P. 1
Precos de Servicos de Engenharia e Arquitetura Consultiva

Precos de Servicos de Engenharia e Arquitetura Consultiva

|Views: 2.957|Likes:
Publicado porftonello

More info:

Published by: ftonello on Apr 28, 2011
Direitos Autorais:Attribution Non-commercial

Availability:

Read on Scribd mobile: iPhone, iPad and Android.
download as PDF, TXT or read online from Scribd
See more
See less

08/07/2013

pdf

text

original

Paulo Roberto Vilela Dias

COMO ELABORAR PROPOSTAS DE PREÇOS DE SERVIÇOS DE ENGENHARIA E ARQUITETURA
EMPRESAS E PROFISSIONAIS LIBERAIS
O livro apresenta: • O fluxograma do orçamento de serviços; • Textos diretos apresentam o conteúdo teórico e exemplos práticos mostram como elaborar todos os passos do orçamento (mão de obra, encargos sociais, materiais, sub-empreiteiros, equipamentos e veículos, transportes, impostos e cálculo do BDI); • Impostos incidentes sobre os custos de produção; • Exemplos práticos reais ajudam a entender cada cálculo de custo dos insumos do orçamento; • Manual de Elaboração de Propostas de Preços de Serviços de Consultoria e Projetos (micro e macro empresas); • Classificação das categorias profissionais; • Tabelas de Referência de Honorários dos Profissionais de Engenharia e Arquitetura; • Cálculo do Valor da Hora Técnica dos Profissionais; • Metodologia de cálculo do Custo Horário de Utilização dos Equipamentos e de veículos de passeio e de carga; • Modelo de contrato de prestação de serviços; • Regulamentação das Atividades dos Profissionais de Engenharia e Arquitetura.

PREÇOS DE SERVIÇOS DE ENGENHARIA E ARQUITETURA CONSULTIVA

PREÇOS DE SERVIÇOS DE ENGENHARIA E ARQUITETURA CONSULTIVA EMPRESAS E PROFISSIONAIS

TABELA DE HONORÁRIO S PROFISSIONAIS

CÁLCULO DA HORA TÉCNICA

Paulo Roberto Vilela Dias

Paulo Roberto Vilela Dias
Engenheiro Civil

PREÇOS DE SERVIÇOS DE ENGENHARIA E ARQUITETURA CONSULTIVA
EMPRESAS E PROFISSIONAIS

2ª Edição 2002

Í N D I C E
Jan/2002 Engenheiro Civil Paulo Roberto Vilela Dias / CREA-RJ 30039/D. Todos os direitos são reservados. Nenhuma parte desta obra poderá ser copiada ou reproduzida de qualquer forma ou para qualquer uso sem a prévia autorização por escrito do autor, engenheiro Paulo Roberto Vilela Dias.
1. INTRODUÇÃO ................................................................................................. 7

CUSTO DA MÃO DE OBRA 2. 3. CLASSIFICAÇÃO DAS CATEGORIAS PROFISSIONAIS ............................................ 21 SALÁRIOS. ENCARGOS SOCIAIS. BENEFÍCIOS. VALE TRANSPORTE. ENCARGOS ADICIONAIS COM PESSOAL. CONTRATAÇÃO POR OBRA CERTA. MÃO DE OBRA TEMPORÁRIA ............................ 31 ESTUDO DAS HORAS DE TRABALHO POR MÊS DOS PROFISSIONAIS ...................... 51 PESSOAL AUTONÔMO. SERVIÇOS DE TERCEIROS. COOPERATIVAS DE TRABALHADORES ............................................................... 59

4. 5.
Dados de Catalogação na Publicação (CIP) Internacional (Sindicato dos Editores de Livros, Rio de Janeiro, Brasil)

DEMAIS ITENS DE CUSTO
D541e Dias, Paulo Roberto Vilela, 1950Engenharia de Custos: Preço de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva Paulo Roberto Vilela Dias - 2ª Ed. Rio de janeiro, 2002 284 p: 15,5 x 21,0 cm ISBN 85-87941-01-1 Inclui bibliografia 1. Engenharia - Estimativas. 2. Construção Civil - Estimativas. I. Título

6. 7. 8.

CÁLCULO DO CUSTO DE BENS PATRIMONIAIS ................................................... 65 CÁLCULO DO CUSTO DE VEÍCULOS .................................................................. 79 IMPOSTOS NOS SERVIÇOS DE CONSULTORIA ................................................... 111

CÁLCULO DO PREÇO DE VENDA 9. 10. 11.
CDD-692.5

FÓRMULA DE CÁLCULO DO PREÇO DE VENDA DE SERVIÇOS DE ENGENHARIA - EMPRESAS ................................................... 117 EXEMPLOS PRÁTICOS ................................................................................. 127 FÓRMULA DE CÁLCULO DO PREÇO DE VENDA PARA PROFISSIONAIS LIBERAIS ..... 149

ELABORAÇÃO DE COMPOSIÇÕES DE CUSTO 12. LEVANTAMENTO DE CAMPO DOS COEFICIENTES FÍSICOS DAS COMPOSIÇÕES DE CUSTO DE SERVIÇOS ...................................... 153

ATIVIDADES PROFISSIONAIS 13. ATIVIDADES PROFISSIONAIS ........................................................................ 173
13.1 DEFINIÇÕES DOS SERVIÇOS PROFISSIONAIS ................................................. 173 13.2 REGULAMENTAÇÃO DA ATIVIDADE PROFISSIONAL E ATIVIDADES E ATRIBUIÇÕES LEGAIS DOS PROFISSIONAIS DE ENGENHARIA CIVIL ...................... 177

........ vem empreendendo com regularidade ações voltadas para a difusão de conhecimentos entre as diversas categorias profissionais que congrega..... 273 1º Vice-presidente: 2º Vice-presidente: 1ª Secretária: 2º Secretário: 3ª Secretária: 1º Tesoureiro: 2º Tesoureiro: DADOS DA OBRA 19...... cursos e seminários realizados no âmbito do Conselho...............................................................3 DEFINIÇÕES DAS ATIVIDADES PROFISSIONAIS DA ENGENHARIA CIVIL ....7 TABELA DE VALORES DOS SERVIÇOS POR PRANCHA .........1 ANÁLISE DO CONTRATO ..... 249 15........ por isso é fácil entender porque......................... cresce a preocupação com relação aos rumos da engenharia........ 197 13...6 ATIVIDADES DO ENGENHEIRO ELETRICISTA ............................... principalmente a partir da clara relação que existe entre a globalização generalizada e desregulamentação das profissões.........2 TABELAS COMPLEMENTARES POR SERVIÇO PARA ENGENHEIROS CIVIS ........ 236 15.4 TABELA DE HONORÁRIOS PARA ARQUITETOS . 20...............5 ATIVIDADES E ATRIBUIÇÕES LEGAIS DOS PROFISSIONAIS DE ENGENHARIA AGRÔNOMICA E FLORESTAL .......... Gameiro Alfredo Silveira da Silva Luiz Fernando de Almeida Freitas www.. em especial........ 261 PROFISSIONAIS COM VÍNCULO EMPREGATÍCIO 16................................................................. 235 15. 15.......................................... já este ano. tendo sido publicada a 3ª edição em novembro de 2001.........crea-rj.............................. 255 15............................2 MODELO DE CONTRATO RECOMENDADO .......... do mesmo autor.............. 269 18................................4 ATIVIDADES E DIREITOS AUTORAIS DE ARQUITETOS ......... 235 15.... e que vendeu 5 mil unidades em pouco mais de três anos........ 17.. Entendemos ser esta uma área do conhecimento essencial para o aprimoramento e valorização de nossos profissionais.............. 267 PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS 18............... Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva é uma obra para os interessados em qualidade de conteúdo e aplicação prática.....1 OBJETIVO DAS TABELAS DE HONORÁRIOS PROFISSIONAIS .........org.................... sempre contando com o apoio do IBEC.. publicado em fevereiro de 1999......... Engº Eletricista José Chacon de Assis Presidente do CREA-RJ PROFISSIONAIS LIBERAIS 14......... QUALQUER ESPECIALIDADE ..... sobretudo nos últimos quatro anos.....3 HONORÁRIOS MÍNIMOS DAS ATIVIDADES PROFISSIONAIS DA ENGENHARIA CIVIL ................................5 TABELA DE HONORÁRIOS PARA ENGENHEIROS AGRÔNOMOS E FLORESTAIS ........... 219 TABELAS COMPLEMENTARES POR SERVIÇOS POR ESPECIALIDADE .................. projetos e fiscalização e gerenciamento de obras — em complemento ao livro Metodologia e Orçamento para Obras Civis.......... 263 REFERÊNCIA SALARIAIS .......................... O lançamento do livro Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva completa um ciclo que envolve um conjunto de metodologias apresentadas visando à elaboração de propostas de preços para serviços de engenharia.......... Trata-se de uma publicação técnica de qualidade que apresenta de forma simples e abrangente estudos.............................. 205 13............................. A edição do livro representa também um importante reforço à produtiva interação estabelecida com os profissionais que participam dos eventos realizados através da parceria CREA-RJ / IBEC — mais de 12 mil em cinco anos..... É neste contexto que a Engenharia de Custos vem sendo um dos campos mais pródigos na geração de debates......... 259 15........... através de palestras..................................................... O CONTRATO DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS . Neste fim de século........................ CÁLCULO DA HORA TÉCNICA DO PROFISSIONAL LIBERAL..... 269 18...............13........... 279 CURRICULUM VITAE DO AUTOR ................................. 203 13.... REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS ........... 214 A P R E S E N TA Ç Ã O O CREA-RJ. PISOS SALARIAIS MÍNIMOS ......... 281 Nilo Garcia Junior Jaques Sherique Sonia da Costa Rodrigues Ricardo do Nascimento Alves Maria Martha M.............................. 252 15.....................br ...................6 TABELA DE HONORÁRIOS PARA ENGENHEIROS ELETRICISTAS . foi adotado por duas vezes em cursos de pós-graduação em engenharia de custos.......................

os dias da semana.1 OBJETIVO Com o objetivo de facilitar aos engenheiros. 12 de janeiro de 2002 Paulo Roberto Vilela Dias Pvilela_dias@hotmail. 1 INTRODUÇÃO 1. as semanas do mês e os meses do ano. Este documento é. ministrado pelo professor e engenheiro civil Paulo Roberto Vilela Dias. O objetivo a ser alcançado na prestação destes serviços é a melhor qualidade possível do produto vendido. por certo. 1.2 APLICAÇÃO Existem várias modalidades de fixação de preços de serviços de engenharia. A dedicação à vida profissional. A primeira parte é dedicada às empresas de consultoria de qualquer porte.com 6 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. é fundamental que se disponha da maior quantidade possível de dados sobre o trabalho a ser realizado para garantir o cálculo do preço de venda adequado e justo. Agradeço à inspiração divina e ao carinhoso apoio de minha família e amigos que têm me oferecido a necessária tranquilidade para estudar. pesquisar. porém os fundamentos também são aplicados pelos profissionais liberais. E os anos passam. A segunda parte é dedicada aos autônomos. Tenho certeza que a maturidade os fará compreender quanto me custa educá-los. escrever. Lembramos. Assim. entretanto. inclusive trabalhos autônomos. a metodologia aqui exposta irá. do capítulo 1 ao 10. ministrar aulas e garantir documentação impressa ao meio técnico ao qual pertenço. que a obtenção dos melhores resultados em qualquer processo de orçamentação está com os profissionais mais experientes.PREFÁCIO O presente trabalho se destina à realização do curso de Engenharia de Custos – “Cálculo do Preço de Venda de Serviços de Engenharia e Arquitetura. ainda. complementar ao primeiro livro do mesmo autor – “Uma Metodologia de Orçamentação para Obras Civis”. ao magistério e à pesquisa aos temas da Engenharia de Custos ocupam todas as horas do dia. entretanto. aliado à obtenção dos resultados financeiros estimados. facilitar em muito o trabalho dos jovens orçamentistas. O profissional liberal deve estudar toda a primeira parte a fim de lhe oferecer base para adotar o que é apresentado nesta parte do livro. Rio de Janeiro. incluindo cálculo da hora técnica e tabelas aplicáveis aos serviços. do capítulo 12 em diante. Profissionais e Empresas”. arquitetos. temos certeza que a metodologia aqui exposta é muito Agradeço a família. Para que não omita nenhuma das merecidas pessoas nesse agradecimento. Pedro Paulo e Julia. cito nominalmente apenas minha esposa Elizabeth e meus filhos Andreia. visando oferecer aos participantes material didático para consulta permanente e acompanhamento das palestras. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 7 . Dos meus filhos espero perdão pela ausência e impossibilidade de criá-los mais carinhosamente. demais profissionais e prestadores de serviços de engenharia na elaboração de propostas de preços de serviços especiais para qualquer área da engenharia e arquitetura.

Além disto. • Paulo Roberto Vilela Dias 9 . residências unifamiliares). fiscalização ou acompanhamento de obras. hora técnica individual ou coletiva. sugerimos que seja efetuado um controle de custo preciso do contrato. por convicção. principalmente. assim. de 8 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. percentuais do valor final do empreendimento. equipamentos (topográficos. bem como. gerando preços de venda normalmente exagerados. isto é. do tipo CUB – Custo Unitário Básico. seja adotada a metodologia exposta em nosso primeiro livro. Caso se adote qualquer destes critérios. em grandes empreendimentos. adotar procedimentos de determinação do preço de venda por percentuais fixos e imutáveis ao longo dos anos. principalmente. ou buscar reforço em outros profissionais habilitados. ou seja. ser oportuno. materiais. 1. supervisão. consideravam o lucro estimado função do custo do serviço. laboratoriais. que quando acrescido da margem de lucro (ou benefício. As formas de contratação mais usadas são as seguintes: preço global (segundo a Lei das Licitações. serviços por administração. Entendemos. ou seja.3 FORMAS DE CONTRATAÇÃO A forma de contratação pode ser qualquer uma das estipuladas na Lei Nº 8666 das Licitações. os usuários. é possível alcançar o preço de venda deste tipo de trabalho. serviços especiais com grande incidência de mão de obra. No método de cálculo do preço de venda em função do percentual do orçamento da obra temos certeza que o resultado que alcançado é muito acima do preço justo. com um pouco mais de dificuldade. pequenas construções (por exemplo. porém. o método aqui descrito apresenta a grande vantagem sobre os demais existentes em outras publicações devido a sua contemporaneidade. quando prestado para órgãos não governamentais. consultorias ou assistência técnica. O profissional ao elaborar o custo de qualquer destes serviços deve ter experiência para determinar os insumos básicos (pessoal. para o caso de orçamento de obras civis. O princípio apresentado neste livro para a definição da proposta de serviços de engenharia leva em consideração o custo de produção.Benefícios e Despesas Indiretas) gera o preço de venda dos serviços. também. Assim.interessante. • preço unitário (quando se contrata a execução do serviço por preço certo de unidades determinadas). em conformidade com nosso critério de cálculo do preço de venda. ensaios tecnológicos e etc) necessários ao desenvolvimento dos mesmos. Admite-se também seu emprego em serviços por administração. através de controle de custo dos contratos podem corrigir periodicamente os seus multiplicadores a serem adotados futuramente. é a contratação de execução do serviço por preço certo e total). e causando imprecisões face ao fato destes multiplicadores não sofrerem avaliações periódicas a fim de lhes dar crédito. projetos básicos e executivos de qualquer natureza. preços unitários ou por empreitada integral. Alertamos aos profissionais prestadores de serviços de engenharia que entendemos ser muito empírico. não se encontra desatualizado como alguns autores que. dificilmente conseguiremos êxito em licitações adotando tais critérios. computadores e impressoras). a despeito de que com este critério ora descrito. Aconselhamos que. preço global. o mesmo está perfeitamente de acordo com as regras trabalhistas e tributárias vigentes. uma vez que esta modalidade de contratação está proibida na administração pública. Empresas e Profissionais modo a detectar as falhas existentes e bem avaliar os índices empregados para promover a sua atualização. e principalmente. para as seguintes áreas de atuação: • • • • • • • • • Estudos de um modo geral ou de viabilidade. do faturamento bruto. que o lucro deve ser caracterizado a partir do preço final do serviço. a serem aplicados sobre índices de custo. por exemplo. em atuações do tipo consultoria individual do profissional que no âmbito deste livro denominaremos de hora técnica. bem como. para utilizar o jargão dos profissionais de execução de obra de obra — BDI . gerenciamento de empreendimentos.

aparelhos de topografia. softwares. poderá ser apresentada justa e adequada. uma vez que deverá ser adotada uma quantidade de horas de trabalho por mês. Todo cuidado deve ser tomado para definição do custo da hora técnica apresentada nas planilhas de orçamento. estes estando de bom nível. microcomputadores. de acordo com o estudo apresentado no Capítulo 4. o cálculo do custo deverá ser o mais acurado possível. O critério de remuneração dos serviços está baseado na estimação dos custos incorridos para a consecução adequada do mesmo e o preço de venda é fixo e integralmente assumido pelo proponente. O sistema misto é uma composição da contratação por preço global e por preço unitário. este critério é de alto risco para a prestadora de serviço. admitese uma negociação posterior a assinatura do contrato. Os itens constantes da planilha de quantidades. Isto é. Independente da existência de planilha de quantidades caberá ao contratado assegurar-se de que os valores encontrados são válidos. É comum que se adote a periodicidade mensal de medição para os serviços.sistema misto (quando parte do serviço é representado por preço global. enquanto a parcela do trabalho que não é bem conhecida será reembolsada a preços unitários. parte do trabalho terá valor fixo e imutável. caso contrário. a ser definida pelo executor. Hora técnica (ou tarifa) é aceitável para as pequenas e grandes intervenções. Estes serviços. pois só serão computados para a medição dos serviços efetivamente executados. É utilizado. garantem que a proposta de preço. Tanto contratante quanto contratado têm muita responsabilidade nas concorrências. Estes serviços serão pagos por preços unitários constantes na planilha de preços da proposta ou não. sendo que ao primeiro cabe garantir qualidade das informações apresentadas nos convites de licitações e. porém. Neste caso. • 1. entretanto.1 Descrição das Formas Mais Comuns de Contratação de Serviços Profissionais de Engenharia O preço global deve ser utilizado quando as especificações dos serviços a serem executados estão muito bem definidas. se estabelecer um cronograma físico-financeiro que permita ao contratante ter garantias de que os pagamentos efetuados correspondem aos serviços efetivamente elaborados ou executados. consideramos inoportuna esta situação para ambas as partes envolvidas). • hora técnica ou tarifa (semelhante ao sistema de preços unitários. equipamentos de laboratório e etc) deve-se. Não se esquecendo que em alguns casos podemos ter a figura da hora produtiva e da hora improdutiva. e ainda. os produtos a serem gerados estão perfeitamente identificados. que são denominados de despesas reembolsáveis. Obviamente. que não tem valor para pagamento. para os casos de atuação individual de qualquer profissional). para estes casos. não existe necessidade de se efetuar medições por serviços ou itens de custo. ou quando a Paulo Roberto Vilela Dias 11 . ainda. como preços unitários. analisar o número de horas de utilização dos mesmos durante a vigência do contrato. sofrerão incidência dos custos indiretos adotados para todo o contrato. Empresas e Profissionais A contratação por preços unitários é quando mesmo havendo planilha de quantidades. só entrarão nas medições quando solicitados formalmente e por escrito pelo cliente. É muito comum nestes casos que o custo da mão de obra seja apresentado por hora. portanto.3. a situação financeira do contrato poderá ser comprometida. podendo ser de um ou mais profissionais. pode-se determiná-lo por mês. 10 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. Assim. também. É comum. que necessariamente constarão da planilha de preços da proposta. haverá obrigatoriedade de se efetuar medições periódicas para determinar o valor a pagar ao prestador de serviço. algumas vezes. usado para denominar o valor dos serviços prestados por cada profissional integrante da planilha de quantidades. se adotar a terminologia de despesas reembolsáveis pelo cliente. ou. enquanto que outra parcela será discriminada por itens de serviços que sofrerão medição para pagamento. A aplicação deste sistema de contratação quando o escopo do serviço não se encontra perfeitamente definido acarretará muitas dificuldades na condução do contrato pelas partes envolvidas. entretanto. Quanto aos bens patrimoniais (veículos. e sim.

pick-ups e caminhões microcomputador. 1. 1. segundo o contrato. A experiência do profissional que elaborará a proposta só não é mais importante que a clareza.3. então. A metodologia aqui exposta pressupõe o levantamento (e. comunicações. preço unitário.5. na forma de medição dos serviços que será efetuada. principalmente. conforme a situação e o vínculo trabalhista de cada profissional. Procura garantir o prazo e o custo dos serviços através do estudo de alternativas técnicas. apresentado no ANEXO 1. o grau de detalhamento do escopo do trabalho e a perfeita identificação dos produtos a serem produzidos. Os produtos a serem elaborados. podendo ser adotado o formulário citado anteriormente. emprego de microcomputador. 12 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. o método aqui apresentado é adequado para qualquer uma das maneiras anteriormente citadas. Fixa-se o limite total de custos e define-se com precisão o custo total máximo do projeto. Lembramos que não serão computadas na medição das horas normais de pessoal tanto o sábado quanto o domingo e feriados não trabalhados.4 ESCOPO DOS SERVIÇOS O tipo de contratação interfere diretamente. Caso o preço estipulado seja ultrapassado caberá a prestadora de serviço arcar com parte acertada do excedente. ou seja. plotter 13 Paulo Roberto Vilela Dias . os encargos financeiros e o lucro da empresa. a administração central. inclusive lucro previsto. Valem todas as características de custo apresentadas para as demais formas de contratação de serviços de engenharia e arquitetura. pois. que servirá de base às medições periódicas a serem efetuadas. Máximo Garantido – Consideram-se os custos mais um percentual estipulado. quilometragem. preço global. proporcional à redução de custo obtida.atuação do contratado não pode ser muito bem identificada antecipadamente com a precisão necessária. Esta condição confunde-se com a contratação por preços unitários quando temos a mão de obra expressa na unidade de medição por hora. aqueles que são facilmente descritos e visíveis ao cliente. Neste caso haverá necessidade de se apropriar as horas gastas pelos profissionais em cada atividade do contrato. na qualificação e quantificação dos insumos necessários à perfeita execução dos serviços. e devem ser computados os custos. todas as despesas indiretas. as mesmas estão incluídas na taxa de encargos sociais. Haverá necessidade de se apropriar as horas efetivamente trabalhadas. devem estar descritos com bastante objetividade e clareza. A remuneração (percentual) deverá cobrir os custos indiretos.1 Caracterização dos Custos Diretos e Indiretos Subentende-se como custos diretos. medições após a contratação) dos custos diretos reais estimados (e comprovados através de medições). motocicletas. podendo ser adotado um formulário denominado “Folha de Apropriação de Hora Técnica”. quando for o caso. apenas. Contrato com incentivo (prêmio) – Se a empresa não atingir o limite de custo estabelecido. tais como. impressora e acessórios de informática. portanto. bem como. aos contratantes garantirem o nível de excelência do memorial descritivo ou do edital de licitações. acrescidos dos custos indiretos (explícitos ou não). sistema misto e hora técnica. sua cronologia de emissão.5 METODOLOGIA DE CUSTO Ë evidente que o mais importante na elaboração de propostas de preço continua sendo a experiência do engenheiro orçamentista. Empresas e Profissionais 1. despesas gráficas e despesas diversas. Caberá. Podendo ser considerados: • • • • • salários imóveis veículos leves. além dos encargos sociais. previamente acordada. 1. recebe como prêmio uma parcela.2 Outras Formas de Contratação Usuais Contrato por Administração – Considera-se o pagamento dos custos diretos específicos de um serviço.

armários. em função do tipo de serviço. . .fianças bancárias ou cauções. grampeador e etc) serviços especializados (locações e levantamentos topográficos. podemos preliminarmente definir o tipo de contratação. uniformes. ou conforme a exigência do cliente. Depende da formulação de proposta de preços apresentada pelo cliente ou por nossa conta. cadeiras. cafeteira e etc. • Lucro — deverá ser prevista a margem de lucro do contrato a critério da empresa Em algumas situações.aluguéis de imóveis ou veículos. e não existe nenhuma dificuldade por isto. diárias da equipe técnica.despesas legais. • Administração central. montagens gráficas (cópias preto e branco ou coloridas e encadernações). . aparelhos de telefone ou de fax e rádios. balizas e trenas laboratórios de solo. Em alguns casos estes itens podem estar incluídos na administração central. materiais de escritório (lápis. • 14 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. ar condicionado. aluguel de copiadora. ao cliente (órgão público ou particular) esta incumbência. . em função da facilidade de se declará-los. concreto ou asfalto.seguros de responsabilidade civil ou de pessoal. pessoal da diretoria e dos setores de pessoal. e caberá. compra e etc da sede da empresa.encargos trabalhistas . materiais de segurança e etc. borracha. que é representado por percentual admitido para cada empresa ou por cada proposta. Os custos indiretos podem ser: Aplicáveis sobre o salário: . . sabemos que o preço estabelecido tem fundamental influência sobre o prazo de execução e a qualidade dos serviços prestados. inclusive respectivas contas periódicas. principalmente.• • • • • • • • • • • • • softwares estação total.despesas com treinamento e aprimoramento técnico da equipe.despesas com impostos. gastos com comunicação: central telefônica. correspondentes a outros custos indiretos não perceptíveis ao cliente.5. estaduais ou federais. Entretanto.benefícios (seguro saúde. . na maioria das vezes. conforme identificado a seguir: Os custos indiretos serão demonstrados ou não. O importante é que todos os insumos sejam apropriados ao custo de elaboração do serviço. temos: .despesas de legalização do contrato.). viagens e estadia do pessoal. • Encargos complementares. representa o custo da sede da empresa.Anotação de Responsabilidade Técnica devida ao CREA. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 15 .2 Seleção da Modalidade de Contratação É extremamente importante a escolha do tipo de contrato. móveis e utensílios (mesa. licitações. vale refeição e etc) . Pois. entre outras despesas. nível. financeiro. alvarás e outra taxas municipais.vale transporte . inclusive ART . papel.eventualmente. 1. comercial. custos diretos são utilizados como indiretos e vice-versa. televisão. sondagens de terreno e etc) ensaios tecnológicos especializados. teodolito.

garante a uniformidade das propostas. Paulo Roberto Vilela Dias 17 É fundamental especificar claramente o critério de medição para cada caso no memorial descritivo ou edital de concorrência. principalmente preço unitário preço unitário ou global 1. especificar adequadamente todos os produtos que deverão ser produzidos e entregues ao interessado. Projetos básicos e executivos de qualquer natureza.7 ROTEIRO DE CÁLCULO DO PREÇO DE VENDA O roteiro de cálculo do preço de venda dos serviços previsto nesta metodologia. 4º passo) Calcular o orçamento da proposta. é responsabilidade do interessado na contratação apresentar tais informações. combustível. o que é feito através da listagem das atividades e da determinação das quantidades de insumos (mão de obra e despesas gerais) necessárias ao perfeito desenvolvimento dos trabalhos. Hora técnica individual ou coletiva. é o seguinte: 1º passo) Elaborar a planilha de serviços e quantidades. é necessário determinar quais os tipos de multiplicadores serão utilizados. Em muitas ocasiões o próprio interessado na execução do trabalho elabora a planilha de quantidades e preços e a fornece para todos os prestadores de serviço. O preço adequado e justo para um determinado serviço é diretamente proporcional à qualidade do escopo oferecido pelo interessado na contratação. 2º passo) De posse da planilha de quantidades devemos levantar os custos básicos que serão necessários definir para a elaboração do orçamento. 16 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. É de suma importância a qualidade da planilha de quantidades elaborada para a definição do preço de venda dos serviços.DESCRIÇÃO DO SERVIÇO Estudos de um modo geral ou de viabilidade. microcomputadores e acessórios. a perfeita caracterização do escopo do trabalho. Estão incluídos como custos básicos ou insumos: • salários e encargos sociais • veículos • preços de equipamentos técnicos • materiais de consumo (papel para impressão. fiscalização ou acompanhamento de obras Gerenciamento de empreendimentos Serviços especiais com grande incidência de mão de obra Pequenas construções (por exemplo. o orçamento será o resultado da soma dos produtos das quantidades de serviços multiplicadas pelos preços unitários atribuídos aos mesmos. Encontramos multiplicadores para salários. com sua cronologia. 3º passo) Calcular os valores do multiplicador “K” para os diferentes tipos selecionados para o serviço. despesas reembolsáveis ou despesas efetuadas diretamente pelo cliente e etc. Portanto. e demais informações que propiciem ao prestador de serviço a identificação fiel orçamento.6 QUALIDADE DO ESCOPO DOS SERVIÇOS A definição correta e precisa do escopo das atividades é fundamental à elaboração consciente do preço de venda dos serviços. despesas gerais. para efeito de julgamento de preços entre os concorrentes. softwares e etc) • diárias e viagens e etc. residências unifamiliares) FORMA DE CONTRATAÇÃO preço global preço global ou misto preço unitário preço unitário preço unitário preço unitário em função do serviço. assim. Consultorias ou assistência técnica Supervisão. Empresas e Profissionais . O preço de venda dos serviços será calculado a partir da análise adequada destes dados recebidos do cliente. 1. consiste na identificação clara dos seus objetivos. cartucho de impressora.

através de formulários pré-estabelecidos. Pode-se condicionar tanto o processo de cálculo do preço de venda dos serviços quanto a própria forma de apresentação. de maneira a facilitar a análise pelo contratante e futuras negociações quando da efetivação da contratação.HORAS TÉCNICAS 1. de acordo com as exigências do cliente ou com sua própria definição. É interessante. elaborar a mesma dentro das especificações do contratante. 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 25 26 27 28 29 30 31 TOTAL MENSAL 5º passo) Montar a planilha de serviços e quantidades.8 FLUXOGRAMA DO CÁLCULO DO PREÇO DE VENDA Apresenta-se no ANEXO 2. DE MÊS / ANO : 1ª alternativa) o cliente padronizou a forma de apresentação da proposta. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias DIAS DO MÊS / ATIVIDADE 1 2 3 4 5 6 7 TOTAL 8 9 MENSAL DE HORAS TÉCNICAS 2ª alternativa) o cliente não definiu o padrão de apresentação da proposta. Como descrito anteriormente. assim. caso o cliente não tenha feito nenhuma exigência a respeito. que a forma de apresentação da proposta de preços não suscite nenhuma dúvida quanto ao seu conteúdo e valores. o fluxograma de elaboração do cálculo do preço de venda de serviços de engenharia para os tipos aqui especificados. cabe ao prestador de serviço elaborar uma proposta clara. cabendo desta maneira ao prestador de serviço. são duas as situações previstas para a montagem da planilha de venda de serviços de engenharia. Será obrigatório montar esta planilha. evitando-se desgastes em futuras negociações. isto é: ANEXO 1 Folha de Apropriação de Hora Técnica (horas gastas pelos profissionais em cada atividade do contrato) 0 19 . APROPRIAÇÃO DE CATEGORIA PROFISSIONAL : FOLHA FUNCIONÁRIO : 18 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. objetiva e com o maior detalhamento possível.

da fiscalização do contrato. bem como as características mínimas exigidas para cada uma. é o que efetivamente deveria ocorrer. resolvemos adotar uma classificação de categorias profissionais própria. usando a nossa experiência no assunto.ANEXO 2 Fluxograma de elaboração do cálculo do preço de venda de serviços de engenharia 2 CLASSIFICAÇÃO DAS CATEGORIAS PROFISSIONAIS Na maioria dos tipos de serviços prestados escolhidos para estudo neste livro. esclarecemos que o próprio escopo do serviço poderá especificar as categorias profissionais. é fundamental analisarmos adequadamente os custos envolvidos com pessoal. entretanto de modo geral. a mão de obra é o fator preponderante do custo total. posteriormente. portanto. no entanto. sem. entretanto. uma vez que não existe nenhuma definição oficial sobre o assunto. Entretanto. É muito importante nestes tipos de prestação de serviços de engenharia a classificação das categorias profissionais comumente adotada. Aliás. são difíceis de serem adotadas na prática. portanto. que pode ser adotaPaulo Roberto Vilela Dias 21 Me morial Descritivo Edita l ou Condições de Participação Estudos dos Dados Fornecidos pelo Cliente V isita Opcional ao local dos Serviços Elaboração da Planilha de Quantidades Def inição dos Insumos Básicos/ Pesquisa de Mercado Cálculo dos valores de “K” Calcular o custo da Proposta Cálculo dos valores de “K” Fluxograma Fluxograma de Cálculo do de Cálculo do Preço de Venda Preço de Venda Montar a Planilha de V enda da Proposta 20 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. esquecermos que os editais de concorrências podem e devem especificar as exigências mínimas para cada categoria profissional. Isto faz com que o proponente fique exposto ao bom senso da comissão de julgamento da concorrência ou. bem como. Empresas e Profissionais . é omitida a especificação exigida para cada categoria profissional nos editais de licitações. as especificações definidas nas convenções trabalhistas são sempre muito acanhadas. Assim. este deverá estar em consonância tanto com a classificação profissional de seu sindicato quanto com o dissídio coletivo que rege as relações entre patrões e empregados. Devemos analisar a classificação das categorias profissionais em função do plano de cargos e salários de cada empresa.

2 CARACTERÍSTICAS MÍNIMAS DAS CATEGORIAS PROFISSIONAIS As características mínimas para aceitabilidade das categorias profissionais apresentadas anteriormente.NÍVEL C PROFISSIONAL MASTER PROFISSIONAL SENIOR PROFISSIONAL PLENO OU MÉDIO PROFISSIONAL JUNIOR PROFISSIONAL TRAINEE PESSOAL DE APOIO TÉCNICO: TÉCNICO SENIOR TÉCNICO PLENO OU MÉDIO TÉCNICO JUNIOR CADISTA OU PROJETISTA SENIOR CADISTA OU PROJETISTA TOPÓGRAFO 22 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. principalmente. deve ser dedicada muita atenção na análise das especificações encontradas nos editais de licitações. esclarecemos que a mesma está de acordo com os princípios observados em editais e licitações recentes para casos análogos. bem como.NÍVEL A CONSULTOR .da em qualquer situação. 2. da inexistência de uma classificação oficial ou normalizada. Empresas e Profissionais AUXILIAR DE TOPOGRAFIA LABORATORISTA AUXILIAR DE LABORATÓRIO ARQUIVISTA TÉCNICO AUXILIAR TÉCNICO SENIOR AUXILIAR TÉCNICO PLENO OU MÉDIO AUXILIAR TÉCNICO JUNIOR PESSOAL DE APOIO ADMINISTRATIVO: OPERADOR DE MICROCOMPUTADOR DIGITADOR SECRETÁRIA SENIOR OU EXECUTIVA SECRETÁRIA JUNIOR ADMINISTRATIVO PLENO AUXILIAR ADMINISTRATIVO MOTORISTA MENSAGEIRO SERVENTE / FAXINEIRO / COPEIRO Observamos que podem existir discrepâncias da terminologia de um cliente para outro em função.NÍVEL B CONSULTOR . 2. Portanto.1 CLASSIFICAÇÃO DAS CATEGORIAS PROFISSIONAIS SUGERIDA A classificação das categorias profissionais mais comumente encontrada no meio da engenharia é a seguinte: PESSOAL DE NÍVEL SUPERIOR: DIRETOR DO PROJETO GERENTE OU COORDENADOR DE CONTRATO CONSULTOR . podem ser as descritas a seguir: Paulo Roberto Vilela Dias 23 .

que na ausência de classificação oficial. contratado pela empresa para a prestação de serviços de assessoria especializada em questão de natureza bem específica. fazemos uma tentativa de criar especificações mínimas para as categorias profissionais sugeridas.NÍVEL C PROFISSIONAL MASTER PROFISSIONAL SENIOR PROFISSIONAL PLENO OU MÉDIO PROFISSIONAL JUNIOR PROFISSIONAL TRAINEE TÉCNICO SENIOR TÉCNICO PLENO OU MÉDIO TÉCNICO JUNIOR CADISTA OU PROJETISTA SENIOR CADISTA OU PROJETISTA TOPÓGRAFO AUXILIAR DE TOPOGRAFIA LABORATORISTA AUXILIAR DE LABORATÓRIO ARQUIVISTA TÉCNICO AUXILIAR TÉCNICO SENIOR AUXILIAR TÉCNICO PLENO OU MÉDIO AUXILIAR TÉCNICO JUNIOR OPERADOR DE MICROCOMPUTADOR DIGITADOR SECRETÁRIA SENIOR SECRETÁRIA JUNIOR ADMINISTRATIVO PLENO AUXILIAR ADMINISTRATIVO MOTORISTA MENSAGEIRO SERVENTE / FAXINEIRO / COPEIRO Tempo Mínimo de Experiência (anos) Formatura Na função 15 15 15 15 10 acima de 15 de 10 a15 anos de 5 a 10 anos de 2 a 5 anos até 2 anos 15 5 2 10 2 10 2 10 2 2 15 10 2 2 2 5 2 10 2 2 - 2. com mais de 15 anos de atuação na área inerente ao projeto. conhecimento de línguas estrangeiras. pósgraduação. Deverá ser engenheiro com renome nacional para ser incluído nesta categoria. mestrado e doutorado. outras referências. cursos de extensão. esta classificação não deverá ser entendida como definitiva para fins de apresentação de propostas. a seu juízo. uma vez que cada cliente poderá. com mais de 15 anos de atuação na área inerente ao projeto. Empresas e Profissionais . Ou ainda. CONSULTOR NÍVEL B – profissional de nível superior com notória especialização. tais como. apresentação pessoal e etc. Esta categoria é definida para empreendimentos de pequeno e médio portes. informática.NÍVEL B CONSULTOR . com muito boa capacidade de liderança em trabalhos técnicos em equipe e apto a assumir cargo de chefia.3 DESCRIÇÃO SUMÁRIA DAS CATEGORIAS PROFISSIONAIS Lembramos. Esta categoria só deverá existir em empreendimentos de grande porte. com mais de 15 anos de atuação na área inerente ao projeto.NÍVEL A CONSULTOR . CONSULTOR NÍVEL A – profissional de nível superior com notória especialização. Contudo. A seguir elaboramos uma descrição sumária de cada uma das categorias profissionais apresentadas anteriormente. contratado pela empresa para a prestação de serviços de assessoria Paulo Roberto Vilela Dias 25 24 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.Descrição da Função DIRETOR DO PROJETO GERENTE OU COORDENADOR DE CONTRATO CONSULTOR . com mais de 15 anos de atuação na área inerente ao projeto. Cabe realçar que devem ser consideradas. na avaliação profissional. coordenação ou gerência. coordenação. GERENTE OU COORDENADOR DE CONTRATO – profissional de nível superior do ramo da engenharia ou arquitetura. com muito boa capacidade de liderança em trabalhos técnicos em equipe e apto a assumir cargo de chefia. desenvolver o plano de cargos que lhe interesse em cada contratação. gerência ou diretoria. DIRETOR DO PROJETO – profissional de nível superior do ramo da engenharia ou arquitetura.

mecânico e etc). Paulo Roberto Vilela Dias 27 . CADISTA OU PROJETISTA – profissional de nível de 2º grau. SECRETÁRIA JUNIOR – profissional de nível de 2º grau. com no mínimo 2 anos de experiência. com diploma de curso superior ou técnico. CADISTA OU PROJETISTA SENIOR – profissional de nível médio. PROFISSIONAL JUNIOR – profissional de nível superior dos diversos ramos da engenharia (civil. com mais de 10 anos de atuação na área inerente ao projeto. com diploma de curso técnico. experiência inerente à profissão. AUXILIAR TÉCNICO PLENO OU MÉDIO – profissional de nível de 2º grau. com no mínimo 2 anos de experiência inerente à profissão. elétrico. com bons conhecimentos do software CAD. mecânico e etc). Empresas e Profissionais TÉCNICO JUNIOR – profissional de nível médio dos diversos ramos da engenharia (civil. contratado pela empresa para a prestação de serviços de assessoria especializada em questão de natureza bem específica. com no mínimo 2 anos de experiência inerente à profissão. com no mínimo 5 anos de experiência inerente à profissão. AUXILIAR TÉCNICO SENIOR – profissional de nível de 2º grau. com diploma de curso técnico. elétrico. AUXILIAR TÉCNICO JUNIOR – profissional de nível de 2º grau. AUXILIAR DE LABORATÓRIO – profissional de nível de 1º grau. civil. 26 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. elétrico. experiência inerente à profissão. ARQUIVISTA TÉCNICO – profissional de nível superior ou médio. com no mínimo 2 anos de experiência inerente à profissão. mecânico e etc). com experiência entre 10 e 15 anos. elétrico. ainda. com no mínimo 2 anos de experiência inerente à profissão. com no mínimo 15 anos de experiência. ainda. sendo apto a assumir cargo de chefia de equipe de pessoal qualificado. experiência inerente à profissão. Deve possuir. com integral conhecimento do software CAD. Possui. ainda. experiência inerente à profissão. com no mínimo 15 anos de experiência. com no mínimo 15 anos de experiência inerente à profissão. PROFISSIONAL PLENO OU MÉDIO – profissional de nível superior dos diversos ramos da engenharia (arquiteto. TOPÓGRAFO – profissional de nível médio. experiência inerente à profissão. capacidade e liderança de equipes de trabalhos técnicos. com ou sem diploma de curso técnico. Deve possuir. com ou sem diploma de curso técnico. com no mínimo 2 anos de experiência inerente à profissão. mecânico e etc). Deve possuir. com experiência entre 5 e 15 anos. com no mínimo 2 anos de experiência inerente à profissão. capacidade e liderança de equipes de trabalhos técnicos. PROFISSIONAL TRAINEE – profissional de nível superior dos diversos ramos da engenharia (civil. elétrico. porém. PROFISSIONAL SENIOR – profissional de nível superior dos diversos ramos da engenharia (arquiteto. elétrico. Deverá ser engenheiro com renome regional para ser incluído nesta categoria. SECRETÁRIA SENIOR – profissional de nível de 2º grau. com no mínimo 2 anos de experiência inerente à profissão. mecânico e etc). CONSULTOR NÍVEL C – profissional de nível superior com notória especialização. ainda. sendo apto a assumir cargo de chefia de equipe de pessoal qualificado. OPERADOR DE MICROCOMPUTADOR – profissional de nível de 2º grau. Deve possuir. mecânico e etc). com no mínimo 5 anos de experiência inerente à profissão. hidráulico e etc). com no mínimo 5 anos de experiência inerente à profissão. AUXILIAR DE TOPOGRAFIA – profissional de nível de 1º grau. TÉCNICO PLENO OU MÉDIO – profissional de nível médio dos diversos ramos da engenharia (civil. com no mínimo 2 anos de experiência inerente à profissão. DIGITADOR – profissional de nível de 1º grau. com diploma de curso técnico. mecânico e etc). com experiência entre 2 e 5 anos. ainda. Deve possuir. experiência inerente à profissão.especializada em questão de natureza bem específica. Deve possuir. elétrico. TÉCNICO SENIOR – profissional de nível médio dos diversos ramos da engenharia (civil. experiência inerente à profissão. com pouco tempo de experiência nesta categoria. recém-formado ou com até 2 anos de experiência. elétrico. com experiência entre 5 e 15 anos inerente à profissão. com ou sem diploma de curso técnico. Deverá ser engenheiro com renome regional. PROFISSIONAL MASTER – profissional de nível superior dos diversos ramos da engenharia (arquiteto. civil. com no mínimo 5 anos de experiência inerente à profissão. LABORATORISTA – profissional de nível médio. ainda. ainda. com experiência entre 5 e 10 anos. civil.

Empresas e Profissionais Aos profissionais que tenham obtido níveis de conhecimento além da graduação podemos conferir vantagens financeiras na remuneração. informática e etc) também poderiam ser adotadas para o cálculo do grau de equivalência. SER SUBDIVIDA EM SUBCLASSES. sendo que com experiência acima de 5 anos. 28 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. SERVENTE / FAXINEIRO / COPEIRO – profissional sem nenhuma qualificação especial que realiza tarefas subordinando-se a outros profissionais qualificados. CONSIDERAÇÕES FINANCEIRAS 1. 2. doutorado – corresponde a um acréscimo na remuneração de 30%. MOTORISTA – profissional de nível de 1º grau. domínio de língua(s) estrangeira(s) – corresponde a um acréscimo na remuneração de 5%. AUXILIAR ADMINISTRATIVO – profissional de nível de 1º grau. • A obtenção do título de mestre equivale ao acréscimo de mais 2 (dois) anos de experiência profissional. com no mínimo 5 anos de experiência inerente à profissão.1. QUALQUER DAS CATEGORIAS DESCRITAS ANTERIORMENTE PODE. por exemplo. MENSAGEIRO – profissional de nível de 1º grau. • Evidentemente. AINDA.NÍVEL A – idem PROFISSIONAL MÉDIO. de acordo com a tabela abaixo: • • • • • • pós-graduação – corresponde a um acréscimo na remuneração de 15%. PROFISSIONAL SENIOR . Define-se grau de equivalência como sendo o mérito técnico na especialidade. domínio de informática – corresponde a um acréscimo na remuneração de 5%. a não ser nos dois últimos casos. com no mínimo 2 anos de experiência inerente à profissão. sendo que com experiência acima de 12 anos. OBSERVAÇÕES: Podemos admitir a equivalência.NÍVEL C – idem PROFISSIONAL MÉDIO. pós-doutorado – corresponde a um acréscimo na remuneração de 40%. Os valores apresentados não são cumulativos. mestrado – corresponde a um acréscimo na remuneração de 20%. Entre outras atividades estão servir café e promover limpeza de ambientes. GRAU DE EQUIVALÊNCIA 2. com no mínimo 2 anos de experiência inerente à profissão. • A obtenção do título de doutor equivale ao acréscimo de mais 4 (quatro) anos de experiência profissional e • A obtenção do título de pós-doutorado equivale ao acréscimo de mais 5 (cinco) anos de experiência profissional. Paulo Roberto Vilela Dias 29 . DADOS TÉCNICOS Podemos considerar a experiência profissional através do conceito de grau de equivalência.NÍVEL B – idem PROFISSIONAL MÉDIO. COMO POR EXEMPLO: PROFISSIONAL SENIOR . 2. apresentada a seguir: Curso de pós-graduação equivale ao acréscimo de mais 1 (um) ano de experiência profissional. sendo que com experiência acima de 8 anos. caso o profissional certifique possuir mais de uma qualificação. DE ACORDO COM O NÍVEL DE EXPERIÊNCIA DE CADA PROFISSIONAL. as demais características apresentadas anteriormente (línguas estrangeiras.2. correspondente a um acréscimo de anos de experiência profissional em função de cursos e títulos de pós-graduação obtidos. com no mínimo 2 anos de experiência inerente à profissão. PROFISSIONAL SENIOR . Deve possuir capacidade de liderança e chefia de equipe.ADMINISTRATIVO PLENO – profissional de nível de 2º grau.

ou outra forma de aferição desses valores. a lei salarial vigente deverá ser respeitada. – Consolidação das Leis do Trabalho. ENCARGOS ADICIONAIS COM PESSOAL. ENCARGOS SOCIAIS. ou através de pesquisa de mercado. resguardando os acordos coletivos e dissídios existentes. sem deixar de levar em conta salários de mercado da região. BENEFÍCIOS. no entanto. os acordos coletivos ou dissídios em negociação entre sindicatos. 3. Cabe ressaltar que sempre deverão ser respeitados sindicatos profissionais que eventualmente existam na região da obra ou que a cubram. ENCARGOS SOCIAIS Trataremos neste capítulo dos profissionais que são contratados através do regime da C. a escala de salários comumente adotada pelo mercado.3 SALÁRIOS. Se a mesma não se encontra executando contratos na região. CONTRATAÇÃO POR OBRA CERTA. e ainda. deverá ser adotada a tabela do sindicato de profissionais da região. 3.T. e acompanhados continuamente pelo engenheiro de custo. principalmente.1 TABELA DE CUSTO DE MÃO DE OBRA. VALE TRANSPORTE. preferencialmente.1 Tabela de custo de mão de obra Ao elaborar o orçamento de um serviço de engenharia deve-se adotar para custo de mão de obra.1. Devem ser considerados. aos quais serão filiados os empregados que forem contratados especificamente para o contrato. quando Paulo Roberto Vilela Dias 31 . porque os salários pagos e também os benefícios não poderão ser inferiores ao acertado entre sindicatos ou através de acordos coletivos.L.

se possível por região.estes forem mais elevados que os anteriormente citados. Atualmente a maior parte dos encargos sociais é decorrente da nova Constituição do Brasil promulgada em outubro de 1988. quando não existir transporte próprio para o pessoal contratado. Uma vez que constantemente são alteradas algumas das leis que re32 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.1.5 horas por dia = 170 horas por mês Salários de horistas – não existe nenhum encargo embutido no salário hora. neste caso temos 5 dias de trabalho por semana). deverá ter ciência da época de dissídio coletivo das diferentes categorias profissionais envolvidas no trabalho. 3. ainda. é de fundamental importância cada empresa avaliar periodicamente o valor de encargos sociais a ser previsto nos orçamentos. seguro saúde. neste caso o SINAENCO – Sindicato Nacional das Empresas de Consultoria de Engenharia. percentual de funcionários que obtém o aviso prévio indenizado. No ANEXO 1 estão apresentados os salários médios para a região da cidade do Rio de Janeiro. isto é. a Tabela de Custo de Mão de Obra da empresa. cabe ao orçamentista acompanhar a evolução destas leis. de modo a manter atualizado o percentual referente a este item de custo. Na maioria das vezes o custo das leis sociais será embutido nos próprios salários. o horário de trabalho definido nos dissídios coletivos das diferentes categorias profissionais. o repouso semanal remunerado e os dias feriados admitidos como leis sociais sobre o salário hora. ainda. rotatividade média da mão de obra. Salários de mensalistas – os valores dos próprios salários já incorporam alguns itens de custo que no salário hora são considerados como encargos sociais. Face ao elevado percentual sobre o salário nominal pago aos empregados. que são pagos aos empregados complementarmente. Entretanto devemos considerar. O engenheiro de custo deverá ter a sua disposição. Ressalta-se que o vale transporte nas grandes cidades. que corresponde ao pagamento pela empresa do custo integral do deslocamento diário no percurso casa-trabalho-casa. Paulo Roberto Vilela Dias 33 . auxílio-alimentação. Empresas e Profissionais gem o cálculo dos encargos sociais. uma matriz com as faixas de salários adequadas para os profissionais celetistas das empresas. podendo ser descontado 6% (seis por cento) do provento mensal do funcionário. Por lei considera-se 220 horas de trabalho por mês. atualizada. bem como. isto é. ainda. um total entre 170 horas de trabalho por mês. A taxa de leis sociais deve ser calculada em função do tipo de contratação do profissional. de suma importância por seu elevado peso no preço final de qualquer empreendimento. considerando-se que por acordo coletivo desta categoria o número de horas de trabalho por dia é de 42. portanto. da seguinte maneira: Horas de trabalho por mês = 20 dias úteis x 8. devem ser considerados no percentual de encargos sociais o repouso semanal remunerado e os feriados. devendo ser calculado como um percentual deste. etc. Entretanto. já que. no máximo. Esta tabela está expressa em função do salário mínimo profissional definido por lei. Salários e benefícios dos profissionais que trabalham na área de consultoria de engenharia são negociados entre o sindicato dos empregados e o patronal. fornecida pelo Departamento de Recursos Humanos. pode corresponder em alguns casos como na cidade do Rio de Janeiro a 35% (trinta e cinco por cento) de acréscimo nominal sobre o salário mensal. Para este caso considera-se. Deve-se considerar. bem como.5 horas por semana (ou 8. ou seja.5 horas por dia. ser consideradas algumas peculiaridades de cada empresa que afetam o custo das leis sociais.2 Encargos sociais Define-se por encargos sociais todos os impostos incidentes sobre a folha de pagamento de salários. formulada pelo IBEC em palestra com a presença de inúmeros colegas. sabemos que os valores encontrados com a aplicação desta tabela estão acima dos valores médios de mercado. além do vale transporte que é previsto em lei. Deverão. outros eventuais benefícios oferecidos pela empresa. etc. tais como. por hora ou por mês.

