Paulo Roberto Vilela Dias

COMO ELABORAR PROPOSTAS DE PREÇOS DE SERVIÇOS DE ENGENHARIA E ARQUITETURA
EMPRESAS E PROFISSIONAIS LIBERAIS
O livro apresenta: • O fluxograma do orçamento de serviços; • Textos diretos apresentam o conteúdo teórico e exemplos práticos mostram como elaborar todos os passos do orçamento (mão de obra, encargos sociais, materiais, sub-empreiteiros, equipamentos e veículos, transportes, impostos e cálculo do BDI); • Impostos incidentes sobre os custos de produção; • Exemplos práticos reais ajudam a entender cada cálculo de custo dos insumos do orçamento; • Manual de Elaboração de Propostas de Preços de Serviços de Consultoria e Projetos (micro e macro empresas); • Classificação das categorias profissionais; • Tabelas de Referência de Honorários dos Profissionais de Engenharia e Arquitetura; • Cálculo do Valor da Hora Técnica dos Profissionais; • Metodologia de cálculo do Custo Horário de Utilização dos Equipamentos e de veículos de passeio e de carga; • Modelo de contrato de prestação de serviços; • Regulamentação das Atividades dos Profissionais de Engenharia e Arquitetura.

PREÇOS DE SERVIÇOS DE ENGENHARIA E ARQUITETURA CONSULTIVA

PREÇOS DE SERVIÇOS DE ENGENHARIA E ARQUITETURA CONSULTIVA EMPRESAS E PROFISSIONAIS

TABELA DE HONORÁRIO S PROFISSIONAIS

CÁLCULO DA HORA TÉCNICA

Paulo Roberto Vilela Dias

Paulo Roberto Vilela Dias
Engenheiro Civil

PREÇOS DE SERVIÇOS DE ENGENHARIA E ARQUITETURA CONSULTIVA
EMPRESAS E PROFISSIONAIS

2ª Edição 2002

Í N D I C E
Jan/2002 Engenheiro Civil Paulo Roberto Vilela Dias / CREA-RJ 30039/D. Todos os direitos são reservados. Nenhuma parte desta obra poderá ser copiada ou reproduzida de qualquer forma ou para qualquer uso sem a prévia autorização por escrito do autor, engenheiro Paulo Roberto Vilela Dias.
1. INTRODUÇÃO ................................................................................................. 7

CUSTO DA MÃO DE OBRA 2. 3. CLASSIFICAÇÃO DAS CATEGORIAS PROFISSIONAIS ............................................ 21 SALÁRIOS. ENCARGOS SOCIAIS. BENEFÍCIOS. VALE TRANSPORTE. ENCARGOS ADICIONAIS COM PESSOAL. CONTRATAÇÃO POR OBRA CERTA. MÃO DE OBRA TEMPORÁRIA ............................ 31 ESTUDO DAS HORAS DE TRABALHO POR MÊS DOS PROFISSIONAIS ...................... 51 PESSOAL AUTONÔMO. SERVIÇOS DE TERCEIROS. COOPERATIVAS DE TRABALHADORES ............................................................... 59

4. 5.
Dados de Catalogação na Publicação (CIP) Internacional (Sindicato dos Editores de Livros, Rio de Janeiro, Brasil)

DEMAIS ITENS DE CUSTO
D541e Dias, Paulo Roberto Vilela, 1950Engenharia de Custos: Preço de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva Paulo Roberto Vilela Dias - 2ª Ed. Rio de janeiro, 2002 284 p: 15,5 x 21,0 cm ISBN 85-87941-01-1 Inclui bibliografia 1. Engenharia - Estimativas. 2. Construção Civil - Estimativas. I. Título

6. 7. 8.

CÁLCULO DO CUSTO DE BENS PATRIMONIAIS ................................................... 65 CÁLCULO DO CUSTO DE VEÍCULOS .................................................................. 79 IMPOSTOS NOS SERVIÇOS DE CONSULTORIA ................................................... 111

CÁLCULO DO PREÇO DE VENDA 9. 10. 11.
CDD-692.5

FÓRMULA DE CÁLCULO DO PREÇO DE VENDA DE SERVIÇOS DE ENGENHARIA - EMPRESAS ................................................... 117 EXEMPLOS PRÁTICOS ................................................................................. 127 FÓRMULA DE CÁLCULO DO PREÇO DE VENDA PARA PROFISSIONAIS LIBERAIS ..... 149

ELABORAÇÃO DE COMPOSIÇÕES DE CUSTO 12. LEVANTAMENTO DE CAMPO DOS COEFICIENTES FÍSICOS DAS COMPOSIÇÕES DE CUSTO DE SERVIÇOS ...................................... 153

ATIVIDADES PROFISSIONAIS 13. ATIVIDADES PROFISSIONAIS ........................................................................ 173
13.1 DEFINIÇÕES DOS SERVIÇOS PROFISSIONAIS ................................................. 173 13.2 REGULAMENTAÇÃO DA ATIVIDADE PROFISSIONAL E ATIVIDADES E ATRIBUIÇÕES LEGAIS DOS PROFISSIONAIS DE ENGENHARIA CIVIL ...................... 177

..1 ANÁLISE DO CONTRATO .......... por isso é fácil entender porque........... Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva é uma obra para os interessados em qualidade de conteúdo e aplicação prática..5 ATIVIDADES E ATRIBUIÇÕES LEGAIS DOS PROFISSIONAIS DE ENGENHARIA AGRÔNOMICA E FLORESTAL .................2 MODELO DE CONTRATO RECOMENDADO ......... 236 15....................................... já este ano...6 ATIVIDADES DO ENGENHEIRO ELETRICISTA . 219 TABELAS COMPLEMENTARES POR SERVIÇOS POR ESPECIALIDADE .......................crea-rj....... 17.. 235 15... 252 15.................................br . publicado em fevereiro de 1999...................... Neste fim de século............ PISOS SALARIAIS MÍNIMOS .......................5 TABELA DE HONORÁRIOS PARA ENGENHEIROS AGRÔNOMOS E FLORESTAIS ..... sobretudo nos últimos quatro anos....... 267 PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS 18..........................................13. 197 13.. Gameiro Alfredo Silveira da Silva Luiz Fernando de Almeida Freitas www............. e que vendeu 5 mil unidades em pouco mais de três anos............................ O lançamento do livro Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva completa um ciclo que envolve um conjunto de metodologias apresentadas visando à elaboração de propostas de preços para serviços de engenharia........... REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS ................................ através de palestras................. 214 A P R E S E N TA Ç Ã O O CREA-RJ...... 205 13.......................... projetos e fiscalização e gerenciamento de obras — em complemento ao livro Metodologia e Orçamento para Obras Civis... sempre contando com o apoio do IBEC............................ 255 15.......................... A edição do livro representa também um importante reforço à produtiva interação estabelecida com os profissionais que participam dos eventos realizados através da parceria CREA-RJ / IBEC — mais de 12 mil em cinco anos..... 20............................. 249 15. cresce a preocupação com relação aos rumos da engenharia. principalmente a partir da clara relação que existe entre a globalização generalizada e desregulamentação das profissões........................ 203 13. Engº Eletricista José Chacon de Assis Presidente do CREA-RJ PROFISSIONAIS LIBERAIS 14............................................................... CÁLCULO DA HORA TÉCNICA DO PROFISSIONAL LIBERAL...... Entendemos ser esta uma área do conhecimento essencial para o aprimoramento e valorização de nossos profissionais.............4 TABELA DE HONORÁRIOS PARA ARQUITETOS ....... 235 15................................7 TABELA DE VALORES DOS SERVIÇOS POR PRANCHA .............3 HONORÁRIOS MÍNIMOS DAS ATIVIDADES PROFISSIONAIS DA ENGENHARIA CIVIL ..................................... É neste contexto que a Engenharia de Custos vem sendo um dos campos mais pródigos na geração de debates...................................... foi adotado por duas vezes em cursos de pós-graduação em engenharia de custos.... em especial...................org................... Trata-se de uma publicação técnica de qualidade que apresenta de forma simples e abrangente estudos.1 OBJETIVO DAS TABELAS DE HONORÁRIOS PROFISSIONAIS . do mesmo autor....... O CONTRATO DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS ...6 TABELA DE HONORÁRIOS PARA ENGENHEIROS ELETRICISTAS ....... tendo sido publicada a 3ª edição em novembro de 2001........................... cursos e seminários realizados no âmbito do Conselho...........4 ATIVIDADES E DIREITOS AUTORAIS DE ARQUITETOS ...... 261 PROFISSIONAIS COM VÍNCULO EMPREGATÍCIO 16............................. 263 REFERÊNCIA SALARIAIS ................ 281 Nilo Garcia Junior Jaques Sherique Sonia da Costa Rodrigues Ricardo do Nascimento Alves Maria Martha M...... 259 15......... 269 18................................. 273 1º Vice-presidente: 2º Vice-presidente: 1ª Secretária: 2º Secretário: 3ª Secretária: 1º Tesoureiro: 2º Tesoureiro: DADOS DA OBRA 19... 269 18.................................. QUALQUER ESPECIALIDADE ....... vem empreendendo com regularidade ações voltadas para a difusão de conhecimentos entre as diversas categorias profissionais que congrega......................................3 DEFINIÇÕES DAS ATIVIDADES PROFISSIONAIS DA ENGENHARIA CIVIL ...... 15. 279 CURRICULUM VITAE DO AUTOR ...2 TABELAS COMPLEMENTARES POR SERVIÇO PARA ENGENHEIROS CIVIS ..

12 de janeiro de 2002 Paulo Roberto Vilela Dias Pvilela_dias@hotmail. ministrar aulas e garantir documentação impressa ao meio técnico ao qual pertenço. complementar ao primeiro livro do mesmo autor – “Uma Metodologia de Orçamentação para Obras Civis”. Profissionais e Empresas”. entretanto. pesquisar. cito nominalmente apenas minha esposa Elizabeth e meus filhos Andreia. Este documento é. E os anos passam. A segunda parte é dedicada aos autônomos. do capítulo 1 ao 10. inclusive trabalhos autônomos.PREFÁCIO O presente trabalho se destina à realização do curso de Engenharia de Custos – “Cálculo do Preço de Venda de Serviços de Engenharia e Arquitetura. do capítulo 12 em diante. arquitetos. Lembramos. ministrado pelo professor e engenheiro civil Paulo Roberto Vilela Dias. demais profissionais e prestadores de serviços de engenharia na elaboração de propostas de preços de serviços especiais para qualquer área da engenharia e arquitetura. Para que não omita nenhuma das merecidas pessoas nesse agradecimento. Tenho certeza que a maturidade os fará compreender quanto me custa educá-los. incluindo cálculo da hora técnica e tabelas aplicáveis aos serviços. ao magistério e à pesquisa aos temas da Engenharia de Custos ocupam todas as horas do dia. as semanas do mês e os meses do ano. Rio de Janeiro. temos certeza que a metodologia aqui exposta é muito Agradeço a família. 1 INTRODUÇÃO 1. porém os fundamentos também são aplicados pelos profissionais liberais. por certo. visando oferecer aos participantes material didático para consulta permanente e acompanhamento das palestras. é fundamental que se disponha da maior quantidade possível de dados sobre o trabalho a ser realizado para garantir o cálculo do preço de venda adequado e justo. aliado à obtenção dos resultados financeiros estimados. que a obtenção dos melhores resultados em qualquer processo de orçamentação está com os profissionais mais experientes. Pedro Paulo e Julia. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 7 .1 OBJETIVO Com o objetivo de facilitar aos engenheiros. O profissional liberal deve estudar toda a primeira parte a fim de lhe oferecer base para adotar o que é apresentado nesta parte do livro. escrever. 1. Agradeço à inspiração divina e ao carinhoso apoio de minha família e amigos que têm me oferecido a necessária tranquilidade para estudar. O objetivo a ser alcançado na prestação destes serviços é a melhor qualidade possível do produto vendido. Dos meus filhos espero perdão pela ausência e impossibilidade de criá-los mais carinhosamente.2 APLICAÇÃO Existem várias modalidades de fixação de preços de serviços de engenharia. a metodologia aqui exposta irá.com 6 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. os dias da semana. facilitar em muito o trabalho dos jovens orçamentistas. entretanto. ainda. Assim. A primeira parte é dedicada às empresas de consultoria de qualquer porte. A dedicação à vida profissional.

ou seja. preços unitários ou por empreitada integral. percentuais do valor final do empreendimento. Entendemos. o mesmo está perfeitamente de acordo com as regras trabalhistas e tributárias vigentes. quando prestado para órgãos não governamentais. Caso se adote qualquer destes critérios. ou buscar reforço em outros profissionais habilitados. ser oportuno.interessante. e principalmente. principalmente. é a contratação de execução do serviço por preço certo e total). por exemplo. sugerimos que seja efetuado um controle de custo preciso do contrato.Benefícios e Despesas Indiretas) gera o preço de venda dos serviços. a serem aplicados sobre índices de custo. para o caso de orçamento de obras civis. preço global. em conformidade com nosso critério de cálculo do preço de venda. os usuários. residências unifamiliares). pequenas construções (por exemplo. Além disto. o método aqui descrito apresenta a grande vantagem sobre os demais existentes em outras publicações devido a sua contemporaneidade. adotar procedimentos de determinação do preço de venda por percentuais fixos e imutáveis ao longo dos anos. a despeito de que com este critério ora descrito. laboratoriais. seja adotada a metodologia exposta em nosso primeiro livro. ou seja. serviços especiais com grande incidência de mão de obra. não se encontra desatualizado como alguns autores que. hora técnica individual ou coletiva. Alertamos aos profissionais prestadores de serviços de engenharia que entendemos ser muito empírico. também. Admite-se também seu emprego em serviços por administração. uma vez que esta modalidade de contratação está proibida na administração pública. supervisão. materiais. que o lucro deve ser caracterizado a partir do preço final do serviço. As formas de contratação mais usadas são as seguintes: preço global (segundo a Lei das Licitações. do tipo CUB – Custo Unitário Básico. Empresas e Profissionais modo a detectar as falhas existentes e bem avaliar os índices empregados para promover a sua atualização. principalmente. isto é. fiscalização ou acompanhamento de obras. Assim. projetos básicos e executivos de qualquer natureza. é possível alcançar o preço de venda deste tipo de trabalho. bem como. O profissional ao elaborar o custo de qualquer destes serviços deve ter experiência para determinar os insumos básicos (pessoal. porém. de 8 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. em grandes empreendimentos. e causando imprecisões face ao fato destes multiplicadores não sofrerem avaliações periódicas a fim de lhes dar crédito. consideravam o lucro estimado função do custo do serviço. serviços por administração. No método de cálculo do preço de venda em função do percentual do orçamento da obra temos certeza que o resultado que alcançado é muito acima do preço justo. • preço unitário (quando se contrata a execução do serviço por preço certo de unidades determinadas). bem como. assim. computadores e impressoras). em atuações do tipo consultoria individual do profissional que no âmbito deste livro denominaremos de hora técnica. para as seguintes áreas de atuação: • • • • • • • • • Estudos de um modo geral ou de viabilidade. O princípio apresentado neste livro para a definição da proposta de serviços de engenharia leva em consideração o custo de produção.3 FORMAS DE CONTRATAÇÃO A forma de contratação pode ser qualquer uma das estipuladas na Lei Nº 8666 das Licitações. do faturamento bruto. gerando preços de venda normalmente exagerados. • Paulo Roberto Vilela Dias 9 . Aconselhamos que. consultorias ou assistência técnica. que quando acrescido da margem de lucro (ou benefício. por convicção. gerenciamento de empreendimentos. dificilmente conseguiremos êxito em licitações adotando tais critérios. ensaios tecnológicos e etc) necessários ao desenvolvimento dos mesmos. 1. para utilizar o jargão dos profissionais de execução de obra de obra — BDI . através de controle de custo dos contratos podem corrigir periodicamente os seus multiplicadores a serem adotados futuramente. equipamentos (topográficos. com um pouco mais de dificuldade.

que necessariamente constarão da planilha de preços da proposta. equipamentos de laboratório e etc) deve-se. • 1. poderá ser apresentada justa e adequada. podendo ser de um ou mais profissionais. estes estando de bom nível. de acordo com o estudo apresentado no Capítulo 4. • hora técnica ou tarifa (semelhante ao sistema de preços unitários. sofrerão incidência dos custos indiretos adotados para todo o contrato. algumas vezes.3. que não tem valor para pagamento. admitese uma negociação posterior a assinatura do contrato. caso contrário. entretanto. garantem que a proposta de preço. haverá obrigatoriedade de se efetuar medições periódicas para determinar o valor a pagar ao prestador de serviço. Hora técnica (ou tarifa) é aceitável para as pequenas e grandes intervenções. a situação financeira do contrato poderá ser comprometida. uma vez que deverá ser adotada uma quantidade de horas de trabalho por mês. aparelhos de topografia. Os itens constantes da planilha de quantidades. o cálculo do custo deverá ser o mais acurado possível. se adotar a terminologia de despesas reembolsáveis pelo cliente. softwares. ou quando a Paulo Roberto Vilela Dias 11 . porém. enquanto a parcela do trabalho que não é bem conhecida será reembolsada a preços unitários. Estes serviços serão pagos por preços unitários constantes na planilha de preços da proposta ou não. É comum.sistema misto (quando parte do serviço é representado por preço global. Não se esquecendo que em alguns casos podemos ter a figura da hora produtiva e da hora improdutiva. Tanto contratante quanto contratado têm muita responsabilidade nas concorrências. Assim. parte do trabalho terá valor fixo e imutável. como preços unitários. pode-se determiná-lo por mês. analisar o número de horas de utilização dos mesmos durante a vigência do contrato. não existe necessidade de se efetuar medições por serviços ou itens de custo. A aplicação deste sistema de contratação quando o escopo do serviço não se encontra perfeitamente definido acarretará muitas dificuldades na condução do contrato pelas partes envolvidas. sendo que ao primeiro cabe garantir qualidade das informações apresentadas nos convites de licitações e. este critério é de alto risco para a prestadora de serviço. Obviamente. usado para denominar o valor dos serviços prestados por cada profissional integrante da planilha de quantidades. É utilizado. Empresas e Profissionais A contratação por preços unitários é quando mesmo havendo planilha de quantidades. consideramos inoportuna esta situação para ambas as partes envolvidas). para estes casos. 10 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. É comum que se adote a periodicidade mensal de medição para os serviços. Todo cuidado deve ser tomado para definição do custo da hora técnica apresentada nas planilhas de orçamento. ainda. só entrarão nas medições quando solicitados formalmente e por escrito pelo cliente. Quanto aos bens patrimoniais (veículos. se estabelecer um cronograma físico-financeiro que permita ao contratante ter garantias de que os pagamentos efetuados correspondem aos serviços efetivamente elaborados ou executados. Neste caso. É muito comum nestes casos que o custo da mão de obra seja apresentado por hora. os produtos a serem gerados estão perfeitamente identificados.1 Descrição das Formas Mais Comuns de Contratação de Serviços Profissionais de Engenharia O preço global deve ser utilizado quando as especificações dos serviços a serem executados estão muito bem definidas. e sim. que são denominados de despesas reembolsáveis. também. pois só serão computados para a medição dos serviços efetivamente executados. para os casos de atuação individual de qualquer profissional). entretanto. microcomputadores. a ser definida pelo executor. Estes serviços. e ainda. portanto. Isto é. O sistema misto é uma composição da contratação por preço global e por preço unitário. O critério de remuneração dos serviços está baseado na estimação dos custos incorridos para a consecução adequada do mesmo e o preço de venda é fixo e integralmente assumido pelo proponente. Independente da existência de planilha de quantidades caberá ao contratado assegurar-se de que os valores encontrados são válidos. ou. enquanto que outra parcela será discriminada por itens de serviços que sofrerão medição para pagamento.

Lembramos que não serão computadas na medição das horas normais de pessoal tanto o sábado quanto o domingo e feriados não trabalhados. quando for o caso.5. 1. plotter 13 Paulo Roberto Vilela Dias . Contrato com incentivo (prêmio) – Se a empresa não atingir o limite de custo estabelecido. acrescidos dos custos indiretos (explícitos ou não). Máximo Garantido – Consideram-se os custos mais um percentual estipulado. pick-ups e caminhões microcomputador. proporcional à redução de custo obtida. e devem ser computados os custos. A experiência do profissional que elaborará a proposta só não é mais importante que a clareza. tais como. na forma de medição dos serviços que será efetuada. preço unitário. Procura garantir o prazo e o custo dos serviços através do estudo de alternativas técnicas. aos contratantes garantirem o nível de excelência do memorial descritivo ou do edital de licitações. 1. além dos encargos sociais. impressora e acessórios de informática. Caberá. Empresas e Profissionais 1. recebe como prêmio uma parcela. apenas. a administração central. Haverá necessidade de se apropriar as horas efetivamente trabalhadas. Podendo ser considerados: • • • • • salários imóveis veículos leves. quilometragem. segundo o contrato. bem como.4 ESCOPO DOS SERVIÇOS O tipo de contratação interfere diretamente. Caso o preço estipulado seja ultrapassado caberá a prestadora de serviço arcar com parte acertada do excedente. Os produtos a serem elaborados. comunicações. Esta condição confunde-se com a contratação por preços unitários quando temos a mão de obra expressa na unidade de medição por hora. Fixa-se o limite total de custos e define-se com precisão o custo total máximo do projeto. Valem todas as características de custo apresentadas para as demais formas de contratação de serviços de engenharia e arquitetura. os encargos financeiros e o lucro da empresa. emprego de microcomputador. previamente acordada.atuação do contratado não pode ser muito bem identificada antecipadamente com a precisão necessária. motocicletas. podendo ser adotado um formulário denominado “Folha de Apropriação de Hora Técnica”. sistema misto e hora técnica. ou seja. na qualificação e quantificação dos insumos necessários à perfeita execução dos serviços. preço global. A metodologia aqui exposta pressupõe o levantamento (e.5 METODOLOGIA DE CUSTO Ë evidente que o mais importante na elaboração de propostas de preço continua sendo a experiência do engenheiro orçamentista.3. podendo ser adotado o formulário citado anteriormente. principalmente. sua cronologia de emissão. que servirá de base às medições periódicas a serem efetuadas. medições após a contratação) dos custos diretos reais estimados (e comprovados através de medições). as mesmas estão incluídas na taxa de encargos sociais. A remuneração (percentual) deverá cobrir os custos indiretos. portanto. o método aqui apresentado é adequado para qualquer uma das maneiras anteriormente citadas. inclusive lucro previsto. pois. conforme a situação e o vínculo trabalhista de cada profissional. Neste caso haverá necessidade de se apropriar as horas gastas pelos profissionais em cada atividade do contrato. então. devem estar descritos com bastante objetividade e clareza. aqueles que são facilmente descritos e visíveis ao cliente. todas as despesas indiretas.2 Outras Formas de Contratação Usuais Contrato por Administração – Considera-se o pagamento dos custos diretos específicos de um serviço. despesas gráficas e despesas diversas. o grau de detalhamento do escopo do trabalho e a perfeita identificação dos produtos a serem produzidos. 1.1 Caracterização dos Custos Diretos e Indiretos Subentende-se como custos diretos. 12 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. apresentado no ANEXO 1.

sondagens de terreno e etc) ensaios tecnológicos especializados. uniformes. e não existe nenhuma dificuldade por isto.aluguéis de imóveis ou veículos. Depende da formulação de proposta de preços apresentada pelo cliente ou por nossa conta. ao cliente (órgão público ou particular) esta incumbência. . Entretanto.despesas de legalização do contrato. . grampeador e etc) serviços especializados (locações e levantamentos topográficos. licitações. inclusive respectivas contas periódicas. aluguel de copiadora. cafeteira e etc.despesas legais.5. cadeiras. viagens e estadia do pessoal. inclusive ART . principalmente. entre outras despesas. ou conforme a exigência do cliente.encargos trabalhistas .Anotação de Responsabilidade Técnica devida ao CREA. conforme identificado a seguir: Os custos indiretos serão demonstrados ou não. . concreto ou asfalto.despesas com treinamento e aprimoramento técnico da equipe.seguros de responsabilidade civil ou de pessoal.vale transporte . balizas e trenas laboratórios de solo.fianças bancárias ou cauções. ar condicionado. na maioria das vezes.eventualmente. . televisão.• • • • • • • • • • • • • softwares estação total. pessoal da diretoria e dos setores de pessoal. • Encargos complementares. vale refeição e etc) .benefícios (seguro saúde. sabemos que o preço estabelecido tem fundamental influência sobre o prazo de execução e a qualidade dos serviços prestados. . Em alguns casos estes itens podem estar incluídos na administração central. compra e etc da sede da empresa. móveis e utensílios (mesa. • Lucro — deverá ser prevista a margem de lucro do contrato a critério da empresa Em algumas situações. O importante é que todos os insumos sejam apropriados ao custo de elaboração do serviço. podemos preliminarmente definir o tipo de contratação. custos diretos são utilizados como indiretos e vice-versa. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 15 . financeiro.despesas com impostos. em função do tipo de serviço. materiais de segurança e etc. comercial. borracha. aparelhos de telefone ou de fax e rádios. teodolito. em função da facilidade de se declará-los. • 14 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. papel. Pois. armários. temos: . gastos com comunicação: central telefônica. nível. • Administração central. montagens gráficas (cópias preto e branco ou coloridas e encadernações). alvarás e outra taxas municipais. correspondentes a outros custos indiretos não perceptíveis ao cliente. Os custos indiretos podem ser: Aplicáveis sobre o salário: . estaduais ou federais. . diárias da equipe técnica. materiais de escritório (lápis.). que é representado por percentual admitido para cada empresa ou por cada proposta. e caberá.2 Seleção da Modalidade de Contratação É extremamente importante a escolha do tipo de contrato. 1. representa o custo da sede da empresa.

o que é feito através da listagem das atividades e da determinação das quantidades de insumos (mão de obra e despesas gerais) necessárias ao perfeito desenvolvimento dos trabalhos. softwares e etc) • diárias e viagens e etc. e demais informações que propiciem ao prestador de serviço a identificação fiel orçamento. Encontramos multiplicadores para salários. 2º passo) De posse da planilha de quantidades devemos levantar os custos básicos que serão necessários definir para a elaboração do orçamento. o orçamento será o resultado da soma dos produtos das quantidades de serviços multiplicadas pelos preços unitários atribuídos aos mesmos. garante a uniformidade das propostas. O preço de venda dos serviços será calculado a partir da análise adequada destes dados recebidos do cliente. consiste na identificação clara dos seus objetivos. com sua cronologia. microcomputadores e acessórios. despesas reembolsáveis ou despesas efetuadas diretamente pelo cliente e etc. cartucho de impressora. a perfeita caracterização do escopo do trabalho. é necessário determinar quais os tipos de multiplicadores serão utilizados. Empresas e Profissionais . para efeito de julgamento de preços entre os concorrentes. 1. Projetos básicos e executivos de qualquer natureza. é responsabilidade do interessado na contratação apresentar tais informações. O preço adequado e justo para um determinado serviço é diretamente proporcional à qualidade do escopo oferecido pelo interessado na contratação. especificar adequadamente todos os produtos que deverão ser produzidos e entregues ao interessado. Em muitas ocasiões o próprio interessado na execução do trabalho elabora a planilha de quantidades e preços e a fornece para todos os prestadores de serviço. residências unifamiliares) FORMA DE CONTRATAÇÃO preço global preço global ou misto preço unitário preço unitário preço unitário preço unitário em função do serviço. despesas gerais. fiscalização ou acompanhamento de obras Gerenciamento de empreendimentos Serviços especiais com grande incidência de mão de obra Pequenas construções (por exemplo. É de suma importância a qualidade da planilha de quantidades elaborada para a definição do preço de venda dos serviços. principalmente preço unitário preço unitário ou global 1.6 QUALIDADE DO ESCOPO DOS SERVIÇOS A definição correta e precisa do escopo das atividades é fundamental à elaboração consciente do preço de venda dos serviços. Paulo Roberto Vilela Dias 17 É fundamental especificar claramente o critério de medição para cada caso no memorial descritivo ou edital de concorrência. 3º passo) Calcular os valores do multiplicador “K” para os diferentes tipos selecionados para o serviço. 4º passo) Calcular o orçamento da proposta. 16 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. é o seguinte: 1º passo) Elaborar a planilha de serviços e quantidades. Hora técnica individual ou coletiva.7 ROTEIRO DE CÁLCULO DO PREÇO DE VENDA O roteiro de cálculo do preço de venda dos serviços previsto nesta metodologia. Estão incluídos como custos básicos ou insumos: • salários e encargos sociais • veículos • preços de equipamentos técnicos • materiais de consumo (papel para impressão. combustível.DESCRIÇÃO DO SERVIÇO Estudos de um modo geral ou de viabilidade. assim. Consultorias ou assistência técnica Supervisão. Portanto.

objetiva e com o maior detalhamento possível. assim. o fluxograma de elaboração do cálculo do preço de venda de serviços de engenharia para os tipos aqui especificados. através de formulários pré-estabelecidos. caso o cliente não tenha feito nenhuma exigência a respeito. DE MÊS / ANO : 1ª alternativa) o cliente padronizou a forma de apresentação da proposta. APROPRIAÇÃO DE CATEGORIA PROFISSIONAL : FOLHA FUNCIONÁRIO : 18 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. É interessante. isto é: ANEXO 1 Folha de Apropriação de Hora Técnica (horas gastas pelos profissionais em cada atividade do contrato) 0 19 . elaborar a mesma dentro das especificações do contratante. Como descrito anteriormente. cabendo desta maneira ao prestador de serviço. são duas as situações previstas para a montagem da planilha de venda de serviços de engenharia. cabe ao prestador de serviço elaborar uma proposta clara. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias DIAS DO MÊS / ATIVIDADE 1 2 3 4 5 6 7 TOTAL 8 9 MENSAL DE HORAS TÉCNICAS 2ª alternativa) o cliente não definiu o padrão de apresentação da proposta. Será obrigatório montar esta planilha.HORAS TÉCNICAS 1. evitando-se desgastes em futuras negociações.8 FLUXOGRAMA DO CÁLCULO DO PREÇO DE VENDA Apresenta-se no ANEXO 2. de maneira a facilitar a análise pelo contratante e futuras negociações quando da efetivação da contratação. Pode-se condicionar tanto o processo de cálculo do preço de venda dos serviços quanto a própria forma de apresentação. que a forma de apresentação da proposta de preços não suscite nenhuma dúvida quanto ao seu conteúdo e valores. 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 25 26 27 28 29 30 31 TOTAL MENSAL 5º passo) Montar a planilha de serviços e quantidades. de acordo com as exigências do cliente ou com sua própria definição.

Entretanto. entretanto. Assim. é o que efetivamente deveria ocorrer. no entanto. este deverá estar em consonância tanto com a classificação profissional de seu sindicato quanto com o dissídio coletivo que rege as relações entre patrões e empregados. a mão de obra é o fator preponderante do custo total. Empresas e Profissionais . esquecermos que os editais de concorrências podem e devem especificar as exigências mínimas para cada categoria profissional. bem como as características mínimas exigidas para cada uma. bem como. posteriormente. portanto. são difíceis de serem adotadas na prática. Isto faz com que o proponente fique exposto ao bom senso da comissão de julgamento da concorrência ou.ANEXO 2 Fluxograma de elaboração do cálculo do preço de venda de serviços de engenharia 2 CLASSIFICAÇÃO DAS CATEGORIAS PROFISSIONAIS Na maioria dos tipos de serviços prestados escolhidos para estudo neste livro. uma vez que não existe nenhuma definição oficial sobre o assunto. resolvemos adotar uma classificação de categorias profissionais própria. é fundamental analisarmos adequadamente os custos envolvidos com pessoal. esclarecemos que o próprio escopo do serviço poderá especificar as categorias profissionais. Aliás. É muito importante nestes tipos de prestação de serviços de engenharia a classificação das categorias profissionais comumente adotada. que pode ser adotaPaulo Roberto Vilela Dias 21 Me morial Descritivo Edita l ou Condições de Participação Estudos dos Dados Fornecidos pelo Cliente V isita Opcional ao local dos Serviços Elaboração da Planilha de Quantidades Def inição dos Insumos Básicos/ Pesquisa de Mercado Cálculo dos valores de “K” Calcular o custo da Proposta Cálculo dos valores de “K” Fluxograma Fluxograma de Cálculo do de Cálculo do Preço de Venda Preço de Venda Montar a Planilha de V enda da Proposta 20 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. entretanto de modo geral. Devemos analisar a classificação das categorias profissionais em função do plano de cargos e salários de cada empresa. é omitida a especificação exigida para cada categoria profissional nos editais de licitações. usando a nossa experiência no assunto. portanto. as especificações definidas nas convenções trabalhistas são sempre muito acanhadas. sem. da fiscalização do contrato.

NÍVEL C PROFISSIONAL MASTER PROFISSIONAL SENIOR PROFISSIONAL PLENO OU MÉDIO PROFISSIONAL JUNIOR PROFISSIONAL TRAINEE PESSOAL DE APOIO TÉCNICO: TÉCNICO SENIOR TÉCNICO PLENO OU MÉDIO TÉCNICO JUNIOR CADISTA OU PROJETISTA SENIOR CADISTA OU PROJETISTA TOPÓGRAFO 22 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. deve ser dedicada muita atenção na análise das especificações encontradas nos editais de licitações.NÍVEL B CONSULTOR . da inexistência de uma classificação oficial ou normalizada. esclarecemos que a mesma está de acordo com os princípios observados em editais e licitações recentes para casos análogos. 2. podem ser as descritas a seguir: Paulo Roberto Vilela Dias 23 . Empresas e Profissionais AUXILIAR DE TOPOGRAFIA LABORATORISTA AUXILIAR DE LABORATÓRIO ARQUIVISTA TÉCNICO AUXILIAR TÉCNICO SENIOR AUXILIAR TÉCNICO PLENO OU MÉDIO AUXILIAR TÉCNICO JUNIOR PESSOAL DE APOIO ADMINISTRATIVO: OPERADOR DE MICROCOMPUTADOR DIGITADOR SECRETÁRIA SENIOR OU EXECUTIVA SECRETÁRIA JUNIOR ADMINISTRATIVO PLENO AUXILIAR ADMINISTRATIVO MOTORISTA MENSAGEIRO SERVENTE / FAXINEIRO / COPEIRO Observamos que podem existir discrepâncias da terminologia de um cliente para outro em função. Portanto.1 CLASSIFICAÇÃO DAS CATEGORIAS PROFISSIONAIS SUGERIDA A classificação das categorias profissionais mais comumente encontrada no meio da engenharia é a seguinte: PESSOAL DE NÍVEL SUPERIOR: DIRETOR DO PROJETO GERENTE OU COORDENADOR DE CONTRATO CONSULTOR .2 CARACTERÍSTICAS MÍNIMAS DAS CATEGORIAS PROFISSIONAIS As características mínimas para aceitabilidade das categorias profissionais apresentadas anteriormente.NÍVEL A CONSULTOR . bem como. 2. principalmente.da em qualquer situação.

informática. com mais de 15 anos de atuação na área inerente ao projeto. contratado pela empresa para a prestação de serviços de assessoria Paulo Roberto Vilela Dias 25 24 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. fazemos uma tentativa de criar especificações mínimas para as categorias profissionais sugeridas.NÍVEL A CONSULTOR . uma vez que cada cliente poderá. A seguir elaboramos uma descrição sumária de cada uma das categorias profissionais apresentadas anteriormente. com mais de 15 anos de atuação na área inerente ao projeto. CONSULTOR NÍVEL B – profissional de nível superior com notória especialização. Ou ainda. cursos de extensão. GERENTE OU COORDENADOR DE CONTRATO – profissional de nível superior do ramo da engenharia ou arquitetura.NÍVEL C PROFISSIONAL MASTER PROFISSIONAL SENIOR PROFISSIONAL PLENO OU MÉDIO PROFISSIONAL JUNIOR PROFISSIONAL TRAINEE TÉCNICO SENIOR TÉCNICO PLENO OU MÉDIO TÉCNICO JUNIOR CADISTA OU PROJETISTA SENIOR CADISTA OU PROJETISTA TOPÓGRAFO AUXILIAR DE TOPOGRAFIA LABORATORISTA AUXILIAR DE LABORATÓRIO ARQUIVISTA TÉCNICO AUXILIAR TÉCNICO SENIOR AUXILIAR TÉCNICO PLENO OU MÉDIO AUXILIAR TÉCNICO JUNIOR OPERADOR DE MICROCOMPUTADOR DIGITADOR SECRETÁRIA SENIOR SECRETÁRIA JUNIOR ADMINISTRATIVO PLENO AUXILIAR ADMINISTRATIVO MOTORISTA MENSAGEIRO SERVENTE / FAXINEIRO / COPEIRO Tempo Mínimo de Experiência (anos) Formatura Na função 15 15 15 15 10 acima de 15 de 10 a15 anos de 5 a 10 anos de 2 a 5 anos até 2 anos 15 5 2 10 2 10 2 10 2 2 15 10 2 2 2 5 2 10 2 2 - 2. coordenação ou gerência. Contudo. Esta categoria só deverá existir em empreendimentos de grande porte. CONSULTOR NÍVEL A – profissional de nível superior com notória especialização. esta classificação não deverá ser entendida como definitiva para fins de apresentação de propostas.Descrição da Função DIRETOR DO PROJETO GERENTE OU COORDENADOR DE CONTRATO CONSULTOR . outras referências. Cabe realçar que devem ser consideradas. mestrado e doutorado. pósgraduação. conhecimento de línguas estrangeiras. com mais de 15 anos de atuação na área inerente ao projeto. que na ausência de classificação oficial. com mais de 15 anos de atuação na área inerente ao projeto. com muito boa capacidade de liderança em trabalhos técnicos em equipe e apto a assumir cargo de chefia. com muito boa capacidade de liderança em trabalhos técnicos em equipe e apto a assumir cargo de chefia. gerência ou diretoria. na avaliação profissional.NÍVEL B CONSULTOR . contratado pela empresa para a prestação de serviços de assessoria especializada em questão de natureza bem específica. tais como. Deverá ser engenheiro com renome nacional para ser incluído nesta categoria.3 DESCRIÇÃO SUMÁRIA DAS CATEGORIAS PROFISSIONAIS Lembramos. Empresas e Profissionais . coordenação. apresentação pessoal e etc. a seu juízo. Esta categoria é definida para empreendimentos de pequeno e médio portes. DIRETOR DO PROJETO – profissional de nível superior do ramo da engenharia ou arquitetura. desenvolver o plano de cargos que lhe interesse em cada contratação.

elétrico. com diploma de curso superior ou técnico. 26 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. civil. com mais de 10 anos de atuação na área inerente ao projeto. elétrico. com no mínimo 2 anos de experiência inerente à profissão. PROFISSIONAL JUNIOR – profissional de nível superior dos diversos ramos da engenharia (civil. ARQUIVISTA TÉCNICO – profissional de nível superior ou médio. experiência inerente à profissão. DIGITADOR – profissional de nível de 1º grau. Deverá ser engenheiro com renome regional para ser incluído nesta categoria. ainda. com no mínimo 5 anos de experiência inerente à profissão. TÉCNICO PLENO OU MÉDIO – profissional de nível médio dos diversos ramos da engenharia (civil. CADISTA OU PROJETISTA SENIOR – profissional de nível médio. mecânico e etc). AUXILIAR DE TOPOGRAFIA – profissional de nível de 1º grau. com no mínimo 2 anos de experiência inerente à profissão. experiência inerente à profissão. mecânico e etc). SECRETÁRIA JUNIOR – profissional de nível de 2º grau. com diploma de curso técnico. Deve possuir.especializada em questão de natureza bem específica. com pouco tempo de experiência nesta categoria. ainda. PROFISSIONAL PLENO OU MÉDIO – profissional de nível superior dos diversos ramos da engenharia (arquiteto. LABORATORISTA – profissional de nível médio. mecânico e etc). sendo apto a assumir cargo de chefia de equipe de pessoal qualificado. capacidade e liderança de equipes de trabalhos técnicos. mecânico e etc). com no mínimo 2 anos de experiência inerente à profissão. com no mínimo 2 anos de experiência. AUXILIAR DE LABORATÓRIO – profissional de nível de 1º grau. com experiência entre 2 e 5 anos. elétrico. Deve possuir. TOPÓGRAFO – profissional de nível médio. com ou sem diploma de curso técnico. experiência inerente à profissão. ainda. TÉCNICO SENIOR – profissional de nível médio dos diversos ramos da engenharia (civil. OPERADOR DE MICROCOMPUTADOR – profissional de nível de 2º grau. PROFISSIONAL TRAINEE – profissional de nível superior dos diversos ramos da engenharia (civil. civil. PROFISSIONAL MASTER – profissional de nível superior dos diversos ramos da engenharia (arquiteto. Paulo Roberto Vilela Dias 27 . mecânico e etc). porém. com bons conhecimentos do software CAD. experiência inerente à profissão. Deve possuir. elétrico. com integral conhecimento do software CAD. experiência inerente à profissão. AUXILIAR TÉCNICO SENIOR – profissional de nível de 2º grau. com diploma de curso técnico. elétrico. ainda. mecânico e etc). PROFISSIONAL SENIOR – profissional de nível superior dos diversos ramos da engenharia (arquiteto. com no mínimo 2 anos de experiência inerente à profissão. AUXILIAR TÉCNICO JUNIOR – profissional de nível de 2º grau. com no mínimo 15 anos de experiência. capacidade e liderança de equipes de trabalhos técnicos. com no mínimo 2 anos de experiência inerente à profissão. elétrico. com no mínimo 2 anos de experiência inerente à profissão. CONSULTOR NÍVEL C – profissional de nível superior com notória especialização. Deve possuir. Empresas e Profissionais TÉCNICO JUNIOR – profissional de nível médio dos diversos ramos da engenharia (civil. com ou sem diploma de curso técnico. com experiência entre 5 e 15 anos. contratado pela empresa para a prestação de serviços de assessoria especializada em questão de natureza bem específica. com ou sem diploma de curso técnico. CADISTA OU PROJETISTA – profissional de nível de 2º grau. experiência inerente à profissão. experiência inerente à profissão. com no mínimo 2 anos de experiência inerente à profissão. ainda. com no mínimo 15 anos de experiência inerente à profissão. elétrico. SECRETÁRIA SENIOR – profissional de nível de 2º grau. hidráulico e etc). com experiência entre 5 e 10 anos. Deverá ser engenheiro com renome regional. Deve possuir. com no mínimo 5 anos de experiência inerente à profissão. elétrico. Possui. sendo apto a assumir cargo de chefia de equipe de pessoal qualificado. ainda. com no mínimo 2 anos de experiência inerente à profissão. com no mínimo 5 anos de experiência inerente à profissão. com no mínimo 15 anos de experiência. com experiência entre 10 e 15 anos. ainda. com experiência entre 5 e 15 anos inerente à profissão. recém-formado ou com até 2 anos de experiência. civil. AUXILIAR TÉCNICO PLENO OU MÉDIO – profissional de nível de 2º grau. mecânico e etc). com no mínimo 5 anos de experiência inerente à profissão. com diploma de curso técnico. Deve possuir.

a não ser nos dois últimos casos. MENSAGEIRO – profissional de nível de 1º grau. Deve possuir capacidade de liderança e chefia de equipe.NÍVEL B – idem PROFISSIONAL MÉDIO. 28 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. as demais características apresentadas anteriormente (línguas estrangeiras. domínio de informática – corresponde a um acréscimo na remuneração de 5%. • A obtenção do título de mestre equivale ao acréscimo de mais 2 (dois) anos de experiência profissional. COMO POR EXEMPLO: PROFISSIONAL SENIOR . Define-se grau de equivalência como sendo o mérito técnico na especialidade. de acordo com a tabela abaixo: • • • • • • pós-graduação – corresponde a um acréscimo na remuneração de 15%.ADMINISTRATIVO PLENO – profissional de nível de 2º grau. PROFISSIONAL SENIOR . com no mínimo 2 anos de experiência inerente à profissão. DADOS TÉCNICOS Podemos considerar a experiência profissional através do conceito de grau de equivalência. pós-doutorado – corresponde a um acréscimo na remuneração de 40%. com no mínimo 2 anos de experiência inerente à profissão. por exemplo. correspondente a um acréscimo de anos de experiência profissional em função de cursos e títulos de pós-graduação obtidos. caso o profissional certifique possuir mais de uma qualificação. domínio de língua(s) estrangeira(s) – corresponde a um acréscimo na remuneração de 5%. informática e etc) também poderiam ser adotadas para o cálculo do grau de equivalência. com no mínimo 5 anos de experiência inerente à profissão. OBSERVAÇÕES: Podemos admitir a equivalência. SERVENTE / FAXINEIRO / COPEIRO – profissional sem nenhuma qualificação especial que realiza tarefas subordinando-se a outros profissionais qualificados. 2. 2.2. Empresas e Profissionais Aos profissionais que tenham obtido níveis de conhecimento além da graduação podemos conferir vantagens financeiras na remuneração. • A obtenção do título de doutor equivale ao acréscimo de mais 4 (quatro) anos de experiência profissional e • A obtenção do título de pós-doutorado equivale ao acréscimo de mais 5 (cinco) anos de experiência profissional. AINDA. Entre outras atividades estão servir café e promover limpeza de ambientes. PROFISSIONAL SENIOR . DE ACORDO COM O NÍVEL DE EXPERIÊNCIA DE CADA PROFISSIONAL. AUXILIAR ADMINISTRATIVO – profissional de nível de 1º grau. mestrado – corresponde a um acréscimo na remuneração de 20%. sendo que com experiência acima de 5 anos. CONSIDERAÇÕES FINANCEIRAS 1. • Evidentemente.NÍVEL A – idem PROFISSIONAL MÉDIO. GRAU DE EQUIVALÊNCIA 2. apresentada a seguir: Curso de pós-graduação equivale ao acréscimo de mais 1 (um) ano de experiência profissional. sendo que com experiência acima de 12 anos. sendo que com experiência acima de 8 anos. com no mínimo 2 anos de experiência inerente à profissão. MOTORISTA – profissional de nível de 1º grau.1. Paulo Roberto Vilela Dias 29 . doutorado – corresponde a um acréscimo na remuneração de 30%. SER SUBDIVIDA EM SUBCLASSES. QUALQUER DAS CATEGORIAS DESCRITAS ANTERIORMENTE PODE.NÍVEL C – idem PROFISSIONAL MÉDIO. Os valores apresentados não são cumulativos.

