Paulo Roberto Vilela Dias

COMO ELABORAR PROPOSTAS DE PREÇOS DE SERVIÇOS DE ENGENHARIA E ARQUITETURA
EMPRESAS E PROFISSIONAIS LIBERAIS
O livro apresenta: • O fluxograma do orçamento de serviços; • Textos diretos apresentam o conteúdo teórico e exemplos práticos mostram como elaborar todos os passos do orçamento (mão de obra, encargos sociais, materiais, sub-empreiteiros, equipamentos e veículos, transportes, impostos e cálculo do BDI); • Impostos incidentes sobre os custos de produção; • Exemplos práticos reais ajudam a entender cada cálculo de custo dos insumos do orçamento; • Manual de Elaboração de Propostas de Preços de Serviços de Consultoria e Projetos (micro e macro empresas); • Classificação das categorias profissionais; • Tabelas de Referência de Honorários dos Profissionais de Engenharia e Arquitetura; • Cálculo do Valor da Hora Técnica dos Profissionais; • Metodologia de cálculo do Custo Horário de Utilização dos Equipamentos e de veículos de passeio e de carga; • Modelo de contrato de prestação de serviços; • Regulamentação das Atividades dos Profissionais de Engenharia e Arquitetura.

PREÇOS DE SERVIÇOS DE ENGENHARIA E ARQUITETURA CONSULTIVA

PREÇOS DE SERVIÇOS DE ENGENHARIA E ARQUITETURA CONSULTIVA EMPRESAS E PROFISSIONAIS

TABELA DE HONORÁRIO S PROFISSIONAIS

CÁLCULO DA HORA TÉCNICA

Paulo Roberto Vilela Dias

Paulo Roberto Vilela Dias
Engenheiro Civil

PREÇOS DE SERVIÇOS DE ENGENHARIA E ARQUITETURA CONSULTIVA
EMPRESAS E PROFISSIONAIS

2ª Edição 2002

Í N D I C E
Jan/2002 Engenheiro Civil Paulo Roberto Vilela Dias / CREA-RJ 30039/D. Todos os direitos são reservados. Nenhuma parte desta obra poderá ser copiada ou reproduzida de qualquer forma ou para qualquer uso sem a prévia autorização por escrito do autor, engenheiro Paulo Roberto Vilela Dias.
1. INTRODUÇÃO ................................................................................................. 7

CUSTO DA MÃO DE OBRA 2. 3. CLASSIFICAÇÃO DAS CATEGORIAS PROFISSIONAIS ............................................ 21 SALÁRIOS. ENCARGOS SOCIAIS. BENEFÍCIOS. VALE TRANSPORTE. ENCARGOS ADICIONAIS COM PESSOAL. CONTRATAÇÃO POR OBRA CERTA. MÃO DE OBRA TEMPORÁRIA ............................ 31 ESTUDO DAS HORAS DE TRABALHO POR MÊS DOS PROFISSIONAIS ...................... 51 PESSOAL AUTONÔMO. SERVIÇOS DE TERCEIROS. COOPERATIVAS DE TRABALHADORES ............................................................... 59

4. 5.
Dados de Catalogação na Publicação (CIP) Internacional (Sindicato dos Editores de Livros, Rio de Janeiro, Brasil)

DEMAIS ITENS DE CUSTO
D541e Dias, Paulo Roberto Vilela, 1950Engenharia de Custos: Preço de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva Paulo Roberto Vilela Dias - 2ª Ed. Rio de janeiro, 2002 284 p: 15,5 x 21,0 cm ISBN 85-87941-01-1 Inclui bibliografia 1. Engenharia - Estimativas. 2. Construção Civil - Estimativas. I. Título

6. 7. 8.

CÁLCULO DO CUSTO DE BENS PATRIMONIAIS ................................................... 65 CÁLCULO DO CUSTO DE VEÍCULOS .................................................................. 79 IMPOSTOS NOS SERVIÇOS DE CONSULTORIA ................................................... 111

CÁLCULO DO PREÇO DE VENDA 9. 10. 11.
CDD-692.5

FÓRMULA DE CÁLCULO DO PREÇO DE VENDA DE SERVIÇOS DE ENGENHARIA - EMPRESAS ................................................... 117 EXEMPLOS PRÁTICOS ................................................................................. 127 FÓRMULA DE CÁLCULO DO PREÇO DE VENDA PARA PROFISSIONAIS LIBERAIS ..... 149

ELABORAÇÃO DE COMPOSIÇÕES DE CUSTO 12. LEVANTAMENTO DE CAMPO DOS COEFICIENTES FÍSICOS DAS COMPOSIÇÕES DE CUSTO DE SERVIÇOS ...................................... 153

ATIVIDADES PROFISSIONAIS 13. ATIVIDADES PROFISSIONAIS ........................................................................ 173
13.1 DEFINIÇÕES DOS SERVIÇOS PROFISSIONAIS ................................................. 173 13.2 REGULAMENTAÇÃO DA ATIVIDADE PROFISSIONAL E ATIVIDADES E ATRIBUIÇÕES LEGAIS DOS PROFISSIONAIS DE ENGENHARIA CIVIL ...................... 177

............ Trata-se de uma publicação técnica de qualidade que apresenta de forma simples e abrangente estudos.............. sobretudo nos últimos quatro anos.... publicado em fevereiro de 1999.. CÁLCULO DA HORA TÉCNICA DO PROFISSIONAL LIBERAL............................................ cresce a preocupação com relação aos rumos da engenharia........................................ projetos e fiscalização e gerenciamento de obras — em complemento ao livro Metodologia e Orçamento para Obras Civis.. 249 15. Engº Eletricista José Chacon de Assis Presidente do CREA-RJ PROFISSIONAIS LIBERAIS 14...... 263 REFERÊNCIA SALARIAIS .. Neste fim de século................ O CONTRATO DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS ....................................6 TABELA DE HONORÁRIOS PARA ENGENHEIROS ELETRICISTAS ..........................................2 MODELO DE CONTRATO RECOMENDADO ..... principalmente a partir da clara relação que existe entre a globalização generalizada e desregulamentação das profissões. 214 A P R E S E N TA Ç Ã O O CREA-RJ. foi adotado por duas vezes em cursos de pós-graduação em engenharia de custos............................................. 261 PROFISSIONAIS COM VÍNCULO EMPREGATÍCIO 16...1 ANÁLISE DO CONTRATO . 267 PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS 18.............3 HONORÁRIOS MÍNIMOS DAS ATIVIDADES PROFISSIONAIS DA ENGENHARIA CIVIL ... por isso é fácil entender porque............... 273 1º Vice-presidente: 2º Vice-presidente: 1ª Secretária: 2º Secretário: 3ª Secretária: 1º Tesoureiro: 2º Tesoureiro: DADOS DA OBRA 19................................................... Entendemos ser esta uma área do conhecimento essencial para o aprimoramento e valorização de nossos profissionais........................ 203 13. 281 Nilo Garcia Junior Jaques Sherique Sonia da Costa Rodrigues Ricardo do Nascimento Alves Maria Martha M................. 235 15............ O lançamento do livro Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva completa um ciclo que envolve um conjunto de metodologias apresentadas visando à elaboração de propostas de preços para serviços de engenharia...... tendo sido publicada a 3ª edição em novembro de 2001.............. e que vendeu 5 mil unidades em pouco mais de três anos....crea-rj................... em especial.... 197 13................. 236 15....br ....7 TABELA DE VALORES DOS SERVIÇOS POR PRANCHA .....org. Gameiro Alfredo Silveira da Silva Luiz Fernando de Almeida Freitas www.... 269 18....... PISOS SALARIAIS MÍNIMOS ................ 259 15.........2 TABELAS COMPLEMENTARES POR SERVIÇO PARA ENGENHEIROS CIVIS ....................6 ATIVIDADES DO ENGENHEIRO ELETRICISTA ................... sempre contando com o apoio do IBEC. 269 18.. 255 15...... Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva é uma obra para os interessados em qualidade de conteúdo e aplicação prática.........13...................... já este ano..... 279 CURRICULUM VITAE DO AUTOR .....5 ATIVIDADES E ATRIBUIÇÕES LEGAIS DOS PROFISSIONAIS DE ENGENHARIA AGRÔNOMICA E FLORESTAL ............................ 205 13......1 OBJETIVO DAS TABELAS DE HONORÁRIOS PROFISSIONAIS ...................................... 17........................ cursos e seminários realizados no âmbito do Conselho.......................... QUALQUER ESPECIALIDADE .............5 TABELA DE HONORÁRIOS PARA ENGENHEIROS AGRÔNOMOS E FLORESTAIS ................... vem empreendendo com regularidade ações voltadas para a difusão de conhecimentos entre as diversas categorias profissionais que congrega...................... A edição do livro representa também um importante reforço à produtiva interação estabelecida com os profissionais que participam dos eventos realizados através da parceria CREA-RJ / IBEC — mais de 12 mil em cinco anos. 252 15..3 DEFINIÇÕES DAS ATIVIDADES PROFISSIONAIS DA ENGENHARIA CIVIL ................4 ATIVIDADES E DIREITOS AUTORAIS DE ARQUITETOS ................... É neste contexto que a Engenharia de Custos vem sendo um dos campos mais pródigos na geração de debates.............................................................. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS ............................ através de palestras......... 219 TABELAS COMPLEMENTARES POR SERVIÇOS POR ESPECIALIDADE . 20......................4 TABELA DE HONORÁRIOS PARA ARQUITETOS .............................. do mesmo autor............................ 235 15.................. 15.

ministrado pelo professor e engenheiro civil Paulo Roberto Vilela Dias. 1 INTRODUÇÃO 1. que a obtenção dos melhores resultados em qualquer processo de orçamentação está com os profissionais mais experientes. as semanas do mês e os meses do ano. incluindo cálculo da hora técnica e tabelas aplicáveis aos serviços. Para que não omita nenhuma das merecidas pessoas nesse agradecimento. porém os fundamentos também são aplicados pelos profissionais liberais. facilitar em muito o trabalho dos jovens orçamentistas. 12 de janeiro de 2002 Paulo Roberto Vilela Dias Pvilela_dias@hotmail. A dedicação à vida profissional.PREFÁCIO O presente trabalho se destina à realização do curso de Engenharia de Custos – “Cálculo do Preço de Venda de Serviços de Engenharia e Arquitetura. ainda. Tenho certeza que a maturidade os fará compreender quanto me custa educá-los. Rio de Janeiro. os dias da semana. do capítulo 1 ao 10. ministrar aulas e garantir documentação impressa ao meio técnico ao qual pertenço.com 6 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. Assim. visando oferecer aos participantes material didático para consulta permanente e acompanhamento das palestras. O objetivo a ser alcançado na prestação destes serviços é a melhor qualidade possível do produto vendido. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 7 .1 OBJETIVO Com o objetivo de facilitar aos engenheiros. pesquisar. escrever. inclusive trabalhos autônomos. A segunda parte é dedicada aos autônomos. demais profissionais e prestadores de serviços de engenharia na elaboração de propostas de preços de serviços especiais para qualquer área da engenharia e arquitetura. por certo. ao magistério e à pesquisa aos temas da Engenharia de Custos ocupam todas as horas do dia. é fundamental que se disponha da maior quantidade possível de dados sobre o trabalho a ser realizado para garantir o cálculo do preço de venda adequado e justo. Profissionais e Empresas”. complementar ao primeiro livro do mesmo autor – “Uma Metodologia de Orçamentação para Obras Civis”. entretanto. Lembramos. Pedro Paulo e Julia. aliado à obtenção dos resultados financeiros estimados. do capítulo 12 em diante. a metodologia aqui exposta irá. A primeira parte é dedicada às empresas de consultoria de qualquer porte.2 APLICAÇÃO Existem várias modalidades de fixação de preços de serviços de engenharia. Agradeço à inspiração divina e ao carinhoso apoio de minha família e amigos que têm me oferecido a necessária tranquilidade para estudar. temos certeza que a metodologia aqui exposta é muito Agradeço a família. Dos meus filhos espero perdão pela ausência e impossibilidade de criá-los mais carinhosamente. O profissional liberal deve estudar toda a primeira parte a fim de lhe oferecer base para adotar o que é apresentado nesta parte do livro. arquitetos. cito nominalmente apenas minha esposa Elizabeth e meus filhos Andreia. E os anos passam. 1. Este documento é. entretanto.

equipamentos (topográficos. gerando preços de venda normalmente exagerados. preços unitários ou por empreitada integral. As formas de contratação mais usadas são as seguintes: preço global (segundo a Lei das Licitações. computadores e impressoras). principalmente. Empresas e Profissionais modo a detectar as falhas existentes e bem avaliar os índices empregados para promover a sua atualização. percentuais do valor final do empreendimento. em atuações do tipo consultoria individual do profissional que no âmbito deste livro denominaremos de hora técnica. sugerimos que seja efetuado um controle de custo preciso do contrato. o mesmo está perfeitamente de acordo com as regras trabalhistas e tributárias vigentes. de 8 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. com um pouco mais de dificuldade. em grandes empreendimentos. materiais. fiscalização ou acompanhamento de obras. os usuários. ou seja. serviços especiais com grande incidência de mão de obra. Entendemos. dificilmente conseguiremos êxito em licitações adotando tais critérios. a despeito de que com este critério ora descrito. preço global. assim. não se encontra desatualizado como alguns autores que. por exemplo. Assim. quando prestado para órgãos não governamentais. em conformidade com nosso critério de cálculo do preço de venda. adotar procedimentos de determinação do preço de venda por percentuais fixos e imutáveis ao longo dos anos. serviços por administração. que quando acrescido da margem de lucro (ou benefício. consultorias ou assistência técnica. é a contratação de execução do serviço por preço certo e total). Alertamos aos profissionais prestadores de serviços de engenharia que entendemos ser muito empírico. ou seja. consideravam o lucro estimado função do custo do serviço. bem como. hora técnica individual ou coletiva. residências unifamiliares). também. Além disto. O profissional ao elaborar o custo de qualquer destes serviços deve ter experiência para determinar os insumos básicos (pessoal. • preço unitário (quando se contrata a execução do serviço por preço certo de unidades determinadas).3 FORMAS DE CONTRATAÇÃO A forma de contratação pode ser qualquer uma das estipuladas na Lei Nº 8666 das Licitações. Admite-se também seu emprego em serviços por administração. ser oportuno. ensaios tecnológicos e etc) necessários ao desenvolvimento dos mesmos. do faturamento bruto. • Paulo Roberto Vilela Dias 9 . através de controle de custo dos contratos podem corrigir periodicamente os seus multiplicadores a serem adotados futuramente.Benefícios e Despesas Indiretas) gera o preço de venda dos serviços. Caso se adote qualquer destes critérios. e causando imprecisões face ao fato destes multiplicadores não sofrerem avaliações periódicas a fim de lhes dar crédito. isto é. do tipo CUB – Custo Unitário Básico. que o lucro deve ser caracterizado a partir do preço final do serviço. e principalmente. gerenciamento de empreendimentos. a serem aplicados sobre índices de custo. para utilizar o jargão dos profissionais de execução de obra de obra — BDI . bem como. o método aqui descrito apresenta a grande vantagem sobre os demais existentes em outras publicações devido a sua contemporaneidade.interessante. é possível alcançar o preço de venda deste tipo de trabalho. ou buscar reforço em outros profissionais habilitados. pequenas construções (por exemplo. seja adotada a metodologia exposta em nosso primeiro livro. laboratoriais. No método de cálculo do preço de venda em função do percentual do orçamento da obra temos certeza que o resultado que alcançado é muito acima do preço justo. para o caso de orçamento de obras civis. O princípio apresentado neste livro para a definição da proposta de serviços de engenharia leva em consideração o custo de produção. uma vez que esta modalidade de contratação está proibida na administração pública. 1. supervisão. projetos básicos e executivos de qualquer natureza. para as seguintes áreas de atuação: • • • • • • • • • Estudos de um modo geral ou de viabilidade. porém. por convicção. principalmente. Aconselhamos que.

a situação financeira do contrato poderá ser comprometida. uma vez que deverá ser adotada uma quantidade de horas de trabalho por mês. portanto. A aplicação deste sistema de contratação quando o escopo do serviço não se encontra perfeitamente definido acarretará muitas dificuldades na condução do contrato pelas partes envolvidas. 10 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. como preços unitários. se estabelecer um cronograma físico-financeiro que permita ao contratante ter garantias de que os pagamentos efetuados correspondem aos serviços efetivamente elaborados ou executados. consideramos inoportuna esta situação para ambas as partes envolvidas). e ainda. podendo ser de um ou mais profissionais. este critério é de alto risco para a prestadora de serviço. Quanto aos bens patrimoniais (veículos.3. haverá obrigatoriedade de se efetuar medições periódicas para determinar o valor a pagar ao prestador de serviço. que são denominados de despesas reembolsáveis. pois só serão computados para a medição dos serviços efetivamente executados. analisar o número de horas de utilização dos mesmos durante a vigência do contrato. aparelhos de topografia. só entrarão nas medições quando solicitados formalmente e por escrito pelo cliente.1 Descrição das Formas Mais Comuns de Contratação de Serviços Profissionais de Engenharia O preço global deve ser utilizado quando as especificações dos serviços a serem executados estão muito bem definidas. softwares. Assim. sofrerão incidência dos custos indiretos adotados para todo o contrato. que necessariamente constarão da planilha de preços da proposta. estes estando de bom nível. É utilizado. É comum que se adote a periodicidade mensal de medição para os serviços. admitese uma negociação posterior a assinatura do contrato. usado para denominar o valor dos serviços prestados por cada profissional integrante da planilha de quantidades. O sistema misto é uma composição da contratação por preço global e por preço unitário. não existe necessidade de se efetuar medições por serviços ou itens de custo. para estes casos. também. entretanto. Tanto contratante quanto contratado têm muita responsabilidade nas concorrências. e sim. Estes serviços serão pagos por preços unitários constantes na planilha de preços da proposta ou não. pode-se determiná-lo por mês. Independente da existência de planilha de quantidades caberá ao contratado assegurar-se de que os valores encontrados são válidos. a ser definida pelo executor. de acordo com o estudo apresentado no Capítulo 4. É muito comum nestes casos que o custo da mão de obra seja apresentado por hora. caso contrário. Hora técnica (ou tarifa) é aceitável para as pequenas e grandes intervenções. sendo que ao primeiro cabe garantir qualidade das informações apresentadas nos convites de licitações e. microcomputadores. ou. Não se esquecendo que em alguns casos podemos ter a figura da hora produtiva e da hora improdutiva. ainda. poderá ser apresentada justa e adequada. se adotar a terminologia de despesas reembolsáveis pelo cliente. parte do trabalho terá valor fixo e imutável. O critério de remuneração dos serviços está baseado na estimação dos custos incorridos para a consecução adequada do mesmo e o preço de venda é fixo e integralmente assumido pelo proponente. Obviamente. • hora técnica ou tarifa (semelhante ao sistema de preços unitários. algumas vezes. entretanto. enquanto a parcela do trabalho que não é bem conhecida será reembolsada a preços unitários. Estes serviços. porém. garantem que a proposta de preço. equipamentos de laboratório e etc) deve-se. para os casos de atuação individual de qualquer profissional). os produtos a serem gerados estão perfeitamente identificados.sistema misto (quando parte do serviço é representado por preço global. Isto é. Os itens constantes da planilha de quantidades. enquanto que outra parcela será discriminada por itens de serviços que sofrerão medição para pagamento. Neste caso. É comum. Empresas e Profissionais A contratação por preços unitários é quando mesmo havendo planilha de quantidades. Todo cuidado deve ser tomado para definição do custo da hora técnica apresentada nas planilhas de orçamento. o cálculo do custo deverá ser o mais acurado possível. que não tem valor para pagamento. • 1. ou quando a Paulo Roberto Vilela Dias 11 .

além dos encargos sociais. a administração central. Contrato com incentivo (prêmio) – Se a empresa não atingir o limite de custo estabelecido. recebe como prêmio uma parcela. as mesmas estão incluídas na taxa de encargos sociais. sua cronologia de emissão. comunicações. Fixa-se o limite total de custos e define-se com precisão o custo total máximo do projeto.3. bem como. conforme a situação e o vínculo trabalhista de cada profissional. previamente acordada. despesas gráficas e despesas diversas. Os produtos a serem elaborados. aqueles que são facilmente descritos e visíveis ao cliente.5. portanto. 12 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. inclusive lucro previsto. segundo o contrato. que servirá de base às medições periódicas a serem efetuadas. Valem todas as características de custo apresentadas para as demais formas de contratação de serviços de engenharia e arquitetura. Lembramos que não serão computadas na medição das horas normais de pessoal tanto o sábado quanto o domingo e feriados não trabalhados. 1.2 Outras Formas de Contratação Usuais Contrato por Administração – Considera-se o pagamento dos custos diretos específicos de um serviço. acrescidos dos custos indiretos (explícitos ou não). na forma de medição dos serviços que será efetuada. pick-ups e caminhões microcomputador. aos contratantes garantirem o nível de excelência do memorial descritivo ou do edital de licitações. devem estar descritos com bastante objetividade e clareza. Caberá. pois. todas as despesas indiretas. apenas. sistema misto e hora técnica. plotter 13 Paulo Roberto Vilela Dias . preço global. Procura garantir o prazo e o custo dos serviços através do estudo de alternativas técnicas. podendo ser adotado um formulário denominado “Folha de Apropriação de Hora Técnica”. quilometragem. Caso o preço estipulado seja ultrapassado caberá a prestadora de serviço arcar com parte acertada do excedente. proporcional à redução de custo obtida. Neste caso haverá necessidade de se apropriar as horas gastas pelos profissionais em cada atividade do contrato.1 Caracterização dos Custos Diretos e Indiretos Subentende-se como custos diretos. Podendo ser considerados: • • • • • salários imóveis veículos leves. então. motocicletas. e devem ser computados os custos.5 METODOLOGIA DE CUSTO Ë evidente que o mais importante na elaboração de propostas de preço continua sendo a experiência do engenheiro orçamentista. Esta condição confunde-se com a contratação por preços unitários quando temos a mão de obra expressa na unidade de medição por hora. A remuneração (percentual) deverá cobrir os custos indiretos. 1. apresentado no ANEXO 1. podendo ser adotado o formulário citado anteriormente. ou seja. o grau de detalhamento do escopo do trabalho e a perfeita identificação dos produtos a serem produzidos. Máximo Garantido – Consideram-se os custos mais um percentual estipulado. Empresas e Profissionais 1. principalmente. emprego de microcomputador. Haverá necessidade de se apropriar as horas efetivamente trabalhadas. impressora e acessórios de informática.atuação do contratado não pode ser muito bem identificada antecipadamente com a precisão necessária. A metodologia aqui exposta pressupõe o levantamento (e. medições após a contratação) dos custos diretos reais estimados (e comprovados através de medições). o método aqui apresentado é adequado para qualquer uma das maneiras anteriormente citadas. 1. tais como. na qualificação e quantificação dos insumos necessários à perfeita execução dos serviços. os encargos financeiros e o lucro da empresa. preço unitário. quando for o caso. A experiência do profissional que elaborará a proposta só não é mais importante que a clareza.4 ESCOPO DOS SERVIÇOS O tipo de contratação interfere diretamente.

. 1. materiais de escritório (lápis.despesas com treinamento e aprimoramento técnico da equipe.encargos trabalhistas .despesas legais. Pois. temos: . • Administração central. inclusive ART . representa o custo da sede da empresa. teodolito. em função da facilidade de se declará-los.despesas de legalização do contrato.seguros de responsabilidade civil ou de pessoal. • Encargos complementares. comercial. aluguel de copiadora. licitações.• • • • • • • • • • • • • softwares estação total.eventualmente. televisão. Em alguns casos estes itens podem estar incluídos na administração central. que é representado por percentual admitido para cada empresa ou por cada proposta. compra e etc da sede da empresa. custos diretos são utilizados como indiretos e vice-versa. viagens e estadia do pessoal. • 14 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. nível. podemos preliminarmente definir o tipo de contratação.2 Seleção da Modalidade de Contratação É extremamente importante a escolha do tipo de contrato. . móveis e utensílios (mesa. cafeteira e etc. cadeiras. concreto ou asfalto.5. inclusive respectivas contas periódicas. gastos com comunicação: central telefônica.vale transporte . financeiro. vale refeição e etc) . e caberá. pessoal da diretoria e dos setores de pessoal. . balizas e trenas laboratórios de solo.aluguéis de imóveis ou veículos.). aparelhos de telefone ou de fax e rádios. . ar condicionado. • Lucro — deverá ser prevista a margem de lucro do contrato a critério da empresa Em algumas situações. borracha. uniformes. diárias da equipe técnica. grampeador e etc) serviços especializados (locações e levantamentos topográficos. ao cliente (órgão público ou particular) esta incumbência. Depende da formulação de proposta de preços apresentada pelo cliente ou por nossa conta. e não existe nenhuma dificuldade por isto. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 15 .benefícios (seguro saúde. alvarás e outra taxas municipais. Os custos indiretos podem ser: Aplicáveis sobre o salário: . Entretanto. papel.despesas com impostos. principalmente.Anotação de Responsabilidade Técnica devida ao CREA. em função do tipo de serviço. . montagens gráficas (cópias preto e branco ou coloridas e encadernações). materiais de segurança e etc. estaduais ou federais. . entre outras despesas. sabemos que o preço estabelecido tem fundamental influência sobre o prazo de execução e a qualidade dos serviços prestados. O importante é que todos os insumos sejam apropriados ao custo de elaboração do serviço. conforme identificado a seguir: Os custos indiretos serão demonstrados ou não. armários. sondagens de terreno e etc) ensaios tecnológicos especializados. na maioria das vezes. correspondentes a outros custos indiretos não perceptíveis ao cliente.fianças bancárias ou cauções. ou conforme a exigência do cliente.

O preço de venda dos serviços será calculado a partir da análise adequada destes dados recebidos do cliente. combustível. cartucho de impressora. É de suma importância a qualidade da planilha de quantidades elaborada para a definição do preço de venda dos serviços. Projetos básicos e executivos de qualquer natureza. principalmente preço unitário preço unitário ou global 1. o que é feito através da listagem das atividades e da determinação das quantidades de insumos (mão de obra e despesas gerais) necessárias ao perfeito desenvolvimento dos trabalhos.7 ROTEIRO DE CÁLCULO DO PREÇO DE VENDA O roteiro de cálculo do preço de venda dos serviços previsto nesta metodologia. é responsabilidade do interessado na contratação apresentar tais informações. 2º passo) De posse da planilha de quantidades devemos levantar os custos básicos que serão necessários definir para a elaboração do orçamento. Empresas e Profissionais .6 QUALIDADE DO ESCOPO DOS SERVIÇOS A definição correta e precisa do escopo das atividades é fundamental à elaboração consciente do preço de venda dos serviços. a perfeita caracterização do escopo do trabalho. Consultorias ou assistência técnica Supervisão. Estão incluídos como custos básicos ou insumos: • salários e encargos sociais • veículos • preços de equipamentos técnicos • materiais de consumo (papel para impressão. 1. assim. residências unifamiliares) FORMA DE CONTRATAÇÃO preço global preço global ou misto preço unitário preço unitário preço unitário preço unitário em função do serviço.DESCRIÇÃO DO SERVIÇO Estudos de um modo geral ou de viabilidade. com sua cronologia. e demais informações que propiciem ao prestador de serviço a identificação fiel orçamento. é o seguinte: 1º passo) Elaborar a planilha de serviços e quantidades. Portanto. o orçamento será o resultado da soma dos produtos das quantidades de serviços multiplicadas pelos preços unitários atribuídos aos mesmos. é necessário determinar quais os tipos de multiplicadores serão utilizados. despesas reembolsáveis ou despesas efetuadas diretamente pelo cliente e etc. Encontramos multiplicadores para salários. microcomputadores e acessórios. despesas gerais. 16 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. softwares e etc) • diárias e viagens e etc. para efeito de julgamento de preços entre os concorrentes. O preço adequado e justo para um determinado serviço é diretamente proporcional à qualidade do escopo oferecido pelo interessado na contratação. consiste na identificação clara dos seus objetivos. garante a uniformidade das propostas. 4º passo) Calcular o orçamento da proposta. Em muitas ocasiões o próprio interessado na execução do trabalho elabora a planilha de quantidades e preços e a fornece para todos os prestadores de serviço. Paulo Roberto Vilela Dias 17 É fundamental especificar claramente o critério de medição para cada caso no memorial descritivo ou edital de concorrência. Hora técnica individual ou coletiva. fiscalização ou acompanhamento de obras Gerenciamento de empreendimentos Serviços especiais com grande incidência de mão de obra Pequenas construções (por exemplo. especificar adequadamente todos os produtos que deverão ser produzidos e entregues ao interessado. 3º passo) Calcular os valores do multiplicador “K” para os diferentes tipos selecionados para o serviço.

10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 25 26 27 28 29 30 31 TOTAL MENSAL 5º passo) Montar a planilha de serviços e quantidades. de maneira a facilitar a análise pelo contratante e futuras negociações quando da efetivação da contratação. Será obrigatório montar esta planilha. DE MÊS / ANO : 1ª alternativa) o cliente padronizou a forma de apresentação da proposta. caso o cliente não tenha feito nenhuma exigência a respeito. o fluxograma de elaboração do cálculo do preço de venda de serviços de engenharia para os tipos aqui especificados. APROPRIAÇÃO DE CATEGORIA PROFISSIONAL : FOLHA FUNCIONÁRIO : 18 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. elaborar a mesma dentro das especificações do contratante. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias DIAS DO MÊS / ATIVIDADE 1 2 3 4 5 6 7 TOTAL 8 9 MENSAL DE HORAS TÉCNICAS 2ª alternativa) o cliente não definiu o padrão de apresentação da proposta. através de formulários pré-estabelecidos.8 FLUXOGRAMA DO CÁLCULO DO PREÇO DE VENDA Apresenta-se no ANEXO 2. Como descrito anteriormente. assim. cabe ao prestador de serviço elaborar uma proposta clara. isto é: ANEXO 1 Folha de Apropriação de Hora Técnica (horas gastas pelos profissionais em cada atividade do contrato) 0 19 . objetiva e com o maior detalhamento possível. evitando-se desgastes em futuras negociações. de acordo com as exigências do cliente ou com sua própria definição. cabendo desta maneira ao prestador de serviço. É interessante.HORAS TÉCNICAS 1. que a forma de apresentação da proposta de preços não suscite nenhuma dúvida quanto ao seu conteúdo e valores. Pode-se condicionar tanto o processo de cálculo do preço de venda dos serviços quanto a própria forma de apresentação. são duas as situações previstas para a montagem da planilha de venda de serviços de engenharia.

entretanto. que pode ser adotaPaulo Roberto Vilela Dias 21 Me morial Descritivo Edita l ou Condições de Participação Estudos dos Dados Fornecidos pelo Cliente V isita Opcional ao local dos Serviços Elaboração da Planilha de Quantidades Def inição dos Insumos Básicos/ Pesquisa de Mercado Cálculo dos valores de “K” Calcular o custo da Proposta Cálculo dos valores de “K” Fluxograma Fluxograma de Cálculo do de Cálculo do Preço de Venda Preço de Venda Montar a Planilha de V enda da Proposta 20 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. no entanto. são difíceis de serem adotadas na prática. bem como as características mínimas exigidas para cada uma. é fundamental analisarmos adequadamente os custos envolvidos com pessoal. a mão de obra é o fator preponderante do custo total. Aliás. Entretanto. sem. esclarecemos que o próprio escopo do serviço poderá especificar as categorias profissionais. uma vez que não existe nenhuma definição oficial sobre o assunto. Isto faz com que o proponente fique exposto ao bom senso da comissão de julgamento da concorrência ou. da fiscalização do contrato. é omitida a especificação exigida para cada categoria profissional nos editais de licitações. Assim. usando a nossa experiência no assunto. É muito importante nestes tipos de prestação de serviços de engenharia a classificação das categorias profissionais comumente adotada. portanto. posteriormente. entretanto de modo geral. é o que efetivamente deveria ocorrer. Devemos analisar a classificação das categorias profissionais em função do plano de cargos e salários de cada empresa.ANEXO 2 Fluxograma de elaboração do cálculo do preço de venda de serviços de engenharia 2 CLASSIFICAÇÃO DAS CATEGORIAS PROFISSIONAIS Na maioria dos tipos de serviços prestados escolhidos para estudo neste livro. as especificações definidas nas convenções trabalhistas são sempre muito acanhadas. esquecermos que os editais de concorrências podem e devem especificar as exigências mínimas para cada categoria profissional. Empresas e Profissionais . portanto. este deverá estar em consonância tanto com a classificação profissional de seu sindicato quanto com o dissídio coletivo que rege as relações entre patrões e empregados. bem como. resolvemos adotar uma classificação de categorias profissionais própria.

2.NÍVEL C PROFISSIONAL MASTER PROFISSIONAL SENIOR PROFISSIONAL PLENO OU MÉDIO PROFISSIONAL JUNIOR PROFISSIONAL TRAINEE PESSOAL DE APOIO TÉCNICO: TÉCNICO SENIOR TÉCNICO PLENO OU MÉDIO TÉCNICO JUNIOR CADISTA OU PROJETISTA SENIOR CADISTA OU PROJETISTA TOPÓGRAFO 22 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. deve ser dedicada muita atenção na análise das especificações encontradas nos editais de licitações. podem ser as descritas a seguir: Paulo Roberto Vilela Dias 23 .NÍVEL A CONSULTOR . 2. da inexistência de uma classificação oficial ou normalizada.2 CARACTERÍSTICAS MÍNIMAS DAS CATEGORIAS PROFISSIONAIS As características mínimas para aceitabilidade das categorias profissionais apresentadas anteriormente.da em qualquer situação.NÍVEL B CONSULTOR .1 CLASSIFICAÇÃO DAS CATEGORIAS PROFISSIONAIS SUGERIDA A classificação das categorias profissionais mais comumente encontrada no meio da engenharia é a seguinte: PESSOAL DE NÍVEL SUPERIOR: DIRETOR DO PROJETO GERENTE OU COORDENADOR DE CONTRATO CONSULTOR . Empresas e Profissionais AUXILIAR DE TOPOGRAFIA LABORATORISTA AUXILIAR DE LABORATÓRIO ARQUIVISTA TÉCNICO AUXILIAR TÉCNICO SENIOR AUXILIAR TÉCNICO PLENO OU MÉDIO AUXILIAR TÉCNICO JUNIOR PESSOAL DE APOIO ADMINISTRATIVO: OPERADOR DE MICROCOMPUTADOR DIGITADOR SECRETÁRIA SENIOR OU EXECUTIVA SECRETÁRIA JUNIOR ADMINISTRATIVO PLENO AUXILIAR ADMINISTRATIVO MOTORISTA MENSAGEIRO SERVENTE / FAXINEIRO / COPEIRO Observamos que podem existir discrepâncias da terminologia de um cliente para outro em função. Portanto. bem como. principalmente. esclarecemos que a mesma está de acordo com os princípios observados em editais e licitações recentes para casos análogos.

conhecimento de línguas estrangeiras. A seguir elaboramos uma descrição sumária de cada uma das categorias profissionais apresentadas anteriormente. fazemos uma tentativa de criar especificações mínimas para as categorias profissionais sugeridas. coordenação ou gerência. apresentação pessoal e etc. outras referências. esta classificação não deverá ser entendida como definitiva para fins de apresentação de propostas. DIRETOR DO PROJETO – profissional de nível superior do ramo da engenharia ou arquitetura. com muito boa capacidade de liderança em trabalhos técnicos em equipe e apto a assumir cargo de chefia. informática. tais como. pósgraduação. cursos de extensão. a seu juízo. gerência ou diretoria. Esta categoria é definida para empreendimentos de pequeno e médio portes. Ou ainda. desenvolver o plano de cargos que lhe interesse em cada contratação. Deverá ser engenheiro com renome nacional para ser incluído nesta categoria. com mais de 15 anos de atuação na área inerente ao projeto. CONSULTOR NÍVEL B – profissional de nível superior com notória especialização. que na ausência de classificação oficial. Esta categoria só deverá existir em empreendimentos de grande porte. uma vez que cada cliente poderá. mestrado e doutorado. contratado pela empresa para a prestação de serviços de assessoria Paulo Roberto Vilela Dias 25 24 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. GERENTE OU COORDENADOR DE CONTRATO – profissional de nível superior do ramo da engenharia ou arquitetura. com mais de 15 anos de atuação na área inerente ao projeto. com muito boa capacidade de liderança em trabalhos técnicos em equipe e apto a assumir cargo de chefia. contratado pela empresa para a prestação de serviços de assessoria especializada em questão de natureza bem específica.NÍVEL C PROFISSIONAL MASTER PROFISSIONAL SENIOR PROFISSIONAL PLENO OU MÉDIO PROFISSIONAL JUNIOR PROFISSIONAL TRAINEE TÉCNICO SENIOR TÉCNICO PLENO OU MÉDIO TÉCNICO JUNIOR CADISTA OU PROJETISTA SENIOR CADISTA OU PROJETISTA TOPÓGRAFO AUXILIAR DE TOPOGRAFIA LABORATORISTA AUXILIAR DE LABORATÓRIO ARQUIVISTA TÉCNICO AUXILIAR TÉCNICO SENIOR AUXILIAR TÉCNICO PLENO OU MÉDIO AUXILIAR TÉCNICO JUNIOR OPERADOR DE MICROCOMPUTADOR DIGITADOR SECRETÁRIA SENIOR SECRETÁRIA JUNIOR ADMINISTRATIVO PLENO AUXILIAR ADMINISTRATIVO MOTORISTA MENSAGEIRO SERVENTE / FAXINEIRO / COPEIRO Tempo Mínimo de Experiência (anos) Formatura Na função 15 15 15 15 10 acima de 15 de 10 a15 anos de 5 a 10 anos de 2 a 5 anos até 2 anos 15 5 2 10 2 10 2 10 2 2 15 10 2 2 2 5 2 10 2 2 - 2. Contudo. CONSULTOR NÍVEL A – profissional de nível superior com notória especialização. com mais de 15 anos de atuação na área inerente ao projeto. coordenação. Cabe realçar que devem ser consideradas.NÍVEL B CONSULTOR . Empresas e Profissionais .3 DESCRIÇÃO SUMÁRIA DAS CATEGORIAS PROFISSIONAIS Lembramos.Descrição da Função DIRETOR DO PROJETO GERENTE OU COORDENADOR DE CONTRATO CONSULTOR . com mais de 15 anos de atuação na área inerente ao projeto.NÍVEL A CONSULTOR . na avaliação profissional.

com no mínimo 2 anos de experiência. com no mínimo 5 anos de experiência inerente à profissão. PROFISSIONAL SENIOR – profissional de nível superior dos diversos ramos da engenharia (arquiteto. com no mínimo 15 anos de experiência. civil. com no mínimo 2 anos de experiência inerente à profissão. com diploma de curso técnico. experiência inerente à profissão. com experiência entre 5 e 15 anos. AUXILIAR TÉCNICO SENIOR – profissional de nível de 2º grau. LABORATORISTA – profissional de nível médio. Paulo Roberto Vilela Dias 27 . com diploma de curso técnico. SECRETÁRIA JUNIOR – profissional de nível de 2º grau. TOPÓGRAFO – profissional de nível médio. PROFISSIONAL MASTER – profissional de nível superior dos diversos ramos da engenharia (arquiteto. PROFISSIONAL TRAINEE – profissional de nível superior dos diversos ramos da engenharia (civil. recém-formado ou com até 2 anos de experiência. com experiência entre 5 e 10 anos. ainda. sendo apto a assumir cargo de chefia de equipe de pessoal qualificado. civil. ainda. SECRETÁRIA SENIOR – profissional de nível de 2º grau. capacidade e liderança de equipes de trabalhos técnicos. mecânico e etc). com no mínimo 2 anos de experiência inerente à profissão. experiência inerente à profissão. elétrico. Deverá ser engenheiro com renome regional. com no mínimo 2 anos de experiência inerente à profissão. com no mínimo 2 anos de experiência inerente à profissão. Deve possuir. com pouco tempo de experiência nesta categoria. AUXILIAR TÉCNICO JUNIOR – profissional de nível de 2º grau. com integral conhecimento do software CAD. ainda. com no mínimo 15 anos de experiência. Deve possuir. mecânico e etc). com experiência entre 2 e 5 anos. ainda. experiência inerente à profissão. AUXILIAR DE LABORATÓRIO – profissional de nível de 1º grau. AUXILIAR DE TOPOGRAFIA – profissional de nível de 1º grau. AUXILIAR TÉCNICO PLENO OU MÉDIO – profissional de nível de 2º grau. experiência inerente à profissão. elétrico. ainda. com no mínimo 5 anos de experiência inerente à profissão. TÉCNICO PLENO OU MÉDIO – profissional de nível médio dos diversos ramos da engenharia (civil. elétrico.especializada em questão de natureza bem específica. mecânico e etc). elétrico. TÉCNICO SENIOR – profissional de nível médio dos diversos ramos da engenharia (civil. contratado pela empresa para a prestação de serviços de assessoria especializada em questão de natureza bem específica. Empresas e Profissionais TÉCNICO JUNIOR – profissional de nível médio dos diversos ramos da engenharia (civil. porém. elétrico. civil. elétrico. com bons conhecimentos do software CAD. 26 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. com ou sem diploma de curso técnico. PROFISSIONAL JUNIOR – profissional de nível superior dos diversos ramos da engenharia (civil. com no mínimo 2 anos de experiência inerente à profissão. com no mínimo 2 anos de experiência inerente à profissão. Deve possuir. ARQUIVISTA TÉCNICO – profissional de nível superior ou médio. Possui. com no mínimo 5 anos de experiência inerente à profissão. CONSULTOR NÍVEL C – profissional de nível superior com notória especialização. experiência inerente à profissão. sendo apto a assumir cargo de chefia de equipe de pessoal qualificado. com experiência entre 10 e 15 anos. Deve possuir. capacidade e liderança de equipes de trabalhos técnicos. hidráulico e etc). com experiência entre 5 e 15 anos inerente à profissão. com no mínimo 5 anos de experiência inerente à profissão. Deve possuir. elétrico. experiência inerente à profissão. CADISTA OU PROJETISTA – profissional de nível de 2º grau. com no mínimo 2 anos de experiência inerente à profissão. elétrico. com ou sem diploma de curso técnico. com ou sem diploma de curso técnico. ainda. mecânico e etc). PROFISSIONAL PLENO OU MÉDIO – profissional de nível superior dos diversos ramos da engenharia (arquiteto. experiência inerente à profissão. com mais de 10 anos de atuação na área inerente ao projeto. ainda. com diploma de curso superior ou técnico. Deve possuir. com no mínimo 15 anos de experiência inerente à profissão. CADISTA OU PROJETISTA SENIOR – profissional de nível médio. com no mínimo 2 anos de experiência inerente à profissão. OPERADOR DE MICROCOMPUTADOR – profissional de nível de 2º grau. mecânico e etc). mecânico e etc). mecânico e etc). com diploma de curso técnico. DIGITADOR – profissional de nível de 1º grau. Deverá ser engenheiro com renome regional para ser incluído nesta categoria.

NÍVEL C – idem PROFISSIONAL MÉDIO. doutorado – corresponde a um acréscimo na remuneração de 30%. • A obtenção do título de mestre equivale ao acréscimo de mais 2 (dois) anos de experiência profissional.ADMINISTRATIVO PLENO – profissional de nível de 2º grau. SERVENTE / FAXINEIRO / COPEIRO – profissional sem nenhuma qualificação especial que realiza tarefas subordinando-se a outros profissionais qualificados. MOTORISTA – profissional de nível de 1º grau. DE ACORDO COM O NÍVEL DE EXPERIÊNCIA DE CADA PROFISSIONAL. domínio de língua(s) estrangeira(s) – corresponde a um acréscimo na remuneração de 5%. com no mínimo 5 anos de experiência inerente à profissão.2. caso o profissional certifique possuir mais de uma qualificação. Os valores apresentados não são cumulativos. MENSAGEIRO – profissional de nível de 1º grau. sendo que com experiência acima de 12 anos. DADOS TÉCNICOS Podemos considerar a experiência profissional através do conceito de grau de equivalência. sendo que com experiência acima de 5 anos. GRAU DE EQUIVALÊNCIA 2. 2. sendo que com experiência acima de 8 anos. AINDA. correspondente a um acréscimo de anos de experiência profissional em função de cursos e títulos de pós-graduação obtidos.NÍVEL B – idem PROFISSIONAL MÉDIO. OBSERVAÇÕES: Podemos admitir a equivalência. Deve possuir capacidade de liderança e chefia de equipe. informática e etc) também poderiam ser adotadas para o cálculo do grau de equivalência. 28 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. • A obtenção do título de doutor equivale ao acréscimo de mais 4 (quatro) anos de experiência profissional e • A obtenção do título de pós-doutorado equivale ao acréscimo de mais 5 (cinco) anos de experiência profissional. PROFISSIONAL SENIOR . QUALQUER DAS CATEGORIAS DESCRITAS ANTERIORMENTE PODE. 2. AUXILIAR ADMINISTRATIVO – profissional de nível de 1º grau. CONSIDERAÇÕES FINANCEIRAS 1. por exemplo. SER SUBDIVIDA EM SUBCLASSES. apresentada a seguir: Curso de pós-graduação equivale ao acréscimo de mais 1 (um) ano de experiência profissional. com no mínimo 2 anos de experiência inerente à profissão. COMO POR EXEMPLO: PROFISSIONAL SENIOR . com no mínimo 2 anos de experiência inerente à profissão. Define-se grau de equivalência como sendo o mérito técnico na especialidade. a não ser nos dois últimos casos. Empresas e Profissionais Aos profissionais que tenham obtido níveis de conhecimento além da graduação podemos conferir vantagens financeiras na remuneração. PROFISSIONAL SENIOR . Paulo Roberto Vilela Dias 29 . de acordo com a tabela abaixo: • • • • • • pós-graduação – corresponde a um acréscimo na remuneração de 15%. • Evidentemente.1. pós-doutorado – corresponde a um acréscimo na remuneração de 40%. com no mínimo 2 anos de experiência inerente à profissão.NÍVEL A – idem PROFISSIONAL MÉDIO. Entre outras atividades estão servir café e promover limpeza de ambientes. as demais características apresentadas anteriormente (línguas estrangeiras. domínio de informática – corresponde a um acréscimo na remuneração de 5%. mestrado – corresponde a um acréscimo na remuneração de 20%.

BENEFÍCIOS.3 SALÁRIOS.1. no entanto. sem deixar de levar em conta salários de mercado da região. ENCARGOS ADICIONAIS COM PESSOAL.L. aos quais serão filiados os empregados que forem contratados especificamente para o contrato. e acompanhados continuamente pelo engenheiro de custo. os acordos coletivos ou dissídios em negociação entre sindicatos.T. resguardando os acordos coletivos e dissídios existentes. CONTRATAÇÃO POR OBRA CERTA. 3. VALE TRANSPORTE. principalmente. ou através de pesquisa de mercado.1 Tabela de custo de mão de obra Ao elaborar o orçamento de um serviço de engenharia deve-se adotar para custo de mão de obra. Se a mesma não se encontra executando contratos na região. 3. ou outra forma de aferição desses valores. quando Paulo Roberto Vilela Dias 31 . Cabe ressaltar que sempre deverão ser respeitados sindicatos profissionais que eventualmente existam na região da obra ou que a cubram. a lei salarial vigente deverá ser respeitada. preferencialmente. Devem ser considerados. a escala de salários comumente adotada pelo mercado. ENCARGOS SOCIAIS. ENCARGOS SOCIAIS Trataremos neste capítulo dos profissionais que são contratados através do regime da C. e ainda.1 TABELA DE CUSTO DE MÃO DE OBRA. – Consolidação das Leis do Trabalho. deverá ser adotada a tabela do sindicato de profissionais da região. porque os salários pagos e também os benefícios não poderão ser inferiores ao acertado entre sindicatos ou através de acordos coletivos.