295 horas efetivas de trabalho por ano. 3. feriados: para a cidade do Rio de Janeiro o máximo de feriados e dias santificados por município é de 12 dias. seguro contra risco de acidentes no trabalho.5 horas 0 horas TOTAL 42. os seguintes encargos: INSS. isto é.5 horas de trabalho por dia (42. Para se definir o valor de 8.5 horas. • o domingo é considerado como dia de repouso semanal remunerado. pode-se considerar que um dia feriado irá coincidir com um ou mais domingos. e principalmente. 2. a rotatividade do pessoal de serviços de engenharia. Assim temos. sofrem a incidência de encargos classificados no GRUPO A. b) GRUPO B São considerados os direitos a recebimento de salários de dias em que não há prestação de serviços. Empresas e Profissionais domingos por ano: são 52 ao todo. os seguintes dados: 34 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. a saber: a) GRUPO A Encargos básicos correspondentes às obrigações que por lei incidem diretamente na folha de pagamento de salários. então. segundo a rubrica 507 do IAPAS. devem motivar pesquisa própria. porque: . englobando entre outros.Encargos sobre horas extras – são vários aspectos a adotar conforme o tipo de hora extra considerado. • Assim completamos a jornada semanal com 42. um total de 365 .(48 + 12 + 5 + 30) = 270 dias efetivos de trabalho por ano. totalizando.3 Metodologia de cálculo do percentual de encargos sociais A título de se fornecer noções básicas sobre procedimentos e roteiros do cálculo utilizados na estimativa de encargos sociais. e.de 2ª feira a 6ª feira . SENAI ou SENAC. leva em consideração além dos dias anteriormente definidos.5 horas por dia. SALÁRIO EDUCAÇÃO e SEGURO DE ACIDENTES DO TRABALHO. bem como. O cálculo do número de horas efetivas de trabalho por ano. INCRA. apresenta-se no ANEXO 2 a metodologia atualizada a ser seguida. para cálculo da hora extra divide-se o salário mês por 220 horas. combinações entre estas e etc. portanto.5 horas por semana Paulo Roberto Vilela Dias 35 . A apresentação da metodologia segue a classificação usual. enfermidade: em média são 5 (cinco) dias de paralisação por ano por funcionário. portanto. FGTS. férias: por lei são 30 dias. portanto temos a considerar apenas 48. aviso prévio remunerado ou não. perfazendo um total de 8. • no sábado não há expediente.5 hs por dia = 42. para a construção civil. sábado. uma vez que se cumpriu o número máximo de horas permitido por semana de 2ª feira a 6ª feira. Entretanto. sendo 8. domingo. e eventualmente algum feriado que coincida com um domingo. noturna. Veja texto apresentado no Capítulo 4 do livro.no Sábado 5 dias x 8. por exemplo. SEBRAE. Entre esses itens estão. cabe ressaltar que alguns tópicos são exclusivamente inerentes a cada empresa. e assim.5 horas por semana dividido por 5 dias úteis por semana) adotamos o horário normal de operação em obras.5 horas diárias. que está calculada para 1 (um) ano de permanência do profissional na função. conforme determina a lei. descontados os do período de férias. São pagos diretamente ao empregado e para efetuar seus cálculos é necessário que inicialmente se estabeleça a quantidade de dias ou de horas efetivamente trabalhadas por ano. feriado.5 horas semanais. SESI ou SESC. que é a seguinte: de 2ª feira a 6ª feira das 8:30 horas às 18:00 horas. tanto para horistas quanto para mensalistas. com uma hora de intervalo para almoço. O cálculo dos dias efetivamente trabalhados por ano considera. entretanto. que a jornada de trabalho a ser empregada é de 42.1.

0% a. individualmente considerada.O.5% a. 4. Recentemente o Decreto 356 alterou o percentual para 3. publicada no D. classificando-o como Grau III . a empresa deverá obrigatoriamente pagar os 120 dias após a maternidade. fixa as alíquotas para os seguintes itens: Sesi Senai Incra Sebrae Salário Educação 1. segundo o Anteprojeto de Regulamento da Previdência Social (R. sofrendo adicional. por ocasião da promulgação do R.S.3) SALÁRIO MATERNIDADE: De acordo com a Constituição de 1988.0% 0. As estatísticas dos índices de acidentes serão obtidas através da obrigatoriedade que as empresas têm de informar ao INSS a ocorrência dos acidentes de trabalho. INSS . 477 a 486.787 de 30/06/89.T. (Regulamento da Previdência Social).3% do salário maternidade. Decreto n° 59. que experimentar índices de acidentes de trabalho superiores à média do setor de construção. Outros casos são: o INSS sobre o 13° salário e FGTS sobre o 13° salário. 449. Cálculo da Taxa do GRUPO A a) Taxa única (legislação): Salário Maternidade = (120 ÷ 270) x (0.06) = 0. 36 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.) artigos 221 e 224 do Decreto n° 83.5% sobre a remuneração devida ao FGTS pelo prazo de 60 meses. em 03/07/89.0% do salário família.P. Acidentes de Trabalho . apenas 6% utilizará o salário maternidade por ano.8% Não se considerará este encargo uma vez que o mesmo é pago diretamente pelo INSS. englobando ainda. Salário Maternidade e INSS sobre o 13° salário. apurada pela Previdência.4) FGTS – Artigos 439.2% 0.L.6% 2. O percentual adotado engloba os percentuais referentes a Salário Família. instituiu o percentual de 2.1) Lei n° 7. Estes adicionais. enquanto.5% 1.4% do Funrural e 0. Consideraremos neste estudo que a percentagem de mulheres nas empresas de engenharia é de 30%. 2. 0.787/89 de 30/06/89.P. 497 e 502 da C. em relação à empresa.75% do INSS sobre 13º salário.. a.U. no trimestre anterior e divulgada no mês seguinte ao da apuração.Riscos Graves. não foram considerados no presente estudo. não são onerados pelas leis do GRUPO A. podendo variar de 0.9 a 1.820 de 20/12/66 e adicional da Lei Complementar Nº 110/01 de 29/06/2001 (a vigorar a partir de 01/10/2001). por serem próprios de cada empresa.2) Decreto n° 60.20% a. FGTS – 8. neste caso. mas.080 de 24/01/79.5) SEGURO DE ACIDENTES NO TRABALHO: Lei 7.466 de 14/05/67.3.0% sobre os empregados.c) GRUPO C Os encargos deste grupo são pagos diretamente aos empregados.5% a.8%.S. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 37 .30 x 0. que acrescenta 0.0%.

20 x 0.4% d) AUXÍLIO ENFERMIDADE: Decreto n° 61. será incluído nos custos indiretos. Sabemos ainda.Cálculo da Taxa do GRUPO B a) FÉRIAS: De acordo com a Constituição Federal. 307. Caso fosse considerado como encargo social. Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.9% e) AVISO PRÉVIO TRABALHADO: Apesar da legislação permitir às empresas manter o empregado trabalhando pelo prazo correspondente ao aviso prévio. 71.. assim. corresponde ao pagamento de 30 dias adicionais por ano.L. incluído neste grupo de acordo com a Ordem de Serviço INSS/DAF n° 73 de 07/04/ 93. 72.S.155 de 03/11/65. Por fim.T. e que essa atividade é sistemática. ainda não se dispõe de uma definição precisa nem o anteprojeto do R. e ainda. 38 Paulo Roberto Vilela Dias 39 .1% g) ADICIONAL NOTURNO: De acordo com a C. Repouso Semanal Remunerado = 48 ÷ 270 = 17. com redução das duas horas diárias estipuladas. Auxílio Enfermidade = (5 ÷ 270) = 1. regulamentada pelo Decreto n° 57. 70. Considerou-se média de 5 faltas justificadas por ano e por empregado. a fórmula de cálculo seria a apresentada abaixo: Adicional Noturno = [((8 x 7 x 3) ÷ 365) ÷ 270] x 13 (meses) x 0. 383 e 384 da C. Feriados = 12 ÷ 270 = 4.P.Seção II. enquanto a Constituição estabelece acréscimo de 50% para as horas extras. que 80% dos operários recebem aviso prévio e que o período de permanência no emprego é inferior a 6 meses. Férias = (30 + 10) ÷ 270 = 14.1% h) LICENÇA PATERNIDADE: Segue a mesma diretriz apresentada para o Salário Maternidade.L.8% b) REPOUSO SEMANAL REMUNERADO: Artigos 66. portanto repercutindo. o adicional noturno não deve ser considerado como encargo social.785 de 28/11/67. e Lei de Regulamentação do Repouso Remunerado. No caso de adicional noturno a hora é considerada como sendo de 52 minutos. Décimo Terceiro Salário = (30 ÷ 270) = 11. em apenas 40% dos casos o operário recebe aviso prévio trabalhado.6% f) DÉCIMO TERCEIRO SALÁRIO: Legislação: Lei n° 4.03 = 0. a hora de trabalho noturno tem um adicional de 20%. Empresas e Profissionais Aviso Prévio = 7 ÷ 270 = 2.090/62 de 13/ 07/62. 67. O empregador deverá pagar ao empregado horista o domingo. 382. A partir de estatísticas do setor de construção que indicam uma representatividade de 3% para os vigias noturnos sobre o total de empregados. (Consolidação das Leis do Trabalho). na prática. o que se observa no setor da construção é que. acima referido. garante-se o mínimo de 30 dias de aviso prévio e que ao empregado é dada a alternativa de optar por ausentar-se duas horas diárias nesse período ou lhe é facultado faltar sete dias corridos dentro do prazo. cabendo ao empregador pagar abono de 1/3 do salário. capítulo III . sobre férias e 13° salário. abordou a matéria.8% c) FERIADOS: Considerou-se 12 (doze) feriados por ano (ANEXO 4). Entretanto.50 x 0. são considerados 30 dias corridos de férias por ano.T. entretanto. de acordo com a Constituição.

incluirse-á esta parcela neste grupo. • seguro de vida. para aplicação tanto sobre o salário hora ou quanto sobre o salário mensal.82% a 11. considerou-se para fins de encargo social o percentual de 9%. a empresa deve fazer análise meticulosa do estudo em questão de maneira a compatibilizar a mesma com seus próprios parâmetros. FGTS sobre o 13° Salário = 0.97 = 0. considerando-se que 80% dos operários são indenizados.9 = 4. 3. uma vez que o construtor prefere pagar o aviso-prévio. e podem ser: vale refeição ou alimentação (café da manhã . taxa média de fecundidade de aproximadamente 3% e na proporção de 97% de homens no total da mão de obra direta empregada na construção civil será considerada o número de horas de licença paternidade. Adicionalmente esclarece-se que para a adoção destes ou quaisquer outros valores encontrados em revistas e publicações especializadas.1 = 0. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 41 Os encargos complementares correspondem a benefícios proporcionados aos funcionários.0% i) DEPÓSITO POR RESCISÃO SEM JUSTA CAUSA: Legislação: Decreto n. dispensando o funcionário da permanência no canteiro de obra.50 x 8. em estatística (IBGE) de composição etária da população (50% na faixa de 18 a 59 anos). estabelecidos em dissídios ou acordos coletivos. óculos e etc) • alojamento • . Aviso Prévio Indenizado = (23 ÷ 270) x 0. tais como: b) IAPAS SOBRE 13º SALÁRIO. sobre o 13º do funcionário. em caso de demissão do emprego. a critério da empresa. bem como modelo da Tabela de Cálculo do Percentual de Encargos Sociais (ANEXO 3).Segundo estimativa baseada nos cinco dias de licença provisoriamente fixados pela Constituição.0%.º 59. em função do valor do salário.80 = 6. Corresponde ao pagamento de 7.2 ENCARGOS COMPLEMENTARES Cálculo da Taxa do GRUPO C a) AVISO PRÉVIO INDENIZADO: De acordo com a Lei 7787/89. • vale transporte. ainda.820 de 20/12/66. botas.1.4 Modelo da tabela de cálculo do percentual da taxa de encargos sociais A fim de melhor esclarecer a metodologia apresentada no item 5. Licença Paternidade = (5 ÷ 270) x (0.0% 40 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.09 x 11.1 = 1. lanche ou jantar). • assistência médica. Serão adotados os princípios que regem ao Aviso Prévio Trabalhado. de acordo com a Constituição Federal corresponde ao pagamento de 40% sobre o FGTS. Este percentual sofrerá acréscimo de 10% de acordo com a Lei Complementar Nº 110/01 (vigorando a partir de 01/10/ 2001) e por 60 meses.1.3. anexamos a memória de cálculo da taxa de encargos sociais. Depósito por Rescisão sem Justa Causa = 0.08 x 11. almoço .5% c) FGTS SOBRE 13º SALÁRIO: Corresponde ao pagamento de 8% sobre o 13º Salário do funcionário.03 ÷ 0.8% Podemos considerar. Assim sendo. cintos. ou ainda.50) x 0. IAPAS SOBRE O 13º SALÁRIO = 0. os benefícios previstos em lei.9% 3. • EPI – equipamentos de proteção individual (uniformes.

00 por funcionário mês. corresponde em média a 0.00 = 3.60 por dia. Aconselhamos que seja incorporado a qualquer das parcelas indiretas incidentes sobre o salário.valor mensal do vale transporte: R$ 3.80 = R$ 64.00 = 3.770.2% Em alguns contratos.2% R$ 64. • a assistência médica (seguro saúde) corresponde em média a 4. o preço da passagem igual a R$ 1. a parcela que cabe a empresa é decisão inquestionável. • Estes percentuais foram obtidos da seguinte maneira: Para que se obtenha um percentual identificado com a fórmula de cálculo do preço de venda.00 O vale transporte não é um encargo social.00 .00 cada pessoa).1% da folha salarial e encargos sociais.000.00 / R$ 1. se considerarmos. podemos calcular o percentual médio sobre a folha salarial mais encargos sociais. • seguro de vida. assim: Base de cálculo do salário = R$ 1. vem: R$ 75.00 x 20 dias x 0.R$ 24.Cada empresa deverá pesquisar os valores próprios destes custos. como informação genérica.80 (dois ônibus por viagem).770.00 . teremos o valor de R$ 3.cálculo do percentual sobre a folha de pagamento: Valor do vale refeição: R$ 4.00 por funcionário mês (o próprio mais Em alguns casos. portanto o custo é de R$ 75. não pode ser esquecido no cálculo do preço de venda de um serviço. assim. Empresas e Profissionais . • dois dependentes a R$ 50. entretanto.desconto sobre o salário: R$ 400. porém.00 x 1. entretanto. definiu-se este valor em função do salário mais encargos sociais. conforme abaixo: .2% da folha salarial e encargos sociais.00 = 4.00.770. • Vale Transporte Vale refeição: Considerou-se o valor do vale refeição igual a R$ 4. sendo que a empresa descontará 6% sobre o salário do profissional. como por exemplo. Assim.00 .00) / R$ 1. principalmente aqueles de exclusivo fornecimento de pessoal.77 = R$ 1. por ser comum em grandes empresas a adoção deste percentual.00 x 0.6% • Seguro Saúde Adotamos o valor de R$ 150. sendo que cabe ao profissional arcar com 20% deste valor.00 por funcionário dia.00 / R$ 1. Paulo Roberto Vilela Dias 43 42 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. segundo pesquisa realizada em diversas empresas prestadoras de serviço de engenharia. então.00 por funcionário mês (consideramos no âmbito deste livro o número de dias por mês igual a 20) e que o salário médio da empresa é de R$ 1. estes custos deverão estar incidindo como custo indireto sobre os salários.6% da folha salarial e encargos sociais. acrescer ao custo indireto as ferramentas manuais e pequenas máquinas que serão utilizadas na execução dos serviços.00 (R$ 72. é necessário. aqui considerado igual a 77%.06 = R$ 24.000. podemos citar que: vale refeição ou alimentação corresponde em média a 3. definimos como sendo de 50%.770. ainda.60 x 20 dias úteis = R$ 72. isto nos leva ao valor mensal desembolsado pela empresa de R$ 64. os Encargos Complementares.

quando do encerramento do contrato. incluindo.6 1. prorrogação por igual período. caberá ao Empregador especificar no contrato de trabalho a localização e o prazo da obra. Neste percentual estão excluídos os custos referentes à vale transporte.00 De 715. Empresas e Profissionais Desconto para profissionais assalariados: INSS .1 2. Cabe ressaltar que se houver distrato fora do prazo contratual ou mudança de endereço de trabalho. ainda. até 2.4 OBS: Os percentuais estão calculados sobre a soma da folha de pagamento mais encargos sociais 3. sabemos que empresas deste ramo cobram taxas entre 60 e 70% sobre o salário nominal para locação de mão de obra.019 de 03/01/1974.430 % 7. assim.00 De 429.5 INSS PROFISSIONAL COM VÍNCULO EMPREGATÍCIO Resumo dos Benefícios Estudados DESCRIÇÃO Assistência Técnica Vale Refeição Vale Transporte Seguro de Vida Aposentadoria Outros TOTAL % 4.• Outros Benefícios: Algumas empresas oferecem outros benefícios. caberá às empresas construtoras contratarem a estas a locação de pessoal pretendida.5% • diversos (ticket combustível. Entretanto. o contrato será transformado em CLT normal exigindo o pagamento dos itens anteriormente citados.TRABALHADOR ASSALARIADO SALÁRIO CONTRIBUIÇÃO (R$) Até 429. raras vezes. 3. entre eles podemos descrever: plano de aposentadoria programada.2 3. se o empregado for demitido antes do prazo acertado e/ ou transferido de obra. obtém-se o direito de reduzir o custo com o empregado.5 2.3 CONTRATAÇÃO POR OBRA CERTA OU POR PRAZO DETERMINADO Pode-se contratar profissionais por um período determinado de tempo e para uma obra específica. ficará isento do pagamento da multa sobre o FGTS e do aviso prévio. Nesta modalidade de contratação. Estes serviços legalmente devem ser prestados por empresas que se enquadrem em legislação específica. além dos citados anteriormente. o Empregado terá direito a receber as 44 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.0 0.00 Paulo Roberto Vilela Dias 45 . auxílio refeição e seguro saúde. uma vez que não cabe o pagamento do mês de aviso prévio e da multa sobre o FGTS. efetuar a locação de profissionais dentro do regime temporário. a taxa de administração e o lucro. 2. que é regida pela CLT.01 a 715. assim. 3.00 11. ainda. cujo prazo máximo de duração do vínculo trabalhista é de três meses. portanto.4 MÃO DE OBRA TEMPORÁRIA Podemos. Lei nº 6. seguro odontológico e etc).01 a 1. todos os encargos de lei para estes serviços. admitindo-se.65 8. Nesta data.0 13.00 De 600. Observa-se que o profissional é regido pela CLT.1% • parcelas referentes ao aviso prévio e a multa sobre o FGTS.65 9.01 a 600. portanto. usufruindo de todas as sua vantagens. a empresa de locação desta mão de obra é que goza de isenção de vários impostos permitindo a redução do custo de contratação.

Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 47 .ANEXO 1 Salários Médios para a Região da Cidade do Rio de Janeiro ANEXO 2 Salários Médios para a Região da Cidade do Rio de Janeiro 46 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.

a fim de selecionar aqueles que efetivamente constam de seu orçamento .0 11.8 0.0 11.0 8. seu valor em cada caso .1 4.8 1.8 5 / G * 100 5 / (G * 0. 2. deveremos considerar 20 a 35% referente ao vale-transporte.5 0.D .1 4.0 SUB-TOTAIS DOS GRUPOS Incidência Cumulativa do Grupo A sobre o Grupo B 85 85 TOTAL CALCULADO 125.5 1.6 2.9 37.6 6.5 20.0 0.0 2.0 0.0 1. mesmo este não sendo encargo sobre a folha de pagamento de salários .2 20.9 0. mesmo este não sendo encargo sobre a folha de pagamento de salários . 4.Sempre que se necessitar utilizar esta tabela deve-se avaliar cada ítem .1 4.No ítem AVISO PRÉVIO INDENIZADO considerou-se apenas o complemento ao AVISO PRÉVIO TRABALHADO .Seman. 23 dias .5 0.0 2.Ressalta-se que ao valor adotado acima .8 14. seu valor em cada caso .F ) IAPAS SESI / SESC SENAI / SESC INCRA SEBRAE Salário Educação Seg.Contra Acid.4 6. Férias Feriados Aviso Prévio Trabalhado Aviso Prévio Indenizado Auxílio-Enfermidade Licença Paternidade 13º Salário Dep. bem como .Remun.1 4.08 * H 37.5 horas de trabalho por dia.0 0.9 0.015 * 0.1 22. Férias Feriados Aviso Prévio Trabalhado Aviso Prévio Indenizado Auxílio-Enfermidade Licença Paternidade H 13º Salário Dep.7 11. 2.97) H 1 / 11 * 100 0.Sempre que se necessitar utilizar esta tabela deve-se avaliar cada ítem .C ) / G * 100 ( E + 10 ) / G * 100 OBS : A base de cálculo do encargo social sobre o salário mensal é 11 meses ( 12 meses por ano menos 1 mes de férias ) 20.Resc.0 9.Seman. 23 dias .0 8.8 0. FGTS Salário Maternidade Repou.0 1.1 5. Observações : deveremos considerar 20 a 35% referente ao vale-transporte.0 12.6 6. FGTS Salário Maternidade 365 52 4 5 30 12 270 FIXO FIXO FIXO FIXO FIXO FIXO FIXO FIXO FIXO ( B .1 0.8 4.7 0.0 1.2 125.0 0.5 3.( B .Remuner.8 4.50 * 8. bem como .5 3.5 0. 3.2 0. 3.Considerou-se 170 horas de trabalho por mês = 20 dias x 8.5 1.Trab.0 0.4 2.0 8.2 PERCENTUAL DE ENCARGOS SOCIAIS ADOTADO 125 125 1.0 8.Cálculo efetuado para a permanência de 1 (HUM) ano na empresa Observações : 1.Ressalta-se que ao valor adotado acima .3 59.6 1.6 1.4 2.4 6.5 1.Contra Acid.6 2.0 1.ANEXO 3 Metodologia Atualizada a ser seguida na Estimativa de Encargos Sociais (calculada para um ano de permanência do profissional na função) TABELA DE CÁLCULO DE ENCARGOS SOCIAIS incidente sobre o salário hora CÓ DI GO ANEXO 4 Tabela de Cálculo Percentual de Encargos Sociais (Salário Mensal) TABELA DE CÁLCULO DE ENCARGOS SOCIAIS incidente sobre o salário mensal CÓ DI DESCRIÇÃO FÓRMULAS GO Incidente sobre o Salário Mês GRUPO A GRUPO B GRUPO C Incidente s/ Hora Extra Incidente s/ Hora Normal DESCRIÇÃO FÓRMULAS GRUPO A GRUPO GRUPO B C Incidente sobre Hora Extra Dados Básicos Para Cálculo dos Dias Efetivamente Trabalhados ( para salário/hora ) : A B C D E F G Dias Por Ano Domingos Domingos de Férias Dias de Enfermidade Férias Feriados Resultado ( A.9 103.1 5.E .50 * 8.C ) .Resc.9 0. a fim de selecionar aqueles que efetivamente constam de seu orçamento .3 30. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 49 .5 3.5 horas por dia 48 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.SemJusta Causa IAPAS sobre o 13º salário FGTS sobre 13ºSalário ( 5 / 330 * 100 ) 5 / 330 * 0.97 F / G * 100 7 / G * 100 ( 23 / G * 100 ) * 0.5 1.0 9.0 0. 5.0 85.2 0.5 3.5 17.33 ) / 11 * 100 7 / 330 * 100 (( 23/30) / 11 * 100 ) *0.5 0.7 IAPAS sobre o 13º salário FGTS sobre 13ºSalário SUB-TOTAIS 30 / G * 100 0.8 1.5 1.8 Repou. isto é .8 14.6 2. 5.SemJusta Causa FIXO FIXO FIXO FIXO FIXO FIXO FIXO FIXO 20.015 * 0.No ítem AVISO PRÉVIO INDENIZADO considerou-se apenas o complemento ao AVISO PRÉVIO TRABALHADO .Trab.6 2.09 x H 0.3 22.Considerou-se em média 8.0 11. nas grandes cidades.09 x H 0. nas grandes cidades.5 ( E + 0.2 IAPAS SESI / SESC SENAI / SESC INCRA Sebrae Salário Educação Seg. 4.08 * H 0.9 0.5 17.Cálculo efetuado para a permanência de 1 (HUM) ano na empresa 6.2 0.3 73.O valor da hora a ser adotada como referência para cálculo da hora extra é o salário mensal dividido por 220.5 1.3 Incidência Cumulativa do Grupo A sobre o Grupo B TOTAL PERCENTUAL DE ENCARGOS SOCIAIS ADOTADO 85.1 0. isto é .0 12.2 0.

caberá ao engenheiro orçamentista. a fim de obter a máxima acurácia do orçamento que está realizando. Em realidade. também.561 de 19/10/79 Feriado Municipal 14 4 ASSUNÇÃO DE NOSSA Lei 1.327 de 08-02-67 SENHORA Feriado Municipal 15 DEZEMBRO 8 SÁBADO IMACULADA CONCEIÇÃO Lei 1. Entretanto.1 OBJETIVO 4 5 6 7 8 9 10 11 Feriado Nacional Lei 662 de 06-04-49 12 13 FERIADOS DA CIDADE DE BELO HORIZONTE E DO ESTADO DE MINAS GERAIS Feriado Municipal MARÇO ABRIL AGOSTO 29 21 15 6ª FEIRA SÁBADO 4ª FEIRA PAIXÃO DE CRISTO DIA DO ESTADO DE MINAS GERAIS Lei 1.266 de 08-12-50 Feriado Nacional Lei 662 de 06-04-49 Feriado Nacional Lei 662 de 06-04-49 Feriado Nacional Lei 662 de 06-04-49 Feriado Nacional Lei 6.327 de 08-02-67 Feriado Estadual Lei 7. a situação é bastante tranquila para a empresa prestadora de serviço. De um modo geral.802 de 30-06-80 Feriado Nacional Lei 662 de 06-04-49 Feriado Nacional Lei 662 de 06-04-49 4. fundamentalmente. definir-se mês a mês a quantidade de dias úteis. no presente estudo estamos tratando dos empregados em empresas de consultoria de engenharia. também. para o caso da planilha de quantidades expressa na unidade hora. Depende. definir o número médio de dias úteis por mês. entenda-se por hora efetivamente trabalhada. deve considerar a época de realização do serviço. a qual se deve dar total atenção. por mês.ANEXO 5 Feriados CALENDÁRIO DE FERIADOS NACIONAIS PARA O ANO DE 2002 MÊS JANEIRO FEVEREIRO FEVEREIRO ABRIL MAIO MAIO SETEMBRO OUTUBRO NOVEMBRO NOVEMBRO DEZEMBRO DEZEMBRO DEZEMBRO 4 MOTIVO Feriado Nacional Lei 662 de 06-04-49 1 Nº DIA 1 11 12 21 1 30 7 12 2 15 24 25 31 DIA DA SEMANA 3ª FEIRA 2ª FEIRA 3ª FEIRA DOMINGO 4ª FEIRA 5ª FEIRA SÁBADO SÁBADO SÁBADO 6ª FEIRA 3ª FEIRA 4ª FEIRA 3ª FEIRA COMEMORAÇÃO ANO NOVO CONFRATERNIZAÇÃO UNIVERSAL CARNAVAL CARNAVAL TIRADENTES DIA DO TRABALHO CORPUS CHRISTI INDEPENDÊNCIA NOSSA SENHORA DE APARECIDA FINADOS PROCLAMAÇÃO DA REPÚBLICA NATAL NATAL ANO NOVO ESTUDO DAS HORAS DE TRABALHO POR MÊS DOS PROFISSIONAIS 2 3 Feriado Nacional Lei 1. o estudo das horas de trabalho por mês da mão de obra. é muito difícil estabelecer-se perfeitamente os meses em que será executado o trabalho. forçará ao engenheiro orçamentista promover estudo das horas de trabalho por mês. isto é. das especificações do memoPaulo Roberto Vilela Dias 51 . Quando a planilha de preços é elaborada com salários mensais e a medição de serviços será. O cálculo não pode ser utilizado para profissionais da construção civil. Lembramos que o cálculo da quantidade de horas de trabalho por mês deve ser calculado por categoria profissional.327 de 08-02-67 16 OUTROS FERIADOS DA CONSTRUÇÃO CIVIL OUTUBRO 2ª FEIRA DIA DA CONSTRUÇÃO CIVIL Feriado Setorial 17 Na elaboração de proposta de preço de serviços de engenharia com preponderância de mão de obra a fase mais difícil. é a discussão da quantidade de horas trabalhadas por mês pelos profissionais. assim.

sempre por categorias profissionais ou por sindicato de trabalhadores.rial descritivo ou do edital. uma vez que existem os feriados e faltas justificadas a descontar.5 horas. de acordo com o sindicato da categoria = 8. considerando-se 8.3 Adotaremos em média 20 (vinte) dias úteis por mês para efeito dos estudos praticados no âmbito deste livro. Adotaremos 170 horas de trabalho por mês. Ressalta-se que em pesquisas realizadas em grandes empresas de engenharia e arquitetura a quantidade média de horas de trabalho por mês é inferior aos valores teóricos encontrados anteriormente. bem como. os profissionais que atuam em escritórios de empresas de prestação de serviços de engenharia e arquitetura. definir a quantidade de horas trabalhadas por mês. Paulo Roberto Vilela Dias 53 . da época do ano e do dissídio coletivo das categorias profissionais. Na construção civil para o pessoal operário é adotado o limite máximo de horas por semana estabelecido na legislação. da região de desenvolvimento dos serviços.040 horas (170 horas por mês x 12 meses por ano) As considerações descritas neste capítulo servem apenas para orientar o engenheiro.5 horas Cálculo dos dias úteis por mês. o que segundo estatísticas conhecidas.5 horas para semana de cinco dias úteis. 4.2 QUANTIDADE MÉDIA DE HORAS TRABALHADAS POR MÊS De acordo com a Constituição Federal o número máximo de horas de trabalho por semana para qualquer profissional é de 44 horas.5 horas trabalhadas por semana. uma vez que em cada orçamento será obrigatória a elaboração do estudo de horas de trabalho por mês. Logo. portanto. está mais próximo da realidade. pois.14. Somente deste modo haverá segurança na definição do preço horário de venda dos salários dos profissionais. Empresas e Profissionais (A)Total de dias por ano calendário Cálculo dos dias não trabalhados por ano: Domingos Sábados Feriados Dias de enfermidade (B)Total de dias não trabalhados por ano (C)Total de dias úteis por ano (A) – (B) Total de dias úteis por mês (C) ÷ 12 = 365 = = = = = = = 52 52 12 5 121 244 20. Outra maneira e mais precisa de se calcular o número de horas de trabalho por mês é multiplicar a jornada diária de trabalho pela quantidade média de dias úteis mensais. podemos considerar um total de 42. assim vem: CÁLCULO DA QUANTIDADE DE DIAS ÚTEIS POR MÊS Jornada diária.5 horas diárias de trabalho. sabendo-se que em média temos 4. sendo da ordem de 160 a 166 horas.2857 (30 dias por mês ÷ 7 dias por semana) semanas por mês. sabemos que cada mês pode apresentar um número distinto de dias úteis. 44 horas. podemos dizer que o total de horas efetivamente de trabalho por mês para esta categoria profissional é de 182. Cabe conferir que o número de horas de trabalho de um funcionário por ano é igual a 2. assim. Considerando-se. a quantidade média de horas de trabalho por mês pode ser considerada igual a 170 horas. com intervalo de 1 hora para almoço. o horário normal de trabalho é das 8:30 ás 18:00 horas. para o caso das atividades profissionais em escritórios de engenharia e arquitetura: 52 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. isto é. valores inferiores podem ser fixados através de acordos coletivos. o período de execução do contrato é muito importante. concluímos que a jornada de trabalho diária é de 8. entretanto. Faremos nossa simulação considerando o total de 42. O que ainda não é de todo verdade.

a medição das categorias profissionais dar-se-á por horas efetivamente trabalhadas.2. existe a necessidade do profissional estender seu período normal de trabalho. e comumente ocorre. 4. ou até um pouco inferior.5 = 164 horas de trabalho por mês 4.3 ANÁLISE DE CASOS DAS HORAS EXTRAS Os valores e situações de horas trabalhadas até aqui analisados referem-se sempre às horas normais. vem: 7 dias por mês x 7 ÷ 12 = 4 dias Assim sendo. desconto em função das férias: admitindo-se que o funcionário permanecerá 7 (sete) meses na empresa. entretanto.3 dias úteis por mês x 7 ÷ 12 = 11 dias • desconto em virtude do mês de aviso prévio: admitindo-se a que o funcionário permanecerá 7 (sete) meses na empresa. Adotaremos 170 horas de trabalho por mês para esta categoria profissional. anteriormente calculado = 244 Desconto relativo a férias e aviso prévio = 15 Total de dias de trabalho por ano (244 – 15) = 231 Total de dias de trabalho por mês (C) ÷ 12 = 19. aquelas cumpridas dentro do acordo coletivo da categoria. em cada situação determinar a quantidade correta de horas de trabalho por mês. faltas abonadas. cabe ao engenheiro de custos.Esta quantidade de horas se deve a necessidade de se reduzir do número de dias úteis por mês os dias não trabalhados por conta do aviso prévio e das férias. a fim de encerrar determinadas tarefas que se encontram atrasadas ou mesmo as que surgem de última Paulo Roberto Vilela Dias 55 . podemos definir o seguinte: Total de dias úteis por ano. feriados.2 Conclusão É muito importante a compreensão correta deste fundamento. a despeito dos estudos aqui desenvolvidos. como aqui calculado o valor mais próximo referente à média anual é realmente igual a 170 horas. podemos considerar o seguinte: • preço global. temos: 20. Empresas e Profissionais Ressaltamos que. A prática demonstra que se pode considerar valores para horas de trabalho por mês entre 160 e 180 horas. para bem aplicar às propostas de preços. Assim. ou seja. isto é.3 Uma vez que a categoria que estamos contemplando trabalha 8.5 horas por dia. Assim. ou ainda. O que poderá ser feito por ponto eletrônico ou manual.2. por folha específica de apropriação de hora técnica. no horário pré-estabelecido nos acordos coletivos. Estes ressarcimentos à empresa prestadora de serviços se darão através da taxa de encargos sociais.1 Medição Em contratos destes tipos. Entretanto. cuja forma de contratação não seja por 54 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. normalmente. de 2ª a 6ª feira. não se consideram férias. 4.3 x 8. temos que: 19. sábados (quando oficialmente se cumpre a jornada de trabalho semanal de 2ª a 6ª feira) e domingos. cabe ao cliente efetuar a medição das horas efetivamente trabalhadas por cada profissional integrante da equipe. formas de cálculo e de medição.

podemos definir que as horas extras podem ser divididas. Hora extra noturna.27 Sendo considerado o acréscimo de hora extra no período especificado. segundo a Constituição Federal este percentual não pode ser inferior a 50%. Apesar de sofrer variações em função da região e da categoria profissional. realizada em numa 2ª feira. assim.32 horas por mês 4 domingos por mês x 8 horas por domingo = 32.hora.00.Calcular a hora extra. Solução: Uma vez que o salário mensal é de R$ 500. Hora extra noturna aos domingos.00. as leis trabalhistas vigentes e ainda o acordo coletivo da região de realização dos serviços. ocorre o que se denomina como hora extra.28 semanas por mês = 188.27 x 1. Hora extra noturna aos sábados.00 ÷ 220 = R$ 2. Os percentuais de acréscimo sobre a hora normal.86 HORA NORMAL = SALÁRIO MENSAL ÷ 220 horas 56 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. após às 22:00 e até às 06:00 horas. igual a 70%.7 HORA EXTRA 2ª FEIRA = R$ 3. assim. Hora extra aos sábados. devem ser obtidos junto aos sindicatos locais de cada categoria profissional. Hora extra nos feriados. entre 18:00 e 21:00 horas. 2ª feira de 18:00 às 21:00 horas. das 6:00 até às 22:00 horas. das 6:00 até às 22:00 horas. Hora extra aos domingos. nos seguintes tipos: Hora extra de 2ª a 6ª feira. das 6:00 até às 22:00 horas. de 2ª a 6ª feira após às 22:00 e até às 06:00 horas. vem: HORA EXTRA 2ª FEIRA = R$ 2. adota-se a hora normal como sendo o salário mensal dividido por 220 horas. Para se determinar o valor das horas extras trabalhadas tem se que levar em consideração. das 6:00 até às 22:00 horas. Entretanto. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 57 . para cada um dos tipos apresentados anteriormente. Entretanto. de uma maneira geral.00 horas por mês = 220. sendo que: Este valor de 220 horas por mês pode ser atribuído ao cálculo adiante apresentado: Horas de trabalho por mês Domingos TOTAL 44 horas por semana x 4. a hora extra é igual a: HORA EXTRA = % DE ACRÉSCIMO x HORA NORMAL. após às 22:00 e até às 06:00 horas. salienta-se que para o cálculo da hora extra.32 horas por mês EXEMPLOS PRÁTICOS: 1 . Hora extra noturna nos feriados. após às 22:00 e até às 06:00 horas. temos que o salário hora (hora normal) para efeito do cálculo da hora extra é: R$ 500. de um profissional que recebe salário mensal de R$ 500.

Paulo Roberto Vilela Dias 59 58 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. alertamos que o período máximo admissível para estes contratos é de 3 meses.46 Sendo considerado o acréscimo de hora extra de Domingo igual a 100% e o adicional noturno correspondente a 25%. Salário hora = R$ 600. Empresas e Profissionais . Anteriormente. através da contratação de pessoas jurídicas.00 ÷ 220 = R$ 2. regida pela CLT – Consolidação das Leis do Trabalho.00. SERVIÇOS DE TERCEIROS. • cooperativas de trabalhadores.00. Solução: Uma vez que o salário mensal é de R$ 1. 5.00 ÷ 220 = R$ 5.200. realizada em um Domingo de um profissional que recebe salário mensal de R$ 1. Interessa-nos discutir os custos diretos e indiretos de cada uma destas maneiras especiais de se contratar mão de obra. no Capítulo 3.72 x 1. para prazos maiores o profissional deverá ter outra forma de se relacionar com a empresa. existem outras formas possíveis e legais de se utilizar o pessoal. COOPERATIVA DE TRABALHADORES. receberá sua remuneração via RPA – Recibo de Pagamento de Autônomo. isto é.25 HORA EXTRA NOTURNA DE DOMINGO = R$ 13. MÃO DE OBRA TEMPORÁRIA. porém.72 Hora noturna = R$ 2.Calcular a hora extra noturna.00. vem: HORA EXTRA NOTURNA DE DOMINGO = R$ 5. entretanto. Solução: Trata-se de salário hora normal. temos que o salário hora normal para efeito do cálculo da hora extra é: R$ 1.65 5 PESSOAL AUTÔNOMO. cujo salário mês é de R$ 600.46 x 2 x 1.25 Hora noturna = R$ 3.200. noturno. entretanto. caso contrário.40 Consideram-se nesta categoria profissionais que não tenham vínculo empregatício com a empresa.Calcular o salário hora de um profissional que cumpre o horário de trabalho das 22:00 às 6:00. consideramos que a mão de obra seria contratada como celetista. que são: profissionais autônomos. isto é. • 3.1 PROFISSIONAL AUTÔNOMO Devemos aplicar sobre a hora normal o adicional noturno que consideraremos igual a 25%. poderá ser configurado o vínculo empregatício.2 . • serviços terceirizados. e na impossibilidade de apresentarem uma melhor maneira de se relacionar com a pessoa jurídica.200. Assim.

00 20 Ver Instrução Normativa do INSS Nº 4 de 30/11/1999 5. Para os serviços terceirizados não existe a incidência de outros custos ou impostos para a empresa contratante.00 De R$ 1.Caberá ao profissional receber apenas o valor acertado pelo serviço prestado. não se deve esquecer que este valor é compensado na declaração anual de rendimentos.08 INSS – AUTÔNOMOS E EMPRESÁRIOS Classe Meses de Salário Alíquota Permanência (R$) (%) 1 12 200. de acordo com a Lei nº 5764/71 de 16/12/1971. É legal deduzir. Ao profissional caberá assumir as despesas de sua regularização junto à municipalidade para efeito de pagamento do ISS . Nesta data.99 20 8 36 1.058. caso o profissional não seja inscrito no INSS.115. que é bastante oneroso. que é de exclusiva competência de cada prefeitura. conforme descrito na própria metodologia de cálculo do preço de venda de serviços exposta nesta publicação.00 R$ 158.01 a R$ 2. PIS. pensão alimentícia judicial e R$ 1. se o mesmo for inscrito no INSS aplicaremos o percentual de 20% sobre o maior salário de contribuição.70 Acima de R$ 2. ainda da Constituição Federal 60 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. 5.287. Entretanto.058.00 por dependente. para o recebimento da remuneração pelo serviço prestado. COFINS. que tenham firma individual ou tenham qualquer tipo de vínculo com uma pessoa jurídica.20 228. bem como o valor pago à Previdência Social no mês. que emitirá nota fiscal ou fatura.2 SERVIÇOS DE TERCEIROS A pagar (R$) 40.430. ainda.Imposto Sobre Serviço. nesta data (maio/ 2002).00 171. para profissionais autônomos é a seguinte: IMPOSTO DE RENDA PESSOA FÍSICA Salário Parcela a Deduzir Até R$ 1.60 200. Arcará. com a retenção a ser efetuada para fins de IR – Imposto de Renda de Pessoa Física. No Capítulo 8 apresentaremos maiores esclarecimentos quanto à aplicação destes impostos. ainda.000.00 20 6 12 858. IR . a tabela do imposto de renda na fonte. CSLL e CPMF) devem estar embutidos no preço ofertado pela empresa contratada.144. de acordo com sua faixa de contribuição e cuja tabela.00 R$ 423. Entretanto. Os impostos sobre o faturamento (ISS. profissionais sem vínculo empregatício com a empresa.00 20 7 24 1. quando inscrito. Devemos considerar 20% sobre o valor do RPA – Recibo de Pagamento de Autônomo para cobrir essa despesa. desde que acordado entre as partes. porém.058.80 257.00 20 0 1.00 Alíquota isento 15% 27. porém. é a apresentada a seguir: Consideramos nesta categoria.5% OBS : Pode-se deduzir da renda R$106. o pagamento do INSS. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 61 .40 286.01 20 9 36 1. a empresa arcará com o pagamento do INSS sobre o serviço de autônomo. ainda.115. Ao profissional caberá.3 COOPERATIVAS DE TRABALHADORES Uma forma legal de contratação de profissionais que vem ganhando força em nossos dias é através de cooperativas de trabalhadores. podendo haver restituição ou imposto a pagar.00 por aposentadoria para quem já completou 65 anos.

.... a empresa contratante poderá oferecer....... seguro saúde e etc..... ” e do artigo 24 do Decreto nº 22. entre 8% e 12%... seguro pecuniário.. 1 e artigo 174 – parágrafo 2... As taxas de administração das cooperativas estão........... O profissional sofrerá retenção do imposto de renda na fonte de acordo com a tabela apresentada anteriormente... sempre através da própria cooperativa... ticket refeição.. conforme tabela anexa...239........... que é uma pessoa jurídica convencional.. Com a adição do imposto sobre o faturamento.... e ainda. 12% Impostos sobre a Nota Fiscal (Cooperativa) .... Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 63 ....... tais como.. e inclusive emitirá nota fiscal pela prestação dos serviços.......... Podemos identificar da seguinte forma o custo da contratação de uma cooperativa de trabalhadores: INSS sobre a Nota Fiscal (contratante) .... À remuneração do profissional deverão ser acrescidos os benefícios oferecidos. O vínculo do contratante é com a cooperativa. nesta data.. Caberá ao profissional cooperado o pagamento do carnê do INSS segundo sua faixa de contribuição.... entretanto.. seguro pessoal.5% vale transporte.. outros benefícios..... demais custos diretos e indiretos........... Deverá ser assinado contrato de trabalho entre a empresa contratante e a cooperativa.... conforme acordo com cada cooperativa.. o custo adicional da cooperativa passa para 10% e 20%......... 6% TOTAL (Média) . Ao profissional legalmente só caberá a remuneração acordada..... COFINS e PIS).... 15% Taxa de Administração (Cooperativa) .... visto que à cooperativa caberá fornecer uma nota fiscal de prestação de serviços.. 62 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. dar-se-á o mesmo tratamento de pessoas jurídicas. cap........ bem como...... benefícios do tipo: • • • • • Outros descontos.......de 05/10/1988 que no Título VII .. existe a incidência apenas do pagamento do INSS que é de 15% sobre o faturamento da cooperativa para a empresa contratante. contém: “ A Lei apoiará o Cooperativismo e .. seguro saúde.. aplicáveis sobre a taxa de administração.. 36..... da taxa de administração da cooperativa............ Nestes casos.. ou seja........ que deverá ser pactuada entre as partes e deverá estar expressa no contrato.... excluídos os impostos sobre a emissão da nota fiscal (ISS.....

