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ELEMENTOS COESIVOS

ELEMENTOS COESIVOS

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ELEMENTOS COESIVOS Os conectivos são elementos de coesão.

Uma leitura eficiente do texto pressupõe, entre outros cuidados, o de depreender as conexões estabelecidas pelos conectivos. Conjunções Coordenativas: RELAÇÃO adição Adversativa (oposição) Alternativa Conclusão Explicativa CONJUNÇÃO EXEMPLOS E, nem, não só...mas também Mas, porém, contudo, todavia, entretanto, senão, no entanto Ou...ou, ora...ora, já...já, Logo, pois ( depois do verbo), portanto Que, porque, pois(antes do verbo), porquanto

CONJUNÇÕES SUBORDINATIVAS – também locuções conjuntivas, preposições e locuções prepositivas. RELAÇÃO CONJUNÇAÕ EXEMPLO Causal ( causa ) Porque, já que, visto que, como, em virtude de Comparativa Mais...que, (comparação) menos...que, tão/tanto...como, assim como Concessiva Embora, (concessão) conquanto, ainda que, mesmo que, apesar de ( + infinitivo) Condicional(condiç caso, desde Se,

ão)

que, a não ser que, a menos que Conformativa Conforme, como, (conformidade) segundo Consecutiva Tão/tanto...que, (conseqüência) de modo que, de sorte que Final(finalidade) A fim de que, para que, para(+infinitivo) Proporcional À proporção que, (proporcionalidade medida que, à Temporal(tempo)Quando, logo que, assim que, enquanto, mal PRONOMES RELATIVOS Que, quem, qual, cujo, onde ATENÇAÕ: 1 – Observar a palavra a que se refere o pronome relativo para evitar erros de concordância verbal. Ex. As pessoas que lêem bastante têm mais facilidade em redigir. (que = as quais = as pessoas ) 2- Respeitar a regência do verbo ou do nome, usando a preposição exigida quando necessário. As dificuldades a que você se refere são normais dentro de sua carreira. O verbo referir-se pede a preposição a, por isso, ela aparece antes do que.

Exercícios sobre coesão: 1Assinale a alternativa em que o pronome relativo onde obedece aos princípios da língua culta escrita: A- Os fonemas de uma língua costumam se representados por uma série de sinais gráficos denominados letras, onde o conjunto delas forma a palavra. B- todos ficam aflitos no momento da apuração, onde será conhecida a escola campeã.

C- Foi discutida a pequena carga horária de aulas de cálculo e Física, onde todos concordaram e desejaram mais aulas. D- Não se pode ferir um direito constitucional onde visa a garanti a educação pública e gratuita para todos. E- Não se descobriu o esconderijo onde os seqüestradores o deixaram durante esses meses todos. 2 – Nos períodos abaixo, as orações sublinhadas estabelecem relações sintáticas e de sentido com outras orações. a- Eles compunham uma grande coleção, que foi dispersando à medida que seus filhos se casavam, levando cada qual um lote de herança. ( proporcionalidade) b – Mal se sentou na cadeira presidencial, Itamar Franco passou a ver conspirações. ( modo) C – Nunca foi professor da UNB, mas por ela se aposentou. ( contrariedade) d- Mesmo que tenahm sido só esses dois,... já não se configuraria a roubalheira. ( concessão) A classificação dessas relações está correta somente nos períodos: a- I, II e III b- II e IV c- I e III d- II, III e IV e- I, III e IV

2-

No trecho: “Essa frase pode ser justamente a mais perigosa, porque, em meio a eufóricos e deprimidos, há um terceiro grupo “ =- a conjunção destacada pode ser substituída por A – já que B- porém C- por isso D- portanto E - À medida que Xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx Leitura Dispersiva - O que você está lendo? - Estou lendo um livro legal.

- Ah,é? E como ele se chama? -Como ele se chama? Quer dizer...o título dele? - Isso, o título. -Esqueci... -Mas quem é o autor -Ah, o autor é...é...Como é mesmo o nome do autor? -É brasileiro? -É...acho que é...escreve legal... -Você não lembra do autor nem do livro? -Olha, é um livro dessa largura, ... e tem capa verde...mas é legal! Se a cor da capa e o tamanho são as únicas referências do livro retidas pelo distraído leitor, será que ele está realmente aproveitando a leitura? A compreensão da leitura e da escrita pasa atualmente pelas tecnologias de educação., como veremos: - Letramento Digital – envolve novas práticas letradas: processos cognitivos, análise, comparação, síntese, habilidades de leitura não lineares. O letramento digital está presente no universo infantil, mesmo antes das crianças aprenderem a ler e a escrever. Ex. nos jogos infantis, celulares, identificaçaõ de ícones Uso da Internet na comunicação: potencializar atividades pedagógicas, proporcionando aprendizagens no âmbito do letramento digital , em três aspectos: - aprender a pesquisar; - aprender a publicar conteúdos; - aprender a comunicar-se no ambiente digital CONTEÚDOS – César Coll Professora Adelina e-mail: adelinabengozi@hotmail.com ALUNO – SUJEITO DE SUA PRÓPRIA APRENDIZAGEM Conteúdos Conceituais –

