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Bobina de Tesla (1)

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Bobina de Tesla

A Bobina de Tesla é um transformador ressonante capaz de gerar uma tensão altíssima com grande simplicidade de construção, inventado por Nikola Tesla por volta de 1890. O experimento de Nikola Tesla sempre apresentou uma grande variação de bobinas e configurações, por isto é difícil de descrever um modelo especifico de construção. As bobinas de Tesla são geralmente mecanismos muito populares entre os entusiastas da alta -voltagem. Uma bobina de Tesla , devido às altas freqüências das correntes envolvidas, possibilita uma montagem prudente para demonstrar fenômenos onde interferem muito altas tensões. É uma das montagens mais atrativas para o âmbito de uma Feira de Ciências, devido as brilhantes e ruidos as faíscas que produz. Além disso, em sala de aula, presta -se para uma boa série de experimentos relacionados com as altas tensões, com as altas freqüências, com a emissão de ondas de rádio, com os circuitos ressonantes, com as ionizações de gases etc.

y Breve Histórico
A bobina de Tesla é um tipo de transformador ressonante que é capaz de produzir, sob altas freqüências, tensões acima de um milhão de volts. A bobina de Tesla foi desenvolvida por Nikola Tesla (1856-1943), um contemporâneo e rival de Thomas A. Edson (1847-1931). A biografia de Tesla é uma leitura especialmente interessante. Em 1899 Tesla produziu descargas elétricas com 38 metros de extensão entre eletrodos colocados a 61 metros acima do solo com sua bobina para 12 milhões de volts, em seu laboratório em Colorado Spring. A sobrecarga devido à potência utilizada foi tanta que botou fogo no alternador da Companhia Elétrica dessa cidade. Tesla imaginou não só usar a sua invenção para comunicações sem fios ao redor do mundo mas também para a distribuição de energia elétrica, sem o uso de fios.

Por causa de sua alta freqüência, repetimos, a bobina de Tesla provê um modo relativamente seguro para demonstrar fenômenos que envolvem muito alta tensão. Uma bobina de Tesla, de bom tamanho, é provavelmente a mais espetacular de todas as demonstrações el étricas. Descargas semelhantes a relâmpagos, brilhantes descargas coronas, proporcionam um efeito espetacular devido ao campo eletromagnético formado, podendo acender lâmpadas fluorescentes e lâmpadas néon até a dois metros de distância do aparelho. É um e xcelente projeto para Feiras de Ciências, permitindo ao aluno um bom primeiro contato com as correntes alternadas de alta freqüência, suas aplicações, além de permitir avanços no aperfeiçoamento do desempenho do aparelho.

embora seu interesse era mais relacionado á transmissão de energia elétrica do que á comunicação. ou a um condutor com grande capacitância distribuída. onde as oscilações a baixa tensão e alta corrente no circuito primário são gradualmente transferidas para o circuito secundário. usualmente na faixa de 50 a 500 kHz. e é montada próxima à base da bobina secundária. demonstrando a produção e propagação de ondas de r ádio y Descrição Na forma mais usual. A base da bobina secundária é ligada à t erra. e formam a capacitância secundária. y Uso Bobinas de Tesla já foram usadas em transmissores de rádio primitivos. montada centrada sobre a bobina primária. A bobina primária possui poucas espiras de fio grosso (1-20). y Desempenho Bobinas de Tesla alcançam 250 kV com relativa facilidade.5 MV ou mais. gerando faíscas elétricas que podem ter vários metros de comprimento. e algumas chegam a 1. A aplicação mais comum atualmente é para demonstrações sobre eletricidade em alta tensão. onde aparecem como oscilações com baixa corrente e alta tensão. o faiscador deixa de conduzir. é capaz de produzir severa interferência nos rádios. (duas esferas metálicas interligadas por um condutor elétrico em forma de arco e um cabo isolante) posto perto da bobina exibirá faíscas entre as esferas. dispositivos de eletroterapia e geradores de alta tensão para aplicações em física de alta energia . Os circuitos primário e secundário são ajustados para ressonar na mesma freqüência. O sistema opera de forma similar a dois pêndulos acoplados com massas diferentes. que ressona com sua própria capacitância distribuída e com a capacitância de um terminal montado no topo da bobina. Quando se esgota a energia no circuito primário. podendo ser cilíndrica. plana ou cônica.A bobina de Tesla é essencialmente um transmissor de rádio sem a antena. que serve como "contrapeso". e a energia fica oscilando no circuito secundário apenas. Em funcionamento. é formada por um transformador com núcleo de ar. por isso. recomenda -se que seja utilizada dentro de uma "gaiola de Faraday" (é uma blindagem eletrostática --. com um capacitor primário carregado a uma tensão de alguns (5-30) kV se descarregando sobre a bobina primária através de um faiscador. Estas capacitâncias distribuídas dependem apenas da geometria do sistema. . Um ressoador de Hertz. e assim Tesla merece algum crédito no que concerne à invenção do rádio --. alimentando faíscas e corona de alta freqüência. tanto em sala de aula como em Feira s de Ciências. O circuito secundário é formado por uma bobina secundária cilíndrica com por volta de mil espiras. por exemplo.lugar onde campos eletromagnéticos não podem penetrar) ou só em breves intervalos.