1. no entanto. porque os salários pagos e também os benefícios não poderão ser inferiores ao acertado entre sindicatos ou através de acordos coletivos. resguardando os acordos coletivos e dissídios existentes. ENCARGOS SOCIAIS.1 TABELA DE CUSTO DE MÃO DE OBRA. principalmente. Devem ser considerados.T. e ainda. BENEFÍCIOS. VALE TRANSPORTE. aos quais serão filiados os empregados que forem contratados especificamente para o contrato. 3. quando Paulo Roberto Vilela Dias 31 . a escala de salários comumente adotada pelo mercado. 3. ENCARGOS SOCIAIS Trataremos neste capítulo dos profissionais que são contratados através do regime da C. ENCARGOS ADICIONAIS COM PESSOAL. CONTRATAÇÃO POR OBRA CERTA. ou através de pesquisa de mercado. deverá ser adotada a tabela do sindicato de profissionais da região. a lei salarial vigente deverá ser respeitada. Se a mesma não se encontra executando contratos na região.3 SALÁRIOS. os acordos coletivos ou dissídios em negociação entre sindicatos. e acompanhados continuamente pelo engenheiro de custo. – Consolidação das Leis do Trabalho. Cabe ressaltar que sempre deverão ser respeitados sindicatos profissionais que eventualmente existam na região da obra ou que a cubram. ou outra forma de aferição desses valores. preferencialmente. sem deixar de levar em conta salários de mercado da região.L.1 Tabela de custo de mão de obra Ao elaborar o orçamento de um serviço de engenharia deve-se adotar para custo de mão de obra.

deverá ter ciência da época de dissídio coletivo das diferentes categorias profissionais envolvidas no trabalho. ser consideradas algumas peculiaridades de cada empresa que afetam o custo das leis sociais. Esta tabela está expressa em função do salário mínimo profissional definido por lei. Ressalta-se que o vale transporte nas grandes cidades.estes forem mais elevados que os anteriormente citados. bem como. tais como. rotatividade média da mão de obra. fornecida pelo Departamento de Recursos Humanos. Deverão. Deve-se considerar. etc. de modo a manter atualizado o percentual referente a este item de custo. de suma importância por seu elevado peso no preço final de qualquer empreendimento. sabemos que os valores encontrados com a aplicação desta tabela estão acima dos valores médios de mercado. Uma vez que constantemente são alteradas algumas das leis que re32 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. ainda. neste caso o SINAENCO – Sindicato Nacional das Empresas de Consultoria de Engenharia. isto é. é de fundamental importância cada empresa avaliar periodicamente o valor de encargos sociais a ser previsto nos orçamentos. o repouso semanal remunerado e os dias feriados admitidos como leis sociais sobre o salário hora.1. cabe ao orçamentista acompanhar a evolução destas leis. bem como. devendo ser calculado como um percentual deste. considerando-se que por acordo coletivo desta categoria o número de horas de trabalho por dia é de 42. uma matriz com as faixas de salários adequadas para os profissionais celetistas das empresas. devem ser considerados no percentual de encargos sociais o repouso semanal remunerado e os feriados. O engenheiro de custo deverá ter a sua disposição.5 horas por semana (ou 8. ou seja. Atualmente a maior parte dos encargos sociais é decorrente da nova Constituição do Brasil promulgada em outubro de 1988. Na maioria das vezes o custo das leis sociais será embutido nos próprios salários. a Tabela de Custo de Mão de Obra da empresa. além do vale transporte que é previsto em lei. Por lei considera-se 220 horas de trabalho por mês. isto é. que são pagos aos empregados complementarmente. podendo ser descontado 6% (seis por cento) do provento mensal do funcionário.2 Encargos sociais Define-se por encargos sociais todos os impostos incidentes sobre a folha de pagamento de salários. pode corresponder em alguns casos como na cidade do Rio de Janeiro a 35% (trinta e cinco por cento) de acréscimo nominal sobre o salário mensal. Entretanto. A taxa de leis sociais deve ser calculada em função do tipo de contratação do profissional. Face ao elevado percentual sobre o salário nominal pago aos empregados. outros eventuais benefícios oferecidos pela empresa. 3. percentual de funcionários que obtém o aviso prévio indenizado. da seguinte maneira: Horas de trabalho por mês = 20 dias úteis x 8. neste caso temos 5 dias de trabalho por semana). por hora ou por mês. Salários de mensalistas – os valores dos próprios salários já incorporam alguns itens de custo que no salário hora são considerados como encargos sociais. No ANEXO 1 estão apresentados os salários médios para a região da cidade do Rio de Janeiro. Salários e benefícios dos profissionais que trabalham na área de consultoria de engenharia são negociados entre o sindicato dos empregados e o patronal. seguro saúde. auxílio-alimentação. etc. quando não existir transporte próprio para o pessoal contratado.5 horas por dia = 170 horas por mês Salários de horistas – não existe nenhum encargo embutido no salário hora. Paulo Roberto Vilela Dias 33 . se possível por região. o horário de trabalho definido nos dissídios coletivos das diferentes categorias profissionais. atualizada. Entretanto devemos considerar. Empresas e Profissionais gem o cálculo dos encargos sociais. ainda. já que. que corresponde ao pagamento pela empresa do custo integral do deslocamento diário no percurso casa-trabalho-casa. Para este caso considera-se. no máximo.5 horas por dia. formulada pelo IBEC em palestra com a presença de inúmeros colegas. ainda. um total entre 170 horas de trabalho por mês. portanto.

segundo a rubrica 507 do IAPAS.no Sábado 5 dias x 8. englobando entre outros. O cálculo dos dias efetivamente trabalhados por ano considera. A apresentação da metodologia segue a classificação usual.de 2ª feira a 6ª feira . combinações entre estas e etc. SEBRAE. apresenta-se no ANEXO 2 a metodologia atualizada a ser seguida. com uma hora de intervalo para almoço.295 horas efetivas de trabalho por ano. enfermidade: em média são 5 (cinco) dias de paralisação por ano por funcionário. sofrem a incidência de encargos classificados no GRUPO A. Para se definir o valor de 8. • no sábado não há expediente. conforme determina a lei.5 horas semanais. perfazendo um total de 8. a saber: a) GRUPO A Encargos básicos correspondentes às obrigações que por lei incidem diretamente na folha de pagamento de salários.Encargos sobre horas extras – são vários aspectos a adotar conforme o tipo de hora extra considerado.5 horas por dia. para a construção civil. SENAI ou SENAC. Assim temos. e assim. sábado. e principalmente. portanto temos a considerar apenas 48. FGTS. a rotatividade do pessoal de serviços de engenharia. que está calculada para 1 (um) ano de permanência do profissional na função. sendo 8. que é a seguinte: de 2ª feira a 6ª feira das 8:30 horas às 18:00 horas. os seguintes encargos: INSS. Veja texto apresentado no Capítulo 4 do livro. uma vez que se cumpriu o número máximo de horas permitido por semana de 2ª feira a 6ª feira. entretanto.5 horas. feriados: para a cidade do Rio de Janeiro o máximo de feriados e dias santificados por município é de 12 dias. cabe ressaltar que alguns tópicos são exclusivamente inerentes a cada empresa. SESI ou SESC. b) GRUPO B São considerados os direitos a recebimento de salários de dias em que não há prestação de serviços. • o domingo é considerado como dia de repouso semanal remunerado. São pagos diretamente ao empregado e para efetuar seus cálculos é necessário que inicialmente se estabeleça a quantidade de dias ou de horas efetivamente trabalhadas por ano. seguro contra risco de acidentes no trabalho. Entretanto. leva em consideração além dos dias anteriormente definidos. e eventualmente algum feriado que coincida com um domingo.5 horas diárias. porque: . isto é. bem como. e. noturna.1. SALÁRIO EDUCAÇÃO e SEGURO DE ACIDENTES DO TRABALHO. para cálculo da hora extra divide-se o salário mês por 220 horas. tanto para horistas quanto para mensalistas. totalizando.5 horas de trabalho por dia (42. descontados os do período de férias.5 hs por dia = 42.5 horas por semana dividido por 5 dias úteis por semana) adotamos o horário normal de operação em obras. 2.(48 + 12 + 5 + 30) = 270 dias efetivos de trabalho por ano. então. INCRA. • Assim completamos a jornada semanal com 42. portanto. pode-se considerar que um dia feriado irá coincidir com um ou mais domingos.5 horas por semana Paulo Roberto Vilela Dias 35 . O cálculo do número de horas efetivas de trabalho por ano. um total de 365 . que a jornada de trabalho a ser empregada é de 42. os seguintes dados: 34 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. 3. portanto. por exemplo. férias: por lei são 30 dias. feriado. Empresas e Profissionais domingos por ano: são 52 ao todo.3 Metodologia de cálculo do percentual de encargos sociais A título de se fornecer noções básicas sobre procedimentos e roteiros do cálculo utilizados na estimativa de encargos sociais. aviso prévio remunerado ou não.5 horas 0 horas TOTAL 42. devem motivar pesquisa própria. Entre esses itens estão. domingo.

. não são onerados pelas leis do GRUPO A. enquanto.3. não foram considerados no presente estudo. neste caso.0% a. apurada pela Previdência.3) SALÁRIO MATERNIDADE: De acordo com a Constituição de 1988.) artigos 221 e 224 do Decreto n° 83.P. Estes adicionais. Decreto n° 59. Outros casos são: o INSS sobre o 13° salário e FGTS sobre o 13° salário. classificando-o como Grau III . Salário Maternidade e INSS sobre o 13° salário. instituiu o percentual de 2. a. que acrescenta 0. mas. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 37 .5% sobre a remuneração devida ao FGTS pelo prazo de 60 meses. Consideraremos neste estudo que a percentagem de mulheres nas empresas de engenharia é de 30%.P. sofrendo adicional. por serem próprios de cada empresa.080 de 24/01/79. 477 a 486.c) GRUPO C Os encargos deste grupo são pagos diretamente aos empregados. em relação à empresa.4% do Funrural e 0. individualmente considerada.75% do INSS sobre 13º salário. 0. 497 e 502 da C.S.5% a. 2.466 de 14/05/67.06) = 0. fixa as alíquotas para os seguintes itens: Sesi Senai Incra Sebrae Salário Educação 1.0% sobre os empregados. FGTS – 8.6% 2.2% 0. publicada no D.1) Lei n° 7. Cálculo da Taxa do GRUPO A a) Taxa única (legislação): Salário Maternidade = (120 ÷ 270) x (0.2) Decreto n° 60.5% 1. 449. As estatísticas dos índices de acidentes serão obtidas através da obrigatoriedade que as empresas têm de informar ao INSS a ocorrência dos acidentes de trabalho. apenas 6% utilizará o salário maternidade por ano. englobando ainda.787 de 30/06/89. a empresa deverá obrigatoriamente pagar os 120 dias após a maternidade. Recentemente o Decreto 356 alterou o percentual para 3.T. em 03/07/89.30 x 0. no trimestre anterior e divulgada no mês seguinte ao da apuração.Riscos Graves. segundo o Anteprojeto de Regulamento da Previdência Social (R. Acidentes de Trabalho . INSS .U.820 de 20/12/66 e adicional da Lei Complementar Nº 110/01 de 29/06/2001 (a vigorar a partir de 01/10/2001). 4. por ocasião da promulgação do R.5% a.5) SEGURO DE ACIDENTES NO TRABALHO: Lei 7.O. podendo variar de 0. O percentual adotado engloba os percentuais referentes a Salário Família. que experimentar índices de acidentes de trabalho superiores à média do setor de construção.787/89 de 30/06/89.20% a.8%.9 a 1.0% 0. 36 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.4) FGTS – Artigos 439.0% do salário família.S.L.8% Não se considerará este encargo uma vez que o mesmo é pago diretamente pelo INSS.3% do salário maternidade. (Regulamento da Previdência Social).0%.

na prática. 70.1% g) ADICIONAL NOTURNO: De acordo com a C. e ainda.50 x 0. Feriados = 12 ÷ 270 = 4.S. será incluído nos custos indiretos.8% b) REPOUSO SEMANAL REMUNERADO: Artigos 66.03 = 0. a fórmula de cálculo seria a apresentada abaixo: Adicional Noturno = [((8 x 7 x 3) ÷ 365) ÷ 270] x 13 (meses) x 0. Entretanto. Décimo Terceiro Salário = (30 ÷ 270) = 11. Sabemos ainda. 71. sobre férias e 13° salário. abordou a matéria. assim.20 x 0. A partir de estatísticas do setor de construção que indicam uma representatividade de 3% para os vigias noturnos sobre o total de empregados. o adicional noturno não deve ser considerado como encargo social. corresponde ao pagamento de 30 dias adicionais por ano.T. em apenas 40% dos casos o operário recebe aviso prévio trabalhado.4% d) AUXÍLIO ENFERMIDADE: Decreto n° 61.. Repouso Semanal Remunerado = 48 ÷ 270 = 17.L. de acordo com a Constituição. e Lei de Regulamentação do Repouso Remunerado. que 80% dos operários recebem aviso prévio e que o período de permanência no emprego é inferior a 6 meses. portanto repercutindo. Auxílio Enfermidade = (5 ÷ 270) = 1.1% h) LICENÇA PATERNIDADE: Segue a mesma diretriz apresentada para o Salário Maternidade. garante-se o mínimo de 30 dias de aviso prévio e que ao empregado é dada a alternativa de optar por ausentar-se duas horas diárias nesse período ou lhe é facultado faltar sete dias corridos dentro do prazo. 72.L. entretanto.8% c) FERIADOS: Considerou-se 12 (doze) feriados por ano (ANEXO 4).155 de 03/11/65. ainda não se dispõe de uma definição precisa nem o anteprojeto do R.9% e) AVISO PRÉVIO TRABALHADO: Apesar da legislação permitir às empresas manter o empregado trabalhando pelo prazo correspondente ao aviso prévio. Caso fosse considerado como encargo social. (Consolidação das Leis do Trabalho). são considerados 30 dias corridos de férias por ano. enquanto a Constituição estabelece acréscimo de 50% para as horas extras. Considerou-se média de 5 faltas justificadas por ano e por empregado. cabendo ao empregador pagar abono de 1/3 do salário. 382. Empresas e Profissionais Aviso Prévio = 7 ÷ 270 = 2. Por fim. o que se observa no setor da construção é que.785 de 28/11/67. acima referido. capítulo III . regulamentada pelo Decreto n° 57. incluído neste grupo de acordo com a Ordem de Serviço INSS/DAF n° 73 de 07/04/ 93. 38 Paulo Roberto Vilela Dias 39 .Cálculo da Taxa do GRUPO B a) FÉRIAS: De acordo com a Constituição Federal.090/62 de 13/ 07/62. e que essa atividade é sistemática. 307. No caso de adicional noturno a hora é considerada como sendo de 52 minutos. Férias = (30 + 10) ÷ 270 = 14.Seção II. Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. O empregador deverá pagar ao empregado horista o domingo. a hora de trabalho noturno tem um adicional de 20%. com redução das duas horas diárias estipuladas.6% f) DÉCIMO TERCEIRO SALÁRIO: Legislação: Lei n° 4. 67.P. 383 e 384 da C.T.

em estatística (IBGE) de composição etária da população (50% na faixa de 18 a 59 anos).1. de acordo com a Constituição Federal corresponde ao pagamento de 40% sobre o FGTS. tais como: b) IAPAS SOBRE 13º SALÁRIO.º 59.0%.08 x 11. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 41 Os encargos complementares correspondem a benefícios proporcionados aos funcionários. incluirse-á esta parcela neste grupo.09 x 11. bem como modelo da Tabela de Cálculo do Percentual de Encargos Sociais (ANEXO 3). em caso de demissão do emprego.9% 3. taxa média de fecundidade de aproximadamente 3% e na proporção de 97% de homens no total da mão de obra direta empregada na construção civil será considerada o número de horas de licença paternidade. sobre o 13º do funcionário.1.4 Modelo da tabela de cálculo do percentual da taxa de encargos sociais A fim de melhor esclarecer a metodologia apresentada no item 5.03 ÷ 0.1 = 1. • assistência médica. uma vez que o construtor prefere pagar o aviso-prévio.9 = 4.8% Podemos considerar. e podem ser: vale refeição ou alimentação (café da manhã .50 x 8.Segundo estimativa baseada nos cinco dias de licença provisoriamente fixados pela Constituição. Serão adotados os princípios que regem ao Aviso Prévio Trabalhado. dispensando o funcionário da permanência no canteiro de obra. a critério da empresa. os benefícios previstos em lei. Aviso Prévio Indenizado = (23 ÷ 270) x 0. lanche ou jantar).820 de 20/12/66. Adicionalmente esclarece-se que para a adoção destes ou quaisquer outros valores encontrados em revistas e publicações especializadas. almoço . • vale transporte. a empresa deve fazer análise meticulosa do estudo em questão de maneira a compatibilizar a mesma com seus próprios parâmetros.97 = 0.3.82% a 11. Licença Paternidade = (5 ÷ 270) x (0. considerando-se que 80% dos operários são indenizados. considerou-se para fins de encargo social o percentual de 9%. óculos e etc) • alojamento • . Corresponde ao pagamento de 7. • seguro de vida.0% 40 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. anexamos a memória de cálculo da taxa de encargos sociais. botas. ou ainda. FGTS sobre o 13° Salário = 0. 3. cintos.50) x 0. Depósito por Rescisão sem Justa Causa = 0. IAPAS SOBRE O 13º SALÁRIO = 0.5% c) FGTS SOBRE 13º SALÁRIO: Corresponde ao pagamento de 8% sobre o 13º Salário do funcionário. estabelecidos em dissídios ou acordos coletivos. • EPI – equipamentos de proteção individual (uniformes. ainda. Assim sendo. para aplicação tanto sobre o salário hora ou quanto sobre o salário mensal. em função do valor do salário.2 ENCARGOS COMPLEMENTARES Cálculo da Taxa do GRUPO C a) AVISO PRÉVIO INDENIZADO: De acordo com a Lei 7787/89. Este percentual sofrerá acréscimo de 10% de acordo com a Lei Complementar Nº 110/01 (vigorando a partir de 01/10/ 2001) e por 60 meses.1 = 0.80 = 6.0% i) DEPÓSITO POR RESCISÃO SEM JUSTA CAUSA: Legislação: Decreto n.

00 (R$ 72. • a assistência médica (seguro saúde) corresponde em média a 4. conforme abaixo: .00 .2% da folha salarial e encargos sociais.00 x 1.00 cada pessoa). vem: R$ 75. então. como informação genérica. Empresas e Profissionais .valor mensal do vale transporte: R$ 3.00 x 20 dias x 0.00 .60 por dia.00 por funcionário mês (consideramos no âmbito deste livro o número de dias por mês igual a 20) e que o salário médio da empresa é de R$ 1.00 / R$ 1. definiu-se este valor em função do salário mais encargos sociais.80 (dois ônibus por viagem). porém. assim. o preço da passagem igual a R$ 1. corresponde em média a 0. definimos como sendo de 50%.80 = R$ 64. por ser comum em grandes empresas a adoção deste percentual.00 por funcionário mês.R$ 24. • seguro de vida. podemos citar que: vale refeição ou alimentação corresponde em média a 3. Aconselhamos que seja incorporado a qualquer das parcelas indiretas incidentes sobre o salário.00 / R$ 1.00 = 3. sendo que cabe ao profissional arcar com 20% deste valor. estes custos deverão estar incidindo como custo indireto sobre os salários. portanto o custo é de R$ 75. aqui considerado igual a 77%.00 . Paulo Roberto Vilela Dias 43 42 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.00 = 3.00 O vale transporte não é um encargo social. como por exemplo.Cada empresa deverá pesquisar os valores próprios destes custos. sendo que a empresa descontará 6% sobre o salário do profissional.6% • Seguro Saúde Adotamos o valor de R$ 150. • dois dependentes a R$ 50. segundo pesquisa realizada em diversas empresas prestadoras de serviço de engenharia.cálculo do percentual sobre a folha de pagamento: Valor do vale refeição: R$ 4.770. os Encargos Complementares. ainda. podemos calcular o percentual médio sobre a folha salarial mais encargos sociais.770.desconto sobre o salário: R$ 400. principalmente aqueles de exclusivo fornecimento de pessoal. • Estes percentuais foram obtidos da seguinte maneira: Para que se obtenha um percentual identificado com a fórmula de cálculo do preço de venda.00) / R$ 1.2% Em alguns contratos. não pode ser esquecido no cálculo do preço de venda de um serviço.000.770. a parcela que cabe a empresa é decisão inquestionável.60 x 20 dias úteis = R$ 72.06 = R$ 24.000. teremos o valor de R$ 3.6% da folha salarial e encargos sociais. assim: Base de cálculo do salário = R$ 1. se considerarmos.770. acrescer ao custo indireto as ferramentas manuais e pequenas máquinas que serão utilizadas na execução dos serviços.00. Assim.1% da folha salarial e encargos sociais. entretanto.00 por funcionário dia.00 = 4.2% R$ 64. • Vale Transporte Vale refeição: Considerou-se o valor do vale refeição igual a R$ 4. é necessário.77 = R$ 1. entretanto.00 x 0. isto nos leva ao valor mensal desembolsado pela empresa de R$ 64.00 por funcionário mês (o próprio mais Em alguns casos.

assim. prorrogação por igual período. portanto. incluindo.01 a 600.1% • parcelas referentes ao aviso prévio e a multa sobre o FGTS. quando do encerramento do contrato. uma vez que não cabe o pagamento do mês de aviso prévio e da multa sobre o FGTS.1 2.• Outros Benefícios: Algumas empresas oferecem outros benefícios. a empresa de locação desta mão de obra é que goza de isenção de vários impostos permitindo a redução do custo de contratação. efetuar a locação de profissionais dentro do regime temporário. o contrato será transformado em CLT normal exigindo o pagamento dos itens anteriormente citados.00 De 429. 3. Nesta modalidade de contratação.00 De 600.0 0.00 Paulo Roberto Vilela Dias 45 . ficará isento do pagamento da multa sobre o FGTS e do aviso prévio. a taxa de administração e o lucro. seguro odontológico e etc). todos os encargos de lei para estes serviços. Lei nº 6.00 11. caberá ao Empregador especificar no contrato de trabalho a localização e o prazo da obra.430 % 7.3 CONTRATAÇÃO POR OBRA CERTA OU POR PRAZO DETERMINADO Pode-se contratar profissionais por um período determinado de tempo e para uma obra específica. admitindo-se. cujo prazo máximo de duração do vínculo trabalhista é de três meses. Observa-se que o profissional é regido pela CLT. Entretanto.00 De 715.5 INSS PROFISSIONAL COM VÍNCULO EMPREGATÍCIO Resumo dos Benefícios Estudados DESCRIÇÃO Assistência Técnica Vale Refeição Vale Transporte Seguro de Vida Aposentadoria Outros TOTAL % 4.TRABALHADOR ASSALARIADO SALÁRIO CONTRIBUIÇÃO (R$) Até 429. que é regida pela CLT.65 9.4 MÃO DE OBRA TEMPORÁRIA Podemos. portanto.5% • diversos (ticket combustível. caberá às empresas construtoras contratarem a estas a locação de pessoal pretendida. Cabe ressaltar que se houver distrato fora do prazo contratual ou mudança de endereço de trabalho. raras vezes.65 8. ainda. além dos citados anteriormente. Estes serviços legalmente devem ser prestados por empresas que se enquadrem em legislação específica. o Empregado terá direito a receber as 44 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. sabemos que empresas deste ramo cobram taxas entre 60 e 70% sobre o salário nominal para locação de mão de obra. Nesta data. usufruindo de todas as sua vantagens. 3. 2.5 2. até 2. se o empregado for demitido antes do prazo acertado e/ ou transferido de obra.019 de 03/01/1974. entre eles podemos descrever: plano de aposentadoria programada.01 a 715.2 3. auxílio refeição e seguro saúde. obtém-se o direito de reduzir o custo com o empregado.4 OBS: Os percentuais estão calculados sobre a soma da folha de pagamento mais encargos sociais 3. ainda. assim.6 1. Neste percentual estão excluídos os custos referentes à vale transporte.01 a 1. Empresas e Profissionais Desconto para profissionais assalariados: INSS .0 13.

ANEXO 1 Salários Médios para a Região da Cidade do Rio de Janeiro ANEXO 2 Salários Médios para a Região da Cidade do Rio de Janeiro 46 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 47 .

2 0.2 0.7 0.No ítem AVISO PRÉVIO INDENIZADO considerou-se apenas o complemento ao AVISO PRÉVIO TRABALHADO .Remuner.2 125.08 * H 0.8 0.Ressalta-se que ao valor adotado acima . seu valor em cada caso . deveremos considerar 20 a 35% referente ao vale-transporte.015 * 0.5 1. isto é .Cálculo efetuado para a permanência de 1 (HUM) ano na empresa 6.0 9.1 4.Sempre que se necessitar utilizar esta tabela deve-se avaliar cada ítem .2 PERCENTUAL DE ENCARGOS SOCIAIS ADOTADO 125 125 1. Observações : deveremos considerar 20 a 35% referente ao vale-transporte.No ítem AVISO PRÉVIO INDENIZADO considerou-se apenas o complemento ao AVISO PRÉVIO TRABALHADO .5 0.8 4. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 49 . 23 dias .015 * 0.5 0.0 0.5 1.Sempre que se necessitar utilizar esta tabela deve-se avaliar cada ítem .6 2.3 30.1 22. nas grandes cidades.1 4. isto é . 2.5 3.Resc.9 0. mesmo este não sendo encargo sobre a folha de pagamento de salários .0 1.Considerou-se 170 horas de trabalho por mês = 20 dias x 8.1 0.Remun.9 103.6 1. mesmo este não sendo encargo sobre a folha de pagamento de salários .8 1.3 73.2 0.8 14.0 2.3 59.6 6.1 5. 5.Resc.Cálculo efetuado para a permanência de 1 (HUM) ano na empresa Observações : 1.5 20.C ) / G * 100 ( E + 10 ) / G * 100 OBS : A base de cálculo do encargo social sobre o salário mensal é 11 meses ( 12 meses por ano menos 1 mes de férias ) 20.5 1.9 0.ANEXO 3 Metodologia Atualizada a ser seguida na Estimativa de Encargos Sociais (calculada para um ano de permanência do profissional na função) TABELA DE CÁLCULO DE ENCARGOS SOCIAIS incidente sobre o salário hora CÓ DI GO ANEXO 4 Tabela de Cálculo Percentual de Encargos Sociais (Salário Mensal) TABELA DE CÁLCULO DE ENCARGOS SOCIAIS incidente sobre o salário mensal CÓ DI DESCRIÇÃO FÓRMULAS GO Incidente sobre o Salário Mês GRUPO A GRUPO B GRUPO C Incidente s/ Hora Extra Incidente s/ Hora Normal DESCRIÇÃO FÓRMULAS GRUPO A GRUPO GRUPO B C Incidente sobre Hora Extra Dados Básicos Para Cálculo dos Dias Efetivamente Trabalhados ( para salário/hora ) : A B C D E F G Dias Por Ano Domingos Domingos de Férias Dias de Enfermidade Férias Feriados Resultado ( A.09 x H 0.0 1.8 1.5 1.4 6.5 17.5 0. 4. 3. a fim de selecionar aqueles que efetivamente constam de seu orçamento .0 SUB-TOTAIS DOS GRUPOS Incidência Cumulativa do Grupo A sobre o Grupo B 85 85 TOTAL CALCULADO 125.3 22.0 0.7 IAPAS sobre o 13º salário FGTS sobre 13ºSalário SUB-TOTAIS 30 / G * 100 0.09 x H 0. FGTS Salário Maternidade 365 52 4 5 30 12 270 FIXO FIXO FIXO FIXO FIXO FIXO FIXO FIXO FIXO ( B .1 4.3 Incidência Cumulativa do Grupo A sobre o Grupo B TOTAL PERCENTUAL DE ENCARGOS SOCIAIS ADOTADO 85.Considerou-se em média 8.0 0. 23 dias .D .97 F / G * 100 7 / G * 100 ( 23 / G * 100 ) * 0.50 * 8. seu valor em cada caso .9 0.Ressalta-se que ao valor adotado acima . bem como .1 5.2 0.0 12.( B .8 Repou.Contra Acid. 5.7 11.E .08 * H 37.0 11.Trab.5 ( E + 0. Férias Feriados Aviso Prévio Trabalhado Aviso Prévio Indenizado Auxílio-Enfermidade Licença Paternidade 13º Salário Dep.1 0.0 8.0 8.9 37. a fim de selecionar aqueles que efetivamente constam de seu orçamento .5 horas de trabalho por dia.0 12.Trab.4 6.5 3.SemJusta Causa FIXO FIXO FIXO FIXO FIXO FIXO FIXO FIXO 20.0 1. 4. nas grandes cidades.9 0.5 3.8 14.2 20.50 * 8.Contra Acid.0 9.0 0.6 6.0 1.33 ) / 11 * 100 7 / 330 * 100 (( 23/30) / 11 * 100 ) *0.F ) IAPAS SESI / SESC SENAI / SESC INCRA SEBRAE Salário Educação Seg.SemJusta Causa IAPAS sobre o 13º salário FGTS sobre 13ºSalário ( 5 / 330 * 100 ) 5 / 330 * 0.O valor da hora a ser adotada como referência para cálculo da hora extra é o salário mensal dividido por 220.0 11.0 8.C ) .8 4.0 0.5 horas por dia 48 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.0 11.5 17.2 IAPAS SESI / SESC SENAI / SESC INCRA Sebrae Salário Educação Seg.5 1.1 4.5 3.97) H 1 / 11 * 100 0.0 8.6 2.Seman.6 2.0 0.8 0. 2.8 5 / G * 100 5 / (G * 0. 3.6 2. Férias Feriados Aviso Prévio Trabalhado Aviso Prévio Indenizado Auxílio-Enfermidade Licença Paternidade H 13º Salário Dep.5 1.0 85.4 2.Seman. FGTS Salário Maternidade Repou. bem como .6 1.0 2.4 2.5 0.

Em realidade. entenda-se por hora efetivamente trabalhada.802 de 30-06-80 Feriado Nacional Lei 662 de 06-04-49 Feriado Nacional Lei 662 de 06-04-49 4. no presente estudo estamos tratando dos empregados em empresas de consultoria de engenharia. a situação é bastante tranquila para a empresa prestadora de serviço.327 de 08-02-67 SENHORA Feriado Municipal 15 DEZEMBRO 8 SÁBADO IMACULADA CONCEIÇÃO Lei 1.ANEXO 5 Feriados CALENDÁRIO DE FERIADOS NACIONAIS PARA O ANO DE 2002 MÊS JANEIRO FEVEREIRO FEVEREIRO ABRIL MAIO MAIO SETEMBRO OUTUBRO NOVEMBRO NOVEMBRO DEZEMBRO DEZEMBRO DEZEMBRO 4 MOTIVO Feriado Nacional Lei 662 de 06-04-49 1 Nº DIA 1 11 12 21 1 30 7 12 2 15 24 25 31 DIA DA SEMANA 3ª FEIRA 2ª FEIRA 3ª FEIRA DOMINGO 4ª FEIRA 5ª FEIRA SÁBADO SÁBADO SÁBADO 6ª FEIRA 3ª FEIRA 4ª FEIRA 3ª FEIRA COMEMORAÇÃO ANO NOVO CONFRATERNIZAÇÃO UNIVERSAL CARNAVAL CARNAVAL TIRADENTES DIA DO TRABALHO CORPUS CHRISTI INDEPENDÊNCIA NOSSA SENHORA DE APARECIDA FINADOS PROCLAMAÇÃO DA REPÚBLICA NATAL NATAL ANO NOVO ESTUDO DAS HORAS DE TRABALHO POR MÊS DOS PROFISSIONAIS 2 3 Feriado Nacional Lei 1. caberá ao engenheiro orçamentista. definir-se mês a mês a quantidade de dias úteis. forçará ao engenheiro orçamentista promover estudo das horas de trabalho por mês. fundamentalmente. De um modo geral. a fim de obter a máxima acurácia do orçamento que está realizando.266 de 08-12-50 Feriado Nacional Lei 662 de 06-04-49 Feriado Nacional Lei 662 de 06-04-49 Feriado Nacional Lei 662 de 06-04-49 Feriado Nacional Lei 6. é a discussão da quantidade de horas trabalhadas por mês pelos profissionais. Entretanto. isto é.1 OBJETIVO 4 5 6 7 8 9 10 11 Feriado Nacional Lei 662 de 06-04-49 12 13 FERIADOS DA CIDADE DE BELO HORIZONTE E DO ESTADO DE MINAS GERAIS Feriado Municipal MARÇO ABRIL AGOSTO 29 21 15 6ª FEIRA SÁBADO 4ª FEIRA PAIXÃO DE CRISTO DIA DO ESTADO DE MINAS GERAIS Lei 1. assim. a qual se deve dar total atenção. Lembramos que o cálculo da quantidade de horas de trabalho por mês deve ser calculado por categoria profissional. definir o número médio de dias úteis por mês.327 de 08-02-67 Feriado Estadual Lei 7. para o caso da planilha de quantidades expressa na unidade hora. por mês. das especificações do memoPaulo Roberto Vilela Dias 51 .561 de 19/10/79 Feriado Municipal 14 4 ASSUNÇÃO DE NOSSA Lei 1. é muito difícil estabelecer-se perfeitamente os meses em que será executado o trabalho. também. o estudo das horas de trabalho por mês da mão de obra. O cálculo não pode ser utilizado para profissionais da construção civil. Depende.327 de 08-02-67 16 OUTROS FERIADOS DA CONSTRUÇÃO CIVIL OUTUBRO 2ª FEIRA DIA DA CONSTRUÇÃO CIVIL Feriado Setorial 17 Na elaboração de proposta de preço de serviços de engenharia com preponderância de mão de obra a fase mais difícil. deve considerar a época de realização do serviço. também. Quando a planilha de preços é elaborada com salários mensais e a medição de serviços será.

a quantidade média de horas de trabalho por mês pode ser considerada igual a 170 horas. Adotaremos 170 horas de trabalho por mês. o período de execução do contrato é muito importante. com intervalo de 1 hora para almoço. considerando-se 8. Empresas e Profissionais (A)Total de dias por ano calendário Cálculo dos dias não trabalhados por ano: Domingos Sábados Feriados Dias de enfermidade (B)Total de dias não trabalhados por ano (C)Total de dias úteis por ano (A) – (B) Total de dias úteis por mês (C) ÷ 12 = 365 = = = = = = = 52 52 12 5 121 244 20. bem como. Considerando-se. da região de desenvolvimento dos serviços.2857 (30 dias por mês ÷ 7 dias por semana) semanas por mês. O que ainda não é de todo verdade. Faremos nossa simulação considerando o total de 42. de acordo com o sindicato da categoria = 8.14. para o caso das atividades profissionais em escritórios de engenharia e arquitetura: 52 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. assim vem: CÁLCULO DA QUANTIDADE DE DIAS ÚTEIS POR MÊS Jornada diária. Na construção civil para o pessoal operário é adotado o limite máximo de horas por semana estabelecido na legislação. Logo. sabendo-se que em média temos 4. Outra maneira e mais precisa de se calcular o número de horas de trabalho por mês é multiplicar a jornada diária de trabalho pela quantidade média de dias úteis mensais. sendo da ordem de 160 a 166 horas. sempre por categorias profissionais ou por sindicato de trabalhadores. assim.5 horas para semana de cinco dias úteis. isto é. o horário normal de trabalho é das 8:30 ás 18:00 horas.040 horas (170 horas por mês x 12 meses por ano) As considerações descritas neste capítulo servem apenas para orientar o engenheiro. da época do ano e do dissídio coletivo das categorias profissionais.5 horas trabalhadas por semana.5 horas.5 horas Cálculo dos dias úteis por mês. entretanto. os profissionais que atuam em escritórios de empresas de prestação de serviços de engenharia e arquitetura. podemos dizer que o total de horas efetivamente de trabalho por mês para esta categoria profissional é de 182. valores inferiores podem ser fixados através de acordos coletivos. portanto. 44 horas. Paulo Roberto Vilela Dias 53 . o que segundo estatísticas conhecidas. sabemos que cada mês pode apresentar um número distinto de dias úteis.3 Adotaremos em média 20 (vinte) dias úteis por mês para efeito dos estudos praticados no âmbito deste livro. concluímos que a jornada de trabalho diária é de 8. definir a quantidade de horas trabalhadas por mês. Somente deste modo haverá segurança na definição do preço horário de venda dos salários dos profissionais. uma vez que em cada orçamento será obrigatória a elaboração do estudo de horas de trabalho por mês. Cabe conferir que o número de horas de trabalho de um funcionário por ano é igual a 2. está mais próximo da realidade.rial descritivo ou do edital. podemos considerar um total de 42. Ressalta-se que em pesquisas realizadas em grandes empresas de engenharia e arquitetura a quantidade média de horas de trabalho por mês é inferior aos valores teóricos encontrados anteriormente.5 horas diárias de trabalho. 4. pois. uma vez que existem os feriados e faltas justificadas a descontar.2 QUANTIDADE MÉDIA DE HORAS TRABALHADAS POR MÊS De acordo com a Constituição Federal o número máximo de horas de trabalho por semana para qualquer profissional é de 44 horas.

e comumente ocorre.2 Conclusão É muito importante a compreensão correta deste fundamento. por folha específica de apropriação de hora técnica. Estes ressarcimentos à empresa prestadora de serviços se darão através da taxa de encargos sociais. Adotaremos 170 horas de trabalho por mês para esta categoria profissional. ou até um pouco inferior.1 Medição Em contratos destes tipos. no horário pré-estabelecido nos acordos coletivos. 4. 4. anteriormente calculado = 244 Desconto relativo a férias e aviso prévio = 15 Total de dias de trabalho por ano (244 – 15) = 231 Total de dias de trabalho por mês (C) ÷ 12 = 19. como aqui calculado o valor mais próximo referente à média anual é realmente igual a 170 horas. ou seja. sábados (quando oficialmente se cumpre a jornada de trabalho semanal de 2ª a 6ª feira) e domingos. entretanto. Assim. a medição das categorias profissionais dar-se-á por horas efetivamente trabalhadas.2. podemos definir o seguinte: Total de dias úteis por ano. O que poderá ser feito por ponto eletrônico ou manual. faltas abonadas. vem: 7 dias por mês x 7 ÷ 12 = 4 dias Assim sendo. a despeito dos estudos aqui desenvolvidos.3 Uma vez que a categoria que estamos contemplando trabalha 8. desconto em função das férias: admitindo-se que o funcionário permanecerá 7 (sete) meses na empresa. Assim. a fim de encerrar determinadas tarefas que se encontram atrasadas ou mesmo as que surgem de última Paulo Roberto Vilela Dias 55 .2. não se consideram férias.5 horas por dia. aquelas cumpridas dentro do acordo coletivo da categoria. em cada situação determinar a quantidade correta de horas de trabalho por mês. temos: 20. isto é.3 ANÁLISE DE CASOS DAS HORAS EXTRAS Os valores e situações de horas trabalhadas até aqui analisados referem-se sempre às horas normais. cabe ao cliente efetuar a medição das horas efetivamente trabalhadas por cada profissional integrante da equipe. formas de cálculo e de medição.5 = 164 horas de trabalho por mês 4. temos que: 19. normalmente. existe a necessidade do profissional estender seu período normal de trabalho. podemos considerar o seguinte: • preço global. Entretanto. de 2ª a 6ª feira. feriados. A prática demonstra que se pode considerar valores para horas de trabalho por mês entre 160 e 180 horas. ou ainda. cabe ao engenheiro de custos. para bem aplicar às propostas de preços. cuja forma de contratação não seja por 54 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.3 x 8. Empresas e Profissionais Ressaltamos que.Esta quantidade de horas se deve a necessidade de se reduzir do número de dias úteis por mês os dias não trabalhados por conta do aviso prévio e das férias.3 dias úteis por mês x 7 ÷ 12 = 11 dias • desconto em virtude do mês de aviso prévio: admitindo-se a que o funcionário permanecerá 7 (sete) meses na empresa.

86 HORA NORMAL = SALÁRIO MENSAL ÷ 220 horas 56 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. das 6:00 até às 22:00 horas. Hora extra noturna. segundo a Constituição Federal este percentual não pode ser inferior a 50%. após às 22:00 e até às 06:00 horas. realizada em numa 2ª feira. Apesar de sofrer variações em função da região e da categoria profissional. Solução: Uma vez que o salário mensal é de R$ 500. adota-se a hora normal como sendo o salário mensal dividido por 220 horas. Para se determinar o valor das horas extras trabalhadas tem se que levar em consideração. assim. temos que o salário hora (hora normal) para efeito do cálculo da hora extra é: R$ 500. de 2ª a 6ª feira após às 22:00 e até às 06:00 horas. de um profissional que recebe salário mensal de R$ 500. Hora extra noturna aos sábados. assim. das 6:00 até às 22:00 horas. podemos definir que as horas extras podem ser divididas. Hora extra noturna nos feriados. vem: HORA EXTRA 2ª FEIRA = R$ 2. após às 22:00 e até às 06:00 horas.27 x 1. Entretanto. entre 18:00 e 21:00 horas. nos seguintes tipos: Hora extra de 2ª a 6ª feira. Os percentuais de acréscimo sobre a hora normal.32 horas por mês EXEMPLOS PRÁTICOS: 1 . Hora extra nos feriados. salienta-se que para o cálculo da hora extra.00 horas por mês = 220.hora.32 horas por mês 4 domingos por mês x 8 horas por domingo = 32. após às 22:00 e até às 06:00 horas.00.00 ÷ 220 = R$ 2.7 HORA EXTRA 2ª FEIRA = R$ 3. Hora extra aos domingos. das 6:00 até às 22:00 horas. para cada um dos tipos apresentados anteriormente. 2ª feira de 18:00 às 21:00 horas. a hora extra é igual a: HORA EXTRA = % DE ACRÉSCIMO x HORA NORMAL. Hora extra aos sábados. ocorre o que se denomina como hora extra. sendo que: Este valor de 220 horas por mês pode ser atribuído ao cálculo adiante apresentado: Horas de trabalho por mês Domingos TOTAL 44 horas por semana x 4. devem ser obtidos junto aos sindicatos locais de cada categoria profissional. Entretanto. de uma maneira geral. Hora extra noturna aos domingos. das 6:00 até às 22:00 horas.00. as leis trabalhistas vigentes e ainda o acordo coletivo da região de realização dos serviços. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 57 .27 Sendo considerado o acréscimo de hora extra no período especificado.Calcular a hora extra.28 semanas por mês = 188. igual a 70%.

65 5 PESSOAL AUTÔNOMO.00.2 . noturno. entretanto.Calcular o salário hora de um profissional que cumpre o horário de trabalho das 22:00 às 6:00.72 x 1. entretanto. e na impossibilidade de apresentarem uma melhor maneira de se relacionar com a pessoa jurídica. isto é. Interessa-nos discutir os custos diretos e indiretos de cada uma destas maneiras especiais de se contratar mão de obra. Assim. 5. Solução: Trata-se de salário hora normal. MÃO DE OBRA TEMPORÁRIA. • cooperativas de trabalhadores. existem outras formas possíveis e legais de se utilizar o pessoal.25 Hora noturna = R$ 3. Empresas e Profissionais . alertamos que o período máximo admissível para estes contratos é de 3 meses. • 3. realizada em um Domingo de um profissional que recebe salário mensal de R$ 1. para prazos maiores o profissional deverá ter outra forma de se relacionar com a empresa.72 Hora noturna = R$ 2.46 Sendo considerado o acréscimo de hora extra de Domingo igual a 100% e o adicional noturno correspondente a 25%. COOPERATIVA DE TRABALHADORES. isto é. Anteriormente. cujo salário mês é de R$ 600. que são: profissionais autônomos. Paulo Roberto Vilela Dias 59 58 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. Salário hora = R$ 600. no Capítulo 3.Calcular a hora extra noturna.00 ÷ 220 = R$ 2. vem: HORA EXTRA NOTURNA DE DOMINGO = R$ 5.00. através da contratação de pessoas jurídicas. caso contrário.40 Consideram-se nesta categoria profissionais que não tenham vínculo empregatício com a empresa. • serviços terceirizados.200. Solução: Uma vez que o salário mensal é de R$ 1.46 x 2 x 1. SERVIÇOS DE TERCEIROS.00 ÷ 220 = R$ 5. consideramos que a mão de obra seria contratada como celetista. temos que o salário hora normal para efeito do cálculo da hora extra é: R$ 1. porém.1 PROFISSIONAL AUTÔNOMO Devemos aplicar sobre a hora normal o adicional noturno que consideraremos igual a 25%. regida pela CLT – Consolidação das Leis do Trabalho.200.200.25 HORA EXTRA NOTURNA DE DOMINGO = R$ 13. receberá sua remuneração via RPA – Recibo de Pagamento de Autônomo.00. poderá ser configurado o vínculo empregatício.

podendo haver restituição ou imposto a pagar.2 SERVIÇOS DE TERCEIROS A pagar (R$) 40. Nesta data. se o mesmo for inscrito no INSS aplicaremos o percentual de 20% sobre o maior salário de contribuição.00 20 0 1. para profissionais autônomos é a seguinte: IMPOSTO DE RENDA PESSOA FÍSICA Salário Parcela a Deduzir Até R$ 1. de acordo com sua faixa de contribuição e cuja tabela. Entretanto. desde que acordado entre as partes. de acordo com a Lei nº 5764/71 de 16/12/1971.Caberá ao profissional receber apenas o valor acertado pelo serviço prestado. que é de exclusiva competência de cada prefeitura.000.00 por aposentadoria para quem já completou 65 anos. No Capítulo 8 apresentaremos maiores esclarecimentos quanto à aplicação destes impostos.20 228. bem como o valor pago à Previdência Social no mês.00 por dependente.01 a R$ 2. Para os serviços terceirizados não existe a incidência de outros custos ou impostos para a empresa contratante.00 De R$ 1.00 20 7 24 1.80 257.00 Alíquota isento 15% 27. a tabela do imposto de renda na fonte.115.00 R$ 158. 5. que é bastante oneroso. porém. CSLL e CPMF) devem estar embutidos no preço ofertado pela empresa contratada. ainda. o pagamento do INSS. que emitirá nota fiscal ou fatura.287. Ao profissional caberá.00 R$ 423.144.058. caso o profissional não seja inscrito no INSS.3 COOPERATIVAS DE TRABALHADORES Uma forma legal de contratação de profissionais que vem ganhando força em nossos dias é através de cooperativas de trabalhadores.40 286.058.01 20 9 36 1.08 INSS – AUTÔNOMOS E EMPRESÁRIOS Classe Meses de Salário Alíquota Permanência (R$) (%) 1 12 200. com a retenção a ser efetuada para fins de IR – Imposto de Renda de Pessoa Física. É legal deduzir. PIS. COFINS.430. Entretanto. Ao profissional caberá assumir as despesas de sua regularização junto à municipalidade para efeito de pagamento do ISS . é a apresentada a seguir: Consideramos nesta categoria.70 Acima de R$ 2.00 20 6 12 858. IR . não se deve esquecer que este valor é compensado na declaração anual de rendimentos. porém.00 20 Ver Instrução Normativa do INSS Nº 4 de 30/11/1999 5.60 200.99 20 8 36 1.058. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 61 . que tenham firma individual ou tenham qualquer tipo de vínculo com uma pessoa jurídica. para o recebimento da remuneração pelo serviço prestado. nesta data (maio/ 2002).00 171.5% OBS : Pode-se deduzir da renda R$106. quando inscrito.115. ainda da Constituição Federal 60 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. Arcará. pensão alimentícia judicial e R$ 1. Os impostos sobre o faturamento (ISS. ainda. conforme descrito na própria metodologia de cálculo do preço de venda de serviços exposta nesta publicação.Imposto Sobre Serviço. ainda. profissionais sem vínculo empregatício com a empresa. a empresa arcará com o pagamento do INSS sobre o serviço de autônomo. Devemos considerar 20% sobre o valor do RPA – Recibo de Pagamento de Autônomo para cobrir essa despesa.

... 1 e artigo 174 – parágrafo 2............... seguro pecuniário...... Com a adição do imposto sobre o faturamento. 15% Taxa de Administração (Cooperativa) .. tais como. O profissional sofrerá retenção do imposto de renda na fonte de acordo com a tabela apresentada anteriormente......239.......... dar-se-á o mesmo tratamento de pessoas jurídicas..... contém: “ A Lei apoiará o Cooperativismo e ... sempre através da própria cooperativa..... Caberá ao profissional cooperado o pagamento do carnê do INSS segundo sua faixa de contribuição... 6% TOTAL (Média) ... o custo adicional da cooperativa passa para 10% e 20%.. que é uma pessoa jurídica convencional.... bem como... Deverá ser assinado contrato de trabalho entre a empresa contratante e a cooperativa...... demais custos diretos e indiretos....... entre 8% e 12%...... À remuneração do profissional deverão ser acrescidos os benefícios oferecidos.. existe a incidência apenas do pagamento do INSS que é de 15% sobre o faturamento da cooperativa para a empresa contratante...5% vale transporte.... cap... entretanto....... excluídos os impostos sobre a emissão da nota fiscal (ISS. e ainda........... As taxas de administração das cooperativas estão. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 63 ....de 05/10/1988 que no Título VII . 12% Impostos sobre a Nota Fiscal (Cooperativa) . e inclusive emitirá nota fiscal pela prestação dos serviços. conforme tabela anexa. Nestes casos... conforme acordo com cada cooperativa... que deverá ser pactuada entre as partes e deverá estar expressa no contrato. benefícios do tipo: • • • • • Outros descontos.... O vínculo do contratante é com a cooperativa......... Ao profissional legalmente só caberá a remuneração acordada.. nesta data.. seguro saúde.......... visto que à cooperativa caberá fornecer uma nota fiscal de prestação de serviços...... aplicáveis sobre a taxa de administração........... 62 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. ” e do artigo 24 do Decreto nº 22.. seguro pessoal............. COFINS e PIS)....... da taxa de administração da cooperativa. ticket refeição... ou seja.. a empresa contratante poderá oferecer. Podemos identificar da seguinte forma o custo da contratação de uma cooperativa de trabalhadores: INSS sobre a Nota Fiscal (contratante) .. 36... outros benefícios.. seguro saúde e etc.

