Normas e protocolos

Conteúdo
APRESENTAÇÃO _________________________________________________________________________________ 3 NÃO É PERMITIDO AO USUÁRIO: ___________________________________________________________________ 3 OBJETIVOS _____________________________________________________________________________________ 4 NORMAS DE UTILIZAÇÃO DO LABORATÓRIO _________________________________________________________ 5 MANUAL DE USO E MANUTENÇÃO PARCIAL DE MICROSCÓPIO __________________________________________ 5 INTRODUÇÃO ___________________________________________________________________________________ 5 USO DO MICROSCÓPIO ___________________________________________________________________________ 5 MICROSCÓPIO ÓPTICO (MO) - PARTES ______________________________________________________________ 7 MECÂNICA _____________________________________________________________________________________ 7 OPERAÇÃO _____________________________________________________________________________________ 8 SISTEMA DE AUMENTO: ____________________________________________________________________________ 8 SISTEMA DE ILUMINAÇÃO: __________________________________________________________________________ 9 CAUSAS DE INSUCESSO NA PRÁTICA DA MICROSCOPIA: ________________________________________________ 9 REGULAGEM DA ILUMINAÇÃO ___________________________________________________________________ 9 LIMPEZA E LUBRIFICAÇÃO ______________________________________________________________________ 10 Parte Óptica _______________________________________________________________________________ 10 Oculares __________________________________________________________________________________ 10 Objetivas _________________________________________________________________________________ 10 Condensador ______________________________________________________________________________ 10 Parte mecânica ____________________________________________________________________________ 10 Parte elétrica ______________________________________________________________________________ 11 Lâmpadas _________________________________________________________________________________ 11 CUIDADOS IMPORTANTES PARA COM O MICROSCÓPIO _______________________________________________ 11 NORMAS ADOTADAS NO LABORATÓRIO DE HISTOLOGIA ______________________________________________ 12 INTRODUÇÃO A HISTOLOGIA _____________________________________________________________________ 12 OBJETIVO_____________________________________________________________________________________ 12 LAMINAS ______________________________________________________________________________________ 13 NORMAS ADOTADAS NO LABORATÓRIO DE MICROBIOLOGIA __________________________________________ 14 1. LIMPEZA, MONTAGEM E ESTERILIZAÇÃO DE MATERIAL USADO EM MICROBIOLOGIA __________________ 15 LIMPEZA E MONTAGEM ___________________________________________________________________________ 15 Objetivos _________________________________________________________________________________ 15 Introdução ________________________________________________________________________________ 15 ESTERILIZAÇÃO _________________________________________________________________________________ 15 Objetivos _________________________________________________________________________________ 15 Introdução ________________________________________________________________________________ 15 2. TÉCNICAS ASSÉPTICAS E SEMEADURA DE MICRORGANISMOS ______________________________________ 15 Objetivos _________________________________________________________________________________ 15 Introdução ________________________________________________________________________________ 15

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Normas e protocolos
3. PREPARAÇÃO, ACONDICIONAMENTO E CONTROLE DE QUALIDADE DE MEIOS DE CULTURA. 16

Objetivos _________________________________________________________________________________ 16 Introdução ________________________________________________________________________________ 16 4. ESTUDO MORFOLÓGICO DE COLÔNIAS BACTERIANAS ____________________________________________ 16 Introdução ________________________________________________________________________________ 16 Objetivo __________________________________________________________________________________ 17 5. TÉCNICA DE COLORAÇÃO DE GRAM ___________________________________________________________ 17 Introdução ________________________________________________________________________________ 17 Objetivo __________________________________________________________________________________ 18 6. MEIO DIFERENCIAL E SELETIVO _______________________________________________________________ 18 Introdução:________________________________________________________________________________ 18 Objetivo __________________________________________________________________________________ 18 MODELO DE RELATORIOS DE MICROBIOLOGIA _______________________________________________________ 19 1 – Resumo ________________________________________________________________________________ 19 2 – Introdução _____________________________________________________________________________ 19 3 – Materiais e Métodos _____________________________________________________________________ 19 4 – Resultados _____________________________________________________________________________ 19 5 – Discussão ______________________________________________________________________________ 19 6 – Bibliografia _____________________________________________________________________________ 19 7 – MATERIAIS NECESSÁRIOS (LEMBRETE)_______________________________________________________________ 19 ANEXO 01 _____________________________________________________________________________________ 20 ANEXO 02 _____________________________________________________________________________________ 21

