Paulo Roberto Vilela Dias

COMO ELABORAR PROPOSTAS DE PREÇOS DE SERVIÇOS DE ENGENHARIA E ARQUITETURA
EMPRESAS E PROFISSIONAIS LIBERAIS
O livro apresenta: • O fluxograma do orçamento de serviços; • Textos diretos apresentam o conteúdo teórico e exemplos práticos mostram como elaborar todos os passos do orçamento (mão de obra, encargos sociais, materiais, sub-empreiteiros, equipamentos e veículos, transportes, impostos e cálculo do BDI); • Impostos incidentes sobre os custos de produção; • Exemplos práticos reais ajudam a entender cada cálculo de custo dos insumos do orçamento; • Manual de Elaboração de Propostas de Preços de Serviços de Consultoria e Projetos (micro e macro empresas); • Classificação das categorias profissionais; • Tabelas de Referência de Honorários dos Profissionais de Engenharia e Arquitetura; • Cálculo do Valor da Hora Técnica dos Profissionais; • Metodologia de cálculo do Custo Horário de Utilização dos Equipamentos e de veículos de passeio e de carga; • Modelo de contrato de prestação de serviços; • Regulamentação das Atividades dos Profissionais de Engenharia e Arquitetura.

PREÇOS DE SERVIÇOS DE ENGENHARIA E ARQUITETURA CONSULTIVA

PREÇOS DE SERVIÇOS DE ENGENHARIA E ARQUITETURA CONSULTIVA EMPRESAS E PROFISSIONAIS

TABELA DE HONORÁRIO S PROFISSIONAIS

CÁLCULO DA HORA TÉCNICA

Paulo Roberto Vilela Dias

Paulo Roberto Vilela Dias
Engenheiro Civil

PREÇOS DE SERVIÇOS DE ENGENHARIA E ARQUITETURA CONSULTIVA
EMPRESAS E PROFISSIONAIS

2ª Edição 2002

Í N D I C E
Jan/2002 Engenheiro Civil Paulo Roberto Vilela Dias / CREA-RJ 30039/D. Todos os direitos são reservados. Nenhuma parte desta obra poderá ser copiada ou reproduzida de qualquer forma ou para qualquer uso sem a prévia autorização por escrito do autor, engenheiro Paulo Roberto Vilela Dias.
1. INTRODUÇÃO ................................................................................................. 7

CUSTO DA MÃO DE OBRA 2. 3. CLASSIFICAÇÃO DAS CATEGORIAS PROFISSIONAIS ............................................ 21 SALÁRIOS. ENCARGOS SOCIAIS. BENEFÍCIOS. VALE TRANSPORTE. ENCARGOS ADICIONAIS COM PESSOAL. CONTRATAÇÃO POR OBRA CERTA. MÃO DE OBRA TEMPORÁRIA ............................ 31 ESTUDO DAS HORAS DE TRABALHO POR MÊS DOS PROFISSIONAIS ...................... 51 PESSOAL AUTONÔMO. SERVIÇOS DE TERCEIROS. COOPERATIVAS DE TRABALHADORES ............................................................... 59

4. 5.
Dados de Catalogação na Publicação (CIP) Internacional (Sindicato dos Editores de Livros, Rio de Janeiro, Brasil)

DEMAIS ITENS DE CUSTO
D541e Dias, Paulo Roberto Vilela, 1950Engenharia de Custos: Preço de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva Paulo Roberto Vilela Dias - 2ª Ed. Rio de janeiro, 2002 284 p: 15,5 x 21,0 cm ISBN 85-87941-01-1 Inclui bibliografia 1. Engenharia - Estimativas. 2. Construção Civil - Estimativas. I. Título

6. 7. 8.

CÁLCULO DO CUSTO DE BENS PATRIMONIAIS ................................................... 65 CÁLCULO DO CUSTO DE VEÍCULOS .................................................................. 79 IMPOSTOS NOS SERVIÇOS DE CONSULTORIA ................................................... 111

CÁLCULO DO PREÇO DE VENDA 9. 10. 11.
CDD-692.5

FÓRMULA DE CÁLCULO DO PREÇO DE VENDA DE SERVIÇOS DE ENGENHARIA - EMPRESAS ................................................... 117 EXEMPLOS PRÁTICOS ................................................................................. 127 FÓRMULA DE CÁLCULO DO PREÇO DE VENDA PARA PROFISSIONAIS LIBERAIS ..... 149

ELABORAÇÃO DE COMPOSIÇÕES DE CUSTO 12. LEVANTAMENTO DE CAMPO DOS COEFICIENTES FÍSICOS DAS COMPOSIÇÕES DE CUSTO DE SERVIÇOS ...................................... 153

ATIVIDADES PROFISSIONAIS 13. ATIVIDADES PROFISSIONAIS ........................................................................ 173
13.1 DEFINIÇÕES DOS SERVIÇOS PROFISSIONAIS ................................................. 173 13.2 REGULAMENTAÇÃO DA ATIVIDADE PROFISSIONAL E ATIVIDADES E ATRIBUIÇÕES LEGAIS DOS PROFISSIONAIS DE ENGENHARIA CIVIL ...................... 177

.. do mesmo autor................................... 269 18......... Trata-se de uma publicação técnica de qualidade que apresenta de forma simples e abrangente estudos.............................................................. Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva é uma obra para os interessados em qualidade de conteúdo e aplicação prática.................... Gameiro Alfredo Silveira da Silva Luiz Fernando de Almeida Freitas www. 17......................... É neste contexto que a Engenharia de Custos vem sendo um dos campos mais pródigos na geração de debates..... publicado em fevereiro de 1999.... 263 REFERÊNCIA SALARIAIS ...2 TABELAS COMPLEMENTARES POR SERVIÇO PARA ENGENHEIROS CIVIS .................. já este ano................... 203 13. 259 15.. Neste fim de século..................................................... vem empreendendo com regularidade ações voltadas para a difusão de conhecimentos entre as diversas categorias profissionais que congrega... 269 18...........5 TABELA DE HONORÁRIOS PARA ENGENHEIROS AGRÔNOMOS E FLORESTAIS .org........ O CONTRATO DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS .... cresce a preocupação com relação aos rumos da engenharia........13.............. cursos e seminários realizados no âmbito do Conselho.........6 TABELA DE HONORÁRIOS PARA ENGENHEIROS ELETRICISTAS ......... 205 13.....1 ANÁLISE DO CONTRATO .. 219 TABELAS COMPLEMENTARES POR SERVIÇOS POR ESPECIALIDADE .......... QUALQUER ESPECIALIDADE .....3 HONORÁRIOS MÍNIMOS DAS ATIVIDADES PROFISSIONAIS DA ENGENHARIA CIVIL ....................7 TABELA DE VALORES DOS SERVIÇOS POR PRANCHA ..... 252 15..... tendo sido publicada a 3ª edição em novembro de 2001... 197 13..... 281 Nilo Garcia Junior Jaques Sherique Sonia da Costa Rodrigues Ricardo do Nascimento Alves Maria Martha M.. através de palestras............. 235 15.................... Entendemos ser esta uma área do conhecimento essencial para o aprimoramento e valorização de nossos profissionais............................................5 ATIVIDADES E ATRIBUIÇÕES LEGAIS DOS PROFISSIONAIS DE ENGENHARIA AGRÔNOMICA E FLORESTAL ............. principalmente a partir da clara relação que existe entre a globalização generalizada e desregulamentação das profissões....................... por isso é fácil entender porque.......... 261 PROFISSIONAIS COM VÍNCULO EMPREGATÍCIO 16......... PISOS SALARIAIS MÍNIMOS .......................... foi adotado por duas vezes em cursos de pós-graduação em engenharia de custos................... e que vendeu 5 mil unidades em pouco mais de três anos...... 15.................... 20...............crea-rj.................... CÁLCULO DA HORA TÉCNICA DO PROFISSIONAL LIBERAL...................... Engº Eletricista José Chacon de Assis Presidente do CREA-RJ PROFISSIONAIS LIBERAIS 14................... 279 CURRICULUM VITAE DO AUTOR ........... A edição do livro representa também um importante reforço à produtiva interação estabelecida com os profissionais que participam dos eventos realizados através da parceria CREA-RJ / IBEC — mais de 12 mil em cinco anos................1 OBJETIVO DAS TABELAS DE HONORÁRIOS PROFISSIONAIS ..... 249 15.......... 214 A P R E S E N TA Ç Ã O O CREA-RJ........... sobretudo nos últimos quatro anos.. O lançamento do livro Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva completa um ciclo que envolve um conjunto de metodologias apresentadas visando à elaboração de propostas de preços para serviços de engenharia.............................................. projetos e fiscalização e gerenciamento de obras — em complemento ao livro Metodologia e Orçamento para Obras Civis.......... 236 15........4 ATIVIDADES E DIREITOS AUTORAIS DE ARQUITETOS .......... 273 1º Vice-presidente: 2º Vice-presidente: 1ª Secretária: 2º Secretário: 3ª Secretária: 1º Tesoureiro: 2º Tesoureiro: DADOS DA OBRA 19........... 255 15................. 267 PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS 18......................................4 TABELA DE HONORÁRIOS PARA ARQUITETOS ................. em especial...................3 DEFINIÇÕES DAS ATIVIDADES PROFISSIONAIS DA ENGENHARIA CIVIL ..... REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS .......... 235 15..............................................6 ATIVIDADES DO ENGENHEIRO ELETRICISTA ..................................br .......... sempre contando com o apoio do IBEC.........2 MODELO DE CONTRATO RECOMENDADO .................

do capítulo 1 ao 10. ministrar aulas e garantir documentação impressa ao meio técnico ao qual pertenço.1 OBJETIVO Com o objetivo de facilitar aos engenheiros. cito nominalmente apenas minha esposa Elizabeth e meus filhos Andreia. arquitetos. Lembramos. temos certeza que a metodologia aqui exposta é muito Agradeço a família. 1 INTRODUÇÃO 1. ministrado pelo professor e engenheiro civil Paulo Roberto Vilela Dias. ao magistério e à pesquisa aos temas da Engenharia de Custos ocupam todas as horas do dia. O objetivo a ser alcançado na prestação destes serviços é a melhor qualidade possível do produto vendido. demais profissionais e prestadores de serviços de engenharia na elaboração de propostas de preços de serviços especiais para qualquer área da engenharia e arquitetura. os dias da semana. por certo. visando oferecer aos participantes material didático para consulta permanente e acompanhamento das palestras. é fundamental que se disponha da maior quantidade possível de dados sobre o trabalho a ser realizado para garantir o cálculo do preço de venda adequado e justo. Agradeço à inspiração divina e ao carinhoso apoio de minha família e amigos que têm me oferecido a necessária tranquilidade para estudar. incluindo cálculo da hora técnica e tabelas aplicáveis aos serviços. entretanto. A dedicação à vida profissional.com 6 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. A primeira parte é dedicada às empresas de consultoria de qualquer porte. Pedro Paulo e Julia. do capítulo 12 em diante. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 7 . pesquisar. 1. ainda. Dos meus filhos espero perdão pela ausência e impossibilidade de criá-los mais carinhosamente. aliado à obtenção dos resultados financeiros estimados. A segunda parte é dedicada aos autônomos. escrever. 12 de janeiro de 2002 Paulo Roberto Vilela Dias Pvilela_dias@hotmail.2 APLICAÇÃO Existem várias modalidades de fixação de preços de serviços de engenharia. Este documento é. complementar ao primeiro livro do mesmo autor – “Uma Metodologia de Orçamentação para Obras Civis”. inclusive trabalhos autônomos. facilitar em muito o trabalho dos jovens orçamentistas. entretanto. as semanas do mês e os meses do ano. O profissional liberal deve estudar toda a primeira parte a fim de lhe oferecer base para adotar o que é apresentado nesta parte do livro. que a obtenção dos melhores resultados em qualquer processo de orçamentação está com os profissionais mais experientes. a metodologia aqui exposta irá. E os anos passam. Rio de Janeiro.PREFÁCIO O presente trabalho se destina à realização do curso de Engenharia de Custos – “Cálculo do Preço de Venda de Serviços de Engenharia e Arquitetura. porém os fundamentos também são aplicados pelos profissionais liberais. Assim. Tenho certeza que a maturidade os fará compreender quanto me custa educá-los. Profissionais e Empresas”. Para que não omita nenhuma das merecidas pessoas nesse agradecimento.

sugerimos que seja efetuado um controle de custo preciso do contrato. através de controle de custo dos contratos podem corrigir periodicamente os seus multiplicadores a serem adotados futuramente. As formas de contratação mais usadas são as seguintes: preço global (segundo a Lei das Licitações. dificilmente conseguiremos êxito em licitações adotando tais critérios. com um pouco mais de dificuldade. Assim. Além disto. O profissional ao elaborar o custo de qualquer destes serviços deve ter experiência para determinar os insumos básicos (pessoal. O princípio apresentado neste livro para a definição da proposta de serviços de engenharia leva em consideração o custo de produção. serviços por administração. seja adotada a metodologia exposta em nosso primeiro livro. em conformidade com nosso critério de cálculo do preço de venda. No método de cálculo do preço de venda em função do percentual do orçamento da obra temos certeza que o resultado que alcançado é muito acima do preço justo. hora técnica individual ou coletiva. o mesmo está perfeitamente de acordo com as regras trabalhistas e tributárias vigentes. bem como. para utilizar o jargão dos profissionais de execução de obra de obra — BDI . consultorias ou assistência técnica. projetos básicos e executivos de qualquer natureza. do faturamento bruto. ensaios tecnológicos e etc) necessários ao desenvolvimento dos mesmos. ou seja. Alertamos aos profissionais prestadores de serviços de engenharia que entendemos ser muito empírico. e principalmente. laboratoriais. Empresas e Profissionais modo a detectar as falhas existentes e bem avaliar os índices empregados para promover a sua atualização. supervisão. para as seguintes áreas de atuação: • • • • • • • • • Estudos de um modo geral ou de viabilidade. quando prestado para órgãos não governamentais. serviços especiais com grande incidência de mão de obra. para o caso de orçamento de obras civis. ser oportuno. os usuários. é possível alcançar o preço de venda deste tipo de trabalho. Aconselhamos que. Caso se adote qualquer destes critérios. não se encontra desatualizado como alguns autores que. porém. preço global. por exemplo. do tipo CUB – Custo Unitário Básico. uma vez que esta modalidade de contratação está proibida na administração pública. computadores e impressoras). consideravam o lucro estimado função do custo do serviço. principalmente. e causando imprecisões face ao fato destes multiplicadores não sofrerem avaliações periódicas a fim de lhes dar crédito. também. • Paulo Roberto Vilela Dias 9 . de 8 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.Benefícios e Despesas Indiretas) gera o preço de venda dos serviços. isto é. bem como. por convicção. preços unitários ou por empreitada integral. é a contratação de execução do serviço por preço certo e total). que o lucro deve ser caracterizado a partir do preço final do serviço. assim. gerando preços de venda normalmente exagerados. equipamentos (topográficos. gerenciamento de empreendimentos. em grandes empreendimentos. residências unifamiliares). ou seja. pequenas construções (por exemplo. em atuações do tipo consultoria individual do profissional que no âmbito deste livro denominaremos de hora técnica. a despeito de que com este critério ora descrito. a serem aplicados sobre índices de custo. 1. adotar procedimentos de determinação do preço de venda por percentuais fixos e imutáveis ao longo dos anos. Admite-se também seu emprego em serviços por administração.interessante.3 FORMAS DE CONTRATAÇÃO A forma de contratação pode ser qualquer uma das estipuladas na Lei Nº 8666 das Licitações. que quando acrescido da margem de lucro (ou benefício. • preço unitário (quando se contrata a execução do serviço por preço certo de unidades determinadas). Entendemos. ou buscar reforço em outros profissionais habilitados. materiais. o método aqui descrito apresenta a grande vantagem sobre os demais existentes em outras publicações devido a sua contemporaneidade. principalmente. percentuais do valor final do empreendimento. fiscalização ou acompanhamento de obras.

admitese uma negociação posterior a assinatura do contrato. enquanto que outra parcela será discriminada por itens de serviços que sofrerão medição para pagamento. É utilizado. se estabelecer um cronograma físico-financeiro que permita ao contratante ter garantias de que os pagamentos efetuados correspondem aos serviços efetivamente elaborados ou executados. também. garantem que a proposta de preço. Quanto aos bens patrimoniais (veículos. Empresas e Profissionais A contratação por preços unitários é quando mesmo havendo planilha de quantidades. Independente da existência de planilha de quantidades caberá ao contratado assegurar-se de que os valores encontrados são válidos. aparelhos de topografia. Tanto contratante quanto contratado têm muita responsabilidade nas concorrências. caso contrário. portanto. sofrerão incidência dos custos indiretos adotados para todo o contrato. poderá ser apresentada justa e adequada. equipamentos de laboratório e etc) deve-se. os produtos a serem gerados estão perfeitamente identificados. a situação financeira do contrato poderá ser comprometida. enquanto a parcela do trabalho que não é bem conhecida será reembolsada a preços unitários. entretanto. Hora técnica (ou tarifa) é aceitável para as pequenas e grandes intervenções. que são denominados de despesas reembolsáveis. A aplicação deste sistema de contratação quando o escopo do serviço não se encontra perfeitamente definido acarretará muitas dificuldades na condução do contrato pelas partes envolvidas. e sim. É muito comum nestes casos que o custo da mão de obra seja apresentado por hora. analisar o número de horas de utilização dos mesmos durante a vigência do contrato. pois só serão computados para a medição dos serviços efetivamente executados. Todo cuidado deve ser tomado para definição do custo da hora técnica apresentada nas planilhas de orçamento.sistema misto (quando parte do serviço é representado por preço global. para estes casos. usado para denominar o valor dos serviços prestados por cada profissional integrante da planilha de quantidades. parte do trabalho terá valor fixo e imutável. O critério de remuneração dos serviços está baseado na estimação dos custos incorridos para a consecução adequada do mesmo e o preço de venda é fixo e integralmente assumido pelo proponente. Os itens constantes da planilha de quantidades. haverá obrigatoriedade de se efetuar medições periódicas para determinar o valor a pagar ao prestador de serviço. consideramos inoportuna esta situação para ambas as partes envolvidas). sendo que ao primeiro cabe garantir qualidade das informações apresentadas nos convites de licitações e. Neste caso. Estes serviços serão pagos por preços unitários constantes na planilha de preços da proposta ou não. softwares. ou quando a Paulo Roberto Vilela Dias 11 . este critério é de alto risco para a prestadora de serviço. que necessariamente constarão da planilha de preços da proposta. porém. ainda. O sistema misto é uma composição da contratação por preço global e por preço unitário. microcomputadores. não existe necessidade de se efetuar medições por serviços ou itens de custo. uma vez que deverá ser adotada uma quantidade de horas de trabalho por mês. Não se esquecendo que em alguns casos podemos ter a figura da hora produtiva e da hora improdutiva. É comum que se adote a periodicidade mensal de medição para os serviços. É comum. Obviamente. a ser definida pelo executor. • 1. se adotar a terminologia de despesas reembolsáveis pelo cliente. estes estando de bom nível. • hora técnica ou tarifa (semelhante ao sistema de preços unitários.1 Descrição das Formas Mais Comuns de Contratação de Serviços Profissionais de Engenharia O preço global deve ser utilizado quando as especificações dos serviços a serem executados estão muito bem definidas. como preços unitários. de acordo com o estudo apresentado no Capítulo 4. ou. 10 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. que não tem valor para pagamento. só entrarão nas medições quando solicitados formalmente e por escrito pelo cliente. pode-se determiná-lo por mês.3. e ainda. para os casos de atuação individual de qualquer profissional). Estes serviços. o cálculo do custo deverá ser o mais acurado possível. podendo ser de um ou mais profissionais. Isto é. entretanto. Assim. algumas vezes.

que servirá de base às medições periódicas a serem efetuadas.2 Outras Formas de Contratação Usuais Contrato por Administração – Considera-se o pagamento dos custos diretos específicos de um serviço. tais como. as mesmas estão incluídas na taxa de encargos sociais. emprego de microcomputador. Caso o preço estipulado seja ultrapassado caberá a prestadora de serviço arcar com parte acertada do excedente. motocicletas. medições após a contratação) dos custos diretos reais estimados (e comprovados através de medições). A remuneração (percentual) deverá cobrir os custos indiretos. Neste caso haverá necessidade de se apropriar as horas gastas pelos profissionais em cada atividade do contrato. devem estar descritos com bastante objetividade e clareza.3. 1. segundo o contrato. portanto.5. Lembramos que não serão computadas na medição das horas normais de pessoal tanto o sábado quanto o domingo e feriados não trabalhados. na qualificação e quantificação dos insumos necessários à perfeita execução dos serviços. Procura garantir o prazo e o custo dos serviços através do estudo de alternativas técnicas. 12 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. recebe como prêmio uma parcela. apenas. apresentado no ANEXO 1.atuação do contratado não pode ser muito bem identificada antecipadamente com a precisão necessária. acrescidos dos custos indiretos (explícitos ou não). Fixa-se o limite total de custos e define-se com precisão o custo total máximo do projeto. conforme a situação e o vínculo trabalhista de cada profissional.1 Caracterização dos Custos Diretos e Indiretos Subentende-se como custos diretos. preço global. bem como. despesas gráficas e despesas diversas. proporcional à redução de custo obtida. Máximo Garantido – Consideram-se os custos mais um percentual estipulado. A metodologia aqui exposta pressupõe o levantamento (e. Podendo ser considerados: • • • • • salários imóveis veículos leves. a administração central. pick-ups e caminhões microcomputador. comunicações. além dos encargos sociais. preço unitário. inclusive lucro previsto. previamente acordada. e devem ser computados os custos.5 METODOLOGIA DE CUSTO Ë evidente que o mais importante na elaboração de propostas de preço continua sendo a experiência do engenheiro orçamentista. ou seja. aos contratantes garantirem o nível de excelência do memorial descritivo ou do edital de licitações. todas as despesas indiretas. 1. quilometragem. Empresas e Profissionais 1. plotter 13 Paulo Roberto Vilela Dias . 1. os encargos financeiros e o lucro da empresa. quando for o caso. Valem todas as características de custo apresentadas para as demais formas de contratação de serviços de engenharia e arquitetura. o método aqui apresentado é adequado para qualquer uma das maneiras anteriormente citadas. impressora e acessórios de informática.4 ESCOPO DOS SERVIÇOS O tipo de contratação interfere diretamente. principalmente. aqueles que são facilmente descritos e visíveis ao cliente. Contrato com incentivo (prêmio) – Se a empresa não atingir o limite de custo estabelecido. o grau de detalhamento do escopo do trabalho e a perfeita identificação dos produtos a serem produzidos. podendo ser adotado o formulário citado anteriormente. Esta condição confunde-se com a contratação por preços unitários quando temos a mão de obra expressa na unidade de medição por hora. pois. A experiência do profissional que elaborará a proposta só não é mais importante que a clareza. Haverá necessidade de se apropriar as horas efetivamente trabalhadas. sua cronologia de emissão. podendo ser adotado um formulário denominado “Folha de Apropriação de Hora Técnica”. Os produtos a serem elaborados. então. Caberá. sistema misto e hora técnica. na forma de medição dos serviços que será efetuada.

aluguel de copiadora. aparelhos de telefone ou de fax e rádios. borracha. ar condicionado. e caberá. 1. que é representado por percentual admitido para cada empresa ou por cada proposta. televisão.aluguéis de imóveis ou veículos. representa o custo da sede da empresa. Pois. armários. teodolito. concreto ou asfalto. . móveis e utensílios (mesa. grampeador e etc) serviços especializados (locações e levantamentos topográficos. balizas e trenas laboratórios de solo.benefícios (seguro saúde. na maioria das vezes. materiais de segurança e etc.• • • • • • • • • • • • • softwares estação total. Os custos indiretos podem ser: Aplicáveis sobre o salário: . comercial.encargos trabalhistas . inclusive respectivas contas periódicas. licitações. montagens gráficas (cópias preto e branco ou coloridas e encadernações). • 14 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. cafeteira e etc.2 Seleção da Modalidade de Contratação É extremamente importante a escolha do tipo de contrato. diárias da equipe técnica. correspondentes a outros custos indiretos não perceptíveis ao cliente.despesas com impostos.fianças bancárias ou cauções. uniformes. pessoal da diretoria e dos setores de pessoal. cadeiras. entre outras despesas. O importante é que todos os insumos sejam apropriados ao custo de elaboração do serviço. custos diretos são utilizados como indiretos e vice-versa. conforme identificado a seguir: Os custos indiretos serão demonstrados ou não. principalmente. nível. . inclusive ART . • Administração central. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 15 . . Entretanto. • Encargos complementares. .despesas de legalização do contrato.despesas com treinamento e aprimoramento técnico da equipe. . financeiro.despesas legais. em função da facilidade de se declará-los. sabemos que o preço estabelecido tem fundamental influência sobre o prazo de execução e a qualidade dos serviços prestados. podemos preliminarmente definir o tipo de contratação. e não existe nenhuma dificuldade por isto. materiais de escritório (lápis. temos: . sondagens de terreno e etc) ensaios tecnológicos especializados. compra e etc da sede da empresa. • Lucro — deverá ser prevista a margem de lucro do contrato a critério da empresa Em algumas situações. alvarás e outra taxas municipais. papel.eventualmente.vale transporte .Anotação de Responsabilidade Técnica devida ao CREA. Em alguns casos estes itens podem estar incluídos na administração central. ou conforme a exigência do cliente. gastos com comunicação: central telefônica.). estaduais ou federais. em função do tipo de serviço.seguros de responsabilidade civil ou de pessoal. . ao cliente (órgão público ou particular) esta incumbência.5. viagens e estadia do pessoal. vale refeição e etc) . Depende da formulação de proposta de preços apresentada pelo cliente ou por nossa conta.

consiste na identificação clara dos seus objetivos. o orçamento será o resultado da soma dos produtos das quantidades de serviços multiplicadas pelos preços unitários atribuídos aos mesmos. cartucho de impressora. Paulo Roberto Vilela Dias 17 É fundamental especificar claramente o critério de medição para cada caso no memorial descritivo ou edital de concorrência. garante a uniformidade das propostas. 16 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. combustível. 2º passo) De posse da planilha de quantidades devemos levantar os custos básicos que serão necessários definir para a elaboração do orçamento. assim. residências unifamiliares) FORMA DE CONTRATAÇÃO preço global preço global ou misto preço unitário preço unitário preço unitário preço unitário em função do serviço.6 QUALIDADE DO ESCOPO DOS SERVIÇOS A definição correta e precisa do escopo das atividades é fundamental à elaboração consciente do preço de venda dos serviços. o que é feito através da listagem das atividades e da determinação das quantidades de insumos (mão de obra e despesas gerais) necessárias ao perfeito desenvolvimento dos trabalhos. Encontramos multiplicadores para salários. para efeito de julgamento de preços entre os concorrentes.7 ROTEIRO DE CÁLCULO DO PREÇO DE VENDA O roteiro de cálculo do preço de venda dos serviços previsto nesta metodologia. despesas reembolsáveis ou despesas efetuadas diretamente pelo cliente e etc. e demais informações que propiciem ao prestador de serviço a identificação fiel orçamento. O preço adequado e justo para um determinado serviço é diretamente proporcional à qualidade do escopo oferecido pelo interessado na contratação. é o seguinte: 1º passo) Elaborar a planilha de serviços e quantidades. softwares e etc) • diárias e viagens e etc. Consultorias ou assistência técnica Supervisão. microcomputadores e acessórios. é responsabilidade do interessado na contratação apresentar tais informações.DESCRIÇÃO DO SERVIÇO Estudos de um modo geral ou de viabilidade. Em muitas ocasiões o próprio interessado na execução do trabalho elabora a planilha de quantidades e preços e a fornece para todos os prestadores de serviço. 1. 3º passo) Calcular os valores do multiplicador “K” para os diferentes tipos selecionados para o serviço. principalmente preço unitário preço unitário ou global 1. 4º passo) Calcular o orçamento da proposta. a perfeita caracterização do escopo do trabalho. Projetos básicos e executivos de qualquer natureza. Empresas e Profissionais . O preço de venda dos serviços será calculado a partir da análise adequada destes dados recebidos do cliente. despesas gerais. Portanto. Estão incluídos como custos básicos ou insumos: • salários e encargos sociais • veículos • preços de equipamentos técnicos • materiais de consumo (papel para impressão. Hora técnica individual ou coletiva. É de suma importância a qualidade da planilha de quantidades elaborada para a definição do preço de venda dos serviços. fiscalização ou acompanhamento de obras Gerenciamento de empreendimentos Serviços especiais com grande incidência de mão de obra Pequenas construções (por exemplo. com sua cronologia. é necessário determinar quais os tipos de multiplicadores serão utilizados. especificar adequadamente todos os produtos que deverão ser produzidos e entregues ao interessado.

cabendo desta maneira ao prestador de serviço.8 FLUXOGRAMA DO CÁLCULO DO PREÇO DE VENDA Apresenta-se no ANEXO 2. Pode-se condicionar tanto o processo de cálculo do preço de venda dos serviços quanto a própria forma de apresentação. objetiva e com o maior detalhamento possível. caso o cliente não tenha feito nenhuma exigência a respeito. Será obrigatório montar esta planilha. de maneira a facilitar a análise pelo contratante e futuras negociações quando da efetivação da contratação. APROPRIAÇÃO DE CATEGORIA PROFISSIONAL : FOLHA FUNCIONÁRIO : 18 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. isto é: ANEXO 1 Folha de Apropriação de Hora Técnica (horas gastas pelos profissionais em cada atividade do contrato) 0 19 . são duas as situações previstas para a montagem da planilha de venda de serviços de engenharia. assim. evitando-se desgastes em futuras negociações. o fluxograma de elaboração do cálculo do preço de venda de serviços de engenharia para os tipos aqui especificados. elaborar a mesma dentro das especificações do contratante. através de formulários pré-estabelecidos. É interessante. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias DIAS DO MÊS / ATIVIDADE 1 2 3 4 5 6 7 TOTAL 8 9 MENSAL DE HORAS TÉCNICAS 2ª alternativa) o cliente não definiu o padrão de apresentação da proposta. 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 25 26 27 28 29 30 31 TOTAL MENSAL 5º passo) Montar a planilha de serviços e quantidades. que a forma de apresentação da proposta de preços não suscite nenhuma dúvida quanto ao seu conteúdo e valores. Como descrito anteriormente.HORAS TÉCNICAS 1. de acordo com as exigências do cliente ou com sua própria definição. cabe ao prestador de serviço elaborar uma proposta clara. DE MÊS / ANO : 1ª alternativa) o cliente padronizou a forma de apresentação da proposta.

sem. Isto faz com que o proponente fique exposto ao bom senso da comissão de julgamento da concorrência ou. esquecermos que os editais de concorrências podem e devem especificar as exigências mínimas para cada categoria profissional. é fundamental analisarmos adequadamente os custos envolvidos com pessoal. é o que efetivamente deveria ocorrer. a mão de obra é o fator preponderante do custo total. entretanto. esclarecemos que o próprio escopo do serviço poderá especificar as categorias profissionais. posteriormente. são difíceis de serem adotadas na prática. Entretanto. este deverá estar em consonância tanto com a classificação profissional de seu sindicato quanto com o dissídio coletivo que rege as relações entre patrões e empregados. usando a nossa experiência no assunto. entretanto de modo geral. as especificações definidas nas convenções trabalhistas são sempre muito acanhadas. Devemos analisar a classificação das categorias profissionais em função do plano de cargos e salários de cada empresa. que pode ser adotaPaulo Roberto Vilela Dias 21 Me morial Descritivo Edita l ou Condições de Participação Estudos dos Dados Fornecidos pelo Cliente V isita Opcional ao local dos Serviços Elaboração da Planilha de Quantidades Def inição dos Insumos Básicos/ Pesquisa de Mercado Cálculo dos valores de “K” Calcular o custo da Proposta Cálculo dos valores de “K” Fluxograma Fluxograma de Cálculo do de Cálculo do Preço de Venda Preço de Venda Montar a Planilha de V enda da Proposta 20 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.ANEXO 2 Fluxograma de elaboração do cálculo do preço de venda de serviços de engenharia 2 CLASSIFICAÇÃO DAS CATEGORIAS PROFISSIONAIS Na maioria dos tipos de serviços prestados escolhidos para estudo neste livro. bem como as características mínimas exigidas para cada uma. uma vez que não existe nenhuma definição oficial sobre o assunto. portanto. resolvemos adotar uma classificação de categorias profissionais própria. portanto. É muito importante nestes tipos de prestação de serviços de engenharia a classificação das categorias profissionais comumente adotada. Aliás. Empresas e Profissionais . no entanto. bem como. Assim. da fiscalização do contrato. é omitida a especificação exigida para cada categoria profissional nos editais de licitações.

da em qualquer situação.NÍVEL C PROFISSIONAL MASTER PROFISSIONAL SENIOR PROFISSIONAL PLENO OU MÉDIO PROFISSIONAL JUNIOR PROFISSIONAL TRAINEE PESSOAL DE APOIO TÉCNICO: TÉCNICO SENIOR TÉCNICO PLENO OU MÉDIO TÉCNICO JUNIOR CADISTA OU PROJETISTA SENIOR CADISTA OU PROJETISTA TOPÓGRAFO 22 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. deve ser dedicada muita atenção na análise das especificações encontradas nos editais de licitações.1 CLASSIFICAÇÃO DAS CATEGORIAS PROFISSIONAIS SUGERIDA A classificação das categorias profissionais mais comumente encontrada no meio da engenharia é a seguinte: PESSOAL DE NÍVEL SUPERIOR: DIRETOR DO PROJETO GERENTE OU COORDENADOR DE CONTRATO CONSULTOR .2 CARACTERÍSTICAS MÍNIMAS DAS CATEGORIAS PROFISSIONAIS As características mínimas para aceitabilidade das categorias profissionais apresentadas anteriormente. principalmente. da inexistência de uma classificação oficial ou normalizada. esclarecemos que a mesma está de acordo com os princípios observados em editais e licitações recentes para casos análogos. 2. Portanto.NÍVEL A CONSULTOR . Empresas e Profissionais AUXILIAR DE TOPOGRAFIA LABORATORISTA AUXILIAR DE LABORATÓRIO ARQUIVISTA TÉCNICO AUXILIAR TÉCNICO SENIOR AUXILIAR TÉCNICO PLENO OU MÉDIO AUXILIAR TÉCNICO JUNIOR PESSOAL DE APOIO ADMINISTRATIVO: OPERADOR DE MICROCOMPUTADOR DIGITADOR SECRETÁRIA SENIOR OU EXECUTIVA SECRETÁRIA JUNIOR ADMINISTRATIVO PLENO AUXILIAR ADMINISTRATIVO MOTORISTA MENSAGEIRO SERVENTE / FAXINEIRO / COPEIRO Observamos que podem existir discrepâncias da terminologia de um cliente para outro em função. bem como. 2.NÍVEL B CONSULTOR . podem ser as descritas a seguir: Paulo Roberto Vilela Dias 23 .

Ou ainda. conhecimento de línguas estrangeiras. esta classificação não deverá ser entendida como definitiva para fins de apresentação de propostas. fazemos uma tentativa de criar especificações mínimas para as categorias profissionais sugeridas. Esta categoria só deverá existir em empreendimentos de grande porte. coordenação. com mais de 15 anos de atuação na área inerente ao projeto. coordenação ou gerência. com muito boa capacidade de liderança em trabalhos técnicos em equipe e apto a assumir cargo de chefia. contratado pela empresa para a prestação de serviços de assessoria Paulo Roberto Vilela Dias 25 24 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. contratado pela empresa para a prestação de serviços de assessoria especializada em questão de natureza bem específica. Contudo. Empresas e Profissionais . gerência ou diretoria. com muito boa capacidade de liderança em trabalhos técnicos em equipe e apto a assumir cargo de chefia.NÍVEL B CONSULTOR . cursos de extensão. pósgraduação. Esta categoria é definida para empreendimentos de pequeno e médio portes. desenvolver o plano de cargos que lhe interesse em cada contratação. A seguir elaboramos uma descrição sumária de cada uma das categorias profissionais apresentadas anteriormente. Deverá ser engenheiro com renome nacional para ser incluído nesta categoria. que na ausência de classificação oficial. apresentação pessoal e etc. mestrado e doutorado.NÍVEL C PROFISSIONAL MASTER PROFISSIONAL SENIOR PROFISSIONAL PLENO OU MÉDIO PROFISSIONAL JUNIOR PROFISSIONAL TRAINEE TÉCNICO SENIOR TÉCNICO PLENO OU MÉDIO TÉCNICO JUNIOR CADISTA OU PROJETISTA SENIOR CADISTA OU PROJETISTA TOPÓGRAFO AUXILIAR DE TOPOGRAFIA LABORATORISTA AUXILIAR DE LABORATÓRIO ARQUIVISTA TÉCNICO AUXILIAR TÉCNICO SENIOR AUXILIAR TÉCNICO PLENO OU MÉDIO AUXILIAR TÉCNICO JUNIOR OPERADOR DE MICROCOMPUTADOR DIGITADOR SECRETÁRIA SENIOR SECRETÁRIA JUNIOR ADMINISTRATIVO PLENO AUXILIAR ADMINISTRATIVO MOTORISTA MENSAGEIRO SERVENTE / FAXINEIRO / COPEIRO Tempo Mínimo de Experiência (anos) Formatura Na função 15 15 15 15 10 acima de 15 de 10 a15 anos de 5 a 10 anos de 2 a 5 anos até 2 anos 15 5 2 10 2 10 2 10 2 2 15 10 2 2 2 5 2 10 2 2 - 2. tais como. informática. GERENTE OU COORDENADOR DE CONTRATO – profissional de nível superior do ramo da engenharia ou arquitetura.3 DESCRIÇÃO SUMÁRIA DAS CATEGORIAS PROFISSIONAIS Lembramos. Cabe realçar que devem ser consideradas. CONSULTOR NÍVEL A – profissional de nível superior com notória especialização. outras referências. com mais de 15 anos de atuação na área inerente ao projeto. CONSULTOR NÍVEL B – profissional de nível superior com notória especialização.NÍVEL A CONSULTOR . com mais de 15 anos de atuação na área inerente ao projeto. DIRETOR DO PROJETO – profissional de nível superior do ramo da engenharia ou arquitetura. a seu juízo. uma vez que cada cliente poderá. na avaliação profissional. com mais de 15 anos de atuação na área inerente ao projeto.Descrição da Função DIRETOR DO PROJETO GERENTE OU COORDENADOR DE CONTRATO CONSULTOR .

com no mínimo 2 anos de experiência inerente à profissão. mecânico e etc). capacidade e liderança de equipes de trabalhos técnicos. 26 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. mecânico e etc). AUXILIAR TÉCNICO PLENO OU MÉDIO – profissional de nível de 2º grau. ainda. PROFISSIONAL SENIOR – profissional de nível superior dos diversos ramos da engenharia (arquiteto. sendo apto a assumir cargo de chefia de equipe de pessoal qualificado. ainda. com mais de 10 anos de atuação na área inerente ao projeto. com experiência entre 2 e 5 anos. mecânico e etc). Deverá ser engenheiro com renome regional para ser incluído nesta categoria. com experiência entre 5 e 15 anos. LABORATORISTA – profissional de nível médio. ainda. elétrico. ainda. TÉCNICO PLENO OU MÉDIO – profissional de nível médio dos diversos ramos da engenharia (civil. com no mínimo 2 anos de experiência. com experiência entre 5 e 10 anos. Deve possuir. mecânico e etc). com pouco tempo de experiência nesta categoria. com diploma de curso técnico. com no mínimo 15 anos de experiência. experiência inerente à profissão. com no mínimo 5 anos de experiência inerente à profissão. PROFISSIONAL TRAINEE – profissional de nível superior dos diversos ramos da engenharia (civil. elétrico. mecânico e etc). recém-formado ou com até 2 anos de experiência. com no mínimo 15 anos de experiência. ainda. com no mínimo 5 anos de experiência inerente à profissão. Possui. civil. elétrico. experiência inerente à profissão. CONSULTOR NÍVEL C – profissional de nível superior com notória especialização. CADISTA OU PROJETISTA SENIOR – profissional de nível médio. PROFISSIONAL PLENO OU MÉDIO – profissional de nível superior dos diversos ramos da engenharia (arquiteto. capacidade e liderança de equipes de trabalhos técnicos. CADISTA OU PROJETISTA – profissional de nível de 2º grau. com integral conhecimento do software CAD. Deve possuir. com no mínimo 15 anos de experiência inerente à profissão. elétrico. elétrico. com ou sem diploma de curso técnico. com no mínimo 5 anos de experiência inerente à profissão. com experiência entre 10 e 15 anos. com no mínimo 2 anos de experiência inerente à profissão. com no mínimo 2 anos de experiência inerente à profissão. PROFISSIONAL MASTER – profissional de nível superior dos diversos ramos da engenharia (arquiteto. civil. Deve possuir. com ou sem diploma de curso técnico. AUXILIAR DE LABORATÓRIO – profissional de nível de 1º grau. ainda. ainda. com no mínimo 5 anos de experiência inerente à profissão. com no mínimo 2 anos de experiência inerente à profissão. Empresas e Profissionais TÉCNICO JUNIOR – profissional de nível médio dos diversos ramos da engenharia (civil. com no mínimo 2 anos de experiência inerente à profissão. experiência inerente à profissão. experiência inerente à profissão. com diploma de curso superior ou técnico. com no mínimo 2 anos de experiência inerente à profissão. contratado pela empresa para a prestação de serviços de assessoria especializada em questão de natureza bem específica. sendo apto a assumir cargo de chefia de equipe de pessoal qualificado. mecânico e etc). com diploma de curso técnico. com ou sem diploma de curso técnico. AUXILIAR TÉCNICO JUNIOR – profissional de nível de 2º grau. com no mínimo 2 anos de experiência inerente à profissão. Deverá ser engenheiro com renome regional. ARQUIVISTA TÉCNICO – profissional de nível superior ou médio. elétrico. AUXILIAR DE TOPOGRAFIA – profissional de nível de 1º grau. experiência inerente à profissão. experiência inerente à profissão. porém. Deve possuir. SECRETÁRIA JUNIOR – profissional de nível de 2º grau. TÉCNICO SENIOR – profissional de nível médio dos diversos ramos da engenharia (civil. mecânico e etc).especializada em questão de natureza bem específica. com no mínimo 2 anos de experiência inerente à profissão. SECRETÁRIA SENIOR – profissional de nível de 2º grau. OPERADOR DE MICROCOMPUTADOR – profissional de nível de 2º grau. Paulo Roberto Vilela Dias 27 . elétrico. experiência inerente à profissão. AUXILIAR TÉCNICO SENIOR – profissional de nível de 2º grau. com bons conhecimentos do software CAD. elétrico. Deve possuir. Deve possuir. civil. DIGITADOR – profissional de nível de 1º grau. com experiência entre 5 e 15 anos inerente à profissão. hidráulico e etc). com diploma de curso técnico. PROFISSIONAL JUNIOR – profissional de nível superior dos diversos ramos da engenharia (civil. TOPÓGRAFO – profissional de nível médio.

2. doutorado – corresponde a um acréscimo na remuneração de 30%. MENSAGEIRO – profissional de nível de 1º grau.NÍVEL C – idem PROFISSIONAL MÉDIO. SER SUBDIVIDA EM SUBCLASSES. domínio de informática – corresponde a um acréscimo na remuneração de 5%. com no mínimo 2 anos de experiência inerente à profissão. apresentada a seguir: Curso de pós-graduação equivale ao acréscimo de mais 1 (um) ano de experiência profissional.ADMINISTRATIVO PLENO – profissional de nível de 2º grau. sendo que com experiência acima de 5 anos.2. PROFISSIONAL SENIOR . Os valores apresentados não são cumulativos. caso o profissional certifique possuir mais de uma qualificação. Deve possuir capacidade de liderança e chefia de equipe. a não ser nos dois últimos casos. informática e etc) também poderiam ser adotadas para o cálculo do grau de equivalência. QUALQUER DAS CATEGORIAS DESCRITAS ANTERIORMENTE PODE. • A obtenção do título de mestre equivale ao acréscimo de mais 2 (dois) anos de experiência profissional.NÍVEL A – idem PROFISSIONAL MÉDIO. Entre outras atividades estão servir café e promover limpeza de ambientes. com no mínimo 2 anos de experiência inerente à profissão. AUXILIAR ADMINISTRATIVO – profissional de nível de 1º grau. SERVENTE / FAXINEIRO / COPEIRO – profissional sem nenhuma qualificação especial que realiza tarefas subordinando-se a outros profissionais qualificados. com no mínimo 2 anos de experiência inerente à profissão. sendo que com experiência acima de 12 anos. Empresas e Profissionais Aos profissionais que tenham obtido níveis de conhecimento além da graduação podemos conferir vantagens financeiras na remuneração. DE ACORDO COM O NÍVEL DE EXPERIÊNCIA DE CADA PROFISSIONAL. correspondente a um acréscimo de anos de experiência profissional em função de cursos e títulos de pós-graduação obtidos. de acordo com a tabela abaixo: • • • • • • pós-graduação – corresponde a um acréscimo na remuneração de 15%. sendo que com experiência acima de 8 anos. • A obtenção do título de doutor equivale ao acréscimo de mais 4 (quatro) anos de experiência profissional e • A obtenção do título de pós-doutorado equivale ao acréscimo de mais 5 (cinco) anos de experiência profissional.1. OBSERVAÇÕES: Podemos admitir a equivalência. AINDA. 28 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. 2. mestrado – corresponde a um acréscimo na remuneração de 20%. Paulo Roberto Vilela Dias 29 . com no mínimo 5 anos de experiência inerente à profissão. Define-se grau de equivalência como sendo o mérito técnico na especialidade. MOTORISTA – profissional de nível de 1º grau. GRAU DE EQUIVALÊNCIA 2. domínio de língua(s) estrangeira(s) – corresponde a um acréscimo na remuneração de 5%. por exemplo. as demais características apresentadas anteriormente (línguas estrangeiras. • Evidentemente. PROFISSIONAL SENIOR .NÍVEL B – idem PROFISSIONAL MÉDIO. pós-doutorado – corresponde a um acréscimo na remuneração de 40%. COMO POR EXEMPLO: PROFISSIONAL SENIOR . CONSIDERAÇÕES FINANCEIRAS 1. DADOS TÉCNICOS Podemos considerar a experiência profissional através do conceito de grau de equivalência.

1 TABELA DE CUSTO DE MÃO DE OBRA.T. quando Paulo Roberto Vilela Dias 31 . sem deixar de levar em conta salários de mercado da região. ENCARGOS SOCIAIS Trataremos neste capítulo dos profissionais que são contratados através do regime da C. a escala de salários comumente adotada pelo mercado. Se a mesma não se encontra executando contratos na região. e acompanhados continuamente pelo engenheiro de custo. os acordos coletivos ou dissídios em negociação entre sindicatos. no entanto. ENCARGOS ADICIONAIS COM PESSOAL. ou através de pesquisa de mercado.1. Devem ser considerados.L. 3. e ainda. BENEFÍCIOS. a lei salarial vigente deverá ser respeitada. porque os salários pagos e também os benefícios não poderão ser inferiores ao acertado entre sindicatos ou através de acordos coletivos. ou outra forma de aferição desses valores. Cabe ressaltar que sempre deverão ser respeitados sindicatos profissionais que eventualmente existam na região da obra ou que a cubram.3 SALÁRIOS. principalmente. 3. VALE TRANSPORTE. deverá ser adotada a tabela do sindicato de profissionais da região. preferencialmente. resguardando os acordos coletivos e dissídios existentes. ENCARGOS SOCIAIS. – Consolidação das Leis do Trabalho. CONTRATAÇÃO POR OBRA CERTA.1 Tabela de custo de mão de obra Ao elaborar o orçamento de um serviço de engenharia deve-se adotar para custo de mão de obra. aos quais serão filiados os empregados que forem contratados especificamente para o contrato.

