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Livro de Calculo Diferencial e Integral I Derivda

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GOVERNO DO ESTADO DO PARÁ UNIVERSIDADE DO ESTADO DO PARÁ-UEPA LICENCIATURA EM MATEMÁTICA-CCSE DEPARTAMENTO DE MATEMÁTICA ESTATISTICA E INFORMÁTICA

Universidade do Estado do Pará

Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág.2

Uma breve história do estudo da Derivada A derivada tem dois aspectos básicos, o geométrico e o computacional. Além disso, as aplicações das derivadas são muitas a derivada tem muitos papéis importantes na matemática propriamente dita, tem aplicações em física, química, engenharia, tecnologia, ciências, economia e muito mais, e novas aplicações aparecem todos os dias. A origem da derivada está nos problemas geométricos clássicos de tangência, por exemplo, para determinar uma reta que intersecta uma dada curva em apenas um ponto dado. Euclides (cerca de 300 a.C.) provou o familiar teorema que diz que a reta tangente a um círculo em qualquer ponto P é perpendicular ao raio em P. Arquimedes (287 -212 a.C.) tinha um procedimento para encontrar a tangente à sua espiral e Apolônio (cerca de 262-190 a.C.) descreveu métodos, todos um tanto diferente, para determinar tangentes a parábolas, elipses e hipérboles. Mas estes eram apenas problemas geométricos que foram estudados apenas por seus interesses particulares limitados; os gregos não perceberam que nenhuma linha em comum ou qualquer valor nestes teoremas. Problemas de movimento e velocidade, também básicos para nosso entendimento de derivadas hoje em dia, também surgiram com os gregos antigos, embora estas questões tenham sido originalmente tratadas mais filosoficamente que matematicamente. Os quatro paradoxos de Zenão (cerca de 450 a.C.) se apóiam sobre dificuldades para entender velocidade instantânea sem ter uma noção de derivada. Na Física de Aristóteles (384--322 a.C.), os problemas de movimento estão associados intimamente com noções de continuidade e do infinito (isto é, quantidades infinitamente pequenas e infinitamente grandes). Na época medieval, Thomas Bradwardine (1295--1349) e seus colegas em Merton College, Oxford, fizeram os primeiros esforços para transformar algumas das idéias de Aristóteles sobre movimento em afirmações quantitativas. Em particular, a noção de velocidade instantânea tornou-se mensurável, pelo menos em teoria, hoje, é a derivada (ou a taxa de variação) da distância em relação ao tempo. Foi Galileu Galilei (1564--1642) quem estabeleceu o princípio que matemática era a ferramenta indispensável para estudar o movimento e, em geral, ciência: ³Filosofia (ciência e natureza) está escrita naquele grande livro o qual está diante de nossos olhos quero dizer o universo, mas não podemos entendê-lo se não aprendermos primeiro a linguagem. O livro está escrito em linguagem matemática.´ Galileu estudou o movimento geometricamente; usou as proporções clássicas de Euclides e propriedades das cônicas de Apolônio para estabelecer relações entre distância, velocidade e aceleração. Hoje, estas quantidades variáveis são aplicações básicas das derivadas. O interesse em tangentes a curvas reapareceu no século 17 como uma parte do desenvolvimento da geometria analítica. Uma vez que equações eram então usadas para descreverem curvas, o número e variedade de curvas aumentou tremendamente naqueles estudos em épocas clássicas. Por exemplo, Pierre Fermat (1601--1665) foi o primeiro a considerar a idéia de uma família
Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I

Universidade do Estado do Pará

Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág.3

inteira de curvas de uma só vez. Ele as chamou de parábolas superiores, curvas da forma y ! k n , onde k é constante e n = 2, 3, 4, « A introdução de símbolos algébricos para estudar a geometria de curvas contribuiu significativamente para o desenvolvimento da derivada, da integral e do cálculo. Por outro lado, como conclusões e resultados geométricos poderiam ser obtidos mais facilmente usando raciocínio algébrico que geométrico, os padrões de rigor lógico que tinham sido iniciados pelos gregos antigos foram relaxados em muitos problemas de cálculo, e isto (entre outros fatores) levou a controvérsias espirituosas e até amarguradas. Fermat desenvolveu um procedimento algébrico para determinar os pontos mais altos (máximos) e mais baixos (mínimos) sobre uma curva; geometricamente, ele estava encontrando os pontos onde a tangente à curva tem inclinação zero. René Descartes (1596--1650) teve o discernimento de prever a importância da tangente quando, em sua Geometria, escreveu ³E eu ouso dizer isto (encontrar a normal, ou perpendicular a uma curva, a partir da qual podemos facilmente identificar a tangente) não é apenas o problema mais útil e geral da geometria que conheço, mas até aquele que sempre desejei conhecer´ Descartes inventou um procedimento de dupla raiz para encontrar a normal e então a tangente a uma curva. Como resultado da tradução da Geometria de Descartes para o latim por Frans Van Schooten (1615 -1661) e as explicações abrangentes por Schooten, Florimonde de Beaune (1601--1652) e Johan Hudde (1628-1704), os princípios e benefícios da geometria analítica tornaram-se mais amplamente conhecidos. Em particular, Hudde simplificou a técnica da dupla raiz de Descartes para determinar pontos máximos e mínimos sobre uma curva; o procedimento da dupla raiz foi redescoberto por Christiaan Huygens (1629-1695). Então, modificando o processo da tangente de Fermat, Huygens inventou uma seqüência de etapas algébricas que produziu os pontos de inflexão de uma curva; veremos que isto requer a derivada segunda. René François de Sluse (1622--1685) desenvolveu uma técnica algébrica que levou à inclinação da tangente a uma curva. No final da década de 1650, havia grande correspondência entre Huygens, Hudde, Van Schooten, Sluse e outros sobre tangentes de várias curvas algébricas; Hudde e Sluse especialmente procuraram métodos algébricos mais simples e padronizados que poderiam ser aplicados a uma variedade maior de curvas. Para Gilles Personne de Roberval (1602--1675), uma curva era o caminho de um ponto se movendo, e ele desenvolveu um método mecânico para encontrar a tangente para muitas curvas, incluindo a ciclóide. Mas o método de Roberval não podia ser generalizado para incluir mais curvas. Isaac Newton (1642--1727) começou a desenvolver o seu ³cálculo de flúxions´ entre os seus primeiro esforços científicos em 1663. Para Newton, movimento era a ³base fundamental´ para curvas, tangentes e fenômenos relacionados de cálculo e ele desenvolveu seus flúxions a partir da versão de Hudde do procedimento da dupla raiz. Newton estendeu esta técnica como um método para encontrar a curvatura de uma curva, uma característica que agora sabemos ser uma aplicação da derivada segunda. Em 1666, 1669
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séries infinitas e. Leibniz aprendeu o método de Sluse para encontrar tangente a curvas algébricas. os trabalhos de Newton sobre cálculo não foram publicados até 1736 e 1745. isto é simplificação exagerada. Com algum tutoramento e conselho de Huygens e outros. máximos. O primeiro livro sobre cálculo diferencial foi Analysis of Infinitely Small Quantities for the Understanding of Curved Lines (Análise de quantidades infinitamente pequenas para o entendimento de curvas. Algumas vezes se diz que Newton e Leibniz ³inventaram´ o cálculo. Cada um fez contribuições importantes para derivada. Newton resumiu e revisou seu trabalho de cálculo e estes manuscritos circularam entre um grande número de seus colegas e amigos. alguém poderia simplesmente usar as fórmulas de ³cálculo´ de Leibniz. como Richard Courant (1888--1972) observou. Em vez disso. Ainda assim. e um cálculo notável para eles) de 1684. onde participou de um encontro da Sociedade Real em 1673. embora tenha continuado a retornar a problemas de cálculo em épocas diferentes de sua vida científica. e mais ainda entre seus seguidores. circunstâncias levaram a um dos episódios mais tristes e deselegantes em toda a história da ciência: a disputa entre Leibniz e Newton. acima de tudo. Gottfried Wilhelm Leibniz (1646--1716) desenvolveu seu cálculo diferencial e integral durante o período entre 1673 e 1676 enquanto vivia como um diplomata em Paris. 1696) pelo Marquês de l¶Hospital (1661--1704). assim como tangentes. Muito de seu trabalho foi realmente devido à Johann Bernoulli (1667-1748) e seguiu o tratamento de Leibniz para derivadas. Em uma pequena viagem a Londres. mas as acusações e contra-ataques escalaram para cisões entre matemáticos e cientistas na Inglaterra (leais a Newton) e no continente europeu (seguidores de Leibniz) os quais levaram à xenofobia nacionalista por mais de um século. As acusações de plágio e outros ataques eram irrelevantes frente à matemática feita por eles. mínimos e outras análises de curvas. cálculo tem sido ³uma luta intelectual dramática que durou 2500 anos´. os quais não são impedidos por quantidades fracionárias e irracionais. which is neither impeded by fractional nor irrational quantities. qualquer um poderia resolver problemas de tangentes sem ser especialista em geometria.Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. Agora. mas ele aperfeiçoou as fórmulas modernas e a notação para derivada no seu famoso artigo "New methods for maximums and minimums. integral.4 e 1671. and a remarkable calculus for them" (Novos métodos para máximos e mínimos. lmites) i necessárias. Aqui está o primeiro trabalho publicado em cálculo e de fato a primeira vez que a palavra ³cálculo´ foi usada em termos modernos. as well as tangents. para o Teorema Fundamental do Cálculo. Como podemos ver. Mas o método de L¶Hospital para determinar o raio de curvatura era muito parecido com aquele de Newton. Leibniz tinha pouca inclinação para desenvolver estas técnicas e interesse ainda menor em fundamentações matemáticas (isto é. Depois de 1700. Jakob Bernoulli (1654-1705) e seu irmão mais novo Johann lideraram o caminho para espalhar o conhecimento do poder das fórmulas de cálculo de Leibniz propondo e resolvendo Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I . sobre quem deveria receber os créditos do cálculo.

