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Histórias Infantis

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Histórias Infantis

A Festa no Céu

Ao chegar ao céu, o urubu deixou sua viola num canto e foi procurar as outras aves. O sapo aproveitou para espiar e, vendo que estava sozinho, deu um pulo e saltou da viola, todo contente. As aves ficaram muito surpresas ao verem o sapo dançando e pulando no céu. Todos queriam saber como ele havia chegado lá, mas o sapo esquivando-se mudava de conversa e ia se divertir. Estava quase amanhecendo, quando o sapo resolveu que era hora de se preparar para a "carona" com o urubu. Saiu sem que ninguém percebesse, e entrou na viola do urubu, que estava encostada num cantinho do salão. O sol já estava surgindo, quando a festa acabou e os convidados foram voando, cada um para o seu destino. O urubu pegou a sua viola e vôou em direção à floresta. Voava tranqüilo, quando no meio do caminho sentiu algo se mexer dentro da viola. Espiou dentro do instrumento e avistou o sapo dormindo , todo encolhido, parecia uma bola. - Ah! Que sapo folgado! Foi assim que você foi à festa no Céu? Sem pedir, sem avisar e ainda me fez de bobo! E lá do alto, ele virou sua viola até que o sapo despencou direto para o chão. A queda foi impressionante. O sapo caiu em cima das pedras do leito de um rio, e mais impressionante ainda foi que ele não morreu. Nossa Senhora, viu o que aconteceu e salvou o bichinho. Mas nas suas costas ficou a marca da queda; uma porção de remendos. É por isso que os sapos possuem uns desenhos estranhos nas costas, é uma homenagem de Deus a este sapinho atrevido, mas de bom coração.

A Cigarra e a Formiga
Era uma vez uma cigarra que vivia saltitando e cantando pelo bosque, sem se preocupar com o futuro. Esbarrando numa formiguinha, que carregava uma folha pesada, perguntou: - Ei, formiguinha, para que todo esse trabalho? O verão é para gente aproveitar! O verão é para gente se divertir! - Não, não, não! Nós, formigas, não temos tempo para diversão. É preciso trabalhar agora para guardar comida para o inverno. Durante o verão, a cigarra continuou se divertindo e passeando por todo o bosque. Quando tinha fome, era só pegar uma folha e comer. Um belo dia, passou de novo perto da formiguinha carregando outra pesada folha.

Quando acordou. Naquela hora. Certo dia o inverno chegou. e a cigarra começou a tiritar de frio. ao vê-la se divertindo. Para cigarra e paras formigas. a tartaruga pôs-se a caminhar. olhou feio para ela e ordenou que voltasse ao trabalho. e aproveitar o hoje. agasalhou-a e deu-lhe uma sopa bem quente e deliciosa. Desesperada. fez uma reverência para rainha e comentou: . Ela resolveu ver a vida que a cigarra levava e ficou encantada. Tinha terminado a vidinha boa. vamos cantar! Vamos dançar! A formiguinha gostou da sugestão. querida! Para cigarra. foi bater na casa da formiga.No mundo das formigas. Logo a lebre ultrapassou a adversária. no dia seguinte.Já na reta final. Resolveu viver também como sua amiga. formiguinha. firmes. desafiou a lebre para uma corrida. com seus passinhos lentos. e vendo que ganharia fácil. porém. Não perdendo tempo.Se não mudar de vida. cigarra! Vai passar fome e frio. A cigarra nem ligou.A cigarra então aconselhou: . Puxou-a para dentro. apareceu a rainha do formigueiro e. Para que construir um abrigo? Para que armazenar alimento? Pura perda de tempo. não viu a tartaruga e começou a correr. Vamos. Abrindo a porta. viu finalmente a sua adversária cruzando a linha de chegada. apareceu a rainha das formigas que disse à cigarra: . parou e resolveu cochilar. A rainha das formigas falou então para a cigarra: .Deixa esse trabalho para as outras! Vamos nos divertir. a formiga viu na sua frente a cigarra quase morta de frio. toda sorridente. Certa vez. cumpra o seu dever: toque e cante para nós. A Lebre e a Tartaruga Era uma vez uma lebre e uma tartaruga. todos trabalham e se você quiser ficar conosco. aquele foi o inverno mais feliz das suas vidas. Moral da história: Devagar se vai ao longe! Cachinhos Dourados e os Três Ursos . o que importava era aproveitar a vida. sem pensar no amanhã. a tartaruga já muito cansada por ser alvo de gozações. no inverno você há de se arrepender.Hum!! O inverno ainda está longe. Sentia seu corpo gelado e não tinha o que comer. A lebre vivia caçoando da lerdeza da tartaruga. A lebre muito segura de si aceitou prontamente. Mas.