Uma vez que constantemente são alteradas algumas das leis que re32 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. Deve-se considerar. devem ser considerados no percentual de encargos sociais o repouso semanal remunerado e os feriados. isto é. Paulo Roberto Vilela Dias 33 . O engenheiro de custo deverá ter a sua disposição. o repouso semanal remunerado e os dias feriados admitidos como leis sociais sobre o salário hora. no máximo. Na maioria das vezes o custo das leis sociais será embutido nos próprios salários. Salários de mensalistas – os valores dos próprios salários já incorporam alguns itens de custo que no salário hora são considerados como encargos sociais. por hora ou por mês. pode corresponder em alguns casos como na cidade do Rio de Janeiro a 35% (trinta e cinco por cento) de acréscimo nominal sobre o salário mensal. portanto. etc. A taxa de leis sociais deve ser calculada em função do tipo de contratação do profissional. quando não existir transporte próprio para o pessoal contratado. um total entre 170 horas de trabalho por mês. Deverão. percentual de funcionários que obtém o aviso prévio indenizado. Atualmente a maior parte dos encargos sociais é decorrente da nova Constituição do Brasil promulgada em outubro de 1988. 3. bem como. neste caso o SINAENCO – Sindicato Nacional das Empresas de Consultoria de Engenharia. outros eventuais benefícios oferecidos pela empresa. é de fundamental importância cada empresa avaliar periodicamente o valor de encargos sociais a ser previsto nos orçamentos. que são pagos aos empregados complementarmente. ser consideradas algumas peculiaridades de cada empresa que afetam o custo das leis sociais.2 Encargos sociais Define-se por encargos sociais todos os impostos incidentes sobre a folha de pagamento de salários. neste caso temos 5 dias de trabalho por semana). Entretanto.5 horas por dia = 170 horas por mês Salários de horistas – não existe nenhum encargo embutido no salário hora. auxílio-alimentação. Para este caso considera-se. ou seja. Salários e benefícios dos profissionais que trabalham na área de consultoria de engenharia são negociados entre o sindicato dos empregados e o patronal. Por lei considera-se 220 horas de trabalho por mês. etc. Face ao elevado percentual sobre o salário nominal pago aos empregados.estes forem mais elevados que os anteriormente citados. Ressalta-se que o vale transporte nas grandes cidades. Empresas e Profissionais gem o cálculo dos encargos sociais. que corresponde ao pagamento pela empresa do custo integral do deslocamento diário no percurso casa-trabalho-casa. deverá ter ciência da época de dissídio coletivo das diferentes categorias profissionais envolvidas no trabalho. cabe ao orçamentista acompanhar a evolução destas leis. No ANEXO 1 estão apresentados os salários médios para a região da cidade do Rio de Janeiro.1. além do vale transporte que é previsto em lei. uma matriz com as faixas de salários adequadas para os profissionais celetistas das empresas. isto é. fornecida pelo Departamento de Recursos Humanos. de modo a manter atualizado o percentual referente a este item de custo. atualizada. devendo ser calculado como um percentual deste. da seguinte maneira: Horas de trabalho por mês = 20 dias úteis x 8. se possível por região. formulada pelo IBEC em palestra com a presença de inúmeros colegas. rotatividade média da mão de obra. tais como. Esta tabela está expressa em função do salário mínimo profissional definido por lei. a Tabela de Custo de Mão de Obra da empresa. de suma importância por seu elevado peso no preço final de qualquer empreendimento.5 horas por dia. bem como.5 horas por semana (ou 8. o horário de trabalho definido nos dissídios coletivos das diferentes categorias profissionais. já que. ainda. seguro saúde. sabemos que os valores encontrados com a aplicação desta tabela estão acima dos valores médios de mercado. ainda. considerando-se que por acordo coletivo desta categoria o número de horas de trabalho por dia é de 42. ainda. Entretanto devemos considerar. podendo ser descontado 6% (seis por cento) do provento mensal do funcionário.

que está calculada para 1 (um) ano de permanência do profissional na função. entretanto. bem como. leva em consideração além dos dias anteriormente definidos. com uma hora de intervalo para almoço. que a jornada de trabalho a ser empregada é de 42. FGTS. domingo. isto é. porque: . então. SEBRAE.5 horas de trabalho por dia (42. O cálculo do número de horas efetivas de trabalho por ano. SALÁRIO EDUCAÇÃO e SEGURO DE ACIDENTES DO TRABALHO. São pagos diretamente ao empregado e para efetuar seus cálculos é necessário que inicialmente se estabeleça a quantidade de dias ou de horas efetivamente trabalhadas por ano. férias: por lei são 30 dias.3 Metodologia de cálculo do percentual de encargos sociais A título de se fornecer noções básicas sobre procedimentos e roteiros do cálculo utilizados na estimativa de encargos sociais. por exemplo. O cálculo dos dias efetivamente trabalhados por ano considera. apresenta-se no ANEXO 2 a metodologia atualizada a ser seguida.5 horas. b) GRUPO B São considerados os direitos a recebimento de salários de dias em que não há prestação de serviços. Entre esses itens estão. feriado. SESI ou SESC. um total de 365 . para cálculo da hora extra divide-se o salário mês por 220 horas. a rotatividade do pessoal de serviços de engenharia. portanto temos a considerar apenas 48. que é a seguinte: de 2ª feira a 6ª feira das 8:30 horas às 18:00 horas. a saber: a) GRUPO A Encargos básicos correspondentes às obrigações que por lei incidem diretamente na folha de pagamento de salários.5 horas 0 horas TOTAL 42. e assim.5 hs por dia = 42. os seguintes encargos: INSS.no Sábado 5 dias x 8.5 horas semanais. pode-se considerar que um dia feriado irá coincidir com um ou mais domingos. e principalmente. enfermidade: em média são 5 (cinco) dias de paralisação por ano por funcionário.295 horas efetivas de trabalho por ano.(48 + 12 + 5 + 30) = 270 dias efetivos de trabalho por ano. sendo 8. e. para a construção civil. Assim temos. os seguintes dados: 34 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. Veja texto apresentado no Capítulo 4 do livro. • o domingo é considerado como dia de repouso semanal remunerado. • no sábado não há expediente. totalizando. englobando entre outros. sofrem a incidência de encargos classificados no GRUPO A.5 horas por semana dividido por 5 dias úteis por semana) adotamos o horário normal de operação em obras. Entretanto. descontados os do período de férias. segundo a rubrica 507 do IAPAS. A apresentação da metodologia segue a classificação usual. Para se definir o valor de 8. seguro contra risco de acidentes no trabalho. perfazendo um total de 8. • Assim completamos a jornada semanal com 42. portanto. 3. aviso prévio remunerado ou não.Encargos sobre horas extras – são vários aspectos a adotar conforme o tipo de hora extra considerado.5 horas por dia.5 horas por semana Paulo Roberto Vilela Dias 35 . 2. Empresas e Profissionais domingos por ano: são 52 ao todo. SENAI ou SENAC. sábado. e eventualmente algum feriado que coincida com um domingo. feriados: para a cidade do Rio de Janeiro o máximo de feriados e dias santificados por município é de 12 dias.1. portanto.5 horas diárias. devem motivar pesquisa própria. uma vez que se cumpriu o número máximo de horas permitido por semana de 2ª feira a 6ª feira. tanto para horistas quanto para mensalistas. combinações entre estas e etc. noturna. cabe ressaltar que alguns tópicos são exclusivamente inerentes a cada empresa. conforme determina a lei.de 2ª feira a 6ª feira . INCRA.

5% a.c) GRUPO C Os encargos deste grupo são pagos diretamente aos empregados. fixa as alíquotas para os seguintes itens: Sesi Senai Incra Sebrae Salário Educação 1.T.3% do salário maternidade.466 de 14/05/67. classificando-o como Grau III .5% sobre a remuneração devida ao FGTS pelo prazo de 60 meses. não são onerados pelas leis do GRUPO A. publicada no D. segundo o Anteprojeto de Regulamento da Previdência Social (R. por ocasião da promulgação do R.30 x 0. 0.9 a 1.787 de 30/06/89. podendo variar de 0. 477 a 486. Outros casos são: o INSS sobre o 13° salário e FGTS sobre o 13° salário. FGTS – 8. Consideraremos neste estudo que a percentagem de mulheres nas empresas de engenharia é de 30%.6% 2. por serem próprios de cada empresa. Decreto n° 59.Riscos Graves.0% a.4) FGTS – Artigos 439. 4. apenas 6% utilizará o salário maternidade por ano. Cálculo da Taxa do GRUPO A a) Taxa única (legislação): Salário Maternidade = (120 ÷ 270) x (0. instituiu o percentual de 2.06) = 0. em relação à empresa. a.8%. Estes adicionais. em 03/07/89. que experimentar índices de acidentes de trabalho superiores à média do setor de construção.0% sobre os empregados.) artigos 221 e 224 do Decreto n° 83.5) SEGURO DE ACIDENTES NO TRABALHO: Lei 7. que acrescenta 0.S. Salário Maternidade e INSS sobre o 13° salário.L. a empresa deverá obrigatoriamente pagar os 120 dias após a maternidade. enquanto..2) Decreto n° 60. sofrendo adicional.S. 2. no trimestre anterior e divulgada no mês seguinte ao da apuração.2% 0. (Regulamento da Previdência Social).P.4% do Funrural e 0.1) Lei n° 7.75% do INSS sobre 13º salário.20% a. 449. individualmente considerada. mas. As estatísticas dos índices de acidentes serão obtidas através da obrigatoriedade que as empresas têm de informar ao INSS a ocorrência dos acidentes de trabalho.3. não foram considerados no presente estudo. apurada pela Previdência. neste caso. 36 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. INSS . Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 37 .U. englobando ainda.0% 0. 497 e 502 da C.P.8% Não se considerará este encargo uma vez que o mesmo é pago diretamente pelo INSS.820 de 20/12/66 e adicional da Lei Complementar Nº 110/01 de 29/06/2001 (a vigorar a partir de 01/10/2001). Recentemente o Decreto 356 alterou o percentual para 3.080 de 24/01/79. Acidentes de Trabalho . O percentual adotado engloba os percentuais referentes a Salário Família.O.0%.787/89 de 30/06/89.5% a.0% do salário família.3) SALÁRIO MATERNIDADE: De acordo com a Constituição de 1988.5% 1.

em apenas 40% dos casos o operário recebe aviso prévio trabalhado.20 x 0. Empresas e Profissionais Aviso Prévio = 7 ÷ 270 = 2. na prática. Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. regulamentada pelo Decreto n° 57. Sabemos ainda.8% b) REPOUSO SEMANAL REMUNERADO: Artigos 66. assim. será incluído nos custos indiretos. o adicional noturno não deve ser considerado como encargo social. Décimo Terceiro Salário = (30 ÷ 270) = 11. 38 Paulo Roberto Vilela Dias 39 ..03 = 0. com redução das duas horas diárias estipuladas.1% h) LICENÇA PATERNIDADE: Segue a mesma diretriz apresentada para o Salário Maternidade. Por fim. 382. A partir de estatísticas do setor de construção que indicam uma representatividade de 3% para os vigias noturnos sobre o total de empregados. entretanto. acima referido.50 x 0. 71.L.P.S.T. e Lei de Regulamentação do Repouso Remunerado. ainda não se dispõe de uma definição precisa nem o anteprojeto do R.090/62 de 13/ 07/62. Feriados = 12 ÷ 270 = 4. Auxílio Enfermidade = (5 ÷ 270) = 1. e ainda. O empregador deverá pagar ao empregado horista o domingo. portanto repercutindo.6% f) DÉCIMO TERCEIRO SALÁRIO: Legislação: Lei n° 4.785 de 28/11/67. e que essa atividade é sistemática.Seção II. 67. 72. incluído neste grupo de acordo com a Ordem de Serviço INSS/DAF n° 73 de 07/04/ 93. são considerados 30 dias corridos de férias por ano. Férias = (30 + 10) ÷ 270 = 14.L. abordou a matéria. corresponde ao pagamento de 30 dias adicionais por ano. 70. cabendo ao empregador pagar abono de 1/3 do salário. a fórmula de cálculo seria a apresentada abaixo: Adicional Noturno = [((8 x 7 x 3) ÷ 365) ÷ 270] x 13 (meses) x 0.8% c) FERIADOS: Considerou-se 12 (doze) feriados por ano (ANEXO 4). garante-se o mínimo de 30 dias de aviso prévio e que ao empregado é dada a alternativa de optar por ausentar-se duas horas diárias nesse período ou lhe é facultado faltar sete dias corridos dentro do prazo. No caso de adicional noturno a hora é considerada como sendo de 52 minutos. enquanto a Constituição estabelece acréscimo de 50% para as horas extras.1% g) ADICIONAL NOTURNO: De acordo com a C. de acordo com a Constituição. capítulo III . a hora de trabalho noturno tem um adicional de 20%. Entretanto. Repouso Semanal Remunerado = 48 ÷ 270 = 17.4% d) AUXÍLIO ENFERMIDADE: Decreto n° 61.Cálculo da Taxa do GRUPO B a) FÉRIAS: De acordo com a Constituição Federal. Caso fosse considerado como encargo social.155 de 03/11/65. (Consolidação das Leis do Trabalho). o que se observa no setor da construção é que. Considerou-se média de 5 faltas justificadas por ano e por empregado. sobre férias e 13° salário.T. 307.9% e) AVISO PRÉVIO TRABALHADO: Apesar da legislação permitir às empresas manter o empregado trabalhando pelo prazo correspondente ao aviso prévio. 383 e 384 da C. que 80% dos operários recebem aviso prévio e que o período de permanência no emprego é inferior a 6 meses.

0%.0% i) DEPÓSITO POR RESCISÃO SEM JUSTA CAUSA: Legislação: Decreto n.09 x 11. para aplicação tanto sobre o salário hora ou quanto sobre o salário mensal. tais como: b) IAPAS SOBRE 13º SALÁRIO. • seguro de vida. considerando-se que 80% dos operários são indenizados. ou ainda. de acordo com a Constituição Federal corresponde ao pagamento de 40% sobre o FGTS. anexamos a memória de cálculo da taxa de encargos sociais. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 41 Os encargos complementares correspondem a benefícios proporcionados aos funcionários. Este percentual sofrerá acréscimo de 10% de acordo com a Lei Complementar Nº 110/01 (vigorando a partir de 01/10/ 2001) e por 60 meses. • EPI – equipamentos de proteção individual (uniformes.5% c) FGTS SOBRE 13º SALÁRIO: Corresponde ao pagamento de 8% sobre o 13º Salário do funcionário. uma vez que o construtor prefere pagar o aviso-prévio. sobre o 13º do funcionário. Corresponde ao pagamento de 7. IAPAS SOBRE O 13º SALÁRIO = 0. • vale transporte. bem como modelo da Tabela de Cálculo do Percentual de Encargos Sociais (ANEXO 3). em função do valor do salário.1. FGTS sobre o 13° Salário = 0. taxa média de fecundidade de aproximadamente 3% e na proporção de 97% de homens no total da mão de obra direta empregada na construção civil será considerada o número de horas de licença paternidade. Serão adotados os princípios que regem ao Aviso Prévio Trabalhado. Depósito por Rescisão sem Justa Causa = 0. estabelecidos em dissídios ou acordos coletivos. Licença Paternidade = (5 ÷ 270) x (0.0% 40 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.9% 3.80 = 6. lanche ou jantar). Assim sendo. considerou-se para fins de encargo social o percentual de 9%.º 59.Segundo estimativa baseada nos cinco dias de licença provisoriamente fixados pela Constituição. Aviso Prévio Indenizado = (23 ÷ 270) x 0.1. em estatística (IBGE) de composição etária da população (50% na faixa de 18 a 59 anos).03 ÷ 0. Adicionalmente esclarece-se que para a adoção destes ou quaisquer outros valores encontrados em revistas e publicações especializadas. em caso de demissão do emprego.2 ENCARGOS COMPLEMENTARES Cálculo da Taxa do GRUPO C a) AVISO PRÉVIO INDENIZADO: De acordo com a Lei 7787/89.50 x 8.9 = 4. 3.820 de 20/12/66. os benefícios previstos em lei.08 x 11.8% Podemos considerar. cintos.1 = 1. óculos e etc) • alojamento • .50) x 0. dispensando o funcionário da permanência no canteiro de obra.4 Modelo da tabela de cálculo do percentual da taxa de encargos sociais A fim de melhor esclarecer a metodologia apresentada no item 5. e podem ser: vale refeição ou alimentação (café da manhã .82% a 11. incluirse-á esta parcela neste grupo.3. a critério da empresa. botas. a empresa deve fazer análise meticulosa do estudo em questão de maneira a compatibilizar a mesma com seus próprios parâmetros. • assistência médica. almoço . ainda.1 = 0.97 = 0.

Paulo Roberto Vilela Dias 43 42 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. • Estes percentuais foram obtidos da seguinte maneira: Para que se obtenha um percentual identificado com a fórmula de cálculo do preço de venda. sendo que cabe ao profissional arcar com 20% deste valor.80 (dois ônibus por viagem).00 x 1.2% R$ 64. • seguro de vida.00 x 0. por ser comum em grandes empresas a adoção deste percentual.770.2% da folha salarial e encargos sociais. definimos como sendo de 50%. o preço da passagem igual a R$ 1.cálculo do percentual sobre a folha de pagamento: Valor do vale refeição: R$ 4.1% da folha salarial e encargos sociais.00 / R$ 1. porém.00.770.00 por funcionário mês (o próprio mais Em alguns casos. • Vale Transporte Vale refeição: Considerou-se o valor do vale refeição igual a R$ 4. sendo que a empresa descontará 6% sobre o salário do profissional. podemos citar que: vale refeição ou alimentação corresponde em média a 3.60 x 20 dias úteis = R$ 72.desconto sobre o salário: R$ 400.00 O vale transporte não é um encargo social.770.valor mensal do vale transporte: R$ 3.00 / R$ 1.00 (R$ 72. se considerarmos. assim: Base de cálculo do salário = R$ 1. acrescer ao custo indireto as ferramentas manuais e pequenas máquinas que serão utilizadas na execução dos serviços. • dois dependentes a R$ 50.77 = R$ 1. podemos calcular o percentual médio sobre a folha salarial mais encargos sociais. é necessário.00 por funcionário mês.00 . teremos o valor de R$ 3.00 por funcionário dia. ainda.06 = R$ 24. • a assistência médica (seguro saúde) corresponde em média a 4.770.00 = 3. aqui considerado igual a 77%. Empresas e Profissionais . segundo pesquisa realizada em diversas empresas prestadoras de serviço de engenharia. vem: R$ 75.000. a parcela que cabe a empresa é decisão inquestionável.00 .00 por funcionário mês (consideramos no âmbito deste livro o número de dias por mês igual a 20) e que o salário médio da empresa é de R$ 1.00 = 3.00 x 20 dias x 0. principalmente aqueles de exclusivo fornecimento de pessoal. Aconselhamos que seja incorporado a qualquer das parcelas indiretas incidentes sobre o salário. corresponde em média a 0.2% Em alguns contratos.Cada empresa deverá pesquisar os valores próprios destes custos. entretanto. entretanto.6% da folha salarial e encargos sociais. Assim. definiu-se este valor em função do salário mais encargos sociais. não pode ser esquecido no cálculo do preço de venda de um serviço.00) / R$ 1.6% • Seguro Saúde Adotamos o valor de R$ 150. então. conforme abaixo: . como informação genérica. os Encargos Complementares.00 .80 = R$ 64. assim. como por exemplo.60 por dia.000.00 = 4. isto nos leva ao valor mensal desembolsado pela empresa de R$ 64.00 cada pessoa). estes custos deverão estar incidindo como custo indireto sobre os salários.R$ 24. portanto o custo é de R$ 75.

caberá ao Empregador especificar no contrato de trabalho a localização e o prazo da obra. efetuar a locação de profissionais dentro do regime temporário. 3. assim. portanto.019 de 03/01/1974.0 0.4 MÃO DE OBRA TEMPORÁRIA Podemos. entre eles podemos descrever: plano de aposentadoria programada.1 2. assim.00 De 600. quando do encerramento do contrato. Nesta data. Entretanto.00 Paulo Roberto Vilela Dias 45 . Empresas e Profissionais Desconto para profissionais assalariados: INSS . caberá às empresas construtoras contratarem a estas a locação de pessoal pretendida.65 9. ainda. admitindo-se. prorrogação por igual período. incluindo.5% • diversos (ticket combustível. Cabe ressaltar que se houver distrato fora do prazo contratual ou mudança de endereço de trabalho. Lei nº 6. ainda. Estes serviços legalmente devem ser prestados por empresas que se enquadrem em legislação específica. até 2.00 11.TRABALHADOR ASSALARIADO SALÁRIO CONTRIBUIÇÃO (R$) Até 429. 2. obtém-se o direito de reduzir o custo com o empregado.1% • parcelas referentes ao aviso prévio e a multa sobre o FGTS. raras vezes.6 1.5 2.0 13. usufruindo de todas as sua vantagens. a taxa de administração e o lucro. Neste percentual estão excluídos os custos referentes à vale transporte. sabemos que empresas deste ramo cobram taxas entre 60 e 70% sobre o salário nominal para locação de mão de obra. se o empregado for demitido antes do prazo acertado e/ ou transferido de obra.01 a 600. auxílio refeição e seguro saúde. cujo prazo máximo de duração do vínculo trabalhista é de três meses. ficará isento do pagamento da multa sobre o FGTS e do aviso prévio.430 % 7. portanto. 3.2 3. uma vez que não cabe o pagamento do mês de aviso prévio e da multa sobre o FGTS.4 OBS: Os percentuais estão calculados sobre a soma da folha de pagamento mais encargos sociais 3.01 a 715.00 De 715. além dos citados anteriormente.3 CONTRATAÇÃO POR OBRA CERTA OU POR PRAZO DETERMINADO Pode-se contratar profissionais por um período determinado de tempo e para uma obra específica. todos os encargos de lei para estes serviços. seguro odontológico e etc).65 8. a empresa de locação desta mão de obra é que goza de isenção de vários impostos permitindo a redução do custo de contratação.01 a 1. Observa-se que o profissional é regido pela CLT.• Outros Benefícios: Algumas empresas oferecem outros benefícios. o contrato será transformado em CLT normal exigindo o pagamento dos itens anteriormente citados. que é regida pela CLT.00 De 429. Nesta modalidade de contratação. o Empregado terá direito a receber as 44 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.5 INSS PROFISSIONAL COM VÍNCULO EMPREGATÍCIO Resumo dos Benefícios Estudados DESCRIÇÃO Assistência Técnica Vale Refeição Vale Transporte Seguro de Vida Aposentadoria Outros TOTAL % 4.

ANEXO 1 Salários Médios para a Região da Cidade do Rio de Janeiro ANEXO 2 Salários Médios para a Região da Cidade do Rio de Janeiro 46 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 47 .

0 1. nas grandes cidades.09 x H 0.Ressalta-se que ao valor adotado acima .0 2.0 8. 2.0 85.1 0.1 4.Cálculo efetuado para a permanência de 1 (HUM) ano na empresa Observações : 1. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 49 .0 12.97 F / G * 100 7 / G * 100 ( 23 / G * 100 ) * 0.8 14.5 3.1 5.0 8.F ) IAPAS SESI / SESC SENAI / SESC INCRA SEBRAE Salário Educação Seg.9 37. mesmo este não sendo encargo sobre a folha de pagamento de salários .Contra Acid.5 1.4 2. 3.7 IAPAS sobre o 13º salário FGTS sobre 13ºSalário SUB-TOTAIS 30 / G * 100 0.1 4.0 0.ANEXO 3 Metodologia Atualizada a ser seguida na Estimativa de Encargos Sociais (calculada para um ano de permanência do profissional na função) TABELA DE CÁLCULO DE ENCARGOS SOCIAIS incidente sobre o salário hora CÓ DI GO ANEXO 4 Tabela de Cálculo Percentual de Encargos Sociais (Salário Mensal) TABELA DE CÁLCULO DE ENCARGOS SOCIAIS incidente sobre o salário mensal CÓ DI DESCRIÇÃO FÓRMULAS GO Incidente sobre o Salário Mês GRUPO A GRUPO B GRUPO C Incidente s/ Hora Extra Incidente s/ Hora Normal DESCRIÇÃO FÓRMULAS GRUPO A GRUPO GRUPO B C Incidente sobre Hora Extra Dados Básicos Para Cálculo dos Dias Efetivamente Trabalhados ( para salário/hora ) : A B C D E F G Dias Por Ano Domingos Domingos de Férias Dias de Enfermidade Férias Feriados Resultado ( A.09 x H 0.3 Incidência Cumulativa do Grupo A sobre o Grupo B TOTAL PERCENTUAL DE ENCARGOS SOCIAIS ADOTADO 85. 2.0 0.3 22. FGTS Salário Maternidade 365 52 4 5 30 12 270 FIXO FIXO FIXO FIXO FIXO FIXO FIXO FIXO FIXO ( B .5 0.50 * 8.3 30.5 20.9 0. a fim de selecionar aqueles que efetivamente constam de seu orçamento .33 ) / 11 * 100 7 / 330 * 100 (( 23/30) / 11 * 100 ) *0.9 103. Férias Feriados Aviso Prévio Trabalhado Aviso Prévio Indenizado Auxílio-Enfermidade Licença Paternidade H 13º Salário Dep.0 8.8 4.0 0. isto é .Trab.0 11.4 2. isto é .8 14.6 2.0 2.Seman.8 0.6 2. deveremos considerar 20 a 35% referente ao vale-transporte.6 1.2 0.Trab.0 0.O valor da hora a ser adotada como referência para cálculo da hora extra é o salário mensal dividido por 220.5 0.5 0.Sempre que se necessitar utilizar esta tabela deve-se avaliar cada ítem .C ) .2 IAPAS SESI / SESC SENAI / SESC INCRA Sebrae Salário Educação Seg.015 * 0.1 4.3 73.Resc.5 3.4 6.Sempre que se necessitar utilizar esta tabela deve-se avaliar cada ítem .5 1.2 PERCENTUAL DE ENCARGOS SOCIAIS ADOTADO 125 125 1. Férias Feriados Aviso Prévio Trabalhado Aviso Prévio Indenizado Auxílio-Enfermidade Licença Paternidade 13º Salário Dep.Considerou-se em média 8.2 20.08 * H 0.C ) / G * 100 ( E + 10 ) / G * 100 OBS : A base de cálculo do encargo social sobre o salário mensal é 11 meses ( 12 meses por ano menos 1 mes de férias ) 20.0 9. 23 dias .9 0.5 1.0 8.50 * 8.SemJusta Causa IAPAS sobre o 13º salário FGTS sobre 13ºSalário ( 5 / 330 * 100 ) 5 / 330 * 0.4 6.Seman.( B .0 1. seu valor em cada caso .Remun.6 6. Observações : deveremos considerar 20 a 35% referente ao vale-transporte.0 0.D .8 1.9 0.2 0. 4.7 0.1 5. 23 dias .E .8 5 / G * 100 5 / (G * 0.0 11.6 6. 5.2 0.No ítem AVISO PRÉVIO INDENIZADO considerou-se apenas o complemento ao AVISO PRÉVIO TRABALHADO .5 17.8 4.5 17.2 0. mesmo este não sendo encargo sobre a folha de pagamento de salários .5 ( E + 0.015 * 0.6 2. 5.2 125.9 0.5 horas por dia 48 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.6 2.6 1.0 1.0 SUB-TOTAIS DOS GRUPOS Incidência Cumulativa do Grupo A sobre o Grupo B 85 85 TOTAL CALCULADO 125.Remuner. nas grandes cidades.1 0.Considerou-se 170 horas de trabalho por mês = 20 dias x 8. seu valor em cada caso .0 0.5 3.5 0.Resc.0 1.5 1. FGTS Salário Maternidade Repou. bem como .0 11.08 * H 37.0 12.97) H 1 / 11 * 100 0.1 4.1 22.Contra Acid.0 9.5 1.8 0.5 1.7 11. 3.Cálculo efetuado para a permanência de 1 (HUM) ano na empresa 6. bem como .5 horas de trabalho por dia.3 59.Ressalta-se que ao valor adotado acima . a fim de selecionar aqueles que efetivamente constam de seu orçamento . 4.5 3.8 Repou.No ítem AVISO PRÉVIO INDENIZADO considerou-se apenas o complemento ao AVISO PRÉVIO TRABALHADO .SemJusta Causa FIXO FIXO FIXO FIXO FIXO FIXO FIXO FIXO 20.8 1.

561 de 19/10/79 Feriado Municipal 14 4 ASSUNÇÃO DE NOSSA Lei 1. assim.802 de 30-06-80 Feriado Nacional Lei 662 de 06-04-49 Feriado Nacional Lei 662 de 06-04-49 4. fundamentalmente. entenda-se por hora efetivamente trabalhada. a fim de obter a máxima acurácia do orçamento que está realizando. para o caso da planilha de quantidades expressa na unidade hora. é muito difícil estabelecer-se perfeitamente os meses em que será executado o trabalho. no presente estudo estamos tratando dos empregados em empresas de consultoria de engenharia. Quando a planilha de preços é elaborada com salários mensais e a medição de serviços será. O cálculo não pode ser utilizado para profissionais da construção civil. deve considerar a época de realização do serviço. Em realidade. a qual se deve dar total atenção.266 de 08-12-50 Feriado Nacional Lei 662 de 06-04-49 Feriado Nacional Lei 662 de 06-04-49 Feriado Nacional Lei 662 de 06-04-49 Feriado Nacional Lei 6. Lembramos que o cálculo da quantidade de horas de trabalho por mês deve ser calculado por categoria profissional.327 de 08-02-67 Feriado Estadual Lei 7. forçará ao engenheiro orçamentista promover estudo das horas de trabalho por mês.1 OBJETIVO 4 5 6 7 8 9 10 11 Feriado Nacional Lei 662 de 06-04-49 12 13 FERIADOS DA CIDADE DE BELO HORIZONTE E DO ESTADO DE MINAS GERAIS Feriado Municipal MARÇO ABRIL AGOSTO 29 21 15 6ª FEIRA SÁBADO 4ª FEIRA PAIXÃO DE CRISTO DIA DO ESTADO DE MINAS GERAIS Lei 1.327 de 08-02-67 SENHORA Feriado Municipal 15 DEZEMBRO 8 SÁBADO IMACULADA CONCEIÇÃO Lei 1. por mês. definir-se mês a mês a quantidade de dias úteis. o estudo das horas de trabalho por mês da mão de obra. a situação é bastante tranquila para a empresa prestadora de serviço. também. Depende. isto é.ANEXO 5 Feriados CALENDÁRIO DE FERIADOS NACIONAIS PARA O ANO DE 2002 MÊS JANEIRO FEVEREIRO FEVEREIRO ABRIL MAIO MAIO SETEMBRO OUTUBRO NOVEMBRO NOVEMBRO DEZEMBRO DEZEMBRO DEZEMBRO 4 MOTIVO Feriado Nacional Lei 662 de 06-04-49 1 Nº DIA 1 11 12 21 1 30 7 12 2 15 24 25 31 DIA DA SEMANA 3ª FEIRA 2ª FEIRA 3ª FEIRA DOMINGO 4ª FEIRA 5ª FEIRA SÁBADO SÁBADO SÁBADO 6ª FEIRA 3ª FEIRA 4ª FEIRA 3ª FEIRA COMEMORAÇÃO ANO NOVO CONFRATERNIZAÇÃO UNIVERSAL CARNAVAL CARNAVAL TIRADENTES DIA DO TRABALHO CORPUS CHRISTI INDEPENDÊNCIA NOSSA SENHORA DE APARECIDA FINADOS PROCLAMAÇÃO DA REPÚBLICA NATAL NATAL ANO NOVO ESTUDO DAS HORAS DE TRABALHO POR MÊS DOS PROFISSIONAIS 2 3 Feriado Nacional Lei 1. caberá ao engenheiro orçamentista. definir o número médio de dias úteis por mês. Entretanto.327 de 08-02-67 16 OUTROS FERIADOS DA CONSTRUÇÃO CIVIL OUTUBRO 2ª FEIRA DIA DA CONSTRUÇÃO CIVIL Feriado Setorial 17 Na elaboração de proposta de preço de serviços de engenharia com preponderância de mão de obra a fase mais difícil. é a discussão da quantidade de horas trabalhadas por mês pelos profissionais. das especificações do memoPaulo Roberto Vilela Dias 51 . De um modo geral. também.

Na construção civil para o pessoal operário é adotado o limite máximo de horas por semana estabelecido na legislação.040 horas (170 horas por mês x 12 meses por ano) As considerações descritas neste capítulo servem apenas para orientar o engenheiro.2857 (30 dias por mês ÷ 7 dias por semana) semanas por mês. valores inferiores podem ser fixados através de acordos coletivos. para o caso das atividades profissionais em escritórios de engenharia e arquitetura: 52 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. a quantidade média de horas de trabalho por mês pode ser considerada igual a 170 horas. 4. podemos dizer que o total de horas efetivamente de trabalho por mês para esta categoria profissional é de 182. concluímos que a jornada de trabalho diária é de 8. o período de execução do contrato é muito importante. 44 horas.5 horas para semana de cinco dias úteis. O que ainda não é de todo verdade. considerando-se 8. Paulo Roberto Vilela Dias 53 .3 Adotaremos em média 20 (vinte) dias úteis por mês para efeito dos estudos praticados no âmbito deste livro.rial descritivo ou do edital. pois. Ressalta-se que em pesquisas realizadas em grandes empresas de engenharia e arquitetura a quantidade média de horas de trabalho por mês é inferior aos valores teóricos encontrados anteriormente. definir a quantidade de horas trabalhadas por mês. sabendo-se que em média temos 4. o horário normal de trabalho é das 8:30 ás 18:00 horas. da região de desenvolvimento dos serviços. portanto. Considerando-se. de acordo com o sindicato da categoria = 8. da época do ano e do dissídio coletivo das categorias profissionais. sempre por categorias profissionais ou por sindicato de trabalhadores. está mais próximo da realidade. sendo da ordem de 160 a 166 horas. uma vez que existem os feriados e faltas justificadas a descontar. Empresas e Profissionais (A)Total de dias por ano calendário Cálculo dos dias não trabalhados por ano: Domingos Sábados Feriados Dias de enfermidade (B)Total de dias não trabalhados por ano (C)Total de dias úteis por ano (A) – (B) Total de dias úteis por mês (C) ÷ 12 = 365 = = = = = = = 52 52 12 5 121 244 20. isto é.5 horas trabalhadas por semana.5 horas diárias de trabalho.5 horas Cálculo dos dias úteis por mês. Logo. Adotaremos 170 horas de trabalho por mês. o que segundo estatísticas conhecidas. podemos considerar um total de 42.5 horas.14. Faremos nossa simulação considerando o total de 42. Somente deste modo haverá segurança na definição do preço horário de venda dos salários dos profissionais. sabemos que cada mês pode apresentar um número distinto de dias úteis. Cabe conferir que o número de horas de trabalho de um funcionário por ano é igual a 2. bem como.2 QUANTIDADE MÉDIA DE HORAS TRABALHADAS POR MÊS De acordo com a Constituição Federal o número máximo de horas de trabalho por semana para qualquer profissional é de 44 horas. assim vem: CÁLCULO DA QUANTIDADE DE DIAS ÚTEIS POR MÊS Jornada diária. assim. com intervalo de 1 hora para almoço. entretanto. uma vez que em cada orçamento será obrigatória a elaboração do estudo de horas de trabalho por mês. Outra maneira e mais precisa de se calcular o número de horas de trabalho por mês é multiplicar a jornada diária de trabalho pela quantidade média de dias úteis mensais. os profissionais que atuam em escritórios de empresas de prestação de serviços de engenharia e arquitetura.

cabe ao cliente efetuar a medição das horas efetivamente trabalhadas por cada profissional integrante da equipe. normalmente. anteriormente calculado = 244 Desconto relativo a férias e aviso prévio = 15 Total de dias de trabalho por ano (244 – 15) = 231 Total de dias de trabalho por mês (C) ÷ 12 = 19. no horário pré-estabelecido nos acordos coletivos. podemos considerar o seguinte: • preço global. ou seja. por folha específica de apropriação de hora técnica. como aqui calculado o valor mais próximo referente à média anual é realmente igual a 170 horas. formas de cálculo e de medição. a despeito dos estudos aqui desenvolvidos. feriados. existe a necessidade do profissional estender seu período normal de trabalho. Empresas e Profissionais Ressaltamos que. vem: 7 dias por mês x 7 ÷ 12 = 4 dias Assim sendo. entretanto. ou até um pouco inferior.Esta quantidade de horas se deve a necessidade de se reduzir do número de dias úteis por mês os dias não trabalhados por conta do aviso prévio e das férias. 4. O que poderá ser feito por ponto eletrônico ou manual.2 Conclusão É muito importante a compreensão correta deste fundamento. Estes ressarcimentos à empresa prestadora de serviços se darão através da taxa de encargos sociais.2. podemos definir o seguinte: Total de dias úteis por ano. 4. a fim de encerrar determinadas tarefas que se encontram atrasadas ou mesmo as que surgem de última Paulo Roberto Vilela Dias 55 . ou ainda.3 Uma vez que a categoria que estamos contemplando trabalha 8.2. faltas abonadas. de 2ª a 6ª feira.3 dias úteis por mês x 7 ÷ 12 = 11 dias • desconto em virtude do mês de aviso prévio: admitindo-se a que o funcionário permanecerá 7 (sete) meses na empresa.1 Medição Em contratos destes tipos. isto é. para bem aplicar às propostas de preços. temos que: 19. não se consideram férias. Entretanto.5 horas por dia.3 x 8. aquelas cumpridas dentro do acordo coletivo da categoria. sábados (quando oficialmente se cumpre a jornada de trabalho semanal de 2ª a 6ª feira) e domingos.5 = 164 horas de trabalho por mês 4. cuja forma de contratação não seja por 54 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. em cada situação determinar a quantidade correta de horas de trabalho por mês. temos: 20. e comumente ocorre. cabe ao engenheiro de custos. desconto em função das férias: admitindo-se que o funcionário permanecerá 7 (sete) meses na empresa. A prática demonstra que se pode considerar valores para horas de trabalho por mês entre 160 e 180 horas. Assim.3 ANÁLISE DE CASOS DAS HORAS EXTRAS Os valores e situações de horas trabalhadas até aqui analisados referem-se sempre às horas normais. Adotaremos 170 horas de trabalho por mês para esta categoria profissional. Assim. a medição das categorias profissionais dar-se-á por horas efetivamente trabalhadas.

27 x 1. das 6:00 até às 22:00 horas. temos que o salário hora (hora normal) para efeito do cálculo da hora extra é: R$ 500. vem: HORA EXTRA 2ª FEIRA = R$ 2. das 6:00 até às 22:00 horas.00 horas por mês = 220. das 6:00 até às 22:00 horas. Hora extra nos feriados. 2ª feira de 18:00 às 21:00 horas. adota-se a hora normal como sendo o salário mensal dividido por 220 horas. sendo que: Este valor de 220 horas por mês pode ser atribuído ao cálculo adiante apresentado: Horas de trabalho por mês Domingos TOTAL 44 horas por semana x 4. para cada um dos tipos apresentados anteriormente.Calcular a hora extra. realizada em numa 2ª feira. as leis trabalhistas vigentes e ainda o acordo coletivo da região de realização dos serviços. igual a 70%. devem ser obtidos junto aos sindicatos locais de cada categoria profissional. Entretanto.32 horas por mês EXEMPLOS PRÁTICOS: 1 .hora.00. Para se determinar o valor das horas extras trabalhadas tem se que levar em consideração.27 Sendo considerado o acréscimo de hora extra no período especificado.32 horas por mês 4 domingos por mês x 8 horas por domingo = 32. podemos definir que as horas extras podem ser divididas.00 ÷ 220 = R$ 2. segundo a Constituição Federal este percentual não pode ser inferior a 50%. ocorre o que se denomina como hora extra. Apesar de sofrer variações em função da região e da categoria profissional. Solução: Uma vez que o salário mensal é de R$ 500. das 6:00 até às 22:00 horas. Entretanto. assim. assim. Hora extra noturna nos feriados.00. de uma maneira geral. após às 22:00 e até às 06:00 horas. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 57 . Hora extra noturna aos domingos. a hora extra é igual a: HORA EXTRA = % DE ACRÉSCIMO x HORA NORMAL. Hora extra aos sábados. após às 22:00 e até às 06:00 horas. de um profissional que recebe salário mensal de R$ 500. entre 18:00 e 21:00 horas. salienta-se que para o cálculo da hora extra.86 HORA NORMAL = SALÁRIO MENSAL ÷ 220 horas 56 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. Hora extra noturna.7 HORA EXTRA 2ª FEIRA = R$ 3. de 2ª a 6ª feira após às 22:00 e até às 06:00 horas. Hora extra aos domingos. Os percentuais de acréscimo sobre a hora normal. Hora extra noturna aos sábados. nos seguintes tipos: Hora extra de 2ª a 6ª feira.28 semanas por mês = 188. após às 22:00 e até às 06:00 horas.

Solução: Uma vez que o salário mensal é de R$ 1. caso contrário. isto é. para prazos maiores o profissional deverá ter outra forma de se relacionar com a empresa.2 . consideramos que a mão de obra seria contratada como celetista.25 Hora noturna = R$ 3. no Capítulo 3.72 Hora noturna = R$ 2. Empresas e Profissionais . Solução: Trata-se de salário hora normal. Paulo Roberto Vilela Dias 59 58 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. e na impossibilidade de apresentarem uma melhor maneira de se relacionar com a pessoa jurídica.25 HORA EXTRA NOTURNA DE DOMINGO = R$ 13. Interessa-nos discutir os custos diretos e indiretos de cada uma destas maneiras especiais de se contratar mão de obra.00 ÷ 220 = R$ 5. • serviços terceirizados. noturno. temos que o salário hora normal para efeito do cálculo da hora extra é: R$ 1. alertamos que o período máximo admissível para estes contratos é de 3 meses. 5.200.00. Salário hora = R$ 600. • cooperativas de trabalhadores. poderá ser configurado o vínculo empregatício.00. que são: profissionais autônomos.200. vem: HORA EXTRA NOTURNA DE DOMINGO = R$ 5.1 PROFISSIONAL AUTÔNOMO Devemos aplicar sobre a hora normal o adicional noturno que consideraremos igual a 25%. existem outras formas possíveis e legais de se utilizar o pessoal. SERVIÇOS DE TERCEIROS. cujo salário mês é de R$ 600.72 x 1.46 x 2 x 1. Assim.Calcular o salário hora de um profissional que cumpre o horário de trabalho das 22:00 às 6:00. realizada em um Domingo de um profissional que recebe salário mensal de R$ 1.Calcular a hora extra noturna.200. MÃO DE OBRA TEMPORÁRIA. COOPERATIVA DE TRABALHADORES. entretanto.00. • 3.65 5 PESSOAL AUTÔNOMO. entretanto. Anteriormente. através da contratação de pessoas jurídicas.00 ÷ 220 = R$ 2. isto é.40 Consideram-se nesta categoria profissionais que não tenham vínculo empregatício com a empresa.46 Sendo considerado o acréscimo de hora extra de Domingo igual a 100% e o adicional noturno correspondente a 25%. regida pela CLT – Consolidação das Leis do Trabalho. porém. receberá sua remuneração via RPA – Recibo de Pagamento de Autônomo.