Newton e Huygens também resolveram estes problemas. 1748) quando introduziu funções (no lugar de curvas) como os objetos para os quais as derivadas e outras técnicas de cálculo seriam aplicadas. o novo Treatise of Fluxions (Tratado de Flúxions. Leibniz. 1748). as quais as funções recebem. Lagrange pretendia dar uma forma puramente algébrica para a derivada. a gráficos ou a diagramas e sem qualquer ajuda dos limites de Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I . Euler queria dizer algum tipo de "expressão analítica". e os incrementos imperceptíveis das quantidades variáveis. novos campos da matemática dependentes de cálculo.5 problemas desafiadores (o problema da catenária e da braquistócrona são dois exemplos) para os quais o cálculo era necessário. Leonhard Euler (1707--1783) deu um passo importante na direção de estabelecer uma fundamentação sólida para o cálculo no seu Introduction to the Analysis of the Infinite (Introdução à Análise do Infinito. No seu Methods of Differential Calculus (Métodos de Cálculo Difere ncial. No final do século 18. No continente. e que este limite produz certas expressões algébricas que chamamos de derivada. Euler definiu a derivada como "o método para determinar as razões entre os incrementos imperceptíveis. Na Inglaterra. também introduziu o termo análise como um nome moderno para cálculo e a matemática avançada relacionada. Colin Maclaurin (1698--1746) tentou defender Newton no seu Treatise of Fluxions (Tratado de Flúxions) (1742) e desenvolveu derivadas para funções logarítmicas e exponenciais e expandiu as fórmulas de Simpson para incluir as derivadas das funções tangente e secante. Em 1754. sem recorrer à intuição geométrica. Jean le Rond d¶Alembert (1717--1783) afirmou que a "definição mais precisa e elegante possível do cálculo diferencial" é que a derivada é o limite de certas razões quando os numeradores e denominadores se aproximam mais e mais de zero. Euler trabalhou com vários casos especiais da regra da cadeia. Joseph Louis Lagrange (1736--1813) tentou reformar o cálculo e torná-lo mais rigoroso no seu Theory of Analytic Functions (Teoria das Funções Analíticas. Berkeley reconheceu a precisão das fórmulas de Newton e a exatidão das suas aplicações abrangentes em física e astronomia. Mesmo assim. introduziu equações diferenciais e tratou máximos e mínimos sem usar quaisquer diagramas ou gráficos. 1797). Por função. o Bispo George Berkeley (1685--1753) publicou The Analyst (O Analista). Na sua publicação. Em 1734. 1755).Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. um ataque à falta de fundamentos rigorosos para seus flúxions. mas criticou as "quantidades infinitamente pequenas" e os "incrementos imperceptíveis" dos fundamentos das derivadas. que soa não muito científico hoje em dia. Estes problemas e outros levaram ao desenvolvimento das equações diferenciais e do cálculo das variações. 1737) de Thomas Simpson (1710--1761) forneceu a primeira derivada da função seno. das quais elas são funções". Maria Agnesi (1718--1799) seguiu Leibniz e L' Hospital no seu livro de cálculo Analytical Institutions (Instituições Analíticas. sua concepção não era tão abrangente como a nossa definição moderna. na famosa Encyclopédie francesa.

1823). Cauchy prosseguiu para encontrar derivadas de todas as funções elementares e dar a regra da cadeia. Derivadas e o cálculo diferencial estão agora estabelecidos como uma parte rigorosa e moderna do cálculo. Lagrange desenvolveu a principal notação que usamos agora para derivadas e o desenvolvimento lógico de seu cálculo era admirável em outros aspectos. Em seu Résumé of Lessons given at l'Ecole Polytechnique in the Infinitesimal Calculus (Resumo das Lições Dadas na Escola Politécnica Sobre o Cálculo Infinitesimal. De igual importância.f(x)] / i dependerá da forma da função proposta y = f(x). A forma da função que serve como o limite da razão [f(x + i) . era realmente a pedra fundamental para provar vários teoremas básicos do cálculo que foram assumidos como verdadeiros. Cauchy afirmou que a derivada é: O limite de [f(x + i) . descrições de funções crescentes e decrescentes.Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. sabemos agora. isto é. mas seu esforço em prover uma base sólida para o cálculo falhou porque sua concepção da derivada era baseada em certas propriedades de séries infinitas as quais. Para indicar sua dependência. não são verdadeiras. a definição moderna de derivada foi dada por Augustin Louis Cauchy (1789--1857) em suas aulas para seus alunos de engenharia. no início do século 19. dá-se à nova função o nome de função derivada. Finalmente. Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I . Cauchy mostrou que o Teorema do Valor Médio para derivadas.f(x)] / i quando i se aproxima de 0.6 d'Alembert. que tinha aparecido no trabalho de Lagrange.

dois valores y  y1 x1 e x 2 . y cresce em média 3.5 unidades por unidade de x. x ® ! 3 p y1 ! 4. x2 ! 1 p y2 ! 0. enquanto x varia de 1 unidade. y varia 1. Assim.5. 3.5 . Essas variações estão marcadas no gráfico acima: Observe que elas não são constantes. 3) y ¯ 1 x x2  x1 4 1 3 °2 ! 4 p y2 ! 8 Podemos dizer que entre 1 e 4. Como exemplo vamos considerar a função f(x) ! 1ª) Vamos construir uma tabela a partir da função dada: x -4 -3 -2 -1 f(x) 8 4. para y. 2) y ¯ 1 x x2  x1 43 1 ° 2 ! 4 p y2 ! 8 Podemos dizer que entre 3 e 4. a partir da idéia de taxa de variação média. 2 Podemos observar que se consideramos x variando de 1 a 2. x ® ! 1 p y1 ! 0. y cresce em média 2. Vamos então considerar.5 y 2  y1 8  0.5 y 2  y1 8  4. 2. x 2  x1 x ® ! 1 p y1 ! 0. y cresce em média 1. por exemplo.5 ! ! ! 3.5 1.5 1. e também para x. K K .5 3. com x1 { x 2 .5 2ª) Vamos construir agora o gráfico da função: 0 0 1 0. 1. x ® ! 2 p y1 ! 2 0.5  2 y 2  y1 1. para podermos calcular a razão 2 .5 2 2 3 4.Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. e varia de 0.5 unidades por unidade de x.5 unidades.5 unidades por unidade de x.5 4 8 x2 . x2  x1 2 1 1 Podemos dizer que entre 1 e 2.5.5 .5 x2  x1 1  ( 2) 1  2 1 ° Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I .5 ! ! ! 1.5 7.5 4) y ¯ 1 ! ! ! ! 1. dois valore y1 e y2 . Observamos também que mantendo a variação de x constante e igual a 1 uni ade (no caso).5.5 2 0.5 .5 a 2. passaremos nessa aula estudar agora a derivada.5.5 1) y ¯ 1 x °2 ! 2 p y2 ! 2 y 2  y1 2  0.5 . as d variações de y são 0.5 ! ! ! 2. o valor de y também varia.7 AULA O6 Após estudarmos limite de uma função suas propriedades e aplicações.

(y (x 2 )  (x1 ) ! . podendo ser positiva ou negativa dependendo dos pontos considerados.Assim. R: Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I 3 . -2). sendo f uma função definida num intervalo aberto do domínio. Calcule a taxa de variação média dessa função entre x1 = 1 e x 2 ! 3 . definida em ¡ . representa a variação no valor da x2  x1 função em média por unidade que se acrescenta no valor de x entre x1 e x 2 .5 4.5 2  4. com x1 { x 2 . De um modo geral. vale definir. x x2  x1 2  ( 3) 2  3 1 ° 2 !  2 p y2 ! 2 Podemos dizer que entre 3 e 2 . x x2  x1 1  ( 3) 1  3 2 ° 2 !  1 p y2 ! 2 Podemos dizer que entre 3 e 1 . calcule a taxa de variação média da função entre x1 = 3 e x 2 ! 5 . definida em ¡ . -5) e Q(3. 0 4. y decresce em média 1. x1 { x 2 que é a taxa de variação média da unção entre x1 e x2 . Solução: f ( x1 ) ! f (3) ! 1  2 ™ 3 ! 1  6 ! 5 f ( x2 ) ! f (5) ! 1  2 ™ 5 ! 1  10 ! 9 f ( x2 )  f ( x1 ) 9  ( 5)  9  5 4 ! ! ! ! 2 x2  x1 53 2 2 02) Sendo f ( x ) ! 2 x 2  3 x  2 . y decresce em média 2 unidades por unidade de x. x ® ! 3 p y1 ! 4.5 unidades por unidade de x.5 y 2  y1 2.8 Podemos dizer que entre 2 e 1 .Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. x1 e x 2 dois valores do domínio.5 . calcule a taxa de variação média da função entre x1 1 e x 2 ! 4 . a razão f ( x2 )  f ( x1 ) . Solução: f ( x1 ) ! f (1) ! 2 ™12  3 ™ 1  2 ! 2  3  2 ! 3 f ( x2 ) ! f (4) ! 2 ™ 4 2  3 ™ 4  2 ! 32 12  2 ! 32 14 !18 f ( x2 )  f ( x1 ) 18  ( 3) 18  3 21 ! ! ! !7 x2  x1 4 1 3 3 Questões Propostas 01) O gráfico de uma função f passa pelos pontos P(1.5 5) y ¯ 1 ! ! ! ! 2.5 2. Questões Resolvidas 01) Sendo f ( x) ! 1  2 x . 2 . x 2  x1 (x Vale observar que a taxa de variação média pode não ser constante. y decresce em média 2. 0 6) y ¯ 1 ! ! ! ! 2 .5 unidades por unidade de x.5  4. x ® ! 3 p y1 ! 4.5 y2  y1 0.

±2 05) Dada a função: ¯ x .se x > 1. se x e 1. a) x1 = 0 e x 2 ! 3 b) x1 = 1 e x 2 ! 4 R: 8 . definida em ¡ . 1 ® 3x. calcule a taxa de variação média da função entre os pontos. a) x1 3 e x 2 ! 8 b) x1 ! 2 e x 2 ! 0 R: 3 .9 02) Calcule a taxa de variação média da função f entre x1  3 e x 2 ! 1. 0) e Q(1. Calcule a taxa de varaiação média da função entre: ±  4. °2 a) x1 =  4 e x 2 ! 1 b) x1 = 0 e x 2 ! 3 R: -3. 2 Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I . 3 R: . R: 3 . 04) Dada a função f ( x ) ! 3x 2  x . -5). Sabendo que o seu o gráfico de uma função f passa pelos pontos P(-3. calcule a taxa de variação média da função entre os pontos. definida em ¡ .Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. 4 03) Dada a função f ( x) ! 3x  1 . 5 R:  . R: 18 .