reclamou: __ Alguém também sentou na minha cadeira! O Pequeno Urso. na cadeira do meio. resolveu provar a iguaria. mas achou-o muito quente. Provou o da tigela do meio e achou-o muito frio. Achou a primeira cadeira muito grande e levantou-se a seguir. Porém. o mingau estava muito quente. num vilarejo. o Pai Urso. Bateu. Porém. mas achou-a muito dura. __Alguém comeu do meu mingau! ± disse brava a Mamãe Urso. O Pequeno Urso era o menorzinho. muito corajoso e tinha uma voz bem grossa. e foram em direção ao quarto. já não tão meiga. Cachinhos Dourados resolveu subir às escadas. bem no meio da floresta. mas ninguém respondeu. Mamãe Urso deixou o mingau em suas tigelinhas. Como estava com muita fome. Sentou-se na cadeirinha menor e achou-a muito confortável e num bom tamanho. Deitou-se na do meio e achou-a macia demais. Tentou deitar-se na cama maior. Papai Urso olhou para sua cama e perguntou: __ Quem deitou na minha cama? . apareceu por ali uma menina de cabelos loiros cacheados. chorando. Provou.rosnou o Papai Urso. Cachinhos Dourados foi em direção à sala. como era de costume. então. queixou-se: __ Alguém quebrou a minha cadeirinha! Os três subiram as escadas. e logo perceberam que alguém havia estado ali. E assim fizeram. a Mãe Urso e o Pequeno Urso. Papai Urso olhou para sua cadeira e exclamou: __ Alguém sentou na minha cadeira! Mamãe Urso. e tinha o mau hábito de sair de casa sem avisar seus pais. muito curioso e sua voz era fininha. Assim. Ela morava do outro lado da floresta. Estava tão cansada que não resistiu e acabou pegando no sono. então. Certa manhã. era gentil e delicada e tinha uma voz meiga. resolveu sentar-se. resolveu entrar. esfriando em cima da mesa e os três ursos saíram pela floresta. mas achou-a desconfortável e ainda grande demais. Provou o mingau da tigelinha menor e achou-o delicioso. com sua voz. e não viu ninguém na casa. resolveu bater na porta. Os três moravam numa bela casinha. o maior dos três. ao se levantarem. sentou-se tão desajeitadamente que a quebrou. uma grande. Enquanto eles estavam fora. Lá encontrou três cadeiras. Mamãe Urso fez um delicioso mingau. mamãe Urso propôs que fossem dar uma voltinha junta pela floresta. A Mamãe Urso era um pouco menor. Ao entrar. que era o café da manhã. ao perceber que a porta estava apenas encostada. __Alguém mexeu no meu mingau! . o mingau da tigela maior. Enquanto ela dormia. os ursinhos voltaram do passeio. se deparou com uma mesa forrada com uma bela toalha xadrez e em cima da mesa havia três tigelinhas de mingau. Ainda cansada. não resistiu e comeu-o todo. Sendo assim. Quando se aproximou da casinha dos ursos. era conhecida como Cachinhos Dourados. Os três ursos se dirigiram para a sala. enquanto o mingau esfriava. Estranharam a porta aberta. O Papai Urso.Era uma vez. como estava muito cansada. Após comer o mingau. uma média e uma pequena. já muito cansada de tanto andar. uma família de ursinhos. era também o mais forte. __ Alguém comeu todo o meu mingau! ±gritou o Pequeno Urso. Foram logo à cozinha para tomar o mingau. Encontrou um quarto com três caminhas. Sentou-se. bateu. Deitou-se na menor e achou-a muito boa.

caminhava pelas ruas. Dentro de um velho avental carregava alguns fósforos. a noite descia: a última noite do ano. muito bravo. A menininha os perdera quando escorregara na estrada. onde duas carruagens passaram terrivelmente depressa. gritou: __Alguém está deitado na minha caminha! Cachinhos Dourados acordou com o grito de Pequeno Urso. lá ia quase de rastos a pobre menina. verdadeira imagem da miséria! Os flocos de neve lhe cobriam os longos cabelos. Ninguém lhe comprara nenhum naquele dia. Tremendo de frio e fome. eram os antigos chinelos de sua mãe. Cachinhos Dourados pulou a janela e saiu correndo pela floresta. A Pequena Vendedora de Fósforos Fazia um frio terrível. e um feixinho deles na mão. e enchia o ar um delicioso cheiro de ganso assado. Depois disso a menininha caminhou de pés nus . Sim: nisso ela pensava! . que lhe caíam sobre o pescoço em lindos cachos.Mamãe Urso olhou para sua cama e disse: __Alguém esteve deitado na minha cama e deixou-a bagunçada! O Pequeno Urso. muito menos entrou em casa de ninguém sem ser convidada. Ficou muito assustada ao ver os três ursos bravos olhando para ela. e um menino se apoderara do outro e fugira correndo. rápida como o pensamento. Depois desse enorme susto a menina aprendeu a lição. mas de nada adiantavam. Quando saiu de casa trazia chinelos. nunca mais fugiu de casa. pois era véspera de Ano-Novo. sacolejando. Luzes brilhavam em todas as janelas. Em meio ao frio e à escuridão uma pobre menininha. Seu susto foi tão grande que em um só pulo saiu da cama e já estava descendo as escadas. mas agora ela não pensava nisso. eram chinelos tão grandes para seus pequenos pezinhos. Mal deu tempo para que os ursos piscassem os olhos. e ela não ganhara sequer um níquel. Um dos chinelos não mais foi encontrado.já vermelhos e roxos de frio. caía a neve e estava quase escuro. Num segundo pulo. de pés no chão e cabeça descoberta.

rechea de maçãs e ameixas pretas. mas nisso o fósforo apagou-se. Não ousava voltar ara asa sem vender sequer um f sforo e. iscou um segundo fósforo. m ida e fria. ganso assado fumegava maravilhosamente. ai naturalmente a espancaria e. a avozin da menina ha apareceu clara e luminosa. ilhares de velas ardiam nos verdes ramos. tapadas n com palha e trapos.Vovó! . em casa fazia frio. acendeu-se. mas sentia um fri ainda mai r. e se viu sentada debaixo de uma linda árvore de Natal. Alguém está morrendo".   ¥ ¤   ¤ ¢  ¦ ¤ ©   ¢ ¦ ¨ ¤ ¨  §  ¥ ¤¦ §  ¦ © ¤§ ¥ ¤ £ ¢¡   !  ¦ §         .. pois sua vovozinha. se ela pudesse tirar só um do embrulho. Ainda mais do maravilhoso era ver o ganso saltar da travessa e sair bamboleando em sua direção. Acendeu outro fósforo. iguais aos que sevêem nas papelarias. e ficaram -lhe na mão apenas os restos do fósforo queimado. exceto um telhado onde o vento assobiava através das fri chas maiores. Era maior e mais enfeitada do que a árvore que tinha visto pela porta de vidro do rico negociante. ele se acendeu e. estavam voltados para ela. Ela as via como se fossem estrelas no céu: uma delas caiu. com lustrosa base de cobre. Era uma cálida chama luminosa. e a menininha pôde enxergar a sala do outro lado. lhe dissera que quando uma estrela cala. A menininha espichou a mão para os cart es. assim como a coifa. sua luz. com a faca e o garfo espetados no peito! Então o fósforo se apagou. Suas mãozinhas estavam duras de frio. a menininha fi u sentada. e cart es coloridos. pois nada tinham como abri o. omo o fogo ardia! omo era confortável! as a pequenina chama se apagou. e quando a sua luz caiu em cheio na parede ela se tornou transparente como um véu de gaze.. uma alma subia para eus. . ortanto sem levar um ni o tostão. Ah! bem que um f sforo lhe faria bem. Ele ardeu. parecia uma vela pequenina quando ela o abri ou na mão em concha. muito linda e terna. Ela riscou outro fósforo na parede. Na mesa se estendia uma toalha branca como a neve e sobre ela havia um brilhante serviço de jantar. formando um longo rastilho de fogo. uma das uais avançava mais ue a ut a. levantara s s. o fogão desapareceu. As luzes do Natal subiam mais altas. deixando sua frente apenas a parede áspera. al m disso.exclamou a criança. ue luz maravilhosa! om aquela chama acesa a menininha imaginava que estava sentada diante de um grande fogão polido.Numa ui a f m ada duas asas. pensou a menininha. a nica pessoa que amara e que agora estava morta. riscá na -lo parede e aquecer as mãos sua luz! irou um: trec! fósforo lançou faíscas.