1. Para este caso considera-se.5 horas por dia. A taxa de leis sociais deve ser calculada em função do tipo de contratação do profissional. da seguinte maneira: Horas de trabalho por mês = 20 dias úteis x 8. um total entre 170 horas de trabalho por mês. formulada pelo IBEC em palestra com a presença de inúmeros colegas. Entretanto. seguro saúde. uma matriz com as faixas de salários adequadas para os profissionais celetistas das empresas. se possível por região. O engenheiro de custo deverá ter a sua disposição. ainda. bem como. portanto. o repouso semanal remunerado e os dias feriados admitidos como leis sociais sobre o salário hora. Na maioria das vezes o custo das leis sociais será embutido nos próprios salários. a Tabela de Custo de Mão de Obra da empresa. atualizada. Deve-se considerar. por hora ou por mês. Paulo Roberto Vilela Dias 33 . é de fundamental importância cada empresa avaliar periodicamente o valor de encargos sociais a ser previsto nos orçamentos. Empresas e Profissionais gem o cálculo dos encargos sociais. tais como. neste caso o SINAENCO – Sindicato Nacional das Empresas de Consultoria de Engenharia. fornecida pelo Departamento de Recursos Humanos. que são pagos aos empregados complementarmente. auxílio-alimentação.estes forem mais elevados que os anteriormente citados. etc. deverá ter ciência da época de dissídio coletivo das diferentes categorias profissionais envolvidas no trabalho. neste caso temos 5 dias de trabalho por semana). ainda. já que. ou seja. podendo ser descontado 6% (seis por cento) do provento mensal do funcionário. quando não existir transporte próprio para o pessoal contratado. que corresponde ao pagamento pela empresa do custo integral do deslocamento diário no percurso casa-trabalho-casa. Deverão. isto é. devem ser considerados no percentual de encargos sociais o repouso semanal remunerado e os feriados. de modo a manter atualizado o percentual referente a este item de custo. Entretanto devemos considerar. No ANEXO 1 estão apresentados os salários médios para a região da cidade do Rio de Janeiro.5 horas por dia = 170 horas por mês Salários de horistas – não existe nenhum encargo embutido no salário hora. Atualmente a maior parte dos encargos sociais é decorrente da nova Constituição do Brasil promulgada em outubro de 1988. Uma vez que constantemente são alteradas algumas das leis que re32 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. pode corresponder em alguns casos como na cidade do Rio de Janeiro a 35% (trinta e cinco por cento) de acréscimo nominal sobre o salário mensal.2 Encargos sociais Define-se por encargos sociais todos os impostos incidentes sobre a folha de pagamento de salários. sabemos que os valores encontrados com a aplicação desta tabela estão acima dos valores médios de mercado. Face ao elevado percentual sobre o salário nominal pago aos empregados. outros eventuais benefícios oferecidos pela empresa. bem como. Ressalta-se que o vale transporte nas grandes cidades. além do vale transporte que é previsto em lei. Salários e benefícios dos profissionais que trabalham na área de consultoria de engenharia são negociados entre o sindicato dos empregados e o patronal. etc. ser consideradas algumas peculiaridades de cada empresa que afetam o custo das leis sociais. Esta tabela está expressa em função do salário mínimo profissional definido por lei. Por lei considera-se 220 horas de trabalho por mês. o horário de trabalho definido nos dissídios coletivos das diferentes categorias profissionais. percentual de funcionários que obtém o aviso prévio indenizado. devendo ser calculado como um percentual deste. 3. ainda.5 horas por semana (ou 8. de suma importância por seu elevado peso no preço final de qualquer empreendimento. isto é. no máximo. rotatividade média da mão de obra. Salários de mensalistas – os valores dos próprios salários já incorporam alguns itens de custo que no salário hora são considerados como encargos sociais. considerando-se que por acordo coletivo desta categoria o número de horas de trabalho por dia é de 42. cabe ao orçamentista acompanhar a evolução destas leis.

entretanto. e assim. portanto temos a considerar apenas 48. Para se definir o valor de 8. conforme determina a lei.5 horas semanais.(48 + 12 + 5 + 30) = 270 dias efetivos de trabalho por ano. para cálculo da hora extra divide-se o salário mês por 220 horas. Veja texto apresentado no Capítulo 4 do livro. A apresentação da metodologia segue a classificação usual. para a construção civil. Entre esses itens estão.3 Metodologia de cálculo do percentual de encargos sociais A título de se fornecer noções básicas sobre procedimentos e roteiros do cálculo utilizados na estimativa de encargos sociais. que é a seguinte: de 2ª feira a 6ª feira das 8:30 horas às 18:00 horas. por exemplo. leva em consideração além dos dias anteriormente definidos. e.5 horas por semana dividido por 5 dias úteis por semana) adotamos o horário normal de operação em obras.295 horas efetivas de trabalho por ano.no Sábado 5 dias x 8. sofrem a incidência de encargos classificados no GRUPO A. sendo 8.5 horas. cabe ressaltar que alguns tópicos são exclusivamente inerentes a cada empresa. portanto. englobando entre outros. SESI ou SESC.5 horas diárias. a rotatividade do pessoal de serviços de engenharia. segundo a rubrica 507 do IAPAS. SALÁRIO EDUCAÇÃO e SEGURO DE ACIDENTES DO TRABALHO. SEBRAE. portanto. • no sábado não há expediente. bem como.5 horas 0 horas TOTAL 42. então. aviso prévio remunerado ou não. 3. um total de 365 . INCRA.de 2ª feira a 6ª feira . e eventualmente algum feriado que coincida com um domingo. sábado.5 horas de trabalho por dia (42. feriados: para a cidade do Rio de Janeiro o máximo de feriados e dias santificados por município é de 12 dias.1. pode-se considerar que um dia feriado irá coincidir com um ou mais domingos. Assim temos. que a jornada de trabalho a ser empregada é de 42. • o domingo é considerado como dia de repouso semanal remunerado.5 horas por dia. os seguintes encargos: INSS. tanto para horistas quanto para mensalistas. e principalmente.5 hs por dia = 42.5 horas por semana Paulo Roberto Vilela Dias 35 . São pagos diretamente ao empregado e para efetuar seus cálculos é necessário que inicialmente se estabeleça a quantidade de dias ou de horas efetivamente trabalhadas por ano. perfazendo um total de 8. Empresas e Profissionais domingos por ano: são 52 ao todo. apresenta-se no ANEXO 2 a metodologia atualizada a ser seguida. feriado. b) GRUPO B São considerados os direitos a recebimento de salários de dias em que não há prestação de serviços. com uma hora de intervalo para almoço. que está calculada para 1 (um) ano de permanência do profissional na função. totalizando. domingo. os seguintes dados: 34 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. seguro contra risco de acidentes no trabalho. noturna. O cálculo do número de horas efetivas de trabalho por ano. • Assim completamos a jornada semanal com 42. descontados os do período de férias. devem motivar pesquisa própria. Entretanto.Encargos sobre horas extras – são vários aspectos a adotar conforme o tipo de hora extra considerado. SENAI ou SENAC. FGTS. O cálculo dos dias efetivamente trabalhados por ano considera. enfermidade: em média são 5 (cinco) dias de paralisação por ano por funcionário. isto é. a saber: a) GRUPO A Encargos básicos correspondentes às obrigações que por lei incidem diretamente na folha de pagamento de salários. uma vez que se cumpriu o número máximo de horas permitido por semana de 2ª feira a 6ª feira. 2. porque: . combinações entre estas e etc. férias: por lei são 30 dias.

FGTS – 8.8%. que acrescenta 0.75% do INSS sobre 13º salário.P. fixa as alíquotas para os seguintes itens: Sesi Senai Incra Sebrae Salário Educação 1. classificando-o como Grau III . Recentemente o Decreto 356 alterou o percentual para 3.T.2) Decreto n° 60. Salário Maternidade e INSS sobre o 13° salário.0% do salário família. 2. As estatísticas dos índices de acidentes serão obtidas através da obrigatoriedade que as empresas têm de informar ao INSS a ocorrência dos acidentes de trabalho. INSS . no trimestre anterior e divulgada no mês seguinte ao da apuração.S. (Regulamento da Previdência Social)..5% sobre a remuneração devida ao FGTS pelo prazo de 60 meses. por ocasião da promulgação do R.3% do salário maternidade.L. enquanto. apenas 6% utilizará o salário maternidade por ano. em relação à empresa. que experimentar índices de acidentes de trabalho superiores à média do setor de construção.8% Não se considerará este encargo uma vez que o mesmo é pago diretamente pelo INSS.466 de 14/05/67. a empresa deverá obrigatoriamente pagar os 120 dias após a maternidade. 36 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. podendo variar de 0. por serem próprios de cada empresa.6% 2. Estes adicionais. publicada no D.U.820 de 20/12/66 e adicional da Lei Complementar Nº 110/01 de 29/06/2001 (a vigorar a partir de 01/10/2001).30 x 0. 497 e 502 da C.5% a.0% sobre os empregados.0%.Riscos Graves. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 37 . 0. englobando ainda.) artigos 221 e 224 do Decreto n° 83.1) Lei n° 7.0% a.3) SALÁRIO MATERNIDADE: De acordo com a Constituição de 1988. Consideraremos neste estudo que a percentagem de mulheres nas empresas de engenharia é de 30%.3. O percentual adotado engloba os percentuais referentes a Salário Família.2% 0. não foram considerados no presente estudo. apurada pela Previdência. sofrendo adicional.S. individualmente considerada.0% 0.O.c) GRUPO C Os encargos deste grupo são pagos diretamente aos empregados. Decreto n° 59.5% a.4) FGTS – Artigos 439.20% a. a.06) = 0. 477 a 486. segundo o Anteprojeto de Regulamento da Previdência Social (R.5) SEGURO DE ACIDENTES NO TRABALHO: Lei 7.P.5% 1. 4. não são onerados pelas leis do GRUPO A.080 de 24/01/79.787/89 de 30/06/89. mas.787 de 30/06/89. Cálculo da Taxa do GRUPO A a) Taxa única (legislação): Salário Maternidade = (120 ÷ 270) x (0. instituiu o percentual de 2.4% do Funrural e 0.9 a 1. 449. neste caso. Acidentes de Trabalho . em 03/07/89. Outros casos são: o INSS sobre o 13° salário e FGTS sobre o 13° salário.

Férias = (30 + 10) ÷ 270 = 14. ainda não se dispõe de uma definição precisa nem o anteprojeto do R. a hora de trabalho noturno tem um adicional de 20%. de acordo com a Constituição.8% c) FERIADOS: Considerou-se 12 (doze) feriados por ano (ANEXO 4). Repouso Semanal Remunerado = 48 ÷ 270 = 17.T. Sabemos ainda. assim.6% f) DÉCIMO TERCEIRO SALÁRIO: Legislação: Lei n° 4.L. com redução das duas horas diárias estipuladas. 383 e 384 da C. que 80% dos operários recebem aviso prévio e que o período de permanência no emprego é inferior a 6 meses.9% e) AVISO PRÉVIO TRABALHADO: Apesar da legislação permitir às empresas manter o empregado trabalhando pelo prazo correspondente ao aviso prévio. 307.50 x 0. Décimo Terceiro Salário = (30 ÷ 270) = 11. Feriados = 12 ÷ 270 = 4. Por fim. 71. regulamentada pelo Decreto n° 57.S. Considerou-se média de 5 faltas justificadas por ano e por empregado. (Consolidação das Leis do Trabalho). Entretanto. cabendo ao empregador pagar abono de 1/3 do salário. 38 Paulo Roberto Vilela Dias 39 . capítulo III . portanto repercutindo.T.L. Auxílio Enfermidade = (5 ÷ 270) = 1. 70. será incluído nos custos indiretos. na prática. 72. o que se observa no setor da construção é que. corresponde ao pagamento de 30 dias adicionais por ano.785 de 28/11/67.155 de 03/11/65. Caso fosse considerado como encargo social. A partir de estatísticas do setor de construção que indicam uma representatividade de 3% para os vigias noturnos sobre o total de empregados. 67. Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. garante-se o mínimo de 30 dias de aviso prévio e que ao empregado é dada a alternativa de optar por ausentar-se duas horas diárias nesse período ou lhe é facultado faltar sete dias corridos dentro do prazo. Empresas e Profissionais Aviso Prévio = 7 ÷ 270 = 2. abordou a matéria.8% b) REPOUSO SEMANAL REMUNERADO: Artigos 66. e que essa atividade é sistemática.4% d) AUXÍLIO ENFERMIDADE: Decreto n° 61. No caso de adicional noturno a hora é considerada como sendo de 52 minutos.20 x 0. sobre férias e 13° salário. 382.1% g) ADICIONAL NOTURNO: De acordo com a C.090/62 de 13/ 07/62. são considerados 30 dias corridos de férias por ano..1% h) LICENÇA PATERNIDADE: Segue a mesma diretriz apresentada para o Salário Maternidade. incluído neste grupo de acordo com a Ordem de Serviço INSS/DAF n° 73 de 07/04/ 93.P. o adicional noturno não deve ser considerado como encargo social.Cálculo da Taxa do GRUPO B a) FÉRIAS: De acordo com a Constituição Federal. entretanto. acima referido.03 = 0.Seção II. enquanto a Constituição estabelece acréscimo de 50% para as horas extras. a fórmula de cálculo seria a apresentada abaixo: Adicional Noturno = [((8 x 7 x 3) ÷ 365) ÷ 270] x 13 (meses) x 0. e Lei de Regulamentação do Repouso Remunerado. e ainda. O empregador deverá pagar ao empregado horista o domingo. em apenas 40% dos casos o operário recebe aviso prévio trabalhado.

4 Modelo da tabela de cálculo do percentual da taxa de encargos sociais A fim de melhor esclarecer a metodologia apresentada no item 5.1 = 0. ainda. bem como modelo da Tabela de Cálculo do Percentual de Encargos Sociais (ANEXO 3). incluirse-á esta parcela neste grupo. • EPI – equipamentos de proteção individual (uniformes.820 de 20/12/66. Depósito por Rescisão sem Justa Causa = 0. a critério da empresa. Assim sendo. • seguro de vida.º 59.50 x 8. Este percentual sofrerá acréscimo de 10% de acordo com a Lei Complementar Nº 110/01 (vigorando a partir de 01/10/ 2001) e por 60 meses. 3. a empresa deve fazer análise meticulosa do estudo em questão de maneira a compatibilizar a mesma com seus próprios parâmetros. em função do valor do salário. cintos. uma vez que o construtor prefere pagar o aviso-prévio. lanche ou jantar).03 ÷ 0. botas. óculos e etc) • alojamento • . Licença Paternidade = (5 ÷ 270) x (0.0%. Adicionalmente esclarece-se que para a adoção destes ou quaisquer outros valores encontrados em revistas e publicações especializadas. Serão adotados os princípios que regem ao Aviso Prévio Trabalhado.50) x 0. taxa média de fecundidade de aproximadamente 3% e na proporção de 97% de homens no total da mão de obra direta empregada na construção civil será considerada o número de horas de licença paternidade. em caso de demissão do emprego. estabelecidos em dissídios ou acordos coletivos.1 = 1. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 41 Os encargos complementares correspondem a benefícios proporcionados aos funcionários. tais como: b) IAPAS SOBRE 13º SALÁRIO. Aviso Prévio Indenizado = (23 ÷ 270) x 0. em estatística (IBGE) de composição etária da população (50% na faixa de 18 a 59 anos). • assistência médica.08 x 11.3. anexamos a memória de cálculo da taxa de encargos sociais. almoço . considerou-se para fins de encargo social o percentual de 9%. para aplicação tanto sobre o salário hora ou quanto sobre o salário mensal. os benefícios previstos em lei.1.9 = 4.Segundo estimativa baseada nos cinco dias de licença provisoriamente fixados pela Constituição.82% a 11.5% c) FGTS SOBRE 13º SALÁRIO: Corresponde ao pagamento de 8% sobre o 13º Salário do funcionário.9% 3. IAPAS SOBRE O 13º SALÁRIO = 0.8% Podemos considerar. • vale transporte.1. ou ainda. sobre o 13º do funcionário. FGTS sobre o 13° Salário = 0.0% 40 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. e podem ser: vale refeição ou alimentação (café da manhã .0% i) DEPÓSITO POR RESCISÃO SEM JUSTA CAUSA: Legislação: Decreto n.80 = 6. de acordo com a Constituição Federal corresponde ao pagamento de 40% sobre o FGTS. Corresponde ao pagamento de 7. dispensando o funcionário da permanência no canteiro de obra. considerando-se que 80% dos operários são indenizados.09 x 11.2 ENCARGOS COMPLEMENTARES Cálculo da Taxa do GRUPO C a) AVISO PRÉVIO INDENIZADO: De acordo com a Lei 7787/89.97 = 0.

Aconselhamos que seja incorporado a qualquer das parcelas indiretas incidentes sobre o salário. então. estes custos deverão estar incidindo como custo indireto sobre os salários. podemos citar que: vale refeição ou alimentação corresponde em média a 3.770.00 / R$ 1. como informação genérica.60 x 20 dias úteis = R$ 72. podemos calcular o percentual médio sobre a folha salarial mais encargos sociais.00 x 20 dias x 0. definimos como sendo de 50%. teremos o valor de R$ 3. a parcela que cabe a empresa é decisão inquestionável. principalmente aqueles de exclusivo fornecimento de pessoal.770. • dois dependentes a R$ 50. entretanto. aqui considerado igual a 77%.2% Em alguns contratos.6% da folha salarial e encargos sociais.00 / R$ 1.Cada empresa deverá pesquisar os valores próprios destes custos.770.60 por dia.00 = 4.000. corresponde em média a 0.00 O vale transporte não é um encargo social.6% • Seguro Saúde Adotamos o valor de R$ 150.00 (R$ 72. portanto o custo é de R$ 75. conforme abaixo: .00 por funcionário mês (o próprio mais Em alguns casos.00 . Empresas e Profissionais . porém.00 .80 (dois ônibus por viagem). entretanto. se considerarmos.2% da folha salarial e encargos sociais. por ser comum em grandes empresas a adoção deste percentual.desconto sobre o salário: R$ 400. ainda.770.00 .00 por funcionário mês (consideramos no âmbito deste livro o número de dias por mês igual a 20) e que o salário médio da empresa é de R$ 1. Paulo Roberto Vilela Dias 43 42 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.00 x 0.77 = R$ 1. segundo pesquisa realizada em diversas empresas prestadoras de serviço de engenharia.00) / R$ 1. assim. • Vale Transporte Vale refeição: Considerou-se o valor do vale refeição igual a R$ 4. isto nos leva ao valor mensal desembolsado pela empresa de R$ 64.00 por funcionário mês.00 = 3. é necessário.2% R$ 64. • a assistência médica (seguro saúde) corresponde em média a 4. • seguro de vida.valor mensal do vale transporte: R$ 3.00 por funcionário dia. acrescer ao custo indireto as ferramentas manuais e pequenas máquinas que serão utilizadas na execução dos serviços.000. não pode ser esquecido no cálculo do preço de venda de um serviço.1% da folha salarial e encargos sociais.00 x 1.06 = R$ 24.00 = 3. o preço da passagem igual a R$ 1. sendo que a empresa descontará 6% sobre o salário do profissional. vem: R$ 75.cálculo do percentual sobre a folha de pagamento: Valor do vale refeição: R$ 4. os Encargos Complementares. Assim. como por exemplo. • Estes percentuais foram obtidos da seguinte maneira: Para que se obtenha um percentual identificado com a fórmula de cálculo do preço de venda.00 cada pessoa).00.80 = R$ 64. assim: Base de cálculo do salário = R$ 1. sendo que cabe ao profissional arcar com 20% deste valor.R$ 24. definiu-se este valor em função do salário mais encargos sociais.

raras vezes.01 a 1. além dos citados anteriormente.00 De 600. ficará isento do pagamento da multa sobre o FGTS e do aviso prévio.1 2. o contrato será transformado em CLT normal exigindo o pagamento dos itens anteriormente citados.65 8. que é regida pela CLT.5 2.65 9.0 13. portanto.00 De 429. sabemos que empresas deste ramo cobram taxas entre 60 e 70% sobre o salário nominal para locação de mão de obra. ainda. Lei nº 6.1% • parcelas referentes ao aviso prévio e a multa sobre o FGTS. assim. usufruindo de todas as sua vantagens. a taxa de administração e o lucro. Estes serviços legalmente devem ser prestados por empresas que se enquadrem em legislação específica. cujo prazo máximo de duração do vínculo trabalhista é de três meses. Nesta data.0 0. quando do encerramento do contrato. admitindo-se. Observa-se que o profissional é regido pela CLT.5 INSS PROFISSIONAL COM VÍNCULO EMPREGATÍCIO Resumo dos Benefícios Estudados DESCRIÇÃO Assistência Técnica Vale Refeição Vale Transporte Seguro de Vida Aposentadoria Outros TOTAL % 4. Nesta modalidade de contratação.00 Paulo Roberto Vilela Dias 45 . 3. todos os encargos de lei para estes serviços. caberá ao Empregador especificar no contrato de trabalho a localização e o prazo da obra. Cabe ressaltar que se houver distrato fora do prazo contratual ou mudança de endereço de trabalho. se o empregado for demitido antes do prazo acertado e/ ou transferido de obra. incluindo.• Outros Benefícios: Algumas empresas oferecem outros benefícios. uma vez que não cabe o pagamento do mês de aviso prévio e da multa sobre o FGTS. a empresa de locação desta mão de obra é que goza de isenção de vários impostos permitindo a redução do custo de contratação.019 de 03/01/1974.430 % 7. Entretanto.2 3.TRABALHADOR ASSALARIADO SALÁRIO CONTRIBUIÇÃO (R$) Até 429. Empresas e Profissionais Desconto para profissionais assalariados: INSS . assim.4 OBS: Os percentuais estão calculados sobre a soma da folha de pagamento mais encargos sociais 3. até 2.3 CONTRATAÇÃO POR OBRA CERTA OU POR PRAZO DETERMINADO Pode-se contratar profissionais por um período determinado de tempo e para uma obra específica.5% • diversos (ticket combustível. efetuar a locação de profissionais dentro do regime temporário. auxílio refeição e seguro saúde.01 a 715. Neste percentual estão excluídos os custos referentes à vale transporte. ainda. entre eles podemos descrever: plano de aposentadoria programada. caberá às empresas construtoras contratarem a estas a locação de pessoal pretendida.00 De 715.6 1. seguro odontológico e etc).00 11. o Empregado terá direito a receber as 44 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. obtém-se o direito de reduzir o custo com o empregado. prorrogação por igual período. 3.01 a 600. 2. portanto.4 MÃO DE OBRA TEMPORÁRIA Podemos.

ANEXO 1 Salários Médios para a Região da Cidade do Rio de Janeiro ANEXO 2 Salários Médios para a Região da Cidade do Rio de Janeiro 46 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 47 .

8 1.9 0. 3.F ) IAPAS SESI / SESC SENAI / SESC INCRA SEBRAE Salário Educação Seg. seu valor em cada caso .8 14.6 1. 4.5 20. isto é .2 125.3 Incidência Cumulativa do Grupo A sobre o Grupo B TOTAL PERCENTUAL DE ENCARGOS SOCIAIS ADOTADO 85. mesmo este não sendo encargo sobre a folha de pagamento de salários .2 IAPAS SESI / SESC SENAI / SESC INCRA Sebrae Salário Educação Seg. bem como .5 3.09 x H 0. 5.1 22.3 22.015 * 0.0 2.0 SUB-TOTAIS DOS GRUPOS Incidência Cumulativa do Grupo A sobre o Grupo B 85 85 TOTAL CALCULADO 125.( B .Ressalta-se que ao valor adotado acima . 2.9 0.0 8.8 0. 23 dias .No ítem AVISO PRÉVIO INDENIZADO considerou-se apenas o complemento ao AVISO PRÉVIO TRABALHADO .4 6. nas grandes cidades.1 0.0 12. Observações : deveremos considerar 20 a 35% referente ao vale-transporte.ANEXO 3 Metodologia Atualizada a ser seguida na Estimativa de Encargos Sociais (calculada para um ano de permanência do profissional na função) TABELA DE CÁLCULO DE ENCARGOS SOCIAIS incidente sobre o salário hora CÓ DI GO ANEXO 4 Tabela de Cálculo Percentual de Encargos Sociais (Salário Mensal) TABELA DE CÁLCULO DE ENCARGOS SOCIAIS incidente sobre o salário mensal CÓ DI DESCRIÇÃO FÓRMULAS GO Incidente sobre o Salário Mês GRUPO A GRUPO B GRUPO C Incidente s/ Hora Extra Incidente s/ Hora Normal DESCRIÇÃO FÓRMULAS GRUPO A GRUPO GRUPO B C Incidente sobre Hora Extra Dados Básicos Para Cálculo dos Dias Efetivamente Trabalhados ( para salário/hora ) : A B C D E F G Dias Por Ano Domingos Domingos de Férias Dias de Enfermidade Férias Feriados Resultado ( A.0 2.7 0.5 ( E + 0.Contra Acid. FGTS Salário Maternidade 365 52 4 5 30 12 270 FIXO FIXO FIXO FIXO FIXO FIXO FIXO FIXO FIXO ( B .0 11.4 6. 23 dias .1 4.5 17.5 horas de trabalho por dia.08 * H 0.Remun.8 1.5 1.6 1.C ) .5 0. 5.2 PERCENTUAL DE ENCARGOS SOCIAIS ADOTADO 125 125 1.0 1.Trab.0 8.9 103.0 85.015 * 0.6 6.SemJusta Causa IAPAS sobre o 13º salário FGTS sobre 13ºSalário ( 5 / 330 * 100 ) 5 / 330 * 0.4 2.7 IAPAS sobre o 13º salário FGTS sobre 13ºSalário SUB-TOTAIS 30 / G * 100 0.SemJusta Causa FIXO FIXO FIXO FIXO FIXO FIXO FIXO FIXO 20.0 9.7 11.0 8.1 0.2 0.8 Repou.8 4.Ressalta-se que ao valor adotado acima .Sempre que se necessitar utilizar esta tabela deve-se avaliar cada ítem .C ) / G * 100 ( E + 10 ) / G * 100 OBS : A base de cálculo do encargo social sobre o salário mensal é 11 meses ( 12 meses por ano menos 1 mes de férias ) 20.6 2.0 0.5 1.50 * 8.0 1. a fim de selecionar aqueles que efetivamente constam de seu orçamento .O valor da hora a ser adotada como referência para cálculo da hora extra é o salário mensal dividido por 220.0 11.9 0.2 0.Remuner.8 5 / G * 100 5 / (G * 0.Resc. Férias Feriados Aviso Prévio Trabalhado Aviso Prévio Indenizado Auxílio-Enfermidade Licença Paternidade H 13º Salário Dep.97 F / G * 100 7 / G * 100 ( 23 / G * 100 ) * 0.Contra Acid.8 0.9 37.5 3.5 17.0 0.Seman.0 0.Trab. mesmo este não sendo encargo sobre a folha de pagamento de salários . Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 49 .2 0.97) H 1 / 11 * 100 0.1 4.1 5.6 2.0 0. 2.6 2.1 4.3 30.Cálculo efetuado para a permanência de 1 (HUM) ano na empresa 6.0 0.8 4. FGTS Salário Maternidade Repou.9 0.0 1.D .5 1.5 0.5 0.09 x H 0.5 1.0 0.6 6.Resc.Considerou-se em média 8.No ítem AVISO PRÉVIO INDENIZADO considerou-se apenas o complemento ao AVISO PRÉVIO TRABALHADO . 3. nas grandes cidades.Considerou-se 170 horas de trabalho por mês = 20 dias x 8.3 59.5 0.0 11. 4.0 12.E . bem como .Cálculo efetuado para a permanência de 1 (HUM) ano na empresa Observações : 1.0 9.08 * H 37.2 0.3 73.6 2.1 5. Férias Feriados Aviso Prévio Trabalhado Aviso Prévio Indenizado Auxílio-Enfermidade Licença Paternidade 13º Salário Dep.Sempre que se necessitar utilizar esta tabela deve-se avaliar cada ítem .5 1. isto é .5 1.0 8.33 ) / 11 * 100 7 / 330 * 100 (( 23/30) / 11 * 100 ) *0. seu valor em cada caso .8 14. a fim de selecionar aqueles que efetivamente constam de seu orçamento .2 20.5 3.5 3.1 4.4 2.5 horas por dia 48 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.0 1. deveremos considerar 20 a 35% referente ao vale-transporte.Seman.50 * 8.

também. por mês. a fim de obter a máxima acurácia do orçamento que está realizando. definir o número médio de dias úteis por mês. fundamentalmente. isto é. Entretanto. O cálculo não pode ser utilizado para profissionais da construção civil. a situação é bastante tranquila para a empresa prestadora de serviço. das especificações do memoPaulo Roberto Vilela Dias 51 . é muito difícil estabelecer-se perfeitamente os meses em que será executado o trabalho.266 de 08-12-50 Feriado Nacional Lei 662 de 06-04-49 Feriado Nacional Lei 662 de 06-04-49 Feriado Nacional Lei 662 de 06-04-49 Feriado Nacional Lei 6. o estudo das horas de trabalho por mês da mão de obra. definir-se mês a mês a quantidade de dias úteis. forçará ao engenheiro orçamentista promover estudo das horas de trabalho por mês.327 de 08-02-67 16 OUTROS FERIADOS DA CONSTRUÇÃO CIVIL OUTUBRO 2ª FEIRA DIA DA CONSTRUÇÃO CIVIL Feriado Setorial 17 Na elaboração de proposta de preço de serviços de engenharia com preponderância de mão de obra a fase mais difícil.327 de 08-02-67 SENHORA Feriado Municipal 15 DEZEMBRO 8 SÁBADO IMACULADA CONCEIÇÃO Lei 1.561 de 19/10/79 Feriado Municipal 14 4 ASSUNÇÃO DE NOSSA Lei 1. para o caso da planilha de quantidades expressa na unidade hora.ANEXO 5 Feriados CALENDÁRIO DE FERIADOS NACIONAIS PARA O ANO DE 2002 MÊS JANEIRO FEVEREIRO FEVEREIRO ABRIL MAIO MAIO SETEMBRO OUTUBRO NOVEMBRO NOVEMBRO DEZEMBRO DEZEMBRO DEZEMBRO 4 MOTIVO Feriado Nacional Lei 662 de 06-04-49 1 Nº DIA 1 11 12 21 1 30 7 12 2 15 24 25 31 DIA DA SEMANA 3ª FEIRA 2ª FEIRA 3ª FEIRA DOMINGO 4ª FEIRA 5ª FEIRA SÁBADO SÁBADO SÁBADO 6ª FEIRA 3ª FEIRA 4ª FEIRA 3ª FEIRA COMEMORAÇÃO ANO NOVO CONFRATERNIZAÇÃO UNIVERSAL CARNAVAL CARNAVAL TIRADENTES DIA DO TRABALHO CORPUS CHRISTI INDEPENDÊNCIA NOSSA SENHORA DE APARECIDA FINADOS PROCLAMAÇÃO DA REPÚBLICA NATAL NATAL ANO NOVO ESTUDO DAS HORAS DE TRABALHO POR MÊS DOS PROFISSIONAIS 2 3 Feriado Nacional Lei 1. é a discussão da quantidade de horas trabalhadas por mês pelos profissionais. De um modo geral.327 de 08-02-67 Feriado Estadual Lei 7. Quando a planilha de preços é elaborada com salários mensais e a medição de serviços será. a qual se deve dar total atenção. também. entenda-se por hora efetivamente trabalhada. caberá ao engenheiro orçamentista. Depende. Em realidade. assim. Lembramos que o cálculo da quantidade de horas de trabalho por mês deve ser calculado por categoria profissional. deve considerar a época de realização do serviço.1 OBJETIVO 4 5 6 7 8 9 10 11 Feriado Nacional Lei 662 de 06-04-49 12 13 FERIADOS DA CIDADE DE BELO HORIZONTE E DO ESTADO DE MINAS GERAIS Feriado Municipal MARÇO ABRIL AGOSTO 29 21 15 6ª FEIRA SÁBADO 4ª FEIRA PAIXÃO DE CRISTO DIA DO ESTADO DE MINAS GERAIS Lei 1. no presente estudo estamos tratando dos empregados em empresas de consultoria de engenharia.802 de 30-06-80 Feriado Nacional Lei 662 de 06-04-49 Feriado Nacional Lei 662 de 06-04-49 4.

da época do ano e do dissídio coletivo das categorias profissionais. sendo da ordem de 160 a 166 horas.040 horas (170 horas por mês x 12 meses por ano) As considerações descritas neste capítulo servem apenas para orientar o engenheiro. o período de execução do contrato é muito importante. entretanto. para o caso das atividades profissionais em escritórios de engenharia e arquitetura: 52 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. Somente deste modo haverá segurança na definição do preço horário de venda dos salários dos profissionais. 4.3 Adotaremos em média 20 (vinte) dias úteis por mês para efeito dos estudos praticados no âmbito deste livro.rial descritivo ou do edital. o que segundo estatísticas conhecidas.5 horas. portanto.5 horas Cálculo dos dias úteis por mês.5 horas trabalhadas por semana. pois. Adotaremos 170 horas de trabalho por mês. podemos considerar um total de 42. a quantidade média de horas de trabalho por mês pode ser considerada igual a 170 horas. isto é. Na construção civil para o pessoal operário é adotado o limite máximo de horas por semana estabelecido na legislação. sempre por categorias profissionais ou por sindicato de trabalhadores. uma vez que existem os feriados e faltas justificadas a descontar. bem como. os profissionais que atuam em escritórios de empresas de prestação de serviços de engenharia e arquitetura. assim vem: CÁLCULO DA QUANTIDADE DE DIAS ÚTEIS POR MÊS Jornada diária. O que ainda não é de todo verdade. sabendo-se que em média temos 4.5 horas diárias de trabalho. Outra maneira e mais precisa de se calcular o número de horas de trabalho por mês é multiplicar a jornada diária de trabalho pela quantidade média de dias úteis mensais.2857 (30 dias por mês ÷ 7 dias por semana) semanas por mês. concluímos que a jornada de trabalho diária é de 8. da região de desenvolvimento dos serviços. Considerando-se. Ressalta-se que em pesquisas realizadas em grandes empresas de engenharia e arquitetura a quantidade média de horas de trabalho por mês é inferior aos valores teóricos encontrados anteriormente. Paulo Roberto Vilela Dias 53 . uma vez que em cada orçamento será obrigatória a elaboração do estudo de horas de trabalho por mês. considerando-se 8. Faremos nossa simulação considerando o total de 42. o horário normal de trabalho é das 8:30 ás 18:00 horas. Logo.5 horas para semana de cinco dias úteis. com intervalo de 1 hora para almoço. valores inferiores podem ser fixados através de acordos coletivos. definir a quantidade de horas trabalhadas por mês. está mais próximo da realidade.14. podemos dizer que o total de horas efetivamente de trabalho por mês para esta categoria profissional é de 182. Cabe conferir que o número de horas de trabalho de um funcionário por ano é igual a 2. assim. sabemos que cada mês pode apresentar um número distinto de dias úteis. de acordo com o sindicato da categoria = 8.2 QUANTIDADE MÉDIA DE HORAS TRABALHADAS POR MÊS De acordo com a Constituição Federal o número máximo de horas de trabalho por semana para qualquer profissional é de 44 horas. 44 horas. Empresas e Profissionais (A)Total de dias por ano calendário Cálculo dos dias não trabalhados por ano: Domingos Sábados Feriados Dias de enfermidade (B)Total de dias não trabalhados por ano (C)Total de dias úteis por ano (A) – (B) Total de dias úteis por mês (C) ÷ 12 = 365 = = = = = = = 52 52 12 5 121 244 20.

formas de cálculo e de medição.3 Uma vez que a categoria que estamos contemplando trabalha 8. desconto em função das férias: admitindo-se que o funcionário permanecerá 7 (sete) meses na empresa. a fim de encerrar determinadas tarefas que se encontram atrasadas ou mesmo as que surgem de última Paulo Roberto Vilela Dias 55 . cabe ao engenheiro de custos. O que poderá ser feito por ponto eletrônico ou manual.2 Conclusão É muito importante a compreensão correta deste fundamento. normalmente. podemos considerar o seguinte: • preço global.5 horas por dia. sábados (quando oficialmente se cumpre a jornada de trabalho semanal de 2ª a 6ª feira) e domingos. a despeito dos estudos aqui desenvolvidos. para bem aplicar às propostas de preços. Assim. não se consideram férias. Adotaremos 170 horas de trabalho por mês para esta categoria profissional.2. por folha específica de apropriação de hora técnica.3 ANÁLISE DE CASOS DAS HORAS EXTRAS Os valores e situações de horas trabalhadas até aqui analisados referem-se sempre às horas normais. como aqui calculado o valor mais próximo referente à média anual é realmente igual a 170 horas.1 Medição Em contratos destes tipos. anteriormente calculado = 244 Desconto relativo a férias e aviso prévio = 15 Total de dias de trabalho por ano (244 – 15) = 231 Total de dias de trabalho por mês (C) ÷ 12 = 19. 4. cabe ao cliente efetuar a medição das horas efetivamente trabalhadas por cada profissional integrante da equipe. Empresas e Profissionais Ressaltamos que. existe a necessidade do profissional estender seu período normal de trabalho. faltas abonadas. e comumente ocorre. entretanto. vem: 7 dias por mês x 7 ÷ 12 = 4 dias Assim sendo.Esta quantidade de horas se deve a necessidade de se reduzir do número de dias úteis por mês os dias não trabalhados por conta do aviso prévio e das férias. cuja forma de contratação não seja por 54 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. a medição das categorias profissionais dar-se-á por horas efetivamente trabalhadas. podemos definir o seguinte: Total de dias úteis por ano. A prática demonstra que se pode considerar valores para horas de trabalho por mês entre 160 e 180 horas. ou ainda. feriados. em cada situação determinar a quantidade correta de horas de trabalho por mês. Estes ressarcimentos à empresa prestadora de serviços se darão através da taxa de encargos sociais. ou até um pouco inferior. 4. Assim. temos que: 19. de 2ª a 6ª feira. ou seja. temos: 20.2. aquelas cumpridas dentro do acordo coletivo da categoria.3 x 8.3 dias úteis por mês x 7 ÷ 12 = 11 dias • desconto em virtude do mês de aviso prévio: admitindo-se a que o funcionário permanecerá 7 (sete) meses na empresa.5 = 164 horas de trabalho por mês 4. no horário pré-estabelecido nos acordos coletivos. Entretanto. isto é.

assim. devem ser obtidos junto aos sindicatos locais de cada categoria profissional.Calcular a hora extra.00 ÷ 220 = R$ 2. Hora extra noturna. as leis trabalhistas vigentes e ainda o acordo coletivo da região de realização dos serviços. de 2ª a 6ª feira após às 22:00 e até às 06:00 horas. das 6:00 até às 22:00 horas. segundo a Constituição Federal este percentual não pode ser inferior a 50%. Solução: Uma vez que o salário mensal é de R$ 500. das 6:00 até às 22:00 horas. vem: HORA EXTRA 2ª FEIRA = R$ 2. Entretanto.hora. Apesar de sofrer variações em função da região e da categoria profissional. Entretanto. assim. Hora extra noturna nos feriados. nos seguintes tipos: Hora extra de 2ª a 6ª feira.00 horas por mês = 220. das 6:00 até às 22:00 horas. salienta-se que para o cálculo da hora extra. após às 22:00 e até às 06:00 horas. Hora extra nos feriados. para cada um dos tipos apresentados anteriormente. de um profissional que recebe salário mensal de R$ 500. 2ª feira de 18:00 às 21:00 horas. adota-se a hora normal como sendo o salário mensal dividido por 220 horas.00. após às 22:00 e até às 06:00 horas. das 6:00 até às 22:00 horas.27 Sendo considerado o acréscimo de hora extra no período especificado.28 semanas por mês = 188. Hora extra aos sábados.32 horas por mês EXEMPLOS PRÁTICOS: 1 . igual a 70%. Hora extra noturna aos domingos. Para se determinar o valor das horas extras trabalhadas tem se que levar em consideração. após às 22:00 e até às 06:00 horas. a hora extra é igual a: HORA EXTRA = % DE ACRÉSCIMO x HORA NORMAL. Hora extra aos domingos. Hora extra noturna aos sábados.32 horas por mês 4 domingos por mês x 8 horas por domingo = 32. sendo que: Este valor de 220 horas por mês pode ser atribuído ao cálculo adiante apresentado: Horas de trabalho por mês Domingos TOTAL 44 horas por semana x 4.00. de uma maneira geral. Os percentuais de acréscimo sobre a hora normal. realizada em numa 2ª feira.86 HORA NORMAL = SALÁRIO MENSAL ÷ 220 horas 56 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. entre 18:00 e 21:00 horas.7 HORA EXTRA 2ª FEIRA = R$ 3. ocorre o que se denomina como hora extra. podemos definir que as horas extras podem ser divididas. temos que o salário hora (hora normal) para efeito do cálculo da hora extra é: R$ 500.27 x 1. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 57 .

200.00. regida pela CLT – Consolidação das Leis do Trabalho. que são: profissionais autônomos. MÃO DE OBRA TEMPORÁRIA. receberá sua remuneração via RPA – Recibo de Pagamento de Autônomo. Solução: Uma vez que o salário mensal é de R$ 1.25 HORA EXTRA NOTURNA DE DOMINGO = R$ 13.65 5 PESSOAL AUTÔNOMO. através da contratação de pessoas jurídicas. consideramos que a mão de obra seria contratada como celetista. entretanto. poderá ser configurado o vínculo empregatício. e na impossibilidade de apresentarem uma melhor maneira de se relacionar com a pessoa jurídica. Paulo Roberto Vilela Dias 59 58 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. COOPERATIVA DE TRABALHADORES. para prazos maiores o profissional deverá ter outra forma de se relacionar com a empresa. • serviços terceirizados. Anteriormente. no Capítulo 3. existem outras formas possíveis e legais de se utilizar o pessoal.Calcular o salário hora de um profissional que cumpre o horário de trabalho das 22:00 às 6:00.00 ÷ 220 = R$ 5. isto é.200. caso contrário.00.72 x 1.00. • cooperativas de trabalhadores. cujo salário mês é de R$ 600. Solução: Trata-se de salário hora normal. isto é.00 ÷ 220 = R$ 2.200. • 3. porém.25 Hora noturna = R$ 3.Calcular a hora extra noturna.40 Consideram-se nesta categoria profissionais que não tenham vínculo empregatício com a empresa. realizada em um Domingo de um profissional que recebe salário mensal de R$ 1. Interessa-nos discutir os custos diretos e indiretos de cada uma destas maneiras especiais de se contratar mão de obra.46 Sendo considerado o acréscimo de hora extra de Domingo igual a 100% e o adicional noturno correspondente a 25%. SERVIÇOS DE TERCEIROS. Empresas e Profissionais . Salário hora = R$ 600. entretanto. Assim.2 . 5.46 x 2 x 1.1 PROFISSIONAL AUTÔNOMO Devemos aplicar sobre a hora normal o adicional noturno que consideraremos igual a 25%. temos que o salário hora normal para efeito do cálculo da hora extra é: R$ 1. noturno. alertamos que o período máximo admissível para estes contratos é de 3 meses. vem: HORA EXTRA NOTURNA DE DOMINGO = R$ 5.72 Hora noturna = R$ 2.

a empresa arcará com o pagamento do INSS sobre o serviço de autônomo.00 20 Ver Instrução Normativa do INSS Nº 4 de 30/11/1999 5. profissionais sem vínculo empregatício com a empresa.144. COFINS.00 171. o pagamento do INSS. Ao profissional caberá. Para os serviços terceirizados não existe a incidência de outros custos ou impostos para a empresa contratante.115.00 R$ 158.00 Alíquota isento 15% 27.5% OBS : Pode-se deduzir da renda R$106.00 20 0 1.115. CSLL e CPMF) devem estar embutidos no preço ofertado pela empresa contratada. No Capítulo 8 apresentaremos maiores esclarecimentos quanto à aplicação destes impostos.Imposto Sobre Serviço. PIS. para o recebimento da remuneração pelo serviço prestado.058.60 200.00 20 6 12 858. de acordo com a Lei nº 5764/71 de 16/12/1971. podendo haver restituição ou imposto a pagar.40 286. bem como o valor pago à Previdência Social no mês. porém.3 COOPERATIVAS DE TRABALHADORES Uma forma legal de contratação de profissionais que vem ganhando força em nossos dias é através de cooperativas de trabalhadores.287.01 20 9 36 1.80 257. de acordo com sua faixa de contribuição e cuja tabela. a tabela do imposto de renda na fonte. quando inscrito.00 por dependente. É legal deduzir. ainda. Os impostos sobre o faturamento (ISS.20 228. pensão alimentícia judicial e R$ 1. que é bastante oneroso.Caberá ao profissional receber apenas o valor acertado pelo serviço prestado. conforme descrito na própria metodologia de cálculo do preço de venda de serviços exposta nesta publicação. caso o profissional não seja inscrito no INSS.430. ainda.99 20 8 36 1.70 Acima de R$ 2. IR . que emitirá nota fiscal ou fatura. porém.08 INSS – AUTÔNOMOS E EMPRESÁRIOS Classe Meses de Salário Alíquota Permanência (R$) (%) 1 12 200. Devemos considerar 20% sobre o valor do RPA – Recibo de Pagamento de Autônomo para cobrir essa despesa. ainda da Constituição Federal 60 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. Entretanto. Ao profissional caberá assumir as despesas de sua regularização junto à municipalidade para efeito de pagamento do ISS . que é de exclusiva competência de cada prefeitura.00 20 7 24 1. 5. para profissionais autônomos é a seguinte: IMPOSTO DE RENDA PESSOA FÍSICA Salário Parcela a Deduzir Até R$ 1. desde que acordado entre as partes. não se deve esquecer que este valor é compensado na declaração anual de rendimentos.000. ainda.058.00 R$ 423. se o mesmo for inscrito no INSS aplicaremos o percentual de 20% sobre o maior salário de contribuição.058.2 SERVIÇOS DE TERCEIROS A pagar (R$) 40. Arcará. Nesta data. que tenham firma individual ou tenham qualquer tipo de vínculo com uma pessoa jurídica.01 a R$ 2. é a apresentada a seguir: Consideramos nesta categoria.00 por aposentadoria para quem já completou 65 anos. com a retenção a ser efetuada para fins de IR – Imposto de Renda de Pessoa Física. nesta data (maio/ 2002). Entretanto. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 61 .00 De R$ 1.

..... tais como..... Com a adição do imposto sobre o faturamento..... ticket refeição.. entretanto... que é uma pessoa jurídica convencional..... 36.. excluídos os impostos sobre a emissão da nota fiscal (ISS....... aplicáveis sobre a taxa de administração...... Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 63 ... COFINS e PIS)......... 62 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva...... cap...... nesta data..... conforme tabela anexa.239......... seguro pessoal. O vínculo do contratante é com a cooperativa. 1 e artigo 174 – parágrafo 2. À remuneração do profissional deverão ser acrescidos os benefícios oferecidos...... O profissional sofrerá retenção do imposto de renda na fonte de acordo com a tabela apresentada anteriormente............ ” e do artigo 24 do Decreto nº 22.. o custo adicional da cooperativa passa para 10% e 20%. seguro saúde e etc. que deverá ser pactuada entre as partes e deverá estar expressa no contrato.... As taxas de administração das cooperativas estão.... bem como......................de 05/10/1988 que no Título VII . Caberá ao profissional cooperado o pagamento do carnê do INSS segundo sua faixa de contribuição. 15% Taxa de Administração (Cooperativa) ..... seguro pecuniário......5% vale transporte.. sempre através da própria cooperativa..... entre 8% e 12%....... Ao profissional legalmente só caberá a remuneração acordada.. visto que à cooperativa caberá fornecer uma nota fiscal de prestação de serviços. Nestes casos.... existe a incidência apenas do pagamento do INSS que é de 15% sobre o faturamento da cooperativa para a empresa contratante... e inclusive emitirá nota fiscal pela prestação dos serviços.. seguro saúde... outros benefícios. e ainda. Podemos identificar da seguinte forma o custo da contratação de uma cooperativa de trabalhadores: INSS sobre a Nota Fiscal (contratante) .. 12% Impostos sobre a Nota Fiscal (Cooperativa) .. da taxa de administração da cooperativa.... a empresa contratante poderá oferecer.... conforme acordo com cada cooperativa..... demais custos diretos e indiretos. contém: “ A Lei apoiará o Cooperativismo e .. 6% TOTAL (Média) .... dar-se-á o mesmo tratamento de pessoas jurídicas.... ou seja......... benefícios do tipo: • • • • • Outros descontos. Deverá ser assinado contrato de trabalho entre a empresa contratante e a cooperativa....

