, alvenarias, pontos elétricos e hidráulicos, iluminação, rebaixamento, esquadrias, bancadas, acabamentos, mobiliário e acessórios) Consultório dentário unid 1.800,00 Consultório médico unid 1.300,00 Escritório até 40 m² unid 1.300,00 Hall de edifício padrão Alto unid 1.400,00 Hall de edifício padrão Médio unid 1.000,00 Hall social padrão Alto unid 450,00 Hall social padrão Médio unid 350,00 Loja de Rua até 50 m² unid 4.000,00 Loja de Shopping até 40 m² unid 3.000,00 Considerar acréscimo de 15% para assessoria na compra de mobiliário e acessórios

ha ha ha

1.500,00 8.000,00 10,00

m² m² m² m²

3,50 4,00 4,50 20,00

252

Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. Empresas e Profissionais

Paulo Roberto Vilela Dias

253

00 400. lay-out e ambientação sem assessoria Paginação de piso ou parede Esquema de cores Localização dos pontos elétricos Localização dos pontos hidráulicos PROJETOS ESPECIAIS Esquadria elaborada – porta ou janela Esquadrias (tipo) – porta ou janela Muro frontal completo (gradil e portões de acesso) Escada elaborada com corrimão Escada simples com corrimão Corrimão elaborado Rebaixamento em gesso (sala completa) Rebaixamento em madeira Design aparadores.00 200.00 300. paginação.00 200. pontos elétricos e hidráulicos. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 255 .00 200. camas.00 300. onde: H = Honorários Profissionais (R$) A = Valor da Avaliação (R$) Cálculo de Ração 5 Concorrências Concurso 5 Consulta 5 Consultoria 5 unid unid unid unid unid unid unid unid unid 200. lay-out e ambientação. mesas e etc 15. bancadas e acabamentos) Área de serviço completa unid 300. elabora tabelas semelhantes a aqui apresentada.00 PEQUENAS SOLUÇÕES POR CÔMODOS ISOLADOS Levantamento do local.00 200.00 700.00 350.78 x 75 + 280.00 300.5 x Hora Técnica por hora Palestra: 3. alvenarias. colunas.PROJETO DE REFORMA POR CÔMODOS ISOLADOS (inclui ambientação. iluminação.00 Banheiro completo unid 450. revestimentos. esquadrias.00 100. especificação do mobiliário e acompanhamento da compra Levantamento de medidas.0 x Hora Técnica por hora Avaliação ( H = (A x 0.00 Sala de jantar unid 300. DESCRIÇÃO HORAS MÍNIMAS Análise Técnico-Econômica de Empreendimento 10 Arbitramento 5 Assessoria 10 Assistência Técnica 5 Auditoria 10 Aula.00 Quarto de solteiro unid 300.00 Área de lazer completa (churrasco.00 250.00 Quarto de casal unid 300. simplificadamente.5 TABELA DE HONORÁRIOS PARA ENGENHEIROS AGRÔNOMOS E FLORESTAIS Tabelas sem Imposto de Renda na Fonte ou Impostos sobre a Nota Fiscal.00012)0.00 Lavabo completo unid 400.0 x Hora Técnica por hora Conferência: 5. rebaixamento.00 400. Palestra e Conferência Aula: 1. Chamamos a atenção que as Associações de Engenheiros Agrônomos e Florestais existentes em alguns estados do Brasil. da seguinte maneira: Preço de Venda = Valor da Hora Técnica x Horas de Trabalho O valor da hora técnica está apresentado no Capítulo 13.00 Cozinha completa unid 600.00 254 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. piscina e sauna) unid 1. unid unid unid unid unid unid 300.500. A cobrança dos serviços se dará pela estimativa das horas necessárias à conclusão dos mesmos.00 Na tabela apresentada abaixo está descrita a quantidade mínima de horas a serem utilizadas.