• condições de pagamento. incluindo todos os impostos. efetuar listagem contendo todos os itens patrimoniais necessários à pesquisa de mercado de preços. • prazo de entrega e disponibilidade. uma vez que a metodologia adotada está apresentada no Capítulo 7.1 PESQUISA DE MERCADO DE ITENS PATRIMONIAIS A pesquisa de mercado para conhecimento do valor de aquisição dos bens patrimoniais será feita na região sede da empresa ou onde se desenvolverão os serviços.6 CÁLCULO DO CUSTO DE BENS PATRIMONIAIS Caberá ao engenheiro de custos. • preço de fornecimento. embalagem e etc. uma vez que apresentam valores de compra elevados. • Apresenta-se no ANEXO 1 modelo do mapa de Coleta de Preços visando facilitar a elaboração da pesquisa de mercado. Consideraremos nesta categoria os softwares largamente utilizados nestes tipos de contrato e que oneram sobremaneira os custos dos contratos. 6. frete. Da pesquisa de mercado. com no mínimo três fornecedores distintos. após a elaboração da planilha de quantidades. Não incluiremos neste capítulo o custo de utilização de veículos automotores. principalmente. por fornecedor. deve constar. os seguintes dados: descrição detalhada do item. Paulo Roberto Vilela Dias 65 .

papel próprio para impressão e etc. entretanto. em cada situação. EQUIPAMENTOS DE TOPOGRAFIA OU DE LABORATÓRIO. TV. isto é. outros fatores.5 x VALOR DE AQUISIÇÃO ÷ VIDA ÚTIL CUSTOS OPERACIONAIS. Vida Útil de Itens Patrimoniais Apresenta-se uma tabela de valores para a vida útil de vários itens patrimoniais. ARMÁRIOS E ETC). Uma vez que esses bens foram objeto de compra pela prestadora de serviço e que tem um tempo de vida útil determinado. PLOTERES. CADEIRAS. • JUROS – corresponde a remuneração do capital investido na aquisição do item patrimonial. no caso de impressoras. SOFTWARES. • MANUTENÇÃO – é a parcela por meio da qual se mantém o patrimônio em perfeitas condições de utilização. levam o orçamentista a adotar tempos de vida útil distintos dos mostrados. devem ser computados os valores necessários. FILTRO. MÓVEIS E UTENSÍLIOS (MESAS. No caso da empresa não possuir o bem. APARELHOS DE FAX OU TELEFONE OU RÁDIO. CUSTO OPERACIONAL – é a utilização do item patrimonial compre• endendo os custos necessários à sua operação (energia elétrica. ITEM PATRIMONIAL VIDA ÚTIL (meses) MÉDIA MÁXIMA MICROCOMPUTADORES E IMPRESSORAS 24 48 PLOTERES 24 48 SOFTWARES 18 24 APARELHOS DE FAX OU TELEFONE 60 60 MÓVEIS E UTENSÍLIOS 48 60 EQUIPAMENTOS DE TOPOGRAFIA OU DE LABORATÓRIO 60 60 MÁQUINA DE CAFÉ. Divide-se em custos com mão de obra e peças de reposição. cuja propriedade é da própria prestadora de serviços. tais como: MICROCOMPUTADORES. o tempo de contrato ou a possibilidade de se reutilizar o equipamento em outros contratos. deverá efetuar cotação no mercado para locação. A fórmula de cálculo que pode ser aplicada para a determinação do custo de produção de bens patrimoniais (BP) é a apresentada a seguir : BP = DEPRECIAÇÃO (D) + JUROS (J) + MANUTENÇÃO (M) + CUSTO OPERACIONAL (CO) Definição dos itens de custo dos bens patrimoniais: DEPRECIAÇÃO – é a parcela referente a perda de valor do bem patrimonial em decorrência do uso ou obsolescência. ou seja. Assim.Entendemos como bens patrimoniais itens de consumo que não se desgastam em um único contrato. Poder-se-ia denominar que o cliente paga aluguel pelo emprego do item patrimonial. IMPRESSORAS. FILTRO DE ÁGUA E MÁQUINA DE CAFÉ. Aconselha-se que quando for o caso. muitas vezes. VÍDEOCASSETE. é necessário que se defina o custo de aluguel destes itens. por exemplo. incluir substituição de cartuchos. como. TELEVISÃO. combustível e etc). ANTENA. ANTENA PARABÓLICA OU DE QUALQUER NATUREZA. Nos serviços objeto deste livro é comum constar da planilha de quantidades bens patrimoniais. Empresas e Profissionais Fórmulas de Cálculo das Parcelas do Custo de Bens Patrimoniais: DEPRECIAÇÃO = VALOR DE AQUISIÇÃO ÷ VIDA ÚTIL JUROS = VALOR DE AQUISIÇÃO x TAXA ANUAL DE JUROS ÷ 12 MANUTENÇÃO = 0. • 66 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. são reutilizados em vários serviços distintos. caberá sempre que utilizado ser considerado como custo de produção do serviço. VIDEOCASSETE 60 60 A taxa de juros a ser adotada deve estar entre 10 e 12% ao ano. para equipamen- Paulo Roberto Vilela Dias 67 .

Calcular o custo mensal de um microcomputador (MC) de última geração. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 69 . por exemplo.Calcular o custo mensal de um aparelho de topografia do tipo estação total (ET) de última geração. temos: D = 2.00 + R$ 150. no valor de R$ 15.00 ET (mês) = R$ 500.000. temos: J = 15.00 ÷ 160 horas ET (hora) = R$ 5. com substituição de peças e componentes).000. considerar que o mesmo trabalha 160 horas por mês.12 ÷ 12 J = R$ 150.000. Deve-se observar que a energia elétrica necessária à utilização dos equipamentos ou aparelhos será computada em um item específico do custo indireto.000. devemos adotar a metodologia apresentada no capítulo 7. conforme informado anteriormente.00 ÷ 30 D = R$ 500.00 2.63 D = VALOR DE AQUISIÇÃO ÷ VIDA ÚTIL Adotando-se a VIDA ÚTIL igual a 30 meses. assim temos: ET (hora) = R$ 900.00 ÷ 24 D = R$ 83. É usual nestes contratos o fornecimento pelo cliente da energia elétrica.00 x 0. por exemplo.00 por mês Se quisermos conhecer o aluguel por hora.00. ET = D + J + M M = 0.33 J = VALOR DE AQUISIÇÃO x TAXA ANUAL DE JUROS ÷ 12 68 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.tos de informática consultar no mercado os valores do custo de manutenção mensal (fixa) e corretiva (eventual. Para veículos. uma vez que os serviços transcorrem dentro do canteiro de obras da construtora.00) ÷ 30 M = R$ 250. podemos. no valor de R$ 2.5 x VALOR DE AQUISIÇÃO ÷ VIDA ÚTIL M = (0.00 + R$ 250.5 x 15.000.00.00 ET (mês) = R$ 900. MC = D + J + M D = VALOR DE AQUISIÇÃO ÷ VIDA ÚTIL Adotando-se a VIDA ÚTIL igual a 24 meses. EXEMPLO PRÁTICO: 1.00 J = VALOR DE AQUISIÇÃO x TAXA ANUAL DE JUROS ÷ 12 Adotando-se a TAXA ANUAL DE JUROS igual a 12% ao ano. temos: D = 15.000.

considerar que o mesmo trabalha 170 horas por mês.00 Se quisermos conhecer o aluguel por hora.D = VALOR DE AQUISIÇÃO ÷ VIDA ÚTIL Adotando-se a TAXA ANUAL DE JUROS igual a 12% ao ano.5 x VALOR DE AQUISIÇÃO ÷ VIDA ÚTIL M = (0. temos: J = 2.800.00 MC (mês) = R$ 83. assim temos: MC (hora) = R$ 145.00 + R$ 50.00 ÷ 18 J = R$ 20.99 3.00 M = 0. temos: Adotando-se a VIDA ÚTIL igual a 18 meses.000.00 x 0.Calcular o custo mensal de uma impressora a lazer (IL) de última geração.5 x VALOR DE AQUISIÇÃO ÷ VIDA ÚTIL MC (mês) = R$ 145. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 71 .00 ÷ 170 horas IL (hora) = R$ 0.000. assim temos: IL (hora) = R$ 168.00 D = R$ 100.67 M = 0.5 x 2. uma vez que após o encerramento da obra o equipamento será doado ao cliente. podemos. podemos. por exemplo.00) ÷ 18 Se quisermos conhecer o aluguel por hora.00 + R$ 41.85 M = R$ 50.00 M = (0.67 J = VALOR DE AQUISIÇÃO x TAXA ANUAL DE JUROS ÷ 12 Adotando-se a TAXA ANUAL DE JUROS igual a 12% ao ano.800.00 IL (mês) = R$ 100.5 x 1. considerar que o mesmo trabalha 170 horas por mês.800. Considerar a vida útil igual ao prazo do contrato.800. no valor de R$ 1. 18 meses.00 IL (mês) = R$ 168.00 ÷ 170 horas MC (hora) = R$ 0.00.12 ÷ 12 J = R$ 18.00) ÷ 24 M = R$ 41. temos: J = 1.12 ÷ 12 D = 1. por exemplo.00 + R$ 18.00 x 0.33 + R$ 20. IL = D + J + M 70 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.

temos: D = 4.00 ÷ 36 D = R$ 133.5 x 800.800.00.33 J = VALOR DE AQUISIÇÃO x TAXA ANUAL DE JUROS ÷ 12 Adotando-se a TAXA ANUAL DE JUROS igual a 10% ao ano.00 ÷ 60 D = R$ 13. no valor de R$ 4. temos: J = 800.17 5.Calcular o custo mensal de aquisição de um software ou conjunto de softwares (SW).33 J = VALOR DE AQUISIÇÃO x TAXA ANUAL DE JUROS ÷ 12 M = 0.5 x VALOR DE AQUISIÇÃO ÷ VIDA ÚTIL M = (0.00. CAFÉ = D + J + M D = VALOR DE AQUISIÇÃO ÷ VIDA ÚTIL Adotando-se a VIDA ÚTIL igual a 60 meses. no valor de R$ 800.67 Se quisermos conhecer o aluguel por hora. podemos. considerar que o mesmo trabalha 160 horas por mês.800.67 Adotando-se a TAXA ANUAL DE JUROS igual a 10% ao ano.10 ÷ 12 J = R$ 6.10 ÷ 12 J = R$ 40. por exemplo.67 ÷ 160 horas CAFÉ (hora) = R$ 0.33 + R$ 40.00 x 0. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 73 . assim temos: CAFÉ (hora) = R$ 26.00 M = Não se considerou verba para manutenção SW (mês) = R$ 133.67 SW (mês) = R$ 173.33 + R$ 6.Calcular o custo mensal de uma máquina de café (CAFÉ). SW = D + J + M D = VALOR DE AQUISIÇÃO ÷ VIDA ÚTIL Adotando-se a VIDA ÚTIL igual a 36 meses.800.67 CAFÉ (mês) = R$ 26. temos: D = 800.33 72 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. temos: J = 4.00) ÷ 60 M = R$ 6.00 CAFÉ (mês) = R$ 13.00 x 0.67 + R$ 6.4.

00 ÷ 36 Adotando-se a VIDA ÚTIL igual a 60 meses. podemos. temos: D = 3.Se quisermos conhecer o aluguel por hora. arquivo metálico no valor de R$ 150.50 M 6.750. assim temos: SW (hora) = R$ 173. por exemplo.00. considerar que o mesmo trabalha 170 horas por mês.00 cada.750. mesa de reunião com 06 cadeiras no valor de R$ 500. temos: D = 450.00.00 cada. considerar que o mesmo trabalha 170 horas por mês. cadeiras padrão normal no valor de R$ 45.50 + R$ 37. por exemplo. no valor total de R$ 3.00 x 0. armários fechados no valor de R$ 240.00.00 cada.00 cada. = Não se considerou verba para manutenção MOB (mês) = R$ 62.00 cada e estantes metálicas abertas no valor de R$ 40.50 J = VALOR DE AQUISIÇÃO x TAXA ANUAL DE JUROS ÷ 12 74 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.00 Se quisermos conhecer o aluguel por hora. temos: J = 3.00 ÷ 170 horas MOB (hora) = R$ 0. MOB = D + J + M D = VALOR DE AQUISIÇÃO ÷ VIDA ÚTIL MOB (mês) = R$ 100.59 7.12 ÷ 12 J = R$ 37.00 ÷ 60 D = R$ 62. RADIO = D + J + M D = VALOR DE AQUISIÇÃO ÷ VIDA ÚTIL Adotando-se a VIDA ÚTIL igual a 36 meses.00.33 ÷ 170 horas SW (hora) = R$ 1. conforme dos itens relacionados abaixo. cujo valor de aquisição é de R$ 450. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 75 . máquinas de calcular elétricas no valor de R$ 35. podemos. assim temos: MOB (hora) = R$ 100.00.750.50 Mobiliário utilizado pelo contrato: • • • • • • • • • 05 10 03 01 01 01 02 01 04 mesas tipo escrivaninha no valor de R$ 120.Calcular o custo mensal de aluguel de mobiliário de obra.00 cada.02 Adotando-se a TAXA ANUAL DE JUROS igual a 12% ao ano.Calcular o custo mensal de aluguel de um rádio transmissor com alcance de 5 km. estufa para marmitas no valor de R$ 300. geladeira no valor de R$ 800.

por exemplo.5 x 450.25 ÷ 170 horas RADIO (hora) = R$ 0.5 x VALOR DE AQUISIÇÃO ÷ VIDA ÚTIL ANEXO 1 Modelo de Mapa de Coleta de Preços (para Elaboração da Pesquisa de Mercado) DE RADIO (mês) = R$ 12.12 ÷ 12 J = R$ 4. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias Cliente Obra Observações : : : Data da Coleta Cond.25 PREÇOS M = (0.Pagmto: Prazo Entrega Total Compra Impostos (%): Fornecedor : Preço Base Desconto(%): Vendedor : Telefone : Frete : 77 .25 RADIO (mês) = R$ 23. UNID 76 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. assim temos: RADIO (hora) = R$ 23. considerar que o mesmo trabalha 170 horas por mês.50 + R$ 4.50 J = VALOR DE AQUISIÇÃO x TAXA ANUAL DE JUROS ÷ 12 Adotando-se a TAXA ANUAL DE JUROS igual a 12% ao ano.00) ÷ 36 Unitário Total Unitário Total COLETA Previsão de Entrega : DESCRIÇÃO Endereço de Entrega : QUANT.50 M = 0.25 Se quisermos conhecer o aluguel por hora.50 + R$ 6.00 x 0.14 Unitário Total M = R$ 6. temos: J = 450. podemos.D = R$ 12.

2. “UMA METODOLOGIA DE ORÇAMENTAÇÃO PARA OBRAS CIVIS” e aqui transcrita de maneira resumida naquilo que é importante para os prestadores de serviço alvo do livro.7 METODOLOGIA DE CÁLCULO DO CUSTO DE VEÍCULOS 7. ou seja.Custo Horário de Utilização de Equipamentos e Veículos. 7. As formas de cálculo do custo de utilização dos veículos adotados nos orçamentos de serviços previstos no âmbito deste livro podem ser definidos como segue abaixo: Custo por hora Custo por quilômetro rodado • Custo mensal • Fórmula de cálculo do transporte por km ou por mês • • 7. motocicleta e carros de passeio. descrita pormenorizadamente em nossa primeira publicação.1.1 MEDOTODOLOGIA DE CÁLCULO DO CUSTO HORÁRIO DE UTILIZAÇÃO DE EQUIPAMENTO 7.2 CUSTO DO TRANSPORTE POR HORA Segue a metodologia apresentada no Capítulo 6 .2.1 Definição Paulo Roberto Vilela Dias 79 . ônibus.1 INTRODUÇÃO A metodologia exposta neste capítulo para cálculo do custo de utilização de veículos pode ser aplicada para transportes de carga.

Existe. que é utilizada nas composições de custo. determina 80 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. de motor ligado. ou seja. O custo horário é composto das seguintes parcelas: • o custo produtivo. denominado custo produtivo.1. MÃO-DE-OBRA (MO) – é a mão-de-obra necessária à operação do equipamento. quando for o caso. enquanto que o custo improdutivo. enquanto juros corresponde a remuneração do capital investido. compreendendo duas parcelas. ou seja. ainda. para estimativa de custo.depreciação é a perda de valor do equipamento em decorrência de uso ou obsolescência. isto é. Neste caso.1972. uma terceira classificação para o custo horário de equipamentos. será adotado o método preconizado no MANUAL DE COMPOSIÇÃO DE CUSTOS RODOVIÁRIOS DO DNER . onde: Vo = valor de aquisição R = valor residual i = taxa de juros n = vida útil em anos (ver tabela a seguir) Paulo Roberto Vilela Dias 81 Normalmente existe a necessidade de se atribuir ao custo horário dos equipamentos. OPERAÇÃO – é a utilização do equipamento. A unidade de tempo em que geralmente se mede o custo de utilização dos equipamentos é a hora. A soma dos quatro componentes anteriormente expostos.1] . nestes casos. e ainda.1. Empresas e Profissionais . que representa o custo improdutivo. o tempo de espera para entrar em operação na equipe. sem operar e com motor desligado à disposição do cliente. 7.R)i ÷ (1 + i )n . Juros é a remuneração do capital investido na compra do bem. Normalmente.2 Método de cálculo adotado Para efeito de simplificação. fatores independentes da vontade da construtora levaram a máquina a estar paralisada aguardando alguma liberação para reiniciar suas atividades. MANUTENÇÃO (M) – é a parcela por meio da qual se mantém o equipamento em perfeitas condições de uso.Custo de utilização de equipamentos é o gasto que decorre da posse e da operação do mesmo.3 Metodologia do DNER para cálculo do custo horário de utilização de equipamentos • • • • • DEPRECIAÇÃO E JUROS (DJ) – depreciação é a parcela referente a perda de valor do equipamento em decorrência de uso ou obsolescência. sua utilização em operação normal. ou seja: Custo Produtivo (CP) = DJ + M + MAT + MO Custo Improdutivo (CI) = DJ + MO Apresentamos neste capítulo a metodologia aconselhada para o cálculo de cada uma destas parcelas. a seguir resumido. operador de máquinas e auxiliares.2. materiais e mão-de-obra: MATERIAIS (MAT) – é o conjunto de materiais necessários a operação dos equipamentos.2. A partir da pesquisa de mercado do valor de aquisição e aplicando-se a metodologia a seguir exposta.Mão-de-obra. daí ter-se desenvolvido uma metodologia para determinação do custo horário de utilização do equipamento. pode-se acertar a cobrança destas horas por meio do custo improdutivo ou definir-se outro modo diretamente com o contratante. A expressão geral do valor desta parcela será: p = Vo x i + [(Vo . é a soma dos itens de Depreciação e Juros e Operação . DEPRECIAÇÃO E JUROS . 7. O método a ser adotado para o cálculo da depreciação e juros será o Fundo de Reserva (sinking fund).

obtém-se a tabela a seguir com os valores para r: TABELA DE DEPRECIAÇÃO E JUROS EXPRESSAS COMO UM PERCENTUAL DO VALOR DE AQUISIÇÃO DO EQUIPAMENTO Vida útil (anos) 1 2 3 4 5 6 7 8 Juros durante a vida útil (%) 10.000 1.000 6 1. rolo de pneus pressão variável.1)) ÷ (qn . Considerando-se o valor residual nulo. onde são previstas também as três condições de serviço em que o equipamento pode trabalhar: TABELA DE VIDA ÚTIL DE EQUIPAMENTOS CONDIÇÕES DE SERVIÇO EQUIPAMENTOS Perfuratriz manual Leve anos horas Vibrador de imersão Bomba mecânica Betoneira Tratores de esteira ou pneus.90 37. carregadeira de esteira ou pneus. moto-escavo transportador.500 82 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. a expressão pode ser assim escrita: p = [(qn (q . usina de asfalto.1)) 100 ] ÷ (qn . ou horas trabalhadas durante esse período.00 15. Deve-se adotar para a vida útil dos equipamentos os valores em anos.500 1.77 43.78 49.000 4 2.63 26.500 1. Vo sendo que a expressão [(qn (q .78 149. até a data de sua retirada do serviço por obsolescência ou por ter atingido custo de manutenção muito elevado.1)) ÷ (qn .666 1.250 1.19 131.1] Fazendo-se (1 + i) = q.77 143.96 Depreciação e juros durante a vida útil (%) 110.00 115.000 1. escavadeira Serra circular Conjunto de britagem Tanque pré-aquecedor Vassoura mecânica e grade de discos Distribuidor de asfalto Acabadora de asfalto Rolo pé-de-carneiro.96 6 2. Considerando-se de 10% ao ano a taxa de juros. Com esta consideração pode-se introduzir simplificações na fórmula que permite a apresentação de uma tabela da taxa de depreciação e juros. gerador. durante a vida útil dos equipamentos. A vida útil é baseada no tipo de equipamento e nas condições de serviço em que é empregado. dumptor.63 126. motoniveladora.750 horas anos r = [ [ (qn (q . a expressão anterior assume a seguinte forma: p = Vo x i [1 + (1 ÷ (1 + i)n .1)].1)] . constantes da tabela a seguir.333 2.24 120.333 1. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 83 . Multiplicando-se a expressão anterior por 100.90 137.000 5 6 6 6 7 2. rolo liso vibratório e rolo liso 6 8 8 8 8 2. usina de solo Distribuidor e espalhador de agregados Caminhão tanque ou de carroceria fixa. multiplicada pelo valor de aquisição do equipamento resulta exatamente no valor de depreciação e juros. que corresponde ao custo de oportunidade do capital.Considera-se o valor residual nulo. pick up e veículo de passeio Compressor de ar.24 20.19 31.000 3 1. têm-se: Define-se por vida útil do equipamento o período de tempo que vai de sua aquisição e início de funcionamento.000 2. caminhões basculantes e retroescavadeira e pá mecânica de pneus.250 1.1) ] x n expressão que pode ser adotada para a determinação da parcela de depreciação e juros.750 Média anos 4 4 4 Pesada horas 2.

caminhões basculantes. de acordo com a tabela a seguir: EXEMPLO DO CÁLCULO DA DEPRECIAÇÃO E JUROS POR HORA Considere-se.01722 Caminhão tanque ou de carroceria fixa.01249 Rolo pé-de-carneiro. pick. dumper.01071 Pela tabela de depreciação e juros o percentual expresso em função do valor de aquisição é 0. a percentagem de depreciação e juros. lavagem . para fins de previsão. parafusos. o custo horário de manutenção dos equipamentos deve ser obtido através da seguinte expressão: Manutenção (M) = [Vo ÷ (n x h)] x k. • Para quantificar os gastos de manutenção dos equipamentos é adotado o método de vincular. moto-escavo transportador.02010 Vibrador de imersão 0. por exemplo.02523 Bomba mecânica 0. trabalhando em condições médias. limpeza. uma pick-up. carregadeira de esteira e pneus. lâminas. EM (%) CONDIÇÕES DE SERVIÇO EQUIPAMENTOS Leve Média Pesada Perfuratriz manual 0. sem material rodante. diretamente.01577 Compressor de ar.00. DJ = 35. gerador. conforme tabela anteriormente apresentada. Assim. gastos de oficina e mão-de-obra . • pneus.01530 Tanque pré-aquecedor 0. escavadeira 0. ou seja.02103 Betoneira 0.01148 0. motoniveladora. h = horas trabalhadas por ano. etc. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 85 . rolo liso vibratório e rolo liso 0. câmaras de ar. usina de asfalto.000.62 MANUTENÇÃO Manutenção engloba todos os gastos referentes a: reparos de pequena ou grande monta.01802 Tratores de esteira.00 x (0. retroescavadeira e pá mecânica de pneus.01319 ÷ 100) DJ = R$ 4. k = coeficiente de proporcionalidade. rolo de pneus pressão variável.01874 Distribuidor de asfalto 0..01319 0.01319. n = vida útil em anos. pintura. com seus respectivos encargos sociais. para todas as classes de equipamentos enumerados anteriormente: TABELA DE DEPRECIAÇÃO E JUROS POR HORA EXPRESSA COMO UM PERCENTUAL DO VALOR DE AQUISIÇÃO DO EQUIPAMENTO.01148 Serra circular 0.Baseado na metodologia indicada anteriormente e na vida útil apresentada.up e veículo de passeio 0. esteiras. • reapertos. onde: Vo = valor de aquisição do equipamento. usina de solo 0.01499 Acabadora de asfalto 0. cantos. incluindo materiais. regulagem.01378 Distribuidor e espalhador de agregados 0.000. Custo horário de depreciação/juros (DJ) = valor aquisição x (% da tabela ÷ 100). conforme tabela anterior.00984 Vassoura mecânica e grade de discos 0. Sabendo-se que o valor de aquisição é igual a R$ 35. rodas motrizes e demais peças de desgaste efetivo durante a operação. temos: 84 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. organizou-se a tabela a seguir onde se obtém. correias.01027 Conjunto de britagem 0. as reservas destinadas à manutenção com o valor de aquisição do equipamento. peças e acessórios de reposição. trator de pneus.

betoneira.. inclusive.80 0... temos: M = [35... considerar em separado o custo de reposição das mandíbulas Trator de esteira. 0. dumper Usina e distribuidor de asfalto e usina de solo Acabadora de asfalto e rolos compactadores auto-propulsores Conjunto de britagem.80 0..000..80 M = [Vo ÷ (n x h)] x k....00 0..90 0.000...80 = R$ 2.. escavadeira..00 n = 5 anos h = 2.80 M = R$ 2..50 0....... com 92 HP de potência.90 1.. trator de pneus. no caso de motores a diesel.TABELA DE COEFICIENTES DE PROPORCIONALIDADE EQUIPAMENTOS Caminhão basculante.002 graxa ...50 CUSTO DE OPERAÇÃO MATERIAIS Fazem parte desta parcela os custos referentes aos seguintes materiais: combustíveis óleo lubrificante de carter • óleos lubrificantes para sistema hidráulico..... 0........ 0.......150 óleos lubrificantes .. bomba centrífuga.... que esta proporção se mantenha constante........ ou aplicando-se os valores conhecidos... 0.. baseado em consumos médios horários de combustível e lubrificantes.. fornecidos por ábacos e tabelas..001 Paulo Roberto Vilela Dias litros litros litros litros por por por por HP HP HP HP 87 86 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. • o preço unitário da graxa equivale ao dobro do de óleo lubrificante... admitindo-se.... vibrador de imersão.. • o preço do óleo lubrificante é igual aproximadamente a 6 vezes o do óleo diesel e 5 vezes o da gasolina.. moto-escavo-transportador e retroescavdeira e pá mecânica Motoniveladora..00 ÷ (5 x 2.. • a despesa horária com filtros corresponde a 50% do valor total dos óleos lubrificantes consumidos por hora..00 0.90 0. grade de discos... serra circular e gerador Rolos compressores rebocáveis e veículo de passeio K 1. são encontrados os seguintes resultados por HP na barra de direção e por hora: a) Para motores a óleo diesel óleo diesel ...000)] x 0.....80 Por outro lado.. vassoura mecânica e tanque pré-aquecedor Perfuratriz manual. caminhão tanque. Empresas e Profissionais .002 filtro . pá carregadeira.. transmissão e comandos finais • graxa • filtros para combustíveis e lubrificantes • • A quantificação dos gastos com os materiais de operação será feita a partir das seguintes hipóteses: preço médio único para todos os óleos lubrificantes utilizados pelos equipamentos... tem-se: Vo = R$ 35.000 horas k = 0.......50 0...... • EXEMPLO DO CÁLCULO DO CUSTO DE MANUTENÇÃO Considerando-se uma pick-up .. caminhão de carroceria fixa e cavalo mecânico e pick up Compressor de ar Distribuidor e espalhador de agregados.

...18 pela potência da máquina em HP e este produto pelo preço do litro do óleo diesel........ tem-se: gasolina ......Tomando-se o preço do litro de óleo diesel como parâmetro e operando-se com base nas premissas...001 litros por HP Tomando-se o preço da gasolina como parâmetro e operando-se com base nas premissas antes estabelecidas.... tem-se: álcool ....002 litros por HP graxa .001 x 10 Total 0.....225 0...........326 x HP x preço de 1 litro de álcool 88 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.......... 0.. sendo que o preço da gasolina é cinco vezes menor que o do óleo lubrificante e dez vezes menor do que a graxa.012 0......326 pela potência do veículo em HP e este produto pelo preço do litro do álcool...... para a determinação do custo horário de materiais de operação.. ou pela seguinte expressão: Custo horário de material (MAT) = 0.225 litros por HP óleo lubrificante .....010 0.................... Ou traduzindo-se em fórmula: Custo horário de material (MAT) = 0.... tem-se: óleo diesel ......002 x 7 graxa .. 0...010 0...18 x HP x preço de 1 litro de óleo diesel b) Para motores à gasolina gasolina ...................006 0.... 0....... que deve ser adotado...........001 litros por HP Tomando-se o preço do álcool como parâmetro e operando-se com base nas premissas de que o preço do álcool é sete vezes menor que o do óleo lubrificante e doze vezes menor que o da graxa. 0.. 0. 0..... para a determinação do custo horário de materiais de operação.... 0.002 litros por HP graxa ...... Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 89 ..........................................245 x HP x preço de 1 litro de gasolina c) Para motores à álcool álcool ... antes estabelecidas....245 pela potência da máquina em HP e este produto pelo preço do litro da gasolina............................................. que deve ser adotado...002 x 5 graxa ...........300 óleo lubrificante ........ 0.180 O que justifica o seguinte critério.300 litros por HP óleo lubrificante ......... 0....001 x 12 Total 0..002 x 3 graxa .001 x 12 Total 0... no caso de equipamentos a óleo diesel: multiplica-se o fator 0....... 0............ no caso de equipamentos a álcool: multiplica-se o fator 0......... que deve ser adotado..... 0.......014 0................ no caso de equipamentos a gasolina: multiplica-se o fator 0.. Ou traduzindo-se em fórmula: Custo horário de material (MAT) = 0. 0............. 0...012 0.....326 O que justifica o critério seguinte........245 O que justifica o seguinte critério. 0...300 0.... para a determinação do custo horário de materiais de operação....002 x 6 filtros ..012 0....150 0.........150 óleos lubrificantes ......225 óleo lubrificante . 0.. 0...

Os profissionais incorporados ao custo da mão-de-obra de operação não devem ser cobrados em outros itens do orçamento da obra.62 + 4. kombi. etc. 90 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. também. é mais adequado considerar-se uma metodologia simplificada para composição do custo por quilômetro.25 MÃO-DE-OBRA Para fins de determinação do custo da mão-de-obra de operação. o apresentado no Manual de Operações do DNER. incluindo-se. referente a pessoal.02 EXEMPLO PRÁTICO DE CÁLCULO DO CUSTO DE OPERAÇÃO Admitindo-se a mesma pick-up. porém. É mais adotado para os veículos de passageiros ou de carga leves (pick-up. Podem ser adotadas diversas sistemáticas de cálculo do custo por km. etc. No âmbito desta publicação. servindo de modo mais eficaz em estudos de viabilidade de projetos rodoviários.35 = R$ 25.35 CI = 4.35 pôr hora.62 + 2.80. temos: MAT = 0. EXEMPLO PRÁTICO DE CÁLCULO DO CUSTO DE OPERAÇÃO Admitindo-se a mesma pick-up marca FORD. devese adotar a mesma sistemática apresentada no Capítulo 3.3 Custo do transporte por quilômetro rodado Em alguns casos há a necessidade de se considerar no orçamento determinado veículo rodando uma quantidade conhecida ou aproximada de quilômetros por mês. temos o seguinte valor para o custo horário da pick-up marca FORD acima citada: CUSTO PRODUTIVO = CP = DJ + M + MAT + MO CUSTO IMPRODUTIVO = CI = DJ + MO Os motores elétricos poderão ter sua potência expressa em termos de quilowatt (KW).80 + 13. em certos casos é utilizado para o transporte por caminhões.3.18 x 92 x 0. não são adotados nos casos das máquinas pesadas. inclusive automóveis de passeio. tais como.d) Para motores elétricos Assim sendo. condições da superfície de rolamento.80 MAT = R$ 13.18 x HP x preço do litro do óleo diesel MAT = 0. conforme descrito a seguir: 7.1 Método de cálculo do custo por km O custo por km é normalmente aplicado para veículos de transporte de carga de qualquer porte e passageiros.35 = R$ 8. Este processo é bastante sofisticado. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 91 . assim temos: MO = R$ 4. principalmente nos custos indiretos. anteriormente citada.25 + 4. Donde simplificando-se tem-se: Custo horário material (MAT) = KW x preço de 1 KW/h Industrial CP = 4. a quantidade de curvas fechadas. à óleo diesel.97 7. sabendo-se que o motorista percebe R$ 4. anteriormente citada. entretanto. onde são consideradas muitas variáveis de difícil obtenção. com potência de 92 HP. entre eles.). considerando-se as leis sociais (85%). O consumo horário em termos de KW será numericamente igual a potência. sendo o preço do litro deste igual a R$ 0. inclinação de rampas. as leis sociais.

CÓDIGO Será adotada qualquer codificação existente na empresa ou aquela que atenda ao órgão público origem do orçamento. marca.000 km ou 5 (cinco) anos. A fórmula anterior pode ser reduzida à seguinte: D = (0. onde: J = Juros Va = valor de aquisição do veículo i = taxa anual de juros (pode-se adotar 12% ou qualquer outra que efetivamente esteja sendo praticada pela construtora) KMM = quilometragem média percorrida por mês. tipo e eventualmente alguma outra característica adicional que sirva para identificar melhor o veículo.Vp) ÷ 100.1 Instruções para preenchimento do formulário de cálculo do custo por km DESCRIÇÃO Trata-se da descrição do veículo a ser adotado.6Va .Para maior simplicidade no entendimento do método de cálculo. 7. podendo ser adotada a tabela apresentada a seguir. Preferencialmente. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 93 . que deve ser controlada pela administração: TABELA DE QUILOMETRAGEM MÉDIA PERCORRIDA POR MÊS VEÍCULO GOL 1000 gasolina SAVEIRO gasolina Pick-up gasolina Caminhão 2 eixos Caminhão 3 eixos Cavalo Mecânico KMM 3000 3000 3000 3500 3500 3500 COMBUSTÍVEL É o resultado da divisão do preço de um litro de combustível pelo consumo de combustível conhecido para o veículo.3. onde: D = depreciação por quilômetro Va = valor de aquisição do veículo Vr = valor residual. adotar 40% de Va Vp = valor dos pneus. foi confeccionado o formulário correspondente que está apresentado apenso ao final do texto explicativo. C = (preço de um litro de combustível) ÷ (consumo por litro) 92 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. a metodologia empregada é descrita através de instruções para preenchimento do formulário. a construtora deverá aplicar a quilometragem mais próxima da realidade de suas obras ou serviços.Vp) ÷ Vu. Para sua melhor compreensão.000 JUROS DE CAPITAL J = (Va x i) ÷ (KMM x 12). DEPRECIAÇÃO POR QUILÔMETRO A fórmula que aconselhamos é a seguinte: D = (Va . este custo está incluído em item próprio. podendo ser adotada a tabela apresentada a seguir.1. adiante determinado Vu = vida útil do veículo. ou seja.Vr . pode-se adotar o valor de 100.

podendo-se adotar a tabela apresentada adiante. Pode-se adotar a tabela de periodicidade de lavagem a seguir. ST = (preço do prêmio do seguro total) ÷ (KMM x 12) LUBRIFICAÇÃO E LAVAGEM É obtido pelo resultado da divisão do preço de uma lavagem do veículo pela periodicidade da mesma. LIC = (preço do IPVA + seguro obrigatório) ÷ (KMM x 12) SEGURO TOTAL É obtido pelo resultado da divisão do preço do prêmio do SEGURO TOTAL ANUAL cobrado pelo mercado segurador dividido por 12 meses multiplicado pela quilometragem média percorrida por mês.5 TABELA DE CAPACIDADE DE CÂMBIO VEÍCULO GOL 1000 gasolina SAVEIRO gasolina Pick-up gasolina Caminhão 2 eixos Caminhão 3 eixos Cavalo Mecânico litros / vida útil 0/0 0/0 4. LAV = preço de uma lavagem x quantidade por KMM (ou por mês) Paulo Roberto Vilela Dias 95 ÓLEO DO CÂMBIO E DO DIFERENCIAL Corresponde à aplicação da fórmula a seguir. função do preço do óleo.000 8. Empresas e Profissionais .5 / 10.2 / 60.0 / 10.000 LICENCIAMENTO E SEGURO OBRIGATÓRIO É obtido pelo resultado do valor efetivo do licenciamento anual do veículo.000 21.0 / 60.5 / 30.0 / 60.000 3 / 5.TABELA DE CONSUMO POR LITRO VEÍCULO GOL 1000 gasolina SAVEIRO gasolina Pick-up gasolina Caminhão 2 eixos Caminhão 3 eixos Cavalo Mecânico km/l 11 9 8 5 3.8 / 10. OD = (capacidade tanque x preço de 1 litro de óleo) ÷ (vida útil por troca) 94 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. da capacidade do tanque e da periodicidade de troca.5 2.000 7 / 7.000 ÓLEO DO CÁRTER Corresponde a aplicação da fórmula apresentada a seguir.000 34.000 16. podendo ser adotada a tabela de capacidade do cárter e vida útil do mesmo apresentada a seguir: OC = (litros cárter x preço de 1 litro de óleo) ÷ (vida útil por troca) TABELA DE CAPACIDADE DE CARTER VEÍCULO GOL 1000 gasolina SAVEIRO gasolina Pick-up gasolina Caminhão 2 eixos Caminhão 3 eixos Cavalo Mecânico litros/vida útil 3 / 5. atualmente corresponde a taxa denominada IPVA (cada Estado determina o valor a ser pago) mais o SEGURO OBRIGATÓRIO ANUAL dividido por 12 meses multiplicado pela quilometragem média percorrida por mês.000 12.000 23.

câmaras de ar.000 10 / 70.000 4 / 45. o custo em função do valor de aquisição.0000036 0. adotando-se desta forma. pintura. incluindo materiais. limpeza. etc.000 6 / 85. cantos. Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.TABELA DE PERIODICIDADE DE LAVAGEM VEÍCULO GOL 1000 gasolina SAVEIRO gasolina Pick-up gasolina Caminhão 2 eixos Caminhão 3 eixos Cavalo Mecânico quantidade por KMM 1 1 1 1. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 97 96 .0000018 TABELA DE CONSUMO DE PNEUS VEÍCULO GOL 1000 gasolina SAVEIRO gasolina Pick-up gasolina Caminhão 2 eixos Caminhão 3 eixos Cavalo Mecânico TROCA DE AMORTECEDORES Corresponde a necessidade dos veículos de efetuarem periodicamente a troca dos amortecedores e peças afins.0000025 0.0000048 0. peças.0000055 0. onde se pode considerar o número de pneus por veículo e a vida média dos pneus.0000033 0.5 1. e consiste da aplicação da seguinte fórmula: AM = (preço do conjunto de amortecedores) ÷ (vida útil) MANUTENÇÃO Sob este título estão relacionados todos os gastos referentes a: • Podendo ser adotada a tabela de vida útil a seguir apresentada: reparos de pequena e grande monta. parafusos.000 6 / 80. acessórios de reposição. com respectivos encargos sociais. • Pode-se adotar para custo da manutenção o coeficiente apresentado na tabela de coeficientes de manutenção a seguir.5 reapertos.000 4 / 40. MAN = Va x k PNEUS Corresponde à aplicação da fórmula. gastos de oficina e mão de obra.5 1.000 K 0. correias e demais peças de desgaste efetivo durante a operação. • pneus. como abaixo: PN = (quantidade de pneus x preço de cada pneu) ÷ (vida útil por jogo de pneus) TABELA DOS COEFICIENTES DE MANUTENÇÃO (K) VEÍCULO GOL 1000 gasolina SAVEIRO gasolina Pick-up gasolina Caminhão 2 eixos Caminhão 3 eixos Cavalo Mecânico quantidade/km rodados 4 / 45. regulagem.

Instruções para preenchimento do formulário de cálculo do custo por mês DESCRIÇÃO Trata-se da descrição do veículo a ser adotado.4. DEPRECIAÇÃO POR MÊS A fórmula que aconselhamos é a seguinte: D = (Va . MOT = (salário do motorista x encargos sociais) ÷ (KMM) CUSTO POR KM O custo por km corresponde a soma de todas as parcelas anteriormente expostas e pode ser resumida na seguinte expressão: CUSTO POR KM = D + J + C + OC + OD + LIC + ST + LAV + PN + MAN + AM + MOT 7. tipo e eventualmente alguma outra característica adicional que sirva para identificar melhor o veículo.1. 7. ou seja. este custo está incluído em item próprio adiante determinado Vu = vida útil do veículo. Para maior simplicidade no entendimento do método de cálculo foi confeccionado o formulário correspondente que está apresentado apenso ao final do texto explicativo. inclusive automóveis de passeio. podendo ser adotada a mesma tabela empregada para a DEPRECIAÇÃO.Vp) ÷ (5 x 12) MOTORISTA Corresponde ao salário do motorista acrescido de encargos sociais dividido pela quilometragem média mensal. é normalmente aplicado para veículos de transporte de carga de qualquer porte e passageiros. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 99 .Vr .000 km ou 5 (cinco) anos A fórmula anterior pode ser reduzida à seguinte: D = (0. marca. apenas a conversão de unidade de algumas características adotadas. adotar 40% de Va Vp = valor dos pneus. da mesma forma que para o custo por km. CÓDIGO Será adotada qualquer codificação existente na empresa ou aquela que atenda ao órgão público origem do orçamento. porém.60 x Va .4 MÉTODO DE CÁLCULO DO CUSTO DO TRANSPORTE POR MÊS O custo de transporte por mês.000 40. não são adotados nos casos das máquinas pesadas.TABELA DE VIDA ÚTIL DOS AMORTECEDORES (AM) VEÍCULO GOL 1000 gasolina SAVEIRO gasolina Pick-up gasolina Caminhão 2 eixos Caminhão 3 eixos Cavalo Mecânico vida útil em km 50.000 A metodologia descrita é bastante semelhante à apresentada para o cálculo do custo por km exigindo. onde: D = depreciação por mês Va = valor de aquisição do veículo Vr = valor residual.Vp) ÷ (Vu). 98 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. pode-se adotar o valor de 100.000 50.

OD = (capacidade do tanque x preço do óleo x KMM) ÷ (vida útil por troca) 100 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. podendo ser adotadas as tabelas de capacidade de cárter e de quilômetros rodados (KMM) apresentadas para o cálculo do custo por km. onde: J = Juros Va = valor de aquisição do veículo i = taxa anual de juros. aplicando-se a fórmula a seguir : LAV = preço de uma lavagem x quantidade por KMM PNEUS Corresponde a aplicação da fórmula a seguir.JUROS DE CAPITAL J = (Va x i) ÷ 12. função do preço do óleo da capacidade do tanque e da periodicidade de troca. C = [(preço de um litro de combustível) ÷ (consumo por litro)] x KMM ÓLEO DO CÁRTER Corresponde a aplicação da fórmula adiante apresentada. ST = preço do seguro total ÷ 12 LUBRIFICAÇÃO E LAVAGEM É obtido pelo produto do preço de uma lavagem do veículo pela periodicidade da mesma em função da quilometragem média percorrida por mês. PN = [(quantidade de pneus x preço de cada pneu) ÷ (vida útil)] x KMM Paulo Roberto Vilela Dias 101 . OC = (litros do cárter x preço de 1 litro de óleo x KMM) ÷ (vida útil por troca) ÓLEO DO CÂMBIO E DO DIFERENCIAL Corresponde a aplicação da fórmula a seguir. pode-se adotar 12% ou qualquer outra selecionada pela empresa 12 = número de mêses por ano COMBUSTÍVEL É o resultado da divisão do preço de um litro de combustível pelo consumo de combustível multiplicado pela quilometragem média percorrida por mês. podendo ser adotadas as mesmas tabelas apresentadas para estes itens nas instruções do cálculo por km. podendo-se considerar o número de pneus por veículo e a vida média dos pneus e de quilometragem média mensal as apresentadas nas tabelas do cálculo do custo por km. atualmente corresponde a taxa denominada IPVA mais o SEGURO OBRIGATÓRIO dividido por 12 meses. LIC = (preço do IPVA + seguro obrigatório) ÷ 12 SEGURO TOTAL É obtido pelo resultado da divisão do preço do SEGURO TOTAL cobrado pelo mercado segurador dividido por 12 meses. Pode-se adotar a tabela de periodicidade de lavagem apresentada para o caso do custo por km. Empresas e Profissionais LICENCIAMENTO E SEGURO OBRIGATÓRIO É obtido pelo resultado do valor efetivo do licenciamento. podendo ser adotadas as tabelas sugeridas para o custo por km.

anteriormente citadas. b) CUSTO POR MÊS = D + J + C + OC + OD + LIC + ST + LAV + PN + MAN + AM + MOT variável é independente da distância de transporte depreciação (D) = D = (Va . MOTORISTA Uma vez que estamos calculando o custo mensal. devendo ser adotada a mesma tabela de mão de obra empregada para pessoal da empresa. o custo por mês representa a soma das seguintes parcelas: 7. em dois grupos distintos. por km ou por mês. isto é: • • a variável é função da distância de transporte e a variável é independente da distância de transporte Assim. óleo de câmbio (OD) = (capacidade do tanque x preço do óleo) ÷ (vida útil por troca). pneus (PN) = (quantidade de pneus x preço de cada pneu) ÷ (vida útil). MOT = salário do motorista x encargos sociais CUSTO POR MÊS Assim sendo. conforme a tabela de DEPRECIAÇÃO.5. consideramos as variáveis divididas conforme abaixo descritas: a) variável é função da distância de transporte óleo lubrificante (OC) = (litros do cárter x preço de 1 litro de óleo) ÷ (vida útil por troca). combustível (C) = (preço de um litro de combustível) ÷ (consumo por litro) e manutenção (MAN) = Va x k.Vr . MAN = Va x k x KMM TROCA DE AMORTECEDORES Corresponde a necessidade dos veículos de efetuarem periodicamente a troca dos amortecedores e peças afins. FÓRMULA DE CÁLCULO DO CUSTO DO TRANSPORTE POR QUILÔMETRO RODADO OU POR MÊS Podemos dividir as variáveis que constituem o custo do transporte. amortecedores (AM) = (preço do conjunto de amortecedores) ÷ (vida útil). encontra-se o custo de MANUTENÇÃO.MANUTENÇÃO Adotando-se a mesma sistemática apresentada para o custo por km e multiplicando-se pela quilometragem média rodada mensal. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 103 . e consiste da aplicação da seguinte fórmula: AM = [(preço do conjunto de amortecedores) ÷ (vida útil)] x KMM Podendo ser adotadas as mesmas tabelas de vida útil e quilometragem média mensal apresentadas para o custo por km. corresponde ao salário do motorista acrescido de encargos sociais.Vp) ÷ (Vu). 102 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.

podemos admitir a seguinte fórmula para cálculo do transporte por km ou por mês: Por mês: Por km: y A x B = = = = y = Ax + B y = A + (B ÷ x) .00 23.77 y = 0.200.126.46 4.00 35.6 com ar No quadro ANEXO 6 apresentamos o exemplo do cálculo do custo através da fórmula.64 49.80 0.50 16.28 4. Desta forma.09 6.220x + R$ 1.90 4.000.0 125 145 145 55 80 53 PICK UP SAVEIRO GOL 1000 Custo por mês: Custo por km: y = 0.000 5 92 54.62 12. seguro total (ST) = preço do seguro total ÷ 12 e motorista (MOT) = salário do motorista x encargos sociais.800.67 4.23 32.06 2.80 2.97 1. onde: ANEXO 1 Custo Horário de Utilização de Equipamentos (Veículos de Passeio e de Carga) Produtivo 31.500.35 4.02 43.60 0. onde temos: Caminhão carroceria fixa 10T B = D + J + LIC + LAV + ST + MOT Caminhão basculante 12m³ MOTOCICLETA 125 HP DESCRIÇÃO PICK UP diesel GOL 1.00 2.000 2.97 17.52 16.000 2.11 4.35 7.37 50.85 8.96 7.00 22.35 4.86 0.00 Vida Útil Horas (em por ano anos) 2.000.000 custo do transporte parcela do custo de transporte função da distância de transporte distância de transporte parcela do custo de transporte independente da distância de transporte 0.35 4.41 DATA : M.57 1.45 CUSTO HORÁRIO 45.O.800.000 5 5 5 5 5 5 92.74 2.200.77 x .29 25. teremos as variáveis A e B com as seguintes fórmulas: 2.35 40.88 1.88 20. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias CÓDIGO OBRA Corsa 1.000 111.6 com ar KOMBI 95 A = OC + OD + PN + AM + C + MAN Potência (HP) 6 5 Assim.35 4.32 25.61 7.40 3.000 2.35 CUSTO HORÁRIO DE UTILIZAÇÃO DE EQUIPAMENTOS jan-02 Improdutivo 20.62 2.000.32 105 .126.35 23.220 + R$ 1.juros (J) = J = (Va x i) ÷ 12. lavagem (LAV) = preço de uma lavagem x quantidade por KMM. 4.37 11. licenciamento (LIC) = (preço do IPVA + seguro obrigatório) ÷ 12.25 Valor de Deprecia Manuten ção e Aquisição ção Juros (R$) 12.000.19 VEÍCULOS DE PASSEIO E DE CARGA 16.26 13.25 35.26 3.50 7.000 2. onde: x = distância de transporte 104 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.00 19.35 OPERAÇÃO Material 24.00 3.000 126.00 2.35 4.99 20.97 6.13 41.00 2.

