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Sistema Fugulin

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Instrumento de classificação da Gradação da Complexidade Assistencial de Pacientes de Fugulin et al adaptado ao Expert SINTA

Karen Cardoso Caetano1 Heloísa Helena Ciqueto Peres2

Enfermeira [1][2] Mestranda em Enfermagem da Escola de Enfermagem USP[1] Especialização em Informática na Educação da Faculdade de Educação da Universidade Federal do Rio Grande do Sul[1] Especialista em Laboratório/ Escola de Enfermagem - USP[1] Doutora em Enfermagem[2] Prof.a Dra. do Departamento de Orientação Profissional da Escola de Enfermagem da USP[2]

Resumo

Este artigo é um estudo do desenvolvimento de um Sistema Especialista em Enfermagem, para a classificação automática de pacientes por grau de complexidade, baseado em Fugulin et al., adaptado para o Expert SINTA. Palavras-chave: Sistemas Especialistas, Expert SINTA, Instrumento de classificação de pacientes Abstract This paper is a study of development of Expert System in nursing, for automatic patient classification by assistance complexity based in Fugulin et al, adapted for Expert SINTA program Key- words: Expert Systems, Expert SINTA, pacient classification 1 .Introdução Os Sistemas de informação vem sendo utilizados em vários setores da sociedade e da economia, servindo como apoio ao mais variado tipo de decisões e procedimentos. Sistemas de Informação Hospitalar são bases de dados que agregam vários tipos de informações do paciente, desde o seu cadastro, com dados pessoais, seu histórico médico e diagnóstico, o gerenciamento dos seus gastos, marcação de exames, enfim, a maioria das informações de um paciente hoje em dia passa por um Sistema de Informação Hospitalar. [1] Dentro deste contexto, Marin [2] comenta sobre os Sistemas de Informação em Enfermagem, e as mudanças ocasionadas por esses sistemas dentro da Enfermagem, provocando um repensar da prática profissional desde o planejamento do cuidar, seu gerenciamento e documentação. Cita também, que pelo fato

O Sistema de Informação em Enfermagem deve ser estruturado com dados que possibilitem agilizar a tomada de decisão em enfermagem. que requeiram assistência de enfermagem e médica permanente e especializada. (hospitalar e enfermagem). reflexiva e aderente à realidade. com parcial dependência de enfermagem para o atendimento das necessidades humanas básicas. quando esta sugeria que os pacientes mais graves ficassem mais a perto das mesas das Enfermeiras.[4] [2][5] [6] [7] Segundo Fugulin [4]. motivaram muitas pesquisadoras a produzirem diversas ferramentas. estável sob o ponto de vista clínico. a formulação e a implementação de planos de cuidados e a avaliação da assistência de enfermagem.dos sistemas estarem tão relacionados. Cuidados Semi-Intensivos: Pacientes recuperáveis. [4] Com a evolução da Enfermagem. mas fisicamente auto-suficientes quanto ao atendimento das necessidades humanas básicas. A Resolução COFEN-189/1996 [8] estabelece parâmetros para o dimensionamento de pessoal de enfermagem nas instituições de saúde. Cuidados Mínimos: Pacientes estáveis sob o ponto de vista clínico e de enfermagem que requeiram avaliações médicas e de enfermagem. considerar os diferentes graus de complexidade assistencial em unidades de internação. porém com total dependência das ações de Enfermagem para o atendimento das necessidades humanas básicas. Prestar a assistência adequada ao paciente utilizando o máximo de seus recursos humanos e materiais. a elaboração de diagnósticos de enfermagem. fatores como os diferentes níveis de dependência de cuidados de Enfermagem. Cuidados Intermediários: Pacientes estáveis do ponto de vista clínico e de Enfermagem que requeiram avaliações médicas e de enfermagem. sempre foi um dos maiores desafios para a Enfermeira ao gerenciar um serviço de Enfermagem. sujeitos à instabilidade de funções vitais. gerando a melhoria da qualidade da assistência de enfermagem. Peres [3] refere que o uso da informática por qualquer profissão é essencial nos dias de hoje e que deve fazer parte da formação acadêmica dos futuros enfermeiros. com risco iminente de vida. corrobora para a adequação dos recursos de forma crítica. sujeitos à instabilidade de funções vitais que requeiram assistência de enfermagem e médica permanente e especializada. fundamentando-se no Sistema de Classificação de Paciente. Marin [2] Os Sistemas de Classificação de Pacientes tem sido utilizados desde a época de Florence Nightgale. otimizando os recursos humanos e materiais. As ações de grande relevância que podem ser subsidiadas pelo gerenciamento dos dados são a classificação do grau de dependência do paciente. • • • • . número de leitos disponíveis e o número de funcionários adequados para a assistência. também podem compartilhar seus objetivos: tornar as informações mais acessíveis melhorando assim a produtividade no serviço de enfermagem. Cuidados Alta Dependência: Pacientes crônicos que requeiram avaliações médicas e de enfermagem. visando estabelecer essa relação de forma mais racional. sem risco eminente de morte. referendando o Sistema de Fugulin[4]: • Cuidados Intensivos: Seriam os pacientes graves e recuperáveis.a distribuição dos recursos necessários para prestar assistência.