• preço de fornecimento. 6. frete. Consideraremos nesta categoria os softwares largamente utilizados nestes tipos de contrato e que oneram sobremaneira os custos dos contratos. com no mínimo três fornecedores distintos. principalmente. Da pesquisa de mercado. deve constar. por fornecedor. • Apresenta-se no ANEXO 1 modelo do mapa de Coleta de Preços visando facilitar a elaboração da pesquisa de mercado. incluindo todos os impostos.6 CÁLCULO DO CUSTO DE BENS PATRIMONIAIS Caberá ao engenheiro de custos. • prazo de entrega e disponibilidade. • condições de pagamento. efetuar listagem contendo todos os itens patrimoniais necessários à pesquisa de mercado de preços. uma vez que a metodologia adotada está apresentada no Capítulo 7.1 PESQUISA DE MERCADO DE ITENS PATRIMONIAIS A pesquisa de mercado para conhecimento do valor de aquisição dos bens patrimoniais será feita na região sede da empresa ou onde se desenvolverão os serviços. Não incluiremos neste capítulo o custo de utilização de veículos automotores. após a elaboração da planilha de quantidades. os seguintes dados: descrição detalhada do item. uma vez que apresentam valores de compra elevados. embalagem e etc. Paulo Roberto Vilela Dias 65 .

Poder-se-ia denominar que o cliente paga aluguel pelo emprego do item patrimonial. tais como: MICROCOMPUTADORES. Empresas e Profissionais Fórmulas de Cálculo das Parcelas do Custo de Bens Patrimoniais: DEPRECIAÇÃO = VALOR DE AQUISIÇÃO ÷ VIDA ÚTIL JUROS = VALOR DE AQUISIÇÃO x TAXA ANUAL DE JUROS ÷ 12 MANUTENÇÃO = 0. no caso de impressoras. isto é. o tempo de contrato ou a possibilidade de se reutilizar o equipamento em outros contratos. CUSTO OPERACIONAL – é a utilização do item patrimonial compre• endendo os custos necessários à sua operação (energia elétrica.5 x VALOR DE AQUISIÇÃO ÷ VIDA ÚTIL CUSTOS OPERACIONAIS. • MANUTENÇÃO – é a parcela por meio da qual se mantém o patrimônio em perfeitas condições de utilização. • JUROS – corresponde a remuneração do capital investido na aquisição do item patrimonial. VÍDEOCASSETE. Vida Útil de Itens Patrimoniais Apresenta-se uma tabela de valores para a vida útil de vários itens patrimoniais.Entendemos como bens patrimoniais itens de consumo que não se desgastam em um único contrato. ANTENA PARABÓLICA OU DE QUALQUER NATUREZA. Assim. entretanto. Divide-se em custos com mão de obra e peças de reposição. • 66 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. CADEIRAS. levam o orçamentista a adotar tempos de vida útil distintos dos mostrados. cuja propriedade é da própria prestadora de serviços. Aconselha-se que quando for o caso. muitas vezes. em cada situação. No caso da empresa não possuir o bem. são reutilizados em vários serviços distintos. APARELHOS DE FAX OU TELEFONE OU RÁDIO. FILTRO. SOFTWARES. PLOTERES. FILTRO DE ÁGUA E MÁQUINA DE CAFÉ. ou seja. VIDEOCASSETE 60 60 A taxa de juros a ser adotada deve estar entre 10 e 12% ao ano. ITEM PATRIMONIAL VIDA ÚTIL (meses) MÉDIA MÁXIMA MICROCOMPUTADORES E IMPRESSORAS 24 48 PLOTERES 24 48 SOFTWARES 18 24 APARELHOS DE FAX OU TELEFONE 60 60 MÓVEIS E UTENSÍLIOS 48 60 EQUIPAMENTOS DE TOPOGRAFIA OU DE LABORATÓRIO 60 60 MÁQUINA DE CAFÉ. devem ser computados os valores necessários. por exemplo. para equipamen- Paulo Roberto Vilela Dias 67 . combustível e etc). MÓVEIS E UTENSÍLIOS (MESAS. Nos serviços objeto deste livro é comum constar da planilha de quantidades bens patrimoniais. TV. é necessário que se defina o custo de aluguel destes itens. TELEVISÃO. outros fatores. incluir substituição de cartuchos. IMPRESSORAS. deverá efetuar cotação no mercado para locação. Uma vez que esses bens foram objeto de compra pela prestadora de serviço e que tem um tempo de vida útil determinado. papel próprio para impressão e etc. caberá sempre que utilizado ser considerado como custo de produção do serviço. ARMÁRIOS E ETC). ANTENA. A fórmula de cálculo que pode ser aplicada para a determinação do custo de produção de bens patrimoniais (BP) é a apresentada a seguir : BP = DEPRECIAÇÃO (D) + JUROS (J) + MANUTENÇÃO (M) + CUSTO OPERACIONAL (CO) Definição dos itens de custo dos bens patrimoniais: DEPRECIAÇÃO – é a parcela referente a perda de valor do bem patrimonial em decorrência do uso ou obsolescência. como. EQUIPAMENTOS DE TOPOGRAFIA OU DE LABORATÓRIO.

conforme informado anteriormente. ET = D + J + M M = 0.00 + R$ 250. considerar que o mesmo trabalha 160 horas por mês. no valor de R$ 2.00 ÷ 30 D = R$ 500.00 ET (mês) = R$ 500.000. Para veículos. Deve-se observar que a energia elétrica necessária à utilização dos equipamentos ou aparelhos será computada em um item específico do custo indireto.tos de informática consultar no mercado os valores do custo de manutenção mensal (fixa) e corretiva (eventual.00 ÷ 160 horas ET (hora) = R$ 5. É usual nestes contratos o fornecimento pelo cliente da energia elétrica. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 69 .00 2.Calcular o custo mensal de um aparelho de topografia do tipo estação total (ET) de última geração.000.00 por mês Se quisermos conhecer o aluguel por hora. no valor de R$ 15.00 + R$ 150. uma vez que os serviços transcorrem dentro do canteiro de obras da construtora. temos: D = 2. devemos adotar a metodologia apresentada no capítulo 7. temos: D = 15. podemos. por exemplo.00) ÷ 30 M = R$ 250. por exemplo.00.12 ÷ 12 J = R$ 150.00 J = VALOR DE AQUISIÇÃO x TAXA ANUAL DE JUROS ÷ 12 Adotando-se a TAXA ANUAL DE JUROS igual a 12% ao ano. MC = D + J + M D = VALOR DE AQUISIÇÃO ÷ VIDA ÚTIL Adotando-se a VIDA ÚTIL igual a 24 meses.5 x 15.00.Calcular o custo mensal de um microcomputador (MC) de última geração.00 ÷ 24 D = R$ 83.000. temos: J = 15.33 J = VALOR DE AQUISIÇÃO x TAXA ANUAL DE JUROS ÷ 12 68 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.00 x 0.00 ET (mês) = R$ 900. assim temos: ET (hora) = R$ 900.000.000.5 x VALOR DE AQUISIÇÃO ÷ VIDA ÚTIL M = (0.000. com substituição de peças e componentes).63 D = VALOR DE AQUISIÇÃO ÷ VIDA ÚTIL Adotando-se a VIDA ÚTIL igual a 30 meses. EXEMPLO PRÁTICO: 1.

temos: J = 2. assim temos: MC (hora) = R$ 145.800. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 71 . por exemplo.00 M = 0. temos: J = 1.00 ÷ 170 horas MC (hora) = R$ 0.00 IL (mês) = R$ 100.00 + R$ 50.5 x VALOR DE AQUISIÇÃO ÷ VIDA ÚTIL M = (0.800.00 + R$ 18.67 J = VALOR DE AQUISIÇÃO x TAXA ANUAL DE JUROS ÷ 12 Adotando-se a TAXA ANUAL DE JUROS igual a 12% ao ano.67 M = 0.99 3. podemos. 18 meses.800.00 MC (mês) = R$ 83.00 IL (mês) = R$ 168.00 ÷ 170 horas IL (hora) = R$ 0. uma vez que após o encerramento da obra o equipamento será doado ao cliente.00 x 0. considerar que o mesmo trabalha 170 horas por mês.33 + R$ 20.00 D = R$ 100.00) ÷ 24 M = R$ 41.5 x 1.000.5 x VALOR DE AQUISIÇÃO ÷ VIDA ÚTIL MC (mês) = R$ 145.00 + R$ 41.000.00. por exemplo.800.00 M = (0.00 ÷ 18 J = R$ 20. assim temos: IL (hora) = R$ 168.5 x 2. considerar que o mesmo trabalha 170 horas por mês. podemos.00) ÷ 18 Se quisermos conhecer o aluguel por hora.Calcular o custo mensal de uma impressora a lazer (IL) de última geração.D = VALOR DE AQUISIÇÃO ÷ VIDA ÚTIL Adotando-se a TAXA ANUAL DE JUROS igual a 12% ao ano. IL = D + J + M 70 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.12 ÷ 12 J = R$ 18.85 M = R$ 50. Considerar a vida útil igual ao prazo do contrato. no valor de R$ 1.00 Se quisermos conhecer o aluguel por hora.12 ÷ 12 D = 1. temos: Adotando-se a VIDA ÚTIL igual a 18 meses.00 x 0.

00) ÷ 60 M = R$ 6. temos: J = 4.Calcular o custo mensal de uma máquina de café (CAFÉ).00. SW = D + J + M D = VALOR DE AQUISIÇÃO ÷ VIDA ÚTIL Adotando-se a VIDA ÚTIL igual a 36 meses.800.00 M = Não se considerou verba para manutenção SW (mês) = R$ 133.5 x 800.800.00 ÷ 60 D = R$ 13.67 CAFÉ (mês) = R$ 26.00 ÷ 36 D = R$ 133.00 CAFÉ (mês) = R$ 13. CAFÉ = D + J + M D = VALOR DE AQUISIÇÃO ÷ VIDA ÚTIL Adotando-se a VIDA ÚTIL igual a 60 meses.10 ÷ 12 J = R$ 6.67 + R$ 6.00 x 0.17 5.Calcular o custo mensal de aquisição de um software ou conjunto de softwares (SW). assim temos: CAFÉ (hora) = R$ 26.67 ÷ 160 horas CAFÉ (hora) = R$ 0.67 Se quisermos conhecer o aluguel por hora.67 Adotando-se a TAXA ANUAL DE JUROS igual a 10% ao ano. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 73 . no valor de R$ 800. temos: J = 800.33 J = VALOR DE AQUISIÇÃO x TAXA ANUAL DE JUROS ÷ 12 M = 0.10 ÷ 12 J = R$ 40. temos: D = 800.800.00.33 72 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.4.33 J = VALOR DE AQUISIÇÃO x TAXA ANUAL DE JUROS ÷ 12 Adotando-se a TAXA ANUAL DE JUROS igual a 10% ao ano. considerar que o mesmo trabalha 160 horas por mês.67 SW (mês) = R$ 173.33 + R$ 40. no valor de R$ 4.33 + R$ 6. podemos. por exemplo. temos: D = 4.5 x VALOR DE AQUISIÇÃO ÷ VIDA ÚTIL M = (0.00 x 0.

MOB = D + J + M D = VALOR DE AQUISIÇÃO ÷ VIDA ÚTIL MOB (mês) = R$ 100.Calcular o custo mensal de aluguel de um rádio transmissor com alcance de 5 km. = Não se considerou verba para manutenção MOB (mês) = R$ 62. geladeira no valor de R$ 800.00. estufa para marmitas no valor de R$ 300.00 Se quisermos conhecer o aluguel por hora.00 ÷ 60 D = R$ 62.00 ÷ 170 horas MOB (hora) = R$ 0.00. considerar que o mesmo trabalha 170 horas por mês. podemos.750.00 cada e estantes metálicas abertas no valor de R$ 40.Calcular o custo mensal de aluguel de mobiliário de obra. considerar que o mesmo trabalha 170 horas por mês. mesa de reunião com 06 cadeiras no valor de R$ 500.00. máquinas de calcular elétricas no valor de R$ 35.50 + R$ 37. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 75 . conforme dos itens relacionados abaixo. assim temos: MOB (hora) = R$ 100. arquivo metálico no valor de R$ 150.00 ÷ 36 Adotando-se a VIDA ÚTIL igual a 60 meses. armários fechados no valor de R$ 240. cadeiras padrão normal no valor de R$ 45.Se quisermos conhecer o aluguel por hora.00 cada. no valor total de R$ 3.12 ÷ 12 J = R$ 37.00 x 0. por exemplo. temos: D = 3.00 cada. temos: D = 450. cujo valor de aquisição é de R$ 450.02 Adotando-se a TAXA ANUAL DE JUROS igual a 12% ao ano.00 cada.00 cada.33 ÷ 170 horas SW (hora) = R$ 1.750.00. temos: J = 3.50 Mobiliário utilizado pelo contrato: • • • • • • • • • 05 10 03 01 01 01 02 01 04 mesas tipo escrivaninha no valor de R$ 120.59 7. podemos.50 J = VALOR DE AQUISIÇÃO x TAXA ANUAL DE JUROS ÷ 12 74 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. assim temos: SW (hora) = R$ 173.00.750.50 M 6. por exemplo.00 cada. RADIO = D + J + M D = VALOR DE AQUISIÇÃO ÷ VIDA ÚTIL Adotando-se a VIDA ÚTIL igual a 36 meses.

Pagmto: Prazo Entrega Total Compra Impostos (%): Fornecedor : Preço Base Desconto(%): Vendedor : Telefone : Frete : 77 .D = R$ 12.00 x 0. UNID 76 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.50 J = VALOR DE AQUISIÇÃO x TAXA ANUAL DE JUROS ÷ 12 Adotando-se a TAXA ANUAL DE JUROS igual a 12% ao ano.14 Unitário Total M = R$ 6.50 + R$ 4.12 ÷ 12 J = R$ 4. por exemplo. considerar que o mesmo trabalha 170 horas por mês. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias Cliente Obra Observações : : : Data da Coleta Cond. temos: J = 450.25 Se quisermos conhecer o aluguel por hora.50 M = 0. assim temos: RADIO (hora) = R$ 23.00) ÷ 36 Unitário Total Unitário Total COLETA Previsão de Entrega : DESCRIÇÃO Endereço de Entrega : QUANT.50 + R$ 6.5 x 450.25 PREÇOS M = (0.5 x VALOR DE AQUISIÇÃO ÷ VIDA ÚTIL ANEXO 1 Modelo de Mapa de Coleta de Preços (para Elaboração da Pesquisa de Mercado) DE RADIO (mês) = R$ 12.25 RADIO (mês) = R$ 23. podemos.25 ÷ 170 horas RADIO (hora) = R$ 0.

2.Custo Horário de Utilização de Equipamentos e Veículos.1 INTRODUÇÃO A metodologia exposta neste capítulo para cálculo do custo de utilização de veículos pode ser aplicada para transportes de carga. 7. ou seja.1 Definição Paulo Roberto Vilela Dias 79 . As formas de cálculo do custo de utilização dos veículos adotados nos orçamentos de serviços previstos no âmbito deste livro podem ser definidos como segue abaixo: Custo por hora Custo por quilômetro rodado • Custo mensal • Fórmula de cálculo do transporte por km ou por mês • • 7.2 CUSTO DO TRANSPORTE POR HORA Segue a metodologia apresentada no Capítulo 6 . descrita pormenorizadamente em nossa primeira publicação. “UMA METODOLOGIA DE ORÇAMENTAÇÃO PARA OBRAS CIVIS” e aqui transcrita de maneira resumida naquilo que é importante para os prestadores de serviço alvo do livro.1. ônibus.1 MEDOTODOLOGIA DE CÁLCULO DO CUSTO HORÁRIO DE UTILIZAÇÃO DE EQUIPAMENTO 7.7 METODOLOGIA DE CÁLCULO DO CUSTO DE VEÍCULOS 7. motocicleta e carros de passeio.2.

determina 80 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. e ainda.2. enquanto que o custo improdutivo. a seguir resumido. enquanto juros corresponde a remuneração do capital investido.depreciação é a perda de valor do equipamento em decorrência de uso ou obsolescência. MÃO-DE-OBRA (MO) – é a mão-de-obra necessária à operação do equipamento.Mão-de-obra. que é utilizada nas composições de custo. Existe. materiais e mão-de-obra: MATERIAIS (MAT) – é o conjunto de materiais necessários a operação dos equipamentos.1. A expressão geral do valor desta parcela será: p = Vo x i + [(Vo . quando for o caso. ou seja.2 Método de cálculo adotado Para efeito de simplificação. operador de máquinas e auxiliares.1. é a soma dos itens de Depreciação e Juros e Operação . denominado custo produtivo. nestes casos. O método a ser adotado para o cálculo da depreciação e juros será o Fundo de Reserva (sinking fund).1972. para estimativa de custo. DEPRECIAÇÃO E JUROS .2. 7.Custo de utilização de equipamentos é o gasto que decorre da posse e da operação do mesmo. o tempo de espera para entrar em operação na equipe. isto é. ou seja. Neste caso. Normalmente. compreendendo duas parcelas. de motor ligado. onde: Vo = valor de aquisição R = valor residual i = taxa de juros n = vida útil em anos (ver tabela a seguir) Paulo Roberto Vilela Dias 81 Normalmente existe a necessidade de se atribuir ao custo horário dos equipamentos. uma terceira classificação para o custo horário de equipamentos.3 Metodologia do DNER para cálculo do custo horário de utilização de equipamentos • • • • • DEPRECIAÇÃO E JUROS (DJ) – depreciação é a parcela referente a perda de valor do equipamento em decorrência de uso ou obsolescência. que representa o custo improdutivo. sem operar e com motor desligado à disposição do cliente. Empresas e Profissionais . A unidade de tempo em que geralmente se mede o custo de utilização dos equipamentos é a hora. A soma dos quatro componentes anteriormente expostos. fatores independentes da vontade da construtora levaram a máquina a estar paralisada aguardando alguma liberação para reiniciar suas atividades. MANUTENÇÃO (M) – é a parcela por meio da qual se mantém o equipamento em perfeitas condições de uso.1] . ainda. sua utilização em operação normal. pode-se acertar a cobrança destas horas por meio do custo improdutivo ou definir-se outro modo diretamente com o contratante.R)i ÷ (1 + i )n . será adotado o método preconizado no MANUAL DE COMPOSIÇÃO DE CUSTOS RODOVIÁRIOS DO DNER . A partir da pesquisa de mercado do valor de aquisição e aplicando-se a metodologia a seguir exposta. OPERAÇÃO – é a utilização do equipamento. ou seja: Custo Produtivo (CP) = DJ + M + MAT + MO Custo Improdutivo (CI) = DJ + MO Apresentamos neste capítulo a metodologia aconselhada para o cálculo de cada uma destas parcelas. O custo horário é composto das seguintes parcelas: • o custo produtivo. 7. daí ter-se desenvolvido uma metodologia para determinação do custo horário de utilização do equipamento. Juros é a remuneração do capital investido na compra do bem.

usina de asfalto.77 143.000 2.666 1. caminhões basculantes e retroescavadeira e pá mecânica de pneus.1] Fazendo-se (1 + i) = q. ou horas trabalhadas durante esse período.500 82 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.96 6 2. A vida útil é baseada no tipo de equipamento e nas condições de serviço em que é empregado.90 37.000 3 1.24 20. Vo sendo que a expressão [(qn (q . pick up e veículo de passeio Compressor de ar.000 1.333 1.19 131. motoniveladora.750 Média anos 4 4 4 Pesada horas 2.750 horas anos r = [ [ (qn (q . usina de solo Distribuidor e espalhador de agregados Caminhão tanque ou de carroceria fixa.333 2. Multiplicando-se a expressão anterior por 100.000 1. multiplicada pelo valor de aquisição do equipamento resulta exatamente no valor de depreciação e juros.500 1. carregadeira de esteira ou pneus.1)]. onde são previstas também as três condições de serviço em que o equipamento pode trabalhar: TABELA DE VIDA ÚTIL DE EQUIPAMENTOS CONDIÇÕES DE SERVIÇO EQUIPAMENTOS Perfuratriz manual Leve anos horas Vibrador de imersão Bomba mecânica Betoneira Tratores de esteira ou pneus.1) ] x n expressão que pode ser adotada para a determinação da parcela de depreciação e juros. Considerando-se de 10% ao ano a taxa de juros.00 115.63 26.1)) ÷ (qn .000 5 6 6 6 7 2.000 4 2.250 1.63 126. têm-se: Define-se por vida útil do equipamento o período de tempo que vai de sua aquisição e início de funcionamento. que corresponde ao custo de oportunidade do capital. gerador. a expressão anterior assume a seguinte forma: p = Vo x i [1 + (1 ÷ (1 + i)n .1)) ÷ (qn . Com esta consideração pode-se introduzir simplificações na fórmula que permite a apresentação de uma tabela da taxa de depreciação e juros.90 137.24 120. constantes da tabela a seguir.19 31. dumptor.Considera-se o valor residual nulo. rolo de pneus pressão variável. a expressão pode ser assim escrita: p = [(qn (q .1)) 100 ] ÷ (qn .1)] .96 Depreciação e juros durante a vida útil (%) 110. Deve-se adotar para a vida útil dos equipamentos os valores em anos. moto-escavo transportador. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 83 .00 15. escavadeira Serra circular Conjunto de britagem Tanque pré-aquecedor Vassoura mecânica e grade de discos Distribuidor de asfalto Acabadora de asfalto Rolo pé-de-carneiro.500 1.77 43. Considerando-se o valor residual nulo. até a data de sua retirada do serviço por obsolescência ou por ter atingido custo de manutenção muito elevado. rolo liso vibratório e rolo liso 6 8 8 8 8 2.78 149.78 49. durante a vida útil dos equipamentos.250 1.000 6 1. obtém-se a tabela a seguir com os valores para r: TABELA DE DEPRECIAÇÃO E JUROS EXPRESSAS COMO UM PERCENTUAL DO VALOR DE AQUISIÇÃO DO EQUIPAMENTO Vida útil (anos) 1 2 3 4 5 6 7 8 Juros durante a vida útil (%) 10.

esteiras. correias. usina de solo 0.01874 Distribuidor de asfalto 0.000. trator de pneus.01802 Tratores de esteira. com seus respectivos encargos sociais. trabalhando em condições médias.01577 Compressor de ar.01499 Acabadora de asfalto 0. retroescavadeira e pá mecânica de pneus. rolo de pneus pressão variável. limpeza.Baseado na metodologia indicada anteriormente e na vida útil apresentada. ou seja. rolo liso vibratório e rolo liso 0. as reservas destinadas à manutenção com o valor de aquisição do equipamento. caminhões basculantes.01027 Conjunto de britagem 0.01148 Serra circular 0. n = vida útil em anos.000. câmaras de ar.01319. lavagem .01378 Distribuidor e espalhador de agregados 0.01530 Tanque pré-aquecedor 0. carregadeira de esteira e pneus. pick. k = coeficiente de proporcionalidade. rodas motrizes e demais peças de desgaste efetivo durante a operação. etc.62 MANUTENÇÃO Manutenção engloba todos os gastos referentes a: reparos de pequena ou grande monta. para todas as classes de equipamentos enumerados anteriormente: TABELA DE DEPRECIAÇÃO E JUROS POR HORA EXPRESSA COMO UM PERCENTUAL DO VALOR DE AQUISIÇÃO DO EQUIPAMENTO. Assim. Custo horário de depreciação/juros (DJ) = valor aquisição x (% da tabela ÷ 100). temos: 84 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. para fins de previsão. a percentagem de depreciação e juros.00984 Vassoura mecânica e grade de discos 0. peças e acessórios de reposição. de acordo com a tabela a seguir: EXEMPLO DO CÁLCULO DA DEPRECIAÇÃO E JUROS POR HORA Considere-se. cantos.01148 0. • pneus.01722 Caminhão tanque ou de carroceria fixa. regulagem.01319 0. gerador.00 x (0. sem material rodante. uma pick-up. conforme tabela anterior. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 85 . • reapertos. conforme tabela anteriormente apresentada.01249 Rolo pé-de-carneiro. usina de asfalto.01319 ÷ 100) DJ = R$ 4.up e veículo de passeio 0.01071 Pela tabela de depreciação e juros o percentual expresso em função do valor de aquisição é 0. incluindo materiais. lâminas.02103 Betoneira 0. o custo horário de manutenção dos equipamentos deve ser obtido através da seguinte expressão: Manutenção (M) = [Vo ÷ (n x h)] x k. Sabendo-se que o valor de aquisição é igual a R$ 35. por exemplo. organizou-se a tabela a seguir onde se obtém. parafusos. dumper.02010 Vibrador de imersão 0..00. • Para quantificar os gastos de manutenção dos equipamentos é adotado o método de vincular.02523 Bomba mecânica 0. h = horas trabalhadas por ano. motoniveladora. moto-escavo transportador. DJ = 35. pintura. onde: Vo = valor de aquisição do equipamento. escavadeira 0. diretamente. gastos de oficina e mão-de-obra . EM (%) CONDIÇÕES DE SERVIÇO EQUIPAMENTOS Leve Média Pesada Perfuratriz manual 0.

. ou aplicando-se os valores conhecidos... são encontrados os seguintes resultados por HP na barra de direção e por hora: a) Para motores a óleo diesel óleo diesel .. caminhão tanque........002 graxa .. • o preço do óleo lubrificante é igual aproximadamente a 6 vezes o do óleo diesel e 5 vezes o da gasolina.50 0.... trator de pneus.....90 1.... • o preço unitário da graxa equivale ao dobro do de óleo lubrificante. vassoura mecânica e tanque pré-aquecedor Perfuratriz manual. moto-escavo-transportador e retroescavdeira e pá mecânica Motoniveladora........ betoneira.001 Paulo Roberto Vilela Dias litros litros litros litros por por por por HP HP HP HP 87 86 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. dumper Usina e distribuidor de asfalto e usina de solo Acabadora de asfalto e rolos compactadores auto-propulsores Conjunto de britagem..TABELA DE COEFICIENTES DE PROPORCIONALIDADE EQUIPAMENTOS Caminhão basculante... tem-se: Vo = R$ 35...80 Por outro lado... • a despesa horária com filtros corresponde a 50% do valor total dos óleos lubrificantes consumidos por hora.. inclusive..... que esta proporção se mantenha constante.150 óleos lubrificantes ... pá carregadeira. 0... 0.... 0.....80 M = [Vo ÷ (n x h)] x k....80 M = R$ 2.90 0. temos: M = [35.80 0. fornecidos por ábacos e tabelas... vibrador de imersão.. admitindo-se. caminhão de carroceria fixa e cavalo mecânico e pick up Compressor de ar Distribuidor e espalhador de agregados....00 n = 5 anos h = 2........ grade de discos.000)] x 0.00 0.00 0.80 0.000....... escavadeira. transmissão e comandos finais • graxa • filtros para combustíveis e lubrificantes • • A quantificação dos gastos com os materiais de operação será feita a partir das seguintes hipóteses: preço médio único para todos os óleos lubrificantes utilizados pelos equipamentos. Empresas e Profissionais .. considerar em separado o custo de reposição das mandíbulas Trator de esteira....50 0. baseado em consumos médios horários de combustível e lubrificantes. com 92 HP de potência.80 = R$ 2. no caso de motores a diesel...000 horas k = 0..50 CUSTO DE OPERAÇÃO MATERIAIS Fazem parte desta parcela os custos referentes aos seguintes materiais: combustíveis óleo lubrificante de carter • óleos lubrificantes para sistema hidráulico.000... • EXEMPLO DO CÁLCULO DO CUSTO DE MANUTENÇÃO Considerando-se uma pick-up .90 0..002 filtro .... bomba centrífuga.... serra circular e gerador Rolos compressores rebocáveis e veículo de passeio K 1.00 ÷ (5 x 2... 0.

0..........180 O que justifica o seguinte critério........ 0............................ no caso de equipamentos a gasolina: multiplica-se o fator 0.................. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 89 . 0.......... que deve ser adotado.... que deve ser adotado........001 litros por HP Tomando-se o preço do álcool como parâmetro e operando-se com base nas premissas de que o preço do álcool é sete vezes menor que o do óleo lubrificante e doze vezes menor que o da graxa..... 0.. no caso de equipamentos a óleo diesel: multiplica-se o fator 0...... para a determinação do custo horário de materiais de operação..... que deve ser adotado..300 litros por HP óleo lubrificante ............. 0...150 óleos lubrificantes ...... para a determinação do custo horário de materiais de operação..002 x 6 filtros ........002 litros por HP graxa ... 0..........18 x HP x preço de 1 litro de óleo diesel b) Para motores à gasolina gasolina .. 0........... antes estabelecidas......Tomando-se o preço do litro de óleo diesel como parâmetro e operando-se com base nas premissas.................... 0....... para a determinação do custo horário de materiais de operação...300 0........... 0.012 0.....18 pela potência da máquina em HP e este produto pelo preço do litro do óleo diesel... ou pela seguinte expressão: Custo horário de material (MAT) = 0.......................225 litros por HP óleo lubrificante ...........012 0...... tem-se: álcool . tem-se: óleo diesel ... 0..010 0......225 óleo lubrificante ... 0....326 O que justifica o critério seguinte. 0....... 0.. 0.... Ou traduzindo-se em fórmula: Custo horário de material (MAT) = 0. no caso de equipamentos a álcool: multiplica-se o fator 0. sendo que o preço da gasolina é cinco vezes menor que o do óleo lubrificante e dez vezes menor do que a graxa....014 0..245 O que justifica o seguinte critério..326 pela potência do veículo em HP e este produto pelo preço do litro do álcool.....012 0.............. tem-se: gasolina ...002 litros por HP graxa ....002 x 5 graxa ......150 0.................245 pela potência da máquina em HP e este produto pelo preço do litro da gasolina..... 0..225 0.001 x 10 Total 0.001 x 12 Total 0................002 x 7 graxa .......002 x 3 graxa ...........326 x HP x preço de 1 litro de álcool 88 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva..300 óleo lubrificante .............001 litros por HP Tomando-se o preço da gasolina como parâmetro e operando-se com base nas premissas antes estabelecidas.245 x HP x preço de 1 litro de gasolina c) Para motores à álcool álcool ..010 0.001 x 12 Total 0... 0............ Ou traduzindo-se em fórmula: Custo horário de material (MAT) = 0.006 0..........

90 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.18 x HP x preço do litro do óleo diesel MAT = 0.35 pôr hora. No âmbito desta publicação.25 + 4.62 + 2. sendo o preço do litro deste igual a R$ 0. com potência de 92 HP. entre eles. Podem ser adotadas diversas sistemáticas de cálculo do custo por km.62 + 4. temos o seguinte valor para o custo horário da pick-up marca FORD acima citada: CUSTO PRODUTIVO = CP = DJ + M + MAT + MO CUSTO IMPRODUTIVO = CI = DJ + MO Os motores elétricos poderão ter sua potência expressa em termos de quilowatt (KW).18 x 92 x 0. etc. sabendo-se que o motorista percebe R$ 4. Os profissionais incorporados ao custo da mão-de-obra de operação não devem ser cobrados em outros itens do orçamento da obra. etc. incluindo-se.35 CI = 4.3 Custo do transporte por quilômetro rodado Em alguns casos há a necessidade de se considerar no orçamento determinado veículo rodando uma quantidade conhecida ou aproximada de quilômetros por mês. Donde simplificando-se tem-se: Custo horário material (MAT) = KW x preço de 1 KW/h Industrial CP = 4. entretanto. onde são consideradas muitas variáveis de difícil obtenção. temos: MAT = 0. à óleo diesel. referente a pessoal. Este processo é bastante sofisticado.97 7. conforme descrito a seguir: 7. também. a quantidade de curvas fechadas. É mais adotado para os veículos de passageiros ou de carga leves (pick-up. não são adotados nos casos das máquinas pesadas. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 91 . em certos casos é utilizado para o transporte por caminhões. as leis sociais.). assim temos: MO = R$ 4.35 = R$ 8. tais como.1 Método de cálculo do custo por km O custo por km é normalmente aplicado para veículos de transporte de carga de qualquer porte e passageiros.35 = R$ 25. é mais adequado considerar-se uma metodologia simplificada para composição do custo por quilômetro. devese adotar a mesma sistemática apresentada no Capítulo 3. anteriormente citada.80. inclinação de rampas. o apresentado no Manual de Operações do DNER. kombi.02 EXEMPLO PRÁTICO DE CÁLCULO DO CUSTO DE OPERAÇÃO Admitindo-se a mesma pick-up. inclusive automóveis de passeio. porém.80 + 13. condições da superfície de rolamento. servindo de modo mais eficaz em estudos de viabilidade de projetos rodoviários. EXEMPLO PRÁTICO DE CÁLCULO DO CUSTO DE OPERAÇÃO Admitindo-se a mesma pick-up marca FORD. O consumo horário em termos de KW será numericamente igual a potência. anteriormente citada.3.d) Para motores elétricos Assim sendo.80 MAT = R$ 13.25 MÃO-DE-OBRA Para fins de determinação do custo da mão-de-obra de operação. principalmente nos custos indiretos. considerando-se as leis sociais (85%).

adiante determinado Vu = vida útil do veículo. foi confeccionado o formulário correspondente que está apresentado apenso ao final do texto explicativo. que deve ser controlada pela administração: TABELA DE QUILOMETRAGEM MÉDIA PERCORRIDA POR MÊS VEÍCULO GOL 1000 gasolina SAVEIRO gasolina Pick-up gasolina Caminhão 2 eixos Caminhão 3 eixos Cavalo Mecânico KMM 3000 3000 3000 3500 3500 3500 COMBUSTÍVEL É o resultado da divisão do preço de um litro de combustível pelo consumo de combustível conhecido para o veículo. onde: J = Juros Va = valor de aquisição do veículo i = taxa anual de juros (pode-se adotar 12% ou qualquer outra que efetivamente esteja sendo praticada pela construtora) KMM = quilometragem média percorrida por mês. CÓDIGO Será adotada qualquer codificação existente na empresa ou aquela que atenda ao órgão público origem do orçamento.6Va . ou seja.1 Instruções para preenchimento do formulário de cálculo do custo por km DESCRIÇÃO Trata-se da descrição do veículo a ser adotado. onde: D = depreciação por quilômetro Va = valor de aquisição do veículo Vr = valor residual.000 JUROS DE CAPITAL J = (Va x i) ÷ (KMM x 12). marca. este custo está incluído em item próprio. podendo ser adotada a tabela apresentada a seguir. a metodologia empregada é descrita através de instruções para preenchimento do formulário. A fórmula anterior pode ser reduzida à seguinte: D = (0. DEPRECIAÇÃO POR QUILÔMETRO A fórmula que aconselhamos é a seguinte: D = (Va . pode-se adotar o valor de 100.1. 7. tipo e eventualmente alguma outra característica adicional que sirva para identificar melhor o veículo.Vr .3.Para maior simplicidade no entendimento do método de cálculo.Vp) ÷ Vu. C = (preço de um litro de combustível) ÷ (consumo por litro) 92 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. podendo ser adotada a tabela apresentada a seguir.000 km ou 5 (cinco) anos. Preferencialmente.Vp) ÷ 100. a construtora deverá aplicar a quilometragem mais próxima da realidade de suas obras ou serviços. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 93 . adotar 40% de Va Vp = valor dos pneus. Para sua melhor compreensão.

0 / 60.000 16. Pode-se adotar a tabela de periodicidade de lavagem a seguir. função do preço do óleo. da capacidade do tanque e da periodicidade de troca.000 34.000 12.TABELA DE CONSUMO POR LITRO VEÍCULO GOL 1000 gasolina SAVEIRO gasolina Pick-up gasolina Caminhão 2 eixos Caminhão 3 eixos Cavalo Mecânico km/l 11 9 8 5 3. OD = (capacidade tanque x preço de 1 litro de óleo) ÷ (vida útil por troca) 94 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. podendo ser adotada a tabela de capacidade do cárter e vida útil do mesmo apresentada a seguir: OC = (litros cárter x preço de 1 litro de óleo) ÷ (vida útil por troca) TABELA DE CAPACIDADE DE CARTER VEÍCULO GOL 1000 gasolina SAVEIRO gasolina Pick-up gasolina Caminhão 2 eixos Caminhão 3 eixos Cavalo Mecânico litros/vida útil 3 / 5.2 / 60.000 21.5 / 30. podendo-se adotar a tabela apresentada adiante.000 3 / 5. ST = (preço do prêmio do seguro total) ÷ (KMM x 12) LUBRIFICAÇÃO E LAVAGEM É obtido pelo resultado da divisão do preço de uma lavagem do veículo pela periodicidade da mesma. Empresas e Profissionais .8 / 10.000 ÓLEO DO CÁRTER Corresponde a aplicação da fórmula apresentada a seguir.000 23.0 / 60. atualmente corresponde a taxa denominada IPVA (cada Estado determina o valor a ser pago) mais o SEGURO OBRIGATÓRIO ANUAL dividido por 12 meses multiplicado pela quilometragem média percorrida por mês.000 8.000 7 / 7.5 / 10. LAV = preço de uma lavagem x quantidade por KMM (ou por mês) Paulo Roberto Vilela Dias 95 ÓLEO DO CÂMBIO E DO DIFERENCIAL Corresponde à aplicação da fórmula a seguir. LIC = (preço do IPVA + seguro obrigatório) ÷ (KMM x 12) SEGURO TOTAL É obtido pelo resultado da divisão do preço do prêmio do SEGURO TOTAL ANUAL cobrado pelo mercado segurador dividido por 12 meses multiplicado pela quilometragem média percorrida por mês.5 TABELA DE CAPACIDADE DE CÂMBIO VEÍCULO GOL 1000 gasolina SAVEIRO gasolina Pick-up gasolina Caminhão 2 eixos Caminhão 3 eixos Cavalo Mecânico litros / vida útil 0/0 0/0 4.0 / 10.000 LICENCIAMENTO E SEGURO OBRIGATÓRIO É obtido pelo resultado do valor efetivo do licenciamento anual do veículo.5 2.

peças. gastos de oficina e mão de obra.5 1.0000048 0.0000025 0.0000018 TABELA DE CONSUMO DE PNEUS VEÍCULO GOL 1000 gasolina SAVEIRO gasolina Pick-up gasolina Caminhão 2 eixos Caminhão 3 eixos Cavalo Mecânico TROCA DE AMORTECEDORES Corresponde a necessidade dos veículos de efetuarem periodicamente a troca dos amortecedores e peças afins. correias e demais peças de desgaste efetivo durante a operação. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 97 96 . • pneus. limpeza. etc. como abaixo: PN = (quantidade de pneus x preço de cada pneu) ÷ (vida útil por jogo de pneus) TABELA DOS COEFICIENTES DE MANUTENÇÃO (K) VEÍCULO GOL 1000 gasolina SAVEIRO gasolina Pick-up gasolina Caminhão 2 eixos Caminhão 3 eixos Cavalo Mecânico quantidade/km rodados 4 / 45. parafusos. acessórios de reposição. e consiste da aplicação da seguinte fórmula: AM = (preço do conjunto de amortecedores) ÷ (vida útil) MANUTENÇÃO Sob este título estão relacionados todos os gastos referentes a: • Podendo ser adotada a tabela de vida útil a seguir apresentada: reparos de pequena e grande monta.0000033 0. onde se pode considerar o número de pneus por veículo e a vida média dos pneus.5 1. • Pode-se adotar para custo da manutenção o coeficiente apresentado na tabela de coeficientes de manutenção a seguir.000 6 / 85. adotando-se desta forma. Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. câmaras de ar. incluindo materiais. pintura.000 6 / 80.000 10 / 70.0000036 0. MAN = Va x k PNEUS Corresponde à aplicação da fórmula.000 4 / 45.TABELA DE PERIODICIDADE DE LAVAGEM VEÍCULO GOL 1000 gasolina SAVEIRO gasolina Pick-up gasolina Caminhão 2 eixos Caminhão 3 eixos Cavalo Mecânico quantidade por KMM 1 1 1 1. com respectivos encargos sociais.000 K 0. cantos. o custo em função do valor de aquisição.5 reapertos.000 4 / 40. regulagem.0000055 0.

ou seja. apenas a conversão de unidade de algumas características adotadas.000 40.60 x Va .000 km ou 5 (cinco) anos A fórmula anterior pode ser reduzida à seguinte: D = (0.Vr . Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 99 . porém.4. marca. da mesma forma que para o custo por km.1. Para maior simplicidade no entendimento do método de cálculo foi confeccionado o formulário correspondente que está apresentado apenso ao final do texto explicativo. 98 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. podendo ser adotada a mesma tabela empregada para a DEPRECIAÇÃO. adotar 40% de Va Vp = valor dos pneus. DEPRECIAÇÃO POR MÊS A fórmula que aconselhamos é a seguinte: D = (Va .4 MÉTODO DE CÁLCULO DO CUSTO DO TRANSPORTE POR MÊS O custo de transporte por mês.000 50. onde: D = depreciação por mês Va = valor de aquisição do veículo Vr = valor residual. é normalmente aplicado para veículos de transporte de carga de qualquer porte e passageiros. pode-se adotar o valor de 100.TABELA DE VIDA ÚTIL DOS AMORTECEDORES (AM) VEÍCULO GOL 1000 gasolina SAVEIRO gasolina Pick-up gasolina Caminhão 2 eixos Caminhão 3 eixos Cavalo Mecânico vida útil em km 50. tipo e eventualmente alguma outra característica adicional que sirva para identificar melhor o veículo. CÓDIGO Será adotada qualquer codificação existente na empresa ou aquela que atenda ao órgão público origem do orçamento.Vp) ÷ (Vu). inclusive automóveis de passeio.Vp) ÷ (5 x 12) MOTORISTA Corresponde ao salário do motorista acrescido de encargos sociais dividido pela quilometragem média mensal. MOT = (salário do motorista x encargos sociais) ÷ (KMM) CUSTO POR KM O custo por km corresponde a soma de todas as parcelas anteriormente expostas e pode ser resumida na seguinte expressão: CUSTO POR KM = D + J + C + OC + OD + LIC + ST + LAV + PN + MAN + AM + MOT 7. este custo está incluído em item próprio adiante determinado Vu = vida útil do veículo.000 A metodologia descrita é bastante semelhante à apresentada para o cálculo do custo por km exigindo. 7. não são adotados nos casos das máquinas pesadas. Instruções para preenchimento do formulário de cálculo do custo por mês DESCRIÇÃO Trata-se da descrição do veículo a ser adotado.

JUROS DE CAPITAL J = (Va x i) ÷ 12. atualmente corresponde a taxa denominada IPVA mais o SEGURO OBRIGATÓRIO dividido por 12 meses. podendo ser adotadas as mesmas tabelas apresentadas para estes itens nas instruções do cálculo por km. pode-se adotar 12% ou qualquer outra selecionada pela empresa 12 = número de mêses por ano COMBUSTÍVEL É o resultado da divisão do preço de um litro de combustível pelo consumo de combustível multiplicado pela quilometragem média percorrida por mês. podendo ser adotadas as tabelas de capacidade de cárter e de quilômetros rodados (KMM) apresentadas para o cálculo do custo por km. onde: J = Juros Va = valor de aquisição do veículo i = taxa anual de juros. aplicando-se a fórmula a seguir : LAV = preço de uma lavagem x quantidade por KMM PNEUS Corresponde a aplicação da fórmula a seguir. C = [(preço de um litro de combustível) ÷ (consumo por litro)] x KMM ÓLEO DO CÁRTER Corresponde a aplicação da fórmula adiante apresentada. podendo-se considerar o número de pneus por veículo e a vida média dos pneus e de quilometragem média mensal as apresentadas nas tabelas do cálculo do custo por km. OD = (capacidade do tanque x preço do óleo x KMM) ÷ (vida útil por troca) 100 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. PN = [(quantidade de pneus x preço de cada pneu) ÷ (vida útil)] x KMM Paulo Roberto Vilela Dias 101 . LIC = (preço do IPVA + seguro obrigatório) ÷ 12 SEGURO TOTAL É obtido pelo resultado da divisão do preço do SEGURO TOTAL cobrado pelo mercado segurador dividido por 12 meses. função do preço do óleo da capacidade do tanque e da periodicidade de troca. OC = (litros do cárter x preço de 1 litro de óleo x KMM) ÷ (vida útil por troca) ÓLEO DO CÂMBIO E DO DIFERENCIAL Corresponde a aplicação da fórmula a seguir. ST = preço do seguro total ÷ 12 LUBRIFICAÇÃO E LAVAGEM É obtido pelo produto do preço de uma lavagem do veículo pela periodicidade da mesma em função da quilometragem média percorrida por mês. Empresas e Profissionais LICENCIAMENTO E SEGURO OBRIGATÓRIO É obtido pelo resultado do valor efetivo do licenciamento. Pode-se adotar a tabela de periodicidade de lavagem apresentada para o caso do custo por km. podendo ser adotadas as tabelas sugeridas para o custo por km.

5. corresponde ao salário do motorista acrescido de encargos sociais. anteriormente citadas. por km ou por mês. MOTORISTA Uma vez que estamos calculando o custo mensal. encontra-se o custo de MANUTENÇÃO. MOT = salário do motorista x encargos sociais CUSTO POR MÊS Assim sendo. óleo de câmbio (OD) = (capacidade do tanque x preço do óleo) ÷ (vida útil por troca). e consiste da aplicação da seguinte fórmula: AM = [(preço do conjunto de amortecedores) ÷ (vida útil)] x KMM Podendo ser adotadas as mesmas tabelas de vida útil e quilometragem média mensal apresentadas para o custo por km. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 103 . amortecedores (AM) = (preço do conjunto de amortecedores) ÷ (vida útil). MAN = Va x k x KMM TROCA DE AMORTECEDORES Corresponde a necessidade dos veículos de efetuarem periodicamente a troca dos amortecedores e peças afins.Vr . 102 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. combustível (C) = (preço de um litro de combustível) ÷ (consumo por litro) e manutenção (MAN) = Va x k.Vp) ÷ (Vu). conforme a tabela de DEPRECIAÇÃO. b) CUSTO POR MÊS = D + J + C + OC + OD + LIC + ST + LAV + PN + MAN + AM + MOT variável é independente da distância de transporte depreciação (D) = D = (Va . em dois grupos distintos. pneus (PN) = (quantidade de pneus x preço de cada pneu) ÷ (vida útil). devendo ser adotada a mesma tabela de mão de obra empregada para pessoal da empresa. consideramos as variáveis divididas conforme abaixo descritas: a) variável é função da distância de transporte óleo lubrificante (OC) = (litros do cárter x preço de 1 litro de óleo) ÷ (vida útil por troca). isto é: • • a variável é função da distância de transporte e a variável é independente da distância de transporte Assim. o custo por mês representa a soma das seguintes parcelas: 7.MANUTENÇÃO Adotando-se a mesma sistemática apresentada para o custo por km e multiplicando-se pela quilometragem média rodada mensal. FÓRMULA DE CÁLCULO DO CUSTO DO TRANSPORTE POR QUILÔMETRO RODADO OU POR MÊS Podemos dividir as variáveis que constituem o custo do transporte.

