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DISLEXIA

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Erika Costa Barreto Psicóloga Especialista em Terapia Cognitivo Comportamental Mestranda em Cognição e Linguagem

HISTÓRIA

erikacostabarreto@yahoo.com.br

Identificada pela primeira vez por BERKLAN em 1881, o termo 'dislexia' foi cunhado em 1887 por Rudolf Berlin, um oftalmologista de Stuttgart, Alemanha. Ele usou o termo para se referir a um jovem que apresentava grande dificuldade no aprendizado da leitura e escrita ao mesmo tempo em que apresentava habilidades intelectuais normais em todos os outros aspectos. Em 1896, W. Pringle Morgan, um físico britânico de Seaford, Inglaterra publicou uma descrição de uma desordem específica de aprendizado na leitura no British Medical Journal, intitulado "Congenital Word Blindness". O artigo descreve o caso de um menino de 14 anos de idade que não havia aprendido a ler, demonstrando, contudo, inteligência normal e que realizava todas as atividades comuns de uma criança dessa idade. Durante as décadas de 1890 e início de 1900, James Hinshelwood, oftalmologista escocês, publicou uma série de artigos nos jornais médicos descrevendo casos .

erikacostabarreto@yahoo.com.br

Um dos primeiros pesquisadores principais a estudar a dislexia foi Samuel T. Orton, um neurologista que trabalhou inicialmente em vítimas de traumatismos. Em 1925 Orton conheceu o caso de um menino que não conseguia ler e que apresentava sintomas parecidos aos de algumas vítimas de traumatismo. Orton estudou as dificuldades de leitura e concluiu que havia uma síndrome não correlacionada a traumatismos neurológicos que provocava a dificuldade no aprendizado da leitura. Orton chamou essa condição por strephosymbolia (com o significado de 'símbolos trocados') para descrever sua teoria a respeito de indivíduos com dislexia. Orton observou também que a dificuldade em leitura da dislexia aparentemente não estava correlacionada com dificuldades estritamente visuais. Ele acreditava que essa condição era causada por uma falha na laterização do cérebro. A hipótese referente à especialização dos hemisférios cerebrais de Orton foi alvo de novos estudos póstumos na década de 1980 e 1990, estabelecendo que o lado esquerdo do planum temporale,uma região cerebral associada ao processamento da linguagem é fisicamente maior que a região direita nos cérebros de pessoas não disléxicas; nas pessoas disléxicas, contudo, essas regiões são simétricas ou mesmo ligeiramente maior no lado direito do cérebro.

de esforço ou de vontade. é característica evidenciada em cerca de 80% dos disléxicos. em Razão e Cálculo Matemáticos. em diferentes graus. Soletração. Não tem como causa falta de interesse. Escrita.br Dislexia é uma específica dificuldade de aprendizado da Linguagem: em Leitura.com. em Linguagem Expressiva ou Receptiva. como na Linguagem Corporal e Social.erikacostabarreto@yahoo. . de motivação. como nada tem a ver com acuidade visual ou auditiva como causa primária. Dificuldades no aprendizado da leitura.

br O isléxic a rese ta ific l a es ível ais ri itiv a li a e . a a ree sã si lica eit ra. le a rese ta c ific l a es e leit ra r e i ter reta al as características s ras s sí l s ráfic s ece c ific l a e esses s s (f e as). f l ic .com. . el e ific lta r re ir ara a f r a ais c lexa.erikacostabarreto@yahoo. te ific l a e e c ô-l s e a se üê cia l ica ara f r ar e rec ecer alavras vas. rec a estã i te ra s a alavra fala a.

seus mecanismos fisiológicos.com.erikacostabarreto@yahoo. .br A compreensão da função linguagem. a cronologia da formação e do desenvolvimento das estruturas anat micas que a modulam e o reconhecimento precoce de suas disfunções são pré-requisitos fundamentais para entender e reabilitar pessoas disléxicas.

organizam e coordenam uma resposta cognitiva motora. auditivo e táctil.erikacostabarreto@yahoo. ocular.br Linguagem Aspectos anatomofuncionais Para que a criança desenvolva uma leitura fluída.com. seu cérebro deve possuir uma boa estrutura anatomofuncional. manual e articulatória da fala. práxica. . Isso envolve os sistemas sensorial. e também consiga expressá-la através da linguagem verbal e escrita. visual. integrados com centros cerebrais que interpretam. com compreensão.

