Paulo Roberto Vilela Dias

COMO ELABORAR PROPOSTAS DE PREÇOS DE SERVIÇOS DE ENGENHARIA E ARQUITETURA
EMPRESAS E PROFISSIONAIS LIBERAIS
O livro apresenta: • O fluxograma do orçamento de serviços; • Textos diretos apresentam o conteúdo teórico e exemplos práticos mostram como elaborar todos os passos do orçamento (mão de obra, encargos sociais, materiais, sub-empreiteiros, equipamentos e veículos, transportes, impostos e cálculo do BDI); • Impostos incidentes sobre os custos de produção; • Exemplos práticos reais ajudam a entender cada cálculo de custo dos insumos do orçamento; • Manual de Elaboração de Propostas de Preços de Serviços de Consultoria e Projetos (micro e macro empresas); • Classificação das categorias profissionais; • Tabelas de Referência de Honorários dos Profissionais de Engenharia e Arquitetura; • Cálculo do Valor da Hora Técnica dos Profissionais; • Metodologia de cálculo do Custo Horário de Utilização dos Equipamentos e de veículos de passeio e de carga; • Modelo de contrato de prestação de serviços; • Regulamentação das Atividades dos Profissionais de Engenharia e Arquitetura.

PREÇOS DE SERVIÇOS DE ENGENHARIA E ARQUITETURA CONSULTIVA

PREÇOS DE SERVIÇOS DE ENGENHARIA E ARQUITETURA CONSULTIVA EMPRESAS E PROFISSIONAIS

TABELA DE HONORÁRIO S PROFISSIONAIS

CÁLCULO DA HORA TÉCNICA

Paulo Roberto Vilela Dias

Paulo Roberto Vilela Dias
Engenheiro Civil

PREÇOS DE SERVIÇOS DE ENGENHARIA E ARQUITETURA CONSULTIVA
EMPRESAS E PROFISSIONAIS

2ª Edição 2002

Í N D I C E
Jan/2002 Engenheiro Civil Paulo Roberto Vilela Dias / CREA-RJ 30039/D. Todos os direitos são reservados. Nenhuma parte desta obra poderá ser copiada ou reproduzida de qualquer forma ou para qualquer uso sem a prévia autorização por escrito do autor, engenheiro Paulo Roberto Vilela Dias.
1. INTRODUÇÃO ................................................................................................. 7

CUSTO DA MÃO DE OBRA 2. 3. CLASSIFICAÇÃO DAS CATEGORIAS PROFISSIONAIS ............................................ 21 SALÁRIOS. ENCARGOS SOCIAIS. BENEFÍCIOS. VALE TRANSPORTE. ENCARGOS ADICIONAIS COM PESSOAL. CONTRATAÇÃO POR OBRA CERTA. MÃO DE OBRA TEMPORÁRIA ............................ 31 ESTUDO DAS HORAS DE TRABALHO POR MÊS DOS PROFISSIONAIS ...................... 51 PESSOAL AUTONÔMO. SERVIÇOS DE TERCEIROS. COOPERATIVAS DE TRABALHADORES ............................................................... 59

4. 5.
Dados de Catalogação na Publicação (CIP) Internacional (Sindicato dos Editores de Livros, Rio de Janeiro, Brasil)

DEMAIS ITENS DE CUSTO
D541e Dias, Paulo Roberto Vilela, 1950Engenharia de Custos: Preço de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva Paulo Roberto Vilela Dias - 2ª Ed. Rio de janeiro, 2002 284 p: 15,5 x 21,0 cm ISBN 85-87941-01-1 Inclui bibliografia 1. Engenharia - Estimativas. 2. Construção Civil - Estimativas. I. Título

6. 7. 8.

CÁLCULO DO CUSTO DE BENS PATRIMONIAIS ................................................... 65 CÁLCULO DO CUSTO DE VEÍCULOS .................................................................. 79 IMPOSTOS NOS SERVIÇOS DE CONSULTORIA ................................................... 111

CÁLCULO DO PREÇO DE VENDA 9. 10. 11.
CDD-692.5

FÓRMULA DE CÁLCULO DO PREÇO DE VENDA DE SERVIÇOS DE ENGENHARIA - EMPRESAS ................................................... 117 EXEMPLOS PRÁTICOS ................................................................................. 127 FÓRMULA DE CÁLCULO DO PREÇO DE VENDA PARA PROFISSIONAIS LIBERAIS ..... 149

ELABORAÇÃO DE COMPOSIÇÕES DE CUSTO 12. LEVANTAMENTO DE CAMPO DOS COEFICIENTES FÍSICOS DAS COMPOSIÇÕES DE CUSTO DE SERVIÇOS ...................................... 153

ATIVIDADES PROFISSIONAIS 13. ATIVIDADES PROFISSIONAIS ........................................................................ 173
13.1 DEFINIÇÕES DOS SERVIÇOS PROFISSIONAIS ................................................. 173 13.2 REGULAMENTAÇÃO DA ATIVIDADE PROFISSIONAL E ATIVIDADES E ATRIBUIÇÕES LEGAIS DOS PROFISSIONAIS DE ENGENHARIA CIVIL ...................... 177

..........1 OBJETIVO DAS TABELAS DE HONORÁRIOS PROFISSIONAIS ..........4 ATIVIDADES E DIREITOS AUTORAIS DE ARQUITETOS ................................................................ 17................. vem empreendendo com regularidade ações voltadas para a difusão de conhecimentos entre as diversas categorias profissionais que congrega......... 197 13...... Engº Eletricista José Chacon de Assis Presidente do CREA-RJ PROFISSIONAIS LIBERAIS 14................. 235 15............. 203 13...........................6 TABELA DE HONORÁRIOS PARA ENGENHEIROS ELETRICISTAS ..................... O CONTRATO DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS ............................... Neste fim de século............. em especial........ 252 15.................................... 205 13. Entendemos ser esta uma área do conhecimento essencial para o aprimoramento e valorização de nossos profissionais. do mesmo autor......................................4 TABELA DE HONORÁRIOS PARA ARQUITETOS ... CÁLCULO DA HORA TÉCNICA DO PROFISSIONAL LIBERAL..................... 214 A P R E S E N TA Ç Ã O O CREA-RJ................ publicado em fevereiro de 1999. 269 18........................5 TABELA DE HONORÁRIOS PARA ENGENHEIROS AGRÔNOMOS E FLORESTAIS ......... cresce a preocupação com relação aos rumos da engenharia....... 281 Nilo Garcia Junior Jaques Sherique Sonia da Costa Rodrigues Ricardo do Nascimento Alves Maria Martha M.3 DEFINIÇÕES DAS ATIVIDADES PROFISSIONAIS DA ENGENHARIA CIVIL .................. 261 PROFISSIONAIS COM VÍNCULO EMPREGATÍCIO 16............... já este ano...... cursos e seminários realizados no âmbito do Conselho...... 255 15..........7 TABELA DE VALORES DOS SERVIÇOS POR PRANCHA . 235 15........................ É neste contexto que a Engenharia de Custos vem sendo um dos campos mais pródigos na geração de debates. foi adotado por duas vezes em cursos de pós-graduação em engenharia de custos... PISOS SALARIAIS MÍNIMOS .................... 279 CURRICULUM VITAE DO AUTOR ....................... tendo sido publicada a 3ª edição em novembro de 2001......................... por isso é fácil entender porque. QUALQUER ESPECIALIDADE ........ Trata-se de uma publicação técnica de qualidade que apresenta de forma simples e abrangente estudos...................................... 273 1º Vice-presidente: 2º Vice-presidente: 1ª Secretária: 2º Secretário: 3ª Secretária: 1º Tesoureiro: 2º Tesoureiro: DADOS DA OBRA 19............ 236 15...........3 HONORÁRIOS MÍNIMOS DAS ATIVIDADES PROFISSIONAIS DA ENGENHARIA CIVIL ..............org. O lançamento do livro Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva completa um ciclo que envolve um conjunto de metodologias apresentadas visando à elaboração de propostas de preços para serviços de engenharia.............. Gameiro Alfredo Silveira da Silva Luiz Fernando de Almeida Freitas www.. Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva é uma obra para os interessados em qualidade de conteúdo e aplicação prática... e que vendeu 5 mil unidades em pouco mais de três anos......2 TABELAS COMPLEMENTARES POR SERVIÇO PARA ENGENHEIROS CIVIS ......... 20..................................................................6 ATIVIDADES DO ENGENHEIRO ELETRICISTA .......... sobretudo nos últimos quatro anos.... através de palestras.................................................... 263 REFERÊNCIA SALARIAIS .......... projetos e fiscalização e gerenciamento de obras — em complemento ao livro Metodologia e Orçamento para Obras Civis........ REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS .... A edição do livro representa também um importante reforço à produtiva interação estabelecida com os profissionais que participam dos eventos realizados através da parceria CREA-RJ / IBEC — mais de 12 mil em cinco anos.........................1 ANÁLISE DO CONTRATO .........crea-rj..13. sempre contando com o apoio do IBEC................ 269 18.............. 15...............................................................2 MODELO DE CONTRATO RECOMENDADO . 259 15. principalmente a partir da clara relação que existe entre a globalização generalizada e desregulamentação das profissões.. 219 TABELAS COMPLEMENTARES POR SERVIÇOS POR ESPECIALIDADE ...... 267 PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS 18.......5 ATIVIDADES E ATRIBUIÇÕES LEGAIS DOS PROFISSIONAIS DE ENGENHARIA AGRÔNOMICA E FLORESTAL ............... 249 15................................br ......

complementar ao primeiro livro do mesmo autor – “Uma Metodologia de Orçamentação para Obras Civis”. do capítulo 12 em diante. escrever. cito nominalmente apenas minha esposa Elizabeth e meus filhos Andreia. é fundamental que se disponha da maior quantidade possível de dados sobre o trabalho a ser realizado para garantir o cálculo do preço de venda adequado e justo. Agradeço à inspiração divina e ao carinhoso apoio de minha família e amigos que têm me oferecido a necessária tranquilidade para estudar. ainda. Para que não omita nenhuma das merecidas pessoas nesse agradecimento. 1 INTRODUÇÃO 1. A segunda parte é dedicada aos autônomos. as semanas do mês e os meses do ano. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 7 . demais profissionais e prestadores de serviços de engenharia na elaboração de propostas de preços de serviços especiais para qualquer área da engenharia e arquitetura. ao magistério e à pesquisa aos temas da Engenharia de Custos ocupam todas as horas do dia. que a obtenção dos melhores resultados em qualquer processo de orçamentação está com os profissionais mais experientes. do capítulo 1 ao 10.2 APLICAÇÃO Existem várias modalidades de fixação de preços de serviços de engenharia. Pedro Paulo e Julia. ministrado pelo professor e engenheiro civil Paulo Roberto Vilela Dias. Dos meus filhos espero perdão pela ausência e impossibilidade de criá-los mais carinhosamente. aliado à obtenção dos resultados financeiros estimados. pesquisar. E os anos passam. 1. por certo. visando oferecer aos participantes material didático para consulta permanente e acompanhamento das palestras. Assim. a metodologia aqui exposta irá. Tenho certeza que a maturidade os fará compreender quanto me custa educá-los. ministrar aulas e garantir documentação impressa ao meio técnico ao qual pertenço. porém os fundamentos também são aplicados pelos profissionais liberais. Lembramos. facilitar em muito o trabalho dos jovens orçamentistas. A primeira parte é dedicada às empresas de consultoria de qualquer porte. Este documento é. Profissionais e Empresas”. incluindo cálculo da hora técnica e tabelas aplicáveis aos serviços. arquitetos. O objetivo a ser alcançado na prestação destes serviços é a melhor qualidade possível do produto vendido. 12 de janeiro de 2002 Paulo Roberto Vilela Dias Pvilela_dias@hotmail. temos certeza que a metodologia aqui exposta é muito Agradeço a família.com 6 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.1 OBJETIVO Com o objetivo de facilitar aos engenheiros. entretanto. os dias da semana.PREFÁCIO O presente trabalho se destina à realização do curso de Engenharia de Custos – “Cálculo do Preço de Venda de Serviços de Engenharia e Arquitetura. A dedicação à vida profissional. inclusive trabalhos autônomos. Rio de Janeiro. O profissional liberal deve estudar toda a primeira parte a fim de lhe oferecer base para adotar o que é apresentado nesta parte do livro. entretanto.

assim. dificilmente conseguiremos êxito em licitações adotando tais critérios. ou seja. através de controle de custo dos contratos podem corrigir periodicamente os seus multiplicadores a serem adotados futuramente. Entendemos. do faturamento bruto. As formas de contratação mais usadas são as seguintes: preço global (segundo a Lei das Licitações. para utilizar o jargão dos profissionais de execução de obra de obra — BDI . O princípio apresentado neste livro para a definição da proposta de serviços de engenharia leva em consideração o custo de produção. No método de cálculo do preço de venda em função do percentual do orçamento da obra temos certeza que o resultado que alcançado é muito acima do preço justo. Admite-se também seu emprego em serviços por administração. é possível alcançar o preço de venda deste tipo de trabalho. os usuários. o método aqui descrito apresenta a grande vantagem sobre os demais existentes em outras publicações devido a sua contemporaneidade. que quando acrescido da margem de lucro (ou benefício. também. laboratoriais. é a contratação de execução do serviço por preço certo e total). de 8 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. serviços por administração. computadores e impressoras).3 FORMAS DE CONTRATAÇÃO A forma de contratação pode ser qualquer uma das estipuladas na Lei Nº 8666 das Licitações. para o caso de orçamento de obras civis. uma vez que esta modalidade de contratação está proibida na administração pública. por exemplo. gerenciamento de empreendimentos. Empresas e Profissionais modo a detectar as falhas existentes e bem avaliar os índices empregados para promover a sua atualização. Além disto. pequenas construções (por exemplo. a serem aplicados sobre índices de custo. hora técnica individual ou coletiva. ser oportuno. equipamentos (topográficos. em conformidade com nosso critério de cálculo do preço de venda. bem como. ensaios tecnológicos e etc) necessários ao desenvolvimento dos mesmos. e principalmente. • Paulo Roberto Vilela Dias 9 . fiscalização ou acompanhamento de obras. O profissional ao elaborar o custo de qualquer destes serviços deve ter experiência para determinar os insumos básicos (pessoal. não se encontra desatualizado como alguns autores que. bem como. Caso se adote qualquer destes critérios. porém. principalmente. ou seja. Assim. preços unitários ou por empreitada integral. sugerimos que seja efetuado um controle de custo preciso do contrato. em atuações do tipo consultoria individual do profissional que no âmbito deste livro denominaremos de hora técnica. do tipo CUB – Custo Unitário Básico. com um pouco mais de dificuldade. consultorias ou assistência técnica. para as seguintes áreas de atuação: • • • • • • • • • Estudos de um modo geral ou de viabilidade. seja adotada a metodologia exposta em nosso primeiro livro. o mesmo está perfeitamente de acordo com as regras trabalhistas e tributárias vigentes. preço global. serviços especiais com grande incidência de mão de obra.interessante. materiais. e causando imprecisões face ao fato destes multiplicadores não sofrerem avaliações periódicas a fim de lhes dar crédito. principalmente. consideravam o lucro estimado função do custo do serviço. supervisão. projetos básicos e executivos de qualquer natureza. quando prestado para órgãos não governamentais. residências unifamiliares).Benefícios e Despesas Indiretas) gera o preço de venda dos serviços. • preço unitário (quando se contrata a execução do serviço por preço certo de unidades determinadas). ou buscar reforço em outros profissionais habilitados. gerando preços de venda normalmente exagerados. 1. percentuais do valor final do empreendimento. em grandes empreendimentos. a despeito de que com este critério ora descrito. Alertamos aos profissionais prestadores de serviços de engenharia que entendemos ser muito empírico. que o lucro deve ser caracterizado a partir do preço final do serviço. adotar procedimentos de determinação do preço de venda por percentuais fixos e imutáveis ao longo dos anos. por convicção. isto é. Aconselhamos que.

equipamentos de laboratório e etc) deve-se. enquanto que outra parcela será discriminada por itens de serviços que sofrerão medição para pagamento. Hora técnica (ou tarifa) é aceitável para as pequenas e grandes intervenções. Assim. ou quando a Paulo Roberto Vilela Dias 11 . que são denominados de despesas reembolsáveis. garantem que a proposta de preço. e ainda. não existe necessidade de se efetuar medições por serviços ou itens de custo. algumas vezes. É utilizado. Neste caso. uma vez que deverá ser adotada uma quantidade de horas de trabalho por mês. Empresas e Profissionais A contratação por preços unitários é quando mesmo havendo planilha de quantidades. Independente da existência de planilha de quantidades caberá ao contratado assegurar-se de que os valores encontrados são válidos. O sistema misto é uma composição da contratação por preço global e por preço unitário. Quanto aos bens patrimoniais (veículos. • hora técnica ou tarifa (semelhante ao sistema de preços unitários. portanto. usado para denominar o valor dos serviços prestados por cada profissional integrante da planilha de quantidades. porém. haverá obrigatoriedade de se efetuar medições periódicas para determinar o valor a pagar ao prestador de serviço. a situação financeira do contrato poderá ser comprometida. para os casos de atuação individual de qualquer profissional). que necessariamente constarão da planilha de preços da proposta. poderá ser apresentada justa e adequada. entretanto. Não se esquecendo que em alguns casos podemos ter a figura da hora produtiva e da hora improdutiva. aparelhos de topografia. e sim. sendo que ao primeiro cabe garantir qualidade das informações apresentadas nos convites de licitações e. a ser definida pelo executor.3. caso contrário. se adotar a terminologia de despesas reembolsáveis pelo cliente. É muito comum nestes casos que o custo da mão de obra seja apresentado por hora. analisar o número de horas de utilização dos mesmos durante a vigência do contrato. Tanto contratante quanto contratado têm muita responsabilidade nas concorrências.1 Descrição das Formas Mais Comuns de Contratação de Serviços Profissionais de Engenharia O preço global deve ser utilizado quando as especificações dos serviços a serem executados estão muito bem definidas. estes estando de bom nível. É comum que se adote a periodicidade mensal de medição para os serviços.sistema misto (quando parte do serviço é representado por preço global. entretanto. Todo cuidado deve ser tomado para definição do custo da hora técnica apresentada nas planilhas de orçamento. pois só serão computados para a medição dos serviços efetivamente executados. como preços unitários. Estes serviços serão pagos por preços unitários constantes na planilha de preços da proposta ou não. Isto é. também. ainda. o cálculo do custo deverá ser o mais acurado possível. os produtos a serem gerados estão perfeitamente identificados. podendo ser de um ou mais profissionais. enquanto a parcela do trabalho que não é bem conhecida será reembolsada a preços unitários. admitese uma negociação posterior a assinatura do contrato. Estes serviços. Obviamente. Os itens constantes da planilha de quantidades. para estes casos. ou. este critério é de alto risco para a prestadora de serviço. O critério de remuneração dos serviços está baseado na estimação dos custos incorridos para a consecução adequada do mesmo e o preço de venda é fixo e integralmente assumido pelo proponente. 10 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. É comum. parte do trabalho terá valor fixo e imutável. softwares. microcomputadores. se estabelecer um cronograma físico-financeiro que permita ao contratante ter garantias de que os pagamentos efetuados correspondem aos serviços efetivamente elaborados ou executados. que não tem valor para pagamento. sofrerão incidência dos custos indiretos adotados para todo o contrato. • 1. pode-se determiná-lo por mês. de acordo com o estudo apresentado no Capítulo 4. A aplicação deste sistema de contratação quando o escopo do serviço não se encontra perfeitamente definido acarretará muitas dificuldades na condução do contrato pelas partes envolvidas. só entrarão nas medições quando solicitados formalmente e por escrito pelo cliente. consideramos inoportuna esta situação para ambas as partes envolvidas).

quilometragem. então. aqueles que são facilmente descritos e visíveis ao cliente.2 Outras Formas de Contratação Usuais Contrato por Administração – Considera-se o pagamento dos custos diretos específicos de um serviço. podendo ser adotado o formulário citado anteriormente. aos contratantes garantirem o nível de excelência do memorial descritivo ou do edital de licitações. ou seja. A remuneração (percentual) deverá cobrir os custos indiretos. recebe como prêmio uma parcela. apresentado no ANEXO 1. Podendo ser considerados: • • • • • salários imóveis veículos leves. Caso o preço estipulado seja ultrapassado caberá a prestadora de serviço arcar com parte acertada do excedente. despesas gráficas e despesas diversas. devem estar descritos com bastante objetividade e clareza. preço unitário. 1. emprego de microcomputador. A metodologia aqui exposta pressupõe o levantamento (e. sua cronologia de emissão. principalmente.1 Caracterização dos Custos Diretos e Indiretos Subentende-se como custos diretos. inclusive lucro previsto. acrescidos dos custos indiretos (explícitos ou não). Haverá necessidade de se apropriar as horas efetivamente trabalhadas. todas as despesas indiretas. Caberá. apenas. plotter 13 Paulo Roberto Vilela Dias .4 ESCOPO DOS SERVIÇOS O tipo de contratação interfere diretamente. proporcional à redução de custo obtida. impressora e acessórios de informática. previamente acordada. o grau de detalhamento do escopo do trabalho e a perfeita identificação dos produtos a serem produzidos. os encargos financeiros e o lucro da empresa. motocicletas. Esta condição confunde-se com a contratação por preços unitários quando temos a mão de obra expressa na unidade de medição por hora. comunicações. a administração central. Procura garantir o prazo e o custo dos serviços através do estudo de alternativas técnicas. quando for o caso. Os produtos a serem elaborados. na forma de medição dos serviços que será efetuada. Neste caso haverá necessidade de se apropriar as horas gastas pelos profissionais em cada atividade do contrato. tais como. A experiência do profissional que elaborará a proposta só não é mais importante que a clareza.5. bem como.atuação do contratado não pode ser muito bem identificada antecipadamente com a precisão necessária. Fixa-se o limite total de custos e define-se com precisão o custo total máximo do projeto. e devem ser computados os custos. 1. preço global. segundo o contrato. Contrato com incentivo (prêmio) – Se a empresa não atingir o limite de custo estabelecido.3. portanto. conforme a situação e o vínculo trabalhista de cada profissional. 12 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. medições após a contratação) dos custos diretos reais estimados (e comprovados através de medições).5 METODOLOGIA DE CUSTO Ë evidente que o mais importante na elaboração de propostas de preço continua sendo a experiência do engenheiro orçamentista. sistema misto e hora técnica. pick-ups e caminhões microcomputador. que servirá de base às medições periódicas a serem efetuadas. Empresas e Profissionais 1. pois. Lembramos que não serão computadas na medição das horas normais de pessoal tanto o sábado quanto o domingo e feriados não trabalhados. Máximo Garantido – Consideram-se os custos mais um percentual estipulado. as mesmas estão incluídas na taxa de encargos sociais. além dos encargos sociais. Valem todas as características de custo apresentadas para as demais formas de contratação de serviços de engenharia e arquitetura. podendo ser adotado um formulário denominado “Folha de Apropriação de Hora Técnica”. na qualificação e quantificação dos insumos necessários à perfeita execução dos serviços. o método aqui apresentado é adequado para qualquer uma das maneiras anteriormente citadas. 1.

sabemos que o preço estabelecido tem fundamental influência sobre o prazo de execução e a qualidade dos serviços prestados.5. e não existe nenhuma dificuldade por isto. sondagens de terreno e etc) ensaios tecnológicos especializados. viagens e estadia do pessoal. • 14 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. e caberá.despesas de legalização do contrato. gastos com comunicação: central telefônica. • Encargos complementares. materiais de escritório (lápis. Os custos indiretos podem ser: Aplicáveis sobre o salário: .• • • • • • • • • • • • • softwares estação total. Pois. uniformes. podemos preliminarmente definir o tipo de contratação. temos: . ar condicionado.aluguéis de imóveis ou veículos.vale transporte . vale refeição e etc) . . Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 15 . materiais de segurança e etc. montagens gráficas (cópias preto e branco ou coloridas e encadernações). borracha. principalmente. 1. . representa o custo da sede da empresa. aparelhos de telefone ou de fax e rádios. cafeteira e etc. pessoal da diretoria e dos setores de pessoal. concreto ou asfalto. diárias da equipe técnica. Entretanto.benefícios (seguro saúde. ou conforme a exigência do cliente. estaduais ou federais. na maioria das vezes. armários.despesas legais. alvarás e outra taxas municipais. financeiro. • Lucro — deverá ser prevista a margem de lucro do contrato a critério da empresa Em algumas situações. balizas e trenas laboratórios de solo. . aluguel de copiadora. cadeiras. grampeador e etc) serviços especializados (locações e levantamentos topográficos. custos diretos são utilizados como indiretos e vice-versa. . entre outras despesas. móveis e utensílios (mesa. que é representado por percentual admitido para cada empresa ou por cada proposta. . ao cliente (órgão público ou particular) esta incumbência. conforme identificado a seguir: Os custos indiretos serão demonstrados ou não. Em alguns casos estes itens podem estar incluídos na administração central. inclusive respectivas contas periódicas.Anotação de Responsabilidade Técnica devida ao CREA. comercial.2 Seleção da Modalidade de Contratação É extremamente importante a escolha do tipo de contrato.seguros de responsabilidade civil ou de pessoal. . em função do tipo de serviço. Depende da formulação de proposta de preços apresentada pelo cliente ou por nossa conta.despesas com impostos.). televisão. correspondentes a outros custos indiretos não perceptíveis ao cliente.eventualmente.encargos trabalhistas . compra e etc da sede da empresa.despesas com treinamento e aprimoramento técnico da equipe. O importante é que todos os insumos sejam apropriados ao custo de elaboração do serviço. nível. papel.fianças bancárias ou cauções. em função da facilidade de se declará-los. teodolito. inclusive ART . • Administração central. licitações.

6 QUALIDADE DO ESCOPO DOS SERVIÇOS A definição correta e precisa do escopo das atividades é fundamental à elaboração consciente do preço de venda dos serviços. softwares e etc) • diárias e viagens e etc. o orçamento será o resultado da soma dos produtos das quantidades de serviços multiplicadas pelos preços unitários atribuídos aos mesmos. combustível. Consultorias ou assistência técnica Supervisão. Estão incluídos como custos básicos ou insumos: • salários e encargos sociais • veículos • preços de equipamentos técnicos • materiais de consumo (papel para impressão. microcomputadores e acessórios. garante a uniformidade das propostas. consiste na identificação clara dos seus objetivos. e demais informações que propiciem ao prestador de serviço a identificação fiel orçamento. especificar adequadamente todos os produtos que deverão ser produzidos e entregues ao interessado. 4º passo) Calcular o orçamento da proposta. É de suma importância a qualidade da planilha de quantidades elaborada para a definição do preço de venda dos serviços. Projetos básicos e executivos de qualquer natureza. 3º passo) Calcular os valores do multiplicador “K” para os diferentes tipos selecionados para o serviço. Em muitas ocasiões o próprio interessado na execução do trabalho elabora a planilha de quantidades e preços e a fornece para todos os prestadores de serviço. a perfeita caracterização do escopo do trabalho. com sua cronologia. O preço adequado e justo para um determinado serviço é diretamente proporcional à qualidade do escopo oferecido pelo interessado na contratação. Hora técnica individual ou coletiva.DESCRIÇÃO DO SERVIÇO Estudos de um modo geral ou de viabilidade. o que é feito através da listagem das atividades e da determinação das quantidades de insumos (mão de obra e despesas gerais) necessárias ao perfeito desenvolvimento dos trabalhos. é o seguinte: 1º passo) Elaborar a planilha de serviços e quantidades. O preço de venda dos serviços será calculado a partir da análise adequada destes dados recebidos do cliente. 16 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.7 ROTEIRO DE CÁLCULO DO PREÇO DE VENDA O roteiro de cálculo do preço de venda dos serviços previsto nesta metodologia. 2º passo) De posse da planilha de quantidades devemos levantar os custos básicos que serão necessários definir para a elaboração do orçamento. principalmente preço unitário preço unitário ou global 1. para efeito de julgamento de preços entre os concorrentes. Portanto. é necessário determinar quais os tipos de multiplicadores serão utilizados. Empresas e Profissionais . despesas reembolsáveis ou despesas efetuadas diretamente pelo cliente e etc. Paulo Roberto Vilela Dias 17 É fundamental especificar claramente o critério de medição para cada caso no memorial descritivo ou edital de concorrência. fiscalização ou acompanhamento de obras Gerenciamento de empreendimentos Serviços especiais com grande incidência de mão de obra Pequenas construções (por exemplo. cartucho de impressora. é responsabilidade do interessado na contratação apresentar tais informações. Encontramos multiplicadores para salários. assim. residências unifamiliares) FORMA DE CONTRATAÇÃO preço global preço global ou misto preço unitário preço unitário preço unitário preço unitário em função do serviço. 1. despesas gerais.

cabendo desta maneira ao prestador de serviço. evitando-se desgastes em futuras negociações. cabe ao prestador de serviço elaborar uma proposta clara. elaborar a mesma dentro das especificações do contratante. são duas as situações previstas para a montagem da planilha de venda de serviços de engenharia. através de formulários pré-estabelecidos. objetiva e com o maior detalhamento possível. 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 25 26 27 28 29 30 31 TOTAL MENSAL 5º passo) Montar a planilha de serviços e quantidades. DE MÊS / ANO : 1ª alternativa) o cliente padronizou a forma de apresentação da proposta. É interessante. de acordo com as exigências do cliente ou com sua própria definição. APROPRIAÇÃO DE CATEGORIA PROFISSIONAL : FOLHA FUNCIONÁRIO : 18 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.8 FLUXOGRAMA DO CÁLCULO DO PREÇO DE VENDA Apresenta-se no ANEXO 2. de maneira a facilitar a análise pelo contratante e futuras negociações quando da efetivação da contratação. Será obrigatório montar esta planilha. assim. o fluxograma de elaboração do cálculo do preço de venda de serviços de engenharia para os tipos aqui especificados. caso o cliente não tenha feito nenhuma exigência a respeito. isto é: ANEXO 1 Folha de Apropriação de Hora Técnica (horas gastas pelos profissionais em cada atividade do contrato) 0 19 . Pode-se condicionar tanto o processo de cálculo do preço de venda dos serviços quanto a própria forma de apresentação.HORAS TÉCNICAS 1. Como descrito anteriormente. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias DIAS DO MÊS / ATIVIDADE 1 2 3 4 5 6 7 TOTAL 8 9 MENSAL DE HORAS TÉCNICAS 2ª alternativa) o cliente não definiu o padrão de apresentação da proposta. que a forma de apresentação da proposta de preços não suscite nenhuma dúvida quanto ao seu conteúdo e valores.

a mão de obra é o fator preponderante do custo total. esquecermos que os editais de concorrências podem e devem especificar as exigências mínimas para cada categoria profissional. sem. usando a nossa experiência no assunto. portanto. entretanto de modo geral. que pode ser adotaPaulo Roberto Vilela Dias 21 Me morial Descritivo Edita l ou Condições de Participação Estudos dos Dados Fornecidos pelo Cliente V isita Opcional ao local dos Serviços Elaboração da Planilha de Quantidades Def inição dos Insumos Básicos/ Pesquisa de Mercado Cálculo dos valores de “K” Calcular o custo da Proposta Cálculo dos valores de “K” Fluxograma Fluxograma de Cálculo do de Cálculo do Preço de Venda Preço de Venda Montar a Planilha de V enda da Proposta 20 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. Entretanto. Assim. da fiscalização do contrato. entretanto. são difíceis de serem adotadas na prática. Devemos analisar a classificação das categorias profissionais em função do plano de cargos e salários de cada empresa.ANEXO 2 Fluxograma de elaboração do cálculo do preço de venda de serviços de engenharia 2 CLASSIFICAÇÃO DAS CATEGORIAS PROFISSIONAIS Na maioria dos tipos de serviços prestados escolhidos para estudo neste livro. portanto. este deverá estar em consonância tanto com a classificação profissional de seu sindicato quanto com o dissídio coletivo que rege as relações entre patrões e empregados. Aliás. Empresas e Profissionais . É muito importante nestes tipos de prestação de serviços de engenharia a classificação das categorias profissionais comumente adotada. uma vez que não existe nenhuma definição oficial sobre o assunto. esclarecemos que o próprio escopo do serviço poderá especificar as categorias profissionais. é omitida a especificação exigida para cada categoria profissional nos editais de licitações. as especificações definidas nas convenções trabalhistas são sempre muito acanhadas. no entanto. bem como. bem como as características mínimas exigidas para cada uma. posteriormente. é o que efetivamente deveria ocorrer. é fundamental analisarmos adequadamente os custos envolvidos com pessoal. Isto faz com que o proponente fique exposto ao bom senso da comissão de julgamento da concorrência ou. resolvemos adotar uma classificação de categorias profissionais própria.

Empresas e Profissionais AUXILIAR DE TOPOGRAFIA LABORATORISTA AUXILIAR DE LABORATÓRIO ARQUIVISTA TÉCNICO AUXILIAR TÉCNICO SENIOR AUXILIAR TÉCNICO PLENO OU MÉDIO AUXILIAR TÉCNICO JUNIOR PESSOAL DE APOIO ADMINISTRATIVO: OPERADOR DE MICROCOMPUTADOR DIGITADOR SECRETÁRIA SENIOR OU EXECUTIVA SECRETÁRIA JUNIOR ADMINISTRATIVO PLENO AUXILIAR ADMINISTRATIVO MOTORISTA MENSAGEIRO SERVENTE / FAXINEIRO / COPEIRO Observamos que podem existir discrepâncias da terminologia de um cliente para outro em função.NÍVEL A CONSULTOR . Portanto. da inexistência de uma classificação oficial ou normalizada.da em qualquer situação.NÍVEL C PROFISSIONAL MASTER PROFISSIONAL SENIOR PROFISSIONAL PLENO OU MÉDIO PROFISSIONAL JUNIOR PROFISSIONAL TRAINEE PESSOAL DE APOIO TÉCNICO: TÉCNICO SENIOR TÉCNICO PLENO OU MÉDIO TÉCNICO JUNIOR CADISTA OU PROJETISTA SENIOR CADISTA OU PROJETISTA TOPÓGRAFO 22 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.NÍVEL B CONSULTOR . deve ser dedicada muita atenção na análise das especificações encontradas nos editais de licitações. principalmente.1 CLASSIFICAÇÃO DAS CATEGORIAS PROFISSIONAIS SUGERIDA A classificação das categorias profissionais mais comumente encontrada no meio da engenharia é a seguinte: PESSOAL DE NÍVEL SUPERIOR: DIRETOR DO PROJETO GERENTE OU COORDENADOR DE CONTRATO CONSULTOR . 2.2 CARACTERÍSTICAS MÍNIMAS DAS CATEGORIAS PROFISSIONAIS As características mínimas para aceitabilidade das categorias profissionais apresentadas anteriormente. esclarecemos que a mesma está de acordo com os princípios observados em editais e licitações recentes para casos análogos. bem como. 2. podem ser as descritas a seguir: Paulo Roberto Vilela Dias 23 .

NÍVEL A CONSULTOR . contratado pela empresa para a prestação de serviços de assessoria especializada em questão de natureza bem específica. com muito boa capacidade de liderança em trabalhos técnicos em equipe e apto a assumir cargo de chefia. fazemos uma tentativa de criar especificações mínimas para as categorias profissionais sugeridas. com mais de 15 anos de atuação na área inerente ao projeto. gerência ou diretoria.Descrição da Função DIRETOR DO PROJETO GERENTE OU COORDENADOR DE CONTRATO CONSULTOR . coordenação ou gerência. desenvolver o plano de cargos que lhe interesse em cada contratação.3 DESCRIÇÃO SUMÁRIA DAS CATEGORIAS PROFISSIONAIS Lembramos. tais como. com muito boa capacidade de liderança em trabalhos técnicos em equipe e apto a assumir cargo de chefia. esta classificação não deverá ser entendida como definitiva para fins de apresentação de propostas. pósgraduação. na avaliação profissional. informática.NÍVEL B CONSULTOR . A seguir elaboramos uma descrição sumária de cada uma das categorias profissionais apresentadas anteriormente. uma vez que cada cliente poderá. Deverá ser engenheiro com renome nacional para ser incluído nesta categoria. que na ausência de classificação oficial. com mais de 15 anos de atuação na área inerente ao projeto. mestrado e doutorado. Contudo. DIRETOR DO PROJETO – profissional de nível superior do ramo da engenharia ou arquitetura. apresentação pessoal e etc. com mais de 15 anos de atuação na área inerente ao projeto. cursos de extensão. CONSULTOR NÍVEL A – profissional de nível superior com notória especialização. Ou ainda. outras referências. contratado pela empresa para a prestação de serviços de assessoria Paulo Roberto Vilela Dias 25 24 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. GERENTE OU COORDENADOR DE CONTRATO – profissional de nível superior do ramo da engenharia ou arquitetura.NÍVEL C PROFISSIONAL MASTER PROFISSIONAL SENIOR PROFISSIONAL PLENO OU MÉDIO PROFISSIONAL JUNIOR PROFISSIONAL TRAINEE TÉCNICO SENIOR TÉCNICO PLENO OU MÉDIO TÉCNICO JUNIOR CADISTA OU PROJETISTA SENIOR CADISTA OU PROJETISTA TOPÓGRAFO AUXILIAR DE TOPOGRAFIA LABORATORISTA AUXILIAR DE LABORATÓRIO ARQUIVISTA TÉCNICO AUXILIAR TÉCNICO SENIOR AUXILIAR TÉCNICO PLENO OU MÉDIO AUXILIAR TÉCNICO JUNIOR OPERADOR DE MICROCOMPUTADOR DIGITADOR SECRETÁRIA SENIOR SECRETÁRIA JUNIOR ADMINISTRATIVO PLENO AUXILIAR ADMINISTRATIVO MOTORISTA MENSAGEIRO SERVENTE / FAXINEIRO / COPEIRO Tempo Mínimo de Experiência (anos) Formatura Na função 15 15 15 15 10 acima de 15 de 10 a15 anos de 5 a 10 anos de 2 a 5 anos até 2 anos 15 5 2 10 2 10 2 10 2 2 15 10 2 2 2 5 2 10 2 2 - 2. Cabe realçar que devem ser consideradas. com mais de 15 anos de atuação na área inerente ao projeto. Empresas e Profissionais . conhecimento de línguas estrangeiras. a seu juízo. coordenação. CONSULTOR NÍVEL B – profissional de nível superior com notória especialização. Esta categoria é definida para empreendimentos de pequeno e médio portes. Esta categoria só deverá existir em empreendimentos de grande porte.

com experiência entre 10 e 15 anos. experiência inerente à profissão. DIGITADOR – profissional de nível de 1º grau. Deve possuir. com ou sem diploma de curso técnico. LABORATORISTA – profissional de nível médio. hidráulico e etc). Paulo Roberto Vilela Dias 27 . ainda. mecânico e etc). elétrico. com diploma de curso superior ou técnico. ainda. com mais de 10 anos de atuação na área inerente ao projeto. civil. Possui. com no mínimo 2 anos de experiência inerente à profissão. mecânico e etc). elétrico. CADISTA OU PROJETISTA SENIOR – profissional de nível médio. com no mínimo 2 anos de experiência inerente à profissão. Deve possuir. TÉCNICO SENIOR – profissional de nível médio dos diversos ramos da engenharia (civil. 26 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. experiência inerente à profissão. PROFISSIONAL TRAINEE – profissional de nível superior dos diversos ramos da engenharia (civil. experiência inerente à profissão. AUXILIAR TÉCNICO SENIOR – profissional de nível de 2º grau. Empresas e Profissionais TÉCNICO JUNIOR – profissional de nível médio dos diversos ramos da engenharia (civil. SECRETÁRIA SENIOR – profissional de nível de 2º grau. mecânico e etc). AUXILIAR DE LABORATÓRIO – profissional de nível de 1º grau. sendo apto a assumir cargo de chefia de equipe de pessoal qualificado. com bons conhecimentos do software CAD. com no mínimo 2 anos de experiência inerente à profissão. com experiência entre 2 e 5 anos. com diploma de curso técnico. civil. com no mínimo 15 anos de experiência. experiência inerente à profissão. AUXILIAR TÉCNICO JUNIOR – profissional de nível de 2º grau. PROFISSIONAL MASTER – profissional de nível superior dos diversos ramos da engenharia (arquiteto. elétrico. ainda. elétrico. AUXILIAR DE TOPOGRAFIA – profissional de nível de 1º grau. experiência inerente à profissão. com no mínimo 5 anos de experiência inerente à profissão. civil. mecânico e etc). com ou sem diploma de curso técnico. ainda. Deve possuir. com diploma de curso técnico. com no mínimo 5 anos de experiência inerente à profissão. com no mínimo 2 anos de experiência inerente à profissão. com no mínimo 5 anos de experiência inerente à profissão. com no mínimo 2 anos de experiência. Deve possuir. elétrico. Deve possuir. PROFISSIONAL SENIOR – profissional de nível superior dos diversos ramos da engenharia (arquiteto. ainda. com diploma de curso técnico. elétrico. com experiência entre 5 e 15 anos inerente à profissão. CONSULTOR NÍVEL C – profissional de nível superior com notória especialização. mecânico e etc). com pouco tempo de experiência nesta categoria. ainda. porém. com no mínimo 2 anos de experiência inerente à profissão. OPERADOR DE MICROCOMPUTADOR – profissional de nível de 2º grau. capacidade e liderança de equipes de trabalhos técnicos. elétrico. TOPÓGRAFO – profissional de nível médio. SECRETÁRIA JUNIOR – profissional de nível de 2º grau. elétrico. com ou sem diploma de curso técnico. CADISTA OU PROJETISTA – profissional de nível de 2º grau. sendo apto a assumir cargo de chefia de equipe de pessoal qualificado. mecânico e etc). com no mínimo 15 anos de experiência inerente à profissão. PROFISSIONAL JUNIOR – profissional de nível superior dos diversos ramos da engenharia (civil. capacidade e liderança de equipes de trabalhos técnicos. TÉCNICO PLENO OU MÉDIO – profissional de nível médio dos diversos ramos da engenharia (civil. com no mínimo 2 anos de experiência inerente à profissão. Deve possuir. com no mínimo 15 anos de experiência. com no mínimo 2 anos de experiência inerente à profissão. com experiência entre 5 e 10 anos. com no mínimo 2 anos de experiência inerente à profissão. com integral conhecimento do software CAD. AUXILIAR TÉCNICO PLENO OU MÉDIO – profissional de nível de 2º grau. experiência inerente à profissão. com no mínimo 5 anos de experiência inerente à profissão. mecânico e etc). com experiência entre 5 e 15 anos.especializada em questão de natureza bem específica. experiência inerente à profissão. PROFISSIONAL PLENO OU MÉDIO – profissional de nível superior dos diversos ramos da engenharia (arquiteto. contratado pela empresa para a prestação de serviços de assessoria especializada em questão de natureza bem específica. ainda. Deverá ser engenheiro com renome regional para ser incluído nesta categoria. Deverá ser engenheiro com renome regional. ARQUIVISTA TÉCNICO – profissional de nível superior ou médio. recém-formado ou com até 2 anos de experiência.

com no mínimo 2 anos de experiência inerente à profissão. GRAU DE EQUIVALÊNCIA 2. Paulo Roberto Vilela Dias 29 . a não ser nos dois últimos casos. com no mínimo 2 anos de experiência inerente à profissão. MENSAGEIRO – profissional de nível de 1º grau. domínio de informática – corresponde a um acréscimo na remuneração de 5%. por exemplo. COMO POR EXEMPLO: PROFISSIONAL SENIOR .NÍVEL C – idem PROFISSIONAL MÉDIO. Entre outras atividades estão servir café e promover limpeza de ambientes. 2. com no mínimo 2 anos de experiência inerente à profissão. de acordo com a tabela abaixo: • • • • • • pós-graduação – corresponde a um acréscimo na remuneração de 15%.NÍVEL A – idem PROFISSIONAL MÉDIO. sendo que com experiência acima de 12 anos. 28 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. pós-doutorado – corresponde a um acréscimo na remuneração de 40%. PROFISSIONAL SENIOR . OBSERVAÇÕES: Podemos admitir a equivalência. PROFISSIONAL SENIOR . AINDA. apresentada a seguir: Curso de pós-graduação equivale ao acréscimo de mais 1 (um) ano de experiência profissional. com no mínimo 5 anos de experiência inerente à profissão. Deve possuir capacidade de liderança e chefia de equipe. SER SUBDIVIDA EM SUBCLASSES.1. • A obtenção do título de mestre equivale ao acréscimo de mais 2 (dois) anos de experiência profissional. 2. correspondente a um acréscimo de anos de experiência profissional em função de cursos e títulos de pós-graduação obtidos. AUXILIAR ADMINISTRATIVO – profissional de nível de 1º grau. doutorado – corresponde a um acréscimo na remuneração de 30%.2. • Evidentemente. mestrado – corresponde a um acréscimo na remuneração de 20%. as demais características apresentadas anteriormente (línguas estrangeiras. Empresas e Profissionais Aos profissionais que tenham obtido níveis de conhecimento além da graduação podemos conferir vantagens financeiras na remuneração. • A obtenção do título de doutor equivale ao acréscimo de mais 4 (quatro) anos de experiência profissional e • A obtenção do título de pós-doutorado equivale ao acréscimo de mais 5 (cinco) anos de experiência profissional. DE ACORDO COM O NÍVEL DE EXPERIÊNCIA DE CADA PROFISSIONAL. Os valores apresentados não são cumulativos. QUALQUER DAS CATEGORIAS DESCRITAS ANTERIORMENTE PODE. DADOS TÉCNICOS Podemos considerar a experiência profissional através do conceito de grau de equivalência. Define-se grau de equivalência como sendo o mérito técnico na especialidade. informática e etc) também poderiam ser adotadas para o cálculo do grau de equivalência. sendo que com experiência acima de 5 anos. caso o profissional certifique possuir mais de uma qualificação.NÍVEL B – idem PROFISSIONAL MÉDIO. sendo que com experiência acima de 8 anos. MOTORISTA – profissional de nível de 1º grau. domínio de língua(s) estrangeira(s) – corresponde a um acréscimo na remuneração de 5%.ADMINISTRATIVO PLENO – profissional de nível de 2º grau. SERVENTE / FAXINEIRO / COPEIRO – profissional sem nenhuma qualificação especial que realiza tarefas subordinando-se a outros profissionais qualificados. CONSIDERAÇÕES FINANCEIRAS 1.