18 HT por ha excedente a 50 ha Levantamento de Cobertura Vegetal do Solo .3 Horas Técnicas por Km de poligonal 10 Horas Técnicas por Km de poligonal 12 Horas Técnicas por Km de poligonal 14.Terreno montanhoso a escarpado (acima de 60% de declividade) 12 Horas Técnicas por Km de poligonal Levantamento Topográfico Planialtimétrico .Diagnóstico Técnico.Áreas acima 50 ha 18.5 + 0.Áreas até 50 ha 18.Áreas até 50 ha .Áreas acima 50 ha Locação Topográfica .276 HT por ha excedente a 50 ha 8. Serviço ou Obra Fiscalização de Projeto.11 HT por ha excedente a 50 ha Levantamento de Solos .Terreno ondulado a forte (8 a 30% de declividade) 9 Horas Técnicas por Km de poligonal .Áreas acima 50 ha 11.Terreno plano a suave ondulado (0 a 8% de declividade) 7.5 a 1% do valor do empreendimento Gerência de Projeto.7 Horas Técnicas por Km de poligonal Locação Topográfica de Curvas de Nível Partilha de Áreas Orçamento Padronização e Classificação de Produtos de Origem Vegetal e Animal 5 10 Elaboração de Projetos.5 Horas Técnicas por Km de poligonal .Terreno plano a suave ondulado (0 a 8% de declividade) .Terreno ondulado a forte (8 a 30% de declividade) 8 Horas Técnicas por Km de poligonal .Terreno forte a montanhoso (30 a 60% de declividade) 12 Horas Técnicas por Km de poligonal .5 + 0.Terreno montanhoso a escarpado (acima de 60% de declividade) 0. Econômico e Social 20 Diligência 10 Divulgação Técnica Estudo Estudo de Impacto Ambiental 0. Planos e Levantamentos Projeto de Reflorestamento ou Florestamento 20 ou 2% sobre as inversões do projeto 256 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.02 x Hora Técnica por linha de informação 0.Terreno forte a montanhoso (30 a 60% de declividade) 10 Horas Técnicas por Km de poligonal . Serviço ou Obra Fornecimento de Dados e Informações Fornecimento de Mala Direta Levantamento de Meio Físico 10 Levantamento de Capacidade de Uso do Solo .5 27.5 + 0.Terreno plano a suave ondulado (0 a 8% de declividade) 7 Horas Técnicas por Km de poligonal .Áreas até 50 ha 11.02 x Hora Técnica por etiqueta Interpretação e Recomendação a partir de Análise Laboratorial de Solo ou Vegetal Julgamento 10 Laudo 10 Levantamento Topográfico Planimétrico .Terreno ondulado a forte (8 a 30% de declividade) . Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 257 .Terreno forte a montanhoso (30 a 60% de declividade) .5 .Terreno montanhoso a escarpado (acima de 60% de declividade) 14 Horas Técnicas por Km de poligonal 27.5 .

Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 259 .Plano de Corte Florestal .Áreas acima de 10 ha 30 HT + 1 HT por ha excedente a 10 ha Plano de Manejo Florestal (Floresta Natural) .Áreas com até 10 ha 30 . etc) 15 Interconexões complexas 20 Túneis 20 Levantamento Circunstanciado Florestal .Áreas acima de 200 ha 150 HT + 1 HT por ha excedente a 200 ha Plano de Arborização Urbana Projeto de Recuperação de Áreas Degradadas Projeto de Revegetação de Áreas Projeto de Paisagismo Projeto de Exploração Agropecuária Projeto de Viabilidade Técnico-Econômica Projeto de Irrigação e Drenagem Projeto de Sistematização de Várzeas Projeto de Desenvolvimento Regional Parecer Técnico Perícia Avaliação de Cultura por Frustração de Safra Responsabilidade Técnica Vistoria 20 20 20 20 20 ou 2% sobre as inversões do projeto 20 ou 2% sobre as inversões do projeto 20 50 10 10 10 por mês 5 258 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.6 TABELA DE HONORÁRIOS MÍNIMOS PARA ENGENHEIROS ELETRICISTAS SERVIÇOS HORAS MÍNIMAS Rede de sonorização 8 Projeto de cabeação telefônica 5 Rede de dutos para circuitos de informática 5 Alimentadores para equipamento central de ar condicionado 8 Alimentadores para diversos equipamentos 5 Geração de emergência 5 Iluminação de emergência 5 Sistema de detecção e alarme contra incêndio 5 Circuito fechado de televisão 10 Encaminhamento junto à concessionária de energia elétrica 5 Encaminhamento junto à concessionária de telecomunicações 5 Cabina de barramento 5 Cáculo luminotécnico 5 Rede de distribuição de energia elétrica e iluminação pública 10 Pesquisa de carga com anteprojeto elétrico 5 Iluminação 10 Rodoviária simples 15 Obra de arte (ponto.Áreas com até 200 ha 150 . viaduto.Áreas com até 10 ha 20 .Áreas acima de 10 ha 20 20 HT + 1 HT por ha excedente a 10 ha 15.Áreas acima de 10 ha 20 HT + 1 HT por ha excedente a 10 ha Plano de Manejo Florestal (Floresta Plantada) .Áreas com até 10 ha .