Essas áreas interpretativas são mais desenvolvidas no lado dominante do cérebro (geralmente. o lado esquerdo das pessoas destras).erikacostabarreto@yahoo.br Todos os estímulos sensoriais. .com. A partir do tálamo. são primariamente processados no tálamo. os estímulos são direcionados para áreas específicas localizadas no córtex cerebral cujas funções estão relacionadas à interpretação. uma estrutura importante para seleção de estímulos que necessitam processamento rápido. à exceção do olfato.

Uma lesão cerebral nessa área pode ocasionar um tipo peculiar de Dislexia. É na área de Wernicke que ele adquire consciência do significado daquilo que ouve e vê. A integração do estímulo visual com o auditivo e a interpretação global da linguagem verbal e simbólica (leitura) ocorre na parte póstero-superior do lobo temporal (área de Wernicke).com. saber que são palavras e. na qual o indivíduo é capaz de ver as palavras. não ser capaz de saber o seu significado. . parietal e occipital (giro angular).erikacostabarreto@yahoo.br Os estímulos visuais são interpretados nas áreas de associação localizadas na confluência dos lobos temporal. Esta área realiza o processamento gráfico da leitura. mesmo assim.

região responsável pela organização da resposta motora com a finalidade de executar a articulação da fala ou de retransmiti-la a outros centros motores para a execução dos atos manuais da escrita.br Uma vez processado na área de Wernicke. o estímulo é retransmitido para o córtex motor frontal (área de Broca).com.erikacostabarreto@yahoo. .

À medida que esses processos vão ocorrendo. Segue uma relação simplificada da idade em que as estruturas estão prontas e a criança está apta a desempenhar as funções correspondentes: . a criança vai aumentando paulatinamente o seu repertório de comunicação até chegar ao ponto de adequada prontidão neurológica para o aprendizado da leitura e escrita.br Linguagem Aspectos evolutivos-maturativos Todas as estruturas anat micas previamente citadas.erikacostabarreto@yahoo. que participam da comunicação. passam por um processo de crescimento.com. Muitos quadros rotulados como Dislexia são apenas fases normais do desenvolvimento da linguagem infantil. É muito importante o conhecimento dessas fases fisiológicas. desenvolvimento e organização ao longo do desenvolvimento infantil.

uso da expressão facial e gestos para comunicação. Lalação (sons sem significado). Fase ling ística.erikacostabarreto@yahoo. Sistema Pragmático Aumento progressivo da capacidade de usar a linguagem com um sentido de comunicação social. ecolalia (repetição da palavra sem entendê-la).br y 0 a 1a : y Desenvolvimento das vias auditivas sub corticais e tálamo cortical. Sistema Semântico . Sistema Fonológico Aumento progressivo da capacidade de discernir os sons e de produzi-los com objetivo de formar novas palavras e frases. y 1 a 4 a: y Desenvolvimento das vias córtico nucleares e vias de associação intra e inter-hemisféricas. . Fase pré-ling ística.Aumento progressivo da capacidade de compreender a fala e seu significado.com.

com. A criança aprende a ler de forma fluída e com bom nível de compreensão. y 5 a 7 a: Estágio fonológico da Leitura Reconhecimento e processamento dos sons associados ao símbolo gráfico. y 7 a 9 a: Estágio ortográfico da Leitura Estágio de memorização e leitura da palavra inteira. .análise visual do estímulo gráfico. A criança aprende a ler e a escrever de forma silabada. A criança aprende a copiar.br y 4 a 6 a: Estágio visual da leitura .erikacostabarreto@yahoo.

br Bases Genéticas da Dislexia Estudos clínicos e epidemiológicos sugerem uma base genética para a origem da Dislexia.erikacostabarreto@yahoo. O projeto Genoma humano já identificou os Genes DYX1. DYX2. . Os estudos na área de Genética molecular tem identificado anormalidades cromoss micas evidentes nos cromossomos 6 e 15.com. DYX3. identificou-se história familiar em parentes de primeiro grau em 25 a 65% dos casos. relacionados a subtipos específicos de dislexias. Nos diversos estudos com indivíduos disléxicos. DYX4.