058. ainda da Constituição Federal 60 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 61 . Para os serviços terceirizados não existe a incidência de outros custos ou impostos para a empresa contratante. CSLL e CPMF) devem estar embutidos no preço ofertado pela empresa contratada.287.115. desde que acordado entre as partes.01 20 9 36 1. que é de exclusiva competência de cada prefeitura.5% OBS : Pode-se deduzir da renda R$106.00 20 0 1. que emitirá nota fiscal ou fatura. a empresa arcará com o pagamento do INSS sobre o serviço de autônomo. se o mesmo for inscrito no INSS aplicaremos o percentual de 20% sobre o maior salário de contribuição. profissionais sem vínculo empregatício com a empresa. com a retenção a ser efetuada para fins de IR – Imposto de Renda de Pessoa Física.00 por aposentadoria para quem já completou 65 anos. a tabela do imposto de renda na fonte.01 a R$ 2. que é bastante oneroso. IR . de acordo com sua faixa de contribuição e cuja tabela. Nesta data. Ao profissional caberá assumir as despesas de sua regularização junto à municipalidade para efeito de pagamento do ISS . para profissionais autônomos é a seguinte: IMPOSTO DE RENDA PESSOA FÍSICA Salário Parcela a Deduzir Até R$ 1. Arcará.00 171. pensão alimentícia judicial e R$ 1. Ao profissional caberá. 5.00 20 Ver Instrução Normativa do INSS Nº 4 de 30/11/1999 5.Imposto Sobre Serviço. quando inscrito. É legal deduzir.00 Alíquota isento 15% 27.00 20 7 24 1. que tenham firma individual ou tenham qualquer tipo de vínculo com uma pessoa jurídica. COFINS. podendo haver restituição ou imposto a pagar. para o recebimento da remuneração pelo serviço prestado. PIS. é a apresentada a seguir: Consideramos nesta categoria. No Capítulo 8 apresentaremos maiores esclarecimentos quanto à aplicação destes impostos. bem como o valor pago à Previdência Social no mês.08 INSS – AUTÔNOMOS E EMPRESÁRIOS Classe Meses de Salário Alíquota Permanência (R$) (%) 1 12 200. caso o profissional não seja inscrito no INSS.2 SERVIÇOS DE TERCEIROS A pagar (R$) 40. porém. Devemos considerar 20% sobre o valor do RPA – Recibo de Pagamento de Autônomo para cobrir essa despesa. o pagamento do INSS.00 De R$ 1.60 200. de acordo com a Lei nº 5764/71 de 16/12/1971.40 286. ainda. não se deve esquecer que este valor é compensado na declaração anual de rendimentos.80 257. ainda.70 Acima de R$ 2.058.115. porém.20 228. nesta data (maio/ 2002).000.99 20 8 36 1.430. Entretanto.00 20 6 12 858.3 COOPERATIVAS DE TRABALHADORES Uma forma legal de contratação de profissionais que vem ganhando força em nossos dias é através de cooperativas de trabalhadores. Os impostos sobre o faturamento (ISS. Entretanto.00 R$ 158. ainda.00 R$ 423. conforme descrito na própria metodologia de cálculo do preço de venda de serviços exposta nesta publicação.00 por dependente.058.144.Caberá ao profissional receber apenas o valor acertado pelo serviço prestado.

seguro saúde.. conforme tabela anexa...... seguro pecuniário... 1 e artigo 174 – parágrafo 2......... conforme acordo com cada cooperativa. O profissional sofrerá retenção do imposto de renda na fonte de acordo com a tabela apresentada anteriormente... seguro saúde e etc............... 36.........239... o custo adicional da cooperativa passa para 10% e 20%..5% vale transporte..... tais como... e inclusive emitirá nota fiscal pela prestação dos serviços... dar-se-á o mesmo tratamento de pessoas jurídicas. contém: “ A Lei apoiará o Cooperativismo e ....... Com a adição do imposto sobre o faturamento......... outros benefícios. bem como. ” e do artigo 24 do Decreto nº 22..... COFINS e PIS).... demais custos diretos e indiretos. 15% Taxa de Administração (Cooperativa) .... entretanto.. 6% TOTAL (Média) ...de 05/10/1988 que no Título VII ..... Podemos identificar da seguinte forma o custo da contratação de uma cooperativa de trabalhadores: INSS sobre a Nota Fiscal (contratante) . cap.... ou seja...... que deverá ser pactuada entre as partes e deverá estar expressa no contrato.. seguro pessoal........ Ao profissional legalmente só caberá a remuneração acordada.............. visto que à cooperativa caberá fornecer uma nota fiscal de prestação de serviços...... Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 63 ... a empresa contratante poderá oferecer.. que é uma pessoa jurídica convencional.... 62 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva... Deverá ser assinado contrato de trabalho entre a empresa contratante e a cooperativa. sempre através da própria cooperativa..... excluídos os impostos sobre a emissão da nota fiscal (ISS..... aplicáveis sobre a taxa de administração.. Caberá ao profissional cooperado o pagamento do carnê do INSS segundo sua faixa de contribuição.. nesta data......... entre 8% e 12%.. O vínculo do contratante é com a cooperativa... Nestes casos.......... À remuneração do profissional deverão ser acrescidos os benefícios oferecidos...... e ainda... da taxa de administração da cooperativa. As taxas de administração das cooperativas estão... existe a incidência apenas do pagamento do INSS que é de 15% sobre o faturamento da cooperativa para a empresa contratante... ticket refeição. benefícios do tipo: • • • • • Outros descontos.. 12% Impostos sobre a Nota Fiscal (Cooperativa) ..

uma vez que apresentam valores de compra elevados. • prazo de entrega e disponibilidade. Paulo Roberto Vilela Dias 65 . Não incluiremos neste capítulo o custo de utilização de veículos automotores. os seguintes dados: descrição detalhada do item.1 PESQUISA DE MERCADO DE ITENS PATRIMONIAIS A pesquisa de mercado para conhecimento do valor de aquisição dos bens patrimoniais será feita na região sede da empresa ou onde se desenvolverão os serviços. deve constar. efetuar listagem contendo todos os itens patrimoniais necessários à pesquisa de mercado de preços.6 CÁLCULO DO CUSTO DE BENS PATRIMONIAIS Caberá ao engenheiro de custos. Consideraremos nesta categoria os softwares largamente utilizados nestes tipos de contrato e que oneram sobremaneira os custos dos contratos. embalagem e etc. • condições de pagamento. Da pesquisa de mercado. uma vez que a metodologia adotada está apresentada no Capítulo 7. por fornecedor. • preço de fornecimento. 6. após a elaboração da planilha de quantidades. com no mínimo três fornecedores distintos. incluindo todos os impostos. frete. • Apresenta-se no ANEXO 1 modelo do mapa de Coleta de Preços visando facilitar a elaboração da pesquisa de mercado. principalmente.

como. CUSTO OPERACIONAL – é a utilização do item patrimonial compre• endendo os custos necessários à sua operação (energia elétrica. incluir substituição de cartuchos. SOFTWARES. EQUIPAMENTOS DE TOPOGRAFIA OU DE LABORATÓRIO.5 x VALOR DE AQUISIÇÃO ÷ VIDA ÚTIL CUSTOS OPERACIONAIS. FILTRO. ou seja. ANTENA PARABÓLICA OU DE QUALQUER NATUREZA. FILTRO DE ÁGUA E MÁQUINA DE CAFÉ. VÍDEOCASSETE. entretanto. para equipamen- Paulo Roberto Vilela Dias 67 . Vida Útil de Itens Patrimoniais Apresenta-se uma tabela de valores para a vida útil de vários itens patrimoniais. são reutilizados em vários serviços distintos. outros fatores. Divide-se em custos com mão de obra e peças de reposição. VIDEOCASSETE 60 60 A taxa de juros a ser adotada deve estar entre 10 e 12% ao ano. • JUROS – corresponde a remuneração do capital investido na aquisição do item patrimonial. levam o orçamentista a adotar tempos de vida útil distintos dos mostrados. TV. devem ser computados os valores necessários. caberá sempre que utilizado ser considerado como custo de produção do serviço. • 66 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. TELEVISÃO. MÓVEIS E UTENSÍLIOS (MESAS. papel próprio para impressão e etc. APARELHOS DE FAX OU TELEFONE OU RÁDIO. A fórmula de cálculo que pode ser aplicada para a determinação do custo de produção de bens patrimoniais (BP) é a apresentada a seguir : BP = DEPRECIAÇÃO (D) + JUROS (J) + MANUTENÇÃO (M) + CUSTO OPERACIONAL (CO) Definição dos itens de custo dos bens patrimoniais: DEPRECIAÇÃO – é a parcela referente a perda de valor do bem patrimonial em decorrência do uso ou obsolescência. CADEIRAS. no caso de impressoras. Assim. Nos serviços objeto deste livro é comum constar da planilha de quantidades bens patrimoniais. Uma vez que esses bens foram objeto de compra pela prestadora de serviço e que tem um tempo de vida útil determinado. ARMÁRIOS E ETC). IMPRESSORAS. tais como: MICROCOMPUTADORES. em cada situação. cuja propriedade é da própria prestadora de serviços. muitas vezes. Poder-se-ia denominar que o cliente paga aluguel pelo emprego do item patrimonial. isto é. combustível e etc). Aconselha-se que quando for o caso. o tempo de contrato ou a possibilidade de se reutilizar o equipamento em outros contratos. deverá efetuar cotação no mercado para locação. ITEM PATRIMONIAL VIDA ÚTIL (meses) MÉDIA MÁXIMA MICROCOMPUTADORES E IMPRESSORAS 24 48 PLOTERES 24 48 SOFTWARES 18 24 APARELHOS DE FAX OU TELEFONE 60 60 MÓVEIS E UTENSÍLIOS 48 60 EQUIPAMENTOS DE TOPOGRAFIA OU DE LABORATÓRIO 60 60 MÁQUINA DE CAFÉ. por exemplo. PLOTERES. Empresas e Profissionais Fórmulas de Cálculo das Parcelas do Custo de Bens Patrimoniais: DEPRECIAÇÃO = VALOR DE AQUISIÇÃO ÷ VIDA ÚTIL JUROS = VALOR DE AQUISIÇÃO x TAXA ANUAL DE JUROS ÷ 12 MANUTENÇÃO = 0. ANTENA.Entendemos como bens patrimoniais itens de consumo que não se desgastam em um único contrato. é necessário que se defina o custo de aluguel destes itens. • MANUTENÇÃO – é a parcela por meio da qual se mantém o patrimônio em perfeitas condições de utilização. No caso da empresa não possuir o bem.

00 ÷ 30 D = R$ 500.00 x 0.00 J = VALOR DE AQUISIÇÃO x TAXA ANUAL DE JUROS ÷ 12 Adotando-se a TAXA ANUAL DE JUROS igual a 12% ao ano.000.00 + R$ 150. assim temos: ET (hora) = R$ 900.000.Calcular o custo mensal de um aparelho de topografia do tipo estação total (ET) de última geração.00 + R$ 250. considerar que o mesmo trabalha 160 horas por mês.5 x 15. por exemplo.5 x VALOR DE AQUISIÇÃO ÷ VIDA ÚTIL M = (0. no valor de R$ 15.tos de informática consultar no mercado os valores do custo de manutenção mensal (fixa) e corretiva (eventual. com substituição de peças e componentes).00. no valor de R$ 2.00. É usual nestes contratos o fornecimento pelo cliente da energia elétrica. MC = D + J + M D = VALOR DE AQUISIÇÃO ÷ VIDA ÚTIL Adotando-se a VIDA ÚTIL igual a 24 meses. Deve-se observar que a energia elétrica necessária à utilização dos equipamentos ou aparelhos será computada em um item específico do custo indireto. temos: J = 15.33 J = VALOR DE AQUISIÇÃO x TAXA ANUAL DE JUROS ÷ 12 68 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. ET = D + J + M M = 0. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 69 . conforme informado anteriormente.00 2.12 ÷ 12 J = R$ 150. devemos adotar a metodologia apresentada no capítulo 7. EXEMPLO PRÁTICO: 1.00 por mês Se quisermos conhecer o aluguel por hora.000.Calcular o custo mensal de um microcomputador (MC) de última geração.00) ÷ 30 M = R$ 250. podemos.63 D = VALOR DE AQUISIÇÃO ÷ VIDA ÚTIL Adotando-se a VIDA ÚTIL igual a 30 meses. temos: D = 2.00 ÷ 160 horas ET (hora) = R$ 5.00 ET (mês) = R$ 900. Para veículos.000.00 ET (mês) = R$ 500.000.000.00 ÷ 24 D = R$ 83. uma vez que os serviços transcorrem dentro do canteiro de obras da construtora. temos: D = 15. por exemplo.

temos: J = 1.5 x 2.5 x VALOR DE AQUISIÇÃO ÷ VIDA ÚTIL M = (0.00 MC (mês) = R$ 83.00 ÷ 18 J = R$ 20. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 71 . assim temos: MC (hora) = R$ 145.800.00. por exemplo.000. temos: J = 2. podemos. 18 meses. assim temos: IL (hora) = R$ 168.00 + R$ 18.00 IL (mês) = R$ 100.12 ÷ 12 D = 1.00) ÷ 24 M = R$ 41.00 ÷ 170 horas IL (hora) = R$ 0.12 ÷ 12 J = R$ 18.00 M = (0. no valor de R$ 1.00 IL (mês) = R$ 168.800.Calcular o custo mensal de uma impressora a lazer (IL) de última geração.5 x 1.5 x VALOR DE AQUISIÇÃO ÷ VIDA ÚTIL MC (mês) = R$ 145.00) ÷ 18 Se quisermos conhecer o aluguel por hora. podemos.800.67 M = 0. considerar que o mesmo trabalha 170 horas por mês.00 + R$ 50.00 x 0.00 Se quisermos conhecer o aluguel por hora.00 D = R$ 100. temos: Adotando-se a VIDA ÚTIL igual a 18 meses.D = VALOR DE AQUISIÇÃO ÷ VIDA ÚTIL Adotando-se a TAXA ANUAL DE JUROS igual a 12% ao ano.00 + R$ 41.33 + R$ 20.99 3. Considerar a vida útil igual ao prazo do contrato. uma vez que após o encerramento da obra o equipamento será doado ao cliente.67 J = VALOR DE AQUISIÇÃO x TAXA ANUAL DE JUROS ÷ 12 Adotando-se a TAXA ANUAL DE JUROS igual a 12% ao ano. IL = D + J + M 70 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.00 ÷ 170 horas MC (hora) = R$ 0. considerar que o mesmo trabalha 170 horas por mês.000.85 M = R$ 50.800. por exemplo.00 M = 0.00 x 0.

67 CAFÉ (mês) = R$ 26.00. no valor de R$ 800.67 ÷ 160 horas CAFÉ (hora) = R$ 0.67 SW (mês) = R$ 173.800. por exemplo.33 + R$ 6. podemos. CAFÉ = D + J + M D = VALOR DE AQUISIÇÃO ÷ VIDA ÚTIL Adotando-se a VIDA ÚTIL igual a 60 meses. considerar que o mesmo trabalha 160 horas por mês.33 72 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. temos: J = 4.00 M = Não se considerou verba para manutenção SW (mês) = R$ 133.33 J = VALOR DE AQUISIÇÃO x TAXA ANUAL DE JUROS ÷ 12 Adotando-se a TAXA ANUAL DE JUROS igual a 10% ao ano. SW = D + J + M D = VALOR DE AQUISIÇÃO ÷ VIDA ÚTIL Adotando-se a VIDA ÚTIL igual a 36 meses. no valor de R$ 4.4. temos: J = 800.67 + R$ 6.67 Adotando-se a TAXA ANUAL DE JUROS igual a 10% ao ano.Calcular o custo mensal de uma máquina de café (CAFÉ).800.00 x 0.10 ÷ 12 J = R$ 40.800. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 73 .00) ÷ 60 M = R$ 6.67 Se quisermos conhecer o aluguel por hora.5 x VALOR DE AQUISIÇÃO ÷ VIDA ÚTIL M = (0.33 + R$ 40. temos: D = 800.00 CAFÉ (mês) = R$ 13.00. temos: D = 4.Calcular o custo mensal de aquisição de um software ou conjunto de softwares (SW).00 ÷ 36 D = R$ 133.33 J = VALOR DE AQUISIÇÃO x TAXA ANUAL DE JUROS ÷ 12 M = 0.00 x 0.00 ÷ 60 D = R$ 13. assim temos: CAFÉ (hora) = R$ 26.10 ÷ 12 J = R$ 6.5 x 800.17 5.

por exemplo. temos: D = 3.Calcular o custo mensal de aluguel de mobiliário de obra.00 x 0. cadeiras padrão normal no valor de R$ 45.00 cada. estufa para marmitas no valor de R$ 300. considerar que o mesmo trabalha 170 horas por mês.00 cada. geladeira no valor de R$ 800.00.12 ÷ 12 J = R$ 37. arquivo metálico no valor de R$ 150.00.750. MOB = D + J + M D = VALOR DE AQUISIÇÃO ÷ VIDA ÚTIL MOB (mês) = R$ 100.50 M 6.750.Se quisermos conhecer o aluguel por hora. mesa de reunião com 06 cadeiras no valor de R$ 500.00 ÷ 60 D = R$ 62.50 Mobiliário utilizado pelo contrato: • • • • • • • • • 05 10 03 01 01 01 02 01 04 mesas tipo escrivaninha no valor de R$ 120.750. RADIO = D + J + M D = VALOR DE AQUISIÇÃO ÷ VIDA ÚTIL Adotando-se a VIDA ÚTIL igual a 36 meses.00 ÷ 170 horas MOB (hora) = R$ 0. assim temos: MOB (hora) = R$ 100.Calcular o custo mensal de aluguel de um rádio transmissor com alcance de 5 km. por exemplo. = Não se considerou verba para manutenção MOB (mês) = R$ 62.59 7.00.00 cada e estantes metálicas abertas no valor de R$ 40. assim temos: SW (hora) = R$ 173. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 75 . considerar que o mesmo trabalha 170 horas por mês.00. máquinas de calcular elétricas no valor de R$ 35. cujo valor de aquisição é de R$ 450. conforme dos itens relacionados abaixo.00.00 ÷ 36 Adotando-se a VIDA ÚTIL igual a 60 meses. temos: D = 450.00 Se quisermos conhecer o aluguel por hora. no valor total de R$ 3.00 cada.00 cada.33 ÷ 170 horas SW (hora) = R$ 1. podemos.02 Adotando-se a TAXA ANUAL DE JUROS igual a 12% ao ano.50 + R$ 37. podemos. temos: J = 3.50 J = VALOR DE AQUISIÇÃO x TAXA ANUAL DE JUROS ÷ 12 74 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. armários fechados no valor de R$ 240.00 cada.

5 x VALOR DE AQUISIÇÃO ÷ VIDA ÚTIL ANEXO 1 Modelo de Mapa de Coleta de Preços (para Elaboração da Pesquisa de Mercado) DE RADIO (mês) = R$ 12.25 PREÇOS M = (0.25 RADIO (mês) = R$ 23.Pagmto: Prazo Entrega Total Compra Impostos (%): Fornecedor : Preço Base Desconto(%): Vendedor : Telefone : Frete : 77 .14 Unitário Total M = R$ 6. assim temos: RADIO (hora) = R$ 23. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias Cliente Obra Observações : : : Data da Coleta Cond.25 ÷ 170 horas RADIO (hora) = R$ 0.5 x 450.00 x 0.00) ÷ 36 Unitário Total Unitário Total COLETA Previsão de Entrega : DESCRIÇÃO Endereço de Entrega : QUANT.D = R$ 12.50 M = 0.50 + R$ 6.12 ÷ 12 J = R$ 4. UNID 76 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. considerar que o mesmo trabalha 170 horas por mês. por exemplo. temos: J = 450. podemos.50 + R$ 4.25 Se quisermos conhecer o aluguel por hora.50 J = VALOR DE AQUISIÇÃO x TAXA ANUAL DE JUROS ÷ 12 Adotando-se a TAXA ANUAL DE JUROS igual a 12% ao ano.

Custo Horário de Utilização de Equipamentos e Veículos.1 MEDOTODOLOGIA DE CÁLCULO DO CUSTO HORÁRIO DE UTILIZAÇÃO DE EQUIPAMENTO 7.2 CUSTO DO TRANSPORTE POR HORA Segue a metodologia apresentada no Capítulo 6 .1.1 INTRODUÇÃO A metodologia exposta neste capítulo para cálculo do custo de utilização de veículos pode ser aplicada para transportes de carga. ou seja. “UMA METODOLOGIA DE ORÇAMENTAÇÃO PARA OBRAS CIVIS” e aqui transcrita de maneira resumida naquilo que é importante para os prestadores de serviço alvo do livro. As formas de cálculo do custo de utilização dos veículos adotados nos orçamentos de serviços previstos no âmbito deste livro podem ser definidos como segue abaixo: Custo por hora Custo por quilômetro rodado • Custo mensal • Fórmula de cálculo do transporte por km ou por mês • • 7. descrita pormenorizadamente em nossa primeira publicação. motocicleta e carros de passeio.1 Definição Paulo Roberto Vilela Dias 79 .2. 7.7 METODOLOGIA DE CÁLCULO DO CUSTO DE VEÍCULOS 7. ônibus.2.

enquanto juros corresponde a remuneração do capital investido. isto é. será adotado o método preconizado no MANUAL DE COMPOSIÇÃO DE CUSTOS RODOVIÁRIOS DO DNER . é a soma dos itens de Depreciação e Juros e Operação . nestes casos. A expressão geral do valor desta parcela será: p = Vo x i + [(Vo . o tempo de espera para entrar em operação na equipe. O custo horário é composto das seguintes parcelas: • o custo produtivo.1. denominado custo produtivo. de motor ligado. uma terceira classificação para o custo horário de equipamentos. compreendendo duas parcelas. 7.depreciação é a perda de valor do equipamento em decorrência de uso ou obsolescência. que é utilizada nas composições de custo. A soma dos quatro componentes anteriormente expostos. que representa o custo improdutivo. quando for o caso. ou seja: Custo Produtivo (CP) = DJ + M + MAT + MO Custo Improdutivo (CI) = DJ + MO Apresentamos neste capítulo a metodologia aconselhada para o cálculo de cada uma destas parcelas. O método a ser adotado para o cálculo da depreciação e juros será o Fundo de Reserva (sinking fund).1] . onde: Vo = valor de aquisição R = valor residual i = taxa de juros n = vida útil em anos (ver tabela a seguir) Paulo Roberto Vilela Dias 81 Normalmente existe a necessidade de se atribuir ao custo horário dos equipamentos. operador de máquinas e auxiliares.1. para estimativa de custo. e ainda. Empresas e Profissionais . Juros é a remuneração do capital investido na compra do bem. MÃO-DE-OBRA (MO) – é a mão-de-obra necessária à operação do equipamento.R)i ÷ (1 + i )n . 7. pode-se acertar a cobrança destas horas por meio do custo improdutivo ou definir-se outro modo diretamente com o contratante.2. materiais e mão-de-obra: MATERIAIS (MAT) – é o conjunto de materiais necessários a operação dos equipamentos. OPERAÇÃO – é a utilização do equipamento. ou seja. daí ter-se desenvolvido uma metodologia para determinação do custo horário de utilização do equipamento. sem operar e com motor desligado à disposição do cliente.2 Método de cálculo adotado Para efeito de simplificação.1972. ainda. MANUTENÇÃO (M) – é a parcela por meio da qual se mantém o equipamento em perfeitas condições de uso. A partir da pesquisa de mercado do valor de aquisição e aplicando-se a metodologia a seguir exposta. fatores independentes da vontade da construtora levaram a máquina a estar paralisada aguardando alguma liberação para reiniciar suas atividades.2. sua utilização em operação normal. DEPRECIAÇÃO E JUROS . Neste caso.Mão-de-obra. Existe. a seguir resumido. Normalmente.Custo de utilização de equipamentos é o gasto que decorre da posse e da operação do mesmo. A unidade de tempo em que geralmente se mede o custo de utilização dos equipamentos é a hora.3 Metodologia do DNER para cálculo do custo horário de utilização de equipamentos • • • • • DEPRECIAÇÃO E JUROS (DJ) – depreciação é a parcela referente a perda de valor do equipamento em decorrência de uso ou obsolescência. ou seja. determina 80 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. enquanto que o custo improdutivo.

96 6 2. pick up e veículo de passeio Compressor de ar.90 137. Considerando-se de 10% ao ano a taxa de juros.000 4 2. gerador. obtém-se a tabela a seguir com os valores para r: TABELA DE DEPRECIAÇÃO E JUROS EXPRESSAS COMO UM PERCENTUAL DO VALOR DE AQUISIÇÃO DO EQUIPAMENTO Vida útil (anos) 1 2 3 4 5 6 7 8 Juros durante a vida útil (%) 10.1) ] x n expressão que pode ser adotada para a determinação da parcela de depreciação e juros.333 1. carregadeira de esteira ou pneus.63 126.750 horas anos r = [ [ (qn (q . a expressão pode ser assim escrita: p = [(qn (q .500 82 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.1)) 100 ] ÷ (qn .500 1.000 6 1. motoniveladora. a expressão anterior assume a seguinte forma: p = Vo x i [1 + (1 ÷ (1 + i)n .78 49. Multiplicando-se a expressão anterior por 100. usina de solo Distribuidor e espalhador de agregados Caminhão tanque ou de carroceria fixa.96 Depreciação e juros durante a vida útil (%) 110.1)) ÷ (qn .1)]. Com esta consideração pode-se introduzir simplificações na fórmula que permite a apresentação de uma tabela da taxa de depreciação e juros. escavadeira Serra circular Conjunto de britagem Tanque pré-aquecedor Vassoura mecânica e grade de discos Distribuidor de asfalto Acabadora de asfalto Rolo pé-de-carneiro.1] Fazendo-se (1 + i) = q.19 31.Considera-se o valor residual nulo. têm-se: Define-se por vida útil do equipamento o período de tempo que vai de sua aquisição e início de funcionamento.000 3 1.750 Média anos 4 4 4 Pesada horas 2.1)] .24 120. dumptor.000 2.78 149. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 83 . que corresponde ao custo de oportunidade do capital. Deve-se adotar para a vida útil dos equipamentos os valores em anos. moto-escavo transportador.000 1. rolo de pneus pressão variável. rolo liso vibratório e rolo liso 6 8 8 8 8 2. multiplicada pelo valor de aquisição do equipamento resulta exatamente no valor de depreciação e juros.333 2.77 143.000 5 6 6 6 7 2. Vo sendo que a expressão [(qn (q . usina de asfalto.24 20.250 1. durante a vida útil dos equipamentos.250 1.00 15.77 43.63 26. até a data de sua retirada do serviço por obsolescência ou por ter atingido custo de manutenção muito elevado.500 1.90 37. onde são previstas também as três condições de serviço em que o equipamento pode trabalhar: TABELA DE VIDA ÚTIL DE EQUIPAMENTOS CONDIÇÕES DE SERVIÇO EQUIPAMENTOS Perfuratriz manual Leve anos horas Vibrador de imersão Bomba mecânica Betoneira Tratores de esteira ou pneus.1)) ÷ (qn .19 131. Considerando-se o valor residual nulo.00 115.000 1. ou horas trabalhadas durante esse período. A vida útil é baseada no tipo de equipamento e nas condições de serviço em que é empregado. constantes da tabela a seguir. caminhões basculantes e retroescavadeira e pá mecânica de pneus.666 1.

o custo horário de manutenção dos equipamentos deve ser obtido através da seguinte expressão: Manutenção (M) = [Vo ÷ (n x h)] x k.00984 Vassoura mecânica e grade de discos 0. trator de pneus. sem material rodante. com seus respectivos encargos sociais.000. rolo liso vibratório e rolo liso 0.62 MANUTENÇÃO Manutenção engloba todos os gastos referentes a: reparos de pequena ou grande monta. diretamente. Assim. a percentagem de depreciação e juros. Custo horário de depreciação/juros (DJ) = valor aquisição x (% da tabela ÷ 100). rodas motrizes e demais peças de desgaste efetivo durante a operação. moto-escavo transportador. parafusos. • pneus.01319 0.01249 Rolo pé-de-carneiro..00 x (0. trabalhando em condições médias. câmaras de ar. por exemplo. temos: 84 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. retroescavadeira e pá mecânica de pneus.01530 Tanque pré-aquecedor 0. usina de solo 0. peças e acessórios de reposição.01802 Tratores de esteira. para todas as classes de equipamentos enumerados anteriormente: TABELA DE DEPRECIAÇÃO E JUROS POR HORA EXPRESSA COMO UM PERCENTUAL DO VALOR DE AQUISIÇÃO DO EQUIPAMENTO. • Para quantificar os gastos de manutenção dos equipamentos é adotado o método de vincular. gerador.00. • reapertos.01319. Sabendo-se que o valor de aquisição é igual a R$ 35.up e veículo de passeio 0. n = vida útil em anos. gastos de oficina e mão-de-obra .Baseado na metodologia indicada anteriormente e na vida útil apresentada. conforme tabela anteriormente apresentada.01319 ÷ 100) DJ = R$ 4. as reservas destinadas à manutenção com o valor de aquisição do equipamento. lâminas. esteiras. caminhões basculantes. ou seja. etc. DJ = 35.01148 Serra circular 0.01071 Pela tabela de depreciação e juros o percentual expresso em função do valor de aquisição é 0.02010 Vibrador de imersão 0. usina de asfalto.02103 Betoneira 0. onde: Vo = valor de aquisição do equipamento.01378 Distribuidor e espalhador de agregados 0. lavagem . k = coeficiente de proporcionalidade. de acordo com a tabela a seguir: EXEMPLO DO CÁLCULO DA DEPRECIAÇÃO E JUROS POR HORA Considere-se. correias.000. pintura. carregadeira de esteira e pneus. incluindo materiais. dumper. regulagem. escavadeira 0. organizou-se a tabela a seguir onde se obtém. conforme tabela anterior. uma pick-up.01722 Caminhão tanque ou de carroceria fixa. pick. limpeza. motoniveladora. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 85 . rolo de pneus pressão variável.01577 Compressor de ar.01027 Conjunto de britagem 0. EM (%) CONDIÇÕES DE SERVIÇO EQUIPAMENTOS Leve Média Pesada Perfuratriz manual 0.01148 0.02523 Bomba mecânica 0.01874 Distribuidor de asfalto 0. cantos.01499 Acabadora de asfalto 0. para fins de previsão. h = horas trabalhadas por ano.

..80 Por outro lado... baseado em consumos médios horários de combustível e lubrificantes. • a despesa horária com filtros corresponde a 50% do valor total dos óleos lubrificantes consumidos por hora.50 CUSTO DE OPERAÇÃO MATERIAIS Fazem parte desta parcela os custos referentes aos seguintes materiais: combustíveis óleo lubrificante de carter • óleos lubrificantes para sistema hidráulico..... admitindo-se... 0..002 filtro .000 horas k = 0.....80 M = [Vo ÷ (n x h)] x k.. tem-se: Vo = R$ 35..50 0...TABELA DE COEFICIENTES DE PROPORCIONALIDADE EQUIPAMENTOS Caminhão basculante.. são encontrados os seguintes resultados por HP na barra de direção e por hora: a) Para motores a óleo diesel óleo diesel .. ou aplicando-se os valores conhecidos. 0..00 0. pá carregadeira. betoneira.. com 92 HP de potência.002 graxa .000..... vassoura mecânica e tanque pré-aquecedor Perfuratriz manual..000.....50 0. • o preço do óleo lubrificante é igual aproximadamente a 6 vezes o do óleo diesel e 5 vezes o da gasolina.90 0. • EXEMPLO DO CÁLCULO DO CUSTO DE MANUTENÇÃO Considerando-se uma pick-up ..80 = R$ 2.00 n = 5 anos h = 2.. escavadeira..... moto-escavo-transportador e retroescavdeira e pá mecânica Motoniveladora...90 0.. vibrador de imersão....... que esta proporção se mantenha constante...00 0..... inclusive.00 ÷ (5 x 2. no caso de motores a diesel. trator de pneus. considerar em separado o custo de reposição das mandíbulas Trator de esteira..000)] x 0.001 Paulo Roberto Vilela Dias litros litros litros litros por por por por HP HP HP HP 87 86 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.. caminhão de carroceria fixa e cavalo mecânico e pick up Compressor de ar Distribuidor e espalhador de agregados.... 0... Empresas e Profissionais .150 óleos lubrificantes ...... grade de discos. serra circular e gerador Rolos compressores rebocáveis e veículo de passeio K 1.90 1.. caminhão tanque..80 0.....80 M = R$ 2.. fornecidos por ábacos e tabelas.. transmissão e comandos finais • graxa • filtros para combustíveis e lubrificantes • • A quantificação dos gastos com os materiais de operação será feita a partir das seguintes hipóteses: preço médio único para todos os óleos lubrificantes utilizados pelos equipamentos.... 0.........80 0. • o preço unitário da graxa equivale ao dobro do de óleo lubrificante..... dumper Usina e distribuidor de asfalto e usina de solo Acabadora de asfalto e rolos compactadores auto-propulsores Conjunto de britagem... bomba centrífuga.. temos: M = [35..

.. 0. no caso de equipamentos a gasolina: multiplica-se o fator 0.......001 x 10 Total 0............ que deve ser adotado.. que deve ser adotado...............002 litros por HP graxa .002 litros por HP graxa .........225 óleo lubrificante .010 0. 0.....245 x HP x preço de 1 litro de gasolina c) Para motores à álcool álcool ....225 litros por HP óleo lubrificante ....300 0..................010 0..................... que deve ser adotado... 0........... 0..012 0............326 x HP x preço de 1 litro de álcool 88 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.245 O que justifica o seguinte critério............ 0.........18 x HP x preço de 1 litro de óleo diesel b) Para motores à gasolina gasolina ...326 pela potência do veículo em HP e este produto pelo preço do litro do álcool...... 0....18 pela potência da máquina em HP e este produto pelo preço do litro do óleo diesel....002 x 6 filtros .... tem-se: óleo diesel ..... no caso de equipamentos a álcool: multiplica-se o fator 0..........300 litros por HP óleo lubrificante ................002 x 7 graxa . 0..... antes estabelecidas........... 0....... 0.001 litros por HP Tomando-se o preço do álcool como parâmetro e operando-se com base nas premissas de que o preço do álcool é sete vezes menor que o do óleo lubrificante e doze vezes menor que o da graxa...006 0.. no caso de equipamentos a óleo diesel: multiplica-se o fator 0.... para a determinação do custo horário de materiais de operação...012 0.....Tomando-se o preço do litro de óleo diesel como parâmetro e operando-se com base nas premissas....180 O que justifica o seguinte critério.012 0....... 0.................. para a determinação do custo horário de materiais de operação......... 0.......... 0..... para a determinação do custo horário de materiais de operação....................... tem-se: álcool . ou pela seguinte expressão: Custo horário de material (MAT) = 0......225 0.150 0....014 0.....300 óleo lubrificante . 0..............245 pela potência da máquina em HP e este produto pelo preço do litro da gasolina.......002 x 3 graxa ....... sendo que o preço da gasolina é cinco vezes menor que o do óleo lubrificante e dez vezes menor do que a graxa.............001 x 12 Total 0.. Ou traduzindo-se em fórmula: Custo horário de material (MAT) = 0.. 0..001 litros por HP Tomando-se o preço da gasolina como parâmetro e operando-se com base nas premissas antes estabelecidas...326 O que justifica o critério seguinte...001 x 12 Total 0............ Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 89 ......... 0.002 x 5 graxa ... 0..150 óleos lubrificantes ..... tem-se: gasolina ........... Ou traduzindo-se em fórmula: Custo horário de material (MAT) = 0...

não são adotados nos casos das máquinas pesadas. inclusive automóveis de passeio.35 = R$ 8.80. anteriormente citada. EXEMPLO PRÁTICO DE CÁLCULO DO CUSTO DE OPERAÇÃO Admitindo-se a mesma pick-up marca FORD. sendo o preço do litro deste igual a R$ 0. onde são consideradas muitas variáveis de difícil obtenção. Podem ser adotadas diversas sistemáticas de cálculo do custo por km. É mais adotado para os veículos de passageiros ou de carga leves (pick-up. assim temos: MO = R$ 4.25 + 4. condições da superfície de rolamento. No âmbito desta publicação. referente a pessoal. à óleo diesel. sabendo-se que o motorista percebe R$ 4. a quantidade de curvas fechadas. Este processo é bastante sofisticado.35 = R$ 25. entretanto. porém. com potência de 92 HP. o apresentado no Manual de Operações do DNER. entre eles. considerando-se as leis sociais (85%).d) Para motores elétricos Assim sendo. inclinação de rampas.62 + 4. em certos casos é utilizado para o transporte por caminhões.02 EXEMPLO PRÁTICO DE CÁLCULO DO CUSTO DE OPERAÇÃO Admitindo-se a mesma pick-up. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 91 .3. O consumo horário em termos de KW será numericamente igual a potência. as leis sociais. kombi.35 pôr hora.1 Método de cálculo do custo por km O custo por km é normalmente aplicado para veículos de transporte de carga de qualquer porte e passageiros.25 MÃO-DE-OBRA Para fins de determinação do custo da mão-de-obra de operação.80 + 13. tais como.). etc. é mais adequado considerar-se uma metodologia simplificada para composição do custo por quilômetro.62 + 2. servindo de modo mais eficaz em estudos de viabilidade de projetos rodoviários. 90 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. temos o seguinte valor para o custo horário da pick-up marca FORD acima citada: CUSTO PRODUTIVO = CP = DJ + M + MAT + MO CUSTO IMPRODUTIVO = CI = DJ + MO Os motores elétricos poderão ter sua potência expressa em termos de quilowatt (KW). Os profissionais incorporados ao custo da mão-de-obra de operação não devem ser cobrados em outros itens do orçamento da obra. temos: MAT = 0.97 7.3 Custo do transporte por quilômetro rodado Em alguns casos há a necessidade de se considerar no orçamento determinado veículo rodando uma quantidade conhecida ou aproximada de quilômetros por mês. conforme descrito a seguir: 7. anteriormente citada.18 x 92 x 0.80 MAT = R$ 13. Donde simplificando-se tem-se: Custo horário material (MAT) = KW x preço de 1 KW/h Industrial CP = 4. principalmente nos custos indiretos. também.35 CI = 4. etc.18 x HP x preço do litro do óleo diesel MAT = 0. devese adotar a mesma sistemática apresentada no Capítulo 3. incluindo-se.

onde: D = depreciação por quilômetro Va = valor de aquisição do veículo Vr = valor residual.Vp) ÷ Vu.1 Instruções para preenchimento do formulário de cálculo do custo por km DESCRIÇÃO Trata-se da descrição do veículo a ser adotado. Para sua melhor compreensão.Para maior simplicidade no entendimento do método de cálculo. ou seja. podendo ser adotada a tabela apresentada a seguir. marca.000 JUROS DE CAPITAL J = (Va x i) ÷ (KMM x 12). CÓDIGO Será adotada qualquer codificação existente na empresa ou aquela que atenda ao órgão público origem do orçamento.6Va .000 km ou 5 (cinco) anos. tipo e eventualmente alguma outra característica adicional que sirva para identificar melhor o veículo. a metodologia empregada é descrita através de instruções para preenchimento do formulário. A fórmula anterior pode ser reduzida à seguinte: D = (0. C = (preço de um litro de combustível) ÷ (consumo por litro) 92 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. podendo ser adotada a tabela apresentada a seguir. DEPRECIAÇÃO POR QUILÔMETRO A fórmula que aconselhamos é a seguinte: D = (Va .Vr . a construtora deverá aplicar a quilometragem mais próxima da realidade de suas obras ou serviços. onde: J = Juros Va = valor de aquisição do veículo i = taxa anual de juros (pode-se adotar 12% ou qualquer outra que efetivamente esteja sendo praticada pela construtora) KMM = quilometragem média percorrida por mês. pode-se adotar o valor de 100.3. 7. foi confeccionado o formulário correspondente que está apresentado apenso ao final do texto explicativo. adotar 40% de Va Vp = valor dos pneus. Preferencialmente.Vp) ÷ 100. que deve ser controlada pela administração: TABELA DE QUILOMETRAGEM MÉDIA PERCORRIDA POR MÊS VEÍCULO GOL 1000 gasolina SAVEIRO gasolina Pick-up gasolina Caminhão 2 eixos Caminhão 3 eixos Cavalo Mecânico KMM 3000 3000 3000 3500 3500 3500 COMBUSTÍVEL É o resultado da divisão do preço de um litro de combustível pelo consumo de combustível conhecido para o veículo. este custo está incluído em item próprio.1. adiante determinado Vu = vida útil do veículo. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 93 .

OD = (capacidade tanque x preço de 1 litro de óleo) ÷ (vida útil por troca) 94 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.5 / 30.000 3 / 5. podendo-se adotar a tabela apresentada adiante. LAV = preço de uma lavagem x quantidade por KMM (ou por mês) Paulo Roberto Vilela Dias 95 ÓLEO DO CÂMBIO E DO DIFERENCIAL Corresponde à aplicação da fórmula a seguir.TABELA DE CONSUMO POR LITRO VEÍCULO GOL 1000 gasolina SAVEIRO gasolina Pick-up gasolina Caminhão 2 eixos Caminhão 3 eixos Cavalo Mecânico km/l 11 9 8 5 3.5 TABELA DE CAPACIDADE DE CÂMBIO VEÍCULO GOL 1000 gasolina SAVEIRO gasolina Pick-up gasolina Caminhão 2 eixos Caminhão 3 eixos Cavalo Mecânico litros / vida útil 0/0 0/0 4. Empresas e Profissionais .0 / 10.000 21.2 / 60. atualmente corresponde a taxa denominada IPVA (cada Estado determina o valor a ser pago) mais o SEGURO OBRIGATÓRIO ANUAL dividido por 12 meses multiplicado pela quilometragem média percorrida por mês.000 LICENCIAMENTO E SEGURO OBRIGATÓRIO É obtido pelo resultado do valor efetivo do licenciamento anual do veículo.5 / 10.0 / 60.000 34.000 23. podendo ser adotada a tabela de capacidade do cárter e vida útil do mesmo apresentada a seguir: OC = (litros cárter x preço de 1 litro de óleo) ÷ (vida útil por troca) TABELA DE CAPACIDADE DE CARTER VEÍCULO GOL 1000 gasolina SAVEIRO gasolina Pick-up gasolina Caminhão 2 eixos Caminhão 3 eixos Cavalo Mecânico litros/vida útil 3 / 5.000 8.0 / 60.000 16.000 12. ST = (preço do prêmio do seguro total) ÷ (KMM x 12) LUBRIFICAÇÃO E LAVAGEM É obtido pelo resultado da divisão do preço de uma lavagem do veículo pela periodicidade da mesma.000 ÓLEO DO CÁRTER Corresponde a aplicação da fórmula apresentada a seguir. da capacidade do tanque e da periodicidade de troca.8 / 10. Pode-se adotar a tabela de periodicidade de lavagem a seguir.5 2.000 7 / 7. LIC = (preço do IPVA + seguro obrigatório) ÷ (KMM x 12) SEGURO TOTAL É obtido pelo resultado da divisão do preço do prêmio do SEGURO TOTAL ANUAL cobrado pelo mercado segurador dividido por 12 meses multiplicado pela quilometragem média percorrida por mês. função do preço do óleo.

0000048 0. cantos. • pneus. acessórios de reposição. incluindo materiais.5 1. o custo em função do valor de aquisição. correias e demais peças de desgaste efetivo durante a operação.0000055 0.000 6 / 80.5 1. câmaras de ar.000 6 / 85.0000036 0.000 K 0. Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.000 10 / 70. MAN = Va x k PNEUS Corresponde à aplicação da fórmula.000 4 / 40.000 4 / 45. pintura. etc. com respectivos encargos sociais. limpeza.0000025 0. peças.0000033 0.0000018 TABELA DE CONSUMO DE PNEUS VEÍCULO GOL 1000 gasolina SAVEIRO gasolina Pick-up gasolina Caminhão 2 eixos Caminhão 3 eixos Cavalo Mecânico TROCA DE AMORTECEDORES Corresponde a necessidade dos veículos de efetuarem periodicamente a troca dos amortecedores e peças afins. parafusos. regulagem.5 reapertos. e consiste da aplicação da seguinte fórmula: AM = (preço do conjunto de amortecedores) ÷ (vida útil) MANUTENÇÃO Sob este título estão relacionados todos os gastos referentes a: • Podendo ser adotada a tabela de vida útil a seguir apresentada: reparos de pequena e grande monta. onde se pode considerar o número de pneus por veículo e a vida média dos pneus.TABELA DE PERIODICIDADE DE LAVAGEM VEÍCULO GOL 1000 gasolina SAVEIRO gasolina Pick-up gasolina Caminhão 2 eixos Caminhão 3 eixos Cavalo Mecânico quantidade por KMM 1 1 1 1. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 97 96 . • Pode-se adotar para custo da manutenção o coeficiente apresentado na tabela de coeficientes de manutenção a seguir. adotando-se desta forma. como abaixo: PN = (quantidade de pneus x preço de cada pneu) ÷ (vida útil por jogo de pneus) TABELA DOS COEFICIENTES DE MANUTENÇÃO (K) VEÍCULO GOL 1000 gasolina SAVEIRO gasolina Pick-up gasolina Caminhão 2 eixos Caminhão 3 eixos Cavalo Mecânico quantidade/km rodados 4 / 45. gastos de oficina e mão de obra.

da mesma forma que para o custo por km. ou seja. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 99 . CÓDIGO Será adotada qualquer codificação existente na empresa ou aquela que atenda ao órgão público origem do orçamento.Vp) ÷ (5 x 12) MOTORISTA Corresponde ao salário do motorista acrescido de encargos sociais dividido pela quilometragem média mensal. DEPRECIAÇÃO POR MÊS A fórmula que aconselhamos é a seguinte: D = (Va . pode-se adotar o valor de 100.000 50. marca.Vp) ÷ (Vu). é normalmente aplicado para veículos de transporte de carga de qualquer porte e passageiros.60 x Va . este custo está incluído em item próprio adiante determinado Vu = vida útil do veículo.000 A metodologia descrita é bastante semelhante à apresentada para o cálculo do custo por km exigindo.4. Para maior simplicidade no entendimento do método de cálculo foi confeccionado o formulário correspondente que está apresentado apenso ao final do texto explicativo. inclusive automóveis de passeio. onde: D = depreciação por mês Va = valor de aquisição do veículo Vr = valor residual.Vr . MOT = (salário do motorista x encargos sociais) ÷ (KMM) CUSTO POR KM O custo por km corresponde a soma de todas as parcelas anteriormente expostas e pode ser resumida na seguinte expressão: CUSTO POR KM = D + J + C + OC + OD + LIC + ST + LAV + PN + MAN + AM + MOT 7. tipo e eventualmente alguma outra característica adicional que sirva para identificar melhor o veículo. apenas a conversão de unidade de algumas características adotadas.4 MÉTODO DE CÁLCULO DO CUSTO DO TRANSPORTE POR MÊS O custo de transporte por mês. Instruções para preenchimento do formulário de cálculo do custo por mês DESCRIÇÃO Trata-se da descrição do veículo a ser adotado. 7. podendo ser adotada a mesma tabela empregada para a DEPRECIAÇÃO. porém. não são adotados nos casos das máquinas pesadas. 98 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.1. adotar 40% de Va Vp = valor dos pneus.000 km ou 5 (cinco) anos A fórmula anterior pode ser reduzida à seguinte: D = (0.TABELA DE VIDA ÚTIL DOS AMORTECEDORES (AM) VEÍCULO GOL 1000 gasolina SAVEIRO gasolina Pick-up gasolina Caminhão 2 eixos Caminhão 3 eixos Cavalo Mecânico vida útil em km 50.000 40.

atualmente corresponde a taxa denominada IPVA mais o SEGURO OBRIGATÓRIO dividido por 12 meses. onde: J = Juros Va = valor de aquisição do veículo i = taxa anual de juros. podendo ser adotadas as tabelas de capacidade de cárter e de quilômetros rodados (KMM) apresentadas para o cálculo do custo por km. Empresas e Profissionais LICENCIAMENTO E SEGURO OBRIGATÓRIO É obtido pelo resultado do valor efetivo do licenciamento. função do preço do óleo da capacidade do tanque e da periodicidade de troca. PN = [(quantidade de pneus x preço de cada pneu) ÷ (vida útil)] x KMM Paulo Roberto Vilela Dias 101 . OC = (litros do cárter x preço de 1 litro de óleo x KMM) ÷ (vida útil por troca) ÓLEO DO CÂMBIO E DO DIFERENCIAL Corresponde a aplicação da fórmula a seguir. LIC = (preço do IPVA + seguro obrigatório) ÷ 12 SEGURO TOTAL É obtido pelo resultado da divisão do preço do SEGURO TOTAL cobrado pelo mercado segurador dividido por 12 meses. podendo ser adotadas as mesmas tabelas apresentadas para estes itens nas instruções do cálculo por km. C = [(preço de um litro de combustível) ÷ (consumo por litro)] x KMM ÓLEO DO CÁRTER Corresponde a aplicação da fórmula adiante apresentada. OD = (capacidade do tanque x preço do óleo x KMM) ÷ (vida útil por troca) 100 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.JUROS DE CAPITAL J = (Va x i) ÷ 12. aplicando-se a fórmula a seguir : LAV = preço de uma lavagem x quantidade por KMM PNEUS Corresponde a aplicação da fórmula a seguir. podendo-se considerar o número de pneus por veículo e a vida média dos pneus e de quilometragem média mensal as apresentadas nas tabelas do cálculo do custo por km. ST = preço do seguro total ÷ 12 LUBRIFICAÇÃO E LAVAGEM É obtido pelo produto do preço de uma lavagem do veículo pela periodicidade da mesma em função da quilometragem média percorrida por mês. Pode-se adotar a tabela de periodicidade de lavagem apresentada para o caso do custo por km. pode-se adotar 12% ou qualquer outra selecionada pela empresa 12 = número de mêses por ano COMBUSTÍVEL É o resultado da divisão do preço de um litro de combustível pelo consumo de combustível multiplicado pela quilometragem média percorrida por mês. podendo ser adotadas as tabelas sugeridas para o custo por km.

5.Vp) ÷ (Vu). isto é: • • a variável é função da distância de transporte e a variável é independente da distância de transporte Assim. corresponde ao salário do motorista acrescido de encargos sociais. em dois grupos distintos. MOT = salário do motorista x encargos sociais CUSTO POR MÊS Assim sendo. consideramos as variáveis divididas conforme abaixo descritas: a) variável é função da distância de transporte óleo lubrificante (OC) = (litros do cárter x preço de 1 litro de óleo) ÷ (vida útil por troca). pneus (PN) = (quantidade de pneus x preço de cada pneu) ÷ (vida útil). MAN = Va x k x KMM TROCA DE AMORTECEDORES Corresponde a necessidade dos veículos de efetuarem periodicamente a troca dos amortecedores e peças afins. anteriormente citadas. devendo ser adotada a mesma tabela de mão de obra empregada para pessoal da empresa. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 103 . o custo por mês representa a soma das seguintes parcelas: 7. conforme a tabela de DEPRECIAÇÃO. por km ou por mês. FÓRMULA DE CÁLCULO DO CUSTO DO TRANSPORTE POR QUILÔMETRO RODADO OU POR MÊS Podemos dividir as variáveis que constituem o custo do transporte. encontra-se o custo de MANUTENÇÃO. MOTORISTA Uma vez que estamos calculando o custo mensal. amortecedores (AM) = (preço do conjunto de amortecedores) ÷ (vida útil). óleo de câmbio (OD) = (capacidade do tanque x preço do óleo) ÷ (vida útil por troca).MANUTENÇÃO Adotando-se a mesma sistemática apresentada para o custo por km e multiplicando-se pela quilometragem média rodada mensal.Vr . 102 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. e consiste da aplicação da seguinte fórmula: AM = [(preço do conjunto de amortecedores) ÷ (vida útil)] x KMM Podendo ser adotadas as mesmas tabelas de vida útil e quilometragem média mensal apresentadas para o custo por km. combustível (C) = (preço de um litro de combustível) ÷ (consumo por litro) e manutenção (MAN) = Va x k. b) CUSTO POR MÊS = D + J + C + OC + OD + LIC + ST + LAV + PN + MAN + AM + MOT variável é independente da distância de transporte depreciação (D) = D = (Va .