....00 a 600.00 0.......000.001.500...001.....000. 20% 40% 30% 10% 260 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.200. Desenho Definitivo .....00 R$ 1.......200.00 a 15..001..000..00 1...000.000..200.00 1....00 15% 10% 30% 15.88 1.00 0......000.00 a 200.....00 800..500...500.001.55 3....001.........000 KVA Blindada até 300 KVA Blindada até 500 a 750 KVA Blindada acima de 1......7 TABELA DE VALORES DOS SERVIÇOS POR PRANCHA É comum se considerar a remuneração de projetos por prancha elaborada e deve-se ter conhecimento da quantidade da obra a ser projetada.99 800...000..00 a 7...00 1.....00 1..00 a 400.001...00 a 120.00 0...00 1.000. Projeto Executivo ...00 a 5...001....00 Condições do Projeto Fácil Normal Difícil A composição de homens x hora padrão a ser considerada na elaboração de cada desenho de projeto....001...001....500....000........00 a 800.... é a apresentada a seguir: Categoria Profissional Senior Profissional Junior Cadista Projetista Cadista Total Quantidade de horas Tamanho A1 Tamanho A0 5 10 8 10 33 8 16 15 20 59 Será considerado o seguinte critério de composição do custo da prancha: Estudo Preliminar .000.00 R$ 850.00 R$ 1.100.00 800.001...000...77 1.00 a 1....66 2.001.....000.200....00 R$ 900..00 2..000...550. em área construída (para edificações) e extensão (km) para obras lineares......000.200.....000..000...00 a 1...........800.......00 a 3.....39 R$ 1....00 0.....500..00 0...00 a 10....000....001.00 1. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 261 .......000...00 1..00 1....47 5...000..93 200..00 a 2.10 600..00 1.000.. R$ por prancha Desenhos Tamanho A1 Desenhos Tamanho A0 R$ 600..00 0.00 0.000.....000......00 0...TABELAS COMPLEMENTARES Tabelas sem Imposto de Renda na Fonte ou Impostos sobre a Nota Fiscal SUBESTAÇÕES TRANSFORMADORAS (15 KV) Ao tempo em postes simples até 150 KVA Ao tempo em postes duplo até 300 KVA Ao tempo em piso até 300 KVA Abrigada até 225 KVA Abrigada de 300 a 500 KVA Abrigada até 750 a 1....40 10...00 2.00 R$ 1.....43 7.......00 0..000.31 120.000. Projeto Básico .000....000 KVA Cabina para medição Acréscimos: Elaboração na classe 25 KV Inclusão de chave reversora de alta tensão Prédio existente ainda não dotado de subestação Projeto Completo de Instalações Elétricas Cálculo do Honorário Profissional em Função do Valor Global da Construção VALOR DO CONTRATO (R$) % 58.000.38 400..000...

CLT: “Considerar-se empregado toda pessoa física que prestar serviços de natureza não eventuais a empregador. Estas Leis encontram-se em plena vigência e tendo sua aplicação fortalecida pelo disposto na Constituição Federal de 1988.950 A.950 A/66 estabelece a remuneração mínima obrigatória para os profissionais empregados e regidos pela CLT. A Lei nº 4. estabelecendo jornada com exigências de 6 horas diárias de serviços e jornada com mais de 6 horas de serviço.16 PROFISSIONAIS COM VÍNCULO EMPREGATÍCIO – PISOS SALARIAIS MÍNIMOS Dispõe o artigo 3º da Consolidação das Leis de Trabalho . Agronomia. Este assunto também está disciplinado pela Resolução nº 397/95 do CONFEA. cujo art. 263 Paulo Roberto Vilela Dias . introduziu a remuneração inicial dos profissionais na área de engenharia. inciso V. Química e Veterinária. Em 24 de dezembro de 1966. regulamentou a remuneração dos profissionais diplomados em Engenharia. 7º. prevê a existência de piso salarial proporcional à extensão e à complexidade do trabalho. A) B) Para jornada com 6 horas diárias de serviço. no seu artigo 82. Acrescentar 25% a cada hora que exceder às seis horas diárias de serviço. A Lei nº 4. sob a dependência e mediante salário”. de 22 de abril de 1966. a remuneração é de seis salários mínimos vigente no País. até 8 horas/dia. a Lei nº 5194. Arquitetura.

= R$ 1. = 7.) adotou-se o que estabelece a Constituição Federal.M. = ( 6 x 1.00 S.M.P.200. no mínimo em cinqüenta pôr cento à do normal”.P.M. Para efeito da definição do salário mínimo profissional (S. = ( 6 x 1.M.: Após 44 horas semanais. = 7.C) Acima de 8 horas diárias de serviço.50 x R$ 200.50 ) x salário mínimo A Constituição Federal de 5 de Outubro de 1988 em seu Artigo 7º.P.50 + 1.100.P. acrescentar 50% às horas extras.M. Inciso XVI prevê: “remuneração do serviço extraordinário superior.M.P.50 x salário mínimo S.P.800. = 6 x R$ 200. as horas excedentes serão consideradas horas extras.00 Paulo Roberto Vilela Dias 265 .00 pôr mês B) Profissionais contratados com uma jornada superior a 06 (seis) horas diárias Para o caso de jornada de 07 horas diárias S.P.500.P.P.M.00 pôr mês OBS. = 9. = 9.00 x salário mínimo S. = 6 x salário mínimo S.M.00 S.0 x R$ 200.00.50 ) x salário mínimo S.00 pôr mês 264 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.25 ) x salário mínimo S.P.P. = 10. Para o caso de jornada de 08 horas diárias S.M. = R$ 2.P. de 5 de outubro de 1988.5 x salário mínimo S. Empresas e Profissionais S.M.P. = 10.M.M.P. = R$ 1.M.5 x R$ 200.M. = ( 6 x 1. Para o caso do profissional contratado com jornada de 09 (nove) horas diárias S. = R$ 1. Exemplo da Utilização da Fórmula de Cálculo Considerando-se o salário mínimo nesta data (abr-2002) de R$ 200.P.M. temos: A) Profissional contratado para uma jornada de 06 (seis) horas diárias S.M.00 S.P.00 S.