essas células estão em um local que não deveriam estar (ectopias). enquanto o córtex cerebral das áreas interpretativas tem seis camadas de células. porém a primeira camada é provida de células. Além de incorretamente localizadas.erikacostabarreto@yahoo. Elas chegam a esse local porque erram o caminho durante o período de formação cerebral. Essas alterações podem ter um caráter variado.com. nos Disléxicos existem as mesmas seis camadas. sendo a primeira camada desprovida de células nas pessoas normais.br Bases Patológicas da Dislexia As alterações gênicas previamente descritas condicionam a formação de um cérebro com alterações estruturais nos circuitos relacionados à linguagem. Essas alterações também ocorrem na camada de neur nios magnocelulares do tálamo. nos Disléxicos. . essas células geralmente estabelecem conexões inadequadas com outras células (microdisgenesias). ou seja. durante o estágio de migração neuronal entre o primeiro e segundo mês de gestação. Por exemplo.

ex. erce çã e s s ( .c . r A r a izaçã efeit sa esses circ it s era éficit e f çã cere ral a área tála relaci a a r cessa e t e i f r aç es rá i as ra te a leit ra. . área e cere ral áreas i ter retativas ( ir a er ic e). visã ra te a c versaçã ) e ta é ific l a es i ter retativas r c r eti e t c rtex lar..eri ac sta arret @yah .

por exemplo.com. . Os disléxicos com desordem do processamento fonológico (90% dos casos) necessitam de um tempo maior. Isto lhes acarreta um grave problema de leitura. o som do P e do A na palavra PA . que estão separadas por um tempo aproximado de 10 milésimos de segundos. aproximadamente 80 milésimos de segundo. As dificuldades em superar o estágio fonológico da leitura também dificultam o progresso ao estágio ortográfico.erikacostabarreto@yahoo.br Dislexia e Processamento Fonológico As pessoas normais podem discernir as mais rápidas combinações de sons encontradas em uma palavra como. uma vez que esta é aprendida pela combinação dos símbolos (letras) com os seus respectivos sons (fonemas).

erikacostabarreto@yahoo.br É importante ressaltar que. . o erro ortográfico continua com uma certa freq ência. embora esta seja de aquisição lenta. Quando ela ocorre. mesmo diante de todas estas dificuldades. os disléxicos geralmente mantêm a capacidade de processar a leitura.com.

tornando difícil o seu processamento. Ao praticar o ato da leitura. às vezes.com. da Escola de Medicina de Harvard. as letras parecem tremular. algumas anormalidades dessa função podem interferir com a habilidade da leitura. Um número menos freq entes de disléxicos (aproximadamente 10%) apresenta problemas de leitura porque tem dificuldade de manter a imagem da palavra em seu campo visual.erikacostabarreto@yahoo. Alguns estudos têm demonstrado que esses pacientes podem beneficiarse do uso de lentes oculares especiais (Lentes de Irlen). Os estudos histopatológicos do Dr. as palavras parecem mexer. Al Galburda. varrendo a página da esquerda para direita. desaparecem do campo visual.br Dislexia e Processamento Visual Apesar do processamento visual não ser um fator preponderante na causa da Dislexia. . demonstraram que esses indivíduos também apresentam um menor número de neur nios nas camadas magnocelulares do tálamo esquerdo.

Sua percepção pode ser distorcida como. ocasionando situações constrangedoras. tom de voz). . por exemplo. malentendidos.br Dislexia e Aspectos Sociais Embora tenham inteligência.erikacostabarreto@yahoo. assimilar mal pistas não verbais (linguagem corporal. entender mal uma conversação. capacidade visual e auditiva normais.com. expressão facial. os disléxicos podem apresentar problemas de interação social por suas dificuldades de processamento rápido relacionadas à visão e à audição. rejeição e isolamento.

da Universidade de Yale. Quando os disléxicos lêem.com. têm demonstrado que os disléxicos tendem a usar outras regiões do cérebro. conduzida por Shoywitz. como a área motora de Broca. para compensar os déficits nas regiões relacionadas à compreensão. ocorre um aumento da atividade na área frontal esquerda (Broca) e uma diminuição da atividade na porção anterior (área de Wernicke). .erikacostabarreto@yahoo. o contrário do que ocorre nos controles normais.br Dislexia e Plasticidade Cerebral Estudos com Ressonância Magnética Funcional Encefálica.

