3

SUMÁRIO


ÍNDICE POR ASSUNTOS ............................................................................................................ 06
TCU/1995 (ESAF) ......................................................................................................................... 07
TFC/1996 (ESAF) ......................................................................................................................... 08
TFC/1997 (ESAF) ......................................................................................................................... 10
TTN/1997 (ESAF) ......................................................................................................................... 12
BB/1998 (FCC) ............................................................................................................................. 14
CEF/1998 (FCC) ........................................................................................................................... 18
PRF/1998 (NCE-UFRJ) ................................................................................................................ 25
TTN/1998 (ESAF) ......................................................................................................................... 28
TRT/1998-4ª REGIÃO (FCC)........................................................................................................ 29
TRT/1998-4ª REGIÃO (FCC)........................................................................................................ 31
BB/1999 (CESPE-UnB) ................................................................................................................ 33
OF. JUSTIÇA (SP)/1999............................................................................................................... 38
CEEE (RS)/2000 (FAURGS) ........................................................................................................ 39
IBGE/2000 (NCE-UFRJ) ............................................................................................................... 42
SIMULADO-PRF/2000 (UNIFICADO)........................................................................................... 45
TRT-17ª REGIÃO/2000 (FCC)...................................................................................................... 51
TRT-9ª REGIÃO/2000 (FCC)........................................................................................................ 56
TRF-4ª REGIÃO/2001 (FCC)........................................................................................................ 59
TFC/2001 (ESAF) ......................................................................................................................... 62
PMPA/1993 (PMPA) ..................................................................................................................... 66
PMPA/2000 (PMPA) ..................................................................................................................... 72
TRENSURB/2001 (FAURGS) ....................................................................................................... 78
TRT - 4ª REGIÃO/2001 (FAURGS) .............................................................................................. 85
ECT/2001 (CONSULTEC) ............................................................................................................ 92
PMPA/2001 (PMPA) ..................................................................................................................... 97
FUNDAÇÃO ZOOBOTÂNICA/2001 (FAURGS) ......................................................................... 103
MISCELÂNEA............................................................................................................................. 106





LEGENDAS:
TCU − Tribunal de Contas da União ESAF − Escola Superior de Administração Fazendária
TFC − Técnico de Finanças e Controle FCC − Fundação Carlos Chagas
TTN − Técnico do Tesouro Nacional NCE-UFRJ − Núcleo de Computação Eletrônica da
BB − Banco do Brasil Universidade Federal do Rio de Janeiro
CEF - Caixa Econômica Federal CESPE-UnB − Centro de Seleção e Promoção de
PRF − Polícia Rodoviária Federal Eventos da Universidade de Brasília
AFCE − Analista de Finanças e Controle Externo FAURGS − Fundação de Apoio da Universidade
CEEE − Cia. Estadual de Energia Elétrica (RS) Federal do Rio Grande do Sul
IBGE − Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística PMPA - Prefeitura Municipal de Porto Alegre
TRT − Tribunal Regional do Trabalho TRF − Tribunal Regional Federal


4
ÍNDICE POR ASSUNTOS
CONTEÚDO QUESTÕES
Conjuntos Numéricos 5, 23, 41, 75, 81, 205, 207, 243, 250, 339, 394
Operações nos Conjuntos
Numéricos
11, 13, 42, 54, 58, 66, 79, 112, 114, 163, 164, 166, 178, 183, 192, 202, 213, 223,
242, 255, 263, 264, 265, 275, 284, 285, 303, 315, 326, 327, 407, 413, 495
Sistemas de numeração 22
MMC 52, 113, 190, 305
MDC 304, 349
Expressões 80, 89, 90, 109, 140, 188
Conversão de Unidades 15, 56, 293, 296, 299, 405
Regras de Três 7, 14, 40, 55, 71, 132, 143, 156, 161, 171, 172, 217, 228, 239, 249, 252, 268, 277,
278, 312, 313, 316, 357, 361, 367, 398, 402, 409, 418, 441, 463, 498, 499, 500, 501
Porcentagem 6, 10, 16, 17, 60, 65, 83, 84, 91, 92, 93, 94, 99, 103, 115, 128, 144, 162, 174, 175,
181, 184, 218, 224, 240, 251, 253, 267, 286, 287, 306, 319, 320, 325, 328, 342,
362, 365, 366, 389, 391, 393, 401, 415, 434, 445, 462, 467, 473, 496
Problemas de Compra e
Venda
229, 230, 322, 324, 406
Razão e Proporção 39, 69, 76, 85, 129, 148, 158, 167, 168, 309, 311, 372, 380, 390, 436, 459, 477
Divisão Proporcional 12, 108, 157, 169, 170, 193, 214, 231, 321, 368, 431, 442, 443, 444, 455, 456, 466
Regra de Sociedade 173, 180
Escalas 117, 216
Seqüências Numéricas 136
Progressões 8, 9, 28, 29, 63, 67, 70, 151, 201, 353, 364, 375, 437, 438
Médias 1, 2, 57, 123, 139, 149, 153, 191, 237, 256, 259, 260, 356, 359, 370, 371, 373, 374,
376, 395, 410, 411, 412, 416, 457, 458, 464, 475, 482, 491, 492, 497
Funções 244, 245, 269, 332
Equação do 1º grau 72, 130, 165, 199, 310, 317, 329, 337, 351, 355, 358, 397, 433, 484, 494
Função do 1º grau 101, 146, 147, 291
Sistemas de Equações 3, 4, 27, 100, 111, 131, 134, 145, 159, 187, 189, 209, 226, 307, 307, 314, 318, 323,
350, 352, 354, 369, 381, 396, 399, 408, 417, 454, 461, 493
Equação do 2º grau 19, 26, 110, 222, 340, 386, 446, 448, 468
Função do 2º grau 44, 221, 270, 294, 343, 470
Equações Algébricas 379, 440, 469, 471, 489
Inequações 20, 118, 196, 283
Logaritmos 31, 290, 490
Equações Logarítmicas 30, 43
Função Logarítmica 121, 271, 344
Equações Exponenciais 119, 142, 194, 292, 486
Função Exponencial 293
Juros Simples 32, 45, 46, 86, 95, 116, 176, 177, 182, 197, 200, 219, 232, 236, 289, 452, 460, 476,
478, 479
Desconto Simples 18, 37, 220
Juros Compostos 33, 36, 47, 48, 105, 234, 238, 273, 341
Taxas 34, 104, 235
Rendas Financeiras 38, 49, 106, 107
Sistemas de Amortização 50, 51
Mercado Financeiro (papéis) 35
Polinômios 24, 330, 331
Análise Combinatória 61, 127, 138, 154, 160, 195, 210, 225, 246, 247, 279, 280, 282, 300, 335, 377, 382,
400, 419, 421, 422, 423, 424, 447, 449, 450, 480, 481, 488
Probabilidade 126, 135, 208, 248, 254, 281, 301, 302, 336, 347, 348, 385, 387, 403, 425, 426,
427, 428, 429, 430, 451, 483
Geometria Espacial 64, 98, 125, 133, 150, 152, 155, 179, 215, 241, 276, 298, 333, 345, 346, 378, 384,
432, 485
Geometria Plana 25, 59, 68, 73, 77, 78, 82, 87, 88, 96, 97, 120, 122, 141, 211, 227, 233, 266, 272,
274, 288, 295, 297, 334, 388, 392, 465, 472
Geometria Analítica 212
Trigonometria 206
Estatística Descritiva 257, 258, 261
Raciocínio Lógico Matemático 21, 53, 62, 74, 124, 137, 185, 186, 198, 203, 204, 363, 383, 404, 414, 420, 436,
439, 453, 474, 487
5
TCU/1995 (ESAF)
1) No colégio Nossa Senhora do Perpétuo Socorro o critério de avaliação é baseado na média
ponderada das notas de três provas, tendo a nota da 1ª prova peso 1, a da 2ª prova peso 2 e a da 3ª
prova peso 3. Se tal média for igual ou superior a 6,5 o aluno é dispensado das atividades de
recuperação. Abelardo obteve 6,3 na primeira prova e 4,5 na segunda. Para ser dispensado,
Abelardo precisa tirar uma nota no mínimo igual a:
a) 7,0 b) 7,57 c) 7,6 d) 7,7 e) 7,9
Solução:
A média ponderada (Mp) é calculada pela seguinte fórmula:
Mp
N p N p N p N p
p p p p
n n
n
=
+ + + +
+ + + +
1 1 2 2 3 3
1 2 3
. . . ... .
...
, onde: N
1
, N
2
, N
3
,..., N
n
são as notas e p
1
, p
2
, p
3
,..., p
p
são os
respectivos pesos. Substituindo-se os dados conhecidos na fórmula da média ponderada, teremos:
6 5
6 3 1 4 5 2 3
1 2 3
3
,
, ,
=
× + × + ×
+ +
N

6 3 9 3
6
6 5
3
, .
,
+ +
=
N
⇒ 15 3 3 6 5 6
3
, . , + = × N ⇒
15 3 3 39
3
, . + = N ⇒ 3 39 15 3
3
. , N = − ⇒ 3 237
3
. , N = ⇒ N
3
237
3
=
,
⇒ N
3
= 7,9
Resposta: letra e.
2) A média aritmética das idades dos candidatos a um concurso público federal é de 36 anos.
Quando separados por sexo, essa média é de 37 anos para o grupo do sexo masculino e 34 para o
grupo do sexo feminino. A razão entre o número de homens e mulheres é:
a)
1
2
b)
37
34
c) 2 d)
34
37
e)
36
34

Solução:
Vamos assumir que existem “x” candidatos do sexo masculino e “y” candidatos do sexo feminino.
Considerando-se, também, que a soma das idades de todos os candidatos do sexo masculino seja Σ
X e a soma das idades de todos os candidatos do sexo feminino seja ΣY. com essas considerações,
podemos escrever a seguinte equação:
Σ Σ X Y
x y
+
+
= 36 . Sabemos, ainda, que, quando separados por sexo:
ΣX
x
= 37 e
ΣY
y
= 34 . Isolando-se Σ X e Σ Y nas duas últimas equações...
ΣX x = 37. e ΣY y = 34. . Agora, vamos substituir esses dois resultados lá na primeira equação:
37 34
36
. . x y
x y
+
+
= ⇒ 37x + 34y = 36.(x + y) ⇒ 37x + 34y = 36x + 36y ⇒ (isolando-se o “x” no primeiro
membro e o “y” no segundo) ⇒ 37x - 36x = 36y - 34y ⇒ x = 2y ⇒ (o problema solicitou o cálculo da
razão entre “x” e “y”) ⇒
x
y
= 2
Resposta: letra c.
3) Isaura tem o dobro da idade de Juraci, que é um ano mais velha que Benedita. Sabendo que daqui
a dois anos a soma das idades de Isaura, Juraci e Benedita será igual a 77 anos, qual a idade de
Benedita daqui a 8 anos?
a) 16 b) 17 c) 18 d) 25 e) 36
Solução:
Sejam: “x” a idade de Isaura, “y” a idade de Juraci e “z” a idade de Benedita. Então, com os dados do
problema, podemos escrever:
x = 2y (Isaura tem o dobro da idade de Juraci) ⇒ equação 1
y = z + 1 (Juraci é um ano mais velha que Benedita) ⇒ equação 2
x + 2 + y + 2 + z + 2 = 77 (todas as idades estão acrescidas de 2 anos)
Da última equação: x + y + z + 6 = 77 ⇒ x + y + z = 77 - 6 ⇒ x + y + z = 71. (equação 3)
Agora, manipulamos algebricamente as equações 1 e 2:
x = 2y, mas y = z + 1, então: x = 2.(z + 1) ⇒ x = 2z + 2. Temos agora “x” e “y” relacionados a “z”.
Voltando à equação 3:
6
2z + 2 + z + 1 + z = 71 ⇒ 4z + 3 = 71 ⇒ 4z = 71 - 3 ⇒ 4z = 68 ⇒ z =
68
4
⇒ z = 17.
Benedita tem hoje 17 anos. Daqui a 8 anos terá 17 + 8 = 25 anos.
Resposta: letra d.
4) Eduardo possui duas contas bancárias: uma no Banco Alpha e outra no Banco Lótus. O saldo de
sua conta no Banco Alpha possui 3 unidades monetárias a menos do que o seu saldo no Banco
Lótus. Além disso, o dobro de seu saldo no Banco Alpha mais o triplo de seu saldo no Banco Lótus é
igual a 24 unidades monetárias. Os saldos de Eduardo nos Bancos Alpha e Lótus são,
respectivamente:
a) 1 e 3 b) 3 e 6 c) 4 e 7 d) 5 e 8 e) 6 e 9
Solução:
Seja “x” o saldo no Banco Alpha e “y” o saldo no Banco Lótus. Assim, podemos escrever:
x = y - 3
2x + 3y = 24.
Temos um sistema de duas equações e duas incógnitas. Vamos aproveitar a primeira equação e
resolvê-lo por substituição:
2.(y - 3) + 3y = 24 ⇒ 2y - 6 + 3y = 24 ⇒ 5y = 24 + 6 ⇒ 5y = 30 ⇒ y =
30
5
⇒ y = 6.
Voltando à primeira equação, teremos o valor de “x”: x = 6 - 3 ⇒ x = 3
Resposta: letra b.
5) Numa escola de apenas 800 alunos, é sabido que 200 deles gostam de pagode; 300 de rock e 130
de pagode e de rock. Quantos alunos não gostam nem de pagode nem de rock?
a) 430 b) 560 c) 670 d) 730 e) 800
Solução:
Sejam: n(P) o n.º de alunos que gostam de pagode; n(R) o n.º de alunos que gostam de rock. Então:
n P R n P n R n P R ( ) ( ) ( ) ( ) ∪ = + − ∩ ⇒ fórmula da União de dois eventos.
n P R ( ) ∪ = + − 200 300 130 ⇒ n P R ( ) ∪ = 370 .
Como temos 370 alunos que gostam de pagode OU de rock e a escola tem um total de 800 alunos,
segue-se que (800 - 370) 430 não gostam nem de pagode nem de rock.
Resposta: letra a.
TFC/1996 (ESAF)
6) O jornal Correio Braziliense publicou, em 12/1/97, na reportagem “MEC ensaia mudanças em
universidades”, um parágrafo assim redigido:
(...) Esses (salários), no entanto, são engordados com vantagens típicas do serviço
público federal – adicionais por tempo de serviço, função comissionada e gratificação de
atividade executiva, por exemplo, que multiplica por 160% o salário-base de todos os
servidores públicos federais.
Sabendo que a gratificação de atividade executiva corresponde a um adicional de 160% sobre o
salário-base do servidor público, a frase sublinhada no texto estaria correta se tivesse sido redigida
do seguinte modo:
a) que multiplica por 1,6 o salário-base de todos os servidores públicos federais.
b) que multiplica por 2,6 o salário-base de cada servidor público federal.
c) que multiplica por 160 o salário-base de cada servidor público federal.
d) que acrescenta ao salário-base de todos os servidores públicos federais um valor superior ao
dobro do salário-base.
e) que torna o salário de cada servidor público federal superior ao triplo do salário-base.
Solução: Um modo direto para se resolver este tipo de questão é: sempre que um número ou uma
importância será ACRESCIDA de um percentual, o valor final será dado pela multiplicação desse
número ou importância por (1 + i), onde “i” é a taxa percentual de acréscimo colocada sempre na
forma UNITÁRIA. Desse modo, como aqui não temos a importância sobre a qual iremos acrescer os
160%, diremos que tal importância é igual a S (Salário). Então: S . (1 + 1,6) = 2,6 . S. O salário-base
ficará MULTIPLICADO por 2,6, quando acrescido em 160%.
Resposta: letra b.
7) Uma impressora laser realiza um serviço em 7 horas e meia, trabalhando na velocidade de 5.000
páginas por hora. Outra impressora, da mesma marca mas de modelo diferente, trabalhando na
velocidade de 3.000 páginas por hora, executará o serviço em
a) 10 horas e 20 min b) 11 horas e 20 min c) 11 horas e 50 min.
7
d) 12 horas e 30 min e) 12 horas e 50 min.
Solução: Uma regra de três simples INVERSA resolve o problema. Lembre-se SEMPRE de que
regras de três envolvendo VELOCIDADE são sempre INVERSAS!
Tempo velocidade
7,5 |
x ↓
÷÷÷÷
÷÷÷÷
5000 ↑
3000 |

X = =
7 5
3000
125
,
,
. 5000
h ou 12 h 30 min. CUIDADO ao converter fração de horas em minutos!
Resposta: letra d.
8) O preço de um estacionamento é R$ 1,50 pela primeira hora ou fração da hora. Após esse
período, o valor da hora ou fração é R$ 1,00, decrescendo a cada hora em progressão aritmética, até
a décima segunda, cujo valor é R$ 0,40. Se um automóvel ficar estacionado oito horas e meia nesse
local, o motorista pagará
a) R$ 6,58 b) R$ 6,96 c) R$ 7,82 d) R$ 8,04 e) R$ 8,36.
Solução: iremos, primeiramente, determinar a RAZÃO da P.A.
Dos dados do problema, sabemos que: a
1
= 1; n = 12; a
12
= 0,4. Utilizando-se a fórmula do termo
geral da P.A.: a
n
= a
1
+ (n - 1) . r e substituindo os dados do problema, vem:
0,4 = 1 + 11.r ⇒ 0,4 - 1 = 11.r ⇒ 11.r = -0,6 ⇒ r = −
0 6
11
,
. Agora, se o automóvel ficou estacionado
por oito horas e meia, significa que, na primeira hora, pagou R$ 1,50, e, nas outras sete horas e meia
(lembre de que o problema fala que o valor é pago por hora ou por fração de hora, então qualquer
fração de hora será contada como uma hora INTEIRA!) irá pagar:
Fórmula da soma dos “n” termos de uma P.A.:
( )
S
a a n
n
n
=
+
1
2
.
.
Se observarmos a fórmula acima, veremos que não temos o último termo da progressão (que, no
nosso caso, é o oitavo termo). Iremos calculá-lo pela fórmula do termo geral dada anteriormente:
a
8
1 7
0 6
11
= + −
|
\

|
.
|
.
,
⇒ a
8
11 4 2
11
6 8
11
=

=
, ,
, e:
S
8
1
6 8
11
8
2
=
+
|
\

|
.
|
,
.
⇒ S
8
1
6 8
11
4 = +
|
\

|
.
|
,
. ⇒ S
8
11 6 8
11
4 =
+ |
\

|
.
|
,
. ⇒ S
8
17 8
11
4 =
|
\

|
.
|
,
. ⇒ S
8
712
11
=
,
. Este
valor deverá ser somado com os R$ 1,50 da primeira hora:
15
712
11
16 5 712
11
877
11
,
, , , ,
+ =
+
= (efetuando a divisão aproximadamente) ⇒ R$ 7,97.
Entre as opções apresentadas, a que mais se aproxima do valor encontrado acima é a letra d.
entretanto, o gabarito oficial aponta a letra c como sendo a correta.
COMENTÁRIO: Esta questão apresenta um ponto controverso no seu enunciado. Observe o ponto
que diz: ”Após esse período, o valor da hora ou fração é R$ 1,00, decrescendo a cada hora em
progressão aritmética, até a décima segunda, cujo valor é R$ 0,40.” Os “grifos” indicam que a
primeira hora NÃO ESTÁ INCLUÍDA nas 12 horas da progressão, que inicia em R$ 1,00 e vai até R$
0,40. Em outras palavras: a expressão Após esse período NÃO INCLUI a primeira hora entre as 12
horas que compõem a progressão!
9) Certo digitador, trabalhando sem interrupções, consegue dar 2.400 toques na primeira hora de
trabalho do dia, 1.200, na segunda hora, 600, na terceira, e assim sucessivamente. O tempo mínimo
necessário para que ele cumpra um trabalho que exija 4.725 toques é
a) impossível de ser determinado b) 5 h c) 5 h e 10 min
d) 5 h e 30 min e) 6 h.
Solução 1:
O número máximo de toques que o digitador irá conseguir será 4800 (limite da soma), quando o
número de horas de trabalho tende ao infinito. Entretanto, devemos abandonar esse raciocínio, uma
vez que se quer calcular o tempo necessário para perfazer 4.725 toques. Desse modo, iremos
resolver o problema tratando-o como uma PG FINITA, onde a razão deverá ser maior do que 1. Neste
caso, o número de toques dados na primeira hora, na verdade será o ÚLTIMO termo da progressão,
e, sua razão será igual a 2. Assim, utilizaremos as duas fórmulas conhecidas para PG:
8
Fórmula do Termo Geral: a a q
n
n
=

1
1
. , e Fórmula da Soma Finita:
( )
S
a q
q
n
n
=


1
1
1
.

Como dissemos que a
n
= 2400 e q = 2, com a fórmula do termo geral calcularemos o PRIMEIRO
termo da nossa progressão, que é:
2400 2
1
1
=

a
n
. ⇒ a
n
1
1
2400
2
=

. Agora, utilizando-se a fórmula da soma, com S
n
= 4.725, teremos:
( )
4725
2400
2
2 1
2 1
1
=


− n
n
.

( )
4725
2400
2
2 1
1
= −
− n
n
. ⇒ 4725
2400
2
2
2400
2
1 1
= −
− − n
n
n
. ⇒
4725 4800
4800
2
= −
n
⇒ 4725 4800
4800
2
− =
n
⇒ 75
4800
2
=
n
⇒ 2
4800
75
n
= ⇒ 2
n
= 64 ⇒
2
n
= 2
6
⇒ n = 6
Solução 2:
Se o funcionário digita, a cada hora, metade do que digitou na hora anterior, então vale o esquema
abaixo:
2400 2
↑ 1200 2
1ª hora ↑ 600 2
2ª hora ↑ 300 2
3ª hora ↑ 150 2
4ª hora ↑ 75
5ª hora ↑
6ª hora
Em 6 horas de trabalho, somam-se: 2400 + 1200 + 600 + 300 + 150 + 75 = 4725 páginas.
Resposta: letra e.
10) Um microcomputador, com determinada configuração, é vendido nas lojas A e B. O preço na loja
A é R$ 180,00 mais alto que na loja B. Se a loja A oferecer um desconto de 5%, os preços nas duas
lojas serão iguais. Se X representa o preço do microcomputador na loja B, em reais, então X satisfaz
à condição
a) X < R$ 3.000,00 b) R$ 3.000,00 < X < R$ 3.500,00.
c) R$ 3.500,00 < X < R$ 3.700,00 d) R$ 3.700,00 < X < R$ 3.900,00.
e) X > R$ 3.900,00.
Solução: CUIDADO com a tentação de dizer que a diferença de preços de R$ 180,00 entre A e B
representa 5%...
Pelos dados do problema, se X representa o preço do microcomputador B, então o preço de A será:
X + 180. Agora, se reduzirmos este preço em 5%, ele se tornará igual a X.
Uma forma direta de resolver seria pensar no seguinte: Se o preço do computador A eqüivale a 100%
e iremos reduzi-lo em 5%, então ele passará a ser 95% do que era. Assim, bastará multiplicarmos o
seu preço antigo por 0,95 para obtermos o novo preço:
0,95 . (X + 180) = X ⇒ 0,95.X + 171 = X ⇒ (isolando-se X) ⇒ 0,05.X = 171 ⇒ X =
171
0 05 ,
= 3420
Resposta: letra b.
TFC/1997 (ESAF)
11) Determinar o número que é preciso somar aos termos da fração 7/17, para se obter a fração 3/4:
a) 5 b) -10 c) 12 d) 18 e) 23
Solução:
Preste atenção! O número deve ser somado AOS DOIS TERMOS da fração
7
17
+
+
|
\

|
.
|
x
x
. Desse modo:
7
17
3
4
+
+
=
x
x
⇒ 4.(7 + x) = 3.(17 + x) ⇒ 28 + 4x = 51 + 3x ⇒ 4x - 3x = 51 - 28 ⇒ x = 23
Resposta: letra e.
12) Um número é dividido em duas partes diretamente proporcionais a 3 e a 2, respectivamente.
Dado que o quadrado da primeira parte menos quarenta vezes a segunda parte é 2.000, determine o
9
número.
a) 50 b) 80 c) 100 d} 150 e) 200
Solução:
Como se trata de uma divisão proporcional, podemos escrever a seguinte proporção:
x y
3 2
= . Segue-se a equação: x
2
- 40y = 2000.
Da proporção, isolaremos o “y” ⇒ y
x
=
2
3
e substituiremos o resultado na segunda equação:
x
x
2
40
2
3
2000 −
|
\

|
.
|
= . ⇒ x
x
2
80
3
2000 − = ⇒ (tirando o MMC) ⇒ 3 80 6000
2
x x − = ⇒
3 80 6000 0
2
x x − − = ⇒ (Bháskara) ⇒ x = 60 (esta é apenas uma das partes que compõem o
número). A outra parte é: y
x
=
2
3
⇒ y =
×
=
2 60
3
40. Somando-se as duas partes, teremos o
número pedido: 60 + 40 = 100
Resposta: letra c.
13) Um indivíduo comprou 3/4 da metade da terça parte das quotas do capital de uma empresa.
Considerando que o capital da empresa estava dividido em 80 quotas, quantas quotas o indivíduo
comprou?
a) 10 b) 20 c) 30 d) 40 e) 50
Solução:
3/4 da metade da terça parte das quotas... Em matemática, as palavras DE e CADA se transformam
em MULTIPLICAÇÃO. Então:
3
4
1
2
1
3
80 10 × × × =
Resposta: letra a.
14) Um serviço deve ser realizado por indivíduos com a mesma capacidade de trabalho e trabalhando
independentemente um dos outros. Nessas condições, três indivíduos realizaram 40% do serviço em
30 horas de trabalho. A esta altura, se acrescentarmos dois novos indivíduos nas mesmas condições,
em quantas horas o serviço estará terminado?
a) 18 b) 24 c) 27 d) 100/13 e) 75
Solução:
Trata-se de uma regra de três composta:
indivíduos horas %
3 ÷÷÷÷ 30 ÷÷÷÷ 40
5 ÷÷÷÷ X ÷÷÷÷ 60
inversa direta
X =
× ×
×
=
30 3 60
5 40
27
(acompanhe a questão 500, na qual se resolve uma regra de três composta passo a passo!)
Resposta: letra c.
15) Um pequeno container em forma de paralelepípedo pesa vazio 20 kg e tem como medidas
externas 50 cm de altura e base retangular com 3 dm por 400 mm. Considerando que ele está cheio
de uma substância homogênea que pesa 1,5 kg por litro e que ocupa o espaço correspondente a
90% do seu volume externo, o peso total do container e da substância é, em quilogramas:
a) 60 b) 81 c) 90 d) 101 e) 110
Solução:
Como 1 1 dm litro
3
= , vamos transformar as dimensões do container para dm, calculando, em
seguida o valor do seu volume:
V = 5 x 3 x 4 = 60 dm
3
ou 60 litros. A substância no interior do container ocupa 90% desse volume e
pesa 1,5 kg por litro. Desse modo: 60 x 1,5 x 0,9 = 81 kg. CUIDADO!! Este é o peso SÓ da
substância. O problema pede o cálculo do peso total, isto é, da substância MAIS o container. Então:
81 + 20 = 101 kg
Resposta: letra d.
16) Uma empresa, constituída em forma de sociedade anônima, possui o seu capital dividido em 350
milhões de ações. João, um acionista, possuí 0,3% do capital dessa empresa. Considerando que
uma assembléia geral dos acionistas aprovou uma bonificação em ações, na qual para cada sete
10
ações possuídas o acionista recebe uma ação bonificada, com quantas ações ao todo João ficará
após receber as ações bonificadas?
a) 120 000 b} 105 000 c) 900 000
d} 1 050 000 e) 1 200 000
Solução:
João possui 0,3% DE 350 milhões de ações, ou seja,
0 3
100
350 105
,
, × = milhões de ações.
Se cada 7 ações darão uma de bonificação, então João irá receber:
105
7
015
,
, = milhões de novas
ações. Desse modo, ele ficará com: (1,05 + 0,15 = 1,2) milhões de ações. Ora, 1,2 milhões é igual a
1,2 multiplicado por 1.000.000, ou seja, 1.200.000 ações.
Resposta: letra e.
17) A população de uma cidade era de 10.000 habitantes em 1970, tendo crescido 20% na primeira
década seguinte e 12% acumulativamente na segunda década seguinte. Qual a população dessa
cidade em 1990?
a) 12.000 b) 13.120 c) 13.200
d) 13.440 e) 14.400
Solução:
Temos uma questão que trata de “acréscimos sucessivos”. Podemos utilizar um método “Cuca
Legal”, que diz o seguinte: “Para acréscimos sucessivos, somente podemos somar as porcentagens
se incluirmos na soma o produto dessas porcentagens.” Então:
20% 12%
20
100
12
100
32% 2 4% 34 4% + + × = + = , , . Encontramos, desta forma, o aumento acumulado
da população da cidade nas duas décadas. Para encontrarmos o novo número de habitantes da
cidade, basta multiplicar o n.º atual de habitantes por (1 + i), onde “i” é a taxa de acréscimo, isto é,
34,4%, porém, na sua forma UNITÁRIA (0,344). Assim:
10000 x 1,344 = 13440
Resposta: letra d.
18) Um título de valor nominal de R$ 10.000,00, a vencer exatamente dentro de 3 meses, será
resgatado hoje, por meio de um desconto comercial simples a uma taxa de 4% ao mês. O desconto
obtido é de
a) R$ 400,00 b} R$ 800,00 c) R$ 1.200,00
d) R$ 2.000,00 e) R$ 4.000,00
Solução:
Um problema de aplicação direta da fórmula do Desconto Comercial Simples: D N d n
C
= . . , onde:
D
C
é o desconto comercial simples; N é o valor nominal do título; d é a taxa de desconto; n é o prazo
de antecipação. Temos: N = 10000; n = 3 meses; d = 4% ao mês.
D
C
= × × = 10000
4
100
3 1200
Resposta: letra c.
19) A parábola, cuja equação é y = 2x
2
- 8x + 6, corta o eixo dos x em dois pontos cujas abcissas são:
a) 1 e 2 b) 1 e 3 c) 2 e 3 d} 2 e 4 e) 2 e 5
Solução:
Os pontos em que uma curva corta o eixo “x” (eixo das abcissas) são as raízes da equação, ou seja,
os pontos em que y = 0. Assim:
2x
2
- 8x + 6 = 0 ⇒ (vamos dividi-la por “2”, para facilitar o cálculo) ⇒ x
2
- 4x + 3 = 0 ⇒
(Bháskara) ⇒ x’ = 1 e x” = 3
Resposta: letra b.
20) A inequação (2x - 2)/(x+3) ≥ 1 tem solução
a) x ≠ -3 b) x ≥ 5 c) x ≥ 5 ou x ≤ 3 d) x ≤ -3 e) x ≥ 5 ou x < -3
Solução:
Antes de mais nada, x não pode assumir o valor -3, pois anularia o denominador da inequação dada.
2 2
3
1 2 2 3 2 3 2 5
x
x
x x x x x

+
≥ ⇒ − ≥ + ⇒ − ≥ + ⇒ ≥ . Como “-3” está fora deste intervalo, temos,
simplesmente x ≥ 5 .
Resposta: letra b.
11
TTN/1997 (ESAF)
21) Quatro amigos, André, Beto, Caio e Dênis, obtiveram os quatro primeiros lugares em um
concurso de oratória julgado por uma comissão de três juizes. Ao comunicarem a classificação final,
cada juiz anunciou duas colocações, sendo uma delas verdadeira e a outra falsa:
Juiz 1: “André foi o primeiro; Beto foi o segundo”
Juiz 2: “André foi o segundo; Dênis foi o terceiro”
Juiz 3: “Caio foi o segundo; Dênis foi o quarto”
Sabendo que não houve empates, o primeiro, o segundo, o terceiro e o quarto colocados foram,
respectivamente,
a) André, Caio, Beto, Dênis b) Beto, André, Dênis, Caio
c) André, Caio, Dênis, Beto d) Beto, André, Caio, Dênis
e) Caio, Beto, Dênis, André
Solução:
Se assumirmos que a primeira afirmação do Juiz 1 for verdadeira, teremos a seguinte situação:
JUIZ 1º 2º 3º 4º
1 André (V) Beto (F)
2 André (F) Dênis (V)
3 Caio (V) Dênis (F)
Como não há contradições na tabela acima, encontramos a Solução: André foi o primeiro, Caio foi o
segundo, Dênis foi o terceiro e Beto foi o quarto.
Resposta: letra c.
22) Nos sistemas de numeração posicional, cada dígito da seqüência que representa o número pode
ser interpretado como o coeficiente de uma potência da base, onde o valor do expoente depende da
posição do dígito na seqüência. Entre tais sistemas, um dos mais importantes é o binário, ou de base
2, que utiliza apenas os dígitos 0 e 1 na notação dos números. Por exemplo, o número que
corresponde ao 11 do sistema decimal, é indicado por 1011 no sistema binário, pois 11 (decimal) é
igual a (1 x 2
3
) + (0 x 2
2
) + (1 x 2
1
) + (1 x 2
0
)
Assim, o resultado, expresso no sistema decimal, da adição dos números binários 1011 e 101 será
igual a
a) 16 b) 13 c) 14 d) 12 e) 15
Solução:
O n.º 1011 no sistema binário corresponde ao 11 no sistema decimal (conforme o enunciado!). só
precisamos, então, transformar 101 do sistema binário para o sistema decimal:
(1 x 2
2
) + (0 x 2
1
) + (1 x 2
0
) = 5. Finalmente: 11 + 5 = 16
Resposta: letra a.
23) Uma pesquisa entre 800 consumidores – sendo 400 homens e 400 mulheres – mostrou os
seguintes resultados:
do total de pessoas entrevistadas:
500 assinam o jornal X; 350 têm curso superior; 250 assinam o jornal X e têm curso superior
do total de mulheres entrevistadas:
200 assinam o jornal X; 150 têm curso superior; 50 assinam o jornal X e têm curso superior
O número de homens entrevistados que não assinam o jornal X e não têm curso superior é, portanto,
igual a
a) 50 b) 200 c) 25 d) 0 e) 100
Solução:
Observe o diagrama de Euler-Venn abaixo:
12
Algumas considerações:
O conjunto X é o das pessoas que
assinam o jornal X e o conjunto S é o das
pessoas que têm curso superior. O
retângulo representa o Universo dos
consumidores pesquisados. Ele se
encontra “particionado” entre homens e
mulheres.
Começa-se a distribuição dos valores no
diagrama pelos mais restritivos. Desse
modo:
I. Iniciamos colocando as 50 mulheres
que assinam o jornal X e têm curso
superior;
II. A seguir, incluímos as restantes 200 pessoas (no caso, homens) que assinam o jornal X e têm
curso superior, para perfazer o total de 250, conforme o enunciado da questão.
III. Se são 150 mulheres com curso superior e já colocamos 50 (as que assinam o jornal X), então as
outras 100 serão as que têm curso superior e não assinam o jornal X, perfazendo as 150 que têm
curso superior;
IV. Da mesma forma que o item anterior, para perfazer o total de mulheres que assinam o jornal X
(200), devemos colocar as outras 150 na área que representa “apenas” o conjunto X;
V. Já incluímos, até agora, 300 mulheres, e, para perfazer o total de 400 mulheres, restam as 100
que não têm curso superior e não assinam o jornal X, que foram colocadas do lado de fora dos
conjuntos X e S;
VI. Já foram colocadas todas as 350 pessoas que têm curso superior, e, das 500 que assinam o
jornal X, já colocamos 400. Resta, então, outros 100 homens que apenas assinam o jornal X;
VII. E, finalmente, para perfazer o total de 400 homens, ainda estão faltando 100 que não assinam o
jornal X nem têm curso superior.
Resposta: letra e.
24) A soma de todas as raízes da equação x
4
- 25x
2
+ 144 = é igual a
a) 16 b) 0 c) 9 d) 49 e) 25
Solução:
Em um polinômio da forma: A.x
n
+ B.x
n-1
+ C.x
n-2
+ ..., a soma de suas raízes é dada pelo quociente -
B/A. No polinômio em questão, o coeficiente do termo x
3
é nulo, logo, a soma de todas as suas raízes
é zero.
Resposta: letra b.
25) Um triângulo isósceles tem um perímetro de 32 cm e uma altura de 8 cm com relação à base (isto
é, com relação ao lado diferente dos demais). A área do triângulo é
a) 24 cm
2
b) 16 cm
2
c) 100 cm
2
d) 48 cm
2
e) 96 cm
2

Solução 1:
Seja “a” o valor dos lados congruentes e “b” o valor do lado diferente dos demais. Então o perímetro
será: 2a + b = 32, e a área do triângulo será dada por: A
b h
=
.
2
, com h = 8. Então:
A = 4b. Precisamos, então, encontrar uma maneira de calcular o valor de “b”. observe o triângulo
abaixo (ele é dado por um dos lados iguais a “a”, pela metade do lado “b” e pela altura “h” e é
retângulo):
Aplicando Pitágoras a este triângulo: a
2
= +
|
\

|
.
|
h
b
2
2
2
⇒ a
2
= + 8
4
2
2
b

4a
2
- b
2
= 256. Como: 2a + b = 32. Isolando-se o valor de “a”, teremos:
a
b
=
− 32
2
e substituindo na equação 4a
2
- b
2
= 256:
4
32
2
256 1024 64 256 64 256 1024
2
2 2 2
.
− |
\

|
.
|
− = ⇒ − + − = ⇒ − = −
b
b b b b b ⇒
-64b = -768 ⇒ b =


=
768
64
12 . Agora já temos o valor de “b”. Basta substituí-lo na
13
fórmula da área do triângulo: A = 4 x 12 = 48 cm
2

Solução 2: Uma outra solução (muito mais rápida) é observar que o triângulo da figura acima é
PITAGÓRICO (6, 8, 10), ou seja: a = 10, b/2 = 6 (b = 12) e h = 8 (“h” foi dado na questão). Observe
que esses dados verificam a equação do perímetro: 2a + b = 32 ⇒ 2 x 10 + 12 = 32. Com isto,
calculamos a área do triângulo: A
b h
=
.
2
⇒ A =
×
=
12 8
2
48 cm
2

Resposta: letra d.
BB/1998 (FCC)
26) As raízes que satisfazem a equação 2x
2
+ 3x - 2 = 0 são:
a) 1/2; 2 b) 1/2; 2 c) 1; -2 d) - 1/2; 2 e) - 1/2; -2
Solução: Aqui emprega-se diretamente a fórmula de Bháskara: x
b b a c
a
=
− ± −
2
4
2
. .
.

Como a = 2; b = 3; c = -2, então →
( )
x =
− ± − × × −
×
3 3 4 2 2
2 2
2

de onde retiramos as duas raízes, que são: 1/2 e -2.
Resposta letra a.
27)
x y z
x y z
x y z
+ − = −
+ + =
− + =
¦
´
¦
¹
¦
4
2 2 6
3 8

Dado o sistema de equações acima, os valores das incógnitas x, y e z são, respectivamente:
a) -1, -2 e 3 b) -1, 2 e -3 c) 1, -2 e -3 d) 1, -2 e 3 e) 3, -2 e 1
Solução: Há várias maneiras de se resolver o sistema acima: por “substituição”, por Laplace ou por
operações elementares A solução aqui apresentada será por “substituição”.
Isolando-se a variável “y” da primeira equação e substituindo-se nas outras duas, vem:
y = z - x - 4. Assim, as duas outras equações ficam:
2 4 2 6
3 4 8
x z x z
x z x z
+ − − + =
− − − + =
¦
´
¹
( )
( )
. “Arrumando” o
sistema, teremos:
x z
x
+ =
=
¦
´
¹
3 10
4 4
. Da segunda equação do sistema acima retiramos o valor de “x”: x =
1
Logo, os valores das outras variáveis serão: z = 3 e y = -2.
Resposta: letra d
28) Assinale a opção que apresenta corretamente o oitavo termo de uma P.A. onde a
5
= 6 e a
17
= 30.
a) 18 b) 16 c) 14 d) 12 e) 10
Solução:
Utiliza-se aqui a fórmula do Termo Geral de uma P.A.: a a n r
n
= + −
1
1 ( ). . Escreveremos cada termo
dado sob a fórmula do termo geral. Assim:
a a r
a a r
5 1
17 1
4
16
= +
= +
¦
´
¹
.
.
. Desse modo, montaremos um sistema:
a r
a r
1
1
4 6
16 30
+ =
+ =
¦
´
¹
.
.

Este sistema poderá ser resolvido por “adição”. Multiplicando-se a primeira equação
por (-1) e somando-se as duas equações “termo a termo”, teremos:
− − = −
+ =
¦
´
¹
a r
a r
1
1
4 6
16 30
.
.
. 12.r = 24. r = 2.
Substituindo-se o valor de “r” na primeira equação do sistema: a
1
+ 4.(2) = 6 ⇒ a
1
= -2. Com os
valores de a
1
e r, poderemos calcular o valor do oitavo termo: a
8
2 7 2 12 = − + × =
Resposta: letra d.
“Macete”: Uma forma mais “rápida” para resolver o problema seria: r
a a
=


=

=
17 5
17 5
30 6
12
2
a a r
a
8 5
8
3
6 3 2 12
= + ×
= + × =

14
29) Numa PG, o quarto termo é 20% do terceiro termo. Sabendo-se que a
1
= 2000, o valor de a
5
é:
a) 20/3 b) 18/7 c) 16/5 d) 14/5 e) 12/7
Solução:
Utiliza-se a fórmula do Termo Geral da PG: a a q
n
n
= ×

1
1

A razão de uma PG é dada pela divisão de um termo pelo seu antecessor. Desse modo, com o dado
do problema: a
4
= 0,2 x a
3
. Ao dividirmos a
4
por a
3
, estaremos calculando a razão da PG:
q
a
a
= = = =
4
3
0 2
2
10
1
5
, . Retornando-se à fórmula do termo geral, calculamos o a
5
solicitado:
a
5
4
2000
1
5
2000
625
16
5
= ×
|
\

|
.
|
= =
Resposta: letra c
30) O resultado da equação log
3
(2x + 1) - log
3
(5x-3) = -1 é:
a) 4 b) 6 c) 8 d) 10 e) 12
Solução: a questão, na forma como me foi apresentada, NÃO TEM SOLUÇÃO, pois, aplicando-se a
propriedade: log log log
A
B
A B = − . log
3

2 1
5 3
1
x
x
+

|
\

|
.
|
= − . Aplicando-se agora a definição de logaritmo:
2 1
5 3
3
1
x
x
+

|
\

|
.
|
=

( )

2 1
5 3
1
3
x
x
+

|
\

|
.
|
= → 6x + 3 = 5x - 3. De onde retiramos:
x = -6
Esta NÃO É a solução da equação, uma vez que a solução deverá estar no intervalo (3/5, +∞).
31) Dado log 3 = 0,477, podemos afirmar que log 9000 é:
a) 3,459 b) 3,594 c) 3,954 d) 5,493 e) 5,943
Solução: Esta é uma questão de rápida solução. Basta aplicarmos as propriedades “produto” e
“potência” do logaritmo, após decompormos o 9000:
9000 = 3
2
x 10
3

Propriedades:
• log log log A B A B × = +
• log log A n A
n
= ×
Então, temos: log 9000 = log 3
2
+ log 10
3
= 2 x log 3 + 3 x log 10
Como o logaritmo de 10 na base 10 é igual a 1 e o log 3 foi dado, vem:
log 9000 = 2 x 0,477 + 3 x 1 = 3,954
Resposta: letra c
32) Uma geladeira é vendida à vista por R$ 1.000,00 ou em duas parcelas, sendo a primeira como
uma entrada de R$ 200,00 e a segunda, dois meses após, no valor de R$ 880,00. Qual a taxa mensal
de juros simples utilizada?
a) 2% b) 3% c) 4% d) 5% e) 6%
Solução: Uma questão muito fácil! Retirando-se a entrada do valor da geladeira, restará o “saldo” a
ser financiado: SALDO = 1000 - 200 = 800
Com a fórmula do Montante para juros simples: M C i n = + . ( . ) 1
Substituindo-se os dados do problema na fórmula acima, teremos:
( )
880 800 1 2 = × + × i
Logo, i = 5%
Resposta: letra d
33) Um investidor dispunha de R$ 300.000,00 para aplicar. Dividiu esta aplicação em duas partes.
Uma parte foi aplicada no banco alfa, à taxa de 8% ao mês, e a outra parte no banco Beta, à taxa de
6% ao mês, ambas em juros compostos. O prazo de ambas as aplicações foi de 1 mês. Se, após este
prazo, os valores resgatados forem iguais nos dois bancos, os valores de aplicação, em reais, em
cada banco, foram, respectivamente:
a) 152.598,13 e 147.401,87 b) 151.598,13 e 148.401,87
c) 150.598,13 e 149.401,87 d) 149.598,13 e 150.401,87
e) 148.598,13 e 151.401,87
Solução: Aplicamos a fórmula do Montante nas duas aplicações. ( )
M C i
n
= + . 1
15
Como os Montantes das duas aplicações deverão ser iguais:
( ) ( )
C C
1
1
2
1
1 0 08 1 0 06 . , . , + = + [equação
1] e C C
1 2
300000 + = [equação 2]. Isolando-se uma das variáveis da equação 1 e substituindo-se
na segunda, vem:
C
C
2
1
108
106
=
× ,
,
⇒ C
C
1
1
108
106
300000 +
×
=
,
,
⇒ 106 108 300000 106
1 1
, , , × + × = × C C ⇒
2,14 x C
1
= 318000 ⇒ C
1
= 148.598,13 ⇒ C
2
= 300000 - 148598,13 = 151.401,87
Resposta: letra e
Uma dica no caso de um “chute”: o capital aplicado à maior taxa será menor do que aquele aplicado à
menor taxa. Assim, você tem duas opções possíveis para marcar: Letras d e e.
34) Qual a taxa semestral equivalente à taxa de 25% ao ano?
a) 11,8% b) 11,7% c) 11,6% d) 11,5% e) 11,4%
Solução: Um problema simples de conversão de taxas efetivas. Basta aplicarmos a fórmula:
( ) ( )
1 1
1
1
2
2
+ = + i i
n n

Relacionando “ano” com “semestre”, temos:
n
1
= 2 (pois há dois semestre em um ano)
n
2
= 1
( ) ( )
1 1 0 25
1
2 1
+ = + i ,
Como a incógnita do problema é “i
1
”, deveremos extrair a raiz quadrada do segundo membro:
1 125
1
+ = i ,
É óbvio que, sem usarmos calculadora eletrônica, é necessário termos uma tabela financeira (que
normalmente é fornecida com provas que envolvem cálculos de juros compostos).
Mas, e no caso de não haver tabela na prova? Teremos um pouquinho mais de trabalho: iremos
representar o 1,25 por sua fração decimal:
125
100
. A seguir, iremos decompor o 125 em fatores primos
(encontramos 5
3
). E 100 = 10
2
. Substituindo na equação: 1
5 5
10
1
5
10
5
1
2
2
1
+ =

⇒ + = i i .

Nesse ponto, é útil lembrar dos valores aproximados das seguintes raízes:
2 = 1,414; 3 = 1,732; 5 = 2,236
Ficamos, então, com: 1
1
2
5 1
2236
2
1 1118 0118
1 1 1 1
+ = ⇒ + = ⇒ + = ⇒ = i i i i .
,
, ,


Sempre que calculamos a taxa, ela será dada na forma “unitária”. Para obtermos a taxa “percentual”,
basta multiplicarmos o resultado encontrado por 100. Desse modo, a taxa será: i
1
= 11,8%
Resposta: letra a
35) Um BBC é negociado, nesta data, no mercado secundário de títulos públicos, com um PU de
970,000000. Considerando que a taxa efetiva dia, calculada nesta data, é de 0,1524%, o fator de
ganho do título, nesta data, até o resgate, e a taxa equivalente ao over (taxa over), embutida na
negociação são, respectivamente:
a) 1,02 e 4,57% b) 1,02 e 4,58% c) 1,03 e 4,57%
d) 1,03 e 4,58% e) 1,03 e 4,59%
Solução: Os BBCs (Bônus do Banco Central) são papéis de renda prefixada com deságio e sempre
emitidos por um prazo inteiro de semanas. As emissões se dão por meio de leilões semanais. O
prazo varia de 27 a 28 semanas (189 e 196 dias). o valor Nominal ou de Emissão ou de Resgate do
PU é sempre de R$ 1.000,00, pois se trata de um papel prefixado com deságio e dado com seis
casas após a vírgula. A rentabilidade para o comprador é obtida no deságio do PU
R
pelo fator “over”,
projetado para os dias úteis que o papel tem, tanto no Mercado Primário (leilões) como no
Secundário.
No caso apresentado, o PU é de 970,000000, o que significa um deságio de 3% (R$30,00, em
relação ao valor de resgate), ou um fator de ganho do título de 1,03. A taxa over é uma taxa
“nominal”, ou seja, de juros simples. Assim, a taxa diária de 0,1524% ao dia, irá perfazer, no prazo de
30 dias:
30 x 0,1524 = 4,572%
Resposta: letra c.
“Dica”: Para obter mais informações sobre Mercado de Papéis Públicos e Privados, consulte
16
GOMES DE FARIAS, ROGÉRIO. Matemática Comercial e Financeira. 4 ed. São Paulo: Makron
Books, 1999.
36) Um aplicador aplica R$ 10.000,00 em um CDB do Banco do Brasil, de 30 dias de prazo e uma
taxa prefixada de 3% ao mês. Considerando o Imposto de Renda de 20% no resgate, o valor líquido a
ser resgatado pelo aplicador, em reais, e a taxa de rentabilidade efetiva da aplicação são,
respectivamente:
a) 10.300,00 e 2,40% b) 10.240,00 e 2,45% c) 10.240,00 e 2,40%
d) 10.240,00 e 2,35% e) 10.200,00 e 2,35%
Solução: O rendimento bruto de 3% incidindo sobre os R$ 10.000,00 durante um mês, resulta em:
0,03 x 10000 = 300
Descontando-se o Imposto de Renda (20%): 300 -
20
100
300 240 × =
Desse modo, o valor líquido resgatado será de 10000 + 240 = R$ 10.240,00 e a taxa de rentabilidade
efetiva da aplicação será: 10240 = 10000 x (1 + i)
1
⇒ i = −
|
\

|
.
|
× =
10240
10000
1 100 24% ,
Dica: Você também poderá encontrar a taxa efetiva da aplicação “retirando” os 20% do Imposto de
Renda da taxa de 3% da aplicação: 3% - 20% x 3% = 2,4%
Resposta: letra c
37) José vai receber os R$ 10.000,00 da venda de seu carro em duas parcelas de R$ 5.000,00,
sendo a primeira dentro de 30 dias e a segunda, dentro de 60 dias. considerando uma taxa de
desconto de 2% ao mês, o valor atual, em reais, que José deveria receber hoje, com a certeza de
estar recebendo o mesmo valor que irá receber no parcelamento, é de:
a) 9.709,65 b) 9.719,65 c) 9.729,65
d) 9.739,65 e) 9.749,65
Solução: O problema não especifica qual o regime de juros... Iniciaremos a solução pelo regime de
juros simples!
Observe que, na proposição da questão, a taxa dada é a de DESCONTO, o que nos indica (de
acordo com o conceito de desconto!) que deveríamos trabalhar com o desconto COMERCIAL.
Entretanto, se assim o fizermos, não encontraremos a resposta. Há, portanto, um erro conceitual,
pois a resposta foi dada através do desconto RACIONAL. Atualizando, então, pelo desconto racional:
Utilizando-se, então, a fórmula do Valor Atual (a juros simples):
( )
A
M
i n
=
+ × 1

( ) ( )
A = ×
+ ×
+
+ ×

= 5000
1
1 0 02 1
1
1 0 02 2
9 709 65
, ,
. ,
Resposta: letra a
38) Um automóvel, cujo preço à vista é de R$ 20.000,00, é financiado em 24 meses com juros de 1%
ao mês pela Tabela Price. Pelo fato de estar usando a Tabela Price, posso afirmar que as prestações
serão todas:
a) iguais e, no início, a parcela de juros será menor do que a parcela de amortização do principal.
b) iguais e, no início, a parcela de juros será igual à parcela de amortização do principal.
c) iguais e, no início, a parcela de juros será maior do que a parcela de amortização do principal.
d) diferentes e, no início, a parcela de juros será maior do que a parcela de amortização do principal.
e) diferentes e, no início, a parcela de juros será menor do que a parcela de amortização do principal.
Solução: A principal característica do Sistema Price de Amortização são as PARCELAS
CONSTANTES. Como os juros da parcela são sempre calculados sobre o saldo devedor (basta
multiplicar a taxa unitária pelo saldo devedor), é óbvio que no início o mutuário irá pagar cotas
maiores de juros. Á medida em que for amortizando sua dívida, seu saldo devedor irá decrescendo,
e, portanto, as cotas de juros das parcelas também irão decrescer.
Conclui-se, portanto, que NÃO HÁ alternativa correta!
CEF/1998 (FCC)
39) Para todo número real x, tal que 0 < x < 1, pode-se considerar 2 - x como uma boa aproximação
para o valor de
4
2 + x
. Nessas condições, a razão positiva entre o erro cometido ao se fazer essa
aproximação e o valor correto da expressão, nessa ordem, é
17
a)
x
2
4
b)
x
2
2
c) x
2
d)
x
x
2
2 +
e)
x
x
2
2 −

Solução:
O erro cometido é a DIFERENÇA entre o valor CORRETO e o valor APROXIMADO, ou seja:
4
2
2
+
− −
x
x ( ) (tirando o MMC):
4 2 2
2
4 4
2 2
2 2
− − +
+
=
− +
+
=
+
( ).( ) x x
x
x
x
x
x
. Assim, encontramos o
ERRO. Entretanto, o problema pede a RAZÃO entre o ERRO e o valor CORRETO. Então:
ERRO
VALOR CORR
x
x
x
x
x
x x
ETO
=
+
+
=
+
+
=
2
2 2
2
4
2
2
2
4 4
.
Resposta: letra a.
40) Uma pessoa x pode realizar uma certa tarefa em 12 horas. Outra pessoa, y, é 50% mais eficiente
que x. Nessas condições, o número de horas necessárias para que y realize essa tarefa é
a) 4 b) 5 c) 6 d) 7 e) 8
Solução:
O candidato deve ficar muito atento a este tipo de questão, pois se trata de uma REGRA DE TRÊS
INVERSA (quanto MAIS eficiente a pessoa, em MENOS tempo realizará a tarefa). É claro que, neste
caso, o problema não apresenta alternativas com valores superiores a 12 horas, que induziriam os
“desatentos” ao erro...
Assim: Se x tiver uma eficiência de, digamos, 10 pontos, então y terá uma eficiência de 15 (50% A
MAIS!)
Montando-se a regra de três:
eficiência tempo

10 ↑ ÷÷÷ 12 |

15 | ÷÷÷ X ↓
De onde retiramos: x =
×
=
12 10
15
8
Resposta: letra e.
41) Em uma agência bancária trabalham 40 homens e 25 mulheres. Se, do total de homens, 80% não
são fumantes e, do total de mulheres, 12% são fumantes, então o número de funcionários dessa
agência que são homens ou fumantes é
a) 42 b) 43 c) 45 d) 48 e) 49
Solução:
a) 80% do total de homens (40) não são fumantes, ou seja,
80
100
40 32 × = . Temos 32 homens não
fumantes e 8 homens fumantes.
b) 12% do total de mulheres (25) são fumantes, ou seja,
12
100
25 3 × = Temos, então, 3 mulheres
fumantes e 22 mulheres não fumantes. Com estes resultados, montamos o quadro a seguir
fumantes (F) não fumantes (~F) TOTAL
homens (H) 8 32 40
mulheres (M) 3 22 25
TOTAL 11 54 65
Para calcularmos o número de funcionários que são homens OU fumantes, utilizamos a seguinte
fórmula: n(H ∪ F) = n(H) + n(F) - n(H ∩ F)
n(H ∪ F)=40 +11- 8 = 43
Resposta: letra b.
42) Ao receber moedas como parte de um pagamento, um caixa de uma agência bancária contou t
moedas de 1 real, y de 50 centavos, z de 10 centavos e w de 5 centavos. Ao conferir o total,
percebeu que havia cometido um engano: contara 3 das moedas de 5 centavos como sendo de 50
centavos e 3 das moedas de 1 real como sendo de 10 centavos. Nessas condições, a quantia correta
é igual à inicial
a) acrescida de R$ 1,35 b) diminuída de R$ 1,35
18
c) acrescida de R$ 1,65 d) diminuída de R$ 1,75
e) acrescida de R$ 1,75
Solução:
Muito cuidado com este tipo de questão! A resolução da questão é fácil, entretanto, a pergunta é
bastante "capciosa", pois pode induzir o candidato ao erro. Senão, vejamos:
a) Com as moedas de 5 centavos, temos o seguinte "engano", 3 x R$ 0,50 - 3 x R$ 0,05 = R$ 1,35;
b) Com as moedas de 1 real, o 'engano' foi o seguinte: 3 x R$ 0,10 - 3 x R$ 1,00 = - R$ 2,70.
Somando-se as duas diferenças encontradas acima: R$ 1,35 - R$ 2,70 = - R$ 1,35. Esta é a
diferença da quantia INICIAL em relação à CORRETA, ou seja, a partir da quantia INICIAL, deve-se
ACRESCENTAR R$ 1,35 para se chegar à quantia CORRETA.
Resposta: letra a.
43) Calculando-se o valor de log
3
1 1
3 3 3
5 3
x x x
x
+ −
− −

|
\

|
.
| obtém-se
a) log
3
1
5
b)
1
3
c)
1
5
d) -
1
3
e) -1
Solução:
Podemos colocar 3
x
em evidência no numerador do logaritmando:
log
.( )
3
1 1
3 3 1 3
5 3
x
x
− −

|
\

|
.
|

. Agora podemos simplificar 3
x
do numerador com o 3
x
do denominador,
ficando apenas com:
log log log log log . log log
3 3 3 3 3 3 3
1
3 1
1
3
5
2
1
3
5
6 1
3
5
5
3
5
5
3
1
5
1
3
3 1
− −
|
\

|
.
|
|
|
|
=

|
\

|
.
|
|
|
|
=
− |
\

|
.
|
|
|
|
|
\

|
.
|
|
|
|
=
|
\

|
.
|
=
|
\

|
.
|
= = −


Resposta: letra e.
44) Seja a função do 2º grau representada no gráfico abaixo:

Essa função é dada por
a) − +
1
4
2
x x b) -x
2
+4x
d)
1
4
2
x x − e)
1
2
2
2
x x −
Solução:
A forma geral de uma função do segundo grau (parábola) é
dada por: y = ax
2
+ bx + c
Sabemos (do gráfico acima) que 0 e 4 são raízes da
equação, logo, para estes valores, a função se anula:
• 0 = a . (0) + b . (0) + c, donde retiramos o valor de 'c': c = 0. Este ponto também poderia ter sido
retirado diretamente do gráfico, pois 'c' é o ponto em que a curva corta o eixo y.
• 0 = a. (4)
2
+ b . (4), ou seja: 16a + 4b = 0 (equação 1)
• Uma outra equação poderá ser retirada a partir do vértice da parábola:
-1 = a. (2)
2
+ b . (2), ou: 4a + 2b = -1 (equação 2)
Com as equações 1 e 2 acima, montamos o seguinte sistema:
16 4 0
4 2 1
a b
a b
+ =
+ = −
¦
´
¹
. Dividindo-se a primeira equação por -4, obtemos:
− − =
+ = −
¦
´
¹
4 0
4 2 1
a b
a b
. Somando-se membro-a-membro, vem: b = -1
Substituindo-se esse valor em uma das equações do sistema, teremos:
4a + 2, (-1) = -1 ⇒ a =
1
4

Com os coeficientes calculados, encontramos a equação da curva: y x x = −
1
4
2
.

19
Resposta: letra d.
45) Um capital foi aplicado a juro simples e, ao completar um período de 1 ano e 4 meses, produziu
um montante equivalente a
7
5
de seu valor. A taxa mensal dessa aplicação foi de
a) 2% b) 2,2% c) 2,5% d) 2,6% e) 2,8%
Solução:
Seja "C" o capital aplicado. Assim, o montante produzido será
7
5
C.
Temos ainda:
n = 1 ano e 4 meses = 16 meses.
Colocando-se os dados na fórmula do montante:
M =C. (1 +i. n)
( )
7
5
1 16 C C i = + × . . Simplificando-se “C" nos dois membros:
( )
7
5
1 16
7
5
1 16 = + × ⇒ − = i i . ⇒
7 5
5
16
2
5
16
1
40

= ⇒ = ⇒ = . . i i i (este resultado encontra-se na forma unitária. Você sabe que,
para passá-lo para a forma percentual, basta multiplicar o numerador por 100 e efetuar a divisão).
Então:
i = 2,5% a.m.
Resposta: letra c.
46) Um capital de R$ 15.000,00 foi aplicado a juro simples à taxa bimestral de 3%. Para que seja
obtido um montante de R$ 19.050,00, o prazo dessa aplicação deverá ser de
a) 1 ano e 10 meses. b) 1 ano e 9 meses. c) 1 ano e 8 meses.
d) 1 ano e 6 meses e) 1 ano e 4 meses.
Solução:
Temos: C = 15.000,00; i = 3% a.b.; M = 19.050,00
Substituímos os dados diretamente na fórmula do montante:
M = C. (1 + i . n)
19.050 = 15.000. (1 + 0,03. n) ⇒ 19.050 = 15.000 + 450. n ⇒ 19.050 - 15.000 = 450. N ⇒
4.050 = 450. n ⇒ n = =
4050
450
9 bimestres
Encontramos 9 bimestres, que eqüivalem a 1 ano e 6 meses.
Resposta: letra d.
47) Um capital de R$ 2.500,00 esteve aplicado à taxa mensal de 2%, num regime de capitalização
composta. Após um período de 2 meses, os juros resultantes dessa aplicação serão
a) R$ 98,00 c) R$ 101,00 d) R$ 110,00
d) R$ 114,00 e) R$ 121,00
Solução:
C = 2.500,00; i = 2% a.m.; n = 2 meses; J = ? (Capitalização Composta)
A fórmula do Montante no regime de capitalização composta é: ( )
M C i
n
= + . 1
Entretanto, o problema solicita que se calcule os Juros. Não há uma fórmula específica para o cálculo
direto dos juros em capitalização composta. Podemos deduzi-la, associando a fórmula acima a: M =
C + J. Mas não há muita utilidade nisto. Calcularemos, então, separadamente o valor do montante
com a primeira fórmula, e, posteriormente, o valor dos juros com a segunda...
M = 2500 . (1 + 0,02)
2
⇒ M = 2500 . 1,02
2
⇒ M = 2500 . 1,0404 ⇒ M = 2601.
M = C + J ⇒ J = M - C ⇒ J = 2601 - 2500 ⇒ J = 101
Resposta: letra c
48) Pretendendo guardar uma certa quantia para as festas de fim de ano, uma pessoa depositou R$
2.000,00 em 05/06/97 e R$ 3.000,00 em 05/09/97. Se o banco pagou juros compostos à taxa de 10%
ao trimestre, em 05/12/97 essa pessoa tinha um total de
a) R$ 5 320,00 b) R$ 5 480,00 c) R$ 5 620,00
d) R$ 5 680,00 e) R$ 5 720,00
Solução:
Dados:
C
1
= 2000 n
1
= 2 trimestres
20
C
2
= 3000 n
2
= 1 trimestre
i = 10% ao trimestre
Utilizando a fórmula do montante no regime de juros compostos (ver problema anterior), para os dois
depósitos, vem:
M = 2000 . (1,1)
2
+ 3000 . (1,1)
1
⇒ M = 2000 . 1,21 + 3000 . 1,1 ⇒ M = 2420 + 3300 ⇒
M = 5720
Resposta: letra e
49) Um trator pode ser comprado à vista por um preço v, ou pago em 3 parcelas anuais de R$
36.000,00, a primeira dada no ato da compra. Nesse caso, incidem juros compostos de 20% a.a.
sobre o saldo devedor. Nessas condições o preço v é
a) R$ 75.000,00 b) R$ 88.000,00 c) R$ 91.000,00
d) R$ 95.000,00 e) R$ 97.000,00
Solução:
Trata-se de uma RENDA ANTECIPADA, onde:
n = 3 anos; PMT = 36.000,00; i = 20% a.a. Obs.: “PMT” é o valor de cada prestação.
Sabe-se que é raro aparecer uma tabela financeira em concursos. Então, aqui vai uma dica ao
candidato:
Quando não for dada a tabela financeira, os problemas serão mais simples e poderão ser resolvidos
pela fórmula: ( )
M C i
n
= + . 1 atualizando-se cada parcela individualmente. Para atualizarmos uma
parcela (montante), basta “isolarmos” o “C” na fórmula acima:
( )
C
M
i
n
=
+ 1
.
Assim, podemos
escrever: V = 36000 +
( )
36000
1 0 2
1
+ ,
+
( )
36000
1 0 2
2
+ ,
⇒ V = 36000 +
36000
12 ,
+
36000
144 ,

Observe que os valores favorecem uma simplificação rápida...
V = 36000 + 30000 + 25000 ⇒ V = 91.000
Resposta: letra c.
Instruções: Para responder às duas questões seguintes considere o enunciado abaixo.
Um industrial, pretendendo ampliar as instalações de sua empresa, solicita R$ 200.000,00
emprestados a um banco, que entrega a quantia no ato. Sabe-se que os juros serão pagos
anualmente, à taxa de 10% a.a., e que o capital será amortizado em 4 parcelas anuais, pelo Sistema
de Amortização Constante (SAC).

50) O valor da terceira prestação deverá ser
a) R$ 60.000,00 b) R$ 65.000,00 c) R$ 68.000,00
d) R$ 70.000,00 e) R$ 75.000,00
Solução:
Trata-se de um Sistema de Amortização Constante. Neste sistema, calcula-se o valor a ser
amortizado em cada parcela dividindo-se o principal da dívida pelo n.º de parcelas:
Am
PV
n
= , onde: Am = quota de amortização; PV = Principal ou Valor da dívida.
Poderíamos inserir aqui outras fórmulas para o cálculo direto de qualquer das prestações do plano.
Entretanto, não cabe ao candidato ficar decorando um número interminável de fórmulas... Basta
montar o plano de amortização:
n Am J PMT ΣAm Saldo Dev,
0 - - - - 200.000,00
1 50.000,00 20.000,00 70.000,00 50.000,00 150.000,00
2 50.000,00 15.000,00 65.000,00 100.000,00 100.000,00
3 50.000,00 10.000,00 60.000,00 150.000,00 50.000,00
4 50.000,00 5.000,00 55.000,00 200.000,00 0,00
Os juros de cada parcela são calculados (a 10%) diretamente sobre o saldo devedor do período
anterior. A resposta desta questão está assinalada diretamente no quadro acima (3ª prestação) e vale
R$ 60.000,00
Resposta: letra a
51) Os juros pagos por esse empréstimo deverão totalizar a quantia de
21
a) R$ 40.000,00 b) R$ 45.000,00 c) R$ 50.000,00
d) R$ 55.000,00 e) R$ 60.000,00
Solução:
Utilizando-se o quadro da questão anterior, basta efetuarmos a soma das parcelas de juros:
R$ 20.000,00 + R$ 15.000,00 + R$ 10.000,00 + R$ 5.000,00 = R$ 50.000,00
Resposta: letra c.
52) Numa pista circular de autorama, um carrinho vermelho dá uma volta a cada 72 segundos e um
carrinho azul dá uma volta a cada 80 segundos. Se os dois carrinhos partiram juntos, quantas voltas
terá dado o mais lento até o momento em que ambos voltarão a estar lado a lado no ponto de
partida?
a) 6 b) 7 c) 8 d) 9 e) 10
Solução:
Uma questão de fácil solução. Precisamos encontrar o MMC entre 72 e 80. Obtemos este resultado
pela decomposição em fatores primos de cada um dos nºs acima: 72 = 2
3
x 3
2
, e
80 = 2
4
x 5
Assim, o MMC (72, 80) = 2
4
x 3
2
x 5 = 720
Agora, só precisamos montar uma regrinha de três para o carrinho mais lento:
tempo voltas
80 s ÷÷÷÷ 1
720 s ÷÷÷÷ x
X = =
720
80
9 voltas
Resposta: letra d.
53) Na figura abaixo tem-se um cubo formado por 64 cubinhos iguais.
Se o cubo é pintado em todas as suas seis faces, alguns dos cubinhos internos não receberão tinta
alguma. Quantos são esses cubinhos?
a) 8 b) 12 c) 16 d) 20 e) 27
Solução:

Não há cálculos! A questão resolve-se facilmente pela observação da figura.
Contam-se 56 cubinhos pintados. Logo, sobrarão apenas os 8 que ficam no
centro...
Resposta: letra a.

54) Se A é um número compreendido entre 0 e 1, então é FALSO que
a)
1
1
A
> b)
A
A
2
> c) 0,9.A < A
d) - A > -1 e) A A ÷ = 2 0 5 ,
Solução:
“Simplificando” as alternativas, uma a uma:
a) Passando o A para o segundo membro, ficamos com: 1 > A ⇒ CORRETO
b) Passando o “2” para o 2º membro e dividindo tudo por “A”: 1 > 2 ⇒ FALSO
c) Simplificando ambos os membros por A: 0,9 < 1 ⇒ CORRETO
d) Multiplicando tudo por (-1): A < 1 ⇒ CORRETO
e) Efetuando a divisão de A por 2A, obteremos
1
2
, que é igual a 0,5 ⇒ CORRETO
Resposta: letra b.
55) Em 3 dias, 72.000 bombons são embalados, usando-se 2 máquinas embaladoras funcionando 8
horas por dia. Se a fábrica usar 3 máquinas iguais às primeiras, funcionando 6 horas por dia, em
quantos dias serão embalados 108.000 bombons?
a) 3 b) 3,5 c) 4 d) 4,5 e) 5
Solução:
Trata-se de uma regra de três composta.

Dias bombons máquinas horas/dia
3 ÷÷ 72.000 ÷÷ 2 ÷÷ 8
X ÷÷ 108.000 ÷÷ 3 ÷÷ 6

22
Monta-se a equação para resolver da seguinte maneira:
Coloca-se no numerador todos os valores que estão nas pontas das flechas, juntamente com o
valor que está na coluna da incógnita X, e, no denominador, todos os demais valores. Assim:
X =
× × ×
× ×
=
3 108000 2 8
72000 3 6
4 . DICA: faça todas as simplificações possíveis primeiro!
(acompanhe a questão 500, na qual se resolve uma regra de três composta passo a passo!)
Resposta: letra c.
56) João e Maria acertaram seus relógios às 14 horas do dia 7 de março. O relógio de João adianta
20 s por dia e o de Maria atrasa 16 s por dia. Dias depois, João e Maria se encontraram e notaram
uma diferença de 4 minutos e 30 segundos entre os horários que seus relógios marcavam. Em que
dia e hora eles se encontraram?
a) Em 12/03 à meia noite. b) Em 13/03 ao meio dia. c) Em 14/03 às 14 h
d) Em 14/03 às 22 h. e) Em 15/03 às 2 h.
Solução:
Se o relógio de João adianta 20 s por dia e o relógio de Maria atrasa 16 s por dia, então, a cada dia,
seus relógios apresentarão uma diferença de 20 + 16 = 36 s. Ora, a diferença total entre os dois
relógios, após X dias, era, em segundos, de 4 x 60 + 30 = 270 s. Para encontrarmos o número de
dias necessários para perfazer esta diferença, basta dividirmos a diferença total (270) pela diferença
diária (36). Encontraremos 7,5 (sete dias e meio, ou seja, sete dias mais doze horas). Somando-se 7
dias a partir do dia 7 de março, iremos para o dia 14 de março. Entretanto, ao somarmos as 12 horas
(meio dia) com a hora em que os relógios foram acertados (14 horas), iremos ultrapassar as 24 horas
do dia 14, indo para 2h da manhã do dia 15 de março.
Resposta: letra e.
57) O faxineira A limpa certo salão em 4 horas. O faxineira B faz o mesmo serviço em 3 horas. Se A e
B trabalharem juntos, em quanto tempo, aproximadamente, espera-se que o serviço seja feito?
a) 2 horas e 7 minutos b) 2 horas e 5 minutos c) 1 hora e 57 minutos
d) 1 hora e 43 minutos e) 1 hora e 36 minutos.
Solução:
Resolve-se esse tipo de questão por meio de um "macete", que consiste em dividir o PRODUTO dos
tempos individuais pela SOMA dos tempos individuais. Assim:
4 3
4 3
12
7
1
5
7
×
+
= = . Temos 1 h mais uma fração de hora
5
7
|
\

|
.
|
, que deverá ser transformada em
minutos (multiplicando-se a fração por 60):
300
7
43 ≅ . Portanto, temos 1 h e 43 min para que os dois
faxineiras realizem a tarefa juntos.
Resposta: letra d.
58) Qual é o menor número pelo qual se deve multiplicar 84 para se obter um quadrado perfeito?
a) 18 b) 21 c) 27 d) 35 e) 42
Solução:
Decompomos o 84 em fatores primos: 84 = 2
2
x 3 x 7
Ora, para ser um quadrado perfeito, é necessário que o 3 e o 7 TAMBÉM estejam ao quadrado.
Então, deveremos multiplicar o 84 por 21 para obtermos um quadrado perfeito!
Resposta: letra b.
59) Na volta toda de um prédio, em cada andar, há um friso de ladrilhos, como mostra a figura abaixo.
O prédio tem a forma de um prisma reto com base quadrada de
144 m
2
de área. Além disso, tem 16 andares, incluindo o térreo.
Se cada friso tem 20 cm de altura, qual é a área total da
superfície desses frisos?
a) 76,8 m
2
b) 144 m
2
c) 153,6 m
2
d) 164,2 m
2
e) 168,4 m
2

Solução:
Se a base é quadrada, cada face ladrilhada terá 12 m de
comprimento por 20 cm (0,2 m) de altura. Em cada andar,
teremos 4 faces, resultando em: 12 x 0,2 x 4 (m
2
de área). Como
são 16 andares, teremos, então, 16 x 12 x 0,2 x 4 = 153,6 m
2

Resposta: letra c.
60) Antônio tem 270 reais, Bento tem 450 reais e Carlos nada tem. Antônio e Bento dão parte de seu

23
dinheiro a Carlos, de tal maneira que todos acabam ficando com a mesma quantia. O dinheiro dado
por Antônio representa, aproximadamente, quanto por cento do que ele possuía?
a) 11,1 b) 13,2 c) 15,2 d) 33,3 e) 35,5
Solução:
Somam-se as importância que Antônio e Bento possuem, totalizando 720 reais. Divide-se esta
importância por 3, obtendo-se 240 reais (quantia final de cada um dos 3 sujeitos). Desse modo, basta
agora tomarmos a importância que Antônio deu a Carlos (30 reais) e calcularmos quanto isto
representa em relação à quantia que ele possuía (270 reais), ou seja:
30
270
1
9
= . A fração
1
9
corresponde a 11,11%. (Para transformar uma fração em %, basta multiplicar
o numerador por 100 e efetuar a divisão correspondente!)
61) Desejando limpar uma prateleira, a arrumadeira retirou de lá uma coleção de livros numerados de
1 a 9. Depois, ela recolocou aleatoriamente os livros na prateleira. É claro que ela pode tê-los
colocado na ordem normal, ou seja, 1, 2, 3 etc. No entanto, a chance de isso ocorrer é apenas uma
em
a) 16.660 b) 40.320 c) 362.880 d) 368.040 e) 406.036
Solução:
Basta calcularmos a Permutação de 9:
P
9
= 1 x 2 x 3 x 4 x 5 x 6 x 7 x 8 x 9 = 362.880.
Resposta: letra c.
62) A figura seguinte é formada por 4 triângulos de mesmo tamanho, alguns dos quais estão
subdivididos em 9 triangulozinhos de mesmo tamanho.
A que fração do total corresponde a parte sombreada na figura?
a)
11
12
b)
1
2
c)
7
9
d)
4
9
e)
2
3

Solução:
Cada um dos 4 triângulos menores pode ser dividido por 9. Logo, todo o
triângulo maior é formado por 36 triangulozinhos menores. Destes, tomamos
um total de 9 + 6 + 1 = 16, ou:
16
36
=
4
9

Resposta: letra d.
63) Imagine os números inteiros de 1 a 6.000, escritos na disposição que se vê abaixo:
1ª coluna


1ª linha

1 2 3 4 5 6
7 8 9 10 11 12
... ... ... ... ... ...
Qual é o número escrito na 5ª coluna da 243ª linha?
a) 961 b) 1059 c) 1451 d) 1457 e) 3151
Solução 1:
Se observarmos a última coluna, identificaremos uma seqüência numérica com os múltiplos de 6.
Logo, na 243ª linha, 6ª coluna, estará o número 243 x 6 = 1458. Então, na 5ª coluna da mesma linha
teremos 1458 - 1 = 1457.
Solução 2: A solução acima foi dada pela observação da última coluna, na qual estavam os
MÚLTIPLOS de 6. Desse modo, não precisamos lembrar da fórmula do termo geral de uma
Progressão Aritmética. Entretanto, poder-se-ía encontrar a solução através da fórmula:
( )
a a n r
n
= + −
1
1. . Com os dados retirados da 5ª coluna, temos: a
1
= 5; n = 243; r = 6. Substituindo-
os na equação do Termo Geral:
( )
a a
243 243
5 243 1 6 1457 = + − × ⇒ =
Resposta: letra d.
PRF/1998 (NCE-UFRJ)
64) Uma caixa de fósforos tem 1 cm de altura e o comprimento tem 2 cm a mais que a largura. Se o
volume da caixa é de 24 cm
2
, o comprimento da caixa, em metros, é:
a) 0,04 b) 0,05 c) 0,06 d) 0,10 e) 0,12
Solução:
O Volume de um Prisma é dado por: V = a . b . c, onde a, b e c são suas dimensões, ou seja,

24
comprimento, largura e altura. Substituindo-se os dados do problema na fórmula, teremos:
Dados: a = 1 cm; b = c - 2, V = 24 cm
2
. Considerando-se a como altura, b como largura e c como
comprimento. Desse modo:
( )
24 1 2 = × − × c c ⇒ c c
2
2 24 0 − − = . ⇒ c = 6 cm.
Passando para metros (conforme foi solicitado no problema): c = 0,06 m
Resposta: letra c
65) Uma pesquisa realizada na Grã-Bretanha mostrou que no primeiro semestre deste ano 295
doentes cardíacos precisaram de transplantes, mas só 131 conseguiram doadores. O percentual
aproximado de doentes que não conseguiram o transplante é:
a) 31% b) 36% c) 44% d) 56% e) 64%
Solução:
Se 131 CONSEGUIRAM doadores, então: 295 - 131 = 164 NÃO CONSEGUIRAM doadores.
Montando-se uma regra de três, temos:
doentes %
295 ÷÷÷÷÷ 100
164 ÷÷÷÷÷ X
Daqui retiramos: X ≅ 56%
Resposta: letra d
66) A distância entre duas cidades A e B é de 265 quilômetros e o único posto de gasolina entre elas
encontra-se a 3/5 desta distância, partindo de A. o total de quilômetros a serem percorridos da cidade
B até este posto é de:
a) 57 b) 106 c) 110 d) 159 e) 212
Solução:
Se 3/5 da distância dada (265 quilômetros) é a partir da cidade A, então, partindo da cidade B,
teremos os 2/5 restantes da distância. Então, calculando-se 2/5 de 265, temos:
2
5
265 106 × =
Resposta: letra b
67) Sabendo-se que: 16
1
5
1
25
1
125
67
12
x + + + + = ... , o valor de x é:
a)
3
16
b)
1
3
c)
33
56
d)
55
16
e)
33
8

Solução:
O somatório
1
5
1
25
1
125
+ + forma uma PROGRESSÃO GEOMÉTRICA INFINITA, cuja razão é:
q = = × =
1
125
1
25
1
125
25
1
1
5
. Como a razão q está entre 0 e 1 (ou seja 0 < q < 1), a seqüência
converge.
S
a
q
n
=

1
1
⇒ S
n
=

=

= × =
1
5
1
1
5
1
5
5 1
5
1
5
5
4
1
4

Substituindo esse resultado na equação dada, teremos: 16
1
4
67
12
x + =
Tiramos o MMC de ambos os membros da equação:
192 3
12
67
12
x +
= ⇒ x =
1
3

Resposta: letra b
68) Os vértices do triângulo PRF da figura abaixo representam, respectivamente, uma papelaria, uma
relojoaria e uma farmácia, estando as distâncias representadas em metros:
25

A distância entre a papelaria e a farmácia, em km,
é:
a) 0,0007 b) 0,007 c) 0,07
d) 0,7 e) 7,0
Solução:
Usamos aqui a LEI DOS COSSENOS:
( )
r f p f p
2 2 2 0
2 60 = + − . . . cos
onde: “r” é o lado oposto ao vértice R; “f” é o lado
oposto ao vértice F e “p” é o lado oposto ao vértice
P. Desse modo:
r
2 2 2
8 3 2 8 3
1
2
= + − . . . ⇒ r
2
64 9 24 = + − ⇒
r
2
64 9 24 = + − ⇒ r
2
= 49 ⇒ r = 7 METROS!
Para transformarmos essa resposta para a unidade solicitada no problema, basta dividi-la por 1000,
resultando: 0,007 km
Resposta: letra b
69) Duas grandezas a e b foram divididas, respectivamente, em partes diretamente proporcionais a 3
e 4 na razão 1,2. O valor de 3a + 2b é:
a) 6,0 b) 8,2 c) 8,4 d) 14,4 e) 20,4
Solução:
a b
3 4
12 = = ,
Da proporção acima, retiramos os valores de a e b:
a = 3,6 e b = 4,8.
Agora, calculamos o valor de 3a + 2b: 3 . 3,6 + 2 . 4,8 = 20,4
Resposta: letra e
70) As idades de Bruno, Magno e André estão, nesta ordem, em progressão aritmética. Sabendo-se
que Bruno tem 19 anos e André 53 anos, a idade de Magno é:
a) 14 b) 27 c) 30 d) 33 e) 36
Solução 1:
A P.A. é dada por: (19, x, 53). Usamos a propriedade que estabelece que qualquer termo de uma
P.A., a exceção dos extremos é dado pela média aritmética simples do antecessor com o sucessor
desse termo: x =
+
=
19 53
2
36
Solução 2:
Caso você não se lembre da propriedade acima, basta tomar a progressão: 21, x, 55 e calcular a
razão, do seguinte modo:
r = x - 19 e r = 53 - x (numa Progressão Aritmética, a razão é sempre dada pela diferença
entre um termo qualquer e o seu antecessor!)
Agora, é só IGUALAR as duas equações: x - 19 = 53 - x ⇒ 2.x = 53 + 19 ⇒ 2.x = 72 ⇒ x = =
72
2
36
Resposta: letra e
71) Para chegar ao trabalho, José gasta 2 h 30 min, dirigindo à velocidade média de 75 km/h. se
aumentar a velocidade para 90 km/h, o tempo gasto, em minutos, para José fazer o mesmo percurso
é:
a) 50 b) 75 c) 90 d) 125 e) 180
Solução:
A velocidade é uma grandeza inversamente proporcional ao tempo gasto para realizar o percurso.
Podemos resolver o problema por meio de uma REGRA DE TRÊS SIMPLES INVERSA:
velocidade tempo (min)
75 ÷÷÷÷÷ 150
90 ÷÷÷÷÷ X
x = 125 minutos
Resposta: letra d.
72) Num determinado Estado, quando um veículo é rebocado por estacionar em local proibido, o
26
motorista paga uma taxa fixa de R$ 76,88 e mais R$ 1,25 por hora de permanência no
estacionamento da polícia. Se o valor pago foi de R$ 101,88 o total de horas que o veículo ficou
estacionado na polícia corresponde a:
a) 20 b) 21 c) 22 d) 23 e) 24
Solução:
Montamos uma equação de primeiro grau: y = 76,88 + 1,25.x
Onde: y é o valor pago de multa e x é o número de horas de permanência no estacionamento da
polícia.
101,88 = 76,88 + 1,25.x ⇒ 1,25.x = 101,88 - 76,88 ⇒ 1,25.x = 25 ⇒ x = = =
25
125
2500
125
20
,
horas
Resposta: letra a.
73) Um triângulo tem 0,675 m
2
de área e sua altura corresponde a 3/5 da base. A altura do triângulo,
em decímetros, é igual a:
a) 0,9 b) 1,5 c) 9,0 d) 15,0 e) 24,0
Solução:
Fórmula da área de um triângulo: A
b h
=
×
2

Dados: h b =
3
5
. e A = 0,675. Como queremos calcular a altura, iremos isolar “b” na primeira
equação: b
h
=
5
3
.
. Então: 0 675
5
3
2
,
.
=
× h
h
⇒ 0 675 2
5
3
2
, × = h ⇒ 135
5
3
2
, = h ⇒ h
2
135 3
5
=
× ,

h
2
= 0,81 ⇒ h = 0 81 , ⇒ h = 0,9 METROS. Em decímetros, obtemos: 9 DECÍMETROS.
Resposta: letra c.
COMENTÁRIOS:
O candidato deverá ficar atento aos problemas envolvendo conversão de unidades. É o caso das
questões 1, 5, 8 e 10.
Muitas vezes, para facilitar os cálculos, adota-se uma unidade para resolver o problema. Entretanto a
questão solicita a resposta em outra unidade. Cuidado! Antes de assinalar a resposta, verifique se
você calculou na unidade solicitada!
TTN/1998 (ESAF)
74) Se é verdade que “Alguns A são R” e que “Nenhum G é R”, então é necessariamente verdadeiro
que:
a) algum A não é G b) algum A é G c) nenhum A é G
d) algum G é A e) nenhum G é A
Solução:
Uma forma de se resolver rapidamente este tipo de questão é fazendo o seguinte:
Nas proposições categóricas do tipo:
• Todo A é B (proposição universal afirmativa);
• Nenhum A é B (proposição universal negativa);
• Algum A é B (proposição particular afirmativa);
• Algum A não é B (proposição particular negativa).
Proceda do seguinte modo:
• Elimine os atributos comuns às duas proposições;
• Conclua do seguinte modo:
⇒ “Todo” com “Nenhum” resulta “Nenhum”, associando os atributos restantes;
⇒ “Todo” com “Algum” resulta “Algum” associando os atributos restantes;
⇒ “Nenhum” com “Algum” resulta “Algum... não é...” associando os atributos restantes.
Neste questão temos que:
• Alguns A são R
• Nenhum G é R
O atributo comum aqui é o “R”. Eliminando-o, ficaremos com Algum A não é G
Resposta: letra a.
75) Considere dois conjuntos, A e B, tais que A = {4, 8, x, 9, 6} e B = {1, 3, x, 10, y, 6}. Sabendo que a
interseção dos conjuntos A e B é dada pelo conjunto {2, 9, 6}, o valor da expressão y - (3x + 3) é igual
a
27
a) -28 b) -19 c) 32 d) 6 e) 0
Solução:
Observando a interseção dos conjuntos A e B, constatamos que “x” só pode ser igual a 2 e “y” é igual
a 9. O contrário (x = 9 e y = 2) não é verdadeiro, pois senão teríamos o “9” aparecendo duas vezes no
conjunto A...
Resolvendo a expressão: y - (3x + 3) ⇒ 9 - (6 + 3) = 0
Resposta: letra e.
76) Se
3 9 y x
y ax
a


= , sendo y ax ≠ , o valor da razão
y
x
, para a > 9, é igual a
a) (a – 9) b) (a – 3) c) (a + 3) d) (a + 9) e) 2a
Solução:
Se
3 9 y x
y ax
a


= ⇒ 3 9 y x a y ax − = − .( ) ⇒ 3 9
2
y x ay a x − = − ⇒ 3 9
2
y ay x a x − = − ⇒
y a x a .( ) .( ) 3 9
2
− = − ⇒ temos, no segundo parêntese um produto notável, que pode se decompor
como (3 + a).(3 - a). então:
y a x a a .( ) .( ).( ) 3 3 3 − = − + ⇒ simplificando (3 - a) ⇒ y x a = + ..( ) 3 ⇒
y
x
a = + ( ) 3
Resposta: letra c.
77) Os pontos A, B, C e D, não coincidentes, encontram-se todos sobre uma mesma linha reta. Se B
é o ponto médio do segmento AC e se C é o ponto médio do segmento BD, o valor de
AB
AC
é:
a) 3/4 b) 1/3 c) 1/2 d) 2/3 e) 1/4
Solução:
Pela situação proposta, AB = BC = CD. E ainda: AC = 2 AB. Desse modo:
AB
AC
=
1
2

Resposta: letra c.
78) A área de um círculo localizado no segundo quadrante e cuja circunferência tangencia os eixos
coordenados nos pontos (0,4) e (- 4,0) é dada por
a) 16 π b) 4 π c) 8 π d) 2 π e) 32 π
Solução:

A situação proposta está ilustrada na figura ao lado.

O raio da circunferência é, portanto, igual a 4

A área do círculo será:
A R = π.
2

Calculando...
A = π.4
2

A = 16π


Resposta: letra a.
TRT/1998 - 4ª REGIÃO (FCC) - Auxiliar Judiciário
79) Se adicionarmos -3/4 ao quociente de -2 por 8, obteremos a soma
a) -5/4 b) -1 c) 0 d) 1 e) 5/4
Solução:
− + −
|
\

|
.
|
=
− −
=

= −
2
8
3
4
2 6
8
8
8
1
Resposta: letra b.
80) Para x ≠ 0 e x ≠ ±2, a expressão
2
4
2
2
x
x
x
x


: é equivalente a

28
a)
1
1 x +
b)
2
2 x +
c)
x
x + 2
d)
1
2 4 x +
e)
x
x − 2

Solução:
Divisão de uma razão por outra: conserva-se a primeira e multiplica-se pelo inverso da segunda:
2
4
2
2
x
x
x
x


. . Decompondo-se a diferença de dois quadrados:
( ) ( )
x x x
2
4 2 2 − = + − . :
( ) ( )
2
2 2
2 2
2
x
x x
x
x x + −

=
+ .
.
Resposta: letra b.
81) Seja N um número natural menor que 100. Se N não é divisível por 2, 3, 5 e 7, então N é divisível
a) por 11 b) por 13 c) por 19 d) somente por potências de 2
e) somente por ele próprio e pela unidade.
Solução:
“N” deve ser um nº primo, portanto, somente pode ser dividido pela unidade (1) e por ele próprio.
Resposta: letra e.
82) As telas da maioria dos televisores são semelhantes a um retângulo de lados 3 e 4. Quando se
diz que um televisor tem 20 polegadas, significa que essa é a medida da diagonal de sua tela,
estando correto concluir que as medidas dos lados da tela, em polegadas, são
a) 3 e 4 b) 6 e 8 c) 10 e 15 d) 12 e 16 e) 16 e 20
Solução:
Um retângulo de lados 3 e 4 tem uma diagonal igual a 5. Temos aqui um triângulo retângulo
PITAGÓRICO. Os triângulos retângulos PITAGÓRICOS são: [3, 4, 5] (onde 3 e 4 são seus catetos e
5 é a hipotenusa) e TODOS os seus múltiplos, ou seja: (6, 8, 10); (9, 12, 15); (12, 16, 20) e assim por
diante...
Mantendo-se a proporção com o retângulo de lados 3 e 4, um retângulo que tem para diagonal o
valor 20, só pode ter lados iguais a 12 e 16!
Resposta: letra d.
83) Uma mercadoria custa R$ 300,00, se for para pagamento em 3 vezes. Se a opção de compra for
à vista, o vendedor dá um desconto de 20% sobre esse valor. a porcentagem de acréscimo sobre o
preço à vista, para pagamento em 3 parcelas, é
a) 15% b) 20% c) 25% d) 30% e) 35%
Solução:
Com o desconto de 20%, a mercadoria irá custar, para pagamento à vista, R$ 240,00, ou seja,
usamos aqui o FATOR MULTIPLICATIVO (1 - i): multiplicamos o valor de R$ 300,00 por (1 - 0,2).
Ora, se a mercadoria custa, à vista, R$ 240,00, e, a prazo, custa R$ 300,00, então, a VARIAÇÃO
PERCENTUAL (∆%) será dada por:
∆ ∆ ∆ % % % =
|
\

|
.
|
× ⇒ =
|
\

|
.
|
× ⇒ =
|
\

|
.
|
× ⇒
valor final - valor inicial 300 - 240 60
valor inicial
100
240
100
240
100
∆% = 25%.
Um “truque”: Sempre que a taxa de desconto for de 20%, a taxa de acréscimo (juros) equivalente
será 25% e vice-versa.
Resposta: letra c.
84) A população do Litoral Norte do Rio Grande do sul, num final de semana de verão, representava
1110% da população do inverno. Se naquele final de semana havia 2.997.000 habitantes no Litoral
Norte, o número de habitantes no inverno é.
a) 270.000 b) 299.700 c) 300.000 d) 2.790.000 e)
3.000.000
Solução:
Resolve-se por meio de uma regra de três simples:
população %
2997000 ÷÷÷÷ 1110
X ÷÷÷÷ 100
X =
×
=
2997000 100
1110
270 000 .
Resposta: letra a.
29
85) A temperatura de um corpo em graus Fahrenheit subtraída de 32 unidades, e a temperatura do
mesmo corpo em graus Celsius são proporcionais a 9 e 5, respectivamente. Assim, a água que ferve
a 100 graus Celsius ferverá a quantos graus Fahrenheit?
a) 100 b) 125 c) 208 d) 212 e) 300
Solução:
Montando a equação descrita no enunciado:
F C −
=
32
9 5
. Quando C = 100, teremos:
F F
F

= ⇒

= ⇒ − =
32
9
100
5
32
9
20 32 180 ⇒ F = 212
Resposta: letra d.
86) Aplicando uma taxa de juros simples de 4% ao mês sobre um capital, este dobrará de valor em
a) 1 ano b) 1 ano e 5 meses c) 2 anos
d) 2 anos e 1 mês e) 2 anos e 5 meses
Solução:
Dados: i = 4% a.m.; Capital: “C”; Montante: “2.C”. Usando a fórmula do montante a juros simples:
M = C.(1 + i.n) ⇒ 2.C = C.(1 + 0,04.n) ⇒ simplificando ambos os membros por “C” ⇒
2 = 1 + 0,04.n ⇒ 2 - 1 = 0,04.n ⇒ 1 = 0,04.n ⇒ n n = ⇒ =
1
0 04
25
,
meses, ou 2 anos e 1 mês.
Resposta: letra d.
87) As medidas dos lados de um triângulo são números pares consecutivos, e a medida do menor
lado é um terço da soma das medidas dos outros dois lados. O perímetro desse triângulo é
a) 8 b) 10 c) 12 d) 20 e) 24
Solução:
Três números pares consecutivos podem ser escritos na forma: x; x + 2; x + 4.
O menor lado é “x”, logo: x
x x
x x x =
+ + +
⇒ = + ⇒ =
2 4
3
3 2 6 6 . . . Os lados do triângulo são
iguais a 6, 8 e 10. O perímetro desse triângulo será: P = 6 + 8 + 10 = 24
Resposta: letra e.
88) Considere as afirmações:
I. Se um triângulo tem um ângulo reto, a soma dos outros dois ângulos é necessariamente igual a
90º;
II. O quadrilátero que tem os lados opostos não paralelos é o paralelogramo;
III. Todo paralelogramo que tem ângulos retos é um retângulo.
Quais são verdadeiras?
a) apenas I b) apenas I e II c) apenas I e III d) apenas II e III e) I, II e III
Solução:
Julgando item por item:
I. VERDADEIRO! A soma de todos os ângulos internos de um triângulo é 180º. Se um dos ângulos é
90º, a soma dos outros dois também será igual a 90º;
II. FALSO! O paralelogramo tem os lados opostos paralelos;
III. VERDADEIRO!
Resposta: letra c.
TRT/1998 - 4ª REGIÃO (FCC) Técnico Judiciário
89) O quociente entre os números, não nulos, x e y é -1. O valor numérico de
x y
x y
3 3
2 2
+
+
é
a) -1 b) 0 c) 1 d) 2x e) x + y
Solução:
Com o dado da questão, podemos escrever:
x
y
x y = − ⇒ = − 1 . Substituindo-se este resultado na
expressão dada:
( )
( )
− +
− +
=
− +
+
= =
y y
y y
y y
y y y
3
3
2
2
3 3
2 2 2
0
2
0
.

Resposta: letra b.
90) Se x ≠ 2, a expressão
x
x
2
4
2

+
é equivalente a
30
a) x
3
8 + b) x
2
8 + c) x
2
8 − d) x - 2 e) x + y
Solução:
O numerador da expressão é um produto notável (diferença de dois quadrados) que pode ser
decomposto da seguinte forma:
( ) ( )
x x x
2
4 2 2 − = + − . . Substituindo-se este resultado na
expressão, teremos:
x
x
2
4
2

+
=
( ) ( )
( )
( )
x x
x
x
+ −
+
= −
2 2
2
2
.

Resposta: letra d.
91) Em uma eleição, a qual concorriam três candidatos, votaram 1.500 eleitores; o candidato A
obteve 376 votos, o candidato B, 645 votos e o candidato C obteve 299 votos. A porcentagem de
votos brancos ou nulos foi
a) 12% b) 13,2% c) 15% d) 18% e) 50%
Solução:
Somando-se os votos dos candidatos A, B e C, temos: 376 + 645 + 299 = 1320. O número de votos
brancos ou nulos será: 1500 - 1320 = 180. A porcentagem será dada por:
180
1500
100 12% × =
Resposta: letra a.
92) No pagamento do I. P. T. U., a Prefeitura de Porto Alegre concedeu descontos de 20% para quem
pagou até 03/02/98 e de 10% após esta data e até 16/02/98. Em relação ao valor de janeiro, o I. P. T.
U. pago em 10/02/98 teve um acréscimo de
a) 8,5% b) 10% c) 12,5% d) 20% e) 25%
Solução:
Podemos resolver esta questão “atribuindo” um valor inicial para o IPTU, digamos, R$ 100,00. Assim,
se o imposto for pago até 03/02/98, o contribuinte pagará R$ 80,00. Caso deixe para efetuar o
pagamento após 03/02/98 e antes de 16/02/98, pagará R$ 90,00. Agora, precisamos determinar a
VARIAÇÃO PERCENTUAL existente entre o valor pago até 03/02/98 (R$ 80,00) e aquele pago entre
04/02/98 até 16/02/98 (R$ 90,00). Usamos, para isto a fórmula da VARIAÇÃO PERCENTUAL:
∆ ∆ ∆ % % % , =
|
\

|
.
|
× ⇒ =
|
\

|
.
|
× ⇒ =
valor final - valor inicial 90 - 80
valor inicial
100
80
100 125%
Resposta: letra c.
93) Aumentando o diâmetro de um círculo em 20%, a área do disco aumentará em
a) 20% b) 25% c) 35% d) 44% e) 50%
Solução:
Ao aumentarmos o diâmetro de um círculo em 20%, seu raio TAMBÉM aumenta em 20%. Todavia,
sua área é calculada por: A = π.r
2
. Dessa forma, a área sofrerá DOIS aumentos sucessivos de 20%.
Através do método “Cuca Legal” para acréscimos sucessivos, o aumento acumulado será de 44%.
Uma outra maneira de se resolver seria “atribuir” um valor para o raio, por exemplo: r = 10. O círculo
terá uma área de: A = 100. π. Ao aumentarmos esse raio em 20%, ele passará para: r = 12 e a área
do círculo passará a ser de: A = 144. π. Comparando-se este valor com o anterior, percebe-se um
aumento de 44 em 100 (ou 44%). Você também poderia aplicar aqui a fórmula da VARIAÇÃO
PERCENTUAL (com o valor inicial de 100 e o valor final de 144).
Resposta: letra d.
94) Segundo dados publicados pela imprensa, no mês de janeiro de 1998, um aposentado do INSS
recebia em média 1,7 salários mínimos e um aposentado civil do Legislativo recebia em média 41,5
salários mínimos. Em média, um aposentado do INSS recebia x% do que recebia um aposentado do
Legislativo. A parte inteira de x é
a) 1 b) 4 c) 10 d) 40 e) 41
Solução:
Quer-se encontrar o valor percentual que 1,7 representa em 41,5, ou seja:
17
415
100 4%
,
,
× ≅
Resposta: letra b.
95) Uma pessoa aplica a quarta parte de seu capital a uma taxa de juros simples de 9% ao mês, e o
restante do capital, a uma taxa de 2% ao mês. Tendo recebido no final de dois meses R$ 60,00 de
juros, seu capital inicial era
a) R$ 140,00 b) R$ 280,00 c) 400,00 d) R$ 600,00 e) R$
31
800,00
Solução:
C
C
1
4
=
i
1
= 9% a.m.
n = 2 meses
C
C
2
3
4
=
.

i
1
= 2% a.m.
n = 2 meses
J
1
= C
1
.i
1
.n J
2
= C
2
.i
2
.n
Dado: J
1
+ J
2
= 60
C C C C C
C
4
9
100
2
3
4
2
100
2 60
9
200
6
200
60
15
200
60 800 × × + × × = ⇒ + = ⇒ = ⇒ =
. . . .

Resposta: letra e.
96) Na figura, as retas a e b são paralelas.
Considere as seguintes afirmações sobre a figura:

I. A área do triângulo ABC é proporcional à distância entre as retas a e b;
II. Os triângulos ABC e ABC’ têm mesma área;
III. A área do quadrilátero ABC’C é sempre o dobro da área do triângulo ABC
Quais são verdadeiras?
a) apenas I b) apenas II c) apenas I e II d) apenas I e III e) apenas II e III
Solução:
I. CORRETO! A área de um triângulo qualquer é o semiproduto da sua base pela altura.
II. CORRETO! Como ambos têm a mesma base e a mesma altura (dada pela distância entre as retas
a e b)
III. INCORRETO!
Resposta: letra c.
97) Na figura, E e F são pontos médios dos lados AB e BC do quadrado ABCD. A fração da área do
quadrado ocupada pelo triângulo DEF é

a) 1/4
b) 1/2
c) 3/8
d) 5/8
e) 3/4



Solução:
Veja a solução apresentada na questão 393, que é IDÊNTICA a esta!
Resposta: letra c.
98) Um reservatório tem forma de um cilindro circular reto de 0,8 metro de diâmetro da base. O nível
da água contida no reservatório sobe 5 centímetros quando mergulhamos um objeto no seu interior.
Em decímetros cúbicos, a medida do objeto é
a) 8 b) 8.π c) 100. π d) 3.200 e) 8.000. π
Solução:
Se o diâmetro da base vale 0,8 metro, seu raio mede 0,4 metro, ou 4 decímetros. A altura, em
decímetros, será: 0,5 decímetro.
O volume do objeto será dado por: V r h V V = ⇒ = ⇒ = π π π . . . . , .
2 2
4 0 5 8
Resposta: letra b.
32
BB/1999 (CESPE-UnB)
99) IPCA e INPC têm nova fórmula
A partir de agosto deste ano, a apuração do índice de Preços ao Consumidor amplos (IPCa) e do
índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) tem novas estrutura e ponderação. Com base na
Pesquisa de Orçamento Familiar (POF) de 1996, a equipe do departamento de índices do IBGE
repassou os hábitos de consumo e estabeleceu nova relação entre a quantidade, o preço e a
participação de cada um dos produtos que compõem a lista de itens pesquisados no orçamento das
famílias brasileiras.
Veja, nos gráficos abaixo, a evolução da participação percentual de cada item na apuração do IPCA.



Com base nas informações
acima, julgue os itens que se
seguem, relativos ao cálculo
do IPCA.




I. A partir de agosto, o item
"Saúde e cuidados pessoais” passou a ter maior participação do que tinha até julho de 1999.
II. A partir de agosto, o item "Vestuário" passou a ter menos da metade da participação que tinha até
julho de 1999.
III. Até julho, a participação atribuída ao conjunto dos itens “Transporte”, “Alimentação e bebidas”,
“Comunicação” e “Educação" era maior que a participação atribuída a esse mesmo conjunto a
partir de agosto de 1999.
IV. A partir de agosto, a participação do item “Comunicação" aumentou mais de 90% com relação à
que tinha até julho de 1999.
A quantidade de itens certos é igual a
a) 0 b) 1 c) 2 d) 3 e) 4
Solução:
Item I: correto! Basta comparar os dois gráficos: até julho de 1999, a participação do item era de
8,80%. A partir de agosto de 1999, passou a ter 10,46% de participação.
Item II: correto! 13,24% > 2 x 6,54%
Item III: errado! Somando-se a participação do conjunto em cada gráfico encontramos, à esquerda:
16,87% + 27,72% + 1,08% + 3,86% = 49,53%, e, à direita: 19,10% + 24,15% + 2,10% + 4,84% =
50,19%.
Item IV: correto! O item comunicação cresceu de 1,08% para 2,10%. Calculamos a “variação
percentual” do item considerado da seguinte maneira:
210 108
108
0 9444
, ,
,
,

= , que representa 94,44%.
Temos, então, 3 itens corretos (I, II e IV).
Resposta: letra d
100) Para fazer uma viagem ao exterior, um turista dispõe de R$ 5.000,00 para comprar dólares.
Parte dessa quantia será usada na compra de dólares em espécie, a um custo de R$ 2,00 por dólar,
e a outra parte, na compra de cheques de viagem, a um custo de R$ 1,95 por dólar. Sabendo que,
em dinheiro em espécie e cheques de viagem, esse turista obterá um total de 2550 dólares ao
realizar a transação de compra, a quantia de dólares em espécie que ele receberá será igual a
a) 500 b) 550 c) 600 d) 650 e) 700
Solução:
Um problema simples de sistema de equações do primeiro grau com duas incógnitas. Basta
montarmos duas equações: uma referenciada a dólares e a outra a reais.
Sejam
x → quantidade de dólares em espécie
y → quantidade de dólares em cheques de viagem
Se somarmos x com y, teremos o total de dólares que o turista receberá para a viagem:
x + y = 2550 (equação em “dólares”)
Para a equação em “reais”, basta multiplicarmos as quantidades x e y pelas respectivas cotações, ou
33
seja: 2x + 1,95y = 5000
Montando o sistema:
x y
x y
+ =
+ =
¦
´
¹
2550
2 195 5000 ,
. Para resolver este sistema, basta isolarmos a variável y na
primeira equação e substituí-Ia na segunda equação: y = 2550 - x
2x + 1,95.(2550 - x) = 5000 ⇒ 2x + 4972,5 - 1,95x = 5000 ⇒ 0,05x = 5000 - 4972,5 ⇒
0,05x = 27,5 ⇒ x = =
27 5
0 05
550
,
,

Resposta: letra b.
101) O preço de venda P de certa mercadoria é função da quantidade Q de unidades produzidas
dessa mercadoria. O gráfico de P em função de Q é dado por segmentos de reta, como ilustra a
figura ao lado.
Com base nas informações apresentadas, julgue os itens seguintes.
Para até 2.000 unidades produzidas, o preço unitário de venda diminui se a quantidade de unidades
produzidas aumenta.
O preço de venda de uma unidade é o mesmo quando são produzidas 1.500 ou 2.500 unidades da
mercadoria.
O ganho obtido com a produção e venda de 2.000 unidades da mercadoria é o dobro do ganho obtido
com a produção e venda de 500 unidades.
Se forem produzidas 1.400 unidades da mercadoria, o preço unitário de venda será igual a 60% de
P
o
.
A quantidade de itens certos é igual a
a) 0 b) 1 c) 2 d) 3 e) 4
Solução:
Item I: correto! O gráfico mostra (entre 500 e 2000 unidades produzidas) dois segmentos de reta
decrescentes, mostrando, claramente que o preço decresce neste intervalo.
Item II: errado! Também podemos verificar diretamente no gráfico, pois, para 1500 unidades
produzidas, o preço está no intervalo 1/2 P
o
< P < 2/3 P
O
, enquanto que, para 2500 unidades
produzidas, o preço é igual a 1/2 P
o
.
Item lII: correto! O "ganho” é calculado multiplicando-se o preço P pela respectiva quantidade Q.
Então, para 2000 unidades produzidas, o ganho será igual a: 2000 x 1/2 P
o
= 1000 x Po. Para 500
unidades produzidas, o ganho será igual a: 500 x Po.
Item IV: correto! Para resolver este item é conveniente "chutar” um valor para P
o
. Escolheremos P
o
=
60. Agora, equacionaremos o segmento de reta que se encontra entre 1000 e 2000 unidades
produzidas.
Quando a quantidade produzida for de 1000 unidades, o preço P é igual a 2/3 x 60 = 40.
Quando a quantidade produzida for de 2000 unidades, o preço P é igual a 1/2 x 60 = 30.
A equação da reta que passa por estes dois pontos tem a forma:
P = a.Q + b, onde a é o coeficiente angular e b é o coeficiente linear.
Substituindo-se. os pares ordenados (1000, 40) e (2000, 30) na equação acima, encontraremos os
valores de a e b:
40 = 1000.a + b
30 = 2000.a + b
Resolvendo-se o sistema acima, encontramos: a = -0,01 e b = 50
Temos, então, a equação da reta: P = - 0,01. Q + 50. Agora basta substituirmos o valor de 1400
unidades produzidas (Q) na equação acima, para encontrarmos: P = -0,01 x 1400 + 50 = 36. Daqui,
concluímos que 36 é 60% de 60!
Há 3 itens corretos.
Resposta: letra d.
Texto VI - questões 82 e 83
A companhia de televisão por satélite Sky encerrou o segundo trimestre deste ano com mais 750 mil
assinantes na América Latina, o que significa um crescimento de 8% em relação aos três primeiros
meses de 1999. No Brasil, o números de assinaturas só cresceu 5%, devido a uma retração
provocada pela alta de 15% no preço da assinatura.
Jornal do Brasil, 10/8/99 (com adaptações).
102) De acordo com o texto VI, o número de assinantes da Sky na América Latina no final do primeiro
trimestre de 1999 era
a) inferior a 9 milhões
34
b) superior a 9 milhões e inferior a 10 milhões
c) superior a 10 milhões e inferior a 11 milhões.
d) superior a 11 milhões e inferior a 12 milhões.
e) superior a 12 milhões.
Solução:
Basta resolvermos a regra de três simples abaixo:
750 ÷÷÷÷ 8%
X ÷÷÷÷ 100%
X =
×
=
750 100
8
9375
Resposta: letra b.
103) Com base nas informações contidas no texto VI e considerando que:
ganho real (GR) = valor total (em reais) ganho de fato pela companhia Sky com as novas assinatura
no Brasil e
ganho provável (GP) - valor total (em reais) que teria sido ganho pela companhia Sky com as novas
assinaturas no Brasil se o preço da assinatura tivesse sito mantido e o percentual de crescimento do
número de assinaturas no Brasil fosse o mesmo registrado para a América Latina,
é correto afirmar que
a) GP ≤ 0,5 GR b) 0,5 GR < GP ≤ GR c) GR < GP ≤ 1,1 GR
d) 1,1 GR < GP ≤ 1,2 GR e) GP > 1,2 GR
Solução:
Vamos supor o seguinte: O Brasil tinha um total de 100 assinaturas. Desse modo, com o crescimento
de 5%, houve 5 novas assinaturas. Supondo, também, que o preço da assinatura fosse de $ 100,
então, com o aumento de 15%, o valor de assinatura passou para $ 115. Assim calculamos
hipoteticamente o ganho real (GR) de:
GR = 5 x 115 = 575.
Para o ganho provável (GP), basta calcularmos 8% de 100 (o número que supomos existir de
assinaturas no Brasil), que resulta em 8 novas assinaturas. Como foi dito que o preço teria
permanecido o mesmo ($ 100), teremos, então, para ganho provável (GP) o seguinte:
GP = 8 x 100 = 800.
Agora, para sabermos a variação percentual de GR para GP podemos utilizar uma regra de três
simples:
575 ÷÷÷ 100%
800 ÷÷÷ X
X =
×
=
800 100
575
140%
Resposta: letra e.
104) O valor de um aluguel era de R$ 400,00 no dia 1º de julho de 1999 e foi reajustado para R$
410,00 no dia 1º de agosto de 1999. Considerando que a inflação registrada no mês de julho foi de
1%, é correto afirmar que a taxa real de juros utilizada no reajuste do valor desse aluguel foi
a) inferior a 1,5% b) igual a 1,5% c) superior a 1,5% e inferior a 2,0%.
d) igual a 2,0% e) superior a 2,0%
Solução:
Calculamos a variação percentual no valor do aluguel por meio de uma regra de três simples:
400 ÷÷÷ 100%
10 ÷÷÷ x
X =
×
=
10 100
400
25% , . Agora devemos "deflacionar” este valor, ou seja, procuramos aqui a "taxa
real":
1
1
1
+ =
+
+
i
i
i
r
ap
i

onde: i
r
= taxa real; i
ap
= taxa “aparente"; i
i
= taxa de inflação.
Lembrando de colocar todas as taxas na forma "unitária" antes de substituirmos na fórmula acima,
obteremos:
35
1
1 0 025
1 0 01
1025
101
101485 + =
+
+
= = i
r
,
,
,
,
, ⇒ i
r
= − 101485 1 , ⇒ i
r
= 1,485%
Observação: O candidato não precisava realizar o cálculo acima (é um pouco trabalhoso...). Basta
saber que, ao “deflacionarmos” uma taxa, ela sempre será menor do que a diferença entre elas, ou
seja,
2,5% - 1% 1,5%. Devemos, então, encontrar um valor inferior a 1,5%.
Resposta: letra a.
105) Na tabela ao lado, que apresenta três opções de
um plano de previdência privada com investimentos
mensais iguais por um período de 10 anos, a uma
mesma taxa de juros, capitalizados mensalmente, o
valor de x será
a) inferior a R$ 200.000,00.
b) superior a R$ 200.000,00 e inferior a R$ 205.000,00.
c) superior a R$ 205.000,00 e inferior a R$ 210.000,00.
d) superior a R$ 210.000,00 e inferior a R$ 215.000,00.
e) superior a R$ 215.000,00.
Solução:
É uma questão muito fácil de ser resolvida, se o leitor estiver atento ao fato de que o Fator de
Acumulação de Capital será o mesmo para TODOS os fluxos apresentados, pois os valores de n e i
são iguais nos 3 fluxos. Assim, bastaria efetuar a divisão do montante em um dos fluxos, pelo
respectivo valor da parcela para encontrarmos o valor do Fator de Acumulação de Capital:
FAC = =
41856
200
209 28 , . Multiplicamos este valor pela parcela do terceiro fluxo da tabela acima e
obteremos: FV = 1000 x 209,28 = R$ 209.280,00
Resposta: letra c.
106)
Mese
s
Saldo
devedor
Amortização Juros Prestação
0 10.000,00 ÷ ÷ ÷
1 8.374,52
2 83,75
3 5.074,64 1.658,15 67,33
4 3.399,91 1.674,73 50,75
5
6 0
Na tabela acima, que apresenta algumas células sem valores numéricos, os dados referem-se a um
empréstimo bancário de R$ 10.000,00, entregues no ato e sem prazo de carência, à taxa de juros de
12% ao ano, para pagamento em 6 meses pela tabela Price. Com relação a essa situação, julgue os
itens abaixo.
I. O valor da quinta prestação será superior a R$ 1.700,00.
II. Imediatamente após ser paga a segunda prestação, o saldo devedor será inferior a R$ 7.000,00.
III. O valor correspondente aos juros pagos na sexta prestação será inferior a R$ 20,00.
Assinale a opção correta.
a) Apenas o item I está certo b) Apenas o item II está certo
c) Apenas os itens I e III estão certos. d) Apenas os itens II e III estão corretos
e) Todos os itens estão certos.
Solução:
A tabela completa está representada abaixo:
A B C D
Mese
s
Saldo
devedor
Amortização Juros Prestação
0 10.000,00 ÷ ÷ ÷
1 8.374,52 1.625,48 100,00 1.725,48
2 6.732,80 1.641,73 83,75 1.725,48
3 5.074,64 1.658,15 67,33 1.725,48
4 3.399,91 1.674,73 50,75 1.725,48
Valor (em reais)
investido
mensalmente
a receber após
10 anos
200,00 41.856,00
500,00 104.640,00
1.000,00 X
36
5 1.708,41 1.691,48 34,00 1.725,48
6 0 1.708,40 17,08 1.725,48
Alguns comentários:
• A taxa dada no problema é nominal; pois, na “Tabela Price” a taxa é dada SEMPRE ao ano, com
a respectiva capitalização mensal. Assim sendo, deve-se dividi-la por 12 para convertê-la para o
regime mensal: i = 1% a.m.
• Todos os valores da coluna C são calculados multiplicando-se a taxa (1%) pelos respectivos
saldos devedores mostrados na coluna A “uma linha acima”.
• O valor das prestações (TODAS IGUAIS, pois trata-se da Tabela Price!) pode ser facilmente obtido
somando-se as células B
3
e C
3
, ou B
4
com C
4
.
• O valor da célula B
1
foi obtido subtraindo-se o valor da célula C
1
do valor da célula D
l
. O mesmo
procedimento fornece os valores das células B
2
, B
5
e B
6
.
• Obtivemos o valor da célula A
2
subtraindo os valores das células A
1
e B
1
. O mesmo procedimento
fornece o valor da célula A
5
.
Desta forma, completamos o quadro e passaremos a analisar os itens da questão:
Item I: correto! Como se trata de uma tabela Price, TODAS AS PARCELAS SÃO IGUAIS!
Item II: correto! O valor encontrado para a célula A
2
é de R$ 6.732,80.
Item III: correto! Na célula C
6
temos o valor de R$ 17,08.
Assim, temos todos os itens corretos.
Resposta: letra e.
107) Carlos comprou um computador a prazo, em cinco parcelas iguais e sucessivas, cada uma delas
de valor X, a serem pagas de 30 em 30 dias, vencendo a primeira 30 dias após a compra. No dia
subsequente ao fechamento do negócio, Calos decidiu renegociar a dívida, propondo saldá-la com
um único pagamento (Y) no dia do vencimento da terceira parcela do plano original. Se a taxa de
juros envolvida nessa negociação for de 8% para cada período de 30 dias, para que as duas
propostas de pagamento do computador sejam equivalentes, o quociente Y/X deverá ser igual a
a)
( )
108 1
0 08 108
5
2
,
, .( , )

b)
( )
8 108
108 1
2
5
. ,
( , ) −
c)
( )
1 108
0 08 108
5
2


,
, .( , )

d)
( )
| |
108 1 0 08
108
5
2
, . ,
( , )

e)
( )
| |
0 08 1 108
108
2
, . ,
,



Solução:
Para resolver esta questão o candidato deve conhecer as fórmulas:
(1)
( )
( )
PV PMT
i
i i
n
n
= ×
+ −
× +

1 1
1
, e
(2) ( )
FV PV i
n
= × + 1
Na fórmula (1), basta substituirmos os valores correspondentes ao plano de 5 parcelas (n = 5)
iguais a X (PMT = X) e a taxa de 8% (i = 0,08). PV é o valor atual do computador. Assim, obtemos:
(3)
( )
( )
PV X =

.
,
, . ,
108 1
0 08 108
5
5

Na fórmula (2), basta substituirmos os valores correspondentes ao pagamento em uma única
parcela Y (FV = Y) no dia do vencimento da terceira parcela do plano original (n = 3) e a taxa de 8% (i
= 0,08)
(4)
( )
( )
Y PV PV
Y
= × ⇒ = 108
108
3
3
,
,

Substituindo-se (3) em (4):
( )
( )
( )
( )
( )
( )
Y
X Y X
108
108 1
0 08 108
108 1
0 08 108
108
3
5
5
5
5
3
,
.
,
, . ,
.
,
, . ,
. , =

⇒ =

37
(Simplificando e transpondo X para o primeiro membro...) ⇒
( )
( )
Y
X
=

108 1
0 08 108
5
3
,
, . ,

Resposta: letra a.
OFICIAL DE JUSTIÇA (SP)/1999
108) Dividir 120 em partes inversamente proporcionais a
2
1
,
3
1
e
5
1
.
a) 20; 30; 70 b) 24; 36; 60 c) 10; 25; 85
d) 28; 42; 50 e) 75; 38; 7
Solução:
Divisão proporcional inversa:
X Y Z X Y Z
2 3 5 2 3 5
120
10
12 = = =
+ +
+ +
= = . Então:
X
X
2
12 12 2 = ⇒ = × ⇒
X = 24 . Analogamente:
Y
Y
3
12 36 = ⇒ = e
Z
Z
5
12 60 = ⇒ =
Resposta: letra b.
109) Classifique em verdadeiro (V) ou falso (F):
• 8
2
: [3
2
– (20 – 3
3
)] = 4
• 2
5
– (-2)
4
– (-2)
3
– 2
2
= 28
• [(-2)
2
]
5
: [(-2)
3
]
2
x 2
0
= 16
• (7
0
)
6
= 0
a) V; F; F; F b) V; V; V; F c) V; F; V; F
d) V; V; F; V e) F; V; F; V
Solução:
Analisando as proposições uma a uma:

( )
| |
64 9 20 27 4 ÷ − − =
( )
| |
64 9 7 4 ÷ − − =
| |
64 9 7 4 ÷ + = ⇒
| |
64 16 4 ÷ = ⇒ VERDADEIRA

( )
32 16 8 4 28 16 8 4 28 20 28 − − − − = ⇒ + − = ⇒ = ⇒ FALSA
• 2 2 1 16 2 16
10 6 4
÷ × = ⇒ = ⇒ VERDADEIRA
• 1 0 = ⇒ FALSA
Resposta: letra c.
110) Forme a equação do segundo grau que tenha como raízes, -2 e 8:
a) 8X
2
+ 2x + 10 = 0 b) x
2
- 6x - 16 = 0 c) x
2
- x - 2 = 0
d) x
2
+ 10x - 18 = 0 e) x
2
+ 10x = 0
Solução:
Basta efetuarmos a multiplicação: (x + 2).(x - 8) = x
2
- 6x - 16 = 0
Resposta: letra b.
111) A diferença de idade entre João e sua irmã Maria é de 14 anos. Ao somarmos três sétimos da
idade de João ao quádruplo da idade de Maria, teremos como resultado 149. Quantos anos tem
Maria?
a) 21 b) 27 c) 38 d) 45 e) 35
Solução:
Seja “X” a idade de João; “Y” a idade de Maria. Desse modo:
X Y
X Y
− =
+ =
¦
´
¦
¹
¦
14
3
7
4 149

X Y
X Y
− =
+ =
¦
´
¹
14
3 28 1043
⇒ Multiplicando-se a primeira equação por -3 ⇒
− + = −
+ =
¦
´
¹
3 3 42
3 28 1043
X Y
X Y
⇒ Somando-se membro-a-membro ⇒ 31 1001
1001
31
Y Y = ⇒ = ⇒ Y ≅ 32,3 e X
= 46,3. A resposta encontrada não foi exata, logo a questão apresenta problema na sua formulação...
112) Achando o valor da expressão:
2 4
.x a +
9
7
2 a
2
x e o valor da expressão:
5
4 0 8
16 a x ,encontraremos respectivamente:
38
a) a
2
x 2 e 20
4 4
x

b)
3
1
14 ax e 5x c)
3
1
a x 14 e 20
4 2
x
d)
3
8
2
x a
e 10x
2
e) ax
2
3
1
7 e zero
Solução:
Da primeira expressão: a x a x a x a x a x
2 2 2 2 2
25
9
5
3
8
3
. . . . . . . + ⇒ + ⇒
Da segunda expressão: 5 2 10
2 2
. . . x x ⇒
Resposta: letra d.
CEEE (RS)/2000 (FAURGS)
113) Se os trabalhadores de uma certa empresa forem organizados em grupos de 4 ou 5 ou 6
pessoas, sempre sobrarão 3 trabalhadores. A empresa pretende aumentar o número de seus
trabalhadores para 80. Para isso, o número de novos trabalhadores que ele deverá contratar é:
a) 12 b) 17 c) 20 d) 25 e) 60
Solução: O n.º atual de funcionários da empresa é um múltiplo comum de 4, 5 e 6 acrescido de 3
unidades. Logo: MMC (4, 5, 6) = 60. Somando-se 3 a este valor chegamos a 63 funcionários. Se a
empresa pretende aumentar esse número para 80, deverá contratar mais 17 funcionários.
Resposta: letra b.
114) A teça parte da soma 3
5
+ 6
2
vale
a) 3
5/3
+ 6
2/3
b) 3
5
+ 3.2
2
c) 3
5
+ 6
2
d) 6. (3
3
+ 6) e) 3. (3
3
+ 2
2
)
Solução: (3
5
+ 2
2
.3
2
)/3 = 3. (3
3
+ 2
2
)
Resposta: letra e.
115) No primeiro turno das eleições, o partido que elegeu o maior número de prefeitos no Estado
conquistou 174 prefeituras. O partido que menos elegeu prefeitos no Estado conseguiu eleger 3, o
que representa 0,6% das prefeituras. A porcentagem de prefeitos eleitos pelo primeiro partido foi
a) 10% b) 12,4% c) 20,5% d) 34,8% e) 60%
Solução: Montamos uma Regra de Três:
% pref.
0,6 ÷÷ 3
X ÷÷ 174
X =
×
=
0 6 174
3
34 8
,
,
Resposta: letra d.
116) Uma pessoa pretende fazer um empréstimo a juros simples de 3% ao mês. No final de 4 meses,
ela poderá pagar, no máximo, R$ 1.400,00. Nessas condições, essa pessoa poderá tomar
emprestado, por 4 meses, o valor máximo de
a) R$ 1.200,00 b) R$ 1.225,00 c) R$ 1.232,00
d) R$ 1.250,00 e) R$ 1.274,00
Solução: Utiliza-se a fórmula do Montante (Juros Simples):
M = C.(1 + i.n)
1400 = C.(1 + 0,03 x 4) ⇒ 1400 = C.(1,12) ⇒ C = =
1400
112
1250
,

Resposta: letra d.
117) Numa planta, um terreno de 320 m
2
é representado por um desenho de 20 cm
2
. A escala dessa
planta é
a) 1:1,6 b) 1: 16 c) 1:40 d) 1:160 e) 1:400
Solução: Aqui precisamos ter cuidado! Uma escala nunca é dada e unidades de ÁREA. Devemos
buscar a relação entre DESENHO e REAL, e, posteriormente, extrair a raiz quadrada do resultado:
Convertendo 320 m
2
para cm
2
→ 3200000 cm
2

Efetuando a divisão:
20
320000
1
1600
= ⇒
1
1600
1
400
= ⇒ Escala: 1 : 400
Resposta: letra e.
39
118) Os gráficos da Função Linear f e da Função Quadrática g estão representados na figura abaixo.
Se o produto f(x) . g(x) é positivo, então
a) –1 < x < 0 ou 1< x ≤ 2
b) 0 < x < 1 ou 2 < x ≤ 3
c) 2 ≤ x ≤ 3
d) 1 ≤ x < 3
e) e) 0 < x ≤1
Solução: Muito simples! Observe que foram hachurados no gráfico os
trechos onde AMBAS as funções são positivas (que resulta num produto
positivo) e onde AMBAS são negativas (que também resulta num produto positivo)
Resposta: letra b.
119) Se log 2= 0,3010, então a solução da equação 10
x
= 2,5 é
a) 0,3980 b) 0,0669 c) 1,0970
d) 1,3980 e) 1,6990
Solução: Vamos “logaritmizar” a expressão:
log 10
x
= log 2,5 ⇒ x x . log log log 10 10 4 = ⇒ = − log
10
4

x x x x = − ⇒ = − ⇒ = − ⇒ = − 1 2 1 2 2 1 2 0 3010 1 0 602
2
log . log . ( , ) , x = 0,3980
Resposta: letra a;
120) Na figura abaixo, estão representadas duas estradas que se cruzam perpendicularmente. Um
carro c) com velocidade constante de 72 Km/h, aproxima-se de um ônibus (o), estacionado no
cruzamento. Quando o carro está a exatamente 210 m do cruzamento, o ônibus parte com velocidade
constante de 54 Km/h, tomando a direção da outra estrada.
Decorridos 8 segundos, a distância entre o carro e o ônibus é
a) 50m b) 120m c) 130m
d) 144m e) 160m
Solução: Em 8 s, o ônibus percorrerá d
1
54
3 6
8 120 = × =
,
m, e o automóvel:
d
2
72
3 6
8 160 = × =
,
m. Por quê dividir a velocidade por 3,6? Estamos, com isto,
convertendo de km/h para m/s, para dar coerência as unidades utilizadas no problema.
Como o automóvel estava a 210 m da esquina, agora irá ficar a: 210 m - 160 m = 50 m. Com isto,
teremos um triângulo retângulo (ver figura). Aplicando Pitágoras:
d
CO
= + = + 120 50 14400 2500
2 2
= = 16900 130 m
Resposta: letra c.
121) A curva do gráfico abaixo representa a função y= log x.
A área do retângulo hachurado é:
a) log 5 – 1 b) log 25
c) log 32 d) 5
e) 10
Solução: A base do retângulo é 10 - 5 = 5 e sua altura é:
log 10 - log 5 (aplica-se a propriedade do quociente) ⇒ log log
10
5
2 = . Como
a área é o produto da base pela altura...
Área = 5.log 2 (aplica-se a propriedade da potência)
Área = log 2
5
= log 32
Resposta: letra c.
122) a figura ao lado é composta de 3 quadrados. A área do maior é 64 e a área do
menor é 25.
A área do quadrado intermediário é
a) 36 b) 40 c) 49 d) 55 e) 60


40
Solução 1: As área estão em Progressão Geométrica. Assim, podemos aplicar a propriedade que diz
o seguinte: ”Numa Progressão Geométrica, cada termo, a exceção dos
extremos é dado pela Média Geométrica do seu antecessor com o seu
sucessor”. Desse modo:
x = × = = 25 64 1600 40
Solução 2: Caso você não se lembre da propriedade acima, poderá resolver a
questão por semelhança de triângulos (ver figura ao lado):
( ) ( )
x x
x
x x x
5
8
5
5 5 8 =


⇒ − = − . .
x x x x
2 2
5 40 5 40 − = − ⇒ = . Como área do quadrado intermediário é x
2
,
esse resultado já foi encontrado.
Resposta: letra b.
123) Uma prova de 60 questões deve ser resolvida em 3,5 horas. Em média, o
tempo disponível para resolver cada questão da prova é
a) 15 s b) 58 s c) 3 min 03 s d) 3 min 30 s e) 3 min 50 s
Solução: Muito simples! Basta dividirmos o tempo (em minutos) pela quantidade de questões:
210
60
7
2
3 5 = = , . Um alerta! 3,5 min NÃO É 3 min 50 s. Muito cuidado na conversão de horas, minutos
e segundos!!! 0,5 min é igual a 30 segundos. Logo, a resposta é: 3 min 30 s.
Resposta: letra d.
124) Uma prova realizada num domingo terá seu resultado publicado em 45 dias. Os resultados
serão publicados, portanto, em uma
a) Segunda-feira. b) Terça-feira c) Quarta-feira.
d) Quinta-feira e) Sexta-feira
Solução: Outra questão muito fácil, mas que requer ATENÇÃO na contagem! O maior múltiplo de 7
contido em 45 é o 42. Assim, o 42º dia também irá cair num domingo. A partir daí, restam mais 3 dias
para o resultado da prova, que irá cair numa quarta-feira.
Resposta: letra c.
125) A figura seguinte representa a planificação de um prisma

Se a medida de cada um dos segmentos AB, BC, ou CD é 3
raiz de 3, então a razão entre o volume e a área lateral do
prisma é
a) 0,25 b) 0,50 c) 0,75
d) 1 e) 2
Solução: Volume de um prisma → V = A
b
. h (produto da área
da base pela altura). A base é um triângulo equilátero, cuja
fórmula da área é: A
b
=
l
2
3
4
.
. Então, o volume do sólido
será:
V h =
l
2
3
4
.
. . A área lateral de um prisma é dada pelo produto
do perímetro da base pela altura: A
L
= P. h. O perímetro de um
triângulo equilátero é dado pela soma dos seus 3 lados: P = 3. l . Assim, sua área lateral será dada
por: A
L
= 3. l .h. Faremos, agora, a RAZÃO entre o Volume e a Área Lateral do sólido:
V
A
h
h
h
h
L
= =
l
l
l
l
2
2
3
4
3
3
4
1
3
.
.
. .
.
. .
. .
. Simplificando...
V
A
L
=
l. 3
12
. Substituindo-se o valor dado:
l = 3 3 . . Assim:
V
A
L
= = = =
3 3 3
12
3 3
4
075
. .
,
. 3
12

Resposta: letra c.
126) Numa competição da qual participaram americanos e europeus, um grupo de atletas foi
premiado com medalhas de ouro, prata ou bronze de acordo com a tabela abaixo
OURO PRATA BRONZE

41
AMERICANOS 10 13 22
EUROPEUS 08 14 23
Sabendo que cada atleta recebeu apenas uma medalha e escolhendo, ao acaso, um atleta desse
grupo, a probabilidade de ele ser americano e ter recebido medalha de prata é
a) 15% b) 20% c) 25% d) 30% e) 50%
Solução: A probabilidade de o atleta ser americano E ter recebido medalha de prata é:
( )
P A P ∩ = =
13
90
14 44% , . A resposta está APROXIMADA!
Resposta: letra a.
127) Os postes de uma rede elétrica serão identificados por placas, constituídas de duas letras
seguidas de três algarismos, sendo que estes não podem se repetir. Para certa região, foi autorizada
somente a utilização das letras A, B, C. Nessas condições, o número máximo de postes que poderão
ser identificados é
a) 120 b) 720 c) 1080 d) 4320 e) 6480
Solução: Esta questão deixou uma dúvida lógica entre os candidatos. O enunciado é CLARO ao
informar que os ALGARISMOS não se repetem (a palavra “estes” do enunciado refere-se APENAS
aos algarismos!). Entretanto, isto não ficou claro quando se trata das letras (elas podem ou não se
repetir)
• Vamos, inicialmente, considerar que as letras também não se repetem (a exemplo do que
acontece com os algarismos). Desse modo, a solução dar-se-á por:
A
3,2
x A
10,3
= 3 x 2 x 10 x 9 x 8 = 4320 (letra d)
• Se considerarmos a possibilidade de repetir as letras, a solução seria 3
2
x 10 x 9 x 8 = 6480 (letra
e).
Trata-se, portanto, de uma questão passível de ANULAÇÃO!
IBGE/2000 (NCE - UFRJ)
128) Um levantamento feito por uma associação que reúne fabricantes de eletrodomésticos e
aparelhos de áudio e vídeo mostrou que as vendas estão em queda desde 1997. Em 1998 a indústria
vendeu 32,9 milhões de unidades. Em 1999, vendeu 12,5% menos do que em 1998. A quantidade de
unidades vendida em 1999 foi de:
a) 27.000.000 b) 27.558.000 c) 28.315.410
d) 28.787.500 e) 29.000.000
Solução: Se retirarmos 12,5% de 32,9 milhões, restarão 87,5%. Então, montando uma regra de três:
Quantidade %
1998 32,9 ÷÷÷ 100
1999 X ÷÷÷ 87,5
De onde retiramos X = 28.787.500,00
Resposta: letra d;
129) Numa pesquisa realizada nos EUA a respeito de câncer de mama, 46.355 mulheres foram
acompanhadas por um período de 15 anos. No período, 2.082 mulheres apresentaram a doença. A
razão entre o número de mulheres que não contraíram a doença e o número total de mulheres
pesquisadas é, aproximadamente, de:
a) 0,75 b) 0,84 c) 0,871 d) 0,91 e) 0,96
Solução: O n.º de mulheres que NÃO contraíram a doença é: 46.355 - 2.082 = 44.273. A razão entre
esse número e o total é:
46355
44273
0 955 = , (aproximadamente 0,96)
Resposta: letra e.
130) O governo autorizou, em janeiro deste ano, um aumento das tarifas de chamadas locais de
telefones fixos para telefones móveis. Essas tarifas custavam R$ 0,27. por minuto e passaram a
custar R$ 0,30 por minuto. João fez uma ligação que durou "x" minutos. O valor que João vai pagar
pela ligação com a nova tarifa somado ao valor que ele pagaria pela ligação com a tarifa antiga é de
R$ 3,99. O tempo gasto, em segundos, na ligação que João fez é:
a) 210 b) 350 c) 420 d) 540 e) 570
Solução: Se estamos SOMANDO os valores com a tarifa antiga e com a nova, teremos:
(0,27 + 0,30) . X = 3,99 ⇒ x = 7 MINUTOS
Solicitou-se a resposta EM SEGUNDOS. Assim: 7 x 60 = 420 segundos
Resposta: letra c.
131) A soma de dois números é igual a 23. A diferença entre o quádruplo do maior e o triplo do menor
42
é igual a 22. O quadrado do maior desses dois números é:
a) 100 b) 144 c) 169 d) 256 e) 529
Solução: Resolveremos o sistema:
x y
x y
+ =
− =
¦
´
¹
23
4 3 22
a fim de encontrarmos o valor de “x” (o maior
deles!). Sugestão: multiplique a primeira equação por “3”, a fim de eliminar o “y”. Daí resulta: x = 13.
Queremos o seu quadrado, que é 169.
Resposta: letra c.
132) As tabelas abaixo representam dados percentuais a respeito de alunos e trabalhos. O percentual
de alunos que trabalham fora da área de formação é de 57,8%.
O Aluno e o Trabalho
Trabalha atualmente?