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PROFISSIONAIS COM VÍNCULO EMPREGATÍCIO – REFERÊNCIAS SALARIAIS

As seguintes tabelas têm por objetivo servir de referência mínima de honorários para engenheiros que mantenham vínculo empregatício, isto é, regido pela CLT. O valor final dos honorários se dá na conjugação das diversas tabelas abaixo. TABELA 01 Classificação e respectivas remunerações dos engenheiros civis por tempo de formatura e experiência profissional comprovada por acervo técnico e/ou registro em carteira de trabalho: ABRIL 2002 Remuneração (R$) 1.800,00 2.200,00 3.500,00 5.200,00 6.500,00

Classificação Engenheiro Engenheiro Engenheiro Engenheiro Engenheiro Trainee Júnior Médio ou Pleno Sênior Master

Experiência e/ou Tempo de formado até 2 anos Entre 2 e 5 anos Entre 5 e 10 anos Entre 10 e 15 anos Acima de 15 anos

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TABELA 02 Acréscimo devido à qualificação profissional adicional obtida em cursos de extensão e pós-graduação: GRAUS DE ESCOLARIDADE / TÍTULOS Pós-graduação – Especialização Mestrado Doutorado Pós-doutorado QUALIFICAÇÕES DIVERSAS Domínio de Língua Estrangeira Domínio de Informática

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O CONTRATO DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS
18.1 ANÁLISE DO CONTRATO Devem ser apreciados os seguintes temas nos contratos de prestação de serviços de engenharia e arquitetura: Exames Preliminares Deve constar da identificação das partes integrantes da contratação e relacionar e verificar anexos existentes (editais, plantas de execução, normas do cliente e etc.). Caracterização do Objeto Verificar se o objeto corresponde a natureza do serviço a ser realizado, bem como, examinar o projeto e verificar sua adequabilidade e compatibilidade com o contrato e a proposta apresentada. Sendo que deverão ser observados os seguintes tópicos
• • • • • • • • •

15% 20% 30% 40% 5% 5%

As qualificações relativas à escolaridade deverão estar devidamente registradas na carteira do profissional – CREA; • As qualificações diversas deverão ser comprovadas por diploma e/ ou certificado de entidades reconhecidamente idôneas ou com exame realizado pela empresa contratante e de sua responsabilidade; • Demais benefícios como, por exemplo, auxilio refeição, seguro saúde, seguro de vida e do trabalho, participação nos lucros, auxílio transporte e outros serão de livre negociação entre as partes.

Memorial descritivo ou Especificações Memória de cálculo, quando existir Plantas de execução Quantidades de serviços Cronogramas Orçamentos Composições de custo Identificar os principais problemas da obra Avaliar a capacitação da equipe e dos equipamentos disponíveis para as tarefas previstas
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Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. Empresas e Profissionais

Paulo Roberto Vilela Dias

Obrigações Mútuas Identificar e relacionar as obrigações da contratante e da contratada e avaliar a extensão e implicações destas obrigações com os custos e prazos dos serviços. Esta análise poderá detectar conflitos com o objeto, com o quadro de quantidades, com as especificações, com a proposta ou outras. É interessante verificar se a fiscalização é direta (ou seja, o próprio cliente executa esta atividade) ou contrata empresa especializada para tal tarefa. Prazo de Duração É oportuna a identificação da forma de contagem, dias úteis ou corridos, e da data inicial da contagem. Registrar as datas limites, inicial e final, e a quantidade de dias úteis existentes, excluindo-se sábados, domingos e feriados. Verificar, mesmo sendo inadequado adotar, em que casos podem ocorrer prorrogações e como solicitá-las. Preços É necessário verificar a natureza da forma de contratação, ou seja, preço global, por preço unitário, por administração, por aluguel de equipamentos ou por reembolso de despesas. Deve-se ainda identificar os itens mais significativos ou aqueles que representam 80% do valor total do contrato, pois estes sofrerão as principais análises, bem como, avaliar a influência dos quantitativos que possam alterar bruscamente no decorrer do contrato. Além destes, avaliar os conflitos com os preços de proposta e os itens necessários que não tenham preço contratado, a fim de alinhavar proposição de aditivo contratual favorável à empresa. Condições de Pagamento Além da situação anteriormente definida quanto à forma contratual, verificar a periodicidade de medição e pagamento, podendo ser admitida uma das condições descritas a seguir:

• • • • • •

medição com período definido e prazo justo de pagamento; pagamento em parcelas pré-fixadas desde que atinja o cronograma físico ajustado; verificar a existência de parcelas de antecipação ou retenção; relacionar e estudar adequadamente os eventos correspondentes às parcelas de pagamento; verificar a consistência do cronograma da obra; quanto às medições, verificar as condições em que serão efetuadas as medições (quem e como), a forma de processamento adotado pelo cliente, quem as autoriza, prazos para submetê-las e que cada unidade dispõe para análise, existência de impressos próprios para tal finalidade, caso afirmativo obtê-los.

Reajustamento Atualmente admite-se apenas contratos com reajustes anuais, logo para prazos de duração inferiores a este, os mesmos serão considerados fixos e irreajustáveis, a despeito que os mesmos tenham cláusulas de reajuste expressa no contrato. Penalidades Independentemente do desejo de se adotar, é muito oportuno identificar as formas de penalidades e multas e suas condições de aplicação. Rescisão Contratual Verificar em que condições pode ocorrer a rescisão amigável ou judicial e suas implicações. Entretanto, ressalta-se que nenhum edital pode infringir o que determina a LEI N° 8666/93 das licitações e contratos. Relatório da Análise do Contrato Todas as informações levantadas anteriormente deverão estar contidas em relatórios de análise do contrato com a maior riqueza de detalhes possível e que ficará a disposição da diretoria da empresa.

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Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. Empresas e Profissionais

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2 MODELO DE CONTRATO DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS DE CONSULTORIA DE ENGENHARIA RECOMENDADO CONTRATO DE EMPREITADA POR PREÇO GLOBAL (OU POR PREÇOS UNITÁRIOS) QUE FAZEM. COMO CONTRATADO(A). sempre interpretar dentro do interesse da empresa. COMO CONTRATNTE. elaborando permanentemente estudos capazes de identificar sua necessidade e a melhor forma de solicitá-lo. atos constitutivos. nomeação. dos dados básicos necessários à elaboração das medições. e submetê-lo à fiscalização formal ou informalmente. conhecer a estrutura do cliente e seus vários níveis decisórios.Atitude do Gerente do Contrato De posse da análise minuciosa elaborada do contrato o gerente do contrato deverá estar pronto para qualquer instante adotar. prazos e exigências do contrato. • elaborar controle adequado das quantidades e valores medidos. não iniciando a execução de serviços que dependam de aditivo sem consulta prévia aos superiores hierárquicos. Negociação de Aditivos Antecipar-se aos problemas de aditivos contratuais. registrar sempre quando ocorrerem interferências ou falta de providências que acarretem atrasos ou aumento de custos. • encaminhar em tempo hábil minuta de pedido de aditivos. • cumprir rigidamente as normas. (nome. procurando cumpri-los e até antecipá-los. 18. referência à legislação. representado(a) por (nome. não executar serviços sem prévia cobertura contratual. DO OUTRO. não admitir interferência nos métodos executivos. atualizado pelo menos semanalmente. após discussão com os superiores hierárquicos da empresa. Medições • manter registro permanente. não improvisar métodos. • não admitir postergações na medição de serviços executados. encaminhar sempre objetivamente. as reivindicações de métodos. não aceitar imposições adicionais às contidas nas especificações. PARA EXECUÇÃO DE (ENUNCIADO SUCINTO DA NATUREZA DOS SERVIÇOS). sempre apoiando-se em diálogo com seus superiores. se for o caso. identidade. (NOME DA ORGANIZAÇÃO CONTRATANTE) E. manter a equipe da obra sempre bem informada para poder adotar atitude positiva quando for necessário tomar decisões imediatas. efetuar verificação cuidadosa de seu acerto. efetuando comparações sistemáticas com os dados contratuais. antecipar-se na identificação de problemas e apresentar soluções. e endereço). não assumir compromissos extra-contratuais. natureza e/ou constituição jurídica da organização contratante. prazos. uma das atitudes a seguir descritas: • • • • • • • • • • • • • • identificar e tirar proveito dos pontos fracos ou obscuros e conflitantes do contrato. • antecipar-se à fiscalização no registro de ocorrências que justifiquem aumentos de prazos. a fim de garantir o mais curto tempo de processamento das medições. no relacionamento com a equipe de fiscalização: respeitar e estabelecer um relacionamento profissional amigável e formal. A EMPRESA (RAZÃO SOCIAL DA EMPRESA) OU NOME DO PROFISSIONAL. Paulo Roberto Vilela Dias 273 Prazos de Eventos Intermediários • Manter controle permanente dos prazos e principalmente eventos. na época oportuna. doravante simplesmente denominado(a) CONTRATANTE. equipes ou equipamentos inadequados. com firmeza. NA FORMA ABAIXO: PREÂMBULO O(A). CNPJ. cargo ou função. Mantendo-se constantemente informado do andamento das mesmas. 272 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. acompanhamento a evolução da aprovação pelo cliente. CPF. além do especificado. Empresas e Profissionais . • informar a equipe de trabalho dos prazos parciais e total. DE UM LADO. • elaborar as medições previamente ao prazo final previsto em contrato. preços e condições de pagamento.