• Apresenta-se no ANEXO 1 modelo do mapa de Coleta de Preços visando facilitar a elaboração da pesquisa de mercado. com no mínimo três fornecedores distintos. os seguintes dados: descrição detalhada do item. • condições de pagamento. incluindo todos os impostos. principalmente. frete. Não incluiremos neste capítulo o custo de utilização de veículos automotores. deve constar. • preço de fornecimento. uma vez que a metodologia adotada está apresentada no Capítulo 7.6 CÁLCULO DO CUSTO DE BENS PATRIMONIAIS Caberá ao engenheiro de custos. por fornecedor. • prazo de entrega e disponibilidade. Consideraremos nesta categoria os softwares largamente utilizados nestes tipos de contrato e que oneram sobremaneira os custos dos contratos. uma vez que apresentam valores de compra elevados. efetuar listagem contendo todos os itens patrimoniais necessários à pesquisa de mercado de preços. 6. Da pesquisa de mercado.1 PESQUISA DE MERCADO DE ITENS PATRIMONIAIS A pesquisa de mercado para conhecimento do valor de aquisição dos bens patrimoniais será feita na região sede da empresa ou onde se desenvolverão os serviços. embalagem e etc. Paulo Roberto Vilela Dias 65 . após a elaboração da planilha de quantidades.

isto é. PLOTERES. entretanto. ou seja. FILTRO DE ÁGUA E MÁQUINA DE CAFÉ. FILTRO. devem ser computados os valores necessários. CADEIRAS. TV. MÓVEIS E UTENSÍLIOS (MESAS. VÍDEOCASSETE. Aconselha-se que quando for o caso. Divide-se em custos com mão de obra e peças de reposição. levam o orçamentista a adotar tempos de vida útil distintos dos mostrados. Uma vez que esses bens foram objeto de compra pela prestadora de serviço e que tem um tempo de vida útil determinado. Vida Útil de Itens Patrimoniais Apresenta-se uma tabela de valores para a vida útil de vários itens patrimoniais. outros fatores. Assim. são reutilizados em vários serviços distintos. ARMÁRIOS E ETC). EQUIPAMENTOS DE TOPOGRAFIA OU DE LABORATÓRIO. muitas vezes. incluir substituição de cartuchos. SOFTWARES. TELEVISÃO. no caso de impressoras. Nos serviços objeto deste livro é comum constar da planilha de quantidades bens patrimoniais. caberá sempre que utilizado ser considerado como custo de produção do serviço. o tempo de contrato ou a possibilidade de se reutilizar o equipamento em outros contratos. tais como: MICROCOMPUTADORES. ITEM PATRIMONIAL VIDA ÚTIL (meses) MÉDIA MÁXIMA MICROCOMPUTADORES E IMPRESSORAS 24 48 PLOTERES 24 48 SOFTWARES 18 24 APARELHOS DE FAX OU TELEFONE 60 60 MÓVEIS E UTENSÍLIOS 48 60 EQUIPAMENTOS DE TOPOGRAFIA OU DE LABORATÓRIO 60 60 MÁQUINA DE CAFÉ. IMPRESSORAS. ANTENA PARABÓLICA OU DE QUALQUER NATUREZA. • JUROS – corresponde a remuneração do capital investido na aquisição do item patrimonial. em cada situação. No caso da empresa não possuir o bem. combustível e etc). para equipamen- Paulo Roberto Vilela Dias 67 . VIDEOCASSETE 60 60 A taxa de juros a ser adotada deve estar entre 10 e 12% ao ano. é necessário que se defina o custo de aluguel destes itens. • MANUTENÇÃO – é a parcela por meio da qual se mantém o patrimônio em perfeitas condições de utilização. CUSTO OPERACIONAL – é a utilização do item patrimonial compre• endendo os custos necessários à sua operação (energia elétrica. Poder-se-ia denominar que o cliente paga aluguel pelo emprego do item patrimonial. • 66 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. ANTENA.5 x VALOR DE AQUISIÇÃO ÷ VIDA ÚTIL CUSTOS OPERACIONAIS. APARELHOS DE FAX OU TELEFONE OU RÁDIO. A fórmula de cálculo que pode ser aplicada para a determinação do custo de produção de bens patrimoniais (BP) é a apresentada a seguir : BP = DEPRECIAÇÃO (D) + JUROS (J) + MANUTENÇÃO (M) + CUSTO OPERACIONAL (CO) Definição dos itens de custo dos bens patrimoniais: DEPRECIAÇÃO – é a parcela referente a perda de valor do bem patrimonial em decorrência do uso ou obsolescência.Entendemos como bens patrimoniais itens de consumo que não se desgastam em um único contrato. Empresas e Profissionais Fórmulas de Cálculo das Parcelas do Custo de Bens Patrimoniais: DEPRECIAÇÃO = VALOR DE AQUISIÇÃO ÷ VIDA ÚTIL JUROS = VALOR DE AQUISIÇÃO x TAXA ANUAL DE JUROS ÷ 12 MANUTENÇÃO = 0. deverá efetuar cotação no mercado para locação. como. cuja propriedade é da própria prestadora de serviços. papel próprio para impressão e etc. por exemplo.

tos de informática consultar no mercado os valores do custo de manutenção mensal (fixa) e corretiva (eventual.00 ÷ 160 horas ET (hora) = R$ 5. com substituição de peças e componentes). EXEMPLO PRÁTICO: 1.00 + R$ 250.12 ÷ 12 J = R$ 150. assim temos: ET (hora) = R$ 900. por exemplo.5 x VALOR DE AQUISIÇÃO ÷ VIDA ÚTIL M = (0.00 ÷ 24 D = R$ 83.000. uma vez que os serviços transcorrem dentro do canteiro de obras da construtora.00.00 x 0.000.63 D = VALOR DE AQUISIÇÃO ÷ VIDA ÚTIL Adotando-se a VIDA ÚTIL igual a 30 meses.5 x 15. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 69 .00 ÷ 30 D = R$ 500.00 2. É usual nestes contratos o fornecimento pelo cliente da energia elétrica.00 ET (mês) = R$ 500. temos: J = 15.Calcular o custo mensal de um aparelho de topografia do tipo estação total (ET) de última geração.000.00 + R$ 150. devemos adotar a metodologia apresentada no capítulo 7.00 ET (mês) = R$ 900. temos: D = 2.33 J = VALOR DE AQUISIÇÃO x TAXA ANUAL DE JUROS ÷ 12 68 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. no valor de R$ 2. temos: D = 15. MC = D + J + M D = VALOR DE AQUISIÇÃO ÷ VIDA ÚTIL Adotando-se a VIDA ÚTIL igual a 24 meses. Para veículos.000. no valor de R$ 15.000. podemos. considerar que o mesmo trabalha 160 horas por mês.00 por mês Se quisermos conhecer o aluguel por hora. ET = D + J + M M = 0.00) ÷ 30 M = R$ 250.00.Calcular o custo mensal de um microcomputador (MC) de última geração.00 J = VALOR DE AQUISIÇÃO x TAXA ANUAL DE JUROS ÷ 12 Adotando-se a TAXA ANUAL DE JUROS igual a 12% ao ano. por exemplo. conforme informado anteriormente.000. Deve-se observar que a energia elétrica necessária à utilização dos equipamentos ou aparelhos será computada em um item específico do custo indireto.

assim temos: IL (hora) = R$ 168. assim temos: MC (hora) = R$ 145.800.00 D = R$ 100.67 J = VALOR DE AQUISIÇÃO x TAXA ANUAL DE JUROS ÷ 12 Adotando-se a TAXA ANUAL DE JUROS igual a 12% ao ano. temos: Adotando-se a VIDA ÚTIL igual a 18 meses.33 + R$ 20.00 MC (mês) = R$ 83. uma vez que após o encerramento da obra o equipamento será doado ao cliente.00 IL (mês) = R$ 100.00 x 0.00 M = 0. podemos. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 71 . no valor de R$ 1.00 + R$ 41.00 x 0.800.000.00 ÷ 170 horas MC (hora) = R$ 0.00 ÷ 170 horas IL (hora) = R$ 0.000.99 3.00 M = (0. temos: J = 2. por exemplo.5 x VALOR DE AQUISIÇÃO ÷ VIDA ÚTIL MC (mês) = R$ 145.00) ÷ 24 M = R$ 41.85 M = R$ 50.12 ÷ 12 D = 1.800.00.5 x VALOR DE AQUISIÇÃO ÷ VIDA ÚTIL M = (0. IL = D + J + M 70 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. 18 meses.00 + R$ 50.D = VALOR DE AQUISIÇÃO ÷ VIDA ÚTIL Adotando-se a TAXA ANUAL DE JUROS igual a 12% ao ano.00 IL (mês) = R$ 168.67 M = 0. considerar que o mesmo trabalha 170 horas por mês.00 ÷ 18 J = R$ 20. por exemplo.5 x 2. temos: J = 1.800. Considerar a vida útil igual ao prazo do contrato.Calcular o custo mensal de uma impressora a lazer (IL) de última geração.5 x 1.00 Se quisermos conhecer o aluguel por hora. podemos.00) ÷ 18 Se quisermos conhecer o aluguel por hora.12 ÷ 12 J = R$ 18.00 + R$ 18. considerar que o mesmo trabalha 170 horas por mês.

67 SW (mês) = R$ 173. SW = D + J + M D = VALOR DE AQUISIÇÃO ÷ VIDA ÚTIL Adotando-se a VIDA ÚTIL igual a 36 meses. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 73 . por exemplo. temos: D = 4.10 ÷ 12 J = R$ 6.00 x 0.33 + R$ 6.00.67 Se quisermos conhecer o aluguel por hora. podemos. temos: J = 4.800.00 x 0.10 ÷ 12 J = R$ 40.67 Adotando-se a TAXA ANUAL DE JUROS igual a 10% ao ano.33 72 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. temos: J = 800.5 x 800.33 + R$ 40.00 M = Não se considerou verba para manutenção SW (mês) = R$ 133.67 + R$ 6.Calcular o custo mensal de uma máquina de café (CAFÉ).00. assim temos: CAFÉ (hora) = R$ 26.5 x VALOR DE AQUISIÇÃO ÷ VIDA ÚTIL M = (0. temos: D = 800.67 ÷ 160 horas CAFÉ (hora) = R$ 0.00 CAFÉ (mês) = R$ 13.33 J = VALOR DE AQUISIÇÃO x TAXA ANUAL DE JUROS ÷ 12 M = 0. no valor de R$ 800.17 5.33 J = VALOR DE AQUISIÇÃO x TAXA ANUAL DE JUROS ÷ 12 Adotando-se a TAXA ANUAL DE JUROS igual a 10% ao ano.800.Calcular o custo mensal de aquisição de um software ou conjunto de softwares (SW).00 ÷ 60 D = R$ 13.4.800. no valor de R$ 4. considerar que o mesmo trabalha 160 horas por mês.00) ÷ 60 M = R$ 6.67 CAFÉ (mês) = R$ 26. CAFÉ = D + J + M D = VALOR DE AQUISIÇÃO ÷ VIDA ÚTIL Adotando-se a VIDA ÚTIL igual a 60 meses.00 ÷ 36 D = R$ 133.

assim temos: MOB (hora) = R$ 100.50 M 6.02 Adotando-se a TAXA ANUAL DE JUROS igual a 12% ao ano.33 ÷ 170 horas SW (hora) = R$ 1. temos: D = 450. estufa para marmitas no valor de R$ 300.12 ÷ 12 J = R$ 37.Calcular o custo mensal de aluguel de mobiliário de obra.00 cada.Se quisermos conhecer o aluguel por hora.00. mesa de reunião com 06 cadeiras no valor de R$ 500. arquivo metálico no valor de R$ 150.00 cada.750.00 ÷ 60 D = R$ 62.750.750.50 J = VALOR DE AQUISIÇÃO x TAXA ANUAL DE JUROS ÷ 12 74 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.00 cada e estantes metálicas abertas no valor de R$ 40.00 Se quisermos conhecer o aluguel por hora. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 75 . cujo valor de aquisição é de R$ 450. máquinas de calcular elétricas no valor de R$ 35. podemos. geladeira no valor de R$ 800.00 ÷ 36 Adotando-se a VIDA ÚTIL igual a 60 meses. considerar que o mesmo trabalha 170 horas por mês.00 cada.59 7. podemos. cadeiras padrão normal no valor de R$ 45. armários fechados no valor de R$ 240.00.00 cada. por exemplo. por exemplo.00 cada. = Não se considerou verba para manutenção MOB (mês) = R$ 62. conforme dos itens relacionados abaixo.50 Mobiliário utilizado pelo contrato: • • • • • • • • • 05 10 03 01 01 01 02 01 04 mesas tipo escrivaninha no valor de R$ 120. temos: D = 3.00.00 x 0.00 ÷ 170 horas MOB (hora) = R$ 0. temos: J = 3. assim temos: SW (hora) = R$ 173.00. considerar que o mesmo trabalha 170 horas por mês.00. no valor total de R$ 3. MOB = D + J + M D = VALOR DE AQUISIÇÃO ÷ VIDA ÚTIL MOB (mês) = R$ 100. RADIO = D + J + M D = VALOR DE AQUISIÇÃO ÷ VIDA ÚTIL Adotando-se a VIDA ÚTIL igual a 36 meses.50 + R$ 37.Calcular o custo mensal de aluguel de um rádio transmissor com alcance de 5 km.

UNID 76 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.00) ÷ 36 Unitário Total Unitário Total COLETA Previsão de Entrega : DESCRIÇÃO Endereço de Entrega : QUANT.5 x VALOR DE AQUISIÇÃO ÷ VIDA ÚTIL ANEXO 1 Modelo de Mapa de Coleta de Preços (para Elaboração da Pesquisa de Mercado) DE RADIO (mês) = R$ 12.D = R$ 12.25 ÷ 170 horas RADIO (hora) = R$ 0.50 M = 0. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias Cliente Obra Observações : : : Data da Coleta Cond. temos: J = 450.5 x 450.25 PREÇOS M = (0.25 RADIO (mês) = R$ 23. assim temos: RADIO (hora) = R$ 23.14 Unitário Total M = R$ 6.50 + R$ 6.50 J = VALOR DE AQUISIÇÃO x TAXA ANUAL DE JUROS ÷ 12 Adotando-se a TAXA ANUAL DE JUROS igual a 12% ao ano.Pagmto: Prazo Entrega Total Compra Impostos (%): Fornecedor : Preço Base Desconto(%): Vendedor : Telefone : Frete : 77 .25 Se quisermos conhecer o aluguel por hora.50 + R$ 4. podemos.12 ÷ 12 J = R$ 4.00 x 0. por exemplo. considerar que o mesmo trabalha 170 horas por mês.

1 MEDOTODOLOGIA DE CÁLCULO DO CUSTO HORÁRIO DE UTILIZAÇÃO DE EQUIPAMENTO 7. ônibus.1 INTRODUÇÃO A metodologia exposta neste capítulo para cálculo do custo de utilização de veículos pode ser aplicada para transportes de carga. ou seja.Custo Horário de Utilização de Equipamentos e Veículos.1. As formas de cálculo do custo de utilização dos veículos adotados nos orçamentos de serviços previstos no âmbito deste livro podem ser definidos como segue abaixo: Custo por hora Custo por quilômetro rodado • Custo mensal • Fórmula de cálculo do transporte por km ou por mês • • 7.1 Definição Paulo Roberto Vilela Dias 79 . “UMA METODOLOGIA DE ORÇAMENTAÇÃO PARA OBRAS CIVIS” e aqui transcrita de maneira resumida naquilo que é importante para os prestadores de serviço alvo do livro.7 METODOLOGIA DE CÁLCULO DO CUSTO DE VEÍCULOS 7.2.2 CUSTO DO TRANSPORTE POR HORA Segue a metodologia apresentada no Capítulo 6 . motocicleta e carros de passeio. 7. descrita pormenorizadamente em nossa primeira publicação.2.

que representa o custo improdutivo. materiais e mão-de-obra: MATERIAIS (MAT) – é o conjunto de materiais necessários a operação dos equipamentos. 7. Existe. que é utilizada nas composições de custo.1. O custo horário é composto das seguintes parcelas: • o custo produtivo.2 Método de cálculo adotado Para efeito de simplificação. será adotado o método preconizado no MANUAL DE COMPOSIÇÃO DE CUSTOS RODOVIÁRIOS DO DNER . nestes casos. determina 80 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. é a soma dos itens de Depreciação e Juros e Operação . Juros é a remuneração do capital investido na compra do bem.R)i ÷ (1 + i )n . a seguir resumido. daí ter-se desenvolvido uma metodologia para determinação do custo horário de utilização do equipamento. enquanto juros corresponde a remuneração do capital investido.Custo de utilização de equipamentos é o gasto que decorre da posse e da operação do mesmo.3 Metodologia do DNER para cálculo do custo horário de utilização de equipamentos • • • • • DEPRECIAÇÃO E JUROS (DJ) – depreciação é a parcela referente a perda de valor do equipamento em decorrência de uso ou obsolescência. fatores independentes da vontade da construtora levaram a máquina a estar paralisada aguardando alguma liberação para reiniciar suas atividades. ou seja. ou seja. 7. Normalmente. A soma dos quatro componentes anteriormente expostos. o tempo de espera para entrar em operação na equipe. A expressão geral do valor desta parcela será: p = Vo x i + [(Vo .1. O método a ser adotado para o cálculo da depreciação e juros será o Fundo de Reserva (sinking fund). onde: Vo = valor de aquisição R = valor residual i = taxa de juros n = vida útil em anos (ver tabela a seguir) Paulo Roberto Vilela Dias 81 Normalmente existe a necessidade de se atribuir ao custo horário dos equipamentos. pode-se acertar a cobrança destas horas por meio do custo improdutivo ou definir-se outro modo diretamente com o contratante. ainda.1972. quando for o caso. Empresas e Profissionais . uma terceira classificação para o custo horário de equipamentos. sua utilização em operação normal. compreendendo duas parcelas. MÃO-DE-OBRA (MO) – é a mão-de-obra necessária à operação do equipamento.Mão-de-obra. A unidade de tempo em que geralmente se mede o custo de utilização dos equipamentos é a hora. A partir da pesquisa de mercado do valor de aquisição e aplicando-se a metodologia a seguir exposta. Neste caso. de motor ligado.depreciação é a perda de valor do equipamento em decorrência de uso ou obsolescência. enquanto que o custo improdutivo.2. ou seja: Custo Produtivo (CP) = DJ + M + MAT + MO Custo Improdutivo (CI) = DJ + MO Apresentamos neste capítulo a metodologia aconselhada para o cálculo de cada uma destas parcelas.2. isto é. operador de máquinas e auxiliares. OPERAÇÃO – é a utilização do equipamento. denominado custo produtivo.1] . sem operar e com motor desligado à disposição do cliente. MANUTENÇÃO (M) – é a parcela por meio da qual se mantém o equipamento em perfeitas condições de uso. DEPRECIAÇÃO E JUROS . e ainda. para estimativa de custo.

ou horas trabalhadas durante esse período. motoniveladora. até a data de sua retirada do serviço por obsolescência ou por ter atingido custo de manutenção muito elevado.96 6 2.24 20.19 131.90 37.500 1. rolo liso vibratório e rolo liso 6 8 8 8 8 2.333 1. Deve-se adotar para a vida útil dos equipamentos os valores em anos.1)) ÷ (qn .000 3 1.63 26. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 83 .000 1. Considerando-se de 10% ao ano a taxa de juros.000 6 1.63 126.19 31.750 horas anos r = [ [ (qn (q .750 Média anos 4 4 4 Pesada horas 2.000 1. têm-se: Define-se por vida útil do equipamento o período de tempo que vai de sua aquisição e início de funcionamento. rolo de pneus pressão variável.96 Depreciação e juros durante a vida útil (%) 110.000 2. durante a vida útil dos equipamentos. pick up e veículo de passeio Compressor de ar. usina de solo Distribuidor e espalhador de agregados Caminhão tanque ou de carroceria fixa.250 1.500 1. obtém-se a tabela a seguir com os valores para r: TABELA DE DEPRECIAÇÃO E JUROS EXPRESSAS COMO UM PERCENTUAL DO VALOR DE AQUISIÇÃO DO EQUIPAMENTO Vida útil (anos) 1 2 3 4 5 6 7 8 Juros durante a vida útil (%) 10. a expressão pode ser assim escrita: p = [(qn (q . Vo sendo que a expressão [(qn (q . constantes da tabela a seguir. dumptor.Considera-se o valor residual nulo. gerador. A vida útil é baseada no tipo de equipamento e nas condições de serviço em que é empregado.1)] .1) ] x n expressão que pode ser adotada para a determinação da parcela de depreciação e juros.1)].77 143. Com esta consideração pode-se introduzir simplificações na fórmula que permite a apresentação de uma tabela da taxa de depreciação e juros.1] Fazendo-se (1 + i) = q.77 43.1)) 100 ] ÷ (qn .250 1. moto-escavo transportador.1)) ÷ (qn .000 4 2.90 137. onde são previstas também as três condições de serviço em que o equipamento pode trabalhar: TABELA DE VIDA ÚTIL DE EQUIPAMENTOS CONDIÇÕES DE SERVIÇO EQUIPAMENTOS Perfuratriz manual Leve anos horas Vibrador de imersão Bomba mecânica Betoneira Tratores de esteira ou pneus.00 115.500 82 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. Considerando-se o valor residual nulo. carregadeira de esteira ou pneus. caminhões basculantes e retroescavadeira e pá mecânica de pneus.000 5 6 6 6 7 2.78 49.78 149. que corresponde ao custo de oportunidade do capital. a expressão anterior assume a seguinte forma: p = Vo x i [1 + (1 ÷ (1 + i)n . Multiplicando-se a expressão anterior por 100.333 2. escavadeira Serra circular Conjunto de britagem Tanque pré-aquecedor Vassoura mecânica e grade de discos Distribuidor de asfalto Acabadora de asfalto Rolo pé-de-carneiro.24 120.666 1. usina de asfalto. multiplicada pelo valor de aquisição do equipamento resulta exatamente no valor de depreciação e juros.00 15.

Assim.01319 0. para fins de previsão. câmaras de ar. pick. parafusos. trabalhando em condições médias. EM (%) CONDIÇÕES DE SERVIÇO EQUIPAMENTOS Leve Média Pesada Perfuratriz manual 0. gerador. escavadeira 0. conforme tabela anterior. a percentagem de depreciação e juros.01319. rolo de pneus pressão variável. DJ = 35. etc. peças e acessórios de reposição.01874 Distribuidor de asfalto 0.01027 Conjunto de britagem 0. dumper.01577 Compressor de ar. temos: 84 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.00984 Vassoura mecânica e grade de discos 0.01722 Caminhão tanque ou de carroceria fixa. h = horas trabalhadas por ano. trator de pneus. organizou-se a tabela a seguir onde se obtém. uma pick-up. limpeza. • reapertos. Custo horário de depreciação/juros (DJ) = valor aquisição x (% da tabela ÷ 100).01530 Tanque pré-aquecedor 0. carregadeira de esteira e pneus. cantos. esteiras. rodas motrizes e demais peças de desgaste efetivo durante a operação. k = coeficiente de proporcionalidade.02103 Betoneira 0. usina de solo 0. Sabendo-se que o valor de aquisição é igual a R$ 35. rolo liso vibratório e rolo liso 0. pintura. o custo horário de manutenção dos equipamentos deve ser obtido através da seguinte expressão: Manutenção (M) = [Vo ÷ (n x h)] x k.Baseado na metodologia indicada anteriormente e na vida útil apresentada..01071 Pela tabela de depreciação e juros o percentual expresso em função do valor de aquisição é 0.01802 Tratores de esteira.000.02010 Vibrador de imersão 0.02523 Bomba mecânica 0. gastos de oficina e mão-de-obra . n = vida útil em anos.01148 Serra circular 0.62 MANUTENÇÃO Manutenção engloba todos os gastos referentes a: reparos de pequena ou grande monta. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 85 . regulagem. com seus respectivos encargos sociais. as reservas destinadas à manutenção com o valor de aquisição do equipamento. lâminas.01249 Rolo pé-de-carneiro. diretamente. correias. • pneus.01378 Distribuidor e espalhador de agregados 0. por exemplo. usina de asfalto.000. de acordo com a tabela a seguir: EXEMPLO DO CÁLCULO DA DEPRECIAÇÃO E JUROS POR HORA Considere-se.01319 ÷ 100) DJ = R$ 4. para todas as classes de equipamentos enumerados anteriormente: TABELA DE DEPRECIAÇÃO E JUROS POR HORA EXPRESSA COMO UM PERCENTUAL DO VALOR DE AQUISIÇÃO DO EQUIPAMENTO. conforme tabela anteriormente apresentada. motoniveladora.01148 0. sem material rodante. • Para quantificar os gastos de manutenção dos equipamentos é adotado o método de vincular. moto-escavo transportador. incluindo materiais.00 x (0. onde: Vo = valor de aquisição do equipamento. ou seja. retroescavadeira e pá mecânica de pneus.01499 Acabadora de asfalto 0.up e veículo de passeio 0. caminhões basculantes. lavagem .00.

... vibrador de imersão. 0. baseado em consumos médios horários de combustível e lubrificantes.. • o preço do óleo lubrificante é igual aproximadamente a 6 vezes o do óleo diesel e 5 vezes o da gasolina. 0. caminhão tanque..50 CUSTO DE OPERAÇÃO MATERIAIS Fazem parte desta parcela os custos referentes aos seguintes materiais: combustíveis óleo lubrificante de carter • óleos lubrificantes para sistema hidráulico....... que esta proporção se mantenha constante... escavadeira..150 óleos lubrificantes .. • EXEMPLO DO CÁLCULO DO CUSTO DE MANUTENÇÃO Considerando-se uma pick-up ......00 n = 5 anos h = 2.90 0..00 ÷ (5 x 2.80 = R$ 2.. com 92 HP de potência.80 Por outro lado..50 0.. 0. considerar em separado o custo de reposição das mandíbulas Trator de esteira........ moto-escavo-transportador e retroescavdeira e pá mecânica Motoniveladora..80 M = R$ 2........ tem-se: Vo = R$ 35.80 M = [Vo ÷ (n x h)] x k.. grade de discos... 0..90 1.....00 0. • a despesa horária com filtros corresponde a 50% do valor total dos óleos lubrificantes consumidos por hora...TABELA DE COEFICIENTES DE PROPORCIONALIDADE EQUIPAMENTOS Caminhão basculante.......... inclusive..... pá carregadeira..001 Paulo Roberto Vilela Dias litros litros litros litros por por por por HP HP HP HP 87 86 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva... vassoura mecânica e tanque pré-aquecedor Perfuratriz manual. admitindo-se.... dumper Usina e distribuidor de asfalto e usina de solo Acabadora de asfalto e rolos compactadores auto-propulsores Conjunto de britagem. transmissão e comandos finais • graxa • filtros para combustíveis e lubrificantes • • A quantificação dos gastos com os materiais de operação será feita a partir das seguintes hipóteses: preço médio único para todos os óleos lubrificantes utilizados pelos equipamentos. fornecidos por ábacos e tabelas... caminhão de carroceria fixa e cavalo mecânico e pick up Compressor de ar Distribuidor e espalhador de agregados..90 0.. ou aplicando-se os valores conhecidos.000 horas k = 0. trator de pneus.000)] x 0.80 0. temos: M = [35...002 graxa ..00 0. no caso de motores a diesel. são encontrados os seguintes resultados por HP na barra de direção e por hora: a) Para motores a óleo diesel óleo diesel .. • o preço unitário da graxa equivale ao dobro do de óleo lubrificante.002 filtro ... bomba centrífuga. serra circular e gerador Rolos compressores rebocáveis e veículo de passeio K 1.... betoneira. Empresas e Profissionais .000...000.80 0......50 0.....

....150 óleos lubrificantes ... 0.................................... Ou traduzindo-se em fórmula: Custo horário de material (MAT) = 0... Ou traduzindo-se em fórmula: Custo horário de material (MAT) = 0...225 litros por HP óleo lubrificante .010 0....... 0.....Tomando-se o preço do litro de óleo diesel como parâmetro e operando-se com base nas premissas.. 0................012 0............. 0.001 x 10 Total 0...300 litros por HP óleo lubrificante ............... 0.... que deve ser adotado.......... 0.................300 0.002 x 3 graxa ........ 0... no caso de equipamentos a gasolina: multiplica-se o fator 0...326 pela potência do veículo em HP e este produto pelo preço do litro do álcool.......002 litros por HP graxa . 0......326 O que justifica o critério seguinte......245 O que justifica o seguinte critério..225 óleo lubrificante .. para a determinação do custo horário de materiais de operação.001 litros por HP Tomando-se o preço do álcool como parâmetro e operando-se com base nas premissas de que o preço do álcool é sete vezes menor que o do óleo lubrificante e doze vezes menor que o da graxa............18 x HP x preço de 1 litro de óleo diesel b) Para motores à gasolina gasolina ..... 0........ 0....326 x HP x preço de 1 litro de álcool 88 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. antes estabelecidas..... 0.. para a determinação do custo horário de materiais de operação..002 x 7 graxa ... tem-se: álcool .....18 pela potência da máquina em HP e este produto pelo preço do litro do óleo diesel......002 x 6 filtros ... Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 89 ..... no caso de equipamentos a álcool: multiplica-se o fator 0......... no caso de equipamentos a óleo diesel: multiplica-se o fator 0...... 0.......... para a determinação do custo horário de materiais de operação............006 0.012 0..... tem-se: óleo diesel ....245 pela potência da máquina em HP e este produto pelo preço do litro da gasolina...300 óleo lubrificante .180 O que justifica o seguinte critério. 0......... sendo que o preço da gasolina é cinco vezes menor que o do óleo lubrificante e dez vezes menor do que a graxa............002 x 5 graxa .....014 0..001 x 12 Total 0..... tem-se: gasolina ....... que deve ser adotado..........010 0....................245 x HP x preço de 1 litro de gasolina c) Para motores à álcool álcool ....... 0.150 0..... 0.... ou pela seguinte expressão: Custo horário de material (MAT) = 0.............001 x 12 Total 0.............. 0...............225 0........012 0. que deve ser adotado.001 litros por HP Tomando-se o preço da gasolina como parâmetro e operando-se com base nas premissas antes estabelecidas..002 litros por HP graxa ....

assim temos: MO = R$ 4. 90 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. à óleo diesel. a quantidade de curvas fechadas. onde são consideradas muitas variáveis de difícil obtenção.35 CI = 4.35 pôr hora.62 + 2. incluindo-se. condições da superfície de rolamento. o apresentado no Manual de Operações do DNER.02 EXEMPLO PRÁTICO DE CÁLCULO DO CUSTO DE OPERAÇÃO Admitindo-se a mesma pick-up.35 = R$ 8.18 x HP x preço do litro do óleo diesel MAT = 0. Podem ser adotadas diversas sistemáticas de cálculo do custo por km. Este processo é bastante sofisticado. É mais adotado para os veículos de passageiros ou de carga leves (pick-up.80 + 13. entretanto. kombi. tais como. devese adotar a mesma sistemática apresentada no Capítulo 3. também. etc. as leis sociais. não são adotados nos casos das máquinas pesadas. etc. No âmbito desta publicação.62 + 4. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 91 . sendo o preço do litro deste igual a R$ 0.35 = R$ 25. temos o seguinte valor para o custo horário da pick-up marca FORD acima citada: CUSTO PRODUTIVO = CP = DJ + M + MAT + MO CUSTO IMPRODUTIVO = CI = DJ + MO Os motores elétricos poderão ter sua potência expressa em termos de quilowatt (KW).). em certos casos é utilizado para o transporte por caminhões.25 + 4.d) Para motores elétricos Assim sendo. conforme descrito a seguir: 7. com potência de 92 HP. porém. servindo de modo mais eficaz em estudos de viabilidade de projetos rodoviários.1 Método de cálculo do custo por km O custo por km é normalmente aplicado para veículos de transporte de carga de qualquer porte e passageiros.80. temos: MAT = 0. entre eles.97 7. anteriormente citada.3. principalmente nos custos indiretos. O consumo horário em termos de KW será numericamente igual a potência. anteriormente citada. inclusive automóveis de passeio. Os profissionais incorporados ao custo da mão-de-obra de operação não devem ser cobrados em outros itens do orçamento da obra. inclinação de rampas.80 MAT = R$ 13.18 x 92 x 0. EXEMPLO PRÁTICO DE CÁLCULO DO CUSTO DE OPERAÇÃO Admitindo-se a mesma pick-up marca FORD. considerando-se as leis sociais (85%).25 MÃO-DE-OBRA Para fins de determinação do custo da mão-de-obra de operação. referente a pessoal. sabendo-se que o motorista percebe R$ 4.3 Custo do transporte por quilômetro rodado Em alguns casos há a necessidade de se considerar no orçamento determinado veículo rodando uma quantidade conhecida ou aproximada de quilômetros por mês. é mais adequado considerar-se uma metodologia simplificada para composição do custo por quilômetro. Donde simplificando-se tem-se: Custo horário material (MAT) = KW x preço de 1 KW/h Industrial CP = 4.

podendo ser adotada a tabela apresentada a seguir. foi confeccionado o formulário correspondente que está apresentado apenso ao final do texto explicativo. 7.Vp) ÷ 100. adiante determinado Vu = vida útil do veículo. DEPRECIAÇÃO POR QUILÔMETRO A fórmula que aconselhamos é a seguinte: D = (Va . marca.1 Instruções para preenchimento do formulário de cálculo do custo por km DESCRIÇÃO Trata-se da descrição do veículo a ser adotado.3. a metodologia empregada é descrita através de instruções para preenchimento do formulário. adotar 40% de Va Vp = valor dos pneus. CÓDIGO Será adotada qualquer codificação existente na empresa ou aquela que atenda ao órgão público origem do orçamento. A fórmula anterior pode ser reduzida à seguinte: D = (0. tipo e eventualmente alguma outra característica adicional que sirva para identificar melhor o veículo. ou seja.6Va . que deve ser controlada pela administração: TABELA DE QUILOMETRAGEM MÉDIA PERCORRIDA POR MÊS VEÍCULO GOL 1000 gasolina SAVEIRO gasolina Pick-up gasolina Caminhão 2 eixos Caminhão 3 eixos Cavalo Mecânico KMM 3000 3000 3000 3500 3500 3500 COMBUSTÍVEL É o resultado da divisão do preço de um litro de combustível pelo consumo de combustível conhecido para o veículo.Para maior simplicidade no entendimento do método de cálculo. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 93 . onde: D = depreciação por quilômetro Va = valor de aquisição do veículo Vr = valor residual. pode-se adotar o valor de 100. este custo está incluído em item próprio.000 JUROS DE CAPITAL J = (Va x i) ÷ (KMM x 12).000 km ou 5 (cinco) anos. C = (preço de um litro de combustível) ÷ (consumo por litro) 92 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.Vp) ÷ Vu. a construtora deverá aplicar a quilometragem mais próxima da realidade de suas obras ou serviços.1. Preferencialmente. onde: J = Juros Va = valor de aquisição do veículo i = taxa anual de juros (pode-se adotar 12% ou qualquer outra que efetivamente esteja sendo praticada pela construtora) KMM = quilometragem média percorrida por mês.Vr . podendo ser adotada a tabela apresentada a seguir. Para sua melhor compreensão.

000 3 / 5.0 / 60.000 34.5 2.5 TABELA DE CAPACIDADE DE CÂMBIO VEÍCULO GOL 1000 gasolina SAVEIRO gasolina Pick-up gasolina Caminhão 2 eixos Caminhão 3 eixos Cavalo Mecânico litros / vida útil 0/0 0/0 4. LIC = (preço do IPVA + seguro obrigatório) ÷ (KMM x 12) SEGURO TOTAL É obtido pelo resultado da divisão do preço do prêmio do SEGURO TOTAL ANUAL cobrado pelo mercado segurador dividido por 12 meses multiplicado pela quilometragem média percorrida por mês.000 LICENCIAMENTO E SEGURO OBRIGATÓRIO É obtido pelo resultado do valor efetivo do licenciamento anual do veículo. atualmente corresponde a taxa denominada IPVA (cada Estado determina o valor a ser pago) mais o SEGURO OBRIGATÓRIO ANUAL dividido por 12 meses multiplicado pela quilometragem média percorrida por mês.000 8.0 / 60. da capacidade do tanque e da periodicidade de troca. Pode-se adotar a tabela de periodicidade de lavagem a seguir. podendo-se adotar a tabela apresentada adiante.000 16.5 / 10.5 / 30. função do preço do óleo.TABELA DE CONSUMO POR LITRO VEÍCULO GOL 1000 gasolina SAVEIRO gasolina Pick-up gasolina Caminhão 2 eixos Caminhão 3 eixos Cavalo Mecânico km/l 11 9 8 5 3.8 / 10.000 12.2 / 60.0 / 10. OD = (capacidade tanque x preço de 1 litro de óleo) ÷ (vida útil por troca) 94 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.000 ÓLEO DO CÁRTER Corresponde a aplicação da fórmula apresentada a seguir.000 23. Empresas e Profissionais . LAV = preço de uma lavagem x quantidade por KMM (ou por mês) Paulo Roberto Vilela Dias 95 ÓLEO DO CÂMBIO E DO DIFERENCIAL Corresponde à aplicação da fórmula a seguir. podendo ser adotada a tabela de capacidade do cárter e vida útil do mesmo apresentada a seguir: OC = (litros cárter x preço de 1 litro de óleo) ÷ (vida útil por troca) TABELA DE CAPACIDADE DE CARTER VEÍCULO GOL 1000 gasolina SAVEIRO gasolina Pick-up gasolina Caminhão 2 eixos Caminhão 3 eixos Cavalo Mecânico litros/vida útil 3 / 5.000 7 / 7. ST = (preço do prêmio do seguro total) ÷ (KMM x 12) LUBRIFICAÇÃO E LAVAGEM É obtido pelo resultado da divisão do preço de uma lavagem do veículo pela periodicidade da mesma.000 21.

5 1.0000033 0. etc. limpeza. correias e demais peças de desgaste efetivo durante a operação. MAN = Va x k PNEUS Corresponde à aplicação da fórmula.000 K 0. adotando-se desta forma.000 6 / 80. • Pode-se adotar para custo da manutenção o coeficiente apresentado na tabela de coeficientes de manutenção a seguir. com respectivos encargos sociais.0000048 0. • pneus. Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.0000055 0.000 4 / 45. cantos. e consiste da aplicação da seguinte fórmula: AM = (preço do conjunto de amortecedores) ÷ (vida útil) MANUTENÇÃO Sob este título estão relacionados todos os gastos referentes a: • Podendo ser adotada a tabela de vida útil a seguir apresentada: reparos de pequena e grande monta.5 reapertos.000 6 / 85. onde se pode considerar o número de pneus por veículo e a vida média dos pneus. parafusos.000 10 / 70.0000036 0.000 4 / 40.5 1.TABELA DE PERIODICIDADE DE LAVAGEM VEÍCULO GOL 1000 gasolina SAVEIRO gasolina Pick-up gasolina Caminhão 2 eixos Caminhão 3 eixos Cavalo Mecânico quantidade por KMM 1 1 1 1. como abaixo: PN = (quantidade de pneus x preço de cada pneu) ÷ (vida útil por jogo de pneus) TABELA DOS COEFICIENTES DE MANUTENÇÃO (K) VEÍCULO GOL 1000 gasolina SAVEIRO gasolina Pick-up gasolina Caminhão 2 eixos Caminhão 3 eixos Cavalo Mecânico quantidade/km rodados 4 / 45.0000018 TABELA DE CONSUMO DE PNEUS VEÍCULO GOL 1000 gasolina SAVEIRO gasolina Pick-up gasolina Caminhão 2 eixos Caminhão 3 eixos Cavalo Mecânico TROCA DE AMORTECEDORES Corresponde a necessidade dos veículos de efetuarem periodicamente a troca dos amortecedores e peças afins. gastos de oficina e mão de obra. regulagem. o custo em função do valor de aquisição. peças. acessórios de reposição. câmaras de ar. pintura. incluindo materiais.0000025 0. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 97 96 .

000 40. MOT = (salário do motorista x encargos sociais) ÷ (KMM) CUSTO POR KM O custo por km corresponde a soma de todas as parcelas anteriormente expostas e pode ser resumida na seguinte expressão: CUSTO POR KM = D + J + C + OC + OD + LIC + ST + LAV + PN + MAN + AM + MOT 7. CÓDIGO Será adotada qualquer codificação existente na empresa ou aquela que atenda ao órgão público origem do orçamento. ou seja. pode-se adotar o valor de 100.4.TABELA DE VIDA ÚTIL DOS AMORTECEDORES (AM) VEÍCULO GOL 1000 gasolina SAVEIRO gasolina Pick-up gasolina Caminhão 2 eixos Caminhão 3 eixos Cavalo Mecânico vida útil em km 50.000 A metodologia descrita é bastante semelhante à apresentada para o cálculo do custo por km exigindo. da mesma forma que para o custo por km. Instruções para preenchimento do formulário de cálculo do custo por mês DESCRIÇÃO Trata-se da descrição do veículo a ser adotado. é normalmente aplicado para veículos de transporte de carga de qualquer porte e passageiros. este custo está incluído em item próprio adiante determinado Vu = vida útil do veículo. podendo ser adotada a mesma tabela empregada para a DEPRECIAÇÃO. DEPRECIAÇÃO POR MÊS A fórmula que aconselhamos é a seguinte: D = (Va . Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 99 . tipo e eventualmente alguma outra característica adicional que sirva para identificar melhor o veículo.Vr . inclusive automóveis de passeio.000 50. 98 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. onde: D = depreciação por mês Va = valor de aquisição do veículo Vr = valor residual. Para maior simplicidade no entendimento do método de cálculo foi confeccionado o formulário correspondente que está apresentado apenso ao final do texto explicativo.Vp) ÷ (5 x 12) MOTORISTA Corresponde ao salário do motorista acrescido de encargos sociais dividido pela quilometragem média mensal. porém. apenas a conversão de unidade de algumas características adotadas.1.60 x Va .Vp) ÷ (Vu). 7. não são adotados nos casos das máquinas pesadas.000 km ou 5 (cinco) anos A fórmula anterior pode ser reduzida à seguinte: D = (0. marca. adotar 40% de Va Vp = valor dos pneus.4 MÉTODO DE CÁLCULO DO CUSTO DO TRANSPORTE POR MÊS O custo de transporte por mês.

JUROS DE CAPITAL J = (Va x i) ÷ 12. PN = [(quantidade de pneus x preço de cada pneu) ÷ (vida útil)] x KMM Paulo Roberto Vilela Dias 101 . OD = (capacidade do tanque x preço do óleo x KMM) ÷ (vida útil por troca) 100 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. Pode-se adotar a tabela de periodicidade de lavagem apresentada para o caso do custo por km. LIC = (preço do IPVA + seguro obrigatório) ÷ 12 SEGURO TOTAL É obtido pelo resultado da divisão do preço do SEGURO TOTAL cobrado pelo mercado segurador dividido por 12 meses. aplicando-se a fórmula a seguir : LAV = preço de uma lavagem x quantidade por KMM PNEUS Corresponde a aplicação da fórmula a seguir. podendo ser adotadas as tabelas sugeridas para o custo por km. OC = (litros do cárter x preço de 1 litro de óleo x KMM) ÷ (vida útil por troca) ÓLEO DO CÂMBIO E DO DIFERENCIAL Corresponde a aplicação da fórmula a seguir. onde: J = Juros Va = valor de aquisição do veículo i = taxa anual de juros. função do preço do óleo da capacidade do tanque e da periodicidade de troca. ST = preço do seguro total ÷ 12 LUBRIFICAÇÃO E LAVAGEM É obtido pelo produto do preço de uma lavagem do veículo pela periodicidade da mesma em função da quilometragem média percorrida por mês. podendo ser adotadas as mesmas tabelas apresentadas para estes itens nas instruções do cálculo por km. podendo-se considerar o número de pneus por veículo e a vida média dos pneus e de quilometragem média mensal as apresentadas nas tabelas do cálculo do custo por km. podendo ser adotadas as tabelas de capacidade de cárter e de quilômetros rodados (KMM) apresentadas para o cálculo do custo por km. Empresas e Profissionais LICENCIAMENTO E SEGURO OBRIGATÓRIO É obtido pelo resultado do valor efetivo do licenciamento. pode-se adotar 12% ou qualquer outra selecionada pela empresa 12 = número de mêses por ano COMBUSTÍVEL É o resultado da divisão do preço de um litro de combustível pelo consumo de combustível multiplicado pela quilometragem média percorrida por mês. C = [(preço de um litro de combustível) ÷ (consumo por litro)] x KMM ÓLEO DO CÁRTER Corresponde a aplicação da fórmula adiante apresentada. atualmente corresponde a taxa denominada IPVA mais o SEGURO OBRIGATÓRIO dividido por 12 meses.

devendo ser adotada a mesma tabela de mão de obra empregada para pessoal da empresa.Vp) ÷ (Vu).5. MAN = Va x k x KMM TROCA DE AMORTECEDORES Corresponde a necessidade dos veículos de efetuarem periodicamente a troca dos amortecedores e peças afins. conforme a tabela de DEPRECIAÇÃO. amortecedores (AM) = (preço do conjunto de amortecedores) ÷ (vida útil). MOTORISTA Uma vez que estamos calculando o custo mensal. combustível (C) = (preço de um litro de combustível) ÷ (consumo por litro) e manutenção (MAN) = Va x k. óleo de câmbio (OD) = (capacidade do tanque x preço do óleo) ÷ (vida útil por troca). consideramos as variáveis divididas conforme abaixo descritas: a) variável é função da distância de transporte óleo lubrificante (OC) = (litros do cárter x preço de 1 litro de óleo) ÷ (vida útil por troca). por km ou por mês.Vr . em dois grupos distintos.MANUTENÇÃO Adotando-se a mesma sistemática apresentada para o custo por km e multiplicando-se pela quilometragem média rodada mensal. pneus (PN) = (quantidade de pneus x preço de cada pneu) ÷ (vida útil). 102 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. FÓRMULA DE CÁLCULO DO CUSTO DO TRANSPORTE POR QUILÔMETRO RODADO OU POR MÊS Podemos dividir as variáveis que constituem o custo do transporte. o custo por mês representa a soma das seguintes parcelas: 7. isto é: • • a variável é função da distância de transporte e a variável é independente da distância de transporte Assim. MOT = salário do motorista x encargos sociais CUSTO POR MÊS Assim sendo. anteriormente citadas. b) CUSTO POR MÊS = D + J + C + OC + OD + LIC + ST + LAV + PN + MAN + AM + MOT variável é independente da distância de transporte depreciação (D) = D = (Va . Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 103 . encontra-se o custo de MANUTENÇÃO. e consiste da aplicação da seguinte fórmula: AM = [(preço do conjunto de amortecedores) ÷ (vida útil)] x KMM Podendo ser adotadas as mesmas tabelas de vida útil e quilometragem média mensal apresentadas para o custo por km. corresponde ao salário do motorista acrescido de encargos sociais.

