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AGÊNCIA NACIONAL DO PETRÓLEO - ANP

PORTARIA Nº 41, DE 12 DE MARÇO DE 1999

Regulamenta a comercialização de aditivos para combustíveis


automotivos e de combustíveis automotivos aditivados.

O DIRETOR-GERAL da AGÊNCIA NACIONAL DO PETRÓLEO, no uso de suas atribuições


legais e tendo em vista a Resolução de Diretoria nº 87, de 10 de março de 1999, torna público o seguinte
ato:

Art. 1º Fica regulamentada, através da presente Portaria, a comercialização de aditivos para


combustíveis automotivos e de combustíveis automotivos aditivados.

Art. 2º A comercialização prevista no artigo anterior será exercida, exclusivamente, por pessoa
jurídica constituída e organizada de acordo com as leis do País, mediante prévio registro do aditivo junto
à ANP.

Art. 3º Ficam estabelecidas as seguintes definições para os fins desta Portaria:

I - Combustível automotivo aditivado: é o combustível destinado ao uso automotivo especificado de


acordo com a legislação vigente, adicionado de produto denominado aditivo para combustível
automotivo.
II - Aditivo para combustível automotivo: é o produto constituído de um ou mais componentes
ativos, com ou sem diluente, que agrega características benéficas ao combustível automotivo.
III - Componente ativo: é o constituinte do aditivo que melhora as propriedades do combustível
automotivo.
IV - Diluente: é o constituinte que adicionado ao componente ativo facilita a sua solubilidade no
combustível automotivo.

Art. 4º A solicitação de registro do aditivo para combustível automotivo junto à ANP deverá ser
acompanhada de:

I – Formulário para Cadastro de Produto, conforme Anexo I desta Portaria;


II – Formulário sobre Segurança do Produto, conforme Anexo II desta Portaria;
III –Licença Ambiental prévia ou definitiva relativa ao processo de licenciamento do aditivo pelo
Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis – IBAMA;
IV – Apresentação de um litro de amostra do aditivo.

Art. 5º O teor do aditivo no combustível não poderá exceder a 5000 ppm e após a aditivação o
combustível deverá permanecer de acordo com a sua especificação técnica.

Art. 6º Os fabricantes e importadores de aditivos deverão fornecer aos seus clientes informações
sobre segurança do produto, contendo, principalmente, as descritas no Anexo II desta Portaria.
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Art. 7º Para concessão de registro ao aditivo para gasolina e óleo diesel em que uma das
propriedades seja o controle da formação de depósitos nos motores, o atendimento ao nível de
desempenho deverá observar o disposto no Anexo III desta Portaria.

Art. 8º Para concessão de registro ao aditivo para gasolina e óleo diesel, não enquadrado no artigo
anterior e para o álcool, o nível de desempenho deverá ser atendido pela comprovação dos benefícios
declarados, cujas metodologias deverão ser previamente submetidas à apreciação da ANP.

Art. 9º Os testes necessários às comprovações de que tratam os artigos 7º e 8º deverão ser realizados
por laboratórios nacionais credenciados pelo Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade
Industrial - INMETRO ou por laboratórios internacionais, reconhecidos pela ANP.

Parágrafo único: Os relatórios referentes aos testes, quando realizados no exterior, deverão ser
encaminhados à ANP acompanhados de tradução juramentada para a língua portuguesa.

Art. 10. O aditivo para combustíveis automotivos, embalado para venda direta ao consumidor,
deverá ser acondicionado em recipiente inviolável, bem como apresentar no rótulo, escritas em língua
portuguesa, as seguintes informações adicionais à marca do produto:

I – número de registro na ANP;


II – proprietário da marca comercial, com a devida qualificação;
III – fabricante do produto, com a devida qualificação;
IV – importador responsável, quando for o caso, com a devida qualificação;
V – instruções de uso;
VI – finalidade, aplicação, componentes, benefícios e dosagem (exclusivamente os constantes do
Formulário de Cadastro), riscos à saúde e segurança dos consumidores;
VII – quantidade líquida embalada;
VIII – data de fabricação, prazo de validade e identificação do lote;
IX – anotação de responsabilidade técnica.

