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UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ

INSTITUTO DE TECNOLOGIA
PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ARQUITETURA E URBANISMO

ESTRUTURA CURRICULAR DO PROGRAMA DE PÓS


GRADUAÇÃO EM ARQUITETURA E URBANISMO
O percurso estruturado para o programa é constituído de disciplinas e atividades
obrigatórias e optativas, conforme tabela abaixo:

Atividades obrigatórias e optativas do PPGAU a serem cumpridas pelo mestrando.


ATIVIDADES OBRIGATÓRIAS ATIVIDADES OPTATIVAS
COM CRÉDITO Cr. SEM CRÉDITO COM CRÉDITO Cr. SEM CRÉDITO
01 Disciplina 03 Exame de Estágio
03 -
obrigatória Qualificação Docente*
01 Pesquisa Dissertação de Participação 03
03 -
Orientada Mestrado em Pesquisa*
05 Disciplinas
Tópicos
optativas (3 Cr. 15 - 01 -
especiais
cada)
Mínimo de créditos a serem cumpridos obrigatoriamente pelo aluno: 24
Mínimo de créditos em disciplinas: 18
* O aluno deve, obrigatoriamente, escolher uma das duas atividades optativas (estágio docente e
participação em pesquisa) para cursar. No caso do Estágio Docente, a atividade é obrigatória
para bolsistas CAPES.

As disciplinas optativas devem ser escolhidas de acordo com a temática da dissertação


a ser desenvolvida pelo aluno, cuja escolha precisa ter a ciência do orientador, que
assina o comprovante de matrícula juntamente com o coordenador do curso. No caso da
disciplina obrigatória o aluno é matriculado automaticamente.

A pesquisa orientada deverá ser cursada pelo aluno após a conclusão dos créditos em
disciplinas. O aluno deverá desenvolver um tema referente à sua pesquisa de
dissertação, dentro da linha de pesquisa ou, quando de interface, dentro das demais
linhas do programa. A orientação será do orientador ou, para no caso das interfaces, por
outro professor sugerido pelo orientador. Para aprovação o aluno deverá elaborar um
relatório da pesquisa, contendo os resultados alcançados, a ser apresentado ao professor
que o acompanha, que irá atribuir ao discente um conceito de acordo com o sistema de
avaliação do Regimento dos Programas de Pós-Graduação da UFPA. O parecer do
professor deverá ser submetido à apreciação do Colegiado do Curso.

O exame de qualificação é uma atividade que deve ser obrigatoriamente realizada até o
final do segundo período letivo do curso. O aluno deverá se matricular na atividade
dissertação de mestrado, que deve ser defendida ao final do quarto período.

O estágio docente deverá ser desenvolvido em disciplina de graduação e terá por


finalidade a preparação do aluno para a atividade docente. Depois de concluído, o aluno
deve apresentar relatório de sua atuação ao professor que o acompanhou na atividade,
que, por sua vez, terá que emitir um parecer aprovando ou não o aluno, atribuindo ao
discente um conceito de acordo com o sistema de avaliação do Regimento dos
Programas de Pós-Graduação da UFPA. O parecer do professor deverá ser submetido à
apreciação do Colegiado do Curso.

Na participação em pesquisa o aluno deverá integrar uma equipe de pesquisa do


PPGAU. As atividades a serem desenvolvidas (plano de trabalho) no semestre em que o
discente se matriculou devem ser detalhadas com o coordenador da pesquisa. Para
aprovação do desempenho na atividade, o discente deverá apresentar um relatório das
atividades realizadas acompanhado de parecer do coordenador da pesquisa. O parecer
do professor deverá ser submetido à apreciação do Colegiado do Curso.

As disciplinas no formato de tópicos especiais consistem no desenvolvimento de


seminários sobre temas de natureza diversa, do interesse de professores e grupo de
alunos, assim como permite a participação de professores doutores convidados. A
duração é de quinze horas.

A distribuição dessas disciplinas e atividades consiste em um caminho comum a todos


os mestrandos e outro direcionado de acordo com a linha de pesquisa e a temática a ser
desenvolvida pelo aluno, conforme tabela abaixo.

Percurso a ser percorrido pelo aluno.


1º semestre 2º semestre 3º semestre 4º semestre
3 CRÉDITOS EM EXAME DE
COMUM A TODAS AS DISCIPLINA QUALIFICAÇÃO
LINHAS OBRIGATÓRIA (SEM CRÉDITO)
- PESQUISA

- DISSERTAÇÃO DE MESTRADO
ORIENTADA
MAIS (3 CRÉDITOS)
LINHA: Tecnologia, 9 CRÉDITOS (NO
espaço e desenho da 6 CRÉDITOS (NO MÍNIMO) - ESTÁGIO
(SEM CRÉDITO)
MÍNIMO) DOCENTE
cidade
(3 CRÉDITOS)

- PARTICIPAÇÃO
LINHA: Patrimônio, EM EM EM PESQUISA
restauro e tecnologia (3 CRÉDITOS)

- TÓPICOS
ESPECIAIS
(1 CRÉDITO)
LINHA: Desempenho DISCIPLINAS DISCIPLINAS
ambiental e tecnologia OPTATIVAS OPTATIVAS

Total a ser Total a ser Total a ser


cumprido pelo cumprido pelo cumprido pelo
-
aluno*: aluno*: aluno*:
135 CH – 9 Cr 135 CH – 9 Cr 90 CH – 6 Cr
* Total mínimo a ser cumprido.

Existe a flexibilidade entre as linhas, a qual possibilita ao aluno, que desenvolve um


tema de interface, percorrer caminhos entre as diferentes linhas do programa,
caracterizando a integração entre as linhas de pesquisa.

2
Percurso detalhado a ser percorrido pelo aluno.
1º semestre 2º semestre 3º semestre 4º semestre
Pesquisa científica em arquitetura e Exame de qualificação Tópicos Especiais
COMUM A urbanismo – 1 aula de 3 h, semanais. (sem crédito) - 15CH – 1Cr
TODAS AS 45 CH – 3Cr
LINHAS Prof.ª Dra. Ana Klaudia, Prof.ª Dra. Celma, Participação em
Prof.ª Dra. Thais. pesquisa (45CH –
3 Cr)

Estágio Docente
(45CH – 3 Cr)
Teoria e Produção do Espaço Urbano - 1 Desenho e regulação do espaço urbano. Prof. PhD. José Júlio Lima. 45CH – 3Cr Pesquisa
Tecnologia, aula de 3 h, semanais. 45CH – 3Cr orientada 1 45CH
espaço e Prof. PhD. José Júlio Lima, Profa. PhD. O espaço da cidade informal. Profa. PhD. Ana Claudia Cardoso. 15CH – 1Cr – 3Cr

DISSERTAÇÃO DE MESTRADO
desenho da Ana Claudia Cardoso
cidade Paradigmas do pensamento arquitetônico – Epistemologia do projeto de arquitetura. Profa. Dra. Ana Klaudia Perdigão.
1 aula de 3 h, semanais. 45CH – 3Cr 45CH – 3Cr
Profa. Dra. Ana Klaudia Perdigão Historiografia e teorias da arquitetura moderna e contemporânea – Profa. Dra.

(sem crédito)
Profa. Dra. Celma Chaves Pont Vidal Celma Chaves. 45CH – 3Cr
Patrimônio, Teoria, documentação e análise de Tecnologia da conservação e da restauração arquitetônica– Profa. Dra. Thais Pesquisa
restauro e monumentos históricos - 1 aula de 3 h, Sanjad. 45CH – 3Cr orientada 2 45CH
tecnologia semanais. 45CH – 3Cr – 3Cr
Profa. Dra. Thais Sanjad Arqueologia da arquitetura.
Prof. Dr. Fernando Marques Prof. Dr. Fernando Marques. 45CH – 3Cr
Técnicas instrumentais aplicadas à caracterização dos materiais
Prof. Dr. Rômulo Angélica. 45CH – 3Cr
Método etnográfico para pesquisa em História, patrimônio e monumento
arquitetura - - 1 aula de 3 h, semanais.
45CH – 3Cr Prof. Dr. Aldrin Figueiredo. 45CH – 3Cr
Profa. Cybelle Miranda e Prof. Flávio Memória e Patrimônio Arquitetônico.
Silveira Profa. Dra. Cybelle Miranda. 45CH – 3Cr
Conforto ambiental e eficiência energética - Conforto ambiental instrumental. Prof. Dr. Irving Franco. 45CH – 3Cr Pesquisa
Desempenho 1 aula de 3 h, semanais. 45CH – 3Cr orientada 3 45CH
ambiental e Profa. Dr. Irving Franco – 3Cr
tecnologia Prof. Dr. Gustavo Melo Eficiência Energética e Uso Racional de Energia Elétrica
Prof.ª Dr.ª Maria Emília Tostes Prof.ª Dr.ª Maria Emília Tostes
45CH – 3Cr
135 CH – 9 Cr 135 CH – 9 Cr 90 CH – 6 Cr -
1. RELAÇÃO DE EMENTAS DAS DISCIPLINAS DO 1º SEMESTRE