19 VEÍCULOS DE PASSEIO E DE CARGA 16.86 0.88 20.35 7.97 17.13 41.23 32. onde temos: Caminhão carroceria fixa 10T B = D + J + LIC + LAV + ST + MOT Caminhão basculante 12m³ MOTOCICLETA 125 HP DESCRIÇÃO PICK UP diesel GOL 1.77 x .000.00 35.000 2.40 3. licenciamento (LIC) = (preço do IPVA + seguro obrigatório) ÷ 12.97 1.00 2.000 5 92 54.52 16. Desta forma.28 4.35 4.11 4. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias CÓDIGO OBRA Corsa 1.00 23.126. teremos as variáveis A e B com as seguintes fórmulas: 2.37 11.50 16.25 35.60 0.35 4.00 2.80 2.000 custo do transporte parcela do custo de transporte função da distância de transporte distância de transporte parcela do custo de transporte independente da distância de transporte 0.6 com ar No quadro ANEXO 6 apresentamos o exemplo do cálculo do custo através da fórmula.00 19.61 7.50 7.25 Valor de Deprecia Manuten ção e Aquisição ção Juros (R$) 12.200.126.64 49. podemos admitir a seguinte fórmula para cálculo do transporte por km ou por mês: Por mês: Por km: y A x B = = = = y = Ax + B y = A + (B ÷ x) .57 1.000.6 com ar KOMBI 95 A = OC + OD + PN + AM + C + MAN Potência (HP) 6 5 Assim.000 2.000 2.62 2.00 22.000.88 1. 4.74 2.00 Vida Útil Horas (em por ano anos) 2.00 3.02 43.35 4.220x + R$ 1.35 4.99 20.06 2.09 6.200.46 4.800.000 126.000.35 4.77 y = 0.41 DATA : M.500. onde: ANEXO 1 Custo Horário de Utilização de Equipamentos (Veículos de Passeio e de Carga) Produtivo 31. seguro total (ST) = preço do seguro total ÷ 12 e motorista (MOT) = salário do motorista x encargos sociais.000 111.45 CUSTO HORÁRIO 45.62 12.97 6.67 4.O.26 13.80 0.0 125 145 145 55 80 53 PICK UP SAVEIRO GOL 1000 Custo por mês: Custo por km: y = 0.juros (J) = J = (Va x i) ÷ 12.35 23.220 + R$ 1.35 CUSTO HORÁRIO DE UTILIZAÇÃO DE EQUIPAMENTOS jan-02 Improdutivo 20.35 40.96 7.800.32 105 .00 2.26 3.29 25. lavagem (LAV) = preço de uma lavagem x quantidade por KMM.35 OPERAÇÃO Material 24.32 25.000 5 5 5 5 5 5 92.37 50. onde: x = distância de transporte 104 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.85 8.90 4.000 2.

VP ) / 100.000 1 5 11 3 0 5.PEÇAS E MANUTENÇÃO MOTORISTA CUSTO POR MÊS SEM MOTORISTA COM MOTORISTA 1.075 0.VP ) / 12 * 5 J = ( VA .00 1.000 0.000.49 0.00 60.00 40.00 450.00 450.00 1.200.91 9.000 0 45.60 * VA .00 226.VP * i ) / 12 * KMM L = ( IPVA + SEG.000 CÁLCULO DO CUSTO POR KM DE VEÍCULOS Veículo : GOL 1000 i DATA : jan/02 DATA : DO VEÍCULO jan/02 DADOS ELEMENTARES DO VEÍCULO DADOS BÁSICOS QUANTIDADE VIDA ÚTIL 3.00 1.212.80 5.80 106 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.180 0.00 40.80 5.00 85% 50.0000048 500.052 0.00 1.00 QUANTIDADE VIDA ÚTIL 3.013 0.OBRIG.200.00 0.00 490.ANEXO 2 Cálculo do Custo por Mês de Veículos (GOL 1000 i) ANEXO 3 Cálculo do Custo por Km de Veículos (GOL 1000 i) CÁLCULO DO CUSTO POR MÊS DE VEÍCULOS Veículo : GOL 1000 i DADOS ELEMENTARES PREÇO ( R$ ) 16.093 0.00 740.60 * VA .000 DADOS BÁSICOS PREÇO ( R$ ) 16.50 0.00 DEPRECIAÇÃO JUROS LICENCIAMENTO SEGURO TOTAL COMBUSTÍVEL CÁLCULO DO CUSTO POR KM 0.021 0. ) / 12 ST = SEGURO ANUAL / 12 OD =( Preço Combustível / consumo ) * KMM OL = ((Preço óleo*Quant.287.000 0 45.00 20.00 27.) / Vida Útil ) * KMM LL = Preço Lavagem * Quantidade P = ((Preço Pneu*Quant.00 12 740.67 100.00 60.000 Quilometragem Média Mensal Valor de aquisição ( VA ) Taxa de Juros ( i ) % IPVA e Seguro Obrigatório Lavagem e Lubrificação Pneus Combustível Óleo Lubrificante Óleo do Câmbio Seguro Total Anual Jogo de Amortecedores Coeficiente de Manutenção Motorista Quilometragem Média Mensal Valor de aquisição ( VA ) Taxa de Juros ( i ) % IPVA e Seguro Obrigatório Lavagem e Lubrificação Pneus Combustível Óleo Lubrificante Óleo do Câmbio Seguro Total Anual Jogo de Amortecedores Coeficiente de Manutenção Motorista 500.00 12 1 5 10 3 0 5.000 50.) / Vida Útil ) * KMM AM =(Preço Amortecedores / Vida Útil ) * KMM M = ( VA .000 0. ) / Vida Útil ) * KMM OC = ((Preço óleo*Quant.000 J = ( VA . ) / (12*KMM) ST = SEGURO ANUAL / (12*KMM) OD = Preço Combustível / consumo OL = ( Preço óleo*Quantidade ) / Vida Útil OC = ( Preço óleo*Quantidade ) / Vida Útil LL = ( Preço Lavagem * Quantidade ) / KMM P = ( Preço Pneu*Quantidade ) / Vida Útil AM = Preço Jogo Amortecedores / Vida Útil M = VA * K MOT = ( SALÁRIO * LEIS SOCIAIS ) / KMM ÓLEO LUBRIFICANTE ÓLEO DO CÂMBIO LAVAGEM E LUBRIFICAÇÃO PNEUS AMORTECEDORES OFICINA. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 107 .033 0.009 0.00 157.003 0.08 925.00 61.0000048 85% CÁLCULO DEPRECIAÇÃO JUROS LICENCIAMENTO SEGURO TOTAL COMBUSTÍVEL ÓLEO LUBRIFICANTE ÓLEO DO CÂMBIO LAVAGEM E LUBRIFICAÇÃO PNEUS AMORTECEDORES OFICINA.00 40.56 2.VP * K ) * KMM MOT = SALÁRIO * LEIS SOCIAIS D = ( 0.50 0.007 0.000.PEÇAS E MANUTENÇÃO MOTORISTA DO CUSTO POR MÊS 155.56 CUSTO POR KM SEM MOTORISTA COM MOTORISTA 0.308 D = ( 0.90 0.VP * i ) / 12 L = ( IPVA + SEG.OBRIG.

00 92.00 40.50 249. ) / Vida Útil ) x KMM OC = ((Preço óleo x Quant.500 Quilometragem Média Mensal Valor de aquisição ( VA ) Taxa de Juros ( i ) % IPVA e Seguro Obrigatório Lavagem e Lubrificação Pneus Combustível Óleo Lubrificante Óleo do Câmbio Seguro Total Anual Jogo de Amortecedores Coeficiente de Manutenção Motorista dj x PREÇO DO VEÍCULO / 100 dj = 0.796.00 1.75 x VA .5 MAN = ( R$22.13 0.83 CUSTO POR MÊS COM MOTORISTA 108 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.80 D = ( 0.871.35 R$1. ) / 12 ST = SEGURO ANUAL / 12 OD =( Preço Combustível / consumo ) x KMM OL = ((Preço óleo x Quant.VP ) x i ) / 12 L = ( IPVA + SEG.86 11.500.) / Vida Útil ) x KMM 0.34 R$2.6 com ar condicionado DADOS ELEMENTARES PREÇO ( R$ ) 25.32 R$4.90 SALÁRIO x ENCARGOS SOCIAIS ( Tabela 3 ) LL = Preço Lavagem x Quantidade P = ((Preço Pneu x Quant.0000048 500 85% 40.6 PREÇO DO VEÍCULO : CHUE ( PRODUTIVO ) CHUE ( IMPRODUTIVO ) DJ = = = CÁLCULO DO CUSTO POR MÊS DE VEÍCULOS Veículo : GOL 1.97 + R$7.80 5.01319 x 0.500 0 35.ANEXO 4 Cálculo do Custo por Mês de Veículos (GOL 1.OBRIG.00 DJ = MAN = R$2.33 100.108.00 / ( 2000 x 5)) x 0.00 0.97 + R$50. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 109 .500.13 298.83 2.90 + R$4.500.VP ) x K ) x KMM MOT = SALÁRIO x LEIS SOCIAIS SEM MOTORISTA 1.00 60.00 40.50 0.200.) / Vida Útil ) x KMM AM =(Preço Amortecedores / Vida Útil ) x KMM MO = R$4.00 12 1.13 + R$41.79 0.35 CUSTO HORÁRIO ( PRODUTIVO ) = CUSTO HORÁRIO ( PRODUTIVO ) = CUSTO HORÁRIO ( IMPRODUTIVO ) = CUSTO HORÁRIO ( IMPRODUTIVO ) = M = ( ( VA .00 21.6) CÁLCULO DO CUSTO HORÁRIO DE UM CORSA 1.000 1 5 7 3 0 3.80 925.00 MAT = R$1.PEÇAS E MANUTENÇÃO MOTORISTA DO CUSTO POR MÊS 387.VP ) / 48 J = ( ( VA .000 DJ = DATA : DO VEÍCULO jan/02 R$22.43 28.35 R$2.200.80 MAT = MO = R$41.00 642.01319 R$22.00 450.245 x 95 x 1.00 1.00 DJ + MAN + MAT + MO DJ + MAN + MAT + MO DADOS BÁSICOS QUANTIDADE VIDA ÚTIL 2.97 ( PREÇO DO VEÍCULO / h x n ) x K h = n = K = 2000 5 0.5 MAN = MAT = R$1.245 x HP x PREÇO 1 LITRO GASOLINA HP = 95 PREÇO DO LITRO DE GASOLINA = CÁLCULO DEPRECIAÇÃO JUROS LICENCIAMENTO SEGURO TOTAL COMBUSTÍVEL ÓLEO LUBRIFICANTE ÓLEO DO CÂMBIO LAVAGEM E LUBRIFICAÇÃO PNEUS AMORTECEDORES OFICINA.6 com ar-condicionado) ANEXO 5 Cálculo do Custo Horário (CORSA 1.

007 0.00 5 3.00 350.U. O. emolumentos e taxas.130 0. impostos. encargos sociais.U.ANEXO 6 Cálculo do Custo por Mês e por Km (GOL 1000) GOL 1000 ENTRADA DE DADOS QULOMETRAGEM MÉDIA MENSAL VA VALOR DE AQUISIÇÃO I TAXA DE JUROS IPVA IPVA E SEGURO OBRIGATÓRIO LAVAGEM LAVAGEM E LUBRIFICAÇÃO PNEU PNEU D COMBUSTÍVEL OL ÓLEO LUBRIFICANTE OC ÓLEO DO CÂMBIO SEGURO SEGURO TOTAL AMORTEC TROCA DE AMORTECEDORES K COEFICIENTE DE MANUTENÇÃO CONSUMO CONSUMO DE COMBUSTÍVEL QUANT.000.0 MOTORISTA ( SALÁRIO X ENCARGOS SOCIAIS ) SEGURO TOTAL ST = ( SEGURO ) / 12 O intuito deste capítulo é demonstrar o elevado custo tributário de serviços de engenharia consultiva.50 0. assim discriminados: • SUBTOTAL POR KM ( A ) 0.000 0. seguros e custo financeiro.00 0. Nossa intenção é apresentar em separado o custo de produção e as taxas e impostos.67 40. Os valores encontrados representam médias de mercado e o que não pode é o tema passar desapercebido pelo Engenheiro de Custos em vista de sua importância. x PNEU ) / VIDA ÚTIL AMORTEDORES ( PREÇO DO JOGO / VIDA ÚTIL ) COMBUSTÍVEL ( C / CONSUMO ) MANUTENÇÃO M = VA x K 0.CÂMBIO ) / VIDA ÚTIL PNEUS ( QUANT. e portanto. CAP.000.AMORTEC VIDA ÚTIL AMORTECEDORES V. envolvendo todos os materiais e todas as atividades necessárias ao processamento dos mesmos.LUBR.00 50.00 0.80 61.00 0. VIDA ÚTIL PNEU KM R$ % R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ L / KM UNID L L MÊS KM KM KM KM 8 3.80 152.00 12% 740.00 619.50 5.000 15. frete e impostos).PNEU.77 CÁLCULO DO CUSTO POR KM SUBTOTAL MENSAL ( B ) ÓLEO LUBRIFICANTE ( OL x CAPACIDADE ) / VIDA ÚTIL ÓLEO DE CÂMBIO ( OC x CAP.073 mão de obra (salários. benefícios e vale transporte).00 45. embalagem.00 1.U.00 619.003 0.000.00 1.126.0000048 10. O. O custo de serviços de consultoria é dividido nas seguintes parcelas: • • • • • • • 152. frete e impostos). Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias . impostos de importação e taxas alfandegárias (não serão considerados neste capítulo por serem específicos de poucas atividades).200.00 IMPOSTOS NOS SERVIÇOS DE CONSULTORIA CÁLCULO DO CUSTO MENSAL DEPRECIAÇÃO D = ( VA x 0.220 Custo de Produção – que são formados no desenvolvimento das atividades de produção dos produtos e/ou serviços.007 0. Entretanto.50 100. equipamentos (aquisição.280.CÂMBIO VIDA ÚTIL ÓLEO CÂMBIO V.00 40. VIDA ÚTIL ÓLEO LUBRIFICANTE V.00 60. lembramos que tratamos do assunto de forma sucinta. materiais (aquisição. 111 110 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. sua importância para o Engenheiro de Custos. CÂMBIO CAPACIDADE TANQUE DE ÓLEO CÂMBIO MOTORISTA MOTORISTA V. PNEUS QUANTIDADE DE PNEUS CAPACIDADE CAPACIDADE TANQUE DE ÓLEO LUBR.6 ) / ( 12 x 5 ) JUROS J = ( VA x i ) / 12 LICENCIAMENTO L = ( IPVA ) / 12 LAVAGEM LAV = LAVAGEM x 1.00 1. embalagem.U.30 4. O.

Os insumos de produção considerados.65 10. • Custos Tributários – são gastos realizados para atender às imposições legais dos seguintes tipos: Tributos – aquilo que se é obrigado a pagar.ICMS. o construtor não pode deixar de incluir nos seus custos de serviços e obras os demais custos tributários. (água. Contribuição Social sobre o Lucro Líquido . Como desejamos obter separadamente o custo de produção e dos Paulo Roberto Vilela Dias 113 c) 112 . Imposto – tributo devido ao Estado para o sustento das despesas públicas. esgoto.00 4. por ser de maior relevância. 5.00 100. legalização de terreno e imóveis e etc) Tarifa – valor fixado para o transporte de uma unidade de carga a uma certa distância.CSLL e outros. (registro de documentos. COFINS. energia e etc) Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. apenas. 6 e 7 deste livro. sondas.35 12. IMPOSTOS SOBRE O FATURAMENTO (Nota Fiscal) É necessário considerar em separado os Impostos sobre a Nota Fiscal. no valor dos mesmos. face sua aplicação (sobre o preço final do serviço) e sua relevância. PIS. Imposto de Circulação de Mercadorias e Serviços . (correio) e) Consideraremos. o item denominado de imposto no âmbito deste estudo.00 Estes custos estão tratados adequadamente nos Capítulos 3. Imposto sobre Serviços – ISS. a) b) • • • • • • • • • Imposto de Produtos Industrializados – IPI. Entre outros. Imposto de Renda Retido na Fonte – IRRF. Entretanto. microcomputadores e periféricos. em: DESCRIÇÃO MÃO DE OBRA EQUIPAMENTOS MATERIAIS IMPOSTOS S/ A NOTA FISCAL LUCRO TOTAL % 63. são os seguintes: Materiais – produtos acabados (papel para impressora ou plotter.00 10. • Equipamento – se incluem as ferramentas manuais. • d) Emolumento – Remuneração especial por ato praticado por servidor público. engenheiros. RATEIO DO CUSTO TOTAL DOS SERVIÇOS DE CONSULTORIA Aceitamos que o custo de serviços de consultoria de engenharia se divide. principalmente. que trabalham diretamente na execução do serviço (topógrafos. EQUIPAMENTOS e MATERIAIS. utensílios e máquinas estáticas ou móveis empregadas no serviço. pessoal técnico e administrativo e etc). cadistas. especializados ou não. material de escritório e etc). Contribuição Provisória sobre a Movimentação Financeira – CPMF. Taxa – tributo exigido pelo uso normal de serviços públicos. Empresas e Profissionais Resta calcular os percentuais de impostos a serem aplicados sobre a MÃO DE OBRA. 4. • Mão de Obra – incluem-se serviços de profissionais. mestre de obra. laboratoristas. equipamentos de topografia e laboratório.

não representa nenhum erro para o orçamento final. a carga tributária será sempre muito próxima do valor encontrado.8% de impostos.00% 46. entretanto. sobre a mão de obra.11% 1. Assim. estes são divididos em impostos (pagamentos ao governo) e salário indireto do profissional. de acordo com o que fizemos.34% do preço de venda do serviço. Consideramos que a mesma deva ser calculada sobre o preço de venda. É importante salientar.2 (Lucro Presumido) 1. IMPOSTOS SOBRE OS EQUIPAMENTOS E MATERIAIS Considerou-se os impostos sobre o valor de aquisição dos equipamentos e sobre os materiais utilizados nestes serviços. consideraremos em média.0 (Lucro Presumido) 11. os seguintes impostos: • CÁLCULO DA CARGA TRIBUTÁRIA SOBRE SERVIÇOS DE ENHENHARIA CONSULTIVA Podemos montar o quadro a seguir que demonstra que a carga tributária em serviços de engenharia consultiva de projetos na Cidade do Rio de Janeiro é de aproximadamente 45.23%. Portanto.35 12. seja qual for a metodologia e o grau de precisão adotado em estudo deste tipo. conforme planilha anexa.65% 0. Empresas e Profissionais 114 Paulo Roberto Vilela Dias 115 . encontramos 47.38 1.65 10 Percentual de impostos 47.69% 12.8 26 26 100 0 Impostos 30.23% • Impostos sobre a Circulação de Mercadorias e Serviços – ICMS. que é de âmbito estadual.49% Imposto sobre Produtos Industrializados – IPI. e deduzimos que os impostos sobre a nota fiscal somam aproximadamente 11. IMPOSTOS INCIDENTES SOBRE SERVIÇOS DA ENGENHARIA CONSULTIVA (PROJETOS NA CIDADE DO RIO DE JANEIRO) DESCRIÇÃO Mão de Obra Equipamentos Materiais Impostos sobre a Nota Fiscal Lucro Previsto TOTAL Participação no custo 63 4 10. dentro dos encargos sociais. pois. No Rio de janeiro e São Paulo corresponde nesta data a 18% para a grande maioria dos materiais envolvidos nos serviços selecionados neste estudo.04% 2.65 0. portanto varia de estado para estado.impostos. que é de origem federal e seu percentual varia de acordo com o produto e Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. conforme descrito a seguir: IMPOSTOS SOBRE O FATURAMENTO DESCRIÇÃO ISS COFINS PIS CPMF (*) I. RENDA CONTRIBUIÇÃO SOCIAL TOTAL % 5 (Valor de Projeto na Cidade do Rio de Janeiro) 3 0. os seguintes valores: IMPOSTOS SOBRE EQUIPAMENTOS E MATERIAIS DESCRIÇÃO IPI ICMS TOTAL % 8% 18% 26% (*) Pode-se discutir se a CPMF é calculada sobre o custo ou sobre o preço de venda dos serviços. IMPOSTOS SOBRE A MÃO DE OBRA Os impostos sobre a mão de obra são conhecidos como encargos sociais.

6 2.8 59.9 1.0 8.0 0. Para se determinar o preço unitário de venda deve-se multiplicar o custo unitário direto pelo fator multiplicador “K”.5 3.1 4. junto às empresas prestadoras de serviços e à própria experiência na elaboração de propostas de preços. O método ora apresentado pode ser adotado tanto para o cálculo do preço de venda de serviços pelas empresas. ou seja.0 17.0 0. equipamentos e serviços.IMPOSTOS INCIDENTES SOBRE A MÃO DE OBRA CÓDIGO DESCRIÇÃO Dados Básicos Para Cálculo dos Dias Efetivamente Trabalhados (para salário/hora): A B C D E F G Dias Por Ano Domingos Domingos de Férias Dias de Enfermidade Férias Feriados Resultado IAPAS SESI / SESC SENAI / SESC INCRA SEBRAE Salário Educação Seguro Contra AcidentesTrab. bem como. Portanto. Assim.4 1. como também.9 17.8 1. conclui-se que o melhor método a ser adotado é o do coeficiente multiplicador e de acordo com a fórmula apresentada adiante. Preço Unitário de Venda = Custo Unitário Direto x Paulo Roberto Vilela Dias K 117 116 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. por profissionais autônomos em trabalhos individuais ou mesmo quando estes agregam outros trabalhadores em seu serviço.D . Estes são considerados os custos diretos que necessariamente estão apresentados na planilha de quantidades da proposta de preço e podem ser divididos em pessoal.C) .9 0. exige o conhecimento e a definição de todos os insumos necessários a adequada execução do escopo do trabalho. entretanto. FGTS Salário Maternidade Repouso Semanal Remunerad Férias Feriados Aviso Prévio Trabalhado Aviso Prévio Indenizado Auxílio-Enfermidade Licença Paternidade H 13º Salário Depós. Resc.8 14.5 Incidente sobre a Hora Normal GRUPO A GRUPO B GRUPO C 9 FÓRMULA DE CÁLCULO DO PREÇO DE VENDA DE SERVIÇOS DE ENGENHARIA E ARQUITETURA São muitas as maneiras e as fórmulas de cálculo do preço de venda de serviços de engenharia e arquitetura.5 1.9 1. materiais.E .4 0.1 47.2 0.8 4.4 2.0 11. exigindo bastante experiência do profissional de custos. Empresas e Profissionais .(B .6 6. a fase mais delicada do fluxograma do método de cálculo do preço de venda de serviços de engenharia e arquitetura é exatamente a de se definir os itens de custo que compõem o serviço.0 1. após árdua pesquisa em bibliografias existentes sobre o assunto. Sem Justa Causa IAPAS sobre o 13º salário FGTS sobre 13ºSalário SUB-TOTAIS DOS GRUPOS IMPOSTOS Incidência Cumulativa do Grupo A sobre o Grupo B TOTAL CALCULADO 37.3 28.F) 20.8 365 52 4 5 30 12 270 (A . O método adotado considera preliminarmente a elaboração da planilha de quantidades e de serviços.

comunicações. 9. serve para remunerar as despesas com a administração central (pessoal da diretoria. Podemos ter vários multiplicadores “K”. EC é o percentual que representa a incidência de encargos complementares sobre a massa salarial. emolumentos e seguros. pela alteração dos custos indiretos incidentes a considerar sobre os custos diretos. mobiliário. pequenas despesas. qualquer outro custo indireto existente para a perfeita execução do contrato. poderemos adotar vários coeficientes multiplicadores por proposta de preços. ou seja. taxas.Enquanto que a incidência dos custos indiretos se fará pela determinação de um coeficiente multiplicador que se denominará de “K”. só existirá para o caso de multiplicador sobre salários. telecomunicações. como encargos complementares.1 FÓRMULA DE CÁLCULO (K) A fórmula de cálculo do preço de venda de serviços profissionais de engenharia e arquitetura para a metodologia que sugerimos é a apresentada a seguir: K = [ ( 1 + ES ) ( 1 + EC + AC + EF ) ] ÷ [ ( 1 – ( I + L ) ] onde: conforme definido no Capítulo 3. estes itens de custo não podem estar integrando a planilha de quantidades da proposta. Empresas e Profissionais t é a taxa de juros de mercado ou de correção monetária. Pode-se considerar. financeiro e de apoio da sede. Ressalvamos que. equipamentos e veículos fixos. seguro saúde. setor administrativo. materiais de consumo e tudo aquilo que se necessite adotar para executar bem o contrato. pode ser adotada a seguinte fórmula: EF = [ ( 1 + t / 100 ) n ÷ onde: 30 . encargos sociais. ainda. aplicável sobre despesas gerais ( qualquer despesa a ser efetuada que não exija o pagamento de encargos sociais). corresponde a inclusão dos custos com pagamentos dos seguintes impostos: Paulo Roberto Vilela Dias 119 . em porcentagem ao mês. comercial. sempre em função do tipo de custo direto envolvido. gastos com comercialização e aprimoramento técnico e utilidades (água. emissão de relatórios. sempre que não remunerado diretamente pelo contrato).1 ] x 100 K é o multiplicador correspondente aos custos indiretos a ser aplicado sobre as despesas diretas. conforme contrato. • • outros. Entretanto. Estão incluídas despesas do tipo: uniformes. EF é o percentual que representa a correção da moeda entre as datas de desembolso e encaixe de recebimentos específicos de cada contrato. viagens e diárias. ES é o percentual que representa a incidência de encargos sociais a serem aplicados exclusivamente sobre as despesas referentes à salários de profissionais regidos pela CLT – Consolidação das Leis do Trabalho. equipamentos e programas de informática e etc. vale transporte. material de segurança (EPI). aplicável sobre custos reembolsáveis. energia. materiais diversos. De um modo geral poderemos ter os seguintes tipos de multiplicadores “K”: aplicável sobre a mão de obra. 118 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. aluguéis e manutenção destes. instalações e mobiliário. vale refeição. telefonia e etc). • • No Capítulo 1 estão apresentados o roteiro de cálculo e o fluxograma do cálculo do preço de venda de serviços de engenharia e arquitetura. n é o número de dias decorrido entre o centro de gravidade dos desembolsos e a efetivação do recebimento contratual I é o percentual que representa os impostos sobre o faturamento bruto do contrato. outrossim. ou ainda. AC é o percentual que representa a relação entre o custo da sede e o custo total da empresa. a parcela referente a ES.

ou seja. deve ser definido pela empresa em cada caso. o valor mostrado para o lucro representará efetivamente o lucro líquido do contrato. uma vez que entendemos ser correto que este deve ser calculado sobre o faturamento. principalmente. Desta forma. Paulo Roberto Vilela Dias 121 . que é um imposto municipal e em função da atividade profissional exercida. deverá ser considerado no denominador da fração que determina a fórmula de cálculo do preço de venda do serviço. entretanto. Aconselhamos que o orçamentista consulte a área contábil da empresa a fim de adotar adequadamente os valores dos impostos L é o LUCRO ESTIMADO sobre o faturamento bruto do contrato. Portanto.65%. ainda. se temos o LUCRO no numerador estamos definindoo sobre o custo e. da maneira como apresentamos anteriormente. imposto federal. PIS. COFINS. Insistimos que o LUCRO é estimado sobre o faturamento bruto do contrato. Ressaltamos que. impostos federal e cujo valor nesta data é de 3%.858-10 datada de 26/10/ 99. os valores de “K” só serão identificados após o cálculo da fórmula com a adoção dos dados conhecidos em cada proposta de preços. deverão ser descontados o imposto de renda e os demais impostos incidentes sobre o contrato. pois. 120 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. A mesma sistemática pode ser aplicada à fórmula original a ser calculada para mão de obra. em contratos de pequeno valor é essencial que se considere. conforme a Lei Nº 9. em função do regime tributário escolhido pela empresa consultora. bem como. quando a parcela relativa ao lucro estiver no numerador da fração.ISS. não pode mais haver dedução deste imposto sobre o COFINS. deve-se levar em conta o fato de sua aplicação ter sido realizada sobre o custo dos serviços. o valor indicado na realidade não representa o valor que realmente será obtido ao final do contrato.38%. tornando-a assim: K = [ ( 1 + EC + AC + EF ) ] ÷ [ ( 1 – ( I + L ) ] A fórmula apresentada pode ser adotada da seguinte maneira: K = [ ( 1 + EC + EF ) ] ÷ [ ( 1 – ( I + L + AC ) ] Desta maneira estaremos definind-o que o percentual referente à administração central adotado está sendo aplicado sobre o preço de venda. o valor observado não será o real. De acordo com a MEDIDA PROVISÓRIA Nº 1. excetuando-se pessoal.8% sobre o faturamento bruto ou • lucro real. Isto é. portanto.00 por mês. O que exceder a este valor haverá uma tributação de 25%. imposto federal. corresponde nesta data a 0. segundo a metodologia exposta nesta publicação. sua inclusão é discutível. não se podem definir valores fixos ou médios para os coeficientes multiplicadores. que corresponde ao pagamento de 4. que corresponde a 15% sobre o lucro real apurado inferior a R$ 20. devemos suprimir da fórmula apresentada o termo referente aos encargos sociais.718/98. IMPOSTO DE RENDA. a priori. IMPOSTOS SOBRE SERVIÇO. que é o valor definido na fórmula de cálculo do preço de venda. imposto federal. Caso contrário. • • CONTRIBUIÇÃO SOBRE O LUCRO LÍQUIDO. que apresenta quatro alternativas de pagamento. ou seja: simples lucro presumido ou lucro arbitrado. que corresponde nesta data a 9% sobre o lucro líquido. que corresponde nesta data a 0. Empresas e Profissionais Não aceitamos que se considere o LUCRO no numerador da fração. CPMF.000. No caso dos insumos.

As pessoas jurídicas com fins lucrativos estão sujeitas ao pagamento do Imposto de Renda por um dos seguintes regimes: 122 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.Contribuição Social Sobre o Lucro Líquido: Imposto federal. Atividades imobiliárias.Imposto sobre Serviço: É de origem municipal e para gerenciamento de empreendimentos na Cidade do Rio de Janeiro equivale a 5% sobre o faturamento. para quem optar pelo Lucro Presumido ou Arbitrado. Venda de mercadorias e produtos. prerrogativa para que empresas de engenharia se enquadrem nesta forma de tributação. o pagamento é devido no início do mês subsequente ao da emissão da nota fiscal.2% de IR sobre o valor da nota fiscal. B) 1. exceto o de carga que é de 8%. são os seguintes: A) 8%. Os impostos a serem incluídos sobre o faturamento. Prestação de demais serviços. Algumas entidades de classe de construtoras têm obtido mandados de segurança garantindo esta modalidade de regime tributário aos seus associados. Deve-se identificar no município sede da empresa ou no de realização dos serviços. temos: IR: 8% x 15% = 1. Empresas e Profissionais Lucro Real • Lucro Presumido • Lucro Arbitrado • Simples • Simples Existe.Imposto de Renda . Lei 9. são: ISS . e equivale a 9% sobre o lucro líquido. quando tributado sobre o lucro presumido (letra D = 32%).8%. neste momento.6%. devido sobre a receita operacional (faturamento + demais receitas operacionais (financeira e etc)) e equivale a 3% sobre o faturamento. conforme o caso. E) 8%. Empreitada global.Pessoa Jurídica: O Imposto de Renda e a Contribuição Social podem ser aplicados sobre a nota fiscal das obras (lucro presumido ou arbitrado) ou sobre o balanço mensal da empresa (lucro real) de acordo com o regime tributário escolhido pela construtora. ESTUDO DE UM CASO É muito importante que os engenheiros de custo ao elaborarem suas propostas de preços de serviços de engenharia e arquitetura considerem a incidência de tributos explicitamente. G) 32%. o pagamento é devido sempre no início do mês seguinte ao fato gerador. C) 16%.2 EXEMPLO DE CÁLCULO DA INCIDÊNCIA DE IMPOSTOS SOBRE O FATURAMENTO. PIS: Imposto federal devido sobre a receita operacional (faturamento + demais receitas operacionais (financeira e etc)) e equivale a 0.9.2% Para empresas de engenharia consultiva o IR é igual a 4. álcool etílico carburante e gás natural. da seguinte maneira: Considerando-se o percentual como igual a 8% (letra F. conforme demonstrado a seguir. Administração de obras. Paulo Roberto Vilela Dias 123 .718. Lucro Presumido ou Arbitrado Os percentuais fixados no artigo 15 da Lei 9249/95. acima) e sendo a alíquota do IR de 15%. o pagamento é devido sempre no início do mês seguinte ao fato gerador. Prestação de serviços de transporte. COFINS: Imposto federal. D) 32%. o pagamento é devido trimestralmente. Por exemplo.65% sobre o faturamento. o valor do ISS. CSLL . de combustíveis derivados de petróleo. IR . empresas de engenharia de construção que optem por esta modalidade de tributação pagarão 1. Revenda para consumo. F) 8%. função do regime tributário escolhido pela empresa.

. a Contribuição Social sobre o Lucro Líquido não pode mais ser deduzida do COFINS.......90 1.... R$ 1. R$ 120... tem sua extinção prevista para 16/06/2002..65 0..00 .00 100% sobre R$ 500. 9% Valor da CSLL a pagar .000.....000....000...000.... R$ 1............00 9% R$ 55..Lucro Real Como o próprio título define a tributação incidirá para lucro efetivo da empresa (ajustado pelas adições e exclusões permitidas e leis)....43% (1) Cálculo da percentagem considerando-se o lucro igual a 10% OBS: A vantagem de se adotar o cálculo dos impostos conforme exposto anteriormente é que o lucro previsto..... uma vez que o cálculo do IR deve ser por mês...... Alíquota A alíquota é de 9% para o ano 2000.000........ Exemplo de Cálculo: Lucro do exercício .. Desta maneira..00 .........000... R$ 620..00 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva........00 por mês........000... R$ 90..... para lucro da empresa até R$ 20....00 3........Contribuição Provisória Sobre a Movimentação Financeira: Imposto sobre a emissão de cheques bancários......000...................... R$ 500.......00....000........... e corresponde a 0. a conversão para mensal é nossa.. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 125 ..800.......... 25% .. no caso 10%..000.... O pagamento do IR é trimestral..38%.........000. corresponderá efetivamente ao lucro real..00 Base de Cálculo: 12% sobre R$ 1.. Alíquota ......00 Total Alíquota da CSL Valor da CSL a pagar 124 Tributados pelo Lucro Real é de 9% sobre o lucro... R$ 500..............38 11... de acordo com a MP 1858-10 de 26/10/99.000......... a forma correta de se calcular a incidência de impostos nos custos das obras é a seguinte: DESCRIÇÃO ISS COFINS PIS CSLL (1) ( 10% x 9% ) IR (1) ( 10% x 15% ) CPMF TOTAL % 5. da mesma forma que o IR............. para o lucro excedente à R$ 20.. seguindo os semestres civis. fez-se provisão para pagamento do IR e da CSLL......00 Alíquota da CSLL ..000.50 0.00 0................ CPMF .. Obs: A Lei define apenas o lucro anual R$ 240... CONTRIBUIÇÃO SOCIAL SOBRE O LUCRO A base de cálculo da Contribuição Social sobre o lucro das pessoas jurídicas com fins lucrativos é: Tributados pelo Lucro Presumido ou Arbitrado é de 12% sobre a Receita Bruta e de 100% sobre as demais receitas Operacionais (Financeiras e etc)...000.......00 por mês........000. assim temos: Receita Bruta das obras por empreitada ......00 Receita Financeira ..... 15% .......... ..00 O pagamento da CSLL é trimestral..... isto é. seguindo os semestres civis......

Considerar os seguintes dados: . lucro presumido para projetos = 1.administração central = 10% .08% = 10% COFINS = 3% Paulo Roberto Vilela Dias 127 .encargos financeiros = 1% .8%.65% = 4.lucro = 4% = 0.10 EXEMPLOS PRÁTICOS EXERCÍCIO Nº 1: Seja calcular o orçamento de um projeto básico.impostos: ISS PIS IR CSLL . por preço global. sendo que todas as despesas decorrentes do contrato correrão por conta do licitante. O regime tributário da empresa é o de lucro presumido.encargos sociais = 87% .

2335 = 2.00 1.50 1.00 1.1) PLANILHA DE QUANTIDADES a) Mão-de-Obra Descrição Coordenador de contrato Engº médio Engº junior Técnico médio Topógrafo Auxiliar de topografia Cadista Operador de micro Secretária Mensageiro TOTAL DE CUSTO DE MÃO-DE-OBRA Quantidade 0.10 + 0.00% = 3.25 0.87) (1 + 0.7665 b.00% Veículo de passeio Microcomputador e impressora Teodolito. Empresas e Profissionais K mo Quantidade 1 Meses 3 Custo Unitário Total = 2.00 1.1) K sobre a mão-de-obra: K mo = (1 + ES) (1 + EC + AC + EF) 1 – (I + L) Exemplo do cálculo do K: ES AC EF I = 87.00% = 0.00% = 1.0776 1 – 0.0776 0. trena e etc Plotagens Cópias A1 Cópias xerox A4 Fotos Encadernações TOTAL DE CUSTO DAS DESPESAS GERAIS K mo = (1 + 0.7168 K mo = 2.00 Meses 6 6 6 6 2 2 6 6 6 6 Custo Unitário Total 2) FÓRMULAS DE CÁLCULO DO K 2.00% = 13.00% = 10.10) = 2.53% ISS COFINS Quantidade 1 2 1 15 25 200 36 3 Meses 6 6 2 6 6 6 6 6 Custo Unitário Total = 4.01) 1 – (0.00 2.71 Paulo Roberto Vilela Dias 129 .65% = 4.00 1.80% = 1.1) Ensaios Tecnológicos Descrição Ensaios tecnológicos TOTAL GERAL DO ORÇAMENTO 128 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.53% b) Despesas Gerais Descrição PIS IR CSLL Total L = 10.1335 + 0.00 1.00 1.08% = 13.

00 350.992.500.00 54.7665 = 1.317.00 3.400.252.219.00 TOTAL DE CUSTO DE MÃO-DE-OBRA Coordenador de contrato 0.00 750.00 0.00 9.00 52.00 2. qualquer item de custo direto exceto salários.00 5.00 Cadista 1.00 75.200.700.00 250.390.50 Engº junior 1.200.00 Técnico médio 1.512.00 Topógrafo 1.626.00 8.1) Ensaios Tecnológicos Descrição Quantidade 1 Meses 3 Custo Unitário Total 400. trena e etc 1 Plotagens 15 Cópias A1 25 Cópias xerox A4 200 Fotos 36 Encadernações 3 TOTAL DE CUSTO DAS DESPESAS GERAIS b. Exemplo: K mo = (1 + 0.00 1.00 6.00 28.200.00 1.000.800.00 Secretária 1.000.00 1.50 4.00 9.10 + 0.00 948.00 22.00 a) Mão-de-Obra Descrição Quantidade Meses 6 6 6 6 2 2 6 6 6 6 Custo Unitário Total 16.00 6.00 2.44814 b) Despesas Gerais Descrição Quantidade Meses 6 6 2 6 6 6 6 6 Custo Unitário Total 2.00 1.00 Auxiliar de topografia 2. corresponde ao multiplicador referente aos custos indiretos incidentes sobre as despesas gerais.00 Operador de micro 1.00 16.500.500.000.00 540.00 19.2) K sobre Despesas Gerais (1 + AC + EF) 1 – (I + L) K DG = Multiplicador de Despesas Gerais.00 677.1335 + 0.400.01) 1 – (0.764.00 3.2.00 400.00 142.00 Mensageiro 1.00 6.400.794.00 3.25 Engº médio 0.50 7.485. ou seja.817.00 3.00 K DG = Veículo de passeio 1 Microcomputador e impressora 2 Teodolito.00 1.00 22.00 450.455.710.50 3.00 3.260.00 K DG = 1.00 300.000.200.00 3.00 Auxiliar de topografia 2.00 Topógrafo 1.10) = 1.00 9.00 24.50 108.00 Operador de micro 1.00 Coordenador de contrato 0.00 10.000.00 TOTAL DE CUSTO DE MÃO-DE-OBRA 130 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 131 .00 1.00 Mensageiro 1.700.00 600.756.45 Ensaios tecnológicos TOTAL GERAL DO ORÇAMENTO 3) PLANILHA DE CUSTO 4) PLANILHA DE VENDA a) Mão-de-obra Descrição Quantidade Meses 6 6 6 6 2 2 6 6 6 6 Custo Unitário Total 6.092.25 Engº médio 0.00 600.500.00 7.00 Cadista 1.065.00 4.50 Engº junior 1.600.20 240.504.252.00 15.00 0.00 1.00 1.00 Secretária 1.400.00 Técnico médio 1.00 2.00 1.260.794.11 0.

00 435.00 21.00 1.750.b) Despesas Gerais Descrição Quantidade Meses 6 6 2 6 6 6 6 6 Custo Unitário Total 3. Veículo de passeio Microcomputador e impressora Teodolito.25 1.40 1) PLANILHA DE QUANTIDADES a) Mão-de-Obra Descrição Coordenador de contrato Engº médio Engº junior Técnico médio Topógrafo Auxiliar de topografia Cadista Operador de micro Secretária Mensageiro TOTAL DE CUSTO DE MÃO-DE-OBRA Quantidade 0.30 32.00 8.00 0.70 783.00 1.087.40 b) Despesas Gerais Descrição Quantidade 1 2 1 15 25 200 36 3 Meses 6 6 2 6 6 6 6 6 Custo Unitário Total Ensaios tecnológicos TOTAL GERAL DO ORÇAMENTO EXERCÍCIO Nº 2: Seja calcular o orçamento de um projeto básico.1) Ensaios Tecnológicos Descrição Ensaios tecnológicos TOTAL GERAL DO ORÇAMENTO Quantidade 1 Meses 3 Custo Unitário Total 132 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.625.50 1.590.00 4.1) Ensaios Tecnológicos Descrição Quantidade 1 Meses 3 Custo Unitário Total 580. por preço global.960. trena e etc 1 Plotagens 15 Cópias A1 25 Cópias xerox A4 200 Fotos 36 Encadernações 3 TOTAL DE CUSTO DAS DESPESAS GERAIS b.740. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 133 .50 0.00 1. trena e etc Plotagens Cópias A1 Cópias xerox A4 Fotos Encadernações TOTAL DE CUSTO DAS DESPESAS GERAIS b.00 1.00 6.00 870. enquanto que as demais serão reembolsadas pelo contratante (ensaios tecnológicos).00 580.25 0.29 348.00 1.00 2.00 Meses 6 6 6 6 2 2 6 6 6 6 Custo Unitário Total Veículo de passeio 1 Microcomputador e impressora 2 Teodolito.73 156. Considerar as mesmas condições do exercício anterior.033.00 1.00 176.00 1. sendo as despesas de pessoal e gerais por conta do licitante.00 7.35 78.

00% AC = 10.222222 K DC = 1.10) = 1.0776 1 – 0. ou seja.53% ISS COFINS PIS IR CSLL TOTAL L = 10. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 135 .7168 K mo = 2. ou seja.1335 + 0. qualquer item de custo direto exceto salários.87) (1+ 0. corresponde ao multiplicador referente aos custos indiretos incidentes sobre as despesas efetuadas diretamente pelo cliente.08% = 13.10) (1 – 0.3) K sobre Despesas Efetuadas pelo Cliente (1 + AC) (I – L) 2.00% = 4.2335 2. qualquer item de custo direto exceto salários.1) K sobre a mão-de-obra: Exemplo do cálculo do K: K mo = (1 + ES) (1 + EC + AC + EF) 1 – (I + L) 2. corresponde ao multiplicador referente aos custos indiretos incidentes sobre as despesas gerais.10) = = K mo = 2.4515 K DG = 1.22 134 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.2) FÓRMULAS DE CÁLCULO DO K 2.0776 0.71 K DC = 1.7665 K DC = Multiplicador de Despesas do Cliente.7665 K DG = 1.11 0. pagos pelo próprio cliente.9 K mo = (1 + 0.2) K sobre Despesas Gerais: K DG = (1 + AC + EF) 1 – (I + L) K DG = Multiplicador de Despesas Gerais.10 + 0.00% EF = 1.45 2.65% = 4.10 + 0.01) 1 – (0.53% K DC = K DG = (1 + 0. K mo = (1 + 0.80% = 1.00% = 3.00% I = 13.01) 1 – (0.00% = 0.10) = 1. Exemplo: ES = 87.1335 + 0.1 0.

00 540.00 2.3) PLANILHA DE CUSTO a) Mão-de-Obra Descrição Quantidade Meses Custo Unitário Total 6.00 Mensageiro 1.065.390.400.00 21.00 4.00 6 Operador de micro 1.00 3.750.00 6 Topógrafo 1.00 6.00 0.00 1.50 0.00 52.35 78.00 350.30 32.00 750.00 8.260.00 870.00 1. Empresas e Profissionais .00 22.00 19.000.00 400.00 b.00 300.00 142. trena e etc 1 Plotagens 15 Cópias A1 25 Cópias xerox A4 200 Fotos 36 Encadernações 3 TOTAL DE CUSTO DAS DESPESAS GERAIS K DG TOTAL DE PREÇO DAS DESPESAS GERAIS Coordenador de contrato 0.00 Secretária 1.40 Coordenador de contrato 0.200.00 7.00 600.500.794. trena e etc 1 Plotagens 15 Cópias A1 25 Cópias xerox A4 200 Fotos 36 Encadernações 3 TOTAL DE CUSTO DAS DESPESAS GERAIS Paulo Roberto Vilela Dias 136 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.29 348.400.00 15.504.764.00 1.00 948.500.00 6.00 24.455.50 6 Engº junior 1.00 450.00 3.00 580.00 8.70 783.50 4.200.00 5.00 6.00 16.00 1.50 Engº junior 1.114.794.817.200.000.25 Engº médio 0.50 108.22 264.40 137 Veículo de passeio 1 Microcomputador e impressora 2 Teodolito.00 175.252.317.700.00 10.00 4.817.00 Auxiliar de topografia 2.960.00 2.219.00 9.400.033.033.626.25 6 Engº médio 0.00 Total 1.600.00 Cadista 1.50 7.087.00 7.00 b) Despesas Gerais Descrição Quantidade Meses 6 6 2 6 6 6 6 6 Custo Unitário Total 2.00 3.625.00 28.00 TOTAL DE CUSTO DE MÃO-DE-OBRA b) Despesas Gerais Descrição Quantidade Meses 6 6 2 6 6 6 6 6 Custo Unitário Total 3.00 677.00 Topógrafo 1.00 3.00 1.20 240.40 Veículo de passeio 1 Microcomputador e impressora 2 Teodolito.260.092.00 1.500.00 0.00 9.00 2 Cadista 1.700.00 6 Secretária 1.50 3.71 142.00 6 Técnico médio 1.00 Operador de micro 1.756.00 6.1) Ensaios Tecnológicos Descrição Quantidade Meses Custo Unitário 400.00 22.25 1.500.00 6 TOTAL DE CUSTO DE MÃO-DE-OBRA K mo TOTAL DE PREÇO DE VENDA DA MÃO-DE-OBRA Ensaios tecnológicos 1 3 K DC PARCELA DA DESPESA EFETUADA PELO CLIENTE TOTAL GERAL DO ORÇAMENTO 4) PLANILHA DE VENDA a) Mão-de-Obra Descrição Quantidade Meses 6 6 6 6 2 2 6 6 6 6 Custo Unitário Total 16.000.00 6 Mensageiro 1.512.800.252.00 54.45 32.00 250.00 1.00 3.200.710.00 600.00 2 Auxiliar de topografia 2.485.00 2.00 Técnico médio 1.73 156.00 3.00 1.000.400.000.00 2.00 0.00 1.00 1.00 9.00 435.