legislação estadual e/ou municipal complementares. CLÁUSULA SEGUNDA – OBJETO O presente contrato tem por objeto a prestação de serviços técnicos profissionais especializados na execução de (descrição dos serviços) discriminados em sua proposta e no Edital de Licitação (ou convite) e seus respectivos anexos..... CLÁUSULA QUINTA – PAGAMENTO As parcelas que compõem o objeto do presente contrato. e melhor traduza(m) a efetiva variação dos custos dos componentes do(s) preço(s) do(s) serviço(s). ajustado o presente Contrato. doravante simplesmente denominada(o) CONTRATADA. efetivamente executadas e aferidas. representada(o) por (nome. endereço).. e/ou outorga de poderes mediante procuração) e.) dia.. se for o caso). cargo ou função. mediante a aplicação da seguinte fórmula: P = ( P0 x I ) ÷ I0 onde: P = preço(s) reajustado(s) P 0 = preço(s) inicial(is) I 0 = Índice(s) setorial(is) vigente(s) na data de apresentação da Proposta de Preços I = Índice(s) setorial(ais) vigente(s) na data do adimplemento de cada parcela dos serviços O(s) índice(s) setorial(ais) a utilizar será(ão) o(s) . e seus anexos e as constantes da proposta apresentada pela CONTRATADA. Parágrafo Único: Nenhuma alteração. referidos na Cláusula anterior. e referência de outorga de poderes. serão pagos no (.. aquele(s) que venha(m) a ser adotado(s). entre si. expedida pelo CREA. ou das especificações e disposições contratuais. tem. contado a partir da data final do período de adimplemento da parcela a que se refere o documento de cobrança. regido pelas cláusulas e condições seguinte: CLÁUSULA PRIMEIRA – FUNDAMENTO LEGAL O presente Contrato rege-se pela Lei nº 8. aceita na licitação (convite) anteriormente referida e integrante deste instrumento.. independentemente de transcrição.. de 21 de junho de 1993 e suas alterações vigentes nesta data.. Parágrafo Primeiro: Os preços serão reajustados anualmente (da data da proposta). em sua substituição. e que passam a fazer parte integrante do Contrato. Empresas e Profissionais . Paulo Roberto Vilela Dias 275 274 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva... cuja lavratura foi regularmente autorizada por . a empresa ou profissional (nome. variação. no caso de sua extinção. obedecendo no que couber. e tendo como responsável técnico (nome e qualificação profissional)..666. identidade. CLÁUSULA QUARTA – PREÇO(S) O(s) preço(s) do(s) serviço(s) contratado(s) é (são) o(s) constante(s) da proposta da CONTRATADA. acréscimo ou decréscimo. modificação.eleição. CNPJ.. ou.. de outro lado. aumento ou diminuição de quantidades ou de valores. portador da carteira profissional nº . poderá ocorrer.06. constituição jurídica. CPF. conforme indicado na proposta da CONTRATADA e seus anexos..666 de 21. a todas as condições estipuladas no Edital de Licitação (ou convite) Nº ... CLÁUSULA TERCEIRA – REGIME DE EXECUÇÃO Os serviços contratados serão executados sob o regime de empreitada por preço global (ou por preços unitários). na vigência do contrato e de sua eventuais prorrogações. regulamentos. bem como pelas normas. salvo quando e segundo a forma e as condições previstas na Lei nº 8.1993.