77 x .35 7.37 11.86 0.50 7.99 20.13 41.0 125 145 145 55 80 53 PICK UP SAVEIRO GOL 1000 Custo por mês: Custo por km: y = 0.35 4.juros (J) = J = (Va x i) ÷ 12.35 CUSTO HORÁRIO DE UTILIZAÇÃO DE EQUIPAMENTOS jan-02 Improdutivo 20.45 CUSTO HORÁRIO 45.61 7.35 40.200.126.220x + R$ 1.23 32.80 2.000.09 6.41 DATA : M.77 y = 0.74 2.40 3.00 19.000 126. onde: ANEXO 1 Custo Horário de Utilização de Equipamentos (Veículos de Passeio e de Carga) Produtivo 31.00 2.800.25 35. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias CÓDIGO OBRA Corsa 1.37 50. teremos as variáveis A e B com as seguintes fórmulas: 2.35 4.67 4.220 + R$ 1.000 2.6 com ar KOMBI 95 A = OC + OD + PN + AM + C + MAN Potência (HP) 6 5 Assim. licenciamento (LIC) = (preço do IPVA + seguro obrigatório) ÷ 12.000.85 8.28 4.000 2.500.19 VEÍCULOS DE PASSEIO E DE CARGA 16.35 4.000.26 3.35 23.29 25.000 2.32 105 .90 4. lavagem (LAV) = preço de uma lavagem x quantidade por KMM.35 4.O.000 111.00 Vida Útil Horas (em por ano anos) 2.97 6.6 com ar No quadro ANEXO 6 apresentamos o exemplo do cálculo do custo através da fórmula. podemos admitir a seguinte fórmula para cálculo do transporte por km ou por mês: Por mês: Por km: y A x B = = = = y = Ax + B y = A + (B ÷ x) . seguro total (ST) = preço do seguro total ÷ 12 e motorista (MOT) = salário do motorista x encargos sociais.00 2.50 16.64 49.000 2.000 custo do transporte parcela do custo de transporte função da distância de transporte distância de transporte parcela do custo de transporte independente da distância de transporte 0.35 OPERAÇÃO Material 24.200.97 1.62 2.126.97 17.25 Valor de Deprecia Manuten ção e Aquisição ção Juros (R$) 12.62 12.88 1.80 0. onde temos: Caminhão carroceria fixa 10T B = D + J + LIC + LAV + ST + MOT Caminhão basculante 12m³ MOTOCICLETA 125 HP DESCRIÇÃO PICK UP diesel GOL 1.60 0.800.00 3.96 7.00 23. Desta forma.00 2.88 20.52 16.00 22.35 4.26 13.000.02 43.32 25.46 4. 4.57 1.11 4.06 2.000 5 92 54.00 35. onde: x = distância de transporte 104 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.000 5 5 5 5 5 5 92.

021 0. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 107 .ANEXO 2 Cálculo do Custo por Mês de Veículos (GOL 1000 i) ANEXO 3 Cálculo do Custo por Km de Veículos (GOL 1000 i) CÁLCULO DO CUSTO POR MÊS DE VEÍCULOS Veículo : GOL 1000 i DADOS ELEMENTARES PREÇO ( R$ ) 16.00 27.50 0.308 D = ( 0.PEÇAS E MANUTENÇÃO MOTORISTA DO CUSTO POR MÊS 155.000.00 740.80 5.000 DADOS BÁSICOS PREÇO ( R$ ) 16.VP ) / 12 * 5 J = ( VA .00 40.00 60.56 CUSTO POR KM SEM MOTORISTA COM MOTORISTA 0.200.009 0.000 50.000 0.000 0 45.08 925.0000048 85% CÁLCULO DEPRECIAÇÃO JUROS LICENCIAMENTO SEGURO TOTAL COMBUSTÍVEL ÓLEO LUBRIFICANTE ÓLEO DO CÂMBIO LAVAGEM E LUBRIFICAÇÃO PNEUS AMORTECEDORES OFICINA.50 0.PEÇAS E MANUTENÇÃO MOTORISTA CUSTO POR MÊS SEM MOTORISTA COM MOTORISTA 1.007 0.000 1 5 11 3 0 5.00 1.) / Vida Útil ) * KMM LL = Preço Lavagem * Quantidade P = ((Preço Pneu*Quant.00 0.OBRIG.60 * VA .00 DEPRECIAÇÃO JUROS LICENCIAMENTO SEGURO TOTAL COMBUSTÍVEL CÁLCULO DO CUSTO POR KM 0.60 * VA .013 0.00 61.287.000.075 0. ) / 12 ST = SEGURO ANUAL / 12 OD =( Preço Combustível / consumo ) * KMM OL = ((Preço óleo*Quant.OBRIG.56 2.91 9.00 60.VP ) / 100.00 85% 50.00 40.093 0.00 1. ) / Vida Útil ) * KMM OC = ((Preço óleo*Quant.90 0.00 226.00 20.00 QUANTIDADE VIDA ÚTIL 3.80 106 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.000 Quilometragem Média Mensal Valor de aquisição ( VA ) Taxa de Juros ( i ) % IPVA e Seguro Obrigatório Lavagem e Lubrificação Pneus Combustível Óleo Lubrificante Óleo do Câmbio Seguro Total Anual Jogo de Amortecedores Coeficiente de Manutenção Motorista Quilometragem Média Mensal Valor de aquisição ( VA ) Taxa de Juros ( i ) % IPVA e Seguro Obrigatório Lavagem e Lubrificação Pneus Combustível Óleo Lubrificante Óleo do Câmbio Seguro Total Anual Jogo de Amortecedores Coeficiente de Manutenção Motorista 500.00 40.00 12 1 5 10 3 0 5.000 0 45.67 100.) / Vida Útil ) * KMM AM =(Preço Amortecedores / Vida Útil ) * KMM M = ( VA .033 0.00 490.000 CÁLCULO DO CUSTO POR KM DE VEÍCULOS Veículo : GOL 1000 i DATA : jan/02 DATA : DO VEÍCULO jan/02 DADOS ELEMENTARES DO VEÍCULO DADOS BÁSICOS QUANTIDADE VIDA ÚTIL 3.0000048 500.00 12 740.VP * i ) / 12 L = ( IPVA + SEG.000 0.00 1.00 157.180 0.VP * K ) * KMM MOT = SALÁRIO * LEIS SOCIAIS D = ( 0.200.VP * i ) / 12 * KMM L = ( IPVA + SEG.000 J = ( VA .00 450.212.49 0.052 0. ) / (12*KMM) ST = SEGURO ANUAL / (12*KMM) OD = Preço Combustível / consumo OL = ( Preço óleo*Quantidade ) / Vida Útil OC = ( Preço óleo*Quantidade ) / Vida Útil LL = ( Preço Lavagem * Quantidade ) / KMM P = ( Preço Pneu*Quantidade ) / Vida Útil AM = Preço Jogo Amortecedores / Vida Útil M = VA * K MOT = ( SALÁRIO * LEIS SOCIAIS ) / KMM ÓLEO LUBRIFICANTE ÓLEO DO CÂMBIO LAVAGEM E LUBRIFICAÇÃO PNEUS AMORTECEDORES OFICINA.00 1.00 450.003 0.80 5.

35 CUSTO HORÁRIO ( PRODUTIVO ) = CUSTO HORÁRIO ( PRODUTIVO ) = CUSTO HORÁRIO ( IMPRODUTIVO ) = CUSTO HORÁRIO ( IMPRODUTIVO ) = M = ( ( VA .) / Vida Útil ) x KMM 0.97 ( PREÇO DO VEÍCULO / h x n ) x K h = n = K = 2000 5 0.6 com ar-condicionado) ANEXO 5 Cálculo do Custo Horário (CORSA 1.500.245 x 95 x 1.33 100.50 249.5 MAN = ( R$22.35 R$1.34 R$2.00 / ( 2000 x 5)) x 0.500 Quilometragem Média Mensal Valor de aquisição ( VA ) Taxa de Juros ( i ) % IPVA e Seguro Obrigatório Lavagem e Lubrificação Pneus Combustível Óleo Lubrificante Óleo do Câmbio Seguro Total Anual Jogo de Amortecedores Coeficiente de Manutenção Motorista dj x PREÇO DO VEÍCULO / 100 dj = 0.ANEXO 4 Cálculo do Custo por Mês de Veículos (GOL 1.00 40.0000048 500 85% 40.00 DJ + MAN + MAT + MO DJ + MAN + MAT + MO DADOS BÁSICOS QUANTIDADE VIDA ÚTIL 2.00 21.43 28.80 5.000 DJ = DATA : DO VEÍCULO jan/02 R$22.500 0 35.80 925.00 1.6 PREÇO DO VEÍCULO : CHUE ( PRODUTIVO ) CHUE ( IMPRODUTIVO ) DJ = = = CÁLCULO DO CUSTO POR MÊS DE VEÍCULOS Veículo : GOL 1.VP ) / 48 J = ( ( VA .13 + R$41.PEÇAS E MANUTENÇÃO MOTORISTA DO CUSTO POR MÊS 387.32 R$4.83 2.5 MAN = MAT = R$1.90 + R$4.00 MAT = R$1.500.13 298.86 11.871.796.6 com ar condicionado DADOS ELEMENTARES PREÇO ( R$ ) 25.00 1.108.200.00 0.200.83 CUSTO POR MÊS COM MOTORISTA 108 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.245 x HP x PREÇO 1 LITRO GASOLINA HP = 95 PREÇO DO LITRO DE GASOLINA = CÁLCULO DEPRECIAÇÃO JUROS LICENCIAMENTO SEGURO TOTAL COMBUSTÍVEL ÓLEO LUBRIFICANTE ÓLEO DO CÂMBIO LAVAGEM E LUBRIFICAÇÃO PNEUS AMORTECEDORES OFICINA.80 MAT = MO = R$41.01319 x 0.00 60.75 x VA .VP ) x K ) x KMM MOT = SALÁRIO x LEIS SOCIAIS SEM MOTORISTA 1.00 40.79 0. ) / Vida Útil ) x KMM OC = ((Preço óleo x Quant.6) CÁLCULO DO CUSTO HORÁRIO DE UM CORSA 1.000 1 5 7 3 0 3.35 R$2.) / Vida Útil ) x KMM AM =(Preço Amortecedores / Vida Útil ) x KMM MO = R$4.00 DJ = MAN = R$2. ) / 12 ST = SEGURO ANUAL / 12 OD =( Preço Combustível / consumo ) x KMM OL = ((Preço óleo x Quant.OBRIG.50 0.500.97 + R$50.90 SALÁRIO x ENCARGOS SOCIAIS ( Tabela 3 ) LL = Preço Lavagem x Quantidade P = ((Preço Pneu x Quant.VP ) x i ) / 12 L = ( IPVA + SEG.97 + R$7.00 450.01319 R$22.00 12 1.80 D = ( 0.00 92.13 0.00 642. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 109 .

00 1.80 152.50 5.000 15. lembramos que tratamos do assunto de forma sucinta.80 61.50 0.000.00 1.00 0.00 619.00 40. embalagem. PNEUS QUANTIDADE DE PNEUS CAPACIDADE CAPACIDADE TANQUE DE ÓLEO LUBR.6 ) / ( 12 x 5 ) JUROS J = ( VA x i ) / 12 LICENCIAMENTO L = ( IPVA ) / 12 LAVAGEM LAV = LAVAGEM x 1.073 mão de obra (salários. encargos sociais. sua importância para o Engenheiro de Custos.U. CÂMBIO CAPACIDADE TANQUE DE ÓLEO CÂMBIO MOTORISTA MOTORISTA V. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias .000.00 0. frete e impostos). Nossa intenção é apresentar em separado o custo de produção e as taxas e impostos. O. x PNEU ) / VIDA ÚTIL AMORTEDORES ( PREÇO DO JOGO / VIDA ÚTIL ) COMBUSTÍVEL ( C / CONSUMO ) MANUTENÇÃO M = VA x K 0.00 45.130 0.003 0.CÂMBIO VIDA ÚTIL ÓLEO CÂMBIO V.00 619.U. equipamentos (aquisição. O custo de serviços de consultoria é dividido nas seguintes parcelas: • • • • • • • 152.000 0. 111 110 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.U. envolvendo todos os materiais e todas as atividades necessárias ao processamento dos mesmos. impostos de importação e taxas alfandegárias (não serão considerados neste capítulo por serem específicos de poucas atividades).PNEU. O.77 CÁLCULO DO CUSTO POR KM SUBTOTAL MENSAL ( B ) ÓLEO LUBRIFICANTE ( OL x CAPACIDADE ) / VIDA ÚTIL ÓLEO DE CÂMBIO ( OC x CAP. benefícios e vale transporte). e portanto. seguros e custo financeiro. CAP.00 50.000. VIDA ÚTIL ÓLEO LUBRIFICANTE V.CÂMBIO ) / VIDA ÚTIL PNEUS ( QUANT.0 MOTORISTA ( SALÁRIO X ENCARGOS SOCIAIS ) SEGURO TOTAL ST = ( SEGURO ) / 12 O intuito deste capítulo é demonstrar o elevado custo tributário de serviços de engenharia consultiva. impostos. VIDA ÚTIL PNEU KM R$ % R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ L / KM UNID L L MÊS KM KM KM KM 8 3. materiais (aquisição. O.LUBR.00 5 3. assim discriminados: • SUBTOTAL POR KM ( A ) 0.U.007 0. emolumentos e taxas.280.50 100.007 0. frete e impostos).00 IMPOSTOS NOS SERVIÇOS DE CONSULTORIA CÁLCULO DO CUSTO MENSAL DEPRECIAÇÃO D = ( VA x 0.00 350.200.00 1.00 60.AMORTEC VIDA ÚTIL AMORTECEDORES V. Os valores encontrados representam médias de mercado e o que não pode é o tema passar desapercebido pelo Engenheiro de Custos em vista de sua importância.00 12% 740. Entretanto.67 40.00 0. embalagem.30 4.0000048 10.ANEXO 6 Cálculo do Custo por Mês e por Km (GOL 1000) GOL 1000 ENTRADA DE DADOS QULOMETRAGEM MÉDIA MENSAL VA VALOR DE AQUISIÇÃO I TAXA DE JUROS IPVA IPVA E SEGURO OBRIGATÓRIO LAVAGEM LAVAGEM E LUBRIFICAÇÃO PNEU PNEU D COMBUSTÍVEL OL ÓLEO LUBRIFICANTE OC ÓLEO DO CÂMBIO SEGURO SEGURO TOTAL AMORTEC TROCA DE AMORTECEDORES K COEFICIENTE DE MANUTENÇÃO CONSUMO CONSUMO DE COMBUSTÍVEL QUANT.220 Custo de Produção – que são formados no desenvolvimento das atividades de produção dos produtos e/ou serviços.126.

a) b) • • • • • • • • • Imposto de Produtos Industrializados – IPI.00 4. (correio) e) Consideraremos. o item denominado de imposto no âmbito deste estudo. Imposto de Circulação de Mercadorias e Serviços . apenas. Como desejamos obter separadamente o custo de produção e dos Paulo Roberto Vilela Dias 113 c) 112 . • Custos Tributários – são gastos realizados para atender às imposições legais dos seguintes tipos: Tributos – aquilo que se é obrigado a pagar. Entretanto. utensílios e máquinas estáticas ou móveis empregadas no serviço. IMPOSTOS SOBRE O FATURAMENTO (Nota Fiscal) É necessário considerar em separado os Impostos sobre a Nota Fiscal. cadistas.00 10.ICMS. energia e etc) Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. o construtor não pode deixar de incluir nos seus custos de serviços e obras os demais custos tributários.65 10.00 100. esgoto.Os insumos de produção considerados. que trabalham diretamente na execução do serviço (topógrafos. Imposto – tributo devido ao Estado para o sustento das despesas públicas. material de escritório e etc). microcomputadores e periféricos. engenheiros. RATEIO DO CUSTO TOTAL DOS SERVIÇOS DE CONSULTORIA Aceitamos que o custo de serviços de consultoria de engenharia se divide. Imposto sobre Serviços – ISS. em: DESCRIÇÃO MÃO DE OBRA EQUIPAMENTOS MATERIAIS IMPOSTOS S/ A NOTA FISCAL LUCRO TOTAL % 63. Imposto de Renda Retido na Fonte – IRRF. Contribuição Social sobre o Lucro Líquido . equipamentos de topografia e laboratório. mestre de obra. PIS. legalização de terreno e imóveis e etc) Tarifa – valor fixado para o transporte de uma unidade de carga a uma certa distância. Contribuição Provisória sobre a Movimentação Financeira – CPMF. 5. Entre outros. Taxa – tributo exigido pelo uso normal de serviços públicos. por ser de maior relevância. são os seguintes: Materiais – produtos acabados (papel para impressora ou plotter.00 Estes custos estão tratados adequadamente nos Capítulos 3. 4. especializados ou não. • d) Emolumento – Remuneração especial por ato praticado por servidor público.35 12. COFINS. principalmente. face sua aplicação (sobre o preço final do serviço) e sua relevância. (água. 6 e 7 deste livro. sondas. • Mão de Obra – incluem-se serviços de profissionais. laboratoristas. • Equipamento – se incluem as ferramentas manuais. pessoal técnico e administrativo e etc). EQUIPAMENTOS e MATERIAIS.CSLL e outros. no valor dos mesmos. Empresas e Profissionais Resta calcular os percentuais de impostos a serem aplicados sobre a MÃO DE OBRA. (registro de documentos.

e deduzimos que os impostos sobre a nota fiscal somam aproximadamente 11.04% 2.2 (Lucro Presumido) 1. Assim.00% 46.49% Imposto sobre Produtos Industrializados – IPI. que é de âmbito estadual. estes são divididos em impostos (pagamentos ao governo) e salário indireto do profissional. pois.38 1. conforme descrito a seguir: IMPOSTOS SOBRE O FATURAMENTO DESCRIÇÃO ISS COFINS PIS CPMF (*) I. IMPOSTOS INCIDENTES SOBRE SERVIÇOS DA ENGENHARIA CONSULTIVA (PROJETOS NA CIDADE DO RIO DE JANEIRO) DESCRIÇÃO Mão de Obra Equipamentos Materiais Impostos sobre a Nota Fiscal Lucro Previsto TOTAL Participação no custo 63 4 10. os seguintes valores: IMPOSTOS SOBRE EQUIPAMENTOS E MATERIAIS DESCRIÇÃO IPI ICMS TOTAL % 8% 18% 26% (*) Pode-se discutir se a CPMF é calculada sobre o custo ou sobre o preço de venda dos serviços. encontramos 47.11% 1.65 10 Percentual de impostos 47.8% de impostos. que é de origem federal e seu percentual varia de acordo com o produto e Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. sobre a mão de obra. É importante salientar. RENDA CONTRIBUIÇÃO SOCIAL TOTAL % 5 (Valor de Projeto na Cidade do Rio de Janeiro) 3 0. IMPOSTOS SOBRE OS EQUIPAMENTOS E MATERIAIS Considerou-se os impostos sobre o valor de aquisição dos equipamentos e sobre os materiais utilizados nestes serviços. consideraremos em média. entretanto.0 (Lucro Presumido) 11. Consideramos que a mesma deva ser calculada sobre o preço de venda. IMPOSTOS SOBRE A MÃO DE OBRA Os impostos sobre a mão de obra são conhecidos como encargos sociais. No Rio de janeiro e São Paulo corresponde nesta data a 18% para a grande maioria dos materiais envolvidos nos serviços selecionados neste estudo.23% • Impostos sobre a Circulação de Mercadorias e Serviços – ICMS. conforme planilha anexa. seja qual for a metodologia e o grau de precisão adotado em estudo deste tipo. não representa nenhum erro para o orçamento final.35 12. a carga tributária será sempre muito próxima do valor encontrado. Empresas e Profissionais 114 Paulo Roberto Vilela Dias 115 .65 0.34% do preço de venda do serviço. portanto varia de estado para estado.65% 0.impostos.23%.8 26 26 100 0 Impostos 30.69% 12. de acordo com o que fizemos. os seguintes impostos: • CÁLCULO DA CARGA TRIBUTÁRIA SOBRE SERVIÇOS DE ENHENHARIA CONSULTIVA Podemos montar o quadro a seguir que demonstra que a carga tributária em serviços de engenharia consultiva de projetos na Cidade do Rio de Janeiro é de aproximadamente 45. dentro dos encargos sociais. Portanto.

0 0.0 11. conclui-se que o melhor método a ser adotado é o do coeficiente multiplicador e de acordo com a fórmula apresentada adiante. O método ora apresentado pode ser adotado tanto para o cálculo do preço de venda de serviços pelas empresas. Assim.C) . Preço Unitário de Venda = Custo Unitário Direto x Paulo Roberto Vilela Dias K 117 116 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.9 1. a fase mais delicada do fluxograma do método de cálculo do preço de venda de serviços de engenharia e arquitetura é exatamente a de se definir os itens de custo que compõem o serviço. Empresas e Profissionais . junto às empresas prestadoras de serviços e à própria experiência na elaboração de propostas de preços.(B .4 1.0 1.8 365 52 4 5 30 12 270 (A . ou seja.1 4. como também. materiais. O método adotado considera preliminarmente a elaboração da planilha de quantidades e de serviços. Para se determinar o preço unitário de venda deve-se multiplicar o custo unitário direto pelo fator multiplicador “K”. FGTS Salário Maternidade Repouso Semanal Remunerad Férias Feriados Aviso Prévio Trabalhado Aviso Prévio Indenizado Auxílio-Enfermidade Licença Paternidade H 13º Salário Depós. exige o conhecimento e a definição de todos os insumos necessários a adequada execução do escopo do trabalho.8 4.2 0. Estes são considerados os custos diretos que necessariamente estão apresentados na planilha de quantidades da proposta de preço e podem ser divididos em pessoal.0 17.4 2.F) 20. Sem Justa Causa IAPAS sobre o 13º salário FGTS sobre 13ºSalário SUB-TOTAIS DOS GRUPOS IMPOSTOS Incidência Cumulativa do Grupo A sobre o Grupo B TOTAL CALCULADO 37. equipamentos e serviços.8 14.8 1. Resc.9 17.8 59.E . exigindo bastante experiência do profissional de custos. entretanto.5 Incidente sobre a Hora Normal GRUPO A GRUPO B GRUPO C 9 FÓRMULA DE CÁLCULO DO PREÇO DE VENDA DE SERVIÇOS DE ENGENHARIA E ARQUITETURA São muitas as maneiras e as fórmulas de cálculo do preço de venda de serviços de engenharia e arquitetura.6 6.6 2. após árdua pesquisa em bibliografias existentes sobre o assunto. Portanto. por profissionais autônomos em trabalhos individuais ou mesmo quando estes agregam outros trabalhadores em seu serviço.3 28.1 47.9 0.4 0.IMPOSTOS INCIDENTES SOBRE A MÃO DE OBRA CÓDIGO DESCRIÇÃO Dados Básicos Para Cálculo dos Dias Efetivamente Trabalhados (para salário/hora): A B C D E F G Dias Por Ano Domingos Domingos de Férias Dias de Enfermidade Férias Feriados Resultado IAPAS SESI / SESC SENAI / SESC INCRA SEBRAE Salário Educação Seguro Contra AcidentesTrab. bem como.5 3.0 8.0 0.9 1.5 1.D .

• • No Capítulo 1 estão apresentados o roteiro de cálculo e o fluxograma do cálculo do preço de venda de serviços de engenharia e arquitetura. encargos sociais. EF é o percentual que representa a correção da moeda entre as datas de desembolso e encaixe de recebimentos específicos de cada contrato.1 FÓRMULA DE CÁLCULO (K) A fórmula de cálculo do preço de venda de serviços profissionais de engenharia e arquitetura para a metodologia que sugerimos é a apresentada a seguir: K = [ ( 1 + ES ) ( 1 + EC + AC + EF ) ] ÷ [ ( 1 – ( I + L ) ] onde: conforme definido no Capítulo 3. Pode-se considerar. só existirá para o caso de multiplicador sobre salários. comercial. materiais de consumo e tudo aquilo que se necessite adotar para executar bem o contrato. corresponde a inclusão dos custos com pagamentos dos seguintes impostos: Paulo Roberto Vilela Dias 119 . Estão incluídas despesas do tipo: uniformes. gastos com comercialização e aprimoramento técnico e utilidades (água. telefonia e etc). sempre que não remunerado diretamente pelo contrato).Enquanto que a incidência dos custos indiretos se fará pela determinação de um coeficiente multiplicador que se denominará de “K”. taxas. estes itens de custo não podem estar integrando a planilha de quantidades da proposta. 118 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. setor administrativo. equipamentos e programas de informática e etc. pela alteração dos custos indiretos incidentes a considerar sobre os custos diretos. emissão de relatórios. aplicável sobre custos reembolsáveis. comunicações. viagens e diárias. telecomunicações. energia. Podemos ter vários multiplicadores “K”. seguro saúde. ou ainda. instalações e mobiliário. vale refeição. Entretanto. ou seja. materiais diversos. equipamentos e veículos fixos. n é o número de dias decorrido entre o centro de gravidade dos desembolsos e a efetivação do recebimento contratual I é o percentual que representa os impostos sobre o faturamento bruto do contrato. pode ser adotada a seguinte fórmula: EF = [ ( 1 + t / 100 ) n ÷ onde: 30 . material de segurança (EPI). emolumentos e seguros. EC é o percentual que representa a incidência de encargos complementares sobre a massa salarial.1 ] x 100 K é o multiplicador correspondente aos custos indiretos a ser aplicado sobre as despesas diretas. aplicável sobre despesas gerais ( qualquer despesa a ser efetuada que não exija o pagamento de encargos sociais). outrossim. pequenas despesas. mobiliário. Empresas e Profissionais t é a taxa de juros de mercado ou de correção monetária. vale transporte. a parcela referente a ES. como encargos complementares. AC é o percentual que representa a relação entre o custo da sede e o custo total da empresa. em porcentagem ao mês. qualquer outro custo indireto existente para a perfeita execução do contrato. • • outros. ES é o percentual que representa a incidência de encargos sociais a serem aplicados exclusivamente sobre as despesas referentes à salários de profissionais regidos pela CLT – Consolidação das Leis do Trabalho. 9. De um modo geral poderemos ter os seguintes tipos de multiplicadores “K”: aplicável sobre a mão de obra. aluguéis e manutenção destes. ainda. financeiro e de apoio da sede. serve para remunerar as despesas com a administração central (pessoal da diretoria. poderemos adotar vários coeficientes multiplicadores por proposta de preços. conforme contrato. Ressalvamos que. sempre em função do tipo de custo direto envolvido.

excetuando-se pessoal. imposto federal. Desta forma. segundo a metodologia exposta nesta publicação. 120 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.8% sobre o faturamento bruto ou • lucro real. ou seja: simples lucro presumido ou lucro arbitrado. que apresenta quatro alternativas de pagamento.858-10 datada de 26/10/ 99. ainda. Portanto. o valor observado não será o real. em contratos de pequeno valor é essencial que se considere. bem como. CPMF. da maneira como apresentamos anteriormente. que é um imposto municipal e em função da atividade profissional exercida. conforme a Lei Nº 9. deve ser definido pela empresa em cada caso. principalmente. que corresponde a 15% sobre o lucro real apurado inferior a R$ 20. De acordo com a MEDIDA PROVISÓRIA Nº 1. Caso contrário. que corresponde nesta data a 0. Aconselhamos que o orçamentista consulte a área contábil da empresa a fim de adotar adequadamente os valores dos impostos L é o LUCRO ESTIMADO sobre o faturamento bruto do contrato.38%. que corresponde nesta data a 9% sobre o lucro líquido. o valor indicado na realidade não representa o valor que realmente será obtido ao final do contrato. IMPOSTOS SOBRE SERVIÇO. quando a parcela relativa ao lucro estiver no numerador da fração.00 por mês. que é o valor definido na fórmula de cálculo do preço de venda. não se podem definir valores fixos ou médios para os coeficientes multiplicadores. pois. corresponde nesta data a 0. ou seja. que corresponde ao pagamento de 4. portanto. a priori. imposto federal. sua inclusão é discutível. não pode mais haver dedução deste imposto sobre o COFINS. em função do regime tributário escolhido pela empresa consultora. O que exceder a este valor haverá uma tributação de 25%.718/98. imposto federal. No caso dos insumos. • • CONTRIBUIÇÃO SOBRE O LUCRO LÍQUIDO. Isto é. COFINS. Insistimos que o LUCRO é estimado sobre o faturamento bruto do contrato. entretanto. tornando-a assim: K = [ ( 1 + EC + AC + EF ) ] ÷ [ ( 1 – ( I + L ) ] A fórmula apresentada pode ser adotada da seguinte maneira: K = [ ( 1 + EC + EF ) ] ÷ [ ( 1 – ( I + L + AC ) ] Desta maneira estaremos definind-o que o percentual referente à administração central adotado está sendo aplicado sobre o preço de venda. deverão ser descontados o imposto de renda e os demais impostos incidentes sobre o contrato. impostos federal e cujo valor nesta data é de 3%. IMPOSTO DE RENDA. A mesma sistemática pode ser aplicada à fórmula original a ser calculada para mão de obra. devemos suprimir da fórmula apresentada o termo referente aos encargos sociais. se temos o LUCRO no numerador estamos definindoo sobre o custo e. deve-se levar em conta o fato de sua aplicação ter sido realizada sobre o custo dos serviços. os valores de “K” só serão identificados após o cálculo da fórmula com a adoção dos dados conhecidos em cada proposta de preços. uma vez que entendemos ser correto que este deve ser calculado sobre o faturamento.ISS. PIS. deverá ser considerado no denominador da fração que determina a fórmula de cálculo do preço de venda do serviço. o valor mostrado para o lucro representará efetivamente o lucro líquido do contrato. Empresas e Profissionais Não aceitamos que se considere o LUCRO no numerador da fração.000. Ressaltamos que. Paulo Roberto Vilela Dias 121 .65%.

da seguinte maneira: Considerando-se o percentual como igual a 8% (letra F. PIS: Imposto federal devido sobre a receita operacional (faturamento + demais receitas operacionais (financeira e etc)) e equivale a 0.6%. Venda de mercadorias e produtos. Lei 9. Deve-se identificar no município sede da empresa ou no de realização dos serviços. Paulo Roberto Vilela Dias 123 . o pagamento é devido sempre no início do mês seguinte ao fato gerador. o pagamento é devido no início do mês subsequente ao da emissão da nota fiscal. D) 32%. e equivale a 9% sobre o lucro líquido. temos: IR: 8% x 15% = 1. de combustíveis derivados de petróleo. conforme demonstrado a seguir. Prestação de serviços de transporte. são: ISS . ESTUDO DE UM CASO É muito importante que os engenheiros de custo ao elaborarem suas propostas de preços de serviços de engenharia e arquitetura considerem a incidência de tributos explicitamente. prerrogativa para que empresas de engenharia se enquadrem nesta forma de tributação. devido sobre a receita operacional (faturamento + demais receitas operacionais (financeira e etc)) e equivale a 3% sobre o faturamento. quando tributado sobre o lucro presumido (letra D = 32%). o valor do ISS. função do regime tributário escolhido pela empresa.Imposto sobre Serviço: É de origem municipal e para gerenciamento de empreendimentos na Cidade do Rio de Janeiro equivale a 5% sobre o faturamento. são os seguintes: A) 8%.2% Para empresas de engenharia consultiva o IR é igual a 4.Contribuição Social Sobre o Lucro Líquido: Imposto federal. G) 32%.2 EXEMPLO DE CÁLCULO DA INCIDÊNCIA DE IMPOSTOS SOBRE O FATURAMENTO. Empreitada global. Por exemplo. Prestação de demais serviços. C) 16%. conforme o caso. Administração de obras. empresas de engenharia de construção que optem por esta modalidade de tributação pagarão 1. Empresas e Profissionais Lucro Real • Lucro Presumido • Lucro Arbitrado • Simples • Simples Existe. o pagamento é devido sempre no início do mês seguinte ao fato gerador.Pessoa Jurídica: O Imposto de Renda e a Contribuição Social podem ser aplicados sobre a nota fiscal das obras (lucro presumido ou arbitrado) ou sobre o balanço mensal da empresa (lucro real) de acordo com o regime tributário escolhido pela construtora. Revenda para consumo. COFINS: Imposto federal. B) 1. F) 8%. IR .718.9.65% sobre o faturamento. neste momento. Os impostos a serem incluídos sobre o faturamento. acima) e sendo a alíquota do IR de 15%. E) 8%. Algumas entidades de classe de construtoras têm obtido mandados de segurança garantindo esta modalidade de regime tributário aos seus associados. CSLL .8%. exceto o de carga que é de 8%.Imposto de Renda . Atividades imobiliárias. o pagamento é devido trimestralmente. As pessoas jurídicas com fins lucrativos estão sujeitas ao pagamento do Imposto de Renda por um dos seguintes regimes: 122 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. álcool etílico carburante e gás natural. Lucro Presumido ou Arbitrado Os percentuais fixados no artigo 15 da Lei 9249/95.2% de IR sobre o valor da nota fiscal. para quem optar pelo Lucro Presumido ou Arbitrado.

.. .............38%.......00 3....800.. a conversão para mensal é nossa.. R$ 620.........00.. Desta maneira.. Exemplo de Cálculo: Lucro do exercício .... seguindo os semestres civis...00 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva...... Alíquota A alíquota é de 9% para o ano 2000......... para lucro da empresa até R$ 20............. CONTRIBUIÇÃO SOCIAL SOBRE O LUCRO A base de cálculo da Contribuição Social sobre o lucro das pessoas jurídicas com fins lucrativos é: Tributados pelo Lucro Presumido ou Arbitrado é de 12% sobre a Receita Bruta e de 100% sobre as demais receitas Operacionais (Financeiras e etc)............38 11.....000...000..... 25% . fez-se provisão para pagamento do IR e da CSLL..000...................000.000............00 por mês..............00 0...000... Alíquota ......Lucro Real Como o próprio título define a tributação incidirá para lucro efetivo da empresa (ajustado pelas adições e exclusões permitidas e leis)....... 15% . O pagamento do IR é trimestral.. 9% Valor da CSLL a pagar .00 Receita Financeira ......00 9% R$ 55....000. R$ 500....000..... da mesma forma que o IR. R$ 1......00 ....... R$ 120.000.43% (1) Cálculo da percentagem considerando-se o lucro igual a 10% OBS: A vantagem de se adotar o cálculo dos impostos conforme exposto anteriormente é que o lucro previsto........ no caso 10%. a forma correta de se calcular a incidência de impostos nos custos das obras é a seguinte: DESCRIÇÃO ISS COFINS PIS CSLL (1) ( 10% x 9% ) IR (1) ( 10% x 15% ) CPMF TOTAL % 5.... Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 125 .......00 ... assim temos: Receita Bruta das obras por empreitada . corresponderá efetivamente ao lucro real... Obs: A Lei define apenas o lucro anual R$ 240....000...000.... R$ 1.....00 Base de Cálculo: 12% sobre R$ 1....... tem sua extinção prevista para 16/06/2002.....000.... a Contribuição Social sobre o Lucro Líquido não pode mais ser deduzida do COFINS.......000.... R$ 500. e corresponde a 0..Contribuição Provisória Sobre a Movimentação Financeira: Imposto sobre a emissão de cheques bancários.........65 0..... isto é. uma vez que o cálculo do IR deve ser por mês....00 Total Alíquota da CSL Valor da CSL a pagar 124 Tributados pelo Lucro Real é de 9% sobre o lucro.. seguindo os semestres civis. R$ 90..........00 100% sobre R$ 500...........50 0..000.. CPMF .00 por mês.90 1......000. para o lucro excedente à R$ 20.00 Alíquota da CSLL .......00 O pagamento da CSLL é trimestral.... de acordo com a MP 1858-10 de 26/10/99......

impostos: ISS PIS IR CSLL .encargos sociais = 87% .65% = 4.08% = 10% COFINS = 3% Paulo Roberto Vilela Dias 127 . O regime tributário da empresa é o de lucro presumido.8%.10 EXEMPLOS PRÁTICOS EXERCÍCIO Nº 1: Seja calcular o orçamento de um projeto básico.encargos financeiros = 1% . sendo que todas as despesas decorrentes do contrato correrão por conta do licitante. lucro presumido para projetos = 1.lucro = 4% = 0. por preço global.administração central = 10% . Considerar os seguintes dados: .

00% = 3.7665 b.53% b) Despesas Gerais Descrição PIS IR CSLL Total L = 10.00% Veículo de passeio Microcomputador e impressora Teodolito.00% = 13.10) = 2.01) 1 – (0.65% = 4.00 1. trena e etc Plotagens Cópias A1 Cópias xerox A4 Fotos Encadernações TOTAL DE CUSTO DAS DESPESAS GERAIS K mo = (1 + 0.00 1.87) (1 + 0.10 + 0.1) K sobre a mão-de-obra: K mo = (1 + ES) (1 + EC + AC + EF) 1 – (I + L) Exemplo do cálculo do K: ES AC EF I = 87.7168 K mo = 2. Empresas e Profissionais K mo Quantidade 1 Meses 3 Custo Unitário Total = 2.71 Paulo Roberto Vilela Dias 129 .1335 + 0.00 1.08% = 13.0776 1 – 0.25 0.00 1.53% ISS COFINS Quantidade 1 2 1 15 25 200 36 3 Meses 6 6 2 6 6 6 6 6 Custo Unitário Total = 4.00% = 0.00% = 10.0776 0.2335 = 2.80% = 1.50 1.00% = 1.1) Ensaios Tecnológicos Descrição Ensaios tecnológicos TOTAL GERAL DO ORÇAMENTO 128 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.00 1.1) PLANILHA DE QUANTIDADES a) Mão-de-Obra Descrição Coordenador de contrato Engº médio Engº junior Técnico médio Topógrafo Auxiliar de topografia Cadista Operador de micro Secretária Mensageiro TOTAL DE CUSTO DE MÃO-DE-OBRA Quantidade 0.00 1.00 2.00 Meses 6 6 6 6 2 2 6 6 6 6 Custo Unitário Total 2) FÓRMULAS DE CÁLCULO DO K 2.

00 9.00 350.065.00 1.992.00 75.794.200.00 Cadista 1.00 Técnico médio 1.2) K sobre Despesas Gerais (1 + AC + EF) 1 – (I + L) K DG = Multiplicador de Despesas Gerais.794.00 16.817. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 131 .00 Coordenador de contrato 0.00 Mensageiro 1.000.00 7.00 1.500. trena e etc 1 Plotagens 15 Cópias A1 25 Cópias xerox A4 200 Fotos 36 Encadernações 3 TOTAL DE CUSTO DAS DESPESAS GERAIS b.00 3.00 TOTAL DE CUSTO DE MÃO-DE-OBRA Coordenador de contrato 0.00 Operador de micro 1.25 Engº médio 0.00 1.260.00 400.00 Auxiliar de topografia 2.00 Topógrafo 1.00 1.00 540.700.512.000.00 Operador de micro 1.50 4.44814 b) Despesas Gerais Descrição Quantidade Meses 6 6 2 6 6 6 6 6 Custo Unitário Total 2.00 6.000.00 600.00 3.00 3.00 Mensageiro 1.00 5.50 3.000.1) Ensaios Tecnológicos Descrição Quantidade 1 Meses 3 Custo Unitário Total 400.00 Secretária 1.00 2.00 1.7665 = 1.00 0.00 2.00 19.252.25 Engº médio 0.00 1.00 1.20 240.00 Secretária 1.00 Cadista 1.710.00 28.504.11 0.626.00 Auxiliar de topografia 2.00 1.50 Engº junior 1. Exemplo: K mo = (1 + 0.00 K DG = Veículo de passeio 1 Microcomputador e impressora 2 Teodolito.01) 1 – (0.00 24.00 52.00 a) Mão-de-Obra Descrição Quantidade Meses 6 6 6 6 2 2 6 6 6 6 Custo Unitário Total 16.700. qualquer item de custo direto exceto salários.500.1335 + 0.10) = 1.500.756.400.2.00 4.600.00 9.00 300.400.092.764.00 3.400.317.10 + 0.00 250.00 3.00 6.219.00 0.00 10.00 3.455.200.00 142.00 677.200.00 450.00 9.00 22.200.00 15.000.485.00 TOTAL DE CUSTO DE MÃO-DE-OBRA 130 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.50 7.45 Ensaios tecnológicos TOTAL GERAL DO ORÇAMENTO 3) PLANILHA DE CUSTO 4) PLANILHA DE VENDA a) Mão-de-obra Descrição Quantidade Meses 6 6 6 6 2 2 6 6 6 6 Custo Unitário Total 6.00 Técnico médio 1.00 Topógrafo 1.00 22.00 750.00 600.50 Engº junior 1.50 108.00 54.400.00 K DG = 1.00 1.00 8.00 2. ou seja.390.500.00 6.800.260. corresponde ao multiplicador referente aos custos indiretos incidentes sobre as despesas gerais.252.00 948.

00 6.750.00 1.087.40 b) Despesas Gerais Descrição Quantidade 1 2 1 15 25 200 36 3 Meses 6 6 2 6 6 6 6 6 Custo Unitário Total Ensaios tecnológicos TOTAL GERAL DO ORÇAMENTO EXERCÍCIO Nº 2: Seja calcular o orçamento de um projeto básico.1) Ensaios Tecnológicos Descrição Quantidade 1 Meses 3 Custo Unitário Total 580.960.033. enquanto que as demais serão reembolsadas pelo contratante (ensaios tecnológicos).25 0.00 2.b) Despesas Gerais Descrição Quantidade Meses 6 6 2 6 6 6 6 6 Custo Unitário Total 3.00 0. Veículo de passeio Microcomputador e impressora Teodolito. sendo as despesas de pessoal e gerais por conta do licitante.00 1.00 435. trena e etc Plotagens Cópias A1 Cópias xerox A4 Fotos Encadernações TOTAL DE CUSTO DAS DESPESAS GERAIS b. Considerar as mesmas condições do exercício anterior.00 8.35 78.30 32.00 580.73 156. trena e etc 1 Plotagens 15 Cópias A1 25 Cópias xerox A4 200 Fotos 36 Encadernações 3 TOTAL DE CUSTO DAS DESPESAS GERAIS b.00 4.00 1.590.00 1.1) Ensaios Tecnológicos Descrição Ensaios tecnológicos TOTAL GERAL DO ORÇAMENTO Quantidade 1 Meses 3 Custo Unitário Total 132 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 133 .625.25 1.740.00 Meses 6 6 6 6 2 2 6 6 6 6 Custo Unitário Total Veículo de passeio 1 Microcomputador e impressora 2 Teodolito.00 21.00 176.40 1) PLANILHA DE QUANTIDADES a) Mão-de-Obra Descrição Coordenador de contrato Engº médio Engº junior Técnico médio Topógrafo Auxiliar de topografia Cadista Operador de micro Secretária Mensageiro TOTAL DE CUSTO DE MÃO-DE-OBRA Quantidade 0.00 870.00 1.00 1.50 0.70 783. por preço global.00 7.00 1.29 348.50 1.

Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 135 .01) 1 – (0.222222 K DC = 1.11 0.4515 K DG = 1.22 134 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. qualquer item de custo direto exceto salários.45 2.7665 K DC = Multiplicador de Despesas do Cliente.2) K sobre Despesas Gerais: K DG = (1 + AC + EF) 1 – (I + L) K DG = Multiplicador de Despesas Gerais. K mo = (1 + 0.00% AC = 10.01) 1 – (0.7168 K mo = 2.1335 + 0. ou seja.00% EF = 1.00% = 4.71 K DC = 1.1335 + 0.00% I = 13.00% = 3.3) K sobre Despesas Efetuadas pelo Cliente (1 + AC) (I – L) 2.10) = 1.87) (1+ 0. qualquer item de custo direto exceto salários. Exemplo: ES = 87.2) FÓRMULAS DE CÁLCULO DO K 2.53% ISS COFINS PIS IR CSLL TOTAL L = 10. corresponde ao multiplicador referente aos custos indiretos incidentes sobre as despesas gerais.0776 0.80% = 1.65% = 4.10) = = K mo = 2.9 K mo = (1 + 0.53% K DC = K DG = (1 + 0.10 + 0.10) (1 – 0.00% = 0.08% = 13.1) K sobre a mão-de-obra: Exemplo do cálculo do K: K mo = (1 + ES) (1 + EC + AC + EF) 1 – (I + L) 2.0776 1 – 0.7665 K DG = 1.10) = 1. corresponde ao multiplicador referente aos custos indiretos incidentes sobre as despesas efetuadas diretamente pelo cliente. ou seja.10 + 0.1 0.2335 2. pagos pelo próprio cliente.

00 Mensageiro 1.750.00 1.00 175.00 Cadista 1.000.20 240.00 3.00 6 Mensageiro 1.504.764. trena e etc 1 Plotagens 15 Cópias A1 25 Cópias xerox A4 200 Fotos 36 Encadernações 3 TOTAL DE CUSTO DAS DESPESAS GERAIS K DG TOTAL DE PREÇO DAS DESPESAS GERAIS Coordenador de contrato 0.817.73 156.00 450.00 6.00 3.00 5.00 6.400.00 8.00 1.600.45 32.40 137 Veículo de passeio 1 Microcomputador e impressora 2 Teodolito.00 6.00 3.50 7.252.00 10.092.00 Topógrafo 1.00 b) Despesas Gerais Descrição Quantidade Meses 6 6 2 6 6 6 6 6 Custo Unitário Total 2.219. trena e etc 1 Plotagens 15 Cópias A1 25 Cópias xerox A4 200 Fotos 36 Encadernações 3 TOTAL DE CUSTO DAS DESPESAS GERAIS Paulo Roberto Vilela Dias 136 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.400.390.00 1.00 6.00 2 Cadista 1.200.00 750.25 6 Engº médio 0.000.800.00 52.00 300.485.700.22 264.00 4.700.00 6 Operador de micro 1.00 1.00 9.00 b.00 1.50 3.00 Auxiliar de topografia 2.00 6 TOTAL DE CUSTO DE MÃO-DE-OBRA K mo TOTAL DE PREÇO DE VENDA DA MÃO-DE-OBRA Ensaios tecnológicos 1 3 K DC PARCELA DA DESPESA EFETUADA PELO CLIENTE TOTAL GERAL DO ORÇAMENTO 4) PLANILHA DE VENDA a) Mão-de-Obra Descrição Quantidade Meses 6 6 6 6 2 2 6 6 6 6 Custo Unitário Total 16.00 2.000.00 1.260.00 4.00 0.00 1.00 0.00 8.00 0.625.817.00 600.00 3.00 580.25 1.756.00 22.00 540.50 0.033.500.50 Engº junior 1.794.00 3.00 870.00 16.710.200.40 Coordenador de contrato 0.29 348.00 24.00 2 Auxiliar de topografia 2.087.70 783.50 4.00 19.114.00 Total 1.00 7.25 Engº médio 0.317.00 15.000.00 21.500.00 6 Topógrafo 1.033.500.512.00 600.00 Secretária 1.00 6 Secretária 1.00 Técnico médio 1.200.455.00 677.00 7.30 32.626.40 Veículo de passeio 1 Microcomputador e impressora 2 Teodolito.00 400.00 TOTAL DE CUSTO DE MÃO-DE-OBRA b) Despesas Gerais Descrição Quantidade Meses 6 6 2 6 6 6 6 6 Custo Unitário Total 3.00 435.00 28.00 54.00 2.960.260.00 350.00 948.200.00 1.00 250.00 9.00 6 Técnico médio 1.00 1.1) Ensaios Tecnológicos Descrição Quantidade Meses Custo Unitário 400.400.00 22.50 6 Engº junior 1.00 142.252.065.500.00 3.71 142.00 Operador de micro 1.00 9.3) PLANILHA DE CUSTO a) Mão-de-Obra Descrição Quantidade Meses Custo Unitário Total 6.50 108.000.35 78.00 2. Empresas e Profissionais .794.00 2.00 1.400.