Nome: Pesquisa Científica em Arquitetura e Urbanismo


Docente responsável:
Profa. Dra. Celma Chaves, Profa. Dra. Ana Kláudia Perdigão, Profa. Dra. Thais Sanjad
Área de concentração:
Análise e concepção do espaço construído na Amazônia
Nível: Período: Número de Créditos: Carga Horária:
º
Obrigatório 1 Semestre 3 45 CH

Ementa:
Epistemologia no campo da arquitetura e urbanismo. Organização do pensamento
científico. Contornos disciplinares e método científico. Método dedutivo, Método
hipotético-dedutivo e método histórico. Métodos quantitativos e qualitativos para
sistematização de dados. A disciplina terá dois enfoques, um ligado à teoria do
conhecimento e outro referente a métodos e técnicas de pesquisa, incluindo a discussão
do qualitativo e quantitativo e visa fornecer ao aluno uma visão geral da pesquisa e de
elementos necessários para que o aluno possa definir sua abordagem de pesquisa.

Bibliografia
Baker, Therese. Doing Social Research. Singapore: McGraw-Hill College, 1999.
Berg, Bruce. Qualitative Research Methods for the Social Sciences. Boston: Allyn
and Bacon, 2001.
Camhis, Mario. Planning Theory and Philosophy. London: Tavistock Publications.
1979.
Hessen, Johannes. Teoria do Conhecimento. Coimbra: Armênio Amado Editora, 1987.
Kuhn, Thomas. A Estrutura das Revoluções Científicas. São Paulo: Perspectiva,
2006.
Lara, Fernando e Marques, Sônia (orgs.) Desafios e Conquistas da Pesquisa e do
Ensino de Projeto. Rio de Janeiro: EVC, 2003.
Leach, Neil (ed.). Rethinking Architecture, a reader in cultural theory. London:
Routledge, 1997.
Miles, Matthew and Huberman, A. Michael. Qualitative Data Analysis, an expanded
sourcebook. London: Sage, 1994.
Nesbitt, Kate (org.). Uma Nova Agenda para a Arquitetura. Antologia Teórica
1965-1995. São Paulo: Cosac Naify, 2006.
Rubin, Hebert and Rudin, Irene. Qualitative Interviewing. The Art of Hearing Data.
London: Sage, 1995.
Serra, Geraldo G. Pesquisa em Arquitetura e Urbanismo. São Paulo: Edusp, 2006.
Stout, Frederic and LeGates, Richard. The City Reader. London: Routledge, 2000.
Zeisel, John. Inquiry by Design. Tools for Environment-Behavior Research.
Cambridge: Cambridge University Press. 1981.

4
Nome: Teoria e Produção do Espaço Urbano
Docente responsável:
Prof. PhD. José Júlio Lima e Profa. PhD. Ana Cláudia Duarte Cardoso
Área de concentração:
Análise e concepção do espaço construído na Amazônia
Nível: Período: Número de Créditos: Carga Horária:
Optativo 1º Semestre 3 45 CH

Ementa:
Teorias do espaço urbano, espaço construído, definição e constituição do espaço urbano
ao longo das diversas concepções de cidade, incluindo condicionantes políticos, sociais
e econômicos. Conceitos fundamentais para concepção da forma urbana. A trajetória do
pensamento sobre qualidade espacial. Princípios funcionalistas e monumentais de
cidades. Processos vernaculares de produção do espaço urbano. Plano de cidades e
intervenções urbanas estruturantes.

Bibliografia
HILLIER, B. Space is the Machine. Cambridge: Cambridge University Press, 1996a.
HILLIER, B and HANSON, J. The Social Logic of Space. Cambridge: Cambridge
University Press, 1984.
HOLANDA, Frederico de. Arquitetura e Urbanidade. Brasília: Editora da UNB,
2003.
JACOBS, J. A vida e a morte das cidades americanas.
KOHLSDORF, M E. Apreensão da Forma da Cidade. Brasília: Universidade de
Brasília, 1996.
LYNCH, K A. Theory of Good City Form. Cambridge, Mass.: MIT Press, 1981.
LYNCH, K. The image of the city. Cambridge, MIT Press, 1975.
SANTOS, C. N. F. dos. A cidade como um jogo de cartas. São Paulo: Projeto
Editores, 1988.
SOUZA, Marcelo Lopes De. Mudar A Cidade. Uma Introdução Crítica ao
Planejamento e a Gestão. Rio de Janeiro. Bertrand Brasil, 2002.

5
Nome: Paradigmas do Pensamento Arquitetônico
Docente responsável:
Profa. Dra. Celma Chaves; Profa. Dra. Ana Kláudia Perdigão;
Área de concentração:
Análise e concepção do espaço construído na Amazônia
Nível: Período: Número de Créditos: Carga Horária:
Optativo 1º Semestre 3 45 CH

Ementa:
Marco conceitual do campo disciplinar da arquitetura e do urbanismo. Contornos
disciplinares: memória, história, conceitos, processo projetual. Teoria e epistemologia
da arquitetura no século XX. Novos sistemas teóricos figurativos sobre a arte e a
arquitetura no século XX. Evolução do pensamento projetual. Leitura e discussão de
textos clássicos. As várias abordagens da arquitetura na contemporaneidade. Teoria dos
signos. Semiótica como método de leitura da arquitetura.

Bibliografia
KRUFT, Hanno-Walter. Historia de la teoría de la arquitectura. 2. Desde el siglo
XIX hasta nuestros días. Madrid: Alianza Editorial, 1990.
MONTANER, Josep Maria. Arquitectura y crítica. Barcelona: Gustavo Gili, 1999.
MONTES, Carlos. Teoría crítica e historiografía de la arquitectura. Pamplona:
Eunsa, 1985.
Tafuri, Manfredo. Teorías e historia de la arquitectura. Barcelona: Laia, 1972.
ARANTES O. A ideologia do "lugar público" na arquitetura contemporânea. In: O
lugar da arquitetura depois dos modernos. São Paulo: Edusp, 1995.
ARGAN, G.C. História da arte como história da cidade. São Paulo: Martins Fontes,
1989
AUGÉ M. Não lugares: Introdução a uma antropologia da super modernidade.
Campinas: Papirus, 1994.
DEBORD G. A sociedade do espetáculo. Rio de Janeiro: Contraponto,1998.
VEYNE, Paul. Como se escreve a história. São Paulo: Ed 70, 1983.
NESBITT, Kate (org.). Uma Nova Agenda para a Arquitetura. Antologia Teórica.
1965-1995. São Paulo: Cosacnaify, 2006.
BENJAMIN, W. Teses sobre a filosofia da história. In: Walter Benjamin. São Paulo:
1991, pp. 153 a 164. (Org. Flávio R. Kothe).
CARDOSO, Luis A. F. e OLIVEIRA, Olivia F. org. (1997). (Re) Discutindo o
modernismo: universalidade e diversidade do Movimento Moderno em
Arquitetura e Urbanismo no Brasil. Salvador: MAU-UFBA.
COLQUHOUN, A. Arquitectura moderna y cambio histórico. Gustavo Gili, 1978.
FRAMPTON, Kenneth: Historia crítica de la arquitectura moderna. Barcelona:
Gustavo Gili, 1981.
FUSCO, Renato de. Historia de la arquitectura contemporânea. Madrid: Hermann
Blume, 1981.
ROSSI, Aldo. La arquitectura de la ciudad. Barcelona: Gustavo Gili, 1979.
TAFURI, M; Cacciari, M.; DAL CO, F. De la vanguardia a la metrópoli. Crítica
radical a la arquitectura. Barcelona: Gustavo Gili, 1972.

6
Nome: Teoria, documentação e análise de monumentos históricos
Docente responsável:
Profa. Dra. Thais Sanjad e Prof. Dr. Fernando Marques
Área de concentração:
Análise e concepção do espaço construído na Amazônia
Nível: Período: Número de Créditos: Carga Horária:
Optativo 1º Semestre 3 45 CH

Ementa:
Teóricos do restauro do século XIX ao XX. Permanências e transformações no
patrimônio edificado. Leitura de monumentos. Métodos de prospecção e escavação.
Noções de pedologia e estratigrafia. Materiais de construção tradicionais. Materiais na
arquitetura amazônica dos séculos XVI ao XX.

