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DIN 50961

DIN 50961

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DK 669.169.9-034.5-034.

73 NORMAS ALEMÃS Junho 1987
Revestimento Galvânico
Revestimento de Zinco / Cádmio sobre
materiais ferrosos
Cromatização dos Revestimentos de Zinco / Cádmio
11i
ÕM ÜMÂ
Electroplated coating; coatings of zink and cadmiun on iron and steel; Substitui
cromating of zink and cadmiun coatings; a emissão 04.76,
Revêtements èlectrolytiques; revêtements de zinc et cadmiun sur le fer et l’acier; DIN 50 941/05.78 e
Chromatation dês revêtements de zinc et cadmiun DIN 50 962/04.76
1MÍÎÏLÜWÜ LM LMMLÅÜM LMM Ü MM1MÜ ÏMÎL1MÜLÏMMÜÎ 1Ô1 &MÖÂ ¯ ÂÜÖM L 1Ô1 &MÖ& ¯ ÂÜÖM WÜ 11ÜÜMÏÄÜLÜM
1MÎL1MÜLÏMMÜÎ WL iM1MÜÎÏÄÜLÜM |1Ô1(+ ÀL]Ü LhLÎÜ1LLÏMLMÎMh.

 ÅÜM]M WL /]ÎÏLÜLÜM L 1Í]LÎÏÀM
Esta norma é valida para revestimentos de zinco e cádmio sobre
materiais ferrosos com ou sem cromatização. Ela estabelece para
distintos níveis de intensidade de solicitação a resistência mínima
a corrosão bem como recomenda espessuras fixas de camadas.
Os revestimentos ou então o sistema de revestimento servem a
objetivos de proteção a corrosão e/ou decorativos.
Esta norma não é válida para produtos semi-acabadas
1)
Para elementos de ligação mecânica vale a norma DIN 267 Parte
9.
Para roscas em componentes ajustes devem ser feitos.
Observação: Na aplicação desta norma devera-se prestar atenção
na Classificação de Materiais Perigosos na Lista de
Valores-MAK, na Lista-TRK e outras Regras Técnicas
de Valores como p.ex.: a Técnica Galvânica UVV
(VBG 57).
& ÅMMLLÏÎMh
&. 1LÀLhÎÏMLMÎMh ÅÜÎÀÜMÏLMh
Revestimentos metálicos são camadas metálicas, as quais são
formadas a partir de eletrólitos de condutores elétricos ou
componentes catódicos transformados em condutores.
(da DIN 50 965/02.82).
&. Å1MMÜÎÏÄÜLÜM
Cromatização é a formação de uma camada constituída
essencialmente de ligações de cromo através de uso de soluções
químicas, as quais neste caso possuem ligações de cromo
adequadas.
Observação: Revestimentos de croamtização sobre
revestimentos galvânicos de zinco ou então de cádmio
são aplicados, para melhorar a aparência e a resistência
a corrosão. A aderência da pintura ou de outro
revestimento similar, de um modo geral, é melhorada
pela cromatização sobre revestimentos de zinco ou então
de cádmio.
&. ÔM]L11ÏLÏLh Ü]1M]1ÏÜWÜh |ÔM]L11ÏLÏLh 1MMLÏMMÜÏh(
Ver DIN 50892 Parte 1.
Quando não houverem outros acordos, valem como superfícies
apropriadas todas superfícies em que, uma esfera de Ø 20 mm
possa se equilibrar.
_______________
1)
Conceito de “Produtos semi-acabados” (Halbzeug) ver DIN
1999 Parte 2

& 1L]1LhLMÎÜLÜM
A sistemática da estrutura da representação e a abreviatura a ser
usada na representação está descrita na DIN 50 961 Parte 1.
Exemplo:
Representação para um revestimento de zinco conforme DIN 50
961 sobre um componente de Aço (FE) om 8 µm de
zinco (Zn8) cromatizado azul (B).
1LÀLhÎÏMLMÎM 11i ÕM ÜMÂ ¯ 1LÍÁM Ö 1
Representação para um revestimento de cádmio
conforme DIN 50 961 sobre um componente de Aço
(FE) com 12 µm de cádmio (Cd12) cromatizado
amarelo (C).