ENCARGOS SOCIAIS. sem deixar de levar em conta salários de mercado da região.L. aos quais serão filiados os empregados que forem contratados especificamente para o contrato. ou outra forma de aferição desses valores. preferencialmente. a escala de salários comumente adotada pelo mercado.3 SALÁRIOS. e ainda. quando Paulo Roberto Vilela Dias 31 . porque os salários pagos e também os benefícios não poderão ser inferiores ao acertado entre sindicatos ou através de acordos coletivos.1 TABELA DE CUSTO DE MÃO DE OBRA.1.1 Tabela de custo de mão de obra Ao elaborar o orçamento de um serviço de engenharia deve-se adotar para custo de mão de obra. resguardando os acordos coletivos e dissídios existentes. 3. principalmente. 3. ou através de pesquisa de mercado. a lei salarial vigente deverá ser respeitada. Devem ser considerados. e acompanhados continuamente pelo engenheiro de custo. ENCARGOS ADICIONAIS COM PESSOAL. Cabe ressaltar que sempre deverão ser respeitados sindicatos profissionais que eventualmente existam na região da obra ou que a cubram. VALE TRANSPORTE.T. os acordos coletivos ou dissídios em negociação entre sindicatos. BENEFÍCIOS. deverá ser adotada a tabela do sindicato de profissionais da região. no entanto. CONTRATAÇÃO POR OBRA CERTA. Se a mesma não se encontra executando contratos na região. – Consolidação das Leis do Trabalho. ENCARGOS SOCIAIS Trataremos neste capítulo dos profissionais que são contratados através do regime da C.

percentual de funcionários que obtém o aviso prévio indenizado.1. portanto. devendo ser calculado como um percentual deste.5 horas por dia = 170 horas por mês Salários de horistas – não existe nenhum encargo embutido no salário hora.estes forem mais elevados que os anteriormente citados. tais como. No ANEXO 1 estão apresentados os salários médios para a região da cidade do Rio de Janeiro. seguro saúde. considerando-se que por acordo coletivo desta categoria o número de horas de trabalho por dia é de 42. Por lei considera-se 220 horas de trabalho por mês. Uma vez que constantemente são alteradas algumas das leis que re32 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. Na maioria das vezes o custo das leis sociais será embutido nos próprios salários. outros eventuais benefícios oferecidos pela empresa. já que. fornecida pelo Departamento de Recursos Humanos. uma matriz com as faixas de salários adequadas para os profissionais celetistas das empresas. ainda. ser consideradas algumas peculiaridades de cada empresa que afetam o custo das leis sociais. ainda. de modo a manter atualizado o percentual referente a este item de custo. quando não existir transporte próprio para o pessoal contratado. bem como. Atualmente a maior parte dos encargos sociais é decorrente da nova Constituição do Brasil promulgada em outubro de 1988. neste caso temos 5 dias de trabalho por semana). é de fundamental importância cada empresa avaliar periodicamente o valor de encargos sociais a ser previsto nos orçamentos. Entretanto. ou seja. da seguinte maneira: Horas de trabalho por mês = 20 dias úteis x 8. 3. além do vale transporte que é previsto em lei. etc. ainda. Empresas e Profissionais gem o cálculo dos encargos sociais. que são pagos aos empregados complementarmente. O engenheiro de custo deverá ter a sua disposição. que corresponde ao pagamento pela empresa do custo integral do deslocamento diário no percurso casa-trabalho-casa. devem ser considerados no percentual de encargos sociais o repouso semanal remunerado e os feriados.5 horas por dia. formulada pelo IBEC em palestra com a presença de inúmeros colegas. Face ao elevado percentual sobre o salário nominal pago aos empregados. rotatividade média da mão de obra. Deverão. Ressalta-se que o vale transporte nas grandes cidades. A taxa de leis sociais deve ser calculada em função do tipo de contratação do profissional. podendo ser descontado 6% (seis por cento) do provento mensal do funcionário. deverá ter ciência da época de dissídio coletivo das diferentes categorias profissionais envolvidas no trabalho. sabemos que os valores encontrados com a aplicação desta tabela estão acima dos valores médios de mercado. isto é. atualizada. Salários e benefícios dos profissionais que trabalham na área de consultoria de engenharia são negociados entre o sindicato dos empregados e o patronal. o repouso semanal remunerado e os dias feriados admitidos como leis sociais sobre o salário hora. por hora ou por mês. Para este caso considera-se. Esta tabela está expressa em função do salário mínimo profissional definido por lei. neste caso o SINAENCO – Sindicato Nacional das Empresas de Consultoria de Engenharia. um total entre 170 horas de trabalho por mês. no máximo.2 Encargos sociais Define-se por encargos sociais todos os impostos incidentes sobre a folha de pagamento de salários. etc. se possível por região. de suma importância por seu elevado peso no preço final de qualquer empreendimento. Deve-se considerar. a Tabela de Custo de Mão de Obra da empresa. Paulo Roberto Vilela Dias 33 .5 horas por semana (ou 8. isto é. o horário de trabalho definido nos dissídios coletivos das diferentes categorias profissionais. pode corresponder em alguns casos como na cidade do Rio de Janeiro a 35% (trinta e cinco por cento) de acréscimo nominal sobre o salário mensal. cabe ao orçamentista acompanhar a evolução destas leis. bem como. auxílio-alimentação. Entretanto devemos considerar. Salários de mensalistas – os valores dos próprios salários já incorporam alguns itens de custo que no salário hora são considerados como encargos sociais.

conforme determina a lei.5 horas 0 horas TOTAL 42. para a construção civil. por exemplo. SENAI ou SENAC. cabe ressaltar que alguns tópicos são exclusivamente inerentes a cada empresa. devem motivar pesquisa própria. SALÁRIO EDUCAÇÃO e SEGURO DE ACIDENTES DO TRABALHO. A apresentação da metodologia segue a classificação usual. portanto. e principalmente.no Sábado 5 dias x 8. sofrem a incidência de encargos classificados no GRUPO A. descontados os do período de férias. Veja texto apresentado no Capítulo 4 do livro. seguro contra risco de acidentes no trabalho. apresenta-se no ANEXO 2 a metodologia atualizada a ser seguida. férias: por lei são 30 dias. que a jornada de trabalho a ser empregada é de 42. SESI ou SESC.1.3 Metodologia de cálculo do percentual de encargos sociais A título de se fornecer noções básicas sobre procedimentos e roteiros do cálculo utilizados na estimativa de encargos sociais. pode-se considerar que um dia feriado irá coincidir com um ou mais domingos.295 horas efetivas de trabalho por ano. entretanto. os seguintes encargos: INSS. • no sábado não há expediente. Entretanto. noturna. domingo. INCRA. uma vez que se cumpriu o número máximo de horas permitido por semana de 2ª feira a 6ª feira. sábado. bem como. então.5 horas por semana dividido por 5 dias úteis por semana) adotamos o horário normal de operação em obras. sendo 8. portanto.5 horas semanais. com uma hora de intervalo para almoço. um total de 365 . feriado.Encargos sobre horas extras – são vários aspectos a adotar conforme o tipo de hora extra considerado.5 horas por semana Paulo Roberto Vilela Dias 35 . e. Para se definir o valor de 8. b) GRUPO B São considerados os direitos a recebimento de salários de dias em que não há prestação de serviços. englobando entre outros. tanto para horistas quanto para mensalistas. os seguintes dados: 34 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. enfermidade: em média são 5 (cinco) dias de paralisação por ano por funcionário. que está calculada para 1 (um) ano de permanência do profissional na função. São pagos diretamente ao empregado e para efetuar seus cálculos é necessário que inicialmente se estabeleça a quantidade de dias ou de horas efetivamente trabalhadas por ano. feriados: para a cidade do Rio de Janeiro o máximo de feriados e dias santificados por município é de 12 dias. perfazendo um total de 8. • Assim completamos a jornada semanal com 42. Entre esses itens estão. que é a seguinte: de 2ª feira a 6ª feira das 8:30 horas às 18:00 horas.5 hs por dia = 42. leva em consideração além dos dias anteriormente definidos. combinações entre estas e etc.de 2ª feira a 6ª feira . FGTS. O cálculo dos dias efetivamente trabalhados por ano considera. e eventualmente algum feriado que coincida com um domingo. totalizando.(48 + 12 + 5 + 30) = 270 dias efetivos de trabalho por ano.5 horas.5 horas diárias.5 horas de trabalho por dia (42. aviso prévio remunerado ou não. porque: . a saber: a) GRUPO A Encargos básicos correspondentes às obrigações que por lei incidem diretamente na folha de pagamento de salários. isto é. SEBRAE. Empresas e Profissionais domingos por ano: são 52 ao todo. a rotatividade do pessoal de serviços de engenharia. • o domingo é considerado como dia de repouso semanal remunerado. 3. 2.5 horas por dia. e assim. segundo a rubrica 507 do IAPAS. portanto temos a considerar apenas 48. Assim temos. O cálculo do número de horas efetivas de trabalho por ano. para cálculo da hora extra divide-se o salário mês por 220 horas.

2% 0.L.3) SALÁRIO MATERNIDADE: De acordo com a Constituição de 1988.080 de 24/01/79. apurada pela Previdência.30 x 0. em relação à empresa. a empresa deverá obrigatoriamente pagar os 120 dias após a maternidade.8%.466 de 14/05/67. que acrescenta 0. Decreto n° 59.0% a. 449.5% sobre a remuneração devida ao FGTS pelo prazo de 60 meses.5% a.5% 1.0% sobre os empregados.4% do Funrural e 0. 2. que experimentar índices de acidentes de trabalho superiores à média do setor de construção.2) Decreto n° 60. fixa as alíquotas para os seguintes itens: Sesi Senai Incra Sebrae Salário Educação 1.0%. mas.. Salário Maternidade e INSS sobre o 13° salário. em 03/07/89.P. englobando ainda. sofrendo adicional. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 37 . 4. O percentual adotado engloba os percentuais referentes a Salário Família. a. neste caso.1) Lei n° 7.O. não foram considerados no presente estudo. classificando-o como Grau III .P.5% a.06) = 0. 477 a 486. Outros casos são: o INSS sobre o 13° salário e FGTS sobre o 13° salário.) artigos 221 e 224 do Decreto n° 83. Consideraremos neste estudo que a percentagem de mulheres nas empresas de engenharia é de 30%.0% 0.9 a 1. segundo o Anteprojeto de Regulamento da Previdência Social (R. apenas 6% utilizará o salário maternidade por ano. Estes adicionais.c) GRUPO C Os encargos deste grupo são pagos diretamente aos empregados.0% do salário família. As estatísticas dos índices de acidentes serão obtidas através da obrigatoriedade que as empresas têm de informar ao INSS a ocorrência dos acidentes de trabalho.5) SEGURO DE ACIDENTES NO TRABALHO: Lei 7. Cálculo da Taxa do GRUPO A a) Taxa única (legislação): Salário Maternidade = (120 ÷ 270) x (0.6% 2. (Regulamento da Previdência Social).820 de 20/12/66 e adicional da Lei Complementar Nº 110/01 de 29/06/2001 (a vigorar a partir de 01/10/2001). Recentemente o Decreto 356 alterou o percentual para 3. publicada no D. 0.75% do INSS sobre 13º salário.S.8% Não se considerará este encargo uma vez que o mesmo é pago diretamente pelo INSS. por serem próprios de cada empresa.S. FGTS – 8.U.3.787 de 30/06/89. no trimestre anterior e divulgada no mês seguinte ao da apuração.T. não são onerados pelas leis do GRUPO A.787/89 de 30/06/89.4) FGTS – Artigos 439. 497 e 502 da C.Riscos Graves. individualmente considerada. Acidentes de Trabalho . instituiu o percentual de 2. 36 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. INSS . podendo variar de 0. enquanto.20% a.3% do salário maternidade. por ocasião da promulgação do R.

6% f) DÉCIMO TERCEIRO SALÁRIO: Legislação: Lei n° 4. será incluído nos custos indiretos. Por fim. e ainda. cabendo ao empregador pagar abono de 1/3 do salário.1% h) LICENÇA PATERNIDADE: Segue a mesma diretriz apresentada para o Salário Maternidade.090/62 de 13/ 07/62. de acordo com a Constituição. abordou a matéria. regulamentada pelo Decreto n° 57. portanto repercutindo. corresponde ao pagamento de 30 dias adicionais por ano. incluído neste grupo de acordo com a Ordem de Serviço INSS/DAF n° 73 de 07/04/ 93. No caso de adicional noturno a hora é considerada como sendo de 52 minutos.S. Caso fosse considerado como encargo social.Cálculo da Taxa do GRUPO B a) FÉRIAS: De acordo com a Constituição Federal. Repouso Semanal Remunerado = 48 ÷ 270 = 17. em apenas 40% dos casos o operário recebe aviso prévio trabalhado. Entretanto. garante-se o mínimo de 30 dias de aviso prévio e que ao empregado é dada a alternativa de optar por ausentar-se duas horas diárias nesse período ou lhe é facultado faltar sete dias corridos dentro do prazo. ainda não se dispõe de uma definição precisa nem o anteprojeto do R. entretanto. Feriados = 12 ÷ 270 = 4. Empresas e Profissionais Aviso Prévio = 7 ÷ 270 = 2. o que se observa no setor da construção é que. e Lei de Regulamentação do Repouso Remunerado.50 x 0.9% e) AVISO PRÉVIO TRABALHADO: Apesar da legislação permitir às empresas manter o empregado trabalhando pelo prazo correspondente ao aviso prévio. sobre férias e 13° salário.03 = 0.. a fórmula de cálculo seria a apresentada abaixo: Adicional Noturno = [((8 x 7 x 3) ÷ 365) ÷ 270] x 13 (meses) x 0. com redução das duas horas diárias estipuladas. na prática.4% d) AUXÍLIO ENFERMIDADE: Decreto n° 61. capítulo III . O empregador deverá pagar ao empregado horista o domingo. Décimo Terceiro Salário = (30 ÷ 270) = 11.P. Considerou-se média de 5 faltas justificadas por ano e por empregado.1% g) ADICIONAL NOTURNO: De acordo com a C.T. 70. 307.L. (Consolidação das Leis do Trabalho).L. 71.20 x 0. e que essa atividade é sistemática. Férias = (30 + 10) ÷ 270 = 14. acima referido. Auxílio Enfermidade = (5 ÷ 270) = 1. que 80% dos operários recebem aviso prévio e que o período de permanência no emprego é inferior a 6 meses. são considerados 30 dias corridos de férias por ano.8% b) REPOUSO SEMANAL REMUNERADO: Artigos 66. 382. 38 Paulo Roberto Vilela Dias 39 .785 de 28/11/67.T. 67. 383 e 384 da C. enquanto a Constituição estabelece acréscimo de 50% para as horas extras. A partir de estatísticas do setor de construção que indicam uma representatividade de 3% para os vigias noturnos sobre o total de empregados. Sabemos ainda. Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.8% c) FERIADOS: Considerou-se 12 (doze) feriados por ano (ANEXO 4).155 de 03/11/65. a hora de trabalho noturno tem um adicional de 20%. o adicional noturno não deve ser considerado como encargo social. 72. assim.Seção II.

estabelecidos em dissídios ou acordos coletivos. ainda.97 = 0. dispensando o funcionário da permanência no canteiro de obra. FGTS sobre o 13° Salário = 0.0%. os benefícios previstos em lei. incluirse-á esta parcela neste grupo. Corresponde ao pagamento de 7. a critério da empresa. a empresa deve fazer análise meticulosa do estudo em questão de maneira a compatibilizar a mesma com seus próprios parâmetros.3. Aviso Prévio Indenizado = (23 ÷ 270) x 0.Segundo estimativa baseada nos cinco dias de licença provisoriamente fixados pela Constituição. • vale transporte. Licença Paternidade = (5 ÷ 270) x (0. 3.80 = 6.4 Modelo da tabela de cálculo do percentual da taxa de encargos sociais A fim de melhor esclarecer a metodologia apresentada no item 5.82% a 11. tais como: b) IAPAS SOBRE 13º SALÁRIO.º 59.1. Assim sendo. Adicionalmente esclarece-se que para a adoção destes ou quaisquer outros valores encontrados em revistas e publicações especializadas. lanche ou jantar). considerou-se para fins de encargo social o percentual de 9%. • EPI – equipamentos de proteção individual (uniformes. em caso de demissão do emprego. almoço .2 ENCARGOS COMPLEMENTARES Cálculo da Taxa do GRUPO C a) AVISO PRÉVIO INDENIZADO: De acordo com a Lei 7787/89. uma vez que o construtor prefere pagar o aviso-prévio.50) x 0.820 de 20/12/66. ou ainda. em função do valor do salário. Serão adotados os princípios que regem ao Aviso Prévio Trabalhado.03 ÷ 0.0% 40 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. • seguro de vida.0% i) DEPÓSITO POR RESCISÃO SEM JUSTA CAUSA: Legislação: Decreto n.1 = 0.9 = 4. e podem ser: vale refeição ou alimentação (café da manhã . para aplicação tanto sobre o salário hora ou quanto sobre o salário mensal. bem como modelo da Tabela de Cálculo do Percentual de Encargos Sociais (ANEXO 3). botas.1.5% c) FGTS SOBRE 13º SALÁRIO: Corresponde ao pagamento de 8% sobre o 13º Salário do funcionário. Depósito por Rescisão sem Justa Causa = 0.9% 3. Este percentual sofrerá acréscimo de 10% de acordo com a Lei Complementar Nº 110/01 (vigorando a partir de 01/10/ 2001) e por 60 meses. de acordo com a Constituição Federal corresponde ao pagamento de 40% sobre o FGTS. • assistência médica.09 x 11.8% Podemos considerar. anexamos a memória de cálculo da taxa de encargos sociais. cintos.1 = 1. óculos e etc) • alojamento • . considerando-se que 80% dos operários são indenizados. em estatística (IBGE) de composição etária da população (50% na faixa de 18 a 59 anos).08 x 11. sobre o 13º do funcionário. taxa média de fecundidade de aproximadamente 3% e na proporção de 97% de homens no total da mão de obra direta empregada na construção civil será considerada o número de horas de licença paternidade.50 x 8. IAPAS SOBRE O 13º SALÁRIO = 0. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 41 Os encargos complementares correspondem a benefícios proporcionados aos funcionários.

sendo que cabe ao profissional arcar com 20% deste valor.06 = R$ 24.00 por funcionário mês (o próprio mais Em alguns casos. Paulo Roberto Vilela Dias 43 42 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. a parcela que cabe a empresa é decisão inquestionável. o preço da passagem igual a R$ 1.2% R$ 64. segundo pesquisa realizada em diversas empresas prestadoras de serviço de engenharia. teremos o valor de R$ 3. • a assistência médica (seguro saúde) corresponde em média a 4. isto nos leva ao valor mensal desembolsado pela empresa de R$ 64. conforme abaixo: .6% da folha salarial e encargos sociais.00 por funcionário dia.770. Assim. • Estes percentuais foram obtidos da seguinte maneira: Para que se obtenha um percentual identificado com a fórmula de cálculo do preço de venda. os Encargos Complementares.00 cada pessoa). porém.770.80 = R$ 64. acrescer ao custo indireto as ferramentas manuais e pequenas máquinas que serão utilizadas na execução dos serviços. Empresas e Profissionais .80 (dois ônibus por viagem). ainda.00 x 20 dias x 0. definimos como sendo de 50%.1% da folha salarial e encargos sociais.00 . Aconselhamos que seja incorporado a qualquer das parcelas indiretas incidentes sobre o salário. podemos calcular o percentual médio sobre a folha salarial mais encargos sociais.00 x 0.00) / R$ 1.60 por dia.2% Em alguns contratos. entretanto. estes custos deverão estar incidindo como custo indireto sobre os salários.00 = 3.00 = 3. portanto o custo é de R$ 75.desconto sobre o salário: R$ 400. por ser comum em grandes empresas a adoção deste percentual. principalmente aqueles de exclusivo fornecimento de pessoal.valor mensal do vale transporte: R$ 3.00 O vale transporte não é um encargo social.6% • Seguro Saúde Adotamos o valor de R$ 150.cálculo do percentual sobre a folha de pagamento: Valor do vale refeição: R$ 4.00.00 = 4. então.000.2% da folha salarial e encargos sociais.00 / R$ 1. definiu-se este valor em função do salário mais encargos sociais.00 .77 = R$ 1.000.00 x 1. como informação genérica.00 . sendo que a empresa descontará 6% sobre o salário do profissional. • dois dependentes a R$ 50. • seguro de vida. corresponde em média a 0.60 x 20 dias úteis = R$ 72. não pode ser esquecido no cálculo do preço de venda de um serviço.770. podemos citar que: vale refeição ou alimentação corresponde em média a 3. aqui considerado igual a 77%. se considerarmos.00 por funcionário mês (consideramos no âmbito deste livro o número de dias por mês igual a 20) e que o salário médio da empresa é de R$ 1. entretanto. como por exemplo.770. é necessário.00 / R$ 1.00 por funcionário mês. vem: R$ 75. assim: Base de cálculo do salário = R$ 1.R$ 24.00 (R$ 72. • Vale Transporte Vale refeição: Considerou-se o valor do vale refeição igual a R$ 4.Cada empresa deverá pesquisar os valores próprios destes custos. assim.

caberá às empresas construtoras contratarem a estas a locação de pessoal pretendida.65 8. 3.0 0.00 De 715. incluindo. se o empregado for demitido antes do prazo acertado e/ ou transferido de obra. efetuar a locação de profissionais dentro do regime temporário.019 de 03/01/1974. portanto. admitindo-se.4 OBS: Os percentuais estão calculados sobre a soma da folha de pagamento mais encargos sociais 3.5% • diversos (ticket combustível. Empresas e Profissionais Desconto para profissionais assalariados: INSS . Observa-se que o profissional é regido pela CLT.00 De 429. além dos citados anteriormente.1% • parcelas referentes ao aviso prévio e a multa sobre o FGTS. 3.6 1.1 2. cujo prazo máximo de duração do vínculo trabalhista é de três meses. o Empregado terá direito a receber as 44 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. auxílio refeição e seguro saúde.430 % 7. ainda. Nesta data. que é regida pela CLT.5 2. uma vez que não cabe o pagamento do mês de aviso prévio e da multa sobre o FGTS.00 11. seguro odontológico e etc). quando do encerramento do contrato.01 a 715.4 MÃO DE OBRA TEMPORÁRIA Podemos. assim.3 CONTRATAÇÃO POR OBRA CERTA OU POR PRAZO DETERMINADO Pode-se contratar profissionais por um período determinado de tempo e para uma obra específica. Nesta modalidade de contratação. todos os encargos de lei para estes serviços. Estes serviços legalmente devem ser prestados por empresas que se enquadrem em legislação específica. a taxa de administração e o lucro. Neste percentual estão excluídos os custos referentes à vale transporte. sabemos que empresas deste ramo cobram taxas entre 60 e 70% sobre o salário nominal para locação de mão de obra. portanto. entre eles podemos descrever: plano de aposentadoria programada.01 a 600. até 2.0 13.TRABALHADOR ASSALARIADO SALÁRIO CONTRIBUIÇÃO (R$) Até 429. assim.5 INSS PROFISSIONAL COM VÍNCULO EMPREGATÍCIO Resumo dos Benefícios Estudados DESCRIÇÃO Assistência Técnica Vale Refeição Vale Transporte Seguro de Vida Aposentadoria Outros TOTAL % 4.2 3. prorrogação por igual período. raras vezes.01 a 1. ficará isento do pagamento da multa sobre o FGTS e do aviso prévio. a empresa de locação desta mão de obra é que goza de isenção de vários impostos permitindo a redução do custo de contratação. 2. Entretanto.• Outros Benefícios: Algumas empresas oferecem outros benefícios.65 9. caberá ao Empregador especificar no contrato de trabalho a localização e o prazo da obra. o contrato será transformado em CLT normal exigindo o pagamento dos itens anteriormente citados. usufruindo de todas as sua vantagens. ainda. Lei nº 6. obtém-se o direito de reduzir o custo com o empregado.00 De 600. Cabe ressaltar que se houver distrato fora do prazo contratual ou mudança de endereço de trabalho.00 Paulo Roberto Vilela Dias 45 .

Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 47 .ANEXO 1 Salários Médios para a Região da Cidade do Rio de Janeiro ANEXO 2 Salários Médios para a Região da Cidade do Rio de Janeiro 46 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.

7 11. 5. bem como .33 ) / 11 * 100 7 / 330 * 100 (( 23/30) / 11 * 100 ) *0.7 0.Trab.09 x H 0.2 IAPAS SESI / SESC SENAI / SESC INCRA Sebrae Salário Educação Seg.0 12.Cálculo efetuado para a permanência de 1 (HUM) ano na empresa Observações : 1. 23 dias .5 1.0 0. FGTS Salário Maternidade 365 52 4 5 30 12 270 FIXO FIXO FIXO FIXO FIXO FIXO FIXO FIXO FIXO ( B . seu valor em cada caso .C ) .9 0.Considerou-se em média 8. 3.9 37.5 3. Férias Feriados Aviso Prévio Trabalhado Aviso Prévio Indenizado Auxílio-Enfermidade Licença Paternidade H 13º Salário Dep.0 1.5 ( E + 0. Observações : deveremos considerar 20 a 35% referente ao vale-transporte.1 5. deveremos considerar 20 a 35% referente ao vale-transporte.Trab.6 2.Ressalta-se que ao valor adotado acima .Sempre que se necessitar utilizar esta tabela deve-se avaliar cada ítem .0 85.97 F / G * 100 7 / G * 100 ( 23 / G * 100 ) * 0. 4.0 1.8 14.0 8.C ) / G * 100 ( E + 10 ) / G * 100 OBS : A base de cálculo do encargo social sobre o salário mensal é 11 meses ( 12 meses por ano menos 1 mes de férias ) 20.0 1. 5.1 5.0 0.5 3.8 1.6 2. isto é .9 0.Seman. bem como . 3.Cálculo efetuado para a permanência de 1 (HUM) ano na empresa 6.6 6. 2. a fim de selecionar aqueles que efetivamente constam de seu orçamento . a fim de selecionar aqueles que efetivamente constam de seu orçamento . mesmo este não sendo encargo sobre a folha de pagamento de salários .Contra Acid.0 0.2 PERCENTUAL DE ENCARGOS SOCIAIS ADOTADO 125 125 1.SemJusta Causa FIXO FIXO FIXO FIXO FIXO FIXO FIXO FIXO 20.9 103.3 Incidência Cumulativa do Grupo A sobre o Grupo B TOTAL PERCENTUAL DE ENCARGOS SOCIAIS ADOTADO 85.0 11.1 0.Remun. isto é .2 0.9 0.0 2.50 * 8.0 0.0 9.015 * 0. FGTS Salário Maternidade Repou. 4.0 11.Considerou-se 170 horas de trabalho por mês = 20 dias x 8.Remuner.5 17.1 4.ANEXO 3 Metodologia Atualizada a ser seguida na Estimativa de Encargos Sociais (calculada para um ano de permanência do profissional na função) TABELA DE CÁLCULO DE ENCARGOS SOCIAIS incidente sobre o salário hora CÓ DI GO ANEXO 4 Tabela de Cálculo Percentual de Encargos Sociais (Salário Mensal) TABELA DE CÁLCULO DE ENCARGOS SOCIAIS incidente sobre o salário mensal CÓ DI DESCRIÇÃO FÓRMULAS GO Incidente sobre o Salário Mês GRUPO A GRUPO B GRUPO C Incidente s/ Hora Extra Incidente s/ Hora Normal DESCRIÇÃO FÓRMULAS GRUPO A GRUPO GRUPO B C Incidente sobre Hora Extra Dados Básicos Para Cálculo dos Dias Efetivamente Trabalhados ( para salário/hora ) : A B C D E F G Dias Por Ano Domingos Domingos de Férias Dias de Enfermidade Férias Feriados Resultado ( A.SemJusta Causa IAPAS sobre o 13º salário FGTS sobre 13ºSalário ( 5 / 330 * 100 ) 5 / 330 * 0.2 0.5 0.8 Repou.O valor da hora a ser adotada como referência para cálculo da hora extra é o salário mensal dividido por 220.F ) IAPAS SESI / SESC SENAI / SESC INCRA SEBRAE Salário Educação Seg.D .5 3.08 * H 37.0 0.0 1.6 6.1 4.5 0.Contra Acid.4 6.3 59.6 2.No ítem AVISO PRÉVIO INDENIZADO considerou-se apenas o complemento ao AVISO PRÉVIO TRABALHADO .5 17.8 4.1 4.0 8.5 0.E .Resc.5 horas de trabalho por dia.1 4.6 2.6 1.9 0.5 0.6 1.8 4.50 * 8.8 14.5 1.3 22.5 20.5 3.8 1.4 2. 2.0 8.09 x H 0.1 0.97) H 1 / 11 * 100 0.2 0.0 0.0 9. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 49 .5 1.5 1.0 SUB-TOTAIS DOS GRUPOS Incidência Cumulativa do Grupo A sobre o Grupo B 85 85 TOTAL CALCULADO 125.5 horas por dia 48 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.3 30. seu valor em cada caso .2 0.2 20.8 0.0 12.1 22.0 2.0 8.No ítem AVISO PRÉVIO INDENIZADO considerou-se apenas o complemento ao AVISO PRÉVIO TRABALHADO .2 125.0 11.08 * H 0. mesmo este não sendo encargo sobre a folha de pagamento de salários . Férias Feriados Aviso Prévio Trabalhado Aviso Prévio Indenizado Auxílio-Enfermidade Licença Paternidade 13º Salário Dep.Ressalta-se que ao valor adotado acima . 23 dias . nas grandes cidades.Resc.Seman.5 1.4 6.015 * 0.8 0.4 2.Sempre que se necessitar utilizar esta tabela deve-se avaliar cada ítem . nas grandes cidades.5 1.( B .7 IAPAS sobre o 13º salário FGTS sobre 13ºSalário SUB-TOTAIS 30 / G * 100 0.3 73.8 5 / G * 100 5 / (G * 0.

Em realidade. também. O cálculo não pode ser utilizado para profissionais da construção civil. Quando a planilha de preços é elaborada com salários mensais e a medição de serviços será. isto é.327 de 08-02-67 SENHORA Feriado Municipal 15 DEZEMBRO 8 SÁBADO IMACULADA CONCEIÇÃO Lei 1. definir-se mês a mês a quantidade de dias úteis. fundamentalmente.327 de 08-02-67 16 OUTROS FERIADOS DA CONSTRUÇÃO CIVIL OUTUBRO 2ª FEIRA DIA DA CONSTRUÇÃO CIVIL Feriado Setorial 17 Na elaboração de proposta de preço de serviços de engenharia com preponderância de mão de obra a fase mais difícil.802 de 30-06-80 Feriado Nacional Lei 662 de 06-04-49 Feriado Nacional Lei 662 de 06-04-49 4. o estudo das horas de trabalho por mês da mão de obra. por mês. das especificações do memoPaulo Roberto Vilela Dias 51 . a qual se deve dar total atenção. definir o número médio de dias úteis por mês.266 de 08-12-50 Feriado Nacional Lei 662 de 06-04-49 Feriado Nacional Lei 662 de 06-04-49 Feriado Nacional Lei 662 de 06-04-49 Feriado Nacional Lei 6. assim. entenda-se por hora efetivamente trabalhada.561 de 19/10/79 Feriado Municipal 14 4 ASSUNÇÃO DE NOSSA Lei 1. também.327 de 08-02-67 Feriado Estadual Lei 7. De um modo geral. forçará ao engenheiro orçamentista promover estudo das horas de trabalho por mês. deve considerar a época de realização do serviço.ANEXO 5 Feriados CALENDÁRIO DE FERIADOS NACIONAIS PARA O ANO DE 2002 MÊS JANEIRO FEVEREIRO FEVEREIRO ABRIL MAIO MAIO SETEMBRO OUTUBRO NOVEMBRO NOVEMBRO DEZEMBRO DEZEMBRO DEZEMBRO 4 MOTIVO Feriado Nacional Lei 662 de 06-04-49 1 Nº DIA 1 11 12 21 1 30 7 12 2 15 24 25 31 DIA DA SEMANA 3ª FEIRA 2ª FEIRA 3ª FEIRA DOMINGO 4ª FEIRA 5ª FEIRA SÁBADO SÁBADO SÁBADO 6ª FEIRA 3ª FEIRA 4ª FEIRA 3ª FEIRA COMEMORAÇÃO ANO NOVO CONFRATERNIZAÇÃO UNIVERSAL CARNAVAL CARNAVAL TIRADENTES DIA DO TRABALHO CORPUS CHRISTI INDEPENDÊNCIA NOSSA SENHORA DE APARECIDA FINADOS PROCLAMAÇÃO DA REPÚBLICA NATAL NATAL ANO NOVO ESTUDO DAS HORAS DE TRABALHO POR MÊS DOS PROFISSIONAIS 2 3 Feriado Nacional Lei 1. é muito difícil estabelecer-se perfeitamente os meses em que será executado o trabalho. Entretanto. é a discussão da quantidade de horas trabalhadas por mês pelos profissionais.1 OBJETIVO 4 5 6 7 8 9 10 11 Feriado Nacional Lei 662 de 06-04-49 12 13 FERIADOS DA CIDADE DE BELO HORIZONTE E DO ESTADO DE MINAS GERAIS Feriado Municipal MARÇO ABRIL AGOSTO 29 21 15 6ª FEIRA SÁBADO 4ª FEIRA PAIXÃO DE CRISTO DIA DO ESTADO DE MINAS GERAIS Lei 1. a fim de obter a máxima acurácia do orçamento que está realizando. a situação é bastante tranquila para a empresa prestadora de serviço. para o caso da planilha de quantidades expressa na unidade hora. Lembramos que o cálculo da quantidade de horas de trabalho por mês deve ser calculado por categoria profissional. Depende. no presente estudo estamos tratando dos empregados em empresas de consultoria de engenharia. caberá ao engenheiro orçamentista.

Empresas e Profissionais (A)Total de dias por ano calendário Cálculo dos dias não trabalhados por ano: Domingos Sábados Feriados Dias de enfermidade (B)Total de dias não trabalhados por ano (C)Total de dias úteis por ano (A) – (B) Total de dias úteis por mês (C) ÷ 12 = 365 = = = = = = = 52 52 12 5 121 244 20.14. uma vez que em cada orçamento será obrigatória a elaboração do estudo de horas de trabalho por mês. Considerando-se.5 horas trabalhadas por semana. concluímos que a jornada de trabalho diária é de 8.2 QUANTIDADE MÉDIA DE HORAS TRABALHADAS POR MÊS De acordo com a Constituição Federal o número máximo de horas de trabalho por semana para qualquer profissional é de 44 horas. podemos dizer que o total de horas efetivamente de trabalho por mês para esta categoria profissional é de 182.5 horas diárias de trabalho. valores inferiores podem ser fixados através de acordos coletivos. pois. com intervalo de 1 hora para almoço.3 Adotaremos em média 20 (vinte) dias úteis por mês para efeito dos estudos praticados no âmbito deste livro. portanto. Logo. sendo da ordem de 160 a 166 horas. isto é. o período de execução do contrato é muito importante. Faremos nossa simulação considerando o total de 42. assim vem: CÁLCULO DA QUANTIDADE DE DIAS ÚTEIS POR MÊS Jornada diária. Ressalta-se que em pesquisas realizadas em grandes empresas de engenharia e arquitetura a quantidade média de horas de trabalho por mês é inferior aos valores teóricos encontrados anteriormente. definir a quantidade de horas trabalhadas por mês. da região de desenvolvimento dos serviços. 44 horas. Paulo Roberto Vilela Dias 53 . da época do ano e do dissídio coletivo das categorias profissionais.5 horas para semana de cinco dias úteis. uma vez que existem os feriados e faltas justificadas a descontar. 4. sempre por categorias profissionais ou por sindicato de trabalhadores. para o caso das atividades profissionais em escritórios de engenharia e arquitetura: 52 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. sabemos que cada mês pode apresentar um número distinto de dias úteis. Somente deste modo haverá segurança na definição do preço horário de venda dos salários dos profissionais. Cabe conferir que o número de horas de trabalho de um funcionário por ano é igual a 2. os profissionais que atuam em escritórios de empresas de prestação de serviços de engenharia e arquitetura.2857 (30 dias por mês ÷ 7 dias por semana) semanas por mês. Na construção civil para o pessoal operário é adotado o limite máximo de horas por semana estabelecido na legislação. O que ainda não é de todo verdade.040 horas (170 horas por mês x 12 meses por ano) As considerações descritas neste capítulo servem apenas para orientar o engenheiro. assim. está mais próximo da realidade. podemos considerar um total de 42. Outra maneira e mais precisa de se calcular o número de horas de trabalho por mês é multiplicar a jornada diária de trabalho pela quantidade média de dias úteis mensais. bem como. de acordo com o sindicato da categoria = 8. a quantidade média de horas de trabalho por mês pode ser considerada igual a 170 horas.5 horas. o horário normal de trabalho é das 8:30 ás 18:00 horas. sabendo-se que em média temos 4. Adotaremos 170 horas de trabalho por mês.rial descritivo ou do edital. o que segundo estatísticas conhecidas. considerando-se 8. entretanto.5 horas Cálculo dos dias úteis por mês.

a medição das categorias profissionais dar-se-á por horas efetivamente trabalhadas. vem: 7 dias por mês x 7 ÷ 12 = 4 dias Assim sendo. feriados. ou seja.5 = 164 horas de trabalho por mês 4. faltas abonadas. cabe ao engenheiro de custos.3 dias úteis por mês x 7 ÷ 12 = 11 dias • desconto em virtude do mês de aviso prévio: admitindo-se a que o funcionário permanecerá 7 (sete) meses na empresa.3 x 8. cuja forma de contratação não seja por 54 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. podemos considerar o seguinte: • preço global. por folha específica de apropriação de hora técnica.5 horas por dia. A prática demonstra que se pode considerar valores para horas de trabalho por mês entre 160 e 180 horas. Assim. existe a necessidade do profissional estender seu período normal de trabalho. anteriormente calculado = 244 Desconto relativo a férias e aviso prévio = 15 Total de dias de trabalho por ano (244 – 15) = 231 Total de dias de trabalho por mês (C) ÷ 12 = 19. aquelas cumpridas dentro do acordo coletivo da categoria. para bem aplicar às propostas de preços. ou até um pouco inferior.1 Medição Em contratos destes tipos. ou ainda.2. temos que: 19. Empresas e Profissionais Ressaltamos que. Adotaremos 170 horas de trabalho por mês para esta categoria profissional.3 ANÁLISE DE CASOS DAS HORAS EXTRAS Os valores e situações de horas trabalhadas até aqui analisados referem-se sempre às horas normais.Esta quantidade de horas se deve a necessidade de se reduzir do número de dias úteis por mês os dias não trabalhados por conta do aviso prévio e das férias.2 Conclusão É muito importante a compreensão correta deste fundamento. podemos definir o seguinte: Total de dias úteis por ano. isto é. no horário pré-estabelecido nos acordos coletivos. não se consideram férias. sábados (quando oficialmente se cumpre a jornada de trabalho semanal de 2ª a 6ª feira) e domingos. em cada situação determinar a quantidade correta de horas de trabalho por mês.3 Uma vez que a categoria que estamos contemplando trabalha 8. e comumente ocorre. a despeito dos estudos aqui desenvolvidos. 4. normalmente. de 2ª a 6ª feira. Estes ressarcimentos à empresa prestadora de serviços se darão através da taxa de encargos sociais. formas de cálculo e de medição.2. Assim. desconto em função das férias: admitindo-se que o funcionário permanecerá 7 (sete) meses na empresa. a fim de encerrar determinadas tarefas que se encontram atrasadas ou mesmo as que surgem de última Paulo Roberto Vilela Dias 55 . cabe ao cliente efetuar a medição das horas efetivamente trabalhadas por cada profissional integrante da equipe. 4. Entretanto. como aqui calculado o valor mais próximo referente à média anual é realmente igual a 170 horas. O que poderá ser feito por ponto eletrônico ou manual. entretanto. temos: 20.

realizada em numa 2ª feira. entre 18:00 e 21:00 horas. das 6:00 até às 22:00 horas. Para se determinar o valor das horas extras trabalhadas tem se que levar em consideração.00. de uma maneira geral. Hora extra noturna. segundo a Constituição Federal este percentual não pode ser inferior a 50%. Hora extra aos domingos. Hora extra nos feriados.32 horas por mês 4 domingos por mês x 8 horas por domingo = 32. após às 22:00 e até às 06:00 horas.27 x 1. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 57 . de um profissional que recebe salário mensal de R$ 500. assim. das 6:00 até às 22:00 horas. podemos definir que as horas extras podem ser divididas.32 horas por mês EXEMPLOS PRÁTICOS: 1 .00.28 semanas por mês = 188. Hora extra aos sábados. após às 22:00 e até às 06:00 horas. das 6:00 até às 22:00 horas.86 HORA NORMAL = SALÁRIO MENSAL ÷ 220 horas 56 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. nos seguintes tipos: Hora extra de 2ª a 6ª feira. Apesar de sofrer variações em função da região e da categoria profissional.hora. a hora extra é igual a: HORA EXTRA = % DE ACRÉSCIMO x HORA NORMAL. após às 22:00 e até às 06:00 horas. de 2ª a 6ª feira após às 22:00 e até às 06:00 horas. adota-se a hora normal como sendo o salário mensal dividido por 220 horas. Hora extra noturna aos sábados. assim. sendo que: Este valor de 220 horas por mês pode ser atribuído ao cálculo adiante apresentado: Horas de trabalho por mês Domingos TOTAL 44 horas por semana x 4.27 Sendo considerado o acréscimo de hora extra no período especificado. Entretanto.Calcular a hora extra. Hora extra noturna aos domingos. ocorre o que se denomina como hora extra. Solução: Uma vez que o salário mensal é de R$ 500. para cada um dos tipos apresentados anteriormente.00 ÷ 220 = R$ 2.00 horas por mês = 220. vem: HORA EXTRA 2ª FEIRA = R$ 2. Os percentuais de acréscimo sobre a hora normal. devem ser obtidos junto aos sindicatos locais de cada categoria profissional. temos que o salário hora (hora normal) para efeito do cálculo da hora extra é: R$ 500. das 6:00 até às 22:00 horas. salienta-se que para o cálculo da hora extra. as leis trabalhistas vigentes e ainda o acordo coletivo da região de realização dos serviços. 2ª feira de 18:00 às 21:00 horas. Hora extra noturna nos feriados. igual a 70%. Entretanto.7 HORA EXTRA 2ª FEIRA = R$ 3.

SERVIÇOS DE TERCEIROS.46 x 2 x 1.00 ÷ 220 = R$ 5. 5.00 ÷ 220 = R$ 2. • cooperativas de trabalhadores.72 Hora noturna = R$ 2. isto é. existem outras formas possíveis e legais de se utilizar o pessoal. Interessa-nos discutir os custos diretos e indiretos de cada uma destas maneiras especiais de se contratar mão de obra. Empresas e Profissionais . noturno. Paulo Roberto Vilela Dias 59 58 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.72 x 1. porém.25 Hora noturna = R$ 3. poderá ser configurado o vínculo empregatício. entretanto.65 5 PESSOAL AUTÔNOMO. isto é. vem: HORA EXTRA NOTURNA DE DOMINGO = R$ 5. para prazos maiores o profissional deverá ter outra forma de se relacionar com a empresa.00. regida pela CLT – Consolidação das Leis do Trabalho. Anteriormente. Salário hora = R$ 600. realizada em um Domingo de um profissional que recebe salário mensal de R$ 1.25 HORA EXTRA NOTURNA DE DOMINGO = R$ 13.00.200.46 Sendo considerado o acréscimo de hora extra de Domingo igual a 100% e o adicional noturno correspondente a 25%. receberá sua remuneração via RPA – Recibo de Pagamento de Autônomo. caso contrário. através da contratação de pessoas jurídicas. cujo salário mês é de R$ 600. no Capítulo 3.200. Solução: Uma vez que o salário mensal é de R$ 1. Solução: Trata-se de salário hora normal. que são: profissionais autônomos.200. entretanto.1 PROFISSIONAL AUTÔNOMO Devemos aplicar sobre a hora normal o adicional noturno que consideraremos igual a 25%. MÃO DE OBRA TEMPORÁRIA. e na impossibilidade de apresentarem uma melhor maneira de se relacionar com a pessoa jurídica.Calcular o salário hora de um profissional que cumpre o horário de trabalho das 22:00 às 6:00.Calcular a hora extra noturna.40 Consideram-se nesta categoria profissionais que não tenham vínculo empregatício com a empresa. • 3. consideramos que a mão de obra seria contratada como celetista. temos que o salário hora normal para efeito do cálculo da hora extra é: R$ 1. alertamos que o período máximo admissível para estes contratos é de 3 meses.2 . Assim.00. • serviços terceirizados. COOPERATIVA DE TRABALHADORES.

que emitirá nota fiscal ou fatura.70 Acima de R$ 2. que é bastante oneroso. PIS. COFINS. ainda. não se deve esquecer que este valor é compensado na declaração anual de rendimentos.60 200. pensão alimentícia judicial e R$ 1.00 171. que é de exclusiva competência de cada prefeitura. Ao profissional caberá assumir as despesas de sua regularização junto à municipalidade para efeito de pagamento do ISS . para o recebimento da remuneração pelo serviço prestado.00 R$ 158. Ao profissional caberá.5% OBS : Pode-se deduzir da renda R$106. quando inscrito. porém. 5. profissionais sem vínculo empregatício com a empresa. ainda.Imposto Sobre Serviço. É legal deduzir. ainda da Constituição Federal 60 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.00 R$ 423. que tenham firma individual ou tenham qualquer tipo de vínculo com uma pessoa jurídica.2 SERVIÇOS DE TERCEIROS A pagar (R$) 40. Devemos considerar 20% sobre o valor do RPA – Recibo de Pagamento de Autônomo para cobrir essa despesa.144.00 De R$ 1. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 61 .00 Alíquota isento 15% 27. Entretanto. a tabela do imposto de renda na fonte.115.00 20 6 12 858. ainda.08 INSS – AUTÔNOMOS E EMPRESÁRIOS Classe Meses de Salário Alíquota Permanência (R$) (%) 1 12 200. porém.99 20 8 36 1.430. Entretanto.000.00 20 Ver Instrução Normativa do INSS Nº 4 de 30/11/1999 5.01 20 9 36 1. Para os serviços terceirizados não existe a incidência de outros custos ou impostos para a empresa contratante. de acordo com a Lei nº 5764/71 de 16/12/1971. a empresa arcará com o pagamento do INSS sobre o serviço de autônomo. podendo haver restituição ou imposto a pagar. CSLL e CPMF) devem estar embutidos no preço ofertado pela empresa contratada.00 20 7 24 1.01 a R$ 2. bem como o valor pago à Previdência Social no mês.Caberá ao profissional receber apenas o valor acertado pelo serviço prestado. se o mesmo for inscrito no INSS aplicaremos o percentual de 20% sobre o maior salário de contribuição. o pagamento do INSS. IR .058. é a apresentada a seguir: Consideramos nesta categoria. caso o profissional não seja inscrito no INSS. conforme descrito na própria metodologia de cálculo do preço de venda de serviços exposta nesta publicação.20 228.00 20 0 1. desde que acordado entre as partes.3 COOPERATIVAS DE TRABALHADORES Uma forma legal de contratação de profissionais que vem ganhando força em nossos dias é através de cooperativas de trabalhadores. para profissionais autônomos é a seguinte: IMPOSTO DE RENDA PESSOA FÍSICA Salário Parcela a Deduzir Até R$ 1.287.058.00 por aposentadoria para quem já completou 65 anos. Nesta data. Arcará.115.40 286.00 por dependente. nesta data (maio/ 2002). No Capítulo 8 apresentaremos maiores esclarecimentos quanto à aplicação destes impostos.80 257.058. de acordo com sua faixa de contribuição e cuja tabela. com a retenção a ser efetuada para fins de IR – Imposto de Renda de Pessoa Física. Os impostos sobre o faturamento (ISS.

. seguro saúde e etc. existe a incidência apenas do pagamento do INSS que é de 15% sobre o faturamento da cooperativa para a empresa contratante....... demais custos diretos e indiretos.. Deverá ser assinado contrato de trabalho entre a empresa contratante e a cooperativa......... contém: “ A Lei apoiará o Cooperativismo e ..... que é uma pessoa jurídica convencional.... o custo adicional da cooperativa passa para 10% e 20%... conforme tabela anexa. 1 e artigo 174 – parágrafo 2. excluídos os impostos sobre a emissão da nota fiscal (ISS....... outros benefícios... Nestes casos... cap..... visto que à cooperativa caberá fornecer uma nota fiscal de prestação de serviços.. entre 8% e 12%.. a empresa contratante poderá oferecer. tais como....... conforme acordo com cada cooperativa.............. ou seja.. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 63 ......... Podemos identificar da seguinte forma o custo da contratação de uma cooperativa de trabalhadores: INSS sobre a Nota Fiscal (contratante) ..... 62 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.....239. nesta data. Ao profissional legalmente só caberá a remuneração acordada....... As taxas de administração das cooperativas estão. 36.... ticket refeição............ seguro pecuniário... entretanto........ aplicáveis sobre a taxa de administração. bem como..... e ainda.. sempre através da própria cooperativa...........5% vale transporte. e inclusive emitirá nota fiscal pela prestação dos serviços. que deverá ser pactuada entre as partes e deverá estar expressa no contrato..de 05/10/1988 que no Título VII ........ seguro saúde..... 15% Taxa de Administração (Cooperativa) ....... À remuneração do profissional deverão ser acrescidos os benefícios oferecidos..... COFINS e PIS)........... Caberá ao profissional cooperado o pagamento do carnê do INSS segundo sua faixa de contribuição.. 6% TOTAL (Média) .... benefícios do tipo: • • • • • Outros descontos. seguro pessoal. dar-se-á o mesmo tratamento de pessoas jurídicas. Com a adição do imposto sobre o faturamento... ” e do artigo 24 do Decreto nº 22. O vínculo do contratante é com a cooperativa....... 12% Impostos sobre a Nota Fiscal (Cooperativa) .. da taxa de administração da cooperativa. O profissional sofrerá retenção do imposto de renda na fonte de acordo com a tabela apresentada anteriormente..

uma vez que a metodologia adotada está apresentada no Capítulo 7. efetuar listagem contendo todos os itens patrimoniais necessários à pesquisa de mercado de preços. • preço de fornecimento. • prazo de entrega e disponibilidade. com no mínimo três fornecedores distintos. • condições de pagamento. Consideraremos nesta categoria os softwares largamente utilizados nestes tipos de contrato e que oneram sobremaneira os custos dos contratos. por fornecedor. frete.6 CÁLCULO DO CUSTO DE BENS PATRIMONIAIS Caberá ao engenheiro de custos. os seguintes dados: descrição detalhada do item. 6. após a elaboração da planilha de quantidades. Paulo Roberto Vilela Dias 65 . embalagem e etc. uma vez que apresentam valores de compra elevados. deve constar. incluindo todos os impostos.1 PESQUISA DE MERCADO DE ITENS PATRIMONIAIS A pesquisa de mercado para conhecimento do valor de aquisição dos bens patrimoniais será feita na região sede da empresa ou onde se desenvolverão os serviços. Não incluiremos neste capítulo o custo de utilização de veículos automotores. Da pesquisa de mercado. principalmente. • Apresenta-se no ANEXO 1 modelo do mapa de Coleta de Preços visando facilitar a elaboração da pesquisa de mercado.