. observados..Parágrafo Segundo: O valor dos créditos expressos no documento de cobrança será atualizado financeiramente no período decorrido entre o adimplemento da parcela a que se refere.. se houver. acrescida de juros de mora de 1% (um por cento) ao mês. calculados “por rata” sobre o valor do documento de cobrança..) no valor de (. calculados “por rata” sobre o valor do documento de cobrança.). notas de empenho e demais indicações pertinentes). incluPaulo Roberto Vilela Dias 277 276 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.. a conta de (discriminar as fontes de recursos orçamentários. Parágrafo Segundo: Os trabalhos executados serão recebidos pelo CONTRATANTE em conformidade com as disposições constantes na Lei nº 8.. Parágrafo Segundo: A restituição dos valores caucionados ocorrerá na forma e segundo os procedimentos previstos na Lei nº 8.. Em garantia da fiel execução dos trabalhos contratados. aplicada uma só vez em cada ocorrência. durante a sua execução..Conselho Regional de Engenharia.) (. pelo número de dias de atraso. conforme norma do CREA . serão concedidos descontos de 1% ao mês.. Parágrafo Primeiro: Os prazos aqui referidos poderão ser prorrogados em conformidade com o disposto na Lei nº 8.. CLÁUSULA OITAVA – GARANTIAS DE EXECUÇÃO A = Valor atualizado do documento de cobrança na data do pagamento V = Valor reajustado do documento de cobrança na data do adimplemento da parcela a que se refere T = Taxa de inflação mensal registrada na data de emissão do documento de cobrança. permanentemente.Anotação de Responsabilidade Técnica.. dele decorrente..666/93. a CONTRATADA reforçará a caução acima referida de modo a perfazer. efetivada em data de (. Agronomia e Arquitetura... CLÁUSULA SEXTA – PREVISÃO DE RECURSOS ORÇAMENTÁRIOS (QUANDO COUBER) O valor (estimado) do presente contrato é de (.)..).. contados a partir da data da publicação do extrato do contrato ou da emissão da OS ... que integra o presente instrumento. expressa em forma decimal pelo índice (.666/93.. a CONTRATADA prestou caução.666/93. correndo a despesa.) dias consecutivos (ou corridos).. rubricas. pelo número de dias de antecipação.Ordem de Serviço. com acréscimo de multa de 2% sobre o montante do pagamento em atraso.. Empresas e Profissionais . um total correspondente a (. CLÁUSULA NONA – RESPONSANBILIDADE TÉCNICA Caberá a CONTRATADA. por cento) do valor faturado a preços iniciais e reajustamentos.) ou outro que venha substituí-lo n = Número de dias decorridos entre a data de adimplemento das obrigações a que se refere o documento de cobrança e a data do seu efetivo pagamento Parágrafo Terceiro: Na ocorrência de eventuais atrasos de pagamento será devida a atualização financeira calculada na forma estipulada no parágrafo segundo. mediante a aplicação da fórmula: A = V ( 1 + T ) n ÷ 30 onde: CLÁUSULA SÉTIMA – PRAZOS O prazo para a conclusão dos trabalhos definidos na CLÁUSULA SEGUNDA é de (.. exclusive. Parágrafo Quarto: Na ocorrência de eventuais antecipações de pagamento. até 3 (três) dias após a assinatura do Contrato emitir a ART . os prazos de etapas conforme previsto no cronograma físico que constitui parte integrante deste Contrato.. Parágrafo Primeiro: Durante a execução dos trabalhos.. e a data do seu efetivo pagamento. sob a modalidade de (.

12/07/2000 SOCIEDADE ESPIRÍTOSANTENSE DE ENGENHEIROS .666/93 e as especificadas no Edital de Licitações (convite) que originou o presente contrato.666/93. com renúncia a qualquer outro..Diretoria Técnica – Divisão Técnica de Estruturas – Clube de Engenharia – Rio de Janeiro REGULAMENTO DE HONORÁRIOS PARA AVALIAÇÕES E PERÍCIAS DE ENGENHARIA DO IEL – INSTITUTO DE ENGENHARIA LEGAL – RIO DE JANEIRO.. • CLÁUSULA DÉCIMA TERCEIRA – FORO • As partes elegem. Obs: Recomenda-se sempre a assinatura por duas testemunhas. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias . exclusive. E.SEE Tabela de honorários profissionais – Estado do Espírito Santo... • • • 278 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. o Foro da cidade de (. as partes por seus Representantes Legais firmam o presente instrumento em (.) vias. no caso de não comprovar a regularidade deste procedimento não poderá receber nenhuma parcela de pagamento. Vitoria.) para dirimir as questões decorrentes do presente contrato.sive. juntamente com as testemunhas abaixo. de comum acordo. por mais privilegiado que seja. CLÁUSULA DÉCIMA PRIMEIRA – RESCISÃO DO CONTRATO O presente Contrato poderá ser rescindido nos casos e na forma previstos na Lei nº 8.. CLÁUSULA DÉCIMA – PENALIDADES À CONTRATADA poderão ser aplicadas as penalidades expressamente previstas na Lei nº 8. por estarem justas e acertadas. 26 de julho de 1978 279 • O presente Contrato terá plena eficácia a partir da data de sua publicação..Professor Engº Civil Paulo Roberto Vilela Dias – CREA-RJ/IBEC .2001 CRITÉRIOS PARA FIXAÇÃO DE PREÇOS DE SERVIÇOS DE ENGENHARIA – INSTITUTO DE ENGENHARIA DE SÃO PAULO – EDITORA PINI MANUAL DE ORÇAMENTAÇÃO – SERVIÇOS PROFISSIONAIS DE ENGENHARIA CONSULTIVA – ABCE – ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE CONSULTORES DE ENGENHARIA TABELA DE HONORÁRIOS – sindARQ / SENGE / PR TABELA DE HONORÁRIOS – IAB / DEPARTAMENTO DO RIO DE JANEIRO – AGOSTO/1992 HONORÁRIOS PARA SERVIÇOS DE ENGENHARIA ESTRUTURAL . ou da data de registro no Cartório de Títulos e Documentos. CLÁUSULA DÉCIMA SEGUNDA – APROVAÇÃO E EFICÁCIA DO CONTRATO • • 19 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS UMA METODOLOGIA DE ORÇAMENTAÇÃO PARA OBRAS CIVIS .

Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias . DE 24 DEZ 1966.º 218.º 23. Engenheiro e/ou Responsável Técnico das seguintes empresas: .• INSTITUTO DOS ARQUITETOS DO BRASIL – IAB Remuneração mínima de serviços e direitos autorais de projetos – Espírito Santo ASSOCIAÇÃO DE ENGENHEIROS FLORESTAIS DO ESPÍRITO SANTO – AEFES E SOCIEDADE ESPIRITOSSANTENSE DE ENGENHEIROS AGRÕNOMOS – SEEA.TERPLAN – Urbanização e Manutenção Ltda . Mestrado em Engenharia Civil na Universidade Federal Fluminense. palestras. Serviços e Honorários profissionais para Engenheiros Agrônomos e Engenheiros Florestais – Vitória – ES – Fevereiro/1999 RESOLUÇÃO N.º 5.Construtora Affonseca SA .American Association of Cost Engineers. • • • • • • • • • • 280 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. desde 1978 Fundador e membro do IBEC – Instituto Brasileiro de Engenharia de Custos desde 1978 e presidente nacional desde 1999 Ministra cursos e palestras sobre Engenharia de Custos em todo o Brasil 281 DECRETO FEDERAL N. Coordenador e professor do curso de pós-graduação em Engenharia de Custos da Universidade Federal Fluminense e IBEC. LEI N. • 20 CURRICULUM VITAE DO AUTOR ENGENHEIRO CIVIL PAULO ROBERTO VILELA DIAS • • • • • Formado pela Universidade Federal do Rio de Janeiro – 1975.Engesul – Construções e Projetos Ltda . INSTITUTO BRASILEIRO DE AVALIAÇÃO E PERÍCIAS DE ENGENHARIA – IBAPE Minuta de Proposta nº 1 de Honorários do IBAPE-ES – 22/08/2000 INSTITUTO BRASILEIRO DE ENGENHARIA DE CUSTOS – IBEC-ES Artigos. COPPE-UFRJ – Pós-graduação em Mecânica dos Solos – 1976. Professor de “Engenharia de Custos” do Mestrado em Engenharia Civil da Universidade Federal Fluminense.569.DE 11 DEZ 1933.ALUMAK Projetos e Construções Ltda Membro da AACE .194. desde 2000.Multiservice Engenharia Ltda . DE 29 JUN 1973. encontros e cursos do IBEC e Proposta nº 1 da Tabela de Honorários dos Engenheiros Civis – ES – Março/2001 Engº Civil João Alberto Ferreira de Oliveira. Palestrante do 1º Congresso Brasileiro da Indústria da Construção – 1985/RJ.SEAT SA .

Escola de Engenharia General Roberto Lisboa e Universidade Gama filho. 3ª edição 2001 • Apostila de “Estradas e Transportes” . 1979 • Material Didático de Planejamento e Controle de Obras • Material Didático de Gerenciamento e Administração de Obras • 282 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.Principais Trabalhos Publicados: Livro “Uma Metodologia de Orçamentação para Obras Civis”. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 283 .

br .DIRETORIA DO IBEC Período de Agosto/2001 até Agosto/2004 DIRETORIA NACIONAL: Presidente: Paulo Roberto Vilela Dias Vice-Presidente: José Angelo Santos do Valle Tesoureiro: Fernando De Paiva Paes Leme Secretário: Carlos Eduardo Vilela Dias DIRETORIA REGIONAL RIO: (telefax: 21 2548-4338) Vice-Presidente: Jorge Luiz Garcia Almeida Diretor Executivo: Gilson Pereira De Andrade Lima Diretor Executivo: Carlos Antonio Fernandes Da Silva O Instituto está à disposição de todos os colegas. e-mail: andrea@crea-rj.br www.org.ibeccustos.com. Estamos ministrando curso de pós-graduação em Engenharia de Custos.ibec. associados ou não.Universidade Federal Fluminense em várias cidades do país.org. para prestar quaisquer esclarecimentos e consulta à sua biblioteca.br www.crea-rj. em Gestão em Construção Civil e MBE .Master Business Engineer (Administração para Engenheiros) certificados pela UFF .br). Consulte-nos através do telefone (21) 2206-9662 ramal 706 ou pelo fax (21) 2516-3661 ou através do nosso site ou o do CREA-RJ (www.org. Nossos cursos na área de engenharia de custos são os mais conceituados do País.