0000048 500.91 9.009 0.VP * K ) * KMM MOT = SALÁRIO * LEIS SOCIAIS D = ( 0.308 D = ( 0.) / Vida Útil ) * KMM AM =(Preço Amortecedores / Vida Útil ) * KMM M = ( VA .00 12 1 5 10 3 0 5.000 CÁLCULO DO CUSTO POR KM DE VEÍCULOS Veículo : GOL 1000 i DATA : jan/02 DATA : DO VEÍCULO jan/02 DADOS ELEMENTARES DO VEÍCULO DADOS BÁSICOS QUANTIDADE VIDA ÚTIL 3.00 27.013 0.000 0.OBRIG.00 740.VP ) / 12 * 5 J = ( VA .093 0.PEÇAS E MANUTENÇÃO MOTORISTA DO CUSTO POR MÊS 155.60 * VA .00 450.200.00 450.00 85% 50.00 40.) / Vida Útil ) * KMM LL = Preço Lavagem * Quantidade P = ((Preço Pneu*Quant.56 CUSTO POR KM SEM MOTORISTA COM MOTORISTA 0.00 40.08 925.000 DADOS BÁSICOS PREÇO ( R$ ) 16. ) / Vida Útil ) * KMM OC = ((Preço óleo*Quant.00 60.50 0.90 0.ANEXO 2 Cálculo do Custo por Mês de Veículos (GOL 1000 i) ANEXO 3 Cálculo do Custo por Km de Veículos (GOL 1000 i) CÁLCULO DO CUSTO POR MÊS DE VEÍCULOS Veículo : GOL 1000 i DADOS ELEMENTARES PREÇO ( R$ ) 16.80 5.000.00 40.007 0.VP ) / 100.50 0.0000048 85% CÁLCULO DEPRECIAÇÃO JUROS LICENCIAMENTO SEGURO TOTAL COMBUSTÍVEL ÓLEO LUBRIFICANTE ÓLEO DO CÂMBIO LAVAGEM E LUBRIFICAÇÃO PNEUS AMORTECEDORES OFICINA.60 * VA .000 0.287.00 QUANTIDADE VIDA ÚTIL 3.80 106 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.000 0 45.00 61.00 1.80 5.VP * i ) / 12 L = ( IPVA + SEG.OBRIG.49 0.003 0.000 1 5 11 3 0 5.000 J = ( VA .00 60.00 490. ) / (12*KMM) ST = SEGURO ANUAL / (12*KMM) OD = Preço Combustível / consumo OL = ( Preço óleo*Quantidade ) / Vida Útil OC = ( Preço óleo*Quantidade ) / Vida Útil LL = ( Preço Lavagem * Quantidade ) / KMM P = ( Preço Pneu*Quantidade ) / Vida Útil AM = Preço Jogo Amortecedores / Vida Útil M = VA * K MOT = ( SALÁRIO * LEIS SOCIAIS ) / KMM ÓLEO LUBRIFICANTE ÓLEO DO CÂMBIO LAVAGEM E LUBRIFICAÇÃO PNEUS AMORTECEDORES OFICINA.180 0.000 50.212.021 0.00 1.00 1.000 0 45.000 Quilometragem Média Mensal Valor de aquisição ( VA ) Taxa de Juros ( i ) % IPVA e Seguro Obrigatório Lavagem e Lubrificação Pneus Combustível Óleo Lubrificante Óleo do Câmbio Seguro Total Anual Jogo de Amortecedores Coeficiente de Manutenção Motorista Quilometragem Média Mensal Valor de aquisição ( VA ) Taxa de Juros ( i ) % IPVA e Seguro Obrigatório Lavagem e Lubrificação Pneus Combustível Óleo Lubrificante Óleo do Câmbio Seguro Total Anual Jogo de Amortecedores Coeficiente de Manutenção Motorista 500.00 20.56 2.200.00 226.67 100.00 0.VP * i ) / 12 * KMM L = ( IPVA + SEG.00 DEPRECIAÇÃO JUROS LICENCIAMENTO SEGURO TOTAL COMBUSTÍVEL CÁLCULO DO CUSTO POR KM 0. ) / 12 ST = SEGURO ANUAL / 12 OD =( Preço Combustível / consumo ) * KMM OL = ((Preço óleo*Quant.075 0.000. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 107 .033 0.00 1.00 12 740.PEÇAS E MANUTENÇÃO MOTORISTA CUSTO POR MÊS SEM MOTORISTA COM MOTORISTA 1.052 0.00 157.

0000048 500 85% 40.83 CUSTO POR MÊS COM MOTORISTA 108 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.00 DJ + MAN + MAT + MO DJ + MAN + MAT + MO DADOS BÁSICOS QUANTIDADE VIDA ÚTIL 2.35 R$2.ANEXO 4 Cálculo do Custo por Mês de Veículos (GOL 1.500 0 35.108.5 MAN = ( R$22.5 MAN = MAT = R$1.500.79 0.245 x HP x PREÇO 1 LITRO GASOLINA HP = 95 PREÇO DO LITRO DE GASOLINA = CÁLCULO DEPRECIAÇÃO JUROS LICENCIAMENTO SEGURO TOTAL COMBUSTÍVEL ÓLEO LUBRIFICANTE ÓLEO DO CÂMBIO LAVAGEM E LUBRIFICAÇÃO PNEUS AMORTECEDORES OFICINA.33 100.00 40.75 x VA .35 R$1.200.00 DJ = MAN = R$2.13 298.43 28.PEÇAS E MANUTENÇÃO MOTORISTA DO CUSTO POR MÊS 387.796.50 249.90 + R$4.00 60.01319 R$22.6 com ar condicionado DADOS ELEMENTARES PREÇO ( R$ ) 25.80 D = ( 0.00 40.500.000 DJ = DATA : DO VEÍCULO jan/02 R$22.83 2.13 0.00 450.) / Vida Útil ) x KMM 0.00 0. ) / 12 ST = SEGURO ANUAL / 12 OD =( Preço Combustível / consumo ) x KMM OL = ((Preço óleo x Quant.000 1 5 7 3 0 3.00 92.200.871.00 1.500.6) CÁLCULO DO CUSTO HORÁRIO DE UM CORSA 1.00 / ( 2000 x 5)) x 0.97 ( PREÇO DO VEÍCULO / h x n ) x K h = n = K = 2000 5 0.34 R$2.01319 x 0.00 1.OBRIG.VP ) x i ) / 12 L = ( IPVA + SEG.80 5.86 11.50 0.00 642.90 SALÁRIO x ENCARGOS SOCIAIS ( Tabela 3 ) LL = Preço Lavagem x Quantidade P = ((Preço Pneu x Quant.00 12 1.00 21.VP ) / 48 J = ( ( VA .32 R$4.35 CUSTO HORÁRIO ( PRODUTIVO ) = CUSTO HORÁRIO ( PRODUTIVO ) = CUSTO HORÁRIO ( IMPRODUTIVO ) = CUSTO HORÁRIO ( IMPRODUTIVO ) = M = ( ( VA .97 + R$50. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 109 .13 + R$41.00 MAT = R$1.6 PREÇO DO VEÍCULO : CHUE ( PRODUTIVO ) CHUE ( IMPRODUTIVO ) DJ = = = CÁLCULO DO CUSTO POR MÊS DE VEÍCULOS Veículo : GOL 1.6 com ar-condicionado) ANEXO 5 Cálculo do Custo Horário (CORSA 1.500 Quilometragem Média Mensal Valor de aquisição ( VA ) Taxa de Juros ( i ) % IPVA e Seguro Obrigatório Lavagem e Lubrificação Pneus Combustível Óleo Lubrificante Óleo do Câmbio Seguro Total Anual Jogo de Amortecedores Coeficiente de Manutenção Motorista dj x PREÇO DO VEÍCULO / 100 dj = 0.245 x 95 x 1.80 MAT = MO = R$41. ) / Vida Útil ) x KMM OC = ((Preço óleo x Quant.) / Vida Útil ) x KMM AM =(Preço Amortecedores / Vida Útil ) x KMM MO = R$4.80 925.VP ) x K ) x KMM MOT = SALÁRIO x LEIS SOCIAIS SEM MOTORISTA 1.97 + R$7.

equipamentos (aquisição.00 12% 740. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias . O custo de serviços de consultoria é dividido nas seguintes parcelas: • • • • • • • 152.CÂMBIO ) / VIDA ÚTIL PNEUS ( QUANT.00 1. O. frete e impostos).50 0. embalagem. encargos sociais.00 1.U.U. benefícios e vale transporte). CÂMBIO CAPACIDADE TANQUE DE ÓLEO CÂMBIO MOTORISTA MOTORISTA V.ANEXO 6 Cálculo do Custo por Mês e por Km (GOL 1000) GOL 1000 ENTRADA DE DADOS QULOMETRAGEM MÉDIA MENSAL VA VALOR DE AQUISIÇÃO I TAXA DE JUROS IPVA IPVA E SEGURO OBRIGATÓRIO LAVAGEM LAVAGEM E LUBRIFICAÇÃO PNEU PNEU D COMBUSTÍVEL OL ÓLEO LUBRIFICANTE OC ÓLEO DO CÂMBIO SEGURO SEGURO TOTAL AMORTEC TROCA DE AMORTECEDORES K COEFICIENTE DE MANUTENÇÃO CONSUMO CONSUMO DE COMBUSTÍVEL QUANT.CÂMBIO VIDA ÚTIL ÓLEO CÂMBIO V. Entretanto.126. 111 110 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. Nossa intenção é apresentar em separado o custo de produção e as taxas e impostos.00 60. VIDA ÚTIL PNEU KM R$ % R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ L / KM UNID L L MÊS KM KM KM KM 8 3.200.000. Os valores encontrados representam médias de mercado e o que não pode é o tema passar desapercebido pelo Engenheiro de Custos em vista de sua importância.50 5.00 0.0000048 10. seguros e custo financeiro.00 0.007 0.000.AMORTEC VIDA ÚTIL AMORTECEDORES V.000 15. embalagem. sua importância para o Engenheiro de Custos.67 40.00 619.00 IMPOSTOS NOS SERVIÇOS DE CONSULTORIA CÁLCULO DO CUSTO MENSAL DEPRECIAÇÃO D = ( VA x 0.00 619.130 0. PNEUS QUANTIDADE DE PNEUS CAPACIDADE CAPACIDADE TANQUE DE ÓLEO LUBR.00 40. O. impostos.U.80 152. lembramos que tratamos do assunto de forma sucinta. VIDA ÚTIL ÓLEO LUBRIFICANTE V.00 50.77 CÁLCULO DO CUSTO POR KM SUBTOTAL MENSAL ( B ) ÓLEO LUBRIFICANTE ( OL x CAPACIDADE ) / VIDA ÚTIL ÓLEO DE CÂMBIO ( OC x CAP. x PNEU ) / VIDA ÚTIL AMORTEDORES ( PREÇO DO JOGO / VIDA ÚTIL ) COMBUSTÍVEL ( C / CONSUMO ) MANUTENÇÃO M = VA x K 0.00 5 3.00 350.50 100. impostos de importação e taxas alfandegárias (não serão considerados neste capítulo por serem específicos de poucas atividades).00 45.280.30 4. frete e impostos). emolumentos e taxas. assim discriminados: • SUBTOTAL POR KM ( A ) 0. materiais (aquisição.0 MOTORISTA ( SALÁRIO X ENCARGOS SOCIAIS ) SEGURO TOTAL ST = ( SEGURO ) / 12 O intuito deste capítulo é demonstrar o elevado custo tributário de serviços de engenharia consultiva. CAP. envolvendo todos os materiais e todas as atividades necessárias ao processamento dos mesmos. O.80 61.220 Custo de Produção – que são formados no desenvolvimento das atividades de produção dos produtos e/ou serviços.000 0.003 0.6 ) / ( 12 x 5 ) JUROS J = ( VA x i ) / 12 LICENCIAMENTO L = ( IPVA ) / 12 LAVAGEM LAV = LAVAGEM x 1.007 0. e portanto.00 0.U.073 mão de obra (salários.LUBR.PNEU.000.00 1.

por ser de maior relevância.ICMS. utensílios e máquinas estáticas ou móveis empregadas no serviço. Contribuição Provisória sobre a Movimentação Financeira – CPMF. Entretanto. apenas. • Equipamento – se incluem as ferramentas manuais. Imposto sobre Serviços – ISS. Como desejamos obter separadamente o custo de produção e dos Paulo Roberto Vilela Dias 113 c) 112 . que trabalham diretamente na execução do serviço (topógrafos.00 100. Contribuição Social sobre o Lucro Líquido . (correio) e) Consideraremos. 5. 4. COFINS. sondas. o item denominado de imposto no âmbito deste estudo. Empresas e Profissionais Resta calcular os percentuais de impostos a serem aplicados sobre a MÃO DE OBRA. Imposto de Circulação de Mercadorias e Serviços . • Mão de Obra – incluem-se serviços de profissionais. IMPOSTOS SOBRE O FATURAMENTO (Nota Fiscal) É necessário considerar em separado os Impostos sobre a Nota Fiscal. cadistas. energia e etc) Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. Taxa – tributo exigido pelo uso normal de serviços públicos.35 12. (água. em: DESCRIÇÃO MÃO DE OBRA EQUIPAMENTOS MATERIAIS IMPOSTOS S/ A NOTA FISCAL LUCRO TOTAL % 63. mestre de obra. engenheiros.65 10. microcomputadores e periféricos. • d) Emolumento – Remuneração especial por ato praticado por servidor público. são os seguintes: Materiais – produtos acabados (papel para impressora ou plotter. laboratoristas. Imposto de Renda Retido na Fonte – IRRF. o construtor não pode deixar de incluir nos seus custos de serviços e obras os demais custos tributários.Os insumos de produção considerados. RATEIO DO CUSTO TOTAL DOS SERVIÇOS DE CONSULTORIA Aceitamos que o custo de serviços de consultoria de engenharia se divide. especializados ou não. principalmente. material de escritório e etc). equipamentos de topografia e laboratório. • Custos Tributários – são gastos realizados para atender às imposições legais dos seguintes tipos: Tributos – aquilo que se é obrigado a pagar. (registro de documentos.00 Estes custos estão tratados adequadamente nos Capítulos 3.CSLL e outros. esgoto. pessoal técnico e administrativo e etc). 6 e 7 deste livro.00 4. face sua aplicação (sobre o preço final do serviço) e sua relevância. a) b) • • • • • • • • • Imposto de Produtos Industrializados – IPI.00 10. no valor dos mesmos. legalização de terreno e imóveis e etc) Tarifa – valor fixado para o transporte de uma unidade de carga a uma certa distância. Entre outros. PIS. Imposto – tributo devido ao Estado para o sustento das despesas públicas. EQUIPAMENTOS e MATERIAIS.

IMPOSTOS SOBRE A MÃO DE OBRA Os impostos sobre a mão de obra são conhecidos como encargos sociais.impostos. conforme descrito a seguir: IMPOSTOS SOBRE O FATURAMENTO DESCRIÇÃO ISS COFINS PIS CPMF (*) I.04% 2. É importante salientar. de acordo com o que fizemos. a carga tributária será sempre muito próxima do valor encontrado. sobre a mão de obra. os seguintes impostos: • CÁLCULO DA CARGA TRIBUTÁRIA SOBRE SERVIÇOS DE ENHENHARIA CONSULTIVA Podemos montar o quadro a seguir que demonstra que a carga tributária em serviços de engenharia consultiva de projetos na Cidade do Rio de Janeiro é de aproximadamente 45. não representa nenhum erro para o orçamento final. No Rio de janeiro e São Paulo corresponde nesta data a 18% para a grande maioria dos materiais envolvidos nos serviços selecionados neste estudo.35 12. Portanto.8% de impostos.65 10 Percentual de impostos 47. portanto varia de estado para estado. entretanto. seja qual for a metodologia e o grau de precisão adotado em estudo deste tipo. conforme planilha anexa.69% 12. e deduzimos que os impostos sobre a nota fiscal somam aproximadamente 11.23% • Impostos sobre a Circulação de Mercadorias e Serviços – ICMS. IMPOSTOS SOBRE OS EQUIPAMENTOS E MATERIAIS Considerou-se os impostos sobre o valor de aquisição dos equipamentos e sobre os materiais utilizados nestes serviços. RENDA CONTRIBUIÇÃO SOCIAL TOTAL % 5 (Valor de Projeto na Cidade do Rio de Janeiro) 3 0. estes são divididos em impostos (pagamentos ao governo) e salário indireto do profissional. Assim. que é de âmbito estadual. Empresas e Profissionais 114 Paulo Roberto Vilela Dias 115 . Consideramos que a mesma deva ser calculada sobre o preço de venda.11% 1. que é de origem federal e seu percentual varia de acordo com o produto e Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.23%. dentro dos encargos sociais.65 0.65% 0. IMPOSTOS INCIDENTES SOBRE SERVIÇOS DA ENGENHARIA CONSULTIVA (PROJETOS NA CIDADE DO RIO DE JANEIRO) DESCRIÇÃO Mão de Obra Equipamentos Materiais Impostos sobre a Nota Fiscal Lucro Previsto TOTAL Participação no custo 63 4 10. consideraremos em média. pois.8 26 26 100 0 Impostos 30.2 (Lucro Presumido) 1. os seguintes valores: IMPOSTOS SOBRE EQUIPAMENTOS E MATERIAIS DESCRIÇÃO IPI ICMS TOTAL % 8% 18% 26% (*) Pode-se discutir se a CPMF é calculada sobre o custo ou sobre o preço de venda dos serviços. encontramos 47.49% Imposto sobre Produtos Industrializados – IPI.00% 46.0 (Lucro Presumido) 11.38 1.34% do preço de venda do serviço.

D .3 28.0 17.5 1. FGTS Salário Maternidade Repouso Semanal Remunerad Férias Feriados Aviso Prévio Trabalhado Aviso Prévio Indenizado Auxílio-Enfermidade Licença Paternidade H 13º Salário Depós. Preço Unitário de Venda = Custo Unitário Direto x Paulo Roberto Vilela Dias K 117 116 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. Estes são considerados os custos diretos que necessariamente estão apresentados na planilha de quantidades da proposta de preço e podem ser divididos em pessoal. como também. Sem Justa Causa IAPAS sobre o 13º salário FGTS sobre 13ºSalário SUB-TOTAIS DOS GRUPOS IMPOSTOS Incidência Cumulativa do Grupo A sobre o Grupo B TOTAL CALCULADO 37.0 11.9 1.0 0.6 6.8 59. O método ora apresentado pode ser adotado tanto para o cálculo do preço de venda de serviços pelas empresas. materiais.IMPOSTOS INCIDENTES SOBRE A MÃO DE OBRA CÓDIGO DESCRIÇÃO Dados Básicos Para Cálculo dos Dias Efetivamente Trabalhados (para salário/hora): A B C D E F G Dias Por Ano Domingos Domingos de Férias Dias de Enfermidade Férias Feriados Resultado IAPAS SESI / SESC SENAI / SESC INCRA SEBRAE Salário Educação Seguro Contra AcidentesTrab.9 0. ou seja.4 0.(B .6 2.4 1.8 4. conclui-se que o melhor método a ser adotado é o do coeficiente multiplicador e de acordo com a fórmula apresentada adiante. após árdua pesquisa em bibliografias existentes sobre o assunto. exige o conhecimento e a definição de todos os insumos necessários a adequada execução do escopo do trabalho. a fase mais delicada do fluxograma do método de cálculo do preço de venda de serviços de engenharia e arquitetura é exatamente a de se definir os itens de custo que compõem o serviço.2 0. Assim. Portanto. bem como. por profissionais autônomos em trabalhos individuais ou mesmo quando estes agregam outros trabalhadores em seu serviço. equipamentos e serviços. O método adotado considera preliminarmente a elaboração da planilha de quantidades e de serviços. entretanto.8 365 52 4 5 30 12 270 (A .9 17.4 2.9 1.1 47.E .5 Incidente sobre a Hora Normal GRUPO A GRUPO B GRUPO C 9 FÓRMULA DE CÁLCULO DO PREÇO DE VENDA DE SERVIÇOS DE ENGENHARIA E ARQUITETURA São muitas as maneiras e as fórmulas de cálculo do preço de venda de serviços de engenharia e arquitetura. Resc.8 14.8 1. Para se determinar o preço unitário de venda deve-se multiplicar o custo unitário direto pelo fator multiplicador “K”.C) . exigindo bastante experiência do profissional de custos.5 3.0 0. junto às empresas prestadoras de serviços e à própria experiência na elaboração de propostas de preços.0 8. Empresas e Profissionais .1 4.0 1.F) 20.

EF é o percentual que representa a correção da moeda entre as datas de desembolso e encaixe de recebimentos específicos de cada contrato. Podemos ter vários multiplicadores “K”. 118 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. equipamentos e programas de informática e etc. serve para remunerar as despesas com a administração central (pessoal da diretoria.Enquanto que a incidência dos custos indiretos se fará pela determinação de um coeficiente multiplicador que se denominará de “K”. emissão de relatórios. materiais diversos. financeiro e de apoio da sede. comercial. encargos sociais. equipamentos e veículos fixos. sempre que não remunerado diretamente pelo contrato). em porcentagem ao mês. qualquer outro custo indireto existente para a perfeita execução do contrato. viagens e diárias. 9. aplicável sobre custos reembolsáveis. ou ainda. Pode-se considerar.1 ] x 100 K é o multiplicador correspondente aos custos indiretos a ser aplicado sobre as despesas diretas. Ressalvamos que. corresponde a inclusão dos custos com pagamentos dos seguintes impostos: Paulo Roberto Vilela Dias 119 . Estão incluídas despesas do tipo: uniformes. material de segurança (EPI). taxas.1 FÓRMULA DE CÁLCULO (K) A fórmula de cálculo do preço de venda de serviços profissionais de engenharia e arquitetura para a metodologia que sugerimos é a apresentada a seguir: K = [ ( 1 + ES ) ( 1 + EC + AC + EF ) ] ÷ [ ( 1 – ( I + L ) ] onde: conforme definido no Capítulo 3. • • outros. emolumentos e seguros. vale transporte. n é o número de dias decorrido entre o centro de gravidade dos desembolsos e a efetivação do recebimento contratual I é o percentual que representa os impostos sobre o faturamento bruto do contrato. energia. vale refeição. aluguéis e manutenção destes. conforme contrato. estes itens de custo não podem estar integrando a planilha de quantidades da proposta. a parcela referente a ES. outrossim. comunicações. ou seja. EC é o percentual que representa a incidência de encargos complementares sobre a massa salarial. telefonia e etc). como encargos complementares. materiais de consumo e tudo aquilo que se necessite adotar para executar bem o contrato. ainda. Entretanto. instalações e mobiliário. pequenas despesas. De um modo geral poderemos ter os seguintes tipos de multiplicadores “K”: aplicável sobre a mão de obra. ES é o percentual que representa a incidência de encargos sociais a serem aplicados exclusivamente sobre as despesas referentes à salários de profissionais regidos pela CLT – Consolidação das Leis do Trabalho. só existirá para o caso de multiplicador sobre salários. seguro saúde. poderemos adotar vários coeficientes multiplicadores por proposta de preços. pela alteração dos custos indiretos incidentes a considerar sobre os custos diretos. telecomunicações. mobiliário. setor administrativo. gastos com comercialização e aprimoramento técnico e utilidades (água. • • No Capítulo 1 estão apresentados o roteiro de cálculo e o fluxograma do cálculo do preço de venda de serviços de engenharia e arquitetura. AC é o percentual que representa a relação entre o custo da sede e o custo total da empresa. pode ser adotada a seguinte fórmula: EF = [ ( 1 + t / 100 ) n ÷ onde: 30 . Empresas e Profissionais t é a taxa de juros de mercado ou de correção monetária. sempre em função do tipo de custo direto envolvido. aplicável sobre despesas gerais ( qualquer despesa a ser efetuada que não exija o pagamento de encargos sociais).

em função do regime tributário escolhido pela empresa consultora. a priori. PIS. em contratos de pequeno valor é essencial que se considere. ou seja.65%. IMPOSTOS SOBRE SERVIÇO. • • CONTRIBUIÇÃO SOBRE O LUCRO LÍQUIDO. principalmente. Insistimos que o LUCRO é estimado sobre o faturamento bruto do contrato.718/98. tornando-a assim: K = [ ( 1 + EC + AC + EF ) ] ÷ [ ( 1 – ( I + L ) ] A fórmula apresentada pode ser adotada da seguinte maneira: K = [ ( 1 + EC + EF ) ] ÷ [ ( 1 – ( I + L + AC ) ] Desta maneira estaremos definind-o que o percentual referente à administração central adotado está sendo aplicado sobre o preço de venda. imposto federal. que corresponde ao pagamento de 4.00 por mês. CPMF. Portanto. Aconselhamos que o orçamentista consulte a área contábil da empresa a fim de adotar adequadamente os valores dos impostos L é o LUCRO ESTIMADO sobre o faturamento bruto do contrato. Desta forma. A mesma sistemática pode ser aplicada à fórmula original a ser calculada para mão de obra. Caso contrário. devemos suprimir da fórmula apresentada o termo referente aos encargos sociais. deverão ser descontados o imposto de renda e os demais impostos incidentes sobre o contrato.8% sobre o faturamento bruto ou • lucro real. deve-se levar em conta o fato de sua aplicação ter sido realizada sobre o custo dos serviços. que apresenta quatro alternativas de pagamento. COFINS. corresponde nesta data a 0.38%. O que exceder a este valor haverá uma tributação de 25%. deve ser definido pela empresa em cada caso. impostos federal e cujo valor nesta data é de 3%. excetuando-se pessoal. da maneira como apresentamos anteriormente. que corresponde a 15% sobre o lucro real apurado inferior a R$ 20. bem como. Ressaltamos que. o valor observado não será o real.ISS. pois. se temos o LUCRO no numerador estamos definindoo sobre o custo e. sua inclusão é discutível. imposto federal. imposto federal. os valores de “K” só serão identificados após o cálculo da fórmula com a adoção dos dados conhecidos em cada proposta de preços. conforme a Lei Nº 9. Empresas e Profissionais Não aceitamos que se considere o LUCRO no numerador da fração. que é um imposto municipal e em função da atividade profissional exercida. ainda. o valor mostrado para o lucro representará efetivamente o lucro líquido do contrato. que é o valor definido na fórmula de cálculo do preço de venda. Paulo Roberto Vilela Dias 121 . deverá ser considerado no denominador da fração que determina a fórmula de cálculo do preço de venda do serviço. uma vez que entendemos ser correto que este deve ser calculado sobre o faturamento. quando a parcela relativa ao lucro estiver no numerador da fração. Isto é. De acordo com a MEDIDA PROVISÓRIA Nº 1. que corresponde nesta data a 9% sobre o lucro líquido. No caso dos insumos. entretanto. IMPOSTO DE RENDA. que corresponde nesta data a 0. não se podem definir valores fixos ou médios para os coeficientes multiplicadores. o valor indicado na realidade não representa o valor que realmente será obtido ao final do contrato.858-10 datada de 26/10/ 99. portanto. ou seja: simples lucro presumido ou lucro arbitrado. segundo a metodologia exposta nesta publicação.000. não pode mais haver dedução deste imposto sobre o COFINS. 120 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.

F) 8%. Prestação de serviços de transporte. C) 16%. neste momento. prerrogativa para que empresas de engenharia se enquadrem nesta forma de tributação. Paulo Roberto Vilela Dias 123 .8%. devido sobre a receita operacional (faturamento + demais receitas operacionais (financeira e etc)) e equivale a 3% sobre o faturamento. conforme o caso. ESTUDO DE UM CASO É muito importante que os engenheiros de custo ao elaborarem suas propostas de preços de serviços de engenharia e arquitetura considerem a incidência de tributos explicitamente. E) 8%.2 EXEMPLO DE CÁLCULO DA INCIDÊNCIA DE IMPOSTOS SOBRE O FATURAMENTO. Atividades imobiliárias. exceto o de carga que é de 8%. empresas de engenharia de construção que optem por esta modalidade de tributação pagarão 1. e equivale a 9% sobre o lucro líquido. acima) e sendo a alíquota do IR de 15%. B) 1.Imposto de Renda . Administração de obras. da seguinte maneira: Considerando-se o percentual como igual a 8% (letra F.Imposto sobre Serviço: É de origem municipal e para gerenciamento de empreendimentos na Cidade do Rio de Janeiro equivale a 5% sobre o faturamento. o valor do ISS. COFINS: Imposto federal.2% Para empresas de engenharia consultiva o IR é igual a 4.2% de IR sobre o valor da nota fiscal.6%. álcool etílico carburante e gás natural.65% sobre o faturamento.718. Algumas entidades de classe de construtoras têm obtido mandados de segurança garantindo esta modalidade de regime tributário aos seus associados. PIS: Imposto federal devido sobre a receita operacional (faturamento + demais receitas operacionais (financeira e etc)) e equivale a 0. o pagamento é devido trimestralmente. são: ISS . temos: IR: 8% x 15% = 1. As pessoas jurídicas com fins lucrativos estão sujeitas ao pagamento do Imposto de Renda por um dos seguintes regimes: 122 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. são os seguintes: A) 8%.Contribuição Social Sobre o Lucro Líquido: Imposto federal. Lucro Presumido ou Arbitrado Os percentuais fixados no artigo 15 da Lei 9249/95. Empreitada global. IR . para quem optar pelo Lucro Presumido ou Arbitrado. de combustíveis derivados de petróleo. o pagamento é devido sempre no início do mês seguinte ao fato gerador. Lei 9. Prestação de demais serviços. D) 32%.Pessoa Jurídica: O Imposto de Renda e a Contribuição Social podem ser aplicados sobre a nota fiscal das obras (lucro presumido ou arbitrado) ou sobre o balanço mensal da empresa (lucro real) de acordo com o regime tributário escolhido pela construtora. o pagamento é devido sempre no início do mês seguinte ao fato gerador. o pagamento é devido no início do mês subsequente ao da emissão da nota fiscal.9. função do regime tributário escolhido pela empresa. conforme demonstrado a seguir. Venda de mercadorias e produtos. Deve-se identificar no município sede da empresa ou no de realização dos serviços. quando tributado sobre o lucro presumido (letra D = 32%). Revenda para consumo. Os impostos a serem incluídos sobre o faturamento. G) 32%. Empresas e Profissionais Lucro Real • Lucro Presumido • Lucro Arbitrado • Simples • Simples Existe. CSLL . Por exemplo.

................. O pagamento do IR é trimestral.50 0...00 Receita Financeira .000...000. R$ 120..... seguindo os semestres civis...000.00 9% R$ 55..... ...... Alíquota A alíquota é de 9% para o ano 2000................. a Contribuição Social sobre o Lucro Líquido não pode mais ser deduzida do COFINS... R$ 90.43% (1) Cálculo da percentagem considerando-se o lucro igual a 10% OBS: A vantagem de se adotar o cálculo dos impostos conforme exposto anteriormente é que o lucro previsto...000......00 0.. fez-se provisão para pagamento do IR e da CSLL.000.....Contribuição Provisória Sobre a Movimentação Financeira: Imposto sobre a emissão de cheques bancários....800...000...00 por mês.000.... R$ 620. R$ 1......38 11...... CONTRIBUIÇÃO SOCIAL SOBRE O LUCRO A base de cálculo da Contribuição Social sobre o lucro das pessoas jurídicas com fins lucrativos é: Tributados pelo Lucro Presumido ou Arbitrado é de 12% sobre a Receita Bruta e de 100% sobre as demais receitas Operacionais (Financeiras e etc).. Exemplo de Cálculo: Lucro do exercício ....00 3.......... uma vez que o cálculo do IR deve ser por mês...........90 1.....Lucro Real Como o próprio título define a tributação incidirá para lucro efetivo da empresa (ajustado pelas adições e exclusões permitidas e leis)..... 15% .000.............000...000..... R$ 1. Alíquota ....... R$ 500.....00 .. para o lucro excedente à R$ 20....... para lucro da empresa até R$ 20............... tem sua extinção prevista para 16/06/2002.... isto é.00 O pagamento da CSLL é trimestral..... seguindo os semestres civis...00 100% sobre R$ 500. da mesma forma que o IR..00 Alíquota da CSLL ..000... 9% Valor da CSLL a pagar .000. 25% .. assim temos: Receita Bruta das obras por empreitada .... Obs: A Lei define apenas o lucro anual R$ 240......00 ........38%........ Desta maneira...........................000..00 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.000...........00 Base de Cálculo: 12% sobre R$ 1.. de acordo com a MP 1858-10 de 26/10/99.... no caso 10%........ Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 125 ....000... R$ 500..65 0.. a forma correta de se calcular a incidência de impostos nos custos das obras é a seguinte: DESCRIÇÃO ISS COFINS PIS CSLL (1) ( 10% x 9% ) IR (1) ( 10% x 15% ) CPMF TOTAL % 5.. corresponderá efetivamente ao lucro real.........00.00 Total Alíquota da CSL Valor da CSL a pagar 124 Tributados pelo Lucro Real é de 9% sobre o lucro... CPMF ......... a conversão para mensal é nossa....00 por mês.. e corresponde a 0...

lucro = 4% = 0. Considerar os seguintes dados: . lucro presumido para projetos = 1.8%. O regime tributário da empresa é o de lucro presumido.encargos financeiros = 1% . sendo que todas as despesas decorrentes do contrato correrão por conta do licitante.administração central = 10% .65% = 4. por preço global.encargos sociais = 87% .10 EXEMPLOS PRÁTICOS EXERCÍCIO Nº 1: Seja calcular o orçamento de um projeto básico.impostos: ISS PIS IR CSLL .08% = 10% COFINS = 3% Paulo Roberto Vilela Dias 127 .

0776 0.00 Meses 6 6 6 6 2 2 6 6 6 6 Custo Unitário Total 2) FÓRMULAS DE CÁLCULO DO K 2.71 Paulo Roberto Vilela Dias 129 .53% ISS COFINS Quantidade 1 2 1 15 25 200 36 3 Meses 6 6 2 6 6 6 6 6 Custo Unitário Total = 4.0776 1 – 0.00% Veículo de passeio Microcomputador e impressora Teodolito.53% b) Despesas Gerais Descrição PIS IR CSLL Total L = 10.7665 b.00% = 0.65% = 4.80% = 1. trena e etc Plotagens Cópias A1 Cópias xerox A4 Fotos Encadernações TOTAL DE CUSTO DAS DESPESAS GERAIS K mo = (1 + 0.00 1.7168 K mo = 2.00% = 13.08% = 13.10) = 2.00 1.00 2.1) Ensaios Tecnológicos Descrição Ensaios tecnológicos TOTAL GERAL DO ORÇAMENTO 128 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.00 1.10 + 0.00 1.1) K sobre a mão-de-obra: K mo = (1 + ES) (1 + EC + AC + EF) 1 – (I + L) Exemplo do cálculo do K: ES AC EF I = 87.2335 = 2.50 1.00 1.00% = 10.00% = 3.00 1.25 0.00% = 1. Empresas e Profissionais K mo Quantidade 1 Meses 3 Custo Unitário Total = 2.1) PLANILHA DE QUANTIDADES a) Mão-de-Obra Descrição Coordenador de contrato Engº médio Engº junior Técnico médio Topógrafo Auxiliar de topografia Cadista Operador de micro Secretária Mensageiro TOTAL DE CUSTO DE MÃO-DE-OBRA Quantidade 0.1335 + 0.01) 1 – (0.87) (1 + 0.

317.00 7.00 TOTAL DE CUSTO DE MÃO-DE-OBRA Coordenador de contrato 0.500.626.00 0.000.00 3.11 0.00 19.00 9.219.800.200. Exemplo: K mo = (1 + 0.710.00 5.01) 1 – (0.794. ou seja.512.00 3.00 Operador de micro 1.252.00 Auxiliar de topografia 2.25 Engº médio 0.817.00 540.000.50 Engº junior 1.500.400.00 TOTAL DE CUSTO DE MÃO-DE-OBRA 130 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.504.00 Auxiliar de topografia 2.44814 b) Despesas Gerais Descrição Quantidade Meses 6 6 2 6 6 6 6 6 Custo Unitário Total 2.00 Cadista 1.00 1.700.00 300.200. qualquer item de custo direto exceto salários.00 6.20 240.00 Mensageiro 1.00 350.252.400.794.00 600.00 Coordenador de contrato 0.260.00 22.700.000.00 4.00 6.00 3. corresponde ao multiplicador referente aos custos indiretos incidentes sobre as despesas gerais.00 2.00 16. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 131 .992.00 1.00 2.00 1.00 Mensageiro 1.065.092.000.00 24.00 28.00 1.00 1.50 Engº junior 1.00 a) Mão-de-Obra Descrição Quantidade Meses 6 6 6 6 2 2 6 6 6 6 Custo Unitário Total 16.00 6.00 250.00 75.756.7665 = 1.00 15.00 Secretária 1.500.00 9.45 Ensaios tecnológicos TOTAL GERAL DO ORÇAMENTO 3) PLANILHA DE CUSTO 4) PLANILHA DE VENDA a) Mão-de-obra Descrição Quantidade Meses 6 6 6 6 2 2 6 6 6 6 Custo Unitário Total 6.200.00 Técnico médio 1.260.00 Secretária 1.00 450.00 2.00 600.00 750.390.00 Operador de micro 1.200.2) K sobre Despesas Gerais (1 + AC + EF) 1 – (I + L) K DG = Multiplicador de Despesas Gerais.400.1335 + 0.00 677.00 1.2.00 Topógrafo 1.00 K DG = Veículo de passeio 1 Microcomputador e impressora 2 Teodolito.764.00 1.00 400.50 7.00 3.1) Ensaios Tecnológicos Descrição Quantidade 1 Meses 3 Custo Unitário Total 400.00 3.00 Técnico médio 1.25 Engº médio 0.10 + 0.500.00 22.00 10.50 4.455.00 Cadista 1.600.00 54.00 1.00 142.00 Topógrafo 1.50 3. trena e etc 1 Plotagens 15 Cópias A1 25 Cópias xerox A4 200 Fotos 36 Encadernações 3 TOTAL DE CUSTO DAS DESPESAS GERAIS b.400.10) = 1.00 9.50 108.00 K DG = 1.485.00 8.00 0.000.00 3.00 52.00 1.00 948.

70 783. Considerar as mesmas condições do exercício anterior.25 1.40 1) PLANILHA DE QUANTIDADES a) Mão-de-Obra Descrição Coordenador de contrato Engº médio Engº junior Técnico médio Topógrafo Auxiliar de topografia Cadista Operador de micro Secretária Mensageiro TOTAL DE CUSTO DE MÃO-DE-OBRA Quantidade 0.29 348. por preço global.00 1.00 1.25 0.00 6.50 0.750.40 b) Despesas Gerais Descrição Quantidade 1 2 1 15 25 200 36 3 Meses 6 6 2 6 6 6 6 6 Custo Unitário Total Ensaios tecnológicos TOTAL GERAL DO ORÇAMENTO EXERCÍCIO Nº 2: Seja calcular o orçamento de um projeto básico.960.00 1.00 21.033. trena e etc Plotagens Cópias A1 Cópias xerox A4 Fotos Encadernações TOTAL DE CUSTO DAS DESPESAS GERAIS b.00 435. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 133 .590.35 78. Veículo de passeio Microcomputador e impressora Teodolito.50 1. trena e etc 1 Plotagens 15 Cópias A1 25 Cópias xerox A4 200 Fotos 36 Encadernações 3 TOTAL DE CUSTO DAS DESPESAS GERAIS b.00 580.00 176.087.00 7.00 1.b) Despesas Gerais Descrição Quantidade Meses 6 6 2 6 6 6 6 6 Custo Unitário Total 3.00 1.1) Ensaios Tecnológicos Descrição Ensaios tecnológicos TOTAL GERAL DO ORÇAMENTO Quantidade 1 Meses 3 Custo Unitário Total 132 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.00 4.00 1.73 156.740.00 2.625.00 870.00 1.30 32. enquanto que as demais serão reembolsadas pelo contratante (ensaios tecnológicos).00 0.1) Ensaios Tecnológicos Descrição Quantidade 1 Meses 3 Custo Unitário Total 580.00 Meses 6 6 6 6 2 2 6 6 6 6 Custo Unitário Total Veículo de passeio 1 Microcomputador e impressora 2 Teodolito. sendo as despesas de pessoal e gerais por conta do licitante.00 8.

2) K sobre Despesas Gerais: K DG = (1 + AC + EF) 1 – (I + L) K DG = Multiplicador de Despesas Gerais.22 134 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.45 2.7168 K mo = 2.10) = 1.11 0. corresponde ao multiplicador referente aos custos indiretos incidentes sobre as despesas gerais. qualquer item de custo direto exceto salários.80% = 1.4515 K DG = 1.10 + 0. qualquer item de custo direto exceto salários.0776 1 – 0.00% EF = 1.10) (1 – 0.1335 + 0.87) (1+ 0.2) FÓRMULAS DE CÁLCULO DO K 2.01) 1 – (0.2335 2.00% = 4.1 0.0776 0.7665 K DG = 1.00% I = 13.00% AC = 10.9 K mo = (1 + 0.00% = 3.10) = 1.53% K DC = K DG = (1 + 0.53% ISS COFINS PIS IR CSLL TOTAL L = 10.00% = 0.10 + 0.1335 + 0.10) = = K mo = 2.08% = 13.65% = 4.01) 1 – (0. corresponde ao multiplicador referente aos custos indiretos incidentes sobre as despesas efetuadas diretamente pelo cliente.7665 K DC = Multiplicador de Despesas do Cliente. ou seja.1) K sobre a mão-de-obra: Exemplo do cálculo do K: K mo = (1 + ES) (1 + EC + AC + EF) 1 – (I + L) 2.222222 K DC = 1.71 K DC = 1. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 135 . K mo = (1 + 0. ou seja. pagos pelo próprio cliente. Exemplo: ES = 87.3) K sobre Despesas Efetuadas pelo Cliente (1 + AC) (I – L) 2.

00 Operador de micro 1.73 156.50 108.00 10.00 TOTAL DE CUSTO DE MÃO-DE-OBRA b) Despesas Gerais Descrição Quantidade Meses 6 6 2 6 6 6 6 6 Custo Unitário Total 3.00 3.00 5.390.30 32.00 400.455.00 1.00 21.219.260.00 9.000.626.800.40 Coordenador de contrato 0.00 540.25 1.00 6 Secretária 1.200.00 3.00 350.00 175. trena e etc 1 Plotagens 15 Cópias A1 25 Cópias xerox A4 200 Fotos 36 Encadernações 3 TOTAL DE CUSTO DAS DESPESAS GERAIS K DG TOTAL DE PREÇO DAS DESPESAS GERAIS Coordenador de contrato 0.200.00 3.092.817.00 Secretária 1.00 677.00 1.400.750.00 24.033.3) PLANILHA DE CUSTO a) Mão-de-Obra Descrição Quantidade Meses Custo Unitário Total 6.00 Topógrafo 1.00 580.00 9.00 2.35 78.00 1.625.71 142.00 1.00 1.400.00 6.500.22 264.00 22.00 4.00 19.504.260.00 b) Despesas Gerais Descrição Quantidade Meses 6 6 2 6 6 6 6 6 Custo Unitário Total 2.00 2 Cadista 1.400.00 1.70 783.200.00 8.087.00 1.00 6 Mensageiro 1.25 Engº médio 0.00 6 TOTAL DE CUSTO DE MÃO-DE-OBRA K mo TOTAL DE PREÇO DE VENDA DA MÃO-DE-OBRA Ensaios tecnológicos 1 3 K DC PARCELA DA DESPESA EFETUADA PELO CLIENTE TOTAL GERAL DO ORÇAMENTO 4) PLANILHA DE VENDA a) Mão-de-Obra Descrição Quantidade Meses 6 6 6 6 2 2 6 6 6 6 Custo Unitário Total 16.000.00 52.00 Mensageiro 1.1) Ensaios Tecnológicos Descrição Quantidade Meses Custo Unitário 400.000.00 8.00 2.00 600.29 348.00 1.00 2 Auxiliar de topografia 2.50 6 Engº junior 1.00 948.00 54.00 6 Técnico médio 1.00 2.00 6.50 Engº junior 1.00 b.00 7.25 6 Engº médio 0. Empresas e Profissionais .00 6.00 3.817.317.00 0.00 750.500.00 450.45 32.50 3.00 435. trena e etc 1 Plotagens 15 Cópias A1 25 Cópias xerox A4 200 Fotos 36 Encadernações 3 TOTAL DE CUSTO DAS DESPESAS GERAIS Paulo Roberto Vilela Dias 136 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.200.114.00 28.400.00 250.033.00 3.00 3.00 6 Operador de micro 1.500.485.40 137 Veículo de passeio 1 Microcomputador e impressora 2 Teodolito.00 6 Topógrafo 1.50 0.00 22.00 Auxiliar de topografia 2.00 15.252.500.00 600.700.764.50 7.00 4.512.00 1.00 142.00 Total 1.40 Veículo de passeio 1 Microcomputador e impressora 2 Teodolito.00 2.000.00 9.00 0.794.000.960.00 870.00 16.756.252.794.00 300.00 Técnico médio 1.00 0.065.50 4.700.20 240.00 Cadista 1.600.00 7.00 6.00 1.710.