é necessário que se defina o custo de aluguel destes itens. PLOTERES. ANTENA PARABÓLICA OU DE QUALQUER NATUREZA. Empresas e Profissionais Fórmulas de Cálculo das Parcelas do Custo de Bens Patrimoniais: DEPRECIAÇÃO = VALOR DE AQUISIÇÃO ÷ VIDA ÚTIL JUROS = VALOR DE AQUISIÇÃO x TAXA ANUAL DE JUROS ÷ 12 MANUTENÇÃO = 0. CUSTO OPERACIONAL – é a utilização do item patrimonial compre• endendo os custos necessários à sua operação (energia elétrica. tais como: MICROCOMPUTADORES. TV. ARMÁRIOS E ETC). MÓVEIS E UTENSÍLIOS (MESAS. para equipamen- Paulo Roberto Vilela Dias 67 . Divide-se em custos com mão de obra e peças de reposição. VÍDEOCASSETE. • 66 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. por exemplo. FILTRO. VIDEOCASSETE 60 60 A taxa de juros a ser adotada deve estar entre 10 e 12% ao ano. caberá sempre que utilizado ser considerado como custo de produção do serviço. A fórmula de cálculo que pode ser aplicada para a determinação do custo de produção de bens patrimoniais (BP) é a apresentada a seguir : BP = DEPRECIAÇÃO (D) + JUROS (J) + MANUTENÇÃO (M) + CUSTO OPERACIONAL (CO) Definição dos itens de custo dos bens patrimoniais: DEPRECIAÇÃO – é a parcela referente a perda de valor do bem patrimonial em decorrência do uso ou obsolescência. • MANUTENÇÃO – é a parcela por meio da qual se mantém o patrimônio em perfeitas condições de utilização. ou seja. outros fatores. FILTRO DE ÁGUA E MÁQUINA DE CAFÉ. Poder-se-ia denominar que o cliente paga aluguel pelo emprego do item patrimonial. entretanto. no caso de impressoras. No caso da empresa não possuir o bem. muitas vezes. Assim. ANTENA. como. Nos serviços objeto deste livro é comum constar da planilha de quantidades bens patrimoniais. o tempo de contrato ou a possibilidade de se reutilizar o equipamento em outros contratos. SOFTWARES. EQUIPAMENTOS DE TOPOGRAFIA OU DE LABORATÓRIO. Vida Útil de Itens Patrimoniais Apresenta-se uma tabela de valores para a vida útil de vários itens patrimoniais. devem ser computados os valores necessários. incluir substituição de cartuchos. levam o orçamentista a adotar tempos de vida útil distintos dos mostrados. IMPRESSORAS. papel próprio para impressão e etc. APARELHOS DE FAX OU TELEFONE OU RÁDIO. isto é. em cada situação.5 x VALOR DE AQUISIÇÃO ÷ VIDA ÚTIL CUSTOS OPERACIONAIS.Entendemos como bens patrimoniais itens de consumo que não se desgastam em um único contrato. deverá efetuar cotação no mercado para locação. cuja propriedade é da própria prestadora de serviços. são reutilizados em vários serviços distintos. • JUROS – corresponde a remuneração do capital investido na aquisição do item patrimonial. Uma vez que esses bens foram objeto de compra pela prestadora de serviço e que tem um tempo de vida útil determinado. Aconselha-se que quando for o caso. combustível e etc). TELEVISÃO. ITEM PATRIMONIAL VIDA ÚTIL (meses) MÉDIA MÁXIMA MICROCOMPUTADORES E IMPRESSORAS 24 48 PLOTERES 24 48 SOFTWARES 18 24 APARELHOS DE FAX OU TELEFONE 60 60 MÓVEIS E UTENSÍLIOS 48 60 EQUIPAMENTOS DE TOPOGRAFIA OU DE LABORATÓRIO 60 60 MÁQUINA DE CAFÉ. CADEIRAS.

conforme informado anteriormente.000.00 + R$ 250. no valor de R$ 15.000. uma vez que os serviços transcorrem dentro do canteiro de obras da construtora.000.00 2.5 x 15. Deve-se observar que a energia elétrica necessária à utilização dos equipamentos ou aparelhos será computada em um item específico do custo indireto.00 ÷ 24 D = R$ 83.00 + R$ 150.000. por exemplo.33 J = VALOR DE AQUISIÇÃO x TAXA ANUAL DE JUROS ÷ 12 68 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.00 ET (mês) = R$ 900.tos de informática consultar no mercado os valores do custo de manutenção mensal (fixa) e corretiva (eventual.00 ET (mês) = R$ 500. considerar que o mesmo trabalha 160 horas por mês.000.00) ÷ 30 M = R$ 250.00. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 69 . temos: D = 15. devemos adotar a metodologia apresentada no capítulo 7.63 D = VALOR DE AQUISIÇÃO ÷ VIDA ÚTIL Adotando-se a VIDA ÚTIL igual a 30 meses. com substituição de peças e componentes).5 x VALOR DE AQUISIÇÃO ÷ VIDA ÚTIL M = (0.00 ÷ 160 horas ET (hora) = R$ 5. É usual nestes contratos o fornecimento pelo cliente da energia elétrica.00 ÷ 30 D = R$ 500. EXEMPLO PRÁTICO: 1.12 ÷ 12 J = R$ 150.Calcular o custo mensal de um aparelho de topografia do tipo estação total (ET) de última geração. Para veículos. temos: D = 2. no valor de R$ 2. ET = D + J + M M = 0.000.00.00 por mês Se quisermos conhecer o aluguel por hora. por exemplo.00 x 0. temos: J = 15. MC = D + J + M D = VALOR DE AQUISIÇÃO ÷ VIDA ÚTIL Adotando-se a VIDA ÚTIL igual a 24 meses. assim temos: ET (hora) = R$ 900.00 J = VALOR DE AQUISIÇÃO x TAXA ANUAL DE JUROS ÷ 12 Adotando-se a TAXA ANUAL DE JUROS igual a 12% ao ano. podemos.Calcular o custo mensal de um microcomputador (MC) de última geração.

000. uma vez que após o encerramento da obra o equipamento será doado ao cliente. considerar que o mesmo trabalha 170 horas por mês.00 + R$ 41. podemos. temos: J = 1.Calcular o custo mensal de uma impressora a lazer (IL) de última geração.33 + R$ 20.12 ÷ 12 D = 1.00 + R$ 50.00) ÷ 18 Se quisermos conhecer o aluguel por hora. considerar que o mesmo trabalha 170 horas por mês.00 IL (mês) = R$ 100.800.00 M = 0.5 x VALOR DE AQUISIÇÃO ÷ VIDA ÚTIL M = (0.00 x 0.00 ÷ 18 J = R$ 20.99 3.D = VALOR DE AQUISIÇÃO ÷ VIDA ÚTIL Adotando-se a TAXA ANUAL DE JUROS igual a 12% ao ano.00) ÷ 24 M = R$ 41.5 x 1.800. 18 meses.00 ÷ 170 horas MC (hora) = R$ 0.00 + R$ 18. podemos. Considerar a vida útil igual ao prazo do contrato.00 Se quisermos conhecer o aluguel por hora. assim temos: MC (hora) = R$ 145. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 71 .67 M = 0.00 MC (mês) = R$ 83.85 M = R$ 50.000.00 D = R$ 100. temos: Adotando-se a VIDA ÚTIL igual a 18 meses. temos: J = 2. por exemplo. por exemplo. IL = D + J + M 70 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. assim temos: IL (hora) = R$ 168.00.00 ÷ 170 horas IL (hora) = R$ 0.00 M = (0.00 x 0.5 x VALOR DE AQUISIÇÃO ÷ VIDA ÚTIL MC (mês) = R$ 145.00 IL (mês) = R$ 168.67 J = VALOR DE AQUISIÇÃO x TAXA ANUAL DE JUROS ÷ 12 Adotando-se a TAXA ANUAL DE JUROS igual a 12% ao ano.800.12 ÷ 12 J = R$ 18. no valor de R$ 1.5 x 2.800.

67 ÷ 160 horas CAFÉ (hora) = R$ 0.33 J = VALOR DE AQUISIÇÃO x TAXA ANUAL DE JUROS ÷ 12 M = 0.67 + R$ 6.00) ÷ 60 M = R$ 6. temos: D = 4.800.800.800. temos: J = 4.00 M = Não se considerou verba para manutenção SW (mês) = R$ 133.33 J = VALOR DE AQUISIÇÃO x TAXA ANUAL DE JUROS ÷ 12 Adotando-se a TAXA ANUAL DE JUROS igual a 10% ao ano.5 x 800. CAFÉ = D + J + M D = VALOR DE AQUISIÇÃO ÷ VIDA ÚTIL Adotando-se a VIDA ÚTIL igual a 60 meses.Calcular o custo mensal de aquisição de um software ou conjunto de softwares (SW).Calcular o custo mensal de uma máquina de café (CAFÉ).00 CAFÉ (mês) = R$ 13.00 ÷ 36 D = R$ 133.00. considerar que o mesmo trabalha 160 horas por mês. assim temos: CAFÉ (hora) = R$ 26. temos: D = 800. no valor de R$ 800.00.00 x 0. por exemplo.00 ÷ 60 D = R$ 13.00 x 0. temos: J = 800.5 x VALOR DE AQUISIÇÃO ÷ VIDA ÚTIL M = (0.4.67 Se quisermos conhecer o aluguel por hora.17 5. SW = D + J + M D = VALOR DE AQUISIÇÃO ÷ VIDA ÚTIL Adotando-se a VIDA ÚTIL igual a 36 meses.67 Adotando-se a TAXA ANUAL DE JUROS igual a 10% ao ano. no valor de R$ 4.67 SW (mês) = R$ 173. podemos.33 + R$ 40.10 ÷ 12 J = R$ 40. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 73 .10 ÷ 12 J = R$ 6.33 + R$ 6.67 CAFÉ (mês) = R$ 26.33 72 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.

MOB = D + J + M D = VALOR DE AQUISIÇÃO ÷ VIDA ÚTIL MOB (mês) = R$ 100.00 cada. assim temos: SW (hora) = R$ 173. temos: D = 3. podemos.00 cada e estantes metálicas abertas no valor de R$ 40. mesa de reunião com 06 cadeiras no valor de R$ 500.750.Calcular o custo mensal de aluguel de um rádio transmissor com alcance de 5 km. armários fechados no valor de R$ 240. conforme dos itens relacionados abaixo. por exemplo.Calcular o custo mensal de aluguel de mobiliário de obra.00 ÷ 36 Adotando-se a VIDA ÚTIL igual a 60 meses.00 cada.00. podemos.50 + R$ 37.33 ÷ 170 horas SW (hora) = R$ 1. temos: D = 450.00 x 0. assim temos: MOB (hora) = R$ 100.00 cada.00.12 ÷ 12 J = R$ 37. cadeiras padrão normal no valor de R$ 45.00. estufa para marmitas no valor de R$ 300. no valor total de R$ 3. temos: J = 3.00 ÷ 170 horas MOB (hora) = R$ 0. geladeira no valor de R$ 800. = Não se considerou verba para manutenção MOB (mês) = R$ 62.Se quisermos conhecer o aluguel por hora. considerar que o mesmo trabalha 170 horas por mês. máquinas de calcular elétricas no valor de R$ 35.00.00 cada.750.00 Se quisermos conhecer o aluguel por hora.50 Mobiliário utilizado pelo contrato: • • • • • • • • • 05 10 03 01 01 01 02 01 04 mesas tipo escrivaninha no valor de R$ 120.00 ÷ 60 D = R$ 62. cujo valor de aquisição é de R$ 450.00 cada.50 M 6.50 J = VALOR DE AQUISIÇÃO x TAXA ANUAL DE JUROS ÷ 12 74 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. por exemplo.00. arquivo metálico no valor de R$ 150. considerar que o mesmo trabalha 170 horas por mês. RADIO = D + J + M D = VALOR DE AQUISIÇÃO ÷ VIDA ÚTIL Adotando-se a VIDA ÚTIL igual a 36 meses.59 7.750. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 75 .02 Adotando-se a TAXA ANUAL DE JUROS igual a 12% ao ano.

25 RADIO (mês) = R$ 23.50 M = 0.12 ÷ 12 J = R$ 4.5 x VALOR DE AQUISIÇÃO ÷ VIDA ÚTIL ANEXO 1 Modelo de Mapa de Coleta de Preços (para Elaboração da Pesquisa de Mercado) DE RADIO (mês) = R$ 12.25 ÷ 170 horas RADIO (hora) = R$ 0.00 x 0.5 x 450.00) ÷ 36 Unitário Total Unitário Total COLETA Previsão de Entrega : DESCRIÇÃO Endereço de Entrega : QUANT. assim temos: RADIO (hora) = R$ 23.50 + R$ 4.50 + R$ 6.D = R$ 12.14 Unitário Total M = R$ 6. temos: J = 450. considerar que o mesmo trabalha 170 horas por mês.Pagmto: Prazo Entrega Total Compra Impostos (%): Fornecedor : Preço Base Desconto(%): Vendedor : Telefone : Frete : 77 . podemos.50 J = VALOR DE AQUISIÇÃO x TAXA ANUAL DE JUROS ÷ 12 Adotando-se a TAXA ANUAL DE JUROS igual a 12% ao ano.25 Se quisermos conhecer o aluguel por hora.25 PREÇOS M = (0. por exemplo. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias Cliente Obra Observações : : : Data da Coleta Cond. UNID 76 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.

2 CUSTO DO TRANSPORTE POR HORA Segue a metodologia apresentada no Capítulo 6 . motocicleta e carros de passeio. ou seja. descrita pormenorizadamente em nossa primeira publicação.1 MEDOTODOLOGIA DE CÁLCULO DO CUSTO HORÁRIO DE UTILIZAÇÃO DE EQUIPAMENTO 7. As formas de cálculo do custo de utilização dos veículos adotados nos orçamentos de serviços previstos no âmbito deste livro podem ser definidos como segue abaixo: Custo por hora Custo por quilômetro rodado • Custo mensal • Fórmula de cálculo do transporte por km ou por mês • • 7.2. 7. “UMA METODOLOGIA DE ORÇAMENTAÇÃO PARA OBRAS CIVIS” e aqui transcrita de maneira resumida naquilo que é importante para os prestadores de serviço alvo do livro.1.1 Definição Paulo Roberto Vilela Dias 79 .Custo Horário de Utilização de Equipamentos e Veículos. ônibus.2.1 INTRODUÇÃO A metodologia exposta neste capítulo para cálculo do custo de utilização de veículos pode ser aplicada para transportes de carga.7 METODOLOGIA DE CÁLCULO DO CUSTO DE VEÍCULOS 7.

2. sua utilização em operação normal. MÃO-DE-OBRA (MO) – é a mão-de-obra necessária à operação do equipamento. denominado custo produtivo. onde: Vo = valor de aquisição R = valor residual i = taxa de juros n = vida útil em anos (ver tabela a seguir) Paulo Roberto Vilela Dias 81 Normalmente existe a necessidade de se atribuir ao custo horário dos equipamentos.depreciação é a perda de valor do equipamento em decorrência de uso ou obsolescência. A partir da pesquisa de mercado do valor de aquisição e aplicando-se a metodologia a seguir exposta. isto é. será adotado o método preconizado no MANUAL DE COMPOSIÇÃO DE CUSTOS RODOVIÁRIOS DO DNER . DEPRECIAÇÃO E JUROS . que representa o custo improdutivo. materiais e mão-de-obra: MATERIAIS (MAT) – é o conjunto de materiais necessários a operação dos equipamentos. que é utilizada nas composições de custo. pode-se acertar a cobrança destas horas por meio do custo improdutivo ou definir-se outro modo diretamente com o contratante. Juros é a remuneração do capital investido na compra do bem.2 Método de cálculo adotado Para efeito de simplificação.R)i ÷ (1 + i )n .3 Metodologia do DNER para cálculo do custo horário de utilização de equipamentos • • • • • DEPRECIAÇÃO E JUROS (DJ) – depreciação é a parcela referente a perda de valor do equipamento em decorrência de uso ou obsolescência. enquanto juros corresponde a remuneração do capital investido. nestes casos. O método a ser adotado para o cálculo da depreciação e juros será o Fundo de Reserva (sinking fund). ainda. OPERAÇÃO – é a utilização do equipamento. e ainda. ou seja. compreendendo duas parcelas.1. Empresas e Profissionais . O custo horário é composto das seguintes parcelas: • o custo produtivo. 7. ou seja. determina 80 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. 7. operador de máquinas e auxiliares.Custo de utilização de equipamentos é o gasto que decorre da posse e da operação do mesmo.Mão-de-obra. é a soma dos itens de Depreciação e Juros e Operação . A soma dos quatro componentes anteriormente expostos.2. daí ter-se desenvolvido uma metodologia para determinação do custo horário de utilização do equipamento. de motor ligado.1] . a seguir resumido.1.1972. o tempo de espera para entrar em operação na equipe. fatores independentes da vontade da construtora levaram a máquina a estar paralisada aguardando alguma liberação para reiniciar suas atividades. A unidade de tempo em que geralmente se mede o custo de utilização dos equipamentos é a hora. Existe. Neste caso. MANUTENÇÃO (M) – é a parcela por meio da qual se mantém o equipamento em perfeitas condições de uso. ou seja: Custo Produtivo (CP) = DJ + M + MAT + MO Custo Improdutivo (CI) = DJ + MO Apresentamos neste capítulo a metodologia aconselhada para o cálculo de cada uma destas parcelas. quando for o caso. A expressão geral do valor desta parcela será: p = Vo x i + [(Vo . uma terceira classificação para o custo horário de equipamentos. para estimativa de custo. enquanto que o custo improdutivo. sem operar e com motor desligado à disposição do cliente. Normalmente.

96 Depreciação e juros durante a vida útil (%) 110.24 120.78 49. carregadeira de esteira ou pneus. a expressão pode ser assim escrita: p = [(qn (q . rolo de pneus pressão variável.750 horas anos r = [ [ (qn (q . Considerando-se o valor residual nulo.19 131. onde são previstas também as três condições de serviço em que o equipamento pode trabalhar: TABELA DE VIDA ÚTIL DE EQUIPAMENTOS CONDIÇÕES DE SERVIÇO EQUIPAMENTOS Perfuratriz manual Leve anos horas Vibrador de imersão Bomba mecânica Betoneira Tratores de esteira ou pneus.1)]. caminhões basculantes e retroescavadeira e pá mecânica de pneus. Multiplicando-se a expressão anterior por 100.19 31.00 115.77 43. que corresponde ao custo de oportunidade do capital. pick up e veículo de passeio Compressor de ar.63 126.000 4 2.1] Fazendo-se (1 + i) = q.90 37.500 1. gerador.000 1. Vo sendo que a expressão [(qn (q .250 1.666 1. Considerando-se de 10% ao ano a taxa de juros.1)) 100 ] ÷ (qn .000 2.1)) ÷ (qn .750 Média anos 4 4 4 Pesada horas 2.Considera-se o valor residual nulo. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 83 .500 82 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. até a data de sua retirada do serviço por obsolescência ou por ter atingido custo de manutenção muito elevado. A vida útil é baseada no tipo de equipamento e nas condições de serviço em que é empregado. usina de asfalto. têm-se: Define-se por vida útil do equipamento o período de tempo que vai de sua aquisição e início de funcionamento.63 26. rolo liso vibratório e rolo liso 6 8 8 8 8 2. constantes da tabela a seguir. ou horas trabalhadas durante esse período.250 1.1)) ÷ (qn .000 5 6 6 6 7 2. obtém-se a tabela a seguir com os valores para r: TABELA DE DEPRECIAÇÃO E JUROS EXPRESSAS COMO UM PERCENTUAL DO VALOR DE AQUISIÇÃO DO EQUIPAMENTO Vida útil (anos) 1 2 3 4 5 6 7 8 Juros durante a vida útil (%) 10.500 1.96 6 2. a expressão anterior assume a seguinte forma: p = Vo x i [1 + (1 ÷ (1 + i)n .1)] .333 1.24 20.000 6 1. moto-escavo transportador. escavadeira Serra circular Conjunto de britagem Tanque pré-aquecedor Vassoura mecânica e grade de discos Distribuidor de asfalto Acabadora de asfalto Rolo pé-de-carneiro. motoniveladora. dumptor. usina de solo Distribuidor e espalhador de agregados Caminhão tanque ou de carroceria fixa.000 3 1. Deve-se adotar para a vida útil dos equipamentos os valores em anos.000 1. Com esta consideração pode-se introduzir simplificações na fórmula que permite a apresentação de uma tabela da taxa de depreciação e juros.77 143.78 149.90 137.1) ] x n expressão que pode ser adotada para a determinação da parcela de depreciação e juros. durante a vida útil dos equipamentos. multiplicada pelo valor de aquisição do equipamento resulta exatamente no valor de depreciação e juros.333 2.00 15.

• reapertos. motoniveladora.01378 Distribuidor e espalhador de agregados 0. Sabendo-se que o valor de aquisição é igual a R$ 35. peças e acessórios de reposição. retroescavadeira e pá mecânica de pneus. Custo horário de depreciação/juros (DJ) = valor aquisição x (% da tabela ÷ 100). n = vida útil em anos. ou seja.01148 Serra circular 0.01530 Tanque pré-aquecedor 0.62 MANUTENÇÃO Manutenção engloba todos os gastos referentes a: reparos de pequena ou grande monta. etc. diretamente. gastos de oficina e mão-de-obra . sem material rodante. para fins de previsão.. pintura.02103 Betoneira 0. moto-escavo transportador.00 x (0.01319 0. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 85 . lâminas.000. usina de solo 0. cantos.01319 ÷ 100) DJ = R$ 4. de acordo com a tabela a seguir: EXEMPLO DO CÁLCULO DA DEPRECIAÇÃO E JUROS POR HORA Considere-se. usina de asfalto. trabalhando em condições médias. • Para quantificar os gastos de manutenção dos equipamentos é adotado o método de vincular.01874 Distribuidor de asfalto 0.01148 0. uma pick-up. dumper. temos: 84 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. conforme tabela anteriormente apresentada.up e veículo de passeio 0. para todas as classes de equipamentos enumerados anteriormente: TABELA DE DEPRECIAÇÃO E JUROS POR HORA EXPRESSA COMO UM PERCENTUAL DO VALOR DE AQUISIÇÃO DO EQUIPAMENTO.01319. k = coeficiente de proporcionalidade. pick. câmaras de ar. gerador.Baseado na metodologia indicada anteriormente e na vida útil apresentada.01249 Rolo pé-de-carneiro.02523 Bomba mecânica 0.00984 Vassoura mecânica e grade de discos 0. rolo liso vibratório e rolo liso 0. as reservas destinadas à manutenção com o valor de aquisição do equipamento. por exemplo. correias. EM (%) CONDIÇÕES DE SERVIÇO EQUIPAMENTOS Leve Média Pesada Perfuratriz manual 0. parafusos. com seus respectivos encargos sociais.01722 Caminhão tanque ou de carroceria fixa. limpeza. regulagem. • pneus. onde: Vo = valor de aquisição do equipamento. DJ = 35. a percentagem de depreciação e juros. escavadeira 0. incluindo materiais. caminhões basculantes. h = horas trabalhadas por ano. rolo de pneus pressão variável.01027 Conjunto de britagem 0. trator de pneus. o custo horário de manutenção dos equipamentos deve ser obtido através da seguinte expressão: Manutenção (M) = [Vo ÷ (n x h)] x k.00. organizou-se a tabela a seguir onde se obtém.01499 Acabadora de asfalto 0. rodas motrizes e demais peças de desgaste efetivo durante a operação. conforme tabela anterior.000.01577 Compressor de ar. carregadeira de esteira e pneus.02010 Vibrador de imersão 0. lavagem .01802 Tratores de esteira. Assim.01071 Pela tabela de depreciação e juros o percentual expresso em função do valor de aquisição é 0. esteiras.

tem-se: Vo = R$ 35...000)] x 0... 0.. inclusive. transmissão e comandos finais • graxa • filtros para combustíveis e lubrificantes • • A quantificação dos gastos com os materiais de operação será feita a partir das seguintes hipóteses: preço médio único para todos os óleos lubrificantes utilizados pelos equipamentos......80 M = [Vo ÷ (n x h)] x k. no caso de motores a diesel.150 óleos lubrificantes ....90 1......TABELA DE COEFICIENTES DE PROPORCIONALIDADE EQUIPAMENTOS Caminhão basculante. vassoura mecânica e tanque pré-aquecedor Perfuratriz manual.000 horas k = 0...000... considerar em separado o custo de reposição das mandíbulas Trator de esteira..000. que esta proporção se mantenha constante... temos: M = [35.80 0....00 n = 5 anos h = 2.. escavadeira..00 ÷ (5 x 2.... • o preço do óleo lubrificante é igual aproximadamente a 6 vezes o do óleo diesel e 5 vezes o da gasolina......80 Por outro lado....00 0. • a despesa horária com filtros corresponde a 50% do valor total dos óleos lubrificantes consumidos por hora..... são encontrados os seguintes resultados por HP na barra de direção e por hora: a) Para motores a óleo diesel óleo diesel .. 0..... 0. baseado em consumos médios horários de combustível e lubrificantes....00 0.002 filtro . grade de discos....80 0. moto-escavo-transportador e retroescavdeira e pá mecânica Motoniveladora..... dumper Usina e distribuidor de asfalto e usina de solo Acabadora de asfalto e rolos compactadores auto-propulsores Conjunto de britagem..50 CUSTO DE OPERAÇÃO MATERIAIS Fazem parte desta parcela os custos referentes aos seguintes materiais: combustíveis óleo lubrificante de carter • óleos lubrificantes para sistema hidráulico.. 0.... admitindo-se..80 M = R$ 2... ou aplicando-se os valores conhecidos... fornecidos por ábacos e tabelas. pá carregadeira. Empresas e Profissionais . caminhão de carroceria fixa e cavalo mecânico e pick up Compressor de ar Distribuidor e espalhador de agregados..50 0.. com 92 HP de potência..002 graxa ... bomba centrífuga. • o preço unitário da graxa equivale ao dobro do de óleo lubrificante..90 0.001 Paulo Roberto Vilela Dias litros litros litros litros por por por por HP HP HP HP 87 86 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva..... serra circular e gerador Rolos compressores rebocáveis e veículo de passeio K 1... trator de pneus.50 0. vibrador de imersão..90 0. caminhão tanque. betoneira.80 = R$ 2.......... • EXEMPLO DO CÁLCULO DO CUSTO DE MANUTENÇÃO Considerando-se uma pick-up .

...... antes estabelecidas..................................002 litros por HP graxa ........150 óleos lubrificantes ..... para a determinação do custo horário de materiais de operação...001 x 12 Total 0.326 O que justifica o critério seguinte....014 0... 0..002 x 6 filtros .. 0................326 x HP x preço de 1 litro de álcool 88 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.........326 pela potência do veículo em HP e este produto pelo preço do litro do álcool......012 0..001 litros por HP Tomando-se o preço da gasolina como parâmetro e operando-se com base nas premissas antes estabelecidas....Tomando-se o preço do litro de óleo diesel como parâmetro e operando-se com base nas premissas...002 x 3 graxa ....180 O que justifica o seguinte critério........................... tem-se: álcool ........225 óleo lubrificante .. 0......... Ou traduzindo-se em fórmula: Custo horário de material (MAT) = 0.006 0..............001 x 10 Total 0. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 89 .. 0...300 litros por HP óleo lubrificante .. tem-se: gasolina . 0... 0. 0. no caso de equipamentos a gasolina: multiplica-se o fator 0... 0.... 0. que deve ser adotado...245 pela potência da máquina em HP e este produto pelo preço do litro da gasolina. 0..........245 O que justifica o seguinte critério...... 0..... no caso de equipamentos a álcool: multiplica-se o fator 0......002 x 5 graxa ...225 0....... 0...... para a determinação do custo horário de materiais de operação.300 0.012 0.......... tem-se: óleo diesel ..... 0..... 0... Ou traduzindo-se em fórmula: Custo horário de material (MAT) = 0...............010 0....300 óleo lubrificante .. 0........... sendo que o preço da gasolina é cinco vezes menor que o do óleo lubrificante e dez vezes menor do que a graxa..........150 0............001 litros por HP Tomando-se o preço do álcool como parâmetro e operando-se com base nas premissas de que o preço do álcool é sete vezes menor que o do óleo lubrificante e doze vezes menor que o da graxa......002 litros por HP graxa ...............002 x 7 graxa . no caso de equipamentos a óleo diesel: multiplica-se o fator 0.... 0.18 x HP x preço de 1 litro de óleo diesel b) Para motores à gasolina gasolina ....245 x HP x preço de 1 litro de gasolina c) Para motores à álcool álcool ................ que deve ser adotado. para a determinação do custo horário de materiais de operação...... ou pela seguinte expressão: Custo horário de material (MAT) = 0........010 0...... que deve ser adotado.....................001 x 12 Total 0.225 litros por HP óleo lubrificante ......012 0.18 pela potência da máquina em HP e este produto pelo preço do litro do óleo diesel.......................

Donde simplificando-se tem-se: Custo horário material (MAT) = KW x preço de 1 KW/h Industrial CP = 4. a quantidade de curvas fechadas. servindo de modo mais eficaz em estudos de viabilidade de projetos rodoviários.97 7. onde são consideradas muitas variáveis de difícil obtenção.62 + 4. No âmbito desta publicação. assim temos: MO = R$ 4. É mais adotado para os veículos de passageiros ou de carga leves (pick-up. incluindo-se. temos: MAT = 0.3. referente a pessoal.02 EXEMPLO PRÁTICO DE CÁLCULO DO CUSTO DE OPERAÇÃO Admitindo-se a mesma pick-up.).35 CI = 4. Podem ser adotadas diversas sistemáticas de cálculo do custo por km. Este processo é bastante sofisticado.25 + 4. também.18 x HP x preço do litro do óleo diesel MAT = 0. tais como.18 x 92 x 0. O consumo horário em termos de KW será numericamente igual a potência. conforme descrito a seguir: 7. sendo o preço do litro deste igual a R$ 0. EXEMPLO PRÁTICO DE CÁLCULO DO CUSTO DE OPERAÇÃO Admitindo-se a mesma pick-up marca FORD. é mais adequado considerar-se uma metodologia simplificada para composição do custo por quilômetro.35 = R$ 25. kombi.80. à óleo diesel.35 pôr hora. entretanto. porém. principalmente nos custos indiretos. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 91 .80 + 13.1 Método de cálculo do custo por km O custo por km é normalmente aplicado para veículos de transporte de carga de qualquer porte e passageiros.62 + 2. anteriormente citada. etc. em certos casos é utilizado para o transporte por caminhões. não são adotados nos casos das máquinas pesadas. entre eles.25 MÃO-DE-OBRA Para fins de determinação do custo da mão-de-obra de operação. temos o seguinte valor para o custo horário da pick-up marca FORD acima citada: CUSTO PRODUTIVO = CP = DJ + M + MAT + MO CUSTO IMPRODUTIVO = CI = DJ + MO Os motores elétricos poderão ter sua potência expressa em termos de quilowatt (KW). inclinação de rampas. as leis sociais. o apresentado no Manual de Operações do DNER. anteriormente citada. considerando-se as leis sociais (85%). inclusive automóveis de passeio. sabendo-se que o motorista percebe R$ 4.3 Custo do transporte por quilômetro rodado Em alguns casos há a necessidade de se considerar no orçamento determinado veículo rodando uma quantidade conhecida ou aproximada de quilômetros por mês.d) Para motores elétricos Assim sendo. Os profissionais incorporados ao custo da mão-de-obra de operação não devem ser cobrados em outros itens do orçamento da obra. 90 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. etc.35 = R$ 8. com potência de 92 HP. devese adotar a mesma sistemática apresentada no Capítulo 3.80 MAT = R$ 13. condições da superfície de rolamento.

000 JUROS DE CAPITAL J = (Va x i) ÷ (KMM x 12). adiante determinado Vu = vida útil do veículo. pode-se adotar o valor de 100.1 Instruções para preenchimento do formulário de cálculo do custo por km DESCRIÇÃO Trata-se da descrição do veículo a ser adotado. tipo e eventualmente alguma outra característica adicional que sirva para identificar melhor o veículo. onde: D = depreciação por quilômetro Va = valor de aquisição do veículo Vr = valor residual. C = (preço de um litro de combustível) ÷ (consumo por litro) 92 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. a metodologia empregada é descrita através de instruções para preenchimento do formulário.Para maior simplicidade no entendimento do método de cálculo. ou seja. a construtora deverá aplicar a quilometragem mais próxima da realidade de suas obras ou serviços. CÓDIGO Será adotada qualquer codificação existente na empresa ou aquela que atenda ao órgão público origem do orçamento. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 93 .6Va . DEPRECIAÇÃO POR QUILÔMETRO A fórmula que aconselhamos é a seguinte: D = (Va .000 km ou 5 (cinco) anos. 7. foi confeccionado o formulário correspondente que está apresentado apenso ao final do texto explicativo. A fórmula anterior pode ser reduzida à seguinte: D = (0. que deve ser controlada pela administração: TABELA DE QUILOMETRAGEM MÉDIA PERCORRIDA POR MÊS VEÍCULO GOL 1000 gasolina SAVEIRO gasolina Pick-up gasolina Caminhão 2 eixos Caminhão 3 eixos Cavalo Mecânico KMM 3000 3000 3000 3500 3500 3500 COMBUSTÍVEL É o resultado da divisão do preço de um litro de combustível pelo consumo de combustível conhecido para o veículo.Vp) ÷ 100.Vp) ÷ Vu.Vr . podendo ser adotada a tabela apresentada a seguir. podendo ser adotada a tabela apresentada a seguir.1.3. Para sua melhor compreensão. marca. adotar 40% de Va Vp = valor dos pneus. Preferencialmente. este custo está incluído em item próprio. onde: J = Juros Va = valor de aquisição do veículo i = taxa anual de juros (pode-se adotar 12% ou qualquer outra que efetivamente esteja sendo praticada pela construtora) KMM = quilometragem média percorrida por mês.

atualmente corresponde a taxa denominada IPVA (cada Estado determina o valor a ser pago) mais o SEGURO OBRIGATÓRIO ANUAL dividido por 12 meses multiplicado pela quilometragem média percorrida por mês.000 ÓLEO DO CÁRTER Corresponde a aplicação da fórmula apresentada a seguir.TABELA DE CONSUMO POR LITRO VEÍCULO GOL 1000 gasolina SAVEIRO gasolina Pick-up gasolina Caminhão 2 eixos Caminhão 3 eixos Cavalo Mecânico km/l 11 9 8 5 3.2 / 60.5 / 30.000 7 / 7.5 TABELA DE CAPACIDADE DE CÂMBIO VEÍCULO GOL 1000 gasolina SAVEIRO gasolina Pick-up gasolina Caminhão 2 eixos Caminhão 3 eixos Cavalo Mecânico litros / vida útil 0/0 0/0 4. OD = (capacidade tanque x preço de 1 litro de óleo) ÷ (vida útil por troca) 94 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.000 16.0 / 10.000 21.0 / 60.000 8.000 34. podendo-se adotar a tabela apresentada adiante.000 LICENCIAMENTO E SEGURO OBRIGATÓRIO É obtido pelo resultado do valor efetivo do licenciamento anual do veículo.000 3 / 5. função do preço do óleo. Pode-se adotar a tabela de periodicidade de lavagem a seguir.5 2.000 23. LIC = (preço do IPVA + seguro obrigatório) ÷ (KMM x 12) SEGURO TOTAL É obtido pelo resultado da divisão do preço do prêmio do SEGURO TOTAL ANUAL cobrado pelo mercado segurador dividido por 12 meses multiplicado pela quilometragem média percorrida por mês. podendo ser adotada a tabela de capacidade do cárter e vida útil do mesmo apresentada a seguir: OC = (litros cárter x preço de 1 litro de óleo) ÷ (vida útil por troca) TABELA DE CAPACIDADE DE CARTER VEÍCULO GOL 1000 gasolina SAVEIRO gasolina Pick-up gasolina Caminhão 2 eixos Caminhão 3 eixos Cavalo Mecânico litros/vida útil 3 / 5.0 / 60.5 / 10. ST = (preço do prêmio do seguro total) ÷ (KMM x 12) LUBRIFICAÇÃO E LAVAGEM É obtido pelo resultado da divisão do preço de uma lavagem do veículo pela periodicidade da mesma.8 / 10.000 12. Empresas e Profissionais . da capacidade do tanque e da periodicidade de troca. LAV = preço de uma lavagem x quantidade por KMM (ou por mês) Paulo Roberto Vilela Dias 95 ÓLEO DO CÂMBIO E DO DIFERENCIAL Corresponde à aplicação da fórmula a seguir.

cantos.0000036 0. etc. incluindo materiais. • pneus. peças.0000048 0.0000033 0. e consiste da aplicação da seguinte fórmula: AM = (preço do conjunto de amortecedores) ÷ (vida útil) MANUTENÇÃO Sob este título estão relacionados todos os gastos referentes a: • Podendo ser adotada a tabela de vida útil a seguir apresentada: reparos de pequena e grande monta. MAN = Va x k PNEUS Corresponde à aplicação da fórmula.000 4 / 40.TABELA DE PERIODICIDADE DE LAVAGEM VEÍCULO GOL 1000 gasolina SAVEIRO gasolina Pick-up gasolina Caminhão 2 eixos Caminhão 3 eixos Cavalo Mecânico quantidade por KMM 1 1 1 1. parafusos.0000018 TABELA DE CONSUMO DE PNEUS VEÍCULO GOL 1000 gasolina SAVEIRO gasolina Pick-up gasolina Caminhão 2 eixos Caminhão 3 eixos Cavalo Mecânico TROCA DE AMORTECEDORES Corresponde a necessidade dos veículos de efetuarem periodicamente a troca dos amortecedores e peças afins.000 6 / 85.5 1. adotando-se desta forma. o custo em função do valor de aquisição. limpeza. como abaixo: PN = (quantidade de pneus x preço de cada pneu) ÷ (vida útil por jogo de pneus) TABELA DOS COEFICIENTES DE MANUTENÇÃO (K) VEÍCULO GOL 1000 gasolina SAVEIRO gasolina Pick-up gasolina Caminhão 2 eixos Caminhão 3 eixos Cavalo Mecânico quantidade/km rodados 4 / 45. • Pode-se adotar para custo da manutenção o coeficiente apresentado na tabela de coeficientes de manutenção a seguir.000 K 0. regulagem. acessórios de reposição.000 10 / 70. pintura. câmaras de ar.0000025 0.0000055 0.5 1. gastos de oficina e mão de obra.5 reapertos. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 97 96 .000 6 / 80. com respectivos encargos sociais. onde se pode considerar o número de pneus por veículo e a vida média dos pneus. Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. correias e demais peças de desgaste efetivo durante a operação.000 4 / 45.

000 50. podendo ser adotada a mesma tabela empregada para a DEPRECIAÇÃO.TABELA DE VIDA ÚTIL DOS AMORTECEDORES (AM) VEÍCULO GOL 1000 gasolina SAVEIRO gasolina Pick-up gasolina Caminhão 2 eixos Caminhão 3 eixos Cavalo Mecânico vida útil em km 50. MOT = (salário do motorista x encargos sociais) ÷ (KMM) CUSTO POR KM O custo por km corresponde a soma de todas as parcelas anteriormente expostas e pode ser resumida na seguinte expressão: CUSTO POR KM = D + J + C + OC + OD + LIC + ST + LAV + PN + MAN + AM + MOT 7. inclusive automóveis de passeio. ou seja.4 MÉTODO DE CÁLCULO DO CUSTO DO TRANSPORTE POR MÊS O custo de transporte por mês. marca. onde: D = depreciação por mês Va = valor de aquisição do veículo Vr = valor residual. 98 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. DEPRECIAÇÃO POR MÊS A fórmula que aconselhamos é a seguinte: D = (Va .1. porém.4. pode-se adotar o valor de 100. Para maior simplicidade no entendimento do método de cálculo foi confeccionado o formulário correspondente que está apresentado apenso ao final do texto explicativo.000 A metodologia descrita é bastante semelhante à apresentada para o cálculo do custo por km exigindo.000 40. apenas a conversão de unidade de algumas características adotadas. tipo e eventualmente alguma outra característica adicional que sirva para identificar melhor o veículo. este custo está incluído em item próprio adiante determinado Vu = vida útil do veículo.Vp) ÷ (Vu).000 km ou 5 (cinco) anos A fórmula anterior pode ser reduzida à seguinte: D = (0. adotar 40% de Va Vp = valor dos pneus.60 x Va . da mesma forma que para o custo por km. é normalmente aplicado para veículos de transporte de carga de qualquer porte e passageiros. não são adotados nos casos das máquinas pesadas. Instruções para preenchimento do formulário de cálculo do custo por mês DESCRIÇÃO Trata-se da descrição do veículo a ser adotado.Vp) ÷ (5 x 12) MOTORISTA Corresponde ao salário do motorista acrescido de encargos sociais dividido pela quilometragem média mensal. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 99 . CÓDIGO Será adotada qualquer codificação existente na empresa ou aquela que atenda ao órgão público origem do orçamento. 7.Vr .

JUROS DE CAPITAL J = (Va x i) ÷ 12. C = [(preço de um litro de combustível) ÷ (consumo por litro)] x KMM ÓLEO DO CÁRTER Corresponde a aplicação da fórmula adiante apresentada. onde: J = Juros Va = valor de aquisição do veículo i = taxa anual de juros. podendo ser adotadas as tabelas sugeridas para o custo por km. OD = (capacidade do tanque x preço do óleo x KMM) ÷ (vida útil por troca) 100 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. podendo-se considerar o número de pneus por veículo e a vida média dos pneus e de quilometragem média mensal as apresentadas nas tabelas do cálculo do custo por km. ST = preço do seguro total ÷ 12 LUBRIFICAÇÃO E LAVAGEM É obtido pelo produto do preço de uma lavagem do veículo pela periodicidade da mesma em função da quilometragem média percorrida por mês. Empresas e Profissionais LICENCIAMENTO E SEGURO OBRIGATÓRIO É obtido pelo resultado do valor efetivo do licenciamento. Pode-se adotar a tabela de periodicidade de lavagem apresentada para o caso do custo por km. pode-se adotar 12% ou qualquer outra selecionada pela empresa 12 = número de mêses por ano COMBUSTÍVEL É o resultado da divisão do preço de um litro de combustível pelo consumo de combustível multiplicado pela quilometragem média percorrida por mês. OC = (litros do cárter x preço de 1 litro de óleo x KMM) ÷ (vida útil por troca) ÓLEO DO CÂMBIO E DO DIFERENCIAL Corresponde a aplicação da fórmula a seguir. podendo ser adotadas as mesmas tabelas apresentadas para estes itens nas instruções do cálculo por km. atualmente corresponde a taxa denominada IPVA mais o SEGURO OBRIGATÓRIO dividido por 12 meses. aplicando-se a fórmula a seguir : LAV = preço de uma lavagem x quantidade por KMM PNEUS Corresponde a aplicação da fórmula a seguir. função do preço do óleo da capacidade do tanque e da periodicidade de troca. podendo ser adotadas as tabelas de capacidade de cárter e de quilômetros rodados (KMM) apresentadas para o cálculo do custo por km. LIC = (preço do IPVA + seguro obrigatório) ÷ 12 SEGURO TOTAL É obtido pelo resultado da divisão do preço do SEGURO TOTAL cobrado pelo mercado segurador dividido por 12 meses. PN = [(quantidade de pneus x preço de cada pneu) ÷ (vida útil)] x KMM Paulo Roberto Vilela Dias 101 .

encontra-se o custo de MANUTENÇÃO. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 103 .Vp) ÷ (Vu). MAN = Va x k x KMM TROCA DE AMORTECEDORES Corresponde a necessidade dos veículos de efetuarem periodicamente a troca dos amortecedores e peças afins. 102 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. consideramos as variáveis divididas conforme abaixo descritas: a) variável é função da distância de transporte óleo lubrificante (OC) = (litros do cárter x preço de 1 litro de óleo) ÷ (vida útil por troca). o custo por mês representa a soma das seguintes parcelas: 7.5. pneus (PN) = (quantidade de pneus x preço de cada pneu) ÷ (vida útil).MANUTENÇÃO Adotando-se a mesma sistemática apresentada para o custo por km e multiplicando-se pela quilometragem média rodada mensal. b) CUSTO POR MÊS = D + J + C + OC + OD + LIC + ST + LAV + PN + MAN + AM + MOT variável é independente da distância de transporte depreciação (D) = D = (Va . devendo ser adotada a mesma tabela de mão de obra empregada para pessoal da empresa. e consiste da aplicação da seguinte fórmula: AM = [(preço do conjunto de amortecedores) ÷ (vida útil)] x KMM Podendo ser adotadas as mesmas tabelas de vida útil e quilometragem média mensal apresentadas para o custo por km. FÓRMULA DE CÁLCULO DO CUSTO DO TRANSPORTE POR QUILÔMETRO RODADO OU POR MÊS Podemos dividir as variáveis que constituem o custo do transporte. MOTORISTA Uma vez que estamos calculando o custo mensal. por km ou por mês. MOT = salário do motorista x encargos sociais CUSTO POR MÊS Assim sendo. corresponde ao salário do motorista acrescido de encargos sociais. óleo de câmbio (OD) = (capacidade do tanque x preço do óleo) ÷ (vida útil por troca). anteriormente citadas. isto é: • • a variável é função da distância de transporte e a variável é independente da distância de transporte Assim. combustível (C) = (preço de um litro de combustível) ÷ (consumo por litro) e manutenção (MAN) = Va x k.Vr . em dois grupos distintos. amortecedores (AM) = (preço do conjunto de amortecedores) ÷ (vida útil). conforme a tabela de DEPRECIAÇÃO.