era possível ver. a fome. nem fome. um feixe inteiro de fósforos queimados. m dia. A criança lá ficou. E os fósforos brilhavam com tanto fulgor que iluminavam mais que a luz do dia. E ela sentiu um enorme desejo de provar os 3 2 & # $ 1 4 " ( 0 % " # 5 ' ) . nem a glória para onde ela se fora com a avó e a felicidade que sentia no dia do AnoNovo. e seu sonho não se realizava. .azer um mural com recortes de jornais e revistas que retratem situações semelhantes s vividas pelo personagem do conto e discuti-las em classe. As folhas eram tão verdes e fresquinhas que abriram seu apetite. e ambas voaram em luminosidade e alegria acima da terra. ue as pequenas e os pequenos vendedores de fósforo te nham histórias lindas. Rapunzel Era uma vez um casal que há muito tempo desejava inutilmente ter um filho. a mulher percebeu que eus ouvira suas preces. Porém. . as na esquina das duas casas. carinho e felicidade. Afinal. a indiferença. cheias de amor. Afinal. a exclusão.subindo para eus. no quintal vizinho. encostada na parede. um belo dia. paralisada. um magnífico jardim cheio das maislindas flores e das mais viçosas hortaliças. Curi i e Esse conto nos faz refletir questões importantes como: o abandono..rabalhar o Estatuto da riança e do Adolescente.h! leva-me contigo! Sei que desaparecerás quando o fósforo se apagar! issipar-te-ás. subindo cada vez mais alto para onde não havia frio. sol do novo ano se levantou sobre um pequeno cadáver. Sua avó nunca lhe parecera grande e tão bela. como as cálidas chamas do fogo.ueria aquecer-se . pois queria reter diante da vista sua querida vovó. a comida fumegante e a grande e maravilhosa árvore de Natal! E rapidamente acendeu todo o feixe de fósforos. nem preocupações .Promover uma campanha de agasalhos e alimentos para alguma comunidade próxima. ninguém imaginava como era belo o que estavam vendo. a mulher se admirou ao ver um canteiro cheio dos mais belos pés de rabanete que jamais imaginara. que a morte enregelara na derradeira noite do ano velho.Propor a produção de um final feliz para o conto. Ela ia ter uma criança! Por uma janelinha que havia na parte dos fundos da casa deles. a nossa melhor.. .diziam os passantes. ornou amenininha nos braços. a inveja. que ninguém se atrevia a escalar. espiando pela janelinha. compaixão. era a propriedade de uma feiticeira muito temida e poderosa. ficou sentada a pobre m enininha de rosadas faces e boca sorridente. as em torno de tudo se erguia um muro altíssimo. amiséria. s anos se passavam. ajuda. É importante que pensemos nessas questões e no que podemos fazer para ajudar a tornar a vida do nosso próximo e por conseqüência. Sugerimos algumas atividades para trabalhar esse lindo conto: .

finos como fios de ouro. . A feiticeira surgiu no mesmo instante. vou morrer logo. quando escureceu. que a amava muito. ela preparou uma salada que comeu imediatamente. bem embaixo da janelinha. no lugar mais alto. Rapunzel. estava a feiticeira. ³Pois eu vou tentar a sorte«´. Mas ela sabia que não havia jeito de conseguir o que queria e por isso foi ficando triste. encantado. procurou uma porta por toda parte. ² Só fiz isso porque fui obrigado! Minha mulher viu seus rabanetes pela nossa janela e sentiu tanta vontade de comê-los. E viu quando a feiticeira subiu pelas tranças. Era uma menina. Imediatamente o príncipe quis subir. logo! O marido. o filho do rei estava cavalgando pela floresta e passou perto da torre. ² Vai ver só o que te espera! ² Oh! Tenha piedade! ² implorou o homem. ele encostou uma escada no muro. pensou: ³Não posso deixar minha mulher morrer« Tenho que conseguir esses rabanetes. ² Como se atreve a entrar no meu quintal como um ladrão. mas tão bom. ³É essa a escada pela qual se sobe?´. Rapunzel! Joga abaixo tuas tranças! Rapunzel tinha magníficos cabelos compridos. o príncipe estava descansando atrás de uma árvore e viu a feiticeira aproximar-se da torre e gritar: ³Rapunzel. pulou novamente o muro mas. pensou o príncipe. Rapunzel! Joga abaixo tuas tranças!´. Cuidarei dela como se fosse sua própria mãe. Ouviu um canto tão bonito que parou.rabanetes. até que um dia o marido se assustou e perguntou: ² O que está acontecendo contigo. para roubar meus rabanetes? ² perguntou ela com os olhos chispando de raiva. que na certa morrerá se eu não levar alguns! A feiticeira se acalmou e disse: ² Se é assim como diz. A torre não possuía nem escada. ² Se não comer um rabanete do jardim da feiticeira. Ela achou o sabor da salada tão bom. para espantar a solidão. e ele subiu. As -as tranças caíam vinte metros abaixo. Quando ouvia o chamado da velha. Pouco tempo depois. Mais que depressa. e por elas a feiticeira subia. Rapunzel cresceu e se tomou a mais linda criança sob o sol. Quando a noite chegou. cantava para si mesma com sua doce voz. deixo você levar quantos rabanetes quiser. O homem estava tão apavorado. ficava embaixo da janela e gritava: ² Rapunzel. mas não encontrou. deu à criança o nome de Rapunzel e levou-a embora. Rapunzel! Joga abaixo tuas tranças! As tranças caíram pela janela abaixo. No dia seguinte. que concordou. mas tanta vontade. o marido prometeu-lhe que iria buscar mais um pouco. Quando fez doze anos. Inconformado. deliciada. voltou para casa. querida? ² Ah! ² respondeu ela. ele se aproximou da torre e. pulou para o quintal vizinho. o bebê nasceu. nem porta: apenas uma janelinha. diante dele. abria a janela. que no dia seguinte seu desejo de comer rabanetes ficou ainda mais forte. no meio da floresta. Mas o maravilhoso canto tocara seu coração de tal maneira que ele começou a ir para a floresta todos os dias. a feiticeira trancou-a no alto de uma torre. e nada lhe faltará. arrancou apressadamente um punhado de rabanetes e levou para a mulher. Quando a velha desejava entrar. abatida e com um aspecto doentio. A cada dia seu desejo aumentava mais. Para sossegá-la. Alguns anos depois. custe o que custar!´ Ao anoitecer. levou um tremendo susto: de pé. mal pisou no chão do outro lado. gritou: ² Rapunzel. querendo ouvi-lo outra vez. mas com uma condição: irá me dar a criança que sua mulher vai ter. Em uma dessas vezes. desenrolava as tranças e jogava para fora.