00 0.1) Ensaios Tecnológicos Descrição Quantidade 1 Meses 3 Custo Unitário 88.784.400.00 260.000.00 175. portanto.00 Total de encargos complementares 41.00 Uniforme unid 18 2 2 35.00 FORNECIMENTO DE MÃO DE OBRA Categoria profissional Unidade Encarregado de turma mês Eletricista mês Bombeiro mês Pedreiro mês Ajudante mês Servente mês Custo salários Encargos sociais CUSTO SALÁRIOS E ENCARGOS Quantidade 12 24 24 36 48 72 Preço por mês (R$) 800.65% = 1.00 74. EPI e ferramentas aos funcionários.742.8 12 2.520.00 Vale refeição unid 18 20 12 3.00 Ferramentas manuais vb 18 1 2 50.00 0.912.Dias/mês Meses R$ Total sionais ou leis sociais Engº supervisor mês 0.00 9.40 PLANILHA DE QUANTIDADES FORNECIMENTO DE MÃO DE OBRA Categoria profissional Unidade Encarregado de turma Eletricista Bombeiro Pedreiro Ajudante Servente ORÇAMENTO TOTAL mês mês mês mês mês mês Quantidade 12 24 24 36 48 72 Preço por mês (R$) Ensaios tecnológicos TOTAL GERAL DO ORÇAMENTO EXERCÍCIO Nº 3: Seja apresentar a proposta de preço para o fornecimento exclusivo de mão de obra.00 9.8% ( 12% x 15% ) = 1.080.880.08% ( 12% x 9% ) Preço total (R$) 0.600.00 Total 264.114.00 TOTAL DE SALÁRIOS E ENCARGOS 134.60 6.00 ENCARGOS COMPLEMENTARES Descrição Unid Nº profis.00% Preço total (R$) 9.00 400.00 Vale transporte unid 18 20 12 1.784.00 400.00 16.00 0.00 Seguro de vida vb 18 1 1 15.00 EPI unid 18 2 2 15.00 2. O regime tributário da empresa é o de Lucro Real.b.200.600.00 1.00 PERCENTUAL DE ENCARGOS COMPLEMENTARES 30. Os serviços a serem realizados são de manutenção predial. Apresenta-se a planilha de quantidades a ser fornecida.960.5% = 3% = 3% = 0. Empresas e Profissionais . indiretas e o lucro da empresa.00 59.600.00 270.00 18.00 12. deverão estar incluídos no preço de venda o fornecimento de uniformes.00 300.3 1.00.800.720.00 134.500.904.00 360.00 80.00 0.00 14.97% Paulo Roberto Vilela Dias 139 138 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. devendo estar incluídos no salário mensal todas as despesas diretas.960. Considerar as seguintes condições: encargos sociais encargos financeiros impostos: ISS COFINS PIS IR CSLL = 80% administração central = 3% = 1. Considerar que o lucro mensal é inferior a R$ 20.00 0.00 12.00 1.00 0.

608.08% 9.00%.40 301.53% ( 12% x 15 % ) ( 9% x 12 % ) L = 12.65% 1. bem como.592.20 1.80 + 1.00 1.20 Preço total (R$) 38.00 – 0. impressora.00% 30.91 por hora.888.80% 1.099.00 38. Não será considerada a parcela de lucro.15 0.00% 1.00. contador + despesas de legalização (alvará + CREA) EF = 0 140 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.00 75.216.00% 3.045.592. conforme Capítulo 6.00 52.592. serão incluídos os custos referentes a utilização de microcomputador. cujo tempo de trabalho no mesmo será de 50 horas. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 141 .05 por hora. uma vez que resume-se ao trabalho autônomo do profissional. • o custo de telefone e energia sendo da ordem de R$ 75. • admitindo-se o custo com materiais de consumo igual a R$ 50. Adotando-se a hora técnica deste engenheiro igual a R$ 60.206.00 38.00 1.00: ES EC AC EF I = = = = = 80.K mo = (1 + ES) (1 + EC + AC + EF) 1 – (I + L) EXERCÍCIO Nº 4: Seja calcular o valor da hora técnica de um engenheiro senior para a elaboração de um orçamento de obra. • a impressora tendo aluguel igual a R$ 1.2153 3.447.00 1. • K= = O profissional fornecerá nota fiscal para a realização da prestação de serviços e que seu regime tributário é o Lucro Presumido.608.254.97% 3.0202625 K = 4.00.50% 9.02 PLANILHA DE VENDA FORNECIMENTO DE MÃO DE OBRA Categoria profissional Unidade Encarregado de turma Eletricista Bombeiro Pedreiro Ajudante Servente ORÇAMENTO TOTAL mês mês mês mês mês mês K= Quantidade 12 24 24 36 48 72 Preço por mês (R$) 3.20 57.7847 o microcomputador tendo aluguel igual a R$ 0.53% ISS COFINS PIS IR CSLL Total = = = = = = 3. conforme Capítulo 6. temos que: (EC + AC + EF) 1 – (I + L) K = 4.00 1. Internet para recepção e envio de dados ao cliente e materiais de consumo próprios destes equipamentos.017.00% 0.35 1.00% 1.60 (neste caso não consideramos a parcela de encargos sociais) AC = 5.

870.00 Custo (R$) Unitário TOTAL 77.00 75.50 50.91 45.05) 1 – (0.50% 3.43% Considerar no exemplo anterior que o engenheiro contratará um técnico pleno autônomo (50 horas) para a adequada execução do serviço.29 142 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.34 3.00 75.00% 0.08% 13.00 3.00 50.000.00 3.00 75. Empresas e Profissionais Custo (R$) Unitário TOTAL 4.71 235.05 52.00 16.00 505.41 3.00 75.00 7.00 3.CUSTO DIRETO DA MÃO-DE-OBRA Descrição Engenheiro CUSTO TOTAL (CT) Custo (R$) Quantidade Unitário TOTAL 50.60 3.05 52. contador + despesas de legalização (alvará + CREA + etc) EF = 0 CUSTO DIRETO DA MÃO-DE-OBRA Descrição Engenheiro CUSTO TOTAL (CT) Microcomputador Impressora Material de consumo Energia e telefone Total dos encargos complementares (EC) CUSTO TOTAL Percentual de encargos complementares (EC / CT) I = ISS COFINS PIS IR CSLL Total 3.50 50.8715 K= = K = 1.03% Quantidade 50.00 PLANILHA DO PREÇO DE VENDA Descrição Engenheiro PREÇO DE VENDA Quantidade 50.50 1.1243 0.00 60.00 50.50 1.50 235.00 Custo (R$) Unitário TOTAL 60.10 0.000.91 45. K= (EC + AC + EF) 1 – (I + L) (neste caso não tem a parcela de encargos sociais) AC = 5.0743 + 0.1285 + 0) 1. será a remuneração do próprio trabalho do profissional (1 + 0.2927 K = 1.00 3.80% 1.85% 143 .000.00 3.00 ENCARGOS COMPLEMENTARES Descrição técnico pleno INSS sobre autônomo Microcomputador Impressora material de consumo energia e telefone Total dos encargos complementares (EC) CUSTO TOTAL Percentual de encargos complementares (EC / CT) Paulo Roberto Vilela Dias Quantidade 50 20% 50 50 1 1 L = 0.000.65% 4.000.50 47.870.00%.34 EXERCÍCIO Nº 5: ENCARGOS COMPLEMENTARES Descrição Quantidade 50 50 1 1 Custo (R$) Unitário TOTAL 0.00 223.000.

tais como.65% 4.8676 K= = Dados básicos: ES = 77.0743 + 0.4073 K = 1. inclusive.35%. não será considerado pois.500. uniformes EPI e etc.).00. I 1 EXERCÍCIO Nº 6: Calcular a taxa de administração a ser cobrada no acompanhamento técnico de construção de uma edificação unifamiliar. vale para máquinas.00 (R$ 75.38% 1.00 EC = 0.50%.08% 12.200.40 1.00% 0. Sendo obra por administração. será a remuneração do próprio trabalho do profissional (1 + 0.00 84. cujo orçamento previsto é de R$ 75. o cliente fará todas as despesas em seu nome e pagará antecipadamente salários e outros. ferramentas manuais e equipamentos de propriedade do engenheiro administrador da obra.00% 0.00 x 10%) 145 Paulo Roberto Vilela Dias . CREA e etc.53% L = 10. 144 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. presume-se um lucro líquido de R$ 7.000.00% PLANILHA DO PREÇO DE VENDA Descrição Engenheiro PREÇO DE VENDA Custo (R$) Quantidade Unitário TOTAL 50.00% 3.00%. visa cobrir os impostos com a emissão de nota fiscal ISS COFINS PIS IR CSLL TOTAL 3. portanto. Algumas despesas. taxas (alvará.00%. todos os insumos serão comprados diretamente pela obra (CLIENTE).08% 13.I = ISS COFINS PIS IR CPMF CSLL TOTAL 3.42% SOBRE SALÁRIOS DE PROFISSIONAIS DA CONSTRUTORA: K mo = (1 + ES) (1 + EC + AC + EF) 1 – (I + L) ALUGUÉIS E DEMAIS DESPESAS: K2 = (EC + AC + EF) 1 – (I + L) ALUGUÉIS DE MÁQUINAS E FERRAMENTAS PORTÁTEIS: K3 = (EC + AC + EF) 1 – (I + L) L = 0. o administrador não tem escritório fixo EF = 1. todas as despesas serão pagas ou antecipadas pelo proprietário da construção.50% 3. consideramos IR sobre o lucro presumido 1.2146 0.80% 0.80%.00 4.200.05) 1 – (0. Empresas e Profissionais = 12.65% 4.000.00 4.1324 + 0) K = 1. aluguéis de equipamentos de propriedade do engenheiro/profissional administrador da obra serão remunerados com prazo de pagamento de 30 dias fora o mês de utilização. visa cobrir as despesas com contador. AC = 5.00%.

77) (1 + 0 + 0. temos: K2= (1 + 0 + 0.26% EXERCÍCIO Nº 8: Calcular o multiplicador para um serviço de gerenciamento de obra.7765 K1= = = 2.0226 .05 + 0) 1 – (0.26%.00%.” Adotaremos a correção monetária igual a 1.00%.1235 + 0. Empresas e Profissionais n / 30 EF = ( 0.8585 0.1 ) x 100 EXERCÍCIO Nº 7: Seja calcular o valor do encargo financeiro (EF) de um contrato com a seguinte redação para esta cláusula: “Medições: serão realizadas medições a intervalos regulares de 30 dias.1 ] x 100 = = = = = 0.1 ] x 100 EF = ( 1.05 + 0) 1 – (0.5 . Como sabemos que o pagamento é considerado 30 dias após a medição. sobre o lucro líquido Paulo Roberto Vilela Dias . sobre o lucro real 9.Cálculo dos multiplicadores “K“: (1 + 0.50% n = 45 dias 146 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.1 ] x 100 45 / 30 .1385 + 0. podemos avaliar que o centro de gravidade dos desembolsos é de 15 dias. a partir da data de assinatura do contrato.50% 3.00% AC = 8. a ser aplicado sobre uma planilha de quantidades conhecida.0226 ) x 100 EF = 2.00% EF = 2.10) 1. Solução: Sendo a fórmula do cálculo do encargo financeiro igual a: EF = [ ( 1 + t / 100 ) temos: t = 1.5% ao mês.39 A definição de n é: Uma vez que a medição dos serviços é realizada a cada 30 dias. adotando-se os seguintes dados: ES = 119.1235 + 0.00% 147 .35 EF = [ ( 1 + 1.015) 1 – (0.40 EF = [ ( 1.7765 = 1. aplicando os valores conhecidos na fórmula. de acordo com o resultado do Exemplo nº 7 I = ISS COFINS PIS IR CSLL L = 12.015 ) 1. vem: n = 15 + 30 = 45 dias Assim.1 ] x 100 K3= (1 + 0 + 0.10) = 1.7615 = 1. Pagamento: o pagamento será efetuado 30 dias após a emissão da medição dos serviços executados no período.05 0.07 0.05 + 0.00% 0. metade do período.5% / 100 ) ] EF = [ ( 1 + 0.65% 15.10) = 1.015 ) ] n / 30 .

982208 K = 2.08% ( 9% x L ) 11 FÓRMULA DE CÁLCULO DO PREÇO DE VENDA PARA PROFISSIONAIS LIBERAIS Consideramos profissionais liberais aqueles que apresentam um RPA – Recibo de Pagamento de Autônomo para receberem a remuneração que fizeram juz pela prestação de algum serviço técnico.115.70 R$ 423.00% = 0. e transcrita a seguir.Solução: I ISS COFINS PIS IR CSLL = 7.Recibo de Pagamento de Autônomo.19) (1 + 0 + 0.058.0703 + 0. valor do RPA . ou seja. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 149 .5% Faixa (OBS) 1 2 3 OBS: Estes códigos de faixas foram definidos pelo autor do livro. onde encontramos as seguintes variáveis: IMPOSTO DE RENDA RETIDO NA FONTE – PESSOA FÍSICA Remuneração Parcela a Deduzir Alíquota Até R$ 1.08 isento 15% 27.8585 1 – 0.03% = 0.50% = 3. da seguinte forma: Na Tabela 5 apresentada no Capítulo 5 encontramos a tabela em vigor nesta data para retenção de imposto de renda na fonte pessoa física.00 Acima de R$ 2.01 a R$ 2. 148 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.8097 K = 2. a fim de facilitar a apresentação da metodologia de cálculo. 11.058.414694 0.1903 = 2.80% ( L x 15% ) = 1.1 DEDUÇÃO DA FÓRMULA DE CÁLCULO Cálculo do “K“: (1 + ES) (1 + EC + AC + EF) 1 – (I + L) K = K = (1 + 1.98 Considerando que a incidência do Imposto de Renda Retido na Fonte (IRRF) para pessoas físicas incide sobre o valor total da prestação de serviço.00 De R$ 1. temos que deduzir a fórmula de cálculo do preço de venda.12) = 1.115. Lembramos que este formulário é padrão nacional e vendido em qualquer papelaria.00 R$ 158.0226) 1 – (0.08 + 0.65% = 1.

390.15 ) VALOR DO RPA = R$ 1.00. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 151 .59 150 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.PARCELA A DEDUZIR ) ÷ ( 1 .PARCELA A DEDUZIR RPA ( 1 .2 EXEMPLOS PRÁTICOS EXEMPLO 1) Calcular o valor do RPA de um serviço cujo custo definiu-se como sendo de R$ 880.70 ) ÷ ( 1 .70 Assim.231.Faixa de remuneração.Alíquota do IR e . será: RPA = ( CUSTO .RPA x ALÍQUOTA = CUSTO .390.390. .ALÍQUOTA ) CUSTO .PARCELA A DEDUZIR ) ÷ ( 1 .ALÍQUOTA ) = Portanto. podemos deduzir que o valor do RPA é obtido com a seguinte fórmula: RPA = CUSTO + IR Substituindo IR pela sua fórmula de cálculo. portanto Faixa 2.00 – R$ 158. Os dados básicos que devemos considerar são os seguintes: REMUNERAÇÃO: R$ 1. onde: ALÍQUOTA: ISENTO Assim. Os dados básicos que devemos considerar são os seguintes: + CUSTO DO SERVIÇO IMPOSTO DE RENDA RETIDO NA FONTE PREÇO DE VENDA (VALOR DO RPA) (CUSTO) (IR) (RPA) REMUNERAÇÃO: R$ 880.PARCELA A DEDUZIR EXEMPLO 2) Calcular o valor do RPA de um serviço cujo custo definiu-se como sendo de R$ 1. podemos considerar o que se segue: 10.0.00. portanto Faixa 1. vem: RPA = CUSTO + ( RPA x ALÍQUOTA ) .ALÍQUOTA ) VALOR DO RPA = ( R$ 1. não há retenção de Imposto de Renda. o VALOR DO RPA será: RPA = ( CUSTO .00..Parcela a deduzir do IR. a retenção de Imposto de Renda.448.00 Sabemos que o valor do imposto de renda retido na fonte (IR) é calculado com a seguinte fórmula: IR = ( RPA x ALÍQUOTA ) – PARCELA A DEDUZIR Então.PARCELA A DEDUZIR RPA .00.85 VALOR DO RPA = R$ 1. logo: VALOR DO RPA = R$ 880. onde: ALÍQUOTA: 15% PARCELA A DEDUZIR: R$ 158.30 ÷ 0. Então.

PARCELA A DEDUZIR ) ÷ ( 1 .206.630.00.Portanto o imposto de renda retido na fonte (IR) é igual a R$ 58. A par das diversidades de fontes.ALÍQUOTA ) VALOR DO RPA = ( R$ 7.275 ) VALOR DO RPA = R$ 7. • características próprias do projeto que não são levadas em consideração. onde a competitividade está cada vez maior. Uma análise desse comportamento indica as seguintes causas principais das divergências: desconhecimento da metodologia adotada na composição dos coeficientes por insuficiência de informações. portanto Faixa 3. é indiscutível que não existe melhor fonte do que a aferição elaborada pela própria empresa construtora. principalmente. onde: 12. • 152 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. É muito comum as empresas construtoras adotarem composições analíticas de custo sem o menor critério de seleção e.58 Portanto o imposto de renda retido na fonte (IR) é igual a R$ 2. ainda. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 153 . variação que ocorre. a dificuldade de se ganhar obras através de processos licitatórios. Várias são as fontes onde se encontram dados para elaboração de composições de custo ou até as próprias composições analíticas ou com custos prontos. a retenção de Imposto de Renda. este procedimento leva a erros incríveis de orçamento e.08 Assim.5% PARCELA A DEDUZIR: R$ 423.310.00. de obra para obra. o procedimento não considera alguns fatores que influenciam de modo altamente significativo os valores de tais custos.58.940. nos valores corresponden• tes a administração e funcionamento do canteiro de serviços.0. será: RPA = ( CUSTO . Os dados básicos que devemos considerar são os seguintes: REMUNERAÇÃO: R$ 7.08 ) ÷ ( 1 .725 VALOR DO RPA = R$ 9.630. 12 APROPRIAÇÃO DE CAMPO DOS COEFICIENTES FÍSICOS DAS COMPOSIÇÕES DE CUSTO EXEMPLO 3) Calcular o valor do RPA de um serviço cujo custo definiu-se como sendo de R$ 7. • incidência de horas ociosas de equipamentos e pessoal nos custos diretos. Entretanto. sem adequação ao projeto em questão.00 – R$ 423. Em nossos dias.630.59.1 DEFINIÇÃO ALÍQUOTA: 27.92 ÷ 0.

máquinas e veículos parados. considerar uma escavação de 3ª categoria (sem explosivo). a aferição da produção horária dos mesmos. período de refeição. torna-se necessário esclarecer alguns conceitos que facilitarão a sua compreensão.entende-se por equipes alocadas ao serviço ao grupo de operários vinculados ao mesmo por designação do responsável pela obra. Equipes e equipamentos ociosos . estas fichas. Equipamentos Paralisados . cuja remune154 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. horas perdidas com abastecimento e lubrificação. anteriormente definidas.• análise errônea da especificação do serviço. cujas horas trabalhadas podem ser mensuradas ao serviço com certo grau de precisão. AP-3 e AP5. máquinas e veículos. propriamente a descrição da metodologia. quando na verdade é obrigatório o emprego de explosivos.equipe e/ou equipamento ocioso é o conjunto de homens. por exemplo. estão impedidos de produzir. isto é. cujo fluxograma. Equipamentos alocados ao serviço . inserido em anexo. poderão ser digitadas imediatamente. Equipes alocadas por serviço . e transcreverá os dados para os formulários modelos AP-2. falta de programação do construtor. para coletar os dados junto às frentes de serviço. oferece uma visão de conjunto e mostra a tramitação dos dados colhidos e registrados. No caso de se empregar sistema informatizado. que. falta de material indispensável ao serviço sob a responsabilidade do construtor. A equipe de escritório conferirá as fichas preenchidas pelos apontadores. através de apropriação de mão-de-obra e equipamentos. embora alocados ao serviço específico. e ainda.2 CONCEITOS BÁSICOS Antes de se iniciar. AP-4 e AP-6. deslocamento temporário de equipamento para atender outra frente de serviço. embargos motivados pelo construtor e outros oriundos de ineficiência do construtor. A descrição será efetuada através de instruções para preenchimento individual de cada um dos seis formulários. 12. por razões extras à vontade do construtor.entende-se por equipamentos alocados ao serviço ao conjunto de máquinas e/ou veículos designados pelo responsável pela obra para execução do mesmo.é o conjunto de equipamentos. cujas horas trabalhadas podem ser identificadas com o serviço e cronometradas com fidedignidade. e cujas causas mais comuns são mencionadas a seguir: • • • • • Visando minimizar a amplitude das variações entre orçamento e custo real das obras e se obter maior fidedignidade em propostas de preços ou orçamentos de diferentes projetos. defeitos mecânicos em qualquer dos equipamentos. apresenta-se uma metodologia para determinação dos coeficientes físicos dos componentes das composições analíticas de custo. não podendo produzir. • • • • impedimentos por intempéries. propiciando a emissão dos relatórios gerenciais. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 155 . após conferência. abrangendo todas as categorias. para qualquer serviço da engenharia civil. Os formulários utilizados são os descritos abaixo: • • • • • • Controle diário de mão-de-obra (modelo AP-1) Controle diário de equipamentos (modelo AP-3) Controle diário de produção (modelo AP-5) Resumo das horas-homens e da produção (modelo AP-2) Resumo das horas-equipamentos e da produção (modelo AP-4) Resumo dos coeficientes (modelo AP-6) Os apontadores de campo usarão as fichas modelos AP-1.

em plena condição de produzir normalmente. em conjunto ou não. que vão depender do julgamento e do bom senso do orientador da apropriação e do apontador. 12. Paralisação do serviço aguardando material de responsabilidade do cliente ou outras paralisações. porém de motor ligado. que fornecerá as horas-homens dedicadas a cada tipo de serviço. por exemplo: veículo estacionado no local onde deve passar uma canalização ou pavimentação. ou seja.. Equipamento Produtivo . mantém-se estacionado. o fluxograma. que poderá ter outras funções na administração da empresa. como parte da 156 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. O tempo de duração relativo ao equipamento improdutivo não deve exceder a um dia. pois acima desse período o construtor poderá deslocar a equipe para outra frente de serviço.é a quantidade de horas consumidas para execução de determinado serviço relativamente à quantidade produzida no intervalo de tempo utilizado. a fim de fornecer uma visão global da coleta. Empresas e Profissionais .deverá ser criado um grupo de estudo com o intuito de coordenar e acompanhar os trabalhos de apropriação de campo e a posterior tabulação no escritório dos valores dos elementos intervenientes nas composições de custo. e ainda. Os trabalhos serão dirigidos por um Controlador Central. Obstrução do trabalho face às circunstâncias inerentes ao serviço. Existência de obstáculos nos locais de trabalho que poderiam ser removidos ou evitados com antecedência através do cliente.1 Controle diário da mão-de-obra (modelo AP-1) O controle diário de pessoal de produção deve ser feito na ficha modelo AP-1. em função do porte da obra. aguardando sua vez de iniciar e/ou retornar a atividade. Para favorecer o raciocínio. Equipamento Improdutivo . Entretanto.é o custo da máquina ou veículo que quando à disposição de determinada frente de serviço. ou ainda. alocados aos serviços em operação sem os impedimentos caracterizados anteriormente. para emissão dos relatórios e manutenção do banco de dados coletados. em plena condição de produzir normalmente. ou seja.3 FORMULÁRIOS UTILIZADOS A seguir é apresentada a maneira correta de se preencher cada formulário empregado na determinação dos coeficientes físicos das composições de custo. tabulação e apuração desses coeficientes. recomenda-se seja elaborado sistema de computador. Equipe Produtiva . etc. seguem algumas ocorrências mais comuns deste tipo: • • equipe do serviço. a quantidade de serviço executada na unidade de tempo assumida.consiste no grupo de homens alocados aos serviços trabalhando e produzindo sem os impedimentos mencionados anteriormente. Para essa previsão espera-se um julgamento lógico de quem estiver orientando o serviço de apropriação e um bom senso do apontador. Paulo Roberto Vilela Dias 157 • • • • Paralisações em virtude de canalizações e redes existentes perturbando o desenrolar do serviço.é a máquina ou veículo. O dimensionamento da equipe de trabalho dependerá exclusivamente do ritmo desejado e da quantidade de informações a serem processadas. 12.ração total torna-se muito difícil de prever. Pequena modificação do projeto exigida posteriormente ao início das obras. instalações elétricas ou de telefones. Execução de serviços de outras companhias nos locais de atividade. que é a representação gráfica da tramitação dos dados entre os formulários.3. Equipe de Trabalho e Nível dos Componentes . por exemplo: água ou esgoto para atender os consumidores da região fora do âmbito da rede em execução. Produção Média de Equipes de Serviço (Mão-de-obra e equipamentos) . distribuídas de acordo com a função dos grupos de operários alocados nos diversos serviços. de fácil produção e operação.

se houver algum engano. deverão ser grifadas por intermédio de um círculo. porque há interesse de se apurar o tempo. perguntar ao responsável da equipe sobre os tipos de serviço que estão sendo realizados. bem como. As horas trabalhadas (HT) são calculadas no escritório.. pois trata-se de exigência da atividade. (F) hora final são preenchidas pelo apontador. no caso de se calcular por software específico. O apontador deve combinar com o encarregado ou feitor do serviço para avisá-lo quando o operário for transferido de local de atividade. hora de chegada e hora de saída. Existem três linhas para registrar o início e fim do serviço correspondente a cada operário. mas se forem insuficientes poderão ser utilizadas outras colunas para o mesmo serviço ou a repetição do nome do trabalhador. deve procurar corrigi-lo imediatamente. ao receber a ficha modelo AP1. conforme o cargo ou função do operário. pelo índice. Exemplo de preenchimento do formulário: Supondo-se o serviço de montagem de tubulação com um encanador e dois serventes. dedicado ao serviço por classe de trabalhador. de acordo com o tipo do serviço. Empresas e Profissionais apontador não pode considerar. numerando-as na parte superior. Multiplicam-se as horas trabalhadas (HT). Podem-se usar tantas fichas quantas forem necessárias. os seus totais. Anotam-se como horas remuneradas naquele serviço quatro horas. O controlador central calcula as horas trabalhadas (HT). pois se deve descontar uma hora de refeição e arredondar os minutos para a fração de quarto de hora seguinte. O apontador deverá estar bem atento ao desenvolvimento do serviço e. correspondentes a cada operário. Essas horas. A consulta ao preenchimento simulado de alguns informes da referida ficha facilita sua compreensão. Em seguida registram-se os cargos de todos os operários que estiverem à disposição do referido serviço. Exemplo: o servente foi transferido para o serviço às 10:00 h e saiu para outro às 14:50 h. Se o servente estiver fazendo a escavação manual de uma vala para assentamento de tubos e parar alguns minutos para descansar.É preenchida e assinada pelo apontador. Exemplo: um servente para de trabalhar aguardando que se coloque um tubo na vala. antes que passe muito tempo e o apontador possa se esquecer das atividades apropriadas. visada pelo encarregado da obra e enviada ao setor de orçamento diariamente. topógrafo e outros elementos administrativos. O apontador anota o início da paralisação e se o operário regressar ao serviço dentro daquele tempo anulará a anotação. A soma das sub-colunas (HT) e o registro dos totais. que além destes cálculos armazenarão estas informações para utilização posterior. Há interrupções do serviço que excedem os quinze minutos considerados como limite e que o 158 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. As observações que se fizerem necessárias com relação as ocorrências não previstas no formulário de levantamento do serviço. para efeito de controle no escritório. O controlador central de apropriação. excetuando o encarregado geral. deverá ser considerado como horas perdidas. o local de atividade e a data. Para cada tipo de serviço utiliza-se uma ou mais colunas. lanche. As sub-colunas (I) hora de início. simplesmente confere os dados e os envia para digitação. utilizam-se duas colunas: a primeira para as horas trabalhadas pelo encanador e a segunda para as dos serventes. É imprescindível que este tome conhecimento de todos os tipos de serviços especificados na obra e tenha cópia deles com a finalidade de consulta. Inicialmente preenche-se o nome da obra. com o objetivo de obter os totais acrescidos das horas remuneradas não trabalhadas. a nomenclatura dos serviços executados e. pois isto é uma consequência do próprio serviço. Ao término do mesmo. ou. café. As anotações no modelo AP-1 devem ser feitas durante todo o turno do serviço. sempre que for necessário. Depois estabelece a relação entre as horas remuneradas e as trabalhadas a fim de obter o índice de ociosidade. desde que não exceda 15 minutos. são anotadas no verso da ficha. bem como a soma das horas remuneradas poderão ser obtidas através de sistema informatizado. Paulo Roberto Vilela Dias 159 . quando necessário. confere os registros efetuados. este tempo. tomar água. o apontador juntamente com o encarregado ou feitor anotará as horas remuneradas dos operários naquela frente de serviço. transformando os minutos em dados decimais para favorecer os cálculos. etc.

a potência e a capacidade. Marcará no quadrilátero correspondente a (HP) horas produtivas. a marca. (HI) horas improdutivas e (HO) horas ociosas. cujo valor será apresentado no relatório Resumo dos Coeficientes Físicos. Usará as horas de relógio para anotar o início e o término dos serviços executados conforme especificações fornecidas pelo mestre de obra e também as causas das interrupções. Após. No final do período somam-se as produções e o resultado é anotado na coluna total precedido da unidade correspondente. diariamente. com a finalidade de obter as horas trabalhadas totais.3 Controle diário de equipamento (modelo AP-3) Este formulário deve ser preenchido pelo apontador. podendo anotar no verso qualquer observação que for necessária. a data. retirados do modelo AP-1. as horas trabalhadas (HT) distribuídas pelos serviços. as colunas correspondentes aos dias. bem como. Os veículos cedidos à fiscalização. os que prestam serviços indiretos. serão parte do custo indireto. o local do serviço. obter o visto do mestre ou engenheiro responsável pela obra e remetê-la ao controlador central diariamente. as categorias profissionais e as quantidades de horas trabalhadas serão transcritas na área reservada a mão-de-obra complementar. as produções oriundas da ficha Controle Diário de Produção. transporte de pessoal. Utilizando-se a composição de custo por produção. distribuídas pelos diversos setores de serviços. tais como. Empresas e Profissionais O apontador anotará. Deve ser obtido através de sistema informatizado. o tipo da máquina ou veículo. Nela deve constar o nome da obra. material. Neste formulário tem-se ainda.12. o local e o período de levantamento. etc. Paulo Roberto Vilela Dias 161 . Seguem alguns tipos de paralisações que são mais comuns: • • • • • • • • • atraso de início do turno quebra do equipamento reparos mecânicos preventivos abastecimento ou lubrificação esperando a OS . o apontador deverá anotar as atividades prestadas pelo veículo que estiver alocado à frente de serviço direto do setor. modelo AP-6.Ordem de Serviço impedimento próprio da atividade paradas ocasionadas por chuvas interrupções para refeições tempo de deslocamento de uma frente de serviço para outra Quando a parada for provocada por modificação de projeto. abastecimento e lubrificação de máquinas. ou seja. a leitura do horômetro inicial e final do turno de serviço. uma para cada máquina ou veículo. farão parte do custo do canteiro da obra ou da administração local. Nas mesmas colunas onde são anotadas as horas trabalhadas diariamente. refeição. Dividindo-se o somatório das horas trabalhadas (HT) pelo somatório da produção (PR) obtém-se o coeficiente desejado. O apontador deverá assinar a ficha. o modelo.3. 12. No cabeçalho figura o nome da obra.. devem-se registrar as respectivas produções apuradas na ficha modelo AP-5. do encarregado geral ou do engenheiro residente. 160 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. no caso de se adotar composição de custo simplificada. enquanto que a produção deverá ser aposta na área de mesmo nome do formulário de composição analítica de custo. apontadas no formulário modelo AP-1. modelo AP-5.3.2 Resumo das horas-homens e da produção (modelo AP-2) Este resumo tem a finalidade de compilar os registros de todas as horas trabalhadas. No final do período somam-se as horas trabalhadas de todos os setores de serviço e colocam-se os resultados na penúltima coluna. Transcrevem-se na primeira coluna os cargos dos operários e os nomes dos serviços executados.

quando se tratar de produção. com o motor ligado. utilizando para o registro a mesma ficha. • na. trator de esteira com pusher. e do Controle Diário de Produção. medir a sua produção.12. registrando-os na penúltima colu162 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. a ser calculada e preenchida no escritório. em movimento. ou novo formulário e fazendo as devidas observações explicativas. o local e o período da coleta das informações. horas improdutivas são aquelas em que o equipamento está sem trabalhar. pela ordem: comprimento. o local da execução dos serviços e a data. ou. é calculado por meio da divisão do somatório das horas improdutivas pela mesma quantidade produzida. utilizada anteriormente. calculam-se as quantidades produzidas por período a partir dos dados encontrados na terceira coluna. bem como. o diâmetro e o comprimento ou altura. Na terceira coluna escrevem-se as dimensões dos serviços realizados ao final de cada período de trabalho. e cuja paralisação se dá por causas próprias da atividade. Enquanto.5 Controle diário da produção (modelo AP-5) É outra ficha utilizada pelo apontador a fim de registrar as produções correspondentes aos serviços executados. que será colocado na parte superior da linha tracejada. ou seja. Quando não for possível. se for o caso. que aparecerá na linha inferior à linha tracejada.3. Na primeira coluna anotam-se os nomes dos serviços que estão sendo executados. ao término de um dia de trabalho. Na primeira linha são registrados os dias correspondentes às execuções dos serviços. por exemplo: Carregadeira frontal aguardando retorno de caminhão do transporte para efetuar carregamento do mesmo. é obtido através da divisão do somatório das horas produtivas pela produção do período. referente ao total. inclusive. considerada igual a um dia. Na quarta coluna. onde o equipamento se encontra com motor ligado e em operação. entende-se por horas produtivas aquelas ligadas diretamente ao serviço. HI. a produção obtida através do Controle Diário de Produção.4 Resumo das horas . modelo AP-3. Na segunda coluna estão as iniciais HP. conforme o caso. o apontador informará ao escritório o acontecido e no dia seguinte dará continuidade ao levantamento. modelo AP-3. No cabeçalho anota-se o nome da obra. Conforme já definido. Enquanto. o código do serviço. modelo AP-5. No fim do dia o apontador assina e pede o visto do mestre ou engenheiro. e PR correspondentes às horas produtivas. Nas colunas seguintes. a fim de instruir o escritório sobre a complementação do serviço. enquanto que na segunda coluna registram-se as unidades correspondentes. Paulo Roberto Vilela Dias 163 Produção (PR) é a quantidade de serviço executado por unidade de tempo. Depois que se obtiver uma amostragem significativa e representativa dos serviços. Empresas e Profissionais . Na quinta coluna comentam-se as observações que se fizerem necessárias. O coeficiente produtivo. horas improdutivas e produções. por ocorrência de chuvas no final do turno ou no caso do serviço ficar inacabado e for completado no dia posterior. será preenchida diariamente.3. correspondentes aos dias mencionados no modelo são registradas as horas produtivas e horas improdutivas relativas ao serviço anotado na primeira coluna e retirados do Controle Diário de Equipamento. No cabeçalho constará o nome da obra. Na primeira coluna anota-se o tipo da máquina ou veículo e em seguida os serviços executados. 12. somam-se todos os dados. o coeficiente improdutivo. modelo AP-5. aguardando retorno de moto-escavo• transportador para efetuar trabalho de auxílio de início de escavação. expressas em metros.equipamentos e da produção (modelo AP-4) O modelo AP-4 serve para condensar os registros dos dados oriundos do Controle Diário do Equipamento. precedido da unidade. onde for necessário. largura e altura ou profundidade ou se for o caso de dimensões circulares.

12. Quando não apresentarem as quantidades unitárias pode-se conhecer seu valor através de conveniente análise de projeto-tipo ou de normas 164 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. Na parte inferior da ficha serão apresentados os somatórios de todos os coeficientes obtidos em diversos períodos e os valores médios desses coeficientes calculados através da divisão dos somatórios referidos pelo número de coeficientes registrados e considerados em cada coluna. Isto é. etc.5 APROPRIAÇÃO DOS TRANSPORTES Da mesma maneira que apresentado para os materiais. ou seja. desperdícios.6 Resumo dos coeficientes (modelo AP-6) A ficha denominada Resumo dos Coeficientes tem o objetivo de condensar os coeficientes apurados em cada serviço. No relatório deverá constar o código do serviço e sua descrição e a unidade de medição. deverão ter definidos os materiais. uma vez que os coeficientes deverão ser obtidos após análise do projeto. no caso de cimento portland. Nos locais correspondentes às discriminações. e ainda. consumos. por exemplo. deverá ser montado o Quadro Resumo das Distâncias de Transporte. “concreto magro para base de fundação direta bloco nº 01”. deverão constar as seguintes informações: descrição do serviço. constarão os cargos obtidos do modelo AP-2. Para tanto. origem e destino da carga. suas especificações mínimas e suas quantidades unitárias.4 APROPRIAÇÃO DE MATERIAIS Como é sabido. onde obrigatoriamente constará o destino do mesmo. percurso. para efeito de conhecimento dos coeficientes físicos a serem fixados para as composições de custo é desprezível a apropriação de campo dos materiais. e quando for o caso. pelas especificações do fabricante dos produtos empregados. para efeito de apropriação. já que os valores encontrados teriam que obedecer as especificações do projeto-tipo. todos os serviços a serem apropriados apresentarão os seus respectivos projetos-tipo. abaixo dos coeficientes horas-homens. o controlador central deverá realizar medições nos serviços em andamento para checagem das avaliações parciais dos apontadores. o almoxarifado só liberará este material quando na solicitação vier expresso o local de destino do mesmo. Todos os materiais adquiridos para a obra deverá ter entrada em almoxarifado central e deste só sair com guia de Requisição de Material. Entretanto. No caso de se fazer a apropriação de materiais. é válido e oportuna a apropriação de materiais de modo a aferir perdas desnecessárias. nos Resumos das HorasHomens e da Produção (modelo AP-2) e nos Resumos dos Equipamentos e da Produção (modelo AP-4). por exemplo. 12. através de traços. Empresas e Profissionais técnicas estabelecidas por órgãos oficiais. Na primeira coluna será registrado o período das observações retiradas do modelo AP-2 e do modelo AP-4. Assim sendo. Nos espaços vagos inferiores aos coeficientes-equipamentos são transcritos os tipos de máquinas ou veículos retirados do modelo AP-4. ou ainda. Paulo Roberto Vilela Dias 165 . para efeito de controle. esta funcionará como controle de qualidade do serviço em execução. distância de transporte em km por tipo de rodovia. o procedimento deverá ser o exposto a seguir. Nas colunas relativas aos cargos ou funções mencionados anteriormente aparecerão os coeficientes obtidos para cada período. Neste quadro. local ou comercial. 12. etc. Nas colunas correspondentes aos tipos dos equipamentos são registrados os coeficientes produtivos e improdutivos dos mesmos. Caso se queira apropriar os materiais empregados na execução dos serviços. fica entendido que deverá constar do projeto-tipo a proporção ou traço de cada um dos seus componentes no produto acabado. como é o caso do concreto. no caso dos transportes. ou seja. sabe-se que.Para maior garantia dos valores assumidos. não haverá apropriação de campo.3. mas a combinação de diferentes tipos de materiais para formar um único produto. isto é. material transportado. ao cabo de cada semana ou quinzena. Em alguns casos onde há necessidade de se especificar não apenas uma matéria prima. pavimentada ou em terra.

AP4 LEGENDA A. CARGO / FUNÇÃO HORAS PRODUTIVAS FUNCIONÁRIOS OBRA : TOTAIS HT x I HT . AP1 MOD. AP3 MOD. AP6 Y Z MÃO DE CONTROLE DIÁRIO DE EQUIPAMENTO RESUMO DAS HORAS EQUIPAMENTOS E DA PRODUÇÃO I F HT M P K1 K2 M P S Ι HT S N CONTROLE TOTAIS HT POR SERVIÇO SERVIÇOS EXECUTADOS MOD. x IMPRODUT.HORA FINAL I F SHT .ANEXO 1 FLUXOGRAMA PARA DETERMINAÇÃO DOS COEFICIENTES FÍSICOS ANEXO 2 MODELO AP-1 HORAS RE A B C C Q1 RIAS ( HR ) DAS DIÁ - MUNERA - CONTROLE DIÁRIO DA MÃO DE OBRA RESUMO DAS HORAS HOMENS E DA PRODUÇÃO B AP-1 A Σ AΙ M Q3 ΣA ΣAΙ OBRA DATA : MOD. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias HORAS PRODUT. AP1 CONTROLE DIÁRIO DA PRODUÇÃO RESUMO DOS COEFICIENTES Q1 M Q2 Q3 K1 K2 N ΣQ1 ΣQ2 ΣQ3 ΣΚ1 ΣΚ2 X MOD.Somatório Horas Trabalhadas (HT) = SHR-Somatório Horas Remuneradas(HR)= Q2 ÍNDICE DE OCIOSIDADE ( SHR / SHT ) = - DE I F HT I F HT .HORA INICIAL F . Y e Z = São as médias aritméticas dos coeficientes 166 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. ΣA = Somatório das horas trabalhadas no serviço A ΣAΙ = Horas trabalhadas em A multiplicadas pelo índice de ociosidade das horas remuneradas M = Quantidade da produção manual N = Quantidade da produção dos equipamentos H = Horas trabalhadas produtivas P = Horas paradas improdutivas S = Serviço executado pelo equipamento I = Serviço improdutivo do equipamento Q = Coeficiente oriundo da divisão d horas trabalhadas do pessoal pela produção respectiva K = Coeficiente produtivo do equipamento K = Coeficiente improdutivo do equipamento X.HORAS TRABALHADAS 167 DIÁRIO I . B e C = Designação dos serviços. AP5 MOD.

168 RESUMO DAS HORAS-HOMENS E DA PRODUÇÃO .3 Data : TIPO DE APROPRIAÇÃO HORÔMETRO HORAS HORÔMETRO HORAS HORÔMETRO HORAS Paulo Roberto Vilela Dias 169 SERVIÇOS EXECUTADOS OU MOTIVOS DE PARALIZAÇÃO HP HI HO ANEXO 4 MODELO AP-3 HP .Horas Improdutivas HO .AP-2 OBRA : CARGO \ DIAS SERVIÇOS EXECUTADOS UNIDADE XXXXXXX XXXXXXX XXXXXXX XXXXXXX XXXXXXX XXXXXXX XXXXXXX XXXXXXX XXXXXXX XXXXXXX XXXXXXX XXXXXXX XXXXXXX XXXXXXX XXXXXXX XXXXXXX TOTAL SHT SPR ANEXO 3 MODELO AP-2 HT PR HT PR HT PR HT PR HT PR HT PR HT PR HT PR HT PR HT PR HT PR HT PR HT PR HT PR HT PR HT PR Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.HORAS TRABALHADAS PR . Empresas e Profissionais HT .PRODUÇÃO CONTROLE DIÁRIO DA PRODUÇÃO OBRA EQUIPAMENTO PERÍODO DE SERVIÇO HORA INICIAL : : : HORA FINAL HORAS DE OPERAÇÃO AP .Horas Ociosas .Horas Produtivas HI .

170 RESUMO DAS HORAS .EQUIPAMENTOS E DA PRODUÇÃO . Empresas e Profissionais HP .4 OBRA EQUIPAMENTO DATA : COEFI CIENTE SERVIÇOS EXECUTADOS CÓDIGO DESCRIÇÃO : : DIAS UNID TOTAL DE HORAS ANEXO 5 MODELO AP-4 TIPO HORA HP HI HP HI HP HI HP HI HP HI HP HI HP HI HP HI HP HI HP HI HP HI HP HI HP HI HP HI HP HI Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.5 DATA : Paulo Roberto Vilela Dias CÓDIGO SERVIÇOS EXECUTADOS DESCRIÇÃO DOS SERVIÇOS UNI DADE QUANTIDADE PRODUZIDA OBSERVAÇÕES ANEXO 6 MODELO AP-5 171 .Horas Produtivas HI .AP.Horas Improdutivas CONTROLE DIÁRIO DA PRODUÇÃO OBRA : DIMENSÕES ( em metros ) AP .

pelos profissionais liberais. fiscalização.EQUIPAMENTOS AP . consultorias. para aplicação em serviços de engenharia. Im prod. Im prod. Im prod. Veja ainda as definições existentes no Capítulo 12. SERVIÇOS DE CONSULTORIA Este livro abrange os serviços de consultoria. avaliações e pareceres referentes a serviços e obras de engenharia e desenvolvimento de técnicas relacionadas com informática e outras. DOS Im prod. ou de montagens industriais e controle tecnológico de materiais e produtos. também. Paulo Roberto Vilela Dias 173 . acompanhamento técnico e gerenciamento de obras e serviços. Prod. • • • • TOTAIS MÉDIA DESVIO PADRÃO OBRA : SERVIÇO : PERÍODO elaboração de planos diretores. de projeto e gerenciamento ou supervisão de obras de engenharia. supervisão. Prod. Data Prod. de equipamentos. analisaremos os seguintes serviços: • Unidade : COEFICIENTES . Assim. RESUMO COEFICIENTES .6 COEFICIENTES Prod.1 DEFINIÇÕES DOS SERVIÇOS PROFISSIONAIS Procuramos definir os principais serviços prestados pelas empresas de consultoria e.ANEXO 7 MODELO AP-6 13 ATIVIDADES PROFISSIONAIS 13.2 a seguir. elaboração de projetos básicos e projetos executivos. estudos de viabilidade. estudos organizacionais e outros relacionados com obras e serviços de engenharia. instrumentos e processos de produção em geral.HOMENS Prod. : Im prod. vistorias. Im prod. Prod.

e que pos174 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. Paulo Roberto Vilela Dias 175 .. características e materiais a ser utilizados. a estimativa de custo. a especificação e execução ou supervisão dos serviços de campo e de laboratório. Inclui o estudo de soluções alternativas. elaborado com base nas indicações dos estudos técnicos preliminares. de acordo com normas pertinentes da Associação Brasileira de Normas Técnicas – ABNT”. equipamentos e serviços. para caracterizar a obra ou serviço ou complexo de serviços objeto da licitação. De acordo com o disposto no Artigo 6º. bem como. XI da Lei 8. contendo a concepção clara e precisa do sistema proposto. o preparo de arranjo geral esquemático. Inclui a especificação e execução ou supervisão dos serviços de campo e de laboratório. que assegurem a viabilidade técnica e o adequado tratamento do impacto ambiental do empreendimento. a indicação dos métodos construtivos. com nível de precisão adequado. podem ser divididas em três fases principais.PROJETO As atividades de concepção e pormenorização de projetos físicos. a que melhor responde.. gráficos ou ábacos empregados no cálculo. De acordo com a Lei 8. a confecção dos desenhos detalhados e das especificações técnicas de serviços e materiais. a partir dos dados levantados com esta finalidade. • especificação preliminar de materiais. Quando não existem normas nacionais para uma determinada disciplina técnica ou projeto aplicam-se as normas internacionais. a elaboração de desenhos típicos e especificações técnicas preliminares de serviços e materiais. a definição dos partidos tecnológicos. • memorial de cálculo onde deverão ser apresentados a metodologia básica utilizada.666/93 o projeto básico é o “conjunto de elementos necessários e suficientes. a indicação de todos os componentes. O projeto básico será constituído de desenhos que representem tecnicamente a solução adotada e relatório técnico que contenha: memorial descritivo do sistema e de seus componentes. Projeto Básico Definição técnica e dimensional da solução adotada. o orçamento detalhado e cronograma de implantação das obras. os critérios e parâmetros adotados na proposição e dimensionamento dos componentes. de eventuais condicionantes do Contratante e demais elementos sobre o problema. para determinação de quantitativa de demandas. Visa a análise e escolha. as normas e critérios para medição e pagamento dos serviços de implantação e o cronograma das obras. equipamentos e serviços. a racionalização do programa. técnica e economicamente. em todos os campos de aplicação e disciplinas técnicas de engenharia. • estimativa preliminar de quantidades de materiais. além das fórmulas. de maneira a esclarecer perfeitamente a execução. dentre alternativas de solução possíveis. bem como. a listagem das autorizações legais requeridas para a implantação e a estimativa de custo das obras. Compreende o arranjo geral. aos objetivos propostos.666/93 o projeto executivo é o “conjunto de elementos necessários e suficientes à execução completa da obra. ”. orçamento da construção. • Projeto Executivo Definição de todos os detalhes construtivos ou executivos do sistema objeto do projeto e sua apresentação gráfica. Empresas e Profissionais sibilite a avaliação do custo da obra e a definição dos métodos e prazo de execução . o dimensionamento funcional do objeto e de suas partes. montagem ou instalação de todos os elementos previstos no sistema. ou seja: • Estudo Preliminar • Projeto Básico (ou anteprojeto) • Projeto Executivo Estudo Preliminar Estudo técnico efetuado para determinar a viabilidade de uma solução. a indicação dos métodos construtivos.

assistência à partida. inclusive plano de gestão ambiental. Execução direta ou assistência às compras e/ou contratações de bens e serviços.1 Regulamentação da Atividade Profissional Apresentamos a seguir os decretos. as leis e as resoluções que regulam a atividade dos profissionais registrados no sistema CONFEA/CREA. • Acompanhamento técnico da construção. montagem. Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. Supervisão administrativa de construção.189 mm mm mm mm mm ASSESSORIA Envolve assessorias técnicas em assuntos especializados. técnicas e administrativas. testes e partida. Empresas e Profissionais 13. eventualmente. DE 11 DEZ 1933 ( 1) Regula o exercício das profissões de engenheiro. ASSISTÊNCIA TÉCNICA Abrange as seguintes atividades. de caráter essencialmente técnico: Verificação de desenhos de fabricação. APRESENTAÇÃO DOS PROJETOS Os relatórios obedecerão o exigido pela norma NBR-5984 e serão apresentados em papel A4. de 24 DEZ 1966 176 Paulo Roberto Vilela Dias 177 . avaliações e estudos organizacionais relacionados com empreendimentos de engenharia.569. estabelecendo a estratégia de implantação. Planejamento. abrangendo: • • • • • • • • Elaboração de planos gerenciais. diligenciamento e inspeção de contratos de fornecimento de bens.2 REGULAMENTAÇÃO DA ATIVIDADE PROFISSIONAL E ATRIBUIÇÕES LEGAIS DOS PROFISSIONAIS DE ENGENHARIA CIVIL 13. Coordenação das interfaces executivas. envolvendo o exame e aprovação de documentos técnicos preparados pelos fornecedores de equipamentos. Atividades de acompanhamento técnico da construção. estruturas metálicas e outros. bem como arbitragem. Coordenação técnica e administrativa de serviços de projeto de engenharia. programação e controle físico-financeiro do empreendimento.2. Administração e controle do fluxo de documentos. montagem. testes. a organização geral dos trabalhos e a especificação das instalações provisórias. distinguem-se uma das outras pelo nível de detalhamento. Sendo que são considerados os seguintes formatos: A4 A3 A2 A1 A0 = = = = = 210 mm 297 mm 420 mm 594 mm 841 mm x 297 x 420 x 594 x 841 x 1. A0. enquanto que as plantas deverão ser desenhadas em formato A1 ou. • GERENCIAMENTO DE OBRAS O gerenciamento envolve principalmente tarefas de coordenação e administração. • Treinamento do pessoal de operação e de manutenção. • Preparo de desenhos “como construído” em seguida à implantação. examinando a observância das especificações técnicas pelo construtor.194. de arquiteto e de agrimensor.As atividades que figuram em mais de uma fase de projeto. (1) Revogado tacitamente pela Lei nº 5. DECRETOS E LEIS: DECRETO FEDERAL Nº 23.