1LÀLhÎÏMLMÎM 11i ÕM ÜMÂ ¯ 1LÍÅW Â& Å
Representação para um revestimento de ZINCO
conforme DIN 50 961 sobre um componente de Aço
(FE) com 12 µm de zinco (Zn12) cromatizado verde
oliva (D) e selado (envernizado) (d).
1LÀLhÎÏMLMÎM 11i ÕM ÜMÂ ¯ 1LÍÁM Â& 1 W
Representação para um revestimento de zinco
conforme DIN 50 961 sobre um componente de Aço
(FE) com 8 µm de zinco (Zn 8) cromatizado preto (F).
1LÀLhÎÏMLMÎM 11i ÕM ÜMÂ ¯ 1LÍÁM Ö 1

& 1h]LLÏ1ÏLÜLMLh WL 1LWÏWM
No pedido podem ser especificados os níveis de intensidade de
solicitação a resistência mínima a corrosão conforme a Parte 7
abaixo ao mesmo tempo citando o número desta norma e o metal
do revestimento bem como eventuais condições para cromatização
e tratamentos posteriores ou a Representação conforme Parte 3.
Demais especificações relativas a um acordo entre fabricante e
cliente estão estabelecidas na DIN 50 960 Parte 1.
Õ 1hÎÜWM WÜ ÔM]L11ÏLÏL
Õ. 1ÜÎL1ÏÜÎ ÍÜhL
Os componentes para zincar ou então para cadmiar não
deverão possuir nenhuma falha de material, superficiais ou
retrabalho, as quais podem afetar desfavoravelmente a
proteção à corrosão e/ou a aparência do revestimento. Estas
são p.ex.: arranhões, cavidades porosas, inclusões de
materiais estranhos, dobras em produtos laminados;
contrações e fendas bem como estrias e orifícios
encontrados em peças fundidas e juntas soldadas frias.
Continuação nas Folhas 2 até 4
Comitê de Normas de Engenharia de Técnicas de Soldagem (FNS) do Comitê Alemão de Normas.
DK 669.169.9-034.5-034.73 NORMAS ALEMÃS Junho 1987
Lado 2 DIN 2310
Por causa da influência do acabamento superficial e de alguma
influência micro geométrica da forma da superfície, é recomendado
um acordo entre o fornecedor do serviço e o cliente para a medição
e o comportamento da corrosão.
Tanto para materiais de alta resistência pré-tratados bem como
zincados e cadmiados a possibilidade de ocorrência de falhas por
causa da fragilidade devido a absorção de hidrogênio existe. (ver
DIN 50 969*)).
Õ.& 1LÀLhÎÏMLMÎM
As superfícies apropriadas das peças zincadas bem como as
cadmiadas (ver parte 2.3) devem ser isentas de falhas, as quais
prejudicam a aparência e a resistência a corrosão, como p.ex.:
grandes poros e fendas (ver DIN 50 903), rugosidades, manchas e
sem descolorações intencionais.
Os revestimentos devem estar firmemente aderidos sobre a peça. O
tipo de procedimento para o teste de aderência deve ser acordado.
M 1h]LhhM1Ü WÜ ÅÜMÜWÜ
M. ÅLML1ÜÎÏWÜWLh
Utilizando a espessura de camada mínima recomendada conforme a
tabela 1 e 2 em uma superfície adequada entretanto não garante uma
determinada resistência a corrosão da peça acabada. Durante a
definição de quais as formas superficiais apropriadas que podem ser
zincadas bem como cadmiadas deverá ser considerada a distribuição
da espessura na peça.
____________________
*) Atualmente Esboço.
M.& 1LWÏLÜM WÜ Lh]LhhM1Ü WÜ LÜMÜWÜ
A espessura dos revestimentos de zinco bem como cádmio podem
ser medidos pelos métodos destrutivo e não-destrutivo.