00 0.8% ( 12% x 15% ) = 1.00% Preço total (R$) 9.00 0.00 18.960.00 16. Apresenta-se a planilha de quantidades a ser fornecida.b.600.960.00 400.00 400.00 1. Considerar as seguintes condições: encargos sociais encargos financeiros impostos: ISS COFINS PIS IR CSLL = 80% administração central = 3% = 1. deverão estar incluídos no preço de venda o fornecimento de uniformes. EPI e ferramentas aos funcionários.00 12.Dias/mês Meses R$ Total sionais ou leis sociais Engº supervisor mês 0.00 Total de encargos complementares 41.3 1.904.00 TOTAL DE SALÁRIOS E ENCARGOS 134.200.00 1.00 134.00 Ferramentas manuais vb 18 1 2 50.00 0. O regime tributário da empresa é o de Lucro Real.00.800.742.00 FORNECIMENTO DE MÃO DE OBRA Categoria profissional Unidade Encarregado de turma mês Eletricista mês Bombeiro mês Pedreiro mês Ajudante mês Servente mês Custo salários Encargos sociais CUSTO SALÁRIOS E ENCARGOS Quantidade 12 24 24 36 48 72 Preço por mês (R$) 800.00 12. indiretas e o lucro da empresa.00 2.00 175.00 59.08% ( 12% x 9% ) Preço total (R$) 0.00 Seguro de vida vb 18 1 1 15.60 6.00 0.00 0. Os serviços a serem realizados são de manutenção predial.00 80.8 12 2.400.00 74.1) Ensaios Tecnológicos Descrição Quantidade 1 Meses 3 Custo Unitário 88.784.40 PLANILHA DE QUANTIDADES FORNECIMENTO DE MÃO DE OBRA Categoria profissional Unidade Encarregado de turma Eletricista Bombeiro Pedreiro Ajudante Servente ORÇAMENTO TOTAL mês mês mês mês mês mês Quantidade 12 24 24 36 48 72 Preço por mês (R$) Ensaios tecnológicos TOTAL GERAL DO ORÇAMENTO EXERCÍCIO Nº 3: Seja apresentar a proposta de preço para o fornecimento exclusivo de mão de obra. devendo estar incluídos no salário mensal todas as despesas diretas.00 360.00 Uniforme unid 18 2 2 35.500.00 ENCARGOS COMPLEMENTARES Descrição Unid Nº profis. portanto.00 EPI unid 18 2 2 15.600.00 PERCENTUAL DE ENCARGOS COMPLEMENTARES 30.600.65% = 1.784.880.080.00 Vale refeição unid 18 20 12 3.720.00 Total 264.000. Considerar que o lucro mensal é inferior a R$ 20.97% Paulo Roberto Vilela Dias 139 138 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.5% = 3% = 3% = 0.00 270.00 9. Empresas e Profissionais .00 14.00 0.520.00 Vale transporte unid 18 20 12 1.912.00 9.114.00 300.00 260.

216. Internet para recepção e envio de dados ao cliente e materiais de consumo próprios destes equipamentos.7847 o microcomputador tendo aluguel igual a R$ 0.00 1.00%. Não será considerada a parcela de lucro.91 por hora.08% 9.608.80 + 1.00 1. bem como.K mo = (1 + ES) (1 + EC + AC + EF) 1 – (I + L) EXERCÍCIO Nº 4: Seja calcular o valor da hora técnica de um engenheiro senior para a elaboração de um orçamento de obra.099.00.592.00% 1.00 – 0.97% 3.00% 30.40 301. • K= = O profissional fornecerá nota fiscal para a realização da prestação de serviços e que seu regime tributário é o Lucro Presumido. • o custo de telefone e energia sendo da ordem de R$ 75. contador + despesas de legalização (alvará + CREA) EF = 0 140 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.80% 1.20 Preço total (R$) 38.00 38. conforme Capítulo 6.00: ES EC AC EF I = = = = = 80.592. Adotando-se a hora técnica deste engenheiro igual a R$ 60.00% 0.35 1. cujo tempo de trabalho no mesmo será de 50 horas. impressora.017.00 75.15 0.05 por hora.02 PLANILHA DE VENDA FORNECIMENTO DE MÃO DE OBRA Categoria profissional Unidade Encarregado de turma Eletricista Bombeiro Pedreiro Ajudante Servente ORÇAMENTO TOTAL mês mês mês mês mês mês K= Quantidade 12 24 24 36 48 72 Preço por mês (R$) 3.00 52.00% 3.0202625 K = 4.608.65% 1.00 38.60 (neste caso não consideramos a parcela de encargos sociais) AC = 5.2153 3.592. conforme Capítulo 6.00.00 1. • a impressora tendo aluguel igual a R$ 1.20 1. temos que: (EC + AC + EF) 1 – (I + L) K = 4.53% ISS COFINS PIS IR CSLL Total = = = = = = 3. serão incluídos os custos referentes a utilização de microcomputador. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 141 . • admitindo-se o custo com materiais de consumo igual a R$ 50.53% ( 12% x 15 % ) ( 9% x 12 % ) L = 12.00 1. uma vez que resume-se ao trabalho autônomo do profissional.20 57.045.50% 9.254.206.888.447.00% 1.

00%.00 3.000.0743 + 0. será a remuneração do próprio trabalho do profissional (1 + 0.80% 1.CUSTO DIRETO DA MÃO-DE-OBRA Descrição Engenheiro CUSTO TOTAL (CT) Custo (R$) Quantidade Unitário TOTAL 50.00 3.00 75.34 EXERCÍCIO Nº 5: ENCARGOS COMPLEMENTARES Descrição Quantidade 50 50 1 1 Custo (R$) Unitário TOTAL 0.00 75.2927 K = 1.05 52.41 3.000.00 7.00 3.870.50% 3.8715 K= = K = 1.000.000.00 75.00 50.50 1.000.65% 4.1285 + 0) 1.34 3.91 45.05) 1 – (0.85% 143 .29 142 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. Empresas e Profissionais Custo (R$) Unitário TOTAL 4.00 Custo (R$) Unitário TOTAL 77.00 ENCARGOS COMPLEMENTARES Descrição técnico pleno INSS sobre autônomo Microcomputador Impressora material de consumo energia e telefone Total dos encargos complementares (EC) CUSTO TOTAL Percentual de encargos complementares (EC / CT) Paulo Roberto Vilela Dias Quantidade 50 20% 50 50 1 1 L = 0.71 235. K= (EC + AC + EF) 1 – (I + L) (neste caso não tem a parcela de encargos sociais) AC = 5.50 1.00 PLANILHA DO PREÇO DE VENDA Descrição Engenheiro PREÇO DE VENDA Quantidade 50.60 3.00 75.50 50.00 3.08% 13.00 Custo (R$) Unitário TOTAL 60.00 223.91 45.50 47.43% Considerar no exemplo anterior que o engenheiro contratará um técnico pleno autônomo (50 horas) para a adequada execução do serviço.05 52.10 0.00 16.1243 0.00 50.00 505.03% Quantidade 50.870.00 3.50 50.000.00 60.00% 0. contador + despesas de legalização (alvará + CREA + etc) EF = 0 CUSTO DIRETO DA MÃO-DE-OBRA Descrição Engenheiro CUSTO TOTAL (CT) Microcomputador Impressora Material de consumo Energia e telefone Total dos encargos complementares (EC) CUSTO TOTAL Percentual de encargos complementares (EC / CT) I = ISS COFINS PIS IR CSLL Total 3.50 235.

Empresas e Profissionais = 12. 144 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. Algumas despesas.05) 1 – (0. I 1 EXERCÍCIO Nº 6: Calcular a taxa de administração a ser cobrada no acompanhamento técnico de construção de uma edificação unifamiliar.08% 13.80%.00%.00 4. tais como.00%. aluguéis de equipamentos de propriedade do engenheiro/profissional administrador da obra serão remunerados com prazo de pagamento de 30 dias fora o mês de utilização.00.4073 K = 1. o administrador não tem escritório fixo EF = 1.2146 0.38% 1. será a remuneração do próprio trabalho do profissional (1 + 0.00% 0.08% 12.53% L = 10. inclusive.8676 K= = Dados básicos: ES = 77.40 1.50% 3.42% SOBRE SALÁRIOS DE PROFISSIONAIS DA CONSTRUTORA: K mo = (1 + ES) (1 + EC + AC + EF) 1 – (I + L) ALUGUÉIS E DEMAIS DESPESAS: K2 = (EC + AC + EF) 1 – (I + L) ALUGUÉIS DE MÁQUINAS E FERRAMENTAS PORTÁTEIS: K3 = (EC + AC + EF) 1 – (I + L) L = 0. portanto.00% 0.00 EC = 0.00 (R$ 75.00 x 10%) 145 Paulo Roberto Vilela Dias .0743 + 0.). cujo orçamento previsto é de R$ 75.50%. CREA e etc.80% 0. todas as despesas serão pagas ou antecipadas pelo proprietário da construção.35%. Sendo obra por administração. visa cobrir as despesas com contador. AC = 5.00 4. consideramos IR sobre o lucro presumido 1.200. ferramentas manuais e equipamentos de propriedade do engenheiro administrador da obra.00%.65% 4. não será considerado pois. o cliente fará todas as despesas em seu nome e pagará antecipadamente salários e outros.000.65% 4. visa cobrir os impostos com a emissão de nota fiscal ISS COFINS PIS IR CSLL TOTAL 3.00% PLANILHA DO PREÇO DE VENDA Descrição Engenheiro PREÇO DE VENDA Custo (R$) Quantidade Unitário TOTAL 50. todos os insumos serão comprados diretamente pela obra (CLIENTE).000.200.I = ISS COFINS PIS IR CPMF CSLL TOTAL 3.500. presume-se um lucro líquido de R$ 7. taxas (alvará.00 84.00% 3. uniformes EPI e etc. vale para máquinas.1324 + 0) K = 1.

00%.Cálculo dos multiplicadores “K“: (1 + 0.015 ) ] n / 30 .10) = 1.015) 1 – (0. de acordo com o resultado do Exemplo nº 7 I = ISS COFINS PIS IR CSLL L = 12.00% 147 .1 ) x 100 EXERCÍCIO Nº 7: Seja calcular o valor do encargo financeiro (EF) de um contrato com a seguinte redação para esta cláusula: “Medições: serão realizadas medições a intervalos regulares de 30 dias.77) (1 + 0 + 0.05 0.50% n = 45 dias 146 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.65% 15.00% 0.0226 ) x 100 EF = 2.” Adotaremos a correção monetária igual a 1.1 ] x 100 EF = ( 1.1235 + 0.1 ] x 100 K3= (1 + 0 + 0.10) = 1. a ser aplicado sobre uma planilha de quantidades conhecida.5% ao mês.015 ) 1.05 + 0) 1 – (0. sobre o lucro real 9.1 ] x 100 = = = = = 0. Solução: Sendo a fórmula do cálculo do encargo financeiro igual a: EF = [ ( 1 + t / 100 ) temos: t = 1. vem: n = 15 + 30 = 45 dias Assim.1 ] x 100 45 / 30 . sobre o lucro líquido Paulo Roberto Vilela Dias .05 + 0.7765 K1= = = 2. Pagamento: o pagamento será efetuado 30 dias após a emissão da medição dos serviços executados no período.26% EXERCÍCIO Nº 8: Calcular o multiplicador para um serviço de gerenciamento de obra.05 + 0) 1 – (0. Empresas e Profissionais n / 30 EF = ( 0.7765 = 1.5 .7615 = 1. adotando-se os seguintes dados: ES = 119.39 A definição de n é: Uma vez que a medição dos serviços é realizada a cada 30 dias.26%.8585 0.1385 + 0.35 EF = [ ( 1 + 1. podemos avaliar que o centro de gravidade dos desembolsos é de 15 dias.00% AC = 8.50% 3. a partir da data de assinatura do contrato.10) 1. Como sabemos que o pagamento é considerado 30 dias após a medição. metade do período.00%.00% EF = 2.07 0. temos: K2= (1 + 0 + 0.0226 .1235 + 0. aplicando os valores conhecidos na fórmula.40 EF = [ ( 1.5% / 100 ) ] EF = [ ( 1 + 0.

65% = 1.98 Considerando que a incidência do Imposto de Renda Retido na Fonte (IRRF) para pessoas físicas incide sobre o valor total da prestação de serviço.1903 = 2.058.982208 K = 2.8585 1 – 0.0226) 1 – (0.5% Faixa (OBS) 1 2 3 OBS: Estes códigos de faixas foram definidos pelo autor do livro.50% = 3.00% = 0.115.70 R$ 423.115.058.00 De R$ 1. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 149 .80% ( L x 15% ) = 1.00 R$ 158.8097 K = 2. Lembramos que este formulário é padrão nacional e vendido em qualquer papelaria.08 isento 15% 27.08 + 0.1 DEDUÇÃO DA FÓRMULA DE CÁLCULO Cálculo do “K“: (1 + ES) (1 + EC + AC + EF) 1 – (I + L) K = K = (1 + 1. da seguinte forma: Na Tabela 5 apresentada no Capítulo 5 encontramos a tabela em vigor nesta data para retenção de imposto de renda na fonte pessoa física. temos que deduzir a fórmula de cálculo do preço de venda.00 Acima de R$ 2.Solução: I ISS COFINS PIS IR CSLL = 7.03% = 0. onde encontramos as seguintes variáveis: IMPOSTO DE RENDA RETIDO NA FONTE – PESSOA FÍSICA Remuneração Parcela a Deduzir Alíquota Até R$ 1.12) = 1.Recibo de Pagamento de Autônomo.19) (1 + 0 + 0.0703 + 0. valor do RPA . 11. ou seja.08% ( 9% x L ) 11 FÓRMULA DE CÁLCULO DO PREÇO DE VENDA PARA PROFISSIONAIS LIBERAIS Consideramos profissionais liberais aqueles que apresentam um RPA – Recibo de Pagamento de Autônomo para receberem a remuneração que fizeram juz pela prestação de algum serviço técnico. e transcrita a seguir. 148 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. a fim de facilitar a apresentação da metodologia de cálculo.414694 0.01 a R$ 2.

00. portanto Faixa 1.390..231.PARCELA A DEDUZIR ) ÷ ( 1 . será: RPA = ( CUSTO .15 ) VALOR DO RPA = R$ 1.00.00 – R$ 158.2 EXEMPLOS PRÁTICOS EXEMPLO 1) Calcular o valor do RPA de um serviço cujo custo definiu-se como sendo de R$ 880.Faixa de remuneração.ALÍQUOTA ) CUSTO .00.00 Sabemos que o valor do imposto de renda retido na fonte (IR) é calculado com a seguinte fórmula: IR = ( RPA x ALÍQUOTA ) – PARCELA A DEDUZIR Então. podemos considerar o que se segue: 10. a retenção de Imposto de Renda. portanto Faixa 2.Parcela a deduzir do IR.Alíquota do IR e . Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 151 .70 ) ÷ ( 1 . o VALOR DO RPA será: RPA = ( CUSTO .PARCELA A DEDUZIR EXEMPLO 2) Calcular o valor do RPA de um serviço cujo custo definiu-se como sendo de R$ 1.PARCELA A DEDUZIR RPA .PARCELA A DEDUZIR ) ÷ ( 1 .00.RPA x ALÍQUOTA = CUSTO .70 Assim.390. Os dados básicos que devemos considerar são os seguintes: REMUNERAÇÃO: R$ 1.390.59 150 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. podemos deduzir que o valor do RPA é obtido com a seguinte fórmula: RPA = CUSTO + IR Substituindo IR pela sua fórmula de cálculo. vem: RPA = CUSTO + ( RPA x ALÍQUOTA ) . Os dados básicos que devemos considerar são os seguintes: + CUSTO DO SERVIÇO IMPOSTO DE RENDA RETIDO NA FONTE PREÇO DE VENDA (VALOR DO RPA) (CUSTO) (IR) (RPA) REMUNERAÇÃO: R$ 880.448. . não há retenção de Imposto de Renda.30 ÷ 0. onde: ALÍQUOTA: ISENTO Assim.ALÍQUOTA ) = Portanto.PARCELA A DEDUZIR RPA ( 1 .ALÍQUOTA ) VALOR DO RPA = ( R$ 1. Então. onde: ALÍQUOTA: 15% PARCELA A DEDUZIR: R$ 158.0.85 VALOR DO RPA = R$ 1. logo: VALOR DO RPA = R$ 880.

É muito comum as empresas construtoras adotarem composições analíticas de custo sem o menor critério de seleção e. onde a competitividade está cada vez maior.00.206.630.0.275 ) VALOR DO RPA = R$ 7. sem adequação ao projeto em questão.ALÍQUOTA ) VALOR DO RPA = ( R$ 7.630. Uma análise desse comportamento indica as seguintes causas principais das divergências: desconhecimento da metodologia adotada na composição dos coeficientes por insuficiência de informações. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 153 . de obra para obra. é indiscutível que não existe melhor fonte do que a aferição elaborada pela própria empresa construtora. • características próprias do projeto que não são levadas em consideração. variação que ocorre.725 VALOR DO RPA = R$ 9.5% PARCELA A DEDUZIR: R$ 423. Entretanto. onde: 12. A par das diversidades de fontes.00 – R$ 423. nos valores corresponden• tes a administração e funcionamento do canteiro de serviços. será: RPA = ( CUSTO . Em nossos dias.08 Assim.08 ) ÷ ( 1 .630. 12 APROPRIAÇÃO DE CAMPO DOS COEFICIENTES FÍSICOS DAS COMPOSIÇÕES DE CUSTO EXEMPLO 3) Calcular o valor do RPA de um serviço cujo custo definiu-se como sendo de R$ 7.1 DEFINIÇÃO ALÍQUOTA: 27. principalmente. Os dados básicos que devemos considerar são os seguintes: REMUNERAÇÃO: R$ 7. portanto Faixa 3.310. o procedimento não considera alguns fatores que influenciam de modo altamente significativo os valores de tais custos. ainda. a retenção de Imposto de Renda.58.PARCELA A DEDUZIR ) ÷ ( 1 .58 Portanto o imposto de renda retido na fonte (IR) é igual a R$ 2.00.92 ÷ 0. este procedimento leva a erros incríveis de orçamento e. a dificuldade de se ganhar obras através de processos licitatórios. • incidência de horas ociosas de equipamentos e pessoal nos custos diretos.940.59. Várias são as fontes onde se encontram dados para elaboração de composições de custo ou até as próprias composições analíticas ou com custos prontos.Portanto o imposto de renda retido na fonte (IR) é igual a R$ 58. • 152 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.

Equipamentos Paralisados . que. considerar uma escavação de 3ª categoria (sem explosivo). cujas horas trabalhadas podem ser mensuradas ao serviço com certo grau de precisão. poderão ser digitadas imediatamente. estas fichas.2 CONCEITOS BÁSICOS Antes de se iniciar. e transcreverá os dados para os formulários modelos AP-2. por exemplo. defeitos mecânicos em qualquer dos equipamentos. A descrição será efetuada através de instruções para preenchimento individual de cada um dos seis formulários.equipe e/ou equipamento ocioso é o conjunto de homens. apresenta-se uma metodologia para determinação dos coeficientes físicos dos componentes das composições analíticas de custo. 12.entende-se por equipamentos alocados ao serviço ao conjunto de máquinas e/ou veículos designados pelo responsável pela obra para execução do mesmo. máquinas e veículos parados. Os formulários utilizados são os descritos abaixo: • • • • • • Controle diário de mão-de-obra (modelo AP-1) Controle diário de equipamentos (modelo AP-3) Controle diário de produção (modelo AP-5) Resumo das horas-homens e da produção (modelo AP-2) Resumo das horas-equipamentos e da produção (modelo AP-4) Resumo dos coeficientes (modelo AP-6) Os apontadores de campo usarão as fichas modelos AP-1. • • • • impedimentos por intempéries. AP-3 e AP5. máquinas e veículos. estão impedidos de produzir. falta de programação do construtor. não podendo produzir. anteriormente definidas. através de apropriação de mão-de-obra e equipamentos. A equipe de escritório conferirá as fichas preenchidas pelos apontadores. falta de material indispensável ao serviço sob a responsabilidade do construtor. AP-4 e AP-6. propiciando a emissão dos relatórios gerenciais. isto é. propriamente a descrição da metodologia. para qualquer serviço da engenharia civil. quando na verdade é obrigatório o emprego de explosivos. deslocamento temporário de equipamento para atender outra frente de serviço. embora alocados ao serviço específico.é o conjunto de equipamentos. cujas horas trabalhadas podem ser identificadas com o serviço e cronometradas com fidedignidade. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 155 . Equipamentos alocados ao serviço . Equipes e equipamentos ociosos . No caso de se empregar sistema informatizado. e cujas causas mais comuns são mencionadas a seguir: • • • • • Visando minimizar a amplitude das variações entre orçamento e custo real das obras e se obter maior fidedignidade em propostas de preços ou orçamentos de diferentes projetos. Equipes alocadas por serviço . cuja remune154 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. cujo fluxograma. abrangendo todas as categorias. para coletar os dados junto às frentes de serviço. inserido em anexo. horas perdidas com abastecimento e lubrificação. torna-se necessário esclarecer alguns conceitos que facilitarão a sua compreensão. embargos motivados pelo construtor e outros oriundos de ineficiência do construtor. após conferência. a aferição da produção horária dos mesmos.• análise errônea da especificação do serviço. período de refeição.entende-se por equipes alocadas ao serviço ao grupo de operários vinculados ao mesmo por designação do responsável pela obra. oferece uma visão de conjunto e mostra a tramitação dos dados colhidos e registrados. e ainda. por razões extras à vontade do construtor.

que vão depender do julgamento e do bom senso do orientador da apropriação e do apontador.é o custo da máquina ou veículo que quando à disposição de determinada frente de serviço. Obstrução do trabalho face às circunstâncias inerentes ao serviço. Produção Média de Equipes de Serviço (Mão-de-obra e equipamentos) . Equipe de Trabalho e Nível dos Componentes . por exemplo: veículo estacionado no local onde deve passar uma canalização ou pavimentação. distribuídas de acordo com a função dos grupos de operários alocados nos diversos serviços. de fácil produção e operação.consiste no grupo de homens alocados aos serviços trabalhando e produzindo sem os impedimentos mencionados anteriormente. por exemplo: água ou esgoto para atender os consumidores da região fora do âmbito da rede em execução. Equipamento Produtivo .. Entretanto. em conjunto ou não. etc.é a quantidade de horas consumidas para execução de determinado serviço relativamente à quantidade produzida no intervalo de tempo utilizado. Para essa previsão espera-se um julgamento lógico de quem estiver orientando o serviço de apropriação e um bom senso do apontador. Existência de obstáculos nos locais de trabalho que poderiam ser removidos ou evitados com antecedência através do cliente. Empresas e Profissionais . 12. Equipamento Improdutivo . Para favorecer o raciocínio. Equipe Produtiva . como parte da 156 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. instalações elétricas ou de telefones. Pequena modificação do projeto exigida posteriormente ao início das obras.3 FORMULÁRIOS UTILIZADOS A seguir é apresentada a maneira correta de se preencher cada formulário empregado na determinação dos coeficientes físicos das composições de custo. mantém-se estacionado. Paulo Roberto Vilela Dias 157 • • • • Paralisações em virtude de canalizações e redes existentes perturbando o desenrolar do serviço.é a máquina ou veículo.ração total torna-se muito difícil de prever. que é a representação gráfica da tramitação dos dados entre os formulários. em plena condição de produzir normalmente.1 Controle diário da mão-de-obra (modelo AP-1) O controle diário de pessoal de produção deve ser feito na ficha modelo AP-1. o fluxograma. Paralisação do serviço aguardando material de responsabilidade do cliente ou outras paralisações.3. 12. O dimensionamento da equipe de trabalho dependerá exclusivamente do ritmo desejado e da quantidade de informações a serem processadas. pois acima desse período o construtor poderá deslocar a equipe para outra frente de serviço. seguem algumas ocorrências mais comuns deste tipo: • • equipe do serviço. Execução de serviços de outras companhias nos locais de atividade. para emissão dos relatórios e manutenção do banco de dados coletados. que fornecerá as horas-homens dedicadas a cada tipo de serviço. porém de motor ligado. Os trabalhos serão dirigidos por um Controlador Central. aguardando sua vez de iniciar e/ou retornar a atividade. a quantidade de serviço executada na unidade de tempo assumida. ou seja. ou seja. alocados aos serviços em operação sem os impedimentos caracterizados anteriormente.deverá ser criado um grupo de estudo com o intuito de coordenar e acompanhar os trabalhos de apropriação de campo e a posterior tabulação no escritório dos valores dos elementos intervenientes nas composições de custo. a fim de fornecer uma visão global da coleta. ou ainda. recomenda-se seja elaborado sistema de computador. em plena condição de produzir normalmente. em função do porte da obra. tabulação e apuração desses coeficientes. que poderá ter outras funções na administração da empresa. O tempo de duração relativo ao equipamento improdutivo não deve exceder a um dia. e ainda.

a nomenclatura dos serviços executados e. Depois estabelece a relação entre as horas remuneradas e as trabalhadas a fim de obter o índice de ociosidade. A consulta ao preenchimento simulado de alguns informes da referida ficha facilita sua compreensão. deve procurar corrigi-lo imediatamente. As sub-colunas (I) hora de início. Empresas e Profissionais apontador não pode considerar. este tempo. Em seguida registram-se os cargos de todos os operários que estiverem à disposição do referido serviço. desde que não exceda 15 minutos. As horas trabalhadas (HT) são calculadas no escritório. Anotam-se como horas remuneradas naquele serviço quatro horas. pois se deve descontar uma hora de refeição e arredondar os minutos para a fração de quarto de hora seguinte. bem como. A soma das sub-colunas (HT) e o registro dos totais. Exemplo de preenchimento do formulário: Supondo-se o serviço de montagem de tubulação com um encanador e dois serventes. lanche. Para cada tipo de serviço utiliza-se uma ou mais colunas. utilizam-se duas colunas: a primeira para as horas trabalhadas pelo encanador e a segunda para as dos serventes. excetuando o encarregado geral. Essas horas. ao receber a ficha modelo AP1. O apontador deverá estar bem atento ao desenvolvimento do serviço e. sempre que for necessário. pois isto é uma consequência do próprio serviço. hora de chegada e hora de saída. os seus totais. o local de atividade e a data. Exemplo: um servente para de trabalhar aguardando que se coloque um tubo na vala. Paulo Roberto Vilela Dias 159 . para efeito de controle no escritório. mas se forem insuficientes poderão ser utilizadas outras colunas para o mesmo serviço ou a repetição do nome do trabalhador. dedicado ao serviço por classe de trabalhador. numerando-as na parte superior. Existem três linhas para registrar o início e fim do serviço correspondente a cada operário. (F) hora final são preenchidas pelo apontador. conforme o cargo ou função do operário. que além destes cálculos armazenarão estas informações para utilização posterior. As anotações no modelo AP-1 devem ser feitas durante todo o turno do serviço. visada pelo encarregado da obra e enviada ao setor de orçamento diariamente. ou. Exemplo: o servente foi transferido para o serviço às 10:00 h e saiu para outro às 14:50 h. Multiplicam-se as horas trabalhadas (HT). perguntar ao responsável da equipe sobre os tipos de serviço que estão sendo realizados. pois trata-se de exigência da atividade. bem como a soma das horas remuneradas poderão ser obtidas através de sistema informatizado. transformando os minutos em dados decimais para favorecer os cálculos. pelo índice. O apontador deve combinar com o encarregado ou feitor do serviço para avisá-lo quando o operário for transferido de local de atividade. simplesmente confere os dados e os envia para digitação.É preenchida e assinada pelo apontador. quando necessário. Podem-se usar tantas fichas quantas forem necessárias. Se o servente estiver fazendo a escavação manual de uma vala para assentamento de tubos e parar alguns minutos para descansar. O controlador central de apropriação. com o objetivo de obter os totais acrescidos das horas remuneradas não trabalhadas. de acordo com o tipo do serviço. se houver algum engano. O apontador anota o início da paralisação e se o operário regressar ao serviço dentro daquele tempo anulará a anotação. tomar água. Ao término do mesmo. porque há interesse de se apurar o tempo. Inicialmente preenche-se o nome da obra. são anotadas no verso da ficha. confere os registros efetuados. deverão ser grifadas por intermédio de um círculo. O controlador central calcula as horas trabalhadas (HT).. etc. o apontador juntamente com o encarregado ou feitor anotará as horas remuneradas dos operários naquela frente de serviço. café. correspondentes a cada operário. deverá ser considerado como horas perdidas. antes que passe muito tempo e o apontador possa se esquecer das atividades apropriadas. no caso de se calcular por software específico. Há interrupções do serviço que excedem os quinze minutos considerados como limite e que o 158 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. topógrafo e outros elementos administrativos. As observações que se fizerem necessárias com relação as ocorrências não previstas no formulário de levantamento do serviço. É imprescindível que este tome conhecimento de todos os tipos de serviços especificados na obra e tenha cópia deles com a finalidade de consulta.

3 Controle diário de equipamento (modelo AP-3) Este formulário deve ser preenchido pelo apontador. distribuídas pelos diversos setores de serviços. apontadas no formulário modelo AP-1. no caso de se adotar composição de custo simplificada. Transcrevem-se na primeira coluna os cargos dos operários e os nomes dos serviços executados.3. Seguem alguns tipos de paralisações que são mais comuns: • • • • • • • • • atraso de início do turno quebra do equipamento reparos mecânicos preventivos abastecimento ou lubrificação esperando a OS . enquanto que a produção deverá ser aposta na área de mesmo nome do formulário de composição analítica de custo. o local e o período de levantamento. Utilizando-se a composição de custo por produção. diariamente. No final do período somam-se as horas trabalhadas de todos os setores de serviço e colocam-se os resultados na penúltima coluna. Marcará no quadrilátero correspondente a (HP) horas produtivas. o tipo da máquina ou veículo. as colunas correspondentes aos dias. podendo anotar no verso qualquer observação que for necessária. obter o visto do mestre ou engenheiro responsável pela obra e remetê-la ao controlador central diariamente.12. transporte de pessoal.. Os veículos cedidos à fiscalização. com a finalidade de obter as horas trabalhadas totais. Nela deve constar o nome da obra. cujo valor será apresentado no relatório Resumo dos Coeficientes Físicos. modelo AP-6.3. a leitura do horômetro inicial e final do turno de serviço. material. Dividindo-se o somatório das horas trabalhadas (HT) pelo somatório da produção (PR) obtém-se o coeficiente desejado. bem como. farão parte do custo do canteiro da obra ou da administração local. Deve ser obtido através de sistema informatizado. o local do serviço. No final do período somam-se as produções e o resultado é anotado na coluna total precedido da unidade correspondente. Paulo Roberto Vilela Dias 161 . O apontador deverá assinar a ficha. o modelo.Ordem de Serviço impedimento próprio da atividade paradas ocasionadas por chuvas interrupções para refeições tempo de deslocamento de uma frente de serviço para outra Quando a parada for provocada por modificação de projeto. Nas mesmas colunas onde são anotadas as horas trabalhadas diariamente. a data. No cabeçalho figura o nome da obra. as produções oriundas da ficha Controle Diário de Produção. as horas trabalhadas (HT) distribuídas pelos serviços. 160 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. Neste formulário tem-se ainda. modelo AP-5. Usará as horas de relógio para anotar o início e o término dos serviços executados conforme especificações fornecidas pelo mestre de obra e também as causas das interrupções. a potência e a capacidade. etc. 12. Após. ou seja. a marca. refeição. uma para cada máquina ou veículo. do encarregado geral ou do engenheiro residente. (HI) horas improdutivas e (HO) horas ociosas. tais como. o apontador deverá anotar as atividades prestadas pelo veículo que estiver alocado à frente de serviço direto do setor. serão parte do custo indireto. Empresas e Profissionais O apontador anotará. abastecimento e lubrificação de máquinas. as categorias profissionais e as quantidades de horas trabalhadas serão transcritas na área reservada a mão-de-obra complementar. retirados do modelo AP-1.2 Resumo das horas-homens e da produção (modelo AP-2) Este resumo tem a finalidade de compilar os registros de todas as horas trabalhadas. os que prestam serviços indiretos. devem-se registrar as respectivas produções apuradas na ficha modelo AP-5.

conforme o caso. por exemplo: Carregadeira frontal aguardando retorno de caminhão do transporte para efetuar carregamento do mesmo. correspondentes aos dias mencionados no modelo são registradas as horas produtivas e horas improdutivas relativas ao serviço anotado na primeira coluna e retirados do Controle Diário de Equipamento.12. No fim do dia o apontador assina e pede o visto do mestre ou engenheiro. Empresas e Profissionais . modelo AP-3. somam-se todos os dados. No cabeçalho constará o nome da obra. o local e o período da coleta das informações.3. Na primeira linha são registrados os dias correspondentes às execuções dos serviços. No cabeçalho anota-se o nome da obra. Paulo Roberto Vilela Dias 163 Produção (PR) é a quantidade de serviço executado por unidade de tempo. o código do serviço. Enquanto. utilizada anteriormente. Depois que se obtiver uma amostragem significativa e representativa dos serviços. que aparecerá na linha inferior à linha tracejada. o coeficiente improdutivo. modelo AP-3. e do Controle Diário de Produção. Na quinta coluna comentam-se as observações que se fizerem necessárias. por ocorrência de chuvas no final do turno ou no caso do serviço ficar inacabado e for completado no dia posterior. entende-se por horas produtivas aquelas ligadas diretamente ao serviço. será preenchida diariamente. é obtido através da divisão do somatório das horas produtivas pela produção do período. pela ordem: comprimento. utilizando para o registro a mesma ficha. largura e altura ou profundidade ou se for o caso de dimensões circulares. modelo AP-5. Na primeira coluna anota-se o tipo da máquina ou veículo e em seguida os serviços executados. a fim de instruir o escritório sobre a complementação do serviço. Na terceira coluna escrevem-se as dimensões dos serviços realizados ao final de cada período de trabalho. O coeficiente produtivo.4 Resumo das horas . e cuja paralisação se dá por causas próprias da atividade. precedido da unidade.equipamentos e da produção (modelo AP-4) O modelo AP-4 serve para condensar os registros dos dados oriundos do Controle Diário do Equipamento. expressas em metros. inclusive. modelo AP-5.3. aguardando retorno de moto-escavo• transportador para efetuar trabalho de auxílio de início de escavação. que será colocado na parte superior da linha tracejada. o local da execução dos serviços e a data. com o motor ligado. Conforme já definido. 12. a ser calculada e preenchida no escritório. Nas colunas seguintes. e PR correspondentes às horas produtivas. Enquanto. Na quarta coluna. HI. • na. em movimento. ao término de um dia de trabalho. considerada igual a um dia. Na primeira coluna anotam-se os nomes dos serviços que estão sendo executados.5 Controle diário da produção (modelo AP-5) É outra ficha utilizada pelo apontador a fim de registrar as produções correspondentes aos serviços executados. o apontador informará ao escritório o acontecido e no dia seguinte dará continuidade ao levantamento. onde for necessário. trator de esteira com pusher. quando se tratar de produção. o diâmetro e o comprimento ou altura. ou seja. horas improdutivas são aquelas em que o equipamento está sem trabalhar. ou novo formulário e fazendo as devidas observações explicativas. é calculado por meio da divisão do somatório das horas improdutivas pela mesma quantidade produzida. calculam-se as quantidades produzidas por período a partir dos dados encontrados na terceira coluna. Na segunda coluna estão as iniciais HP. registrando-os na penúltima colu162 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. referente ao total. a produção obtida através do Controle Diário de Produção. medir a sua produção. horas improdutivas e produções. enquanto que na segunda coluna registram-se as unidades correspondentes. bem como. se for o caso. onde o equipamento se encontra com motor ligado e em operação. ou. Quando não for possível.

12. percurso. já que os valores encontrados teriam que obedecer as especificações do projeto-tipo. constarão os cargos obtidos do modelo AP-2. uma vez que os coeficientes deverão ser obtidos após análise do projeto.6 Resumo dos coeficientes (modelo AP-6) A ficha denominada Resumo dos Coeficientes tem o objetivo de condensar os coeficientes apurados em cada serviço. Para tanto. Assim sendo. Nas colunas correspondentes aos tipos dos equipamentos são registrados os coeficientes produtivos e improdutivos dos mesmos. Nos espaços vagos inferiores aos coeficientes-equipamentos são transcritos os tipos de máquinas ou veículos retirados do modelo AP-4. Empresas e Profissionais técnicas estabelecidas por órgãos oficiais. Na parte inferior da ficha serão apresentados os somatórios de todos os coeficientes obtidos em diversos períodos e os valores médios desses coeficientes calculados através da divisão dos somatórios referidos pelo número de coeficientes registrados e considerados em cada coluna. Isto é. Todos os materiais adquiridos para a obra deverá ter entrada em almoxarifado central e deste só sair com guia de Requisição de Material. pavimentada ou em terra. para efeito de conhecimento dos coeficientes físicos a serem fixados para as composições de custo é desprezível a apropriação de campo dos materiais. no caso de cimento portland. Nos locais correspondentes às discriminações. sabe-se que. origem e destino da carga. Caso se queira apropriar os materiais empregados na execução dos serviços. Quando não apresentarem as quantidades unitárias pode-se conhecer seu valor através de conveniente análise de projeto-tipo ou de normas 164 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. por exemplo. consumos. Entretanto. Na primeira coluna será registrado o período das observações retiradas do modelo AP-2 e do modelo AP-4. esta funcionará como controle de qualidade do serviço em execução. Nas colunas relativas aos cargos ou funções mencionados anteriormente aparecerão os coeficientes obtidos para cada período. “concreto magro para base de fundação direta bloco nº 01”. ao cabo de cada semana ou quinzena. é válido e oportuna a apropriação de materiais de modo a aferir perdas desnecessárias. ou seja. para efeito de apropriação. isto é. pelas especificações do fabricante dos produtos empregados. 12.5 APROPRIAÇÃO DOS TRANSPORTES Da mesma maneira que apresentado para os materiais. e quando for o caso. não haverá apropriação de campo. fica entendido que deverá constar do projeto-tipo a proporção ou traço de cada um dos seus componentes no produto acabado. suas especificações mínimas e suas quantidades unitárias.3. desperdícios. ou ainda. Neste quadro. o almoxarifado só liberará este material quando na solicitação vier expresso o local de destino do mesmo. material transportado. deverão ter definidos os materiais. como é o caso do concreto. 12. por exemplo. no caso dos transportes. abaixo dos coeficientes horas-homens. todos os serviços a serem apropriados apresentarão os seus respectivos projetos-tipo. No relatório deverá constar o código do serviço e sua descrição e a unidade de medição.4 APROPRIAÇÃO DE MATERIAIS Como é sabido. distância de transporte em km por tipo de rodovia. deverá ser montado o Quadro Resumo das Distâncias de Transporte.Para maior garantia dos valores assumidos. e ainda. ou seja. o procedimento deverá ser o exposto a seguir. nos Resumos das HorasHomens e da Produção (modelo AP-2) e nos Resumos dos Equipamentos e da Produção (modelo AP-4). através de traços. No caso de se fazer a apropriação de materiais. etc. mas a combinação de diferentes tipos de materiais para formar um único produto. Em alguns casos onde há necessidade de se especificar não apenas uma matéria prima. para efeito de controle. deverão constar as seguintes informações: descrição do serviço. Paulo Roberto Vilela Dias 165 . etc. o controlador central deverá realizar medições nos serviços em andamento para checagem das avaliações parciais dos apontadores. onde obrigatoriamente constará o destino do mesmo. local ou comercial.

Somatório Horas Trabalhadas (HT) = SHR-Somatório Horas Remuneradas(HR)= Q2 ÍNDICE DE OCIOSIDADE ( SHR / SHT ) = - DE I F HT I F HT . CARGO / FUNÇÃO HORAS PRODUTIVAS FUNCIONÁRIOS OBRA : TOTAIS HT x I HT . ΣA = Somatório das horas trabalhadas no serviço A ΣAΙ = Horas trabalhadas em A multiplicadas pelo índice de ociosidade das horas remuneradas M = Quantidade da produção manual N = Quantidade da produção dos equipamentos H = Horas trabalhadas produtivas P = Horas paradas improdutivas S = Serviço executado pelo equipamento I = Serviço improdutivo do equipamento Q = Coeficiente oriundo da divisão d horas trabalhadas do pessoal pela produção respectiva K = Coeficiente produtivo do equipamento K = Coeficiente improdutivo do equipamento X. AP1 MOD.ANEXO 1 FLUXOGRAMA PARA DETERMINAÇÃO DOS COEFICIENTES FÍSICOS ANEXO 2 MODELO AP-1 HORAS RE A B C C Q1 RIAS ( HR ) DAS DIÁ - MUNERA - CONTROLE DIÁRIO DA MÃO DE OBRA RESUMO DAS HORAS HOMENS E DA PRODUÇÃO B AP-1 A Σ AΙ M Q3 ΣA ΣAΙ OBRA DATA : MOD. B e C = Designação dos serviços. AP6 Y Z MÃO DE CONTROLE DIÁRIO DE EQUIPAMENTO RESUMO DAS HORAS EQUIPAMENTOS E DA PRODUÇÃO I F HT M P K1 K2 M P S Ι HT S N CONTROLE TOTAIS HT POR SERVIÇO SERVIÇOS EXECUTADOS MOD.HORAS TRABALHADAS 167 DIÁRIO I . Y e Z = São as médias aritméticas dos coeficientes 166 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. AP5 MOD. AP3 MOD.HORA FINAL I F SHT .HORA INICIAL F . AP4 LEGENDA A. x IMPRODUT. AP1 CONTROLE DIÁRIO DA PRODUÇÃO RESUMO DOS COEFICIENTES Q1 M Q2 Q3 K1 K2 N ΣQ1 ΣQ2 ΣQ3 ΣΚ1 ΣΚ2 X MOD. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias HORAS PRODUT.

Horas Produtivas HI .Horas Improdutivas HO .168 RESUMO DAS HORAS-HOMENS E DA PRODUÇÃO . Empresas e Profissionais HT .Horas Ociosas .HORAS TRABALHADAS PR .PRODUÇÃO CONTROLE DIÁRIO DA PRODUÇÃO OBRA EQUIPAMENTO PERÍODO DE SERVIÇO HORA INICIAL : : : HORA FINAL HORAS DE OPERAÇÃO AP .3 Data : TIPO DE APROPRIAÇÃO HORÔMETRO HORAS HORÔMETRO HORAS HORÔMETRO HORAS Paulo Roberto Vilela Dias 169 SERVIÇOS EXECUTADOS OU MOTIVOS DE PARALIZAÇÃO HP HI HO ANEXO 4 MODELO AP-3 HP .AP-2 OBRA : CARGO \ DIAS SERVIÇOS EXECUTADOS UNIDADE XXXXXXX XXXXXXX XXXXXXX XXXXXXX XXXXXXX XXXXXXX XXXXXXX XXXXXXX XXXXXXX XXXXXXX XXXXXXX XXXXXXX XXXXXXX XXXXXXX XXXXXXX XXXXXXX TOTAL SHT SPR ANEXO 3 MODELO AP-2 HT PR HT PR HT PR HT PR HT PR HT PR HT PR HT PR HT PR HT PR HT PR HT PR HT PR HT PR HT PR HT PR Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.