000 5 5 5 5 5 5 92.26 13.97 17.220x + R$ 1. onde: x = distância de transporte 104 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.26 3.88 1.000.000.61 7. onde: ANEXO 1 Custo Horário de Utilização de Equipamentos (Veículos de Passeio e de Carga) Produtivo 31.77 x .35 23.35 4.000 custo do transporte parcela do custo de transporte função da distância de transporte distância de transporte parcela do custo de transporte independente da distância de transporte 0.200.35 4.35 4.57 1.000 111.19 VEÍCULOS DE PASSEIO E DE CARGA 16.00 3.77 y = 0.99 20.64 49. podemos admitir a seguinte fórmula para cálculo do transporte por km ou por mês: Por mês: Por km: y A x B = = = = y = Ax + B y = A + (B ÷ x) .0 125 145 145 55 80 53 PICK UP SAVEIRO GOL 1000 Custo por mês: Custo por km: y = 0. teremos as variáveis A e B com as seguintes fórmulas: 2.37 11.90 4.126.62 2.00 23.6 com ar No quadro ANEXO 6 apresentamos o exemplo do cálculo do custo através da fórmula.62 12.35 4.32 105 .80 2.35 CUSTO HORÁRIO DE UTILIZAÇÃO DE EQUIPAMENTOS jan-02 Improdutivo 20.50 7.00 2.00 35.126.40 3.09 6.29 25.97 6.000 2.35 4.000 2.60 0.200.80 0.74 2.02 43.000 126. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias CÓDIGO OBRA Corsa 1.O.37 50.41 DATA : M.86 0.45 CUSTO HORÁRIO 45.800.52 16.46 4.23 32.88 20.50 16. lavagem (LAV) = preço de uma lavagem x quantidade por KMM.00 2.800.35 40.00 22. onde temos: Caminhão carroceria fixa 10T B = D + J + LIC + LAV + ST + MOT Caminhão basculante 12m³ MOTOCICLETA 125 HP DESCRIÇÃO PICK UP diesel GOL 1. 4.13 41.000.25 35. Desta forma.00 2.00 Vida Útil Horas (em por ano anos) 2.35 7.000 2.11 4.6 com ar KOMBI 95 A = OC + OD + PN + AM + C + MAN Potência (HP) 6 5 Assim.000.25 Valor de Deprecia Manuten ção e Aquisição ção Juros (R$) 12.juros (J) = J = (Va x i) ÷ 12. seguro total (ST) = preço do seguro total ÷ 12 e motorista (MOT) = salário do motorista x encargos sociais.000 5 92 54.500.000 2.00 19.220 + R$ 1.06 2.97 1.32 25.67 4.28 4. licenciamento (LIC) = (preço do IPVA + seguro obrigatório) ÷ 12.35 OPERAÇÃO Material 24.96 7.85 8.

00 20.90 0.49 0.000 DADOS BÁSICOS PREÇO ( R$ ) 16.200.00 0.180 0.VP * K ) * KMM MOT = SALÁRIO * LEIS SOCIAIS D = ( 0.000 CÁLCULO DO CUSTO POR KM DE VEÍCULOS Veículo : GOL 1000 i DATA : jan/02 DATA : DO VEÍCULO jan/02 DADOS ELEMENTARES DO VEÍCULO DADOS BÁSICOS QUANTIDADE VIDA ÚTIL 3.OBRIG.50 0.00 QUANTIDADE VIDA ÚTIL 3.ANEXO 2 Cálculo do Custo por Mês de Veículos (GOL 1000 i) ANEXO 3 Cálculo do Custo por Km de Veículos (GOL 1000 i) CÁLCULO DO CUSTO POR MÊS DE VEÍCULOS Veículo : GOL 1000 i DADOS ELEMENTARES PREÇO ( R$ ) 16.00 40.00 450.80 5.013 0.PEÇAS E MANUTENÇÃO MOTORISTA DO CUSTO POR MÊS 155.00 490.08 925.000 50.200. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 107 .007 0.VP * i ) / 12 * KMM L = ( IPVA + SEG.000.PEÇAS E MANUTENÇÃO MOTORISTA CUSTO POR MÊS SEM MOTORISTA COM MOTORISTA 1.009 0.56 CUSTO POR KM SEM MOTORISTA COM MOTORISTA 0.VP ) / 12 * 5 J = ( VA .075 0.212.60 * VA .033 0.287.00 226. ) / (12*KMM) ST = SEGURO ANUAL / (12*KMM) OD = Preço Combustível / consumo OL = ( Preço óleo*Quantidade ) / Vida Útil OC = ( Preço óleo*Quantidade ) / Vida Útil LL = ( Preço Lavagem * Quantidade ) / KMM P = ( Preço Pneu*Quantidade ) / Vida Útil AM = Preço Jogo Amortecedores / Vida Útil M = VA * K MOT = ( SALÁRIO * LEIS SOCIAIS ) / KMM ÓLEO LUBRIFICANTE ÓLEO DO CÂMBIO LAVAGEM E LUBRIFICAÇÃO PNEUS AMORTECEDORES OFICINA.0000048 85% CÁLCULO DEPRECIAÇÃO JUROS LICENCIAMENTO SEGURO TOTAL COMBUSTÍVEL ÓLEO LUBRIFICANTE ÓLEO DO CÂMBIO LAVAGEM E LUBRIFICAÇÃO PNEUS AMORTECEDORES OFICINA.000 Quilometragem Média Mensal Valor de aquisição ( VA ) Taxa de Juros ( i ) % IPVA e Seguro Obrigatório Lavagem e Lubrificação Pneus Combustível Óleo Lubrificante Óleo do Câmbio Seguro Total Anual Jogo de Amortecedores Coeficiente de Manutenção Motorista Quilometragem Média Mensal Valor de aquisição ( VA ) Taxa de Juros ( i ) % IPVA e Seguro Obrigatório Lavagem e Lubrificação Pneus Combustível Óleo Lubrificante Óleo do Câmbio Seguro Total Anual Jogo de Amortecedores Coeficiente de Manutenção Motorista 500.91 9.00 12 1 5 10 3 0 5.OBRIG.00 450.00 40.00 1.021 0.0000048 500.00 61.00 1. ) / Vida Útil ) * KMM OC = ((Preço óleo*Quant.052 0.00 60.003 0.00 1.308 D = ( 0. ) / 12 ST = SEGURO ANUAL / 12 OD =( Preço Combustível / consumo ) * KMM OL = ((Preço óleo*Quant.80 106 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.80 5.00 1.VP * i ) / 12 L = ( IPVA + SEG.000 0 45.00 27.000 0.000 J = ( VA .093 0.00 157.56 2.00 12 740.00 60.) / Vida Útil ) * KMM AM =(Preço Amortecedores / Vida Útil ) * KMM M = ( VA .00 740.000.00 40.000 1 5 11 3 0 5.50 0.00 85% 50.000 0 45.) / Vida Útil ) * KMM LL = Preço Lavagem * Quantidade P = ((Preço Pneu*Quant.000 0.60 * VA .00 DEPRECIAÇÃO JUROS LICENCIAMENTO SEGURO TOTAL COMBUSTÍVEL CÁLCULO DO CUSTO POR KM 0.67 100.VP ) / 100.

VP ) x i ) / 12 L = ( IPVA + SEG.97 + R$50.13 298.OBRIG.500 0 35.796.00 642.97 ( PREÇO DO VEÍCULO / h x n ) x K h = n = K = 2000 5 0.86 11.75 x VA .43 28.) / Vida Útil ) x KMM 0. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 109 .80 5.6 com ar condicionado DADOS ELEMENTARES PREÇO ( R$ ) 25.00 MAT = R$1.32 R$4.200.33 100.90 SALÁRIO x ENCARGOS SOCIAIS ( Tabela 3 ) LL = Preço Lavagem x Quantidade P = ((Preço Pneu x Quant.50 249.) / Vida Útil ) x KMM AM =(Preço Amortecedores / Vida Útil ) x KMM MO = R$4.01319 x 0.500 Quilometragem Média Mensal Valor de aquisição ( VA ) Taxa de Juros ( i ) % IPVA e Seguro Obrigatório Lavagem e Lubrificação Pneus Combustível Óleo Lubrificante Óleo do Câmbio Seguro Total Anual Jogo de Amortecedores Coeficiente de Manutenção Motorista dj x PREÇO DO VEÍCULO / 100 dj = 0.35 R$1.ANEXO 4 Cálculo do Custo por Mês de Veículos (GOL 1. ) / 12 ST = SEGURO ANUAL / 12 OD =( Preço Combustível / consumo ) x KMM OL = ((Preço óleo x Quant.500.34 R$2.80 D = ( 0.13 0.0000048 500 85% 40.6 PREÇO DO VEÍCULO : CHUE ( PRODUTIVO ) CHUE ( IMPRODUTIVO ) DJ = = = CÁLCULO DO CUSTO POR MÊS DE VEÍCULOS Veículo : GOL 1.13 + R$41.5 MAN = MAT = R$1.200.00 12 1.500.00 1.00 21.00 DJ + MAN + MAT + MO DJ + MAN + MAT + MO DADOS BÁSICOS QUANTIDADE VIDA ÚTIL 2.5 MAN = ( R$22.35 CUSTO HORÁRIO ( PRODUTIVO ) = CUSTO HORÁRIO ( PRODUTIVO ) = CUSTO HORÁRIO ( IMPRODUTIVO ) = CUSTO HORÁRIO ( IMPRODUTIVO ) = M = ( ( VA .00 450.83 CUSTO POR MÊS COM MOTORISTA 108 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.500.VP ) / 48 J = ( ( VA .00 92.00 40.00 DJ = MAN = R$2.6) CÁLCULO DO CUSTO HORÁRIO DE UM CORSA 1.000 1 5 7 3 0 3.000 DJ = DATA : DO VEÍCULO jan/02 R$22.97 + R$7.VP ) x K ) x KMM MOT = SALÁRIO x LEIS SOCIAIS SEM MOTORISTA 1.80 925.245 x 95 x 1.00 40.00 / ( 2000 x 5)) x 0.00 60.245 x HP x PREÇO 1 LITRO GASOLINA HP = 95 PREÇO DO LITRO DE GASOLINA = CÁLCULO DEPRECIAÇÃO JUROS LICENCIAMENTO SEGURO TOTAL COMBUSTÍVEL ÓLEO LUBRIFICANTE ÓLEO DO CÂMBIO LAVAGEM E LUBRIFICAÇÃO PNEUS AMORTECEDORES OFICINA.83 2.79 0.00 1.90 + R$4.35 R$2.80 MAT = MO = R$41.871.50 0.01319 R$22.PEÇAS E MANUTENÇÃO MOTORISTA DO CUSTO POR MÊS 387. ) / Vida Útil ) x KMM OC = ((Preço óleo x Quant.6 com ar-condicionado) ANEXO 5 Cálculo do Custo Horário (CORSA 1.00 0.108.

0000048 10. O.80 61.00 5 3.220 Custo de Produção – que são formados no desenvolvimento das atividades de produção dos produtos e/ou serviços.000 0.126. benefícios e vale transporte). 111 110 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. PNEUS QUANTIDADE DE PNEUS CAPACIDADE CAPACIDADE TANQUE DE ÓLEO LUBR.77 CÁLCULO DO CUSTO POR KM SUBTOTAL MENSAL ( B ) ÓLEO LUBRIFICANTE ( OL x CAPACIDADE ) / VIDA ÚTIL ÓLEO DE CÂMBIO ( OC x CAP.50 0.00 40.LUBR. e portanto. O.CÂMBIO VIDA ÚTIL ÓLEO CÂMBIO V. CAP.AMORTEC VIDA ÚTIL AMORTECEDORES V.50 100. envolvendo todos os materiais e todas as atividades necessárias ao processamento dos mesmos. VIDA ÚTIL PNEU KM R$ % R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ L / KM UNID L L MÊS KM KM KM KM 8 3.00 0. VIDA ÚTIL ÓLEO LUBRIFICANTE V.U.CÂMBIO ) / VIDA ÚTIL PNEUS ( QUANT.PNEU.67 40. emolumentos e taxas.00 IMPOSTOS NOS SERVIÇOS DE CONSULTORIA CÁLCULO DO CUSTO MENSAL DEPRECIAÇÃO D = ( VA x 0.000.00 0. Os valores encontrados representam médias de mercado e o que não pode é o tema passar desapercebido pelo Engenheiro de Custos em vista de sua importância.00 350. impostos de importação e taxas alfandegárias (não serão considerados neste capítulo por serem específicos de poucas atividades).00 619. O custo de serviços de consultoria é dividido nas seguintes parcelas: • • • • • • • 152.80 152. encargos sociais.00 45.00 50.130 0.U.00 1. x PNEU ) / VIDA ÚTIL AMORTEDORES ( PREÇO DO JOGO / VIDA ÚTIL ) COMBUSTÍVEL ( C / CONSUMO ) MANUTENÇÃO M = VA x K 0.U. embalagem. O.00 60.073 mão de obra (salários.000. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias . frete e impostos). seguros e custo financeiro. embalagem.000 15.6 ) / ( 12 x 5 ) JUROS J = ( VA x i ) / 12 LICENCIAMENTO L = ( IPVA ) / 12 LAVAGEM LAV = LAVAGEM x 1. CÂMBIO CAPACIDADE TANQUE DE ÓLEO CÂMBIO MOTORISTA MOTORISTA V.30 4.280.200.00 1. frete e impostos). assim discriminados: • SUBTOTAL POR KM ( A ) 0. impostos.ANEXO 6 Cálculo do Custo por Mês e por Km (GOL 1000) GOL 1000 ENTRADA DE DADOS QULOMETRAGEM MÉDIA MENSAL VA VALOR DE AQUISIÇÃO I TAXA DE JUROS IPVA IPVA E SEGURO OBRIGATÓRIO LAVAGEM LAVAGEM E LUBRIFICAÇÃO PNEU PNEU D COMBUSTÍVEL OL ÓLEO LUBRIFICANTE OC ÓLEO DO CÂMBIO SEGURO SEGURO TOTAL AMORTEC TROCA DE AMORTECEDORES K COEFICIENTE DE MANUTENÇÃO CONSUMO CONSUMO DE COMBUSTÍVEL QUANT.000.0 MOTORISTA ( SALÁRIO X ENCARGOS SOCIAIS ) SEGURO TOTAL ST = ( SEGURO ) / 12 O intuito deste capítulo é demonstrar o elevado custo tributário de serviços de engenharia consultiva.U.00 1.00 12% 740.007 0.00 619. materiais (aquisição. Entretanto. lembramos que tratamos do assunto de forma sucinta.00 0. sua importância para o Engenheiro de Custos.007 0.003 0. equipamentos (aquisição.50 5. Nossa intenção é apresentar em separado o custo de produção e as taxas e impostos.

00 4. microcomputadores e periféricos. face sua aplicação (sobre o preço final do serviço) e sua relevância. sondas.35 12. Contribuição Social sobre o Lucro Líquido . EQUIPAMENTOS e MATERIAIS. o construtor não pode deixar de incluir nos seus custos de serviços e obras os demais custos tributários. • Equipamento – se incluem as ferramentas manuais. (registro de documentos. laboratoristas. especializados ou não. Imposto de Renda Retido na Fonte – IRRF. PIS. • Mão de Obra – incluem-se serviços de profissionais. RATEIO DO CUSTO TOTAL DOS SERVIÇOS DE CONSULTORIA Aceitamos que o custo de serviços de consultoria de engenharia se divide. (correio) e) Consideraremos. (água.65 10. equipamentos de topografia e laboratório.CSLL e outros. utensílios e máquinas estáticas ou móveis empregadas no serviço. por ser de maior relevância. mestre de obra. que trabalham diretamente na execução do serviço (topógrafos. Taxa – tributo exigido pelo uso normal de serviços públicos. cadistas. Imposto – tributo devido ao Estado para o sustento das despesas públicas. esgoto.00 100. Contribuição Provisória sobre a Movimentação Financeira – CPMF. são os seguintes: Materiais – produtos acabados (papel para impressora ou plotter.ICMS. principalmente. Empresas e Profissionais Resta calcular os percentuais de impostos a serem aplicados sobre a MÃO DE OBRA. Imposto de Circulação de Mercadorias e Serviços . COFINS. energia e etc) Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. 6 e 7 deste livro. pessoal técnico e administrativo e etc). 5. • d) Emolumento – Remuneração especial por ato praticado por servidor público. legalização de terreno e imóveis e etc) Tarifa – valor fixado para o transporte de uma unidade de carga a uma certa distância. o item denominado de imposto no âmbito deste estudo.Os insumos de produção considerados. Entre outros. em: DESCRIÇÃO MÃO DE OBRA EQUIPAMENTOS MATERIAIS IMPOSTOS S/ A NOTA FISCAL LUCRO TOTAL % 63. no valor dos mesmos. engenheiros. Como desejamos obter separadamente o custo de produção e dos Paulo Roberto Vilela Dias 113 c) 112 . material de escritório e etc). Entretanto. apenas. • Custos Tributários – são gastos realizados para atender às imposições legais dos seguintes tipos: Tributos – aquilo que se é obrigado a pagar.00 10. 4. a) b) • • • • • • • • • Imposto de Produtos Industrializados – IPI. IMPOSTOS SOBRE O FATURAMENTO (Nota Fiscal) É necessário considerar em separado os Impostos sobre a Nota Fiscal. Imposto sobre Serviços – ISS.00 Estes custos estão tratados adequadamente nos Capítulos 3.

8 26 26 100 0 Impostos 30. Consideramos que a mesma deva ser calculada sobre o preço de venda. IMPOSTOS INCIDENTES SOBRE SERVIÇOS DA ENGENHARIA CONSULTIVA (PROJETOS NA CIDADE DO RIO DE JANEIRO) DESCRIÇÃO Mão de Obra Equipamentos Materiais Impostos sobre a Nota Fiscal Lucro Previsto TOTAL Participação no custo 63 4 10. consideraremos em média.38 1. Assim. portanto varia de estado para estado.2 (Lucro Presumido) 1. No Rio de janeiro e São Paulo corresponde nesta data a 18% para a grande maioria dos materiais envolvidos nos serviços selecionados neste estudo.65% 0. conforme descrito a seguir: IMPOSTOS SOBRE O FATURAMENTO DESCRIÇÃO ISS COFINS PIS CPMF (*) I. não representa nenhum erro para o orçamento final. de acordo com o que fizemos.65 0.23%.23% • Impostos sobre a Circulação de Mercadorias e Serviços – ICMS.04% 2. RENDA CONTRIBUIÇÃO SOCIAL TOTAL % 5 (Valor de Projeto na Cidade do Rio de Janeiro) 3 0. estes são divididos em impostos (pagamentos ao governo) e salário indireto do profissional. a carga tributária será sempre muito próxima do valor encontrado. dentro dos encargos sociais. e deduzimos que os impostos sobre a nota fiscal somam aproximadamente 11. encontramos 47. entretanto.35 12. os seguintes impostos: • CÁLCULO DA CARGA TRIBUTÁRIA SOBRE SERVIÇOS DE ENHENHARIA CONSULTIVA Podemos montar o quadro a seguir que demonstra que a carga tributária em serviços de engenharia consultiva de projetos na Cidade do Rio de Janeiro é de aproximadamente 45.65 10 Percentual de impostos 47. que é de âmbito estadual. IMPOSTOS SOBRE OS EQUIPAMENTOS E MATERIAIS Considerou-se os impostos sobre o valor de aquisição dos equipamentos e sobre os materiais utilizados nestes serviços. que é de origem federal e seu percentual varia de acordo com o produto e Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. IMPOSTOS SOBRE A MÃO DE OBRA Os impostos sobre a mão de obra são conhecidos como encargos sociais. seja qual for a metodologia e o grau de precisão adotado em estudo deste tipo. É importante salientar.49% Imposto sobre Produtos Industrializados – IPI. Portanto.11% 1. conforme planilha anexa. pois.0 (Lucro Presumido) 11.8% de impostos. os seguintes valores: IMPOSTOS SOBRE EQUIPAMENTOS E MATERIAIS DESCRIÇÃO IPI ICMS TOTAL % 8% 18% 26% (*) Pode-se discutir se a CPMF é calculada sobre o custo ou sobre o preço de venda dos serviços.69% 12. sobre a mão de obra.impostos.00% 46. Empresas e Profissionais 114 Paulo Roberto Vilela Dias 115 .34% do preço de venda do serviço.

0 17.8 59.0 0.4 2.0 0. O método adotado considera preliminarmente a elaboração da planilha de quantidades e de serviços.(B . Assim.6 2. FGTS Salário Maternidade Repouso Semanal Remunerad Férias Feriados Aviso Prévio Trabalhado Aviso Prévio Indenizado Auxílio-Enfermidade Licença Paternidade H 13º Salário Depós.4 1.5 1. Empresas e Profissionais .D .1 47.6 6.C) .5 3. exige o conhecimento e a definição de todos os insumos necessários a adequada execução do escopo do trabalho. conclui-se que o melhor método a ser adotado é o do coeficiente multiplicador e de acordo com a fórmula apresentada adiante.8 365 52 4 5 30 12 270 (A .0 8.4 0. ou seja. Preço Unitário de Venda = Custo Unitário Direto x Paulo Roberto Vilela Dias K 117 116 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. equipamentos e serviços. junto às empresas prestadoras de serviços e à própria experiência na elaboração de propostas de preços. Portanto. Resc. a fase mais delicada do fluxograma do método de cálculo do preço de venda de serviços de engenharia e arquitetura é exatamente a de se definir os itens de custo que compõem o serviço.F) 20.0 11.3 28.5 Incidente sobre a Hora Normal GRUPO A GRUPO B GRUPO C 9 FÓRMULA DE CÁLCULO DO PREÇO DE VENDA DE SERVIÇOS DE ENGENHARIA E ARQUITETURA São muitas as maneiras e as fórmulas de cálculo do preço de venda de serviços de engenharia e arquitetura. entretanto. exigindo bastante experiência do profissional de custos.2 0.0 1.IMPOSTOS INCIDENTES SOBRE A MÃO DE OBRA CÓDIGO DESCRIÇÃO Dados Básicos Para Cálculo dos Dias Efetivamente Trabalhados (para salário/hora): A B C D E F G Dias Por Ano Domingos Domingos de Férias Dias de Enfermidade Férias Feriados Resultado IAPAS SESI / SESC SENAI / SESC INCRA SEBRAE Salário Educação Seguro Contra AcidentesTrab. Sem Justa Causa IAPAS sobre o 13º salário FGTS sobre 13ºSalário SUB-TOTAIS DOS GRUPOS IMPOSTOS Incidência Cumulativa do Grupo A sobre o Grupo B TOTAL CALCULADO 37. por profissionais autônomos em trabalhos individuais ou mesmo quando estes agregam outros trabalhadores em seu serviço.9 1. após árdua pesquisa em bibliografias existentes sobre o assunto. Para se determinar o preço unitário de venda deve-se multiplicar o custo unitário direto pelo fator multiplicador “K”.9 0.9 1. Estes são considerados os custos diretos que necessariamente estão apresentados na planilha de quantidades da proposta de preço e podem ser divididos em pessoal.9 17. O método ora apresentado pode ser adotado tanto para o cálculo do preço de venda de serviços pelas empresas. como também.8 1.8 14.1 4.8 4. materiais.E . bem como.

118 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. Entretanto. poderemos adotar vários coeficientes multiplicadores por proposta de preços. conforme contrato. telecomunicações. qualquer outro custo indireto existente para a perfeita execução do contrato. instalações e mobiliário. estes itens de custo não podem estar integrando a planilha de quantidades da proposta. taxas. • • No Capítulo 1 estão apresentados o roteiro de cálculo e o fluxograma do cálculo do preço de venda de serviços de engenharia e arquitetura. equipamentos e programas de informática e etc. viagens e diárias. pode ser adotada a seguinte fórmula: EF = [ ( 1 + t / 100 ) n ÷ onde: 30 . equipamentos e veículos fixos. ou ainda. ainda. só existirá para o caso de multiplicador sobre salários. corresponde a inclusão dos custos com pagamentos dos seguintes impostos: Paulo Roberto Vilela Dias 119 . pequenas despesas. financeiro e de apoio da sede. De um modo geral poderemos ter os seguintes tipos de multiplicadores “K”: aplicável sobre a mão de obra. • • outros. EC é o percentual que representa a incidência de encargos complementares sobre a massa salarial. materiais diversos. emolumentos e seguros. comunicações. telefonia e etc). sempre que não remunerado diretamente pelo contrato). material de segurança (EPI). seguro saúde. Estão incluídas despesas do tipo: uniformes. AC é o percentual que representa a relação entre o custo da sede e o custo total da empresa. energia. ES é o percentual que representa a incidência de encargos sociais a serem aplicados exclusivamente sobre as despesas referentes à salários de profissionais regidos pela CLT – Consolidação das Leis do Trabalho. materiais de consumo e tudo aquilo que se necessite adotar para executar bem o contrato. como encargos complementares. emissão de relatórios. aplicável sobre custos reembolsáveis. encargos sociais. a parcela referente a ES. comercial. gastos com comercialização e aprimoramento técnico e utilidades (água. Ressalvamos que. mobiliário.1 ] x 100 K é o multiplicador correspondente aos custos indiretos a ser aplicado sobre as despesas diretas. vale transporte. pela alteração dos custos indiretos incidentes a considerar sobre os custos diretos.1 FÓRMULA DE CÁLCULO (K) A fórmula de cálculo do preço de venda de serviços profissionais de engenharia e arquitetura para a metodologia que sugerimos é a apresentada a seguir: K = [ ( 1 + ES ) ( 1 + EC + AC + EF ) ] ÷ [ ( 1 – ( I + L ) ] onde: conforme definido no Capítulo 3. setor administrativo. Empresas e Profissionais t é a taxa de juros de mercado ou de correção monetária. 9. EF é o percentual que representa a correção da moeda entre as datas de desembolso e encaixe de recebimentos específicos de cada contrato. Pode-se considerar. ou seja. aluguéis e manutenção destes. n é o número de dias decorrido entre o centro de gravidade dos desembolsos e a efetivação do recebimento contratual I é o percentual que representa os impostos sobre o faturamento bruto do contrato. vale refeição. outrossim.Enquanto que a incidência dos custos indiretos se fará pela determinação de um coeficiente multiplicador que se denominará de “K”. serve para remunerar as despesas com a administração central (pessoal da diretoria. aplicável sobre despesas gerais ( qualquer despesa a ser efetuada que não exija o pagamento de encargos sociais). sempre em função do tipo de custo direto envolvido. Podemos ter vários multiplicadores “K”. em porcentagem ao mês.

quando a parcela relativa ao lucro estiver no numerador da fração. que corresponde nesta data a 9% sobre o lucro líquido. o valor mostrado para o lucro representará efetivamente o lucro líquido do contrato. Aconselhamos que o orçamentista consulte a área contábil da empresa a fim de adotar adequadamente os valores dos impostos L é o LUCRO ESTIMADO sobre o faturamento bruto do contrato. ou seja.ISS. que corresponde a 15% sobre o lucro real apurado inferior a R$ 20. que é um imposto municipal e em função da atividade profissional exercida. entretanto. • • CONTRIBUIÇÃO SOBRE O LUCRO LÍQUIDO. em contratos de pequeno valor é essencial que se considere. deve ser definido pela empresa em cada caso. principalmente.00 por mês. PIS. que corresponde ao pagamento de 4. imposto federal. não pode mais haver dedução deste imposto sobre o COFINS. que apresenta quatro alternativas de pagamento. No caso dos insumos. corresponde nesta data a 0. o valor observado não será o real. os valores de “K” só serão identificados após o cálculo da fórmula com a adoção dos dados conhecidos em cada proposta de preços. sua inclusão é discutível. que corresponde nesta data a 0.718/98. tornando-a assim: K = [ ( 1 + EC + AC + EF ) ] ÷ [ ( 1 – ( I + L ) ] A fórmula apresentada pode ser adotada da seguinte maneira: K = [ ( 1 + EC + EF ) ] ÷ [ ( 1 – ( I + L + AC ) ] Desta maneira estaremos definind-o que o percentual referente à administração central adotado está sendo aplicado sobre o preço de venda. Paulo Roberto Vilela Dias 121 . IMPOSTOS SOBRE SERVIÇO. Isto é. deve-se levar em conta o fato de sua aplicação ter sido realizada sobre o custo dos serviços. Ressaltamos que. deverá ser considerado no denominador da fração que determina a fórmula de cálculo do preço de venda do serviço. pois. bem como. COFINS. imposto federal. CPMF. em função do regime tributário escolhido pela empresa consultora.858-10 datada de 26/10/ 99. que é o valor definido na fórmula de cálculo do preço de venda. se temos o LUCRO no numerador estamos definindoo sobre o custo e. ou seja: simples lucro presumido ou lucro arbitrado. conforme a Lei Nº 9. Desta forma.38%. IMPOSTO DE RENDA. O que exceder a este valor haverá uma tributação de 25%. excetuando-se pessoal. De acordo com a MEDIDA PROVISÓRIA Nº 1. o valor indicado na realidade não representa o valor que realmente será obtido ao final do contrato. Caso contrário. 120 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. devemos suprimir da fórmula apresentada o termo referente aos encargos sociais. portanto. ainda.65%. deverão ser descontados o imposto de renda e os demais impostos incidentes sobre o contrato. Insistimos que o LUCRO é estimado sobre o faturamento bruto do contrato.000. Empresas e Profissionais Não aceitamos que se considere o LUCRO no numerador da fração. a priori. Portanto. da maneira como apresentamos anteriormente. A mesma sistemática pode ser aplicada à fórmula original a ser calculada para mão de obra. segundo a metodologia exposta nesta publicação. uma vez que entendemos ser correto que este deve ser calculado sobre o faturamento.8% sobre o faturamento bruto ou • lucro real. impostos federal e cujo valor nesta data é de 3%. imposto federal. não se podem definir valores fixos ou médios para os coeficientes multiplicadores.

Empreitada global.6%. para quem optar pelo Lucro Presumido ou Arbitrado.Pessoa Jurídica: O Imposto de Renda e a Contribuição Social podem ser aplicados sobre a nota fiscal das obras (lucro presumido ou arbitrado) ou sobre o balanço mensal da empresa (lucro real) de acordo com o regime tributário escolhido pela construtora. Venda de mercadorias e produtos. As pessoas jurídicas com fins lucrativos estão sujeitas ao pagamento do Imposto de Renda por um dos seguintes regimes: 122 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. COFINS: Imposto federal. Atividades imobiliárias. e equivale a 9% sobre o lucro líquido. quando tributado sobre o lucro presumido (letra D = 32%).9. função do regime tributário escolhido pela empresa. o pagamento é devido no início do mês subsequente ao da emissão da nota fiscal. C) 16%. empresas de engenharia de construção que optem por esta modalidade de tributação pagarão 1. IR . são os seguintes: A) 8%. B) 1. F) 8%. conforme demonstrado a seguir. o valor do ISS. prerrogativa para que empresas de engenharia se enquadrem nesta forma de tributação.2% Para empresas de engenharia consultiva o IR é igual a 4. Empresas e Profissionais Lucro Real • Lucro Presumido • Lucro Arbitrado • Simples • Simples Existe. E) 8%. Por exemplo. são: ISS .2 EXEMPLO DE CÁLCULO DA INCIDÊNCIA DE IMPOSTOS SOBRE O FATURAMENTO. devido sobre a receita operacional (faturamento + demais receitas operacionais (financeira e etc)) e equivale a 3% sobre o faturamento. temos: IR: 8% x 15% = 1. Os impostos a serem incluídos sobre o faturamento. ESTUDO DE UM CASO É muito importante que os engenheiros de custo ao elaborarem suas propostas de preços de serviços de engenharia e arquitetura considerem a incidência de tributos explicitamente. o pagamento é devido sempre no início do mês seguinte ao fato gerador. CSLL . PIS: Imposto federal devido sobre a receita operacional (faturamento + demais receitas operacionais (financeira e etc)) e equivale a 0.Imposto de Renda . Paulo Roberto Vilela Dias 123 . Lei 9. Revenda para consumo. D) 32%. neste momento.8%. G) 32%. Lucro Presumido ou Arbitrado Os percentuais fixados no artigo 15 da Lei 9249/95.2% de IR sobre o valor da nota fiscal.718.Imposto sobre Serviço: É de origem municipal e para gerenciamento de empreendimentos na Cidade do Rio de Janeiro equivale a 5% sobre o faturamento. Deve-se identificar no município sede da empresa ou no de realização dos serviços.Contribuição Social Sobre o Lucro Líquido: Imposto federal. conforme o caso. álcool etílico carburante e gás natural. o pagamento é devido sempre no início do mês seguinte ao fato gerador. de combustíveis derivados de petróleo.65% sobre o faturamento. Prestação de serviços de transporte. da seguinte maneira: Considerando-se o percentual como igual a 8% (letra F. Prestação de demais serviços. Algumas entidades de classe de construtoras têm obtido mandados de segurança garantindo esta modalidade de regime tributário aos seus associados. acima) e sendo a alíquota do IR de 15%. Administração de obras. exceto o de carga que é de 8%. o pagamento é devido trimestralmente.

38%....00 ....00 Total Alíquota da CSL Valor da CSL a pagar 124 Tributados pelo Lucro Real é de 9% sobre o lucro.. R$ 1...90 1.. uma vez que o cálculo do IR deve ser por mês....800.... .. isto é..00 O pagamento da CSLL é trimestral. R$ 1.......00 3. R$ 90......00 Receita Financeira .......00 100% sobre R$ 500..... seguindo os semestres civis...........00 por mês... Desta maneira. corresponderá efetivamente ao lucro real...000. O pagamento do IR é trimestral.38 11....... R$ 620.Contribuição Provisória Sobre a Movimentação Financeira: Imposto sobre a emissão de cheques bancários...65 0.00 9% R$ 55...00 por mês..000.... tem sua extinção prevista para 16/06/2002.......000.... 25% ...... para o lucro excedente à R$ 20....... Alíquota A alíquota é de 9% para o ano 2000........ seguindo os semestres civis......... a forma correta de se calcular a incidência de impostos nos custos das obras é a seguinte: DESCRIÇÃO ISS COFINS PIS CSLL (1) ( 10% x 9% ) IR (1) ( 10% x 15% ) CPMF TOTAL % 5.......... Exemplo de Cálculo: Lucro do exercício ....000..000..00 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.000.......000.......00 Base de Cálculo: 12% sobre R$ 1...... da mesma forma que o IR..000...............00 0...000..........000........ Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 125 .... a conversão para mensal é nossa......000.. no caso 10%....00 Alíquota da CSLL . 15% ..00 ..... 9% Valor da CSLL a pagar . R$ 500.43% (1) Cálculo da percentagem considerando-se o lucro igual a 10% OBS: A vantagem de se adotar o cálculo dos impostos conforme exposto anteriormente é que o lucro previsto......50 0......... assim temos: Receita Bruta das obras por empreitada ....... Obs: A Lei define apenas o lucro anual R$ 240.... fez-se provisão para pagamento do IR e da CSLL.......Lucro Real Como o próprio título define a tributação incidirá para lucro efetivo da empresa (ajustado pelas adições e exclusões permitidas e leis)..000....00... CPMF ..000..... e corresponde a 0... a Contribuição Social sobre o Lucro Líquido não pode mais ser deduzida do COFINS................000.....000. R$ 500... CONTRIBUIÇÃO SOCIAL SOBRE O LUCRO A base de cálculo da Contribuição Social sobre o lucro das pessoas jurídicas com fins lucrativos é: Tributados pelo Lucro Presumido ou Arbitrado é de 12% sobre a Receita Bruta e de 100% sobre as demais receitas Operacionais (Financeiras e etc)...... de acordo com a MP 1858-10 de 26/10/99......... R$ 120................... para lucro da empresa até R$ 20.. Alíquota ......

administração central = 10% . sendo que todas as despesas decorrentes do contrato correrão por conta do licitante.encargos sociais = 87% . por preço global.10 EXEMPLOS PRÁTICOS EXERCÍCIO Nº 1: Seja calcular o orçamento de um projeto básico. O regime tributário da empresa é o de lucro presumido. lucro presumido para projetos = 1.encargos financeiros = 1% .lucro = 4% = 0.impostos: ISS PIS IR CSLL .65% = 4.08% = 10% COFINS = 3% Paulo Roberto Vilela Dias 127 . Considerar os seguintes dados: .8%.

00% Veículo de passeio Microcomputador e impressora Teodolito.00 1.00 1.71 Paulo Roberto Vilela Dias 129 .0776 0.00% = 1.10) = 2.25 0.08% = 13.00 1.7168 K mo = 2.53% ISS COFINS Quantidade 1 2 1 15 25 200 36 3 Meses 6 6 2 6 6 6 6 6 Custo Unitário Total = 4.00% = 3.87) (1 + 0.00 2.1) Ensaios Tecnológicos Descrição Ensaios tecnológicos TOTAL GERAL DO ORÇAMENTO 128 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.00 1. Empresas e Profissionais K mo Quantidade 1 Meses 3 Custo Unitário Total = 2. trena e etc Plotagens Cópias A1 Cópias xerox A4 Fotos Encadernações TOTAL DE CUSTO DAS DESPESAS GERAIS K mo = (1 + 0.10 + 0.2335 = 2.00 Meses 6 6 6 6 2 2 6 6 6 6 Custo Unitário Total 2) FÓRMULAS DE CÁLCULO DO K 2.1335 + 0.00% = 0.00% = 10.7665 b.00 1.00 1.01) 1 – (0.80% = 1.0776 1 – 0.53% b) Despesas Gerais Descrição PIS IR CSLL Total L = 10.00% = 13.50 1.65% = 4.1) PLANILHA DE QUANTIDADES a) Mão-de-Obra Descrição Coordenador de contrato Engº médio Engº junior Técnico médio Topógrafo Auxiliar de topografia Cadista Operador de micro Secretária Mensageiro TOTAL DE CUSTO DE MÃO-DE-OBRA Quantidade 0.1) K sobre a mão-de-obra: K mo = (1 + ES) (1 + EC + AC + EF) 1 – (I + L) Exemplo do cálculo do K: ES AC EF I = 87.

00 3. ou seja.794.00 22.00 1.000.00 Operador de micro 1.50 4.00 a) Mão-de-Obra Descrição Quantidade Meses 6 6 6 6 2 2 6 6 6 6 Custo Unitário Total 16.00 Mensageiro 1.200.200.455.600.00 19.00 1.00 1.400.00 Operador de micro 1.00 28.00 750.00 Coordenador de contrato 0.00 1.00 52.504.25 Engº médio 0.092.000.500.00 450.626.00 1.00 540.317. qualquer item de custo direto exceto salários.00 0.000.25 Engº médio 0.00 6.00 1.00 4. Exemplo: K mo = (1 + 0.00 1.400.1335 + 0.700.000.219.00 Secretária 1.10 + 0.00 3.200.50 Engº junior 1.20 240.00 K DG = 1.00 3.7665 = 1.00 Mensageiro 1.252.00 948.00 Topógrafo 1.00 300.00 350.710.00 6.00 9.00 3.00 K DG = Veículo de passeio 1 Microcomputador e impressora 2 Teodolito.00 3.00 400.00 75.00 54.817.00 600.00 Técnico médio 1.700. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 131 .00 Secretária 1.1) Ensaios Tecnológicos Descrição Quantidade 1 Meses 3 Custo Unitário Total 400.50 Engº junior 1.00 142.00 677.00 2.00 Cadista 1.800.00 3.260.390.50 3.400.00 600.01) 1 – (0.00 Cadista 1.400.00 Auxiliar de topografia 2.794.00 7.11 0.45 Ensaios tecnológicos TOTAL GERAL DO ORÇAMENTO 3) PLANILHA DE CUSTO 4) PLANILHA DE VENDA a) Mão-de-obra Descrição Quantidade Meses 6 6 6 6 2 2 6 6 6 6 Custo Unitário Total 6.200.00 1.00 24.00 TOTAL DE CUSTO DE MÃO-DE-OBRA Coordenador de contrato 0.00 1.500.500.2) K sobre Despesas Gerais (1 + AC + EF) 1 – (I + L) K DG = Multiplicador de Despesas Gerais.485.00 Técnico médio 1.500.00 22.992.00 16.00 6. trena e etc 1 Plotagens 15 Cópias A1 25 Cópias xerox A4 200 Fotos 36 Encadernações 3 TOTAL DE CUSTO DAS DESPESAS GERAIS b.260.000.50 7.00 8.764.00 250.00 15.252.00 Topógrafo 1.512.44814 b) Despesas Gerais Descrição Quantidade Meses 6 6 2 6 6 6 6 6 Custo Unitário Total 2.00 2.756.065.00 10.00 2.00 Auxiliar de topografia 2.10) = 1.50 108.00 TOTAL DE CUSTO DE MÃO-DE-OBRA 130 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.2.00 0.00 5.00 9.00 9. corresponde ao multiplicador referente aos custos indiretos incidentes sobre as despesas gerais.

00 870.00 6.00 1.50 1.00 1.740.73 156. por preço global.625.00 1. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 133 .00 1.590.35 78.00 435.40 1) PLANILHA DE QUANTIDADES a) Mão-de-Obra Descrição Coordenador de contrato Engº médio Engº junior Técnico médio Topógrafo Auxiliar de topografia Cadista Operador de micro Secretária Mensageiro TOTAL DE CUSTO DE MÃO-DE-OBRA Quantidade 0.25 0.00 1.00 176.00 Meses 6 6 6 6 2 2 6 6 6 6 Custo Unitário Total Veículo de passeio 1 Microcomputador e impressora 2 Teodolito.70 783.00 1.b) Despesas Gerais Descrição Quantidade Meses 6 6 2 6 6 6 6 6 Custo Unitário Total 3. Considerar as mesmas condições do exercício anterior.50 0.960. sendo as despesas de pessoal e gerais por conta do licitante.25 1.00 4. enquanto que as demais serão reembolsadas pelo contratante (ensaios tecnológicos).087.00 7. trena e etc Plotagens Cópias A1 Cópias xerox A4 Fotos Encadernações TOTAL DE CUSTO DAS DESPESAS GERAIS b.40 b) Despesas Gerais Descrição Quantidade 1 2 1 15 25 200 36 3 Meses 6 6 2 6 6 6 6 6 Custo Unitário Total Ensaios tecnológicos TOTAL GERAL DO ORÇAMENTO EXERCÍCIO Nº 2: Seja calcular o orçamento de um projeto básico.00 8. trena e etc 1 Plotagens 15 Cópias A1 25 Cópias xerox A4 200 Fotos 36 Encadernações 3 TOTAL DE CUSTO DAS DESPESAS GERAIS b.30 32.00 0.750.00 21.00 1. Veículo de passeio Microcomputador e impressora Teodolito.1) Ensaios Tecnológicos Descrição Ensaios tecnológicos TOTAL GERAL DO ORÇAMENTO Quantidade 1 Meses 3 Custo Unitário Total 132 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.00 580.1) Ensaios Tecnológicos Descrição Quantidade 1 Meses 3 Custo Unitário Total 580.00 2.29 348.033.

00% AC = 10.53% ISS COFINS PIS IR CSLL TOTAL L = 10. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 135 .08% = 13.22 134 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.0776 1 – 0.01) 1 – (0.00% = 4.00% EF = 1. qualquer item de custo direto exceto salários.65% = 4.1335 + 0.1) K sobre a mão-de-obra: Exemplo do cálculo do K: K mo = (1 + ES) (1 + EC + AC + EF) 1 – (I + L) 2.2335 2.4515 K DG = 1. qualquer item de custo direto exceto salários.10 + 0. corresponde ao multiplicador referente aos custos indiretos incidentes sobre as despesas gerais.00% = 3.3) K sobre Despesas Efetuadas pelo Cliente (1 + AC) (I – L) 2.00% I = 13.1 0. Exemplo: ES = 87.7168 K mo = 2.53% K DC = K DG = (1 + 0.80% = 1.10 + 0.2) K sobre Despesas Gerais: K DG = (1 + AC + EF) 1 – (I + L) K DG = Multiplicador de Despesas Gerais.7665 K DG = 1. corresponde ao multiplicador referente aos custos indiretos incidentes sobre as despesas efetuadas diretamente pelo cliente.10) = = K mo = 2.7665 K DC = Multiplicador de Despesas do Cliente. ou seja.45 2.10) = 1. K mo = (1 + 0.0776 0.11 0.00% = 0.71 K DC = 1.2) FÓRMULAS DE CÁLCULO DO K 2. pagos pelo próprio cliente.87) (1+ 0.9 K mo = (1 + 0.01) 1 – (0. ou seja.222222 K DC = 1.1335 + 0.10) (1 – 0.10) = 1.

00 5.50 6 Engº junior 1.504.260.626.700.00 Topógrafo 1.800.50 4.817.00 1.600.000.00 1.500.317. trena e etc 1 Plotagens 15 Cópias A1 25 Cópias xerox A4 200 Fotos 36 Encadernações 3 TOTAL DE CUSTO DAS DESPESAS GERAIS Paulo Roberto Vilela Dias 136 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.40 Coordenador de contrato 0.1) Ensaios Tecnológicos Descrição Quantidade Meses Custo Unitário 400.00 28.00 580.700.00 6 TOTAL DE CUSTO DE MÃO-DE-OBRA K mo TOTAL DE PREÇO DE VENDA DA MÃO-DE-OBRA Ensaios tecnológicos 1 3 K DC PARCELA DA DESPESA EFETUADA PELO CLIENTE TOTAL GERAL DO ORÇAMENTO 4) PLANILHA DE VENDA a) Mão-de-Obra Descrição Quantidade Meses 6 6 6 6 2 2 6 6 6 6 Custo Unitário Total 16.00 1.00 600.25 Engº médio 0.512.00 TOTAL DE CUSTO DE MÃO-DE-OBRA b) Despesas Gerais Descrição Quantidade Meses 6 6 2 6 6 6 6 6 Custo Unitário Total 3.200.20 240.00 b.00 15.00 3.30 32.400.50 7.00 Secretária 1.00 175.400.00 7.033.087.000.390.00 3.00 Mensageiro 1.960.00 6.500.252.00 9.00 1.00 Total 1.092.00 4.00 9.00 22.00 7.00 250.400.00 350.00 6 Topógrafo 1.70 783.00 2.00 2.764.00 6 Mensageiro 1. trena e etc 1 Plotagens 15 Cópias A1 25 Cópias xerox A4 200 Fotos 36 Encadernações 3 TOTAL DE CUSTO DAS DESPESAS GERAIS K DG TOTAL DE PREÇO DAS DESPESAS GERAIS Coordenador de contrato 0.00 450.00 0.00 21.00 2 Auxiliar de topografia 2.00 1.00 1.00 1.00 3.260.625.200.00 2.500.25 6 Engº médio 0.252.00 750.00 Operador de micro 1.00 600.00 4.00 6 Secretária 1.794.22 264.35 78.00 948.40 Veículo de passeio 1 Microcomputador e impressora 2 Teodolito.50 108.00 Técnico médio 1.750.00 b) Despesas Gerais Descrição Quantidade Meses 6 6 2 6 6 6 6 6 Custo Unitário Total 2.794.00 0.00 6. Empresas e Profissionais .00 3.00 Cadista 1.00 300.00 142.40 137 Veículo de passeio 1 Microcomputador e impressora 2 Teodolito.25 1.00 24.710.00 677.00 0.00 3.00 1.00 3.00 16.00 400.00 6.00 2.00 10.3) PLANILHA DE CUSTO a) Mão-de-Obra Descrição Quantidade Meses Custo Unitário Total 6.500.000.00 540.00 54.000.455.50 Engº junior 1.114.00 6 Técnico médio 1.219.00 Auxiliar de topografia 2.00 6.00 9.00 19.000.71 142.00 1.50 3.00 435.00 8.00 1.200.00 22.065.00 2 Cadista 1.45 32.50 0.400.756.485.73 156.00 870.200.00 52.817.00 8.00 6 Operador de micro 1.29 348.033.