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desde que comprovada sua responsabilidade. constam-se:  As normas e regulamento para a utilização de todos os equipamentos. não permitindo a liberação de substâncias agressivas ao meio ambiente para locais inadequados. permitindo a vivência aos alunos dos conhecimentos teóricos bem como o Não é permitido ao usuário: o Alterar configuração e/ou calibração de equipamentos sem a prévia consulta ao Servidor Técnico Especializado responsável pelo Laboratório. é necessário saber.Normas e protocolos APRESENTAÇÃO Define-se como usuário. 3 . o Manusear de forma inadequada os equipamentos. dentro do próprio laboratório sem prévia autorização do Servidor Técnico Especializado responsável. Histologia e de Paleontologia) II (Microbiologia e Parasitologia e III de Botânica. devendo encaminhá-los para catalogação e acondicionamento. o Remover equipamentos do local de utilização.EPls e dos Equipamentos de Proteção Coletiva – EPCs. dos três laboratórios seguemse adiante. antes de tudo. o Retirar equipamentos e material de consumo das dependências do laboratório sem a autorização do Servidor Técnico Especializado responsável. deixando o laboratório mais limpo e organizado possível. que supervisionará todas as atividades dos alunos. Os laboratórios são utilizados para as aulas práticas.  Os alunos deverão estar devidamente paramentados para a prática laboratorial e deverão ajudar o professor no final da aula. Os laboratórios de I (Zoologia. isto é.  Utilizar e exigir dos alunos o uso de Equipamentos de Proteção Individual . como área de integração entre teoria e prática. devem ser acompanhada na presença de um professor responsável. todo e qualquer indivíduo que fará uso das instalações dos Laboratórios. que qualquer atividade desenvolvida nos laboratórios. porém. de acordo com normas técnicas. sob o risco de penalidades. Esses laboratórios multidisciplinares ajudam na complementação teórica. com a finalidade de desenvolver atividades de Ensino Pesquisa e Extensão. o Orientar o destino final para os resíduos produzidos durante a realização da aula prática.

Normas e protocolos OBJETIVOS Proporcionar as condições necessárias para os estudos práticos. Criar competência. Estudos práticos necessários para a formação do Biólogo e Educador    4 . habilidade e responsabilidade na utilização dos equipamentos dos laboratórios. com materiais e equipamentos adequados.

Mantenha o microscópio livre de poeira. até mesmo por usuários experientes. Motivo: Evite o arrastamento do equipamento. a. 5 . portanto. 10. antes de colocar a lâmina sobre a platina. 3. MANUAL DE USO E MANUTENÇÃO PARCIAL DE MICROSCÓPIO Introdução As regras mais elementares de utilização são freqüentemente ignoradas. Motivo: Evita o pó e a proliferação de fungos 5. USO DO MICROSCÓPIO 1. Para mantê-lo seco. vapores ácidos e do contato com reagentes. Não manusear o equipamento com as mãos sujas ou molhadas. mas também a não utilização de possíveis recursos. buscando seguir As instruções abaixo: 1. Muitas vezes os microscópios que são enviados para conserto estão apenas com as lentes sujas e podem ser restaurados rapidamente. Motivo . 2. Na remoção do equipamento. A entrada de alunos somente é permitida na presença de um professor ou responsável. Materiais descartáveis devem ser colocados no lixo. Não permitir que os alunos deixem o microscópio com o Diafragma fechado e condensador abaixado. mostrar o uso apropriado. Motivo: Evita a proliferação de fungos 6. a. 8.os próximos alunos podem mexer na mesa (levantar) e quebrar a lâmina e objetiva. O presente visa. 9. No entanto é recomendável uma manutenção preventiva por ano.Normas e protocolos NORMAS DE UTILIZAÇÃO DOS LABORATÓRIOS Para que um laboratório atenda os seus objetivos. Nunca desloque o aparelho com a lâmpada acesa ou logo após ter sido apagada. a. Jamais comer ou beber próximo ao equipamento. pois há sempre o risco de molhar a lente frontal da objetiva. 4. portanto o conselho é retirar o excesso de líquido com papel de filtro. Não é permitida a entrada de alimentos e material escolar não relacionado com a atividade. arrastar o MO as lentes saem de sua conformação original e com isso perde a qualidade de foco. as vidrarias lavadas e as bancadas limpas. segure-o firmemente com uma das mãos no braço e outra na base 7. evitando qualquer movimentação brusca. Não permitir que os alunos deixem o microscópio com a objetiva de maior aumento encaixada e a mesa levantada. a. Em primeiro lugar é essencial que você conheça as partes ópticas e mecânicas dos microscópios. cubra com capa de flanela. Motivo – os próximos alunos poderão ter dificuldades de descobrir o motivo da falta de luz. a. técnicas de regulagem da iluminação e de manutenção parcial. 2. 4. Os utilitários dos laboratórios devem utilizar vestimenta adequada e demais utensílios de proteção para a atividade a ser realizada 3. é importante que todos colaborem. Coloque-o bem apoiado sobre a mesa de trabalho de superfície plana. comprometendo assim não só a durabilidade do equipamento. Atenção quando se observa uma preparação em meio líquido. 11.