mas sim a terrível feiticeira. e quando o príncipe lhe perguntou se o aceitava como marido. a chorar. a feiticeira prendeu as longas tranças num gancho da janela e ficou esperando. Duas das lágrimas da moça caíram nos olhos dele e. se atirou pela janela. ah! Você veio buscar sua amada? Pois a linda avezinha não está mais no ninho. tec! cortou as belas tranças. um menino e uma menina. levou Rapunzel e as crianças para seu reino. ² Pensei que tinha isolado você do mundo. Desesperado.Rapunzel ficou muito assustada ao vê-lo entrar. Então. sem fazer outra coisa que se lamentar e chorar a perda da amada. Combinaram que ele sempre viria ao cair da noite. Mas o príncipe falou-lhe com muita doçura e contou como seu coração ficara transtornado desde que a ouvira cantar. na maior tristeza. Com um olhar chamejante de ódio. para que sofresse e passasse todo tipo de privação. o príncipe chegou ao deserto no qual Rapunzel vivia. o príncipe recuperou a visão e ficou enxergando tão bem quanto antes. reparou que ele era jovem e belo. Um dia. alimentando-se apenas de frutos e raízes. Ouvindo uma voz que lhe pareceu familiar. Rapunzel foi se acalmando. porque a velha costumava vir durante o dia. e você me leva no seu cavalo. com seus filhos gêmeos. explicando que não teria sossego enquanto não a conhecesse. Com ela vou trançar uma escada e. largando-as no chão. perguntou a ela: ² Diga-me. e a feiticeira de nada desconfiava até que um dia Rapunzel. onde foram recebidos com grande alegria. traga uma meada de seda. Passaram-se os anos. eu desço. enquanto o jovem filho do rei chega aqui num instantinho? ² Ah. o príncipe ficou fora de si e. o príncipe caminhou na direção de Rapunzel. ela gritou zombeteira: ² Ah. e pensou: ³Ele é mil vezes preferível à velha senhora«´. por acaso. respondeu: ² Sim! Eu quero ir com você! Mas não sei como descer« Sempre que vier me ver. como é que lhe custa tanto subir. em seu desespero. sem querer. agarrou Rapunzel pelo cabelos e esbofeteou-a. ficou perambulando pela floresta. a malvada levou a pobre menina para um deserto e abandonou-a ali. Na tarde do mesmo dia em que Rapunzel foi expulsa. o pobre rapaz não encontrou sua querida Rapunzel. ela logo o reconheceu e se atirou em seus braços. levou-a. Depois. que haviam nascido ali. e você me engana! Na sua fúria. e agora vai arranhar os seus olhos! Nunca mais você verá Rapunzel! Ela está perdida para você! Ao ouvir isso. menina ruim! ² gritou a feiticeira. ela deixou as tranças caírem para fora e ficou esperando. Quando o príncipe veio e chamou: ³Rapunzel! Rapunzel! Joga abaixo tuas tranças!´. mas caiu sobre espinhos que furaram seus olhos e ele ficou cego. Assim foi. com a outra mão. Ao entrar. . quando ficar pronta. no mesmo instante. Assim que chegou perto. E. Não contente. pondo a mão dela sobre a dele. pegou uma tesoura e tec. O jovem não morreu. senhora. pois jamais tinha visto um homem. nem canta mais! O gato apanhou-a. Ali viveram felizes e contentes.