00 Vale refeição unid 18 20 12 3.00 74.00 1.800.00 0.00 0.00 12.784. Considerar que o lucro mensal é inferior a R$ 20.1) Ensaios Tecnológicos Descrição Quantidade 1 Meses 3 Custo Unitário 88.00% Preço total (R$) 9.00 0.00 0.00 134.520.00.114.720.00 1.880.5% = 3% = 3% = 0. devendo estar incluídos no salário mensal todas as despesas diretas.784.400.40 PLANILHA DE QUANTIDADES FORNECIMENTO DE MÃO DE OBRA Categoria profissional Unidade Encarregado de turma Eletricista Bombeiro Pedreiro Ajudante Servente ORÇAMENTO TOTAL mês mês mês mês mês mês Quantidade 12 24 24 36 48 72 Preço por mês (R$) Ensaios tecnológicos TOTAL GERAL DO ORÇAMENTO EXERCÍCIO Nº 3: Seja apresentar a proposta de preço para o fornecimento exclusivo de mão de obra.960.00 Uniforme unid 18 2 2 35.000. indiretas e o lucro da empresa.00 16.00 Total 264.00 ENCARGOS COMPLEMENTARES Descrição Unid Nº profis.8% ( 12% x 15% ) = 1.904.Dias/mês Meses R$ Total sionais ou leis sociais Engº supervisor mês 0.912.00 260.200.600.00 0.00 59.00 270.600. Considerar as seguintes condições: encargos sociais encargos financeiros impostos: ISS COFINS PIS IR CSLL = 80% administração central = 3% = 1.00 80. Apresenta-se a planilha de quantidades a ser fornecida.00 12.65% = 1.00 9.00 PERCENTUAL DE ENCARGOS COMPLEMENTARES 30.080.08% ( 12% x 9% ) Preço total (R$) 0. EPI e ferramentas aos funcionários.00 400.00 EPI unid 18 2 2 15.00 360.00 14.00 18.00 TOTAL DE SALÁRIOS E ENCARGOS 134.00 Total de encargos complementares 41.00 400.00 175.60 6.3 1. deverão estar incluídos no preço de venda o fornecimento de uniformes.00 2.00 Ferramentas manuais vb 18 1 2 50.00 Vale transporte unid 18 20 12 1. Empresas e Profissionais .00 0.00 Seguro de vida vb 18 1 1 15.97% Paulo Roberto Vilela Dias 139 138 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.8 12 2.960. Os serviços a serem realizados são de manutenção predial.00 FORNECIMENTO DE MÃO DE OBRA Categoria profissional Unidade Encarregado de turma mês Eletricista mês Bombeiro mês Pedreiro mês Ajudante mês Servente mês Custo salários Encargos sociais CUSTO SALÁRIOS E ENCARGOS Quantidade 12 24 24 36 48 72 Preço por mês (R$) 800.742.500. O regime tributário da empresa é o de Lucro Real.00 300.600.b.00 9. portanto.

00. conforme Capítulo 6.35 1.00 38. conforme Capítulo 6.05 por hora.00% 3.608.254.K mo = (1 + ES) (1 + EC + AC + EF) 1 – (I + L) EXERCÍCIO Nº 4: Seja calcular o valor da hora técnica de um engenheiro senior para a elaboração de um orçamento de obra.00 1.00 75.00. Adotando-se a hora técnica deste engenheiro igual a R$ 60.00 52.40 301.045.60 (neste caso não consideramos a parcela de encargos sociais) AC = 5. Internet para recepção e envio de dados ao cliente e materiais de consumo próprios destes equipamentos.00 1.50% 9.15 0. impressora.017.80% 1. cujo tempo de trabalho no mesmo será de 50 horas.00 1. • K= = O profissional fornecerá nota fiscal para a realização da prestação de serviços e que seu regime tributário é o Lucro Presumido.00: ES EC AC EF I = = = = = 80.08% 9.0202625 K = 4.53% ISS COFINS PIS IR CSLL Total = = = = = = 3.592.2153 3. serão incluídos os custos referentes a utilização de microcomputador.00% 30. uma vez que resume-se ao trabalho autônomo do profissional.20 1.00 – 0.53% ( 12% x 15 % ) ( 9% x 12 % ) L = 12. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 141 .206.97% 3.00 38.00%. Não será considerada a parcela de lucro.20 57. • admitindo-se o custo com materiais de consumo igual a R$ 50.592.447.592.7847 o microcomputador tendo aluguel igual a R$ 0.80 + 1.216.888.00% 1.20 Preço total (R$) 38. • a impressora tendo aluguel igual a R$ 1. temos que: (EC + AC + EF) 1 – (I + L) K = 4.65% 1.00 1. • o custo de telefone e energia sendo da ordem de R$ 75.91 por hora.00% 1. contador + despesas de legalização (alvará + CREA) EF = 0 140 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.02 PLANILHA DE VENDA FORNECIMENTO DE MÃO DE OBRA Categoria profissional Unidade Encarregado de turma Eletricista Bombeiro Pedreiro Ajudante Servente ORÇAMENTO TOTAL mês mês mês mês mês mês K= Quantidade 12 24 24 36 48 72 Preço por mês (R$) 3. bem como.608.00% 0.099.

0743 + 0.03% Quantidade 50.91 45.1243 0.00 60.85% 143 .00 16.000.00 Custo (R$) Unitário TOTAL 77.34 EXERCÍCIO Nº 5: ENCARGOS COMPLEMENTARES Descrição Quantidade 50 50 1 1 Custo (R$) Unitário TOTAL 0.43% Considerar no exemplo anterior que o engenheiro contratará um técnico pleno autônomo (50 horas) para a adequada execução do serviço.00 223.000.50 235. contador + despesas de legalização (alvará + CREA + etc) EF = 0 CUSTO DIRETO DA MÃO-DE-OBRA Descrição Engenheiro CUSTO TOTAL (CT) Microcomputador Impressora Material de consumo Energia e telefone Total dos encargos complementares (EC) CUSTO TOTAL Percentual de encargos complementares (EC / CT) I = ISS COFINS PIS IR CSLL Total 3.50% 3.00 75.50 1.91 45.00 50.00 ENCARGOS COMPLEMENTARES Descrição técnico pleno INSS sobre autônomo Microcomputador Impressora material de consumo energia e telefone Total dos encargos complementares (EC) CUSTO TOTAL Percentual de encargos complementares (EC / CT) Paulo Roberto Vilela Dias Quantidade 50 20% 50 50 1 1 L = 0.00 3.CUSTO DIRETO DA MÃO-DE-OBRA Descrição Engenheiro CUSTO TOTAL (CT) Custo (R$) Quantidade Unitário TOTAL 50.50 1.00 7.00 505.1285 + 0) 1.50 47.08% 13.870.00%.870. K= (EC + AC + EF) 1 – (I + L) (neste caso não tem a parcela de encargos sociais) AC = 5.00 50.05) 1 – (0.000.41 3.00 Custo (R$) Unitário TOTAL 60. será a remuneração do próprio trabalho do profissional (1 + 0.00 3.8715 K= = K = 1.00 3.65% 4. Empresas e Profissionais Custo (R$) Unitário TOTAL 4.60 3.29 142 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.80% 1.00 75.10 0.00 3.00 75.50 50.00 3.000.50 50.34 3.05 52.05 52.71 235.000.2927 K = 1.00 75.00 PLANILHA DO PREÇO DE VENDA Descrição Engenheiro PREÇO DE VENDA Quantidade 50.00% 0.000.

35%. CREA e etc. uniformes EPI e etc. não será considerado pois.500.38% 1.00% 0.00% 3.00% PLANILHA DO PREÇO DE VENDA Descrição Engenheiro PREÇO DE VENDA Custo (R$) Quantidade Unitário TOTAL 50.2146 0. Algumas despesas.08% 12. o administrador não tem escritório fixo EF = 1.200.000. I 1 EXERCÍCIO Nº 6: Calcular a taxa de administração a ser cobrada no acompanhamento técnico de construção de uma edificação unifamiliar. será a remuneração do próprio trabalho do profissional (1 + 0. todas as despesas serão pagas ou antecipadas pelo proprietário da construção. aluguéis de equipamentos de propriedade do engenheiro/profissional administrador da obra serão remunerados com prazo de pagamento de 30 dias fora o mês de utilização. Empresas e Profissionais = 12.1324 + 0) K = 1. Sendo obra por administração. taxas (alvará. cujo orçamento previsto é de R$ 75. 144 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.0743 + 0. visa cobrir os impostos com a emissão de nota fiscal ISS COFINS PIS IR CSLL TOTAL 3.08% 13. vale para máquinas.4073 K = 1.8676 K= = Dados básicos: ES = 77.).65% 4.00% 0.00 4.000.42% SOBRE SALÁRIOS DE PROFISSIONAIS DA CONSTRUTORA: K mo = (1 + ES) (1 + EC + AC + EF) 1 – (I + L) ALUGUÉIS E DEMAIS DESPESAS: K2 = (EC + AC + EF) 1 – (I + L) ALUGUÉIS DE MÁQUINAS E FERRAMENTAS PORTÁTEIS: K3 = (EC + AC + EF) 1 – (I + L) L = 0.00 84. inclusive.80%. AC = 5.00.I = ISS COFINS PIS IR CPMF CSLL TOTAL 3. portanto. ferramentas manuais e equipamentos de propriedade do engenheiro administrador da obra.80% 0.00%. visa cobrir as despesas com contador. consideramos IR sobre o lucro presumido 1.05) 1 – (0. todos os insumos serão comprados diretamente pela obra (CLIENTE).50% 3.00 EC = 0.00%.00 x 10%) 145 Paulo Roberto Vilela Dias .00 4.200. o cliente fará todas as despesas em seu nome e pagará antecipadamente salários e outros.50%.00 (R$ 75.53% L = 10. tais como.65% 4.40 1.00%. presume-se um lucro líquido de R$ 7.

26% EXERCÍCIO Nº 8: Calcular o multiplicador para um serviço de gerenciamento de obra.39 A definição de n é: Uma vez que a medição dos serviços é realizada a cada 30 dias.00%.1 ] x 100 EF = ( 1.07 0. Pagamento: o pagamento será efetuado 30 dias após a emissão da medição dos serviços executados no período.10) = 1.50% 3.015 ) ] n / 30 .8585 0.1 ] x 100 45 / 30 .00% AC = 8. temos: K2= (1 + 0 + 0. Solução: Sendo a fórmula do cálculo do encargo financeiro igual a: EF = [ ( 1 + t / 100 ) temos: t = 1.00% EF = 2.5% / 100 ) ] EF = [ ( 1 + 0.1385 + 0.5% ao mês. a ser aplicado sobre uma planilha de quantidades conhecida.7765 K1= = = 2.015) 1 – (0.1235 + 0.65% 15.05 + 0.1 ] x 100 = = = = = 0.10) 1.5 . Como sabemos que o pagamento é considerado 30 dias após a medição. aplicando os valores conhecidos na fórmula.40 EF = [ ( 1. podemos avaliar que o centro de gravidade dos desembolsos é de 15 dias.50% n = 45 dias 146 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. sobre o lucro real 9.0226 .015 ) 1. sobre o lucro líquido Paulo Roberto Vilela Dias . de acordo com o resultado do Exemplo nº 7 I = ISS COFINS PIS IR CSLL L = 12.10) = 1.00%. Empresas e Profissionais n / 30 EF = ( 0.77) (1 + 0 + 0.00% 0.” Adotaremos a correção monetária igual a 1.26%.05 + 0) 1 – (0.00% 147 .05 + 0) 1 – (0. adotando-se os seguintes dados: ES = 119. metade do período. a partir da data de assinatura do contrato.1 ] x 100 K3= (1 + 0 + 0. vem: n = 15 + 30 = 45 dias Assim.05 0.35 EF = [ ( 1 + 1.7615 = 1.0226 ) x 100 EF = 2.1235 + 0.Cálculo dos multiplicadores “K“: (1 + 0.1 ) x 100 EXERCÍCIO Nº 7: Seja calcular o valor do encargo financeiro (EF) de um contrato com a seguinte redação para esta cláusula: “Medições: serão realizadas medições a intervalos regulares de 30 dias.7765 = 1.

98 Considerando que a incidência do Imposto de Renda Retido na Fonte (IRRF) para pessoas físicas incide sobre o valor total da prestação de serviço.414694 0.0226) 1 – (0.50% = 3.058.08 + 0.115.00% = 0. a fim de facilitar a apresentação da metodologia de cálculo. 148 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.115.01 a R$ 2. onde encontramos as seguintes variáveis: IMPOSTO DE RENDA RETIDO NA FONTE – PESSOA FÍSICA Remuneração Parcela a Deduzir Alíquota Até R$ 1.982208 K = 2.00 Acima de R$ 2.00 De R$ 1. e transcrita a seguir.1 DEDUÇÃO DA FÓRMULA DE CÁLCULO Cálculo do “K“: (1 + ES) (1 + EC + AC + EF) 1 – (I + L) K = K = (1 + 1.08% ( 9% x L ) 11 FÓRMULA DE CÁLCULO DO PREÇO DE VENDA PARA PROFISSIONAIS LIBERAIS Consideramos profissionais liberais aqueles que apresentam um RPA – Recibo de Pagamento de Autônomo para receberem a remuneração que fizeram juz pela prestação de algum serviço técnico. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 149 .0703 + 0.058. ou seja.00 R$ 158.70 R$ 423. temos que deduzir a fórmula de cálculo do preço de venda.19) (1 + 0 + 0.03% = 0.Solução: I ISS COFINS PIS IR CSLL = 7. Lembramos que este formulário é padrão nacional e vendido em qualquer papelaria.5% Faixa (OBS) 1 2 3 OBS: Estes códigos de faixas foram definidos pelo autor do livro.1903 = 2.65% = 1. valor do RPA . da seguinte forma: Na Tabela 5 apresentada no Capítulo 5 encontramos a tabela em vigor nesta data para retenção de imposto de renda na fonte pessoa física.08 isento 15% 27.8097 K = 2.Recibo de Pagamento de Autônomo. 11.12) = 1.80% ( L x 15% ) = 1.8585 1 – 0.

. podemos considerar o que se segue: 10.390.Alíquota do IR e .15 ) VALOR DO RPA = R$ 1.PARCELA A DEDUZIR ) ÷ ( 1 .390.00. Os dados básicos que devemos considerar são os seguintes: + CUSTO DO SERVIÇO IMPOSTO DE RENDA RETIDO NA FONTE PREÇO DE VENDA (VALOR DO RPA) (CUSTO) (IR) (RPA) REMUNERAÇÃO: R$ 880. onde: ALÍQUOTA: ISENTO Assim.30 ÷ 0.00 – R$ 158.70 Assim.Faixa de remuneração. Então. será: RPA = ( CUSTO .00. o VALOR DO RPA será: RPA = ( CUSTO .RPA x ALÍQUOTA = CUSTO . portanto Faixa 1.390. onde: ALÍQUOTA: 15% PARCELA A DEDUZIR: R$ 158..Parcela a deduzir do IR.PARCELA A DEDUZIR RPA . logo: VALOR DO RPA = R$ 880.448. podemos deduzir que o valor do RPA é obtido com a seguinte fórmula: RPA = CUSTO + IR Substituindo IR pela sua fórmula de cálculo.ALÍQUOTA ) = Portanto.85 VALOR DO RPA = R$ 1. vem: RPA = CUSTO + ( RPA x ALÍQUOTA ) .ALÍQUOTA ) CUSTO .231.PARCELA A DEDUZIR ) ÷ ( 1 .PARCELA A DEDUZIR EXEMPLO 2) Calcular o valor do RPA de um serviço cujo custo definiu-se como sendo de R$ 1. portanto Faixa 2.ALÍQUOTA ) VALOR DO RPA = ( R$ 1.PARCELA A DEDUZIR RPA ( 1 .0.59 150 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.2 EXEMPLOS PRÁTICOS EXEMPLO 1) Calcular o valor do RPA de um serviço cujo custo definiu-se como sendo de R$ 880.00. Os dados básicos que devemos considerar são os seguintes: REMUNERAÇÃO: R$ 1. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 151 .00 Sabemos que o valor do imposto de renda retido na fonte (IR) é calculado com a seguinte fórmula: IR = ( RPA x ALÍQUOTA ) – PARCELA A DEDUZIR Então.00.70 ) ÷ ( 1 . a retenção de Imposto de Renda. não há retenção de Imposto de Renda.

08 Assim.Portanto o imposto de renda retido na fonte (IR) é igual a R$ 58.940. o procedimento não considera alguns fatores que influenciam de modo altamente significativo os valores de tais custos.00.PARCELA A DEDUZIR ) ÷ ( 1 . • características próprias do projeto que não são levadas em consideração. variação que ocorre.58 Portanto o imposto de renda retido na fonte (IR) é igual a R$ 2. a dificuldade de se ganhar obras através de processos licitatórios. a retenção de Imposto de Renda.59.58.00. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 153 . sem adequação ao projeto em questão.630. ainda. nos valores corresponden• tes a administração e funcionamento do canteiro de serviços. A par das diversidades de fontes. de obra para obra. 12 APROPRIAÇÃO DE CAMPO DOS COEFICIENTES FÍSICOS DAS COMPOSIÇÕES DE CUSTO EXEMPLO 3) Calcular o valor do RPA de um serviço cujo custo definiu-se como sendo de R$ 7.630.310. Em nossos dias. é indiscutível que não existe melhor fonte do que a aferição elaborada pela própria empresa construtora.00 – R$ 423. Entretanto.ALÍQUOTA ) VALOR DO RPA = ( R$ 7. será: RPA = ( CUSTO .0. Uma análise desse comportamento indica as seguintes causas principais das divergências: desconhecimento da metodologia adotada na composição dos coeficientes por insuficiência de informações. • incidência de horas ociosas de equipamentos e pessoal nos custos diretos. onde a competitividade está cada vez maior.08 ) ÷ ( 1 . este procedimento leva a erros incríveis de orçamento e. • 152 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.725 VALOR DO RPA = R$ 9.5% PARCELA A DEDUZIR: R$ 423.275 ) VALOR DO RPA = R$ 7. Várias são as fontes onde se encontram dados para elaboração de composições de custo ou até as próprias composições analíticas ou com custos prontos.630. principalmente.206. portanto Faixa 3.92 ÷ 0. onde: 12. É muito comum as empresas construtoras adotarem composições analíticas de custo sem o menor critério de seleção e.1 DEFINIÇÃO ALÍQUOTA: 27. Os dados básicos que devemos considerar são os seguintes: REMUNERAÇÃO: R$ 7.

Equipamentos alocados ao serviço . 12. e transcreverá os dados para os formulários modelos AP-2. cujas horas trabalhadas podem ser identificadas com o serviço e cronometradas com fidedignidade. para coletar os dados junto às frentes de serviço.entende-se por equipamentos alocados ao serviço ao conjunto de máquinas e/ou veículos designados pelo responsável pela obra para execução do mesmo. propriamente a descrição da metodologia. abrangendo todas as categorias. horas perdidas com abastecimento e lubrificação. defeitos mecânicos em qualquer dos equipamentos. e cujas causas mais comuns são mencionadas a seguir: • • • • • Visando minimizar a amplitude das variações entre orçamento e custo real das obras e se obter maior fidedignidade em propostas de preços ou orçamentos de diferentes projetos. por exemplo. para qualquer serviço da engenharia civil. cuja remune154 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. torna-se necessário esclarecer alguns conceitos que facilitarão a sua compreensão. apresenta-se uma metodologia para determinação dos coeficientes físicos dos componentes das composições analíticas de custo.• análise errônea da especificação do serviço. quando na verdade é obrigatório o emprego de explosivos. deslocamento temporário de equipamento para atender outra frente de serviço. A equipe de escritório conferirá as fichas preenchidas pelos apontadores. estão impedidos de produzir.2 CONCEITOS BÁSICOS Antes de se iniciar. AP-3 e AP5. falta de programação do construtor. cujo fluxograma. isto é. propiciando a emissão dos relatórios gerenciais. oferece uma visão de conjunto e mostra a tramitação dos dados colhidos e registrados. máquinas e veículos parados. por razões extras à vontade do construtor. No caso de se empregar sistema informatizado. falta de material indispensável ao serviço sob a responsabilidade do construtor.entende-se por equipes alocadas ao serviço ao grupo de operários vinculados ao mesmo por designação do responsável pela obra. e ainda. a aferição da produção horária dos mesmos. A descrição será efetuada através de instruções para preenchimento individual de cada um dos seis formulários. que. inserido em anexo. após conferência. anteriormente definidas. Equipes e equipamentos ociosos . Equipamentos Paralisados . estas fichas. Equipes alocadas por serviço . embargos motivados pelo construtor e outros oriundos de ineficiência do construtor. Os formulários utilizados são os descritos abaixo: • • • • • • Controle diário de mão-de-obra (modelo AP-1) Controle diário de equipamentos (modelo AP-3) Controle diário de produção (modelo AP-5) Resumo das horas-homens e da produção (modelo AP-2) Resumo das horas-equipamentos e da produção (modelo AP-4) Resumo dos coeficientes (modelo AP-6) Os apontadores de campo usarão as fichas modelos AP-1. não podendo produzir. poderão ser digitadas imediatamente. período de refeição. • • • • impedimentos por intempéries. AP-4 e AP-6. embora alocados ao serviço específico.equipe e/ou equipamento ocioso é o conjunto de homens. considerar uma escavação de 3ª categoria (sem explosivo).é o conjunto de equipamentos. através de apropriação de mão-de-obra e equipamentos. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 155 . máquinas e veículos. cujas horas trabalhadas podem ser mensuradas ao serviço com certo grau de precisão.

em conjunto ou não. recomenda-se seja elaborado sistema de computador. 12. como parte da 156 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. Obstrução do trabalho face às circunstâncias inerentes ao serviço. ou ainda. porém de motor ligado. ou seja.é o custo da máquina ou veículo que quando à disposição de determinada frente de serviço. Equipamento Improdutivo . Os trabalhos serão dirigidos por um Controlador Central.deverá ser criado um grupo de estudo com o intuito de coordenar e acompanhar os trabalhos de apropriação de campo e a posterior tabulação no escritório dos valores dos elementos intervenientes nas composições de custo. Empresas e Profissionais . Paralisação do serviço aguardando material de responsabilidade do cliente ou outras paralisações. pois acima desse período o construtor poderá deslocar a equipe para outra frente de serviço. Para essa previsão espera-se um julgamento lógico de quem estiver orientando o serviço de apropriação e um bom senso do apontador. de fácil produção e operação. instalações elétricas ou de telefones.. Paulo Roberto Vilela Dias 157 • • • • Paralisações em virtude de canalizações e redes existentes perturbando o desenrolar do serviço. para emissão dos relatórios e manutenção do banco de dados coletados. em função do porte da obra. por exemplo: água ou esgoto para atender os consumidores da região fora do âmbito da rede em execução. Entretanto. etc. Existência de obstáculos nos locais de trabalho que poderiam ser removidos ou evitados com antecedência através do cliente. mantém-se estacionado. em plena condição de produzir normalmente. em plena condição de produzir normalmente. por exemplo: veículo estacionado no local onde deve passar uma canalização ou pavimentação. Execução de serviços de outras companhias nos locais de atividade. a quantidade de serviço executada na unidade de tempo assumida. a fim de fornecer uma visão global da coleta.ração total torna-se muito difícil de prever. Equipe de Trabalho e Nível dos Componentes .é a máquina ou veículo. Produção Média de Equipes de Serviço (Mão-de-obra e equipamentos) .3 FORMULÁRIOS UTILIZADOS A seguir é apresentada a maneira correta de se preencher cada formulário empregado na determinação dos coeficientes físicos das composições de custo. O dimensionamento da equipe de trabalho dependerá exclusivamente do ritmo desejado e da quantidade de informações a serem processadas. Pequena modificação do projeto exigida posteriormente ao início das obras.consiste no grupo de homens alocados aos serviços trabalhando e produzindo sem os impedimentos mencionados anteriormente. Para favorecer o raciocínio. que poderá ter outras funções na administração da empresa. O tempo de duração relativo ao equipamento improdutivo não deve exceder a um dia. Equipe Produtiva . Equipamento Produtivo . 12. tabulação e apuração desses coeficientes. distribuídas de acordo com a função dos grupos de operários alocados nos diversos serviços. aguardando sua vez de iniciar e/ou retornar a atividade. que fornecerá as horas-homens dedicadas a cada tipo de serviço. seguem algumas ocorrências mais comuns deste tipo: • • equipe do serviço.1 Controle diário da mão-de-obra (modelo AP-1) O controle diário de pessoal de produção deve ser feito na ficha modelo AP-1.é a quantidade de horas consumidas para execução de determinado serviço relativamente à quantidade produzida no intervalo de tempo utilizado. que vão depender do julgamento e do bom senso do orientador da apropriação e do apontador.3. alocados aos serviços em operação sem os impedimentos caracterizados anteriormente. ou seja. e ainda. o fluxograma. que é a representação gráfica da tramitação dos dados entre os formulários.

simplesmente confere os dados e os envia para digitação. porque há interesse de se apurar o tempo. utilizam-se duas colunas: a primeira para as horas trabalhadas pelo encanador e a segunda para as dos serventes. O apontador anota o início da paralisação e se o operário regressar ao serviço dentro daquele tempo anulará a anotação. os seus totais. pois trata-se de exigência da atividade. correspondentes a cada operário. Exemplo: um servente para de trabalhar aguardando que se coloque um tubo na vala. sempre que for necessário. O apontador deverá estar bem atento ao desenvolvimento do serviço e. deverão ser grifadas por intermédio de um círculo. tomar água. se houver algum engano. O controlador central de apropriação. lanche. Exemplo de preenchimento do formulário: Supondo-se o serviço de montagem de tubulação com um encanador e dois serventes. O controlador central calcula as horas trabalhadas (HT). ao receber a ficha modelo AP1. o local de atividade e a data. As horas trabalhadas (HT) são calculadas no escritório. são anotadas no verso da ficha. As sub-colunas (I) hora de início. a nomenclatura dos serviços executados e. quando necessário. O apontador deve combinar com o encarregado ou feitor do serviço para avisá-lo quando o operário for transferido de local de atividade. Exemplo: o servente foi transferido para o serviço às 10:00 h e saiu para outro às 14:50 h. ou. mas se forem insuficientes poderão ser utilizadas outras colunas para o mesmo serviço ou a repetição do nome do trabalhador. transformando os minutos em dados decimais para favorecer os cálculos. este tempo. dedicado ao serviço por classe de trabalhador. As anotações no modelo AP-1 devem ser feitas durante todo o turno do serviço. Inicialmente preenche-se o nome da obra. para efeito de controle no escritório. de acordo com o tipo do serviço. Empresas e Profissionais apontador não pode considerar. etc. Existem três linhas para registrar o início e fim do serviço correspondente a cada operário. Há interrupções do serviço que excedem os quinze minutos considerados como limite e que o 158 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. Se o servente estiver fazendo a escavação manual de uma vala para assentamento de tubos e parar alguns minutos para descansar. desde que não exceda 15 minutos. antes que passe muito tempo e o apontador possa se esquecer das atividades apropriadas. que além destes cálculos armazenarão estas informações para utilização posterior. Em seguida registram-se os cargos de todos os operários que estiverem à disposição do referido serviço. Para cada tipo de serviço utiliza-se uma ou mais colunas. topógrafo e outros elementos administrativos. bem como. hora de chegada e hora de saída. Podem-se usar tantas fichas quantas forem necessárias. numerando-as na parte superior. (F) hora final são preenchidas pelo apontador. Depois estabelece a relação entre as horas remuneradas e as trabalhadas a fim de obter o índice de ociosidade. É imprescindível que este tome conhecimento de todos os tipos de serviços especificados na obra e tenha cópia deles com a finalidade de consulta. visada pelo encarregado da obra e enviada ao setor de orçamento diariamente. perguntar ao responsável da equipe sobre os tipos de serviço que estão sendo realizados. excetuando o encarregado geral. deve procurar corrigi-lo imediatamente. café. Multiplicam-se as horas trabalhadas (HT). Ao término do mesmo. confere os registros efetuados. Paulo Roberto Vilela Dias 159 . A soma das sub-colunas (HT) e o registro dos totais. no caso de se calcular por software específico. Essas horas.É preenchida e assinada pelo apontador. o apontador juntamente com o encarregado ou feitor anotará as horas remuneradas dos operários naquela frente de serviço. bem como a soma das horas remuneradas poderão ser obtidas através de sistema informatizado. pelo índice. A consulta ao preenchimento simulado de alguns informes da referida ficha facilita sua compreensão. As observações que se fizerem necessárias com relação as ocorrências não previstas no formulário de levantamento do serviço. pois isto é uma consequência do próprio serviço. pois se deve descontar uma hora de refeição e arredondar os minutos para a fração de quarto de hora seguinte. Anotam-se como horas remuneradas naquele serviço quatro horas. com o objetivo de obter os totais acrescidos das horas remuneradas não trabalhadas. conforme o cargo ou função do operário.. deverá ser considerado como horas perdidas.

Nela deve constar o nome da obra. do encarregado geral ou do engenheiro residente. Nas mesmas colunas onde são anotadas as horas trabalhadas diariamente. obter o visto do mestre ou engenheiro responsável pela obra e remetê-la ao controlador central diariamente. devem-se registrar as respectivas produções apuradas na ficha modelo AP-5.3 Controle diário de equipamento (modelo AP-3) Este formulário deve ser preenchido pelo apontador. a marca. as horas trabalhadas (HT) distribuídas pelos serviços. o local e o período de levantamento. o tipo da máquina ou veículo. diariamente. bem como. material. modelo AP-5. Neste formulário tem-se ainda.3. Deve ser obtido através de sistema informatizado. 160 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. Marcará no quadrilátero correspondente a (HP) horas produtivas. transporte de pessoal. Seguem alguns tipos de paralisações que são mais comuns: • • • • • • • • • atraso de início do turno quebra do equipamento reparos mecânicos preventivos abastecimento ou lubrificação esperando a OS . o modelo. a data. ou seja. O apontador deverá assinar a ficha. Transcrevem-se na primeira coluna os cargos dos operários e os nomes dos serviços executados.2 Resumo das horas-homens e da produção (modelo AP-2) Este resumo tem a finalidade de compilar os registros de todas as horas trabalhadas. farão parte do custo do canteiro da obra ou da administração local. cujo valor será apresentado no relatório Resumo dos Coeficientes Físicos. os que prestam serviços indiretos. podendo anotar no verso qualquer observação que for necessária. Empresas e Profissionais O apontador anotará. No cabeçalho figura o nome da obra. etc. Usará as horas de relógio para anotar o início e o término dos serviços executados conforme especificações fornecidas pelo mestre de obra e também as causas das interrupções. serão parte do custo indireto. Paulo Roberto Vilela Dias 161 . Os veículos cedidos à fiscalização. No final do período somam-se as produções e o resultado é anotado na coluna total precedido da unidade correspondente. no caso de se adotar composição de custo simplificada. a leitura do horômetro inicial e final do turno de serviço. as produções oriundas da ficha Controle Diário de Produção.. 12. com a finalidade de obter as horas trabalhadas totais. (HI) horas improdutivas e (HO) horas ociosas. tais como. Dividindo-se o somatório das horas trabalhadas (HT) pelo somatório da produção (PR) obtém-se o coeficiente desejado.Ordem de Serviço impedimento próprio da atividade paradas ocasionadas por chuvas interrupções para refeições tempo de deslocamento de uma frente de serviço para outra Quando a parada for provocada por modificação de projeto.12. a potência e a capacidade. Após. distribuídas pelos diversos setores de serviços. o local do serviço. apontadas no formulário modelo AP-1. refeição. uma para cada máquina ou veículo. enquanto que a produção deverá ser aposta na área de mesmo nome do formulário de composição analítica de custo. retirados do modelo AP-1. o apontador deverá anotar as atividades prestadas pelo veículo que estiver alocado à frente de serviço direto do setor. as colunas correspondentes aos dias. as categorias profissionais e as quantidades de horas trabalhadas serão transcritas na área reservada a mão-de-obra complementar. modelo AP-6.3. abastecimento e lubrificação de máquinas. Utilizando-se a composição de custo por produção. No final do período somam-se as horas trabalhadas de todos os setores de serviço e colocam-se os resultados na penúltima coluna.

é calculado por meio da divisão do somatório das horas improdutivas pela mesma quantidade produzida. modelo AP-5. modelo AP-3. 12. será preenchida diariamente. o código do serviço. Enquanto. aguardando retorno de moto-escavo• transportador para efetuar trabalho de auxílio de início de escavação. horas improdutivas e produções.3. e cuja paralisação se dá por causas próprias da atividade. o local da execução dos serviços e a data. Na terceira coluna escrevem-se as dimensões dos serviços realizados ao final de cada período de trabalho. expressas em metros. medir a sua produção. ou. o apontador informará ao escritório o acontecido e no dia seguinte dará continuidade ao levantamento. a produção obtida através do Controle Diário de Produção. onde o equipamento se encontra com motor ligado e em operação. conforme o caso. Na segunda coluna estão as iniciais HP. registrando-os na penúltima colu162 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. Enquanto. a ser calculada e preenchida no escritório. Na primeira coluna anotam-se os nomes dos serviços que estão sendo executados. pela ordem: comprimento. Conforme já definido. enquanto que na segunda coluna registram-se as unidades correspondentes. trator de esteira com pusher. com o motor ligado. ao término de um dia de trabalho. utilizando para o registro a mesma ficha. Na primeira coluna anota-se o tipo da máquina ou veículo e em seguida os serviços executados. No cabeçalho anota-se o nome da obra. é obtido através da divisão do somatório das horas produtivas pela produção do período. modelo AP-3. largura e altura ou profundidade ou se for o caso de dimensões circulares. Paulo Roberto Vilela Dias 163 Produção (PR) é a quantidade de serviço executado por unidade de tempo.3.4 Resumo das horas . por ocorrência de chuvas no final do turno ou no caso do serviço ficar inacabado e for completado no dia posterior. por exemplo: Carregadeira frontal aguardando retorno de caminhão do transporte para efetuar carregamento do mesmo. e do Controle Diário de Produção. o local e o período da coleta das informações. Na quarta coluna. o coeficiente improdutivo. modelo AP-5. em movimento. quando se tratar de produção. O coeficiente produtivo. ou novo formulário e fazendo as devidas observações explicativas. que será colocado na parte superior da linha tracejada. correspondentes aos dias mencionados no modelo são registradas as horas produtivas e horas improdutivas relativas ao serviço anotado na primeira coluna e retirados do Controle Diário de Equipamento. precedido da unidade.12. Nas colunas seguintes. o diâmetro e o comprimento ou altura.5 Controle diário da produção (modelo AP-5) É outra ficha utilizada pelo apontador a fim de registrar as produções correspondentes aos serviços executados. Quando não for possível. a fim de instruir o escritório sobre a complementação do serviço. que aparecerá na linha inferior à linha tracejada. ou seja. HI. Depois que se obtiver uma amostragem significativa e representativa dos serviços. No cabeçalho constará o nome da obra. horas improdutivas são aquelas em que o equipamento está sem trabalhar. onde for necessário. inclusive. entende-se por horas produtivas aquelas ligadas diretamente ao serviço. somam-se todos os dados. Na primeira linha são registrados os dias correspondentes às execuções dos serviços. se for o caso. utilizada anteriormente. referente ao total. Na quinta coluna comentam-se as observações que se fizerem necessárias. Empresas e Profissionais . e PR correspondentes às horas produtivas.equipamentos e da produção (modelo AP-4) O modelo AP-4 serve para condensar os registros dos dados oriundos do Controle Diário do Equipamento. considerada igual a um dia. calculam-se as quantidades produzidas por período a partir dos dados encontrados na terceira coluna. bem como. No fim do dia o apontador assina e pede o visto do mestre ou engenheiro. • na.

ao cabo de cada semana ou quinzena. pelas especificações do fabricante dos produtos empregados. ou ainda. Nos locais correspondentes às discriminações. ou seja. Todos os materiais adquiridos para a obra deverá ter entrada em almoxarifado central e deste só sair com guia de Requisição de Material.5 APROPRIAÇÃO DOS TRANSPORTES Da mesma maneira que apresentado para os materiais. Empresas e Profissionais técnicas estabelecidas por órgãos oficiais. percurso. Nas colunas relativas aos cargos ou funções mencionados anteriormente aparecerão os coeficientes obtidos para cada período. Na parte inferior da ficha serão apresentados os somatórios de todos os coeficientes obtidos em diversos períodos e os valores médios desses coeficientes calculados através da divisão dos somatórios referidos pelo número de coeficientes registrados e considerados em cada coluna.3. “concreto magro para base de fundação direta bloco nº 01”.6 Resumo dos coeficientes (modelo AP-6) A ficha denominada Resumo dos Coeficientes tem o objetivo de condensar os coeficientes apurados em cada serviço. Na primeira coluna será registrado o período das observações retiradas do modelo AP-2 e do modelo AP-4. Quando não apresentarem as quantidades unitárias pode-se conhecer seu valor através de conveniente análise de projeto-tipo ou de normas 164 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. deverão ter definidos os materiais. o almoxarifado só liberará este material quando na solicitação vier expresso o local de destino do mesmo. Isto é. para efeito de conhecimento dos coeficientes físicos a serem fixados para as composições de custo é desprezível a apropriação de campo dos materiais. desperdícios. no caso de cimento portland. como é o caso do concreto. Nos espaços vagos inferiores aos coeficientes-equipamentos são transcritos os tipos de máquinas ou veículos retirados do modelo AP-4. No caso de se fazer a apropriação de materiais. origem e destino da carga. mas a combinação de diferentes tipos de materiais para formar um único produto. Paulo Roberto Vilela Dias 165 . fica entendido que deverá constar do projeto-tipo a proporção ou traço de cada um dos seus componentes no produto acabado. onde obrigatoriamente constará o destino do mesmo.Para maior garantia dos valores assumidos. consumos. o procedimento deverá ser o exposto a seguir. no caso dos transportes. material transportado. para efeito de controle. 12. deverão constar as seguintes informações: descrição do serviço. distância de transporte em km por tipo de rodovia. uma vez que os coeficientes deverão ser obtidos após análise do projeto. Neste quadro. Entretanto. já que os valores encontrados teriam que obedecer as especificações do projeto-tipo. deverá ser montado o Quadro Resumo das Distâncias de Transporte. suas especificações mínimas e suas quantidades unitárias. local ou comercial. por exemplo. sabe-se que. através de traços. é válido e oportuna a apropriação de materiais de modo a aferir perdas desnecessárias. etc. nos Resumos das HorasHomens e da Produção (modelo AP-2) e nos Resumos dos Equipamentos e da Produção (modelo AP-4). e ainda. Assim sendo. Para tanto. ou seja. para efeito de apropriação. todos os serviços a serem apropriados apresentarão os seus respectivos projetos-tipo. por exemplo. esta funcionará como controle de qualidade do serviço em execução. pavimentada ou em terra. isto é. não haverá apropriação de campo. 12. No relatório deverá constar o código do serviço e sua descrição e a unidade de medição.4 APROPRIAÇÃO DE MATERIAIS Como é sabido. etc. 12. Nas colunas correspondentes aos tipos dos equipamentos são registrados os coeficientes produtivos e improdutivos dos mesmos. e quando for o caso. abaixo dos coeficientes horas-homens. constarão os cargos obtidos do modelo AP-2. Caso se queira apropriar os materiais empregados na execução dos serviços. Em alguns casos onde há necessidade de se especificar não apenas uma matéria prima. o controlador central deverá realizar medições nos serviços em andamento para checagem das avaliações parciais dos apontadores.

AP5 MOD. AP6 Y Z MÃO DE CONTROLE DIÁRIO DE EQUIPAMENTO RESUMO DAS HORAS EQUIPAMENTOS E DA PRODUÇÃO I F HT M P K1 K2 M P S Ι HT S N CONTROLE TOTAIS HT POR SERVIÇO SERVIÇOS EXECUTADOS MOD.ANEXO 1 FLUXOGRAMA PARA DETERMINAÇÃO DOS COEFICIENTES FÍSICOS ANEXO 2 MODELO AP-1 HORAS RE A B C C Q1 RIAS ( HR ) DAS DIÁ - MUNERA - CONTROLE DIÁRIO DA MÃO DE OBRA RESUMO DAS HORAS HOMENS E DA PRODUÇÃO B AP-1 A Σ AΙ M Q3 ΣA ΣAΙ OBRA DATA : MOD. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias HORAS PRODUT. CARGO / FUNÇÃO HORAS PRODUTIVAS FUNCIONÁRIOS OBRA : TOTAIS HT x I HT . x IMPRODUT. B e C = Designação dos serviços. ΣA = Somatório das horas trabalhadas no serviço A ΣAΙ = Horas trabalhadas em A multiplicadas pelo índice de ociosidade das horas remuneradas M = Quantidade da produção manual N = Quantidade da produção dos equipamentos H = Horas trabalhadas produtivas P = Horas paradas improdutivas S = Serviço executado pelo equipamento I = Serviço improdutivo do equipamento Q = Coeficiente oriundo da divisão d horas trabalhadas do pessoal pela produção respectiva K = Coeficiente produtivo do equipamento K = Coeficiente improdutivo do equipamento X.HORA FINAL I F SHT .Somatório Horas Trabalhadas (HT) = SHR-Somatório Horas Remuneradas(HR)= Q2 ÍNDICE DE OCIOSIDADE ( SHR / SHT ) = - DE I F HT I F HT . AP1 CONTROLE DIÁRIO DA PRODUÇÃO RESUMO DOS COEFICIENTES Q1 M Q2 Q3 K1 K2 N ΣQ1 ΣQ2 ΣQ3 ΣΚ1 ΣΚ2 X MOD. AP1 MOD. AP3 MOD.HORAS TRABALHADAS 167 DIÁRIO I . Y e Z = São as médias aritméticas dos coeficientes 166 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.HORA INICIAL F . AP4 LEGENDA A.

168 RESUMO DAS HORAS-HOMENS E DA PRODUÇÃO .Horas Improdutivas HO .AP-2 OBRA : CARGO \ DIAS SERVIÇOS EXECUTADOS UNIDADE XXXXXXX XXXXXXX XXXXXXX XXXXXXX XXXXXXX XXXXXXX XXXXXXX XXXXXXX XXXXXXX XXXXXXX XXXXXXX XXXXXXX XXXXXXX XXXXXXX XXXXXXX XXXXXXX TOTAL SHT SPR ANEXO 3 MODELO AP-2 HT PR HT PR HT PR HT PR HT PR HT PR HT PR HT PR HT PR HT PR HT PR HT PR HT PR HT PR HT PR HT PR Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.HORAS TRABALHADAS PR .PRODUÇÃO CONTROLE DIÁRIO DA PRODUÇÃO OBRA EQUIPAMENTO PERÍODO DE SERVIÇO HORA INICIAL : : : HORA FINAL HORAS DE OPERAÇÃO AP . Empresas e Profissionais HT .Horas Ociosas .3 Data : TIPO DE APROPRIAÇÃO HORÔMETRO HORAS HORÔMETRO HORAS HORÔMETRO HORAS Paulo Roberto Vilela Dias 169 SERVIÇOS EXECUTADOS OU MOTIVOS DE PARALIZAÇÃO HP HI HO ANEXO 4 MODELO AP-3 HP .Horas Produtivas HI .

4 OBRA EQUIPAMENTO DATA : COEFI CIENTE SERVIÇOS EXECUTADOS CÓDIGO DESCRIÇÃO : : DIAS UNID TOTAL DE HORAS ANEXO 5 MODELO AP-4 TIPO HORA HP HI HP HI HP HI HP HI HP HI HP HI HP HI HP HI HP HI HP HI HP HI HP HI HP HI HP HI HP HI Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. Empresas e Profissionais HP .EQUIPAMENTOS E DA PRODUÇÃO .AP.Horas Produtivas HI .Horas Improdutivas CONTROLE DIÁRIO DA PRODUÇÃO OBRA : DIMENSÕES ( em metros ) AP .5 DATA : Paulo Roberto Vilela Dias CÓDIGO SERVIÇOS EXECUTADOS DESCRIÇÃO DOS SERVIÇOS UNI DADE QUANTIDADE PRODUZIDA OBSERVAÇÕES ANEXO 6 MODELO AP-5 171 .170 RESUMO DAS HORAS .

Data Prod. elaboração de projetos básicos e projetos executivos. analisaremos os seguintes serviços: • Unidade : COEFICIENTES . de equipamentos. também. para aplicação em serviços de engenharia. pelos profissionais liberais. ou de montagens industriais e controle tecnológico de materiais e produtos. • • • • TOTAIS MÉDIA DESVIO PADRÃO OBRA : SERVIÇO : PERÍODO elaboração de planos diretores. acompanhamento técnico e gerenciamento de obras e serviços. Im prod. Im prod. DOS Im prod. vistorias. Assim. estudos organizacionais e outros relacionados com obras e serviços de engenharia. Prod. de projeto e gerenciamento ou supervisão de obras de engenharia.ANEXO 7 MODELO AP-6 13 ATIVIDADES PROFISSIONAIS 13.6 COEFICIENTES Prod. RESUMO COEFICIENTES . avaliações e pareceres referentes a serviços e obras de engenharia e desenvolvimento de técnicas relacionadas com informática e outras. Im prod. Prod. estudos de viabilidade. Veja ainda as definições existentes no Capítulo 12.HOMENS Prod. supervisão. Prod.1 DEFINIÇÕES DOS SERVIÇOS PROFISSIONAIS Procuramos definir os principais serviços prestados pelas empresas de consultoria e. instrumentos e processos de produção em geral. fiscalização. consultorias.EQUIPAMENTOS AP . Im prod. Paulo Roberto Vilela Dias 173 . SERVIÇOS DE CONSULTORIA Este livro abrange os serviços de consultoria. : Im prod.2 a seguir.