: Alguns MO estão com objetivas inadequadas e por isso nem sempre é possível dar o foco sem mexer no macrométrico. sempre pelo revólver. Abaixar a mesa.  Não permitir que os alunos deixem o MO ligado sem estar usando ou quando se ausentar por muito tempo.Normas e protocolos 12.  Ensinar que não é preciso abaixar a mesa para mudar de objetiva. o Motivo – permite a proliferação de fungo. basta fazer o ajuste no foco utilizando o micrométrico. o Motivo – pode quebrar a lâmina e arranhar a objetivo. passem a objetiva de 40X pelo material. 3. quando estiverem utilizando óleo de imersão. o Motivo – a poeira estraga os equipamentos. 5. 6 .  Não permitir movimentar o macrométrico com as objetivas de 40x e 100x. Explique para que serve e ensine a usar. o Motivo – muitos alunos têm medo de quebrar a objetiva e por isso abaixam a mesa.  OBS. Jamais papel higiênico. elas podem cair. o Motivo – a objetiva de 40X pode encostar-se ao óleo e ela não pode ser limpa. Encaixar a menor objetiva. Deixar diafragma aberto. 6. 2. o Motivo – ao tocar nas objetivas pode afrouxar e. futuramente. 4. o Motivo . Deixar condensador levantado. enxugar imediatamente com papel absorvente macio.Tem aluno deixando o parafuso solto e os seguintes.  Limpar adequadamente a objetiva de 100x quando utilizar. portanto com o tempo ela vai estragando. vídeo e MO sempre com a capa e desligado. o Motivo – as lâmpadas queimam com muita facilidade e o calor intenso estraga o MO  Não permitir que os alunos mudem de objetivas pegando nelas.  Não permitir entrada de bebidas e comidas. deixam o condensador cair.  Deixar televisão. Em de acidente. ou seja. deixar o MO da seguinte forma: 1. com solução e papel adequado. Desligar o MO (na tomada também) Cobrir o MO  Não permitir que o aluno afrouxe o parafuso do condensador. ao mexer. o Motivo – se o óleo ficar por muito tempo estraga a objetiva e papel higiênico arranha. Deve sair do aumento de 10X e ir para de 100X sem passar pela de 40X. ATENÇÃO: Portanto todos os alunos devem seguir os seguintes procedimentos ao final da aula.  Não permitir que os alunos.

serve de suporte a outros elementos. 6.suporta a ocular na extremidade superior 4. Parafuso micrométrico – a sua rotação é responsável por movimentos verticais da platina. Revólver ou óptica . 40x e 100x 5.Normas e protocolos MICROSCÓPIO ÓPTICO (MO) . lentos e de pequena amplitude. 7 .PARTES Mecânica 1. 2. rápidos e de grande amplitude. 8.fixo à base. Parafuso macrométrico – a sua rotação é responsável por movimentos verticais da platina. Pé ou base – serve de apoio para os componentes do microscópio. chamadas " charriot" que coloca a lamina no campo desejado 7. Platina ou mesa . permitem aperfeiçoar a focagem. canhão ou cabeçote . Charriot e pinças – As platinas fixas geralmente compensam sua Imobilidade por meio de peças deslizantes.onde se fixa a preparação a observar. 3.peça giratória portadora de objetivas de diferentes ampliações que podem ser de 20x. Tubo. Braço ou coluna . tem uma janela por onde passam os raios luminosos e também parafusos dentados que permitem deslocar a preparação.