Bibliografia:
BALDERRAMA, Alejandro Alva et al. 2003. El estudio y la conservación de la
cerámica decorada en arquitectura. Roma: ICCROM, 164p.
BOITO, Camillo. Os Restauradores. Conferencia feita na exposição de Turim em 7 de
junho de 1884. Tradução Paulo Mugayar Kuhl e Beatriz Mugayar Kuhl. Artes &
Ofícios 3 São Paulo: Atelier Editorial, 2002
BORRAZÁS, Patricia Mañana, Blanco Rotea, Rebeca y Ayán Vila, Xurxo M..
Arqueotectura 1: Bases teórico metodológicas para una arqueología de la arquitectura.
In: TAPA- Traballos de Arqueoloxía e Patrimonio. Disponível em http://www-
gtarpa.usc.es
BRANDI, Cesare. Teoria de la Restauración. Madri: Alianza Forma, 1993
CAMPBELL, J.W.P.; PRYCE, W. 2004. Ladrillo – historia universal. Barcelona:
Blume. 320p.
EMBRAPA. 1979. Manual de Métodos de Análise de Solo. Rio de Janeiro: Ed.
SNLCS. 247p.
FITZNER, B.; HEINRICHS K.; KOWNATZKI, R. 1995. Weathering forms:
classification and mapping. Berlin: Verlag Ernst & Sohn. 88 p.
HARRIS, E. C.. Principios de Estratigrafía Arqueológica. Editorial Crítica, 1991.
HENRIQUES, F. M. A. 1980. A Conservação do Patrimônio Edificado. Lisboa:
Laboratório nacional de Engenharia Civil.
KERN, D.C. 1996. Geoquímica e pedogeoquímica de sítios arqueológicos com
Terra Preta na Floresta Nacional de Caxiuanã (Portel-Pará). Tese (doutorado em
Geoquímica), Curso de pós-graduação em Petrologia e geoquímica, UFPa, Belém,
1996.
MUÑOZ VIÑAS, Salvador. Teoria Contemporânea de la Restauracíon. Madri:
Editorial Sintesis, 2003.
NÚÑEZ MARTÍNEZ, Ana María. Reflexión Metodológica Sobre la Arqueología de la
Arquitectura.. Revista ArqueoMurcia, nº 2, 2004. Disponível em
http://www.arqueomurcia.com/revista/index.
OLIVEIRA, M.M. 1995. Tecnologia da conservação e da restauração: materiais e
estruturas. Salvador: Mestrado em Arquitetura e Urbanismo da
FAUFBA/PNUD/UNESCO. 310p.
OLIVEIRA, M.M. Leitura e documentação de monumentos históricos.
ORSER, C. E. Introdução à Arqueologia Histórica. Rio de Janeiro: Oficina de Livros.
1992.

7
QUIRÓS CASTILLO, Juan Antonio. Arqueología de la Arquitectura: objetivos y
propuestas para la conservación del Patrimonio Arquitectónico. Disponível em
http://www.arqueologiamedieval. com/ articulos/ articulos.asp?ref=74.
RIEGL, Alöis. El Culto a los Monumentos. Madri: Visor,1999.
RUA, M.H. 1998. Os dez livros de arquitetura de Vitrúvio. Lisboa: Departamento de
engenharia Civil/ Instituto Superior Técnico. 354p.
SANTIAGO, C. C. O solo como material de construção. Salvador: UFBA, 1996.
SILVA, M.E da; ROESER, H,M,P. 2003. Mapeamento de deteriorações em
monumentos históricos de pedra-sabão em Ouro Preto. Revista Brasileira de
Geociências, São Paulo, Universidade Federal de Ouro Preto, v. 33, p. 331 – 338.
VIOLLET-LE-DUC, Eugène Emmanuel. Restauração. Tradução Beatriz Mugayar
Kuhl. Artes & Ofícios 1 São Paulo: Atelier Editorial, 2000.

8
Nome: Método etnográfico para pesquisa em Arquitetura
Docente responsável:
Profa Dra. Cybelle Salvador Miranda e Prof. Dr. Flavio Leonel Abreu da Silveira
Área de concentração:
Análise e concepção do espaço construído na Amazônia
Nível: Período: Número de Créditos: Carga Horária:
Optativo 1º Semestre 3 45 CH

Ementa:
Campo de atuação das Ciências sociais; Método antropológico de pesquisa: a
etnografia; Cultura como conceito; Leitura de imagens: princípios da antropologia
visual; Imagem como texto e texto como imagem: cruzamento entre etnografia e
semiologia. Teoria dos signos: a interpretação hermenêutica dos textos; interpretação
subjetiva do signo; Arquitetura como comunicação; Sistema dos objetos; Exercício de
investigação e leitura do espaço arquitetônico.

Bibliografia
BACHELARD, Gaston. A Poética do Espaço. São Paulo: Martins Fontes, 1996.
BARTHES, Roland. A câmara clara: nota sobre a fotografia. Rio de Janeiro: Nova
Fronteira, 1984.
________. Elementos de Semiologia. Lisboa: Edições 70, [ s.d.]
________. Mitologias. Lisboa: Edições 70, 1988.
BAUDRILLARD, Jean. O Sistema dos Objetos. São Paulo: Perspectiva, 1973.
________. Simulacros e simulação. Lisboa: Relógio d’água, 1991.
CANEVACCI, Massimo. A cidade polifônica. São Paulo: Studio Nobel, 1993.
CARDOSO DE OLIVEIRA, Roberto. O trabalho do antropólogo: olhar, ouvir, escrever.
In: O trabalho do antropólogo. São Paulo: Unesp, 2000.
ECO, Umberto. A estrutura ausente. São Paulo: Perspectiva, 1991.
FERRARA, Lucrécia D’ Alessio. A estratégia dos Signos - linguagem, espaço
ambiente urbano. São Paulo: Perspectiva, 1986.
_________. O Olhar Periférico: Informação. Linguagem. Percepção Ambiental.
São Paulo: Edusp, 1999.
GEERTZ, Clifford. A interpretação das Culturas. Rio de Janeiro: Zahar Editores,
1978.
______. Negara - o estado teatro no século XIX. Lisboa: Difel, 1991.
______. O Saber Local. Novos ensaios em Antropologia Interpretativa. Petrópolis:
Vozes, 1997.
GINZBURG, Carlo. Mitos, emblemas, sinais - morfologia e história. São Paulo:
Companhia das Letras, 1989.
LAPLANTINE, François. Aprender Antropologia. São Paulo: Brasiliense, 1988.
LARAIA, Roque de Barros. Cultura, um conceito antropológico. Rio de Janeiro:
Jorge Zahar, 2003.
LÉVI_STRAUSS, Claude. O pensamento selvagem. São Paulo: Companhia Editora
Nacional/ Editora da Universidade de São Paulo, 1971.
LOUREIRO, João de Jesus Paes. Cultura Amazônica: uma poética do imaginário.
Belém: Cejup, 1995.
MANGUEL, Alberto. Lendo imagens: uma história de amor e ódio. São Paulo:
Companhia das Letras, 2001.
OSTROWETSKY, Sylvia. L’Imaginaire bâtisseur - les villes nouvelles françaises.
Paris: Librairie des Meridiens, 1983.

9
PEIXOTO, Nelson Brissac. Paisagens urbanas. São Paulo: Senac; Fapesp, 1996.
RICOEUR, Paul. Signe et Sens In: Enciclopedia Universalis. V. 12. Paris : [s. l.], [s.
d.]. p. 1075-1078.
SILVEIRA, Flavio Leonel Abreu da. As paisagens fantásticas e o barroquismo das
imagens. Estudo da memória coletiva de contadores de causos da região
missioneira do Rio Grande do Sul. Porto Alegre, 2004. 805 f. Tese (Doutorado em
Antropologia Social). Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Porto Alegre, 2004.
VAN LIER, Henri. Objeto e estética In: MOLES, Abraham et ali. Semiologia dos
Objetos. Petrópolis: Vozes, 1972.
VELHO, Gilberto & KUSCHNIR, Karina (orgs). Pesquisas Urbanas: desafios do
trabalho antropológico. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2003.
WEBER, Florence. Le Travail à cote. Étude d´etnografie ouvrière. Paris: Institute
Nacional de la Recherche Agronomique, 1989.