temos: ( PSQ. para isso usaremos a mesma função f(x) ! x2 e o seu gráfico.Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. f(x 1 )) e Q(x 2 . Faremos agora a interpretação geométrica da taxa de variação média. como vemos abaixo: y f(x) y f(x) (y f(xo) y . 2 Observando a figura. para calcular o coeficiente angular da reta secante e tangente ao gráfico da função dada. Razão incremental ou razão dos ! (x x  xo acréscimos. tg Cateto Adjacente ! f(x 2 )  f(x 1 ) e sendo m PQ ! tg . Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I .10 AULA O7 Após estudar a taxa de variação média. temos: x 2  x1 m PQ ! f(x 2 )  f(x 1 ) y . a taxa de variação média da função entre ! x 2  x1 x x1 e x 2 . usando o resultado para calcular os coeficientes angulares das retas secantes e tangentes. Isto é. faremos agora um breve estudo da interpretação geométrica da taxa de variação média. Neste exemplo estamos usando também o conceito de razão incremental ou razão do acréscimo. (y (x xo x x x0 + ( x = x (x = x ± xo (x p Acréscimo ou incremento de x f (xo) + (y = f (x) (y = f (x) ± f (xo) (y p Acréscimo ou incremento de f (x) (y f ( x)  f ( x o ) . geometricamente. (x1 { x 2 ) é igual ao coeficiente angular da reta secante ao gráfico da função nos pontos P(x 1 . retângulo   tg ! Cateto Oposto . f(x 2 )) .

x2 e o seu 2 x2 . -10) é f (5)  f (2) 10  2 12 m! ! ! ! 4 52 3 3 02) Sendo f ( x) ! f(-2)) e Q(0. f(-2)) e Q(0. nos pontos (2.5). f(5)). Solução: f ( x ) !  x 2  3x f (2) ! (2) 2  3 ™ 2 ! 4  6 ! 2   f (5) ! (5)2  3 ™ 5 ! 25  15 ! 10 E o coeficiente angular da reta secante nos pontos (2. 2) e (5.Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. Solução: x2 3 (2) 2 4 02 f (2) ! !   f (0) ! !0 3 3 3 f ( x) ! E o coeficiente angular da reta secante nos pontos P(-2. veremos agora como calcular o coeficiente angular de uma reta tangente. calcule o coeficiente angular da reta secante ao gráfico de f nos pontos P(-2. 3 1) y Reta r: é gráfico de f e o coeficiente angular é dado por: Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I secante ao seu .11 Questões Resolvidas 01) Determine o coeficiente angular da reta secante ao gráfico de f ( x) !  x 2  3x . 0. Para isso usaremos a mesma função f(x) ! gráfico. Observe as retas que passam pelo ponto P(1. f(0). f(0) é: 4 0 f ( 2)  f (0) 3 4 1 2 ! ! ™ ! m! 2  0 2 3 2 3 Após calcular o coeficiente angular de uma reta secante. f(2)) e (5.

onde passa ser o próprio conceito de deriva. u gráfico de f no ponto P(1. e sendo x 0 um ponto do domínio. no ponto P(x 0 . com x { 1 . 2 1 1 1 2) y Reta v: é secante ao gráfico de f e o seu coeficiente angular é dado por: mv ! 3) y Reta u: é secante ao gráfico de f e o seu coeficiente angular é dado por: mu ! ms E para uma reta f ( x )  f (1) . Logo: x 2 (1) 2 x2 1  2 f (x)  f (1) 2   lim 2   lim x  1   lim (x  1) ™ (x  1)   lim (x  1) m t = lim   lim 2 x p1 x p1 x p1 x  1 x p1 2(x  1) x p1 x p1 x 1 x 1 2(x  1) 2 mt = 11 2   m t =   m t = 1. Podemos dizer que o coeficiente angular m t da reta t.5). v. f(x 0 )) .5). 2 2 De um modo geral. 4 1 3 3 f (3)  f (1) 4. E quando x tende a 1 pela direita o ponto Q percorre o gráfico da função e se aproxima do ponto P. é dado por m t ! lim x px o f(x)  f(x o ) y = tg ! lim x p0 x x  xo . se ele existir e for finito.5 4 ! ! ! 2. f(x 0 )) .5 . qualquer. no ponto xo é igual ao coeficiente angular (tg ) da reta t. que passa pelo ponto P temos: x2 é contínua em ¡ .5 . 0. tangente ao gráfico da função f (x). ela é também continua num intervalo aberto do 2 se aproxima da reta t tangente ao domínio que contem x = 1.5 ! ! ! 2. tangente ao gráfico da função no ponto P(x 0 . tangente ao gráfico da função f(x) ! x2 .5 ! ! ! 1. aplicando o conceito de derivada na mesma equação obtemos . 2 Se você bem perceber estamos aplicando a definição de limite na equação da reta secante mt. A derivada da função f (x0). 3 1 2 2 f (2)  f (1) 2  0. pod emos dizer que: O coeficiente angular da reta t. 0.12 mr ! f (4)  f (1) 8  0. x 1 Como a função f(x) ! secante s. no ponto P(1.5 1. Da geometria Analítica no ¡ 2 a equação de uma reta sendo dados dois pontos e o coeficiente angular e dado pela seguinte fórmula (y  y o ) ! m(x  x o ) . O mesmo acontece quando x tende a 1 pela esquerda. sendo f uma função continua num intervalo aberto do domínio.5  0.Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. Conseqüentemente as retas r.5 7.

(x)  (x o ) ! (x o ).(x  x o ) e como (x) = y. Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I .

( y  f ( xo )) ! f '( xo ). Solução: ( x  1) ™ ( x  1) ( x ) 2  ( 1)2 f ( x)  f (1) x 1   lim   lim   lim   x p1 x p1 x p1 x p1 ( x  1) ™ ( x  1) x 1 x 1 ( x  1) ™ ( x  1) ( x  1) 1 1 1 1 m t = lim   lim       x p1 ( x  1) ™ ( x  1) x p1 ( x  1) 2 ( 1  1) 1  1 m t = lim 1 2 Logo a reta tangente no ponto P(1. f(2)).(x  x o ) p Equação da reta tangente. 03) Determine o coeficiente angular da reta tangente ao gráfico da função f ( x ) ! x . Solução: f ( x) ! x 3 f (1) ! (1)3 ! 1 f ( x)  f ( 1) x3  (1) x3  1 ! ! x  (1) x 1 x 1 m t = lim x p1 f ( x )  f (1) x 3  ( 1) x3  1 (x  1) ™ (x 2  x  1)   lim   lim   lim   lim ( x 2  x 1)   x p 1 x p 1 x  1 x p 1 x p 1 x  (1) x 1 x 1 m t = (  1) 2  ( 1)  1   1  1  1 ! 3 mt = 3 Logo o coeficiente angular da reta tangente no ponto P(-1. 1). Solução: f ( x ) ! 3x 2  2x f ( x ) ! 6x  2   f (2) ! 6 ™ 2  2   f (2) ! 12  2   f (2) ! 10 f (2) ! 10 Logo o coeficiente angular da reta tangente no ponto P(2.Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. no ponto P(1.( x  xo ) mt = 1 ™ ( x  1)   2( y  1) ! 1( x  1)   2 y  2 ! x  1   x  2 y  1  2 ! 0 2 x  2 y 1 ! 0 y 1 ! Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I . é 3. f(2)) é:-10. no ponto P(2. 02) Determine o coeficiente angular da reta tangente ao gráfico da função f ( x) ! x 3 . 1 (y  f (x o )) !  ™ (x  x o ) p Equação da reta normal. f(-1)).13 (y  (x o )) ! (x o ). Questões Resolvidas 01) Determine o coeficiente angular da reta tangente ao gráfico da função f ( x) ! 3x 2  2x . no ponto P(-1. f '(x o ) Vejamos mais alguns exemplos para podemos assimilar melhor essas equações. f(-1)). 1).

no 2 ponto P(-2. no ponto P(4. ª 2 4º 09) Determine o ponto do gráfico da função f ( x ) ! x 3  x . R: P ©  . Solução: ( x  2) ™ ( x  2) f ( x )  f (2) x 2  (2) 2   lim   lim   lim( x  2) xp 2 xp 2 xp 2 xp 2 ( x  2) x2 x2 mt 2  2   4   mt 4 Logo a reta tangente no ponto P(2. R: 12 x  y  11 ! 0 04) Determine a reta tangente ao gráfico da função f ( x ) ! 2 x . 4). f(1)). no ponto P(2. R: P(2. no ponto P(1. 4).( x  xo ) m t lim y  4 ! 4 ™ ( x  2)   y  4 ! 4 x  8   4 x  y  8  4   4 x  y  4 ! 0 4x  y  4 ! 0 Questões Propostas 01) Determine o coeficiente angular da reta tangente ao gráfico da função f ( x) ! 4x 2 . em que a reta tangente t é paralela a reta (r)7x  4y ! 2 . R: x  2 y  4 ! 0 05) Determine a equação da reta tangente ao gráfico da função f ( x ) ! x 4  2x 3  5x 2  4x  2 no ponto x = -1. R: y ! 4x  6 06) Determine a equação da reta tangente ao gráfico da função f ( x ) ! 3x 2  5x  1 no ponto P(2. em que a reta tangente t é paralela a ¨ 1 5¸ reta (r)y ! 3x  1 . f(-2)).1) 08) Determine o ponto do gráfico da função f ( x) ! 2x  x 2 . . ª 2 8º Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I . 4). R: -8 3 02) Determine o coeficiente angular da reta tangente ao gráfico da função f ( x ) !  x 2  1 . f(2)).s ¹. R: y ! 7x  11 07) Determine todos os pontos nos quais o gráfico da função f ( x ) ! 3x 2  4x  5 tem inclinação 8. no ponto P(2.14 04) Determine o coeficiente angular da reta tangente ao gráfico da função f(x) ! x 2 .  ¹ . 3). ( y  f ( xo )) ! f '( xo ). R: ¨ 1 5¸ ! ©s .Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. R: 6 03) Determine a reta tangente ao gráfico da função f ( x ) ! 3x 2  1 .

e calcularmos os coeficiente angular da reta tangente. Observando o gráfico acima. onde sabemos que a posição de um ponto material em movimento sobre uma curva (trajetória) conhecida pode ser determinada. para um ponto ponto. Uma outra aplicação do estudo da taxa de variação média serve para explicar um importante tópico da Física no capitulo de Cinemática. para calcular a velocidade escalar do móvel ponto t o. chamada função horária do ponto. assim. sabemos que: celeração édia (am ) ! em movimento. podemos afirmar que a velocidade de um ponto móvel num instante t o é igual à derivada da função horária S(t) no instante em que t = to. e supondo conhecida a definição de velocidade. teremos a expressão v = f(t). isto é: (t o ) ! (t o ) Sabemos que. usaremos a taxa de variação média.Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. podemos afirmar que a aceleração de um ponto móvel num instante t o é igual à derivada da função velocidade v(t) no instante em que t = to. a velocidade v pode variar em função do tempo t. para fazer o estudo do movimento retilíneo uniformemente acelerado em Cinemática. em cada instante t. chamada função da velocidade do v(t)  v(t o ) v ! t t  to A aceleração escalar do ponto t o é o limite: t pto t pt o Considerando a definição de derivada. S é uma função de t e indicamos por S = S(t). Do estudo da cinemática. teremos: elocidade média ( m )! (t)  (t 0 ) ! t  t0 t Então.15 AULA 08 Após fazemos a interpretação geométrica da taxa de variação média. medida sobre a curva. através de sua abscissa s. isto é: Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I   a m ! lim a m ! lim v(t)  v(t o ) v ! lim ! v (t o ) t p0 t t  to . temos: V(t o ) ! lim   lim tp to t pt o S(t)  S(t o ) s ! lim ! S'(t o ) tp 0 t  to t Considerando a definição de derivada. Assim.