00 400.00 Ferramentas manuais vb 18 1 2 50.00 9.520.00 1.904. devendo estar incluídos no salário mensal todas as despesas diretas.00 14.600.1) Ensaios Tecnológicos Descrição Quantidade 1 Meses 3 Custo Unitário 88.600.200.880.00 0.00 2. Empresas e Profissionais .960.00 Seguro de vida vb 18 1 1 15.00 ENCARGOS COMPLEMENTARES Descrição Unid Nº profis.00 0.8% ( 12% x 15% ) = 1.080. EPI e ferramentas aos funcionários.00 9.00 1.00 Total de encargos complementares 41.00 FORNECIMENTO DE MÃO DE OBRA Categoria profissional Unidade Encarregado de turma mês Eletricista mês Bombeiro mês Pedreiro mês Ajudante mês Servente mês Custo salários Encargos sociais CUSTO SALÁRIOS E ENCARGOS Quantidade 12 24 24 36 48 72 Preço por mês (R$) 800.00.00 134.8 12 2.00 300.40 PLANILHA DE QUANTIDADES FORNECIMENTO DE MÃO DE OBRA Categoria profissional Unidade Encarregado de turma Eletricista Bombeiro Pedreiro Ajudante Servente ORÇAMENTO TOTAL mês mês mês mês mês mês Quantidade 12 24 24 36 48 72 Preço por mês (R$) Ensaios tecnológicos TOTAL GERAL DO ORÇAMENTO EXERCÍCIO Nº 3: Seja apresentar a proposta de preço para o fornecimento exclusivo de mão de obra.97% Paulo Roberto Vilela Dias 139 138 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.00 400.00 360.00 80.00 74.5% = 3% = 3% = 0.00 EPI unid 18 2 2 15.912. portanto.00% Preço total (R$) 9.00 Uniforme unid 18 2 2 35.00 12. Os serviços a serem realizados são de manutenção predial.3 1.500.65% = 1.000.800.784.742. deverão estar incluídos no preço de venda o fornecimento de uniformes.Dias/mês Meses R$ Total sionais ou leis sociais Engº supervisor mês 0.960.00 0.00 18.00 Total 264.00 175.00 270. Apresenta-se a planilha de quantidades a ser fornecida.00 Vale transporte unid 18 20 12 1.00 260.00 59.00 0.b.720.600. indiretas e o lucro da empresa. Considerar as seguintes condições: encargos sociais encargos financeiros impostos: ISS COFINS PIS IR CSLL = 80% administração central = 3% = 1. Considerar que o lucro mensal é inferior a R$ 20.114.00 0.00 PERCENTUAL DE ENCARGOS COMPLEMENTARES 30.00 12.784.00 TOTAL DE SALÁRIOS E ENCARGOS 134.00 Vale refeição unid 18 20 12 3.00 16.400.08% ( 12% x 9% ) Preço total (R$) 0.00 0.60 6. O regime tributário da empresa é o de Lucro Real.

53% ISS COFINS PIS IR CSLL Total = = = = = = 3.00 1.608.80 + 1. • admitindo-se o custo com materiais de consumo igual a R$ 50.592.97% 3.00.254. contador + despesas de legalização (alvará + CREA) EF = 0 140 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. conforme Capítulo 6.00 – 0.045.50% 9.20 1.20 Preço total (R$) 38.00 75.00 38.7847 o microcomputador tendo aluguel igual a R$ 0.447.888.40 301.608.05 por hora.91 por hora.00.02 PLANILHA DE VENDA FORNECIMENTO DE MÃO DE OBRA Categoria profissional Unidade Encarregado de turma Eletricista Bombeiro Pedreiro Ajudante Servente ORÇAMENTO TOTAL mês mês mês mês mês mês K= Quantidade 12 24 24 36 48 72 Preço por mês (R$) 3.2153 3.0202625 K = 4. serão incluídos os custos referentes a utilização de microcomputador. uma vez que resume-se ao trabalho autônomo do profissional.15 0.00 1. impressora.099.K mo = (1 + ES) (1 + EC + AC + EF) 1 – (I + L) EXERCÍCIO Nº 4: Seja calcular o valor da hora técnica de um engenheiro senior para a elaboração de um orçamento de obra.216. Adotando-se a hora técnica deste engenheiro igual a R$ 60.20 57.206. • a impressora tendo aluguel igual a R$ 1. conforme Capítulo 6.00: ES EC AC EF I = = = = = 80.00% 1.00% 1.00 1.00 38.65% 1.592.00% 0.60 (neste caso não consideramos a parcela de encargos sociais) AC = 5.08% 9. Internet para recepção e envio de dados ao cliente e materiais de consumo próprios destes equipamentos. temos que: (EC + AC + EF) 1 – (I + L) K = 4.592.00 52. bem como.00% 3.80% 1. • K= = O profissional fornecerá nota fiscal para a realização da prestação de serviços e que seu regime tributário é o Lucro Presumido.017. • o custo de telefone e energia sendo da ordem de R$ 75. cujo tempo de trabalho no mesmo será de 50 horas.53% ( 12% x 15 % ) ( 9% x 12 % ) L = 12. Não será considerada a parcela de lucro.00 1. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 141 .00%.00% 30.35 1.

contador + despesas de legalização (alvará + CREA + etc) EF = 0 CUSTO DIRETO DA MÃO-DE-OBRA Descrição Engenheiro CUSTO TOTAL (CT) Microcomputador Impressora Material de consumo Energia e telefone Total dos encargos complementares (EC) CUSTO TOTAL Percentual de encargos complementares (EC / CT) I = ISS COFINS PIS IR CSLL Total 3.41 3.00 75.00 75.91 45.91 45.00 3.870.50 1.1243 0.00 50.00 3.00 60.000.000.71 235.00 75.000.29 142 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.00 3.8715 K= = K = 1.34 3. K= (EC + AC + EF) 1 – (I + L) (neste caso não tem a parcela de encargos sociais) AC = 5.00 Custo (R$) Unitário TOTAL 77.0743 + 0.2927 K = 1.50 47.34 EXERCÍCIO Nº 5: ENCARGOS COMPLEMENTARES Descrição Quantidade 50 50 1 1 Custo (R$) Unitário TOTAL 0.08% 13.05 52.65% 4.43% Considerar no exemplo anterior que o engenheiro contratará um técnico pleno autônomo (50 horas) para a adequada execução do serviço.03% Quantidade 50.00 3. Empresas e Profissionais Custo (R$) Unitário TOTAL 4.50 1.00 3.50 50.00%.80% 1.1285 + 0) 1.00 PLANILHA DO PREÇO DE VENDA Descrição Engenheiro PREÇO DE VENDA Quantidade 50.CUSTO DIRETO DA MÃO-DE-OBRA Descrição Engenheiro CUSTO TOTAL (CT) Custo (R$) Quantidade Unitário TOTAL 50.50 50.000.05) 1 – (0.85% 143 .000.00% 0. será a remuneração do próprio trabalho do profissional (1 + 0.870.05 52.10 0.00 ENCARGOS COMPLEMENTARES Descrição técnico pleno INSS sobre autônomo Microcomputador Impressora material de consumo energia e telefone Total dos encargos complementares (EC) CUSTO TOTAL Percentual de encargos complementares (EC / CT) Paulo Roberto Vilela Dias Quantidade 50 20% 50 50 1 1 L = 0.000.00 75.00 50.50 235.00 Custo (R$) Unitário TOTAL 60.00 505.50% 3.00 16.60 3.00 223.00 7.

consideramos IR sobre o lucro presumido 1.200.65% 4.05) 1 – (0. visa cobrir os impostos com a emissão de nota fiscal ISS COFINS PIS IR CSLL TOTAL 3.00%.8676 K= = Dados básicos: ES = 77. visa cobrir as despesas com contador.00 4. presume-se um lucro líquido de R$ 7.). I 1 EXERCÍCIO Nº 6: Calcular a taxa de administração a ser cobrada no acompanhamento técnico de construção de uma edificação unifamiliar.00 84.00% 0. tais como. AC = 5. ferramentas manuais e equipamentos de propriedade do engenheiro administrador da obra. Sendo obra por administração.2146 0.00% 0.80% 0.35%.00%.38% 1.08% 13.200. não será considerado pois. será a remuneração do próprio trabalho do profissional (1 + 0.00 EC = 0.000. taxas (alvará.500.00%.00% PLANILHA DO PREÇO DE VENDA Descrição Engenheiro PREÇO DE VENDA Custo (R$) Quantidade Unitário TOTAL 50. Empresas e Profissionais = 12. todas as despesas serão pagas ou antecipadas pelo proprietário da construção.50% 3.I = ISS COFINS PIS IR CPMF CSLL TOTAL 3.80%. portanto.00 (R$ 75.000. cujo orçamento previsto é de R$ 75. uniformes EPI e etc.40 1. 144 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. o cliente fará todas as despesas em seu nome e pagará antecipadamente salários e outros. vale para máquinas. o administrador não tem escritório fixo EF = 1.42% SOBRE SALÁRIOS DE PROFISSIONAIS DA CONSTRUTORA: K mo = (1 + ES) (1 + EC + AC + EF) 1 – (I + L) ALUGUÉIS E DEMAIS DESPESAS: K2 = (EC + AC + EF) 1 – (I + L) ALUGUÉIS DE MÁQUINAS E FERRAMENTAS PORTÁTEIS: K3 = (EC + AC + EF) 1 – (I + L) L = 0.00% 3.65% 4. CREA e etc. inclusive.0743 + 0.00 x 10%) 145 Paulo Roberto Vilela Dias .53% L = 10. todos os insumos serão comprados diretamente pela obra (CLIENTE). Algumas despesas.00 4. aluguéis de equipamentos de propriedade do engenheiro/profissional administrador da obra serão remunerados com prazo de pagamento de 30 dias fora o mês de utilização.4073 K = 1.50%.08% 12.1324 + 0) K = 1.00.

8585 0.1 ] x 100 K3= (1 + 0 + 0. aplicando os valores conhecidos na fórmula.7765 K1= = = 2. a ser aplicado sobre uma planilha de quantidades conhecida.00% AC = 8.015) 1 – (0. Solução: Sendo a fórmula do cálculo do encargo financeiro igual a: EF = [ ( 1 + t / 100 ) temos: t = 1.1 ] x 100 45 / 30 .00% 147 . sobre o lucro líquido Paulo Roberto Vilela Dias .65% 15. Pagamento: o pagamento será efetuado 30 dias após a emissão da medição dos serviços executados no período.40 EF = [ ( 1.39 A definição de n é: Uma vez que a medição dos serviços é realizada a cada 30 dias. Empresas e Profissionais n / 30 EF = ( 0.00% 0. vem: n = 15 + 30 = 45 dias Assim.00% EF = 2.0226 .7615 = 1. a partir da data de assinatura do contrato.26% EXERCÍCIO Nº 8: Calcular o multiplicador para um serviço de gerenciamento de obra.0226 ) x 100 EF = 2.00%.10) 1.10) = 1.5% / 100 ) ] EF = [ ( 1 + 0.Cálculo dos multiplicadores “K“: (1 + 0.00%.1235 + 0.015 ) 1.26%.7765 = 1.1235 + 0.1 ] x 100 = = = = = 0. sobre o lucro real 9.1385 + 0.05 + 0) 1 – (0.05 + 0) 1 – (0.50% n = 45 dias 146 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. Como sabemos que o pagamento é considerado 30 dias após a medição.5% ao mês.” Adotaremos a correção monetária igual a 1.10) = 1. metade do período.77) (1 + 0 + 0.015 ) ] n / 30 .05 0.05 + 0.1 ) x 100 EXERCÍCIO Nº 7: Seja calcular o valor do encargo financeiro (EF) de um contrato com a seguinte redação para esta cláusula: “Medições: serão realizadas medições a intervalos regulares de 30 dias. adotando-se os seguintes dados: ES = 119. podemos avaliar que o centro de gravidade dos desembolsos é de 15 dias.5 . temos: K2= (1 + 0 + 0.35 EF = [ ( 1 + 1. de acordo com o resultado do Exemplo nº 7 I = ISS COFINS PIS IR CSLL L = 12.50% 3.1 ] x 100 EF = ( 1.07 0.

00% = 0.08 isento 15% 27.08% ( 9% x L ) 11 FÓRMULA DE CÁLCULO DO PREÇO DE VENDA PARA PROFISSIONAIS LIBERAIS Consideramos profissionais liberais aqueles que apresentam um RPA – Recibo de Pagamento de Autônomo para receberem a remuneração que fizeram juz pela prestação de algum serviço técnico.0703 + 0. Lembramos que este formulário é padrão nacional e vendido em qualquer papelaria.70 R$ 423. e transcrita a seguir.Recibo de Pagamento de Autônomo.98 Considerando que a incidência do Imposto de Renda Retido na Fonte (IRRF) para pessoas físicas incide sobre o valor total da prestação de serviço. a fim de facilitar a apresentação da metodologia de cálculo. valor do RPA .058.1 DEDUÇÃO DA FÓRMULA DE CÁLCULO Cálculo do “K“: (1 + ES) (1 + EC + AC + EF) 1 – (I + L) K = K = (1 + 1.00 R$ 158. ou seja. onde encontramos as seguintes variáveis: IMPOSTO DE RENDA RETIDO NA FONTE – PESSOA FÍSICA Remuneração Parcela a Deduzir Alíquota Até R$ 1.414694 0.058.Solução: I ISS COFINS PIS IR CSLL = 7.65% = 1.8585 1 – 0.03% = 0.50% = 3.982208 K = 2. 11.12) = 1.1903 = 2. 148 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.5% Faixa (OBS) 1 2 3 OBS: Estes códigos de faixas foram definidos pelo autor do livro.115.01 a R$ 2.80% ( L x 15% ) = 1.115.08 + 0.00 De R$ 1.0226) 1 – (0.8097 K = 2.19) (1 + 0 + 0. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 149 . da seguinte forma: Na Tabela 5 apresentada no Capítulo 5 encontramos a tabela em vigor nesta data para retenção de imposto de renda na fonte pessoa física. temos que deduzir a fórmula de cálculo do preço de venda.00 Acima de R$ 2.

15 ) VALOR DO RPA = R$ 1. portanto Faixa 1. Os dados básicos que devemos considerar são os seguintes: REMUNERAÇÃO: R$ 1.PARCELA A DEDUZIR ) ÷ ( 1 .00. a retenção de Imposto de Renda.2 EXEMPLOS PRÁTICOS EXEMPLO 1) Calcular o valor do RPA de um serviço cujo custo definiu-se como sendo de R$ 880.Alíquota do IR e .00 Sabemos que o valor do imposto de renda retido na fonte (IR) é calculado com a seguinte fórmula: IR = ( RPA x ALÍQUOTA ) – PARCELA A DEDUZIR Então.390.390.00.30 ÷ 0. onde: ALÍQUOTA: ISENTO Assim. Os dados básicos que devemos considerar são os seguintes: + CUSTO DO SERVIÇO IMPOSTO DE RENDA RETIDO NA FONTE PREÇO DE VENDA (VALOR DO RPA) (CUSTO) (IR) (RPA) REMUNERAÇÃO: R$ 880.00.00 – R$ 158. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 151 .448.ALÍQUOTA ) CUSTO .85 VALOR DO RPA = R$ 1. portanto Faixa 2.00.231.59 150 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. será: RPA = ( CUSTO . não há retenção de Imposto de Renda.PARCELA A DEDUZIR RPA ( 1 . . podemos deduzir que o valor do RPA é obtido com a seguinte fórmula: RPA = CUSTO + IR Substituindo IR pela sua fórmula de cálculo.PARCELA A DEDUZIR ) ÷ ( 1 .PARCELA A DEDUZIR EXEMPLO 2) Calcular o valor do RPA de um serviço cujo custo definiu-se como sendo de R$ 1. onde: ALÍQUOTA: 15% PARCELA A DEDUZIR: R$ 158. o VALOR DO RPA será: RPA = ( CUSTO .70 ) ÷ ( 1 .RPA x ALÍQUOTA = CUSTO . podemos considerar o que se segue: 10.70 Assim.0. Então. vem: RPA = CUSTO + ( RPA x ALÍQUOTA ) .Parcela a deduzir do IR.390.ALÍQUOTA ) = Portanto.PARCELA A DEDUZIR RPA .Faixa de remuneração.ALÍQUOTA ) VALOR DO RPA = ( R$ 1. logo: VALOR DO RPA = R$ 880..

é indiscutível que não existe melhor fonte do que a aferição elaborada pela própria empresa construtora. Em nossos dias.00. • 152 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. Entretanto.725 VALOR DO RPA = R$ 9. a dificuldade de se ganhar obras através de processos licitatórios.5% PARCELA A DEDUZIR: R$ 423. principalmente.630. este procedimento leva a erros incríveis de orçamento e. É muito comum as empresas construtoras adotarem composições analíticas de custo sem o menor critério de seleção e.310. a retenção de Imposto de Renda. onde: 12.630. sem adequação ao projeto em questão. Uma análise desse comportamento indica as seguintes causas principais das divergências: desconhecimento da metodologia adotada na composição dos coeficientes por insuficiência de informações.Portanto o imposto de renda retido na fonte (IR) é igual a R$ 58. será: RPA = ( CUSTO .206.PARCELA A DEDUZIR ) ÷ ( 1 . A par das diversidades de fontes. onde a competitividade está cada vez maior.940.1 DEFINIÇÃO ALÍQUOTA: 27.275 ) VALOR DO RPA = R$ 7.08 ) ÷ ( 1 . • incidência de horas ociosas de equipamentos e pessoal nos custos diretos.00.08 Assim.00 – R$ 423. o procedimento não considera alguns fatores que influenciam de modo altamente significativo os valores de tais custos.92 ÷ 0. • características próprias do projeto que não são levadas em consideração.ALÍQUOTA ) VALOR DO RPA = ( R$ 7. variação que ocorre. 12 APROPRIAÇÃO DE CAMPO DOS COEFICIENTES FÍSICOS DAS COMPOSIÇÕES DE CUSTO EXEMPLO 3) Calcular o valor do RPA de um serviço cujo custo definiu-se como sendo de R$ 7. de obra para obra.630.0. ainda. portanto Faixa 3. Os dados básicos que devemos considerar são os seguintes: REMUNERAÇÃO: R$ 7. nos valores corresponden• tes a administração e funcionamento do canteiro de serviços.58.58 Portanto o imposto de renda retido na fonte (IR) é igual a R$ 2.59. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 153 . Várias são as fontes onde se encontram dados para elaboração de composições de custo ou até as próprias composições analíticas ou com custos prontos.

a aferição da produção horária dos mesmos. considerar uma escavação de 3ª categoria (sem explosivo). oferece uma visão de conjunto e mostra a tramitação dos dados colhidos e registrados.2 CONCEITOS BÁSICOS Antes de se iniciar.entende-se por equipes alocadas ao serviço ao grupo de operários vinculados ao mesmo por designação do responsável pela obra. para coletar os dados junto às frentes de serviço. e cujas causas mais comuns são mencionadas a seguir: • • • • • Visando minimizar a amplitude das variações entre orçamento e custo real das obras e se obter maior fidedignidade em propostas de preços ou orçamentos de diferentes projetos. por razões extras à vontade do construtor. período de refeição. A equipe de escritório conferirá as fichas preenchidas pelos apontadores. 12. quando na verdade é obrigatório o emprego de explosivos. Equipamentos Paralisados . poderão ser digitadas imediatamente. No caso de se empregar sistema informatizado. Equipes e equipamentos ociosos . propriamente a descrição da metodologia. AP-4 e AP-6. falta de programação do construtor. cuja remune154 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. cujo fluxograma. cujas horas trabalhadas podem ser mensuradas ao serviço com certo grau de precisão. estão impedidos de produzir. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 155 . apresenta-se uma metodologia para determinação dos coeficientes físicos dos componentes das composições analíticas de custo. por exemplo. abrangendo todas as categorias. máquinas e veículos. máquinas e veículos parados. isto é. que. torna-se necessário esclarecer alguns conceitos que facilitarão a sua compreensão. AP-3 e AP5.• análise errônea da especificação do serviço.é o conjunto de equipamentos. defeitos mecânicos em qualquer dos equipamentos. Equipes alocadas por serviço . e ainda. Equipamentos alocados ao serviço . • • • • impedimentos por intempéries. inserido em anexo. falta de material indispensável ao serviço sob a responsabilidade do construtor. embargos motivados pelo construtor e outros oriundos de ineficiência do construtor. deslocamento temporário de equipamento para atender outra frente de serviço. horas perdidas com abastecimento e lubrificação. não podendo produzir. após conferência. Os formulários utilizados são os descritos abaixo: • • • • • • Controle diário de mão-de-obra (modelo AP-1) Controle diário de equipamentos (modelo AP-3) Controle diário de produção (modelo AP-5) Resumo das horas-homens e da produção (modelo AP-2) Resumo das horas-equipamentos e da produção (modelo AP-4) Resumo dos coeficientes (modelo AP-6) Os apontadores de campo usarão as fichas modelos AP-1. através de apropriação de mão-de-obra e equipamentos. A descrição será efetuada através de instruções para preenchimento individual de cada um dos seis formulários. propiciando a emissão dos relatórios gerenciais. para qualquer serviço da engenharia civil. embora alocados ao serviço específico. estas fichas.equipe e/ou equipamento ocioso é o conjunto de homens. e transcreverá os dados para os formulários modelos AP-2. anteriormente definidas.entende-se por equipamentos alocados ao serviço ao conjunto de máquinas e/ou veículos designados pelo responsável pela obra para execução do mesmo. cujas horas trabalhadas podem ser identificadas com o serviço e cronometradas com fidedignidade.

é o custo da máquina ou veículo que quando à disposição de determinada frente de serviço. que vão depender do julgamento e do bom senso do orientador da apropriação e do apontador. alocados aos serviços em operação sem os impedimentos caracterizados anteriormente. Obstrução do trabalho face às circunstâncias inerentes ao serviço. mantém-se estacionado.ração total torna-se muito difícil de prever. por exemplo: água ou esgoto para atender os consumidores da região fora do âmbito da rede em execução. Para essa previsão espera-se um julgamento lógico de quem estiver orientando o serviço de apropriação e um bom senso do apontador. Paralisação do serviço aguardando material de responsabilidade do cliente ou outras paralisações. tabulação e apuração desses coeficientes.é a máquina ou veículo. ou seja. 12. distribuídas de acordo com a função dos grupos de operários alocados nos diversos serviços.consiste no grupo de homens alocados aos serviços trabalhando e produzindo sem os impedimentos mencionados anteriormente. Entretanto. Empresas e Profissionais . O dimensionamento da equipe de trabalho dependerá exclusivamente do ritmo desejado e da quantidade de informações a serem processadas. para emissão dos relatórios e manutenção do banco de dados coletados. Produção Média de Equipes de Serviço (Mão-de-obra e equipamentos) . de fácil produção e operação. instalações elétricas ou de telefones. ou ainda. que é a representação gráfica da tramitação dos dados entre os formulários. e ainda. porém de motor ligado. como parte da 156 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. Equipe Produtiva . Pequena modificação do projeto exigida posteriormente ao início das obras. Os trabalhos serão dirigidos por um Controlador Central. por exemplo: veículo estacionado no local onde deve passar uma canalização ou pavimentação. que poderá ter outras funções na administração da empresa. o fluxograma. ou seja. aguardando sua vez de iniciar e/ou retornar a atividade. etc. a quantidade de serviço executada na unidade de tempo assumida. Equipamento Improdutivo . em função do porte da obra. 12. Equipamento Produtivo . seguem algumas ocorrências mais comuns deste tipo: • • equipe do serviço. a fim de fornecer uma visão global da coleta. pois acima desse período o construtor poderá deslocar a equipe para outra frente de serviço. Execução de serviços de outras companhias nos locais de atividade.3 FORMULÁRIOS UTILIZADOS A seguir é apresentada a maneira correta de se preencher cada formulário empregado na determinação dos coeficientes físicos das composições de custo. Equipe de Trabalho e Nível dos Componentes .. Paulo Roberto Vilela Dias 157 • • • • Paralisações em virtude de canalizações e redes existentes perturbando o desenrolar do serviço. recomenda-se seja elaborado sistema de computador. Para favorecer o raciocínio.1 Controle diário da mão-de-obra (modelo AP-1) O controle diário de pessoal de produção deve ser feito na ficha modelo AP-1. O tempo de duração relativo ao equipamento improdutivo não deve exceder a um dia.deverá ser criado um grupo de estudo com o intuito de coordenar e acompanhar os trabalhos de apropriação de campo e a posterior tabulação no escritório dos valores dos elementos intervenientes nas composições de custo.é a quantidade de horas consumidas para execução de determinado serviço relativamente à quantidade produzida no intervalo de tempo utilizado. em conjunto ou não. Existência de obstáculos nos locais de trabalho que poderiam ser removidos ou evitados com antecedência através do cliente. em plena condição de produzir normalmente.3. em plena condição de produzir normalmente. que fornecerá as horas-homens dedicadas a cada tipo de serviço.

o apontador juntamente com o encarregado ou feitor anotará as horas remuneradas dos operários naquela frente de serviço. o local de atividade e a data. transformando os minutos em dados decimais para favorecer os cálculos. porque há interesse de se apurar o tempo. os seus totais. deve procurar corrigi-lo imediatamente. O controlador central calcula as horas trabalhadas (HT). Exemplo: o servente foi transferido para o serviço às 10:00 h e saiu para outro às 14:50 h. tomar água. (F) hora final são preenchidas pelo apontador. A consulta ao preenchimento simulado de alguns informes da referida ficha facilita sua compreensão. mas se forem insuficientes poderão ser utilizadas outras colunas para o mesmo serviço ou a repetição do nome do trabalhador. de acordo com o tipo do serviço. Exemplo de preenchimento do formulário: Supondo-se o serviço de montagem de tubulação com um encanador e dois serventes. deverá ser considerado como horas perdidas. Em seguida registram-se os cargos de todos os operários que estiverem à disposição do referido serviço. sempre que for necessário. As anotações no modelo AP-1 devem ser feitas durante todo o turno do serviço. bem como. topógrafo e outros elementos administrativos. etc. a nomenclatura dos serviços executados e. Multiplicam-se as horas trabalhadas (HT). no caso de se calcular por software específico. pois trata-se de exigência da atividade. O apontador deverá estar bem atento ao desenvolvimento do serviço e. utilizam-se duas colunas: a primeira para as horas trabalhadas pelo encanador e a segunda para as dos serventes. O apontador anota o início da paralisação e se o operário regressar ao serviço dentro daquele tempo anulará a anotação. confere os registros efetuados. As observações que se fizerem necessárias com relação as ocorrências não previstas no formulário de levantamento do serviço. conforme o cargo ou função do operário. com o objetivo de obter os totais acrescidos das horas remuneradas não trabalhadas. desde que não exceda 15 minutos. este tempo. bem como a soma das horas remuneradas poderão ser obtidas através de sistema informatizado.. quando necessário. Paulo Roberto Vilela Dias 159 . O apontador deve combinar com o encarregado ou feitor do serviço para avisá-lo quando o operário for transferido de local de atividade. As sub-colunas (I) hora de início. Exemplo: um servente para de trabalhar aguardando que se coloque um tubo na vala. Há interrupções do serviço que excedem os quinze minutos considerados como limite e que o 158 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. ou. pois isto é uma consequência do próprio serviço. Anotam-se como horas remuneradas naquele serviço quatro horas. antes que passe muito tempo e o apontador possa se esquecer das atividades apropriadas. pelo índice. lanche.É preenchida e assinada pelo apontador. café. são anotadas no verso da ficha. numerando-as na parte superior. Existem três linhas para registrar o início e fim do serviço correspondente a cada operário. Para cada tipo de serviço utiliza-se uma ou mais colunas. excetuando o encarregado geral. Essas horas. Podem-se usar tantas fichas quantas forem necessárias. que além destes cálculos armazenarão estas informações para utilização posterior. Depois estabelece a relação entre as horas remuneradas e as trabalhadas a fim de obter o índice de ociosidade. correspondentes a cada operário. As horas trabalhadas (HT) são calculadas no escritório. visada pelo encarregado da obra e enviada ao setor de orçamento diariamente. para efeito de controle no escritório. É imprescindível que este tome conhecimento de todos os tipos de serviços especificados na obra e tenha cópia deles com a finalidade de consulta. perguntar ao responsável da equipe sobre os tipos de serviço que estão sendo realizados. pois se deve descontar uma hora de refeição e arredondar os minutos para a fração de quarto de hora seguinte. deverão ser grifadas por intermédio de um círculo. Inicialmente preenche-se o nome da obra. ao receber a ficha modelo AP1. Empresas e Profissionais apontador não pode considerar. hora de chegada e hora de saída. dedicado ao serviço por classe de trabalhador. Se o servente estiver fazendo a escavação manual de uma vala para assentamento de tubos e parar alguns minutos para descansar. Ao término do mesmo. A soma das sub-colunas (HT) e o registro dos totais. se houver algum engano. O controlador central de apropriação. simplesmente confere os dados e os envia para digitação.

Dividindo-se o somatório das horas trabalhadas (HT) pelo somatório da produção (PR) obtém-se o coeficiente desejado.Ordem de Serviço impedimento próprio da atividade paradas ocasionadas por chuvas interrupções para refeições tempo de deslocamento de uma frente de serviço para outra Quando a parada for provocada por modificação de projeto. 12. serão parte do custo indireto. Empresas e Profissionais O apontador anotará. No final do período somam-se as horas trabalhadas de todos os setores de serviço e colocam-se os resultados na penúltima coluna. do encarregado geral ou do engenheiro residente. as categorias profissionais e as quantidades de horas trabalhadas serão transcritas na área reservada a mão-de-obra complementar. Usará as horas de relógio para anotar o início e o término dos serviços executados conforme especificações fornecidas pelo mestre de obra e também as causas das interrupções. 160 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. farão parte do custo do canteiro da obra ou da administração local.. as horas trabalhadas (HT) distribuídas pelos serviços. Seguem alguns tipos de paralisações que são mais comuns: • • • • • • • • • atraso de início do turno quebra do equipamento reparos mecânicos preventivos abastecimento ou lubrificação esperando a OS . No final do período somam-se as produções e o resultado é anotado na coluna total precedido da unidade correspondente. a leitura do horômetro inicial e final do turno de serviço. Nela deve constar o nome da obra.2 Resumo das horas-homens e da produção (modelo AP-2) Este resumo tem a finalidade de compilar os registros de todas as horas trabalhadas. enquanto que a produção deverá ser aposta na área de mesmo nome do formulário de composição analítica de custo. o modelo. refeição. Transcrevem-se na primeira coluna os cargos dos operários e os nomes dos serviços executados. devem-se registrar as respectivas produções apuradas na ficha modelo AP-5. obter o visto do mestre ou engenheiro responsável pela obra e remetê-la ao controlador central diariamente.3 Controle diário de equipamento (modelo AP-3) Este formulário deve ser preenchido pelo apontador. os que prestam serviços indiretos.3. diariamente. Neste formulário tem-se ainda. retirados do modelo AP-1. Utilizando-se a composição de custo por produção. ou seja. as produções oriundas da ficha Controle Diário de Produção. apontadas no formulário modelo AP-1. no caso de se adotar composição de custo simplificada. modelo AP-5. abastecimento e lubrificação de máquinas. Marcará no quadrilátero correspondente a (HP) horas produtivas. bem como.3. Os veículos cedidos à fiscalização. Nas mesmas colunas onde são anotadas as horas trabalhadas diariamente. No cabeçalho figura o nome da obra. Deve ser obtido através de sistema informatizado. Paulo Roberto Vilela Dias 161 . distribuídas pelos diversos setores de serviços. material.12. Após. podendo anotar no verso qualquer observação que for necessária. modelo AP-6. transporte de pessoal. tais como. o local do serviço. etc. a data. uma para cada máquina ou veículo. o local e o período de levantamento. o tipo da máquina ou veículo. a marca. a potência e a capacidade. o apontador deverá anotar as atividades prestadas pelo veículo que estiver alocado à frente de serviço direto do setor. com a finalidade de obter as horas trabalhadas totais. (HI) horas improdutivas e (HO) horas ociosas. cujo valor será apresentado no relatório Resumo dos Coeficientes Físicos. O apontador deverá assinar a ficha. as colunas correspondentes aos dias.

considerada igual a um dia. modelo AP-5. Na primeira linha são registrados os dias correspondentes às execuções dos serviços. em movimento. será preenchida diariamente. O coeficiente produtivo. o local e o período da coleta das informações. Na terceira coluna escrevem-se as dimensões dos serviços realizados ao final de cada período de trabalho. registrando-os na penúltima colu162 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. aguardando retorno de moto-escavo• transportador para efetuar trabalho de auxílio de início de escavação.3. ou seja. o apontador informará ao escritório o acontecido e no dia seguinte dará continuidade ao levantamento. onde o equipamento se encontra com motor ligado e em operação. Na primeira coluna anota-se o tipo da máquina ou veículo e em seguida os serviços executados. modelo AP-3. modelo AP-3. trator de esteira com pusher.5 Controle diário da produção (modelo AP-5) É outra ficha utilizada pelo apontador a fim de registrar as produções correspondentes aos serviços executados. a ser calculada e preenchida no escritório. ou. o código do serviço. ou novo formulário e fazendo as devidas observações explicativas. e cuja paralisação se dá por causas próprias da atividade. Quando não for possível. correspondentes aos dias mencionados no modelo são registradas as horas produtivas e horas improdutivas relativas ao serviço anotado na primeira coluna e retirados do Controle Diário de Equipamento. que aparecerá na linha inferior à linha tracejada. utilizando para o registro a mesma ficha. Nas colunas seguintes. é obtido através da divisão do somatório das horas produtivas pela produção do período.12. utilizada anteriormente. a fim de instruir o escritório sobre a complementação do serviço. No cabeçalho constará o nome da obra. a produção obtida através do Controle Diário de Produção. precedido da unidade. HI. No cabeçalho anota-se o nome da obra. Paulo Roberto Vilela Dias 163 Produção (PR) é a quantidade de serviço executado por unidade de tempo. enquanto que na segunda coluna registram-se as unidades correspondentes. horas improdutivas são aquelas em que o equipamento está sem trabalhar. Na segunda coluna estão as iniciais HP. por exemplo: Carregadeira frontal aguardando retorno de caminhão do transporte para efetuar carregamento do mesmo. modelo AP-5. Enquanto. Conforme já definido. com o motor ligado. onde for necessário. ao término de um dia de trabalho. que será colocado na parte superior da linha tracejada. expressas em metros. Na quarta coluna. inclusive. se for o caso. Na primeira coluna anotam-se os nomes dos serviços que estão sendo executados. Na quinta coluna comentam-se as observações que se fizerem necessárias. pela ordem: comprimento. é calculado por meio da divisão do somatório das horas improdutivas pela mesma quantidade produzida. No fim do dia o apontador assina e pede o visto do mestre ou engenheiro. Empresas e Profissionais .equipamentos e da produção (modelo AP-4) O modelo AP-4 serve para condensar os registros dos dados oriundos do Controle Diário do Equipamento. e do Controle Diário de Produção. • na. bem como. quando se tratar de produção. por ocorrência de chuvas no final do turno ou no caso do serviço ficar inacabado e for completado no dia posterior. Enquanto. largura e altura ou profundidade ou se for o caso de dimensões circulares. entende-se por horas produtivas aquelas ligadas diretamente ao serviço. horas improdutivas e produções. o local da execução dos serviços e a data. referente ao total. Depois que se obtiver uma amostragem significativa e representativa dos serviços. o diâmetro e o comprimento ou altura. somam-se todos os dados. o coeficiente improdutivo. calculam-se as quantidades produzidas por período a partir dos dados encontrados na terceira coluna. e PR correspondentes às horas produtivas.3. medir a sua produção.4 Resumo das horas . conforme o caso. 12.

Neste quadro. suas especificações mínimas e suas quantidades unitárias. no caso de cimento portland. desperdícios. etc. por exemplo. Empresas e Profissionais técnicas estabelecidas por órgãos oficiais. 12. fica entendido que deverá constar do projeto-tipo a proporção ou traço de cada um dos seus componentes no produto acabado. onde obrigatoriamente constará o destino do mesmo.6 Resumo dos coeficientes (modelo AP-6) A ficha denominada Resumo dos Coeficientes tem o objetivo de condensar os coeficientes apurados em cada serviço. deverá ser montado o Quadro Resumo das Distâncias de Transporte. Em alguns casos onde há necessidade de se especificar não apenas uma matéria prima.4 APROPRIAÇÃO DE MATERIAIS Como é sabido. o controlador central deverá realizar medições nos serviços em andamento para checagem das avaliações parciais dos apontadores. isto é.Para maior garantia dos valores assumidos. no caso dos transportes. local ou comercial. para efeito de controle. material transportado. “concreto magro para base de fundação direta bloco nº 01”. Quando não apresentarem as quantidades unitárias pode-se conhecer seu valor através de conveniente análise de projeto-tipo ou de normas 164 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. Na parte inferior da ficha serão apresentados os somatórios de todos os coeficientes obtidos em diversos períodos e os valores médios desses coeficientes calculados através da divisão dos somatórios referidos pelo número de coeficientes registrados e considerados em cada coluna. Assim sendo. 12. deverão ter definidos os materiais.5 APROPRIAÇÃO DOS TRANSPORTES Da mesma maneira que apresentado para os materiais. ou ainda. o procedimento deverá ser o exposto a seguir. ou seja. e quando for o caso. abaixo dos coeficientes horas-homens. distância de transporte em km por tipo de rodovia. No relatório deverá constar o código do serviço e sua descrição e a unidade de medição. pelas especificações do fabricante dos produtos empregados. como é o caso do concreto. o almoxarifado só liberará este material quando na solicitação vier expresso o local de destino do mesmo. constarão os cargos obtidos do modelo AP-2. Na primeira coluna será registrado o período das observações retiradas do modelo AP-2 e do modelo AP-4. etc. por exemplo. é válido e oportuna a apropriação de materiais de modo a aferir perdas desnecessárias. Nas colunas correspondentes aos tipos dos equipamentos são registrados os coeficientes produtivos e improdutivos dos mesmos. Todos os materiais adquiridos para a obra deverá ter entrada em almoxarifado central e deste só sair com guia de Requisição de Material. pavimentada ou em terra. esta funcionará como controle de qualidade do serviço em execução. No caso de se fazer a apropriação de materiais. consumos. ao cabo de cada semana ou quinzena. Nos espaços vagos inferiores aos coeficientes-equipamentos são transcritos os tipos de máquinas ou veículos retirados do modelo AP-4. 12. percurso. Nos locais correspondentes às discriminações.3. Paulo Roberto Vilela Dias 165 . todos os serviços a serem apropriados apresentarão os seus respectivos projetos-tipo. nos Resumos das HorasHomens e da Produção (modelo AP-2) e nos Resumos dos Equipamentos e da Produção (modelo AP-4). sabe-se que. ou seja. não haverá apropriação de campo. Caso se queira apropriar os materiais empregados na execução dos serviços. já que os valores encontrados teriam que obedecer as especificações do projeto-tipo. e ainda. Para tanto. origem e destino da carga. Isto é. para efeito de apropriação. uma vez que os coeficientes deverão ser obtidos após análise do projeto. Entretanto. mas a combinação de diferentes tipos de materiais para formar um único produto. através de traços. Nas colunas relativas aos cargos ou funções mencionados anteriormente aparecerão os coeficientes obtidos para cada período. deverão constar as seguintes informações: descrição do serviço. para efeito de conhecimento dos coeficientes físicos a serem fixados para as composições de custo é desprezível a apropriação de campo dos materiais.

HORAS TRABALHADAS 167 DIÁRIO I . AP3 MOD. Y e Z = São as médias aritméticas dos coeficientes 166 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. CARGO / FUNÇÃO HORAS PRODUTIVAS FUNCIONÁRIOS OBRA : TOTAIS HT x I HT .Somatório Horas Trabalhadas (HT) = SHR-Somatório Horas Remuneradas(HR)= Q2 ÍNDICE DE OCIOSIDADE ( SHR / SHT ) = - DE I F HT I F HT . AP1 MOD. AP6 Y Z MÃO DE CONTROLE DIÁRIO DE EQUIPAMENTO RESUMO DAS HORAS EQUIPAMENTOS E DA PRODUÇÃO I F HT M P K1 K2 M P S Ι HT S N CONTROLE TOTAIS HT POR SERVIÇO SERVIÇOS EXECUTADOS MOD.HORA FINAL I F SHT . Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias HORAS PRODUT.HORA INICIAL F . AP5 MOD.ANEXO 1 FLUXOGRAMA PARA DETERMINAÇÃO DOS COEFICIENTES FÍSICOS ANEXO 2 MODELO AP-1 HORAS RE A B C C Q1 RIAS ( HR ) DAS DIÁ - MUNERA - CONTROLE DIÁRIO DA MÃO DE OBRA RESUMO DAS HORAS HOMENS E DA PRODUÇÃO B AP-1 A Σ AΙ M Q3 ΣA ΣAΙ OBRA DATA : MOD. x IMPRODUT. AP4 LEGENDA A. AP1 CONTROLE DIÁRIO DA PRODUÇÃO RESUMO DOS COEFICIENTES Q1 M Q2 Q3 K1 K2 N ΣQ1 ΣQ2 ΣQ3 ΣΚ1 ΣΚ2 X MOD. B e C = Designação dos serviços. ΣA = Somatório das horas trabalhadas no serviço A ΣAΙ = Horas trabalhadas em A multiplicadas pelo índice de ociosidade das horas remuneradas M = Quantidade da produção manual N = Quantidade da produção dos equipamentos H = Horas trabalhadas produtivas P = Horas paradas improdutivas S = Serviço executado pelo equipamento I = Serviço improdutivo do equipamento Q = Coeficiente oriundo da divisão d horas trabalhadas do pessoal pela produção respectiva K = Coeficiente produtivo do equipamento K = Coeficiente improdutivo do equipamento X.

168 RESUMO DAS HORAS-HOMENS E DA PRODUÇÃO .AP-2 OBRA : CARGO \ DIAS SERVIÇOS EXECUTADOS UNIDADE XXXXXXX XXXXXXX XXXXXXX XXXXXXX XXXXXXX XXXXXXX XXXXXXX XXXXXXX XXXXXXX XXXXXXX XXXXXXX XXXXXXX XXXXXXX XXXXXXX XXXXXXX XXXXXXX TOTAL SHT SPR ANEXO 3 MODELO AP-2 HT PR HT PR HT PR HT PR HT PR HT PR HT PR HT PR HT PR HT PR HT PR HT PR HT PR HT PR HT PR HT PR Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.Horas Produtivas HI .3 Data : TIPO DE APROPRIAÇÃO HORÔMETRO HORAS HORÔMETRO HORAS HORÔMETRO HORAS Paulo Roberto Vilela Dias 169 SERVIÇOS EXECUTADOS OU MOTIVOS DE PARALIZAÇÃO HP HI HO ANEXO 4 MODELO AP-3 HP .Horas Ociosas .Horas Improdutivas HO .PRODUÇÃO CONTROLE DIÁRIO DA PRODUÇÃO OBRA EQUIPAMENTO PERÍODO DE SERVIÇO HORA INICIAL : : : HORA FINAL HORAS DE OPERAÇÃO AP .HORAS TRABALHADAS PR . Empresas e Profissionais HT .

5 DATA : Paulo Roberto Vilela Dias CÓDIGO SERVIÇOS EXECUTADOS DESCRIÇÃO DOS SERVIÇOS UNI DADE QUANTIDADE PRODUZIDA OBSERVAÇÕES ANEXO 6 MODELO AP-5 171 .4 OBRA EQUIPAMENTO DATA : COEFI CIENTE SERVIÇOS EXECUTADOS CÓDIGO DESCRIÇÃO : : DIAS UNID TOTAL DE HORAS ANEXO 5 MODELO AP-4 TIPO HORA HP HI HP HI HP HI HP HI HP HI HP HI HP HI HP HI HP HI HP HI HP HI HP HI HP HI HP HI HP HI Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.AP. Empresas e Profissionais HP .Horas Improdutivas CONTROLE DIÁRIO DA PRODUÇÃO OBRA : DIMENSÕES ( em metros ) AP .Horas Produtivas HI .EQUIPAMENTOS E DA PRODUÇÃO .170 RESUMO DAS HORAS .

avaliações e pareceres referentes a serviços e obras de engenharia e desenvolvimento de técnicas relacionadas com informática e outras. ou de montagens industriais e controle tecnológico de materiais e produtos. Data Prod. • • • • TOTAIS MÉDIA DESVIO PADRÃO OBRA : SERVIÇO : PERÍODO elaboração de planos diretores. Im prod. consultorias.HOMENS Prod. Veja ainda as definições existentes no Capítulo 12. : Im prod. analisaremos os seguintes serviços: • Unidade : COEFICIENTES . Assim.EQUIPAMENTOS AP . pelos profissionais liberais. RESUMO COEFICIENTES . supervisão. também. de projeto e gerenciamento ou supervisão de obras de engenharia. elaboração de projetos básicos e projetos executivos. Paulo Roberto Vilela Dias 173 . fiscalização. SERVIÇOS DE CONSULTORIA Este livro abrange os serviços de consultoria.ANEXO 7 MODELO AP-6 13 ATIVIDADES PROFISSIONAIS 13. Im prod. estudos organizacionais e outros relacionados com obras e serviços de engenharia.2 a seguir. Im prod. DOS Im prod. instrumentos e processos de produção em geral. para aplicação em serviços de engenharia. de equipamentos.6 COEFICIENTES Prod.1 DEFINIÇÕES DOS SERVIÇOS PROFISSIONAIS Procuramos definir os principais serviços prestados pelas empresas de consultoria e. Prod. Prod. Im prod. estudos de viabilidade. acompanhamento técnico e gerenciamento de obras e serviços. vistorias. Prod.

Quando não existem normas nacionais para uma determinada disciplina técnica ou projeto aplicam-se as normas internacionais. equipamentos e serviços.666/93 o projeto básico é o “conjunto de elementos necessários e suficientes. com nível de precisão adequado. aos objetivos propostos. De acordo com o disposto no Artigo 6º. a estimativa de custo. técnica e economicamente. de acordo com normas pertinentes da Associação Brasileira de Normas Técnicas – ABNT”. o preparo de arranjo geral esquemático. Empresas e Profissionais sibilite a avaliação do custo da obra e a definição dos métodos e prazo de execução . O projeto básico será constituído de desenhos que representem tecnicamente a solução adotada e relatório técnico que contenha: memorial descritivo do sistema e de seus componentes. a especificação e execução ou supervisão dos serviços de campo e de laboratório. a definição dos partidos tecnológicos. De acordo com a Lei 8. em todos os campos de aplicação e disciplinas técnicas de engenharia. de maneira a esclarecer perfeitamente a execução. ”. os critérios e parâmetros adotados na proposição e dimensionamento dos componentes. a indicação dos métodos construtivos. • estimativa preliminar de quantidades de materiais. ou seja: • Estudo Preliminar • Projeto Básico (ou anteprojeto) • Projeto Executivo Estudo Preliminar Estudo técnico efetuado para determinar a viabilidade de uma solução. bem como. • especificação preliminar de materiais. podem ser divididas em três fases principais.. que assegurem a viabilidade técnica e o adequado tratamento do impacto ambiental do empreendimento. bem como. • Projeto Executivo Definição de todos os detalhes construtivos ou executivos do sistema objeto do projeto e sua apresentação gráfica. Projeto Básico Definição técnica e dimensional da solução adotada. a confecção dos desenhos detalhados e das especificações técnicas de serviços e materiais. o dimensionamento funcional do objeto e de suas partes. Inclui o estudo de soluções alternativas.666/93 o projeto executivo é o “conjunto de elementos necessários e suficientes à execução completa da obra. para caracterizar a obra ou serviço ou complexo de serviços objeto da licitação.. • memorial de cálculo onde deverão ser apresentados a metodologia básica utilizada. gráficos ou ábacos empregados no cálculo. o orçamento detalhado e cronograma de implantação das obras. de eventuais condicionantes do Contratante e demais elementos sobre o problema. Visa a análise e escolha. a listagem das autorizações legais requeridas para a implantação e a estimativa de custo das obras. as normas e critérios para medição e pagamento dos serviços de implantação e o cronograma das obras. a que melhor responde. a elaboração de desenhos típicos e especificações técnicas preliminares de serviços e materiais. a indicação dos métodos construtivos. Paulo Roberto Vilela Dias 175 . para determinação de quantitativa de demandas. montagem ou instalação de todos os elementos previstos no sistema. a partir dos dados levantados com esta finalidade. dentre alternativas de solução possíveis. Compreende o arranjo geral.PROJETO As atividades de concepção e pormenorização de projetos físicos. a indicação de todos os componentes. Inclui a especificação e execução ou supervisão dos serviços de campo e de laboratório. características e materiais a ser utilizados. a racionalização do programa. e que pos174 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. orçamento da construção. XI da Lei 8. elaborado com base nas indicações dos estudos técnicos preliminares. contendo a concepção clara e precisa do sistema proposto. além das fórmulas. equipamentos e serviços.