História familiar de distúrbios da linguagem ou Dislexia. praxia. Avaliação da acuidade auditiva e visual . percepção. memória. y 3.erikacostabarreto@yahoo. y 4. História clínica: .Antecedentes de atraso de aquisição ou Transtornos da Linguagem .br Dislexia Como Diagnosticar? y 1. principalmente após os 9 anos de idade. Relatório Escolar y 2.Crianças com dificuldades persistentes de aquisição da Leitura.com. coordenação. Exame neurológico evolutivo: atenção. . avaliação da escrita e leitura fluência e compreensão.

br y 5. T. Semântico-pragmático). questionários de comportamento y 9. Disfasia.Atraso simples de aquisição da Linguagem. DSM-IV.TDAH Desatento .erikacostabarreto@yahoo. Avaliação ling ística y 7.com. (Landau Klefner).Transtornos da Linguagem (T.Autismo . . Diagnóstico Diferencial: .Deficiência Mental . Testes psicométricos para avaliar potencial cognitivo y 6. Articulatórios. estímulo ambiental deficiente.Alfabetização ruim. . Avaliação do Processamento Auditivo y 8. .

erikacostabarreto@yahoo. 7 . 5 . 4 .dificuldades de adaptação nos primeiros anos escolares. 9 .br Sintomas e sinais Na Primeira Infância: 1 . 8 . 10 .atraso ou deficiência na aquisição da fala. 6 . 3 .suscetibilidade à alergias e à infecções.parece difícil para essa criança entender o que está ouvindo. sentar e andar.tendência à hiper ou a hipo-atividade motora.dificuldades para aprender a andar de triciclo.chora muito e parece inquieta ou agitada com muita freqüência.distúrbios do sono. . 2 .enurese noturna.com.atraso no desenvolvimento motor desde a fase do engatinhar. desde o balbucio á pronúncia de palavras.

dias ou semanas. 15 . 3 .tem dor de barriga na hora de ir para a escola e pode ter febre alta em dias de prova. quando lê em voz alta para poder ouvir o som da palavra. 13 . 9 .pode ser extremamente lento ao fazer seus deveres: 2 . 11 .inventa.ao contrário.ao contrário. trocar ou inverter a ordem e direção de letras e sílabas.ao contrário. até. só entende o que lê. 8 . 14 . ininteligível. entrando "no mundo da lua". 5 .pode omitir. mas tem pobre compreensão do texto ou não lê o que escreve. em poucas horas. 4 . pode ser mais fácil escrever o que sabe do que falar aquilo que sabe.copia com letra bonita. 10 .br A Partir dos Sete Anos de Idade: 1 .erikacostabarreto@yahoo. . acrescentar.esquece aquilo que aprendera muito bem.sua letra pode ser mal grafada e.desliga-se facilmente.com.é mais fácil. seus deveres podem ser feitos rapidamente e com muitos erros. ou só é capaz de bem transmitir o que sabe através de exames orais. 6 . acrescenta ou omite palavras ao ler e ao escrever.a fluência em leitura é inadequada para a idade. 7 .só faz leitura silenciosa.tem grande imaginação e criatividade. 12 . pode borrar ou ligar as palavras entre si.

com.tem dificuldades visuais. curta e de médio prazo.dificuldade em aritmética básica e/ou em matemática mais avançada. 35 . 23 .é comum apresentar lateralidade cruzada.sabe contar. mas não resolve problemas matemáticos ou algébricos. lembrando experiências. mas tem dificuldades em contar objetos e lidar com dinheiro. 24 . 21 . sempre perde e esquece seus pertences. 26 .é impulsivo e interrompe os demais para falar. sob pressão.é capaz de cálculos aritméticos. especialmente em voz alta.baixa auto-imagem e auto-estima. outros mal conseguem chutar. de truques e objetos para calcular. para seq ências como dia. não gosta de ir para a escola. 36 . 22 . pode falar o oposto do que desejaria.esquiva-se de ler. muitos são canhestros e outros ambidestros. mas excelente memória e acuidade auditivas.é muito tímido e desligado. mas pobre memória imediata. filmes. não elabora cálculo aritmético. 19 . não consegue concentrar a atenção em um só estímulo. 30 . 32 . 25 . 29 . embora um exame não revele problemas com seus olhos. .boa memória longa. mês e estação do ano.tem mudanças bruscas de humor. 20 . 31 .embora alguns sejam atletas.perde-se facilmente no espaço e no tempo. 33 .br 16 .dificuldade para ler as horas. na frente-atrás.depende do uso dos dedos para contar.confunde direita-esquerda.não consegue falar se outra pessoa estiver falando ao mesmo tempo em que ele fala. jogar ou apanhar uma bola. em cima-em baixo.tem excelente memória de longo prazo. lugares e faces. 28 . 34 .porque se liga em tudo. 17 .embora resolva cálculo algébrico mentalmente.pode ter pobre memória visual. 18 . 27 .erikacostabarreto@yahoo.