Art. 11. Somente a pessoa jurídica autorizada a exercer a atividade de distribuição, de acordo com
os termos da Portaria ANP n.º 29, de 9.2.99, será responsável pela adição de aditivos não enquadrados no
artigo anterior, que somente será realizada nas suas Bases de Distribuição.

Art. 12. Os Postos Revendedores deverão exibir placa informativa, em local de fácil visualização
para o consumidor, com o número de registro do aditivo junto à ANP e a descrição dos benefícios do
combustível aditivado fornecida pela Distribuidora e constante do Formulário de Cadastro de Produto.

Art. 13. A comercialização de combustível automotivo aditivado deverá ser informada previamente
à ANP pela Companhia Distribuidora, acompanhada da seguinte documentação:

I - declaração do fornecedor do aditivo com número do registro do aditivo na ANP, marca


comercial e licença para sua comercialização pela Companhia Distribuidora;
II – identificação e dosagem adotada.

§ 1º. Em caso de troca de fornecedor ou do tipo de aditivo, a Distribuidora deverá atender ao


disposto no caput deste artigo.

§ 2º. Na comercialização do combustível aditivado, o teor de aditivo deverá estar dentro dos limites
de dosagem constantes do Formulário para Cadastro de Produto.

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Art. 14. É vedada a utilização do registro do aditivo na ANP por qualquer veículo de comunicação,
como forma de propaganda do produto.

Art. 15. Os registros de que trata esta Portaria ficam sujeitos ao cancelamento, nos seguintes casos:

I - quando o aditivo for comercializado em desacordo com as características físico-químicas


indicadas no seu registro;
II - quando não forem comprovadas as propriedades benéficas indicadas no seu registro;
III - por solicitação da interessada.

Art. 16. Para a manutenção do registro do aditivo na ANP as empresas deverão encaminhar,
anualmente, até 31 de janeiro, as seguintes informações:

I - nome do produto;
II - número do registro na ANP;
III - licença ambiental prévia ou definitiva emitida pelo IBAMA.

§ 1º A ANP poderá solicitar, a qualquer tempo, informações adicionais que julgue necessárias sobre
o aditivo.

§ 2º Ficam automaticamente revogados os registros dos aditivos que não atendam ao disposto no
caput deste artigo.

Art. 17. Os fabricantes e importadores de aditivos deverão informar mensalmente à ANP a


quantidade total de aditivos para combustíveis vendidos a cada Companhia Distribuidora.

Art. 18. As Companhias Distribuidoras de combustíveis deverão informar mensalmente à ANP a


quantidade de combustíveis aditivados comercializada, bem como a dosagem adotada por meio de
Demonstrativo de Controle de Produtos - DCP.

Art. 19. A ANP poderá, a qualquer tempo, rever os registros de aditivos concedidos, bem como os
requisitos para sua concessão, com a finalidade de melhor adequá-los ao aprimoramento da qualidade dos
combustíveis derivados de petróleo e álcool combustível.

Art. 20. Os casos omissos e as situações não previstas nesta Portaria, relacionados com a matéria
ora regulamentada, serão resolvidos pela ANP, mediante solicitação do interessado.

Art. 21. Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação.

Art. 22. Ficam revogadas a Portaria DNC n.º 15, de 18 de abril de 1994 e demais disposições em
contrário.

DAVID ZYLBERSZTAJN
Diretor-Geral

Publicado no DOU de 15/03/99

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ANEXO I
A QUE SE REFERE A PORTARIA ANP Nº 41/99

1. Objetivo.
Instituir o Formulário para Cadastro de Produto para apresentação das informações de que trata o
art. 4°, I.

2. Normas aplicáveis.
A determinação das características do produto far-se-á mediante o emprego das: Normas Brasileiras
Registradas-NBR e Métodos Brasileiros-MB da Associação Brasileira de Normas Técnicas-ABNT e dos
Métodos da American Society for Testing and Materials - ASTM, observando-se sempre os de publicação
mais recente.