APRESENTAÇÃO DOS PROJETOS Os relatórios obedecerão o exigido pela norma NBR-5984 e serão apresentados em papel A4. envolvendo o exame e aprovação de documentos técnicos preparados pelos fornecedores de equipamentos. de caráter essencialmente técnico: Verificação de desenhos de fabricação. • Acompanhamento técnico da construção. Supervisão administrativa de construção. estruturas metálicas e outros. testes. ASSISTÊNCIA TÉCNICA Abrange as seguintes atividades. examinando a observância das especificações técnicas pelo construtor. bem como arbitragem. abrangendo: • • • • • • • • Elaboração de planos gerenciais. Sendo que são considerados os seguintes formatos: A4 A3 A2 A1 A0 = = = = = 210 mm 297 mm 420 mm 594 mm 841 mm x 297 x 420 x 594 x 841 x 1. DE 11 DEZ 1933 ( 1) Regula o exercício das profissões de engenheiro. estabelecendo a estratégia de implantação. Execução direta ou assistência às compras e/ou contratações de bens e serviços. distinguem-se uma das outras pelo nível de detalhamento.2 REGULAMENTAÇÃO DA ATIVIDADE PROFISSIONAL E ATRIBUIÇÕES LEGAIS DOS PROFISSIONAIS DE ENGENHARIA CIVIL 13. diligenciamento e inspeção de contratos de fornecimento de bens. Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. avaliações e estudos organizacionais relacionados com empreendimentos de engenharia. eventualmente. inclusive plano de gestão ambiental. de arquiteto e de agrimensor. a organização geral dos trabalhos e a especificação das instalações provisórias. enquanto que as plantas deverão ser desenhadas em formato A1 ou. DECRETOS E LEIS: DECRETO FEDERAL Nº 23. as leis e as resoluções que regulam a atividade dos profissionais registrados no sistema CONFEA/CREA. A0. técnicas e administrativas. • Preparo de desenhos “como construído” em seguida à implantação.As atividades que figuram em mais de uma fase de projeto. Administração e controle do fluxo de documentos. montagem. Coordenação técnica e administrativa de serviços de projeto de engenharia. Empresas e Profissionais 13. • Treinamento do pessoal de operação e de manutenção. de 24 DEZ 1966 176 Paulo Roberto Vilela Dias 177 . Coordenação das interfaces executivas.569. • GERENCIAMENTO DE OBRAS O gerenciamento envolve principalmente tarefas de coordenação e administração. (1) Revogado tacitamente pela Lei nº 5. assistência à partida.189 mm mm mm mm mm ASSESSORIA Envolve assessorias técnicas em assuntos especializados. testes e partida. Planejamento. montagem.194. programação e controle físico-financeiro do empreendimento.2.1 Regulamentação da Atividade Profissional Apresentamos a seguir os decretos. Atividades de acompanhamento técnico da construção.

DE 18 DEZ 1998 Dispõe sobre a Anotação de Responsabilidade Técnica e da outras providências. designa as seguintes atividades: Atividade 01 . de 24. Arquitetura. de Arquitetura e Agronomia. nos autos da Ação Civil Pública nº 2000.2.213. RESOLUÇÃO Nº 313. e dá outras providências.030435-2. DE 5 NOV 1968 Dispõe sobre o exercício da profissão de Técnico Industrial de nível médio. RESOLUÇÃO Nº 317. e dá outras providências.212. A íntegra da regulamentação apresentada anteriormente pode ser obtida no CONFEA e nos Conselhos Regionais ou em seus sites da internet. RESOLUÇÕES DO CONFEA: RESOLUÇÃO Nº 425. RESOLUÇÃO Nº 205.524.07. para efeito da fiscalização do exercício profissional em nível Superior. Agronomia e Veterinária.194. coordenação e orientação técnica.194. Arquitetura e Agronomia .91 e alterações posteriores 13. pelo Conselho Federal de Engenharia.LEI Nº 4. DE 29 JUN 1973 Discrimina atividades das diferentes modalidades profissionais da Engenharia.Supervisão. proposta pelo Ministério Público Federal. Arquitetura e Agronomia. projeto e especificação. de 24.71. de 03 de maio de 2001 Dispõe sobre alterações dos parâmetros para o reconhecimento das atividades exercidas sob condições especiais em cumprimento à decisão que antecipou parcialmente os efeitos da tutela.br). DE 27 MAIO 1983 Dispõe sobre o exercício profissional dos Técnicos Industriais e Técnicos Agrícolas de Nível Médio ou de 2º Grau e dá outras providências.CONFEA. regula o exercício das profissões de Engenheiro. LEI Nº 5. prolatada pela MM.00. Arquitetura e Agronomia e expedição de certidão. Paulo Roberto Vilela Dias 179 . Arquiteto e EngenheiroAgrônomo.496 . Arquiteto e Engenheiro Agrônomo e o artigo 1º da Resolução 218 do CONFEA de 29 de junho de 1973. Empresas e Profissionais RESOLUÇÃO Nº 218. como por exemplo.RS. Química.DE 7 DE DEZ 1977 Institui a “Anotação de Responsabilidade Técnica” na prestação de serviços de Engenharia. DE 24 DEZ 1966 Regula o exercício das profissões de Engenheiro.org. de uma Mútua de Assistência Profissional. Atividade 02 . DE 30 SET 1971 Adota o Código de Ética Profissional.crea-rj. DE 26 SET 1986 Dispõe sobre o exercício profissional dos Tecnólogos das áreas submetidas à regulamentação e fiscalização instituídas pela Lei nº 5. DE 31 OUT 1986 Dispõe sobre Registro de Acervo Técnico dos Profissionais da Engenharia. FUNDAMENTAÇÃO LEGAL: Lei nº 8. autoriza a criação. LEI Nº 6. planejamento. na página da web do CREA-RJ (www. 178 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. DE 22 ABR 1966 Dispõe sobre a remuneração de profissionais diplomados em Engenharia. LEI Nº 5.950-A.91 e alterações posteriores e Lei nº 8.2 Atividades e Atribuições Legais para Profissionais de Engenharia Civil A lei nº 5194 de 24/12/1966. RESOLUÇÃO Nº 278. OUTRAS: INSTRUÇÃO NORMATIVA INSS Nº 49. Juíza Substituta da 4ª Vara Previdenciária de Porto Alegre .07. de 24 DEZ 1966.Estudo. e dá outras providências.

Condução de trabalho técnico. portos. Elaboração de orçamento. Fiscalização de obra e serviço técnico. referentes a edificações.194 de 24 de Dezembro de 1966 180 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. seus serviços afins e correlatos. paraestatais. divulgação técnica e extensão. aperfeiçoamento e pós-graduação. estruturas. conjuntos arquitetônicos e monumentos. Artigo 1º . de abastecimentos de água e de saneamento. e massa de água e extensões terrestres. arquitetura ou agronomia a firma comercial ou industrial cuja for composta.As qualificações de engenheiro. arbitramento.o desempenho das atividades 01 a 18 do artigo 1º desta Resolução. reparo e manutenção. de profissionais registrados nos Conselhos Regionais. seus serviços afins e correlatos. Execução de instalação. Artigo 4º. ensaio. assessoria e consultoria. referentes a edificações . rios. Regula o exercício das profissões de Engenheiro. desenvolvimento industrial e agropecuário. em sua maioria. e dá outras providências. nos seus aspectos técnicos e artísticos. instalações e meios de acesso a costas. Ensino. Execução de desenho técnico. operação. estradas. pista de rolamentos e aeroportos. montagem.o desempenho das atividades 01 a 18 do artigo 1º desta Resolução. em geral. Padronização. funções e comissões em entidades estatais. autárquicas e de economia mista e privadas. sistema de transportes. laudo e parecer técnico. serviços e equipamentos urbanos. experimentação. planejamento físico. Artigo 7º. obras.Parágrafo único . cursos. Vistoria. transportes. do arquiteto e do engenheiro-agrônomo consistem em: a) b) desempenho de cargos. arquitetura paisagística e de interiores. de regiões. análise.As atividades e atribuições profissionais do engenheiro. Execução de obra e serviço técnico.As profissões de engenheiro. explorações de recursos naturais e desen181 Artigo 2º dessa mesma resolução estabelece as seguintes competências para o ENGENHEIRO ARQUITETO: I . Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias . local. Condução de equipe de instalação. arquiteto ou engenheiro-agrônomo só podem ser acrescidas á denominação de pessoa jurídica composta exclusivamente de profissionais que possuam tais títulos. meios de locomoção e comunicações. arquiteto e engenheiro-agronômo são caracterizadas pelas realizações de interesse social e humano que importem na realização dos seguintes empreendimentos: A) B) C) D) E) Aproveitamento e utilização de recursos naturais. pesquisa. edificações. Desempenho de cargo e função técnica. Artigo 5º. cidades. zonas. Lei n.Atividade Atividade Atividade Atividade 03 04 05 06 - Atividade 07 Atividade 08 Atividade Atividade Atividade Atividade Atividade Atividade Atividade 09 10 11 12 13 14 15 - Atividade 16 Atividade 17 Atividade 18 - Estudo de viabilidade técnico-econômica.Só poderá ter em sua denominação as palavras engenharia. Artigo 7º dessa mesma resolução estabelece as seguintes competências ao ENGENHEIRO CIVIL ou ao ENGENHEIRO DE FORTIFICAÇÃO e CONSTRUÇÃO: I .As qualificações de que trata este Artigo poderão ser acompanhadas de designações outras referentes a cursos de especialização. rurais e regionais. Produção técnica e especializada.º 5. Arquiteto e Engenheiro-Agrônomo. planejamento ou projeto. Artigo 3º . mensuração e controle de qualidade. montagem e reparo. Assistência. avaliação. Operação e manutenção de equipamentos e instalação. urbano e regional. estruturas. Direção de obra e serviço técnico. perícia.

de arquiteto e de agrimensor. projeto. experimentação e ensaios. fiscalização e construção de edifícios. de acordo com as condições.DE 11 DEZ 1933 Regula o exercício das profissões de engenheiro. fiscalização construção de obras destinadas ao aproveitamento de energia e dos trabalhos relativos às máquinas e fábricas. perícias. em todos os seus aspectos técnicos e artísticos. direção. fiscalização e construção das obras peculiares ao saneamento urbano e rural. direção. especificações e demais pormenores técnicos nele estabelecidos. o estudo. Artigo 28º . rios e canais e das concernentes aos aeroportos. instalações e serviços de qualquer natureza. o estudo. direção. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 183 . fiscalização e construção das obras relativas a portos.Quando a concepção geral que caracteriza um plano for elaborado em conjunto por profissionais legalmente habilitados. estudo. com todas as suas obras complementares. projeto. projetos. vistorias. o projeto. o estudo. DECRETO FEDERAL N. pareceres e divulgação técnica.569. Artigo 22º.Consideram-se da atribuição do arquiteto ou engenheiroarquiteto: a) b) c) d) e) f) g) estudo. projeto. o estudo. direção de obras e serviços técnicos. perícias e arbitramento referentes à matéria das alíneas anteriores. pesquisa. é obrigatória a colocação e manutenção de placas visíveis e legíveis ao público o nome do autor e co-autores do projeto. o estudo. o estudo. fiscalização e construção das estradas de Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. estudos. o estudo. análises. todos serão considerados co-autores do projeto. assim como os dos responsáveis pela execução dos trabalhos. direção e fiscalização das obras de grande decoração arquitetônica. direção.Ao autor do projeto ou aos seus prepostos é assegurado o direito de acompanhar a execução da obra. com todas as suas obras complementares. projeto.º 23. o projeto. nos assuntos correlacionados com as especificações das alíneas “a” a “i” .Enquanto durar a execução de obras. direção e fiscalização dos serviços de urbanismo. de modo a garantir a sua realização. produção técnica especializada. direção. a engenharia legal. ensino. projeto. projeto. Artigo 30º . d) e) f) g) Artigo 16º. com os direitos e deveres correspondentes. execução de obras e serviços técnicos.São da competência do engenheiro civil: a) b) c) 182 h) i) j) k) rodagem e de ferro. projeto. fiscalização e construção das obras que tenham caráter essencialmente artístico ou monumental. fiscalização de obras e serviços técnicos.c) d) e) f) g) h) volvimento da produção industrial e agropecuária. projeto. direção. Artigo 19º. fiscalização e construção de edifícios. nos assuntos mencionados nas alíneas “a” a “c” deste Artigo. projeto. fiscalização e construção das obras de captação e de abastecimento de água. direção e fiscalização das obras de arquitetura paisagística. direção e fiscalização dos serviços de urbanismo. projeto. fiscalização e construção de obras de drenagem e de irrigação. perícias e arbitramentos relativos à matéria de que tratam as alíneas anteriores. direção. o projeto. a arquitetura legal. trabalhos topográficos e geodésicos. direção. industrial ou agropecuária. direção. avaliações.

controle físico-financeiro e da Qualidade. laudos técnicos.Projetos básicos e executivos de qualquer natureza.6) 3. fiscalização. planejamentos e cronogramas físico-financeiros. materiais. Gestão de empreendimentos. Arbitramentos.1) 1. Coordenação. serviços. Avaliações e Perícias em geral. vistorias. Assessoria.5) 3. Anteprojetos. supervisão. 1. supervisão. Consultorias ou assistências técnicas.4) Planejamentos.5) Administração e Controle contábil. Detalhes construtivos em geral Estimativas de custos. Empresas e Profissionais 3. equipamentos e pessoal. 1. subdividem-se em: 1. Engenharia Legal. 4. programações e controles. pareceres.7) Medições de serviços . Paulo Roberto Vilela Dias 185 .4) 3. Laudos. 2.3) Avaliações técnicas de um determinado bem.9) Assessoria . Fiscalização e Acompanhamento de obras em geral que se subdividem em: 2) 3) 4) 2. fundamenta dos sobre serviços ou obras.3) 1. 4. compatibilização.coordenação. que se subdividem em: Os serviços acima relacionados são discriminados da seguinte forma: 1) Estudos de um modo geral ou viabilidade .10) Levantamentos técnicos de obras.6) 1. supervisão.1) Vistorias. 2) Gestão. materiais.Projetos básicos e executivos de qualquer natureza. ou avaliação de direitos.6) Coordenação. 1. instalações e afins. Consultas esporádicas. Orientação técnico-administrativa.2) 3.2) 1. Especificações de serviços e materiais. Orientação geral e técnicas de controle. fiscalização e acompanhamento de obras em geral.4) 1. Supervisão. 2. arbitramentos. acompanhamento e controles. 2. 184 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. Pareceres.11) Levantamentos topográficos e sondagens. orçamentos. dimensionamentos de serviços. Vistorias. 2. Projetos definitivos (executivos).7) 4) 4. equipamentos e pessoal.7) 1.3) 3. Análise econômica-financeira da empresa. Laudos.5) 1.3) Projetos do canteiro de obra.1) 3. produtividade e qualidade. 3) Consultorias e Assistência técnica que se subdividem em: Consultorias em geral permanente e elaboração de contratos. 2. Fiscalização e Supervisão de serviços técnicos-administrativos. arbitramentos.2) Pareceres técnicos sobre assunto técnico especializado. avaliações e perícias. coordenação.8) Levantamento de dados Estudos preliminares. fiscalização e acompanhamento de obras.1) Gerenciamento das obras e projetos em geral. Projeto Básico ou Legal.TÍTULO I CONCEITUAÇÃO PROPOSTA PARA OS SERVIÇOS RELACIONADOS COM A ENGENHARIA CIVIL Os serviços relacionados com a Engenharia Civil podem ser resumidos no seguinte: 1) Estudos de um modo geral ou viabilidade . 2) Programações e dimensionamentos de serviços.

dimensão e articulação dos ambientes. Estudos. projetos. legislação local. industriais e reformas com todas as suas obras complementares. Estudos. direção. 4. • Plantas Baixas . fiscalização e construção de obras hidráulicas de saneamento e urbanização. adução. de acordo com as normas vigentes. fiscalização e construção de obras destinadas ao aproveitamento de energia e dos trabalhos relativos às máquinas e fábricas. fiscalização e construções prediais.em perspectiva ou elevação. dimensionamento e caracterização dos pavimentos.O Engenheiro Civil atuará também em assuntos de Engenharia Legal e de Custos. direção.4) Projeto Básico ou Legal – Após a aprovação pelo cliente do anteprojeto. Vamos conceituar o que representam os serviços indicados nos itens acima. Empresas e Profissionais 1. projetos. de acordo com o serviço a executar e obedecidas as posturas legais para cada caso possibilitando obter licenças e alvarás. 1. perícias. projetos. controles. • 3) 4) 5) 1. • Estudo de Fachada . com as modificações sugeridas. direção. com especificações e detalhamento das fachadas e esquadrias externas. solicitações do Cliente. bem como.1) Levantamento de dados – Levantamento de um conjunto de infor186 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. fachadas. 1. • Concepção e tratamento da volumetria do edifício. emitir laudos e pareceres relacionados com a especialidade profissional. projetos. planejamentos. barragens. irrigação. viadutos e outros. esclarecedor de circunstâncias especiais. avaliações. fiscalização e construção das obras relativas a portos. mações. direção. completando o projeto. barragens. captação. Estudos. direção. elevações. será apresentado o projeto legal. viadutos e outros. grandes estruturas metálicas e de concreto armado. arbitramentos. contendo a definição de todos ambientes. Paulo Roberto Vilela Dias 187 .2) Estudos preliminares – Análise e avaliação de todas as informações recebidas na primeira etapa e definição do partido arquitetônico da edificação e as condições de viabilidade. deverá ser apresentado o Memorial Descritivo elucidativo do partido adotado. formatando o Anteprojeto. cortes. projetos. a saber: 1) 2) Estudos. • Definição do esquema estrutural e das instalações. saneamento urbano e rural.3) Anteprojeto – A partir do Estudo Preliminar aprovado. abastecimento de água. será desenvolvido o Anteprojeto de Arquitetura.5) Julgamentos de trabalhos em geral. fiscalização e construção de obras de arte especiais. localização. abordando os seguintes aspectos: Concepção. Os serviços relacionados nos itens anteriores se aplicam ao ramo da Engenharia Civil.principais níveis da edificação. apresentando um padrão de cor ou textura. grandes estruturas metálicas e de concreto armado. túneis. Estudos.4) Serviços em geral de Engenharia Legal. drenagem.Projetos básicos e executivos de qualquer natureza. Em anexo. direção. Estudos. fiscalização e construção de estradas de rodagem e de ferro. permitindo sempre que possível uma primeira avaliação da estrutura. Baseado nestes dados elabora-se o escopo do Contrato. visando montar um programa básico do projeto.4. a saber: 1) Estudos de um modo geral ou viabilidade . em plantas. gerando os seguintes documentos: Memorial Descritivo .descreve e justifica a solução arquitetônica proposta e é acompanhado de quadro de áreas estimadas. túneis. bem como fazer orçamentos. etc. com informações sobre o terreno. projetos. • 6) Único . perfis. rios e canais.

8) Estimativas de custos.conhecidos os projetos definitivos. as normas aprovadas e recomendadas. condições de funcionamento ou estado de conservação. na escala convenientemente adequada. a coordenação de todos os processos e os integrantes da equipe. técnicas e outras. administrativas. 1. com a listagem dos diversos serviços a executar. bem como a especificação para cada tipo de serviço. compatibilização. deverá ser apresentado o cronograma físico-financeiro (gráfico de Gantt).Engenharia de Custos . Por outro lado. orçamentos.financeiros . A responsabilidade funcional do levantamento levado a efeito. 1. contendo as quantidades de serviços a executar. Faz parte integrante das especificações a indicação de materiais relacionados nos desenhos do projeto. Anexo deverá ser apresentado um memorial descritivo. Estes detalhes deverão ser apresentados em desenhos. de todos elementos da obra ou serviço necessários à perfeita execução técnica e artística da edificação. que englobe todos os elementos considerados no estudo. gera-se um documento único.7) Detalhes construtivos em geral – São desenhos complementares. como impostos.9) Assessoria . em função de sua complexidade. leis fiscais. Especificações detalhadas de todos os materiais que serão utilizados nas obras. com indicação das condições técnicas de execução e de todas as exigências indispensáveis à concretização da obra. 1.6) Especificações de serviços e materiais – Tem como objetivo caracterizar as condições de execução e padrão de acabamento para cada tipo de serviço. podem-se estabelecer as necessidades diárias de material e mão-de-obra para a execução da obra ou serviço. instalações e afins já executados e que por circunstâncias.5) Projeto Executivo – Conjunto de documentos elaborados. os projetos existentes não reproduzem a verdade – Consiste. despesas financeiras. Na composição dos preços unitários deverão ser apresentados os coeficientes de consumo e produtividade. aparece a figura do Assessor. elaborando desenhos e especificações dos serviços e dos materiais empregados. Através da compatibilização e otimização dos diversos projetos e processos. Empresas e Profissionais apresentação de uma planilha. que de qualquer maneira onerem os custos do empreendimento. 1. fiscalização. a unidade considerada e os preços unitários. supervisão. acompanhamento e controle – Quando na elaboração de um projeto. 1. deverá ser assumida pelo profissional Paulo Roberto Vilela Dias 189 . os detalhes e as especificações de serviço e materiais. A partir da interface entre os Projeto Arquitetônico e os Projetos Complementares. Os respectivos percentuais para cobrir as despesas diretas e indiretas.1. serviços. capaz de oferecer uma visão global da execução da obra e o conhecimento das necessidades financeiras mês a mês. pois de um levantamento completo no local que permita definir as quantidades. aplicação correta dos materiais. permite ainda. comerciais. A finalidade é oferecer uma assessoria técnica especializada à elaboração do projeto ou serviço.coordenação. através dos coeficientes de produtividade. houver a participação de profissionais de várias modalidades. Cada tipo de obra. são identificadas e eliminadas eventuais interferências entre os mesmos e futuros re-trabalhos nas obras. com todas as informações necessárias à execução da obra. etc. com sua participação. Conhecidos o orçamento e o prazo de execução da obra ou serviço. e indicar os ensaios de laboratórios indispensáveis. com todos os elementos necessários à fiel execução do empreendimento. com a indicação das características técnicas. em escala conveniente. consumo e do cronograma físico-financeiro.10)Levantamentos técnicos de obras. exige detalhes particulares para facilitar ou mesmo permitir a sua execução. planejamentos e cronogramas físicos . necessários a uma melhor compreensão e execução da obra. segundo uma sintonia perfeita. Deverá apresentar uma descrição completa da obra. encargos sociais. poderá ser apresentado um orçamento – Consiste na 188 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.

avaliação dos cortes e aterros e outras medidas de interesse na elaboração de um determinado projeto. contendo todas as instalações a fazer. 1. materiais. indicando os processos de trabalho. permitindo ainda um controle. execução dos serviços. coordenação. Caso seja do interesse do cliente e tendo em vista a extensão da área a levantar. rotinas. no tocante à administração da empresa. quanto aos preços de material. programações e controles. coordenar. 2) Gestão. apresentação do esquema organizacional com a discriminação das tarefas. por categoria.4) Planejamentos. planos de trabalhos. orçamento. face ao controle preconizado. equipamentos. mão-deobra e as especificações dos serviços. respondendo pela fiel execução dos serviços. representando as curvas de nível de metro em metro. como o dimensionamento. legais decorrentes da organização levada a efeito. fiscalização e acompanhamento de obras em geral. deverá ser apresentado um relatório circunstanciando todas as medidas levadas a efeito. memoriais gráficos e fotográficos. incentivos para aumento de produtividade e qualidade.executante do serviço.Trata-se de medidas indispensáveis à verificação da quantidade e qualidade do trabalho. controles e apropriações de custos. Para cada tipo ou especialidade de engenheiro teremos obras que lhe são afetas. Feitas as programações e o planejamento. licitude das compras e fornecimentos. Apresentação do planejamento completo para execução e controle da obra ou serviço. dirigir e controlar a qualidade da obra. procedimentos.1) Gerenciamento das obras e projetos em geral . materiais. Verificar a eficiência e eficácia dos trabalhos. Neste caso deverão ser determinados os homens/hora indispensáveis. no mercado de trabalho. indicando inclusive o dimensionamento da equipe. exercendo as funções de acordo com as normas legais vigentes e entregando a obra ou serviço em condições de ser utilizada pelo cliente e em concordância integral com os projetos.Neste caso admite-se o trabalho profissional de levantamento completo no campo. gerência integral. 2.Uma vez conhecido o orçamento da obra. equipamentos e pessoal . admissão. mão-de-obra. programações. como seu gestor. deverá ser apresentado o organograma. o profissional deverá prever. além do trabalho de escritório de cálculo das cadernetas. o plano para melhoria da produtividade e qualidade. Quanto as sondagens deverão constar o perfil do terreno para avaliação do solo e posição do lençol freático.3) Projeto de canteiro de obra . com previsão das datas do recrutamento. Consiste em ser assumido pelo profissional ético o encargo técnicoadministrativo da direção e execução da obra. supervisão. com detalhes do relevo. nas disponibilidades financeiras da empresa. 2. baseando-se ainda no cronograma físico-financeiro. com os seguintes sub-ítens: determinado pelas quantidades de serviços e preços unitários. dos serviços. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 191 .2) Programações e dimensionamentos de serviços. 2. Além do mais. dimensionamentos do físico. Apresentação das programações e relatórios indispensáveis à administração da obra ou serviço e relação de equipamentos necessários. relatórios. diretrizes.Trata-se de assumir a responsabilidade dos encargos técnicos. em função da seqüência dos trabalhos a executar. 2. necessidades de material. está o engenheiro em condições de dimensionar a equipe de trabalho. demissão. de desenvolver as diversas áreas da obra. enfim. a modalidade de medição de serviços. especificações.11)Levantamento topográfico e sondagens . 190 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. bem como previsões de treinamento.Deverá ser apresentado o projeto do canteiro de obras. detalhes e demais elementos técnico fornecidos. pessoal e do financeiro .

o a receber e o a pagar. 3) Consultorias e assistência técnica. 3. 2. Aqui desejamos esclarecer que a participação do profissional se faz somente na parte técnica-administrativa do contrato. Empresas e Profissionais . esquadro e prumo.7) Medições de serviços e controles físico-financeiros e da qualidade – Medições “in loco”. O serviço de assessoria.3) Assessoria – Serviços profissionais prestados por profissionais.6) Coordenação. Tipos de notas.4) Fiscalização de serviços técnicos – Consiste na observância das normas brasileiras para a execução de obras e serviços. dos serviços executados. prevendo multas por atrasos no cronograma de pagamento e pelo não cumprimento das exigências contratuais. todos os detalhes métricos. bem como o cronograma físico-financeiro para controle do andamento da obra. em laboratórios oficiais. Tipo de contabilidade. bem como o controle da qualidade apurado. reajustamento de preços. estudo de preços e materiais. Neste caso o profissional deverá fazer uma listagem dos elementos que devem constar do contrato como proteção à empresa. Paulo Roberto Vilela Dias 193 192 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. Verificar e assinar autorizando os pagamentos de fornecimento de material e mão-de-obra. Apresentar em relatório o sistema de medida e critérios adotados. utilizandose de testes da boa qualidade. empreiteiros e outros. todos os acabamentos. atendendo a boa técnica requerida. sendo o único responsável pelos êxitos ou insucessos preconizados. lembrando de cláusulas de regulamento do prazo. para prestação de serviços durante uma certa etapa do desenvolvimento empresarial. com poderes de sustar qualquer serviço executado fora dos padrões do projeto. pode ser em caráter permanente ou então por contrato temporário. durante e posterior à implantação de uma obra ou serviço. 3. inclusive quanto à responsabilidade sobre despesas. no que tange a orientação técnica-administrativa e durante a venda dos trabalhos profissionais em caráter permanente. Enfim. Exigir nível. fiscalizar durante todo o tempo de execução da obra ou serviço. oferecendo uma assistência técnica permanente e responsabilizando-se pelas orientações e instruções prestadas na obra e ao cliente. Elaboração de sistemas de controle de materiais e mão-de-obra.2. apresentando os detalhes métricos e demais elementos capazes de orientar o cliente quanto à licitude do pagamento.2) Consultas esporádicas – Consiste na prestação de serviço técnico de engenharia prestada por profissional que oferece ao cliente solução verbal ou por escrito. Sistema de apresentação das diversas contas a receber e a pagar. 3. estudo dos contratos de fornecimento e pessoal. quando julgar necessários. supervisão. estabelecimento do plano de contas e contabilidade gerencial. assessorando técnico-administrativamente os diversos órgãos da empresa. 2.1) Consultoria permanente em geral e elaboração de contratos – Trata-se de prestação sistemática do trabalho profissional. principalmente na elaboração dos contratos entre fornecedores. Dirimir as dúvidas ou resolver os problemas técnicos surgidos. como também o cumprimento das especificações de serviços e materiais. Apresentar quando solicitado os esclarecimentos requeridos. uma vez oferecidos os elementos para o exame técnico da solução. sobre determinados problemas. Em memorial descritivo o profissional apresentará as considerações que devem ser obedecidas. Conferir todas as medidas. Escrituração dos custos de obra. Flexibilidade do mercado fornecedor e consumidor. O fiscal deverá constatar a boa qualidade durante a execução das obras. Dar assistência técnica efetiva quando solicitado. Pode ser antes.5) Administração e controle contábil – Atividade indispensável à verificação do controle da qualidade e produtividade. fiscalização e acompanhamento de obras em geral – Consiste em fiscalizar a fiel execução de uma obra ou serviço. Determinação do estoque mínimo. apresentar a resposta à consulta formulada. durante a execução da obra ou serviço. Sistemas de controle do almoxarifado. visando enquadrar as normas pré-determinadas. com os seguintes sub-ítens: 3.

verificado em uma determinada condição existente e que constitui. Estimativa do valor do patrimônio em imóveis. Às vezes o parecer técnico é de tal envergadura e envolve técnicos tão especializados que só pode ser dado em conjunto por uma comissão de alto gabarito.3.1) Vistorias. se acompanhado das causas e das conclusões técnicas cabíveis. será complementado o parecer final. Empresas e Profissionais . será estudada a linha a ser seguida e a orientação a ser obedecida. normas de controle para o material e mão-de-obra. capazes de oferecer a medida exata do valor. Contatos de qualquer natureza.5) Análise econômica-financeira da empresa – Estudo dos elementos patrimoniais da empresa. serviços ou da empresa. Fornecimento de um memorial descritivo com o dimensionamento das diversas seções da empresa. 194 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. na maioria das vezes. Por meio de um relatório apresentar-se-á a orientação técnico-administrativa. Apresentação de um parecer técnico. Procura de novos mercados. Já no caso do Direito. a projeção de um estudo para ampliação da empresa. mensal e anual da empresa. bem como. porque. o laudo técnico é a constatação de um determinado fato. executando plantas ou conferindo os existentes.2) Pareceres técnicos sobre assunto técnico especializado – Nem sempre a vistoria e o laudo vem acompanhado de um parecer técnico. as considerações levadas a efeito. os elementos computados. O parecer é uma opinião técnica abalizada e fundamentada em requisitos técnicos. de especificações. 4.7) Orientação geral e técnicos de controle – Apresentação de um esquema técnico geral. de modo a executar os serviços em andamento. existem elementos mensuráveis. Sim. pareceres. sobre serviços ou obras – Os laudos técnicos compreendem a informação profissional a respeito de determinado assunto. com um memorial descritivo. 4) Vistorias. na avaliação técnica de um determinado bem. 4. diária. Medidas preventivas a preconizar. estabelecer a política administrativa da empresa no setor técnico. o memorial descritivo dará as informações colhidas. com vistas a: a) b) c) d) e) Sistemática dos serviços. Cadastramento do equipamento e avaliação. determinando-se o sistema de apropriação de custo. no qual se esclareçam as causas e fiquem estabelecidas as medidas técnicas a tomar. Feita a vistoria e elaborado o laudo técnico. de serviços e materiais. Em cada caso. com os seguintes sub-ítens: c) d) e) f) g) 4. o critério adotado e outros elementos que objetivaram a avaliação. bem como indicação da distribuição do equipamento dentro do imóvel. capaz de orientar a empresa no sistema global de controle. serviço ou obra. No entanto. vai depender de um estudo muito mais aprimorado e a conseqüente avaliação. 3. O parecer poderá ser acompanhado de plantas. NesPaulo Roberto Vilela Dias 195 3. por assim dizer. Assim. como segue: a) b) Levantamento geral dos bens patrimoniais da empresa.3) Avaliação técnica de um determinado bem ou direito – Aqui reside um dos assuntos mais sérios. temos o laudo técnico. bem como da exigência de testes de laboratório e exames locais. Engenharia Legal. avaliações e perícias em geral. da rentabilidade da obra. Ampliação da faixa de empreendimentos da empresa. fruto dos elementos patrimoniais oferecidos. Às vezes pode ser também solicitado. a vistoria. face as tendências do mercado. Neste caso. Avaliação da produção. Determinação do fluxo de caixa. uma vez conhecido o projeto ou os contratos de execução. pode ser aleatória.6) Orientação técnico-administrativa – Consiste em. Trata-se de um serviço de alta repercussão técnica pelos efeitos decorrentes. laudos. laudos técnicos fundamentados. Levantamento dos imóveis.

objetivando dar ao usuário condições de adotar e utilizar técnicas – administrativas recomendadas ao êxito de seu empreendimento. Na perícia de um modo em geral. O trabalho pode ser desenvolvido em dois campos distintos. econômicos. as normas de procedi197 b) c) d) 196 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. tendo em vista conhecer sua natureza. inclusive com a classificação dos concorrentes. concursos de provas e títulos. A) Auditoria analítica e crítica . apresentado inclusive a ou as soluções para o problema. os fundamentos técnicos que serviram de suporte à decisão final. é o caso por exemplo da “vistoria ad perpetuum in rei memoriam”. Como se vê. feita com o objetivo de se verificar um estado das coisas.Trata-se pois de uma opinião fundamentada das causas possíveis. legais. nos aspectos técnicos. estimado. Podemos julgar concursos de trabalhos técnicos de projetos. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias . administrativos e legais.Nada mais que a verificação de uma situação existente. 4. proporções.3 DEFINIÇÕES DAS ATIVIDADES PROFISSIONAIS DA ENGENHARIA CIVIL ANÁLISE TÉCNICO-ECONÔMICA DE EMPREENDIMENTO . o parecer técnico deve ser documentado e tiradas as conclusões.tas condições o parecer técnico será o elemento de decisão. contendo as razões do julgamento.é a apresentação técnica fundamentada do valor encontrado. calculado ou arbitrado para um bem ou direito.VIABILIDADE Estudo crítico das atividades de um empreendimento. ARBITRAMENTO Atividade que envolve a tomada de decisão ou posição entre alternativas tecnicamente controversas ou que decorrem de aspectos subjetivos. cada modalidade de engenharia tem o âmbito de ação de sua atividade. 4. Deverá ser apresentado um laudo circunstanciado e técnico. concorrência. Perícia . AUDITORIA Exame analítico e crítico que abrange desenvolvimento das atividades. e relações. 13. Avaliação .4) Serviços em geral de Engenharia Legal – Relativamente à Engenharia Legal pode ser solicitado ao profissional o seguinte: a) Vistoria . Parecer . sem entrar em detalhes. assim como. nas atribuições profissionais. baseado.aquela que se preocupa em analisar os aspectos administrativos econômicos. ASSISTÊNCIA TÉCNICA Conjunto de ações integradas.5) Julgamento de trabalhos em geral – Aqui neste título englobamos a decisão requerida em relatório minucioso. com a decomposição de um todo em suas partes constituídas.administrativa por tempo determinado ou para finalidade específica. tudo o que depender de julgamento. é claro. enfim. ASSESSORIA Serviço prestado a pessoas físicas ou a empresas por profissional qualificado e que exige um somatório de conhecimentos e experiências na prestação sistemática ou eventual de serviços de orientação técnica . pelo oferecimento de um relatório minucioso do fato. com o propósito de fundamentar decisões financeiras.Que é uma vistoria na qual são indicadas as causas técnicas. funções. causadoras de uma determinada situação.

de um direito ou de um empreendimento. matérias escritas. GESTÃO DE PROJETO. ATESTADO Documento que contém declaração. produto. de sua autoria ou de outro profissional legalmente habilitado. SERVIÇO OU OBRA Compete a atividade de gerência da execução e/ou acompanhamento de projeto. ESTUDO Atividade que envolve simultaneamente o levantamento e a análise de dados de natureza técnica. coordenação e gerenciamento dos serviços de concorrências. PALESTRA. Paulo Roberto Vilela Dias 199 . provas escritas. plano.aquela que se preocupa em analisar o cumprimento das especificações técnicas e legais contidas na atividade. para servir de comprovação perante terceiros. planejamento ou projeto. podendo ainda responder pela aquisição de materiais. CONCORRÊNCIAS Envolve ações de organização. DIVULGAÇÃO TÉCNICA CURSO. incluindo texto e “layout”. Seminário e/ou Congresso: Exposição de vários temas. equipamentos e contratação de mão de obra. sobre veracidade de um fato ou uma situação. realizadas para o preenchimento de cargos. CONSULTORIA Serviço realizado para atender pessoa física ou jurídica em área específica visando identificar os problemas e propor recomendações que satisfaçam as necessidades. Empresas e Profissionais Consiste na elaboração de peças publicitárias. ficando a cargo do profissional a direção técnica-administrativa da execução das atividades. tecnologias de produção. ou ainda a determinação de viabilidade técnico-econômica de um empreendimento. folhetos. anais.B) mentos de uma atividade. necessários a execução de obra ou serviço técnico. faladas e televisadas e outras. mediante planejamento. CONCURSO Envolve ações de organização. planejamento ou projeto. ao desenvolvimento de métodos. escrita e assinada por profissional habilitado. É também a análise de resultados de um programa ou projeto. serviço ou obra. SEMINÁRIO OU CONGRESSO Curso: Explanação teórica ou prática de matérias específicas técnicas. gerenciamento e julga198 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. serviço ou evento técnico/científico. Palestra: Exposição oral de temas técnicos. AVALIAÇÃO Atividade que envolve a determinação técnica do valor qualitativo ou monetário de um bem. bem como ações de “marketing”. conhecimentos e tecnologias relativas a uma dada atividade. no plano. com o emprego da pedagógica e didática. visando difundir informações. a um público específico. práticas prestadas. mento de provas documentais. Inclui neste item a elaboração de folders. processos. coordenação. em recinto fechado e apropriado. Auditoria técnica .

podendo incluir acidentes naturais e construções. dentre outras. LOCAÇÃO TOPOGRÁFICA Ato de dirimir questões por solicitação das partes litigantes. demarcação ou restauração de rumos para a execução de projetos. ORÇAMENTO DE OBRAS E/OU SERVIÇOS Atividade que envolve o levantamento de quantidades e custos de todos os elementos inerentes a execução de determinado empreendimento ou serviço ou ainda na elaboração de determinado produto. qualidade de produtos. ou por designação judicial. julgamento de concorrências. conforme projeto elaborado ou planta. SERVIÇO OU OBRA Atividade que envolve a fiscalização de projeto.FISCALIZAÇÃO DE PROJETO. LEVANTAMENTO TOPOGRÁFICO PLANIALTIMÉTRICO Levantamento e representação gráfica do perímetro e relevo de uma área determinada. LEVANTAMENTO TOPOGRÁFICO PLANIMÉTRICO Levantamento e representação gráfica do perímetro de uma determinada área. profissional habilitado. podendo incluir recursos naturais e benfeitorias. Locação topográfica de obras de infra-estrutura Situações previstas: Terreno • Terreno • Terreno • Terreno • plano a suavemente ondulado (0 a 8% de declividade) ondulado a fortemente ondulado (8 a 30% de declividade) forte ondulado a montanhoso (30 a 60% de declividade) montanhoso a escarpado > 60% de declividade Locação topográfica de curvas de níveis Consiste na fixação ou demarcação. estudos e projetos até a definição de limites entre propriedades. com a finalidade de examinar se sua execução obedece às especificações de natureza técnica. no campo. JULGAMENTO Situações previstas: Terreno Terreno • Terreno • Terreno • • plano a suavemente ondulado (0 a 8% de declividade) ondulado a fortemente ondulado (8 a 30% de declividade) forte ondulado a montanhoso (30 a 60% de declividade) montanhoso a escarpado > 60% de declividade. aos prazos e valores estabelecidos no projeto. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 201 . 200 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. LAUDO É a peça na qual o perito. Situações previstas: Terreno Terreno • Terreno • Terreno • • A locação consiste nos serviços topográficos empregados na fixação. de curvas de níveis. e com eqüidistância determinadas pela utilização e relevo da área. envolvendo desde a classificação de trabalhos apresentados em concursos. plano a suavemente ondulado (0 a 8% de declividade) ondulado a fortemente ondulado (8 a 30% de declividade) forte ondulado a montanhoso (30 a 60% de declividade) montanhoso a escarpado > 60% de declividade. Aplica-se em situações das mais variadas. obra ou serviço. relata o que observou e dá suas conclusões ou avalia o valor de coisas ou direitos.

Baseado nestes dados elabora-se o escopo do Contrato. Caso não sejam fixados pelo Juiz. visando montar um programa básico do projeto. o profissional deverá apresentar seus honorários nos prazos determinados em hora técnicas a trabalhar.4 ATIVIDADES E DIREITOS AUTORAIS DE ARQUITETOS 13. As responsabilidades do profissional. entre outros decorrentes de exigência legal. bem como os honorários. gerando os seguintes documentos: Memorial descritivo – descreve e justifica a solução arquitetônica proposta acompanhando de quadro de áreas estimadas.PARECER TÉCNICO Consiste na opinião fundamentada sobre determinado assunto técnico.1 CONSTITUIÇÃO DO PROJETO As condições de contratação e remuneração referem-se ao projeto completo de Arquitetura. RESPONSABILIDADE TÉCNICA Atividade especializada que requer conhecimento de tecnologia. legislação. bem como. interesse em discussão e valor da causa. com informações sobre o terreno. etc. dimen• são e articulação de ambientes. legislação local. • 202 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. tendo como finalidade a produção de “prova” através de um exame. que envolve a apuração das causas que motivaram determinado acontecimento. de que tem conhecimento. com a finalidade de subsidiar decisões. permitindo sempre que possível uma primeira avaliação da estrutura. é o caso da vistoria feita com o objetivo de se verificar um estado de coisas. Os honorários profissionais dos peritos. sem entrar em detalhes. atendendo à natureza da perícia. Estudo Preliminar Análise e avaliação de todas as informações recebidas na primeira etapa e definição do partido arquitetônico da edificação. VISTORIA Verificação de uma situação existente. tempo consumido para sua realização. o perito. avaliação ou vistoria.4. as condições de pagamento poderão ser fixadas pelo Juiz na sentença. solicitações do cliente. 13. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 203 . assistência técnica em atividades de um empreendimento. conteúdo substancial do trabalho. por escrito. possibilitando a opinião ou parecer sobre matéria de fato. PERÍCIA Atividade demandada por ação judicial. composto das seguintes fases: • • • • • • Levantamento de Dados Estudo preliminar Projeto Legal Projeto de Execução Detalhes Construtivos Caderno de Especificações COMPOSIÇÃO DO PROJETO DE ARQUITETURA Levantamento de Dados Levantamento de um conjunto de informações. devem ser explícitos em contrato adequado. Plantas Baixas – principais níveis da edificação: localização. pelo oferecimento de um relatório minucioso do fato.

.. com a decomposição de um todo em suas partes constituídas. as normas aprovadas e recomendadas.......4.. funções e relações com o propósito de fundamentar decisões.. Faz parte integrante das especificações a indicação de materiais relacionados nos desenhos do projeto. detalhamento.. proporções.......... • Definição do esquema estrutural.. Estes dados poderão ser usados no caso de interrupção do projeto antes da conclusão final ou de contratação de parte do projeto..... de todos os elementos da obra ou serviço necessários à perfeita execução técnica e artística da edificação.... dimensionamento e caracterização dos pavimentos..... apresentando um padrão de cor e textura................ contendo a definição de todos os ambientes. Projeto de Interior Plantas baixas........ abordando os seguintes aspectos: Concepção..... 204 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva... será desenvolvido o Anteprojeto de Arquitetura.. Levantamento de Dados e estudo Preliminar ........ Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 205 ...... Através da compatibilização dos diversos projetos.... são identificadas e eliminadas eventuais interferências entre os mesmos.. 10% • Os percentuais a seguir indicam a remuneração específica de cada item no caso de Projeto de Arquitetura. com especificação e detalhamento das fachadas e esquadrias externas......... Detalhes Construtivos São desenhos complementares de arquitetura necessários a uma melhor compreensão e execução da obra.... 13.............. 13. A partir da interface entre Projetos Complementares e o Projeto Arquitetônico gera-se um documento único... memorial descritivo com especificação de materiais. com todas as informações necessárias à execução da obra.. 10% • Anteprojeto e Projeto Legal ..... cortes....... em escala conveniente.. aplicação correta dos materiais e etc....... • Concepção e tratamento da volumetria do edifício.....5 ATIVIDADES LEGAIS DOS PROFISSIONAIS DE ENGENHARIA AGRONOMICA E FLORESTAL ANÁLISE TÉCNICO-ECONÔMICA DE EMPREENDIMENTO Estudo crítico das atividades agrosilvipastoris ou agroindustriais... possibilitando obter licenças e alvarás da obra..2 PERCENTUAIS EM CADA ETAPA DO PROJETO Anteprojeto A partir do Estudo preliminar aprovado. de acordo com as normas vigentes. 40% • Projeto de Execução .. Caderno de Especificações Tem como objetivo caracterizar as condições de execução e o padrão de acabamento para cada tipo de serviço...... tendo em vista conhecer sua natureza. • Projeto Legal Formatação do anteprojeto........ perspectivas........• Estudo de fachada – em perspectiva ou elevação........ Projeto de Execução Conjunto de documentos elaborados.. 40% • Detalhes e Caderno de Especificação ...