De acordo com o disposto no Artigo 6º.666/93 o projeto executivo é o “conjunto de elementos necessários e suficientes à execução completa da obra. Quando não existem normas nacionais para uma determinada disciplina técnica ou projeto aplicam-se as normas internacionais. O projeto básico será constituído de desenhos que representem tecnicamente a solução adotada e relatório técnico que contenha: memorial descritivo do sistema e de seus componentes. além das fórmulas.PROJETO As atividades de concepção e pormenorização de projetos físicos. • memorial de cálculo onde deverão ser apresentados a metodologia básica utilizada. aos objetivos propostos. • estimativa preliminar de quantidades de materiais. Inclui a especificação e execução ou supervisão dos serviços de campo e de laboratório. a especificação e execução ou supervisão dos serviços de campo e de laboratório. características e materiais a ser utilizados. XI da Lei 8. a racionalização do programa. em todos os campos de aplicação e disciplinas técnicas de engenharia. orçamento da construção. gráficos ou ábacos empregados no cálculo. a que melhor responde. Inclui o estudo de soluções alternativas. • Projeto Executivo Definição de todos os detalhes construtivos ou executivos do sistema objeto do projeto e sua apresentação gráfica. dentre alternativas de solução possíveis. ”. a indicação dos métodos construtivos. para caracterizar a obra ou serviço ou complexo de serviços objeto da licitação. Empresas e Profissionais sibilite a avaliação do custo da obra e a definição dos métodos e prazo de execução . bem como.. a elaboração de desenhos típicos e especificações técnicas preliminares de serviços e materiais. a listagem das autorizações legais requeridas para a implantação e a estimativa de custo das obras. a indicação dos métodos construtivos. De acordo com a Lei 8. para determinação de quantitativa de demandas. elaborado com base nas indicações dos estudos técnicos preliminares. equipamentos e serviços. • especificação preliminar de materiais. com nível de precisão adequado. a partir dos dados levantados com esta finalidade. Projeto Básico Definição técnica e dimensional da solução adotada. a estimativa de custo. o preparo de arranjo geral esquemático. equipamentos e serviços. de acordo com normas pertinentes da Associação Brasileira de Normas Técnicas – ABNT”. a indicação de todos os componentes. ou seja: • Estudo Preliminar • Projeto Básico (ou anteprojeto) • Projeto Executivo Estudo Preliminar Estudo técnico efetuado para determinar a viabilidade de uma solução. os critérios e parâmetros adotados na proposição e dimensionamento dos componentes. e que pos174 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. o dimensionamento funcional do objeto e de suas partes. de maneira a esclarecer perfeitamente a execução. contendo a concepção clara e precisa do sistema proposto. técnica e economicamente. bem como. montagem ou instalação de todos os elementos previstos no sistema. Visa a análise e escolha. as normas e critérios para medição e pagamento dos serviços de implantação e o cronograma das obras. a definição dos partidos tecnológicos.666/93 o projeto básico é o “conjunto de elementos necessários e suficientes.. de eventuais condicionantes do Contratante e demais elementos sobre o problema. que assegurem a viabilidade técnica e o adequado tratamento do impacto ambiental do empreendimento. a confecção dos desenhos detalhados e das especificações técnicas de serviços e materiais. Paulo Roberto Vilela Dias 175 . o orçamento detalhado e cronograma de implantação das obras. podem ser divididas em três fases principais. Compreende o arranjo geral.

de 24 DEZ 1966 176 Paulo Roberto Vilela Dias 177 . estabelecendo a estratégia de implantação. envolvendo o exame e aprovação de documentos técnicos preparados pelos fornecedores de equipamentos. bem como arbitragem. avaliações e estudos organizacionais relacionados com empreendimentos de engenharia.2 REGULAMENTAÇÃO DA ATIVIDADE PROFISSIONAL E ATRIBUIÇÕES LEGAIS DOS PROFISSIONAIS DE ENGENHARIA CIVIL 13. DE 11 DEZ 1933 ( 1) Regula o exercício das profissões de engenheiro. A0. programação e controle físico-financeiro do empreendimento. Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.As atividades que figuram em mais de uma fase de projeto. diligenciamento e inspeção de contratos de fornecimento de bens. testes. • GERENCIAMENTO DE OBRAS O gerenciamento envolve principalmente tarefas de coordenação e administração. montagem. • Preparo de desenhos “como construído” em seguida à implantação. Coordenação das interfaces executivas. distinguem-se uma das outras pelo nível de detalhamento. técnicas e administrativas. Atividades de acompanhamento técnico da construção. Coordenação técnica e administrativa de serviços de projeto de engenharia. enquanto que as plantas deverão ser desenhadas em formato A1 ou. DECRETOS E LEIS: DECRETO FEDERAL Nº 23.1 Regulamentação da Atividade Profissional Apresentamos a seguir os decretos. ASSISTÊNCIA TÉCNICA Abrange as seguintes atividades. Planejamento. eventualmente. assistência à partida. abrangendo: • • • • • • • • Elaboração de planos gerenciais. • Treinamento do pessoal de operação e de manutenção. Empresas e Profissionais 13.189 mm mm mm mm mm ASSESSORIA Envolve assessorias técnicas em assuntos especializados. as leis e as resoluções que regulam a atividade dos profissionais registrados no sistema CONFEA/CREA. a organização geral dos trabalhos e a especificação das instalações provisórias. examinando a observância das especificações técnicas pelo construtor. Execução direta ou assistência às compras e/ou contratações de bens e serviços. Administração e controle do fluxo de documentos. (1) Revogado tacitamente pela Lei nº 5. Supervisão administrativa de construção.569.2. de caráter essencialmente técnico: Verificação de desenhos de fabricação. estruturas metálicas e outros. • Acompanhamento técnico da construção. de arquiteto e de agrimensor. APRESENTAÇÃO DOS PROJETOS Os relatórios obedecerão o exigido pela norma NBR-5984 e serão apresentados em papel A4. inclusive plano de gestão ambiental. montagem.194. Sendo que são considerados os seguintes formatos: A4 A3 A2 A1 A0 = = = = = 210 mm 297 mm 420 mm 594 mm 841 mm x 297 x 420 x 594 x 841 x 1. testes e partida.

projeto e especificação.212. de uma Mútua de Assistência Profissional. DE 27 MAIO 1983 Dispõe sobre o exercício profissional dos Técnicos Industriais e Técnicos Agrícolas de Nível Médio ou de 2º Grau e dá outras providências. DE 29 JUN 1973 Discrimina atividades das diferentes modalidades profissionais da Engenharia. para efeito da fiscalização do exercício profissional em nível Superior. RESOLUÇÃO Nº 317. RESOLUÇÃO Nº 205. na página da web do CREA-RJ (www. DE 22 ABR 1966 Dispõe sobre a remuneração de profissionais diplomados em Engenharia. Arquitetura e Agronomia. coordenação e orientação técnica.Supervisão. nos autos da Ação Civil Pública nº 2000.524.950-A.LEI Nº 4. Atividade 02 . Empresas e Profissionais RESOLUÇÃO Nº 218. A íntegra da regulamentação apresentada anteriormente pode ser obtida no CONFEA e nos Conselhos Regionais ou em seus sites da internet. Arquitetura e Agronomia e expedição de certidão.07. FUNDAMENTAÇÃO LEGAL: Lei nº 8. DE 26 SET 1986 Dispõe sobre o exercício profissional dos Tecnólogos das áreas submetidas à regulamentação e fiscalização instituídas pela Lei nº 5. planejamento.07. LEI Nº 5. e dá outras providências.71. e dá outras providências.030435-2. Paulo Roberto Vilela Dias 179 . LEI Nº 5. DE 24 DEZ 1966 Regula o exercício das profissões de Engenheiro. pelo Conselho Federal de Engenharia. de 24 DEZ 1966. de 03 de maio de 2001 Dispõe sobre alterações dos parâmetros para o reconhecimento das atividades exercidas sob condições especiais em cumprimento à decisão que antecipou parcialmente os efeitos da tutela.91 e alterações posteriores 13.213. DE 18 DEZ 1998 Dispõe sobre a Anotação de Responsabilidade Técnica e da outras providências.br). Agronomia e Veterinária. de 24. designa as seguintes atividades: Atividade 01 .2. autoriza a criação. Juíza Substituta da 4ª Vara Previdenciária de Porto Alegre . DE 30 SET 1971 Adota o Código de Ética Profissional. prolatada pela MM. e dá outras providências. RESOLUÇÃO Nº 278. Arquiteto e Engenheiro Agrônomo e o artigo 1º da Resolução 218 do CONFEA de 29 de junho de 1973. Arquitetura. RESOLUÇÕES DO CONFEA: RESOLUÇÃO Nº 425. regula o exercício das profissões de Engenheiro.00. 178 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. proposta pelo Ministério Público Federal.194. LEI Nº 6.Estudo. DE 31 OUT 1986 Dispõe sobre Registro de Acervo Técnico dos Profissionais da Engenharia.CONFEA. como por exemplo.496 . OUTRAS: INSTRUÇÃO NORMATIVA INSS Nº 49.194.91 e alterações posteriores e Lei nº 8. Química. RESOLUÇÃO Nº 313. DE 5 NOV 1968 Dispõe sobre o exercício da profissão de Técnico Industrial de nível médio.RS. de Arquitetura e Agronomia. de 24.crea-rj.org.DE 7 DE DEZ 1977 Institui a “Anotação de Responsabilidade Técnica” na prestação de serviços de Engenharia.2 Atividades e Atribuições Legais para Profissionais de Engenharia Civil A lei nº 5194 de 24/12/1966. Arquiteto e EngenheiroAgrônomo. Arquitetura e Agronomia .

local. autárquicas e de economia mista e privadas. montagem. e dá outras providências. Artigo 7º dessa mesma resolução estabelece as seguintes competências ao ENGENHEIRO CIVIL ou ao ENGENHEIRO DE FORTIFICAÇÃO e CONSTRUÇÃO: I . instalações e meios de acesso a costas.Só poderá ter em sua denominação as palavras engenharia. estruturas. paraestatais.As profissões de engenheiro. Arquiteto e Engenheiro-Agrônomo. seus serviços afins e correlatos. aperfeiçoamento e pós-graduação.194 de 24 de Dezembro de 1966 180 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.As qualificações de engenheiro. montagem e reparo.Atividade Atividade Atividade Atividade 03 04 05 06 - Atividade 07 Atividade 08 Atividade Atividade Atividade Atividade Atividade Atividade Atividade 09 10 11 12 13 14 15 - Atividade 16 Atividade 17 Atividade 18 - Estudo de viabilidade técnico-econômica. obras.Parágrafo único . Artigo 3º . Ensino. Assistência. zonas. planejamento físico. operação. ensaio.o desempenho das atividades 01 a 18 do artigo 1º desta Resolução. Artigo 1º . Condução de trabalho técnico. referentes a edificações . Padronização. desenvolvimento industrial e agropecuário. Elaboração de orçamento. Produção técnica e especializada. perícia. Condução de equipe de instalação.º 5. portos.o desempenho das atividades 01 a 18 do artigo 1º desta Resolução. Desempenho de cargo e função técnica. arquitetura ou agronomia a firma comercial ou industrial cuja for composta. Execução de obra e serviço técnico. Artigo 5º. Artigo 7º. pesquisa. explorações de recursos naturais e desen181 Artigo 2º dessa mesma resolução estabelece as seguintes competências para o ENGENHEIRO ARQUITETO: I . serviços e equipamentos urbanos. nos seus aspectos técnicos e artísticos. planejamento ou projeto. Artigo 4º. arbitramento. e massa de água e extensões terrestres. de profissionais registrados nos Conselhos Regionais. funções e comissões em entidades estatais. arquiteto ou engenheiro-agrônomo só podem ser acrescidas á denominação de pessoa jurídica composta exclusivamente de profissionais que possuam tais títulos. cursos. Fiscalização de obra e serviço técnico.As qualificações de que trata este Artigo poderão ser acompanhadas de designações outras referentes a cursos de especialização. rios. em sua maioria. estruturas. do arquiteto e do engenheiro-agrônomo consistem em: a) b) desempenho de cargos. seus serviços afins e correlatos. arquitetura paisagística e de interiores. transportes. Operação e manutenção de equipamentos e instalação. laudo e parecer técnico. Vistoria. arquiteto e engenheiro-agronômo são caracterizadas pelas realizações de interesse social e humano que importem na realização dos seguintes empreendimentos: A) B) C) D) E) Aproveitamento e utilização de recursos naturais. de abastecimentos de água e de saneamento. Execução de desenho técnico. avaliação. conjuntos arquitetônicos e monumentos. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias . Lei n. experimentação. edificações. estradas.As atividades e atribuições profissionais do engenheiro. mensuração e controle de qualidade. rurais e regionais. meios de locomoção e comunicações. assessoria e consultoria. cidades. reparo e manutenção. análise. Regula o exercício das profissões de Engenheiro. divulgação técnica e extensão. Execução de instalação. referentes a edificações. Direção de obra e serviço técnico. em geral. sistema de transportes. de regiões. urbano e regional. pista de rolamentos e aeroportos.

projeto. projeto. ensino. nos assuntos mencionados nas alíneas “a” a “c” deste Artigo. Artigo 22º. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 183 . avaliações. o estudo. o estudo. experimentação e ensaios. estudo. o estudo. o estudo.Enquanto durar a execução de obras. o estudo. perícias. projeto.º 23. o projeto. projeto. execução de obras e serviços técnicos. é obrigatória a colocação e manutenção de placas visíveis e legíveis ao público o nome do autor e co-autores do projeto. projeto. o projeto. vistorias. direção.DE 11 DEZ 1933 Regula o exercício das profissões de engenheiro. análises. perícias e arbitramentos relativos à matéria de que tratam as alíneas anteriores. fiscalização e construção das obras relativas a portos. assim como os dos responsáveis pela execução dos trabalhos. projeto. perícias e arbitramento referentes à matéria das alíneas anteriores. produção técnica especializada. trabalhos topográficos e geodésicos. rios e canais e das concernentes aos aeroportos. o projeto. a arquitetura legal. fiscalização de obras e serviços técnicos. fiscalização e construção das obras peculiares ao saneamento urbano e rural. direção de obras e serviços técnicos.Consideram-se da atribuição do arquiteto ou engenheiroarquiteto: a) b) c) d) e) f) g) estudo. fiscalização e construção de edifícios. direção. direção. em todos os seus aspectos técnicos e artísticos. direção. direção.Ao autor do projeto ou aos seus prepostos é assegurado o direito de acompanhar a execução da obra. o estudo. d) e) f) g) Artigo 16º. todos serão considerados co-autores do projeto. direção.569. instalações e serviços de qualquer natureza. direção e fiscalização das obras de grande decoração arquitetônica. fiscalização e construção de obras de drenagem e de irrigação. Artigo 19º. direção. Artigo 28º . de acordo com as condições. nos assuntos correlacionados com as especificações das alíneas “a” a “i” . direção e fiscalização das obras de arquitetura paisagística. de arquiteto e de agrimensor. com os direitos e deveres correspondentes.c) d) e) f) g) h) volvimento da produção industrial e agropecuária. projeto. com todas as suas obras complementares. direção e fiscalização dos serviços de urbanismo. pareceres e divulgação técnica. projeto. de modo a garantir a sua realização. com todas as suas obras complementares. fiscalização e construção das estradas de Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.Quando a concepção geral que caracteriza um plano for elaborado em conjunto por profissionais legalmente habilitados.São da competência do engenheiro civil: a) b) c) 182 h) i) j) k) rodagem e de ferro. o estudo. Artigo 30º . direção e fiscalização dos serviços de urbanismo. fiscalização e construção das obras de captação e de abastecimento de água. industrial ou agropecuária. fiscalização e construção das obras que tenham caráter essencialmente artístico ou monumental. fiscalização construção de obras destinadas ao aproveitamento de energia e dos trabalhos relativos às máquinas e fábricas. fiscalização e construção de edifícios. a engenharia legal. pesquisa. direção. estudos. DECRETO FEDERAL N. projeto. projetos. projeto. direção. especificações e demais pormenores técnicos nele estabelecidos.

instalações e afins. vistorias. serviços. Engenharia Legal. supervisão. 1. 4. pareceres. 4.5) 3. Supervisão. Projetos definitivos (executivos). compatibilização.2) 1. materiais. 2. 1.3) 1.7) 1. Orientação técnico-administrativa.9) Assessoria .TÍTULO I CONCEITUAÇÃO PROPOSTA PARA OS SERVIÇOS RELACIONADOS COM A ENGENHARIA CIVIL Os serviços relacionados com a Engenharia Civil podem ser resumidos no seguinte: 1) Estudos de um modo geral ou viabilidade . Projeto Básico ou Legal. Orientação geral e técnicas de controle. Consultas esporádicas. subdividem-se em: 1. produtividade e qualidade. Laudos. Arbitramentos.coordenação.3) Avaliações técnicas de um determinado bem. 184 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. orçamentos.6) Coordenação. Assessoria. Consultorias ou assistências técnicas. 2.2) Pareceres técnicos sobre assunto técnico especializado.1) Gerenciamento das obras e projetos em geral. Fiscalização e Acompanhamento de obras em geral que se subdividem em: 2) 3) 4) 2. que se subdividem em: Os serviços acima relacionados são discriminados da seguinte forma: 1) Estudos de um modo geral ou viabilidade .6) 3. Gestão de empreendimentos. Coordenação. 2) Gestão.6) 1. controle físico-financeiro e da Qualidade. fiscalização e acompanhamento de obras. laudos técnicos. Pareceres. dimensionamentos de serviços. 3) Consultorias e Assistência técnica que se subdividem em: Consultorias em geral permanente e elaboração de contratos. Especificações de serviços e materiais. avaliações e perícias. arbitramentos.3) Projetos do canteiro de obra. Avaliações e Perícias em geral.Projetos básicos e executivos de qualquer natureza. materiais.5) 1.4) 3.4) Planejamentos.8) Levantamento de dados Estudos preliminares. Empresas e Profissionais 3. Fiscalização e Supervisão de serviços técnicos-administrativos.11) Levantamentos topográficos e sondagens. Paulo Roberto Vilela Dias 185 . coordenação. Laudos. supervisão.5) Administração e Controle contábil.7) Medições de serviços . fiscalização e acompanhamento de obras em geral. fundamenta dos sobre serviços ou obras. equipamentos e pessoal. planejamentos e cronogramas físico-financeiros.10) Levantamentos técnicos de obras. Vistorias. acompanhamento e controles.3) 3. 2.2) 3. 1.7) 4) 4. ou avaliação de direitos.1) Vistorias. fiscalização.1) 1. 2. supervisão. 2) Programações e dimensionamentos de serviços. Anteprojetos.Projetos básicos e executivos de qualquer natureza. Detalhes construtivos em geral Estimativas de custos. equipamentos e pessoal. Análise econômica-financeira da empresa.1) 3.4) 1. programações e controles. arbitramentos. 2.

abordando os seguintes aspectos: Concepção. Estudos. Baseado nestes dados elabora-se o escopo do Contrato. Os serviços relacionados nos itens anteriores se aplicam ao ramo da Engenharia Civil. contendo a definição de todos ambientes. projetos. rios e canais. barragens. adução. mações.1) Levantamento de dados – Levantamento de um conjunto de infor186 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. fiscalização e construção das obras relativas a portos. com especificações e detalhamento das fachadas e esquadrias externas. deverá ser apresentado o Memorial Descritivo elucidativo do partido adotado. Estudos. 1. gerando os seguintes documentos: Memorial Descritivo . emitir laudos e pareceres relacionados com a especialidade profissional. etc. legislação local. dimensionamento e caracterização dos pavimentos.em perspectiva ou elevação.Projetos básicos e executivos de qualquer natureza. túneis.descreve e justifica a solução arquitetônica proposta e é acompanhado de quadro de áreas estimadas. perícias. localização. formatando o Anteprojeto. com as modificações sugeridas. projetos. Estudos. fachadas. abastecimento de água. Empresas e Profissionais 1. arbitramentos. Em anexo. de acordo com as normas vigentes. • Estudo de Fachada . visando montar um programa básico do projeto. drenagem. com informações sobre o terreno. direção. • 3) 4) 5) 1. barragens. 1. projetos. a saber: 1) Estudos de um modo geral ou viabilidade . será apresentado o projeto legal. apresentando um padrão de cor ou textura. em plantas. bem como fazer orçamentos. a saber: 1) 2) Estudos. bem como. saneamento urbano e rural. fiscalização e construção de obras hidráulicas de saneamento e urbanização. fiscalização e construções prediais. direção. esclarecedor de circunstâncias especiais. • 6) Único . Estudos. cortes. controles. completando o projeto.3) Anteprojeto – A partir do Estudo Preliminar aprovado. grandes estruturas metálicas e de concreto armado. projetos. solicitações do Cliente. direção. será desenvolvido o Anteprojeto de Arquitetura. túneis.4. avaliações.4) Projeto Básico ou Legal – Após a aprovação pelo cliente do anteprojeto. fiscalização e construção de obras de arte especiais. permitindo sempre que possível uma primeira avaliação da estrutura. projetos. direção. industriais e reformas com todas as suas obras complementares.4) Serviços em geral de Engenharia Legal. elevações.principais níveis da edificação. de acordo com o serviço a executar e obedecidas as posturas legais para cada caso possibilitando obter licenças e alvarás. projetos. captação. 4. grandes estruturas metálicas e de concreto armado. Paulo Roberto Vilela Dias 187 . • Definição do esquema estrutural e das instalações. fiscalização e construção de obras destinadas ao aproveitamento de energia e dos trabalhos relativos às máquinas e fábricas.O Engenheiro Civil atuará também em assuntos de Engenharia Legal e de Custos. planejamentos. direção. Estudos. dimensão e articulação dos ambientes. fiscalização e construção de estradas de rodagem e de ferro. viadutos e outros. • Concepção e tratamento da volumetria do edifício. viadutos e outros.2) Estudos preliminares – Análise e avaliação de todas as informações recebidas na primeira etapa e definição do partido arquitetônico da edificação e as condições de viabilidade. • Plantas Baixas .5) Julgamentos de trabalhos em geral. direção. perfis. Vamos conceituar o que representam os serviços indicados nos itens acima. irrigação.

Através da compatibilização e otimização dos diversos projetos e processos. permite ainda. como impostos. orçamentos. comerciais. e indicar os ensaios de laboratórios indispensáveis. Conhecidos o orçamento e o prazo de execução da obra ou serviço.financeiros . compatibilização. Empresas e Profissionais apresentação de uma planilha. 1. com todos os elementos necessários à fiel execução do empreendimento. através dos coeficientes de produtividade. despesas financeiras. Deverá apresentar uma descrição completa da obra. Especificações detalhadas de todos os materiais que serão utilizados nas obras. são identificadas e eliminadas eventuais interferências entre os mesmos e futuros re-trabalhos nas obras. fiscalização. podem-se estabelecer as necessidades diárias de material e mão-de-obra para a execução da obra ou serviço. Faz parte integrante das especificações a indicação de materiais relacionados nos desenhos do projeto. com indicação das condições técnicas de execução e de todas as exigências indispensáveis à concretização da obra. em escala conveniente.conhecidos os projetos definitivos. com sua participação.coordenação. aparece a figura do Assessor. encargos sociais. pois de um levantamento completo no local que permita definir as quantidades. deverá ser apresentado o cronograma físico-financeiro (gráfico de Gantt). Estes detalhes deverão ser apresentados em desenhos. 1.Engenharia de Custos . com a listagem dos diversos serviços a executar.7) Detalhes construtivos em geral – São desenhos complementares. acompanhamento e controle – Quando na elaboração de um projeto. Os respectivos percentuais para cobrir as despesas diretas e indiretas.5) Projeto Executivo – Conjunto de documentos elaborados. os projetos existentes não reproduzem a verdade – Consiste. de todos elementos da obra ou serviço necessários à perfeita execução técnica e artística da edificação. exige detalhes particulares para facilitar ou mesmo permitir a sua execução. Cada tipo de obra. bem como a especificação para cada tipo de serviço. 1.1. que de qualquer maneira onerem os custos do empreendimento. consumo e do cronograma físico-financeiro.9) Assessoria . Na composição dos preços unitários deverão ser apresentados os coeficientes de consumo e produtividade.10)Levantamentos técnicos de obras. condições de funcionamento ou estado de conservação. segundo uma sintonia perfeita. na escala convenientemente adequada. técnicas e outras. 1. as normas aprovadas e recomendadas. aplicação correta dos materiais. 1.8) Estimativas de custos. elaborando desenhos e especificações dos serviços e dos materiais empregados. em função de sua complexidade. etc. instalações e afins já executados e que por circunstâncias. A responsabilidade funcional do levantamento levado a efeito. leis fiscais. Por outro lado. gera-se um documento único. A partir da interface entre os Projeto Arquitetônico e os Projetos Complementares. com todas as informações necessárias à execução da obra. a coordenação de todos os processos e os integrantes da equipe. Anexo deverá ser apresentado um memorial descritivo. que englobe todos os elementos considerados no estudo. os detalhes e as especificações de serviço e materiais. A finalidade é oferecer uma assessoria técnica especializada à elaboração do projeto ou serviço. serviços. a unidade considerada e os preços unitários. supervisão.6) Especificações de serviços e materiais – Tem como objetivo caracterizar as condições de execução e padrão de acabamento para cada tipo de serviço. administrativas. capaz de oferecer uma visão global da execução da obra e o conhecimento das necessidades financeiras mês a mês. necessários a uma melhor compreensão e execução da obra. houver a participação de profissionais de várias modalidades. poderá ser apresentado um orçamento – Consiste na 188 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. planejamentos e cronogramas físicos . deverá ser assumida pelo profissional Paulo Roberto Vilela Dias 189 . contendo as quantidades de serviços a executar. com a indicação das características técnicas.

2) Gestão. 1. nas disponibilidades financeiras da empresa. orçamento. especificações. mão-de-obra. equipamentos. incentivos para aumento de produtividade e qualidade.11)Levantamento topográfico e sondagens . Além do mais. dirigir e controlar a qualidade da obra. quanto aos preços de material. o profissional deverá prever. por categoria. com os seguintes sub-ítens: determinado pelas quantidades de serviços e preços unitários. 2. como seu gestor. em função da seqüência dos trabalhos a executar. memoriais gráficos e fotográficos. o plano para melhoria da produtividade e qualidade. dimensionamentos do físico. Neste caso deverão ser determinados os homens/hora indispensáveis. mão-deobra e as especificações dos serviços.Uma vez conhecido o orçamento da obra. 2. Verificar a eficiência e eficácia dos trabalhos. gerência integral. Para cada tipo ou especialidade de engenheiro teremos obras que lhe são afetas. Caso seja do interesse do cliente e tendo em vista a extensão da área a levantar. rotinas. permitindo ainda um controle.3) Projeto de canteiro de obra . face ao controle preconizado. licitude das compras e fornecimentos. 190 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. deverá ser apresentado um relatório circunstanciando todas as medidas levadas a efeito. legais decorrentes da organização levada a efeito. relatórios. coordenação. detalhes e demais elementos técnico fornecidos. admissão. dos serviços. pessoal e do financeiro . respondendo pela fiel execução dos serviços.2) Programações e dimensionamentos de serviços. no mercado de trabalho. avaliação dos cortes e aterros e outras medidas de interesse na elaboração de um determinado projeto. controles e apropriações de custos. demissão. baseando-se ainda no cronograma físico-financeiro. com previsão das datas do recrutamento. a modalidade de medição de serviços. enfim.Trata-se de medidas indispensáveis à verificação da quantidade e qualidade do trabalho. 2. execução dos serviços. supervisão. bem como previsões de treinamento. deverá ser apresentado o organograma. indicando os processos de trabalho. equipamentos e pessoal . planos de trabalhos. apresentação do esquema organizacional com a discriminação das tarefas. diretrizes. materiais. de desenvolver as diversas áreas da obra. Feitas as programações e o planejamento. exercendo as funções de acordo com as normas legais vigentes e entregando a obra ou serviço em condições de ser utilizada pelo cliente e em concordância integral com os projetos. fiscalização e acompanhamento de obras em geral.Deverá ser apresentado o projeto do canteiro de obras. no tocante à administração da empresa. com detalhes do relevo. programações e controles. Quanto as sondagens deverão constar o perfil do terreno para avaliação do solo e posição do lençol freático. além do trabalho de escritório de cálculo das cadernetas. Apresentação do planejamento completo para execução e controle da obra ou serviço. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 191 . está o engenheiro em condições de dimensionar a equipe de trabalho. 2. Consiste em ser assumido pelo profissional ético o encargo técnicoadministrativo da direção e execução da obra.Trata-se de assumir a responsabilidade dos encargos técnicos. indicando inclusive o dimensionamento da equipe. necessidades de material.executante do serviço. contendo todas as instalações a fazer.Neste caso admite-se o trabalho profissional de levantamento completo no campo. representando as curvas de nível de metro em metro. Apresentação das programações e relatórios indispensáveis à administração da obra ou serviço e relação de equipamentos necessários. procedimentos. programações. como o dimensionamento.4) Planejamentos.1) Gerenciamento das obras e projetos em geral . materiais. coordenar.

o a receber e o a pagar. Dirimir as dúvidas ou resolver os problemas técnicos surgidos. fiscalização e acompanhamento de obras em geral – Consiste em fiscalizar a fiel execução de uma obra ou serviço.2. principalmente na elaboração dos contratos entre fornecedores.2) Consultas esporádicas – Consiste na prestação de serviço técnico de engenharia prestada por profissional que oferece ao cliente solução verbal ou por escrito. 3. sendo o único responsável pelos êxitos ou insucessos preconizados. Apresentar em relatório o sistema de medida e critérios adotados. bem como o controle da qualidade apurado. no que tange a orientação técnica-administrativa e durante a venda dos trabalhos profissionais em caráter permanente.4) Fiscalização de serviços técnicos – Consiste na observância das normas brasileiras para a execução de obras e serviços.5) Administração e controle contábil – Atividade indispensável à verificação do controle da qualidade e produtividade. Determinação do estoque mínimo. 3. durante a execução da obra ou serviço. Paulo Roberto Vilela Dias 193 192 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. prevendo multas por atrasos no cronograma de pagamento e pelo não cumprimento das exigências contratuais. Flexibilidade do mercado fornecedor e consumidor.1) Consultoria permanente em geral e elaboração de contratos – Trata-se de prestação sistemática do trabalho profissional. assessorando técnico-administrativamente os diversos órgãos da empresa. utilizandose de testes da boa qualidade. apresentando os detalhes métricos e demais elementos capazes de orientar o cliente quanto à licitude do pagamento. O serviço de assessoria. quando julgar necessários. com os seguintes sub-ítens: 3.6) Coordenação. sobre determinados problemas. dos serviços executados. bem como o cronograma físico-financeiro para controle do andamento da obra. todos os detalhes métricos. Elaboração de sistemas de controle de materiais e mão-de-obra. inclusive quanto à responsabilidade sobre despesas.3) Assessoria – Serviços profissionais prestados por profissionais. Sistemas de controle do almoxarifado. 2. Neste caso o profissional deverá fazer uma listagem dos elementos que devem constar do contrato como proteção à empresa. Aqui desejamos esclarecer que a participação do profissional se faz somente na parte técnica-administrativa do contrato. Pode ser antes. Apresentar quando solicitado os esclarecimentos requeridos. fiscalizar durante todo o tempo de execução da obra ou serviço. 3) Consultorias e assistência técnica. empreiteiros e outros. Conferir todas as medidas. Tipos de notas. estabelecimento do plano de contas e contabilidade gerencial. Verificar e assinar autorizando os pagamentos de fornecimento de material e mão-de-obra. O fiscal deverá constatar a boa qualidade durante a execução das obras. uma vez oferecidos os elementos para o exame técnico da solução. para prestação de serviços durante uma certa etapa do desenvolvimento empresarial. reajustamento de preços. Empresas e Profissionais . em laboratórios oficiais. Tipo de contabilidade. todos os acabamentos. Em memorial descritivo o profissional apresentará as considerações que devem ser obedecidas. Exigir nível. pode ser em caráter permanente ou então por contrato temporário. 3. visando enquadrar as normas pré-determinadas. Sistema de apresentação das diversas contas a receber e a pagar. como também o cumprimento das especificações de serviços e materiais. apresentar a resposta à consulta formulada. estudo de preços e materiais. atendendo a boa técnica requerida. Dar assistência técnica efetiva quando solicitado.7) Medições de serviços e controles físico-financeiros e da qualidade – Medições “in loco”. esquadro e prumo. Escrituração dos custos de obra. estudo dos contratos de fornecimento e pessoal. oferecendo uma assistência técnica permanente e responsabilizando-se pelas orientações e instruções prestadas na obra e ao cliente. Enfim. com poderes de sustar qualquer serviço executado fora dos padrões do projeto. durante e posterior à implantação de uma obra ou serviço. lembrando de cláusulas de regulamento do prazo. supervisão. 2.

Ampliação da faixa de empreendimentos da empresa. laudos técnicos fundamentados. estabelecer a política administrativa da empresa no setor técnico.3) Avaliação técnica de um determinado bem ou direito – Aqui reside um dos assuntos mais sérios. na avaliação técnica de um determinado bem. com vistas a: a) b) c) d) e) Sistemática dos serviços. de modo a executar os serviços em andamento. Assim. com os seguintes sub-ítens: c) d) e) f) g) 4. Neste caso. as considerações levadas a efeito. laudos. determinando-se o sistema de apropriação de custo. bem como indicação da distribuição do equipamento dentro do imóvel. Por meio de um relatório apresentar-se-á a orientação técnico-administrativa. fruto dos elementos patrimoniais oferecidos. de especificações. Estimativa do valor do patrimônio em imóveis. na maioria das vezes. bem como da exigência de testes de laboratório e exames locais. Levantamento dos imóveis. Contatos de qualquer natureza. bem como. Procura de novos mercados. a projeção de um estudo para ampliação da empresa. diária. Feita a vistoria e elaborado o laudo técnico. o memorial descritivo dará as informações colhidas. Engenharia Legal.1) Vistorias. será complementado o parecer final. 194 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. Às vezes pode ser também solicitado. pareceres. Empresas e Profissionais . Trata-se de um serviço de alta repercussão técnica pelos efeitos decorrentes. O parecer poderá ser acompanhado de plantas. executando plantas ou conferindo os existentes. serviço ou obra. Sim. da rentabilidade da obra. verificado em uma determinada condição existente e que constitui.2) Pareceres técnicos sobre assunto técnico especializado – Nem sempre a vistoria e o laudo vem acompanhado de um parecer técnico. avaliações e perícias em geral.7) Orientação geral e técnicos de controle – Apresentação de um esquema técnico geral. porque. Às vezes o parecer técnico é de tal envergadura e envolve técnicos tão especializados que só pode ser dado em conjunto por uma comissão de alto gabarito. 4. no qual se esclareçam as causas e fiquem estabelecidas as medidas técnicas a tomar. No entanto. 3. vai depender de um estudo muito mais aprimorado e a conseqüente avaliação. de serviços e materiais. pode ser aleatória. Fornecimento de um memorial descritivo com o dimensionamento das diversas seções da empresa. O parecer é uma opinião técnica abalizada e fundamentada em requisitos técnicos. capazes de oferecer a medida exata do valor. os elementos computados. por assim dizer. uma vez conhecido o projeto ou os contratos de execução. como segue: a) b) Levantamento geral dos bens patrimoniais da empresa. 4) Vistorias. normas de controle para o material e mão-de-obra.3. 4.6) Orientação técnico-administrativa – Consiste em.5) Análise econômica-financeira da empresa – Estudo dos elementos patrimoniais da empresa. temos o laudo técnico. face as tendências do mercado. Determinação do fluxo de caixa. Apresentação de um parecer técnico. Medidas preventivas a preconizar. mensal e anual da empresa. se acompanhado das causas e das conclusões técnicas cabíveis. será estudada a linha a ser seguida e a orientação a ser obedecida. capaz de orientar a empresa no sistema global de controle. serviços ou da empresa. a vistoria. Já no caso do Direito. o laudo técnico é a constatação de um determinado fato. com um memorial descritivo. existem elementos mensuráveis. Avaliação da produção. o critério adotado e outros elementos que objetivaram a avaliação. Cadastramento do equipamento e avaliação. Em cada caso. NesPaulo Roberto Vilela Dias 195 3. sobre serviços ou obras – Os laudos técnicos compreendem a informação profissional a respeito de determinado assunto.

é claro. Perícia . Podemos julgar concursos de trabalhos técnicos de projetos. sem entrar em detalhes. legais. tudo o que depender de julgamento.é a apresentação técnica fundamentada do valor encontrado.VIABILIDADE Estudo crítico das atividades de um empreendimento. cada modalidade de engenharia tem o âmbito de ação de sua atividade. econômicos. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias . estimado.tas condições o parecer técnico será o elemento de decisão.Trata-se pois de uma opinião fundamentada das causas possíveis. 13. com a decomposição de um todo em suas partes constituídas. nas atribuições profissionais. calculado ou arbitrado para um bem ou direito. tendo em vista conhecer sua natureza.5) Julgamento de trabalhos em geral – Aqui neste título englobamos a decisão requerida em relatório minucioso. baseado. concursos de provas e títulos. proporções. Como se vê. Deverá ser apresentado um laudo circunstanciado e técnico.3 DEFINIÇÕES DAS ATIVIDADES PROFISSIONAIS DA ENGENHARIA CIVIL ANÁLISE TÉCNICO-ECONÔMICA DE EMPREENDIMENTO . Na perícia de um modo em geral. Avaliação . assim como. apresentado inclusive a ou as soluções para o problema. ARBITRAMENTO Atividade que envolve a tomada de decisão ou posição entre alternativas tecnicamente controversas ou que decorrem de aspectos subjetivos. funções. AUDITORIA Exame analítico e crítico que abrange desenvolvimento das atividades. nos aspectos técnicos. com o propósito de fundamentar decisões financeiras. 4. causadoras de uma determinada situação. feita com o objetivo de se verificar um estado das coisas. os fundamentos técnicos que serviram de suporte à decisão final. as normas de procedi197 b) c) d) 196 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. contendo as razões do julgamento. é o caso por exemplo da “vistoria ad perpetuum in rei memoriam”. inclusive com a classificação dos concorrentes.aquela que se preocupa em analisar os aspectos administrativos econômicos. Parecer . O trabalho pode ser desenvolvido em dois campos distintos. A) Auditoria analítica e crítica . objetivando dar ao usuário condições de adotar e utilizar técnicas – administrativas recomendadas ao êxito de seu empreendimento. pelo oferecimento de um relatório minucioso do fato.Que é uma vistoria na qual são indicadas as causas técnicas.administrativa por tempo determinado ou para finalidade específica. ASSISTÊNCIA TÉCNICA Conjunto de ações integradas. enfim.Nada mais que a verificação de uma situação existente. e relações. administrativos e legais. o parecer técnico deve ser documentado e tiradas as conclusões. 4. ASSESSORIA Serviço prestado a pessoas físicas ou a empresas por profissional qualificado e que exige um somatório de conhecimentos e experiências na prestação sistemática ou eventual de serviços de orientação técnica . concorrência.4) Serviços em geral de Engenharia Legal – Relativamente à Engenharia Legal pode ser solicitado ao profissional o seguinte: a) Vistoria .

Palestra: Exposição oral de temas técnicos. necessários a execução de obra ou serviço técnico. bem como ações de “marketing”. matérias escritas. visando difundir informações.aquela que se preocupa em analisar o cumprimento das especificações técnicas e legais contidas na atividade. provas escritas. práticas prestadas. realizadas para o preenchimento de cargos. planejamento ou projeto. ESTUDO Atividade que envolve simultaneamente o levantamento e a análise de dados de natureza técnica. mento de provas documentais. anais. coordenação. ao desenvolvimento de métodos. PALESTRA. em recinto fechado e apropriado. a um público específico. SEMINÁRIO OU CONGRESSO Curso: Explanação teórica ou prática de matérias específicas técnicas. equipamentos e contratação de mão de obra. tecnologias de produção. ATESTADO Documento que contém declaração. gerenciamento e julga198 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. SERVIÇO OU OBRA Compete a atividade de gerência da execução e/ou acompanhamento de projeto. podendo ainda responder pela aquisição de materiais. no plano. para servir de comprovação perante terceiros. DIVULGAÇÃO TÉCNICA CURSO. planejamento ou projeto. mediante planejamento. ficando a cargo do profissional a direção técnica-administrativa da execução das atividades. de um direito ou de um empreendimento. conhecimentos e tecnologias relativas a uma dada atividade. CONSULTORIA Serviço realizado para atender pessoa física ou jurídica em área específica visando identificar os problemas e propor recomendações que satisfaçam as necessidades. AVALIAÇÃO Atividade que envolve a determinação técnica do valor qualitativo ou monetário de um bem.B) mentos de uma atividade. serviço ou evento técnico/científico. CONCORRÊNCIAS Envolve ações de organização. com o emprego da pedagógica e didática. Seminário e/ou Congresso: Exposição de vários temas. Paulo Roberto Vilela Dias 199 . de sua autoria ou de outro profissional legalmente habilitado. escrita e assinada por profissional habilitado. faladas e televisadas e outras. Inclui neste item a elaboração de folders. produto. É também a análise de resultados de um programa ou projeto. GESTÃO DE PROJETO. processos. coordenação e gerenciamento dos serviços de concorrências. folhetos. serviço ou obra. incluindo texto e “layout”. sobre veracidade de um fato ou uma situação. plano. CONCURSO Envolve ações de organização. ou ainda a determinação de viabilidade técnico-econômica de um empreendimento. Empresas e Profissionais Consiste na elaboração de peças publicitárias. Auditoria técnica .

julgamento de concorrências. Aplica-se em situações das mais variadas. LEVANTAMENTO TOPOGRÁFICO PLANIMÉTRICO Levantamento e representação gráfica do perímetro de uma determinada área. plano a suavemente ondulado (0 a 8% de declividade) ondulado a fortemente ondulado (8 a 30% de declividade) forte ondulado a montanhoso (30 a 60% de declividade) montanhoso a escarpado > 60% de declividade. demarcação ou restauração de rumos para a execução de projetos. no campo. estudos e projetos até a definição de limites entre propriedades. Locação topográfica de obras de infra-estrutura Situações previstas: Terreno • Terreno • Terreno • Terreno • plano a suavemente ondulado (0 a 8% de declividade) ondulado a fortemente ondulado (8 a 30% de declividade) forte ondulado a montanhoso (30 a 60% de declividade) montanhoso a escarpado > 60% de declividade Locação topográfica de curvas de níveis Consiste na fixação ou demarcação. de curvas de níveis. dentre outras. aos prazos e valores estabelecidos no projeto. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 201 . conforme projeto elaborado ou planta. obra ou serviço. LOCAÇÃO TOPOGRÁFICA Ato de dirimir questões por solicitação das partes litigantes. podendo incluir recursos naturais e benfeitorias. ou por designação judicial. Situações previstas: Terreno Terreno • Terreno • Terreno • • A locação consiste nos serviços topográficos empregados na fixação. LAUDO É a peça na qual o perito. LEVANTAMENTO TOPOGRÁFICO PLANIALTIMÉTRICO Levantamento e representação gráfica do perímetro e relevo de uma área determinada. podendo incluir acidentes naturais e construções. 200 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. e com eqüidistância determinadas pela utilização e relevo da área. relata o que observou e dá suas conclusões ou avalia o valor de coisas ou direitos.FISCALIZAÇÃO DE PROJETO. qualidade de produtos. JULGAMENTO Situações previstas: Terreno Terreno • Terreno • Terreno • • plano a suavemente ondulado (0 a 8% de declividade) ondulado a fortemente ondulado (8 a 30% de declividade) forte ondulado a montanhoso (30 a 60% de declividade) montanhoso a escarpado > 60% de declividade. ORÇAMENTO DE OBRAS E/OU SERVIÇOS Atividade que envolve o levantamento de quantidades e custos de todos os elementos inerentes a execução de determinado empreendimento ou serviço ou ainda na elaboração de determinado produto. com a finalidade de examinar se sua execução obedece às especificações de natureza técnica. profissional habilitado. envolvendo desde a classificação de trabalhos apresentados em concursos. SERVIÇO OU OBRA Atividade que envolve a fiscalização de projeto.

tempo consumido para sua realização. PERÍCIA Atividade demandada por ação judicial. assistência técnica em atividades de um empreendimento. 13. bem como. possibilitando a opinião ou parecer sobre matéria de fato. Baseado nestes dados elabora-se o escopo do Contrato.4. devem ser explícitos em contrato adequado.1 CONSTITUIÇÃO DO PROJETO As condições de contratação e remuneração referem-se ao projeto completo de Arquitetura. visando montar um programa básico do projeto. dimen• são e articulação de ambientes. avaliação ou vistoria.4 ATIVIDADES E DIREITOS AUTORAIS DE ARQUITETOS 13. com informações sobre o terreno. as condições de pagamento poderão ser fixadas pelo Juiz na sentença. por escrito. sem entrar em detalhes. é o caso da vistoria feita com o objetivo de se verificar um estado de coisas. • 202 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. tendo como finalidade a produção de “prova” através de um exame.PARECER TÉCNICO Consiste na opinião fundamentada sobre determinado assunto técnico. que envolve a apuração das causas que motivaram determinado acontecimento. o profissional deverá apresentar seus honorários nos prazos determinados em hora técnicas a trabalhar. o perito. pelo oferecimento de um relatório minucioso do fato. composto das seguintes fases: • • • • • • Levantamento de Dados Estudo preliminar Projeto Legal Projeto de Execução Detalhes Construtivos Caderno de Especificações COMPOSIÇÃO DO PROJETO DE ARQUITETURA Levantamento de Dados Levantamento de um conjunto de informações. legislação. atendendo à natureza da perícia. interesse em discussão e valor da causa. com a finalidade de subsidiar decisões. bem como os honorários. entre outros decorrentes de exigência legal. de que tem conhecimento. etc. gerando os seguintes documentos: Memorial descritivo – descreve e justifica a solução arquitetônica proposta acompanhando de quadro de áreas estimadas. As responsabilidades do profissional. RESPONSABILIDADE TÉCNICA Atividade especializada que requer conhecimento de tecnologia. Plantas Baixas – principais níveis da edificação: localização. solicitações do cliente. conteúdo substancial do trabalho. Estudo Preliminar Análise e avaliação de todas as informações recebidas na primeira etapa e definição do partido arquitetônico da edificação. legislação local. Os honorários profissionais dos peritos. permitindo sempre que possível uma primeira avaliação da estrutura. Caso não sejam fixados pelo Juiz. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 203 . VISTORIA Verificação de uma situação existente.

10% • Anteprojeto e Projeto Legal . cortes. proporções... 13. A partir da interface entre Projetos Complementares e o Projeto Arquitetônico gera-se um documento único......... será desenvolvido o Anteprojeto de Arquitetura... 40% • Detalhes e Caderno de Especificação ..... dimensionamento e caracterização dos pavimentos...... abordando os seguintes aspectos: Concepção...... aplicação correta dos materiais e etc.. com a decomposição de um todo em suas partes constituídas. 10% • Os percentuais a seguir indicam a remuneração específica de cada item no caso de Projeto de Arquitetura...... 13.. • Projeto Legal Formatação do anteprojeto.... apresentando um padrão de cor e textura.. • Concepção e tratamento da volumetria do edifício....... de acordo com as normas vigentes. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 205 ... com especificação e detalhamento das fachadas e esquadrias externas...........2 PERCENTUAIS EM CADA ETAPA DO PROJETO Anteprojeto A partir do Estudo preliminar aprovado..........4.. Faz parte integrante das especificações a indicação de materiais relacionados nos desenhos do projeto........ em escala conveniente.....5 ATIVIDADES LEGAIS DOS PROFISSIONAIS DE ENGENHARIA AGRONOMICA E FLORESTAL ANÁLISE TÉCNICO-ECONÔMICA DE EMPREENDIMENTO Estudo crítico das atividades agrosilvipastoris ou agroindustriais..... Através da compatibilização dos diversos projetos.... Levantamento de Dados e estudo Preliminar . possibilitando obter licenças e alvarás da obra... • Definição do esquema estrutural... tendo em vista conhecer sua natureza..... Projeto de Execução Conjunto de documentos elaborados.... contendo a definição de todos os ambientes... memorial descritivo com especificação de materiais......... perspectivas... com todas as informações necessárias à execução da obra........ 204 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva....... Caderno de Especificações Tem como objetivo caracterizar as condições de execução e o padrão de acabamento para cada tipo de serviço............. as normas aprovadas e recomendadas..... são identificadas e eliminadas eventuais interferências entre os mesmos. 40% • Projeto de Execução ..... funções e relações com o propósito de fundamentar decisões........... detalhamento..... Projeto de Interior Plantas baixas. Estes dados poderão ser usados no caso de interrupção do projeto antes da conclusão final ou de contratação de parte do projeto.. Detalhes Construtivos São desenhos complementares de arquitetura necessários a uma melhor compreensão e execução da obra. de todos os elementos da obra ou serviço necessários à perfeita execução técnica e artística da edificação....• Estudo de fachada – em perspectiva ou elevação..

escrita e assinada por profissional habilitado. gerenciamento e julgamento de provas documentais. de um direito ou de um empreendimento. CONCURSO Envolve ações de organização. levando-se em conta as necessidades do animal e dos nutrientes disponíveis.ARBITRAMENTO Atividade que envolve a tomada de decisão ou posição entre alternativas tecnicamente controversas ou que decorrem de aspectos subjetivos. ATESTADO Documento que contém declaração. nos aspectos técnicos. a) b) Auditoria analítica – aquele que se preocupa em analisar as normas de procedimentos de uma atividade ou projeto. a um público específico. Conferência: Exposição de tema. objetivando dar ao usuário condições de adotar e utilizar técnicas recomendadas ao êxito de seu empreendimento. práticas prestadas. PALESTRA E CONFERÊNCIA Aula: explanação teórica ou prática de matérias específicas com emprego de técnica pedagógica. 206 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. sobre veracidade de um fato ou uma situação. em recinto fechado e apropriado. Auditoria técnica – aquele que se preocupa em analisar o cumprimento das especificações técnicas contidas no plano ou projeto. coordenação e gerenciamento dos serviços de concorrências. CONSULTA Exame de problemas seguido de recomendação técnica a ser utilizada em exploração agrosilvipastoril e prescrição qualitativa e quantitativa de Paulo Roberto Vilela Dias 207 AULA. Palestra: Exposição oral de temas técnicos. provas escritas realizadas para o preenchimento de cargos. AUDITORIA Exame analítico que abrange desenvolvimento das atividades agrosilvipastoris ou agroindustriais. econômicos e administrativos. CONCORRÊNCIAS Envolve ações de organização. AVALIAÇÃO Atividade que envolve a determinação técnica do valor qualitativo ou monetário de um bem. Empresas e Profissionais . ASSESSORIA Serviço prestado a pessoas físicas ou a empresas por profissional qualificado e que exige um somatório de conhecimentos e experiências na prestação sistemática ou eventual de serviços de orientação técnica por tempo ou prazo determinado ou para finalidade específica. para servir de comprovação perante terceiros. É também análise de resultados de um programa ou projeto. coordenação. ASSISTÊNCIA TÉCNICA Conjunto de ações integradas. CÁLCULO DE RAÇÃO Método utilizado para determinar a composição de uma ração.