10
Nome: Conforto ambiental e eficiência energética
Docente responsável:
Prof. Dr. Irving Montanar Franco, Prof. Dr. Gustavo Melo, Profa. Dra. Maria Emília
Tostes
Área de concentração:
Análise e concepção do espaço construído na Amazônia
Nível: Período: Número de Créditos: Carga Horária:
Optativo 1º Semestre 3 45 CH

Ementa:
MÓDULO I: Condicionantes de Conforto Ambiental (Prof. Dr. Irving Montanar
Franco): A) Caracterização Ambiental: i) Macro e Microclima; ii) Grandezas de
conforto termo-higrométricas, Trocas térmicas por radiação, convecção e condução,
metabolismo e vestimenta, respiração e sudorese e aclimatação; ii) Cartas
Climatológicas: Givoni, Olgyay, Mahoney. Carta Psicrométrica; iii) Nomograma de
Königsberger. Ação do vento nas perdas térmicas - diagrama de pressão positiva e
negativa; iv) atividades de campo; B) Materiais Construtivos- Comportamento
Termodinâmico i) Opacos e translúcidos – trocas térmicas:
condutividade/transmissividade térmica/absortância/inércia térmica/ganhos de calor
superficial/emissividade; ii) Noções de fatores de forma do recinto; iii) Ganhos e perdas
de calor: insolação direta e difusa, ação da ventilação; iv) Caracterização de sistemas
construtivos e adequação climática-Arquitetura Bioclimática. v) Estudos de casos
dirigidos: edificações de vulto histórico; vi) Preparação seminário encerramento
Módulo II item C; vii) Apresentação seminário e entregas de materiais.
MÓDULO II- Condicionamento Termodinâmico e Acústico de Edificações (Prof. Dr.
Gustavo Melo e Prof. Dr.Irving Franco)
C) Acústica ambiental: i) Caracterização de Ruídos urbanos, ii) Patologias associadas a
degradação acústica urbana; iii) Mapa acústico; iv) Grandezas acústica- somatória e
subtração de Nível de Pressão Sonora -NPS; v) Freqüência de ocorrêcia, L10, L50, L90,
Leq. v) Acústica de interiores; vi) Atenuação de ruídos acústicos de ambientes externos;
vii) Isolamento acústico; viii) Atividades de campo; D) Materiais Construtivos -
Comportamento Acústico de edificações -interiores; vi) Atenuação de ruídos acústicos
de ambientes externos; vii) Isolamento acústico; viii) Atividades de campo; ix)
Preparação seminário encerramento Módulo I; x) Apresentação seminário e entregas de
materiais.
MÓDULO III – Sistemas Prediais Regenerativos (Profa. Dra. Maria Emília Tostes e
Prof. Dr. Irving M. Franco)
E) Sistemas de iluminação artificial: i) Tipologias de fonte de luz artificial; ii) eficiência
e fator potência; iii) Índice de reprodução de cor – IRC e temperatura de cor – TC; iv)
Ofuscamento; v) Sistemas de iluminação – light design; vi) Ações de eficiência
energética minimizando impactos no consumo de sistemas de ar condicionado;
F) Sistemas de iluminação natural: i) Aproveitamento de luz natural potencializando
economia com luz artificial; ii) Aspectos psico-fisiológicos da utilização de luz natural
em edificações; iii) Programas integrados de cálculo de contribuição de luz artificial e
natural.

Bibliografia:
COSTA, Antonio Carlos Lôla da. Estudo de variações termo-higrométricas de
cidade equatorial devido ao processo de urbanização : o caso de Belém – PA. São
Carlos: Universidade de São Paulo, 1998.

11
FROTA, A. B. & SCHIFFER, S. Manual de conforto térmico. São Paulo: Nobel,
1988.
HERTZ, John B. Ecotécnicas em arquitetura: como projetar nos trópicos úmidos
do Brasil. São Paulo: Pioneira, 1998.
MACHADO, Isis Faria et all. Cartilha : procedimentos básicos para uma
arquitetura no trópico úmido. São Paulo, Pini, 1986.
MASCARÓ, L.J. e LÚCIA. Incidência das variáveis projetistas e de construção no
consumo energético dos edifícios. Porto Alegre: UFRS/Propar, l992.
MASCARO, Lúcia. Luz, clima e arquitetura. Studio Nobel.
NASCIMENTO, Cicerino Cabral do. Clima e morfologia urbana em Belém. Belém:
UFPA/NUMA, 1995.
VIANNA, N.S., GONÇALVES, J.C.S. Iluminação e arquitetura. São Paulo: editora
Gerus, 2007.

Bibliografia Complementar (para enriquecimento dos estudos):


ARRUDA, Paulo Ribeiro. Iluminação e instalação elétrica domiciliares e
industriais. São Paulo: Luso-Espanhola.
CONTOURIE, L. La arquitetura y el sol: protección solar de los edifícios.
Barcelona: Editorial Gustavo Gili.
EGAN, M. D. Concepts in architectural acoustics. Nova York: McGraw-Hill, 1972.
COLLIER, T. (ed.). Design, technology, and the development process in the built
environment.
CONTURIE, L. La arquitectura y el sol: protección solar de los edifícios.
BITTENCOURT, L. Uso das cartas solares: diretrizes para arquitetos. 2ª ed.
Maceió: EDUFAL, 1996.

12
2. RELAÇÃO DE EMENTAS DAS DISCIPLINAS DO 2º SEMESTRE

Nome: Desenho e Regulação do Espaço Urbano


Docente responsável:
Prof. PhD José Júlio Lima
Área de concentração:
Análise e concepção do espaço construído na Amazônia
Nível: Período: Número de Créditos: Carga Horária:
º
Optativo 2 Semestre 3 45 CH

Ementa:
Princípios regulatórios e normativos de controle urbanístico. O planejamento na base de
planos e de intervenções de controle urbanístico. Bases ideológicas relevantes para
regulação como parte de políticas públicas urbanas. Concepção, formas, sistemas e
conjunturas das políticas de ordenamento territorial. Bases conceituais para avaliação na
escala do desenho urbano.

Bibliografia:
Burgess, R, Carmona, M and Kolstee, T (eds.). The Challenge of Sustainable Cities.
London: Zed, 1997.
Carmona, M. Controlling urban design – Part 1: a possible renaissance? Journal of
Urban Design, Vol. 1, No. 1, pp. 47-73, 1996.
Castilho, Ana Luisa Howard e Vargas, Heliana Comin. Intervenções em Centros
Urbanos. São Paulo: MANOLE, 2006.
Cullen, G. Paisagem urbana. Lisboa: Edições 70, 1983.
Hardoy, J; Mitlin, D and Satterthwaite, D. Environmental Problems in Third World
Cities. London: Earthscan, 1992.
Hayward, R and McGlynn, S (eds.). Making Better Places, Urban Design Now.
Oxford: Butterworth Architecture, 1993.
Lamas, Jose Manuel Ressano Garcia. Morfologia Urbana e Desenho da Cidade.
Lisboa: Calouste Gulbenkian, 1992.
Lima, José Júlio. Segregação Socioespacial e Forma Urbana: Belém no Final dos anos
90. In: Fernandes, E. e Valença, M.M. (org.). Brasil Urbano. Rio de Janeiro: Editora
Manuad, 2004.
Lynch, K. Managing the Sense of a Region. Cambridge, Mass.: MIT Press, 1976.
Maricato, E (ed.). A Produção Capitalista da Casa (e da Cidade) no Brasil
Industrial. São Paulo: Alfa Omega, 1982.
Rio, Vicente Del. Introdução ao Desenho Urbano no Processo de Planejamento no
Brasil. São Paulo: PINI, 1999.

13
Nome: O Espaço da Cidade Informal
Docente responsável:
Prof.ª PhD Ana Cláudia Duarte Cardoso
Área de concentração:
Análise e concepção do espaço construído na Amazônia
Nível: Período: Número de Créditos: Carga Horária:
Optativo 2º Semestre 3 45 CH

Ementa:
O fenômeno da urbanização no mundo contemporâneo. O problema da pobreza urbana.
Assentamentos informais e agendas internacionais de habitação e meio ambiente.
Estudos da produção de assentamentos espontâneos. O contexto regional de
intervenções dos setores público e privado na Amazônia Oriental.