também. é necessário colocar uma gota de óleo de imersão entre elas e a preparação. sem distorção. 3. de modo a conseguir-se uma iluminação intensa. contudo. Objetivas . Coloca-se na lâmina uma gota de óleo de imersão e procede-se à focagem. Passe para objetiva de 10x escolhe-se o campo que se quer observar. uma vez que. USA-SE SOMENTE O MICROMETRICO 4. A partir dessa objetiva não se foca mais com mais com o macrométrico b. 40x e 50x são designadas objetivas secas pois entre a preparação e a objetiva existe somente ar. Primeiro aproximando a objetiva à lâmina com controlo visual externa. 1. Sobe-se o condensador.Normas e protocolos Operação A intensidade luminosa é regulável: aumenta-se a intensidade luminosa subindo-se o condensador e abre-se o diafragma ou diminui-se a intensidade luminosa descendo o condensador e baixa-se o diafragma.permitem ampliar a imagem do objecto 10x. Se a lâmina está corada: a observação é feita com objetivas de imersão. fazendo aproximação da objetiva à lâmina. seguidamente a focagem propriamente dita com o parafuso macrométrico e finalmente o aperfeiçoamento da focagem com o parafuso micrométrico. formando uma imagem virtual que se situa a aproximadamente 25 cm dos olhos do observador 2. o poder de resolução. por ter um índice de refracção semelhante ao do vidro. 8 . Oculares. SOMENTE COM O MICROMETRICO. 90x ou 100x. Seguidamente foca-se com a objetiva de 40x. A ampliação total obtida com o microscópio óptico consiste no produto da ampliação da objetiva pela ampliação da ocular. Esta. Sistema de aumento: 1. o qual. Com efeito. de acordo com o tipo de preparação que se quer observar: Se a lâmina não está corada (exame a fresco): a observação é feita com objetivas secas. Para o microscópio óptico essa distância é de 0. a. o As objetivas de 10x. o As objetivas de imersão. procedendo do seguinte modo. para as utilizar. Com o parafuso macrométrico foca-se com a objetiva menor. já que as lâminas não estão coradas. abre-se o diafragma e regula-se a iluminação da fonte luminosa no máximo. No que diz respeito à microscopia óptica existem dois métodos fundamentais de observação. A ampliação consiste no grau de aumento da imagem em relação ao objeto. 2. do seguinte modo: 1. não ultrapassa as 1200x. que corresponde à distância mínima que é necessário existir entre dois pontos para que possam ser distinguidos ao microscópio. apropriada à observação de lâminas coradas. Desce-se o condensador e sobe-se o diafragma para que a iluminação não seja muito intensa. a propriedade da ampliação só tem interesse prático se for acompanhada de um aumento do poder de resolução. O fator mais significativo para a obtenção de uma boa imagem é. 50x.2 µm devido ao comprimento de onda das radiações visíveis. 40x. evita o desvio do feixe luminoso para fora da objetiva. 2.sistemas de lentes que permitem ampliar a imagem real fornecida pela objetiva.

4. 1. que permite regular a intensidade da luz emitida. 3. a causa deve ser buscada metodicamente: 1. embebido em álcool ou éter. ou seja.  Ocular está suja: ao girá-la veremos corpos estranhos movimentando ao mesmo tempo. 1. fornecida por uma lâmpada de tungsténio ou de halogéneo. Filtro Seletor de intensidade luminosa .é constituído por palhetas que podem ser aproximadas ou afastadas do centro através de uma alavanca ou parafuso. 2. para cima ou para baixo. até que sua borda azulada esteja nítida. uma vez centralizada. (abaixo)  A objetiva pode estar com algum líquido na lente frontal ou com poeira na lente posterior. Preparação pode estar suja em uma das faces e isto pode ser reconhecido pela movimentação de estrias e sombras.  Abre-se então o condensador de campo ou o diafragma para preencher todo o campo. 9 .  A imagem da íris do diafragma.  Ao usar a lente de imersão servir-se de óleo de imersão suficientemente fluído e nunca deixá-lo secar sobre a objetiva ou sobre as preparações. REGULAGEM DA ILUMINAÇÃO  Verificar a centralização feche completamente o diafragma e examine a imagem com a objetiva de menor aumento focalizada numa preparação.  Esta iluminação crítica ou de Köhler é. 2.Normas e protocolos Sistema de iluminação: Condensador .  Este também deve ser fechado. Diafragma . veja as instruções no item "regulagem da iluminação". obtida quando o condensador focaliza a luz no objeto e a luz transmitida do objeto para a objetiva quase que preenche completamente as lentes. permitindo regular a intensidade da luz que incide no campo de visão do microscópio. obtendo-se assim um feixe luminoso exatamente centrado. CAUSAS DE INSUCESSO NA PRÁTICA DA MICROSCOPIA:  Campo escuro: é resultante de má centralização de iluminação.  A centralização é feita girando os parafusos laterais do condensador Abbe até que a íris do diafragma esteja exatamente no centro. reduzindo assim o cone de luz. portanto. Seguir a instrução de limpeza descrita no item "limpeza e lubrificação".Fonte luminosa – a mais utilizada actualmente é a luz artificial.conjunto de duas ou mais lentes convergentes que orientam e espalham regularmente a luz emitida pela fonte luminosa sobre o campo de visão do microscópio. incluída no aparelho juntamente com um interruptor com reóstato.  Falta de nitidez da imagem: se persistir após a regulagem da iluminação e de uma focalização cuidadosa. deve ser regulada movimentando o condensador. coincidindo com o eixo óptico do sistema de lentes. em microscópios que possuem condensador de campo (por onde passam os feixes de luz). Deve-se limpá-la com um lenço de papel extra macio.