ignorando perdas. como no modo 1:2. Esses valores resultam em transferência completa de energia em b semiciclos de oscilação. a bobina primária L1 . C2 o mesmo do circuito secundário.1 são o usual. que são da forma k = (b 2-a2)/(b2+a2). Essa base . modo 9:10. a bobina secundária L2. pela conservação da energia. o capacitor C para alta tensão e o faiscador.. como: Vsaida = V inicial ¥(C1/C2) = V inicial ¥(L2/L1) A sintonia na mesma freqüência implica L 1C1 = L2C2. 2:3. C1 a indutância e a capacitância do circuito primário e L 2. a saber: a base de sustentação. que definem o modo de operação. A base do aparelho: a unidade ilustrada na abertura do artigo foi construída sobre uma base de madeira compensada de (60 x 60) cm e espessura 2cm. Após devidamente lixada e uma demão de verniz selador deve ser aplicada 2 ou 3 demão de bom verniz para madeira (esperar secar bem antes de cada demão). o transformador T para tubos néon. como a:b = 1:2. com transferência em cinco ciclos. que resulta em k = 0. Em bobinas feitas para demonstrações.6 e transferência em um ciclo.y Fisica do Mecanismo Sendo L 1. O coeficiente de acoplamento entre as bobinas primária e secundária tem valores ideais. coeficientes de acoplamento por volta de 0. Isto é crítico apenas em bobinas construídas para trans ferência rápida de energia. 5:8. etc. onde a e b são inteiros com diferença ímpar. Uma representação da Bobina de Tesla é representada abaixo: y Montagem A bobina de Tesla consta essencialmente de 6 partes. a máxima tensão de saída (ignorando perdas) pode ser obtida.

sobre uma base de (65 x 65 x 2) cm: O enrolamento é feito com fio de cobre esmaltado # 22 (ou #24 ou #26).). por exemplo. com fio #24 isso dará cerca de 1550 espiras e consumirá quase 1 kg de fio. abrangendo a extensão de 86 cm ao longo do tubo. dependendo da prática do construtor (totalmente encerrada. uma em cada canto. Se optar por usar um fio mais fino. Eis as fases de sua preparação: . para facilitar sua movimentação pelo tablado do professor em sala de aula ou no recinto de demonstrações. como se ilustra. A bobina L2: no centro desse quadrado da base foi montada a bobina L2. o de # 26. Essa base pode ter acabamento d os mais sofisticados. Apresenta o seguinte aspecto final. revestida com fórmica etc. dê preferência ao fio com dupla capa de algodão (fio magnético)] com espiras juntas. Deve haver espaço suficiente entre esse enrolamento e as bordas do tubo. O enrolamento é feito sobre um tubo de PVC de 4 polegadas de diâmetro (medida comercial do PVC branco para água pluviais) e 1 metro de comprimento. na ilustração. essa extensão de 86 cm apresentará cerca de 2000 espiras. [se conseguir.foi dotada de 4 rodas de nylon.

salientando que aqueles de paredes finas são mais recomendados que os de paredes grossas. .Em (1) mostramos o tubo. Lixar esse tubo com lixa fina até retirar as irregularidades e especificações do fabricante.