23 32.26 3.26 13.000.86 0.02 43.200.000 2.000 111.88 1.35 4.000 2.29 25.800. 4.77 y = 0.77 x .09 6.99 20.62 2.46 4.96 7.62 12.35 40.O.220 + R$ 1.45 CUSTO HORÁRIO 45.00 22.37 50.000 2.juros (J) = J = (Va x i) ÷ 12.88 20.35 4.00 2. licenciamento (LIC) = (preço do IPVA + seguro obrigatório) ÷ 12.64 49.00 3.28 4. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias CÓDIGO OBRA Corsa 1.13 41. Desta forma.57 1.80 0.35 OPERAÇÃO Material 24.000 5 5 5 5 5 5 92.97 17.35 7.85 8.61 7.52 16.000.35 CUSTO HORÁRIO DE UTILIZAÇÃO DE EQUIPAMENTOS jan-02 Improdutivo 20.67 4.25 Valor de Deprecia Manuten ção e Aquisição ção Juros (R$) 12.00 19.32 105 .6 com ar No quadro ANEXO 6 apresentamos o exemplo do cálculo do custo através da fórmula.00 23. teremos as variáveis A e B com as seguintes fórmulas: 2.90 4. seguro total (ST) = preço do seguro total ÷ 12 e motorista (MOT) = salário do motorista x encargos sociais.000.35 4.80 2.00 35.500.37 11.000 126.6 com ar KOMBI 95 A = OC + OD + PN + AM + C + MAN Potência (HP) 6 5 Assim.41 DATA : M. onde: x = distância de transporte 104 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. onde: ANEXO 1 Custo Horário de Utilização de Equipamentos (Veículos de Passeio e de Carga) Produtivo 31.60 0.000 2.126.25 35.97 1.50 7.000 5 92 54.11 4. lavagem (LAV) = preço de uma lavagem x quantidade por KMM.97 6.00 2.220x + R$ 1.35 4.74 2.0 125 145 145 55 80 53 PICK UP SAVEIRO GOL 1000 Custo por mês: Custo por km: y = 0.00 Vida Útil Horas (em por ano anos) 2.35 4.00 2.50 16. podemos admitir a seguinte fórmula para cálculo do transporte por km ou por mês: Por mês: Por km: y A x B = = = = y = Ax + B y = A + (B ÷ x) .32 25.126. onde temos: Caminhão carroceria fixa 10T B = D + J + LIC + LAV + ST + MOT Caminhão basculante 12m³ MOTOCICLETA 125 HP DESCRIÇÃO PICK UP diesel GOL 1.000 custo do transporte parcela do custo de transporte função da distância de transporte distância de transporte parcela do custo de transporte independente da distância de transporte 0.06 2.40 3.000.35 23.200.19 VEÍCULOS DE PASSEIO E DE CARGA 16.800.

90 0.000 Quilometragem Média Mensal Valor de aquisição ( VA ) Taxa de Juros ( i ) % IPVA e Seguro Obrigatório Lavagem e Lubrificação Pneus Combustível Óleo Lubrificante Óleo do Câmbio Seguro Total Anual Jogo de Amortecedores Coeficiente de Manutenção Motorista Quilometragem Média Mensal Valor de aquisição ( VA ) Taxa de Juros ( i ) % IPVA e Seguro Obrigatório Lavagem e Lubrificação Pneus Combustível Óleo Lubrificante Óleo do Câmbio Seguro Total Anual Jogo de Amortecedores Coeficiente de Manutenção Motorista 500.075 0. ) / Vida Útil ) * KMM OC = ((Preço óleo*Quant.50 0.00 450.180 0.200.00 40.000 J = ( VA .000 50.0000048 85% CÁLCULO DEPRECIAÇÃO JUROS LICENCIAMENTO SEGURO TOTAL COMBUSTÍVEL ÓLEO LUBRIFICANTE ÓLEO DO CÂMBIO LAVAGEM E LUBRIFICAÇÃO PNEUS AMORTECEDORES OFICINA.PEÇAS E MANUTENÇÃO MOTORISTA CUSTO POR MÊS SEM MOTORISTA COM MOTORISTA 1.49 0.000 0 45.000 0.91 9.000 CÁLCULO DO CUSTO POR KM DE VEÍCULOS Veículo : GOL 1000 i DATA : jan/02 DATA : DO VEÍCULO jan/02 DADOS ELEMENTARES DO VEÍCULO DADOS BÁSICOS QUANTIDADE VIDA ÚTIL 3.OBRIG.00 1.00 1.00 40.007 0.00 DEPRECIAÇÃO JUROS LICENCIAMENTO SEGURO TOTAL COMBUSTÍVEL CÁLCULO DO CUSTO POR KM 0. ) / 12 ST = SEGURO ANUAL / 12 OD =( Preço Combustível / consumo ) * KMM OL = ((Preço óleo*Quant.) / Vida Útil ) * KMM AM =(Preço Amortecedores / Vida Útil ) * KMM M = ( VA .00 490.00 226.00 60.00 27.ANEXO 2 Cálculo do Custo por Mês de Veículos (GOL 1000 i) ANEXO 3 Cálculo do Custo por Km de Veículos (GOL 1000 i) CÁLCULO DO CUSTO POR MÊS DE VEÍCULOS Veículo : GOL 1000 i DADOS ELEMENTARES PREÇO ( R$ ) 16.) / Vida Útil ) * KMM LL = Preço Lavagem * Quantidade P = ((Preço Pneu*Quant.PEÇAS E MANUTENÇÃO MOTORISTA DO CUSTO POR MÊS 155.00 12 1 5 10 3 0 5.212.000 0.00 60. ) / (12*KMM) ST = SEGURO ANUAL / (12*KMM) OD = Preço Combustível / consumo OL = ( Preço óleo*Quantidade ) / Vida Útil OC = ( Preço óleo*Quantidade ) / Vida Útil LL = ( Preço Lavagem * Quantidade ) / KMM P = ( Preço Pneu*Quantidade ) / Vida Útil AM = Preço Jogo Amortecedores / Vida Útil M = VA * K MOT = ( SALÁRIO * LEIS SOCIAIS ) / KMM ÓLEO LUBRIFICANTE ÓLEO DO CÂMBIO LAVAGEM E LUBRIFICAÇÃO PNEUS AMORTECEDORES OFICINA.08 925.00 0.00 1.56 2.00 450.50 0.000.200.093 0.60 * VA .003 0.VP * i ) / 12 * KMM L = ( IPVA + SEG.00 QUANTIDADE VIDA ÚTIL 3.VP * K ) * KMM MOT = SALÁRIO * LEIS SOCIAIS D = ( 0.00 40.009 0.67 100. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 107 .80 5.0000048 500.60 * VA .00 740.00 12 740.00 157.00 85% 50.052 0.80 106 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.VP * i ) / 12 L = ( IPVA + SEG.00 20.000 DADOS BÁSICOS PREÇO ( R$ ) 16.VP ) / 100.00 1.56 CUSTO POR KM SEM MOTORISTA COM MOTORISTA 0.VP ) / 12 * 5 J = ( VA .OBRIG.000 1 5 11 3 0 5.000 0 45.287.000.80 5.033 0.308 D = ( 0.013 0.021 0.00 61.

43 28.75 x VA .35 R$2.32 R$4.500.245 x HP x PREÇO 1 LITRO GASOLINA HP = 95 PREÇO DO LITRO DE GASOLINA = CÁLCULO DEPRECIAÇÃO JUROS LICENCIAMENTO SEGURO TOTAL COMBUSTÍVEL ÓLEO LUBRIFICANTE ÓLEO DO CÂMBIO LAVAGEM E LUBRIFICAÇÃO PNEUS AMORTECEDORES OFICINA.VP ) x K ) x KMM MOT = SALÁRIO x LEIS SOCIAIS SEM MOTORISTA 1.) / Vida Útil ) x KMM 0.97 ( PREÇO DO VEÍCULO / h x n ) x K h = n = K = 2000 5 0.500.86 11.245 x 95 x 1.500 Quilometragem Média Mensal Valor de aquisição ( VA ) Taxa de Juros ( i ) % IPVA e Seguro Obrigatório Lavagem e Lubrificação Pneus Combustível Óleo Lubrificante Óleo do Câmbio Seguro Total Anual Jogo de Amortecedores Coeficiente de Manutenção Motorista dj x PREÇO DO VEÍCULO / 100 dj = 0.90 SALÁRIO x ENCARGOS SOCIAIS ( Tabela 3 ) LL = Preço Lavagem x Quantidade P = ((Preço Pneu x Quant.6 PREÇO DO VEÍCULO : CHUE ( PRODUTIVO ) CHUE ( IMPRODUTIVO ) DJ = = = CÁLCULO DO CUSTO POR MÊS DE VEÍCULOS Veículo : GOL 1.00 21.80 MAT = MO = R$41.33 100.13 298.6 com ar condicionado DADOS ELEMENTARES PREÇO ( R$ ) 25.0000048 500 85% 40.00 450.500 0 35.00 40.90 + R$4.6 com ar-condicionado) ANEXO 5 Cálculo do Custo Horário (CORSA 1.80 D = ( 0.13 + R$41.00 40.ANEXO 4 Cálculo do Custo por Mês de Veículos (GOL 1.6) CÁLCULO DO CUSTO HORÁRIO DE UM CORSA 1.OBRIG.PEÇAS E MANUTENÇÃO MOTORISTA DO CUSTO POR MÊS 387.000 1 5 7 3 0 3.000 DJ = DATA : DO VEÍCULO jan/02 R$22.200.5 MAN = ( R$22.79 0.VP ) x i ) / 12 L = ( IPVA + SEG.00 1.13 0.97 + R$7.00 642.200.35 R$1.01319 R$22.796. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 109 .5 MAN = MAT = R$1.83 2.00 DJ = MAN = R$2. ) / 12 ST = SEGURO ANUAL / 12 OD =( Preço Combustível / consumo ) x KMM OL = ((Preço óleo x Quant.35 CUSTO HORÁRIO ( PRODUTIVO ) = CUSTO HORÁRIO ( PRODUTIVO ) = CUSTO HORÁRIO ( IMPRODUTIVO ) = CUSTO HORÁRIO ( IMPRODUTIVO ) = M = ( ( VA .500.VP ) / 48 J = ( ( VA .00 1.34 R$2.108.00 / ( 2000 x 5)) x 0.871.00 12 1.00 0.01319 x 0.50 0.) / Vida Útil ) x KMM AM =(Preço Amortecedores / Vida Útil ) x KMM MO = R$4.00 DJ + MAN + MAT + MO DJ + MAN + MAT + MO DADOS BÁSICOS QUANTIDADE VIDA ÚTIL 2. ) / Vida Útil ) x KMM OC = ((Preço óleo x Quant.50 249.80 5.00 60.80 925.97 + R$50.83 CUSTO POR MÊS COM MOTORISTA 108 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.00 MAT = R$1.00 92.

00 0.AMORTEC VIDA ÚTIL AMORTECEDORES V. equipamentos (aquisição. seguros e custo financeiro. benefícios e vale transporte).00 0.50 5.000. embalagem. frete e impostos).0 MOTORISTA ( SALÁRIO X ENCARGOS SOCIAIS ) SEGURO TOTAL ST = ( SEGURO ) / 12 O intuito deste capítulo é demonstrar o elevado custo tributário de serviços de engenharia consultiva.00 350.130 0.007 0.0000048 10.ANEXO 6 Cálculo do Custo por Mês e por Km (GOL 1000) GOL 1000 ENTRADA DE DADOS QULOMETRAGEM MÉDIA MENSAL VA VALOR DE AQUISIÇÃO I TAXA DE JUROS IPVA IPVA E SEGURO OBRIGATÓRIO LAVAGEM LAVAGEM E LUBRIFICAÇÃO PNEU PNEU D COMBUSTÍVEL OL ÓLEO LUBRIFICANTE OC ÓLEO DO CÂMBIO SEGURO SEGURO TOTAL AMORTEC TROCA DE AMORTECEDORES K COEFICIENTE DE MANUTENÇÃO CONSUMO CONSUMO DE COMBUSTÍVEL QUANT. O. materiais (aquisição.U. PNEUS QUANTIDADE DE PNEUS CAPACIDADE CAPACIDADE TANQUE DE ÓLEO LUBR.000. CÂMBIO CAPACIDADE TANQUE DE ÓLEO CÂMBIO MOTORISTA MOTORISTA V. embalagem.00 1. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias .PNEU.00 50.126.77 CÁLCULO DO CUSTO POR KM SUBTOTAL MENSAL ( B ) ÓLEO LUBRIFICANTE ( OL x CAPACIDADE ) / VIDA ÚTIL ÓLEO DE CÂMBIO ( OC x CAP.CÂMBIO ) / VIDA ÚTIL PNEUS ( QUANT. lembramos que tratamos do assunto de forma sucinta. sua importância para o Engenheiro de Custos.CÂMBIO VIDA ÚTIL ÓLEO CÂMBIO V.U. Nossa intenção é apresentar em separado o custo de produção e as taxas e impostos. emolumentos e taxas.80 152. VIDA ÚTIL ÓLEO LUBRIFICANTE V. frete e impostos). envolvendo todos os materiais e todas as atividades necessárias ao processamento dos mesmos.00 IMPOSTOS NOS SERVIÇOS DE CONSULTORIA CÁLCULO DO CUSTO MENSAL DEPRECIAÇÃO D = ( VA x 0. CAP.00 619.U. O.00 1.00 0. impostos de importação e taxas alfandegárias (não serão considerados neste capítulo por serem específicos de poucas atividades).280.200.LUBR.6 ) / ( 12 x 5 ) JUROS J = ( VA x i ) / 12 LICENCIAMENTO L = ( IPVA ) / 12 LAVAGEM LAV = LAVAGEM x 1. e portanto.50 0.U.00 619.007 0.003 0.67 40. 111 110 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.000 0.000 15. encargos sociais.00 40.30 4.073 mão de obra (salários. VIDA ÚTIL PNEU KM R$ % R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ L / KM UNID L L MÊS KM KM KM KM 8 3.50 100. O custo de serviços de consultoria é dividido nas seguintes parcelas: • • • • • • • 152. Os valores encontrados representam médias de mercado e o que não pode é o tema passar desapercebido pelo Engenheiro de Custos em vista de sua importância.220 Custo de Produção – que são formados no desenvolvimento das atividades de produção dos produtos e/ou serviços.00 5 3.00 60.80 61. x PNEU ) / VIDA ÚTIL AMORTEDORES ( PREÇO DO JOGO / VIDA ÚTIL ) COMBUSTÍVEL ( C / CONSUMO ) MANUTENÇÃO M = VA x K 0. assim discriminados: • SUBTOTAL POR KM ( A ) 0.00 45.000. impostos.00 1.00 12% 740. Entretanto. O.

00 Estes custos estão tratados adequadamente nos Capítulos 3.35 12. Taxa – tributo exigido pelo uso normal de serviços públicos. 5. Contribuição Social sobre o Lucro Líquido . Imposto – tributo devido ao Estado para o sustento das despesas públicas. o item denominado de imposto no âmbito deste estudo.00 10. 6 e 7 deste livro.00 100. • Custos Tributários – são gastos realizados para atender às imposições legais dos seguintes tipos: Tributos – aquilo que se é obrigado a pagar. (registro de documentos. a) b) • • • • • • • • • Imposto de Produtos Industrializados – IPI. Entre outros. no valor dos mesmos. por ser de maior relevância. legalização de terreno e imóveis e etc) Tarifa – valor fixado para o transporte de uma unidade de carga a uma certa distância. em: DESCRIÇÃO MÃO DE OBRA EQUIPAMENTOS MATERIAIS IMPOSTOS S/ A NOTA FISCAL LUCRO TOTAL % 63. PIS. utensílios e máquinas estáticas ou móveis empregadas no serviço. pessoal técnico e administrativo e etc). face sua aplicação (sobre o preço final do serviço) e sua relevância. esgoto. COFINS. principalmente. Contribuição Provisória sobre a Movimentação Financeira – CPMF. IMPOSTOS SOBRE O FATURAMENTO (Nota Fiscal) É necessário considerar em separado os Impostos sobre a Nota Fiscal. energia e etc) Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. mestre de obra. (água.ICMS. Empresas e Profissionais Resta calcular os percentuais de impostos a serem aplicados sobre a MÃO DE OBRA. • Mão de Obra – incluem-se serviços de profissionais. EQUIPAMENTOS e MATERIAIS. engenheiros. especializados ou não. RATEIO DO CUSTO TOTAL DOS SERVIÇOS DE CONSULTORIA Aceitamos que o custo de serviços de consultoria de engenharia se divide. 4. laboratoristas. • d) Emolumento – Remuneração especial por ato praticado por servidor público. cadistas.Os insumos de produção considerados.65 10.00 4. Como desejamos obter separadamente o custo de produção e dos Paulo Roberto Vilela Dias 113 c) 112 . (correio) e) Consideraremos. Imposto sobre Serviços – ISS. Entretanto. • Equipamento – se incluem as ferramentas manuais. que trabalham diretamente na execução do serviço (topógrafos.CSLL e outros. equipamentos de topografia e laboratório. Imposto de Circulação de Mercadorias e Serviços . material de escritório e etc). microcomputadores e periféricos. são os seguintes: Materiais – produtos acabados (papel para impressora ou plotter. Imposto de Renda Retido na Fonte – IRRF. sondas. o construtor não pode deixar de incluir nos seus custos de serviços e obras os demais custos tributários. apenas.

entretanto.23% • Impostos sobre a Circulação de Mercadorias e Serviços – ICMS.65 0. consideraremos em média.38 1.65 10 Percentual de impostos 47. os seguintes valores: IMPOSTOS SOBRE EQUIPAMENTOS E MATERIAIS DESCRIÇÃO IPI ICMS TOTAL % 8% 18% 26% (*) Pode-se discutir se a CPMF é calculada sobre o custo ou sobre o preço de venda dos serviços.04% 2. conforme descrito a seguir: IMPOSTOS SOBRE O FATURAMENTO DESCRIÇÃO ISS COFINS PIS CPMF (*) I.0 (Lucro Presumido) 11. IMPOSTOS SOBRE A MÃO DE OBRA Os impostos sobre a mão de obra são conhecidos como encargos sociais.65% 0. que é de âmbito estadual. Consideramos que a mesma deva ser calculada sobre o preço de venda. Assim. e deduzimos que os impostos sobre a nota fiscal somam aproximadamente 11. encontramos 47.8 26 26 100 0 Impostos 30.impostos.35 12. É importante salientar. Portanto. IMPOSTOS INCIDENTES SOBRE SERVIÇOS DA ENGENHARIA CONSULTIVA (PROJETOS NA CIDADE DO RIO DE JANEIRO) DESCRIÇÃO Mão de Obra Equipamentos Materiais Impostos sobre a Nota Fiscal Lucro Previsto TOTAL Participação no custo 63 4 10. portanto varia de estado para estado. pois.23%. de acordo com o que fizemos. os seguintes impostos: • CÁLCULO DA CARGA TRIBUTÁRIA SOBRE SERVIÇOS DE ENHENHARIA CONSULTIVA Podemos montar o quadro a seguir que demonstra que a carga tributária em serviços de engenharia consultiva de projetos na Cidade do Rio de Janeiro é de aproximadamente 45. seja qual for a metodologia e o grau de precisão adotado em estudo deste tipo. estes são divididos em impostos (pagamentos ao governo) e salário indireto do profissional.00% 46.69% 12. No Rio de janeiro e São Paulo corresponde nesta data a 18% para a grande maioria dos materiais envolvidos nos serviços selecionados neste estudo. IMPOSTOS SOBRE OS EQUIPAMENTOS E MATERIAIS Considerou-se os impostos sobre o valor de aquisição dos equipamentos e sobre os materiais utilizados nestes serviços. conforme planilha anexa.11% 1. RENDA CONTRIBUIÇÃO SOCIAL TOTAL % 5 (Valor de Projeto na Cidade do Rio de Janeiro) 3 0. que é de origem federal e seu percentual varia de acordo com o produto e Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.34% do preço de venda do serviço. a carga tributária será sempre muito próxima do valor encontrado.2 (Lucro Presumido) 1. não representa nenhum erro para o orçamento final.8% de impostos. dentro dos encargos sociais.49% Imposto sobre Produtos Industrializados – IPI. sobre a mão de obra. Empresas e Profissionais 114 Paulo Roberto Vilela Dias 115 .

3 28. bem como.1 47.0 11.0 0.5 Incidente sobre a Hora Normal GRUPO A GRUPO B GRUPO C 9 FÓRMULA DE CÁLCULO DO PREÇO DE VENDA DE SERVIÇOS DE ENGENHARIA E ARQUITETURA São muitas as maneiras e as fórmulas de cálculo do preço de venda de serviços de engenharia e arquitetura. O método ora apresentado pode ser adotado tanto para o cálculo do preço de venda de serviços pelas empresas.0 17. Para se determinar o preço unitário de venda deve-se multiplicar o custo unitário direto pelo fator multiplicador “K”.4 1.4 0. exige o conhecimento e a definição de todos os insumos necessários a adequada execução do escopo do trabalho.D . Sem Justa Causa IAPAS sobre o 13º salário FGTS sobre 13ºSalário SUB-TOTAIS DOS GRUPOS IMPOSTOS Incidência Cumulativa do Grupo A sobre o Grupo B TOTAL CALCULADO 37. Estes são considerados os custos diretos que necessariamente estão apresentados na planilha de quantidades da proposta de preço e podem ser divididos em pessoal. materiais.F) 20. conclui-se que o melhor método a ser adotado é o do coeficiente multiplicador e de acordo com a fórmula apresentada adiante. por profissionais autônomos em trabalhos individuais ou mesmo quando estes agregam outros trabalhadores em seu serviço. Preço Unitário de Venda = Custo Unitário Direto x Paulo Roberto Vilela Dias K 117 116 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. equipamentos e serviços.0 8. Empresas e Profissionais .9 0.8 59.8 4. entretanto.0 0.5 3.6 6.8 365 52 4 5 30 12 270 (A . junto às empresas prestadoras de serviços e à própria experiência na elaboração de propostas de preços. a fase mais delicada do fluxograma do método de cálculo do preço de venda de serviços de engenharia e arquitetura é exatamente a de se definir os itens de custo que compõem o serviço.E .0 1.8 14.1 4. Portanto. como também.9 1.6 2. FGTS Salário Maternidade Repouso Semanal Remunerad Férias Feriados Aviso Prévio Trabalhado Aviso Prévio Indenizado Auxílio-Enfermidade Licença Paternidade H 13º Salário Depós. após árdua pesquisa em bibliografias existentes sobre o assunto. ou seja.C) . O método adotado considera preliminarmente a elaboração da planilha de quantidades e de serviços. exigindo bastante experiência do profissional de custos.9 1.8 1. Resc.2 0. Assim.9 17.IMPOSTOS INCIDENTES SOBRE A MÃO DE OBRA CÓDIGO DESCRIÇÃO Dados Básicos Para Cálculo dos Dias Efetivamente Trabalhados (para salário/hora): A B C D E F G Dias Por Ano Domingos Domingos de Férias Dias de Enfermidade Férias Feriados Resultado IAPAS SESI / SESC SENAI / SESC INCRA SEBRAE Salário Educação Seguro Contra AcidentesTrab.4 2.(B .5 1.

1 ] x 100 K é o multiplicador correspondente aos custos indiretos a ser aplicado sobre as despesas diretas. aplicável sobre despesas gerais ( qualquer despesa a ser efetuada que não exija o pagamento de encargos sociais). qualquer outro custo indireto existente para a perfeita execução do contrato. taxas. outrossim. Entretanto. vale refeição. financeiro e de apoio da sede. setor administrativo. viagens e diárias. 118 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. corresponde a inclusão dos custos com pagamentos dos seguintes impostos: Paulo Roberto Vilela Dias 119 . Ressalvamos que. emissão de relatórios. equipamentos e programas de informática e etc. encargos sociais. como encargos complementares. gastos com comercialização e aprimoramento técnico e utilidades (água. sempre que não remunerado diretamente pelo contrato). materiais de consumo e tudo aquilo que se necessite adotar para executar bem o contrato. instalações e mobiliário. comunicações. pequenas despesas. Podemos ter vários multiplicadores “K”. só existirá para o caso de multiplicador sobre salários. ainda. n é o número de dias decorrido entre o centro de gravidade dos desembolsos e a efetivação do recebimento contratual I é o percentual que representa os impostos sobre o faturamento bruto do contrato. AC é o percentual que representa a relação entre o custo da sede e o custo total da empresa. telecomunicações. a parcela referente a ES. aplicável sobre custos reembolsáveis. energia. Estão incluídas despesas do tipo: uniformes. poderemos adotar vários coeficientes multiplicadores por proposta de preços. 9. material de segurança (EPI). serve para remunerar as despesas com a administração central (pessoal da diretoria. sempre em função do tipo de custo direto envolvido. • • outros. pela alteração dos custos indiretos incidentes a considerar sobre os custos diretos. ou seja. telefonia e etc). De um modo geral poderemos ter os seguintes tipos de multiplicadores “K”: aplicável sobre a mão de obra. mobiliário. equipamentos e veículos fixos. • • No Capítulo 1 estão apresentados o roteiro de cálculo e o fluxograma do cálculo do preço de venda de serviços de engenharia e arquitetura. seguro saúde. Empresas e Profissionais t é a taxa de juros de mercado ou de correção monetária. pode ser adotada a seguinte fórmula: EF = [ ( 1 + t / 100 ) n ÷ onde: 30 . vale transporte. ou ainda.1 FÓRMULA DE CÁLCULO (K) A fórmula de cálculo do preço de venda de serviços profissionais de engenharia e arquitetura para a metodologia que sugerimos é a apresentada a seguir: K = [ ( 1 + ES ) ( 1 + EC + AC + EF ) ] ÷ [ ( 1 – ( I + L ) ] onde: conforme definido no Capítulo 3. EF é o percentual que representa a correção da moeda entre as datas de desembolso e encaixe de recebimentos específicos de cada contrato. estes itens de custo não podem estar integrando a planilha de quantidades da proposta. aluguéis e manutenção destes. Pode-se considerar.Enquanto que a incidência dos custos indiretos se fará pela determinação de um coeficiente multiplicador que se denominará de “K”. conforme contrato. EC é o percentual que representa a incidência de encargos complementares sobre a massa salarial. em porcentagem ao mês. ES é o percentual que representa a incidência de encargos sociais a serem aplicados exclusivamente sobre as despesas referentes à salários de profissionais regidos pela CLT – Consolidação das Leis do Trabalho. materiais diversos. comercial. emolumentos e seguros.

deverá ser considerado no denominador da fração que determina a fórmula de cálculo do preço de venda do serviço. Desta forma.858-10 datada de 26/10/ 99. os valores de “K” só serão identificados após o cálculo da fórmula com a adoção dos dados conhecidos em cada proposta de preços. em contratos de pequeno valor é essencial que se considere. que corresponde nesta data a 0. que corresponde nesta data a 9% sobre o lucro líquido. que corresponde a 15% sobre o lucro real apurado inferior a R$ 20. devemos suprimir da fórmula apresentada o termo referente aos encargos sociais. sua inclusão é discutível. IMPOSTOS SOBRE SERVIÇO. Isto é. tornando-a assim: K = [ ( 1 + EC + AC + EF ) ] ÷ [ ( 1 – ( I + L ) ] A fórmula apresentada pode ser adotada da seguinte maneira: K = [ ( 1 + EC + EF ) ] ÷ [ ( 1 – ( I + L + AC ) ] Desta maneira estaremos definind-o que o percentual referente à administração central adotado está sendo aplicado sobre o preço de venda. principalmente. IMPOSTO DE RENDA. bem como. Empresas e Profissionais Não aceitamos que se considere o LUCRO no numerador da fração. ainda. ou seja: simples lucro presumido ou lucro arbitrado. que é o valor definido na fórmula de cálculo do preço de venda. o valor indicado na realidade não representa o valor que realmente será obtido ao final do contrato. se temos o LUCRO no numerador estamos definindoo sobre o custo e. De acordo com a MEDIDA PROVISÓRIA Nº 1. Portanto. portanto. conforme a Lei Nº 9. uma vez que entendemos ser correto que este deve ser calculado sobre o faturamento. ou seja. deverão ser descontados o imposto de renda e os demais impostos incidentes sobre o contrato. a priori. o valor mostrado para o lucro representará efetivamente o lucro líquido do contrato.38%. da maneira como apresentamos anteriormente. A mesma sistemática pode ser aplicada à fórmula original a ser calculada para mão de obra.8% sobre o faturamento bruto ou • lucro real. que apresenta quatro alternativas de pagamento. 120 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.ISS. entretanto. pois. imposto federal. PIS. imposto federal. Paulo Roberto Vilela Dias 121 . deve-se levar em conta o fato de sua aplicação ter sido realizada sobre o custo dos serviços. corresponde nesta data a 0.718/98.000. Insistimos que o LUCRO é estimado sobre o faturamento bruto do contrato. não pode mais haver dedução deste imposto sobre o COFINS. Caso contrário. Aconselhamos que o orçamentista consulte a área contábil da empresa a fim de adotar adequadamente os valores dos impostos L é o LUCRO ESTIMADO sobre o faturamento bruto do contrato. o valor observado não será o real. segundo a metodologia exposta nesta publicação. Ressaltamos que. não se podem definir valores fixos ou médios para os coeficientes multiplicadores. deve ser definido pela empresa em cada caso. impostos federal e cujo valor nesta data é de 3%. CPMF. em função do regime tributário escolhido pela empresa consultora. que é um imposto municipal e em função da atividade profissional exercida. No caso dos insumos. • • CONTRIBUIÇÃO SOBRE O LUCRO LÍQUIDO. excetuando-se pessoal. COFINS. que corresponde ao pagamento de 4.65%. quando a parcela relativa ao lucro estiver no numerador da fração. O que exceder a este valor haverá uma tributação de 25%. imposto federal.00 por mês.

Paulo Roberto Vilela Dias 123 .65% sobre o faturamento.Imposto de Renda .2% de IR sobre o valor da nota fiscal. F) 8%. o pagamento é devido trimestralmente. função do regime tributário escolhido pela empresa. C) 16%. Administração de obras. D) 32%. Lucro Presumido ou Arbitrado Os percentuais fixados no artigo 15 da Lei 9249/95. IR .8%. temos: IR: 8% x 15% = 1. Prestação de serviços de transporte. Venda de mercadorias e produtos. da seguinte maneira: Considerando-se o percentual como igual a 8% (letra F. Os impostos a serem incluídos sobre o faturamento. conforme o caso. exceto o de carga que é de 8%. o pagamento é devido sempre no início do mês seguinte ao fato gerador. PIS: Imposto federal devido sobre a receita operacional (faturamento + demais receitas operacionais (financeira e etc)) e equivale a 0. para quem optar pelo Lucro Presumido ou Arbitrado. Revenda para consumo.Pessoa Jurídica: O Imposto de Renda e a Contribuição Social podem ser aplicados sobre a nota fiscal das obras (lucro presumido ou arbitrado) ou sobre o balanço mensal da empresa (lucro real) de acordo com o regime tributário escolhido pela construtora. Lei 9. e equivale a 9% sobre o lucro líquido.9.718. devido sobre a receita operacional (faturamento + demais receitas operacionais (financeira e etc)) e equivale a 3% sobre o faturamento.6%. ESTUDO DE UM CASO É muito importante que os engenheiros de custo ao elaborarem suas propostas de preços de serviços de engenharia e arquitetura considerem a incidência de tributos explicitamente. conforme demonstrado a seguir. Atividades imobiliárias. acima) e sendo a alíquota do IR de 15%. de combustíveis derivados de petróleo. COFINS: Imposto federal. G) 32%. CSLL . Prestação de demais serviços.Imposto sobre Serviço: É de origem municipal e para gerenciamento de empreendimentos na Cidade do Rio de Janeiro equivale a 5% sobre o faturamento. Empreitada global. As pessoas jurídicas com fins lucrativos estão sujeitas ao pagamento do Imposto de Renda por um dos seguintes regimes: 122 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. E) 8%. são os seguintes: A) 8%. o pagamento é devido sempre no início do mês seguinte ao fato gerador. neste momento. são: ISS .Contribuição Social Sobre o Lucro Líquido: Imposto federal. o valor do ISS. Deve-se identificar no município sede da empresa ou no de realização dos serviços.2% Para empresas de engenharia consultiva o IR é igual a 4. quando tributado sobre o lucro presumido (letra D = 32%). Por exemplo. Algumas entidades de classe de construtoras têm obtido mandados de segurança garantindo esta modalidade de regime tributário aos seus associados. prerrogativa para que empresas de engenharia se enquadrem nesta forma de tributação. B) 1. empresas de engenharia de construção que optem por esta modalidade de tributação pagarão 1. álcool etílico carburante e gás natural. Empresas e Profissionais Lucro Real • Lucro Presumido • Lucro Arbitrado • Simples • Simples Existe. o pagamento é devido no início do mês subsequente ao da emissão da nota fiscal.2 EXEMPLO DE CÁLCULO DA INCIDÊNCIA DE IMPOSTOS SOBRE O FATURAMENTO.

....000.000.. .......000......00 3...000..00 9% R$ 55....50 0.Contribuição Provisória Sobre a Movimentação Financeira: Imposto sobre a emissão de cheques bancários........ R$ 500...... da mesma forma que o IR....90 1..000........65 0.00 Alíquota da CSLL . Desta maneira...... de acordo com a MP 1858-10 de 26/10/99. corresponderá efetivamente ao lucro real.00 Total Alíquota da CSL Valor da CSL a pagar 124 Tributados pelo Lucro Real é de 9% sobre o lucro... e corresponde a 0.. seguindo os semestres civis.000.. a forma correta de se calcular a incidência de impostos nos custos das obras é a seguinte: DESCRIÇÃO ISS COFINS PIS CSLL (1) ( 10% x 9% ) IR (1) ( 10% x 15% ) CPMF TOTAL % 5..... R$ 620... Alíquota .............. isto é........ uma vez que o cálculo do IR deve ser por mês.....00......00 por mês......43% (1) Cálculo da percentagem considerando-se o lucro igual a 10% OBS: A vantagem de se adotar o cálculo dos impostos conforme exposto anteriormente é que o lucro previsto.000........000.......... 9% Valor da CSLL a pagar ...00 O pagamento da CSLL é trimestral........... fez-se provisão para pagamento do IR e da CSLL.................00 Receita Financeira ........ Alíquota A alíquota é de 9% para o ano 2000......000..38%.......... Exemplo de Cálculo: Lucro do exercício ...000.00 100% sobre R$ 500.. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 125 . CONTRIBUIÇÃO SOCIAL SOBRE O LUCRO A base de cálculo da Contribuição Social sobre o lucro das pessoas jurídicas com fins lucrativos é: Tributados pelo Lucro Presumido ou Arbitrado é de 12% sobre a Receita Bruta e de 100% sobre as demais receitas Operacionais (Financeiras e etc). assim temos: Receita Bruta das obras por empreitada ...... R$ 1....800. a Contribuição Social sobre o Lucro Líquido não pode mais ser deduzida do COFINS...00 0.... O pagamento do IR é trimestral..00 ...000................. no caso 10%...000......... a conversão para mensal é nossa.. para o lucro excedente à R$ 20............00 Base de Cálculo: 12% sobre R$ 1... Obs: A Lei define apenas o lucro anual R$ 240........... CPMF ..... 15% ...000..... R$ 500.. R$ 1... R$ 120....00 por mês...000.... seguindo os semestres civis. tem sua extinção prevista para 16/06/2002... 25% . para lucro da empresa até R$ 20..Lucro Real Como o próprio título define a tributação incidirá para lucro efetivo da empresa (ajustado pelas adições e exclusões permitidas e leis)......00 .......000..........38 11.......00 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. R$ 90....

65% = 4.10 EXEMPLOS PRÁTICOS EXERCÍCIO Nº 1: Seja calcular o orçamento de um projeto básico.08% = 10% COFINS = 3% Paulo Roberto Vilela Dias 127 . por preço global. lucro presumido para projetos = 1.lucro = 4% = 0.encargos financeiros = 1% .impostos: ISS PIS IR CSLL . O regime tributário da empresa é o de lucro presumido.administração central = 10% .8%. Considerar os seguintes dados: . sendo que todas as despesas decorrentes do contrato correrão por conta do licitante.encargos sociais = 87% .

00 1.0776 1 – 0.00% = 0.00% = 3.00% = 10.1) Ensaios Tecnológicos Descrição Ensaios tecnológicos TOTAL GERAL DO ORÇAMENTO 128 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.53% ISS COFINS Quantidade 1 2 1 15 25 200 36 3 Meses 6 6 2 6 6 6 6 6 Custo Unitário Total = 4.10 + 0.00% = 1.1) PLANILHA DE QUANTIDADES a) Mão-de-Obra Descrição Coordenador de contrato Engº médio Engº junior Técnico médio Topógrafo Auxiliar de topografia Cadista Operador de micro Secretária Mensageiro TOTAL DE CUSTO DE MÃO-DE-OBRA Quantidade 0.1) K sobre a mão-de-obra: K mo = (1 + ES) (1 + EC + AC + EF) 1 – (I + L) Exemplo do cálculo do K: ES AC EF I = 87.87) (1 + 0.10) = 2.1335 + 0.01) 1 – (0. Empresas e Profissionais K mo Quantidade 1 Meses 3 Custo Unitário Total = 2.2335 = 2.00% Veículo de passeio Microcomputador e impressora Teodolito.7665 b.00 1.7168 K mo = 2.00 2.71 Paulo Roberto Vilela Dias 129 .00 1.00 1.00 1.80% = 1.00% = 13.25 0.00 1.50 1.00 Meses 6 6 6 6 2 2 6 6 6 6 Custo Unitário Total 2) FÓRMULAS DE CÁLCULO DO K 2. trena e etc Plotagens Cópias A1 Cópias xerox A4 Fotos Encadernações TOTAL DE CUSTO DAS DESPESAS GERAIS K mo = (1 + 0.08% = 13.65% = 4.0776 0.53% b) Despesas Gerais Descrição PIS IR CSLL Total L = 10.

700.50 Engº junior 1.00 677.00 TOTAL DE CUSTO DE MÃO-DE-OBRA Coordenador de contrato 0.00 3.219.500.00 7.000.00 Mensageiro 1.455. qualquer item de custo direto exceto salários.485.00 Topógrafo 1.50 7.00 75.00 6.000.00 a) Mão-de-Obra Descrição Quantidade Meses 6 6 6 6 2 2 6 6 6 6 Custo Unitário Total 16.00 10.200.317.00 Topógrafo 1.00 2.000.800.794.00 300.1) Ensaios Tecnológicos Descrição Quantidade 1 Meses 3 Custo Unitário Total 400.065.00 Cadista 1.00 0.00 1.11 0.00 2.00 5.7665 = 1.00 400.252.00 2.756.00 K DG = Veículo de passeio 1 Microcomputador e impressora 2 Teodolito.00 1.00 19.00 22.00 250.44814 b) Despesas Gerais Descrição Quantidade Meses 6 6 2 6 6 6 6 6 Custo Unitário Total 2.00 28.2) K sobre Despesas Gerais (1 + AC + EF) 1 – (I + L) K DG = Multiplicador de Despesas Gerais.00 9.000.00 Cadista 1.50 Engº junior 1.00 Operador de micro 1.00 15.000.00 Mensageiro 1.764.794.400.626.00 3.00 1.00 1.00 Coordenador de contrato 0.00 54.00 750.00 600.20 240.00 Técnico médio 1.00 350.00 TOTAL DE CUSTO DE MÃO-DE-OBRA 130 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.1335 + 0.10) = 1.00 540.00 142.00 4.504.00 Auxiliar de topografia 2.00 3.092.01) 1 – (0.400.500.512.00 0.00 948.50 4. Exemplo: K mo = (1 + 0. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 131 .00 Secretária 1.00 6.600.500.00 Secretária 1.00 24.260.200.200.00 600.200.00 K DG = 1. trena e etc 1 Plotagens 15 Cópias A1 25 Cópias xerox A4 200 Fotos 36 Encadernações 3 TOTAL DE CUSTO DAS DESPESAS GERAIS b.00 1.10 + 0.00 52.00 3.252.400.00 22.400.50 3. corresponde ao multiplicador referente aos custos indiretos incidentes sobre as despesas gerais.00 16.00 1.00 9.710.992.00 8.00 450.390.500.50 108.00 3.25 Engº médio 0.25 Engº médio 0.00 3.260.00 1. ou seja.00 Técnico médio 1.00 1.00 Operador de micro 1.00 Auxiliar de topografia 2.45 Ensaios tecnológicos TOTAL GERAL DO ORÇAMENTO 3) PLANILHA DE CUSTO 4) PLANILHA DE VENDA a) Mão-de-obra Descrição Quantidade Meses 6 6 6 6 2 2 6 6 6 6 Custo Unitário Total 6.00 1.2.00 6.00 9.817.700.

00 Meses 6 6 6 6 2 2 6 6 6 6 Custo Unitário Total Veículo de passeio 1 Microcomputador e impressora 2 Teodolito. por preço global.00 1. Considerar as mesmas condições do exercício anterior.00 4.087.00 1.40 1) PLANILHA DE QUANTIDADES a) Mão-de-Obra Descrição Coordenador de contrato Engº médio Engº junior Técnico médio Topógrafo Auxiliar de topografia Cadista Operador de micro Secretária Mensageiro TOTAL DE CUSTO DE MÃO-DE-OBRA Quantidade 0.00 21.25 1.00 435.00 7.30 32.29 348.00 1.00 1. trena e etc Plotagens Cópias A1 Cópias xerox A4 Fotos Encadernações TOTAL DE CUSTO DAS DESPESAS GERAIS b.00 6.00 1.00 1.740.50 1.50 0. Veículo de passeio Microcomputador e impressora Teodolito.1) Ensaios Tecnológicos Descrição Quantidade 1 Meses 3 Custo Unitário Total 580. trena e etc 1 Plotagens 15 Cópias A1 25 Cópias xerox A4 200 Fotos 36 Encadernações 3 TOTAL DE CUSTO DAS DESPESAS GERAIS b.25 0.00 580.b) Despesas Gerais Descrição Quantidade Meses 6 6 2 6 6 6 6 6 Custo Unitário Total 3.1) Ensaios Tecnológicos Descrição Ensaios tecnológicos TOTAL GERAL DO ORÇAMENTO Quantidade 1 Meses 3 Custo Unitário Total 132 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.033.00 1. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 133 .70 783.00 8.00 2.40 b) Despesas Gerais Descrição Quantidade 1 2 1 15 25 200 36 3 Meses 6 6 2 6 6 6 6 6 Custo Unitário Total Ensaios tecnológicos TOTAL GERAL DO ORÇAMENTO EXERCÍCIO Nº 2: Seja calcular o orçamento de um projeto básico.750. sendo as despesas de pessoal e gerais por conta do licitante.00 176.00 0.00 870.35 78.625. enquanto que as demais serão reembolsadas pelo contratante (ensaios tecnológicos).73 156.590.960.

10) = 1. ou seja.00% EF = 1.11 0.10) = 1.00% = 3.00% I = 13.1335 + 0.9 K mo = (1 + 0. corresponde ao multiplicador referente aos custos indiretos incidentes sobre as despesas efetuadas diretamente pelo cliente. pagos pelo próprio cliente.08% = 13.0776 0.3) K sobre Despesas Efetuadas pelo Cliente (1 + AC) (I – L) 2. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 135 .00% AC = 10.0776 1 – 0.45 2.10) (1 – 0.00% = 0.71 K DC = 1.53% ISS COFINS PIS IR CSLL TOTAL L = 10.4515 K DG = 1.00% = 4.2) K sobre Despesas Gerais: K DG = (1 + AC + EF) 1 – (I + L) K DG = Multiplicador de Despesas Gerais.2) FÓRMULAS DE CÁLCULO DO K 2. K mo = (1 + 0.53% K DC = K DG = (1 + 0.7665 K DG = 1.1) K sobre a mão-de-obra: Exemplo do cálculo do K: K mo = (1 + ES) (1 + EC + AC + EF) 1 – (I + L) 2.7168 K mo = 2.87) (1+ 0.01) 1 – (0.1335 + 0.10 + 0.65% = 4. corresponde ao multiplicador referente aos custos indiretos incidentes sobre as despesas gerais. ou seja.01) 1 – (0. qualquer item de custo direto exceto salários.7665 K DC = Multiplicador de Despesas do Cliente. qualquer item de custo direto exceto salários.222222 K DC = 1.10) = = K mo = 2.80% = 1.10 + 0.2335 2.22 134 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. Exemplo: ES = 87.1 0.

00 677.500.00 5.00 2.750.317.219.22 264.25 Engº médio 0.390.00 2.00 6.626.00 1.71 142.00 435.00 2.00 1.00 1.00 3.00 9.00 1.400.00 54.40 Veículo de passeio 1 Microcomputador e impressora 2 Teodolito.00 22. trena e etc 1 Plotagens 15 Cópias A1 25 Cópias xerox A4 200 Fotos 36 Encadernações 3 TOTAL DE CUSTO DAS DESPESAS GERAIS Paulo Roberto Vilela Dias 136 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.260.40 Coordenador de contrato 0.252.70 783.00 3.00 450.50 0.00 1.00 6 Secretária 1.200.00 4.00 8.00 0.960.1) Ensaios Tecnológicos Descrição Quantidade Meses Custo Unitário 400.794.00 15.500.00 3.00 Operador de micro 1.625. trena e etc 1 Plotagens 15 Cópias A1 25 Cópias xerox A4 200 Fotos 36 Encadernações 3 TOTAL DE CUSTO DAS DESPESAS GERAIS K DG TOTAL DE PREÇO DAS DESPESAS GERAIS Coordenador de contrato 0.00 6 Operador de micro 1.00 Total 1.00 7.00 580.00 3.3) PLANILHA DE CUSTO a) Mão-de-Obra Descrição Quantidade Meses Custo Unitário Total 6.114.29 348.087.00 1.00 870.45 32.00 0.756.817.00 16.033.73 156.00 600.00 Topógrafo 1.00 9.00 1.00 350.00 b.512.00 TOTAL DE CUSTO DE MÃO-DE-OBRA b) Despesas Gerais Descrição Quantidade Meses 6 6 2 6 6 6 6 6 Custo Unitário Total 3.00 142.400.000.00 Cadista 1.500.00 1.504.000.260.00 0.50 3.00 6.00 10.50 4.00 4.200.400.500.000.00 28.00 6.00 300.200.50 Engº junior 1.00 Secretária 1.00 3.065.00 Técnico médio 1.50 7.30 32.00 19.455.000.00 1.400.00 2 Auxiliar de topografia 2.200.00 6 Mensageiro 1.794.00 Mensageiro 1.033.00 600.00 9.40 137 Veículo de passeio 1 Microcomputador e impressora 2 Teodolito.00 948.00 400. Empresas e Profissionais .00 21.092.50 108.00 52.700.50 6 Engº junior 1.00 b) Despesas Gerais Descrição Quantidade Meses 6 6 2 6 6 6 6 6 Custo Unitário Total 2.485.00 6 TOTAL DE CUSTO DE MÃO-DE-OBRA K mo TOTAL DE PREÇO DE VENDA DA MÃO-DE-OBRA Ensaios tecnológicos 1 3 K DC PARCELA DA DESPESA EFETUADA PELO CLIENTE TOTAL GERAL DO ORÇAMENTO 4) PLANILHA DE VENDA a) Mão-de-Obra Descrição Quantidade Meses 6 6 6 6 2 2 6 6 6 6 Custo Unitário Total 16.00 750.00 175.710.20 240.00 6 Técnico médio 1.00 6.00 540.700.00 2.00 Auxiliar de topografia 2.00 1.00 7.817.00 6 Topógrafo 1.600.764.25 1.00 8.00 22.800.00 24.00 250.00 2 Cadista 1.25 6 Engº médio 0.252.00 3.35 78.000.