como o xilol. pois o contato com os cílios e mesmo poeira podem sujá-las.  No entanto. DEVE-SE ENVIÁ-LAS AO SERVIÇO ESPECIALIZADO. em seguida aplicando o líquido de limpeza e enxugando com papel macio. para tanto. Parte mecânica  A lubrificação também deve ser regular. retirar o excesso de óleo com um papel de filtro e terminar a limpeza com um cotonete levemente embebido de éter. usa-se um pincel de pêlo muito macio. podem estar nas duas superfícies e neste caso  Ambas devem ser limpas com um bulbo de borracha e cotonete. recomendamos inspecioná-las com uma pequena lupa manual.  Limpe freqüentemente as oculares com lenço de papel fino. especialmente do macrométrico.  Gire as oculares e verifique se existem partículas que acompanham o movimento.  Nunca toque as lentes com os dedos. o Freqüentemente basta projetar o hálito na superfície das lentes e limpá-las. Condensador  Tanto o condensador de campo como o que contém o diafragma devem ser limpos com álcool ou éter. MAS FORMA COM ELE UM PRECIPITADO BRANCO . Objetivas  Cada objetiva deve ser desatarraxada cuidadosamente do revolver e após a limpeza recolocada na posição original. pois podem  Penetrar na área de fixação das lentes dissolvendo a cola. o JAMAIS USAR ÁLCOOL NA LIMPEZA DO ÓLEO DE IMERSÃO. tomando cuidado para não inundar as lentes. umedecer um cotonete com solvente apropriado (álcool a 70%GL ou éter). primeiro retirando a poeira.  Após o uso da objetiva de imersão.  Secar imediatamente com um lenço de papel.  Para retirar poeira da face posterior da objetiva. Oculares  Com a objetiva de menor aumento focalizada em uma preparação. o Caso existam elas. o SE HOUVER NECESSIDADE DE LIMPÁ-LAS INTERNAMENTE. que é a parte mecânica mais vulnerável. 10 . como as superfícies das lentes são menores que as das oculares.  Cuidadosamente limpe as lentes.  Para retirar eventuais manchas de óleo. Isto pode ser evitado pelo hábito de limpeza periódica. pois gordura atrai poeira. bem como produzir película sobre as lentes. usar o mesmo método descrito para as oculares. o Uma precaução especial é requerida no uso de solventes hidrocarbonetos. evitando assim o acúmulo de poeira e areia. dedos. pois poderá desalinhar as lentes ou colocá-las na ordem ou posição erradas. POIS ESTE NÃO É DISSOLVIDO PELO ÁLCOOL .Normas e protocolos LIMPEZA E LUBRIFICAÇÃO Parte Óptica Vimos que a falta de nitidez das imagens depende diretamente do estado de limpeza das lentes.  Nunca tente desmontar as objetivas ou oculares.

 A sua identificação fica em uma das partes de metal (caso não tenha identificação. o fusível e a lâmpada do mesmo. mas. 5. 7. é suficiente limpá-las com tecido umedecido com água e sabão neutro. o Fusíveis: Desligue e retire o equipamento da tomada e procure o fusível geralmente localizado na parte inferior ou posterior do equipamento.  Este fio deve estar inteiro. aconselha-se a sua substituição. NÃO limpe as oculares e objetivas com papel higiênico. NÃO toque nas objetivas. NÃO abaixe a mesa para mudança de objetiva. Lâmpadas  Verifique se ela está bem atarraxada no bocal e se seus "filamentos" encontram-se inteiros. faça-o com um lenço de papel.  Evite pegar na lâmpada com os dedos. enxugadas com tecido de algodão macio e relubrificadas.Normas e protocolos  Antes de proceder à lubrificação. NÃO arraste o microscópio. 11 . São constituídos por um tubo de vidro com duas extremidades de metal (uma de cada lado) com um diminuto fio no meio. 4. com os fios bem firmes a ela. NÃO utilize a objetiva de 40x quando estiver utilizando óleo de imersão. bem como dispor de alicates e chaves de fenda (fendas. 8. queimam. o Tomadas: devem estar inteiras. Philips). para apertar ou folgar alguma peça deslocada. NÃO coma ou beba no laboratório. NÃO movimente o macrométrico com as objetivas de 40x e 100x. É útil reservar uma pinça para limpar detritos ou fragmentos acumulados em reentrâncias. Para as partes expostas. danificando o mecanismo. pois estes podem derreter as graxas. que ao serem tocadas com os dedos. 6.     Parte elétrica  Se o equipamento apresenta problemas na hora de acender a lâmpada pode-se verificar a tomada. ou descolar as lentes. NÃO deixe material sobre a bancada onde estão os microscópios. estrela. caso contrário. pode-se aplicar à platina uma diminuta quantidade de vaselina neutra. as sujeiras das partes metálicas devem ser eliminadas com álcool. pois existem lâmpadas alógenas. o fusível deverá ser trocado por outro do mesmo tipo. Nunca force um macro ou micrométrico que esteja emperrado ou duro. 2. consulte o manual do equipamento). CUIDADOS IMPORTANTES PARA COM O MICROSCÓPIO 1. Evite deixar o equipamento em locais que recebam luz solar ou calor por muito tempo.  Caso contrário. 3.