contribuindo também na área acadêmica. possibilitando estruturar a consulta. o motor de inferência. redes Bayersianas. Após entender o significado desta linguagem natural do usuário.2. redes semânticas. Estes sistemas especialistas utilizam regras de produção SE e ENTÃO. Através do conhecimento em um banco de dados alimentado por um enfermeiro especialista mais experiente. 2. A interface lida com a linguagem natural do usuário. A estrutura básica de um Sistema Especialista é a interface com o usuário. seguido por conectivos relacionados dentro do âmbito do assunto em questão e o uso da probabilidade. [10 ] Dentro do contexto mundial o Sistema Especialista vem sendo utilizado em vários projetos de tomada de decisão na Enfermagem. fatos e heurística. Mendes[10] Esse processo permite ao usuário entender “como” e “porquê” o sistema chegou a determinada conclusão. fatos ou heurística. permitindo ao usuário determinar seus objetivos e a descrição do problema. Na interação entre a base regras.1. Além das vantagens citadas poderia também aumentar a produtividade das pessoas tendo em vista que não necessitariam de mais tempo para buscar e assimilar o conhecimento necessário em suas tomadas de decisão. seguras e adequadas. o analisador semântico envia a mensagem ao motor de inferência que fará a busca dentro da base de conhecimento. sendo denominado “processo de explanação”. e a base de conhecimento Mendes[10] 2.2 O Motor de Inferência O mecanismo de inferência é a forma em que se procede a interpretação do conhecimento dentro do sistema especialista e que pode utilizar diversas formas de raciocínio: dedução lógica. por um especialista humano no assunto.3 A Base de Conhecimento A base de conhecimento é constituída por base de regras. Um Sistema Especialista é aquele que através de informações reunidas em um banco de dados. tabelas de decisão. regras de decisão. podendo inclusive ampliar essa capacidade e sistematicamente aprender com o usuário através de dados novos inseridos Mendes[10] As principais vantagens na utilização de um sistema especialista seriam auxiliar no gerenciamento de um serviço de enfermagem. é que o sistema encontra a solução para os problemas propostos.mostra-se flexível. introduzido por um especialista na área a ser consultada. motor de inferência e usuário. A interface A interface com o usuário ideal. o aluno e o enfermeiro generalista podem tomar decisões corretas . probabilística ou Lógica Fuzzy Marques [ 9 ] 2. oferecendo suporte para tornar as condutas de enfermagem mais rápidas. permitindo aos alunos experienciarem a tomada de decisões. de forma se consiga rastrear o caminho percorrido para chegar a determinada solução. ajuda a resolver determinado problema e no caso do Sistema especialista elaborado no Expert SINTA. relacionamentos lógicos. ele é específico para a resolução de problemas de Enfermagem . auxiliando no ensino. Marques [9] Uma das diferenças entre um Sistema Especialista e um simples programa de banco de dados é o uso de raciocínio lógico utilizando procedimentos de inferência para resolução de problemas. sendo muitas vezes necessário um analisador semântico embutido para que o sistema possa atribuir o correto significado da linguagem natural do usuário. Sistema Especialista Keller [8] define um Sistema Especialista como sendo uma parte da Inteligência Artificial que utiliza regras de “condiçãoação”. a partir de sistemas especialistas. distribuindo o conhecimento dos especialistas para o uso de um número maior de pessoas.