Métodos da Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT.


NBR 7974 Método de ensaio para a determinação de ponto de fulgor –Aparelho de Tag-fechado.
NBR 11341 Produtos de petróleo – Determinação dos pontos de fulgor e de combustão em vaso
aberto Cleveland
MB 48 Produtos de petróleo – Determinação do ponto de fulgor pelo vaso fechado Pensky
Martens
NBR 11349 Produtos de petróleo – Determinação do ponto de fluidez
NBR 10441 Produtos de petróleo – Líquidos transparentes e opacos – Determinação da viscosidade
cinemática e cálculo da viscosidade dinâmica
NBR 7148 Petróleo e derivados – Determinação da densidade – Método do densímetro
MB 351 Produtos de petróleo – Determinação da cor – Método do colorímetro ASTM
NBR 5798 Número de basicidade total de produtos de petróleo (titulação potenciométrica com
ácido perclórico)
NBR 14065 Destilados de petróleo e óleos viscosos – Determinação da massa específica e da
densidade relativa pelo densímetro digital

Métodos da American Society for Testing and Materials – ASTM


ASTM D 56 Test Method for Flash Point by Tag Closed Tester
ASTM D 92 Test Method for Flash and Fire Points by Cleveland Open Cup
ASTM D 93 Test Method for Flash Point by Pensky-Martens Closed Cup Tester
ASTM D 97 Test Method for Pour Point of Petroleum Products
ASTM D 445 Test Method for Kinematic Viscosity of Transparent and Opaque Liquids (the
Calculation of Dynamic Viscosity)
ASTM D 1298 Practice for Density, Relative Density (Specific Gravity) or API Gravity of Crude
Petroleum and Liquid Petroleum Products by Hydrometer Method
ASTM D 1500 Test Method for ASTM Color of Petroleum Products (ASTM Color Scale)
ASTM D 2896 Test Method for Base Number of Petroleum Products by Potentiometric Perchloric Acid
Titration
ASTM D 4052 Test Method for Density and Relative Density of Liquids by Digital Density Meter
ASTM D 4739 Test Method for Base Number Determination by Potentiometric Titration

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FORMULÁRIO PARA CADASTRO DE PRODUTO

Agência Nacional do Petróleo


Cadastro de Produto
Portaria ANP N.º ________/_________ Aditivo para Combustível
Operação:
( ) Registro Novo ( ) Recadastramento ( ) Alteração ( ) Cancelamento

N.º Processo: Marca Comercial:

Proprietário da Marca: CGC:

Licença IBAMA n.º: Produto Importado: ( ) Sim ( ) Não

Nome do Fabricante/Importador: CGC:

DADOS DO PRODUTO
Combustível: Faixa de Dosagem, ppm: Acondicionamento:

Benefícios:

COMPOSIÇÃO ( DADOS CONFIDENCIAIS RESTRITOS À ANP )


Componente Ativo Limites, % vol. Diluente Limites, % vol.

CARACTERÍSTICAS FÍSICO -QUÍMICAS


Característica Limites Métodos
01- Viscosidade, cSt, a 40º C
02- Ponto de Fulgor, ºC
03- Ponto de Fluidez, ºC
04- Número de neutralização, mg
KOH/g
05- Cor ASTM
06- Densidade, 20ºC/ 4ºC

____________,__________/___________/___________
(Local)

Responsável pelo preenchimento do formulário: _________________________________________


(Nome / CRQ/CREA / Telefone para contato)

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ANEXO II
A QUE SE REFERE A PORTARIA ANP Nº 41/99

1. Objetivo
Instituir o Formulário sobre Segurança do Produto para apresentação das informações de que trata o
art.4°, II.