DE 18 DEZ 1998 Dispõe sobre a Anotação de Responsabilidade Técnica e da outras providências. autoriza a criação. DE 24 DEZ 1966 Regula o exercício das profissões de Engenheiro. RESOLUÇÃO Nº 205.07. FUNDAMENTAÇÃO LEGAL: Lei nº 8. DE 26 SET 1986 Dispõe sobre o exercício profissional dos Tecnólogos das áreas submetidas à regulamentação e fiscalização instituídas pela Lei nº 5. como por exemplo. de 24 DEZ 1966. DE 30 SET 1971 Adota o Código de Ética Profissional. Arquiteto e EngenheiroAgrônomo. DE 5 NOV 1968 Dispõe sobre o exercício da profissão de Técnico Industrial de nível médio. Paulo Roberto Vilela Dias 179 .07.212. RESOLUÇÃO Nº 278. Arquitetura.91 e alterações posteriores e Lei nº 8. Juíza Substituta da 4ª Vara Previdenciária de Porto Alegre .71.Estudo. para efeito da fiscalização do exercício profissional em nível Superior. Atividade 02 . na página da web do CREA-RJ (www.RS. DE 31 OUT 1986 Dispõe sobre Registro de Acervo Técnico dos Profissionais da Engenharia. LEI Nº 5.00. e dá outras providências. Química. RESOLUÇÃO Nº 313.Supervisão. pelo Conselho Federal de Engenharia.194. LEI Nº 5.524. regula o exercício das profissões de Engenheiro.LEI Nº 4.2 Atividades e Atribuições Legais para Profissionais de Engenharia Civil A lei nº 5194 de 24/12/1966. designa as seguintes atividades: Atividade 01 . projeto e especificação. prolatada pela MM. DE 27 MAIO 1983 Dispõe sobre o exercício profissional dos Técnicos Industriais e Técnicos Agrícolas de Nível Médio ou de 2º Grau e dá outras providências. de uma Mútua de Assistência Profissional. Agronomia e Veterinária.DE 7 DE DEZ 1977 Institui a “Anotação de Responsabilidade Técnica” na prestação de serviços de Engenharia. Arquitetura e Agronomia e expedição de certidão. Arquitetura e Agronomia. Arquitetura e Agronomia . nos autos da Ação Civil Pública nº 2000.crea-rj. e dá outras providências. coordenação e orientação técnica. de 03 de maio de 2001 Dispõe sobre alterações dos parâmetros para o reconhecimento das atividades exercidas sob condições especiais em cumprimento à decisão que antecipou parcialmente os efeitos da tutela. de 24. RESOLUÇÃO Nº 317. Arquiteto e Engenheiro Agrônomo e o artigo 1º da Resolução 218 do CONFEA de 29 de junho de 1973. de 24. proposta pelo Ministério Público Federal. A íntegra da regulamentação apresentada anteriormente pode ser obtida no CONFEA e nos Conselhos Regionais ou em seus sites da internet.91 e alterações posteriores 13.br). LEI Nº 6. Empresas e Profissionais RESOLUÇÃO Nº 218. 178 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.org.496 .2.950-A.194. planejamento.030435-2. OUTRAS: INSTRUÇÃO NORMATIVA INSS Nº 49.CONFEA. RESOLUÇÕES DO CONFEA: RESOLUÇÃO Nº 425. e dá outras providências. DE 29 JUN 1973 Discrimina atividades das diferentes modalidades profissionais da Engenharia. DE 22 ABR 1966 Dispõe sobre a remuneração de profissionais diplomados em Engenharia. de Arquitetura e Agronomia.213.

de abastecimentos de água e de saneamento. Lei n. Direção de obra e serviço técnico. Operação e manutenção de equipamentos e instalação. avaliação. operação. Artigo 5º. Vistoria. referentes a edificações . serviços e equipamentos urbanos. de regiões. Regula o exercício das profissões de Engenheiro. estruturas.As qualificações de que trata este Artigo poderão ser acompanhadas de designações outras referentes a cursos de especialização. mensuração e controle de qualidade. local.º 5. e dá outras providências. funções e comissões em entidades estatais. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias . montagem e reparo. referentes a edificações. assessoria e consultoria. arbitramento.As atividades e atribuições profissionais do engenheiro. Artigo 1º . laudo e parecer técnico. portos. seus serviços afins e correlatos. nos seus aspectos técnicos e artísticos. zonas. Artigo 3º . seus serviços afins e correlatos.Atividade Atividade Atividade Atividade 03 04 05 06 - Atividade 07 Atividade 08 Atividade Atividade Atividade Atividade Atividade Atividade Atividade 09 10 11 12 13 14 15 - Atividade 16 Atividade 17 Atividade 18 - Estudo de viabilidade técnico-econômica.194 de 24 de Dezembro de 1966 180 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. divulgação técnica e extensão. perícia. reparo e manutenção. instalações e meios de acesso a costas. e massa de água e extensões terrestres. planejamento ou projeto.Parágrafo único .As qualificações de engenheiro. rios. explorações de recursos naturais e desen181 Artigo 2º dessa mesma resolução estabelece as seguintes competências para o ENGENHEIRO ARQUITETO: I . Fiscalização de obra e serviço técnico. transportes. Artigo 7º. arquitetura ou agronomia a firma comercial ou industrial cuja for composta. cursos. planejamento físico. estradas. Condução de trabalho técnico. em geral. arquiteto e engenheiro-agronômo são caracterizadas pelas realizações de interesse social e humano que importem na realização dos seguintes empreendimentos: A) B) C) D) E) Aproveitamento e utilização de recursos naturais.Só poderá ter em sua denominação as palavras engenharia. em sua maioria. Elaboração de orçamento. aperfeiçoamento e pós-graduação. Arquiteto e Engenheiro-Agrônomo. meios de locomoção e comunicações. Condução de equipe de instalação. montagem. análise. desenvolvimento industrial e agropecuário. pesquisa.As profissões de engenheiro.o desempenho das atividades 01 a 18 do artigo 1º desta Resolução. estruturas. Assistência. Desempenho de cargo e função técnica. experimentação. edificações. cidades. ensaio. pista de rolamentos e aeroportos. conjuntos arquitetônicos e monumentos. obras. sistema de transportes. paraestatais. do arquiteto e do engenheiro-agrônomo consistem em: a) b) desempenho de cargos. Execução de desenho técnico. Artigo 4º. arquitetura paisagística e de interiores. Produção técnica e especializada. de profissionais registrados nos Conselhos Regionais. Padronização. Execução de instalação. Execução de obra e serviço técnico. rurais e regionais. arquiteto ou engenheiro-agrônomo só podem ser acrescidas á denominação de pessoa jurídica composta exclusivamente de profissionais que possuam tais títulos. Ensino. autárquicas e de economia mista e privadas. Artigo 7º dessa mesma resolução estabelece as seguintes competências ao ENGENHEIRO CIVIL ou ao ENGENHEIRO DE FORTIFICAÇÃO e CONSTRUÇÃO: I . urbano e regional.o desempenho das atividades 01 a 18 do artigo 1º desta Resolução.

Artigo 22º. com todas as suas obras complementares. rios e canais e das concernentes aos aeroportos. direção. produção técnica especializada. perícias e arbitramento referentes à matéria das alíneas anteriores. direção. projeto. fiscalização e construção das obras que tenham caráter essencialmente artístico ou monumental. trabalhos topográficos e geodésicos. direção e fiscalização das obras de grande decoração arquitetônica. fiscalização e construção de edifícios. análises. Artigo 28º . estudo. instalações e serviços de qualquer natureza. projeto. projeto. direção. execução de obras e serviços técnicos. o estudo. fiscalização de obras e serviços técnicos. direção de obras e serviços técnicos. perícias. nos assuntos correlacionados com as especificações das alíneas “a” a “i” . de arquiteto e de agrimensor. direção. o estudo. projeto. o estudo. pareceres e divulgação técnica. fiscalização construção de obras destinadas ao aproveitamento de energia e dos trabalhos relativos às máquinas e fábricas.º 23. projeto. o projeto. projetos. nos assuntos mencionados nas alíneas “a” a “c” deste Artigo. projeto. a engenharia legal. direção e fiscalização dos serviços de urbanismo. projeto. a arquitetura legal. fiscalização e construção de edifícios. vistorias. especificações e demais pormenores técnicos nele estabelecidos. o estudo. o estudo. o estudo. experimentação e ensaios. d) e) f) g) Artigo 16º. direção e fiscalização dos serviços de urbanismo. perícias e arbitramentos relativos à matéria de que tratam as alíneas anteriores. fiscalização e construção das obras relativas a portos.Quando a concepção geral que caracteriza um plano for elaborado em conjunto por profissionais legalmente habilitados. direção. pesquisa. de acordo com as condições.Ao autor do projeto ou aos seus prepostos é assegurado o direito de acompanhar a execução da obra. direção e fiscalização das obras de arquitetura paisagística. DECRETO FEDERAL N. direção. Artigo 19º.São da competência do engenheiro civil: a) b) c) 182 h) i) j) k) rodagem e de ferro. avaliações. de modo a garantir a sua realização. todos serão considerados co-autores do projeto.569.DE 11 DEZ 1933 Regula o exercício das profissões de engenheiro. fiscalização e construção das obras peculiares ao saneamento urbano e rural. projeto.c) d) e) f) g) h) volvimento da produção industrial e agropecuária. direção. projeto. com os direitos e deveres correspondentes. fiscalização e construção das estradas de Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. fiscalização e construção das obras de captação e de abastecimento de água.Enquanto durar a execução de obras. assim como os dos responsáveis pela execução dos trabalhos. o projeto. o projeto.Consideram-se da atribuição do arquiteto ou engenheiroarquiteto: a) b) c) d) e) f) g) estudo. com todas as suas obras complementares. fiscalização e construção de obras de drenagem e de irrigação. em todos os seus aspectos técnicos e artísticos. direção. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 183 . é obrigatória a colocação e manutenção de placas visíveis e legíveis ao público o nome do autor e co-autores do projeto. industrial ou agropecuária. o estudo. projeto. Artigo 30º . estudos. direção. ensino.

7) 4) 4. fiscalização e acompanhamento de obras.10) Levantamentos técnicos de obras.4) Planejamentos. pareceres. 1. Empresas e Profissionais 3. supervisão. Pareceres.3) 3. Fiscalização e Supervisão de serviços técnicos-administrativos. 2. Consultorias ou assistências técnicas.9) Assessoria . Análise econômica-financeira da empresa. Assessoria.8) Levantamento de dados Estudos preliminares. fundamenta dos sobre serviços ou obras. subdividem-se em: 1.3) Projetos do canteiro de obra.4) 3. supervisão. Paulo Roberto Vilela Dias 185 . Projeto Básico ou Legal. Especificações de serviços e materiais. coordenação. 1. fiscalização e acompanhamento de obras em geral. arbitramentos.5) 1. Coordenação. 1. produtividade e qualidade. instalações e afins.5) Administração e Controle contábil.5) 3. Arbitramentos. Orientação técnico-administrativa. programações e controles. Vistorias.4) 1. Avaliações e Perícias em geral. 2. serviços. fiscalização. arbitramentos.1) 3.1) Vistorias.3) Avaliações técnicas de um determinado bem. 3) Consultorias e Assistência técnica que se subdividem em: Consultorias em geral permanente e elaboração de contratos. vistorias.7) Medições de serviços . orçamentos. Laudos.1) Gerenciamento das obras e projetos em geral. 2. avaliações e perícias.2) 1. Supervisão.coordenação. 4. Consultas esporádicas. Engenharia Legal. Detalhes construtivos em geral Estimativas de custos. controle físico-financeiro e da Qualidade. 2. laudos técnicos. dimensionamentos de serviços.TÍTULO I CONCEITUAÇÃO PROPOSTA PARA OS SERVIÇOS RELACIONADOS COM A ENGENHARIA CIVIL Os serviços relacionados com a Engenharia Civil podem ser resumidos no seguinte: 1) Estudos de um modo geral ou viabilidade .11) Levantamentos topográficos e sondagens. Fiscalização e Acompanhamento de obras em geral que se subdividem em: 2) 3) 4) 2.2) Pareceres técnicos sobre assunto técnico especializado. acompanhamento e controles.6) 1. Anteprojetos. ou avaliação de direitos.7) 1. que se subdividem em: Os serviços acima relacionados são discriminados da seguinte forma: 1) Estudos de um modo geral ou viabilidade . equipamentos e pessoal.Projetos básicos e executivos de qualquer natureza. 2) Gestão. 184 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. materiais. equipamentos e pessoal.3) 1. 2) Programações e dimensionamentos de serviços.6) 3. materiais. Projetos definitivos (executivos). planejamentos e cronogramas físico-financeiros. Laudos.1) 1. Gestão de empreendimentos.2) 3.Projetos básicos e executivos de qualquer natureza. 2. Orientação geral e técnicas de controle. compatibilização.6) Coordenação. supervisão. 4.

• Estudo de Fachada . 4. Estudos. Empresas e Profissionais 1. projetos. irrigação. grandes estruturas metálicas e de concreto armado. com informações sobre o terreno. contendo a definição de todos ambientes. abordando os seguintes aspectos: Concepção. fiscalização e construção de obras destinadas ao aproveitamento de energia e dos trabalhos relativos às máquinas e fábricas. Estudos. rios e canais. • Definição do esquema estrutural e das instalações. Estudos.em perspectiva ou elevação. projetos. direção.5) Julgamentos de trabalhos em geral. planejamentos. controles. túneis. gerando os seguintes documentos: Memorial Descritivo . será apresentado o projeto legal. adução.descreve e justifica a solução arquitetônica proposta e é acompanhado de quadro de áreas estimadas. Estudos. projetos. visando montar um programa básico do projeto. direção.4) Projeto Básico ou Legal – Após a aprovação pelo cliente do anteprojeto. avaliações. dimensionamento e caracterização dos pavimentos. bem como. dimensão e articulação dos ambientes. esclarecedor de circunstâncias especiais. bem como fazer orçamentos. completando o projeto. drenagem.2) Estudos preliminares – Análise e avaliação de todas as informações recebidas na primeira etapa e definição do partido arquitetônico da edificação e as condições de viabilidade.principais níveis da edificação. industriais e reformas com todas as suas obras complementares. arbitramentos. barragens. projetos. de acordo com as normas vigentes. 1. direção. permitindo sempre que possível uma primeira avaliação da estrutura.1) Levantamento de dados – Levantamento de um conjunto de infor186 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. • 6) Único . em plantas. • 3) 4) 5) 1. viadutos e outros. emitir laudos e pareceres relacionados com a especialidade profissional. barragens. será desenvolvido o Anteprojeto de Arquitetura. deverá ser apresentado o Memorial Descritivo elucidativo do partido adotado. • Plantas Baixas . localização. fiscalização e construções prediais. perfis. abastecimento de água. com as modificações sugeridas. • Concepção e tratamento da volumetria do edifício. Estudos.4. cortes. fiscalização e construção de obras hidráulicas de saneamento e urbanização. Os serviços relacionados nos itens anteriores se aplicam ao ramo da Engenharia Civil. mações.O Engenheiro Civil atuará também em assuntos de Engenharia Legal e de Custos. projetos.3) Anteprojeto – A partir do Estudo Preliminar aprovado. Em anexo. com especificações e detalhamento das fachadas e esquadrias externas. perícias. apresentando um padrão de cor ou textura. captação. fiscalização e construção das obras relativas a portos. fiscalização e construção de estradas de rodagem e de ferro. fiscalização e construção de obras de arte especiais. viadutos e outros. fachadas. direção.Projetos básicos e executivos de qualquer natureza. direção. a saber: 1) Estudos de um modo geral ou viabilidade . grandes estruturas metálicas e de concreto armado. a saber: 1) 2) Estudos. etc. 1. elevações. projetos. saneamento urbano e rural. Baseado nestes dados elabora-se o escopo do Contrato. solicitações do Cliente. de acordo com o serviço a executar e obedecidas as posturas legais para cada caso possibilitando obter licenças e alvarás. legislação local. formatando o Anteprojeto. túneis. Paulo Roberto Vilela Dias 187 .4) Serviços em geral de Engenharia Legal. direção. Vamos conceituar o que representam os serviços indicados nos itens acima.

deverá ser assumida pelo profissional Paulo Roberto Vilela Dias 189 . Deverá apresentar uma descrição completa da obra. bem como a especificação para cada tipo de serviço. despesas financeiras. gera-se um documento único. administrativas. etc. Através da compatibilização e otimização dos diversos projetos e processos. que englobe todos os elementos considerados no estudo.Engenharia de Custos .1. exige detalhes particulares para facilitar ou mesmo permitir a sua execução. a unidade considerada e os preços unitários. as normas aprovadas e recomendadas. a coordenação de todos os processos e os integrantes da equipe. acompanhamento e controle – Quando na elaboração de um projeto. com a indicação das características técnicas. supervisão. elaborando desenhos e especificações dos serviços e dos materiais empregados.10)Levantamentos técnicos de obras.9) Assessoria . Por outro lado. 1. compatibilização. Estes detalhes deverão ser apresentados em desenhos.7) Detalhes construtivos em geral – São desenhos complementares. são identificadas e eliminadas eventuais interferências entre os mesmos e futuros re-trabalhos nas obras.5) Projeto Executivo – Conjunto de documentos elaborados. Empresas e Profissionais apresentação de uma planilha. podem-se estabelecer as necessidades diárias de material e mão-de-obra para a execução da obra ou serviço. em escala conveniente. pois de um levantamento completo no local que permita definir as quantidades.coordenação. orçamentos. Cada tipo de obra. A finalidade é oferecer uma assessoria técnica especializada à elaboração do projeto ou serviço. com a listagem dos diversos serviços a executar. instalações e afins já executados e que por circunstâncias. fiscalização. e indicar os ensaios de laboratórios indispensáveis. Conhecidos o orçamento e o prazo de execução da obra ou serviço. de todos elementos da obra ou serviço necessários à perfeita execução técnica e artística da edificação.financeiros . como impostos. em função de sua complexidade. técnicas e outras. Os respectivos percentuais para cobrir as despesas diretas e indiretas. permite ainda. contendo as quantidades de serviços a executar. Anexo deverá ser apresentado um memorial descritivo. capaz de oferecer uma visão global da execução da obra e o conhecimento das necessidades financeiras mês a mês. consumo e do cronograma físico-financeiro. aplicação correta dos materiais. na escala convenientemente adequada. poderá ser apresentado um orçamento – Consiste na 188 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. Especificações detalhadas de todos os materiais que serão utilizados nas obras. Na composição dos preços unitários deverão ser apresentados os coeficientes de consumo e produtividade. com indicação das condições técnicas de execução e de todas as exigências indispensáveis à concretização da obra. A responsabilidade funcional do levantamento levado a efeito. que de qualquer maneira onerem os custos do empreendimento. 1. planejamentos e cronogramas físicos .8) Estimativas de custos.conhecidos os projetos definitivos. 1. segundo uma sintonia perfeita. através dos coeficientes de produtividade. leis fiscais. comerciais. deverá ser apresentado o cronograma físico-financeiro (gráfico de Gantt). com todos os elementos necessários à fiel execução do empreendimento. com todas as informações necessárias à execução da obra. com sua participação. Faz parte integrante das especificações a indicação de materiais relacionados nos desenhos do projeto. condições de funcionamento ou estado de conservação. houver a participação de profissionais de várias modalidades. os detalhes e as especificações de serviço e materiais. necessários a uma melhor compreensão e execução da obra.6) Especificações de serviços e materiais – Tem como objetivo caracterizar as condições de execução e padrão de acabamento para cada tipo de serviço. 1. aparece a figura do Assessor. os projetos existentes não reproduzem a verdade – Consiste. encargos sociais. A partir da interface entre os Projeto Arquitetônico e os Projetos Complementares. serviços. 1.

Deverá ser apresentado o projeto do canteiro de obras. com detalhes do relevo. o plano para melhoria da produtividade e qualidade.4) Planejamentos.Trata-se de assumir a responsabilidade dos encargos técnicos. Feitas as programações e o planejamento. memoriais gráficos e fotográficos. com previsão das datas do recrutamento. 2. orçamento. equipamentos. Neste caso deverão ser determinados os homens/hora indispensáveis. supervisão. Além do mais. respondendo pela fiel execução dos serviços. legais decorrentes da organização levada a efeito.Trata-se de medidas indispensáveis à verificação da quantidade e qualidade do trabalho. bem como previsões de treinamento. 190 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. contendo todas as instalações a fazer. Apresentação das programações e relatórios indispensáveis à administração da obra ou serviço e relação de equipamentos necessários. 2. planos de trabalhos.executante do serviço. Quanto as sondagens deverão constar o perfil do terreno para avaliação do solo e posição do lençol freático. programações e controles. materiais. com os seguintes sub-ítens: determinado pelas quantidades de serviços e preços unitários.1) Gerenciamento das obras e projetos em geral . necessidades de material. 1. gerência integral. rotinas. dos serviços. como seu gestor. licitude das compras e fornecimentos.3) Projeto de canteiro de obra . materiais.Uma vez conhecido o orçamento da obra. pessoal e do financeiro . no mercado de trabalho. 2) Gestão. Consiste em ser assumido pelo profissional ético o encargo técnicoadministrativo da direção e execução da obra. por categoria. coordenar. deverá ser apresentado um relatório circunstanciando todas as medidas levadas a efeito. baseando-se ainda no cronograma físico-financeiro. admissão. de desenvolver as diversas áreas da obra. enfim. procedimentos. dirigir e controlar a qualidade da obra. 2. Verificar a eficiência e eficácia dos trabalhos. mão-deobra e as especificações dos serviços. permitindo ainda um controle. diretrizes. relatórios. apresentação do esquema organizacional com a discriminação das tarefas. deverá ser apresentado o organograma. especificações. 2. dimensionamentos do físico. nas disponibilidades financeiras da empresa. indicando inclusive o dimensionamento da equipe. face ao controle preconizado. fiscalização e acompanhamento de obras em geral. indicando os processos de trabalho. representando as curvas de nível de metro em metro. detalhes e demais elementos técnico fornecidos. no tocante à administração da empresa. execução dos serviços. em função da seqüência dos trabalhos a executar. controles e apropriações de custos. além do trabalho de escritório de cálculo das cadernetas. avaliação dos cortes e aterros e outras medidas de interesse na elaboração de um determinado projeto. mão-de-obra. demissão. está o engenheiro em condições de dimensionar a equipe de trabalho. a modalidade de medição de serviços. incentivos para aumento de produtividade e qualidade. como o dimensionamento. Apresentação do planejamento completo para execução e controle da obra ou serviço. programações. quanto aos preços de material. exercendo as funções de acordo com as normas legais vigentes e entregando a obra ou serviço em condições de ser utilizada pelo cliente e em concordância integral com os projetos. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 191 .11)Levantamento topográfico e sondagens . o profissional deverá prever.Neste caso admite-se o trabalho profissional de levantamento completo no campo.2) Programações e dimensionamentos de serviços. equipamentos e pessoal . Caso seja do interesse do cliente e tendo em vista a extensão da área a levantar. Para cada tipo ou especialidade de engenheiro teremos obras que lhe são afetas. coordenação.

dos serviços executados. Flexibilidade do mercado fornecedor e consumidor. com poderes de sustar qualquer serviço executado fora dos padrões do projeto. visando enquadrar as normas pré-determinadas.2. Elaboração de sistemas de controle de materiais e mão-de-obra. esquadro e prumo.7) Medições de serviços e controles físico-financeiros e da qualidade – Medições “in loco”. durante a execução da obra ou serviço. Enfim. lembrando de cláusulas de regulamento do prazo. Tipo de contabilidade. sobre determinados problemas. Paulo Roberto Vilela Dias 193 192 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.3) Assessoria – Serviços profissionais prestados por profissionais. 3. Em memorial descritivo o profissional apresentará as considerações que devem ser obedecidas. estudo dos contratos de fornecimento e pessoal. no que tange a orientação técnica-administrativa e durante a venda dos trabalhos profissionais em caráter permanente. 3) Consultorias e assistência técnica. O serviço de assessoria. Verificar e assinar autorizando os pagamentos de fornecimento de material e mão-de-obra. Sistemas de controle do almoxarifado. oferecendo uma assistência técnica permanente e responsabilizando-se pelas orientações e instruções prestadas na obra e ao cliente. Dirimir as dúvidas ou resolver os problemas técnicos surgidos. pode ser em caráter permanente ou então por contrato temporário. todos os detalhes métricos. 3. Conferir todas as medidas. Aqui desejamos esclarecer que a participação do profissional se faz somente na parte técnica-administrativa do contrato. quando julgar necessários. prevendo multas por atrasos no cronograma de pagamento e pelo não cumprimento das exigências contratuais.5) Administração e controle contábil – Atividade indispensável à verificação do controle da qualidade e produtividade. reajustamento de preços. durante e posterior à implantação de uma obra ou serviço.4) Fiscalização de serviços técnicos – Consiste na observância das normas brasileiras para a execução de obras e serviços. sendo o único responsável pelos êxitos ou insucessos preconizados. bem como o cronograma físico-financeiro para controle do andamento da obra. fiscalização e acompanhamento de obras em geral – Consiste em fiscalizar a fiel execução de uma obra ou serviço. Tipos de notas. supervisão. o a receber e o a pagar. apresentando os detalhes métricos e demais elementos capazes de orientar o cliente quanto à licitude do pagamento. Escrituração dos custos de obra. Empresas e Profissionais . com os seguintes sub-ítens: 3. Sistema de apresentação das diversas contas a receber e a pagar. Neste caso o profissional deverá fazer uma listagem dos elementos que devem constar do contrato como proteção à empresa. Pode ser antes. uma vez oferecidos os elementos para o exame técnico da solução. Exigir nível. assessorando técnico-administrativamente os diversos órgãos da empresa. todos os acabamentos.6) Coordenação. para prestação de serviços durante uma certa etapa do desenvolvimento empresarial. 2. como também o cumprimento das especificações de serviços e materiais.1) Consultoria permanente em geral e elaboração de contratos – Trata-se de prestação sistemática do trabalho profissional. empreiteiros e outros. Determinação do estoque mínimo. Dar assistência técnica efetiva quando solicitado. 3. Apresentar quando solicitado os esclarecimentos requeridos. estabelecimento do plano de contas e contabilidade gerencial. Apresentar em relatório o sistema de medida e critérios adotados. utilizandose de testes da boa qualidade. fiscalizar durante todo o tempo de execução da obra ou serviço. estudo de preços e materiais. 2. apresentar a resposta à consulta formulada. atendendo a boa técnica requerida.2) Consultas esporádicas – Consiste na prestação de serviço técnico de engenharia prestada por profissional que oferece ao cliente solução verbal ou por escrito. inclusive quanto à responsabilidade sobre despesas. em laboratórios oficiais. O fiscal deverá constatar a boa qualidade durante a execução das obras. principalmente na elaboração dos contratos entre fornecedores. bem como o controle da qualidade apurado.

capaz de orientar a empresa no sistema global de controle. O parecer poderá ser acompanhado de plantas. como segue: a) b) Levantamento geral dos bens patrimoniais da empresa. Por meio de um relatório apresentar-se-á a orientação técnico-administrativa. existem elementos mensuráveis. 4) Vistorias. temos o laudo técnico. os elementos computados. serviço ou obra. a vistoria. Às vezes pode ser também solicitado. laudos técnicos fundamentados. 194 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. fruto dos elementos patrimoniais oferecidos. o critério adotado e outros elementos que objetivaram a avaliação. Engenharia Legal.1) Vistorias. Procura de novos mercados. com um memorial descritivo. avaliações e perícias em geral.7) Orientação geral e técnicos de controle – Apresentação de um esquema técnico geral. Trata-se de um serviço de alta repercussão técnica pelos efeitos decorrentes. executando plantas ou conferindo os existentes. será complementado o parecer final. porque. Assim. Levantamento dos imóveis. o laudo técnico é a constatação de um determinado fato. na avaliação técnica de um determinado bem. Às vezes o parecer técnico é de tal envergadura e envolve técnicos tão especializados que só pode ser dado em conjunto por uma comissão de alto gabarito. Contatos de qualquer natureza. No entanto.6) Orientação técnico-administrativa – Consiste em. Neste caso. no qual se esclareçam as causas e fiquem estabelecidas as medidas técnicas a tomar. com os seguintes sub-ítens: c) d) e) f) g) 4. com vistas a: a) b) c) d) e) Sistemática dos serviços. mensal e anual da empresa. Sim. Em cada caso. Apresentação de um parecer técnico. da rentabilidade da obra. uma vez conhecido o projeto ou os contratos de execução. Empresas e Profissionais . pode ser aleatória. bem como da exigência de testes de laboratório e exames locais. o memorial descritivo dará as informações colhidas. Cadastramento do equipamento e avaliação. se acompanhado das causas e das conclusões técnicas cabíveis. bem como indicação da distribuição do equipamento dentro do imóvel. NesPaulo Roberto Vilela Dias 195 3. será estudada a linha a ser seguida e a orientação a ser obedecida. O parecer é uma opinião técnica abalizada e fundamentada em requisitos técnicos. Fornecimento de um memorial descritivo com o dimensionamento das diversas seções da empresa. Estimativa do valor do patrimônio em imóveis. 3. as considerações levadas a efeito. determinando-se o sistema de apropriação de custo. 4. bem como. de modo a executar os serviços em andamento. laudos. na maioria das vezes. Já no caso do Direito. pareceres. a projeção de um estudo para ampliação da empresa.3. por assim dizer.2) Pareceres técnicos sobre assunto técnico especializado – Nem sempre a vistoria e o laudo vem acompanhado de um parecer técnico. de especificações.3) Avaliação técnica de um determinado bem ou direito – Aqui reside um dos assuntos mais sérios. Medidas preventivas a preconizar. Avaliação da produção. vai depender de um estudo muito mais aprimorado e a conseqüente avaliação. diária. Ampliação da faixa de empreendimentos da empresa. normas de controle para o material e mão-de-obra. capazes de oferecer a medida exata do valor. face as tendências do mercado. serviços ou da empresa. Determinação do fluxo de caixa. sobre serviços ou obras – Os laudos técnicos compreendem a informação profissional a respeito de determinado assunto. 4. de serviços e materiais. estabelecer a política administrativa da empresa no setor técnico. verificado em uma determinada condição existente e que constitui.5) Análise econômica-financeira da empresa – Estudo dos elementos patrimoniais da empresa. Feita a vistoria e elaborado o laudo técnico.

assim como. econômicos. contendo as razões do julgamento. A) Auditoria analítica e crítica .VIABILIDADE Estudo crítico das atividades de um empreendimento. os fundamentos técnicos que serviram de suporte à decisão final. cada modalidade de engenharia tem o âmbito de ação de sua atividade. O trabalho pode ser desenvolvido em dois campos distintos. objetivando dar ao usuário condições de adotar e utilizar técnicas – administrativas recomendadas ao êxito de seu empreendimento. funções. causadoras de uma determinada situação. Perícia . ARBITRAMENTO Atividade que envolve a tomada de decisão ou posição entre alternativas tecnicamente controversas ou que decorrem de aspectos subjetivos. nos aspectos técnicos. proporções.4) Serviços em geral de Engenharia Legal – Relativamente à Engenharia Legal pode ser solicitado ao profissional o seguinte: a) Vistoria . Como se vê. 13.tas condições o parecer técnico será o elemento de decisão. enfim. as normas de procedi197 b) c) d) 196 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. Parecer . com a decomposição de um todo em suas partes constituídas. ASSISTÊNCIA TÉCNICA Conjunto de ações integradas. concursos de provas e títulos.Nada mais que a verificação de uma situação existente. Avaliação . sem entrar em detalhes. pelo oferecimento de um relatório minucioso do fato. calculado ou arbitrado para um bem ou direito. tudo o que depender de julgamento. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias . é o caso por exemplo da “vistoria ad perpetuum in rei memoriam”.é a apresentação técnica fundamentada do valor encontrado. 4. 4. estimado. administrativos e legais.Que é uma vistoria na qual são indicadas as causas técnicas. Na perícia de um modo em geral. ASSESSORIA Serviço prestado a pessoas físicas ou a empresas por profissional qualificado e que exige um somatório de conhecimentos e experiências na prestação sistemática ou eventual de serviços de orientação técnica .Trata-se pois de uma opinião fundamentada das causas possíveis. com o propósito de fundamentar decisões financeiras. AUDITORIA Exame analítico e crítico que abrange desenvolvimento das atividades. feita com o objetivo de se verificar um estado das coisas. e relações. legais.aquela que se preocupa em analisar os aspectos administrativos econômicos. nas atribuições profissionais. baseado. tendo em vista conhecer sua natureza. apresentado inclusive a ou as soluções para o problema. o parecer técnico deve ser documentado e tiradas as conclusões.5) Julgamento de trabalhos em geral – Aqui neste título englobamos a decisão requerida em relatório minucioso. Deverá ser apresentado um laudo circunstanciado e técnico. inclusive com a classificação dos concorrentes.3 DEFINIÇÕES DAS ATIVIDADES PROFISSIONAIS DA ENGENHARIA CIVIL ANÁLISE TÉCNICO-ECONÔMICA DE EMPREENDIMENTO . é claro. concorrência. Podemos julgar concursos de trabalhos técnicos de projetos.administrativa por tempo determinado ou para finalidade específica.

escrita e assinada por profissional habilitado. folhetos. matérias escritas. realizadas para o preenchimento de cargos. visando difundir informações. Paulo Roberto Vilela Dias 199 . Palestra: Exposição oral de temas técnicos. planejamento ou projeto. ao desenvolvimento de métodos.B) mentos de uma atividade. mento de provas documentais. ESTUDO Atividade que envolve simultaneamente o levantamento e a análise de dados de natureza técnica. planejamento ou projeto. coordenação e gerenciamento dos serviços de concorrências. ou ainda a determinação de viabilidade técnico-econômica de um empreendimento. processos. GESTÃO DE PROJETO. coordenação. sobre veracidade de um fato ou uma situação. de sua autoria ou de outro profissional legalmente habilitado. CONCORRÊNCIAS Envolve ações de organização. gerenciamento e julga198 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. necessários a execução de obra ou serviço técnico. bem como ações de “marketing”. no plano. PALESTRA. DIVULGAÇÃO TÉCNICA CURSO. AVALIAÇÃO Atividade que envolve a determinação técnica do valor qualitativo ou monetário de um bem. SEMINÁRIO OU CONGRESSO Curso: Explanação teórica ou prática de matérias específicas técnicas. mediante planejamento. serviço ou evento técnico/científico. incluindo texto e “layout”. É também a análise de resultados de um programa ou projeto. a um público específico. tecnologias de produção. conhecimentos e tecnologias relativas a uma dada atividade. para servir de comprovação perante terceiros. de um direito ou de um empreendimento. anais. práticas prestadas. CONCURSO Envolve ações de organização. em recinto fechado e apropriado. serviço ou obra.aquela que se preocupa em analisar o cumprimento das especificações técnicas e legais contidas na atividade. Auditoria técnica . Inclui neste item a elaboração de folders. ATESTADO Documento que contém declaração. ficando a cargo do profissional a direção técnica-administrativa da execução das atividades. CONSULTORIA Serviço realizado para atender pessoa física ou jurídica em área específica visando identificar os problemas e propor recomendações que satisfaçam as necessidades. SERVIÇO OU OBRA Compete a atividade de gerência da execução e/ou acompanhamento de projeto. produto. Seminário e/ou Congresso: Exposição de vários temas. equipamentos e contratação de mão de obra. podendo ainda responder pela aquisição de materiais. faladas e televisadas e outras. plano. com o emprego da pedagógica e didática. Empresas e Profissionais Consiste na elaboração de peças publicitárias. provas escritas.

LOCAÇÃO TOPOGRÁFICA Ato de dirimir questões por solicitação das partes litigantes. envolvendo desde a classificação de trabalhos apresentados em concursos. conforme projeto elaborado ou planta. de curvas de níveis. Aplica-se em situações das mais variadas. Situações previstas: Terreno Terreno • Terreno • Terreno • • A locação consiste nos serviços topográficos empregados na fixação. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 201 . JULGAMENTO Situações previstas: Terreno Terreno • Terreno • Terreno • • plano a suavemente ondulado (0 a 8% de declividade) ondulado a fortemente ondulado (8 a 30% de declividade) forte ondulado a montanhoso (30 a 60% de declividade) montanhoso a escarpado > 60% de declividade. SERVIÇO OU OBRA Atividade que envolve a fiscalização de projeto. aos prazos e valores estabelecidos no projeto. obra ou serviço. relata o que observou e dá suas conclusões ou avalia o valor de coisas ou direitos. dentre outras. e com eqüidistância determinadas pela utilização e relevo da área. com a finalidade de examinar se sua execução obedece às especificações de natureza técnica. plano a suavemente ondulado (0 a 8% de declividade) ondulado a fortemente ondulado (8 a 30% de declividade) forte ondulado a montanhoso (30 a 60% de declividade) montanhoso a escarpado > 60% de declividade. LEVANTAMENTO TOPOGRÁFICO PLANIMÉTRICO Levantamento e representação gráfica do perímetro de uma determinada área. qualidade de produtos. podendo incluir recursos naturais e benfeitorias. 200 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. estudos e projetos até a definição de limites entre propriedades. no campo. Locação topográfica de obras de infra-estrutura Situações previstas: Terreno • Terreno • Terreno • Terreno • plano a suavemente ondulado (0 a 8% de declividade) ondulado a fortemente ondulado (8 a 30% de declividade) forte ondulado a montanhoso (30 a 60% de declividade) montanhoso a escarpado > 60% de declividade Locação topográfica de curvas de níveis Consiste na fixação ou demarcação. podendo incluir acidentes naturais e construções. julgamento de concorrências. LEVANTAMENTO TOPOGRÁFICO PLANIALTIMÉTRICO Levantamento e representação gráfica do perímetro e relevo de uma área determinada. ORÇAMENTO DE OBRAS E/OU SERVIÇOS Atividade que envolve o levantamento de quantidades e custos de todos os elementos inerentes a execução de determinado empreendimento ou serviço ou ainda na elaboração de determinado produto. ou por designação judicial. demarcação ou restauração de rumos para a execução de projetos. LAUDO É a peça na qual o perito.FISCALIZAÇÃO DE PROJETO. profissional habilitado.

conteúdo substancial do trabalho. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 203 . é o caso da vistoria feita com o objetivo de se verificar um estado de coisas. o profissional deverá apresentar seus honorários nos prazos determinados em hora técnicas a trabalhar.4 ATIVIDADES E DIREITOS AUTORAIS DE ARQUITETOS 13. pelo oferecimento de um relatório minucioso do fato. tendo como finalidade a produção de “prova” através de um exame.4. possibilitando a opinião ou parecer sobre matéria de fato. Caso não sejam fixados pelo Juiz. solicitações do cliente. com a finalidade de subsidiar decisões. assistência técnica em atividades de um empreendimento. sem entrar em detalhes.1 CONSTITUIÇÃO DO PROJETO As condições de contratação e remuneração referem-se ao projeto completo de Arquitetura. bem como os honorários. Baseado nestes dados elabora-se o escopo do Contrato. 13. com informações sobre o terreno. Os honorários profissionais dos peritos.PARECER TÉCNICO Consiste na opinião fundamentada sobre determinado assunto técnico. bem como. RESPONSABILIDADE TÉCNICA Atividade especializada que requer conhecimento de tecnologia. etc. o perito. gerando os seguintes documentos: Memorial descritivo – descreve e justifica a solução arquitetônica proposta acompanhando de quadro de áreas estimadas. visando montar um programa básico do projeto. as condições de pagamento poderão ser fixadas pelo Juiz na sentença. VISTORIA Verificação de uma situação existente. dimen• são e articulação de ambientes. legislação. interesse em discussão e valor da causa. avaliação ou vistoria. As responsabilidades do profissional. entre outros decorrentes de exigência legal. permitindo sempre que possível uma primeira avaliação da estrutura. de que tem conhecimento. tempo consumido para sua realização. • 202 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. por escrito. PERÍCIA Atividade demandada por ação judicial. composto das seguintes fases: • • • • • • Levantamento de Dados Estudo preliminar Projeto Legal Projeto de Execução Detalhes Construtivos Caderno de Especificações COMPOSIÇÃO DO PROJETO DE ARQUITETURA Levantamento de Dados Levantamento de um conjunto de informações. devem ser explícitos em contrato adequado. atendendo à natureza da perícia. Estudo Preliminar Análise e avaliação de todas as informações recebidas na primeira etapa e definição do partido arquitetônico da edificação. legislação local. Plantas Baixas – principais níveis da edificação: localização. que envolve a apuração das causas que motivaram determinado acontecimento.

.4.. 40% • Projeto de Execução . 204 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. • Projeto Legal Formatação do anteprojeto..2 PERCENTUAIS EM CADA ETAPA DO PROJETO Anteprojeto A partir do Estudo preliminar aprovado. abordando os seguintes aspectos: Concepção.... Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 205 .. são identificadas e eliminadas eventuais interferências entre os mesmos. possibilitando obter licenças e alvarás da obra. Detalhes Construtivos São desenhos complementares de arquitetura necessários a uma melhor compreensão e execução da obra........ dimensionamento e caracterização dos pavimentos.......... 40% • Detalhes e Caderno de Especificação .... Através da compatibilização dos diversos projetos.... contendo a definição de todos os ambientes..5 ATIVIDADES LEGAIS DOS PROFISSIONAIS DE ENGENHARIA AGRONOMICA E FLORESTAL ANÁLISE TÉCNICO-ECONÔMICA DE EMPREENDIMENTO Estudo crítico das atividades agrosilvipastoris ou agroindustriais....... apresentando um padrão de cor e textura. 10% • Anteprojeto e Projeto Legal ..... com a decomposição de um todo em suas partes constituídas... aplicação correta dos materiais e etc......... em escala conveniente. Estes dados poderão ser usados no caso de interrupção do projeto antes da conclusão final ou de contratação de parte do projeto......... com especificação e detalhamento das fachadas e esquadrias externas... tendo em vista conhecer sua natureza..... Levantamento de Dados e estudo Preliminar ....• Estudo de fachada – em perspectiva ou elevação...... com todas as informações necessárias à execução da obra.......... será desenvolvido o Anteprojeto de Arquitetura.. perspectivas...... Projeto de Interior Plantas baixas. Caderno de Especificações Tem como objetivo caracterizar as condições de execução e o padrão de acabamento para cada tipo de serviço. de acordo com as normas vigentes..... • Definição do esquema estrutural...... proporções.......... as normas aprovadas e recomendadas.. Faz parte integrante das especificações a indicação de materiais relacionados nos desenhos do projeto. memorial descritivo com especificação de materiais............ 10% • Os percentuais a seguir indicam a remuneração específica de cada item no caso de Projeto de Arquitetura.. • Concepção e tratamento da volumetria do edifício... Projeto de Execução Conjunto de documentos elaborados.......... 13... de todos os elementos da obra ou serviço necessários à perfeita execução técnica e artística da edificação...... detalhamento............. 13... funções e relações com o propósito de fundamentar decisões... A partir da interface entre Projetos Complementares e o Projeto Arquitetônico gera-se um documento único.. cortes......

Empresas e Profissionais . escrita e assinada por profissional habilitado. sobre veracidade de um fato ou uma situação. AVALIAÇÃO Atividade que envolve a determinação técnica do valor qualitativo ou monetário de um bem. É também análise de resultados de um programa ou projeto. práticas prestadas. em recinto fechado e apropriado. Palestra: Exposição oral de temas técnicos. para servir de comprovação perante terceiros. Auditoria técnica – aquele que se preocupa em analisar o cumprimento das especificações técnicas contidas no plano ou projeto. provas escritas realizadas para o preenchimento de cargos. de um direito ou de um empreendimento. ATESTADO Documento que contém declaração. ASSESSORIA Serviço prestado a pessoas físicas ou a empresas por profissional qualificado e que exige um somatório de conhecimentos e experiências na prestação sistemática ou eventual de serviços de orientação técnica por tempo ou prazo determinado ou para finalidade específica. coordenação.ARBITRAMENTO Atividade que envolve a tomada de decisão ou posição entre alternativas tecnicamente controversas ou que decorrem de aspectos subjetivos. levando-se em conta as necessidades do animal e dos nutrientes disponíveis. ASSISTÊNCIA TÉCNICA Conjunto de ações integradas. a um público específico. CONCORRÊNCIAS Envolve ações de organização. AUDITORIA Exame analítico que abrange desenvolvimento das atividades agrosilvipastoris ou agroindustriais. objetivando dar ao usuário condições de adotar e utilizar técnicas recomendadas ao êxito de seu empreendimento. nos aspectos técnicos. PALESTRA E CONFERÊNCIA Aula: explanação teórica ou prática de matérias específicas com emprego de técnica pedagógica. coordenação e gerenciamento dos serviços de concorrências. a) b) Auditoria analítica – aquele que se preocupa em analisar as normas de procedimentos de uma atividade ou projeto. CONCURSO Envolve ações de organização. gerenciamento e julgamento de provas documentais. CÁLCULO DE RAÇÃO Método utilizado para determinar a composição de uma ração. Conferência: Exposição de tema. econômicos e administrativos. CONSULTA Exame de problemas seguido de recomendação técnica a ser utilizada em exploração agrosilvipastoril e prescrição qualitativa e quantitativa de Paulo Roberto Vilela Dias 207 AULA. 206 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.