os ladrões entraram e a pedra fechou-se. numa pequena cidade às margens da floresta. Ali Babá ficou muito feliz e resolveu contar para todos que ia se casar. E a princesa e ele viveram felizes para sempre com a fortuna encontrada. foi à adega verificar se havia mais e. sua mãe costurou para ela uma curta capa com capuz. mas esperem a festa acabar! Aí vamos pegar aquele que está usando o nosso tesouro. Um deles adiantou-se e gritou: ''Abre-te Sésamo!'' A enorme pedra se moveu. tão graciosa quanto valiosa. aceitou imediatamente. Viu um imenso tesouro e carregou o que pôde no seu cavalo e partiu direto em direção ao palácio para pedir a filha do sultão.ouviu vozes. A festa foi tão alegre que o vinho acabou. disse Ali Babá. em casamento. Ao perceber que seriam jogados. Ali Babá então. Ali Babá resolveu experimentar e gritou para a pedra: ''Abre-te Sésamo!'' A enorme pedra se abriu e Ali Babá entrou na caverna. combinando muito bem com os cabelos louros e os olhos . Quando o sultão viu o dote. enfiaram-se em tonéis de vinho vazios para atacar Ali Babá à meia-noite. Ali Babá ficou com o tesouro. Ele viajava pelo reino da Pérsia levando e trazendo notícias para o rei.Ali Babá e os Quarenta Ladrões Era uma vez um jovem chamado Ali Babá. ''Vamos jogá-los lá em baixo''. com um retalho de tecido vermelho. uma menina de olhos negros e louros cabelos cacheados. '' Voltando à festa. Numa das viagens. Ali Babá disse: ''O vinho estragou e preciso de ajuda para levá-lo daqui. Um dia. mostrando a entrada de uma caverna. O ladrão foi contar aos outros o que viu e decidiram pegá-lo. enquanto descansava. ''Já. Os ladrões. Com as jóias. '' Alguns guardas ajudaram a levar os tonéis até um despenhadeiro. Com os ladrões presos. Quando os ladrões saíram. Voltou à pedra e falou: ''Abre-te Sésamo!'' Um dos ladrões estava escondido e viu Ali Babá sair da caverna carregando o tesouro. quando estivesse dormindo. Ali Babá comprou um palácio para sua amada e avisou a todos que daria uma festa no dia do seu casamento. Subiu numa árvore e viu quarenta ladrões diante de uma enorme pedra. Chapeuzinho Vermelho Era uma vez. Mas para isso precisava comprar um palácio para a sua princesa. por quem estava apaixonado há muito tempo. sabendo da festa. os quarenta ladrões entregaram-se aos guardas. escutou um sussurro: ''Já deu meia-noite?'' perguntou um dos ladrões. ficou uma belezinha. sem querer.

mamãe. Há muitos perigos na floresta! ² Tomarei cuidado. chamou a filha: ² Chapeuzinho Vermelho. Queria mesmo devorá-la num bocado só. com o tempo. Conhecendo a floresta tão bem quanto seu nariz. e você poderá seguir por este. a menina não quis mais saber de vestir outra roupa. que nem conseguia mais sair de casa. Bateu à porta o mais delicadamente possível. Chapeuzinho Vermelho aceitou a proposta. doce. a mãe da menina preparou algumas broas das quais a avó gostava muito mas. ² Bom dia ² respondeu Chapeuzinho Vermelho. ² Um nome bem certinho para você. um vidro de geléia e manteiga fresca. para responder: ² Sou eu. logo29 após o velho engenho de açúcar. Mas diga-me. o ruído dos machados dos lenhadores.negros da menina. com suas enormes patas. vá levar estas broinhas para a vovó. e sempre levavam alguns mantimentos. Daquele dia em diante. sua netinha. A vovó gostava de comer as broinhas com manteiga fresquinha e geléia. . A mata era cerrada e escura. apareceu-lhe na frente um lobo enorme. no interior da mata. Mas não teve coragem. quando acabou de assar os quitutes. não se preocupe. e não demorou muito para alcançar a casinha da vovó. dois. temendo os cortadores de lenha que poderiam ouvir os gritos da vítima. ² Tome cuidado. Chapeuzinho Vermelho. ² Quem é? ² perguntou a avó. ² Vou agora mesmo. Um dia. No meio das árvores somente se ouvia o chilrear de alguns pássaros e. Disseram-me que há alguns dias ela não passa bem e. Vamos fazer uma aposta. linda menina ² disse com voz doce. e já! ² gritou o lobo. os moradores da vila passaram a chamá-la de ³Chapeuzinho Vermelho´. sem desviar do caminho certo. de pêlo escuro e olhos brilhantes. A menina ia por uma trilha quando. ² Explique melhor. ela gostará muito. O lobo teve uma idéia e propôs: ² Gostaria de ir também visitar sua avó doente. ² Muito bem! E onde mora sua avó? ² Mais além. O lobo fez uma vozinha doce. Trago broas feitas em casa. ² Um. Morava numa casinha. ² Qual é seu nome? ² Chapeuzinho Vermelho . Por isso. Olhando para aquela linda menina. no interior da mata. Eu irei por aquele atalho lá abaixo. Chapeuzinho Vermelho. ² Bom dia. estava tão cansada que não tinha mais ânimo para andar pela floresta e levá-las para a velhinha. para ver quem chega primeiro. Então. Além da mãe. Chapeuzinho Vermelho pegou o cesto e foi embora. onde está indo assim tão só? ² Vou visitar minha avó. vovó. decidiu usar de astúcia. A mãe arrumou as broas em um cesto e colocou também um pote de geléia e um tablete de manteiga. De vez em quando ia lá visitá-la com sua mãe. a não ser uma avó bem velhinha. com certeza. não tem vontade de cozinhar. ² Numa casinha com as venezianas verdes. o lobo escolhera para ele o trajet mais o breve. ao longe. não pare para conversar com ninguém e vá direitinho. de repente. Chapeuzinho Vermelho não tinha outros parentes. três. mamãe. o lobo pensou que ela devia ser macia e saborosa. que não está muito bem de saúde. senão aquela e.