00 59.880.00 12.00 9.080. indiretas e o lucro da empresa. deverão estar incluídos no preço de venda o fornecimento de uniformes.00 EPI unid 18 2 2 15.00 400.00 Total de encargos complementares 41.97% Paulo Roberto Vilela Dias 139 138 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.00 260.00 12.00 Seguro de vida vb 18 1 1 15.00 360. Os serviços a serem realizados são de manutenção predial.1) Ensaios Tecnológicos Descrição Quantidade 1 Meses 3 Custo Unitário 88.00 1.600.00 0.00 Ferramentas manuais vb 18 1 2 50.00 0.00 1.00 400.00 Vale refeição unid 18 20 12 3. Considerar as seguintes condições: encargos sociais encargos financeiros impostos: ISS COFINS PIS IR CSLL = 80% administração central = 3% = 1.08% ( 12% x 9% ) Preço total (R$) 0.784.00 175.00 16.00 80.00 134. Considerar que o lucro mensal é inferior a R$ 20.00 270. devendo estar incluídos no salário mensal todas as despesas diretas.200.00 Uniforme unid 18 2 2 35.00 0. EPI e ferramentas aos funcionários.742.800.00 0.00 18.5% = 3% = 3% = 0.720.00 TOTAL DE SALÁRIOS E ENCARGOS 134.784.00 0.600.65% = 1.00 Total 264. O regime tributário da empresa é o de Lucro Real.00 0.904.00 9.960.600.b.114.8% ( 12% x 15% ) = 1.00 ENCARGOS COMPLEMENTARES Descrição Unid Nº profis.912.40 PLANILHA DE QUANTIDADES FORNECIMENTO DE MÃO DE OBRA Categoria profissional Unidade Encarregado de turma Eletricista Bombeiro Pedreiro Ajudante Servente ORÇAMENTO TOTAL mês mês mês mês mês mês Quantidade 12 24 24 36 48 72 Preço por mês (R$) Ensaios tecnológicos TOTAL GERAL DO ORÇAMENTO EXERCÍCIO Nº 3: Seja apresentar a proposta de preço para o fornecimento exclusivo de mão de obra.00 300.8 12 2.500.60 6.00 14.00 Vale transporte unid 18 20 12 1. portanto.00 PERCENTUAL DE ENCARGOS COMPLEMENTARES 30. Apresenta-se a planilha de quantidades a ser fornecida. Empresas e Profissionais .3 1.960.00 2.520.000.00.Dias/mês Meses R$ Total sionais ou leis sociais Engº supervisor mês 0.400.00 FORNECIMENTO DE MÃO DE OBRA Categoria profissional Unidade Encarregado de turma mês Eletricista mês Bombeiro mês Pedreiro mês Ajudante mês Servente mês Custo salários Encargos sociais CUSTO SALÁRIOS E ENCARGOS Quantidade 12 24 24 36 48 72 Preço por mês (R$) 800.00 74.00% Preço total (R$) 9.

Não será considerada a parcela de lucro.08% 9.216.20 Preço total (R$) 38.35 1.00 1.20 57.91 por hora. impressora. temos que: (EC + AC + EF) 1 – (I + L) K = 4.15 0. • admitindo-se o custo com materiais de consumo igual a R$ 50.00 38.00 75.00 – 0.206. conforme Capítulo 6.00 1. cujo tempo de trabalho no mesmo será de 50 horas.60 (neste caso não consideramos a parcela de encargos sociais) AC = 5.00 1. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 141 .00 52.592.099.888. • o custo de telefone e energia sendo da ordem de R$ 75.80% 1.017.00% 1.254. uma vez que resume-se ao trabalho autônomo do profissional.592.00% 0.447.00: ES EC AC EF I = = = = = 80.00% 1.608. serão incluídos os custos referentes a utilização de microcomputador. • K= = O profissional fornecerá nota fiscal para a realização da prestação de serviços e que seu regime tributário é o Lucro Presumido.7847 o microcomputador tendo aluguel igual a R$ 0.80 + 1. Adotando-se a hora técnica deste engenheiro igual a R$ 60.00.65% 1.00 1.02 PLANILHA DE VENDA FORNECIMENTO DE MÃO DE OBRA Categoria profissional Unidade Encarregado de turma Eletricista Bombeiro Pedreiro Ajudante Servente ORÇAMENTO TOTAL mês mês mês mês mês mês K= Quantidade 12 24 24 36 48 72 Preço por mês (R$) 3.00% 30. Internet para recepção e envio de dados ao cliente e materiais de consumo próprios destes equipamentos.97% 3.608. conforme Capítulo 6. bem como.2153 3.592.00.0202625 K = 4.K mo = (1 + ES) (1 + EC + AC + EF) 1 – (I + L) EXERCÍCIO Nº 4: Seja calcular o valor da hora técnica de um engenheiro senior para a elaboração de um orçamento de obra.53% ISS COFINS PIS IR CSLL Total = = = = = = 3.50% 9.045.20 1. contador + despesas de legalização (alvará + CREA) EF = 0 140 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.53% ( 12% x 15 % ) ( 9% x 12 % ) L = 12.00 38.05 por hora.00% 3.00%. • a impressora tendo aluguel igual a R$ 1.40 301.

03% Quantidade 50. Empresas e Profissionais Custo (R$) Unitário TOTAL 4.870.00 3.CUSTO DIRETO DA MÃO-DE-OBRA Descrição Engenheiro CUSTO TOTAL (CT) Custo (R$) Quantidade Unitário TOTAL 50.00 3.60 3.000.50 1.00 75.00 Custo (R$) Unitário TOTAL 77. será a remuneração do próprio trabalho do profissional (1 + 0. K= (EC + AC + EF) 1 – (I + L) (neste caso não tem a parcela de encargos sociais) AC = 5.00 ENCARGOS COMPLEMENTARES Descrição técnico pleno INSS sobre autônomo Microcomputador Impressora material de consumo energia e telefone Total dos encargos complementares (EC) CUSTO TOTAL Percentual de encargos complementares (EC / CT) Paulo Roberto Vilela Dias Quantidade 50 20% 50 50 1 1 L = 0.00 3.05) 1 – (0.00 PLANILHA DO PREÇO DE VENDA Descrição Engenheiro PREÇO DE VENDA Quantidade 50.00 75.00 50.43% Considerar no exemplo anterior que o engenheiro contratará um técnico pleno autônomo (50 horas) para a adequada execução do serviço.00 7.000.91 45.00% 0.00 3.05 52.1243 0.00 505.00 16.05 52.34 EXERCÍCIO Nº 5: ENCARGOS COMPLEMENTARES Descrição Quantidade 50 50 1 1 Custo (R$) Unitário TOTAL 0.00 3.50% 3.00 50.08% 13.80% 1.65% 4.00 Custo (R$) Unitário TOTAL 60.50 1.00 60.2927 K = 1.29 142 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.000.00 75.000.85% 143 .71 235.000. contador + despesas de legalização (alvará + CREA + etc) EF = 0 CUSTO DIRETO DA MÃO-DE-OBRA Descrição Engenheiro CUSTO TOTAL (CT) Microcomputador Impressora Material de consumo Energia e telefone Total dos encargos complementares (EC) CUSTO TOTAL Percentual de encargos complementares (EC / CT) I = ISS COFINS PIS IR CSLL Total 3.8715 K= = K = 1.50 50.91 45.870.50 47.0743 + 0.41 3.000.1285 + 0) 1.00%.10 0.50 50.00 75.50 235.00 223.34 3.

Sendo obra por administração. aluguéis de equipamentos de propriedade do engenheiro/profissional administrador da obra serão remunerados com prazo de pagamento de 30 dias fora o mês de utilização.).00%.80%.00. Algumas despesas.00% 0. todos os insumos serão comprados diretamente pela obra (CLIENTE).00 4.40 1.8676 K= = Dados básicos: ES = 77. visa cobrir as despesas com contador. o cliente fará todas as despesas em seu nome e pagará antecipadamente salários e outros. Empresas e Profissionais = 12.00 84. visa cobrir os impostos com a emissão de nota fiscal ISS COFINS PIS IR CSLL TOTAL 3. cujo orçamento previsto é de R$ 75. tais como.00 (R$ 75.38% 1.00%.200. uniformes EPI e etc.200. AC = 5.00 4.00% 0. ferramentas manuais e equipamentos de propriedade do engenheiro administrador da obra.500.08% 13.42% SOBRE SALÁRIOS DE PROFISSIONAIS DA CONSTRUTORA: K mo = (1 + ES) (1 + EC + AC + EF) 1 – (I + L) ALUGUÉIS E DEMAIS DESPESAS: K2 = (EC + AC + EF) 1 – (I + L) ALUGUÉIS DE MÁQUINAS E FERRAMENTAS PORTÁTEIS: K3 = (EC + AC + EF) 1 – (I + L) L = 0. taxas (alvará. presume-se um lucro líquido de R$ 7.05) 1 – (0.0743 + 0.2146 0. inclusive.I = ISS COFINS PIS IR CPMF CSLL TOTAL 3.35%. será a remuneração do próprio trabalho do profissional (1 + 0.00% PLANILHA DO PREÇO DE VENDA Descrição Engenheiro PREÇO DE VENDA Custo (R$) Quantidade Unitário TOTAL 50.65% 4. vale para máquinas.00 x 10%) 145 Paulo Roberto Vilela Dias .000. o administrador não tem escritório fixo EF = 1. portanto.65% 4. consideramos IR sobre o lucro presumido 1.1324 + 0) K = 1.4073 K = 1.000.00%. 144 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.00 EC = 0.00% 3.80% 0. I 1 EXERCÍCIO Nº 6: Calcular a taxa de administração a ser cobrada no acompanhamento técnico de construção de uma edificação unifamiliar.53% L = 10.08% 12. todas as despesas serão pagas ou antecipadas pelo proprietário da construção.50% 3. não será considerado pois. CREA e etc.50%.

1 ) x 100 EXERCÍCIO Nº 7: Seja calcular o valor do encargo financeiro (EF) de um contrato com a seguinte redação para esta cláusula: “Medições: serão realizadas medições a intervalos regulares de 30 dias.7765 = 1.10) = 1.05 + 0) 1 – (0.35 EF = [ ( 1 + 1. adotando-se os seguintes dados: ES = 119.015) 1 – (0.39 A definição de n é: Uma vez que a medição dos serviços é realizada a cada 30 dias.1385 + 0. temos: K2= (1 + 0 + 0.00%.0226 ) x 100 EF = 2.26%.00% 147 . aplicando os valores conhecidos na fórmula.10) = 1. a ser aplicado sobre uma planilha de quantidades conhecida.00% 0.1 ] x 100 45 / 30 . Solução: Sendo a fórmula do cálculo do encargo financeiro igual a: EF = [ ( 1 + t / 100 ) temos: t = 1.7765 K1= = = 2. vem: n = 15 + 30 = 45 dias Assim.” Adotaremos a correção monetária igual a 1.07 0.10) 1. de acordo com o resultado do Exemplo nº 7 I = ISS COFINS PIS IR CSLL L = 12.05 + 0) 1 – (0.50% 3. Pagamento: o pagamento será efetuado 30 dias após a emissão da medição dos serviços executados no período.00% EF = 2.1 ] x 100 EF = ( 1. Empresas e Profissionais n / 30 EF = ( 0.77) (1 + 0 + 0. podemos avaliar que o centro de gravidade dos desembolsos é de 15 dias.1235 + 0.015 ) 1.7615 = 1.00%.5 .05 0.65% 15.8585 0.1 ] x 100 K3= (1 + 0 + 0.0226 .00% AC = 8.5% / 100 ) ] EF = [ ( 1 + 0.50% n = 45 dias 146 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.26% EXERCÍCIO Nº 8: Calcular o multiplicador para um serviço de gerenciamento de obra. Como sabemos que o pagamento é considerado 30 dias após a medição.015 ) ] n / 30 . a partir da data de assinatura do contrato.40 EF = [ ( 1. sobre o lucro líquido Paulo Roberto Vilela Dias .1 ] x 100 = = = = = 0. sobre o lucro real 9. metade do período.5% ao mês.1235 + 0.Cálculo dos multiplicadores “K“: (1 + 0.05 + 0.

Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 149 .65% = 1. temos que deduzir a fórmula de cálculo do preço de venda.80% ( L x 15% ) = 1.115.00% = 0.058.03% = 0.Solução: I ISS COFINS PIS IR CSLL = 7.8097 K = 2.00 R$ 158.414694 0.00 De R$ 1.00 Acima de R$ 2. ou seja. 148 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.08% ( 9% x L ) 11 FÓRMULA DE CÁLCULO DO PREÇO DE VENDA PARA PROFISSIONAIS LIBERAIS Consideramos profissionais liberais aqueles que apresentam um RPA – Recibo de Pagamento de Autônomo para receberem a remuneração que fizeram juz pela prestação de algum serviço técnico.70 R$ 423. onde encontramos as seguintes variáveis: IMPOSTO DE RENDA RETIDO NA FONTE – PESSOA FÍSICA Remuneração Parcela a Deduzir Alíquota Até R$ 1.Recibo de Pagamento de Autônomo.50% = 3.058. Lembramos que este formulário é padrão nacional e vendido em qualquer papelaria.8585 1 – 0. da seguinte forma: Na Tabela 5 apresentada no Capítulo 5 encontramos a tabela em vigor nesta data para retenção de imposto de renda na fonte pessoa física. a fim de facilitar a apresentação da metodologia de cálculo.115.0703 + 0.98 Considerando que a incidência do Imposto de Renda Retido na Fonte (IRRF) para pessoas físicas incide sobre o valor total da prestação de serviço.5% Faixa (OBS) 1 2 3 OBS: Estes códigos de faixas foram definidos pelo autor do livro.0226) 1 – (0.08 + 0.982208 K = 2.19) (1 + 0 + 0. 11.01 a R$ 2.12) = 1.1 DEDUÇÃO DA FÓRMULA DE CÁLCULO Cálculo do “K“: (1 + ES) (1 + EC + AC + EF) 1 – (I + L) K = K = (1 + 1. valor do RPA .08 isento 15% 27.1903 = 2. e transcrita a seguir.

vem: RPA = CUSTO + ( RPA x ALÍQUOTA ) .PARCELA A DEDUZIR RPA ( 1 . logo: VALOR DO RPA = R$ 880.00. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 151 .Alíquota do IR e .00 – R$ 158. Os dados básicos que devemos considerar são os seguintes: + CUSTO DO SERVIÇO IMPOSTO DE RENDA RETIDO NA FONTE PREÇO DE VENDA (VALOR DO RPA) (CUSTO) (IR) (RPA) REMUNERAÇÃO: R$ 880. portanto Faixa 1..Parcela a deduzir do IR.PARCELA A DEDUZIR ) ÷ ( 1 . Então. não há retenção de Imposto de Renda. a retenção de Imposto de Renda.30 ÷ 0.ALÍQUOTA ) VALOR DO RPA = ( R$ 1. será: RPA = ( CUSTO . onde: ALÍQUOTA: 15% PARCELA A DEDUZIR: R$ 158.00.PARCELA A DEDUZIR EXEMPLO 2) Calcular o valor do RPA de um serviço cujo custo definiu-se como sendo de R$ 1. podemos considerar o que se segue: 10.15 ) VALOR DO RPA = R$ 1.70 Assim.85 VALOR DO RPA = R$ 1.390.00. portanto Faixa 2. onde: ALÍQUOTA: ISENTO Assim.0.RPA x ALÍQUOTA = CUSTO . .70 ) ÷ ( 1 .PARCELA A DEDUZIR RPA .00 Sabemos que o valor do imposto de renda retido na fonte (IR) é calculado com a seguinte fórmula: IR = ( RPA x ALÍQUOTA ) – PARCELA A DEDUZIR Então.00. Os dados básicos que devemos considerar são os seguintes: REMUNERAÇÃO: R$ 1.ALÍQUOTA ) CUSTO .59 150 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.2 EXEMPLOS PRÁTICOS EXEMPLO 1) Calcular o valor do RPA de um serviço cujo custo definiu-se como sendo de R$ 880.PARCELA A DEDUZIR ) ÷ ( 1 .390. o VALOR DO RPA será: RPA = ( CUSTO .ALÍQUOTA ) = Portanto.390.Faixa de remuneração.448. podemos deduzir que o valor do RPA é obtido com a seguinte fórmula: RPA = CUSTO + IR Substituindo IR pela sua fórmula de cálculo.231.

de obra para obra.59. o procedimento não considera alguns fatores que influenciam de modo altamente significativo os valores de tais custos.5% PARCELA A DEDUZIR: R$ 423.08 Assim.310. nos valores corresponden• tes a administração e funcionamento do canteiro de serviços.630. • incidência de horas ociosas de equipamentos e pessoal nos custos diretos. Uma análise desse comportamento indica as seguintes causas principais das divergências: desconhecimento da metodologia adotada na composição dos coeficientes por insuficiência de informações. é indiscutível que não existe melhor fonte do que a aferição elaborada pela própria empresa construtora.940.92 ÷ 0. variação que ocorre. sem adequação ao projeto em questão.08 ) ÷ ( 1 . a dificuldade de se ganhar obras através de processos licitatórios.275 ) VALOR DO RPA = R$ 7. • 152 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. • características próprias do projeto que não são levadas em consideração. Os dados básicos que devemos considerar são os seguintes: REMUNERAÇÃO: R$ 7. este procedimento leva a erros incríveis de orçamento e. ainda.630.Portanto o imposto de renda retido na fonte (IR) é igual a R$ 58.206. Entretanto.630.725 VALOR DO RPA = R$ 9. portanto Faixa 3.1 DEFINIÇÃO ALÍQUOTA: 27. onde a competitividade está cada vez maior. a retenção de Imposto de Renda. Em nossos dias. principalmente. Várias são as fontes onde se encontram dados para elaboração de composições de custo ou até as próprias composições analíticas ou com custos prontos.58. será: RPA = ( CUSTO .ALÍQUOTA ) VALOR DO RPA = ( R$ 7. onde: 12. É muito comum as empresas construtoras adotarem composições analíticas de custo sem o menor critério de seleção e.0. 12 APROPRIAÇÃO DE CAMPO DOS COEFICIENTES FÍSICOS DAS COMPOSIÇÕES DE CUSTO EXEMPLO 3) Calcular o valor do RPA de um serviço cujo custo definiu-se como sendo de R$ 7.00. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 153 .PARCELA A DEDUZIR ) ÷ ( 1 .58 Portanto o imposto de renda retido na fonte (IR) é igual a R$ 2.00. A par das diversidades de fontes.00 – R$ 423.

Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 155 . poderão ser digitadas imediatamente. não podendo produzir. oferece uma visão de conjunto e mostra a tramitação dos dados colhidos e registrados. defeitos mecânicos em qualquer dos equipamentos.entende-se por equipamentos alocados ao serviço ao conjunto de máquinas e/ou veículos designados pelo responsável pela obra para execução do mesmo. cujas horas trabalhadas podem ser identificadas com o serviço e cronometradas com fidedignidade. Os formulários utilizados são os descritos abaixo: • • • • • • Controle diário de mão-de-obra (modelo AP-1) Controle diário de equipamentos (modelo AP-3) Controle diário de produção (modelo AP-5) Resumo das horas-homens e da produção (modelo AP-2) Resumo das horas-equipamentos e da produção (modelo AP-4) Resumo dos coeficientes (modelo AP-6) Os apontadores de campo usarão as fichas modelos AP-1.2 CONCEITOS BÁSICOS Antes de se iniciar. torna-se necessário esclarecer alguns conceitos que facilitarão a sua compreensão. No caso de se empregar sistema informatizado. propiciando a emissão dos relatórios gerenciais. Equipes e equipamentos ociosos . para coletar os dados junto às frentes de serviço. inserido em anexo. Equipamentos alocados ao serviço . considerar uma escavação de 3ª categoria (sem explosivo). embargos motivados pelo construtor e outros oriundos de ineficiência do construtor. AP-4 e AP-6. máquinas e veículos. 12. e transcreverá os dados para os formulários modelos AP-2. isto é. anteriormente definidas. propriamente a descrição da metodologia. A descrição será efetuada através de instruções para preenchimento individual de cada um dos seis formulários. através de apropriação de mão-de-obra e equipamentos. • • • • impedimentos por intempéries. embora alocados ao serviço específico. estão impedidos de produzir. Equipamentos Paralisados . cujo fluxograma. após conferência. falta de material indispensável ao serviço sob a responsabilidade do construtor. cujas horas trabalhadas podem ser mensuradas ao serviço com certo grau de precisão. Equipes alocadas por serviço . falta de programação do construtor. cuja remune154 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.• análise errônea da especificação do serviço. e ainda. máquinas e veículos parados. por exemplo. que.é o conjunto de equipamentos. deslocamento temporário de equipamento para atender outra frente de serviço. AP-3 e AP5. e cujas causas mais comuns são mencionadas a seguir: • • • • • Visando minimizar a amplitude das variações entre orçamento e custo real das obras e se obter maior fidedignidade em propostas de preços ou orçamentos de diferentes projetos. A equipe de escritório conferirá as fichas preenchidas pelos apontadores. período de refeição. quando na verdade é obrigatório o emprego de explosivos. horas perdidas com abastecimento e lubrificação.entende-se por equipes alocadas ao serviço ao grupo de operários vinculados ao mesmo por designação do responsável pela obra. apresenta-se uma metodologia para determinação dos coeficientes físicos dos componentes das composições analíticas de custo. estas fichas. abrangendo todas as categorias.equipe e/ou equipamento ocioso é o conjunto de homens. para qualquer serviço da engenharia civil. por razões extras à vontade do construtor. a aferição da produção horária dos mesmos.

recomenda-se seja elaborado sistema de computador. para emissão dos relatórios e manutenção do banco de dados coletados.consiste no grupo de homens alocados aos serviços trabalhando e produzindo sem os impedimentos mencionados anteriormente. ou seja. por exemplo: água ou esgoto para atender os consumidores da região fora do âmbito da rede em execução. que poderá ter outras funções na administração da empresa. 12. Para essa previsão espera-se um julgamento lógico de quem estiver orientando o serviço de apropriação e um bom senso do apontador.1 Controle diário da mão-de-obra (modelo AP-1) O controle diário de pessoal de produção deve ser feito na ficha modelo AP-1. que fornecerá as horas-homens dedicadas a cada tipo de serviço. Equipe de Trabalho e Nível dos Componentes .3. Equipamento Produtivo . aguardando sua vez de iniciar e/ou retornar a atividade. O dimensionamento da equipe de trabalho dependerá exclusivamente do ritmo desejado e da quantidade de informações a serem processadas.é a quantidade de horas consumidas para execução de determinado serviço relativamente à quantidade produzida no intervalo de tempo utilizado. distribuídas de acordo com a função dos grupos de operários alocados nos diversos serviços. em função do porte da obra. etc. pois acima desse período o construtor poderá deslocar a equipe para outra frente de serviço. que é a representação gráfica da tramitação dos dados entre os formulários. por exemplo: veículo estacionado no local onde deve passar uma canalização ou pavimentação. mantém-se estacionado. o fluxograma. Produção Média de Equipes de Serviço (Mão-de-obra e equipamentos) . 12. Paralisação do serviço aguardando material de responsabilidade do cliente ou outras paralisações. Pequena modificação do projeto exigida posteriormente ao início das obras. em conjunto ou não. em plena condição de produzir normalmente. como parte da 156 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.é o custo da máquina ou veículo que quando à disposição de determinada frente de serviço.é a máquina ou veículo. tabulação e apuração desses coeficientes. Empresas e Profissionais . ou ainda. O tempo de duração relativo ao equipamento improdutivo não deve exceder a um dia.. Obstrução do trabalho face às circunstâncias inerentes ao serviço. Existência de obstáculos nos locais de trabalho que poderiam ser removidos ou evitados com antecedência através do cliente. Execução de serviços de outras companhias nos locais de atividade. Equipe Produtiva . alocados aos serviços em operação sem os impedimentos caracterizados anteriormente. Paulo Roberto Vilela Dias 157 • • • • Paralisações em virtude de canalizações e redes existentes perturbando o desenrolar do serviço. Para favorecer o raciocínio. de fácil produção e operação. Entretanto.deverá ser criado um grupo de estudo com o intuito de coordenar e acompanhar os trabalhos de apropriação de campo e a posterior tabulação no escritório dos valores dos elementos intervenientes nas composições de custo. em plena condição de produzir normalmente.ração total torna-se muito difícil de prever. a quantidade de serviço executada na unidade de tempo assumida. que vão depender do julgamento e do bom senso do orientador da apropriação e do apontador.3 FORMULÁRIOS UTILIZADOS A seguir é apresentada a maneira correta de se preencher cada formulário empregado na determinação dos coeficientes físicos das composições de custo. porém de motor ligado. seguem algumas ocorrências mais comuns deste tipo: • • equipe do serviço. Equipamento Improdutivo . Os trabalhos serão dirigidos por um Controlador Central. e ainda. a fim de fornecer uma visão global da coleta. ou seja. instalações elétricas ou de telefones.

deverão ser grifadas por intermédio de um círculo. bem como a soma das horas remuneradas poderão ser obtidas através de sistema informatizado. Exemplo de preenchimento do formulário: Supondo-se o serviço de montagem de tubulação com um encanador e dois serventes. lanche. perguntar ao responsável da equipe sobre os tipos de serviço que estão sendo realizados. O apontador deve combinar com o encarregado ou feitor do serviço para avisá-lo quando o operário for transferido de local de atividade. pois se deve descontar uma hora de refeição e arredondar os minutos para a fração de quarto de hora seguinte. se houver algum engano. pelo índice. são anotadas no verso da ficha. ao receber a ficha modelo AP1. Em seguida registram-se os cargos de todos os operários que estiverem à disposição do referido serviço. (F) hora final são preenchidas pelo apontador. o apontador juntamente com o encarregado ou feitor anotará as horas remuneradas dos operários naquela frente de serviço. Para cada tipo de serviço utiliza-se uma ou mais colunas.. simplesmente confere os dados e os envia para digitação. O apontador deverá estar bem atento ao desenvolvimento do serviço e. hora de chegada e hora de saída. A soma das sub-colunas (HT) e o registro dos totais. Paulo Roberto Vilela Dias 159 . deve procurar corrigi-lo imediatamente. excetuando o encarregado geral. visada pelo encarregado da obra e enviada ao setor de orçamento diariamente. Ao término do mesmo. Podem-se usar tantas fichas quantas forem necessárias.É preenchida e assinada pelo apontador. As observações que se fizerem necessárias com relação as ocorrências não previstas no formulário de levantamento do serviço. Exemplo: o servente foi transferido para o serviço às 10:00 h e saiu para outro às 14:50 h. Empresas e Profissionais apontador não pode considerar. O controlador central calcula as horas trabalhadas (HT). de acordo com o tipo do serviço. Anotam-se como horas remuneradas naquele serviço quatro horas. os seus totais. A consulta ao preenchimento simulado de alguns informes da referida ficha facilita sua compreensão. correspondentes a cada operário. topógrafo e outros elementos administrativos. com o objetivo de obter os totais acrescidos das horas remuneradas não trabalhadas. As horas trabalhadas (HT) são calculadas no escritório. pois isto é uma consequência do próprio serviço. numerando-as na parte superior. mas se forem insuficientes poderão ser utilizadas outras colunas para o mesmo serviço ou a repetição do nome do trabalhador. desde que não exceda 15 minutos. quando necessário. É imprescindível que este tome conhecimento de todos os tipos de serviços especificados na obra e tenha cópia deles com a finalidade de consulta. As anotações no modelo AP-1 devem ser feitas durante todo o turno do serviço. Exemplo: um servente para de trabalhar aguardando que se coloque um tubo na vala. Há interrupções do serviço que excedem os quinze minutos considerados como limite e que o 158 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. O controlador central de apropriação. bem como. sempre que for necessário. ou. que além destes cálculos armazenarão estas informações para utilização posterior. etc. conforme o cargo ou função do operário. tomar água. deverá ser considerado como horas perdidas. café. transformando os minutos em dados decimais para favorecer os cálculos. Se o servente estiver fazendo a escavação manual de uma vala para assentamento de tubos e parar alguns minutos para descansar. este tempo. Existem três linhas para registrar o início e fim do serviço correspondente a cada operário. utilizam-se duas colunas: a primeira para as horas trabalhadas pelo encanador e a segunda para as dos serventes. a nomenclatura dos serviços executados e. no caso de se calcular por software específico. O apontador anota o início da paralisação e se o operário regressar ao serviço dentro daquele tempo anulará a anotação. o local de atividade e a data. Multiplicam-se as horas trabalhadas (HT). pois trata-se de exigência da atividade. dedicado ao serviço por classe de trabalhador. As sub-colunas (I) hora de início. antes que passe muito tempo e o apontador possa se esquecer das atividades apropriadas. porque há interesse de se apurar o tempo. Essas horas. Depois estabelece a relação entre as horas remuneradas e as trabalhadas a fim de obter o índice de ociosidade. confere os registros efetuados. para efeito de controle no escritório. Inicialmente preenche-se o nome da obra.

retirados do modelo AP-1. a marca. o local e o período de levantamento. Neste formulário tem-se ainda. os que prestam serviços indiretos. material. Os veículos cedidos à fiscalização. farão parte do custo do canteiro da obra ou da administração local. Marcará no quadrilátero correspondente a (HP) horas produtivas. (HI) horas improdutivas e (HO) horas ociosas. as categorias profissionais e as quantidades de horas trabalhadas serão transcritas na área reservada a mão-de-obra complementar. Paulo Roberto Vilela Dias 161 . devem-se registrar as respectivas produções apuradas na ficha modelo AP-5. abastecimento e lubrificação de máquinas. Após. No cabeçalho figura o nome da obra. apontadas no formulário modelo AP-1. uma para cada máquina ou veículo. Transcrevem-se na primeira coluna os cargos dos operários e os nomes dos serviços executados. ou seja. transporte de pessoal. Nas mesmas colunas onde são anotadas as horas trabalhadas diariamente. as produções oriundas da ficha Controle Diário de Produção.12. as horas trabalhadas (HT) distribuídas pelos serviços. com a finalidade de obter as horas trabalhadas totais. cujo valor será apresentado no relatório Resumo dos Coeficientes Físicos. 160 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.3. as colunas correspondentes aos dias. Nela deve constar o nome da obra.Ordem de Serviço impedimento próprio da atividade paradas ocasionadas por chuvas interrupções para refeições tempo de deslocamento de uma frente de serviço para outra Quando a parada for provocada por modificação de projeto. o apontador deverá anotar as atividades prestadas pelo veículo que estiver alocado à frente de serviço direto do setor. a potência e a capacidade. o local do serviço. O apontador deverá assinar a ficha. refeição. Utilizando-se a composição de custo por produção. serão parte do custo indireto. diariamente. 12. Empresas e Profissionais O apontador anotará. obter o visto do mestre ou engenheiro responsável pela obra e remetê-la ao controlador central diariamente. a leitura do horômetro inicial e final do turno de serviço. distribuídas pelos diversos setores de serviços. tais como. do encarregado geral ou do engenheiro residente.2 Resumo das horas-homens e da produção (modelo AP-2) Este resumo tem a finalidade de compilar os registros de todas as horas trabalhadas. podendo anotar no verso qualquer observação que for necessária. modelo AP-5. enquanto que a produção deverá ser aposta na área de mesmo nome do formulário de composição analítica de custo.. No final do período somam-se as horas trabalhadas de todos os setores de serviço e colocam-se os resultados na penúltima coluna.3. Deve ser obtido através de sistema informatizado. a data. etc. no caso de se adotar composição de custo simplificada.3 Controle diário de equipamento (modelo AP-3) Este formulário deve ser preenchido pelo apontador. o tipo da máquina ou veículo. Seguem alguns tipos de paralisações que são mais comuns: • • • • • • • • • atraso de início do turno quebra do equipamento reparos mecânicos preventivos abastecimento ou lubrificação esperando a OS . o modelo. Dividindo-se o somatório das horas trabalhadas (HT) pelo somatório da produção (PR) obtém-se o coeficiente desejado. modelo AP-6. bem como. No final do período somam-se as produções e o resultado é anotado na coluna total precedido da unidade correspondente. Usará as horas de relógio para anotar o início e o término dos serviços executados conforme especificações fornecidas pelo mestre de obra e também as causas das interrupções.

No cabeçalho anota-se o nome da obra. ou novo formulário e fazendo as devidas observações explicativas. Conforme já definido.equipamentos e da produção (modelo AP-4) O modelo AP-4 serve para condensar os registros dos dados oriundos do Controle Diário do Equipamento. trator de esteira com pusher. que será colocado na parte superior da linha tracejada. o local da execução dos serviços e a data. que aparecerá na linha inferior à linha tracejada. onde for necessário. Quando não for possível. em movimento. por ocorrência de chuvas no final do turno ou no caso do serviço ficar inacabado e for completado no dia posterior. Na primeira linha são registrados os dias correspondentes às execuções dos serviços.4 Resumo das horas . Nas colunas seguintes. entende-se por horas produtivas aquelas ligadas diretamente ao serviço. Na primeira coluna anota-se o tipo da máquina ou veículo e em seguida os serviços executados. horas improdutivas são aquelas em que o equipamento está sem trabalhar. bem como. o local e o período da coleta das informações. 12. expressas em metros. aguardando retorno de moto-escavo• transportador para efetuar trabalho de auxílio de início de escavação. Na segunda coluna estão as iniciais HP. Na quarta coluna. Paulo Roberto Vilela Dias 163 Produção (PR) é a quantidade de serviço executado por unidade de tempo. a fim de instruir o escritório sobre a complementação do serviço. Depois que se obtiver uma amostragem significativa e representativa dos serviços. modelo AP-5. modelo AP-3. é obtido através da divisão do somatório das horas produtivas pela produção do período. utilizada anteriormente. registrando-os na penúltima colu162 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. HI. o apontador informará ao escritório o acontecido e no dia seguinte dará continuidade ao levantamento. quando se tratar de produção. conforme o caso. • na. o coeficiente improdutivo. Enquanto. largura e altura ou profundidade ou se for o caso de dimensões circulares.3. a ser calculada e preenchida no escritório. onde o equipamento se encontra com motor ligado e em operação.5 Controle diário da produção (modelo AP-5) É outra ficha utilizada pelo apontador a fim de registrar as produções correspondentes aos serviços executados.3. referente ao total.12. e PR correspondentes às horas produtivas. precedido da unidade. correspondentes aos dias mencionados no modelo são registradas as horas produtivas e horas improdutivas relativas ao serviço anotado na primeira coluna e retirados do Controle Diário de Equipamento. calculam-se as quantidades produzidas por período a partir dos dados encontrados na terceira coluna. enquanto que na segunda coluna registram-se as unidades correspondentes. o código do serviço. modelo AP-3. O coeficiente produtivo. modelo AP-5. Na primeira coluna anotam-se os nomes dos serviços que estão sendo executados. medir a sua produção. ou. por exemplo: Carregadeira frontal aguardando retorno de caminhão do transporte para efetuar carregamento do mesmo. Na quinta coluna comentam-se as observações que se fizerem necessárias. No fim do dia o apontador assina e pede o visto do mestre ou engenheiro. No cabeçalho constará o nome da obra. somam-se todos os dados. Empresas e Profissionais . com o motor ligado. ao término de um dia de trabalho. o diâmetro e o comprimento ou altura. se for o caso. inclusive. considerada igual a um dia. ou seja. utilizando para o registro a mesma ficha. a produção obtida através do Controle Diário de Produção. pela ordem: comprimento. é calculado por meio da divisão do somatório das horas improdutivas pela mesma quantidade produzida. Na terceira coluna escrevem-se as dimensões dos serviços realizados ao final de cada período de trabalho. horas improdutivas e produções. será preenchida diariamente. e do Controle Diário de Produção. Enquanto. e cuja paralisação se dá por causas próprias da atividade.

Para maior garantia dos valores assumidos. abaixo dos coeficientes horas-homens. para efeito de controle. etc. sabe-se que. pelas especificações do fabricante dos produtos empregados. e ainda. Caso se queira apropriar os materiais empregados na execução dos serviços. não haverá apropriação de campo. 12. Nas colunas relativas aos cargos ou funções mencionados anteriormente aparecerão os coeficientes obtidos para cada período. deverão constar as seguintes informações: descrição do serviço. uma vez que os coeficientes deverão ser obtidos após análise do projeto. esta funcionará como controle de qualidade do serviço em execução. todos os serviços a serem apropriados apresentarão os seus respectivos projetos-tipo. ao cabo de cada semana ou quinzena. pavimentada ou em terra. distância de transporte em km por tipo de rodovia. o controlador central deverá realizar medições nos serviços em andamento para checagem das avaliações parciais dos apontadores. suas especificações mínimas e suas quantidades unitárias. no caso dos transportes. o almoxarifado só liberará este material quando na solicitação vier expresso o local de destino do mesmo. material transportado. e quando for o caso. Empresas e Profissionais técnicas estabelecidas por órgãos oficiais. Entretanto. No relatório deverá constar o código do serviço e sua descrição e a unidade de medição. por exemplo. para efeito de conhecimento dos coeficientes físicos a serem fixados para as composições de custo é desprezível a apropriação de campo dos materiais. Nos espaços vagos inferiores aos coeficientes-equipamentos são transcritos os tipos de máquinas ou veículos retirados do modelo AP-4. Paulo Roberto Vilela Dias 165 . Nas colunas correspondentes aos tipos dos equipamentos são registrados os coeficientes produtivos e improdutivos dos mesmos. Quando não apresentarem as quantidades unitárias pode-se conhecer seu valor através de conveniente análise de projeto-tipo ou de normas 164 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. Nos locais correspondentes às discriminações. “concreto magro para base de fundação direta bloco nº 01”. por exemplo. isto é.5 APROPRIAÇÃO DOS TRANSPORTES Da mesma maneira que apresentado para os materiais.3. o procedimento deverá ser o exposto a seguir. Assim sendo. através de traços. Para tanto. onde obrigatoriamente constará o destino do mesmo. para efeito de apropriação. origem e destino da carga. nos Resumos das HorasHomens e da Produção (modelo AP-2) e nos Resumos dos Equipamentos e da Produção (modelo AP-4). Na parte inferior da ficha serão apresentados os somatórios de todos os coeficientes obtidos em diversos períodos e os valores médios desses coeficientes calculados através da divisão dos somatórios referidos pelo número de coeficientes registrados e considerados em cada coluna. consumos. etc. ou ainda. Na primeira coluna será registrado o período das observações retiradas do modelo AP-2 e do modelo AP-4. mas a combinação de diferentes tipos de materiais para formar um único produto. No caso de se fazer a apropriação de materiais. Todos os materiais adquiridos para a obra deverá ter entrada em almoxarifado central e deste só sair com guia de Requisição de Material. como é o caso do concreto. 12. 12. fica entendido que deverá constar do projeto-tipo a proporção ou traço de cada um dos seus componentes no produto acabado. deverá ser montado o Quadro Resumo das Distâncias de Transporte.4 APROPRIAÇÃO DE MATERIAIS Como é sabido. Em alguns casos onde há necessidade de se especificar não apenas uma matéria prima. no caso de cimento portland. Isto é. é válido e oportuna a apropriação de materiais de modo a aferir perdas desnecessárias. local ou comercial. desperdícios. ou seja. deverão ter definidos os materiais. Neste quadro. ou seja. já que os valores encontrados teriam que obedecer as especificações do projeto-tipo. constarão os cargos obtidos do modelo AP-2.6 Resumo dos coeficientes (modelo AP-6) A ficha denominada Resumo dos Coeficientes tem o objetivo de condensar os coeficientes apurados em cada serviço. percurso.

AP3 MOD. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias HORAS PRODUT. Y e Z = São as médias aritméticas dos coeficientes 166 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.HORAS TRABALHADAS 167 DIÁRIO I . x IMPRODUT.Somatório Horas Trabalhadas (HT) = SHR-Somatório Horas Remuneradas(HR)= Q2 ÍNDICE DE OCIOSIDADE ( SHR / SHT ) = - DE I F HT I F HT . AP1 CONTROLE DIÁRIO DA PRODUÇÃO RESUMO DOS COEFICIENTES Q1 M Q2 Q3 K1 K2 N ΣQ1 ΣQ2 ΣQ3 ΣΚ1 ΣΚ2 X MOD.HORA FINAL I F SHT . B e C = Designação dos serviços. AP1 MOD.HORA INICIAL F . ΣA = Somatório das horas trabalhadas no serviço A ΣAΙ = Horas trabalhadas em A multiplicadas pelo índice de ociosidade das horas remuneradas M = Quantidade da produção manual N = Quantidade da produção dos equipamentos H = Horas trabalhadas produtivas P = Horas paradas improdutivas S = Serviço executado pelo equipamento I = Serviço improdutivo do equipamento Q = Coeficiente oriundo da divisão d horas trabalhadas do pessoal pela produção respectiva K = Coeficiente produtivo do equipamento K = Coeficiente improdutivo do equipamento X. AP4 LEGENDA A. AP6 Y Z MÃO DE CONTROLE DIÁRIO DE EQUIPAMENTO RESUMO DAS HORAS EQUIPAMENTOS E DA PRODUÇÃO I F HT M P K1 K2 M P S Ι HT S N CONTROLE TOTAIS HT POR SERVIÇO SERVIÇOS EXECUTADOS MOD.ANEXO 1 FLUXOGRAMA PARA DETERMINAÇÃO DOS COEFICIENTES FÍSICOS ANEXO 2 MODELO AP-1 HORAS RE A B C C Q1 RIAS ( HR ) DAS DIÁ - MUNERA - CONTROLE DIÁRIO DA MÃO DE OBRA RESUMO DAS HORAS HOMENS E DA PRODUÇÃO B AP-1 A Σ AΙ M Q3 ΣA ΣAΙ OBRA DATA : MOD. AP5 MOD. CARGO / FUNÇÃO HORAS PRODUTIVAS FUNCIONÁRIOS OBRA : TOTAIS HT x I HT .

168 RESUMO DAS HORAS-HOMENS E DA PRODUÇÃO .Horas Improdutivas HO . Empresas e Profissionais HT .AP-2 OBRA : CARGO \ DIAS SERVIÇOS EXECUTADOS UNIDADE XXXXXXX XXXXXXX XXXXXXX XXXXXXX XXXXXXX XXXXXXX XXXXXXX XXXXXXX XXXXXXX XXXXXXX XXXXXXX XXXXXXX XXXXXXX XXXXXXX XXXXXXX XXXXXXX TOTAL SHT SPR ANEXO 3 MODELO AP-2 HT PR HT PR HT PR HT PR HT PR HT PR HT PR HT PR HT PR HT PR HT PR HT PR HT PR HT PR HT PR HT PR Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.3 Data : TIPO DE APROPRIAÇÃO HORÔMETRO HORAS HORÔMETRO HORAS HORÔMETRO HORAS Paulo Roberto Vilela Dias 169 SERVIÇOS EXECUTADOS OU MOTIVOS DE PARALIZAÇÃO HP HI HO ANEXO 4 MODELO AP-3 HP .Horas Ociosas .HORAS TRABALHADAS PR .Horas Produtivas HI .PRODUÇÃO CONTROLE DIÁRIO DA PRODUÇÃO OBRA EQUIPAMENTO PERÍODO DE SERVIÇO HORA INICIAL : : : HORA FINAL HORAS DE OPERAÇÃO AP .

5 DATA : Paulo Roberto Vilela Dias CÓDIGO SERVIÇOS EXECUTADOS DESCRIÇÃO DOS SERVIÇOS UNI DADE QUANTIDADE PRODUZIDA OBSERVAÇÕES ANEXO 6 MODELO AP-5 171 .170 RESUMO DAS HORAS .AP.4 OBRA EQUIPAMENTO DATA : COEFI CIENTE SERVIÇOS EXECUTADOS CÓDIGO DESCRIÇÃO : : DIAS UNID TOTAL DE HORAS ANEXO 5 MODELO AP-4 TIPO HORA HP HI HP HI HP HI HP HI HP HI HP HI HP HI HP HI HP HI HP HI HP HI HP HI HP HI HP HI HP HI Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. Empresas e Profissionais HP .EQUIPAMENTOS E DA PRODUÇÃO .Horas Improdutivas CONTROLE DIÁRIO DA PRODUÇÃO OBRA : DIMENSÕES ( em metros ) AP .Horas Produtivas HI .

: Im prod.EQUIPAMENTOS AP . estudos de viabilidade. Prod. Prod.HOMENS Prod. Data Prod. Im prod. avaliações e pareceres referentes a serviços e obras de engenharia e desenvolvimento de técnicas relacionadas com informática e outras. vistorias. Assim.ANEXO 7 MODELO AP-6 13 ATIVIDADES PROFISSIONAIS 13. RESUMO COEFICIENTES . Paulo Roberto Vilela Dias 173 .6 COEFICIENTES Prod. elaboração de projetos básicos e projetos executivos. instrumentos e processos de produção em geral. DOS Im prod. de projeto e gerenciamento ou supervisão de obras de engenharia. acompanhamento técnico e gerenciamento de obras e serviços. também. SERVIÇOS DE CONSULTORIA Este livro abrange os serviços de consultoria.1 DEFINIÇÕES DOS SERVIÇOS PROFISSIONAIS Procuramos definir os principais serviços prestados pelas empresas de consultoria e. para aplicação em serviços de engenharia. analisaremos os seguintes serviços: • Unidade : COEFICIENTES . de equipamentos. Im prod. Im prod. Veja ainda as definições existentes no Capítulo 12. Im prod. consultorias. • • • • TOTAIS MÉDIA DESVIO PADRÃO OBRA : SERVIÇO : PERÍODO elaboração de planos diretores.2 a seguir. fiscalização. Prod. ou de montagens industriais e controle tecnológico de materiais e produtos. estudos organizacionais e outros relacionados com obras e serviços de engenharia. supervisão. pelos profissionais liberais.

bem como. Paulo Roberto Vilela Dias 175 . o preparo de arranjo geral esquemático. XI da Lei 8. e que pos174 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. com nível de precisão adequado. • Projeto Executivo Definição de todos os detalhes construtivos ou executivos do sistema objeto do projeto e sua apresentação gráfica. O projeto básico será constituído de desenhos que representem tecnicamente a solução adotada e relatório técnico que contenha: memorial descritivo do sistema e de seus componentes. podem ser divididas em três fases principais. a partir dos dados levantados com esta finalidade. em todos os campos de aplicação e disciplinas técnicas de engenharia. De acordo com o disposto no Artigo 6º.666/93 o projeto básico é o “conjunto de elementos necessários e suficientes. Inclui o estudo de soluções alternativas. a racionalização do programa.PROJETO As atividades de concepção e pormenorização de projetos físicos. dentre alternativas de solução possíveis. a indicação dos métodos construtivos. a listagem das autorizações legais requeridas para a implantação e a estimativa de custo das obras. Compreende o arranjo geral. as normas e critérios para medição e pagamento dos serviços de implantação e o cronograma das obras. • especificação preliminar de materiais. equipamentos e serviços. a elaboração de desenhos típicos e especificações técnicas preliminares de serviços e materiais. orçamento da construção. os critérios e parâmetros adotados na proposição e dimensionamento dos componentes. contendo a concepção clara e precisa do sistema proposto.. a definição dos partidos tecnológicos. bem como. para caracterizar a obra ou serviço ou complexo de serviços objeto da licitação. para determinação de quantitativa de demandas. • memorial de cálculo onde deverão ser apresentados a metodologia básica utilizada. de acordo com normas pertinentes da Associação Brasileira de Normas Técnicas – ABNT”. a indicação dos métodos construtivos. o dimensionamento funcional do objeto e de suas partes.. que assegurem a viabilidade técnica e o adequado tratamento do impacto ambiental do empreendimento. Visa a análise e escolha. características e materiais a ser utilizados. Inclui a especificação e execução ou supervisão dos serviços de campo e de laboratório. gráficos ou ábacos empregados no cálculo. • estimativa preliminar de quantidades de materiais. montagem ou instalação de todos os elementos previstos no sistema. a estimativa de custo. a especificação e execução ou supervisão dos serviços de campo e de laboratório. o orçamento detalhado e cronograma de implantação das obras. a indicação de todos os componentes. elaborado com base nas indicações dos estudos técnicos preliminares. a confecção dos desenhos detalhados e das especificações técnicas de serviços e materiais. de maneira a esclarecer perfeitamente a execução. a que melhor responde. De acordo com a Lei 8. além das fórmulas.666/93 o projeto executivo é o “conjunto de elementos necessários e suficientes à execução completa da obra. aos objetivos propostos. Quando não existem normas nacionais para uma determinada disciplina técnica ou projeto aplicam-se as normas internacionais. equipamentos e serviços. ”. técnica e economicamente. ou seja: • Estudo Preliminar • Projeto Básico (ou anteprojeto) • Projeto Executivo Estudo Preliminar Estudo técnico efetuado para determinar a viabilidade de uma solução. Empresas e Profissionais sibilite a avaliação do custo da obra e a definição dos métodos e prazo de execução . Projeto Básico Definição técnica e dimensional da solução adotada. de eventuais condicionantes do Contratante e demais elementos sobre o problema.