Para medição da espessura de camada pelo método destrutivo estão
disponíveis os seguintes procedimentos:
- coulometria conforme DIN 50 955
- microscopia conforme DIN 50 950
- medição diferencial através de um sensor conforme DIN 50 933
- Gravimetria conforme DIN 50 988 Parte 1
- volumetria conforme DIN 50 988 Parte 2
*
)
Ou se a espessura de camada deve ser medida pelo método não-
destrutivo, estão disponíveis os seguintes métodos:
- magnetismo conforme DIN 50 981
- Método de reflexo beta conforme DIN 50 983
- Método de Fluorescência Roentgen conforme DIN 50 987
A espessura do revestimento de cromatização não é considerado.
· iÏÀLÎ WL hMÍMÏhhÜM
Os níveis de submissão fornecem os parâmetros para os níveis de
sujeição à corrosão no uso das peças galvanizadas e se for o caso da
cromatização enumerados conforme a seguir:
4 extraordinariamente forte
3 forte
2 moderado
1 suave
A relação entre o nível de submissão para a resistência mínima no
teste de corrosão em curto espaço de tempo e a espessura da camada
estão especificadas nas tabelas 1 e 2 ( Interpretação ver parte 8)
Tabela 1. 1VÎMWM WL ÎLhÎL+ WM1ÜLÜM WM ÎLhÎL L Lh]LhhM1Ü MÏMÏMÜ 1LLMMLMWÜWÜ ]Ü1Ü 1LÀLhÎÏMLMÎMh WL ÄÏMLM L 1LÀLhÎÏMLMÎM WL ÄÏMLM
L1MMÜÎÏÄÜWMh |ÅÎÜhhÏ1ÏLÜLÜM MMMV1ÏLÜ ÂM LMM1M1ML 11i ÕM ÜÖM(
Nível de
Submissão
Grupo do Método de
Cromatização conforme DIN
50 960 Parte 1
Ciclo de condensação
na alteração climática
DIN 50 018 –
KFW 2,0 S *)
Duração do teste de
névoa salina em h
conforme DIN 50 021
– SS *)
Espessura mínima
recomendada em
µm
X sem 7 192
4
C D 10 360
25
X sem 3 96
3
C D 5 192
12
sem 2 48
X A B F 3 72 2
C D 4 120
8
Sem 1 24
X A B F 1 48 1
C D 2 72
5
*) Atualmente Esboço
.
DK 669.169.9-034.5-034.73 NORMAS ALEMÃS Junho 1987
DIN 50 961 lado3
Tabela 2. 1VÎMWM WL ÎLhÎL+ WM1ÜLÜM WM ÎLhÎL L Lh]LhhM1Ü MÏMÏMÜ 1LLMMLMWÜWÜ ]Ü1Ü 1LÀLhÎÏMLMÎMh WL LÜWMÏM L 1LÀLhÎÏMLMÎMh WL
ÅÜWMÏM L1MMÜÎÏÄÜWMh |ÅÎÜhhÏ1ÏLÜLÜM MMMV1ÏLÜ ÂM LMM1M1ML 11i ÕM ÜÖM(
Nível de
Submissão
Grupo do Método de
Cromatização conforme DIN
50 960 Parte 1
Ciclo de condensação
na alteração climática
DIN 50 018 –
KFW 2,0 S *)
Duração do teste de
névoa salina em h
conforme DIN 50 021
– SS *)
Espessura mínima
recomendada em
µm
X sem 8 360
4
C D 12 480
25
X sem 4 192
3
C D 5 240
12
sem 2 72
X A F 2 96 2
C D 3 120
8
Sem 1 48
X A F 1 72 1
C D 2 96
5
*) Atualmente Esboço
Ö 1M1ÜLÜM¬ÆLhÎL WL ÅM11MhÜM
L 1MÎL1]1LÎÜLÜM

Para peças, que se enquadram nos níveis de submissão 3 e 4,
recomenda-se em geral usar uma cromatização conforme o grupo de
método C e D (ver DIN 50 960 Parte 1), os quais também resultam
em um valor de proteção maior na duração do teste de corrosão.
Não se consegue julgar tão facilmente o comportamento da corrosão
a partir dos resultados da inspeção do teste de duração à corrosão de
peças galvanizadas e/ou cadmiadas e cromatizadas em uso.