Bibliografia
BURGESS, Rod; CARMONA, Marisa and KOLSTEE, Theo (eds.). The Challenge of
Sustainable Cities. Neoliberalism and Urban Strategies en Developing Countries.
London: Zed Books, 1997.
CARDOSO, A. C. e NEGRÃO, Marcília. Considerações sobre a pobreza no Brasil e
suas manifestações nas cidades da Amazônia. Cadernos do NAEA, vol. 9, no. 1, 2006,
95-117.
CARDOSO, A. C. O Espaço Alternativo, vida e forma urbana nas baixadas de
Belém. Belém: Edufpa, 2007.
CARDOSO, A. C. (org.) O Rural e o Urbano na Amazônia, diferentes olhares em
perspectivas. Belém: Edufpa, 2006.
DAVIS, Mike. Planeta Favela. São Paulo: Boitempo, 2006.
DRAKAKIS-SMITH, David. Third World Cities. London: Routledge, 2000.
Fernandes, Marlene. Agenda Habitat para Municípios. Rio de Janeiro: IBAM, 2003.
GILBERT, Allan and GUGGLER, Josep. Cities, Poverty and Development,
Urbanization in the Third World. Oxford: Oxford University Press, 2000.
HALL, Peter and PFEIFFER, Ulrich. Urban Future 21. A global agenda for twenty-
first century cities. London: E & FN Spon, 2000.
HARDOY, J.; MITLIN, D. and SATTERTHWAITE, D. Environmental Problems in
an Urbanizing World. London: Earthscan, 2001.
MUXÍ, Zaida. La arquitectura de la ciudad global. Barcelona: GG, 2004.
PUGH, Cedric (ed.). Sustainable Cities in Developing Countries. London: Earthscan,
2000.
ROGERS, Richard and GUMUCHDJIAN, Philip. Cities for a Small Planet. London:
Faber and Faber, 1997.

14
Nome: Epistemologia do Projeto de Arquitetura
Docente responsável:
Prof.ª Dr.ª Ana Kláudia de A. V. Perdigão
Área de concentração:
Análise e concepção do espaço construído na Amazônia
Nível: Período: Número de Créditos: Carga Horária:
Optativo 2º Semestre 3 45 CH

Ementa: Contornos disciplinares do Campo da Arquitetura. Fazer arquitetônico: arte de


edificar, arte de projetar e arte de configurar espaços. Histórico dos fundamentos
geométricos do espaço arquitetônico. Formalização do método de projeto.
Representações espaciais do ser humano no processo de projeto. A dimensão afetiva da
arquitetura. Analogias e tipologias na concepção arquitetônica.

Bibliografia
Alexander, C; Ishikawa, S. & Silverstein, M. A Pattern Language. New York: University
Press, 1977.
Broadbent, G. Design in Architecture: Architecture and the Human Sciences. London: John
Wiley & Sons, 1973.
Del Rio, V. (Org.) Arquitetura: Pesquisa & Projeto. Coleção PROARQ. São Paulo:
ProEditores/Rio de Janeiro: FAUUFRJ, 1998.
Eisenman, P. Diagram Diaries. Londres: Thames e Hudson, 1999.
Gasperini, G. C. Contexto e tecnologia: o projeto como pesquisa contemporânea em
Arquitetura. São Paulo: FAUUSP, 1988.
Giedion, S. Espaço, Tempo e Arquitetura: o desenvolvimento de uma nova tradição. Trad.
Alvamar Lamparelli. São Paulo: Martins Fontes, 2004.
Jones, C. Métodos de Diseño. Barcelona: GG, 1973.
Kaufmann, P. Diccionario enciclopédico de psicanálise: o legado de Freud e Lacan. Trad.
Vera Ribeiro e Maria Luiza Borges. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Ed., 1996.
Hearn, F. Ideas que han configurado edificios. Barcelona: GG, 2006.
Lang, J. Creating Architectural Theory. New York: Van Nostrand Reinhold Company, 1987.
Lewin, K. Principles of Topological Psychology. New York: McGraw Hill, 1936.
Mahfuz, E. da C. Ensaio sobre a razão compositiva. Viçosa: Ed. da UFV, 1995.
Malard, A. L. As aparências na Arquitetura. Belo Horizonte: Ed. da UFMG, 2006.
Montaner, J. M. Después del Movimiento Moderno: Arquitectura de la Segunda mitad del
siglo XX. Barcelona: Editorial Gustavo Gilli, 2001.
Perdigão, Ana K. de A. V. A Dimensão afetiva da arquitetura de espaços habitacionais 247f.
(Tese de doutorado) – Faculdade de Arquitetura e Urbanismo, Universidade de São Paulo, São
Paulo, 2005.
Piaget, J. & Inhelder, B. The Child´s Conception of Space. London: Routledge & Kegan Paul,
1967.
Rossi, A. Arquitetura da Cidade. São Paulo: Martins Fontes, 2001.
Silva, E. Matéria, idéia e forma: uma definição de arquitetura. Porto Alegre: Ed. da
UFRGS, 1994.
Summerson, J. A linguagem clássica da arquitetura. Trad. Sylvia Fisher. 2a ed. São Paulo:
Martins Fontes, 1994.
Tuffani, E. Estudos Vitruvianos. São Paulo: HVF Representações, 1993.
Duarte, C. R.; Rheingantz, P. A.; Azevedo, G. & Bronstein, L. O lugar do Projeto no ensino e
na pesquisa em arquitetura e urbanismo. Rio de Janeiro: Contra capa livraria, 2007.
Reis, A. T. Repertório, análise e síntese: uma introdução ao projeto arquitetônico. Porto
Alegre: Ed. da UFRGS, 2002.

15
Nome: Historiografia e Teorias da Arquitetura Moderna e Contemporânea
Docente responsável:
Profa Dra Celma Chaves
Área de concentração:
Análise e concepção do espaço construído na Amazônia
Nível: Período: Número de Créditos: Carga Horária:
Optativo 2º Semestre 3 45 CH

Ementa:
História e Historiografia da Arquitetura. Tendências de interpretações da arquitetura no
Séc. XIX. Historiografia do Movimento Moderno e crise da arquitetura moderna.
Historiografia da arquitetura moderna no Brasil. Novas referências teóricas na
arquitetura contemporânea. Integração e complexidade da arquitetura. Arquitetura e
Subjetividade.

Bibliografia:
ARGAN, G. C. Arte moderna. São Paulo: Companhia das Letras, 1998.
AUGÉ, Marc. Não-Lugares. Introdução a uma Antropologia da Supermodernidade.
Trad.: Maria Lúcia Pereira. Campinas, SP: Papirus, 1994.
BOTTON, Alain de. Arquitetura da Felicidade. São Paulo: Ed. Rocco, 2008.
BRANDÃO, C. A. L. A formação do homem moderno vista através da arquitetura.
BLOCH, M. Introducción a la historia. Fondo de Cultura
Económica/México/España,14ª reimpresión, 1992.
BROWNE, E. Otra arquitectura en América Latina. Gustavo Gili, Barcelona, 1988.
COLLINS, P. Los ideales de la arquitectura moderna; su evolución(1750-1950).
Barcelona: Colección GG Reprints, 1998.
COLQUHOUN, A. Arquitectura moderna y cambio histórico. Barcelona: Ed.
Gustavo Gili, 1978.
COLQUHOUN, A. Modernidad y tradición clásica. Madrid: Serie Art y Universidad,
Júcar Universidad, 1991.
CORBUSIER, L. Precisiones respecto a un estado actual de la arquitectura y del
urbanismo. Barcelona: Poseidón, 1978.
FEBVRE, L. Combates por la historia. Barcelona: Ariel, 1971.
FRAMPTON, K. História crítica da arquitetura moderna. São Paulo: Martins Fontes
, 2000.
GIEDION, Sigfried (1978). Espacio, tiempo y arquitectura. Madrid: Ed. Dossat.
HEARN, F. Ideas que han configurado edificios. Barcelona: GG, 2006.
KAUFMANN, E. De Ledoux a Le Corbusier. Origen y desarrollo de la
arquitectura autónoma. Barcelona, Gustavo Gilli, 1982.
SEGAWA, H. Arquiteturas no Brasil 1900-1990. São Paulo: EDUSP, 1997.
MONTANER, J.M. 'Espacio y antiespacio, lugar y no lugar en la arquitectura moderna'. In: 'La
Modernidad Superada: arte y pensamiento del siglo XX'. Barcelona, p. 25-58, 2001.
NORBERG-SCHULZ, C. Intenciones em arquitectura. Barcelona: Ed. Gustavo Gili,
1999.
PATETTA, L. Historia de la Arquitectura. Antologia crítica. Madrid: Celeste
Ediciones, 1997.
SOLÀ-MORALES, I. Arquitectura y existencialismo: una crisis de la arquitectura
moderna. En: Revista Annals, ETSAB/UPC, Barcelona, pp. 25-33, 1991.
TOURNIKIOTIS, P. La HISTORIOGRAFÍA de la arquitectura MODERNA.
Manuales Universitarios de Arquitectura 5, Ed. Mairea/Celeste, Madrid, 2001.