EQUIPAMENTOS E DA PRODUÇÃO .170 RESUMO DAS HORAS .5 DATA : Paulo Roberto Vilela Dias CÓDIGO SERVIÇOS EXECUTADOS DESCRIÇÃO DOS SERVIÇOS UNI DADE QUANTIDADE PRODUZIDA OBSERVAÇÕES ANEXO 6 MODELO AP-5 171 .Horas Improdutivas CONTROLE DIÁRIO DA PRODUÇÃO OBRA : DIMENSÕES ( em metros ) AP .4 OBRA EQUIPAMENTO DATA : COEFI CIENTE SERVIÇOS EXECUTADOS CÓDIGO DESCRIÇÃO : : DIAS UNID TOTAL DE HORAS ANEXO 5 MODELO AP-4 TIPO HORA HP HI HP HI HP HI HP HI HP HI HP HI HP HI HP HI HP HI HP HI HP HI HP HI HP HI HP HI HP HI Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.AP.Horas Produtivas HI . Empresas e Profissionais HP .

para aplicação em serviços de engenharia. Data Prod. analisaremos os seguintes serviços: • Unidade : COEFICIENTES . Im prod. supervisão. também.6 COEFICIENTES Prod. estudos organizacionais e outros relacionados com obras e serviços de engenharia.1 DEFINIÇÕES DOS SERVIÇOS PROFISSIONAIS Procuramos definir os principais serviços prestados pelas empresas de consultoria e. Paulo Roberto Vilela Dias 173 .2 a seguir. • • • • TOTAIS MÉDIA DESVIO PADRÃO OBRA : SERVIÇO : PERÍODO elaboração de planos diretores. Im prod. acompanhamento técnico e gerenciamento de obras e serviços.HOMENS Prod. de projeto e gerenciamento ou supervisão de obras de engenharia. vistorias. Prod. Assim.EQUIPAMENTOS AP . Veja ainda as definições existentes no Capítulo 12. RESUMO COEFICIENTES . avaliações e pareceres referentes a serviços e obras de engenharia e desenvolvimento de técnicas relacionadas com informática e outras. estudos de viabilidade. Im prod. Prod. : Im prod. instrumentos e processos de produção em geral. Prod. DOS Im prod. pelos profissionais liberais. de equipamentos.ANEXO 7 MODELO AP-6 13 ATIVIDADES PROFISSIONAIS 13. consultorias. Im prod. ou de montagens industriais e controle tecnológico de materiais e produtos. fiscalização. SERVIÇOS DE CONSULTORIA Este livro abrange os serviços de consultoria. elaboração de projetos básicos e projetos executivos.

a especificação e execução ou supervisão dos serviços de campo e de laboratório. de acordo com normas pertinentes da Associação Brasileira de Normas Técnicas – ABNT”.666/93 o projeto executivo é o “conjunto de elementos necessários e suficientes à execução completa da obra. Quando não existem normas nacionais para uma determinada disciplina técnica ou projeto aplicam-se as normas internacionais. De acordo com a Lei 8. a confecção dos desenhos detalhados e das especificações técnicas de serviços e materiais. • Projeto Executivo Definição de todos os detalhes construtivos ou executivos do sistema objeto do projeto e sua apresentação gráfica. a indicação dos métodos construtivos.666/93 o projeto básico é o “conjunto de elementos necessários e suficientes. equipamentos e serviços. a indicação dos métodos construtivos.. o orçamento detalhado e cronograma de implantação das obras. para caracterizar a obra ou serviço ou complexo de serviços objeto da licitação. além das fórmulas. a estimativa de custo. a racionalização do programa. • memorial de cálculo onde deverão ser apresentados a metodologia básica utilizada. Inclui o estudo de soluções alternativas. a definição dos partidos tecnológicos. para determinação de quantitativa de demandas. bem como. de maneira a esclarecer perfeitamente a execução. de eventuais condicionantes do Contratante e demais elementos sobre o problema. Projeto Básico Definição técnica e dimensional da solução adotada. montagem ou instalação de todos os elementos previstos no sistema. dentre alternativas de solução possíveis. a listagem das autorizações legais requeridas para a implantação e a estimativa de custo das obras. a partir dos dados levantados com esta finalidade. bem como. gráficos ou ábacos empregados no cálculo. elaborado com base nas indicações dos estudos técnicos preliminares. a elaboração de desenhos típicos e especificações técnicas preliminares de serviços e materiais. com nível de precisão adequado. as normas e critérios para medição e pagamento dos serviços de implantação e o cronograma das obras. Paulo Roberto Vilela Dias 175 . Compreende o arranjo geral. e que pos174 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. • estimativa preliminar de quantidades de materiais. Visa a análise e escolha. De acordo com o disposto no Artigo 6º.PROJETO As atividades de concepção e pormenorização de projetos físicos. características e materiais a ser utilizados. aos objetivos propostos. Empresas e Profissionais sibilite a avaliação do custo da obra e a definição dos métodos e prazo de execução . a que melhor responde. contendo a concepção clara e precisa do sistema proposto. podem ser divididas em três fases principais. XI da Lei 8. técnica e economicamente.. equipamentos e serviços. o preparo de arranjo geral esquemático. a indicação de todos os componentes. Inclui a especificação e execução ou supervisão dos serviços de campo e de laboratório. ”. que assegurem a viabilidade técnica e o adequado tratamento do impacto ambiental do empreendimento. ou seja: • Estudo Preliminar • Projeto Básico (ou anteprojeto) • Projeto Executivo Estudo Preliminar Estudo técnico efetuado para determinar a viabilidade de uma solução. orçamento da construção. • especificação preliminar de materiais. O projeto básico será constituído de desenhos que representem tecnicamente a solução adotada e relatório técnico que contenha: memorial descritivo do sistema e de seus componentes. em todos os campos de aplicação e disciplinas técnicas de engenharia. o dimensionamento funcional do objeto e de suas partes. os critérios e parâmetros adotados na proposição e dimensionamento dos componentes.

de caráter essencialmente técnico: Verificação de desenhos de fabricação. montagem. envolvendo o exame e aprovação de documentos técnicos preparados pelos fornecedores de equipamentos. assistência à partida. Coordenação técnica e administrativa de serviços de projeto de engenharia. inclusive plano de gestão ambiental. Execução direta ou assistência às compras e/ou contratações de bens e serviços.As atividades que figuram em mais de uma fase de projeto. montagem. Supervisão administrativa de construção. distinguem-se uma das outras pelo nível de detalhamento. (1) Revogado tacitamente pela Lei nº 5. Empresas e Profissionais 13. Coordenação das interfaces executivas. a organização geral dos trabalhos e a especificação das instalações provisórias. ASSISTÊNCIA TÉCNICA Abrange as seguintes atividades.569. estabelecendo a estratégia de implantação.194. técnicas e administrativas. de arquiteto e de agrimensor.2 REGULAMENTAÇÃO DA ATIVIDADE PROFISSIONAL E ATRIBUIÇÕES LEGAIS DOS PROFISSIONAIS DE ENGENHARIA CIVIL 13.189 mm mm mm mm mm ASSESSORIA Envolve assessorias técnicas em assuntos especializados. testes e partida. avaliações e estudos organizacionais relacionados com empreendimentos de engenharia. APRESENTAÇÃO DOS PROJETOS Os relatórios obedecerão o exigido pela norma NBR-5984 e serão apresentados em papel A4.1 Regulamentação da Atividade Profissional Apresentamos a seguir os decretos. Sendo que são considerados os seguintes formatos: A4 A3 A2 A1 A0 = = = = = 210 mm 297 mm 420 mm 594 mm 841 mm x 297 x 420 x 594 x 841 x 1. bem como arbitragem. • GERENCIAMENTO DE OBRAS O gerenciamento envolve principalmente tarefas de coordenação e administração. • Acompanhamento técnico da construção. diligenciamento e inspeção de contratos de fornecimento de bens. DE 11 DEZ 1933 ( 1) Regula o exercício das profissões de engenheiro. estruturas metálicas e outros. programação e controle físico-financeiro do empreendimento.2. Atividades de acompanhamento técnico da construção. as leis e as resoluções que regulam a atividade dos profissionais registrados no sistema CONFEA/CREA. DECRETOS E LEIS: DECRETO FEDERAL Nº 23. eventualmente. • Treinamento do pessoal de operação e de manutenção. abrangendo: • • • • • • • • Elaboração de planos gerenciais. examinando a observância das especificações técnicas pelo construtor. A0. testes. • Preparo de desenhos “como construído” em seguida à implantação. Planejamento. Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. Administração e controle do fluxo de documentos. enquanto que as plantas deverão ser desenhadas em formato A1 ou. de 24 DEZ 1966 176 Paulo Roberto Vilela Dias 177 .

e dá outras providências.00.Estudo.030435-2. Atividade 02 .DE 7 DE DEZ 1977 Institui a “Anotação de Responsabilidade Técnica” na prestação de serviços de Engenharia.CONFEA. DE 26 SET 1986 Dispõe sobre o exercício profissional dos Tecnólogos das áreas submetidas à regulamentação e fiscalização instituídas pela Lei nº 5.LEI Nº 4. Juíza Substituta da 4ª Vara Previdenciária de Porto Alegre . Química. planejamento. designa as seguintes atividades: Atividade 01 . LEI Nº 5.org. DE 27 MAIO 1983 Dispõe sobre o exercício profissional dos Técnicos Industriais e Técnicos Agrícolas de Nível Médio ou de 2º Grau e dá outras providências. RESOLUÇÃO Nº 205. e dá outras providências.RS.91 e alterações posteriores e Lei nº 8. nos autos da Ação Civil Pública nº 2000. Agronomia e Veterinária. RESOLUÇÃO Nº 313. autoriza a criação.212. projeto e especificação.524. de 24.71.950-A. Arquitetura e Agronomia e expedição de certidão. Arquitetura. DE 22 ABR 1966 Dispõe sobre a remuneração de profissionais diplomados em Engenharia. RESOLUÇÕES DO CONFEA: RESOLUÇÃO Nº 425.194. DE 30 SET 1971 Adota o Código de Ética Profissional.Supervisão. OUTRAS: INSTRUÇÃO NORMATIVA INSS Nº 49. Paulo Roberto Vilela Dias 179 . para efeito da fiscalização do exercício profissional em nível Superior. de 03 de maio de 2001 Dispõe sobre alterações dos parâmetros para o reconhecimento das atividades exercidas sob condições especiais em cumprimento à decisão que antecipou parcialmente os efeitos da tutela. DE 29 JUN 1973 Discrimina atividades das diferentes modalidades profissionais da Engenharia. coordenação e orientação técnica. pelo Conselho Federal de Engenharia.91 e alterações posteriores 13. FUNDAMENTAÇÃO LEGAL: Lei nº 8.br). LEI Nº 5. regula o exercício das profissões de Engenheiro.194.496 . DE 24 DEZ 1966 Regula o exercício das profissões de Engenheiro.07. DE 18 DEZ 1998 Dispõe sobre a Anotação de Responsabilidade Técnica e da outras providências. DE 5 NOV 1968 Dispõe sobre o exercício da profissão de Técnico Industrial de nível médio. A íntegra da regulamentação apresentada anteriormente pode ser obtida no CONFEA e nos Conselhos Regionais ou em seus sites da internet. LEI Nº 6. Arquiteto e Engenheiro Agrônomo e o artigo 1º da Resolução 218 do CONFEA de 29 de junho de 1973. prolatada pela MM. e dá outras providências. proposta pelo Ministério Público Federal. Arquitetura e Agronomia .07. na página da web do CREA-RJ (www. DE 31 OUT 1986 Dispõe sobre Registro de Acervo Técnico dos Profissionais da Engenharia. Arquiteto e EngenheiroAgrônomo.crea-rj. de 24. 178 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. Arquitetura e Agronomia. de Arquitetura e Agronomia.213. RESOLUÇÃO Nº 317. RESOLUÇÃO Nº 278. como por exemplo. de uma Mútua de Assistência Profissional.2 Atividades e Atribuições Legais para Profissionais de Engenharia Civil A lei nº 5194 de 24/12/1966. Empresas e Profissionais RESOLUÇÃO Nº 218.2. de 24 DEZ 1966.

cidades. arquiteto ou engenheiro-agrônomo só podem ser acrescidas á denominação de pessoa jurídica composta exclusivamente de profissionais que possuam tais títulos. Ensino. autárquicas e de economia mista e privadas. rurais e regionais.º 5. e dá outras providências.194 de 24 de Dezembro de 1966 180 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. Regula o exercício das profissões de Engenheiro. montagem. Vistoria. edificações. referentes a edificações. estruturas. Artigo 5º. e massa de água e extensões terrestres. operação. divulgação técnica e extensão. Lei n. análise.As qualificações de engenheiro. planejamento físico. Fiscalização de obra e serviço técnico. de abastecimentos de água e de saneamento. experimentação. Artigo 1º . Execução de obra e serviço técnico. Assistência. Artigo 7º.o desempenho das atividades 01 a 18 do artigo 1º desta Resolução. Condução de trabalho técnico. obras. Artigo 4º. avaliação. arquiteto e engenheiro-agronômo são caracterizadas pelas realizações de interesse social e humano que importem na realização dos seguintes empreendimentos: A) B) C) D) E) Aproveitamento e utilização de recursos naturais. planejamento ou projeto. conjuntos arquitetônicos e monumentos. seus serviços afins e correlatos. zonas. Execução de desenho técnico. rios. local. sistema de transportes. referentes a edificações . Produção técnica e especializada. Padronização. Arquiteto e Engenheiro-Agrônomo. cursos. de profissionais registrados nos Conselhos Regionais. arquitetura ou agronomia a firma comercial ou industrial cuja for composta. estradas.Só poderá ter em sua denominação as palavras engenharia. laudo e parecer técnico. urbano e regional.Atividade Atividade Atividade Atividade 03 04 05 06 - Atividade 07 Atividade 08 Atividade Atividade Atividade Atividade Atividade Atividade Atividade 09 10 11 12 13 14 15 - Atividade 16 Atividade 17 Atividade 18 - Estudo de viabilidade técnico-econômica. em geral. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias . seus serviços afins e correlatos. Condução de equipe de instalação. Execução de instalação. em sua maioria. Direção de obra e serviço técnico. explorações de recursos naturais e desen181 Artigo 2º dessa mesma resolução estabelece as seguintes competências para o ENGENHEIRO ARQUITETO: I . meios de locomoção e comunicações.As profissões de engenheiro.o desempenho das atividades 01 a 18 do artigo 1º desta Resolução. paraestatais. montagem e reparo. Artigo 3º .Parágrafo único . portos. do arquiteto e do engenheiro-agrônomo consistem em: a) b) desempenho de cargos. mensuração e controle de qualidade. pista de rolamentos e aeroportos.As qualificações de que trata este Artigo poderão ser acompanhadas de designações outras referentes a cursos de especialização. Elaboração de orçamento.As atividades e atribuições profissionais do engenheiro. Operação e manutenção de equipamentos e instalação. reparo e manutenção. transportes. assessoria e consultoria. instalações e meios de acesso a costas. ensaio. pesquisa. estruturas. arquitetura paisagística e de interiores. nos seus aspectos técnicos e artísticos. aperfeiçoamento e pós-graduação. Artigo 7º dessa mesma resolução estabelece as seguintes competências ao ENGENHEIRO CIVIL ou ao ENGENHEIRO DE FORTIFICAÇÃO e CONSTRUÇÃO: I . desenvolvimento industrial e agropecuário. Desempenho de cargo e função técnica. funções e comissões em entidades estatais. arbitramento. perícia. de regiões. serviços e equipamentos urbanos.

Artigo 19º. direção. Artigo 22º. direção e fiscalização das obras de arquitetura paisagística. instalações e serviços de qualquer natureza. direção. fiscalização e construção das obras que tenham caráter essencialmente artístico ou monumental. o estudo. nos assuntos mencionados nas alíneas “a” a “c” deste Artigo. fiscalização e construção de obras de drenagem e de irrigação. com os direitos e deveres correspondentes.Enquanto durar a execução de obras. Artigo 28º . assim como os dos responsáveis pela execução dos trabalhos. projeto. projeto.Quando a concepção geral que caracteriza um plano for elaborado em conjunto por profissionais legalmente habilitados. fiscalização e construção das obras relativas a portos. direção. experimentação e ensaios. o projeto. direção. fiscalização e construção de edifícios. projeto. nos assuntos correlacionados com as especificações das alíneas “a” a “i” . pareceres e divulgação técnica. direção e fiscalização dos serviços de urbanismo. o estudo. DECRETO FEDERAL N. produção técnica especializada. o estudo. o estudo. fiscalização e construção de edifícios.São da competência do engenheiro civil: a) b) c) 182 h) i) j) k) rodagem e de ferro. estudo. o estudo. o projeto. projetos. perícias e arbitramento referentes à matéria das alíneas anteriores. de arquiteto e de agrimensor. todos serão considerados co-autores do projeto. perícias. o projeto. projeto. estudos. direção e fiscalização dos serviços de urbanismo.c) d) e) f) g) h) volvimento da produção industrial e agropecuária. com todas as suas obras complementares. em todos os seus aspectos técnicos e artísticos. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 183 . direção de obras e serviços técnicos. vistorias.º 23. direção. fiscalização de obras e serviços técnicos. fiscalização e construção das obras peculiares ao saneamento urbano e rural. direção. rios e canais e das concernentes aos aeroportos. projeto. direção. projeto. o estudo. direção. execução de obras e serviços técnicos. com todas as suas obras complementares. ensino. fiscalização construção de obras destinadas ao aproveitamento de energia e dos trabalhos relativos às máquinas e fábricas. direção. a arquitetura legal.Ao autor do projeto ou aos seus prepostos é assegurado o direito de acompanhar a execução da obra. Artigo 30º . fiscalização e construção das obras de captação e de abastecimento de água. avaliações. projeto. o estudo. projeto. especificações e demais pormenores técnicos nele estabelecidos.569.Consideram-se da atribuição do arquiteto ou engenheiroarquiteto: a) b) c) d) e) f) g) estudo. industrial ou agropecuária. d) e) f) g) Artigo 16º. análises. trabalhos topográficos e geodésicos. de acordo com as condições. a engenharia legal. perícias e arbitramentos relativos à matéria de que tratam as alíneas anteriores. projeto. de modo a garantir a sua realização. projeto. pesquisa. é obrigatória a colocação e manutenção de placas visíveis e legíveis ao público o nome do autor e co-autores do projeto. fiscalização e construção das estradas de Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. direção e fiscalização das obras de grande decoração arquitetônica.DE 11 DEZ 1933 Regula o exercício das profissões de engenheiro.

instalações e afins.4) 1. Empresas e Profissionais 3. coordenação. controle físico-financeiro e da Qualidade.5) 1.7) 1. Avaliações e Perícias em geral. 2) Programações e dimensionamentos de serviços. Arbitramentos.3) 3.1) Gerenciamento das obras e projetos em geral. Fiscalização e Acompanhamento de obras em geral que se subdividem em: 2) 3) 4) 2. dimensionamentos de serviços.1) 1.7) Medições de serviços . Laudos. equipamentos e pessoal. 2. Orientação técnico-administrativa. Análise econômica-financeira da empresa. 4. Coordenação. Orientação geral e técnicas de controle. laudos técnicos. Consultorias ou assistências técnicas. avaliações e perícias. Vistorias. Especificações de serviços e materiais. 4.4) 3. arbitramentos. fiscalização e acompanhamento de obras em geral. 2.Projetos básicos e executivos de qualquer natureza. supervisão. acompanhamento e controles. Projetos definitivos (executivos). fundamenta dos sobre serviços ou obras. ou avaliação de direitos. Supervisão. Fiscalização e Supervisão de serviços técnicos-administrativos.1) 3. 2.10) Levantamentos técnicos de obras. compatibilização. produtividade e qualidade.TÍTULO I CONCEITUAÇÃO PROPOSTA PARA OS SERVIÇOS RELACIONADOS COM A ENGENHARIA CIVIL Os serviços relacionados com a Engenharia Civil podem ser resumidos no seguinte: 1) Estudos de um modo geral ou viabilidade .2) Pareceres técnicos sobre assunto técnico especializado.6) 1.3) 1. Consultas esporádicas. serviços. 184 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. Laudos.5) Administração e Controle contábil. arbitramentos. Gestão de empreendimentos.3) Projetos do canteiro de obra. supervisão. fiscalização e acompanhamento de obras.2) 3. 1. Engenharia Legal.5) 3.4) Planejamentos. planejamentos e cronogramas físico-financeiros. 2.6) Coordenação. fiscalização. que se subdividem em: Os serviços acima relacionados são discriminados da seguinte forma: 1) Estudos de um modo geral ou viabilidade . 3) Consultorias e Assistência técnica que se subdividem em: Consultorias em geral permanente e elaboração de contratos.6) 3.2) 1.3) Avaliações técnicas de um determinado bem. 1. subdividem-se em: 1. Pareceres. programações e controles. Projeto Básico ou Legal. materiais. Anteprojetos. orçamentos. Assessoria. materiais.Projetos básicos e executivos de qualquer natureza.8) Levantamento de dados Estudos preliminares. equipamentos e pessoal.7) 4) 4. 2) Gestão. Detalhes construtivos em geral Estimativas de custos. vistorias. 2.1) Vistorias. supervisão. pareceres.coordenação. Paulo Roberto Vilela Dias 185 .9) Assessoria . 1.11) Levantamentos topográficos e sondagens.

perícias. planejamentos. avaliações. projetos. direção. fiscalização e construções prediais. industriais e reformas com todas as suas obras complementares. Empresas e Profissionais 1. • Estudo de Fachada . projetos. em plantas. esclarecedor de circunstâncias especiais. fiscalização e construção de obras destinadas ao aproveitamento de energia e dos trabalhos relativos às máquinas e fábricas. elevações. viadutos e outros. permitindo sempre que possível uma primeira avaliação da estrutura. 4. fiscalização e construção das obras relativas a portos. Vamos conceituar o que representam os serviços indicados nos itens acima. direção.1) Levantamento de dados – Levantamento de um conjunto de infor186 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.4) Projeto Básico ou Legal – Após a aprovação pelo cliente do anteprojeto. direção.4. perfis. projetos.2) Estudos preliminares – Análise e avaliação de todas as informações recebidas na primeira etapa e definição do partido arquitetônico da edificação e as condições de viabilidade. de acordo com o serviço a executar e obedecidas as posturas legais para cada caso possibilitando obter licenças e alvarás. Os serviços relacionados nos itens anteriores se aplicam ao ramo da Engenharia Civil. bem como fazer orçamentos. abastecimento de água. saneamento urbano e rural. dimensão e articulação dos ambientes. formatando o Anteprojeto. Estudos. direção. mações. será apresentado o projeto legal.3) Anteprojeto – A partir do Estudo Preliminar aprovado.principais níveis da edificação. projetos. • Definição do esquema estrutural e das instalações. a saber: 1) Estudos de um modo geral ou viabilidade . Estudos. captação. de acordo com as normas vigentes. • 3) 4) 5) 1. legislação local. localização. bem como. • 6) Único . barragens. arbitramentos. 1. etc. fiscalização e construção de obras hidráulicas de saneamento e urbanização.O Engenheiro Civil atuará também em assuntos de Engenharia Legal e de Custos. grandes estruturas metálicas e de concreto armado. fachadas. deverá ser apresentado o Memorial Descritivo elucidativo do partido adotado. apresentando um padrão de cor ou textura. a saber: 1) 2) Estudos. fiscalização e construção de obras de arte especiais. solicitações do Cliente. túneis. gerando os seguintes documentos: Memorial Descritivo . com informações sobre o terreno. irrigação. Estudos. • Concepção e tratamento da volumetria do edifício. será desenvolvido o Anteprojeto de Arquitetura. com as modificações sugeridas. com especificações e detalhamento das fachadas e esquadrias externas. contendo a definição de todos ambientes.5) Julgamentos de trabalhos em geral. Estudos. direção. dimensionamento e caracterização dos pavimentos. direção. controles. Paulo Roberto Vilela Dias 187 . drenagem. grandes estruturas metálicas e de concreto armado. • Plantas Baixas . projetos. emitir laudos e pareceres relacionados com a especialidade profissional.Projetos básicos e executivos de qualquer natureza. fiscalização e construção de estradas de rodagem e de ferro. rios e canais. túneis. cortes. viadutos e outros. barragens.descreve e justifica a solução arquitetônica proposta e é acompanhado de quadro de áreas estimadas.em perspectiva ou elevação. Em anexo. 1. abordando os seguintes aspectos: Concepção. projetos. Estudos. completando o projeto.4) Serviços em geral de Engenharia Legal. adução. visando montar um programa básico do projeto. Baseado nestes dados elabora-se o escopo do Contrato.

etc. fiscalização.9) Assessoria . na escala convenientemente adequada.6) Especificações de serviços e materiais – Tem como objetivo caracterizar as condições de execução e padrão de acabamento para cada tipo de serviço. as normas aprovadas e recomendadas. Por outro lado. houver a participação de profissionais de várias modalidades. deverá ser apresentado o cronograma físico-financeiro (gráfico de Gantt). 1. comerciais. leis fiscais. Cada tipo de obra. Deverá apresentar uma descrição completa da obra. podem-se estabelecer as necessidades diárias de material e mão-de-obra para a execução da obra ou serviço. necessários a uma melhor compreensão e execução da obra.conhecidos os projetos definitivos. os projetos existentes não reproduzem a verdade – Consiste. elaborando desenhos e especificações dos serviços e dos materiais empregados.coordenação. administrativas. Faz parte integrante das especificações a indicação de materiais relacionados nos desenhos do projeto. que de qualquer maneira onerem os custos do empreendimento. supervisão. aparece a figura do Assessor. segundo uma sintonia perfeita. Empresas e Profissionais apresentação de uma planilha. com todos os elementos necessários à fiel execução do empreendimento. e indicar os ensaios de laboratórios indispensáveis.10)Levantamentos técnicos de obras. em escala conveniente. pois de um levantamento completo no local que permita definir as quantidades. técnicas e outras. aplicação correta dos materiais. com a listagem dos diversos serviços a executar. de todos elementos da obra ou serviço necessários à perfeita execução técnica e artística da edificação. que englobe todos os elementos considerados no estudo. 1. encargos sociais. instalações e afins já executados e que por circunstâncias. poderá ser apresentado um orçamento – Consiste na 188 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. capaz de oferecer uma visão global da execução da obra e o conhecimento das necessidades financeiras mês a mês. são identificadas e eliminadas eventuais interferências entre os mesmos e futuros re-trabalhos nas obras. com sua participação. consumo e do cronograma físico-financeiro. serviços. Os respectivos percentuais para cobrir as despesas diretas e indiretas. condições de funcionamento ou estado de conservação. a unidade considerada e os preços unitários. exige detalhes particulares para facilitar ou mesmo permitir a sua execução. planejamentos e cronogramas físicos .7) Detalhes construtivos em geral – São desenhos complementares. gera-se um documento único. os detalhes e as especificações de serviço e materiais. A finalidade é oferecer uma assessoria técnica especializada à elaboração do projeto ou serviço. Anexo deverá ser apresentado um memorial descritivo. 1.financeiros . bem como a especificação para cada tipo de serviço. Através da compatibilização e otimização dos diversos projetos e processos. 1. A responsabilidade funcional do levantamento levado a efeito.8) Estimativas de custos.1. Na composição dos preços unitários deverão ser apresentados os coeficientes de consumo e produtividade.5) Projeto Executivo – Conjunto de documentos elaborados. Estes detalhes deverão ser apresentados em desenhos. deverá ser assumida pelo profissional Paulo Roberto Vilela Dias 189 . A partir da interface entre os Projeto Arquitetônico e os Projetos Complementares. Conhecidos o orçamento e o prazo de execução da obra ou serviço. Especificações detalhadas de todos os materiais que serão utilizados nas obras. com indicação das condições técnicas de execução e de todas as exigências indispensáveis à concretização da obra. permite ainda. através dos coeficientes de produtividade. em função de sua complexidade. como impostos. a coordenação de todos os processos e os integrantes da equipe. despesas financeiras. com todas as informações necessárias à execução da obra. compatibilização. acompanhamento e controle – Quando na elaboração de um projeto. com a indicação das características técnicas. 1. contendo as quantidades de serviços a executar.Engenharia de Custos . orçamentos.

incentivos para aumento de produtividade e qualidade. nas disponibilidades financeiras da empresa. indicando inclusive o dimensionamento da equipe. o profissional deverá prever. demissão. rotinas. por categoria.Neste caso admite-se o trabalho profissional de levantamento completo no campo. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 191 . deverá ser apresentado um relatório circunstanciando todas as medidas levadas a efeito. mão-deobra e as especificações dos serviços. em função da seqüência dos trabalhos a executar. como o dimensionamento. 2. com detalhes do relevo. face ao controle preconizado. quanto aos preços de material.3) Projeto de canteiro de obra .11)Levantamento topográfico e sondagens . orçamento. está o engenheiro em condições de dimensionar a equipe de trabalho. com previsão das datas do recrutamento. 1. no mercado de trabalho. 2. controles e apropriações de custos.Uma vez conhecido o orçamento da obra. de desenvolver as diversas áreas da obra. admissão. dos serviços. materiais. procedimentos. respondendo pela fiel execução dos serviços.1) Gerenciamento das obras e projetos em geral . Verificar a eficiência e eficácia dos trabalhos. além do trabalho de escritório de cálculo das cadernetas.2) Programações e dimensionamentos de serviços. execução dos serviços. coordenar. fiscalização e acompanhamento de obras em geral. supervisão. Caso seja do interesse do cliente e tendo em vista a extensão da área a levantar. como seu gestor. avaliação dos cortes e aterros e outras medidas de interesse na elaboração de um determinado projeto. Apresentação do planejamento completo para execução e controle da obra ou serviço. enfim. Para cada tipo ou especialidade de engenheiro teremos obras que lhe são afetas.4) Planejamentos. Feitas as programações e o planejamento. necessidades de material.Trata-se de medidas indispensáveis à verificação da quantidade e qualidade do trabalho. 2. gerência integral. especificações. apresentação do esquema organizacional com a discriminação das tarefas. no tocante à administração da empresa. planos de trabalhos. 2. permitindo ainda um controle. detalhes e demais elementos técnico fornecidos. licitude das compras e fornecimentos. Além do mais. coordenação. o plano para melhoria da produtividade e qualidade. pessoal e do financeiro . exercendo as funções de acordo com as normas legais vigentes e entregando a obra ou serviço em condições de ser utilizada pelo cliente e em concordância integral com os projetos. 190 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. Apresentação das programações e relatórios indispensáveis à administração da obra ou serviço e relação de equipamentos necessários. programações. dimensionamentos do físico. equipamentos. Consiste em ser assumido pelo profissional ético o encargo técnicoadministrativo da direção e execução da obra. deverá ser apresentado o organograma. Neste caso deverão ser determinados os homens/hora indispensáveis.Trata-se de assumir a responsabilidade dos encargos técnicos. representando as curvas de nível de metro em metro. equipamentos e pessoal . a modalidade de medição de serviços. dirigir e controlar a qualidade da obra. bem como previsões de treinamento. 2) Gestão. relatórios.executante do serviço. Quanto as sondagens deverão constar o perfil do terreno para avaliação do solo e posição do lençol freático. memoriais gráficos e fotográficos. materiais. com os seguintes sub-ítens: determinado pelas quantidades de serviços e preços unitários. legais decorrentes da organização levada a efeito. diretrizes. programações e controles. baseando-se ainda no cronograma físico-financeiro. indicando os processos de trabalho. mão-de-obra.Deverá ser apresentado o projeto do canteiro de obras. contendo todas as instalações a fazer.

o a receber e o a pagar.6) Coordenação. esquadro e prumo. prevendo multas por atrasos no cronograma de pagamento e pelo não cumprimento das exigências contratuais. Paulo Roberto Vilela Dias 193 192 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. estudo de preços e materiais. Elaboração de sistemas de controle de materiais e mão-de-obra. Tipo de contabilidade. Em memorial descritivo o profissional apresentará as considerações que devem ser obedecidas. bem como o cronograma físico-financeiro para controle do andamento da obra. estudo dos contratos de fornecimento e pessoal. lembrando de cláusulas de regulamento do prazo. Dirimir as dúvidas ou resolver os problemas técnicos surgidos. durante e posterior à implantação de uma obra ou serviço. supervisão. Exigir nível. uma vez oferecidos os elementos para o exame técnico da solução. 3. apresentando os detalhes métricos e demais elementos capazes de orientar o cliente quanto à licitude do pagamento. Sistema de apresentação das diversas contas a receber e a pagar. para prestação de serviços durante uma certa etapa do desenvolvimento empresarial. durante a execução da obra ou serviço. quando julgar necessários. visando enquadrar as normas pré-determinadas. 3. Neste caso o profissional deverá fazer uma listagem dos elementos que devem constar do contrato como proteção à empresa. fiscalização e acompanhamento de obras em geral – Consiste em fiscalizar a fiel execução de uma obra ou serviço. bem como o controle da qualidade apurado. sendo o único responsável pelos êxitos ou insucessos preconizados. Determinação do estoque mínimo.4) Fiscalização de serviços técnicos – Consiste na observância das normas brasileiras para a execução de obras e serviços.1) Consultoria permanente em geral e elaboração de contratos – Trata-se de prestação sistemática do trabalho profissional.3) Assessoria – Serviços profissionais prestados por profissionais. estabelecimento do plano de contas e contabilidade gerencial. Dar assistência técnica efetiva quando solicitado. Pode ser antes. apresentar a resposta à consulta formulada. Apresentar quando solicitado os esclarecimentos requeridos. 3) Consultorias e assistência técnica. dos serviços executados. sobre determinados problemas. Tipos de notas. utilizandose de testes da boa qualidade. O fiscal deverá constatar a boa qualidade durante a execução das obras.2) Consultas esporádicas – Consiste na prestação de serviço técnico de engenharia prestada por profissional que oferece ao cliente solução verbal ou por escrito. como também o cumprimento das especificações de serviços e materiais. Sistemas de controle do almoxarifado. O serviço de assessoria. todos os detalhes métricos. empreiteiros e outros. com poderes de sustar qualquer serviço executado fora dos padrões do projeto. fiscalizar durante todo o tempo de execução da obra ou serviço. oferecendo uma assistência técnica permanente e responsabilizando-se pelas orientações e instruções prestadas na obra e ao cliente.7) Medições de serviços e controles físico-financeiros e da qualidade – Medições “in loco”. Apresentar em relatório o sistema de medida e critérios adotados. Enfim. 3. em laboratórios oficiais. inclusive quanto à responsabilidade sobre despesas. principalmente na elaboração dos contratos entre fornecedores. com os seguintes sub-ítens: 3. Aqui desejamos esclarecer que a participação do profissional se faz somente na parte técnica-administrativa do contrato. 2. reajustamento de preços. atendendo a boa técnica requerida. no que tange a orientação técnica-administrativa e durante a venda dos trabalhos profissionais em caráter permanente. Conferir todas as medidas. Empresas e Profissionais . todos os acabamentos.2. 2. Verificar e assinar autorizando os pagamentos de fornecimento de material e mão-de-obra. pode ser em caráter permanente ou então por contrato temporário.5) Administração e controle contábil – Atividade indispensável à verificação do controle da qualidade e produtividade. Escrituração dos custos de obra. assessorando técnico-administrativamente os diversos órgãos da empresa. Flexibilidade do mercado fornecedor e consumidor.

no qual se esclareçam as causas e fiquem estabelecidas as medidas técnicas a tomar. será complementado o parecer final. vai depender de um estudo muito mais aprimorado e a conseqüente avaliação. mensal e anual da empresa. bem como. Medidas preventivas a preconizar. a projeção de um estudo para ampliação da empresa.3. fruto dos elementos patrimoniais oferecidos. 4. laudos. serviço ou obra. estabelecer a política administrativa da empresa no setor técnico. temos o laudo técnico. as considerações levadas a efeito. de especificações. executando plantas ou conferindo os existentes. determinando-se o sistema de apropriação de custo. Às vezes o parecer técnico é de tal envergadura e envolve técnicos tão especializados que só pode ser dado em conjunto por uma comissão de alto gabarito. pareceres. Engenharia Legal. Cadastramento do equipamento e avaliação. O parecer é uma opinião técnica abalizada e fundamentada em requisitos técnicos.1) Vistorias. Apresentação de um parecer técnico. da rentabilidade da obra. Fornecimento de um memorial descritivo com o dimensionamento das diversas seções da empresa. na avaliação técnica de um determinado bem. na maioria das vezes. a vistoria. com vistas a: a) b) c) d) e) Sistemática dos serviços. Avaliação da produção. Trata-se de um serviço de alta repercussão técnica pelos efeitos decorrentes. Empresas e Profissionais . Sim. NesPaulo Roberto Vilela Dias 195 3. Levantamento dos imóveis. Feita a vistoria e elaborado o laudo técnico. com os seguintes sub-ítens: c) d) e) f) g) 4. capazes de oferecer a medida exata do valor. face as tendências do mercado. Contatos de qualquer natureza. existem elementos mensuráveis. como segue: a) b) Levantamento geral dos bens patrimoniais da empresa. o laudo técnico é a constatação de um determinado fato. No entanto. laudos técnicos fundamentados. porque. Assim. de serviços e materiais. avaliações e perícias em geral. Ampliação da faixa de empreendimentos da empresa. serviços ou da empresa. com um memorial descritivo.3) Avaliação técnica de um determinado bem ou direito – Aqui reside um dos assuntos mais sérios. verificado em uma determinada condição existente e que constitui.7) Orientação geral e técnicos de controle – Apresentação de um esquema técnico geral. Procura de novos mercados. sobre serviços ou obras – Os laudos técnicos compreendem a informação profissional a respeito de determinado assunto. o memorial descritivo dará as informações colhidas. de modo a executar os serviços em andamento. Já no caso do Direito. será estudada a linha a ser seguida e a orientação a ser obedecida. Determinação do fluxo de caixa. Em cada caso. capaz de orientar a empresa no sistema global de controle. diária. Neste caso. 194 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. Estimativa do valor do patrimônio em imóveis. bem como indicação da distribuição do equipamento dentro do imóvel. Por meio de um relatório apresentar-se-á a orientação técnico-administrativa.6) Orientação técnico-administrativa – Consiste em.2) Pareceres técnicos sobre assunto técnico especializado – Nem sempre a vistoria e o laudo vem acompanhado de um parecer técnico. Às vezes pode ser também solicitado. o critério adotado e outros elementos que objetivaram a avaliação. se acompanhado das causas e das conclusões técnicas cabíveis. bem como da exigência de testes de laboratório e exames locais. O parecer poderá ser acompanhado de plantas. 3.5) Análise econômica-financeira da empresa – Estudo dos elementos patrimoniais da empresa. pode ser aleatória. 4) Vistorias. 4. uma vez conhecido o projeto ou os contratos de execução. normas de controle para o material e mão-de-obra. os elementos computados. por assim dizer.

administrativos e legais.Trata-se pois de uma opinião fundamentada das causas possíveis. inclusive com a classificação dos concorrentes. tudo o que depender de julgamento. A) Auditoria analítica e crítica . 4. proporções. pelo oferecimento de um relatório minucioso do fato. cada modalidade de engenharia tem o âmbito de ação de sua atividade. as normas de procedi197 b) c) d) 196 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. concursos de provas e títulos. apresentado inclusive a ou as soluções para o problema. econômicos. Na perícia de um modo em geral. 4. Avaliação . funções. é claro. Perícia . com a decomposição de um todo em suas partes constituídas. ASSISTÊNCIA TÉCNICA Conjunto de ações integradas. Como se vê. 13. feita com o objetivo de se verificar um estado das coisas.VIABILIDADE Estudo crítico das atividades de um empreendimento. Parecer .aquela que se preocupa em analisar os aspectos administrativos econômicos. baseado. tendo em vista conhecer sua natureza. Deverá ser apresentado um laudo circunstanciado e técnico.administrativa por tempo determinado ou para finalidade específica. nas atribuições profissionais.5) Julgamento de trabalhos em geral – Aqui neste título englobamos a decisão requerida em relatório minucioso. nos aspectos técnicos. estimado. é o caso por exemplo da “vistoria ad perpetuum in rei memoriam”.Nada mais que a verificação de uma situação existente. objetivando dar ao usuário condições de adotar e utilizar técnicas – administrativas recomendadas ao êxito de seu empreendimento.Que é uma vistoria na qual são indicadas as causas técnicas. sem entrar em detalhes. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias . e relações. ARBITRAMENTO Atividade que envolve a tomada de decisão ou posição entre alternativas tecnicamente controversas ou que decorrem de aspectos subjetivos.é a apresentação técnica fundamentada do valor encontrado. AUDITORIA Exame analítico e crítico que abrange desenvolvimento das atividades. calculado ou arbitrado para um bem ou direito.3 DEFINIÇÕES DAS ATIVIDADES PROFISSIONAIS DA ENGENHARIA CIVIL ANÁLISE TÉCNICO-ECONÔMICA DE EMPREENDIMENTO . o parecer técnico deve ser documentado e tiradas as conclusões. com o propósito de fundamentar decisões financeiras. legais. causadoras de uma determinada situação.4) Serviços em geral de Engenharia Legal – Relativamente à Engenharia Legal pode ser solicitado ao profissional o seguinte: a) Vistoria . ASSESSORIA Serviço prestado a pessoas físicas ou a empresas por profissional qualificado e que exige um somatório de conhecimentos e experiências na prestação sistemática ou eventual de serviços de orientação técnica . os fundamentos técnicos que serviram de suporte à decisão final. O trabalho pode ser desenvolvido em dois campos distintos. contendo as razões do julgamento. enfim. concorrência. assim como. Podemos julgar concursos de trabalhos técnicos de projetos.tas condições o parecer técnico será o elemento de decisão.

CONCURSO Envolve ações de organização. em recinto fechado e apropriado. ATESTADO Documento que contém declaração. escrita e assinada por profissional habilitado. realizadas para o preenchimento de cargos. ESTUDO Atividade que envolve simultaneamente o levantamento e a análise de dados de natureza técnica. sobre veracidade de um fato ou uma situação. gerenciamento e julga198 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. no plano. produto. planejamento ou projeto. mediante planejamento. GESTÃO DE PROJETO. equipamentos e contratação de mão de obra. incluindo texto e “layout”. práticas prestadas. planejamento ou projeto. a um público específico. coordenação. para servir de comprovação perante terceiros. DIVULGAÇÃO TÉCNICA CURSO. processos. com o emprego da pedagógica e didática. SERVIÇO OU OBRA Compete a atividade de gerência da execução e/ou acompanhamento de projeto. ficando a cargo do profissional a direção técnica-administrativa da execução das atividades. coordenação e gerenciamento dos serviços de concorrências. AVALIAÇÃO Atividade que envolve a determinação técnica do valor qualitativo ou monetário de um bem. conhecimentos e tecnologias relativas a uma dada atividade. PALESTRA. matérias escritas. anais. Palestra: Exposição oral de temas técnicos. folhetos. plano. necessários a execução de obra ou serviço técnico. CONCORRÊNCIAS Envolve ações de organização. serviço ou obra. CONSULTORIA Serviço realizado para atender pessoa física ou jurídica em área específica visando identificar os problemas e propor recomendações que satisfaçam as necessidades. ao desenvolvimento de métodos. de sua autoria ou de outro profissional legalmente habilitado. ou ainda a determinação de viabilidade técnico-econômica de um empreendimento. tecnologias de produção. É também a análise de resultados de um programa ou projeto.B) mentos de uma atividade. visando difundir informações. Empresas e Profissionais Consiste na elaboração de peças publicitárias. SEMINÁRIO OU CONGRESSO Curso: Explanação teórica ou prática de matérias específicas técnicas. Seminário e/ou Congresso: Exposição de vários temas.aquela que se preocupa em analisar o cumprimento das especificações técnicas e legais contidas na atividade. de um direito ou de um empreendimento. podendo ainda responder pela aquisição de materiais. Inclui neste item a elaboração de folders. mento de provas documentais. serviço ou evento técnico/científico. bem como ações de “marketing”. Auditoria técnica . provas escritas. faladas e televisadas e outras. Paulo Roberto Vilela Dias 199 .

200 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. LOCAÇÃO TOPOGRÁFICA Ato de dirimir questões por solicitação das partes litigantes. obra ou serviço. podendo incluir acidentes naturais e construções. estudos e projetos até a definição de limites entre propriedades. ORÇAMENTO DE OBRAS E/OU SERVIÇOS Atividade que envolve o levantamento de quantidades e custos de todos os elementos inerentes a execução de determinado empreendimento ou serviço ou ainda na elaboração de determinado produto. aos prazos e valores estabelecidos no projeto. LAUDO É a peça na qual o perito. conforme projeto elaborado ou planta. com a finalidade de examinar se sua execução obedece às especificações de natureza técnica. dentre outras. julgamento de concorrências. Situações previstas: Terreno Terreno • Terreno • Terreno • • A locação consiste nos serviços topográficos empregados na fixação. relata o que observou e dá suas conclusões ou avalia o valor de coisas ou direitos. e com eqüidistância determinadas pela utilização e relevo da área. SERVIÇO OU OBRA Atividade que envolve a fiscalização de projeto. profissional habilitado. no campo. Aplica-se em situações das mais variadas. podendo incluir recursos naturais e benfeitorias. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 201 . plano a suavemente ondulado (0 a 8% de declividade) ondulado a fortemente ondulado (8 a 30% de declividade) forte ondulado a montanhoso (30 a 60% de declividade) montanhoso a escarpado > 60% de declividade. demarcação ou restauração de rumos para a execução de projetos. LEVANTAMENTO TOPOGRÁFICO PLANIMÉTRICO Levantamento e representação gráfica do perímetro de uma determinada área. ou por designação judicial. qualidade de produtos.FISCALIZAÇÃO DE PROJETO. Locação topográfica de obras de infra-estrutura Situações previstas: Terreno • Terreno • Terreno • Terreno • plano a suavemente ondulado (0 a 8% de declividade) ondulado a fortemente ondulado (8 a 30% de declividade) forte ondulado a montanhoso (30 a 60% de declividade) montanhoso a escarpado > 60% de declividade Locação topográfica de curvas de níveis Consiste na fixação ou demarcação. JULGAMENTO Situações previstas: Terreno Terreno • Terreno • Terreno • • plano a suavemente ondulado (0 a 8% de declividade) ondulado a fortemente ondulado (8 a 30% de declividade) forte ondulado a montanhoso (30 a 60% de declividade) montanhoso a escarpado > 60% de declividade. de curvas de níveis. envolvendo desde a classificação de trabalhos apresentados em concursos. LEVANTAMENTO TOPOGRÁFICO PLANIALTIMÉTRICO Levantamento e representação gráfica do perímetro e relevo de uma área determinada.

tendo como finalidade a produção de “prova” através de um exame. possibilitando a opinião ou parecer sobre matéria de fato.4 ATIVIDADES E DIREITOS AUTORAIS DE ARQUITETOS 13. devem ser explícitos em contrato adequado. com a finalidade de subsidiar decisões. que envolve a apuração das causas que motivaram determinado acontecimento. entre outros decorrentes de exigência legal. sem entrar em detalhes. por escrito. 13.PARECER TÉCNICO Consiste na opinião fundamentada sobre determinado assunto técnico. PERÍCIA Atividade demandada por ação judicial.1 CONSTITUIÇÃO DO PROJETO As condições de contratação e remuneração referem-se ao projeto completo de Arquitetura. Baseado nestes dados elabora-se o escopo do Contrato. o perito. avaliação ou vistoria. de que tem conhecimento. conteúdo substancial do trabalho. o profissional deverá apresentar seus honorários nos prazos determinados em hora técnicas a trabalhar. pelo oferecimento de um relatório minucioso do fato. com informações sobre o terreno. Os honorários profissionais dos peritos. etc. tempo consumido para sua realização. As responsabilidades do profissional. dimen• são e articulação de ambientes.4. RESPONSABILIDADE TÉCNICA Atividade especializada que requer conhecimento de tecnologia. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 203 . VISTORIA Verificação de uma situação existente. bem como os honorários. interesse em discussão e valor da causa. é o caso da vistoria feita com o objetivo de se verificar um estado de coisas. legislação local. atendendo à natureza da perícia. permitindo sempre que possível uma primeira avaliação da estrutura. as condições de pagamento poderão ser fixadas pelo Juiz na sentença. assistência técnica em atividades de um empreendimento. visando montar um programa básico do projeto. • 202 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. solicitações do cliente. Estudo Preliminar Análise e avaliação de todas as informações recebidas na primeira etapa e definição do partido arquitetônico da edificação. composto das seguintes fases: • • • • • • Levantamento de Dados Estudo preliminar Projeto Legal Projeto de Execução Detalhes Construtivos Caderno de Especificações COMPOSIÇÃO DO PROJETO DE ARQUITETURA Levantamento de Dados Levantamento de um conjunto de informações. gerando os seguintes documentos: Memorial descritivo – descreve e justifica a solução arquitetônica proposta acompanhando de quadro de áreas estimadas. legislação. Plantas Baixas – principais níveis da edificação: localização. Caso não sejam fixados pelo Juiz. bem como.

2 PERCENTUAIS EM CADA ETAPA DO PROJETO Anteprojeto A partir do Estudo preliminar aprovado.. 40% • Detalhes e Caderno de Especificação ... • Projeto Legal Formatação do anteprojeto... dimensionamento e caracterização dos pavimentos.. com todas as informações necessárias à execução da obra........ Faz parte integrante das especificações a indicação de materiais relacionados nos desenhos do projeto..... com a decomposição de um todo em suas partes constituídas. Através da compatibilização dos diversos projetos.. • Definição do esquema estrutural............ 204 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva..... 10% • Os percentuais a seguir indicam a remuneração específica de cada item no caso de Projeto de Arquitetura.... 13....................5 ATIVIDADES LEGAIS DOS PROFISSIONAIS DE ENGENHARIA AGRONOMICA E FLORESTAL ANÁLISE TÉCNICO-ECONÔMICA DE EMPREENDIMENTO Estudo crítico das atividades agrosilvipastoris ou agroindustriais.. Projeto de Execução Conjunto de documentos elaborados......... Projeto de Interior Plantas baixas.. cortes.. com especificação e detalhamento das fachadas e esquadrias externas. apresentando um padrão de cor e textura... • Concepção e tratamento da volumetria do edifício....• Estudo de fachada – em perspectiva ou elevação..... Detalhes Construtivos São desenhos complementares de arquitetura necessários a uma melhor compreensão e execução da obra.. será desenvolvido o Anteprojeto de Arquitetura.. A partir da interface entre Projetos Complementares e o Projeto Arquitetônico gera-se um documento único.. 10% • Anteprojeto e Projeto Legal ....... aplicação correta dos materiais e etc.... memorial descritivo com especificação de materiais... funções e relações com o propósito de fundamentar decisões.............. Levantamento de Dados e estudo Preliminar . proporções............... de acordo com as normas vigentes... são identificadas e eliminadas eventuais interferências entre os mesmos........... contendo a definição de todos os ambientes.. 13. de todos os elementos da obra ou serviço necessários à perfeita execução técnica e artística da edificação. Caderno de Especificações Tem como objetivo caracterizar as condições de execução e o padrão de acabamento para cada tipo de serviço. tendo em vista conhecer sua natureza.. Estes dados poderão ser usados no caso de interrupção do projeto antes da conclusão final ou de contratação de parte do projeto..... perspectivas.. possibilitando obter licenças e alvarás da obra.... em escala conveniente.... abordando os seguintes aspectos: Concepção...... as normas aprovadas e recomendadas.4. 40% • Projeto de Execução ..... detalhamento... Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 205 .......