GERÊNCIA DE PROJETO. Consulta e receita com base no exame “ in loco ” da atividade agrosilvipastoril. tecnologia de produção. bem como avaliar índices técnicos e econômicos das explorações agrosilvipastoris e potencialidades. em atendimento à legislação. beneficiamento. junto ao órgão ambiental competente. ao desenvolvimento de métodos. Caracterização do meio sócio-econômico. serviço ou evento técnico/científico. DIVULGAÇÃO TÉCNICA Consiste na elaboração de peças publicitárias. geologia e geomorfologia. folhetos. solo. DILIGÊNCIA Exame local ou vistoria de problemas agrosilvipastoris com orientação para providências imediatas. Caracterização do meio físico (clima. envolvendo fauna e vegetação. necessários a execução de obra ou serviço técnico. ou ainda a determinação de viabilidade técnico-econômica de um empreendimento. anais. devido ao elevado grau de complexidade e detalhamento exigido normalmente nesse estudo. mediante exame e descrição minuciosa dos elementos que a constituem. econômico e social da propriedade rural. serviço ou obra. Identificação das áreas diretamente afetadas e de influência do empreendimento. faladas e televisadas e outras. mediante planejamento. podendo ocorrer de duas formas: a) b) Consulta e receita no escritório. produto. que permite conhecer com maior precisão os diferentes fatores que intervêm no processo de produção. de sua autoria ou de outro profissional legalmente habilitado. Empresas e Profissionais Destinam-se ao licenciamento ambiental. b) c) d) e) f) Nota: Os itens e e f referem-se a interpretações de todos os levantamentos de campo dos itens b. ESTUDOS DE IMPACTO AMBIENTAL CONSULTORIA Serviço realizado para atender pessoa física ou jurídica em área específica visando identificar os problemas e propor recomendações que satisfaçam as necessidades. identificando pontos de estrangulamento da cadeia produtiva. c e d.insumos. com base em informações do arquivo do profissional e em informações fornecidas pelo cliente. incluindo texto e layout. processo. matérias escritas. ECONÔMICO E SOCIAL a) Estudo técnico. comercialização. transporte. DIAGNÓSTICO TÉCNICO. Análise dos impactos ambientais e Proposição de medidas preventivas. ficando a cargo do profissional Paulo Roberto Vilela Dias 209 . conhecimentos e tecnologias relativas a uma dada atividade. É a norma legal que o EIA/RIMA seja realizado por uma equipe multidisciplinar especializada. águas superficiais e subterrânea. corretivas e mitigadoras dos impactos ambientais identificados. constituindo-se em trabalho realizado no escritório. entre outros) Caracterização do meio biótico. 208 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. ou de uma dada região. SERVIÇO OU OBRA Compete a atividade de gerência da execução e/ou acompanhamento de projeto. Inclui-se neste item a elaboração de folders. bem como ações de marketing rural. visando a implantação de empreendimentos que provoquem significativo impacto ambiental. ESTUDO Atividade que envolve simultaneamente o levantamento e a análise de dados de natureza técnica. visando difundir informações. sem a indagação das que a motivarem.

a direção técnico-administrativa da execução das atividades, podendo ainda responder pela aquisição de materiais, equipamentos e contratação de mão de obra. FISCALIZAÇÃO DE PROJETO, SERVIÇO OU OBRA Atividade que envolve a fiscalização de projeto, obra ou serviço, com a finalidade de examinar se a sua execução obedece às especificações de natureza técnica, aos prazos e valores estabelecidos no projeto. FORNECIMENTO DE DADOS E INFORMAÇÕES Consiste na transferência a terceiros de dados e informações que requeiram análise, tabulações e processamento sobre produtos (área, produção, produtividade, etc), consumidores, produtores, fabricantes, infraestrutura, aspectos econômico, social e tecnológico e outros. FORNECIMENTO DE MALA DIRETA Consiste na transferência de informações armazenadas em computadores: de lista de nomes e respectivos endereços, relativos a empresas e profissionais de uma dada atividade, categoria, serviços ou produtos. INTERPRETAÇÃO E RECOMENDAÇÃO A PARTIR DE ANÁLISE LABORATORIAL DE SOLO OU VEGETAL É o serviço técnico que tem como objetivo identificar a potencialidade, a deficiência e os desequilíbrios do solo, bem como do quadro fisiológico dos vegetais e a formulação de uma recomendação. JULGAMENTO Ato de dirimir questões por solicitação das partes litigantes, ou por designação judicial. Aplica-se em situações as mais variadas: envolvendo
210 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. Empresas e Profissionais

desde a classificação de trabalhos apresentados em concursos, julgamento de concorrências, qualidade de produtos, estudos e projetos até a definição de limites entre propriedades, dentre outras. LAUDO É a peça na qual o perito, profissional habilitado, relata o que observou e dá suas conclusões ou avalia o valor de coisas ou direitos. LEVANTAMENTO TOPOGRÁFICO PLANIMÉTRICO Levantamento e representação gráfica do perímetro de uma determinada área, podendo, incluir acidentes naturais, construções e uso agrícola. LEVANTAMENTO TOPOGRÁFICO PLANIALTIMÉTRICO Levantamento e representação gráfica do perímetro e relevo de uma determinada área, podendo, incluir acidentes naturais, construções e uso agrícola. LEVANTAMENTO DE MEIO FÍSICO Levantamento de Recursos Climáticos Compreende basicamente o levantamento, caracterização e análise de fatores climáticos, tais como: precipitação pluviométrica, balanço hídrico, temperatura, umidade relativa, ventos, entre outros, de uma determinada área. Levantamento da Capacidade de Uso do solo Compreende o mapeamento de uma determinada área para identificação da sua aptidão agrosilvipastoril e o nível de manejo adequado.

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Levantamento de Cobertura Vegetal do Solo Compreende o mapeamento de uma determinada área para identificação, caracterização e dimensionamento das diferentes atividades econômicas ou ocorrências naturais nela existentes. Levantamento de Solos Compreende a determinação e o mapeamento, em diferentes níveis de detalhamento, das unidades taxonômicas de solos através de observações de campo e coleta de material para análises físicas e químicas. LOCAÇÃO TOPOGRÁFICA A locação consiste nos serviços topográficos empregados na fixação, demarcação ou restauração de rumos para a execução de projetos agropecuários ou florestais. Divide-se em: Locação topográfica de obras de infraestrutura • Locação topográfica de curvas de níveis

PADRONIZAÇÃO E CLASSIFICAÇÃO DE PRODUTOS, PLANOS E LEVANTAMENTOS Ato de enquadrar os produtos de origem vegetal ou animal em padrões típicos pré-estabelecidos. ELABORAÇÃO DE PROJETOS, PLANOS E LEVANTAMENTOS Atividade necessária à materialização dos meios através de princípios técnicos e científicos, visando a consecução de um objetivo ou meta, adequando-se aos recursos disponíveis e as alternativas que conduzam a viabilidade da decisão. Resumidamente, entende-se o projeto como instrumento de ação do planejamento. No campo das ciências agrárias são comuns os seguintes trabalhos: a) b) c) d) e) f) g) h) i) j) k) l) m) n) Projeto de Reflorestamento ou Florestamento Plano de Corte Florestal Levantamento Circunstanciado Florestal Plano de Manejo Florestal (Floresta Plantada) Plano de Manejo Florestal (Floresta Natural) Projeto de Arborização Urbana Projeto de Recuperação de Áreas Degradadas Projeto de Revegetação de Áreas Projeto de Paisagismo Projeto de Exploração Agropecuária Projeto de Viabilidade Técnico e Econômica Projeto de Irrigação e Drenagem Projeto de Sistematização de Várzea Projeto de Desenvolvimento Regional

PARTILHA DE ÁREAS Trabalho que compreende o levantamento de uma dada superfície, classificação de recursos naturais e benfeitorias, estudos de parcelamento (equivalente ou proporcional) cálculos necessários e apresentação gráfica da subdivisão total e das áreas individuais. ORÇAMENTO Atividade que envolve o levantamento de custos de todos os elementos inerentes a execução de determinado empreendimento ou serviço ou ainda na elaboração de determinado produto.
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PARECER TÉCNICO Consiste na opinião fundamentada sobre determinado assunto técnico, por escrito, com a finalidade de subsidiar decisões.

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PERÍCIA Atividade demandada por ação judicial, que envolve a apuração das causas que motivaram determinado acontecimento, tendo como finalidade a produção de “prova” através de um exame, avaliação ou vistoria, possibilitando a opinião ou parecer sobre matéria de fato, de que tem conhecimento, o perito. AVALIAÇÃO DE CULTURA POR FRUSTAÇÃO DE SAFRA Atividade que envolve a apuração das causas de frustração de uma cultura ou safra através de vistorias, levantamentos, investigações e pesquisa, determinando o volume de perda parcial ou total, por solicitação do produtor, companhia de seguro, seguro financeiro ou órgão público. RESPONSABILIDADE TÉCNICA Atividade especializada que requer conhecimento de tecnologia, legislação, assistência técnica em atividades como produção de mudas, sementes, desinsetização, entre outros decorrente de exigência legal. VISTORIA Atividade profissional que consiste no exame de problemas agrosilvipastoris, seguido de orientação para providências imediatas.

PROJETO DE CABEAÇÃO TELEFÔNICA Compreende o projeto da cabeação telefônica para atender as unidades consumidoras, conforme previsão de pontos indicados no projeto de tubulação correspondente, de acordo com as normas vigentes. Não está incluído cabeação para CPCT (Central Privada de Comutação Telefônica). REDE DE RELÓGIOS SINCRONIZADOS Trata-se do projeto de tubulação seca exclusiva para rede de relógios sincronizados. REDE DE DUTOS PARA CIRCUITOS DE INFORMÁTICA Trata-se do projeto de tubulação seca exclusiva para cabos de sinal. ALIMENTADORES PARA EQUIPAMENTO CENTRAL DE AR CONDICIONADO Para edificações prediais dotadas de sistema central, o projeto deste ficará a cargo de especialista, sendo previstas no contexto do orçamento da instalação elétrica as esperas na casa de máquinas principal. A partir desta, o projeto elétrico de distribuição às casas de máquinas locais, torres de arrefecimento, bloqueios e comandos, ficará a cargo do projetista do ar condicionado. Se, no entanto, esta rede de distribuição e comando for representada no projeto no projeto elétrico, caberá o adicional indicado. Todavia é excluído o detalhamento dos quadros gerais do sistema, que sempre ficarão a cargo do projetista do ar condicionado. ALIMENTADORES PARA DIVERSOS EQUIPAMENTOS Trata-se do cálculo dos alimentadores para eventuais equipamentos relacionados no projeto. Inclui ainda, o esquema unifilar do quadro, memorial descritivo e especificações de materiais. O memorial descritivo e especificações dos equipamentos ficarão por conta dos fornecedores dos mesmos.
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13.6 ATIVIDADES DO ENGENHEIRO ELETRICISTAS REDE DE SONORIZAÇÃO Compreende o posicionamento dos sonofletores, tubulação seca exclusiva com caixa de passagem, previsão do local para central de som e posição dos controles individuais.

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água de refrigeração. grupo motor-gerador). CABINA DE BARRAMENTO No decorrer do projeto. É indicado o equipamento elétrico específico para cada local. desvinculado do projeto de instalações elétricas que. compreendem-se sistemas de certo porte. 216 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. Inclui memorial e especificações de materiais. a partir de quadros de distribuição específicos. SISTEMA DE DETECÇÃO E ALARME CONTRA INCÊNDIO Trata-se do projeto de tubulação seca e previsão do local para a central. a serem ligados ao sistema de emergência. ou a evacuação de pessoas com segurança. por exemplo com indicações de “saída”. ENCAMINHADO JUNTO À CONCESSIONÁRIA DE TELECOMUNICACÃO Refere-se ao encaminhamento do projeto à concessionária telefônica segundo os padrões normativos correspondentes. especificação dos materiais. ILUMINAÇÃO DE EMERGÊNCIA Localização de todos os pontos de luz. CÁLCULO LUMINOTÉCNICO O cálculo luminotécnico. Paulo Roberto Vilela Dias 217 . INSTALAÇÕES PARA ÁREAS CLASSIFICADAS É estudado o tipo de risco e sua classificação. se necessário: corrente alternada com partida em x segundos.GERAÇÃO DE EMERGÊNCIA Inclui projeto de instalação do grupo gerador. tomadas e esperas especiais. neste item. por se tratar de um trabalho específico. com todas as utilidades requeridas (sistema de suprimento de combustível. exaustão de gases. corrente contínua com entrada em operação imediata. determinação da potência de fonte geradora (baterias. deve ser encarado como um projeto à parte. Subdivisão dos sistemas. Inclui memorial e especificações de materiais. poderá se chegar à conclusão sobre a necessidade de se projetar cabina de barramento para receber alimentação da concessionária. define apenas uma previsão de carga para iluminação. Memorial. envolvendo aspectos arquitetônicos e de desempenho ou funcionais. etc) e quadro de distribuição de emergência. no âmbito da iluminação. com detalhamento. não são aqui considerados. Lançamento de redes de tubulações com fiações independentes. capazes de permitir a continuidade de tarefas básicas ou vitais nos recintos beneficiados. Empresas e Profissionais CIRCUITO FECHADO DE TELEVISÃO – CFTV Trata-se do projeto de tubulação seca para o sistema. Por iluminação de emergência. ou projeto de luminotécnica. com respectivas proteções e controles. ENCAMINHADO JUNTO À CONCESSIONÁRIA DE ENERGIA ELÉTRICA Refere-se ao encaminhamento do projeto à concessionária de energia elétrica segundo os padrões normativos correspondentes. Sistemas de segurança de pequeno porte do tipo unitário. com diversas variáveis envolvidas. Estudo a respeito da demanda. As especificações do equipamento ficarão a cargo do fornecedor do mesmo. não entrando no mérito da disposição de lâmpadas e luminárias. Planilhas de carga com cálculos elétricos específicos.

“Pela adjetivação liberal. isto é. que possa ser exercida com autonomia. do CONFEA. no cumprimento do Código de Ética do Profissional e também de subsídio ao Poder Judiciário. QUALQUER ESPECIALIDADE 14.14 CÁLCULO DA HORA TÉCNICA DO PROFISSIONAL LIBERAL. em todas as fases de sua execução. o caráter distintivo do profissional liberal. são sinônimos. Este profissional não é regido pela CLT e sim pelo Código Civil e normas jurídicas diversas. Assim sendo. aos seguintes aspectos: Legislação Pertinente • Normas da ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas) • Tecnologia mais apropriada • As remunerações constantes neste documento são considerados como HONORÁRIOS MÍNIMOS na relação do profissional com o cliente. do latim liberais. Para cálculo dos preços referentes à hora de trabalho. Os preços especificados neste documento são considerados para todo o Estado do Rio de Janeiro.1 DEFINIÇÕES Profissional liberal ou Profissional Autônomo. cujo êxito decorre da maior ou menor capacidade intelectual do profissional. nos serviços fiscalizados pelo CREA). para efeito de Fiscalização do Código de Ética (Resolução 205. Todos os serviços relacionados neste documento deverão obedecer. são consideraPaulo Roberto Vilela Dias 219 . literalmente assim se deve entender toda profissão. para o seu exercício depende do conhecimento e habilidades. livre de qualquer subordinação a um patrão ou chefe”. de líber (livre).

incluindo ainda deslocamento para outro local fora do escritório.o Código de Defesa do Consumidor . contribuição social. taxas públicas. Todas as despesas necessárias para os trabalhos executados fora do município . principalmente: a) tempo gasto pelo profissional.o fornecedor de serviços será obrigado a entregar ao consumidor o orçamento prévio discriminando do valor da mão de obra. bem como as datas de inicio e término dos serviços. quando a critério do juiz. segundo as regras ordinárias de experiência. serviços de terceiros. o tempo de viagem e o fim específico. etc. mediante prévia estipulação e constatação dos gastos de viagens (estadias. • • Nenhum serviço será iniciado. datados e assinados pelo profissional. • O valor dos contratos analisados ou das causas judiciais submetidas a exame. atendendo o que dispõem o Código de Defesa do Consumidor. destacam-se os seguintes: Artigo 6º.. • Artigo 39º. confeccionados em papel timbrado do profissional. estadia. aluguel de equipamentos. for verossímil a alegação ou quando for hiposuficiente. hospedagem.executar serviços sem a prévia elaboração de orçamento e autorização expressa do consumidor. material. também acordada previamente. consultas e outras. perigosas ou de difícil acesso. Estudo alternativo ao projeto original ou estudo de novos serviços para um mesmo empreendimento. Neste documento deve ser explicado detalhadamente o serviço como determina o CREA e o Código de Defesa do Consumidor.é direito básico do consumidor a facilitação da defesa de seus direitos. etc. • c) as medidas lineares.. impressos. as condições de pagamento. inciso VI . As remunerações aqui apresentadas são consideradas como honorário mínimo. de área ou volume. Caso o cliente forneça transporte. inclusive com a inversão de ônus da prova. ressalvadas as decorrentes de práticas anteriores entre as partes. as taxas de honorários deverão ser majoradas mediante contrato prévio e de acordo com os percentuais aplicados pela legislação trabalhista. salários de auxiliares.. atendendo o que dispõe o Código de defesa do Consumidor. dos materiais e equipamentos a serem empregados. Empresas e Profissionais Nos serviços em zonas insalubres.sede do profissional.das todas as despesas referentes a: pesquisas. sobre carimbo. se não houver ART. b) complexidade. alimentação. como: análise de solo. podendo ainda. despesas auxiliares de transporte. no processo civil. • Artigo 40º . especificidade e dificuldade dos serviços. ART. materiais diversos. Custo efetivo dos projetos. obras e serviços. a seu favor. esses itens não entrarão nos cálculos do custo do serviço. correrão por conta do cliente. ter Contrato ou Convênio. condução. Dentre os vários artigos desta Lei. etc. Os projetos e demais trabalhos profissionais são direitos autorais do profissional. sobretaxas de ordenados e outras) devido ao deslocamento de pessoal. Paralelamente ao cumprimento da Tabela. e os clientes só poderão utilizá-los para os locais indicados. salvo expressa estipulação em contrário.que estabelece deveres aos prestadores de serviços. o profissional liberal tem que balizar sua atuação pela Lei Federal 8078/90 . alimentação. A forma de pagamento dos trabalhos profissionais deverá ser acordada previamente entre as partes sendo que a 1ª parcela deverá cobrir no míniPaulo Roberto Vilela Dias 221 . Os serviços apresentados por escrito deverão ser claros e objetivos. • Artigo 50º .a garantia contratual complementar é legal e será conferida mediante termo escrito. executado a pedido do cliente dará ao profissional direito a uma remuneração suplementar correspondente. contendo o nome. Eventualmente: Insalubridade. inciso VIII . número de registro no CREA e rubrica em todas as folhas do documento. sendo calculadas tomando por base. Algumas despesas realizadas ao longo do trabalho profissional não estão incluídas nos preços constantes neste documento e deverão ser somadas ao cálculo dos respectivos valores. 220 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.

82 Remuneração (R$) 1.P.000.950-A de 22/04/66.P.200. regido pela CLT.º 4.200. Caso os pagamentos não sejam efetuados nos prazos estabelecidos.00 2.48 80.00 20.00 144. água/esgoto. Para toda obra ou serviço na área da Engenharia Civil deverá ser feito o recolhimento da Anotação de Responsabilidade Técnica (A. R$ 100.Anotação de responsabilidade técnica .500.M.00 120.T.0% R.54 120.00 VALOR MÍNIMO DA HORA DE SERVIÇO DO PROFISSIONAL LIBERAL É estabelecido uma jornada de trabalho de 08 horas diárias.Seguro de acidente de trabalho no valor de (R$ 37. 14.00 173.00 2. acrescida de juros de mora de 1% para o mesmo período.) Gratificação de Descanso Anual (8. deverão ser cobradas as horas trabalhadas.00 NC NC 873. de responsabilidade do profissional.) Duodécimo de anuidade do CREA-RJ Alimentação Duodécimo da contribuição sindical Transporte SUB-TOTAL 1 2 . devendo o seu valor ser considerado no preço dos serviços contratados.3% R. Empresas e Profissionais R$ 30. 222 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. por desistência do cliente.M.Custo Direto do Profissional Remuneração Mínima Profissional: 9 x R$ 200.00 5.00 6.ART sobre serviços de R$/mês 4 .33 30. inclusive encargos sociais SUB-TOTAL 2 3 .00) . Classificação e respectivas remunerações dos engenheiros civis por tempo de formatura e experiência profissional comprovada por acervo técnico e/ou registro em carteira de trabalho: TABELA MÉDIA NACIONAL – DEZEMBRO/2001 Classificação Experiência e/ou Tempo de formado Engenheiro Trainee Até 2 anos Engenheiro Júnior Entre 2 e 5 anos Engenheiro Médio ou Pleno Entre 5 e 10 anos Engenheiro Sênior Entre 10 e 15 anos Engenheiro Master Acima de 15 anos TRAINEE (ATÉ 2 ANOS DE FORMADO) 1 .33 Obs: Os valores apresentados podem sofrer alterações em cada região ou estado.M.00 3.Custo de Suporte e Apoio Cursos de aprimoramento e livros técnicos Microcomputador e impressora Software Cópias Material de Escritório Telefone.00 170.800.00 4. Em qualquer situação em que os trabalhos profissionais forem interrompidos.800.40 9.2 REFERÊNCIA DE HONORÁRIOS PARA PROFISSIONAIS LIBERAIS As seguintes tabelas têm por objetivo servir de referência mínima de honorários para engenheiros civis que não mantenham vínculo Empregatício.00 40.00 40.500.3% R.656.mo. mensageiro e etc). móveis e utensílios Aluguel e condomínio de imóvel Custo de pessoal (secretária.prêmio mensal R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ 1.P.40 149.). isto é. as despesas iniciais do profissional para a realização do trabalho.00 R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ 300.00 20.00 Paulo Roberto Vilela Dias 223 .00 140.00 149. correio e energia elétrica Manutenção de equipamentos Depreciação de equipamento. amparado na Lei n. será cobrada uma multa de 5% ao mês.R.) Gratificação Natalina (8.00 INSS (Faixa 1) Seguro Saúde Fundo de Aposentadoria (8. segundo legislação vigente do CREA.

00 3.(0.P.Seguro de acidente de trabalho no valor de (R$ 37.00 R$ 30.00 224 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.prêmio mensal 5 – Impostos sobre o Custo Total Mensal .275 + 0. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 225 .54 120.) Duodécimo de anuidade do CREA-RJ Alimentação Duodécimo da contribuição sindical Transporte SUB-TOTAL 1 2 .Anotação de responsabilidade técnica .5% Custo Total Mensal – R$ 360. inclusive encargos sociais SUB-TOTAL 2 3 .33 40.00 182.05)) IRPF .48 100.00 180.Custo Direto do Profissional Remuneração Profissional: INSS (Faixa 6) Seguro Saúde Fundo de Aposentadoria (8. mensageiro e etc).00) . móveis e utensílios Aluguel e.Custo de Suporte e Apoio Cursos de aprimoramento e livros técnicos Microcomputador e impressora Software Cópias Material de Escritório Telefone.00 120.51 ISS – (5% Custo Total Mensal) CUSTO TOTAL MENSAL COM IRPF E ISS (total 4 + 5) Horas de Trabalho Por Mês (20 dias úteis x 8 horas por dia) HORA TÉCNICA DO PROFISSIONAL TRAINEE • Exclusive IRPF e ISS • Inclusive IRPF e ISS OBS : NC .0%R.200.60 200.P.66 R$ R$ 22.3% R.00 25.00) R$ 1.) Gratificação para Descanso Anual (8.82 R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ 300. água/esgoto.00 50.00 176.15 JUNIOR (DE 2 A 5 ANOS DE FORMADO) 1 .00 173. I = (CTM – 360) / (1 .346. correio e energia elétrica Manutenção de equipamentos Depreciação de equipamento.ART sobre serviços de R$/mês 4 .00 4.P.135.3% R.33 R$ 120.) Gratificação Natalina (8.00 25.97 R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ 2.00 NC NC 913.795.CUSTO SUBTOTAL MENSAL SEM IRPF E ISS (CSM) (total 1+2+3+4) R$ 3.00 171.000.condomínio de imóveis Custo de pessoal (secretária.60 9.660.Não Computado R$ 160 4.Imposto de Renda (27.88 29.60 182.

inclusive encargos sociais SUB-TOTAL 2 3 .00 290.5% Custo Total Mensal – R$ 360.00 173.00 5.56 36.20 250.(0.00 250.000.50 9.P.05)) IRPF .00 200.78 R$ R$ 27.00 60.54 200.prêmio mensal 5 – Impostos sobre o Custo Total Mensal .0%R.Imposto de Renda (27. I = (CTM – 360) / (1 .62 ISS – (5% Custo Total Mensal) CUSTO TOTAL MENSAL COM IRPF E ISS (Total 4 + 5) Horas de Trabalho Por Mês (20 dias úteis x 8 horas por dia) HORA TÉCNICA DO PROFISSIONAL PLENO • Exclusive IRPF e ISS • Inclusive IRPF e ISS OBS : NC .Não Computado R$ 160 5.Anotação de responsabilidade técnica .00 120.CUSTO SUBTOTAL MENSAL SEM IRPF E ISS (CSM) (Total 1+2+3+4) R$ 4.00 280.00 4.275 + 0.48 160.113. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 227 .50 290.22 R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ 400.500.Seguro de acidente de trabalho no valor de (R$ 37.33 40.) Gratificação para Descanso Anual (8.3% R.) Duodécimo de anuidade do CREA-RJ Alimentação Duodécimo da contribuição sindical Transporte SUB-TOTAL 1 3 . correio e energia elétrica Manutenção de equipamentos Depreciação de equipamento.15 PLENO OU MÉDIO (DE 5 A 10 ANOS DE FORMADO) 1 .00 NC NC 1.410.00 226 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.) Gratificação Natalina (8.Custo de Suporte e Apoio Cursos de aprimoramento e livros técnicos Microcomputador e impressora Software Cópias Material de Escritório Telefone.00 35.185. móveis e utensílios Aluguel e condomínio de imóveis Custo de pessoal (secretária.ART sobre serviços de R$/mês 4 .496. mensageiro e etc).906.P.92 R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ 3.Custo Direto do Profissional Remuneração Profissional: INSS (Faixa 6) Seguro Saúde Fundo de Aposentadoria (8.00) .00) R$ 1.00 35.3% R. água/esgoto.33 R$ 200.00 R$ 30.P.

P.5% Custo Total Mensal – R$ 360.528.00 257.59 ISS – (5% Custo Total Mensal) CUSTO TOTAL MENSAL COM IRPF E ISS (Total 4 + 5) Horas de Trabalho Por Mês (20 dias úteis x 8 horas por dia) HORA TÉCNICA DO PROFISSIONAL PLENO • Exclusive IRPF e ISS • Inclusive IRPF e ISS Observações: NC – Não Cotado R$ 160 9.33 60.0% R.000.) Gratificação Natalina (8.54 4.00 80.Custo de Suporte e Apoio Cursos de aprimoramento e livros técnicos Microcomputador e impressora Software Cópias Material de Escritório Telefone.00 50.00 NC NC 1.045.53 R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ 5.00 431.P.233.00 228 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.00 R$ 30.00 50.) Gratificação de Descanso Anual (8.60 9. correio e energia elétrica Manutenção de equipamentos Depreciação de equipamento. mensageiro e etc).05)) IRPF .Anotação de responsabilidade técnica . móveis e utensílios Aluguel e condomínio de imóvel Custo de pessoal (secretária.00 7. I = (CTM – 360) / (1 .Custo Direto do Profissional Remuneração Profissional (RP): INSS (Faixa 6) Seguro Saúde Fundo de Aposentadoria (8.Seguro de acidente de trabalho no valor de (R$ 37.55 SENIOR (DE 10 A 15 ANOS DE FORMADO) 1 .200.33 R$ 250.00 416.ART sobre serviços de R$/mês 4 . água/esgoto.Imposto de Renda (27. inclusive encargos sociais SUB-TOTAL 2 3 .00 173.419.15 R$ R$ 40.40 300.62 R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ 400.48 200.516.00 120.(0.80 56.prêmio mensal 5 – Impostos sobre o Custo Total Mensal .P.00 160.00 300.00) R$ 2.) Duodécimo de anuidade do CREA-RJ Duodécimo da contribuição sindical Alimentação Transporte SUB-TOTAL 1 2 .00) .3% R.CUSTO SUBTOTAL MENSAL SEM IRPF E ISS (CSM)(Total 1+2+3+4) R$ 6. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 229 .3% R.60 431.275 + 0.

móveis e utensílios Aluguel e.251.) Gratificação Natalina (8.669.500.3% R. inclusive encargos sociais SUB-TOTAL 2 3 .48 200.Imposto de Renda (27. água/esgoto.05)) IRPF .00 360. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 231 .50 9.275 + 0.00 572. mensageiro e etc).Custo de Suporte e Apoio Cursos de aprimoramento e livros técnicos Microcomputador e impressora Software Cópias Material de Escritório Telefone.) Gratificação para Descanso Anual (8.00 173.5% Custo Total Mensal – R$ 360.89 160 R$ R$ 55.00) . correio e energia elétrica Manutenção de equipamentos Depreciação de equipamento.00 50.593.00 9.P.33 R$ 320.00 4.00 286.CUSTO SUBTOTAL MENSAL SEM IRPF E ISS (1 + 2 + 3 + 4) R$ 8.00 330.33 70.00 200.393.02 R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ 400.0%R.95 MASTER (ACIMA DE 15 ANOS DE FORMADO) 1 .3% R.923.00 230 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.) Duodécimo de anuidade do CREA-RJ Alimentação Duodécimo da contribuição sindical Transporte SUB-TOTAL 1 2 .000.00 539.ART sobre serviços de R$/mês 4 .condomínio de imóveis Custo de pessoal (secretária.00 NC NC 1.54 240.77 78.00 R$ 30.00 120.P.360) / (1 – (0.00) R$ 3.00 50. I = (CTM .prêmio mensal 5 – Impostos sobre o Custo Total Mensal .P.50 539.93 ISS – (5% Custo Total Mensal) CUSTO TOTAL MENSAL COM IRPF E ISS (4 + 5) Horas de Trabalho Por Mês (20 dias úteis x 8 horas por dia) HORA TÉCNICA DO PROFISSIONAL SENIOR • Exclusive IRPF e ISS • Inclusive IRPF e ISS Observações: NC – Não Cotado R$ 12.Anotação de responsabilidade técnica .Custo Direto do Profissional Remuneração Profissional: INSS (Faixa 6) Seguro Saúde Fundo de Aposentadoria (8.71 R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ 6.Seguro de acidente de trabalho no valor de (R$ 37.

. • Despesas com certidões.. 232 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.71 97. Despesas Extras As despesas de transporte com carro próprio. tais como. trabalho em equipe..É permitido ao profissional a elevação do valor do item 1 em função do mercado de trabalho.......35 TABELA RESUMO DE HONORÁRIOS Em função das condições de mercado optou-se. apresentação pessoal e etc. experiência profissional.(0.CUSTO SUBTOTAL MENSAL SEM IRPF E ISS (CSM) (Total 1+2+3+4) R$ 10. condomínio. salários de empregados e seus complementos e etc.. • Para cálculo dos honorários específicos para os profissionais da Engenharia Civil. R$ 25.Imposto de Renda (27.666.. O pagamento ao pessoal poderá ser efetuado baseando-se principalmente no tempo utilizado para a execução do trabalho ou no custo global do empreendimento. competência interpessoal.05)) IRPF . mestrado e doutorado.88 R$ R$ PLENO A MASTER .. serão indicados especificamente por atividades técnico-profissional... Ou ainda.661. se for o caso... com alimentação e estadias serão de responsabilidade do cliente. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 233 . em viagem.NC – Não computado .3% do custo do litro de gasolina por quilômetro rodado.. pós-graduação.79 ISS – (5% Custo Total Mensal) CUSTO TOTAL MENSAL COM IRPF E ISS (Total 4 + 5) Horas de Trabalho Por Mês (20 dias úteis x 8 horas por dia) HORA TÉCNICA DO PROFISSIONAL MASTER • Exclusive IRPF e ISS • Inclusive IRPF e ISS R$ 15....994.Os valores apresentados variam de acordo com a região ou o Estado....15 160 TRAINEE E JUNIOR .... • As despesas extras.5% Custo Total Mensal – R$ 360.. mediante comprovação pelo profissional........... análise de laboratório e serviços de terceiros serão reembolsadas mediante comprovação. pelo menos momentaneamente... Bem como...00 (até 5 anos de formado) 68. conhecimentos de línguas estrangeiras. por trabalhos prestados. R$ 50. serão cobradas à base de 33... Cabe realçar que devem ser consideradas na avaliação do profissional outras referências. .. I = (CTM – 360) / (1 . a seguir expostas: CATEGORIA PROFISSIONAL REMUNERAÇÃO 5 – Impostos sobre o Custo Total Mensal ...275 + 0... cursos de extensão e especialização. sugerir aos profissionais a adoção de apenas duas faixas de remuneração profissional.00 (acima de 5 anos de formado) OBS: Sem Impostos Observações: .. Nível de especialização.... incluir as despesas com: aluguel de escritório.. informática.. conceito junto à opinião pública e outros abordados nesta tabela......00) R$ 4.

e possam comparar os valores dos preços de venda de serviços calculados com a estimativa oriunda das tabelas fixas. façam o acompanhamento do desenvolvimento das atividades através de fichas de apropriação de horas técnicas e levantamento de despesas gerais. apresentamos as Tabelas Complementares de Honorários para que os profissionais inexperientes. Estas Tabelas Complementares devem apenas orientar os profissionais. Paulo Roberto Vilela Dias 235 . municípios ou estados.1 OBJETIVO DAS TABELAS DE HONORÁRIOS PROFISSIONAIS Aconselhamos aos profissionais que tenham por hábito calcular o preço de venda de seus serviços em função das horas estimadas para a consecução dos trabalhos. bem como. não poderá deixar de considerar eventuais custos próprios de um trabalho que altere fortemente o preço de venda. de acordo com o estabelecido na primeira parte deste livro. Entretanto.15 TABELAS COMPLEMENTARES POR SERVIÇOS E POR ESPECIALIDADE 15. ou ainda. no sentido da definição dos parâmetros de remuneração. O profissional deve estar atento às variações existentes em sua região e aplicá-las caso a caso. a fim de permitir que se faça uma rápida estimativa de preço de serviços profissionais. OBS: As Tabelas Complementares apresentadas nos capítulos a seguir representam média nacional podendo sofrer alterações em determinadas regiões. bem como. devendo ser encarado como padrão mínimo de cobrança dos honorários profissionais.

Cc = Custo convencional da estrutura.15. impostos.2 2. (***) O projetista.50 (de 16.18 Edifícios industriais com um pavimento 0.0 1.8 (R$ por m²) 7.0 Edif.4 4.00 3.0 5. de acordo com sua forma de recebimento (autônomo. S = Valor vinculado percentual de referência.1 2.00) 6. dimensionamentos e detalhamentos. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 237 .2 3.7 3. As formulações são bastante abrangentes. cooperativa ou pessoa jurídica) deverá incidir sobre os valores apresentados a administração e os impostos. 15. projeto executivo e orçamento da obra.2 3.00 2.50 (de 3. no mês da proposta.3 2. Avaliam ainda encargos sociais.8 2.1 TABELA DE PREÇOS DE PROJETOS RESIDENCIAIS PROJETOS Arquitetura (*) Cálculo Estrutural (**) Instalações Elétricas e Telefônicas Instalações Hidro-sanitárias TOTAL (*) (***) REFERÊNCIA PRINCIPAL PARA OBRAS EM CONCRETO ARMADO H = S * Cc onde: H = Honorários de projetos.50) Inclui anteprojeto.2. fornecido pela Revista Construção.6 2.2 3.1 2. Não inclui cálculo da fundação profunda.00 R$ R$ R$ R$ 6.17 Edifícios acima de 12 pavimentos com destinação comercial ou residencial 0.5 2. Apa corresponde a área apresentada em projeto arquitetônico.1 2.4 2.50 a a a a R$ R$ R$ R$ 10. Ck corresponde ao consumo de concreto médio por metro quadrado de área de projeto arquitetônico. como na tabela a seguir: CONCRETO Obras de arte 6.16 Edifícios entre 4 e 12 pavimentos com destinação comercial ou residencial 0.50 (de 2.00) 3.25 Edifícios industriais de múltiplos andares destinados à indústria pesada 0. Industriais 4. tendo o Engenheiro Civil o encargo de executá-las com bom-senso. obtido através do consumo característico (Ck) dos materiais.8 4.4 2. estudos preliminares.50) 3.8 4. (**) Até 50 m3 51 a 100 m3 101 a 200 m3 201 a 500 m3 501 a 1000 m3 1001 a 2000 m3 2001 a 5000 m3 5001 a 10000 m3 > 10000 m3 Cc = Ck * Apa * p onde: 15. 236 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.0 2.50 (de 2.2 TABELAS DE HONORÁRIOS PARA ENGENHEIROS CIVIS Tabelas sem Imposto de Renda na Fonte ou Impostos sobre a Nota Fiscal.2.1 2.10 Edifícios industriais de múltiplos andares destinados à indústria leve 0.0 Edif.6 3. projeto legal.8 4. Comerciais e/ou residenciais 4.50 2.2 Referência de Honorários para Engenharia de Estruturas – Concreto Armado INTRODUÇÃO Esta proposição tem como objetivo tornar o mais fácil possível o levantamento dos honorários básicos para elaboração de projetos de estruturas.40 p = valor do metro cúbico de estrutura de concreto armado em Vitória ES. custos fixos e variáveis diversos advindos da atividade.9 1. Nelas estão contempladas conjuntamente as variáveis implícitas que avaliam os serviços de concepção estrutural. CARACTERÍSTICA DA OBRA CK CONCRETO Edifícios até 4 pavimentos com destinação comercial ou residencial 0. (IRPF e ISS ou Impostos sobre a Pessoa Jurídica).

... o valor final dos honorários deverão ser acrescidos de 8%............. 5% As obras de arte e de contenção deverão ter seus consumos levantados por pré dimensionamento dos elementos estruturais...5 11...... incluindo os elementos de fundações...5 16 15...5 15 14 13 12 11 Edif.. Caso haja cálculo de protensão................ Industriais 12 11...2...... por metro quadrado de área de projeto arquitetônico.......... o valor final dos honorários deverão ser acrescidos de 10%............... uma vez que se tratam de obras de grande variabilidade de geometrias e considerações estruturais..5 12 11............ S = Valor vinculado percentual de referência.....50..... H = Honorários de projetos..........5 9..5 11 10....3 Referência de Honorários para Obras em Estrutura Metálica H = S * Cs onde: • • • Caso os vãos característicos extrapolem o limite de 8 metros. 25% 6a a 10a repetição ........... o valor final dos honorários deverão ser acrescidos de 20%........... Caso haja a presença de elementos com detalhamento pouco previsível....8 9.......... CARACTERÍSTICA DA OBRA Edifícios até 4 pavimentos com destinação comercial ou residencial Cs Metálico 30 36 40 16 45 90 30 18 16 25 Edifícios entre 4 e 12 pavimentos com destinação comercial ou residencial Edifícios acima de 12 pavimentos com destinação comercial ou residencial Edifícios industriais com um pavimento sem ponte rolante Edifícios industriais de múltiplos andares destinados à indústria leve Edifícios industriais de múltiplos andares destinados à indústria pesada Mezaninos metálicos com piso de concreto Mezaninos metálicos com pisos em chapa ou materiais leves Coberturas tipo dômus com telhado leve Coberturas tipo dômus com telhado pesado 238 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. 15% 21a a 40a repetição ....... 35% 2a a 5a repetição ................. o valor final dos honorários deverão ser acrescidos de 10%........... 10% a partir da 41a repetição . comerciais e/ou residenciais 15 14 13 12.. cortinas em subsolos dentre outros.............. 20% 11a a 20a repetição ................. aplicam-se os seguintes itens: • • • 15......... Cs corresponde ao consumo de aço estrutural médio.......5 10 Edif................. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 239 ........2 9... em quilogramas......... Caso haja obras de contenção tipo muros de arrimo...... sendo que não deverá ser levado em consideração consumo de concreto médio por metro quadrado de área de projeto arquitetônico menor que 0..... deverão ser cobrados como segue: 1a repetição ..... Caso haja reservatórios com capacidade acima de 80 m3...... os valores de Ck deverão ser acrescidos de 0..0 As repetições integrais do projeto....6 10.......Para o caso específico de edifícios de qualquer natureza.............................02 m3 / m2......... como na tabela a seguir: METÁLICO Até 12 t 13 a 25 t 26 a 50 t 51 a 125 t 126 a 250 t 251 a 500 t 501 a 1250 t 1251 a 2500 t > 2500 t Obras de arte 17 16....0 10. Caso haja solicitação de memória de cálculo por parte do contratante....2 9.. o valor final dos honorários deverão ser acrescidos em 20%.............

......20 2..... entre 501 e 2000 m2 e até 4 pavimentos .. os valores de Ck deverão ser acrescidos de 3 kg / m2...... lajes delgadas mistas e verificações de abertura em almas de perfis................ Caso haja solicitação de memória de cálculo por parte do contratante....2........................... 35% 2a a 5a repetição .... baseados em área de projeto arquitetônico apresentado........... inclusive os elementos de fundações... 2............................ o valor final dos honorários deverão ser acrescidos de 12%................50 241 240 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.............80 1............. o valor final dos honorários deverão ser acrescidos de 20%................................... deverão ser cobrados como apresentado abaixo: 1a repetição ..• • • • • • • • • Caso os vãos característicos extrapolem o limite de 8 metros........ 10% a partir da 41a repetição ......... entre 5001 e 10000 m2 .4 Referência de Honorários para Projetos de Instalações Complementares Os preços praticados nesta tabela são em reais.50 As repetições integrais do projeto........... levando a transmitir os momentos pelas ligações viga-pilar..... o valor final dos honorários deverão ser acrescidos de 25%.. superior a 7501 m2 sem limite de pavimentos ..80 1.................................00 1......... 20% 11a a 20a repetição ....50 2............................................................ Caso haja impossibilidade de contraventamento da estrutura em pelo menos uma direção...... 2.... uma vez que se tratam de obras de grande variabilidade de geometrias e considerações estruturais. Caso haja utilização de estruturas como pilares e/ou vigas mistas..60 1.... entre 2001 e 4500 m2 e até 10 pavimentos ...........80 1. Em galpões industriais..............00 1... entre 2001 e 5000 m2 ............65 1........................ entre 501 e 2000 m2 ....... entre 4501 e 7500 m2 e até 15 pavimentos ..... o valor final dos honorários deverão ser acrescidos de 15%............................... entre 4501 e 7500 m2 e até 15 pavimentos ............70 Edifícios comerciais área área área área área até 500 m2 e até 4 pavimentos ...... caso haja presença de ponte rolante de capacidade superior a 30 toneladas...........00 1.... superior a 10001 m2 ..................................... entre 2001 e 4500 m2 e até 10 pavimentos ......... 25% 6a a 10a repetição .. 15% 21a a 40a repetição ..................... o valor final dos honorários deverão ser acrescidos de 10% Caso haja assimetria arquitetônica que influencia na modulação estrutural.... caso haja presença de ponte rolante de capacidade até 20 toneladas... Em galpões industriais................. superior a 7501 m2 sem limite de pavimentos .......................... 15............. 5% Edifícios industriais área área área área área até 500 m2 ..... R$/M 2 Edifícios residenciais área área área área área até 500 m2 e até 4 pavimentos .................................. Caso haja a presença de elementos com detalhamento pouco previsível.......................... entre 501 e 2000 m2 e até 4 pavimentos ..... As obras de arte deverão ter seus consumos levantados por pré-dimensionamento dos elementos estruturais. o valor final dos honorários deverão ser acrescidos de 12%................... Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias .......... Em galpões industriais.... INSTALAÇÕES HIDRÁULICAS E SANITÁRIAS .. caso haja presença de ponte rolante de capacidade entre 20 e 30 toneladas....... o valor final dos honorários deverão ser acrescidos de 40%........70 1... 2.20 2..................................................... o valor final dos honorários deverão ser acrescidos de 20%..

............. caixa de cloração............. seta indicadora de saída..... o valor dos honorários deverá ser acrescido de 25%...... entre 5001 e 10000 m2 ... o valor do honorário deverá ser acrescido de 50%..* Caso haja instalações de água quente...... 0........... o valor dos honorários deverá ser acrescido de 15%.................................55 0. o valor do honorário deverá ser acrescido de R$ 1................. iluminação de emergência......00 (quinhentos reais) para projeto de qualquer natureza que esteja com área inferior a 1000 m2........... sendo que as tubulações e cabeamento para alimentar os sistemas deverão ser complementados nos projetos de instalações elétricas e gás...00 (um mil reais) para projeto de qualquer natureza que esteja com área inferior a 500 m2............. Fica estipulado o valor mínimo de R$ 500......................50 Paulo Roberto Vilela Dias 243 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva..... R$/M 2 Edifícios residenciais área até 500 m2 e até 4 pavimentos ............................ o valor dos honorários deverá ser acrescido de 50%... caixa separadora de fibras. Caso haja necessidade de sistema de combate a incêndio com espuma mecânica.................... * Fica estipulado o valor mínimo de R$ 1........................ superior a 15001 m2 ....................... o valor dos honorários deverá ser acrescido de 15%................... 2..45 0.... entre 1001 e 5000 m2 ............ entre 1001 e 5000 m2 ...... entre 10001 a 20000 m2 .............. o valor do honorário deverá ser acrescido de 50%.............................. 0............60 0.......... 2......90 0.....000.................... 1........................ superior a 20001 m2 ................... entre 5001 e 10000 m2 ..............50 0....... extintores de incêndio....70 0.......50 Edifícios comerciais área até 500 m2 e até 4 pavimentos .... R$/M2 • Edifícios residenciais • área área área área área até 1000 m2 ........... entre 10001 a 15000 m2 ..........20 Edifícios comerciais área área área área área 242 até 1000 m2 .................60 0.................... * Caso haja instalações de gás. reserva de gás...........30 Caso haja necessidade de sistema de combate à incêndio com chuveiro automático.....75 área entre 501 e 1000 m2 e até 4 pavimentos .... * Caso haja tratamentos especiais como: caixa separadora de óleo.....00 por m2...... Os honorários para edificações industriais já contemplam sistemas com bombeamento........ Empresas e Profissionais .................40 0. INSTALAÇÕES ELÉTRICAS DE BAIXA TENSÃO ..00 0................. alarme bitonal........... o valor dos honorários deverá ser acrescido de 25%........................35 0.......70 0........................... entre 5001 e 10000 m2 ............ * Caso o empreendimento se trate de instalações de clínicas / laboratórios / farmácias ou outro tipo de estabelecimento ligado à área de saúde onde exista a possibilidade de execução de pequenas cirurgias e/ou coleta de materiais para exames.. entre 10001 a 20000 m2 .............. Os preços acima contemplam a indicação de pára raios............ entre 1001 e 5000 m2 ..... 2.....................50 • • INSTALAÇÕES DE COMBATE A INCÊNDIO COM HIDRANTES .. * Caso o empreendimento se trate de instalações hospitalares... 2.............50 área entre 501 e 1000 m2 e até 4 pavimentos .............................................. superior a 20001 m2 .............75 0. Edifícios industriais área área área área área • até 1000 m2 ......... Nos casos de instalações residenciais e comerciais com bombeamento......