16
TINEM, Nelci. O alvo do olhar estrangeiro. O Brasil na historiografia da
arquitetura moderna. João Pessoa: Manufatura, 2002.
TAFURI, M. Por una crítica de la ideología arquitectónica. En: TAFURI, Manfredo;
DAL CO, Francesco; CACCIARI, Máximo. De la Vanguardia a la Metrópolis. Crítica
radical a la arquitectura. Barcelona: Gustavo Gili, 1972.
TAFURI, M. La esfera y el laberinto. Vanguardias y Arquitectura de Piranesi a los
años setenta. Barcelona: Gustavo Gili, 1984.
VEYNE, Paul. Como se escreve a história. São Paulo: Ed 70, 1983.
WAISMANN, Marina. El interior de La historia. Historiografia Arquitectónica
para uso de latinoamericanos. Bogotá: Ed Escala, 1986.

17
Nome: Tecnologia da conservação e da restauração arquitetônica
Docente responsável:
Prof.ª Dr.ª Thais Sanjad
Área de concentração:
Análise e concepção do espaço construído na Amazônia
Nível: Período: Número de Créditos: Carga Horária:
Optativo 2º Semestre 3 45 CH

Ementa:
O universo dos materiais de construção tradicionais (terra crua, materiais cerâmicos,
rochas, argamassas, cal, areia e madeira). Processos de degradação dos materiais.
Investigação laboratorial aplicada à conservação e restauração. Técnicas e materiais
utilizados em restauro. Adequação de projetos complementares.

Bibliografia
BALDERRAMA, Alejandro Alva et al. El estudio y la conservación de la cerámica
decorada en arquitectura. Roma: ICCROM, 2003, 164p.
CAMPBELL, J.W.P.; PRYCE, W. Ladrillo – historia universal. Barcelona: Blume,
2004, 320p.
CANEVA, G.; NUGARI, M.P.; SALVATORI, O. Biology in the conservation of
works of art. Roma: ICCROM, 1991, 182 p.
FABBRI, B.; GUIDOTTI, C.R. Il restauro della ceramica. Firenze: Nardini Editore,
1993, 213 p.
FITZNER, B.; HEINRICHS K.; KOWNATZKI, R. Weathering forms: classification
and mapping. Berlin: Verlag Ernst & Sohn, 1995, 88 p.
HENRIQUES, F. M. A. A Conservação do Patrimônio Edificado. Lisboa,
Laboratório nacional de Engenharia Civil, 1980.
HENRIQUES, F.M.A. Humidade em paredes. Lisboa: Laboratório Nacional de
Engenharia Civil, 1994, 167p.
JEANNETTE, D. Importance of the pore structures during the weathering process of
stones in monuments. In: PAQUET, H; CLAUER, N. (Ed.). Soils and sediments
mineralogy and geochemistry . Germany: Springer, 1997, p. 177 – 190.
KLEIN, C.; HURLBUT JR, C. S. Manual of mineralogy (after James D. Dana).
United States of America: John Wiley & Sons, 1993, p. 681.
MANO, E. B. Polímeros como materiais de engenharia. São Paulo: Edgard Blücher,
1990, 197p.
OLIVEIRA, M.M. Tecnologia da conservação e da restauração: materiais e
estruturas. Salvador: Mestrado em Arquitetura e Urbanismo da
FAUFBA/PNUD/UNESCO, 1995, 310p.
PETRUCCI, E.G.R. Materiais de construção. Porto Alegre: Globo, 1979, p.1-49.
RUA, M.H. Os dez livros de arquitetura de Vitrúvio. Lisboa: Departamento de
engenharia Civil/ Instituto Superior Técnico, 1998. 354p.
SANJAD, T. Intemperismo tropical em fachadas azulejadas de prédios históricos
de Belém do Pará. Tese (Doutorado em Ciências). Programa de Pós-Graduação em
Geologia e Geoquímica, Belém, UFPA, 2007.
SANTIAGO, C. C. O solo como material de construção. Salvador: UFBA, 1996.
SANTOS, P. de S. Ciência e tecnologia de argilas. São Paulo: Edgard Blücher, 1989,
3 v., p. 1089.

18
SILVA, M.E da; ROESER, H,M,P. Mapeamento de deteriorações em monumentos
históricos de pedra-sabão em Ouro Preto. Revista Brasileira de Geociências, São
Paulo, Universidade Federal de Ouro Preto, 2003, v. 33, p. 331 – 338.
TORRACA, G. Porous building materials. Roma: ICCROM, 1988. 149 p.
VEIGA, M. do R. et al. Conservação e renovação de revestimentos de paredes de
edifícios antigos. Lisboa: LNEC, 2004, 126p.

19
Nome: Arqueologia da arquitetura
Docente responsável:
Prof. Dr. Fernando Marques
Área de concentração:
Análise e concepção do espaço construído na Amazônia
Nível: Período: Número de Créditos: Carga Horária:
Optativo 2º Semestre 3 45 CH

Ementa:
Conceitos e fundamentos teóricos. Fontes de pesquisa. Métodos de prospecção e
escavação. Noções de pedologia e estratigrafia. Os materiais da arquitetura na
Amazônia (século XVI ao XIX).

Bibliografia
BORRAZÁS, Patricia Mañana; BLANCO ROTEA, Rebeca y AYÁN VILA, Xurxo M.
Arqueotectura 1: Bases teórico metodológicas para una arqueología de la arquitectura.
In: TAPA- Traballos de Arqueoloxía e Patrimonio. Disponível em http://www-
gtarpa.usc.es
EMBRAPA. Manual de Métodos de Análise de Solo. Rio de Janeiro: Ed. SNLCS,
1979, 247p.
Harris, E. C. Principios de Estratigrafía Arqueológica. Editorial Crítica, 1991.
KERN, D.C. 1996. Geoquímica e pedogeoquímica de sítios arqueológicos com Terra
Preta na Floresta Nacional de Caxiuanã (Portel-Pará). Tese (doutorado em Geoquímica),
Curso de pós-graduação em Petrologia e geoquímica, UFPa, Belém, 1996.
NÚÑEZ MARTÍNEZ, Ana María. Reflexión Metodológica sobre la Arqueología de la
Arquitectura.. Revista ArqueoMurcia, nº 2, 2004. Disponível em
http://www.arqueomurcia.com/revista/index.
ORSER, C. E. Introdução à Arqueologia Histórica. Rio de Janeiro: Oficina de
Livros. 1992.
QUIRÓS CASTILLO, Juan Antonio. Arqueología de la Arquitectura: objetivos y
propuestas para la conservación del Patrimonio Arquitectónico. Disponível em
http://www.arqueologiamedieval. com/ articulos/ articulos.asp?ref=74.

20
Nome: Técnicas instrumentais aplicadas à caracterização dos materiais
Docente responsável:
Prof. Dr. Rômulo Simões Angélica
Área de concentração:
Análise e concepção do espaço construído na Amazônia
Nível: Período: Número de Créditos: Carga Horária:
Optativo 2º Semestre 3 45 CH

Ementa:
Conceito de mineral e material amorfo. Intervalo de estabilidade dos minerais. Os
materiais: identificação mineralógica e química. As técnicas instrumentais: Difração de
Raios-X (DRX), Fluorescência de Raios-X (FRX), Análise Térmica Diferencial e
Gravimétrica (ATD/TG), Infravermelho (IF). Processos de transformações
mineralógicas de materiais pela ação intempérica, formação de sais e produtos de
oxidação.

Bibliografia
FIGUEIREDO, M.O. 2003. Estudo e caracterização de materiais cerâmicos culturais: o
paradigma azulejar. Azulejo, Lisboa, Museu Nacional do Azulejo, 2003, n. 8/11, p. 11 –
20.
FITZNER, B. ; HEINRICHS K.; BOUCHARDIERE, D. La. Weathering damage on
pharaonic sandstone monuments in Luxor – Egypt. Buildings Environment, [S.l], n.
38, 2003, p. 1089 – 1103.
JEANNETTE, D. Importance of the pore structures during the weathering process of
stones in monuments. In: PAQUET, H; CLAUER, N. (Ed.). Soils and sediments
mineralogy and geochemistry . Germany: Springer, 1997. p. 177 – 190.
KIRSCH, H. Mineralogia Aplicada. São Paulo: EDUSP/ Polígono, 1972, 291 p.
KLEIN, C.; HURLBUT JR, C. S. Manual of mineralogy (after James D. Dana).
United States of America: John Wiley & Sons, 1993, p. 681.
PETRUCCI, E.G.R. Materiais de construção. Porto Alegre: Globo, 1979, p.1-49.
RODRIGUES, J.D. A brief introduction to the degradation and conservation of granitic
rocks. In: RODRIGUES, J.D; COSTA, D. (Org.). Conservation of granitic rocks.
Lisboa: LNEC, 1996, p. 1 – 19.
SANTOS, P. de S. Ciência e tecnologia de argilas. São Paulo: Edgard Blücher. 3 v.,
1989, p. 1089.