ASSISTÊNCIA TÉCNICA Abrange as seguintes atividades.2. inclusive plano de gestão ambiental. DECRETOS E LEIS: DECRETO FEDERAL Nº 23.1 Regulamentação da Atividade Profissional Apresentamos a seguir os decretos. Supervisão administrativa de construção. • Treinamento do pessoal de operação e de manutenção.569. bem como arbitragem.194. estruturas metálicas e outros.2 REGULAMENTAÇÃO DA ATIVIDADE PROFISSIONAL E ATRIBUIÇÕES LEGAIS DOS PROFISSIONAIS DE ENGENHARIA CIVIL 13. a organização geral dos trabalhos e a especificação das instalações provisórias. envolvendo o exame e aprovação de documentos técnicos preparados pelos fornecedores de equipamentos. Planejamento. Coordenação das interfaces executivas. A0. Execução direta ou assistência às compras e/ou contratações de bens e serviços. abrangendo: • • • • • • • • Elaboração de planos gerenciais. de 24 DEZ 1966 176 Paulo Roberto Vilela Dias 177 . APRESENTAÇÃO DOS PROJETOS Os relatórios obedecerão o exigido pela norma NBR-5984 e serão apresentados em papel A4. distinguem-se uma das outras pelo nível de detalhamento. assistência à partida. • GERENCIAMENTO DE OBRAS O gerenciamento envolve principalmente tarefas de coordenação e administração. enquanto que as plantas deverão ser desenhadas em formato A1 ou.189 mm mm mm mm mm ASSESSORIA Envolve assessorias técnicas em assuntos especializados. programação e controle físico-financeiro do empreendimento. • Preparo de desenhos “como construído” em seguida à implantação. montagem. examinando a observância das especificações técnicas pelo construtor. montagem. técnicas e administrativas. de arquiteto e de agrimensor. eventualmente. Coordenação técnica e administrativa de serviços de projeto de engenharia. testes e partida. de caráter essencialmente técnico: Verificação de desenhos de fabricação. (1) Revogado tacitamente pela Lei nº 5. Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. Atividades de acompanhamento técnico da construção. avaliações e estudos organizacionais relacionados com empreendimentos de engenharia. • Acompanhamento técnico da construção. Sendo que são considerados os seguintes formatos: A4 A3 A2 A1 A0 = = = = = 210 mm 297 mm 420 mm 594 mm 841 mm x 297 x 420 x 594 x 841 x 1. as leis e as resoluções que regulam a atividade dos profissionais registrados no sistema CONFEA/CREA. DE 11 DEZ 1933 ( 1) Regula o exercício das profissões de engenheiro.As atividades que figuram em mais de uma fase de projeto. Empresas e Profissionais 13. diligenciamento e inspeção de contratos de fornecimento de bens. Administração e controle do fluxo de documentos. testes. estabelecendo a estratégia de implantação.

07. de 24. proposta pelo Ministério Público Federal. A íntegra da regulamentação apresentada anteriormente pode ser obtida no CONFEA e nos Conselhos Regionais ou em seus sites da internet.Supervisão.00. RESOLUÇÃO Nº 317.524. DE 30 SET 1971 Adota o Código de Ética Profissional.212. 178 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. RESOLUÇÕES DO CONFEA: RESOLUÇÃO Nº 425. Arquitetura e Agronomia e expedição de certidão. DE 22 ABR 1966 Dispõe sobre a remuneração de profissionais diplomados em Engenharia. de 24.DE 7 DE DEZ 1977 Institui a “Anotação de Responsabilidade Técnica” na prestação de serviços de Engenharia.CONFEA. DE 27 MAIO 1983 Dispõe sobre o exercício profissional dos Técnicos Industriais e Técnicos Agrícolas de Nível Médio ou de 2º Grau e dá outras providências. LEI Nº 6. Juíza Substituta da 4ª Vara Previdenciária de Porto Alegre .LEI Nº 4. como por exemplo. FUNDAMENTAÇÃO LEGAL: Lei nº 8. designa as seguintes atividades: Atividade 01 .br). de 24 DEZ 1966. DE 5 NOV 1968 Dispõe sobre o exercício da profissão de Técnico Industrial de nível médio.496 . DE 31 OUT 1986 Dispõe sobre Registro de Acervo Técnico dos Profissionais da Engenharia. de Arquitetura e Agronomia. nos autos da Ação Civil Pública nº 2000. OUTRAS: INSTRUÇÃO NORMATIVA INSS Nº 49. Agronomia e Veterinária. LEI Nº 5. RESOLUÇÃO Nº 205. regula o exercício das profissões de Engenheiro. de 03 de maio de 2001 Dispõe sobre alterações dos parâmetros para o reconhecimento das atividades exercidas sob condições especiais em cumprimento à decisão que antecipou parcialmente os efeitos da tutela.91 e alterações posteriores e Lei nº 8.950-A. LEI Nº 5. RESOLUÇÃO Nº 313.07.RS.030435-2. pelo Conselho Federal de Engenharia.194. Arquiteto e Engenheiro Agrônomo e o artigo 1º da Resolução 218 do CONFEA de 29 de junho de 1973. Arquiteto e EngenheiroAgrônomo. planejamento.org. prolatada pela MM.2. e dá outras providências. Química. para efeito da fiscalização do exercício profissional em nível Superior.71.194. e dá outras providências. Atividade 02 .91 e alterações posteriores 13.2 Atividades e Atribuições Legais para Profissionais de Engenharia Civil A lei nº 5194 de 24/12/1966. Arquitetura e Agronomia . DE 26 SET 1986 Dispõe sobre o exercício profissional dos Tecnólogos das áreas submetidas à regulamentação e fiscalização instituídas pela Lei nº 5.213. Arquitetura.Estudo. na página da web do CREA-RJ (www. Paulo Roberto Vilela Dias 179 . DE 18 DEZ 1998 Dispõe sobre a Anotação de Responsabilidade Técnica e da outras providências. de uma Mútua de Assistência Profissional.crea-rj. coordenação e orientação técnica. projeto e especificação. autoriza a criação. RESOLUÇÃO Nº 278. Empresas e Profissionais RESOLUÇÃO Nº 218. e dá outras providências. DE 29 JUN 1973 Discrimina atividades das diferentes modalidades profissionais da Engenharia. DE 24 DEZ 1966 Regula o exercício das profissões de Engenheiro. Arquitetura e Agronomia.

Padronização. montagem e reparo. estruturas. de regiões. cursos.º 5. Artigo 1º . estradas. Artigo 3º . do arquiteto e do engenheiro-agrônomo consistem em: a) b) desempenho de cargos. pista de rolamentos e aeroportos. Lei n. seus serviços afins e correlatos. perícia. assessoria e consultoria. Regula o exercício das profissões de Engenheiro. e dá outras providências. Fiscalização de obra e serviço técnico. serviços e equipamentos urbanos. transportes. estruturas. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias . Desempenho de cargo e função técnica.As qualificações de engenheiro. sistema de transportes. arbitramento. local. Direção de obra e serviço técnico. experimentação.Atividade Atividade Atividade Atividade 03 04 05 06 - Atividade 07 Atividade 08 Atividade Atividade Atividade Atividade Atividade Atividade Atividade 09 10 11 12 13 14 15 - Atividade 16 Atividade 17 Atividade 18 - Estudo de viabilidade técnico-econômica.As profissões de engenheiro. Arquiteto e Engenheiro-Agrônomo. rios. funções e comissões em entidades estatais. explorações de recursos naturais e desen181 Artigo 2º dessa mesma resolução estabelece as seguintes competências para o ENGENHEIRO ARQUITETO: I . obras. Condução de equipe de instalação. avaliação. instalações e meios de acesso a costas. conjuntos arquitetônicos e monumentos. portos. cidades. nos seus aspectos técnicos e artísticos. arquitetura ou agronomia a firma comercial ou industrial cuja for composta.194 de 24 de Dezembro de 1966 180 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. montagem. urbano e regional. Artigo 7º dessa mesma resolução estabelece as seguintes competências ao ENGENHEIRO CIVIL ou ao ENGENHEIRO DE FORTIFICAÇÃO e CONSTRUÇÃO: I .o desempenho das atividades 01 a 18 do artigo 1º desta Resolução. e massa de água e extensões terrestres.Parágrafo único . planejamento físico. Operação e manutenção de equipamentos e instalação. Execução de instalação. divulgação técnica e extensão. Assistência. desenvolvimento industrial e agropecuário. arquitetura paisagística e de interiores. meios de locomoção e comunicações. em geral. análise. reparo e manutenção. referentes a edificações. Produção técnica e especializada. zonas. edificações.Só poderá ter em sua denominação as palavras engenharia. operação. laudo e parecer técnico. seus serviços afins e correlatos. Execução de desenho técnico. arquiteto ou engenheiro-agrônomo só podem ser acrescidas á denominação de pessoa jurídica composta exclusivamente de profissionais que possuam tais títulos. de abastecimentos de água e de saneamento. Artigo 4º. pesquisa.As atividades e atribuições profissionais do engenheiro. em sua maioria. Ensino.As qualificações de que trata este Artigo poderão ser acompanhadas de designações outras referentes a cursos de especialização.o desempenho das atividades 01 a 18 do artigo 1º desta Resolução. Execução de obra e serviço técnico. Artigo 7º. rurais e regionais. arquiteto e engenheiro-agronômo são caracterizadas pelas realizações de interesse social e humano que importem na realização dos seguintes empreendimentos: A) B) C) D) E) Aproveitamento e utilização de recursos naturais. Condução de trabalho técnico. paraestatais. ensaio. autárquicas e de economia mista e privadas. aperfeiçoamento e pós-graduação. Vistoria. planejamento ou projeto. mensuração e controle de qualidade. de profissionais registrados nos Conselhos Regionais. Elaboração de orçamento. referentes a edificações . Artigo 5º.

execução de obras e serviços técnicos.Consideram-se da atribuição do arquiteto ou engenheiroarquiteto: a) b) c) d) e) f) g) estudo. direção. ensino. avaliações.Enquanto durar a execução de obras. todos serão considerados co-autores do projeto. Artigo 28º . o projeto. experimentação e ensaios. com os direitos e deveres correspondentes.c) d) e) f) g) h) volvimento da produção industrial e agropecuária. em todos os seus aspectos técnicos e artísticos. projeto. Artigo 30º . nos assuntos correlacionados com as especificações das alíneas “a” a “i” . o estudo. direção e fiscalização dos serviços de urbanismo. direção.569. especificações e demais pormenores técnicos nele estabelecidos. vistorias. projeto. direção. assim como os dos responsáveis pela execução dos trabalhos. industrial ou agropecuária. Artigo 19º. direção. direção e fiscalização das obras de arquitetura paisagística. produção técnica especializada. trabalhos topográficos e geodésicos. perícias. fiscalização e construção das obras de captação e de abastecimento de água. estudos. direção. pareceres e divulgação técnica. perícias e arbitramento referentes à matéria das alíneas anteriores. direção. o estudo.Ao autor do projeto ou aos seus prepostos é assegurado o direito de acompanhar a execução da obra. projeto. direção. Artigo 22º.DE 11 DEZ 1933 Regula o exercício das profissões de engenheiro. rios e canais e das concernentes aos aeroportos. fiscalização e construção de edifícios. direção. fiscalização de obras e serviços técnicos. de acordo com as condições.São da competência do engenheiro civil: a) b) c) 182 h) i) j) k) rodagem e de ferro. nos assuntos mencionados nas alíneas “a” a “c” deste Artigo. análises. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 183 . projeto. d) e) f) g) Artigo 16º. é obrigatória a colocação e manutenção de placas visíveis e legíveis ao público o nome do autor e co-autores do projeto. projetos. direção. fiscalização e construção das obras relativas a portos. fiscalização e construção das obras que tenham caráter essencialmente artístico ou monumental. DECRETO FEDERAL N. direção e fiscalização das obras de grande decoração arquitetônica. direção de obras e serviços técnicos. perícias e arbitramentos relativos à matéria de que tratam as alíneas anteriores. fiscalização e construção das estradas de Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. projeto. fiscalização e construção de obras de drenagem e de irrigação. direção e fiscalização dos serviços de urbanismo. o estudo. fiscalização construção de obras destinadas ao aproveitamento de energia e dos trabalhos relativos às máquinas e fábricas. projeto. fiscalização e construção das obras peculiares ao saneamento urbano e rural. o estudo. a arquitetura legal. projeto. a engenharia legal. o projeto. de modo a garantir a sua realização. o estudo. fiscalização e construção de edifícios. projeto. com todas as suas obras complementares.º 23. o estudo. projeto. pesquisa.Quando a concepção geral que caracteriza um plano for elaborado em conjunto por profissionais legalmente habilitados. projeto. o projeto. instalações e serviços de qualquer natureza. com todas as suas obras complementares. estudo. de arquiteto e de agrimensor. o estudo.

2) Gestão. Arbitramentos. 1. Consultas esporádicas. Consultorias ou assistências técnicas.3) 3. Vistorias.6) 3.2) 1.Projetos básicos e executivos de qualquer natureza.TÍTULO I CONCEITUAÇÃO PROPOSTA PARA OS SERVIÇOS RELACIONADOS COM A ENGENHARIA CIVIL Os serviços relacionados com a Engenharia Civil podem ser resumidos no seguinte: 1) Estudos de um modo geral ou viabilidade .11) Levantamentos topográficos e sondagens. Coordenação.Projetos básicos e executivos de qualquer natureza.7) 1. ou avaliação de direitos. fiscalização e acompanhamento de obras em geral.3) Avaliações técnicas de um determinado bem.2) 3. 2. 4. arbitramentos. Assessoria. Orientação geral e técnicas de controle.7) 4) 4.1) Gerenciamento das obras e projetos em geral.7) Medições de serviços .2) Pareceres técnicos sobre assunto técnico especializado. Supervisão.1) Vistorias. programações e controles. Orientação técnico-administrativa. Paulo Roberto Vilela Dias 185 . 1. Anteprojetos. controle físico-financeiro e da Qualidade. Fiscalização e Supervisão de serviços técnicos-administrativos.5) 3. produtividade e qualidade. pareceres. materiais. que se subdividem em: Os serviços acima relacionados são discriminados da seguinte forma: 1) Estudos de um modo geral ou viabilidade . 4.3) Projetos do canteiro de obra. Laudos. laudos técnicos. instalações e afins. materiais.4) 1. fundamenta dos sobre serviços ou obras. compatibilização. 184 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. supervisão. equipamentos e pessoal. Fiscalização e Acompanhamento de obras em geral que se subdividem em: 2) 3) 4) 2. 2.5) Administração e Controle contábil. 2. Detalhes construtivos em geral Estimativas de custos. coordenação.5) 1. Avaliações e Perícias em geral. Projeto Básico ou Legal. supervisão.4) 3.6) 1. planejamentos e cronogramas físico-financeiros. Laudos. Gestão de empreendimentos. arbitramentos. Empresas e Profissionais 3.8) Levantamento de dados Estudos preliminares.3) 1. Engenharia Legal. 2) Programações e dimensionamentos de serviços. Especificações de serviços e materiais. 3) Consultorias e Assistência técnica que se subdividem em: Consultorias em geral permanente e elaboração de contratos. 2. avaliações e perícias. acompanhamento e controles. Análise econômica-financeira da empresa. serviços.10) Levantamentos técnicos de obras. dimensionamentos de serviços.9) Assessoria . 2. orçamentos.1) 1. fiscalização. 1. subdividem-se em: 1. supervisão. Projetos definitivos (executivos).coordenação.6) Coordenação. Pareceres. vistorias. equipamentos e pessoal. fiscalização e acompanhamento de obras.1) 3.4) Planejamentos.

4) Serviços em geral de Engenharia Legal. 1.O Engenheiro Civil atuará também em assuntos de Engenharia Legal e de Custos. a saber: 1) Estudos de um modo geral ou viabilidade . barragens. rios e canais. planejamentos. • Estudo de Fachada . fiscalização e construção de estradas de rodagem e de ferro. Vamos conceituar o que representam os serviços indicados nos itens acima. localização. irrigação. solicitações do Cliente. projetos. viadutos e outros. será apresentado o projeto legal. Baseado nestes dados elabora-se o escopo do Contrato.em perspectiva ou elevação. avaliações. Em anexo. contendo a definição de todos ambientes. visando montar um programa básico do projeto. saneamento urbano e rural. deverá ser apresentado o Memorial Descritivo elucidativo do partido adotado. permitindo sempre que possível uma primeira avaliação da estrutura. grandes estruturas metálicas e de concreto armado. Estudos.principais níveis da edificação. direção. direção. fiscalização e construção de obras destinadas ao aproveitamento de energia e dos trabalhos relativos às máquinas e fábricas. fiscalização e construções prediais. mações. com as modificações sugeridas. de acordo com o serviço a executar e obedecidas as posturas legais para cada caso possibilitando obter licenças e alvarás. Os serviços relacionados nos itens anteriores se aplicam ao ramo da Engenharia Civil. bem como. direção. controles. • Concepção e tratamento da volumetria do edifício. dimensão e articulação dos ambientes. • 6) Único . 4. com informações sobre o terreno. viadutos e outros. dimensionamento e caracterização dos pavimentos. em plantas.5) Julgamentos de trabalhos em geral.1) Levantamento de dados – Levantamento de um conjunto de infor186 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. Estudos. fiscalização e construção das obras relativas a portos. a saber: 1) 2) Estudos. direção. abastecimento de água. gerando os seguintes documentos: Memorial Descritivo . grandes estruturas metálicas e de concreto armado.3) Anteprojeto – A partir do Estudo Preliminar aprovado. Paulo Roberto Vilela Dias 187 .2) Estudos preliminares – Análise e avaliação de todas as informações recebidas na primeira etapa e definição do partido arquitetônico da edificação e as condições de viabilidade. Empresas e Profissionais 1. de acordo com as normas vigentes. projetos. perfis. projetos. formatando o Anteprojeto. • 3) 4) 5) 1. direção. legislação local. completando o projeto. drenagem. Estudos. túneis. será desenvolvido o Anteprojeto de Arquitetura. projetos. barragens. industriais e reformas com todas as suas obras complementares.descreve e justifica a solução arquitetônica proposta e é acompanhado de quadro de áreas estimadas. adução. 1. fiscalização e construção de obras hidráulicas de saneamento e urbanização. projetos. arbitramentos. • Plantas Baixas . apresentando um padrão de cor ou textura. esclarecedor de circunstâncias especiais. captação.4) Projeto Básico ou Legal – Após a aprovação pelo cliente do anteprojeto. etc.Projetos básicos e executivos de qualquer natureza. túneis. elevações. Estudos. • Definição do esquema estrutural e das instalações. bem como fazer orçamentos. direção. emitir laudos e pareceres relacionados com a especialidade profissional. projetos. fiscalização e construção de obras de arte especiais. com especificações e detalhamento das fachadas e esquadrias externas. cortes. abordando os seguintes aspectos: Concepção. perícias. Estudos.4. fachadas.

podem-se estabelecer as necessidades diárias de material e mão-de-obra para a execução da obra ou serviço.6) Especificações de serviços e materiais – Tem como objetivo caracterizar as condições de execução e padrão de acabamento para cada tipo de serviço. elaborando desenhos e especificações dos serviços e dos materiais empregados. deverá ser assumida pelo profissional Paulo Roberto Vilela Dias 189 . necessários a uma melhor compreensão e execução da obra.7) Detalhes construtivos em geral – São desenhos complementares. em escala conveniente. consumo e do cronograma físico-financeiro. serviços. aparece a figura do Assessor. 1. deverá ser apresentado o cronograma físico-financeiro (gráfico de Gantt). A partir da interface entre os Projeto Arquitetônico e os Projetos Complementares. Por outro lado. com todos os elementos necessários à fiel execução do empreendimento. acompanhamento e controle – Quando na elaboração de um projeto. 1. compatibilização.5) Projeto Executivo – Conjunto de documentos elaborados. segundo uma sintonia perfeita. etc. contendo as quantidades de serviços a executar. houver a participação de profissionais de várias modalidades. com sua participação. despesas financeiras.coordenação. com indicação das condições técnicas de execução e de todas as exigências indispensáveis à concretização da obra. as normas aprovadas e recomendadas. aplicação correta dos materiais. com todas as informações necessárias à execução da obra. exige detalhes particulares para facilitar ou mesmo permitir a sua execução. técnicas e outras. os projetos existentes não reproduzem a verdade – Consiste. Deverá apresentar uma descrição completa da obra. administrativas. na escala convenientemente adequada. a coordenação de todos os processos e os integrantes da equipe. com a listagem dos diversos serviços a executar. A responsabilidade funcional do levantamento levado a efeito.9) Assessoria . como impostos. através dos coeficientes de produtividade. Na composição dos preços unitários deverão ser apresentados os coeficientes de consumo e produtividade. que de qualquer maneira onerem os custos do empreendimento. gera-se um documento único. encargos sociais.financeiros . Através da compatibilização e otimização dos diversos projetos e processos. são identificadas e eliminadas eventuais interferências entre os mesmos e futuros re-trabalhos nas obras. os detalhes e as especificações de serviço e materiais. A finalidade é oferecer uma assessoria técnica especializada à elaboração do projeto ou serviço. planejamentos e cronogramas físicos . Os respectivos percentuais para cobrir as despesas diretas e indiretas. capaz de oferecer uma visão global da execução da obra e o conhecimento das necessidades financeiras mês a mês. Anexo deverá ser apresentado um memorial descritivo. Conhecidos o orçamento e o prazo de execução da obra ou serviço. fiscalização. supervisão. com a indicação das características técnicas.10)Levantamentos técnicos de obras. Estes detalhes deverão ser apresentados em desenhos. de todos elementos da obra ou serviço necessários à perfeita execução técnica e artística da edificação. poderá ser apresentado um orçamento – Consiste na 188 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. instalações e afins já executados e que por circunstâncias. a unidade considerada e os preços unitários. leis fiscais. 1. e indicar os ensaios de laboratórios indispensáveis. Especificações detalhadas de todos os materiais que serão utilizados nas obras. 1.conhecidos os projetos definitivos. 1. Cada tipo de obra.Engenharia de Custos .1. Empresas e Profissionais apresentação de uma planilha. permite ainda. que englobe todos os elementos considerados no estudo.8) Estimativas de custos. bem como a especificação para cada tipo de serviço. comerciais. condições de funcionamento ou estado de conservação. em função de sua complexidade. pois de um levantamento completo no local que permita definir as quantidades. orçamentos. Faz parte integrante das especificações a indicação de materiais relacionados nos desenhos do projeto.

especificações. planos de trabalhos. 190 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. controles e apropriações de custos. rotinas.Deverá ser apresentado o projeto do canteiro de obras. exercendo as funções de acordo com as normas legais vigentes e entregando a obra ou serviço em condições de ser utilizada pelo cliente e em concordância integral com os projetos. enfim. necessidades de material. com previsão das datas do recrutamento. Neste caso deverão ser determinados os homens/hora indispensáveis. dimensionamentos do físico. além do trabalho de escritório de cálculo das cadernetas. por categoria. gerência integral. orçamento. equipamentos e pessoal . dirigir e controlar a qualidade da obra. com os seguintes sub-ítens: determinado pelas quantidades de serviços e preços unitários. 2) Gestão.Uma vez conhecido o orçamento da obra. incentivos para aumento de produtividade e qualidade. com detalhes do relevo.1) Gerenciamento das obras e projetos em geral . em função da seqüência dos trabalhos a executar. supervisão.11)Levantamento topográfico e sondagens . face ao controle preconizado. diretrizes.2) Programações e dimensionamentos de serviços. legais decorrentes da organização levada a efeito. Verificar a eficiência e eficácia dos trabalhos. Apresentação das programações e relatórios indispensáveis à administração da obra ou serviço e relação de equipamentos necessários. respondendo pela fiel execução dos serviços. quanto aos preços de material. coordenar. memoriais gráficos e fotográficos. licitude das compras e fornecimentos.Neste caso admite-se o trabalho profissional de levantamento completo no campo. no mercado de trabalho. de desenvolver as diversas áreas da obra. indicando os processos de trabalho. programações e controles. nas disponibilidades financeiras da empresa.Trata-se de assumir a responsabilidade dos encargos técnicos. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 191 . dos serviços. execução dos serviços. Para cada tipo ou especialidade de engenheiro teremos obras que lhe são afetas. representando as curvas de nível de metro em metro. está o engenheiro em condições de dimensionar a equipe de trabalho. bem como previsões de treinamento. relatórios.4) Planejamentos. equipamentos. 2.Trata-se de medidas indispensáveis à verificação da quantidade e qualidade do trabalho. deverá ser apresentado o organograma. detalhes e demais elementos técnico fornecidos. programações. deverá ser apresentado um relatório circunstanciando todas as medidas levadas a efeito. como seu gestor. 2. pessoal e do financeiro .3) Projeto de canteiro de obra . 2. o profissional deverá prever. avaliação dos cortes e aterros e outras medidas de interesse na elaboração de um determinado projeto. 2. contendo todas as instalações a fazer. indicando inclusive o dimensionamento da equipe. materiais. Além do mais. Consiste em ser assumido pelo profissional ético o encargo técnicoadministrativo da direção e execução da obra. baseando-se ainda no cronograma físico-financeiro. apresentação do esquema organizacional com a discriminação das tarefas. mão-de-obra.executante do serviço. como o dimensionamento. a modalidade de medição de serviços. admissão. no tocante à administração da empresa. materiais. Quanto as sondagens deverão constar o perfil do terreno para avaliação do solo e posição do lençol freático. o plano para melhoria da produtividade e qualidade. mão-deobra e as especificações dos serviços. demissão. Apresentação do planejamento completo para execução e controle da obra ou serviço. Caso seja do interesse do cliente e tendo em vista a extensão da área a levantar. permitindo ainda um controle. Feitas as programações e o planejamento. 1. procedimentos. fiscalização e acompanhamento de obras em geral. coordenação.

Sistemas de controle do almoxarifado.6) Coordenação. 2. reajustamento de preços.1) Consultoria permanente em geral e elaboração de contratos – Trata-se de prestação sistemática do trabalho profissional. uma vez oferecidos os elementos para o exame técnico da solução. 3. fiscalização e acompanhamento de obras em geral – Consiste em fiscalizar a fiel execução de uma obra ou serviço. sobre determinados problemas. esquadro e prumo. principalmente na elaboração dos contratos entre fornecedores. Verificar e assinar autorizando os pagamentos de fornecimento de material e mão-de-obra. Exigir nível. utilizandose de testes da boa qualidade. com poderes de sustar qualquer serviço executado fora dos padrões do projeto.2.2) Consultas esporádicas – Consiste na prestação de serviço técnico de engenharia prestada por profissional que oferece ao cliente solução verbal ou por escrito. 2. todos os acabamentos. Neste caso o profissional deverá fazer uma listagem dos elementos que devem constar do contrato como proteção à empresa. supervisão.3) Assessoria – Serviços profissionais prestados por profissionais. como também o cumprimento das especificações de serviços e materiais. Apresentar quando solicitado os esclarecimentos requeridos. Paulo Roberto Vilela Dias 193 192 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. Tipo de contabilidade. Tipos de notas. em laboratórios oficiais. Dar assistência técnica efetiva quando solicitado. O fiscal deverá constatar a boa qualidade durante a execução das obras. inclusive quanto à responsabilidade sobre despesas. Empresas e Profissionais .5) Administração e controle contábil – Atividade indispensável à verificação do controle da qualidade e produtividade. 3.4) Fiscalização de serviços técnicos – Consiste na observância das normas brasileiras para a execução de obras e serviços. fiscalizar durante todo o tempo de execução da obra ou serviço. com os seguintes sub-ítens: 3. apresentar a resposta à consulta formulada. oferecendo uma assistência técnica permanente e responsabilizando-se pelas orientações e instruções prestadas na obra e ao cliente. Sistema de apresentação das diversas contas a receber e a pagar. bem como o cronograma físico-financeiro para controle do andamento da obra. durante e posterior à implantação de uma obra ou serviço. Conferir todas as medidas. bem como o controle da qualidade apurado. visando enquadrar as normas pré-determinadas. Aqui desejamos esclarecer que a participação do profissional se faz somente na parte técnica-administrativa do contrato. Pode ser antes. assessorando técnico-administrativamente os diversos órgãos da empresa. apresentando os detalhes métricos e demais elementos capazes de orientar o cliente quanto à licitude do pagamento. estabelecimento do plano de contas e contabilidade gerencial. Determinação do estoque mínimo. Enfim. Dirimir as dúvidas ou resolver os problemas técnicos surgidos. Elaboração de sistemas de controle de materiais e mão-de-obra. estudo de preços e materiais. lembrando de cláusulas de regulamento do prazo. atendendo a boa técnica requerida. Escrituração dos custos de obra. O serviço de assessoria. Flexibilidade do mercado fornecedor e consumidor. prevendo multas por atrasos no cronograma de pagamento e pelo não cumprimento das exigências contratuais. durante a execução da obra ou serviço.7) Medições de serviços e controles físico-financeiros e da qualidade – Medições “in loco”. estudo dos contratos de fornecimento e pessoal. o a receber e o a pagar. empreiteiros e outros. no que tange a orientação técnica-administrativa e durante a venda dos trabalhos profissionais em caráter permanente. sendo o único responsável pelos êxitos ou insucessos preconizados. dos serviços executados. 3) Consultorias e assistência técnica. pode ser em caráter permanente ou então por contrato temporário. todos os detalhes métricos. Apresentar em relatório o sistema de medida e critérios adotados. Em memorial descritivo o profissional apresentará as considerações que devem ser obedecidas. 3. para prestação de serviços durante uma certa etapa do desenvolvimento empresarial. quando julgar necessários.

Engenharia Legal. Ampliação da faixa de empreendimentos da empresa. o critério adotado e outros elementos que objetivaram a avaliação. 194 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. com os seguintes sub-ítens: c) d) e) f) g) 4. os elementos computados. na maioria das vezes. de serviços e materiais. porque. Medidas preventivas a preconizar. verificado em uma determinada condição existente e que constitui. na avaliação técnica de um determinado bem. temos o laudo técnico. a projeção de um estudo para ampliação da empresa. no qual se esclareçam as causas e fiquem estabelecidas as medidas técnicas a tomar. O parecer é uma opinião técnica abalizada e fundamentada em requisitos técnicos. No entanto. Determinação do fluxo de caixa. normas de controle para o material e mão-de-obra. capaz de orientar a empresa no sistema global de controle. sobre serviços ou obras – Os laudos técnicos compreendem a informação profissional a respeito de determinado assunto. capazes de oferecer a medida exata do valor. Procura de novos mercados. Levantamento dos imóveis. Avaliação da produção. pareceres. bem como indicação da distribuição do equipamento dentro do imóvel. Em cada caso. O parecer poderá ser acompanhado de plantas. Às vezes pode ser também solicitado. será complementado o parecer final. estabelecer a política administrativa da empresa no setor técnico. Apresentação de um parecer técnico. fruto dos elementos patrimoniais oferecidos. com um memorial descritivo. Sim.3. serviços ou da empresa. executando plantas ou conferindo os existentes. Assim. face as tendências do mercado. as considerações levadas a efeito. Feita a vistoria e elaborado o laudo técnico. 4. Cadastramento do equipamento e avaliação. com vistas a: a) b) c) d) e) Sistemática dos serviços. o laudo técnico é a constatação de um determinado fato. mensal e anual da empresa. será estudada a linha a ser seguida e a orientação a ser obedecida. Por meio de um relatório apresentar-se-á a orientação técnico-administrativa. por assim dizer.2) Pareceres técnicos sobre assunto técnico especializado – Nem sempre a vistoria e o laudo vem acompanhado de um parecer técnico. vai depender de um estudo muito mais aprimorado e a conseqüente avaliação. a vistoria. 4) Vistorias.5) Análise econômica-financeira da empresa – Estudo dos elementos patrimoniais da empresa. como segue: a) b) Levantamento geral dos bens patrimoniais da empresa. Estimativa do valor do patrimônio em imóveis. laudos. 3. Às vezes o parecer técnico é de tal envergadura e envolve técnicos tão especializados que só pode ser dado em conjunto por uma comissão de alto gabarito. o memorial descritivo dará as informações colhidas.7) Orientação geral e técnicos de controle – Apresentação de um esquema técnico geral. se acompanhado das causas e das conclusões técnicas cabíveis.1) Vistorias. bem como. uma vez conhecido o projeto ou os contratos de execução. avaliações e perícias em geral. de modo a executar os serviços em andamento. Contatos de qualquer natureza. Neste caso.6) Orientação técnico-administrativa – Consiste em. existem elementos mensuráveis. Já no caso do Direito. 4. da rentabilidade da obra.3) Avaliação técnica de um determinado bem ou direito – Aqui reside um dos assuntos mais sérios. diária. laudos técnicos fundamentados. Fornecimento de um memorial descritivo com o dimensionamento das diversas seções da empresa. bem como da exigência de testes de laboratório e exames locais. serviço ou obra. Trata-se de um serviço de alta repercussão técnica pelos efeitos decorrentes. Empresas e Profissionais . determinando-se o sistema de apropriação de custo. pode ser aleatória. NesPaulo Roberto Vilela Dias 195 3. de especificações.

ASSESSORIA Serviço prestado a pessoas físicas ou a empresas por profissional qualificado e que exige um somatório de conhecimentos e experiências na prestação sistemática ou eventual de serviços de orientação técnica . calculado ou arbitrado para um bem ou direito. legais. apresentado inclusive a ou as soluções para o problema. as normas de procedi197 b) c) d) 196 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.Que é uma vistoria na qual são indicadas as causas técnicas. cada modalidade de engenharia tem o âmbito de ação de sua atividade. Como se vê. estimado. baseado.é a apresentação técnica fundamentada do valor encontrado. tudo o que depender de julgamento. proporções. administrativos e legais. 13. 4. O trabalho pode ser desenvolvido em dois campos distintos. tendo em vista conhecer sua natureza.5) Julgamento de trabalhos em geral – Aqui neste título englobamos a decisão requerida em relatório minucioso. nos aspectos técnicos.4) Serviços em geral de Engenharia Legal – Relativamente à Engenharia Legal pode ser solicitado ao profissional o seguinte: a) Vistoria . e relações. nas atribuições profissionais. AUDITORIA Exame analítico e crítico que abrange desenvolvimento das atividades. enfim. é claro. sem entrar em detalhes. assim como. Perícia . ARBITRAMENTO Atividade que envolve a tomada de decisão ou posição entre alternativas tecnicamente controversas ou que decorrem de aspectos subjetivos. concursos de provas e títulos. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias . é o caso por exemplo da “vistoria ad perpetuum in rei memoriam”.VIABILIDADE Estudo crítico das atividades de um empreendimento. os fundamentos técnicos que serviram de suporte à decisão final. ASSISTÊNCIA TÉCNICA Conjunto de ações integradas.administrativa por tempo determinado ou para finalidade específica.Trata-se pois de uma opinião fundamentada das causas possíveis. objetivando dar ao usuário condições de adotar e utilizar técnicas – administrativas recomendadas ao êxito de seu empreendimento. inclusive com a classificação dos concorrentes. concorrência. Avaliação .aquela que se preocupa em analisar os aspectos administrativos econômicos. o parecer técnico deve ser documentado e tiradas as conclusões. com a decomposição de um todo em suas partes constituídas. feita com o objetivo de se verificar um estado das coisas.Nada mais que a verificação de uma situação existente. 4.3 DEFINIÇÕES DAS ATIVIDADES PROFISSIONAIS DA ENGENHARIA CIVIL ANÁLISE TÉCNICO-ECONÔMICA DE EMPREENDIMENTO . Na perícia de um modo em geral. A) Auditoria analítica e crítica . funções.tas condições o parecer técnico será o elemento de decisão. Parecer . com o propósito de fundamentar decisões financeiras. contendo as razões do julgamento. Podemos julgar concursos de trabalhos técnicos de projetos. Deverá ser apresentado um laudo circunstanciado e técnico. econômicos. causadoras de uma determinada situação. pelo oferecimento de um relatório minucioso do fato.

ou ainda a determinação de viabilidade técnico-econômica de um empreendimento. Empresas e Profissionais Consiste na elaboração de peças publicitárias. SERVIÇO OU OBRA Compete a atividade de gerência da execução e/ou acompanhamento de projeto. com o emprego da pedagógica e didática. anais. gerenciamento e julga198 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. DIVULGAÇÃO TÉCNICA CURSO. SEMINÁRIO OU CONGRESSO Curso: Explanação teórica ou prática de matérias específicas técnicas. de sua autoria ou de outro profissional legalmente habilitado. visando difundir informações. de um direito ou de um empreendimento. GESTÃO DE PROJETO. Seminário e/ou Congresso: Exposição de vários temas. ao desenvolvimento de métodos. em recinto fechado e apropriado. equipamentos e contratação de mão de obra. ficando a cargo do profissional a direção técnica-administrativa da execução das atividades. coordenação. a um público específico. conhecimentos e tecnologias relativas a uma dada atividade. mediante planejamento. Paulo Roberto Vilela Dias 199 . mento de provas documentais. sobre veracidade de um fato ou uma situação. realizadas para o preenchimento de cargos. Auditoria técnica . matérias escritas. necessários a execução de obra ou serviço técnico. PALESTRA. no plano. planejamento ou projeto.aquela que se preocupa em analisar o cumprimento das especificações técnicas e legais contidas na atividade. bem como ações de “marketing”. AVALIAÇÃO Atividade que envolve a determinação técnica do valor qualitativo ou monetário de um bem. ATESTADO Documento que contém declaração. ESTUDO Atividade que envolve simultaneamente o levantamento e a análise de dados de natureza técnica. processos. folhetos. incluindo texto e “layout”. CONCORRÊNCIAS Envolve ações de organização. coordenação e gerenciamento dos serviços de concorrências. É também a análise de resultados de um programa ou projeto. faladas e televisadas e outras. plano. Inclui neste item a elaboração de folders. produto. CONCURSO Envolve ações de organização. práticas prestadas. para servir de comprovação perante terceiros. planejamento ou projeto. serviço ou evento técnico/científico. tecnologias de produção. Palestra: Exposição oral de temas técnicos. provas escritas. escrita e assinada por profissional habilitado. CONSULTORIA Serviço realizado para atender pessoa física ou jurídica em área específica visando identificar os problemas e propor recomendações que satisfaçam as necessidades.B) mentos de uma atividade. serviço ou obra. podendo ainda responder pela aquisição de materiais.

profissional habilitado. demarcação ou restauração de rumos para a execução de projetos. LEVANTAMENTO TOPOGRÁFICO PLANIALTIMÉTRICO Levantamento e representação gráfica do perímetro e relevo de uma área determinada. de curvas de níveis. SERVIÇO OU OBRA Atividade que envolve a fiscalização de projeto. com a finalidade de examinar se sua execução obedece às especificações de natureza técnica. Situações previstas: Terreno Terreno • Terreno • Terreno • • A locação consiste nos serviços topográficos empregados na fixação. conforme projeto elaborado ou planta. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 201 . no campo. Locação topográfica de obras de infra-estrutura Situações previstas: Terreno • Terreno • Terreno • Terreno • plano a suavemente ondulado (0 a 8% de declividade) ondulado a fortemente ondulado (8 a 30% de declividade) forte ondulado a montanhoso (30 a 60% de declividade) montanhoso a escarpado > 60% de declividade Locação topográfica de curvas de níveis Consiste na fixação ou demarcação. 200 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. estudos e projetos até a definição de limites entre propriedades. LEVANTAMENTO TOPOGRÁFICO PLANIMÉTRICO Levantamento e representação gráfica do perímetro de uma determinada área. podendo incluir recursos naturais e benfeitorias. obra ou serviço. aos prazos e valores estabelecidos no projeto. ou por designação judicial. podendo incluir acidentes naturais e construções. plano a suavemente ondulado (0 a 8% de declividade) ondulado a fortemente ondulado (8 a 30% de declividade) forte ondulado a montanhoso (30 a 60% de declividade) montanhoso a escarpado > 60% de declividade. dentre outras. qualidade de produtos. envolvendo desde a classificação de trabalhos apresentados em concursos. Aplica-se em situações das mais variadas. julgamento de concorrências. ORÇAMENTO DE OBRAS E/OU SERVIÇOS Atividade que envolve o levantamento de quantidades e custos de todos os elementos inerentes a execução de determinado empreendimento ou serviço ou ainda na elaboração de determinado produto. e com eqüidistância determinadas pela utilização e relevo da área. LAUDO É a peça na qual o perito. JULGAMENTO Situações previstas: Terreno Terreno • Terreno • Terreno • • plano a suavemente ondulado (0 a 8% de declividade) ondulado a fortemente ondulado (8 a 30% de declividade) forte ondulado a montanhoso (30 a 60% de declividade) montanhoso a escarpado > 60% de declividade.FISCALIZAÇÃO DE PROJETO. LOCAÇÃO TOPOGRÁFICA Ato de dirimir questões por solicitação das partes litigantes. relata o que observou e dá suas conclusões ou avalia o valor de coisas ou direitos.

dimen• são e articulação de ambientes. tempo consumido para sua realização. com a finalidade de subsidiar decisões. entre outros decorrentes de exigência legal. de que tem conhecimento. o profissional deverá apresentar seus honorários nos prazos determinados em hora técnicas a trabalhar. VISTORIA Verificação de uma situação existente. que envolve a apuração das causas que motivaram determinado acontecimento. interesse em discussão e valor da causa. etc. sem entrar em detalhes.PARECER TÉCNICO Consiste na opinião fundamentada sobre determinado assunto técnico. possibilitando a opinião ou parecer sobre matéria de fato. é o caso da vistoria feita com o objetivo de se verificar um estado de coisas. as condições de pagamento poderão ser fixadas pelo Juiz na sentença. pelo oferecimento de um relatório minucioso do fato. bem como os honorários. tendo como finalidade a produção de “prova” através de um exame. com informações sobre o terreno. por escrito. gerando os seguintes documentos: Memorial descritivo – descreve e justifica a solução arquitetônica proposta acompanhando de quadro de áreas estimadas. Plantas Baixas – principais níveis da edificação: localização. visando montar um programa básico do projeto. PERÍCIA Atividade demandada por ação judicial. Baseado nestes dados elabora-se o escopo do Contrato. permitindo sempre que possível uma primeira avaliação da estrutura. Caso não sejam fixados pelo Juiz. legislação. devem ser explícitos em contrato adequado. solicitações do cliente.4 ATIVIDADES E DIREITOS AUTORAIS DE ARQUITETOS 13. assistência técnica em atividades de um empreendimento. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 203 . RESPONSABILIDADE TÉCNICA Atividade especializada que requer conhecimento de tecnologia. conteúdo substancial do trabalho. composto das seguintes fases: • • • • • • Levantamento de Dados Estudo preliminar Projeto Legal Projeto de Execução Detalhes Construtivos Caderno de Especificações COMPOSIÇÃO DO PROJETO DE ARQUITETURA Levantamento de Dados Levantamento de um conjunto de informações. • 202 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. As responsabilidades do profissional.1 CONSTITUIÇÃO DO PROJETO As condições de contratação e remuneração referem-se ao projeto completo de Arquitetura. 13. bem como. legislação local. avaliação ou vistoria. o perito. Os honorários profissionais dos peritos.4. Estudo Preliminar Análise e avaliação de todas as informações recebidas na primeira etapa e definição do partido arquitetônico da edificação. atendendo à natureza da perícia.

.. Através da compatibilização dos diversos projetos.. 204 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. possibilitando obter licenças e alvarás da obra... com a decomposição de um todo em suas partes constituídas.... 40% • Projeto de Execução .................. A partir da interface entre Projetos Complementares e o Projeto Arquitetônico gera-se um documento único....... Faz parte integrante das especificações a indicação de materiais relacionados nos desenhos do projeto. perspectivas.. cortes.. 10% • Anteprojeto e Projeto Legal . será desenvolvido o Anteprojeto de Arquitetura.. Projeto de Execução Conjunto de documentos elaborados. Levantamento de Dados e estudo Preliminar ..... dimensionamento e caracterização dos pavimentos............ com todas as informações necessárias à execução da obra. 13.... 10% • Os percentuais a seguir indicam a remuneração específica de cada item no caso de Projeto de Arquitetura........ de acordo com as normas vigentes..4..... Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 205 .5 ATIVIDADES LEGAIS DOS PROFISSIONAIS DE ENGENHARIA AGRONOMICA E FLORESTAL ANÁLISE TÉCNICO-ECONÔMICA DE EMPREENDIMENTO Estudo crítico das atividades agrosilvipastoris ou agroindustriais... as normas aprovadas e recomendadas.. Projeto de Interior Plantas baixas.... de todos os elementos da obra ou serviço necessários à perfeita execução técnica e artística da edificação. tendo em vista conhecer sua natureza.... contendo a definição de todos os ambientes...........• Estudo de fachada – em perspectiva ou elevação.... memorial descritivo com especificação de materiais......... funções e relações com o propósito de fundamentar decisões... apresentando um padrão de cor e textura. proporções. são identificadas e eliminadas eventuais interferências entre os mesmos..... detalhamento........................... • Definição do esquema estrutural. Detalhes Construtivos São desenhos complementares de arquitetura necessários a uma melhor compreensão e execução da obra.. • Projeto Legal Formatação do anteprojeto. com especificação e detalhamento das fachadas e esquadrias externas.. 40% • Detalhes e Caderno de Especificação .. 13. • Concepção e tratamento da volumetria do edifício.... aplicação correta dos materiais e etc. Estes dados poderão ser usados no caso de interrupção do projeto antes da conclusão final ou de contratação de parte do projeto... abordando os seguintes aspectos: Concepção.............2 PERCENTUAIS EM CADA ETAPA DO PROJETO Anteprojeto A partir do Estudo preliminar aprovado........ Caderno de Especificações Tem como objetivo caracterizar as condições de execução e o padrão de acabamento para cada tipo de serviço.... em escala conveniente...

escrita e assinada por profissional habilitado. a) b) Auditoria analítica – aquele que se preocupa em analisar as normas de procedimentos de uma atividade ou projeto. CÁLCULO DE RAÇÃO Método utilizado para determinar a composição de uma ração. ASSISTÊNCIA TÉCNICA Conjunto de ações integradas. provas escritas realizadas para o preenchimento de cargos. 206 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. Palestra: Exposição oral de temas técnicos. sobre veracidade de um fato ou uma situação. para servir de comprovação perante terceiros. CONCORRÊNCIAS Envolve ações de organização. a um público específico. levando-se em conta as necessidades do animal e dos nutrientes disponíveis. coordenação. em recinto fechado e apropriado. PALESTRA E CONFERÊNCIA Aula: explanação teórica ou prática de matérias específicas com emprego de técnica pedagógica. coordenação e gerenciamento dos serviços de concorrências. econômicos e administrativos. ATESTADO Documento que contém declaração. Empresas e Profissionais . CONSULTA Exame de problemas seguido de recomendação técnica a ser utilizada em exploração agrosilvipastoril e prescrição qualitativa e quantitativa de Paulo Roberto Vilela Dias 207 AULA.ARBITRAMENTO Atividade que envolve a tomada de decisão ou posição entre alternativas tecnicamente controversas ou que decorrem de aspectos subjetivos. objetivando dar ao usuário condições de adotar e utilizar técnicas recomendadas ao êxito de seu empreendimento. ASSESSORIA Serviço prestado a pessoas físicas ou a empresas por profissional qualificado e que exige um somatório de conhecimentos e experiências na prestação sistemática ou eventual de serviços de orientação técnica por tempo ou prazo determinado ou para finalidade específica. de um direito ou de um empreendimento. gerenciamento e julgamento de provas documentais. nos aspectos técnicos. práticas prestadas. AUDITORIA Exame analítico que abrange desenvolvimento das atividades agrosilvipastoris ou agroindustriais. Conferência: Exposição de tema. CONCURSO Envolve ações de organização. Auditoria técnica – aquele que se preocupa em analisar o cumprimento das especificações técnicas contidas no plano ou projeto. AVALIAÇÃO Atividade que envolve a determinação técnica do valor qualitativo ou monetário de um bem. É também análise de resultados de um programa ou projeto.