► construção ativa das capacidades para operar com símbolos, idéias, imagens, representações ►mais simples ► mais complexos ► aprendizagem – indas e vindas, avanços, recuos ► idéias provisórias – ampliam, modificam, indo a conceitos cada vez mais precisos ► abrangem: fatos, princípios Conteúdos Atitudinais: ►normas ►valores ►atitudes ►Atitudes = são complexas ►cogniçaõ ( conhecimentos e crenças) ► afetos ( sentimentos e preferências ) ►condutas ( ações e declarações de intenção) Conteúdos Procedimentais ►(saber fazer- “savoir faire” ► apropriação de ferramentas da cultura humana necessárias para viver – ex. saber se vestir, amarrar os aspatos ► procedimentos importantes no processo de conquista da independência Enfoque Globalizador e Pensamento Complexo – uma proposta para o currículo escolar Antoni Zabala Socioeducativos Conteúdos < > decisões ► meios Psicopedagogia ► finalidade ► CIDADÃOS

- Intervir > realidade ► Democracia - Modificar Cidadão = que cidadão, ou que modelo de cidadão queremos? Dimensões Desenvolvimento do Individuo:

► Social = transformar a sociedade ►compreendê-la ► avaliar ► intervir Educação = instrumento = Humanidade ► paz ► liberdade ►justiça social Cidadão ► contrapeso ►GLOBALIZAÇÃO ► Pleno desenvolvimento do ser humano na dimensão social ► Interpessoal = cooperação = compreender►pessoas = viver juntos = sensível= sofrimento humano ► compromisso= justiça = igualdade ► Pessoal ► compreensão si mesmo ►pessoas ►sociedade ►mundo► vive ►responsabilidade ►autônomo ►crítico- dialogo ► aquisição do conhecimento ► análise crítica ►Profissional ► ►habilidades ►conhecimentos ► tarefa profissional adequada ►indivíduo = saber fazer

► ► ► ►

pensar nível elevado de escolarização formação permanente trabalhar em equipe

► Síntese = indivíduo = aprender a aprender Educação = fio condutor ► desenvolvimento das pessoas não= interesses do capital Social Dimensões { Pessoal profissional Finalidade da Educação Desenvolver nos estudantes a) cultura cientifica básica ►interpretar►fenômenos naturais ► atuar = crítica = responsável > relações= problemas sociais b) desenvolvimento contínuo da pessoa humana mais harmonioso ► retroceder à pobreza à exclusão às incompreensões às opressões às guerras ►fomentar= compromisso virtual justiça social c) ensinar p/ a complexidade (47) ► conhecimento e sua atuação complexa ► intervir ► sociedade ► gestão ► exercer democracia ► atuar para transformar ► cultura solidária ► respeitar seres humanos ► defender os mais fracos ► compreender a si mesmo ►às pessoas ► o mundo Interpessoal

► adaptar-se às mudanças ► ensino ► propor saber complexo Currículo ► reflita: ► incertezas - vida presente ► visão mais complexa ► crítica do mundo ► superar a fragmentação ► Escola ► facilitar meios ► transição do pensamento simples para ►complexo ► perspectiva mais sistêmica do mundo ► capacidade► além ►funcional ►concreto ► gerenciar ► próprio conhecimento ► promover ► desenvolvimento humano ► melhoria da sociedade gráfico pág.48 Cidadão = precisa: dominar ► estruturas cognoscitivas ou esquemas de conhecimento distinguir► a) conhecimento cotidiano (pág.48) b) conhecimento cientifico Utilizar► compreender > realidade = intervir CIDADÃO = Escola ► democratização do ensino ► novos conteúdos ► diferentes maneiras de organizálos ► como se aprende? ► como se ensina? ► conceitos = funcionalidade >aprendizagem = significatividade ► superar fragmentação entre= atividade intelectual