... tempo estimado na execução do serviço..................000......00 De 100..100.00 a 10......... 2 15...........00 De 50................. experiência do profissional...........00 0........35 Edifícios comerciais área até 2000 m .. 5% OUTRAS ATIVIDADES DE PROJETO Não foram contempladas as atividades de projetos geotécnicos.................. traçado de estradas.......00 a 5....000.15 2....00 a 100. derrocamento.00 0..12 3.............. 0... grau de dificuldade e complexidade técnica da análise...........................00 0...........................07 8... 20% 11a a 20a repetição ....5 Honorários para Avaliações e Perícias de Engenharia Na composição dos custos para definição do valor dos honorários devem ser considerados os seguintes elementos: • • • • • • prazo solicitado para entrega do trabalho.................00 a 500..40 área acima de 10001 m2 ..................00 Acima de 10....00 a 200..20 1..........INSTALAÇÕES DE TUBULAÇÃO TELEFÔNICA .000.00 De 200... R$/M2 Edifícios residenciais área até 2000 m2 .000.....65 250.. 0...000......... DEFINIÇÃO DE HONORÁRIOS EM FUNÇÃO DO VALOR DE VENDA HONORÁRIO MÍNIMO % Acréscimo (R$) 500................. 0.............00 0......00 De 500....00 De 1..........000. 35% 2a a 5a repetição .........................00 0..2.000.......00 0....... pela não manifestação de profissionais relacionados as áreas citadas.....70 área entre 501 e 10000 m2 ...................000................................600.......000..000...000..................000............. 10% a partir da 41a repetição ............00 De 5..000........ periculosidade e dificuldade de acesso e local fora da comarca onde se desenrola a ação.............00 0...50 área acima de 10001 m2 .........................90 50..35 850..................600........40 As repetições integrais do projeto deverão ser cobradas como segue: 1a repetição .00 244 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva......600...000.. 0.........000.. 0...... 0.........000....000.......00 VALOR DO BEM (R$) Até 50....00 a 1..............50 área entre 2001 e 10000 m2 .............000..........000..... 15% 21a a 40a repetição ................. topografia e geodésia.................... Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 245 ....... dentre outras... 25% 6a a 10a repetição ......000....... valendo como referência o valor da hora técnica versus o número de horas previstas na elaboração da atividade......

00 3.00 por cada R$ 20.000. mais R$ 200.000.000.501.00 De 2.00 6.00 a 12.00 a R$ 180.000.000.00 De R$ 35.000.00 HONORÁRIO MÍNIMO (%) 90 85 82 80 78 75 72 69 65 62 59 55 50 48 46 VALOR DA AVALIAÇÃO (R$) Até R$ 7.00 a 4.00 a R$ 85.00 Acima de R$ 180. AVALIAÇÃO DE MÁQUINAS E EQUIPAMENTOS Considerar de 2.00 De R$ 85.00 De 8.00 6.000.000.300.5% a 5% do valor avaliado em função do grau de dificuldade e do rigor desejado da avaliação ou obedecerão a tabela a seguir: VALOR DA AVALIAÇÃO (R$) Até R$ 25.001. mais R$ 200.500.00 a 3. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 247 .000.000.00 a 6.00 a 2.000.00 De R$ 30.000.00 De 10.00 a 1.00 9.00 a R$ 30.200.00 a 15.000.00 3.00 1.000.501.000.500.200.00 De R$ 15.ARBITRAMENTO DE HONORÁRIOS EM FUNÇÃO DO VALOR LOCATIVO VALOR LOCATIVO (R$) Até 1.00.00 De R$ 25.500.00 a R$ 180.000.00 De 12.500.00 6.001.500.00 a R$ 15.500.00 De 1.00 a R$ 120.000.00 por cada R$ 20.500.00 De R$ 50.00 De 1.00 HONORÁRIOS (R$) 800.000.000.00 De R$ 7.00 a 7.00 9.00 Acima de R$ 180.000.00 De 7.00 a 2.000.000.000.000. prevalecerá este último.500.300.001.001.000.000.00 1.000.00 a R$ 35.001.000.000.00 a 9.00 de avaliação PERÍCIAS JUDICIAIS Considerar de 0.001.00 de avaliação OBS: No caso dos honorários resulte inferior ao especificado para o limite máximo do intervalo imediatamente anterior.001.00 De 9.001.001.00 a 5.500.00 HONORÁRIOS (R$) 1.000.00 a 8.000.000.00 De 6.00 De 5.000.00 De 4.00 2.00 a R$ 90.001.00 De 3.500.00 De R$ 120.00 De R$ 55.000.00 a R$ 50.000.00 a R$ 55.000.00 4.000.501.000.00 De 2.000.00 Acima de 15.00 a 10.00 2.00.500.00 De R$ 90.5% a 5% do valor avaliado em função do grau de dificuldade e do rigor desejado da avaliação ou obedecerão a tabela a seguir: 246 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.

AVALIAÇÃO DE MÓVEIS E UTENSÍLIOS Considerar de 10% a 15% do valor avaliado em função do grau de dificuldade e do rigor desejado da avaliação. Ações Diversas
TIPO DE AÇÃO Trabalhista Demarcatória Despejo Desapropriação Divisão Indenização Medida Cautelar Nunciação de obra nova Possessória Revisional de aluguel comercial Revisional de aluguel residencial Renovação de locação Servidão de passagem Usocapião HONORÁRIOS MÍNIMOS (R$) 1.200,00 1.200,00 800,00 800,00 1.500,00 1.000,00 1.000,00 800,00 800,00 1.200,00 1.000,00 1.000,00 700,00 700,00

15.3 HONORÁRIOS MÍNIMOS DAS ATIVIDADES PROFISSIONAIS DA ENGENHARIA CIVIL Não existindo o valor do Honorário Mínimo, o calculo deve ser realizado apenas pela estimativa de horas trabalhadas, simplificadamente, da seguinte maneira: Preço de Venda = Valor da Hora Técnica x Horas de Trabalho O valor da hora técnica está apresentado no Capítulo 13. TABELA DE HONORÁRIOS MÍNIMOS
DESCRIÇÃO Análise técnico-econômica de empreendimento - Viabilidade Arbitramento Assessoria Assistência técnica Auditoria CURSO, PALESTRA, SEMINÁRIO OU CONGRESSO Aula: Este serviço será cobrado baseado em 3,0 vezes o valor mínimo da hora profissional por hora de aula. Palestra: Este serviço será cobrado baseado em 1,5 vezes o valor mínimo da hora profissional por hora de palestra. Seminário e/ou Congresso: Este serviço será cobrado baseado em 5,0 vezes o valor mínimo da hora profissional por hora de seminário. Atestado Avaliação CONCORRÊNCIAS Concurso Consultoria DIVULGAÇÃO TÉCNICA ESTUDO GESTÃO DE PROJETO, SERVIÇO OU OBRA FISCALIZAÇÃO DE PROJETO, SERVIÇO OU OBRA JULGAMENTO LAUDO 10 10 20 3 5 5 HONORÁRIO MÍNIMO (Em Hora Técnica) 10 5 10 5 10

15.2.6 Tabela para Elaboração de Orçamentos VALOR DA OBRA (R$) até R$ 10.000,00 de R$ 10.000,01 a R$ 50.000,00 de R$ 50.000,01 a R$ 100.000,00 de R$ 100.000,01 a R$ 500.000,00 de R$ 500.000,01 a R$ 1.000.000,00 PREÇO DO SERVIÇO (R$) 350,00 950,00 1.500,00 3.500,00 5.000,00

Obras acima de R$ 1.000.000,01 acrescentar R$ 500,00 para cada R$ 500.000,00.

248

Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. Empresas e Profissionais

Paulo Roberto Vilela Dias

249

LEVANTAMENTO TOPOGRÁFICO PLANIMÉTRICO Situações previstas:

Terreno ondulado a fortemente ondulado (8 a 30% de declividade) - 10,00 horas técnicas/km de poligonal. Terreno forte ondulado a montanhoso (30 a 60% de declividade) 12,00 horas técnicas/km de poligonal. Terreno montanhoso a escarpado > 60% de declividade - 14,70 horas técnicas de poligonal.

Terreno plano a suavemente ondulado (0 a 8% de declividade) – 7,00 horas técnicas/km de poligonal. Terreno ondulado a fortemente ondulado (8 a 30% de declividade) 8,00 horas técnicas/km de poligonal. Terreno forte ondulado a montanhoso (30 a 60% de declividade) 10,00 horas técnica/km de poligonal. Terreno montanhoso a escarpado > 60% de declividade - 12,00 horas técnicas/km de poligonal.

Locação topográfica de curvas de níveis Orçamento de obras e/ou serviços Parecer técnico Perícia Responsabilidade técnica Vistoria 5 10 5 5

LEVANTAMENTO TOPOGRÁFICO PLANIALTIMÉTRICO Situações previstas:

Terreno plano a suavemente ondulado (0 a 8% de declividade) 7,50 horas técnicas/km de poligonal. Terreno ondulado a fortemente ondulado (8 a 30% de declividade) - 9,00 horas técnicas/km de poligonal. Terreno forte ondulado a montanhoso (30 a 60% de declividade) 12,00 horas técnicas/km de poligonal. Terreno montanhoso a escarpado > 60% de declividade - 14,00 horas técnicas/km de poligonal.

LOCAÇÃO TOPOGRÁFICA Locação topográfica de obras de infra-estrutura Situações previstas:

Terreno plano a suavemente ondulado (0 a 8% de declividade) 8,30 horas técnicas/km de poligonal.
Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 251

250

15.4 TABELA DE HONORÁRIOS PARA ARQUITETOS
Tabelas sem Imposto de Renda na Fonte ou Impostos sobre a Nota Fiscal. Chamamos a atenção que o IAB – Instituto de Arquitetos do Brasil, por meio de suas representações estaduais, elabora tabelas semelhantes a aqui apresentada. DESCRIÇÃO ARQUITETURA E URBANIZAÇÃO Residência Unifamiliar Edificações onde não há repetição de elementos (cômodos, pavimentos) Edificações onde há repetição de elementos (múltiplos blocos) - 1ª unidade - 2ª unidade - 3ª unidade - 4ª unidade e demais unidades Edificações Hospitalares Edificações Especiais: (hotéis, prédios administrativos e escolares) Depósitos, galpões e garagens Indústrias, comércios e igrejas URBANISMO Projeto de parcelamento do solo Projeto de desenho urbano Plano Diretor PAISAGISMO E DESNHO URBANO (inclui lay-out, pavimentação, vegetação, especificação do mobiliário, pontos elétricos e hidráulicos) Residências, condomínios, sítios e chácaras Edificações comerciais, de serviços e institucionais Praças, parques, orlas e vias e passeios Projeto de pavimentação VALOR (R$)

Projeto de Vegetação Design do Mobiliário Urbano

m² m²

20,00 200,00 a 1.000,00

CONSULTA DO POTENCIAL CONSTRUTIVO Consulta ARQUITETURA DE INTERIORES

1 a 5% do valor do projeto

m² m² m²

6,00 a 12,00 5,00 a 10,00 4,00 2,50 1,30 0,70 8,00 a 13,00 6,00 a 12,00 2,00 4,00

m² m² m² m²

PROJETO DE REFORMA DE RESIDÊNCIA (inclui ambientação, revestimentos, paginação, alvenarias, pontos elétricos e hidráulicos, iluminação, rebaixamento, esquadrias, bancadas e acabamentos) Apto ou casa quarto e sala unid 1.100,00 Apto ou casa de 2 quartos unid 1.500,00 Apto ou casa de 3 quartos unid 2.000,00 Apto ou casa de 4 quartos unid 3.000,00 Cobertura completa unid 5.500,00 Cobertura completa unid 6.500,00 PROJETO COMERCIAL (recepção, sala, copa e banheiro) (inclui ambientação, revestimentos, paginação, alvenarias, pontos elétricos e hidráulicos, iluminação, rebaixamento, esquadrias, bancadas, acabamentos, mobiliário e acessórios) Consultório dentário unid 1.800,00 Consultório médico unid 1.300,00 Escritório até 40 m² unid 1.300,00 Hall de edifício padrão Alto unid 1.400,00 Hall de edifício padrão Médio unid 1.000,00 Hall social padrão Alto unid 450,00 Hall social padrão Médio unid 350,00 Loja de Rua até 50 m² unid 4.000,00 Loja de Shopping até 40 m² unid 3.000,00 Considerar acréscimo de 15% para assessoria na compra de mobiliário e acessórios

ha ha ha

1.500,00 8.000,00 10,00

m² m² m² m²

3,50 4,00 4,50 20,00

252

Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. Empresas e Profissionais

Paulo Roberto Vilela Dias

253

00 400. esquadrias. revestimentos. pontos elétricos e hidráulicos.00 Área de lazer completa (churrasco.78 x 75 + 280. unid unid unid unid unid unid 300.00 Banheiro completo unid 450.00 254 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. bancadas e acabamentos) Área de serviço completa unid 300. A cobrança dos serviços se dará pela estimativa das horas necessárias à conclusão dos mesmos.00 300. iluminação. Palestra e Conferência Aula: 1.00 Sala de jantar unid 300.00 400. lay-out e ambientação. mesas e etc 15. elabora tabelas semelhantes a aqui apresentada. camas.00 350.00 Lavabo completo unid 400.5 x Hora Técnica por hora Palestra: 3.00 PEQUENAS SOLUÇÕES POR CÔMODOS ISOLADOS Levantamento do local. piscina e sauna) unid 1.0 x Hora Técnica por hora Avaliação ( H = (A x 0. da seguinte maneira: Preço de Venda = Valor da Hora Técnica x Horas de Trabalho O valor da hora técnica está apresentado no Capítulo 13.00 200. Chamamos a atenção que as Associações de Engenheiros Agrônomos e Florestais existentes em alguns estados do Brasil.00 300.00 200. DESCRIÇÃO HORAS MÍNIMAS Análise Técnico-Econômica de Empreendimento 10 Arbitramento 5 Assessoria 10 Assistência Técnica 5 Auditoria 10 Aula.00 Quarto de casal unid 300. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 255 .00 700.00 200.500.00 100.5 TABELA DE HONORÁRIOS PARA ENGENHEIROS AGRÔNOMOS E FLORESTAIS Tabelas sem Imposto de Renda na Fonte ou Impostos sobre a Nota Fiscal.0 x Hora Técnica por hora Conferência: 5.00 250.00 Na tabela apresentada abaixo está descrita a quantidade mínima de horas a serem utilizadas.00 Quarto de solteiro unid 300.00 200. rebaixamento. onde: H = Honorários Profissionais (R$) A = Valor da Avaliação (R$) Cálculo de Ração 5 Concorrências Concurso 5 Consulta 5 Consultoria 5 unid unid unid unid unid unid unid unid unid 200. simplificadamente.00 Cozinha completa unid 600.00012)0. lay-out e ambientação sem assessoria Paginação de piso ou parede Esquema de cores Localização dos pontos elétricos Localização dos pontos hidráulicos PROJETOS ESPECIAIS Esquadria elaborada – porta ou janela Esquadrias (tipo) – porta ou janela Muro frontal completo (gradil e portões de acesso) Escada elaborada com corrimão Escada simples com corrimão Corrimão elaborado Rebaixamento em gesso (sala completa) Rebaixamento em madeira Design aparadores.PROJETO DE REFORMA POR CÔMODOS ISOLADOS (inclui ambientação. alvenarias. paginação. especificação do mobiliário e acompanhamento da compra Levantamento de medidas. colunas.00 300.

18 HT por ha excedente a 50 ha Levantamento de Cobertura Vegetal do Solo .Áreas acima 50 ha Locação Topográfica .Terreno plano a suave ondulado (0 a 8% de declividade) 7 Horas Técnicas por Km de poligonal .5 + 0.02 x Hora Técnica por etiqueta Interpretação e Recomendação a partir de Análise Laboratorial de Solo ou Vegetal Julgamento 10 Laudo 10 Levantamento Topográfico Planimétrico .5 Horas Técnicas por Km de poligonal .Terreno ondulado a forte (8 a 30% de declividade) 9 Horas Técnicas por Km de poligonal .Terreno montanhoso a escarpado (acima de 60% de declividade) 12 Horas Técnicas por Km de poligonal Levantamento Topográfico Planialtimétrico .5 + 0.5 .276 HT por ha excedente a 50 ha 8.Terreno montanhoso a escarpado (acima de 60% de declividade) 14 Horas Técnicas por Km de poligonal 27. Serviço ou Obra Fornecimento de Dados e Informações Fornecimento de Mala Direta Levantamento de Meio Físico 10 Levantamento de Capacidade de Uso do Solo .Áreas acima 50 ha 18.Áreas até 50 ha . Econômico e Social 20 Diligência 10 Divulgação Técnica Estudo Estudo de Impacto Ambiental 0.Terreno plano a suave ondulado (0 a 8% de declividade) 7.Áreas acima 50 ha 11.Terreno ondulado a forte (8 a 30% de declividade) .02 x Hora Técnica por linha de informação 0.5 + 0.Diagnóstico Técnico.Áreas até 50 ha 11.Terreno forte a montanhoso (30 a 60% de declividade) 12 Horas Técnicas por Km de poligonal .5 a 1% do valor do empreendimento Gerência de Projeto.Terreno forte a montanhoso (30 a 60% de declividade) 10 Horas Técnicas por Km de poligonal .Terreno plano a suave ondulado (0 a 8% de declividade) .Terreno forte a montanhoso (30 a 60% de declividade) .5 . Serviço ou Obra Fiscalização de Projeto.11 HT por ha excedente a 50 ha Levantamento de Solos . Planos e Levantamentos Projeto de Reflorestamento ou Florestamento 20 ou 2% sobre as inversões do projeto 256 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.Terreno ondulado a forte (8 a 30% de declividade) 8 Horas Técnicas por Km de poligonal . Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 257 .Áreas até 50 ha 18.3 Horas Técnicas por Km de poligonal 10 Horas Técnicas por Km de poligonal 12 Horas Técnicas por Km de poligonal 14.7 Horas Técnicas por Km de poligonal Locação Topográfica de Curvas de Nível Partilha de Áreas Orçamento Padronização e Classificação de Produtos de Origem Vegetal e Animal 5 10 Elaboração de Projetos.5 27.Terreno montanhoso a escarpado (acima de 60% de declividade) 0.

Áreas acima de 10 ha 20 20 HT + 1 HT por ha excedente a 10 ha 15. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 259 .Áreas com até 10 ha 20 .Plano de Corte Florestal .6 TABELA DE HONORÁRIOS MÍNIMOS PARA ENGENHEIROS ELETRICISTAS SERVIÇOS HORAS MÍNIMAS Rede de sonorização 8 Projeto de cabeação telefônica 5 Rede de dutos para circuitos de informática 5 Alimentadores para equipamento central de ar condicionado 8 Alimentadores para diversos equipamentos 5 Geração de emergência 5 Iluminação de emergência 5 Sistema de detecção e alarme contra incêndio 5 Circuito fechado de televisão 10 Encaminhamento junto à concessionária de energia elétrica 5 Encaminhamento junto à concessionária de telecomunicações 5 Cabina de barramento 5 Cáculo luminotécnico 5 Rede de distribuição de energia elétrica e iluminação pública 10 Pesquisa de carga com anteprojeto elétrico 5 Iluminação 10 Rodoviária simples 15 Obra de arte (ponto. viaduto.Áreas acima de 10 ha 20 HT + 1 HT por ha excedente a 10 ha Plano de Manejo Florestal (Floresta Plantada) . etc) 15 Interconexões complexas 20 Túneis 20 Levantamento Circunstanciado Florestal .Áreas acima de 200 ha 150 HT + 1 HT por ha excedente a 200 ha Plano de Arborização Urbana Projeto de Recuperação de Áreas Degradadas Projeto de Revegetação de Áreas Projeto de Paisagismo Projeto de Exploração Agropecuária Projeto de Viabilidade Técnico-Econômica Projeto de Irrigação e Drenagem Projeto de Sistematização de Várzeas Projeto de Desenvolvimento Regional Parecer Técnico Perícia Avaliação de Cultura por Frustração de Safra Responsabilidade Técnica Vistoria 20 20 20 20 20 ou 2% sobre as inversões do projeto 20 ou 2% sobre as inversões do projeto 20 50 10 10 10 por mês 5 258 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.Áreas com até 10 ha .Áreas acima de 10 ha 30 HT + 1 HT por ha excedente a 10 ha Plano de Manejo Florestal (Floresta Natural) .Áreas com até 200 ha 150 .Áreas com até 10 ha 30 .

43 7.......77 1...00 1.00 0...00 1..000...00 0.......00 2.000.00 a 400...000..200..200.....500.....00 R$ 850.38 400.00 a 1.000...00 a 3.........800.00 1.00 Condições do Projeto Fácil Normal Difícil A composição de homens x hora padrão a ser considerada na elaboração de cada desenho de projeto.000.....00 800...93 200...000..TABELAS COMPLEMENTARES Tabelas sem Imposto de Renda na Fonte ou Impostos sobre a Nota Fiscal SUBESTAÇÕES TRANSFORMADORAS (15 KV) Ao tempo em postes simples até 150 KVA Ao tempo em postes duplo até 300 KVA Ao tempo em piso até 300 KVA Abrigada até 225 KVA Abrigada de 300 a 500 KVA Abrigada até 750 a 1.....000.. é a apresentada a seguir: Categoria Profissional Senior Profissional Junior Cadista Projetista Cadista Total Quantidade de horas Tamanho A1 Tamanho A0 5 10 8 10 33 8 16 15 20 59 Será considerado o seguinte critério de composição do custo da prancha: Estudo Preliminar ....00 R$ 1..00 0.001....39 R$ 1..........00 R$ 1.........00 2.001..100.00 a 120......31 120.000..00 R$ 900.......10 600.00 1..00 a 5..001.550..47 5...00 0....00 0...000....00 a 1.200..000........99 800.....500. 20% 40% 30% 10% 260 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva..00 a 2............001.000...00 0..001......000........00 0.00 1.00 1.....00 a 600. Projeto Executivo .001.00 1...00 15% 10% 30% 15.....000.. em área construída (para edificações) e extensão (km) para obras lineares.001... Desenho Definitivo ..000 KVA Cabina para medição Acréscimos: Elaboração na classe 25 KV Inclusão de chave reversora de alta tensão Prédio existente ainda não dotado de subestação Projeto Completo de Instalações Elétricas Cálculo do Honorário Profissional em Função do Valor Global da Construção VALOR DO CONTRATO (R$) % 58..000.001...500..40 10..88 1..000.00 0.000.500.. Projeto Básico .200.66 2.000 KVA Blindada até 300 KVA Blindada até 500 a 750 KVA Blindada acima de 1...55 3.......000...000........ Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 261 .00 1...000.00 a 7.001......200.00 0..001.00 1.......000......001.00 a 800.7 TABELA DE VALORES DOS SERVIÇOS POR PRANCHA É comum se considerar a remuneração de projetos por prancha elaborada e deve-se ter conhecimento da quantidade da obra a ser projetada.000.00 a 10....000..000.001.000..00 R$ 1...00 a 15.000....000.......00 800.00 a 200......000.. R$ por prancha Desenhos Tamanho A1 Desenhos Tamanho A0 R$ 600.500.

introduziu a remuneração inicial dos profissionais na área de engenharia. de 22 de abril de 1966. A Lei nº 4.950 A/66 estabelece a remuneração mínima obrigatória para os profissionais empregados e regidos pela CLT. Acrescentar 25% a cada hora que exceder às seis horas diárias de serviço.16 PROFISSIONAIS COM VÍNCULO EMPREGATÍCIO – PISOS SALARIAIS MÍNIMOS Dispõe o artigo 3º da Consolidação das Leis de Trabalho . inciso V. A Lei nº 4. Em 24 de dezembro de 1966. Agronomia. prevê a existência de piso salarial proporcional à extensão e à complexidade do trabalho. a Lei nº 5194. regulamentou a remuneração dos profissionais diplomados em Engenharia. A) B) Para jornada com 6 horas diárias de serviço. sob a dependência e mediante salário”. estabelecendo jornada com exigências de 6 horas diárias de serviços e jornada com mais de 6 horas de serviço. 263 Paulo Roberto Vilela Dias . no seu artigo 82. Este assunto também está disciplinado pela Resolução nº 397/95 do CONFEA. a remuneração é de seis salários mínimos vigente no País.CLT: “Considerar-se empregado toda pessoa física que prestar serviços de natureza não eventuais a empregador. 7º. até 8 horas/dia. Química e Veterinária.950 A. cujo art. Estas Leis encontram-se em plena vigência e tendo sua aplicação fortalecida pelo disposto na Constituição Federal de 1988. Arquitetura.

00 pôr mês 264 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.M.P. = 6 x R$ 200.M.M.P.P.P.00.P. = 9.50 x R$ 200.: Após 44 horas semanais. Para o caso do profissional contratado com jornada de 09 (nove) horas diárias S.M.P. = 9.5 x salário mínimo S. de 5 de outubro de 1988.500. Inciso XVI prevê: “remuneração do serviço extraordinário superior.P. Para efeito da definição do salário mínimo profissional (S.P.P.M.00 S.) adotou-se o que estabelece a Constituição Federal.M.00 pôr mês B) Profissionais contratados com uma jornada superior a 06 (seis) horas diárias Para o caso de jornada de 07 horas diárias S.P.P. = ( 6 x 1.25 ) x salário mínimo S.50 x salário mínimo S. no mínimo em cinqüenta pôr cento à do normal”.800. = ( 6 x 1.00 pôr mês OBS. = 10.00 Paulo Roberto Vilela Dias 265 .M.100.P.M.00 S.50 + 1.C) Acima de 8 horas diárias de serviço. = R$ 2. Empresas e Profissionais S.00 S.M.P.200. = R$ 1. = R$ 1. temos: A) Profissional contratado para uma jornada de 06 (seis) horas diárias S.M. = 6 x salário mínimo S.M. = 7.00 x salário mínimo S.50 ) x salário mínimo A Constituição Federal de 5 de Outubro de 1988 em seu Artigo 7º.M. as horas excedentes serão consideradas horas extras. = ( 6 x 1.5 x R$ 200. acrescentar 50% às horas extras.00 S. = R$ 1. Exemplo da Utilização da Fórmula de Cálculo Considerando-se o salário mínimo nesta data (abr-2002) de R$ 200.M.0 x R$ 200.P.P. Para o caso de jornada de 08 horas diárias S.50 ) x salário mínimo S.M.M.P. = 10.M. = 7.

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PROFISSIONAIS COM VÍNCULO EMPREGATÍCIO – REFERÊNCIAS SALARIAIS

As seguintes tabelas têm por objetivo servir de referência mínima de honorários para engenheiros que mantenham vínculo empregatício, isto é, regido pela CLT. O valor final dos honorários se dá na conjugação das diversas tabelas abaixo. TABELA 01 Classificação e respectivas remunerações dos engenheiros civis por tempo de formatura e experiência profissional comprovada por acervo técnico e/ou registro em carteira de trabalho: ABRIL 2002 Remuneração (R$) 1.800,00 2.200,00 3.500,00 5.200,00 6.500,00

Classificação Engenheiro Engenheiro Engenheiro Engenheiro Engenheiro Trainee Júnior Médio ou Pleno Sênior Master

Experiência e/ou Tempo de formado até 2 anos Entre 2 e 5 anos Entre 5 e 10 anos Entre 10 e 15 anos Acima de 15 anos

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TABELA 02 Acréscimo devido à qualificação profissional adicional obtida em cursos de extensão e pós-graduação: GRAUS DE ESCOLARIDADE / TÍTULOS Pós-graduação – Especialização Mestrado Doutorado Pós-doutorado QUALIFICAÇÕES DIVERSAS Domínio de Língua Estrangeira Domínio de Informática

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O CONTRATO DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS
18.1 ANÁLISE DO CONTRATO Devem ser apreciados os seguintes temas nos contratos de prestação de serviços de engenharia e arquitetura: Exames Preliminares Deve constar da identificação das partes integrantes da contratação e relacionar e verificar anexos existentes (editais, plantas de execução, normas do cliente e etc.). Caracterização do Objeto Verificar se o objeto corresponde a natureza do serviço a ser realizado, bem como, examinar o projeto e verificar sua adequabilidade e compatibilidade com o contrato e a proposta apresentada. Sendo que deverão ser observados os seguintes tópicos
• • • • • • • • •

15% 20% 30% 40% 5% 5%

As qualificações relativas à escolaridade deverão estar devidamente registradas na carteira do profissional – CREA; • As qualificações diversas deverão ser comprovadas por diploma e/ ou certificado de entidades reconhecidamente idôneas ou com exame realizado pela empresa contratante e de sua responsabilidade; • Demais benefícios como, por exemplo, auxilio refeição, seguro saúde, seguro de vida e do trabalho, participação nos lucros, auxílio transporte e outros serão de livre negociação entre as partes.

Memorial descritivo ou Especificações Memória de cálculo, quando existir Plantas de execução Quantidades de serviços Cronogramas Orçamentos Composições de custo Identificar os principais problemas da obra Avaliar a capacitação da equipe e dos equipamentos disponíveis para as tarefas previstas
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Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. Empresas e Profissionais

Paulo Roberto Vilela Dias

Obrigações Mútuas Identificar e relacionar as obrigações da contratante e da contratada e avaliar a extensão e implicações destas obrigações com os custos e prazos dos serviços. Esta análise poderá detectar conflitos com o objeto, com o quadro de quantidades, com as especificações, com a proposta ou outras. É interessante verificar se a fiscalização é direta (ou seja, o próprio cliente executa esta atividade) ou contrata empresa especializada para tal tarefa. Prazo de Duração É oportuna a identificação da forma de contagem, dias úteis ou corridos, e da data inicial da contagem. Registrar as datas limites, inicial e final, e a quantidade de dias úteis existentes, excluindo-se sábados, domingos e feriados. Verificar, mesmo sendo inadequado adotar, em que casos podem ocorrer prorrogações e como solicitá-las. Preços É necessário verificar a natureza da forma de contratação, ou seja, preço global, por preço unitário, por administração, por aluguel de equipamentos ou por reembolso de despesas. Deve-se ainda identificar os itens mais significativos ou aqueles que representam 80% do valor total do contrato, pois estes sofrerão as principais análises, bem como, avaliar a influência dos quantitativos que possam alterar bruscamente no decorrer do contrato. Além destes, avaliar os conflitos com os preços de proposta e os itens necessários que não tenham preço contratado, a fim de alinhavar proposição de aditivo contratual favorável à empresa. Condições de Pagamento Além da situação anteriormente definida quanto à forma contratual, verificar a periodicidade de medição e pagamento, podendo ser admitida uma das condições descritas a seguir:

• • • • • •

medição com período definido e prazo justo de pagamento; pagamento em parcelas pré-fixadas desde que atinja o cronograma físico ajustado; verificar a existência de parcelas de antecipação ou retenção; relacionar e estudar adequadamente os eventos correspondentes às parcelas de pagamento; verificar a consistência do cronograma da obra; quanto às medições, verificar as condições em que serão efetuadas as medições (quem e como), a forma de processamento adotado pelo cliente, quem as autoriza, prazos para submetê-las e que cada unidade dispõe para análise, existência de impressos próprios para tal finalidade, caso afirmativo obtê-los.

Reajustamento Atualmente admite-se apenas contratos com reajustes anuais, logo para prazos de duração inferiores a este, os mesmos serão considerados fixos e irreajustáveis, a despeito que os mesmos tenham cláusulas de reajuste expressa no contrato. Penalidades Independentemente do desejo de se adotar, é muito oportuno identificar as formas de penalidades e multas e suas condições de aplicação. Rescisão Contratual Verificar em que condições pode ocorrer a rescisão amigável ou judicial e suas implicações. Entretanto, ressalta-se que nenhum edital pode infringir o que determina a LEI N° 8666/93 das licitações e contratos. Relatório da Análise do Contrato Todas as informações levantadas anteriormente deverão estar contidas em relatórios de análise do contrato com a maior riqueza de detalhes possível e que ficará a disposição da diretoria da empresa.

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Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. Empresas e Profissionais

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Mantendo-se constantemente informado do andamento das mesmas. A EMPRESA (RAZÃO SOCIAL DA EMPRESA) OU NOME DO PROFISSIONAL. não iniciando a execução de serviços que dependam de aditivo sem consulta prévia aos superiores hierárquicos. equipes ou equipamentos inadequados. procurando cumpri-los e até antecipá-los.2 MODELO DE CONTRATO DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS DE CONSULTORIA DE ENGENHARIA RECOMENDADO CONTRATO DE EMPREITADA POR PREÇO GLOBAL (OU POR PREÇOS UNITÁRIOS) QUE FAZEM. não executar serviços sem prévia cobertura contratual. atualizado pelo menos semanalmente. conhecer a estrutura do cliente e seus vários níveis decisórios. nomeação. 18. Paulo Roberto Vilela Dias 273 Prazos de Eventos Intermediários • Manter controle permanente dos prazos e principalmente eventos. no relacionamento com a equipe de fiscalização: respeitar e estabelecer um relacionamento profissional amigável e formal. DO OUTRO. COMO CONTRATNTE. com firmeza. PARA EXECUÇÃO DE (ENUNCIADO SUCINTO DA NATUREZA DOS SERVIÇOS). não aceitar imposições adicionais às contidas nas especificações. e submetê-lo à fiscalização formal ou informalmente. não admitir interferência nos métodos executivos. não assumir compromissos extra-contratuais. prazos. efetuar verificação cuidadosa de seu acerto. prazos e exigências do contrato. após discussão com os superiores hierárquicos da empresa. uma das atitudes a seguir descritas: • • • • • • • • • • • • • • identificar e tirar proveito dos pontos fracos ou obscuros e conflitantes do contrato. Negociação de Aditivos Antecipar-se aos problemas de aditivos contratuais. • encaminhar em tempo hábil minuta de pedido de aditivos. e endereço). manter a equipe da obra sempre bem informada para poder adotar atitude positiva quando for necessário tomar decisões imediatas. • antecipar-se à fiscalização no registro de ocorrências que justifiquem aumentos de prazos. dos dados básicos necessários à elaboração das medições. referência à legislação. • elaborar as medições previamente ao prazo final previsto em contrato. além do especificado. NA FORMA ABAIXO: PREÂMBULO O(A). atos constitutivos. 272 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. sempre interpretar dentro do interesse da empresa. cargo ou função. efetuando comparações sistemáticas com os dados contratuais. sempre apoiando-se em diálogo com seus superiores. (nome. identidade. (NOME DA ORGANIZAÇÃO CONTRATANTE) E.Atitude do Gerente do Contrato De posse da análise minuciosa elaborada do contrato o gerente do contrato deverá estar pronto para qualquer instante adotar. preços e condições de pagamento. CNPJ. não improvisar métodos. • não admitir postergações na medição de serviços executados. encaminhar sempre objetivamente. • cumprir rigidamente as normas. antecipar-se na identificação de problemas e apresentar soluções. • informar a equipe de trabalho dos prazos parciais e total. na época oportuna. • elaborar controle adequado das quantidades e valores medidos. as reivindicações de métodos. CPF. COMO CONTRATADO(A). natureza e/ou constituição jurídica da organização contratante. doravante simplesmente denominado(a) CONTRATANTE. Empresas e Profissionais . elaborando permanentemente estudos capazes de identificar sua necessidade e a melhor forma de solicitá-lo. Medições • manter registro permanente. a fim de garantir o mais curto tempo de processamento das medições. DE UM LADO. registrar sempre quando ocorrerem interferências ou falta de providências que acarretem atrasos ou aumento de custos. acompanhamento a evolução da aprovação pelo cliente. representado(a) por (nome. se for o caso.

ajustado o presente Contrato. serão pagos no (. obedecendo no que couber. representada(o) por (nome. CLÁUSULA QUARTA – PREÇO(S) O(s) preço(s) do(s) serviço(s) contratado(s) é (são) o(s) constante(s) da proposta da CONTRATADA. ou das especificações e disposições contratuais.. ou. Empresas e Profissionais . portador da carteira profissional nº .. CPF.. entre si. aceita na licitação (convite) anteriormente referida e integrante deste instrumento. na vigência do contrato e de sua eventuais prorrogações. e tendo como responsável técnico (nome e qualificação profissional). Parágrafo Primeiro: Os preços serão reajustados anualmente (da data da proposta). conforme indicado na proposta da CONTRATADA e seus anexos.eleição. aumento ou diminuição de quantidades ou de valores.) dia.. e seus anexos e as constantes da proposta apresentada pela CONTRATADA. e referência de outorga de poderes. modificação. CNPJ. poderá ocorrer. efetivamente executadas e aferidas. e melhor traduza(m) a efetiva variação dos custos dos componentes do(s) preço(s) do(s) serviço(s).. constituição jurídica. em sua substituição.. bem como pelas normas. Paulo Roberto Vilela Dias 275 274 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. expedida pelo CREA. tem. e/ou outorga de poderes mediante procuração) e. salvo quando e segundo a forma e as condições previstas na Lei nº 8. identidade. se for o caso). doravante simplesmente denominada(o) CONTRATADA. Parágrafo Único: Nenhuma alteração..666. cargo ou função. de 21 de junho de 1993 e suas alterações vigentes nesta data. cuja lavratura foi regularmente autorizada por . no caso de sua extinção.... regulamentos. CLÁUSULA SEGUNDA – OBJETO O presente contrato tem por objeto a prestação de serviços técnicos profissionais especializados na execução de (descrição dos serviços) discriminados em sua proposta e no Edital de Licitação (ou convite) e seus respectivos anexos. e que passam a fazer parte integrante do Contrato.. mediante a aplicação da seguinte fórmula: P = ( P0 x I ) ÷ I0 onde: P = preço(s) reajustado(s) P 0 = preço(s) inicial(is) I 0 = Índice(s) setorial(is) vigente(s) na data de apresentação da Proposta de Preços I = Índice(s) setorial(ais) vigente(s) na data do adimplemento de cada parcela dos serviços O(s) índice(s) setorial(ais) a utilizar será(ão) o(s) .... independentemente de transcrição.1993. a empresa ou profissional (nome. CLÁUSULA TERCEIRA – REGIME DE EXECUÇÃO Os serviços contratados serão executados sob o regime de empreitada por preço global (ou por preços unitários). aquele(s) que venha(m) a ser adotado(s). contado a partir da data final do período de adimplemento da parcela a que se refere o documento de cobrança. regido pelas cláusulas e condições seguinte: CLÁUSULA PRIMEIRA – FUNDAMENTO LEGAL O presente Contrato rege-se pela Lei nº 8.. acréscimo ou decréscimo. de outro lado.666 de 21. variação. a todas as condições estipuladas no Edital de Licitação (ou convite) Nº . referidos na Cláusula anterior.. legislação estadual e/ou municipal complementares.. CLÁUSULA QUINTA – PAGAMENTO As parcelas que compõem o objeto do presente contrato.. endereço).06.

.) (... durante a sua execução.. acrescida de juros de mora de 1% (um por cento) ao mês. calculados “por rata” sobre o valor do documento de cobrança.. efetivada em data de (. pelo número de dias de atraso. contados a partir da data da publicação do extrato do contrato ou da emissão da OS .666/93.. Parágrafo Segundo: A restituição dos valores caucionados ocorrerá na forma e segundo os procedimentos previstos na Lei nº 8.). pelo número de dias de antecipação. correndo a despesa. rubricas.. calculados “por rata” sobre o valor do documento de cobrança.. a CONTRATADA reforçará a caução acima referida de modo a perfazer. Parágrafo Primeiro: Os prazos aqui referidos poderão ser prorrogados em conformidade com o disposto na Lei nº 8. incluPaulo Roberto Vilela Dias 277 276 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. permanentemente.. serão concedidos descontos de 1% ao mês. se houver... CLÁUSULA OITAVA – GARANTIAS DE EXECUÇÃO A = Valor atualizado do documento de cobrança na data do pagamento V = Valor reajustado do documento de cobrança na data do adimplemento da parcela a que se refere T = Taxa de inflação mensal registrada na data de emissão do documento de cobrança. os prazos de etapas conforme previsto no cronograma físico que constitui parte integrante deste Contrato. CLÁUSULA SEXTA – PREVISÃO DE RECURSOS ORÇAMENTÁRIOS (QUANDO COUBER) O valor (estimado) do presente contrato é de (. conforme norma do CREA . dele decorrente.) no valor de (.Parágrafo Segundo: O valor dos créditos expressos no documento de cobrança será atualizado financeiramente no período decorrido entre o adimplemento da parcela a que se refere. a CONTRATADA prestou caução. que integra o presente instrumento.. Em garantia da fiel execução dos trabalhos contratados. observados. a conta de (discriminar as fontes de recursos orçamentários. Parágrafo Segundo: Os trabalhos executados serão recebidos pelo CONTRATANTE em conformidade com as disposições constantes na Lei nº 8.Anotação de Responsabilidade Técnica.. Parágrafo Quarto: Na ocorrência de eventuais antecipações de pagamento. e a data do seu efetivo pagamento.Ordem de Serviço.. Empresas e Profissionais ..) ou outro que venha substituí-lo n = Número de dias decorridos entre a data de adimplemento das obrigações a que se refere o documento de cobrança e a data do seu efetivo pagamento Parágrafo Terceiro: Na ocorrência de eventuais atrasos de pagamento será devida a atualização financeira calculada na forma estipulada no parágrafo segundo..666/93. um total correspondente a (.Conselho Regional de Engenharia..).. Agronomia e Arquitetura. sob a modalidade de (..666/93. por cento) do valor faturado a preços iniciais e reajustamentos. com acréscimo de multa de 2% sobre o montante do pagamento em atraso. CLÁUSULA NONA – RESPONSANBILIDADE TÉCNICA Caberá a CONTRATADA. mediante a aplicação da fórmula: A = V ( 1 + T ) n ÷ 30 onde: CLÁUSULA SÉTIMA – PRAZOS O prazo para a conclusão dos trabalhos definidos na CLÁUSULA SEGUNDA é de (. Parágrafo Primeiro: Durante a execução dos trabalhos. notas de empenho e demais indicações pertinentes).. até 3 (três) dias após a assinatura do Contrato emitir a ART . aplicada uma só vez em cada ocorrência..) dias consecutivos (ou corridos). exclusive.)... expressa em forma decimal pelo índice (..

o Foro da cidade de (. 26 de julho de 1978 279 • O presente Contrato terá plena eficácia a partir da data de sua publicação.Diretoria Técnica – Divisão Técnica de Estruturas – Clube de Engenharia – Rio de Janeiro REGULAMENTO DE HONORÁRIOS PARA AVALIAÇÕES E PERÍCIAS DE ENGENHARIA DO IEL – INSTITUTO DE ENGENHARIA LEGAL – RIO DE JANEIRO. E. exclusive.SEE Tabela de honorários profissionais – Estado do Espírito Santo. por estarem justas e acertadas.Professor Engº Civil Paulo Roberto Vilela Dias – CREA-RJ/IBEC . Vitoria. Obs: Recomenda-se sempre a assinatura por duas testemunhas. CLÁUSULA DÉCIMA – PENALIDADES À CONTRATADA poderão ser aplicadas as penalidades expressamente previstas na Lei nº 8.. as partes por seus Representantes Legais firmam o presente instrumento em (. no caso de não comprovar a regularidade deste procedimento não poderá receber nenhuma parcela de pagamento. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias .666/93 e as especificadas no Edital de Licitações (convite) que originou o presente contrato.. • CLÁUSULA DÉCIMA TERCEIRA – FORO • As partes elegem. de comum acordo. juntamente com as testemunhas abaixo. CLÁUSULA DÉCIMA SEGUNDA – APROVAÇÃO E EFICÁCIA DO CONTRATO • • 19 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS UMA METODOLOGIA DE ORÇAMENTAÇÃO PARA OBRAS CIVIS . ou da data de registro no Cartório de Títulos e Documentos. • • • 278 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva.sive. por mais privilegiado que seja.. CLÁUSULA DÉCIMA PRIMEIRA – RESCISÃO DO CONTRATO O presente Contrato poderá ser rescindido nos casos e na forma previstos na Lei nº 8...) vias. com renúncia a qualquer outro.666/93..) para dirimir as questões decorrentes do presente contrato. 12/07/2000 SOCIEDADE ESPIRÍTOSANTENSE DE ENGENHEIROS .2001 CRITÉRIOS PARA FIXAÇÃO DE PREÇOS DE SERVIÇOS DE ENGENHARIA – INSTITUTO DE ENGENHARIA DE SÃO PAULO – EDITORA PINI MANUAL DE ORÇAMENTAÇÃO – SERVIÇOS PROFISSIONAIS DE ENGENHARIA CONSULTIVA – ABCE – ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE CONSULTORES DE ENGENHARIA TABELA DE HONORÁRIOS – sindARQ / SENGE / PR TABELA DE HONORÁRIOS – IAB / DEPARTAMENTO DO RIO DE JANEIRO – AGOSTO/1992 HONORÁRIOS PARA SERVIÇOS DE ENGENHARIA ESTRUTURAL .

COPPE-UFRJ – Pós-graduação em Mecânica dos Solos – 1976. Engenheiro e/ou Responsável Técnico das seguintes empresas: .• INSTITUTO DOS ARQUITETOS DO BRASIL – IAB Remuneração mínima de serviços e direitos autorais de projetos – Espírito Santo ASSOCIAÇÃO DE ENGENHEIROS FLORESTAIS DO ESPÍRITO SANTO – AEFES E SOCIEDADE ESPIRITOSSANTENSE DE ENGENHEIROS AGRÕNOMOS – SEEA.Engesul – Construções e Projetos Ltda . • 20 CURRICULUM VITAE DO AUTOR ENGENHEIRO CIVIL PAULO ROBERTO VILELA DIAS • • • • • Formado pela Universidade Federal do Rio de Janeiro – 1975. INSTITUTO BRASILEIRO DE AVALIAÇÃO E PERÍCIAS DE ENGENHARIA – IBAPE Minuta de Proposta nº 1 de Honorários do IBAPE-ES – 22/08/2000 INSTITUTO BRASILEIRO DE ENGENHARIA DE CUSTOS – IBEC-ES Artigos. desde 1978 Fundador e membro do IBEC – Instituto Brasileiro de Engenharia de Custos desde 1978 e presidente nacional desde 1999 Ministra cursos e palestras sobre Engenharia de Custos em todo o Brasil 281 DECRETO FEDERAL N. LEI N.American Association of Cost Engineers.º 23.DE 11 DEZ 1933. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias . Professor de “Engenharia de Custos” do Mestrado em Engenharia Civil da Universidade Federal Fluminense. Mestrado em Engenharia Civil na Universidade Federal Fluminense.º 218. DE 24 DEZ 1966.SEAT SA .º 5. DE 29 JUN 1973. • • • • • • • • • • 280 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. encontros e cursos do IBEC e Proposta nº 1 da Tabela de Honorários dos Engenheiros Civis – ES – Março/2001 Engº Civil João Alberto Ferreira de Oliveira.Construtora Affonseca SA . desde 2000. Serviços e Honorários profissionais para Engenheiros Agrônomos e Engenheiros Florestais – Vitória – ES – Fevereiro/1999 RESOLUÇÃO N. Palestrante do 1º Congresso Brasileiro da Indústria da Construção – 1985/RJ.TERPLAN – Urbanização e Manutenção Ltda . palestras. Coordenador e professor do curso de pós-graduação em Engenharia de Custos da Universidade Federal Fluminense e IBEC.ALUMAK Projetos e Construções Ltda Membro da AACE .569.194.Multiservice Engenharia Ltda .

Principais Trabalhos Publicados: Livro “Uma Metodologia de Orçamentação para Obras Civis”.Escola de Engenharia General Roberto Lisboa e Universidade Gama filho. 3ª edição 2001 • Apostila de “Estradas e Transportes” . 1979 • Material Didático de Planejamento e Controle de Obras • Material Didático de Gerenciamento e Administração de Obras • 282 Preços de Serviços de Engenharia e Arquitetura Consultiva. Empresas e Profissionais Paulo Roberto Vilela Dias 283 .

br). Estamos ministrando curso de pós-graduação em Engenharia de Custos. associados ou não.crea-rj.br www.Universidade Federal Fluminense em várias cidades do país.com. Consulte-nos através do telefone (21) 2206-9662 ramal 706 ou pelo fax (21) 2516-3661 ou através do nosso site ou o do CREA-RJ (www.org. para prestar quaisquer esclarecimentos e consulta à sua biblioteca.DIRETORIA DO IBEC Período de Agosto/2001 até Agosto/2004 DIRETORIA NACIONAL: Presidente: Paulo Roberto Vilela Dias Vice-Presidente: José Angelo Santos do Valle Tesoureiro: Fernando De Paiva Paes Leme Secretário: Carlos Eduardo Vilela Dias DIRETORIA REGIONAL RIO: (telefax: 21 2548-4338) Vice-Presidente: Jorge Luiz Garcia Almeida Diretor Executivo: Gilson Pereira De Andrade Lima Diretor Executivo: Carlos Antonio Fernandes Da Silva O Instituto está à disposição de todos os colegas.ibeccustos.org. e-mail: andrea@crea-rj. em Gestão em Construção Civil e MBE .org.ibec.Master Business Engineer (Administração para Engenheiros) certificados pela UFF . Nossos cursos na área de engenharia de custos são os mais conceituados do País.br www.br .

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