16 a(t o ) ! v'(t o ) Questões Resolvidas 01) A equação horária de uma partícula em movimento é S = 4t 2 (Unidade SI: t em segundos e s em metros). Determine: a) A aceleração média da partícula entre os instantes t1 = 1s e t 2 = 6s. Determine: a) A velocidade média da partícula entre os instantes t 1 = 2s e t 2 = 5s. Solução: (t) v(10) 4 ™ t 2   (10) (10) ! lim 4 ™ (10) 2 ! 4 ™100 ! 400 (t)  (10) 4 ™ t 2  400 4 ™ (t 2 100)   v(10) ! lim   v(10) ! lim ! t p10 t p10 t p10 t  10 t  10 t  10 4 ™ (t  10) ™ (t  10) v(10) ! lim   lim 4 ™ (t  10)   4 ™ (10  10) ! 4 ™ 20 ! 80 m/s t p10 t p10 t  10 v(10) ! 80 m/s 02) A equação da velocidade de uma partícula em movimento é v = t2 .2t (Unidade SI: t em segundos e v em metros por segundo). Solução: v(1) v(6) am ! (1) 2  2 ™1   1  2 ! 1 (6) 2  2 ™ 6   36  12 ! 24 v(t)  v(t o ) v(6)  v(1) 24  ( 1) 24 1 25   am !   am !   am !   am ! t  to 6 1 6 1 5 5 a m ! 5 m/s 2 b) A aceleração da partícula no instante t = 3s é dada pela derivada de v no ponto t = 3s Solução: v(3) (3) 2  2 ™ 3 ! 9  6 ! 3 v(t)  v(3) t 2  2t  3 (t  3) ™ (t  1)   a(3) ! lim   a(3) ! lim t p3 t p3 t p3 t 3 t 3 t 3 2 a(3) ! lim(t  1)   (3  1)   a(3) ! 4 m/s a(3) ! lim t p3 Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I .Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. Solução: S(2) = 4 ™ t 2   4 ™ (2) 2 ! 4 ™ 4 ! 16 S(5) = 4 ™ t 2   4 ™ (5) 2 ! 4 ™ 25 ! 100 m ! S(t)  S(t o )   t  to m ! S(5)  S(2)   52 m ! 100 16   52 m ! 84 3 m ! 24 m/s b) A velocidade da partícula no instante t = 10s é dada pela derivada de s no instante t = 10s.

Solução: v(t 0 ) ! S (t 0 ) S(t 0 ) = t 2  5t + 1   S (t 0 ) = 2t . Determinar a aceleração do móvel no instante t = 3s. R: 5 m/s.5 v (t 0 ) = 6t   a(t 0 ) ! v (3)   6 ™ 3 =18 m/s2 a(t 0 ) ! 18 m/s 2 06) Um móvel se desloca segundo a função horária S = t 3 + t 2 + t (nas unidades: S em metros e t em segundos). Determine: a) A velocidade média da partícula entre os instantes t 1 = 1s e t 2 = 3s. 02) A equação horária de uma partícula é dada S = t 3 (Unidade: SI).5 = 20 . b) A velocidade da partícula no instante t = 6s. Solução: v(t 0 ) ! (t 0 ) (t 0 ) t 2  3t   (t 0 ) 11 m/s 2t 3   (4) 2 ™4 3 11 m/s v(t 0 ) ! (t 0 ) 04) Um ponto em movimento obedece à equação horária S = t 2 . Determine: Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I .17 03) Um ponto em movimento obedece à equação horária S = t2 + 3t (nas unidades: S em metros e t em segundos).Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág.5   S (10) = 2 ™10 .3t (Unidade: SI).5t + 1 (nas unidades: S em metros e t em segundos).5 = 15 m/s v(t 0 ) ! S (t 0 ) = 15 m/s 05) Um móvel se desloca segundo a função horária S = t 3 . Determinar a aceleração do móvel no instante t = 1s. R: 21 m/s.5t + 3 (nas unidades: S em metros e t em segundos). Solução: v(t 0 ) ! S (t 0 ) a(t 0 ) ! v (t 0 ) S(t 0 ) = t 3  5t + 3   S (t 0 ) = 3t 2 . Solução: v(t 0 ) ! S'(t 0 ) a(t 0 ) ! v'(t 0 ) S(t 0 ) = t 3  t 2 + t   S'(t 0 ) = 3t 2 + 2t + 1 v'(t 0 ) = 6t + 2   a(t 0 ) ! v'(3)   6 ™1 + 2 = 8 m/s 2 a(t 0 ) ! 8 m/s 2 Questões Propostas 01) Um ponto em movimento obedece á equação horária S = 2t 2 . Determinar a velocidade do móvel no instante t = 4s. Determinar a velocidade do móvel no instante t = 10 s.

R: 40 m/s 2. no instante t = 3s. c) S = -2t 2 + 50. Determine a aceleração 3 10) A função posição de uma partícula é dada por S(t) ! t 3  4. R: 33 m/s. R: -12 m/s.4t + 8 (Unidade: SI). no instante t = 1s. 03) Determine a velocidade da partícula cuja equação horária é dada por (Unidade: SI). 11) Uma partícula move-se de acordo com uma lei do movimento S(t) ! t 3  12t 2  36t com t u 0 . 06) Determine a aceleração da partícula cuja velocidade é dada pela equação (Unidade: SI). Quando a partícula atinge a velocidade de 5 m/s? R: t = 4s. b) A aceleração da partícula no instante t = 5s. R: 48 m/s. R: 77 m/s . Onde t e medido em segundos e s.Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. no instante t = 0s. R: 56 m/s . R: 18 m/s . R: 300 m/s 2. b) A velocidade da partícula no instante t = 4s. sabendo que a sua equação horária é dada por S = 3t 2 . Determinar a sua velocidade no instante t = 4s. Determine: a) v = 2 2 ™ t  1 . b) S = t 2 . R: 128 m/s 2. em metros. 3 b) v = 4t 3. R: 79 m/s. R: 12 m/s 2. R: 44 m/s 2.18 a) A velocidade média da partícula entre os instantes t 1 = 3s e t 2 = 7s. b) A aceleração da partícula no instante t = 10s. Determine: a) A aceleração média da partícula entre os instantes t1 = 2s e t 2 = 9s. a) S = 4t 2 + 18t. 07) Determine a velocidade de uma partícula no instante t = 10s. Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I . no instante t = 3s.3t + 2. 04) A velocidade de um ponto em movimento varia segundo a equação v = 4t2 (Unidade: SI). R: 4 m/s 2. no instante t = 40s. 09) Um corpo móvel percorre uma curva obedecendo à equação horária S(t) ! t  t 2 . 4 2 3 ™ t .5t 2  7t com t u 0 . 05) Uma partícula se move sobre uma curva com uma velocidade dada pela equação v = t 3 (Unidade: SI). 08) Uma partícula se move sobre uma curva com uma velocidade v ! da partícula no instante t = 8s. R: 31 m/s 2. Determine: a) A aceleração média da partícula entre os instantes t1 = 1s e t 2 = 5s.

o cálculo diferencial é usado na análise do espalhamento do boato (ou inovações. o custo e o lucro marginal na economia. ou padrões). a taxa do fluxo do calor na geologia. a derivada. dP/dt. ou modismo. Um único conceito matemático abstrato (tal como a derivada) dentre outros. a potência e o gradiente da temperatura na física. isto é. a densidade. Se p(t) denota a proporção de uma população que fica sabendo de um boato no instante t. que é o gráfico do desempenho P(t) de alguém aprender alguma cois a como função do tempo de treinamento t. aqueles interessados na teoria do aprendizado estudam a chamada curva do aprendizado. podemos voltar e aplicar esses resultados para todas as ciências. pode ter interpretaçôes diferentes em cada uma das ciências. a taxa de desenvolvimento do desempenho na psicologia todos esses são casos especiais de um único conceito matemático. Um engenheiro quer saber a taxa segundo a qual a água flui para dentro ou para fora de um reservatório. então a derivada dp/dt. Em psicologia.19 a) Encontre a aceleração no instante t e depois de t = 3s. Isto é uma ilustração do fato de que parte do poder da matemática está em sua abstração. representa a taxa de espalhamento do boato. È de particular interesse a taxa segundo a qual o desempenho melhora à medida que o tempo passa. Da mesma forma a velocidade. Nas próximas aulas vamos verificar essas afirmaçôes bom estudo!!! Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I . Quando desenvolvemos as propriedades do conceito matemático de uma vez por todas.Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. Em fim as taxas de variação ocorrem em todas as ciências. a corrente. R: 6t ± 24 e -6 m/s2. Um geólogo se interessa em saber a taxa na qual uma massa de rocha fundida através da condutividade térmica com o meio rochoso que a envolve. um geógrafo está interessado na taxa de variação da densidade populacional em uma cidade à medida que aumenta a distância de seu centro. Isso é muito mais eficiente do que desenvolver as propriedades de conceitos especiais separadas para cada ciência. Em sociologia. a taxa de reação e a compressibilidade na química. a taxa de crescimento e o gradiente da velocidade do sangue na biologia. um meteorologista está interessado na taxa de variação da pressão atmosférica em relação à altura. O matemático francês Joseph Fourier (1768-1830) colocou isso sucintamente: ³Os matemáticos comparam os mais diversos fenômenos e descobrem as anlogias secretas que os unem´.