►cultural superação► eixo ►cooperação interdisciplinar

ESCOLA REFLEXIVA E NOVA RACIONALIDADE – cap 1 Isabel Alarcão Mudar a escola ►mudança de paradigma ↓ ►currículo ►organizaçaõ disciplinar ► pedagógico ► valores ►relações humanas ► agir►►transformar Hoje ► alunos – não tem competências ► cognitivas ↓ ►atitudinais ↓ ►relacionais ↓ ►comunicativas ↓ ↓ ↓ ► sociedade precisa deles ►todos ► solitários ►desapoiados Análise das Escolas início do Milênio aedifícios ►são apenas salas de aula? ►há espaços de convivência , desporto, cultura, trabalho em equipe, inovação, experimentação? ►ligações de informática? ►locais são de aprendizagem cooperativa e autônomos? bespaços: ►flexibilizaçaõ para atividades docentes e discentes? clocal ► longe ou perto da comunidade? ►que relações estabelecem som a comunidade? Aberta ou fechada? dmobiliário ►estão adequados? ► as crianças se sentem bem quanto em suas casas?

Escola ►tempo de desenvolver /aplicar capacidades de: ►memorizaçaõ ►observaçaõ ►comparaçaõ ►associaçaõ ►raciocínio ►expressão ►comunicação ►risco ►iniciativa ►convivência saudável ►cooperaçaõ Que tempo e espaço concebemos a nossos alunos? E aos profs, funcionários? Como aproveitamos essas qualidades tão características da juventude e tão saudáveis para os profs trabalharem em conjunto? Função da Escola►preparar cidadãos, mas não pode se pensada apenas como tempo de preparação para a vida. Ela é a própria vida, um local de convivência e cidadania. Que escola temos? Que escola precisamos ter? Escola- não acompanha as mudanças da sociedade MUDAR A CARA DA ESCOLA- 10 idéias: 1Centralidade das pessoas na Escola e o Poder da Palavra 2Liderança, Racionalidade Dialógica e Pensamento Sistêmico 3A escola e seu Projeto Próprio 4A Escola entre o Universal e o Local 5A Educação para o Exercício da Cidadania 6Articulação Político-Administrativo-CurricularPedagógico 7O Protagonismo do Professor e o Desenvolvimento da Profissionalidade Docente

8-

O Desenvolvimento Profissional na Ação Refletida 9Da Escola em Desenvolvimento e Aprendizagem `a Epistemologia da Vida da Escola 10-Desenvolvimento Ecológico de uma Escola em Aprendizagem

FORMANDO PROFESSORES REFLEXIVOS Philippe Perrenoud e outros Obj. livro: ►Quais são as competências essenciais dos professores experientes? ►Como se constroem essas competências? ►Como formar professores para que eles se tornem mais capazes de refletir sobre suas práticas? ► modo de agir ►”inconsciente prático”- (Piaget) ►esquecimento progressivo - ► formação de rotinas ► nossos costumes ► não dizem respeito apenas a nossos gestos concretos ► engloba ► percepções ► emoções ► funcionamento psíquico ► tomamos decisões ► analisamos situações ► tratamos as informações......ajuda de esquemas de pensamento ...que percebemos só os efeitos ► Esquemas de Piaget► “aquilo que é comum nas diversas repetições ou aplicações da mesma ação” ►Esquema►forma de organização cognitiva ► esquema de ação►ex. pegar, puxar, empurrar ► Esquemas ► ampliam, coordenam entre si, diferenciam-se = dando origem ao pensamento

Vergnaud = esquema Noção de Habitus► (Tomás de Aquino – Bordieu) ► generaliza o esquema Habitus ► nossos esquemas de percepão, avaliação, de pensamento de de ação ►Habitus – enfrentar ( acomodações menores) grande diversidade de situações cotidianas ► Esquemas – permitem ao sujeito a sua adaptação – situações cotidianas ► quando a adaptação for menor► não há aprendizado For mais forte► criam-se novos esquemas – Habitus = enriquecido Reflexão: como agir no habitus de um sujeito...? Bordieu► habitus ► interiorizaçaõ de limites objetivos ► não exclui a intenção educativa ► mas segue caminhos indiretos ► amoldado = compensações = frustrações = condicionamentos ► Foucault►”Vigiar e Punir”-1975 ► instrução e formas elementares de socialização das crianças “► mecanismos – moldar = corpos e espíritos Formaçaõ de professores? Habitus profissional ►existe = currículo Questionamento ►Tema do Livro Ação Pedagógica ► mobiliza o habitus-= 4 mecanismos ( Schon/ conduta clínica) 1= ROTINA – naõ exige mobilizaçaõ explicita de saberes e regras 1= MOMENTO OPORTUNO – controle a esquemas inconscientes 3= O PAPEL DO HABITUS NA MICRORREGULAÇÃO DA AÇAÕ RACIONAL- esquemas ► enfrentar incidentes críticos 4-=GESTÃO DA URGÊNCIA E A IMPROVIZAÇAÕ DE REGRAS ►agimos de acordo com nosso habitus ( Bourdieu) ► uma parte das preparações didáticas é feita na urgência Habitus ► não se opõe aos saberes