Análise dos impactos ambientais e Proposição de medidas preventivas. Caracterização do meio físico (clima. entre outros) Caracterização do meio biótico. DIAGNÓSTICO TÉCNICO. ESTUDO Atividade que envolve simultaneamente o levantamento e a análise de dados de natureza técnica. necessários a execução de obra ou serviço técnico. faladas e televisadas e outras. Identificação das áreas diretamente afetadas e de influência do empreendimento. identificando pontos de estrangulamento da cadeia produtiva. SERVIÇO OU OBRA Compete a atividade de gerência da execução e/ou acompanhamento de projeto. águas superficiais e subterrânea. Consulta e receita com base no exame “ in loco ” da atividade agrosilvipastoril. DIVULGAÇÃO TÉCNICA Consiste na elaboração de peças publicitárias. envolvendo fauna e vegetação. serviço ou obra. Caracterização do meio sócio-econômico. matérias escritas. sem a indagação das que a motivarem. junto ao órgão ambiental competente. econômico e social da propriedade rural. tecnologia de produção. corretivas e mitigadoras dos impactos ambientais identificados. visando difundir informações. incluindo texto e layout. constituindo-se em trabalho realizado no escritório. anais. geologia e geomorfologia. com base em informações do arquivo do profissional e em informações fornecidas pelo cliente. mediante planejamento. podendo ocorrer de duas formas: a) b) Consulta e receita no escritório. devido ao elevado grau de complexidade e detalhamento exigido normalmente nesse estudo. ou ainda a determinação de viabilidade técnico-econômica de um empreendimento. É a norma legal que o EIA/RIMA seja realizado por uma equipe multidisciplinar especializada. DILIGÊNCIA Exame local ou vistoria de problemas agrosilvipastoris com orientação para providências imediatas. processo. produto. ficando a cargo do profissional Paulo Roberto Vilela Dias 209 . Inclui-se neste item a elaboração de folders. que permite conhecer com maior precisão os diferentes fatores que intervêm no processo de produção. ESTUDOS DE IMPACTO AMBIENTAL CONSULTORIA Serviço realizado para atender pessoa física ou jurídica em área específica visando identificar os problemas e propor recomendações que satisfaçam as necessidades. comercialização. solo. GERÊNCIA DE PROJETO. de sua autoria ou de outro profissional legalmente habilitado. beneficiamento. bem como avaliar índices técnicos e econômicos das explorações agrosilvipastoris e potencialidades. transporte.insumos. em atendimento à legislação. folhetos. b) c) d) e) f) Nota: Os itens e e f referem-se a interpretações de todos os levantamentos de campo dos itens b. Empresas e Profissionais Destinam-se ao licenciamento ambiental. ou de uma dada região. ECONÔMICO E SOCIAL a) Estudo técnico. serviço ou evento técnico/científico. ao desenvolvimento de métodos. visando a implantação de empreendimentos que provoquem significativo impacto ambiental. bem como ações de marketing rural. 208 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. conhecimentos e tecnologias relativas a uma dada atividade. c e d. mediante exame e descrição minuciosa dos elementos que a constituem.

a direção técnico-administrativa da execução das atividades, podendo ainda responder pela aquisição de materiais, equipamentos e contratação de mão de obra. FISCALIZAÇÃO DE PROJETO, SERVIÇO OU OBRA Atividade que envolve a fiscalização de projeto, obra ou serviço, com a finalidade de examinar se a sua execução obedece às especificações de natureza técnica, aos prazos e valores estabelecidos no projeto. FORNECIMENTO DE DADOS E INFORMAÇÕES Consiste na transferência a terceiros de dados e informações que requeiram análise, tabulações e processamento sobre produtos (área, produção, produtividade, etc), consumidores, produtores, fabricantes, infraestrutura, aspectos econômico, social e tecnológico e outros. FORNECIMENTO DE MALA DIRETA Consiste na transferência de informações armazenadas em computadores: de lista de nomes e respectivos endereços, relativos a empresas e profissionais de uma dada atividade, categoria, serviços ou produtos. INTERPRETAÇÃO E RECOMENDAÇÃO A PARTIR DE ANÁLISE LABORATORIAL DE SOLO OU VEGETAL É o serviço técnico que tem como objetivo identificar a potencialidade, a deficiência e os desequilíbrios do solo, bem como do quadro fisiológico dos vegetais e a formulação de uma recomendação. JULGAMENTO Ato de dirimir questões por solicitação das partes litigantes, ou por designação judicial. Aplica-se em situações as mais variadas: envolvendo
210 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. Empresas e Profissionais

desde a classificação de trabalhos apresentados em concursos, julgamento de concorrências, qualidade de produtos, estudos e projetos até a definição de limites entre propriedades, dentre outras. LAUDO É a peça na qual o perito, profissional habilitado, relata o que observou e dá suas conclusões ou avalia o valor de coisas ou direitos. LEVANTAMENTO TOPOGRÁFICO PLANIMÉTRICO Levantamento e representação gráfica do perímetro de uma determinada área, podendo, incluir acidentes naturais, construções e uso agrícola. LEVANTAMENTO TOPOGRÁFICO PLANIALTIMÉTRICO Levantamento e representação gráfica do perímetro e relevo de uma determinada área, podendo, incluir acidentes naturais, construções e uso agrícola. LEVANTAMENTO DE MEIO FÍSICO Levantamento de Recursos Climáticos Compreende basicamente o levantamento, caracterização e análise de fatores climáticos, tais como: precipitação pluviométrica, balanço hídrico, temperatura, umidade relativa, ventos, entre outros, de uma determinada área. Levantamento da Capacidade de Uso do solo Compreende o mapeamento de uma determinada área para identificação da sua aptidão agrosilvipastoril e o nível de manejo adequado.

Paulo Roberto Vilela Dias

211

Levantamento de Cobertura Vegetal do Solo Compreende o mapeamento de uma determinada área para identificação, caracterização e dimensionamento das diferentes atividades econômicas ou ocorrências naturais nela existentes. Levantamento de Solos Compreende a determinação e o mapeamento, em diferentes níveis de detalhamento, das unidades taxonômicas de solos através de observações de campo e coleta de material para análises físicas e químicas. LOCAÇÃO TOPOGRÁFICA A locação consiste nos serviços topográficos empregados na fixação, demarcação ou restauração de rumos para a execução de projetos agropecuários ou florestais. Divide-se em: Locação topográfica de obras de infraestrutura • Locação topográfica de curvas de níveis

PADRONIZAÇÃO E CLASSIFICAÇÃO DE PRODUTOS, PLANOS E LEVANTAMENTOS Ato de enquadrar os produtos de origem vegetal ou animal em padrões típicos pré-estabelecidos. ELABORAÇÃO DE PROJETOS, PLANOS E LEVANTAMENTOS Atividade necessária à materialização dos meios através de princípios técnicos e científicos, visando a consecução de um objetivo ou meta, adequando-se aos recursos disponíveis e as alternativas que conduzam a viabilidade da decisão. Resumidamente, entende-se o projeto como instrumento de ação do planejamento. No campo das ciências agrárias são comuns os seguintes trabalhos: a) b) c) d) e) f) g) h) i) j) k) l) m) n) Projeto de Reflorestamento ou Florestamento Plano de Corte Florestal Levantamento Circunstanciado Florestal Plano de Manejo Florestal (Floresta Plantada) Plano de Manejo Florestal (Floresta Natural) Projeto de Arborização Urbana Projeto de Recuperação de Áreas Degradadas Projeto de Revegetação de Áreas Projeto de Paisagismo Projeto de Exploração Agropecuária Projeto de Viabilidade Técnico e Econômica Projeto de Irrigação e Drenagem Projeto de Sistematização de Várzea Projeto de Desenvolvimento Regional

PARTILHA DE ÁREAS Trabalho que compreende o levantamento de uma dada superfície, classificação de recursos naturais e benfeitorias, estudos de parcelamento (equivalente ou proporcional) cálculos necessários e apresentação gráfica da subdivisão total e das áreas individuais. ORÇAMENTO Atividade que envolve o levantamento de custos de todos os elementos inerentes a execução de determinado empreendimento ou serviço ou ainda na elaboração de determinado produto.
212 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. Empresas e Profissionais

PARECER TÉCNICO Consiste na opinião fundamentada sobre determinado assunto técnico, por escrito, com a finalidade de subsidiar decisões.

Paulo Roberto Vilela Dias

213

PERÍCIA Atividade demandada por ação judicial, que envolve a apuração das causas que motivaram determinado acontecimento, tendo como finalidade a produção de “prova” através de um exame, avaliação ou vistoria, possibilitando a opinião ou parecer sobre matéria de fato, de que tem conhecimento, o perito. AVALIAÇÃO DE CULTURA POR FRUSTAÇÃO DE SAFRA Atividade que envolve a apuração das causas de frustração de uma cultura ou safra através de vistorias, levantamentos, investigações e pesquisa, determinando o volume de perda parcial ou total, por solicitação do produtor, companhia de seguro, seguro financeiro ou órgão público. RESPONSABILIDADE TÉCNICA Atividade especializada que requer conhecimento de tecnologia, legislação, assistência técnica em atividades como produção de mudas, sementes, desinsetização, entre outros decorrente de exigência legal. VISTORIA Atividade profissional que consiste no exame de problemas agrosilvipastoris, seguido de orientação para providências imediatas.

PROJETO DE CABEAÇÃO TELEFÔNICA Compreende o projeto da cabeação telefônica para atender as unidades consumidoras, conforme previsão de pontos indicados no projeto de tubulação correspondente, de acordo com as normas vigentes. Não está incluído cabeação para CPCT (Central Privada de Comutação Telefônica). REDE DE RELÓGIOS SINCRONIZADOS Trata-se do projeto de tubulação seca exclusiva para rede de relógios sincronizados. REDE DE DUTOS PARA CIRCUITOS DE INFORMÁTICA Trata-se do projeto de tubulação seca exclusiva para cabos de sinal. ALIMENTADORES PARA EQUIPAMENTO CENTRAL DE AR CONDICIONADO Para edificações prediais dotadas de sistema central, o projeto deste ficará a cargo de especialista, sendo previstas no contexto do orçamento da instalação elétrica as esperas na casa de máquinas principal. A partir desta, o projeto elétrico de distribuição às casas de máquinas locais, torres de arrefecimento, bloqueios e comandos, ficará a cargo do projetista do ar condicionado. Se, no entanto, esta rede de distribuição e comando for representada no projeto no projeto elétrico, caberá o adicional indicado. Todavia é excluído o detalhamento dos quadros gerais do sistema, que sempre ficarão a cargo do projetista do ar condicionado. ALIMENTADORES PARA DIVERSOS EQUIPAMENTOS Trata-se do cálculo dos alimentadores para eventuais equipamentos relacionados no projeto. Inclui ainda, o esquema unifilar do quadro, memorial descritivo e especificações de materiais. O memorial descritivo e especificações dos equipamentos ficarão por conta dos fornecedores dos mesmos.
Paulo Roberto Vilela Dias 215

13.6 ATIVIDADES DO ENGENHEIRO ELETRICISTAS REDE DE SONORIZAÇÃO Compreende o posicionamento dos sonofletores, tubulação seca exclusiva com caixa de passagem, previsão do local para central de som e posição dos controles individuais.

214

Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. Empresas e Profissionais

Paulo Roberto Vilela Dias 217 . Empresas e Profissionais CIRCUITO FECHADO DE TELEVISÃO – CFTV Trata-se do projeto de tubulação seca para o sistema. Por iluminação de emergência. ENCAMINHADO JUNTO À CONCESSIONÁRIA DE TELECOMUNICACÃO Refere-se ao encaminhamento do projeto à concessionária telefônica segundo os padrões normativos correspondentes. SISTEMA DE DETECÇÃO E ALARME CONTRA INCÊNDIO Trata-se do projeto de tubulação seca e previsão do local para a central. exaustão de gases. se necessário: corrente alternada com partida em x segundos. 216 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. ou projeto de luminotécnica. ILUMINAÇÃO DE EMERGÊNCIA Localização de todos os pontos de luz. INSTALAÇÕES PARA ÁREAS CLASSIFICADAS É estudado o tipo de risco e sua classificação. não entrando no mérito da disposição de lâmpadas e luminárias. especificação dos materiais. Inclui memorial e especificações de materiais. Lançamento de redes de tubulações com fiações independentes. Estudo a respeito da demanda. ou a evacuação de pessoas com segurança. Memorial. com respectivas proteções e controles. desvinculado do projeto de instalações elétricas que. poderá se chegar à conclusão sobre a necessidade de se projetar cabina de barramento para receber alimentação da concessionária. água de refrigeração. não são aqui considerados. As especificações do equipamento ficarão a cargo do fornecedor do mesmo. a serem ligados ao sistema de emergência. no âmbito da iluminação. CABINA DE BARRAMENTO No decorrer do projeto. É indicado o equipamento elétrico específico para cada local.GERAÇÃO DE EMERGÊNCIA Inclui projeto de instalação do grupo gerador. compreendem-se sistemas de certo porte. neste item. envolvendo aspectos arquitetônicos e de desempenho ou funcionais. CÁLCULO LUMINOTÉCNICO O cálculo luminotécnico. Inclui memorial e especificações de materiais. tomadas e esperas especiais. a partir de quadros de distribuição específicos. corrente contínua com entrada em operação imediata. Subdivisão dos sistemas. capazes de permitir a continuidade de tarefas básicas ou vitais nos recintos beneficiados. grupo motor-gerador). ENCAMINHADO JUNTO À CONCESSIONÁRIA DE ENERGIA ELÉTRICA Refere-se ao encaminhamento do projeto à concessionária de energia elétrica segundo os padrões normativos correspondentes. com diversas variáveis envolvidas. por se tratar de um trabalho específico. define apenas uma previsão de carga para iluminação. etc) e quadro de distribuição de emergência. Sistemas de segurança de pequeno porte do tipo unitário. determinação da potência de fonte geradora (baterias. com todas as utilidades requeridas (sistema de suprimento de combustível. Planilhas de carga com cálculos elétricos específicos. com detalhamento. por exemplo com indicações de “saída”. deve ser encarado como um projeto à parte.

que possa ser exercida com autonomia. QUALQUER ESPECIALIDADE 14.1 DEFINIÇÕES Profissional liberal ou Profissional Autônomo. livre de qualquer subordinação a um patrão ou chefe”. Os preços especificados neste documento são considerados para todo o Estado do Rio de Janeiro. isto é. de líber (livre). para efeito de Fiscalização do Código de Ética (Resolução 205. cujo êxito decorre da maior ou menor capacidade intelectual do profissional. Para cálculo dos preços referentes à hora de trabalho. no cumprimento do Código de Ética do Profissional e também de subsídio ao Poder Judiciário. em todas as fases de sua execução. para o seu exercício depende do conhecimento e habilidades. Todos os serviços relacionados neste documento deverão obedecer. são sinônimos. o caráter distintivo do profissional liberal. Este profissional não é regido pela CLT e sim pelo Código Civil e normas jurídicas diversas. nos serviços fiscalizados pelo CREA). “Pela adjetivação liberal. do CONFEA. Assim sendo. do latim liberais. são consideraPaulo Roberto Vilela Dias 219 .14 CÁLCULO DA HORA TÉCNICA DO PROFISSIONAL LIBERAL. literalmente assim se deve entender toda profissão. aos seguintes aspectos: Legislação Pertinente • Normas da ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas) • Tecnologia mais apropriada • As remunerações constantes neste documento são considerados como HONORÁRIOS MÍNIMOS na relação do profissional com o cliente.

As remunerações aqui apresentadas são consideradas como honorário mínimo. como: análise de solo. e os clientes só poderão utilizá-los para os locais indicados. materiais diversos. hospedagem. ressalvadas as decorrentes de práticas anteriores entre as partes. Os projetos e demais trabalhos profissionais são direitos autorais do profissional. segundo as regras ordinárias de experiência.. mediante prévia estipulação e constatação dos gastos de viagens (estadias. etc. taxas públicas. executado a pedido do cliente dará ao profissional direito a uma remuneração suplementar correspondente. salários de auxiliares. se não houver ART. ter Contrato ou Convênio. • • Nenhum serviço será iniciado. inciso VIII . • O valor dos contratos analisados ou das causas judiciais submetidas a exame. Os serviços apresentados por escrito deverão ser claros e objetivos. dos materiais e equipamentos a serem empregados.o fornecedor de serviços será obrigado a entregar ao consumidor o orçamento prévio discriminando do valor da mão de obra. for verossímil a alegação ou quando for hiposuficiente. serviços de terceiros. atendendo o que dispõe o Código de defesa do Consumidor. estadia. Custo efetivo dos projetos. ART. de área ou volume.executar serviços sem a prévia elaboração de orçamento e autorização expressa do consumidor. quando a critério do juiz. confeccionados em papel timbrado do profissional. inclusive com a inversão de ônus da prova. • Artigo 40º . número de registro no CREA e rubrica em todas as folhas do documento. bem como as datas de inicio e término dos serviços.é direito básico do consumidor a facilitação da defesa de seus direitos.das todas as despesas referentes a: pesquisas. alimentação. A forma de pagamento dos trabalhos profissionais deverá ser acordada previamente entre as partes sendo que a 1ª parcela deverá cobrir no míniPaulo Roberto Vilela Dias 221 . incluindo ainda deslocamento para outro local fora do escritório. sendo calculadas tomando por base. as taxas de honorários deverão ser majoradas mediante contrato prévio e de acordo com os percentuais aplicados pela legislação trabalhista. Eventualmente: Insalubridade. destacam-se os seguintes: Artigo 6º. contribuição social. no processo civil. etc.o Código de Defesa do Consumidor . sobretaxas de ordenados e outras) devido ao deslocamento de pessoal.. Caso o cliente forneça transporte. podendo ainda. Neste documento deve ser explicado detalhadamente o serviço como determina o CREA e o Código de Defesa do Consumidor. impressos. contendo o nome.a garantia contratual complementar é legal e será conferida mediante termo escrito. perigosas ou de difícil acesso. aluguel de equipamentos. etc. condução. Todas as despesas necessárias para os trabalhos executados fora do município . Algumas despesas realizadas ao longo do trabalho profissional não estão incluídas nos preços constantes neste documento e deverão ser somadas ao cálculo dos respectivos valores. Empresas e Profissionais Nos serviços em zonas insalubres. as condições de pagamento. • Artigo 50º . esses itens não entrarão nos cálculos do custo do serviço. b) complexidade. despesas auxiliares de transporte. também acordada previamente. principalmente: a) tempo gasto pelo profissional. Paralelamente ao cumprimento da Tabela. especificidade e dificuldade dos serviços. o tempo de viagem e o fim específico. o profissional liberal tem que balizar sua atuação pela Lei Federal 8078/90 . alimentação. datados e assinados pelo profissional. salvo expressa estipulação em contrário. Estudo alternativo ao projeto original ou estudo de novos serviços para um mesmo empreendimento.. Dentre os vários artigos desta Lei. material. consultas e outras. inciso VI . atendendo o que dispõem o Código de Defesa do Consumidor.que estabelece deveres aos prestadores de serviços. • Artigo 39º. obras e serviços.sede do profissional. a seu favor. 220 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. correrão por conta do cliente. sobre carimbo. • c) as medidas lineares.

isto é.º 4.500.656. amparado na Lei n. Classificação e respectivas remunerações dos engenheiros civis por tempo de formatura e experiência profissional comprovada por acervo técnico e/ou registro em carteira de trabalho: TABELA MÉDIA NACIONAL – DEZEMBRO/2001 Classificação Experiência e/ou Tempo de formado Engenheiro Trainee Até 2 anos Engenheiro Júnior Entre 2 e 5 anos Engenheiro Médio ou Pleno Entre 5 e 10 anos Engenheiro Sênior Entre 10 e 15 anos Engenheiro Master Acima de 15 anos TRAINEE (ATÉ 2 ANOS DE FORMADO) 1 .40 9.000.00 149. inclusive encargos sociais SUB-TOTAL 2 3 . acrescida de juros de mora de 1% para o mesmo período. mensageiro e etc).P.Seguro de acidente de trabalho no valor de (R$ 37.200.M.200.33 Obs: Os valores apresentados podem sofrer alterações em cada região ou estado. deverão ser cobradas as horas trabalhadas.00 2.00 144.00 40. segundo legislação vigente do CREA.Custo Direto do Profissional Remuneração Mínima Profissional: 9 x R$ 200.M.00 173. devendo o seu valor ser considerado no preço dos serviços contratados. regido pela CLT.Custo de Suporte e Apoio Cursos de aprimoramento e livros técnicos Microcomputador e impressora Software Cópias Material de Escritório Telefone.00 40.ART sobre serviços de R$/mês 4 .00 3. água/esgoto.R.0% R.00 R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ 300.).00 4.00 20.950-A de 22/04/66.3% R.M. móveis e utensílios Aluguel e condomínio de imóvel Custo de pessoal (secretária.00 170.500.prêmio mensal R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ 1.Anotação de responsabilidade técnica .48 80. Para toda obra ou serviço na área da Engenharia Civil deverá ser feito o recolhimento da Anotação de Responsabilidade Técnica (A.3% R. Empresas e Profissionais R$ 30.00 Paulo Roberto Vilela Dias 223 .2 REFERÊNCIA DE HONORÁRIOS PARA PROFISSIONAIS LIBERAIS As seguintes tabelas têm por objetivo servir de referência mínima de honorários para engenheiros civis que não mantenham vínculo Empregatício.00 NC NC 873. Em qualquer situação em que os trabalhos profissionais forem interrompidos.800.00 120.00 20. de responsabilidade do profissional.00 VALOR MÍNIMO DA HORA DE SERVIÇO DO PROFISSIONAL LIBERAL É estabelecido uma jornada de trabalho de 08 horas diárias.82 Remuneração (R$) 1. as despesas iniciais do profissional para a realização do trabalho.00 6. Caso os pagamentos não sejam efetuados nos prazos estabelecidos. correio e energia elétrica Manutenção de equipamentos Depreciação de equipamento.00) .54 120.33 30.40 149.T.00 140.) Gratificação de Descanso Anual (8. 14.00 5. por desistência do cliente.) Duodécimo de anuidade do CREA-RJ Alimentação Duodécimo da contribuição sindical Transporte SUB-TOTAL 1 2 .P.00 INSS (Faixa 1) Seguro Saúde Fundo de Aposentadoria (8.800.00 2.P.mo. será cobrada uma multa de 5% ao mês. 222 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. R$ 100.) Gratificação Natalina (8.

00 NC NC 913.33 R$ 120.Não Computado R$ 160 4.51 ISS – (5% Custo Total Mensal) CUSTO TOTAL MENSAL COM IRPF E ISS (total 4 + 5) Horas de Trabalho Por Mês (20 dias úteis x 8 horas por dia) HORA TÉCNICA DO PROFISSIONAL TRAINEE • Exclusive IRPF e ISS • Inclusive IRPF e ISS OBS : NC .82 R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ 300.ART sobre serviços de R$/mês 4 .200.P.) Gratificação para Descanso Anual (8. I = (CTM – 360) / (1 .660.05)) IRPF .33 40.000.5% Custo Total Mensal – R$ 360.0%R.condomínio de imóveis Custo de pessoal (secretária. mensageiro e etc).88 29.275 + 0.3% R. água/esgoto. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 225 .Seguro de acidente de trabalho no valor de (R$ 37.60 9.prêmio mensal 5 – Impostos sobre o Custo Total Mensal .00 4.CUSTO SUBTOTAL MENSAL SEM IRPF E ISS (CSM) (total 1+2+3+4) R$ 3.00 173.00 171.795.00 3.00) R$ 1. móveis e utensílios Aluguel e.P.00) .346.3% R.15 JUNIOR (DE 2 A 5 ANOS DE FORMADO) 1 .00 182.) Duodécimo de anuidade do CREA-RJ Alimentação Duodécimo da contribuição sindical Transporte SUB-TOTAL 1 2 .P.00 224 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.66 R$ R$ 22.Imposto de Renda (27.48 100.Anotação de responsabilidade técnica .00 120.Custo Direto do Profissional Remuneração Profissional: INSS (Faixa 6) Seguro Saúde Fundo de Aposentadoria (8.(0.00 R$ 30.00 25.54 120.00 176.60 182.60 200.97 R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ 2.00 180. inclusive encargos sociais SUB-TOTAL 2 3 .00 25.) Gratificação Natalina (8.Custo de Suporte e Apoio Cursos de aprimoramento e livros técnicos Microcomputador e impressora Software Cópias Material de Escritório Telefone.135. correio e energia elétrica Manutenção de equipamentos Depreciação de equipamento.00 50.

410.ART sobre serviços de R$/mês 4 .275 + 0.20 250.113.3% R.00 4. inclusive encargos sociais SUB-TOTAL 2 3 .78 R$ R$ 27.) Duodécimo de anuidade do CREA-RJ Alimentação Duodécimo da contribuição sindical Transporte SUB-TOTAL 1 3 . água/esgoto.22 R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ 400.00 226 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.00 35.3% R. móveis e utensílios Aluguel e condomínio de imóveis Custo de pessoal (secretária.500.Seguro de acidente de trabalho no valor de (R$ 37.00 280.) Gratificação para Descanso Anual (8.Custo de Suporte e Apoio Cursos de aprimoramento e livros técnicos Microcomputador e impressora Software Cópias Material de Escritório Telefone.5% Custo Total Mensal – R$ 360.48 160. mensageiro e etc).000.Não Computado R$ 160 5.15 PLENO OU MÉDIO (DE 5 A 10 ANOS DE FORMADO) 1 .54 200.00 R$ 30.00) R$ 1.P.906.00 5.00 60.00 290.33 40.CUSTO SUBTOTAL MENSAL SEM IRPF E ISS (CSM) (Total 1+2+3+4) R$ 4.185.(0.62 ISS – (5% Custo Total Mensal) CUSTO TOTAL MENSAL COM IRPF E ISS (Total 4 + 5) Horas de Trabalho Por Mês (20 dias úteis x 8 horas por dia) HORA TÉCNICA DO PROFISSIONAL PLENO • Exclusive IRPF e ISS • Inclusive IRPF e ISS OBS : NC .Custo Direto do Profissional Remuneração Profissional: INSS (Faixa 6) Seguro Saúde Fundo de Aposentadoria (8.Imposto de Renda (27.prêmio mensal 5 – Impostos sobre o Custo Total Mensal .33 R$ 200.50 9.00 120. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 227 .56 36.05)) IRPF .00) .92 R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ 3.Anotação de responsabilidade técnica .00 35.00 250.00 173.0%R.) Gratificação Natalina (8.P.00 200.00 NC NC 1.P.50 290.496. I = (CTM – 360) / (1 . correio e energia elétrica Manutenção de equipamentos Depreciação de equipamento.

0% R.33 R$ 250.00 80.00 160.) Duodécimo de anuidade do CREA-RJ Duodécimo da contribuição sindical Alimentação Transporte SUB-TOTAL 1 2 .00) R$ 2.275 + 0.54 4.60 431.Anotação de responsabilidade técnica .000.15 R$ R$ 40. inclusive encargos sociais SUB-TOTAL 2 3 . móveis e utensílios Aluguel e condomínio de imóvel Custo de pessoal (secretária.Custo Direto do Profissional Remuneração Profissional (RP): INSS (Faixa 6) Seguro Saúde Fundo de Aposentadoria (8.00 NC NC 1.53 R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ 5.5% Custo Total Mensal – R$ 360.40 300.) Gratificação Natalina (8.045.00 300.00 257.05)) IRPF .419.00) .55 SENIOR (DE 10 A 15 ANOS DE FORMADO) 1 .60 9.Custo de Suporte e Apoio Cursos de aprimoramento e livros técnicos Microcomputador e impressora Software Cópias Material de Escritório Telefone. água/esgoto.P.Imposto de Renda (27.00 431.48 200.00 416.00 50. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 229 .200. I = (CTM – 360) / (1 .00 228 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.59 ISS – (5% Custo Total Mensal) CUSTO TOTAL MENSAL COM IRPF E ISS (Total 4 + 5) Horas de Trabalho Por Mês (20 dias úteis x 8 horas por dia) HORA TÉCNICA DO PROFISSIONAL PLENO • Exclusive IRPF e ISS • Inclusive IRPF e ISS Observações: NC – Não Cotado R$ 160 9.prêmio mensal 5 – Impostos sobre o Custo Total Mensal .) Gratificação de Descanso Anual (8.CUSTO SUBTOTAL MENSAL SEM IRPF E ISS (CSM)(Total 1+2+3+4) R$ 6.233.ART sobre serviços de R$/mês 4 . correio e energia elétrica Manutenção de equipamentos Depreciação de equipamento.62 R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ 400.(0.00 R$ 30.80 56. mensageiro e etc).P.3% R.528.516.00 50.00 7.Seguro de acidente de trabalho no valor de (R$ 37.00 173.00 120.3% R.P.33 60.

Anotação de responsabilidade técnica .P.00 NC NC 1.00 200. I = (CTM .Custo Direto do Profissional Remuneração Profissional: INSS (Faixa 6) Seguro Saúde Fundo de Aposentadoria (8.669.00) .) Gratificação Natalina (8.ART sobre serviços de R$/mês 4 .00) R$ 3.00 R$ 30.77 78.00 50.393.00 173.923.500.48 200.02 R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ 400. mensageiro e etc).00 120.5% Custo Total Mensal – R$ 360.) Duodécimo de anuidade do CREA-RJ Alimentação Duodécimo da contribuição sindical Transporte SUB-TOTAL 1 2 .3% R.05)) IRPF .00 230 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 231 .3% R.000.71 R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ 6. móveis e utensílios Aluguel e.00 50.00 360.P.275 + 0.54 240.Custo de Suporte e Apoio Cursos de aprimoramento e livros técnicos Microcomputador e impressora Software Cópias Material de Escritório Telefone.50 9. inclusive encargos sociais SUB-TOTAL 2 3 .93 ISS – (5% Custo Total Mensal) CUSTO TOTAL MENSAL COM IRPF E ISS (4 + 5) Horas de Trabalho Por Mês (20 dias úteis x 8 horas por dia) HORA TÉCNICA DO PROFISSIONAL SENIOR • Exclusive IRPF e ISS • Inclusive IRPF e ISS Observações: NC – Não Cotado R$ 12.00 9.00 286.0%R.593.P. correio e energia elétrica Manutenção de equipamentos Depreciação de equipamento.Seguro de acidente de trabalho no valor de (R$ 37.95 MASTER (ACIMA DE 15 ANOS DE FORMADO) 1 .00 572.00 4.Imposto de Renda (27. água/esgoto.33 R$ 320.00 539.00 330.360) / (1 – (0.CUSTO SUBTOTAL MENSAL SEM IRPF E ISS (1 + 2 + 3 + 4) R$ 8.) Gratificação para Descanso Anual (8.condomínio de imóveis Custo de pessoal (secretária.50 539.prêmio mensal 5 – Impostos sobre o Custo Total Mensal .33 70.89 160 R$ R$ 55.251.

• As despesas extras. mestrado e doutorado. Despesas Extras As despesas de transporte com carro próprio... cursos de extensão e especialização..... análise de laboratório e serviços de terceiros serão reembolsadas mediante comprovação.. competência interpessoal.71 97.. Ou ainda. R$ 50.Imposto de Renda (27.... experiência profissional... 232 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. apresentação pessoal e etc.666.. tais como.00 (até 5 anos de formado) 68.. I = (CTM – 360) / (1 . mediante comprovação pelo profissional. salários de empregados e seus complementos e etc.05)) IRPF ... em viagem. pós-graduação. conceito junto à opinião pública e outros abordados nesta tabela... Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 233 ..661.3% do custo do litro de gasolina por quilômetro rodado.88 R$ R$ PLENO A MASTER .É permitido ao profissional a elevação do valor do item 1 em função do mercado de trabalho... O pagamento ao pessoal poderá ser efetuado baseando-se principalmente no tempo utilizado para a execução do trabalho ou no custo global do empreendimento.5% Custo Total Mensal – R$ 360..CUSTO SUBTOTAL MENSAL SEM IRPF E ISS (CSM) (Total 1+2+3+4) R$ 10. por trabalhos prestados. ... pelo menos momentaneamente.. • Para cálculo dos honorários específicos para os profissionais da Engenharia Civil.994..Os valores apresentados variam de acordo com a região ou o Estado..00) R$ 4. sugerir aos profissionais a adoção de apenas duas faixas de remuneração profissional. informática. serão indicados especificamente por atividades técnico-profissional. se for o caso... R$ 25.... incluir as despesas com: aluguel de escritório.35 TABELA RESUMO DE HONORÁRIOS Em função das condições de mercado optou-se..15 160 TRAINEE E JUNIOR .....79 ISS – (5% Custo Total Mensal) CUSTO TOTAL MENSAL COM IRPF E ISS (Total 4 + 5) Horas de Trabalho Por Mês (20 dias úteis x 8 horas por dia) HORA TÉCNICA DO PROFISSIONAL MASTER • Exclusive IRPF e ISS • Inclusive IRPF e ISS R$ 15..(0...275 + 0... a seguir expostas: CATEGORIA PROFISSIONAL REMUNERAÇÃO 5 – Impostos sobre o Custo Total Mensal . Cabe realçar que devem ser consideradas na avaliação do profissional outras referências. • Despesas com certidões. Bem como..NC – Não computado .. condomínio........00 (acima de 5 anos de formado) OBS: Sem Impostos Observações: . serão cobradas à base de 33. com alimentação e estadias serão de responsabilidade do cliente.. conhecimentos de línguas estrangeiras.. trabalho em equipe... Nível de especialização....

1 OBJETIVO DAS TABELAS DE HONORÁRIOS PROFISSIONAIS Aconselhamos aos profissionais que tenham por hábito calcular o preço de venda de seus serviços em função das horas estimadas para a consecução dos trabalhos. a fim de permitir que se faça uma rápida estimativa de preço de serviços profissionais. de acordo com o estabelecido na primeira parte deste livro. Estas Tabelas Complementares devem apenas orientar os profissionais. Paulo Roberto Vilela Dias 235 . devendo ser encarado como padrão mínimo de cobrança dos honorários profissionais. bem como.15 TABELAS COMPLEMENTARES POR SERVIÇOS E POR ESPECIALIDADE 15. OBS: As Tabelas Complementares apresentadas nos capítulos a seguir representam média nacional podendo sofrer alterações em determinadas regiões. Entretanto. no sentido da definição dos parâmetros de remuneração. façam o acompanhamento do desenvolvimento das atividades através de fichas de apropriação de horas técnicas e levantamento de despesas gerais. ou ainda. e possam comparar os valores dos preços de venda de serviços calculados com a estimativa oriunda das tabelas fixas. bem como. apresentamos as Tabelas Complementares de Honorários para que os profissionais inexperientes. não poderá deixar de considerar eventuais custos próprios de um trabalho que altere fortemente o preço de venda. municípios ou estados. O profissional deve estar atento às variações existentes em sua região e aplicá-las caso a caso.

50 a a a a R$ R$ R$ R$ 10.4 2.40 p = valor do metro cúbico de estrutura de concreto armado em Vitória ES. (IRPF e ISS ou Impostos sobre a Pessoa Jurídica).15.50 (de 2.00 2. projeto executivo e orçamento da obra. cooperativa ou pessoa jurídica) deverá incidir sobre os valores apresentados a administração e os impostos. de acordo com sua forma de recebimento (autônomo.0 1.1 2. Não inclui cálculo da fundação profunda. tendo o Engenheiro Civil o encargo de executá-las com bom-senso.2. As formulações são bastante abrangentes. (***) O projetista. como na tabela a seguir: CONCRETO Obras de arte 6.10 Edifícios industriais de múltiplos andares destinados à indústria leve 0. dimensionamentos e detalhamentos.00) 6.2 2.50) 3. Cc = Custo convencional da estrutura. Nelas estão contempladas conjuntamente as variáveis implícitas que avaliam os serviços de concepção estrutural.0 2.50) Inclui anteprojeto.25 Edifícios industriais de múltiplos andares destinados à indústria pesada 0.6 3.2. (**) Até 50 m3 51 a 100 m3 101 a 200 m3 201 a 500 m3 501 a 1000 m3 1001 a 2000 m3 2001 a 5000 m3 5001 a 10000 m3 > 10000 m3 Cc = Ck * Apa * p onde: 15.16 Edifícios entre 4 e 12 pavimentos com destinação comercial ou residencial 0. custos fixos e variáveis diversos advindos da atividade. S = Valor vinculado percentual de referência.8 4.2 Referência de Honorários para Engenharia de Estruturas – Concreto Armado INTRODUÇÃO Esta proposição tem como objetivo tornar o mais fácil possível o levantamento dos honorários básicos para elaboração de projetos de estruturas.6 2.0 Edif.50 (de 3.5 2. Comerciais e/ou residenciais 4.3 2. projeto legal.4 2. 236 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.8 4. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 237 . Industriais 4. Ck corresponde ao consumo de concreto médio por metro quadrado de área de projeto arquitetônico.50 (de 16.0 Edif. Avaliam ainda encargos sociais.50 2. estudos preliminares.1 2.00 3.8 2.7 3.1 2.0 5. impostos.00) 3. Apa corresponde a área apresentada em projeto arquitetônico.1 TABELA DE PREÇOS DE PROJETOS RESIDENCIAIS PROJETOS Arquitetura (*) Cálculo Estrutural (**) Instalações Elétricas e Telefônicas Instalações Hidro-sanitárias TOTAL (*) (***) REFERÊNCIA PRINCIPAL PARA OBRAS EM CONCRETO ARMADO H = S * Cc onde: H = Honorários de projetos.00 R$ R$ R$ R$ 6.2 TABELAS DE HONORÁRIOS PARA ENGENHEIROS CIVIS Tabelas sem Imposto de Renda na Fonte ou Impostos sobre a Nota Fiscal.50 (de 2.17 Edifícios acima de 12 pavimentos com destinação comercial ou residencial 0.2 3.9 1.8 (R$ por m²) 7. fornecido pela Revista Construção.4 4. obtido através do consumo característico (Ck) dos materiais.2 3.8 4. no mês da proposta.1 2. 15.2 3.18 Edifícios industriais com um pavimento 0. CARACTERÍSTICA DA OBRA CK CONCRETO Edifícios até 4 pavimentos com destinação comercial ou residencial 0.

.............. em quilogramas... 35% 2a a 5a repetição ... H = Honorários de projetos. Cs corresponde ao consumo de aço estrutural médio......... o valor final dos honorários deverão ser acrescidos de 10%.. 25% 6a a 10a repetição ....... Caso haja obras de contenção tipo muros de arrimo...... S = Valor vinculado percentual de referência... comerciais e/ou residenciais 15 14 13 12...2....................... 5% As obras de arte e de contenção deverão ter seus consumos levantados por pré dimensionamento dos elementos estruturais............ o valor final dos honorários deverão ser acrescidos em 20%......6 10........... Caso haja reservatórios com capacidade acima de 80 m3..............2 9.....0 As repetições integrais do projeto....... Industriais 12 11...... Caso haja a presença de elementos com detalhamento pouco previsível...... como na tabela a seguir: METÁLICO Até 12 t 13 a 25 t 26 a 50 t 51 a 125 t 126 a 250 t 251 a 500 t 501 a 1250 t 1251 a 2500 t > 2500 t Obras de arte 17 16. o valor final dos honorários deverão ser acrescidos de 20%.. cortinas em subsolos dentre outros.. uma vez que se tratam de obras de grande variabilidade de geometrias e considerações estruturais.... os valores de Ck deverão ser acrescidos de 0................. sendo que não deverá ser levado em consideração consumo de concreto médio por metro quadrado de área de projeto arquitetônico menor que 0........... por metro quadrado de área de projeto arquitetônico........ 20% 11a a 20a repetição ..3 Referência de Honorários para Obras em Estrutura Metálica H = S * Cs onde: • • • Caso os vãos característicos extrapolem o limite de 8 metros............ Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 239 .....Para o caso específico de edifícios de qualquer natureza....5 15 14 13 12 11 Edif......5 11........... Caso haja cálculo de protensão.....02 m3 / m2..... o valor final dos honorários deverão ser acrescidos de 10%..... deverão ser cobrados como segue: 1a repetição .......................5 11 10..5 10 Edif.. Caso haja solicitação de memória de cálculo por parte do contratante.. 15% 21a a 40a repetição ..............2 9...........5 12 11. o valor final dos honorários deverão ser acrescidos de 8%. CARACTERÍSTICA DA OBRA Edifícios até 4 pavimentos com destinação comercial ou residencial Cs Metálico 30 36 40 16 45 90 30 18 16 25 Edifícios entre 4 e 12 pavimentos com destinação comercial ou residencial Edifícios acima de 12 pavimentos com destinação comercial ou residencial Edifícios industriais com um pavimento sem ponte rolante Edifícios industriais de múltiplos andares destinados à indústria leve Edifícios industriais de múltiplos andares destinados à indústria pesada Mezaninos metálicos com piso de concreto Mezaninos metálicos com pisos em chapa ou materiais leves Coberturas tipo dômus com telhado leve Coberturas tipo dômus com telhado pesado 238 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva...................50........0 10...5 9... 10% a partir da 41a repetição ........ aplicam-se os seguintes itens: • • • 15.........................8 9.............5 16 15... incluindo os elementos de fundações.

........ caso haja presença de ponte rolante de capacidade superior a 30 toneladas............................ entre 2001 e 5000 m2 ......00 1.... o valor final dos honorários deverão ser acrescidos de 10% Caso haja assimetria arquitetônica que influencia na modulação estrutural..... entre 4501 e 7500 m2 e até 15 pavimentos ............... 2........ entre 4501 e 7500 m2 e até 15 pavimentos ... inclusive os elementos de fundações........ entre 501 e 2000 m2 ..... os valores de Ck deverão ser acrescidos de 3 kg / m2.......... superior a 10001 m2 ............... Caso haja impossibilidade de contraventamento da estrutura em pelo menos uma direção.......................20 2................ 2......80 1....... uma vez que se tratam de obras de grande variabilidade de geometrias e considerações estruturais.. entre 5001 e 10000 m2 ..............70 Edifícios comerciais área área área área área até 500 m2 e até 4 pavimentos ............................ superior a 7501 m2 sem limite de pavimentos .......................80 1..................... 35% 2a a 5a repetição .................. R$/M 2 Edifícios residenciais área área área área área até 500 m2 e até 4 pavimentos .............65 1.....2...... 25% 6a a 10a repetição ...........................60 1............... levando a transmitir os momentos pelas ligações viga-pilar................ Em galpões industriais........................................ caso haja presença de ponte rolante de capacidade até 20 toneladas.....20 2.................. 2.................................. 15% 21a a 40a repetição ..................70 1..........4 Referência de Honorários para Projetos de Instalações Complementares Os preços praticados nesta tabela são em reais. o valor final dos honorários deverão ser acrescidos de 15%.......50 2... As obras de arte deverão ter seus consumos levantados por pré-dimensionamento dos elementos estruturais............................ INSTALAÇÕES HIDRÁULICAS E SANITÁRIAS ..................50 241 240 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva...... o valor final dos honorários deverão ser acrescidos de 25%.. Em galpões industriais.. superior a 7501 m2 sem limite de pavimentos ...... Em galpões industriais...... 20% 11a a 20a repetição .. o valor final dos honorários deverão ser acrescidos de 12%.... 10% a partir da 41a repetição ... baseados em área de projeto arquitetônico apresentado.00 1..00 1.................. Caso haja solicitação de memória de cálculo por parte do contratante... lajes delgadas mistas e verificações de abertura em almas de perfis.... deverão ser cobrados como apresentado abaixo: 1a repetição ............ 5% Edifícios industriais área área área área área até 500 m2 .......................... entre 2001 e 4500 m2 e até 10 pavimentos . o valor final dos honorários deverão ser acrescidos de 40%............... o valor final dos honorários deverão ser acrescidos de 20%......... entre 501 e 2000 m2 e até 4 pavimentos .............. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias ........ entre 2001 e 4500 m2 e até 10 pavimentos .• • • • • • • • • Caso os vãos característicos extrapolem o limite de 8 metros..................... Caso haja utilização de estruturas como pilares e/ou vigas mistas.... o valor final dos honorários deverão ser acrescidos de 20%............80 1................... caso haja presença de ponte rolante de capacidade entre 20 e 30 toneladas............... o valor final dos honorários deverão ser acrescidos de 12%............... 15........ Caso haja a presença de elementos com detalhamento pouco previsível...... entre 501 e 2000 m2 e até 4 pavimentos ..................50 As repetições integrais do projeto......

... Os preços acima contemplam a indicação de pára raios..... 0.......75 área entre 501 e 1000 m2 e até 4 pavimentos . * Caso haja instalações de gás.. R$/M 2 Edifícios residenciais área até 500 m2 e até 4 pavimentos .........35 0..... entre 5001 e 10000 m2 . seta indicadora de saída............ reserva de gás........... superior a 20001 m2 ........ 0...... o valor dos honorários deverá ser acrescido de 15%.............. Caso haja necessidade de sistema de combate a incêndio com espuma mecânica....................................50 • • INSTALAÇÕES DE COMBATE A INCÊNDIO COM HIDRANTES .... Nos casos de instalações residenciais e comerciais com bombeamento............. superior a 15001 m2 ...................................... o valor do honorário deverá ser acrescido de R$ 1.. INSTALAÇÕES ELÉTRICAS DE BAIXA TENSÃO ...... caixa de cloração........................................... o valor dos honorários deverá ser acrescido de 25%.... entre 1001 e 5000 m2 ............ o valor dos honorários deverá ser acrescido de 50%....... iluminação de emergência........50 0.... 1........ superior a 20001 m2 ....... 2..000......................90 0.... alarme bitonal.... Os honorários para edificações industriais já contemplam sistemas com bombeamento....................................... caixa separadora de fibras................... entre 10001 a 15000 m2 ....75 0............................ * Caso o empreendimento se trate de instalações hospitalares..............................00 0... o valor do honorário deverá ser acrescido de 50%........... 2.......20 Edifícios comerciais área área área área área 242 até 1000 m2 ........................* Caso haja instalações de água quente.........50 Edifícios comerciais área até 500 m2 e até 4 pavimentos .. 2........00 (quinhentos reais) para projeto de qualquer natureza que esteja com área inferior a 1000 m2....60 0......... extintores de incêndio....... Edifícios industriais área área área área área • até 1000 m2 ......... R$/M2 • Edifícios residenciais • área área área área área até 1000 m2 ......50 Paulo Roberto Vilela Dias 243 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva...45 0. entre 5001 e 10000 m2 ................ entre 10001 a 20000 m2 .............. Fica estipulado o valor mínimo de R$ 500... 2... sendo que as tubulações e cabeamento para alimentar os sistemas deverão ser complementados nos projetos de instalações elétricas e gás..... Empresas e Profissionais ..............55 0. o valor dos honorários deverá ser acrescido de 15%...................... entre 1001 e 5000 m2 .......... entre 1001 e 5000 m2 ...30 Caso haja necessidade de sistema de combate à incêndio com chuveiro automático... o valor dos honorários deverá ser acrescido de 25%................................. * Fica estipulado o valor mínimo de R$ 1......00 por m2....70 0........70 0.....60 0.................50 área entre 501 e 1000 m2 e até 4 pavimentos . * Caso o empreendimento se trate de instalações de clínicas / laboratórios / farmácias ou outro tipo de estabelecimento ligado à área de saúde onde exista a possibilidade de execução de pequenas cirurgias e/ou coleta de materiais para exames............... entre 5001 e 10000 m2 ..........40 0............................. entre 10001 a 20000 m2 ........................... * Caso haja tratamentos especiais como: caixa separadora de óleo.................................................00 (um mil reais) para projeto de qualquer natureza que esteja com área inferior a 500 m2..... o valor do honorário deverá ser acrescido de 50%.................