Jamais deixar lâminas soltas sobre a bancada.Normas e protocolos NORMAS ADOTADAS NO LABORATÓRIO DE HISTOLOGIA Não permitir que os alunos deixem bolsas sobre a mesa. o Motivo – Outro aluno ou ele próprio pode derrubar a lâmina e quebrá-la. No máximo um caderno e lápis. Jamais deixar lâminas soltas no armário. além de tumultuar a bancada. Na troca de laminas. o que ocorre em aulas práticas. Objetivo o O aluno deverá entender e esquematizar o tecido em questão. o Motivo: Outro professor ou monitor pode derrubá-la ao pegar as caixas. guarde a anterior na respectiva caixa e pegue outra o Motivo – lâmina na bancada ou na base do microscópio pode quebrar 1- 234- Introdução a Histologia O aprendizado da Histologia depende da análise e compreensão de lâminas histológicas. ministradas nos laboratórios de microscopia. o Fazer desenho esquemático em pranchas (PRANCHA_ANEXO 02) 12 . o Motivo – o material pode ‘esbarrar’ no MO e movê-lo de lugar.

Normas e protocolos Laminas 13 .

Cuidado ao acender o bico de gás (bico de Bunsen). São tidos como pré-requisitos conhecimentos sobre microscópios ópticos comuns. 5 . 2 . a fim de se evitar contaminação dos estudantes. Não utilizá-lo fora do laboratório. 6 . Com este procedimento.Avisar ao professor em caso de contaminação acidental. 4 . 3 .Cada aluno é responsável pelo material que receber. Para essa finalidade. Estes materiais devem ser colocados em recipientes apropriados que serão dispostos em cada bancada. 10 .Usar sempre avental. lâminas etc. caso tenha sido contaminado acidentalmente. algumas patogênicas para o homem. comer ou fumar é meio eficiente para uma auto contaminação. os microrganismos que poderiam contaminar as culturas na área de trabalho são removidos.Desinfetar a bancada de trabalho no início e término de cada aula prática. 14 . 9 .Seguir as normas de uso dos aparelhos. utiliza-se álcool comercial. Nessas aulas trabalharemos com uma variedade de bactérias. Verificar se não existem substâncias inflamáveis por perto. 7 . equipamentos ou instrumentos tiverem sido contaminados acidentalmente com qualquer microrganismo. 8 .Não comer ou fumar no laboratório.) sobre a bancada.Não colocar materiais contaminados (pipetas.Lavar as mãos ao sair do laboratório e sempre que suspeitar de contaminação.Normas e protocolos NORMAS ADOTADAS NO LABORATÓRIO DE MICROBIOLOGIA As aulas práticas de microbiologia têm como objetivo ensinar ao estudante os princípios e os métodos utilizados em um laboratório de microbiologia. agulhas e pinças antes e após o uso. O microscópio é um instrumento de trabalho valioso e deve ser manipulado cuidadosamente. professores e funcionários. é essencial seguir as normas de segurança estabelecidas para um laboratório de microbiologia. 1 . Portanto. Se a bancada.Flambar alças.

incluindo os esporos bacterianos. TÉCNICAS ASSÉPTICAS E SEMEADURA DE MICRORGANISMOS Objetivos  Treinar o aluno na manipulação de meios e culturas em condições de assepsia. LIMPEZA. identificação. o termo estéril ou esterilização não deve ser usado com sentido relativo. O objetivo da esterilização é destruir ou remover todos os organisr patogênicos ou não. para a sua eliminação temperaturas superiores a 100°C por período de tempo prolongado. especialmente a temperatura. A escolha do método depende principalmente de natureza do material a ser esterilizado. As bactérias nas suas formas vegetativas. Não existe a expressão meio termo como "quase estéril". instalações e instrumental próprios. seu isolamento. quantificação e conservação. constituem um grupo de organismos apresentam a maior resistência a ação dos agentes físicos. A relação temperatura e tempo de exposição que deve ser usada para tornar material estéril é baseada no grau de resistência ao calor dos esporos bacterianos. no entanto. isolamento e outros ensaios microbiológicos. A este estudo aplicam-se "técnicas microbiológicas". compreendendo entre outras atividades. cultivo e identificação de microrganismos requerem técnicas adequadas de inoculação destes microrganismos em meios de cultura que possibilitem o seu rápido crescimento. No estudo de microrganismos são imprescindíveis as seguintes operações: execução de preparações microscópicas.  Executar técnicas de semeadura de microrganismos em meios sólidos e líquidos. 2. são destruídas com certa facilidade pelos métodos comuns de esterilização. caracterização. MONTAGEM E ESTERILIZAÇÃO DE MATERIAL USADO EM MICROBIOLOGIA Após ter estudado esta unidade e ter preparado o experimento prático. você estará apto a: Limpeza e Montagem Objetivos  Caracterizar a estrutura e o funcionamento de um laboratório de Microbiologia  Executar técnicas de preparo e montagem de matéria para esterilização. Esterilização Objetivos  Caracterizar os diversos métodos de esterilização.Normas e protocolos 1. técnicas de cultivo. que envolvem uma série de operações e normas padronizadas. esterilização de vidrarias. livre de 15 . Introdução O isolamento. Introdução um laboratório de Microbiologia destina-se ao estudo de microrganismos. A maioria dos esporos bacterianos exige.  Executar O preocesso de esterilização em calor umido e conhecer outros metodos. O mesmo comportamen observado para as células vegetativas e esporos de leveduras e bolores esporos bacterianos. Introdução Vários procedimentos de esterilização são usados para destruir microganismos. preparo de meios de cultura e materiais diversos.