Todavia o conceito de derivada também pode ser interpretado como taxa de variação.Definição de derivada: Dizemos que a função f (x) é derivável no ponto xo. 07 e 08. (x (y . O quociente é (y f ( x  (x)  f ( x) . (x p 0 ( x (x p 0 dx (x Questões Resolvidas 01) Usando a definição de derivada. existir e for único f (x) ! lim x p xo (x p 0 f ( x  (x )  f ( x ) . a correspondente variação de y a (y ! f ( x  (x)  f ( x) . que representa a taxa ! (x (x de variação de y em ralação a x é chamado de razão incremental ou razão dos acréscimos.x 31  2. derivada sucessivas. E a taxa instantânea de variação ou simples taxa de variação de y em relação a x. vimos que a mesma serve para calcular coeficiente angular da reta secante e tangente. que é a definição formal de derivada f ( x ) ! lim 9.20 AULA 09 Quando estudamos a taxa de variação média. velocidade e aceleração no estudo da cinemática.Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. aplicações em economia e resolução de equações polinomiais. quando a variável independente varia de x a x  x . x  xo Notações: f '(x) ! dy f ( x  (x )  f ( x ) (y ou f '(x) ! lim ou f '(x) ! lim . se o limite da razão incremental quando (x p 0 . pois dada uma função y ! f ( x) . 06.1 . (x f ( x )  f ( xo ) . calcule: 1) f ( x ) ! x 1ª Maneira 1 f ( x) ! x 2 ! 2ª Maneira (x p 0 1 1 1 1  1 1 1 1 1 1 ™ x2 ! ™ x 2 ! ™ 1 ! ™ ! 2 2 2 2 2 x 2 x x lim ( x  (x )  x ( x  (x )  ( x ) ( x  (x ) 2  ( x ) 2 f ( x  (x )  f ( x )   lim ™   lim (x p 0 (x p 0 (x ( x  (x  (x (x ( x  (x )  ( x ) x) x  (x  x (x ( x  (x  x ) ! lim 1 x  (x  x (x p 0 ! lim (x p 0   1 x0  x ! 1 x x ! 1 2 x 2) f ( x ) ! x 2  2 x 1ª Maneira f ( x ) ! 3. Nessa aula estudaremos regras derivação ou as propriedades operatórias.1 ! 3x 2  2 2ª Maneira Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I . usando o mesmo conceito de taxa de variação média.x ! 3x 2 2. derivadas das funções elementares. nas aulas.

(x  (x 2  2 x ! 3 x 2  3 x. economia. então f é contínua em xo lim f ( x) ! f ( xo ) . (x Teorema: Seja a função f : x p xo p e xo. no estudo de Limite. podemos definir uma função f: I p R. existe. Para cada xo. Esta função é chamada derivada de f ou simplesmente derivada de f. aplicando-se a de inição de derivada de (x p o uma unção num ponto genérico x  I.21 lim lim lim f ( x  (x )  f ( x ) (x ( x  (x )3  2( x  (x )  ( x3  2 x) (x p 0 (x x 3  3. (x) pode ser determinada a partir da lei (x). Se f é derivável em xo.1 ! 3 x 2  2 3) f ( x) ! 4 x 2 1ª Maneira f ( x ) ! 4 ™ 2 x 2 1 ! 8 x 2ª Maneira f ( x  (x)  f ( x) (x 4( x  (x)2  ( 4 x2 ) 4 x2  8 x ™ ( x  4( ( x)2  ( 4 x2 ) 4 x2  8 x ™ ( x  4( ( x)2  4 x2   lim   lim   lim (x p 0 (x p 0 (x p 0 (x (x (x 8 x ™ (x  4( (x) 2 (x ™ ( 8 x  4 ™ (x ) (x ™ ( 8x  4 ™ (x )   lim   lim   lim (x p 0 (x p 0 (x p 0 (x (x (x lim  8 x  4 ™ (x ! 8 x  4 ™ 0 ! 8x (x p 0 lim (x p 0 9.Universidade do Estado do Pará (x p 0 Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. para explicar o Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I .Regras de Derivação: As derivadas são muito usadas em engenharia. que associa cada xo  I a derivada de f no ponto xo.2 . ciências. A lei d . Já demonstrado na aula de 03. f ( x ) ! lim f ( x  (x )  f ( x ) .(x 2  (x 3 2 x  2 (x  x 3 2x (x p 0 (x 2 2 (x ™ (3 x  3 x.x 2 .(x  3 x. 9.Função derivada: Seja f uma função derivável no intervalo aberto I. y ou dx .(x  (x  2) lim (x p 0 (x (x p 0 lim 3 x 2  3 x. medicina e ciências da computação para calcular a velocidade e a aceleração.  A. e é único o limite: f ( x o ) ! lim (x p 0 f ( x o  (x )  f ( x o ) (x Portanto. Habitualmente a derivada de f é representada por f (x) .3 . pertencente a I.0  0 2  2 x ! 3 x 2  2 x ! 3 x 2  2.

b[. Obter derivadas calculando limites tal como vimos nas aulas 06. também é derivável em I e sua derivada é dada por: f '( x) ! u '( x ) ™ v ( x )  u ( x ) ™ v '( x ) Demonstração: Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I . b[. obtemos: !  (x p 0 (x (x (y (u (v lim ! lim  lim   f ( x) ! u ( x)  v ( x) (x p 0 (x (x p 0 (x (x p 0 (x ?u ( xo  (x)  u ( x)A  ?v( xo  (x)  v( x)A 9. duas funções deriváveis em I = ]a. Sejam u = u (x) e v = v (x).Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. funções deriváveis em I = ]a. Temos que a função f (x) = u (x) ™ v (x). Demonstração: (y (x (y (x (y (x (y (x (y (x (y (x ! ! ! ! ! f ( xo  (x )  f ( x ) (x ?u ( xo  (x)  v( xo  (x) A ?u ( x)  v( x) A (x ?u ( xo  (x)  v( xo  (x) A u ( x)  v( x) (x ?u ( xo  (x)  u ( x)A ?v( xo  (x)  v( x)A (x (x (x (u (v e aplicando a de inição de lim . Temos que a função f (x) = u (x) + v (x).2 .3. Demonstração: f ( x ) ! u ( x)  v( x) f ( x ) ! u ( x)  ?v( x) A f ( x ) ! u ( x)  ?v( x) A   f ( x ) ! u ( x)  v ( x) 9.Derivada da soma: É a soma das derivadas. também é derivável em I e sua derivada é dada por: f '( x ) ! u '( x)  v '( x) .3.Derivada da diferença: É a diferença das derivadas. Temos que a função f (x) = u (x) .3.3 ± Derivada do produto: É o produto da deriva da 1ª função pela 2ª função. b[.22 funcionamento de máquinas. 9. Sejam u = u (x) e v = v (x).v (x). duas funções deriváveis em I = ]a. 07 e 08 pode ser demorado e difícil. também é derivável em I e sua derivada é dada por: f ( x ) ! u ( x )  v ( x ) . para estimar a diminuição do nível da água quando ela é bombeada para fora de um tanque e para prever as conseguencias de erros cometidos durante medições.1 . somado com o produto da 1ª função pela derivada da 2ª função. Sejam u = u (x) e v = v (x). Desenvolveremos técnicas e fórmulas para calcular derivadas mais facilmente.

obtemos: v( x  (x) ™ v( x) u ( x  (x) ™ v( x)  u ( x) ™ v( x)  u( x) ™ v( x)  u( x) ™ v( x  (x) (y ! v ( x  (x ). duas funções deriváveis em I = ]a. temos: (y !  v( x  (x) v( x) u ( x  (x) ™ v( x)  u( x) ™ v( x  ( x) (y ! somando e subtraindo o fator u ( x) ™ v( x)  u ( x) ™ v( x) . Temos que a função f ( x) ! u(x) .4 .Derivada do quociente: É o produto da deriva da 1ª função pela 2ª função.m.3. b[ e v (x) { 0. temos: v ( x  (x ) ™ v ( x ) v ( x  (x ) ™ v ( x ) (y ! ?u ( x  (x )  u ( x )A™ Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I ¡ .c.v ( x ) (y ! ?u ( x  (x)  u ( x)A™ v( x)  u ( x) ™ ?v( x  ( x)  v( x)A v ( x  (x ) ™ v ( x ) v( x) u ( x)  ™ ?v ( x  ( x )  v ( x )A  Dividimos por (x . subtraindo o produto da 1ª função pela derivada da 2ª função e o resultado dividimos pela o quadrado da 2ª função.23 (y f ( xo  (x )  f ( x ) ! (x (x  (x) ™ v( xo  (x)  u ( x) ™ v( x) (y u ( xo ! (x (x Somando e subtraindo o fator u ( x) ™ v( xo  (x)  u ( x) ™ v( xo  (x) .Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. Sejam u = u (x) e v = v (x). também é derivável em I e sua derivada é dada por: v(x) f ( x) ! u ( x) ™ v( x)  u ( x) ™ v ( x) [v( x)]2 Demonstração: (y ! f ( x  (x )  f ( x ) u ( x  (x u ( x) Obtendo o m. (y u ( xo  (x ) ™ v ( xo  (x )  u ( x ) ™ v ( xo  (x )  u ( x) ™ v( xo  (x)  u ( x) ™ v( x) ! (x (x (y ?u ( xo  (x )  u ( x )A™ v ( xo  (x )  u ( x ) ™ ?v ( xo  (x)  v( x)A ! (x (x ?v ( xo  (x)  v( x)A usando a de inição lim obtemos (y ?u ( xo  (x )  u ( x )A ! ™ v ( xo  (x)  u( x) ™ (x p 0 (x (x (x ?u ( xo  (x)  u ( x) A™ lim v( x  (x)  u( x)  lim u( x) ™ lim ?v( xo  (x)  v( x)A (y lim ! lim o (x p 0 (x p 0 (x (x p 0 (x p0 (x p0 (x (x f ( x ) ! u ( x ) ™ v ( x )  u ( x) ™ v ( x) Por extensão: a derivada de f ( x) ! u ( x) ™ v( x) ™ t ( x) é dada por: f ( x) ! u ( x) ™ v( x) ™ t ( x )  u ( x) ™ v ( x) ™ t ( x )  u ( x) ™ v( x) ™ t ( x ) 9.

somando as frações com os mesmos denominadores obtemos v 2 ( x) v 2 ( x) u '( x ) ™ v ( x )  u ( x ) ™ v '( x ) ?v( x)A (x) ! x n   2 9.3.24 Aplicando a (x diferença de derivada quando (x p 0 . obtemos: ?v( x  (x)  v( x)A (y ?u ( x  (x )  u ( x )A v(x) u ( x) ! ™  ™ (x (x (x v ( x  (x ) ™ v ( x ) v ( x  (x ) ™ v ( x ) lim ?u ( x  (x)  u ( x)A ™ lim ?v( x  (x)  v( x)A u ( x) (y v( x) ™ lim  lim ! lim 0 0 (x p 0 (x p 0 (x p 0 (x (x p 0 (x p 0 (x (x v ( x  (x ) ™ v ( x ) v ( x  (x ) ™ v ( x ) 1 4 42 4 43 1 4 42 4 43 v ( x )™ v ( x ) v ( x )™ v ( x ) f '( x ) ! u '( x ) ™ f '( x ) ! f '( x ) ! v( x) u ( x) v ( x ) u ( x)  ™ v '( x )   u '( x ) ™ 2  ™ v '( x ) v( x) ™ v( x) v( x) ™ v( x) v ( x) v 2 ( x) u '( x ) ™ v ( x ) u ( x ) ™ v '( x )  .Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. Efetuando a divisão de © ! ¹ . obtemos o resultado: (x ( x  (x )  x ª AB º .5 ± Derivada da potência: (x) ! n ™ (x) n 1 Demonstração usando a razão incremental: ¨ A 2  B2 ¸ (y ( x  (x ) n  x n .