par ndo a aqui e acolá: ora era atraída por uma árvore carregada de pitangas. hapeuzinho Vermelho puxou o trinco e abriu a porta. Parou um pouco para colher um maço de flores do campo. vovozinha. antes de retomar meu caminho. vovozinha. Algumas horas mais tarde. hapeuzinho Vermelho já tinhase esquecido do lobo e da aposta sobre quem chegaria primeiro. um pote de geléia e manteiga bem fresquinha! as aí o lobo se lembrou de afinar a voz cavernosa antes de responder: Puxe o trinco. esquecendo de disfarçar a voz. e você me ajudará a me aquecer um pouquinho. lobo entrou. Enfiou-se embaixo das cobertas e ficou espera de hapeuzinho Vermelho. só deixando aparecer a touca que a vovó usava para dormir. as estranhou o aspecto da avó. comeu a pobre hapeuzinho Vermelho. Estou trazendo broinhas. e venha aqui até a minha cama. num movimento só. É hapeuzinho Vermelho. minha menina! h. ouviu o barulho e pensou: lha só como a velhinha ronca! Estará passando mal!? Vou dar uma espiada. a geléia e a manteiga no armário. chegou casa da vovó e bateu de leve na porta.A boa velhinha. embaixo das cobertas. bem quentinho. já roncava. um caçador passou em frente casa da vovó. Ia andando devagar pelo atalho. sua netinha. minha querida netinha. A essa altura. respondeu: Puxe a tranca. que orelhas compridas você tem! São para ouvir tudo. enho muito frio. vovozinha. queridinha! h. antes que ela pudesse gritar. C 8 @ 8 E 9 6 D 8 6B 7 F 9 6 76 6 76 6 76 6 76 7 96 6 C A6 @ 7 6 6 6 9 9 9 9 9 . mas pensou que fosse porque a vovó ainda estava gripada. oloque as broinhas. encantou-se a observar uma procissão de formigas e corre atrás de u uma joaninha. que ainda estava deitada. vovozinha. depois de alguns minutos. hapeuzinho Vermelho se espantou um pouco com a voz rouca. uem está aí perguntou o lobo. estava muito peluda! Seria efeito da doença? E foi reparando: h. hapeuzinho Vermelho obedeceu e se enfiou embaixo das cobertas. Estou até com vontade de tirar uma soneca. minha querida menina! h. G Agora estou realmente satisfeito resmungou o lobo. echou os olhos e. e a porta se abrirá. fechou a porta. que braços longos você tem! São para abraçá-la melhor. que boca enorme você tem! É para engolir você melhor!!! Assim dizendo. Antes de tudo. Voltou a se enfiar embaixo das cobertas. E como roncava! ma britadeira teria feito menos barulho. lobo estava escondido. e a porta se abrirá. ora ficava observando o vôo de uma borboleta. inalmente. Em seguida. ou ainda um ágil esquilo. que olhos grandes você tem! São para enxergar também no escuro. chegou ao meio do quarto com um só pulo e devorou a pobre vovozinha. o lobo mau deu um pulo e.

meio sufocada. A nossa imaginação agradece aos Irmãos Grimm !!! Aquelas famosas músicas. e tão escuro« Faça outro pequeno corte. uma cabecinha loura. Eles adaptaram contos do folclore alemão.Abriu a porta. senhor caçador. que nós já ouvimos muitas e muitas vezes. Escreveram seus famosos contos graças a uma extensa pesquisa dos contos que faziam parte do folclore do povo alemão. contendo uma coletânea de 51 contos infantis. Em seguida. resultado do talento e da pesquisa de ambos. Curiosidad s Para quem não sabe os Irmãos Grimm chamavam-se Jacob e Wilhelm Grimm. que dormia como uma pedra. na segunda. na terceira. bem devagar. Teria sido indigesta a vovó? Pulou da cama e foi beber água no córrego. que já matara muitas ovelhas e cabritinhos. até então direcionados para adultos. por favor. começou a cortar a barriga do lobo ainda adormecido. Há muito tempo estava procurando esse lobo. dentro da barriga do lobo. ² Obrigada. assim poderá libertar minha avó. Em 1812 publicaram Contos da Criança e do Lar. com uma enorme ba rriga parecendo um grande balão! O caçador ficou bem satisfeito. chegou perto da cama e« quem ele viu? O lobo. Eles eram estudiosos do Folclore alemão. se esconderam entre as árvores e aguardaram. Estava tão apertado lá dentro. mas então lhe pareceu que a barriga do lobo estava se mexendo e pensou: ³Aposto que este danado comeu a vovó. o lobo acordou com um peso estranho no estômago. pegou a tesoura e. Mais tarde. da língua Alemã. sem nem ter o trabalho de mastigá-la! Se foi isso. agradeço muito por ter me libertado. ² E agora? ² perguntou o caçador.Para conhecer mais a obra deste grande autor brasileiro acesse: . quando se abaixou. Na primeira tesourada. e vá em frente pelo seu ² caminho´. talvez eu ainda possa ajudar!´. mas viva. antes de costurar os cortes que havia feito. A partir de então tornaram-se conhecidos vários personagens e histórias. velho malandro! Sua carreira terminou. Chapeuzinho Vermelho prometeu a si mesma nunca mais esquecer os conselhos da mamãe: ³Não pare para conversar com ninguém. que o lobo comeu antes de mim. tanto da Chapeuzinho Vermelho como de outras histórias infantis foram feitas pelo João de Barro (o Braguinha). nasceram na Alemanha em 1785 e 1786. Entregou-as ao caçador que arrumou tudo bem direitinho. O caçador foi embora contente e a vovó comeu com gosto as broinhas. da mitologia e Direito. Guardou a espingarda. apareceu um pedaço de pano vermelho. para as crianças. Chapeuzinho Vermelho pulou fora. ele caiu na água e ficou preso no fundo do córrego. O caçador recomeçou seu trabalho com a tesoura. um pouco estonteada. ² Temos de castigar esse bicho como ele merece! Chapeuzinho Vermelho foi correndo até a beira do córrego e apanhou uma grande quantidade de pedras redondas e lisas. bem de leve. ² Afinal você está aqui. Já vai ver! Enfiou os cartuchos na espingarda e estava pronto para31 atirar. mas as pedras pesavam tanto que. os três saíram da casa. e da barriga do lobo saiu também a vovó.