► apenas traduz nossa capacidade de operar “sem saber” ►Como formar habitus nos registros em que a ação depende de esquemas inconscientes? 2 opções: 1alterar as condições da prática; 2tomada de consciência – muda o habitus porque o combate em tempo real da situação. MECANISMOS DE FORMAÇAÕ QUE FAVORECEM A TOMADA DE CONSCIÊNCIA E A TRANSFORMAÇÃO DO HABITUS: 1 - -prática reflexiva – Schon- consciência de simetatognição - lucidez 2 -mudanças nas representações e nas práticas 3observação mútua – instrutivo, mas de difícil aceitaçaõ 4metacomunicação com os alunos – para entende-los há necessidade de relação pedagógica positiva 5escrita clínica – escrever sobre sua prática 6- videoformação – insistir na força da imagem para nos fazer compreender nossas maneiras de falar, de movimentar, ouvir o outro 7- entrevista de explicitação 8história de vida- eles são produto de uma linhagem, classe, social, de uma cultura = certas reações suas tema suas raízes há muitas gerações 9simulação e o desempenho de papéis 10experimentação e a experiência FORMAR PARA A LUCIDEZ ? ► ofícios que lidam com o ser humano► a LUCIDEZ ► competência profissional ► falta para nós ► vigilância, estado de alerta para compreendermos um pouco melhor quem somos. INOVAR NO INTERIOR DA ESCOLA Mônica Gather Thurler Tema- inovação centrada – construção de sentido Nó estratégico – modernizar – gestão participativa ( importados)

Gráfico: (16) Estabelecimento Escolar – confronto cotidiano - sobrevivência profissional Fracasso – Reformas ► resistência dos professores Compreender – mudança► levar a sério “sentido das práticas” Mudança ► nasce – reflexão- prática ► proposta – cultura ► necessária – sistema educativo ► individual ► coletiva ► interativa Escola – situada- ( ) lógica burocrática X lógica profissional Lógica Burocrática Lógica Profissional ►influencia – sistema escolar ► valorizaçaõ colegiado ►procedimentos padronizados ► participativa ►impede- mudança ► co-responsabilidade-decisões Interação ( ) essas lógicas – círculo vicioso- pág. 17 Necessidade ►Lógica adaptativa ► flexível ► profs.- desenvolvem competências ►►transformar as pedagogias Cooperação Profissional ►►ofício docente►individualismo – identidade profissional ↓ “caixa de ovos” Individualismo ► modo paradoxal de “cooperação” ► impede projetos coletivos Tab. 2.1 – (17) – modelos de cooperação profissional Cooperação Profissional durável ► ajuda / apoio mútuo ► confiança ► participação – decisões coletivas ► clima / humor / camaradagem Dimensões culturais que influenciam a mudança: ( 18) Estrato na Cultura do estabelecimento escolar (18) gráfico

Aça social eficazintenciona►“habitus são rquestrados”(Bourdieu) Três dimensões do projeto de estabelecimento escolar: capacidade Individual / coletiva – se pro-jetar, num futuro incerto (Develau- 1996) ► desenvolver percepções ► motores/bússolas- momentos difíceis 12Identidade dos signatários(ator e autor) – projeto Representaçaõ de como o sistema educativo aprende: ↓ 3 dimensões: 1-►ferramenta de mudança - aprendizagem organizacional 2► liga processos individuais de reflexão em ação 3► elaboração coletiva