(y n2 ! (x  x)n 1  (x  x)n 2 ™ x  K  . substituindo A ! ( x  (x) e ! ( x) .A n 1  An2 ™ B   A ™ Bn  2  B n1 .

x  x ™ x  x n 1 , usando a definição de derivada lim . (x p 0 (x
0 n 2 0 0 (y ™ x  lim xn 1 ! lim ( x  (x )n 1  lim ( x  (x ) n 2 ™ x  K  lim x  (x (x p 0 (x p 0 (x (x p 0 (x p 0 (x p 0 n 1 n 2 n 2 n 1 n 1 n  2 1 n  2 1 n 1 n 1 n f ( x) ! x  x ™ x  K x ™ x  n   x  x x 4 n x 4 4 K x  x   1 4  x41 4 2 n 1  K4 4x31

lim

n vezes

f ( x ) ! n ™ (x)

n 1

9.3.6 ± Derivada da raiz: f (x) ! n x   f '(x) ! 1 n ™ ( x )n 1
n

x { 0.

Demonstração: usando a razão incremental: n n (y n x  (x  n x x  (x  n x x  (x  n x !     n n (x (x ( x  (x )  x x  (x  n x

1 n ou ainda (y ! (x 1 .

n x  (x n .

x n n n   (y ! (x .

n x  (x n 1  n x™ .

n

x  (x

n 2 

K 

x
n

n 1

x  (x  n x  Adicionamos a definição de lim , onde obtemos: (x p 0 1 (y 1 1 lim ! lim  K  lim  lim n 1 n 2 n 1 (x p 0 (x (x p 0 (x p 0 n (x p 0 0 ¸ 0 ¸ ¨n ¨n n x x  (x ¹ x ™ © x  (x ¹ © ª º ª º

Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I

Universidade do Estado do Pará f '( x ) ! 1 Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág.25 K  1 .

. x n n 1  n 1 x.

x n n 2 .

x n n 1   f '( x ) ! 1 n n 1 .

x .

x .

x 3 1 4 4 4 44 2 4 4 4 4 4 n n 1 n n vezes. logo:  1  1 n 1 f '( x ) ! n™ 1 .

5) e (10. x n n 1 Conseqüências das fórmulas de derivadas ( 10.6) Demonstração: (x) ! x   ( n x ) m m m n y! xn   y ! m m 1 ™ x n ou y ! n .1.1.

x n m  y ! m n .

x n mn De acordo com a regra estabelecida no item anterior temos: 1 y ! m ™ ( n x ) m 1 ™ ( n x ) logo n x ' ! n-1 n™ n x .

x .

Conforme já provamos anteriormente temos: y ' ! m ™ ( n x ) m 1 ™ n™ 1 .

x n n-1   m n .

4. 9. temos: f ' (x) = 0. temos: f '(x) = 1.4 . Demonstração: y f (x  x)  f (x) y f (x  x)  f (x) y k k 0 !   !   !   !0 x x x x x x x y   lim 0   f '( x) ! 0 lim x p0 x x p0 9.4.3 . k  ¡ . Dada a função f (x) = k.2 Função constante: A derivada da constante é igual a zero.Derivada da função seno: A derivada da função seno é igual a função cosseno. x  ¡ . Dada a função f (x) = x. Demonstração: y f (x  x)  f (x) y f (x)  x  f (x) y y !   !   !  1 x x x x x x y   lim 1   f '( x) ! 1 lim x p0 x x p0 9. Dada a função f (x) = sen x. n mn ¨m¸ © logo temos y ! © ¹ ™ x ª ªnº ¨ m n ¸ ¹ n º ¨ m ¸ © 1 ¹   y ! © ¹ ™ xª n º ªnº ¨m ¸ 9.4.Derivada das Funções Elementares: Apresentaremos as derivadas das funções elementares. Demonstração: Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I . temos: f ' (x) = cos x.1 Função Identidade: A derivada da função identidade é igual a um.

lim cos ¨ x  x ¸ ª º ™ cos x  © ¹ ! lim ! © ¹ usando lim0 obtemos   lim0 xp xp x p0 © x x 2 º x x p0 2 ¹ ª ª º 2 2 1 44 2 4 43 .4.Universidade do Estado do Pará y sen(x  x)  sen x !   x x Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág.7.F !1 y x y x f '(x) ! sen(x  0) ™ 1   f '(x) ! sen x 9. Demonstração: f (x) ! tg(x)   f (x) ! f (x) ! u(x) v(x) sen x cos x f (x) ! f (x) ! u (x) ™ v(x)  u(x) ™ v (x) « v(x)2 » ­ ½ cos x ™ cos x  sen x ™  sen x v (x) ! cos x   v '(x) !  sen x 1 6 44T.T.4. Dada a função f (x) = cos x.Derivada da função cosseno: A derivada da função cosseno é igual a menos função seno.T.5 .Derivada da função tangente: A derivada da função tangente é igual a função secante elevado ao quadrado. !1 . Dada a função f (x) = tg x. temos: f ' (x) = sec2 x . ¨ x¸ 2 ™ sen © ¹ x¸ ¨ x¸ ¨ ª 2 º 2 ™ sen © ¹ ™ cos © x  2 ¹ x¸ ¨ ª 2 º ª º z2   2 ! ™ cos © x  ¹ x x 2 º ª 2 ¨ x¸ ¨ x¸ sen © sen © 0 ¹ x¸ y 2 ¹ ¨ ª 2 º .T 4 4 8 2 cos x  sen 2 x 1 f (x) !   2 cos x cos2 x f (x) ! sec2 x Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I ¦ ¥ u (x) ! sen x   u '(x) ! cos x ?cosx A 2 ¤ £ ¢ ¢ y x ¨x xx¸ ¨x x x ¸ 2 ™ sen © ¹ ™ cos © ¹  Transformando o numerador em 2 2 ª º ª º produto e dividindo por 2 a x expressão obtemos.26 y x f (x) ! 1 ™ cos x   f (x) ! cos x 9. temos: f ' (x) = -sen x Demonstração: y cos(x  x)  cos x !   x x ¨x xx ¸ ¨x xx¸ 2 ™ sen © ¹ ™ sen © ¹ 2 2 ª º ª º x x¸ ¨ ¨ x¸ 2 ™ sen © x  ¹ ™ sen © ¹ 2 º ¨x xx¸ ¨x xx¸ ª ª 2 º 2 ™ sen © ™ sen © ¹ ¹ 2 2 2 ¨ x¸ ª º ª º z2   ™ sen © ! ¹ x x ª 2 º 2 ¨ x¸ ¨ x¸ sen © sen © ¹ ¹ x¸ y x¸ 2 º ¨ ¨ ª ª 2 º ! sen © x  ™   lim !  lim sen © x  ™ lim ¹ ¹ x p0 x x p0 x x 2 º 2 º xp 0 ª ª 2 2 43 1 44 2 4 L.4 .

6 .Derivada da função cotangente: A derivada da função cotangente é igual a menos função cossecante elevado ao quadrado. Dada a função f (x) = cotg x. temos: f ' (x) =  cossec2 x Demonstração: f (x) ! f (x) ! cotg x cos x f (x) ! sen x f (x) ! u (x) ™ v(x)  u(x) ™ v (x)  sen x ™ sen x  cos x ™ cos x   2 2 « v(x) » ?sen x A ­ ½  .4.27 9.Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág.

Dada a função f (x) = cossec x.Derivada da função secante: A derivada da função secante é igual ao produto das funções tangente pela secante.4. temos: f ' (x) = tg x ™ sec x. Dada a função f (x) = sec x.sen 2 x  cos 2 x 1 sen 2 x  cos 2 x     2 2 sen x sen x sen 2 x f (x) !  cossec2 x 9.8 . temos f ' (x) = a x ™ ln(a)  Demonstração: x x  a x   y ! a x ™ a x  a x y f (x  x)  f (x) y .4.Derivada da função exponencial: Dada a função f (x) = a x . Demonstração: u'(x) ™ v(x)  u(x) ™ v'(x) 0 ™ cos x  1 ™ sen x sen x f '(x) !     2 2 cos 2 x « v(x) » ?cosx A ­ ½ f '(x) ! sen x 1 ™ cos x cos x f '(x) ! tg x ™ sec x 0 f (x) ! sec x 1 f (x) ! cos x 9.Derivada da função cossecante: A derivada da função cossecante é igual a menos o produto das funções cotangente pela cossecante. com a  ¡ * e a { 1 . temos: f ' (x) = ± cotg x ™ cossec x Demonstração: 0 ™ sen x  1 ™ cos x cos x u'(x) ™ v(x)  u(x) ™ v'(x)   f '(x) !   2 2 sen 2 x « v(x) » ?senx A ­ ½ f '(x) !  cos x 1 ™ sen x sen x 0 f (x) ! cossec x 1 f (x) ! sen x f '(x) !  cotg x ™ cossec x 9.7 .9 .4.

a !   ! x x x x x x x x x f y a . .

a  1 ® (x) ! e ± ! p¯ x x x f ± (x) ! e ° .

a x  1 y ! ax ™ x x Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I .

28 Observação: quando lim x p0 .Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág.

a x  1  Usando o lim .10 . temos: f '(x) = 1 .4.4.Derivada da função logarítmica: Dada a função f (x) = ln (x). x x Demonstração: y l n(x  x)  l n(x) ! x x y 1 ! ™ ?l n(x  x)  l n(x) A x x y « ¨ x  x ¸» ! l n© ¹ x ¬ ª x º¼ ­ ½ 1 x Observação: f ( x ) ! log a .v)   (x) y ! (u) v ™ ¬ v ™ l n(u)  u ¼ ­ ½ Demonstração: y ! (u) v   l n(y) ! l n(u)v   l n(y) ! v ™ l n(u) y u ! v ™ l n(u)  v ™ y u v™u » « y ! (u) v ™ ¬ v ™ l n(u)  u ¼ ­ ½ 9.11 . f (x) ! log a x l n(x) ! log e a l n(a) « ¨x x ¸»   ¬l n ©  ¹ ¼ ­ ª x x º½ 1 1 x 1 1 1 f (x) ! x ! ™ l n(a) x l n(a) f '(x) ! 1 « ¨ y « ¨ x ¸» x x ¸» x x ! ¬l n ©1 ¹¼   lim ¬l n ©1 ¹¼   y ! lim xp0 x xp0 x º½ x º½ x ­ ª ­ ª x ! y™x l n «lim . mudança de base e .Derivada exponencial geral: v™u » « y ! (u) v   (u. obtemos: y x ! lim a . lim (x p 0 x p0 x p0 x 1 44 2 4x4 3 l n(a ) a x ! e x temos: f '( x ) ! e x ™ ln e { 1 f (x) ! a x ™ ln a f '( x ) ! e ™1 f '( x ) ! e x x 9.