passava e fazia tudo pelosfilhos. o que pretende fazer. no caminho começaram a discordar com relação ao material que usariam para construir o novo lar. é mais resistente e muito prática. então.Como você vai se proteger do frio? E se um lobo aparecer. O primeiro porquinho. Estava um bonito dia. Porém. o caminho é deserto E o lobo mau passeia aqui por perto Mas à tardinha. Porém. dois dos filhos não a ajudavam em nada e o terceiro sofria em ver sua mãe trabalhando sem parar. se fizer frio. A mãe porca despediu-se dos seus filhos: __Cuidem-se! Sejam sempre unidos! . como vai se proteger? __ Eu nunca vi um lobo por essas bandas e. vai brincar conosco depois da construção da casa? .comentou o mais velho. ao sol poente Junto à mamãezinha dormirei contente Lobo Mau (Braguinha) Eu sou o lobo mau. um dos preguiçosos foi logo dizendo: __ Não quero ter muito trabalho! Dá para construir uma boa casa com um monte de palha e ainda sobra dinheiro para comprar outras coisas. acendo uma fogueira para me aquecer! . eu vou bem sozinha Levar esses doces para a vovozinha Ela mora longe. o irmão do meio. Vai haver festança Tenho um bom petisco Para encher a minha pança Os Três Porquinhos Era uma vez. O porquinho mais sábio advertiu: __ Uma casa de palha não é nada segura.E você.desejou a mãe. ensolarado e brilhante.Pela Estrada (Braguinha) Pela estrada a fora. na época em que os animais falavam. lobo mau Eu pego as criancinhas Pra fazer mingau! Hoje estou contente. Os três porquinhos. Já é hora de terem mais responsabilidades para isso. A mãe era ótima.respondeu o irmão do meio. A mãe então preparou um lanche reforçado para seus filhos e dividiu entre os três suas economias para que pudessem comprar material e construírem uma casa. Cada porquinho queria usar um material diferente. vocês já estão bem crescidos. Quero ter muito tempo para descansar e brincar. três porquinhos que viviam felizese despreocupados na casa da mãe. também deu seu palpite: __ Prefiro uma casa de madeira. partiram pela floresta em busca de um bom lugar para construírem a casa. cozinhava. Certo dia. O outro porquinho preguiçoso. é bom morarem sozinhos. a mãe chamou os porquinhos e disse: __Queridos filhos. Lobo mau. __ Uma casa toda de madeira também não é segura .

Ainda era manhã quando os dois porquinhos se dirigiram para a casa do porquinho mais velho. mas continuou resistindo. tremendo de medo. comprou a palha e em poucos minutos construiu sua morada. O porquinho mais velho. O porquinho ficou desesperado. preparava o cimento e montava as paredes de tijolos.mentiu o porquinho cheio de medo. eu farei uma casa de tijolos. pensava na segurança e no conforto do novo lar. Abra já essa porta. O porquinho mais velho porém não ligou para os comentários. __Se você não abrir por bem. nem par a as risadinhas. a casa voou . vou soprar muito forte e sua casa irá voar. Contudo. Foi então bater na porta do porquinho mais novo.Disse um dos preguiçosos. que havia construído a casa de madeira chegou chamando-o para ir ver a sua casa. Após três dias de trabalho intenso. abrirei à força. o porquinho então. Até que o lobo soprou um a vez e nada aconteceu. resolveu tentar intimidar o lobo: __ Vá embora! Só abrirei a porta para o meu pai. Os irmãos mais novos preocupavam-se em não gastar tempo trabalhando. O Lobo bateu mais uma vez. o trabalhador. soprou novamente e da palha da casinha nada restou. Eu ou soprar. O porquinho continuou quieto. __Nossa! Você ainda não acabou! Não está nem na metade! Nós agora vamos almoçar e depois brincar. . que é resistente. continuou a trabalhar. até que um lobo percebeu que havia porquinhos morando naquela parte da floresta. o porquinho do meio. ± Respondeu o mais velho. que construía com tijolos sua morada. Só quando acabar é que poderei brincar. o grande leão!. ± Disse o lobo com um grito assustador. Já estava descansando quando o irmão do meio. e era linda! Os dias foram passando. a casa de tijolos estava pronta. as casas seriam próximas. o da casa de palha. __ Leão é? Não sabia que leão era pai de porquinho. Cada porquinho escolheu um canto da floresta para construir as respectivas casas. O Porquinho da casa de palha.__Já que cada um vai fazer uma casa. ± disse irônico. O porquinho antes de abrir a porta olhou pela janela e avistando o lobo começou a tremer de medo. só pensava em comer os porquinhos. O Lobo sentiu sua barriga roncar de fome. __Não vamos enfrentar nenhum perigo para ter a necessidade de construir uma casa resistente.

Disfarçado de vendedor de frutas. Os dois mais novos comemoraram quando perceberam que o lobo foi embora. Soprou novamente mais forte e nada. mas não queremos. __ Quem quer comprar frutas fresquinhas?. é um presente. Chagando lá. deixem eu entrar só um pouquinho! __ De forma alguma Seu Lobo. __ Já que é assim. temos muitas frutas aqui. o irmão do meio estava sentado na varanda da casinha. não é suspeito que na manhã seguinte do aparecimento do lobo. Os porquinhos assistiram a tudo pela janela do andar superior da casa. é só um pouquinho! __Pode esperar sentado seu lobo mentiroso. O lobo furioso se revelou: __ Abram logo. deixem-me entrar..respondeu o porquinho mais velho. vá embora e nos deixe em paz.. encheu o peito de ar e soprou forte a casinha de madeira que não agüentou e caiu. ele não desistirá antes de aprende ruma lição. Essa casa em poucos minutos irá voar! O lobo encheu seus pulmões de ar e soprou a casinha de tijolos que nada sofreu. quem vai querer? Os porquinhos responderam: __ Não. mas resolveram esperar mais um pouco. __ Muito obrigado.pelos ares. poupo um de vocês! Os porquinhos nada responderam e ficaram aliviados por não terem caído na mentira do . O lobo correu atrás. correndo o porquinho mais novo. Os dois porquinhos mais novos ficaram com muita vontade de comer maçãs e iam abrir a porta quando o irmão mais velho entrou na frente deles e disse: -__ Nunca passou ninguém vendendo nada por aqui antes. O lobo disfarçado bateu novamente na porta e perguntou: __ Frutas fresquinhas. O lobo então bateu na porta dizendo: __Porquinhos. Chegando lá pediram ajuda ao mesmo.gritava o lobo se aproximando da casa de tijolos. __Corre. __ Então eu vou soprar e soprar e farei a casinha voar. preparem-se para correr. __Entrem. Mas nada abalava a sólida casa. obrigado. O lobo resolveu então voltar para a sua toca e descansar até o dia seguinte. Os dois porquinhos entraram bem a tempo na casa. porquinhos. surja um vendedor? Os irmãos acreditaram que era realmente um vendedor.Advertiu o porquinho mais velho. __ Calma . o lobo chegou logo atrás batendo com força na porta. Resolveu então se jogar contra a casa na tentativa de derrubá-la. Os porquinhos tremiam de medo. corre entra dentro da casa! O lobo vem vindo! ± gritou desesperado.disseram os porquinhos. Logo o lobo chegou e tornou a atormentá-los: __ Porquinhos.. não comemorem ainda! Esse lobo é muito esperto. O porquinho desesperado correu em direção à casinha de madeira do seu irmão. O lobo então furioso e esfomeado. O lobo insistiu: Tome peguem três sem pagar nada. No dia seguinte bem cedo o lobo estava de volta à casa de tijolos. deixem esse lobo comigo!. Os porquinhos aproveitaram a falta de fôlego do lobo e correram para a casinha do irmão mais velho.disse confiante o porquinho mais velho.