Avaliações qualitativas dos diferentes sistemas de camadas é
possível.
O valor determinado em corpos de prova conforme tabelas 1 e 2 é
para a corrosão do material base. A classificação será realizada
conforme DIN 50 980. A classificação numérica pendente será
acordada. Para corpos de prova com superfícies apropriadas
menores que 25 mm
2
a quantidades de corpos de prova e a
classificação numérica admissível deverá ser acordada.
A avaliação será – sem lupa – realizada à distância de leitura.
Ü Å1MMÜÎÏÄÜLÜM LMM L hLM LMÀL1MÏÄÜMLMÎM
Ü. ÅLML1ÜÎÏWÜWLh
Na cromatização as peças galvanizadas zincadas ou cadmiadas,
serão mergulhadas em uma solução em repouso ou em movimento.
Algumas soluções servem para aplicações em processos de pintura.
Soluções de cromatização também podem ser produzidas por
eletrólise. Durante a cromatização sempre é liberado algum zinco ou
cádmio. Essa perda, 0,2 até 2 µm em cada operação, deve ser
considerada na aplicação deste revestimento metálico, porque senão
ficará menor que a espessura mínima recomendada.
Produtos com revestimentos de cromatização úmidos ou recentes
são removidos facilmente. Uma resistência à essa remoção somente
será atingida na secagem subseqüente.
Na lavagem e secagem de peças cromatizadas e sem tratamento
posterior não devem ter o seu revestimento de cromatização
aquecidos acima de 70º C. Em alta temperaturas se forman fendas,
as quais diminuem o efeito de proteção. A aderência de tintas de
secagem em estufa entretanto, não é prejudicada. Isto deve ser
considerado, se for o caso, quando do uso desta peças em campo.
Através de um tratamento posterior adequado esta resistência ao
aquecimento pode ser melhorada.
Ü.& Å1M]Mh WL 1VÎMWMh L Æ1ÜÎÜMLMÎM ]MhÎL1ÏM1
Na cromatização de revestimentos galvânicos de zinco e cádmio
distintos grupos de processos são deiferenciados, dos quais as
abreviaturas constam na DIN 50 960 Parte 1. Para cada condição de
cromatização existem existem distintas espessuras e colorações. O
revestimento de cromatização sobre zinco e cádmio pode ser
incolor, azulado, amarelo claro, esverdeado até amarelado
iridescente, amarelo ouro até amarelo marron, verde oliva e marron
oliva, preto-marron até preto. São condições de cromatização as
composições particulares, Temperatura e valor do pH da solução
bem como a duração da operação e a peça- ou movimento dos
eletrólitos.
Para outros melhoramentos da resistência a corrosão do
revestimento de cromatização e com isso a resistência a corrosão do
sistema total podem ser melhoradas as cromatizações através de
instalação direta de substâncias orgânicas.
Este processo será tratado como envernizamento.
De modo especial pode a resistência a temperatura do
revestimento de cromatização ser elevada através do
envernizamento. O envernizamento da cromatização ainda
úmida pode ser atingida por imersão ou espargimento ou
então com polímeros aquosos contendo soluções ou também
adicionando diretamente substâncias apropriadas sobre a
cromatização.
DK 669.169.9-034.5-034.73 NORMAS ALEMÃS Junho 1987
Lado 4 DIN 2310
O verniz é, devido a aplicação direta, considerado como um
componente do revestimento de cromatização.
Revestimentos de cromatização incolor ou azulado preto brilhante
(grupos de métodos A e B) elevam a resistência ao contato elétrico
entre um contato e a superfície metálica pouco significativamente.
Camadas intensivamente coloridas (grupos de métodos C e D)
elevam em conjunto com a espessura a resistência ao contato
elétrico consideravelmente. Isto é válido também para o
envernizamento.
Revestimentos de cromatização conforme grupos de métodos A e B,
em parte C, são em geral ainda soldáveis, camadas conforme grupos
de métodos D e F não. Da mesma forma para solda ponto.
Ü.Ô Æ1ÜÎÜMLMÎM ]MhÎL1ÏM1
Quando o revestimento de cromatização deverá ser pintado mais
tarde, e necessários colocar ao lado da especificação já fornecida
mais uma especificação abreviada para a cor solicitada.