ASSESSORIA Serviço prestado a pessoas físicas ou a empresas por profissional qualificado e que exige um somatório de conhecimentos e experiências na prestação sistemática ou eventual de serviços de orientação técnica por tempo ou prazo determinado ou para finalidade específica. econômicos e administrativos. ASSISTÊNCIA TÉCNICA Conjunto de ações integradas. CONCORRÊNCIAS Envolve ações de organização. práticas prestadas. CONCURSO Envolve ações de organização. Empresas e Profissionais . coordenação. CÁLCULO DE RAÇÃO Método utilizado para determinar a composição de uma ração. em recinto fechado e apropriado. gerenciamento e julgamento de provas documentais. para servir de comprovação perante terceiros. objetivando dar ao usuário condições de adotar e utilizar técnicas recomendadas ao êxito de seu empreendimento. nos aspectos técnicos. Conferência: Exposição de tema. escrita e assinada por profissional habilitado. de um direito ou de um empreendimento. ATESTADO Documento que contém declaração. Auditoria técnica – aquele que se preocupa em analisar o cumprimento das especificações técnicas contidas no plano ou projeto. AVALIAÇÃO Atividade que envolve a determinação técnica do valor qualitativo ou monetário de um bem. PALESTRA E CONFERÊNCIA Aula: explanação teórica ou prática de matérias específicas com emprego de técnica pedagógica. AUDITORIA Exame analítico que abrange desenvolvimento das atividades agrosilvipastoris ou agroindustriais. CONSULTA Exame de problemas seguido de recomendação técnica a ser utilizada em exploração agrosilvipastoril e prescrição qualitativa e quantitativa de Paulo Roberto Vilela Dias 207 AULA. a) b) Auditoria analítica – aquele que se preocupa em analisar as normas de procedimentos de uma atividade ou projeto. É também análise de resultados de um programa ou projeto. a um público específico. 206 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. levando-se em conta as necessidades do animal e dos nutrientes disponíveis. coordenação e gerenciamento dos serviços de concorrências. sobre veracidade de um fato ou uma situação. provas escritas realizadas para o preenchimento de cargos. Palestra: Exposição oral de temas técnicos.ARBITRAMENTO Atividade que envolve a tomada de decisão ou posição entre alternativas tecnicamente controversas ou que decorrem de aspectos subjetivos.

visando difundir informações. mediante planejamento. bem como ações de marketing rural.insumos. corretivas e mitigadoras dos impactos ambientais identificados. águas superficiais e subterrânea. ou ainda a determinação de viabilidade técnico-econômica de um empreendimento. visando a implantação de empreendimentos que provoquem significativo impacto ambiental. junto ao órgão ambiental competente. Caracterização do meio sócio-econômico. É a norma legal que o EIA/RIMA seja realizado por uma equipe multidisciplinar especializada. produto. que permite conhecer com maior precisão os diferentes fatores que intervêm no processo de produção. entre outros) Caracterização do meio biótico. processo. DIVULGAÇÃO TÉCNICA Consiste na elaboração de peças publicitárias. conhecimentos e tecnologias relativas a uma dada atividade. c e d. beneficiamento. mediante exame e descrição minuciosa dos elementos que a constituem. transporte. sem a indagação das que a motivarem. DILIGÊNCIA Exame local ou vistoria de problemas agrosilvipastoris com orientação para providências imediatas. GERÊNCIA DE PROJETO. devido ao elevado grau de complexidade e detalhamento exigido normalmente nesse estudo. serviço ou obra. econômico e social da propriedade rural. podendo ocorrer de duas formas: a) b) Consulta e receita no escritório. folhetos. Inclui-se neste item a elaboração de folders. geologia e geomorfologia. Empresas e Profissionais Destinam-se ao licenciamento ambiental. de sua autoria ou de outro profissional legalmente habilitado. envolvendo fauna e vegetação. ESTUDO Atividade que envolve simultaneamente o levantamento e a análise de dados de natureza técnica. ficando a cargo do profissional Paulo Roberto Vilela Dias 209 . ESTUDOS DE IMPACTO AMBIENTAL CONSULTORIA Serviço realizado para atender pessoa física ou jurídica em área específica visando identificar os problemas e propor recomendações que satisfaçam as necessidades. serviço ou evento técnico/científico. Análise dos impactos ambientais e Proposição de medidas preventivas. bem como avaliar índices técnicos e econômicos das explorações agrosilvipastoris e potencialidades. identificando pontos de estrangulamento da cadeia produtiva. DIAGNÓSTICO TÉCNICO. incluindo texto e layout. necessários a execução de obra ou serviço técnico. Caracterização do meio físico (clima. faladas e televisadas e outras. ou de uma dada região. matérias escritas. b) c) d) e) f) Nota: Os itens e e f referem-se a interpretações de todos os levantamentos de campo dos itens b. comercialização. constituindo-se em trabalho realizado no escritório. SERVIÇO OU OBRA Compete a atividade de gerência da execução e/ou acompanhamento de projeto. tecnologia de produção. ECONÔMICO E SOCIAL a) Estudo técnico. 208 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. com base em informações do arquivo do profissional e em informações fornecidas pelo cliente. ao desenvolvimento de métodos. anais. Consulta e receita com base no exame “ in loco ” da atividade agrosilvipastoril. solo. Identificação das áreas diretamente afetadas e de influência do empreendimento. em atendimento à legislação.

a direção técnico-administrativa da execução das atividades, podendo ainda responder pela aquisição de materiais, equipamentos e contratação de mão de obra. FISCALIZAÇÃO DE PROJETO, SERVIÇO OU OBRA Atividade que envolve a fiscalização de projeto, obra ou serviço, com a finalidade de examinar se a sua execução obedece às especificações de natureza técnica, aos prazos e valores estabelecidos no projeto. FORNECIMENTO DE DADOS E INFORMAÇÕES Consiste na transferência a terceiros de dados e informações que requeiram análise, tabulações e processamento sobre produtos (área, produção, produtividade, etc), consumidores, produtores, fabricantes, infraestrutura, aspectos econômico, social e tecnológico e outros. FORNECIMENTO DE MALA DIRETA Consiste na transferência de informações armazenadas em computadores: de lista de nomes e respectivos endereços, relativos a empresas e profissionais de uma dada atividade, categoria, serviços ou produtos. INTERPRETAÇÃO E RECOMENDAÇÃO A PARTIR DE ANÁLISE LABORATORIAL DE SOLO OU VEGETAL É o serviço técnico que tem como objetivo identificar a potencialidade, a deficiência e os desequilíbrios do solo, bem como do quadro fisiológico dos vegetais e a formulação de uma recomendação. JULGAMENTO Ato de dirimir questões por solicitação das partes litigantes, ou por designação judicial. Aplica-se em situações as mais variadas: envolvendo
210 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. Empresas e Profissionais

desde a classificação de trabalhos apresentados em concursos, julgamento de concorrências, qualidade de produtos, estudos e projetos até a definição de limites entre propriedades, dentre outras. LAUDO É a peça na qual o perito, profissional habilitado, relata o que observou e dá suas conclusões ou avalia o valor de coisas ou direitos. LEVANTAMENTO TOPOGRÁFICO PLANIMÉTRICO Levantamento e representação gráfica do perímetro de uma determinada área, podendo, incluir acidentes naturais, construções e uso agrícola. LEVANTAMENTO TOPOGRÁFICO PLANIALTIMÉTRICO Levantamento e representação gráfica do perímetro e relevo de uma determinada área, podendo, incluir acidentes naturais, construções e uso agrícola. LEVANTAMENTO DE MEIO FÍSICO Levantamento de Recursos Climáticos Compreende basicamente o levantamento, caracterização e análise de fatores climáticos, tais como: precipitação pluviométrica, balanço hídrico, temperatura, umidade relativa, ventos, entre outros, de uma determinada área. Levantamento da Capacidade de Uso do solo Compreende o mapeamento de uma determinada área para identificação da sua aptidão agrosilvipastoril e o nível de manejo adequado.

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Levantamento de Cobertura Vegetal do Solo Compreende o mapeamento de uma determinada área para identificação, caracterização e dimensionamento das diferentes atividades econômicas ou ocorrências naturais nela existentes. Levantamento de Solos Compreende a determinação e o mapeamento, em diferentes níveis de detalhamento, das unidades taxonômicas de solos através de observações de campo e coleta de material para análises físicas e químicas. LOCAÇÃO TOPOGRÁFICA A locação consiste nos serviços topográficos empregados na fixação, demarcação ou restauração de rumos para a execução de projetos agropecuários ou florestais. Divide-se em: Locação topográfica de obras de infraestrutura • Locação topográfica de curvas de níveis

PADRONIZAÇÃO E CLASSIFICAÇÃO DE PRODUTOS, PLANOS E LEVANTAMENTOS Ato de enquadrar os produtos de origem vegetal ou animal em padrões típicos pré-estabelecidos. ELABORAÇÃO DE PROJETOS, PLANOS E LEVANTAMENTOS Atividade necessária à materialização dos meios através de princípios técnicos e científicos, visando a consecução de um objetivo ou meta, adequando-se aos recursos disponíveis e as alternativas que conduzam a viabilidade da decisão. Resumidamente, entende-se o projeto como instrumento de ação do planejamento. No campo das ciências agrárias são comuns os seguintes trabalhos: a) b) c) d) e) f) g) h) i) j) k) l) m) n) Projeto de Reflorestamento ou Florestamento Plano de Corte Florestal Levantamento Circunstanciado Florestal Plano de Manejo Florestal (Floresta Plantada) Plano de Manejo Florestal (Floresta Natural) Projeto de Arborização Urbana Projeto de Recuperação de Áreas Degradadas Projeto de Revegetação de Áreas Projeto de Paisagismo Projeto de Exploração Agropecuária Projeto de Viabilidade Técnico e Econômica Projeto de Irrigação e Drenagem Projeto de Sistematização de Várzea Projeto de Desenvolvimento Regional

PARTILHA DE ÁREAS Trabalho que compreende o levantamento de uma dada superfície, classificação de recursos naturais e benfeitorias, estudos de parcelamento (equivalente ou proporcional) cálculos necessários e apresentação gráfica da subdivisão total e das áreas individuais. ORÇAMENTO Atividade que envolve o levantamento de custos de todos os elementos inerentes a execução de determinado empreendimento ou serviço ou ainda na elaboração de determinado produto.
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PARECER TÉCNICO Consiste na opinião fundamentada sobre determinado assunto técnico, por escrito, com a finalidade de subsidiar decisões.

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PERÍCIA Atividade demandada por ação judicial, que envolve a apuração das causas que motivaram determinado acontecimento, tendo como finalidade a produção de “prova” através de um exame, avaliação ou vistoria, possibilitando a opinião ou parecer sobre matéria de fato, de que tem conhecimento, o perito. AVALIAÇÃO DE CULTURA POR FRUSTAÇÃO DE SAFRA Atividade que envolve a apuração das causas de frustração de uma cultura ou safra através de vistorias, levantamentos, investigações e pesquisa, determinando o volume de perda parcial ou total, por solicitação do produtor, companhia de seguro, seguro financeiro ou órgão público. RESPONSABILIDADE TÉCNICA Atividade especializada que requer conhecimento de tecnologia, legislação, assistência técnica em atividades como produção de mudas, sementes, desinsetização, entre outros decorrente de exigência legal. VISTORIA Atividade profissional que consiste no exame de problemas agrosilvipastoris, seguido de orientação para providências imediatas.

PROJETO DE CABEAÇÃO TELEFÔNICA Compreende o projeto da cabeação telefônica para atender as unidades consumidoras, conforme previsão de pontos indicados no projeto de tubulação correspondente, de acordo com as normas vigentes. Não está incluído cabeação para CPCT (Central Privada de Comutação Telefônica). REDE DE RELÓGIOS SINCRONIZADOS Trata-se do projeto de tubulação seca exclusiva para rede de relógios sincronizados. REDE DE DUTOS PARA CIRCUITOS DE INFORMÁTICA Trata-se do projeto de tubulação seca exclusiva para cabos de sinal. ALIMENTADORES PARA EQUIPAMENTO CENTRAL DE AR CONDICIONADO Para edificações prediais dotadas de sistema central, o projeto deste ficará a cargo de especialista, sendo previstas no contexto do orçamento da instalação elétrica as esperas na casa de máquinas principal. A partir desta, o projeto elétrico de distribuição às casas de máquinas locais, torres de arrefecimento, bloqueios e comandos, ficará a cargo do projetista do ar condicionado. Se, no entanto, esta rede de distribuição e comando for representada no projeto no projeto elétrico, caberá o adicional indicado. Todavia é excluído o detalhamento dos quadros gerais do sistema, que sempre ficarão a cargo do projetista do ar condicionado. ALIMENTADORES PARA DIVERSOS EQUIPAMENTOS Trata-se do cálculo dos alimentadores para eventuais equipamentos relacionados no projeto. Inclui ainda, o esquema unifilar do quadro, memorial descritivo e especificações de materiais. O memorial descritivo e especificações dos equipamentos ficarão por conta dos fornecedores dos mesmos.
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13.6 ATIVIDADES DO ENGENHEIRO ELETRICISTAS REDE DE SONORIZAÇÃO Compreende o posicionamento dos sonofletores, tubulação seca exclusiva com caixa de passagem, previsão do local para central de som e posição dos controles individuais.

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Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. Empresas e Profissionais

envolvendo aspectos arquitetônicos e de desempenho ou funcionais. corrente contínua com entrada em operação imediata. ENCAMINHADO JUNTO À CONCESSIONÁRIA DE TELECOMUNICACÃO Refere-se ao encaminhamento do projeto à concessionária telefônica segundo os padrões normativos correspondentes. define apenas uma previsão de carga para iluminação. Inclui memorial e especificações de materiais. com detalhamento. capazes de permitir a continuidade de tarefas básicas ou vitais nos recintos beneficiados. a serem ligados ao sistema de emergência. ou projeto de luminotécnica. determinação da potência de fonte geradora (baterias. neste item. a partir de quadros de distribuição específicos. Lançamento de redes de tubulações com fiações independentes. CÁLCULO LUMINOTÉCNICO O cálculo luminotécnico. deve ser encarado como um projeto à parte. tomadas e esperas especiais. se necessário: corrente alternada com partida em x segundos. Planilhas de carga com cálculos elétricos específicos. poderá se chegar à conclusão sobre a necessidade de se projetar cabina de barramento para receber alimentação da concessionária. CABINA DE BARRAMENTO No decorrer do projeto. água de refrigeração. Empresas e Profissionais CIRCUITO FECHADO DE TELEVISÃO – CFTV Trata-se do projeto de tubulação seca para o sistema. Sistemas de segurança de pequeno porte do tipo unitário. Memorial. com diversas variáveis envolvidas. Por iluminação de emergência. Inclui memorial e especificações de materiais. ENCAMINHADO JUNTO À CONCESSIONÁRIA DE ENERGIA ELÉTRICA Refere-se ao encaminhamento do projeto à concessionária de energia elétrica segundo os padrões normativos correspondentes. com respectivas proteções e controles. por se tratar de um trabalho específico. É indicado o equipamento elétrico específico para cada local. grupo motor-gerador). não são aqui considerados.GERAÇÃO DE EMERGÊNCIA Inclui projeto de instalação do grupo gerador. compreendem-se sistemas de certo porte. por exemplo com indicações de “saída”. Paulo Roberto Vilela Dias 217 . Estudo a respeito da demanda. 216 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. etc) e quadro de distribuição de emergência. com todas as utilidades requeridas (sistema de suprimento de combustível. não entrando no mérito da disposição de lâmpadas e luminárias. Subdivisão dos sistemas. INSTALAÇÕES PARA ÁREAS CLASSIFICADAS É estudado o tipo de risco e sua classificação. exaustão de gases. SISTEMA DE DETECÇÃO E ALARME CONTRA INCÊNDIO Trata-se do projeto de tubulação seca e previsão do local para a central. especificação dos materiais. ou a evacuação de pessoas com segurança. ILUMINAÇÃO DE EMERGÊNCIA Localização de todos os pontos de luz. As especificações do equipamento ficarão a cargo do fornecedor do mesmo. desvinculado do projeto de instalações elétricas que. no âmbito da iluminação.

Para cálculo dos preços referentes à hora de trabalho. nos serviços fiscalizados pelo CREA). isto é. aos seguintes aspectos: Legislação Pertinente • Normas da ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas) • Tecnologia mais apropriada • As remunerações constantes neste documento são considerados como HONORÁRIOS MÍNIMOS na relação do profissional com o cliente. Assim sendo.14 CÁLCULO DA HORA TÉCNICA DO PROFISSIONAL LIBERAL. que possa ser exercida com autonomia. para efeito de Fiscalização do Código de Ética (Resolução 205. o caráter distintivo do profissional liberal. são sinônimos. de líber (livre). Este profissional não é regido pela CLT e sim pelo Código Civil e normas jurídicas diversas. do CONFEA. literalmente assim se deve entender toda profissão. são consideraPaulo Roberto Vilela Dias 219 . em todas as fases de sua execução. cujo êxito decorre da maior ou menor capacidade intelectual do profissional. QUALQUER ESPECIALIDADE 14. “Pela adjetivação liberal. livre de qualquer subordinação a um patrão ou chefe”. para o seu exercício depende do conhecimento e habilidades.1 DEFINIÇÕES Profissional liberal ou Profissional Autônomo. do latim liberais. Todos os serviços relacionados neste documento deverão obedecer. Os preços especificados neste documento são considerados para todo o Estado do Rio de Janeiro. no cumprimento do Código de Ética do Profissional e também de subsídio ao Poder Judiciário.

. alimentação. taxas públicas. correrão por conta do cliente. Paralelamente ao cumprimento da Tabela. atendendo o que dispõe o Código de defesa do Consumidor. destacam-se os seguintes: Artigo 6º. estadia. Todas as despesas necessárias para os trabalhos executados fora do município . for verossímil a alegação ou quando for hiposuficiente. hospedagem. quando a critério do juiz. obras e serviços. Neste documento deve ser explicado detalhadamente o serviço como determina o CREA e o Código de Defesa do Consumidor. As remunerações aqui apresentadas são consideradas como honorário mínimo. condução. como: análise de solo. a seu favor. as taxas de honorários deverão ser majoradas mediante contrato prévio e de acordo com os percentuais aplicados pela legislação trabalhista. número de registro no CREA e rubrica em todas as folhas do documento. mediante prévia estipulação e constatação dos gastos de viagens (estadias.a garantia contratual complementar é legal e será conferida mediante termo escrito. Os projetos e demais trabalhos profissionais são direitos autorais do profissional. atendendo o que dispõem o Código de Defesa do Consumidor. 220 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. se não houver ART. datados e assinados pelo profissional.. ter Contrato ou Convênio. Caso o cliente forneça transporte. inciso VI . etc. contendo o nome. alimentação. principalmente: a) tempo gasto pelo profissional. incluindo ainda deslocamento para outro local fora do escritório. dos materiais e equipamentos a serem empregados. podendo ainda. sobre carimbo. • O valor dos contratos analisados ou das causas judiciais submetidas a exame. materiais diversos. executado a pedido do cliente dará ao profissional direito a uma remuneração suplementar correspondente. salvo expressa estipulação em contrário. etc. despesas auxiliares de transporte. • Artigo 40º . e os clientes só poderão utilizá-los para os locais indicados. salários de auxiliares. • Artigo 39º.das todas as despesas referentes a: pesquisas.executar serviços sem a prévia elaboração de orçamento e autorização expressa do consumidor. sendo calculadas tomando por base.que estabelece deveres aos prestadores de serviços. • c) as medidas lineares. material. inclusive com a inversão de ônus da prova. ressalvadas as decorrentes de práticas anteriores entre as partes. Dentre os vários artigos desta Lei. contribuição social. Os serviços apresentados por escrito deverão ser claros e objetivos. Algumas despesas realizadas ao longo do trabalho profissional não estão incluídas nos preços constantes neste documento e deverão ser somadas ao cálculo dos respectivos valores. no processo civil. • Artigo 50º . o profissional liberal tem que balizar sua atuação pela Lei Federal 8078/90 . especificidade e dificuldade dos serviços. segundo as regras ordinárias de experiência.o fornecedor de serviços será obrigado a entregar ao consumidor o orçamento prévio discriminando do valor da mão de obra. perigosas ou de difícil acesso. serviços de terceiros. ART. também acordada previamente. as condições de pagamento. Estudo alternativo ao projeto original ou estudo de novos serviços para um mesmo empreendimento. Custo efetivo dos projetos. inciso VIII . aluguel de equipamentos. esses itens não entrarão nos cálculos do custo do serviço. etc. o tempo de viagem e o fim específico. • • Nenhum serviço será iniciado. consultas e outras.sede do profissional. confeccionados em papel timbrado do profissional. Eventualmente: Insalubridade. de área ou volume. sobretaxas de ordenados e outras) devido ao deslocamento de pessoal.é direito básico do consumidor a facilitação da defesa de seus direitos. bem como as datas de inicio e término dos serviços.o Código de Defesa do Consumidor . b) complexidade. Empresas e Profissionais Nos serviços em zonas insalubres.. impressos. A forma de pagamento dos trabalhos profissionais deverá ser acordada previamente entre as partes sendo que a 1ª parcela deverá cobrir no míniPaulo Roberto Vilela Dias 221 .

00 20. 14.Custo de Suporte e Apoio Cursos de aprimoramento e livros técnicos Microcomputador e impressora Software Cópias Material de Escritório Telefone. amparado na Lei n. Em qualquer situação em que os trabalhos profissionais forem interrompidos.Anotação de responsabilidade técnica . deverão ser cobradas as horas trabalhadas. as despesas iniciais do profissional para a realização do trabalho. mensageiro e etc).00 2.00 173.prêmio mensal R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ 1.00 R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ 300.00 40.00 4. isto é.2 REFERÊNCIA DE HONORÁRIOS PARA PROFISSIONAIS LIBERAIS As seguintes tabelas têm por objetivo servir de referência mínima de honorários para engenheiros civis que não mantenham vínculo Empregatício. Empresas e Profissionais R$ 30.00 3.33 30. de responsabilidade do profissional.00 20.00) . regido pela CLT.54 120. será cobrada uma multa de 5% ao mês.) Duodécimo de anuidade do CREA-RJ Alimentação Duodécimo da contribuição sindical Transporte SUB-TOTAL 1 2 .) Gratificação Natalina (8.00 VALOR MÍNIMO DA HORA DE SERVIÇO DO PROFISSIONAL LIBERAL É estabelecido uma jornada de trabalho de 08 horas diárias.3% R.0% R.00 INSS (Faixa 1) Seguro Saúde Fundo de Aposentadoria (8.00 5.82 Remuneração (R$) 1.950-A de 22/04/66.800.M.33 Obs: Os valores apresentados podem sofrer alterações em cada região ou estado.00 120.Seguro de acidente de trabalho no valor de (R$ 37.ART sobre serviços de R$/mês 4 . Caso os pagamentos não sejam efetuados nos prazos estabelecidos.500.800. segundo legislação vigente do CREA. correio e energia elétrica Manutenção de equipamentos Depreciação de equipamento.mo.656.º 4. devendo o seu valor ser considerado no preço dos serviços contratados. por desistência do cliente.P.40 149.48 80.00 170.00 144.500. R$ 100.00 40.200.Custo Direto do Profissional Remuneração Mínima Profissional: 9 x R$ 200.R. móveis e utensílios Aluguel e condomínio de imóvel Custo de pessoal (secretária.) Gratificação de Descanso Anual (8. Para toda obra ou serviço na área da Engenharia Civil deverá ser feito o recolhimento da Anotação de Responsabilidade Técnica (A. inclusive encargos sociais SUB-TOTAL 2 3 .P.T.P.000.00 149.00 6. acrescida de juros de mora de 1% para o mesmo período.).00 140.200.40 9.00 NC NC 873. água/esgoto.00 Paulo Roberto Vilela Dias 223 .00 2.M. 222 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. Classificação e respectivas remunerações dos engenheiros civis por tempo de formatura e experiência profissional comprovada por acervo técnico e/ou registro em carteira de trabalho: TABELA MÉDIA NACIONAL – DEZEMBRO/2001 Classificação Experiência e/ou Tempo de formado Engenheiro Trainee Até 2 anos Engenheiro Júnior Entre 2 e 5 anos Engenheiro Médio ou Pleno Entre 5 e 10 anos Engenheiro Sênior Entre 10 e 15 anos Engenheiro Master Acima de 15 anos TRAINEE (ATÉ 2 ANOS DE FORMADO) 1 .3% R.M.

inclusive encargos sociais SUB-TOTAL 2 3 .000.15 JUNIOR (DE 2 A 5 ANOS DE FORMADO) 1 .97 R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ 2.00 4.Anotação de responsabilidade técnica .00 NC NC 913.60 182.54 120.P.60 200.0%R.Seguro de acidente de trabalho no valor de (R$ 37.88 29.00 171.(0.Não Computado R$ 160 4.82 R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ 300. água/esgoto.CUSTO SUBTOTAL MENSAL SEM IRPF E ISS (CSM) (total 1+2+3+4) R$ 3. mensageiro e etc).795.00 180.00 25.3% R.33 40.Imposto de Renda (27.135.200. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 225 .00) R$ 1.48 100.P.5% Custo Total Mensal – R$ 360.00 182.00 224 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.00 120.00 R$ 30.) Duodécimo de anuidade do CREA-RJ Alimentação Duodécimo da contribuição sindical Transporte SUB-TOTAL 1 2 .) Gratificação para Descanso Anual (8. correio e energia elétrica Manutenção de equipamentos Depreciação de equipamento.00 25.00) . móveis e utensílios Aluguel e.condomínio de imóveis Custo de pessoal (secretária. I = (CTM – 360) / (1 .00 176.3% R.Custo de Suporte e Apoio Cursos de aprimoramento e livros técnicos Microcomputador e impressora Software Cópias Material de Escritório Telefone.60 9.00 50.66 R$ R$ 22.00 173.) Gratificação Natalina (8.660.346.33 R$ 120.prêmio mensal 5 – Impostos sobre o Custo Total Mensal .Custo Direto do Profissional Remuneração Profissional: INSS (Faixa 6) Seguro Saúde Fundo de Aposentadoria (8.P.00 3.ART sobre serviços de R$/mês 4 .51 ISS – (5% Custo Total Mensal) CUSTO TOTAL MENSAL COM IRPF E ISS (total 4 + 5) Horas de Trabalho Por Mês (20 dias úteis x 8 horas por dia) HORA TÉCNICA DO PROFISSIONAL TRAINEE • Exclusive IRPF e ISS • Inclusive IRPF e ISS OBS : NC .05)) IRPF .275 + 0.

00 290.P.275 + 0.00 250.00 4.496.3% R.33 40.) Gratificação Natalina (8.prêmio mensal 5 – Impostos sobre o Custo Total Mensal . móveis e utensílios Aluguel e condomínio de imóveis Custo de pessoal (secretária. correio e energia elétrica Manutenção de equipamentos Depreciação de equipamento.410.00 173.15 PLENO OU MÉDIO (DE 5 A 10 ANOS DE FORMADO) 1 .0%R.00) .00 NC NC 1.Não Computado R$ 160 5.ART sobre serviços de R$/mês 4 .33 R$ 200.00 35.00) R$ 1.00 60.(0.05)) IRPF .62 ISS – (5% Custo Total Mensal) CUSTO TOTAL MENSAL COM IRPF E ISS (Total 4 + 5) Horas de Trabalho Por Mês (20 dias úteis x 8 horas por dia) HORA TÉCNICA DO PROFISSIONAL PLENO • Exclusive IRPF e ISS • Inclusive IRPF e ISS OBS : NC .00 280. inclusive encargos sociais SUB-TOTAL 2 3 . mensageiro e etc).00 35.185.00 120.113. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 227 .Anotação de responsabilidade técnica .000.22 R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ 400.54 200.Custo Direto do Profissional Remuneração Profissional: INSS (Faixa 6) Seguro Saúde Fundo de Aposentadoria (8.906.00 200.00 226 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.P.78 R$ R$ 27.92 R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ 3.500.) Gratificação para Descanso Anual (8. água/esgoto.50 9.Seguro de acidente de trabalho no valor de (R$ 37.00 5.48 160.P.Custo de Suporte e Apoio Cursos de aprimoramento e livros técnicos Microcomputador e impressora Software Cópias Material de Escritório Telefone.Imposto de Renda (27.CUSTO SUBTOTAL MENSAL SEM IRPF E ISS (CSM) (Total 1+2+3+4) R$ 4. I = (CTM – 360) / (1 .50 290.20 250.00 R$ 30.5% Custo Total Mensal – R$ 360.) Duodécimo de anuidade do CREA-RJ Alimentação Duodécimo da contribuição sindical Transporte SUB-TOTAL 1 3 .3% R.56 36.

528.00 228 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.00 50.33 R$ 250.) Gratificação de Descanso Anual (8.40 300.33 60.P.53 R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ 5.00 173.00) R$ 2.48 200.(0.prêmio mensal 5 – Impostos sobre o Custo Total Mensal .00 R$ 30.00 80.P.516. água/esgoto.419.00 257.3% R. mensageiro e etc). inclusive encargos sociais SUB-TOTAL 2 3 .) Gratificação Natalina (8.Seguro de acidente de trabalho no valor de (R$ 37. correio e energia elétrica Manutenção de equipamentos Depreciação de equipamento.) Duodécimo de anuidade do CREA-RJ Duodécimo da contribuição sindical Alimentação Transporte SUB-TOTAL 1 2 .3% R. I = (CTM – 360) / (1 .00 160.05)) IRPF .60 9.00 120.Custo de Suporte e Apoio Cursos de aprimoramento e livros técnicos Microcomputador e impressora Software Cópias Material de Escritório Telefone.Imposto de Renda (27.233.Custo Direto do Profissional Remuneração Profissional (RP): INSS (Faixa 6) Seguro Saúde Fundo de Aposentadoria (8.00 50.000.59 ISS – (5% Custo Total Mensal) CUSTO TOTAL MENSAL COM IRPF E ISS (Total 4 + 5) Horas de Trabalho Por Mês (20 dias úteis x 8 horas por dia) HORA TÉCNICA DO PROFISSIONAL PLENO • Exclusive IRPF e ISS • Inclusive IRPF e ISS Observações: NC – Não Cotado R$ 160 9.15 R$ R$ 40.00 NC NC 1.045.200.60 431.ART sobre serviços de R$/mês 4 .80 56.5% Custo Total Mensal – R$ 360.Anotação de responsabilidade técnica .P. móveis e utensílios Aluguel e condomínio de imóvel Custo de pessoal (secretária.54 4.00 431.00) .0% R.55 SENIOR (DE 10 A 15 ANOS DE FORMADO) 1 .CUSTO SUBTOTAL MENSAL SEM IRPF E ISS (CSM)(Total 1+2+3+4) R$ 6.00 7.00 300.00 416. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 229 .62 R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ 400.275 + 0.

ART sobre serviços de R$/mês 4 .360) / (1 – (0.00 230 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.condomínio de imóveis Custo de pessoal (secretária.P.00 330.Seguro de acidente de trabalho no valor de (R$ 37.923.) Duodécimo de anuidade do CREA-RJ Alimentação Duodécimo da contribuição sindical Transporte SUB-TOTAL 1 2 .77 78.Custo de Suporte e Apoio Cursos de aprimoramento e livros técnicos Microcomputador e impressora Software Cópias Material de Escritório Telefone.275 + 0.00 360.prêmio mensal 5 – Impostos sobre o Custo Total Mensal . água/esgoto.48 200.Custo Direto do Profissional Remuneração Profissional: INSS (Faixa 6) Seguro Saúde Fundo de Aposentadoria (8.593.Imposto de Renda (27.5% Custo Total Mensal – R$ 360.05)) IRPF .251.71 R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ 6.Anotação de responsabilidade técnica .) Gratificação Natalina (8.3% R. móveis e utensílios Aluguel e.00 200.00 R$ 30.00 286.00 572.669.) Gratificação para Descanso Anual (8.00 50.0%R.89 160 R$ R$ 55.00 50.393. inclusive encargos sociais SUB-TOTAL 2 3 .00 4. mensageiro e etc). Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 231 .95 MASTER (ACIMA DE 15 ANOS DE FORMADO) 1 .54 240.00 173.50 539.00 120. I = (CTM .50 9.00) R$ 3.33 70.00 9.CUSTO SUBTOTAL MENSAL SEM IRPF E ISS (1 + 2 + 3 + 4) R$ 8.500.P.02 R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ 400.P.33 R$ 320.93 ISS – (5% Custo Total Mensal) CUSTO TOTAL MENSAL COM IRPF E ISS (4 + 5) Horas de Trabalho Por Mês (20 dias úteis x 8 horas por dia) HORA TÉCNICA DO PROFISSIONAL SENIOR • Exclusive IRPF e ISS • Inclusive IRPF e ISS Observações: NC – Não Cotado R$ 12.3% R. correio e energia elétrica Manutenção de equipamentos Depreciação de equipamento.000.00 539.00 NC NC 1.00) .

• As despesas extras....00) R$ 4.... trabalho em equipe..... sugerir aos profissionais a adoção de apenas duas faixas de remuneração profissional....... incluir as despesas com: aluguel de escritório.35 TABELA RESUMO DE HONORÁRIOS Em função das condições de mercado optou-se. Bem como.Os valores apresentados variam de acordo com a região ou o Estado... I = (CTM – 360) / (1 . pós-graduação...00 (até 5 anos de formado) 68..3% do custo do litro de gasolina por quilômetro rodado.Imposto de Renda (27. R$ 50....00 (acima de 5 anos de formado) OBS: Sem Impostos Observações: .666.. conhecimentos de línguas estrangeiras.661. 232 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.. com alimentação e estadias serão de responsabilidade do cliente.. se for o caso... • Despesas com certidões..88 R$ R$ PLENO A MASTER . tais como. experiência profissional. salários de empregados e seus complementos e etc.... • Para cálculo dos honorários específicos para os profissionais da Engenharia Civil. mediante comprovação pelo profissional. Ou ainda.NC – Não computado . a seguir expostas: CATEGORIA PROFISSIONAL REMUNERAÇÃO 5 – Impostos sobre o Custo Total Mensal . .. O pagamento ao pessoal poderá ser efetuado baseando-se principalmente no tempo utilizado para a execução do trabalho ou no custo global do empreendimento. análise de laboratório e serviços de terceiros serão reembolsadas mediante comprovação. R$ 25. informática.CUSTO SUBTOTAL MENSAL SEM IRPF E ISS (CSM) (Total 1+2+3+4) R$ 10..15 160 TRAINEE E JUNIOR .. Nível de especialização.79 ISS – (5% Custo Total Mensal) CUSTO TOTAL MENSAL COM IRPF E ISS (Total 4 + 5) Horas de Trabalho Por Mês (20 dias úteis x 8 horas por dia) HORA TÉCNICA DO PROFISSIONAL MASTER • Exclusive IRPF e ISS • Inclusive IRPF e ISS R$ 15.. competência interpessoal.. Despesas Extras As despesas de transporte com carro próprio. em viagem.... cursos de extensão e especialização.É permitido ao profissional a elevação do valor do item 1 em função do mercado de trabalho.... Cabe realçar que devem ser consideradas na avaliação do profissional outras referências.. serão cobradas à base de 33...275 + 0.05)) IRPF . condomínio...994.5% Custo Total Mensal – R$ 360.... mestrado e doutorado. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 233 ... serão indicados especificamente por atividades técnico-profissional.. apresentação pessoal e etc. conceito junto à opinião pública e outros abordados nesta tabela..(0. pelo menos momentaneamente. por trabalhos prestados..71 97...

façam o acompanhamento do desenvolvimento das atividades através de fichas de apropriação de horas técnicas e levantamento de despesas gerais.1 OBJETIVO DAS TABELAS DE HONORÁRIOS PROFISSIONAIS Aconselhamos aos profissionais que tenham por hábito calcular o preço de venda de seus serviços em função das horas estimadas para a consecução dos trabalhos. OBS: As Tabelas Complementares apresentadas nos capítulos a seguir representam média nacional podendo sofrer alterações em determinadas regiões. municípios ou estados. e possam comparar os valores dos preços de venda de serviços calculados com a estimativa oriunda das tabelas fixas.15 TABELAS COMPLEMENTARES POR SERVIÇOS E POR ESPECIALIDADE 15. ou ainda. Entretanto. Estas Tabelas Complementares devem apenas orientar os profissionais. bem como. devendo ser encarado como padrão mínimo de cobrança dos honorários profissionais. de acordo com o estabelecido na primeira parte deste livro. no sentido da definição dos parâmetros de remuneração. não poderá deixar de considerar eventuais custos próprios de um trabalho que altere fortemente o preço de venda. a fim de permitir que se faça uma rápida estimativa de preço de serviços profissionais. bem como. O profissional deve estar atento às variações existentes em sua região e aplicá-las caso a caso. Paulo Roberto Vilela Dias 235 . apresentamos as Tabelas Complementares de Honorários para que os profissionais inexperientes.

8 4.10 Edifícios industriais de múltiplos andares destinados à indústria leve 0.2 3.4 4.6 3.0 5.0 2.8 4.50 (de 2. impostos.9 1. Não inclui cálculo da fundação profunda.2 TABELAS DE HONORÁRIOS PARA ENGENHEIROS CIVIS Tabelas sem Imposto de Renda na Fonte ou Impostos sobre a Nota Fiscal. tendo o Engenheiro Civil o encargo de executá-las com bom-senso. Comerciais e/ou residenciais 4. (IRPF e ISS ou Impostos sobre a Pessoa Jurídica).00) 6. Ck corresponde ao consumo de concreto médio por metro quadrado de área de projeto arquitetônico.7 3.2. As formulações são bastante abrangentes. Industriais 4. Nelas estão contempladas conjuntamente as variáveis implícitas que avaliam os serviços de concepção estrutural.2 3.00 R$ R$ R$ R$ 6.0 Edif. dimensionamentos e detalhamentos. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 237 . de acordo com sua forma de recebimento (autônomo.0 1.4 2.50 2. (***) O projetista.2 3.3 2. projeto executivo e orçamento da obra.00 3. cooperativa ou pessoa jurídica) deverá incidir sobre os valores apresentados a administração e os impostos. 236 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.8 2.1 TABELA DE PREÇOS DE PROJETOS RESIDENCIAIS PROJETOS Arquitetura (*) Cálculo Estrutural (**) Instalações Elétricas e Telefônicas Instalações Hidro-sanitárias TOTAL (*) (***) REFERÊNCIA PRINCIPAL PARA OBRAS EM CONCRETO ARMADO H = S * Cc onde: H = Honorários de projetos. Avaliam ainda encargos sociais.40 p = valor do metro cúbico de estrutura de concreto armado em Vitória ES.50) Inclui anteprojeto.50 (de 16.50) 3.50 a a a a R$ R$ R$ R$ 10.0 Edif. Apa corresponde a área apresentada em projeto arquitetônico.6 2.8 4.8 (R$ por m²) 7. CARACTERÍSTICA DA OBRA CK CONCRETO Edifícios até 4 pavimentos com destinação comercial ou residencial 0.1 2. (**) Até 50 m3 51 a 100 m3 101 a 200 m3 201 a 500 m3 501 a 1000 m3 1001 a 2000 m3 2001 a 5000 m3 5001 a 10000 m3 > 10000 m3 Cc = Ck * Apa * p onde: 15.25 Edifícios industriais de múltiplos andares destinados à indústria pesada 0. no mês da proposta.4 2.50 (de 2.1 2.18 Edifícios industriais com um pavimento 0.15. como na tabela a seguir: CONCRETO Obras de arte 6.5 2.00 2.2 2. obtido através do consumo característico (Ck) dos materiais. fornecido pela Revista Construção. custos fixos e variáveis diversos advindos da atividade.2.1 2. projeto legal. 15.2 Referência de Honorários para Engenharia de Estruturas – Concreto Armado INTRODUÇÃO Esta proposição tem como objetivo tornar o mais fácil possível o levantamento dos honorários básicos para elaboração de projetos de estruturas.1 2. Cc = Custo convencional da estrutura. S = Valor vinculado percentual de referência. estudos preliminares.00) 3.50 (de 3.16 Edifícios entre 4 e 12 pavimentos com destinação comercial ou residencial 0.17 Edifícios acima de 12 pavimentos com destinação comercial ou residencial 0.

.................. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 239 .................... em quilogramas. 5% As obras de arte e de contenção deverão ter seus consumos levantados por pré dimensionamento dos elementos estruturais..... como na tabela a seguir: METÁLICO Até 12 t 13 a 25 t 26 a 50 t 51 a 125 t 126 a 250 t 251 a 500 t 501 a 1250 t 1251 a 2500 t > 2500 t Obras de arte 17 16.. comerciais e/ou residenciais 15 14 13 12.50.............02 m3 / m2.... 20% 11a a 20a repetição ...................0 10. Caso haja cálculo de protensão.0 As repetições integrais do projeto.5 12 11.......2..5 15 14 13 12 11 Edif... o valor final dos honorários deverão ser acrescidos de 20%... Cs corresponde ao consumo de aço estrutural médio........ 15% 21a a 40a repetição ..6 10..... o valor final dos honorários deverão ser acrescidos em 20%..... aplicam-se os seguintes itens: • • • 15........ o valor final dos honorários deverão ser acrescidos de 10%................... o valor final dos honorários deverão ser acrescidos de 8%... incluindo os elementos de fundações...5 16 15....5 9...... sendo que não deverá ser levado em consideração consumo de concreto médio por metro quadrado de área de projeto arquitetônico menor que 0.. Caso haja obras de contenção tipo muros de arrimo...5 11... H = Honorários de projetos... os valores de Ck deverão ser acrescidos de 0.......Para o caso específico de edifícios de qualquer natureza.. por metro quadrado de área de projeto arquitetônico......... uma vez que se tratam de obras de grande variabilidade de geometrias e considerações estruturais............... cortinas em subsolos dentre outros.. CARACTERÍSTICA DA OBRA Edifícios até 4 pavimentos com destinação comercial ou residencial Cs Metálico 30 36 40 16 45 90 30 18 16 25 Edifícios entre 4 e 12 pavimentos com destinação comercial ou residencial Edifícios acima de 12 pavimentos com destinação comercial ou residencial Edifícios industriais com um pavimento sem ponte rolante Edifícios industriais de múltiplos andares destinados à indústria leve Edifícios industriais de múltiplos andares destinados à indústria pesada Mezaninos metálicos com piso de concreto Mezaninos metálicos com pisos em chapa ou materiais leves Coberturas tipo dômus com telhado leve Coberturas tipo dômus com telhado pesado 238 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. S = Valor vinculado percentual de referência.........2 9.......... Caso haja solicitação de memória de cálculo por parte do contratante.............5 11 10..5 10 Edif.................... Caso haja reservatórios com capacidade acima de 80 m3.... 35% 2a a 5a repetição ................ deverão ser cobrados como segue: 1a repetição ...8 9........................2 9.........3 Referência de Honorários para Obras em Estrutura Metálica H = S * Cs onde: • • • Caso os vãos característicos extrapolem o limite de 8 metros....................... 10% a partir da 41a repetição . o valor final dos honorários deverão ser acrescidos de 10%........ Industriais 12 11..... Caso haja a presença de elementos com detalhamento pouco previsível. 25% 6a a 10a repetição .....................

....... o valor final dos honorários deverão ser acrescidos de 12%. o valor final dos honorários deverão ser acrescidos de 40%..... superior a 7501 m2 sem limite de pavimentos .... 5% Edifícios industriais área área área área área até 500 m2 ......... entre 501 e 2000 m2 e até 4 pavimentos .... deverão ser cobrados como apresentado abaixo: 1a repetição ................. As obras de arte deverão ter seus consumos levantados por pré-dimensionamento dos elementos estruturais..................... entre 4501 e 7500 m2 e até 15 pavimentos .......80 1... o valor final dos honorários deverão ser acrescidos de 20%..50 2................ entre 4501 e 7500 m2 e até 15 pavimentos ..............00 1...... uma vez que se tratam de obras de grande variabilidade de geometrias e considerações estruturais................80 1................60 1............... Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias ................. inclusive os elementos de fundações............................................ 2....... caso haja presença de ponte rolante de capacidade entre 20 e 30 toneladas.............. levando a transmitir os momentos pelas ligações viga-pilar.................. o valor final dos honorários deverão ser acrescidos de 25%.............. 15% 21a a 40a repetição ............. Em galpões industriais. 10% a partir da 41a repetição ...80 1................. entre 501 e 2000 m2 .. 25% 6a a 10a repetição ...4 Referência de Honorários para Projetos de Instalações Complementares Os preços praticados nesta tabela são em reais..... baseados em área de projeto arquitetônico apresentado.........50 As repetições integrais do projeto..... o valor final dos honorários deverão ser acrescidos de 20%.. caso haja presença de ponte rolante de capacidade superior a 30 toneladas.50 241 240 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva... entre 501 e 2000 m2 e até 4 pavimentos .... Caso haja solicitação de memória de cálculo por parte do contratante................... superior a 7501 m2 sem limite de pavimentos .... Em galpões industriais...00 1............................. lajes delgadas mistas e verificações de abertura em almas de perfis........... 20% 11a a 20a repetição ........ entre 2001 e 4500 m2 e até 10 pavimentos ........ Caso haja a presença de elementos com detalhamento pouco previsível................... 2............................ INSTALAÇÕES HIDRÁULICAS E SANITÁRIAS ..2..... 15.........00 1.... Em galpões industriais................................ o valor final dos honorários deverão ser acrescidos de 10% Caso haja assimetria arquitetônica que influencia na modulação estrutural... 35% 2a a 5a repetição .................................... entre 2001 e 4500 m2 e até 10 pavimentos ... Caso haja impossibilidade de contraventamento da estrutura em pelo menos uma direção...............70 1......65 1................ Caso haja utilização de estruturas como pilares e/ou vigas mistas....... caso haja presença de ponte rolante de capacidade até 20 toneladas. entre 2001 e 5000 m2 ......... R$/M 2 Edifícios residenciais área área área área área até 500 m2 e até 4 pavimentos .........20 2......................................................... o valor final dos honorários deverão ser acrescidos de 12%........ o valor final dos honorários deverão ser acrescidos de 15%........................... 2... os valores de Ck deverão ser acrescidos de 3 kg / m2..20 2....... entre 5001 e 10000 m2 .• • • • • • • • • Caso os vãos característicos extrapolem o limite de 8 metros...........................70 Edifícios comerciais área área área área área até 500 m2 e até 4 pavimentos ................................. superior a 10001 m2 ..........

.00 (um mil reais) para projeto de qualquer natureza que esteja com área inferior a 500 m2.........................50 • • INSTALAÇÕES DE COMBATE A INCÊNDIO COM HIDRANTES .... 1.... reserva de gás.20 Edifícios comerciais área área área área área 242 até 1000 m2 ........ R$/M 2 Edifícios residenciais área até 500 m2 e até 4 pavimentos . o valor do honorário deverá ser acrescido de 50%...............00 por m2.... 2.................... * Fica estipulado o valor mínimo de R$ 1..............00 0..................40 0. * Caso haja tratamentos especiais como: caixa separadora de óleo...... Os preços acima contemplam a indicação de pára raios.......... extintores de incêndio....... Edifícios industriais área área área área área • até 1000 m2 . entre 1001 e 5000 m2 ................. entre 5001 e 10000 m2 ......... seta indicadora de saída..........50 Paulo Roberto Vilela Dias 243 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva....................... Fica estipulado o valor mínimo de R$ 500. superior a 20001 m2 ......................................... 0........ o valor do honorário deverá ser acrescido de 50%...........50 área entre 501 e 1000 m2 e até 4 pavimentos ...............50 0......... entre 5001 e 10000 m2 ......35 0.. iluminação de emergência.......... Nos casos de instalações residenciais e comerciais com bombeamento...75 0.... entre 1001 e 5000 m2 ..90 0....................... * Caso o empreendimento se trate de instalações de clínicas / laboratórios / farmácias ou outro tipo de estabelecimento ligado à área de saúde onde exista a possibilidade de execução de pequenas cirurgias e/ou coleta de materiais para exames........................ 2...... * Caso o empreendimento se trate de instalações hospitalares......... entre 10001 a 20000 m2 ...60 0........................... 2.. superior a 15001 m2 .....70 0..45 0.. INSTALAÇÕES ELÉTRICAS DE BAIXA TENSÃO .......... o valor dos honorários deverá ser acrescido de 25%............................60 0.............. entre 5001 e 10000 m2 .................75 área entre 501 e 1000 m2 e até 4 pavimentos ....................... entre 1001 e 5000 m2 .......70 0......................... o valor dos honorários deverá ser acrescido de 50%..... caixa separadora de fibras.................. alarme bitonal........ caixa de cloração............... o valor do honorário deverá ser acrescido de R$ 1.............. Empresas e Profissionais .... R$/M2 • Edifícios residenciais • área área área área área até 1000 m2 . 0....... o valor dos honorários deverá ser acrescido de 15%.. sendo que as tubulações e cabeamento para alimentar os sistemas deverão ser complementados nos projetos de instalações elétricas e gás.... entre 10001 a 20000 m2 .................................................... o valor dos honorários deverá ser acrescido de 15%............................* Caso haja instalações de água quente..................... o valor dos honorários deverá ser acrescido de 25%...... 2.................. Caso haja necessidade de sistema de combate a incêndio com espuma mecânica............. Os honorários para edificações industriais já contemplam sistemas com bombeamento......... superior a 20001 m2 ... entre 10001 a 15000 m2 ....55 0...000.......................00 (quinhentos reais) para projeto de qualquer natureza que esteja com área inferior a 1000 m2... * Caso haja instalações de gás...............30 Caso haja necessidade de sistema de combate à incêndio com chuveiro automático..........................50 Edifícios comerciais área até 500 m2 e até 4 pavimentos ...........