Em substituição aos discos de plástico podem ser usados tampões de PVC obtidos em casas para materiais para construções (recomendável). para fixação na base do aparelho. Em (3) o andamento do enrolamento. mantendo o fio bem esticado e com espiras unidas (não deixe "encavalar"). novas demãos de verniz. . O de base deve ser de nylon (1 x 4) cm. Após o enrolamento (4). Nunca fure o tubo de PVC. O parafuso de topo já faz parte do isol ador cerâmico. Em (5) temos as tampas plásticas (PVC) para serem aparafusadas (parafusos de nylon) ou coladas (cola especial para PVC). As tampas devem ter orifícios em seus centros para permitirem as passagens dos parafusos de topo e de base.Em (2) temos a fase de cobertura com verniz. aguardando a devida secagem entre elas.

O terminal superior (eletrodo de descarga) pode ser esférico. Essa malha para terra (aterramento de R. Não esqueça de fixar a base do tubo contra a base de madeira antes de colar o disco superior! . Em (13 e 14) os aspectos finais dessa bobina L2. Esse eletrodo superior tem muita influência no desempenho final do aparelho. Tudo isso é preso com fita plástica isolante. Esse fio não deve passar para o interior do tubo. 11 e 12) mostramos como proceder para fixar o terminal de terra dessa bobina. receberá a extremidade do fio a qual já deve ter sido foi lixada.pode ser retirada das blindagens de cabos de TV (linha de 75 ohms) ou obtido em lojas de eletrônica.Note que o tubo não deve ser furado em nenhum lugar para permitir a passagem do fio do enrolamento. lixada e com os bordos arredondados (8). o formato toroidal é o mais utilizado. dobrada várias vezes e amassada (9 e 10) e será fixada contra o tubo (11).F.rádio freqüência --. para cer tas aplicações esse terminal pode ter forma de ponta. um retângulo de lata fina ou alumínio. 9. Em (7. Uma pequena área do tubo na extremidade inferior deve ser lixada (7). junto com uma tira de malha para terra (12). toroidal. Plástico em aerossol pode ser aplicado em substituição ao verniz. 10. 8. pode-se usar 4 ou 5 pedaços de fios flexíveis comuns para instalações elétricas. --. Na sua falta.

é feita com dois anéis de plástico. Próximo às bordas externas dos anéis são feitos 8 furos (dividir a circunferência em 8 partes iguais) para passar (bem justas) as varetas de plástico (ou madeira). ou madeira compensada envernizada (seja generoso no verniz). Varetas e anéis de PVC podem ser colados com cola esp ecial para tal material. acrílico. uma espécie de gaiola. com diâmetros externos de 24 cm e internos de 14 cm. A estrutura para o enrolamento.A bobina L1: essa bobina L1 é fixada ao redor da bobina L2. Próximo à bordas interna do anel inferior são feitos 3 furos para passar as varetas que fixarão essa armação na base. .

por sua vez. desligar. dependendo do tamanho (capacitância) do capacitor C. Ajustar bem essa gaiola ao redor da bobina L2 e fixar na base as 3 varetas de apoio. para fazer "orelhas" de 3 em 3 espiras. basta uma placa de vidro plano de (45 x 45) cm. É recomendável que esse enrolamento apresente alguns "taps" (pontos de ligação) para o ajuste final da bobina L1. O centelhador: é formado por dois terminais metálicos (cobre ou latão) montados em isoladores de pé. estanho etc.O enrolamento apresenta um total de 15 espiras de fio de cobre grosso. testar. Tais "taps" podem ser feitos torcendose o fio. retirar sua capa e lixar. passar para 13 espiras etc. madeira etc. Essa base. Deixe livre as extremidades desse enrolamento. que dependerá do número de espiras em L2. ligar. A distância de centelhamento poderá variar de 2 a 4 cm. para chegarem até o centelhador e capacitor. testar. . desligar. 2 folhas de alumínio (zinco de chapa tipográfica offset. U ma vez obtido o melhor enrolamento. passar para 14 espiras. O capacitor C: para uma única unidade. respectivamente. Começar com 15 espiras.) de (38 x 38) cm e moldura de madeira (tipo porta "retratos"). Os "taps" facilitam essa etapa dos ajustes. fixa-lo definitivamente. após a 6ª espiras já pronta. Após feitas essas "orelhas" no fio. Essas orelhas ('taps') poderão ser dispensadas se o experimentador ajustar antecipadamente o melhor número de espiras para o melhor desempenho do aparelho. Basta que a extremidade do fio que vem do faiscador seja dotada de uma garra "jacaré". com capa plástica. em comprimento suficiente.) de (1 x 6 x 15) cm. acrílico. usados para cercas elétricas de pastagens po dem ser usados. Essa distância deverá ser ajustada e o procedimento dessa operação será descrito mais adiante. Centelhadores prontos. com alicate. é fixada na base geral do aparelho. os quais se fixam numa base isolante (plástico.