Consulta e receita com base no exame “ in loco ” da atividade agrosilvipastoril. entre outros) Caracterização do meio biótico. ESTUDO Atividade que envolve simultaneamente o levantamento e a análise de dados de natureza técnica. É a norma legal que o EIA/RIMA seja realizado por uma equipe multidisciplinar especializada. produto. Análise dos impactos ambientais e Proposição de medidas preventivas. anais. faladas e televisadas e outras. visando a implantação de empreendimentos que provoquem significativo impacto ambiental. serviço ou obra. que permite conhecer com maior precisão os diferentes fatores que intervêm no processo de produção. transporte. comercialização. tecnologia de produção. ao desenvolvimento de métodos. Caracterização do meio físico (clima. constituindo-se em trabalho realizado no escritório. DILIGÊNCIA Exame local ou vistoria de problemas agrosilvipastoris com orientação para providências imediatas. ou de uma dada região. visando difundir informações. DIAGNÓSTICO TÉCNICO. processo. conhecimentos e tecnologias relativas a uma dada atividade. Inclui-se neste item a elaboração de folders. c e d. beneficiamento. Empresas e Profissionais Destinam-se ao licenciamento ambiental. ficando a cargo do profissional Paulo Roberto Vilela Dias 209 . Identificação das áreas diretamente afetadas e de influência do empreendimento. ESTUDOS DE IMPACTO AMBIENTAL CONSULTORIA Serviço realizado para atender pessoa física ou jurídica em área específica visando identificar os problemas e propor recomendações que satisfaçam as necessidades. corretivas e mitigadoras dos impactos ambientais identificados. devido ao elevado grau de complexidade e detalhamento exigido normalmente nesse estudo. mediante exame e descrição minuciosa dos elementos que a constituem. Caracterização do meio sócio-econômico. junto ao órgão ambiental competente. de sua autoria ou de outro profissional legalmente habilitado. necessários a execução de obra ou serviço técnico. b) c) d) e) f) Nota: Os itens e e f referem-se a interpretações de todos os levantamentos de campo dos itens b. folhetos. incluindo texto e layout. ECONÔMICO E SOCIAL a) Estudo técnico. mediante planejamento. bem como ações de marketing rural. solo. serviço ou evento técnico/científico. SERVIÇO OU OBRA Compete a atividade de gerência da execução e/ou acompanhamento de projeto. bem como avaliar índices técnicos e econômicos das explorações agrosilvipastoris e potencialidades. DIVULGAÇÃO TÉCNICA Consiste na elaboração de peças publicitárias. geologia e geomorfologia. 208 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. podendo ocorrer de duas formas: a) b) Consulta e receita no escritório. sem a indagação das que a motivarem. ou ainda a determinação de viabilidade técnico-econômica de um empreendimento. com base em informações do arquivo do profissional e em informações fornecidas pelo cliente.insumos. identificando pontos de estrangulamento da cadeia produtiva. em atendimento à legislação. envolvendo fauna e vegetação. GERÊNCIA DE PROJETO. águas superficiais e subterrânea. matérias escritas. econômico e social da propriedade rural.

a direção técnico-administrativa da execução das atividades, podendo ainda responder pela aquisição de materiais, equipamentos e contratação de mão de obra. FISCALIZAÇÃO DE PROJETO, SERVIÇO OU OBRA Atividade que envolve a fiscalização de projeto, obra ou serviço, com a finalidade de examinar se a sua execução obedece às especificações de natureza técnica, aos prazos e valores estabelecidos no projeto. FORNECIMENTO DE DADOS E INFORMAÇÕES Consiste na transferência a terceiros de dados e informações que requeiram análise, tabulações e processamento sobre produtos (área, produção, produtividade, etc), consumidores, produtores, fabricantes, infraestrutura, aspectos econômico, social e tecnológico e outros. FORNECIMENTO DE MALA DIRETA Consiste na transferência de informações armazenadas em computadores: de lista de nomes e respectivos endereços, relativos a empresas e profissionais de uma dada atividade, categoria, serviços ou produtos. INTERPRETAÇÃO E RECOMENDAÇÃO A PARTIR DE ANÁLISE LABORATORIAL DE SOLO OU VEGETAL É o serviço técnico que tem como objetivo identificar a potencialidade, a deficiência e os desequilíbrios do solo, bem como do quadro fisiológico dos vegetais e a formulação de uma recomendação. JULGAMENTO Ato de dirimir questões por solicitação das partes litigantes, ou por designação judicial. Aplica-se em situações as mais variadas: envolvendo
210 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. Empresas e Profissionais

desde a classificação de trabalhos apresentados em concursos, julgamento de concorrências, qualidade de produtos, estudos e projetos até a definição de limites entre propriedades, dentre outras. LAUDO É a peça na qual o perito, profissional habilitado, relata o que observou e dá suas conclusões ou avalia o valor de coisas ou direitos. LEVANTAMENTO TOPOGRÁFICO PLANIMÉTRICO Levantamento e representação gráfica do perímetro de uma determinada área, podendo, incluir acidentes naturais, construções e uso agrícola. LEVANTAMENTO TOPOGRÁFICO PLANIALTIMÉTRICO Levantamento e representação gráfica do perímetro e relevo de uma determinada área, podendo, incluir acidentes naturais, construções e uso agrícola. LEVANTAMENTO DE MEIO FÍSICO Levantamento de Recursos Climáticos Compreende basicamente o levantamento, caracterização e análise de fatores climáticos, tais como: precipitação pluviométrica, balanço hídrico, temperatura, umidade relativa, ventos, entre outros, de uma determinada área. Levantamento da Capacidade de Uso do solo Compreende o mapeamento de uma determinada área para identificação da sua aptidão agrosilvipastoril e o nível de manejo adequado.

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Levantamento de Cobertura Vegetal do Solo Compreende o mapeamento de uma determinada área para identificação, caracterização e dimensionamento das diferentes atividades econômicas ou ocorrências naturais nela existentes. Levantamento de Solos Compreende a determinação e o mapeamento, em diferentes níveis de detalhamento, das unidades taxonômicas de solos através de observações de campo e coleta de material para análises físicas e químicas. LOCAÇÃO TOPOGRÁFICA A locação consiste nos serviços topográficos empregados na fixação, demarcação ou restauração de rumos para a execução de projetos agropecuários ou florestais. Divide-se em: Locação topográfica de obras de infraestrutura • Locação topográfica de curvas de níveis

PADRONIZAÇÃO E CLASSIFICAÇÃO DE PRODUTOS, PLANOS E LEVANTAMENTOS Ato de enquadrar os produtos de origem vegetal ou animal em padrões típicos pré-estabelecidos. ELABORAÇÃO DE PROJETOS, PLANOS E LEVANTAMENTOS Atividade necessária à materialização dos meios através de princípios técnicos e científicos, visando a consecução de um objetivo ou meta, adequando-se aos recursos disponíveis e as alternativas que conduzam a viabilidade da decisão. Resumidamente, entende-se o projeto como instrumento de ação do planejamento. No campo das ciências agrárias são comuns os seguintes trabalhos: a) b) c) d) e) f) g) h) i) j) k) l) m) n) Projeto de Reflorestamento ou Florestamento Plano de Corte Florestal Levantamento Circunstanciado Florestal Plano de Manejo Florestal (Floresta Plantada) Plano de Manejo Florestal (Floresta Natural) Projeto de Arborização Urbana Projeto de Recuperação de Áreas Degradadas Projeto de Revegetação de Áreas Projeto de Paisagismo Projeto de Exploração Agropecuária Projeto de Viabilidade Técnico e Econômica Projeto de Irrigação e Drenagem Projeto de Sistematização de Várzea Projeto de Desenvolvimento Regional

PARTILHA DE ÁREAS Trabalho que compreende o levantamento de uma dada superfície, classificação de recursos naturais e benfeitorias, estudos de parcelamento (equivalente ou proporcional) cálculos necessários e apresentação gráfica da subdivisão total e das áreas individuais. ORÇAMENTO Atividade que envolve o levantamento de custos de todos os elementos inerentes a execução de determinado empreendimento ou serviço ou ainda na elaboração de determinado produto.
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PARECER TÉCNICO Consiste na opinião fundamentada sobre determinado assunto técnico, por escrito, com a finalidade de subsidiar decisões.

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PERÍCIA Atividade demandada por ação judicial, que envolve a apuração das causas que motivaram determinado acontecimento, tendo como finalidade a produção de “prova” através de um exame, avaliação ou vistoria, possibilitando a opinião ou parecer sobre matéria de fato, de que tem conhecimento, o perito. AVALIAÇÃO DE CULTURA POR FRUSTAÇÃO DE SAFRA Atividade que envolve a apuração das causas de frustração de uma cultura ou safra através de vistorias, levantamentos, investigações e pesquisa, determinando o volume de perda parcial ou total, por solicitação do produtor, companhia de seguro, seguro financeiro ou órgão público. RESPONSABILIDADE TÉCNICA Atividade especializada que requer conhecimento de tecnologia, legislação, assistência técnica em atividades como produção de mudas, sementes, desinsetização, entre outros decorrente de exigência legal. VISTORIA Atividade profissional que consiste no exame de problemas agrosilvipastoris, seguido de orientação para providências imediatas.

PROJETO DE CABEAÇÃO TELEFÔNICA Compreende o projeto da cabeação telefônica para atender as unidades consumidoras, conforme previsão de pontos indicados no projeto de tubulação correspondente, de acordo com as normas vigentes. Não está incluído cabeação para CPCT (Central Privada de Comutação Telefônica). REDE DE RELÓGIOS SINCRONIZADOS Trata-se do projeto de tubulação seca exclusiva para rede de relógios sincronizados. REDE DE DUTOS PARA CIRCUITOS DE INFORMÁTICA Trata-se do projeto de tubulação seca exclusiva para cabos de sinal. ALIMENTADORES PARA EQUIPAMENTO CENTRAL DE AR CONDICIONADO Para edificações prediais dotadas de sistema central, o projeto deste ficará a cargo de especialista, sendo previstas no contexto do orçamento da instalação elétrica as esperas na casa de máquinas principal. A partir desta, o projeto elétrico de distribuição às casas de máquinas locais, torres de arrefecimento, bloqueios e comandos, ficará a cargo do projetista do ar condicionado. Se, no entanto, esta rede de distribuição e comando for representada no projeto no projeto elétrico, caberá o adicional indicado. Todavia é excluído o detalhamento dos quadros gerais do sistema, que sempre ficarão a cargo do projetista do ar condicionado. ALIMENTADORES PARA DIVERSOS EQUIPAMENTOS Trata-se do cálculo dos alimentadores para eventuais equipamentos relacionados no projeto. Inclui ainda, o esquema unifilar do quadro, memorial descritivo e especificações de materiais. O memorial descritivo e especificações dos equipamentos ficarão por conta dos fornecedores dos mesmos.
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13.6 ATIVIDADES DO ENGENHEIRO ELETRICISTAS REDE DE SONORIZAÇÃO Compreende o posicionamento dos sonofletores, tubulação seca exclusiva com caixa de passagem, previsão do local para central de som e posição dos controles individuais.

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especificação dos materiais. determinação da potência de fonte geradora (baterias. 216 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. As especificações do equipamento ficarão a cargo do fornecedor do mesmo. deve ser encarado como um projeto à parte. com respectivas proteções e controles. Empresas e Profissionais CIRCUITO FECHADO DE TELEVISÃO – CFTV Trata-se do projeto de tubulação seca para o sistema. Memorial. tomadas e esperas especiais. SISTEMA DE DETECÇÃO E ALARME CONTRA INCÊNDIO Trata-se do projeto de tubulação seca e previsão do local para a central. Inclui memorial e especificações de materiais. por se tratar de um trabalho específico. com detalhamento.GERAÇÃO DE EMERGÊNCIA Inclui projeto de instalação do grupo gerador. ENCAMINHADO JUNTO À CONCESSIONÁRIA DE ENERGIA ELÉTRICA Refere-se ao encaminhamento do projeto à concessionária de energia elétrica segundo os padrões normativos correspondentes. exaustão de gases. define apenas uma previsão de carga para iluminação. se necessário: corrente alternada com partida em x segundos. capazes de permitir a continuidade de tarefas básicas ou vitais nos recintos beneficiados. CÁLCULO LUMINOTÉCNICO O cálculo luminotécnico. Inclui memorial e especificações de materiais. não são aqui considerados. não entrando no mérito da disposição de lâmpadas e luminárias. Planilhas de carga com cálculos elétricos específicos. ou projeto de luminotécnica. ou a evacuação de pessoas com segurança. INSTALAÇÕES PARA ÁREAS CLASSIFICADAS É estudado o tipo de risco e sua classificação. no âmbito da iluminação. Paulo Roberto Vilela Dias 217 . compreendem-se sistemas de certo porte. Sistemas de segurança de pequeno porte do tipo unitário. a serem ligados ao sistema de emergência. a partir de quadros de distribuição específicos. Estudo a respeito da demanda. Por iluminação de emergência. Subdivisão dos sistemas. CABINA DE BARRAMENTO No decorrer do projeto. envolvendo aspectos arquitetônicos e de desempenho ou funcionais. ILUMINAÇÃO DE EMERGÊNCIA Localização de todos os pontos de luz. poderá se chegar à conclusão sobre a necessidade de se projetar cabina de barramento para receber alimentação da concessionária. neste item. grupo motor-gerador). com todas as utilidades requeridas (sistema de suprimento de combustível. ENCAMINHADO JUNTO À CONCESSIONÁRIA DE TELECOMUNICACÃO Refere-se ao encaminhamento do projeto à concessionária telefônica segundo os padrões normativos correspondentes. com diversas variáveis envolvidas. etc) e quadro de distribuição de emergência. por exemplo com indicações de “saída”. Lançamento de redes de tubulações com fiações independentes. desvinculado do projeto de instalações elétricas que. É indicado o equipamento elétrico específico para cada local. corrente contínua com entrada em operação imediata. água de refrigeração.

nos serviços fiscalizados pelo CREA). Este profissional não é regido pela CLT e sim pelo Código Civil e normas jurídicas diversas. QUALQUER ESPECIALIDADE 14. isto é. do latim liberais. Os preços especificados neste documento são considerados para todo o Estado do Rio de Janeiro.14 CÁLCULO DA HORA TÉCNICA DO PROFISSIONAL LIBERAL. em todas as fases de sua execução. livre de qualquer subordinação a um patrão ou chefe”. de líber (livre). literalmente assim se deve entender toda profissão. são sinônimos. Todos os serviços relacionados neste documento deverão obedecer. para o seu exercício depende do conhecimento e habilidades.1 DEFINIÇÕES Profissional liberal ou Profissional Autônomo. aos seguintes aspectos: Legislação Pertinente • Normas da ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas) • Tecnologia mais apropriada • As remunerações constantes neste documento são considerados como HONORÁRIOS MÍNIMOS na relação do profissional com o cliente. do CONFEA. Para cálculo dos preços referentes à hora de trabalho. Assim sendo. o caráter distintivo do profissional liberal. “Pela adjetivação liberal. cujo êxito decorre da maior ou menor capacidade intelectual do profissional. que possa ser exercida com autonomia. no cumprimento do Código de Ética do Profissional e também de subsídio ao Poder Judiciário. são consideraPaulo Roberto Vilela Dias 219 . para efeito de Fiscalização do Código de Ética (Resolução 205.

obras e serviços. executado a pedido do cliente dará ao profissional direito a uma remuneração suplementar correspondente. Eventualmente: Insalubridade. bem como as datas de inicio e término dos serviços. aluguel de equipamentos. Algumas despesas realizadas ao longo do trabalho profissional não estão incluídas nos preços constantes neste documento e deverão ser somadas ao cálculo dos respectivos valores. • Artigo 39º. Todas as despesas necessárias para os trabalhos executados fora do município . • c) as medidas lineares. serviços de terceiros. alimentação. podendo ainda. Neste documento deve ser explicado detalhadamente o serviço como determina o CREA e o Código de Defesa do Consumidor. hospedagem. a seu favor. salvo expressa estipulação em contrário. 220 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. quando a critério do juiz. sendo calculadas tomando por base. b) complexidade. Estudo alternativo ao projeto original ou estudo de novos serviços para um mesmo empreendimento. salários de auxiliares. incluindo ainda deslocamento para outro local fora do escritório.que estabelece deveres aos prestadores de serviços. • • Nenhum serviço será iniciado.. também acordada previamente. sobre carimbo. atendendo o que dispõem o Código de Defesa do Consumidor.sede do profissional. Caso o cliente forneça transporte. ter Contrato ou Convênio. alimentação. as condições de pagamento.executar serviços sem a prévia elaboração de orçamento e autorização expressa do consumidor. • Artigo 50º . de área ou volume. impressos. material. • O valor dos contratos analisados ou das causas judiciais submetidas a exame. Os projetos e demais trabalhos profissionais são direitos autorais do profissional. segundo as regras ordinárias de experiência. esses itens não entrarão nos cálculos do custo do serviço. perigosas ou de difícil acesso. e os clientes só poderão utilizá-los para os locais indicados. Paralelamente ao cumprimento da Tabela. especificidade e dificuldade dos serviços. Custo efetivo dos projetos. ART. • Artigo 40º . as taxas de honorários deverão ser majoradas mediante contrato prévio e de acordo com os percentuais aplicados pela legislação trabalhista. datados e assinados pelo profissional. despesas auxiliares de transporte.o Código de Defesa do Consumidor ..a garantia contratual complementar é legal e será conferida mediante termo escrito. ressalvadas as decorrentes de práticas anteriores entre as partes. o tempo de viagem e o fim específico. destacam-se os seguintes: Artigo 6º.das todas as despesas referentes a: pesquisas. se não houver ART. taxas públicas. número de registro no CREA e rubrica em todas as folhas do documento.é direito básico do consumidor a facilitação da defesa de seus direitos. principalmente: a) tempo gasto pelo profissional. no processo civil. inciso VI . como: análise de solo.. etc. Dentre os vários artigos desta Lei. for verossímil a alegação ou quando for hiposuficiente. consultas e outras. Empresas e Profissionais Nos serviços em zonas insalubres. sobretaxas de ordenados e outras) devido ao deslocamento de pessoal. A forma de pagamento dos trabalhos profissionais deverá ser acordada previamente entre as partes sendo que a 1ª parcela deverá cobrir no míniPaulo Roberto Vilela Dias 221 . correrão por conta do cliente. contendo o nome. o profissional liberal tem que balizar sua atuação pela Lei Federal 8078/90 . mediante prévia estipulação e constatação dos gastos de viagens (estadias. Os serviços apresentados por escrito deverão ser claros e objetivos. confeccionados em papel timbrado do profissional. dos materiais e equipamentos a serem empregados.o fornecedor de serviços será obrigado a entregar ao consumidor o orçamento prévio discriminando do valor da mão de obra. etc. contribuição social. etc. inclusive com a inversão de ônus da prova. estadia. As remunerações aqui apresentadas são consideradas como honorário mínimo. atendendo o que dispõe o Código de defesa do Consumidor. inciso VIII . materiais diversos. condução.

M.º 4.656.Custo Direto do Profissional Remuneração Mínima Profissional: 9 x R$ 200. Classificação e respectivas remunerações dos engenheiros civis por tempo de formatura e experiência profissional comprovada por acervo técnico e/ou registro em carteira de trabalho: TABELA MÉDIA NACIONAL – DEZEMBRO/2001 Classificação Experiência e/ou Tempo de formado Engenheiro Trainee Até 2 anos Engenheiro Júnior Entre 2 e 5 anos Engenheiro Médio ou Pleno Entre 5 e 10 anos Engenheiro Sênior Entre 10 e 15 anos Engenheiro Master Acima de 15 anos TRAINEE (ATÉ 2 ANOS DE FORMADO) 1 . mensageiro e etc).00 INSS (Faixa 1) Seguro Saúde Fundo de Aposentadoria (8.00 144. Empresas e Profissionais R$ 30.R.40 149. móveis e utensílios Aluguel e condomínio de imóvel Custo de pessoal (secretária.00 Paulo Roberto Vilela Dias 223 .00 170. Em qualquer situação em que os trabalhos profissionais forem interrompidos.M.ART sobre serviços de R$/mês 4 .500. Para toda obra ou serviço na área da Engenharia Civil deverá ser feito o recolhimento da Anotação de Responsabilidade Técnica (A.00 149. as despesas iniciais do profissional para a realização do trabalho. regido pela CLT.3% R. será cobrada uma multa de 5% ao mês. 14.2 REFERÊNCIA DE HONORÁRIOS PARA PROFISSIONAIS LIBERAIS As seguintes tabelas têm por objetivo servir de referência mínima de honorários para engenheiros civis que não mantenham vínculo Empregatício.00 40. por desistência do cliente. acrescida de juros de mora de 1% para o mesmo período. R$ 100.Anotação de responsabilidade técnica . amparado na Lei n.00 5.00 6.00 173.P.00 120.200.500.0% R.000.00 2.00 VALOR MÍNIMO DA HORA DE SERVIÇO DO PROFISSIONAL LIBERAL É estabelecido uma jornada de trabalho de 08 horas diárias. segundo legislação vigente do CREA.00 20.33 Obs: Os valores apresentados podem sofrer alterações em cada região ou estado.00 4.) Gratificação Natalina (8.P.00 R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ 300.) Gratificação de Descanso Anual (8.).Seguro de acidente de trabalho no valor de (R$ 37.00) .48 80.33 30.950-A de 22/04/66.00 40.00 20.M.40 9.mo.prêmio mensal R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ 1.00 140.T. deverão ser cobradas as horas trabalhadas. inclusive encargos sociais SUB-TOTAL 2 3 .800. Caso os pagamentos não sejam efetuados nos prazos estabelecidos.800.82 Remuneração (R$) 1.) Duodécimo de anuidade do CREA-RJ Alimentação Duodécimo da contribuição sindical Transporte SUB-TOTAL 1 2 . água/esgoto.P.Custo de Suporte e Apoio Cursos de aprimoramento e livros técnicos Microcomputador e impressora Software Cópias Material de Escritório Telefone. isto é. devendo o seu valor ser considerado no preço dos serviços contratados.200.3% R. correio e energia elétrica Manutenção de equipamentos Depreciação de equipamento. 222 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.54 120.00 NC NC 873.00 3. de responsabilidade do profissional.00 2.

00) .200.00 NC NC 913. mensageiro e etc).3% R.P.275 + 0.82 R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ 300.3% R.66 R$ R$ 22.Custo de Suporte e Apoio Cursos de aprimoramento e livros técnicos Microcomputador e impressora Software Cópias Material de Escritório Telefone.condomínio de imóveis Custo de pessoal (secretária.135.0%R.00 180.Seguro de acidente de trabalho no valor de (R$ 37.00 50.(0.88 29.) Gratificação para Descanso Anual (8. I = (CTM – 360) / (1 .00 25.00 3.00 182.51 ISS – (5% Custo Total Mensal) CUSTO TOTAL MENSAL COM IRPF E ISS (total 4 + 5) Horas de Trabalho Por Mês (20 dias úteis x 8 horas por dia) HORA TÉCNICA DO PROFISSIONAL TRAINEE • Exclusive IRPF e ISS • Inclusive IRPF e ISS OBS : NC .795.60 200.P.Imposto de Renda (27.48 100.60 9.00 173.CUSTO SUBTOTAL MENSAL SEM IRPF E ISS (CSM) (total 1+2+3+4) R$ 3. água/esgoto.00 176.97 R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ 2.00 120.Custo Direto do Profissional Remuneração Profissional: INSS (Faixa 6) Seguro Saúde Fundo de Aposentadoria (8.Anotação de responsabilidade técnica .) Duodécimo de anuidade do CREA-RJ Alimentação Duodécimo da contribuição sindical Transporte SUB-TOTAL 1 2 .prêmio mensal 5 – Impostos sobre o Custo Total Mensal .00 224 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.54 120.00 171.) Gratificação Natalina (8.33 R$ 120.00 R$ 30.660.00 4.00) R$ 1.60 182. correio e energia elétrica Manutenção de equipamentos Depreciação de equipamento.Não Computado R$ 160 4.P. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 225 .00 25. móveis e utensílios Aluguel e. inclusive encargos sociais SUB-TOTAL 2 3 .15 JUNIOR (DE 2 A 5 ANOS DE FORMADO) 1 .05)) IRPF .000.ART sobre serviços de R$/mês 4 .5% Custo Total Mensal – R$ 360.33 40.346.

mensageiro e etc).62 ISS – (5% Custo Total Mensal) CUSTO TOTAL MENSAL COM IRPF E ISS (Total 4 + 5) Horas de Trabalho Por Mês (20 dias úteis x 8 horas por dia) HORA TÉCNICA DO PROFISSIONAL PLENO • Exclusive IRPF e ISS • Inclusive IRPF e ISS OBS : NC .113.P.00 60.00 226 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.275 + 0.500. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 227 .Seguro de acidente de trabalho no valor de (R$ 37. inclusive encargos sociais SUB-TOTAL 2 3 .00 200.Custo Direto do Profissional Remuneração Profissional: INSS (Faixa 6) Seguro Saúde Fundo de Aposentadoria (8.92 R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ 3. água/esgoto.00 35.3% R.00 NC NC 1.22 R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ 400.33 R$ 200.(0.) Gratificação para Descanso Anual (8.05)) IRPF .00) R$ 1.0%R.00 290.48 160.00) .Anotação de responsabilidade técnica .496.00 R$ 30.33 40.00 35.CUSTO SUBTOTAL MENSAL SEM IRPF E ISS (CSM) (Total 1+2+3+4) R$ 4.P.50 290.prêmio mensal 5 – Impostos sobre o Custo Total Mensal .00 173.410.54 200.5% Custo Total Mensal – R$ 360.906.20 250. correio e energia elétrica Manutenção de equipamentos Depreciação de equipamento.56 36.00 280.00 120.000.) Duodécimo de anuidade do CREA-RJ Alimentação Duodécimo da contribuição sindical Transporte SUB-TOTAL 1 3 .00 4. I = (CTM – 360) / (1 .Imposto de Renda (27.00 250.185. móveis e utensílios Aluguel e condomínio de imóveis Custo de pessoal (secretária.78 R$ R$ 27.00 5.3% R.15 PLENO OU MÉDIO (DE 5 A 10 ANOS DE FORMADO) 1 .ART sobre serviços de R$/mês 4 .Custo de Suporte e Apoio Cursos de aprimoramento e livros técnicos Microcomputador e impressora Software Cópias Material de Escritório Telefone.) Gratificação Natalina (8.P.50 9.Não Computado R$ 160 5.

00 431.419.00 80. inclusive encargos sociais SUB-TOTAL 2 3 .528. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 229 . mensageiro e etc).CUSTO SUBTOTAL MENSAL SEM IRPF E ISS (CSM)(Total 1+2+3+4) R$ 6.ART sobre serviços de R$/mês 4 .60 9.00 NC NC 1. I = (CTM – 360) / (1 .00) R$ 2.48 200.00 50.00 7.) Gratificação Natalina (8.Custo de Suporte e Apoio Cursos de aprimoramento e livros técnicos Microcomputador e impressora Software Cópias Material de Escritório Telefone.P.0% R.00 416.Anotação de responsabilidade técnica .00 228 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.62 R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ 400.P.55 SENIOR (DE 10 A 15 ANOS DE FORMADO) 1 .3% R.) Duodécimo de anuidade do CREA-RJ Duodécimo da contribuição sindical Alimentação Transporte SUB-TOTAL 1 2 .00 257.80 56.233.Custo Direto do Profissional Remuneração Profissional (RP): INSS (Faixa 6) Seguro Saúde Fundo de Aposentadoria (8.33 R$ 250.00) .3% R.00 160.516.59 ISS – (5% Custo Total Mensal) CUSTO TOTAL MENSAL COM IRPF E ISS (Total 4 + 5) Horas de Trabalho Por Mês (20 dias úteis x 8 horas por dia) HORA TÉCNICA DO PROFISSIONAL PLENO • Exclusive IRPF e ISS • Inclusive IRPF e ISS Observações: NC – Não Cotado R$ 160 9.045. água/esgoto. correio e energia elétrica Manutenção de equipamentos Depreciação de equipamento.00 173.15 R$ R$ 40.05)) IRPF .40 300.54 4.5% Custo Total Mensal – R$ 360. móveis e utensílios Aluguel e condomínio de imóvel Custo de pessoal (secretária.00 R$ 30.P.prêmio mensal 5 – Impostos sobre o Custo Total Mensal .00 50.Imposto de Renda (27.) Gratificação de Descanso Anual (8.53 R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ 5.000.60 431.275 + 0.00 120.Seguro de acidente de trabalho no valor de (R$ 37.200.00 300.33 60.(0.

00 120.669.00 R$ 30.00 360.00 50. inclusive encargos sociais SUB-TOTAL 2 3 .5% Custo Total Mensal – R$ 360.77 78.00 330.0%R. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 231 .275 + 0.251.ART sobre serviços de R$/mês 4 . móveis e utensílios Aluguel e. correio e energia elétrica Manutenção de equipamentos Depreciação de equipamento.593.condomínio de imóveis Custo de pessoal (secretária.00) R$ 3.000.89 160 R$ R$ 55.00 173.500.CUSTO SUBTOTAL MENSAL SEM IRPF E ISS (1 + 2 + 3 + 4) R$ 8. água/esgoto.00 230 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.00 539.Imposto de Renda (27.00 286.00 572.) Duodécimo de anuidade do CREA-RJ Alimentação Duodécimo da contribuição sindical Transporte SUB-TOTAL 1 2 .923.54 240.3% R.02 R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ 400.00) .393. mensageiro e etc).50 539.93 ISS – (5% Custo Total Mensal) CUSTO TOTAL MENSAL COM IRPF E ISS (4 + 5) Horas de Trabalho Por Mês (20 dias úteis x 8 horas por dia) HORA TÉCNICA DO PROFISSIONAL SENIOR • Exclusive IRPF e ISS • Inclusive IRPF e ISS Observações: NC – Não Cotado R$ 12.Custo de Suporte e Apoio Cursos de aprimoramento e livros técnicos Microcomputador e impressora Software Cópias Material de Escritório Telefone.48 200.05)) IRPF .71 R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ 6.00 4.Anotação de responsabilidade técnica .3% R.Custo Direto do Profissional Remuneração Profissional: INSS (Faixa 6) Seguro Saúde Fundo de Aposentadoria (8.prêmio mensal 5 – Impostos sobre o Custo Total Mensal .00 9.) Gratificação para Descanso Anual (8.95 MASTER (ACIMA DE 15 ANOS DE FORMADO) 1 .P.33 R$ 320.50 9.P.00 NC NC 1.P.00 200.00 50.Seguro de acidente de trabalho no valor de (R$ 37.) Gratificação Natalina (8. I = (CTM .33 70.360) / (1 – (0.

88 R$ R$ PLENO A MASTER ..3% do custo do litro de gasolina por quilômetro rodado.. trabalho em equipe.... • Para cálculo dos honorários específicos para os profissionais da Engenharia Civil... .... em viagem. R$ 25. serão indicados especificamente por atividades técnico-profissional. Despesas Extras As despesas de transporte com carro próprio.661. R$ 50. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 233 . competência interpessoal. Cabe realçar que devem ser consideradas na avaliação do profissional outras referências. Bem como.. I = (CTM – 360) / (1 .00 (até 5 anos de formado) 68. por trabalhos prestados.05)) IRPF ..... salários de empregados e seus complementos e etc.. informática. apresentação pessoal e etc.. • Despesas com certidões.. • As despesas extras.. tais como.CUSTO SUBTOTAL MENSAL SEM IRPF E ISS (CSM) (Total 1+2+3+4) R$ 10.. pelo menos momentaneamente.... a seguir expostas: CATEGORIA PROFISSIONAL REMUNERAÇÃO 5 – Impostos sobre o Custo Total Mensal ... serão cobradas à base de 33. sugerir aos profissionais a adoção de apenas duas faixas de remuneração profissional.79 ISS – (5% Custo Total Mensal) CUSTO TOTAL MENSAL COM IRPF E ISS (Total 4 + 5) Horas de Trabalho Por Mês (20 dias úteis x 8 horas por dia) HORA TÉCNICA DO PROFISSIONAL MASTER • Exclusive IRPF e ISS • Inclusive IRPF e ISS R$ 15.. experiência profissional.5% Custo Total Mensal – R$ 360..NC – Não computado . incluir as despesas com: aluguel de escritório.15 160 TRAINEE E JUNIOR ..... se for o caso.. com alimentação e estadias serão de responsabilidade do cliente....Imposto de Renda (27. conhecimentos de línguas estrangeiras.... O pagamento ao pessoal poderá ser efetuado baseando-se principalmente no tempo utilizado para a execução do trabalho ou no custo global do empreendimento..... análise de laboratório e serviços de terceiros serão reembolsadas mediante comprovação.Os valores apresentados variam de acordo com a região ou o Estado.275 + 0...994.(0... mestrado e doutorado.71 97........ cursos de extensão e especialização. mediante comprovação pelo profissional..É permitido ao profissional a elevação do valor do item 1 em função do mercado de trabalho.... Ou ainda. Nível de especialização.00 (acima de 5 anos de formado) OBS: Sem Impostos Observações: ..35 TABELA RESUMO DE HONORÁRIOS Em função das condições de mercado optou-se.. conceito junto à opinião pública e outros abordados nesta tabela.00) R$ 4.666. 232 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. condomínio. pós-graduação.

devendo ser encarado como padrão mínimo de cobrança dos honorários profissionais.1 OBJETIVO DAS TABELAS DE HONORÁRIOS PROFISSIONAIS Aconselhamos aos profissionais que tenham por hábito calcular o preço de venda de seus serviços em função das horas estimadas para a consecução dos trabalhos. não poderá deixar de considerar eventuais custos próprios de um trabalho que altere fortemente o preço de venda. Estas Tabelas Complementares devem apenas orientar os profissionais. no sentido da definição dos parâmetros de remuneração. bem como. O profissional deve estar atento às variações existentes em sua região e aplicá-las caso a caso. Paulo Roberto Vilela Dias 235 . apresentamos as Tabelas Complementares de Honorários para que os profissionais inexperientes. façam o acompanhamento do desenvolvimento das atividades através de fichas de apropriação de horas técnicas e levantamento de despesas gerais. e possam comparar os valores dos preços de venda de serviços calculados com a estimativa oriunda das tabelas fixas. de acordo com o estabelecido na primeira parte deste livro. ou ainda. municípios ou estados. bem como. OBS: As Tabelas Complementares apresentadas nos capítulos a seguir representam média nacional podendo sofrer alterações em determinadas regiões. a fim de permitir que se faça uma rápida estimativa de preço de serviços profissionais. Entretanto.15 TABELAS COMPLEMENTARES POR SERVIÇOS E POR ESPECIALIDADE 15.

8 2. projeto legal. fornecido pela Revista Construção. tendo o Engenheiro Civil o encargo de executá-las com bom-senso.25 Edifícios industriais de múltiplos andares destinados à indústria pesada 0. Industriais 4.18 Edifícios industriais com um pavimento 0.50) 3.00 3.4 4. (***) O projetista.7 3.17 Edifícios acima de 12 pavimentos com destinação comercial ou residencial 0.6 2. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 237 . impostos.00 2.5 2.4 2.0 Edif. Não inclui cálculo da fundação profunda.2 TABELAS DE HONORÁRIOS PARA ENGENHEIROS CIVIS Tabelas sem Imposto de Renda na Fonte ou Impostos sobre a Nota Fiscal.50 a a a a R$ R$ R$ R$ 10.40 p = valor do metro cúbico de estrutura de concreto armado em Vitória ES.2 2.50) Inclui anteprojeto.4 2.16 Edifícios entre 4 e 12 pavimentos com destinação comercial ou residencial 0. como na tabela a seguir: CONCRETO Obras de arte 6. no mês da proposta.2 3. S = Valor vinculado percentual de referência. 236 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.2 3. projeto executivo e orçamento da obra.00) 3. estudos preliminares.00) 6. (IRPF e ISS ou Impostos sobre a Pessoa Jurídica). Cc = Custo convencional da estrutura. Nelas estão contempladas conjuntamente as variáveis implícitas que avaliam os serviços de concepção estrutural.2 3.9 1.50 (de 2. dimensionamentos e detalhamentos.6 3.1 2.3 2.1 TABELA DE PREÇOS DE PROJETOS RESIDENCIAIS PROJETOS Arquitetura (*) Cálculo Estrutural (**) Instalações Elétricas e Telefônicas Instalações Hidro-sanitárias TOTAL (*) (***) REFERÊNCIA PRINCIPAL PARA OBRAS EM CONCRETO ARMADO H = S * Cc onde: H = Honorários de projetos. As formulações são bastante abrangentes.15. Avaliam ainda encargos sociais.0 Edif.0 1. custos fixos e variáveis diversos advindos da atividade.50 (de 16.0 5. 15.50 2.1 2. (**) Até 50 m3 51 a 100 m3 101 a 200 m3 201 a 500 m3 501 a 1000 m3 1001 a 2000 m3 2001 a 5000 m3 5001 a 10000 m3 > 10000 m3 Cc = Ck * Apa * p onde: 15. Comerciais e/ou residenciais 4.1 2.2.8 4. CARACTERÍSTICA DA OBRA CK CONCRETO Edifícios até 4 pavimentos com destinação comercial ou residencial 0. de acordo com sua forma de recebimento (autônomo.50 (de 3.00 R$ R$ R$ R$ 6. cooperativa ou pessoa jurídica) deverá incidir sobre os valores apresentados a administração e os impostos.1 2.8 4.10 Edifícios industriais de múltiplos andares destinados à indústria leve 0.2 Referência de Honorários para Engenharia de Estruturas – Concreto Armado INTRODUÇÃO Esta proposição tem como objetivo tornar o mais fácil possível o levantamento dos honorários básicos para elaboração de projetos de estruturas.0 2. Apa corresponde a área apresentada em projeto arquitetônico.8 (R$ por m²) 7.8 4. Ck corresponde ao consumo de concreto médio por metro quadrado de área de projeto arquitetônico.50 (de 2.2. obtido através do consumo característico (Ck) dos materiais.

...8 9...................5 12 11. 5% As obras de arte e de contenção deverão ter seus consumos levantados por pré dimensionamento dos elementos estruturais...5 15 14 13 12 11 Edif......50.... incluindo os elementos de fundações.... Caso haja reservatórios com capacidade acima de 80 m3....... os valores de Ck deverão ser acrescidos de 0... CARACTERÍSTICA DA OBRA Edifícios até 4 pavimentos com destinação comercial ou residencial Cs Metálico 30 36 40 16 45 90 30 18 16 25 Edifícios entre 4 e 12 pavimentos com destinação comercial ou residencial Edifícios acima de 12 pavimentos com destinação comercial ou residencial Edifícios industriais com um pavimento sem ponte rolante Edifícios industriais de múltiplos andares destinados à indústria leve Edifícios industriais de múltiplos andares destinados à indústria pesada Mezaninos metálicos com piso de concreto Mezaninos metálicos com pisos em chapa ou materiais leves Coberturas tipo dômus com telhado leve Coberturas tipo dômus com telhado pesado 238 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva................................... 10% a partir da 41a repetição .......0 10.. deverão ser cobrados como segue: 1a repetição . em quilogramas.............. como na tabela a seguir: METÁLICO Até 12 t 13 a 25 t 26 a 50 t 51 a 125 t 126 a 250 t 251 a 500 t 501 a 1250 t 1251 a 2500 t > 2500 t Obras de arte 17 16...........................5 16 15................. Caso haja a presença de elementos com detalhamento pouco previsível....................5 10 Edif.. por metro quadrado de área de projeto arquitetônico.......... 35% 2a a 5a repetição ... 25% 6a a 10a repetição ..6 10.... Caso haja obras de contenção tipo muros de arrimo...... o valor final dos honorários deverão ser acrescidos de 10%... Industriais 12 11......... cortinas em subsolos dentre outros.Para o caso específico de edifícios de qualquer natureza....... Caso haja cálculo de protensão. o valor final dos honorários deverão ser acrescidos em 20%.5 11.............. Cs corresponde ao consumo de aço estrutural médio.....02 m3 / m2...0 As repetições integrais do projeto........................ o valor final dos honorários deverão ser acrescidos de 10%.....2 9....... H = Honorários de projetos.....3 Referência de Honorários para Obras em Estrutura Metálica H = S * Cs onde: • • • Caso os vãos característicos extrapolem o limite de 8 metros......... aplicam-se os seguintes itens: • • • 15.......... 20% 11a a 20a repetição ......5 11 10..... Caso haja solicitação de memória de cálculo por parte do contratante... comerciais e/ou residenciais 15 14 13 12. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 239 ........... o valor final dos honorários deverão ser acrescidos de 8%... S = Valor vinculado percentual de referência..5 9..... uma vez que se tratam de obras de grande variabilidade de geometrias e considerações estruturais.................... sendo que não deverá ser levado em consideração consumo de concreto médio por metro quadrado de área de projeto arquitetônico menor que 0....2 9...2........ 15% 21a a 40a repetição ... o valor final dos honorários deverão ser acrescidos de 20%..

.... R$/M 2 Edifícios residenciais área área área área área até 500 m2 e até 4 pavimentos . caso haja presença de ponte rolante de capacidade entre 20 e 30 toneladas.... 15% 21a a 40a repetição ..... Em galpões industriais......... 2..... 35% 2a a 5a repetição ................... entre 4501 e 7500 m2 e até 15 pavimentos .... As obras de arte deverão ter seus consumos levantados por pré-dimensionamento dos elementos estruturais...................... uma vez que se tratam de obras de grande variabilidade de geometrias e considerações estruturais..............50 2...................80 1.... o valor final dos honorários deverão ser acrescidos de 20%.................... 2.............. entre 2001 e 4500 m2 e até 10 pavimentos ....................65 1.......00 1.....80 1............... entre 501 e 2000 m2 ........................... superior a 10001 m2 .................................70 Edifícios comerciais área área área área área até 500 m2 e até 4 pavimentos .. INSTALAÇÕES HIDRÁULICAS E SANITÁRIAS ..................... o valor final dos honorários deverão ser acrescidos de 15%...........................00 1... os valores de Ck deverão ser acrescidos de 3 kg / m2........................ Caso haja impossibilidade de contraventamento da estrutura em pelo menos uma direção.... 20% 11a a 20a repetição . 15.................. lajes delgadas mistas e verificações de abertura em almas de perfis......2...... Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias ........• • • • • • • • • Caso os vãos característicos extrapolem o limite de 8 metros...........80 1....... entre 2001 e 4500 m2 e até 10 pavimentos .......... caso haja presença de ponte rolante de capacidade superior a 30 toneladas. caso haja presença de ponte rolante de capacidade até 20 toneladas..................... 2.. o valor final dos honorários deverão ser acrescidos de 10% Caso haja assimetria arquitetônica que influencia na modulação estrutural......50 As repetições integrais do projeto...................... levando a transmitir os momentos pelas ligações viga-pilar.. entre 501 e 2000 m2 e até 4 pavimentos .............50 241 240 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva...... Em galpões industriais.. superior a 7501 m2 sem limite de pavimentos ............4 Referência de Honorários para Projetos de Instalações Complementares Os preços praticados nesta tabela são em reais... entre 4501 e 7500 m2 e até 15 pavimentos ...... 25% 6a a 10a repetição ........... o valor final dos honorários deverão ser acrescidos de 20%................................................................ entre 2001 e 5000 m2 ..... baseados em área de projeto arquitetônico apresentado.... Caso haja solicitação de memória de cálculo por parte do contratante...............20 2........ 5% Edifícios industriais área área área área área até 500 m2 ...... o valor final dos honorários deverão ser acrescidos de 25%............70 1.........20 2........... o valor final dos honorários deverão ser acrescidos de 12%...... deverão ser cobrados como apresentado abaixo: 1a repetição ... superior a 7501 m2 sem limite de pavimentos ...... Em galpões industriais..60 1. 10% a partir da 41a repetição ............. entre 501 e 2000 m2 e até 4 pavimentos .......... o valor final dos honorários deverão ser acrescidos de 40%........ entre 5001 e 10000 m2 .....00 1.............. Caso haja a presença de elementos com detalhamento pouco previsível............................. inclusive os elementos de fundações................................. o valor final dos honorários deverão ser acrescidos de 12%............................... Caso haja utilização de estruturas como pilares e/ou vigas mistas.....

....... extintores de incêndio... o valor dos honorários deverá ser acrescido de 25%..........000........ o valor do honorário deverá ser acrescido de 50%. entre 5001 e 10000 m2 ............................ entre 5001 e 10000 m2 .....60 0................60 0... * Caso o empreendimento se trate de instalações hospitalares....................... Empresas e Profissionais . sendo que as tubulações e cabeamento para alimentar os sistemas deverão ser complementados nos projetos de instalações elétricas e gás.........50 área entre 501 e 1000 m2 e até 4 pavimentos ............... entre 1001 e 5000 m2 ....................* Caso haja instalações de água quente...........45 0. Fica estipulado o valor mínimo de R$ 500....... 2.......................................00 (um mil reais) para projeto de qualquer natureza que esteja com área inferior a 500 m2............30 Caso haja necessidade de sistema de combate à incêndio com chuveiro automático...........20 Edifícios comerciais área área área área área 242 até 1000 m2 .................................................... 0.75 área entre 501 e 1000 m2 e até 4 pavimentos ........ superior a 15001 m2 ...... * Fica estipulado o valor mínimo de R$ 1... R$/M2 • Edifícios residenciais • área área área área área até 1000 m2 .00 0........... * Caso o empreendimento se trate de instalações de clínicas / laboratórios / farmácias ou outro tipo de estabelecimento ligado à área de saúde onde exista a possibilidade de execução de pequenas cirurgias e/ou coleta de materiais para exames.......00 por m2...................... 1. o valor do honorário deverá ser acrescido de R$ 1................... 0.................. entre 10001 a 20000 m2 .......50 Edifícios comerciais área até 500 m2 e até 4 pavimentos ................. superior a 20001 m2 .... 2.................................. entre 1001 e 5000 m2 ....... * Caso haja instalações de gás.......................... Edifícios industriais área área área área área • até 1000 m2 ..... o valor dos honorários deverá ser acrescido de 25%... entre 1001 e 5000 m2 ....................00 (quinhentos reais) para projeto de qualquer natureza que esteja com área inferior a 1000 m2........55 0......... o valor dos honorários deverá ser acrescido de 50%.................50 • • INSTALAÇÕES DE COMBATE A INCÊNDIO COM HIDRANTES ....................... R$/M 2 Edifícios residenciais área até 500 m2 e até 4 pavimentos ...... caixa separadora de fibras.35 0... superior a 20001 m2 ...... 2....... o valor dos honorários deverá ser acrescido de 15%.75 0.... o valor do honorário deverá ser acrescido de 50%.......................90 0............ seta indicadora de saída..... entre 5001 e 10000 m2 ............... Os preços acima contemplam a indicação de pára raios............. entre 10001 a 15000 m2 .......50 Paulo Roberto Vilela Dias 243 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva............................................ entre 10001 a 20000 m2 .............. caixa de cloração.......... Nos casos de instalações residenciais e comerciais com bombeamento. alarme bitonal.. iluminação de emergência....... reserva de gás. * Caso haja tratamentos especiais como: caixa separadora de óleo.... o valor dos honorários deverá ser acrescido de 15%...70 0..................70 0. INSTALAÇÕES ELÉTRICAS DE BAIXA TENSÃO .........50 0...... Caso haja necessidade de sistema de combate a incêndio com espuma mecânica........40 0. 2.............................................. Os honorários para edificações industriais já contemplam sistemas com bombeamento..............