CONCORRÊNCIAS Envolve ações de organização. práticas prestadas. Conferência: Exposição de tema. nos aspectos técnicos. a um público específico. a) b) Auditoria analítica – aquele que se preocupa em analisar as normas de procedimentos de uma atividade ou projeto. coordenação. Palestra: Exposição oral de temas técnicos. levando-se em conta as necessidades do animal e dos nutrientes disponíveis. ATESTADO Documento que contém declaração. CÁLCULO DE RAÇÃO Método utilizado para determinar a composição de uma ração. coordenação e gerenciamento dos serviços de concorrências. Auditoria técnica – aquele que se preocupa em analisar o cumprimento das especificações técnicas contidas no plano ou projeto. de um direito ou de um empreendimento. para servir de comprovação perante terceiros. em recinto fechado e apropriado. econômicos e administrativos. É também análise de resultados de um programa ou projeto.ARBITRAMENTO Atividade que envolve a tomada de decisão ou posição entre alternativas tecnicamente controversas ou que decorrem de aspectos subjetivos. objetivando dar ao usuário condições de adotar e utilizar técnicas recomendadas ao êxito de seu empreendimento. ASSESSORIA Serviço prestado a pessoas físicas ou a empresas por profissional qualificado e que exige um somatório de conhecimentos e experiências na prestação sistemática ou eventual de serviços de orientação técnica por tempo ou prazo determinado ou para finalidade específica. 206 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. Empresas e Profissionais . CONCURSO Envolve ações de organização. ASSISTÊNCIA TÉCNICA Conjunto de ações integradas. PALESTRA E CONFERÊNCIA Aula: explanação teórica ou prática de matérias específicas com emprego de técnica pedagógica. sobre veracidade de um fato ou uma situação. CONSULTA Exame de problemas seguido de recomendação técnica a ser utilizada em exploração agrosilvipastoril e prescrição qualitativa e quantitativa de Paulo Roberto Vilela Dias 207 AULA. provas escritas realizadas para o preenchimento de cargos. gerenciamento e julgamento de provas documentais. escrita e assinada por profissional habilitado. AUDITORIA Exame analítico que abrange desenvolvimento das atividades agrosilvipastoris ou agroindustriais. AVALIAÇÃO Atividade que envolve a determinação técnica do valor qualitativo ou monetário de um bem.

com base em informações do arquivo do profissional e em informações fornecidas pelo cliente. bem como avaliar índices técnicos e econômicos das explorações agrosilvipastoris e potencialidades. visando a implantação de empreendimentos que provoquem significativo impacto ambiental. Empresas e Profissionais Destinam-se ao licenciamento ambiental. podendo ocorrer de duas formas: a) b) Consulta e receita no escritório. envolvendo fauna e vegetação. DILIGÊNCIA Exame local ou vistoria de problemas agrosilvipastoris com orientação para providências imediatas. geologia e geomorfologia. DIAGNÓSTICO TÉCNICO. Caracterização do meio sócio-econômico. devido ao elevado grau de complexidade e detalhamento exigido normalmente nesse estudo. Identificação das áreas diretamente afetadas e de influência do empreendimento. DIVULGAÇÃO TÉCNICA Consiste na elaboração de peças publicitárias. faladas e televisadas e outras. produto. ou ainda a determinação de viabilidade técnico-econômica de um empreendimento. incluindo texto e layout. ECONÔMICO E SOCIAL a) Estudo técnico. constituindo-se em trabalho realizado no escritório. Caracterização do meio físico (clima. beneficiamento. Inclui-se neste item a elaboração de folders. identificando pontos de estrangulamento da cadeia produtiva. 208 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. ESTUDOS DE IMPACTO AMBIENTAL CONSULTORIA Serviço realizado para atender pessoa física ou jurídica em área específica visando identificar os problemas e propor recomendações que satisfaçam as necessidades. conhecimentos e tecnologias relativas a uma dada atividade. solo.insumos. Análise dos impactos ambientais e Proposição de medidas preventivas. transporte. b) c) d) e) f) Nota: Os itens e e f referem-se a interpretações de todos os levantamentos de campo dos itens b. junto ao órgão ambiental competente. de sua autoria ou de outro profissional legalmente habilitado. ao desenvolvimento de métodos. econômico e social da propriedade rural. entre outros) Caracterização do meio biótico. comercialização. folhetos. matérias escritas. anais. mediante exame e descrição minuciosa dos elementos que a constituem. ESTUDO Atividade que envolve simultaneamente o levantamento e a análise de dados de natureza técnica. É a norma legal que o EIA/RIMA seja realizado por uma equipe multidisciplinar especializada. que permite conhecer com maior precisão os diferentes fatores que intervêm no processo de produção. processo. ou de uma dada região. Consulta e receita com base no exame “ in loco ” da atividade agrosilvipastoril. serviço ou obra. serviço ou evento técnico/científico. em atendimento à legislação. águas superficiais e subterrânea. bem como ações de marketing rural. GERÊNCIA DE PROJETO. visando difundir informações. corretivas e mitigadoras dos impactos ambientais identificados. SERVIÇO OU OBRA Compete a atividade de gerência da execução e/ou acompanhamento de projeto. tecnologia de produção. c e d. sem a indagação das que a motivarem. necessários a execução de obra ou serviço técnico. ficando a cargo do profissional Paulo Roberto Vilela Dias 209 . mediante planejamento.

a direção técnico-administrativa da execução das atividades, podendo ainda responder pela aquisição de materiais, equipamentos e contratação de mão de obra. FISCALIZAÇÃO DE PROJETO, SERVIÇO OU OBRA Atividade que envolve a fiscalização de projeto, obra ou serviço, com a finalidade de examinar se a sua execução obedece às especificações de natureza técnica, aos prazos e valores estabelecidos no projeto. FORNECIMENTO DE DADOS E INFORMAÇÕES Consiste na transferência a terceiros de dados e informações que requeiram análise, tabulações e processamento sobre produtos (área, produção, produtividade, etc), consumidores, produtores, fabricantes, infraestrutura, aspectos econômico, social e tecnológico e outros. FORNECIMENTO DE MALA DIRETA Consiste na transferência de informações armazenadas em computadores: de lista de nomes e respectivos endereços, relativos a empresas e profissionais de uma dada atividade, categoria, serviços ou produtos. INTERPRETAÇÃO E RECOMENDAÇÃO A PARTIR DE ANÁLISE LABORATORIAL DE SOLO OU VEGETAL É o serviço técnico que tem como objetivo identificar a potencialidade, a deficiência e os desequilíbrios do solo, bem como do quadro fisiológico dos vegetais e a formulação de uma recomendação. JULGAMENTO Ato de dirimir questões por solicitação das partes litigantes, ou por designação judicial. Aplica-se em situações as mais variadas: envolvendo
210 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. Empresas e Profissionais

desde a classificação de trabalhos apresentados em concursos, julgamento de concorrências, qualidade de produtos, estudos e projetos até a definição de limites entre propriedades, dentre outras. LAUDO É a peça na qual o perito, profissional habilitado, relata o que observou e dá suas conclusões ou avalia o valor de coisas ou direitos. LEVANTAMENTO TOPOGRÁFICO PLANIMÉTRICO Levantamento e representação gráfica do perímetro de uma determinada área, podendo, incluir acidentes naturais, construções e uso agrícola. LEVANTAMENTO TOPOGRÁFICO PLANIALTIMÉTRICO Levantamento e representação gráfica do perímetro e relevo de uma determinada área, podendo, incluir acidentes naturais, construções e uso agrícola. LEVANTAMENTO DE MEIO FÍSICO Levantamento de Recursos Climáticos Compreende basicamente o levantamento, caracterização e análise de fatores climáticos, tais como: precipitação pluviométrica, balanço hídrico, temperatura, umidade relativa, ventos, entre outros, de uma determinada área. Levantamento da Capacidade de Uso do solo Compreende o mapeamento de uma determinada área para identificação da sua aptidão agrosilvipastoril e o nível de manejo adequado.

Paulo Roberto Vilela Dias

211

Levantamento de Cobertura Vegetal do Solo Compreende o mapeamento de uma determinada área para identificação, caracterização e dimensionamento das diferentes atividades econômicas ou ocorrências naturais nela existentes. Levantamento de Solos Compreende a determinação e o mapeamento, em diferentes níveis de detalhamento, das unidades taxonômicas de solos através de observações de campo e coleta de material para análises físicas e químicas. LOCAÇÃO TOPOGRÁFICA A locação consiste nos serviços topográficos empregados na fixação, demarcação ou restauração de rumos para a execução de projetos agropecuários ou florestais. Divide-se em: Locação topográfica de obras de infraestrutura • Locação topográfica de curvas de níveis

PADRONIZAÇÃO E CLASSIFICAÇÃO DE PRODUTOS, PLANOS E LEVANTAMENTOS Ato de enquadrar os produtos de origem vegetal ou animal em padrões típicos pré-estabelecidos. ELABORAÇÃO DE PROJETOS, PLANOS E LEVANTAMENTOS Atividade necessária à materialização dos meios através de princípios técnicos e científicos, visando a consecução de um objetivo ou meta, adequando-se aos recursos disponíveis e as alternativas que conduzam a viabilidade da decisão. Resumidamente, entende-se o projeto como instrumento de ação do planejamento. No campo das ciências agrárias são comuns os seguintes trabalhos: a) b) c) d) e) f) g) h) i) j) k) l) m) n) Projeto de Reflorestamento ou Florestamento Plano de Corte Florestal Levantamento Circunstanciado Florestal Plano de Manejo Florestal (Floresta Plantada) Plano de Manejo Florestal (Floresta Natural) Projeto de Arborização Urbana Projeto de Recuperação de Áreas Degradadas Projeto de Revegetação de Áreas Projeto de Paisagismo Projeto de Exploração Agropecuária Projeto de Viabilidade Técnico e Econômica Projeto de Irrigação e Drenagem Projeto de Sistematização de Várzea Projeto de Desenvolvimento Regional

PARTILHA DE ÁREAS Trabalho que compreende o levantamento de uma dada superfície, classificação de recursos naturais e benfeitorias, estudos de parcelamento (equivalente ou proporcional) cálculos necessários e apresentação gráfica da subdivisão total e das áreas individuais. ORÇAMENTO Atividade que envolve o levantamento de custos de todos os elementos inerentes a execução de determinado empreendimento ou serviço ou ainda na elaboração de determinado produto.
212 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. Empresas e Profissionais

PARECER TÉCNICO Consiste na opinião fundamentada sobre determinado assunto técnico, por escrito, com a finalidade de subsidiar decisões.

Paulo Roberto Vilela Dias

213

PERÍCIA Atividade demandada por ação judicial, que envolve a apuração das causas que motivaram determinado acontecimento, tendo como finalidade a produção de “prova” através de um exame, avaliação ou vistoria, possibilitando a opinião ou parecer sobre matéria de fato, de que tem conhecimento, o perito. AVALIAÇÃO DE CULTURA POR FRUSTAÇÃO DE SAFRA Atividade que envolve a apuração das causas de frustração de uma cultura ou safra através de vistorias, levantamentos, investigações e pesquisa, determinando o volume de perda parcial ou total, por solicitação do produtor, companhia de seguro, seguro financeiro ou órgão público. RESPONSABILIDADE TÉCNICA Atividade especializada que requer conhecimento de tecnologia, legislação, assistência técnica em atividades como produção de mudas, sementes, desinsetização, entre outros decorrente de exigência legal. VISTORIA Atividade profissional que consiste no exame de problemas agrosilvipastoris, seguido de orientação para providências imediatas.

PROJETO DE CABEAÇÃO TELEFÔNICA Compreende o projeto da cabeação telefônica para atender as unidades consumidoras, conforme previsão de pontos indicados no projeto de tubulação correspondente, de acordo com as normas vigentes. Não está incluído cabeação para CPCT (Central Privada de Comutação Telefônica). REDE DE RELÓGIOS SINCRONIZADOS Trata-se do projeto de tubulação seca exclusiva para rede de relógios sincronizados. REDE DE DUTOS PARA CIRCUITOS DE INFORMÁTICA Trata-se do projeto de tubulação seca exclusiva para cabos de sinal. ALIMENTADORES PARA EQUIPAMENTO CENTRAL DE AR CONDICIONADO Para edificações prediais dotadas de sistema central, o projeto deste ficará a cargo de especialista, sendo previstas no contexto do orçamento da instalação elétrica as esperas na casa de máquinas principal. A partir desta, o projeto elétrico de distribuição às casas de máquinas locais, torres de arrefecimento, bloqueios e comandos, ficará a cargo do projetista do ar condicionado. Se, no entanto, esta rede de distribuição e comando for representada no projeto no projeto elétrico, caberá o adicional indicado. Todavia é excluído o detalhamento dos quadros gerais do sistema, que sempre ficarão a cargo do projetista do ar condicionado. ALIMENTADORES PARA DIVERSOS EQUIPAMENTOS Trata-se do cálculo dos alimentadores para eventuais equipamentos relacionados no projeto. Inclui ainda, o esquema unifilar do quadro, memorial descritivo e especificações de materiais. O memorial descritivo e especificações dos equipamentos ficarão por conta dos fornecedores dos mesmos.
Paulo Roberto Vilela Dias 215

13.6 ATIVIDADES DO ENGENHEIRO ELETRICISTAS REDE DE SONORIZAÇÃO Compreende o posicionamento dos sonofletores, tubulação seca exclusiva com caixa de passagem, previsão do local para central de som e posição dos controles individuais.

214

Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. Empresas e Profissionais

Empresas e Profissionais CIRCUITO FECHADO DE TELEVISÃO – CFTV Trata-se do projeto de tubulação seca para o sistema. INSTALAÇÕES PARA ÁREAS CLASSIFICADAS É estudado o tipo de risco e sua classificação. Inclui memorial e especificações de materiais. ou projeto de luminotécnica. poderá se chegar à conclusão sobre a necessidade de se projetar cabina de barramento para receber alimentação da concessionária. desvinculado do projeto de instalações elétricas que. envolvendo aspectos arquitetônicos e de desempenho ou funcionais. corrente contínua com entrada em operação imediata. no âmbito da iluminação. ENCAMINHADO JUNTO À CONCESSIONÁRIA DE TELECOMUNICACÃO Refere-se ao encaminhamento do projeto à concessionária telefônica segundo os padrões normativos correspondentes. Memorial.GERAÇÃO DE EMERGÊNCIA Inclui projeto de instalação do grupo gerador. etc) e quadro de distribuição de emergência. SISTEMA DE DETECÇÃO E ALARME CONTRA INCÊNDIO Trata-se do projeto de tubulação seca e previsão do local para a central. neste item. não são aqui considerados. determinação da potência de fonte geradora (baterias. As especificações do equipamento ficarão a cargo do fornecedor do mesmo. CÁLCULO LUMINOTÉCNICO O cálculo luminotécnico. Estudo a respeito da demanda. por exemplo com indicações de “saída”. CABINA DE BARRAMENTO No decorrer do projeto. com todas as utilidades requeridas (sistema de suprimento de combustível. exaustão de gases. não entrando no mérito da disposição de lâmpadas e luminárias. água de refrigeração. define apenas uma previsão de carga para iluminação. a serem ligados ao sistema de emergência. grupo motor-gerador). especificação dos materiais. Planilhas de carga com cálculos elétricos específicos. Sistemas de segurança de pequeno porte do tipo unitário. deve ser encarado como um projeto à parte. ou a evacuação de pessoas com segurança. Paulo Roberto Vilela Dias 217 . ENCAMINHADO JUNTO À CONCESSIONÁRIA DE ENERGIA ELÉTRICA Refere-se ao encaminhamento do projeto à concessionária de energia elétrica segundo os padrões normativos correspondentes. se necessário: corrente alternada com partida em x segundos. com respectivas proteções e controles. com detalhamento. Lançamento de redes de tubulações com fiações independentes. 216 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. por se tratar de um trabalho específico. tomadas e esperas especiais. compreendem-se sistemas de certo porte. capazes de permitir a continuidade de tarefas básicas ou vitais nos recintos beneficiados. ILUMINAÇÃO DE EMERGÊNCIA Localização de todos os pontos de luz. a partir de quadros de distribuição específicos. Inclui memorial e especificações de materiais. Por iluminação de emergência. com diversas variáveis envolvidas. É indicado o equipamento elétrico específico para cada local. Subdivisão dos sistemas.

que possa ser exercida com autonomia.14 CÁLCULO DA HORA TÉCNICA DO PROFISSIONAL LIBERAL. no cumprimento do Código de Ética do Profissional e também de subsídio ao Poder Judiciário. nos serviços fiscalizados pelo CREA). em todas as fases de sua execução. o caráter distintivo do profissional liberal. de líber (livre). são sinônimos. do CONFEA. aos seguintes aspectos: Legislação Pertinente • Normas da ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas) • Tecnologia mais apropriada • As remunerações constantes neste documento são considerados como HONORÁRIOS MÍNIMOS na relação do profissional com o cliente. livre de qualquer subordinação a um patrão ou chefe”. Este profissional não é regido pela CLT e sim pelo Código Civil e normas jurídicas diversas. Os preços especificados neste documento são considerados para todo o Estado do Rio de Janeiro. para efeito de Fiscalização do Código de Ética (Resolução 205. para o seu exercício depende do conhecimento e habilidades. são consideraPaulo Roberto Vilela Dias 219 . QUALQUER ESPECIALIDADE 14. Assim sendo. literalmente assim se deve entender toda profissão. “Pela adjetivação liberal.1 DEFINIÇÕES Profissional liberal ou Profissional Autônomo. do latim liberais. cujo êxito decorre da maior ou menor capacidade intelectual do profissional. Todos os serviços relacionados neste documento deverão obedecer. isto é. Para cálculo dos preços referentes à hora de trabalho.

Dentre os vários artigos desta Lei. Estudo alternativo ao projeto original ou estudo de novos serviços para um mesmo empreendimento. no processo civil. A forma de pagamento dos trabalhos profissionais deverá ser acordada previamente entre as partes sendo que a 1ª parcela deverá cobrir no míniPaulo Roberto Vilela Dias 221 . salários de auxiliares. bem como as datas de inicio e término dos serviços. o profissional liberal tem que balizar sua atuação pela Lei Federal 8078/90 . ter Contrato ou Convênio. Todas as despesas necessárias para os trabalhos executados fora do município . também acordada previamente.o fornecedor de serviços será obrigado a entregar ao consumidor o orçamento prévio discriminando do valor da mão de obra. etc. e os clientes só poderão utilizá-los para os locais indicados. como: análise de solo. se não houver ART.executar serviços sem a prévia elaboração de orçamento e autorização expressa do consumidor. alimentação.sede do profissional. etc. contribuição social. ressalvadas as decorrentes de práticas anteriores entre as partes. salvo expressa estipulação em contrário. • Artigo 40º . confeccionados em papel timbrado do profissional. as taxas de honorários deverão ser majoradas mediante contrato prévio e de acordo com os percentuais aplicados pela legislação trabalhista. hospedagem. ART. • Artigo 39º. principalmente: a) tempo gasto pelo profissional. alimentação. de área ou volume. destacam-se os seguintes: Artigo 6º.que estabelece deveres aos prestadores de serviços.é direito básico do consumidor a facilitação da defesa de seus direitos. dos materiais e equipamentos a serem empregados. • O valor dos contratos analisados ou das causas judiciais submetidas a exame. especificidade e dificuldade dos serviços. Empresas e Profissionais Nos serviços em zonas insalubres. b) complexidade. Caso o cliente forneça transporte. o tempo de viagem e o fim específico. Algumas despesas realizadas ao longo do trabalho profissional não estão incluídas nos preços constantes neste documento e deverão ser somadas ao cálculo dos respectivos valores.o Código de Defesa do Consumidor . perigosas ou de difícil acesso. sendo calculadas tomando por base. correrão por conta do cliente. condução. as condições de pagamento. sobretaxas de ordenados e outras) devido ao deslocamento de pessoal.. taxas públicas. material. contendo o nome. for verossímil a alegação ou quando for hiposuficiente. segundo as regras ordinárias de experiência. Os projetos e demais trabalhos profissionais são direitos autorais do profissional.a garantia contratual complementar é legal e será conferida mediante termo escrito. • c) as medidas lineares. quando a critério do juiz. Custo efetivo dos projetos. executado a pedido do cliente dará ao profissional direito a uma remuneração suplementar correspondente. estadia. sobre carimbo. Eventualmente: Insalubridade. podendo ainda.das todas as despesas referentes a: pesquisas. esses itens não entrarão nos cálculos do custo do serviço. mediante prévia estipulação e constatação dos gastos de viagens (estadias. inclusive com a inversão de ônus da prova. aluguel de equipamentos. incluindo ainda deslocamento para outro local fora do escritório. 220 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. inciso VI . a seu favor. datados e assinados pelo profissional. despesas auxiliares de transporte. etc. atendendo o que dispõem o Código de Defesa do Consumidor. • Artigo 50º .. impressos. inciso VIII . Paralelamente ao cumprimento da Tabela. número de registro no CREA e rubrica em todas as folhas do documento. consultas e outras. As remunerações aqui apresentadas são consideradas como honorário mínimo. materiais diversos.. obras e serviços. atendendo o que dispõe o Código de defesa do Consumidor. Os serviços apresentados por escrito deverão ser claros e objetivos. serviços de terceiros. Neste documento deve ser explicado detalhadamente o serviço como determina o CREA e o Código de Defesa do Consumidor. • • Nenhum serviço será iniciado.

000.33 Obs: Os valores apresentados podem sofrer alterações em cada região ou estado. amparado na Lei n. de responsabilidade do profissional.00 120.200. 14.00 VALOR MÍNIMO DA HORA DE SERVIÇO DO PROFISSIONAL LIBERAL É estabelecido uma jornada de trabalho de 08 horas diárias.P.2 REFERÊNCIA DE HONORÁRIOS PARA PROFISSIONAIS LIBERAIS As seguintes tabelas têm por objetivo servir de referência mínima de honorários para engenheiros civis que não mantenham vínculo Empregatício. Empresas e Profissionais R$ 30.82 Remuneração (R$) 1. Caso os pagamentos não sejam efetuados nos prazos estabelecidos. segundo legislação vigente do CREA. correio e energia elétrica Manutenção de equipamentos Depreciação de equipamento.M.950-A de 22/04/66.40 149.3% R.00 20.54 120. acrescida de juros de mora de 1% para o mesmo período.Custo de Suporte e Apoio Cursos de aprimoramento e livros técnicos Microcomputador e impressora Software Cópias Material de Escritório Telefone. devendo o seu valor ser considerado no preço dos serviços contratados.) Gratificação Natalina (8.00 R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ 300.).00 2.800.00 149.00 6.00) . móveis e utensílios Aluguel e condomínio de imóvel Custo de pessoal (secretária.00 3.Seguro de acidente de trabalho no valor de (R$ 37. Para toda obra ou serviço na área da Engenharia Civil deverá ser feito o recolhimento da Anotação de Responsabilidade Técnica (A.00 INSS (Faixa 1) Seguro Saúde Fundo de Aposentadoria (8.40 9.) Gratificação de Descanso Anual (8.R.00 Paulo Roberto Vilela Dias 223 .656.00 173.00 4. será cobrada uma multa de 5% ao mês. água/esgoto.) Duodécimo de anuidade do CREA-RJ Alimentação Duodécimo da contribuição sindical Transporte SUB-TOTAL 1 2 . regido pela CLT. Em qualquer situação em que os trabalhos profissionais forem interrompidos. R$ 100.Custo Direto do Profissional Remuneração Mínima Profissional: 9 x R$ 200. mensageiro e etc).M.00 140.00 5.P.00 40.800.ART sobre serviços de R$/mês 4 . as despesas iniciais do profissional para a realização do trabalho.00 40.º 4.00 170.500.M. 222 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.prêmio mensal R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ 1.33 30. Classificação e respectivas remunerações dos engenheiros civis por tempo de formatura e experiência profissional comprovada por acervo técnico e/ou registro em carteira de trabalho: TABELA MÉDIA NACIONAL – DEZEMBRO/2001 Classificação Experiência e/ou Tempo de formado Engenheiro Trainee Até 2 anos Engenheiro Júnior Entre 2 e 5 anos Engenheiro Médio ou Pleno Entre 5 e 10 anos Engenheiro Sênior Entre 10 e 15 anos Engenheiro Master Acima de 15 anos TRAINEE (ATÉ 2 ANOS DE FORMADO) 1 . por desistência do cliente.200.3% R. isto é.mo.T.00 20.00 2. inclusive encargos sociais SUB-TOTAL 2 3 .Anotação de responsabilidade técnica .00 NC NC 873.500. deverão ser cobradas as horas trabalhadas.P.00 144.0% R.48 80.

33 R$ 120.60 9.00 176.00 180.Custo de Suporte e Apoio Cursos de aprimoramento e livros técnicos Microcomputador e impressora Software Cópias Material de Escritório Telefone. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 225 .60 182.00 171.P.00 173. inclusive encargos sociais SUB-TOTAL 2 3 .Anotação de responsabilidade técnica .795.) Gratificação Natalina (8.) Duodécimo de anuidade do CREA-RJ Alimentação Duodécimo da contribuição sindical Transporte SUB-TOTAL 1 2 .00 3.88 29.00 4.Imposto de Renda (27. mensageiro e etc). correio e energia elétrica Manutenção de equipamentos Depreciação de equipamento.275 + 0. água/esgoto.00 R$ 30.66 R$ R$ 22.3% R.135.33 40.ART sobre serviços de R$/mês 4 .200.P.346.660.48 100.97 R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ 2. móveis e utensílios Aluguel e.00 182.P.prêmio mensal 5 – Impostos sobre o Custo Total Mensal .Não Computado R$ 160 4.Seguro de acidente de trabalho no valor de (R$ 37.51 ISS – (5% Custo Total Mensal) CUSTO TOTAL MENSAL COM IRPF E ISS (total 4 + 5) Horas de Trabalho Por Mês (20 dias úteis x 8 horas por dia) HORA TÉCNICA DO PROFISSIONAL TRAINEE • Exclusive IRPF e ISS • Inclusive IRPF e ISS OBS : NC .00) .54 120.(0.00 NC NC 913.0%R.60 200.00 25.) Gratificação para Descanso Anual (8.000.15 JUNIOR (DE 2 A 5 ANOS DE FORMADO) 1 .00) R$ 1.05)) IRPF .3% R.CUSTO SUBTOTAL MENSAL SEM IRPF E ISS (CSM) (total 1+2+3+4) R$ 3. I = (CTM – 360) / (1 .00 224 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.Custo Direto do Profissional Remuneração Profissional: INSS (Faixa 6) Seguro Saúde Fundo de Aposentadoria (8.00 120.00 25.5% Custo Total Mensal – R$ 360.00 50.82 R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ 300.condomínio de imóveis Custo de pessoal (secretária.

Imposto de Renda (27.78 R$ R$ 27.00 280.00 4.185.00 35.00 226 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.3% R. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 227 .22 R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ 400.000. mensageiro e etc). inclusive encargos sociais SUB-TOTAL 2 3 .5% Custo Total Mensal – R$ 360.00 60.00 120.48 160.ART sobre serviços de R$/mês 4 .) Gratificação Natalina (8.05)) IRPF .00) R$ 1.) Gratificação para Descanso Anual (8.00 250.P.62 ISS – (5% Custo Total Mensal) CUSTO TOTAL MENSAL COM IRPF E ISS (Total 4 + 5) Horas de Trabalho Por Mês (20 dias úteis x 8 horas por dia) HORA TÉCNICA DO PROFISSIONAL PLENO • Exclusive IRPF e ISS • Inclusive IRPF e ISS OBS : NC .(0.Seguro de acidente de trabalho no valor de (R$ 37.P.00 NC NC 1.00 R$ 30.113.56 36.00 200.00) .prêmio mensal 5 – Impostos sobre o Custo Total Mensal .54 200.410.00 290.00 35. I = (CTM – 360) / (1 .906.Não Computado R$ 160 5.3% R.Custo Direto do Profissional Remuneração Profissional: INSS (Faixa 6) Seguro Saúde Fundo de Aposentadoria (8.20 250. correio e energia elétrica Manutenção de equipamentos Depreciação de equipamento.275 + 0. água/esgoto.15 PLENO OU MÉDIO (DE 5 A 10 ANOS DE FORMADO) 1 . móveis e utensílios Aluguel e condomínio de imóveis Custo de pessoal (secretária.00 5.) Duodécimo de anuidade do CREA-RJ Alimentação Duodécimo da contribuição sindical Transporte SUB-TOTAL 1 3 .0%R.92 R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ 3.P.500.50 9.33 R$ 200.33 40.00 173.496.CUSTO SUBTOTAL MENSAL SEM IRPF E ISS (CSM) (Total 1+2+3+4) R$ 4.Anotação de responsabilidade técnica .Custo de Suporte e Apoio Cursos de aprimoramento e livros técnicos Microcomputador e impressora Software Cópias Material de Escritório Telefone.50 290.

53 R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ 5. água/esgoto.5% Custo Total Mensal – R$ 360.00 173.(0.00) .00 R$ 30. I = (CTM – 360) / (1 .00 7.60 9.Seguro de acidente de trabalho no valor de (R$ 37. mensageiro e etc).00 431.55 SENIOR (DE 10 A 15 ANOS DE FORMADO) 1 .40 300.528.3% R.) Gratificação Natalina (8.05)) IRPF .516.P.62 R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ 400.00 80.60 431.Imposto de Renda (27.00 NC NC 1.045.33 R$ 250.3% R.CUSTO SUBTOTAL MENSAL SEM IRPF E ISS (CSM)(Total 1+2+3+4) R$ 6.00 416. correio e energia elétrica Manutenção de equipamentos Depreciação de equipamento. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 229 .233.54 4.59 ISS – (5% Custo Total Mensal) CUSTO TOTAL MENSAL COM IRPF E ISS (Total 4 + 5) Horas de Trabalho Por Mês (20 dias úteis x 8 horas por dia) HORA TÉCNICA DO PROFISSIONAL PLENO • Exclusive IRPF e ISS • Inclusive IRPF e ISS Observações: NC – Não Cotado R$ 160 9.33 60.00 300. inclusive encargos sociais SUB-TOTAL 2 3 .Custo de Suporte e Apoio Cursos de aprimoramento e livros técnicos Microcomputador e impressora Software Cópias Material de Escritório Telefone.Anotação de responsabilidade técnica .419.000.200.00 120.00 160.P.) Gratificação de Descanso Anual (8. móveis e utensílios Aluguel e condomínio de imóvel Custo de pessoal (secretária.prêmio mensal 5 – Impostos sobre o Custo Total Mensal .P.00 50.00) R$ 2.00 228 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.00 257.0% R.275 + 0.80 56.15 R$ R$ 40.ART sobre serviços de R$/mês 4 .48 200.00 50.) Duodécimo de anuidade do CREA-RJ Duodécimo da contribuição sindical Alimentação Transporte SUB-TOTAL 1 2 .Custo Direto do Profissional Remuneração Profissional (RP): INSS (Faixa 6) Seguro Saúde Fundo de Aposentadoria (8.

0%R.3% R.00 50.CUSTO SUBTOTAL MENSAL SEM IRPF E ISS (1 + 2 + 3 + 4) R$ 8.00 50.00 NC NC 1.669.00 360.275 + 0.P.ART sobre serviços de R$/mês 4 .593.33 R$ 320. correio e energia elétrica Manutenção de equipamentos Depreciação de equipamento.Custo de Suporte e Apoio Cursos de aprimoramento e livros técnicos Microcomputador e impressora Software Cópias Material de Escritório Telefone.360) / (1 – (0.33 70. inclusive encargos sociais SUB-TOTAL 2 3 .93 ISS – (5% Custo Total Mensal) CUSTO TOTAL MENSAL COM IRPF E ISS (4 + 5) Horas de Trabalho Por Mês (20 dias úteis x 8 horas por dia) HORA TÉCNICA DO PROFISSIONAL SENIOR • Exclusive IRPF e ISS • Inclusive IRPF e ISS Observações: NC – Não Cotado R$ 12.Anotação de responsabilidade técnica .Custo Direto do Profissional Remuneração Profissional: INSS (Faixa 6) Seguro Saúde Fundo de Aposentadoria (8.95 MASTER (ACIMA DE 15 ANOS DE FORMADO) 1 .00) R$ 3.923.500.00 R$ 30.Imposto de Renda (27.77 78.00 572.) Gratificação para Descanso Anual (8.48 200.) Duodécimo de anuidade do CREA-RJ Alimentação Duodécimo da contribuição sindical Transporte SUB-TOTAL 1 2 .000.Seguro de acidente de trabalho no valor de (R$ 37.50 539.P.50 9.00 173.54 240.05)) IRPF .3% R. água/esgoto.) Gratificação Natalina (8. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 231 .00 286.P.00) .00 330.71 R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ 6.prêmio mensal 5 – Impostos sobre o Custo Total Mensal . móveis e utensílios Aluguel e.393.89 160 R$ R$ 55. mensageiro e etc).5% Custo Total Mensal – R$ 360.00 230 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.251.00 4.02 R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ 400.00 120.condomínio de imóveis Custo de pessoal (secretária. I = (CTM .00 200.00 9.00 539.

71 97.00 (até 5 anos de formado) 68. Cabe realçar que devem ser consideradas na avaliação do profissional outras referências. • As despesas extras. Bem como.. incluir as despesas com: aluguel de escritório..79 ISS – (5% Custo Total Mensal) CUSTO TOTAL MENSAL COM IRPF E ISS (Total 4 + 5) Horas de Trabalho Por Mês (20 dias úteis x 8 horas por dia) HORA TÉCNICA DO PROFISSIONAL MASTER • Exclusive IRPF e ISS • Inclusive IRPF e ISS R$ 15... trabalho em equipe. tais como. I = (CTM – 360) / (1 ... Nível de especialização..275 + 0.. . salários de empregados e seus complementos e etc.. • Para cálculo dos honorários específicos para os profissionais da Engenharia Civil...661. mestrado e doutorado.. por trabalhos prestados.. pós-graduação... O pagamento ao pessoal poderá ser efetuado baseando-se principalmente no tempo utilizado para a execução do trabalho ou no custo global do empreendimento..Os valores apresentados variam de acordo com a região ou o Estado. conceito junto à opinião pública e outros abordados nesta tabela.35 TABELA RESUMO DE HONORÁRIOS Em função das condições de mercado optou-se.É permitido ao profissional a elevação do valor do item 1 em função do mercado de trabalho.... Ou ainda.. pelo menos momentaneamente....... com alimentação e estadias serão de responsabilidade do cliente..15 160 TRAINEE E JUNIOR .... condomínio..3% do custo do litro de gasolina por quilômetro rodado. análise de laboratório e serviços de terceiros serão reembolsadas mediante comprovação.. a seguir expostas: CATEGORIA PROFISSIONAL REMUNERAÇÃO 5 – Impostos sobre o Custo Total Mensal .. • Despesas com certidões..00 (acima de 5 anos de formado) OBS: Sem Impostos Observações: . competência interpessoal... conhecimentos de línguas estrangeiras. R$ 25..NC – Não computado .... sugerir aos profissionais a adoção de apenas duas faixas de remuneração profissional.CUSTO SUBTOTAL MENSAL SEM IRPF E ISS (CSM) (Total 1+2+3+4) R$ 10.. R$ 50.. Despesas Extras As despesas de transporte com carro próprio..5% Custo Total Mensal – R$ 360. cursos de extensão e especialização.(0.666.. mediante comprovação pelo profissional.. serão cobradas à base de 33. se for o caso.88 R$ R$ PLENO A MASTER ........00) R$ 4. experiência profissional.. em viagem.994..05)) IRPF . 232 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. apresentação pessoal e etc.. informática. serão indicados especificamente por atividades técnico-profissional.....Imposto de Renda (27. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 233 .

não poderá deixar de considerar eventuais custos próprios de um trabalho que altere fortemente o preço de venda. e possam comparar os valores dos preços de venda de serviços calculados com a estimativa oriunda das tabelas fixas. apresentamos as Tabelas Complementares de Honorários para que os profissionais inexperientes. municípios ou estados.1 OBJETIVO DAS TABELAS DE HONORÁRIOS PROFISSIONAIS Aconselhamos aos profissionais que tenham por hábito calcular o preço de venda de seus serviços em função das horas estimadas para a consecução dos trabalhos.15 TABELAS COMPLEMENTARES POR SERVIÇOS E POR ESPECIALIDADE 15. bem como. O profissional deve estar atento às variações existentes em sua região e aplicá-las caso a caso. a fim de permitir que se faça uma rápida estimativa de preço de serviços profissionais. devendo ser encarado como padrão mínimo de cobrança dos honorários profissionais. ou ainda. no sentido da definição dos parâmetros de remuneração. Estas Tabelas Complementares devem apenas orientar os profissionais. façam o acompanhamento do desenvolvimento das atividades através de fichas de apropriação de horas técnicas e levantamento de despesas gerais. Entretanto. de acordo com o estabelecido na primeira parte deste livro. Paulo Roberto Vilela Dias 235 . OBS: As Tabelas Complementares apresentadas nos capítulos a seguir representam média nacional podendo sofrer alterações em determinadas regiões. bem como.

8 4.1 2.1 2. tendo o Engenheiro Civil o encargo de executá-las com bom-senso. de acordo com sua forma de recebimento (autônomo. Industriais 4.50 2.00 3.50) 3.8 (R$ por m²) 7. impostos. S = Valor vinculado percentual de referência.10 Edifícios industriais de múltiplos andares destinados à indústria leve 0.4 2. custos fixos e variáveis diversos advindos da atividade.15.0 2.2 Referência de Honorários para Engenharia de Estruturas – Concreto Armado INTRODUÇÃO Esta proposição tem como objetivo tornar o mais fácil possível o levantamento dos honorários básicos para elaboração de projetos de estruturas.00 2.2 3. estudos preliminares. fornecido pela Revista Construção. 236 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.50) Inclui anteprojeto. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 237 . Comerciais e/ou residenciais 4.17 Edifícios acima de 12 pavimentos com destinação comercial ou residencial 0.9 1. Não inclui cálculo da fundação profunda.2 TABELAS DE HONORÁRIOS PARA ENGENHEIROS CIVIS Tabelas sem Imposto de Renda na Fonte ou Impostos sobre a Nota Fiscal. (***) O projetista.50 (de 2.00) 6.0 Edif.2 3.4 4.6 2.3 2.8 2. Nelas estão contempladas conjuntamente as variáveis implícitas que avaliam os serviços de concepção estrutural.4 2.8 4.0 1.8 4.7 3. Ck corresponde ao consumo de concreto médio por metro quadrado de área de projeto arquitetônico.16 Edifícios entre 4 e 12 pavimentos com destinação comercial ou residencial 0. Cc = Custo convencional da estrutura.1 2. As formulações são bastante abrangentes. como na tabela a seguir: CONCRETO Obras de arte 6.2 3. 15.40 p = valor do metro cúbico de estrutura de concreto armado em Vitória ES.1 2.1 TABELA DE PREÇOS DE PROJETOS RESIDENCIAIS PROJETOS Arquitetura (*) Cálculo Estrutural (**) Instalações Elétricas e Telefônicas Instalações Hidro-sanitárias TOTAL (*) (***) REFERÊNCIA PRINCIPAL PARA OBRAS EM CONCRETO ARMADO H = S * Cc onde: H = Honorários de projetos.50 a a a a R$ R$ R$ R$ 10.25 Edifícios industriais de múltiplos andares destinados à indústria pesada 0. cooperativa ou pessoa jurídica) deverá incidir sobre os valores apresentados a administração e os impostos.2.5 2.0 Edif.50 (de 2. Apa corresponde a área apresentada em projeto arquitetônico. (**) Até 50 m3 51 a 100 m3 101 a 200 m3 201 a 500 m3 501 a 1000 m3 1001 a 2000 m3 2001 a 5000 m3 5001 a 10000 m3 > 10000 m3 Cc = Ck * Apa * p onde: 15. Avaliam ainda encargos sociais. dimensionamentos e detalhamentos.00 R$ R$ R$ R$ 6. projeto legal. projeto executivo e orçamento da obra.2.6 3. CARACTERÍSTICA DA OBRA CK CONCRETO Edifícios até 4 pavimentos com destinação comercial ou residencial 0.0 5. obtido através do consumo característico (Ck) dos materiais. no mês da proposta.50 (de 16.18 Edifícios industriais com um pavimento 0.50 (de 3.00) 3. (IRPF e ISS ou Impostos sobre a Pessoa Jurídica).2 2.

. o valor final dos honorários deverão ser acrescidos de 20%....50............5 16 15..2 9. comerciais e/ou residenciais 15 14 13 12..... deverão ser cobrados como segue: 1a repetição ............6 10.. Industriais 12 11..... Caso haja obras de contenção tipo muros de arrimo....... 10% a partir da 41a repetição .......02 m3 / m2.........5 11...........8 9..... CARACTERÍSTICA DA OBRA Edifícios até 4 pavimentos com destinação comercial ou residencial Cs Metálico 30 36 40 16 45 90 30 18 16 25 Edifícios entre 4 e 12 pavimentos com destinação comercial ou residencial Edifícios acima de 12 pavimentos com destinação comercial ou residencial Edifícios industriais com um pavimento sem ponte rolante Edifícios industriais de múltiplos andares destinados à indústria leve Edifícios industriais de múltiplos andares destinados à indústria pesada Mezaninos metálicos com piso de concreto Mezaninos metálicos com pisos em chapa ou materiais leves Coberturas tipo dômus com telhado leve Coberturas tipo dômus com telhado pesado 238 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva..... incluindo os elementos de fundações...... cortinas em subsolos dentre outros.................. Cs corresponde ao consumo de aço estrutural médio......5 15 14 13 12 11 Edif....... H = Honorários de projetos..5 10 Edif........2 9.... sendo que não deverá ser levado em consideração consumo de concreto médio por metro quadrado de área de projeto arquitetônico menor que 0................... Caso haja solicitação de memória de cálculo por parte do contratante........3 Referência de Honorários para Obras em Estrutura Metálica H = S * Cs onde: • • • Caso os vãos característicos extrapolem o limite de 8 metros................. S = Valor vinculado percentual de referência...................... o valor final dos honorários deverão ser acrescidos de 10%................ Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 239 .. uma vez que se tratam de obras de grande variabilidade de geometrias e considerações estruturais.............. em quilogramas.5 11 10.......5 12 11....... 25% 6a a 10a repetição . o valor final dos honorários deverão ser acrescidos de 10%. aplicam-se os seguintes itens: • • • 15.. Caso haja reservatórios com capacidade acima de 80 m3... Caso haja a presença de elementos com detalhamento pouco previsível. o valor final dos honorários deverão ser acrescidos em 20%..... 15% 21a a 40a repetição .. 20% 11a a 20a repetição ..... 5% As obras de arte e de contenção deverão ter seus consumos levantados por pré dimensionamento dos elementos estruturais.................. como na tabela a seguir: METÁLICO Até 12 t 13 a 25 t 26 a 50 t 51 a 125 t 126 a 250 t 251 a 500 t 501 a 1250 t 1251 a 2500 t > 2500 t Obras de arte 17 16.........Para o caso específico de edifícios de qualquer natureza.......0 As repetições integrais do projeto..... os valores de Ck deverão ser acrescidos de 0... 35% 2a a 5a repetição ......0 10....... Caso haja cálculo de protensão.. por metro quadrado de área de projeto arquitetônico.........2.......................5 9.......... o valor final dos honorários deverão ser acrescidos de 8%.........

........... superior a 10001 m2 ................ o valor final dos honorários deverão ser acrescidos de 25%......... o valor final dos honorários deverão ser acrescidos de 12%...................... os valores de Ck deverão ser acrescidos de 3 kg / m2...............80 1.................... Caso haja solicitação de memória de cálculo por parte do contratante........... superior a 7501 m2 sem limite de pavimentos ..........80 1................. Em galpões industriais.....70 Edifícios comerciais área área área área área até 500 m2 e até 4 pavimentos .......... o valor final dos honorários deverão ser acrescidos de 20%..... 15% 21a a 40a repetição .............................. caso haja presença de ponte rolante de capacidade entre 20 e 30 toneladas.................................. 2... entre 4501 e 7500 m2 e até 15 pavimentos .......50 241 240 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.......... 20% 11a a 20a repetição ................00 1......... INSTALAÇÕES HIDRÁULICAS E SANITÁRIAS ..................00 1...... Em galpões industriais. 5% Edifícios industriais área área área área área até 500 m2 ...........70 1....2..................• • • • • • • • • Caso os vãos característicos extrapolem o limite de 8 metros.........50 2... R$/M 2 Edifícios residenciais área área área área área até 500 m2 e até 4 pavimentos ........... 25% 6a a 10a repetição . levando a transmitir os momentos pelas ligações viga-pilar...... Caso haja a presença de elementos com detalhamento pouco previsível............... o valor final dos honorários deverão ser acrescidos de 15%.. 2..... deverão ser cobrados como apresentado abaixo: 1a repetição ............ Em galpões industriais............................ Caso haja utilização de estruturas como pilares e/ou vigas mistas....... entre 501 e 2000 m2 e até 4 pavimentos .............. o valor final dos honorários deverão ser acrescidos de 40%...... entre 4501 e 7500 m2 e até 15 pavimentos . entre 501 e 2000 m2 ..... inclusive os elementos de fundações................... o valor final dos honorários deverão ser acrescidos de 20%.......... 10% a partir da 41a repetição ...4 Referência de Honorários para Projetos de Instalações Complementares Os preços praticados nesta tabela são em reais...20 2..........20 2............ entre 2001 e 5000 m2 .... 2.................. uma vez que se tratam de obras de grande variabilidade de geometrias e considerações estruturais.............. entre 501 e 2000 m2 e até 4 pavimentos ... 15...... 35% 2a a 5a repetição ....... lajes delgadas mistas e verificações de abertura em almas de perfis........................... As obras de arte deverão ter seus consumos levantados por pré-dimensionamento dos elementos estruturais.... Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias .....50 As repetições integrais do projeto................... o valor final dos honorários deverão ser acrescidos de 10% Caso haja assimetria arquitetônica que influencia na modulação estrutural.......... Caso haja impossibilidade de contraventamento da estrutura em pelo menos uma direção..80 1......................................... caso haja presença de ponte rolante de capacidade superior a 30 toneladas.................................. superior a 7501 m2 sem limite de pavimentos ..................00 1.................. baseados em área de projeto arquitetônico apresentado..65 1.................................. caso haja presença de ponte rolante de capacidade até 20 toneladas.... entre 2001 e 4500 m2 e até 10 pavimentos ............ entre 5001 e 10000 m2 ...60 1......... o valor final dos honorários deverão ser acrescidos de 12%....... entre 2001 e 4500 m2 e até 10 pavimentos .....

50 Paulo Roberto Vilela Dias 243 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.......00 por m2................................ * Caso haja instalações de gás.................. o valor do honorário deverá ser acrescido de 50%............................ entre 5001 e 10000 m2 . reserva de gás.......50 Edifícios comerciais área até 500 m2 e até 4 pavimentos ...00 0.........35 0........75 área entre 501 e 1000 m2 e até 4 pavimentos .....* Caso haja instalações de água quente............ Fica estipulado o valor mínimo de R$ 500.........................50 • • INSTALAÇÕES DE COMBATE A INCÊNDIO COM HIDRANTES .................... Caso haja necessidade de sistema de combate a incêndio com espuma mecânica..................... 2......... alarme bitonal.......55 0.... 0.. * Caso o empreendimento se trate de instalações de clínicas / laboratórios / farmácias ou outro tipo de estabelecimento ligado à área de saúde onde exista a possibilidade de execução de pequenas cirurgias e/ou coleta de materiais para exames..........45 0...... Empresas e Profissionais ....... Os preços acima contemplam a indicação de pára raios.... Nos casos de instalações residenciais e comerciais com bombeamento.........00 (um mil reais) para projeto de qualquer natureza que esteja com área inferior a 500 m2................ 2... R$/M 2 Edifícios residenciais área até 500 m2 e até 4 pavimentos ..... superior a 20001 m2 ...... 2........ entre 10001 a 15000 m2 ...... superior a 15001 m2 ... caixa de cloração.................................................... Edifícios industriais área área área área área • até 1000 m2 . sendo que as tubulações e cabeamento para alimentar os sistemas deverão ser complementados nos projetos de instalações elétricas e gás....... seta indicadora de saída.......60 0................. caixa separadora de fibras........... 0......50 área entre 501 e 1000 m2 e até 4 pavimentos ............ entre 1001 e 5000 m2 .................................. o valor dos honorários deverá ser acrescido de 25%. o valor dos honorários deverá ser acrescido de 15%....20 Edifícios comerciais área área área área área 242 até 1000 m2 .... entre 5001 e 10000 m2 ............ o valor do honorário deverá ser acrescido de R$ 1............... entre 1001 e 5000 m2 .........50 0............. o valor dos honorários deverá ser acrescido de 50%.....70 0........................................... entre 1001 e 5000 m2 ... * Caso haja tratamentos especiais como: caixa separadora de óleo........... Os honorários para edificações industriais já contemplam sistemas com bombeamento.................000..........70 0................................. R$/M2 • Edifícios residenciais • área área área área área até 1000 m2 ............ 2...................... 1. o valor dos honorários deverá ser acrescido de 15%..........40 0...............90 0.. extintores de incêndio............................. entre 10001 a 20000 m2 ........... * Caso o empreendimento se trate de instalações hospitalares.................................. superior a 20001 m2 ...... entre 10001 a 20000 m2 ..... o valor do honorário deverá ser acrescido de 50%.................... o valor dos honorários deverá ser acrescido de 25%... entre 5001 e 10000 m2 .....30 Caso haja necessidade de sistema de combate à incêndio com chuveiro automático..................00 (quinhentos reais) para projeto de qualquer natureza que esteja com área inferior a 1000 m2....... INSTALAÇÕES ELÉTRICAS DE BAIXA TENSÃO ... * Fica estipulado o valor mínimo de R$ 1...........60 0.....75 0.. iluminação de emergência..