Gráfico 4.1 Líder e Liderança Líder► Liderança Escolas eficazes – escolas inovadoras – líder Noções de liderança – senso comum - poder (1959) Fontes formais e informais da Liderança- ( 152) 1estatuto de autoridade – diretor 2estatuto eletivo – delegação de poder ( coordenador) 3habilidade profissional – competências 4carisma pessoal – comportamento coletivo - esperança, fé, confiança, entusiasmo 5-sentido da organização –criar, organizar compartilhar► trabalho - negociação, mediação 6- posiçaõ no sistema social – extrapolar os muros da escola Liderança Transformaçional- melhora► ↓ ► competências ↓ Individuais e coletivas ►age- cultura existente

- emoções , atitudes, crenças ►instaura – cooperação profissional ► intervém – cultura organizacional- (globalidade) Liderança e Empowerment ( 19) ► poder de decisão- aos envolvidos ► antítese da burocracia ►defende- acordo, participação, flexibilidade ►interiorização , apropriação ativa – processo de mudança ►leva- profissionalização interativa Estabelecimento escolar – organização aprendente►(20) ►exploração cooperativa – modo de profissionalização ► eficiência ►escola – organização do aprendizado - organização aprendente ( gráfico espiral) (Reid – 1987) ↓ ► Linha interior – dês. Individual e profissional ► linha exterior –des. Coletivo do estabelecimento ↓ ►organização social ►linha quebrada- integração – ir/vir processo coletivo ↓ Tentativas de mudança da prática Eixos – “Política da Cultura” ►trabalhar – concepção de Cultura ►aprender – reflexão X debate ►aprender – negociar/pilotar – processos de mudança ►incitar – cooperação profissional – responsabilidade partilhada ►tomar tempo e dar tempo ao tempo ►aprender a pedir e prestar contas ►des. Nova percepção - autoridades - poder ►oscilar – novo paradigma da mudança Como agimos? Por que agimos desse modo? Para que finalidade agimos desse modo? Conclusão Fim

adelinabengozi@hotmail.com LDB nº 9394/96 Professora Adelina e-mail – adelinabengozi@hotmail.com Art. 1º - Ed. processos formativos – -vida familiar -convivência humana -trabalho -instituições ensino-pesquisa -movimentos sociais -organização sociedade civil -manifestações culturais 1- disciplina Ed. Escolar 2- Ed. Escolar – vincula-se – - mundo do trabalho - prática social Art. 2º - Ed. -dever Família – Estado --princípios da Ed.: – liberdade - ideais de solidariedade humana - finalidade – pleno des, educando - preparo exercício cidadania - qualificação – trabalho Ar. 3º- Princípios – Ensino - igualdade -liberdade aprender -pluralidade Art. 4º - Dever do Est. – Ed. Escolar Compromisso Art. 5º - Acesso – direito publico subjetivo ...recensear – população – idade escolar (jovens e adultos). ...fazer-lhes a chamada pública.

...zelar... 2- Poder Publico – assegurará - EF negligência – impute- crime de responsabilidade Art. 6º- /dever – pais – matricular... partir 6 anos de idade redação Lei nº. 11.114 – 16/05/05 Art. 7º - Iniciativa Privada – -ensino – livre Art. 8º- U -E - DF -M ...organizarão - sistemas – ensino – colaboração U – funções – normativa - redistributiva - supletiva Art. 9º - U- incumbências – Plano Nacional de Ed. - manter Instituições Federais -Assistência Técnica e Financeira Art. 10- Estados – incumbênciasArt. 11- Municípios – incumbências Art. 12- Estabelecimentos de Ensino –incumbências -elaborar – executar – proposta pedagógica -administrar -pessoal - recursos financeiros e materiais -comprimento dias letivos e horas-aula estabelecidas -velar- cumprimento – plano de trabalho – cada docente -prover meios recuperação dos alunos – menor rendimento -articulação famílias / comunidade – integração -informar – pais e/ou responsáveis – freqüência - rendimento - execução proposta pedagógica

-notificar – CONSELHO TUTELAR / - JUIZ COMPETENTE DA COMARCA - REPRES. MINISTÉRIO PÚBLICO -relação de alunos – falta acima de 50% percentual permitido em Lei (redação Lei nº. 10.287). – 20/09/01 Art. 13- Docentes – incumbências - proposta pedagógica - dias letivos / horas-aula - plano de trabalho - aprendizagem dos alunos - recuperação - articulação escola X família Art. 14 – Sistemas de Ensino – normas gestão democrática Art. 15 – Sistemas de /ensino – autonomia pedagógica e administrativa – públicas Art. 16 – Sistema Federal – compreende: Instituições mantidas União Órgãos federais Art. 17- Sistemas de Ensino Estados e Distrito Federal – compreendem ... Art. 18- Sistemas Municipais de Ensino compreende - instituições – EF – EM - EI -mantidas - `Poder Público Municipal - órgãos municipais de Ed.