ÂM 1Mh]LLÜM WM 1LÀLhÎÏMLMÎM WL Å1MMÜÎÏÄÜLÜM
ÂM. 1Mh]LLÜM WÜ /]Ü1LMLÏÜ
O revestimento de cromatização deve cobrir completamente o
revestimento de galvanização, ter boa aderência e aparência
uniforme livre de interferência de cores.
ÂM.& ÆVLMÏLÜh Ü]ÎÏLÜWÜh MÜ ÏMh]LLÜM
ÂM.&. 1Mh]LLÜM WM L1LÏÎM WL ]1MÎLLÜM WM 1LÀLhÎÏMLMÎM WL
L1MMÜÎÏÄÜLÜM hLM Î1ÜÎÜMLMÎM ]MhÎL1ÏM1
ÂM.&.Â. Generalidades
A inspeção do efeito de proteção de revestimentos de cromatização
pode ser realizadas em peças de produção em seu tamanho original
ou em corpos de prova extraídos “superfícies apropriadas”. Deve-se
fazer um acordo, como eliminar as rebarbas de corte aqui
desenvolvidas.
O revestimento de cromatização sobre peças ou chapas de teste
deverá ter pelo menos 24 horas de cura antes do início das
inspeções.
Após a cromatização os corpos de prova a serem inspecionados não
deverão ser engraxados, lavados ou elevados à uma temperatura
superior à 70º C. Caso queira se inspecionar o revestimento de
cromatização quanto à manuseio em altas temperaturas, isto deverá
ser acordado. Se antes da inspeção houve necessidade de engraxar o
revestimento de cromatização, este somente deverá ser limpo com
solventes orgânicos frios. Limpadores alcalinos ou banhos
desengraxantes eletrolíticos ameaçam o revestimento de
cromatização ou destroem o seu valor de proteção.
_________________
*) Atualmente Esboço
Nas inspeções comparativas de valores de proteção à corrosão de
diferentes revestimentos de cromatização, os revestimentos de zinco
deverão ser sobre o mesmo material base, aplicados com o mesmo
processo e com a mesma espessura de camada.
10.2.1 Procedimento de teste e avaliação
Os testes serão realizados em névoa salina conforme DIN 50 021 *).
O valor de proteção do revestimento de cromatização sobre o
revestimento galvanizado de zinco será determinado através de teste
em névoa salina. Como início da redução do nível de proteção vale
o primeiro aparecimento de corrosão sobre a superfície cromatizada
do revestimento metálico da peça. Mudanças na coloração do
revestimento de cromatização e o aparecimento de pontos escuros
não são avaliados, a não ser por algum acordo saco seja para efeito
decorativo.
10.2.1.3 Resistência mínima do revestimentos de cromatização
sobre revestimentos galvânicos de zinco sobre materiais
ferrosos
A tabela 3 fornece com que tempo produtos corrosivos não devem
atingir as cromatizações de revestimentos galvânicos de zinco sobre
materiais ferrosos em névoa salina conforme DIN 50 021–SS *).
Em cantos vivos, furos puncionados e usinados a resistência
especificada na tabela 3 não é atingida parcialmente. Se estas zonas
das respectivas peças valem como superfícies efetivas
Se as zonas das respectivas peças valem como superfícies em
questão, acordos deverão ser firmados, para definir em que pontos
uma resistência maior deverá ser obtida, como p.ex.: Alterações
construtivas, manuseio mecânico de peças, alteração dos processos
de galvanização, processos de galvanização (tratamento em tambor
ou em cabide) bem como em envernizamentos adicionais.
As resistências menores em peças no tratamento em tambor
conforme tabela 3 foram baseadas, que na cromatização em tambor
os danos nos revestimentos de cromatização não podem ser
totalmente evitados.
Os valores considerados nos corpos de prova testados conforme a
tabela 3 são os da corrosão dos revestimentos de cromatização.
A avaliação será realizada conforme a DIN 50 980. Os valores
admissíveis ainda não definidos deverão ser acordados. Para corpos
de prova com superfícies efetivas menores que 25 mm
2
, o nº de
corpos de prova e os valores admissíveis deverão ser acordados.