....INSTALAÇÕES DE TUBULAÇÃO TELEFÔNICA ............ DEFINIÇÃO DE HONORÁRIOS EM FUNÇÃO DO VALOR DE VENDA HONORÁRIO MÍNIMO % Acréscimo (R$) 500.......................00 0...... 0................000..............00 0.....100........... traçado de estradas...000....... derrocamento............ 0..00 0..000..00 0.000.......................00 a 100...00 a 10...00 De 5.00 a 200........................07 8.... 2 15......... 0..600.5 Honorários para Avaliações e Perícias de Engenharia Na composição dos custos para definição do valor dos honorários devem ser considerados os seguintes elementos: • • • • • • prazo solicitado para entrega do trabalho.......00 a 1................00 VALOR DO BEM (R$) Até 50.......40 área acima de 10001 m2 ...........000..............000..000..65 250. 5% OUTRAS ATIVIDADES DE PROJETO Não foram contempladas as atividades de projetos geotécnicos......12 3....40 As repetições integrais do projeto deverão ser cobradas como segue: 1a repetição ....50 área acima de 10001 m2 ........000.. 0......................... 0.........90 50... 35% 2a a 5a repetição ......................15 2................00 244 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva...00 De 50..00 De 200.......... tempo estimado na execução do serviço.......00 De 100... 20% 11a a 20a repetição ............00 De 500....00 De 1.......00 0..000.........600...00 a 5...600.......00 0.......... 15% 21a a 40a repetição ..................... periculosidade e dificuldade de acesso e local fora da comarca onde se desenrola a ação............ Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 245 ......... pela não manifestação de profissionais relacionados as áreas citadas. 0.......................... 10% a partir da 41a repetição ..........000..........000..20 1...000. 25% 6a a 10a repetição ..00 Acima de 10.000...000.............................2.................70 área entre 501 e 10000 m2 ............000.35 850........... R$/M2 Edifícios residenciais área até 2000 m2 ..... valendo como referência o valor da hora técnica versus o número de horas previstas na elaboração da atividade..000.....................000.........00 0. grau de dificuldade e complexidade técnica da análise........000...... dentre outras................35 Edifícios comerciais área até 2000 m ...........00 a 500.....000........ experiência do profissional........... topografia e geodésia....000..............50 área entre 2001 e 10000 m2 ...

001.001.00 a 15.00 De 6.00 De R$ 55.000.000.000.000.000.000.501.00 De 12.00 De 2.00 9.00 a R$ 35.001.000. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 247 .00 De R$ 120. prevalecerá este último.500.00 a 8.00 De R$ 30.000.00 a R$ 85.000.000.00 a 6.5% a 5% do valor avaliado em função do grau de dificuldade e do rigor desejado da avaliação ou obedecerão a tabela a seguir: VALOR DA AVALIAÇÃO (R$) Até R$ 25.000.001.000.001.000.00 De 1.00 a 10.00 a 2.000.000.000.001.000.00 3.00 a R$ 50.00 2.00 a R$ 30.00 De R$ 15.000.000.00 6.00.000.00 Acima de R$ 180.00 HONORÁRIO MÍNIMO (%) 90 85 82 80 78 75 72 69 65 62 59 55 50 48 46 VALOR DA AVALIAÇÃO (R$) Até R$ 7.000.00.00 a R$ 180.00 1.00 a 4.501.00 a 7.00 por cada R$ 20.00 a R$ 55.00 a R$ 90.ARBITRAMENTO DE HONORÁRIOS EM FUNÇÃO DO VALOR LOCATIVO VALOR LOCATIVO (R$) Até 1.200.00 De R$ 50.00 6.500.000.000.00 a 3.300.000.00 De 9.001.00 6.00 a 12. mais R$ 200.5% a 5% do valor avaliado em função do grau de dificuldade e do rigor desejado da avaliação ou obedecerão a tabela a seguir: 246 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.00 a R$ 180.000.500.00 de avaliação PERÍCIAS JUDICIAIS Considerar de 0.00 HONORÁRIOS (R$) 800.500.200.000.000.500.00 1.00 por cada R$ 20.000.00 De 8.00 De R$ 35.500.00 De R$ 90.000.00 4.00 9.001.00 De R$ 85.00 De 5.001.000.000.500.00 De 4.00 De 3.00 a R$ 15.00 a 1.001.00 De 10. AVALIAÇÃO DE MÁQUINAS E EQUIPAMENTOS Considerar de 2.00 de avaliação OBS: No caso dos honorários resulte inferior ao especificado para o limite máximo do intervalo imediatamente anterior.00 a 2. mais R$ 200.000.00 HONORÁRIOS (R$) 1.00 De 7.00 De 1.000.00 3.00 De R$ 25.00 De 2.00 a 5.00 De R$ 7.000.00 Acima de 15.300.00 2.000.500.00 a R$ 120.000.500.500.00 Acima de R$ 180.000.501.000.00 a 9.500.000.

AVALIAÇÃO DE MÓVEIS E UTENSÍLIOS Considerar de 10% a 15% do valor avaliado em função do grau de dificuldade e do rigor desejado da avaliação. Ações Diversas
TIPO DE AÇÃO Trabalhista Demarcatória Despejo Desapropriação Divisão Indenização Medida Cautelar Nunciação de obra nova Possessória Revisional de aluguel comercial Revisional de aluguel residencial Renovação de locação Servidão de passagem Usocapião HONORÁRIOS MÍNIMOS (R$) 1.200,00 1.200,00 800,00 800,00 1.500,00 1.000,00 1.000,00 800,00 800,00 1.200,00 1.000,00 1.000,00 700,00 700,00

15.3 HONORÁRIOS MÍNIMOS DAS ATIVIDADES PROFISSIONAIS DA ENGENHARIA CIVIL Não existindo o valor do Honorário Mínimo, o calculo deve ser realizado apenas pela estimativa de horas trabalhadas, simplificadamente, da seguinte maneira: Preço de Venda = Valor da Hora Técnica x Horas de Trabalho O valor da hora técnica está apresentado no Capítulo 13. TABELA DE HONORÁRIOS MÍNIMOS
DESCRIÇÃO Análise técnico-econômica de empreendimento - Viabilidade Arbitramento Assessoria Assistência técnica Auditoria CURSO, PALESTRA, SEMINÁRIO OU CONGRESSO Aula: Este serviço será cobrado baseado em 3,0 vezes o valor mínimo da hora profissional por hora de aula. Palestra: Este serviço será cobrado baseado em 1,5 vezes o valor mínimo da hora profissional por hora de palestra. Seminário e/ou Congresso: Este serviço será cobrado baseado em 5,0 vezes o valor mínimo da hora profissional por hora de seminário. Atestado Avaliação CONCORRÊNCIAS Concurso Consultoria DIVULGAÇÃO TÉCNICA ESTUDO GESTÃO DE PROJETO, SERVIÇO OU OBRA FISCALIZAÇÃO DE PROJETO, SERVIÇO OU OBRA JULGAMENTO LAUDO 10 10 20 3 5 5 HONORÁRIO MÍNIMO (Em Hora Técnica) 10 5 10 5 10

15.2.6 Tabela para Elaboração de Orçamentos VALOR DA OBRA (R$) até R$ 10.000,00 de R$ 10.000,01 a R$ 50.000,00 de R$ 50.000,01 a R$ 100.000,00 de R$ 100.000,01 a R$ 500.000,00 de R$ 500.000,01 a R$ 1.000.000,00 PREÇO DO SERVIÇO (R$) 350,00 950,00 1.500,00 3.500,00 5.000,00

Obras acima de R$ 1.000.000,01 acrescentar R$ 500,00 para cada R$ 500.000,00.

248

Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. Empresas e Profissionais

Paulo Roberto Vilela Dias

249

LEVANTAMENTO TOPOGRÁFICO PLANIMÉTRICO Situações previstas:

Terreno ondulado a fortemente ondulado (8 a 30% de declividade) - 10,00 horas técnicas/km de poligonal. Terreno forte ondulado a montanhoso (30 a 60% de declividade) 12,00 horas técnicas/km de poligonal. Terreno montanhoso a escarpado > 60% de declividade - 14,70 horas técnicas de poligonal.

Terreno plano a suavemente ondulado (0 a 8% de declividade) – 7,00 horas técnicas/km de poligonal. Terreno ondulado a fortemente ondulado (8 a 30% de declividade) 8,00 horas técnicas/km de poligonal. Terreno forte ondulado a montanhoso (30 a 60% de declividade) 10,00 horas técnica/km de poligonal. Terreno montanhoso a escarpado > 60% de declividade - 12,00 horas técnicas/km de poligonal.

Locação topográfica de curvas de níveis Orçamento de obras e/ou serviços Parecer técnico Perícia Responsabilidade técnica Vistoria 5 10 5 5

LEVANTAMENTO TOPOGRÁFICO PLANIALTIMÉTRICO Situações previstas:

Terreno plano a suavemente ondulado (0 a 8% de declividade) 7,50 horas técnicas/km de poligonal. Terreno ondulado a fortemente ondulado (8 a 30% de declividade) - 9,00 horas técnicas/km de poligonal. Terreno forte ondulado a montanhoso (30 a 60% de declividade) 12,00 horas técnicas/km de poligonal. Terreno montanhoso a escarpado > 60% de declividade - 14,00 horas técnicas/km de poligonal.

LOCAÇÃO TOPOGRÁFICA Locação topográfica de obras de infra-estrutura Situações previstas:

Terreno plano a suavemente ondulado (0 a 8% de declividade) 8,30 horas técnicas/km de poligonal.
Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 251

250

15.4 TABELA DE HONORÁRIOS PARA ARQUITETOS
Tabelas sem Imposto de Renda na Fonte ou Impostos sobre a Nota Fiscal. Chamamos a atenção que o IAB – Instituto de Arquitetos do Brasil, por meio de suas representações estaduais, elabora tabelas semelhantes a aqui apresentada. DESCRIÇÃO ARQUITETURA E URBANIZAÇÃO Residência Unifamiliar Edificações onde não há repetição de elementos (cômodos, pavimentos) Edificações onde há repetição de elementos (múltiplos blocos) - 1ª unidade - 2ª unidade - 3ª unidade - 4ª unidade e demais unidades Edificações Hospitalares Edificações Especiais: (hotéis, prédios administrativos e escolares) Depósitos, galpões e garagens Indústrias, comércios e igrejas URBANISMO Projeto de parcelamento do solo Projeto de desenho urbano Plano Diretor PAISAGISMO E DESNHO URBANO (inclui lay-out, pavimentação, vegetação, especificação do mobiliário, pontos elétricos e hidráulicos) Residências, condomínios, sítios e chácaras Edificações comerciais, de serviços e institucionais Praças, parques, orlas e vias e passeios Projeto de pavimentação VALOR (R$)

Projeto de Vegetação Design do Mobiliário Urbano

m² m²

20,00 200,00 a 1.000,00

CONSULTA DO POTENCIAL CONSTRUTIVO Consulta ARQUITETURA DE INTERIORES

1 a 5% do valor do projeto

m² m² m²

6,00 a 12,00 5,00 a 10,00 4,00 2,50 1,30 0,70 8,00 a 13,00 6,00 a 12,00 2,00 4,00

m² m² m² m²

PROJETO DE REFORMA DE RESIDÊNCIA (inclui ambientação, revestimentos, paginação, alvenarias, pontos elétricos e hidráulicos, iluminação, rebaixamento, esquadrias, bancadas e acabamentos) Apto ou casa quarto e sala unid 1.100,00 Apto ou casa de 2 quartos unid 1.500,00 Apto ou casa de 3 quartos unid 2.000,00 Apto ou casa de 4 quartos unid 3.000,00 Cobertura completa unid 5.500,00 Cobertura completa unid 6.500,00 PROJETO COMERCIAL (recepção, sala, copa e banheiro) (inclui ambientação, revestimentos, paginação, alvenarias, pontos elétricos e hidráulicos, iluminação, rebaixamento, esquadrias, bancadas, acabamentos, mobiliário e acessórios) Consultório dentário unid 1.800,00 Consultório médico unid 1.300,00 Escritório até 40 m² unid 1.300,00 Hall de edifício padrão Alto unid 1.400,00 Hall de edifício padrão Médio unid 1.000,00 Hall social padrão Alto unid 450,00 Hall social padrão Médio unid 350,00 Loja de Rua até 50 m² unid 4.000,00 Loja de Shopping até 40 m² unid 3.000,00 Considerar acréscimo de 15% para assessoria na compra de mobiliário e acessórios

ha ha ha

1.500,00 8.000,00 10,00

m² m² m² m²

3,50 4,00 4,50 20,00

252

Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. Empresas e Profissionais

Paulo Roberto Vilela Dias

253

piscina e sauna) unid 1. iluminação.0 x Hora Técnica por hora Conferência: 5.00 400.00 100.00 700.78 x 75 + 280.00 300. Chamamos a atenção que as Associações de Engenheiros Agrônomos e Florestais existentes em alguns estados do Brasil. elabora tabelas semelhantes a aqui apresentada. DESCRIÇÃO HORAS MÍNIMAS Análise Técnico-Econômica de Empreendimento 10 Arbitramento 5 Assessoria 10 Assistência Técnica 5 Auditoria 10 Aula.00 Cozinha completa unid 600. bancadas e acabamentos) Área de serviço completa unid 300. lay-out e ambientação.00 Banheiro completo unid 450. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 255 . camas. rebaixamento.00 Área de lazer completa (churrasco.00 Na tabela apresentada abaixo está descrita a quantidade mínima de horas a serem utilizadas.00 300.5 x Hora Técnica por hora Palestra: 3.00 Quarto de solteiro unid 300. Palestra e Conferência Aula: 1. unid unid unid unid unid unid 300.00 200.0 x Hora Técnica por hora Avaliação ( H = (A x 0.00012)0.00 PEQUENAS SOLUÇÕES POR CÔMODOS ISOLADOS Levantamento do local.00 350. mesas e etc 15.00 Quarto de casal unid 300.00 200. A cobrança dos serviços se dará pela estimativa das horas necessárias à conclusão dos mesmos.PROJETO DE REFORMA POR CÔMODOS ISOLADOS (inclui ambientação.00 254 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. especificação do mobiliário e acompanhamento da compra Levantamento de medidas. simplificadamente. colunas.00 200. paginação.00 200. da seguinte maneira: Preço de Venda = Valor da Hora Técnica x Horas de Trabalho O valor da hora técnica está apresentado no Capítulo 13.00 300. pontos elétricos e hidráulicos.00 400.5 TABELA DE HONORÁRIOS PARA ENGENHEIROS AGRÔNOMOS E FLORESTAIS Tabelas sem Imposto de Renda na Fonte ou Impostos sobre a Nota Fiscal.00 Sala de jantar unid 300. revestimentos.500. esquadrias. lay-out e ambientação sem assessoria Paginação de piso ou parede Esquema de cores Localização dos pontos elétricos Localização dos pontos hidráulicos PROJETOS ESPECIAIS Esquadria elaborada – porta ou janela Esquadrias (tipo) – porta ou janela Muro frontal completo (gradil e portões de acesso) Escada elaborada com corrimão Escada simples com corrimão Corrimão elaborado Rebaixamento em gesso (sala completa) Rebaixamento em madeira Design aparadores. onde: H = Honorários Profissionais (R$) A = Valor da Avaliação (R$) Cálculo de Ração 5 Concorrências Concurso 5 Consulta 5 Consultoria 5 unid unid unid unid unid unid unid unid unid 200.00 250.00 Lavabo completo unid 400. alvenarias.

Áreas acima 50 ha 11.Áreas acima 50 ha 18.Terreno montanhoso a escarpado (acima de 60% de declividade) 12 Horas Técnicas por Km de poligonal Levantamento Topográfico Planialtimétrico . Planos e Levantamentos Projeto de Reflorestamento ou Florestamento 20 ou 2% sobre as inversões do projeto 256 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.Terreno forte a montanhoso (30 a 60% de declividade) 12 Horas Técnicas por Km de poligonal . Econômico e Social 20 Diligência 10 Divulgação Técnica Estudo Estudo de Impacto Ambiental 0.02 x Hora Técnica por etiqueta Interpretação e Recomendação a partir de Análise Laboratorial de Solo ou Vegetal Julgamento 10 Laudo 10 Levantamento Topográfico Planimétrico .Terreno montanhoso a escarpado (acima de 60% de declividade) 14 Horas Técnicas por Km de poligonal 27.5 a 1% do valor do empreendimento Gerência de Projeto.Áreas até 50 ha 11.Terreno plano a suave ondulado (0 a 8% de declividade) 7.Diagnóstico Técnico.Terreno plano a suave ondulado (0 a 8% de declividade) .Áreas até 50 ha 18.Áreas até 50 ha .11 HT por ha excedente a 50 ha Levantamento de Solos . Serviço ou Obra Fiscalização de Projeto.Terreno montanhoso a escarpado (acima de 60% de declividade) 0.02 x Hora Técnica por linha de informação 0.5 + 0.Áreas acima 50 ha Locação Topográfica .5 + 0.3 Horas Técnicas por Km de poligonal 10 Horas Técnicas por Km de poligonal 12 Horas Técnicas por Km de poligonal 14.5 Horas Técnicas por Km de poligonal .276 HT por ha excedente a 50 ha 8.Terreno forte a montanhoso (30 a 60% de declividade) .Terreno ondulado a forte (8 a 30% de declividade) 8 Horas Técnicas por Km de poligonal . Serviço ou Obra Fornecimento de Dados e Informações Fornecimento de Mala Direta Levantamento de Meio Físico 10 Levantamento de Capacidade de Uso do Solo .Terreno plano a suave ondulado (0 a 8% de declividade) 7 Horas Técnicas por Km de poligonal .5 + 0.Terreno ondulado a forte (8 a 30% de declividade) 9 Horas Técnicas por Km de poligonal .5 .Terreno forte a montanhoso (30 a 60% de declividade) 10 Horas Técnicas por Km de poligonal .7 Horas Técnicas por Km de poligonal Locação Topográfica de Curvas de Nível Partilha de Áreas Orçamento Padronização e Classificação de Produtos de Origem Vegetal e Animal 5 10 Elaboração de Projetos.5 . Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 257 .Terreno ondulado a forte (8 a 30% de declividade) .18 HT por ha excedente a 50 ha Levantamento de Cobertura Vegetal do Solo .5 27.

Áreas com até 10 ha 20 .Áreas acima de 10 ha 30 HT + 1 HT por ha excedente a 10 ha Plano de Manejo Florestal (Floresta Natural) . etc) 15 Interconexões complexas 20 Túneis 20 Levantamento Circunstanciado Florestal .Áreas com até 200 ha 150 .Áreas acima de 10 ha 20 HT + 1 HT por ha excedente a 10 ha Plano de Manejo Florestal (Floresta Plantada) .Plano de Corte Florestal .Áreas com até 10 ha 30 .Áreas acima de 200 ha 150 HT + 1 HT por ha excedente a 200 ha Plano de Arborização Urbana Projeto de Recuperação de Áreas Degradadas Projeto de Revegetação de Áreas Projeto de Paisagismo Projeto de Exploração Agropecuária Projeto de Viabilidade Técnico-Econômica Projeto de Irrigação e Drenagem Projeto de Sistematização de Várzeas Projeto de Desenvolvimento Regional Parecer Técnico Perícia Avaliação de Cultura por Frustração de Safra Responsabilidade Técnica Vistoria 20 20 20 20 20 ou 2% sobre as inversões do projeto 20 ou 2% sobre as inversões do projeto 20 50 10 10 10 por mês 5 258 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. viaduto. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 259 .Áreas com até 10 ha .6 TABELA DE HONORÁRIOS MÍNIMOS PARA ENGENHEIROS ELETRICISTAS SERVIÇOS HORAS MÍNIMAS Rede de sonorização 8 Projeto de cabeação telefônica 5 Rede de dutos para circuitos de informática 5 Alimentadores para equipamento central de ar condicionado 8 Alimentadores para diversos equipamentos 5 Geração de emergência 5 Iluminação de emergência 5 Sistema de detecção e alarme contra incêndio 5 Circuito fechado de televisão 10 Encaminhamento junto à concessionária de energia elétrica 5 Encaminhamento junto à concessionária de telecomunicações 5 Cabina de barramento 5 Cáculo luminotécnico 5 Rede de distribuição de energia elétrica e iluminação pública 10 Pesquisa de carga com anteprojeto elétrico 5 Iluminação 10 Rodoviária simples 15 Obra de arte (ponto.Áreas acima de 10 ha 20 20 HT + 1 HT por ha excedente a 10 ha 15.

000....66 2....00 a 7..00 0.550.40 10........000...00 800..000..200....00 a 15.000..7 TABELA DE VALORES DOS SERVIÇOS POR PRANCHA É comum se considerar a remuneração de projetos por prancha elaborada e deve-se ter conhecimento da quantidade da obra a ser projetada.........000.00 1.......200... Desenho Definitivo .00 0......001..........00 1.000. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 261 .....500........ R$ por prancha Desenhos Tamanho A1 Desenhos Tamanho A0 R$ 600.000.TABELAS COMPLEMENTARES Tabelas sem Imposto de Renda na Fonte ou Impostos sobre a Nota Fiscal SUBESTAÇÕES TRANSFORMADORAS (15 KV) Ao tempo em postes simples até 150 KVA Ao tempo em postes duplo até 300 KVA Ao tempo em piso até 300 KVA Abrigada até 225 KVA Abrigada de 300 a 500 KVA Abrigada até 750 a 1..001...38 400.000..00 a 3....... Projeto Básico .31 120....001........00 1.001.000.00 0..00 2...000.500.....00 a 5. 20% 40% 30% 10% 260 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva...39 R$ 1..000...000..00 a 1.00 0..00 R$ 1..001.500..00 0..... é a apresentada a seguir: Categoria Profissional Senior Profissional Junior Cadista Projetista Cadista Total Quantidade de horas Tamanho A1 Tamanho A0 5 10 8 10 33 8 16 15 20 59 Será considerado o seguinte critério de composição do custo da prancha: Estudo Preliminar .00 a 1.001.10 600.500......88 1...00 a 400.000 KVA Cabina para medição Acréscimos: Elaboração na classe 25 KV Inclusão de chave reversora de alta tensão Prédio existente ainda não dotado de subestação Projeto Completo de Instalações Elétricas Cálculo do Honorário Profissional em Função do Valor Global da Construção VALOR DO CONTRATO (R$) % 58..000......00 1.001.000 KVA Blindada até 300 KVA Blindada até 500 a 750 KVA Blindada acima de 1..000.77 1...00 1....100..000......43 7...500........00 1.00 0....001.93 200..00 0...000.99 800.....47 5.. em área construída (para edificações) e extensão (km) para obras lineares..00 1....000.001........00 a 10..00 a 120...000...........000.....00 15% 10% 30% 15.200..00 0..00 R$ 850.000.000.....200...00 a 800..000..00 800..00 1.....000..00 a 600..001....00 2.000.....00 R$ 1....55 3..200..000.00 R$ 1.......00 a 2..001...001..00 1.000...00 a 200..000.00 R$ 900.. Projeto Executivo ..00 0..00 Condições do Projeto Fácil Normal Difícil A composição de homens x hora padrão a ser considerada na elaboração de cada desenho de projeto..800..

16 PROFISSIONAIS COM VÍNCULO EMPREGATÍCIO – PISOS SALARIAIS MÍNIMOS Dispõe o artigo 3º da Consolidação das Leis de Trabalho . Acrescentar 25% a cada hora que exceder às seis horas diárias de serviço. Em 24 de dezembro de 1966. A Lei nº 4. 7º. A) B) Para jornada com 6 horas diárias de serviço.950 A/66 estabelece a remuneração mínima obrigatória para os profissionais empregados e regidos pela CLT.950 A. 263 Paulo Roberto Vilela Dias . a remuneração é de seis salários mínimos vigente no País. prevê a existência de piso salarial proporcional à extensão e à complexidade do trabalho. Estas Leis encontram-se em plena vigência e tendo sua aplicação fortalecida pelo disposto na Constituição Federal de 1988. introduziu a remuneração inicial dos profissionais na área de engenharia. a Lei nº 5194. no seu artigo 82. regulamentou a remuneração dos profissionais diplomados em Engenharia. A Lei nº 4. Este assunto também está disciplinado pela Resolução nº 397/95 do CONFEA. até 8 horas/dia. inciso V. Agronomia. Arquitetura. estabelecendo jornada com exigências de 6 horas diárias de serviços e jornada com mais de 6 horas de serviço. de 22 de abril de 1966.CLT: “Considerar-se empregado toda pessoa física que prestar serviços de natureza não eventuais a empregador. sob a dependência e mediante salário”. cujo art. Química e Veterinária.

50 ) x salário mínimo A Constituição Federal de 5 de Outubro de 1988 em seu Artigo 7º.5 x salário mínimo S. = 9.M.P.P.50 x R$ 200.25 ) x salário mínimo S.M.M.P. = R$ 1.P.M.50 + 1. = R$ 2. Exemplo da Utilização da Fórmula de Cálculo Considerando-se o salário mínimo nesta data (abr-2002) de R$ 200.M.P.M.P.00 S. = 9.0 x R$ 200.00 Paulo Roberto Vilela Dias 265 .00 pôr mês B) Profissionais contratados com uma jornada superior a 06 (seis) horas diárias Para o caso de jornada de 07 horas diárias S.M. as horas excedentes serão consideradas horas extras.00 pôr mês OBS.M.00 pôr mês 264 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.00. no mínimo em cinqüenta pôr cento à do normal”.P.P.M.800.M.C) Acima de 8 horas diárias de serviço.) adotou-se o que estabelece a Constituição Federal.M.P.P.500. = ( 6 x 1.5 x R$ 200.P. Inciso XVI prevê: “remuneração do serviço extraordinário superior. acrescentar 50% às horas extras.M.M. = 7. Para o caso do profissional contratado com jornada de 09 (nove) horas diárias S. Para o caso de jornada de 08 horas diárias S.00 S.P.P.50 ) x salário mínimo S.P. = ( 6 x 1.: Após 44 horas semanais.M. = ( 6 x 1. Empresas e Profissionais S. = 6 x R$ 200. = 7.00 x salário mínimo S.00 S. de 5 de outubro de 1988. = R$ 1.M.P. temos: A) Profissional contratado para uma jornada de 06 (seis) horas diárias S.50 x salário mínimo S.M.P. Para efeito da definição do salário mínimo profissional (S.00 S. = 10. = 6 x salário mínimo S.100. = 10.200. = R$ 1.

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PROFISSIONAIS COM VÍNCULO EMPREGATÍCIO – REFERÊNCIAS SALARIAIS

As seguintes tabelas têm por objetivo servir de referência mínima de honorários para engenheiros que mantenham vínculo empregatício, isto é, regido pela CLT. O valor final dos honorários se dá na conjugação das diversas tabelas abaixo. TABELA 01 Classificação e respectivas remunerações dos engenheiros civis por tempo de formatura e experiência profissional comprovada por acervo técnico e/ou registro em carteira de trabalho: ABRIL 2002 Remuneração (R$) 1.800,00 2.200,00 3.500,00 5.200,00 6.500,00

Classificação Engenheiro Engenheiro Engenheiro Engenheiro Engenheiro Trainee Júnior Médio ou Pleno Sênior Master

Experiência e/ou Tempo de formado até 2 anos Entre 2 e 5 anos Entre 5 e 10 anos Entre 10 e 15 anos Acima de 15 anos

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TABELA 02 Acréscimo devido à qualificação profissional adicional obtida em cursos de extensão e pós-graduação: GRAUS DE ESCOLARIDADE / TÍTULOS Pós-graduação – Especialização Mestrado Doutorado Pós-doutorado QUALIFICAÇÕES DIVERSAS Domínio de Língua Estrangeira Domínio de Informática

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O CONTRATO DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS
18.1 ANÁLISE DO CONTRATO Devem ser apreciados os seguintes temas nos contratos de prestação de serviços de engenharia e arquitetura: Exames Preliminares Deve constar da identificação das partes integrantes da contratação e relacionar e verificar anexos existentes (editais, plantas de execução, normas do cliente e etc.). Caracterização do Objeto Verificar se o objeto corresponde a natureza do serviço a ser realizado, bem como, examinar o projeto e verificar sua adequabilidade e compatibilidade com o contrato e a proposta apresentada. Sendo que deverão ser observados os seguintes tópicos
• • • • • • • • •

15% 20% 30% 40% 5% 5%

As qualificações relativas à escolaridade deverão estar devidamente registradas na carteira do profissional – CREA; • As qualificações diversas deverão ser comprovadas por diploma e/ ou certificado de entidades reconhecidamente idôneas ou com exame realizado pela empresa contratante e de sua responsabilidade; • Demais benefícios como, por exemplo, auxilio refeição, seguro saúde, seguro de vida e do trabalho, participação nos lucros, auxílio transporte e outros serão de livre negociação entre as partes.

Memorial descritivo ou Especificações Memória de cálculo, quando existir Plantas de execução Quantidades de serviços Cronogramas Orçamentos Composições de custo Identificar os principais problemas da obra Avaliar a capacitação da equipe e dos equipamentos disponíveis para as tarefas previstas
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Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. Empresas e Profissionais

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Obrigações Mútuas Identificar e relacionar as obrigações da contratante e da contratada e avaliar a extensão e implicações destas obrigações com os custos e prazos dos serviços. Esta análise poderá detectar conflitos com o objeto, com o quadro de quantidades, com as especificações, com a proposta ou outras. É interessante verificar se a fiscalização é direta (ou seja, o próprio cliente executa esta atividade) ou contrata empresa especializada para tal tarefa. Prazo de Duração É oportuna a identificação da forma de contagem, dias úteis ou corridos, e da data inicial da contagem. Registrar as datas limites, inicial e final, e a quantidade de dias úteis existentes, excluindo-se sábados, domingos e feriados. Verificar, mesmo sendo inadequado adotar, em que casos podem ocorrer prorrogações e como solicitá-las. Preços É necessário verificar a natureza da forma de contratação, ou seja, preço global, por preço unitário, por administração, por aluguel de equipamentos ou por reembolso de despesas. Deve-se ainda identificar os itens mais significativos ou aqueles que representam 80% do valor total do contrato, pois estes sofrerão as principais análises, bem como, avaliar a influência dos quantitativos que possam alterar bruscamente no decorrer do contrato. Além destes, avaliar os conflitos com os preços de proposta e os itens necessários que não tenham preço contratado, a fim de alinhavar proposição de aditivo contratual favorável à empresa. Condições de Pagamento Além da situação anteriormente definida quanto à forma contratual, verificar a periodicidade de medição e pagamento, podendo ser admitida uma das condições descritas a seguir:

• • • • • •

medição com período definido e prazo justo de pagamento; pagamento em parcelas pré-fixadas desde que atinja o cronograma físico ajustado; verificar a existência de parcelas de antecipação ou retenção; relacionar e estudar adequadamente os eventos correspondentes às parcelas de pagamento; verificar a consistência do cronograma da obra; quanto às medições, verificar as condições em que serão efetuadas as medições (quem e como), a forma de processamento adotado pelo cliente, quem as autoriza, prazos para submetê-las e que cada unidade dispõe para análise, existência de impressos próprios para tal finalidade, caso afirmativo obtê-los.

Reajustamento Atualmente admite-se apenas contratos com reajustes anuais, logo para prazos de duração inferiores a este, os mesmos serão considerados fixos e irreajustáveis, a despeito que os mesmos tenham cláusulas de reajuste expressa no contrato. Penalidades Independentemente do desejo de se adotar, é muito oportuno identificar as formas de penalidades e multas e suas condições de aplicação. Rescisão Contratual Verificar em que condições pode ocorrer a rescisão amigável ou judicial e suas implicações. Entretanto, ressalta-se que nenhum edital pode infringir o que determina a LEI N° 8666/93 das licitações e contratos. Relatório da Análise do Contrato Todas as informações levantadas anteriormente deverão estar contidas em relatórios de análise do contrato com a maior riqueza de detalhes possível e que ficará a disposição da diretoria da empresa.

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Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. Empresas e Profissionais

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(nome. além do especificado. não improvisar métodos. e endereço). DE UM LADO. conhecer a estrutura do cliente e seus vários níveis decisórios. após discussão com os superiores hierárquicos da empresa. Medições • manter registro permanente. • encaminhar em tempo hábil minuta de pedido de aditivos. se for o caso. identidade.Atitude do Gerente do Contrato De posse da análise minuciosa elaborada do contrato o gerente do contrato deverá estar pronto para qualquer instante adotar. CPF. nomeação. elaborando permanentemente estudos capazes de identificar sua necessidade e a melhor forma de solicitá-lo. não iniciando a execução de serviços que dependam de aditivo sem consulta prévia aos superiores hierárquicos. Empresas e Profissionais . COMO CONTRATNTE. registrar sempre quando ocorrerem interferências ou falta de providências que acarretem atrasos ou aumento de custos. • informar a equipe de trabalho dos prazos parciais e total. não aceitar imposições adicionais às contidas nas especificações. • cumprir rigidamente as normas. • antecipar-se à fiscalização no registro de ocorrências que justifiquem aumentos de prazos. Paulo Roberto Vilela Dias 273 Prazos de Eventos Intermediários • Manter controle permanente dos prazos e principalmente eventos. prazos e exigências do contrato.2 MODELO DE CONTRATO DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS DE CONSULTORIA DE ENGENHARIA RECOMENDADO CONTRATO DE EMPREITADA POR PREÇO GLOBAL (OU POR PREÇOS UNITÁRIOS) QUE FAZEM. sempre apoiando-se em diálogo com seus superiores. preços e condições de pagamento. não assumir compromissos extra-contratuais. encaminhar sempre objetivamente. uma das atitudes a seguir descritas: • • • • • • • • • • • • • • identificar e tirar proveito dos pontos fracos ou obscuros e conflitantes do contrato. antecipar-se na identificação de problemas e apresentar soluções. 272 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. • não admitir postergações na medição de serviços executados. no relacionamento com a equipe de fiscalização: respeitar e estabelecer um relacionamento profissional amigável e formal. • elaborar controle adequado das quantidades e valores medidos. COMO CONTRATADO(A). DO OUTRO. Mantendo-se constantemente informado do andamento das mesmas. cargo ou função. prazos. sempre interpretar dentro do interesse da empresa. A EMPRESA (RAZÃO SOCIAL DA EMPRESA) OU NOME DO PROFISSIONAL. representado(a) por (nome. • elaborar as medições previamente ao prazo final previsto em contrato. na época oportuna. 18. efetuar verificação cuidadosa de seu acerto. manter a equipe da obra sempre bem informada para poder adotar atitude positiva quando for necessário tomar decisões imediatas. acompanhamento a evolução da aprovação pelo cliente. e submetê-lo à fiscalização formal ou informalmente. procurando cumpri-los e até antecipá-los. referência à legislação. atos constitutivos. a fim de garantir o mais curto tempo de processamento das medições. não admitir interferência nos métodos executivos. (NOME DA ORGANIZAÇÃO CONTRATANTE) E. natureza e/ou constituição jurídica da organização contratante. efetuando comparações sistemáticas com os dados contratuais. com firmeza. dos dados básicos necessários à elaboração das medições. doravante simplesmente denominado(a) CONTRATANTE. CNPJ. atualizado pelo menos semanalmente. equipes ou equipamentos inadequados. NA FORMA ABAIXO: PREÂMBULO O(A). não executar serviços sem prévia cobertura contratual. Negociação de Aditivos Antecipar-se aos problemas de aditivos contratuais. PARA EXECUÇÃO DE (ENUNCIADO SUCINTO DA NATUREZA DOS SERVIÇOS). as reivindicações de métodos.

CLÁUSULA TERCEIRA – REGIME DE EXECUÇÃO Os serviços contratados serão executados sob o regime de empreitada por preço global (ou por preços unitários).1993. e tendo como responsável técnico (nome e qualificação profissional).. portador da carteira profissional nº .. ajustado o presente Contrato. cuja lavratura foi regularmente autorizada por .666 de 21. e referência de outorga de poderes. representada(o) por (nome.) dia.. regulamentos. doravante simplesmente denominada(o) CONTRATADA.. e melhor traduza(m) a efetiva variação dos custos dos componentes do(s) preço(s) do(s) serviço(s). acréscimo ou decréscimo.. CPF. constituição jurídica.. endereço).. de outro lado. Empresas e Profissionais . a todas as condições estipuladas no Edital de Licitação (ou convite) Nº . de 21 de junho de 1993 e suas alterações vigentes nesta data. variação.666.. ou.. CLÁUSULA SEGUNDA – OBJETO O presente contrato tem por objeto a prestação de serviços técnicos profissionais especializados na execução de (descrição dos serviços) discriminados em sua proposta e no Edital de Licitação (ou convite) e seus respectivos anexos. e/ou outorga de poderes mediante procuração) e.. e que passam a fazer parte integrante do Contrato. aceita na licitação (convite) anteriormente referida e integrante deste instrumento. modificação. expedida pelo CREA.. no caso de sua extinção. conforme indicado na proposta da CONTRATADA e seus anexos. salvo quando e segundo a forma e as condições previstas na Lei nº 8. em sua substituição. CLÁUSULA QUINTA – PAGAMENTO As parcelas que compõem o objeto do presente contrato. na vigência do contrato e de sua eventuais prorrogações..06. independentemente de transcrição. se for o caso). bem como pelas normas.. Paulo Roberto Vilela Dias 275 274 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva..eleição. referidos na Cláusula anterior. CLÁUSULA QUARTA – PREÇO(S) O(s) preço(s) do(s) serviço(s) contratado(s) é (são) o(s) constante(s) da proposta da CONTRATADA. CNPJ.. Parágrafo Único: Nenhuma alteração. a empresa ou profissional (nome. regido pelas cláusulas e condições seguinte: CLÁUSULA PRIMEIRA – FUNDAMENTO LEGAL O presente Contrato rege-se pela Lei nº 8. aquele(s) que venha(m) a ser adotado(s). contado a partir da data final do período de adimplemento da parcela a que se refere o documento de cobrança. ou das especificações e disposições contratuais.. serão pagos no (. legislação estadual e/ou municipal complementares. poderá ocorrer. entre si.. identidade. Parágrafo Primeiro: Os preços serão reajustados anualmente (da data da proposta). efetivamente executadas e aferidas. e seus anexos e as constantes da proposta apresentada pela CONTRATADA. aumento ou diminuição de quantidades ou de valores. obedecendo no que couber. mediante a aplicação da seguinte fórmula: P = ( P0 x I ) ÷ I0 onde: P = preço(s) reajustado(s) P 0 = preço(s) inicial(is) I 0 = Índice(s) setorial(is) vigente(s) na data de apresentação da Proposta de Preços I = Índice(s) setorial(ais) vigente(s) na data do adimplemento de cada parcela dos serviços O(s) índice(s) setorial(ais) a utilizar será(ão) o(s) . tem. cargo ou função..

e a data do seu efetivo pagamento. conforme norma do CREA . CLÁUSULA OITAVA – GARANTIAS DE EXECUÇÃO A = Valor atualizado do documento de cobrança na data do pagamento V = Valor reajustado do documento de cobrança na data do adimplemento da parcela a que se refere T = Taxa de inflação mensal registrada na data de emissão do documento de cobrança. permanentemente. Parágrafo Primeiro: Os prazos aqui referidos poderão ser prorrogados em conformidade com o disposto na Lei nº 8.. por cento) do valor faturado a preços iniciais e reajustamentos... correndo a despesa.. rubricas... Parágrafo Segundo: A restituição dos valores caucionados ocorrerá na forma e segundo os procedimentos previstos na Lei nº 8. dele decorrente. Parágrafo Segundo: Os trabalhos executados serão recebidos pelo CONTRATANTE em conformidade com as disposições constantes na Lei nº 8... os prazos de etapas conforme previsto no cronograma físico que constitui parte integrante deste Contrato.. que integra o presente instrumento...) no valor de (.666/93. aplicada uma só vez em cada ocorrência. a conta de (discriminar as fontes de recursos orçamentários..) ou outro que venha substituí-lo n = Número de dias decorridos entre a data de adimplemento das obrigações a que se refere o documento de cobrança e a data do seu efetivo pagamento Parágrafo Terceiro: Na ocorrência de eventuais atrasos de pagamento será devida a atualização financeira calculada na forma estipulada no parágrafo segundo. sob a modalidade de (....Conselho Regional de Engenharia.. pelo número de dias de atraso. até 3 (três) dias após a assinatura do Contrato emitir a ART ..).). mediante a aplicação da fórmula: A = V ( 1 + T ) n ÷ 30 onde: CLÁUSULA SÉTIMA – PRAZOS O prazo para a conclusão dos trabalhos definidos na CLÁUSULA SEGUNDA é de (. pelo número de dias de antecipação.. calculados “por rata” sobre o valor do documento de cobrança.) dias consecutivos (ou corridos). a CONTRATADA reforçará a caução acima referida de modo a perfazer.) (. notas de empenho e demais indicações pertinentes). serão concedidos descontos de 1% ao mês. acrescida de juros de mora de 1% (um por cento) ao mês..666/93. Parágrafo Quarto: Na ocorrência de eventuais antecipações de pagamento. durante a sua execução.Anotação de Responsabilidade Técnica. contados a partir da data da publicação do extrato do contrato ou da emissão da OS .666/93... Agronomia e Arquitetura.. se houver. CLÁUSULA NONA – RESPONSANBILIDADE TÉCNICA Caberá a CONTRATADA. calculados “por rata” sobre o valor do documento de cobrança. Empresas e Profissionais . CLÁUSULA SEXTA – PREVISÃO DE RECURSOS ORÇAMENTÁRIOS (QUANDO COUBER) O valor (estimado) do presente contrato é de (.. um total correspondente a (. incluPaulo Roberto Vilela Dias 277 276 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. efetivada em data de (..Parágrafo Segundo: O valor dos créditos expressos no documento de cobrança será atualizado financeiramente no período decorrido entre o adimplemento da parcela a que se refere.Ordem de Serviço. expressa em forma decimal pelo índice (. Parágrafo Primeiro: Durante a execução dos trabalhos. a CONTRATADA prestou caução. Em garantia da fiel execução dos trabalhos contratados. com acréscimo de multa de 2% sobre o montante do pagamento em atraso.). observados. exclusive.

• • • 278 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. CLÁUSULA DÉCIMA – PENALIDADES À CONTRATADA poderão ser aplicadas as penalidades expressamente previstas na Lei nº 8.sive. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias .) para dirimir as questões decorrentes do presente contrato. Obs: Recomenda-se sempre a assinatura por duas testemunhas. as partes por seus Representantes Legais firmam o presente instrumento em (. Vitoria. 26 de julho de 1978 279 • O presente Contrato terá plena eficácia a partir da data de sua publicação. CLÁUSULA DÉCIMA SEGUNDA – APROVAÇÃO E EFICÁCIA DO CONTRATO • • 19 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS UMA METODOLOGIA DE ORÇAMENTAÇÃO PARA OBRAS CIVIS .. no caso de não comprovar a regularidade deste procedimento não poderá receber nenhuma parcela de pagamento.Professor Engº Civil Paulo Roberto Vilela Dias – CREA-RJ/IBEC .... • CLÁUSULA DÉCIMA TERCEIRA – FORO • As partes elegem. o Foro da cidade de (. juntamente com as testemunhas abaixo. exclusive.2001 CRITÉRIOS PARA FIXAÇÃO DE PREÇOS DE SERVIÇOS DE ENGENHARIA – INSTITUTO DE ENGENHARIA DE SÃO PAULO – EDITORA PINI MANUAL DE ORÇAMENTAÇÃO – SERVIÇOS PROFISSIONAIS DE ENGENHARIA CONSULTIVA – ABCE – ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE CONSULTORES DE ENGENHARIA TABELA DE HONORÁRIOS – sindARQ / SENGE / PR TABELA DE HONORÁRIOS – IAB / DEPARTAMENTO DO RIO DE JANEIRO – AGOSTO/1992 HONORÁRIOS PARA SERVIÇOS DE ENGENHARIA ESTRUTURAL . por estarem justas e acertadas. CLÁUSULA DÉCIMA PRIMEIRA – RESCISÃO DO CONTRATO O presente Contrato poderá ser rescindido nos casos e na forma previstos na Lei nº 8. com renúncia a qualquer outro.666/93 e as especificadas no Edital de Licitações (convite) que originou o presente contrato...Diretoria Técnica – Divisão Técnica de Estruturas – Clube de Engenharia – Rio de Janeiro REGULAMENTO DE HONORÁRIOS PARA AVALIAÇÕES E PERÍCIAS DE ENGENHARIA DO IEL – INSTITUTO DE ENGENHARIA LEGAL – RIO DE JANEIRO.SEE Tabela de honorários profissionais – Estado do Espírito Santo. E. 12/07/2000 SOCIEDADE ESPIRÍTOSANTENSE DE ENGENHEIROS . ou da data de registro no Cartório de Títulos e Documentos.) vias. de comum acordo. por mais privilegiado que seja.666/93.

569.• INSTITUTO DOS ARQUITETOS DO BRASIL – IAB Remuneração mínima de serviços e direitos autorais de projetos – Espírito Santo ASSOCIAÇÃO DE ENGENHEIROS FLORESTAIS DO ESPÍRITO SANTO – AEFES E SOCIEDADE ESPIRITOSSANTENSE DE ENGENHEIROS AGRÕNOMOS – SEEA. desde 2000.º 5.American Association of Cost Engineers. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias . Professor de “Engenharia de Custos” do Mestrado em Engenharia Civil da Universidade Federal Fluminense.194. Coordenador e professor do curso de pós-graduação em Engenharia de Custos da Universidade Federal Fluminense e IBEC.ALUMAK Projetos e Construções Ltda Membro da AACE . desde 1978 Fundador e membro do IBEC – Instituto Brasileiro de Engenharia de Custos desde 1978 e presidente nacional desde 1999 Ministra cursos e palestras sobre Engenharia de Custos em todo o Brasil 281 DECRETO FEDERAL N. DE 29 JUN 1973.TERPLAN – Urbanização e Manutenção Ltda . Palestrante do 1º Congresso Brasileiro da Indústria da Construção – 1985/RJ.º 218.Engesul – Construções e Projetos Ltda . COPPE-UFRJ – Pós-graduação em Mecânica dos Solos – 1976.º 23.Construtora Affonseca SA .SEAT SA . • 20 CURRICULUM VITAE DO AUTOR ENGENHEIRO CIVIL PAULO ROBERTO VILELA DIAS • • • • • Formado pela Universidade Federal do Rio de Janeiro – 1975. Mestrado em Engenharia Civil na Universidade Federal Fluminense.DE 11 DEZ 1933. Serviços e Honorários profissionais para Engenheiros Agrônomos e Engenheiros Florestais – Vitória – ES – Fevereiro/1999 RESOLUÇÃO N. palestras. LEI N. Engenheiro e/ou Responsável Técnico das seguintes empresas: . DE 24 DEZ 1966. INSTITUTO BRASILEIRO DE AVALIAÇÃO E PERÍCIAS DE ENGENHARIA – IBAPE Minuta de Proposta nº 1 de Honorários do IBAPE-ES – 22/08/2000 INSTITUTO BRASILEIRO DE ENGENHARIA DE CUSTOS – IBEC-ES Artigos.Multiservice Engenharia Ltda . encontros e cursos do IBEC e Proposta nº 1 da Tabela de Honorários dos Engenheiros Civis – ES – Março/2001 Engº Civil João Alberto Ferreira de Oliveira. • • • • • • • • • • 280 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.

Principais Trabalhos Publicados: Livro “Uma Metodologia de Orçamentação para Obras Civis”. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 283 . 1979 • Material Didático de Planejamento e Controle de Obras • Material Didático de Gerenciamento e Administração de Obras • 282 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.Escola de Engenharia General Roberto Lisboa e Universidade Gama filho. 3ª edição 2001 • Apostila de “Estradas e Transportes” .

Universidade Federal Fluminense em várias cidades do país.br . Consulte-nos através do telefone (21) 2206-9662 ramal 706 ou pelo fax (21) 2516-3661 ou através do nosso site ou o do CREA-RJ (www.ibeccustos.br www.org.org. Nossos cursos na área de engenharia de custos são os mais conceituados do País. associados ou não.org.crea-rj.com. Estamos ministrando curso de pós-graduação em Engenharia de Custos.br).Master Business Engineer (Administração para Engenheiros) certificados pela UFF .DIRETORIA DO IBEC Período de Agosto/2001 até Agosto/2004 DIRETORIA NACIONAL: Presidente: Paulo Roberto Vilela Dias Vice-Presidente: José Angelo Santos do Valle Tesoureiro: Fernando De Paiva Paes Leme Secretário: Carlos Eduardo Vilela Dias DIRETORIA REGIONAL RIO: (telefax: 21 2548-4338) Vice-Presidente: Jorge Luiz Garcia Almeida Diretor Executivo: Gilson Pereira De Andrade Lima Diretor Executivo: Carlos Antonio Fernandes Da Silva O Instituto está à disposição de todos os colegas.ibec. em Gestão em Construção Civil e MBE . para prestar quaisquer esclarecimentos e consulta à sua biblioteca. e-mail: andrea@crea-rj.br www.

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