de energia e de sais minerais. As alças ou agulhas. que os tubos ou recipientes com meios de cultura. animais. Introdução Os meios de cultura destinam-se ao cultivo artificial dos microrganismos. ACONDICIONAMENTO E CONTROLE DE QUALIDADE DE MEIOS DE CULTURA. Apresentam-se sob a forma de comunidades (conjunto de população de espécies). Para sua execução. Estes meios fornecem os princípios nutritivos indispensáveis ao seu crescimento. por trás da chama do bico de gás. estéril. pressão osmótica e grau de umidade. As bactérias são extremamente variáveis quanto ao tamanho e formas que apresentam. para que. espiralados e vibriões. a maioria das bactérias estudadas segue um padrão menos variável. Estas são as chamadas "técnicas assépticas". Objetivos  Realizar a preparação de meios de cultura.  Descrever os fatores que podem interferir na preparação dos meios que influenciam um resultado satisfatório de crescimento bacteriano. tais como solo. de platina ou níquel-cromo.Normas e protocolos contaminações. 4.  Realizar a armazenagem correta dos meios de cultura. embora existam vários tipos morfológicos distintos. Deixar esfriar nas proximidades da chama. ESTUDO MORFOLÓGICO DE COLÔNIAS BACTERIANAS Introdução Os microrganismos são encontrados em praticamente todos os ambientes naturais. alimentos e esgoto. Elas devem ser flambadas em todo seu comprimento. Nunca iniciar a flambagem pela extremidade livre da alça ou agulha. 16 . mantendo-as em posição vertical à chama do bico de Bunsen. de nitrogênio. PREPARAÇÃO. o estabelecimento de uma zona de esterilidade é garantida pela regulação do bico de gás (Bunsen). É somente nesta zona. tais como vitaminas. até ao rubro. para ser preservada a sua esterilidade. e para que possamos estudá-los no laboratório. As exigências nutritivas estão relacionadas a uma fonte de carbono. em cultura formem populações clonadas (iguais. Em relação às formas. com o fim de preservar a pureza do cultivo e minimizar os riscos de infecção ou intoxicação no laboratório. As manipulações deve ser feitas. puras). as bactérias podem ser agrupadas em quatro tipos morfológicos gerais: cocos. aminoácidos etc. necessitamos separá-los individualmente. a partir de alguns centímetros do cabo de Kolle. corpo humano. Alguns microrganismos também necessitam de fatores de crescimento que são substâncias que eles não podem sintetizar. água. Qualquer outro material deverá ser mantido nesta área. estéreis ou com material a ser inoculado. devem ser flambadas imediatamente antes e depois de qualquer transferência. certas precauções especiais devem ser observadas pelo manipulador na ocasião da prática de técnicas de semeadura. ar. 3. Outras condições inerentes ao meio de cultura necessário ao desenvolvimento são as condições de pH. De maneira geral. conhecidas como culturas puras (colônias).  Efetuar as normas que regem o controle de qualidade dos meios de cultura. bacilos. Assim. deverão ser abertos ou manipulados. plantas. preferencialmente.

Essa informação permite ao clínico monitorar a infecção até que dados de cultura estejam disponíveis. rugosa. preta. o que facilita a comparação de espécimes clínicos. opaca ou brilhante) Superfície (lisa. pulverulenta) 5. translúcida. seca.Normas e protocolos Objetivo Treinar o aluno a pratica de semeadura e isolamento de colônias bactérias Diferenciar as diferentes formas. cores. A coloração de Gram é um dos mais importantes métodos de coloração utilizados em laboratórios de microbiologia e de análises clínicas. das colônias bacterianas Aprender a classificar as diferentes colônias bacterianas    Avaliação das formas morfológicas das colônias cultivadas em placa de Petri. TÉCNICA DE COLORAÇÃO DE GRAM Introdução O método da coloração de Gram é baseado na capacidade das paredes celulares de bactérias Gram-positivas de reterem o corante cristal violeta no citoplasma durante um tratamento com etanol-acetona enquanto que as paredes celulares de bactérias Gram-negativas não o fazem. As lâminas podem ser montadas de forma permanente e preservadas como documentação. mucóide. media ou grande Forma Elevação Bordos Cromogênese Pigmentada ou sem pigmento (cor: amarela. A técnica tem importância clínica uma vez que muitas das bactérias associadas a infecções são prontamente observadas e caracterizadas como Gram-positivas ou Gram-negativas em esfregaços de pus ou de fluidos orgânicos. 17 . sendo quase sempre o primeiro passo para a caracterização de amostras de bactérias. etc. É possível a análise de vários esfregaços por lâmina.) Detalhe óptico (transparente. tamanho. vermelha. Tamanho Colônia: pequena. etc.