Art. 19 – Instituições de Ensinodiferentes níveis – categorias administrativas - públicas- Poder Público - privadas – Particulares - Filantrópicas / comunitárias / confessionais Art. 21 – Ed. Escolar= níveis 1- Ed. Básica

2 - E. Superior = seqüenciais / graduação / pós-grad./ extensão Art. 22 - Ed. Básica – finalidades - Des. – ed. - assegurar – formação indispensável – exercício da cidadania fornecer – meios – progredir – estudos estudos posteriores Art. 23 – Organização – Ed. Básica - séries anuais / períodos semestrais /ciclos / alternância de estudos BASE – idade / competência / outros critérios... Reclassificação Adequação do calendário escolar Art. 24 – EF. EM – organização - carga horária – mínima anula – 800h - 200 dias letivos, excluindo... recuperação / exames Classificação Transferência Cíclos Escolares - Verificação do Rendimento Escolar Art. 25 – adequação – autoridades escolares –nº. de aluno X professor Art. 26 – Currículo – Base Nacional Comum Art. 26-A – Parecer CNE – 03/04 – DCE Étnico Raciais e para o Ensino de História e Cultura Afro-Brasileira e Africana Art. 27 – Diretrizes – currículos escolares Art. 28 – Oferta Ed. B. população rural Conteúdos curriculares – necessidade / interesse – alunos rural - org. escolar – calendário – fase do ciclo agrícola - condições climáticas Art. 29 – 30 – 31- Educação Infantil Art. 32 – EF – formação básica do cidadão, mediante.

- des. Capacidade aprender – meios básicos – pleno domínioleitura – escrita - cálculo -compreensão ambiente – natural - social - sistema político - tecnológico - artes - valores... fundamenta – sociedade -des - Capacidade aprender – vista – conhecimento - -habilidades - -formação valores e atitudes - fortalecimento – vínculos – família........................... ..laços – solidariedade ...tolerância recíproca. ... vida social Art. 33 – Ensino Religioso Art. 34 – Jornada E. F – 8h/diárias... ampliação... Art. 35- E. M. – etapa final - Ed. Básica. - duração mínima – 3 anos - finalidades-consolidação - aprofundamento... prosseguimento de estudos - continuar aprendendo Art. 36- Currículo – EM - educação tecnológica básica - compreensão – sdo – ciências - letras - artes - processo - histórico- transf.- sociedade - cultura - língua portuguesa- instrumento comunic. - acesso ao conhecimento - exercício – cidadania - avaliação - LEM- disciplina obrigatória - conteúdos – metodologias – educando demonstre: - domínio princípios científico / tecnológicos... - formas contemporâneas de linguagem

- domínio Filosofia / Sociologia – exercício cidadania - Profissões Técnicas - equivalência de estudos - facultativa – preparação geral – trabalho Art. 37 – EJA - não tiveram acesso - continuidade EF -gratuidade -oportunidades educacionais -acesso / permanência – trabalhador – escola Art. 38 – Cursos e Exames – - cursos - presencial – base nacional comum - exames – EF- conclusão – maiores de 15 anos EM- conclusão – maiores de 18 anos Art. 39 a 42 – Ed. Profissional Superior Art. 43 a 57 – Ensino

Art. 58 – Art. 60 - Ed. Especial Art. 61 a 67 – Profissionais de Educaçaõ Art. 68 – Recursos Públicos – origem Art. 69- Aplicação – recursos U – anualmente – nunca menos – 18% E – DF – M – 25% Art. 70- Despesas com Ensino - remuneração e aperfeiçoamento pessoal docentes - aquisição – manutenção – - bolsas de estudo - material didático – manutenção de programas de transporte escolar Art. 71- não constitui despesas com o Ensino - programas suplementares de alimentação - assistência médico-odontológica, farmacêutica, psicológica, e outras formas de asssitência social. -obras d e infra-estrutura – beneficiem direta ou indiretamente a rede escolar Art. 72- 73- Balanços das receitas

Art. 74- U educacionais

-

padrões

mínimos

de

oportunidades

Art. 75- 76 - U – ação supletiva – redistributiva Art. 77- Recursos Públicos = Escolas Públicas Art. 78- 79- Assistência aos índios – oferta Ed. Bilíngüe – Intercultural. Art. 80 - Ensino a Distância – todos os níveis e modalidades

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