.............. valendo como referência o valor da hora técnica versus o número de horas previstas na elaboração da atividade.00 De 200. 0..00 0..............000.......... pela não manifestação de profissionais relacionados as áreas citadas.......... 0......................00 a 1......07 8...... derrocamento........35 Edifícios comerciais área até 2000 m .....35 850........100......000......000.........000.. experiência do profissional..600.5 Honorários para Avaliações e Perícias de Engenharia Na composição dos custos para definição do valor dos honorários devem ser considerados os seguintes elementos: • • • • • • prazo solicitado para entrega do trabalho....000... 0.000............ Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 245 ................................00 0.............000.............00 0.... grau de dificuldade e complexidade técnica da análise.........000...........20 1...............000.00 De 1..........000...............00 a 10.....65 250............ 5% OUTRAS ATIVIDADES DE PROJETO Não foram contempladas as atividades de projetos geotécnicos............... 0...00 De 5............... periculosidade e dificuldade de acesso e local fora da comarca onde se desenrola a ação........ 25% 6a a 10a repetição .......................00 De 100............. 2 15... tempo estimado na execução do serviço..000.. DEFINIÇÃO DE HONORÁRIOS EM FUNÇÃO DO VALOR DE VENDA HONORÁRIO MÍNIMO % Acréscimo (R$) 500..................12 3.00 244 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.600......... traçado de estradas.............000...............40 área acima de 10001 m2 .90 50..............00 0...........000.....2...........000. 20% 11a a 20a repetição .....15 2.........00 a 200.....40 As repetições integrais do projeto deverão ser cobradas como segue: 1a repetição .....INSTALAÇÕES DE TUBULAÇÃO TELEFÔNICA ..00 a 500................................. 35% 2a a 5a repetição .........000....50 área acima de 10001 m2 .000..... 0.... 0................00 a 5.. R$/M2 Edifícios residenciais área até 2000 m2 .00 VALOR DO BEM (R$) Até 50.......50 área entre 2001 e 10000 m2 ...00 Acima de 10.... topografia e geodésia...00 De 500............ 15% 21a a 40a repetição ........................000...............00 0...........000....00 a 100.....00 0.... dentre outras......70 área entre 501 e 10000 m2 ........000..00 0...............00 De 50....600........000... 10% a partir da 41a repetição ..........

00 1.000.00 a 12.00 a 9.000.000.501.00 3. prevalecerá este último.00 a R$ 180.00 a R$ 15.00 a 2.500.00 a 8.000.300.00 a 6.00 De 12.00 De 7.00 a 5.00 De 9.00 9.200.00 6.000.500.00 por cada R$ 20.000.000.00 a R$ 120.00 HONORÁRIO MÍNIMO (%) 90 85 82 80 78 75 72 69 65 62 59 55 50 48 46 VALOR DA AVALIAÇÃO (R$) Até R$ 7.00 Acima de R$ 180.000.00 De R$ 50.000.00 por cada R$ 20.00 De R$ 15.001.500.00 De R$ 30.000.000.00 a 3.00 De 8.000.000.5% a 5% do valor avaliado em função do grau de dificuldade e do rigor desejado da avaliação ou obedecerão a tabela a seguir: VALOR DA AVALIAÇÃO (R$) Até R$ 25.00 De R$ 25.500.00 De R$ 55.00 a R$ 50.000.00 a 1.001.000.001.00 a 2.000.00 De 2.001.000.000.00 a 4.00.5% a 5% do valor avaliado em função do grau de dificuldade e do rigor desejado da avaliação ou obedecerão a tabela a seguir: 246 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.00 2. mais R$ 200.501.00 a 7.000.000.00 4.00 De 1.00 a R$ 35.00 2.00 a 10.00 a R$ 180.500.001.000. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 247 .000.00 HONORÁRIOS (R$) 1.00 6.500.00 De R$ 90.00 De R$ 120.001.000.000.00 3.00 De R$ 85.001.000.000.00 De 5.000.500.001.500.00 a R$ 90.000.00 a R$ 85.000.00 a R$ 55.00 Acima de R$ 180.000.000.000.00 De 4.00 a 15. AVALIAÇÃO DE MÁQUINAS E EQUIPAMENTOS Considerar de 2.00 de avaliação PERÍCIAS JUDICIAIS Considerar de 0.00 De 6.00 De R$ 35.500.00 De 2.ARBITRAMENTO DE HONORÁRIOS EM FUNÇÃO DO VALOR LOCATIVO VALOR LOCATIVO (R$) Até 1.00 1.00 de avaliação OBS: No caso dos honorários resulte inferior ao especificado para o limite máximo do intervalo imediatamente anterior.500.000. mais R$ 200.500.000.001.00 6.000.00 De 10.000.00 9.501.300.000.00 De 3.00 Acima de 15.00 De R$ 7.200.00 a R$ 30.00.000.000.001.00 HONORÁRIOS (R$) 800.00 De 1.

AVALIAÇÃO DE MÓVEIS E UTENSÍLIOS Considerar de 10% a 15% do valor avaliado em função do grau de dificuldade e do rigor desejado da avaliação. Ações Diversas
TIPO DE AÇÃO Trabalhista Demarcatória Despejo Desapropriação Divisão Indenização Medida Cautelar Nunciação de obra nova Possessória Revisional de aluguel comercial Revisional de aluguel residencial Renovação de locação Servidão de passagem Usocapião HONORÁRIOS MÍNIMOS (R$) 1.200,00 1.200,00 800,00 800,00 1.500,00 1.000,00 1.000,00 800,00 800,00 1.200,00 1.000,00 1.000,00 700,00 700,00

15.3 HONORÁRIOS MÍNIMOS DAS ATIVIDADES PROFISSIONAIS DA ENGENHARIA CIVIL Não existindo o valor do Honorário Mínimo, o calculo deve ser realizado apenas pela estimativa de horas trabalhadas, simplificadamente, da seguinte maneira: Preço de Venda = Valor da Hora Técnica x Horas de Trabalho O valor da hora técnica está apresentado no Capítulo 13. TABELA DE HONORÁRIOS MÍNIMOS
DESCRIÇÃO Análise técnico-econômica de empreendimento - Viabilidade Arbitramento Assessoria Assistência técnica Auditoria CURSO, PALESTRA, SEMINÁRIO OU CONGRESSO Aula: Este serviço será cobrado baseado em 3,0 vezes o valor mínimo da hora profissional por hora de aula. Palestra: Este serviço será cobrado baseado em 1,5 vezes o valor mínimo da hora profissional por hora de palestra. Seminário e/ou Congresso: Este serviço será cobrado baseado em 5,0 vezes o valor mínimo da hora profissional por hora de seminário. Atestado Avaliação CONCORRÊNCIAS Concurso Consultoria DIVULGAÇÃO TÉCNICA ESTUDO GESTÃO DE PROJETO, SERVIÇO OU OBRA FISCALIZAÇÃO DE PROJETO, SERVIÇO OU OBRA JULGAMENTO LAUDO 10 10 20 3 5 5 HONORÁRIO MÍNIMO (Em Hora Técnica) 10 5 10 5 10

15.2.6 Tabela para Elaboração de Orçamentos VALOR DA OBRA (R$) até R$ 10.000,00 de R$ 10.000,01 a R$ 50.000,00 de R$ 50.000,01 a R$ 100.000,00 de R$ 100.000,01 a R$ 500.000,00 de R$ 500.000,01 a R$ 1.000.000,00 PREÇO DO SERVIÇO (R$) 350,00 950,00 1.500,00 3.500,00 5.000,00

Obras acima de R$ 1.000.000,01 acrescentar R$ 500,00 para cada R$ 500.000,00.

248

Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. Empresas e Profissionais

Paulo Roberto Vilela Dias

249

LEVANTAMENTO TOPOGRÁFICO PLANIMÉTRICO Situações previstas:

Terreno ondulado a fortemente ondulado (8 a 30% de declividade) - 10,00 horas técnicas/km de poligonal. Terreno forte ondulado a montanhoso (30 a 60% de declividade) 12,00 horas técnicas/km de poligonal. Terreno montanhoso a escarpado > 60% de declividade - 14,70 horas técnicas de poligonal.

Terreno plano a suavemente ondulado (0 a 8% de declividade) – 7,00 horas técnicas/km de poligonal. Terreno ondulado a fortemente ondulado (8 a 30% de declividade) 8,00 horas técnicas/km de poligonal. Terreno forte ondulado a montanhoso (30 a 60% de declividade) 10,00 horas técnica/km de poligonal. Terreno montanhoso a escarpado > 60% de declividade - 12,00 horas técnicas/km de poligonal.

Locação topográfica de curvas de níveis Orçamento de obras e/ou serviços Parecer técnico Perícia Responsabilidade técnica Vistoria 5 10 5 5

LEVANTAMENTO TOPOGRÁFICO PLANIALTIMÉTRICO Situações previstas:

Terreno plano a suavemente ondulado (0 a 8% de declividade) 7,50 horas técnicas/km de poligonal. Terreno ondulado a fortemente ondulado (8 a 30% de declividade) - 9,00 horas técnicas/km de poligonal. Terreno forte ondulado a montanhoso (30 a 60% de declividade) 12,00 horas técnicas/km de poligonal. Terreno montanhoso a escarpado > 60% de declividade - 14,00 horas técnicas/km de poligonal.

LOCAÇÃO TOPOGRÁFICA Locação topográfica de obras de infra-estrutura Situações previstas:

Terreno plano a suavemente ondulado (0 a 8% de declividade) 8,30 horas técnicas/km de poligonal.
Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 251

250

15.4 TABELA DE HONORÁRIOS PARA ARQUITETOS
Tabelas sem Imposto de Renda na Fonte ou Impostos sobre a Nota Fiscal. Chamamos a atenção que o IAB – Instituto de Arquitetos do Brasil, por meio de suas representações estaduais, elabora tabelas semelhantes a aqui apresentada. DESCRIÇÃO ARQUITETURA E URBANIZAÇÃO Residência Unifamiliar Edificações onde não há repetição de elementos (cômodos, pavimentos) Edificações onde há repetição de elementos (múltiplos blocos) - 1ª unidade - 2ª unidade - 3ª unidade - 4ª unidade e demais unidades Edificações Hospitalares Edificações Especiais: (hotéis, prédios administrativos e escolares) Depósitos, galpões e garagens Indústrias, comércios e igrejas URBANISMO Projeto de parcelamento do solo Projeto de desenho urbano Plano Diretor PAISAGISMO E DESNHO URBANO (inclui lay-out, pavimentação, vegetação, especificação do mobiliário, pontos elétricos e hidráulicos) Residências, condomínios, sítios e chácaras Edificações comerciais, de serviços e institucionais Praças, parques, orlas e vias e passeios Projeto de pavimentação VALOR (R$)

Projeto de Vegetação Design do Mobiliário Urbano

m² m²

20,00 200,00 a 1.000,00

CONSULTA DO POTENCIAL CONSTRUTIVO Consulta ARQUITETURA DE INTERIORES

1 a 5% do valor do projeto

m² m² m²

6,00 a 12,00 5,00 a 10,00 4,00 2,50 1,30 0,70 8,00 a 13,00 6,00 a 12,00 2,00 4,00

m² m² m² m²

PROJETO DE REFORMA DE RESIDÊNCIA (inclui ambientação, revestimentos, paginação, alvenarias, pontos elétricos e hidráulicos, iluminação, rebaixamento, esquadrias, bancadas e acabamentos) Apto ou casa quarto e sala unid 1.100,00 Apto ou casa de 2 quartos unid 1.500,00 Apto ou casa de 3 quartos unid 2.000,00 Apto ou casa de 4 quartos unid 3.000,00 Cobertura completa unid 5.500,00 Cobertura completa unid 6.500,00 PROJETO COMERCIAL (recepção, sala, copa e banheiro) (inclui ambientação, revestimentos, paginação, alvenarias, pontos elétricos e hidráulicos, iluminação, rebaixamento, esquadrias, bancadas, acabamentos, mobiliário e acessórios) Consultório dentário unid 1.800,00 Consultório médico unid 1.300,00 Escritório até 40 m² unid 1.300,00 Hall de edifício padrão Alto unid 1.400,00 Hall de edifício padrão Médio unid 1.000,00 Hall social padrão Alto unid 450,00 Hall social padrão Médio unid 350,00 Loja de Rua até 50 m² unid 4.000,00 Loja de Shopping até 40 m² unid 3.000,00 Considerar acréscimo de 15% para assessoria na compra de mobiliário e acessórios

ha ha ha

1.500,00 8.000,00 10,00

m² m² m² m²

3,50 4,00 4,50 20,00

252

Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. Empresas e Profissionais

Paulo Roberto Vilela Dias

253

colunas. unid unid unid unid unid unid 300. da seguinte maneira: Preço de Venda = Valor da Hora Técnica x Horas de Trabalho O valor da hora técnica está apresentado no Capítulo 13.00 100. mesas e etc 15.00 200.00 Sala de jantar unid 300.00012)0.00 254 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.00 PEQUENAS SOLUÇÕES POR CÔMODOS ISOLADOS Levantamento do local. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 255 .0 x Hora Técnica por hora Conferência: 5.00 200. elabora tabelas semelhantes a aqui apresentada. alvenarias.00 300.00 Na tabela apresentada abaixo está descrita a quantidade mínima de horas a serem utilizadas.00 700. onde: H = Honorários Profissionais (R$) A = Valor da Avaliação (R$) Cálculo de Ração 5 Concorrências Concurso 5 Consulta 5 Consultoria 5 unid unid unid unid unid unid unid unid unid 200. bancadas e acabamentos) Área de serviço completa unid 300.00 400.00 300.00 200. A cobrança dos serviços se dará pela estimativa das horas necessárias à conclusão dos mesmos. paginação.00 Lavabo completo unid 400.0 x Hora Técnica por hora Avaliação ( H = (A x 0. piscina e sauna) unid 1.5 x Hora Técnica por hora Palestra: 3.78 x 75 + 280.00 200. DESCRIÇÃO HORAS MÍNIMAS Análise Técnico-Econômica de Empreendimento 10 Arbitramento 5 Assessoria 10 Assistência Técnica 5 Auditoria 10 Aula.00 300.00 Área de lazer completa (churrasco.00 Quarto de solteiro unid 300. Palestra e Conferência Aula: 1. especificação do mobiliário e acompanhamento da compra Levantamento de medidas. lay-out e ambientação.500.00 Quarto de casal unid 300.00 250. pontos elétricos e hidráulicos. simplificadamente. iluminação. lay-out e ambientação sem assessoria Paginação de piso ou parede Esquema de cores Localização dos pontos elétricos Localização dos pontos hidráulicos PROJETOS ESPECIAIS Esquadria elaborada – porta ou janela Esquadrias (tipo) – porta ou janela Muro frontal completo (gradil e portões de acesso) Escada elaborada com corrimão Escada simples com corrimão Corrimão elaborado Rebaixamento em gesso (sala completa) Rebaixamento em madeira Design aparadores. revestimentos. rebaixamento.00 350.00 400. esquadrias. camas.5 TABELA DE HONORÁRIOS PARA ENGENHEIROS AGRÔNOMOS E FLORESTAIS Tabelas sem Imposto de Renda na Fonte ou Impostos sobre a Nota Fiscal. Chamamos a atenção que as Associações de Engenheiros Agrônomos e Florestais existentes em alguns estados do Brasil.00 Cozinha completa unid 600.00 Banheiro completo unid 450.PROJETO DE REFORMA POR CÔMODOS ISOLADOS (inclui ambientação.

7 Horas Técnicas por Km de poligonal Locação Topográfica de Curvas de Nível Partilha de Áreas Orçamento Padronização e Classificação de Produtos de Origem Vegetal e Animal 5 10 Elaboração de Projetos.11 HT por ha excedente a 50 ha Levantamento de Solos . Planos e Levantamentos Projeto de Reflorestamento ou Florestamento 20 ou 2% sobre as inversões do projeto 256 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.Áreas até 50 ha .Terreno montanhoso a escarpado (acima de 60% de declividade) 14 Horas Técnicas por Km de poligonal 27.18 HT por ha excedente a 50 ha Levantamento de Cobertura Vegetal do Solo .Terreno ondulado a forte (8 a 30% de declividade) 8 Horas Técnicas por Km de poligonal .5 .5 Horas Técnicas por Km de poligonal .5 + 0. Serviço ou Obra Fornecimento de Dados e Informações Fornecimento de Mala Direta Levantamento de Meio Físico 10 Levantamento de Capacidade de Uso do Solo .Terreno ondulado a forte (8 a 30% de declividade) 9 Horas Técnicas por Km de poligonal .3 Horas Técnicas por Km de poligonal 10 Horas Técnicas por Km de poligonal 12 Horas Técnicas por Km de poligonal 14.276 HT por ha excedente a 50 ha 8.Áreas até 50 ha 11.Áreas até 50 ha 18.02 x Hora Técnica por etiqueta Interpretação e Recomendação a partir de Análise Laboratorial de Solo ou Vegetal Julgamento 10 Laudo 10 Levantamento Topográfico Planimétrico .Áreas acima 50 ha 11.Áreas acima 50 ha 18.Terreno plano a suave ondulado (0 a 8% de declividade) 7.5 + 0.Terreno forte a montanhoso (30 a 60% de declividade) 12 Horas Técnicas por Km de poligonal .5 27.Terreno plano a suave ondulado (0 a 8% de declividade) . Econômico e Social 20 Diligência 10 Divulgação Técnica Estudo Estudo de Impacto Ambiental 0.Terreno ondulado a forte (8 a 30% de declividade) .Terreno forte a montanhoso (30 a 60% de declividade) .Terreno forte a montanhoso (30 a 60% de declividade) 10 Horas Técnicas por Km de poligonal .02 x Hora Técnica por linha de informação 0.Diagnóstico Técnico.Áreas acima 50 ha Locação Topográfica .Terreno montanhoso a escarpado (acima de 60% de declividade) 0.5 a 1% do valor do empreendimento Gerência de Projeto.5 .Terreno montanhoso a escarpado (acima de 60% de declividade) 12 Horas Técnicas por Km de poligonal Levantamento Topográfico Planialtimétrico .5 + 0. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 257 . Serviço ou Obra Fiscalização de Projeto.Terreno plano a suave ondulado (0 a 8% de declividade) 7 Horas Técnicas por Km de poligonal .

Áreas com até 10 ha 20 .Áreas acima de 10 ha 20 20 HT + 1 HT por ha excedente a 10 ha 15. viaduto.Áreas com até 10 ha 30 .Áreas acima de 10 ha 20 HT + 1 HT por ha excedente a 10 ha Plano de Manejo Florestal (Floresta Plantada) .Plano de Corte Florestal . Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 259 . etc) 15 Interconexões complexas 20 Túneis 20 Levantamento Circunstanciado Florestal .Áreas acima de 10 ha 30 HT + 1 HT por ha excedente a 10 ha Plano de Manejo Florestal (Floresta Natural) .Áreas com até 200 ha 150 .6 TABELA DE HONORÁRIOS MÍNIMOS PARA ENGENHEIROS ELETRICISTAS SERVIÇOS HORAS MÍNIMAS Rede de sonorização 8 Projeto de cabeação telefônica 5 Rede de dutos para circuitos de informática 5 Alimentadores para equipamento central de ar condicionado 8 Alimentadores para diversos equipamentos 5 Geração de emergência 5 Iluminação de emergência 5 Sistema de detecção e alarme contra incêndio 5 Circuito fechado de televisão 10 Encaminhamento junto à concessionária de energia elétrica 5 Encaminhamento junto à concessionária de telecomunicações 5 Cabina de barramento 5 Cáculo luminotécnico 5 Rede de distribuição de energia elétrica e iluminação pública 10 Pesquisa de carga com anteprojeto elétrico 5 Iluminação 10 Rodoviária simples 15 Obra de arte (ponto.Áreas acima de 200 ha 150 HT + 1 HT por ha excedente a 200 ha Plano de Arborização Urbana Projeto de Recuperação de Áreas Degradadas Projeto de Revegetação de Áreas Projeto de Paisagismo Projeto de Exploração Agropecuária Projeto de Viabilidade Técnico-Econômica Projeto de Irrigação e Drenagem Projeto de Sistematização de Várzeas Projeto de Desenvolvimento Regional Parecer Técnico Perícia Avaliação de Cultura por Frustração de Safra Responsabilidade Técnica Vistoria 20 20 20 20 20 ou 2% sobre as inversões do projeto 20 ou 2% sobre as inversões do projeto 20 50 10 10 10 por mês 5 258 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.Áreas com até 10 ha .

.........000.000.001.00 0...000.....00 800.47 5.00 R$ 900..43 7...000.000..000.00 0....00 a 10.000......... Projeto Básico ...000 KVA Blindada até 300 KVA Blindada até 500 a 750 KVA Blindada acima de 1...66 2.....000.001....99 800...000...00 0.000.00 a 7.00 2.001.........000..00 0.000..000...200.200...200..001... Desenho Definitivo .200.500..00 a 120..00 R$ 1..00 15% 10% 30% 15.55 3. 20% 40% 30% 10% 260 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva..TABELAS COMPLEMENTARES Tabelas sem Imposto de Renda na Fonte ou Impostos sobre a Nota Fiscal SUBESTAÇÕES TRANSFORMADORAS (15 KV) Ao tempo em postes simples até 150 KVA Ao tempo em postes duplo até 300 KVA Ao tempo em piso até 300 KVA Abrigada até 225 KVA Abrigada de 300 a 500 KVA Abrigada até 750 a 1....38 400........001.500.77 1.00 0..00 1..00 R$ 1...........001.000.....00 2.00 a 1...00 1.... Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 261 .00 a 1..00 1.001..001....00 a 3...100.500.000..000...00 1..00 0.... R$ por prancha Desenhos Tamanho A1 Desenhos Tamanho A0 R$ 600......00 Condições do Projeto Fácil Normal Difícil A composição de homens x hora padrão a ser considerada na elaboração de cada desenho de projeto..10 600..500...000.800. Projeto Executivo .001..00 a 600...000 KVA Cabina para medição Acréscimos: Elaboração na classe 25 KV Inclusão de chave reversora de alta tensão Prédio existente ainda não dotado de subestação Projeto Completo de Instalações Elétricas Cálculo do Honorário Profissional em Função do Valor Global da Construção VALOR DO CONTRATO (R$) % 58.......000..88 1......40 10..93 200... em área construída (para edificações) e extensão (km) para obras lineares..000..000....00 1.....000....00 R$ 850..00 1....00 R$ 1.....000.............00 1..... é a apresentada a seguir: Categoria Profissional Senior Profissional Junior Cadista Projetista Cadista Total Quantidade de horas Tamanho A1 Tamanho A0 5 10 8 10 33 8 16 15 20 59 Será considerado o seguinte critério de composição do custo da prancha: Estudo Preliminar ........000.200.00 a 2...00 a 400..00 1.00 800...00 0.00 1.00 a 5.500....39 R$ 1.....31 120.001.000.....001.......00 a 15.7 TABELA DE VALORES DOS SERVIÇOS POR PRANCHA É comum se considerar a remuneração de projetos por prancha elaborada e deve-se ter conhecimento da quantidade da obra a ser projetada....00 0..001.00 a 800....00 a 200..550........000..000...00 0.000...

a remuneração é de seis salários mínimos vigente no País. prevê a existência de piso salarial proporcional à extensão e à complexidade do trabalho. cujo art. Em 24 de dezembro de 1966.CLT: “Considerar-se empregado toda pessoa física que prestar serviços de natureza não eventuais a empregador. regulamentou a remuneração dos profissionais diplomados em Engenharia. 263 Paulo Roberto Vilela Dias . Química e Veterinária. Estas Leis encontram-se em plena vigência e tendo sua aplicação fortalecida pelo disposto na Constituição Federal de 1988. até 8 horas/dia. introduziu a remuneração inicial dos profissionais na área de engenharia.950 A. A) B) Para jornada com 6 horas diárias de serviço. Arquitetura.16 PROFISSIONAIS COM VÍNCULO EMPREGATÍCIO – PISOS SALARIAIS MÍNIMOS Dispõe o artigo 3º da Consolidação das Leis de Trabalho . Agronomia. de 22 de abril de 1966. no seu artigo 82. 7º. sob a dependência e mediante salário”. estabelecendo jornada com exigências de 6 horas diárias de serviços e jornada com mais de 6 horas de serviço. Este assunto também está disciplinado pela Resolução nº 397/95 do CONFEA. A Lei nº 4.950 A/66 estabelece a remuneração mínima obrigatória para os profissionais empregados e regidos pela CLT. Acrescentar 25% a cada hora que exceder às seis horas diárias de serviço. a Lei nº 5194. A Lei nº 4. inciso V.

M.M.00 S. Para efeito da definição do salário mínimo profissional (S.M.M.M.00 pôr mês B) Profissionais contratados com uma jornada superior a 06 (seis) horas diárias Para o caso de jornada de 07 horas diárias S.50 + 1.M. = 10.P.M. = ( 6 x 1. as horas excedentes serão consideradas horas extras. = 7. = ( 6 x 1.P.M.P. de 5 de outubro de 1988.M.00 pôr mês OBS.25 ) x salário mínimo S.M.800.P.00 x salário mínimo S.00 S.00 Paulo Roberto Vilela Dias 265 .P.50 x R$ 200. no mínimo em cinqüenta pôr cento à do normal”.P. = ( 6 x 1.00 S. = 10.: Após 44 horas semanais. Para o caso de jornada de 08 horas diárias S.) adotou-se o que estabelece a Constituição Federal.0 x R$ 200.P. = 6 x salário mínimo S. = R$ 1. = R$ 1.50 x salário mínimo S.100.M.00 pôr mês 264 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.500. = R$ 1. = 9.P.M.P.5 x R$ 200.M. = 6 x R$ 200. = R$ 2. temos: A) Profissional contratado para uma jornada de 06 (seis) horas diárias S.C) Acima de 8 horas diárias de serviço. Inciso XVI prevê: “remuneração do serviço extraordinário superior.M.200. = 9. = 7. Exemplo da Utilização da Fórmula de Cálculo Considerando-se o salário mínimo nesta data (abr-2002) de R$ 200.P.P.P.P.M.P.00 S.00. Empresas e Profissionais S.P.50 ) x salário mínimo A Constituição Federal de 5 de Outubro de 1988 em seu Artigo 7º. acrescentar 50% às horas extras.50 ) x salário mínimo S.P.M. Para o caso do profissional contratado com jornada de 09 (nove) horas diárias S.5 x salário mínimo S.

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PROFISSIONAIS COM VÍNCULO EMPREGATÍCIO – REFERÊNCIAS SALARIAIS

As seguintes tabelas têm por objetivo servir de referência mínima de honorários para engenheiros que mantenham vínculo empregatício, isto é, regido pela CLT. O valor final dos honorários se dá na conjugação das diversas tabelas abaixo. TABELA 01 Classificação e respectivas remunerações dos engenheiros civis por tempo de formatura e experiência profissional comprovada por acervo técnico e/ou registro em carteira de trabalho: ABRIL 2002 Remuneração (R$) 1.800,00 2.200,00 3.500,00 5.200,00 6.500,00

Classificação Engenheiro Engenheiro Engenheiro Engenheiro Engenheiro Trainee Júnior Médio ou Pleno Sênior Master

Experiência e/ou Tempo de formado até 2 anos Entre 2 e 5 anos Entre 5 e 10 anos Entre 10 e 15 anos Acima de 15 anos

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TABELA 02 Acréscimo devido à qualificação profissional adicional obtida em cursos de extensão e pós-graduação: GRAUS DE ESCOLARIDADE / TÍTULOS Pós-graduação – Especialização Mestrado Doutorado Pós-doutorado QUALIFICAÇÕES DIVERSAS Domínio de Língua Estrangeira Domínio de Informática

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O CONTRATO DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS
18.1 ANÁLISE DO CONTRATO Devem ser apreciados os seguintes temas nos contratos de prestação de serviços de engenharia e arquitetura: Exames Preliminares Deve constar da identificação das partes integrantes da contratação e relacionar e verificar anexos existentes (editais, plantas de execução, normas do cliente e etc.). Caracterização do Objeto Verificar se o objeto corresponde a natureza do serviço a ser realizado, bem como, examinar o projeto e verificar sua adequabilidade e compatibilidade com o contrato e a proposta apresentada. Sendo que deverão ser observados os seguintes tópicos
• • • • • • • • •

15% 20% 30% 40% 5% 5%

As qualificações relativas à escolaridade deverão estar devidamente registradas na carteira do profissional – CREA; • As qualificações diversas deverão ser comprovadas por diploma e/ ou certificado de entidades reconhecidamente idôneas ou com exame realizado pela empresa contratante e de sua responsabilidade; • Demais benefícios como, por exemplo, auxilio refeição, seguro saúde, seguro de vida e do trabalho, participação nos lucros, auxílio transporte e outros serão de livre negociação entre as partes.

Memorial descritivo ou Especificações Memória de cálculo, quando existir Plantas de execução Quantidades de serviços Cronogramas Orçamentos Composições de custo Identificar os principais problemas da obra Avaliar a capacitação da equipe e dos equipamentos disponíveis para as tarefas previstas
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Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. Empresas e Profissionais

Paulo Roberto Vilela Dias

Obrigações Mútuas Identificar e relacionar as obrigações da contratante e da contratada e avaliar a extensão e implicações destas obrigações com os custos e prazos dos serviços. Esta análise poderá detectar conflitos com o objeto, com o quadro de quantidades, com as especificações, com a proposta ou outras. É interessante verificar se a fiscalização é direta (ou seja, o próprio cliente executa esta atividade) ou contrata empresa especializada para tal tarefa. Prazo de Duração É oportuna a identificação da forma de contagem, dias úteis ou corridos, e da data inicial da contagem. Registrar as datas limites, inicial e final, e a quantidade de dias úteis existentes, excluindo-se sábados, domingos e feriados. Verificar, mesmo sendo inadequado adotar, em que casos podem ocorrer prorrogações e como solicitá-las. Preços É necessário verificar a natureza da forma de contratação, ou seja, preço global, por preço unitário, por administração, por aluguel de equipamentos ou por reembolso de despesas. Deve-se ainda identificar os itens mais significativos ou aqueles que representam 80% do valor total do contrato, pois estes sofrerão as principais análises, bem como, avaliar a influência dos quantitativos que possam alterar bruscamente no decorrer do contrato. Além destes, avaliar os conflitos com os preços de proposta e os itens necessários que não tenham preço contratado, a fim de alinhavar proposição de aditivo contratual favorável à empresa. Condições de Pagamento Além da situação anteriormente definida quanto à forma contratual, verificar a periodicidade de medição e pagamento, podendo ser admitida uma das condições descritas a seguir:

• • • • • •

medição com período definido e prazo justo de pagamento; pagamento em parcelas pré-fixadas desde que atinja o cronograma físico ajustado; verificar a existência de parcelas de antecipação ou retenção; relacionar e estudar adequadamente os eventos correspondentes às parcelas de pagamento; verificar a consistência do cronograma da obra; quanto às medições, verificar as condições em que serão efetuadas as medições (quem e como), a forma de processamento adotado pelo cliente, quem as autoriza, prazos para submetê-las e que cada unidade dispõe para análise, existência de impressos próprios para tal finalidade, caso afirmativo obtê-los.

Reajustamento Atualmente admite-se apenas contratos com reajustes anuais, logo para prazos de duração inferiores a este, os mesmos serão considerados fixos e irreajustáveis, a despeito que os mesmos tenham cláusulas de reajuste expressa no contrato. Penalidades Independentemente do desejo de se adotar, é muito oportuno identificar as formas de penalidades e multas e suas condições de aplicação. Rescisão Contratual Verificar em que condições pode ocorrer a rescisão amigável ou judicial e suas implicações. Entretanto, ressalta-se que nenhum edital pode infringir o que determina a LEI N° 8666/93 das licitações e contratos. Relatório da Análise do Contrato Todas as informações levantadas anteriormente deverão estar contidas em relatórios de análise do contrato com a maior riqueza de detalhes possível e que ficará a disposição da diretoria da empresa.

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Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. Empresas e Profissionais

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prazos. nomeação. • cumprir rigidamente as normas. prazos e exigências do contrato. DO OUTRO. registrar sempre quando ocorrerem interferências ou falta de providências que acarretem atrasos ou aumento de custos. com firmeza. DE UM LADO. não iniciando a execução de serviços que dependam de aditivo sem consulta prévia aos superiores hierárquicos. • elaborar as medições previamente ao prazo final previsto em contrato. manter a equipe da obra sempre bem informada para poder adotar atitude positiva quando for necessário tomar decisões imediatas. sempre interpretar dentro do interesse da empresa. além do especificado. encaminhar sempre objetivamente. Medições • manter registro permanente. representado(a) por (nome. equipes ou equipamentos inadequados. • antecipar-se à fiscalização no registro de ocorrências que justifiquem aumentos de prazos. identidade. se for o caso. cargo ou função. A EMPRESA (RAZÃO SOCIAL DA EMPRESA) OU NOME DO PROFISSIONAL. atos constitutivos.Atitude do Gerente do Contrato De posse da análise minuciosa elaborada do contrato o gerente do contrato deverá estar pronto para qualquer instante adotar. Negociação de Aditivos Antecipar-se aos problemas de aditivos contratuais. • informar a equipe de trabalho dos prazos parciais e total. referência à legislação. acompanhamento a evolução da aprovação pelo cliente. não assumir compromissos extra-contratuais. não admitir interferência nos métodos executivos. efetuar verificação cuidadosa de seu acerto. dos dados básicos necessários à elaboração das medições. Paulo Roberto Vilela Dias 273 Prazos de Eventos Intermediários • Manter controle permanente dos prazos e principalmente eventos. uma das atitudes a seguir descritas: • • • • • • • • • • • • • • identificar e tirar proveito dos pontos fracos ou obscuros e conflitantes do contrato. a fim de garantir o mais curto tempo de processamento das medições. no relacionamento com a equipe de fiscalização: respeitar e estabelecer um relacionamento profissional amigável e formal. e submetê-lo à fiscalização formal ou informalmente.2 MODELO DE CONTRATO DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS DE CONSULTORIA DE ENGENHARIA RECOMENDADO CONTRATO DE EMPREITADA POR PREÇO GLOBAL (OU POR PREÇOS UNITÁRIOS) QUE FAZEM. e endereço). antecipar-se na identificação de problemas e apresentar soluções. natureza e/ou constituição jurídica da organização contratante. 272 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. efetuando comparações sistemáticas com os dados contratuais. COMO CONTRATADO(A). NA FORMA ABAIXO: PREÂMBULO O(A). (NOME DA ORGANIZAÇÃO CONTRATANTE) E. CPF. PARA EXECUÇÃO DE (ENUNCIADO SUCINTO DA NATUREZA DOS SERVIÇOS). COMO CONTRATNTE. procurando cumpri-los e até antecipá-los. 18. não executar serviços sem prévia cobertura contratual. sempre apoiando-se em diálogo com seus superiores. • encaminhar em tempo hábil minuta de pedido de aditivos. após discussão com os superiores hierárquicos da empresa. CNPJ. • elaborar controle adequado das quantidades e valores medidos. Empresas e Profissionais . preços e condições de pagamento. Mantendo-se constantemente informado do andamento das mesmas. atualizado pelo menos semanalmente. • não admitir postergações na medição de serviços executados. as reivindicações de métodos. (nome. não improvisar métodos. não aceitar imposições adicionais às contidas nas especificações. conhecer a estrutura do cliente e seus vários níveis decisórios. na época oportuna. elaborando permanentemente estudos capazes de identificar sua necessidade e a melhor forma de solicitá-lo. doravante simplesmente denominado(a) CONTRATANTE.

. salvo quando e segundo a forma e as condições previstas na Lei nº 8. e tendo como responsável técnico (nome e qualificação profissional). Empresas e Profissionais . cuja lavratura foi regularmente autorizada por . acréscimo ou decréscimo. ou. Parágrafo Primeiro: Os preços serão reajustados anualmente (da data da proposta). de 21 de junho de 1993 e suas alterações vigentes nesta data.666 de 21. cargo ou função. constituição jurídica.. e melhor traduza(m) a efetiva variação dos custos dos componentes do(s) preço(s) do(s) serviço(s).1993.) dia. legislação estadual e/ou municipal complementares. de outro lado. se for o caso). obedecendo no que couber. referidos na Cláusula anterior....06.. regulamentos. CLÁUSULA TERCEIRA – REGIME DE EXECUÇÃO Os serviços contratados serão executados sob o regime de empreitada por preço global (ou por preços unitários).. e referência de outorga de poderes. a empresa ou profissional (nome. expedida pelo CREA. ou das especificações e disposições contratuais.. CLÁUSULA QUARTA – PREÇO(S) O(s) preço(s) do(s) serviço(s) contratado(s) é (são) o(s) constante(s) da proposta da CONTRATADA. endereço). Parágrafo Único: Nenhuma alteração. e/ou outorga de poderes mediante procuração) e. representada(o) por (nome.. ajustado o presente Contrato. Paulo Roberto Vilela Dias 275 274 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.. bem como pelas normas. no caso de sua extinção. CLÁUSULA QUINTA – PAGAMENTO As parcelas que compõem o objeto do presente contrato.666. em sua substituição. a todas as condições estipuladas no Edital de Licitação (ou convite) Nº . independentemente de transcrição. CNPJ. variação... na vigência do contrato e de sua eventuais prorrogações. entre si.. serão pagos no (.. efetivamente executadas e aferidas. aumento ou diminuição de quantidades ou de valores. aquele(s) que venha(m) a ser adotado(s).eleição.. doravante simplesmente denominada(o) CONTRATADA. conforme indicado na proposta da CONTRATADA e seus anexos. e que passam a fazer parte integrante do Contrato. modificação. aceita na licitação (convite) anteriormente referida e integrante deste instrumento.. contado a partir da data final do período de adimplemento da parcela a que se refere o documento de cobrança. identidade. poderá ocorrer. CLÁUSULA SEGUNDA – OBJETO O presente contrato tem por objeto a prestação de serviços técnicos profissionais especializados na execução de (descrição dos serviços) discriminados em sua proposta e no Edital de Licitação (ou convite) e seus respectivos anexos. regido pelas cláusulas e condições seguinte: CLÁUSULA PRIMEIRA – FUNDAMENTO LEGAL O presente Contrato rege-se pela Lei nº 8. CPF. e seus anexos e as constantes da proposta apresentada pela CONTRATADA... tem. mediante a aplicação da seguinte fórmula: P = ( P0 x I ) ÷ I0 onde: P = preço(s) reajustado(s) P 0 = preço(s) inicial(is) I 0 = Índice(s) setorial(is) vigente(s) na data de apresentação da Proposta de Preços I = Índice(s) setorial(ais) vigente(s) na data do adimplemento de cada parcela dos serviços O(s) índice(s) setorial(ais) a utilizar será(ão) o(s) . portador da carteira profissional nº .

durante a sua execução..) (.. permanentemente.. correndo a despesa. observados. um total correspondente a (.. até 3 (três) dias após a assinatura do Contrato emitir a ART .).666/93. pelo número de dias de atraso.).. mediante a aplicação da fórmula: A = V ( 1 + T ) n ÷ 30 onde: CLÁUSULA SÉTIMA – PRAZOS O prazo para a conclusão dos trabalhos definidos na CLÁUSULA SEGUNDA é de (. Parágrafo Primeiro: Os prazos aqui referidos poderão ser prorrogados em conformidade com o disposto na Lei nº 8..) dias consecutivos (ou corridos).) ou outro que venha substituí-lo n = Número de dias decorridos entre a data de adimplemento das obrigações a que se refere o documento de cobrança e a data do seu efetivo pagamento Parágrafo Terceiro: Na ocorrência de eventuais atrasos de pagamento será devida a atualização financeira calculada na forma estipulada no parágrafo segundo.) no valor de (. expressa em forma decimal pelo índice (. se houver. os prazos de etapas conforme previsto no cronograma físico que constitui parte integrante deste Contrato. CLÁUSULA NONA – RESPONSANBILIDADE TÉCNICA Caberá a CONTRATADA.Anotação de Responsabilidade Técnica. contados a partir da data da publicação do extrato do contrato ou da emissão da OS . efetivada em data de (. Parágrafo Quarto: Na ocorrência de eventuais antecipações de pagamento... rubricas.)... Empresas e Profissionais .Ordem de Serviço. que integra o presente instrumento..Parágrafo Segundo: O valor dos créditos expressos no documento de cobrança será atualizado financeiramente no período decorrido entre o adimplemento da parcela a que se refere.666/93. a conta de (discriminar as fontes de recursos orçamentários. pelo número de dias de antecipação.. com acréscimo de multa de 2% sobre o montante do pagamento em atraso. e a data do seu efetivo pagamento... por cento) do valor faturado a preços iniciais e reajustamentos. calculados “por rata” sobre o valor do documento de cobrança. calculados “por rata” sobre o valor do documento de cobrança. conforme norma do CREA .666/93. a CONTRATADA prestou caução. Em garantia da fiel execução dos trabalhos contratados.... CLÁUSULA OITAVA – GARANTIAS DE EXECUÇÃO A = Valor atualizado do documento de cobrança na data do pagamento V = Valor reajustado do documento de cobrança na data do adimplemento da parcela a que se refere T = Taxa de inflação mensal registrada na data de emissão do documento de cobrança. CLÁUSULA SEXTA – PREVISÃO DE RECURSOS ORÇAMENTÁRIOS (QUANDO COUBER) O valor (estimado) do presente contrato é de (. a CONTRATADA reforçará a caução acima referida de modo a perfazer. Agronomia e Arquitetura. Parágrafo Primeiro: Durante a execução dos trabalhos. notas de empenho e demais indicações pertinentes). acrescida de juros de mora de 1% (um por cento) ao mês. incluPaulo Roberto Vilela Dias 277 276 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.... sob a modalidade de (...Conselho Regional de Engenharia. serão concedidos descontos de 1% ao mês.. Parágrafo Segundo: Os trabalhos executados serão recebidos pelo CONTRATANTE em conformidade com as disposições constantes na Lei nº 8. Parágrafo Segundo: A restituição dos valores caucionados ocorrerá na forma e segundo os procedimentos previstos na Lei nº 8. dele decorrente. exclusive.. aplicada uma só vez em cada ocorrência.

Obs: Recomenda-se sempre a assinatura por duas testemunhas. o Foro da cidade de (. CLÁUSULA DÉCIMA SEGUNDA – APROVAÇÃO E EFICÁCIA DO CONTRATO • • 19 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS UMA METODOLOGIA DE ORÇAMENTAÇÃO PARA OBRAS CIVIS .Professor Engº Civil Paulo Roberto Vilela Dias – CREA-RJ/IBEC .Diretoria Técnica – Divisão Técnica de Estruturas – Clube de Engenharia – Rio de Janeiro REGULAMENTO DE HONORÁRIOS PARA AVALIAÇÕES E PERÍCIAS DE ENGENHARIA DO IEL – INSTITUTO DE ENGENHARIA LEGAL – RIO DE JANEIRO. Vitoria..666/93 e as especificadas no Edital de Licitações (convite) que originou o presente contrato.. juntamente com as testemunhas abaixo. CLÁUSULA DÉCIMA – PENALIDADES À CONTRATADA poderão ser aplicadas as penalidades expressamente previstas na Lei nº 8.666/93. • • • 278 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. no caso de não comprovar a regularidade deste procedimento não poderá receber nenhuma parcela de pagamento.SEE Tabela de honorários profissionais – Estado do Espírito Santo. exclusive.) para dirimir as questões decorrentes do presente contrato.. E... por estarem justas e acertadas. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias .sive. ou da data de registro no Cartório de Títulos e Documentos. 12/07/2000 SOCIEDADE ESPIRÍTOSANTENSE DE ENGENHEIROS . 26 de julho de 1978 279 • O presente Contrato terá plena eficácia a partir da data de sua publicação.2001 CRITÉRIOS PARA FIXAÇÃO DE PREÇOS DE SERVIÇOS DE ENGENHARIA – INSTITUTO DE ENGENHARIA DE SÃO PAULO – EDITORA PINI MANUAL DE ORÇAMENTAÇÃO – SERVIÇOS PROFISSIONAIS DE ENGENHARIA CONSULTIVA – ABCE – ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE CONSULTORES DE ENGENHARIA TABELA DE HONORÁRIOS – sindARQ / SENGE / PR TABELA DE HONORÁRIOS – IAB / DEPARTAMENTO DO RIO DE JANEIRO – AGOSTO/1992 HONORÁRIOS PARA SERVIÇOS DE ENGENHARIA ESTRUTURAL . • CLÁUSULA DÉCIMA TERCEIRA – FORO • As partes elegem. por mais privilegiado que seja. com renúncia a qualquer outro.) vias. as partes por seus Representantes Legais firmam o presente instrumento em (. CLÁUSULA DÉCIMA PRIMEIRA – RESCISÃO DO CONTRATO O presente Contrato poderá ser rescindido nos casos e na forma previstos na Lei nº 8.. de comum acordo.

Mestrado em Engenharia Civil na Universidade Federal Fluminense.ALUMAK Projetos e Construções Ltda Membro da AACE .Engesul – Construções e Projetos Ltda . desde 2000. desde 1978 Fundador e membro do IBEC – Instituto Brasileiro de Engenharia de Custos desde 1978 e presidente nacional desde 1999 Ministra cursos e palestras sobre Engenharia de Custos em todo o Brasil 281 DECRETO FEDERAL N. • • • • • • • • • • 280 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. Serviços e Honorários profissionais para Engenheiros Agrônomos e Engenheiros Florestais – Vitória – ES – Fevereiro/1999 RESOLUÇÃO N.American Association of Cost Engineers. Coordenador e professor do curso de pós-graduação em Engenharia de Custos da Universidade Federal Fluminense e IBEC.Construtora Affonseca SA .569. Engenheiro e/ou Responsável Técnico das seguintes empresas: . COPPE-UFRJ – Pós-graduação em Mecânica dos Solos – 1976.º 5. DE 24 DEZ 1966. LEI N. encontros e cursos do IBEC e Proposta nº 1 da Tabela de Honorários dos Engenheiros Civis – ES – Março/2001 Engº Civil João Alberto Ferreira de Oliveira.194. INSTITUTO BRASILEIRO DE AVALIAÇÃO E PERÍCIAS DE ENGENHARIA – IBAPE Minuta de Proposta nº 1 de Honorários do IBAPE-ES – 22/08/2000 INSTITUTO BRASILEIRO DE ENGENHARIA DE CUSTOS – IBEC-ES Artigos. Palestrante do 1º Congresso Brasileiro da Indústria da Construção – 1985/RJ.DE 11 DEZ 1933. DE 29 JUN 1973.º 23.• INSTITUTO DOS ARQUITETOS DO BRASIL – IAB Remuneração mínima de serviços e direitos autorais de projetos – Espírito Santo ASSOCIAÇÃO DE ENGENHEIROS FLORESTAIS DO ESPÍRITO SANTO – AEFES E SOCIEDADE ESPIRITOSSANTENSE DE ENGENHEIROS AGRÕNOMOS – SEEA.Multiservice Engenharia Ltda . Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias .TERPLAN – Urbanização e Manutenção Ltda .SEAT SA . • 20 CURRICULUM VITAE DO AUTOR ENGENHEIRO CIVIL PAULO ROBERTO VILELA DIAS • • • • • Formado pela Universidade Federal do Rio de Janeiro – 1975. Professor de “Engenharia de Custos” do Mestrado em Engenharia Civil da Universidade Federal Fluminense. palestras.º 218.

Escola de Engenharia General Roberto Lisboa e Universidade Gama filho.Principais Trabalhos Publicados: Livro “Uma Metodologia de Orçamentação para Obras Civis”. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 283 . 3ª edição 2001 • Apostila de “Estradas e Transportes” . 1979 • Material Didático de Planejamento e Controle de Obras • Material Didático de Gerenciamento e Administração de Obras • 282 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.

DIRETORIA DO IBEC Período de Agosto/2001 até Agosto/2004 DIRETORIA NACIONAL: Presidente: Paulo Roberto Vilela Dias Vice-Presidente: José Angelo Santos do Valle Tesoureiro: Fernando De Paiva Paes Leme Secretário: Carlos Eduardo Vilela Dias DIRETORIA REGIONAL RIO: (telefax: 21 2548-4338) Vice-Presidente: Jorge Luiz Garcia Almeida Diretor Executivo: Gilson Pereira De Andrade Lima Diretor Executivo: Carlos Antonio Fernandes Da Silva O Instituto está à disposição de todos os colegas.crea-rj.ibeccustos.Universidade Federal Fluminense em várias cidades do país.br . e-mail: andrea@crea-rj.br www.org. Consulte-nos através do telefone (21) 2206-9662 ramal 706 ou pelo fax (21) 2516-3661 ou através do nosso site ou o do CREA-RJ (www. para prestar quaisquer esclarecimentos e consulta à sua biblioteca.ibec.br). em Gestão em Construção Civil e MBE .org. associados ou não. Estamos ministrando curso de pós-graduação em Engenharia de Custos.com.Master Business Engineer (Administração para Engenheiros) certificados pela UFF .br www. Nossos cursos na área de engenharia de custos são os mais conceituados do País.org.

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