O ângulo do setor circular correspondente a esse percentual é, aproximadamente, de:
a) 156º b) 208º c) 252º d) 263º e) 271º
Solução: Quer-se calcular o ângulo correspondente ao percentual de alunos que trabalham fora da
área de formação, que é de 57,8%. Basta fazermos outra regra de três:
Ângulo %
360º ÷÷÷ 100
X ÷÷÷ 57,8
Desse modo: x = 208º (aproximadamente)
Resposta: letra b.
133) Uma lata cilíndrica com 10 cm de diâmetro e altura de 13 cm contém um líquido que ocupa 2/3
de sua capacidade. O volume de líquido que a lata contém, em mililitros, é aproximadamente igual
a:
a) 680 b) 740 c) 1.020 d) 1.085 e) 1.205
Solução: A equivalência entre a medida de volume e capacidade é: 1 dm
3
= 1 litro. O problema
solicitou o cálculo em mililitros! Convertendo as unidades: 10 cm = 1 dm; 13 cm = 1,3 dm.
Calculando o volume da lata: V = π . r
2
. h ⇒ V = π . 0,5
2
. 1,3 = 1,0205 dm
3
ou 1,0205 litros, ou ainda:
1020,5 mililitros. Mas apenas 2/3 desse volume está na lata, ou
2
3
1020 5 680 . , = mililitros,
aproximadamente.
Resposta: letra a.
134) Um terreno foi comprado por R$ 17.578,00 e dividido em três lotes de modo que o primeiro tinha
98m
2
mais que o segundo, e o terceiro 81m
2
menos que o primeiro. Se o valor pago por metro
quadrado foi de R$ 34,00, a medida do maior lote, em hm
2
, é igual a:
a) 0,0134 b) 0,0151 c) 0,0170 d) 0,0232 e) 0,0258
Solução: Sejam “x”, “y” e “z” as áreas dos três lotes. Sabemos, do enunciado, que x = y + 98 e
z = x - 81 e (x + y + z) . 34 = 17578. Queremos calcular a medida do maior lote, que, neste caso é o
“x”. Então:
x + (x - 98) + (x - 81) = 517 ⇒ 3x - 179 = 517 ⇒ x = 232 m
2
. Passando para hm
2
(dividimos por
10.000) resulta: 0,0232 hm
2
Resposta: letra d.
135) Um arquivo contém 24 fichas, numeradas de 1 a 24. Retira-se ao acaso uma ficha. A
probabilidade de se tirar uma ficha com o número maior ou igual a 15 é aproximadamente igual a:
a) 20,93% b) 37,50% c) 41;67% d) 43,48% e) 50%
Solução: Temos 10 fichas com número maior ou igual a 15. Então a probabilidade pedida é:
10
24
=0,4167 ou 41,67%.
Não 40,6 %
Sim 48 %
Não respondeu 6,4 %
Em que área?
Fora da área de formação 57,8 %
Na área de formação 40,9 %
Não respondeu 1,3 %
43
Resposta: letra c.
136) Uma seqüência de números é formada da seguinte maneira: o primeiro termo é igual a 1, isto é,
a
1
= 1. Qualquer elemento da seqüência é encontrado pelo termo geral, a
n
= a
n
-
1
+ n, n ≥ 2. O sexto
termo dessa seqüência é igual a:
a) 10 b) 21 c) 23 d) 25 e) 27
Solução: a
2
= a
1
+ 2 = 3; a
3
= a
2
+ 3 = 6; a
4
= a
3
+ 4 = 10; a
5
= a
4
+ 5 = 15 e a
6
= a
5
+ 6 = 21.
Resposta: letra b.
137) Um pesquisador organizou o resultado de uma pesquisa numa matriz. Durante 5 dias, pessoas
foram entrevistadas em quatro ruas diferentes. Estas ruas foram numeradas de 1 a 4. Cada elemento
aij dessa matriz representa o número total de pessoas entrevistadas na rua que recebeu a
numeração i no dia j. (Por exemplo: a
13
é o termo da rua 1 no terceiro dia).
23 10 15 34 17
8 15 12 9 12
12 23 11 10 13
10 7 9 18 11
O número total de pessoas entrevistadas nos terceiro e quarto dias é igual a:
a) 99 b) 118 c) 123 d) 129 e) 135
Solução: 15 + 34 + 12 + 9 + 11 + 10 + 9 + 18 = 118
Resposta: letra b.
138) A soma do número de anagramas que se pode fazer com as letras da palavra AMOR com o
número de anagramas que se pode fazer com as letras da palavra PAZ é um número:
a) divisível pelo mínimo múltiplo comum entre 2 e 15 b) ímpar
c) múltiplo de 4 d) primo
e) divisível por 9
Solução: Para encontrarmos o número de anagramas com as letras de uma palavra (sem repetições
de letras), basta calcularmos a PERMUTAÇÃO do número de letras da palavra. Então:
P
4
+ P
3
= 4! + 3! = 4 x 3 x 2 x 1 + 3 x 2 x 1 = 30. Este número é divisível pelo MMC de 2 e 15 (que é
30).
Resposta: letra a.
139) A tabela abaixo mostra o preço de uma dúzia de ovos em 13 mercados:
Preço 0,87 0,99 1,02 1,15 1,17
Freqüência 4 1 3 3 2
O preço médio de uma dúzia de ovos é, aproximadamente, de:
a) R$ 0,87 b) R$ 0,98 c) R$ 1,02 d) R$ 1,08 e) R$ 1,15
Solução: MÉDIA =
0 87 4 0 99 1 102 3 115 3 117 2
4 1 3 3 2
13 32
13
102
, , , , , ,
,
× + × + × + × + ×
+ + + +
= =
(aproximadamente)
Resposta: letra c.
140) Dada a expressão: A
a b c a b c
a c a c
=
+ +
+ −
. . . ( )
( )( )
e considerando que a = 1/2, b = -2 e c = 1/3, o valor
numérico de A é:
a) 1,30 b) 1,92 c) 2,64 d) 2,80 e) 2,92
Solução: Basta substituirmos os valores de a, b e c na expressão acima:
A =
− − +
|
\

|
.
|
+
|
\

|
.
|

|
\

|
.
|
=
− −
|
\

|
.
|
= = =
1
2
2
1
3
1
2
2
1
3
1
2
1
3
1
2
1
3
1
3
7
6
5
6
1
6
7
18
5
36
14
5
2 8
. ( ). .
.
.
.
,
Resposta: letra d.
141) Na figura abaixo são dados: AB = 0,7m, BC = 10 m, CD 3,2 m, DF 1,3 m e EF é paralelo a BC.
O valor do segmento EF, em metros, é igual a:
a) 1,3 b) 2,5 c) 3,7 d) 4,0 e) 5,2
Solução: Foi feita uma linha (tracejada) paralela ao segmento BC,
determinando no segmento CD o ponto “G”. Desse modo, ficamos com dois
triângulos retângulos: AGD e EFD. Retiramos daí as medidas dos segmentos
DG = 3,2 - 0,7 = 2,5; AG = BC = 10 e DF = 1,3. Por semelhança de triângulos,
temos:
44
EF
AG
DF
DG
EF
= ⇒ =
10
13
25
,
,

De onde retiramos: EF = 5,2 m
Resposta: letra e.
142) Dada a equação: 2 2 64
2
x x
. = , a diferença entre a maior e a menor raiz dessa equação é:
a) 1 b) 2 c) 3 d) 4 e) 5
Solução: 2 2
2
6 x x +
= ⇒ x
2
+ x = 6 ⇒ x
2
+ x - 6 = 0 ⇒ (raízes) ⇒ -3 e 2. Diferença entre a maior e a
menor é: 2 - (-3) = 5.
Resposta: letra e.
SIMULADO - PRF/2000 (UNIFICADO)
143) A tripulação de um navio, composta de 180 homens, dispõe de víveres para 60 dias. Decorridos
15 dias de viagem foram recolhidos 45 náufragos. Para quantos dias ainda darão os víveres, após o
aumento da tripulação?
a) 36 b) 27 c) 30 d) 42 e) 92
Solução:
• Passados os 15 dias, os 180 homens ainda terão víveres para 45 dias.
• Com a chegada dos 45 náufragos, a tripulação passou a ser de 225 homens, que terão víveres
para “x” dias.
Regra de três:
homens dias

180 ↑ ÷÷÷ 45 |

225 | ÷÷÷ X ↓
De onde retiramos: x =
×
=
180 45
225
36
Resposta: letra a
144) Uma substância perdeu água por evaporação, o que representa 2% do seu volume, restando
39,2 ml. Para reconstituir a substância, é preciso acrescentar quantos ml?
a) 0,4 b) 0,6 c) 0,2 d) 0,8 e) 1
Solução:
Se a substância perdeu 2% de seu volume inicial, seu volume final ficou em 98%, que corresponde a
39,2 ml. Para reconstituir a substância, precisamos “buscar” os 2% que estão faltando... Daí a regra
de três:
Volume %

39,2 | ÷÷÷ 98 |

X ↓ ÷÷÷ 2 ↓
x =
×
=
39 2 2
98
0 8
,
,
Resposta: letra d
145) Uma garrafa cheia de vinho pesa 1,28 kg. Tomando 4/9 do vinho contido na garrafa, ela passa a
pesar 0,72 kg. Qual o peso, em gramas, da garrafa vazia?
a) 50 b) 40 c) 30 d) 20 e) 10
Solução:
Seja x o peso da garrafa vazia.
Seja y o peso do vinho contido na garrafa.
Daqui podemos escrever uma equação: x + y = 1,28
Se 4/9 do vinho foram consumidos, então ficaram 5/9 do vinho na garrafa. Portanto, podemos
escrever outra equação:
x
y
+ =
5
9
072 , . Tiramos o MMC e ficamos com: 9x + 5y = 6,48
Agora, basta resolvermos o sistema com as duas equações:
x y
x y
+ =
+ =
¦
´
¹
128
5 9 6 48
,
,

Como queremos calcular o peso da garrafa vazia, eliminaremos o “y” multiplicando a primeira
equação por -5:
45
− − = −
+ =
¦
´
¹
5 5 6 40
9 5 6 48
x y
x y
,
,
⇒ Somando-se as duas equações ⇒ 4x = 0,08 ⇒ x = 0,02 kg, ou 20 g
Resposta: letra d
146) Um estudante precisa ler um livro para uma ficha-resumo. No primeiro dia, lê 1/5 do total. No
segundo dia, lê 1/3 do restante e ainda ficam faltando 240 páginas. Quantas páginas tem o livro?
a) 400 b) 450 c) 300 d) 500 e) 550
Solução:
Se o estudante lê 1/5 do total no primeiro dia, então ficam faltando 4/5 do livro para ler. Destes 4/5,
ele lê 1/3, que dá
4
5
1
3
4
15
. =
Então, o estudante já leu 1/5 (primeiro dia) MAIS 4/15 (segundo dia) do livro, que totalizam:
1
5
4
15
7
15
+ = . Assim, ainda ficam faltando os outros 8/15, que correspondem a 240 páginas.
Podemos concluir a resolução por meio de uma regra de três ou então por uma simples equação:
8
15
240 . x = ⇒ x = 450
Resposta: letra b
147) Que horas são se 2/3 do que ainda resta para terminar o dia é igual ao tempo que já passou?
a) 9h b) 9h 6 min c) 7h 30 min d) 8h e) 9h 36 min
Solução:
Seja “x” o tempo que já passou.
O que resta para terminar o dia é (24 - x).
Temos, então, a equação:
( )
2
3
24 . − = x x
48 - 2x = 3x ⇒ 5x = 48 ⇒ x = 9,6
Muito cuidado na conversão para horas e minutos! Daqui resulta: 9h e 36 min.
Resposta: letra e
148) A idade de um pai está para a idade de seu filho assim como 3 está para 1. Qual é a idade de
cada um, sabendo que a diferença entre elas é de 24 anos?
a) 10 e 34 b) 12 e 36 c) 15 e 39 d) 6 e 30 e) 18 e 42
Solução:
Seja x a idade do pai.
Seja y a idade do filho.
Do enunciado do problema podemos escrever as equações:
x
y
=
3
1
(Daqui, isolamos o valor de x) ⇒ x = 3y (iremos substituir este valor na segunda equação)
x - y = 24
3y - y = 24 ⇒ 2y = 24 ⇒ y = 12 (a idade do filho), e x = 36 (a idade do pai)
Resposta: letra b.
149) Um ônibus faz o percurso entre as cidades A e B a uma velocidade de 72 km/h. ao chegar à
cidade B, retorna para A com uma velocidade de 48 km/h. Qual é a sua velocidade média?
a) 60 km/h b) 24 km/h c) 120 km/h d) 57,6 km/h e) 36 km/h
Solução:
Muito cuidado com problemas envolvendo velocidade média! A tendência é tentar resolvê-lo por
“média aritmética simples”, quando, na verdade, trata-se de “média harmônica”. O problema resolver-
se-ía por média aritmética se os tempos gastos nos dois percursos fossem (como as distâncias)
iguais, o que não ocorre aqui!
Fórmula: Mh
n
x x x
n
=
+ + +
1 1 1
1 2
...
, onde: “n” é o número de elementos do conjunto, e x
1
, x
2
, ... , x
n
são
os elementos do conjunto de dados. Resolvendo:
Mh =
+
=
+
×
=
× ×
+
=
2
1
72
1
48
2
48 72
48 72
2 48 72
48 72
57 6 , km/ h
46
Um “truque” para resolver rapidamente problemas com velocidade média seria calcular a média
aritmética simples entre as duas velocidades (de valores não muito distantes um do outro) e
responder assinalando a primeira alternativa que tiver um valor ligeiramente menor do que a média
aritmética calculada. Neste caso, se fôssemos resolver a questão desta forma, faríamos
72 48
2
60
+
= marcando a opção d, que apresenta um valor ligeiramente inferior a 60...
Resposta: letra d.
150) Uma caixa de 0,1 cm de altura, cujo comprimento tem 2 dm a mais que a largura, possui um
volume de 240 cm
2
. O comprimento da caixa, em metros, é:
a) 0,4 b) 0,5 c) 0,6 d) 1,0 e) 1,2
Solução:
O Volume de um Prisma é dado por: V = a . b . c, onde a, b e c são suas dimensões, ou seja,
comprimento, largura e altura. Transformando todos os dados para METROS e substituindo-os na
fórmula, teremos:
Dados: a = 0,1 cm; b = c - 0,2, V = 0,024. Considerando-se a como altura, b como largura e c como
comprimento. Desse modo:
( )
0 024 01 0 2 , , , = × − × c c ⇒ c c
2
0 2 0 024 0 − − = , . , ⇒ c = 0,6 m.
Resposta: letra c
151) As idades de três irmãos estão, nesta ordem, em progressão aritmética. Sabendo-se que o mais
jovem tem 21 anos e o mais velho 55 anos, a idade do irmão do meio é:
a) 16 b) 29 c) 32 d) 35 e) 38
Solução:
Podemos usar aqui uma propriedade que diz o seguinte:
“Em uma Progressão Aritmética, cada termo, a exceção dos extremos, é dado pela média aritmética
simples do seu antecessor com seu sucessor”.
Aplicando-a aqui, teremos:
x =
+
=
21 55
2
38
Resposta: letra e.
152) Um triângulo tem 0,675 m
2
de área e sua altura corresponde a 3/5 da base. A altura do triângulo,
em decímetros, é igual a:
a) 0,9 b) 1,5 c) 9,0 d) 15,0 e) 24,0
Solução:
Fórmula da área de um triângulo: A
b h
=
×
2

Dados: h b =
3
5
. e A = 0,675. Como queremos calcular a altura, iremos isolar “b” na primeira
equação: b
h
=
5
3
.
. Então: 0 675
5
3
2
,
.
=
× h
h
⇒ 0 675 2
5
3
2
, × = h ⇒ 135
5
3
2
, = h ⇒ h
2
135 3
5
=
× ,

h
2
= 0,81 ⇒ h = 0 81 , ⇒ h = 0,9 METROS. Em decímetros, obtemos: 9 DECÍMETROS.
Resposta: letra c.
153) Uma torneira, trabalhando sozinha, enche um tanque em 3 horas. Outra torneira, também
trabalhando sozinha, enche o mesmo tanque em 6 horas. Um ralo esvazia o tanque em 12 horas.
Com as duas torneiras mais o ralo, abertos ao mesmo tempo, o tanque ficará cheio em:
a) 2 h e 40 min b) 5 h c) 7 h e 30 min
d) 3 h e) 2 h e 24 min
Solução:
Devemos utilizar aqui o “Método da Redução à Unidade”, que pode ser enunciado como segue:
“O somatório dos INVERSOS dos tempos individuais é igual ao inverso do tempo conjunto”.
Assim:
1
3
1
6
1
12
1
+ − =
x
(tirando-se o MMC de ambos os membros da equação) ⇒
4 2
12
12
12
x x x
x x
+ −
= , que resulta em: 5x = 12 ⇒ x = =
12
5
2 4 , h . Novamente lançamos aqui o ALERTA
47
para a conversão de fração de hora em minutos. Observe que 2,4 h NÃO É 2 h e 40 minutos!!! A
fração 0,4 h corresponde a 24 minutos (faça uma regrinha de três e comprove!).
Resposta: letra e.
154) Numa biblioteca, cada pessoa presente cumprimentou todas as outras, havendo, ao todo, 105
apertos de mão. Quantas pessoas havia na biblioteca?
a) 21. b) 10 c) 15 d) 35 e) impossível calcular!
Solução 1:
1) Se tivermos “x” pessoas na biblioteca, cada uma das “x” pessoas apertará mão de outras “(x - 1)”
pessoas. O destaque na palavra “cada” não foi por acaso: as palavras “CADA” e “DE” em matemática
significam MULTIPLICAÇÃO. Desse modo, deveremos realizar o produto
x.(x - 1). Entretanto, são necessárias DUAS pessoas para UM aperto de mão. O produto que
realizamos está contando o DOBRO dos apertos de mão realizados. Disto tudo, então, irá resultar:
x x
x x
. ( ) −
= ⇒ − − =
1
2
105 210 0
2
. As raízes são: 15 e -14. A resposta negativa obviamente não
serve! Então o resultado é: 15 pessoas.
Solução 2:
Como segunda solução, basta pensarmos que, se a cada duas pessoas resulta um aperto de mão,
deveremos COMBINÁ-LAS duas a duas para ter a solução do problema:
C
n
n
n,
!
! ( )!
2
2 2
105 =
× −
= . Desenvolvendo o fatorial do numerador, teremos:
n n n
n
× − × −

=
( ) ( )!
( )!
1 2
2
210 . Simplificando, vem: n. (n - 1) = 210 (que resulta numa equação do
segundo grau idêntica à da solução 1).
Resposta: letra c.
155) Uma lata cilíndrica com 10 cm de diâmetro e altura de 13 cm contém um líquido que ocupa 2/3
de sua capacidade. O volume de líquido que a lata contém, em mililitros, é aproximadamente igual
a:
a) 680 b) 740 c) 1.020 d) 1.085 e) 1.205
Solução:
A equivalência entre a medida de volume e capacidade é: 1 dm
3
= 1 litro. O problema solicitou o
cálculo em mililitros! Convertendo as unidades: 10 cm = 1 dm; 13 cm = 1,3 dm.
Calculando o volume da lata: V = π . r
2
. h ⇒ V = π . 0,5
2
. 1,3 = 1,0205 dm
3
ou 1,0205 litros, ou ainda:
1020,5 mililitros. Mas apenas 2/3 desse volume está na lata, ou
2
3
1020 5 680 . , = mililitros,
aproximadamente.
Resposta: letra a.
156) Com 210 sacos de farinha, de 60 kg cada um, podem-se fazer 180 sacos de pães com 40 kg
cada um. Quantos quilogramas de farinha serão necessários para produzir 120 sacos de pães,
pesando 80 kg cada um?
a) 9450 b) 9600 c) 16800 d) 20800 e) 21600
Solução:
Vamos “enxugar” uma das variáveis (a variável “sacos”):
∗ 210 sacos de farinha com 60 kg cada um totalizam 12600 kg de farinha.
∗ 180 sacos de pães com 40 kg cada um totalizam 7200 kg de pães.
∗ 120 sacos de pães com 80 kg cada um totalizam 9600 kg de pães.
Montamos, agora, uma regra de três simples:
farinha (kg) pães (kg)
12600 ÷÷÷÷÷÷ 7200
X ÷÷÷÷÷÷ 9600
X =
×
=
12600 9600
7200
16800 . Necessita-se, portanto, de 16800 kg de farinha.
Resposta: letra c.
157) A quantia de R$4.000,00 deveria ser repartida em partes iguais por um certo número de
pessoas. No momento da partilha, quatro delas desistiram em benefício das demais. Nessas
condições, a parte relativa a cada uma das pessoas remanescentes aumentou de R$50,00. Qual o
número de pessoas que deveriam ser beneficiadas e quanto recebeu cada uma depois das quatro
48
desistências?
a) 25 e R$350,00 b) 50 e R$350,00 c) 20 e R$250,00
d) 15 e R$250,00 e) 25 e R$300,00
Solução:
Seja “x” o número de pessoas que iria repartir a importância. Podemos escrever a seguinte equação:
4000
4
4000
50
x x −
= + . Observe esta equação atentamente. O problema diz que 4 pessoas desistiram
da partilha. Então a NOVA COTA de cada uma será igual à ANTIGA COTA ACRESCIDA DE 50.
Resolvendo... (MMC!). Mas, antes disto, iremos SIMPLIFICAR a equação acima (dividindo cada
termo por 50), para facilitar os cálculos!
80
4
80 4 4
4
x
x x
x x x
x x ( )
. ( ) . ( )
( ) −
=
− + −

⇒ 80x = 80x - 320 + x
2
- 4x ⇒ x
2
- 4x - 320 = 0. Pela fórmula de
Bháskara retiramos as raízes: -16 e 20. A resposta negativa NÃO SERVE! Assim, o número inicial de
pessoas é 20. Depois das quatro desistências, ficaram 16 pessoas para partilhar 4000. Então, cada
uma recebeu: 4000/16 = 250
Resposta: letra c.
158) As idades de duas pessoas há 8 anos estavam na razão de 8 para 11; agora estão na razão de
4 para 5. qual é a idade da mais velha atualmente?
a) 15 b) 20 c) 25 d) 30 e) 35
Solução:
Seja y a idade da pessoa mais nova.
Seja x a idade da pessoa mais velha.
O problema diz que agora (atualmente) as idades estão na razão de 4 para 5. Então:
y
x
=
4
5
(equação 1)
O problema diz que há 8 anos as idades estavam na razão de 8 para 11. Então:
y
x


=
8
8
8
11
(equação
2). Isolando y na equação 1: y
x
=
4
5
. Colocando esse valor de y na equação 2 temos:
4
5
8
8
8
11
x
x


= ⇒
4
5
8
8 8
11
x x
− =
− . ( )
. Fazendo o MMC dos dois lados temos:
44 440
55
40 8
55
x x −
=
− . ( )
⇒ 44x -440 = 40x -320 ⇒ 44x -40x = 440 -320 ⇒ 4x = 120 ⇒ x= 30
Resposta: letra d.
159) Um comerciante compra uma caixa de vinho estrangeiro por R$1.000,00 e vende pelo mesmo
preço, depois de retirar 4 garrafas e aumentar o preço da dúzia em R$100,00. Então, qual é o número
original de garrafas de vinho na caixa?
a) 24 b) 16 c) 18 d) 48 e) 10
Solução:
Sendo x o número de garrafas e y o preço de cada uma, temos:
x.y = 1000 ⇒ = y
x
1000
. Tiram-se 4 garrafas e aumenta o preço da dúzia em R$100,00:
( )
( )
x y
x
− +

= 4
4
12
100 1000 . . . Colocamos (x - 4) em evidência e substituímos o valor de y (primeira
equação):
( )
x
x
− +

= 4
1000 100
12
1000 . . Dividiremos cada termo por 100, para facilitar os cálculos:
( )
x
x
− +

= 4
10 1
12
10 . . Daqui resulta a equação do segundo grau: x
2
-4x - 480 = 0, que nos fornece
o resultado: x = 24
Resposta: letra a.
160) Num programa transmitido diariamente, uma emissora de rádio toca sempre as mesmas dez
49
músicas, mas nunca na mesma ordem. Para esgotar todas as prováveis seqüências dessas músicas
serão necessários aproximadamente:
a) 10 dias b) um século c) 10 anos d) 100 séculos e) 10 séculos
Solução:
Resolve-se o problema por meio de permutação simples:
P
10
= 10! = 10.9.8.7.6.5.4.3.2.1
Serão necessários 10! (fatorial de 10) dias, para esgotar todas as possibilidades. Convertendo esse
número em anos (dividindo por 360, pois o problema pede uma resposta aproximada), chegaremos
ao valor de 100 séculos!!!
Resposta: letra d.
161) Um ônibus viajando com uma determinada velocidade média completou um percurso de 480 km
em x horas. Caso essa velocidade fosse aumentada em 20 km/h, a viagem poderia ter durado duas
horas a menos. Quantos minutos durou a viagem?
a) 360 b) 390 c) 420 d) 480 e) 510
Solução:
Vamos resolver o problema por meio de uma regra de três simples inversa. Lembre-se de que
velocidade é igual a distância (480 km) dividida pelo tempo (x horas). Assim, a velocidade inicial do
ônibus será: v
x
1
480
= . Quando aumentada em 20 km/h, passa a ser: v
x
2
480
20 = + , e o tempo de
duração é: x - 2
Montando a regra de três:
velocidade tempo

480
x

÷÷÷ x


480 20 + x
x

÷÷÷
x - 2

De onde retiramos:
( )
( )
480
480 20
2
x
x
x
x
x . . =
+
− . Simplificamos “x” em ambos os membros:
( ) ( )
480 480 20 2 . . x x x = + − . Dividindo ambos os membros por 20:
24x = (24 + x).(x - 2). Desenvolvendo...
24x = 24x + x
2
- 48 - 2x. Finalmente, ficamos com a equação: x
2
- 2x - 48 = 0. Encontramos as raízes:
8 e -6 (negativa não serve!).
e, como “x” é o tempo que estávamos procurando, agora só precisamos converter para minutos, pois
o resultado encontrado está em horas. Assim, x = 480 minutos
Resposta: letra d.
162) Atualmente, o percentual de vias pavimentadas de uma cidade é de 84%. Se fossem
pavimentadas mais 30 vias, o percentual chegaria a 90%. Com base neste dados, encontre a soma
do número total de vias da cidade com a quantidade de vias que ainda não foram asfaltadas.
a) 500 b) 480 c) 580 d) 384 e) 850
Solução:
Se as 30 vias aumentariam o percentual de vias asfaltadas de 84% para 90%, então esse valor
corresponde a 6% do total (100%). Assim, 6% DE X é 30. Observe o destaque dado à palavra “DE”.
Já foi dito que essa palavra se transforma numa MULTIPLICAÇÃO! Então:
6
100
30 X = , que resulta: X = 500 (o total de vias da cidade). CUIDADO! Esta não é a resposta do
problema!!! Foi pedida a soma do total de vias com a quantidade de vias que ainda não foram
asfaltadas. Podemos encontrar facilmente a quantidade de vias que ainda não foram asfaltadas
(100% - 84%), que consiste em calcular 16% de 500:
16
100
500 80 . = . Somando-se ao total de vias: 500 + 80 = 580.
Resposta: letra c.
TRT - 17ª REGIÃO/2000 (FCC)
50
163) Uma pessoa, ao efetuar a multiplicação de um número inteiro x por 296, achou o produto
39.960. Ao conferir o resultado percebeu que havia se enganado, trocando em x as posições do
algarismo das unidades com o das dezenas. Nessas condições, o produto correto deveria ser
a) 42.828 b) 43.136 c) 43.248 d) 45.126 e) 45.288
Solução: Com os dados do enunciado, podemos escrever a seguinte equação: 296.x = 39960.
Isolamos o “x” e teremos: x = =
39960
296
135 . Agora, invertemos o algarismo das dezenas com o das
unidades e tornamos a efetuar a multiplicação por 296, ou seja: 153 . 296 = 45288
Uma outra forma de resolver a questão seria conhecer o seguinte: “sempre que fizermos uma
inversão entre os algarismos de um número, o número final terá uma diferença (a maior ou a menor)
do número original constituída por um múltiplo de 9 (9, 18, 27, 36, etc.), acrescentando-se zeros para
as ordens à direita que não participaram da inversão”, ou seja, se a inversão se der entre os
algarismos das dezenas com o das centenas, a diferença será um múltiplo de 90 (90, 180, 270, etc.)
Nesta questão, a inversão tornará o número MAIOR (veja as 5 alternativas!), então, iremos multiplicar
o 296 por 9 OU 18. Um TRUQUE: para multiplicar um número por 9, acrescente um ZERO à direita
do mesmo e subtraia o número original. Assim, para fazermos 296 . 9, iremos efetuar a operação
2960 - 296 = 2664. Somando-se este valor ao 39960 não encontraremos a resposta. Então, basta
fazer 2664 . 2 = 5328 (que eqüivale a multiplicar 296 por 18). Agora, somando-se 39960 com 5328,
encontramos 45288.
Resposta: letra e.
164) Se A =

1
8
10
2
. e B =

5
16
10
4
. , então A : B é igual a
a) 4 b) 5 c) 40 d) 50 e) 400
Solução: Uma questão muito fácil, se tivermos CUIDADO ao efetuar as operações!
( )
A
B
= = = = =


− − −
1
8
10
5
16
10
1
8
16
5
10
2
5
10
200
5
40
2
4
2 4
2
.
.
. . .
Resposta: letra c.
165) Do total de laudas de um processo, um técnico judiciário digitou, em um mesmo dia,
1
5
pela
manhã e
2
3
à tarde. Se as 24 laudas restantes foram digitadas no dia seguinte, o total de laudas
desse processo era
a) 180 b) 200 c) 240 d) 250 e) 300
Solução: O técnico já digitou um total de
1
5
2
3
3 10
15
13
15
+ =
+
= . Se ele já digitou
13
15
, então ainda
estão faltando digitar
2
15
, que eqüivale a 24 laudas, ou seja,
2
15
24 . x = , de onde retiramos:
x = 180
Resposta: letra a.
166) No almoxarifado de certa empresa há uma pilha de folhas de papel, todas com 0,25 mm de
espessura. Se a altura da pilha é de 1,80m, o número de folhas empilhadas é
a) 72 b) 450 c) 720 d) 450 e) 7.200
Solução: Basta fazermos uma transformação de unidade (de metro para milímetro) e uma divisão:
1,8 m → (desloca-se a vírgula 3 casas para a direita) → 1800 mm. Dividindo-se por 0,25 mm... →
1800
0 25
7200
,
=
Resposta: letra e.
167) Em uma empresa, o atendimento ao público é feito por 45 funcionários que se revezam,
mantendo a relação de 3 homens para 2 mulheres. É correto afirmar que, nessa empresa, dão
atendimento
a) 18 homens. b) 16 mulheres. c) 25 homens
d) 18 mulheres. e) 32 homens.
51
Solução: Seja “x” o número de homens e “y” o número de mulheres. Pelo enunciado, podemos
escrever: x + y = 45 e
x
y
=
3
2
. Isolando-se o valor de x na segunda equação, teremos: x
y
=
3
2
.
Agora, substituiremos esse resultado na primeira equação →
3
2
45
y
y + = ⇒ (tirando o MMC) ⇒ 3y +
2y = 90 ⇒ 5y = 90 ⇒ y = 18 mulheres e x = =
3
2
27
. 18
homens.
Resposta: letra d.
168) Os salários de dois técnicos judiciários, X e Y, estão entre si assim como 3 está para 4. Se o
dobro do salário de X menos a metade do salário de Y corresponde a R$ 720,00, então os salários
dos dois totalizam
a) R$ 1.200,00 b) R$ 1.260,00 c) R$ 1.300,00
d) R$ 1.360,00 e) R$ 1.400,00
Solução: Através do enunciado, podemos escrever a seguinte proporção:
X
Y
=
3
4
e 2
2
720 X
Y
− = . Isolando-se X na primeira equação e substituindo-se o resultado na
segunda equação, ficamos com:
X
Y
=
3
4
→ 2
3
4 2
720 .
Y Y |
\

|
.
|
− = ⇒
3
2 2
720
Y Y
− = ⇒
2
2
720
Y
= ⇒ Y = 720. ⇒ X = =
3
4
540
720 .
.
A questão solicitou o cálculo da SOMA de X com Y. Então: X + Y = 720 + 540 = 1260.
Resposta: letra b.
169) Um número foi dividido em três partes, diretamente proporcionais aos números
2
5
, 4 e
16
5
. Se a
menor das partes obtidas foi
8
5
, o referido número era
a) 24,6 b) 28,4 c) 30,2 d) 30,4 e) 32,6
Solução: Trata-se de uma divisão proporcional DIRETA.
X Y Z
2
5
4
16
5
= = . Como um dado do problema é o menor dos números, então X =
8
5
. OBS.: como a
divisão proporcional é DIRETA, o menor dos denominadores identifica o menor dos números. Para
calcularmos Y, basta isolarmos as duas primeiras razões que compõem a proporção:
8
5
2
5
4
=
Y

8
5
5
2 4 /
/
= .
Y
⇒ Y = 16. Procedemos da mesma forma para calcular o Z:
Z
16
5
4 = ⇒ Z = 4
16
5
. ⇒ Z =
64
5
. Agora somamos tudo:
8
5
16
64
5
+ + =
72
5
16 14 4 16 30 4 + = + = , ,
Resposta: letra d.
170) Três técnicos judiciários arquivaram um total de 382 processos, em quantidades inversamente
proporcionais às suas respectivas idades: 28, 32 e 36 anos. Nessas condições, é correto afirmar que
o número de processos arquivados pelo mais velho foi
a) 112 b) 126 c) 144 d) 152 e) 164
Solução: Aqui temos uma divisão proporcional INVERSA.
X Y Z
1
28
1
32
1
36
= = . Uma das propriedades das proporções diz o seguinte: “Cada antecedente está para
seu conseqüente, assim como a soma dos antecedentes está para a soma dos conseqüentes”.
Aplicando esta propriedade à proporção (levando-se em conta apenas a razão que identifica o mais
velho dos três, conforme solicitação do problema):
52
Z X Y Z
1
36
1
28
1
32
1
36
=
+ +
+ +
. O MMC entre 28, 32 e 36 é 2016 e a soma X + Y + Z = 382. Então:
Z
1
36
382
72 63 56
2016
=
+ +

Z
1
36
382
191
2016
= ⇒
Z
1
36
382
2016
191
= . ⇒
Z
1
36
2 2016 = × ⇒ Z = × 4032
1
36

Z = 112
Resposta: letra a.
171) Quatro funcionários de uma empresa são capazes de atender, em média, 52 pessoas por hora.
Diante disso, espera-se que seis funcionários, com a mesma capacidade operacional dos primeiros,
sejam capazes de atender por hora uma média de
a) 72 pessoas. b) 75 pessoas. c) 78 pessoas.
d) 82 pessoas. e) 85 pessoas.
Solução: Um problema muito fácil, de regra de três simples DIRETA.
Pessoas funcionários
52 | ÷÷÷÷÷ 4 |
X ↓ ÷÷÷÷÷ 6 ↓
X =

=
52 6
4
78


Resposta: letra c.
172) Um funcionário levou 8 horas para executar os
2
5
de certa tarefa. Quantas horas seriam
necessárias para que outro funcionário completasse a tarefa, se sua capacidade de produção fosse
igual a 120% da do primeiro?

a) 9 b) 10 c) 11 d) 12 e) 13
Solução: Apenas para arredondar os cálculos, vamos considerar que a “capacidade de trabalho” do
primeiro funcionário tenha um índice de 10 pontos. Assim, a capacidade do segundo será 12, ou seja:
120
100
10 ∗ . E ainda: se um executou
2
5
da tarefa, falta executar os outros
3
5
. Com estas
considerações, montamos a regra de três composta:
tempo (h) tarefa capacidade
8 | ÷÷÷÷÷ 2/5 | ÷÷÷÷÷ 10 ↑
X ↓ ÷÷÷÷÷ 3/5 ↓ ÷÷÷÷÷ 12 |
X =
× ×
×
=
8 3 10
2 12
10 horas.
(Acompanhe na questão 500 a resolução de uma regra de três composta passo a passo!)
Resposta: letra b.
173) Paco fundou uma empresa com R$ 20.000,00 de capital e, após 4 meses, admitiu Capo como
sócio, que ingressou com o capital de R$ 32.000,00. Se após 1 ano de atividades a empresa gerou
um lucro de R$ 19.840,00, então Paco recebeu
a) R$ 520,00 a menos que Capo. b) R$ 580,00 a mais que Capo.
c) R$ 580,00 a menos que Capo. d) R$ 640,00 a mais que Capo.
e) R$ 640,00 a menos que Capo.
Solução: É um problema de Regra de Sociedade (Divisão Proporcional).
Na Regra de Sociedade, divide-se a parte do lucro (ou prejuízo) de cada um pelo produto do Capital
aplicado com o respectivo tempo de permanência na sociedade.
P C
20000 12 32000 8 ×
=
×
. ⇒ Aplicando-se aqui a propriedade enunciada no problema 8, teremos ⇒
P C P C
240000 256000 240000 256000
19840
496000
1
25
= =
+
+
= = . Daqui retiramos:
P
P
240000
1
25
240000
25
9600 = ⇒ = = e
C
C
256000
1
25
256000
25
10240 = ⇒ = = .
53
Assim: A parte do Paco é R$ 9.600,00 e a parte do Capo é R$ 10.240,00. A diferença entre as duas
é:
10240 - 9600 = 640, ou seja, a parte de Paco (veja o enunciado novamente!) é R$ 640,00 a menos
que Capo
Resposta: letra e.
174) Se o valor de um certo artigo era R$ 780,00 e, após um ano, era R$ 624,00, a taxa anual de
desvalorização foi de
a) 25% b) 24% c) 21% d) 20% e) 18%
Solução: Encontra-se facilmente a DIFERENÇA PERCENTUAL (∆%) entre dois valores fazendo o
seguinte:
∆% =
|
\

|
.
|

valor final - valor inicial
valor inicial
100 . Através dos dados do problemas, temos que:
Valor final = 624
Valor inicial = 780
Então:
624 780
780
100
156
780
100
15600
780
20%
− |
\

|
.
|
× ⇒ − × ⇒ − = − . O sinal “menos” significa que houve
“redução” de 20% no valor inicial.
Resposta: letra d.
175) Um comerciante pretende dar aos clientes um desconto de 18% sobre o preço marcado de certo
artigo e ainda lucrar, na venda de cada unidade desse artigo, 20% sobre o seu custo. Se ele comprou
cada artigo por R$ 41,00, então deverá anunciá-lo ao preço unitário de
a) R$ 58,00 b) R$ 60,00 c) R$ 61,00 d) R$ 64,00 e) R$ 65,00
Solução: Vamos raciocinar da seguinte maneira: o desconto de 18% será dado sobre o valor do
artigo (R$ 41,00) já acrescido de um percentual desconhecido. Feita esta operação, o resultado será
igual ao preço de custo (R$ 41,00) ACRESCIDO de 20%, ou, em outras palavras: se tomarmos o
valor de um artigo (100%) e ACRESCENTARMOS 20%, o resultado será 120% do valor primitivo.
Outra consideração: Se do total de um valor (100%) descontarmos 18%, resultará: 100% - 18% =
82%. Devemos, então, calcular 82% de X (o preço do anúncio, conforme o enunciado do problema).
Montando-se uma equação:
82
100
120
100
41 ⋅ = ⋅ X ⇒ 82 120 41 ⋅ = ⋅ X ⇒ X =

=
120 41
82
60
Resposta: letra b.
176) Aplicando-se R$ 18.000,00 a juro simples, à taxa mensal de 2,5%, obter-se-á o rendimento de
R$ 4.500,00 no prazo de
a) 7 meses. b) 9 meses. c) 10 meses.
d) 11 meses. e) 13 meses.
Solução: Uma questão muito fácil de Juros Simples, onde C = 18000; i = 2,5% a.m.; J = 4500;
queremos encontrar “n”:
Se: J = C . i . n, então: n
J
C i
=

. Substituindo-se os dados, vem: n =

= =
4500
18000 0 025
4500
450
10
,

meses
Resposta: letra c.
177) A terça parte de um capital C foi aplicada à taxa mensal de 5% e o restante à taxa mensal de
4,5%. Se as duas aplicações foram feitas no mesmo dia e, após 6 meses foram obtidos juros simples
num total de R$ 3.528,00, então C era igual a
a) R$ 12.600,00 b) R$ 12.300,00 c) R$ 12.000,00
d) R$ 11.700,00 e) R$ 11.400,00
Solução:
C
C
1
3
= C
C
2
2
3
=
.

i
1
= 5% a.m. i
2
= 4,5% a.m.
n = 6 meses n = 6 meses
J
1
+ J
2
= 3528
Onde: J
1
= C
1
. i
1
. n e J
2
= C
2
. i
2
. n
Substituindo-se os dados acima:
54
C C
3
5
100
6
2
3
4 5
100
6 3528 × × + × × =
. ,
⇒ (Simplificando) ⇒
10
100
18
100
3528
28
100
3528
. . . C C C
+ = ⇒ = ⇒
⇒ = × C 3528
100
28
⇒ C = 12.600.
Resposta: letra a.
178) Efetuando-se 2010
2
− 2009
2
obtém-se um número compreendido entre
a) 500 e 1.000 b) 1.000 e 3.000 c) 3.000 e 6.000
d) 6.000 e 10.000 e) 10.000 e 20.000
Solução: Aqui temos um PRODUTO NOTÁVEL, representado pela DIFERENÇA DE DOIS
QUADRADOS. O produto notável cujo resultado é a diferença de dois quadrados provém do produto
de uma soma pela diferença de duas parcelas, ou seja:
( ) ( )
a b a b a b + ∗ − = −
2 2

Desse modo, decompondo-se o dado do problema sob a forma de um produto notável:
( ) ( )
2010 2009 2010 2009 4019 + ∗ − = ∗ 1 = 4019
Resposta: letra c.
179) O volume de um recipiente é 0,012m
3
. Dizer que a água no seu interior ocupa
1
4
de sua
capacidade é o mesmo que dizer que o número de litros de água nele existente é
a) 2 b) 3 c) 20 d) 30 e) 200
Solução: Para a conversão de uma medida de volume em capacidade, LEMBRE-SE do seguinte:
UM LITRO É EQUIVALENTE A UM DECÍMETRO CÚBICO
Então, calculando-se 1/4 do volume dado, teremos 0,003 m
3
. Transformando-se essa medida em
decímetros cúbicos (deslocando-se a vírgula 3 casas à direita): 0,003 m
3
→ 3 dm
3
, que eqüivalem a 3
litros.
Resposta: letra b.
180) Dora e Aldo constituíram uma sociedade comercial nos seguintes termos: Dora contribuiu com
4
9
do capital e Aldo com o restante. Se o lucro de R$ 18.000,00 deve ser dividido entre os dois, a
parte que caberá a Dora é
a) R$ 8.000,00 b) R$ 8.200,00 c) R$ 8.500,00
d) R$ 8.600,00 e) R$ 8.800,00
Solução: Outro problema de Regra de Sociedade. A parte de Dora está para 4/9 assim como a parte
de Aldo estará para 5/9.
D A D A
4
9
5
9
9
9
18000 = =
+
= . Assim, a parte de Dora será
D
4
9
18000 = ⇒ D = × = 18000
4
9
8000
Resposta: letra a.
181) Para emitir uma ordem de pagamento, um Banco cobra de seus clientes uma comissão de 1,8%
sobre o seu valor. Se, ao enviar por esse Banco uma ordem de pagamento, um cliente desembolsou
o total de R$ 5.090,00, o valor dessa ordem de pagamento era de
a) R$ 4.500,00 b) R$ 4.600,00 c) R$ 4.750,00
d) R$ 4.800,00 e) R$ 5.000,00
Solução: O valor de R$ 5.090,00 já se encontra ACRESCIDO de 1,8%, ou seja, ele representa
101,8% do valor inicial. Podemos, assim, montar uma regra de três simples:
Valor %
5090| ÷÷÷÷÷ 101,8 |
X ↓ ÷÷÷÷÷ 100 ↓
X =

=
5090
1018
5000
100
,

Resposta: letra e.
182) Se um investidor aplicar a juro simples o capital de R$ 25.000,00 e, ao final de 1 ano e 6 meses,
obtiver o montante de R$ 40.750,00, a taxa mensal de juros terá sido de
a) 2,5% b) 2,8% c) 3,2% d) 3,5% e) 3,8%
Solução: Foram dados: C = 25000; n = 1 ano e 6 meses ⇒ 18 meses; M = 40750. Substituindo-se
esses dados na fórmula: M = C . (1 + i . n), teremos:
55
40750 = 25000 . (1 + i . 18). Isolando-se “i”:
18
40750
25000
1 . i = − ⇒ 18 163 1 . , i = − ⇒ 18 0 63 . , i = ⇒ i =
0 63
18
,
(este valor está na sua forma
UNITÁRIA. Para passá-lo para a forma PERCENTUAL basta multiplicá-lo por 100)
i i i = × ⇒ = ⇒ =
0 63
18
100
63
18
3 5%
,
,
Resposta: letra d.
TRT/2000 - 9ª Região (FCC)
183) Num tanque temos 2.000 l de água e 400 l de óleo. Cada litro de água pesa 1 kg, enquanto um
litro de óleo pesa 0,8 kg. Assim, o peso total dos 2.400 l do tanque, em toneladas, é igual a:
a) 0,0232 b) 0,232 c) 2,32 d) 23,2 e) 232
Solução: Trata-se de uma questão muito fácil! Basta multiplicarmos os volumes pelos respectivos
pesos, e, posteriormente, transformarmos o valor em toneladas (T).
2000 x 1 + 400 x 0,8 = 2320 quilogramas
Passando o valor encontrado para toneladas (dividindo-o por 1000), vem:
2320
1000
232 = , T
Resposta: letra c
184) Uma nota fiscal se compõe de duas parcelas: valor dos serviços e 5% deste, como encargos de
ISS. Se o total da nota é N, o valor dos serviços é:
a) 1,05 N b) 0,95 N c) N / 0,95 d) N / 1,05 e) N / 1,5.
Solução: Seja “S” o valor dos serviços. Então, o valor referente aos encargos será dado por 5% DE
S, ou seja:
0,05 x S. (Observação: em matemática, a palavra DE vira MULTIPLICAÇÃO). Agora, podemos
escrever o valor “N” da nota como sendo:
N = S + 0,05 S ⇒ N = 1,05 S. Queremos encontrar o valor de “S”. Assim: S
N
=
105 ,

Resposta: letra d.
185) Meu pai me contou que, em 1938, conversava com o avô dele e observaram que a idade de
cada um era expressa pelo número formado pelos dois últimos algarismos dos anos em que haviam
nascido. Assim, quando meu pai nasceu, a idade em anos de seu avô era:
a) 50 b) 55 c) 60 d) 65 e) 70
Solução:
Digamos que o avô do interlocutor tenha nascido em 18XY. De acordo com os dados do problema,
sua idade será XY. Observe que o avô só poderia ter nascido no século anterior! Desse modo, sua
idade será dada por: 1938 - 18XY = XY. Agora, precisamos DECOMPOR os números segundos suas
respectivas ordens, para podermos “montar” uma equação. Por exemplo: o número 735 é
decomposto da seguinte maneira: 7 x 100 + 3 x 10 + 5 x 1, ou seja, 7 CENTOS, 3 DEZENAS e 5
UNIDADES. Voltando à equação:
938 - 800 - 10X - Y = 10 X - Y ⇒ 20X + 2Y = 138 ⇒ (dividindo-se tudo por 2) ⇒ 10X + Y = 69
(equação 1).
A idade do neto é dada pela equação 1938 - 19ZW = ZW. Da mesma forma que procedemos no caso
do avô...
38 - 10Z - W = 10Z + W ⇒ 20Z + 2W = 38 ⇒ 10 Z + W = 19 (equação 2)
A idade do avô quando o neto nasceu deve ser dada por: 19ZW - 18XY ⇒ 100 + (10Z + W) - (10X +
Y) (equação 3). Da equação 1, temos que (10X + Y) = 69, e, da equação 2, (10Z + W) = 19.
Substituindo, então, estes valores na equação 3, teremos a idade do avô quando seu neto nasceu:
100 + 19 - 69 = 50 anos
Resposta: letra a.
186) Antônio comprou 100 prendas para a festa que dá sempre no fim do ano. As prendas de 3
espécies diferentes custaram R$ 10,00, R$ 3,00 e R$ 0,50, respectivamente. Sabendo que no total
gastou R$ 100,00, podemos afirmar que a quantidade de prendas de R$ 10,00 que adquiriu é igual a:
a) 4 b) 5 c) 6 d) 7 e) 8
Solução:
A princípio parece tratar-se de uma questão sem solução, uma vez que o número de incógnitas é
maior que o número de equações...
Vamos chamar de X, Y e Z as quantidades de cada prenda que Antônio comprou. Assim, podemos
56
escrever duas equações: uma para as QUANTIDADES e outra para VALOR GASTO:
X + Y + Z = 100 (equação para QUANTIDADES)
10X + 3Y + 0,5 Z = 100 (equação para VALOR GASTO)
O problema pede que calculemos a quantidade de prendas de R$ 10,00, ou seja, “X”. Vamos montar
um sistema da seguinte maneira:
Y Z X
Y Z X
+ = −
+ = −
¦
´
¹
100
3 0 5 100 10 ,
⇒ (multiplicando-se a segunda equação por 2 e a primeira por -1) ⇒
− − = − +
+ = −
¦
´
¹
Y Z X
Y Z X
100
6 200 20
⇒ (somando-se membro a membro) ⇒ 5Y = 100 - 19X ⇒
Y
X
Y X =

⇒ = −
100 19
5
20 3 8 , .
É óbvio que o valor de Y deve ser um INTEIRO POSITIVO. Observando-se a equação deduzida,
chegamos à conclusão de que X só pode ser igual a 5, pois qualquer outro valor iria resultar em um Y
decimal ou negativo! Desse modo, o valor de X é 5.
(Obs.: Com o valor de X = 5, podemos também encontrar: Y = 1 e Z = 94)
Resposta: letra b.
187) Um criador tinha num sítio unicamente cachorros de raça e pavões. Contando os ‘pés’ de todos
os animais, observou que o total de ‘pés’ era igual ao quadrado do número de pavões. Uma semana
depois, vendeu seis cachorros e dois pavões e verificou que de novo o fato se dava, ou seja, o
número total de ‘pés’ era o quadrado do número de pavões. Assim, podemos afirmar que, antes da
venda, havia no sítio um número de cachorros igual a:
a) 20 b) 18 c) 16 d) 14 e) 12
Solução: Seja “X” a quantidade de cachorros e “Y” a quantidade de pavões. Com os dados da
questão, escrevemos duas equações:
4 2
4 6 2 2 2
2
2
X Y Y
X Y Y
+ =
− + − = −
¦
´
¦
¹
¦ . ( ) . ( ) ( )

4 2
4 24 2 4 4 4
2
2
X Y Y
X Y Y Y
+ =
− + − = − +
¦
´
¦
¹
¦

4 2
4 6 24
2
2
X Y Y
X Y Y
+ =
+ − =
¦
´
¦
¹
¦
.
Substituindo-se o valor de Y
2
da primeira equação na segunda, vem:
4X +6Y - 32 = 4X + 2Y ⇒ 4Y = 32 ⇒ Y = 8. Calculamos o número de pavões primeiro pela maior
facilidade nos cálculos. O problema solicita o número de cachorros. Substituindo-se o valor de Y na
primeira equação, teremos:
X
Y Y
=

=
− ×
=
2 2
2
4
8 2 8
4
12
Resposta: letra e.
188) O valor da expressão 0 6
1
3
4
5
0 33 3
2 198
1
2
,
, ...
,
× + +
×

+ é:
a) 51 b) 52 c) 53 d) 54 e) 55
Solução: Basta resolvermos a expressão dada...
Vamos transformar o n.º decimal (0,6) em fração decimal e a dízima (0,333...) em fração própria:
6
10
1
3
4
5
1
3
3
0 02
1 × + +
×
+
,

1
5
4
5
1
3
3
0 02
1 + +
×
+
,
⇒ 1
1
0 02
1 + +
,
⇒ 2
1
0 02
+
,
⇒ 2 + 50 = 52.
Resposta: letra b.
189) Dividiu-se um terreno de 1.296 m
2
em três lotes. A área do 1º lote corresponde a 4/5 da área do
2º e a área do 3º é igual à soma das outras áreas. O maior lote tem, em m
2
, área igual a:
a) 452 b) 574 c) 648 d) 712 e) 860
Solução: Sejam X, Y e Z as áreas dos três lotes. Desse modo:
X + Y + Z = 1296
X Y =
4
5
e Z = X + Y. O problema pede o lote de maior área (no nosso caso, “Z”).
Z Y Y = +
4
5
⇒ Z Y =
9
5
⇒ Y Z =
5
9
e X Y =
4
5
⇒ X Z =
4
5
5
9
. . ⇒ X Z =
4
9
. Substituindo-se os
valores em destaque na primeira equação:
57
4
9
5
9
1296 Z Z Z + + = ⇒
9
9
1296 Z Z + = ⇒ Z Z + = 1296 ⇒ 2Z = 1296 ⇒ Z = 648
Resposta: letra c.
190) Dois ciclistas partem juntos, no mesmo sentido, numa pista circular. Um deles faz cada volta em
12 minutos e o outro em 15 minutos. O número de minutos necessários para que o mais veloz fique
exatamente 1 volta na frente do outro é:
a) 15 b) 30 c) 45 d) 60 e) 90
Solução: Os ciclistas só irão ter uma volta de diferença quando se encontrem novamente. Ora,
sabemos que eles só irão encontrar-se novamente quando tivermos um MÚLTIPLO COMUM dos
tempos de cada um. Desse modo... MMC (12, 15) = 60.
Há outra maneira de resolver a questão. Entretanto, iremos dispensá-la, por envolver cálculos mais
extensos, além de um raciocínio baseado em fórmula física (velocidade, distância e tempo)...
Resposta: letra d.
191) Ana fez 2/5 de um tapete em 8 horas e Clara fez 1/3 do restante em 6 horas. Se trabalharem
juntas, terminarão o tapete num tempo igual a:
a) 4h 12 min b) 4h 30 min c) 4h 36 min
d) 4h 45 min e) 4h 48 min.
Solução 1: Também aqui usaremos o MÉTODO DA REDUÇÃO À UNIDADE DE TEMPO.
Ana faz 2/5 do tapete em 8 horas, logo, em 1 hora irá fazer:
tapete tempo (h)
2/5 ÷÷÷÷ 8
X ÷÷÷÷ 1
Então, em 1 hora, Ana fará 1/20 do tapete.
Ora, se Ana faz 2/5 do tapete, fica faltando 3/5 do tapete. O problema diz que Clara faz 1/3 DO
RESTANTE (que são os 3/5 que Ana não fez). Então, Clara irá fazer
3
5
1
3
1
5
. = . Assim, Clara fez 1/5
do tapete em 6 horas. Logo, em uma hora irá fazer...
tapete tempo (h)
1/5 ÷÷÷÷ 6
X ÷÷÷÷ 1
Em uma hora, Clara terá feito 1/30 do tapete.
As duas trabalhando juntas, farão, EM UMA HORA:
1
20
1
30
3 2
60
1
12
+ =
+
= do tapete.
Se Ana fez 2/5 e Clara fez 1/5 do tapete, já foram feitos 3/5 do tapete e ainda falta fazer os 2/5
restantes. Desse modo, podemos calcular o tempo necessário para que as duas JUNTAS executem o
restante da tarefa:
tapete tempo (h)
2/5 ÷÷÷÷ X
1/12 ÷÷÷÷ 1
Resolvendo a regra de três, encontraremos: X = =
2
5
12 4 8 . , horas (4 horas e 48 minutos). Tenha
CUIDADO na conversão de fração de horas para minutos!
Solução 2: Podemos aplicar o “Método da Redução à Unidade de Tempo Ponderado”, enunciado em
outras questões semelhantes deste livro como:
“O somatório dos produtos de cada peso pelo inverso do seu respectivo tempo será igual ao inverso
do tempo coletivo multiplicado pelo seu respectivo peso”
Os “pesos” aos quais o enunciado acima se refere são as porções de tarefa feita por cada um dos
trabalhadores. Observe que Clara fez 1/3 DO RESTANTE (isto é, da parte que Ana NÃO FEZ, que
eqüivale a 3/5). Assim, 1/3 DE 3/5 é igual a 1/5. Desse modo, as duas, separadamente, já fizeram 2/5
+ 1/5 = 3/5 do tapete e ainda falta fazer 2/5. Com estas considerações, podemos montar a equação
abaixo, de acordo com o enunciado do retângulo acima:
2
5
1
8
1
5
1
6
2
5
1
× + × = ×
X

1
20
1
30
2
5
+ =
X
⇒ (MMC de 20, 30 e 5X é 60X) ⇒
3 2
60
24
60
5 24
24
5
4 8
X X
X X
X X X
+
= ⇒ = ⇒ = ⇒ = , horas, ou 4 horas e 48 minutos.
58
Resposta: letra e.
192) Considere A = 2.730. O menor valor natural de n para que nA seja divisível por 396 é:
a) 66 b) 33 c) 22 d) 6 e) 3
Solução: Uma questão muito fácil. Vamos dividir o número 2730n por 396, simplificando até que a
fração se torne irredutível:
2730
396
455
66
n n
= . É óbvio que, para a divisão ao lado ser EXATA, o valor de “n” deverá ser igual a 66.
Resposta: letra a.
TRF - 4ª REGIÃO/2001 (FCC)
193) No quadro abaixo, têm-se as idades e os tempos de serviço de dois técnicos judiciários do
Tribunal Regional Federal de uma certa circunscrição judiciária.
Idade
(em anos)
Tempo de
Serviço
(em anos)
João 36 8
Maria 30 12
Esses funcionários foram incumbidos de digitar as laudas de um processo. Dividiram o total de laudas
entre si, na razão direta de suas idades e inversa de seus tempos de serviço no Tribunal. Se João
digitou 27 laudas, o total de laudas do processo era
a) 40 b) 41 c) 42 d) 43 e) 44
Solução:
Seja “X” a quantidade de laudas digitadas por João e “Y” a quantidade de laudas digitadas por Maria.
Então:
X Y
36
1
8
30
1
12

=

. O valor de X foi dado ⇒ X = 27. Desse modo...
27
36
1
8
30
1
12

=

Y
⇒ Simplificando a equação ⇒
27
9
2
5
2
=
Y

27
9 5
=
Y

Y
Y
5
3 15 = ⇒ = . Assim, o
total de laudas digitadas será igual a X + Y = 27 + 15 = 42
Resposta: letra c.
194) Se 16
1
8
1 x
x

= , então, considerando log 2 = 0,30, o valor de log x é
a) −0,40 b) −0,20 c) 0,40 d) 0,20 e) −0,10
Solução:
16
1
8
1 x
x

= ⇒
( )
( )
( )
2
1
2
2 2
4
1
3
2 1
3
x
x
x
x



= ⇒ =
.
⇒ Basta igualarmos os expoentes ⇒
2 2 3 5 2
2
5
0 4 x x x x x − = − ⇒ = ⇒ = ⇒ = , . Desse modo: log x = log 0,4 ou log
4
10
⇒ aplicando a
propriedade do quociente: log log log .log , , , 4 10 2 1 2 2 1 2 0 3 1 0 6 1 0 4
2
− ⇒ − ⇒ − ⇒ × − ⇒ − = −
Resposta: letra a.
195) Considere todos os números de 3 algarismos distintos, escolhidos entre os elementos do conjunto A
= {1, 2, 3, 4, 5}. Em quantos desses números a soma dos algarismos é ímpar?
a) 8 b) 12 c) 16 d) 24 e) 48
Solução:
Para que a soma dos algarismos de números com 3 algarismos resulte ÍMPAR é necessário que
tomemos dois algarismos pares com um ímpar ou então 3 algarismos ímpares. Como temos 3
algarismos ímpares, então uma parte da solução é dada pela permutação de 3:
P
3
= 6. Os demais números (com dois pares e um ímpar) são obtidos facilmente, pois há 3 algarismos
ímpares, 3 posições para cada um. Além disto, para cada algarismo ímpar, haverá 2 algarismos
pares para as duas posições restantes. Daí a multiplicação: 3 x 3 x 2 = 18. Somando este resultado
com o anterior, teremos: 6 + 18 = 24.
Resposta: letra d.
59
196) Perguntaram a José quantos anos tinha sua filha e ele respondeu: "A idade dela é
numericamente igual à maior das soluções inteiras da inequação 2x
2
− 31x − 70 < 0." É correto afirmar
que a idade da filha de José é um número
a) quadrado perfeito. b) primo. c) menor que 10.
d) divisível por 4. e) múltiplo de 6.
Solução:
As raízes da inequação dada são (Bháskara): -2 e
35
2
. O maior n.º inteiro contido no intervalo (-2;
17,5) é o 17, que é um n.º primo!
Resposta: letra b.
197) A que taxa anual de juros simples deve-se aplicar um capital para que, ao final de 20 meses, o
seu valor seja triplicado?
a) 10% b) 60% c) 100% d) 120% e) 150%
Solução:
Seja “C” o capital aplicado. Então o Montante será 3C (o triplo!). o prazo é 20 meses, ou
5
3
ano.
Substituindo-se os dados na fórmula do Montante (juros simples);
M = C . (1 + i . n) ⇒ 3 1
5
3
C C i = +
|
\

|
.
|
. . ⇒ 3 1
5
3
= + .i ⇒ 2
5
3
6
5
= ⇒ = .i i (unitária!) ⇒ para
transformarmos uma taxa de unitária para percentual, basta multiplicarmos o numerador por 100 e
efetuar a divisão ⇒ i i = ⇒ =
600
5
120% a.a.
Resposta: letra d.
198) Nos dados habitualmente usados em jogos, a soma dos pontos de duas faces opostas deve ser
sempre igual a 7. Assim, por exemplo, todas as vistas possíveis de um dado cuja face da frente tem 1
ponto marcado estão representadas nas figuras abaixo.

As figuras que representam todas as vistas possíveis de um dado que tem 3 pontos na face da frente
é
a)
b)
c)
d)
e)

Solução:
Também aqui encontra-se a resposta por simples “observação” dos conjuntos apresentados
Resposta: letra b.
199) Durante dois dias consecutivos, um técnico judiciário foi designado para prestar informações ao
público. Sabe-se que:
• o total de pessoas que ele atendeu nos dois dias foi 105;
• o número de pessoas que ele atendeu no primeiro dia era igual a 75% do número atendido no
segundo;
• a diferença positiva entre os números de pessoas atendidas em cada um dos dois dias era igual a
um número inteiro k.
Nessas condições, k é igual a
a) 19 b) 18 c) 15 d) 12 e) 10
Solução:
60
Se ele atendeu “X” pessoas no segundo dia, então no primeiro dia, ele atendeu 0,75X (75% DE X).
Somando-se as quantidades dos dois dias: 0,75.X + X = 105 ⇒ 1,75.X = 105 ⇒ X X = ⇒ =
105
175
60
,
.
Foram atendidas 60 pessoas no segundo dia e 45 no primeiro dia.
Então: k = 60 - 45 = 15
Resposta: letra c.
200) Uma pesquisa de opinião feita com um certo número de pessoas, sobre sua preferência em
relação a algumas configurações de microcomputadores, resultou no gráfico seguinte.
?
18%
25%
12%
?
A
B
C
D
E
Tipos de configuração

De acordo com o gráfico, a melhor estimativa para a porcentagem de entrevistados que preferem a
configuração do tipo E é
a) 35% b) 38% c) 42% d) 45% e) 48%
Solução:
Por “observação” do gráfico, basta fazer 50% - 12% = 38%. Ocorre que aqui as áreas não
correspondem aos percentuais que representam. A única coisa que podemos afirmar com certeza é
que as duas áreas desconhecidas somam 45%...
Resposta: letra b.
201) Sobre uma superfície plana têm-se 3 blocos iguais empilhados, com 13 faces expostas,
conforme mostra a figura abaixo.

Se forem empilhados 25 desses blocos, o número de faces expostas será
a) 125 b) 121 c) 111 d) 105 e) 101
Solução:
Olhando a pilha de blocos “de cima para baixo” veremos que o primeiro termo da Progressão
Aritmética que fornece a quantidade de faces visíveis é 5, e, todos os termos dessa progressão, a
partir do primeiro são somados de 4 novas faces. Daí a fórmula:
a
n
= a
1
+ (n - 1) . r, com n = 25 (o n.º total de blocos). Resolvendo...
a
25
= 5 + (25 - 1) . 4 ⇒ a
25
= 5 + 24 . 4 ⇒ a
25
= 101
Resposta: letra e.
202) O esquema abaixo mostra, passo a passo, a seqüência de operações a serem efetuadas a partir
de um certo número, a fim de obter o resultado final 10,4.
ponto de
partida: ?
(dividir por 8) (somar )
1
5
(multiplicar
por 0,4)
(subtrair 0,28) (dividir por 5)
10,4: resultado final

O número que deve ser considerado como ponto de partida está compreendido entre
a) 1 000 e 1 050 b) 1 050 e 1 100 c) 1 100 e 1 150
d) 1 150 e 1 200 e) 1 250 e 1 300
Solução:
Resolvemos a questão “de trás para frente”, INVERTENDO todas as operações indicadas. Desse
61
modo:
10,4 x 5 = 52
52 + 0,28 = 52,28
52,28 ÷ 0,4 = 130,7
130,7 - 0,2 = 130,5
130,5 x 8 = 1044
Resposta: letra a
TFC/2001 (ESAF)
203) Ou Anaís será professora, ou Anelise será cantora, ou Anamélia será pianista. Se Ana for atleta,
então Anamélia será pianista. Se Anelise for cantora, então Ana será atleta. Ora, Anamélia não será
pianista. Então:
a) Anaís será professora e Anelise não será cantora
b) Anaís não será professora e Ana não será atleta
c) Anelise não será cantora e Ana será atleta
d) Anelise será cantora ou Ana será atleta
e) Anelise será cantora e Anamélia não será pianista
Solução:
Analisando “de trás para frente”...
Se Anamélia não será pianista, então Ana não será atleta.
Se Ana não será atleta, então Anelise não será cantora.
Se Anelise não será cantora nem Anamélia será pianista, então Anaís será professora.
Resposta: letra a.
204) Se é verdade que “Nenhum artista é atleta”, então também será verdade que:
a) todos não-artistas são não-atletas
b) nenhum atleta é não-artista
c) nenhum artista é não-atleta
d) pelo menos um não-atleta é artista
e) nenhum não-atleta é artista
Solução: As alternativas da questão apresentam possíveis negações à proposição categórica dada.
Negamos uma proposição categórica universal com pelo menos um... não é...
Resposta: letra d.
205) Em uma empresa de 50 profissionais, todos têm cursos de especialização ou curso de
mestrado. Pelo menos 30 desses profissionais têm curso de mestrado, e no máximo 10 deles têm
curso de especialização e curso de mestrado. Se X é o número de profissionais que possuem curso
de especialização, então:
a) x ≤ 30 b) x ≥ 10 c) 0 ≤ x ≤ 30
d) 20 ≤ x ≤ 35 e) x < 30
Solução:
Seja n(E) = x. o número de profissionais com curso de especialização; e
n(M) o número de profissionais com curso de mestrado.
Foram dados: n(M) = 30 n(E ∪ M) = 50 n(E ∩ M) = 10
Fórmula: n(E ∪ M) = n(E) + n(M) - n(E ∩ M)
Substituindo os dados: 50 = x + 30 - 10 → x = 60 - 30 = 30. Tem-se que no máximo 30 profissionais
possuem curso de especialização.
Resposta: letra c.
206) Se X = 3 sen α e Y = 4 cos α, então, para qualquer ângulo α, tem-se que:
a) 16X
2
- 9 Y
2
= -144 b) 16X
2
+ 9 Y
2
= 144
c) 16X
2
- 9 Y
2
= 144 d) -16X
2
+ 9 Y
2
= 144
e) 16X
2
+ 9 Y
2
= -144
Solução: Sabemos que sen cos
2 2
1 a a + =
Então, com os dados da questão, podemos escrever: sen
2
2
9
a
x
= e cos
2
2
16
a
y
= . Agora,
substituindo-se na equação acima:
x y
2 2
9 16
1 + = (tirando o MMC) ⇒ 16.x
2
+ 9.y
2
= 144
Resposta: letra b.
62
207) Se W = {x ∈ IR / -3 < x < 3} e P = {x ∈ IR / 0 ≤ x < 4} e Q = { x ∈ IR / 0 ≤ x < 3} então o conjunto
(W ∩ Q) - P é dado por:
a) ∅ b) [0;3] c) (1;3) d) [0;3) e) (0;3]
Solução:

Resposta: letra a.
208) Beraldo espera ansiosamente o convite de um de seus três amigos, Adalton, Cauan e Délius,
para participar de um jogo de futebol. A probabilidade de que Adalton convide Beraldo para participar
do jogo é de 25%, a de que Cauan o convide é de 40% e a de que Délius o faça é de 50%. Sabendo
que os convites são feitos de forma totalmente independente entre si, a probabilidade de que Beraldo
não seja convidado por nenhum dos três amigos para o jogo de futebol é:
a) 12,5% b) 15,5% c) 22,5% d) 25,5% e) 30%
Solução:
Tem-se que: P(A) = 0,25 P(C) = 0,4 P(D) = 0,5
P( A ) = 0,75 P( B ) = 0,6 P( C) = 0,5
Então, a probabilidade de ele NÃO ser convidado por nenhum dos três será:
P( A ∩B ∩C) = P( A ) x P( B ) x P( C) ⇒ P( A ∩B ∩C) = 0,75 x 0,6 x 0,5 = 0,225 ou 22,5%
Resposta: letra c.
209) Um sistema de equações lineares é chamado “possível” ou “compatível” quando admite pelo
menos uma solução, e é chamado de “determinado” quando a solução for única e de “indeterminado”
quando houver infinitas soluções. A partir do sistema formado pelas equações, X - Y = 2 e 2X + WY =
Z, pode-se afirmar que se W = -2 e Z = 4, então o sistema é:
a) impossível e determinado b) impossível ou determinado
c) impossível e indeterminado d) possível e determinado
e) possível e indeterminado
Solução:
Substituindo os valores dados, chegamos ao seguinte sistema:
x y
x y
− =
− =
¦
´
¹
2
2 2 4 .
→ Duas equações proporcionais... Segue-se que o sistema em tela admite INFINITAS
SOLUÇÕES, sendo, portanto, POSSÍVEL E INDETERMINADO.
Resposta: letra e.
210) Em uma circunferência são escolhidos 12 pontos distintos. Ligam-se quatro quaisquer destes
pontos, de modo a formar um quadrilátero. O número total de diferentes quadriláteros que podem ser
formados é:
a) 128 b) 495 c) 545 d) 1.485 e) 11.880
Solução:
Basta encontrarmos a Combinação de 12, tomados 4 a 4... C
12 4
12 11 10 9
4 3 2 1
495
,
=
× × ×
× × ×
=
Resposta: letra b.
211) As rodas de um automóvel têm 40 cm de raio. Sabendo-se que cada roda deu 20.000 voltas,
então a distância percorrida pelo automóvel, em quilômetros(Km), foi de:
63
a) 16 Km b) 16.π Km c) 16 π
2
Km
d) 1,6 . 103π Km e) 1,6 . 103π
2
Km
Solução:
O comprimento de uma circunferência é dado por: C = 2. π.r.
Como foi dado o raio (em centímetros!), teremos: C = 2. π.40 = 80. π CENTÍMETROS.
Ora, se em uma volta a roda percorre: 80. π cm, então, em 20.000 voltas percorrerá:
20000 . 80 . π cm ou 1600000. π cm. Agora, passando para km (deslocando-se a vírgula 5 casas à
esquerda) → 16. π km
Resposta: letra b.
212) Um triângulo possui seus vértices localizados nos pontos P(1,4), Q(4,1) e R(0,y). Para que o
triângulo tenha área igual a 6, é suficiente que y assuma o valor:
a) 2,5 b) -3,7 c) -4,2 d) 7,5 e) 9,0
Solução:
Da Geometria Analítica, sabe-se que a área (A) de um triângulo, dados os pontos do vértice, é dada
por A =
1
2
. D , onde D é o determinante:
1 4 1
4 1 1
0 y 1
= 1 + 4y - y - 16 = 3y - 15.
Como a área (A) do triângulo foi dada e vale 6 unidades de área, teremos:
( )
6
1
2
3 15 = − . y ⇒ 12 = 3y - 15 ⇒ 3y = 27 ⇒ y = 9
Resposta: letra e.
213) Achar uma fração equivalente a 7/8 cuja soma dos termos é 120.
a) 52/68 b) 54/66 c) 56/64 d) 58/62 e) 60/60
Solução:
A fração procurada tem a forma:
x
y
. Se ela é equivalente a
7
8
, podemos escrever a seguinte
proporção:
x
y
=
7
8
. Sabemos que x + y = 120. Assim, temos aqui um sistema com duas equações e
duas incógnitas:
x
y
x y
=
+ =
¦
´
¦
¹
¦
7
8
120
⇒ resolvendo por substituição x
y
=
7
8

7
8
120 15 960
960
15
y
y y y + = ⇒ = ⇒ = ⇒
y = 64 e x = 56. Então, a fração procurada é:
56
64

Resposta: letra c.
214) Ao se dividir o número 400 em valores diretamente proporcionais a 1, 2/3 e 5/3, obtém-se,
respectivamente:
a) 120, 80 e 200 b) 360, 240 e 600
c) 60, 40 e 100 d) 40, 80/3 e 200/3
e) 100, 40 e 60
Solução:
X Y Z X Y Z
1 2 3 5 3
1
2
3
5
3
400
10
3
120 = = =
+ +
+ +
= =
/ /
. Daqui retiramos: X = 120; Y Y = × ⇒ = 120
2
3
80 , e
Z Z = × ⇒ = 120
5
3
200
Resposta: letra a.
215) Em um depósito devem ser acondicionadas caixas em forma de cubo medindo externamente 50
cm de aresta ou lado da face. Considerando que se arrumaram as caixas face a face formando uma
base retangular de 10 por 30 caixas e sempre com 12 caixas de altura, obtenha o volume do
paralelepípedo formado, admitindo que as caixas se encaixam ao lado e em cima das outras
perfeitamente, sem perda de espaço.
a) 450 m
3
b) 360 kl c) 288 m
3
d) 240 m
3
e) 150 kg
64
Solução:
O volume de uma única caixa é dado por: V = a
3
, onde “a” é o valor da aresta do cubo, que, neste
caso, vale 50 cm. Desse modo, O volume do cubo vale: V = 50
3
cm
3
= 125000 cm
3
. Quando se
formam “paralelepípedos” de 10 x 30 x 12 caixas, pelo empilhamento destas, ter-se-á um volume total
de 10 x 30 x 12 x 125000 cm
3
= 450.000.000 cm
3
. Passando para m
3
(eqüivale a deslocar a vírgula 6
casas para a esquerda) → 450 m
3

Resposta: letra a.
216) Um segmento de reta ligando dois pontos em um mapa mede 6,5 cm. Considerando que o mapa
foi construído numa escala de 1: 25 000, qual a distância horizontal em linha reta entre os dois
pontos?
a) 162,5 m b) 15 hm c) 1,5 km
d) 1,6 km e) 1625 m
Solução:
Um problema simples de ESCALA, que se define como: E
D
R
= , onde “E” é a escala; ”R” é o valor
real e “D” é o valor do desenho. Então:
1
25000
6 5
=
,
R
⇒ R = 6,5 x 25000 = 162.500 cm, ou 1,625 km,
ou 16,25 hm, ou 162,5 dam, ou 1625 m.
Resposta: letra e.
217) Cinco trabalhadores de produtividade padrão e trabalhando individualmente beneficiam ao todo
40 kg de castanha por dia de trabalho de 8 horas. Considerando que existe uma encomenda de 1,5
toneladas de castanha para ser entregue em 15 dias úteis, quantos trabalhadores de produtividade
padrão devem ser utilizados para se atingir a meta pretendida, trabalhando dez horas por dia?
a) 5 b) 10 c) 15 d) 20 e) 25
Solução:
trabalhadores kg h/dia dias
5 ÷÷÷ 40 ÷÷÷ 8 ÷÷÷ 1
X ÷÷÷ 1500 ÷÷÷ 10 ÷÷÷ 15
direta inversa inversa
X =
× × ×
× ×
=
5 1500 8 1
40 10 15
10
Resposta: letra b.
218) O nível geral de preços em determinada região sofreu um aumento de 10% em 1999 e 8% em
2000. Qual foi o aumento total dos preços no biênio considerado?
a) 8% b) 8,8% c) 10,8% d) 18% e) 18,8%
Solução:
Usando o método “Cuca Legal” do prof. Milton Araújo:
“Para encontrarmos rapidamente o valor acumulado, quando se faz dois acréscimos sucessivos, ou
dois descontos sucessivos ou ainda um acréscimo e um desconto sucessivos, poderemos efetuar a
soma direta se incluirmos no somatório o produto dos percentuais envolvidos”. Assim, no caso
analisado, faremos o seguinte:
10% + 8% +
10
100
8
100
× = 18% +
10
100
8
100
× = 18% +
8
10
1
100
× = 18% + 0,8% = 18,8%
Resposta: letra e.
219) Um capital é aplicado a juros simples à taxa de 4% ao mês por quarenta e cinco dias. Calcule os
juros como porcentagem do capital aplicado.
a) 4% b) 4,5% c) 5% d) 6% e) 6,12%
Solução:
J = C . i . n. , onde i = 4% a.m. e n = 45 dias (ou 1,5 mês). Então: J C J C = × × ⇒ = ×
4
100
15
6
100
, ,
ou J = 6%.C
Resposta: letra d.
220) Um indivíduo obteve um desconto de 10% sobre o valor de face de um título ao resgatá-lo um
mês antes do seu vencimento em um banco. Como esta operação representou um empréstimo
realizado pelo banco, obtenha a taxa de juros simples em que o banco aplicou os seus recursos
nessa operação.
65
a) 9% ao mês b) 10% ao mês c) 11,11% ao mês
d) 12,12% ao mês e) 15% ao mês
Solução:
Se a taxa de DESCONTO é d = 10%, quer-se calcular a taxa de juros equivalente para o prazo n = 1
mês. Usando a fórmula: i
d
d n
=
− 1 .
. Substituindo-se os dados... i =

= = ≅
01
1 01
01
0 9
1
9
0111
,
,
,
,
, ... ou
11,11% a.m.
Resposta: letra c.
221) Determinar os valores de x para os quais a função do segundo grau f(x) = x
2
− 3x – 10 assume
valores positivos.
a) − 5 < x < 2 b) x = − 5 ou x = 2 c) − 2 < x < 5
d) x < − 2 ou x > 5 e) x < − 5 ou x > 2
Solução:
Devemos resolver a inequação: x
2
− 3x – 10 > 0
As raízes da equação são (Bháskara): -2 e 5. Teremos a função com sinais positivos para x em
qualquer intervalo “fora das raízes” (a parábola tem concavidade para cima...). Desse modo:
x < -2 ou x > 5
Resposta: letra d.
222) Determinar a de modo que a equação 4 x
2
+ (a − 4 ) x + 1 − a = 0 tenha duas raízes iguais.
a) a = 0 b) a = − 8 ou a = 0 c) a = 8
d) − 8 < a < 0 e) a < 0 ou a > 8
Solução:
Para DUAS RAÍZES REAIS IGUAIS, a condição é: ∆ = 0, onde ∆ = − b a c
2
4. . . Da equação dada,
retiramos: a = 4; b = (a - 4) e c = 1 - a
Substituindo-se estes dados na fórmula do ∆ acima...
( ) ( )
∆ = − − − a a 4 4 4 1
2
. . ⇒ 0 8 16 16 16
2
= − + − + a a a . . ⇒ Agrupando os termos semelhantes
e elevando ambos os membros ao quadrado ⇒ 0 = a
2
+ 8.a ⇒ a = 0 ou a = -8
Resposta: letra b.
PMPA/1993 - Assistente Administrativo
Nota: As unidades monetárias não foram alteradas, para manter a fidelidade dos dados da prova.
223) Dentre as alternativas abaixo, a que apresenta o número decimal mais próximo do produto 4,32
x 1,42 é:
a) 5,742 b) 5,893 c) 6,111 d) 6,159 e) 6,163
Solução:
Basta efetuar a multiplicação: 4,32 x 1,42 = 6,1344
Uma dica: efetue a multiplicação sem se preocupar com as vírgulas. Após efetuar a multiplicação,
conte as casas após a vírgula de TODOS os termos e coloque-as no produto encontrado.
O nº MAIS PRÓXIMO do resultado encontrado é o 6,111.
Resposta: letra c.
224) Se a inflação de dezembro for de 35%, então pode-se afirmar que uma nota de X cruzeiros
reais, lançada no dia 12 de dezembro, terá no fim deste mês um poder aquisitivo equivalente a:
a)
1
135 ,
Xcruzeiros reais b) 0,35 X cruzeiros reais c) 0,65 X cruzeiros reais
d) 1,35 X cruzeiros reais e)
1
165 ,
X cruzeiros reais
Solução:
O “poder aquisitivo” da moeda é dado DIRETAMENTE pela equação:
PA
i
=
+
1
1
, onde “P.A.” é o poder aquisitivo e “i” é a taxa de inflação, sempre colocada na sua forma
UNITÁRIA! Assim, teremos: PA PA =
+
⇒ =
1
1 0 35
1
135 , ,
. Multiplicando-se este fator pela quantia “X”,
vem:
1
165 ,
X cruzeiros reais
66
Resposta: letra a.
225) Numa reunião do partido que elegeu o Prefeito de uma capital, estão presentes 12 professores e
18 médicos. Dentre estes profissionais deve ser escolhido e levado ao Prefeito o nome de um
professor e o de um médico como sugestões para as funções de Secretário de Educação e de
Secretário de Saúde, respectivamente. Nestas condições, o número de diferentes duplas (professor,
médico) que podem ser submetidas à escolha do Prefeito, é igual a:
a) 30 b) 60 c) 128 d) 216 e) 432
Solução:
Para CADA professor selecionado, há 18 médicos. Se há 12 professores, então, o número total de
duplas será: 12 x 18 = 216.
Obs.: Em matemática, as palavras “DE” e “CADA” transformam-se em MULTIPLICAÇÃO!
Resposta: letra d.
226) Pedro e João aniversariam no mesmo dia do ano. Se Pedro tem atualmente o quádruplo da
idade de João, então o número de anos necessários para que Pedro venha a ter o triplo da idade de
João é igual a:
a)
1
2
da idade atual de João b)
1
2
da idade atual de Pedro
c)
3
2
da idade atual de João d)
2
3
da idade atual de Pedro
e) 5 vezes a idade atual de João
Solução:
Seja “X” a idade de Pedro, “Y” a idade de João e “Z” o número de anos necessária para que Pedro
venha a ter o triplo da idade de João.
Escrevendo as equações (lembrando que queremos encontrar “Z”)
X = 4.Y (pois Pedro tem ATUALMENTE o quádruplo da idade de João).
Daqui a “Z” anos, Pedro terá: (X + Z) anos e João terá (Y + Z) anos. Quando isto acontecer, a idade
de Pedro será o triplo da idade de João. Então:
(X + Z) = 3.(Y + Z).
Substituindo-se o resultado da primeira equação...
4.Y + Z = 3.Y + 3.Z
Y = 2.Z ⇒ Z Y =
1
2
, ou seja, o número de anos necessários para que a idade de Pedro seja o triplo
da idade de João é igual a METADE da idade de João.
Resposta: letra a.
227) Desejo pavimentar uma sala de 33 m
2
com lajotas de cerâmica de 30 cm x 30 cm. Para realizar
este trabalho, preciso adquirir um número de lajotas, aproximadamente, igual a:
a) 305 b) 319 c) 327 d) 348 e) 367
Solução:
Passando a área da sala para cm
2
: 330000 cm
2
.
Agora DIVIDIMOS a área da sala pela área de uma lajota (que é 30 x 30 = 900 cm
2
)
330000 ÷ 900 ≅ 367
Resposta: letra e.
228) Um avião consome 900 litros de combustível por hora de viagem. Em uma viagem de 3 h 20
min 16 s, o número de litros de combustível consumido é igual a:
a) 3004 b) 3016 c) 3025 d) 3030 e) 3049
Solução:
UMA HORA tem 60 minutos, ou 3600 segundos.
3 h 20 min 16 s têm: 3 x 3600 + 20 x 60 + 16 = 12016 segundos.
Montamos uma regra de três:
litros tempo (s)
900 ÷÷ 3600
X ÷÷ 12016
X =
×
=
900 12016
3600
3004
Resposta: letra a.
229) Uma Prefeitura deve distribuir a verba de CR$ 1.260.000,00, para pequenas reformas de
67
pintura, entre 3 escolas municipais com 10, 12 e 13 salas de aula. Se a divisão for proporcional ao
número de salas de aula de cada escola, então a de maior número de salas receberá:
a) CR$ 432.000,00 b) CR$ 454.000,00 c) CR$ 468.000,00
d) CR$ 475.000,00 e) CR$ 488.000,00
Solução:
“X”, “Y” e “Z” são as partes destinadas a cada uma das escolas com 10, 12 e 13 salas,
respectivamente. Sabe-se que X + Y + Z = 1.260.000, e:
X Y Z X Y Z
10 12 13 10 12 13
1260000
35
36000 = = =
+ +
+ +
= = .
A escola com maior número de salas receberá a quantia “Z”. então:
Z
Z Z
13
36000 36000 13 468000 = ⇒ = × ⇒ =
Resposta: letra c.
230) Vendi um aparelho de TV por CR$ 18.900,00, com prejuízo de 10% sobre o custo. Para obter
um lucro de 25%, sobre o custo, deveria vender o mesmo aparelho por:
a) CR$ 26.250,00 b) CR$ 25.750,00 c) CR$ 21.360,00
d) CR$ 20.850,00 e) CR$ 19.900,00
Solução:
Fórmula: V = C - P (onde “V” é o preço de VENDA; “C” é o preço de CUSTO e “P” é o PREJUÍZO).
Se o prejuízo incide SOBRE O CUSTO, então, dizemos que o custo corresponde a 100%. Como o
percentual do PREJUÍZO é de 10%, segue que o percentual correspondente ao preço de venda será:
V = 100% - 10%
V = 90%
Como a venda corresponde a 90% do valor inicial (CUSTO), então, podemos calcular o preço de
custo por meio de uma regra de três:

$ %
18900 ÷÷ 90
C ÷÷ 100
C =
×
=
18900 1100
90
21000 .
Agora que já sabemos os preço de CUSTO, podemos calcular o preço de VENDA com lucro de 25%
SOBRE O CUSTO.
Fórmula: V = C + L (onde “V” é o preço de VENDA; “C” é o preço de CUSTO e “L” é o LUCRO).
Como o lucro é SOBRE O CUSTO, dizemos que o CUSTO corresponde a 100%. Logo, o percentual
correspondente à VENDA é dado por:
V = 100% + 25%
V = 125%
Montamos outra regra de três...
$ %
21000 ÷÷ 100
V ÷÷ 125
V =
×
=
21000 125
100
26250
Resposta: letra a.
231) Um reservatório de forma cúbica tem capacidade para 3.250 litros d'água. Se duplicarmos suas
dimensões, a nova capacidade do reservatório, expressa em litros, será igual a:
a) 6.500 b) 12.750 c) 24.300 d) 25.800 e) 26.000
Solução:
Seja “X” o valor das dimensões do reservatório. Desse modo, o volume será: V X =
3
.
Ao duplicarmos as dimensões do reservatório, estas passarão para “2X”, e o volume passará a ser:
( )
V V X = ⇒ = 2X 8
3
3
. . Isto quer dizer que o novo volume é igual a OITO VEZES o anterior. Então,
a NOVA capacidade do reservatório (em litros) passará a ser: 8 x 3.250 = 26000 litros.
Resposta: letra e.
232) O capital que, aplicado durante 10 meses a juros simples de 12% ao ano, produz um montante
de CR$ 19.668,00, é igual a:
68
a) CR$ 16.350,00 b) CR$ 17.880,00 c) CR$ 18.750,00
d) CR$ 18.980,00 e) CR$ 19.535,00
Solução:
Fórmulas:
J = C . i . n e M = C + J
onde: “J” é o JURO; “C” é o CAPITAL; “i” é a TAXA; “n” é o PRAZO da operação; “M” é o
MONTANTE.
“Reunindo” as duas fórmulas acima, podemos escrever o MONTANTE como sendo: M = C . (1 + i.n)
Substituindo-se os valores dados na questão (lembrando que TAXA e PRAZO devem estar na
mesma referência de tempo!). O prazo de 10 meses, corresponde a
10
12
do ano. Assim:
19668 1
12
100
10
12
19668 11
19668
11
17880 = + ×
|
\

|
.
|
⇒ = ⇒ = ⇒ = C C C C . , .
,

Resposta: letra b.
233) Um terreno retangular tem 2500 m de perímetro, e suas dimensões diferem de 250 m. A área
deste terreno, expressa em hectares, é igual a:
a) 25,8 b) 30,7 c) 37,5 d) 49,8 e) 73,2
Solução:
Sejam “x” e “y” as dimensões do retângulo. Pelos dados do problema, podemos escrever as
seguintes equações:
2.(x + y) = 2500 (perímetro igual a 2500), e
x - y = 250 (as dimensões DIFEREM de 250 m)
Temos, desta forma, um sistema:
x y
x y
+ =
− =
¦
´
¹
1250
250
⇒ dividiu-se a equação 1 por 2.
Agora, vamos resolver o sistema por ADIÇÃO (somando-se as equações, membro-a-membro):
2.x = 1500 ⇒ x = 750.
A outra dimensão (“y”) pode ser calculada, por exemplo, na equação 1:
y = 1250 - 750 ⇒ y = 500.
A área do retângulo será (em METROS QUADRADOS!): A = 750 x 500 = 375000 m
2
.
Agora, basta fazermos a transformação para HECTARES, lembrando que 1 ha corresponde a
10.000 m
2
. Por meio de uma regrinha de três, o leitor poderá chegar a 37,5 ha.
Resposta: letra c.
234) Um capital de CR$ 50.000,00, aplicado a juros compostos, à taxa de 26% ao mês, produzirá um
montante de CR$ 126.023,60 no prazo de:
Observação: Se necessário, utilize a tabela seguinte:
n 1,26n
1 1,26000
2 1,58760
3 2,00038
4 2,52047
5 3,17580
6 4,00150
7 5,04190
8 6,35279
9 8,00451
a) 2 meses b) 2 meses e meio c) 3 meses d) 4 meses e) 6 meses
Solução:
Fórmula para cálculo do Montante a juros compostos: M C i
n
= + .( ) 1 . Substituindo-se os dados do
problema na fórmula (C = 50000; M = 126033,60; i = 26% a.m.):
LEMBRE-SE de que a TAXA deve estar na forma UNITÁRIA para ser substituída na fórmula!
126023 60 50000 1 0 26 , .( , ) = +
n

( ) ( )
126
126023 60
50000
126 2520472 ,
,
, ,
n n
= ⇒ = . Agora, buscamos
este valor (ou o MAIS PRÓXIMO dele possível) na tabela dada. Assim procedendo, encontramos o
valor de “n”: n = 4
69
Resposta: letra d.
235) Urna inflação mensal de 26% acarreta uma inflação acumulada no semestre, aproximadamente,
igual a:
Observação: Se necessário, utilize a tabela da questão anterior.
a) 156% b) 200% c) 250% d) 300% e) 400%
Solução:
o prazo “n” é de UM SEMESTRE (= 6 meses). Para o cálculo da TAXA ACUMULADA, utilizamos a
mesma fórmula da questão anterior, considerando o Capital como sendo igual a “1”:
M C i M M M
n
= + ⇒ = + ⇒ = ⇒ = .( ) .( , ) ( , ) , 1 1 1 0 26 126 4 0015
6 6
. Queremos saber a VARIAÇÃO
PERCENTUAL ocorrida no período. Ora, se partimos de “1” e chegamos a “4,0015”, utilizamos a
fórmula seguinte para o cálculo da variação percentual:
∆% =
|
\

|
.
|
×
valor final - valor inicial
valor inicia
100 . Aqui temos: Valor inicial = 1 e Valor final = 4
(“aproximadamente!”). Substituindo-se os valores na fórmula... ∆% =
− |
\

|
.
|
× =
4 1
100 300%
1

Resposta: letra d.
236) Qualquer capital aplicado a juros simples, à taxa de 50% ao ano, será quadruplicado num prazo
igual a:
a) 78 meses b) 72 meses c) 66 meses d) 60 meses e) 48 meses
Solução:
A informação dada na questão se aplica a “qualquer capital”. Então, faremos C = 1. Obviamente, M =
4. Substituindo-se estes valores na fórmula: M = C.(1 + i.n), teremos:
4 = 1.(1 + 0,5.n) ⇒ 0,5.n = 4 - 1 ⇒ 0,5.n = 3 ⇒ n =
3
0 5 ,
⇒ n = 6 ANOS, ou 72 MESES!
Resposta: letra b.
237) Um grupo de operários faz um trabalho em 4 dias. Outro grupo de operários executa o mesmo
trabalho em 6 dias. Todos os operários têm a mesma capacidade produtiva. O número de dias que
uma nova equipe, formada com 10% dos operários do primeiro grupo e 25% dos operários do
segundo grupo, levará para realizar o mesmo trabalho, é igual a:
a) 9 b) 10 c) 12 d) 14 e) 15
Solução:
Aqui devemos utilizar o “Método da Redução à Unidade de Tempo”. Como a nova equipe será
formada por “parte” de cada grupo, temos o caso de uma média harmônica ponderada, que pode ser
enunciada como segue:
“O somatório dos produtos de cada peso pelo inverso do seu respectivo tempo será igual ao inverso
do tempo coletivo multiplicado pelo seu respectivo peso”
Neste caso, os “pesos” serão as frações de cada grupo (10% e 25%). Assim, teremos a seguinte
equação (passo-a-passo):
O PESO do primeiro grupo é 10% (ou
1
10
) e o TEMPO é 4 dias. O PESO do segundo grupo é 25%
(ou
1
4
) e o TEMPO é 6 dias. “Montando” a equação:
1
10
1
4
1
4
1
6
1
× + × =
x

1
40
1
24
1
+ =
x
⇒ (MMC)

3 5
120
1 8
120
1 1
15
1
15
+
= ⇒ = ⇒ = ⇒ =
x x x
x dias.
Resposta: letra e.
238) O preço, à vista, de uma bicicleta é de CR$ 22.800,00. Um comprador concorda em pagá-la em
3 parcelas iguais, sendo a primeira no ato da compra e as duas outras, 30 e 60 dias após. Sabendo
que a taxa de juros que incide sobre o saldo devedor é de 50% ao mês, pode-se concluir que o valor
de cada parcela é igual a:
a) CR$ 9.100,00 b) CR$ 9.250,00 c) CR$ 10.550,00
d) CR$ 10.800,00 e) CR$ 12.500,00
Solução:
Se a primeira parcela (de valor “X”) foi dada no ato da compra, então, o comprador terá um SALDO
correspondente a (22800 - X). Este SALDO deverá ser IGUAL ao valor da SOMA das duas parcelas
70
DESCONTADAS, a 50% ao mês, para a data focal ZERO. Para DESCONTARMOS uma parcela (ou
seja, para encontrarmos o seu VALOR ATUAL), utilizamos a fórmula:
( )
C
M
i
n
=
+ 1
, que é a mesma
fórmula do Montante.
Observação: A fórmula acima calcula o VALOR ATUAL pela fórmula do DESCONTO RACIONAL
COMPOSTO.
Desta forma, atualizando as duas parcelas restantes, teremos a equação:
( ) ( )
( )
, ,
22800
1 0 5 1 0 5
1 2
− =
+
+
+
X
X X
⇒ ( )
, ,
22800
15 225
− = + X
X X
⇒ Tirando o MMC do segundo
membro, vem:
( )
,
,
( )
,
,
( ) .( ) 22800
15
2 25
22800
2 5
2 25
22800
10
9
9 22800 10 − =
+
⇒ − = ⇒ − = ⇒ − = X
X X
X
X
X
X
X X ⇒
205200 9 10 19 205200
205200
19
10800 − = ⇒ = ⇒ = = X X X X
Resposta: letra d.
239) A Companhia Municipal de Limpeza Urbana possui combustível para durante 18 dias, abastecer
com a mesma quantidade de litros cada veículo de uma frota de 200 caminhões de lixo. Após 6 dias
do início deste abastecimento, chegam mais 50 caminhões iguais aos anteriores que são
incorporados à frota primitiva. O número de dias que ainda deve durar o combustível restante,
abastecendo a frota, se cada caminhão passar a receber, diariamente, 80% do abastecimento inicial,
é igual a:
a) 8 b) 10 c) 12 d)16 e)18
Solução:
Após 6 dias, os 200 caminhões ainda serão abastecidos por mais 12 dias, com uma quantidade de
combustível igual a “Y” litros por caminhão.
Após a chegada dos outros 50 caminhões, a frota passou a ser de 250 caminhões, e cada um passou
a receber 80% DE Y litros de combustível, ou seja, 0,8.Y.
Montamos, assim, uma regra de três:
caminhões dias litros
200 ÷÷÷÷÷ 12 ÷÷÷÷÷ Y
250 ÷÷÷÷÷ X ÷÷÷÷÷ 0,8Y
inversa inversa
X
Y
Y
=
× ×
×
=
12 200
250 0 8
12
,
, ou seja, o combustível abastecerá os caminhões por mais 12 dias.
(Acompanhe na questão 500 a resolução de uma regra de três composta passo a passo!)
Resposta: letra c.
240) Num certo país, 17% das crianças de 7 a 14 anos trabalham, e, dentre estas, 70% não estudam.
Sabe-se ainda que, das crianças de 7 a 14 anos que não trabalham, 85% estão estudando. Nestas
condições, pode-se concluir que, de todas as crianças de 7 a 14 anos, a porcentagem das que não
estudam é, aproximadamente, igual a:
a) 24,4% b) 25,5% c) 26,6% d) 28,8% e) 29,3%
Resposta:
Se 17% TRABALHAM, então, 83% NÃO TRABALHAM.
Se 70% das que TRABALHAM NÃO estudam, temos 70% DE 17% que não estudam.
Se 83% das que NÃO TRABALHAM estão estudando, então, 15% NÃO estão estudando, ou seja,
15% DE 83%. Temos, então, uma equação:
70% DE 17% “MAIS” 15% DE 83% dará o percentual de crianças QUE NÃO ESTUDAM,
independente de estarem ou não trabalhando.
Observação: O destaque dado à palavra “DE” é para lembrá-lo de que em Matemática, as palavras
“DE” E “CADA” significam MULTIPLICAÇÃO.
70
100
17
100
15
100
83
100
24 35% × + × = , . Pediu-se uma resposta APROXIMADA... Então: 24,4%.
Resposta: letra a.
241) Uma latinha de cerveja de forma cilíndrica tem capacidade igual a 330 ml. Se o raio de sua base
71
medir 3,24 cm, sua altura será, aproximadamente, igual a:
Observação:. Use π = 3,1416
a) 13,5 cm b) 13,3 cm c) 12,5 cm d) 12 cm e) 10 cm
Solução
O leitor precisa LEMBRAR da relação entre as medidas de volume e capacidade, ou seja:
1 litro = 1 dm
3

Dessa forma, 330 ml = 0,33 litros = 0,33 dm
3

3,24 cm = 0,324 dm.
Substituindo-se os dados (convertidos para a mesma unidade!) na fórmula do volume do cilindro:
V r h = π. .
2
, teremos
0,33 = 3,1416 . (0,324)
2
. h. ⇒ Realizando os cálculos ⇒ h = 1 dm OU 10 cm
Resposta: letra e.
242) Efetuando e simplificando a expressão
5
2
20
9
17,75
1
2
2

|
\

|
.
|
⋅ +
|
\

|
.
|
, obtém-se:
a) 4 b) 5 c) 6 d) 8 e) 12
Solução
Sempre converta os números decimais para frações decimais (LEMBRE-SE de tornar todas as
frações “irredutíveis” por meio de simplificações!)
5
2
20
9
1775
100
1
4

|
\

|
.
|
⋅ +
|
\

|
.
|
. Simplificando a fração
1775
100
71
4
= . Voltando à expressão...
5
2
20
9
71
4
1
4
45 40
18
71 1
4
5
18
72
4
5
18
18 5 −
|
\

|
.
|
⋅ +
|
\

|
.
|
=
− |
\

|
.
|

+ |
\

|
.
|
=
|
\

|
.
|

|
\

|
.
|
= ⋅ =
Resposta: letra b.
PMPA/2000 - Agente Administrativo
243) Numa pesquisa sobre meios de transporte urbano, em uma cidade, foram consultadas 2000
pessoas. Obteve-se que 1360 dessas pessoas utilizam ônibus, 446 utilizam táxi - lotação e 272
utilizam esses dois meios de transporte (ônibus e táxi - lotação). Quantas dessas pessoas não
utilizam ônibus nem táxi - lotação?
a) 154 b) 174 c) 194 d) 292 e) 466
Solução:
Há duas formas de se resolver a questão:
I. Pela fórmula ( ) ( ) ( ) ( )
n A B n A n B n A B ∪ = + − ∩ , onde
( )
n A B ∪ é o número de pessoas que utilizam
ônibus OU taxi-lotação:
( )
n A é o número de pessoas que utilizam ônibus;
( )
n B é o número de
pessoas que utilizam taxi-lotação; e
( )
n A B ∩ é o número de pessoas que utilizam ônibus E taxi-
lotação.
Observe que associamos a palavra OU com UNIÃO dos conjuntos; e a palavra E com INTERSEÇÃO
dos conjuntos.
Foram dados: n(A) = 1360; n(B) = 446; n(A∩B) = 272
Substituindo-os na fórmula acima, teremos:
( )
n A B ∪ = + − 1360 446 272 ⇒
( )
n A B ∪ = 1534 .
Ora, se há 1534 pessoas que utilizam ônibus OU taxi-lotação, então estão SOBRANDO:
2000 - 1534 = 466 que não utilizam os dois meios de transporte citados...
II. A outra forma de resolver a questão é por meio de diagramas de Euler-Venn:
1. Iniciamos SEMPRE pela interseção do maior número de conjuntos possível, ou seja, colocamos
PRIMEIRO o 272 na interseção entre os dois conjuntos:
2. Sabemos que o conjunto A tem 1360 pessoas, 272 das quais já foram colocadas na interseção
entre os dois conjuntos. Então, ficam outras 1088 que utilizam SOMENTE o meio de transporte A.
3. Das 446 pessoas que utilizam o meio de transporte B, já foram colocadas 272 na interseção,
ficando outras 174 para a região que inclui aquelas que utilizam SOMENTE O meio de transporte
B.
4. Agora, somando-se TODAS as pessoas que se encontram nos dois conjuntos (A e B), obteremos
um total de 1534 pessoas.
5. Foram entrevistadas 2000 pessoas, logo ficam 2000 - 1534 = 466 pessoas que não utilizam os
meios de transporte A ou B.
72

Resposta: letra e.
244) ____________ de uma função é o ________ representado pela projeção de seu gráfico sobre o
eixo das ____________.
As lacunas da frase acima são completadas corretamente por:
a) A imagem - intervalo - abcissas. b) A imagem - ponto - abcissas.
c) O domínio - ponto - ordenadas. d) O domínio - intervalo - ordenadas.
e) O domínio - intervalo - abcissas.
Solução:
Definição de “Domínio”: O domínio de uma função é o intervalo que resulta da projeção de seu
gráfico sobre o eixo das abcissas.
Definição de “Imagem”: A imagem de uma função é o intervalo que resulta da projeção de seu
gráfico sobre o eixo das ordenadas
Resposta: letra e.
245) Considere a função Y X = 8
3
.
A sua função inversa é:
a) Y
X
=
3
2
b) Y
X
=
3
8
c) Y X = 2
3
.
d) Y X =
1
8
3
. e) Y X = 3
8
.
Solução:
Obtém-se a inversa de uma função da seguinte maneira:
1. “Troca-se” as variáveis “X” e “Y” de lugar dentro da função:
X Y = 8
3
.
2. Isola-se a variável “Y” novamente:
Y
X
3
8
= ⇒ Y
X
=
8
3
⇒ Y
X
=
3
2

Resposta: letra a.
246) Atualmente as placas dos veículos no Brasil possuem três letras e quatro algarismos. Vamos
considerar um lote dessas placas onde as letras utilizadas são somente A, B e C, mas com todos os
algarismos. O número de placas, diferentes, nesse lote é:
a) 27.000 b) 90.000 c) 177.147 d) 270.000 e) 300.000
Solução:
Como não se falou que letras e algarismos devem ser distintos (isto é, não se repetem), resolve-se o
problema com a fórmula do ARRANJO COM REPETIÇÃO: A = N
n
, onde “N” é o número de
elementos a serem arranjados, e “n” é o número de elementos de cada subconjunto.
Teremos, então, para as letras: 3
3
; e para os algarismos: 10
4
. A solução final é dada por:
3
3
x 10
4
= 27 x 10000 = 270.000
Resposta: letra d.
247) Uma comissão composta por 3 pessoas será constituída a partir de um grupo de 7 agentes
administrativos. Quantas comissões diferentes podem ser formadas?
a) 21 b) 28 c) 35 d) 42 e) 49
Solução:
Numa comissão de pessoas, a ORDEM dos elementos NÃO É IMPORTANTE. Então, resolve-se a
73
questão por meio da COMBINAÇÃO de 7 elementos tomados 3 a 3, ou seja: C
7 3
7 6 5
3 2 1
35
,
=
× ×
× ×
=
Resposta: letra c.
248) Uma frota de 20 veículos de mesmo modelo e tipo, apresenta cinco deles com defeitos na
surdina. Se escolhermos, aleatoriamente, um veículo dessa frota, qual é a probabilidade dele ter
defeito na surdina?
a) 40% b) 35% c) 32% d) 28% e) 25%
Solução:
A definição clássica de Probabilidade diz o seguinte: “A probabilidade de ocorrência de um evento
qualquer é dada pelo quociente entre o número de casos favoráveis ao evento e o número de casos
possíveis.” Em outras palavras: divide-se a parte pelo todo. No caso em tela, temos:
EVENTO: veículo defeituoso (chamaremos este evento de “A”)
CASOS FAVORÁVEIS AO EVENTO (veículo defeituoso): 5
CASOS POSSÍVEIS (todos os veículos disponíveis): 20
Finalizando, temos:
( )
P A = = =
5
20
1
4
25%.
Para transformar uma fração em “%”, basta multiplicar o numerador por 100 e efetuar a divisão
Resposta: letra e.
249) Uma impressora a jato de tinta possui duas velocidades. Na velocidade mais baixa, imprime
4.000 páginas por hora, e na mais alta 6.000 páginas por hora. Se a máquina fez um serviço em 8
horas na velocidade mais alta, em quanto tempo faria esse serviço trabalhando na velocidade mais
baixa?
a) 10 horas b) 11 horas c) 12 horas d) 13 horas e) 14 horas
Solução:
Trata-se, simplesmente, de uma REGRA DE TRÊS SIMPLES INVERSA, pois, quanto mais VELOZ a
impressora, MENOR será o tempo para realizar as impressões. Aqui a velocidade é dada em
“páginas por hora”. Então:
velocidade tempo
6000 ÷÷÷÷÷ 8
4000 ÷÷÷÷÷ X
inversa
X =
×
=
6000 8
4000
12horas
Resposta: letra c.
250) Em uma cidade existem duas Empresas de transporte coletivo, A e B. Exatamente 70% dos
estudantes dessa cidade utilizam a Empresa A e 50% a Empresa B. Sabendo que todo estudante da
cidade é usuário de pelo menos uma das Empresas, qual o percentual deles que utilizam as duas
Empresas?
a) 20% b) 25% c) 27% d) 33% e) 35%
Solução:
Podemos resolver esta questão através das duas formas apresentadas na questão 1 desta mesma
prova. Aqui, irei apresentar a solução apenas pela fórmula:
( ) ( ) ( ) ( )
n A B n A n B n A B ∪ = + − ∩
Como todo estudante da cidade é usuário de pelo menos uma das empresas, segue-se que:
( )
n A B ∪ = 100%. Os outros dados são
( )
n A = 70% e
( )
n B = 50%. Substituindo-os na fórmula
acima, calcularemos o percentual de usuários DAS DUAS EMPRESAS
( )
n A B ∩ :
( ) ( ) ( )
100% 70% 50% 100% 70% 50% 20% = + − ∩ ⇒ − ∩ = − − ⇒ ∩ = n A B n A B n A B
OBSERVAÇÕES:
a) Sempre que aparecerem no problema OU (= PELO MENOS), associe à UNIÃO, na combinação
de eventos, usando a fórmula indicada acima.
b) Sempre que surgir a palavra E (= AMBOS), associe à INTERSEÇÃO (e fique atento aos conceitos
de “eventos independentes”, “eventos dependentes” e “eventos mutuamente exclusivos”)
Resposta: letra a.
Continua...
75
PARTE 2

251) A tarifa única do transporte coletivo de uma cidade teve um aumento de R$ 0,15. Qual foi o
percentual desse aumento, se o novo preço da tarifa passou a ser de R$ 0,75?
a) 45% b) 35% c) 30% d) 25% e) 20%
Solução:
Se o novo preço da tarifa passou a ser de R$ 0,75 e se o correspondente aumento foi de R$ 0,15,
isto significa que o preço da tarifa ERA de R$ 0,60 (R$ 0,75 - R$ 0,15 = R$ 0,60). Aqui, fica mais fácil
calcular o percentual do aumento pela fórmula da VARIAÇÃO PERCENTUAL:
∆% =
|
\

|
.
|
×
valor final - valor inicial
valor inicia
100 , onde o ∆% é a variação percentual.
Temos:
valor inicial: R$ 0,60; valor final: R$ 0,75
Substituindo na fórmula:
∆ ∆ ∆ ∆ %
,
%
,
% % =
|
\

|
.
|
× ⇒ =
|
\

|
.
|
× ⇒ =
|
\

|
.
|
× ⇒ =
075
100
015
100
1
100 25%
- 0,60
0,60 0,60 4

Resposta: letra d.
252) Em quatro horas de trabalho, duas equipes de manutenção preventiva visitam 80 cruzamentos
semaforizados, em uma certa cidade. Em quantas horas, cinco dessas equipes visitariam 600 desses
cruzamentos semaforizados?
a) 13 b) 12 c) 11 d) 10 e) 9
Solução:
Regra de três COMPOSTA!
Horas equipes cruzamentos
4 ÷÷÷÷ 2 ÷÷÷÷ 80
X ÷÷÷÷ 5 ÷÷÷÷ 600
inversa direta
X =
× ×
×
=
4 2 600
5 80
12 horas
(Acompanhe na questão 500 a resolução de uma regra de três composta passo a passo!)
Resposta: letra b.
253) Ao final de uma viagem de um ônibus urbano, em uma cidade, o cobrador contabilizou a
seguinte arrecadação: 24 vales transportes, 16 passagens escolares e R$ 16,00. Se o valor da tarifa
é de R$ 0,80, qual foi o percentual de passageiros que pagaram a passagem, nessa viagem, com
vale transporte?
a) 40% b) 44% c) 48% d) 50% e) 52%
Solução:
Temos: 24 passageiros com vale transporte; 16 passageiros com passagem escolar e
R
R
$16,
$0,
00
80
20 =
passageiros que pagaram a tarifa normal. O total de passageiros é, portanto: 24 + 16 + 20 = 60.
Como queremos encontrar o PERCENTUAL de passageiros que pagaram a sua tarifa com vale
transporte (ver problema 6 nesta prova), teremos: P = = = =
24
60
2
5
0 4 40% ,
Resposta: letra a.
254) Num fichário existem 12 nomes de mulher e 28 nomes de homem. Se retirarmos, ao acaso duas
dessas fichas, com reposição, qual a probabilidade de ambas serem com nomes de mulher?
a) 3% b) 5% c) 9% d) 15% e) 30%
Solução:
Temos um problema de RETIRADAS SUCESSIVAS de um evento COM REPOSIÇÃO. Para a
repetição de um evento (retiradas sucessivas), devemos admitir INDEPENDÊNCIA e MULTIPLICAR
as probabilidades de cada evento.
Sejam os eventos: M = nome de mulher e H = nome de homem. Assim, teremos (ver a definição de
probabilidade no problema 6 desta prova):
( )
P H =
28
40
e
( )
P M =
12
40
. Como queremos calcular a combinação em que AMBAS as retiradas têm
76
nome de mulher (ou seja, a primeira “E” a segunda retiradas devem ter nomes de mulheres),
devemos fazer o seguinte:
( )
P M M ∩ = = =
12
40
12
40
9
100
9% .
Resposta: letra c.
255) Considere as afirmativas:
I. O número 0,0051 escrito em notação científica é 51 x 10
3

II. O número 0,0018 tem dois algarismos significativos.
III. Se arredondarmos o número 765,6274 para o centésimo mais próximo teremos 765,627. Assinale
a alternativa que contém a(s) afirmativas correta(s):
a) Apenas a I. b) Apenas a I e a II.
c) Apenas a I e a III. d) Apenas a II e a III.
e) I, II e III.
Solução:
Um número escrito em NOTAÇÃO CIENTÍFICA deve ser escrito com potências de 10 e ter apenas
UM algarismo significativo antes da vírgula. Assim:
Item I: INCORRETO! conforme foi dito acima, o nº 0,0051, em notação científica fica: 5,1 x 10
-3

Item II: CORRETO! (algarismos significativos são o “1” e o “8”)
Item III: CORRETO! No arredondamento, abandonamos algarismos de valor absoluto inferiores a “5”
Resposta: letra d.
Para resolver as questões de números 256 a 257, considere a seguinte tabela, referente ao número
de passageiros transportados por um veículo táxi - lotação, em 8 viagens realizadas, num
determinado dia, na linha Sul, na cidade Deita:

Viagem
N.º de
passageiros
1ª 23
2ª 28
3ª 32
4ª 26
5ª 25
6ª 17
7ª 23
8ª 18
Fonte: dados hipotéticos.
256) O valor da média aritmética do número de passageiros transportados nessas oito viagens é igual
a:
a) 25 b) 24 c) 23 d) 22 e) 21
Solução:
MÉDIA ARITMÉTICA SIMPLES: Somatório de todos os valores do conjunto dividido pelo número de
elementos do conjunto.
u =
+ + + + + + +
= =
23 28 32 26 25 17 23 18
8
192
8
24
Obs.: o símbolo ” u ” significa “média aritmética para dados populacionais”. Aqui iremos assumir que a
tabela acima fornece os dados de uma POPULAÇÃO, pois, para cálculo do DESVIO-PADRÃO, as
fórmulas para AMOSTRA e POPULAÇÃO são DIFERENTES!
Resposta: letra b.
257) Os valores da moda e da mediana do número de passageiros transportados nas oito viagens,
são
respectivamente:
a) 24,0 e 24,0 b) 24,0 e 23,0 c) 23,0 e 24,0
d) 23,0 e 23,0 e) 23,0 e 25,5
Solução:
MODA PARA DADOS NÃO AGRUPADOS: é a medida que ocorre o maior número de vezes. Neste
caso, é o 23, que aparece 2 vezes.
MEDIANA PARA DADOS NÃO AGRUPADOS: colocam-se TODOS os elementos do conjunto EM
ORDEM CRESCENTE. A seguir, localizamos o elemento central, fazendo
n +
=
+
= =
1
2
8 1
2
9
2
4 5 , .
77
Neste caso, a mediana está entre o 4º e o 5º elementos da série. Devemos, portanto, fazer a média
aritmética simples desses dois elementos.
{17, 18, 23, 23, 25, 26, 28, 32} ⇒ elementos colocados em ordem crescente. Em destaque o
QUARTO e o QUINTO elementos, que irão fornecer a MEDIANA.
Assim, nossa MEDIANA será: Md =
+
= =
23 25
2
48
2
24
Resposta: letra c.
258) O valor do desvio padrão do número de passageiros transportados nessas oito viagens é igual
a:
a) 23,84 b) 21,75 c) 23 84 , d) 2276 , e) 2175 ,
Solução:
Calcula-se o desvio padrão com a seguinte fórmula:
( )
σ
u
=


x
N
i
2
, onde ” σ ” é o DESVIO PADRÃO; x
i
são os elementos do conjunto; ” u ” é a MÉDIA
ARITMÉTICA SIMPLES e N é o número de elementos do conjunto de dados. O símbolo “Σ” significa
“SOMATÓRIO de um conjunto de parcelas”.
Calculando...
( ) ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) ( )
σ =
− + − + − + − + − + − + − + −
=
23 24 28 24 32 24 26 24 25 24 17 24 23 24 18 24
8
215
2 2 2 2 2 2 2 2
,
Este valor não figura entre as alternativas da questão. O mais próximo é o da letra e!
Resposta: letra e.
259) Em três cruzamentos semaforizados, de uma cidade, foram observados, durante um mesmo
mês, os seguintes números de acidentes de trânsito: 2, 4, 6. Qual o valor da média harmônica do
número mensal de acidentes nesses cruzamentos? (utilizar arredondamento com dois decimais)
a) 2,80 b) 3,27 c) 3,85 d) 4,00 e) 4,18
Solução:
A média harmônica de um conjunto de dados é: M
n
x x x
h
n
=
+ + +
1 1 1
1 2
...
, onde “n” é o número de
elementos do conjunto (3) e x
1
, x
2
, ..., x
n
são os respectivos elementos (2, 4, 6). Substituindo-os na
fórmula:
M M M M
h h h h
=
+ +
⇒ =
+ +
⇒ = ⇒ = × = ≅
3
1
2
1
4
1
6
3
6 3 2
12
3
11
12
3
12
11
36
11
3 27 ,
Resposta: letra b.
260) A média geométrica entre os números 8 e 18 tem valor igual a:
a) 15 b) 14 c) 13 d) 12 e) 11
Solução:
Média Geométrica é dada pela fórmula: M x x x
G n
n
=
1 2 3
. . . . ... x , onde “n” é o número de elementos
do conjunto (2) e x
1
, x
2
, ..., x
n
são os respectivos elementos (8, 18). Substituindo-os na fórmula:
M
G
= × = × × = × = 8 18 2 2 3 2 3 12
2 3 2 4 2

Resposta: letra d.
261) Considere o seguinte gráfico, referente à porcentagem de veículos de cada uma das cinco
Empresas, que formam a frota urbana da cidade Beta.
78
Frota de ônibus urbano
na cidade Beta
6%
9%
14%
29%
42%
1
2
3
4
5

Frota de ônibus urbano na cidade Beta
Ele é denominado de:
a) gráfico de setores. b) gráfico de barras.
c) gráfico de linhas. d) histograma.
e) polígono de freqüências.
Solução:
Trata-se de um gráfico de setores circulares ou “pizza”
Resposta: letra a.
262) Qual das variáveis abaixo pode ser chamada de "contínua”?
a) Contagem de veículos.
b) Número de acidentes.
c) Número de infrações de trânsito.
d) Quantidade de passageiros transportados
e) Valor das multas aplicadas.
Solução:
Variáveis DISCRETAS são todas aquelas que podem ser contadas através de números naturais:
Exemplo: número de veículos, número de acidentes, número de filhos, número de erros por página
em um livro, etc.
Variáveis CONTÍNUAS são aquelas que, entre dois valores inteiros, existe uma quantidade muito
grande (embora finita!) de valores. Exemplo: renda (ou qualquer outro conjunto de dados envolvendo
valores monetários), peso, altura, etc.
Resposta: letra e.
TRENSURB/2001 (FAURGS) - Controlador Operacional
263) A soma dos quatro menores valores de n, n inteiro e não negativo, para os quais a expressão
n n
2
7 − + constitui um número primo, é
a) 6 b) 8 c) 10 d) 15 e) 46
Solução:
para n = 0, tem-se: 0 0 7 7
2
− + = (n.º primo)
para n = 1, tem-se: 1 1 7 7
2
− + = (n.º primo)
para n = 2, tem-se: 2 2 7 9
2
− + = (n.º NÃO primo)
para n = 3, tem-se: 3 3 7 13
2
− + = (n.º primo)
para n = 4, tem-se: 4 4 7 19
2
− + = (n.º primo)
Já temos os 4 valores de “n” para os quais a expressão n n
2
7 − + constitui um nº primo. Os valores
são: 0, 1, 3 e 4. Somando-os, obtém-se: 0 + 1 + 3 + 4 = 8
Resposta: letra b.
264) O valor da diferença
1
2 1
1
2 1 −

+
é
a) 1 b) 2 c) 2 d) 2 1 + e) 2 2
Solução:
O MMC entre
( )
2 1 − e
( )
2 1 + é
( ) ( )
2 1 2 1 − + . . Na expressão dada, teremos:
79
( ) ( )
( ) ( )
2 1 2 1
2 1 2 1
2 1 2 1
2 1
2
+ − −
− +
=
+ − +

=
.