1  y » ¬ yp0 ¼ ­ ½ 1 y™ x 1 x 1 x ™ l n(a) xp 0 y p0 1 1 1 ln e 1 « »   l n ¬lim .

1  y y ¼   l n(e) x ! ™   f '(x) ! yp0 x 1 x ­ ½ 9. p depende de t escrevemos p(t). e. Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I . O tipo de função que modela situações como estas chama-se de função composta. portanto o lucro também depende de t escrevemos L(p(t)). Neste caso o que temos e a composição das funções L e p. isto é. Mas a produção por sua vez.Derivada de uma função composta ou (Regra da Cadeia) Função Composta: Imagine que uma industria consiga vender tudo que produz (p) ou seja L é uma função de p logo podemos escrever L(p).5 . pode depender do tempo (t) durante o qual determinada máquina funciona.

Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág.29 Demonstração: x u .

g ( x ) y ! f .

g (x) f .

notamos que. z ! F(x  x)  F(x) ! g(f(x  x))  g(f(x)) ! g(y  (y)  g(y) pe la igauldade de (II) (f(x  x) ! y  (y portanto temos z ! g(y  (y)  g(y) Desta forma obtemos: z F(x  x)  F(x) g(y  y)  g(y) g(y  y)  g(y) y ! ! ! ™ x x x y x z g(y  y)  g(y) f (x  x)  f (x) (III) ! ™ x y x Observando a igualdade (I). e calculemos sua derivada.6 . fazendo x p 0 na igualdade (III). Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I . (I) também é derivável em x. Supondo que f seja derivável no ponto x e g seja derivável no ponto y tal que y provemos que Temos: y ! f (x  x)  f (x) e. daí. então sua derivada é a derivada segunda ou derivada de ordem 2 da função. então sua derivada é a derivada terceira ou derivada de ordem 3 da função f '' indicada por f '''. vem: f (x  x) ! f (x)  y ! y  y (II) Também temos. Se a função também for derivável em I.g (x) Seja f: A p B uma função dada pela lei y z g(y). indicada por f ''. « g(y  y)  g(y) f (x  x)  f (x) » « z g(y  y)  g(y) » « f (x  x)  f (x) » ! lim ¬ ™ ¼ ! ¬ lim0 ¼ ™ ¬ lim0 ¼ x p0 x y x y x ½ ­ ½ ­ xp ½ ­ xp « f (x  x)  f (x) » g(y  y)  g(y) » «   ¬ lim ¼ ™ ¬ lim0 ¼ ! g '(y) ™ f '(x) yp0 xp y x ½ ­ ½ ­ Desta forma Obtemos: 9. quando x p 0 . f(x) . Existe a função composta f:A p f(x) . o mesmo ocorre com então. encontramos: lim ! x p0 y p 0.Derivada Sucessiva ( x) ! g(f ( x))   ( x) ! g (f ( x)) ™ f ( x) Seja f uma função derivável em um intervalo aberto I. Se a função f '' também for derivável em I. Seja g: (x) p uma função dada pela lei dada pela lei z g(f(x)) .

Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. chegamos às seguintes definições: 1) C (x) ! C (x) ! 2) R (x) ! R (x) ! dC ! Custo marginal = O custo extra na produção de uma unidade adicional. o custo marginal de produção de n unidades é aproximadamente igual ao custo da produç ão de mais uma unidade [(n + 1)ésima unidade]. temos x ! 1 e n muito grande (tal que C (n) } C(n  1)  C(n) . onde a representa os custos gerais indiretos (aluguel. mas o custo da mão-de-obra poderia depender parcialmente de potências mais altas de x. dx dR ! Receita marginal = a receita extra pela venda de uma unidade adicional. Em geral é apropriado representar uma função custo por um polinômio C(x) ! a  bx  cx 2  dx 3 . A função C é chamada função custo. R(x) e L(x). Notações: f (1) (x) ! y(1) ! dy !y dx f (2) (x) ! y(2) ! d2 y !y dx 2 f ( n ) ! y (n) ! dn y ! yn . da função f. que é denominado pelos Economistas por custo marginal logo lim C dC . Se o número de itens produzido estiver crescendo x1 para x2 o custo adicional será grandeza quando C C(x 2 )  C(x1 ) C(x1  x)  C(x 2 ) . Considerações semelhantes se aplicam às funções receitas e lucro. receita ou lucro os mesmos usam os termos custo marginal. se a derivada de ordem n for derivável em I.30 E assim por diante. mas podemos sempre substituir C(x) por uma função aproximativa suave. x é pequeno comparado com n).7 . lucro marginal e receita marginal para as taxas de variação do custo. ! x dx Como o valor de x pode geralmente assumir somente os valores inteiros. pode-se obter a derivada de ordem n + 1. dx Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I . da receita em relação ao número de unidades produzidas ou vendidas. em decorrências dos custos de horas extras e ineficiências envolvidas em operações de larga escala). Assim. da mão-de-obra e asssim por diante (O custo das matérias-primas pode ser proporcional a x. aquecimento. e os outros termos representam o custo das matérias-primas. Assim. manutenção). do lucro. Supondo que C(x) é o custo total que uma companhia incorre na produção de x unidades de um certo produto. oferta ou preço afetam outras variáveis tais como: custo. a taxa de variação do custo em relação ao número de itens xp 0 produzidos. isto é. pode não fazer sentido tomar Fazendo x .Aplicação de derivada na Economia: Análise Marginal Em negócios e economia é comum economista estarem interessados em como mudanças em variáveis tais como produção. O limite dessa ! ! x x 2  x1 x x p 0 . dx n 9.

Então p é chamada função demanda (ou função preço). Para compreender a razão destas afirmações. Se x unidades forem vendidas e o preço por unidade for p(x). A derivada (x) ! x ™ p(x) e é denominada função rendimento (ou função a e portanto o lucro aumenta com o diminuição (x) da função rendimento é conhecida como função rendimento marginal. vale a pena diminuir a produção.Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. Se o lucro for máximo. suponha que o nível de produção seja x = a. Se o lucro marginal é positivo. vale a pena aumentar a produção. a derivada da função lucro. e é a taxa de variação do rendimento em relação ao número de unidades vendidas. Assim. para x próximo de a. e P é dita função lucro. L (a) 0 . Se x unidades forem vendidas. uitas decisões econômicas são baseadas na análise do custo e receita marginal. com a minimização do custo médio. Suponha que estejamos interessados em escolher um valor de x tal que o lucro aumente. de acordo coma definição de derivada: L (a) ! lim x pa L(x)  L(a) xa Assim. o sinal de L (x) é o mesmo de x  a . Supondo que a função L(x) seja derivável no ponto a. as se P (x) ! (x)  C (x) ! 0 . significa L(x) " L(a) quando x " a e portanto o lucro aumenta com o aumento da produção. Nesse caso. temos. então o rendimento total será venda). Para maximizar o lucro procuramos por números críticos de P. representa o custo por unidade. então o lucro total será P(x) ! (x)  C(x) . A função lucro marginal é P (x) . Vamos considerar agora o mercado. então o rendimento marginal = custo marginal . os números onde o lucro marginal é zero. então (x) ! C (x) e portanto. se o lucro marginal é negativo. Queremos indicar aqui dois outras aplicações das funções marginais em economia onde a primeira tem a ver com a maximização do lucro e a segunda.31 3) (x) ! (x) ! dl ! Lucro marginal = O lucro extra de uma unidade adicional. significa L(x) " L(a) quando x da produção. ou seja. e esperamos que ela seja uma função decrescente de x. Seja p(x) o preço por unidade que uma companhia pode cobrar se ela vende x unidades. quando x unidades são x (x) é a inclinação da reta que liga a origem ao ponto . temos também a relação L (x) ! (x)  C (x) ou (x)  C (x) . a derivada é o quociente têm o mesmo sinal. Notando que C(x) . dx Como L (x) ! L(x) ! (x)  C(x) . para valores de x próximos de a. tal que L(x) L(a). A função custo médio c(x) ! produzidas. isto é. L (a) " 0 . enquanto. Uma regra básica é a seguinte.

x Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I . (x) .x.

com multiplicidade m. onde ( x) é a derivada .1 da equação ( x) ! 0 . Notemos que: f (3) (x) ! n(n  1)(n  2)a n x n 3  (n  1)(n  2)(n  3)a n 1x n  2  K K  3 ™ 2 ™1 ™ a 3 E. Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I .32 È aparente que deve existir um mínimo absoluto. a fim de abaixar o nosso custo médio. se nosso custo marginal for maior que nosso custo médio.8 . Notemos que: f (2) (x) ! n(n  1)a n x n  2  (n  1)(n  2)a n 1x n 1  K K  3 ™ 2 ™ a 3 x  a 2 A derivada da função polinomial f (2) (x) é chamada função polinomial derivada .Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. Neste sentido ( x) ou f 1 ( x) também é uma função polinomial é possível determinar a sua função polinomial derivada (f ( x)) . x portanto. Da teoria de equação polinomial onde f ( x) ! 0 . obtendo a chamada função derivada . então deveremos produzir menos.segunda de f ( x) . então deveremos produzir mais e abaixando assim o nosso custo médio. definida por f '(x) ! na n x n 1  (n  1)a n 1 x n 2  (n  2)a n  2 x n 3  K K  a1  0 . então r é raiz de multiplicidade m . f (n) (x) ! (f (n 1) (x)) ' Vamos ver agora os teoremas que facilitam a pesquisa das raízes múltiplas de uma equação polinomial. Da mesma forma. chama-se função polinomial derivada de f (x) a função f ' : £ p £ . Se o custo médio for mínimo. a derivada da função polinomial f (n . Para encontrá-lo localizamos o ponto crítico de c usando a regra do quociente para diferenciar a equação do custo médio c (x) ! x ™ (x)  (x) .Aplicação das Derivadas Sucessivas na Resolução de Equações Polinomiais Definição: Dada a função polinomial f : £ p £ definida por f (x) ! a n x n  a n 1x n 1  a n  2 x n 2  K K  a 1x  a 0 x onde a 0 { 0 e n 0 . e temos x2 (x) ! (x) ! c(x) . pois se o nosso custo marginal for menor que o nosso custo médio. assim por diante. então custo marginal = custo médio. temos: f (x) | (x  r)m ™ q(x) e q(r) { 0 Teorema: Se r é uma a raiz de multiplicidade m da equação ( x) ! 0 .primeira de ( x) . 9. então x ™ (x)  (x) ! 0 . que será denotada por f ( x ) ou f 2 ( x) . Esse princípio é plausível.1) ( x) é chamada função derivada enésima de f ( x) e será denotada por f (n) ( x ) .terceira f ( x) e será denotada por ( x ) ou (3) ( x) . como c (x) ! 0 .