21
Nome: História, patrimônio e monumento
Docente responsável:
Prof. Dr. Aldrin de Moura Figueiredo
Área de concentração:
Análise e concepção do espaço construído na Amazônia
Nível: Período: Número de Créditos: Carga Horária:
Optativo 2º Semestre 3 45 CH

Ementa:
A idéia inicial é o estudo da própria história da constituição conceitual de patrimônio
histórico, assim como as noções sobre bens móveis, imóveis, naturais, materiais e
imateriais, e toda a discussão dos valores, critérios e significações sociais de cunho
estético, documental, e científico, fundamentais para a noção atual de patrimônio.
Além disso, se faz necessário um aprofundamento sobre as origens da própria noção de
preservação, especialmente a partir do século XIX, no pós-Revolução Industrial e no
pós-Revolução Francesa. A atuação de intelectuais como Eugène Viollet-le-Duc (1814-
1879), que elaborou os primeiros conceitos para a preservação e restauração do
patrimônio edificado francês, tornando-se referência teórica na Europa e no Novo
Mundo é como uma matriz fundadora da perspectiva histórica. Assim também a obra de
John Ruskin (1819-1900), na Inglaterra, e do arquiteto Camillo Boito (1834-1914), na
Italia, e toda uma série de metodologias conflitantes sobre processo de preservação e
restauração e sobre a própria noção de passado histórico. Além disso, o curso pretende
estabelecer leituras sobre a atualização de antigas práticas de preservação do patrimônio
de natureza material, como a de William Morris (1834-1896) e da _Society for the
Protection of Ancient Buildings; de Gustavo Giovannoni (1873-1943) e o restauro
científico na preservação de cidades históricas; de Cesare Brandi (1906-1988) e a
restauração de pinturas, esculturas e obras de artes na Italia; até o restaurador
contemporâneo Salvador Muñoz-Viñas, crítico ardoroso das teorias clássicas e um bom
exemplo do percurso atual da restauração e da preservação do patrimônio histórico. O
debate também circula contemporaneamente noções de autenticidade e significado
social da arquitetura (Paolo Marconi), contrastando com noções clássicas baseadas
unicamente na matéria e no primado do projeto. Existem também defensores de teorias
que valorizam unicamente a materialidade (Giovanni Carbonara), mesmo que isso
exclua alguns grupos sociais do direito de apropriação do bem patrimonial.
Por fim, o curso analisa as conexões entre história, documento e monumento, de modo a
compreender o largo campo simbólico que transita entre as noções de comemoração e
efeméride, de culto ao herói pátrio e da visualidade biográfica, e, ao mesmo tempo, da
própria construção do objeto artístico. Essas leituras devem ser contrastadas com a
experiência brasileira e amazônica, desde as iniciativas do início do século XX, com
Theodoro Braga (1872-1953), passando pela atuação do Instituto Histórico e Geográfico
do Pará, nas décadas de 1920 e 1930, a atuação do IPHAN na Amazônia, a partir da
década de 1940, sob a direção local do historiador Ernesto Cruz, até as políticas e
experiências atuais, como o Monumenta, Feliz Lusitânia, Fórum Landi e pesquisas
acadêmicas da Universidade Federal do Pará.

Bibliografia:
BOITO, Camillo. Os Restauradores. Conferência feita na Exposição de Turim em 7 de
junho de 1884. São Paulo, Ateliê Editorial, Coleção Artes & Ofícios, 2003. Tradução
Beatriz Mugayar Kühl e Paulo Mugayar Kühl.
BRANDI, Cesare. Teoria do Restauro. Edições Orion, 2006.

22
FIGUEIREDO, Aldrin. A fundação da Cidade de Nossa Senhora de Belém do Pará,
de Theodoro Braga. Nossa História; 10/10/2004; 22-26.
________.Belém dos imigrantes: história e memória, 1616 -2004. Museu de Arte de
Belém / Prefeitura Municipal de Belém.Belém, 2004.
_______. A árvore mestiça e a fortaleza de pedra: Theodoro Braga e a pintura
histórica da fundação da Amazônia, 1883-1908.; I Encontro de História da Arte do
IFCH - Caderno de Resumos.; 2004; 21- 21; I Encontro de História da Arte do IFCH -
UNICAMP.; Campinas; BR.
GIOVANNONI, Gustavo. L'urbanisme face aux villes anciennes. Seuil, 1998.
MORRIS, William. Noticias de ninguna parte. Barcelona, Ed. Hacer. s.d.
MUÑOZ-VIÑAS, Salvador. Teoria contemporânea de La restauracion. Madrid,
Síntesis, 2003.
RUSKIN, John. Las siete lámparas de la arquitectura. Valencia: F. Sempere, 1910.
SETTE, Maria Pereira, Profilo Storico, em: Trattato di Restauro Architettonico. Dir:
Giovanni Carbonara, Volume Primo, Sezione B, 1996.
VIOLLET-LE-DUC,Eugène. Restauração. Apresentação e tradução Beatriz Mugayar
Kühl. São Paulo: Ateliê Editorial, Coleção Artes & Ofícios, 2000, 70 p.

23
Nome: Memória e Patrimônio Arquitetônico
Docente responsável:
Profa Dra. Cybelle Salvador Miranda
Área de concentração:
Análise e concepção do espaço construído na Amazônia
Nível: Período: Número de Créditos: Carga Horária:
Optativo 2º Semestre 3 45 CH

Ementa:
Memória individual e coletiva: relação entre memória e esquecimento, antigo e
moderno, passado e presente; “Escavando” a memória individual; os “lugares de
memória”; Cultura e Patrimônio: do material ao imaterial; Política do Patrimônio no
Brasil: dos modernistas às intervenções contemporâneas em Centros Históricos; Idades
Míticas: a “Belém da Memória”.

Bibliografia:
AMAZÔNIA FELSÍNEA. Antonio José Landi: Itinerário artístico e científico de um
arquiteto bolonhês na Amazônia do século XVIII. Lisboa: Comissão Nacional para as
Comemorações dos Descobrimentos Portugueses, 1999.
ASSMANN, Aleida. A gramática da memória coletiva. In: Humboldt 86, Bonn,
Goethe-Institut Inter Nationes, 2003. p. 2-4.
BENJAMIN, Walter. Escavar e lembrar In: ______. Obras Escolhidas. v. 2, São
Paulo: Brasiliense, 1987. p. 239.
__________. Paris Capitale du XIXe Siècle - le livre des passages. Paris: Éditions du
Cerf, 1989.
__________. Sobre o conceito da história. In: Obras Escolhidas. Magia e técnica, arte
e política: ensaios sobre Literatura e História da Cultura. Vol. 1. São Paulo:
Brasiliense, 1985.
BOLLE, Willi. Fisiognomia da Metrópole Moderna. São Paulo: Editora da
Universidade de São Paulo, 1994.
CHOAY, Françoise. A alegoria do Patrimônio. Lisboa: Edições 70, 2000.
FIGUEIREDO, Aldrin Moura de. Theodoro Braga e a história da arte na Amazônia. In:
A fundação da Cidade de Belém. Belém: Museu de Arte de Belém, 2004.
GEERTZ, Clifford. A Interpretação das Culturas. Rio de Janeiro: Zahar Editores,
1978.
GINZBURG, Carlo. Mitos, emblemas, sinais - morfologia e história. São Paulo:
Companhia das Letras, 1989.
GONDIM, Linda M. P. Representações sobre Cultura e Patrimônio na Produção
Imaginária da Cidade Global: panorama visto da periferia. 27º Encontro Anual da
ANPOCS. Florianópolis. CD-ROM. nov/dez 2003.
INSTITUTO DO PATRIMÔNIO HISTÓRICO E ARTÍSTICO NACIONAL. Cartas
Patrimoniais. Rio de Janeiro: IPHAN, 2000.
LARAIA, Roque de Barros. Cultura, um conceito antropológico. Rio de Janeiro:
Jorge Zahar, 2003.
LE GOFF, Jacques. História e Memória. Campinas: Editora da Unicamp, 2003.
LEITE, Rogério Proença. Contra-usos da cidade: lugares e espaço público na
experiência urbana contemporânea. Campinas, SP: Editora da UNICAMP; Aracaju,
SE: Editora UFS, 2004.
LEMOS, Carlos. O que é Patrimônio Histórico. São Paulo: Brasiliense, 1981.