Resposta: letra c.
265) Dentre os números 81, 125, 225, 250 e 405, o único que não é divisor de 15
8
é
a) 81 b) 125 c) 225 d) 250 e) 405
Solução:
( )
15 3 5 3 5
8
8
8 8
= × = × .
No conjunto dado, sabe-se que 81 3
4
= , que é divisor de 3 5
8 8
× ;
125 5
3
= , que também é divisor de 3 5
8 8
× ;
225 3 5
2 2
= × , que também é divisor de 3 5
8 8
× ;
já o nº 250, quando decomposto em fatores primos, possui o fator “2”, ou seja: 250 2 5
3
= × . Ora, o
fator 2 NÃO É divisor de 3 5
8 8
× , logo, encontramos o número procurado (aquele que não é divisor
de 15
8
. Apenas complementando: 405 3 5
4
= × , cujos fatores também são divisores de 15
8
.
Resposta: letra d.
266) Os triângulos representados na figura abaixo são equiláteros. Os pontos D e E dividem AB em
segmentos de mesma medida.

A razão entre as áreas dos triângulos ABC e DEF é
a) 1/9 b) 1/6 c) 1/3 d) 6 e) 9
Solução:
Podemos “arbitrar” um valor para o lado do triângulo maior. Vamos supor que esse valor seja 3.
Nestas condições, o lado do menor triângulo será igual a “1”, já que os pontos D e E dividem AB em
segmentos de mesma medida.
Agora, basta calcular as áreas dos dois triângulos pela fórmula: A =
l
2
3
4
.
. Assim, teremos, para
área do triângulo maior ⇒ A = =
3 3
4
9 3
4
2
. .
. A área do triângulo menor será dada por;
A = =
1 3
4
3
4
2
.
. Dividindo-se uma área pela outra:
9 3
4
3
4
9
.
= .
Poderíamos resolver esta questão SEM EFETUAR CÁLCULO ALGUM! Sempre que tivermos figuras
geométricas cujos lados são proporcionais, suas áreas terão uma proporção igual ao QUADRADO de
sua respectiva CONSTANTE DE PROPORCIONALIDADE!
Raciocinando com os dados da questão acima, verifica-se que o lado do triângulo maior é o TRIPLO
do menor (k =3 ⇒ constante de proporcionalidade). Assim, a ÁREA do maior será 3
2
vezes a área do
menor.
Resposta: letra e.
267) Um fabricante revendia seu produto embalado em caixas contendo 10 unidades cada uma.
Tendo aumentado o custo do produto, o fabricante passou a vender embalagens contendo 8
unidades cada uma, mantendo o preço de caixa. Percentualmente, o aumento da unidade do produto
80
foi de
a) 25% b) 20% c) 15% d) 10% e) 8%
Solução:
Há várias maneiras de se resolver esta questão.
1 - Sabe-se que a diminuição da quantidade, acarreta um aumento no preço do produto, isto é, as
grandezas (preço e quantidade) são INVERSAMENTE PROPORCIONAIS. Assim, podemos calcular
a variação percentual de 8 para 10:
∆% =
|
\

|
.
|

valor final - valor inicial
valor inicial
100 ⇒ ∆ ∆ % % =
|
\

|
.
|
∗ ⇒ =
10 - 8
8
100 25%.
2 - Outra maneira seria “atribuir” um valor ($) para o produto, digamos $100. Desse modo, o valor de
cada unidade seria
$100
$10
10
= . Mantendo-se o preço da caixa em $100, mas, agora, colocando-se
apenas 8 unidades em cada caixa, teríamos, para valor unitário:
$100
$12,
8
50 = . Colocando-se
esses valores na fórmula da diferença percentual acima, vem: ∆% =
|
\

|
.
|
∗ =
12,5 - 10
10
100 25%.
Resposta: letra a.
268) Uma pizzaria fabrica pizzas circulares de diversos tamanhos, cujos preços são proporcionais às
áreas correspondentes. Se uma pizza com 16 cm de raio custa R$ 19,20, o preço da pizza com 10
cm de raio é
a) R$ 6,00 b) R$ 7,50 c) R$ 10,00 d) R$ 12,50 e) R$ 14,00
Solução:
CUIDADO!!! O preço é proporcional à ÁREA da pizza. A área do círculo é dada por:
A r = π.
2
. Montamos uma regra de três simples:
Área Preço
16
2
÷÷÷÷÷ 19,20
10
2
÷÷÷÷÷ X
Note que já efetuamos uma SIMPLIFICAÇÃO por “π”. Assim:
X =
×
=
19 20 100
256
7 5
,
,
Resposta: letra b.
269) A função f associa a cada real x o maior elemento do conjunto 2 1
7
2
x
x
+
− ¦
´
¹
¹
`
)
, ; então, o valor
mínimo da f é
a) -3 b) -2 c) 1 d) 2 e) 3
Solução:
“x” é um número real. Entretanto, para facilitar os cálculos, iremos atribuir a “x” apenas valores
INTEIROS, ou seja: {..., -3, -2, -1, 0, 1, 2, 3, ...}
Montamos uma tabela:

x 2x + 1
7
2
− x
maior valor

-3 -5,0 5,0 5,0
-2 -3,0 4,5 4,5
-1 -1,0 4,0 4,0
0 1,0 3,5 3,5
1 3,0 3,0 3,0
2 5,0 2,5 5,0
3 7,0 2,0 7,0
Na coluna assinalada como “maior valor” (entre os dois valores calculados à esquerda desta coluna),
para cada valor atribuído a “x”, verifica-se que o menor valor contido nesta coluna (valor mínimo de
“f”) é 3.
Resposta: letra e.
81
270) Sendo f a função definida por
( )
f x
x
k
x k = + +
2
2 , com k um número real positivo, o único dos
gráficos abaixo que pode representar f é o da alternativa
a) d)

b) e)

c)


Solução:
Para este tipo de questão o candidato precisa lembrar-se do seguinte:
Uma função do segundo grau na forma genérica é escrita como f(x) = a.x
2
+ b.x + c
Os coeficientes “a”, “b” e “c” definem a forma do seu gráfico:
1. Se a > 0, a concavidade (“boca” da parábola) é PARA CIMA;
2. Se a < 0, a concavidade é PARA BAIXO;
3. Se b > 0, a curva corta o eixo “y” SUBINDO;
4. Se b < 0, a curva corta o eixo “y” DESCENDO;
5. “c” é o ponto em que a curva corta o eixo “y”.
Observando-se a função dada:
( )
f x
x
k
x k = + +
2
2 , com k um número real positivo, já sabemos que a
concavidade é PARA CIMA, logo, ELIMINAMOS as alternativas b e d.
O coeficiente “b” da função dada é POSITIVO. Isto significa que a curva corta o eixo “y” SUBINDO.
Com isto, estão eliminadas as alternativas a e e. dessa forma, ficamos apenas com a alternativa “c”,
que é a correta.
Resposta: letra c.
271) Na figura abaixo, o ponto C é o ponto médio do segmento OB e a curva representa o gráfico de
y = log x.
82

A soma das coordenadas do ponto A é
a) log 5 b) 2.log 5 c) 5 + log 5 d) 20 e) 25
Solução:
“C” é o ponto médio do segmento OB, ou seja, C
OB
=
2
, ou “simplesmente” C
B
=
2
. Mas “C” também
é igual a log 5 (conforme o gráfico acima). Então, podemos escrever:
log .log log 5 5 B = log 5 25
2
= ⇒ = ⇒ ⇒ =
B
B B
2
2 . Do gráfico, também podemos escrever:
B = log A. Ora, se B = log 25 e também B = log A, então A = 25.
Resposta: letra e.
272) Sendo as retas r e s paralelas, os pontos A e A’ pertencentes a r e os pontos B e C pertencentes
a s, conforme a figura abaixo,

considere as seguintes sentenças
I. Os triângulos ABC e A’BC têm a mesma área.
II. A área do triângulo A’BC é dada pela metade do produto
de BC por A’B.
III. A soma das áreas dos triângulos ABC e A’BC é a área
do quadrilátero AA’BC.
Quais são verdadeiras?

a) Apenas I b) Apenas II c) Apenas III
d) Apenas I e III e) I, II, III
Solução:
I. CORRETO! A área do triângulo A’BC é dada pela metade do produto de sua base (que vale BC)
pela sua altura, que é igual à distância entre as retas “r” e “s”. A área do triângulo ABC é dada pela
metade do produto de sua base (que também vale BC) pela sua altura, que é igual à distância
entre as retas “r” e “s”. Vê-se, portanto, que os dois têm a mesma área
II. INCORRETO. Isto só válido no caso de um triângulo retângulo, no qual a área é dada pela metade
do produto de seus catetos.
III. CORRETO! A demonstração é muito trabalhosa! Entretanto, se se supor que o quadrilátero é um
paralelogramo ou um retângulo, consegue-se comprovar a afirmação...
Resposta: letra d.
273) Um capital C aplicado a juros simples, à taxa i em um determinado período de tempo, no fim de t
períodos produz um montante (capital + juros) M. Nas mesmas condições e se os juros forem
compostos, o montante será
( )
M C i
n
+ + . 1 .
Considerando o problema apresentado, analise os gráficos abaixo.
83

I. II. III.


Os gráficos que podem representar o montante produzido em um período sob juros simples e em
outro sob juros compostos, em função da variável t, são, respectivamente,
a) I e II b) I e III c) II e I d) II e III e) III e II
Solução:
Lembre-se do seguinte:
Fórmula do Montante no regime de Juros Simples: M = C.(1 + i.n), cujo gráfico é uma RETA
(representada no item I acima)
No regime de Juros Compostos, temos:
( )
M C i
n
+ + . 1 (EXPONENCIAL CRESCENTE, cujo gráfico
está representado na alternativa III)
Resposta: letra b.
274) A razão entre a área e o perímetro de um quadrado de lado x é
a)
x
4
b)
x
2
c) x d) 2x e) 4x
Solução:
Área do quadrado: A x =
2
. Perímetro do quadrado: P = 4.x.
Razão entre a área e o perímetro:
x
x
x
2
4 4 .
=
Resposta: letra a.
275) Poucos minutos antes da abertura das inscrições para um concurso, havia 30 pessoas na fila.
Sabendo-se que cada pessoa ocupa, em média, 60 cm de espaço quando colocada em fila, o valor
que mais de aproxima do comprimento dessa fila é
a) 18 m b) 20 m c) 90 m d) 180 m e) 200 m
Solução:
30 x 60 cm = 1800 cm. Transformando para “metros” → 18 metros.
Resposta: letra a.
276) O reservatório de tinta de uma caneta esferográfica tem a forma de um cilindro circular reto, com
2 mm de diâmetro na parte interna e 10 cm de comprimento. Se uma pessoa gastar diariamente π
mm
3
de tinta, o reservatório cheio terá carga para
a) 314 dias b) 100 dias c) 10 dias d) 3,14 dias e) 1 dia
Solução:
Sendo 2 mm o diâmetro interno, então o raio interno será 1 mm.
A altura é 10 cm, ou 100 mm.
O volume total do reservatório é (volume do cilindro): V r h = π. .
2
⇒ V = π. . 1 100
2

V = 100. π mm
3
. Gastando “π” mm
3
por dia, o reservatório estará vazio após 100 dias (ver regra de
três abaixo).
Volume Dias
π ÷÷÷÷÷ 1
100. π ÷÷÷÷÷ X
Resposta: letra b.
277) Um trem percorreu a distância de 60 km com uma parada de 10 min na metade do percurso. Na
primeira metade, a velocidade média desenvolvida pelo trem foi de 60 km/h e, na segunda metade,
foi de 90 km/h. o tempo total gasto pelo trem no percurso foi de
84
a) 50 min b) 1 hora c) 1 h 05 min d) 1 h 10 min e) 1 h 15
min
Solução:
Na primeira metade do percurso, o trem gastou:
distância (km) tempo
(h)

60 ÷÷÷÷ 1
30 ÷÷÷÷ X
X =
×
=
30 1
60
1
2
hora (ou 30 minutos)
Na segunda metade do percurso, o trem gastou:
distância (km) tempo
(h)

90 ÷÷÷÷ 1
30 ÷÷÷÷ X
X =
×
=
30 1
90
1
3
hora (ou 20 minutos)
Podemos agora somar o tempo total gasto no percurso (lembrando que o tempo de parada também
deve ser considerado): 10 min + 30 min + 20 min = 60 min. ou 1 hora.
Resposta: letra b.
278) A capacidade de certo vagão é de exatamente 30 adultos ou 40 crianças. Havendo já 24
crianças nesse vagão, qual o número máximo de adultos que ainda poderiam entrar?
a) 8 b) 10 c) 12 d) 16 e) 18
Solução:
Uma criança ocupa o espaço equivalente a
30
40
3
4
ou do adulto. Se 24 crianças já estão no vagão,
então haveria espaço para mais 16 crianças. Devemos encontrar a equivalência em adultos, logo:
nº de
crianças
nº de
adultos

1 ÷÷÷÷ 3/4
16 ÷÷÷÷ X
X = × =
3
4
16 12 adultos
Resposta: letra c.
279) Há 5 linhas de trem servindo as cidades A e B e 4 linhas servindo as cidades B e C. não há
linhas diretas entre A e C. uma pessoa deseja ir e voltar de A a C, sem passar mais de uma vez pela
mesma estrada. O número de percursos distintos que ela poderá fazer é
a) 16 b) 18 c) 40 d) 240 e) 400
Solução:
Para ir de A até C, o número de percursos diferentes é dado por 5 x 4 = 20.
Para retornar (de C para A), exclui-se uma linha entre B e C (ficando 3) e outra entre A e B (ficando
4). O total de percursos disponíveis no retorno é dado por: 3 x 4 = 12.
O total de percursos distintos para ir e voltar (entre A e C) é dado por: 20 x 12 = 240
Resposta: letra d.
280) Três casais viajam de A para B em três trens diferentes. Distribuindo-se ao acaso essas seis
pessoas de modo que fiquem duas em cada trem, a probabilidade de os três casais viajarem juntos é
de
a) 1/75 b) 1/25 c) 3/25 d) 4/75 e) 1/15
Solução:
Primeiramente determinar todos os pares possíveis, com as 6 pessoas: C
6
2
6 5
2
15 =
×
= pares.
Se não levarmos em conta a ORDEM, os três casais serão COMBINADOS 3 a 3, resultando:
C
3
3
1 = . A probabilidade seria calculada da seguinte forma: P =
1
15
.
Resposta: letra e.
COMENTÁRIO: Esta questão tem um ponto gerador de dúvida, uma vez que o enunciado menciona
85
CLARAMENTE que os trens são DIFERENTES, indicando que os casais deveriam ter sido
ARRANJADOS (e não combinados!) nos 3 trens. Neste caso, nenhuma das alternativas propostas
trariam a resposta apropriada!
281) Girando-se duas vezes um ponteiro em um painel circular dividido em 6 partes iguais, como
mostrado na figura abaixo, em que sempre um dos números é apontado, a probabilidade de o
produto dos dois números obtidos ser 6 é de

a) 5/36
b) 10/36
c) 12/36
d) 13/36
e) 18/36

Solução:
O produto dos números será 6 SOMENTE SE tivermos um 2 e um 3 ou vice-versa.
A probabilidade de se obter um “2” é: P( ) 2
2
6
= e a probabilidade de se obter um “3” é dada por:
P( ) 3
3
6
= . Deseja-se obter um 2 E um 3 OU um 3 E um 2. Esquematicamente, teremos:
P P ( ) ( ) 2 3 3 2 ∩ + ∩ ⇒ como as probabilidades ao lado serão iguais, podemos calcular a
probabilidade de o produto ser 6 por:
P produto 6 ( ) = × × = 2
2
6
3
6
12
36

Resposta: letra c.
282) Sendo
( )
n
n
+
=
1
5
!
!
, o valor de
( )
n
n
!
! −
|
\

|
.
|
|
1
2
é
a) 4 b) 5 c) 9 d) 16 e) 25
Solução:
Resolvendo a equação:
( ) ( )
( )
n
n
n n
n
n n
+
= ⇒
+
= ⇒ + = ⇒ =
1
5
1
5 1 5 4
!
!
. !
!
. Substituindo-se esse
resultado na expressão
( )
n
n
!
! −
|
\

|
.
|
|
1
2
, vem:
( )
4
4 1
4
3
4 3
3
4 16
2
2 2
2
!
!
!
!
!
! −
|
\

|
.
|
|

|
\

|
.
|

× |
\

|
.
|
⇒ =
Resposta: letra d.
TRT/2001 (FAURGS) - Técnico Judiciário
283) A soma dos números inteiros que tornam a fração
3
2
+

x
x
positiva é
a) -2 b) -1 c) 0 d) 1 e) 2
Solução:
Pede-se aqui a resolução da inequação:
3
2
0
+

>
x
x
. Trata-se de um caso de INEQUAÇÃO
PRODUTO, ou seja:
( ) ( )
3 2 0 + − > x x . (obs.: resolve-se pelo “produto”, pois estamos interessados
apenas no SINAL da inequação). A raiz do numerador é: 3 + x = 0 ⇒ x = -3. A raiz do denominador é:
2 - x = 0 ⇒ x = 2. O termo quadrático tem sinal NEGATIVO, pois
( ) ( )
3 2 6
2
+ − = − − + x x x x . . O
intervalo entre as raízes (já calculadas: -3 e 2) terá o sinal CONTRÁRIO ao termo de maior grau, ou
seja: entre -3 e 2 o sinal da fração será POSITIVO. Encontramos, assim, o intervalo de variação de
“x” no qual a fração dada será positiva. No intervalo (-3; 2) tem-se os seguintes números INTEIROS:
-2, -1, 0, 1. A soma destes valores é: -2 - 1 + 0 + 1 = -2
Resposta: letra a.
284) Considere as sentenças abaixo.
I. 1 2 3 6 + + =

86
II.
( )
( )
− −
= − −
2 3
3
2 1
3
3
.

III.
( )
2 1 2 1
1
− = +


Quais são verdadeiras?
a) Apenas I b) Apenas II c) Apenas III d) Apenas I e II e) Apenas II
e III
Solução:
I. INCORRETO! A resposta somente seria válida se as operações entre os radicais for de
MULTIPLICAÇÃO: 1 2 3 6 × × =
II. INCORRETO!
( ) ( )
− −
=


2 3
3
2
3
1
3 3
.

III. CORRETO!
( )
2 1
1
2 1
1
− =


⇒ (racionalizando) ⇒
( )
( )
( )
1
2 1
2 1
2 1
2 1
2 1
2 1

×
+
+
=
+

= +
Resposta: letra c.
285) O menor número natural, não-nulo, que é divisível por 400, 500 e 1250 é
a) 10
2
b) 10
3
c) 5 . 10
3
d) 10
4
e) 10
5

Solução:
Vamos decompor os nºs dados em fatores primos: 400 = 2
4
x 5
2
; 500 = 2
2
x 5
3
; 1250 = 2 x 5
4
. Para
que um nº natural seja divisível pelos 3 nºs decompostos acima, deverá ser um MÚLTIPLO COMUM
destes, ou seja: MMC (400, 500, 1250) = 2
4
x 5
4
= 10
4

Resposta: letra d.
286) Somente 25% dos 60 funcionários de um Tribunal eram mulheres. Depois de transferido um
certo número de funcionários do sexo masculino, as mulheres passaram a representar 30% do total
de funcionários. O número de homens transferidos foi
a) 5 b) 10 c) 15 d) 35 e) 45
Solução:
25% DE 60 = 15 mulheres.
Foram transferidos “X” homens. Dessa forma, o Tribunal ficou com 60 - X funcionários. As 15
mulheres representam agora 30% desse total, ou seja: 30% DE (60 - X) = 15:
( ) ( ) ( )
30
100
60 15
3
10
60 15 60 15
10
3
60 50 60 50 × − = ⇒ × − = ⇒ − = × ⇒ − = ⇒ = − ⇒ X X X X X
X = 10
Resposta: letra b.
287) A diferença entre os custos para encaminhamento de dois processos é de R$ 200,00. A pessoa
interessada nesse encaminhamento solicitou um desconto de 10% sobre o preço mais caro, para que
os custos dos dois processos ficassem iguais. Esse valor comum é
a) R$ 210,00 b) R$ 220,00 c) R$ 1050,00 d) R$ 1800,00 e) R$ 2000,00
Solução:
CUIDADO com a tentação de dizer que a diferença de preços (R$ 200,00) entre os processos
representa 10%! Isto NÃO É CORRETO!
Pelos dados do problema, se X representa o preço do processo mais barato, então o mais caro custo
X + 200. Reduzindo-se o preço do maior (X + 200) em 10%, ele se tornará igual a X.
Vamos efetuar o cálculo DIRETO do valor final do processo mais caro, já com a redução de 10% em
seu valor.
Usando o conceito de FATOR MULTIPLICATIVO (1 + i), multiplicamos o valor por (1 - 0,10), ou seja,
0,9, para obtermos seu novo valor:
0,9 . (X + 200) = X ⇒ 0,9.X + 180 = X ⇒ (isolando-se X) ⇒ 0,1.X = 180 ⇒ X = =
180
01
1800
,

Resposta: letra d.
288) Na figura abaixo, os pontos E e F dividem o lado AB do retângulo ABCD em segmentos de
mesma medida.
87
A razão entre a área do triângulo hachurado e a área do
retângulo é

a) 1/8
b) 1/6
c) 1/2
d) 2/3
e) 3/4

Solução:

Assinalamos na figura ao lado o ponto G e adotamos, para valor
de AD, CE e EG o valor “y”. Para os segmentos AE, EF, FB e
DG adotamos o valor “x”. O segmento GC será, portanto, igual a
2x.
Calcularemos a área do triângulo hachurado (CEF) tomando o
retângulo GCEF e “subtraindo” da área deste as áreas dos
triângulos retângulos GCE e CFB.
Área do retângulo GCEF: A = 2.x.y
Área do triângulo GCE: A
x y
A x y
GCE GCE
= ⇒ =
2
2
.
.
Área do triângulo CFB: A
x y
CFB
=
.
2

Agora Calculamos a área do triângulo CEF: A x y x y
x y
A
x y
CEF CEF
= − − ⇒ = 2
2 2
. . .
. .
.
A área do retângulo ABCD é: A
ABCD
= 3.x.y
Resta-nos calcular a razão entre a área do retângulo ABCD e o triângulo CEF:
A
A
x y
x y
A
A
x y
x y
A
A
CEF
ABCD
CEF
ABCD
CEF
ABCD
= ⇒ = ⇒ =
.
. .
.
.
. .
2
3 2
1
3
1
6

Resposta: letra b.
289) Aplicando-se R$ 2500,00 à taxa de juros simples de 3% ao mês, no final de 7 meses obter-se-á
o montante de
a) R$ 525,00 b) R$ 2525,00 c) R$ 3000,00 d) R$ 3025,00 e) R$ 3725,00
Solução:
Aplicação DIRETA da fórmula: M = C.(1 + i.n)
Dados: C = 2500; i = 3% a.m.; n = 7 meses; M = ?
M = + ×
|
\

|
.
|
2500 1
3
100
7 . ⇒ M = +
|
\

|
.
|
2500 1
21
100
. ⇒ M =
+ |
\

|
.
|
⇒ 2500
100 21
100
. M = × ⇒ 25 121
M = 3025
Resposta: letra d.
290) O log
5
1
40
é um número real, cujo valor está entre os inteiros
a) -3 e -2 b) -2 e -1 c) -1 e 0 d) 0 e 1 e) 1 e 2
Solução:
Usando a propriedade do QUOCIENTE, podemos escrever:
log log log log
5 5 5 5
1
40
1 40 0 40 = − = − ⇒ decompondo o “40” em fatores primos: 40 = 2
3
x 5 ⇒
− = − − × log log
5 5
3
40 2 5 ⇒ aplicando-se, agora, as propriedades do PRODUTO e da POTÊNCIA
⇒ log log log
5
3
5 5
2 5 3 2 5 × = − × − ⇒ − × − 3 2 1
5
log ⇒ Aqui precisamos aplicar uma mudança de
base e, ainda, relembrar que log 2 ≅ 0,3 e log 5 ≅ 0,7. Assim: − × − 3
2
1
log
log

5
⇒ − − ≅ −
0 9
1 2 3
,
,
0,7

Resposta: letra a.

88
291) O Imposto de Renda (I.R.) a ser pago, em função do rendimento-base, durante o ano 2000, está
representado pelo gráfico abaixo.

Considere, com base no gráfico, as proposições abaixo.
I. A pessoa com rendimento-base menor que R$ 10800,00 está isenta do pagamento do I. R.
II. Sendo x o rendimento-base e y o imposto e se 10800 ≤ x < 21600, então y = 0,15x - 1620,
considerando x e y em reais.
III. O imposto a pagar é sempre o produto do rendimento-base por uma constante.
Quais são verdadeiras, levando-se em conta somente as informações do gráfico e as afirmativas
subsequentes?
a) Apenas I b) Apenas II c) Apenas III d) Apenas I e II e) Apenas I e III
Solução:
I. CORRETO! Observe no gráfico que, para qualquer valor inferior a 10800, a contribuição do I.R. é
NULA.
II. CORRETO! Vamos equacionar a reta no intervalo 10800 ≤ x < 21600. Calcularemos o coeficiente
angular “a” da reta y = a.x + b através da tangente do seu ângulo de inclinação:
a =

=
1620
21600 10800
015 , . O coeficiente “b” pode ser calculado pelo ponto (10800; 0):
0 015 10800 1620 = × + ⇒ = − , ( ) b b . Assim, a equação da reta será: y = 0,15.x - 1620
III. INCORRETO! Se assim fosse, a equação teria a forma y = a.x.
Resposta: letra d.
292) A tabela abaixo apresenta os valores de y em função dos valores de x apresentados.
X y
0 100
10 50
20 25
Se k e c são constantes reais tais que y k
x
c
= .2 , então k + c é
a) 60 b) 75 c) 80 d) 85 e) 90
Solução:
Substituindo-se o primeiro par de valores na equação:
100 2 100
0
= ⇒ = k k .
Substituindo-se o segundo par de valores na equação:
50 100 2
50
100
2
1
2
2 2 2
10
1 10
10 10 10
1
10
= ⇒ = ⇒ = ⇒ = ⇒ = − ⇒ = −

.
c c c c
c
c .
Agora, calculamos c + k = 100 - 10 = 90
Resposta: letra e.
293) Anualmente, são utilizados 3,8 mil quilômetros cúbicos da água doce existente no planeta Terra.
Destes, 10% são para uso doméstico, o que corresponde, em litros, a
a) 3,8 milhões b) 3,8 bilhões c) 3,8 trilhões d) 38 trilhões e) 380 trilhões
Solução:
Primeiramente é necessário lembrar-se de que: 1 litro = 1 dm
3
. Efetuando a transformação de
89
unidade: 3,8 mil km
3
= 3,8 x 10
3
km
3
= 3,8 x 10
3
x 10
12
dm
3
= 3,8 x 10
15
dm
3
.
10% de 3,8 x 10
15
dm
3
eqüivale a 3,8 x 10
14
dm
3
, ou 380 trilhões de litros.
Resposta: letra e.
294) Sendo b um número real e f a função definida por
( )
f x x bx = + − 2 3
2
, o único dos gráficos
abaixo que pode representar f é o da alternativa
a) b)


c) d)


e)


Solução:
Para este tipo de questão o candidato precisa lembrar-se do seguinte:
Uma função do segundo grau na forma genérica é escrita como f(x) = a.x
2
+ b.x + c
Os coeficientes “a”, “b” e “c” definem a forma do seu gráfico:
1. Se a > 0, a concavidade (“boca” da parábola) é PARA CIMA;
2. Se a < 0, a concavidade é PARA BAIXO;
3. Se b > 0, a curva corta o eixo “y” SUBINDO;
4. Se b < 0, a curva corta o eixo “y” DESCENDO;
90
5. “c” é o ponto em que a curva corta o eixo “y”.
Observando-se a função dada:
( )
f x x bx = + − 2 3
2
, sabemos que a concavidade é PARA CIMA, pois
a = 2 (maior que zero!) logo, ELIMINAMOS as alternativas a e b.
O coeficiente “c” da função dada é NEGATIVO. Isto significa que a curva corta o eixo “y” no ponto
-3. Assim, eliminam-se as alternativas c e d. Resta-nos, portanto, a alternativa “e”, que é a correta!
Resposta: letra e.
295) A figura abaixo mostra um quadrado, inscrito num triângulo de 12 cm de base e 6 cm de altura.

A área do quadrado, em cm
2
, é
a) 8 b) 10 c) 16 d) 20 e) 36
Solução:

Seja “x” o valor do lado do quadrado. Sua área será dada
por: A = x
2


Por semelhança de triângulos (ver figura ao lado):
6
6
2
6
6
2
12 2 4

= ⇒ − = ⇒ − = ⇒ =
x
x
x
x
x x x .

Área do triângulo: A = 4
2
= 16

Resposta: letra c.
296) Para se fazer a estimativa do número de pessoas presentes na apresentação de um conjunto
musical, considerou-se que cada metro quadrado, do local da apresentação, foi ocupado por 5
pessoas. Se o conjunto apresentou-se em uma praça de 0,80 hectares, completamente lotada, o
número estimado de pessoas presentes na praça é
a) 4000 b) 4500 c) 25000 d) 40000 e) 45000
Solução:
1 ha = 10.000 m
2
. Assim, a área total é: 0,8 x 10.000 = 8.000 m
2
. Em CADA metro quadrado havia
5 pessoas, então o nº estimado de pessoas foi de 5 x 8.000 = 40.000 pessoas.
Resposta: letra d.
297) As áreas das faces de um paralelepípedo retangular são 6 cm
2
, 9 cm
2
e 24 cm
2
. O volume desse
paralelepípedo é
a) 36 cm
3
b) 39 cm
3
c) 45 cm
3
d) 108 cm
3
e) 1296 cm
3

Solução:
CUIDADO! Foram dadas as ÁREAS das faces e não as ARESTAS. Podemos aqui empregar um
“truque”, manipulando as fórmulas de área das faces e volume, obtendo o resultado por:
V = × × = × × × × = × = 6 9 24 2 3 3 2 3 2 3 36
2 3 4 4
.
“Detalhando” a operação feita acima e considerando “a”, “b” e “c” como os valores das arestas do
paralelepípedo, podemos escrever, para as áreas das faces:
a x b = 6; b x c = 9; a x c = 24.
O volume de um paralelepípedo é dado por V a b c = × × .
Observe agora o “truque” utilizado: se multiplicarmos (de forma literal) as áreas das faces, ficaremos
91
com o seguinte produto:
( )
a b a c b c a b c a b c × × × × × = × × = × ×
2 2 2
2
, ou seja, estamos
calculando o volume do paralelepípedo AO QUADRADO. Então, basta que se extraia a raiz quadrada
deste valor para obtermos o resultado pretendido:
V = × × = × × × × = × = 6 9 24 2 3 3 2 3 2 3 36
2 3 4 4

Resposta: letra a.
298) A razão entre a área lateral e a área da base de um cilindro de revolução é 4π. A planificação
desse cilindro é composta por 2 discos e 1
a) paralelogramo com base menor que a altura
b) retângulo com base maior que a altura.
c) quadrado
d) losango com diagonais distintas.
e) quadrilátero não-convexo.
Solução:
A área lateral de um cilindro é dada por: A = 2.π.r.h
A área da base de um cilindro é dada por: A = π.r
2

A razão entre estas área é:
2
4 2
2
. . .
.
. .
π
π
π π
r h
r
h
r
= ⇒ = ⇒ isolando-se o valor de “h” ⇒ h r = 2. . π . Ora,
sabemos que “2.π.r” é o valor do comprimento da circunferência da base do cilindro. Então, se a
altura “retângulo” da planificação do cilindro é igual à sua base, trata-se de um QUADRADO!
Resposta: letra c.
299) Um trem alcança outro e leva 1/24 de hora para ultrapassá-lo. Esse tempo eqüivale a
a) 2 min b) 2 min 30 s c) 2 min 58 s d) 3 min e) 3 min 30 s
Solução:
1
24
de hora é:
1
24
60 2 5 × = , minutos, ou 2 minutos e 30 segundos.
Resposta: letra b.
300) Oito processos distintos deverão ser distribuídos entre três juizes de modo que o primeiro juiz
receba 4 processos, o segundo 2 e o terceiro também 2. O número de maneiras em que a
distribuição poderá ser feita é
a) 124 b) 250 c) 380 d) 400 e) 420
Solução:
Para o primeiro juiz, o nº de maneiras de receber os processos é dado por: C
8
4
. Para o segundo juiz:
C
4
2
. Para o terceiro juiz, resta apenas 1 maneira, pois ele receberá os 2 processos restantes, ou seja:
C
2
2
1 = . A solução final será dada por: C C
8
4
4
2
420 × = .
Resposta: letra e.
301) Uma rifa, em que apenas um número será sorteado, contém todos os números de 1 a 100. Os
funcionários de um cartório compraram todos os números múltiplos de 8 ou 10. A probabilidade de
que um desses funcionários seja premiado no sorteio da rifa é de
a) 12% b) 18% c) 20% d) 22% e) 30%
Solução:
Uma forma rápida para encontrar a quantidade de múltiplos de um certo número em um intervalo é
fazer o seguinte: subtraia os extremos do intervalo dado, divida o resultado pelo número e arredonde
o resultado.
A outra maneira para encontrar a quantidade de múltiplos de um determinado nº em um intervalo é
recorrer à fórmula do termo geral de uma P.A.
Qualquer que seja o procedimento, encontraremos 12 múltiplos de 8 e 10 múltiplos de 10 no intervalo
entre 1 e 100.
Dessa forma, os funcionários do cartório estão concorrendo com 22 dezenas (número de casos
favoráveis) em 100 (número de casos possíveis). Aplicando-se a definição clássica de probabilidade:
P A
casos poss
( ) =
casos favoraveis
iveis
, vem: P A ( ) = =
22
100
22%
Resposta: letra d.
302) Em uma prova, a probabilidade de um candidato acertar todas as questões é de 0,097% e a
probabilidade de ele errar pelo menos uma questão é de
92
a) 0,093% b) 0,193% c) 0,903% d) 1,903% e) 9,030%
Solução:
A probabilidade de acertar todas é dada por P A ( ) , = 0 00097 . A probabilidade de errar pelo menos
uma é dada pelo complemento de P A ( ) , ou seja, P A P A ( ) ( ) = − 1 ⇒ P A ( ) , , = − = 1 0 00097 0 99903
Esta questão foi ANULADA, pois nenhuma das alternativas traz a solução correta.
ECT/2001 (CONSULTEC) - Técnico de Vendas Júnior
303) Sabe-se que a capacidade máxima de alguns malotes dos Correios é igual a 3,5 kg. Nessas
condições, desses malotes, o número mínimo necessário para serem colocados 5500 kg de cartas é
igual a
a) 1570 b) 1572 c) 1670 d) 1672 e) 1770
Solução:
Aqui basta dividir o peso total (5500 kg) pela capacidade de cada malote (3,5 kg):
5500
3 5
1571
,
≅ . O resultado mais próximo é 1572.
Resposta: letra b.
304) Três peças de tecidos devem ser divididas em partes de tamanhos iguais, sendo o maior
tamanho possível. Se as peças medem 90 m, 108 m e 144 m, então cada parte deve medir, em
metros,
a) 9 b) 18 c) 24 d) 36 e) 42
Solução:
O MAIOR número possível que divide 90; 108 e 144 ao mesmo tempo é o MDC.
Decompondo cada um dos números em fatores primos, temos:
90 = 2 x 3
2
x 5
108 = 2
2
x 3
3

144 = 2
4
x 3
2

O MDC é dado pelos FATORES COMUNS, cada qual em seu MENOR expoente. Então:
MDC(90, 108, 144) = 2 x 3
2
= 18
Resposta: letra b.
305) Três diretores regionais da ECT viajam regularmente para Brasília. Um viaja de 12 em 12 dias,
outro, de 10 em 10 dias e um terceiro, de 8 em 8 dias. Se, hoje, eles viajam juntos, então voltarão a
viajar juntos novamente em
a) 120 dias b) 90 dias c) 80 dias d) 60 dias e) 45 dias
Solução:
Aqui resolve-se por MMC. O MMC é calculado de forma mais rápida por uma decomposição
simultânea em fatores primos:
8 10 12 2
4 5 6 2
2 5 3 2
1 5 3 3
1 5 1 5
1 1 1 120 ← MMC
MMC(8; 10; 12) = 120
Resposta: letra a.
306) Em uma estante,
2
5
dos livros são técnicos e o restante, de literatura. Dos livros de literatura,
3
4

são de Literatura brasileira. Com base nessa informação, pode-se concluir que o percentual de livros
de literatura brasileira, na estante, é igual a
a) 30% b) 40% c) 45% d) 55% e) 60%
Solução:
Se 2/5 dos livros são técnicos, então, 3/5 são os de literatura.
3/4 de 3/5 são os livros de literatura brasileira, ou seja:
3
4
3
5
9
20
× = . Para transformar uma fração em
“%”, basta multiplicar o seu numerador por 100 e efetuar a divisão. então:
900
20
45% =
Resposta: letra c.
93
307) O jogo “Acerte se puder” custa R$ 1,00 por cada tentativa. Quando a pessoa acerta, ela não
paga e ainda fica com um crédito de R$ 0,50. Tendo finalizado o jogo após 12 tentativas, uma
determinada pessoa pagou R$ 6,00 e, portanto, o número de vezes em que ela acertou foi igual a
a) 10 b) 8 c) 6 d) 4 e) 2
Solução:
Seja “x” o número de acertos e “y” o número de erros. Podemos, então, escrever o seguinte:
x + y = 12 (equação para o total de tentativas)
Para cada acerto, o jogador irá ganhar 0,50. Para cada erro, irá perder 1,00. Assim, podemos
escrever:
0,5.x - y = -6 (equação para o ganho ou prejuízo total)
Resolvendo o sistema:
x y
x y
+ =
− = −
¦
´
¹
12
0 5 6 , .
⇒ somando-se membro-a-membro ⇒ 1,5.x = 6 ⇒ x = =
6
15
4
,

Resposta: letra d.
308) Em um clube, há mesas de três e quatro pés. Se existem 120 mesas e 450 pés, então a razão
entre o número de mesas de três e quatro pés é igual a
a)
1
2
b)
2
5
c)
1
3
d)
1
4
e)
1
5

Solução:
Seja “x” o número de mesas de três pés e “y” o número de mesas de quatro pés. Assim, podemos
escrever a seguinte equação:
x + y = 120 (equação para o total de mesas); e
3.x + 4.y = 450 (equação para o total de pés)
Resolvendo o sistema:
x y
x y
+ =
+ =
¦
´
¹
120
3 4 450 . .
⇒ multiplicando-se a primeira equação por -3 e somando-se membro-a-membro ⇒
− − = −
+ =
¦
´
¹
3 3 360
3 4 450
. .
. .
x y
x y
⇒ y = 90 mesas de quatro pés; e x = 30 mesas de três pés.
A razão entre o nº de mesas de três pés e o nº de mesas de quatro pés é:
30
90
1
3
=
Resposta: letra c.
309) Há quatro anos, as idades de duas pessoas estavam entre si como 8 está para 11. Se hoje a
razão entre essas idades é igual a
4
5
, então, daqui a 8 anos, elas terão juntas
a) 34 anos b) 43 anos c) 48 anos d) 57 anos e) 61 anos
Solução:
“x” e “y” são as idades dessas duas pessoas hoje. Há 4 anos, as idades eram “x - 4” e “y - 4”. Com os
dados do problema, podemos escrever:
x
y


=
4
4
8
11
e
x
y
=
4
5
. Desta segunda proporção, podemos isolar o valor de uma das incógnitas e
substituí-la na primeira: x
y
=
4
5
.
⇒ substituindo-se este resultado na primeira proporção, vem:
4
5
4
4
8
11
. y
y


= ⇒ aplicando-se aqui a propriedade fundamental da proporção (produto dos meios é
igual ao produto dos extremos, ou, simplesmente, multiplicar em cruz):
( )
11
4
5
4 8 4
44 220
5
8 32 44 220 40 160 4 60 15 .
.
.
.
. . . .
y
y
y
y y y y y −
|
\

|
.
|
= − ⇒

= − ⇒ − = − ⇒ = ⇒ =
e x = 12. Daqui a 8 anos, “y” terá 15 + 8 = 23 anos e “x” terá 12 + 8 = 20 anos. Juntas, essa pessoas
terão: 23 + 20 = 43 anos
Resposta: letra b.
310) Uma pessoa comprou uma certa quantidade de selos para vender a R$ 1,00 cada. Choveu e 20
94
selos ficaram molhados, sem condições de venda. Para obter o mesmo lucro, a pessoa vendeu os
selos restantes por 1,50 cada.
Com base nessas informações pode-se concluir que o número de selos que ele comprou foi igual a
a) 85 b) 70 c) 60 d) 55 e) 40
Solução:
A pessoa comprou um total de “x” selos. Vendendo TODOS, obteria um total de 1,00.x. Como 20
selos ficaram arruinados, essa pessoa ficou com “x - 20” selos. Vendendo-os a 1,50 cada um, obteve
o mesmo total que pretendia antes de perder os 20 selos. Desse modo, podemos escrever a seguinte
equação:
1,5.(x - 20) = x ⇒ 1,5.x - 30 = x ⇒ 1,5.x - x = 30 ⇒ 0,5.x = 30 ⇒ = = x
30
0 5
60
,

Resposta: letra c.
311) Um carteiro é responsável pela entrega das 610 correspondências de três condomínios, sendo
a, b e c, respectivamente, o número de correspondências de cada condomínio, em que a < c.
Se
a
b
b
c
= e b = 200, então
ab
c
é igual a
a) 120 b) 128 c) 160 d) 200 e) 210
Solução:
a + b + c = 610 (equação 1)
Se
a
b
b
c
= , e b = 200, então:
a
c
a
c 200
200 40000
= ⇒ = . Substituindo-se na equação 1:
40000
200 610 40000 200 610 410 40000 0
2 2
c
c c c c c c + + = ⇒ + + = ⇒ − + = . . . . ⇒ Aplicando
“Bháskara”: ⇒ c’ = 250; c” = 160. O leitor pode verificar que, quando c = 250 ⇒ a = 160. Como foi dito
que a < c, encontramos as quantidades procuradas!
Agora, podemos calcular
ab
c

160 200
250
128
×
=
Resposta: letra b.
312) Se o relógio de determinada empresa está com defeito e aumenta 15 minutos em um dia, então,
ao longo de 5 horas e 20 minutos, terá aumentado
a) 1 min e 10 s b) 1 min e 30 s c) 2 min e 40 s d) 3 min e 20 s e) 3 min e 30 s
Solução:
Passando tudo para minutos e fazendo uma regra de três, teremos:
5 h 20 min = 5 x 60 + 20 = 320 minutos.
1 dia = 24 horas = 24 x 60 = 1440 minutos
diferença tempo
15 ÷÷÷÷÷ 1440
X ÷÷÷÷÷ 320
X =
×
=
15 320
1440
10
3
min, ou 3 minutos e 20 segundos
Resposta: letra d.
313) Um agente dos Correios que deve entregar 60 correspondências, entrega 8 nos primeiros 40
minutos. Admitindo-se que ele continue fazendo seu trabalho no mesmo ritmo, sem qualquer
alteração, o tempo que falta para entregar as correspondências restantes é igual a
a) 2 h e 30 min b) 3 h e 10 min c) 3 h e 40 min d) 4 h e 20 min e) 5 h e 40 min
Solução:
Podemos montar uma regra de três:
corresp. tempo
8 ÷÷÷÷÷ 40
restantes → 52 ÷÷÷÷÷ X
X =
×
=
52 40
8
260 minutos, ou 4 h 20 min
Resposta: letra d.
314) Uma mercadoria encaixotada pesa 57 kg. Sabendo-se que o peso da caixa é igual a
1
6
do peso
95
total, conclui-se que o peso, em gramas, da mercadoria sem a caixa é igual a
a) 47500 b) 46000 c) 40500 d) 4750 e) 4500
Solução:
Seja “x” o peso da caixa e “y” o peso da mercadoria. Com os dados do problema, podemos escrever
as seguintes equações:
x + y = 57
x
x y
x x y x y x
y
=
+
⇒ = + ⇒ = ⇒ =
6
6 5
5
. . . Substituindo-se este resultado na primeira equação:
y
y y y y y y
5
57 5 285 6 285
285
6
47 5 + = ⇒ + = ⇒ = ⇒ = ⇒ = . . , kg. O peso EM GRAMAS da
mercadoria é 47500 g.
Resposta: letra a.
315) Numa estrada um carro quebrou atravessando a pista e provocou um congestionamento de
algumas horas, formando uma fila de automóveis de 3,6 km. Sabendo-se que cada carro ocupa, em
média, 4,5 m, incluindo o espaço que o separa do imediatamente anterior e do posterior, então o
número aproximado de carros que havia no congestionamento era igual a
a) 1200 b) 950 c) 800 d) 750 e) 700
Solução:
Já que o problema pediu um cálculo “aproximado”, evitam-se “preciosismos” do tipo: “O primeiro e o
último carros NÃO TÊM espaços de separação do anterior e do posterior respectivamente”...
Calcularemos o nº aproximado de carros simplesmente dividindo 3600 por 4,5:
3600
4 5
800
,
=
Resposta: letra c.
316) Para realizar uma tarefa, 30 funcionários levam 6 dias, trabalhando 8 horas por dia. Para realizar
a mesma tarefa, em iguais condições, 20 operários, trabalhando 9 horas por dia, levarão
a) 4 dias b) 5 dias c) 6 dias d) 7 dias e) 8 dias
Solução:
Regra de três composta:
funcionários dias h/dia
30 ÷÷÷ 6 ÷÷÷ 8
20 ÷÷÷ X ÷÷÷ 9
inversa inversa
X =
× ×
×
=
6 30 8
20 9
8 dias
(Acompanhe na questão 500 a resolução de uma regra de três composta passo a passo!)
Resposta: letra e.
317)
Empregados Desempregados
27300 14700
A tabela registra o resultado de uma pesquisa feita, em uma cidade, com pessoas na faixa etária de
20 a 60 anos, para se saber a taxa de desemprego. Com base nesses dados, o número de pessoas
que precisam se empregar, para que a taxa de desemprego caia para 10%, é igual a
a) 4500 b) 5200 c) 9000 d) 10500 e) 12700
Solução:
Devemos subtrair “x” pessoas do grupo de desempregados:

14700
42000
10
100
14700
42000
1
10

= ⇒

=
X X
⇒ 147000 - 10.X = 42000 ⇒
X =

=
147000 42000
10
10500
Resposta: letra d.
318) Em uma agência dos Correios em que há apenas selos de R$ 0,20 e de R$ 0,25, uma pessoa
compra 125 selos, pagando um total de R$ 28,25. O percentual de selos de R$ 0,20 comprados por
essa pessoa é igual a
a) 40% b) 48% c) 60% d) 65% e) 70%
Solução:
96
Seja “x” a quantidade de selos de R$ 0,20 e “y” a quantidade de selos de R$ 0,25. Nestas condições:
x + y = 125 (equação para o total de selos)
0,2.x + 0,25.y = 28,25 (equação para o total pago)
Resolvendo o sistema...
x y
x y
+ =
+ =
¦
´
¹
125
0 2 0 25 28 25 , . , . ,
(multiplicando-se a segunda equação por -4) ⇒
x y
x y
+ =
− − = −
¦
´
¹
125
0 8 113 , .

0,2.x = 12 ⇒ x = =
12
0 2
60
,
. Queremos calcular o percentual deste nº de selos:
60
125
0 48 = , ou
48%
Resposta: letra b.
319) O preço da fita adesiva sofreu dois aumentos consecutivos: 10 e 20%. Se, atualmente, a fita
adesiva custa R$ 1,98, pode-se concluir que, antes dos aumentos, custava
a) R$ 1,80 b) R$ 1,65 c) R$ 1,50 d) R$ 1,45 e) R$ 1,40
Solução:
Dois aumentos consecutivos de 10 e 20%, dá um aumento total de: 10% + 20% + 2% = 32% (use o
método “Cuca Legal” para acréscimos sucessivos!). Com isto, o preço de 1,98 representa 132% do
preço inicial. Montando uma regra de três:
$ %
1,98 ÷÷÷ 132
X ÷÷÷ 100
X =
×
=
198 100
132
150
,
,
Resposta: letra c.
320) Para comprar camisas marcadas com um logotipo, foi feita uma pesquisa em três
microempresas que confeccionam camisas com estampas. Chegou-se, então ao seguinte resultado
Preço por unidade com
desconto
Desconto
M
1
R$ 10,50 30%
M
2
R$ 10,40 20%
M
3
R$ 9,90 10%
Considerando-se a pesquisa, pode-se concluir que a diferença entre o maior e o menor preço
cobrado, sem desconto, por uma camisa foi igual a
a) R$ 5,00 b) R$ 4,00 c) R$ 3,00 d) R$ 2,50 e) R$ 0,60
Solução:
O preço de M
1
com desconto de 30% é 10,50. Isto significa que o preço anunciado representa 70%
do original. Por meio de uma regra de três, encontramos o preço original:


$ %
10,50 ÷÷÷÷ 70
X ÷÷÷÷ 100
X =
×
=
10 5 100
70
15
,

Raciocínio análogo será empregado para as outras duas empresas. Para M
2
, teremos:
$ %
10,40 ÷÷÷÷ 80
X ÷÷÷÷ 100
X =
×
=
10 4 100
80
13
,

Para M
3
:
$ %
9,90 ÷÷÷÷ 90
X ÷÷÷÷ 100
X =
×
=
9 9 100
90
11
,

97
O maior preço é R$ 15,00 e o menor preço é R$ 11,00. A diferença é R$ 4,00
Resposta: letra b.
321) Três pessoas aplicaram certo capital a juros de 4% a.m. No final do mês, retiraram o montante,
que foi dividido entre as pessoas A, B e C, em partes diretamente proporcionais a 6, 8 e 10,
respectivamente, de acordo com o capital aplicado por cada uma. Considerando-se que B recebeu
R$ 1040,00 a mais que A, pode-se afirmar que o capital aplicado foi igual a
a) R$ 12000,00 b) R$ 12480,00 c) R$ 12560,00
d) R$ 13000,00 e) R$ 13200,00
Solução:
Sejam “A”, “B” e “C” as partes de cada pessoa.
Com os dados do problema, podemos escrever:
B = 1040 + A.
Supondo que “P” tenha sido o capital aplicado, o Montante da aplicação será dado por:
M = P.(1 + i.n); onde “i” é a taxa de aplicação e vale 4% a.m.; “n” é o prazo da aplicação e vale 1 mês.
Então, teremos:
M = P.(1 + 0,04 x 1) ⇒ M = 1,04.P.
Também sabemos, pelos dados do problema, que M = A + B + C; e ainda:
A B C
6 8 10
= = ⇒ aplicando-se a propriedade “soma dos antecedentes pela soma dos conseqüentes”,
resulta:
A B C A B C P
6 8 10 6 8 10
104
24
= = =
+ +
+ +
=
, .

A A
6
1040
8
=
+

( )
8 6 1040 8 6240 6 . . . . A A A A = + ⇒ = +
⇒ 2 6240 3120 . A A = ⇒ = . Com este resultado já podemos calcular o valor de “P”:
3120
6
104
24
12000 = ⇒ =
, .P
P
Resposta: letra a.
322) Uma pessoa comprou um imóvel a fim de abrir uma empresa e, constatando, algum tempo
depois, que as instalações estavam pequenas para o seu funcionamento, resolveu vendê-lo.
Sabendo-se que o imóvel foi comprado por R$ 140000,00 e que a pessoa pretende obter um lucro de
20% sobre o preço de venda, então esse imóvel deve ser vendido por
a) R$ 150000,00 b) R$ 168000,00 c) R$ 175000,00
d) R$ 180000,00 e) R$ 182000,00
Solução:
Sabemos que C = 140.000
Fórmula: V = C + L; onde “V” é o preço de VENDA; “C” é o preço de CUSTO, e “L” é o LUCRO
apurado na venda. Como o lucro incidiu SOBRE A VENDA, temos que “V” corresponde a 100%. O
percentual relativo ao custo é obtido na fórmula dada: 100% = C + 20% ⇒ C → 80%. Montamos uma
regra de três:
$ %
V ÷÷÷÷ 100
C ÷÷÷÷ 80
Substituindo o valor dado (C = 140.000,00)
$ %
V ÷÷÷÷ 100
140000 ÷÷÷÷ 80
V =
×
=
140000 100
80
175 000 .
Resposta: letra c.
PMPA/2001 - Assistente Administrativo
323) A pontuação numa prova de 25 questões é a seguinte: +4 por questão respondida corretamente
e -1 por questão respondida de forma errada. Para que um aluno receba nota correspondente a um
número positivo, deverá acertar no mínimo
a) 3 questões b) 4 questões c) 5 questões
d) 6 questões e) 7 questões
Solução:
Seja “x” o número de questões respondidas corretamente e “y” o número de questões respondidas de
98
forma errada. Então, vale escrever o seguinte: x + y = 25. Por outro lado, para o total de questões
certas, o candidato receberá 4x pontos, e, para o total de questões erradas, terá -y pontos. Pelo
enunciado da questão, devemos encontrar um valor para o qual 4 0 x y − > ou 4x y > . Da primeira
equação, podemos retirar o valor de “y”, a fim de substitui-lo na inequação acima: y = 25 - x ⇒
substituindo... ⇒ 4 25 5 25
25
5
5 x x x x x > − ⇒ > ⇒ > ⇒ >
Atenção ao marcar a resposta! Para obter um número positivo de pontos, o candidato deverá acertar
MAIS DE CINCO questões, isto é, NO MÍNIMO 6 questões!!
Resposta: letra d.
324) João vendeu dois terrenos por R$ 12.000,00 cada um. Um deles deu 20% de lucro em relação
ao custo. O outro, 20% de prejuízo em relação ao custo. Na venda de ambos, João
a) ganhou R$ 1.000,00 b) perdeu R$ 1.000,00 c) não perdeu nem ganhou.
d) perdeu R$ 400,00 e) ganhou R$ 400,00.
Solução:
Utilizamos, para o primeiro terreno, a fórmula: V C L = + , onde “V” é o preço de venda; “C” é o preço
de custo e “L” é o lucro. Se o lucro incidiu SOBRE O CUSTO, então “C” corresponde a 100%; como o
lucro corresponde a 20%, segue-se que o preço de venda será 120%. Montamos, então, uma regra
de três para encontrarmos o preço de custo:
Preço %
12000 ÷÷÷÷÷ 120
C ÷÷÷÷÷ 100
C C =
×
⇒ =
12000 100
120
10000
Para o segundo terreno, utiliza-se a fórmula: V C P = − , onde “V” é o preço de venda; “C” é o preço
de custo e “P” é o prejuízo. O prejuízo neste caso incidiu também sobre o preço de custo. Isto nos
indica que o custo corresponde a 100%, o prejuízo corresponde a 20% e, por conseqüência, o preço
de venda corresponde a 80%. Montamos outra regra de três:
Preço %
12000 ÷÷÷÷÷ 80
C ÷÷÷÷÷ 100
C C =
×
⇒ =
12000 100
80
15000
Agora já se sabe os preços de custo dos dois terrenos, que perfazem um total de R$ 25.000,00. Ora,
se ele vendeu cada um por R$ 12.000,00, obteve, com as vendas, um total de R$ 24.000,00, ficando,
desta forma, com um prejuízo de R$ 1.000,00.
Resposta: letra b.
325) O número de litros de água necessários para se reduzir 9 litros de loção de barba contendo 50%
de álcool para uma loção contendo 30% de álcool é
a) 3 b) 4 c) 5 d) 6 e) 7
Solução:
Com os 9 litros iniciais da loção, temos 50% de álcool, isto é, temos 50% DE 9 litros. (A palavra “DE”
grifada indica que devemos realizar uma MULTIPLICAÇÃO):
50% 9 4 5 × = , litros. Com a diluição, estes 4,5 litros de loção passarão a corresponder a 30% do
volume final da loção. O volume total da mistura é dado pela regra de três abaixo:
Volume %
4,5 ÷÷÷÷ 30
V ÷÷÷÷ 100
V V =
×
⇒ =
4 5 100
30
15
,
litros
Se antes havia 9 litros e agora há 15, a diferença (15 - 9) eqüivale à quantidade de água
acrescentada: 6 litros.
Resposta: letra d.
326) A coleta seletiva porta a porta está implantada nos 150 bairros de Porto Alegre. 60 toneladas de
lixo seco são distribuídas diariamente entre 8 unidades de reciclagem, criadas a partir da organização
de determinados segmentos da população excluídos da economia formal. São hoje 456 famílias
envolvidas no processo. Se todas as unidades de reciclagem recebessem a mesma massa de lixo
99
seco e tivessem o mesmo número de famílias de trabalhadores, a soma do número de quilogramas
de lixo seco com o número de famílias recicladoras em cada unidade seria decomposto em fatores
primos da seguinte maneira:
a) 2 53
3
× b) 2 7 11 × × c) 2 3 5
3 4
× ×
d) 2 3 119 × × e) 3 11 229 × ×
Solução:
60 toneladas, em quilogramas, eqüivale a 60000 kg. Cada unidade recicladora receberá
60000
8
7500 = kg de material. Distribuindo-se igualmente as famílias por todas as unidades
recicladoras, teremos
456
8
57 = famílias. Somando-se os resultados, teremos o número 7500 + 57 =
7557. Decompondo-se esse número em fatores primos:
7557 3
2519 11
229 229
1
Então: 7557 = 2 x 11 x 229
Resposta: letra e.
327) Ao racionalizar o numerador da expressão
x h x
h
+ −
, com h ≠ 0, encontra-se
a)
1
x h x + +
b) 0 c)
h
h

d) 1 e)
1
x h x + −

Solução:
O candidato poderia ter marcado a resposta correta SEM RESOLVER estas questão, bastando, para
tanto, lembrar-se de que o CONJUGADO entre números irracionais apresenta a INVERSÃO DO
SINAL ENTRE ELES. A única alternativa que contempla a afirmação anterior é a da letra a!
( ) ( ) ( )
x h x
h
x h x
x h x
x h x
h x h x
h
h x h x x h x
+ −
|
\

|
.
|
|
+ +
+ +
|
\

|
.
|
|
=
+ −
+ +
=
+ +
=
+ +
.
. .
1

Resposta: letra a.
328) Quando se aumentam de 30% dois lados opostos de um quadrado e se diminuem em 30% os
outros dois, a área do quadrado.
a) aumenta 9% b) aumenta 15% c) não se altera
d) diminui 15% e) diminui 9%
Solução:
Uma forma de resolver rapidamente esta questão é utilizando o método “Cuca Legal” do prof. Milton
Araújo, já descrito em outras questões deste livro.
A outra forma de se resolver a questão é “atribuir” um valor para o principal; por exemplo: 10. Desse
modo, diremos que o lado do nosso quadrado vale 100. Com esse dado, sabemos que sua área irá
valer: A = 100. Agora, iremos realizar as alterações propostas na questão:
• ao aumentarmos dois lados opostos em 30%, eles passarão a valer 10 + 3 = 13
• ao diminuirmos dois lados opostos em 30%, eles passarão a valer 10 - 3 = 7.
Com as alterações acima, a área do retângulo resultante ficará igual a: 13 x 7 = 91.
Como a área inicial era 100 e agora é 91, verifica-se, claramente, que houve uma redução de 9% em
sua área.
Resposta: letra e.
329) Um grupo de amigos foi a um restaurante a fim de homenagear um casal do grupo que estava
de aniversário de casamento. A conta foi de R$ 600,00 e os 2 homenageados não pagaram. Isso fez
com que cada um dos outros contribuísse com mais R$ 10,00. O número total de pessoas do grupo
no restaurante foi
a) 10 b) 11 c) 12 d) 13 e) 14
Solução:
Supondo que havia um total de “x” pessoas no restaurante. Desse modo, a despesa deveria ter sido
100
dividida da seguinte forma:
600
x
. Entretanto, como duas pessoas não pagaram, fazendo com que a
despesa fosse dividida da seguinte forma:
600
2 x −
. Esse valor (cota de cada um dos presentes
“pagantes”) é equivalente ao valor anterior “acrescido” de 10. Então, podemos escrever a seguinte
equação:
600
2
600
10
x x −
= +
Temos acima uma equação algébrica, cujo MMC eqüivale a x.(x - 2). Assim, ficaremos com:
( )
( ) ( )
( )
600
2
600 2 10 2
2
.
.
. . .
.
x
x x
x x x
x x −
=
− + −


( ) ( )
600 600 2 10 2 . . . . x x x x = − + − ⇒
600 600 1200 10 20 10 20 1200 0 2 120 0
2 2 2
. . . . . . . x x x x x x x x = − + − ⇒ − − = ⇒ − − =
Da equação acima (resolvida por Bháskara), retiramos a raiz positiva, que é 12.
Resposta: letra c.
330) Dividindo o polinômio P(x) por x - 1, tem-se para resto 2; dividindo-o por x - 3, o resto é 4. O
resto do polinômio P(x) por x x
2
4 3 − + é
a) 1 - 4x b) x + 1 c) -4x + 4 d) x - 4 e) x + 3
Solução:
Para a primeira divisão temos:
P(x) x - 1 ⇒ P(1) = 2 (Teorema de D’Alambert)
2 Q
1
(x) (equação I)

Para a segunda divisão temos:
P(x) x - 3 ⇒ P(3) = 4 (Teorema de D’Alambert)
4 Q
2
(x) (equação II)
O resto da divisão de P(x) por (x - 1) . (x - 3) é do tipo: R(x) = ax + b, pois gr (D) = 2 (grau do divisor é
dois). Observe que
( ) ( )
x x x x
2
4 3 1 3 − + = − − .
Da definição de divisão temos:
P(x) (x - 1).(x - 3) ⇒ P(x) ≡ (x - 1).(x - 3).Q(x) + ax + b
ax + b Q(x) (equação III)
Na equação III, quando x = 1 e x = 3, temos:
a) para x = 1 ⇒ P(1) = (1 - 1).(1 - 3).Q(x) + a.1 +b ⇒ 2 = a + b
b) para x = 3 ⇒ P(3) = (3 - 1).(3 - 3).Q(x) + a.3 +b ⇒ 4 = 3.a + b
Disto resultou o seguinte sistema:
a b
a b
+ =
+ =
¦
´
¹
2
3 4 .
(resolvendo-se pelo método da adição, após multiplicar a primeira equação por -1)
− − = −
+ =
¦
´
¹
a b
a b
2
3 4 .
⇒ 2.a = 2 ⇒ a = 1. Substituindo-se este resultado na primeira equação, vem:
b = 1. Disto resulta o resto procurado: x + 1.
Resposta: letra b.
331) Uma das raízes da equação 2 7 6
3 2
x x x + − − é 2. Pode-se afirmar que as outras raízes
a) são imaginárias. b) são 17 e -19 c) estão entre -2 e 0
d) são iguais e) são inteiras
Solução:
Pelo teorema do resto, se 2 é uma das raízes do polinômio indicado, então o valor do polinômio para
x = 2 é nulo, ou seja: P(2) = 0, ou seja, o polinômio é divisível por x - 2. Efetuando-se a divisão por
meio do dispositivo prático de Briot-Ruffini:
2 1 -7 -6
2 2 5 3 0
O polinômio resultante será: 2 5 3
2
. . x x + + , cujas raízes podem ser encontradas pela fórmula de
Bháskara: x =
− ± −
=
− ± 5 25 24
4
5 1
4
, de onde vem: x’ = -1 e x" = −
3
2
. Estas duas raízes
encontram-se no intervalo (-2, 0).
101
Resposta: letra c.
332) A função real da variável real f está representada pelo gráfico abaixo.

Pode-se afirmar que
a) f é decrescente no intervalo (0; 1) b) f(1) = 1
c) f(x) > 0, para x = 0 d) f(0) + f(1) = 1
e) f é crescente, quando x < 0
Solução:
A resolução desta questão é muito simples, pois trata-se de uma análise direta do seu gráfico.
Analisando-se item por item:
a) CORRETO! A concavidade da curva aponta para baixo no intervalo (0; 1)
b) INCORRETO! f(1) = 0
c) INCORRETO! Para x = 0 f(x) também é igual a zero.
d) INCORRETO! Se f(0) = 0 e f(1) = 0, então f(0) + f(1) = 0
e) INCORRETO! f decresce, quando x < 0
Resposta: letra a.
333) Na construção de uma caixa d’água em forma de cilindro circular reto de 4 m de raio e 5 m de
altura, a empreiteira trocou a medida do raio pela medida da altura e vice-versa. Em relação à
capacidade original, a troca acarretou
a) uma perda de 20% b) um acréscimo de 10% c) um acréscimo de 20%
d) um acréscimo de 25% e) uma perda de 25%
Solução:
O volume da caixa d’água é dado por: V r h = π. .
2

Inicialmente, temos: V V = ⇒ = π π . . . 4 5 80
2

Com a troca nas medidas, o volume passou a ser: V V = ⇒ = π π . . . 5 4 100
2
.
Partindo-se do valor original, a DIFERENÇA PERCENTUAL será:
∆%
. .
.
. =
− |
\

|
.
|
=
100 80
80
100 25%
π π
π

Resposta: letra d.
334) A figura abaixo mostra um quadrado inscrito num triângulo isósceles, cuja base mede 20 cm e a
altura 12 cm.
Neste caso, o lado do quadrado, em centímetros, é

a) 6,50
b) 6 2
c) 8 5 2 ,
d) 7 2
e) 7,50

Solução:

102

Marcamos na figura ao lado a altura do triângulo:

No triângulo ABC (retângulo), um dos catetos vale 12 (altura) e o outro 10
cm (metade da base).
No triângulo ADE um dos catetos vale 12 - l e o outro vale
l
2

Por semelhança de triângulos, temos:
12
12
2
10

=
l
l

12
12 20
12
3 5

= ⇒ ⇒

=
l l l l
(simplificando)
Resolvendo a proporção, vem: 60 -5 l = 3 l ⇒ 8 l = 60 ⇒ l = 7,5
Resposta: letra e.
335) Dos 100 aprovados num concurso, 50 irão para o departamento A,
40 para o departamento B e os restantes 10 para o C. o número de possibilidades para preencher os
100 cargos, sabendo-se que um aprovado não poderá vir a ocupar dois cargos diferentes, é.
a) C C
100
50
50
40
× b) C C C
100
50
50
40
10
10
+ + c) A C A
100
50
100
40
100
10
× ×
d) A A A
100
50
100
40
100
10
+ + e) A A
100
50
50
40
×
Solução:
Inicialmente são 100 candidatos disputando 50 vagas no departamento A. Como não há uma relação
de ordem entre eles, trata-se de uma combinação: C
100
50
.
Como 50 candidatos já foram para o departamento A, temos, agora, os outros 50 disputando as 40
vagas do departamento B, ou seja: C
50
40
. Os 10 candidatos restantes formarão UM ÚNICO GRUPO,
que irá para o departamento C, ou seja: C
10
10
1 = . Para CADA grupo formado em um dos
departamentos pode-se associar todas as combinações de outro, deveremos MULTIPLICAR as
combinações feitas acima. Então: C C
100
50
50
40
× é a solução do problema.
Resposta: letra a.
336) As placas das motos em Porto Alegre são formadas por duas letras e três algarismos, podendo
existir repetição de letra e de algarismo numa mesma placa. Sabendo-se que foram utilizadas apenas
10 letras do alfabeto, a probabilidade de sortear-se, ao acaso, uma moto de uma empresa de
telentrega, que possui 100 motos emplacadas, é de
a) 0,001% b) 0,01% c) 0,1% d) 1% e) 10%
Solução:
A definição clássica de probabilidade é: P A
casos poss
( ) =
casos favoraveis
iveis

Trata-se de um problema de ARRANJO COM REPETIÇÕES, que se resolve pela fórmula N
n
, onde
“N” é o número de elementos a serem arranjados e “n” é o número de posições disponíveis.
Arranjando as letras, teremos: 10
2
.
Arranjando os algarismos, teremos: 10
3
.
O TOTAL será: 10
2
x 10
3
= 10
5
, que é o número de casos possíveis.
Sabemos que o número de casos favoráveis é 100. Então:
P A ( ) = =
100 1
10 10
5 3
. Para transformarmos uma fração em porcentagem, basta multiplicarmos o seu
numerador por 100 e efetuarmos a divisão. Disto resulta: 0,1%.
Resposta: letra c.
337) Há 19 anos, uma pessoa tinha um quarto da idade que terá daqui a 14 anos. A idade da pessoa,
em anos, está hoje entre
a) 22 e 26 b) 27 e 31 c) 32 e 36 d) 37 e 41 e) 42 e 46
Solução:
Seja “x” a idade dessa pessoa hoje. Desta forma, podemos escrever a seguinte equação:
( )
x x − = + 19
1
4
14 . . Resolvendo-se a equação, vem: 4 76 14 3 14 76 . . x x x − = + ⇒ = + ⇒
3 90 . x = ⇒ x = 30 anos.
103
Resposta: letra b.
338) Dados dois números reais não nulos x e y tais que x < y, é sempre verdade que.
a) -2x < -2y b) x y > c)
1 1
x y
>
d) ax < ay e)
x
a
y
a
>
Solução:
Esta questão foi ANULADA, pois a indicação “não nulos” não exclui a possibilidade de que os
números sejam negativos, invalidando (total ou parcialmente) TODAS as alternativas. A troca
sugerida durante a prova de “não nulos” para “positivos”, também irá invalidar as alternativas, pois
não exclui o fato de que os números sejam nulos! Em qualquer dos casos, as alternativas “d” e “e”
deveriam ser sumariamente excluídas, pois NADA FOI DITO a respeito do número “a”.
FUNDAÇÃO ZOOBOTÂNICA/2001 (FAURGS)

339) Considere os seguintes números:
I. 0,010101...
II. 0,010010001...
III. 0,123412341234
Quais são números racionais?
a) Apenas I b) Apenas I e II c) Apenas I e III
d) Apenas II e III e) I, II e III
Solução:
Nºs Racionais são aqueles que podem ser colocados na forma
p
q
:
I. CORRETO! 0,010101... =
1
99

II. INCORRETO! O nº 0,01001000100001... não pode ser escrito na forma
p
q

III. CORRETO! Apesar de não conter as “reticências” no final do nº, indicando que se trata de uma
dízima periódica, o nº (mesmo na forma dada) pode ser escrito como:
123412341234
1000000000000

Resposta: letra c.
340) Se a e b são números reais não-nulos, existe um número real x tal que ax
2
+ b = 0, se e somente
se a e b
a) forem quadrados perfeitos b) forem racionais c) forem positivos
d) tiverem divisores comuns e) tiverem sinais contrários
Solução:
Isolando o valor de “x” na equação dada:
x
b
a
= ± − ⇒ para que este resultado seja um nº Real, é necessário que a e b tenham sinais
contrários.
Resposta: letra e.
341) Uma criação de coelhos, a cada quatro meses, aumenta em 100%. No final de um ano, a
população dessa criação, em relação à população existente no seu início, representa um percentual
de
a) 300% b) 400% c) 600% d) 700% e) 800%
Solução:
Temos uma TAXA quadrimestral de crescimento de 100%. O montante, após 1 ano (3 quadrimestres)
será dado por:
( )
M C i
n
= + . 1 ⇒ pretende-se calcular a razão
M
C
em forma de porcentagem. Então:
( )
M C
M
C
M
C
= + ⇒ = ⇒ = . 1 1 2 8
3
3
. Em “%” esse valor é igual a 800%.
CUIDADO!! A pergunta do problema é “que percentual da população inicial representa a população
104
no fim de um ano” E NÃO “qual a VARIAÇÃO PERCENTUAL daqui a um ano”.
Esquematicamente, podemos escrever o seguinte (supondo que houvesse, no começo, 2 coelhos):
0 4 meses 8 meses 12 meses
2 4 8 16
16 é equivalente a 800% de 2.
A VARIAÇÃO PERCENTUAL (que NÃO FOI solicitada!) é dada por:
∆% =
|
\

|
.
|
× =
|
\

|
.
|
× =
valor final - valor inicial 16 - 2
valor inicial
100
2
100 700%
Resposta: letra e.
342) Do ano 1500 ao ano 1983, a cobertura florestal do solo que hoje corresponde ao Rio Grande do
Sul decresceu em 87,4%. Estudos recentes, porém, mostram que essa cobertura florestal, nos
últimos dezessete anos, cresceu 45%. Se, atualmente, essa área é de 23.000 km
2
, em 1500, era
a) 23.000 x 0,126 x 1,45 km
2
b) 23.000 x 0,874 x 0,45 km
2

c) 23.000 : 0,874 : 1,45 km
2
d) 23.000 : 874 x 1,45 km
2

e) 23.000 : 0,126 : 1,45 km
2

Solução:
Temos um DECRÉSCIMO de 87,4% e um ACRÉSCIMO de 45%. Resolvendo do fim para o começo:
• A área de 23000 é 45% MAIOR do que era, ou seja, ela está MULTIPLICADA por 1,45. Para
encontrarmos o valor ANTES desse acréscimo, devemos DIVIDIR 23000 por 1,45;
• O valor de 23000 : 1,45 representa APENAS 12,6% do que era em 1500, logo, para encontrarmos
esse valor, deveremos DIVIDIR (23000 : 1,45) por 0,126, ou seja:
23000 : 0,126 : 1,45
Resposta: letra e.
343) Foram colocados em uma reserva 35 animais ameaçados de extinção. Decorridos t anos, com 0
≤ t ≤ 10, a população N desses animais passou a ser estimada por N(t) = 35 + 4.t - 0,4.t
2
. Nessas
condições, o número máximo que essa população animal poderá atingir é
a) 38 b) 45 c) 52 d) 59 e) 63
Solução:
A função que expressão o nº de animais (N) em função do tempo (t) é quadrática, cuja concavidade
está voltada para baixo (a = -0,4). Esta função terá um valor MÁXIMO em y
a
v
= −

4.
, onde “∆” é o
discriminante e vale:
( )
∆ = − = − − = b a c
2 2
4 4 4 0 4 35 72 . . . , . . Assim:
( )
y
v
= −

=
72
4 0 4
45
. ,

Resposta: letra b.
344) Sendo f a função definida por f(x) = log x e P e Q números reais que completam a tabela abaixo,
a soma P + Q é

a) 0,903
b) 1,602
c) 2,903
d) 4,699
e) 5,602
Solução:
Quando x = 2 ⇒ f(2) = 0,301
Quando x = P ⇒ f(P) = 0,602. Mas 0,602 = 2. f(2), ou ainda: 2.log 2 = log 2
2
= log 4. Desse modo: P =
4
Quando x = 5 ⇒ f(5) = Q. Mas f(5) = log 5. Para calcularmos o log 5, usamos o artifício:
log log log , ,
10
2
10 2 1 0 301 0 699 = − = − = . Nestas condições: Q = 0,699.
Finalmente, P + Q = 4 + 0,699 = 4,699
Resposta: letra d.
x f(x)
1 0
2 0,301
P 0,602
5 Q
105
345) Os pontos P, Q, R são vértices de cubos idênticos, de aresta “um” e justapostos, como indica a
figura abaixo.
O perímetro do triângulo PQR é

a) 2 3 5 + +
b) 2 3 6 + +
c) 3 3 5 + +
d) 3 5 6 + +
e) 5 5 6 + +


Solução:
Para começar, a diagonal de qualquer das faces de um dos cubos da figura é dada por d = 2
(diagonal do quadrado é dada por: d = l 2 ).
A diagonal de um cubo é dada por: D = l. 3 .
A diagonal de um paralelepípedo é dada por: D a b c = + +
2 2 2
, onde “a”, “b” e “c” são as medidas
das arestas do paralelepípedo.
Com estas considerações e observando a figura, nota-se que PR é a diagonal de um paralelepípedo,
cujas dimensões são: 1, 1 e 2. Na fórmula da diagonal de um paralelepípedo, teremos:
PR = + + = 1 1 2 6
2 2 2

“QR” é a diagonal de uma face do paralelepípedo de dimensões 1, 1 e 2 e vale:
QR = + = 1 2 5
2 2

“PQ” é a diagonal de um dos cubos e vale: PQ = 3 .
O perímetro do triângulo PQR é: PQ QR PR + + = + + 3 5 6
Resposta: letra d.
346) Um reservatório sem tampa tem a forma de um prisma reto de 3 m de altura, cuja planificação
é formada por um triângulo e três quadrados. A capacidade do reservatório, em litros, é
a) 2.250 b) 2.300 c) 2.500 d) 3.000 e) 3.500
Solução
Se as faces laterais são quadradas, então a aresta da base é igual à altura do prisma, ou seja, 3 . A
base é um triângulo equilátero de lado também igual a 3 m. A capacidade do reservatório será
dada pela fórmula do volume do prisma: V A h
B
= × , onde A
B
é a área da base e “h” a altura.
Sendo a base um triângulo equilátero, sua área é calculada por:

( )
A
B
= = =
l
2
2
3
4
3 3
4
3 3
4
.
.
.
. Multiplicando-se este resultado pela altura do prisma, teremos o
seu volume em metros cúbicos: V V = × ⇒ =
3 3
4
3
9
4
.
m
3
.
Sabemos que 1 litro = 1 dm
3
. Além disto: 1 m = 1000 dm litros
3 3
= 1000 . Transformando o
volume calculado para litros: V = = =
9
4
9000
4
2250 m
3
litros.
Resposta: letra a.
347) A probabilidade de pelo menos um dos animais, de um casal de animais do zoológico, estar vivo
em 10 anos é de 90%. Se a probabilidade de o macho estar vivo nesse tempo for de 60%, para a
fêmea essa probabilidade será de
a) 65% b) 75% c) 80% d) 85% e) 90%
Solução:
A probabilidade de PELO MENOS UM estar vivo é: P A B ( ) , ∪ = 0 9 . Se P A ( ) , = 0 6 , quer-se calcular
P B ( ) . Fórmula: P A B P A P B P A B ( ) ( ) ( ) ( ) ∪ = + − ∩ .
106
Para o cálculo de P A B ( ) ∩ , precisamos considerar os eventos como sendo INDEPENDENTES. Com
isto: P A B P A P B ( ) ( ) ( ) ∩ = × (ou seja, a probabilidade de dois eventos independentes ocorrerem
simultaneamente é dada pelo produto de suas probabilidades individuais).
Resolvendo... P A B P A P B P A P B ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) ∪ = + − × ⇒ 0 9 0 6 0 6 , , ( ) , ( ) = + − × ⇒ P B P B P B ( )
,
,
=
0 3
0 4

0 3 0 4 , , . ( ) = ⇒ P B P B ( ) , = 075 ou 75%
Resposta: letra b.
348) A senha de um computador é um número formado por quatro algarismos distintos. A
probabilidade de essa senha ser um número maior do que 1000 é
a) 3/5 b) 3/4 c) 0,9 d) 9,5 e) 90
Solução:
Solução:
Pela definição clássica de probabilidade, a probabilidade de ocorrência de um evento é o quociente
entre o número de casos favoráveis a esse evento e o número de casos possíveis, ou seja:
P A ( ) =
número de casos favoráveis ao evento
número de casos possíveis

Casos favoráveis: para a primeira posição deveremos ter um número maior ou igual a 1. Então, há
NOVE algarismos possíveis. Fixado o algarismo da primeira posição, restarão outros NOVE para a
segunda. Fixado o segundo algarismos, restarão, respectivamente, OITO e SETE para as duas
posições restantes. O resultado final é dado pelo PRODUTO:
9 x 9 x 8 x 7.
Casos possíveis: Seguindo o mesmo raciocínio, há DEZ algarismos para a primeira posição, NOVE
para a segunda, OITO para a terceira e SETE para a quarta. O resultado será:
10 x 9 x 8 x 7
Substituindo os dois resultados encontrados acima na fórmula:
P A ( ) , =
⋅ ⋅ ⋅
⋅ ⋅ ⋅
= =
9
10
9 8 7
9 8 7
9
10
0 9
Resposta: letra c.
MISCELÂNEA
Aqui são apresentadas algumas questões interessantes, que já figuraram em diversos concursos
públicos. As fontes de onde foram coletadas não informaram a “origem” das mesmas.
349) Dispomos de 7 varas de ferro de 6 m de comprimento; 12 varas de ferro de 9,6 m de
comprimento e 13 varas de ferro de 12 m de comprimento. Desejando-se fabricar vigotas para laje
pré-moldada, com 3 varas em cada vigota, pergunta-se:
a) Sem emendar nenhum ferro, qual o tamanho máximo possível de cada vigota?
b) Quantas vigotas obteríamos nessas condições?
a) 0,6 m e 96 vigotas b) 4,6 m e 32 vigotas c) 1,2 m e 87 vigotas
d) 1,2 m e 32 vigotas e) 0,8 m e 87 vigotas
Solução:
Como queremos dividir as varas de ferro todas com o mesmo tamanho, devemos encontrar o MDC
de 6 m, 9,6 m e 12 m. Vamos fazer tal cálculo em decímetros, para não trabalhar com o número
decimal (9,6). Então, o MDC entre 60, 96 e 120 será dado por (decompõe-se os números em fatores
primos):
60 2 3 5
96 2 3
120 2 3 5
2
5
3
= × ×
= ×
= × ×

MDC (60, 96, 120) = 2 3
2
× = 12 dm, ou 1,2 metro
Dividiremos todas as varas em pedaços de 1,2 m. Desse modo, teremos, das primeiras:
6 ÷ 1,2 = 5 pedaços; das segundas: 9,6 ÷ 1,2 = 8 pedaços; e das terceiras: 12 ÷ 1,2 = 10 pedaços.
Mas lembre-se que tomamos 7 varas de 6 metros, 12 varas de 9,6 metros e 13 varas de 12 metros.
Então, agora temos 7 x 5 + 12 x 8 + 13 x 10 = 261 pedaços de ferro, todos com 1,2 m de
comprimento. Se cada vigota irá levar 3 deste pedaços, então o número de vigotas será igual a
261 ÷ 3 = 87 vigotas.
Resposta: letra c.
107
350) Eu tenho duas vezes a idade que tu tinhas, quando eu tinha a idade que tu tens. Quando tiveres
a idade que eu tenho, a soma de nossas idades será 45 anos. Quantos anos temos?
a) 20 e 25 b) 15 e 30 c) 10 e 35 d) 15 e 20 e) 10 e 25
Solução:
O melhor modo de se resolver este problema é separá-lo em três tempos: passado, presente e futuro.
Digamos que o passado está há “b” anos do presente e o futuro está a “a” anos do presente. No
presente, EU tenho “x” anos e TU tens “y” anos
passado presente futuro
EU x - b x x + a
TU y - b y y + a
Montando as equações passo-a-passo (fique atento aos TEMPOS VERBAIS!):
• Eu tenho (presente) duas vezes a idade que tu tinhas (passado)⇒ x = 2.(y - b) ⇒ ou seja, a
minha idade no presente (x) é o dobro da tua idade no passado (y - b);
• Quando eu tinha (passado) a idade que tu tens (presente)⇒ x - b = y ⇒ ou seja, a idade que eu
tinha no passado (x - b) era igual a idade que tu tens no presente (y).
Com estas duas equações, podemos eliminar o valor de “b” na segunda e substituí-lo na primeira:
b = x - y ⇒ x = 2y - 2(x - y) ⇒ x = 2y - 2x + 2y ⇒ 3x = 4y ⇒ x
y
=
4
3

Continuando...
• Quando tiveres (futuro) a idade que eu tenho (presente) ⇒ y + a = x ⇒ ou seja, tu terás no futuro
(y + a) uma idade igual à que tenho no presente (x);
• A soma de nossas idades será (futuro) 45 anos ⇒ x + a + y + a = 45 ⇒ ou seja, a minha idade no
futuro (x + a) somada com a tua idade no futuro (y + a) é igual a 45 anos.
Com estas duas novas equações, eliminaremos o valor de “a” na primeira e substituiremos na
segunda:
a = x - y
x + y + 2a = 45 ⇒ x + y + 2.(x - y) = 45 ⇒ x + y + 2x - 2y = 45 ⇒ 3x - y = 45 ⇒ substituindo agora o
valor de “x” encontrado na primeira etapa ⇒ 3
4
3
45 4 45 3 45 .
y
y y y y
|
\

|
.
|
− = ⇒ − = ⇒ =
y = =
45
3
15 . Assim, x =

=
4 15
3
20 .
Resposta: letra d.
351) Com R$ 120,00 comprei certa quantidade de cadernos. Se cada caderno custasse R$ 5,00 a
menos, compraria 4 cadernos a mais do que comprei. Quantos cadernos comprei e quanto me custou
cada um?
a) 12 cadernos, R$ 10,00 b) 9 cadernos, R$ 13,33 c) 8 cadernos, R$ 15,00
d) 10 cadernos, R$ 12,00 e) 15 cadernos, R$ 8,00
Solução:
Seja “x” a quantidade de cadernos que comprei e “y” o preço de cada caderno. Então:
y
x
=
120
e y
x
− =
+
5
120
4
. Substituindo a primeira equação na segunda...
120
5
120
4 x x
− =
+
. “Arrumando” a expressão:
120 5 120
4

=
+
x
x x
⇒ dividindo ambos os membros por 5,
para facilitar os cálculos ⇒
24 24
4

=
+
x
x x

( ) ( )
24 4 24 − + = x x x . ⇒ “expandindo” o primeiro
membro: − + + = ⇒ + − = x x x x x
2 2
20 96 24 4 96 0 ⇒ (Bháskara) ⇒ x = 8 (a resposta negativa,
obviamente não serve!). Assim, comprei 8 cadernos, e cada um me custou: y = =
120
8
15
Resposta: letra c.
352) Uma pessoa ao fazer um cheque inverteu o algarismo das dezenas com o das centenas. Por
isso, pagou a mais a importância de $ 270. Sabe-se que os dois algarismos estão entre si como 1
está para 2. O algarismo, no cheque, que está na casa das dezenas é o
a) 6 b) 2 c) 1 d) 3 e) 4
Solução:
108
A importância devida pode ser escrita na forma: XY0, onde “X” é o algarismo das centenas; “Y” é o
algarismo das dezenas e o algarismo das unidades é ZERO.
No cheque a importância figurou da seguinte forma: YX0.
Para decompormos um n.º segundo suas ordens, multiplicamos por “1” o algarismo das unidades;
multiplicamos por “10” o algarismo das dezenas; multiplicamos por “100” o algarismo das centenas; e
assim por diante...
Com os dados do problema, sabemos que:
IMPORTÂNCIA INCORRETA = IMPORTÂNCIA CORRETA + 270, ou seja,
YX0 = XY0 + 270, e
X
Y
=
1
2
⇒ Y = 2X (equação 1). Então:
100Y + 10X = 100X + 10Y + 270 ⇒ 90Y - 90X = 270 ⇒ (dividindo tudo por 90) ⇒
Y - X = 3 (equação 2). Ora, se Y = 2X (equação 1), então, a equação 2 ficará:
2X - X = 3, de onde retiramos X = 3
Resposta: letra d.
353) Sofia guardou 320 balas em várias caixas, de modo que a segunda caixa ficou com tantas balas
quanto a primeira; a terceira ficou com tantas balas quanto as duas anteriores juntas; a quarta caixa
ficou com igual número de balas que a soma das três anteriores e assim por diante, até guardar todas
as balas. Quantas balas Sofia guardou na primeira caixa, sabendo que ela usou o maior número de
caixas possível?
a) 8 b) 10 c) 5 d) 16 e) 32
Solução 1:
Esquematizando:
Observe que, no esquema ao lado, da segunda caixa em diante temos
uma Progressão Geométrica de razão 2. E mais: a soma de todos os
termos dessa progressão é 320 - x (pois retiramos a primeira caixa, por
não fazer parte da progressão!).
Usando a fórmula da soma dos termos de uma progressão finita:
( )
S
a q
q
n
n
=


1
1
1
.

Na nossa progressão, temos que: S
n
= (320 - x); a
1
= x e q = 2. Substituindo esses dados na fórmula
acima:
( )
( )
320
2 1
2 1
320 2 1 320 2 320 2 − =


⇒ − = − ⇒ − = − ⇒ = x
x
x x x x x x
n
n n n
.
. . . ⇒ isolando o valor de
x) ⇒ x
n
=
320
2
⇒ x
n
=
2 5
2
6
.
⇒ Para que esta divisão seja exata, o valor de “n” só poderá ser igual a 6.
Desse modo, podemos concluir que x = 5 e o n.º de caixas utilizadas foi 6 + 1 = 7 caixas!
Solução 2:
Observe no esquema da solução anterior que, a partir da segunda caixa, a quantidades de balas por
caixa VAI DOBRANDO, isto é, a cada nova caixa que Sofia pega, ela coloca O DOBRO das balas
que colocou na anterior...
Levando-se em conta o fato de o número de balas ir dobrando a cada nova caixa, faremos DIVISÕES
SUCESSIVAS do total de balas (320) por 2. Observe:
320 2
160 2
80 2
40 2
20 2
10 2
5
Como o número “5” não é divisível por “2”, segue-se que este é o número de balas que Sofia colocou
na primeira caixa.
Resposta: letra c.
354) Certa quantidade de sacos precisa ser transportada e para isso dispõe-se de jumentos. Se
colocarmos 2 sacos em cada jumento, sobram 13 sacos. Se colocarmos 3 sacos em cada jumento,
1ª caixa: x balas
2ª caixa: x balas
3ª caixa: 2x balas
4ª caixa: 4x balas
5ª caixa: 8x balas
6ª caixa: 16x balas
e assim por diante...
109
sobram 3 jumentos. Quantos sacos precisam ser carregados?
a) 53 b) 55 c) 57 d) 60 e) 67
Solução:
Seja “x” a quantidade de sacos e “y” a quantidade de jumentos.
Ora, se CADA jumento carregar 2 sacos, então “y” jumentos carregarão 2y sacos. Em matemática, as
palavras CADA e DE se transformam em MULTIPLICAÇÃO! Temos, assim, uma equação para o total
de sacos:
x = 2y + 13 (interpretando: o total “x” de sacos é igual aos sacos transportados “2y” mais os 13 sacos
que sobram.).
Agora precisamos de uma equação para o total de jumentos.
Se CADA jumento carregar 3 sacos, então o total de sacos seria: x = 3y. Mas aqui queremos o n.º de
jumentos. Então: y
x
=
3
. Neste caso, ainda teremos mais 3 jumentos que ficam “sobrando”. Dessa
forma: y
x
= +
3
3 (interpretando: o total de jumentos é igual ao n.º de jumentos que carregam sacos,
mais 3 jumentos que ficam de “folga”).
Juntando as duas equações, temos um sistema:
x y
y
x
= +
= +
¦
´
¦
¹
¦
2 13
3
3
. “Arrumando” as equações... ⇒
x y
y x
− =
= +
¦
´
¹
2 13
3 9

x y
x y
− =
− + =
¦
´
¹
2 13
3 9
⇒ somando membro-a-
membro: y = 22 jumentos. Mas queremos o n.º de sacos...
x = 2y + 13 ⇒ x = 2.(22) + 13 ⇒ x = 44 + 13 ⇒ x = 57 sacos
Resposta: letra c.
355) Com o que tenho no bolso, sobram $ 24 ao pagar 5/7 da minha dívida. Se me dessem $ 200,
pagaria toda a dívida e sobrariam $ 104. Quanto devo?
a) $ 500 b) $ 400 c) $ 404 d) $ 420 e) $ 386
Solução:
Seja “x” a quantia que tenho no bolso e “y” o montante da dívida.
Assim: x y = +
5
7
24 e x y + = + 200 104 . Temos um sistema...
x
y
x y
= +
+ = +
¦
´
¦
¹
¦
5
7
24
200 104
. “Arrumando”... ⇒
7 5 168
96
x y
x y
− =
− = −
¦
´
¹
⇒ multiplicando a 2ª equação por -7 (pois
queremos calcular “y”, então temos de eliminar o “x”) ⇒
7 5 168
7 7 672
x y
x y
− =
− + =
¦
´
¹
⇒ somando membro-a-
membro ⇒ 2y = 840 ⇒ y =
840
2
⇒ y = 420
Resposta: letra d.
356) Um automóvel, com tanque cheio, pode rodar 6 horas. Tendo partido com um furo no tanque,
roda apenas 2 h e 24 min. Se o carro estivesse parado e com o tanque cheio, que volume de gasolina
do tanque perderia em 15 min?
a) 1/10 b) 5/48 c) 1/16 d) 1/90 e) 3/8
Solução:
Usando o “Método da Redução à Unidade de Tempo”:
Se o automóvel gasta um tanque em 6 h, então, em uma hora, irá gastar
1
6
do tanque (sem o furo).
Se ele gasta um tanque inteiro em 2 horas e 24 minutos (2,4 h), em uma hora irá gastar
1
24 ,
. Desse
modo, em uma hora o automóvel irá PERDER:
1
6
1
2 4

|
\

|
.
|
,
do tanque, ou:
1
6
1
24
1
6
10
24
4 10
24
6
24
1
4
− ⇒ − ⇒



⇒ −
,
, ou seja, ele irá PERDER
1
4
do tanque em uma hora.
110
Então, montando uma regra de três (passando o tempo para minutos):
tanque tempo

1
4

÷÷÷÷ 60

X ÷÷÷÷ 15
X X X = ⇒ = ⇒ =
1
4
15
60
15
4
1
60
1
16
.
. (ou 6,25%)
Resposta: letra c.
357) Um gato e meio come um rato e meio em um minuto e meio. Em quanto tempo 1 gato come 2
ratos?
a) 2 min b) 3 min c) 5 min d) 1 min e) 4 min
Solução:
gato rato tempo
1,5 ÷÷÷÷ 1,5 ÷÷÷÷ 1,5
1 ÷÷÷÷ 2 ÷÷÷÷ X
inversa direta
X =
× ×
×
=
15 15 2
1 15
3
, ,
.

Resposta: letra b.
358) Um tijolo pesa o mesmo que 1 kg mais meio tijolo. Quanto pesa um tijolo e meio?
a) 1,5 kg b) 2 kg c) 3 kg d) 4 kg e) 6 kg
Solução:
Seja “x” o peso do tijolo. Queremos calcular o valor de 1,5.x!
Então: x
x
x
x x
x = + ⇒ − = ⇒ = ⇒ = 1
2 2
1
2
1 2 kg. Ora, se um tijolo pesa 2 kg, então 1,5 tijolo irá
pesar 1,5 x 2 = 3 kg.
Resposta: letra c.
359) Uma costureira, sozinha, faz 20 vestidos em 3 dias, trabalhando 7 horas por dia. Outra
costureira, também sozinha, faz o mesmo número de vestidos em 2 dias, trabalhando 9 horas por dia.
Se as duas trabalharem juntas, 7 horas por dia, em quantos dias farão 130 vestidos?
a) 9 b) 8 c) 10 d) 5 e) 12
Solução:
Usaremos, novamente, o “Método da Redução à Unidade de Tempo”:
Se a costureira “A” faz 20 vestidos em 3 x 7 = 21 horas, então fará
20
21
(faça uma regra de três
simples e comprove!) em uma hora.
Se a costureira “B” faz 20 vestidos em 2 x 9 = 18 horas, então fará
20
18
em uma hora.
As duas juntas farão, em uma hora de trabalho:
20
21
20
18
20
21
10
9
60 70
63
130
63
+ ⇒ + ÷ → ÷÷
+

MMC
.
Montando uma regra de três:
vestidos tempo (h)

130
63

÷÷÷÷ 1

130 ÷÷÷÷ X
X X X =
×
⇒ = × ⇒ =
1 130
130
63
130
63
130
63 horas . Queremos saber quantos dias, trabalhando 7 horas
diárias. Então, basta dividir 63 por 7 e encontramos: 9 dias.
Resposta: letra a.
360) Uma construtora se compromete a realizar uma obra em 60 dias, iniciando a obra com 20
operários, trabalhando 8 horas por dia. Decorridos 15 dias, 5 operários abandonaram a obra e não
foram substituídos durante 40 dias. com quantos operários deverá a construtora continuar a obra, a
111
partir do dia seguinte, para concluí-la dentro do prazo?
a) 72 b) 64 c) 56 d) 48 e) 60
Solução:
Vamos introduzir uma quarta variável no problema, que é o percentual da obra executado em cada
etapa.
Operários h/dia dias %
20 ÷÷÷ 8 ÷÷÷ 60 ÷÷÷ 100
20 ÷÷÷ 8 ÷÷÷ 15 ÷÷÷ X
Observação: Numa regra de três, as variáveis que não sofrem alteração, podem ser retiradas da
mesma. Ficamos com:

dias %
60 ÷÷÷ 100
15 ÷÷÷ X
direta
X =
×
=
100 15
60
25% da obra foi realizado nos 15 primeiros dias.
Agora, temos 15 operários, pois 5 abandonaram a obra. Esses 15 operários irão trabalhar durante 40
dias. queremos saber qual o percentual da obra que eles conseguirão realizar. Desse modo:
operários dias %
20 ÷÷÷ 60 ÷÷÷ 100
15 ÷÷÷ 40 ÷÷÷ X
direta direta
X =
× ×
×
=
100 15 40
60 20
50%
Até agora os operários já fizeram: 25% + 50% = 75% da obra. Falta fazer 25%. Assim, montamos
outra regra de três:
operários dias %
20 ÷÷÷ 60 ÷÷÷ 100
X ÷÷÷ 5 ÷÷÷ 25
inversa direta
X =
× ×
×
=
20 60 25
5 100
60 operários.
(Acompanhe na questão 500 a resolução de uma regra de três composta passo a passo!)
Resposta: letra e.
361) Um agricultor colhe as laranjas de um pomar em 10 horas. Sua esposa faz o mesmo trabalho
em 12 horas. Se o casal trabalhar junto com o filho, colherão as laranjas em 4 horas. Em quantas
horas o filho, trabalhando sozinho, fará a colheita?
a) 14 b) 15 c) 16 d) 17 e) 18.
Solução:
Vamos, novamente, utilizar o “Método da Redução à Unidade de Tempo” que pode ser enunciado
como segue:
“O somatório dos INVERSOS dos tempos individuais é igual ao inverso do tempo conjunto”.
Então:
1
10
1
12
1 1
4
+ + =
x
⇒ tirando o MMC ⇒
6 5 60
60
15
60
x x
x
x
x
+ +
= ⇒ 11x + 60 = 15x ⇒
60 = 15x - 11x ⇒ 4x = 60 ⇒ x x = ⇒ =
60
4
15 horas.
Resposta: letra b.
362) Um trabalhador compromete 20% do seu salário com o aluguel. Se este aluguel subir 40% e o
salário do trabalhador tiver um reajuste de 12%, que porcentagem do salário ele passará a
comprometer com o aluguel?
a) 12% b) 15% c) 20% d) 25% e) 30%
Solução:
Vamos admitir que o salário do trabalhador seja igual a $ 100. Desse modo, o aluguel é igual a 20%
desse valor, ou seja: $ 20,00. Agora temos:
• $ 100 + 12% de $ 100 = $ 112 (o novo salário); e
112
• $ 20 + 40% de $ 20 = $ 28 (o novo aluguel)
LEMBRE-SE: As palavras DE e CADA em matemática se transformam em MULTIPLICAÇÃO!
Montamos uma regra de três para descobrirmos o novo percentual comprometido com o aluguel:
$ %
112 ÷÷÷ 100
28 ÷÷÷ X
X =
×
=
100 28
112
25%
Resposta: letra d.
363) Um cachorro persegue uma lebre. Enquanto o cachorro dá 5 pulos, a lebre dá 8 pulos. Porém, 2
pulos de cachorro valem 5 pulos de lebre. Sendo a distância entre os dois igual a 36 pulos de
cachorro, o número de pulos que deverá dar o cachorro para alcançar a lebre é de:
a) 40 b) 50 c) 80 d) 70 e) 100
Solução:
Há uma relação inversa entre os pulos do cachorro e os da lebre, ou seja, um pulo da lebre vale por
2
5
pulos do cachorro. Podemos, então, escrever:
n.º de pulos valor do pulo
pulos do cachorro: 5 2
pulos da lebre: 8 5
Como a relação entre os pulos é inversa, efetuaremos uma multiplicação invertida, ou seja, iremos
multiplicar os 5 pulos do cachorro pelo valor do pulo da lebre (5) e multiplicaremos os 8 pulos da lebre
pelo valor do pulo do cachorro (2). Assim teremos: 5 x 5 = 25 (para o cachorro) e
8 x 2 = 16 (para a lebre). A cada instante, o cachorro estará tirando uma diferença de 25 - 16 = 9
pulos. Como a distância que os separa é de 36 pulos de cachorro, segue-se que o cachorro terá de
percorrer essa distância 36 ÷ 9 = 4 vezes até alcançar a lebre. Agora, multiplicando-se o fator do
cachorro (25) por 4, teremos: 25 x 4 = 100 pulos do cachorro. O leitor conseguiria dizer quantos pulos
dará a lebre (em pulos de lebre...) até ser alcançada?
Resposta: letra e.
364) Se 1+r+r²+...+r
n
+...= 10, então “r” vale?
a) 9 b) 10 c)
9
10
d)
1
9
e)
1
10

Solução:
A seqüência acima é uma PG de razão “r”
Para que a seqüência seja CONVERGENTE, é necessário que “r” esteja entre ZERO e UM, ou seja:
0 < r < 1. Desse modo, usamos a fórmula da soma de uma PG infinita: S
a
q
n
=

1
1

Na nossa PG: a
1
= 1 e q = r. Substituindo-se os valores na fórmula: S
r
n
=

1
1
. Voltando à equação
dada no problema:
1
1
10

=
r
⇒ 1 = 10 - 10.r ⇒ -10.r = -9 ⇒ r =


9
10
⇒ r =
9
10

Resposta: letra c.
365) Em 1994, 60% das vendas de uma revendedora de automóveis foi de veículos nacionais e o
restante de veículos importados. Sabendo-se que as vendas de veículos nacionais caem 20% ao ano
e as vendas de veículos importados crescem 20% ao ano, qual será o percentual de veículos
importados vendido em 1996?
a) 45% b) 50% c) 60% d) 80% e) 75%
Solução:
Vamos “chutar” 1000 para a quantidade de veículos vendida em 1994. Desse modo, teremos (60%
DE 1000) 600 automóveis nacionais e 400 importados.
Agora, faremos dois descontos sucessivos de 20% na quantidade de automóveis nacionais e dois
acréscimos sucessivos na quantidade de automóveis importados. Usando o método “Cuca Legal”
para acréscimos sucessivos (ou para descontos sucessivos, ou ainda um acréscimo e um desconto
sucessivos), que diz que somente poderemos somar os percentuais quando incluirmos nessa soma
também o PRODUTO (levando em conta os sinais) dos mesmos percentuais.
Então:
113
− − + × ⇒ − + = − 20% 20%
20
100
20
100
40% 4% 36% (dois descontos sucessivos de 20% eqüivale a
um ÚNICO desconto de 36%. Por outro lado:
+ + + × ⇒ + + = + 20% 20%
20
100
20
100
40% 4% 44% (dois aumentos sucessivos de 20% eqüivale a um
ÚNICO acréscimo de 44%. Desse modo, a quantidade de carros nacionais (2 anos depois) será de:
600 - 36% DE 600, ou seja: 600
36
100
600 384 − × = (mais fácil ainda teria sido multiplicar 600 por
64%, que é o percentual que restou...).
Já a quantidade de carros importados será: 400 + 44% DE 400, ou seja: 400
44
100
400 576 + × = .
Assim, 2 anos depois a concessionária vendeu um total de 384 + 576 = 960 carros. Queremos agora
o percentual de carros importados, que será:
quantidade %
960 ÷÷÷÷ 100
576 ÷÷÷÷ X
X =
×
=
100 576
960
60%
Resposta: letra c.
366) Em uma cidade do interior, 84% das vias públicas são asfaltadas. Se a prefeitura asfaltasse
mais 30 vias, esse percentual subiria para 90%. Baseado nestes dados, calcule a soma do total de
vias da cidade com o número de vias que não estão asfaltadas no momento.
a) 500 b) 480 c) 580 d) 384 e) 850
Solução:
Se as 30 vias aumentariam o percentual de vias asfaltadas de 84% para 90%, então esse valor
corresponde a 6% do total (100%). Assim, 6% DE X é 30. Observe o destaque dado à palavra “DE”.
Já foi dito que essa palavra se transforma numa MULTIPLICAÇÃO! Então:
6
100
30 X = , que resulta: X = 500 (o total de vias da cidade). CUIDADO! Esta não é a resposta do
problema!!! Foi pedida a soma do total de vias com a quantidade de vias que ainda não foram
asfaltadas. Podemos encontrar facilmente a quantidade de vias que ainda não foram asfaltadas
(100% - 84%), que consiste em calcular 16% de 500:
16
100
500 80 . = . Somando-se ao total de vias: 500 + 80 = 580.
Resposta: letra c.
367) A tripulação de um navio, composta de 180 homens, dispõe de víveres para 60 dias. Decorridos
15 dias de viagem foram recolhidos 45 náufragos. Para quantos dias ainda darão os víveres, após o
aumento da tripulação?
a) 36 b) 27 c) 30 d) 42 e) 92
Solução:
• Passados os 15 dias, os 180 homens ainda terão víveres para 45 dias.
• Com a chegada dos 45 náufragos, a tripulação passou a ser de 225 homens, que terão víveres
para “x” dias.
Regra de três:
homens dias

180 ↑ ÷÷÷ 45 |

225 | ÷÷÷ X ↓
De onde retiramos: x =
×
=
180 45
225
36
Resposta: letra a
368) Para fazermos concreto em uma construção usamos como proporção básica na mistura 1 balde
de cimento, para 3 baldes de pedra britada e 4 baldes de areia. Sobre este total se acrescenta 20%
de água. Quantos m³ de pedra britada serão necessários para fazer 12m³ de concreto?
a) 4,5 b) 4 c) 3,75 d) 2,5 e) 2
114
Solução:
Trata-se de um problema de divisão proporcional. As partes de cimento, pedra e areia, serão, por
exemplo “A”, “B” e “C”. A proporção será dada por:
A B C
1 3 4
= = . Aplica-se aqui a propriedade: “Numa proporção dada antecedente está para o seu
conseqüente, assim como a SOMA dos antecedentes está para a SOMA dos conseqüentes”
A B C A B C
1 3 4 1 3 4
= = =
+ +
+ +
. NESTE PROBLEMA, sobre o total 1 + 3 + 4 = 8 ACRESCENTA-SE 20% de
água, que faz com que fiquemos com: 8 + 20% x 8 = 9,6. A soma das partes
A + B + C será igual à quantidade de concreto que se quer fabricar, ou seja, 12 m
3
. Substituindo-se
esses resultados na proporção:
A B C A B C
1 3 4 1 3 4
12
9 6
= = =
+ +
+ +
=
,
. Como pretendemos encontrar apenas a quantidade de pedra, basta
calcularmos
B
B B B
3
12
9 6
3 12
9 6
36
9 6
3 75 = ⇒ =
×
⇒ = ⇒ =
, , ,
,
Resposta: letra c.
369) Uma garrafa cheia de vinho pesa 1,28 kg. Tomando 4/9 do vinho contido na garrafa, ela passa a
pesar 0,72 kg. Qual o peso, em gramas, da garrafa vazia?
a) 50 b) 40 c) 30 d) 20 e) 10
Solução:
Seja x o peso da garrafa vazia.
Seja y o peso do vinho contido na garrafa.
Daqui podemos escrever uma equação: x + y = 1,28
Se 4/9 do vinho foram consumidos, então ficaram 5/9 do vinho na garrafa. Portanto, podemos
escrever outra equação:
x
y
+ =
5
9
072 , . Tiramos o MMC e ficamos com: 9x + 5y = 6,48
Agora, basta resolvermos o sistema com as duas equações:
x y
x y
+ =
+ =
¦
´
¹
128
5 9 6 48
,
,

Como queremos calcular o peso da garrafa vazia, eliminaremos o “y” multiplicando a primeira
equação por -5:
− − = −
+ =
¦
´
¹
5 5 6 40
9 5 6 48
x y
x y
,
,
⇒ Somando-se as duas equações ⇒ 4x = 0,08 ⇒ x = 0,02 kg, ou 20 g
Resposta: letra d
370) Um estudante precisa ler um livro para uma ficha-resumo. No primeiro dia, lê 1/5 do total. No
segundo dia, lê 1/3 do restante e ainda ficam faltando 240 páginas. Quantas páginas tem o livro?
a) 400 b) 450 c) 300 d) 500 e) 550
Solução:
Se o estudante lê 1/5 do total no primeiro dia, então ficam faltando 4/5 do livro para ler. Destes 4/5,
ele lê 1/3, que dá
4
5
1
3
4
15
. =
Então, o estudante já leu 1/5 (primeiro dia) MAIS 4/15 (segundo dia) do livro, que totalizam:
1
5
4
15
7
15
+ = . Assim, ainda ficam faltando os outros 8/15, que correspondem a 240 páginas.
Podemos concluir a resolução por meio de uma regra de três ou então por uma simples equação:
8
15
240 . x = ⇒ x = 450
Resposta: letra b
371) Que horas são se 2/3 do que ainda resta para terminar o dia é igual ao tempo que já passou?
a) 9h b) 9h 6 min c) 7h 30 min d) 8h e) 9h 36 min
Solução:
Seja “x” o tempo que já passou.
115
O que resta para terminar o dia é (24 - x).
Temos, então, a equação:
( )
2
3
24 . − = x x
48 - 2x = 3x ⇒ 5x = 48 ⇒ x = 9,6
Muito cuidado na conversão para horas e minutos! Daqui resulta: 9h e 36 min.
Resposta: letra e
372) A idade de um pai está para a idade de seu filho assim como 3 está para 1. Qual é a idade de
cada um, sabendo que a diferença entre elas é de 24 anos?
a) 10 e 34 b) 12 e 36 c) 15 e 39 d) 6 e 30 e) 18 e 42
Solução:
Seja x a idade do pai. Seja y a idade do filho.
Do enunciado do problema podemos escrever as equações:
x
y
=
3
1
(Daqui, isolamos o valor de x) ⇒ x = 3y (iremos substituir este valor na segunda equação)
x - y = 24 ⇒ 3y - y = 24 ⇒ 2y = 24 ⇒ y = 12 (a idade do filho), e x = 36 (a idade do pai)
Resposta: letra b.
373) Um ônibus faz o percurso entre as cidades A e B a uma velocidade de 72 km/h. ao chegar à
cidade B, retorna para A com uma velocidade de 48 km/h. Qual é a sua velocidade média?
a) 60 km/h b) 24 km/h c) 120 km/h d) 57,6 km/h e) 36 km/h
Solução:
Muito cuidado com problemas envolvendo velocidade média! A tendência é tentar resolvê-lo por
“média aritmética simples”, quando, na verdade, trata-se de “média harmônica”.
Fórmula: Mh
n
x x x
n
=
+ + +
1 1 1
1 2
...
, onde: “n” é o número de elementos do conjunto, e x
1
, x
2
, ... , x
n
são
os elementos do conjunto de dados. Resolvendo:
Mh =
+
=
+
×
=
× ×
+
=
2
1
72
1
48
2
48 72
48 72
2 48 72
48 72
57 6 , km/ h
Um “truque” muito criativo para se calcular a velocidade média (quando as distâncias percorridas são
iguais e os valores das velocidades não diferem muito um do outro) é fazer o seguinte:
Calcula-se a “média aritmética” entre as duas velocidades. Sabemos que este resultado não é
correto. Entretanto, baseado no resultado encontrado, marcaremos a primeira alternativa que
apresentar um valor ligeiramente menor do que o encontrado.
Verifique este “truque” no problema abaixo...
Resposta: letra d.
374) Um automóvel sobe uma rampa com velocidade de 40 km/h. Ao chegar ao alto da rampa, ele
desce com uma velocidade de 60 km/h. Qual é a sua velocidade média?
a) 50 km/h b) 20 km/h c) 100 km/h d) 48 km/h e) 24 km/h
Solução: Usando o “truque” dado na questão anterior, encontramos para velocidade média:
40 60
2
50
+
= . Observando as alternativas, o valor LIGEIRAMENTE INFERIOR a 50 encontrado é o
48, que é a resposta correta!!!
Resposta: letra d.
375) As idades de três irmãos estão, nesta ordem, em progressão aritmética. Sabendo-se que o mais
jovem tem 21 anos e o mais velho 55 anos, a idade do irmão do meio é:
a) 16 b) 29 c) 32 d) 35 e) 38
Solução:
Podemos usar aqui uma propriedade da P.A. que diz o seguinte:
“Em uma Progressão Aritmética, cada termo, a exceção dos extremos, é dado pela média aritmética
simples do seu antecessor com seu sucessor”.
Aplicando-a aqui, teremos: x =
+
=
21 55
2
38
E se você não se lembrar dessa propriedade?
Muito simples: basta tomar a progressão: 21, x, 55 e calcular a razão, do seguinte modo:
116
r = x - 21 e r = 55 - x (numa Progressão Aritmética, a razão é sempre dada pela diferença
entre um termo qualquer e o seu antecessor!)
Agora, é só IGUALAR as duas equações: x - 21 = 55 - x ⇒ 2.x = 55 + 21 ⇒ 2.x = 76 ⇒ x = =
76
2
38
Resposta: letra e.
376) Uma torneira, trabalhando sozinha, enche um tanque em 3 horas. Outra torneira, também
trabalhando sozinha, enche o mesmo tanque em 6 horas. Um ralo esvazia o tanque em 12 horas.
Com as duas torneiras mais o ralo, abertos ao mesmo tempo, o tanque ficará cheio em:
a) 2 h e 40 min b) 5 h c) 7 h e 30 min
d) 3 h e) 2 h e 24 min
Solução:
Devemos utilizar aqui o “Método da Redução à Unidade”. Iremos “resumi-lo” da seguinte maneira:
“O somatório dos INVERSOS dos tempos individuais é igual ao inverso do tempo conjunto”.
Assim:
1
3
1
6
1
12
1
+ − =
x
(tirando-se o MMC de ambos os membros da equação) ⇒
4 2
12
12
12
x x x
x x
+ −
= , que resulta em:
5x = 12 ⇒ x = =
12
5
2 4 , h . Novamente lançamos aqui o ALERTA para a conversão de fração de hora
em minutos. Observe que 2,4 h NÃO É 2 h e 40 minutos!!! A fração 0,4 h corresponde a 24 minutos
(faça uma regrinha de três e comprove!).
Resposta: letra e.
377) Numa biblioteca, cada pessoa presente cumprimentou todas as outras, havendo, ao todo, 105
apertos de mão. Quantas pessoas havia na biblioteca?
a) 21. b) 10 c) 15 d) 35 e) impossível.
Solução:
Vamos indicar duas formas de resolver o problema:
1) Se tivermos “x” pessoas na biblioteca, cada uma das “x” pessoas irá apertar a mão de outras “(x -
1)” pessoas. O destaque na palavra “cada” não foi por acaso: as palavras “CADA” e “DE” em
matemática significam MULTIPLICAÇÃO. Desse modo, deveremos realizar o produto x.(x - 1).
Entretanto, são necessárias DUAS pessoas para UM aperto de mão. O produto que realizamos está
contando o DOBRO dos apertos de mão realizados. Disto tudo, então, irá resultar:
x x
x x
. ( ) −
= ⇒ − − =
1
2
105 210 0
2
. As raízes são: 15 e -14. A resposta negativa obviamente não
serve! Então o resultado é: 15 pessoas.
2) Como segunda solução, basta pensarmos que, se a cada duas pessoas resulta um aperto de mão,
deveremos COMBINÁ-LAS duas a duas para ter a solução do problema:
C
n
n
n,
!
! ( )!
2
2 2
105 =
× −
= . Desenvolvendo o fatorial do numerador, teremos:
n n n
n
× − × −

=
( ) ( )!
( )!
1 2
2
210 . Simplificando, vem: n. (n - 1) = 210 (que resulta numa equação do
segundo grau idêntica à da solução 1).
Resposta: letra c.
378) Uma lata cilíndrica com 10 cm de diâmetro e altura de 13 cm contém um líquido que ocupa 2/3
de sua capacidade. O volume de líquido que a lata contém, em mililitros, é aproximadamente igual
a:
a) 680 b) 740 c) 1.020 d) 1.085 e) 1.205
Solução:
A equivalência entre a medida de volume e capacidade é: 1 dm
3
= 1 litro. O problema solicitou o
cálculo em mililitros! Convertendo as unidades: 10 cm = 1 dm; 13 cm = 1,3 dm.
Calculando o volume da lata: V = π . r
2
. h ⇒ V = π . 0,5
2
. 1,3 = 1,0205 dm
3
ou 1,0205 litros, ou ainda:
1020,5 mililitros. Mas apenas 2/3 desse volume está na lata, ou
2
3
1020 5 680 . , = mililitros,
aproximadamente.
Resposta: letra a.
117
379) A quantia de R$ 4.000,00 deveria ser repartida em partes iguais por um certo número de
pessoas. No momento da partilha, quatro delas desistiram em benefício das demais. Nessas
condições, a parte relativa a cada uma das pessoas remanescentes aumentou de R$50,00. Qual o
número de pessoas que deveriam ser beneficiadas e quanto recebeu cada uma depois das quatro
desistências?
a) 25 e R$350,00 b) 50 e R$350,00 c) 20 e R$250,00
d) 15 e R$250,00 e) 25 e R$300,00
Solução:
Seja “x” o número de pessoas que iria repartir a importância. Podemos escrever a seguinte equação:
4000
4
4000
50
x x −
= + . Observe esta equação atentamente. O problema diz que 4 pessoas desistiram
da partilha. Então a NOVA COTA de cada uma será igual à ANTIGA COTA ACRESCIDA DE 50.
Resolvendo... (MMC!). Mas, antes disto, iremos SIMPLIFICAR a equação acima (dividindo cada
termo por 50), para facilitar os cálculos! A equação simplificada será:
80
4
80
1
x x −
= + . Então:
80
4
80 4 4
4
x
x x
x x x
x x ( )
. ( ) . ( )
( ) −
=
− + −

⇒ 80x = 80x - 320 + x
2
- 4x ⇒
x
2
- 4x - 320 = 0. Pela fórmula de Bháskara x
b b ac
a
=
− ± −
2
4
2
retiramos as raízes: -16 e 20. A
resposta negativa NÃO SERVE! Assim, o número inicial de pessoas é 20. Depois das quatro
desistências, ficaram 16 pessoas para partilhar 4000. Então, cada uma recebeu: 4000/16 = 250
Resposta: letra c.
380) As idades de duas pessoas há 8 anos estavam na razão de 8 para 11; agora estão na razão de
4 para 5. qual é a idade da mais velha atualmente?
a) 15 b) 20 c) 25 d) 30 e) 35
Solução:
Seja y a idade da pessoa mais nova. Seja x a idade da pessoa mais velha.
O problema diz que agora (atualmente) as idades estão na razão de 4 para 5. Então:
y
x
=
4
5
(equação 1). O problema diz que há 8 anos as idades estavam na razão de 8 para 11. Então:
y
x


=
8
8
8
11
(equação 2). Isolando y na equação 1: y
x
=
4
5
. Colocando esse valor de y na equação 2
temos:
4
5
8
8
8
11
x
x


= ⇒
4
5
8
8 8
11
x x
− =
− . ( )
. Fazendo o MMC dos dois lados temos:
44 440
55
40 8
55
x x −
=
− . ( )
⇒ 44x -440 = 40x -320 ⇒ 44x -40x = 440 -320 ⇒ 4x = 120 ⇒ x= 30
Resposta: letra d.
381) Um comerciante compra uma caixa de vinho estrangeiro por R$1.000,00 e vende pelo mesmo
preço, depois de retirar 4 garrafas e aumentar o preço da dúzia em R$100,00. Então, qual é o número
original de garrafas de vinho na caixa?
a) 24 b) 16 c) 18 d) 48 e) 10
Solução:
Sendo x o número de garrafas e y o preço de cada uma, temos:
x.y = 1000 ⇒ = y
x
1000
. Tiram-se 4 garrafas e aumenta-se o preço da dúzia em R$100,00:
( )
( )
x y
x
− +

= 4
4
12
100 1000 . . . Colocamos (x - 4) em evidência e substituímos o valor de y (primeira
equação):
( )
x
x
− +

= 4
1000 100
12
1000 . . Dividiremos cada termo por 100, para facilitar os cálculos:
( )
x
x
− +

= 4
10 1
12
10 . . Daqui resulta a equação do segundo grau: x
2
-4x - 480 = 0, que nos fornece
o resultado: x = 24
Resposta: letra a.
118
382) Num programa transmitido diariamente, uma emissora de rádio toca sempre as mesmas dez
músicas, mas nunca na mesma ordem. Para esgotar todas as prováveis seqüências dessas músicas
serão necessários aproximadamente:
a) 10 dias b) um século c) 10 anos d) 100 séculos e) 10 séculos
Solução:
Resolve-se o problema por meio de permutação simples:
P
10
= 10! = 10.9.8.7.6.5.4.3.2.1
Serão necessários 10! (fatorial de 10) dias, para esgotar todas as possibilidades. Convertendo esse
número em anos (dividindo por 360, pois o problema pede uma resposta aproximada), chegaremos
ao valor de 100 séculos!!!
Resposta: letra d.
383) João e Pedro começam a trabalhar no mesmo dia em uma empresa. Se João trabalha 3 dias e
folga 1 e Pedro trabalha 7 dias e folga 3, então no espaço de um ano, em quantos dias João e Pedro
estarão de folga juntos?
a) 36 b) 38 c) 40 d) 48 e) 60
Solução:
Vamos resolver o problema por um método mais simples, fazendo a contagem de dias em que os
dois estarão de folga no mesmo dia para o espaço de um mês, e, posteriormente, multiplicar esse
valor por 12 (meses) para obter o total para um ano...
Assumindo “T” para dias trabalhados e “F” para folgas:
JOÃO: T T T F T T T F T T T F T T T F T T T F T T T F T T T F T T
PEDRO: T T T T T T T F F F T T T T T T T F F F T T T T T T T F F F
Estão destacados acima 3 dias de folga comum, logo, no espaço de um ano eles terão:
3 x 12 = 36 dias de folga em comum.
A outra forma de resolver o problema envolve Progressões Aritméticas.
Resposta: letra a.
384) O n.º que expressa a área total de um cubo, em cm
2
, é o mesmo que expressa seu volume, em
cm
3
. Qual o comprimento, em cm, de cada uma das arestas do cubo?
a) 1 b) 2 c) 4 d) 6 e) 9
Solução:
Fórmula da área total de um cubo: A a
T
= 6
2
. , onde “a” é o valor da aresta do cubo.
Fórmula do volume de um cubo: V a =
3