A avaliação será realizada à distância de leitura, sem lupa.
Uma correlação adicional dos valores extraídos da tabela 1 bem
como da tabela 2 com os da tabela 3 não é admissível.
Como regra os revestimentos de cromatização sobre os
revestimentos de cádmio aderem melhor do que nos revestimentos
de zinco.
ÂÂ 1LÎÜÎM1ÏM WL ÎLhÎL
Os relatórios de teste serão elaborados conforme DIN 50 980.
Tabela 3. 1M1ÜLÜM MÏMÏMÜ WL 1LhÏhÎLMLÏÜ WL 1LÀLhÎÏMLMÎMh WL Å1MMÜÎÏÄÜLÜM ÜÎV hL1 ÜÎÏMÜÏWM ]M1 ]1MWMÎMh LM11MhÏÀMh WL ÄÏMLM LM
ÎLhÎL WL MVÀMÜ hÜÎÏMÜ LMM1M1ML 11i ÕM M&¬ÔÔ´( |ÅÎÜhhÏ1ÏLÜLÜM MMMV1ÏLÜ ÂM LMM1M1ML 11i ÕM ÜÖM(
Resistência mínima em horas
Tipo de Croamtização
Revestimento de Galvanização de
Zinco sobre Materiais Ferrosos
A e B C D F Cd ou Dd
Tratamento em Tambor 8 72 72 24 120
Tratamento em Cabide 16 96 120 48 165
DK 669.169.9-034.5-034.73 NORMAS ALEMÃS Junho 1987
DIN 50 961 lado5
iM1MÜh LÏÎÜWÜh L MMÎ1Mh 1MLMMLMÎMh
DIN 199 Parte 2 Termos em desenhos- e respectivas Listas de Peças; Lista de Peças
DIN 267 Parte 9 Elementos de Ligação Mecânica; Condições Técnicas de Fornecimento, Peças com Revestimentos Galvânicos
DIN 50 018 (Atualmente Esboço) Testes de Corrosão; Teste em Condensador de água-alteração Climática com Atmosfera de
Anidro Sulfuroso.
DIN 50 021 (Atualmente Esboço) Testes de corrosão; Testes de espargimento de névoa com diferentes soluções de Cloreto de Sódio
DIN 50 903 Revestimentos Metálicos; Poros, Incrustações, Bolhas e Trincas; Conceitos
DIN 50 933 Medição de espessuras de camada; medição de espessuras de camada através de medição diferencial com um sensor
DIN 50 950 Medição de espessuras de camada; medição microscópica de espessura de camada; polimento transversal
DIN 50 955 Medição de espessuras de camada; medição de espessura de camadas metálicas através de reposição de anodos
localmente; Procedimento Coulométrico.
DIN 50 960 Prt 1 Revestimentos galvânicos e químicos; Descrição e especificação em documentação técnica.
DIN 50 965 Revestimentos galvânicos; Revestimento de estanho sobre materiais ferrosos e cobre.
DIN 50 969 (Atualmente Esboço) tratamento posterior de tratamentos térmicos químicos e/ou eletroquímicos de peças de alta
resistência de aço para evitar a indução de falhas devido ao hidrogênio.
DIN 50 980 Teste de revestimentos metálicos; Avaliação de testes de corrosão.
DIN 50 981 Medição de espessuras de camada; Procedimento magnético para medição de espessuras de camadas nãoferromagnéticas
sobre materiais ferromagnéticos.
DIN 50 982 Prt 1 Medição de espessuras de camada; fundamentos gerais de trabalho, conceitos sobre espessuras de camadas e zonas
superficiais.
DIN 50 983 Medição de espessuras de camada; Procedimento do reflexo do raio beta para medição de espessuras de camada.
DIN 50 987 Medição de espessuras de camada; Procedimento de fluorescência Roentgen para medição de espessura de camadas.
DIN 50 988 Prt 1 Medição de espessuras de camada; Determinação da massa das superfícies relativas de zinco- e camadas de estanho sobre
materiais ferrosos através de reposição de camadas materiais; Procedimento gravimétrico.