24
LYNCH, Kevin. On Historic Preservation: some comments on the Polish-American
Seminar (1974) IN: City Sense and City Design. Writings and Projects of Kevin
Lynch. London, Cambridge: MIT Press, 1990.
NORA, Pierre. Les Lieux de Mémoire. Paris:Gallimard,1997. v.1.
MAGALHÃES, Aloísio. E Triunfo? A questão dos Bens Culturais no Brasil. Rio de
Janeiro: Nova Fronteira, 1985.
MIRANDA, Cybelle Salvador. Belém da Memória. In: Cidade Velha e Feliz
Lusitânia: cenários do patrimônio Cultural em Belém. 247 f. Belém, 2006. Tese
(Doutorado em Ciências Sociais). Universidade Federal do Pará. Belém, 2006.
REIS, Nestor Goulart. Imagens de Vilas e Cidades do Brasil Colonial, 2000, São
Paulo: FUPAM – EDUSP – Imprensa Oficial, 2000. CD-ROM.
SCOCUGLIA, Jovanka Cavalcanti. Revitalização Urbana e (Re)invenção do Centro
Histórico na Cidade de João Pessoa (1987-2002). João Pessoa: Editora
Universitária/UFPB, 2004.

25
Nome: Conforto ambiental instrumental
Docente responsável:
Prof. Dr. Irving Franco
Área de concentração:
Análise e concepção do espaço construído na Amazônia
Nível: Período: Número de Créditos: Carga Horária:
Optativo 2º Semestre 3 45 CH

Ementa:
a) revisão de procedimentos de cálculo de carga térmica, determinação do “pior cenário” e da
temperatura efetiva; b) programa Arquitrop; c) programa Luz do Sol, DLN, Relux; c) Planilhas de
cálculo Excel- cálculo da temperatura Efetiva – método da CSTB*; d) programa Ecotect. e) análises
comparativas; f) experimetação e simulação; g) exercício prático insolação e sistemas de
sombreamento: i) Mascaramento e recorte de carga térmica –I e II; ii) exercício prático: recortes de
carga térmica; iii) exercício prático: determinação de custos energéticos de refrigeração; h)
utilização de iluminação natural-redução de custos energéticos; l) custo energético –Iluminação e
refrigeração; m) diagnóstico energético.
*CSTB-Centre Scientifique et Technique du Batiment -de Paris.

Bibliografia:
ARRUDA, Paulo Ribeiro. Iluminação e instalação elétrica domiciliares e
industriais. São Paulo: Luso-Espanhola.
BITTENCOURT, L. Uso das cartas solares: diretrizes para arquitetos. 2ª ed.
Maceió: EDUFAL, 1996.
COLLIER, T. (ed.). Design, technology, and the development process in the built
environment.
CONTOURIE, L. La arquitetura y el sol: protección solar de los edifícios.
Barcelona: Editorial Gustavo Gili.
CONTURIE, L. La arquitectura y el sol: protección solar de los edifícios.
COSTA, Antônio Carlos Lôla da. Estudo de variações termo-higrométricas de
cidade equatorial devido ao processo de urbanização : o caso de Belém – PA. São
Carlos: Universidade de São Paulo, 1998.
EGAN, M. D. Concepts in architectural acoustics. New York: McGraw-Hill, 1972.
FROTA, A. B. & SCHIFFER, S. Manual de conforto térmico. São Paulo: Nobel,
1988.
HERTZ, John B. Ecotécnicas em arquitetura: como projetar nos trópicos úmidos
do Brasil. São Paulo: Pioneira, 1998.
MACHADO, Isis Faria et all. Cartilha: procedimentos básicos para uma
arquitetura no trópico úmido. São Paulo: Pini, 1986.
MASCARÓ, L. J. e MASCARÓ, L. Incidência das variáveis projetistas e de
construção no consumo energético dos edifícios. Porto Alegre: UFRS/Propar, l992.
MASCARO, Lúcia. Luz, clima e arquitetura. Studio Nobel.
NASCIMENTO, Cicerino Cabral do. Clima e morfologia urbana em Belém. Belém:
UFPA / NUMA, 1995.
SERRA, G. G. Pesquisa em Arquitetura e Urbanismo - Guia prático para o
trabalho de pesquisadores em pós-graduação. 1ª. ed. São Paulo: Editora da
Universidade de São Paulo - Editora Mandarim, 2006. v. 1. 256 p.

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Nome: Eficiência Energética e Uso Racional de Energia Elétrica
Docente responsável:
Prof.ª Dr.ª Maria Emília Tostes
Área de concentração:
Análise e concepção do espaço construído na Amazônia
Nível: Período: Número de Créditos: Carga Horária:
Optativo 2º Semestre 3 45 CH

Ementa:
1.Introdução: por que uso eficiente de energia? Panorama energético mundial.
Panorama energético brasileiro: estado atual e perspectivas. Energia e desenvolvimento.
Energia e meio ambiente. 2.Usos finais de energia: iluminação, força motriz. Circuitos
elétricos de distribuição de energia elétrica. 3.Fundamentos da análise econômica para
programas de eficiência energética de energia. Retorno de investimentos. Fluxo de
caixa. 4.Gerenciamento pelo lado da demanda. O que é GLD? O planejamento
integrado de recursos o gerenciamento pelo lado da demanda. Estudo de caso no Brasil
e exterior. 5.Programas de eficiência energética: opções tecnológicas. Iniciativas de
eficiência energética. Marketing de eficiência energética. Previsão de impacto de
programas de eficiência energética. Tarifas, custos dos programas de eficiência
energética. 6.Uso eficiente de energia em edifícios. Domótica. Controle e
gerenciamento da demanda. Índices de eficiência energética. 7. Legislação: Normas.
Políticas públicas. O PROCEL e suas realizações. Experiências no exterior.

Bibliografia:
[A. H. M. SANTOS, et al. Conservação de Energia: Eficiência Energética de
Instalações e Equipamentos? Primeira ed. Itajubá-MG: Editora da EFEI, 2001. 467 p.
v. Único.
A. R. Q. PANESI. Fundamentos da Eficiência Energética. Editora Ensino
Profissional, 2006.
A. THUMANN. Plant Engineers & Managers Guide to Energy Conservation.
Oitava. ed. Georgia, United States of America: The Fairmont Press, 2002. 443 p. v.
Único.
Apostilas do curso de multiplicadores em Eficiência Energética da ELETROBRAS.
Banks. F. E. Energy Economics: a modern introduction. Kluwer Academic
Publishers. 2000.
C. B. Energia no Brasil: Para quê? Para quem? - Crise e Alternativas para um
País Sustentável.? São Paulo: Livraria da Física, 2002.
Conservação de Energia – Eficiência Energética de Instalações e Equipamentos.
Livro. Editora EFEI. ELETROBRAS.
ELETROBRAS. Pesquisa de Posse de Equipamentos e Hábitos de Uso, 2007.
G. de M. JANUZZI, J.N.P. Swisher. Planejamento Integrado de Recursos
Energéticos Ambiente. Conservação de Energia e Fontes Renováveis. Editora
Autores Associados. Campinas - SP. 246 P. 1997.
J. GOLDEMBERG. Energia, Meio Ambiente e Desenvolvimento. EDUSP, 2002,
Seg. Edição.
Kaplan, S. Energy Economics - qualitative methods for energy and environmental
decisions. McGraw Hill, NewYork, 1983.
M. T. TOLMASQUIM. Alternativas Energéticas Sustentáveis no Brasil. Editora
Relume Dumará. Rio de Janeiro, 2004.

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Pilipovic, D. Energy risk - valuing and managing energy derivatives. MacGraw Hill,
New York, 1997.
Rildo C. D. Arrifano. Análise do Papel dos Programas de Conservação de Energia
no Mundo, no Brasil e no Estado do Pará, com Enfoque no Setor Industrial. Belém
2007. Dissertação (Mestrado/Engenharia). – PPGEE/ITEC/UFPA.
USP, Revista Estudos Avançados n. 59, IEA, 2007.

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