Foi dado que: V = A
T
. Então: a
3
= 6.a
2
. Simplificando ambos os membros por a
2
, teremos:
a = 6 cm
Resposta: letra d.
385) Uma clínica especializada trata apenas de 3 tipos de doentes: dos que sofrem de problemas
cardíacos, dos que têm cálculo renal e dos hipertensos. 50% dos pacientes que procuram a clínica
são cardíacos, 40% são portadores de cálculo renal e apenas 10% são hipertensos. Os problemas
cardíacos são curados em 80% das vezes; os problemas de cálculo renal em 90% das vezes e os
hipertensos em 95% das vezes. Um enfermo saiu curado da clínica. Qual a probabilidade de que ele
sofresse de cálculo renal?
a) 43,1% b) 42,1% c) 45,1% d) 44,1% e) 46,1%
Solução:
Temos aqui uma questão que envolve “Probabilidade Condicional” e o “Teorema da Probabilidade
Total”. O leitor deverá estar familiarizado com estes conceitos para poder resolver o problema...
Sejam: “C” o conjunto dos pacientes com problemas cardíacos; “R” o conjunto dos pacientes com
problemas renais; “H” o conjunto dos pacientes hipertensos; e “K” a condição de “paciente curado”.
Desse modo...
P(C) = 0,5 P(R) = 0,4 P(H) = 0,1
P(K/C) = 0,8 P(K/R) = 0,9 P(K/H) = 0,95
Queremos saber qual é a probabilidade de um paciente que saiu curado da clínica ser portador de
cálculo renal, ou seja, a probabilidade de ser portador de cálculo renal sabendo que saiu curado.
P(R/K) = ? Da definição de probabilidade condicional, podemos escrever:
P R K
P R K
P K
( / )
( )
( )
=

, onde P(K) é a probabilidade total e pode ser escrita como segue:
P(K) = P(K/C). P(C) + P(K/R). P(R) + P(K/H). P(H) ⇒ substituindo-se os dados...
119
P(K) = 0,8 x 0,5 + 0,9 x 0,4 + 0,95 x 0,1 ⇒ P(K) = 0,855 ⇒ voltando para P R K
P R K
P K
( / )
( )
( )
=

e
fazendo P R K P K R P R P R K P R K ( ) ( / ) ( ) ( ) , , ( ) , ∩ = × ⇒ ∩ = × ⇒ ∩ = 0 9 0 4 0 36 ⇒ teremos, portanto,
P R K P R K R K ( / )
,
,
( / ) , ( / ) , = ⇒ = =
0 36
0 855
0 421 421% ou P
Resposta: letra b.
386) Uma firma produz, por dia, x unidades de um determinado produto, e pode vender tudo o que
produziu ao um preço de $ 100,00 a unidade. Se x unidades são produzidas a cada dia, o custo total,
em reais, da produção diária é igual a x
2
+ 20x + 700. Portanto, para que a firma tenha um lucro diário
de $ 900,00, o número de unidades produzidas (e vendidas) por dia, deve ser igual a:
a) 40 b) 50 c) 60 d) 70 e) 80
Solução:
Se a firma produz “x” unidades do produto e venda cada uma por $ 100, então sua RECEITA será
dada pela equação: R = 100.x.
Como foi dada a equação que representa o CUSTO (C = x
2
+ 20x + 700), podemos escrever a
equação que representa o LUCRO (LUCRO = RECEITA - CUSTO):
L = 100x - (x
2
+ 20x + 700) ⇒ L = 100x - x
2
- 20x - 700 ⇒ L = -x
2
+ 80x - 700 ⇒ para um lucro de $
900, teremos ⇒ 900 = -x
2
+ 80x - 700 ⇒ -x
2
+ 80x - 1600 = 0 (multiplicando por -1) ⇒
x
2
- 80x + 1600 = 0 ⇒ (Bháskara) ⇒ x = 40.
Resposta: letra a.
387) Em uma sala de aula estão 4 meninas e 6 meninos. Duas crianças são sorteadas para
constituírem uma dupla de ping-pong. A probabilidade de as duas crianças escolhidas serem do
mesmo sexo é:
a)
4
25
b)
9
25
c)
21
50
d)
7
15
e)
8
15

Solução:
Seja “A” o conjunto das meninas e “B” o conjunto dos meninos. São 10 crianças ao todo.
Então, a probabilidade de uma criança ser sorteada ser menina é dada por: P A ( ) =
4
10
, e a
probabilidade de ser menino é dada por: P B ( ) =
6
10
. Queremos 2 crianças do mesmo sexo. É um
problema de RETIRADAS SUCESSIVAS SEM REPOSIÇÃO. Então:
( ) ( )
P A A P B B ∩ + ∩ = × + × = + = =
4
10
3
9
6
10
5
9
12
90
30
90
42
90
7
15

Resposta: letra d.
388) Um triângulo tem lados que medem, respectivamente, 3 m, 4 m, 5 m. Um segundo triângulo, que
é semelhante ao primeiro, tem perímetro igual a 24 m. a área do segundo triângulo e, portanto, igual
a:
a) 12 m
2
b) 24 m
2
c) 48 m
2
d) 60 m
2
e) 72 m
2

Solução:
UMA DICA: O triângulo retângulo PITAGÓRICO clássico tem medidas: 3−4−5 e valem todos os
múltiplos dessas medidas. Se multiplicarmos essas medidas por “2” teremos o triângulo 6−8−10, cujo
perímetro é exatamente 24. Então, aqui está o triângulo procurado. Como a área de um triângulo
retângulo é dada pelo semiproduto de seus catetos, segue-se que: A =
×
=
6 8
2
24 m
2
.
Resposta: letra b.
389) De todos os empregados de uma grande empresa, 30% optaram por realizar um curso de
especialização. Essa empresa tem sua matriz localizada na capital. Possui, também, duas filiais, uma
em Ouro Preto e outra em Montes Claros. Na matriz trabalham 45% dos empregados e na filiar de
Ouro Preto trabalham 20% dos empregados. Sabendo-se que 20% dos empregados da capital
optaram pela realização do curso e que 35% dos empregados da filial de Ouro Preto também o
fizeram, então a percentagem dos empregados da filial de Montes Claros que não optaram pelo curso
é igual a:
a) 60% b) 40% c) 35% d) 21% e) 14%
Solução:
120
Vamos montar uma tabela, para melhor visualização dos dados:
M C P
Empregados 45% 35% 20%
Optantes do curso (Y) 20% X 35%
Onde: “M” significa Matriz “C” significa Montes Claros e “P” significa Ouro Preto.
Também chamamos de “Y” ao conjunto dos que optaram pelo curso.
Observe que aqui iremos calcular primeiro o percentual de empregados da filial de Montes Claros (C)
que optaram pelo curso. Posteriormente, calcularemos o complemento desse resultado, para
responder a questão.
Ora, se 20% de 45% mais X% de 20% mais 25% de 25% é igual a um total de 30%, escreveremos
o seguinte:
20
100
45
100 100
35
100
35
100
20
100
30
100
× + × + × =
X
⇒ multiplicando todos os termos por 10000 ⇒
900 35 700 3000 + + = X ⇒ 35 1600 3000 X + = ⇒ 35 3000 1600 35 1400 X X = − ⇒ = ⇒
X X = ⇒ =
1400
35
40%. Este é o percentual dos que optaram pelo curso, ou seja, P(X) = 40%.
Queremos encontrar o percentual dos que não optaram pelo curso: P X P X ( ) ( ) = − 100% ⇒
P X P X ( ) ( ) = − ⇒ = 100% 40% 60%
Resposta: letra a.
390) Em determinado país existem dois tipos de poços de petróleo, Pa e Pb. Sabe-se que oito poços
Pa mais seis poços Pb produzem em dez dias tantos barris quanto seis poços Pa mais dez poços Pb
produzem em oito dias. a produção do poço Pa, portanto, é:
a) 60,0% da produção do poço Pb;
b) 60,0% maior do que a produção do poço Pb;
c) 62,5% da produção do poço Pb;
d) 62,5% maior do que a produção do poço Pb;
e) 75,0% da produção do poço Pb;
Solução:
Se raciocinarmos por meio de uma proporção, iremos verificar que, se a produção nas duas situações
foi a mesma, porém o tempo foi menor na segunda situação, então isto nos indica que a capacidade
de produção dos poços trabalhando na segunda situação foi maior do que a capacidade de
produção dos poços trabalhando na primeira situação. Então:
8 6
6 10
8
10
10 8 6 8 6 10 80 60 48 80
. .
. .
.( . . ) .( . . ) . . . .
Pa Pb
Pa Pb
Pa Pb Pa Pb Pa Pb Pa Pb
+
+
= ⇒ + = + ⇒ + = + ⇒
80 48 80 60 32 20
20
32
0 625 . . . . . .
.
, . Pa Pa Pb Pb Pa Pb Pa
Pb
Pa Pb − = − ⇒ = ⇒ = ⇒ = , ou seja, a
capacidade de produção do poço Pa é 62,5% da capacidade de produção do poço Pb
Resposta: letra c.
391) Um pintor colocou um quadro à venda. Como não conseguiu vendê-lo ao final de um mês,
resolveu remarcar o preço, concedendo 30% de desconto sobre o preço de venda. Uma semana
depois, nova remarcação: 10% sobre o novo preço. Uma semana depois, um comprador se dispôs a
comprar o quadro, desde que fosse concedido um desconto de 20%. A venda então foi realizada.
Que percentagem do preço inicial representou o preço final?
a) 50,4% b) 94% c) 40% d) 60% e) 49,6%
Solução:
Temos aqui três descontos sucessivos! Podemos utilizar o método “Cuca Legal” para acumular os
descontos, porém deveremos realizar os cálculos em duas etapas:
− − + × = − + = − 10% 30%
10
100
30
100
40% 3% 37%. Tomamos agora esse resultado (-37%) e o
acumulamos com os 20% finais...
− − + × = − + = − 37% 20%
37
100
20
100
57% 7 4% 49 6% , , . Ora, se o pintor deu um desconto global de
49,6%, então vendeu o quadro por (100% - 49,6% = 50,4%) 50,4% de seu preço inicial.
Resposta: letra a.
121
392) Na figura abaixo, ABCD é um quadrado de área unitária. Os pontos E e F são os pontos médios
de BC e CD, respectivamente. Qual é a área do triângulo AEF?

a)
1
4
b)
1
3
c)
3
16
d)
3
8
e)
1
2

Solução:
Os triângulos ABE e ADF são iguais. Se juntarmos os dois, teremos um
retângulo de dimensões iguais a 1 e 0,5 e área igual a 0,5.
O triângulo CEF é isósceles e tem catetos iguais a 0,5. Assim, sua área
será: A A A A =
×
⇒ = ⇒ = ⇒ =
0 5 0 5
2
0 25
2
1
4
2
1
8
, , ,
.
Somando-se esta área com a área do retângulo, teremos:
1
2
1
8
5
8
+ = , que é a soma das áreas dos triângulos retângulos ABE, ADF e DEF. Desse modo, a área
do triângulo AEF será igual à área do quadrado (1) menos a área dos três triângulos retângulos
calculadas anteriormente, ou...
A A
AEF AEF
= − ⇒ = 1
5
8
3
8

Resposta: letra d.
393) O preço de uma mercadoria foi reduzido em 25%. Se desejarmos obter novamente o preço
original, o novo preço deve ser aumentado de:
a) 20% b) 25% c) 33,3% d) 40% e) 50%
Solução:
Temos uma forma DIRETA para resolver este tipo de problema (que somente envolve as taxas de
desconto e de juros ou efetiva): i
d
d
=
− 1
, onde “i” é a taxa de juros (ou “efetiva” da operação) e “d” é
a taxa de desconto.
Como o enunciado diz que o preço foi “reduzido”, a taxa dada foi a de “desconto” e quer-se calcular a
taxa de juros. então:
i =

0 25
1 0 25
,
,
⇒ (LEMBRE-SE de que a taxa deverá estar na sua forma UNITÁRIA para ser substituída
em uma fórmula) ⇒ i i i = ⇒ = ⇒ =
0 25
0 75
25
75
1
3
,
,
(na forma UNITÁRIA). Para transformarmos uma
fração em %, basta multiplicar o numerador por 100 e efetuar a divisão. Logo: 100 ÷ 3 = 33,33%
Resposta: letra c.
394) Em uma pesquisa realizada entre 200 estudantes universitários, constatou-se que 50% tomam
conhecimento das notícias através da televisão; 30% ficam informados através dos jornais e 20% se
informam através da televisão e dos jornais. Qual o número de pessoas entrevistadas que não lêem
jornal nem assistem aos noticiários de televisão?
a) 80 b) 40 c) 120 d) 0 e) 60
Solução:
Podemos resolver o problema por meio dos diagramas de Euler-Venn, lembrando sempre de
começar a distribuição dos valores no diagrama pela interseção de todos os conjuntos envolvidos.
Seguiremos as seguintes etapas:
I. Se 20% de 200 ficam informados através dos jornais e da televisão, então iniciaremos colocando o
n.º 40 na interseção dos dois conjuntos;
II. Se 50% de 200 (ou seja, 100 estudantes) ficam informados através da televisão e já colocamos 40
na interseção dos dois conjuntos, então temos outros 60 que apenas assistem televisão para se
manterem informados;
III. Se 30% de 200 (ou seja, 60 estudantes) ficam informados através dos jornais e já temos 40
estudantes neste conjunto, então teremos outros 20 que apenas lêem jornais para se manterem
informados;
IV. Se somarmos agora todos os estudantes que figuram nos conjuntos J e T teremos um total de
120 estudantes. Desse modo, para perfazer o total de 200 estudantes, há outros 80 que não lêem
jornal nem assistem televisão.
122
Diagrama:

Outra maneira de se resolver o problema seria por meio da combinação de eventos, ou seja,
P(T) = 0,5 P(J) = 0,3 P(T ∩J) = 0,2
Então, o n.º de estudantes que lêem jornais OU assistem televisão é:
P T J P T P J P T J P T J P T J T J ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) , , , ( ) , ( ) ∪ = + − ∩ ⇒ ∪ = + − ⇒ ∪ = ∪ = 0 5 0 3 0 2 0 6 60% ou P .
Ora, se temos 60% de estudantes que assistem televisão ou lêem jornais para obterem informação,
então há outros 40% que nada fazem. Assim 40% de 200 é igual a 80 estudantes.
Resposta: letra a.
395) Em um dado teste, a média de uma turma é 80. Sabendo-se que 10% da turma obteve nota 95 e
20% obteve nota 90, qual é a nota média do restante da turma?
a) 65 b) 70 c) 72,5 d) 75 e) 77,5
Solução:
Ora, se 10% da turma obteve nota 95, 20% obteve nota 90, então os outros 70% obtiveram média
“X”. Podemos, então, escrever a equação:
0,1 ∗ 95 + 0,2 ∗ 90 + 0,7 ∗ X = 80 ⇒ 9,5 + 18 + 0,7 ∗ X = 80 ⇒ 0,7 ∗ X = 80 - 27,5 ⇒
X X X = ⇒ = ⇒ =
525
07
525
7
75
,
,

Resposta: letra d.
396) Em 9 horas, um corredor A percorre 1 quilômetro a mais que B, em 11 horas. Em 10 horas, B
percorre 5 quilômetros mais que A, em 7. Quantos quilômetros percorre por hora cada um?
a) A: 6 km/h e B: 4 km/h b) A: 7 km/h e B: 5 km/h c) A: 3 km/h e B: 2 km/h
d) A: 5 km/h e B: 4 km/h e) A: 4 km/h e B: 3 km/h
Solução:
Temos aqui duas situações:
Situação 1:
v
d
A
A
=
9
(I) v
d
B
B
=
11
(II) d d
A B
= + 1 (III)
onde: v
A
é a velocidade do corredor A; d
A
é a distância percorrida pelo corredor A;
v
B
é a velocidade do corredor B; d
B
é a distância percorrida pelo corredor B
Vamos isolar as distâncias nas equações (I) e (II) e substituí-las na equação (III):
d v
A A
= 9 d v
B B
= 11 9 11 1 v v
A B
= + (IV)
Situação 2:
v
d
A
A
=
7
(V) v
d
B
B
=
10
(VI) d d
B A
= + 5 (VII)
Procedendo de modo análogo ao da situação 1 (isolando as distâncias em (V) e (VI) e substituindo
em (VII)):
d v
A A
= 7 d v
B B
= 10 10 7 5 v v
B A
= + (VIII)
OBS.: As distâncias d
A
e d
B
da situação 1 não serão as mesmas da situação 2!
Agora, com as equações (IV) e (VIII) temos um sistema:
123
9 11 1
10 7 5
v V
v V
A B
B A
= +
= +
¦
´
¹

9 11 1
7 10 5
v V
V v
A B
A B
− =
− + =
¦
´
¹
⇒ multiplicando-se a primeira equação por 10 e a segunda
por 11 ⇒
90 110 10
77 110 55
v V
V v
A B
A B
− =
− + =
¦
´
¹
⇒ somando-se membro-a-membro ⇒ 13 65 v
A
= ⇒
v v
A A
= ⇒ =
65
13
5 km/ h ⇒ substituindo-se este resultado na equação (VIII) ⇒
10 7 5 5 10 40
40
10
4 v v v v
B B B B
= × + ⇒ = ⇒ = ⇒ = km/ h
Resposta: letra d.
397) Em uma sala onde estão 100 pessoas, sabe-se que 99% são homens. Quantos homens devem
sair para que a percentagem de homens na sala passe a ser 98%?
a) 1 b) 2 c) 10
d) 50 e) não é possível determinar
Solução:
CUIDADO com a tentação de dizer que basta um homem sair para a percentagem cair para 98%.
Senão vejamos: se apenas um homem sair, teremos um percentual de homens correspondente a
98
99
0 9899 ≅ , ou 98,99%.
Precisamos escrever uma equação:
( ) ( )
99
100
98
100
100 99 98 100


= ⇒ − = −
X
X
X X . . ⇒
⇒ 9900 100 9800 98 100 98 9900 9800 2 100
100
2
50 − = − ⇒ − = − ⇒ = ⇒ = ⇒ = X X X X X X X
Resposta: letra d.
398) Um atleta faz um treinamento cuja primeira parte consiste em sair de casa e correr em linha reta
até certo local à velocidade de 12 km/h. Depois, sem intervalo, ele retorna andando a 8 km/h. Se o
tempo gasto nesse treinamento foi exatamente 3 horas, o tempo em que ele caminhou superou o
tempo em que correu em
a) 36 minutos b) 30 minutos c) 25 minutos.
d) 22 minutos e) 15 minutos.
Solução:
Podemos raciocinar por meio de uma regra de três simples inversa (a velocidade é inversamente
proporcional ao tempo gasto). Sabemos, pelos dados do problema que t
1
+ t
2
= 3 e t
2
= 3 - t
1

velocidade tempo
12 ÷÷÷÷ t
1

8 ÷÷÷÷ 3 - t
1

Temos: 8.t
1
= 12.(3 - t
1
) ⇒ 8.t
1
= 36 - 12.t
1
⇒ 20.t
1
= 36 t
1
36
20
18 = = , h. Logo t
2
= 1,2 h. A diferença
entre t
1
e t
2
é: t
1
- t
2
= 1,8 - 1,2 = 0,6 h.
0,6 h corresponde a 36 minutos!
Resposta: letra a.
399) Alberto recebeu R$ 3 600,00, mas desse dinheiro deve pagar comissões a Bruno e a Carlos.
Bruno deve receber 50% do que restar após ser descontada a parte de Carlos e este deve receber
20% do que restar após ser descontada a parte de Bruno. Nessas condições, Bruno e Carlos devem
receber, respectivamente,
a) 1 800 e 720 reais. b) 1 800 e 360 reais c) 1 600 e 400 reais.
d) 1 440 e 720 reais. e) 1 440 e 288 reais.
Solução:
Seja “X” a quantia dada a Bruno e “Y” a quantia dada a Carlos. Então:
( )
X
Y
=
− 3600
2
e
( )
Y
X
=
− 3600
5
(Obs.: 50% é o mesmo que 1/2, e 20% é o mesmo que 1/5)
2 3600 3600 2 X Y Y X = − ⇒ = − ⇒ substituindo na segunda equação ⇒
( )
3600 2
3600
5
− =

X
X

( )
5 3600 2 3600 . − = − X X ⇒ 18000 10 3600 − = − X X ⇒
124
9 14400 1600 X X = ⇒ = e Y = 400
Resposta: letra c.
400) Para entrar na sala da diretoria de uma empresa é preciso abrir dois cadeados. Cada cadeado é
aberto por meio de uma senha. Cada senha é constituída por 3 algarismos distintos. Nessas
condições, o número máximo de tentativas para abrir os cadeados é
a) 518 400 b) 1 440 c) 720 d) 120 e) 54
Solução:
Se cada cadeado é aberto por meio de uma senha com 3 algarismos distintos, então temos aqui um
problema que se resolve por meio de Arranjo de 10 tomados 3 a 3: A
10 3 ,
. Como são 2 cadeados,
CADA um terá a mesma quantidade de arranjos. Então:

( )
A A
10 3 10 3
2
2
10 9 8 720 518400
, ,
× = × × = =
Resposta: letra a.
401) Numa loja de roupas, um terno tinha um preço tão alto que ninguém se interessava em comprá-
lo. O gerente da loja anunciou um desconto de 10% no preço, mas sem resultado. Por isso, ofereceu
novo desconto de 10%, o que baixou o preço para R$ 648,00. O preço inicial desse terno era superior
ao preço final em
a) R$ 162,00 b) R$ 152,00 c) R$ 132,45
d) R$ 71,28 e) R$ 64,00
Solução:
Se foram dois descontos sucessivos de 10%, podemos encontrar o desconto acumulado por meio do
método “Cuca Legal” (já mencionado neste livro):
− − + × = − + = − 10% 10%
10
100
10
100
20% 1% 19%.
Como o desconto global foi de 19%, então, o valor restante corresponde a 81% do valor original, ou
seja:
81
100
648 . X = ⇒ X = 800. A diferença entre o preço original e o preço descontado é de (800 -
648 = 152) ⇒ R$ 152,00
Resposta: letra b.
402) Com 1 260 kg de matéria prima uma fábrica pode produzir 1 200 unidades diárias de certo artigo
durante 7 dias. Nessas condições, com 3 780 kg de matéria prima, por quantos dias será possível
sustentar uma produção de 1 800 unidades diárias desse artigo?
a) 14 b) 12 c) 10 d) 9 e) 7
Solução:
Kg unidades/dia dias
1260 ÷÷÷÷ 1200 ÷÷÷÷ 7
3780 ÷÷÷÷ 1800 ÷÷÷÷ X
direta inversa
X =
× ×
×
=
7 1200 3780
1260 1800
14
Resposta: letra a.
403) O medicamento A, usado para engorda de bovinos, é ineficaz em cerca de 20% dos casos.
Quando se constata sua ineficácia, pode-se tentar o medicamento B, que é ineficaz em cerca de 10%
dos casos. Nessas condições, é verdade que
a) o medicamento B é duas vezes mais eficaz que o medicamento A.
b) numa população de 20 000 bovinos, A é ineficaz para exatamente 4 000 indivíduos.
c) numa população de 16 000 bovinos, B é eficaz em cerca de 12 800 indivíduos.
d) a aplicação de A e depois de B, se o A não deu resultado, deve ser ineficaz para cerca de 2% dos
indivíduos.
e) numa população de 20 000 bovinos, A é eficaz para cerca de 18 000 indivíduos.
Solução:
Se 20% do medicamento A é ineficaz e 10% do medicamento B é ineficaz, então, a probabilidade de
ambos serem ineficazes será dada por: P A B P A P B ( ) ( ) ( ) ∩ = × (os eventos são independentes).
P A B ( ) , , , ∩ = × = 0 2 01 0 02 ou 2%
Resposta: letra d.
125
404) Numa ilha há apenas dois tipos de pessoas: as que sempre falam a verdade e as que sempre
mentem. Um explorador contrata um ilhéu chamado X para servir-lhe de intérprete. Ambos encontram
outro ilhéu, chamado Y, e o explorador lhe pergunta se ele fala a verdade. Ele responde na sua
língua e o intérprete diz – Ele disse que sim, mas ele pertence ao grupo dos mentirosos. Dessa
situação é correto concluir que
a) Y fala a verdade b) a resposta de Y foi NÃO.
c) ambos falam a verdade d) ambos mentem.
e) X fala a verdade.
Solução:
Fica óbvio que a resposta do nativo “Y” só poderia ter sido “sim”, pois se fosse do tipo que sempre
fala a verdade, diria “sim”. Por outro lado, se fosse do tipo que sempre mente, também diria “sim”.
Assim, podemos concluir que o ilhéu X também está falando a verdade.
Resposta: letra e.
405) Se 1 hectare corresponde à área de um quadrado com 100 m de lado, então expressando-se a
área de 3,6 hectares em quilômetros quadrados obtém-se
a) 3 600 b) 36 c) 0,36 d) 0,036 e) 0,0036
Solução:
Se um hectare corresponde a 10000 m
2
e 10000 m
2
correspondem a 0,01 km
2
. Logo, 3,6 hectares
corresponderão a: 3,6 x 0,01 km
2
= 0,036 km
2

Resposta: letra d.
406) Vendi um leitão por R$ 23.800,00. Se o tivesse vendido por mais R$ 7.200,00, teria lucrado 2/3
do preço que ele me custou. Quanto lucrei na venda do leitão?
a) R$ 5.200,00 b) R$ 6.200,00 c) R$ 7.200,00
d) R$ 4.800,00 e) R$ 5.600,00
Solução:
Se o leitão fosse vendido por MAIS 7200, teria sido vendido por: 23800 + 7200 = 31000.
Nestas condições, o lucro seria 2/3 do preço de custo.
Sabe-se que: V C L = + , onde “V” é o preço de venda; “C” é o preço de custo e “L” é o lucro. Então,
com os dados do problema, podemos escrever que: L C =
2
3
. Substituindo-se todos os dados
conhecidos na fórmula dada, poderemos descobrir qual foi o preço de custo do leitão:
V C L C C
C
C C = + ⇒ = + ⇒ = ⇒ = × ⇒ = 31000
2
3
31000
5
3
31000
3
5
18600 .
Agora que já sabemos qual foi o preço de custo do leitão, podemos encontrar o lucro obtido na
transação: V C L L V C L L = + ⇒ = − ⇒ = − ⇒ = 23800 18600 5200
Resposta: letra a.
407) Um pai tem 65 anos e o filho 35 anos. Há quantos anos atrás a idade do pai era o quádruplo da
idade do filho?
a) 4 b) 20 c) 25 d) 15 e) 30
Solução:
Assumindo que o fato se deu há “x” anos atrás, podemos escrever a seguinte equação:
( ) ( )
65 4 35 − = − x x . ⇒ resolvendo a equação ⇒ 65 140 4 − = − x x ⇒ − + = − x x 4 140 65 ⇒
3 75
75
2
25 x x x = ⇒ = ⇒ =
Resposta: letra c.
408) Em uma prova, cada questão acertada por um estudante vale 10 pontos e cada questão errada
faz com que lhe sejam retirados 4 pontos. Se a prova tem 50 questões e o estudante obtém um total
de 332 pontos, quantas questões ele errou?
a) 38 b) 28 c) 19 d) 15 e) 12
Solução:
Seja “X” a quantidade de questões certas e “Y” a quantidade de questões erradas.
Podemos escrever duas equações (uma relacionada ao total de questões e outra para o total de
pontos):
X Y
X Y
+ =
− =
¦
´
¹
50
10 4 332
. A primeira equação dispensa maiores comentários: se somarmos as quantidades
126
de questões erradas e certas, teremos o TOTAL de QUESTÕES da prova.
LEMBRETE: Em matemática, as palavras CADA e DE transformam-se em MULTIPLICAÇÃO.
Desse modo (na segunda equação), se para CADA questão correta ele ganha 10 pontos, então se
acertar X questões, conseguirá um total de 10X pontos. Por outro lado, se para CADA questão errada
ele PERDE (MENOS!) 4 pontos, então se errar Y questões, irá perder um total de 4Y pontos. Ao
somarmos a quantidade de pontos ganhos com a quantidade NEGATIVA de pontos perdidos,
teremos o total de pontos feitos pelo estudante na prova...
Resolvendo o sistema ⇒
X Y
X Y
+ =
− =
¦
´
¹
50
10 4 332
⇒ como queremos calcular o n.º de questões ERRADAS
(Y) iremos eliminar a variável X, multiplicando a primeira equação por -10 ⇒
− − = −
− =
¦
´
¹
10 10 500
10 4 332
X Y
X Y
⇒ somando-se as equações membro-a-membro ⇒
− = − ⇒ =


⇒ = 14 168
168
14
12 Y Y Y
Resposta: letra e.
409) Quinze operários, trabalhando 8 horas por dia, em 30 dias manufaturam 900 pares de sapatos.
Quantos pares serão manufaturados por 8 operários, trabalhando 40 dias de 6 horas, sabendo-se
que os novos sapatos apresentam o dobro da dificuldade dos primeiros?
a) 450 b) 300 c) 240 d) 800 e) 750
Solução:
operários h/dia dias produção dificuldade
15 ÷÷÷ 8 ÷÷÷ 30 ÷÷÷ 900 ÷÷÷ 1
8 ÷÷÷ 6 ÷÷÷ 40 ÷÷÷ X ÷÷÷ 2
direta direta direta inversa
X =
× × × ×
× × ×
=
900 8 6 40 1
15 8 30 2
240
(Acompanhe a questão 500, na qual uma regra de três composta é resolvida passo-a-passo)
Resposta: letra c.
410) Pedro e Paulo, trabalhando juntos, capinaram a terça parte de uma lavoura em 6 dias. Outra
terça parte foi capinada por Pedro, sozinho, em 10 dias. Quantos dias Paulo irá gastar para capinar
sozinho a última terça parte?
a) 5 b) 10 c) 15 d) 20 e) 25
Solução:
Como as frações da tarefa executadas em cada etapa foram as mesmas (1/3), podemos aqui utilizar
o “Método da Redução à Unidade de Tempo” com a fórmula direta, enunciado na página 49.
Podemos ainda adotar um “atalho”, que consiste em dividir o produto dos tempos individuais pela sua
respectiva soma, resultando no tempo que levam para realizar a tarefa juntos, ou seja: O tempo de
Pedro sozinho foi 10 dias, o tempo de Paulo sozinho é desconhecido e vale X, o tempo dos dois
juntos é 6 dias. então:
6
10
10
60 6 10 60 4
60
4
15 =
+
⇒ + = ⇒ = ⇒ = ⇒ =
X
X
X X X X X dias.
Vamos apresentar uma outra solução, que, embora mais longa, facilita o entendimento passo-a-
passo. Se Pedro, trabalhando sozinho, realiza 1/3 da tarefa em 10 dias, então, em um dia irá
realizar...
tarefa tempo
1/3 ÷÷÷ 10
X ÷÷÷ 1
X X X =
×
⇒ = × ⇒ =
1
3
1
10
1
3
1
10
1
30
. Daqui concluímos que Pedro, sozinho, fará 1/30 da tarefa em
um dia.
Paulo trabalhando sozinho irá realizar 1/3 da tarefa em “D” dias. Logo, em um dia fará...
tarefa tempo
1/3 ÷÷÷ D
X ÷÷÷ 1
127
X
D
X
D
X
D
=
×
⇒ = × ⇒ =
1
3
1
1
3
1 1
3
. Sabemos agora quanto cada um é capaz de realizar da tarefa
em um dia. Podemos somar os resultados dos dois em um dia:
1
30
1
3
10
30
+ ⇒
+
D
D
D .

Por outro lado, os dois juntos realizam 1/3 da tarefa em 6 dias, então, em um dia, irão realizar...
tarefa tempo
1/3 ÷÷÷ 6
X ÷÷÷ 1
X X X =
×
⇒ = × ⇒ =
1
3
1
6
1
3
1
6
1
18
. Os dois juntos realizam 1/18 da tarefa em um dia.
Desse modo, a equação acima (cuja incógnita é “D” − n.º de dias necessários para que Paulo realize
1/3 da tarefa), deverá ser igual a 1/18, que é a parcela da tarefa que os dois conseguem realizar em 1
dia, trabalhando juntos. Assim:
D
D
D D D D D D D
+
= ⇒ + = ⇒ + = ⇒ = ⇒ = ⇒ =
10
30
1
18
18 10 30 18 180 30 12 180
180
12
15
.
.( ) . . . . dias
Resposta: letra c.
411) Maria realiza 1/6 do serviço em 4 dias. Cláudia executa 35% do restante do serviço em 5 dias.
Em quanto tempo fariam, juntas, todo o serviço?
a) 5 b) 10 c) 15 d) 20 e) 25
Solução:
Emprega-se aqui também o “Método da Redução à Unidade de Tempo”. Porém, como as frações da
tarefa não são iguais (deveríamos fazer uma média harmônica ponderada!), não iremos resolvê-lo
diretamente pela fórmula usada no problema seguinte (ver solução 2)... Vamos resolvê-lo por etapas
e da mesma forma como fizemos com o problema anterior.
Se Maria realiza 1/6 do serviço em 4 dias, então, em um dia, irá realizar...
tarefa dias
1/6 ÷÷÷ 4
X ÷÷÷ 1
X X X =
×
⇒ = × ⇒ =
1
6
1
4
1
6
1
4
1
24
. Assim, Maria trabalhando sozinha irá realizar 1/24 da tarefa em
um dia.
Se Maria já realizou 1/6 da tarefa, então ainda estão faltando 5/6 do serviço para ser realizado.
Desses 5/6, Cláudia faz 35%, ou seja,
35
100
5
6
7
24
× ⇒ . Se Cláudia faz 7/24 do serviço em 5 dias,
então, em um dia, irá fazer...
tarefa dias
7/24 ÷÷÷ 5
X ÷÷÷ 1
X X X =
×
⇒ = × ⇒ =
7
24
1
5
7
24
1
5
7
120
. Assim, Cláudia trabalhando sozinha, fará 7/120 do serviço.
AS DUAS JUNTAS farão, em um dia de trabalho:
1
24
7
120
12
120
1
10
+ ⇒ = do serviço.
Se as duas juntas fazem EM UM DIA o equivalente a 1/10 do serviço, então farão o serviço todo em...
tarefa dias
1/10 ÷÷÷ 1
1 ÷÷÷ X
X X = ⇒ =
1
1
10
10 dias.
Resposta: letra b.
412) Uma torneira enche um tanque em 8 horas. Uma outra torneira enche o mesmo tanque em 3
horas. Um ralo esvazia todo o tanque, sozinho, em 4 horas. Estando o tanque pela metade, em
quanto tempo o tanque encherá?
128
a) 4 h 48 min b) 3h c) 2 h 24 min d) 2h e) 6 h
Solução:
Neste problema, podemos aplicar diretamente o enunciado do “Método da Redução à Unidade de
Tempo”, enunciado na página 49, problema 11.
1
8
1
3
1
4
1
+ − =
x
. (o sinal negativo significa que o ralo está “tirando” água, enquanto as torneiras
colocam). MMC(8, 3, 4, x) = 24.x
3 8 6
24
24
24
5 24
24
5
4 8
x x x
x x
x x x
+ −
= ⇒ = ⇒ = ⇒ =
. .
. , horas para encher o tanque todo. Porém o
enunciado do problema afirma que o tanque já está pela METADE. Então, para encher a outra
metade, serão necessárias
4 8
2
2 4
,
, = horas, ou seja, 2 horas e 24 minutos.
Resposta: letra c.
413) A idade de um pai é hoje o quádruplo da idade de um filho. Quatro anos atrás, a idade do pai era
o sêxtuplo da idade do filho. Para que a idade do pai seja igual ao dobro da idade do filho, o tempo
decorrido deverá ser:
a) 5 anos b) 10 anos c) 15 anos d) 25 anos e) 20 anos
Solução:
Idade do pai HOJE: “X”. Idade do filho HOJE: “Y”.
Do enunciado, escrevemos: X = 4.Y.
4 anos atrás, o pai tinha (X - 4) anos e o filho tinha (Y - 4) anos. Escrevendo a outra equação:
(X - 4) = 6.(Y - 4) ⇒ X - 4 = 6Y - 24 ⇒ mas X = 4.Y ⇒ 4.Y - 4 = 6.Y - 24 ⇒2.Y = 20 ⇒ Y = 10.
conseqüentemente, X = 40. Assim sendo, daqui a “Z” anos a idade do pai será igual ao dobro da
idade do filho. Desse modo: 40 + Z = 2.(10 + Z) ⇒ 40 + Z = 20 + 2.Z ⇒ Z = 20
Resposta: letra e.
414) Um grupo de camponeses deseja arar dois campos, tais que um tem a metade da área do outro.
Em meio dia de trabalho, todos araram o maior campo e na segunda metade do dia de trabalho,
dividiram-se em dois grupos iguais, um para cada campo. No fim do dia restava apenas uma parte do
segundo campo que foi arada por um único camponês no dia seguinte. Quantos camponeses havia
no grupo?
a) 6 b) 8 c) 10 d) 12 e) 16
Solução:
“Assumimos” que as áreas a serem aradas tenham as dimensões da
figura ao lado, ou seja, a área maior vale 1 e a menor vale 0,5 (pois é a
metade da primeira, segundo o enunciado).
Vamos considerar, também, que o número de camponeses seja igual a
“X”.
Sabemos que apenas uma “parte” da área maior foi arada por X
camponeses em meio dia de trabalho. Vamos chamar esta “parte”
(fração) de “Y”. Desse modo, montaremos uma regra de três:
camponeses Área
X ÷÷÷ Y
X/2 ÷÷÷ (1 - Y)
Na regra de três acima (1 - Y) representa o “complemento” da área “1”.
Daqui retiramos a seguinte proporção:
X
X
Y
Y
X
X
Y
Y
Y Y Y Y Y Y
2
1
2
1
2 1 2 2 3 2
2
3
=

⇒ =

⇒ − = ⇒ − = ⇒ = ⇒ =
( )
.
( )
.( )
Descobrimos que TODOS os X camponeses gastaram meio dia de trabalho para arar 2/3 da área
maior, e, de acordo com o enunciado, METADE de X completou a primeira área (o 1/3 restante) em
meio dia de trabalho.
Se entre as duas áreas há uma proporção de 1 para 2, ao dividirmos a área maior em 3 partes iguais,
cada parte valerá 1/3. Ao fazermos o mesmo na área menor, teremos 3 partes iguais a 1/6. Com isto,
podemos montar outra regra de três, pois já sabemos que metade dos camponeses conseguem arar
1/3 de campo em meio dia de trabalho. Assim, podemos concluir que ficará faltando arar 1/6 de todo
o campo, que é o trabalho de um camponês sozinho durante um dia inteiro de trabalho. Então:
129

camponeses área tempo
1 ÷÷÷ 1/6 ÷÷÷ 1
X ÷÷÷ 2/3 ÷÷÷ 1/2
direta inversa
X X X =
× ×

⇒ = × ⇒ =
1
2
3
1
1
6
1
2
2
3
12
1
8
Resposta: letra b.
415) Em um aquário há peixes amarelos e vermelhos: 90% são amarelos e 10% são vermelhos. Uma
doença misteriosa matou muitos peixes amarelos, mas nenhum vermelho. Depois que a doença foi
controlada, verificou-se que no aquário, 75% dos peixes vivos eram amarelos. Aproximadamente, que
porcentagem dos peixes amarelos morreram?
a) 15% b) 30% c) 60% d) 67% e) 75%
Solução:
Vamos assumir que inicialmente havia 100 peixes no aquário, dos quais, 90 eram amarelos e 10
eram vermelhos. Após a morte dos amarelos, o aquário continuou com os mesmos 10 peixes
vermelhos de antes. Se os peixes amarelos agora representam 75% dos remanescentes, então os 10
peixes vermelhos representam 25% dos peixes sobreviventes. Daí a regra de três:
peixes %
10 ÷÷÷ 25
X ÷÷÷ 100
Onde “X” é a quantidade de peixes sobreviventes.
Então: X X =
×
⇒ =
10 100
25
40. Com base neste resultado, conclui-se que “sobraram” apenas 30
peixes amarelos no aquário, pois a quantidade dos vermelhos (10) não se alterou! Ora, se havia 90 e
agora só tem 30, quer dizer que 60 morreram. CUIDADO! O problema perguntou que porcentagem
dos peixes amarelos morreu E NÃO que porcentagem do total...
podemos encontrar essa porcentagem diretamente:
60
90
100 67% x ≅ ou por meio de outra regra de
três:
peixes
amarelos

%

90 ÷÷÷ 100
60 ÷÷÷ X
X =


100 60
90
67%
Resposta: letra d.
416) Uma estrada de 240 km é percorrida por um carro. Nos primeiros 3/8 da trajetória, o carro
consome 7,5 litros de combustível. No restante do percurso são consumidos 18,75 litros de
combustível. Se o rendimento do carro fosse constante e igual ao rendimento médio do exemplo
acima, quantos litros este gastaria em uma viagem de 720 km?
a) 55 b) 60 c) 65 d) 70 e) 75
Solução:
3/8 da distância dada (240 km) são 90 km. Assim, o rendimento nesta parte será:
90
7 5
12
,
= km/l.
Para os restantes 150 km do percurso, o rendimento será:
150
18 75
8
,
= km/l. Calculando o rendimento
médio (CUIDADO: aqui a média é HARMÔNICA e NÃO aritmética!!!)
η =
× ×
+
=
2 12 8
12 8
9 6 , km/l. Agora, calculamos o consumo na viagem de 720 km, lembrando que a
fórmula para o rendimento é: η =
d
c
, onde:
η
- é o rendimento; d - é a distância percorrida em quilômetros; e c - é o consumo em litros
130
Teremos, então: c
d
= = =
η
720
9 6
75
,
litros
Resposta: letra e.
417) Um operário ganha R$ 50,00 por dia de trabalho e paga R$ 20,00 por dia de falta (além de não
ganhar o dia). Depois de 22 dias úteis, ele recebeu R$ 610,00. Quantos dias trabalhou?
a) 5 b) 7 c) 15 d) 8 e) 22
Solução 1:
1. Se ele tivesse trabalhado todos os 22 dias, teria ganho: 22 00 00 × = R R $50, $1100, . Como
ganhou apenas R$ 610,00, a diferença: R$ 1.100,00 - R$ 610,00 = R$ 490,00 representa o que
deixou de ganhar. Ora, se a cada dia de ausência ele deixa de ganhar R$ 50,00 (porque não
trabalhou) MAIS R$ 20,00 (que paga de multa), totalizando um prejuízo de R$ 70,00. Agora temos a
equação: 70.X = 490 ⇒ X X = ⇒ =
490
70
7 dias de falta. Logo, trabalhou (22 - 7) 15 dias.
Solução 2: Outra forma de resolver a questão é através de um sistema de equações:
Seja “X” o número de dias trabalhados e “Y” o n.º de faltas. Então vale a equação:
X + Y = 22 Se, para CADA dia trabalhado ele ganha R$ 50,00, então, ao trabalhar X dias, irá ganhar
um total de 50.X. Por outro lado, se para CADA dia de falta ele paga R$ 20,00, então, ao faltar Y dias,
irá pagar 20.Y. Daí a equação: 50.X - 20.Y = 610. Temos o sistema:
X Y
X Y
+ =
− =
¦
´
¹
22
50 20 610
⇒ multiplicando-se a primeira equação por 20 ⇒
20 20 440
50 20 610
X Y
X Y
+ =
− =
¦
´
¹

somando-se membro-a-membro ⇒ 70 1050
1050
70
15 X X X = ⇒ = ⇒ =
Resposta: letra c.
418) Uma máquina de 2,5 kW aquece 2,5 litros de água em 2 min e meio. Em quanto tempo uma
máquina de 1 kW aquece 2 litros de água?
a) 1 min b) 2 min c) 3 min d) 4 min e) 5 min
Solução:
Potência litros tempo
2,5 ÷÷÷÷ 2,5 ÷÷÷÷ 2,5
1 ÷÷÷÷ 2 ÷÷÷÷ X
inversa direta
X =
× ×
×
=
25 25 2
1 25
5
, ,
,

(Acompanhe a questão 500, na qual uma regra de três composta é resolvida passo-a-passo)
Resposta: letra e.
419) O número de permutações que podem ser formadas com as letras da palavra CAPÍTULO de
modo que não fiquem juntas duas vogais e duas consoantes é
a) 576 b) 24 c) 1152 d) 40320 e) 720
Solução:
Fórmula da Permutação: P
n
= n!
A solução somente será possível se ALTERNARMOS uma vogal com uma consoante, outra vogal,
outra consoante, e assim por diante, EXATAMENTE como aparecem na palavra original. Desse
modo, teremos, para CADA conjunto de vogais ou consoantes, uma permutação de 4 (P
4
). Daí resulta
que deveremos ter o produto P P
4 4
× . Entretanto, aqui consideramos que os conjuntos estão
começando com as vogais OU com as consoantes. Para levarmos em conta a ORDEM (se vogal ou
consoante primeiro) deveremos ter, finalmente:
2 2 24 24 1152
4 4
× × = × × = P P
Resposta: letra c.
420) Para velocidades compreendidas entre 40 e 65 Km/h, um caminhão percorre
480
x
Km com 1
litro de determinado combustível, caso sua velocidade permaneça constante igual a x Km/h. O litro do
combustível custa R$ 0,70 e o motorista do caminhão recebe R$ 5,00 por hora .Assim, na faixa de 40
a 65 Km/h, qual a velocidade constante que torna a viagem neste caminhão a mais econômica
possível?
131
a) 35 km/h b) 40 km/h c) 50 km/h d) 65 km/h e) 75 km/h
Solução: Queremos aqui MAXIMIZAR o lucro do caminhoneiro. Podemos definir uma função LUCRO
como sendo igual a:
LUCRO = 5t - 0,7L
onde: t é o tempo da viagem; L é a quantidade de litros gasta na viagem; Como o caminhão gasta um
litro para percorrer 480/x quilômetros (onde x é a velocidade do caminhão), então:
L
dx
=
480
. onde “d” é a distância percorrida e vale: d = xt
Desse modo, podemos “montar” a função LUCRO do caminhoneiro como sendo:
LUCRO t
tx
= − 5
07
480
2
,

Para uma viagem com 1 hora de duração, teremos, e, lembrando que x é a velocidade do caminhão:
velocidade lucro
40 2,67
45 2,05
50 1,35
60 -0,25
65 -1,16
Observa-se que, para que se tenha o máximo lucro, deverá manter a velocidade de 40 km/h.
Resposta: letra b.
421) Quantos números diferentes podemos formar permutando os algarismos do número 122.223
a) 15 b) 30 c) 20 d) 40 e) 120
Solução:
Aqui temos uma Permutação COM REPETIÇÃO, que é dada pela fórmula: P
n
n n n
n
n
=
× × ×
!
! ! ... !
1 2

onde “n” é o número TOTAL de elementos a serem permutados, e n
n 1 2
, , ..., n n representam as
quantidades de elementos repetidos. No caso em tela, temos: P
6
6
4
30 = =
!
!

Resposta: letra b.
422) Sobre os lados de um triângulo marcam-se respectivamente 3, 4 e 5 pontos distintos, não
coincidindo com os vértices. O número total de triângulos com vértices em três pontos quaisquer, não
em linha reta, tomados entre os 12 pontos marcados é
a) 130 b) 225 c) 210 d) 205 e) 265
Solução:
Fórmula da Combinação: C
n
n p p
n p ,
!
( )! !
=
− ×

Devemos ter, INICIALMENTE, C
12,3
= 220. Todavia, os pontos colineares, NÃO formam triângulos,
quando combinados 3 a 3. Então, do resultado obtido acima, devemos subtrair: C
3,3
, C
4,3
, C
5,3
. Disto
irá resultar: C
12,3
- C
3,3
- C
4,3
- C
5,3
= 220 - 1 - 4 - 10 = 205
Resposta: letra d.
423) Na figura, r e s são retas que contêm 4 e 6 pontos respectivamente. O número de triângulos
com vértices nos pontos marcados é no máximo

a) 5 b) 15 c) 30 d) 60 e) 96
Solução:
Devemos tomar DOIS pontos em uma das retas e UM ponto na outra. Podemos fazer isto tomando 2
pontos na reta r e 1 ponto na reta s, OU 1 ponto na reta r e 2 pontos na reta s. assim, podemos
escrever: 6 . C
4,2
+ 4 . C
6,2
= 96
Também podemos resolver fazendo o seguinte: C
10,3
- C
4,3
- C
6,3
= 96
132
Resposta: letra e.
424) O maior número de retas definidas por 12 pontos, dos quais 7 são colineares, é
a) 44 b) 45 c) 46 d) 90 e) 91
Solução:
Dois pontos definem uma reta. Então, se fizermos C
12,2
teremos TODAS as retas possíveis com os 12
pontos dados. Entretanto, com os 7 pontos colineares, teremos UMA ÚNICA RETA, quaisquer que
sejam os dois pontos tomados. Com isto, podemos escrever: C
12,2
- C
7,2
+ 1 = 46
Resposta: letra c.
425) Oito casais participam de um jantar. São escolhidas aleatoriamente, duas pessoas para
discursar. A probabilidade de que as pessoas escolhidas sejam marido e mulher, é:

a) 1/4 b) 1/8 c) 3/8 d) 1/15 e) 1/6
Solução:
Da definição de Probabilidade, temos que: P A
n A
n S
( )
( )
( )
= , onde:
P(A) é a probabilidade de ocorrência de um evento “A” qualquer;
n(A) é o número de casos favoráveis a este evento, e
n(S) é o número de casos possíveis (o TOTAL de elementos do Espaço Amostral).
Podemos, então, resolver esta questão pela definição de Probabilidade.
Seja “S” o espaço amostral, que deverá reunir TODAS AS DUPLAS possíveis de se formar com as 16
pessoas do conjunto. Tal número é dado pela COMBINAÇÃO de 16 pessoas, tomadas 2 a 2. Assim,
podemos dizer que: n(S) = C
16,2
= 120.
Seja “A” o evento “casal de pessoas casadas”. Desse modo, SABEMOS que há 8 casos favoráveis a
este evento. Substituindo-se os valores na definição de probabilidade: P A
n A
n S
P A ( )
( )
( )
( ) = ⇒ =
8
120

P A ( ) =
1
15

Resposta: letra d.
426) Um baralho consiste em 100 cartões numerados de 1 a 100. Retiram-se 2 cartões ao acaso,
sem reposição. A probabilidade de que a soma dos dois números dos cartões retirados seja igual a
100, é:
a) 1/100 b) 1/2. c) 49/99 d) 49/4950 e) 5/99
Solução:
Também aqui usaremos a definição de Probabilidade dada acima.
Precisamos encontrar TODAS as duplas de cartões que fornecem soma igual a 100. Descobre-se,
facilmente, que essas duplas são: 1 e 99, 2 e 98, 3 e 97, ..., 49 e 51. Excluem-se os números 50 e
100, que, quando retirados com qualquer outro número NUNCA irão fornecer uma soma igual a 100!
Então, teremos 49 pares que dão soma igual a 100.
Para encontrarmos o total de pares que podemos formar com 100 cartões, retirados SEM
REPOSIÇÃO, teremos a Combinação de 100, tomados 2 a 2: C
100,2
= 4950. Substituindo-se esses
resultados na definição de Probabilidade, teremos: P A
n A
n S
P A ( )
( )
( )
( ) = ⇒ =
49
4950

Resposta: letra d.
427) As máquinas A e B produzem o mesmo tipo de parafuso. A porcentagem de parafusos
defeituosos produzidos, respectivamente, pelas máquinas A e B é de 15% e de 5%. Foram
misturados, numa caixa, 100 parafusos produzidos por A e 100 produzidos por B. Se tirarmos um
parafuso ao acaso e ele for defeituoso, a probabilidade de que tenha sido produzido pela máquina A
é de:
a) 5% b) 10% c) 15% d) 60% e) 75%
Solução:
Para entender esta questão, o estudante deverá estar familiarizado com os conceitos de
Probabilidade Condicional (Teorema do Produto) e com o Teorema da Probabilidade Total.
Temos que, se cada máquina produziu 100 parafusos, então, do total de parafusos da caixa (200),
cada máquina produziu METADE, ou 50%, ou seja: P A ( ) , = 0 5 ; P B ( ) , = 0 5
A Probabilidade de a máquina “A” produzir parafusos defeituosos é dada por:
P D A ( / ) , = 015 , onde “D” é a condição “defeituoso”
133
Lê-se P D A ( / ) como: ”Probabilidade de ser Defeituoso SABENDO QUE foi produzido pela máquina
A”. P D B ( / ) , = 0 05
Lê-se P D B) ( / como: ”Probabilidade de ser Defeituoso SABENDO QUE foi produzido pela máquina
B”. O problema pede que se calcule: P A D ( / )
Lê-se P A D ( / ) como: ”Probabilidade de ter sido produzido pela máquina A”, SABENDO QUE é
Defeituoso”. Da definição de Probabilidade Condicional, podemos escrever:
( )
( )
P D A
P D A
P A
( / ) =


( )
( )
P D B
P D B
P B
( / ) =


( )
( )
P A D
P A D
P D
( / ) =


Para as fórmulas acima, temos (dados do problema):
P A ( ) , = 0 5 P B ( ) , = 0 5 P D A ( / ) , = 015 P D B ( / ) , = 0 05
Substituindo-se os dados conhecidos nas fórmulas, teremos:
( )
( ) ( )
015
0 5
015 0 5 0 075 ,
,
, , , =

⇒ ∩ = × ⇒ ∩ =
P D A
P D A P D A , e
( )
( ) ( )
0 05
0 5
0 05 0 5 0 025 ,
,
, , , =

⇒ ∩ = × ⇒ ∩ =
P D B
P D B P D B
Precisamos descobrir qual é a probabilidade de o parafuso ser Defeituoso, independente de ter sido
produzido pela máquina A ou B, ou seja, queremos saber qual é P(D). Aqui entra o conceito de
Probabilidade Total, que é dada por:
( ) ( ) ( )
P D P D A P D B = ∩ + ∩ . Já calculamos
( )
P D A ∩ = 0 075 , e
( )
P D B ∩ = 0 025 , . Basta substituirmos na fórmula da Probabilidade Total:
( ) ( )
P D P D = + ⇒ = 0 075 0 025 01 , , , . Agora, podemos calcular a probabilidade de o parafuso ter vindo
da máquina A, SABENDO QUE é defeituoso, ou seja: P A D ( / )
( )
( )
P A D
P A D
P D
P A D P A D ( / ) ( / )
,
,
( / ) , =

⇒ = =
0 075
01
075 ou 75%
Resposta: letra e.
428) Em uma gaveta, cinco pares diferentes de meia estão misturados. Retirando-se ao acaso duas
meias, a probabilidade de que elas sejam do mesmo par é:
a) 1/5 b) 1/10 c) 1/4 d) 1/9 e) 1/45
Solução:
Aplica-se aqui a definição de probabilidade:
Temos 5 casos favoráveis (pois há CINCO pares perfeitos), num total de
C
10,2
= 45 casos possíveis, logo: P A ( ) = =
5
45
1
9
ou 11,11%
Resposta: letra d.
429) Uma parteira prevê, com 50% de chance de acerto, o sexo de cada criança que vai nascer. Num
conjunto de três crianças, a probabilidade de acertar pelo menos duas previsões é de:
a) 5% b) 12,5% c) 25% d) 45% e) 50%
Solução:
Seja “A” o evento “Acertar”. Se o evento será REPETIDO 3 vezes e os eventos são independentes a
cada repetição. Para acertar PELO MENOS duas previsões, teremos que considerar as
probabilidades de acertar DUAS OU TRÊS, então teremos:
( ) ( )
3. . P A A A P A A A ∩ ∩ + ∩ ∩ = 3 . 0,125 + 0,125 = 0,5 = 50%
Os resultados de
( )
P A A A ∩ ∩ e
( )
P A A A ∩ ∩ são dados por:
( ) ( ) ( ) ( )
P A A A P A P A P A ∩ ∩ = × × = × × = 0 5 0 5 0 5 0125 , , , , e
( ) ( ) ( ) ( )
P A A A P A P A P A ∩ ∩ = × × = × × = 0 5 0 5 0 5 0125 , , , ,
Resposta: letra e.
430) Dentre um grupo formado por dois homens e quatro mulheres, três pessoas são escolhidas ao
acaso. A probabilidade de que sejam escolhidos um homem e duas mulheres é de:
a) 20% b) 30% c) 50% d) 60% e) 75%
134
Solução:
Novamente recorremos à definição de Probabilidade: Formaremos TODOS os grupos de 3 pessoas,
com as 6 disponíveis (Combinação de 6 tomadas 3 a 3): C
6,3
= 20. Este é o número de ocorrências do
espaço amostral, ou seja: n(S)
Agora, tomaremos TODOS os grupos possíveis, com 1 homem e duas mulheres: 2 . C
4,2
= 12. Este é
o número de ocorrências favoráveis ao evento, ou seja: n(A). Desse modo, teremos:
P A
n A
n S
P A ( )
( )
( )
( ) , = ⇒ = =
12
20
0 6 (ou 60%).
Há outra forma de se resolver a questão, onde o “3” multiplicando representa a ORDEM em que os
elementos podem ser escolhidos.
P A B B ( ) , ∩ ∩ = × × × = 3
2
6
4
5
3
4
0 6, onde “A” é o evento “homem” e “B” é o evento “mulher”. O
esquema também deve ser SEM REPOSIÇÃO
Resposta: letra d.
431) Um número x é dividido proporcionalmente a 2 e 3. Contudo, se este número x, fosse dividido
proporcionalmente a 5 e 7, a segunda parte ficaria diminuída em 16 unidades. determine o número.
a) 210 b) 160 c) 630 d) 960 e) 1470
Solução:
Situação 1:
Y Z
2 3
= . Sabemos que: X = Y + Z, então:
Y Z Y Z X Y Z +
+
= = ⇒ = =
2 3 2 3 5 2 3

Situação 2:
W Z
5
16
7
=

. Sabemos, também, que: X = W + Z - 16, então:
W Z W Z X W Z + −
+
= =

⇒ = =
− 16
5 7 5
16
7 12 5
16
7

Da primeira proporção, podemos retirar:
X Z
X
Z
5 3
5
3
= ⇒ =
.
. Da segunda proporção, podemos
escrever:
X Z
12
16
7
=

. Ora, mas X
Z
=
5
3
.
. Substituindo-se este resultado na equação acima...
5
3
12
16
7
5
3
1
12
16
7
5
36
16
7
.
.
.
.
Z
Z Z Z Z Z
=

⇒ =

⇒ =

. Daqui teremos o valor de “Z”:
( )
5
36
16
7
35 36 16 35 36 576 576
.
. . . .
Z Z
Z Z Z Z Z =

⇒ = − ⇒ = − ⇒ =
E, com o valor de “Z”, finalmente, encontramos o valor de “X”:
X
Z
X X = ⇒ = ⇒ =
5
3
5 576
3
960
. .( )

Resposta: letra d.
432) Uma laranja pode ser considerada uma esfera de raio R, composta por 12 gomos exatamente
iguais. A superfície total de cada gomo é dada por.
a) 4
2
. . π R b)
π.R
2
3
c) 2
2
. . . π R h d)
π.R
2
12
e)
4
3
2
. . π R

Solução:
A superfície TOTAL de uma esfera é dada por: S R = 4
2
. . π . Tomando-se 1/12 desse valor, tem-se:
S
R
=
π.
2
3
. Agora, precisamos calcular a área de “vista lateral” de cada gomo. Observando-se um
gomo lateralmente, verifica-se que cada lado do mesmo é formado por uma semicircunferência de
raio R. Como existem duas faces laterais, a área lateral total será: π.R
2
.
Somando-se as áreas, teremos: S
R
R
R
TOTAL
= + =
π
π
π .
.
. .
2
2
2
3
4
3

135
Resposta: letra e.
433) Uma loja de móveis vende mesas a R$ 63,00 cada uma. Com este preço consegue vender 900
mesas, mas para cada redução de R$ 3,00 no preço vende 100 mesas a mais. Nestas condições,
quantas mesas seriam vendidas, se o preço fosse de R$ 45,00?
a) 750 b) 1000 c) 1200 d) 1500 e) 3000
Solução:
A equação que relaciona o preço com o nº de unidades vendidas é linear, ou seja, tem a forma:
y a b x = + . , onde “y” representa o preço e “x” representa a quantidade
Inicialmente temos um preço de $ 63, e uma quantidade de 900 peças, ou seja: y = 63 e
x = 900. Vamos substituir estes valores na equação: 63 = a + b.900 (equação 1)
Agora, tomamos a outra informação dada no problema: “quando o preço sofre uma REDUÇÃO de
$3,00, a quantidade demandada AUMENTA 100. Em outras palavras: se o preço inicial passar a ser
de $ 60,00, a quantidade passará para 1.000: p = 60 e x = 1.000. Vamos substituir estes valores na
equação: 60 = a + b.1000 (equação 2)
Com as equações “1” e “2” acima, montamos um sistema, onde iremos calcular os valores de “a” e
“b”:
a b
a b
+ =
+ =
¦
´
¹
900 63
1000 60
.
.
⇒ resolvendo pelo método da adição (multiplicaremos a segunda equação por
-1 e efetuando a adição termo a termo:
a b
a b
b
+ =
− − = −
¦
´
¹
− =
900 63
1000 60
100 3
.
.
.
⇒ b b =

⇒ = −
3
100
0 03 ,
Com o valor de “b” calculado, devemos substitui-lo numa das equações do sistema, a fim de
encontrarmos o valor de “a”. Escolhendo a primeira equação:
a b a a a a + = ⇒ + − = ⇒ − = ⇒ = + ⇒ = 900 63 900 0 03 63 27 63 63 27 90 . .( , )
A equação é: y x = − 90 0 03 , . .
Agora podemos calcular o valor de “x” quando o preço “y” for R$ 45,00:
45 90 0 03 0 03 90 45 0 03 45
45
0 03
1500 = − ⇒ = − ⇒ = ⇒ = = , . , . , .
,
x x x x
Resposta: letra d.
434) Um carro percorre 120 km com 12 litros de gasolina. Ao chegar no centro, por fazer muitas
marchas, percorre 80 km com 15 litros. Pergunta-se: em que taxa percentual aumentou o consumo a
cada km?
a) 12,5% b) 25% c) 50% d) 75% e) 87,5%
Solução:
Vamos, aqui, calcular a relação inversa de consumo, ou seja, ao invés de calcularmos o rendimento,
calcularemos o seu inverso, que é dada pelo CONSUMO dividido pela DISTÂNCIA.
Desse modo: 12 litros/120 km = 0,1 litros/km, e, 15 litros/80 km = 0,1875 litros/km. Levando-se em
conta a DIFERENÇA entre os consumos (0,1875 - 0,1 = 0,875), verificamos, por meio de uma regra
de três simples que:
consumo %
0,1 ÷÷÷÷÷ 100
0,875 ÷÷÷÷÷ X
De onde vem: x = 87,5%.
435) Um vaso cheio de um determinado líquido pesa 1 kg a mais do que se estivesse cheio de água.
Sabe-se que 1 dal desse líquido pesa 12 kg. Quantos quilogramas desse líquido o vaso pode
comportar?
a) 2 b) 4 c) 5 d) 6 e) 12
Solução:
Seja “x” o peso do vaso cheio de água. Então, “x + 1” será o peso do vaso quando cheio do “líquido”
misterioso...
Precisamos, aqui, recordar o conceito de DENSIDADE:
d
m
V
= , onde: “d” é a densidade do líquido; “m” é a massa do líquido; “V” é o volume do líquido.
A densidade da água é igual a 1.
136
A densidade do líquido será: d = =
12
10
12 , (Obs.: 1 dal = 10 litros). Montamos agora uma proporção:
x
x +
=
1
1
12 ,
(o peso do vaso com água está para o peso do vaso com o líquido, assim como a
densidade da água está para a densidade do líquido). 1,2.x = x + 1 ⇒ 0,2.x = 1 ⇒
x = 5 kg. Ora, se o peso do vaso com água (x) pesa 5 kg, então o vaso com o líquido pesa 1 kg a
mais, ou seja: 6 kg.
Resposta: letra d.
Comentário: Nesta resposta, não se levou em consideração o peso do vaso! Esta é uma suposição
um tanto “forçada”, pois o problema não indica que o peso do vaso é desprezível...
436) A massa de um certo volume de tinta é de 6 kg. Se substituirmos metade do volume desta tinta
por água, a massa da mistura será de 5 kg. Quanto pesa cada litro desta tinta?
a) 1 kg b) 1,5 kg c) 2 kg d) 2,5 kg e) 3 kg
Solução:
Se substituirmos METADE do volume da tinta por água, teremos que o volume inicial da tinta será o
dobro do volume de água da mistura: V V
t a
= 2. . Como a densidade da tinta irá se manter, mesmo
com a redução em seu volume, então, quando retirarmos metade do volume de tinta, teremos
TAMBÉM metade da massa, ou seja: 3 kg de tinta na mistura.
Como o problema diz que a mistura tem uma massa TOTAL de 5 kg, e SABEMOS que há 3 kg de
tinta, ENTÃO teremos 2 kg de água na MISTURA... Sabemos que a densidade da água é igual a 1.
Assim, concluímos que o VOLUME de água na mistura é de 2 litros.
O volume inicial de tinta é o dobro do volume da água na mistura, logo: V
t
= 4 litros
Agora podemos montar uma regra de três, pois sabemos que havia 6 kg de tinta na lata, com um
VOLUME de 4 litros.
VOLUME MASSA
4 litros ÷÷÷ 6 kg
1 litro ÷÷÷ X
De onde retiramos: x = 1,5 kg.
Resposta: letra b.
437) São dados 3 números inteiros em PG cuja soma é 26. Determine esses números, sabendo que
o primeiro, o dobro do segundo e o triplo do terceiro formam uma P.A..
a) 2, 6, 18 b) 16, 8, 2 c) 18, 6, 2 d) 2, 8, 16 e) 6, 8, 12
Solução:
Podemos escrever uma PG genérica de três termos da seguinte forma:
( )
x, q. x, q
2
. x
Usando a informação dada no problema (A soma é 26!). x + q.x + q
2
.x = 26
Com a outra informação do problema, retiramos uma segunda equação:
P.A.: (x, 2.q.x, 3.q
2
.x)
Usaremos na P.A. uma PROPRIEDADE que diz o seguinte:
“Numa P.A., cada termo (exceto os extremos) é a média aritmética do antecessor com o sucessor.”
Assim: 2
3
2
2
. .
. .
q x
x q x
=
+
⇒ 4.q.x = x + 3.q
2
.x
Observe aqui que o “x” é fator comum de TODOS os termos da expressão, podendo, então, ser
SIMPLIFICADO, resultando: 4.q = 1 + 3.q
2
⇒ 3.q
2
- 4.q + 1 = 0
A equação acima é do segundo grau. Aplicando-se a fórmula de Bháskara, retiramos 2 valores para
“q”: q = 1 e q =
1
3
. O primeiro valor NÃO SERVE, pois teríamos uma PG constante ou
ESTACIONÁRIA (três termos iguais, que não podem fornecer a soma 26!)
Então, tomemos q =
1
3
, substituindo na primeira equação que formamos ao iniciar essa resolução: x
+ q.x + q
2
.x = 26
x
x x
+ + =
3 9
26 (tirando o MMC) ⇒
9 3
9
234
9
. . x x x + +
/
=
/
⇒ 13.x = 234 ⇒ x = =
234
13
18
Agora que temos os valores de “x” e “q”, podemos determinar os números procurados:
137
18, ,
18
3

18
9
|
\

|
.
|

( )
18, , 6 2
Resposta: letra c.
438) Em um triângulo, a medida da base, a medida da altura e a medida da área formam, nessa
ordem, uma PG de razão 8. Então a medida da base vale?
a) 8 b) 6 c) 16 d) 12 e) 18
Solução:
Dados do problema: “b” é a base; “h” é a altura e “S” é a área. A fórmula da área de um triângulo é:
S
b h
=
.
2
. “Montando” a PG: (b, h, S) ou b, h,
bh
2
|
\

|
.
|

Usando a outra informação do problema (a razão da PG é 8):
bh
h
2
8 = (observe que encontramos a
razão dividindo o terceiro termo pelo segundo) ⇒
b
2
8 = ⇒ b = 16
Resposta: letra c.
439) Um número real N é formado por 2 algarismos. A soma desses algarismos é 9. Se a ordem for
invertida, o número obtido é 81 unidades menor do que N. Então:
a) 18 b) 81 c) 27 d) 72 e) 90
Solução:
Nosso número é formado da seguinte maneira: N = XY, onde “X” é o algarismo das dezenas e “Y” é o
algarismo das unidades.
Com a ordem invertida o número passa a ser YX. Além disto, temos (dados do problema!): X + Y = 9
(equação 1), e XY - YX = 81 (equação 2).
Decompomos um número segundo suas “ordens”, multiplicando cada algarismo por 1, 10, 100, etc.
conforme a posição (ordem) de cada algarismo dentro do número. Exemplo: o número 57 é
decomposto por 5 x 10 + 7 x 1, ou seja, temos cinco DEZENAS mais 7 UNIDADES.
Voltando ao nosso problema: 10X + Y - (10Y + X) = 81 (da equação 1)
9X - 9Y = 81 (dividindo todas as parcelas por 9): X - Y = 9
Juntando-se esta equação à equação 1, teremos um sistema:
X Y
X Y
+ =
− =
¦
´
¹
9
9
⇒ Somando-se membro a
membro ⇒ 2X = 18 ⇒ X = 9 e Y = 0. O número é, portanto, 90.
Resposta: letra e.
440) Uma herança de 280 moedas deve ser repartida entre várias pessoas. Antes da partilha, 3
herdeiros falecem, o que acarreta um aumento de 12 moedas na parte de cada um dos restantes.
Qual é o número primitivo de herdeiros?
a) 10 b) 12 c) 16 d) 8 e) 15
Solução:
Inicialmente a herança será repartida entre “X” pessoas.
Assim, a quantia inicial que cada um receberia seria dada por:
280
X
. Como 3 das “X” pessoas iniciais faleceram, a quantia foi repartida da seguinte maneira:
280
3 X −
. A expressão ao lado representa a NOVA COTA de cada herdeiro. Ora, o problema diz que a
NOVA COTA É IGUAL À ANTIGA COTA MAIS 12. Daqui, podemos montar a equação:
280
3
280
12
X X −
= + . Agora, o problema é puramente ALGÉBRICO.
Tirando o MMC de (X - 3) e (X)...
( )
( ) ( )
( )
280
3
280 3 12 3
3
.
.
. . .
.
X
X X
X X X
X X −
=
− + −

. Simplificando os denominadores, ficamos com:
280.X = 280.X - 840 + 12.X
2
- 36.X. Reduzindo termos semelhantes, vem:
12.X
2
- 36.X - 840 = 0. Dividindo-se todos os termos por 12...
X
2
- 3.X - 70 = 0. Aplicando-se Bháskara e tomando-se a resposta POSITIVA: X = 10
138
Resposta: letra a.
441) Um viajante demora 12 dias para percorrer 3600 km com velocidade de 50 km/h, durante x
horas diárias. Em quantos dias percorrerá 5670 km a 90 km/h dirigindo 3 horas diárias a mais todos
os dias?
a) 6 b) 7 c) 10 d) 12 e) 15
Solução:
Inicialmente, PARECE que temos DUAS incógnitas no problema: DIAS e HORAS DIÁRIAS.
Uma observação IMPORTANTE: na segunda parte do problema foi dito que ele dirige 3 horas A
MAIS por dia. Então, se antes ele demorou “X” horas para percorrer o trajeto, agora irá demorar “X+3”
horas. Raciocinando com os dados da primeira parte do problema e lembrando que: v
d
t
=
(velocidade é igual a distância dividida pelo tempo). O viajante gastou um tempo TOTAL para
percorrer os 3600 km dado por 12X (doze dias, “X” horas por dia). Jogando os dados na fórmula:
50
3600
12
3600
12 50
6 = ⇒ =
×
⇒ =
. X
X X . Assim, descobrimos que ele dirigiu 6 horas diárias na primeira
etapa, e, logicamente, 9 horas na segunda etapa! Vamos montar uma regra de três composta:
dias distância velocidade tempo
12 ÷÷÷÷ 3600 ÷÷÷÷ 50 ÷÷÷÷ 6
D ÷÷÷÷ 5670 ÷÷÷÷ 90 ÷÷÷÷ 9
direta inversa inversa
D =
× × ×
× ×
12 5670 50 6
3600 90 9
(simplificando primeiro...). De onde retiramos D = 7 dias.
(Acompanhe na questão 500 a resolução de uma regra de três composta passo a passo!)
Resposta: letra b.
442) A importância de $ 684000 foi dividida entre duas pessoas. Sabendo que a primeira recebeu na
razão direta de 7 e 3 e que a segunda recebeu na razão direta de 9 e 4, calcular a parte de cada
uma.
a) $ 228.000 e $ 456.000 b) $ 342.000 e $ 342.000
c) $ 273.600 e $ 410.400 d) $ 252.000 e $ 432.000
e) $ 225.000 e $ 459.000
Solução:
Trata-se de uma divisão proporcional COMPOSTA, do tipo DIRETA-DIRETA. Uma das partes será
proporcional ao PRODUTO de 7 e 3 e a outra parte será proporcional ao PRODUTO de 9 e 4. Então:
X Y
7 3 9 4 ×
=
×
, onde “X” e “Y” são as partes de cada um dos beneficiários.
É óbvio que X + Y = 684000. Aplicando-se uma das propriedades da proporção:
X Y X Y
21 36 21 36
684000
57
12000 = =
+
+
= = . Desse modo, a parte de cada uma será:
X
X
21
12000 252000 = ⇒ =
Y
Y
36
12000 432000 = ⇒ = (É claro que poderíamos, também, ter encontrado o valor de “Y” pela
equação X + Y = 684000, uma vez que já conhecemos o valor de “X”).
Resposta: letra d.
443) Uma herança de $ 200000 foi dividida entre três irmãos de acordo com suas idades de tal forma
que ao mais velho caberia a maior parcela e ao mais novo a menor parcela. Juntos, os irmãos mais
velhos receberam $150000. Sabendo-se que a soma das idades dos três irmãos é de 40 anos, a
idade do irmão mais moço, contada em anos, é de:
a) 10 b) 12 c) 15 d) 18 e) 20
Solução:
Sejam “X”, ”Y” e ”Z” as idades dos três irmãos, considerando-se, ainda que “Z” é a idade do irmão
mais moço (a INCÓGNITA do nosso problema!). Sabemos, pelos dados do problema, que X + Y + Z
= 40. Vamos, agora, fazer algumas considerações sobre a parte de cada um...
Sejam “A”, ”B” e ”C” as partes de cada um (do mais velho para o mais moço).
Agora, vamos montar a proporção:
139
A
X
B
Y
C
Z
= = . Ainda com os dados do problema, podemos escrever que:
A + B + C = 200000 e A + B = 150000. Obviamente, C = 50000. Voltando à proporção:
A
X
B
Y
C
Z
A B C
X Y Z
= = =
+ +
+ +
= =
200000
40
5000. Queremos calcular o valor de “Z” e já sabemos que C =
50000, então:
C
Z Z
Z Z = ⇒ = ⇒ = ⇒ = 5000
50000
5000
50000
5000
10 anos
Resposta: letra a.
444) 165 balas foram distribuídas entre 3 irmãos, cujas idades somadas totalizaram 33 anos.
Sabendo-se que a distribuição foi diretamente proporcional à idade de cada um, que o mais moço
recebeu 40 balas e o do meio 50, calcular suas idades.
a) 12, 11 e 10 b) 15, 10 e 8 c) 16, 11 e 6
d) 18, 10 e 5 e) 17, 9 e 7
Solução:
De forma semelhante ao que fizemos no problema anterior, podemos já montar a proporção com os
dados do problema:
A
X Y Z
= =
50 40

Sabemos que A + 50 + 40 = 165. Então: A = 75, e
X + Y + Z = 33. Voltando à proporção...
75 50 40 165
33
5
X Y Z
= = = = . Pronto! Podemos agora calcular a idade de cada um dos irmãos:
75
5
75
5
15
X
X X = ⇒ = ⇒ =
50
5
50
5
10
Y
Y Y = ⇒ = ⇒ =
40
5
40
5
8
Z
Z Z = ⇒ = ⇒ =
Resposta: letra b.
445) Um medicamento produzido numa fábrica de manipulação custa $ 5,10. O mesmo medicamento
produzido industrialmente custa $8,16. Em relação ao preço mais baixo, o preço mais alto é mais
caro:
a) 37,5% b) 40% c) 50% d) 60% e) 75%
Solução: SEMPRE que quisermos calcular a DIFERENÇA PERCENTUAL entre dois valores,
devemos proceder da seguinte maneira:
∆% =
|
\

|
.
|

valor final - valor inicial
valor inicial
100 . Neste caso, temos que:
Valor inicial = 5,10;
Valor final = 8,16.
Tomamos 5,10 como valor inicial pois é EM RELAÇÃO A ELE que se quer calcular o percentual da
variação. Desse modo:
8,16 - 5,10
510
100
306
51
60%
, ,
|
\

|
.
|
∗ ⇒ =
Resposta: letra d.
446) A equação do 2º grau ax² + ax + 1 = 0 tem uma raiz de multiplicidade 2. Essa raiz é
a) 0 b) -1 c) 1 d) 1/2 e) -1/2
Solução:
“Raiz de multiplicidade 2” é o mesmo que “duas raízes reais iguais”. Isto acontece quando o DELTA
(∆) da equação é igual a ZERO. Ora, ∆ = − b ac
2
4 . Substituindo-se os dados da equação:
a a
2
4 0 − = , pois
a = a (“a” é igual a “a” mesmo);
b = a (“b” é igual a “a”) e
c = 1 (“c” é igual a “1”)
Então: a a
2
4 0 − = . Daqui retiramos: a = 0 (NÃO SERVE, pois não haveria equação!), ou a = 4.
140
Ora, se o DELTA é ZERO, as duas raízes da equação (ou a raiz de multiplicidade 2) serão:
x
b
a
x =

⇒ = −
2
1
2
. Depreende-se daqui que nem sequer precisaríamos ter calculado o valor de “a”.
A partir do momento em que CONCLUÍMOS que DELTA era ZERO e que “b” era igual a “a”, teríamos
a fórmula de Bháskara reduzida a x
b
a
=

2
, e, sendo b = a, haveria uma SIMPLIFICAÇÃO, resultado
apenas o valor da raiz de multiplicidade 2!
Resposta: letra e.
447) Numa olimpíada de matemática concorrem 100 participantes e serão distribuídos 2 prêmios
diferentes, um para o primeiro lugar e outro para o segundo. De quantos modos poderão ser
distribuídos esses prêmios?
a) 4950 b) 9900 c) 10.000 d) 50 e) 100
Solução:
Temos aqui: n = 100, p = 2. Como a ORDEM é importante, trata-se de um problema de ARRANJO!
Então: A
100,2
= 100 . 99 = 9900
Resposta: letra b.
448) Achar os valores de M para os quais as raízes do trinômio 9 x² - 6x + m são ambas inferiores a
1.
a) m > 9 ou m < -9 b) -9 < m < 9 c) m > 6
d) m < -6 e) -6 < m < 9
Solução:
Sabemos que o PRODUTO DAS RAÍZES de um trinômio é dado por
c
a
. Neste caso, o produto das
duas raízes é dado por
m
9
. Ora, se dois números são (ambos!) menores que “1”, então o seu produto
TAMBÉM o será... Assim:
m
m
9
1 9 < ⇒ < (se “m” for um n.º positivo!).
caso “m” seja um n.º negativo, teremos: m > -9. Reunindo as duas respostas, teremos:
-9 < m < 9
Resposta: letra b.
449) O número de soluções inteiras e não negativas da equação x + y + z = 5.
a) 15 b) 18 c) 21 d) 24 e) 27
Solução:
Os possíveis conjuntos-solução da equação têm os seguintes valores:
{0, 0, 5}; {0, 5, 0}; {5, 0, 0}; {1, 1, 3}; {1, 3, 1}; {3, 1, 1}; {2, 2, 1}; {2, 1, 2}; {1, 2, 2}; {0, 2, 3}; {2, 0, 3}; {2,
3, 0}; {3, 2, 0}; {3, 0, 2}; {0, 3, 2}; {0, 1, 4}; {0, 4, 1}; {1, 0, 4}; {1, 4, 0}; {4, 0, 1}; {4, 1, 0}
Contam-se, portanto, 21 conjuntos
Resposta: letra c.
450) O maior número de retas definidas por 12 pontos dos quais 7 são colineares, é
a) 66 b) 72 c) 45 d) 46 e) 132
Solução:
Dois pontos são suficientes para definir uma reta. Assim, seria correto supor que, ao
COMBINARMOS os 12 pontos 2 a 2, teríamos todas as retas possíveis de se obter com os pontos
dados. ENTRETANTO, os 7 pontos colineares, quando combinados dois a dois, irão formar SEMPRE
A MESMA RETA. Devemos subtrair este conjunto de retas colineares, deixando apenas UMA. Então,
deveremos fazer o seguinte: C
12,2
- C
7,2
+ 1 = 46
Resposta: letra d.
451) O jogo da loto consiste em sortear 5 dezenas em 100 dezenas possíveis. Alguém querendo
jogar nessa loteria, pode escolher de 5 até 10 dezenas. Se alguém que escolhe 5 dezenas tem
probabilidade “y” de ganhar, então quem escolhe 7 dezenas tem que probabilidade de ganhar?
a) 7.y b) 14.y c) 100.y d) 21.y e) 500.y
Solução:
a) O apostador das 5 dezenas tem a seguinte chance de acertar:
y =
× × × ×
× × × ×
=
× × × ×
5 4 3 2 1
100 99 98 97 96
120
100 99 98 97 96

b) O apostador das 7 dezenas tem a seguinte chance (chamaremos de “p”) de acertar:
141
p y =
× × × ×
× × × ×
=
×
× × × ×
=
7 6 5 4 3
100 99 98 97 96
21 120
100 99 98 97 96
21.
O apostador das 7 dezenas tem uma chance 21 vezes maior do que aquele que aposta com apenas
5 dezenas!
Resposta: letra d.
452) Uma pessoa emprega seu capital nas seguintes condições: a terça parte a 15% ao ano, a quinta
parte a 18% ao ano e o restante a 21% ao ano. Qual a taxa única, a que a mesma poderia empregar
todo o capital, a fim de obter o mesmo rendimento anual?
a) 18% b) 18,4% c) 21% d) 15% e) 30%
Solução:
Se ele aplicar 1/3 e depois 1/5, terá aplicado
1
3
1
5
8
15
+ = . Portanto, ficarão outros
7
15
, que irá para a
terceira aplicação. A questão é, CLARAMENTE, de TAXA MÉDIA, que é dada por:
i
C i n C i n C i n
C n C n C n
m
=
+ +
+ +
1 1 1 2 2 2 3 3 3
1 1 2 2 3 3
. . . . . .
. . .
. Como os prazos são os mesmos para as três aplicações,
simplificamos esse fator na fórmula e ficamos com (já substituindo os valores dados):
i
m
=
+ +
1
3
15
100
1
5
18
100
7
15
21
100
1
. . .
(aqui, o “1” do denominador se deve ao fato de termos somado
todas as partes em que o capital foi dividido, perfazendo “1” no total!)
i
m
= + + =
5
100
3 6
100
9 8
100
18 4%
,
.
,
,
Resposta: letra b.
453) Um número é composto de dois algarismos cujo produto é 24. Trocando de posição os
algarismos, o número resultante excederá em 18 unidades o primitivo. Achar o número.
a) 46 b) 24 c) 35 d) 64 e) 83
Solução:
O número que procuramos pode ser escrito da seguinte forma: XY. Pelos dados do problema,
podemos escrever que X.Y = 24 (equação 1). Além disto...
YX = XY + 18
10.Y + X = 10.X + Y + 18
9.Y - 9.X = 18 (simplificando por 9)
Y - X = 2 (equação 2)
Da equação 1 retiramos: Y
X
=
24
. Este resultado será substituído na equação 2:
24
2
X
X − = ⇒ (tirando o MMC) ⇒
24 2
24 2 2 24 0
2
2 2

= ⇒ − = ⇒ + − =
X
X
X
X
X X X X
.
. . ⇒
(Bháskara) ⇒ X = 4 (a resposta negativa NÃO SERVE). Y
X
Y = ⇒ = =
24 24
4
6 . Assim, o n.º
procurado é o 46
Resposta: letra a.
454) Para pesar 3 maçãs dispomos de um peso de 100g e uma balança de pratos iguais. O peso da
maçã maior é igual ao peso das outras duas juntas. O peso da menor mais 100g iguala o peso das
outras. A maior mais a menor pesam 100g. O peso total das três maçãs será:
a) 200 g b) 300 g c) 150 g d) 250 g e) 500 g
Solução:
Sejam: “X” o peso da maior maçã; “Y” o peso da maçã média; “Z” o peso da menor maçã
Temos, portanto, 3 incógnitas. Deveremos ter 3 equações. Vejamos:
X = Y + Z equação 1
Z + 100 = X + Y equação 2
X + Z = 100 equação 3
Vamos isolar “Y” na equação 1 e substituir o resultado na equação 2: Y = X - Z
A equação 2 ficará... Z + 100 = X + X - Z ⇒ 2.X - 2.Z = 100 ⇒ (dividindo tudo por 2) ⇒ X - Z = 50
(equação 4). Isolando o “X” na equação 4 e substituindo na equação 3, vem:
X = 50 + Z ⇒ 50 + Z + Z = 100 ⇒ 2.Z = 100 - 50 ⇒ 2.Z = 50 ⇒ Z = 25
142
Então, X = 75 e Y = 50. Somando-se os pesos das 3 maçãs, teremos: 25 + 75 + 50 = 150 g
Resposta: letra c.
455) Dividir o número 240 em 3 partes de tal forma que a primeira esteja para a segunda como 3 está
para 4 e que a segunda esteja para a terceira como 6 está para 7,5.
a) 60, 80 e 100 b) 50, 90 e 100 c) 40, 80 e 120 d) 40, 60 e 140 e) 80, 80 e 80
Solução:
Sejam “X”, “Y” e “Z” as partes procuradas. Obviamente, X + Y + Z = 240 (equação 1)
Com os dados do problema, escreveremos o seguinte:
X
Y
=
3
4
. Vamos retirar o “X” em função de “Y”: X
Y
=
3
4
.
(equação 2)
Y
Z
=
6
7 5 ,
. Daqui vamos retirar “Z” em função de “Y”: Z
Y
=
7 5
6
, .
(equação 3)
Agora, vamos substituir os dois resultados encontrados nas equações 2 e 3 na equação 1:
3
4
7 5
6
240
. , . Y
Y
Y
+ + = ⇒ (tirando o MMC) ⇒
18 24 30
24
240 24
24
. . . Y Y Y + +
=
×

72.Y = 240 x 24 ⇒ Y Y =
×
⇒ =
240 24
72
80 . Da equação 1, retiramos: X = 60
Da equação 2, temos: Z = 100 (Também podemos utilizar a equação 1 para o cálculo de Z)
Resposta: letra a.
456) Um certo número é dividido proporcionalmente a 7 e 8. No entanto se fosse dividido
proporcionalmente a 3 e 9, a primeira parte ficaria diminuída em 26 unidades. Qual é esse número?
a) 240 b) 160 c) 120 d) 480 e) 320
Solução:
O NÚMERO é “X” e as partes são “Y” e “Z”
Situação 1:
Y Z
7 8
= . Sabemos que: X = Y + Z, então:
Y Z Y Z X Y Z +
+
= = ⇒ = =
7 8 7 8 15 7 8

Situação 2:
Y W −
=
26
3 9
. Sabemos, também, que: X = Y -26 + W, então:
Y W Y W X Y W − +
+
=

= ⇒ =

=
26
3 9
26
3 9 12
26
3 9
. Da primeira proporção, podemos retirar:
X Y
X
Y
15 7
15
7
= ⇒ =
.
. Da segunda proporção, podemos escrever:
( )
X Y
X
Y
X Y
12
26
3
12
26
3
4 26 =

⇒ =

⇒ = − . .
Ora, mas X
Y
=
15
7
.
. Substituindo-se este resultado na equação acima...
( )
15
7
4 26 15 28 728 15 28 728 13 728 56
.
. . . . . .
Y
Y Y Y Y Y Y Y = − ⇒ = − ⇒ − = − ⇒ − = − ⇒ = . A
partir daqui teremos o valor de “Z”:
Y Z
Z
Y
Z Z
7 8
8
7
8 56
7
64 = ⇒ = ⇒ =
×
⇒ =
.
. E, com o valor de
“Z”, finalmente, encontramos o valor de “X”
X = Y + Z ⇒ X = 56 + 64 ⇒ X = 120
Resposta: o número é 120 e as partes são 56 e 64.
Resposta: letra .
457) João e Marcos capinaram a metade de uma lavoura em 8 dias. Marcos, trabalhando sozinho,
capina 1/4 de toda a lavoura em 10 dias. Quanto tempo João demoraria para capinar sozinho uma
lavoura cujo tamanho fosse 3/4 da primeira?
a) 10 dias b) 12 dias c) 15 dias d) 20 dias e) 30 dias
Solução:
Vamos enunciar aqui a fórmula do “Método da Redução à Unidade de Tempo Ponderado” (ou Média
Harmônica Ponderada):
143
“O somatório dos produtos de cada peso pelo inverso do seu respectivo tempo será igual ao inverso
do tempo coletivo multiplicado pelo seu respectivo peso”
Neste caso, os “pesos” serão as frações de tarefa realizadas em cada etapa. Assim, teremos a
seguinte equação (passo-a-passo):
João e Marcos capinaram a metade de uma lavoura em 8 dias:
1
8
1
2
× (aqui temos o “tempo coletivo”
multiplicado pelo seu respectivo “peso”, que é a fração de tarefa realizada por ambos)
Marcos, trabalhando sozinho, capina 1/4 de toda a lavoura em 10 dias:
1
10
1
4
×
Quanto tempo João demoraria para capinar sozinho uma lavoura cujo tamanho fosse 3/4 da primeira:
1 3
4 X
× . Montando a equação:
1 3
4 X
× +
1
10
1
4
× =
1
8
1
2
× ⇒
3
4
1
40
1
16 X
+ = ⇒ (tirando-se o MMC) ⇒
120 4
160
10
160
+
=
X
X
X
X
⇒ 120 + 4X = 10X ⇒ 6X = 120 ⇒ X = 20 dias.
Resposta: João, sozinho, demoraria 20 dias para capinar 3/4 da primeira lavoura.
Resposta: letra d.
458) Duas torneiras funcionando juntas, enchem um reservatório em 24 min. Se funcionarem
isoladamente, a segunda gastará 36 min a mais que a primeira. Achar o tempo que cada um gasta
para encher o tanque.
a) 24 e 60 min b) 36 e 72 min c) 44 e 80 min d) 20 e 56 min e) 12 e 48 min
Solução:
Vamos enunciar novamente o Método da Redução à Unidade de Tempo:
“O somatório dos INVERSOS dos tempos individuais é igual ao inverso do tempo conjunto”.
Aqui, o “tempo conjunto” é 24 min, a primeira gasta “X” minutos para encher o tanque sozinha e a
segunda gasta “X + 36” minutos para encher o tanque sozinha. A equação fica:
1 1
36
1
24 X X
+
+
= ⇒ Aqui o MMC será igual a 24.X.(X + 36) ⇒
( )
( )
( )
( )
24 36 24
24 36
36
24 36
. .
. .
.
. .
X X
X X
X X
X X
+ +
+
=
+
+

( ) ( )
24 36 24 36 . . . X X X X + + = + ⇒
24X + 864 + 24X = X
2
+ 36X ⇒ X
2
- 12X - 864 = 0 ⇒ (Bháskara) ⇒ X = 36
Resposta: Uma torneira realiza o trabalho (sozinha) em 36 min e a outra em 72 min.
Resposta: letra b.
459) Em uma pesquisa eleitoral, de um universo de 240 pessoas entrevistadas, 50 votam no
candidato A, 90 no candidato B e 80 no candidato C. Os restantes votam em branco. Mantendo-se
esta proporção, podemos dizer que em 150 milhões de eleitores, o vencedor terá:
a) 56.250.000 votos b) 18.750.000 votos c) 93.750.000 votos
d) 112.500.000 votos e) 37.500.000 votos
Solução:
Ora, no universo de 240 pessoas entrevistadas, o candidato mais votado foi “B”, logo o percentual de
votantes nesse candidato será dado por:
90
240
3
8
= . Para um total de 150 milhões de eleitores,
espera-se que este candidato obtenha:
3
8
150 000 000 56 250 000 × = . . . . .
Resposta: O candidato mais votado receberá um total de 56.250.000 votos.
Resposta: letra a.
460) João pagou 40% da dívida que tinha junto a um banco. Mais tarde, quitou o saldo, pagando
sobre o seu valor, 15% de juro. Sabendo que o valor dos juros foi $27, qual o valor da dívida original?
a) $500 b) $400 c) $350 d) $300 e) $200
Solução:
Se ele já pagou 40% da dívida, ainda está devendo 60% da dívida (X), ou seja: 60% DE X ⇒
6
10
X “OU” 0,6.X. Desse modo, vamos considerar o Capital (C) como sendo: C = 0,6.X;
a taxa de juros é: i = 15%; e o juro é igual a: J = 27.
O prazo da operação será considerado como UNITÁRIO: n = 1. Substituindo-se os dados na fórmula
144
do Juro simples: J = C.i.n
27
6
10
15
100
= X. ⇒ 27
9
100
2700
9
300 = ⇒ = ⇒ = X X X .
Resposta: João devia inicialmente $ 300,00
Resposta: letra d.
461) Quatro operários têm seus salários relacionados da seguinte forma: Carlos ganha 12% a mais
que João. Antônio ganha 20% a mais que Carlos e Paulo ganha 10% a menos que Carlos. Se juntos
ganham $22360, qual o salário de cada um?
Solução:
Sejam: “C” o salário de Carlos; “J” o salário de João, “A” o salário de Antônio e “P” o salário de Paulo.
Com os dados do problema, podemos escrever: C J =
112
100
; A C =
120
100
; P C =
90
100

Podemos relacionar o salário de cada um ao salário de Carlos. Assim:
C + J + A + P = 22360
C C C C + + + =
100
112
120
100
90
100
22360 ⇒ C. 1
100
112
21
10
22360 + +
|
\

|
.
|
= ⇒ tirando-se o MMC ⇒
⇒ C.
1120 1000 2352
1120
22360
+ + |
\

|
.
|
= ⇒ C C .
4472
1120
22360
22360 1120
4472
|
\

|
.
|
= ⇒ =
×

C = 5.600. Das equações preliminares, retiramos os salários dos outros três:
J = 5.000; A = 6.720; P = 5.040
462) A razão entre despesa e receita de um evento é 0,8. Podemos afirmar que:
a) houve lucro de 25% em relação à despesa.
b) houve prejuízo de 20% em relação à despesa
c) houve prejuízo de 25% em relação à despesa
d) houve lucro de 20% em relação à despesa
e) houve lucro de 30% em relação à despesa
Solução:
Sejam: “R” a receita e “D” a despesa. Escrevendo a razão:
D
R
D
R
= ⇒ = 0 8
8
10
, . Queremos calcular a VARIAÇÃO PERCENTUAL (∆%) em relação à despesa.
Lembrando a fórmula prática para calcular a variação percentual:
∆% =
|
\

|
.
|
×
valor final - valor inicial
valor inicial
100 . Vamos tomar para valores inicial e final os respectivos
“fatores” de Despesa e Receita: R = 10 e D = 8.
10 - 8
8
100
2
8
100 25%
|
\

|
.
|
× = × =
Em relação à despesa, houve um AUMENTO (LUCRO) de 25%.
Resposta: letra a.
463) Um certo tipo de alga tem capacidade de aumentar de tamanho em 100% a cada dia. A partir de
uma alga, em 100 dias um lago fica todo coberto de algas. Em quanto tempo esse mesmo lago ficaria
coberto de algas se partíssemos de 2 algas?
a) 50 b) 75 c) 25 d) 100 e) 99
Solução 1:
Se a alga aumenta em 100% a cada dia, temos uma PROGRESSÃO GEOMÉTRICA de razão 2. O
primeiro termo dessa progressão é igual a “1” e o número de termos será igual a 100.
Com a fórmula do termo geral de uma PG: a a q
n
n
= ×

1
1
.
a a
100
100 1
100
99
1 2 2 = × ⇒ =

. Assim, para que o lago esteja completamente coberto de algas, é
necessário que sua quantidade final seja igual a 2
99
.
Na segunda situação, teremos a
1
= 2, q = 2 a
100
99
2 = e buscamos o valor de “n”. Voltando à fórmula
do termo geral:
2 2 2 2 2
99 1 98 1
= × ⇒ =
− − n n
, de onde vem: 98 = n - 1 ⇒ n = 99.
Solução 2:
Observe o esquema abaixo (utilizando-se apenas raciocínio lógico):
145

dia

dia

dia

dia

dia

dia

dia

dia
... 99º
dia
100º
dia
1 2 4 8 16 32 64 128 ... ... cheio
2 4 8 16 32 64 128 256 ... cheio
Observe que, ao iniciar com duas algas, APENAS O PRIMEIRO DIA foi “pulado”, isto quer dizer que o
lago ficará completamente cheio em (100 -1) dias, ou seja, em 99 dias!
Resposta: letra e.
464) Para fazer 25 litros de uma solução contendo 36% de álcool, foram misturados x litros de uma
solução contendo 24% de álcool com y litros de outra solução contendo 72% de álcool. os valores de
x e y, respectivamente, são:
a) 18 e 7 litros b) 16,75 e 8,25 litros c) 10,75 e 7,25 litros
d) 18,75 e 6,25 litros e) 12 e 13 litros
Solução:
Trata-se de uma MÉDIA PONDERADA, onde os percentuais representam os PESOS. Dessa forma,
podemos escrever o seguinte:
36
100
25
24
100
72
100
. . . = + X Y (Multiplicando todos os termos por 100 e dividindo por 12)
75 = 2.X + 6.Y. Além disto, sabemos que: X + Y = 25. Isolando-se (por exemplo) “X” nesta segunda
equação, e substituindo-se o resultado na primeira equação, teremos: X = 25 - Y
2.(25 - Y) + 6.Y = 75
50 + 4.Y = 75 ⇒ 4.Y = 25 ⇒ Y = 6,25 litros e (conseqüentemente!) X = 18,75 litros.
Resposta: letra d.
465) Um retângulo tem 120 m² de área. Aumentando a base de 5m e diminuindo a altura de 4m,
obtém-se um retângulo de mesma área. Calcular as dimensões.
a) 10 e 12 m b) 8 e 15 m c) 5 e 24 m d) 6 e 20 m e) 4 e 30 m
Solução:
Sejam “x” e “y” as dimensões do retângulo. Sua área será, portanto, igual a: A = x.y ⇒ x.y = 120 ⇒
y
x
=
120
. Agora, com a base aumentada em 5 m e a altura aumentada de 4 m, a nova área ficará: (x
+ 5).(y - 4) = 120 ⇒ Desenvolvendo este produto, teremos: x.y - 4.x + 5.y - 20 = 120
120 4 5
120
20 120 4
600
20 4 600 20 4 20 600 0
2 2
− + − = ⇒ − + = ⇒ − + = ⇒ − − + = . . . . . . . x
x
x
x
x x x x
⇒ simplificando tudo por “-4” ⇒ x x
2
5 150 0 + − = . ⇒ Bháskara ⇒ x = 10 m (a resposta negativa
NÃO SERVE). Conseqüentemente, a altura será: y = 12 m
Resposta: letra a.
466) Dividir o número 245 em 3 partes sabendo que a segunda parte é 1/8 menor que a primeira e
que a terceira é 4/3 da soma das duas primeiras
Solução:
Sejam: “X”, “Y” e “Z” as partes. Obviamente: X + Y + Z = 245 ⇒ (equação 1)
Se a segunda parte (“Y”) é 1/8 menor que a primeira, então ela será igual a 7/8 da primeira, ou seja:
Y X =
7
8
. ⇒ (equação 2). A terceira parte (“Z”) é 4/3 da soma das duas primeiras, ou seja:
Z X Y = +
4
3
.( ) ⇒ (equação 3). Substituindo-se a equação 3 na equação 3:
Z X
X
= +
|
\

|
.
|
4
3
7
8
.
.
⇒ Z
X X
Z
X
simplificando Z
X
=
+ |
\

|
.
|
⇒ =
|
\

|
.
|
⇒ ⇒ =
4
3
8 7
8
4
3
15
8
5
2
.
. .
.
. .

(equação 4). Substituindo as equações 2 e 4 na equação 1, teremos:
X
X X
+ + =
7
8
5
2
245
. .
⇒ tirando o MMC ⇒
8 7 20
8
245 8
8
. . . X X X + +
=
×
⇒ 35.X = 245 x 8 ⇒
X = 56. Da equação 2, retiramos o valor de Y ⇒ Y = 49. E, finalmente, da equação 1, retiramos o
valor de Z ⇒ Z = 140
467) Uma loja faz uma promoção na qual concede um desconto de 20% para os clientes que paguem
as prestações nos dias 15. Um cliente que recebe seu salário nos dias 20, resolve usar seu cheque
especial, pagando juros de 1,5% ao dia durante os 5 dias de diferença. Podemos afirmar que o
cliente, em relação ao valor sem desconto:
146
Solução:
Vamos supor que a dívida do cliente fosse $ 100,00. Se ele a pagou com o desconto de 20%, o valor
da dívida caiu para $ 80.
Entretanto, em 5 dias, ele pagou ao banco juros de: 1,5% x 5 = 7,5% SOBRE os $ 80 que retirou para
pagar a dívida com desconto!
Assim sendo, ele pagou ao banco 7,5% DE 80, ou seja:
7 5
100
80 6
,
× = . Então, o “cliente” acabou
desembolsando, ao todo, $ 80 + $ 6 = $ 86.
Finalmente, ele terá (sobre o valor TOTAL da dívida, que era $ 100,00) um lucro de $ 14, ou seja,
14%.
468) Sabendo que x² + y² = 7 e que x + y = 4, podemos afirmar que x.y, vale:
Solução:
Vamos elevar x + y = 4 ao quadrado!
( )
x y x xy y + = ⇒ + + =
2
2 2 2
4 2 16 . Mas x² + y² = 7. Efetuando
a substituição... 7 + 2xy = 16 ⇒ 2xy = 16 - 7 ⇒ x y . =
9
2

469) O produto das raízes da equação
( )
( )
4
1
3
1
1
2
x
x



= , é:
Solução:
O MMC da equação é (x - 1)
2
. Então:
( )
( )
( )
( )
4 3 1
1
1
1
2
2
2
− −

=


. x
x
x
x
⇒ 4 - 3.x + 3 = x
2
- 2.x + 1 ⇒ x
2
+ x - 6 = 0 ⇒ O problema solicitou somente o
PRODUTO DAS RAÍZES, que, como se sabe, é dado por: P
c
a
= . Como, neste caso, temos c = -6 e
a = 1, segue-se que o PRODUTO é: P = -6
470) Para que o gráfico da função real definida por f(x) = px² - 4x + p intercepte o eixo dos x em dois
pontos distintos, deve-se ter:
Solução:
A condição para que haja DUAS RAÍZES REAIS DISTINTAS (isto é, o gráfico corta o eixo “x” em dois
pontos distintos) é que ∆ > 0. Assim: b ac
2
4 0 − > . Na equação dada, temos: a = p; b = -4 e c = p.
Substituindo-se na fórmula, vem:
( )
− − 4 4
2
. . p p > 0 ⇒ 16 - 4.p
2
> 0 ⇒ - 4.p
2
+ 16 > 0 ⇒ As raízes da
inequação são: +2 e -2. Para qualquer ponto entre as raízes, teremos a função assumindo valores
maiores que zero (positivos!), que é o que se deseja neste caso.
Deste modo: -2 < p < +2
471) As raízes da equação
1
2
1
2
1
4
4
2
x x x +
+

= −


Solução:
⇒ Tirando-se o MMC... Observe que x
2
- 4 = (x + 4).(x - 4) é um PRODUTO NOTÁVEL.
( )
( ) ( ) x x
x
x
x
− + +

=
− −

2 2
4
4 4
4
2
2
2
⇒ 2x = x
2
- 8 ⇒ x
2
- 2x - 8 = 0 ⇒ Bháskara ⇒ x = 4 ou x = -2.
Devemos fazer uma VERIFICAÇÃO (substituindo cada resultado encontrado na equação original).
Feito isto, observamos que a raiz -2 NÃO SERVE, pois torna NULOS o primeiro e o último
denominadores. Então, a: a raiz da equação é: x = 4
472) Um terreno retangular tem 0,8 hm de largura. Qual o seu comprimento sabendo-se que se
comprou por $259.200 pagando-se na razão de $1.500 o dam
2
?
Solução:
Vamos passar todas as medidas para dam. Assim, o 0,8 hm passa para 8 dam. O comprimento do
terreno será “x”. Sua área total será dada por: A = 8x dam
2
. Ora, temos aqui um problema que se
resolve por regra de três:
Área $
8x ÷÷÷÷ 259200
1 ÷÷÷÷ 1500
147
12000x = 259200 ⇒ x = 21,6 dam
473) Um terreno quadrado tem os lados norte e sul aumentado em 20% e os lados leste e oeste
diminuído de 20%. Podemos dizer que sua área:
Solução 1:
Seja “x” a medida de cada lado do quadrado. Ao AUMENTARMOS em 20% uma das medidas (norte-
sul), ela passa a ser 120% do que era, ou seja: 120% DE x é igual a: 1,2x
Ao DIMINUIRMOS em 20% a outra medida (leste-oeste), ela passa a ser 80% do que era, ou seja:
80% DE x, que é igual a: 0,8x. Assim, a NOVA ÁREA passa a ser de: A = 1,2x . 0,8x = 0,96x. Se
ARBITRARMOS para “x” o valor “100”, teremos que a área inicial era 100 e passou para 96, após as
modificações nas medidas do quadrado. Daqui, podemos concluir que a redução foi de “4” em “100”,
ou seja, 4%.
Solução 2:
Houve um AUMENTO de 20% e um DESCONTO de 20% SOBRE O MESMO OBJETO. Podemos
usar o método “Cuca Legal” do prof. Milton Araújo, que diz o seguinte:
Para somarmos porcentagens diretamente, devemos incluir na soma o produto dessas porcentagens
(levando em conta seus sinais).
O produto: (+20%) x (-20%) é igual a (-4%).
Somando-se tudo: +20% - 20% - 4% = - 4%.
474) Os irmãos metralha assaltam um banco e fogem com velocidade de 100 km/h. Meia hora depois
a polícia sai em seu encalço com velocidade de 120 km/h. Após quanto tempo a polícia alcançará os
bandidos? A que distância do banco isto ocorre?
Solução:
Em meia hora, os irmãos metralha percorrerão 50 km. A polícia irá tirar uma diferença de 20 km em
cada hora. Assim, o tempo necessário para que a polícia alcance os irmãos metralha será dado por:
t
d
v
t t h = ⇒ = ⇒ =
50
20
25 , .
A distância do banco que isto ocorre, pode ser obtida levando-se em consideração a velocidade da
polícia (v = 120 km/h). Verificando-se que o tempo necessário para alcançar os irmãos metralha foi de
2,5 horas, o carro da polícia percorrerá, neste tempo, uma distância de:
d v t d d = ⇒ = × ⇒ = . , 120 25 300 km
475) Um carro percorre 120 km com 12 litros de gasolina. Ao chegar no centro, por fazer muitas
marchas, percorre 80 km com 15 litros. Pergunta-se:
a) Qual o rendimento médio em km/l dos 200 km?
b) Em quanto por cento diminuiu o rendimento?
c) Em que taxa percentual aumentou o consumo a cada km?
Solução:
a) O rendimento do carro na estrada é dado por
120
12
10
km
litros
km/ l = . Na cidade, o carro tem um
rendimento de
80
15
16
3
km
litros
km/ l = . A média aqui é HARMÔNICA, que é dada por:
Mh
n
X X X
n
=
+ + +
1 1 1
1 2
...
, onde “n” é o n.º de elementos dos quais desejamos a média e X
1
, X
2
, ..., X
n

são os elementos. Na questão em tela: n = 2, X
1
= 10 e X
2
16
3
= . Substituindo-se os dados na
fórmula da Média Harmônica:
Mh Mh Mh Mh Mh Mh =
+
⇒ =
+
⇒ =
+
⇒ = ⇒ =
×
⇒ ≅
2
1
10
1
16
3
2
1
10
3
16
2
16 30
160
2
46
160
2 160
46
6 96 , km/l
.b) Queremos calcular a VARIAÇÃO PERCENTUAL, que é dada pela fórmula:
∆% =
|
\

|
.
|
×
valor final - valor inicial
valor inicial
100 , onde “valor inicial” = 10; “valor final” =
16
3
. Assim:
148
∆ ∆ ∆ ∆ % % % % =
|
\

|
.
|
|
|
|
× ⇒ =
|
\

|
.
|
|
|
|
× ⇒ =

|
\

|
.
|
|
|
|
× ⇒ = − ×
|
\

|
.
|
×
16
3
- 10
10
16 - 30
3
10
14
3
10
14
3 10
100 100 100
1
100
⇒ ∆% , ≅ −46 67%. O sinal negativo indica que houve DIMINUIÇÃO.
c) O CONSUMO é o INVERSO do RENDIMENTO! Então, o CONSUMO na estrada será dado por
1
10
litros/km, e na cidade será:
3
16
. Calculando-se, agora, a VARIAÇÃO PERCENTUAL entre estes
dois valores, teremos (procedendo do mesmo modo que no item anterior):
∆ ∆ ∆ ∆ % % % % =
|
\

|
.
|
|
|
|
× ⇒ =
|
\

|
.
|
|
|
|
× ⇒ = ×
|
\

|
.
|
× ⇒ = ×
3
16
-
1
10
1
10
15 - 8
80
1
10
10
1
100 100
7
80
100
7
8
100 ⇒
∆% , = 87 5%
476) Um fogão é vendido por $ 600,00 à vista ou com entrada de 22% e mais pagamento de $
542,88, após 32 dias. Qual a taxa de juros mensal envolvida na operação?
a) 5% b) 10% c) 15% d) 20% e) 25%
Solução:
22% DE 600 é:
22
100
600 132 × = . Após o pagamento da entrada, o saldo a ser financiado será: 600 -
132 = 468. Solicitou-se a TAXA MENSAL da operação, logo, deveremos passar o prazo (n) de DIAS
para MÊS:
32
30
. O MONTANTE vale $542,88. Substituindo-se os dados na fórmula abaixo: M = C.(1 +
i.n)
54288 468 1
32
30
54288
468
1
32
30
116 1
32
30
116 1
32
30
,
,
, , = × + ×
|
\

|
.
|
⇒ = + ×
|
\

|
.
|
⇒ = + × ⇒ − = × i i i i ⇒
016
32
30
016 30
32
015 ,
,
, = × ⇒ =
×
= i i (está na forma UNITÁRIA! Deve-se multiplicar por 100 para
passar à forma PERCENTUAL) ⇒ i = 15% a.m.
Resposta: letra c.
477) Dois capitais estão entre si como 2 está para 3. Para que, em período de tempo igual seja obtido
o mesmo rendimento, a taxa de aplicação do menor capital deve superar a do maior em:
a) 10% b) 20% c) 30% d) 40% e) 50%
Solução:
Sejam “X” e “Y” os capitais.
X
Y
=
2
3
. O MENOR capital, neste caso, será o “X”, cuja TAXA
chamaremos de “i
1

Como se quer o MESMO RENDIMENTO (Juro) em período de TEMPO igual (n), teremos:
J
1
= J
2

X . i
1
. n = Y . i
2
. n ⇒ X . i
1
= Y . i
2

X
Y
i
i
=
2
1
, mas
X
Y
=
2
3
. Então:
i
i
i i
2
1
1 2
2
3
3
2
= ⇒ = , ou i
1
= 1,5 i
2
. Isto nos indica que a taxa do MENOR capital supera a taxa do
MAIOR capital em 50% (LEMBRE-SE da fórmula da VARIAÇÃO PERCENTUAL!)
Resposta: letra e.
478) O preço a vista de uma mercadoria é de $ 100.000. O comprador pode, entretanto, pagar 20%
de entrada no ato e o restante em uma parcela única de $ 100.160, vencível em 90 dias. Admitindo-
se o regime de juros simples comerciais, a taxa de juros anuais cobrada na venda a prazo é:
a) 1,008% b) 10,08% c) 100,8% d) 2,016% e) 20,16%
Solução:
Com os 20% dados de entrada ($20.000), ficará um SALDO DEVEDOR de $ 80.000. O MONTANTE
é $ 100.160 e o prazo (dado em DIAS) é 90. Devemos transformar o prazo para ANOS (pois o
149
problema solicitou a taxa ANUAL). Assim, teremos:
90
360
1
4
= ano. Com os dados, iremos
diretamente para a fórmula: M = C . (1 + i.n)
100160 80000 1
1
4
100160
80000
1
1
4
1252 1
1
4
1252 1
1
4
= × + ×
|
\

|
.
|
⇒ = + ×
|
\

|
.
|
⇒ = + × ⇒ − = × i i i i , , ⇒
i = 1,008 (LEMBRE-SE de que esta taxa está na FORMA UNITÁRIA! Para transformarmos uma taxa
da forma unitária para a FORMA PERCENTUAL, basta multiplicarmos por 100).
I = 100,8% ao ano.
Resposta: letra c.
479) João colocou metade de seu capital a juros simples pelo prazo de 6 meses e o restante, nas
mesmas condições, pelo período de 4 meses. Sabendo-se que, ao final das aplicações, os montantes
eram de 147.000 e 108.000, respectivamente, o capital inicial era de:
a) $ 20.000 b) $ 25.000 c) $ 30.000 d) $ 60.000 e) $100.000
Solução:
Se as duas aplicações ocorreram NAS MESMAS CONDIÇÕES, isto quer dizer que a TAXA de ambas
é a mesma! Calculamos os MONTANTES das duas aplicações, pela fórmula:
M = C.(1+ i.n)
( )
147000
2
1 6 = × + ×
C
i , e
( )
108000
2
1 4 = × + ×
C
i . Temos aqui um sistema com duas equações e
duas incógnitas. Isolando-se o “C” da primeira e substituindo-se na segunda, vem:
( )
C
i
=
+ ×
294000
1 6
⇒ substituindo-se este resultado na segunda equação:
( )
( ) ( ) ( )
108000
294000
2 1 6
1 4 216000 1 6 294000 1 4 =
× + ×
× + × ⇒ × + × = × + ×
i
i i i ⇒ simplificando-se
ambos os membros por 2000, vem:
( ) ( )
108 1 6 147 1 4 108 648 147 588 648 588 147 108 × + × = × + × ⇒ + = + ⇒ − = − i i i i i i . . . . ⇒
60.i = 39 ⇒ i i = ⇒ =
39
60
13
20
. Mas queremos calcular o valor de “C”. Assim:
( )
C
i
=
+ ×
294000
1 6

( ) ( )
C C C C C C =
+ ×
|
\

|
.
|
⇒ =
+ ×
|
\

|
.
|
⇒ =
+
⇒ =
+
⇒ = ⇒ =
294000
1
13
20
6
294000
1
13
10
3
294000
1 3 9
294000
1 3 9
294000
4 9
60000
, , ,

Resposta: letra d.
480) Com os algarismos ímpares pode-se formar "n" números maiores que 200 e que tenham apenas
3 algarismos distintos. O valor de n é
a) 12 b) 24 c) 36 d) 48 e) 60
Solução:
Algarismos ímpares: 1, 3, 5, 7, 9.
Números maiores que 200 devem iniciar (neste caso!) por: 3, 5, 7, 9. Há, portanto, 4 candidatos para
a primeira posição. Para as duas posições restantes, teremos 4 candidatos. Então, devemos calcular:
4 4 4 3 48
4 2
× = × × = A
,

Resposta: letra d.
481) Um trem de passageiros é constituído de uma locomotiva e seis vagões distintos, sendo um
deles o restaurante. Sabendo que a locomotiva deve ir à frente e que o vagão restaurante não pode
ser colocado imediatamente após a locomotiva, o número de modos diferentes de montar a
composição é:
a) 720 b) 120 c) 600 d) 4320 e) 25.920
Solução:
Sem levar em consideração a posição do vagão restaurante, teríamos a solução da questão dada
por: P
6
= 720. Entretanto, se o vagão restaurante ocupar a posição logo atrás da locomotiva, restarão
as 5 posições restantes para 5 vagões, com um total de Permutações dado por: P
5
= 120. Assim, a
solução pode ser facilmente encontrada fazendo-se P
6
- P
5
= 600.
Resposta: letra c.
482) Uma torneira enche um tanque em 8h. Uma outra torneira enche o mesmo tanque em 3h. Um
150
ralo esvazia todo o tanque, sozinho em 4 horas. Estando o tanque pela metade, em quanto tempo o
tanque encherá?
a) 7h b) 4 h 48 min c) 2 h 30 min d) 11 h e) 2 h 24 min
Solução:
Neste problema, podemos aplicar diretamente o “Método da Redução à Unidade de Tempo”,
enunciado da seguinte maneira:
“O somatório dos INVERSOS dos tempos individuais é igual ao inverso do tempo conjunto”.
1
8
1
3
1
4
1
+ − =
x
. (o sinal negativo significa que o ralo está “tirando” água, enquanto as torneiras
colocam). MMC(8, 3, 4, x) = 24.x
3 8 6
24
24
24
5 24
24
5
4 8
x x x
x x
x x x
+ −
= ⇒ = ⇒ = ⇒ =
. .
. , horas para encher o tanque todo. Porém o
enunciado do problema afirma que o tanque já está pela METADE. Então, para encher a outra
metade, serão necessárias
4 8
2
2 4
,
, = horas, ou seja, 2 horas e 24 minutos.
Resposta: letra e.
483) Leandro quer enviar uma carta a Valéria. A probabilidade de que Leandro escreva a carta é de
8/10. A probabilidade de que o correio não a perca é de 9/10. A probabilidade de que o carteiro a
entregue é de 9/10. Dado que Valéria não recebeu a carta, qual a probabilidade de que Leandro não
a tenha escrito?
a) 2/10 b) 35/36 c) 25/44 d) 32/55 e) 27/64
Solução:
Vamos começar nosso raciocínio com o cálculo da probabilidade de Valéria “receber” a carta. Ora,
para que Valéria receba a carta, é necessário que:
I. Leandro a escreva (evento C); E
II. O correio não a perca (evento N); E
III. O carteiro a entregue (evento E).
Foram dados: P C ( ) =
8
10
; P N ( ) =
9
10
; P E ( ) =
9
10
.
A probabilidade de Valéria receber a carta (P(R)) é dada por: P C N E P C P N P E ( ) ( ) ( ) ( ) ∩ ∩ = × × . Os
eventos são INDEPENDENTES, razão pela qual MULTIPLICAM-SE as probabilidades individuais.
Então:
P R P C N E ( ) ( ) = ∩ ∩ = × × =
8
10
9
10
9
10
648
1000
.
Se sabemos qual é a probabilidade de Valéria receber a carta
( )
P R =
|
\

|
.
|
648
1000
, então a probabilidade
de que ela NÃO RECEBA a carta é dada por (evento complementar):
P R P R ( ) ( ) = − 1 ⇒ P R P R ( ) ( ) = − ⇒ = 1
648
1000
352
1000
.
Agora, calcularemos a probabilidade de que Leandro não tenha escrito a carta DADO QUE Valéria
não a recebeu (Probabilidade Condicional):
( )
( )
( )
P C R
P C R
P R
/ =

.
Pelos dados do problema, sabemos que
( )
P C R ∩ =
2
10
, pois, se Leandro não escreveu a carta É
ÓBVIO que Valéria não a receberá! Substituindo os valores já calculados na fórmula da probabilidade
condicional, vem:
( )
P C R / = = × =
2
10
352
1000
2
10
1000
352
25
44

Resposta: letra c.
151
484) As medidas dos lados de um triângulo são números pares consecutivos, e a medida do menor
lado é um terço da soma das medidas dos outros dois lados. O perímetro desse triângulo é?
a) 6 b) 12 c) 18 d) 24 e) 30
Solução:
Números pares consecutivos podem ser escritos da seguinte forma: “x”, “x + 2” e “x + 4”. Se a medida
do menor (“x”) é igual a um terço (1/3) da soma das medidas dos outros dois, podemos escrever:
( )
x x x = + + +
1
3
2 4 . ⇒ passando o “3” para o primeiro membro (multiplicando) ⇒
3x = 2x + 6 ⇒ x = 6 (o menor lado!). Obviamente, os outros dois lados serão iguais a 8 e 10. Desta
forma o perímetro do triângulo será igual a: 6 + 8 + 10 = 24.
Resposta: letra d.
485) O volume de um recipiente é 0,012 m
3
. Dizer que a água no seu interior ocupa
1
4
de sua
capacidade é o mesmo que dizer que o número de litros de água nele existente é
a) 2 b) 3 c) 20 d) 30 e) 200
Solução: Para a conversão de uma medida de volume em capacidade, LEMBRE-SE do seguinte:
UM LITRO É EQUIVALENTE A UM DECÍMETRO CÚBICO
Então, calculando-se 1/4 do volume dado, teremos 0,003 m
3
. Transformando-se essa medida em
decímetros cúbicos (deslocando-se a vírgula 3 casas à direita): 0,003 m
3
→ 3 dm
3
, que eqüivalem a 3
litros.
Resposta: letra b.
486) A raiz de equação 3
x
+ 3
x-1
+ 3
x-2
+ 3
x-3
= 360 é:
a) 2 b) 3 c) 4 d) 5 e) 6
Solução:
Duas regrinhas básicas de potenciação:
a) Quando estamos MULTIPLICANDO potências de MESMA BASE, devemos CONSERVAR A BASE
e SOMAR OS EXPOENTES. Ex.: 2
2
. 2
3
= 2
2 + 3
= 2
5
;
b) Quando estamos DIVIDINDO potências de MESMA BASE, devemos CONSERVAR A BASE e
SUBTRAIR OS EXPOENTES. Ex.: 2
2
÷ 2
3
= 2
2 - 3
= 2
-1
.
c) Para trocarmos o sinal do expoente de um número, devemos inverter o número. Ex.:
2
1
2
2
2

+
=
|
\

|
.
|
. Assim, podemos representar a fração:
1
2
2
por 2
2 −
, ou seja, INVERTEMOS a fração e
TROCAMOS o sinal do seu expoente.
Estas “regrinhas” são fundamentais para resolver equações exponenciais do tipo proposto acima.
Observa, por exemplo, que 3
x-1
veio de
3
3
1
x
, que também poderia ser escrito na forma: 3 3
1 x
.