Uma lapela de alumínio.0 mm. o re -cálculo leva-nos a: 3.0 mm = 0.3 nF a 5. com correntes .As folhas de alumínio (que podem ser do tipo autocolante.15 m 2.8 x 10 -12 F/m C = k. atravessam a moldura de madeira. Calculemos a capacitância desse capacitor plano: Área das armaduras (A) = 0.4 nF a 7. em cada folha. tipo "contact") são coladas em ambas as faces do vidro (bem centradas).9 nF Com vidro de espessura 2.0015 m a 0.38 m = 0. Trata -se de uma unidade utilizada para anúncio luminoso a gás néon. Espessura do dielétrico de vidro (d) = 1. um do lado direito e outro do lado esquerdo (veja ilustração). Ele recebe no primário os 117 volts da rede elétrica e fornece no secundário uma alta tensão cujos valores típicos vão desde os 6000 volts aos 12 000 volts.15/0.eo.38 m x 0.9 nF O transformador T: o transformador T é o único componente de custo relativamente elevado.0020 m Constante dielétrica relativa do vidro (k) = de 5 a 9 Permissividade absoluta do vácuo (e o) = 8. O vidro é um material dielétrico excelente pois apresenta tensão de ruptura extremamente eleva da (tensão necessária para furar o vidro) assim como alta constante dielétrica (permissividade dielétrica relativa entre 5 e 9). por sua vez.A/d = (5 a 9) x 8. servirão de terminais de C e serão fixadas nos parafusos de nylon da moldura. Uma cantoneira de madeira provê a devida estabilidade e facilita a fixação na base geral.0015 = 4400 x 10 -12 F a 7920 x 10 -12 F = 4. Esses parafusos.5 mm a 2.8 x 10 -12 x 0.

A descarga de C ocorre no espaço de faísca do centelhador. As descargas através do centelhador (faiscador) produzem pulsos extremamente agudos de potência elétrica. com boa economia. situa -se principalmente na região dos 200 kHz . Todas as vezes que há centelha (120 vezes por segundo em rede de 60 Hz). Pode ser obtido de segunda mão. É conhecido como transfo rmador para tubos luminosos. Suas dimensões são algo como (25 x 15 x 10) cm e é bem pesadinho devido ao núcleo de ferro em seu interior. são para receberem os 117 ou 220 volts da rede elétrica domiciliar.de 10 a 30 miliampères. a menor tem 15 cm de altura e a maior tem 120 cm). mais próximos da base. os quais são muito ricos em harmônicos de R. L1. passa uma alta intensidade de corrente elétrica através de L1. Outros dois terminais. Esses pulsos ocorrem pelo fato do capacitor e L1 estarem associados em paralelo (descargas oscilantes). sendo L1 o primário e L2 o secundário da nova alta tensão desenvolvida . 110 VAC nominais) para cerca de 12 000 volts. Em alguns projetos. F. em cada semi -ciclo da tensão alternada. dependendo da capacitância (tamanho) do capacitor C. fios rígidos No. seu funcionamento pode ser assim descrito: O transformador T eleva a tensão recebida da rede (em geral. em vista dos valores dos componentes utilizados. através da bobina primária L1. Apresenta externamente (na sua tampa ou nas laterais) dois isoladores de porcelana bem separados que são os terminais de alta tensão. A freqüência desses pulsos. deve ser feita com condutor para alta tensão (tipo usado nas pontas de prova nos medidores de alta tensão). maior será a intensidade dessa corrente em L1. y Funcionamento Numa análise simplificada. 8 e 10. A bobina do primário do Tesla. ele se carrega (armazena energia potencial eletrostática) até o valor dessa alta tensão disponível. para essa bobina e demais conexões. As bobinas L1 e L2 formam um transformador elevador de tensão com núcleo de ar. a qual pode ser complementada pelo montador/pesquisador. A eficiência desse transformador é máxima na situação de ressonância da qual participam vários fatores. A física e a matemática desse estudo estão além das pretensões desse projeto para alunos do nível médio. Em nível superior tal estudo é obrigatório. Quanto maior for a capacitância do capacitor C. A tensão entre os terminais de L2 será de 75 000 a 250 000 volts. o autor usou com sucesso. . Como o secundário desse transformador está ligado em paralelo com o capacitor C de alta tensão. assim como todos os fios de conexão. dotados de capas plásticas (no laboratório particular do autor há hoje 8 bobinas de Tesla em funcionamento.