texto explicativo e regras de produção.3 Abrindo a “Janela do conhecimento” Para começar uma base é necessário abrir a janela KIB “ knowledge-in-a-box”. após descompressão abre o sistema especialista (sinta. Figura 1. bastando configurar a impressora na caixa de diálogo após clicar no menu. pois ele não se instala no disco rígido do computador como outros programas. Tendo a vantagem de uma interface amigável. Esse programa utiliza um modelo de representação do conhecimento baseado em regras de produção e tratamento probabilístico. e definir a interface do sistema especialista. as regras. 2.) e outros arquivos de ajuda .4 O Expert SINTA O Expert SINTA é uma ferramenta computacional. de uso liberado. É interessante abrir uma pasta para o arquivo do SINTA.exe. Dentro de uma mesma variável podemos ter somente um único valor (univalorada). • Banco de dados global: são os fatos apontados pelo usuário durante a consulta ao sistema especialista 2. mas ao abrir a pasta o arquivo que é zipado. com possibilidades de estabelecer inferência compartilhada. .2 Instalando o programa O Expert SINTA pode ser encontrado no site do LIA com uso liberado. como pode se visualizado na figura 1. para inserir as variáveis. arquivo/salvar e arquivo/imprimir. multivalorada ou univalorada.e mais seguras em relação ao cuidado e a promoção da saúde nas mais diferentes áreas e tipos de pacientes. [11] [12] [13] [14] [15] 2. basta clicar no menu arquivo/novo. 2. Para salvar e imprimir os arquivos no menu encontra-se os comandos. A janela KIB 2. Arquitetura do SINTA: • Base de conhecimento: a informação que o sistema utiliza. desenvolvida pelo LIA – Laboratório de Inteligência Artificial da Universidade Federado Ceará.5 Inserindo as variáveis O menu de variáveis permite inserir valor a cada uma das variáveis e definir se será numérica. • Editor de bases: é o meio pelo qual o sistema permite a implementação das bases. • Máquina de inferência: é a parte do sistema (SE) responsável pelas deduções sobre a base. Para abrir as bases do arquivo o usuário deve clicar no menu arquivo/abrir e se desejar abrir uma nova base.4 Abrindo bases A barra de ferramentas é simples e basta deixar o cursor por alguns instantes para conhecer a função de cada botão. construção de telas automáticas. menus.

e valor numérico. motilidade. As variáveis são: estado mental.valor Conectivo = NÃO. <.operador.7 Elaborando as Regras Para elaborar uma regra é necessário estruturar a premissa utilizando o modelo: Conectivo. OU unindo a sentença ao conjunto de premissas. eliminação e terapêutica. Figura 5.8 Definindo a interface Quando o usuário utiliza o Expert Sinta a comunicação com o sistema especialista ocorre através de menus que podem ser de múltipla escolha (variável multivalorada) ou escolha simples (variável univalorada). que no caso é a Gradação da Complexidade Assistencial. como podemos observar na figura 5. A interface com o usuário . >. oxigenação. Figura 3. cuidado corporal. No sistema em questão. A ferramenta faz automaticamente esses menus de consulta porém o usuário pode inserir mais dados.Atributo. deambulação. alimentação. sinais vitais.6 Definindo os objetivos A definição de um ou mais objetivos em um sistema especialista visa encontrar a resposta para um determinado problema. <> Valor = é previamente criado e relacionado com um atributo. E. com os itens relativos aos tipos de cuidados já descritos anteriormente na introdução. Operador = é o elo de ligação que define o tipo de comparação a ser realizada entre atributo e valor =. Dessa maneira adotou-se como regra no estudo SE e ENTÃO com está explicitado na figura 3. Atributo = é uma variável que pode o seu significado alterado no decorrer da consulta do sistema especialista e que Atributo = é uma variável que pode o seu significado alterado no decorrer da consulta do sistema especialista e que depende do contexto da base elaborada pelo especialista. 2. foram utilizadas as variáveis baseada no sistema de classificação de pacientes de Fugulin[4] que originalmente chegam AO resultado através da somatória de pontos atribuídos aos valores e que adaptado ao SINTA forma trabalhadas com regras de produção. Menu de inserção de regras 2. 2.vários valores (multivalorada).