.
Observa que a fração
1
3
1
foi escrita INVERTIDA E TEVE O SINAL DO SEU EXPOENTE TROCADO.
Agora, observando a equação exponencial dada, verificamos que o 3
x
aparece em TODOS os termos
do primeiro membro. Desse modo, podemos colocá-lo EM EVIDÊNCIA:
( )
3 1 3 3 3 360
1 2 3 x
. + + + =
− − −
⇒ 3 1
1
3
1
3
1
3
360
1 2 3
x
. + + +
|
\

|
.
|
=
+ + +
⇒ 3 1
1
3
1
9
1
27
360
x
. + + +
|
\

|
.
|
=
Dentro do parênteses acima, o MMC é 27.
3
27 9 3 1
27
360
x
.
+ + + |
\

|
.
|
= ⇒ 3
40
27
360
x
.
|
\

|
.
|
=
Passando a fração para o outro lado (ela passará INVERTIDA, pois o 27 está dividindo e deverá
passar MULTIPLICANDO e o 40 está multiplicando e deverá passar DIVIDINDO)
3
360 27
40
x
. =
×
⇒ 3 9 27
x
. = ×
Agora decompondo o “9” e o “27” em fatores primos...
3 3 3
2 3 x
. = × (Aqui temos uma MULTIPLICAÇÃO DE POTÊNCIAS DE MESMA BASE. Aplica-se a
primeira regra vista acima!)
3 3
5 x
. = . Temos uma IGUALDADE onde as bases são iguais, logo as potências também devem ser
152
iguais. Desse modo: x = 5 é a solução da equação.
Resposta: letra d.
487) Dois cavalos galopam em sentidos contrários com velocidade constante de 30 m/s. No instante
em que eles se encontram a 60 metros um do outro uma mosca parte do focinho de um deles em
direção ao outro com velocidade constante de 50 m/s e tal modo que ao chegar no focinho do outro
imediatamente retorna de onde sai e continua nesse percurso até que os focinhos dos cavalos se
encontrem e a esmaguem. A pergunta é: quantos metros terá voado a mosca até sua morte?
a) 50 b) 60 c) 100 d) 120 e) 200
Solução:
A velocidade relativa dos dois cavalos é dada pela SOMA de suas velocidades (dois móveis
deslocando-se em sentidos contrários, têm suas velocidades somadas, ao passo que, quando um
persegue o outro, suas velocidades devem ser subtraídas).
V
R
= 60 m/s.
Nestas condições, o tempo necessário para que os cavalos se encontrem será:
t
d
v
R
= = =
60
60
1 segundo.
Ora, se os cavalos irão encontrar-se em 1 segundo, este é o tempo que a mosca tem para voar. Com
uma velocidade de 50 m/s, em um segundo a mosca voará 50 metros!
Resposta: letra a.
488) Com os algarismos 1, 2, 3, 4 e 5, formam-se números de 5 algarismos. Colocando-os em ordem
crescente, qual a posição do n.º 23415.
a) 25ª b) 30ª c) 32ª d) 33ª e) 43ª
Solução:
a) Fixando o algarismos “1” na primeira posição, sobram 4 algarismos para as 4 restantes posições.
Então temos P
4
= 24 números;
b) Fixando os algarismos “2” e “1” nas duas primeiras posições, sobram 3 algarismos para as 4
posições restantes. Assim, teremos: P
3
= 6 números;
c) Fixando-se os algarismos “2”, “3” e “1” nas três primeiras posições, sobram 2 algarismos para as 2
posições restantes. Então: P
2
= 2 números;
d) E, finalmente, o próximo número já será aquele para o qual desejamos saber a posição.
SOMANDO-SE os resultados parciais (passos “a” a “d” acima): 24 + 6 + 2 + 1 = 33. Ou seja, o
número 23415 encontra-se na 33ª posição.
Resposta: letra d.
489) Um homem contrata para fazer um serviço alguém que lhe cobra 4200 moedas. O operário
despende no trabalho, 6 dias a mais que supunha e verifica ter ganho por dia 80 moedas a menos do
que premeditara. Em quantos dias supôs que terminaria?
a) 30 b) 27 c) 24 d) 21 e) 15
Solução:
O serviço foi contratado para ser terminado em “x” dias, mas foi feito em “x + 6” dias.
Se o operário tivesse terminado o serviço dentro do prazo, teria ganho, por dia, o equivalente a
4200
x
moedas. Entretanto, ao atrasar o serviço, seu ganho diário ficou equivalente a
4200
6 x +
. O
enunciado do problema diz que o ganho inicial diário do operário ficou, desta forma, reduzido de 80
moedas. Podemos, então, montar uma equação:
4200
x
- 80 =
4200
6 x +
⇒ resolvendo a equação, cujo MMC é x.(x + 6), chegaremos à equação do
segundo grau ⇒ x
2
+ 6x - 315 = 0 ⇒ resolvendo a equação (Bháskara) ⇒ x = 15.
Resposta: O operário combinou, inicialmente, terminar o serviço em 15 dias.
Resposta: letra e.
490) Sendo a²+ b²= 70 ab, calcule
( )
log
5
2
a b
ab
+
em função de m = log
5
2 e n = log
5
3.
a) 2m + 3n b) 3m + 2n c) 3mn d) 6mn e)
3
2
m
n

Solução:
No logaritmo do problema, iremos expandir
( )
a b a ab b + = + +
2
2 2
2
153
Como a b ab
2 2
70 + = , teremos:
log log log .
5 5 5
3 2
72
72 2 3
ab
ab
= = . Expandimos o log ao lado pela propriedade do LOGARITMO DO
PRODUTO: log . .log .log
5
3 2
5 5
2 3 3 2 2 3 = + . Como m = log
5
2 e n = log
5
3. Então a resposta será
3m + 2n
Resposta: letra b.
491) Duas torneiras, funcionando juntas, enchem um reservatório em 15 min. Se funcionarem
isoladamente a segunda gastará 16 min a mais que a primeira. Achar o tempo que gasta cada uma
para encher o reservatório.
a) 15 min e 31 min b) 25 min e 41 min c) 40 min e 56 min
d) 24 min e 40 min e) 30 min e 46 min
Solução:
Vamos enunciar o Método da Redução à Unidade de Tempo:
“O somatório dos INVERSOS dos tempos individuais é igual ao inverso do tempo conjunto”.
Aqui, o “tempo conjunto” é 15 min, a primeira gasta “X” minutos para encher o tanque sozinha e a
segunda gasta “X + 16” minutos para encher o tanque sozinha. A equação fica:
1 1
16
1
15 X X
+
+
= ⇒ o MMC será igual a 15.X.(X + 16) ⇒
( )
( )
( )
( )
15 16 15
15 16
16
15 16
. .
. .
.
. .
X X
X X
X X
X X
+ +
+
=
+
+

( ) ( )
15 16 15 16 . . . X X X X + + = + ⇒
15X + 240 + 15X = X
2
+ 16X ⇒ X
2
- 14X - 240 = 0 ⇒ (Bháskara) ⇒ X = 24
Resposta: Uma torneira realiza o trabalho (sozinha) em 24 min e a outra em 40 min.
Resposta: letra d.
492) Dois operários gastam 6 dias para fazer juntos uma obra. O primeiro gasta 5 dias a mais que o
segundo para fazê-la sozinho. Quantos dias gastaria o segundo se trabalhasse isoladamente?
a) 3 b) 4 c) 5 d) 6 e) 7
Solução:
Este problema é análogo ao anterior. Aplicando-se aqui o mesmo método teremos:
1 1
5
1
6 X X
+
+
= ⇒ Tirando-se o MMC entre “X”; “(X + 5)” e “6”, teremos:
( )
( )
( )
( )
( ) ( )
6 5 6
6 5
5
6 5
6 5 6 5 6 30 5
2
. .
. .
.
. .
. . . . .
X X
X X
X X
X X
X X X X X X X
+ +
+
=
+
+
⇒ + + = + ⇒ + = + ⇒
X X
2
30 0 − − = ⇒ Bháskara ⇒ X’ = 6 e X” = -5 (a resposta negativa obviamente NÃO SERVE!).
assim: X = 6 dias.
Resposta: letra d.
493) Comprou-se vinho a $ 4,85 o litro e chope a $ 2,50 o litro. O n.º de litros de chope ultrapassa o
de vinho em 25 e a soma paga pelo vinho foi de $ 19,75 a mais do que a paga pelo chope. A
quantidade de litros de vinho comprada foi de...
a) 15 b) 30 c) 35 d) 40 e) 50
Solução:
“X” - quantidade de vinho; “Y” - quantidade de chope
Y = X + 25 (o n.º de litros de chope ultrapassa o de vinho em 25 litros)
4,85.X = 2,5.Y + 19,75 (soma paga pelo vinho “4,85.X” é “19,75 a mais” do que a paga pelo chope
“2,5.Y”.). “Arrumando” as equações em um sistema:
− + =
− =
¦
´
¹
X Y
X Y
25
4 85 2 5 1975 , , ,
⇒ como queremos calcular a quantidade de vinho “X”, iremos eliminar a
variável “chope”, que é “Y”, multiplicando a primeira equação por 2,5:
− + =
− =
¦
´
¹
25 25 625
4 85 2 5 1975
, , ,
, , ,
X Y
X Y
⇒ somando-se as equações membro a membro:
2,35X = 82,25 ⇒ X = 35.
Resposta: letra c.
494) um negociante recebeu 108 ovos que colocou em 2 cestas. A um freguês vendeu 1/3 dos ovos
154
da 1º cesta e a outro 1/6 dos ovos da 2º cesta. As duas cestas agora tem o mesmo número de ovos.
Quantos ovos havia em cada cesta?
a) 48 e 60 b) 40 e 68 c) 30 e 78 d) 50 e 58 e) 45 e 63
Solução:
Seja: “X” a quantidade de ovos da primeira cesta.
Obviamente, a segunda cesta ficará com (108 - X) ovos.
a) Se ele vendeu 1/3 dos ovos da primeira cesta, restam ainda 2/3 dos ovos na cesta, ou seja:
2
3
. X
(equação 1)
b) Se ele vendeu 1/6 dos ovos da segunda cesta, restam ainda na cesta 5/6 dos ovos que havia
inicialmente, ou seja:
5 108
6
.( ) − X
(equação 2)
Conforme os dados do problema, devemos igualar a equação 1 com a equação 2.
2
3
. X
=
5 108
6
.( ) − X
. Resolvendo, teremos: 4.X = 540 - 5.X ⇒ 9.X = 540 ⇒ X = 60
A primeira cesta tinha 60 ovos e a segunda 48.
Resposta: letra a.
495) O resultado da multiplicação dos noventa e nove fatores
(1-1/2).(1-1/3).......(1-1/99).(1-1/100)
a) 100 b) 1 c) 0,1 d) 0,01 e) 10
Solução:
Em cada um dos parênteses deve-se tirar o MMC. Assim, ficamos com:
1
2
2
3
3
4
97
98
98
99
99
100
× × × × × × ... . Simplificando a expressão obtida, ficamos com
1
100
0 01 = ,
Resposta: letra d.
496) Uma superfície foi planejada para ser coberta de n lajotas de comprimentos a e largura b. Se
dispomos de um tipo de lajotas cujo comprimento é 25% maior, a nova largura, para que seja coberta
a mesma superfície com n lajotas, deverá ser de
a) 80% do valor inicial b) 60% do valor inicial
c) 50% do valor inicial d) 40% do valor inicial
e) 25% do valor inicial
Solução:
Inicialmente, a área de cada lajota é dada por: A
1
= a.b
Supondo que a largura da lajota seja “a”, ao ser aumentada de 25%, ficará igual a:
a a a + =
25
100
125
100
. . . Esta “nova” lajota terá um comprimento igual a “b
1
”. E a sua área será dada por:
A
2
=
125
100
.a.b
1
. A área da “nova” lajota deverá ser igual à área da “antiga” lajota:
a b a b . . . =
125
100
1
. Isolando-se o valor de b
1
, teremos: b
b
1
100
125
=
.
⇒ b
b
1
4
5
=
.
. Daqui podemos
concluir que o comprimento passou a ser
4
5
do seu valor inicial. Ou ainda: o novo valor é, agora, 80%
do que era. Portanto, houve uma REDUÇÃO DE 20%.
Nota: para transformar uma fração em porcentagem, multiplica-se o seu denominador por 100 e
efetua-se a divisão. Isto foi feito com a fração
4
5
para se chegar aos 80%...
Resposta: letra a.
497) Carlos e Antônio, trabalhando juntos colocam 90 m quadrados de piso em 3 dias. Se Carlos
sozinho, coloca 180 m em 10 dias, quantos dias Antônio, sozinho colocará 60 m quadrados.
a) 3 b) 4 c) 5 d) 6 e) 7
Solução:
Este problema pode ser resolvido de forma DIRETA com a fórmula da “Média Harmônica Ponderada”,
que pode ser enunciada da seguinte forma:
“O somatório dos produtos de cada peso pelo inverso do seu respectivo tempo será igual ao inverso
do tempo coletivo multiplicado pelo seu respectivo peso”
155
O enunciado acima pode ser escrito pela fórmula abaixo:
1 1 1 1 1
1
1
2
2
3
3
t
p
t
p
t
p
t
p
t
p
n
n
. . . . ... . = + + + + , onde “t” é o tempo coletivo, “p” é o total do trabalho que os
dois conseguem realizar “juntos”; t
1
, t
2
, t
3
, ..., t
n
são os tempos “individuais” de cada trabalhador, e p
1
,
p
2
, p
3
, ..., p
n
são as quotas de trabalho que cada um consegue realizar.
Aqui os pesos são as áreas de piso que cada um consegue colocar. Substituindo-se os dados do
problema na fórmula:
1
3
90
1
10
180
1
60 . . . = +
x
⇒ 30 18
60
= +
x
⇒ 30 18
60
− =
x
⇒ 12
60
=
x
⇒ x =
60
12
⇒ x = 5
Resposta: letra c.
498) 15 pessoas trabalhando 10 h/dia fabricam 2.400 peças em 20 dias. Quantas peças serão
produzidas por 25 pessoas que em 18 dias trabalham 9 h/dia.
a) 3240 b) 4320 c) 4800 d) 2400 e) 3600
Solução:
Temos outro problema de regra de três composta. Esta é uma boa oportunidade para você verificar
se entendeu a explicação dada na questão 500, seguindo os passos, um a um até encontrar a
solução final! Então, apresentarei a solução sem as explicações dadas acima.

Pessoas h/dia peças dias
15 ÷÷÷ 10 ÷÷÷ 2400 ÷÷÷ 20
25 ÷÷÷ 9 ÷÷÷ X ÷÷÷ 18
direta direta direta
x =
× × ×
× ×
2400 25 9 18
15 10 20

Simplificando, obteremos X = 3240 peças.
(Acompanhe na questão 500 a resolução de uma regra de três composta passo a passo!)
Resposta: letra a.
499) Se 2/5 de uma carga custam $ 240, 3/4 da mesma carga custará?
a) 180 b) 540 c) 420 d) 450 e) 600
Solução 1: Podemos resolvê-lo diretamente por meio de uma regra de três simples:
2/5 ÷÷÷÷÷÷ 240
3/4 ÷÷÷÷÷÷ X
Podemos ainda SIMPLIFICAR as frações contidas na regra de três acima, considerando o MMC entre
5 e 4 (que é 20!). Assim, ficaremos com a seguinte regra de três:
8 ÷÷÷÷÷÷ 240
15 ÷÷÷÷÷÷ X
X =
×
=
240 15
8
450
Solução 2:
A carga TODA corresponde a “X”. Então, 2/5 DE X vale 240. Em matemática, as palavras “DE” e
“CADA” significam MULTIPLICAÇÃO. Assim:
2
5
240 600 × = ⇒ = X X . A carga TODA custa, portanto, $ 600. Queremos, agora, calcular 3/4 deste
valor:
3
4
600 450 × ⇒ = X
Resposta: letra d.
500) 32 homens constroem 50 m de calçada em 28 dias, trabalhando 7 h/dia. Em quanto tempo 48
homens construirão 90 m de calçada trabalhando 8 h/dia?
a) 29 dias 9 horas e 36 minutos b) 30 dias 3 horas e 12 minutos
c) 29 dias 3 horas e 12 minutos d) 31 dias e 6 horas
e) 40 dias.
Solução:
Montamos uma regra de três composta:

156

homens metros dias h/dia
32 ÷÷÷ 50 ÷÷÷ 28 ÷÷÷ 7
48 ÷÷÷ 90 ÷÷÷ X ÷÷÷ 8
inversa direta inversa
Para resolver uma regra de três composta consulte nosso “passo a passo”.

X = 29,4 dias, ou 29 dias e mais 9 horas e 36 minutos de trabalho.
Observe que aqui estamos tratando de dias de trabalho. Um dia de trabalho, neste caso, tem 8 horas.
Assim, 0,4 x 8 = 3,2 horas. Convertendo a fração 0,2 h para minutos, encontraremos: 0,2 x 60 = 12
minutos.
A resposta será, então: 29 dias, 3 horas e 12 minutos.
Resposta: letra c.

ÍNDICE POR ASSUNTOS
CONTEÚDO Conjuntos Numéricos Operações nos Conjuntos Numéricos Sistemas de numeração MMC MDC Expressões Conversão de Unidades Regras de Três Porcentagem Problemas de Compra e Venda Razão e Proporção Divisão Proporcional Regra de Sociedade Escalas Seqüências Numéricas Progressões Médias Funções Equação do 1º grau Função do 1º grau Sistemas de Equações Equação do 2º grau Função do 2º grau Equações Algébricas Inequações Logaritmos Equações Logarítmicas Função Logarítmica Equações Exponenciais Função Exponencial Juros Simples Desconto Simples Juros Compostos Taxas Rendas Financeiras Sistemas de Amortização Mercado Financeiro (papéis) Polinômios Análise Combinatória Probabilidade Geometria Espacial Geometria Plana Geometria Analítica Trigonometria Estatística Descritiva Raciocínio Lógico Matemático QUESTÕES 5, 23, 41, 75, 81, 205, 207, 243, 250, 339, 394 11, 13, 42, 54, 58, 66, 79, 112, 114, 163, 164, 166, 178, 183, 192, 202, 213, 223, 242, 255, 263, 264, 265, 275, 284, 285, 303, 315, 326, 327, 407, 413, 495 22 52, 113, 190, 305 304, 349 80, 89, 90, 109, 140, 188 15, 56, 293, 296, 299, 405 7, 14, 40, 55, 71, 132, 143, 156, 161, 171, 172, 217, 228, 239, 249, 252, 268, 277, 278, 312, 313, 316, 357, 361, 367, 398, 402, 409, 418, 441, 463, 498, 499, 500, 501 6, 10, 16, 17, 60, 65, 83, 84, 91, 92, 93, 94, 99, 103, 115, 128, 144, 162, 174, 175, 181, 184, 218, 224, 240, 251, 253, 267, 286, 287, 306, 319, 320, 325, 328, 342, 362, 365, 366, 389, 391, 393, 401, 415, 434, 445, 462, 467, 473, 496 229, 230, 322, 324, 406 39, 69, 76, 85, 129, 148, 158, 167, 168, 309, 311, 372, 380, 390, 436, 459, 477 12, 108, 157, 169, 170, 193, 214, 231, 321, 368, 431, 442, 443, 444, 455, 456, 466 173, 180 117, 216 136 8, 9, 28, 29, 63, 67, 70, 151, 201, 353, 364, 375, 437, 438 1, 2, 57, 123, 139, 149, 153, 191, 237, 256, 259, 260, 356, 359, 370, 371, 373, 374, 376, 395, 410, 411, 412, 416, 457, 458, 464, 475, 482, 491, 492, 497 244, 245, 269, 332 72, 130, 165, 199, 310, 317, 329, 337, 351, 355, 358, 397, 433, 484, 494 101, 146, 147, 291 3, 4, 27, 100, 111, 131, 134, 145, 159, 187, 189, 209, 226, 307, 307, 314, 318, 323, 350, 352, 354, 369, 381, 396, 399, 408, 417, 454, 461, 493 19, 26, 110, 222, 340, 386, 446, 448, 468 44, 221, 270, 294, 343, 470 379, 440, 469, 471, 489 20, 118, 196, 283 31, 290, 490 30, 43 121, 271, 344 119, 142, 194, 292, 486 293 32, 45, 46, 86, 95, 116, 176, 177, 182, 197, 200, 219, 232, 236, 289, 452, 460, 476, 478, 479 18, 37, 220 33, 36, 47, 48, 105, 234, 238, 273, 341 34, 104, 235 38, 49, 106, 107 50, 51 35 24, 330, 331 61, 127, 138, 154, 160, 195, 210, 225, 246, 247, 279, 280, 282, 300, 335, 377, 382, 400, 419, 421, 422, 423, 424, 447, 449, 450, 480, 481, 488 126, 135, 208, 248, 254, 281, 301, 302, 336, 347, 348, 385, 387, 403, 425, 426, 427, 428, 429, 430, 451, 483 64, 98, 125, 133, 150, 152, 155, 179, 215, 241, 276, 298, 333, 345, 346, 378, 384, 432, 485 25, 59, 68, 73, 77, 78, 82, 87, 88, 96, 97, 120, 122, 141, 211, 227, 233, 266, 272, 274, 288, 295, 297, 334, 388, 392, 465, 472 212 206 257, 258, 261 21, 53, 62, 74, 124, 137, 185, 186, 198, 203, 204, 363, 383, 404, 414, 420, 436, 439, 453, 474, 487

4

TCU/1995 (ESAF) 1) No colégio Nossa Senhora do Perpétuo Socorro o critério de avaliação é baseado na média ponderada das notas de três provas, tendo a nota da 1ª prova peso 1, a da 2ª prova peso 2 e a da 3ª prova peso 3. Se tal média for igual ou superior a 6,5 o aluno é dispensado das atividades de recuperação. Abelardo obteve 6,3 na primeira prova e 4,5 na segunda. Para ser dispensado, Abelardo precisa tirar uma nota no mínimo igual a: a) 7,0 b) 7,57 c) 7,6 d) 7,7 e) 7,9 Solução: A média ponderada (Mp) é calculada pela seguinte fórmula: N . p + N2 . p 2 + N3 . p 3 +...+Nn . p n Mp = 1 1 , onde: N1, N2, N3,..., Nn são as notas e p1, p2, p3,..., pp são os p1 + p 2 + p 3 +...+p n respectivos pesos. Substituindo-se os dados conhecidos na fórmula da média ponderada, teremos: 6,3 + 9 + 3.N3 6,3 × 1 + 4,5 × 2 + N3 × 3 = 6,5 ⇒ 15,3 + 3.N3 = 6,5 × 6 ⇒ 6,5 = ⇒ 6 1+ 2 + 3 23,7 15,3 + 3.N3 = 39 ⇒ 3.N3 = 39 − 15,3 ⇒ 3.N3 = 23,7 ⇒ N3 = ⇒ N3 = 7,9 3 Resposta: letra e. 2) A média aritmética das idades dos candidatos a um concurso público federal é de 36 anos. Quando separados por sexo, essa média é de 37 anos para o grupo do sexo masculino e 34 para o grupo do sexo feminino. A razão entre o número de homens e mulheres é: 1 37 34 36 b) c) 2 d) e) a) 2 34 37 34 Solução: Vamos assumir que existem “x” candidatos do sexo masculino e “y” candidatos do sexo feminino. Considerando-se, também, que a soma das idades de todos os candidatos do sexo masculino seja Σ X e a soma das idades de todos os candidatos do sexo feminino seja ΣY. com essas considerações, podemos escrever a seguinte equação: Σ X + ΣY = 36 . Sabemos, ainda, que, quando separados por sexo: x+y ΣY ΣX = 37 e = 34 . Isolando-se Σ X e Σ Y nas duas últimas equações... x y ΣX = 37. x e ΣY = 34. y . Agora, vamos substituir esses dois resultados lá na primeira equação:

37. x + 34. y = 36 ⇒ 37x + 34y = 36.(x + y) ⇒ 37x + 34y = 36x + 36y ⇒ (isolando-se o “x” no primeiro x+ y membro e o “y” no segundo) ⇒ 37x - 36x = 36y - 34y ⇒ x = 2y ⇒ (o problema solicitou o cálculo da x razão entre “x” e “y”) ⇒ =2 y Resposta: letra c. 3) Isaura tem o dobro da idade de Juraci, que é um ano mais velha que Benedita. Sabendo que daqui a dois anos a soma das idades de Isaura, Juraci e Benedita será igual a 77 anos, qual a idade de Benedita daqui a 8 anos? a) 16 b) 17 c) 18 d) 25 e) 36 Solução: Sejam: “x” a idade de Isaura, “y” a idade de Juraci e “z” a idade de Benedita. Então, com os dados do problema, podemos escrever: x = 2y (Isaura tem o dobro da idade de Juraci) ⇒ equação 1 y = z + 1 (Juraci é um ano mais velha que Benedita) ⇒ equação 2 x + 2 + y + 2 + z + 2 = 77 (todas as idades estão acrescidas de 2 anos) Da última equação: x + y + z + 6 = 77 ⇒ x + y + z = 77 - 6 ⇒ x + y + z = 71. (equação 3) Agora, manipulamos algebricamente as equações 1 e 2: x = 2y, mas y = z + 1, então: x = 2.(z + 1) ⇒ x = 2z + 2. Temos agora “x” e “y” relacionados a “z”. Voltando à equação 3:

5

2z + 2 + z + 1 + z = 71 ⇒ 4z + 3 = 71 ⇒ 4z = 71 - 3 ⇒ 4z = 68 ⇒ z =

68 ⇒ z = 17. 4

Benedita tem hoje 17 anos. Daqui a 8 anos terá 17 + 8 = 25 anos. Resposta: letra d. 4) Eduardo possui duas contas bancárias: uma no Banco Alpha e outra no Banco Lótus. O saldo de sua conta no Banco Alpha possui 3 unidades monetárias a menos do que o seu saldo no Banco Lótus. Além disso, o dobro de seu saldo no Banco Alpha mais o triplo de seu saldo no Banco Lótus é igual a 24 unidades monetárias. Os saldos de Eduardo nos Bancos Alpha e Lótus são, respectivamente: a) 1 e 3 b) 3 e 6 c) 4 e 7 d) 5 e 8 e) 6 e 9 Solução: Seja “x” o saldo no Banco Alpha e “y” o saldo no Banco Lótus. Assim, podemos escrever: x=y-3 2x + 3y = 24. Temos um sistema de duas equações e duas incógnitas. Vamos aproveitar a primeira equação e resolvê-lo por substituição: 30 ⇒ y = 6. 2.(y - 3) + 3y = 24 ⇒ 2y - 6 + 3y = 24 ⇒ 5y = 24 + 6 ⇒ 5y = 30 ⇒ y = 5 Voltando à primeira equação, teremos o valor de “x”: x=6-3⇒x=3 Resposta: letra b. 5) Numa escola de apenas 800 alunos, é sabido que 200 deles gostam de pagode; 300 de rock e 130 de pagode e de rock. Quantos alunos não gostam nem de pagode nem de rock? a) 430 b) 560 c) 670 d) 730 e) 800 Solução: Sejam: n(P) o n.º de alunos que gostam de pagode; n(R) o n.º de alunos que gostam de rock. Então: n(P ∪ R) = n(P) + n(R) − n(P ∩ R) ⇒ fórmula da União de dois eventos. n(P ∪ R) = 200 + 300 − 130 ⇒ n(P ∪ R) = 370 . Como temos 370 alunos que gostam de pagode OU de rock e a escola tem um total de 800 alunos, segue-se que (800 - 370) 430 não gostam nem de pagode nem de rock. Resposta: letra a. TFC/1996 (ESAF) 6) O jornal Correio Braziliense publicou, em 12/1/97, na reportagem “MEC ensaia mudanças em universidades”, um parágrafo assim redigido: (...) Esses (salários), no entanto, são engordados com vantagens típicas do serviço público federal – adicionais por tempo de serviço, função comissionada e gratificação de atividade executiva, por exemplo, que multiplica por 160% o salário-base de todos os servidores públicos federais. Sabendo que a gratificação de atividade executiva corresponde a um adicional de 160% sobre o salário-base do servidor público, a frase sublinhada no texto estaria correta se tivesse sido redigida do seguinte modo: a) que multiplica por 1,6 o salário-base de todos os servidores públicos federais. b) que multiplica por 2,6 o salário-base de cada servidor público federal. c) que multiplica por 160 o salário-base de cada servidor público federal. d) que acrescenta ao salário-base de todos os servidores públicos federais um valor superior ao dobro do salário-base. e) que torna o salário de cada servidor público federal superior ao triplo do salário-base. Solução: Um modo direto para se resolver este tipo de questão é: sempre que um número ou uma importância será ACRESCIDA de um percentual, o valor final será dado pela multiplicação desse número ou importância por (1 + i), onde “i” é a taxa percentual de acréscimo colocada sempre na forma UNITÁRIA. Desse modo, como aqui não temos a importância sobre a qual iremos acrescer os 160%, diremos que tal importância é igual a S (Salário). Então: S . (1 + 1,6) = 2,6 . S. O salário-base ficará MULTIPLICADO por 2,6, quando acrescido em 160%. Resposta: letra b. 7) Uma impressora laser realiza um serviço em 7 horas e meia, trabalhando na velocidade de 5.000 páginas por hora. Outra impressora, da mesma marca mas de modelo diferente, trabalhando na velocidade de 3.000 páginas por hora, executará o serviço em a) 10 horas e 20 min b) 11 horas e 20 min c) 11 horas e 50 min.
6

d) 12 horas e 30 min e) 12 horas e 50 min. Solução: Uma regra de três simples INVERSA resolve o problema. Lembre-se SEMPRE de que regras de três envolvendo VELOCIDADE são sempre INVERSAS! Tempo velocidade  5000 ↑ 7,5  x↓  3000  7,5 . 5000 X= = 12,5 h ou 12 h 30 min. CUIDADO ao converter fração de horas em minutos! 3000 Resposta: letra d. 8) O preço de um estacionamento é R$ 1,50 pela primeira hora ou fração da hora. Após esse período, o valor da hora ou fração é R$ 1,00, decrescendo a cada hora em progressão aritmética, até a décima segunda, cujo valor é R$ 0,40. Se um automóvel ficar estacionado oito horas e meia nesse local, o motorista pagará a) R$ 6,58 b) R$ 6,96 c) R$ 7,82 d) R$ 8,04 e) R$ 8,36. Solução: iremos, primeiramente, determinar a RAZÃO da P.A. Dos dados do problema, sabemos que: a1 = 1; n = 12; a12 = 0,4. Utilizando-se a fórmula do termo geral da P.A.: an = a1 + (n - 1) . r e substituindo os dados do problema, vem: 0,6 . Agora, se o automóvel ficou estacionado 0,4 = 1 + 11.r ⇒ 0,4 - 1 = 11.r ⇒ 11.r = -0,6 ⇒ r = − 11 por oito horas e meia, significa que, na primeira hora, pagou R$ 1,50, e, nas outras sete horas e meia (lembre de que o problema fala que o valor é pago por hora ou por fração de hora, então qualquer fração de hora será contada como uma hora INTEIRA!) irá pagar: (a1 + an ). n . Fórmula da soma dos “n” termos de uma P.A.: Sn = 2 Se observarmos a fórmula acima, veremos que não temos o último termo da progressão (que, no nosso caso, é o oitavo termo). Iremos calculá-lo pela fórmula do termo geral dada anteriormente: 11 − 4,2 6,8  0,6  , e: = a 8 = 1 + 7.  −  ⇒ a8 =  11  11 11

6,8   1 +  .8  6,8  , 712 11    17,8   11 + 6,8  S8 = ⇒ S8 = 1 + . Este  .4 ⇒ S 8 =   .4 ⇒ S 8 =   .4 ⇒ S 8 =   11   11  11  11 2 valor deverá ser somado com os R$ 1,50 da primeira hora: , , 712 16,5 + 712 87,7 , = = 15 + (efetuando a divisão aproximadamente) ⇒ R$ 7,97. 11 11 11 Entre as opções apresentadas, a que mais se aproxima do valor encontrado acima é a letra d. entretanto, o gabarito oficial aponta a letra c como sendo a correta. COMENTÁRIO: Esta questão apresenta um ponto controverso no seu enunciado. Observe o ponto que diz: ”Após esse período, o valor da hora ou fração é R$ 1,00, decrescendo a cada hora em progressão aritmética, até a décima segunda, cujo valor é R$ 0,40.” Os “grifos” indicam que a primeira hora NÃO ESTÁ INCLUÍDA nas 12 horas da progressão, que inicia em R$ 1,00 e vai até R$ 0,40. Em outras palavras: a expressão Após esse período NÃO INCLUI a primeira hora entre as 12 horas que compõem a progressão! 9) Certo digitador, trabalhando sem interrupções, consegue dar 2.400 toques na primeira hora de trabalho do dia, 1.200, na segunda hora, 600, na terceira, e assim sucessivamente. O tempo mínimo necessário para que ele cumpra um trabalho que exija 4.725 toques é a) impossível de ser determinado b) 5 h c) 5 h e 10 min d) 5 h e 30 min e) 6 h. Solução 1: O número máximo de toques que o digitador irá conseguir será 4800 (limite da soma), quando o número de horas de trabalho tende ao infinito. Entretanto, devemos abandonar esse raciocínio, uma vez que se quer calcular o tempo necessário para perfazer 4.725 toques. Desse modo, iremos resolver o problema tratando-o como uma PG FINITA, onde a razão deverá ser maior do que 1. Neste caso, o número de toques dados na primeira hora, na verdade será o ÚLTIMO termo da progressão, e, sua razão será igual a 2. Assim, utilizaremos as duas fórmulas conhecidas para PG:
7

q−1 Como dissemos que an = 2400 e q = 2, com a fórmula do termo geral calcularemos o PRIMEIRO termo da nossa progressão, que é: 2400 2400 = a1.2 n−1 ⇒ a1 = n−1 . Agora, utilizando-se a fórmula da soma, com Sn = 4.725, teremos: 2 2400 n . 2 −1 2400 2400 2400 2 n−1 4725 = ⇒ 4725 = n −1 . 2 n − 1 ⇒ 4725 = n −1 .2 n − n−1 ⇒ 2−1 2 2 2 4800 4800 4800 4800 ⇒ 75 = ⇒ 2n = ⇒ 2n = 64 ⇒ 4725 = 4800 − n ⇒ 4725 − 4800 = n n 75 2 2 2 2n = 26 ⇒ n = 6 Solução 2: Se o funcionário digita, a cada hora, metade do que digitou na hora anterior, então vale o esquema abaixo: 2400 2 1200 2 ↑ 1ª hora 600 2 ↑ 2ª hora 300 2 ↑ 3ª hora 150 2 ↑ 4ª hora 75 ↑ 5ª hora ↑ 6ª hora Em 6 horas de trabalho, somam-se: 2400 + 1200 + 600 + 300 + 150 + 75 = 4725 páginas. Resposta: letra e. 10) Um microcomputador, com determinada configuração, é vendido nas lojas A e B. O preço na loja A é R$ 180,00 mais alto que na loja B. Se a loja A oferecer um desconto de 5%, os preços nas duas lojas serão iguais. Se X representa o preço do microcomputador na loja B, em reais, então X satisfaz à condição a) X < R$ 3.000,00 b) R$ 3.000,00 < X < R$ 3.500,00. c) R$ 3.500,00 < X < R$ 3.700,00 d) R$ 3.700,00 < X < R$ 3.900,00. e) X > R$ 3.900,00. Solução: CUIDADO com a tentação de dizer que a diferença de preços de R$ 180,00 entre A e B representa 5%... Pelos dados do problema, se X representa o preço do microcomputador B, então o preço de A será: X + 180. Agora, se reduzirmos este preço em 5%, ele se tornará igual a X. Uma forma direta de resolver seria pensar no seguinte: Se o preço do computador A eqüivale a 100% e iremos reduzi-lo em 5%, então ele passará a ser 95% do que era. Assim, bastará multiplicarmos o seu preço antigo por 0,95 para obtermos o novo preço: 171 = 3420 0,95 . (X + 180) = X ⇒ 0,95.X + 171 = X ⇒ (isolando-se X) ⇒ 0,05.X = 171 ⇒ X = 0,05 Resposta: letra b. TFC/1997 (ESAF) 11) Determinar o número que é preciso somar aos termos da fração 7/17, para se obter a fração 3/4: a) 5 b) -10 c) 12 d) 18 e) 23 Solução:  7+x  Preste atenção! O número deve ser somado AOS DOIS TERMOS da fração   . Desse modo:  17 + x 

Fórmula do Termo Geral: a n = a1. q

n −1

,

e

Fórmula da Soma Finita: Sn =

a 1. qn − 1

(

)

(

)

(

)

7+x 3 = ⇒ 4.(7 + x) = 3.(17 + x) ⇒ 28 + 4x = 51 + 3x ⇒ 4x - 3x = 51 - 28 ⇒ x = 23 17 + x 4 Resposta: letra e. 12) Um número é dividido em duas partes diretamente proporcionais a 3 e a 2, respectivamente. Dado que o quadrado da primeira parte menos quarenta vezes a segunda parte é 2.000, determine o
8

3 2 2x Da proporção. na qual se resolve uma regra de três composta passo a passo!) Resposta: letra c. A substância no interior do container ocupa 90% desse volume e pesa 1. isto é.40y = 2000. se acrescentarmos dois novos indivíduos nas mesmas condições. Então: × × × 80 = 10 4 2 3 Resposta: letra a.. 14) Um serviço deve ser realizado por indivíduos com a mesma capacidade de trabalho e trabalhando independentemente um dos outros. teremos o 3 3 número pedido: 60 + 40 = 100 Resposta: letra c.5 kg por litro. Nessas condições. vamos transformar as dimensões do container para dm. constituída em forma de sociedade anônima.5 kg por litro e que ocupa o espaço correspondente a 90% do seu volume externo. a) 50 b) 80 c) 100 d} 150 e) 200 Solução: Como se trata de uma divisão proporcional.5 x 0. 16) Uma empresa. Considerando que o capital da empresa estava dividido em 80 quotas. possuí 0. Então: 81 + 20 = 101 kg Resposta: letra d. três indivíduos realizaram 40% do serviço em 30 horas de trabalho.3% do capital dessa empresa. Desse modo: 60 x 1.. um acionista.9 = 81 kg. quantas quotas o indivíduo comprou? a) 10 b) 20 c) 30 d) 40 e) 50 Solução: 3/4 da metade da terça parte das quotas.número. Somando-se as duas partes. João. A outra parte é: y = ⇒ y= = 40 . as palavras DE e CADA se transformam 3 1 1 em MULTIPLICAÇÃO. CUIDADO!! Este é o peso SÓ da substância. Em matemática. 13) Um indivíduo comprou 3/4 da metade da terça parte das quotas do capital de uma empresa. Segue-se a equação: x2 . O problema pede o cálculo do peso total. calculando. na qual para cada sete 9 .   = 2000 ⇒ x 2 − = 2000 ⇒ (tirando o MMC) ⇒ 3 x 2 − 80 x = 6000 ⇒  3 3 3 x 2 − 80 x − 6000 = 0 ⇒ (Bháskara) ⇒ x = 60 (esta é apenas uma das partes que compõem o 2x 2 × 60 número). podemos escrever a seguinte proporção: x y = . em seguida o valor do seu volume: V = 5 x 3 x 4 = 60 dm3 ou 60 litros. A esta altura. 15) Um pequeno container em forma de paralelepípedo pesa vazio 20 kg e tem como medidas externas 50 cm de altura e base retangular com 3 dm por 400 mm. Considerando que uma assembléia geral dos acionistas aprovou uma bonificação em ações. em quilogramas: a) 60 b) 81 c) 90 d) 101 e) 110 Solução: 3 Como 1 dm = 1 litro . possui o seu capital dividido em 350 milhões de ações. Considerando que ele está cheio de uma substância homogênea que pesa 1. isolaremos o “y” ⇒ y = e substituiremos o resultado na segunda equação: 3 80 x  2x  x 2 − 40. o peso total do container e da substância é. da substância MAIS o container. em quantas horas o serviço estará terminado? a) 18 b) 24 c) 27 d) 100/13 e) 75 Solução: Trata-se de uma regra de três composta: indivíduos horas % 3 30 40   5 X 60   inversa direta 30 × 3 × 60 X= = 27 5 × 40 (acompanhe a questão 500.

000 habitantes em 1970. então João irá receber: 7 ações.200. a vencer exatamente dentro de 3 meses. onde “i” é a taxa de acréscimo. 1. d = 4% ao mês.344 = 13440 Resposta: letra d. Temos: N = 10000. 1. Assim: 10000 x 1. onde: DC é o desconto comercial simples. .00 c) R$ 1. 4 D C = 10000 × × 3 = 1200 100 Resposta: letra c.000 b) 13. 18) Um título de valor nominal de R$ 10.15 milhões de novas Se cada 7 ações darão uma de bonificação. com quantas ações ao todo João ficará após receber as ações bonificadas? a) 120 000 b} 105 000 c) 900 000 d} 1 050 000 e) 1 200 000 Solução: 0.120 c) 13.ações possuídas o acionista recebe uma ação bonificada. Desse modo.8x + 6.3% DE 350 milhões de ações.000.2)/(x+3) ≥ 1 tem solução a) x ≠ -3 b) x ≥ 5 c) x ≥ 5 ou x ≤ 3 d) x ≤ -3 e) x ≥ 5 ou x < -3 Solução: Antes de mais nada.3 × 350 = 105 milhões de ações. 10 . Ora. o aumento acumulado 100 100 da população da cidade nas duas décadas. cuja equação é y = 2x2 . será resgatado hoje.4%.400 Solução: Temos uma questão que trata de “acréscimos sucessivos”.” Então: 20 12 20% + 12% + × = 32% + 2. Como “-3” está fora deste intervalo. x não pode assumir o valor -3. n = 3 meses.200 d) 13.000. porém. ou seja. Podemos utilizar um método “Cuca Legal”. temos. Qual a população dessa cidade em 1990? a) 12. os pontos em que y = 0.2 multiplicado por 1. 34.000 ações.8x + 6 = 0 ⇒ (vamos dividi-la por “2”. isto é.200. 2x − 2 ≥ 1 ⇒ 2x − 2 ≥ x + 3 ⇒ 2x − x ≥ 3 + 2 ⇒ x ≥ 5 . Resposta: letra e. n é o prazo de antecipação. ele ficará com: (1. ou seja.000. O desconto obtido é de a) R$ 400. 19) A parábola. desta forma.00 b} R$ 800.2 milhões é igual a 1.º atual de habitantes por (1 + i). somente podemos somar as porcentagens se incluirmos na soma o produto dessas porcentagens. tendo crescido 20% na primeira década seguinte e 12% acumulativamente na segunda década seguinte. x+3 simplesmente x ≥ 5 .344). Para encontrarmos o novo número de habitantes da cidade. 20) A inequação (2x . 105 = 0.00.05 + 0. Assim: 2x2 . que diz o seguinte: “Para acréscimos sucessivos. N é o valor nominal do título. n .00 Solução: Um problema de aplicação direta da fórmula do Desconto Comercial Simples: D C = N.15 = 1. por meio de um desconto comercial simples a uma taxa de 4% ao mês.4% = 34.000.00 d) R$ 2.440 e) 14. para facilitar o cálculo) ⇒ x2 .4% .00 e) R$ 4.4x + 3 = 0 ⇒ (Bháskara) ⇒ x’ = 1 e x” = 3 Resposta: letra b.2) milhões de ações. na sua forma UNITÁRIA (0. d. 17) A população de uma cidade era de 10.000. ou seja. 100 . corta o eixo dos x em dois pontos cujas abcissas são: a) 1 e 2 b) 1 e 3 c) 2 e 3 d} 2 e 4 e) 2 e 5 Solução: Os pontos em que uma curva corta o eixo “x” (eixo das abcissas) são as raízes da equação. d é a taxa de desconto. pois anularia o denominador da inequação dada. João possui 0. basta multiplicar o n. Resposta: letra b. Encontramos.

Entre tais sistemas. 250 assinam o jornal X e têm curso superior do total de mulheres entrevistadas: 200 assinam o jornal X. André Solução: Se assumirmos que a primeira afirmação do Juiz 1 for verdadeira. cada dígito da seqüência que representa o número pode ser interpretado como o coeficiente de uma potência da base. 150 têm curso superior. é indicado por 1011 no sistema binário. Resposta: letra c. a) André. Beto. Dênis. Por exemplo. Caio foi o segundo. igual a a) 50 b) 200 c) 25 d) 0 e) 100 Solução: Observe o diagrama de Euler-Venn abaixo: 11 . Caio c) André. Caio e Dênis. ou de base 2. encontramos a Solução: André foi o primeiro. Beto. só precisamos. Dênis foi o terceiro” Juiz 3: “Caio foi o segundo. pois 11 (decimal) é igual a (1 x 23) + (0 x 22) + (1 x 21) + (1 x 20) Assim.TTN/1997 (ESAF) 21) Quatro amigos. 22) Nos sistemas de numeração posicional. Dênis foi o terceiro e Beto foi o quarto. obtiveram os quatro primeiros lugares em um concurso de oratória julgado por uma comissão de três juizes. o primeiro. o número que corresponde ao 11 do sistema decimal. 23) Uma pesquisa entre 800 consumidores – sendo 400 homens e 400 mulheres – mostrou os seguintes resultados: do total de pessoas entrevistadas: 500 assinam o jornal X. André. cada juiz anunciou duas colocações. Beto. portanto. Caio. 50 assinam o jornal X e têm curso superior O número de homens entrevistados que não assinam o jornal X e não têm curso superior é. Dênis. então. Dênis foi o quarto” Sabendo que não houve empates. Finalmente: 11 + 5 = 16 Resposta: letra a. André. o resultado. 350 têm curso superior. um dos mais importantes é o binário. André. Dênis e) Caio. o segundo. respectivamente.º 1011 no sistema binário corresponde ao 11 no sistema decimal (conforme o enunciado!). transformar 101 do sistema binário para o sistema decimal: (1 x 22) + (0 x 21) + (1 x 20) = 5. Caio. teremos a seguinte situação: JUIZ 1º 2º 3º 4º 1 André (V) Beto (F) 2 André (F) Dênis (V) 3 Caio (V) Dênis (F) Como não há contradições na tabela acima. Caio. o terceiro e o quarto colocados foram. expresso no sistema decimal. onde o valor do expoente depende da posição do dígito na seqüência. Beto d) Beto. Dênis b) Beto. sendo uma delas verdadeira e a outra falsa: Juiz 1: “André foi o primeiro. Beto foi o segundo” Juiz 2: “André foi o segundo. que utiliza apenas os dígitos 0 e 1 na notação dos números. da adição dos números binários 1011 e 101 será igual a a) 16 b) 13 c) 14 d) 12 e) 15 Solução: O n. Dênis. Ao comunicarem a classificação final.

Basta substituí-lo na − 64 12 . Então o perímetro b. com relação ao lado diferente dos demais). a soma de todas as suas raízes é zero. Iniciamos colocando as 50 mulheres que assinam o jornal X e têm curso superior. encontrar uma maneira de calcular o valor de “b”.xn + B. das 500 que assinam o jornal X. para perfazer o total de 400 mulheres. então. Precisamos. incluímos as restantes 200 pessoas (no caso. teremos: 32 − b a= e substituindo na equação 4a2 . o coeficiente do termo x3 é nulo. conforme o enunciado da questão. VI. então as outras 100 serão as que têm curso superior e não assinam o jornal X.. 25) Um triângulo isósceles tem um perímetro de 32 cm e uma altura de 8 cm com relação à base (isto é. que foram colocadas do lado de fora dos conjuntos X e S. Agora já temos o valor de “b”. 24) A soma de todas as raízes da equação x4 . finalmente. observe o triângulo abaixo (ele é dado por um dos lados iguais a “a”.xn-1 + C. A seguir. Isolando-se o valor de “a”. Desse modo: I. No polinômio em questão. com h = 8. II. O retângulo representa o Universo dos consumidores pesquisados. e a área do triângulo será dada por: A = .. Então: 2 A = 4b. para perfazer o total de 400 homens. e. Se são 150 mulheres com curso superior e já colocamos 50 (as que assinam o jornal X).xn-2 + . Começa-se a distribuição dos valores no diagrama pelos mais restritivos. III. h será: 2a + b = 32. Já foram colocadas todas as 350 pessoas que têm curso superior. Da mesma forma que o item anterior. V. VII.b2 = 256. devemos colocar as outras 150 na área que representa “apenas” o conjunto X. já colocamos 400. IV. homens) que assinam o jornal X e têm curso superior.b2 = 256: 2 2 2 2  32 − b  2 2 2 4.25x2 + 144 = é igual a a) 16 b) 0 c) 9 d) 49 e) 25 Solução: Em um polinômio da forma: A. Já incluímos. Ele se encontra “particionado” entre homens e mulheres. Como: 2a + b = 32.Algumas considerações: O conjunto X é o das pessoas que assinam o jornal X e o conjunto S é o das pessoas que têm curso superior. ainda estão faltando 100 que não assinam o jornal X nem têm curso superior. perfazendo as 150 que têm curso superior. pela metade do lado “b” e pela altura “h” e é retângulo): b2  b ⇒ Aplicando Pitágoras a este triângulo: a = h +   ⇒ a 2 = 8 2 +  2 4 4a2 . E. 300 mulheres. outros 100 homens que apenas assinam o jornal X. até agora. então. logo. para perfazer o total de 250.   − b = 256 ⇒ 1024 − 64b + b − b = 256 ⇒ −64b = 256 − 1024 ⇒  2  -64b = -768 ⇒ b = 2 − 768 = 12 . a soma de suas raízes é dada pelo quociente B/A.. restam as 100 que não têm curso superior e não assinam o jornal X. A área do triângulo é b) 16 cm2 c) 100 cm2 d) 48 cm2 e) 96 cm2 a) 24 cm2 Solução 1: Seja “a” o valor dos lados congruentes e “b” o valor do lado diferente dos demais. e. Resposta: letra b. Resposta: letra e. Resta. para perfazer o total de mulheres que assinam o jornal X (200).

10). as duas outras equações ficam:  . -2 e 1 Solução: Há várias maneiras de se resolver o sistema acima: por “substituição”. 2 e) . r = 30 − a1 − 4.x . vem: 2x + ( z − x − 4) + 2z = 6 y = z . a. r a1 + 4. r = 30 Substituindo-se o valor de “r” na primeira equação do sistema: a1 + 4. 2 e -3 c) 1. ou seja: a = 10.1/2. os valores das incógnitas x. teremos:  . b. então → x = − b ± b2 − 4.A. h 12 × 8 calculamos a área do triângulo: A = ⇒ A= = 48 cm 2 2 2 Resposta: letra d. Da segunda equação do sistema acima retiramos o valor de “x”: x = sistema.4. Observe que esses dados verificam a equação do perímetro: 2a + b = 32 ⇒ 2 x 10 + 12 = 32. -2 d) . respectivamente: a) -1. onde a5 = 6 e a17 = 30. a − a 5 30 − 6 “Macete”: Uma forma mais “rápida” para resolver o problema seria: r = 17 = =2 17 − 5 12 a8 = a 5 + 3 × r a8 = 6 + 3 × 2 = 12 13 . Com isto. a − 3 ± 3 2 − 4 × 2 × (− 2) 2×2 de onde retiramos as duas raízes. -2 e 3 e) 3.(2) = 6 ⇒ a1 = -2. que são: 1/2 e -2. r = 2. Multiplicando-se a primeira equação  a1 + 16.r = 24. c = -2. Escreveremos cada termo a 5 = a1 + 4. BB/1998 (FCC) 26) As raízes que satisfazem a equação 2x2 + 3x . poderemos calcular o valor do oitavo termo: a8 = −2 + 7 × 2 = 12 Resposta: letra d. r dado sob a fórmula do termo geral. “Arrumando” o 3 x − ( z − x − 4) + z = 8 x + 3 z = 10 . a) 18 b) 16 c) 14 d) 12 e) 10 Solução: Utiliza-se aqui a fórmula do Termo Geral de uma P. Assim.A.fórmula da área do triângulo: A = 4 x 12 = 48 cm2 Solução 2: Uma outra solução (muito mais rápida) é observar que o triângulo da figura acima é PITAGÓRICO (6. por Laplace ou por operações elementares A solução aqui apresentada será por “substituição”. os valores das outras variáveis serão: z = 3 e y = -2. -2 Solução: Aqui emprega-se diretamente a fórmula de Bháskara: x = Como a = 2. b = 3. r = 6 Este sistema poderá ser resolvido por “adição”. Isolando-se a variável “y” da primeira equação e substituindo-se nas outras duas. -2 e 3 b) -1. x + y − z = −4  27) 2x + y + 2z = 6 3 x − y + z = 8  Dado o sistema de equações acima. 8. teremos:  4 x = 4 1 Logo. Com os valores de a1 e r. Resposta: letra d 28) Assinale a opção que apresenta corretamente o oitavo termo de uma P. b/2 = 6 (b = 12) e h = 8 (“h” foi dado na questão). Desse modo. a1 + 16. r = −6 por (-1) e somando-se as duas equações “termo a termo”.1/2. 2 b) 1/2. montaremos um sistema: a17 = a1 + 16. c 2.: an = a1 + (n − 1).2 = 0 são: a) 1/2. r . Assim:  . -2 e -3 d) 1. 2 c) 1. 12. Resposta letra a. y e z são.

Aplicando-se agora a definição de logaritmo:  5x − 3  B 4 1  2x + 1  −1  2 x + 1  → 6x + 3 = 5x . +∞). M = C.3. De onde retiramos:  = (3)  =   5x − 3   5x − 3  3 x = -6 Esta NÃO É a solução da equação.29) Numa PG.477 + 3 x 1 = 3.954 d) 5. uma vez que a solução deverá estar no intervalo (3/5.13 e 149.87 b) 151.13 e 148.594 c) 3.87 e) 148.200 = 800 Com a fórmula do Montante para juros simples: M = C. Sabendo-se que a1 = 2000. Se.598.401. Desse modo. Ao dividirmos a4 por a3.459 b) 3. restará o “saldo” a ser financiado: SALDO = 1000 . respectivamente: a) 152. Uma parte foi aplicada no banco alfa.00 para aplicar. (1 + i) n 14 . o quarto termo é 20% do terceiro termo.943 Solução: Esta é uma questão de rápida solução. dois meses após. no valor de R$ 880.000. (1 + i.401. calculamos o a5 solicitado: a3 10 5 2000 16  1 = a5 = 2000 ×   =  5 625 5 Resposta: letra c 30) O resultado da equação log3 (2x + 1) .2 x a3.401. após decompormos o 9000: 9000 = 32 x 103 Propriedades: • log A × B = log A + log B • log A n = n × log A Então.log3 (5x-3) = -1 é: a) 4 b) 6 c) 8 d) 10 e) 12 Solução: a questão. estaremos calculando a razão da PG: a 2 1 q = 4 = 0. na forma como me foi apresentada. log3   = −1 . podemos afirmar que log 9000 é: a) 3.13 e 151.493 e) 5. n) Substituindo-se os dados do problema na fórmula acima. O prazo de ambas as aplicações foi de 1 mês. pois.87 d) 149. vem: log 9000 = 2 x 0. os valores de aplicação. sendo a primeira como uma entrada de R$ 200. foram. 31) Dado log 3 = 0. temos: log 9000 = log 32 + log 103 = 2 x log 3 + 3 x log 10 Como o logaritmo de 10 na base 10 é igual a 1 e o log 3 foi dado.00. os valores resgatados forem iguais nos dois bancos. após este prazo. com o dado do problema: a4 = 0. à taxa de 8% ao mês.13 e 150.401.13 e 147.598. ambas em juros compostos. à taxa de 6% ao mês. aplicando-se a A  2x + 1  propriedade: log = log A − log B .87 Solução: Aplicamos a fórmula do Montante nas duas aplicações.00 ou em duas parcelas. Qual a taxa mensal de juros simples utilizada? a) 2% b) 3% c) 4% d) 5% e) 6% Solução: Uma questão muito fácil! Retirando-se a entrada do valor da geladeira. em cada banco.87 c) 150.598.477.598.598.401. e a outra parte no banco Beta. i = 5% Resposta: letra d 33) Um investidor dispunha de R$ 300. NÃO TEM SOLUÇÃO.2 = = .954 Resposta: letra c 32) Uma geladeira é vendida à vista por R$ 1. Retornando-se à fórmula do termo geral.000.00 e a segunda. em reais. Basta aplicarmos as propriedades “produto” e “potência” do logaritmo. teremos: 880 = 800 × (1 + i × 2) Logo. Dividiu esta aplicação em duas partes. o valor de a5 é: a) 20/3 b) 18/7 c) 16/5 d) 14/5 e) 12/7 Solução: n −1 Utiliza-se a fórmula do Termo Geral da PG: an = a1 × q A razão de uma PG é dada pela divisão de um termo pelo seu antecessor.

ou seja. em relação ao valor de resgate).Como os Montantes das duas aplicações deverão ser iguais: C1. Considerando que a taxa efetiva dia. (1 + 0.1524% ao dia. 5 ⇒ 1 + i1 = ⇒ 1 + i1 = 1118 ⇒ i1 = 0. o PU é de 970. nesta data. Para obtermos a taxa “percentual”.401. é útil lembrar dos valores aproximados das seguintes raízes: 2 = 1. é necessário termos uma tabela financeira (que normalmente é fornecida com provas que envolvem cálculos de juros compostos). “Dica”: Para obter mais informações sobre Mercado de Papéis Públicos e Privados.6% d) 11. Assim. então.25)1 Como a incógnita do problema é “i1”. temos: n1 = 2 (pois há dois semestre em um ano) n2 = 1 (1 + i1)2 = (1 + 0.03 e 4. a taxa diária de 0. no mercado secundário de títulos públicos. 34) Qual a taxa semestral equivalente à taxa de 25% ao ano? a) 11. 3 = 1.03. 2. com: 1 + i1 = .598. a taxa será: i1 = 11. é de 0. o fator de ganho do título. = 300000 ⇒ 106 × C 1 + 108 × C 1 = 300000 × 106 ⇒ 106 106 . até o resgate.58% e) 1.08) = C 2.57% d) 1. Assim. vem: 108 × C 1 108 × C 1 . ⇒ C1 + C2 = . com um PU de 970. E 100 = 102.414.732. respectivamente: a) 1. Substituindo na equação: 1 + i1 = 15 . .118 . Mas. . iremos decompor o 125 em fatores primos 100 5 52 ⋅ 5 ⇒ 1 + i1 = . de juros simples.000000.58% c) 1. 5 = 2.25 por sua fração decimal: . A rentabilidade para o comprador é obtida no deságio do PUR pelo fator “over”.02 e 4.00. . basta multiplicarmos o resultado encontrado por 100. o valor Nominal ou de Emissão ou de Resgate do PU é sempre de R$ 1.000. projetado para os dias úteis que o papel tem.5% e) 11.03 e 4.06) [equação 1 1 1] e C 1 + C 2 = 300000 [equação 2].148598.000000.59% Solução: Os BBCs (Bônus do Banco Central) são papéis de renda prefixada com deságio e sempre emitidos por um prazo inteiro de semanas. calculada nesta data.57% b) 1.572% Resposta: letra c. No caso apresentado. consulte (encontramos 53). no prazo de 30 dias: 30 x 0. irá perfazer. Basta aplicarmos a fórmula: (1 + i1)n1 = (1 + i2 )n2 Relacionando “ano” com “semestre”.14 x C1 = 318000 ⇒ C1 = 148. pois se trata de um papel prefixado com deságio e dado com seis casas após a vírgula. deveremos extrair a raiz quadrada do segundo membro: 1 + i1 = 125 . o que significa um deságio de 3% (R$30. 5 2 10 10 Nesse ponto. Isolando-se uma das variáveis da equação 1 e substituindo-se na segunda. e no caso de não haver tabela na prova? Teremos um pouquinho mais de trabalho: iremos 125 representar o 1.7% c) 11. ou um fator de ganho do título de 1.8% Resposta: letra a 35) Um BBC é negociado. 2 2 Sempre que calculamos a taxa.00. (1 + 0. É óbvio que. ela será dada na forma “unitária”.236 1 Ficamos.13 = 151.13 ⇒ C2 = 300000 .1524%. sem usarmos calculadora eletrônica.02 e 4. embutida na negociação são. e a taxa equivalente ao over (taxa over). você tem duas opções possíveis para marcar: Letras d e e.8% b) 11.87 Resposta: letra e Uma dica no caso de um “chute”: o capital aplicado à maior taxa será menor do que aquele aplicado à menor taxa. A seguir. nesta data. . O prazo varia de 27 a 28 semanas (189 e 196 dias).03 e 4. Desse modo. tanto no Mercado Primário (leilões) como no Secundário. A taxa over é uma taxa “nominal”.236 2. As emissões se dão por meio de leilões semanais.1524 = 4.4% Solução: Um problema simples de conversão de taxas efetivas.

00. Há.x como uma boa aproximação 4 para o valor de .00 e 2. pelo desconto racional: Utilizando-se.709. Conclui-se. a taxa dada é a de DESCONTO.000.00 e 2. então. 4 ed.65 c) 9.240.00 e 2. a parcela de juros será igual à parcela de amortização do principal.65 b) 9. Como os juros da parcela são sempre calculados sobre o saldo devedor (basta multiplicar a taxa unitária pelo saldo devedor). seu saldo devedor irá decrescendo.000. a parcela de juros será menor do que a parcela de amortização do principal.00 em um CDB do Banco do Brasil. ROGÉRIO. no início. que José deveria receber hoje. Pelo fato de estar usando a Tabela Price. Atualizando. 36) Um aplicador aplica R$ 10.4% efetiva da aplicação será: 10240 = 10000 x (1 + i)1 ⇒ i =   10000  Dica: Você também poderá encontrar a taxa efetiva da aplicação “retirando” os 20% do Imposto de Renda da taxa de 3% da aplicação: 3% . a razão positiva entre o erro cometido ao se fazer essa 2+x aproximação e o valor correto da expressão. com a certeza de estar recebendo o mesmo valor que irá receber no parcelamento.00 e 2.40% b) 10.4% Resposta: letra c 37) José vai receber os R$ 10. a fórmula do Valor Atual (a juros simples): A = M (1 + i × n)   1 1 A = 5000 ×  +  = 9.240. é financiado em 24 meses com juros de 1% ao mês pela Tabela Price. e) diferentes e. Solução: A principal característica do Sistema Price de Amortização são as PARCELAS CONSTANTES.65 d) 9. é 16 . então.35% e) 10. c) iguais e. tal que 0 < x < 1. pode-se considerar 2 .65 e) 9. cujo preço à vista é de R$ 20. considerando uma taxa de desconto de 2% ao mês. que NÃO HÁ alternativa correta! CEF/1998 (FCC) 39) Para todo número real x. resulta em: 0. se assim o fizermos.749.. é óbvio que no início o mutuário irá pagar cotas maiores de juros..00 da venda de seu carro em duas parcelas de R$ 5.00 e a taxa de rentabilidade  10240  − 1 × 100 = 2. portanto. não encontraremos a resposta. pois a resposta foi dada através do desconto RACIONAL. Matemática Comercial e Financeira.000. a parcela de juros será maior do que a parcela de amortização do principal.709. São Paulo: Makron Books. Á medida em que for amortizando sua dívida. as cotas de juros das parcelas também irão decrescer.240. portanto. no início. um erro conceitual.02 × 2)    Resposta: letra a 38) Um automóvel. e a taxa de rentabilidade efetiva da aplicação são. o valor atual. a parcela de juros será maior do que a parcela de amortização do principal.739. no início. sendo a primeira dentro de 30 dias e a segunda.00.00 durante um mês.35% Solução: O rendimento bruto de 3% incidindo sobre os R$ 10. no início.729.03 x 10000 = 300 20 × 300 = 240 Descontando-se o Imposto de Renda (20%): 300 100 Desse modo. a parcela de juros será menor do que a parcela de amortização do principal.00 e 2. dentro de 60 dias. Nessas condições. Iniciaremos a solução pelo regime de juros simples! Observe que. em reais. na proposição da questão.65  (1 + 0.02 × 1) (1 + 0. 1999.200.40% d) 10.GOMES DE FARIAS. de 30 dias de prazo e uma taxa prefixada de 3% ao mês. respectivamente: a) 10. no início. portanto.300.719. d) diferentes e.000. é de: a) 9.000.65 Solução: O problema não especifica qual o regime de juros.240. Considerando o Imposto de Renda de 20% no resgate.45% c) 10. nessa ordem. o que nos indica (de acordo com o conceito de desconto!) que deveríamos trabalhar com o desconto COMERCIAL. e. em reais. o valor líquido a ser resgatado pelo aplicador.20% x 3% = 2. b) iguais e. o valor líquido resgatado será de 10000 + 240 = R$ 10. Entretanto. posso afirmar que as prestações serão todas: a) iguais e.

Ao conferir o total. 40) Uma pessoa x pode realizar uma certa tarefa em 12 horas. Entretanto.(2 + x) 4 − 4 + x 2 x2 4 = = . Então: x2 ERRO x2 2 + x x2 . 42) Ao receber moedas como parte de um pagamento. ou seja. que induziriam os “desatentos” ao erro. Assim.35 b) diminuída de R$ 1. Nessas condições. Nessas condições. montamos o quadro a seguir fumantes (F) não fumantes (~F) TOTAL homens (H) 8 32 40 mulheres (M) 3 22 25 TOTAL 11 54 65 Para calcularmos o número de funcionários que são homens OU fumantes.. encontramos o − (2 − x) (tirando o MMC): 2+x 2+x 2+x 2+x ERRO. do total de mulheres. um caixa de uma agência bancária contou t moedas de 1 real. ou seja. y. em MENOS tempo realizará a tarefa). 12% são fumantes. z de 10 centavos e w de 5 centavos. neste caso. então.35 17 . × 25 = 3 Temos. pois se trata de uma REGRA DE TRÊS INVERSA (quanto MAIS eficiente a pessoa.8 = 43 Resposta: letra b. então y terá uma eficiência de 15 (50% A MAIS!) Montando-se a regra de três: eficiência tempo a) 10 ↑  12  15   X ↓ 12 × 10 =8 De onde retiramos: x = 15 Resposta: letra e. 80% não são fumantes e. o número de horas necessárias para que y realize essa tarefa é a) 4 b) 5 c) 6 d) 7 e) 8 Solução: O candidato deve ficar muito atento a este tipo de questão. digamos. Temos 32 homens não a) 80% do total de homens (40) não são fumantes. É claro que. então o número de funcionários dessa agência que são homens ou fumantes é a) 42 b) 43 c) 45 d) 48 e) 49 Solução: 80 × 40 = 32 . 12 b) 12% do total de mulheres (25) são fumantes. percebeu que havia cometido um engano: contara 3 das moedas de 5 centavos como sendo de 50 centavos e 3 das moedas de 1 real como sendo de 10 centavos. 3 mulheres 100 fumantes e 22 mulheres não fumantes. o problema não apresenta alternativas com valores superiores a 12 horas. Assim: Se x tiver uma eficiência de. = = 2+x = 4 4 2+x 4 VALOR CORRETO 2+x Resposta: letra a. 100 fumantes e 8 homens fumantes.x2 x2 x2 x2 b) c) x2 d) e) 4 2 2+x 2−x Solução: O erro cometido é a DIFERENÇA entre o valor CORRETO e o valor APROXIMADO. é 50% mais eficiente que x.. do total de homens. 10 pontos. 41) Em uma agência bancária trabalham 40 homens e 25 mulheres. a quantia correta é igual à inicial a) acrescida de R$ 1. utilizamos a seguinte fórmula: n(H ∪ F) = n(H) + n(F) . ou seja: 4 − ( 2 − x). Com estes resultados. Se. o problema pede a RAZÃO entre o ERRO e o valor CORRETO.n(H ∩ F) n(H ∪ F)=40 +11. Outra pessoa. y de 50 centavos.

a pergunta é bastante "capciosa".65 d) diminuída de R$ 1. Esta é a diferença da quantia INICIAL em relação à CORRETA.70 = . Dividindo-se a primeira equação por -4. (-1) = -1 ⇒ a = 4 Com os coeficientes calculados. donde retiramos o valor de 'c': c = 0. a função se anula: • 0 = a . ou seja: 16a + 4b = 0 (equação 1) • Uma outra equação poderá ser retirada a partir do vértice da parábola: -1 = a.R$ 2. deve-se ACRESCENTAR R$ 1. b) Com as moedas de 1 real.10 . entretanto. vejamos: a) Com as moedas de 5 centavos. Este ponto também poderia ter sido retirado diretamente do gráfico.(3 1 − 1 − 3 −1 )  log3   .R$ 1.R$ 2. (4)2 + b . Resposta: letra a.c) acrescida de R$ 1. a partir da quantia INICIAL. para estes valores. 44) Seja a função do 2º grau representada no gráfico abaixo: a) log 3 Essa função é dada por 1 b) -x2 +4x a) − x 2 + x 4 1 1 e) x 2 − 2x d) x 2 − x 4 2 Solução: A forma geral de uma função do segundo grau (parábola) é dada por: y = ax2 + bx + c Sabemos (do gráfico acima) que 0 e 4 são raízes da equação. x 5∗3   ficando apenas com: 1 1  5  6 − 1       2−   3 − 1−  3  = log  3  log  3  = log  5 .00 = .3 x R$ 1.3 x R$ 0. (2). Agora podemos simplificar 3x do numerador com o 3x do denominador. montamos o seguinte sistema: 16a + 4b = 0 . Somando-se membro-a-membro.75 Solução: Muito cuidado com este tipo de questão! A resolução da questão é fácil. o 'engano' foi o seguinte: 3 x R$ 0.70. pois 'c' é o ponto em que a curva corta o eixo y. temos o seguinte "engano". (0) + b . 3 x R$ 0.  3 x+1 − 3 x − 3 x−1  43) Calculando-se o valor de log3   obtém-se 5∗3 x   1 1 1 1 b) c) d) e) -1 5 3 5 3 Solução: Podemos colocar 3x em evidência no numerador do logaritmando:  3 x . encontramos a equação da curva: y = 18 1 2 . vem: b = -1  4a + 2b = −1 Substituindo-se esse valor em uma das equações do sistema.35 para se chegar à quantia CORRETA. • 0 = a.35.75 e) acrescida de R$ 1. obtemos:  4a + 2b = −1 − 4 a − b = 0 .35 . ou: 4a + 2b = -1 (equação 2) Com as equações 1 e 2 acima. Senão. logo.x − x 4 . pois pode induzir o candidato ao erro.05 = R$ 1. ou seja. teremos: 1 4a + 2. 1  = log  1  = log 3 −1 = −1 3  = log  log3   3 3 3 3 3  3  3  3 5 5  5   5  5                    Resposta: letra e. Somando-se as duas diferenças encontradas acima: R$ 1. (4).35.50 . (0) + c. (2)2 + b .

Resposta: letra d.000. Resposta: letra c. c) 1 ano e 8 meses. o montante produzido será C .00 c) R$ 5 620. Calcularemos.00 d) R$ 5 680.b.C ⇒ J = 2601 . n = 2 meses. Após um período de 2 meses. Simplificando-se “C" nos dois membros: = (1 + i × 16) ⇒ − 1 = 16.2500 ⇒ J = 101 Resposta: letra c 48) Pretendendo guardar uma certa quantia para as festas de fim de ano. n) 7 7 7 C = C.00 e) R$ 5 720. N ⇒ 4050 = 9 bimestres 4.050 = 15.050. n ⇒ n = 450 Encontramos 9 bimestres. Colocando-se os dados na fórmula do montante: M =C. i ⇒ i = (este resultado encontra-se na forma unitária.5% d) 2. os juros resultantes dessa aplicação serão a) R$ 98.050. (1 +i.2% c) 2. (1 + i .15.00 c) R$ 101. que eqüivalem a 1 ano e 6 meses. Mas não há muita utilidade nisto. 45) Um capital foi aplicado a juro simples e.000.6% e) 2. Se o banco pagou juros compostos à taxa de 10% ao trimestre. Solução: Temos: C = 15.00 Substituímos os dados diretamente na fórmula do montante: M = C. i ⇒ = 16. em 05/12/97 essa pessoa tinha um total de a) R$ 5 320. Resposta: letra d. Assim.0404 ⇒ M = 2601. M = 19.500.m.00 esteve aplicado à taxa mensal de 2%.00 em 05/06/97 e R$ 3. Não há uma fórmula específica para o cálculo direto dos juros em capitalização composta. 1. M = C + J ⇒ J = M .500.00 Solução: C = 2. produziu 7 um montante equivalente a de seu valor. Podemos deduzi-la. i = 2% a.050 = 15.000. associando a fórmula acima a: M = C + J.. então. n) ⇒ 19.00. ao completar um período de 1 ano e 4 meses. (1 + 0.03.00. 1.. 5 Temos ainda: n = 1 ano e 4 meses = 16 meses.00 d) R$ 114.00. Para que seja obtido um montante de R$ 19. basta multiplicar o numerador por 100 e efetuar a divisão).000 = 450.00 Solução: Dados: n1 = 2 trimestres C1 = 2000 19 . o prazo dessa aplicação deverá ser de a) 1 ano e 10 meses. n ⇒ 19. J = ? (Capitalização Composta) A fórmula do Montante no regime de capitalização composta é: M = C. (1 + i) n Entretanto. (1 + i × 16) . uma pessoa depositou R$ 2. n) 19. 47) Um capital de R$ 2. o valor dos juros com a segunda. d) 1 ano e 6 meses e) 1 ano e 4 meses. posteriormente.5% a. num regime de capitalização composta.00 e) R$ 121.000. i ⇒ 5 5 5 1 2 7−5 = 16. o problema solicita que se calcule os Juros. Então: i = 2. e. M = 2500 . separadamente o valor do montante com a primeira fórmula.8% Solução: 7 Seja "C" o capital aplicado.m..050 . 40 5 5 para passá-lo para a forma percentual.00 foi aplicado a juro simples à taxa bimestral de 3%. A taxa mensal dessa aplicação foi de 5 a) 2% b) 2. Você sabe que.050 = 450. i = 3% a.00 d) R$ 110.000. b) 1 ano e 9 meses..00 b) R$ 5 480.00 em 05/09/97.022 ⇒ M = 2500 . (1 + 0. 46) Um capital de R$ 15.000 + 450.02)2 ⇒ M = 2500 .

00 200. Obs. podemos 36000 (1 + 0. 12 144 Observe que os valores favorecem uma simplificação rápida.000.000.1 ⇒ M = 2420 + 3300 ⇒ M = 5720 Resposta: letra e 49) Um trator pode ser comprado à vista por um preço v.00 Resposta: letra a 51) Os juros pagos por esse empréstimo deverão totalizar a quantia de 20 .00 b) R$ 88. 50) O valor da terceira prestação deverá ser a) R$ 60.000.000.00 10..00 50. 1.. os problemas serão mais simples e poderão ser resolvidos pela fórmula: M = C.00 3 50.00 c) R$ 91.C2 = 3000 n2 = 1 trimestre i = 10% ao trimestre Utilizando a fórmula do montante no regime de juros compostos (ver problema anterior). incidem juros compostos de 20% a.000.000..000. V = 36000 + 30000 + 25000 ⇒ V = 91.00 50.00 4 50.00 20.00 150. .00 e) R$ 75.a.000. a primeira dada no ato da compra.00 55. Um industrial.00 b) R$ 65. não cabe ao candidato ficar decorando um número interminável de fórmulas.º de parcelas: PV Am = .000.00 150. vem: M = 2000 . i = 20% a.a.00. PV = Principal ou Valor da dívida.000. Nessas condições o preço v é a) R$ 75.00 65.00 60.000.00 e) R$ 97.00 d) R$ 70.000.1)1 ⇒ M = 2000 . sobre o saldo devedor.00. e que o capital será amortizado em 4 parcelas anuais.000. PMT = 36.2) 2 ⇒ V = 36000 + 36000 36000 + . que entrega a quantia no ato. pelo Sistema de Amortização Constante (SAC).00 2 50.00 15.00 emprestados a um banco.000.000.00 Solução: Trata-se de uma RENDA ANTECIPADA.000.000.000.00 100. (1.000. A resposta desta questão está assinalada diretamente no quadro acima (3ª prestação) e vale R$ 60. à taxa de 10% a.1)2 + 3000 . solicita R$ 200.000. (1. basta “isolarmos” o “C” na fórmula acima: C = escrever: V = 36000 + M (1 + i) n . onde: n = 3 anos.000 Resposta: letra c.00 100.000. Para atualizarmos uma parcela (montante).21 + 3000 .00 70.000.000.000.000.00 5. n Poderíamos inserir aqui outras fórmulas para o cálculo direto de qualquer das prestações do plano.00 c) R$ 68.000.000.: “PMT” é o valor de cada prestação. Entretanto. onde: Am = quota de amortização. Nesse caso. Instruções: Para responder às duas questões seguintes considere o enunciado abaixo.a. ou pago em 3 parcelas anuais de R$ 36.00 Solução: Trata-se de um Sistema de Amortização Constante. pretendendo ampliar as instalações de sua empresa.000.00 Os juros de cada parcela são calculados (a 10%) diretamente sobre o saldo devedor do período anterior.00 0.000.000. Sabe-se que os juros serão pagos anualmente. 1.00 d) R$ 95. Basta montar o plano de amortização: n Am J PMT Saldo Dev.. Neste sistema. Sabe-se que é raro aparecer uma tabela financeira em concursos.000. para os dois depósitos. aqui vai uma dica ao candidato: Quando não for dada a tabela financeira.00 1 50. Então.000.. calcula-se o valor a ser amortizado em cada parcela dividindo-se o principal da dívida pelo n. ΣAm 0 200. (1 + i) n atualizando-se cada parcela individualmente. Assim.2) 1 + 36000 (1 + 0.000.000.

Se os dois carrinhos partiram juntos. Contam-se 56 cubinhos pintados.00 + R$ 10. só precisamos montar uma regrinha de três para o carrinho mais lento: tempo voltas 80 s 1  720 s x  720 X= = 9 voltas 80 Resposta: letra d.000.00 + R$ 15.000.a) R$ 40.9 < 1 ⇒ CORRETO d) Multiplicando tudo por (-1): A < 1 ⇒ CORRETO 1 e) Efetuando a divisão de A por 2A. funcionando 6 horas por dia.000   21 máquinas 2 3   horas/dia 8 6 .5 c) 4 d) 4.00 + R$ 5. o MMC (72.000 bombons? a) 3 b) 3. 52) Numa pista circular de autorama.000.00 c) R$ 50. um carrinho vermelho dá uma volta a cada 72 segundos e um carrinho azul dá uma volta a cada 80 segundos. Precisamos encontrar o MMC entre 72 e 80.A > -1 e) A ÷ 2 A = 0. sobrarão apenas os 8 que ficam no centro.000 bombons são embalados.. Obtemos este resultado pela decomposição em fatores primos de cada um dos nºs acima: 72 = 23 x 32.00 e) R$ 60.000. 72. 54) Se A é um número compreendido entre 0 e 1. 55) Em 3 dias. usando-se 2 máquinas embaladoras funcionando 8 horas por dia. 80) = 24x 32 x 5 = 720 Agora.000 108. Logo.00 Solução: Utilizando-se o quadro da questão anterior.5 e) 5 Solução: Trata-se de uma regra de três composta. basta efetuarmos a soma das parcelas de juros: R$ 20.000.000. Dias 3 X   bombons 72. alguns dos cubinhos internos não receberão tinta alguma.00 d) R$ 55.000. quantas voltas terá dado o mais lento até o momento em que ambos voltarão a estar lado a lado no ponto de partida? a) 6 b) 7 c) 8 d) 9 e) 10 Solução: Uma questão de fácil solução.5 ⇒ CORRETO 2 Resposta: letra b. então é FALSO que 1 A a) b) c) 0.. obteremos . ficamos com: 1 > A ⇒ CORRETO b) Passando o “2” para o 2º membro e dividindo tudo por “A”: 1 > 2 ⇒ FALSO c) Simplificando ambos os membros por A: 0. e 80 = 24 x 5 Assim.000.000.5 Solução: “Simplificando” as alternativas.000. que é igual a 0.A < A >1 >A A 2 d) .00 b) R$ 45. uma a uma: a) Passando o A para o segundo membro. 53) Na figura abaixo tem-se um cubo formado por 64 cubinhos iguais. Se a fábrica usar 3 máquinas iguais às primeiras. Quantos são esses cubinhos? a) 8 b) 12 c) 16 d) 20 e) 27 Solução: Não há cálculos! A questão resolve-se facilmente pela observação da figura.00 = R$ 50. em quantos dias serão embalados 108.00 Resposta: letra c. Resposta: letra a. Se o cubo é pintado em todas as suas seis faces.9.

Solução: Se o relógio de João adianta 20 s por dia e o relógio de Maria atrasa 16 s por dia. iremos para o dia 14 de março.4 m Solução: Se a base é quadrada. ao somarmos as 12 horas (meio dia) com a hora em que os relógios foram acertados (14 horas). há um friso de ladrilhos. após X dias. era. Em cada andar. indo para 2h da manhã do dia 15 de março. em cada andar. como mostra a figura abaixo. basta dividirmos a diferença total (270) pela diferença diária (36). Dias depois. Bento tem 450 reais e Carlos nada tem. 57) O faxineira A limpa certo salão em 4 horas. teremos. Encontraremos 7. Assim: 5 4 × 3 12  5 = = 1 . para ser um quadrado perfeito. teremos 4 faces.6 m2 Resposta: letra c. O prédio tem a forma de um prisma reto com base quadrada de 144 m2 de área. iremos ultrapassar as 24 horas do dia 14. então.2 m) de altura. Então. Entretanto. temos 1 h e 43 min para que os dois 7 faxineiras realizem a tarefa juntos. de 4 x 60 + 30 = 270 s. deveremos multiplicar o 84 por 21 para obtermos um quadrado perfeito! Resposta: letra b. Somando-se 7 dias a partir do dia 7 de março. Portanto. Ora. 16 x 12 x 0. b) Em 13/03 ao meio dia. é necessário que o 3 e o 7 TAMBÉM estejam ao quadrado. c) Em 14/03 às 14 h d) Em 14/03 às 22 h. Solução: Resolve-se esse tipo de questão por meio de um "macete".5 (sete dias e meio. ou seja.8 m2 b) 144 m2 c) 153. Se A e B trabalharem juntos. Para encontrarmos o número de dias necessários para perfazer esta diferença. no denominador. Assim: 3 × 108000 × 2 × 8 = 4 . aproximadamente.2 m e) 168. 59) Na volta toda de um prédio. Resposta: letra e. João e Maria se encontraram e notaram uma diferença de 4 minutos e 30 segundos entre os horários que seus relógios marcavam. então. incluindo o térreo. qual é a área total da superfície desses frisos? a) 76. Resposta: letra d. cada face ladrilhada terá 12 m de comprimento por 20 cm (0. que deverá ser transformada em  7 7 4+3 7 minutos (multiplicando-se a fração por 60): 300 ≅ 43 . e) Em 15/03 às 2 h. espera-se que o serviço seja feito? a) 2 horas e 7 minutos b) 2 horas e 5 minutos c) 1 hora e 57 minutos d) 1 hora e 43 minutos e) 1 hora e 36 minutos. na qual se resolve uma regra de três composta passo a passo!) Resposta: letra c. sete dias mais doze horas). Em que dia e hora eles se encontraram? a) Em 12/03 à meia noite. em segundos. que consiste em dividir o PRODUTO dos tempos individuais pela SOMA dos tempos individuais. Se cada friso tem 20 cm de altura. DICA: faça todas as simplificações possíveis primeiro! X= 72000 × 3 × 6 (acompanhe a questão 500.Monta-se a equação para resolver da seguinte maneira: Coloca-se no numerador todos os valores que estão nas pontas das flechas.6 m2 2 2 d) 164. 60) Antônio tem 270 reais. Antônio e Bento dão parte de seu 22 . resultando em: 12 x 0. seus relógios apresentarão uma diferença de 20 + 16 = 36 s. 58) Qual é o menor número pelo qual se deve multiplicar 84 para se obter um quadrado perfeito? a) 18 b) 21 c) 27 d) 35 e) 42 Solução: Decompomos o 84 em fatores primos: 84 = 22 x 3 x 7 Ora. todos os demais valores.2 x 4 (m2 de área). O faxineira B faz o mesmo serviço em 3 horas. tem 16 andares.2 x 4 = 153. e. juntamente com o valor que está na coluna da incógnita X. a diferença total entre os dois relógios. Como são 16 andares. O relógio de João adianta 20 s por dia e o de Maria atrasa 16 s por dia. Além disso. Temos 1 h mais uma fração de hora   . a cada dia. em quanto tempo. 56) João e Maria acertaram seus relógios às 14 horas do dia 7 de março.

PRF/1998 (NCE-UFRJ) 64) Uma caixa de fósforos tem 1 cm de altura e o comprimento tem 2 cm a mais que a largura. A que fração do total corresponde a parte sombreada na figura? 11 1 7 4 2 a) b) c) d) e) 12 2 9 9 3 Solução: Cada um dos 4 triângulos menores pode ser dividido por 9..11%. obtendo-se 240 reais (quantia final de cada um dos 3 sujeitos).2 c) 15. alguns dos quais estão subdivididos em 9 triangulozinhos de mesmo tamanho. de tal maneira que todos acabam ficando com a mesma quantia. na qual estavam os MÚLTIPLOS de 6. o comprimento da caixa. n = 243.5 Solução: Somam-se as importância que Antônio e Bento possuem.. Substituindoos na equação do Termo Geral: a 243 = 5 + (243 − 1) × 6 ⇒ a 243 = 1457 Resposta: letra d.. poder-se-ía encontrar a solução através da fórmula: a n = a1 + (n − 1). todo o triângulo maior é formado por 36 triangulozinhos menores.1 = 1457. . 63) Imagine os números inteiros de 1 a 6. 2.880. estará o número 243 x 6 = 1458. Destes. No entanto. 62) A figura seguinte é formada por 4 triângulos de mesmo tamanho. 6ª coluna.880 d) 368.320 c) 362.2 d) 33. identificaremos uma seqüência numérica com os múltiplos de 6. temos: a1 = 5. quanto por cento do que ele possuía? a) 11.06 d) 0.10 e) 0. Desse modo. tomamos 16 4 = um total de 9 + 6 + 1 = 16. r = 6. Qual é o número escrito na 5ª coluna da 243ª linha? a) 961 b) 1059 c) 1451 d) 1457 e) 3151 Solução 1: Se observarmos a última coluna. a arrumadeira retirou de lá uma coleção de livros numerados de 1 a 9. A fração 270 9 9 o numerador por 100 e efetuar a divisão correspondente!) 61) Desejando limpar uma prateleira. Então... É claro que ela pode tê-los colocado na ordem normal. Desse modo. ou seja.036 Solução: Basta calcularmos a Permutação de 9: P9 = 1 x 2 x 3 x 4 x 5 x 6 x 7 x 8 x 9 = 362. . c. ..dinheiro a Carlos.. Entretanto.3 e) 35. a chance de isso ocorrer é apenas uma em a) 16. b e c são suas dimensões. 1. ou seja: 30 1 1 corresponde a 11. na 5ª coluna da mesma linha teremos 1458 . onde a. não precisamos lembrar da fórmula do termo geral de uma Progressão Aritmética.05 c) 0.. ou: 36 9 Resposta: letra d.. Se o volume da caixa é de 24 cm2.1 b) 13. . ou seja. b . ela recolocou aleatoriamente os livros na prateleira. é: a) 0. O dinheiro dado por Antônio representa. Solução 2: A solução acima foi dada pela observação da última coluna. escritos na disposição que se vê abaixo: 1ª coluna ↓ 1 2 3 4 5 6 1ª linha → 7 8 9 10 11 12 . em metros.000. Depois. Logo.660 b) 40. Com os dados retirados da 5ª coluna.. Divide-se esta importância por 3. basta multiplicar = . aproximadamente.040 e) 406. Resposta: letra c. 23 . basta agora tomarmos a importância que Antônio deu a Carlos (30 reais) e calcularmos quanto isto representa em relação à quantia que ele possuía (270 reais).. .04 b) 0. Logo. r .. (Para transformar uma fração em %. 3 etc.12 Solução: O Volume de um Prisma é dado por: V = a . na 243ª linha. totalizando 720 reais.

Então. cuja razão é: O somatório 5 25 125 1 125 = 1 × 25 = 1 . uma papelaria. Montando-se uma regra de três. a seqüência q= 1 125 1 5 25 converge.. estando as distâncias representadas em metros: 24 . 2 teremos os 2/5 restantes da distância.06 m Resposta: letra c 65) Uma pesquisa realizada na Grã-Bretanha mostrou que no primeiro semestre deste ano 295 doentes cardíacos precisaram de transplantes. então. mas só 131 conseguiram doadores. b como largura e c como comprimento. = 5 25 125 12 3 33 55 33 1 a) b) c) d) e) 3 16 56 16 8 Solução: 1 1 1 + + forma uma PROGRESSÃO GEOMÉTRICA INFINITA. V = 24 cm2. Passando para metros (conforme foi solicitado no problema): c = 0. c − 24 = 0 ⇒ c = 6 cm. Considerando-se a como altura. teremos: 16 x + = 4 12 192x + 3 67 1 = Tiramos o MMC de ambos os membros da equação: ⇒ x= 12 12 3 Resposta: letra b 68) Os vértices do triângulo PRF da figura abaixo representam. Substituindo-se os dados do problema na fórmula. então: 295 . Como a razão q está entre 0 e 1 (ou seja 0 < q < 1). largura e altura. calculando-se 2/5 de 265. o valor de x é: 67) Sabendo-se que: 16 x + + + +. temos: doentes % 295 100  164 X  Daqui retiramos: X ≅ 56% Resposta: letra d 66) A distância entre duas cidades A e B é de 265 quilômetros e o único posto de gasolina entre elas encontra-se a 3/5 desta distância. o total de quilômetros a serem percorridos da cidade B até este posto é de: a) 57 b) 106 c) 110 d) 159 e) 212 Solução: Se 3/5 da distância dada (265 quilômetros) é a partir da cidade A.. b = c .2. teremos: Dados: a = 1 cm. uma relojoaria e uma farmácia. O percentual aproximado de doentes que não conseguiram o transplante é: a) 31% b) 36% c) 44% d) 56% e) 64% Solução: Se 131 CONSEGUIRAM doadores. 1 1 a1 1 5 1 ⇒ Sn = 5 = 5 = × = Sn = 1 5 −1 5 4 4 1− q 1− 5 5 1 67 Substituindo esse resultado na equação dada.comprimento. respectivamente. temos: × 265 = 106 5 Resposta: letra b 1 1 1 67 . Desse modo: 24 = 1 × (c − 2) × c ⇒ c 2 − 2. partindo de A.131 = 164 NÃO CONSEGUIRAM doadores. partindo da cidade B.

8 = 20.4 d) 14. 72) Num determinado Estado.2 c) 8.x ⇒ 2.x = 72 ⇒ x = 2 Resposta: letra e 71) Para chegar ao trabalho. se aumentar a velocidade para 90 km/h. em minutos. f. calculamos o valor de 3a + 2b: 3 . José gasta 2 h 30 min.6 e b = 4. cos 60 0 ( ) onde: “r” é o lado oposto ao vértice R.07 d) 0. resultando: 0. Usamos a propriedade que estabelece que qualquer termo de uma P. dirigindo à velocidade média de 75 km/h. em progressão aritmética.2. O valor de 3a + 2b é: a) 6. nesta ordem.4 Resposta: letra e 70) As idades de Bruno. em partes diretamente proporcionais a 3 e 4 na razão 1.007 c) 0. 53). Solução: 3 4 Da proporção acima.A distância entre a papelaria e a farmácia. o 25 ..0 b) 8. quando um veículo é rebocado por estacionar em local proibido. para José fazer o mesmo percurso é: a) 50 b) 75 c) 90 d) 125 e) 180 Solução: A velocidade é uma grandeza inversamente proporcional ao tempo gasto para realizar o percurso. ⇒ r 2 = 64 + 9 − 24 ⇒ 2 2 2 r = 64 + 9 − 24 ⇒ r = 49 ⇒ r = 7 METROS! Para transformarmos essa resposta para a unidade solicitada no problema. 55 e calcular a razão. basta dividi-la por 1000. o tempo gasto. Podemos resolver o problema por meio de uma REGRA DE TRÊS SIMPLES INVERSA: velocidade tempo (min) 75 150  90 X  x = 125 minutos Resposta: letra d. Sabendo-se que Bruno tem 19 anos e André 53 anos. x. Desse modo: 1 r 2 = 8 2 + 3 2 − 2. do seguinte modo: r = x . é dada por: (19. em km. basta tomar a progressão: 21. a exceção dos extremos é dado pela média aritmética simples do antecessor com o sucessor 19 + 53 = 36 desse termo: x = 2 Solução 2: Caso você não se lembre da propriedade acima. p.8. Agora. Magno e André estão. respectivamente.0007 b) 0. a razão é sempre dada pela diferença entre um termo qualquer e o seu antecessor!) 72 = 36 Agora.0 Solução: Usamos aqui a LEI DOS COSSENOS: r 2 = f 2 + p2 − 2. retiramos os valores de a e b: a = 3.A. “f” é o lado oposto ao vértice F e “p” é o lado oposto ao vértice P.x (numa Progressão Aritmética. 4.A. é: a) 0.3.19 e r = 53 .7 e) 7. a idade de Magno é: a) 14 b) 27 c) 30 d) 33 e) 36 Solução 1: A P.19 = 53 .007 km Resposta: letra b 69) Duas grandezas a e b foram divididas. x.4 a b = = 12 .4 e) 20. 3.8.6 + 2 .x = 53 + 19 ⇒ 2. é só IGUALAR as duas equações: x .

88 = 76.9 METROS.” associando os atributos restantes.9 b) 1.25. ficaremos com Algum A não é G Resposta: letra a.88 + 1.81 ⇒ h = 0. verifique se você calculou na unidade solicitada! TTN/1998 (ESAF) 74) Se é verdade que “Alguns A são R” e que “Nenhum G é R”.88 . 8 e 10.0 e) 24. • Conclua do seguinte modo: ⇒ “Todo” com “Nenhum” resulta “Nenhum”.25. 6} e B = {1.. não é. então é necessariamente verdadeiro que: a) algum A não é G b) algum A é G c) nenhum A é G d) algum G é A e) nenhum G é A Solução: Uma forma de se resolver rapidamente este tipo de questão é fazendo o seguinte: Nas proposições categóricas do tipo: • Todo A é B (proposição universal afirmativa). adota-se uma unidade para resolver o problema. associando os atributos restantes. 6}.88 ⇒ 1. Muitas vezes. • Algum A é B (proposição particular afirmativa).. x. Se o valor pago foi de R$ 101.(3x + 3) é igual a 26 . Então: 0. 73) Um triângulo tem 0.675 = 5 3 3 3 2 h2 = 0.88 e mais R$ 1.25. 75) Considere dois conjuntos.675. 9. COMENTÁRIOS: O candidato deverá ficar atento aos problemas envolvendo conversão de unidades. Eliminando-o. em decímetros.x Onde: y é o valor pago de multa e x é o número de horas de permanência no estacionamento da polícia. obtemos: 9 DECÍMETROS.5 c) 9. para facilitar os cálculos.76.675 × 2 = 5 h 2 ⇒ 135 = 5 h 2 ⇒ h 2 = 135 × 3 .25 por hora de permanência no estacionamento da polícia. Sabendo que a interseção dos conjuntos A e B é dada pelo conjunto {2. ⇒ “Todo” com “Algum” resulta “Algum” associando os atributos restantes. Como queremos calcular a altura.x = 25 ⇒ x = 125 . b e A = 0.0 Solução: b×h Fórmula da área de um triângulo: A = 2 3 Dados: h = .88 o total de horas que o veículo ficou estacionado na polícia corresponde a: a) 20 b) 21 c) 22 d) 23 e) 24 Solução: Montamos uma equação de primeiro grau: y = 76. Resposta: letra c. equação: b = . 8. x. Neste questão temos que: • Alguns A são R • Nenhum G é R O atributo comum aqui é o “R”. ⇒ “Nenhum” com “Algum” resulta “Algum. Cuidado! Antes de assinalar a resposta.. 25 2500 = = 20 horas 101. A altura do triângulo. iremos isolar “b” na primeira 5 5. 5. A e B. É o caso das questões 1. o valor da expressão y .675 m2 de área e sua altura corresponde a 3/5 da base. 125 Resposta: letra a. • Algum A não é B (proposição particular negativa). 5. 9. Entretanto a questão solicita a resposta em outra unidade.motorista paga uma taxa fixa de R$ 76. Em decímetros. tais que A = {4..0 d) 15. 10.81 ⇒ h = 0.x = 101. h 3 ⇒ 0. é igual a: a) 0.25. 6}.88 + 1. • Nenhum A é B (proposição universal negativa). 3. Proceda do seguinte modo: • Elimine os atributos comuns às duas proposições. h h× .x ⇒ 1. y.

a) ⇒ y = x. a expressão 2 é equivalente a x −4 x−2 e) 5/4 27 .a) -28 b) -19 c) 32 d) 6 e) 0 Solução: Observando a interseção dos conjuntos A e B.. obteremos a soma a) -5/4 b) -1 c) 0 d) 1 Solução: 2  3 − 2 − 6 − 8 = = −1 − + −  = 8  4 8 8 Resposta: letra b. B.(3 − a) = x. não coincidentes. igual a 4 A área do círculo será: A = π. TRT/1998 .( y − ax) ⇒ 3 y − 9 x = ay − a 2 x ⇒ 3 y − ay = 9 x − a 2 x ⇒ Se y − ax y. o valor da razão .. y 3y − 9x = a .Auxiliar Judiciário 79) Se adicionarmos -3/4 ao quociente de -2 por 8. O contrário (x = 9 e y = 2) não é verdadeiro. 77) Os pontos A.4 2 A = 16π Resposta: letra a.(3 − a) = x.4.. para a > 9.(3 + a) ⇒ = (3 + a) x Resposta: letra c. pois senão teríamos o “9” aparecendo duas vezes no conjunto A. O raio da circunferência é. A = π. que pode se decompor como (3 + a).( 3 − a).4ª REGIÃO (FCC) . então: y y. 78) A área de um círculo localizado no segundo quadrante e cuja circunferência tangencia os eixos coordenados nos pontos (0.R 2 Calculando. Desse modo: AC 2 Resposta: letra c. portanto.4) e (.. 2x x : 80) Para x ≠ 0 e x ≠ ±2. constatamos que “x” só pode ser igual a 2 e “y” é igual a 9. o valor de é: AC a) 3/4 b) 1/3 c) 1/2 d) 2/3 e) 1/4 Solução: AB 1 = Pela situação proposta.. C e D.0) é dada por a) 16 π b) 4 π c) 8 π d) 2 π e) 32 π Solução: A situação proposta está ilustrada na figura ao lado. E ainda: AC = 2 AB. AB = BC = CD.(3x + 3) ⇒ 9 . sendo y ≠ ax . encontram-se todos sobre uma mesma linha reta. Resolvendo a expressão: y .(3 + a) ⇒ simplificando (3 . Se B AB é o ponto médio do segmento AC e se C é o ponto médio do segmento BD. no segundo parêntese um produto notável.(3 . é igual a 76) Se x y − ax a) (a – 9) b) (a – 3) c) (a + 3) d) (a + 9) e) 2a Solução: 3y − 9x = a ⇒ 3 y − 9 x = a.a).(9 − a 2 ) ⇒ temos.(6 + 3) = 0 Resposta: letra e.

para pagamento à vista. 10).000 e) 3. Ora.. o vendedor dá um desconto de 20% sobre esse valor.000 b) 299. se for para pagamento em 3 vezes. a mercadoria irá custar. portanto. 15). R$ 240. (9. significa que essa é a medida da diagonal de sua tela. somente pode ser dividido pela unidade (1) e por ele próprio. Um “truque”: Sempre que a taxa de desconto for de 20%. R$ 240. é a) 15% b) 20% c) 25% d) 30% e) 35% Solução: Com o desconto de 20%. 16.000. 20) e assim por diante.000 Solução: Resolve-se por meio de uma regra de três simples: população % 2997000 1110  X 100  2997000 × 100 X= = 270. estando correto concluir que as medidas dos lados da tela.0. Se naquele final de semana havia 2. só pode ter lados iguais a 12 e 16! Resposta: letra d. Se N não é divisível por 2. Se a opção de compra for à vista.i): multiplicamos o valor de R$ 300.240   valor final . 12. a VARIAÇÃO PERCENTUAL (∆%) será dada por:  60   300 . 81) Seja N um número natural menor que 100. Resposta: letra e. Quando se diz que um televisor tem 20 polegadas. a taxa de acréscimo (juros) equivalente será 25% e vice-versa. e.valor inicial  ∆% =   × 100 ⇒  × 100 ⇒ ∆% =   × 100 ⇒ ∆% =   240   240    valor inicial ∆% = 25%.00.00. Solução: “N” deve ser um nº primo.2). o número de habitantes no inverno é. 5 e 7. ou seja: (6. Temos aqui um triângulo retângulo PITAGÓRICO.000 d) 2.000 1110 Resposta: letra a. a) 270. então.. Os triângulos retângulos PITAGÓRICOS são: [3. custa R$ 300. Resposta: letra c. 5] (onde 3 e 4 são seus catetos e 5 é a hipotenusa) e TODOS os seus múltiplos. à vista. se a mercadoria custa. são a) 3 e 4 b) 6 e 8 c) 10 e 15 d) 12 e 16 e) 16 e 20 Solução: Um retângulo de lados 3 e 4 tem uma diagonal igual a 5. 2 x x −4 2x x−2 2 = . para pagamento em 3 parcelas.a) 1 2 x 1 x b) c) d) e) x+1 x+2 x+2 2x + 4 x−2 Solução: Divisão de uma razão por outra: conserva-se a primeira e multiplica-se pelo inverso da segunda: 2x x − 2 . Mantendo-se a proporção com o retângulo de lados 3 e 4. um retângulo que tem para diagonal o valor 20.997. 84) A população do Litoral Norte do Rio Grande do sul.790. 3. a porcentagem de acréscimo sobre o preço à vista.00. (x − 2) x x + 2 Resposta: letra b.700 c) 300. num final de semana de verão. representava 1110% da população do inverno.000 habitantes no Litoral Norte. 4. 28 . 83) Uma mercadoria custa R$ 300. (x + 2). 82) As telas da maioria dos televisores são semelhantes a um retângulo de lados 3 e 4. então N é divisível a) por 11 b) por 13 c) por 19 d) somente por potências de 2 e) somente por ele próprio e pela unidade. (12.00 por (1 . Decompondo-se a diferença de dois quadrados: x 2 − 4 = ( x + 2). em polegadas.00. ou seja. 8. ( x − 2) : . usamos aqui o FATOR MULTIPLICATIVO (1 . a prazo.

Todo paralelogramo que tem ângulos retos é um retângulo.n ⇒ 1 = 0. Quais são verdadeiras? a) apenas I b) apenas I e II c) apenas I e III d) apenas II e III e) I. Capital: “C”. e a medida do menor lado é um terço da soma das medidas dos outros dois lados. O perímetro desse triângulo será: P = 6 + 8 + 10 = 24 Resposta: letra e. Substituindo-se este resultado na Com o dado da questão. Montante: “2. 87) As medidas dos lados de um triângulo são números pares consecutivos.(1 + 0.C”.(1 + i. 8 e 10. e a temperatura do mesmo corpo em graus Celsius são proporcionais a 9 e 5.n) ⇒ 2. O valor numérico de 2 é x + y2 a) -1 b) 0 c) 1 d) 2x e) x + y Solução: x = −1 ⇒ x = − y ..n) ⇒ simplificando ambos os membros por “C” ⇒ 1 2 = 1 + 0. x + 4.04 Resposta: letra d. Quando C = 100. O quadrilátero que tem os lados opostos não paralelos é o paralelogramo.4ª REGIÃO (FCC) Técnico Judiciário x3 + y 3 89) O quociente entre os números. Se um triângulo tem um ângulo reto. TRT/1998 . Usando a fórmula do montante a juros simples: M = C. logo: x = 3 iguais a 6. este dobrará de valor em a) 1 ano b) 1 ano e 5 meses c) 2 anos d) 2 anos e 1 mês e) 2 anos e 5 meses Solução: Dados: i = 4% a. 88) Considere as afirmações: I. y 2 =0 Resposta: letra b. não nulos. II. 0. teremos: = ⇒ = 20 ⇒ F − 32 = 180 ⇒ F = 212 9 5 9 5 9 Resposta: letra d. x + 6 ⇒ x = 6 .04. x+ 2+ x+ 4 ⇒ 3. a expressão x2 − 4 é equivalente a x+2 29 . II. Assim.85) A temperatura de um corpo em graus Fahrenheit subtraída de 32 unidades. respectivamente. a água que ferve a 100 graus Celsius ferverá a quantos graus Fahrenheit? a) 100 b) 125 c) 208 d) 212 e) 300 Solução: Montando a equação descrita no enunciado: F − 32 C F − 32 100 F − 32 = . 86) Aplicando uma taxa de juros simples de 4% ao mês sobre um capital. x = 2. II e III Solução: Julgando item por item: I. x e y é -1. FALSO! O paralelogramo tem os lados opostos paralelos. x + 2. 90) Se x ≠ 2. ou 2 anos e 1 mês. VERDADEIRO! A soma de todos os ângulos internos de um triângulo é 180º. III.1 = 0.04. a soma dos outros dois ângulos é necessariamente igual a 90º.04. VERDADEIRO! Resposta: letra c. III. O perímetro desse triângulo é a) 8 b) 10 c) 12 d) 20 e) 24 Solução: Três números pares consecutivos podem ser escritos na forma: x. Se um dos ângulos é 90º.n ⇒ 2 .m. Os lados do triângulo são O menor lado é “x”. a soma dos outros dois também será igual a 90º. podemos escrever: y expressão dada: (− y) + y 3 2 ( − y) + y 2 3 = − y3 + y3 y +y 2 2 = 0 2.04.C = C.n ⇒ n = ⇒ n = 25 meses.

500 eleitores. A porcentagem de votos brancos ou nulos foi a) 12% b) 13. sua área é calculada por: A = π.00).a) x 3 + 8 b) x 2 + 8 c) x 2 − 8 d) x . B e C. A porcentagem será dada por: 1500 Resposta: letra a. Em relação ao valor de janeiro.7 representa em 41. U. Assim. Usamos.. temos: 376 + 645 + 299 = 1320. R$ 100. e o restante do capital.00. o aumento acumulado será de 44%. o candidato A obteve 376 votos. precisamos determinar a VARIAÇÃO PERCENTUAL existente entre o valor pago até 03/02/98 (R$ 80. ( x − 2) . O círculo terá uma área de: A = 100. π.7 salários mínimos e um aposentado civil do Legislativo recebia em média 41. ele passará para: r = 12 e a área do círculo passará a ser de: A = 144. o contribuinte pagará R$ 80. Dessa forma. percebe-se um aumento de 44 em 100 (ou 44%).r2. ou seja: 415 . × 100 ≅ 4% Quer-se encontrar o valor percentual que 1. no mês de janeiro de 1998.2% c) 15% d) 18% e) 50% Solução: Somando-se os votos dos candidatos A. Em média. pagará R$ 90. um aposentado do INSS recebia em média 1. digamos. T.00. um aposentado do INSS recebia x% do que recebia um aposentado do Legislativo. a qual concorriam três candidatos. Todavia. seu capital inicial era a) R$ 140. 91) Em uma eleição.2 e) x + y Solução: O numerador da expressão é um produto notável (diferença de dois quadrados) que pode ser decomposto da seguinte forma: x 2 − 4 = ( x + 2). O número de votos 180 × 100 = 12% brancos ou nulos será: 1500 . Tendo recebido no final de dois meses R$ 60. Através do método “Cuca Legal” para acréscimos sucessivos. Ao aumentarmos esse raio em 20%. votaram 1. a uma taxa de 2% ao mês. pago em 10/02/98 teve um acréscimo de a) 8.5%    80  valor inicial Resposta: letra c. Resposta: letra b. Substituindo-se este resultado na expressão.00.5 salários mínimos. teremos: x 2 − 4 ( x + 2). a Prefeitura de Porto Alegre concedeu descontos de 20% para quem pagou até 03/02/98 e de 10% após esta data e até 16/02/98. 645 votos e o candidato C obteve 299 votos.1320 = 180.00 c) 400.valor inicial   90 . 94) Segundo dados publicados pela imprensa. Você também poderia aplicar aqui a fórmula da VARIAÇÃO PERCENTUAL (com o valor inicial de 100 e o valor final de 144). Uma outra maneira de se resolver seria “atribuir” um valor para o raio. ( x − 2) = = ( x − 2) x+2 (x + 2) Resposta: letra d. Agora. 92) No pagamento do I.5. 95) Uma pessoa aplica a quarta parte de seu capital a uma taxa de juros simples de 9% ao mês. por exemplo: r = 10. a área do disco aumentará em a) 20% b) 25% c) 35% d) 44% e) 50% Solução: Ao aumentarmos o diâmetro de um círculo em 20%. seu raio TAMBÉM aumenta em 20%. Resposta: letra d. para isto a fórmula da VARIAÇÃO PERCENTUAL:  valor final . P.5% d) 20% e) 25% Solução: Podemos resolver esta questão “atribuindo” um valor inicial para o IPTU.5% b) 10% c) 12.00 de juros.00 e) R$ 30 . T. o I. 93) Aumentando o diâmetro de um círculo em 20%. A parte inteira de x é a) 1 b) 4 c) 10 d) 40 e) 41 Solução: 17 . Caso deixe para efetuar o pagamento após 03/02/98 e antes de 16/02/98. P.00 b) R$ 280.00 d) R$ 600. se o imposto for pago até 03/02/98. π. U. o candidato B.80  ∆% =   × 100 ⇒ ∆% =   × 100 ⇒ ∆% = 12. Comparando-se este valor com o anterior.00) e aquele pago entre 04/02/98 até 16/02/98 (R$ 90. a área sofrerá DOIS aumentos sucessivos de 20%.

A fração da área do quadrado ocupada pelo triângulo DEF é a) b) c) d) e) 1/4 1/2 3/8 5/8 3/4 Solução: Veja a solução apresentada na questão 393. C 2 9 × ×2+ × × 2 = 60 ⇒ + = 60 ⇒ = 60 ⇒ C = 800 200 200 200 4 100 4 100 Resposta: letra e. π Resposta: letra b. A altura. 31 . h ⇒ V = π. as retas a e b são paralelas. Os triângulos ABC e ABC’ têm mesma área.5 ⇒ V = 8.00 Solução: C 3.800. III.i2. Considere as seguintes afirmações sobre a figura: I. em decímetros. Em decímetros cúbicos. r 2 . ou 4 decímetros.n J1 = C1. O nível da água contida no reservatório sobe 5 centímetros quando mergulhamos um objeto no seu interior.200 e) 8. CORRETO! A área de um triângulo qualquer é o semiproduto da sua base pela altura. seu raio mede 0.8 metro de diâmetro da base. π d) 3. 96) Na figura.0.m. que é IDÊNTICA a esta! Resposta: letra c. II. INCORRETO! Resposta: letra c.n Dado: J1 + J2 = 60 15.8 metro. a medida do objeto é a) 8 b) 8.4 metro. i1 = 2% a. 98) Um reservatório tem forma de um cilindro circular reto de 0. π Solução: Se o diâmetro da base vale 0.000.5 decímetro.i1. II.4 2 . 97) Na figura. C C1 = C2 = 4 4 i1 = 9% a. O volume do objeto será dado por: V = π. CORRETO! Como ambos têm a mesma base e a mesma altura (dada pela distância entre as retas a e b) III. A área do quadrilátero ABC’C é sempre o dobro da área do triângulo ABC Quais são verdadeiras? a) apenas I b) apenas II c) apenas I e II d) apenas I e III e) apenas II e III Solução: I. C 9.π c) 100. E e F são pontos médios dos lados AB e BC do quadrado ABCD. A área do triângulo ABC é proporcional à distância entre as retas a e b. será: 0. n = 2 meses n = 2 meses J2 = C2. C C 3. C 6.m.

um turista dispõe de R$ 5. II. A partir de agosto. Com base nas informações acima.08% para 2. A partir de agosto. ou 32 . Veja. teremos o total de dólares que o turista receberá para a viagem: x + y = 2550 (equação em “dólares”) Para a equação em “reais”. 3 itens corretos (I.15% + 2. Item II: correto! 13. a participação do item era de 8. à direita: 19. passou a ter 10. Resposta: letra d 100) Para fazer uma viagem ao exterior. a equipe do departamento de índices do IBGE repassou os hábitos de consumo e estabeleceu nova relação entre a quantidade. o item "Saúde e cuidados pessoais” passou a ter maior participação do que tinha até julho de 1999.BB/1999 (CESPE-UnB) 99) IPCA e INPC têm nova fórmula A partir de agosto deste ano. em dinheiro em espécie e cheques de viagem.00 para comprar dólares. a participação do item “Comunicação" aumentou mais de 90% com relação à que tinha até julho de 1999. IV. à esquerda: 16.86% = 49. Com base na Pesquisa de Orçamento Familiar (POF) de 1996. a evolução da participação percentual de cada item na apuração do IPCA. a apuração do índice de Preços ao Consumidor amplos (IPCa) e do índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) tem novas estrutura e ponderação. I. a um custo de R$ 1. Parte dessa quantia será usada na compra de dólares em espécie.54% Item III: errado! Somando-se a participação do conjunto em cada gráfico encontramos. nos gráficos abaixo. relativos ao cálculo do IPCA.53%. Sabendo que.10%.00 por dólar. esse turista obterá um total de 2550 dólares ao realizar a transação de compra.95 por dólar.44%. Basta montarmos duas equações: uma referenciada a dólares e a outra a reais. então.10% + 4. Temos. na compra de cheques de viagem. Item IV: correto! O item comunicação cresceu de 1. basta multiplicarmos as quantidades x e y pelas respectivas cotações. Até julho. que representa 94. julgue os itens que se seguem. Calculamos a “variação 2.08% + 3. Sejam x → quantidade de dólares em espécie y → quantidade de dólares em cheques de viagem Se somarmos x com y. o item "Vestuário" passou a ter menos da metade da participação que tinha até julho de 1999.46% de participação. = 0. II e IV). “Comunicação” e “Educação" era maior que a participação atribuída a esse mesmo conjunto a partir de agosto de 1999. e.72% + 1. A partir de agosto. e a outra parte. III. “Alimentação e bebidas”. o preço e a participação de cada um dos produtos que compõem a lista de itens pesquisados no orçamento das famílias brasileiras.9444 . A quantidade de itens certos é igual a a) 0 b) 1 c) 2 d) 3 e) 4 Solução: Item I: correto! Basta comparar os dois gráficos: até julho de 1999.80%.84% = 50. a quantia de dólares em espécie que ele receberá será igual a a) 500 b) 550 c) 600 d) 650 e) 700 Solução: Um problema simples de sistema de equações do primeiro grau com duas incógnitas. a um custo de R$ 2.10 − 108 . a participação atribuída ao conjunto dos itens “Transporte”.10% + 24. A partir de agosto de 1999.24% > 2 x 6. percentual” do item considerado da seguinte maneira: 108 .19%.000.87% + 27.

a + b Resolvendo-se o sistema acima. o preço está no intervalo 1/2 Po < P < 2/3 PO. Texto VI . Então.500 ou 2. encontramos: a = -0. mostrando. 40) e (2000. como ilustra a figura ao lado. Item IV: correto! Para resolver este item é conveniente "chutar” um valor para Po. O ganho obtido com a produção e venda de 2.000 unidades produzidas. O gráfico de P em função de Q é dado por segmentos de reta.95y = 5000 x + y = 2550 . Item II: errado! Também podemos verificar diretamente no gráfico. Item lII: correto! O "ganho” é calculado multiplicando-se o preço P pela respectiva quantidade Q.000 unidades da mercadoria é o dobro do ganho obtido com a produção e venda de 500 unidades.Q + b. o números de assinaturas só cresceu 5%.4972. a equação da reta: P = . para 2500 unidades produzidas. Resposta: letra d. Se forem produzidas 1.0. Escolheremos Po = 60. Com base nas informações apresentadas. o ganho será igual a: 2000 x 1/2 Po = 1000 x Po.a + b 30 = 2000. Agora.x) = 5000 ⇒ 2x + 4972. o preço P é igual a 2/3 x 60 = 40. Agora basta substituirmos o valor de 1400 unidades produzidas (Q) na equação acima. o que significa um crescimento de 8% em relação aos três primeiros meses de 1999. o preço P é igual a 1/2 x 60 = 30. enquanto que. 102) De acordo com o texto VI. claramente que o preço decresce neste intervalo. equacionaremos o segmento de reta que se encontra entre 1000 e 2000 unidades produzidas.x 2x + 1.500 unidades da mercadoria. Q + 50. Para resolver este sistema.05x = 5000 . Para até 2. encontraremos os valores de a e b: 40 = 1000.1. 30) na equação acima.questões 82 e 83 A companhia de televisão por satélite Sky encerrou o segundo trimestre deste ano com mais 750 mil assinantes na América Latina.05 Resposta: letra b. devido a uma retração provocada pela alta de 15% no preço da assinatura. para 1500 unidades produzidas.01 e b = 50 Temos. o ganho será igual a: 500 x Po.5 ⇒ 27. os pares ordenados (1000. o número de assinantes da Sky na América Latina no final do primeiro trimestre de 1999 era a) inferior a 9 milhões 33 . concluímos que 36 é 60% de 60! Há 3 itens corretos.05x = 27.seja: 2x + 1. julgue os itens seguintes. 2x + 195 y = 5000 primeira equação e substituí-Ia na segunda equação: y = 2550 .95. basta isolarmos a variável y na Montando o sistema:  . para 2000 unidades produzidas.5 0. onde a é o coeficiente angular e b é o coeficiente linear. o preço unitário de venda será igual a 60% de Po. A quantidade de itens certos é igual a a) 0 b) 1 c) 2 d) 3 e) 4 Solução: Item I: correto! O gráfico mostra (entre 500 e 2000 unidades produzidas) dois segmentos de reta decrescentes. para encontrarmos: P = -0.(2550 . então. Para 500 unidades produzidas. Daqui. Quando a quantidade produzida for de 1000 unidades.95x = 5000 ⇒ 0.01.01 x 1400 + 50 = 36. o preço é igual a 1/2 Po. A equação da reta que passa por estes dois pontos tem a forma: P = a.400 unidades da mercadoria. Jornal do Brasil. Quando a quantidade produzida for de 2000 unidades. 10/8/99 (com adaptações). O preço de venda de uma unidade é o mesmo quando são produzidas 1. o preço unitário de venda diminui se a quantidade de unidades produzidas aumenta. 101) O preço de venda P de certa mercadoria é função da quantidade Q de unidades produzidas dessa mercadoria.5 ⇒ x = = 550 0. Substituindo-se. pois. No Brasil.5 .

2 GR e) GP > 1. Supondo. é correto afirmar que a) GP ≤ 0. Solução: Basta resolvermos a regra de três simples abaixo: 750 8%  100% X  750 × 100 = 9375 X= 8 Resposta: letra b.b) superior a 9 milhões e inferior a 10 milhões c) superior a 10 milhões e inferior a 11 milhões.0%. 103) Com base nas informações contidas no texto VI e considerando que: ganho real (GR) = valor total (em reais) ganho de fato pela companhia Sky com as novas assinatura no Brasil e ganho provável (GP) .1 GR d) 1. Lembrando de colocar todas as taxas na forma "unitária" antes de substituirmos na fórmula acima. e) superior a 12 milhões. d) superior a 11 milhões e inferior a 12 milhões. 104) O valor de um aluguel era de R$ 400. também. basta calcularmos 8% de 100 (o número que supomos existir de assinaturas no Brasil). com o aumento de 15%. o valor de assinatura passou para $ 115. então.valor total (em reais) que teria sido ganho pela companhia Sky com as novas assinaturas no Brasil se o preço da assinatura tivesse sito mantido e o percentual de crescimento do número de assinaturas no Brasil fosse o mesmo registrado para a América Latina. ou seja. houve 5 novas assinaturas. para ganho provável (GP) o seguinte: GP = 8 x 100 = 800.5% e inferior a 2. é correto afirmar que a taxa real de juros utilizada no reajuste do valor desse aluguel foi a) inferior a 1. teremos. então. Agora.5% b) igual a 1. ii = taxa de inflação. procuramos aqui a "taxa X= 400 real": 1 + i ap 1 + ir = 1 + ii onde: ir = taxa real. Assim calculamos hipoteticamente o ganho real (GR) de: GR = 5 x 115 = 575. com o crescimento de 5%.1 GR < GP ≤ 1. Como foi dito que o preço teria permanecido o mesmo ($ 100). Agora devemos "deflacionar” este valor.5 GR < GP ≤ GR c) GR < GP ≤ 1.00 no dia 1º de julho de 1999 e foi reajustado para R$ 410. que o preço da assinatura fosse de $ 100.5% .0% Solução: Calculamos a variação percentual no valor do aluguel por meio de uma regra de três simples: 400 100%  10 x  10 × 100 = 2.5% c) superior a 1. obteremos: 34 . que resulta em 8 novas assinaturas. d) igual a 2.5 GR b) 0. Desse modo. Para o ganho provável (GP). para sabermos a variação percentual de GR para GP podemos utilizar uma regra de três simples: 575 100%  800 X  800 × 100 X= = 140% 575 Resposta: letra e. Considerando que a inflação registrada no mês de julho foi de 1%. iap = taxa “aparente".00 no dia 1º de agosto de 1999.0% e) superior a 2.2 GR Solução: Vamos supor o seguinte: O Brasil tinha um total de 100 assinaturas.

000.75 5 6 0 Na tabela acima.674.00 Resposta: letra c. o 200. d) superior a R$ 210. Solução: É uma questão muito fácil de ser resolvida.399.1% 1. julgue os itens abaixo. 1 + 0. a uma mensalmente 10 anos mesma taxa de juros.00.074. Valor (em reais) 105) Na tabela ao lado.625.074. pois os valores de n e i são iguais nos 3 fluxos.00.00.15 67.28 = R$ 209.48 4 3.00. c) superior a R$ 205. à taxa de juros de 12% ao ano.33 4 3.000. Assinale a opção correta. .00.73 50.658.75 1. e) superior a R$ 215.64 1.725. O valor da quinta prestação será superior a R$ 1.48 100. Multiplicamos este valor pela parcela do terceiro fluxo da tabela acima e 200 obteremos: FV = 1000 x 209. que apresenta três opções de um plano de previdência privada com investimentos investido a receber após mensais iguais por um período de 10 anos.732. então.80 1. 1. d) Apenas os itens II e III estão corretos e) Todos os itens estão certos. ou seja.5%.674.640.725.01 101 Observação: O candidato não precisava realizar o cálculo acima (é um pouco trabalhoso.28 .000.399.000.641.485% . bastaria efetuar a divisão do montante em um dos fluxos.64 1. Basta saber que.00 e inferior a R$ 210.000.00.91 1. Assim.000.700.48 1 + ir = 35 . 2. ela sempre será menor do que a diferença entre elas.000.725.52 1. = = 101485 ⇒ ir = 101485 − 1 ⇒ ir = 1. I..00 104.00 e inferior a R$ 215.00 valor de x será 500.374. III. 1 + 0. para pagamento em 6 meses pela tabela Price.000.00 a) inferior a R$ 200.73 50.000.52 2 83.280.33 1. pelo respectivo valor da parcela para encontrarmos o valor do Fator de Acumulação de Capital: 41856 FAC = = 209.5%. que apresenta algumas células sem valores numéricos.15 67.00. Com relação a essa situação.5% . a) Apenas o item I está certo b) Apenas o item II está certo c) Apenas os itens I e III estão certos. Devemos.00 X b) superior a R$ 200. ao “deflacionarmos” uma taxa.725. Imediatamente após ser paga a segunda prestação. encontrar um valor inferior a 1.00. Solução: A tabela completa está representada abaixo: A B C D Mese Saldo Amortização Juros Prestação s devedor 0 10. entregues no ato e sem prazo de carência. 106) Mese Saldo Amortização Juros Prestação s devedor 0 10.856. II. capitalizados mensalmente.000. Resposta: letra a.00 1. se o leitor estiver atento ao fato de que o Fator de Acumulação de Capital será o mesmo para TODOS os fluxos apresentados.000.00    1 8.00    1 8.00.75 1. o saldo devedor será inferior a R$ 7.658.).48 3 5.025 1025 .000.75 3 5. O valor correspondente aos juros pagos na sexta prestação será inferior a R$ 20.48 2 6. os dados referem-se a um empréstimo bancário de R$ 10.91 1.00 e inferior a R$ 205.000.73 83..00 41.374..

(108) 5  .  . b) 8. 107) Carlos comprou um computador a prazo. temos todos os itens corretos. em cinco parcelas iguais e sucessivas. B5 e B6. Solução: Para resolver esta questão o candidato deve conhecer as fórmulas:  (1 + i)n − 1 . obtemos:  (108) 5 − 1  .(108) 2 . • Todos os valores da coluna C são calculados multiplicando-se a taxa (1%) pelos respectivos saldos devedores mostrados na coluna A “uma linha acima”.48 6 0 1. 2 (108) 5 − 1 .08 d) 5 2 0. • O valor da célula B1 foi obtido subtraindo-se o valor da célula C1 do valor da célula Dl. na “Tabela Price” a taxa é dada SEMPRE ao ano. pois trata-se da Tabela Price!) pode ser facilmente obtido somando-se as células B3 e C3.0.08).m. (108) 3 = X. a serem pagas de 30 em 30 dias.08. Desta forma.00 1. [(108) − 1].41 1. cada uma delas de valor X.  (3) PV = X.(108) 2 . (4) Y = PV × (108) ⇒ PV = 3 Y .691.08) .08. (108)  .08.e (1) PV = PMT ×   i × (1 + i)n    (2) FV = PV × (1 + i) n . 1 − (108) . deve-se dividi-la por 12 para convertê-la para o regime mensal: i = 1% a. Assim. No dia subsequente ao fechamento do negócio. • Obtivemos o valor da célula A2 subtraindo os valores das células A1 e B1. 5 5  0.   0. com a respectiva capitalização mensal. vencendo a primeira 30 dias após a compra.80. ou B4 com C4.08. o quociente Y/X deverá ser igual a a) . Assim. . c) −2 1 − (108) .732. Item III: correto! Na célula C6 temos o valor de R$ 17.40 17.08 1.  . (108) 5 −1 108 .08. . basta substituirmos os valores correspondentes ao plano de 5 parcelas (n = 5) iguais a X (PMT = X) e a taxa de 8% (i = 0. −5 e) [ ] 0. Assim sendo. Se a taxa de juros envolvida nessa negociação for de 8% para cada período de 30 dias. 0. Na fórmula (1). completamos o quadro e passaremos a analisar os itens da questão: Item I: correto! Como se trata de uma tabela Price. para que as duas propostas de pagamento do computador sejam equivalentes. pois. (108) 3 Substituindo-se (3) em (4): Y .5 1. O mesmo procedimento fornece o valor da célula A5.   Na fórmula (2).  ⇒ Y = X.708. (108)   0. (108) . Resposta: letra e.48 Alguns comentários: • A taxa dada no problema é nominal. TODAS AS PARCELAS SÃO IGUAIS! Item II: correto! O valor encontrado para a célula A2 é de R$ 6. basta substituirmos os valores correspondentes ao pagamento em uma única parcela Y (FV = Y) no dia do vencimento da terceira parcela do plano original (n = 3) e a taxa de 8% (i = 0. (108) 3  (108) 5 − 1   (108) 5 − 1  .725.08. (108) .08. propondo saldá-la com um único pagamento (Y) no dia do vencimento da terceira parcela do plano original. PV é o valor atual do computador.     36 . O mesmo procedimento fornece os valores das células B2.708. Calos decidiu renegociar a dívida.48 34.725. • O valor das prestações (TODAS IGUAIS.

F.x 2 + 2 7 2 a x e o valor da expressão: 9 . e . OFICIAL DE JUSTIÇA (SP)/1999 108) Dividir 120 em partes inversamente proporcionais a a) 20. Ao somarmos três sétimos da idade de João ao quádruplo da idade de Maria. 25.2 = 0 2 2 e) x + 10x = 0 d) x + 10x . 2 3 5 c) 10. “Y” a idade de Maria. 112) Achando o valor da expressão: 5 4 16 x a . V. V..08. V. F. Quantos anos tem Maria? a) 21 b) 27 c) 38 d) 45 e) 35 Solução: Seja “X” a idade de João. -2 e 8: a) 8X2 + 2x + 10 = 0 b) x2 .5  .8) = x2 . A resposta encontrada não foi exata.6x ..18 = 0 Solução: Basta efetuarmos a multiplicação: (x + 2). 36.) ⇒ = X  0. 85 X = 24 .   Resposta: letra a. 111) A diferença de idade entre João e sua irmã Maria é de 14 anos. 7 1 1 1 .16 = 0 c) x2 .16 = 0 Resposta: letra b. V. 60 e) 75. 30.. F. Desse modo: X − Y = 14 X − Y = 14  ⇒  ⇒ Multiplicando-se a primeira equação por -3 ⇒ 3 X + 4 Y = 149 3 X + 28 Y = 1043 7  − 3 X + 3 Y = −42 1001 ⇒ Somando-se membro-a-membro ⇒ 31Y = 1001 ⇒ Y = ⇒ Y ≅ 32. 38. Y  (108) − 1   (Simplificando e transpondo X para o primeiro membro.6x . 70 d) 28. 110) Forme a equação do segundo grau que tenha como raízes. F b) V.encontraremos respectivamente: 37 8 0 a 4 . Analogamente: Y Z = 12 ⇒ Y = 36 e = 12 ⇒ Z = 60 3 5 Resposta: letra b. F. V.3. Então: 10 2 3 5 2+3+5 2 [ ] [ ] • 210 ÷ 2 6 × 1 = 16 ⇒ 2 4 = 16 ⇒ VERDADEIRA • 1 = 0 ⇒ FALSA Resposta: letra c. 42.x . V Solução: Analisando as proposições uma a uma: • 64 ÷ 9 − (20 − 27) = 4 64 ÷ 9 − (− 7) = 4 64 ÷ [9 + 7] = 4 ⇒ 64 ÷ [16] = 4 ⇒ VERDADEIRA • 32 − 16 − (− 8) − 4 = 28 ⇒ 16 + 8 − 4 = 28 ⇒ 20 = 28 ⇒ FALSA X Y Z X + Y + Z 120 X = = = = 12 ⇒ X = 12 × 2 ⇒ = = 12 . F d) V. F.(x . 50 Solução: Divisão proporcional inversa: b) 24. 109) Classifique em verdadeiro (V) ou falso (F): • 82 : [32 – (20 – 33)] = 4 • 25 – (-2)4 – (-2)3 – 22 = 28 • [(-2)2]5 : [(-2)3]2 x 20 = 16 • (70)6 = 0 a) V. (108) 3  . V e) F. logo a questão apresenta problema na sua formulação. F c) V..3 e X  31 3 X + 28 Y = 1043 = 46. teremos como resultado 149.