por exemplo). Nunca solicite voluntári os nas demonstrações com bobina de Tesla. Esses pequenos choques e essas possíveis queimaduras praticamente desaparecem se o operador estiver segurando uma larga peça metálica (uma tira de ferro. formado pelas capacitâncias parasitas de T 2 e pela capacitância própria esfera de irradiação em Term 1. ele é rico em altas freqüências. F. Um cartaz destacando esse perigo para os portadores de marca -passo é indispensável numa exibição pública. As correntes dessas descargas ao longo do corpo não serão percebidas devidos ao "efeito de pele" já discutido no gerador de Van de Graaff. Tenha o mais absoluto cuidado com o transformador para tubos néon. a intensidade de corrente é de apenas uns poucos centésimos do microampères. O ajuste fino da freqüência de r essonãncia é feito através de um tap na bobina primária do transformador T 2. principalmente quando concentradas numa única pequena região da pele. O circuito ressonante formado por L1 e C1 eleva ainda mais essa tensão. y Esquema Elétrico O esquema elétrico de uma bobina de Tesla é bastante simples e funciona da seguinte forma: a tensão de alimentação é elevada de 110 ou 220 V para algo em torno de 6 a 10 kV. Embora a tensão de saída da bobina possa ser da ordem de 150 000 volts. capazes de sintonizar as altas freqüencias da bobina de Tesla em T 2 que nada mais é que outro transformador elevador de tensão atrelado a um circuito ressonante imaginário.Cuidado! Os ajustes da bobina de Tesla e principalmente do espaço de centelha no faiscador devem ser feitos somente quando a unidade estiv er desligada. O princípio do faiscamento é importante pois sendo ele um impulso de energia. No entanto. ele fornece 12 000 VAC a 30 mA e esses parâmetros podem ser mortais em determinadas condições. Nunca deixe de verificar se o plugue está fora da tomada ao tentar fazer qualquer ajuste. essa intensidade de corrente é suficiente para um pequeno choque e eventuais queimaduras causadas pela R. Isso acontece pelo fato da distribuição da descarga na mão ocorrer em área bem maior. Esquema Elétrico de uma Bobina de Tesla . sendo capaz de gerar uma tensão de faiscamento em Sg 1.. o voluntário pode ter algum problema cardíaco mesmo sem que ele o saiba.

formado por lâminas de metal isoladas por placas de vidro Sg1 = Faiscador ajustável T2 = Bobina de Tesla Term1 = Esfera de Irradiação de Alta Tensão .5 mH de alta tensão e alta freqüência C1 = Capacitor de alta tensão. utilizado para iluminação de fachadas Neon L1 = Indutor de 2.No exemplo acima:          Sw1 = interruptor simples R1 = 33 k Ne1 = Lâmpada de Neon T1 = Transformador de 6 kV.

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