FORMULÁRIO SOBRE SEGURANÇA DO PRODUTO

Agência Nacional do Petróleo


Informação sobre Segurança do Produto
Portaria ANP N.º _______/_______
1 - Produto Químico e identificação
Marca Comercial:
Nome do Fabricante:
Endereço, telefone e fax:

Aplicação:
Nome e telefone de contato do responsável técnico:

2 – Composição: informação dos componentes de risco


Componente, % por peso:

Exposição:
Carcinogênicos:
Principal risco:

3 - Identificação dos perigos


Olhos:
Pele:
Ingestão:
Inalação:
Teratologia:
Carcinógena:
Outros:

4 - Primeiros socorros
Contato com os olhos:

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Contato com pele:


Ingestão:
Inalação:
Outros:

5 - Medidas contra incêndio


Ponto de combustão:
Limite de explosão:
Instruções de combate ao fogo:
Temperatura de auto-ignição:
Produtos perigosos resultantes da combustão:
Materiais para extinguir o fogo:
Risco de explosão:

6 - Precauções contra vazamentos


Vazamento pequeno:
Vazamento grande:

7 - Manuseio e Armazenamento
Procedimento de manuseio:
Procedimento de armazenamento:

8 - Proteção pessoal / Controles de exposição


Proteção da pele:
Proteção para os olhos:
Proteção respiratória:
Procedimento de ventilação:
Máscaras de proteção:
Recomendações:

9 - Características físico–químicas
Ponto de ebulição, ºC:
Ponto de fulgor, ºC:
Ponto de combustão, ºC:

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Ponto de congelamento, ºC:


Ponto de fluidez, ºC:
Densidade, 20ºC / 4 ºC:
Viscosidade, cSt , 100ºC:
Viscosidade, cSt , 40ºC:
Aparência e Cor:
Pressão de vapor:
pH:
Solubilidade em água:

10 - Estabilidade e Reatividade
Estabilidade:
Incompatibilidade:
Polimerização:
Decomposição perigosa:

11 - Informações Toxicológicas
Exposição aguda
Intoxicação oral:
Irritação dos olhos:
Irritação da pele:
Intoxicação por inalação:
Irritação vias respiratórias:

Exposição crônica
Intoxicação crônica:
Carcinogênica:
Mutagênica:
Teratologia (efeito sobre o feto):

12 - Informações Ecológicas
Efeitos no meio ambiente:
Biodegradação e persistência:

13 - Considerações sobre remoção

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Tratamento de resíduos:

14 - Informação sobre transporte


Classe do produto:
Modal de Transporte:
Volume de Transporte:
Classe de Risco:

15 - Informação sobre regulamentação


Nacionais:

Internacionais:

16 - Outras Informações

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ANEXO III
REGULAMENTO TÉCNICO ANP Nº 2/99
A QUE SE REFERE A PORTARIA ANP Nº 41/99

1. Objetivo.
Este Regulamento Técnico estabelece as metodologias para avaliar o atendimento do nível de
desempenho declarado do aditivo cuja propriedade benéfica para o combustível seja o controle da
formação de depósito nos motores, bem como as especificações dos combustíveis de referência.

2. Normas aplicáveis.
A determinação das características dos produtos far-se-á mediante o emprego de Normas Brasileiras
- NBR e Métodos Brasileiros – MB, da Associação Brasileira de Normas Técnicas – ABNT, bem como
de normas da American Society for Testing and Materials – ASTM, Society of Automotive Engineers –
SAE, Coordinating European Council – CEC, Technische Akademie Esslingen-TAE e Institut Français
du Pétrole– IFP, observando-se sempre os de publicação mais recente.

3. Métodos de ensaio:
Associação Brasileira de Normas Técnicas – ABNT
NBR 13992 Gasolina automotiva – Determinação do teor de álcool etílico anidro combustível -
AEAC

American Society for Testing and Materials -ASTM


ASTM D 86 Test Method for Distillation of Petroleum Products
ASTM D 1319 Test Method for Hydrocarbon Types in Liquid Petroleum Products by Fluorescent
Indicator Adsorption
ASTM D 4294 Test Method for Sulfur in Petroleum Products by Energy Dispersive X-Ray
Fluorescence Spectroscopy
ASTM D 5500 Standard Test Method for Evaluating Unleaded Automotive Spark-Ignition Engine
Fuel for Intake Deposit Formation
ASTM D 5598 Standard Test Method for Evaluating Unleaded Automotive Spark-Ignition Engine
Fuel for Electronic Port Fuel Injector Fouling