6) = 60. posteriormente.4% c) 20. 116) Uma pessoa pretende fazer um empréstimo a juros simples de 3% ao mês. Resposta: letra d.8 X= 3 Resposta: letra d. um terreno de 320 m2 é representado por um desenho de 20 cm2. A porcentagem de prefeitos eleitos pelo primeiro partido foi a) 10% b) 12. (33 + 22) Resposta: letra e.00 c) R$ 1. (3 + 6) e) 3. Logo: MMC (4.12) ⇒ C = 112 . Para isso. x 9 3 3 2 2 Da segunda expressão: 5. por 4 meses. A empresa pretende aumentar o número de seus trabalhadores para 80. e.(1. extrair a raiz quadrada do resultado: Convertendo 320 m2 para cm2 → 3200000 cm2 Efetuando a divisão: 20 1 1 1 = = ⇒ ⇒ Escala: 1 : 400 1600 400 320000 1600 Resposta: letra e. o partido que elegeu o maior número de prefeitos no Estado conquistou 174 prefeituras.200. 5.400. 5 e 6 acrescido de 3 unidades. R$ 1. Da primeira expressão: a 2 . o valor máximo de a) R$ 1.22 c) 35 + 62 3 3 2 d) 6. no máximo. Resposta: letra b.00 Solução: Utiliza-se a fórmula do Montante (Juros Simples): M = C. x + a2 . essa pessoa poderá tomar emprestado. (3 + 2 ) Solução: (35 + 22. Somando-se 3 a este valor chegamos a 63 funcionários. deverá contratar mais 17 funcionários.232.00 d) R$ 1.a2 . CEEE (RS)/2000 (FAURGS) 113) Se os trabalhadores de uma certa empresa forem organizados em grupos de 4 ou 5 ou 6 pessoas. o que representa 0.00. a . x ⇒ . ela poderá pagar. 114) A teça parte da soma 35 + 62 vale a) 35/3 + 62/3 b) 35 + 3. x Resposta: letra d. o número de novos trabalhadores que ele deverá contratar é: a) 12 b) 17 c) 20 d) 25 e) 60 Solução: O n.250. 115) No primeiro turno das eleições.6% das prefeituras.00 b) R$ 1. sempre sobrarão 3 trabalhadores.5% d) 34.8% e) 60% Solução: Montamos uma Regra de Três: % pref.274.225.(1 + 0.00 e) R$ 1.03 x 4) ⇒ 1400 = C. Devemos buscar a relação entre DESENHO e REAL.32)/3 = 3. Nessas condições.6 3  X 174  0. x ⇒ 10. Se a empresa pretende aumentar esse número para 80. x ⇒ a2 . 117) Numa planta.n) 1400 = 1250 1400 = C. x + 38 .a) a2x 2 e 20 4 x d) 4 b) 8a 2 x e 10x2 3 1 14 ax e 5x 3 1 7 e zero e) ax2 3 c) 1 2 a 14 x e 20 4 x 3 Solução: 25 2 5 8 . A escala dessa planta é a) 1:1. No final de 4 meses. 0.(1 + i. O partido que menos elegeu prefeitos no Estado conseguiu eleger 3.º atual de funcionários da empresa é um múltiplo comum de 4.6 × 174 = 34.6 b) 1: 16 c) 1:40 d) 1:160 e) 1:400 Solução: Aqui precisamos ter cuidado! Uma escala nunca é dada e unidades de ÁREA.2.

. A área do quadrado intermediário é a) 36 b) 40 c) 49 d) 55 e) 60 39 . Aplicando Pitágoras: dCO = 120 2 + 50 2 = 14400 + 2500 = 16900 = 130 m Resposta: letra c. Quando o carro está a exatamente 210 m do cruzamento. Um carro c) com velocidade constante de 72 Km/h. 119) Se log 2= 0. A área do maior é 64 e a área do menor é 25. então a) –1 < x < 0 ou 1< x ≤ 2 b) 0 < x < 1 ou 2 < x ≤ 3 c) 2 ≤ x ≤ 3 d) 1 ≤ x < 3 e) e) 0 < x ≤1 Solução: Muito simples! Observe que foram hachurados no gráfico os trechos onde AMBAS as funções são positivas (que resulta num produto positivo) e onde AMBAS são negativas (que também resulta num produto positivo) Resposta: letra b. Área = 5.6 convertendo de km/h para m/s.3980 e) 1. Como 5 a área é o produto da base pela altura. aproxima-se de um ônibus (o).3010) ⇒ x = 1 − 0. Se o produto f(x) . o ônibus parte com velocidade constante de 54 Km/h. 120) Na figura abaixo.3980 b) 0. teremos um triângulo retângulo (ver figura). a distância entre o carro e o ônibus é a) 50m b) 120m c) 130m d) 144m e) 160m 54 × 8 = 120 m . A área do retângulo hachurado é: a) log 5 – 1 b) log 25 c) log 32 d) 5 e) 10 Solução: A base do retângulo é 10 . 122) a figura ao lado é composta de 3 quadrados.5 = 5 e sua altura é: log 10 . g(x) é positivo.160 m = 50 m. 121) A curva do gráfico abaixo representa a função y= log x.0970 d) 1.0669 c) 1.118) Os gráficos da Função Linear f e da Função Quadrática g estão representados na figura abaixo. Decorridos 8 segundos. então a solução da equação 10x = 2. Por quê dividir a velocidade por 3. log 2 ⇒ x = 1 − 2.log 5 (aplica-se a propriedade do quociente) ⇒ log 10 = log 2 . com isto. 3. para dar coerência as unidades utilizadas no problema. agora irá ficar a: 210 m .3010.. Como o automóvel estava a 210 m da esquina.log 2 (aplica-se a propriedade da potência) Área = log 25 = log 32 Resposta: letra c. o ônibus percorrerá d1 = 3.6? Estamos. tomando a direção da outra estrada. estacionado no cruzamento. log 10 = log ⇒ x = log 10 − log 4 ⇒ 4 x = 1 − log 22 ⇒ x = 1 − 2. (0.5 ⇒ x.6 72 d2 = × 8 = 160 m . e o automóvel: Solução: Em 8 s. Com isto. estão representadas duas estradas que se cruzam perpendicularmente.5 é a) 0.6990 Solução: Vamos “logaritmizar” a expressão: 10 log 10x = log 2.3980 Resposta: letra a.602 x = 0.

.5 min NÃO É 3 min 50 s. Assim. cada termo. ( x − 5 ) = 5. o 42º dia também irá cair num domingo. h.5 . cuja l2. = 4 = AL 3. Em média. agora. em uma a) Segunda-feira.75 AL 12 12 4 Resposta: letra c. l. esse resultado já foi encontrado. 124) Uma prova realizada num domingo terá seu resultado publicado em 45 dias.5 min é igual a 30 segundos. Resposta: letra d.25 b) 0. portanto. 125) A figura seguinte representa a planificação de um prisma Se a medida de cada um dos segmentos AB. 3 fórmula da área é: A b = . Simplificando. l . h . 3 3 . (8 − x) 5 x−5 x 2 − 5 x = 40 − 5 x ⇒ x 2 = 40 . 3 .50 c) 0. Assim. h (produto da área da base pela altura). Substituindo-se o valor dado: = AL 12 l = 3. h. A base é um triângulo equilátero. podemos aplicar a propriedade que diz o seguinte: ”Numa Progressão Geométrica. Faremos.h V l2 . prata ou bronze de acordo com a tabela abaixo OURO PRATA BRONZE 40 . Um alerta! 3. 3 . Assim. Resposta: letra b. restam mais 3 dias para o resultado da prova. 3 . mas que requer ATENÇÃO na contagem! O maior múltiplo de 7 contido em 45 é o 42. Os resultados serão publicados. Assim: 3. Como área do quadrado intermediário é x2. Logo. ou CD é 3 raiz de 3. a RAZÃO entre o Volume e a Área Lateral do sólido: l2 . b) Terça-feira c) Quarta-feira. Muito cuidado na conversão de horas. 3 1 . h 4 3. a exceção dos extremos é dado pela Média Geométrica do seu antecessor com o seu sucessor”.Solução 1: As área estão em Progressão Geométrica. 3 3 V = = = = 0. 3 . Desse modo: x = 25 × 64 = 1600 = 40 Solução 2: Caso você não se lembre da propriedade acima. l . minutos 60 2 e segundos!!! 0. A área lateral de um prisma é dada pelo produto V= 4 do perímetro da base pela altura: AL = P. . BC. d) Quinta-feira e) Sexta-feira Solução: Outra questão muito fácil.h. 3 . poderá resolver a questão por semelhança de triângulos (ver figura ao lado): x 8−x = ⇒ x.5 horas. que irá cair numa quarta-feira. 123) Uma prova de 60 questões deve ser resolvida em 3. um grupo de atletas foi premiado com medalhas de ouro. A partir daí. l. o tempo disponível para resolver cada questão da prova é a) 15 s b) 58 s c) 3 min 03 s d) 3 min 30 s e) 3 min 50 s Solução: Muito simples! Basta dividirmos o tempo (em minutos) pela quantidade de questões: 210 7 = = 3 . 126) Numa competição da qual participaram americanos e europeus. o volume do sólido 4 será: l2 . sua área lateral será dada por: AL = 3.75 d) 1 e) 2 Solução: Volume de um prisma → V = Ab . a resposta é: 3 min 30 s. h V l. Então. então a razão entre o volume e a área lateral do prisma é a) 0. Resposta: letra c.. O perímetro de um triângulo equilátero é dado pela soma dos seus 3 lados: P = 3.

AMERICANOS 10 13 22 EUROPEUS 08 14 23 Sabendo que cada atleta recebeu apenas uma medalha e escolhendo.3 = 3 x 2 x 10 x 9 x 8 = 4320 (letra d) • Se considerarmos a possibilidade de repetir as letras.2. Entretanto. isto não ficou claro quando se trata das letras (elas podem ou não se repetir) • Vamos. em segundos.9 milhões.96 Solução: O n. na ligação que João fez é: a) 210 b) 350 c) 420 d) 540 e) 570 Solução: Se estamos SOMANDO os valores com a tarifa antiga e com a nova. Nessas condições.082 = 44. A resposta está APROXIMADA! 90 Resposta: letra a.000 c) 28.96) esse número e o total é: 44273 Resposta: letra e.99 ⇒ x = 7 MINUTOS Solicitou-se a resposta EM SEGUNDOS. 127) Os postes de uma rede elétrica serão identificados por placas.5  De onde retiramos X = 28.558. C.000 b) 27. a solução seria 32 x 10 x 9 x 8 = 6480 (letra e). restarão 87.500 e) 29. A razão entre o número de mulheres que não contraíram a doença e o número total de mulheres pesquisadas é. O tempo gasto. ao acaso. um aumento das tarifas de chamadas locais de telefones fixos para telefones móveis.273.355 mulheres foram acompanhadas por um período de 15 anos. A quantidade de unidades vendida em 1999 foi de: a) 27. 130) O governo autorizou. de: a) 0.9 100  1999 X 87. 2. por minuto e passaram a custar R$ 0. 46.871 d) 0.5% de 32. O valor que João vai pagar pela ligação com a nova tarifa somado ao valor que ele pagaria pela ligação com a tarifa antiga é de R$ 3.27 + 0.27.787.410 d) 28. a probabilidade de ele ser americano e ter recebido medalha de prata é a) 15% b) 20% c) 25% d) 30% e) 50% Solução: A probabilidade de o atleta ser americano E ter recebido medalha de prata é: 13 P( A ∩ P) = = 14. o número máximo de postes que poderão ser identificados é a) 120 b) 720 c) 1080 d) 4320 e) 6480 Solução: Esta questão deixou uma dúvida lógica entre os candidatos.787. Desse modo. No período. portanto. em janeiro deste ano. Assim: 7 x 60 = 420 segundos Resposta: letra c.5% menos do que em 1998. de uma questão passível de ANULAÇÃO! IBGE/2000 (NCE .955 (aproximadamente 0. O enunciado é CLARO ao informar que os ALGARISMOS não se repetem (a palavra “estes” do enunciado refere-se APENAS aos algarismos!).91 e) 0.2 x A10.75 b) 0. teremos: (0.500.99. constituídas de duas letras seguidas de três algarismos. X = 3.5%. aproximadamente. a solução dar-se-á por: A3. João fez uma ligação que durou "x" minutos. Trata-se. A razão entre 46355 = 0. Em 1999. 129) Numa pesquisa realizada nos EUA a respeito de câncer de mama.44% . foi autorizada somente a utilização das letras A.30) .000 Solução: Se retirarmos 12.9 milhões de unidades. considerar que as letras também não se repetem (a exemplo do que acontece com os algarismos).UFRJ) 128) Um levantamento feito por uma associação que reúne fabricantes de eletrodomésticos e aparelhos de áudio e vídeo mostrou que as vendas estão em queda desde 1997.84 c) 0. vendeu 12.355 .082 mulheres apresentaram a doença. Para certa região. sendo que estes não podem se repetir.000.30 por minuto. Essas tarifas custavam R$ 0. A diferença entre o quádruplo do maior e o triplo do menor 41 . Em 1998 a indústria vendeu 32.000.315. montando uma regra de três: Quantidade % 1998 32. B. um atleta desse grupo.º de mulheres que NÃO contraíram a doença é: 46. 131) A soma de dois números é igual a 23.00 Resposta: letra d. Então. inicialmente.

0134 b) 0. do enunciado. Então a probabilidade pedida é: 10 =0.8 % 40. é igual a: a) 0. Resposta: letra a. 13 cm = 1. Então: x + (x .1020. Queremos calcular a medida do maior lote.5 mililitros.67% d) 43. Daí resulta: x = 13.3 = 1. em hm2. 134) Um terreno foi comprado por R$ 17.0205 litros. 3 aproximadamente. que x = y + 98 e z = x .3 % O ângulo do setor circular correspondente a esse percentual é. Basta fazermos outra regra de três: Ângulo % 360º 100  X 57. h ⇒ V = π . Sabemos. “y” e “z” as áreas dos três lotes. aproximadamente. Resposta: letra c.0232 hm2 Resposta: letra d.000) resulta: 0. 34 = 17578.48% e) 50% Solução: Temos 10 fichas com número maior ou igual a 15. O Aluno e o Trabalho Trabalha atualmente? Não 40. Passando para hm2 (dividimos por 10. que é 169. que.0151 c) 0. 0.52 . de: a) 156º b) 208º c) 252º d) 263º e) 271º Solução: Quer-se calcular o ângulo correspondente ao percentual de alunos que trabalham fora da área de formação. e o terceiro 81m2 menos que o primeiro. em mililitros.93% b) 37.50% c) 41.578.3 dm.81) = 517 ⇒ 3x . O problema solicitou o cálculo em mililitros! Convertendo as unidades: 10 cm = 1 dm.020 d) 1.0232 e) 0. Calculando o volume da lata: V = π . 24 42 . 135) Um arquivo contém 24 fichas.98) + (x .00. Sugestão: multiplique a primeira equação por “3”.8  Desse modo: x = 208º (aproximadamente) Resposta: letra b.67%. a fim de eliminar o “y”. 132) As tabelas abaixo representam dados percentuais a respeito de alunos e trabalhos. O percentual de alunos que trabalham fora da área de formação é de 57. 133) Uma lata cilíndrica com 10 cm de diâmetro e altura de 13 cm contém um líquido que ocupa 2/3 de sua capacidade.0205 dm3 ou 1. Se o valor pago por metro quadrado foi de R$ 34. r2 . O quadrado do maior desses dois números é: a) 100 b) 144 c) 169 d) 256 e) 529 x + y = 23  a fim de encontrarmos o valor de “x” (o maior Solução: Resolveremos o sistema:  4 x − 3 y = 22 deles!).205 Solução: A equivalência entre a medida de volume e capacidade é: 1 dm3 = 1 litro.81 e (x + y + z) .0170 d) 0. Queremos o seu quadrado. numeradas de 1 a 24.8%.179 = 517 ⇒ x = 232 m2. que é de 57.9 % 1.4 % Em que área? Fora da área de formação Na área de formação Não respondeu 57. ou .é igual a 22.0258 Solução: Sejam “x”.4167 ou 41.085 e) 1. O volume de líquido que a lata contém.6 % Sim 48 % Não respondeu 6. Mas apenas 2/3 desse volume está na lata. 1. a medida do maior lote. A probabilidade de se tirar uma ficha com o número maior ou igual a 15 é aproximadamente igual a: a) 20.8%. ou ainda: 2 1020.5 = 680 mililitros. é aproximadamente igual a: a) 680 b) 740 c) 1. Retira-se ao acaso uma ficha. neste caso é o “x”.00 e dividido em três lotes de modo que o primeiro tinha 98m2 mais que o segundo.

15 1. Estas ruas foram numeradas de 1 a 4. (Por exemplo: a13 é o termo da rua 1 no terceiro dia). a5 = a4 + 5 = 15 e a6 = a5 + 6 = 21.7m. em metros. a4 = a3 + 4 = 10. Solução: MÉDIA = 4 + 1+ 3 + 3 + 2 13 (aproximadamente) Resposta: letra c.  −  3 3  6  18 14 3 2 2 A= = = = = 2. Por semelhança de triângulos. pessoas foram entrevistadas em quatro ruas diferentes.3 b) 2.30 b) 1.87 b) R$ 0. .7 = 2.87 × 4 + 0.5.64 d) 2. 23 10 15 34 17 8 15 12 9 12 12 23 11 10 13 10 7 9 18 11 O número total de pessoas entrevistadas nos terceiro e quarto dias é igual a: a) 99 b) 118 c) 123 d) 129 e) 135 Solução: 15 + 34 + 12 + 9 + 11 + 10 + 9 + 18 = 118 Resposta: letra b. 138) A soma do número de anagramas que se pode fazer com as letras da palavra AMOR com o número de anagramas que se pode fazer com as letras da palavra PAZ é um número: a) divisível pelo mínimo múltiplo comum entre 2 e 15 b) ímpar c) múltiplo de 4 d) primo e) divisível por 9 Solução: Para encontrarmos o número de anagramas com as letras de uma palavra (sem repetições de letras). Qualquer elemento da seqüência é encontrado pelo termo geral. b = -2 e c = 1/3. b e c na expressão acima: 1 1  7 1 1 1 7 .08 e) R$ 1. O valor do segmento EF.  −   6 6 36  2 3  2 3 Resposta: letra d.2 m. o valor 140) Dada a expressão: A = (a + c)(a − c) numérico de A é: a) 1. . CD 3. .92 Solução: Basta substituirmos os valores de a.2 Solução: Foi feita uma linha (tracejada) paralela ao segmento BC. de: a) R$ 0.( −2).( a + b + c) e considerando que a = 1/2. a. Então: P4 + P3 = 4! + 3! = 4 x 3 x 2 x 1 + 3 x 2 x 1 = 30. ficamos com dois triângulos retângulos: AGD e EFD. 139) A tabela abaixo mostra o preço de uma dúzia de ovos em 13 mercados: Preço 0. c. = = 102 .80 e) 2. a3 = a2 + 3 = 6.8 5 1 5 5  1 1  1 1 . Resposta: letra a.17 Freqüência 4 1 3 3 2 O preço médio de uma dúzia de ovos é.  − 2 +  − .99 × 1 + 102 × 3 + 115 × 3 + 117 × 2 13.99 1. Retiramos daí as medidas dos segmentos DG = 3. an = an-1 + n.02 d) R$ 1.92 c) 2. basta calcularmos a PERMUTAÇÃO do número de letras da palavra. isto é.32 . BC = 10 m.7 d) 4. é igual a: a) 1. Resposta: letra b.0. Durante 5 dias.2 . temos: 43 . a1 = 1. 141) Na figura abaixo são dados: AB = 0.15 0.5 c) 3. AG = BC = 10 e DF = 1. n ≥ 2. Desse modo. + . aproximadamente. Cada elemento aij dessa matriz representa o número total de pessoas entrevistadas na rua que recebeu a numeração i no dia j.3. Este número é divisível pelo MMC de 2 e 15 (que é 30). determinando no segmento CD o ponto “G”.0 e) 5.Resposta: letra c. 137) Um pesquisador organizou o resultado de uma pesquisa numa matriz.02 1. DF 1.3 m e EF é paralelo a BC. 136) Uma seqüência de números é formada da seguinte maneira: o primeiro termo é igual a 1. O sexto termo dessa seqüência é igual a: a) 10 b) 21 c) 23 d) 25 e) 27 Solução: a2 = a1 + 2 = 3.87 0. b.98 c) R$ 1.

Para quantos dias ainda darão os víveres.6 c) 0. então ficaram 5/9 do vinho na garrafa. a diferença entre a maior e a menor raiz dessa equação é: a) 1 b) 2 c) 3 d) 4 e) 5 Solução: 2 x + x = 2 6 ⇒ x2 + x = 6 ⇒ x2 + x ... Regra de três: homens dias 180 ↑  45  225   X ↓ 180 × 45 = 36 De onde retiramos: x = 225 Resposta: letra a 144) Uma substância perdeu água por evaporação. Tomando 4/9 do vinho contido na garrafa. precisamos “buscar” os 2% que estão faltando. o que representa 2% do seu volume. a tripulação passou a ser de 225 homens.4 b) 0.48 Como queremos calcular o peso da garrafa vazia. EF 13 EF DF = ⇒ = 10 2.2 ml.8 98 2 2 Resposta: letra d 145) Uma garrafa cheia de vinho pesa 1.8 e) 1 Solução: Se a substância perdeu 2% de seu volume inicial. Tiramos o MMC e ficamos com: 9x + 5y = 6.5 AG DG De onde retiramos: EF = 5. que corresponde a 39.2 ml. Portanto. restando 39. Resposta: letra e.6 = 0 ⇒ (raízes) ⇒ -3 e 2..2x = 64 . basta resolvermos o sistema com as duas equações:  5 x + 9 y = 6.2  X ↓  98   2 ↓ 39. eliminaremos o “y” multiplicando a primeira equação por -5: 44 . Qual o peso. • Com a chegada dos 45 náufragos. Daqui podemos escrever uma equação: x + y = 1. 142) Dada a equação: 2x .2 m Resposta: letra e.(-3) = 5. é preciso acrescentar quantos ml? a) 0. podemos escrever outra equação: 5y x+ = 0.2 × 2 x= = 0. Para reconstituir a substância. os 180 homens ainda terão víveres para 45 dias.2 d) 0.28 Se 4/9 do vinho foram consumidos. composta de 180 homens. x + y = 128 Agora.PRF/2000 (UNIFICADO) 143) A tripulação de um navio. Daí a regra de três: Volume % 39.72 kg. Para reconstituir a substância. Seja y o peso do vinho contido na garrafa. dispõe de víveres para 60 dias. Diferença entre a maior e a menor é: 2 .48 9 . que terão víveres para “x” dias. seu volume final ficou em 98%. após o aumento da tripulação? a) 36 b) 27 c) 30 d) 42 e) 92 Solução: • Passados os 15 dias. ela passa a pesar 0. da garrafa vazia? a) 50 b) 40 c) 30 d) 20 e) 10 Solução: Seja x o peso da garrafa vazia.28 kg. Decorridos 15 dias de viagem foram recolhidos 45 náufragos. em gramas.72 . SIMULADO .

Seja y a idade do filho. na verdade. a equação: . e x1.6 km/h e) 36 km/h Solução: Muito cuidado com problemas envolvendo velocidade média! A tendência é tentar resolvê-lo por “média aritmética simples”. Destes 4/5.. No segundo dia. Do enunciado do problema podemos escrever as equações: x 3 = (Daqui. x = 240 ⇒ x = 450 15 Resposta: letra b 147) Que horas são se 2/3 do que ainda resta para terminar o dia é igual ao tempo que já passou? a) 9h b) 9h 6 min c) 7h 30 min d) 8h e) 9h 36 min Solução: Seja “x” o tempo que já passou. 4 1 4 ele lê 1/3. isolamos o valor de x) ⇒ x = 3y (iremos substituir este valor na segunda equação) y 1 x .6 Muito cuidado na conversão para horas e minutos! Daqui resulta: 9h e 36 min.08 ⇒ x = 0. = 5 3 15 Então..02 kg. Qual é a sua velocidade média? a) 60 km/h b) 24 km/h c) 120 km/h d) 57. ainda ficam faltando os outros 8/15. + = 5 15 15 Podemos concluir a resolução por meio de uma regra de três ou então por uma simples equação: 8 . .40 ⇒ Somando-se as duas equações ⇒ 4x = 0.6 km / h 1 1 48 + 72 48 + 72 + 72 48 48 × 72 45 .x). que totalizam: 1 4 7 . Qual é a idade de cada um. Quantas páginas tem o livro? a) 400 b) 450 c) 300 d) 500 e) 550 Solução: Se o estudante lê 1/5 do total no primeiro dia. Resposta: letra e 148) A idade de um pai está para a idade de seu filho assim como 3 está para 1. que correspondem a 240 páginas.− 5 x − 5 y = −6. então. sabendo que a diferença entre elas é de 24 anos? a) 10 e 34 b) 12 e 36 c) 15 e 39 d) 6 e 30 e) 18 e 42 Solução: Seja x a idade do pai. ao chegar à cidade B.. Assim. trata-se de “média harmônica”. que dá . O que resta para terminar o dia é (24 . (24 − x) = x 3 48 .48 Resposta: letra d 146) Um estudante precisa ler um livro para uma ficha-resumo. lê 1/5 do total. x2. o estudante já leu 1/5 (primeiro dia) MAIS 4/15 (segundo dia) do livro. ou 20 g  9 x + 5 y = 6. quando. retorna para A com uma velocidade de 48 km/h. lê 1/3 do restante e ainda ficam faltando 240 páginas. .y = 24 ⇒ 2y = 24 ⇒ y = 12 (a idade do filho). O problema resolverse-ía por média aritmética se os tempos gastos nos dois percursos fossem (como as distâncias) iguais. 2 Temos. onde: “n” é o número de elementos do conjunto. o que não ocorre aqui! n . No primeiro dia.y = 24 3y . xn são Fórmula: Mh = 1 1 1 + +. 149) Um ônibus faz o percurso entre as cidades A e B a uma velocidade de 72 km/h. então ficam faltando 4/5 do livro para ler. Resolvendo: 2 2 2 × 48 × 72 Mh = = = = 57.2x = 3x ⇒ 5x = 48 ⇒ x = 9.+ x1 x2 xn os elementos do conjunto de dados. e x = 36 (a idade do pai) Resposta: letra b..

largura e altura. a idade do irmão do meio é: a) 16 b) 29 c) 32 d) 35 e) 38 Solução: Podemos usar aqui uma propriedade que diz o seguinte: “Em uma Progressão Aritmética.2 Solução: O Volume de um Prisma é dado por: V = a . Aplicando-a aqui. possui um volume de 240 cm2.0 e) 24. abertos ao mesmo tempo.0 e) 1. O comprimento da caixa. Sabendo-se que o mais jovem tem 21 anos e o mais velho 55 anos. 150) Uma caixa de 0.2.1 × (c − 0. Considerando-se a como altura. em metros.. cujo comprimento tem 2 dm a mais que a largura. Transformando todos os dados para METROS e substituindo-os na fórmula. Desse modo: 0. 1 1 1 1 Assim: (tirando-se o MMC de ambos os membros da equação) ⇒ + − = 3 6 12 x 4 x + 2x − x 12 12 = . em progressão aritmética.024 = 0.2) × c ⇒ c 2 − 0. Resposta: letra c. 152) Um triângulo tem 0. Com as duas torneiras mais o ralo.9 b) 1. teremos: Dados: a = 0. a exceção dos extremos. é igual a: a) 0.Um “truque” para resolver rapidamente problemas com velocidade média seria calcular a média aritmética simples entre as duas velocidades (de valores não muito distantes um do outro) e responder assinalando a primeira alternativa que tiver um valor ligeiramente menor do que a média aritmética calculada. Resposta: letra c 151) As idades de três irmãos estão. teremos: 21 + 55 x= = 38 2 Resposta: letra e.81 ⇒ h = 0.024 = 0 ⇒ c = 0..6 d) 1. b . 153) Uma torneira. b e c são suas dimensões. iremos isolar “b” na primeira 5 5. Novamente lançamos aqui o ALERTA 5 12x 12x 46 . c. é dado pela média aritmética simples do seu antecessor com seu sucessor”.81 ⇒ h = 0.675 m2 de área e sua altura corresponde a 3/5 da base. nesta ordem.1 cm de altura. trabalhando sozinha. ou seja.4 b) 0.675 = 3 3 3 5 2 h2 = 0. onde a. equação: b = . obtemos: 9 DECÍMETROS. b como largura e c como comprimento.6 m. Neste caso.675 × 2 = 5 h 2 ⇒ 135 = 5 h 2 ⇒ h 2 = 135 × 3 . em decímetros. b e A = 0.5 c) 9. comprimento.4 h .0 d) 15.0 Solução: b×h Fórmula da área de um triângulo: A = 2 3 Dados: h = .5 c) 0.0.024. o tanque ficará cheio em: a) 2 h e 40 min b) 5 h c) 7 h e 30 min d) 3 h e) 2 h e 24 min Solução: Devemos utilizar aqui o “Método da Redução à Unidade”. c − 0. que pode ser enunciado como segue: “O somatório dos INVERSOS dos tempos individuais é igual ao inverso do tempo conjunto”. A altura do triângulo. Como queremos calcular a altura.1 cm. que apresenta um valor ligeiramente inferior a 60. 2 Resposta: letra d. b = c .675. que resulta em: 5x = 12 ⇒ x = = 2. enche um tanque em 3 horas. Outra torneira. cada termo. Um ralo esvazia o tanque em 12 horas. Então: 0. Em decímetros. 3 ⇒ 0.2. é: a) 0. h . enche o mesmo tanque em 6 horas. faríamos 72 + 48 = 60 marcando a opção d. se fôssemos resolver a questão desta forma. também trabalhando sozinha. h h× 5. V = 0.9 METROS.

105 apertos de mão. são necessárias DUAS pessoas para UM aperto de mão. cada pessoa presente cumprimentou todas as outras. Mas apenas 2/3 desse volume está na lata. Resposta: letra a. vem: n.00. a parte relativa a cada uma das pessoas remanescentes aumentou de R$50.085 e) 1. ao todo.205 Solução: A equivalência entre a medida de volume e capacidade é: 1 dm3 = 1 litro.3 = 1. Quantas pessoas havia na biblioteca? a) 21. O volume de líquido que a lata contém.5 = 680 mililitros. 157) A quantia de R$4. quatro delas desistiram em benefício das demais.1020.4 h NÃO É 2 h e 40 minutos!!! A fração 0. As raízes são: 15 e -14. Quantos quilogramas de farinha serão necessários para produzir 120 sacos de pães. é aproximadamente igual a: a) 680 b) 740 c) 1. pesando 80 kg cada um? a) 9450 b) 9600 c) 16800 d) 20800 e) 21600 Solução: Vamos “enxugar” uma das variáveis (a variável “sacos”): ∗ 210 sacos de farinha com 60 kg cada um totalizam 12600 kg de farinha.00 deveria ser repartida em partes iguais por um certo número de pessoas. uma regra de três simples: farinha (kg) pães (kg) 12600 7200  X 9600  12600 × 9600 X= = 16800 .1) = 210 (que resulta numa equação do (n − 2)! segundo grau idêntica à da solução 1). de 60 kg cada um. O produto que realizamos está contando o DOBRO dos apertos de mão realizados. podem-se fazer 180 sacos de pães com 40 kg cada um. 13 cm = 1.0205 dm3 ou 1. 0. ou 3 aproximadamente. Desse modo. então. 154) Numa biblioteca.000. h ⇒ V = π . No momento da partilha. em mililitros. 155) Uma lata cilíndrica com 10 cm de diâmetro e altura de 13 cm contém um líquido que ocupa 2/3 de sua capacidade. 1020. Disto tudo. Nessas condições.4 h corresponde a 24 minutos (faça uma regrinha de três e comprove!).3 dm.1)” pessoas. ∗ 180 sacos de pães com 40 kg cada um totalizam 7200 kg de pães. O problema solicitou o cálculo em mililitros! Convertendo as unidades: 10 cm = 1 dm. Montamos. O destaque na palavra “cada” não foi por acaso: as palavras “CADA” e “DE” em matemática significam MULTIPLICAÇÃO.para a conversão de fração de hora em minutos.5 mililitros.52 . r2 . Calculando o volume da lata: V = π . Desenvolvendo o fatorial do numerador.2 = 2 !× (n − 2)! n × (n − 1) × (n − 2)! = 210 . deveremos realizar o produto x. agora. (n . Resposta: letra e. Resposta: letra c. Observe que 2. Simplificando. 1. irá resultar: x. b) 10 c) 15 d) 35 e) impossível calcular! Solução 1: 1) Se tivermos “x” pessoas na biblioteca.0205 litros. Necessita-se. 7200 Resposta: letra c. ou ainda: 2 . Qual o número de pessoas que deveriam ser beneficiadas e quanto recebeu cada uma depois das quatro 47 . basta pensarmos que. havendo. Entretanto.(x . cada uma das “x” pessoas apertará mão de outras “(x .020 d) 1. se a cada duas pessoas resulta um aperto de mão. teremos: Cn. Solução 2: Como segunda solução. de 16800 kg de farinha. A resposta negativa obviamente não 2 serve! Então o resultado é: 15 pessoas. 156) Com 210 sacos de farinha. portanto.( x − 1) = 105 ⇒ x2 − x − 210 = 0 .1). ∗ 120 sacos de pães com 80 kg cada um totalizam 9600 kg de pães. deveremos COMBINÁ-LAS duas a duas para ter a solução do problema: n! = 105 .

Então a NOVA COTA de cada uma será igual à ANTIGA COTA ACRESCIDA DE 50. Observe esta equação atentamente. antes disto. ( x − 4) + x. Então.00 c) 20 e R$250. para facilitar os cálculos! 80 x 80.000. cada uma recebeu: 4000/16 = 250 Resposta: letra c.4x .320 + x2 . 159) Um comerciante compra uma caixa de vinho estrangeiro por R$1. Seja x a idade da pessoa mais velha. Depois das quatro desistências. 158) As idades de duas pessoas há 8 anos estavam na razão de 8 para 11.y = 1000 ⇒ y = x (x − 4) (x − 4). Pela fórmula de = x( x − 4) x( x − 4) Bháskara retiramos as raízes: -16 e 20. A resposta negativa NÃO SERVE! Assim. Tiram-se 4 garrafas e aumenta o preço da dúzia em R$100.00 e) 25 e R$300.00: x. Então: y 4 = (equação 1) x 5 y−8 8 = (equação O problema diz que há 8 anos as idades estavam na razão de 8 para 11..  x  .4) em evidência e substituímos o valor de y (primeira equação): 1000 100 (x − 4). 160) Num programa transmitido diariamente. Colocando esse valor de y na equação 2 temos: 5 4x −8 4x 8 8. Dividiremos cada termo por 100. (MMC!). que nos fornece 12    o resultado: x = 24 Resposta: letra a. O problema diz que agora (atualmente) as idades estão na razão de 4 para 5. Fazendo o MMC dos dois lados temos: = 5 11 x−8 11 44 x − 440 40. Resolvendo. o número inicial de pessoas é 20. ( x − 4) ⇒ 80x = 80x .00 d) 15 e R$250. y + 12 . agora estão na razão de 4 para 5. depois de retirar 4 garrafas e aumentar o preço da dúzia em R$100.  x + 12  = 1000 . Mas.00 e vende pelo mesmo preço. iremos SIMPLIFICAR a equação acima (dividindo cada termo por 50).4x ⇒ x2 . qual é a idade da mais velha atualmente? a) 15 b) 20 c) 25 d) 30 e) 35 Solução: Seja y a idade da pessoa mais nova. ( x − 8) 5 −8 = ⇒ .desistências? a) 25 e R$350. uma emissora de rádio toca sempre as mesmas dez 10 + 48 (x − 4).480 = 0. O problema diz que 4 pessoas desistiram x−4 x da partilha. para facilitar os cálculos:     1 = 10 .. qual é o número original de garrafas de vinho na caixa? a) 24 b) 16 c) 18 d) 48 e) 10 Solução: Sendo x o número de garrafas e y o preço de cada uma. ficaram 16 pessoas para partilhar 4000. Colocamos (x . ( x − 8) = ⇒ 44x -440 = 40x -320 ⇒ 44x -40x = 440 -320 ⇒ 4x = 120 ⇒ x= 30 55 55 Resposta: letra d. Então: x − 8 11 4x 2).00. Daqui resulta a equação do segundo grau: x2 -4x .100 = 1000 . Podemos escrever a seguinte equação: 4000 4000 = + 50 . temos: 1000 .320 = 0.00 b) 50 e R$350. Isolando y na equação 1: y = . Então.00 Solução: Seja “x” o número de pessoas que iria repartir a importância.

Somando-se ao total de vias: 500 + 80 = 580.5. ficamos com a equação: x2 .48 .2). para esgotar todas as possibilidades.2. 24x = 24x + x2 . 6% DE X é 30.2 Montando a regra de três: velocidade tempo 480 x 480 + 20 x x 480 + 20 x) (   x x-2 De onde retiramos: 480 .4. TRT ..8. Convertendo esse número em anos (dividindo por 360. 162) Atualmente. mas nunca na mesma ordem. Dividindo ambos os membros por 20: 24x = (24 + x).500 = 80 . Lembre-se de que velocidade é igual a distância (480 km) dividida pelo tempo (x horas). que consiste em calcular 16% de 500: 16 .x = .48 = 0. Encontramos as raízes: 8 e -6 (negativa não serve!).1 Serão necessários 10! (fatorial de 10) dias.2x. a viagem poderia ter durado duas horas a menos. Assim. o percentual chegaria a 90%. ( x − 2) . pois o problema pede uma resposta aproximada). Assim. Assim.9. Caso essa velocidade fosse aumentada em 20 km/h. Quando aumentada em 20 km/h.17ª REGIÃO/2000 (FCC) 49 . chegaremos ao valor de 100 séculos!!! Resposta: letra d.(x . 161) Um ônibus viajando com uma determinada velocidade média completou um percurso de 480 km em x horas. Simplificamos “x” em ambos os membros: x x 480. a velocidade inicial do 480 480 . x = 480 minutos Resposta: letra d. Com base neste dados. Quantos minutos durou a viagem? a) 360 b) 390 c) 420 d) 480 e) 510 Solução: Vamos resolver o problema por meio de uma regra de três simples inversa. agora só precisamos converter para minutos. Finalmente.2x . que resulta: X = 500 (o total de vias da cidade). a) 500 b) 480 c) 580 d) 384 e) 850 Solução: Se as 30 vias aumentariam o percentual de vias asfaltadas de 84% para 90%.6. Para esgotar todas as prováveis seqüências dessas músicas serão necessários aproximadamente: a) 10 dias b) um século c) 10 anos d) 100 séculos e) 10 séculos Solução: Resolve-se o problema por meio de permutação simples: P10 = 10! = 10. Podemos encontrar facilmente a quantidade de vias que ainda não foram asfaltadas (100% . Desenvolvendo.7. ( x − 2) . o percentual de vias pavimentadas de uma cidade é de 84%.84%). e. como “x” é o tempo que estávamos procurando. CUIDADO! Esta não é a resposta do 100 problema!!! Foi pedida a soma do total de vias com a quantidade de vias que ainda não foram asfaltadas. Observe o destaque dado à palavra “DE”.músicas. x = (480 + 20 x). Se fossem pavimentadas mais 30 vias.. então esse valor corresponde a 6% do total (100%). pois o resultado encontrado está em horas. e o tempo de ônibus será: v 1 = x x duração é: x . passa a ser: v 2 = + 20 . Já foi dito que essa palavra se transforma numa MULTIPLICAÇÃO! Então: 6 X = 30 . 100 Resposta: letra c. encontre a soma do número total de vias da cidade com a quantidade de vias que ainda não foram asfaltadas.3.

se tivermos CUIDADO ao efetuar as operações! 1 .960. podemos escrever a seguinte equação: 296. Se ele já digitou . c) 25 homens d) 18 mulheres. 39960 = 135 .296 = 2664. 50 . somando-se 39960 com 5328. então A : B é igual a 164) Se A = . ou seja. 180. Ao conferir o resultado percebeu que havia se enganado. se a inversão se der entre os algarismos das dezenas com o das centenas. ou seja. que eqüivale a 24 laudas. Então. o atendimento ao público é feito por 45 funcionários que se revezam. Se a altura da pilha é de 1. ao efetuar a multiplicação de um número inteiro x por 296. Dividindo-se por 0. em um mesmo dia. acrescentando-se zeros para as ordens à direita que não participaram da inversão”. 167) Em uma empresa. um técnico judiciário digitou.10 − 4 .828 b) 43. 36. 9.126 e) 45. para fazermos 296 . 1 5 . → 1800 = 7200 0. Resposta: letra e.. Se as 24 laudas restantes foram digitadas no dia seguinte. o número final terá uma diferença (a maior ou a menor) do número original constituída por um múltiplo de 9 (9. É correto afirmar que. iremos efetuar a operação 2960 .10 − 2 A 1 16 2 200 − 2− − 4 8 = = .288 Solução: Com os dados do enunciado.25 Resposta: letra e. 18.136 c) 43. Nessas condições. ou seja: 153 .). invertemos o algarismo das dezenas com o das Isolamos o “x” e teremos: x = 296 unidades e tornamos a efetuar a multiplicação por 296. acrescente um ZERO à direita do mesmo e subtraia o número original. 2 = 5328 (que eqüivale a multiplicar 296 por 18).25 mm. a diferença será um múltiplo de 90 (90.8 m → (desloca-se a vírgula 3 casas para a direita) → 1800 mm. 166) No almoxarifado de certa empresa há uma pilha de folhas de papel.80m. o produto correto deveria ser a) 42. etc. dão atendimento a) 18 homens. trocando em x as posições do algarismo das unidades com o das dezenas. b) 16 mulheres. e) 32 homens. Assim. então ainda + = = 15 5 3 15 15 2 2 estão faltando digitar .) Nesta questão. o número de folhas empilhadas é a) 72 b) 450 c) 720 d) 450 e) 7. achou o produto 39.10 16 Resposta: letra c. nessa empresa. o total de laudas 3 desse processo era a) 180 b) 200 c) 240 d) 250 e) 300 1 2 3 + 10 13 13 Solução: O técnico já digitou um total de . todas com 0. pela 5 2 manhã e à tarde. Agora. Somando-se este valor ao 39960 não encontraremos a resposta. a inversão tornará o número MAIOR (veja as 5 alternativas!). então. 270. iremos multiplicar o 296 por 9 OU 18. basta fazer 2664 .10 ( ) = . de onde retiramos: 15 15 x = 180 Resposta: letra a. encontramos 45288. etc.10 2 = = 40 5 B 8 5 5 5 −4 . 27. 1 165) Do total de laudas de um processo. mantendo a relação de 3 homens para 2 mulheres.200 Solução: Basta fazermos uma transformação de unidade (de metro para milímetro) e uma divisão: 1.x = 39960.248 d) 45. 296 = 45288 Uma outra forma de resolver a questão seria conhecer o seguinte: “sempre que fizermos uma inversão entre os algarismos de um número.10 − 2 e B = 8 16 a) 4 b) 5 c) 40 d) 50 e) 400 Solução: Uma questão muito fácil. Agora. ..25 mm de espessura. x = 24 . Um TRUQUE: para multiplicar um número por 9.163) Uma pessoa. .

8 X Y Z . teremos: x = 2 y 2 3y Agora. X Y Z . Nessas condições. Uma das propriedades das proporções diz o seguinte: “Cada antecedente está para = = 1 1 1 28 32 36 seu conseqüente.00 c) R$ 1. 2 16 169) Um número foi dividido em três partes. Então: X + Y = 720 + 540 = 1260. escrever: x + y = 45 e = .360. Agora somamos tudo: + 16 + = = 4 ⇒ Z = 4. então os salários dos dois totalizam a) R$ 1. podemos 3y x 3 .300.00 d) R$ 1. Aplicando esta propriedade à proporção (levando-se em conta apenas a razão que identifica o mais velho dos três. 168) Os salários de dois técnicos judiciários. 16 5 5 5 5 5 5 Resposta: letra d.200. em quantidades inversamente proporcionais às suas respectivas idades: 28.00 Solução: Através do enunciado. 720  3Y  Y → 2. basta isolarmos as duas primeiras razões que compõem a proporção: 8 / 5 = Y ⇒ 8 . conforme solicitação do problema): 51 . Se o dobro do salário de X menos a metade do salário de Y corresponde a R$ 720.260. 170) Três técnicos judiciários arquivaram um total de 382 processos. então X = . 5 = Y ⇒ Y = 16. podemos escrever a seguinte proporção: X 3 Y = 2X − = 720 .Solução: Seja “x” o número de homens e “y” o número de mulheres. diretamente proporcionais aos números . 2y = 90 ⇒ 5y = 90 ⇒ y = 18 mulheres e x = 2 Resposta: letra d. 4 e . 18 = 27 homens. Como um dado do problema é o menor dos números. Procedemos da mesma forma para calcular o Z: 2 4 / 5 2 4 5 72 16 64 64 8 Z + 16 = 14.4 ⇒ Z= .400.6 b) 28. o referido número era 5 a) 24. é correto afirmar que o número de processos arquivados pelo mais velho foi a) 112 b) 126 c) 144 d) 152 e) 164 Solução: Aqui temos uma divisão proporcional INVERSA. Resposta: letra b. Isolando-se o valor de x na segunda equação. ficamos com: 3Y Y 2Y 3Y 3 .2 d) 30. assim como a soma dos antecedentes está para a soma dos conseqüentes”. Isolando-se X na primeira equação e substituindo-se o resultado na e 2 Y 4 segunda equação.4 e) 32.  − = 720 ⇒  4  2 2 2 2 4 4 A questão solicitou o cálculo da SOMA de X com Y.: como a = = 2 4 16 5 5 5 divisão proporcional é DIRETA.4 + 16 = 30. Se a 5 5 8 menor das partes obtidas foi . 32 e 36 anos. substituiremos esse resultado na primeira equação → + y = 45 ⇒ (tirando o MMC) ⇒ 3y + 2 3 .4 c) 30. o menor dos denominadores identifica o menor dos números.00 b) R$ 1. estão entre si assim como 3 está para 4.  − = 720 ⇒ = 720 ⇒ Y = 720. ⇒ X = X= = 540 .00.00 e) R$ 1. OBS. Para calcularmos Y. X e Y.6 Solução: Trata-se de uma divisão proporcional DIRETA. Pelo enunciado.

que ingressou com o capital de R$ 32. O MMC entre 28. 2 × 12 (Acompanhe na questão 500 a resolução de uma regra de três composta passo a passo!) Resposta: letra b. 173) Paco fundou uma empresa com R$ 20.00 a menos que Capo. admitiu Capo como sócio. Diante disso. falta executar os outros . e) 85 pessoas.000. 52 pessoas por hora. Com estas 5 5 100 considerações. Quantas horas seriam 172) Um funcionário levou 8 horas para executar os 5 necessárias para que outro funcionário completasse a tarefa. P C = . d) R$ 640. Pessoas funcionários 52   4 X↓  6↓ 52 ⋅ 6 X= = 78 4 Resposta: letra c. em média. Solução: É um problema de Regra de Sociedade (Divisão Proporcional). Então: = 1 1 1 1 + + 36 28 32 36 Z 382 2016 382 1 Z Z Z = 382. c) 78 pessoas. a capacidade do segundo será 12. b) R$ 580. ou seja: 120 2 3 ∗10 .Z X+Y+Z .00 de capital e. 2 de certa tarefa. após 4 meses. c) R$ 580. Na Regra de Sociedade. = = 2 × 2016 ⇒ Z = 4032 × = ⇒ ⇒ ⇒ ⇒ 191 1 1 1 72 + 63 + 56 1 36 191 36 2016 36 36 2016 36 Z = 112 Resposta: letra a.00 a mais que Capo. d) 82 pessoas. Solução: Um problema muito fácil.00. E ainda: se um executou da tarefa. divide-se a parte do lucro (ou prejuízo) de cada um pelo produto do Capital aplicado com o respectivo tempo de permanência na sociedade. Assim.000. b) 75 pessoas. espera-se que seis funcionários. 240000 25 25 256000 25 25 52 .00 a menos que Capo. Se após 1 ano de atividades a empresa gerou um lucro de R$ 19.00 a menos que Capo.00 a mais que Capo. vamos considerar que a “capacidade de trabalho” do primeiro funcionário tenha um índice de 10 pontos. se sua capacidade de produção fosse igual a 120% da do primeiro? a) 9 b) 10 c) 11 d) 12 e) 13 Solução: Apenas para arredondar os cálculos.840. então Paco recebeu a) R$ 520. e) R$ 640.00. montamos a regra de três composta: tempo (h) tarefa capacidade 8  2/5   10 ↑ X↓  3/5 ↓  12  8 × 3 × 10 X= = 10 horas. de regra de três simples DIRETA. com a mesma capacidade operacional dos primeiros. teremos ⇒ 20000 × 12 32000 × 8 P C P+C 19840 1 . 171) Quatro funcionários de uma empresa são capazes de atender. sejam capazes de atender por hora uma média de a) 72 pessoas. Daqui retiramos: = = = = 240000 256000 240000 + 256000 496000 25 1 240000 1 256000 P C = ⇒P = = 9600 e = ⇒C= = 10240 . 32 e 36 é 2016 e a soma X + Y + Z = 382. ⇒ Aplicando-se aqui a propriedade enunciada no problema 8.

5% a. i = 2.00 e) R$ 65.00 a menos que Capo Resposta: letra e.m. queremos encontrar “n”: J 4500 4500 . J = 4500. n e J2 = C2 .00) já acrescido de um percentual desconhecido. era R$ 624. Se as duas aplicações foram feitas no mesmo dia e.00 e a parte do Capo é R$ 10. Outra consideração: Se do total de um valor (100%) descontarmos 18%. a taxa anual de desvalorização foi de a) 25% b) 24% c) 21% d) 20% e) 18% Solução: Encontra-se facilmente a DIFERENÇA PERCENTUAL (∆%) entre dois valores fazendo o seguinte:  valor final . Substituindo-se os dados. à taxa mensal de 2.00 d) R$ 64.000. n Substituindo-se os dados acima: 53 . resultará: 100% .18% = 82%.00. e) 13 meses.9600 = 640. o resultado será igual ao preço de custo (R$ 41. d) 11 meses.00 b) R$ 60. i2 .00 d) R$ 11. Solução: Uma questão muito fácil de Juros Simples.5%. ou seja. então C era igual a a) R$ 12.00.00. c) 10 meses. 20% sobre o seu custo.00 b) R$ 12. 177) A terça parte de um capital C foi aplicada à taxa mensal de 5% e o restante à taxa mensal de 4.00 c) R$ 61.00 a juro simples. a parte de Paco (veja o enunciado novamente!) é R$ 640. o resultado será 120% do valor primitivo.Assim: A parte do Paco é R$ 9. após 6 meses foram obtidos juros simples num total de R$ 3.528. 176) Aplicando-se R$ 18.025 450 meses Resposta: letra c. C C1 = C2 = 3 3 i2 = 4.500. temos que:   valor inicial Valor final = 624 Valor inicial = 780 15600 156  624 − 780  × 100 ⇒ − = −20% .00 e.. Devemos.00 Solução: Vamos raciocinar da seguinte maneira: o desconto de 18% será dado sobre o valor do artigo (R$ 41.5%.600. n. n = 6 meses n = 6 meses J1 + J2 = 3528 Onde: J1 = C1 . onde C = 18000.m. i1 = 5% a. Se ele comprou cada artigo por R$ 41.m.00.240. na venda de cada unidade desse artigo. obter-se-á o rendimento de R$ 4. então. vem: n = Se: J = C . 174) Se o valor de um certo artigo era R$ 780. Montando-se uma equação: 120 ⋅ 41 120 82 = 60 ⋅X = ⋅ 41 ⇒ 82 ⋅ X = 120 ⋅ 41 ⇒ X = 82 100 100 Resposta: letra b. após um ano.5% a.00 no prazo de a) 7 meses.00) ACRESCIDO de 20%. conforme o enunciado do problema).700.400. calcular 82% de X (o preço do anúncio. 175) Um comerciante pretende dar aos clientes um desconto de 18% sobre o preço marcado de certo artigo e ainda lucrar. ou.00 Solução: C 2. i1 . então deverá anunciá-lo ao preço unitário de a) R$ 58. b) 9 meses. em outras palavras: se tomarmos o valor de um artigo (100%) e ACRESCENTARMOS 20%. O sinal “menos” significa que houve Então:   × 100 ⇒ −  780 780 780  “redução” de 20% no valor inicial.valor inicial  ∆% =   ∗100 . Através dos dados do problemas. A diferença entre as duas é: 10240 .000.00 e) R$ 11. i .00 c) R$ 12. Feita esta operação.600. Resposta: letra d.300. então: n = = = 10 C ⋅i 18000 ⋅ 0.

8% sobre o seu valor.00 c) R$ 8. Se.000 e 20. O produto notável cujo resultado é a diferença de dois quadrados provém do produto de uma soma pela diferença de duas parcelas.750.000.8% do valor inicial.200.000 e 6. C C 5 10.00 deve ser dividido entre os dois. M = 40750. ao final de 1 ano e 6 meses. n).00 Solução: Outro problema de Regra de Sociedade.8% c) 3. teremos 0.090. LEMBRE-SE do seguinte: UM LITRO É EQUIVALENTE A UM DECÍMETRO CÚBICO Então. 182) Se um investidor aplicar a juro simples o capital de R$ 25.00 Solução: O valor de R$ 5. C 18.012m3.600.00 e. Resposta: letra b.800. 4 D A D+A D = = = 18000 . obtiver o montante de R$ 40. teremos: 54 .00 d) R$ 8.8% Solução: Foram dados: C = 25000. a 9 parte que caberá a Dora é a) R$ 8. a parte de Dora será = 18000 ⇒ D = 18000 × = 8000 4 5 9 4 9 9 9 9 9 Resposta: letra a. um cliente desembolsou o total de R$ 5. Substituindo-se esses dados na fórmula: M = C .000 e 10.00 d) R$ 4. a taxa mensal de juros terá sido de a) 2. calculando-se 1/4 do volume dado.000.00 c) R$ 4.750. o valor dessa ordem de pagamento era de a) R$ 4.000 b) 1. montar uma regra de três simples: Valor % 5090  101.000. 180) Dora e Aldo constituíram uma sociedade comercial nos seguintes termos: Dora contribuiu com 4 do capital e Aldo com o restante. que eqüivalem a 3 litros.800.000 Solução: Aqui temos um PRODUTO NOTÁVEL. C × ×6+ × × 6 = 3528 ⇒ (Simplificando) ⇒ + = 3528 ⇒ = 3528 ⇒ 3 100 100 3 100 100 100 100 ⇒ C = 12.000 d) 6.00 e) R$ 5.000.000 e 3. 178) Efetuando-se 20102 − 20092 obtém-se um número compreendido entre a) 500 e 1.00.003 m3. um Banco cobra de seus clientes uma comissão de 1. 1018 Resposta: letra e. Se o lucro de R$ 18. Podemos. ⇒ C = 3528 × 28 Resposta: letra a.000 e) 10.00 b) R$ 4. Assim. 179) O volume de um recipiente é 0. 181) Para emitir uma ordem de pagamento. ou seja. ele representa 101.003 m3 → 3 dm3.00 b) R$ 8.5 28.000 c) 3. ou seja: (a + b)∗ (a − b) = a2 − b2 Desse modo. decompondo-se o dado do problema sob a forma de um produto notável: (2010 + 2009)∗ (2010 − 2009) = 4019 ∗ 1 = 4019 1 de sua 4 Resposta: letra c.500. C 4.2. representado pela DIFERENÇA DE DOIS QUADRADOS. (1 + i .00. A parte de Dora está para 4/9 assim como a parte de Aldo estará para 5/9.8  X ↓  100 ↓ 5090 ⋅ 100 X= = 5000 .090.2% d) 3.00 já se encontra ACRESCIDO de 1.5% b) 2.600. assim. Transformando-se essa medida em decímetros cúbicos (deslocando-se a vírgula 3 casas à direita): 0.00 e) R$ 8.5% e) 3.8%. ao enviar por esse Banco uma ordem de pagamento. Dizer que a água no seu interior ocupa capacidade é o mesmo que dizer que o número de litros de água nele existente é a) 2 b) 3 c) 20 d) 30 e) 200 Solução: Para a conversão de uma medida de volume em capacidade.600.500. n = 1 ano e 6 meses ⇒ 18 meses.

18XY ⇒ 100 + (10Z + W) .95 d) N / 1. Da mesma forma que procedemos no caso do avô.2 e) 232 Solução: Trata-se de uma questão muito fácil! Basta multiplicarmos os volumes pelos respectivos pesos.32 T Passando o valor encontrado para toneladas (dividindo-o por 1000). 186) Antônio comprou 100 prendas para a festa que dá sempre no fim do ano.5. Isolando-se “i”: 40750 0. enquanto um litro de óleo pesa 0. ou seja. ou seja: 0.69 = 50 anos Resposta: letra a. o peso total dos 2. conversava com o avô dele e observaram que a idade de cada um era expressa pelo número formado pelos dois últimos algarismos dos anos em que haviam nascido. Resposta: letra d. Para passá-lo para a forma PERCENTUAL basta multiplicá-lo por 100) 0.(10X + Y) (equação 3). temos que (10X + Y) = 69. da equação 2. e.i = − 1 ⇒ 18. como encargos de ISS.95 N c) N / 0.40750 = 25000 . podemos afirmar que a quantidade de prendas de R$ 10. Sabendo que no total gastou R$ 100. 2000 x 1 + 400 x 0. TRT/2000 .. Substituindo.8 = 2320 quilogramas 2320 = 2. Agora.05 S. (Observação: em matemática. 3 DEZENAS e 5 UNIDADES. o valor dos serviços é: a) 1.232 c) 2.Y ⇒ 20X + 2Y = 138 ⇒ (dividindo-se tudo por 2) ⇒ 10X + Y = 69 (equação 1).32 d) 23.5% 18 18 Resposta: letra d.800 . A idade do neto é dada pela equação 1938 .00. em 1938. o valor referente aos encargos será dado por 5% DE S. vem: 1000 Resposta: letra c 184) Uma nota fiscal se compõe de duas parcelas: valor dos serviços e 5% deste. Vamos chamar de X.63 18. podemos escrever o valor “N” da nota como sendo: N N = S + 0. Da equação 1. 18).63 63 i= × 100 ⇒ i = ⇒ i = 3.05 x S. em toneladas. Por exemplo: o número 735 é decomposto da seguinte maneira: 7 x 100 + 3 x 10 + 5 x 1. Cada litro de água pesa 1 kg. e. é igual a: a) 0. teremos a idade do avô quando seu neto nasceu: 100 + 19 . As prendas de 3 espécies diferentes custaram R$ 10. Assim. então. quando meu pai nasceu. respectivamente.19ZW = ZW. podemos 55 ..05 S ⇒ N = 1.8 kg. Solução: Seja “S” o valor dos serviços.9ª Região (FCC) 183) Num tanque temos 2. R$ 3. sua idade será XY. Y e Z as quantidades de cada prenda que Antônio comprou. sua idade será dada por: 1938 .400 l do tanque.50. De acordo com os dados do problema.05 e) N / 1.00 e R$ 0. a idade em anos de seu avô era: a) 50 b) 55 c) 60 d) 65 e) 70 Solução: Digamos que o avô do interlocutor tenha nascido em 18XY.W = 10Z + W ⇒ 20Z + 2W = 38 ⇒ 10 Z + W = 19 (equação 2) A idade do avô quando o neto nasceu deve ser dada por: 19ZW . Assim. para podermos “montar” uma equação. i = 0. Então. precisamos DECOMPOR os números segundos suas respectivas ordens. estes valores na equação 3.Y = 10 X . Agora.00.0232 b) 0. transformarmos o valor em toneladas (T).10Z ..63 ⇒ i = (este valor está na sua forma .00 que adquiriu é igual a: a) 4 b) 5 c) 6 d) 7 e) 8 Solução: A princípio parece tratar-se de uma questão sem solução.18XY = XY. a palavra DE vira MULTIPLICAÇÃO). Voltando à equação: 938 .000 l de água e 400 l de óleo. (10Z + W) = 19. i = 163 − 1 ⇒ 18. uma vez que o número de incógnitas é maior que o número de equações. Assim: S = 105 .. Queremos encontrar o valor de “S”. (1 + i . 7 CENTOS.10X . posteriormente. Se o total da nota é N. Observe que o avô só poderia ter nascido no século anterior! Desse modo. 25000 18 UNITÁRIA. Assim.05 N b) 0. 38 . 185) Meu pai me contou que.

Vamos montar um sistema da seguinte maneira: Y + Z = 100 − X ⇒ (multiplicando-se a segunda equação por 2 e a primeira por -1) ⇒  3 Y + 0.02 0. observou que o total de ‘pés’ era igual ao quadrado do número de pavões. Assim.. Com os dados da questão. “X”. a) 51 b) 52 c) 53 d) 54 e) 55 Solução: Basta resolvermos a expressão dada. O maior lote tem. antes da venda. vem: 4X +6Y .. havia no sítio um número de cachorros igual a: a) 20 b) 18 c) 16 d) 14 e) 12 Solução: Seja “X” a quantidade de cachorros e “Y” a quantidade de pavões. ou seja.32 = 4X + 2Y ⇒ 4Y = 32 ⇒ Y = 8. .×3 2 + 1 é: 188) O valor da expressão 0.333.8 X . 187) Um criador tinha num sítio unicamente cachorros de raça e pavões. “Z”). o valor de X é 5.. ( Y − 2) = ( Y − 2) 4 X − 24 + 2Y − 4 = Y − 4 Y + 4 4 X + 6 Y − 24 = Y 2    Substituindo-se o valor de Y2 da primeira equação na segunda. 1 4 0. 5 É óbvio que o valor de Y deve ser um INTEIRO POSITIVO. em m2.: Com o valor de X = 5. Calculamos o número de pavões primeiro pela maior facilidade nos cálculos. 189) Dividiu-se um terreno de 1.) em fração própria: 1 1 ×3 ×3 6 1 4 3 1 4 1 1 ⇒ 2 + 50 = 52. podemos afirmar que. vendeu seis cachorros e dois pavões e verificou que de novo o fato se dava.  2 2 4. O problema solicita o número de cachorros.º decimal (0.. Substituindo-se os 9 9 5 5 5 5 9 valores em destaque na primeira equação: Y= 56 .296 m2 em três lotes. O problema pede o lote de maior área (no nosso caso. ou seja. pois qualquer outro valor iria resultar em um Y decimal ou negativo! Desse modo. área igual a: a) 452 b) 574 c) 648 d) 712 e) 860 Solução: Sejam X.5 Z = 100 − 10 X − Y − Z = −100 + X  6 Y + Z = 200 − 20 X ⇒ (somando-se membro a membro) ⇒ 5Y = 100 - 19X ⇒ 100 − 19 X ⇒ Y = 20 − 3. escrevemos duas equações: 2  4 X + 2Y = Y 2 4 X + 2Y = Y 2 4 X + 2Y = Y   ⇒  ⇒  . teremos: Y 2 − 2Y 8 2 − 2 × 8 X= = = 12 4 4 Resposta: letra e.5 Z = 100 (equação para VALOR GASTO) O problema pede que calculemos a quantidade de prendas de R$ 10. Vamos transformar o n. 5 5 4 4 9 4 4 5 Z = Y + Y ⇒ Z = Y ⇒ Y = Z e X = Y ⇒ X = .escrever duas equações: uma para as QUANTIDADES e outra para VALOR GASTO: X + Y + Z = 100 (equação para QUANTIDADES) 10X + 3Y + 0.. Y e Z as áreas dos três lotes.02 0. o número total de ‘pés’ era o quadrado do número de pavões. Desse modo: X + Y + Z = 1296 4 X = Y e Z = X + Y..02 5 5 0. Uma semana depois. Z ⇒ X = Z .6 × + + 3 5 2 − 198 . ( X − 6) + 2. (Obs.02 Resposta: letra b.33. Substituindo-se o valor de Y na primeira equação. × + + +1 ⇒ + + 3 + 1 ⇒ 1+ +1 ⇒ 2+ 10 3 5 0. chegamos à conclusão de que X só pode ser igual a 5. Contando os ‘pés’ de todos os animais. A área do 1º lote corresponde a 4/5 da área do 2º e a área do 3º é igual à soma das outras áreas. Observando-se a equação deduzida. podemos também encontrar: Y = 1 e Z = 94) Resposta: letra b.6) em fração decimal e a dízima (0.00.

além de um raciocínio baseado em fórmula física (velocidade. = . tapete tempo (h) 1/5 6  X 1  Em uma hora.. podemos calcular o tempo necessário para que as duas JUNTAS executem o restante da tarefa: tapete tempo (h) 2/5 X  1/12 1  2 Resolvendo a regra de três. em 1 hora. EM UMA HORA: 20 30 60 12 Se Ana fez 2/5 e Clara fez 1/5 do tapete. Desse modo.. Ana faz 2/5 do tapete em 8 horas.. Desse modo. Assim. distância e tempo). Solução 1: Também aqui usaremos o MÉTODO DA REDUÇÃO À UNIDADE DE TEMPO. em 1 hora irá fazer: tapete tempo (h) 2/5 8  X 1  Então. 15) = 60. já foram feitos 3/5 do tapete e ainda falta fazer os 2/5 restantes. Observe que Clara fez 1/3 DO RESTANTE (isto é. Tenha 5 CUIDADO na conversão de fração de horas para minutos! Solução 2: Podemos aplicar o “Método da Redução à Unidade de Tempo Ponderado”. Há outra maneira de resolver a questão. as duas. MMC (12. se Ana faz 2/5 do tapete. Clara terá feito 1/30 do tapete. terminarão o tapete num tempo igual a: a) 4h 12 min b) 4h 30 min c) 4h 36 min d) 4h 45 min e) 4h 48 min.4 5 9 Z + Z + Z = 1296 ⇒ Z + Z = 1296 ⇒ Z + Z = 1296 ⇒ 2Z = 1296 ⇒ Z = 648 9 9 9 Resposta: letra c. Então. Resposta: letra d. ou 4 horas e 48 minutos. Ora. Assim. de acordo com o enunciado do retângulo acima: 2 1 1 1 2 1 1 1 2 ⇒ ⇒ (MMC de 20. Logo. sabemos que eles só irão encontrar-se novamente quando tivermos um MÚLTIPLO COMUM dos tempos de cada um. Clara irá fazer .12 = 4. O problema diz que Clara faz 1/3 DO 3 1 1 RESTANTE (que são os 3/5 que Ana não fez). farão.8 horas (4 horas e 48 minutos).8 horas. 5 60 X 60 X 57 . da parte que Ana NÃO FEZ. por envolver cálculos mais extensos. Com estas considerações. Ana fará 1/20 do tapete. 191) Ana fez 2/5 de um tapete em 8 horas e Clara fez 1/3 do restante em 6 horas. Um deles faz cada volta em 12 minutos e o outro em 15 minutos. podemos montar a equação abaixo. numa pista circular. O número de minutos necessários para que o mais veloz fique exatamente 1 volta na frente do outro é: a) 15 b) 30 c) 45 d) 60 e) 90 Solução: Os ciclistas só irão ter uma volta de diferença quando se encontrem novamente. Clara fez 1/5 5 3 5 do tapete em 6 horas. já fizeram 2/5 + 1/5 = 3/5 do tapete e ainda falta fazer 2/5. 30 e 5X é 60X) ⇒ × + × = × + = 5 8 5 6 5 X 20 30 5 X 24 3 X + 2X 24 = ⇒ 5 X = 24 ⇒ X = ⇒ X = 4. Ora. Entretanto. Se trabalharem juntas. logo. encontraremos: X = . fica faltando 3/5 do tapete. em uma hora irá fazer. iremos dispensá-la. Desse modo.. no mesmo sentido. enunciado em outras questões semelhantes deste livro como: “O somatório dos produtos de cada peso pelo inverso do seu respectivo tempo será igual ao inverso do tempo coletivo multiplicado pelo seu respectivo peso” Os “pesos” aos quais o enunciado acima se refere são as porções de tarefa feita por cada um dos trabalhadores. que eqüivale a 3/5). 190) Dois ciclistas partem juntos.. 1 3+2 1 1 + = = do tapete. 1/3 DE 3/5 é igual a 1/5. separadamente. As duas trabalhando juntas..

2. 1 194) Se 16 x−1 = x .. teremos: 6 + 18 = 24. então. 3. Vamos dividir o número 2730n por 396. 3 posições para cada um. o total de laudas do processo era a) 40 b) 41 c) 42 d) 43 e) 44 Solução: Seja “X” a quantidade de laudas digitadas por João e “Y” a quantidade de laudas digitadas por Maria. 1 1 30 ⋅ 36 ⋅ 12 8 27 Y Y Y 27 27 Y = = = = 3 ⇒ Y = 15 . pois há 3 algarismos ímpares. na razão direta de suas idades e inversa de seus tempos de serviço no Tribunal. x −1 1 16 x−1 = x ⇒ 2 4 = ⇒ 2 ( ) = 2 − 3 x ⇒ Basta igualarmos os expoentes ⇒ x 8 23 ( ) ( ) 2 4 ⇒ x = 0. Dividiram o total de laudas entre si. Desse modo: log x = log 0.4 . Se João digitou 27 laudas.3 − 1 ⇒ 0.30. escolhidos entre os elementos do conjunto A = {1. 396 66 Resposta: letra a.4ª REGIÃO/2001 (FCC) 193) No quadro abaixo. considerando log 2 = 0. Daí a multiplicação: 3 x 3 x 2 = 18. têm-se as idades e os tempos de serviço de dois técnicos judiciários do Tribunal Regional Federal de uma certa circunscrição judiciária.log 2 − 1 ⇒ 2 × 0. 192) Considere A = 2. Como temos 3 algarismos ímpares..20 e) −0.40 d) 0. Os demais números (com dois pares e um ímpar) são obtidos facilmente. então uma parte da solução é dada pela permutação de 3: P3 = 6. Assim. o ⇒ Simplificando a equação ⇒ ⇒ ⇒ 1 1 9 5 9 5 5 30 ⋅ 36 ⋅ 12 8 2 2 total de laudas digitadas será igual a X + Y = 27 + 15 = 42 Resposta: letra c. simplificando até que a fração se torne irredutível: 2730n 455n = . para a divisão ao lado ser EXATA. O menor valor natural de n para que nA seja divisível por 396 é: a) 66 b) 33 c) 22 d) 6 e) 3 Solução: Uma questão muito fácil. haverá 2 algarismos pares para as duas posições restantes. Então: X Y = . 5}. para cada algarismo ímpar. Além disto. 4. Desse modo. o valor de log x é 8 a) −0.10 Solução: x −1 1 2.4 ou log ⇒ aplicando a 5 10 propriedade do quociente: log 4 − log10 ⇒ log 2 2 − 1 ⇒ 2. Tempo de Idade Serviço (em anos) (em anos) João 36 8 Maria 30 12 Esses funcionários foram incumbidos de digitar as laudas de um processo.40 b) −0. Somando este resultado com o anterior. 195) Considere todos os números de 3 algarismos distintos. É óbvio que. Em quantos desses números a soma dos algarismos é ímpar? a) 8 b) 12 c) 16 d) 24 e) 48 Solução: Para que a soma dos algarismos de números com 3 algarismos resulte ÍMPAR é necessário que tomemos dois algarismos pares com um ímpar ou então 3 algarismos ímpares.20 c) 0.730. O valor de X foi dado ⇒ X = 27. 2 x − 2 = −3 x ⇒ 5 x = 2 ⇒ x = 58 .Resposta: letra e.4 Resposta: letra a.6 − 1 = −0. Resposta: letra d. TRF . o valor de “n” deverá ser igual a 66.

º primo! Resposta: letra b. c) menor que 10. 198) Nos dados habitualmente usados em jogos. todas as vistas possíveis de um dado cuja face da frente tem 1 ponto marcado estão representadas nas figuras abaixo. • a diferença positiva entre os números de pessoas atendidas em cada um dos dois dias era igual a um número inteiro k. efetuar a divisão ⇒ i = 5 Resposta: letra d.i ⇒ i =  3  3 3 5 transformarmos uma taxa de unitária para percentual." É correto afirmar que a idade da filha de José é um número a) quadrado perfeito. Sabe-se que: • o total de pessoas que ele atendeu nos dois dias foi 105. Solução: 35 . As figuras que representam todas as vistas possíveis de um dado que tem 3 pontos na face da frente é a) b) c) d) e) Solução: Também aqui encontra-se a resposta por simples “observação” dos conjuntos apresentados Resposta: letra b. As raízes da inequação dada são (Bháskara): -2 e 2 17.196) Perguntaram a José quantos anos tinha sua filha e ele respondeu: "A idade dela é numericamente igual à maior das soluções inteiras da inequação 2x2 − 31x − 70 < 0. Então o Montante será 3C (o triplo!).a. k é igual a a) 19 b) 18 c) 15 d) 12 e) 10 Solução: 59 . ou ano .  1 + . O maior n. (1 + i .5) é o 17. e) múltiplo de 6. i ⇒ 3 = 1 + . que é um n. 199) Durante dois dias consecutivos.º inteiro contido no intervalo (-2. o seu valor seja triplicado? a) 10% b) 60% c) 100% d) 120% e) 150% Solução: 5 Seja “C” o capital aplicado. d) divisível por 4. por exemplo. um técnico judiciário foi designado para prestar informações ao público. basta multiplicarmos o numerador por 100 e 600 ⇒ i = 120% a. 5  5 5 6  (unitária!) ⇒ para M = C . n) ⇒ 3C = C. b) primo. Assim.i ⇒ 2 = . 3 Substituindo-se os dados na fórmula do Montante (juros simples). a soma dos pontos de duas faces opostas deve ser sempre igual a 7. o prazo é 20 meses. ao final de 20 meses. 197) A que taxa anual de juros simples deve-se aplicar um capital para que. • o número de pessoas que ele atendeu no primeiro dia era igual a 75% do número atendido no segundo. Nessas condições.

r.. (multiplicar (dividir por 8) (somar 1 ) por 0. 4 ⇒ a25 = 101 Resposta: letra e. e. INVERTENDO todas as operações indicadas. Então: k = 60 . basta fazer 50% .X = 105 ⇒ X = . sobre sua preferência em relação a algumas configurações de microcomputadores.4: resultado final O número que deve ser considerado como ponto de partida está compreendido entre a) 1 000 e 1 050 b) 1 050 e 1 100 c) 1 100 e 1 150 d) 1 150 e 1 200 e) 1 250 e 1 300 Solução: Resolvemos a questão “de trás para frente”.4) (subtrair 0. passo a passo. 200) Uma pesquisa de opinião feita com um certo número de pessoas. 175 Foram atendidas 60 pessoas no segundo dia e 45 no primeiro dia. 105 ⇒ X = 60 . a partir do primeiro são somados de 4 novas faces.. então no primeiro dia.X + X = 105 ⇒ 1. 4 ⇒ a25 = 5 + 24 .4. a seqüência de operações a serem efetuadas a partir de um certo número.75.º total de blocos). Desse 60 .. Se forem empilhados 25 desses blocos. resultou no gráfico seguinte.1) .45 = 15 Resposta: letra c. Resolvendo. Ocorre que aqui as áreas não correspondem aos percentuais que representam.75. A única coisa que podemos afirmar com certeza é que as duas áreas desconhecidas somam 45%. 201) Sobre uma superfície plana têm-se 3 blocos iguais empilhados. com n = 25 (o n. 12% 18% Tipos de configuração A ? 25% B C ? D E De acordo com o gráfico. com 13 faces expostas. Resposta: letra b. Daí a fórmula: an = a1 + (n . conforme mostra a figura abaixo.12% = 38%. a melhor estimativa para a porcentagem de entrevistados que preferem a configuração do tipo E é a) 35% b) 38% c) 42% d) 45% e) 48% Solução: Por “observação” do gráfico.28) (dividir por 5) 5 ponto de partida: ? 10.. Somando-se as quantidades dos dois dias: 0. o número de faces expostas será a) 125 b) 121 c) 111 d) 105 e) 101 Solução: Olhando a pilha de blocos “de cima para baixo” veremos que o primeiro termo da Progressão Aritmética que fornece a quantidade de faces visíveis é 5. ele atendeu 0.1) .75X (75% DE X).Se ele atendeu “X” pessoas no segundo dia. a25 = 5 + (25 . todos os termos dessa progressão. 202) O esquema abaixo mostra. a fim de obter o resultado final 10.

com os dados da questão. e n(M) o número de profissionais com curso de mestrado. Pelo menos 30 desses profissionais têm curso de mestrado. 204) Se é verdade que “Nenhum artista é atleta”.. Anamélia não será pianista. para qualquer ângulo α..4 = 130. então Anelise não será cantora.9 Y2 = -144 b) 16X2 + 9 Y2 = 144 2 2 c) 16X . não é.7 130.30 = 30.28 = 52. e no máximo 10 deles têm curso de especialização e curso de mestrado. então também será verdade que: a) todos não-artistas são não-atletas b) nenhum atleta é não-artista c) nenhum artista é não-atleta d) pelo menos um não-atleta é artista e) nenhum não-atleta é artista Solução: As alternativas da questão apresentam possíveis negações à proposição categórica dada. então. 206) Se X = 3 sen α e Y = 4 cos α. então: a) x ≤ 30 b) x ≥ 10 c) 0 ≤ x ≤ 30 d) 20 ≤ x ≤ 35 e) x < 30 Solução: Seja n(E) = x.7 . Negamos uma proposição categórica universal com pelo menos um... Resposta: letra c. 205) Em uma empresa de 50 profissionais. Foram dados: n(M) = 30 n(E ∪ M) = 50 n(E ∩ M) = 10 Fórmula: n(E ∪ M) = n(E) + n(M) .modo: 10. Resposta: letra a.y2 = 144 9 16 Resposta: letra b. Se Anelise for cantora.x2 + 9.. Se Ana não será atleta.. 16 x2 y 2 + = 1 (tirando o MMC) ⇒ 16. Agora.28 ÷ 0. 61 .28 52. Ora. ou Anelise será cantora. então Ana não será atleta.10 → x = 60 . todos têm cursos de especialização ou curso de mestrado. podemos escrever: sen 2 a = substituindo-se na equação acima: x2 9 e cos 2 a = y2 .0.5 130. Tem-se que no máximo 30 profissionais possuem curso de especialização. Se X é o número de profissionais que possuem curso de especialização. ou Anamélia será pianista. então Anamélia será pianista.9 Y = 144 d) -16X2 + 9 Y2 = 144 2 2 e) 16X + 9 Y = -144 2 2 Solução: Sabemos que sen a + cos a = 1 Então. então Ana será atleta.2 = 130. Resposta: letra d. o número de profissionais com curso de especialização. Se Ana for atleta.4 x 5 = 52 52 + 0. Se Anamélia não será pianista. Então: a) Anaís será professora e Anelise não será cantora b) Anaís não será professora e Ana não será atleta c) Anelise não será cantora e Ana será atleta d) Anelise será cantora ou Ana será atleta e) Anelise será cantora e Anamélia não será pianista Solução: Analisando “de trás para frente”. Se Anelise não será cantora nem Anamélia será pianista. então Anaís será professora.5 x 8 = 1044 Resposta: letra a TFC/2001 (ESAF) 203) Ou Anaís será professora. tem-se que: a) 16X2 .n(E ∩ M) Substituindo os dados: 50 = x + 30 .

210) Em uma circunferência são escolhidos 12 pontos distintos. portanto.6 P( C ) = 0.5% b) 15. 209) Um sistema de equações lineares é chamado “possível” ou “compatível” quando admite pelo menos uma solução.3) e) (0. então o sistema é: a) impossível e determinado b) impossível ou determinado c) impossível e indeterminado d) possível e determinado e) possível e indeterminado Solução: Substituindo os valores dados.3) d) [0. A partir do sistema formado pelas equações.25 P(C) = 0.5% Solução: Tem-se que: P(A) = 0. x − 2y = 4 SOLUÇÕES. pode-se afirmar que se W = -2 e Z = 4.225 ou 22. para participar de um jogo de futebol.880 Solução: 12 × 11 × 10 × 9 = 495 Basta encontrarmos a Combinação de 12.5% e) 30% a) 12.207) Se W = {x ∈ IR / -3 < x < 3} e P = {x ∈ IR / 0 ≤ x < 4} e Q = { x ∈ IR / 0 ≤ x < 3} então o conjunto (W ∩ Q) . 211) As rodas de um automóvel têm 40 cm de raio.5 P( B ) = 0..5 P( A ) = 0.000 voltas. sendo. chegamos ao seguinte sistema: x − y = 2 → Duas equações proporcionais.4 P(D) = 0. Adalton. POSSÍVEL E INDETERMINADO..75 Então. O número total de diferentes quadriláteros que podem ser formados é: a) 128 b) 495 c) 545 d) 1. a probabilidade de que Beraldo não seja convidado por nenhum dos três amigos para o jogo de futebol é: d) 25.4 = 4 × 3 × 2×1 Resposta: letra b.6 x 0. 208) Beraldo espera ansiosamente o convite de um de seus três amigos.75 x 0.P é dado por: b) [0. a probabilidade de ele NÃO ser convidado por nenhum dos três será: P( A ∩ B ∩ C ) = P( A ) x P( B ) x P( C ) ⇒ P( A ∩ B ∩ C ) = 0. Resposta: letra e. Sabendo que os convites são feitos de forma totalmente independente entre si. foi de: 62 . Ligam-se quatro quaisquer destes pontos.5% c) 22. X .3] a) ∅ Solução: Resposta: letra a.. tomados 4 a 4. A probabilidade de que Adalton convide Beraldo para participar do jogo é de 25%.. em quilômetros(Km).Y = 2 e 2X + WY = Z. e é chamado de “determinado” quando a solução for única e de “indeterminado” quando houver infinitas soluções. Cauan e Délius. Sabendo-se que cada roda deu 20.3] c) (1.485 e) 11. Segue-se que o sistema em tela admite INFINITAS  2. de modo a formar um quadrilátero. a de que Cauan o convide é de 40% e a de que Délius o faça é de 50%.5 = 0. C 12. então a distância percorrida pelo automóvel.5% Resposta: letra c.

respectivamente: a) 120. 40 e 100 d) 40.r. Se ela é equivalente a . a fração procurada é: 64 Resposta: letra c. π cm.4). Para que o triângulo tenha área igual a 6. teremos: C = 2. se em uma volta a roda percorre: 80. 80/3 e 200/3 e) 100.7 c) -4.2 d) 7.π Km c) 16 π2 Km 2 d) 1. Então. Considerando que se arrumaram as caixas face a face formando uma base retangular de 10 por 30 caixas e sempre com 12 caixas de altura. Como foi dado o raio (em centímetros!). em 20. 103π Km e) 1. Agora. π km Resposta: letra b.a) 16 Km b) 16. D . 212) Um triângulo possui seus vértices localizados nos pontos P(1. passando para km (deslocando-se a vírgula 5 casas à esquerda) → 16. π cm ou 1600000. 103π Km Solução: O comprimento de uma circunferência é dado por: C = 2.y . 213) Achar uma fração equivalente a 7/8 cuja soma dos termos é 120. obtém-se. 240 e 600 c) 60.16 = 3y . Sabemos que x + y = 120. dados os pontos do vértice.y).5 e) 9. sem perda de espaço. é dada 1 4 1 1 por A = . e 2 5 10 1 2/3 5/3 3 1+ + 3 3 3 5 Z = 120 × ⇒ Z = 200 3 Resposta: letra a. onde D é o determinante: 4 1 1 = 1 + 4y . teremos: 1 6 = . π. sabe-se que a área (A) de um triângulo. 2/3 e 5/3.40 = 80.000 voltas percorrerá: 20000 .1) e R(0. 214) Ao se dividir o número 400 em valores diretamente proporcionais a 1. admitindo que as caixas se encaixam ao lado e em cima das outras perfeitamente. π CENTÍMETROS. Daqui retiramos: X = 120. 215) Em um depósito devem ser acondicionadas caixas em forma de cubo medindo externamente 50 cm de aresta ou lado da face. π.6 .6 . 80 e 200 b) 360. é suficiente que y assuma o valor: a) 2.15. π cm. Q(4. Assim. (3 y − 15) ⇒ 12 = 3y . 40 e 60 Solução: X Y Z X + Y + Z 400 2 = = = = = 120 .15 ⇒ 3y = 27 ⇒ y = 9 2 Resposta: letra e. a) 52/68 b) 54/66 c) 56/64 d) 58/62 e) 60/60 Solução: x 7 . 80 . então. Y = 120 × ⇒ Y = 80 . b) 360 kl c) 288 m3 d) 240 m3 e) 150 kg a) 450 m3 63 .5 b) -3. Ora. obtenha o volume do paralelepípedo formado. 2 0 y 1 Como a área (A) do triângulo foi dada e vale 6 unidades de área. temos aqui um sistema com duas equações e y 8 duas incógnitas: x 7 7y 960 7y  = ⇒ resolvendo por substituição x = ⇒ ⇒ + y = 120 ⇒ 15 y = 960 ⇒ y = y 8 8 15 8 x + y = 120  56 y = 64 e x = 56.0 Solução: Da Geometria Analítica. podemos escrever a seguinte A fração procurada tem a forma: 8 y x 7 proporção: = .

ter-se-á um volume total de 10 x 30 x 12 x 125000 cm3 = 450.5 cm. Então: ⇒ R = 6. e n = 45 dias (ou 1. Quando se formam “paralelepípedos” de 10 x 30 x 12 caixas. i . Desse modo. onde “E” é a escala.000.8% Solução: Usando o método “Cuca Legal” do prof. Como esta operação representou um empréstimo realizado pelo banco. quando se faz dois acréscimos sucessivos. 220) Um indivíduo obteve um desconto de 10% sobre o valor de face de um título ao resgatá-lo um mês antes do seu vencimento em um banco.5 x 25000 = 162. 216) Um segmento de reta ligando dois pontos em um mapa mede 6. faremos o seguinte: 10 8 10 8 8 1 = 18% + = 18% + = 18% + 0.8% × × × 10% + 8% + 100 100 100 100 10 100 Resposta: letra e. Considerando que o mapa foi construído numa escala de 1: 25 000. vale 50 cm.5 km d) 1. . a) 4% b) 4. ou dois descontos sucessivos ou ainda um acréscimo e um desconto sucessivos.500 cm. onde i = 4% a. onde “a” é o valor da aresta do cubo. Considerando que existe uma encomenda de 1.8% d) 18% e) 18. Então: J = C × 100 100 ou J = 6%. obtenha a taxa de juros simples em que o banco aplicou os seus recursos nessa operação. trabalhando dez horas por dia? a) 5 b) 10 c) 15 d) 20 e) 25 Solução: trabalhadores kg h/dia dias 5 40 8 1    X 1500 10 15    direta inversa inversa 5 × 1500 × 8 × 1 X= = 10 40 × 10 × 15 Resposta: letra b. ou 1.000 cm3. 217) Cinco trabalhadores de produtividade padrão e trabalhando individualmente beneficiam ao todo 40 kg de castanha por dia de trabalho de 8 horas. ”R” é o valor R 1 6. 218) O nível geral de preços em determinada região sofreu um aumento de 10% em 1999 e 8% em 2000. quantos trabalhadores de produtividade padrão devem ser utilizados para se atingir a meta pretendida.C Resposta: letra d.5 m b) 15 hm c) 1. ou 162. Resposta: letra e.Solução: O volume de uma única caixa é dado por: V = a3. 64 . neste caso.6 km e) 1625 m Solução: D Um problema simples de ESCALA. 219) Um capital é aplicado a juros simples à taxa de 4% ao mês por quarenta e cinco dias.12% Solução: 4 6 × 15 ⇒ J = ×C. ou 1625 m.5 toneladas de castanha para ser entregue em 15 dias úteis. que.8% = 18. 25000 R ou 16. J = C .625 km. O volume do cubo vale: V = 503 cm3 = 125000 cm3.m. Milton Araújo: “Para encontrarmos rapidamente o valor acumulado.5 dam.5% c) 5% d) 6% e) 6.8% c) 10. qual a distância horizontal em linha reta entre os dois pontos? a) 162. que se define como: E = . Qual foi o aumento total dos preços no biênio considerado? a) 8% b) 8.5 mês). Assim. Calcule os juros como porcentagem do capital aplicado. pelo empilhamento destas.5 = real e “D” é o valor do desenho. Passando para m3 (eqüivale a deslocar a vírgula 6 casas para a esquerda) → 450 m3 Resposta: letra a.25 hm. poderemos efetuar a soma direta se incluirmos no somatório o produto dos percentuais envolvidos”. n. . no caso analisado.

159 e) 6.111.A. 65 .. a que apresenta o número decimal mais próximo do produto 4.).1344 Uma dica: efetue a multiplicação sem se preocupar com as vírgulas. i = mês.1 0.11% ao mês d) 12. Substituindo-se os dados. sempre colocada na sua forma 1+ i 1 1 ⇒ PA = UNITÁRIA! Assim. 224) Se a inflação de dezembro for de 35%. (1 − a) ⇒ 0= a 2 − 8.a Substituindo-se estes dados na fórmula do ∆ acima.” é o poder aquisitivo e “i” é a taxa de inflação. 221) Determinar os valores de x para os quais a função do segundo grau f(x) = x2 − 3x – 10 assume valores positivos.42 = 6. 1 vem: X cruzeiros reais 165 . a + 16 − 16 + 16..163 Solução: Basta efetuar a multiplicação: 4. Resposta: letra c..32 x 1.4. c . 223) Dentre as alternativas abaixo. conte as casas após a vírgula de TODOS os termos e coloque-as no produto encontrado. Teremos a função com sinais positivos para x em qualquer intervalo “fora das raízes” (a parábola tem concavidade para cima. ou . Após efetuar a multiplicação.a) 9% ao mês b) 10% ao mês c) 11. Resposta: letra c. então pode-se afirmar que uma nota de X cruzeiros reais.Assistente Administrativo Nota: As unidades monetárias não foram alteradas. 222) Determinar a de modo que a equação 4 x2 + (a − 4 ) x + 1 − a = 0 tenha duas raízes iguais. a ⇒ Agrupando os termos semelhantes e elevando ambos os membros ao quadrado ⇒ 0 = a2 + 8.. onde ∆ = b 2 − 4. para manter a fidelidade dos dados da prova. 1 + 0. retiramos: a = 4. teremos: PA = . lançada no dia 12 de dezembro. onde “P. Da equação dada. ∆= (a − 4) 2 − 4. O nº MAIS PRÓXIMO do resultado encontrado é o 6. b) x = − 5 ou x = 2 c) − 2 < x < 5 a) − 5 < x < 2 d) x < − 2 ou x > 5 e) x < − 5 ou x > 2 Solução: Devemos resolver a inequação: x2 − 3x – 10 > 0 As raízes da equação são (Bháskara): -2 e 5.65 X cruzeiros reais X cruzeiros reais 135 .35 X cruzeiros reais c) 0..9 9 11. quer-se calcular a taxa de juros equivalente para o prazo n = 1 d 0.42 é: a) 5.893 c) 6. Solução: O “poder aquisitivo” da moeda é dado DIRETAMENTE pela equação: 1 PA = .32 x 1.742 b) 5. a) a = 0 b) a = − 8 ou a = 0 c) a = 8 d) − 8 < a < 0 e) a < 0 ou a > 8 Solução: Para DUAS RAÍZES REAIS IGUAIS.. terá no fim deste mês um poder aquisitivo equivalente a: 1 a) b) 0. 1 X cruzeiros reais d) 1.1 0.35 X cruzeiros reais e) 165 .. b = (a .11% a.111. Multiplicando-se este fator pela quantia “X”.111 d) 6.12% ao mês e) 15% ao mês Solução: Se a taxa de DESCONTO é d = 10%.4) e c = 1 . a condição é: ∆ = 0. Usando a fórmula: i = 1 − d.m.35 135 . a. Desse modo: x < -2 ou x > 5 Resposta: letra d. n 1 − 0..1 1 = = ≅ 0. PMPA/1993 .a ⇒ a = 0 ou a = -8 Resposta: letra b.

Dentre estes profissionais deve ser escolhido e levado ao Prefeito o nome de um professor e o de um médico como sugestões para as funções de Secretário de Educação e de Secretário de Saúde.(Y + Z).Resposta: letra a. 229) Uma Prefeitura deve distribuir a verba de CR$ 1. então. Então: (X + Z) = 3. Daqui a “Z” anos. o número total de duplas será: 12 x 18 = 216. 225) Numa reunião do partido que elegeu o Prefeito de uma capital. ou 3600 segundos. Montamos uma regra de três: litros tempo (s) 900 3600  X 12016  900 × 12016 X= = 3004 3600 Resposta: letra a.260.: Em matemática. 226) Pedro e João aniversariam no mesmo dia do ano. igual a: a) 305 b) 319 c) 327 d) 348 e) 367 Solução: Passando a área da sala para cm2: 330000 cm2. 4. as palavras “DE” e “CADA” transformam-se em MULTIPLICAÇÃO! Resposta: letra d. aproximadamente. “Y” a idade de João e “Z” o número de anos necessária para que Pedro venha a ter o triplo da idade de João. o número de anos necessários para que a idade de Pedro seja o triplo 2 da idade de João é igual a METADE da idade de João.00. Substituindo-se o resultado da primeira equação. Em uma viagem de 3 h 20 min 16 s. o número de diferentes duplas (professor. há 18 médicos. Nestas condições.Y + Z = 3.000. Pedro terá: (X + Z) anos e João terá (Y + Z) anos. preciso adquirir um número de lajotas. médico) que podem ser submetidas à escolha do Prefeito..Z 1 Y = 2. ou seja. respectivamente. Resposta: letra a. Obs. Se Pedro tem atualmente o quádruplo da idade de João. Para realizar este trabalho. Quando isto acontecer. para pequenas reformas de 66 . estão presentes 12 professores e 18 médicos. 227) Desejo pavimentar uma sala de 33 m2 com lajotas de cerâmica de 30 cm x 30 cm. 3 h 20 min 16 s têm: 3 x 3600 + 20 x 60 + 16 = 12016 segundos. é igual a: a) 30 b) 60 c) 128 d) 216 e) 432 Solução: Para CADA professor selecionado. 228) Um avião consome 900 litros de combustível por hora de viagem.Y + 3.Z ⇒ Z = Y . então o número de anos necessários para que Pedro venha a ter o triplo da idade de João é igual a: 1 1 a) da idade atual de João b) da idade atual de Pedro 2 2 3 2 c) da idade atual de João d) da idade atual de Pedro 2 3 e) 5 vezes a idade atual de João Solução: Seja “X” a idade de Pedro. a idade de Pedro será o triplo da idade de João. o número de litros de combustível consumido é igual a: a) 3004 b) 3016 c) 3025 d) 3030 e) 3049 Solução: UMA HORA tem 60 minutos.Y (pois Pedro tem ATUALMENTE o quádruplo da idade de João). Escrevendo as equações (lembrando que queremos encontrar “Z”) X = 4.. Se há 12 professores. Agora DIVIDIMOS a área da sala pela área de uma lajota (que é 30 x 30 = 900 cm2) 330000 ÷ 900 ≅ 367 Resposta: letra e.

250 litros d'água.000. aplicado durante 10 meses a juros simples de 12% ao ano. 12 e 13 salas de aula. 230) Vendi um aparelho de TV por CR$ 18.500 b) 12. Sabe-se que X + Y + Z = 1.000.800 e) 26. Se o prejuízo incide SOBRE O CUSTO. Como o lucro é SOBRE O CUSTO.00 c) CR$ 468. o volume será: V = X 3 .10% V = 90% Como a venda corresponde a 90% do valor inicial (CUSTO). entre 3 escolas municipais com 10.250 = 26000 litros.00 e) CR$ 19.00 d) CR$ 20. e o volume passará a ser: C= V = (2X ) ⇒ V = 8. Então. Ao duplicarmos as dimensões do reservatório.00.00 Solução: “X”. o percentual correspondente à VENDA é dado por: V = 100% + 25% V = 125% Montamos outra regra de três. podemos calcular o preço de VENDA com lucro de 25% SOBRE O CUSTO. 12 e 13 salas. é igual a: 67 . 90 Agora que já sabemos os preço de CUSTO.000. deveria vender o mesmo aparelho por: a) CR$ 26. “C” é o preço de CUSTO e “P” é o PREJUÍZO). Fórmula: V = C + L (onde “V” é o preço de VENDA. então a de maior número de salas receberá: a) CR$ 432. 232) O capital que. dizemos que o CUSTO corresponde a 100%. $ % 21000 100  125 V  21000 × 125 V= = 26250 100 Resposta: letra a.300 d) 25.250. Para obter um lucro de 25%.668.850. expressa em litros. então. produz um montante de CR$ 19..00 b) CR$ 454.000.900. será igual a: a) 6.pintura.P (onde “V” é o preço de VENDA.00 d) CR$ 475. Resposta: letra e. Se a divisão for proporcional ao número de salas de aula de cada escola. dizemos que o custo corresponde a 100%. Desse modo. Se duplicarmos suas dimensões.900.00. então.000 Solução: Seja “X” o valor das dimensões do reservatório. respectivamente.00 e) CR$ 488. “Y” e “Z” são as partes destinadas a cada uma das escolas com 10. Como o percentual do PREJUÍZO é de 10%.000. a nova capacidade do reservatório. segue que o percentual correspondente ao preço de venda será: V = 100% .360. Logo.00 c) CR$ 21.260. sobre o custo.750 c) 24. Isto quer dizer que o novo volume é igual a OITO VEZES o anterior. podemos calcular o preço de custo por meio de uma regra de três: $ 18900 C   % 90 100 18900 × 1100 = 21000 . 3 a NOVA capacidade do reservatório (em litros) passará a ser: 8 x 3. 10 12 13 10 + 12 + 13 35 A escola com maior número de salas receberá a quantia “Z”.750. X 3 . “C” é o preço de CUSTO e “L” é o LUCRO).00 Solução: Fórmula: V = C ..000. então: Z = 36000 ⇒ Z = 36000 × 13 ⇒ Z = 468000 13 Resposta: letra c. estas passarão para “2X”. 231) Um reservatório de forma cúbica tem capacidade para 3.00 b) CR$ 25. com prejuízo de 10% sobre o custo. e: X Y Z X+Y+Z 1260000 = = = = = 36000 .

A outra dimensão (“y”) pode ser calculada.): LEMBRE-SE de que a TAXA deve estar na forma UNITÁRIA para ser substituída na fórmula! 126023. “Reunindo” as duas fórmulas acima. à taxa de 26% ao mês.58760 3 2. Resposta: letra c. podemos escrever as seguintes equações: 2.60. ⇒ C = 17880  100 12  11 . podemos escrever o MONTANTE como sendo: M = C . por exemplo.60 no prazo de: Observação: Se necessário.00. o leitor poderá chegar a 37.  x − y = 250 Agora.a) CR$ 16.5 d) 49. 50000 este valor (ou o MAIS PRÓXIMO dele possível) na tabela dada.00 Solução: Fórmulas: J=C.(1 + 0.n) Substituindo-se os valores dados na questão (lembrando que TAXA e PRAZO devem estar na 10 do ano. Pelos dados do problema.i. Assim: mesma referência de tempo!).  1 + .m. “n” é o PRAZO da operação.17580 6 4. vamos resolver o sistema por ADIÇÃO (somando-se as equações. e x .x = 1500 ⇒ x = 750. aplicado a juros compostos.535. 233) Um terreno retangular tem 2500 m de perímetro.520472 .26000 2 1. encontramos o valor de “n”: n = 4 68 . e suas dimensões diferem de 250 m.00 e) CR$ 19.00 d) CR$ 18.(x + y) = 2500 (perímetro igual a 2500).n e M=C+J onde: “J” é o JURO. corresponde a 12 19668 12 10   ×  ⇒ 19668 = 11.023.5 ha. “i” é a TAXA.750 ⇒ y = 500.00 c) CR$ 18.00451 a) 2 meses b) 2 meses e meio c) 3 meses d) 4 meses e) 6 meses Solução: Fórmula para cálculo do Montante a juros compostos: M = C. na equação 1: y = 1250 . Resposta: letra b.2 Solução: Sejam “x” e “y” as dimensões do retângulo. Substituindo-se os dados do problema na fórmula (C = 50000. M = 126033. Agora.35279 9 8. Agora.52047 5 3. um sistema: x + y = 1250 ⇒ dividiu-se a equação 1 por 2.8 e) 73. membro-a-membro): 2. desta forma.26) n ⇒ (126) = ⇒ (126) = 2. produzirá um montante de CR$ 126.8 b) 30. utilize a tabela seguinte: n 1.980.750.00038 4 2. .26n 1 1. (1 + i. expressa em hectares. lembrando que 1 ha corresponde a 10.(1 + i) n . O prazo de 10 meses.350. Por meio de uma regrinha de três. “M” é o MONTANTE.880. buscamos . é igual a: a) 25.04190 8 6. i = 26% a. C ⇒ C = 19668 = C. A área deste terreno.00 b) CR$ 17.60 n n 126023. 234) Um capital de CR$ 50. basta fazermos a transformação para HECTARES.y = 250 (as dimensões DIFEREM de 250 m) Temos. A área do retângulo será (em METROS QUADRADOS!): A = 750 x 500 = 375000 m2.7 c) 37. Assim procedendo.000.60 = 50000. “C” é o CAPITAL.000 m2.00150 7 5.

Como a nova equipe será formada por “parte” de cada grupo. temos o caso de uma média harmônica ponderada. levará para realizar o mesmo trabalho.0015 .00.800. a) 156% b) 200% c) 250% d) 300% e) 400% Solução: o prazo “n” é de UM SEMESTRE (= 6 meses). “Montando” a equação: 4 10 4 4 6 x 40 24 x 3+5 1 8 1 1 1 ⇒ = ⇒ = ⇒ = ⇒ x = 15 dias.00 c) CR$ 10.. Assim. Obviamente. Um comprador concorda em pagá-la em 3 parcelas iguais. Sabendo que a taxa de juros que incide sobre o saldo devedor é de 50% ao mês.00 e) CR$ 12. 30 e 60 dias após.5. pode-se concluir que o valor de cada parcela é igual a: a) CR$ 9. utilizamos a fórmula seguinte para o cálculo da variação percentual:  valor final .valor inicial  ∆% =   × 100 . Outro grupo de operários executa o mesmo trabalho em 6 dias. considerando o Capital como sendo igual a “1”: M = C. que pode ser enunciada como segue: “O somatório dos produtos de cada peso pelo inverso do seu respectivo tempo será igual ao inverso do tempo coletivo multiplicado pelo seu respectivo peso” Neste caso. Então. ou 72 MESES! 4 = 1. à vista.5. Para o cálculo da TAXA ACUMULADA. o comprador terá um SALDO correspondente a (22800 . sendo a primeira no ato da compra e as duas outras.00 b) CR$ 9.n). x 120 120 x 15 x Resposta: letra e.Resposta: letra d.00 Solução: Se a primeira parcela (de valor “X”) foi dada no ato da compra. Todos os operários têm a mesma capacidade produtiva. é igual a: a) 9 b) 10 c) 12 d) 14 e) 15 Solução: Aqui devemos utilizar o “Método da Redução à Unidade de Tempo”.(1 + 0.800.5 Resposta: letra b. O número de dias que uma nova equipe.X).26) 6 ⇒ M = (126) 6 ⇒ M = 4.n = 3 ⇒ n = 0. será quadruplicado num prazo igual a: a) 78 meses b) 72 meses c) 66 meses d) 60 meses e) 48 meses Solução: A informação dada na questão se aplica a “qualquer capital”.(1 + 0. M = 4. Ora. Substituindo-se estes valores na fórmula: M = C. igual a: Observação: Se necessário. PERCENTUAL ocorrida no período. Este SALDO deverá ser IGUAL ao valor da SOMA das duas parcelas 69 . então. O PESO do segundo grupo é 25% 10 1 1 1 1 1 1 1 1 1 × + × = ⇒ + = ⇒ (MMC) (ou ) e o TEMPO é 6 dias. formada com 10% dos operários do primeiro grupo e 25% dos operários do segundo grupo. 238) O preço.500.250. se partimos de “1” e chegamos a “4. 236) Qualquer capital aplicado a juros simples. Substituindo-se os valores na fórmula. ∆% =   × 100 = 300%  1  Resposta: letra d.550. utilizamos a mesma fórmula da questão anterior. 235) Urna inflação mensal de 26% acarreta uma inflação acumulada no semestre.n) ⇒ 0.(1 + i.100. faremos C = 1. de uma bicicleta é de CR$ 22. Queremos saber a VARIAÇÃO . os “pesos” serão as frações de cada grupo (10% e 25%).0015”. teremos a seguinte equação (passo-a-passo): 1 O PESO do primeiro grupo é 10% (ou ) e o TEMPO é 4 dias.1 ⇒ 0.00 d) CR$ 10.n = 4 .. à taxa de 50% ao ano.5. teremos: 3 ⇒ n = 6 ANOS. utilize a tabela da questão anterior. aproximadamente. 237) Um grupo de operários faz um trabalho em 4 dias.(1 + i) n ⇒ M = 1. Aqui temos: Valor inicial = 1 e Valor final = 4   valor inicia  4 − 1 (“aproximadamente!”).

Após 6 dias do início deste abastecimento. 17% das crianças de 7 a 14 anos trabalham. abastecer com a mesma quantidade de litros cada veículo de uma frota de 200 caminhões de lixo.3% Resposta: Se 17% TRABALHAM. com uma quantidade de combustível igual a “Y” litros por caminhão. se cada caminhão passar a receber. 85% estão estudando. vem: 10 X 2. 100 100 100 100 Resposta: letra a. atualizando as duas parcelas restantes.(22800 − X ) = 10 X ⇒ 9 2. e. então. 83% NÃO TRABALHAM.35% .25 205200 205200 − 9 X = 10 X ⇒ 19 X = 205200 ⇒ X = = 10800 19 Resposta: letra d.4%.6% d) 28.8Y   inversa inversa 12 × 200 × Y X= = 12 . temos 70% DE 17% que não estudam. teremos a equação: X X X X (22800 − X ) = + + ⇒ (22800 − X ) = ⇒ Tirando o MMC do segundo 1 2 15 2. Se 83% das que NÃO TRABALHAM estão estudando. aproximadamente. o combustível abastecerá os caminhões por mais 12 dias.DESCONTADAS. O número de dias que ainda deve durar o combustível restante. Sabe-se ainda que. ou seja. 239) A Companhia Municipal de Limpeza Urbana possui combustível para durante 18 dias. e cada um passou a receber 80% DE Y litros de combustível. os 200 caminhões ainda serão abastecidos por mais 12 dias. Pediu-se uma resposta APROXIMADA.5% c) 26.8. ou seja.5 X 15 X + X . diariamente.Y. Desta forma. ou seja. 240) Num certo país. então. independente de estarem ou não trabalhando. Montamos.25 . utilizamos a fórmula: C = n (1 + i) fórmula do Montante. para a data focal ZERO. a 50% ao mês. Observação: O destaque dado à palavra “DE” é para lembrá-lo de que em Matemática.4% b) 25.5) membro. Então: 24. as palavras “DE” E “CADA” significam MULTIPLICAÇÃO. que é a mesma seja. 15% DE 83%.8% e) 29. Temos. (1 + 0. uma equação: 70% DE 17% “MAIS” 15% DE 83% dará o percentual de crianças QUE NÃO ESTUDAM.8 Y (Acompanhe na questão 500 a resolução de uma regra de três composta passo a passo!) Resposta: letra c. Para DESCONTARMOS uma parcela (ou M .. Observação: A fórmula acima calcula o VALOR ATUAL pela fórmula do DESCONTO RACIONAL COMPOSTO. ⇒ (22800 − X ) = ⇒ (22800 − X ) = ⇒ 9. 15% NÃO estão estudando.25 2. 80% do abastecimento inicial. 70% não estudam. então. Nestas condições. 70 17 15 83 × + × = 24. igual a: a) 24. Se 70% das que TRABALHAM NÃO estudam. abastecendo a frota. a porcentagem das que não estudam é. Se o raio de sua base (22800 − X ) = 70 . assim. dentre estas. uma regra de três: caminhões dias litros 200 12 Y   250 X 0. 250 × 0. chegam mais 50 caminhões iguais aos anteriores que são incorporados à frota primitiva.5) (1 + 0. de todas as crianças de 7 a 14 anos.. para encontrarmos o seu VALOR ATUAL). das crianças de 7 a 14 anos que não trabalham. Após a chegada dos outros 50 caminhões. a frota passou a ser de 250 caminhões. 241) Uma latinha de cerveja de forma cilíndrica tem capacidade igual a 330 ml. pode-se concluir que. é igual a: a) 8 b) 10 c) 12 d)16 e)18 Solução: Após 6 dias. 0.

A outra forma de resolver a questão é por meio de diagramas de Euler-Venn: 1. ou seja.medir 3. Agora. Simplificando a fração = . foram consultadas 2000 pessoas. Observe que associamos a palavra OU com UNIÃO dos conjuntos.1534 = 466 que não utilizam os dois meios de transporte citados.75 + 2  .lotação? a) 154 b) 174 c) 194 d) 292 e) 466 Solução: Há duas formas de se resolver a questão: I.33 = 3.  ⋅  −  2 9   100 4  100 4 5  5 20   71 1   45 − 40   71 + 1  5   72  ⋅ 18 = 5  =   ⋅  =  ⋅  ⋅ +  =   −  2 9   4 4   18   4   18   4  18 Resposta: letra b. Foram dados: n(A) = 1360. Iniciamos SEMPRE pela interseção do maior número de conjuntos possível. 5. se há 1534 pessoas que utilizam ônibus OU taxi-lotação. h . 330 ml = 0.24 cm. 272 das quais já foram colocadas na interseção entre os dois conjuntos. sua altura será. colocamos PRIMEIRO o 272 na interseção entre os dois conjuntos: 2. II. aproximadamente. obteremos um total de 1534 pessoas.24 cm = 0. Então..33 dm3 3. somando-se TODAS as pessoas que se encontram nos dois conjuntos (A e B). e a palavra E com INTERSEÇÃO dos conjuntos.. Substituindo-se os dados (convertidos para a mesma unidade!) na fórmula do volume do cilindro: V = π.. Ora.5 cm b) 13.lotação). r 2 . igual a: Observação:. Obteve-se que 1360 dessas pessoas utilizam ônibus. e n( A ∩ B) é o número de pessoas que utilizam ônibus E taxi- ônibus OU taxi-lotação: n( A ) é o número de pessoas que utilizam ônibus. em uma cidade. 71 .lotação e 272 utilizam esses dois meios de transporte (ônibus e táxi . n(B) é o número de lotação. obtém-se: 2 9   2  a) 4 b) 5 c) 6 d) 8 e) 12 Solução Sempre converta os números decimais para frações decimais (LEMBRE-SE de tornar todas as frações “irredutíveis” por meio de simplificações!) 1775 71  5 20   1775 1  +  .3 cm c) 12. ⇒ Realizando os cálculos ⇒ h = 1 dm OU 10 cm Resposta: letra e. n(A ∩ B) = 272 Substituindo-os na fórmula acima. teremos 0. Voltando à expressão. 3. n(B) = 446. já foram colocadas 272 na interseção.1534 = 466 pessoas que não utilizam os meios de transporte A ou B. logo ficam 2000 . Quantas dessas pessoas não utilizam ônibus nem táxi . (0. onde n( A ∪ B) é o número de pessoas que utilizam pessoas que utilizam taxi-lotação. h. Sabemos que o conjunto A tem 1360 pessoas. ficando outras 174 para a região que inclui aquelas que utilizam SOMENTE O meio de transporte B.324)2 .33 litros = 0. 1  5 20   242) Efetuando e simplificando a expressão  −  ⋅  17. 4.324 dm..5 cm d) 12 cm e) 10 cm Solução O leitor precisa LEMBRAR da relação entre as medidas de volume e capacidade. então estão SOBRANDO: 2000 . ou seja: 1 litro = 1 dm 3 Dessa forma. Pela fórmula n( A ∪ B) = n( A ) + n(B) − n( A ∩ B) . ficam outras 1088 que utilizam SOMENTE o meio de transporte A. Foram entrevistadas 2000 pessoas. Das 446 pessoas que utilizam o meio de transporte B. teremos: n( A ∪ B) = 1360 + 446 − 272 ⇒ n( A ∪ B) = 1534 . 446 utilizam táxi .1416 .1416 a) 13. Use π = 3.Agente Administrativo 243) Numa pesquisa sobre meios de transporte urbano. PMPA/2000 .

ponto . e “n” é o número de elementos de cada subconjunto. X 8 d) Y = . diferentes. não se repetem). onde “N” é o número de elementos a serem arranjados.intervalo .Resposta: letra e.ordenadas. c) O domínio . d) O domínio .000 b) 90. 3 X 2 8 1 e) Y = 3. X 3 8 Solução: Obtém-se a inversa de uma função da seguinte maneira: 1. a ORDEM dos elementos NÃO É IMPORTANTE.abcissas. B e C. Solução: Definição de “Domínio”: O domínio de uma função é o intervalo que resulta da projeção de seu gráfico sobre o eixo das abcissas. Isola-se a variável “Y” novamente: 3 X X X ⇒ Y=3 ⇒ Y= Y3 = 2 8 8 Resposta: letra a. Definição de “Imagem”: A imagem de uma função é o intervalo que resulta da projeção de seu gráfico sobre o eixo das ordenadas Resposta: letra e.abcissas.abcissas.000 Solução: Como não se falou que letras e algarismos devem ser distintos (isto é. b) A imagem .147 d) 270.000 Resposta: letra d. X 3 A sua função inversa é: 3 3 X X a) Y = b) Y = c) Y = 2. 246) Atualmente as placas dos veículos no Brasil possuem três letras e quatro algarismos. resolve-se o problema com a fórmula do ARRANJO COM REPETIÇÃO: A = Nn. 247) Uma comissão composta por 3 pessoas será constituída a partir de um grupo de 7 agentes administrativos. Teremos. A solução final é dada por: 33 x 104 = 27 x 10000 = 270. mas com todos os algarismos.000 e) 300. “Troca-se” as variáveis “X” e “Y” de lugar dentro da função: X = 8.ponto . Y 3 2. Então. Quantas comissões diferentes podem ser formadas? a) 21 b) 28 c) 35 d) 42 e) 49 Solução: Numa comissão de pessoas.000 c) 177. resolve-se a 72 .ordenadas.intervalo . e) O domínio . e para os algarismos: 104. Vamos considerar um lote dessas placas onde as letras utilizadas são somente A.intervalo . nesse lote é: a) 27. 245) Considere a função Y = 8. O número de placas. então. para as letras: 33. 244) ____________ de uma função é o ________ representado pela projeção de seu gráfico sobre o eixo das ____________. As lacunas da frase acima são completadas corretamente por: a) A imagem .

associe à INTERSEÇÃO (e fique atento aos conceitos de “eventos independentes”. Na velocidade mais baixa. ou seja: C 7.000 páginas por hora. A e B. Se a máquina fez um serviço em 8 horas na velocidade mais alta.questão por meio da COMBINAÇÃO de 7 elementos tomados 3 a 3. quanto mais VELOZ a impressora.. segue-se que: n( A ∪ B) = 100% .3 = 7×6×5 = 35 3 × 2×1 Resposta: letra c. qual é a probabilidade dele ter defeito na surdina? a) 40% b) 35% c) 32% d) 28% e) 25% Solução: A definição clássica de Probabilidade diz o seguinte: “A probabilidade de ocorrência de um evento qualquer é dada pelo quociente entre o número de casos favoráveis ao evento e o número de casos possíveis. basta multiplicar o numerador por 100 e efetuar a divisão Resposta: letra e. 250) Em uma cidade existem duas Empresas de transporte coletivo. Substituindo-os na fórmula acima. associe à UNIÃO. Os outros dados são n( A ) = 70% e n(B) = 50% . de uma REGRA DE TRÊS SIMPLES INVERSA. temos: P( A ) = 20 4 Para transformar uma fração em “%”.” Em outras palavras: divide-se a parte pelo todo. Aqui a velocidade é dada em “páginas por hora”. qual o percentual deles que utilizam as duas Empresas? a) 20% b) 25% c) 27% d) 33% e) 35% Solução: Podemos resolver esta questão através das duas formas apresentadas na questão 1 desta mesma prova. imprime 4.000 páginas por hora. temos: EVENTO: veículo defeituoso (chamaremos este evento de “A”) CASOS FAVORÁVEIS AO EVENTO (veículo defeituoso): 5 CASOS POSSÍVEIS (todos os veículos disponíveis): 20 5 1 = = 25% . 249) Uma impressora a jato de tinta possui duas velocidades.. pois. em quanto tempo faria esse serviço trabalhando na velocidade mais baixa? a) 10 horas b) 11 horas c) 12 horas d) 13 horas e) 14 horas Solução: Trata-se. Então: velocidade tempo 6000 8  4000 X  inversa 6000 × 8 X= = 12 horas 4000 Resposta: letra c. Exatamente 70% dos estudantes dessa cidade utilizam a Empresa A e 50% a Empresa B. apresenta cinco deles com defeitos na surdina. um veículo dessa frota. MENOR será o tempo para realizar as impressões. 73 . Sabendo que todo estudante da cidade é usuário de pelo menos uma das Empresas. 248) Uma frota de 20 veículos de mesmo modelo e tipo. simplesmente. b) Sempre que surgir a palavra E (= AMBOS). na combinação de eventos. aleatoriamente. No caso em tela. Aqui. calcularemos o percentual de usuários DAS DUAS EMPRESAS n( A ∩ B) : 100% = 70% + 50% − n( A ∩ B) ⇒ −n( A ∩ B) = 100% − 70% − 50% ⇒ n( A ∩ B) = 20% OBSERVAÇÕES: a) Sempre que aparecerem no problema OU (= PELO MENOS). Finalizando. Continua. “eventos dependentes” e “eventos mutuamente exclusivos”) Resposta: letra a. usando a fórmula indicada acima. irei apresentar a solução apenas pela fórmula: n( A ∪ B) = n( A ) + n(B) − n( A ∩ B) Como todo estudante da cidade é usuário de pelo menos uma das empresas. Se escolhermos. e na mais alta 6.

teremos (ver a definição de probabilidade no problema 6 desta prova): 28 12 P(H) = e P(M) = .75 e se o correspondente aumento foi de R$ 0. Aqui. nessa viagem.60   1 ∆% =   × 100 ⇒ ∆% =   × 100 ⇒ ∆% = 25%  × 100 ⇒ ∆% =   4  0.80.15 = R$ 0. O total de passageiros é. com reposição. 16 passageiros com passagem escolar e R$0.00 = 20 Temos: 24 passageiros com vale transporte. qual a probabilidade de ambas serem com nomes de mulher? a) 3% b) 5% c) 9% d) 15% e) 30% Solução: Temos um problema de RETIRADAS SUCESSIVAS de um evento COM REPOSIÇÃO.60 (R$ 0. devemos admitir INDEPENDÊNCIA e MULTIPLICAR as probabilidades de cada evento.60  Resposta: letra d.15   0. Assim. em uma certa cidade.4 = 40% transporte (ver problema 6 nesta prova).80 passageiros que pagaram a tarifa normal.15. em uma cidade.60. onde o ∆% é a variação percentual.75 . Qual foi o percentual desse aumento. Sejam os eventos: M = nome de mulher e H = nome de homem. 253) Ao final de uma viagem de um ônibus urbano. Para a repetição de um evento (retiradas sucessivas).00. teremos: P = 60 5 Resposta: letra a.15. Como queremos encontrar o PERCENTUAL de passageiros que pagaram a sua tarifa com vale 24 2 = = 0. fica mais fácil calcular o percentual do aumento pela fórmula da VARIAÇÃO PERCENTUAL:  valor final . Como queremos calcular a combinação em que AMBAS as retiradas têm 40 40 75 .PARTE 2 251) A tarifa única do transporte coletivo de uma cidade teve um aumento de R$ 0. se o novo preço da tarifa passou a ser de R$ 0. ao acaso duas dessas fichas. Em quantas horas. valor final: R$ 0.valor inicial  ∆% =   × 100 .60   0. portanto: 24 + 16 + 20 = 60. com vale transporte? a) 40% b) 44% c) 48% d) 50% e) 52% Solução: R$16. Se retirarmos.75 .75 Substituindo na fórmula:  0. 254) Num fichário existem 12 nomes de mulher e 28 nomes de homem.R$ 0.0.75? a) 45% b) 35% c) 30% d) 25% e) 20% Solução: Se o novo preço da tarifa passou a ser de R$ 0. cinco dessas equipes visitariam 600 desses cruzamentos semaforizados? a) 13 b) 12 c) 11 d) 10 e) 9 Solução: Regra de três COMPOSTA! Horas equipes cruzamentos 4 2 80   X 5 600   inversa direta 4 × 2 × 600 = 12 horas X= 5 × 80 (Acompanhe na questão 500 a resolução de uma regra de três composta passo a passo!) Resposta: letra b.   valor inicia Temos: valor inicial: R$ 0. 16 passagens escolares e R$ 16. isto significa que o preço da tarifa ERA de R$ 0.60). duas equipes de manutenção preventiva visitam 80 cruzamentos semaforizados. 252) Em quatro horas de trabalho. Se o valor da tarifa é de R$ 0. o cobrador contabilizou a seguinte arrecadação: 24 vales transportes. qual foi o percentual de passageiros que pagaram a passagem.

0018 tem dois algarismos significativos. 23 + 28 + 32 + 26 + 25 + 17 + 23 + 18 192 µ= = = 24 8 8 Obs. 256) O valor da média aritmética do número de passageiros transportados nessas oito viagens é igual a: a) 25 b) 24 c) 23 d) 22 e) 21 Solução: MÉDIA ARITMÉTICA SIMPLES: Somatório de todos os valores do conjunto dividido pelo número de elementos do conjunto.0 d) 23.0 e 24. em notação científica fica: 5. Se arredondarmos o número 765. O número 0. A seguir. Solução: Um número escrito em NOTAÇÃO CIENTÍFICA deve ser escrito com potências de 10 e ter apenas UM algarismo significativo antes da vírgula. 40 40 100 Resposta: letra c. para cálculo do DESVIO-PADRÃO.º de Viagem passageiros 1ª 23 2ª 28 3ª 32 4ª 26 5ª 25 6ª 17 7ª 23 8ª 18 Fonte: dados hipotéticos.0051 escrito em notação científica é 51 x 103 II. pois. as fórmulas para AMOSTRA e POPULAÇÃO são DIFERENTES! Resposta: letra b. III. localizamos o elemento central. na cidade Deita: N. considere a seguinte tabela. a primeira “E” a segunda retiradas devem ter nomes de mulheres). 12 12 9 devemos fazer o seguinte: P(M ∩ M) = = = 9% . Assim: Item I: INCORRETO! conforme foi dito acima. d) Apenas a II e a III. c) Apenas a I e a III. II e III.1 x 10-3 Item II: CORRETO! (algarismos significativos são o “1” e o “8”) Item III: CORRETO! No arredondamento. são respectivamente: a) 24. e) I.0 b) 24.nome de mulher (ou seja.6274 para o centésimo mais próximo teremos 765. 255) Considere as afirmativas: I.5 Solução: MODA PARA DADOS NÃO AGRUPADOS: é a medida que ocorre o maior número de vezes. em 8 viagens realizadas. 257) Os valores da moda e da mediana do número de passageiros transportados nas oito viagens.0 e 25. O número 0.627.0 e 23.0 e 23.0 c) 23. é o 23. MEDIANA PARA DADOS NÃO AGRUPADOS: colocam-se TODOS os elementos do conjunto EM n+1 8 +1 9 = = = 4. Assinale a alternativa que contém a(s) afirmativas correta(s): a) Apenas a I.5 . ORDEM CRESCENTE.lotação. na linha Sul. Aqui iremos assumir que a tabela acima fornece os dados de uma POPULAÇÃO. fazendo 2 2 2 76 . Neste caso. referente ao número de passageiros transportados por um veículo táxi .0 e) 23.0 e 24. o nº 0.: o símbolo ” µ ” significa “média aritmética para dados populacionais”. num determinado dia. b) Apenas a I e a II. Para resolver as questões de números 256 a 257. que aparece 2 vezes. abandonamos algarismos de valor absoluto inferiores a “5” Resposta: letra d.0051.