Os meios podem ser líquidos. Objetivo  Fornecer noções básicas sobre os meios de cultura  Aprender a classificação dos meios de cultura e qual sua finalidade  Aprender técnica de semeadura de bactérias  Observar diferenças entre as colônias de microrganismo 18 . Estas diferenças podem ser notadas através de uma analise visual nas formas e coloração das colônias ou coloração do meio de cultura. Permitem o desenvolvimento de grupos de microrganismo com características relativamente diferentes. Esses meios fornecem os princípios nutritivos indispensáveis. quanto à função pode ser: simples. até que em 1880. assim como outras condições necessárias ao crescimento bacteriano. Kock introduziu os meios sólidos em bacteriologia. seletivo e diferencial. Os primeiros meios de cultura usados foram líquidos. adicionando ágar aos mesmos. MEIO DIFERENCIAL E SELETIVO Introdução: Meios de cultura destinam-se ao cultivo artificial das bactérias. são utilizados para a fácil identificação da colônia da bactéria de interesse. MEIO SELETIVO E DIFERENCIAL: Podem estar combinadas as duas características no mesmo meio.Normas e protocolos Objetivo Conhecer os procedimentos empregados na metodologia coloração de bactéria pelo método de Gram Observar e identificar as bactérias pela morfologia e pela assimilação de corantes   6. Geralmente são meios sólidos. utilizados para isolamento e identificação presuntiva de bactérias. sólidos e semi-sólidos.

sem tirar conclusões e sem repetir o que consta no item dos Materiais e Métodos). espectrofotometria). tal como o nome indica.g. 4 – Resultados Neste item são descritos os resultados observados (sem os analisar ou avaliar. estufa de incubação). Não deverá ocupar mais do que ½ página. com base na interpretação dos resultados obtidos.g. título do artigo ou capítulo e revista ou livro onde foram publicados incluindo o volume e as páginas. resultados obtidos). cuidados a ter no manuseamento de reagentes. exceto aquelas já institucionalizadas entre a comunidade científica (e. 6 – Bibliografia Contém a lista das principais fontes de informação (e. enquanto que. CQO).g. métodos (e. 3 – Materiais e Métodos Neste item são descritos os principais materiais utilizados (e. fraca precisão nas determinações.g. temperatura de incubação) e equipamento (e. artigos científicos. com vista à sua total compreensão. 7 – Materiais Necessários (lembrete) Cada aluno deverá trazer para as aulas práticas de Microbiologia o jaleco.g.g. nas figuras e gráficos a legenda é colocada por baixo. condições experimentais (e. Nunca se devem utilizar tabelas ou gráficos. livros. devendo ser identificados por: autores. Geralmente não são utilizadas figuras e deverá ocupar 1-2 páginas. 5 e 6. páginas da Internet) utilizadas na elaboração dos pontos 2. discute-se a qualidade dos resultados em função das condições utilizadas (e. número insuficiente de réplicas) e. apresenta uma descrição sucinta do estado atual dos conhecimentos sobre a matéria investigada e justifica o interesse do trabalho realizado à luz da problemática em que se insere. apontam-se as conclusões possíveis. 5 – Discussão Na discussão analisam-se os resultados obtidos à luz dos conhecimentos atuais (do que deveria ser esperado). detalhes da execução experimental. nem abreviaturas. 3. ano de publicação.g. recorrendo a tabelas e/ou gráficos para complementar o texto apresentado. introduz o leitor ao problema estudado. CBO. comunicações. 19 . caderno de laboratório onde devem registrar a informação considerada importante relativamente a cada trabalho prático a realizar (e. 2 – Introdução A introdução. reagentes).Normas e protocolos MODELO DE RELATORIOS DE MICROBIOLOGIA Como fazer um relatório e apresentar os resultados (folha padrão _ Anexo 01) 1 – Resumo É uma breve síntese que dará a um hipotético leitor do relatório uma idéia sumarizada do trabalho neste descrito. microrganismos. Note-se que nas tabelas a legenda é colocada por cima. DNA. Normalmente não contém figuras nem tabelas.g. Deve conter o que se fez como se fez e as conclusões e/ou resultados principais que foram obtidos.

Normas e protocolos Anexo 01 20 .

Normas e protocolos Anexo 02 21 .

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