DIN 50 988 Prt 2 (Atualmente Esboço) Medição de espessuras de camada; Determinação da massa das superfícies relativas de zinco- e
camadas de estanho sobre materiais ferrosos através de reposição de camadas materiais; Procedimento de análise
dimensional.
UVV Galvanotécnica Carl HeymannsKG; Luxemburger Strasse 449,
(VGB 57) 5000 Köln 41
MAK-Valor-Lista e Carl HeymannsKG; Luxemburger Strasse 449,
TRK-Lista 5000 Köln 41
Regulamentação de Deutches Bundes-Verlag GmbH
Materiais Perigosos 5300 Bonn 1
de 26.08.1986
1WÏLMLh ÜMÎL1ÏM1Lh
DIN 50 941: 01.68, 05.78
DIN 50 961: 01.55, 03.63x, 04.76
DIN 50 962: 01.55, 03.63, 04.76
/ÎÎL1ÜLMLh
Com relação a emissão de Abril 1976, DIN 50 941/05.78 e DIN 50 962/04.76 as seguintes alterações foram introduzidas:
a) aumentado o conteúdo da DIN 50 941 e DIN 50 962,
b) ajustada a descrição na DIN 50 960,
c) revisto o teste de corrosão em curto espaço de tempo conforme DIN 50 017 e adaptada a resistência mínima a corrosão ao nível
técnico. Adicionalmente adotados valores para revestimentos de cromatização de zinco bem como cádmio,
d) adaptado a resistência mínima a corrosão de diversos revestimentos de cromatização ao nível técnico,
e) adicionalmente adotado o envernizamento de revestimentos de cromatizações de zinco e cádmio,
f) foram revistos os efeitos de proteção de revestimentos de cromatização em correlação com pinturas ou revestimentos semelhantes,
g) foi revisada a parte do tratamento térmico a nível de referência,
h) o índice foi textualmente revisado em função do acima citado.
DK 669.169.9-034.5-034.73 NORMAS ALEMÃS Junho 1987
Lado 6 DIN 2310

1hLÎÜ1LLÏMLMÎMh
Esta norma foi implementada pelo comitê de Trabalho NMP 176 “Revestimentos Galvânicos” do Comitê de Normas de Testes de Materiais
(NMP).
Esta norma confere com a Norma Internacional da Organização Internacional de Normalização (ISO) publicada anteriormente:
ISO 2081 – 1986
2
)
Revestimentos Metálicos; Revestimentos Eletrogalvânicos de zinco sobre revestimentos metálicos cobre ferro ou aço; Revestimentos de
zinco sobre materiais ferrosos
2ª edição, Setembro de 1986
ISO 2082 – 1986
2
)
Revestimentos Metálicos; Revestimentos Eletrogalvânicos de cádmio sobre revestimentos metálicos cobre ferro ou aço; Revestimentos de
cádmio sobre materiais ferrosos
2ª edição, Setembro de 1986
Os seguintes desvios da norma ISO são colocações importantes.
Em contraste com a ISO, a DIN 50 961 contém o Teste de Corrosão em Curto espaço de tempo bem como os tratamentos posteriores e as
cores dos revestimentos de croamtização. Como identificação dos processos de cromatização será utilizado apenas uma letra.
Espessuras de camada são sugeridas ao invés da especificação mínima de camada normalmente usada pela ISO, além disso são
referenciados procedimentos usuais de medição de espessura de camada conforme a DIN.
O tratamento térmico para evitar a fragilização devido a absorção de hidrogênio pelo material constante na norma
independente DIN 50 969 *)é outro, do que o citado na ISO.
Para o teste de aderência, até o presente momento, um norma DIN para o procedimento deverá ser acordada.
ÅÎÜhhÏ1ÏLÜLÜM WL 1ÜÎLMÎLh 1MÎL1MÜLÏMMÜÏh
C25 D 3/22
C25 D 3/26
C25 D 5/26
C23 C 22/24
*) Atualmente em esboço
2
) Referenciado pela Beuth Verlag GmbH, Burggafenstrasse 6, 1000 Berlin 30

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