. Este valor não figura entre as alternativas da questão.00 e) 4. 23 + 25 48 = = 24 Assim. σ= ∑ (xi − µ) 2 σ= ( 23 − 24) 2 + ( 28 − 24) 2 + ( 32 − 24) 2 + ( 26 − 24) 2 + ( 25 − 24) 2 + (17 − 24) 2 + ( 23 − 24) 2 + (18 − 24) 2 8 = 215 . 259) Em três cruzamentos semaforizados. fazer a média aritmética simples desses dois elementos.27 1 1 1 6+3+2 11 11 11 + + 2 4 6 12 12 Resposta: letra b. 4. 18. 77 . 18). 28. 261) Considere o seguinte gráfico. . x 3 . foram observados. Substituindo-os na fórmula: n M G = 2 8 × 18 = 2 3 × 2 × 3 2 = 2 4 × 3 2 = 12 Resposta: letra d. 26... O símbolo “Σ” significa “SOMATÓRIO de um conjunto de parcelas”. . . Qual o valor da média harmônica do número mensal de acidentes nesses cruzamentos? (utilizar arredondamento com dois decimais) a) 2. 6). durante um mesmo mês. Substituindo-os na fórmula: 12 36 3 3 3 Mh = ⇒ Mh = ⇒ Mh = ⇒ Mh = 3 × = ≅ 3. 32} ⇒ elementos colocados em ordem crescente. a mediana está entre o 4º e o 5º elementos da série. ... 6... Calculando. que irão fornecer a MEDIANA. Devemos... xn são os respectivos elementos (8. x2.80 b) 3. que formam a frota urbana da cidade Beta. x2.+ x1 x 2 xn elementos do conjunto (3) e x1.76 e) 2175 . x 2 . . xi são os elementos do conjunto. portanto.. xn são os respectivos elementos (2. de uma cidade. 258) O valor do desvio padrão do número de passageiros transportados nessas oito viagens é igual a: a) 23.18 Solução: n . 25.84 b) 21. onde “n” é o número de elementos do conjunto (2) e x1.85 d) 4.27 c) 3. referente à porcentagem de veículos de cada uma das cinco Empresas.. Em destaque o QUARTO e o QUINTO elementos. onde ” σ ” é o DESVIO PADRÃO.Neste caso. onde “n” é o número de A média harmônica de um conjunto de dados é: Mh = 1 1 1 + +. nossa MEDIANA será: Md = 2 2 Resposta: letra c. 260) A média geométrica entre os números 8 e 18 tem valor igual a: a) 15 b) 14 c) 13 d) 12 e) 11 Solução: Média Geométrica é dada pela fórmula: M G = x1. {17.84 Solução: Calcula-se o desvio padrão com a seguinte fórmula: d) 22. 23. 4. 23. ” µ ” é a MÉDIA N ARITMÉTICA SIMPLES e N é o número de elementos do conjunto de dados. x n . os seguintes números de acidentes de trânsito: 2. O mais próximo é o da letra e! Resposta: letra e.75 c) 23..

c) Número de infrações de trânsito. d) histograma. tem-se: 2 2 − 2 + 7 = 9 (n. b) gráfico de barras. peso. Solução: Trata-se de um gráfico de setores circulares ou “pizza” Resposta: letra a. entre dois valores inteiros. tem-se: 0 2 − 0 + 7 = 7 (n. 3 e 4. teremos: ) 78 . Solução: Variáveis DISCRETAS são todas aquelas que podem ser contadas através de números naturais: Exemplo: número de veículos. d) Quantidade de passageiros transportados e) Valor das multas aplicadas. Exemplo: renda (ou qualquer outro conjunto de dados envolvendo valores monetários). etc. obtém-se: 0 + 1 + 3 + 4 = 8 Resposta: letra b. existe uma quantidade muito grande (embora finita!) de valores. e) polígono de freqüências.Frota de ônibus urbano na cidade Beta 6% 9% 14% 1 2 3 4 5 42% 29% Frota de ônibus urbano na cidade Beta Ele é denominado de: a) gráfico de setores. 1. etc. Na expressão dada.º primo) para n = 2. TRENSURB/2001 (FAURGS) . c) gráfico de linhas. n inteiro e não negativo. )( 2 + 1 . Resposta: letra e. número de filhos.º primo) para n = 1. número de acidentes.Controlador Operacional 263) A soma dos quatro menores valores de n.º primo) para n = 4. Somando-os. 262) Qual das variáveis abaixo pode ser chamada de "contínua”? a) Contagem de veículos. para os quais a expressão n 2 − n + 7 constitui um número primo. b) Número de acidentes. tem-se: 12 − 1 + 7 = 7 (n. é a) 6 b) 8 c) 10 d) 15 e) 46 Solução: para n = 0. altura. tem-se: 3 2 − 3 + 7 = 13 (n. Os valores são: 0. tem-se: 4 2 − 4 + 7 = 19 (n.º NÃO primo) para n = 3.º primo) Já temos os 4 valores de “n” para os quais a expressão n 2 − n + 7 constitui um nº primo. 1 1 − 264) O valor da diferença é 2 −1 2 +1 a) 1 Solução: O MMC entre b) 2 2 +1 é c) 2 d) 2 +1 e) 2 2 ( 2 −1 e ) ( ) ( 2 − 1. Variáveis CONTÍNUAS são aquelas que. número de erros por página em um livro.

suas áreas terão uma proporção igual ao QUADRADO de sua respectiva CONSTANTE DE PROPORCIONALIDADE! Raciocinando com os dados da questão acima. basta calcular as áreas dos dois triângulos pela fórmula: A = área do triângulo maior ⇒ A = l2. Resposta: letra e. 3 9. A razão entre as áreas dos triângulos ABC e DEF é a) 1/9 b) 1/6 c) 1/3 d) 6 e) 9 Solução: Podemos “arbitrar” um valor para o lado do triângulo maior. teremos. Assim. a ÁREA do maior será 32 vezes a área do menor. ( 2 + 1) 2 +1 − 8 2 + 1− 2 + 1 =2 2−1 Resposta: letra c. No conjunto dado. Os pontos D e E dividem AB em segmentos de mesma medida. possui o fator “2”. Assim. 225. para 4 3 2 . Dividindo-se uma área pela outra: 4 = 9 . 265) Dentre os números 81. o único que não é divisor de 158 é a) 81 b) 125 c) 225 d) 250 Solução: e) 405 15 8 = ( 3 × 5) = 3 8 × 5 8 . 125 = 5 3 . Resposta: letra d. Nestas condições. 267) Um fabricante revendia seu produto embalado em caixas contendo 10 unidades cada uma. mantendo o preço de caixa. o fator 2 NÃO É divisor de 3 8 × 5 8 . 3 2 1. quando decomposto em fatores primos. Agora. o lado do menor triângulo será igual a “1”. ou seja: 250 = 2 × 5 3 .( ) ( 2 − 1) = ( 2 − 1). verifica-se que o lado do triângulo maior é o TRIPLO do menor (k =3 ⇒ constante de proporcionalidade). Ora. encontramos o número procurado (aquele que não é divisor de 15 8 . sabe-se que 81 = 3 4 . 3 . Tendo aumentado o custo do produto. cujos fatores também são divisores de 15 8 . o aumento da unidade do produto 79 . 4 4 9. que também é divisor de 3 8 × 5 8 . já o nº 250. 3 3 A= = . 250 e 405. 225 = 3 2 × 5 2 . que também é divisor de 3 8 × 5 8 . 3 = . Apenas complementando: 405 = 3 4 × 5 . que é divisor de 3 8 × 5 8 . A área do triângulo menor será dada por. 125. Percentualmente. 266) Os triângulos representados na figura abaixo são equiláteros. já que os pontos D e E dividem AB em segmentos de mesma medida. o fabricante passou a vender embalagens contendo 8 unidades cada uma. logo. 4 4 3 4 Poderíamos resolver esta questão SEM EFETUAR CÁLCULO ALGUM! Sempre que tivermos figuras geométricas cujos lados são proporcionais. Vamos supor que esse valor seja 3.

0 7.0 -2 -3. A área do círculo é dada por: A = π.0 4. 1. .0 5. Colocando-se 8  12. ou seja: {. r 2 . 80 .00 Solução: CUIDADO!!! O preço é proporcional à ÁREA da pizza.Sabe-se que a diminuição da quantidade.5 5. -1. agora. verifica-se que o menor valor contido nesta coluna (valor mínimo de “f”) é 3.5 -1 -1.50 c) R$ 10. iremos atribuir a “x” apenas valores INTEIROS. -3.0 4.5 256 Resposta: letra b.5 3.0 3.50 e) R$ 14. podemos calcular a variação percentual de 8 para 10:  valor final . digamos $100. Montamos uma regra de três simples: Área Preço 19.. Entretanto. Desse modo. Resposta: letra e.00 b) R$ 7. 3..0 4. para cada valor atribuído a “x”. mas. o preço da pizza com 10 cm de raio é a) R$ 6. cujos preços são proporcionais às áreas correspondentes.    8  valor inicial 2 .valor inicial   10 . vem: ∆% =   ∗100 = 25% . 7 − x  . para facilitar os cálculos.0 2. colocando-se 10 $100 apenas 8 unidades em cada caixa. as grandezas (preço e quantidade) são INVERSAMENTE PROPORCIONAIS. Assim. 269) A função f associa a cada real x o maior elemento do conjunto 2x + 1  .0 5.20 162  X 102  Note que já efetuamos uma SIMPLIFICAÇÃO por “π”.0 3 7.50 .0 3. o valor 2   mínimo da f é a) -3 b) -2 c) 1 d) 2 e) 3 Solução: “x” é um número real..5 4.00 d) R$ 12.20.foi de a) 25% b) 20% c) 15% d) 10% e) 8% Solução: Há várias maneiras de se resolver esta questão. então. Assim: 19. para valor unitário: = $12. isto é.0 Na coluna assinalada como “maior valor” (entre os dois valores calculados à esquerda desta coluna).} Montamos uma tabela: x 2x + 1 7−x 2 maior valor -3 -5. Mantendo-se o preço da caixa em $100. Se uma pizza com 16 cm de raio custa R$ 19. -2. 2.Outra maneira seria “atribuir” um valor ($) para o produto.0 2..   10 Resposta: letra a.. acarreta um aumento no preço do produto.5 1 3.20 × 100 X= = 7.0 3. 0. o valor de $100 cada unidade seria = $10 . 1 . teríamos.0 2 5.5 .10  esses valores na fórmula da diferença percentual acima. 268) Uma pizzaria fabrica pizzas circulares de diversos tamanhos.8  ∆% =   ∗100 ⇒ ∆% =   ∗100 ⇒ ∆% = 25% .0 0 1.

x2 + b. já sabemos que a k concavidade é PARA CIMA. que é a correta. Se a < 0. 3. o ponto C é o ponto médio do segmento OB e a curva representa o gráfico de y = log x.x + c Os coeficientes “a”. dessa forma. Com isto. 81 . o único dos k gráficos abaixo que pode representar f é o da alternativa a) d) 270) Sendo f a função definida por f ( x) = b) e) c) Solução: Para este tipo de questão o candidato precisa lembrar-se do seguinte: Uma função do segundo grau na forma genérica é escrita como f(x) = a.x2 + 2x + k . a curva corta o eixo “y” SUBINDO. logo. “c” é o ponto em que a curva corta o eixo “y”. a concavidade (“boca” da parábola) é PARA CIMA. 5. Se b < 0. Se a > 0. com k um número real positivo. Observando-se a função dada: f ( x) = x2 + 2x + k . ficamos apenas com a alternativa “c”. Isto significa que a curva corta o eixo “y” SUBINDO. O coeficiente “b” da função dada é POSITIVO. com k um número real positivo. a concavidade é PARA BAIXO. Se b > 0. 271) Na figura abaixo. 2. a curva corta o eixo “y” DESCENDO. “b” e “c” definem a forma do seu gráfico: 1. 4. estão eliminadas as alternativas a e e. Resposta: letra c. ELIMINAMOS as alternativas b e d.

II. Os triângulos ABC e A’BC têm a mesma área. C = é igual a log 5 (conforme o B log 5 = ⇒ B = 2. Então.. Quais são verdadeiras? a) Apenas I b) Apenas II d) Apenas I e III e) I. no qual a área é dada pela metade do produto de seus catetos.A soma das coordenadas do ponto A é a) log 5 b) 2. à taxa i em um determinado período de tempo. Mas “C” também 2 2 gráfico acima). Do gráfico. também podemos escrever: 2 B = log A . A área do triângulo ABC é dada pela metade do produto de sua base (que também vale BC) pela sua altura. consegue-se comprovar a afirmação. Nas mesmas condições e se os juros forem compostos. A área do triângulo A’BC é dada pela metade do produto de BC por A’B. Resposta: letra d. III c) Apenas III B OB .log 5 Solução: c) 5 + log 5 d) 20 e) 25 “C” é o ponto médio do segmento OB. o montante será M + C. podemos escrever: Solução: I. Vê-se. A soma das áreas dos triângulos ABC e A’BC é a área do quadrilátero AA’BC. que é igual à distância entre as retas “r” e “s”. que é igual à distância entre as retas “r” e “s”. ou seja.log 5 ⇒ B = log 5 2 ⇒ B = log 25 . no fim de t períodos produz um montante (capital + juros) M. n Considerando o problema apresentado. os pontos A e A’ pertencentes a r e os pontos B e C pertencentes a s. considere as seguintes sentenças I. INCORRETO. 273) Um capital C aplicado a juros simples. 272) Sendo as retas r e s paralelas. Ora. então A = 25. CORRETO! A área do triângulo A’BC é dada pela metade do produto de sua base (que vale BC) pela sua altura. (1 + i) . portanto.. conforme a figura abaixo. analise os gráficos abaixo. se B = log 25 e também B = log A . Isto só válido no caso de um triângulo retângulo. se se supor que o quadrilátero é um paralelogramo ou um retângulo. que os dois têm a mesma área II. Resposta: letra e. ou “simplesmente” C = . III. 82 . CORRETO! A demonstração é muito trabalhosa! Entretanto. II. III.

com 2 mm de diâmetro na parte interna e 10 cm de comprimento. r 2 . h ⇒ V = π. π  Resposta: letra b.12 .100 ⇒ V = 100. Volume Dias 1 π  X 100. são. em função da variável t. 277) Um trem percorreu a distância de 60 km com uma parada de 10 min na metade do percurso. cujo gráfico é uma RETA (representada no item I acima) No regime de Juros Compostos. (1 + i) n (EXPONENCIAL CRESCENTE. O volume total do reservatório é (volume do cilindro): V = π. x2 x Razão entre a área e o perímetro: = 4. o reservatório estará vazio após 100 dias (ver regra de três abaixo). Sabendo-se que cada pessoa ocupa. Na primeira metade.x. na segunda metade. Transformando para “metros” → 18 metros. II. 274) A razão entre a área e o perímetro de um quadrado de lado x é x x b) c) x d) 2x e) 4x 4 2 Solução: Área do quadrado: A = x 2 .14 dias e) 1 dia Solução: Sendo 2 mm o diâmetro interno. π mm 3 .I. Resposta: letra a. 276) O reservatório de tinta de uma caneta esferográfica tem a forma de um cilindro circular reto. então o raio interno será 1 mm. temos: M + C. foi de 90 km/h. o reservatório cheio terá carga para a) 314 dias b) 100 dias c) 10 dias d) 3. a) I e II b) I e III c) II e I d) II e III e) III e II Solução: Lembre-se do seguinte: Fórmula do Montante no regime de Juros Simples: M = C. em média. x 4 Resposta: letra a. o tempo total gasto pelo trem no percurso foi de a) 83 . ou 100 mm. respectivamente. III.n). 60 cm de espaço quando colocada em fila. Perímetro do quadrado: P = 4. A altura é 10 cm. Os gráficos que podem representar o montante produzido em um período sob juros simples e em outro sob juros compostos. o valor que mais de aproxima do comprimento dessa fila é a) 18 m b) 20 m c) 90 m d) 180 m e) 200 m Solução: 30 x 60 cm = 1800 cm. 275) Poucos minutos antes da abertura das inscrições para um concurso. a velocidade média desenvolvida pelo trem foi de 60 km/h e. havia 30 pessoas na fila.(1 + i. Se uma pessoa gastar diariamente π mm3 de tinta. cujo gráfico está representado na alternativa III) Resposta: letra b. Gastando “π” mm3 por dia.

Para retornar (de C para A). o trem gastou: distância (km) 60 30 d) 1 h 10 min e) 1 h 15   30 × 1 1 = X= hora (ou 30 minutos) 60 2 Na segunda metade do percurso. resultando: 1 C 3 = 1 . Havendo já 24 crianças nesse vagão. 280) Três casais viajam de A para B em três trens diferentes. O total de percursos disponíveis no retorno é dado por: 3 x 4 = 12. com as 6 pessoas: C 2 = 6 2 Se não levarmos em conta a ORDEM. os três casais serão COMBINADOS 3 a 3. ou 40 4 então haveria espaço para mais 16 crianças. O número de percursos distintos que ela poderá fazer é a) 16 b) 18 c) 40 d) 240 e) 400 Solução: Para ir de A até C. 278) A capacidade de certo vagão é de exatamente 30 adultos ou 40 crianças. ou 1 hora. o trem gastou: distância (km) tempo (h) 90 1  30 X  30 × 1 1 hora (ou 20 minutos) X= = 90 3 Podemos agora somar o tempo total gasto no percurso (lembrando que o tempo de parada também deve ser considerado): 10 min + 30 min + 20 min = 60 min. COMENTÁRIO: Esta questão tem um ponto gerador de dúvida. não há linhas diretas entre A e C.a) 50 min b) 1 hora c) 1 h 05 min min Solução: Na primeira metade do percurso. Resposta: letra b. logo: nº de nº de crianças adultos 1 3/4  16 X  3 X = × 16 = 12 adultos 4 Resposta: letra c. uma vez que o enunciado menciona 84 tempo (h) 1 X . Primeiramente determinar todos os pares possíveis. Devemos encontrar a equivalência em adultos. A probabilidade seria calculada da seguinte forma: P = . sem passar mais de uma vez pela mesma estrada. uma pessoa deseja ir e voltar de A a C. 3 15 Resposta: letra e. Distribuindo-se ao acaso essas seis pessoas de modo que fiquem duas em cada trem. 279) Há 5 linhas de trem servindo as cidades A e B e 4 linhas servindo as cidades B e C. exclui-se uma linha entre B e C (ficando 3) e outra entre A e B (ficando 4). qual o número máximo de adultos que ainda poderiam entrar? a) 8 b) 10 c) 12 d) 16 e) 18 Solução: 30 3 Uma criança ocupa o espaço equivalente a do adulto. o número de percursos diferentes é dado por 5 x 4 = 20. O total de percursos distintos para ir e voltar (entre A e C) é dado por: 20 x 12 = 240 Resposta: letra d. a probabilidade de os três casais viajarem juntos é de a) 1/75 b) 1/25 c) 3/25 d) 4/75 e) 1/15 Solução: 6×5 = 15 pares. Se 24 crianças já estão no vagão.

a probabilidade de o produto dos dois números obtidos ser 6 é de a) b) c) d) e) 5/36 10/36 12/36 13/36 18/36 Solução: O produto dos números será 6 SOMENTE SE tivermos um 2 e um 3 ou vice-versa. TRT/2001 (FAURGS) . I. (2 − x) > 0 (obs. Neste caso. 1. O termo quadrático tem sinal NEGATIVO. 284) Considere as sentenças abaixo. 2) tem-se os seguintes números INTEIROS: -2.x = 0 ⇒ x = 2.1 + 0 + 1 = -2 Resposta: letra a. -1. em que sempre um dos números é apontado. vem:   ⇒  ⇒ resultado na expressão   ⇒ 4 = 16   (4 − 1)!   3!   3!  (n − 1) !    Resposta: letra d. A raiz do numerador é: 3 + x = 0 ⇒ x = -3. ou seja: (3 + x). teremos: 6 P(2 ∩ 3) + P( 3 ∩ 2) ⇒ como as probabilidades ao lado serão iguais. podemos calcular a probabilidade de o produto ser 6 por: 2 3 12 P(produto 6) = 2 × × = 6 6 36 Resposta: letra c. indicando que os casais deveriam ter sido ARRANJADOS (e não combinados!) nos 3 trens. pois estamos interessados apenas no SINAL da inequação). pois (3 + x). A soma destes valores é: -2 . (2 − x) = − x 2 − x + 6 . nenhuma das alternativas propostas trariam a resposta apropriada! 281) Girando-se duas vezes um ponteiro em um painel circular dividido em 6 partes iguais. o intervalo de variação de “x” no qual a fração dada será positiva. O intervalo entre as raízes (já calculadas: -3 e 2) terá o sinal CONTRÁRIO ao termo de maior grau.CLARAMENTE que os trens são DIFERENTES. 0. No intervalo (-3. 282) Sendo a) 4 Solução: (n + 1) ! = 5 .Técnico Judiciário 3+x 283) A soma dos números inteiros que tornam a fração positiva é 2−x a) -2 b) -1 c) 0 d) 1 e) 2 Solução: 3+x Pede-se aqui a resolução da inequação: > 0 . A raiz do denominador é: 2 . Deseja-se obter um 2 E um 3 OU um 3 E um 2. Trata-se de um caso de INEQUAÇÃO 2−x PRODUTO. ou seja: entre -3 e 2 o sinal da fração será POSITIVO. o valor de   n! b) 5 n!    (n − 1) !  é   c) 9 d) 16 e) 25 Substituindo-se esse 2 Resolvendo a equação: (n + 1)! = 5 ⇒ (n + 1). como mostrado na figura abaixo. 1+ 2 + 3 = 6 85 . 2 2  n!   4!   4 × 3!  4! 2   . Esquematicamente. 2 e a probabilidade de se obter um “3” é dada por: A probabilidade de se obter um “2” é: P( 2) = 6 3 P(3) = .: resolve-se pelo “produto”. n ! = 5 ⇒ n! n! 2 2 (n + 1) = 5 ⇒ n = 4 . assim. Encontramos.

286) Somente 25% dos 60 funcionários de um Tribunal eram mulheres. 1250 = 2 x 54. 500 = 22 x 53. Esse valor comum é a) R$ 210.X funcionários. Reduzindo-se o preço do maior (X + 200) em 10%.00) entre os processos representa 10%! Isto NÃO É CORRETO! Pelos dados do problema. deverá ser um MÚLTIPLO COMUM destes.X + 180 = X ⇒ (isolando-se X) ⇒ 0. 500 e 1250 é a) 102 b) 103 c) 5 . não-nulo.9. Para que um nº natural seja divisível pelos 3 nºs decompostos acima. (− 2) 3 . Dessa forma. A pessoa interessada nesse encaminhamento solicitou um desconto de 10% sobre o preço mais caro. 500. CORRETO! (− 2) . INCORRETO! III. 0.00.X) = 15: 30 3 10 × (60 − X ) = 15 ⇒ × (60 − X ) = 15 ⇒ (60 − X ) = 15 × ⇒ 60 − X = 50 ⇒ X = 60 − 50 ⇒ 100 10 3 X = 10 Resposta: letra b.II. já com a redução de 10% em seu valor. 86 .9 . que é divisível por 400.1. III.00 b) R$ 220.1 Resposta: letra d. (X + 200) = X ⇒ 0. ou seja: 30% DE (60 .00 e) R$ 2000. As 15 mulheres representam agora 30% desse total. 288) Na figura abaixo.00 Solução: CUIDADO com a tentação de dizer que a diferença de preços (R$ 200. multiplicamos o valor por (1 . O número de homens transferidos foi a) 5 b) 10 c) 15 d) 35 e) 45 Solução: 25% DE 60 = 15 mulheres. para obtermos seu novo valor: 180 = 1800 0.X = 180 ⇒ X = 0.0.−3 ( 3 = (− 2) − 1 3 2 −1 ) −1 = 2 +1 Quais são verdadeiras? a) Apenas I b) Apenas II c) Apenas III d) Apenas I e II e) Apenas II e III Solução: I. 285) O menor número natural. 103 d) 104 e) 105 Solução: Vamos decompor os nºs dados em fatores primos: 400 = 24 x 52.00 c) R$ 1050. Depois de transferido um certo número de funcionários do sexo masculino. Usando o conceito de FATOR MULTIPLICATIVO (1 + i). 1250) = 24 x 54 = 104 Resposta: letra d. para que os custos dos dois processos ficassem iguais. ou seja: MMC (400. Foram transferidos “X” homens.−3 −1 3 2 −1 = (− 2) 3 1 2 −1 3 −1 ⇒ (racionalizando) ⇒ ( ) = ( ( 2 − 1) ( 1 × )= 2 + 1) 2 +1 2 +1 = 2−1 2 +1 Resposta: letra c. as mulheres passaram a representar 30% do total de funcionários. os pontos E e F dividem o lado AB do retângulo ABCD em segmentos de mesma medida. Vamos efetuar o cálculo DIRETO do valor final do processo mais caro. o Tribunal ficou com 60 . INCORRETO! A resposta somente seria válida se as operações entre os radicais for de MULTIPLICAÇÃO: 1× 2 × 3 = 3 6 II. ele se tornará igual a X. se X representa o preço do processo mais barato. então o mais caro custo X + 200. ou seja.00 d) R$ 1800. 287) A diferença entre os custos para encaminhamento de dois processos é de R$ 200.10).9.

y Área do triângulo GCE: A GCE = 2 Área do triângulo CFB: A CFB = x.3 log 5 0.7 . = 2 ⇒ CEF = ⇒ CEF = 6 3. 289) Aplicando-se R$ 2500. y A CEF A A 1 1 x. y . 1 290) O log 5 é um número real.00 à taxa de juros simples de 3% ao mês. 87 log 2 0. x. Para os segmentos AE. y − A área do retângulo ABCD é: AABCD = 3. ⇒ A CEF = 2 2 Agora Calculamos a área do triângulo CEF: A CEF = 2. igual a 2x. M = ? 21  3     100 + 21 M = 2500. agora. Área do retângulo GCEF: A = 2. i = 3% a.y 2x. as propriedades do PRODUTO e da POTÊNCIA ⇒ log 5 2 3 × 5 = −3 × log 5 2 − log 5 5 ⇒ − 3 × log 5 2 − 1 ⇒ Aqui precisamos aplicar uma mudança de base e..00 e) R$ 3725.A razão entre a área do triângulo hachurado e a área do retângulo é a) 1/8 b) 1/6 c) 1/2 d) 2/3 e) 3/4 Solução: Assinalamos na figura ao lado o ponto G e adotamos. FB e DG adotamos o valor “x”.00 d) R$ 3025.  1 + × 7 ⇒ M = 2500. y ⇒ A GCE = x. y − x.   100   100   100  M = 3025 Resposta: letra d.y Resta-nos calcular a razão entre a área do retângulo ABCD e o triângulo CEF: x. x.x.3 e log 5 ≅ 0.00 Solução: Aplicação DIRETA da fórmula: M = C. y A ABCD A ABCD A ABCD Resposta: letra b.  1 +  ⇒ M = 25 × 121 ⇒  ⇒ M = 2500. n = 7 meses. no final de 7 meses obter-se-á o montante de a) R$ 525. y x.00 c) R$ 3000. y 2 3. ainda. x. podemos escrever: 1 log 5 = log 5 1 − log 5 40 = 0 − log 5 40 ⇒ decompondo o “40” em fatores primos: 40 = 23 x 5 ⇒ 40 − log 5 40 = − − log 5 2 3 × 5 ⇒ aplicando-se. cujo valor está entre os inteiros 40 a) -3 e -2 b) -2 e -1 c) -1 e 0 d) 0 e 1 e) 1 e 2 Solução: Usando a propriedade do QUOCIENTE.n) Dados: C = 2500. O segmento GC será. CE e EG o valor “y”. EF.x.7.9 −1 ⇒ − − 1 ≅ −2. relembrar que log 2 ≅ 0.m.00 b) R$ 2525. portanto. y .(1 + i. Assim: − 3 × Resposta: letra a. y 2 x. Calcularemos a área do triângulo hachurado (CEF) tomando o retângulo GCEF e “subtraindo” da área deste as áreas dos triângulos retângulos GCE e CFB. para valor de AD.

O coeficiente “b” pode ser calculado pelo ponto (10800.15 . a equação teria a forma y = a. a a) 3. II. considerando x e y em reais. durante o ano 2000. a contribuição do I. Quais são verdadeiras. em litros.15 × (10800 ) + b ⇒ b = −1620 .2 c .R. são utilizados 3.15. Calcularemos o coeficiente angular “a” da reta y = a.x . então k + c é a) 60 b) 75 c) 80 Solução: Substituindo-se o primeiro par de valores na equação: 100 = k. Sendo x o rendimento-base e y o imposto e se 10800 ≤ x < 21600. R.1620 III.R.10 = 90 Resposta: letra e. é NULA. levando-se em conta somente as informações do gráfico e as afirmativas subsequentes? a) Apenas I b) Apenas II c) Apenas III d) Apenas I e II e) Apenas I e III Solução: I. O imposto a pagar é sempre o produto do rendimento-base por uma constante. as proposições abaixo.2 c 10 10 10 d) 85 e) 90 10 1 50 50 = ⇒ = 2 c ⇒ = 2 c ⇒ 2 −1 = 2 c ⇒ = −1 ⇒ c = −10 . 2 100 c Agora. então y = 0. a equação da reta será: y = 0. calculamos c + k = 100 .15x . com base no gráfico. Efetuando a transformação de 88 .) a ser pago. 292) A tabela abaixo apresenta os valores de y em função dos valores de x apresentados. CORRETO! Observe no gráfico que. está representado pelo gráfico abaixo. Assim.1620. Destes. em função do rendimento-base. 293) Anualmente. II. 0): 21600 − 10800 0 = 0.8 milhões b) 3. o que corresponde. I.8 mil quilômetros cúbicos da água doce existente no planeta Terra.8 bilhões c) 3.x. X y 0 100 10 50 20 25 x Se k e c são constantes reais tais que y = k.x + b através da tangente do seu ângulo de inclinação: 1620 a= = 0. Considere. para qualquer valor inferior a 10800. 10% são para uso doméstico.00 está isenta do pagamento do I. A pessoa com rendimento-base menor que R$ 10800.8 trilhões d) 38 trilhões e) 380 trilhões Solução: 3 Primeiramente é necessário lembrar-se de que: 1 litro = 1 dm . INCORRETO! Se assim fosse. Resposta: letra d.291) O Imposto de Renda (I. III. CORRETO! Vamos equacionar a reta no intervalo 10800 ≤ x < 21600.2 0 ⇒ k = 100 Substituindo-se o segundo par de valores na equação: 10 100.

o único dos gráficos b) c) d) e) Solução: Para este tipo de questão o candidato precisa lembrar-se do seguinte: Uma função do segundo grau na forma genérica é escrita como f(x) = a. 10% de 3.8 x 103 km3 = 3.x2 + b. a concavidade é PARA BAIXO.8 x 1015 dm3. 89 .unidade: 3. 4. Se a > 0. a curva corta o eixo “y” SUBINDO.8 mil km3 = 3.8 x 103 x 1012 dm3 = 3. ou 380 trilhões de litros.8 x 1014 dm3. a curva corta o eixo “y” DESCENDO.8 x 1015 dm3 eqüivale a 3. Se a < 0.x + c Os coeficientes “a”. a concavidade (“boca” da parábola) é PARA CIMA. 3. Se b < 0. Resposta: letra e. “b” e “c” definem a forma do seu gráfico: 1. 2. Se b > 0. abaixo que pode representar f é o da alternativa a) 294) Sendo b um número real e f a função definida por f ( x) = 2x 2 + bx − 3 .

000 m2.000 = 8. obtendo o resultado por: V = 6 × 9 × 24 = 2 × 3 × 3 2 × 2 3 × 3 = 2 4 × 3 4 = 36 .000 = 40. eliminam-se as alternativas c e d. manipulando as fórmulas de área das faces e volume. a alternativa “e”. O coeficiente “c” da função dada é NEGATIVO. sabemos que a concavidade é PARA CIMA. inscrito num triângulo de 12 cm de base e 6 cm de altura. Em CADA metro quadrado havia 5 pessoas.5. Observando-se a função dada: f ( x) = 2x 2 + bx − 3 . 297) As áreas das faces de um paralelepípedo retangular são 6 cm2. em cm2. x = x ⇒ x = 4 6 6 2 Área do triângulo: A = 42 = 16 Resposta: letra c. O volume desse paralelepípedo é b) 39 cm3 c) 45 cm3 d) 108 cm3 e) 1296 cm3 a) 36 cm3 Solução: CUIDADO! Foram dadas as ÁREAS das faces e não as ARESTAS. completamente lotada.8 x 10. então o nº estimado de pessoas foi de 5 x 8. 296) Para se fazer a estimativa do número de pessoas presentes na apresentação de um conjunto musical. ELIMINAMOS as alternativas a e b. 9 cm2 e 24 cm2. Assim. pois a = 2 (maior que zero!) logo. a área total é: 0. b x c = 9. “b” e “c” como os valores das arestas do paralelepípedo. é a) 8 b) 10 Solução: c) 16 d) 20 e) 36 Seja “x” o valor do lado do quadrado. o número estimado de pessoas presentes na praça é a) 4000 b) 4500 c) 25000 d) 40000 e) 45000 Solução: 1 ha = 10. Se o conjunto apresentou-se em uma praça de 0. para as áreas das faces: a x b = 6. a x c = 24. 295) A figura abaixo mostra um quadrado. Resta-nos. Sua área será dada por: A = x2 Por semelhança de triângulos (ver figura ao lado): x 6−x x = 2 ⇒ 6 − x = ⇒ 12 − 2. O volume de um paralelepípedo é dado por V = a × b × c . portanto.000 pessoas.80 hectares. “Detalhando” a operação feita acima e considerando “a”. do local da apresentação. Resposta: letra d. que é a correta! Resposta: letra e. A área do quadrado. Assim. considerou-se que cada metro quadrado. Observe agora o “truque” utilizado: se multiplicarmos (de forma literal) as áreas das faces. ficaremos 90 . Podemos aqui empregar um “truque”. foi ocupado por 5 pessoas.000 m 2 . Isto significa que a curva corta o eixo “y” no ponto -3. podemos escrever. “c” é o ponto em que a curva corta o eixo “y”.

A. encontraremos 12 múltiplos de 8 e 10 múltiplos de 10 no intervalo entre 1 e 100. Qualquer que seja o procedimento. ou seja. e) quadrilátero não-convexo. π ⇒ isolando-se o valor de “h” ⇒ h = 2. trata-se de um QUADRADO! Resposta: letra c. r sabemos que “2. ou 2 minutos e 30 segundos. Dessa forma. Os funcionários de um cartório compraram todos os números múltiplos de 8 ou 10. A solução final será dada por: C 4 × C 2 = 420 . estamos 2 calculando o volume do paralelepípedo AO QUADRADO. Solução: A área lateral de um cilindro é dada por: A = 2. Ora. O número de maneiras em que a distribuição poderá ser feita é a) 124 b) 250 c) 380 d) 400 e) 420 Solução: Para o primeiro juiz. Aplicando-se a definição clássica de probabilidade: casos favoraveis 22 = 22% P( A ) = . os funcionários do cartório estão concorrendo com 22 dezenas (número de casos favoráveis) em 100 (número de casos possíveis).r.com o seguinte produto: a × b × a × c × b × c = a 2 × b 2 × c 2 = (a × b × c) . Então. contém todos os números de 1 a 100. π. em que apenas um número será sorteado.r” é o valor do comprimento da circunferência da base do cilindro. Para o terceiro juiz. h h A razão entre estas área é: = 4. divida o resultado pelo número e arredonde o resultado. c) quadrado d) losango com diagonais distintas. Esse tempo eqüivale a a) 2 min b) 2 min 30 s c) 2 min 58 s d) 3 min e) 3 min 30 s Solução: 1 1 de hora é: × 60 = 2.π.r2 2. o segundo 2 e o terceiro também 2. pois ele receberá os 2 processos restantes. A planificação desse cilindro é composta por 2 discos e 1 a) paralelogramo com base menor que a altura b) retângulo com base maior que a altura. 299) Um trem alcança outro e leva 1/24 de hora para ultrapassá-lo. Então.097% e a probabilidade de ele errar pelo menos uma questão é de 91 . Para o segundo juiz: 8 2 C 4 . 2 8 4 Resposta: letra e. A outra maneira para encontrar a quantidade de múltiplos de um determinado nº em um intervalo é recorrer à fórmula do termo geral de uma P. A probabilidade de que um desses funcionários seja premiado no sorteio da rifa é de a) 12% b) 18% c) 20% d) 22% e) 30% Solução: Uma forma rápida para encontrar a quantidade de múltiplos de um certo número em um intervalo é fazer o seguinte: subtraia os extremos do intervalo dado. 302) Em uma prova. r. vem: P( A ) = 100 casos possiveis Resposta: letra d. π ⇒ = 2.h A área da base de um cilindro é dada por: A = π. a probabilidade de um candidato acertar todas as questões é de 0. basta que se extraia a raiz quadrada deste valor para obtermos o resultado pretendido: V = 6 × 9 × 24 = 2 × 3 × 3 2 × 2 3 × 3 = 2 4 × 3 4 = 36 Resposta: letra a.5 minutos. ou seja: C 2 = 1 . 298) A razão entre a área lateral e a área da base de um cilindro de revolução é 4π. π. se a altura “retângulo” da planificação do cilindro é igual à sua base.π. r . 300) Oito processos distintos deverão ser distribuídos entre três juizes de modo que o primeiro juiz receba 4 processos. o nº de maneiras de receber os processos é dado por: C 4 . 301) Uma rifa. 2 r π. resta apenas 1 maneira. 24 24 Resposta: letra b.

Se as peças medem 90 m. O MMC é calculado de forma mais rápida por uma decomposição simultânea em fatores primos: 8 10 12 2 4 5 6 2 2 5 3 2 1 5 3 3 1 5 1 5 1 1 1 120 ← MMC MMC(8. Se. P( A ) = 1 − P( A ) ⇒ P( A ) = 1 − 0.903% e) 9. 305) Três diretores regionais da ECT viajam regularmente para Brasília. Então: MDC(90. é igual a a) 30% b) 40% c) 45% d) 55% e) 60% Solução: Se 2/5 dos livros são técnicos. Decompondo cada um dos números em fatores primos.5 kg): 5500 ≅ 1571. O resultado mais próximo é 1572.193% c) 0. cada qual em seu MENOR expoente. basta multiplicar o seu numerador por 100 e efetuar a divisão. em metros. ou seja: 4 5 20 900 “%”. desses malotes. 108 e 144 ao mesmo tempo é o MDC. dos livros são técnicos e o restante. 108. de literatura. hoje. então voltarão a viajar juntos novamente em a) 120 dias b) 90 dias c) 80 dias d) 60 dias e) 45 dias Solução: Aqui resolve-se por MMC. de 10 em 10 dias e um terceiro. Para transformar uma fração em 3/4 de 3/5 são os livros de literatura brasileira. eles viajam juntos. Com base nessa informação. temos: 90 = 2 x 32 x 5 108 = 22 x 33 144 = 24 x 32 O MDC é dado pelos FATORES COMUNS. A probabilidade de errar pelo menos uma é dada pelo complemento de P( A ) .093% b) 0. 10. 3/5 são os de literatura.030% Solução: A probabilidade de acertar todas é dada por P( A ) = 0. de 8 em 8 dias. Um viaja de 12 em 12 dias. ou seja. então. 5 4 são de Literatura brasileira. o número mínimo necessário para serem colocados 5500 kg de cartas é igual a a) 1570 b) 1572 c) 1670 d) 1672 e) 1770 Solução: Aqui basta dividir o peso total (5500 kg) pela capacidade de cada malote (3. 2 3 306) Em uma estante. 304) Três peças de tecidos devem ser divididas em partes de tamanhos iguais.5 kg. pois nenhuma das alternativas traz a solução correta.00097 . 3 3 9 × = .Técnico de Vendas Júnior 303) Sabe-se que a capacidade máxima de alguns malotes dos Correios é igual a 3. 12) = 120 Resposta: letra a.a) 0. a) 9 b) 18 c) 24 d) 36 e) 42 Solução: O MAIOR número possível que divide 90. pode-se concluir que o percentual de livros de literatura brasileira. Dos livros de literatura. 108 m e 144 m.5 Resposta: letra b. outro. ECT/2001 (CONSULTEC) . 3.903% d) 1. sendo o maior tamanho possível. então: = 45% 20 Resposta: letra c.99903 Esta questão foi ANULADA.00097 = 0. 92 . 144) = 2 x 32 = 18 Resposta: letra b. então cada parte deve medir. Nessas condições. na estante.

multiplicar em cruz): 44. Para cada erro. x − 3. Juntas. y − 220 = 40. Daqui a 8 anos. 309) Há quatro anos.00 cada.4”. 310) Uma pessoa comprou uma certa quantidade de selos para vender a R$ 1. o jogador irá ganhar 0. podemos escrever a seguinte equação: x + y = 120 (equação para o total de mesas). y − 220  4. Se existem 120 mesas e 450 pés. Assim. y substituí-la na primeira: x = ⇒ substituindo-se este resultado na primeira proporção. podemos escrever: 0. uma determinada pessoa pagou R$ 6. Se hoje a 4 razão entre essas idades é igual a . Há 4 anos.50. ( y − 4) ⇒ = 8. y = −360 ⇒ y = 90 mesas de quatro pés. e 3.y = -6 (equação para o ganho ou prejuízo total) Resolvendo o sistema:  x + y = 12 6 ⇒ somando-se membro-a-membro ⇒ 1. escrever o seguinte: x + y = 12 (equação para o total de tentativas) Para cada acerto. elas terão juntas 5 a) 34 anos b) 43 anos c) 48 anos d) 57 anos e) 61 anos Solução: “x” e “y” são as idades dessas duas pessoas hoje. as idades eram “x .00. Quando a pessoa acerta.5. Assim. ou.00 por cada tentativa.00 e. y − 32 ⇒ 44. y = 450 A razão entre o nº de mesas de três pés e o nº de mesas de quatro pés é: 30 1 = 90 3 Resposta: letra c. Tendo finalizado o jogo após 12 tentativas. Choveu e 20 93 . podemos escrever: x− 4 x 4 8 e = = . vem: 5 4. o número de vezes em que ela acertou foi igual a a) 10 b) 8 c) 6 d) 4 e) 2 Solução: Seja “x” o número de acertos e “y” o número de erros.307) O jogo “Acerte se puder” custa R$ 1. y −4 8 5 ⇒ aplicando-se aqui a propriedade fundamental da proporção (produto dos meios é = y−4 11 igual ao produto dos extremos. Podemos. Com os dados do problema. portanto. Desta segunda proporção.x + 4. 308) Em um clube. y = 450 − 3. então. as idades de duas pessoas estavam entre si como 8 está para 11.5.x . daqui a 8 anos. e x = 30 mesas de três pés. podemos isolar o valor de uma das incógnitas e y − 4 11 y 5 4.4” e “y . essa pessoas terão: 23 + 20 = 43 anos Resposta: letra b. então a razão entre o número de mesas de três e quatro pés é igual a 1 2 1 1 1 a) b) c) d) e) 2 5 3 4 5 Solução: Seja “x” o número de mesas de três pés e “y” o número de mesas de quatro pés. ela não paga e ainda fica com um crédito de R$ 0.  − 4 = 8. simplesmente.5. 0.   3. “y” terá 15 + 8 = 23 anos e “x” terá 12 + 8 = 20 anos. x + 4. y  11. há mesas de três e quatro pés. irá perder 1. x − y = −6 Resposta: letra d.y = 450 (equação para o total de pés) Resolvendo o sistema:  x + y = 120 ⇒ multiplicando-se a primeira equação por -3 e somando-se membro-a-membro ⇒  3. então.50. y − 160 ⇒ 4.x = 6 ⇒ x = =4  15 . y = 60 ⇒ y = 15  5  5 e x = 12. x + 4.

o número de correspondências de cada condomínio.20” selos. terá aumentado a) 1 min e 10 s b) 1 min e 30 s c) 2 min e 40 s d) 3 min e 20 s e) 3 min e 30 s Solução: Passando tudo para minutos e fazendo uma regra de três.x = 30 ⇒ 0. então: = ⇒a= .5.x . o tempo que falta para entregar as correspondências restantes é igual a a) 2 h e 30 min b) 3 h e 10 min c) 3 h e 40 min d) 4 h e 20 min e) 5 h e 40 min Solução: Podemos montar uma regra de três: corresp. O leitor pode verificar que. obteria um total de 1. 1 314) Uma mercadoria encaixotada pesa 57 kg. Como foi dito que a < c. 311) Um carteiro é responsável pela entrega das 610 correspondências de três condomínios. então é igual a = b c c a) 120 b) 128 c) 160 d) 200 e) 210 Solução: a + b + c = 610 (equação 1) a b a 200 40000 = . podemos calcular = 128 ⇒ c 250 Resposta: letra b. encontramos as quantidades procuradas! ab 160 × 200 Agora. Desse modo. ou 3 minutos e 20 segundos 1440 3 Resposta: letra d.x. podemos escrever a seguinte equação: 30 = 60 1. sendo a. tempo 8 40  52 X restantes →  52 × 40 X= = 260 minutos. 312) Se o relógio de determinada empresa está com defeito e aumenta 15 minutos em um dia.00.5. b e c. sem qualquer alteração. em que a < c.30 = x ⇒ 1. teremos: 5 h 20 min = 5 x 60 + 20 = 320 minutos. a pessoa vendeu os selos restantes por 1.50 cada. c” = 160.x . 1 dia = 24 horas = 24 x 60 = 1440 minutos diferença tempo 15 1440  320 X  15 × 320 10 = X= min.5 Resposta: letra c.(x . quando c = 250 ⇒ a = 160. c + c 2 = 610. c ⇒ c 2 − 410. e b = 200. obteve o mesmo total que pretendia antes de perder os 20 selos. Admitindo-se que ele continue fazendo seu trabalho no mesmo ritmo.5. Como 20 selos ficaram arruinados. sem condições de venda.x = 30 ⇒ x = 0. Com base nessas informações pode-se concluir que o número de selos que ele comprou foi igual a a) 85 b) 70 c) 60 d) 55 e) 40 Solução: A pessoa comprou um total de “x” selos. a b ab Se e b = 200. Para obter o mesmo lucro. Sabendo-se que o peso da caixa é igual a do peso 6 94 . ⇒ Aplicando c “Bháskara”: ⇒ c’ = 250.20) = x ⇒ 1. essa pessoa ficou com “x . então. 313) Um agente dos Correios que deve entregar 60 correspondências. Substituindo-se na equação 1: Se b c c 200 c 40000 + 200 + c = 610 ⇒ 40000 + 200. c + 40000 = 0 . ao longo de 5 horas e 20 minutos. entrega 8 nos primeiros 40 minutos. ou 4 h 20 min 8 Resposta: letra d. Vendendo TODOS.5.selos ficaram molhados. respectivamente. Vendendo-os a 1.50 cada um.

Resposta: letra a..5 kg.5: 4. x = x + y ⇒ 5. para que a taxa de desemprego caia para 10%.5 Resposta: letra c.10. para se saber a taxa de desemprego. uma pessoa compra 125 selos. em iguais condições. Sabendo-se que cada carro ocupa. evitam-se “preciosismos” do tipo: “O primeiro e o último carros NÃO TÊM espaços de separação do anterior e do posterior respectivamente”. conclui-se que o peso. 318) Em uma agência dos Correios em que há apenas selos de R$ 0. 3600 = 800 Calcularemos o nº aproximado de carros simplesmente dividindo 3600 por 4. em gramas. 4.25. trabalhando 9 horas por dia. O peso EM GRAMAS da 6 5 mercadoria é 47500 g. 315) Numa estrada um carro quebrou atravessando a pista e provocou um congestionamento de algumas horas.20 comprados por essa pessoa é igual a a) 40% b) 48% c) 60% d) 65% e) 70% Solução: 95 . y = 285 ⇒ y = ⇒ y = 47. podemos escrever as seguintes equações: x + y = 57 x+ y y x= ⇒ 6. o número de pessoas que precisam se empregar. Com base nesses dados. 316) Para realizar uma tarefa. em uma cidade. Substituindo-se este resultado na primeira equação: 6 5 y 285 + y = 57 ⇒ y + 5.20 e de R$ 0. 30 funcionários levam 6 dias. levarão a) 4 dias b) 5 dias c) 6 dias d) 7 dias e) 8 dias Solução: Regra de três composta: funcionários dias h/dia 30 6 8   20 X 9   inversa inversa 6 × 30 × 8 = 8 dias X= 20 × 9 (Acompanhe na questão 500 a resolução de uma regra de três composta passo a passo!) Resposta: letra e.6 km. formando uma fila de automóveis de 3. pagando um total de R$ 28. em média. 20 operários. trabalhando 8 horas por dia. x = y ⇒ x = .25. Para realizar a mesma tarefa.X = 42000 ⇒ 42000 100 42000 10 147000 − 42000 X= = 10500 10 Resposta: letra d. com pessoas na faixa etária de 20 a 60 anos.. 317) Empregados Desempregados 27300 14700 A tabela registra o resultado de uma pesquisa feita. é igual a a) 4500 b) 5200 c) 9000 d) 10500 e) 12700 Solução: Devemos subtrair “x” pessoas do grupo de desempregados: 14700 − X 10 14700 − X 1 = ⇒ = ⇒ 147000 . então o número aproximado de carros que havia no congestionamento era igual a a) 1200 b) 950 c) 800 d) 750 e) 700 Solução: Já que o problema pediu um cálculo “aproximado”. Com os dados do problema.5 m. incluindo o espaço que o separa do imediatamente anterior e do posterior. da mercadoria sem a caixa é igual a a) 47500 b) 46000 c) 40500 d) 4750 e) 4500 Solução: Seja “x” o peso da caixa e “y” o peso da mercadoria. O percentual de selos de R$ 0. y = 285 ⇒ 6.total.

Queremos calcular o percentual deste nº de selos: 125 0.y = 28.2.40 80  X 100  10.25.90 90  X 100  9..25 (equação para o total pago) Resolvendo o sistema. custava a) R$ 1.2.8.40 20% M3 R$ 9.50 e) R$ 0..98 representa 132% do preço inicial.00 c) R$ 3.20 e “y” a quantidade de selos de R$ 0. Isto significa que o preço anunciado representa 70% do original. teremos: $ % 10. Com isto.50 X % 70 100   10.x = 12 ⇒ x = 60 12 = 0. y = 28. 198 × 100 .40 Solução: Dois aumentos consecutivos de 10 e 20%.4 × 100 X= = 13 80 Para M3: $ % 9. então ao seguinte resultado Preço por unidade com Desconto desconto M1 R$ 10. x + 0. pode-se concluir que. encontramos o preço original: $ 10. pode-se concluir que a diferença entre o maior e o menor preço cobrado. 319) O preço da fita adesiva sofreu dois aumentos consecutivos: 10 e 20%. Se.2. Montando uma regra de três: $ % 1. o preço de 1. atualmente. Nestas condições: x + y = 125 (equação para o total de selos) 0.25.50 d) R$ 1. sem desconto. x + y = 125 x + y = 125 (multiplicando-se a segunda equação por -4) ⇒  ⇒  0.48 ou = 60 . antes dos aumentos. Por meio de uma regra de três.50 30% M2 R$ 10.00 b) R$ 4.25 − 0.45 e) R$ 1. X= = 150 132 Resposta: letra c. foi feita uma pesquisa em três microempresas que confeccionam camisas com estampas.00 d) R$ 2. dá um aumento total de: 10% + 20% + 2% = 32% (use o método “Cuca Legal” para acréscimos sucessivos!).x + 0.Seja “x” a quantidade de selos de R$ 0.9 × 100 X= = 11 90 96 . Para M2. 320) Para comprar camisas marcadas com um logotipo.5 × 100 X= = 15 70 Raciocínio análogo será empregado para as outras duas empresas.90 10% Considerando-se a pesquisa.60 Solução: O preço de M1 com desconto de 30% é 10. Chegou-se.50.2 48% Resposta: letra b.98 132  X 100  .80 b) R$ 1. a fita adesiva custa R$ 1.98. x − y = −113 0. por uma camisa foi igual a a) R$ 5.25.65 c) R$ 1.

PMPA/2001 .(1 + 0.00 e) R$ 13200.P . resolveu vendê-lo. o Montante da aplicação será dado por: M = P. Então. onde “V” é o preço de VENDA.00 c) R$ 12560.00 c) R$ 175000.00 Solução: Sejam “A”.04 x 1) ⇒ M = 1. No final do mês.000 Fórmula: V = C + L.00 b) R$ 168000. retiraram o montante. 6 8 10 resulta: A 1040 + A A B C A + B + C 104.P. podemos escrever: B = 1040 + A.00 a mais que A. A = 6240 ⇒ A = 3120 . = ⇒ P = 12000 6 24 Resposta: letra a. A = 6240 + 6. respectivamente. Supondo que “P” tenha sido o capital aplicado. O percentual relativo ao custo é obtido na fórmula dada: 100% = C + 20% ⇒ C → 80%. “C” é o preço de CUSTO.00) $ % 100 V  140000 80  140000 × 100 V= = 175. que M = A + B + C. = = = = = ⇒ ⇒ 8. então esse imóvel deve ser vendido por a) R$ 150000.04. A diferença é R$ 4. Montamos uma regra de três: $ % V 100  C 80  Substituindo o valor dado (C = 140. A = 6.m. Com os dados do problema.O maior preço é R$ 15. A 6 8 10 6 + 8 + 10 24 6 8 ⇒ 2.00 Resposta: letra b.(1 + i. “n” é o prazo da aplicação e vale 1 mês.00 e) R$ 182000.00 b) R$ 12480. deverá acertar no mínimo a) 3 questões b) 4 questões c) 5 questões d) 6 questões e) 7 questões Solução: Seja “x” o número de questões respondidas corretamente e “y” o número de questões respondidas de 97 .00 d) R$ 180000.00 d) R$ 13000. Para que um aluno receba nota correspondente a um número positivo. 321) Três pessoas aplicaram certo capital a juros de 4% a. Com este resultado já podemos calcular o valor de “P”: 3120 104. Como o lucro incidiu SOBRE A VENDA.m.. pode-se afirmar que o capital aplicado foi igual a a) R$ 12000. 322) Uma pessoa comprou um imóvel a fim de abrir uma empresa e. e “L” é o LUCRO apurado na venda. Também sabemos. “B” e “C” as partes de cada pessoa. Considerando-se que B recebeu R$ 1040.000. onde “i” é a taxa de aplicação e vale 4% a. constatando. teremos: M = P. que as instalações estavam pequenas para o seu funcionamento. temos que “V” corresponde a 100%. P .00 Solução: Sabemos que C = 140. em partes diretamente proporcionais a 6.n). que foi dividido entre as pessoas A.000 80 Resposta: letra c. algum tempo depois. Sabendo-se que o imóvel foi comprado por R$ 140000. de acordo com o capital aplicado por cada uma.00 e o menor preço é R$ 11.Assistente Administrativo 323) A pontuação numa prova de 25 questões é a seguinte: +4 por questão respondida corretamente e -1 por questão respondida de forma errada. (1040 + A ) ⇒ 8. pelos dados do problema. e ainda: A B C = = ⇒ aplicando-se a propriedade “soma dos antecedentes pela soma dos conseqüentes”.00 e que a pessoa pretende obter um lucro de 20% sobre o preço de venda. B e C.00. 8 e 10.

NO MÍNIMO 6 questões!! Resposta: letra d. O outro. isto é. Da primeira equação. Isto nos indica que o custo corresponde a 100%. 324) João vendeu dois terrenos por R$ 12. então “C” corresponde a 100%. isto é. para o total de questões erradas.9) eqüivale à quantidade de água acrescentada: 6 litros. o candidato deverá acertar MAIS DE CINCO questões. Resposta: letra b. temos 50% DE 9 litros. que perfazem um total de R$ 25. ⇒ 4 x > 25 − x ⇒ 5 x > 25 ⇒ x > ⇒x>5 5 Atenção ao marcar a resposta! Para obter um número positivo de pontos.5 litros de loção passarão a corresponder a 30% do volume final da loção. Por outro lado. para o primeiro terreno. criadas a partir da organização de determinados segmentos da população excluídos da economia formal. com um prejuízo de R$ 1. terá -y pontos.00. a fim de substitui-lo na inequação acima: y = 25 . (A palavra “DE” grifada indica que devemos realizar uma MULTIPLICAÇÃO): 50% × 9 = 4.000. 326) A coleta seletiva porta a porta está implantada nos 150 bairros de Porto Alegre.00. o candidato receberá 4x pontos.5 litros. como o lucro corresponde a 20%. 60 toneladas de lixo seco são distribuídas diariamente entre 8 unidades de reciclagem. uma regra de três para encontrarmos o preço de custo: Preço % 12000 120  C 100  12000 × 100 C= ⇒ C = 10000 120 Para o segundo terreno.000. O volume total da mistura é dado pela regra de três abaixo: Volume % 4.00 e) ganhou R$ 400. 20% de prejuízo em relação ao custo. a fórmula: V = C + L . segue-se que o preço de venda será 120%. o prejuízo corresponde a 20% e. “C” é o preço de custo e “L” é o lucro. ficando. Na venda de ambos. estes 4. para o total de questões certas. temos 50% de álcool.000. onde “V” é o preço de venda.00.. devemos encontrar um valor para o qual 4 x − y > 0 ou 4x > y . vale escrever o seguinte: x + y = 25. Se todas as unidades de reciclagem recebessem a mesma massa de lixo 98 . Montamos outra regra de três: Preço % 12000 80  C 100  12000 × 100 C= ⇒ C = 15000 80 Agora já se sabe os preços de custo dos dois terrenos.000. Um deles deu 20% de lucro em relação ao custo. se ele vendeu cada um por R$ 12. Se o lucro incidiu SOBRE O CUSTO.000. 325) O número de litros de água necessários para se reduzir 9 litros de loção de barba contendo 50% de álcool para uma loção contendo 30% de álcool é a) 3 b) 4 c) 5 d) 6 e) 7 Solução: Com os 9 litros iniciais da loção. um total de R$ 24. Solução: Utilizamos. com as vendas.x ⇒ 25 substituindo. Ora.00 b) perdeu R$ 1.00 c) não perdeu nem ganhou. Com a diluição. desta forma.00. utiliza-se a fórmula: V = C − P . Então.000. o preço de venda corresponde a 80%.00 cada um. por conseqüência. O prejuízo neste caso incidiu também sobre o preço de custo.5 30  V 100  4. e.forma errada.000.5 × 100 V= ⇒ V = 15 litros 30 Se antes havia 9 litros e agora há 15. João a) ganhou R$ 1. São hoje 456 famílias envolvidas no processo. então.00. a diferença (15 . podemos retirar o valor de “y”. obteve. d) perdeu R$ 400. Pelo enunciado da questão. onde “V” é o preço de venda. “C” é o preço de custo e “P” é o prejuízo. Montamos. Resposta: letra d..

eles passarão a valer 10 + 3 = 13 • ao diminuirmos dois lados opostos em 30%. já descrito em outras questões deste livro.  = =     h    x + h + x  h. 328) Quando se aumentam de 30% dois lados opostos de um quadrado e se diminuem em 30% os outros dois. lembrar-se de que o CONJUGADO entre números irracionais apresenta a INVERSÃO DO SINAL ENTRE ELES. teremos o número 7500 + 57 = 8 7557. A outra forma de se resolver a questão é “atribuir” um valor para o principal. a despesa deveria ter sido 99 . Desse modo. 329) Um grupo de amigos foi a um restaurante a fim de homenagear um casal do grupo que estava de aniversário de casamento. x + h + x h. Somando-se os resultados.00 e os 2 homenageados não pagaram. A conta foi de R$ 600. 327) Ao racionalizar o numerador da expressão a) d) 1 x+h − x . Distribuindo-se igualmente as famílias por todas as unidades 8 456 recicladoras.00. eles passarão a valer 10 . Com as alterações acima. Isso fez com que cada um dos outros contribuísse com mais R$ 10. Decompondo-se esse número em fatores primos: 7557 3 2519 11 229 229 1 Então: 7557 = 2 x 11 x 229 Resposta: letra e. a) aumenta 9% b) aumenta 15% c) não se altera d) diminui 15% e) diminui 9% Solução: Uma forma de resolver rapidamente esta questão é utilizando o método “Cuca Legal” do prof. O número total de pessoas do grupo no restaurante foi a) 10 b) 11 c) 12 d) 13 e) 14 Solução: Supondo que havia um total de “x” pessoas no restaurante. com h ≠ 0. claramente. para tanto. A única alternativa que contempla a afirmação anterior é a da letra a!  x + h − x  x + h + x 1 x+h−x h  =  . Como a área inicial era 100 e agora é 91. bastando. Com esse dado. a soma do número de quilogramas de lixo seco com o número de famílias recicladoras em cada unidade seria decomposto em fatores primos da seguinte maneira: b) 2 × 7 × 11 c) 2 3 × 3 × 5 4 a) 2 3 × 53 d) 2 × 3 × 119 e) 3 × 11 × 229 Solução: 60 toneladas. iremos realizar as alterações propostas na questão: • ao aumentarmos dois lados opostos em 30%. por exemplo: 10. a área do quadrado. teremos = 57 famílias. Cada unidade recicladora receberá 60000 = 7500 kg de material. diremos que o lado do nosso quadrado vale 100. eqüivale a 60000 kg. Resposta: letra e. Agora. sabemos que sua área irá valer: A = 100. Desse modo. x + h + x x+h + x ( ) ( ) ( ) Resposta: letra a. verifica-se. em quilogramas. Milton Araújo. encontra-se h c) 1 x+h + x b) 0 e) h h 1 x+h − x Solução: O candidato poderia ter marcado a resposta correta SEM RESOLVER estas questão.3 = 7. que houve uma redução de 9% em sua área.seco e tivessem o mesmo número de famílias de trabalhadores. a área do retângulo resultante ficará igual a: 13 x 7 = 91.

pois gr (D) = 2 (grau do divisor é dois). x = 600.(3 .1). x 2 − 20.2. então o valor do polinômio para x = 2 é nulo.1) .3).1). cujo MMC eqüivale a x. ou seja: P(2) = 0.Q(x) + a.Q(x) + a. vem:   3.1 ⇒ 2 Q1(x) (equação I) 2 e) x + 3 Para a segunda divisão temos: P(x) x . ou seja. o polinômio é divisível por x . que é 12. Estas duas raízes = 2 4 4 encontram-se no intervalo (-2.(x . podemos escrever a seguinte 600 600 = + 10 equação: x−2 x Temos acima uma equação algébrica. x 2 + 5. Efetuando-se a divisão por meio do dispositivo prático de Briot-Ruffini: 2 1 -7 -6 2 2 5 3 0 O polinômio resultante será: 2. Observe que x 2 − 4 x + 3 = ( x − 1).a + b Disto resultou o seguinte sistema:  a+b = 2 (resolvendo-se pelo método da adição. b) são 17 e -19 c) estão entre -2 e 0 d) são iguais e) são inteiras Solução: Pelo teorema do resto. x − 1200 = 0 ⇒ x 2 − 2.3). fazendo com que a x 600 despesa fosse dividida da seguinte forma: . x ⇒ 10. ( x − 2) dividida da seguinte forma: 600. de onde vem: x’ = -1 e x" = − . Entretanto. temos: a) para x = 1 ⇒ P(1) = (1 . x = 600. 100 3 2 . Então. 331) Uma das raízes da equação 2x + x − 7 x − 6 é 2. x. Resposta: letra b. a + b = 4 b = 1. O resto do polinômio P(x) por x − 4 x + 3 é a) 1 . ( x − 3) Da definição de divisão temos: P(x) (x .1).3) é do tipo: R(x) = ax + b. ficaremos com: 600. como duas pessoas não pagaram. dividindo-o por x .(x . o resto é 4.Q(x) + ax + b ax + b Q(x) (equação III) Na equação III. ( x − 2) + 10. após multiplicar a primeira equação por -1)  3.1).3). quando x = 1 e x = 3.4 Solução: Para a primeira divisão temos: P(1) = 2 (Teorema de D’Alambert) P(x) x . x + 3 .600 . x.a = 2 ⇒ a = 1. (x .3.3 P(3) = 4 (Teorema de D’Alambert) ⇒ 4 Q2(x) (equação II) O resto da divisão de P(x) por (x . ( x − 2) ⇒ x.1.3) ⇒ P(x) ≡ (x . x − 120 = 0 Da equação acima (resolvida por Bháskara). 0). Disto resulta o resto procurado: x + 1. Resposta: letra c. retiramos a raiz positiva. Assim.(x .(1 .2). cujas raízes podem ser encontradas pela fórmula de − 5 ± 25 − 24 − 5 ± 1 3 Bháskara: x = .3 +b ⇒ 4 = 3. tem-se para resto 2. Esse valor (cota de cada um dos presentes x−2 “pagantes”) é equivalente ao valor anterior “acrescido” de 10. ( x − 2) + 10. se 2 é uma das raízes do polinômio indicado. ( x − 2) x. Substituindo-se este resultado na primeira equação.4x b) x + 1 c) -4x + 4 d) x . Pode-se afirmar que as outras raízes a) são imaginárias. x 2 − 20. x = ⇒ 600. x − 1200 + 10.1 +b ⇒ 2 = a + b b) para x = 3 ⇒ P(3) = (3 . 330) Dividindo o polinômio P(x) por x . ( x − 2) 600. a + b = 4  − a − b = −2 ⇒ 2.

Resposta: letra c. quando x < 0 Resposta: letra a. Pode-se afirmar que a) f é decrescente no intervalo (0. Partindo-se do valor original. temos: V = π. para x = 0 d) f(0) + f(1) = 1 e) f é crescente. d) INCORRETO! Se f(0) = 0 e f(1) = 0. pois trata-se de uma análise direta do seu gráfico.50 Solução: 101 . o volume passou a ser: V = π.4 ⇒ V = 100. cuja base mede 20 cm e a altura 12 cm. em centímetros.5 ⇒ V = 80. π Com a troca nas medidas. quando x < 0 Solução: A resolução desta questão é muito simples.50 b) 6 2 c) 8. Em relação à capacidade original.100 = 25%   80. r 2 .4 2 . π . o lado do quadrado. Neste caso. a empreiteira trocou a medida do raio pela medida da altura e vice-versa. 332) A função real da variável real f está representada pelo gráfico abaixo. π  ∆% =   . h Inicialmente. π − 80. 334) A figura abaixo mostra um quadrado inscrito num triângulo isósceles. a troca acarretou a) uma perda de 20% b) um acréscimo de 10% c) um acréscimo de 20% d) um acréscimo de 25% e) uma perda de 25% Solução: O volume da caixa d’água é dado por: V = π.5 2 . 333) Na construção de uma caixa d’água em forma de cilindro circular reto de 4 m de raio e 5 m de altura. é a) 6. então f(0) + f(1) = 0 e) INCORRETO! f decresce. π Resposta: letra d. 1) b) f(1) = 1 c) f(x) > 0. Analisando-se item por item: a) CORRETO! A concavidade da curva aponta para baixo no intervalo (0. a DIFERENÇA PERCENTUAL será:  100. 1) b) INCORRETO! f(1) = 0 c) INCORRETO! Para x = 0 f(x) também é igual a zero.5 2 d) 7 2 e) 7.

Marcamos na figura ao lado a altura do triângulo: No triângulo ABC (retângulo), um dos catetos vale 12 (altura) e o outro 10 cm (metade da base). l No triângulo ADE um dos catetos vale 12 - l e o outro vale 2 Por semelhança de triângulos, temos: l 12 − l 12 − l l 12 − l l = 2⇒ = ⇒ (simplificando) ⇒ = 12 10 12 20 3 5 Resolvendo a proporção, vem: 60 -5 l = 3 l ⇒ 8 l = 60 ⇒ l = 7,5 Resposta: letra e. 335) Dos 100 aprovados num concurso, 50 irão para o departamento A, 40 para o departamento B e os restantes 10 para o C. o número de possibilidades para preencher os 100 cargos, sabendo-se que um aprovado não poderá vir a ocupar dois cargos diferentes, é. 50 50 10 50 40 b) C 100 + C 40 + C 10 c) A 100 × C 100 × A 10 a) C 100 × C 40 50 50 100
50 40 50 e) A 100 × A 40 d) A 100 + A 100 + A 10 100 50 Solução: Inicialmente são 100 candidatos disputando 50 vagas no departamento A. Como não há uma relação 50 de ordem entre eles, trata-se de uma combinação: C 100 . Como 50 candidatos já foram para o departamento A, temos, agora, os outros 50 disputando as 40 vagas do departamento B, ou seja: C 40 . Os 10 candidatos restantes formarão UM ÚNICO GRUPO, 50

que irá para o departamento C, ou seja: C 10 = 1 . Para CADA grupo formado em um dos 10 departamentos pode-se associar todas as combinações de outro, deveremos MULTIPLICAR as 50 combinações feitas acima. Então: C 100 × C 40 é a solução do problema. 50 Resposta: letra a. 336) As placas das motos em Porto Alegre são formadas por duas letras e três algarismos, podendo existir repetição de letra e de algarismo numa mesma placa. Sabendo-se que foram utilizadas apenas 10 letras do alfabeto, a probabilidade de sortear-se, ao acaso, uma moto de uma empresa de telentrega, que possui 100 motos emplacadas, é de a) 0,001% b) 0,01% c) 0,1% d) 1% e) 10% Solução: casos favoraveis A definição clássica de probabilidade é: P( A ) = casos possiveis Trata-se de um problema de ARRANJO COM REPETIÇÕES, que se resolve pela fórmula Nn, onde “N” é o número de elementos a serem arranjados e “n” é o número de posições disponíveis. Arranjando as letras, teremos: 102. Arranjando os algarismos, teremos: 103. O TOTAL será: 102 x 103 = 105, que é o número de casos possíveis. Sabemos que o número de casos favoráveis é 100. Então: 100 1 P( A ) = = . Para transformarmos uma fração em porcentagem, basta multiplicarmos o seu 5 10 10 3 numerador por 100 e efetuarmos a divisão. Disto resulta: 0,1%. Resposta: letra c. 337) Há 19 anos, uma pessoa tinha um quarto da idade que terá daqui a 14 anos. A idade da pessoa, em anos, está hoje entre a) 22 e 26 b) 27 e 31 c) 32 e 36 d) 37 e 41 e) 42 e 46 Solução: Seja “x” a idade dessa pessoa hoje. Desta forma, podemos escrever a seguinte equação: 1 x − 19 = . ( x + 14) . Resolvendo-se a equação, vem: 4. x − 76 = x + 14 ⇒ 3. x = 14 + 76 ⇒ 4 3. x = 90 ⇒ x = 30 anos.
102

Resposta: letra b. 338) Dados dois números reais não nulos x e y tais que x < y, é sempre verdade que. 1 1 a) -2x < -2y b) x > y c) > x y x y d) ax < ay e) > a a Solução: Esta questão foi ANULADA, pois a indicação “não nulos” não exclui a possibilidade de que os números sejam negativos, invalidando (total ou parcialmente) TODAS as alternativas. A troca sugerida durante a prova de “não nulos” para “positivos”, também irá invalidar as alternativas, pois não exclui o fato de que os números sejam nulos! Em qualquer dos casos, as alternativas “d” e “e” deveriam ser sumariamente excluídas, pois NADA FOI DITO a respeito do número “a”. FUNDAÇÃO ZOOBOTÂNICA/2001 (FAURGS) 339) Considere os seguintes números: I. 0,010101... II. 0,010010001... III. 0,123412341234 Quais são números racionais? a) Apenas I b) Apenas I e II d) Apenas II e III e) I, II e III Solução: Nºs Racionais são aqueles que podem ser colocados na forma

c) Apenas I e III

p : q

I. CORRETO! 0,010101... =

1 99

p q III. CORRETO! Apesar de não conter as “reticências” no final do nº, indicando que se trata de uma 123412341234 dízima periódica, o nº (mesmo na forma dada) pode ser escrito como: 1000000000000 Resposta: letra c. 340) Se a e b são números reais não-nulos, existe um número real x tal que ax2 + b = 0, se e somente se a e b a) forem quadrados perfeitos b) forem racionais c) forem positivos d) tiverem divisores comuns e) tiverem sinais contrários Solução: Isolando o valor de “x” na equação dada: b ⇒ para que este resultado seja um nº Real, é necessário que a e b tenham sinais x=± − a contrários. Resposta: letra e. 341) Uma criação de coelhos, a cada quatro meses, aumenta em 100%. No final de um ano, a população dessa criação, em relação à população existente no seu início, representa um percentual de a) 300% b) 400% c) 600% d) 700% e) 800% Solução: Temos uma TAXA quadrimestral de crescimento de 100%. O montante, após 1 ano (3 quadrimestres) será dado por: M n M = C. (1 + i) ⇒ pretende-se calcular a razão em forma de porcentagem. Então: C M M 3 M = C. (1 + 1) ⇒ = 23 ⇒ = 8 . Em “%” esse valor é igual a 800%. C C CUIDADO!! A pergunta do problema é “que percentual da população inicial representa a população II. INCORRETO! O nº 0,01001000100001... não pode ser escrito na forma
103

no fim de um ano” E NÃO “qual a VARIAÇÃO PERCENTUAL daqui a um ano”. Esquematicamente, podemos escrever o seguinte (supondo que houvesse, no começo, 2 coelhos): 0 4 meses 8 meses 12 meses 2 4 8 16 16 é equivalente a 800% de 2. A VARIAÇÃO PERCENTUAL (que NÃO FOI solicitada!) é dada por:  16 - 2   valor final - valor inicial  ∆% =   × 100 = 700%  × 100 =   2    valor inicial Resposta: letra e. 342) Do ano 1500 ao ano 1983, a cobertura florestal do solo que hoje corresponde ao Rio Grande do Sul decresceu em 87,4%. Estudos recentes, porém, mostram que essa cobertura florestal, nos últimos dezessete anos, cresceu 45%. Se, atualmente, essa área é de 23.000 km2, em 1500, era b) 23.000 x 0,874 x 0,45 km2 a) 23.000 x 0,126 x 1,45 km2 2 c) 23.000 : 0,874 : 1,45 km d) 23.000 : 874 x 1,45 km2 2 e) 23.000 : 0,126 : 1,45 km Solução: Temos um DECRÉSCIMO de 87,4% e um ACRÉSCIMO de 45%. Resolvendo do fim para o começo: • A área de 23000 é 45% MAIOR do que era, ou seja, ela está MULTIPLICADA por 1,45. Para encontrarmos o valor ANTES desse acréscimo, devemos DIVIDIR 23000 por 1,45; • O valor de 23000 : 1,45 representa APENAS 12,6% do que era em 1500, logo, para encontrarmos esse valor, deveremos DIVIDIR (23000 : 1,45) por 0,126, ou seja: 23000 : 0,126 : 1,45 Resposta: letra e. 343) Foram colocados em uma reserva 35 animais ameaçados de extinção. Decorridos t anos, com 0 ≤ t ≤ 10, a população N desses animais passou a ser estimada por N(t) = 35 + 4.t - 0,4.t2. Nessas condições, o número máximo que essa população animal poderá atingir é a) 38 b) 45 c) 52 d) 59 e) 63 Solução: A função que expressão o nº de animais (N) em função do tempo (t) é quadrática, cuja concavidade ∆ , onde “∆” é o está voltada para baixo (a = -0,4). Esta função terá um valor MÁXIMO em y v = − 4. a discriminante e vale: ∆ = b 2 − 4. a. c = 4 2 − 4. (− 0,4).35 = 72 . Assim: y v = −

72 = 45 4. (− 0,4)

Resposta: letra b. 344) Sendo f a função definida por f(x) = log x e P e Q números reais que completam a tabela abaixo, a soma P + Q é x f(x) a) 0,903 1 0 b) 1,602 2 0,301 c) 2,903 P 0,602 d) 4,699 e) 5,602 5 Q Solução: Quando x = 2 ⇒ f(2) = 0,301 Quando x = P ⇒ f(P) = 0,602. Mas 0,602 = 2. f(2), ou ainda: 2.log 2 = log 22 = log 4. Desse modo: P = 4 Quando x = 5 ⇒ f(5) = Q. Mas f(5) = log 5. Para calcularmos o log 5, usamos o artifício: 10 log = log 10 − log 2 = 1 − 0,301 = 0,699 . Nestas condições: Q = 0,699. 2 Finalmente, P + Q = 4 + 0,699 = 4,699 Resposta: letra d.

104

3 m . A diagonal de um cubo é dada por: D = l. estar vivo em 10 anos é de 90%.A base é um triângulo equilátero de lado também igual a 3 m.500 d) 3.345) Os pontos P. 3 . × 3⇒V= seu volume em metros cúbicos: V = 4 4 3 3 3 Sabemos que 1 litro = 1 dm . de aresta “um” e justapostos. A capacidade do reservatório. 347) A probabilidade de pelo menos um dos animais.6 . onde AB é a área da base e “h” a altura. Se P( A ) = 0. Multiplicando-se este resultado pela altura do prisma. é a) 2. A diagonal de um paralelepípedo é dada por: D = a 2 + b 2 + c 2 . AB = = 105 l . A capacidade do reservatório será dada pela fórmula do volume do prisma: V = A B × h . de um casal de animais do zoológico. 1 e 2 e vale: QR = 12 + 2 2 = 5 3.250 b) 2. Sendo a base um triângulo equilátero. 3 . 3. teremos o 4 4 9 3 3. Se a probabilidade de o macho estar vivo nesse tempo for de 60%. teremos: 2 PR = 12 + 12 + 2 2 = 6 “QR” é a diagonal de uma face do paralelepípedo de dimensões 1. como indica a figura abaixo. para a fêmea essa probabilidade será de a) 65% b) 75% c) 80% d) 85% e) 90% Solução: A probabilidade de PELO MENOS UM estar vivo é: P( A ∪ B) = 0.300 c) 2. 4 2 3 ( 3) . Além disto: 1 m = 1000 dm = 1000 litros . então a aresta da base é igual à altura do prisma. O perímetro do triângulo PQR é a) b) c) d) e) 2+ 3+ 5 2+ 3+ 6 3+ 3+ 5 3+ 5+ 6 5+ 5+ 6 Solução: Para começar. 1 e 2. ou seja. Fórmula: P( A ∪ B) = P( A ) + P(B) − P( A ∩ B) .9 . Q. nota-se que PR é a diagonal de um paralelepípedo. = 2 3 . quer-se calcular P(B) . 3+ 5+ 6 346) Um reservatório sem tampa tem a forma de um prisma reto de 3 m de altura. “PQ” é a diagonal de um dos cubos e vale: PQ = O perímetro do triângulo PQR é: PQ + QR + PR = Resposta: letra d. onde “a”. sua área é calculada por: 3. Na fórmula da diagonal de um paralelepípedo. Transformando o 9 3 9000 volume calculado para litros: V = m = = 2250 litros. “b” e “c” são as medidas das arestas do paralelepípedo. Com estas considerações e observando a figura. cuja planificação é formada por um triângulo e três quadrados. a diagonal de qualquer das faces de um dos cubos da figura é dada por d = (diagonal do quadrado é dada por: d = l 2 ). R são vértices de cubos idênticos. 4 4 Resposta: letra a.500 Solução Se as faces laterais são quadradas.000 e) 3. cujas dimensões são: 1. em litros.

348) A senha de um computador é um número formado por quatro algarismos distintos. NOVE para a segunda.8 m e 87 vigotas Solução: Como queremos dividir as varas de ferro todas com o mesmo tamanho. 96. Então.9 = 0. a probabilidade de ocorrência de um evento é o quociente entre o número de casos favoráveis a esse evento e o número de casos possíveis. das primeiras: 6 ÷ 1.2 = 10 pedaços.6 m de comprimento e 13 varas de ferro de 12 m de comprimento. Fixado o segundo algarismos. 12 varas de 9.P(B) ⇒ P(B) = 0. devemos encontrar o MDC de 6 m.75 ou 75% Resposta: letra b. P( A ∪ B) = P( A ) + P(B) − P( A ) × P(B) ⇒ 0. com 3 varas em cada vigota.6 + P(B) − 0. Desejando-se fabricar vigotas para laje pré-moldada.6 m e 32 vigotas c) 1. todos com 1. pergunta-se: a) Sem emendar nenhum ferro. agora temos 7 x 5 + 12 x 8 + 13 x 10 = 261 pedaços de ferro. O resultado será: 10 x 9 x 8 x 7 Substituindo os dois resultados encontrados acima na fórmula: 9 9 ⋅9 ⋅8 ⋅7 P( A ) = = = 0. Resposta: letra c. 12 varas de ferro de 9. 106 . Mas lembre-se que tomamos 7 varas de 6 metros. 120) = 2 2 × 3 = 12 dm. a probabilidade de dois eventos independentes ocorrerem simultaneamente é dada pelo produto de suas probabilidades individuais).6 ÷ 1. respectivamente. então o número de vigotas será igual a 261 ÷ 3 = 87 vigotas. 349) Dispomos de 7 varas de ferro de 6 m de comprimento. há DEZ algarismos para a primeira posição. há NOVE algarismos possíveis.2 m. ou seja: número de casos favoráveis ao evento P( A ) = número de casos possíveis Casos favoráveis: para a primeira posição deveremos ter um número maior ou igual a 1. das segundas: 9.2 metro Dividiremos todas as varas em pedaços de 1. Fixado o algarismo da primeira posição. precisamos considerar os eventos como sendo INDEPENDENTES. Vamos fazer tal cálculo em decímetros.9 10 ⋅ 9 ⋅ 8 ⋅ 7 10 Resposta: letra c. MISCELÂNEA Aqui são apresentadas algumas questões interessantes. A probabilidade de essa senha ser um número maior do que 1000 é a) 3/5 b) 3/4 c) 0. Desse modo. para não trabalhar com o número decimal (9. Casos possíveis: Seguindo o mesmo raciocínio.9 d) 9.3 = 0. 96 e 120 será dado por (decompõe-se os números em fatores primos): 60 = 2 2 × 3 × 5 96 = 2 5 × 3 120 = 2 3 × 3 × 5 MDC (60. 0.5 e) 90 Solução: Solução: Pela definição clássica de probabilidade. Então.2 m de comprimento. Com isto: P( A ∩ B) = P( A ) × P(B) (ou seja.6)..2 = 5 pedaços. OITO para a terceira e SETE para a quarta. 9.2 = 8 pedaços.. restarão outros NOVE para a segunda. O resultado final é dado pelo PRODUTO: 9 x 9 x 8 x 7. ou 1. e das terceiras: 12 ÷ 1.2 m e 32 vigotas e) 0.6 m e 12 m. Então.6 metros e 13 varas de 12 metros.6 × P(B) ⇒ P(B) = 0. qual o tamanho máximo possível de cada vigota? b) Quantas vigotas obteríamos nessas condições? a) 0. que já figuraram em diversos concursos públicos. restarão.4. teremos. Se cada vigota irá levar 3 deste pedaços.4 0.6 m e 96 vigotas b) 4. As fontes de onde foram coletadas não informaram a “origem” das mesmas. OITO e SETE para as duas posições restantes. o MDC entre 60.Para o cálculo de P( A ∩ B) .2 m e 87 vigotas d) 1.3 Resolvendo.

a minha idade no presente (x) é o dobro da tua idade no passado (y ..(x .   − y = 45 ⇒ 4 y − y = 45 ⇒ 3 y = 45  3 45 4∗15 = 15 . x x+4 120 120 120 − 5 x 120 .y) ⇒ x = 2y . Assim. “Arrumando” a expressão: ⇒ dividindo ambos os membros por 5. R$ 10.b) era igual a idade que tu tens no presente (y). Substituindo a primeira equação na segunda. Digamos que o passado está há “b” anos do presente e o futuro está a “a” anos do presente. a idade que eu tinha no passado (x . • A soma de nossas idades será (futuro) 45 anos ⇒ x + a + y + a = 45 ⇒ ou seja. Então: 120 120 y= e y−5 = . no cheque. 352) Uma pessoa ao fazer um cheque inverteu o algarismo das dezenas com o das centenas. EU tenho “x” anos e TU tens “y” anos passado presente futuro EU x-b x x+a TU y-b y y+a Montando as equações passo-a-passo (fique atento aos TEMPOS VERBAIS!): • Eu tenho (presente) duas vezes a idade que tu tinhas (passado)⇒ x = 2. a soma de nossas idades será 45 anos.b).2y = 45 ⇒ 3x .2(x .00 d) 10 cadernos. R$ 15.y ⇒ x = 2y .(y . O algarismo. pagou a mais a importância de $ 270. presente e futuro. eliminaremos o valor de “a” na primeira e substituiremos na segunda: a=x-y x + y + 2a = 45 ⇒ x + y + 2. R$ 12.00 e) 15 cadernos.b) ⇒ ou seja. Sabe-se que os dois algarismos estão entre si como 1 está para 2.2x + 2y ⇒ 3x = 4y ⇒ x = 3 Continuando.y) = 45 ⇒ x + y + 2x . x = = 20 . e cada um me custou: y = 8 Resposta: letra c.y = 45 ⇒ substituindo agora o  4y  valor de “x” encontrado na primeira etapa ⇒ 3. quando eu tinha a idade que tu tens.00 Solução: Seja “x” a quantidade de cadernos que comprei e “y” o preço de cada caderno. R$ 8. comprei 8 cadernos.. compraria 4 cadernos a mais do que comprei.b = y ⇒ ou seja. Por isso.350) Eu tenho duas vezes a idade que tu tinhas.00 b) 9 cadernos. Com estas duas novas equações. 351) Com R$ 120. podemos eliminar o valor de “b” na segunda e substituí-lo na primeira: 4y b = x . Quando tiveres a idade que eu tenho. No presente. Com estas duas equações.. • Quando eu tinha (passado) a idade que tu tens (presente)⇒ x . • Quando tiveres (futuro) a idade que eu tenho (presente) ⇒ y + a = x ⇒ ou seja. tu terás no futuro (y + a) uma idade igual à que tenho no presente (x). R$ 13. ( x + 4) = 24 x ⇒ “expandindo” o primeiro = x x+4 membro: − x 2 + 20 x + 96 = 24 x ⇒ x 2 + 4 x − 96 = 0 ⇒ (Bháskara) ⇒ x = 8 (a resposta negativa. Assim. a minha idade no futuro (x + a) somada com a tua idade no futuro (y + a) é igual a 45 anos. 3 3 Resposta: letra d. Se cada caderno custasse R$ 5. Quantos anos temos? a) 20 e 25 b) 15 e 30 c) 10 e 35 d) 15 e 20 e) 10 e 25 Solução: O melhor modo de se resolver este problema é separá-lo em três tempos: passado. −5 = = x x+4 x x+4 24 − x 24 para facilitar os cálculos ⇒ ⇒ (24 − x).33 c) 8 cadernos.00 comprei certa quantidade de cadernos.00 a menos. Quantos cadernos comprei e quanto me custou cada um? a) 12 cadernos. que está na casa das dezenas é o a) 6 b) 2 c) 1 d) 3 e) 4 Solução: y= 107 .. 120 = 15 obviamente não serve!).

. Se colocarmos 3 sacos em cada jumento. ela coloca O DOBRO das balas que colocou na anterior. sabemos que: IMPORTÂNCIA INCORRETA = IMPORTÂNCIA CORRETA + 270..x (pois retiramos a primeira caixa. 2 − 1 ⇒ 320 − x = x. YX0 = XY0 + 270. se Y = 2X (equação 1). Sn = q−1 Na nossa progressão. Se colocarmos 2 sacos em cada jumento.5 ⇒ x = n ⇒ Para que esta divisão seja exata. No cheque a importância figurou da seguinte forma: YX0. a quarta caixa ficou com igual número de balas que a soma das três anteriores e assim por diante. qn − 1 e assim por diante.. a partir da segunda caixa. a equação 2 ficará: 2X .X = 3. 108 . Levando-se em conta o fato de o número de balas ir dobrando a cada nova caixa. Então: Y 2 100Y + 10X = 100X + 10Y + 270 ⇒ 90Y . Com os dados do problema. Para decompormos um n. então. Substituindo esses dados na fórmula acima: ( ) 320 − x = x) ⇒ x = x.. Ora. no esquema ao lado. temos que: Sn = (320 . 2n 2 Desse modo. Quantas balas Sofia guardou na primeira caixa. a quantidades de balas por caixa VAI DOBRANDO. o valor de “n” só poderá ser igual a 6. faremos DIVISÕES SUCESSIVAS do total de balas (320) por 2. e assim por diante. de onde retiramos X = 3 Resposta: letra d. Observe: 320 2 160 2 80 2 40 2 20 2 10 2 5 Como o número “5” não é divisível por “2”. sabendo que ela usou o maior número de caixas possível? a) 8 b) 10 c) 5 d) 16 e) 32 Solução 1: Esquematizando: Observe que. multiplicamos por “100” o algarismo das centenas. onde “X” é o algarismo das centenas. a1 = x e q = 2.X = 3 (equação 2). multiplicamos por “1” o algarismo das unidades. a terceira ficou com tantas balas quanto as duas anteriores juntas. segue-se que este é o número de balas que Sofia colocou na primeira caixa. 353) Sofia guardou 320 balas em várias caixas. podemos concluir que x = 5 e o n. da segunda caixa em diante temos 1ª caixa: x balas uma Progressão Geométrica de razão 2..2 n ⇒ isolando o valor de 320 2 6 . “Y” é o algarismo das dezenas e o algarismo das unidades é ZERO. multiplicamos por “10” o algarismo das dezenas. a cada nova caixa que Sofia pega. isto é. de modo que a segunda caixa ficou com tantas balas quanto a primeira. até guardar todas as balas. E mais: a soma de todos os 2ª caixa: x balas termos dessa progressão é 320 .90X = 270 ⇒ (dividindo tudo por 90) ⇒ Y .x). 354) Certa quantidade de sacos precisa ser transportada e para isso dispõe-se de jumentos.2 ( ) 2−1 n n − x ⇒ 320 = x. e X 1 = ⇒ Y = 2X (equação 1).º segundo suas ordens. por 3ª caixa: 2x balas não fazer parte da progressão!). ou seja. Resposta: letra c. 2 n − 1 ( ) ⇒ 320 − x = x..A importância devida pode ser escrita na forma: XY0. 4ª caixa: 4x balas Usando a fórmula da soma dos termos de uma progressão finita: 5ª caixa: 8x balas 6ª caixa: 16x balas a 1.º de caixas utilizadas foi 6 + 1 = 7 caixas! Solução 2: Observe no esquema da solução anterior que. sobram 13 sacos.

. Quanto devo? a) $ 500 b) $ 400 c) $ 404 d) $ 420 e) $ 386 Solução: Seja “x” a quantia que tenho no bolso e “y” o montante da dívida. Juntando as duas equações. Ora. x = 2y + 13 ⇒ x = 2. Então: y = .4 h).4  1 1 1 10 4 − 10 −6 1 1 − ⇒ − ⇒ ⇒ ⇒ − . irá gastar 6 1 Se ele gasta um tanque inteiro em 2 horas e 24 minutos (2. sobram $ 24 ao pagar 5/7 da minha dívida. com tanque cheio. temos um sistema: x = 2y + 13 x − 2y = 13 x − 2y = 13  . Em matemática.). que volume de gasolina do tanque perderia em 15 min? a) 1/10 b) 5/48 c) 1/16 d) 1/90 e) 3/8 Solução: Usando o “Método da Redução à Unidade de Tempo”: 1 do tanque (sem o furo). as palavras CADA e DE se transformam em MULTIPLICAÇÃO! Temos. uma equação para o total de sacos: x = 2y + 13 (interpretando: o total “x” de sacos é igual aos sacos transportados “2y” mais os 13 sacos que sobram. Se me dessem $ 200. pagaria toda a dívida e sobrariam $ 104. Se o automóvel gasta um tanque em 6 h. “Arrumando” as equações. Se o carro estivesse parado e com o tanque cheio. roda apenas 2 h e 24 min.(22) + 13 ⇒ x = 44 + 13 ⇒ x = 57 sacos Resposta: letra c. então “y” jumentos carregarão 2y sacos. “Arrumando”.º de jumentos que carregam sacos. então temos de eliminar o “x”) ⇒  − 7 x + 7 y = 672 membro ⇒ 2y = 840 ⇒ y = 840 ⇒ y = 420 2 Resposta: letra d. em uma hora o automóvel irá PERDER:  −  do tanque.4 1  1 modo. 5 Assim: x = y + 24 e x + 200 = y + 104 . ou:  6 2. ou seja. Tendo partido com um furo no tanque. Dessa 3 x forma: y = + 3 (interpretando: o total de jumentos é igual ao n. Agora precisamos de uma equação para o total de jumentos.. 3 mais 3 jumentos que ficam de “folga”). Se CADA jumento carregar 3 sacos.. ⇒  ⇒ multiplicando a 2ª equação por -7 (pois 7  x − y = −96 x + 200 = y + 104  7 x − 5 y = 168 ⇒ somando membro-aqueremos calcular “y”. Desse 2. então. 4 6 2.sobram 3 jumentos.. ⇒  ⇒  ⇒ somando membro-a x 3 y = x + 9 − x + 3 y = 9 y = 3 + 3  membro: y = 22 jumentos. assim..º de x jumentos. Quantos sacos precisam ser carregados? a) 53 b) 55 c) 57 d) 60 e) 67 Solução: Seja “x” a quantidade de sacos e “y” a quantidade de jumentos. em uma hora.. Mas queremos o n. se CADA jumento carregar 2 sacos. então o total de sacos seria: x = 3y.º de sacos. pode rodar 6 horas. Mas aqui queremos o n... em uma hora irá gastar . 7 5y  + 24 7 x − 5 y = 168 x = . ainda teremos mais 3 jumentos que ficam “sobrando”. Neste caso. 356) Um automóvel. 355) Com o que tenho no bolso. ele irá PERDER do tanque em uma hora.4 6 24 24 24 4 109 . Temos um sistema.

. com quantos operários deverá a construtora continuar a obra. 21 18 21 9 63 63 Montando uma regra de três: vestidos tempo (h) 130 1  63 130 X  1 × 130 63 X= ⇒ X = 130 × ⇒ X = 63 horas .25%) X= ⇒X= ⇒X= 60 4 60 16 Resposta: letra c. então fará 21 simples e comprove!) em uma hora. Então. faz 20 vestidos em 3 dias. montando uma regra de três (passando o tempo para minutos): tanque tempo 1 60  4 15 X  1 .5 1. em quantos dias farão 130 vestidos? a) 9 b) 8 c) 10 d) 5 e) 12 Solução: Usaremos.5 kg b) 2 kg c) 3 kg d) 4 kg e) 6 kg Solução: Seja “x” o peso do tijolo.5 x 2 = 3 kg. 7 horas por dia. Ora. 20 em uma hora. Queremos calcular o valor de 1.Então. Se a costureira “B” faz 20 vestidos em 2 x 9 = 18 horas. faz o mesmo número de vestidos em 2 dias. trabalhando 7 horas por dia. iniciando a obra com 20 operários. Decorridos 15 dias. 5 operários abandonaram a obra e não foram substituídos durante 40 dias.5. Em quanto tempo 1 gato come 2 ratos? a) 2 min b) 3 min c) 5 min d) 1 min e) 4 min Solução: gato rato tempo 1. o “Método da Redução à Unidade de Tempo”: 20 (faça uma regra de três Se a costureira “A” faz 20 vestidos em 3 x 7 = 21 horas. novamente.5 1. 15 × 15 × 2 =3 X= . então fará 18 20 20 20 10 MMC 60 + 70 130 ⇒ + ⇒ + → As duas juntas farão. 358) Um tijolo pesa o mesmo que 1 kg mais meio tijolo. basta dividir 63 por 7 e encontramos: 9 dias.x! x x x Então: x = 1 + ⇒ x − = 1 ⇒ = 1 ⇒ x = 2 kg. Quanto pesa um tijolo e meio? a) 1. 357) Um gato e meio come um rato e meio em um minuto e meio. sozinha. então 1. 359) Uma costureira. a 110 . trabalhando 8 horas por dia. 360) Uma construtora se compromete a realizar uma obra em 60 dias.5   1 2 X   inversa direta . Outra costureira. 1 × 15 Resposta: letra b.15 15 1 1 4 . trabalhando 9 horas por dia. se um tijolo pesa 2 kg. Resposta: letra c.5 tijolo irá 2 2 2 pesar 1. em uma hora de trabalho: . trabalhando 7 horas 130 130 63 diárias. Resposta: letra a. também sozinha. Queremos saber quantos dias. Se as duas trabalharem juntas. (ou 6.

Assim. Operários h/dia dias % 20 8 60 100    8 15 X 20    Observação: Numa regra de três. Agora temos: • $ 100 + 12% de $ 100 = $ 112 (o novo salário). montamos outra regra de três: operários dias % 20 60 100   X 5 25   inversa direta 20 × 60 × 25 = 60 operários.11x ⇒ 4x = 60 ⇒ x = 4 Resposta: letra b. 60 = 15x . Sua esposa faz o mesmo trabalho em 12 horas. 60 Agora. podem ser retiradas da mesma. fará a colheita? a) 14 b) 15 c) 16 d) 17 e) 18. Se este aluguel subir 40% e o salário do trabalhador tiver um reajuste de 12%. Desse modo: operários dias % 20 60 100   15 40 X   direta direta 100 × 15 × 40 = 50% X= 60 × 20 Até agora os operários já fizeram: 25% + 50% = 75% da obra. Solução: Vamos. utilizar o “Método da Redução à Unidade de Tempo” que pode ser enunciado como segue: “O somatório dos INVERSOS dos tempos individuais é igual ao inverso do tempo conjunto”. 362) Um trabalhador compromete 20% do seu salário com o aluguel. trabalhando sozinho. queremos saber qual o percentual da obra que eles conseguirão realizar. Se o casal trabalhar junto com o filho. para concluí-la dentro do prazo? a) 72 b) 64 c) 56 d) 48 e) 60 Solução: Vamos introduzir uma quarta variável no problema. o aluguel é igual a 20% desse valor. Em quantas horas o filho. 361) Um agricultor colhe as laranjas de um pomar em 10 horas. pois 5 abandonaram a obra. 1 1 1 1 6 x + 5 x + 60 15 x + + = ⇒ tirando o MMC ⇒ = Então: ⇒ 11x + 60 = 15x ⇒ 10 12 x 4 60 x 60 x 60 ⇒ x = 15 horas. novamente.partir do dia seguinte. X= 5 × 100 (Acompanhe na questão 500 a resolução de uma regra de três composta passo a passo!) Resposta: letra e. que é o percentual da obra executado em cada etapa. Falta fazer 25%. Desse modo. e 111 . que porcentagem do salário ele passará a comprometer com o aluguel? a) 12% b) 15% c) 20% d) 25% e) 30% Solução: Vamos admitir que o salário do trabalhador seja igual a $ 100.00. ou seja: $ 20. as variáveis que não sofrem alteração. colherão as laranjas em 4 horas. Ficamos com: dias % 60 100  15 X  direta 100 × 15 X= = 25% da obra foi realizado nos 15 primeiros dias. Esses 15 operários irão trabalhar durante 40 dias. temos 15 operários.

ou seja. o cachorro estará tirando uma diferença de 25 . Podemos. qual será o percentual de veículos importados vendido em 1996? a) 45% b) 50% c) 60% d) 80% e) 75% Solução: Vamos “chutar” 1000 para a quantidade de veículos vendida em 1994. faremos dois descontos sucessivos de 20% na quantidade de automóveis nacionais e dois acréscimos sucessivos na quantidade de automóveis importados. 60% das vendas de uma revendedora de automóveis foi de veículos nacionais e o restante de veículos importados. 365) Em 1994. Voltando à equação 1− r −9 1 9 = 10 ⇒ 1 = 10 .) até ser alcançada? Resposta: letra e. é necessário que “r” esteja entre ZERO e UM.10.r = -9 ⇒ r = dada no problema: ⇒ r= 1− r − 10 10 Resposta: letra c. iremos multiplicar os 5 pulos do cachorro pelo valor do pulo da lebre (5) e multiplicaremos os 8 pulos da lebre pelo valor do pulo do cachorro (2). um pulo da lebre vale por 2 pulos do cachorro. Agora. Sendo a distância entre os dois igual a 36 pulos de cachorro. Desse modo. Porém. segue-se que o cachorro terá de percorrer essa distância 36 ÷ 9 = 4 vezes até alcançar a lebre. 364) Se 1+r+r²+. Como a distância que os separa é de 36 pulos de cachorro.= 10.16 = 9 pulos. o número de pulos que deverá dar o cachorro para alcançar a lebre é de: a) 40 b) 50 c) 80 d) 70 e) 100 Solução: Há uma relação inversa entre os pulos do cachorro e os da lebre. O leitor conseguiria dizer quantos pulos dará a lebre (em pulos de lebre. usamos a fórmula da soma de uma PG infinita: Sn = 1 1− q 1 Na nossa PG: a1 = 1 e q = r. 363) Um cachorro persegue uma lebre.º de pulos valor do pulo pulos do cachorro: 5 2 pulos da lebre: 8 5 Como a relação entre os pulos é inversa. escrever: 5 n.. Agora.. teremos: 25 x 4 = 100 pulos do cachorro. 2 pulos de cachorro valem 5 pulos de lebre. Então: 112 .. Substituindo-se os valores na fórmula: Sn = .• $ 20 + 40% de $ 20 = $ 28 (o novo aluguel) LEMBRE-SE: As palavras DE e CADA em matemática se transformam em MULTIPLICAÇÃO! Montamos uma regra de três para descobrirmos o novo percentual comprometido com o aluguel: $ % 100 112  28 X  100 × 28 X= = 25% 112 Resposta: letra d. Sabendo-se que as vendas de veículos nacionais caem 20% ao ano e as vendas de veículos importados crescem 20% ao ano. ou ainda um acréscimo e um desconto sucessivos). Usando o método “Cuca Legal” para acréscimos sucessivos (ou para descontos sucessivos. Assim teremos: 5 x 5 = 25 (para o cachorro) e 8 x 2 = 16 (para a lebre). a lebre dá 8 pulos.r ⇒ -10. A cada instante. Desse modo. teremos (60% DE 1000) 600 automóveis nacionais e 400 importados. então “r” vale? 9 1 1 a) 9 b) 10 c) d) e) 10 9 10 Solução: A seqüência acima é uma PG de razão “r” Para que a seqüência seja CONVERGENTE. multiplicando-se o fator do cachorro (25) por 4. Enquanto o cachorro dá 5 pulos.+rn +. que diz que somente poderemos somar os percentuais quando incluirmos nessa soma também o PRODUTO (levando em conta os sinais) dos mesmos percentuais.. efetuaremos uma multiplicação invertida. então.. ou seja: a 0 < r < 1.. ou seja.

os 180 homens ainda terão víveres para 45 dias. Observe o destaque dado à palavra “DE”. Baseado nestes dados. 6% DE X é 30. 366) Em uma cidade do interior.75 d) 2. • Com a chegada dos 45 náufragos. então esse valor corresponde a 6% do total (100%). a) 500 b) 480 c) 580 d) 384 e) 850 Solução: Se as 30 vias aumentariam o percentual de vias asfaltadas de 84% para 90%. Sobre este total se acrescenta 20% de água. a quantidade de carros nacionais (2 anos depois) será de: 36 × 600 = 384 (mais fácil ainda teria sido multiplicar 600 por 600 . composta de 180 homens. Já foi dito que essa palavra se transforma numa MULTIPLICAÇÃO! Então: 6 X = 30 . Somando-se ao total de vias: 500 + 80 = 580. que terão víveres para “x” dias.36% DE 600.20 20 × ⇒ −40% + 4% = −36% (dois descontos sucessivos de 20% eqüivale a 100 100 um ÚNICO desconto de 36%. para 3 baldes de pedra britada e 4 baldes de areia.84%). que é o percentual que restou. Quantos m³ de pedra britada serão necessários para fazer 12m³ de concreto? a) 4. Se a prefeitura asfaltasse mais 30 vias.5 e) 2 113 . Para quantos dias ainda darão os víveres. Podemos encontrar facilmente a quantidade de vias que ainda não foram asfaltadas (100% . Decorridos 15 dias de viagem foram recolhidos 45 náufragos. que consiste em calcular 16% de 500: 16 . 44 × 400 = 576 . 2 anos depois a concessionária vendeu um total de 384 + 576 = 960 carros. Assim. 367) A tripulação de um navio. Por outro lado: 20 20 + 20% + 20% + × ⇒ +40% + 4% = +44% (dois aumentos sucessivos de 20% eqüivale a um 100 100 ÚNICO acréscimo de 44%. calcule a soma do total de vias da cidade com o número de vias que não estão asfaltadas no momento. que será: quantidade % 960 100  576 X  100 × 576 X= = 60% 960 Resposta: letra c. dispõe de víveres para 60 dias. ou seja: 600 − 100 64%. Já a quantidade de carros importados será: 400 + 44% DE 400. Queremos agora o percentual de carros importados. CUIDADO! Esta não é a resposta do 100 problema!!! Foi pedida a soma do total de vias com a quantidade de vias que ainda não foram asfaltadas. Regra de três: homens dias − 20% − 20% + 180 ↑  45  225   X ↓ 180 × 45 = 36 De onde retiramos: x = 225 Resposta: letra a 368) Para fazermos concreto em uma construção usamos como proporção básica na mistura 1 balde de cimento. ou seja: 400 + 100 Assim.5 b) 4 c) 3.500 = 80 . após o aumento da tripulação? a) 36 b) 27 c) 30 d) 42 e) 92 Solução: • Passados os 15 dias. que resulta: X = 500 (o total de vias da cidade). Desse modo.. 100 Resposta: letra c.). a tripulação passou a ser de 225 homens. esse percentual subiria para 90%.. 84% das vias públicas são asfaltadas.

ela passa a pesar 0. Qual o peso. sobre o total 1 + 3 + 4 = 8 ACRESCENTA-SE 20% de 1 3 4 1+ 3 + 4 água. lê 1/3 do restante e ainda ficam faltando 240 páginas. + = 5 15 15 Podemos concluir a resolução por meio de uma regra de três ou então por uma simples equação: 8 . 4 1 4 ele lê 1/3.48 Resposta: letra d 370) Um estudante precisa ler um livro para uma ficha-resumo. Destes 4/5. Seja y o peso do vinho contido na garrafa.75 3 9. por exemplo “A”. 369) Uma garrafa cheia de vinho pesa 1. ou seja. lê 1/5 do total.28 kg. o estudante já leu 1/5 (primeiro dia) MAIS 4/15 (segundo dia) do livro. Como pretendemos encontrar apenas a quantidade de pedra. “B” e “C”. então ficam faltando 4/5 do livro para ler.28 Se 4/9 do vinho foram consumidos.6 Resposta: letra c.72 .6 B 12 3 × 12 36 calcularmos = ⇒B = ⇒B = ⇒ B = 3. Assim.02 kg. Quantas páginas tem o livro? a) 400 b) 450 c) 300 d) 500 e) 550 Solução: Se o estudante lê 1/5 do total no primeiro dia. que faz com que fiquemos com: 8 + 20% x 8 = 9.08 ⇒ x = 0.40 ⇒ Somando-se as duas equações ⇒ 4x = 0. então ficaram 5/9 do vinho na garrafa. x = 240 ⇒ x = 450 15 Resposta: letra b 371) Que horas são se 2/3 do que ainda resta para terminar o dia é igual ao tempo que já passou? a) 9h b) 9h 6 min c) 7h 30 min d) 8h e) 9h 36 min Solução: Seja “x” o tempo que já passou. No primeiro dia. No segundo dia. Tomando 4/9 do vinho contido na garrafa. ainda ficam faltando os outros 8/15. ou 20 g  9 x + 5 y = 6.6 9.Solução: Trata-se de um problema de divisão proporcional. 114 . NESTE PROBLEMA. que correspondem a 240 páginas. basta resolvermos o sistema com as duas equações: . podemos escrever outra equação: 5y = 0. = 5 3 15 Então.6. basta 1 3 4 1+ 3 + 4 9. que totalizam: 1 4 7 . da garrafa vazia? a) 50 b) 40 c) 30 d) 20 e) 10 Solução: Seja x o peso da garrafa vazia. Aplica-se aqui a propriedade: “Numa proporção dada antecedente está para o seu 1 3 4 conseqüente.48 Como queremos calcular o peso da garrafa vazia. assim como a SOMA dos antecedentes está para a SOMA dos conseqüentes” A B C A +B+ C = = = .6 9. 12 m3.72 kg. em gramas. A proporção será dada por: A B C = = . pedra e areia. As partes de cimento. serão. Substituindo-se esses resultados na proporção: A B C A + B + C 12 = = = = .48 x+ 9 Agora. Portanto. Tiramos o MMC e ficamos com: 9x + 5y = 6. A soma das partes A + B + C será igual à quantidade de concreto que se quer fabricar. que dá . eliminaremos o “y” multiplicando a primeira equação por -5: − 5 x − 5 y = −6. x + y = 128  5 x + 9 y = 6. Daqui podemos escrever uma equação: x + y = 1.

55 e calcular a razão.y = 24 ⇒ 3y . Resolvendo: 2 × 48 × 72 2 2 = = 57. quando.6 km / h Mh = = 48 + 72 1 1 48 + 72 + 48 × 72 72 48 Um “truque” muito criativo para se calcular a velocidade média (quando as distâncias percorridas são iguais e os valores das velocidades não diferem muito um do outro) é fazer o seguinte: Calcula-se a “média aritmética” entre as duas velocidades. 2 Temos. retorna para A com uma velocidade de 48 km/h.6 Muito cuidado na conversão para horas e minutos! Daqui resulta: 9h e 36 min. trata-se de “média harmônica”. x2.. 21 + 55 = 38 Aplicando-a aqui. x.. do seguinte modo: 115 . Verifique este “truque” no problema abaixo.A.y = 24 ⇒ 2y = 24 ⇒ y = 12 (a idade do filho). é dado pela média aritmética simples do seu antecessor com seu sucessor”.x). e x1. Sabemos que este resultado não é correto.. 374) Um automóvel sobe uma rampa com velocidade de 40 km/h. que diz o seguinte: “Em uma Progressão Aritmética. isolamos o valor de x) ⇒ x = 3y (iremos substituir este valor na segunda equação) y 1 x . . a idade do irmão do meio é: a) 16 b) 29 c) 32 d) 35 e) 38 Solução: Podemos usar aqui uma propriedade da P.. Resposta: letra e 372) A idade de um pai está para a idade de seu filho assim como 3 está para 1. n . Do enunciado do problema podemos escrever as equações: x 3 = (Daqui. Qual é a sua velocidade média? a) 50 km/h b) 20 km/h c) 100 km/h d) 48 km/h e) 24 km/h Solução: Usando o “truque” dado na questão anterior.+ x1 x2 xn os elementos do conjunto de dados.. encontramos para velocidade média: 40 + 60 = 50 . (24 − x) = x 3 48 . a exceção dos extremos. . baseado no resultado encontrado.6 km/h e) 36 km/h Solução: Muito cuidado com problemas envolvendo velocidade média! A tendência é tentar resolvê-lo por “média aritmética simples”. Qual é a idade de cada um. xn são Fórmula: Mh = 1 1 1 + +. e x = 36 (a idade do pai) Resposta: letra b.O que resta para terminar o dia é (24 . Resposta: letra d. Seja y a idade do filho. Entretanto. cada termo. ele desce com uma velocidade de 60 km/h. Sabendo-se que o mais jovem tem 21 anos e o mais velho 55 anos. marcaremos a primeira alternativa que apresentar um valor ligeiramente menor do que o encontrado.2x = 3x ⇒ 5x = 48 ⇒ x = 9. sabendo que a diferença entre elas é de 24 anos? a) 10 e 34 b) 12 e 36 c) 15 e 39 d) 6 e 30 e) 18 e 42 Solução: Seja x a idade do pai. Ao chegar ao alto da rampa. na verdade. Qual é a sua velocidade média? a) 60 km/h b) 24 km/h c) 120 km/h d) 57. onde: “n” é o número de elementos do conjunto. o valor LIGEIRAMENTE INFERIOR a 50 encontrado é o 2 48. a equação: . em progressão aritmética. 375) As idades de três irmãos estão. que é a resposta correta!!! Resposta: letra d. nesta ordem. então. teremos: x = 2 E se você não se lembrar dessa propriedade? Muito simples: basta tomar a progressão: 21. ao chegar à cidade B. Observando as alternativas. 373) Um ônibus faz o percurso entre as cidades A e B a uma velocidade de 72 km/h..

116 . 378) Uma lata cilíndrica com 10 cm de diâmetro e altura de 13 cm contém um líquido que ocupa 2/3 de sua capacidade. Iremos “resumi-lo” da seguinte maneira: “O somatório dos INVERSOS dos tempos individuais é igual ao inverso do tempo conjunto”. h ⇒ V = π .5 = 680 mililitros. As raízes são: 15 e -14. ou . cada pessoa presente cumprimentou todas as outras. ou ainda: 2 1020. 1.1) = 210 (que resulta numa equação do (n − 2)! segundo grau idêntica à da solução 1). deveremos realizar o produto x. 1 1 1 1 Assim: (tirando-se o MMC de ambos os membros da equação) ⇒ + − = 3 6 12 x 4 x + 2x − x 12 .21 = 55 .(x . são necessárias DUAS pessoas para UM aperto de mão. 376) Uma torneira. é aproximadamente igual a: a) 680 b) 740 c) 1.2 = 2 !× (n − 2)! n × (n − 1) × (n − 2)! = 210 . Mas apenas 2/3 desse volume está na lata. vem: n. Calculando o volume da lata: V = π . Quantas pessoas havia na biblioteca? a) 21.21 e r = 55 . Disto tudo. O destaque na palavra “cada” não foi por acaso: as palavras “CADA” e “DE” em matemática significam MULTIPLICAÇÃO.x (numa Progressão Aritmética.0205 litros.205 Solução: A equivalência entre a medida de volume e capacidade é: 1 dm3 = 1 litro. Outra torneira. A resposta negativa obviamente não 2 serve! Então o resultado é: 15 pessoas. 2) Como segunda solução. basta pensarmos que.3 dm. Desse modo. abertos ao mesmo tempo.3 = 1.4 h NÃO É 2 h e 40 minutos!!! A fração 0. O problema solicitou o cálculo em mililitros! Convertendo as unidades: 10 cm = 1 dm.5 mililitros. o tanque ficará cheio em: a) 2 h e 40 min b) 5 h c) 7 h e 30 min d) 3 h e) 2 h e 24 min Solução: Devemos utilizar aqui o “Método da Redução à Unidade”. 3 aproximadamente. se a cada duas pessoas resulta um aperto de mão. Resposta: letra e. O volume de líquido que a lata contém. Entretanto. Observe que 2.r = x . ao todo. enche o mesmo tanque em 6 horas. trabalhando sozinha.52 .4 h . em mililitros.020 d) 1. Com as duas torneiras mais o ralo.x = 76 ⇒ x = 2 Resposta: letra e. a razão é sempre dada pela diferença entre um termo qualquer e o seu antecessor!) 76 = 38 Agora.x = 55 + 21 ⇒ 2. Cn. cada uma das “x” pessoas irá apertar a mão de outras “(x 1)” pessoas. Resposta: letra c.085 e) 1.( x − 1) = 105 ⇒ x2 − x − 210 = 0 . teremos: = 105 . b) 10 c) 15 d) 35 e) impossível.4 h corresponde a 24 minutos (faça uma regrinha de três e comprove!).x ⇒ 2.1). também trabalhando sozinha. então.1020. Resposta: letra a. deveremos COMBINÁ-LAS duas a duas para ter a solução do problema: n! Desenvolvendo o fatorial do numerador. r2 . Novamente lançamos aqui o ALERTA para a conversão de fração de hora 5x = 12 ⇒ x = 5 em minutos. é só IGUALAR as duas equações: x . enche um tanque em 3 horas. 0. 13 cm = 1. havendo. que resulta em: = 12x 12x 12 = 2. O produto que realizamos está contando o DOBRO dos apertos de mão realizados. Simplificando. Solução: Vamos indicar duas formas de resolver o problema: 1) Se tivermos “x” pessoas na biblioteca. (n . Um ralo esvazia o tanque em 12 horas. 377) Numa biblioteca.0205 dm3 ou 1. irá resultar: x. 105 apertos de mão.

Então: = x−4 x x( x − 4) x( x − 4) − b ± b 2 − 4ac retiramos as raízes: -16 e 20..100 = 1000 .00 e vende pelo mesmo preço. para facilitar os cálculos: + 12   x  x2 . 10 + 117 (x − 4). Colocamos (x . Resolvendo. O problema diz que 4 pessoas desistiram x−4 x da partilha. Então. Depois das quatro desistências.4) em evidência e substituímos o valor de y (primeira  1000 100  equação): ( x − 4). depois de retirar 4 garrafas e aumentar o preço da dúzia em R$100. agora estão na razão de 4 para 5.  x  . iremos SIMPLIFICAR a equação acima (dividindo cada termo por 50).4x ⇒ = + 1.320 = 0. y + 12 . cada uma recebeu: 4000/16 = 250 Resposta: letra c.( x − 4) 80 80 ⇒ 80x = 80x . ficaram 16 pessoas para partilhar 4000. Observe esta equação atentamente. Então: = x 5 y−8 8 4x (equação 2). que nos fornece 12    o resultado: x = 24 Resposta: letra a.4x .320 + x2 . Então: y 4 (equação 1). para facilitar os cálculos! A equação simplificada será: 80 x 80.( x − 8) ⇒ . qual é o número original de garrafas de vinho na caixa? a) 24 b) 16 c) 18 d) 48 e) 10 Solução: Sendo x o número de garrafas e y o preço de cada uma.00. A 2a resposta negativa NÃO SERVE! Assim. ( x − 8) = ⇒ 44x -440 = 40x -320 ⇒ 44x -40x = 440 -320 ⇒ 4x = 120 ⇒ x= 30 55 55 Resposta: letra d.00: x. O problema diz que há 8 anos as idades estavam na razão de 8 para 11. a parte relativa a cada uma das pessoas remanescentes aumentou de R$50.  = 1000 .480 = 0. O problema diz que agora (atualmente) as idades estão na razão de 4 para 5. 380) As idades de duas pessoas há 8 anos estavam na razão de 8 para 11. Então. quatro delas desistiram em benefício das demais..00. Daqui resulta a equação do segundo grau: x2 -4x . o número inicial de pessoas é 20.00 d) 15 e R$250. (MMC!). Nessas condições. qual é a idade da mais velha atualmente? a) 15 b) 20 c) 25 d) 30 e) 35 Solução: Seja y a idade da pessoa mais nova. Fazendo o MMC dos dois lados temos: temos: 5 = −8 = 11 x−8 5 11 44 x − 440 40.00 deveria ser repartida em partes iguais por um certo número de pessoas.000.00 b) 50 e R$350.00 c) 20 e R$250. Então a NOVA COTA de cada uma será igual à ANTIGA COTA ACRESCIDA DE 50. Mas. Seja x a idade da pessoa mais velha.00 Solução: Seja “x” o número de pessoas que iria repartir a importância. antes disto.00 e) 25 e R$300. No momento da partilha. 381) Um comerciante compra uma caixa de vinho estrangeiro por R$1. Qual o número de pessoas que deveriam ser beneficiadas e quanto recebeu cada uma depois das quatro desistências? a) 25 e R$350. Colocando esse valor de y na equação 2 = x − 8 11 5 4x −8 8 4x 8. temos: 1000 . Tiram-se 4 garrafas e aumenta-se o preço da dúzia em R$100.379) A quantia de R$ 4. Podemos escrever a seguinte equação: 4000 4000 = + 50 . Dividiremos cada termo por 100. Isolando y na equação 1: y = . ( x − 4) + x. Pela fórmula de Bháskara x = 1 = 10 .000.y = 1000 ⇒ y = x (x − 4) (x − 4).

3.8. de cada uma das arestas do cubo? a) 1 b) 2 c) 4 d) 6 e) 9 Solução: Fórmula da área total de um cubo: A T = 6. O leitor deverá estar familiarizado com estes conceitos para poder resolver o problema. ou seja. teremos: a = 6 cm Resposta: letra d. chegaremos ao valor de 100 séculos!!! Resposta: letra d.6.5 P(R) = 0. P(H) ⇒ substituindo-se os dados.. e “K” a condição de “paciente curado”. 385) Uma clínica especializada trata apenas de 3 tipos de doentes: dos que sofrem de problemas cardíacos.1% Solução: Temos aqui uma questão que envolve “Probabilidade Condicional” e o “Teorema da Probabilidade Total”. posteriormente.2. A outra forma de resolver o problema envolve Progressões Aritméticas..1% b) 42.382) Num programa transmitido diariamente. fazendo a contagem de dias em que os dois estarão de folga no mesmo dia para o espaço de um mês. é o mesmo que expressa seu volume. os problemas de cálculo renal em 90% das vezes e os hipertensos em 95% das vezes. 118 .8 P(K/R) = 0. e.1% c) 45. Um enfermo saiu curado da clínica. Qual o comprimento.. Sejam: “C” o conjunto dos pacientes com problemas cardíacos. onde “a” é o valor da aresta do cubo. P(R/K) = ? Da definição de probabilidade condicional. “R” o conjunto dos pacientes com problemas renais.1% e) 46.1 P(K/C) = 0.7. 40% são portadores de cálculo renal e apenas 10% são hipertensos. Se João trabalha 3 dias e folga 1 e Pedro trabalha 7 dias e folga 3. multiplicar esse valor por 12 (meses) para obter o total para um ano. onde P(K) é a probabilidade total e pode ser escrita como segue: P(R / K ) = P(K ) P(K) = P(K/C). dos que têm cálculo renal e dos hipertensos. Para esgotar todas as prováveis seqüências dessas músicas serão necessários aproximadamente: a) 10 dias b) um século c) 10 anos d) 100 séculos e) 10 séculos Solução: Resolve-se o problema por meio de permutação simples: P10 = 10! = 10. Desse modo.º que expressa a área total de um cubo. Resposta: letra a. mas nunca na mesma ordem.1 Serão necessários 10! (fatorial de 10) dias.5.9 P(K/H) = 0. Simplificando ambos os membros por a2. 50% dos pacientes que procuram a clínica são cardíacos.. “H” o conjunto dos pacientes hipertensos. pois o problema pede uma resposta aproximada). então no espaço de um ano..a2. podemos escrever: P(R ∩ K ) . logo.. P(C) + P(K/R). P(R) + P(K/H). a probabilidade de ser portador de cálculo renal sabendo que saiu curado.9.95 Queremos saber qual é a probabilidade de um paciente que saiu curado da clínica ser portador de cálculo renal. Fórmula do volume de um cubo: V = a 3 Foi dado que: V = AT.. em cm. 383) João e Pedro começam a trabalhar no mesmo dia em uma empresa. em quantos dias João e Pedro estarão de folga juntos? a) 36 b) 38 c) 40 d) 48 e) 60 Solução: Vamos resolver o problema por um método mais simples.4. P(C) = 0. Qual a probabilidade de que ele sofresse de cálculo renal? a) 43. em cm3. 384) O n. a 2 .1% d) 44. no espaço de um ano eles terão: 3 x 12 = 36 dias de folga em comum. Assumindo “T” para dias trabalhados e “F” para folgas: JOÃO: TTTFTTTFTTTFTTTFTTTFTTTFTTTFTT PEDRO: T T T T T T T F F F T T T T T T T F F F T T T T T T T F F F Estão destacados acima 3 dias de folga comum. Então: a3 = 6.. Os problemas cardíacos são curados em 80% das vezes. em cm2.4 P(H) = 0. uma emissora de rádio toca sempre as mesmas dez músicas. para esgotar todas as possibilidades. Convertendo esse número em anos (dividindo por 360.

855 ⇒ voltando para P(R / K ) = 119 . Sabendo-se que 20% dos empregados da capital optaram pela realização do curso e que 35% dos empregados da filial de Ouro Preto também o fizeram. 4 Então. 3 m.4 ⇒ P(R ∩ K ) = 0. então a percentagem dos empregados da filial de Montes Claros que não optaram pelo curso é igual a: a) 60% b) 40% c) 35% d) 21% e) 14% Solução: P(K) = 0.1600 = 0 (multiplicando por -1) ⇒ x2 . 389) De todos os empregados de uma grande empresa.8 x 0. também.855 Resposta: letra b.CUSTO): L = 100x .9 × 0.00. Então. x unidades de um determinado produto. Então: 4 3 6 5 12 30 42 7 P( A ∩ A ) + P(B ∩ B) = × + × = + = = 10 9 10 9 90 90 90 15 Resposta: letra d.20x .x. 388) Um triângulo tem lados que medem. então sua RECEITA será dada pela equação: R = 100.95 x 0. aqui está o triângulo procurado. para que a firma tenha um lucro diário de $ 900. em reais.80x + 1600 = 0 ⇒ (Bháskara) ⇒ x = 40. Se multiplicarmos essas medidas por “2” teremos o triângulo 6−8−10. Um segundo triângulo. 4 m.00 a unidade. Queremos 2 crianças do mesmo sexo. respectivamente. igual a: b) 24 m2 c) 48 m2 d) 60 m2 e) 72 m2 a) 12 m2 Solução: UMA DICA: O triângulo retângulo PITAGÓRICO clássico tem medidas: 3−4−5 e valem todos os múltiplos dessas medidas. cujo perímetro é exatamente 24.P(R ∩ K ) e P(K ) fazendo P(R ∩ K ) = P(K / R) × P(R) ⇒ P(R ∩ K ) = 0. retângulo é dada pelo semiproduto de seus catetos. o custo total. 30% optaram por realizar um curso de especialização.700 ⇒ para um lucro de $ 900. Se x unidades são produzidas a cada dia. Na matriz trabalham 45% dos empregados e na filiar de Ouro Preto trabalham 20% dos empregados.421 ou P(R / K ) = 421% P(R / K ) = 0. segue-se que: A = 2 Resposta: letra b. 0.36 . a probabilidade de uma criança ser sorteada ser menina é dada por: P( A ) = . 5 m. É um probabilidade de ser menino é dada por: P(B) = 10 problema de RETIRADAS SUCESSIVAS SEM REPOSIÇÃO. e a 10 6 .5 + 0. 386) Uma firma produz. Possui.36 ⇒ teremos.9 x 0. Duas crianças são sorteadas para constituírem uma dupla de ping-pong. portanto. A probabilidade de as duas crianças escolhidas serem do mesmo sexo é: 4 9 21 7 8 a) b) c) d) e) 25 25 50 15 15 Solução: Seja “A” o conjunto das meninas e “B” o conjunto dos meninos. Como foi dada a equação que representa o CUSTO (C = x2 + 20x + 700).x2 . e pode vender tudo o que produziu ao um preço de $ 100. duas filiais. que é semelhante ao primeiro. 387) Em uma sala de aula estão 4 meninas e 6 meninos. o número de unidades produzidas (e vendidas) por dia.4 + 0. São 10 crianças ao todo.700 ⇒ L = -x2 + 80x .(x2 + 20x + 700) ⇒ L = 100x . Portanto. teremos ⇒ 900 = -x2 + 80x . deve ser igual a: a) 40 b) 50 c) 60 d) 70 e) 80 Solução: Se a firma produz “x” unidades do produto e venda cada uma por $ 100. Como a área de um triângulo 6×8 = 24 m2. Essa empresa tem sua matriz localizada na capital. ⇒ P(R / K ) = 0.700 ⇒ -x2 + 80x . por dia. uma em Ouro Preto e outra em Montes Claros. da produção diária é igual a x2 + 20x + 700. Resposta: letra a. portanto. tem perímetro igual a 24 m.1 ⇒ P(K) = 0. a área do segundo triângulo e. podemos escrever a equação que representa o LUCRO (LUCRO = RECEITA .