não com o som de palavras. 43 .tem pré-disposição à alergias e à doenças infecciosas.erikacostabarreto@yahoo. com a matemática. com a leitura. com a escrita. busca sempre a perfeição que lhe é difícil atingir.é extremamente desordenado. o disléxico se sente confuso. 49 . 38 . 44 . 42 . seus cadernos e livros são borrados e amassados. ilegível.br 37 . sem domínio do espaço na página.sua escrita pode ser extremamente lenta.cerca de 80% dos disléxicos têm dificuldades em soletração e em leitura. 46 .frustra-se facilmente com a escola. para abotoar.com muito barulho.tolerância muito alta ou muito baixa à dor.não tem atraso e dificuldades suficientes para que seja percebido e ajudado na escola. laboriosa. . desliga e age como se estivesse distraído. tentando ser aceito nem que seja como "palhaço" 41 .muito sensível e emocional.com. 48 .pode estar sempre brincando. 45 .forte senso de justiça.pensa através de imagem e sentimento. 47 . para amarrar o cordão dos sapatos. 50 . 40 .dificuldades para andar de bicicleta.manter o equilíbrio e exercícios físicos são extremamente difíceis para muitos disléxicos. 39 .

Não há. como Transtorno de Atenção e problemas comportamentais. caminhos cerebrais alternativos para o processamento da leitura. O tratamento deve basear-se em medidas que favoreçam a plasticidade cerebral. em que as formas visuais complexas das palavras são aprendidas em contexto. tampouco. outras aprendem melhor através de técnicas ling ísticas.br Dislexia Como tratar? Não há um tratamento medicamentoso específico. Algumas crianças aprendem a ler mais facilmente amparadas pela fonética. Medicamentos podem ser indicados apenas para fatores associados. . uma terapia cognitiva única.com.erikacostabarreto@yahoo.

Um exemplo é o FAST FORWARD. y Crianças com dificuldades no estágio fonológico devem ser treinadas por técnicas fonéticas. A terapia fonoaudiológica em cabine também é um importante recurso para reabilitação de disléxico com alteração do Processamento Auditivo.br y Crianças com dificuldades no estágio ortográfico beneficiam-se melhor das técnicas ling ísticas porque são instruídas a reconhecer a palavra inteira. Existem programas de computador com exercícios baseados no treinamento do cérebro para reconhecer mudanças rápidas de fonemas na fala normal. Também existem jogos infantis programados para diminuir o ritmo da fala e prolongar a duração dos sons.com. programa já usado em escala comercial nos EUA. tornando mais fácil a compreensão dos fonemas.erikacostabarreto@yahoo. .

Roosevelt George Washington Harvey Cushing (pai da cirurgia neurológica moderna) y Jackie Stewart (piloto de corridas) y Leonardo Da Vinci y Michelangelo y y y y y y y y y y y y y y Mika(cantor) y Napoleão Bonaparte y Nicholas Bush (Filho do ex-presidente y y y y y y y y y y dos EUA) Pablo Picasso Paul Stewart (Piloto de corridas/Filho de Jackie Stewart) Robin Williams Scot Adams (Cartunista americano) Thomas A. Edison Tom Cruise Vincent van Gogh Winston Churchill[ Walt Disney Whoopi Goldberg .br Disléxicos famosos Alexander Pope Albert Einstein Britney Spears Charles Darwin Cher (cantora) Cyndi Lauper (cantora americana) Rei Constantino da Grécia Ratinho David Guetta Francis Bacon Franklin D.erikacostabarreto@yahoo.com.

com.erikacostabarreto@yahoo.br Obrigada! .

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