Society of Automotive Engineers – SAE


SAE 912331/91 Cummins L10 Injector Depositing Test to Evaluate Fuel Quality

Institut Français du Pétrole – IFP / Technische Akademie Esslingen - TAE


IFP-TAE-I-87 Peugeot 205 Gti - Injector Fouling Test

Technische Akademie Esslingen – TAE


TAE ISBN 3-924813-41-8 Injector Cleanliness Performance Test MB-OM-366 LA Pre-Euro1

Coordinating European Council – CEC


CEC-F-05-A-93 Mercedez Benz MB 102e Inlet Valve Deposit Test

4. Aditivos para gasolina automotiva

4.1. Estes aditivos deverão atender aos seguintes testes:

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Avaliação Teste Limite Método


STM for Evaluating Unleaded Média do peso dos depósitos
Automotive Spark-Ignition maior que 100 mg por válvula
Engine for Intake Deposit após 16.000 km ASTM D 5500
Formation
Mercedes-Benz M 102E Inlet Benefício mínimo de 40% em
DEPÓSITOS
Valve Deposits Test peso na formação média de
EM
depósitos em relação ao CEC F 05 A 93
VÁLVULAS(1)
combustível não aditivado.

STM for Evaluating Unleaded Máximo de 5% de redução de


Automotive Spark-Ignition fluxo.
OBSTRUÇÃO Engine Fuel for Eletronic Port ASTM D 5598
DE Fuel Injector Fouling
BICOS
INJETORES(2) Peugeot 205 Gti - Injector Máximo de 5% de redução de
Fouling Test fluxo. IFP-TAE-I-87

Obs.: (1) Na avaliação dos depósitos em válvulas deve-se atender a pelo menos um dos seguintes métodos: ASTM
D 5500 ou CEC F 05 A 93.
(2) Na avaliação da obstrução de bicos injetores deve-se atender a pelo menos um dos seguintes métodos:
ASTM D 5598 ou IFP-TAE-I-87.

4.2. Gasolina de teste

Para os testes citados no item 4.1 deverão ser utilizadas as gasolinas de referência: Opção
“Nationwide” e Sub-Opção “Generic Certification, conforme “Regulation of Fuels and Fuels Additives
Certification Standards for Deposit Control Gasolines Additives; Final Rules” da Environmental
Protection Agency-EPA, com as seguintes características:

Característica Unidade Limite Método


Enxofre ppm 340 mín. ASTM D 4294
Destilação: ASTM D 86
90% evaporado ºC 170 mín.
Olefinas % v/v 11,4 mín. ASTM D 1319
Aromáticos % v/v 31,1 mín. ASTM D 1319
Etanol % v/v 10 mín. NBR 13992

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5. Aditivos para óleo diesel

5.1. Estes aditivos deverão atender aos seguintes testes:

Teste Limite Método


Resultado em nível “Superior” (“average
Cummins L-10 CRC rating” menor OU igual a 10 e SAE 912331
redução de fluxo menor que 5%).
DEPÓSITOS
EM Melhoria mínima de limpeza igual a 2
Injector Cleanliness pontos sobre a média de classificação TAE ISBN 3-924813-41-8
BICOS Perfomance Test
INJETORES(1) CRC entre agulha/bico de todos os
MB-OM-366 LA injetores no motor e em relação ao
Pre-Euro 1 combustível não aditivado
Obs.: (1) Na avaliação do depósito em bicos injetores deve-se atender ao método da SAE PT 912331 ou
ao método da CEC .

5.2. Óleo diesel de teste


Para todos os testes citados no item 5.1 deverá ser utilizado o óleo diesel de referência do tipo “Caterpilar
1K” - 0,4% S.

Para o teste MB citado no item 5.1, deverá ser utilizado o óleo diesel brasileiro com teor mínimo de
enxofre de 0,2% em peso ou óleo diesel europeu de referência EN590-1993 com teor mínimo de enxofre
de 0,2% em peso.

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