Vamos montar uma tabela, para melhor visualização dos dados: M C P Empregados 45% 35% 20% Optantes do curso (Y) 20% X 35% Onde: “M” significa Matriz “C” significa Montes Claros e “P” significa Ouro Preto. Também chamamos de “Y” ao conjunto dos que optaram pelo curso. Observe que aqui iremos calcular primeiro o percentual de empregados da filial de Montes Claros (C) que optaram pelo curso. Posteriormente, calcularemos o complemento desse resultado, para responder a questão. Ora, se 20% de 45% mais X% de 20% mais 25% de 25% é igual a um total de 30%, escreveremos o seguinte: X 20 45 35 35 20 30 ⇒ multiplicando todos os termos por 10000 ⇒ × + × + × = 100 100 100 100 100 100 100 900 + 35 X + 700 = 3000 ⇒ 35 X + 1600 = 3000 ⇒ 35 X = 3000 − 1600 ⇒ 35 X = 1400 ⇒ 1400 X= ⇒ X = 40% . Este é o percentual dos que optaram pelo curso, ou seja, P(X) = 40%. 35 Queremos encontrar o percentual dos que não optaram pelo curso: P( X ) = 100% − P( X ) ⇒

P( X ) = 100% − 40% ⇒ P( X ) = 60% Resposta: letra a. 390) Em determinado país existem dois tipos de poços de petróleo, Pa e Pb. Sabe-se que oito poços Pa mais seis poços Pb produzem em dez dias tantos barris quanto seis poços Pa mais dez poços Pb produzem em oito dias. a produção do poço Pa, portanto, é: a) 60,0% da produção do poço Pb; b) 60,0% maior do que a produção do poço Pb; c) 62,5% da produção do poço Pb; d) 62,5% maior do que a produção do poço Pb; e) 75,0% da produção do poço Pb; Solução: Se raciocinarmos por meio de uma proporção, iremos verificar que, se a produção nas duas situações foi a mesma, porém o tempo foi menor na segunda situação, então isto nos indica que a capacidade de produção dos poços trabalhando na segunda situação foi maior do que a capacidade de produção dos poços trabalhando na primeira situação. Então: 8.Pa + 6.Pb 8 = ⇒ 10.(8.Pa + 6.Pb) = 8.(6.Pa + 10.Pb) ⇒ 80.Pa + 60.Pb = 48.Pa + 80.Pb ⇒ 6.Pa + 10.Pb 10 20.Pb 80.Pa − 48.Pa = 80.Pb − 60.Pb ⇒ 32.Pa = 20.Pb ⇒ Pa = ⇒ Pa = 0,625.Pb , ou seja, a 32 capacidade de produção do poço Pa é 62,5% da capacidade de produção do poço Pb Resposta: letra c. 391) Um pintor colocou um quadro à venda. Como não conseguiu vendê-lo ao final de um mês, resolveu remarcar o preço, concedendo 30% de desconto sobre o preço de venda. Uma semana depois, nova remarcação: 10% sobre o novo preço. Uma semana depois, um comprador se dispôs a comprar o quadro, desde que fosse concedido um desconto de 20%. A venda então foi realizada. Que percentagem do preço inicial representou o preço final? a) 50,4% b) 94% c) 40% d) 60% e) 49,6% Solução: Temos aqui três descontos sucessivos! Podemos utilizar o método “Cuca Legal” para acumular os descontos, porém deveremos realizar os cálculos em duas etapas: 10 30 − 10% − 30% + × = −40% + 3% = −37% . Tomamos agora esse resultado (-37%) e o 100 100 acumulamos com os 20% finais... 37 20 − 37% − 20% + × = −57% + 7,4% = −49,6% . Ora, se o pintor deu um desconto global de 100 100 49,6%, então vendeu o quadro por (100% - 49,6% = 50,4%) 50,4% de seu preço inicial. Resposta: letra a.
120

392) Na figura abaixo, ABCD é um quadrado de área unitária. Os pontos E e F são os pontos médios de BC e CD, respectivamente. Qual é a área do triângulo AEF?

1 1 3 3 1 b) c) d) e) 4 3 16 8 2 Solução: Os triângulos ABE e ADF são iguais. Se juntarmos os dois, teremos um retângulo de dimensões iguais a 1 e 0,5 e área igual a 0,5. O triângulo CEF é isósceles e tem catetos iguais a 0,5. Assim, sua área 1 0,5 × 0,5 0,25 1 ⇒A= ⇒A= 4⇒A= . será: A = 2 2 2 8 Somando-se esta área com a área do retângulo, teremos: 1 1 5 + = , que é a soma das áreas dos triângulos retângulos ABE, ADF e DEF. Desse modo, a área 2 8 8 do triângulo AEF será igual à área do quadrado (1) menos a área dos três triângulos retângulos calculadas anteriormente, ou... 5 3 A AEF = 1 − ⇒ A AEF = 8 8 Resposta: letra d. 393) O preço de uma mercadoria foi reduzido em 25%. Se desejarmos obter novamente o preço original, o novo preço deve ser aumentado de: a) 20% b) 25% c) 33,3% d) 40% e) 50% Solução: Temos uma forma DIRETA para resolver este tipo de problema (que somente envolve as taxas de d , onde “i” é a taxa de juros (ou “efetiva” da operação) e “d” é desconto e de juros ou efetiva): i = 1− d a taxa de desconto. Como o enunciado diz que o preço foi “reduzido”, a taxa dada foi a de “desconto” e quer-se calcular a taxa de juros. então: 0,25 ⇒ (LEMBRE-SE de que a taxa deverá estar na sua forma UNITÁRIA para ser substituída i= 1 − 0,25 0,25 25 1 ⇒i= ⇒i= (na forma UNITÁRIA). Para transformarmos uma em uma fórmula) ⇒ i = 0,75 75 3 fração em %, basta multiplicar o numerador por 100 e efetuar a divisão. Logo: 100 ÷ 3 = 33,33% Resposta: letra c. 394) Em uma pesquisa realizada entre 200 estudantes universitários, constatou-se que 50% tomam conhecimento das notícias através da televisão; 30% ficam informados através dos jornais e 20% se informam através da televisão e dos jornais. Qual o número de pessoas entrevistadas que não lêem jornal nem assistem aos noticiários de televisão? a) 80 b) 40 c) 120 d) 0 e) 60 Solução: Podemos resolver o problema por meio dos diagramas de Euler-Venn, lembrando sempre de começar a distribuição dos valores no diagrama pela interseção de todos os conjuntos envolvidos. Seguiremos as seguintes etapas: I. Se 20% de 200 ficam informados através dos jornais e da televisão, então iniciaremos colocando o n.º 40 na interseção dos dois conjuntos; II. Se 50% de 200 (ou seja, 100 estudantes) ficam informados através da televisão e já colocamos 40 na interseção dos dois conjuntos, então temos outros 60 que apenas assistem televisão para se manterem informados; III. Se 30% de 200 (ou seja, 60 estudantes) ficam informados através dos jornais e já temos 40 estudantes neste conjunto, então teremos outros 20 que apenas lêem jornais para se manterem informados; IV. Se somarmos agora todos os estudantes que figuram nos conjuntos J e T teremos um total de 120 estudantes. Desse modo, para perfazer o total de 200 estudantes, há outros 80 que não lêem jornal nem assistem televisão.
a)
121

Diagrama:

Outra maneira de se resolver o problema seria por meio da combinação de eventos, ou seja, P(T) = 0,5 P(J) = 0,3 P(T ∩J) = 0,2 Então, o n.º de estudantes que lêem jornais OU assistem televisão é: P( T ∪ J) = P( T) + P(J) − P( T ∩ J) ⇒ P( T ∪ J) = 0,5 + 0,3 − 0,2 ⇒ P( T ∪ J) = 0,6 ou P( T ∪ J) = 60% . Ora, se temos 60% de estudantes que assistem televisão ou lêem jornais para obterem informação, então há outros 40% que nada fazem. Assim 40% de 200 é igual a 80 estudantes. Resposta: letra a. 395) Em um dado teste, a média de uma turma é 80. Sabendo-se que 10% da turma obteve nota 95 e 20% obteve nota 90, qual é a nota média do restante da turma? a) 65 b) 70 c) 72,5 d) 75 e) 77,5 Solução: Ora, se 10% da turma obteve nota 95, 20% obteve nota 90, então os outros 70% obtiveram média “X”. Podemos, então, escrever a equação: 0,1 ∗ 95 + 0,2 ∗ 90 + 0,7 ∗ X = 80 ⇒ 9,5 + 18 + 0,7 ∗ X = 80 ⇒ 0,7 ∗ X = 80 - 27,5 ⇒ 52,5 525 X= ⇒X= ⇒ X = 75 0,7 7 Resposta: letra d. 396) Em 9 horas, um corredor A percorre 1 quilômetro a mais que B, em 11 horas. Em 10 horas, B percorre 5 quilômetros mais que A, em 7. Quantos quilômetros percorre por hora cada um? a) A: 6 km/h e B: 4 km/h b) A: 7 km/h e B: 5 km/h c) A: 3 km/h e B: 2 km/h d) A: 5 km/h e B: 4 km/h e) A: 4 km/h e B: 3 km/h Solução: Temos aqui duas situações: Situação 1: d d v A = A (I) v B = B (II) d A = dB + 1 (III) 9 11 onde: v A é a velocidade do corredor A; d A é a distância percorrida pelo corredor A;

v B é a velocidade do corredor B; dB é a distância percorrida pelo corredor B Vamos isolar as distâncias nas equações (I) e (II) e substituí-las na equação (III): 9 v A = 11v B + 1 (IV) dA = 9v A dB = 11v B Situação 2: d d v A = A (V) v B = B (VI) dB = d A + 5 (VII) 7 10 Procedendo de modo análogo ao da situação 1 (isolando as distâncias em (V) e (VI) e substituindo em (VII)): 10 v B = 7 v A + 5 (VIII) d A = 7v A dB = 10 v B OBS.: As distâncias d A e dB da situação 1 não serão as mesmas da situação 2! Agora, com as equações (IV) e (VIII) temos um sistema:

122

Então: (3600 − Y) e Y = (3600 − X) (Obs. Solução: Podemos raciocinar por meio de uma regra de três simples inversa (a velocidade é inversamente proporcional ao tempo gasto). mas desse dinheiro deve pagar comissões a Bruno e a Carlos. Bruno e Carlos devem receber. Nessas condições.t1 = 12.99% . A diferença .00. Bruno deve receber 50% do que restar após ser descontada a parte de Carlos e este deve receber 20% do que restar após ser descontada a parte de Bruno. teremos um percentual de homens correspondente a 98 ≅ 0. respectivamente. b) 1 800 e 360 reais c) 1 600 e 400 reais.t1 = 36 . (100 − X ) ⇒ Precisamos escrever uma equação: 100 − X 100 100 ⇒ 9900 − 100 X = 9800 − 98 X ⇒ 100 X − 98 X = 9900 − 9800 ⇒ 2X = 100 ⇒ X = ⇒ X = 50 2 Resposta: letra d. d) 1 440 e 720 reais.t1 velocidade tempo 12 t1  8 3 . e 20% é o mesmo que 1/5) X= 2 5 2X = 3600 − Y ⇒ Y = 3600 − 2X ⇒ substituindo na segunda equação ⇒ (3600 − X) ⇒ 5.6 h.9899 ou 98.6 h corresponde a 36 minutos! Resposta: letra a.12. 99 99 − X 98 = ⇒ 100. Depois. sabe-se que 99% são homens. Senão vejamos: se apenas um homem sair. 20 entre t1 e t2 é: t1 . 397) Em uma sala onde estão 100 pessoas. Quantos homens devem sair para que a percentagem de homens na sala passe a ser 98%? a) 1 b) 2 c) 10 d) 50 e) não é possível determinar Solução: CUIDADO com a tentação de dizer que basta um homem sair para a percentagem cair para 98%.8 .2 h. 399) Alberto recebeu R$ 3 600. 3600 − 2X = 3600 − X ⇒ 18000 − 10 X = 3600 − X ⇒ 3600 − 2X = ) ( 5 123 . ele retorna andando a 8 km/h. Solução: Seja “X” a quantia dada a Bruno e “Y” a quantia dada a Carlos. Sabemos. sem intervalo.t2 = 1. Logo t2 = 1.: 50% é o mesmo que 1/2. Se o tempo gasto nesse treinamento foi exatamente 3 horas. 0. (99 − X ) = 98.2 = 0. a) 1 800 e 720 reais. 398) Um atleta faz um treinamento cuja primeira parte consiste em sair de casa e correr em linha reta até certo local à velocidade de 12 km/h. o tempo em que ele caminhou superou o tempo em que correu em a) 36 minutos b) 30 minutos c) 25 minutos. pelos dados do problema que t1 + t2 = 3 e t2 = 3 .t1) ⇒ 8. e) 1 440 e 288 reais.t1 = 36 t 1 = = 18 h. d) 22 minutos e) 15 minutos.1.9 v A = 11VB + 1 9 v A − 11VB = 1 ⇒  ⇒ multiplicando-se a primeira equação por 10 e a segunda  10 v B = 7 VA + 5 − 7 VA + 10 v B = 5 90 v A − 110 VB = 10 por 11 ⇒  ⇒ somando-se membro-a-membro ⇒ 13 v A = 65 ⇒ − 77 VA + 110 v B = 55 65 vA = ⇒ v A = 5 km / h ⇒ substituindo-se este resultado na equação (VIII) ⇒ 13 40 10 v B = 7 × 5 + 5 ⇒ 10 v B = 40 ⇒ v B = ⇒ v B = 4 km / h 10 Resposta: letra d.(3 .t1 ⇒ 20.t1  36 Temos: 8.

ofereceu novo desconto de 10%. o valor restante corresponde a 81% do valor original. podemos encontrar o desconto acumulado por meio do método “Cuca Legal” (já mencionado neste livro): 10 10 − 10% − 10% + × = −20% + 1% = −19% .3 = (10 × 9 × 8) = 720 2 = 518400 2 Resposta: letra a.02 ou 2% Resposta: letra d. então. 100 100 Como o desconto global foi de 19%. Nessas condições. Quando se constata sua ineficácia. 402) Com 1 260 kg de matéria prima uma fábrica pode produzir 1 200 unidades diárias de certo artigo durante 7 dias. CADA um terá a mesma quantidade de arranjos. Por isso. pode-se tentar o medicamento B. 403) O medicamento A. Solução: Se 20% do medicamento A é ineficaz e 10% do medicamento B é ineficaz.3 . então temos aqui um problema que se resolve por meio de Arranjo de 10 tomados 3 a 3: A 10. Cada cadeado é aberto por meio de uma senha. se o A não deu resultado.00 b) R$ 152. X = 648 ⇒ X = 800. ou 81 seja: . Nessas condições.00. com 3 780 kg de matéria prima.00 Resposta: letra b.45 d) R$ 71. P( A ∩ B) = 0. e) numa população de 20 000 bovinos.00 c) R$ 132. O preço inicial desse terno era superior ao preço final em a) R$ 162. é verdade que a) o medicamento B é duas vezes mais eficaz que o medicamento A. é ineficaz em cerca de 20% dos casos. a probabilidade de ambos serem ineficazes será dada por: P( A ∩ B) = P( A ) × P(B) (os eventos são independentes). Então: A 10. c) numa população de 16 000 bovinos.9 X = 14400 ⇒ X = 1600 e Y = 400 Resposta: letra c. que é ineficaz em cerca de 10% dos casos. 400) Para entrar na sala da diretoria de uma empresa é preciso abrir dois cadeados. A é ineficaz para exatamente 4 000 indivíduos. Como são 2 cadeados. b) numa população de 20 000 bovinos.3 × A 10.2 × 0. d) a aplicação de A e depois de B. 401) Numa loja de roupas.1 = 0.28 e) R$ 64. O gerente da loja anunciou um desconto de 10% no preço. deve ser ineficaz para cerca de 2% dos indivíduos. um terno tinha um preço tão alto que ninguém se interessava em comprálo. então.00 Solução: Se foram dois descontos sucessivos de 10%. o que baixou o preço para R$ 648. 124 . A diferença entre o preço original e o preço descontado é de (800 100 648 = 152) ⇒ R$ 152. o número máximo de tentativas para abrir os cadeados é a) 518 400 b) 1 440 c) 720 d) 120 e) 54 Solução: Se cada cadeado é aberto por meio de uma senha com 3 algarismos distintos. por quantos dias será possível sustentar uma produção de 1 800 unidades diárias desse artigo? a) 14 b) 12 c) 10 d) 9 e) 7 Solução: Kg unidades/dia dias 1260 1200 7   3780 1800 X   direta inversa 7 × 1200 × 3780 = 14 X= 1260 × 1800 Resposta: letra a. usado para engorda de bovinos. B é eficaz em cerca de 12 800 indivíduos. mas sem resultado. A é eficaz para cerca de 18 000 indivíduos. Nessas condições. Cada senha é constituída por 3 algarismos distintos.

Ambos encontram outro ilhéu. 405) Se 1 hectare corresponde à área de um quadrado com 100 m de lado.00 d) R$ 4. e) X fala a verdade.01 km2 = 0.200. quantas questões ele errou? a) 38 b) 28 c) 19 d) 15 e) 12 Solução: Seja “X” a quantidade de questões certas e “Y” a quantidade de questões erradas. 406) Vendi um leitão por R$ 23. 3. também diria “sim”. poderemos descobrir qual foi o preço de custo do leitão: 3 5C 2 V = C + L ⇒ 31000 = C + C ⇒ 31000 = ⇒ C = 31000 × ⇒ C = 18600 .0036 Solução: Se um hectare corresponde a 10000 m2 e 10000 m2 correspondem a 0. Dessa situação é correto concluir que a) Y fala a verdade b) a resposta de Y foi NÃO. Quanto lucrei na venda do leitão? a) R$ 5. A primeira equação dispensa maiores comentários: se somarmos as quantidades  10 X − 4 Y = 332 3 x = 75 ⇒ x = 125 . Logo. podemos escrever que: L = C . então expressando-se a área de 3. pois se fosse do tipo que sempre fala a verdade.00. o lucro seria 2/3 do preço de custo.6 hectares corresponderão a: 3. teria lucrado 2/3 do preço que ele me custou. Resposta: letra e. “C” é o preço de custo e “L” é o lucro. Ele responde na sua língua e o intérprete diz – Ele disse que sim.6 x 0. Há quantos anos atrás a idade do pai era o quádruplo da idade do filho? a) 4 b) 20 c) 25 d) 15 e) 30 Solução: Assumindo que o fato se deu há “x” anos atrás.036 km2 Resposta: letra d.00 c) R$ 7. cada questão acertada por um estudante vale 10 pontos e cada questão errada faz com que lhe sejam retirados 4 pontos. 5 3 3 Agora que já sabemos qual foi o preço de custo do leitão. Nestas condições.200.200.600. c) ambos falam a verdade d) ambos mentem. onde “V” é o preço de venda. Por outro lado.00 Solução: Se o leitão fosse vendido por MAIS 7200. Substituindo-se todos os dados 3 conhecidos na fórmula dada. 408) Em uma prova. Então. e o explorador lhe pergunta se ele fala a verdade.01 km2. podemos escrever a seguinte equação: (65 − x) = 4. se fosse do tipo que sempre mente. 2 com os dados do problema. Podemos escrever duas equações (uma relacionada ao total de questões e outra para o total de pontos): X + Y = 50 . Sabe-se que: V = C + L .404) Numa ilha há apenas dois tipos de pessoas: as que sempre falam a verdade e as que sempre mentem. Assim.800.00 b) R$ 6. mas ele pertence ao grupo dos mentirosos.6 hectares em quilômetros quadrados obtém-se a) 3 600 b) 36 c) 0. podemos encontrar o lucro obtido na transação: V = C + L ⇒ L = V − C ⇒ L = 23800 − 18600 ⇒ L = 5200 Resposta: letra a. Solução: Fica óbvio que a resposta do nativo “Y” só poderia ter sido “sim”.036 e) 0. diria “sim”. teria sido vendido por: 23800 + 7200 = 31000.200.36 d) 0. (35 − x) ⇒ resolvendo a equação ⇒ 65 − x = 140 − 4 x ⇒ − x + 4 x = 140 − 65 ⇒ 75 ⇒ x = 25 2 Resposta: letra c.00. chamado Y. podemos concluir que o ilhéu X também está falando a verdade. 407) Um pai tem 65 anos e o filho 35 anos. Se o tivesse vendido por mais R$ 7. Um explorador contrata um ilhéu chamado X para servir-lhe de intérprete. Se a prova tem 50 questões e o estudante obtém um total de 332 pontos.00 e) R$ 5.800.

Quantos pares serão manufaturados por 8 operários. X + Y = 50 ⇒ como queremos calcular o n. em 30 dias manufaturam 900 pares de sapatos. ou seja: O tempo de Pedro sozinho foi 10 dias. em um dia irá realizar. conseguirá um total de 10X pontos. Quantos dias Paulo irá gastar para capinar sozinho a última terça parte? a) 5 b) 10 c) 15 d) 20 e) 25 Solução: Como as frações da tarefa executadas em cada etapa foram as mesmas (1/3). trabalhando 8 horas por dia. trabalhando 40 dias de 6 horas. as palavras CADA e DE transformam-se em MULTIPLICAÇÃO.. então. Ao somarmos a quantidade de pontos ganhos com a quantidade NEGATIVA de pontos perdidos. tarefa tempo 1/3 D  X 1  126 . fará 1/30 da tarefa em 10 3 10 30 um dia.. o tempo de Paulo sozinho é desconhecido e vale X. Outra terça parte foi capinada por Pedro. irá perder um total de 4Y pontos. multiplicando a primeira equação por -10 ⇒ − 10 X − 10 Y = −500 ⇒ somando-se as equações membro-a-membro ⇒  10 X − 4 Y = 332 − 14 Y = −168 ⇒ Y = − 168 ⇒ Y = 12 − 14 Resposta: letra e. Daqui concluímos que Pedro. tarefa tempo 1/3 10  X 1  1 ×1 1 1 1 X= 3 ⇒X= × ⇒X= . LEMBRETE: Em matemática. que consiste em dividir o produto dos tempos individuais pela sua respectiva soma. sozinho. capinaram a terça parte de uma lavoura em 6 dias. em 10 dias. Paulo trabalhando sozinho irá realizar 1/3 da tarefa em “D” dias. Por outro lado. 10 + X 4 Vamos apresentar uma outra solução. enunciado na página 49. sozinho.. teremos o total de pontos feitos pelo estudante na prova. facilita o entendimento passo-apasso. que.º de questões ERRADAS Resolvendo o sistema ⇒  10 X − 4 Y = 332 (Y) iremos eliminar a variável X. em um dia fará. se para CADA questão errada ele PERDE (MENOS!) 4 pontos. se para CADA questão correta ele ganha 10 pontos.de questões erradas e certas. Desse modo (na segunda equação).. teremos o TOTAL de QUESTÕES da prova. embora mais longa. então se acertar X questões. na qual uma regra de três composta é resolvida passo-a-passo) Resposta: letra c. o tempo dos dois juntos é 6 dias. então: 10 X 60 6= ⇒ 60 + 6 X = 10 X ⇒ 60 = 4 X ⇒ X = ⇒ X = 15 dias. 409) Quinze operários.. Logo. então se errar Y questões. sabendo-se que os novos sapatos apresentam o dobro da dificuldade dos primeiros? a) 450 b) 300 c) 240 d) 800 e) 750 Solução: operários h/dia dias produção dificuldade 15 8 30 900 1     8 6 40 X 2     direta direta direta inversa 900 × 8 × 6 × 40 × 1 X= = 240 15 × 8 × 30 × 2 (Acompanhe a questão 500. trabalhando juntos. Podemos ainda adotar um “atalho”. realiza 1/3 da tarefa em 10 dias. trabalhando sozinho. Se Pedro.. resultando no tempo que levam para realizar a tarefa juntos. podemos aqui utilizar o “Método da Redução à Unidade de Tempo” com a fórmula direta. 410) Pedro e Paulo.

6 3 6 18 Desse modo. + ⇒ = 24 120 120 10 Se as duas juntas fazem EM UM DIA o equivalente a 1/10 do serviço. deverá ser igual a 1/18.º de dias necessários para que Paulo realize 1/3 da tarefa).D + 180 = 30. Se Cláudia faz 7/24 do serviço em 5 dias. então ainda estão faltando 5/6 do serviço para ser realizado. os dois juntos realizam 1/3 da tarefa em 6 dias. irão realizar.. Os dois juntos realizam 1/18 da tarefa em um dia. Assim. em um dia. tarefa dias 7/24 5  X 1  7 ×1 7 1 7 X = 24 ⇒X= × ⇒X= . todo o serviço? a) 5 b) 10 c) 15 d) 20 e) 25 Solução: Emprega-se aqui também o “Método da Redução à Unidade de Tempo”. em quanto tempo o tanque encherá? X= 127 . então. que é a parcela da tarefa que os dois conseguem realizar em 1 dia. Maria trabalhando sozinha irá realizar 1/24 da tarefa em 4 6 4 24 um dia.. Porém. sozinho.D 18 Resposta: letra c. a equação acima (cuja incógnita é “D” − n. Podemos somar os resultados dos dois em um dia: + ⇒ 30 3D 30. não iremos resolvê-lo diretamente pela fórmula usada no problema seguinte (ver solução 2). 1 10 Resposta: letra b. Se Maria realiza 1/6 do serviço em 4 dias. irá fazer. Em quanto tempo fariam.1 ×1 1 1 1 3 .. Se Maria já realizou 1/6 da tarefa.. em um dia.D = 180 ⇒ D = ⇒ D = 15 dias 12 30..D ⇒ 12. × ⇒ 100 6 24 então. Cláudia faz 35%. irá realizar. então.(D + 10) = 30. tarefa dias 1/6 4  X 1  1 ×1 1 1 1 X= 6 ⇒X= × ⇒X= . trabalhando juntos. 35 5 7 . como as frações da tarefa não são iguais (deveríamos fazer uma média harmônica ponderada!).. 5 24 5 120 1 7 12 1 AS DUAS JUNTAS farão. Cláudia trabalhando sozinha. fará 7/120 do serviço. Um ralo esvazia todo o tanque. ou seja..D Por outro lado. então farão o serviço todo em. em um dia. tarefa tempo 1/3 6  X 1  1 ×1 1 1 1 X= 3 ⇒X= × ⇒X= .. 412) Uma torneira enche um tanque em 8 horas.D ⇒ 18. Estando o tanque pela metade.. Uma outra torneira enche o mesmo tanque em 3 horas. em um dia de trabalho: do serviço. Vamos resolvê-lo por etapas e da mesma forma como fizemos com o problema anterior. Assim: 180 1 D + 10 = ⇒ 18. tarefa dias 1/10 1  1 X  1 X= ⇒ X = 10 dias. 411) Maria realiza 1/6 do serviço em 4 dias. Sabemos agora quanto cada um é capaz de realizar da tarefa ⇒X= × ⇒X= D 3 D 3D D + 10 1 1 em um dia. em 4 horas. Cláudia executa 35% do restante do serviço em 5 dias.. Desses 5/6. juntas. Assim.

montaremos uma regra de três: camponeses Área X Y  X/2 (1 .8 horas para encher o tanque todo. Escrevendo a outra equação: (X . que o número de camponeses seja igual a “X”.4) = 6. Então: 128 .Y ⇒ 4.Y) representa o “complemento” da área “1”.4) anos e o filho tinha (Y . Assim sendo. a área maior vale 1 e a menor vale 0. Idade do filho HOJE: “Y”. serão necessárias 2 Resposta: letra c.24 ⇒ mas X = 4.24 ⇒2.x 24 3x + 8x − 6x 24 = ⇒ 5. podemos aplicar diretamente o enunciado do “Método da Redução à Unidade de Tempo”. x enunciado do problema afirma que o tanque já está pela METADE.8 = 2.(Y .5 (pois é a metade da primeira. 4.(10 + Z) ⇒ 40 + Z = 20 + 2. podemos concluir que ficará faltando arar 1/6 de todo o campo. tais que um tem a metade da área do outro. No fim do dia restava apenas uma parte do segundo campo que foi arada por um único camponês no dia seguinte. Daqui retiramos a seguinte proporção: 2 Y 2 X Y = ⇒ X. segundo o enunciado). conseqüentemente. o tempo decorrido deverá ser: a) 5 anos b) 10 anos c) 15 anos d) 25 anos e) 20 anos Solução: Idade do pai HOJE: “X”. Ao fazermos o mesmo na área menor. Desse modo. também. x 24. escrevemos: X = 4. Vamos chamar esta “parte” (fração) de “Y”. Do enunciado. teremos 3 partes iguais a 1/6. a idade do pai era o sêxtuplo da idade do filho. Então. METADE de X completou a primeira área (o 1/3 restante) em meio dia de trabalho.4 = 6Y . ao dividirmos a área maior em 3 partes iguais. que é o trabalho de um camponês sozinho durante um dia inteiro de trabalho.4 horas. Para que a idade do pai seja igual ao dobro da idade do filho. enquanto as torneiras 8 3 4 x colocam). 3. Desse modo: 40 + Z = 2. (o sinal negativo significa que o ralo está “tirando” água. um para cada campo. todos araram o maior campo e na segunda metade do dia de trabalho. Assim. Vamos considerar. x) = 24.4) ⇒ X . Sabemos que apenas uma “parte” da área maior foi arada por X camponeses em meio dia de trabalho. 413) A idade de um pai é hoje o quádruplo da idade de um filho. Em meio dia de trabalho. Com isto.4 = 6. ou seja.Y)  Na regra de três acima (1 .4) anos. Se entre as duas áreas há uma proporção de 1 para 2. Quatro anos atrás. X = 40. pois já sabemos que metade dos camponeses conseguem arar 1/3 de campo em meio dia de trabalho. 2 horas e 24 minutos.Z ⇒ Z = 20 Resposta: letra e. 414) Um grupo de camponeses deseja arar dois campos. daqui a “Z” anos a idade do pai será igual ao dobro da idade do filho. 4 anos atrás.Y = 20 ⇒ Y = 10. x = 24 ⇒ x = ⇒ x = 4. o pai tinha (X . = ⇒ 2. e. 1 1 1 1 + − = .Y. de acordo com o enunciado. enunciado na página 49. dividiram-se em dois grupos iguais. podemos montar outra regra de três. cada parte valerá 1/3. MMC(8. problema 11. metade. Quantos camponeses havia no grupo? a) 6 b) 8 c) 10 d) 12 e) 16 Solução: “Assumimos” que as áreas a serem aradas tenham as dimensões da figura ao lado. Porém o 5 24.Y .a) 4 h 48 min b) 3h c) 2 h 24 min d) 2h e) 6 h Solução: Neste problema. ou seja. para encher a outra 4.Y .(1 − Y ) = Y ⇒ 2 − 2Y = Y ⇒ 3 Y = 2 ⇒ Y = X (1 − Y ) X (1 − Y ) 3 2 Descobrimos que TODOS os X camponeses gastaram meio dia de trabalho para arar 2/3 da área maior.

o aquário continuou com os mesmos 10 peixes vermelhos de antes. então os 10 peixes vermelhos representam 25% dos peixes sobreviventes. onde: c η . Se os peixes amarelos agora representam 75% dos remanescentes. quer dizer que 60 morreram. d . calculamos o consumo na viagem de 720 km. Depois que a doença foi controlada. o rendimento nesta parte será: 7.é a distância percorrida em quilômetros.é o rendimento. No restante do percurso são consumidos 18.75 médio (CUIDADO: aqui a média é HARMÔNICA e NÃO aritmética!!!) 2 × 12 × 8 = 9. Daí a regra de três: peixes % 10 25  X 100  Onde “X” é a quantidade de peixes sobreviventes. mas nenhum vermelho.camponeses 1 X   área 1/6 2/3 direta   tempo 1 1/2 inversa 1× 2 × 1 2 12 3 X= ⇒X= × ⇒X=8 1 ∗1 3 1 6 2 Resposta: letra b. verificou-se que no aquário. lembrando que a η= 12 + 8 d fórmula para o rendimento é: η = . o carro consome 7. 416) Uma estrada de 240 km é percorrida por um carro.75 litros de combustível. o rendimento será: = 8 km/l. que porcentagem dos peixes amarelos morreram? a) 15% b) 30% c) 60% d) 67% e) 75% Solução: Vamos assumir que inicialmente havia 100 peixes no aquário. Assim. Agora. pois a quantidade dos vermelhos (10) não se alterou! Ora. Após a morte dos amarelos. 3/8 da distância dada (240 km) são 90 km. Uma doença misteriosa matou muitos peixes amarelos.. CUIDADO! O problema perguntou que porcentagem dos peixes amarelos morreu E NÃO que porcentagem do total. 415) Em um aquário há peixes amarelos e vermelhos: 90% são amarelos e 10% são vermelhos. conclui-se que “sobraram” apenas 30 Então: X = 25 peixes amarelos no aquário. quantos litros este gastaria em uma viagem de 720 km? a) 55 b) 60 c) 65 d) 70 e) 75 Solução: 90 = 12 km/l.5 150 Para os restantes 150 km do percurso. se havia 90 e agora só tem 30. Com base neste resultado. Se o rendimento do carro fosse constante e igual ao rendimento médio do exemplo acima.5 litros de combustível. 90 eram amarelos e 10 eram vermelhos. Nos primeiros 3/8 da trajetória.6 km/l. 60 x100 ≅ 67% ou por meio de outra regra de podemos encontrar essa porcentagem diretamente: 90 três: peixes % amarelos 90 100  60 X  100 ⋅ 60 X= ≅ 67% 90 Resposta: letra d.. 10 × 100 ⇒ X = 40 .é o consumo em litros 129 . dos quais. e c . 75% dos peixes vivos eram amarelos. Calculando o rendimento 18. Aproximadamente.

Por outro lado. 419) O número de permutações que podem ser formadas com as letras da palavra CAPÍTULO de modo que não fiquem juntas duas vogais e duas consoantes é a) 576 b) 24 c) 1152 d) 40320 e) 720 Solução: Fórmula da Permutação: Pn = n! A solução somente será possível se ALTERNARMOS uma vogal com uma consoante. totalizando um prejuízo de R$ 70. Quantos dias trabalhou? a) 5 b) 7 c) 15 d) 8 e) 22 Solução 1: 1. caso sua velocidade permaneça constante igual a x Km/h. O litro do combustível custa R$ 0. Logo.00 . Temos o sistema: X + Y = 22 20 X + 20 Y = 440 ⇒ multiplicando-se a primeira equação por 20 ⇒  ⇒  50 X − 20 Y = 610 50 X − 20 Y = 610 1050 ⇒ X = 15 somando-se membro-a-membro ⇒ 70 X = 1050 ⇒ X = 70 Resposta: letra c.Assim. Depois de 22 dias úteis. Daí a equação: 50.00. Como ganhou apenas R$ 610.00 (porque não trabalhou) MAIS R$ 20.00 (que paga de multa).X = 490 ⇒ X = ⇒ X = 7 dias de falta.5 litros de água em 2 min e meio. ao faltar Y dias.00 por hora .5 2.5   1 2 X   inversa direta 2.5 kW aquece 2. Ora. finalmente: 2 × P4 × P4 = 2 × 24 × 24 = 1152 Resposta: letra c.X. teremos. na faixa de 40 a 65 Km/h. aqui consideramos que os conjuntos estão começando com as vogais OU com as consoantes. irá ganhar um total de 50. 417) Um operário ganha R$ 50. Se ele tivesse trabalhado todos os 22 dias.Y = 610.R$ 610.Teremos. a diferença: R$ 1.5 2.º de faltas.00 = R$1100. Entretanto. Daí resulta que deveremos ter o produto P4 × P4 . para CADA dia trabalhado ele ganha R$ 50. então. e assim por diante.00 = R$ 490. EXATAMENTE como aparecem na palavra original.00 . trabalhou (22 . 418) Uma máquina de 2. Para levarmos em conta a ORDEM (se vogal ou consoante primeiro) deveremos ter. então: c = d 720 = = 75 litros η 9. na qual uma regra de três composta é resolvida passo-a-passo) Resposta: letra e. para CADA conjunto de vogais ou consoantes.20.70 e o motorista do caminhão recebe R$ 5.00. Em quanto tempo uma máquina de 1 kW aquece 2 litros de água? a) 1 min b) 2 min c) 3 min d) 4 min e) 5 min Solução: Potência litros tempo 2.6 Resposta: letra e. outra vogal.7) 15 dias.100.5 × 2 X= =5 1 × 2. Agora temos a 490 equação: 70.00 por dia de trabalho e paga R$ 20. um caminhão percorre Km com 1 x litro de determinado combustível.00. teria ganho: 22 × R$50.X .00. então. se para CADA dia de falta ele paga R$ 20.00 por dia de falta (além de não ganhar o dia). 70 Solução 2: Outra forma de resolver a questão é através de um sistema de equações: Seja “X” o número de dias trabalhados e “Y” o n. ao trabalhar X dias. uma permutação de 4 (P4).00. Desse modo. Então vale a equação: X + Y = 22 Se. irá pagar 20. outra consoante. qual a velocidade constante que torna a viagem neste caminhão a mais econômica possível? 130 .00 representa o que deixou de ganhar.Y. 480 420) Para velocidades compreendidas entre 40 e 65 Km/h. ele recebeu R$ 610. se a cada dia de ausência ele deixa de ganhar R$ 50.5 (Acompanhe a questão 500.5 × 2.

que é dada pela fórmula: Pn = n1 !× n 2 ! ×.×n n ! onde “n” é o número TOTAL de elementos a serem permutados. 423) Na figura.3 .C3. O número total de triângulos com vértices em três pontos quaisquer.05 50 1.3. 422) Sobre os lados de um triângulo marcam-se respectivamente 3.67 45 2. onde “d” é a distância percorrida e vale: d = xt L= 480 Desse modo. No caso em tela.4 . Podemos fazer isto tomando 2 pontos na reta r e 1 ponto na reta s.3 . n n representam as quantidades de elementos repetidos.3 . Podemos definir uma função LUCRO como sendo igual a: LUCRO = 5t . NÃO formam triângulos.3. e. n 2 .7L onde: t é o tempo da viagem.35 60 -0. C4. Como o caminhão gasta um litro para percorrer 480/x quilômetros (onde x é a velocidade do caminhão). C5. 4 e 5 pontos distintos. Disto irá resultar: C12. C6.223 a) 15 b) 30 c) 20 d) 40 e) 120 Solução: n! Aqui temos uma Permutação COM REPETIÇÃO. INICIALMENTE.. temos: P6 = 6! = 30 4! Resposta: letra b.3. . C12. devemos subtrair: C3.3 = 96 131 . C4.2 = 96 Também podemos resolver fazendo o seguinte: C10. podemos “montar” a função LUCRO do caminhoneiro como sendo: 0. deverá manter a velocidade de 40 km/h. assim.16 Observa-se que.0.p = (n − p)!× p! Devemos ter.1 ..C6.C5. L é a quantidade de litros gasta na viagem. Resposta: letra b. então: dx .3 . Então. teremos. Todavia.7 tx2 LUCRO = 5 t − 480 Para uma viagem com 1 hora de duração. do resultado obtido acima.25 65 -1. lembrando que x é a velocidade do caminhão: velocidade lucro 40 2.C4.2 + 4 .3 .3 = 220 . OU 1 ponto na reta r e 2 pontos na reta s. para que se tenha o máximo lucro. quando combinados 3 a 3. os pontos colineares.10 = 205 Resposta: letra d.C4.3 = 220. podemos escrever: 6 . 421) Quantos números diferentes podemos formar permutando os algarismos do número 122. e n1.a) 35 km/h b) 40 km/h c) 50 km/h d) 65 km/h e) 75 km/h Solução: Queremos aqui MAXIMIZAR o lucro do caminhoneiro. não coincidindo com os vértices. tomados entre os 12 pontos marcados é a) 130 b) 225 c) 210 d) 205 e) 265 Solução: n! Fórmula da Combinação: C n... O número de triângulos com vértices nos pontos marcados é no máximo a) 5 b) 15 c) 30 d) 60 e) 96 Solução: Devemos tomar DOIS pontos em uma das retas e UM ponto na outra. r e s são retas que contêm 4 e 6 pontos respectivamente.. não em linha reta.

tomados 2 a 2: C100. Desse modo. Se tirarmos um parafuso ao acaso e ele for defeituoso.. podemos escrever: C12. respectivamente. Foram misturados. é: a) 1/4 Solução: b) 1/8 c) 3/8 d) 1/15 e) 1/6 n( A ) . 424) O maior número de retas definidas por 12 pontos. Temos que. quando retirados com qualquer outro número NUNCA irão fornecer uma soma igual a 100! Então. se cada máquina produziu 100 parafusos. facilmente. Seja “S” o espaço amostral. o estudante deverá estar familiarizado com os conceitos de Probabilidade Condicional (Teorema do Produto) e com o Teorema da Probabilidade Total.5 A Probabilidade de a máquina “A” produzir parafusos defeituosos é dada por: P(D / A ) = 0. numa caixa. quaisquer que sejam os dois pontos tomados. se fizermos C12. Excluem-se os números 50 e 100. 425) Oito casais participam de um jantar. 3 e 97. temos que: P( A ) = 132 . n(A) é o número de casos favoráveis a este evento. 100 parafusos produzidos por A e 100 produzidos por B. retirados SEM REPOSIÇÃO. que essas duplas são: 1 e 99. é a) 44 b) 45 c) 46 d) 90 e) 91 Solução: Dois pontos definem uma reta. ou seja: P( A ) = 0. P(B) = 0. sem reposição. Seja “A” o evento “casal de pessoas casadas”. Podemos. é: a) 1/100 b) 1/2. então. que deverá reunir TODAS AS DUPLAS possíveis de se formar com as 16 pessoas do conjunto. cada máquina produziu METADE. 49 e 51.2 = 120. . Retiram-se 2 cartões ao acaso.. com os 7 pontos colineares. resolver esta questão pela definição de Probabilidade. teremos: P( A ) = n(S) 4950 Resposta: letra d. Assim. onde “D” é a condição “defeituoso” Da definição de Probabilidade. podemos dizer que: n(S) = C16.2 teremos TODAS as retas possíveis com os 12 pontos dados. Entretanto. SABEMOS que há 8 casos favoráveis a 8 n( A ) ⇒ P( A ) = este evento. teremos 49 pares que dão soma igual a 100. Para encontrarmos o total de pares que podemos formar com 100 cartões. então. e n(S) é o número de casos possíveis (o TOTAL de elementos do Espaço Amostral). pelas máquinas A e B é de 15% e de 5%. teremos UMA ÚNICA RETA. São escolhidas aleatoriamente. a probabilidade de que tenha sido produzido pela máquina A é de: a) 5% b) 10% c) 15% d) 60% e) 75% Solução: Para entender esta questão. c) 49/99 d) 49/4950 e) 5/99 Solução: Também aqui usaremos a definição de Probabilidade dada acima. tomadas 2 a 2. Então. 2 e 98. Precisamos encontrar TODAS as duplas de cartões que fornecem soma igual a 100. Com isto. teremos a Combinação de 100. A probabilidade de que a soma dos dois números dos cartões retirados seja igual a 100. Descobre-se. 427) As máquinas A e B produzem o mesmo tipo de parafuso. Substituindo-se esses n( A ) 49 ⇒ P( A ) = resultados na definição de Probabilidade.C7.2 . onde: n(S) P(A) é a probabilidade de ocorrência de um evento “A” qualquer. 426) Um baralho consiste em 100 cartões numerados de 1 a 100.15 .5 .Resposta: letra e.2 = 4950.. ou 50%. Substituindo-se os valores na definição de probabilidade: P( A ) = ⇒ 120 n(S) 1 P( A ) = 15 Resposta: letra d.2 + 1 = 46 Resposta: letra c. duas pessoas para discursar. do total de parafusos da caixa (200). A probabilidade de que as pessoas escolhidas sejam marido e mulher. que. dos quais 7 são colineares. Tal número é dado pela COMBINAÇÃO de 16 pessoas. A porcentagem de parafusos defeituosos produzidos.

5 × 0. Se o evento será REPETIDO 3 vezes e os eventos são independentes a cada repetição. 429) Uma parteira prevê. logo: P( A ) = 45 9 Resposta: letra d.5 × 0. e 0.11% C10.Lê-se P(D / A ) como: ”Probabilidade de ser Defeituoso SABENDO QUE foi produzido pela máquina A”.P A ∩ A ∩ A +.1.5 P(B) = 0.15 × 0. podemos escrever: P(D ∩ A ) P(D ∩ B) P( A ∩ D) P(D / A ) = P(D / B) = P( A / D) = P( A ) P(B) P(D) Para as fórmulas acima.075 + 0.5 ⇒ P(D ∩ B) = 0.075 .125 e ( ) P A ∩ A ∩ A = P A × P( A ) × P( A ) = 0.5 P(D / A ) = 0.5 Precisamos descobrir qual é a probabilidade de o parafuso ser Defeituoso.125 Resposta: letra e.5% c) 25% d) 45% e) 50% Solução: Seja “A” o evento “Acertar”.5 = 0. ou seja.025 0. a probabilidade de acertar pelo menos duas previsões é de: a) 5% b) 12. três pessoas são escolhidas ao acaso. Num conjunto de três crianças. podemos calcular a probabilidade de o parafuso ter vindo P( A ∩ D) P(D) ⇒ P( A / D) = 0.15 Substituindo-se os dados conhecidos nas fórmulas.05 × 0.05 ⇒ P(D ∩ B) = 0. então teremos: 3.5 P(D / B) = 0. Aqui entra o conceito de Probabilidade Total.15 = ⇒ P(D ∩ A ) = 0. cinco pares diferentes de meia estão misturados. num total de 5 1 = ou 11.5 × 0. 430) Dentre um grupo formado por dois homens e quatro mulheres.75 ou 75% 0.5 ⇒ P(D ∩ A ) = 0. Retirando-se ao acaso duas meias.5 × 0. ou seja: P( A / D) P( A / D) = Resposta: letra e. teremos: P(D ∩ A ) 0. 0.05 = P(D ∩ B) P(D ∩ B) = 0. queremos saber qual é P(D).5 = 50% ( ) Os resultados de P A ∩ A ∩ A e P( A ∩ A ∩ A ) são dados por: P( A ∩ A ∩ A ) = P( A ) × P( A ) × P( A ) = 0. a probabilidade de que elas sejam do mesmo par é: a) 1/5 b) 1/10 c) 1/4 d) 1/9 e) 1/45 Solução: Aplica-se aqui a definição de probabilidade: Temos 5 casos favoráveis (pois há CINCO pares perfeitos). com 50% de chance de acerto. O problema pede que se calcule: P( A / D) Lê-se P( A / D) como: ”Probabilidade de ter sido produzido pela máquina A”.075 e 0. Da definição de Probabilidade Condicional. SABENDO QUE é Defeituoso”.5 = 0. Agora.1 da máquina A.125 = 0.025 . Basta substituirmos na fórmula da Probabilidade Total: P(D) = 0. o sexo de cada criança que vai nascer. Para acertar PELO MENOS duas previsões. Já calculamos P(D ∩ A ) = 0.2 = 45 casos possíveis. temos (dados do problema): P( A ) = 0. A probabilidade de que sejam escolhidos um homem e duas mulheres é de: a) 20% b) 30% c) 50% d) 60% e) 75% 133 ( ) ( ) .05 Lê-se P(D / B) como: ”Probabilidade de ser Defeituoso SABENDO QUE foi produzido pela máquina B”. independente de ter sido produzido pela máquina A ou B.125 + 0. que é dada por: P(D) = P(D ∩ A ) + P(D ∩ B) . 428) Em uma gaveta. teremos que considerar as probabilidades de acertar DUAS OU TRÊS.P( A ∩ A ∩ A ) = 3 . SABENDO QUE é defeituoso. P(D / B) = 0.075 P( A / D) = 0.025 ⇒ P(D) = 0.

finalmente. 431) Um número x é dividido proporcionalmente a 2 e 3. se este número x. então: 2+3 2 3 5 2 3 2 3 W Z − 16 = Situação 2: . Z − 576 ⇒ Z = 576 = 36 7 E. Z X Z − 16 = escrever: . R 2 4.R 2 a) 4.Solução: Novamente recorremos à definição de Probabilidade: Formaremos TODOS os grupos de 3 pessoas. π. C4. ou seja: n(S) Agora. com 1 homem e duas mulheres: 2 . R2 . π. verifica-se que cada lado do mesmo é formado por uma semicircunferência de raio R. Z . Z .. 432) Uma laranja pode ser considerada uma esfera de raio R. Este é o número de ocorrências do espaço amostral. Z = 36.R 2 = Somando-se as áreas. que: X = W + Z . onde “A” é o evento “homem” e “B” é o evento “mulher”. R2 . com o valor de “Z”. Z Z − 16 ⇒ 35. mas X = . Z = Z − 16 . Tomando-se 1/12 desse valor. π. tomaremos TODOS os grupos possíveis. A superfície total de cada gomo é dada por. Daqui teremos o valor de “Z”: 12 7 3 12 7 36 7 5. Z = 36. a) 210 b) 160 c) 630 d) 960 e) 1470 Solução: Y Z Y+Z Y Z X Y Z Situação 1: = = ⇒ = = = . 2 4 3 P( A ∩ B ∩ B) = 3 × × × = 0. encontramos o valor de “X”: 5. podemos Da primeira proporção. O 6 5 4 esquema também deve ser SEM REPOSIÇÃO Resposta: letra d. a área lateral total será: π. ( Z − 16) ⇒ 35.6 .R 2 3 Solução: A superfície TOTAL de uma esfera é dada por: S = 4. π. também. Da segunda proporção. Z 3 = Z − 16 ⇒ 5.R 2 π. n(S) 20 Há outra forma de se resolver a questão. Sabemos. Observando-se um 3 gomo lateralmente. h d) e) 3 12 4. Substituindo-se este resultado na equação acima. Agora.. composta por 12 gomos exatamente iguais. Contudo. ou seja: n(A). π.R 2 + π. Sabemos que: X = Y + Z.R 2 . determine o número. onde o “3” multiplicando representa a ORDEM em que os elementos podem ser escolhidos. a segunda parte ficaria diminuída em 16 unidades. π. Como existem duas faces laterais. π. Este é o número de ocorrências favoráveis ao evento.3 = 20. podemos retirar: = ⇒X= 5 3 3 5. Desse modo.R2 . teremos: n( A ) 12 P( A ) = ⇒ P( A ) = = 0. 1 = Z − 16 ⇒ 5.(576) X= ⇒X= ⇒ X = 960 3 3 Resposta: letra d. então: 5 7 W + Z − 16 W Z − 16 X W Z − 16 = = ⇒ = = 5+7 5 7 12 5 7 X Z 5. Ora.6 (ou 60%). com as 6 disponíveis (Combinação de 6 tomadas 3 a 3): C6. tem-se: π.16. teremos: S TOTAL = 3 3 S= 134 . 3 12 7 5.2 = 12. R 2 b) c) 2. fosse dividido proporcionalmente a 5 e 7. precisamos calcular a área de “vista lateral” de cada gomo. Z 5.

b = −60 ⇒ b = 3 ⇒ b = −0. Desse modo: 12 litros/120 km = 0. que é dada pelo CONSUMO dividido pela DISTÂNCIA.875).1 litros/km. Com este preço consegue vender 900 mesas. “x + 1” será o peso do vaso quando cheio do “líquido” misterioso. x ⇒ 0. calcularemos o seu inverso. verificamos. a quantidade passará para 1.900 (equação 1) Agora.00? a) 750 b) 1000 c) 1200 d) 1500 e) 3000 Solução: A equação que relaciona o preço com o nº de unidades vendidas é linear. aqui.00 no preço vende 100 mesas a mais. 435) Um vaso cheio de um determinado líquido pesa 1 kg a mais do que se estivesse cheio de água. mas para cada redução de R$ 3.1 100  0. b = 60 -1 e efetuando a adição termo a termo: a + 900. “m” é a massa do líquido.03 Resposta: letra d. tem a forma: y = a + b. 434) Um carro percorre 120 km com 12 litros de gasolina.1000 (equação 2) Com as equações “1” e “2” acima.5% Solução: Vamos. Agora podemos calcular o valor de “x” quando o preço “y” for R$ 45. a quantidade demandada AUMENTA 100. ao invés de calcularmos o rendimento. 135 .5% b) 25% c) 50% d) 75% e) 87. aqui. por meio de uma regra de três simples que: consumo % 0.. devemos substitui-lo numa das equações do sistema. montamos um sistema. percorre 80 km com 15 litros.0.03. Pergunta-se: em que taxa percentual aumentou o consumo a cada km? a) 12. Vamos substituir estes valores na equação: 60 = a + b. x . Quantos quilogramas desse líquido o vaso pode comportar? a) 2 b) 4 c) 5 d) 6 e) 12 Solução: Seja “x” o peso do vaso cheio de água.03. ou seja: y = 63 e x = 900.00. e uma quantidade de 900 peças. Sabe-se que 1 dal desse líquido pesa 12 kg. Então..000: p = 60 e x = 1.00. ou seja. tomamos a outra informação dada no problema: “quando o preço sofre uma REDUÇÃO de $3. b = 63 ⇒ resolvendo pelo método da adição (multiplicaremos a segunda equação por “b”:  a + 1000.( −0. Nestas condições.000. Em outras palavras: se o preço inicial passar a ser de $ 60. quantas mesas seriam vendidas. Levando-se em conta a DIFERENÇA entre os consumos (0. e. calcular a relação inversa de consumo. ou seja. b = 3 − 100 Com o valor de “b” calculado. onde “y” representa o preço e “x” representa a quantidade Inicialmente temos um preço de $ 63.03) = 63 ⇒ a − 27 = 63 ⇒ a = 63 + 27 ⇒ a = 90 A equação é: y = 90 − 0. “V” é o volume do líquido. x .1875 . Escolhendo a primeira equação: a + 900. Precisamos. Vamos substituir estes valores na equação: 63 = a + b. 15 litros/80 km = 0. Ao chegar no centro.1 = 0.03. x = 90 − 45 ⇒ 0.1875 litros/km. por fazer muitas marchas. se o preço fosse de R$ 45. onde iremos calcular os valores de “a” e a + 900. x = 45 ⇒ x = = 1500 0. V A densidade da água é igual a 1.00 cada uma. recordar o conceito de DENSIDADE: m d = .875 X  De onde vem: x = 87. 433) Uma loja de móveis vende mesas a R$ 63.Resposta: letra e. b = 63  − a − 1000. onde: “d” é a densidade do líquido.00: 45 45 = 90 − 0.5%.03 − 100. a fim de encontrarmos o valor de “a”.03. b = 63 ⇒ a + 900.

x + 3. Como o problema diz que a mistura tem uma massa TOTAL de 5 kg. VOLUME MASSA 4 litros 6 kg  1 litro X  De onde retiramos: x = 1. podemos determinar os números procurados: 2 136 .q2 ⇒ 3. x + x 234 x + + = 26 (tirando o MMC) ⇒ = 18 ⇒ 13. 437) São dados 3 números inteiros em PG cuja soma é 26.q2. concluímos que o VOLUME de água na mistura é de 2 litros. O volume inicial de tinta é o dobro do volume da água na mistura. Montamos agora uma proporção: . Sabemos que a densidade da água é igual a 1. Aplicando-se a fórmula de Bháskara. x. 2. x ( ) Usando a informação dada no problema (A soma é 26!).x = 234 ⇒ x = = / / 9 9 3 9 13 Agora que temos os valores de “x” e “q”. pois sabemos que havia 6 kg de tinta na lata.q2. O primeiro valor NÃO SERVE. densidade da água está para a densidade do líquido). Ora. ser SIMPLIFICADO. que não podem fornecer a soma 26!) 1 Então. Resposta: letra d.2. 10 x 1 (o peso do vaso com água está para o peso do vaso com o líquido.. q. substituindo na primeira equação que formamos ao iniciar essa resolução: x 3 + q. teremos TAMBÉM metade da massa.A. Va ..x = 26 x x 234 9. 6.. 18 b) 16. Comentário: Nesta resposta.A. assim como a = x + 1 12 .x = 26 Com a outra informação do problema. 8.q + 1 = 0 A equação acima é do segundo grau.x = 1 ⇒ x = 5 kg. com um VOLUME de 4 litros.5 kg. pois o problema não indica que o peso do vaso é desprezível.5 kg c) 2 kg d) 2.q. ou seja: 3 kg de tinta na mistura. então.q2 .5 kg e) 3 kg Solução: Se substituirmos METADE do volume da tinta por água. o dobro do segundo e o triplo do terceiro formam uma P.x Assim: 2. logo: Vt = 4 litros Agora podemos montar uma regra de três. retiramos uma segunda equação: P.A.A. não se levou em consideração o peso do vaso! Esta é uma suposição um tanto “forçada”. 6. mesmo com a redução em seu volume. ou seja: 6 kg.x + q . então o vaso com o líquido pesa 1 kg a mais. q2 ..x + q2. 12 Solução: Podemos escrever uma PG genérica de três termos da seguinte forma: x. Como a densidade da tinta irá se manter. Se substituirmos metade do volume desta tinta por água. 8. Quanto pesa cada litro desta tinta? a) 1 kg b) 1. sabendo que o primeiro. 16 e) 6. uma PROPRIEDADE que diz o seguinte: “Numa P.4. x + q. e SABEMOS que há 3 kg de tinta. ENTÃO teremos 2 kg de água na MISTURA.. resultando: 4.q.A densidade do líquido será: d = 12 = 12 (Obs. pois teríamos uma PG constante ou 3 ESTACIONÁRIA (três termos iguais.” x + 3. 3.2. 8. cada termo (exceto os extremos) é a média aritmética do antecessor com o sucessor.x. Resposta: letra b. quando retirarmos metade do volume de tinta. 2 c) 18. Assim. podendo.q = 1 + 3. retiramos 2 valores para 1 “q”: q = 1 e q = . 436) A massa de um certo volume de tinta é de 6 kg. teremos que o volume inicial da tinta será o dobro do volume de água da mistura: Vt = 2.x) Usaremos na P.x = x + 3. x = 2 Observe aqui que o “x” é fator comum de TODOS os termos da expressão. 2 d) 2. a massa da mistura será de 5 kg. a) 2.: 1 dal = 10 litros).: (x. q2 . x ⇒ 4. tomemos q = . q.. se o peso do vaso com água (x) pesa 5 kg.x = x + 1 ⇒ 0. Determine esses números. então. 1.

. 438) Em um triângulo. temos (dados do problema!): X + Y = 9 (equação 1).. Reduzindo termos semelhantes. Como 3 das “X” pessoas iniciais faleceram. Então: a) 18 b) 81 c) 27 d) 72 e) 90 Solução: Nosso número é formado da seguinte maneira: N = XY. Resposta: letra e. conforme a posição (ordem) de cada algarismo dentro do número. a quantia foi repartida da seguinte maneira: X 280 . multiplicando cada algarismo por 1. A expressão ao lado representa a NOVA COTA de cada herdeiro. S) ou  b. 10. h.36. a medida da base. Aplicando-se Bháskara e tomando-se a resposta POSITIVA: X = 10 137 . o problema diz que a X−3 NOVA COTA É IGUAL À ANTIGA COTA MAIS 12. 440) Uma herança de 280 moedas deve ser repartida entre várias pessoas.X. 280.840 = 0.36. h  . ficamos com: X. uma PG de razão 8. Daqui. Qual é o número primitivo de herdeiros? a) 10 b) 12 c) 16 d) 8 e) 15 Solução: Inicialmente a herança será repartida entre “X” pessoas. Agora. ( X − 3) 280. onde “X” é o algarismo das dezenas e “Y” é o algarismo das unidades.Y = 9 X + Y = 9 ⇒ Somando-se membro a Juntando-se esta equação à equação 1. 2)  3 9 Resposta: letra c. Dividindo-se todos os termos por 12. Voltando ao nosso problema: 10X + Y . 439) Um número real N é formado por 2 algarismos. 6. ( X − 3) + 12. portanto.X . 100. O número é. 3 herdeiros falecem. nessa ordem. X2 . Com a ordem invertida o número passa a ser YX. h.X = 280.3) e (X). Assim.X2 . 90.  ⇒ (18. ( X − 3) X.X .X2 .9Y = 81 (dividindo todas as parcelas por 9): X . Então a medida da base vale? a) 8 b) 6 c) 16 d) 12 e) 18 Solução: Dados do problema: “b” é a base.3. o problema é puramente ALGÉBRICO.X . Se a ordem for invertida. Simplificando os denominadores. a medida da altura e a medida da área formam. Decompomos um número segundo suas “ordens”.840 + 12. temos cinco DEZENAS mais 7 UNIDADES. a quantia inicial que cada um receberia seria dada por: 280 . o que acarreta um aumento de 12 moedas na parte de cada um dos restantes.(10Y + X) = 81 (da equação 1) 9X . X = . ou seja. ( X − 3) 280. “Montando” a PG: (b. S=   2 2 bh Usando a outra informação do problema (a razão da PG é 8): 2 = 8 (observe que encontramos a h b razão dividindo o terceiro termo pelo segundo) ⇒ = 8 ⇒ b = 16 2 Resposta: letra c.  18. vem: 12. o número obtido é 81 unidades menor do que N. X. Além disto. teremos um sistema:  X − Y = 9 membro ⇒ 2X = 18 ⇒ X = 9 e Y = 0. A soma desses algarismos é 9. etc..18 18   . Exemplo: o número 57 é decomposto por 5 x 10 + 7 x 1..YX = 81 (equação 2). podemos montar a equação: 280 280 = + 12 . “h” é a altura e “S” é a área.70 = 0. e XY . Ora. Antes da partilha. A fórmula da área de um triângulo é: bh  b. X−3 X Tirando o MMC de (X .

Juntos. e. também. 442) A importância de $ 684000 foi dividida entre duas pessoas. Vamos.000 e) $ 225. Assim.000 e $ 342. ter encontrado o valor de “Y” pela 36 equação X + Y = 684000.600 e $ 410. agora. Sabemos. descobrimos que ele dirigiu 6 horas diárias na primeira 12. calcular a parte de cada uma. Então. agora irá demorar “X+3” d horas.000 e $ 459. PARECE que temos DUAS incógnitas no problema: DIAS e HORAS DIÁRIAS. vamos montar a proporção: 138 . ainda que “Z” é a idade do irmão mais moço (a INCÓGNITA do nosso problema!). Agora. Então: X Y . considerando-se. durante x horas diárias. Aplicando-se uma das propriedades da proporção: X Y X+Y 684000 = = = = 12000 .000 e $ 432. que X + Y + Z = 40. “X” horas por dia).. 441) Um viajante demora 12 dias para percorrer 3600 km com velocidade de 50 km/h.Resposta: letra a.. contada em anos. fazer algumas considerações sobre a parte de cada um.). logicamente. 3600 × 90 × 9 (Acompanhe na questão 500 a resolução de uma regra de três composta passo a passo!) Resposta: letra b. do tipo DIRETA-DIRETA. De onde retiramos D = 7 dias. pelos dados do problema. uma vez que já conhecemos o valor de “X”).000 e $ 456. Sejam “A”. X 12 × 50 etapa. Raciocinando com os dados da primeira parte do problema e lembrando que: v = t (velocidade é igual a distância dividida pelo tempo). a parte de cada uma será: 21 36 21 + 36 57 X = 12000 ⇒ X = 252000 21 Y = 12000 ⇒ Y = 432000 (É claro que poderíamos. Sabendo que a primeira recebeu na razão direta de 7 e 3 e que a segunda recebeu na razão direta de 9 e 4. os irmãos mais velhos receberam $150000. Sabendo-se que a soma das idades dos três irmãos é de 40 anos. Uma das partes será proporcional ao PRODUTO de 7 e 3 e a outra parte será proporcional ao PRODUTO de 9 e 4.000 c) $ 273. = 7×3 9×4 É óbvio que X + Y = 684000. Uma observação IMPORTANTE: na segunda parte do problema foi dito que ele dirige 3 horas A MAIS por dia. Jogando os dados na fórmula: 3600 3600 50 = ⇒X= ⇒ X = 6 . Desse modo. se antes ele demorou “X” horas para percorrer o trajeto. O viajante gastou um tempo TOTAL para percorrer os 3600 km dado por 12X (doze dias.000 b) $ 342. a) $ 228. ”Y” e ”Z” as idades dos três irmãos. Em quantos dias percorrerá 5670 km a 90 km/h dirigindo 3 horas diárias a mais todos os dias? a) 6 b) 7 c) 10 d) 12 e) 15 Solução: Inicialmente. ”B” e ”C” as partes de cada um (do mais velho para o mais moço). a idade do irmão mais moço. 443) Uma herança de $ 200000 foi dividida entre três irmãos de acordo com suas idades de tal forma que ao mais velho caberia a maior parcela e ao mais novo a menor parcela. é de: a) 10 b) 12 c) 15 d) 18 e) 20 Solução: Sejam “X”.000 Solução: Trata-se de uma divisão proporcional COMPOSTA..400 d) $ 252. 9 horas na segunda etapa! Vamos montar uma regra de três composta: dias distância velocidade tempo 12 3600 50 6    D 5670 90 9    direta inversa inversa 12 × 5670 × 50 × 6 D= (simplificando primeiro. Resposta: letra d.. onde “X” e “Y” são as partes de cada um dos beneficiários.

10  = 60% variação.A B C = = . O mesmo medicamento produzido industrialmente custa $8.5. Voltando à proporção. 10 e 8 c) 16. Em relação ao preço mais baixo.16. temos que:   valor inicial Valor inicial = 5. 11 e 6 d) 18. 446) A equação do 2º grau ax² + ax + 1 = 0 tem uma raiz de multiplicidade 2.5% b) 40% c) 50% d) 60% e) 75% Solução: SEMPRE que quisermos calcular a DIFERENÇA PERCENTUAL entre dois valores.10 5. Pronto! Podemos agora calcular a idade de cada um dos irmãos: X Y Z 33 75 75 =5⇒X= ⇒ X = 15 X 5 50 50 =5⇒Y= ⇒ Y = 10 Y 5 40 40 =5⇒Z= ⇒Z=8 Z 5 Resposta: letra b.10. C = 50000. Neste caso. Tomamos 5. Isto acontece quando o DELTA (∆) da equação é igual a ZERO. 10 e 5 e) 17..16 .10.valor inicial  ∆% =   ∗100 . 139 . Sabendo-se que a distribuição foi diretamente proporcional à idade de cada um. então: = 5000 ⇒ = 5000 ⇒ Z = ⇒ Z = 10 anos Z Z 5000 Resposta: letra a. 444) 165 balas foram distribuídas entre 3 irmãos. Então: A = 75. 9 e 7 Solução: De forma semelhante ao que fizemos no problema anterior. o preço mais alto é mais caro: a) 37. Essa raiz é a) 0 b) -1 c) 1 d) 1/2 e) -1/2 Solução: “Raiz de multiplicidade 2” é o mesmo que “duas raízes reais iguais”. e X + Y + Z = 33. 75 50 40 165 = = = = 5 .16. Desse modo:   ∗100 ⇒   5. Valor final = 8.. pois a = a (“a” é igual a “a” mesmo). Ainda com os dados do problema. 445) Um medicamento produzido numa fábrica de manipulação custa $ 5. b = a (“b” é igual a “a”) e c = 1 (“c” é igual a “1”) Então: a 2 − 4a = 0 . calcular suas idades. pois não haveria equação!). Substituindo-se os dados da equação: a 2 − 4a = 0 . podemos já montar a proporção com os dados do problema: A 50 40 = = X Y Z Sabemos que A + 50 + 40 = 165. podemos escrever que: X Y Z A + B + C = 200000 e A + B = 150000. ou a = 4. cujas idades somadas totalizaram 33 anos. Voltando à proporção: A B C A + B + C 200000 = = = = = 5000 .1 Resposta: letra d. Queremos calcular o valor de “Z” e já sabemos que C = X Y Z X+Y+Z 40 C 50000 50000 50000. Ora. que o mais moço recebeu 40 balas e o do meio 50. ∆ = b 2 − 4ac . Daqui retiramos: a = 0 (NÃO SERVE. a) 12.10 como valor inicial pois é EM RELAÇÃO A ELE que se quer calcular o percentual da 306  8. 11 e 10 b) 15. devemos proceder da seguinte maneira:  valor final . Obviamente.

447) Numa olimpíada de matemática concorrem 100 participantes e serão distribuídos 2 prêmios diferentes. 5}. Se alguém que escolhe 5 dezenas tem probabilidade “y” de ganhar. resultado 2a apenas o valor da raiz de multiplicidade 2! Resposta: letra e. {1. 451) O jogo da loto consiste em sortear 5 dezenas em 100 dezenas possíveis. 99 = 9900 Resposta: letra b. 4.. 0}. portanto. 1. quando combinados dois a dois. 2}. 3. 1}. haveria uma SIMPLIFICAÇÃO.y Solução: a) O apostador das 5 dezenas tem a seguinte chance de acertar: 5 × 4 × 3 × 2×1 120 y= = 100 × 99 × 98 × 97 × 96 100 × 99 × 98 × 97 × 96 b) O apostador das 7 dezenas tem a seguinte chance (chamaremos de “p”) de acertar: 140 . então o seu produto duas raízes é dado por 9 m TAMBÉM o será.C7. se dois números são (ambos!) menores que “1”. 1}. 4}. 1. teremos: -9 < m < 9 Resposta: letra b. x= 2a 2 A partir do momento em que CONCLUÍMOS que DELTA era ZERO e que “b” era igual a “a”. {3. trata-se de um problema de ARRANJO! Então: A100. {0. 0. ao COMBINARMOS os 12 pontos 2 a 2. 0}. teremos: m > -9. 2. teríamos todas as retas possíveis de se obter com os pontos dados. {4. pode escolher de 5 até 10 dezenas. 2}. o produto das Sabemos que o PRODUTO DAS RAÍZES de um trinômio é dado por a m . ENTRETANTO. Assim. Neste caso. p = 2. sendo b = a. 449) O número de soluções inteiras e não negativas da equação x + y + z = 5. se o DELTA é ZERO. 2. {0. deixando apenas UMA.y e) 500. 4}. Então. {1. {2. {5. {1. 3. 0. 3}.6x + m são ambas inferiores a 1. 9 caso “m” seja um n. 0} Contam-se. seria correto supor que. 3}. 1. {4.y c) 100. 5.y b) 14. {0. Assim: < 1 ⇒ m < 9 (se “m” for um n. 1}.2 + 1 = 46 Resposta: letra d. 2}. as duas raízes da equação (ou a raiz de multiplicidade 2) serão: −b 1 ⇒ x = − . um para o primeiro lugar e outro para o segundo. 1}. 4. Reunindo as duas respostas. 1}. 0}. 0}. {1. {3. Ora. Alguém querendo jogar nessa loteria. os 7 pontos colineares.º positivo!). 0.2 = 100 . 0. Como a ORDEM é importante. 2. 3}. então quem escolhe 7 dezenas tem que probabilidade de ganhar? a) 7. 1. deveremos fazer o seguinte: C12. a) 15 b) 18 c) 21 d) 24 e) 27 Solução: Os possíveis conjuntos-solução da equação têm os seguintes valores: {0. 3. e.000 d) 50 e) 100 Solução: Temos aqui: n = 100. {0. 0. {1. Depreende-se daqui que nem sequer precisaríamos ter calculado o valor de “a”. a) m > 9 ou m < -9 b) -9 < m < 9 c) m > 6 d) m < -6 e) -6 < m < 9 Solução: c . {0. 2}. teríamos −b a fórmula de Bháskara reduzida a x = . {2. De quantos modos poderão ser distribuídos esses prêmios? a) 4950 b) 9900 c) 10.y d) 21. 0}.2 . é a) 66 b) 72 c) 45 d) 46 e) 132 Solução: Dois pontos são suficientes para definir uma reta. 450) O maior número de retas definidas por 12 pontos dos quais 7 são colineares. 0. {2. 21 conjuntos Resposta: letra c. 448) Achar os valores de M para os quais as raízes do trinômio 9 x² .Ora. {2. 2.º negativo. irão formar SEMPRE A MESMA RETA. {3.. 1. Devemos subtrair este conjunto de retas colineares.

Z ⇒ 2.8 im = + +.X + Y + 18 9. n 1 + C 2 . Deveremos ter 3 equações.i2 .n + C 2 . + . o “1” do denominador se deve ao fato de termos somado im = 1 todas as partes em que o capital foi dividido. terá aplicado + = 3 5 15 15 terceira aplicação. a que a mesma poderia empregar todo o capital. o n. Trocando de posição os algarismos. YX = XY + 18 10.50 ⇒ 2. perfazendo “1” no total!) 5 3. ficarão outros . Como os prazos são os mesmos para as três aplicações.6 9.n2 + C 3 .X . 453) Um número é composto de dois algarismos cujo produto é 24. Achar o número. que é dada por: C . que irá para a Se ele aplicar 1/3 e depois 1/5.X = 2 (equação 2) 24 . 3 incógnitas.Y . ..Z = 100 ⇒ (dividindo tudo por 2) ⇒ X . A questão é. C 1. n 2 + C 3 . Assim.9.Y + X = 10. a fim de obter o mesmo rendimento anual? a) 18% b) 18. Y = 4 X procurado é o 46 Resposta: letra a. CLARAMENTE. 452) Uma pessoa emprega seu capital nas seguintes condições: a terça parte a 15% ao ano.2.4% c) 21% d) 15% e) 30% Solução: 1 1 8 7 . a quinta parte a 18% ao ano e o restante a 21% ao ano.7×6×5×4×3 21 × 120 = 21. “Z” o peso da menor maçã Temos. A maior mais a menor pesam 100g. O peso total das três maçãs será: a) 200 g b) 300 g c) 150 g d) 250 g e) 500 g Solução: Sejam: “X” o peso da maior maçã.Z = 50 (equação 4). Qual a taxa única. y = 100 × 99 × 98 × 97 × 96 100 × 99 × 98 × 97 × 96 O apostador das 7 dezenas tem uma chance 21 vezes maior do que aquele que aposta com apenas 5 dezenas! Resposta: letra d.Z = 50 ⇒ Z = 25 p= 141 . 454) Para pesar 3 maçãs dispomos de um peso de 100g e uma balança de pratos iguais.Z = 100 . Z + 100 = X + X . 3 100 5 100 15 100 (aqui.i . Vejamos: X=Y+Z equação 1 Z + 100 = X + Y equação 2 X + Z = 100 equação 3 Vamos isolar “Y” na equação 1 e substituir o resultado na equação 2: Y = X .i3 .Z A equação 2 ficará. Isolando o “X” na equação 4 e substituindo na equação 3. = 18. “Y” o peso da maçã média. O peso da menor mais 100g iguala o peso das outras. a) 46 b) 24 c) 35 d) 64 e) 83 Solução: O número que procuramos pode ser escrito da seguinte forma: XY.4% 100 100 100 Resposta: letra b. Pelos dados do problema. Este resultado será substituído na equação 2: Da equação 1 retiramos: Y = X 24 − X 2 2.º (Bháskara) ⇒ X = 4 (a resposta negativa NÃO SERVE).Y = 24 (equação 1). Além disto.X = 18 (simplificando por 9) Y . de TAXA MÉDIA. n 3 simplificamos esse fator na fórmula e ficamos com (já substituindo os valores dados): 1 15 1 18 7 21 + . vem: X = 50 + Z ⇒ 50 + Z + Z = 100 ⇒ 2. X − 24 = 0 ⇒ X X X 24 24 ⇒Y= = 6 . Portanto. o número resultante excederá em 18 unidades o primitivo.. X ⇒ X 2 + 2. O peso da maçã maior é igual ao peso das outras duas juntas... X 24 − X = 2 ⇒ (tirando o MMC) ⇒ = ⇒ 24 − X 2 = 2.n3 im = 1 1 1 . portanto. podemos escrever que X.

Então, X = 75 e Y = 50. Somando-se os pesos das 3 maçãs, teremos: 25 + 75 + 50 = 150 g Resposta: letra c. 455) Dividir o número 240 em 3 partes de tal forma que a primeira esteja para a segunda como 3 está para 4 e que a segunda esteja para a terceira como 6 está para 7,5. a) 60, 80 e 100 b) 50, 90 e 100 c) 40, 80 e 120 d) 40, 60 e 140 e) 80, 80 e 80 Solução: Sejam “X”, “Y” e “Z” as partes procuradas. Obviamente, X + Y + Z = 240 (equação 1) Com os dados do problema, escreveremos o seguinte: X 3 3. Y (equação 2) = . Vamos retirar o “X” em função de “Y”: X = Y 4 4 7,5. Y Y 6 . Daqui vamos retirar “Z” em função de “Y”: Z = (equação 3) = 6 Z 7,5 Agora, vamos substituir os dois resultados encontrados nas equações 2 e 3 na equação 1: 3. Y 7,5. Y 18. Y + 24. Y + 30. Y 240 × 24 +Y+ = 240 ⇒ (tirando o MMC) ⇒ = ⇒ 4 6 24 24 240 × 24 ⇒ Y = 80 . Da equação 1, retiramos: X = 60 72.Y = 240 x 24 ⇒ Y = 72 Da equação 2, temos: Z = 100 (Também podemos utilizar a equação 1 para o cálculo de Z) Resposta: letra a. 456) Um certo número é dividido proporcionalmente a 7 e 8. No entanto se fosse dividido proporcionalmente a 3 e 9, a primeira parte ficaria diminuída em 26 unidades. Qual é esse número? a) 240 b) 160 c) 120 d) 480 e) 320 Solução: O NÚMERO é “X” e as partes são “Y” e “Z” Y Z = . Sabemos que: X = Y + Z, então: Situação 1: 7 8 Y+Z Y Z X Y Z = = ⇒ = = 7+8 7 8 15 7 8 Y − 26 W Situação 2: . Sabemos, também, que: X = Y -26 + W, então: = 3 9 Y − 26 + W Y − 26 W X Y − 26 W = = ⇒ = = . Da primeira proporção, podemos retirar: 3+9 3 9 12 3 9 X Y 15. Y . Da segunda proporção, podemos escrever: = ⇒X= 15 7 7 X Y − 26 Y − 26 = ⇒ X = 12. ⇒ X = 4. ( Y − 26) 3 12 3 15. Y Ora, mas X = . Substituindo-se este resultado na equação acima... 7 15. Y = 4. ( Y − 26) ⇒ 15. Y = 28. Y − 728 ⇒ 15. Y − 28. Y = −728 ⇒ −13. Y = −728 ⇒ Y = 56 . A 7 Y Z 8. Y 8 × 56 partir daqui teremos o valor de “Z”: = ⇒Z= ⇒Z= ⇒ Z = 64 . E, com o valor de 7 8 7 7 “Z”, finalmente, encontramos o valor de “X” X = Y + Z ⇒ X = 56 + 64 ⇒ X = 120 Resposta: o número é 120 e as partes são 56 e 64. Resposta: letra . 457) João e Marcos capinaram a metade de uma lavoura em 8 dias. Marcos, trabalhando sozinho, capina 1/4 de toda a lavoura em 10 dias. Quanto tempo João demoraria para capinar sozinho uma lavoura cujo tamanho fosse 3/4 da primeira? a) 10 dias b) 12 dias c) 15 dias d) 20 dias e) 30 dias Solução: Vamos enunciar aqui a fórmula do “Método da Redução à Unidade de Tempo Ponderado” (ou Média Harmônica Ponderada):
142

“O somatório dos produtos de cada peso pelo inverso do seu respectivo tempo será igual ao inverso do tempo coletivo multiplicado pelo seu respectivo peso” Neste caso, os “pesos” serão as frações de tarefa realizadas em cada etapa. Assim, teremos a seguinte equação (passo-a-passo): 1 1 João e Marcos capinaram a metade de uma lavoura em 8 dias: × (aqui temos o “tempo coletivo” 8 2 multiplicado pelo seu respectivo “peso”, que é a fração de tarefa realizada por ambos) 1 1 × Marcos, trabalhando sozinho, capina 1/4 de toda a lavoura em 10 dias: 10 4 Quanto tempo João demoraria para capinar sozinho uma lavoura cujo tamanho fosse 3/4 da primeira: 1 3 1 3 1 1 1 1 3 1 1 × . Montando a equação: × + + = ⇒ ⇒ (tirando-se o MMC) ⇒ × = × X 4 X 4 10 4 8 2 4 X 40 16 120 + 4 X 10 X = ⇒ 120 + 4X = 10X ⇒ 6X = 120 ⇒ X = 20 dias. 160 X 160 X Resposta: João, sozinho, demoraria 20 dias para capinar 3/4 da primeira lavoura. Resposta: letra d. 458) Duas torneiras funcionando juntas, enchem um reservatório em 24 min. Se funcionarem isoladamente, a segunda gastará 36 min a mais que a primeira. Achar o tempo que cada um gasta para encher o tanque. a) 24 e 60 min b) 36 e 72 min c) 44 e 80 min d) 20 e 56 min e) 12 e 48 min Solução: Vamos enunciar novamente o Método da Redução à Unidade de Tempo: “O somatório dos INVERSOS dos tempos individuais é igual ao inverso do tempo conjunto”. Aqui, o “tempo conjunto” é 24 min, a primeira gasta “X” minutos para encher o tanque sozinha e a segunda gasta “X + 36” minutos para encher o tanque sozinha. A equação fica: 1 1 1 = + ⇒ Aqui o MMC será igual a 24.X.(X + 36) ⇒ X X + 36 24 24. ( X + 36) + 24. X X. ( X + 36) ⇒ 24. ( X + 36) + 24. X = X. ( X + 36) ⇒ = 24. X. ( X + 36) 24. X. ( X + 36) 24X + 864 + 24X = X2 + 36X ⇒ X2 - 12X - 864 = 0 ⇒ (Bháskara) ⇒ X = 36 Resposta: Uma torneira realiza o trabalho (sozinha) em 36 min e a outra em 72 min. Resposta: letra b. 459) Em uma pesquisa eleitoral, de um universo de 240 pessoas entrevistadas, 50 votam no candidato A, 90 no candidato B e 80 no candidato C. Os restantes votam em branco. Mantendo-se esta proporção, podemos dizer que em 150 milhões de eleitores, o vencedor terá: a) 56.250.000 votos b) 18.750.000 votos c) 93.750.000 votos d) 112.500.000 votos e) 37.500.000 votos Solução: Ora, no universo de 240 pessoas entrevistadas, o candidato mais votado foi “B”, logo o percentual de 90 3 = . Para um total de 150 milhões de eleitores, votantes nesse candidato será dado por: 240 8 3 espera-se que este candidato obtenha: × 150.000.000 = 56.250.000 . 8 Resposta: O candidato mais votado receberá um total de 56.250.000 votos. Resposta: letra a. 460) João pagou 40% da dívida que tinha junto a um banco. Mais tarde, quitou o saldo, pagando sobre o seu valor, 15% de juro. Sabendo que o valor dos juros foi $27, qual o valor da dívida original? a) $500 b) $400 c) $350 d) $300 e) $200 Solução: Se ele já pagou 40% da dívida, ainda está devendo 60% da dívida (X), ou seja: 60% DE X ⇒ 6 X “OU” 0,6.X. Desse modo, vamos considerar o Capital (C) como sendo: C = 0,6.X; 10 a taxa de juros é: i = 15%; e o juro é igual a: J = 27. O prazo da operação será considerado como UNITÁRIO: n = 1. Substituindo-se os dados na fórmula
143

do Juro simples: J = C.i.n 6 15 9 2700 ⇒ 27 = X. X⇒X= ⇒ X = 300 . 27 = 10 100 100 9 Resposta: João devia inicialmente $ 300,00 Resposta: letra d. 461) Quatro operários têm seus salários relacionados da seguinte forma: Carlos ganha 12% a mais que João. Antônio ganha 20% a mais que Carlos e Paulo ganha 10% a menos que Carlos. Se juntos ganham $22360, qual o salário de cada um? Solução: Sejam: “C” o salário de Carlos; “J” o salário de João, “A” o salário de Antônio e “P” o salário de Paulo. 112 120 90 J; A = C; P = C Com os dados do problema, podemos escrever: C = 100 100 100 Podemos relacionar o salário de cada um ao salário de Carlos. Assim: C + J + A + P = 22360 100 120 90  100 21 C+ C+ C+ C = 22360 ⇒ C.  1 + +  = 22360 ⇒ tirando-se o MMC ⇒  112 10  112 100 100

22360 × 1120  1120 + 1000 + 2352   4472  ⇒ C.  ⇒  = 22360 ⇒ C.   = 22360 ⇒ C =   1120   1120 4472 C = 5.600. Das equações preliminares, retiramos os salários dos outros três: J = 5.000; A = 6.720; P = 5.040 462) A razão entre despesa e receita de um evento é 0,8. Podemos afirmar que: a) houve lucro de 25% em relação à despesa. b) houve prejuízo de 20% em relação à despesa c) houve prejuízo de 25% em relação à despesa d) houve lucro de 20% em relação à despesa e) houve lucro de 30% em relação à despesa Solução: Sejam: “R” a receita e “D” a despesa. Escrevendo a razão: 8 D D = 0,8 ⇒ = . Queremos calcular a VARIAÇÃO PERCENTUAL (∆%) em relação à despesa. R R 10 Lembrando a fórmula prática para calcular a variação percentual:  valor final - valor inicial  ∆% =   × 100 . Vamos tomar para valores inicial e final os respectivos   valor inicial 2  10 - 8  “fatores” de Despesa e Receita: R = 10 e D = 8.   × 100 = × 100 = 25%  8  8 Em relação à despesa, houve um AUMENTO (LUCRO) de 25%. Resposta: letra a. 463) Um certo tipo de alga tem capacidade de aumentar de tamanho em 100% a cada dia. A partir de uma alga, em 100 dias um lago fica todo coberto de algas. Em quanto tempo esse mesmo lago ficaria coberto de algas se partíssemos de 2 algas? a) 50 b) 75 c) 25 d) 100 e) 99 Solução 1: Se a alga aumenta em 100% a cada dia, temos uma PROGRESSÃO GEOMÉTRICA de razão 2. O primeiro termo dessa progressão é igual a “1” e o número de termos será igual a 100.
n −1 Com a fórmula do termo geral de uma PG: a n = a1 × q .

a100 = 1 × 2100 −1 ⇒ a100 = 2 99 . Assim, para que o lago esteja completamente coberto de algas, é
necessário que sua quantidade final seja igual a 2 99 . Na segunda situação, teremos a1 = 2, q = 2 a100 = 2 99 e buscamos o valor de “n”. Voltando à fórmula do termo geral: 2 99 = 2 × 2 n−1 ⇒ 2 98 = 2 n−1 , de onde vem: 98 = n - 1 ⇒ n = 99. Solução 2: Observe o esquema abaixo (utilizando-se apenas raciocínio lógico):
144

ou seja: 8 4 Z = . X  4  8..4. então ela será igual a 7/8 da primeira.25 litros c) 10.25 litros e) 12 e 13 litros Solução: Trata-se de uma MÉDIA PONDERADA.75 litros. E. “Y” e “Z” as partes. x + = 20 ⇒ −4. teremos: X = 25 . x + 5. Conseqüentemente.4) = 120 ⇒ Desenvolvendo este produto. X 245 × 8 X+ + = 245 ⇒ tirando o MMC ⇒ ⇒ 35. Dessa forma. X +  ⇒ Z = . A terceira parte (“Z”) é 4/3 da soma das duas primeiras. obtém-se um retângulo de mesma área. Além disto. 466) Dividir o número 245 em 3 partes sabendo que a segunda parte é 1/8 menor que a primeira e que a terceira é 4/3 da soma das duas primeiras Solução: Sejam: “X”.. ou seja: 7 Y = . em relação ao valor sem desconto: 145 .x + 5. a nova área ficará: (x x + 5).20 = 120 120 600 120 − 4.y .X + 6. X  5. a) 10 e 12 m b) 8 e 15 m c) 5 e 24 m d) 6 e 20 m e) 4 e 30 m Solução: Sejam “x” e “y” as dimensões do retângulo. X ⇒ Z = . respectivamente. igual a: A = x. a altura será: y = 12 m Resposta: letra a. x 2 − 20. pagando juros de 1. Sua área será.. Da equação 2.(y .Y = 25 ⇒ Y = 6. retiramos o valor de Z ⇒ Z = 140 467) Uma loja faz uma promoção na qual concede um desconto de 20% para os clientes que paguem as prestações nos dias 15. Substituindo-se a equação 3 na equação 3: 3 4  7. X + 20. X 8. Isolando-se (por exemplo) “X” nesta segunda equação. portanto. teremos: x.Y) + 6.(25 . X 5. Agora.( X + Y ) ⇒ (equação 3)..y = 120 ⇒ 120 y= . foram misturados x litros de uma solução contendo 24% de álcool com y litros de outra solução contendo 72% de álcool. x − 150 = 0 ⇒ Bháskara ⇒ x = 10 m (a resposta negativa NÃO SERVE).Y 2. x ⇒ −4. Podemos afirmar que o cliente.y . resolve usar seu cheque especial. ou seja.y ⇒ x. onde os percentuais representam os PESOS. Substituindo as equações 2 e 4 na equação 1. Calcular as dimensões.75 e 7. . APENAS O PRIMEIRO DIA foi “pulado”.X + . sabemos que: X + Y = 25. Obviamente: X + Y + Z = 245 ⇒ (equação 1) Se a segunda parte (“Y”) é 1/8 menor que a primeira.25 litros e (conseqüentemente!) X = 18. teremos: 7. são: a) 18 e 7 litros b) 16.X = 245 x 8 ⇒ = 8 2 8 8 X = 56. cheio 2 4 8 16 32 64 128 256 . Aumentando a base de 5m e diminuindo a altura de 4m. Um cliente que recebe seu salário nos dias 20.25 litros d) 18. podemos escrever o seguinte: 36 24 72 .5% ao dia durante os 5 dias de diferença... x 2 + 600 = 20. Resposta: letra d.  ⇒ Z = . X + 7. da equação 1. retiramos o valor de Y ⇒ Y = 49.75 e 8.  ⇒ simplificando ⇒ Z =  3  8  3  8 3  8  2 (equação 4).1º 2º 3º 4º 5º 6º 7º 8º . ao iniciar com duas algas. e substituindo-se o resultado na primeira equação. isto quer dizer que o lago ficará completamente cheio em (100 -1) dias. 465) Um retângulo tem 120 m² de área. x + 600 = 0 x x ⇒ simplificando tudo por “-4” ⇒ x 2 + 5. 464) Para fazer 25 litros de uma solução contendo 36% de álcool.Y = 75 ⇒ 4. 99º 100º dia dia dia dia dia dia dia dia dia dia 1 2 4 8 16 32 64 128 . X + 7. X  4  15. Y (Multiplicando todos os termos por 100 e dividindo por 12) 100 100 100 75 = 2.25 = . X ⇒ (equação 2)..75 e 6. finalmente.. − 20 = 120 ⇒ −4. os valores de x e y.Y. em 99 dias! Resposta: letra e.Y = 75 50 + 4. com a base aumentada em 5 m e a altura aumentada de 4 m. cheio Observe que.

p2 > 0 ⇒ .1)2. ou seja.2x .5 × 80 = 6 . Assim...x + 3 = x2 . y = 469) O produto das raízes da equação Solução: O MMC da equação é (x . que era $ 100.8 hm passa para 8 dam.5% SOBRE os $ 80 que retirou para pagar a dívida com desconto! 7. Se ele a pagou com o desconto de 20%. Como.6 = 0 ⇒ O problema solicitou somente o PRODUTO DAS RAÍZES. Observe que x2 . o “cliente” acabou Assim sendo. o gráfico corta o eixo “x” em dois pontos distintos) é que ∆ > 0. Ora. ele terá (sobre o valor TOTAL da dívida. vem: (− 4) − 4.7 ⇒ x. Sua área total será dada por: A = 8x dam2. vale: Solução: Vamos elevar x + y = 4 ao quadrado! ( x + y) = 4 2 ⇒ x 2 + 2xy + y 2 = 16 .4 = (x + 4). a: a raiz da equação é: x = 4 472) Um terreno retangular tem 0.2. temos: a = p.3.x + 1 ⇒ x2 + x . é: (x − 1) 4 − 3. como se sabe. o 0. $ 80 + $ 6 = $ 86.y.. ele pagou ao banco 7. p.4) é um PRODUTO NOTÁVEL. 2 2 x −4 x −4 Devemos fazer uma VERIFICAÇÃO (substituindo cada resultado encontrado na equação original).4x + p intercepte o eixo dos x em dois pontos distintos. Deste modo: -2 < p < +2 4 1 1 + = 1− 2 471) As raízes da equação x+2 x−2 x −4 Solução: ⇒ Tirando-se o MMC.. temos c = -6 e a Substituindo-se na fórmula.4.(x . pois torna NULOS o primeiro e o último denominadores. Efetuando 2 a substituição. Então. o valor da dívida caiu para $ 80. observamos que a raiz -2 NÃO SERVE.00) um lucro de $ 14. é dado por: P = c . Para qualquer ponto entre as raízes. deve-se ter: Solução: A condição para que haja DUAS RAÍZES REAIS DISTINTAS (isto é. 7 + 2xy = 16 ⇒ 2xy = 16 .5% x 5 = 7. p > 0 ⇒ 16 . que.8 hm de largura. teremos a função assumindo valores maiores que zero (positivos!).00. Qual o seu comprimento sabendo-se que se comprou por $259. Finalmente. ( x − 1) (x − 1) 2 = (x − 1) 2 (x − 1) 2 ⇒ 4 . Feito isto. Assim: b 2 − 4ac > 0 . O comprimento do terreno será “x”.200 pagando-se na razão de $1. em 5 dias. neste caso.5% DE 80. que é o que se deseja neste caso. segue-se que o PRODUTO é: P = -6 470) Para que o gráfico da função real definida por f(x) = px² . 14%. Entretanto. ele pagou ao banco juros de: 1.500 o dam2? Solução: Vamos passar todas as medidas para dam. podemos afirmar que x. inequação são: +2 e -2. Então: 9 2 4 (x − 1) 2 − 3 = 1 .8 = 0 ⇒ Bháskara ⇒ x = 4 ou x = -2. x2 − 4 − 4 ( x − 2) + ( x + 2) = ⇒ 2x = x2 . 468) Sabendo que x² + y² = 7 e que x + y = 4. Então. temos aqui um problema que se resolve por regra de três: Área $ 8x 259200  1 1500  146 ( ) . b = -4 e c = p. Na equação dada.p2 + 16 > 0 ⇒ As raízes da 2 a = 1.Solução: Vamos supor que a dívida do cliente fosse $ 100.4. Mas x² + y² = 7. ou seja: 100 desembolsando.8 ⇒ x2 . ao todo.

A polícia irá tirar uma diferença de 20 km em cada hora. o carro tem um 12 litros 80 km 16 km / l .8x = 0. que é dada por: = rendimento de 15 litros 3 n Mh = . Na questão em tela: n = 2. O produto: (+20%) x (-20%) é igual a (-4%). ou seja. devemos incluir na soma o produto dessas porcentagens (levando em conta seus sinais). os irmãos metralha percorrerão 50 km.12000x = 259200 ⇒ x = 21.5h . Pergunta-se: a) Qual o rendimento médio em km/l dos 200 km? b) Em quanto por cento diminuiu o rendimento? c) Em que taxa percentual aumentou o consumo a cada km? Solução: 120 km a) O rendimento do carro na estrada é dado por = 10 km / l .º de elementos dos quais desejamos a média e X1. t ⇒ d = 120 × 2. X1 = 10 e X 2 = 16 . “valor final” =   valor inicial 3 147 . t= ⇒t= v 20 A distância do banco que isto ocorre. que diz o seguinte: Para somarmos porcentagens diretamente. 474) Os irmãos metralha assaltam um banco e fogem com velocidade de 100 km/h. Se ARBITRARMOS para “x” o valor “100”.96x. onde “n” é o n. Daqui.4%.valor inicial  ∆% =  .5 ⇒ d = 300 km 475) Um carro percorre 120 km com 12 litros de gasolina. Solução 2: Houve um AUMENTO de 20% e um DESCONTO de 20% SOBRE O MESMO OBJETO. Ao AUMENTARMOS em 20% uma das medidas (nortesul).8x. ou seja: 120% DE x é igual a: 1. que é dada pela fórmula: 16  valor final . A média aqui é HARMÔNICA. ou seja: 80% DE x. X2. o tempo necessário para que a polícia alcance os irmãos metralha será dado por: d 50 ⇒ t = 2. Substituindo-se os dados na 3 fórmula da Média Harmônica: 2 2 2 2 × 160 2 Mh = ⇒ Mh = ⇒ Mh = ⇒ Mh = ⇒ Mh = ⇒ Mh ≅ 6. a NOVA ÁREA passa a ser de: A = 1.20% .2x . por fazer muitas marchas. Assim. percorre 80 km com 15 litros. Podemos dizer que sua área: Solução 1: Seja “x” a medida de cada lado do quadrado. Meia hora depois a polícia sai em seu encalço com velocidade de 120 km/h.b) Queremos calcular a VARIAÇÃO PERCENTUAL. teremos que a área inicial era 100 e passou para 96.2x Ao DIMINUIRMOS em 20% a outra medida (leste-oeste). Após quanto tempo a polícia alcançará os bandidos? A que distância do banco isto ocorre? Solução: Em meia hora. o carro da polícia percorrerá..96 km/l 1 3 16 + 30 46 1 1 46 + + 10 16 160 160 10 16 3 .4% = . 0. onde “valor inicial” = 10. Milton Araújo.. neste tempo. ela passa a ser 80% do que era.5 horas.+ X1 X 2 Xn são os elementos. . Somando-se tudo: +20% . pode ser obtida levando-se em consideração a velocidade da polícia (v = 120 km/h). Assim.6 dam 473) Um terreno quadrado tem os lados norte e sul aumentado em 20% e os lados leste e oeste diminuído de 20%. Verificando-se que o tempo necessário para alcançar os irmãos metralha foi de 2. que é igual a: 0. Assim:  × 100 . Podemos usar o método “Cuca Legal” do prof. Ao chegar no centro... uma distância de: d = v. ela passa a ser 120% do que era. 4%. Na cidade.. após as modificações nas medidas do quadrado. podemos concluir que a redução foi de “4” em “100”. Xn 1 1 1 + +.

Para que. O MONTANTE vale $542. i2 .88.008% b) 10. a VARIAÇÃO PERCENTUAL entre estes 10 16 dois valores. teremos: J 1 = J2 X 2 X i2 = .(1 + 30 i.m. Após o pagamento da entrada.30   14  .016% e) 20. agora.8% d) 2. entretanto. i2 ⇒ Y 3 Y i1 i2 2 3 = ⇒ i1 = i 2 .5% 476) Um fogão é vendido por $ 600.00 à vista ou com entrada de 22% e mais pagamento de $ 542. ficará um SALDO DEVEDOR de $ 80. a taxa de aplicação do menor capital deve superar a do maior em: a) 10% b) 20% c) 30% d) 40% e) 50% Solução: X 2 Sejam “X” e “Y” os capitais.160. Qual a taxa de juros mensal envolvida na operação? a) 5% b) 10% c) 15% d) 20% e) 25% Solução: 22 × 600 = 132 .8   3 1     7  7 10  ×  × 100 ⇒ ∆% = × 100 ⇒ ∆% =  16 10  × 100 ⇒ ∆% =  80  × 100 ⇒ ∆% =  1   80 1  8  1        10   10  ∆% = 87.88 = 468 ×  1 + i × ⇒ 116 − 1 = i × = 1 + i × . O comprador pode. após 32 dias. Substituindo-se os dados na fórmula abaixo: M = C. o saldo a ser financiado será: 600 22% DE 600 é: 100 132 = 468. o CONSUMO na estrada será dado por 1 3 litros/km. Resposta: letra c. Admitindose o regime de juros simples comerciais. 477) Dois capitais estão entre si como 2 está para 3. pagar 20% de entrada no ato e o restante em uma parcela única de $ 100.10     −   14 1   × 100 ⇒ ∆% =  3  × 100 ⇒ ∆% =  3  × 100 ⇒ ∆% = − ∆% =  3 ×  × 100  3 10   10   10   10              ⇒ ∆% ≅ −46. Solicitou-se a TAXA MENSAL da operação. O MENOR capital. 478) O preço a vista de uma mercadoria é de $ 100. ou i1 = 1. Então: X .n) 32  542.08% c) 100.16 = i × ⇒i= = 0. O MONTANTE é $ 100. i1 .88  32  32 32  542. . logo. ⇒  ⇒ 116 = 1 + i × ⇒   30  468 30  30 30 32 0. vencível em 90 dias. n = Y .000. teremos (procedendo do mesmo modo que no item anterior):  15 . a taxa de juros anuais cobrada na venda a prazo é: a) 1. e na cidade será: .000.160 e o prazo (dado em DIAS) é 90.15 (está na forma UNITÁRIA! Deve-se multiplicar por 100 para 30 32 passar à forma PERCENTUAL) ⇒ i = 15% a. c) O CONSUMO é o INVERSO do RENDIMENTO! Então.88.67% . neste caso.16% Solução: Com os 20% dados de entrada ($20. 16   16 . i1 = Y . = .000). O sinal negativo indica que houve DIMINUIÇÃO.5 i2. mas = . em período de tempo igual seja obtido o mesmo rendimento. Calculando-se. deveremos passar o prazo (n) de DIAS 32 para MÊS: . cuja TAXA Y 3 chamaremos de “i1” Como se quer o MESMO RENDIMENTO (Juro) em período de TEMPO igual (n). Isto nos indica que a taxa do MENOR capital supera a taxa do i1 3 2 MAIOR capital em 50% (LEMBRE-SE da fórmula da VARIAÇÃO PERCENTUAL!) Resposta: letra e. n ⇒ X . Devemos transformar o prazo para ANOS (pois o 148 .16 × 30 0. será o “X”.

9 13   13   (1 + 3. Resposta: letra c. 5. Sabendo que a locomotiva deve ir à frente e que o vagão restaurante não pode ser colocado imediatamente após a locomotiva. vem: 294000 ⇒ substituindo-se este resultado na segunda equação: C= (1 + i × 6) 108000 = 294000 × (1 + i × 4) ⇒ 216000 × (1 + i × 6) = 294000 × (1 + i × 4 ) 2 × (1 + i × 6) ⇒ simplificando-se ambos os membros por 2000. a solução pode ser facilmente encontrada fazendo-se P6 .000 d) $ 60. Mas queremos calcular o valor de “C”. Entretanto.920 Solução: Sem levar em consideração a posição do vagão restaurante.000 b) $ 25. Uma outra torneira enche o mesmo tanque em 3h.i = 39 ⇒ i = 108 × (1 + i × 6) = 147 × (1 + i × 4) ⇒ 108 + 648.000 c) $ 30. Há.9) × 3 × 6 1+ 1+     10   20 Resposta: letra d. 482) Uma torneira enche um tanque em 8h. restarão as 5 posições restantes para 5 vagões. pelo período de 4 meses. i = 147 − 108 ⇒ 294000 39 13 ⇒i= . (1 + i. Temos aqui um sistema com duas equações e 2 2 duas incógnitas.8% ao ano.008 (LEMBRE-SE de que esta taxa está na FORMA UNITÁRIA! Para transformarmos uma taxa da forma unitária para a FORMA PERCENTUAL. ao final das aplicações. Isolando-se o “C” da primeira e substituindo-se na segunda.000 Solução: Se as duas aplicações ocorreram NAS MESMAS CONDIÇÕES. 7. Sabendo-se que.000 e 108. 9.9) (1 + 3.n) C C 147000 = × (1 + i × 6) . com um total de Permutações dado por: P5 = 120. Assim. I = 100. teremos: 90 1 = ano. Assim. Um C= 149 . 5. Resposta: letra c. isto quer dizer que a TAXA de ambas é a mesma! Calculamos os MONTANTES das duas aplicações. basta multiplicarmos por 100). nas mesmas condições. respectivamente. 479) João colocou metade de seu capital a juros simples pelo prazo de 6 meses e o restante. Para as duas posições restantes. Números maiores que 200 devem iniciar (neste caso!) por: 3. 9.000. Então.P5 = 600. i = 147 + 588. sendo um deles o restaurante. iremos 360 4 diretamente para a fórmula: M = C . vem: 60. 480) Com os algarismos ímpares pode-se formar "n" números maiores que 200 e que tenham apenas 3 algarismos distintos. . e 108000 = × (1 + i × 4) . 481) Um trem de passageiros é constituído de uma locomotiva e seis vagões distintos. o capital inicial era de: a) $ 20. o número de modos diferentes de montar a composição é: a) 720 b) 120 c) 600 d) 4320 e) 25. se o vagão restaurante ocupar a posição logo atrás da locomotiva. devemos calcular: 4 × A 4. 4 candidatos para a primeira posição. =  1 + i ×  ⇒ 1252 = 1 + i × ⇒ 1252 − 1 = i × ⇒     4 80000 4 4 4 i = 1. Com os dados.(1+ i. os montantes eram de 147.2 = 4 × 4 × 3 = 48 Resposta: letra d. i − 588.problema solicitou a taxa ANUAL).000 e) $100.n) 1 100160  1 1 1  100160 = 80000 ×  1 + i ×  ⇒ . portanto. teríamos a solução da questão dada por: P6 = 720. i ⇒ 648. O valor de n é a) 12 b) 24 c) 36 d) 48 e) 60 Solução: Algarismos ímpares: 1. 3. teremos 4 candidatos. 7. Assim: C = 60 20 (1 + i × 6) 294000 294000 294000 294000 294000 ⇒C= ⇒C= ⇒C= ⇒ C = 60000 ⇒C= 4. pela fórmula: M = C.

sabemos que P C ∩ R = 2 . O carteiro a entregue (evento E). Dado que Valéria não recebeu a carta. Os eventos são INDEPENDENTES. razão pela qual MULTIPLICAM-SE as probabilidades individuais. enquanto as torneiras 8 3 4 x colocam). vem: 2 2 1000 25 P C / R = 10 = × = 352 10 352 44 1000 Resposta: letra c. então a probabilidade  1000  de que ela NÃO RECEBA a carta é dada por (evento complementar): 648 352 P(R) = 1 − P(R) ⇒ P(R) = 1 − ⇒ P(R) = . Então.ralo esvazia todo o tanque. P(N) = . Estando o tanque pela metade. 10 10 10 1000 648   Se sabemos qual é a probabilidade de Valéria receber a carta  P(R) =  . podemos aplicar diretamente o “Método da Redução à Unidade de Tempo”. 9 8 9 . Leandro a escreva (evento C). enunciado da seguinte maneira: “O somatório dos INVERSOS dos tempos individuais é igual ao inverso do tempo conjunto”. qual a probabilidade de que Leandro não a tenha escrito? a) 2/10 b) 35/36 c) 25/44 d) 32/55 e) 27/64 Solução: Vamos começar nosso raciocínio com o cálculo da probabilidade de Valéria “receber” a carta. Porém o 24. Então: 8 9 9 648 P(R) = P(C ∩ N ∩ E) = × × = . pois. ( ) ( ) 150 . A probabilidade de que o correio não a perca é de 9/10. é necessário que: I. (o sinal negativo significa que o ralo está “tirando” água. 1000 1000 Agora. sozinho em 4 horas. 1 1 1 1 + − = . Pelos dados do problema. serão necessárias 2 Resposta: letra e. x) = 24. Ora. x = 24 ⇒ x = ⇒ x = 4. calcularemos a probabilidade de que Leandro não tenha escrito a carta DADO QUE Valéria não a recebeu (Probabilidade Condicional): P C/R = ( ) P C∩R PR ( () ). 483) Leandro quer enviar uma carta a Valéria. ou seja.8 horas para encher o tanque todo.4 horas. Foram dados: P(C) = 10 10 10 A probabilidade de Valéria receber a carta (P(R)) é dada por: P(C ∩ N ∩ E) = P(C ) × P(N) × P(E) . x 24. MMC(8. em quanto tempo o tanque encherá? a) 7h b) 4 h 48 min c) 2 h 30 min d) 11 h e) 2 h 24 min Solução: Neste problema. para que Valéria receba a carta. 3. 2 horas e 24 minutos. metade.8 = 2. x 5 enunciado do problema afirma que o tanque já está pela METADE.x 3x + 8x − 6x 24 24 = ⇒ 5. A probabilidade de que o carteiro a entregue é de 9/10. E III. A probabilidade de que Leandro escreva a carta é de 8/10. O correio não a perca (evento N). 4. E II. para encher a outra 4. se Leandro não escreveu a carta É 10 ÓBVIO que Valéria não a receberá! Substituindo os valores já calculados na fórmula da probabilidade condicional. P(E) = .

devemos CONSERVAR A BASE e SUBTRAIR OS EXPOENTES.012 m3.003 m3 → 3 dm3...  27 + 9 + 3 + 1 x  40  3 x. Obviamente. Assim. verificamos que o 3x aparece em TODOS os termos do primeiro membro. Ex. que eqüivalem a 3 litros. LEMBRE-SE do seguinte: UM LITRO É EQUIVALENTE A UM DECÍMETRO CÚBICO Então. “x + 2” e “x + 4”.003 m3.484) As medidas dos lados de um triângulo são números pares consecutivos. Ex. Temos uma IGUALDADE onde as bases são iguais. Desse modo. 3x Observa. Transformando-se essa medida em decímetros cúbicos (deslocando-se a vírgula 3 casas à direita): 0. = 3 5 . devemos CONSERVAR A BASE e SOMAR OS EXPOENTES.: 1  1 2 =   . O perímetro desse triângulo é? a) 6 b) 12 c) 18 d) 24 e) 30 Solução: Números pares consecutivos podem ser escritos da seguinte forma: “x”. = 9 × 27 40 Agora decompondo o “9” e o “27” em fatores primos. Dizer que a água no seu interior ocupa 4 capacidade é o mesmo que dizer que o número de litros de água nele existente é a) 2 b) 3 c) 20 d) 30 e) 200 Solução: Para a conversão de uma medida de volume em capacidade. teremos 0. 23 = 22 + 3 = 25. podemos representar a fração: 2 por 2 −2 .3 = 2-1. logo as potências também devem ser −2 +2 ( ) 151 . 486) A raiz de equação 3x + 3x-1 + 3x-2 + 3x-3 = 360 é: a) 2 b) 3 c) 4 d) 5 e) 6 Solução: Duas regrinhas básicas de potenciação: a) Quando estamos MULTIPLICANDO potências de MESMA BASE.  1 + +1 + + 2 + + 3  = 360 ⇒ 3 x . 3 x . observando a equação exponencial dada. Se a medida do menor (“x”) é igual a um terço (1/3) da soma das medidas dos outros dois. o MMC é 27.3 −1 . Resposta: letra b. INVERTEMOS a fração e  2 2 TROCAMOS o sinal do seu expoente. ( x + 2 + x + 4) ⇒ passando o “3” para o primeiro membro (multiplicando) ⇒ 3 3x = 2x + 6 ⇒ x = 6 (o menor lado!).  = 360 ⇒ 3 . c) Para trocarmos o sinal do expoente de um número. e a medida do menor lado é um terço da soma das medidas dos outros dois lados. os outros dois lados serão iguais a 8 e 10. pois o 27 está dividindo e deverá passar MULTIPLICANDO e o 40 está multiplicando e deverá passar DIVIDINDO) 360 × 27 3x. podemos escrever: 1 x = . 3 1 Observa que a fração 1 foi escrita INVERTIDA E TEVE O SINAL DO SEU EXPOENTE TROCADO. 1 de sua 485) O volume de um recipiente é 0. devemos inverter o número. Resposta: letra d. b) Quando estamos DIVIDINDO potências de MESMA BASE. = 3 2 × 3 3 (Aqui temos uma MULTIPLICAÇÃO DE POTÊNCIAS DE MESMA BASE.: 22 . podemos colocá-lo EM EVIDÊNCIA: 1 1 1  1 1 1   3 x . 3 Agora. que 3x-1 veio de 1 . ou seja. que também poderia ser escrito na forma: 3 x . por exemplo.= ⇒ 3 x .: 22 ÷ 23 = 22 . Aplica-se a primeira regra vista acima!) 3 x .  1 + + +  = 360    3 9 27  3 3 3 Dentro do parênteses acima. Ex. Estas “regrinhas” são fundamentais para resolver equações exponenciais do tipo proposto acima. 1 + 3 −1 + 3 −2 + 3 −3 = 360 ⇒ 3 x .   = 360    27  27 Passando a fração para o outro lado (ela passará INVERTIDA. Desta forma o perímetro do triângulo será igual a: 6 + 8 + 10 = 24. calculando-se 1/4 do volume dado.

inicialmente. Resposta: O operário combinou. montar uma equação: 4200 4200 . d) 6mn e) b) 3m + 2n c) 3mn 3m 2n 152 . Então temos P4 = 24 números. SOMANDO-SE os resultados parciais (passos “a” a “d” acima): 24 + 6 + 2 + 1 = 33. t= vR 60 Ora. “3” e “1” nas três primeiras posições. c) Fixando-se os algarismos “2”. formam-se números de 5 algarismos. chegaremos à equação do x x+6 segundo grau ⇒ x2 + 6x . o número 23415 encontra-se na 33ª posição. Em quantos dias supôs que terminaria? a) 30 b) 27 c) 24 d) 21 e) 15 Solução: O serviço foi contratado para ser terminado em “x” dias. calcule log5 a) 2m + 3n Solução: No logaritmo do problema. o próximo número já será aquele para o qual desejamos saber a posição. seu ganho diário ficou equivalente a . Assim.(x + 6). Entretanto. Nestas condições.iguais. Podemos. O operário despende no trabalho.80 = ⇒ resolvendo a equação. VR = 60 m/s. 6 dias a mais que supunha e verifica ter ganho por dia 80 moedas a menos do que premeditara. 2. finalmente. 489) Um homem contrata para fazer um serviço alguém que lhe cobra 4200 moedas. A pergunta é: quantos metros terá voado a mosca até sua morte? a) 50 b) 60 c) 100 d) 120 e) 200 Solução: A velocidade relativa dos dois cavalos é dada pela SOMA de suas velocidades (dois móveis deslocando-se em sentidos contrários. em um segundo a mosca voará 50 metros! Resposta: letra a. Então: P2 = 2 números. 4 e 5. ao atrasar o serviço. Se o operário tivesse terminado o serviço dentro do prazo. Resposta: letra d. mas foi feito em “x + 6” dias. 3. desta forma. suas velocidades devem ser subtraídas). Resposta: letra d. teria ganho. O x x+6 enunciado do problema diz que o ganho inicial diário do operário ficou. sobram 4 algarismos para as 4 restantes posições.315 = 0 ⇒ resolvendo a equação (Bháskara) ⇒ x = 15. 488) Com os algarismos 1. então. terminar o serviço em 15 dias. têm suas velocidades somadas. iremos expandir ( a + b) = a 2 + 2ab + b 2 2 ( a + b) 2 ab em função de m = log 5 2 e n = log 5 3 . quando um persegue o outro. o tempo necessário para que os cavalos se encontrem será: d 60 = = 1 segundo. Com uma velocidade de 50 m/s.º 23415. qual a posição do n. se os cavalos irão encontrar-se em 1 segundo. d) E. 490) Sendo a²+ b²= 70 ab. 487) Dois cavalos galopam em sentidos contrários com velocidade constante de 30 m/s. este é o tempo que a mosca tem para voar. Ou seja. sobram 2 algarismos para as 2 posições restantes. a) 25ª b) 30ª c) 32ª d) 33ª e) 43ª Solução: a) Fixando o algarismos “1” na primeira posição. o equivalente a 4200 4200 moedas. Resposta: letra e. ao passo que. teremos: P3 = 6 números. Desse modo: x = 5 é a solução da equação. Colocando-os em ordem crescente. por dia. No instante em que eles se encontram a 60 metros um do outro uma mosca parte do focinho de um deles em direção ao outro com velocidade constante de 50 m/s e tal modo que ao chegar no focinho do outro imediatamente retorna de onde sai e continua nesse percurso até que os focinhos dos cavalos se encontrem e a esmaguem. sobram 3 algarismos para as 4 posições restantes. reduzido de 80 moedas. cujo MMC é x. b) Fixando os algarismos “2” e “1” nas duas primeiras posições.

“Y” . Como m = log 5 2 e n = log 5 3 . Expandimos o log ao lado pela propriedade do LOGARITMO DO log5 ab PRODUTO: log5 2 3 . a primeira gasta “X” minutos para encher o tanque sozinha e a segunda gasta “X + 16” minutos para encher o tanque sozinha. ( X + 16) ⇒ 15. ( X + 16) 15X + 240 + 15X = X2 + 16X ⇒ X2 .85 X − 2.5: − 2.75 (soma paga pelo vinho “4. ( X + 16) 15. A equação fica: 1 1 1 + = ⇒ o MMC será igual a 15. Então a resposta será 3m + 2n Resposta: letra b.5 X + 2.35X = 82.Como a 2 + b 2 = 70ab .85 X − 2. ( X + 5) = ⇒ 6.3 2 = 3.X.25 ⇒ X = 35. enchem um reservatório em 15 min.X = 2.85 o litro e chope a $ 2. Achar o tempo que gasta cada uma para encher o reservatório.º de litros de chope ultrapassa o de vinho em 25 litros) 4. teremos: X X+5 6 6. ( X + 5) + 6. X ⇒ 6. ( X + 5) X 2 − X − 30 = 0 ⇒ Bháskara ⇒ X’ = 6 e X” = -5 (a resposta negativa obviamente NÃO SERVE!).50 o litro.240 = 0 ⇒ (Bháskara) ⇒ X = 24 Resposta: Uma torneira realiza o trabalho (sozinha) em 24 min e a outra em 40 min. X. Resposta: letra d. ( X + 16) + 15.X” é “19. 491) Duas torneiras. Quantos dias gastaria o segundo se trabalhasse isoladamente? a) 3 b) 4 c) 5 d) 6 e) 7 Solução: Este problema é análogo ao anterior. “Arrumando” as equações em um sistema: − X + Y = 25 ⇒ como queremos calcular a quantidade de vinho “X”. a) 15 min e 31 min b) 25 min e 41 min c) 40 min e 56 min d) 24 min e 40 min e) 30 min e 46 min Solução: Vamos enunciar o Método da Redução à Unidade de Tempo: “O somatório dos INVERSOS dos tempos individuais é igual ao inverso do tempo conjunto”. o “tempo conjunto” é 15 min.quantidade de chope Y = X + 25 (o n. que é “Y”. X X. ( X + 5) 6.Y + 19. “(X + 5)” e “6”. ( X + 16) + 15.log5 2 + 2.5 Y = 62. ( X + 5) + 6.5 Y = 19. 493) Comprou-se vinho a $ 4.º de litros de chope ultrapassa o de vinho em 25 e a soma paga pelo vinho foi de $ 19. X. A um freguês vendeu 1/3 dos ovos 153 . 492) Dois operários gastam 6 dias para fazer juntos uma obra. a) 15 b) 30 c) 35 d) 40 e) 50 Solução: “X” . Aqui. Aplicando-se aqui o mesmo método teremos: 1 1 1 + = ⇒ Tirando-se o MMC entre “X”.).log 5 3 . X = X.85.Y”. iremos eliminar a  4.5.(X + 16) ⇒ X X + 16 15 15. funcionando juntas. teremos: 72ab = log5 72 = log5 2 3 .5 ⇒ somando-se as equações membro a membro:  4. A quantidade de litros de vinho comprada foi de. X X.3 2 . ( X + 5) ⇒ 6. O primeiro gasta 5 dias a mais que o segundo para fazê-la sozinho. X = X. X + 30 = X 2 + 5. Se funcionarem isoladamente a segunda gastará 16 min a mais que a primeira. assim: X = 6 dias.. ( X + 16) ⇒ = 15.75 2.75 a mais do que a paga pelo chope. Resposta: letra d.85.quantidade de vinho. X. X. multiplicando a primeira equação por 2.5 Y = 19..5.75 a mais” do que a paga pelo chope “2.75 variável “chope”. 494) um negociante recebeu 108 ovos que colocou em 2 cestas. Resposta: letra c.14X . O n.

sozinho colocará 60 m quadrados. trabalhando juntos colocam 90 m quadrados de piso em 3 dias. multiplica-se o seu denominador por 100 e 4 efetua-se a divisão. a nova largura. Quantos ovos havia em cada cesta? a) 48 e 60 b) 40 e 68 c) 30 e 78 d) 50 e 58 e) 45 e 63 Solução: Seja: “X” a quantidade de ovos da primeira cesta. X (equação 1) 3 b) Se ele vendeu 1/6 dos ovos da segunda cesta. b = .a = . ou seja: 6 Conforme os dados do problema. 497) Carlos e Antônio.. teremos: 4.. E a sua área será dada por: a+ 100 100 125 A2 = .(1-1/99). quantos dias Antônio.5.b1. Assim. houve uma REDUÇÃO DE 20%.01 e) 10 Solução: Em cada um dos parênteses deve-se tirar o MMC. ao ser aumentada de 25%. 496) Uma superfície foi planejada para ser coberta de n lajotas de comprimentos a e largura b. 495) O resultado da multiplicação dos noventa e nove fatores (1-1/2). Obviamente.X = 540 . Resolvendo. que pode ser enunciada da seguinte forma: “O somatório dos produtos de cada peso pelo inverso do seu respectivo tempo será igual ao inverso do tempo coletivo multiplicado pelo seu respectivo peso” 154 . coloca 180 m em 10 dias. A área da “nova” lajota deverá ser igual à área da “antiga” lajota: 100 125 100. Resposta: letra a. 2. ou seja: 2.. Esta “nova” lajota terá um comprimento igual a “b1”. restam ainda na cesta 5/6 dos ovos que havia 5.X = 540 ⇒ X = 60 3 6 A primeira cesta tinha 60 ovos e a segunda 48. ficará igual a: 25 125 . a.. Simplificando a expressão obtida. Daqui podemos 100 125 5 4 concluir que o comprimento passou a ser do seu valor inicial. Ou ainda: o novo valor é.(1-1/3). a segunda cesta ficará com (108 . Isto foi feito com a fração para se chegar aos 80%. restam ainda 2/3 dos ovos na cesta. 80% 5 do que era.. teremos: b1 = ⇒ b1 = .× × × = 0. 5 Resposta: letra a... As duas cestas agora tem o mesmo número de ovos.(1-1/100) a) 100 b) 1 c) 0. Nota: para transformar uma fração em porcentagem. agora.b Supondo que a largura da lajota seja “a”...(108 − X ) (equação 2) inicialmente.1 d) 0. deverá ser de a) 80% do valor inicial b) 60% do valor inicial c) 50% do valor inicial d) 40% do valor inicial e) 25% do valor inicial Solução: Inicialmente.. b 4. ficamos com: 1 2 3 1 97 98 99 × × ×. Se Carlos sozinho. Se dispomos de um tipo de lajotas cujo comprimento é 25% maior. a) 3 b) 4 c) 5 d) 6 e) 7 Solução: Este problema pode ser resolvido de forma DIRETA com a fórmula da “Média Harmônica Ponderada”. devemos igualar a equação 1 com a equação 2. para que seja coberta a mesma superfície com n lajotas. Portanto.a. Isolando-se o valor de b1. a . ficamos com 2 3 4 98 99 100 100 Resposta: letra d.01 . a) Se ele vendeu 1/3 dos ovos da primeira cesta. X 5. a área de cada lajota é dada por: A1 = a.X) ovos. b1 .(108 − X ) = .da 1º cesta e a outro 1/6 dos ovos da 2º cesta.X ⇒ 9. b a.

. Em matemática. as palavras “DE” e “CADA” significam MULTIPLICAÇÃO. p n . calcular 3/4 deste 5 3 valor: × 600 ⇒ X = 450 4 Resposta: letra d. tn são os tempos “individuais” de cada trabalhador. um a um até encontrar a solução final! Então.. Quantas peças serão produzidas por 25 pessoas que em 18 dias trabalham 9 h/dia.+ . considerando o MMC entre 5 e 4 (que é 20!).O enunciado acima pode ser escrito pela fórmula abaixo: 1 1 1 1 1 . 3/4 da mesma carga custará? a) 180 b) 540 c) 420 d) 450 e) 600 Solução 1: Podemos resolvê-lo diretamente por meio de uma regra de três simples: 2/5 240  3/4 X  Podemos ainda SIMPLIFICAR as frações contidas na regra de três acima... (Acompanhe na questão 500 a resolução de uma regra de três composta passo a passo!) Resposta: letra a. Em quanto tempo 48 homens construirão 90 m de calçada trabalhando 8 h/dia? a) 29 dias 9 horas e 36 minutos b) 30 dias 3 horas e 12 minutos c) 29 dias 3 horas e 12 minutos d) 31 dias e 6 horas e) 40 dias. 500) 32 homens constroem 50 m de calçada em 28 dias. Então. ficaremos com a seguinte regra de três: 8 240  15 X  240 × 15 X= = 450 8 Solução 2: A carga TODA corresponde a “X”. trabalhando 7 h/dia. p3. seguindo os passos. Substituindo-se os dados do problema na fórmula: 1 1 60 60 60 60 1 .. p = . pn são as quotas de trabalho que cada um consegue realizar. A carga TODA custa. 499) Se 2/5 de uma carga custam $ 240. t3. t2.180 + . p 2 + . obteremos X = 3240 peças. “p” é o total do trabalho que os t t1 t2 t3 tn dois conseguem realizar “juntos”. onde “t” é o tempo coletivo.400 peças em 20 dias. . Queremos.. Aqui os pesos são as áreas de piso que cada um consegue colocar. . p 3 +.. Esta é uma boa oportunidade para você verificar se entendeu a explicação dada na questão 500. p2. apresentarei a solução sem as explicações dadas acima. Assim. Pessoas 15 25 direta   h/dia 10 9 direta   peças 2400 X   dias 20 18 direta x= 2400 × 25 × 9 × 18 15 × 10 × 20 Simplificando. agora. portanto. t1.90 = . Assim: 2 × X = 240 ⇒ X = 600 .. 2/5 DE X vale 240.60 ⇒ 30 = 18 + ⇒ 30 − 18 = ⇒ 12 = ⇒ x= ⇒x=5 10 12 3 x x x x Resposta: letra c. p1 + . 498) 15 pessoas trabalhando 10 h/dia fabricam 2. Solução: Montamos uma regra de três composta: 155 . e p1. a) 3240 b) 4320 c) 4800 d) 2400 e) 3600 Solução: Temos outro problema de regra de três composta. $ 600.

Convertendo a fração 0. encontraremos: 0. Observe que aqui estamos tratando de dias de trabalho.4 x 8 = 3. 3 horas e 12 minutos. Resposta: letra c.2 horas. tem 8 horas. então: 29 dias.homens metros dias 32 50 28    48 90 X    inversa direta Para resolver uma regra de três composta consulte nosso “passo a passo”. 156 . neste caso. Assim. ou 29 dias e mais 9 horas e 36 minutos de trabalho.4 dias. A resposta será. h/dia 7 8 inversa X = 29.2 x 60 = 12 minutos.2 h para minutos. Um dia de trabalho. 0.