e se o sistema não conseguir chegar a nenhum resultado. onde as principais pontos são abordados. O aparecimento de tela de abertura do sistema com informações adicionais é opcional. O ser docente frente ao mundo da Informática: um olhar na perspectiva da fenomenologia social [tese]. on-line.1972. Peres HHC. enriquecer e construir novos instrumentos voltados a prática profissional de Enfermagem.2001 4. Santos NMB et al. Se o sistema não conseguir chegar a nenhum resultado. É importante utilizar a tecnologia para liberar os enfermeiros com mais rapidez dos aspectos burocráticos da rotina. In: II Congresso Brasileiro de Computação 2002 . Informática em ed São Paulo(SP): 3. Lisboa MAPLP. aproximando. julgando provocar distancia do paciente.1994. Considerando que os Enfermeiros devam desenvolver competências e saberes tecnológicos. também indicará na Tela. São Paulo: USP. Fugulin FM. Cenci V. Resultados: onde são apresentados os valores atingidos pelo objetivo. Abud MH. também será indicado na tela.1ª EPU. Um sistema especialista pode ser um importante aliado na organização e planejamento da assistência de Enfermagem. Heinzle R.2002 5. que consiste em colocar no modo de acompanhamento do raciocínio do sistema especialista para chegar a determinado resultado. interromper a execução Ctrl+F7 e finalizar. 3 Conclusões O Expert SINTA mostrou-se uma ferramenta de relativa facilidade de utilização. Ribeiro CM. Dimensionamento de pessoal de enfermagem: avaliação do quadro de pessoal das unidades de internação de um hospital de ensino [dissertação]. Enfermagem. O programa tem manual do usuário.1995. Sistema de classificação de pacientes como subsídio para provimento de pessoal de Enfermagem.9 Fazendo a consulta e avaliando os resultados obtidos Para iniciar a consulta AO sistema podemos utilizar os botões da barra de comando ou clicar executar/começar F9. com ganho na qualidade de gestão e organização da assistência fazendo com que a Tecnologia que muitas vezes causa receio. Existe também a possibilidade de depuração. e buscar os dados com o protagonista principal de todos os esforços e objetivos. aja de forma contrária. Nenhum sistema substitui o olhar do Enfermeiro ao examinar o paciente. Os resultados obtidos são mostrados em uma janela dividida em 4 partes. Sistema inteligente de classificação de pacientes. minimizando custos e otimizando tempo. In: anais do 4o Encontro de Enfermagem e Tecnologia. essas competências e saberes os capacitarão para que possam modificar.Santa Catarina: Itajaí 2. São . Marin HF.2. Referências Bibliográficas 1. 6. Romero EA. Watanabe MY. mas ao utilizarmos o computador e o recurso de um sistema especialista como apoio para decisões. São Paulo (SP): USP. Proposta de um instrumento para classificação dos cuidados de Enfermagem quanto ao grau de dependência. Araújo EA. [tese] São Paulo (SP): Escola de Enfermagem da USP. multiplicamos a nossa capacidade.

.1994.28 no 5 15. Nasseh B. World Wide Web. São 1994. Marques IR. T. Keller R. Resolução no.1 11. In: anais do 4o Encontro de Enfermagem e Tecnologia. Conselho Federal de Enfermagem. Marin HF. Marin HF. Saleem N. McgrawHill. São Paulo (SP).E. “Manual do usuário”. In: II Congresso Brasileiro de Computação 2002 . 2: 156-62. Nasseh B. Foster S.482-88.no 1. C.2001. Santos NMB et al. Moses B. Rev Paul Enf 2002 mai/ago 21. 189/96. Inteligência Artificial: Sistemas especialistas no gerenciamento da informação. v. Panniers L. no 3.no 1. Expert SINTA versão 1. 8.482-88.lia. Acessado em maio de 2004 12. Dillard N. 29-34 13. P. Downie J..35-45 14.. Moses B. 29-34 Saleem N. Ci.. Estabelece parâmetros para dimensionamento do quadro de profissionais de enfermagem nas instituições de saúde.Santa Catarina: Itajaí Romero EA.M.Paulo.. Lisboa MAPLP. Abud MH. São Paulo.19..J. Design and development of na Expert System for student use in a School of Nurse.26 n. Foster S. Araújo EA. Inf.12..1991 9.M. Hodson K. Dillard N. Design and development of na Expert System for student use in a School of Nurse. Martin L.12. Sistemas de apoio à decisão em enfermagem. Hodson K.1. Terminology for development: na Refining Expert Clinical System . São Paulo: ENFTEC. Watanabe MY. http://www. Caelli T. 1994. Heinzle R. Towards a decision support system for health promotion in Nursing. Mendes RD. Marques IR.E. Sistemas de apoio à decisão em enfermagem. 170180 Artigos em Revistas e Anais e Capítulos de Livros Cenci V..p. Expert Systems as computer assisted instruction systems for Nursing Education and training Comp Nurs 1994 jan/fev vol.144-51. 1997 jan.. São Paulo.12..no 1. Caelli K. Knowledge acquisition and evaluation of na Expert System for managing disorders of the outer eye Comp Nurs 2001 may/jun vol.35-45 7. Documentos Básicos de enfermagem: enfermeiros. Rev Paul Enf 2002 mai/ago 21. Comp Nurs 1994 jan/fev vol.p.12. C.ufc... Expert Systems as computer assisted instruction systems for Nursing Education and training 1994 jan/fev vol. Paulo: ENFTEC. 2: 156-62. Sistema inteligente de classificação de pacientes. Computers in Nurs 1994 jan/fev vol. aplication in the neonatal intensive care unit Pediat Nurs 2002 sept/oct vol. Hanson A.br. Proposta de um instrumento para classificação dos cuidados de Enfermagem quanto ao grau de dependência. 114-117 16. Tecnologias do Sistema Especialista. Hanson A. técnicos e auxiliares./abr. 10.no 1. Adv Nurs 2003 43 (2)..

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