00 De 200. 0.... 5% OUTRAS ATIVIDADES DE PROJETO Não foram contempladas as atividades de projetos geotécnicos..... 35% 2a a 5a repetição ..00 De 1..... experiência do profissional......2.............00 0.........15 2.......000.........00 244 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva...................000....50 área entre 2001 e 10000 m2 . DEFINIÇÃO DE HONORÁRIOS EM FUNÇÃO DO VALOR DE VENDA HONORÁRIO MÍNIMO % Acréscimo (R$) 500..... 0....................................... traçado de estradas.......000...... 10% a partir da 41a repetição ....... tempo estimado na execução do serviço....00 0.00 a 200........000...................00 a 5..INSTALAÇÕES DE TUBULAÇÃO TELEFÔNICA ................000..................000.......600...........90 50............... periculosidade e dificuldade de acesso e local fora da comarca onde se desenrola a ação.....50 área acima de 10001 m2 .................... pela não manifestação de profissionais relacionados as áreas citadas........................... 0....... 0..........00 De 100...00 0..00 0. derrocamento.00 0.......00 De 5.... 15% 21a a 40a repetição ..............000.... 20% 11a a 20a repetição .........000.....40 As repetições integrais do projeto deverão ser cobradas como segue: 1a repetição ....00 De 50.00 0.............00 a 100..000..20 1..........000...... topografia e geodésia...... dentre outras......000............... 0..........000..00 a 500....40 área acima de 10001 m2 ...... grau de dificuldade e complexidade técnica da análise..35 Edifícios comerciais área até 2000 m .............5 Honorários para Avaliações e Perícias de Engenharia Na composição dos custos para definição do valor dos honorários devem ser considerados os seguintes elementos: • • • • • • prazo solicitado para entrega do trabalho...........000.....00 a 10...100...... valendo como referência o valor da hora técnica versus o número de horas previstas na elaboração da atividade....... 2 15.................................00 a 1..600..................000.....00 Acima de 10..........70 área entre 501 e 10000 m2 ...........000.............07 8...........000...........12 3. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 245 ........00 De 500........000..... 0.00 VALOR DO BEM (R$) Até 50.65 250........... 25% 6a a 10a repetição ..........600..00 0.........35 850..............000...000.. R$/M2 Edifícios residenciais área até 2000 m2 ...............000...................

000.000.00 De R$ 15.00 De R$ 85.001.00 a 8.00 a 1.00 a R$ 35.300.00 a 2.00 De R$ 25.00 HONORÁRIO MÍNIMO (%) 90 85 82 80 78 75 72 69 65 62 59 55 50 48 46 VALOR DA AVALIAÇÃO (R$) Até R$ 7.300.000.00 De 9.00 por cada R$ 20.000.00 a 9. AVALIAÇÃO DE MÁQUINAS E EQUIPAMENTOS Considerar de 2.00 De 3.000.501.00 a 2.00 a R$ 55.000.00 1. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 247 .00 De 8.000.000.00 Acima de R$ 180.001.00 HONORÁRIOS (R$) 800.001.000.00 De R$ 7.200.00 a R$ 90.00 3.000.500.000.00 De R$ 55.000.000.500.00 1.00 9.00 De 7.500.001.00 6.000.000.00 6.00 a 10.00 a R$ 180.00 De 2.500.500.00 a R$ 50.00 a 7.00 Acima de R$ 180.500.000.00 4.00.501.00 por cada R$ 20. mais R$ 200.000.000.ARBITRAMENTO DE HONORÁRIOS EM FUNÇÃO DO VALOR LOCATIVO VALOR LOCATIVO (R$) Até 1.00 De R$ 30.00.00 a R$ 85.5% a 5% do valor avaliado em função do grau de dificuldade e do rigor desejado da avaliação ou obedecerão a tabela a seguir: 246 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.00 De 6.000.001.500.00 a 5.000.000. prevalecerá este último. mais R$ 200.00 a 4.000.000.00 de avaliação OBS: No caso dos honorários resulte inferior ao especificado para o limite máximo do intervalo imediatamente anterior.001.00 De 5.000.00 De 2.00 De 1.000.001.000.500.00 De 1.00 a R$ 15.000.5% a 5% do valor avaliado em função do grau de dificuldade e do rigor desejado da avaliação ou obedecerão a tabela a seguir: VALOR DA AVALIAÇÃO (R$) Até R$ 25.000.000.000.000.00 Acima de 15.001.00 a 3.00 De 4.000.000.500.000.00 9.00 a 12.200.00 a R$ 180.000.00 De 10.00 De 12.000.000.00 a R$ 30.00 a 15.00 2.00 De R$ 120.500.00 a 6.00 De R$ 50.00 a R$ 120.000.00 de avaliação PERÍCIAS JUDICIAIS Considerar de 0.000.500.501.001.00 HONORÁRIOS (R$) 1.00 2.00 6.00 3.00 De R$ 35.00 De R$ 90.001.

AVALIAÇÃO DE MÓVEIS E UTENSÍLIOS Considerar de 10% a 15% do valor avaliado em função do grau de dificuldade e do rigor desejado da avaliação. Ações Diversas
TIPO DE AÇÃO Trabalhista Demarcatória Despejo Desapropriação Divisão Indenização Medida Cautelar Nunciação de obra nova Possessória Revisional de aluguel comercial Revisional de aluguel residencial Renovação de locação Servidão de passagem Usocapião HONORÁRIOS MÍNIMOS (R$) 1.200,00 1.200,00 800,00 800,00 1.500,00 1.000,00 1.000,00 800,00 800,00 1.200,00 1.000,00 1.000,00 700,00 700,00

15.3 HONORÁRIOS MÍNIMOS DAS ATIVIDADES PROFISSIONAIS DA ENGENHARIA CIVIL Não existindo o valor do Honorário Mínimo, o calculo deve ser realizado apenas pela estimativa de horas trabalhadas, simplificadamente, da seguinte maneira: Preço de Venda = Valor da Hora Técnica x Horas de Trabalho O valor da hora técnica está apresentado no Capítulo 13. TABELA DE HONORÁRIOS MÍNIMOS
DESCRIÇÃO Análise técnico-econômica de empreendimento - Viabilidade Arbitramento Assessoria Assistência técnica Auditoria CURSO, PALESTRA, SEMINÁRIO OU CONGRESSO Aula: Este serviço será cobrado baseado em 3,0 vezes o valor mínimo da hora profissional por hora de aula. Palestra: Este serviço será cobrado baseado em 1,5 vezes o valor mínimo da hora profissional por hora de palestra. Seminário e/ou Congresso: Este serviço será cobrado baseado em 5,0 vezes o valor mínimo da hora profissional por hora de seminário. Atestado Avaliação CONCORRÊNCIAS Concurso Consultoria DIVULGAÇÃO TÉCNICA ESTUDO GESTÃO DE PROJETO, SERVIÇO OU OBRA FISCALIZAÇÃO DE PROJETO, SERVIÇO OU OBRA JULGAMENTO LAUDO 10 10 20 3 5 5 HONORÁRIO MÍNIMO (Em Hora Técnica) 10 5 10 5 10

15.2.6 Tabela para Elaboração de Orçamentos VALOR DA OBRA (R$) até R$ 10.000,00 de R$ 10.000,01 a R$ 50.000,00 de R$ 50.000,01 a R$ 100.000,00 de R$ 100.000,01 a R$ 500.000,00 de R$ 500.000,01 a R$ 1.000.000,00 PREÇO DO SERVIÇO (R$) 350,00 950,00 1.500,00 3.500,00 5.000,00

Obras acima de R$ 1.000.000,01 acrescentar R$ 500,00 para cada R$ 500.000,00.

248

Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. Empresas e Profissionais

Paulo Roberto Vilela Dias

249

LEVANTAMENTO TOPOGRÁFICO PLANIMÉTRICO Situações previstas:

Terreno ondulado a fortemente ondulado (8 a 30% de declividade) - 10,00 horas técnicas/km de poligonal. Terreno forte ondulado a montanhoso (30 a 60% de declividade) 12,00 horas técnicas/km de poligonal. Terreno montanhoso a escarpado > 60% de declividade - 14,70 horas técnicas de poligonal.

Terreno plano a suavemente ondulado (0 a 8% de declividade) – 7,00 horas técnicas/km de poligonal. Terreno ondulado a fortemente ondulado (8 a 30% de declividade) 8,00 horas técnicas/km de poligonal. Terreno forte ondulado a montanhoso (30 a 60% de declividade) 10,00 horas técnica/km de poligonal. Terreno montanhoso a escarpado > 60% de declividade - 12,00 horas técnicas/km de poligonal.

Locação topográfica de curvas de níveis Orçamento de obras e/ou serviços Parecer técnico Perícia Responsabilidade técnica Vistoria 5 10 5 5

LEVANTAMENTO TOPOGRÁFICO PLANIALTIMÉTRICO Situações previstas:

Terreno plano a suavemente ondulado (0 a 8% de declividade) 7,50 horas técnicas/km de poligonal. Terreno ondulado a fortemente ondulado (8 a 30% de declividade) - 9,00 horas técnicas/km de poligonal. Terreno forte ondulado a montanhoso (30 a 60% de declividade) 12,00 horas técnicas/km de poligonal. Terreno montanhoso a escarpado > 60% de declividade - 14,00 horas técnicas/km de poligonal.

LOCAÇÃO TOPOGRÁFICA Locação topográfica de obras de infra-estrutura Situações previstas:

Terreno plano a suavemente ondulado (0 a 8% de declividade) 8,30 horas técnicas/km de poligonal.
Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 251

250

15.4 TABELA DE HONORÁRIOS PARA ARQUITETOS
Tabelas sem Imposto de Renda na Fonte ou Impostos sobre a Nota Fiscal. Chamamos a atenção que o IAB – Instituto de Arquitetos do Brasil, por meio de suas representações estaduais, elabora tabelas semelhantes a aqui apresentada. DESCRIÇÃO ARQUITETURA E URBANIZAÇÃO Residência Unifamiliar Edificações onde não há repetição de elementos (cômodos, pavimentos) Edificações onde há repetição de elementos (múltiplos blocos) - 1ª unidade - 2ª unidade - 3ª unidade - 4ª unidade e demais unidades Edificações Hospitalares Edificações Especiais: (hotéis, prédios administrativos e escolares) Depósitos, galpões e garagens Indústrias, comércios e igrejas URBANISMO Projeto de parcelamento do solo Projeto de desenho urbano Plano Diretor PAISAGISMO E DESNHO URBANO (inclui lay-out, pavimentação, vegetação, especificação do mobiliário, pontos elétricos e hidráulicos) Residências, condomínios, sítios e chácaras Edificações comerciais, de serviços e institucionais Praças, parques, orlas e vias e passeios Projeto de pavimentação VALOR (R$)

Projeto de Vegetação Design do Mobiliário Urbano

m² m²

20,00 200,00 a 1.000,00

CONSULTA DO POTENCIAL CONSTRUTIVO Consulta ARQUITETURA DE INTERIORES

1 a 5% do valor do projeto

m² m² m²

6,00 a 12,00 5,00 a 10,00 4,00 2,50 1,30 0,70 8,00 a 13,00 6,00 a 12,00 2,00 4,00

m² m² m² m²

PROJETO DE REFORMA DE RESIDÊNCIA (inclui ambientação, revestimentos, paginação, alvenarias, pontos elétricos e hidráulicos, iluminação, rebaixamento, esquadrias, bancadas e acabamentos) Apto ou casa quarto e sala unid 1.100,00 Apto ou casa de 2 quartos unid 1.500,00 Apto ou casa de 3 quartos unid 2.000,00 Apto ou casa de 4 quartos unid 3.000,00 Cobertura completa unid 5.500,00 Cobertura completa unid 6.500,00 PROJETO COMERCIAL (recepção, sala, copa e banheiro) (inclui ambientação, revestimentos, paginação, alvenarias, pontos elétricos e hidráulicos, iluminação, rebaixamento, esquadrias, bancadas, acabamentos, mobiliário e acessórios) Consultório dentário unid 1.800,00 Consultório médico unid 1.300,00 Escritório até 40 m² unid 1.300,00 Hall de edifício padrão Alto unid 1.400,00 Hall de edifício padrão Médio unid 1.000,00 Hall social padrão Alto unid 450,00 Hall social padrão Médio unid 350,00 Loja de Rua até 50 m² unid 4.000,00 Loja de Shopping até 40 m² unid 3.000,00 Considerar acréscimo de 15% para assessoria na compra de mobiliário e acessórios

ha ha ha

1.500,00 8.000,00 10,00

m² m² m² m²

3,50 4,00 4,50 20,00

252

Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. Empresas e Profissionais

Paulo Roberto Vilela Dias

253

00 Sala de jantar unid 300. alvenarias. mesas e etc 15. colunas. paginação.00 200.78 x 75 + 280.00 300.00 300.00 254 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. lay-out e ambientação. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 255 . onde: H = Honorários Profissionais (R$) A = Valor da Avaliação (R$) Cálculo de Ração 5 Concorrências Concurso 5 Consulta 5 Consultoria 5 unid unid unid unid unid unid unid unid unid 200.00 200.00 700.PROJETO DE REFORMA POR CÔMODOS ISOLADOS (inclui ambientação.00 350.00 Quarto de casal unid 300.00 400. revestimentos.500. unid unid unid unid unid unid 300.00 Cozinha completa unid 600. bancadas e acabamentos) Área de serviço completa unid 300.00 Área de lazer completa (churrasco. simplificadamente.00012)0.00 200.00 300.0 x Hora Técnica por hora Conferência: 5. A cobrança dos serviços se dará pela estimativa das horas necessárias à conclusão dos mesmos. elabora tabelas semelhantes a aqui apresentada.00 Na tabela apresentada abaixo está descrita a quantidade mínima de horas a serem utilizadas. DESCRIÇÃO HORAS MÍNIMAS Análise Técnico-Econômica de Empreendimento 10 Arbitramento 5 Assessoria 10 Assistência Técnica 5 Auditoria 10 Aula. camas.0 x Hora Técnica por hora Avaliação ( H = (A x 0. Chamamos a atenção que as Associações de Engenheiros Agrônomos e Florestais existentes em alguns estados do Brasil. rebaixamento.00 200. pontos elétricos e hidráulicos. lay-out e ambientação sem assessoria Paginação de piso ou parede Esquema de cores Localização dos pontos elétricos Localização dos pontos hidráulicos PROJETOS ESPECIAIS Esquadria elaborada – porta ou janela Esquadrias (tipo) – porta ou janela Muro frontal completo (gradil e portões de acesso) Escada elaborada com corrimão Escada simples com corrimão Corrimão elaborado Rebaixamento em gesso (sala completa) Rebaixamento em madeira Design aparadores.00 Lavabo completo unid 400. da seguinte maneira: Preço de Venda = Valor da Hora Técnica x Horas de Trabalho O valor da hora técnica está apresentado no Capítulo 13. iluminação.5 x Hora Técnica por hora Palestra: 3. especificação do mobiliário e acompanhamento da compra Levantamento de medidas. Palestra e Conferência Aula: 1.00 100. piscina e sauna) unid 1.00 Banheiro completo unid 450.00 250.5 TABELA DE HONORÁRIOS PARA ENGENHEIROS AGRÔNOMOS E FLORESTAIS Tabelas sem Imposto de Renda na Fonte ou Impostos sobre a Nota Fiscal.00 400.00 Quarto de solteiro unid 300. esquadrias.00 PEQUENAS SOLUÇÕES POR CÔMODOS ISOLADOS Levantamento do local.

Áreas acima 50 ha 11.5 .5 .Áreas até 50 ha 11.Diagnóstico Técnico.Terreno plano a suave ondulado (0 a 8% de declividade) 7.02 x Hora Técnica por linha de informação 0.Terreno plano a suave ondulado (0 a 8% de declividade) 7 Horas Técnicas por Km de poligonal .5 + 0.5 Horas Técnicas por Km de poligonal .5 a 1% do valor do empreendimento Gerência de Projeto.5 + 0.18 HT por ha excedente a 50 ha Levantamento de Cobertura Vegetal do Solo .Terreno montanhoso a escarpado (acima de 60% de declividade) 0.Terreno montanhoso a escarpado (acima de 60% de declividade) 12 Horas Técnicas por Km de poligonal Levantamento Topográfico Planialtimétrico .Áreas até 50 ha .11 HT por ha excedente a 50 ha Levantamento de Solos .7 Horas Técnicas por Km de poligonal Locação Topográfica de Curvas de Nível Partilha de Áreas Orçamento Padronização e Classificação de Produtos de Origem Vegetal e Animal 5 10 Elaboração de Projetos.Terreno plano a suave ondulado (0 a 8% de declividade) . Serviço ou Obra Fornecimento de Dados e Informações Fornecimento de Mala Direta Levantamento de Meio Físico 10 Levantamento de Capacidade de Uso do Solo . Serviço ou Obra Fiscalização de Projeto.Terreno forte a montanhoso (30 a 60% de declividade) 10 Horas Técnicas por Km de poligonal .5 + 0. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 257 .Terreno ondulado a forte (8 a 30% de declividade) 8 Horas Técnicas por Km de poligonal .Terreno ondulado a forte (8 a 30% de declividade) .Áreas até 50 ha 18.276 HT por ha excedente a 50 ha 8.Áreas acima 50 ha Locação Topográfica .02 x Hora Técnica por etiqueta Interpretação e Recomendação a partir de Análise Laboratorial de Solo ou Vegetal Julgamento 10 Laudo 10 Levantamento Topográfico Planimétrico .Áreas acima 50 ha 18.Terreno montanhoso a escarpado (acima de 60% de declividade) 14 Horas Técnicas por Km de poligonal 27. Planos e Levantamentos Projeto de Reflorestamento ou Florestamento 20 ou 2% sobre as inversões do projeto 256 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. Econômico e Social 20 Diligência 10 Divulgação Técnica Estudo Estudo de Impacto Ambiental 0.Terreno forte a montanhoso (30 a 60% de declividade) 12 Horas Técnicas por Km de poligonal .3 Horas Técnicas por Km de poligonal 10 Horas Técnicas por Km de poligonal 12 Horas Técnicas por Km de poligonal 14.Terreno ondulado a forte (8 a 30% de declividade) 9 Horas Técnicas por Km de poligonal .5 27.Terreno forte a montanhoso (30 a 60% de declividade) .

etc) 15 Interconexões complexas 20 Túneis 20 Levantamento Circunstanciado Florestal .Áreas acima de 200 ha 150 HT + 1 HT por ha excedente a 200 ha Plano de Arborização Urbana Projeto de Recuperação de Áreas Degradadas Projeto de Revegetação de Áreas Projeto de Paisagismo Projeto de Exploração Agropecuária Projeto de Viabilidade Técnico-Econômica Projeto de Irrigação e Drenagem Projeto de Sistematização de Várzeas Projeto de Desenvolvimento Regional Parecer Técnico Perícia Avaliação de Cultura por Frustração de Safra Responsabilidade Técnica Vistoria 20 20 20 20 20 ou 2% sobre as inversões do projeto 20 ou 2% sobre as inversões do projeto 20 50 10 10 10 por mês 5 258 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.6 TABELA DE HONORÁRIOS MÍNIMOS PARA ENGENHEIROS ELETRICISTAS SERVIÇOS HORAS MÍNIMAS Rede de sonorização 8 Projeto de cabeação telefônica 5 Rede de dutos para circuitos de informática 5 Alimentadores para equipamento central de ar condicionado 8 Alimentadores para diversos equipamentos 5 Geração de emergência 5 Iluminação de emergência 5 Sistema de detecção e alarme contra incêndio 5 Circuito fechado de televisão 10 Encaminhamento junto à concessionária de energia elétrica 5 Encaminhamento junto à concessionária de telecomunicações 5 Cabina de barramento 5 Cáculo luminotécnico 5 Rede de distribuição de energia elétrica e iluminação pública 10 Pesquisa de carga com anteprojeto elétrico 5 Iluminação 10 Rodoviária simples 15 Obra de arte (ponto.Áreas com até 10 ha 30 .Áreas acima de 10 ha 20 HT + 1 HT por ha excedente a 10 ha Plano de Manejo Florestal (Floresta Plantada) .Áreas acima de 10 ha 30 HT + 1 HT por ha excedente a 10 ha Plano de Manejo Florestal (Floresta Natural) .Áreas acima de 10 ha 20 20 HT + 1 HT por ha excedente a 10 ha 15.Áreas com até 200 ha 150 .Áreas com até 10 ha 20 . Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 259 . viaduto.Plano de Corte Florestal .Áreas com até 10 ha .

.....55 3..000....000.......000 KVA Cabina para medição Acréscimos: Elaboração na classe 25 KV Inclusão de chave reversora de alta tensão Prédio existente ainda não dotado de subestação Projeto Completo de Instalações Elétricas Cálculo do Honorário Profissional em Função do Valor Global da Construção VALOR DO CONTRATO (R$) % 58.001.000...00 0..00 1....000.. Projeto Executivo .000...........000.....000.............31 120......500.000.10 600.00 1..000...000.00 0.00 R$ 1.........001.001..... Desenho Definitivo ...00 a 3..00 a 800..000.00 0.500....500.....40 10....00 a 400.00 0..200.000.00 a 600....001.00 a 1.550..00 1....000.. Projeto Básico ....00 1.000......001.000.00 a 15....001...7 TABELA DE VALORES DOS SERVIÇOS POR PRANCHA É comum se considerar a remuneração de projetos por prancha elaborada e deve-se ter conhecimento da quantidade da obra a ser projetada.000...38 400...00 0....001.....00 a 2....00 0....00 0...800..200....000.00 R$ 900..000..00 a 200..00 Condições do Projeto Fácil Normal Difícil A composição de homens x hora padrão a ser considerada na elaboração de cada desenho de projeto.00 0.. em área construída (para edificações) e extensão (km) para obras lineares..000..000........88 1. 20% 40% 30% 10% 260 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva..001.....77 1.00 a 1.....500.00 1.000.000..00 a 10.......00 2.00 a 120.93 200.00 15% 10% 30% 15.000.000..00 800......00 800...00 0.100........39 R$ 1. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 261 ..000.200....001........00 R$ 1.......00 a 5... R$ por prancha Desenhos Tamanho A1 Desenhos Tamanho A0 R$ 600..00 1.43 7......001.00 2.200....00 R$ 1.......500...00 1.00 1..200.001.001.47 5..00 a 7.....000 KVA Blindada até 300 KVA Blindada até 500 a 750 KVA Blindada acima de 1.000.66 2..00 1.. é a apresentada a seguir: Categoria Profissional Senior Profissional Junior Cadista Projetista Cadista Total Quantidade de horas Tamanho A1 Tamanho A0 5 10 8 10 33 8 16 15 20 59 Será considerado o seguinte critério de composição do custo da prancha: Estudo Preliminar ...000...TABELAS COMPLEMENTARES Tabelas sem Imposto de Renda na Fonte ou Impostos sobre a Nota Fiscal SUBESTAÇÕES TRANSFORMADORAS (15 KV) Ao tempo em postes simples até 150 KVA Ao tempo em postes duplo até 300 KVA Ao tempo em piso até 300 KVA Abrigada até 225 KVA Abrigada de 300 a 500 KVA Abrigada até 750 a 1...99 800.00 R$ 850...

Estas Leis encontram-se em plena vigência e tendo sua aplicação fortalecida pelo disposto na Constituição Federal de 1988.950 A. Química e Veterinária. cujo art. 7º. prevê a existência de piso salarial proporcional à extensão e à complexidade do trabalho. inciso V. a Lei nº 5194. a remuneração é de seis salários mínimos vigente no País. de 22 de abril de 1966. A) B) Para jornada com 6 horas diárias de serviço. A Lei nº 4. Agronomia. até 8 horas/dia. A Lei nº 4. introduziu a remuneração inicial dos profissionais na área de engenharia. Arquitetura. sob a dependência e mediante salário”. estabelecendo jornada com exigências de 6 horas diárias de serviços e jornada com mais de 6 horas de serviço. Este assunto também está disciplinado pela Resolução nº 397/95 do CONFEA. Acrescentar 25% a cada hora que exceder às seis horas diárias de serviço.950 A/66 estabelece a remuneração mínima obrigatória para os profissionais empregados e regidos pela CLT.16 PROFISSIONAIS COM VÍNCULO EMPREGATÍCIO – PISOS SALARIAIS MÍNIMOS Dispõe o artigo 3º da Consolidação das Leis de Trabalho .CLT: “Considerar-se empregado toda pessoa física que prestar serviços de natureza não eventuais a empregador. 263 Paulo Roberto Vilela Dias . Em 24 de dezembro de 1966. no seu artigo 82. regulamentou a remuneração dos profissionais diplomados em Engenharia.

Exemplo da Utilização da Fórmula de Cálculo Considerando-se o salário mínimo nesta data (abr-2002) de R$ 200.00 S.M.P. = 7.00 S.00 pôr mês OBS.00 pôr mês 264 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. Empresas e Profissionais S.00 Paulo Roberto Vilela Dias 265 .M.P.P.25 ) x salário mínimo S. Para efeito da definição do salário mínimo profissional (S. = ( 6 x 1.00 x salário mínimo S. de 5 de outubro de 1988.M.M. temos: A) Profissional contratado para uma jornada de 06 (seis) horas diárias S.5 x R$ 200.M. = 7.P.00 S.500.: Após 44 horas semanais. = 6 x R$ 200. no mínimo em cinqüenta pôr cento à do normal”.M.M.200. = 9. = R$ 2. = R$ 1. = ( 6 x 1. = ( 6 x 1.P.C) Acima de 8 horas diárias de serviço.50 ) x salário mínimo A Constituição Federal de 5 de Outubro de 1988 em seu Artigo 7º.50 ) x salário mínimo S. = 10. acrescentar 50% às horas extras. = R$ 1. Para o caso de jornada de 08 horas diárias S.M.M.100.P. = 9.00 S.00 pôr mês B) Profissionais contratados com uma jornada superior a 06 (seis) horas diárias Para o caso de jornada de 07 horas diárias S.P.M. = 10.P.P.P.50 x R$ 200.M.50 + 1.M. as horas excedentes serão consideradas horas extras. Inciso XVI prevê: “remuneração do serviço extraordinário superior.800.P.M.00.P.50 x salário mínimo S.P.) adotou-se o que estabelece a Constituição Federal.M.M. Para o caso do profissional contratado com jornada de 09 (nove) horas diárias S.0 x R$ 200.M.P.P. = R$ 1.5 x salário mínimo S.P. = 6 x salário mínimo S.

17
PROFISSIONAIS COM VÍNCULO EMPREGATÍCIO – REFERÊNCIAS SALARIAIS

As seguintes tabelas têm por objetivo servir de referência mínima de honorários para engenheiros que mantenham vínculo empregatício, isto é, regido pela CLT. O valor final dos honorários se dá na conjugação das diversas tabelas abaixo. TABELA 01 Classificação e respectivas remunerações dos engenheiros civis por tempo de formatura e experiência profissional comprovada por acervo técnico e/ou registro em carteira de trabalho: ABRIL 2002 Remuneração (R$) 1.800,00 2.200,00 3.500,00 5.200,00 6.500,00

Classificação Engenheiro Engenheiro Engenheiro Engenheiro Engenheiro Trainee Júnior Médio ou Pleno Sênior Master

Experiência e/ou Tempo de formado até 2 anos Entre 2 e 5 anos Entre 5 e 10 anos Entre 10 e 15 anos Acima de 15 anos

Paulo Roberto Vilela Dias

267

TABELA 02 Acréscimo devido à qualificação profissional adicional obtida em cursos de extensão e pós-graduação: GRAUS DE ESCOLARIDADE / TÍTULOS Pós-graduação – Especialização Mestrado Doutorado Pós-doutorado QUALIFICAÇÕES DIVERSAS Domínio de Língua Estrangeira Domínio de Informática

18
O CONTRATO DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS
18.1 ANÁLISE DO CONTRATO Devem ser apreciados os seguintes temas nos contratos de prestação de serviços de engenharia e arquitetura: Exames Preliminares Deve constar da identificação das partes integrantes da contratação e relacionar e verificar anexos existentes (editais, plantas de execução, normas do cliente e etc.). Caracterização do Objeto Verificar se o objeto corresponde a natureza do serviço a ser realizado, bem como, examinar o projeto e verificar sua adequabilidade e compatibilidade com o contrato e a proposta apresentada. Sendo que deverão ser observados os seguintes tópicos
• • • • • • • • •

15% 20% 30% 40% 5% 5%

As qualificações relativas à escolaridade deverão estar devidamente registradas na carteira do profissional – CREA; • As qualificações diversas deverão ser comprovadas por diploma e/ ou certificado de entidades reconhecidamente idôneas ou com exame realizado pela empresa contratante e de sua responsabilidade; • Demais benefícios como, por exemplo, auxilio refeição, seguro saúde, seguro de vida e do trabalho, participação nos lucros, auxílio transporte e outros serão de livre negociação entre as partes.

Memorial descritivo ou Especificações Memória de cálculo, quando existir Plantas de execução Quantidades de serviços Cronogramas Orçamentos Composições de custo Identificar os principais problemas da obra Avaliar a capacitação da equipe e dos equipamentos disponíveis para as tarefas previstas
269

268

Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. Empresas e Profissionais

Paulo Roberto Vilela Dias

Obrigações Mútuas Identificar e relacionar as obrigações da contratante e da contratada e avaliar a extensão e implicações destas obrigações com os custos e prazos dos serviços. Esta análise poderá detectar conflitos com o objeto, com o quadro de quantidades, com as especificações, com a proposta ou outras. É interessante verificar se a fiscalização é direta (ou seja, o próprio cliente executa esta atividade) ou contrata empresa especializada para tal tarefa. Prazo de Duração É oportuna a identificação da forma de contagem, dias úteis ou corridos, e da data inicial da contagem. Registrar as datas limites, inicial e final, e a quantidade de dias úteis existentes, excluindo-se sábados, domingos e feriados. Verificar, mesmo sendo inadequado adotar, em que casos podem ocorrer prorrogações e como solicitá-las. Preços É necessário verificar a natureza da forma de contratação, ou seja, preço global, por preço unitário, por administração, por aluguel de equipamentos ou por reembolso de despesas. Deve-se ainda identificar os itens mais significativos ou aqueles que representam 80% do valor total do contrato, pois estes sofrerão as principais análises, bem como, avaliar a influência dos quantitativos que possam alterar bruscamente no decorrer do contrato. Além destes, avaliar os conflitos com os preços de proposta e os itens necessários que não tenham preço contratado, a fim de alinhavar proposição de aditivo contratual favorável à empresa. Condições de Pagamento Além da situação anteriormente definida quanto à forma contratual, verificar a periodicidade de medição e pagamento, podendo ser admitida uma das condições descritas a seguir:

• • • • • •

medição com período definido e prazo justo de pagamento; pagamento em parcelas pré-fixadas desde que atinja o cronograma físico ajustado; verificar a existência de parcelas de antecipação ou retenção; relacionar e estudar adequadamente os eventos correspondentes às parcelas de pagamento; verificar a consistência do cronograma da obra; quanto às medições, verificar as condições em que serão efetuadas as medições (quem e como), a forma de processamento adotado pelo cliente, quem as autoriza, prazos para submetê-las e que cada unidade dispõe para análise, existência de impressos próprios para tal finalidade, caso afirmativo obtê-los.

Reajustamento Atualmente admite-se apenas contratos com reajustes anuais, logo para prazos de duração inferiores a este, os mesmos serão considerados fixos e irreajustáveis, a despeito que os mesmos tenham cláusulas de reajuste expressa no contrato. Penalidades Independentemente do desejo de se adotar, é muito oportuno identificar as formas de penalidades e multas e suas condições de aplicação. Rescisão Contratual Verificar em que condições pode ocorrer a rescisão amigável ou judicial e suas implicações. Entretanto, ressalta-se que nenhum edital pode infringir o que determina a LEI N° 8666/93 das licitações e contratos. Relatório da Análise do Contrato Todas as informações levantadas anteriormente deverão estar contidas em relatórios de análise do contrato com a maior riqueza de detalhes possível e que ficará a disposição da diretoria da empresa.

270

Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. Empresas e Profissionais

Paulo Roberto Vilela Dias

271

prazos e exigências do contrato. • elaborar as medições previamente ao prazo final previsto em contrato. referência à legislação. sempre apoiando-se em diálogo com seus superiores. DE UM LADO. Mantendo-se constantemente informado do andamento das mesmas. acompanhamento a evolução da aprovação pelo cliente. efetuando comparações sistemáticas com os dados contratuais.2 MODELO DE CONTRATO DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS DE CONSULTORIA DE ENGENHARIA RECOMENDADO CONTRATO DE EMPREITADA POR PREÇO GLOBAL (OU POR PREÇOS UNITÁRIOS) QUE FAZEM. atualizado pelo menos semanalmente. e endereço). se for o caso. PARA EXECUÇÃO DE (ENUNCIADO SUCINTO DA NATUREZA DOS SERVIÇOS). procurando cumpri-los e até antecipá-los. equipes ou equipamentos inadequados. na época oportuna. não aceitar imposições adicionais às contidas nas especificações. manter a equipe da obra sempre bem informada para poder adotar atitude positiva quando for necessário tomar decisões imediatas. (nome. • encaminhar em tempo hábil minuta de pedido de aditivos. dos dados básicos necessários à elaboração das medições. conhecer a estrutura do cliente e seus vários níveis decisórios. identidade.Atitude do Gerente do Contrato De posse da análise minuciosa elaborada do contrato o gerente do contrato deverá estar pronto para qualquer instante adotar. • elaborar controle adequado das quantidades e valores medidos. não assumir compromissos extra-contratuais. 272 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. além do especificado. não executar serviços sem prévia cobertura contratual. CNPJ. • antecipar-se à fiscalização no registro de ocorrências que justifiquem aumentos de prazos. • cumprir rigidamente as normas. efetuar verificação cuidadosa de seu acerto. e submetê-lo à fiscalização formal ou informalmente. sempre interpretar dentro do interesse da empresa. atos constitutivos. preços e condições de pagamento. A EMPRESA (RAZÃO SOCIAL DA EMPRESA) OU NOME DO PROFISSIONAL. doravante simplesmente denominado(a) CONTRATANTE. elaborando permanentemente estudos capazes de identificar sua necessidade e a melhor forma de solicitá-lo. • informar a equipe de trabalho dos prazos parciais e total. (NOME DA ORGANIZAÇÃO CONTRATANTE) E. após discussão com os superiores hierárquicos da empresa. encaminhar sempre objetivamente. Paulo Roberto Vilela Dias 273 Prazos de Eventos Intermediários • Manter controle permanente dos prazos e principalmente eventos. nomeação. antecipar-se na identificação de problemas e apresentar soluções. as reivindicações de métodos. COMO CONTRATNTE. prazos. COMO CONTRATADO(A). • não admitir postergações na medição de serviços executados. Medições • manter registro permanente. não admitir interferência nos métodos executivos. Empresas e Profissionais . Negociação de Aditivos Antecipar-se aos problemas de aditivos contratuais. não iniciando a execução de serviços que dependam de aditivo sem consulta prévia aos superiores hierárquicos. a fim de garantir o mais curto tempo de processamento das medições. natureza e/ou constituição jurídica da organização contratante. NA FORMA ABAIXO: PREÂMBULO O(A). uma das atitudes a seguir descritas: • • • • • • • • • • • • • • identificar e tirar proveito dos pontos fracos ou obscuros e conflitantes do contrato. no relacionamento com a equipe de fiscalização: respeitar e estabelecer um relacionamento profissional amigável e formal. não improvisar métodos. registrar sempre quando ocorrerem interferências ou falta de providências que acarretem atrasos ou aumento de custos. DO OUTRO. representado(a) por (nome. cargo ou função. 18. CPF. com firmeza.

em sua substituição. mediante a aplicação da seguinte fórmula: P = ( P0 x I ) ÷ I0 onde: P = preço(s) reajustado(s) P 0 = preço(s) inicial(is) I 0 = Índice(s) setorial(is) vigente(s) na data de apresentação da Proposta de Preços I = Índice(s) setorial(ais) vigente(s) na data do adimplemento de cada parcela dos serviços O(s) índice(s) setorial(ais) a utilizar será(ão) o(s) . legislação estadual e/ou municipal complementares. efetivamente executadas e aferidas. ou. conforme indicado na proposta da CONTRATADA e seus anexos. bem como pelas normas. cargo ou função. entre si..1993. expedida pelo CREA... salvo quando e segundo a forma e as condições previstas na Lei nº 8.. e que passam a fazer parte integrante do Contrato. contado a partir da data final do período de adimplemento da parcela a que se refere o documento de cobrança. CLÁUSULA QUARTA – PREÇO(S) O(s) preço(s) do(s) serviço(s) contratado(s) é (são) o(s) constante(s) da proposta da CONTRATADA.. CLÁUSULA QUINTA – PAGAMENTO As parcelas que compõem o objeto do presente contrato.666.. Parágrafo Único: Nenhuma alteração. a empresa ou profissional (nome. serão pagos no (. e tendo como responsável técnico (nome e qualificação profissional). variação. regulamentos. e referência de outorga de poderes.. identidade.. poderá ocorrer. aquele(s) que venha(m) a ser adotado(s). CNPJ. de 21 de junho de 1993 e suas alterações vigentes nesta data. e melhor traduza(m) a efetiva variação dos custos dos componentes do(s) preço(s) do(s) serviço(s). modificação. CLÁUSULA TERCEIRA – REGIME DE EXECUÇÃO Os serviços contratados serão executados sob o regime de empreitada por preço global (ou por preços unitários). ajustado o presente Contrato. acréscimo ou decréscimo. na vigência do contrato e de sua eventuais prorrogações.) dia. a todas as condições estipuladas no Edital de Licitação (ou convite) Nº . endereço)..eleição. e/ou outorga de poderes mediante procuração) e. doravante simplesmente denominada(o) CONTRATADA. independentemente de transcrição.06.. ou das especificações e disposições contratuais. e seus anexos e as constantes da proposta apresentada pela CONTRATADA.666 de 21. representada(o) por (nome. Parágrafo Primeiro: Os preços serão reajustados anualmente (da data da proposta). portador da carteira profissional nº . aceita na licitação (convite) anteriormente referida e integrante deste instrumento. Paulo Roberto Vilela Dias 275 274 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.. referidos na Cláusula anterior. no caso de sua extinção. regido pelas cláusulas e condições seguinte: CLÁUSULA PRIMEIRA – FUNDAMENTO LEGAL O presente Contrato rege-se pela Lei nº 8. aumento ou diminuição de quantidades ou de valores.. tem. obedecendo no que couber... constituição jurídica. CPF. CLÁUSULA SEGUNDA – OBJETO O presente contrato tem por objeto a prestação de serviços técnicos profissionais especializados na execução de (descrição dos serviços) discriminados em sua proposta e no Edital de Licitação (ou convite) e seus respectivos anexos. cuja lavratura foi regularmente autorizada por . Empresas e Profissionais . de outro lado... se for o caso)...

serão concedidos descontos de 1% ao mês. a CONTRATADA reforçará a caução acima referida de modo a perfazer. dele decorrente. Em garantia da fiel execução dos trabalhos contratados. calculados “por rata” sobre o valor do documento de cobrança.. Agronomia e Arquitetura.. contados a partir da data da publicação do extrato do contrato ou da emissão da OS .. a CONTRATADA prestou caução.. Parágrafo Primeiro: Durante a execução dos trabalhos. efetivada em data de (. incluPaulo Roberto Vilela Dias 277 276 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. os prazos de etapas conforme previsto no cronograma físico que constitui parte integrante deste Contrato. CLÁUSULA OITAVA – GARANTIAS DE EXECUÇÃO A = Valor atualizado do documento de cobrança na data do pagamento V = Valor reajustado do documento de cobrança na data do adimplemento da parcela a que se refere T = Taxa de inflação mensal registrada na data de emissão do documento de cobrança...Anotação de Responsabilidade Técnica. correndo a despesa.. com acréscimo de multa de 2% sobre o montante do pagamento em atraso. durante a sua execução. Parágrafo Segundo: A restituição dos valores caucionados ocorrerá na forma e segundo os procedimentos previstos na Lei nº 8. que integra o presente instrumento.) (.) dias consecutivos (ou corridos). Parágrafo Primeiro: Os prazos aqui referidos poderão ser prorrogados em conformidade com o disposto na Lei nº 8. permanentemente. até 3 (três) dias após a assinatura do Contrato emitir a ART .666/93. expressa em forma decimal pelo índice (.. a conta de (discriminar as fontes de recursos orçamentários... se houver.. um total correspondente a (. e a data do seu efetivo pagamento... notas de empenho e demais indicações pertinentes). aplicada uma só vez em cada ocorrência...).Conselho Regional de Engenharia. CLÁUSULA NONA – RESPONSANBILIDADE TÉCNICA Caberá a CONTRATADA. conforme norma do CREA . sob a modalidade de (....) no valor de (. pelo número de dias de atraso. Parágrafo Segundo: Os trabalhos executados serão recebidos pelo CONTRATANTE em conformidade com as disposições constantes na Lei nº 8.).Ordem de Serviço..) ou outro que venha substituí-lo n = Número de dias decorridos entre a data de adimplemento das obrigações a que se refere o documento de cobrança e a data do seu efetivo pagamento Parágrafo Terceiro: Na ocorrência de eventuais atrasos de pagamento será devida a atualização financeira calculada na forma estipulada no parágrafo segundo. CLÁUSULA SEXTA – PREVISÃO DE RECURSOS ORÇAMENTÁRIOS (QUANDO COUBER) O valor (estimado) do presente contrato é de (.Parágrafo Segundo: O valor dos créditos expressos no documento de cobrança será atualizado financeiramente no período decorrido entre o adimplemento da parcela a que se refere. observados. acrescida de juros de mora de 1% (um por cento) ao mês. por cento) do valor faturado a preços iniciais e reajustamentos... rubricas.. calculados “por rata” sobre o valor do documento de cobrança..666/93.666/93. pelo número de dias de antecipação.). Empresas e Profissionais . exclusive.. Parágrafo Quarto: Na ocorrência de eventuais antecipações de pagamento. mediante a aplicação da fórmula: A = V ( 1 + T ) n ÷ 30 onde: CLÁUSULA SÉTIMA – PRAZOS O prazo para a conclusão dos trabalhos definidos na CLÁUSULA SEGUNDA é de (.

12/07/2000 SOCIEDADE ESPIRÍTOSANTENSE DE ENGENHEIROS . no caso de não comprovar a regularidade deste procedimento não poderá receber nenhuma parcela de pagamento.) vias. CLÁUSULA DÉCIMA – PENALIDADES À CONTRATADA poderão ser aplicadas as penalidades expressamente previstas na Lei nº 8. por mais privilegiado que seja. • CLÁUSULA DÉCIMA TERCEIRA – FORO • As partes elegem.. Vitoria. E. ou da data de registro no Cartório de Títulos e Documentos. exclusive. as partes por seus Representantes Legais firmam o presente instrumento em (.Diretoria Técnica – Divisão Técnica de Estruturas – Clube de Engenharia – Rio de Janeiro REGULAMENTO DE HONORÁRIOS PARA AVALIAÇÕES E PERÍCIAS DE ENGENHARIA DO IEL – INSTITUTO DE ENGENHARIA LEGAL – RIO DE JANEIRO. com renúncia a qualquer outro. o Foro da cidade de (. Obs: Recomenda-se sempre a assinatura por duas testemunhas. de comum acordo..Professor Engº Civil Paulo Roberto Vilela Dias – CREA-RJ/IBEC .2001 CRITÉRIOS PARA FIXAÇÃO DE PREÇOS DE SERVIÇOS DE ENGENHARIA – INSTITUTO DE ENGENHARIA DE SÃO PAULO – EDITORA PINI MANUAL DE ORÇAMENTAÇÃO – SERVIÇOS PROFISSIONAIS DE ENGENHARIA CONSULTIVA – ABCE – ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE CONSULTORES DE ENGENHARIA TABELA DE HONORÁRIOS – sindARQ / SENGE / PR TABELA DE HONORÁRIOS – IAB / DEPARTAMENTO DO RIO DE JANEIRO – AGOSTO/1992 HONORÁRIOS PARA SERVIÇOS DE ENGENHARIA ESTRUTURAL .666/93 e as especificadas no Edital de Licitações (convite) que originou o presente contrato..sive. juntamente com as testemunhas abaixo. por estarem justas e acertadas.SEE Tabela de honorários profissionais – Estado do Espírito Santo... • • • 278 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. 26 de julho de 1978 279 • O presente Contrato terá plena eficácia a partir da data de sua publicação. CLÁUSULA DÉCIMA PRIMEIRA – RESCISÃO DO CONTRATO O presente Contrato poderá ser rescindido nos casos e na forma previstos na Lei nº 8.) para dirimir as questões decorrentes do presente contrato. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias .. CLÁUSULA DÉCIMA SEGUNDA – APROVAÇÃO E EFICÁCIA DO CONTRATO • • 19 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS UMA METODOLOGIA DE ORÇAMENTAÇÃO PARA OBRAS CIVIS .666/93.

encontros e cursos do IBEC e Proposta nº 1 da Tabela de Honorários dos Engenheiros Civis – ES – Março/2001 Engº Civil João Alberto Ferreira de Oliveira. • 20 CURRICULUM VITAE DO AUTOR ENGENHEIRO CIVIL PAULO ROBERTO VILELA DIAS • • • • • Formado pela Universidade Federal do Rio de Janeiro – 1975. Palestrante do 1º Congresso Brasileiro da Indústria da Construção – 1985/RJ. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias .American Association of Cost Engineers. Engenheiro e/ou Responsável Técnico das seguintes empresas: .º 5.Multiservice Engenharia Ltda . COPPE-UFRJ – Pós-graduação em Mecânica dos Solos – 1976. DE 24 DEZ 1966. palestras.Engesul – Construções e Projetos Ltda .ALUMAK Projetos e Construções Ltda Membro da AACE . Professor de “Engenharia de Custos” do Mestrado em Engenharia Civil da Universidade Federal Fluminense.DE 11 DEZ 1933. LEI N.194. • • • • • • • • • • 280 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. desde 2000.Construtora Affonseca SA . Serviços e Honorários profissionais para Engenheiros Agrônomos e Engenheiros Florestais – Vitória – ES – Fevereiro/1999 RESOLUÇÃO N. DE 29 JUN 1973.º 23.º 218.TERPLAN – Urbanização e Manutenção Ltda . Mestrado em Engenharia Civil na Universidade Federal Fluminense.• INSTITUTO DOS ARQUITETOS DO BRASIL – IAB Remuneração mínima de serviços e direitos autorais de projetos – Espírito Santo ASSOCIAÇÃO DE ENGENHEIROS FLORESTAIS DO ESPÍRITO SANTO – AEFES E SOCIEDADE ESPIRITOSSANTENSE DE ENGENHEIROS AGRÕNOMOS – SEEA.569. INSTITUTO BRASILEIRO DE AVALIAÇÃO E PERÍCIAS DE ENGENHARIA – IBAPE Minuta de Proposta nº 1 de Honorários do IBAPE-ES – 22/08/2000 INSTITUTO BRASILEIRO DE ENGENHARIA DE CUSTOS – IBEC-ES Artigos. Coordenador e professor do curso de pós-graduação em Engenharia de Custos da Universidade Federal Fluminense e IBEC. desde 1978 Fundador e membro do IBEC – Instituto Brasileiro de Engenharia de Custos desde 1978 e presidente nacional desde 1999 Ministra cursos e palestras sobre Engenharia de Custos em todo o Brasil 281 DECRETO FEDERAL N.SEAT SA .

1979 • Material Didático de Planejamento e Controle de Obras • Material Didático de Gerenciamento e Administração de Obras • 282 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. 3ª edição 2001 • Apostila de “Estradas e Transportes” .Escola de Engenharia General Roberto Lisboa e Universidade Gama filho. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 283 .Principais Trabalhos Publicados: Livro “Uma Metodologia de Orçamentação para Obras Civis”.

org.DIRETORIA DO IBEC Período de Agosto/2001 até Agosto/2004 DIRETORIA NACIONAL: Presidente: Paulo Roberto Vilela Dias Vice-Presidente: José Angelo Santos do Valle Tesoureiro: Fernando De Paiva Paes Leme Secretário: Carlos Eduardo Vilela Dias DIRETORIA REGIONAL RIO: (telefax: 21 2548-4338) Vice-Presidente: Jorge Luiz Garcia Almeida Diretor Executivo: Gilson Pereira De Andrade Lima Diretor Executivo: Carlos Antonio Fernandes Da Silva O Instituto está à disposição de todos os colegas.crea-rj.org.Master Business Engineer (Administração para Engenheiros) certificados pela UFF . em Gestão em Construção Civil e MBE .com. para prestar quaisquer esclarecimentos e consulta à sua biblioteca. Nossos cursos na área de engenharia de custos são os mais conceituados do País.br .ibeccustos.org.br).ibec. Estamos ministrando curso de pós-graduação em Engenharia de Custos.br www. Consulte-nos através do telefone (21) 2206-9662 ramal 706 ou pelo fax (21) 2516-3661 ou através do nosso site ou o do CREA-RJ (www. associados ou não.Universidade Federal Fluminense em várias cidades do país. e-mail: andrea@crea-rj.br www.

Sign up to vote on this title
UsefulNot useful