Imediatamente o porquinho mais velho aumentou o fogo da lareira. Os mais novos concordaram que precisavam trabalhar além de descansar e brincar. saiu correndo em disparada em direção à porta e nunca mais foi visto por aquelas terras. na qual cozinhavam uma sopa de legumes. Os três porquinhos. O lobo se jogou dentro da chaminé. Lobo mau. nem cantar. na intenção de surpreender os porquinho entrando pela lareira.Uivou o lobo de dor.Bis Cantigas Fui na Espanha . pois. Lobo mau. ___AUUUUUUU!. Foi quando ele caiu bem dentro do caldeirão de sopa fervendo. Lobo mau-----------. Todos viveram felizes e em harmonia na linda casinha de tijolos. a mãe dos porquinhos não agüentando as saudades. Quem tem medo do Lobo Mau (Desenho do Walt Disney) Com palha eu faço a casa Pra não me esforçar Na minha casinha Eu toca a flautinha Eu gosto é de brincar! De vara é minha casa É onde eu vou morar Mas eu não me amofino Vou tocando violino O que eu gosto é de dançar! Eu faço a minha casa Com pedra e com tijolo Pra trabalhar não sei dançar Pois não sou nenhum tolo Ele não sabe brincar. De repente ouviram um barulho no teto.Bis Dou um soco no nariz Eu dou-lhe um bofetão Eu dou-lhe um pontapé Derrubo ele no chão Quem tem medo do Lobo mau. nem dançar Só o que sabe é trabalhar Podem rir. Lobo mau-----------.falso vendedor. decidiram morar juntos daquele dia em diante. foi morar com os filhos. dançar e brincar Que não vou me aborrecer Mas não vai ser brincadeira Quando o lobo aparecer Quem tem medo do Lobo mau. O lobo havia encostado uma escada e estava subindo no telhado. Pouco tempo depois.

NA BAHIA TEM. AREADA COM SABÃO. A BACIA É DE OURO. E o mato cresceu ao redor. muito má.. TEM. RODA CARANGUEJO PEIXE É. a correr.. Não há de acordar jamais.. Não há de acordar jamais. no seu lar. nunca mais. a correr. CARANGUEJO NÃO É PEIXE... OH! MANINHA COCO DE VINTÉM. ao redor.. juvenil. O tempo passou a correr. A Linda Rosa A linda Rosa juvenil. CARANGUEJO PEIXE É. muito má. PALMA. Mas uma feiticeira má. bem assim.. ao redor. a correr. nunca mais. ENXUGA NO ROUPÃO. OH! MANINHA FERRO DE ENGOMAR. E o mato cresceu ao redor. Mas uma feiticeira má. PALMA OLHA PÉ.FUI NA ESPANHA BUSCAR O MEU CHAPÉU AZUL E BRANCO DA COR DAQUELE CÉU. CARANGUEJO SÓ É PEIXE NA VAZANTE DA MARÉ.. PÉ OLHA RODA.. SAMBA CRIOLA QUE VEIO DA BAHIA PEGA ESTA CRIANÇA E JOGA NA BACIA. OLHA PALMA. no seu lar. Vivia alegre no seu lar. TEM NA BAHIA TEM. A BÊNÇÃO VOVÓ. TEM. A linda Rosa juvenil. O tempo passou a correr. . DEPOIS DE TUDO PRONTO. Adormeceu a Rosa assim. bem assim. VOU MANDAR BUSCAR MÁQUINA DE COSTURA. juvenil.. Adormeceu a Rosa assim. no seu lar Vivia alegre no seu lar. Na Bahia Tem NA BAHIA TEM. CAMINHA DE FILÓ QUEM NÃO PEGAR SEU PAR FICARÁ PARA A VOVÓ. A BÊNÇÃO VOVÓ! CRIOU LÊ LÊ CRIOU LÊ LÊ LÁ LÁ CRIOULA LÊ LÊ NÃO SOU EU QUE CAIO LÁ. O ROUPÃO É DE SEDA. PÉ. muito má. ao redor. juvenil.bem assim. nunca mais. RODA.

bem assim Oompa. doom-pa-dee-do I have got a perfect puzzle for you Oompa. Um dia veio um belo rei. Que despertou a Rosa assim. belo rei. belo rei. Loompa. doom-pa-dee-da If you're not greedy. Que despertou a Rosa assim. bem assim.Um dia veio um belo rei. Loompa. bem assim. you will go far You will live in happiness too Like the Oompa Loompa doom-pa-dee-do Doom-pa-dee-do . doom-pa-dee-dee If you are wise. you'll listen to me What do you get when you guzzle down sweets? Eating as much as an elephant eats What are you at getting terribly fat? What do you think will come of that? I don't like the look of it Oompa. Loompa Oompa. Loompa. belo rei.

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