......... R$/M2 Edifícios residenciais área até 2000 m2 .....40 área acima de 10001 m2 .000.........600........ 15% 21a a 40a repetição .........00 De 1.00 a 1.....000.000..............50 área acima de 10001 m2 ..................000.... traçado de estradas.00 a 5...00 a 200......2.... tempo estimado na execução do serviço...00 0........00 0....... derrocamento... 0......00 0........................ 25% 6a a 10a repetição .00 0.............. 20% 11a a 20a repetição ................15 2.000...........00 Acima de 10............. 2 15..........35 Edifícios comerciais área até 2000 m ...5 Honorários para Avaliações e Perícias de Engenharia Na composição dos custos para definição do valor dos honorários devem ser considerados os seguintes elementos: • • • • • • prazo solicitado para entrega do trabalho...............000..........000..............00 a 10..000................000..............20 1.00 VALOR DO BEM (R$) Até 50. pela não manifestação de profissionais relacionados as áreas citadas...........00 0..................00 a 500..00 De 500.00 De 5............000..........000...............40 As repetições integrais do projeto deverão ser cobradas como segue: 1a repetição ............................ 5% OUTRAS ATIVIDADES DE PROJETO Não foram contempladas as atividades de projetos geotécnicos...................... dentre outras.......000........... periculosidade e dificuldade de acesso e local fora da comarca onde se desenrola a ação...............00 244 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.90 50.......65 250................07 8..................00 0.. experiência do profissional....... 10% a partir da 41a repetição . DEFINIÇÃO DE HONORÁRIOS EM FUNÇÃO DO VALOR DE VENDA HONORÁRIO MÍNIMO % Acréscimo (R$) 500..000.........00 De 50.00 0.......00 De 100........ topografia e geodésia..... 0.................................. 0.......000..000........50 área entre 2001 e 10000 m2 ... 0................70 área entre 501 e 10000 m2 ........ grau de dificuldade e complexidade técnica da análise... Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 245 .000.INSTALAÇÕES DE TUBULAÇÃO TELEFÔNICA .......600.....600....... 35% 2a a 5a repetição ..000......00 De 200...................000....00 a 100.......35 850.......... 0...12 3.................000...... valendo como referência o valor da hora técnica versus o número de horas previstas na elaboração da atividade....... 0..000.100.............

001.501.500.00.000.500.00 a 1.00 a 15.000.000.00 a 7.000.500.000.500.501.00 a R$ 120.00 De 4.000.000.000.000.00 De R$ 35.5% a 5% do valor avaliado em função do grau de dificuldade e do rigor desejado da avaliação ou obedecerão a tabela a seguir: VALOR DA AVALIAÇÃO (R$) Até R$ 25.00 De 10.00 a 6.00 9.00 1.00 a R$ 180.500.00 a 2.001.00 por cada R$ 20.000.00 De R$ 55.00 De R$ 90.00 6.00 De 6.00 1.000.000.000.001.00 Acima de R$ 180.00 a R$ 35.300.500.00 6.500.00 2.000.00 a 3.000.00 De 8.001.00 De R$ 50.000.000.00 a 9.00 HONORÁRIOS (R$) 1.00 6.00 por cada R$ 20.00 a R$ 55.00 De R$ 25.300.5% a 5% do valor avaliado em função do grau de dificuldade e do rigor desejado da avaliação ou obedecerão a tabela a seguir: 246 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.00 HONORÁRIO MÍNIMO (%) 90 85 82 80 78 75 72 69 65 62 59 55 50 48 46 VALOR DA AVALIAÇÃO (R$) Até R$ 7.00 De 1.00 De 12. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 247 .500.000.00 De 2.00 a R$ 85.00 de avaliação OBS: No caso dos honorários resulte inferior ao especificado para o limite máximo do intervalo imediatamente anterior.00 a 4.000.00 De R$ 120.200.000.000.00 De R$ 7.00 a R$ 15.000.500.00 9.00 Acima de 15.00 de avaliação PERÍCIAS JUDICIAIS Considerar de 0.000.000.00 4.200.000.000.000.00 De 9.00 3.000.00 De R$ 15.00. AVALIAÇÃO DE MÁQUINAS E EQUIPAMENTOS Considerar de 2. mais R$ 200.00 Acima de R$ 180.00 De 1.500.000.000.00 De 7.ARBITRAMENTO DE HONORÁRIOS EM FUNÇÃO DO VALOR LOCATIVO VALOR LOCATIVO (R$) Até 1.00 De 3.00 a 12.00 a R$ 50.00 a 5. prevalecerá este último.001.000.000.00 2.00 a R$ 180.001.00 De 2.000.000.000.000.501.001.500.001.000.00 a R$ 30.00 3.001.00 De R$ 85.00 De 5.001.00 a 10.000.00 HONORÁRIOS (R$) 800.00 De R$ 30.00 a 8.00 a R$ 90. mais R$ 200.00 a 2.000.

AVALIAÇÃO DE MÓVEIS E UTENSÍLIOS Considerar de 10% a 15% do valor avaliado em função do grau de dificuldade e do rigor desejado da avaliação. Ações Diversas
TIPO DE AÇÃO Trabalhista Demarcatória Despejo Desapropriação Divisão Indenização Medida Cautelar Nunciação de obra nova Possessória Revisional de aluguel comercial Revisional de aluguel residencial Renovação de locação Servidão de passagem Usocapião HONORÁRIOS MÍNIMOS (R$) 1.200,00 1.200,00 800,00 800,00 1.500,00 1.000,00 1.000,00 800,00 800,00 1.200,00 1.000,00 1.000,00 700,00 700,00

15.3 HONORÁRIOS MÍNIMOS DAS ATIVIDADES PROFISSIONAIS DA ENGENHARIA CIVIL Não existindo o valor do Honorário Mínimo, o calculo deve ser realizado apenas pela estimativa de horas trabalhadas, simplificadamente, da seguinte maneira: Preço de Venda = Valor da Hora Técnica x Horas de Trabalho O valor da hora técnica está apresentado no Capítulo 13. TABELA DE HONORÁRIOS MÍNIMOS
DESCRIÇÃO Análise técnico-econômica de empreendimento - Viabilidade Arbitramento Assessoria Assistência técnica Auditoria CURSO, PALESTRA, SEMINÁRIO OU CONGRESSO Aula: Este serviço será cobrado baseado em 3,0 vezes o valor mínimo da hora profissional por hora de aula. Palestra: Este serviço será cobrado baseado em 1,5 vezes o valor mínimo da hora profissional por hora de palestra. Seminário e/ou Congresso: Este serviço será cobrado baseado em 5,0 vezes o valor mínimo da hora profissional por hora de seminário. Atestado Avaliação CONCORRÊNCIAS Concurso Consultoria DIVULGAÇÃO TÉCNICA ESTUDO GESTÃO DE PROJETO, SERVIÇO OU OBRA FISCALIZAÇÃO DE PROJETO, SERVIÇO OU OBRA JULGAMENTO LAUDO 10 10 20 3 5 5 HONORÁRIO MÍNIMO (Em Hora Técnica) 10 5 10 5 10

15.2.6 Tabela para Elaboração de Orçamentos VALOR DA OBRA (R$) até R$ 10.000,00 de R$ 10.000,01 a R$ 50.000,00 de R$ 50.000,01 a R$ 100.000,00 de R$ 100.000,01 a R$ 500.000,00 de R$ 500.000,01 a R$ 1.000.000,00 PREÇO DO SERVIÇO (R$) 350,00 950,00 1.500,00 3.500,00 5.000,00

Obras acima de R$ 1.000.000,01 acrescentar R$ 500,00 para cada R$ 500.000,00.

248

Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. Empresas e Profissionais

Paulo Roberto Vilela Dias

249

LEVANTAMENTO TOPOGRÁFICO PLANIMÉTRICO Situações previstas:

Terreno ondulado a fortemente ondulado (8 a 30% de declividade) - 10,00 horas técnicas/km de poligonal. Terreno forte ondulado a montanhoso (30 a 60% de declividade) 12,00 horas técnicas/km de poligonal. Terreno montanhoso a escarpado > 60% de declividade - 14,70 horas técnicas de poligonal.

Terreno plano a suavemente ondulado (0 a 8% de declividade) – 7,00 horas técnicas/km de poligonal. Terreno ondulado a fortemente ondulado (8 a 30% de declividade) 8,00 horas técnicas/km de poligonal. Terreno forte ondulado a montanhoso (30 a 60% de declividade) 10,00 horas técnica/km de poligonal. Terreno montanhoso a escarpado > 60% de declividade - 12,00 horas técnicas/km de poligonal.

Locação topográfica de curvas de níveis Orçamento de obras e/ou serviços Parecer técnico Perícia Responsabilidade técnica Vistoria 5 10 5 5

LEVANTAMENTO TOPOGRÁFICO PLANIALTIMÉTRICO Situações previstas:

Terreno plano a suavemente ondulado (0 a 8% de declividade) 7,50 horas técnicas/km de poligonal. Terreno ondulado a fortemente ondulado (8 a 30% de declividade) - 9,00 horas técnicas/km de poligonal. Terreno forte ondulado a montanhoso (30 a 60% de declividade) 12,00 horas técnicas/km de poligonal. Terreno montanhoso a escarpado > 60% de declividade - 14,00 horas técnicas/km de poligonal.

LOCAÇÃO TOPOGRÁFICA Locação topográfica de obras de infra-estrutura Situações previstas:

Terreno plano a suavemente ondulado (0 a 8% de declividade) 8,30 horas técnicas/km de poligonal.
Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 251

250

15.4 TABELA DE HONORÁRIOS PARA ARQUITETOS
Tabelas sem Imposto de Renda na Fonte ou Impostos sobre a Nota Fiscal. Chamamos a atenção que o IAB – Instituto de Arquitetos do Brasil, por meio de suas representações estaduais, elabora tabelas semelhantes a aqui apresentada. DESCRIÇÃO ARQUITETURA E URBANIZAÇÃO Residência Unifamiliar Edificações onde não há repetição de elementos (cômodos, pavimentos) Edificações onde há repetição de elementos (múltiplos blocos) - 1ª unidade - 2ª unidade - 3ª unidade - 4ª unidade e demais unidades Edificações Hospitalares Edificações Especiais: (hotéis, prédios administrativos e escolares) Depósitos, galpões e garagens Indústrias, comércios e igrejas URBANISMO Projeto de parcelamento do solo Projeto de desenho urbano Plano Diretor PAISAGISMO E DESNHO URBANO (inclui lay-out, pavimentação, vegetação, especificação do mobiliário, pontos elétricos e hidráulicos) Residências, condomínios, sítios e chácaras Edificações comerciais, de serviços e institucionais Praças, parques, orlas e vias e passeios Projeto de pavimentação VALOR (R$)

Projeto de Vegetação Design do Mobiliário Urbano

m² m²

20,00 200,00 a 1.000,00

CONSULTA DO POTENCIAL CONSTRUTIVO Consulta ARQUITETURA DE INTERIORES

1 a 5% do valor do projeto

m² m² m²

6,00 a 12,00 5,00 a 10,00 4,00 2,50 1,30 0,70 8,00 a 13,00 6,00 a 12,00 2,00 4,00

m² m² m² m²

PROJETO DE REFORMA DE RESIDÊNCIA (inclui ambientação, revestimentos, paginação, alvenarias, pontos elétricos e hidráulicos, iluminação, rebaixamento, esquadrias, bancadas e acabamentos) Apto ou casa quarto e sala unid 1.100,00 Apto ou casa de 2 quartos unid 1.500,00 Apto ou casa de 3 quartos unid 2.000,00 Apto ou casa de 4 quartos unid 3.000,00 Cobertura completa unid 5.500,00 Cobertura completa unid 6.500,00 PROJETO COMERCIAL (recepção, sala, copa e banheiro) (inclui ambientação, revestimentos, paginação, alvenarias, pontos elétricos e hidráulicos, iluminação, rebaixamento, esquadrias, bancadas, acabamentos, mobiliário e acessórios) Consultório dentário unid 1.800,00 Consultório médico unid 1.300,00 Escritório até 40 m² unid 1.300,00 Hall de edifício padrão Alto unid 1.400,00 Hall de edifício padrão Médio unid 1.000,00 Hall social padrão Alto unid 450,00 Hall social padrão Médio unid 350,00 Loja de Rua até 50 m² unid 4.000,00 Loja de Shopping até 40 m² unid 3.000,00 Considerar acréscimo de 15% para assessoria na compra de mobiliário e acessórios

ha ha ha

1.500,00 8.000,00 10,00

m² m² m² m²

3,50 4,00 4,50 20,00

252

Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. Empresas e Profissionais

Paulo Roberto Vilela Dias

253

00 254 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.00 350.00 Banheiro completo unid 450.00 Na tabela apresentada abaixo está descrita a quantidade mínima de horas a serem utilizadas.00 400. elabora tabelas semelhantes a aqui apresentada. piscina e sauna) unid 1.00 200. unid unid unid unid unid unid 300. especificação do mobiliário e acompanhamento da compra Levantamento de medidas.00 200.00 300.00 200.00 100.5 x Hora Técnica por hora Palestra: 3. mesas e etc 15. A cobrança dos serviços se dará pela estimativa das horas necessárias à conclusão dos mesmos. lay-out e ambientação.00 300. Palestra e Conferência Aula: 1. simplificadamente.00 400. pontos elétricos e hidráulicos. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 255 . lay-out e ambientação sem assessoria Paginação de piso ou parede Esquema de cores Localização dos pontos elétricos Localização dos pontos hidráulicos PROJETOS ESPECIAIS Esquadria elaborada – porta ou janela Esquadrias (tipo) – porta ou janela Muro frontal completo (gradil e portões de acesso) Escada elaborada com corrimão Escada simples com corrimão Corrimão elaborado Rebaixamento em gesso (sala completa) Rebaixamento em madeira Design aparadores.PROJETO DE REFORMA POR CÔMODOS ISOLADOS (inclui ambientação. esquadrias.78 x 75 + 280.0 x Hora Técnica por hora Conferência: 5.00 700. Chamamos a atenção que as Associações de Engenheiros Agrônomos e Florestais existentes em alguns estados do Brasil.5 TABELA DE HONORÁRIOS PARA ENGENHEIROS AGRÔNOMOS E FLORESTAIS Tabelas sem Imposto de Renda na Fonte ou Impostos sobre a Nota Fiscal.00 250.00 Sala de jantar unid 300.0 x Hora Técnica por hora Avaliação ( H = (A x 0.00012)0.500. iluminação.00 Quarto de solteiro unid 300. revestimentos. bancadas e acabamentos) Área de serviço completa unid 300. onde: H = Honorários Profissionais (R$) A = Valor da Avaliação (R$) Cálculo de Ração 5 Concorrências Concurso 5 Consulta 5 Consultoria 5 unid unid unid unid unid unid unid unid unid 200. rebaixamento. alvenarias. camas.00 Cozinha completa unid 600. colunas.00 Quarto de casal unid 300. DESCRIÇÃO HORAS MÍNIMAS Análise Técnico-Econômica de Empreendimento 10 Arbitramento 5 Assessoria 10 Assistência Técnica 5 Auditoria 10 Aula.00 300. paginação.00 200.00 Lavabo completo unid 400. da seguinte maneira: Preço de Venda = Valor da Hora Técnica x Horas de Trabalho O valor da hora técnica está apresentado no Capítulo 13.00 PEQUENAS SOLUÇÕES POR CÔMODOS ISOLADOS Levantamento do local.00 Área de lazer completa (churrasco.

Terreno forte a montanhoso (30 a 60% de declividade) 10 Horas Técnicas por Km de poligonal .5 .Áreas até 50 ha .Terreno plano a suave ondulado (0 a 8% de declividade) 7 Horas Técnicas por Km de poligonal .18 HT por ha excedente a 50 ha Levantamento de Cobertura Vegetal do Solo .5 + 0. Econômico e Social 20 Diligência 10 Divulgação Técnica Estudo Estudo de Impacto Ambiental 0.5 + 0.Terreno forte a montanhoso (30 a 60% de declividade) .Áreas acima 50 ha Locação Topográfica .5 27.Áreas acima 50 ha 18.5 Horas Técnicas por Km de poligonal .Terreno forte a montanhoso (30 a 60% de declividade) 12 Horas Técnicas por Km de poligonal .Terreno montanhoso a escarpado (acima de 60% de declividade) 12 Horas Técnicas por Km de poligonal Levantamento Topográfico Planialtimétrico .5 + 0.02 x Hora Técnica por linha de informação 0.Áreas acima 50 ha 11.7 Horas Técnicas por Km de poligonal Locação Topográfica de Curvas de Nível Partilha de Áreas Orçamento Padronização e Classificação de Produtos de Origem Vegetal e Animal 5 10 Elaboração de Projetos. Serviço ou Obra Fiscalização de Projeto.Áreas até 50 ha 11.Terreno montanhoso a escarpado (acima de 60% de declividade) 0.Terreno plano a suave ondulado (0 a 8% de declividade) 7.5 .Terreno plano a suave ondulado (0 a 8% de declividade) . Planos e Levantamentos Projeto de Reflorestamento ou Florestamento 20 ou 2% sobre as inversões do projeto 256 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 257 .Terreno ondulado a forte (8 a 30% de declividade) .5 a 1% do valor do empreendimento Gerência de Projeto.Áreas até 50 ha 18.Terreno montanhoso a escarpado (acima de 60% de declividade) 14 Horas Técnicas por Km de poligonal 27.3 Horas Técnicas por Km de poligonal 10 Horas Técnicas por Km de poligonal 12 Horas Técnicas por Km de poligonal 14.11 HT por ha excedente a 50 ha Levantamento de Solos . Serviço ou Obra Fornecimento de Dados e Informações Fornecimento de Mala Direta Levantamento de Meio Físico 10 Levantamento de Capacidade de Uso do Solo .Terreno ondulado a forte (8 a 30% de declividade) 9 Horas Técnicas por Km de poligonal .02 x Hora Técnica por etiqueta Interpretação e Recomendação a partir de Análise Laboratorial de Solo ou Vegetal Julgamento 10 Laudo 10 Levantamento Topográfico Planimétrico .276 HT por ha excedente a 50 ha 8.Diagnóstico Técnico.Terreno ondulado a forte (8 a 30% de declividade) 8 Horas Técnicas por Km de poligonal .

Áreas acima de 10 ha 20 20 HT + 1 HT por ha excedente a 10 ha 15.6 TABELA DE HONORÁRIOS MÍNIMOS PARA ENGENHEIROS ELETRICISTAS SERVIÇOS HORAS MÍNIMAS Rede de sonorização 8 Projeto de cabeação telefônica 5 Rede de dutos para circuitos de informática 5 Alimentadores para equipamento central de ar condicionado 8 Alimentadores para diversos equipamentos 5 Geração de emergência 5 Iluminação de emergência 5 Sistema de detecção e alarme contra incêndio 5 Circuito fechado de televisão 10 Encaminhamento junto à concessionária de energia elétrica 5 Encaminhamento junto à concessionária de telecomunicações 5 Cabina de barramento 5 Cáculo luminotécnico 5 Rede de distribuição de energia elétrica e iluminação pública 10 Pesquisa de carga com anteprojeto elétrico 5 Iluminação 10 Rodoviária simples 15 Obra de arte (ponto. etc) 15 Interconexões complexas 20 Túneis 20 Levantamento Circunstanciado Florestal .Áreas acima de 10 ha 30 HT + 1 HT por ha excedente a 10 ha Plano de Manejo Florestal (Floresta Natural) .Áreas acima de 10 ha 20 HT + 1 HT por ha excedente a 10 ha Plano de Manejo Florestal (Floresta Plantada) .Áreas com até 10 ha 30 .Plano de Corte Florestal .Áreas com até 200 ha 150 .Áreas com até 10 ha 20 . viaduto.Áreas acima de 200 ha 150 HT + 1 HT por ha excedente a 200 ha Plano de Arborização Urbana Projeto de Recuperação de Áreas Degradadas Projeto de Revegetação de Áreas Projeto de Paisagismo Projeto de Exploração Agropecuária Projeto de Viabilidade Técnico-Econômica Projeto de Irrigação e Drenagem Projeto de Sistematização de Várzeas Projeto de Desenvolvimento Regional Parecer Técnico Perícia Avaliação de Cultura por Frustração de Safra Responsabilidade Técnica Vistoria 20 20 20 20 20 ou 2% sobre as inversões do projeto 20 ou 2% sobre as inversões do projeto 20 50 10 10 10 por mês 5 258 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 259 .Áreas com até 10 ha .

.TABELAS COMPLEMENTARES Tabelas sem Imposto de Renda na Fonte ou Impostos sobre a Nota Fiscal SUBESTAÇÕES TRANSFORMADORAS (15 KV) Ao tempo em postes simples até 150 KVA Ao tempo em postes duplo até 300 KVA Ao tempo em piso até 300 KVA Abrigada até 225 KVA Abrigada de 300 a 500 KVA Abrigada até 750 a 1.000.00 R$ 1....00 a 1.00 1.001.93 200.00 0..00 1.40 10..00 0.................. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 261 ..001....000.00 2......200.7 TABELA DE VALORES DOS SERVIÇOS POR PRANCHA É comum se considerar a remuneração de projetos por prancha elaborada e deve-se ter conhecimento da quantidade da obra a ser projetada.00 1....00 a 1.. em área construída (para edificações) e extensão (km) para obras lineares.00 1.00 1..000..........00 a 15....000........001.000.000......00 1....001....000....00 1..00 0.200....500.....000..000.38 400..00 1.. 20% 40% 30% 10% 260 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.....000.000.001.00 a 2...000.00 R$ 1..000......00 1....001....99 800..00 2..00 a 800....00 a 5..000..43 7.....000...001.....55 3...77 1.00 a 10.00 R$ 1.00 R$ 850.39 R$ 1...000.66 2.001... Projeto Executivo .001. Desenho Definitivo ..100.500....000. Projeto Básico ..00 0..00 0....500....00 R$ 900.00 a 3.47 5....00 800.....00 a 600. é a apresentada a seguir: Categoria Profissional Senior Profissional Junior Cadista Projetista Cadista Total Quantidade de horas Tamanho A1 Tamanho A0 5 10 8 10 33 8 16 15 20 59 Será considerado o seguinte critério de composição do custo da prancha: Estudo Preliminar .001......000.00 a 7...000...00 0.200...000.... R$ por prancha Desenhos Tamanho A1 Desenhos Tamanho A0 R$ 600.31 120.000 KVA Blindada até 300 KVA Blindada até 500 a 750 KVA Blindada acima de 1....00 a 120..00 a 200..200.....000 KVA Cabina para medição Acréscimos: Elaboração na classe 25 KV Inclusão de chave reversora de alta tensão Prédio existente ainda não dotado de subestação Projeto Completo de Instalações Elétricas Cálculo do Honorário Profissional em Função do Valor Global da Construção VALOR DO CONTRATO (R$) % 58.001......00 a 400.....800..........10 600..000.500..000.000.00 15% 10% 30% 15.....000.............00 800.200.00 0.....00 0..000....00 Condições do Projeto Fácil Normal Difícil A composição de homens x hora padrão a ser considerada na elaboração de cada desenho de projeto..88 1.001...000........00 0...000.550..500...

prevê a existência de piso salarial proporcional à extensão e à complexidade do trabalho. 263 Paulo Roberto Vilela Dias . Estas Leis encontram-se em plena vigência e tendo sua aplicação fortalecida pelo disposto na Constituição Federal de 1988. Agronomia. Química e Veterinária.950 A. até 8 horas/dia. de 22 de abril de 1966. Acrescentar 25% a cada hora que exceder às seis horas diárias de serviço. Em 24 de dezembro de 1966. a Lei nº 5194. 7º. A Lei nº 4.CLT: “Considerar-se empregado toda pessoa física que prestar serviços de natureza não eventuais a empregador. sob a dependência e mediante salário”. a remuneração é de seis salários mínimos vigente no País. no seu artigo 82.16 PROFISSIONAIS COM VÍNCULO EMPREGATÍCIO – PISOS SALARIAIS MÍNIMOS Dispõe o artigo 3º da Consolidação das Leis de Trabalho . A Lei nº 4. inciso V. estabelecendo jornada com exigências de 6 horas diárias de serviços e jornada com mais de 6 horas de serviço.950 A/66 estabelece a remuneração mínima obrigatória para os profissionais empregados e regidos pela CLT. introduziu a remuneração inicial dos profissionais na área de engenharia. regulamentou a remuneração dos profissionais diplomados em Engenharia. cujo art. Este assunto também está disciplinado pela Resolução nº 397/95 do CONFEA. A) B) Para jornada com 6 horas diárias de serviço. Arquitetura.

800. no mínimo em cinqüenta pôr cento à do normal”.M. = 6 x salário mínimo S.00 S.P.50 ) x salário mínimo S. = ( 6 x 1.M.M.100. = R$ 2.P. Para o caso do profissional contratado com jornada de 09 (nove) horas diárias S. as horas excedentes serão consideradas horas extras.200.P.P.M.M.25 ) x salário mínimo S.5 x salário mínimo S. Para o caso de jornada de 08 horas diárias S. Para efeito da definição do salário mínimo profissional (S.P.M.M.M.: Após 44 horas semanais.00 x salário mínimo S. = R$ 1.50 + 1. = 9.P. Empresas e Profissionais S. temos: A) Profissional contratado para uma jornada de 06 (seis) horas diárias S. Exemplo da Utilização da Fórmula de Cálculo Considerando-se o salário mínimo nesta data (abr-2002) de R$ 200.P. = 9. Inciso XVI prevê: “remuneração do serviço extraordinário superior. acrescentar 50% às horas extras.P.500.50 x R$ 200.M.M. de 5 de outubro de 1988.00 S.P.M.P.P.00 pôr mês B) Profissionais contratados com uma jornada superior a 06 (seis) horas diárias Para o caso de jornada de 07 horas diárias S.00 pôr mês 264 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. = 7.5 x R$ 200.M. = R$ 1.P.00 S.M.P.M.P.00 pôr mês OBS.00 Paulo Roberto Vilela Dias 265 .C) Acima de 8 horas diárias de serviço.) adotou-se o que estabelece a Constituição Federal.50 ) x salário mínimo A Constituição Federal de 5 de Outubro de 1988 em seu Artigo 7º.M.P. = R$ 1.00 S. = ( 6 x 1. = ( 6 x 1. = 7.M.0 x R$ 200. = 10. = 6 x R$ 200.00. = 10.50 x salário mínimo S.P.

17
PROFISSIONAIS COM VÍNCULO EMPREGATÍCIO – REFERÊNCIAS SALARIAIS

As seguintes tabelas têm por objetivo servir de referência mínima de honorários para engenheiros que mantenham vínculo empregatício, isto é, regido pela CLT. O valor final dos honorários se dá na conjugação das diversas tabelas abaixo. TABELA 01 Classificação e respectivas remunerações dos engenheiros civis por tempo de formatura e experiência profissional comprovada por acervo técnico e/ou registro em carteira de trabalho: ABRIL 2002 Remuneração (R$) 1.800,00 2.200,00 3.500,00 5.200,00 6.500,00

Classificação Engenheiro Engenheiro Engenheiro Engenheiro Engenheiro Trainee Júnior Médio ou Pleno Sênior Master

Experiência e/ou Tempo de formado até 2 anos Entre 2 e 5 anos Entre 5 e 10 anos Entre 10 e 15 anos Acima de 15 anos

Paulo Roberto Vilela Dias

267

TABELA 02 Acréscimo devido à qualificação profissional adicional obtida em cursos de extensão e pós-graduação: GRAUS DE ESCOLARIDADE / TÍTULOS Pós-graduação – Especialização Mestrado Doutorado Pós-doutorado QUALIFICAÇÕES DIVERSAS Domínio de Língua Estrangeira Domínio de Informática

18
O CONTRATO DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS
18.1 ANÁLISE DO CONTRATO Devem ser apreciados os seguintes temas nos contratos de prestação de serviços de engenharia e arquitetura: Exames Preliminares Deve constar da identificação das partes integrantes da contratação e relacionar e verificar anexos existentes (editais, plantas de execução, normas do cliente e etc.). Caracterização do Objeto Verificar se o objeto corresponde a natureza do serviço a ser realizado, bem como, examinar o projeto e verificar sua adequabilidade e compatibilidade com o contrato e a proposta apresentada. Sendo que deverão ser observados os seguintes tópicos
• • • • • • • • •

15% 20% 30% 40% 5% 5%

As qualificações relativas à escolaridade deverão estar devidamente registradas na carteira do profissional – CREA; • As qualificações diversas deverão ser comprovadas por diploma e/ ou certificado de entidades reconhecidamente idôneas ou com exame realizado pela empresa contratante e de sua responsabilidade; • Demais benefícios como, por exemplo, auxilio refeição, seguro saúde, seguro de vida e do trabalho, participação nos lucros, auxílio transporte e outros serão de livre negociação entre as partes.

Memorial descritivo ou Especificações Memória de cálculo, quando existir Plantas de execução Quantidades de serviços Cronogramas Orçamentos Composições de custo Identificar os principais problemas da obra Avaliar a capacitação da equipe e dos equipamentos disponíveis para as tarefas previstas
269

268

Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. Empresas e Profissionais

Paulo Roberto Vilela Dias

Obrigações Mútuas Identificar e relacionar as obrigações da contratante e da contratada e avaliar a extensão e implicações destas obrigações com os custos e prazos dos serviços. Esta análise poderá detectar conflitos com o objeto, com o quadro de quantidades, com as especificações, com a proposta ou outras. É interessante verificar se a fiscalização é direta (ou seja, o próprio cliente executa esta atividade) ou contrata empresa especializada para tal tarefa. Prazo de Duração É oportuna a identificação da forma de contagem, dias úteis ou corridos, e da data inicial da contagem. Registrar as datas limites, inicial e final, e a quantidade de dias úteis existentes, excluindo-se sábados, domingos e feriados. Verificar, mesmo sendo inadequado adotar, em que casos podem ocorrer prorrogações e como solicitá-las. Preços É necessário verificar a natureza da forma de contratação, ou seja, preço global, por preço unitário, por administração, por aluguel de equipamentos ou por reembolso de despesas. Deve-se ainda identificar os itens mais significativos ou aqueles que representam 80% do valor total do contrato, pois estes sofrerão as principais análises, bem como, avaliar a influência dos quantitativos que possam alterar bruscamente no decorrer do contrato. Além destes, avaliar os conflitos com os preços de proposta e os itens necessários que não tenham preço contratado, a fim de alinhavar proposição de aditivo contratual favorável à empresa. Condições de Pagamento Além da situação anteriormente definida quanto à forma contratual, verificar a periodicidade de medição e pagamento, podendo ser admitida uma das condições descritas a seguir:

• • • • • •

medição com período definido e prazo justo de pagamento; pagamento em parcelas pré-fixadas desde que atinja o cronograma físico ajustado; verificar a existência de parcelas de antecipação ou retenção; relacionar e estudar adequadamente os eventos correspondentes às parcelas de pagamento; verificar a consistência do cronograma da obra; quanto às medições, verificar as condições em que serão efetuadas as medições (quem e como), a forma de processamento adotado pelo cliente, quem as autoriza, prazos para submetê-las e que cada unidade dispõe para análise, existência de impressos próprios para tal finalidade, caso afirmativo obtê-los.

Reajustamento Atualmente admite-se apenas contratos com reajustes anuais, logo para prazos de duração inferiores a este, os mesmos serão considerados fixos e irreajustáveis, a despeito que os mesmos tenham cláusulas de reajuste expressa no contrato. Penalidades Independentemente do desejo de se adotar, é muito oportuno identificar as formas de penalidades e multas e suas condições de aplicação. Rescisão Contratual Verificar em que condições pode ocorrer a rescisão amigável ou judicial e suas implicações. Entretanto, ressalta-se que nenhum edital pode infringir o que determina a LEI N° 8666/93 das licitações e contratos. Relatório da Análise do Contrato Todas as informações levantadas anteriormente deverão estar contidas em relatórios de análise do contrato com a maior riqueza de detalhes possível e que ficará a disposição da diretoria da empresa.

270

Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. Empresas e Profissionais

Paulo Roberto Vilela Dias

271

prazos. não iniciando a execução de serviços que dependam de aditivo sem consulta prévia aos superiores hierárquicos. Medições • manter registro permanente. as reivindicações de métodos. identidade. A EMPRESA (RAZÃO SOCIAL DA EMPRESA) OU NOME DO PROFISSIONAL. CPF. efetuando comparações sistemáticas com os dados contratuais. NA FORMA ABAIXO: PREÂMBULO O(A). não admitir interferência nos métodos executivos. Paulo Roberto Vilela Dias 273 Prazos de Eventos Intermediários • Manter controle permanente dos prazos e principalmente eventos. na época oportuna. se for o caso. não assumir compromissos extra-contratuais. (nome. após discussão com os superiores hierárquicos da empresa. acompanhamento a evolução da aprovação pelo cliente. 18. procurando cumpri-los e até antecipá-los.Atitude do Gerente do Contrato De posse da análise minuciosa elaborada do contrato o gerente do contrato deverá estar pronto para qualquer instante adotar. • encaminhar em tempo hábil minuta de pedido de aditivos. referência à legislação. PARA EXECUÇÃO DE (ENUNCIADO SUCINTO DA NATUREZA DOS SERVIÇOS). uma das atitudes a seguir descritas: • • • • • • • • • • • • • • identificar e tirar proveito dos pontos fracos ou obscuros e conflitantes do contrato. não improvisar métodos. não aceitar imposições adicionais às contidas nas especificações. e endereço). Mantendo-se constantemente informado do andamento das mesmas. antecipar-se na identificação de problemas e apresentar soluções. • cumprir rigidamente as normas. e submetê-lo à fiscalização formal ou informalmente. • elaborar controle adequado das quantidades e valores medidos. não executar serviços sem prévia cobertura contratual. efetuar verificação cuidadosa de seu acerto. elaborando permanentemente estudos capazes de identificar sua necessidade e a melhor forma de solicitá-lo. cargo ou função. • elaborar as medições previamente ao prazo final previsto em contrato. sempre interpretar dentro do interesse da empresa. prazos e exigências do contrato. atos constitutivos. com firmeza. a fim de garantir o mais curto tempo de processamento das medições. DE UM LADO. conhecer a estrutura do cliente e seus vários níveis decisórios. CNPJ. equipes ou equipamentos inadequados. COMO CONTRATNTE. • informar a equipe de trabalho dos prazos parciais e total. doravante simplesmente denominado(a) CONTRATANTE. além do especificado. no relacionamento com a equipe de fiscalização: respeitar e estabelecer um relacionamento profissional amigável e formal. 272 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. manter a equipe da obra sempre bem informada para poder adotar atitude positiva quando for necessário tomar decisões imediatas. DO OUTRO. encaminhar sempre objetivamente. Empresas e Profissionais . atualizado pelo menos semanalmente. COMO CONTRATADO(A). nomeação. preços e condições de pagamento. • antecipar-se à fiscalização no registro de ocorrências que justifiquem aumentos de prazos. (NOME DA ORGANIZAÇÃO CONTRATANTE) E. registrar sempre quando ocorrerem interferências ou falta de providências que acarretem atrasos ou aumento de custos.2 MODELO DE CONTRATO DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS DE CONSULTORIA DE ENGENHARIA RECOMENDADO CONTRATO DE EMPREITADA POR PREÇO GLOBAL (OU POR PREÇOS UNITÁRIOS) QUE FAZEM. dos dados básicos necessários à elaboração das medições. natureza e/ou constituição jurídica da organização contratante. Negociação de Aditivos Antecipar-se aos problemas de aditivos contratuais. • não admitir postergações na medição de serviços executados. representado(a) por (nome. sempre apoiando-se em diálogo com seus superiores.

regido pelas cláusulas e condições seguinte: CLÁUSULA PRIMEIRA – FUNDAMENTO LEGAL O presente Contrato rege-se pela Lei nº 8. em sua substituição.. e que passam a fazer parte integrante do Contrato. Empresas e Profissionais . modificação. tem. contado a partir da data final do período de adimplemento da parcela a que se refere o documento de cobrança. conforme indicado na proposta da CONTRATADA e seus anexos. acréscimo ou decréscimo. CPF. constituição jurídica. se for o caso). expedida pelo CREA. serão pagos no (.) dia. cargo ou função. CLÁUSULA QUINTA – PAGAMENTO As parcelas que compõem o objeto do presente contrato.. poderá ocorrer. identidade.. e tendo como responsável técnico (nome e qualificação profissional).. CLÁUSULA SEGUNDA – OBJETO O presente contrato tem por objeto a prestação de serviços técnicos profissionais especializados na execução de (descrição dos serviços) discriminados em sua proposta e no Edital de Licitação (ou convite) e seus respectivos anexos. entre si... bem como pelas normas. e melhor traduza(m) a efetiva variação dos custos dos componentes do(s) preço(s) do(s) serviço(s).. aquele(s) que venha(m) a ser adotado(s). regulamentos. no caso de sua extinção. cuja lavratura foi regularmente autorizada por . CLÁUSULA TERCEIRA – REGIME DE EXECUÇÃO Os serviços contratados serão executados sob o regime de empreitada por preço global (ou por preços unitários). Paulo Roberto Vilela Dias 275 274 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. obedecendo no que couber.. ou.eleição. legislação estadual e/ou municipal complementares. a todas as condições estipuladas no Edital de Licitação (ou convite) Nº .. CLÁUSULA QUARTA – PREÇO(S) O(s) preço(s) do(s) serviço(s) contratado(s) é (são) o(s) constante(s) da proposta da CONTRATADA. de outro lado. salvo quando e segundo a forma e as condições previstas na Lei nº 8.1993. aumento ou diminuição de quantidades ou de valores. Parágrafo Único: Nenhuma alteração.. de 21 de junho de 1993 e suas alterações vigentes nesta data. na vigência do contrato e de sua eventuais prorrogações. aceita na licitação (convite) anteriormente referida e integrante deste instrumento. e referência de outorga de poderes.666. portador da carteira profissional nº .06.. ajustado o presente Contrato.. CNPJ. doravante simplesmente denominada(o) CONTRATADA. independentemente de transcrição.666 de 21. e/ou outorga de poderes mediante procuração) e.. endereço). e seus anexos e as constantes da proposta apresentada pela CONTRATADA... ou das especificações e disposições contratuais. efetivamente executadas e aferidas.. representada(o) por (nome. mediante a aplicação da seguinte fórmula: P = ( P0 x I ) ÷ I0 onde: P = preço(s) reajustado(s) P 0 = preço(s) inicial(is) I 0 = Índice(s) setorial(is) vigente(s) na data de apresentação da Proposta de Preços I = Índice(s) setorial(ais) vigente(s) na data do adimplemento de cada parcela dos serviços O(s) índice(s) setorial(ais) a utilizar será(ão) o(s) .. a empresa ou profissional (nome. referidos na Cláusula anterior.. variação. Parágrafo Primeiro: Os preços serão reajustados anualmente (da data da proposta).

CLÁUSULA OITAVA – GARANTIAS DE EXECUÇÃO A = Valor atualizado do documento de cobrança na data do pagamento V = Valor reajustado do documento de cobrança na data do adimplemento da parcela a que se refere T = Taxa de inflação mensal registrada na data de emissão do documento de cobrança. aplicada uma só vez em cada ocorrência... Agronomia e Arquitetura... conforme norma do CREA . com acréscimo de multa de 2% sobre o montante do pagamento em atraso... calculados “por rata” sobre o valor do documento de cobrança. incluPaulo Roberto Vilela Dias 277 276 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. durante a sua execução. Parágrafo Primeiro: Os prazos aqui referidos poderão ser prorrogados em conformidade com o disposto na Lei nº 8... Parágrafo Quarto: Na ocorrência de eventuais antecipações de pagamento. sob a modalidade de (.). a conta de (discriminar as fontes de recursos orçamentários. os prazos de etapas conforme previsto no cronograma físico que constitui parte integrante deste Contrato.. acrescida de juros de mora de 1% (um por cento) ao mês..).Ordem de Serviço. um total correspondente a (.) dias consecutivos (ou corridos).. notas de empenho e demais indicações pertinentes).). CLÁUSULA SEXTA – PREVISÃO DE RECURSOS ORÇAMENTÁRIOS (QUANDO COUBER) O valor (estimado) do presente contrato é de (.. pelo número de dias de atraso.) no valor de (..666/93. até 3 (três) dias após a assinatura do Contrato emitir a ART . Parágrafo Primeiro: Durante a execução dos trabalhos. expressa em forma decimal pelo índice (. efetivada em data de (.Anotação de Responsabilidade Técnica. por cento) do valor faturado a preços iniciais e reajustamentos... se houver.) ou outro que venha substituí-lo n = Número de dias decorridos entre a data de adimplemento das obrigações a que se refere o documento de cobrança e a data do seu efetivo pagamento Parágrafo Terceiro: Na ocorrência de eventuais atrasos de pagamento será devida a atualização financeira calculada na forma estipulada no parágrafo segundo. Parágrafo Segundo: Os trabalhos executados serão recebidos pelo CONTRATANTE em conformidade com as disposições constantes na Lei nº 8. serão concedidos descontos de 1% ao mês. Empresas e Profissionais . contados a partir da data da publicação do extrato do contrato ou da emissão da OS . Em garantia da fiel execução dos trabalhos contratados.. Parágrafo Segundo: A restituição dos valores caucionados ocorrerá na forma e segundo os procedimentos previstos na Lei nº 8.. permanentemente..) (. correndo a despesa. CLÁUSULA NONA – RESPONSANBILIDADE TÉCNICA Caberá a CONTRATADA.Conselho Regional de Engenharia. que integra o presente instrumento.... observados. e a data do seu efetivo pagamento. dele decorrente. a CONTRATADA prestou caução. mediante a aplicação da fórmula: A = V ( 1 + T ) n ÷ 30 onde: CLÁUSULA SÉTIMA – PRAZOS O prazo para a conclusão dos trabalhos definidos na CLÁUSULA SEGUNDA é de (... rubricas. exclusive.Parágrafo Segundo: O valor dos créditos expressos no documento de cobrança será atualizado financeiramente no período decorrido entre o adimplemento da parcela a que se refere.. a CONTRATADA reforçará a caução acima referida de modo a perfazer. pelo número de dias de antecipação.666/93.666/93. calculados “por rata” sobre o valor do documento de cobrança.

Vitoria.666/93..) para dirimir as questões decorrentes do presente contrato.. com renúncia a qualquer outro. • CLÁUSULA DÉCIMA TERCEIRA – FORO • As partes elegem.Diretoria Técnica – Divisão Técnica de Estruturas – Clube de Engenharia – Rio de Janeiro REGULAMENTO DE HONORÁRIOS PARA AVALIAÇÕES E PERÍCIAS DE ENGENHARIA DO IEL – INSTITUTO DE ENGENHARIA LEGAL – RIO DE JANEIRO.666/93 e as especificadas no Edital de Licitações (convite) que originou o presente contrato. • • • 278 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. as partes por seus Representantes Legais firmam o presente instrumento em (. 12/07/2000 SOCIEDADE ESPIRÍTOSANTENSE DE ENGENHEIROS . por mais privilegiado que seja. o Foro da cidade de (.2001 CRITÉRIOS PARA FIXAÇÃO DE PREÇOS DE SERVIÇOS DE ENGENHARIA – INSTITUTO DE ENGENHARIA DE SÃO PAULO – EDITORA PINI MANUAL DE ORÇAMENTAÇÃO – SERVIÇOS PROFISSIONAIS DE ENGENHARIA CONSULTIVA – ABCE – ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE CONSULTORES DE ENGENHARIA TABELA DE HONORÁRIOS – sindARQ / SENGE / PR TABELA DE HONORÁRIOS – IAB / DEPARTAMENTO DO RIO DE JANEIRO – AGOSTO/1992 HONORÁRIOS PARA SERVIÇOS DE ENGENHARIA ESTRUTURAL . Obs: Recomenda-se sempre a assinatura por duas testemunhas. por estarem justas e acertadas. E.) vias.SEE Tabela de honorários profissionais – Estado do Espírito Santo. CLÁUSULA DÉCIMA PRIMEIRA – RESCISÃO DO CONTRATO O presente Contrato poderá ser rescindido nos casos e na forma previstos na Lei nº 8... exclusive. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias . de comum acordo. ou da data de registro no Cartório de Títulos e Documentos. CLÁUSULA DÉCIMA SEGUNDA – APROVAÇÃO E EFICÁCIA DO CONTRATO • • 19 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS UMA METODOLOGIA DE ORÇAMENTAÇÃO PARA OBRAS CIVIS . juntamente com as testemunhas abaixo. no caso de não comprovar a regularidade deste procedimento não poderá receber nenhuma parcela de pagamento... 26 de julho de 1978 279 • O presente Contrato terá plena eficácia a partir da data de sua publicação.Professor Engº Civil Paulo Roberto Vilela Dias – CREA-RJ/IBEC .sive. CLÁUSULA DÉCIMA – PENALIDADES À CONTRATADA poderão ser aplicadas as penalidades expressamente previstas na Lei nº 8.

LEI N. Serviços e Honorários profissionais para Engenheiros Agrônomos e Engenheiros Florestais – Vitória – ES – Fevereiro/1999 RESOLUÇÃO N. Engenheiro e/ou Responsável Técnico das seguintes empresas: . DE 29 JUN 1973.Multiservice Engenharia Ltda . Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias .• INSTITUTO DOS ARQUITETOS DO BRASIL – IAB Remuneração mínima de serviços e direitos autorais de projetos – Espírito Santo ASSOCIAÇÃO DE ENGENHEIROS FLORESTAIS DO ESPÍRITO SANTO – AEFES E SOCIEDADE ESPIRITOSSANTENSE DE ENGENHEIROS AGRÕNOMOS – SEEA. COPPE-UFRJ – Pós-graduação em Mecânica dos Solos – 1976.Engesul – Construções e Projetos Ltda . DE 24 DEZ 1966.TERPLAN – Urbanização e Manutenção Ltda .ALUMAK Projetos e Construções Ltda Membro da AACE .DE 11 DEZ 1933. Mestrado em Engenharia Civil na Universidade Federal Fluminense. INSTITUTO BRASILEIRO DE AVALIAÇÃO E PERÍCIAS DE ENGENHARIA – IBAPE Minuta de Proposta nº 1 de Honorários do IBAPE-ES – 22/08/2000 INSTITUTO BRASILEIRO DE ENGENHARIA DE CUSTOS – IBEC-ES Artigos.Construtora Affonseca SA . Professor de “Engenharia de Custos” do Mestrado em Engenharia Civil da Universidade Federal Fluminense. • 20 CURRICULUM VITAE DO AUTOR ENGENHEIRO CIVIL PAULO ROBERTO VILELA DIAS • • • • • Formado pela Universidade Federal do Rio de Janeiro – 1975. encontros e cursos do IBEC e Proposta nº 1 da Tabela de Honorários dos Engenheiros Civis – ES – Março/2001 Engº Civil João Alberto Ferreira de Oliveira.194. Palestrante do 1º Congresso Brasileiro da Indústria da Construção – 1985/RJ.569.SEAT SA .º 23. desde 1978 Fundador e membro do IBEC – Instituto Brasileiro de Engenharia de Custos desde 1978 e presidente nacional desde 1999 Ministra cursos e palestras sobre Engenharia de Custos em todo o Brasil 281 DECRETO FEDERAL N.American Association of Cost Engineers. desde 2000.º 5. • • • • • • • • • • 280 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.º 218. palestras. Coordenador e professor do curso de pós-graduação em Engenharia de Custos da Universidade Federal Fluminense e IBEC.

Escola de Engenharia General Roberto Lisboa e Universidade Gama filho. 1979 • Material Didático de Planejamento e Controle de Obras • Material Didático de Gerenciamento e Administração de Obras • 282 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. 3ª edição 2001 • Apostila de “Estradas e Transportes” .Principais Trabalhos Publicados: Livro “Uma Metodologia de Orçamentação para Obras Civis”. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 283 .

br .org.br www. Nossos cursos na área de engenharia de custos são os mais conceituados do País. associados ou não.Universidade Federal Fluminense em várias cidades do país.ibec.crea-rj. e-mail: andrea@crea-rj.DIRETORIA DO IBEC Período de Agosto/2001 até Agosto/2004 DIRETORIA NACIONAL: Presidente: Paulo Roberto Vilela Dias Vice-Presidente: José Angelo Santos do Valle Tesoureiro: Fernando De Paiva Paes Leme Secretário: Carlos Eduardo Vilela Dias DIRETORIA REGIONAL RIO: (telefax: 21 2548-4338) Vice-Presidente: Jorge Luiz Garcia Almeida Diretor Executivo: Gilson Pereira De Andrade Lima Diretor Executivo: Carlos Antonio Fernandes Da Silva O Instituto está à disposição de todos os colegas. Estamos ministrando curso de pós-graduação em Engenharia de Custos.Master Business Engineer (Administração para Engenheiros) certificados pela UFF .ibeccustos.br).com.org. para prestar quaisquer esclarecimentos e consulta à sua biblioteca. Consulte-nos através do telefone (21) 2206-9662 ramal 706 ou pelo fax (21) 2516-3661 ou através do nosso site ou o do CREA-RJ (www.br www.org. em Gestão em Construção Civil e MBE .

You're Reading a Free Preview

Descarregar
scribd
/*********** DO NOT ALTER ANYTHING BELOW THIS LINE ! ************/ var s_code=s.t();if(s_code)document.write(s_code)//-->