K . então r é raiz de: f (1) ( x) ! 0. f (1) ( x) ! 0.K . 1  x 3 2 ™ 1  x3 2) f ( x) ! u ( x) ! 1  senx   u ( x) ! cos x v ( x ) ! 1  senx   v ( x ) !  cos x cos x.v '( x) f '( x ) !   f '( x ) ! 2 2 ?v( x)A ?(1  sen x )A cos x  cos x.v( x)  u ( x). f (1) ( x ). f (3) ( x) ! 0.Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. f (3) ( x) ! 0. temos que r é raiz de multiplicidade m±1 de m ™ q(r) (x  r) m ™ q (r) (x) ! 0 . então a multiplicidade de r em ( x) ! 0 é m. f (2) ( x) ! 0.v ( x )  u ( x). K . Resumindo: ³A condição necessária e suficiente para que um número r seja raiz com multiplicidade m de uma polinomial f ( x) ! 0 é que r seja raiz das funções f ( x ).1. v ( x ) ! 1  x 3 ! (1  x 3 ) 2   v '( x ) ! 3x 2 2 ™ 1 x3 3x 4 v '( x ) ! 3x2 2. como ­ ½ m ™q(r) { 0 .sen x f '( x ) ! ?(1  sen x)A sen x  cos x sen x  cos x 2   f '( x ) ! 2.v ( x) f ( x) ! 2 x ™ 1  x 3  x 2 ™ f ( x) ! 2 x ™ 1  x  1  sen x 1  sen x 3 2 3 1 1 1 ™ (1  x3 ) 2 . m±3. temos: ( x) | (x  r) m-1 ™ «m ™ q(x) (x  r) m ™ q (x) » e.(1  sen x )  ?(1  sen x )A.sen x  cos x  cos x.cos x ?(1  sen x )A 2 3) f ( x) ! Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I .3 x 2   2 1  1 1 1 ™ 3x 2   v '( x ) ! ™ (1  x 3 ) 2 . m±2. Questões Resolvidas 01) Determinar a derivada das seguintes funções: 1) f ( x) ! x ™ 1  x f ( x) ! u ( x).( cos x ) u '( x ). f (2) ( x ).33 Demonstração: f (x) | (x  r)m ™ q(x)   f '( x) | m ™ (x  r) m-1 ™ q(x)  (x  r) m ™q'(x)   f '(x) | m ™ (x  r) m-1 ™ q(x)  (x  r) m ™ q'(x) Portanto. f (m-1) ( x ) e não seja raiz f (m) ( x) ´. K . e r não é raiz de Corolário 2: Se r é raiz das equações f ( x) ! 0. respectivamente. f (2) ( x) ! 0. f (m-1) ( x) ! 0 e r não é raiz da equação f (m) ( x) ! 0 . Corolário 1: Se r é raiz de multiplicidade m da equação ( x) ! 0 . f (m-1) ( x) ! 0 com multiplicidade m±1.(0  3x 2 ) ž ™ 1 2 2 (1  x 3 ) 2 1 (m) ( x) ! 0 .

e  cossec x .v '( x ) sen 2 x.  ( cossec x 3 ™ cotg x 3 ™ 3x 2 ) f ( x ) ! 3x 2 .cos 2 x  2. sen 2 x ?sen x  cos x A 2 2   2.1 2   2  2. sen x » ­ ½ ?sen x  cos x A ?sen x  cos x A  cos 2 x  sen 2 x  sen 2 x  cos x 2 2 cos x.34 2 f ( x) ! f ( x) ! f ( x) ! f ( x) ! f ( x) ! (cos x  sen x) ™ ( sen x  cos x)  ?(sen x  cos x ) ™ (cos x  sen x )A ?sen x  cos x A cos x.cos x  sen 2 x  cos x 2  cos x.cos x  « sen x. sen x  cos 2 x  sen 2 x  sen x .sen x  cos 2 x  sen 2 x  sen x .(cos x  sen x ) f '( x ) !   f '( x ) ! 2 2 ?v '( x)A ?sen x  cos x A u ( x) ! sec x   u ( x) ! tg x.(cos x  sen x )  tg x .v ( x )  u ( x ).(cossec x 3 ™ cotg x 3 ) 3 8) f ( x) ! cos x ™ cotg x f ( x) ! u ( x) ™ v( x)  u ( x) ™ v ( x ) f ( x ) !  sen x ™ cotg x  cos x ™ (  cos sec 2 x)    sen x ™ f ( x ) !  cos x  ¨ ¨ § § § § cos x ¨ 1 ¸ ¨ 1 ¸  cos x ™ © ¹    cos x  cos x ™ © 2 ¹ sen 2 x º senx ª ª sen x º cos x 1 ™   f ( x) !  cos x  cotg x.cos x  sen x .v ( x )  u ( x ).v ( x ) f ( x ) ! tg x ™ sec x ™ ln x  sec x ™ 1¸ ¨ f ( x ) ! sec x ™ © tg x ™ ln x  ¹ xº ª 6) f ( x) ! 4 ™ sec x  3 ™ cossec x f ( x ) ! u ( x) ™ v( x)  u( x) ™ v( x) f ( x ) ! 4 ™ tg x ™ sec x  3 ™ ( cotg x ™ cos sec x) f ( x ) ! 4 ™ tg x ™ sec x  3 ™ cotg x ™ cos sec x u ( x) ! sec x   u ( x) ! tg x ™ sec x v ( x ) ! cos sec x   v ( x ) !  cotg x ™ cos sec x 7) f ( x) ! e  cossec 3 3 x f ( x ) ! e  cossec x .cos sec x sen x sen x 9) f ( x) ! (x  cossec x) ™ ln x u ( x) ! x   u ( x) ! «1  .Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág.sec x 1 x v ( x ) ! l nx   v ( x) ! 1 x 5) f ( x) ! sec x ™ l n x f ( x ) ! u ( x ). sen x 2 ?sen x  cos x A  2.(cos 2 x  sen 2 x ) ?sen x  cos x A 2 ?sen x  cos x A tg x sen x  cos x 2   f ( x) ! ?sen x  cos x A 4) f ( x) ! u ( x) ! tg x   u ( x) ! sec2 x v( x) ! sen x  cos x   v (x ) ! cos x  sen x u '( x ).cos x  sen 2 x  cos x 2  cos x.

cotg x.cossec x » ­ ½ v( x) ! l n x   v ( x ) ! 1 x Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I .

sen x   u '( x) ! 2 x.cossec x) ™ l n x  ©  cossec x ™ ¹   f '( x) ! (1  cotg x.cossec x) ™ l n x  1  ™ cossec x xº x ªx f '( x) ! (1  cotg x.Universidade do Estado do Pará f '( x) ! u '( x).v '( x) f '( x) ! 2 ?v( x)A f '( x) ! .v( x)  u ( x).cossec x) ™ l n x  ( x  cossec x) ™ u ( x) ! x 2 .35 1 x 1¸ 1 ¨x f '( x) ! (1  cotg x. sen x  x 2 . v '( x) Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág.cos x x 2 ™ sen x 10) f ( x ) ! v ( x ) ! e x   v '( x ) ! e x ex u '( x) ™ v( x)  u ( x).

2 x ™ sen x  x 2 ™ cos x ™ e x  x 2 ™ sen x ™ e x «e x » ­ ½ 2 ! e x ™ x ™ ?2 ™ sen x  x ™ cos x  x ™ sen x A «e x » ­ ½ 2 f '( x) ! x ™ ?2 ™ sen x  x ™ cos x  x ™ sen x A ex © 2 ex 1 11) f ( x) ! cos x f '( x ) ! f '( x ) ! u '( x ) ™ v ( x )  u ( x) ™ v '( x) u ( x) ! e x x 2 1 2 1   u '( x) ! e x 1.2 x x 2 1 2 ?v( x)A ex 2 2 .

2 x ™ e ™ cos x  e   ?cos x A 2 v ( x ) ! cos x   v '( x ) !  senx ™ sen x .

2 x.cos x  e   x 2 1 x 2 1 ™ sen x cos x 2 1 .e .

1  f ( x ) ! l nx   f '( x ) ! x ™ l na 1  f ( x ) ! log a x   f '( x) ! x ™ l na f ( x ) ! log a x   f ( x ) ! Derivada da parte interna 12) f ( x ) ! log 3sen x f '( x ) ! f '( x ) ! cos x sen x ™ l n 3 cotg x ln3 sen .2 x ™ cos x  sen x cos 2 x 1 l n( a )  A derivada de sen x é cos x .

x 2  5x 1 13) f ( x ) ! e sen

x 2  5 x 1 f ( x) ! e .cos

x 2  5 x  1 .

e sen x 2  5 x 1 .1  0 ! 2x  5   y' ! f ( x ) ! (2 x  5).2 x  5 ! x2  5x  1 ! 2 x  5.

cos x 2  5 x  1 . .

2 x sec( x 2  1) ™ l n 2 14) f ( x) ! log 2 ­ 15) f ( x ) ! sec «sec x 2 1 » ½ . sec( x 2  1) . tg ( x 2  1).

y' ! 2 x.tg ( x 2  1) l n2 .

x 3 Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I .

36 .Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág.

sec f '( x ) ! 3. . sec x .

sec x . f '( x ) ! 3. tgx x ™ 1 1 2 x Deriva a parte interna e multiplica por 3. sec x 31 2 2 x .

2  Deriva a parte interna A derivada de sec Deriva do arco  A derivada de .

x   sec x ™ tg x f '( x ) ! 3.(1)   ™ (cossec 2 ) 2 ™ cotg 2 ™ cossec 2 ™ 2 2 2 f '( x) ! (cossec 2 ) 2 ™  cotg 2 ™ (cossec 2 )1 f '( x) ! (cossec 2 ) 1  1 2 1  1 ™  cotg 2   (cossec 2 )2 ™  cotg 2   f ( x) ! cossec 2 ™  cotg 2 ' f '( x) !  cotg 2 ™ cossec 2 17) f ( x) ! « 2 x » ­ ½ f ( x ) ! ?u ( x) A f ( x) ! « 2 x » ­ ½ cos x v( x) « « 2 x » ™ l n(2) » cos x « u ( x) » x ¬ sen x ™ l n «2 x »  cos x ™ ­ ½ ¼ « » ™ ¬v ( x ) ™ l n ?u ( x) A v( x) ™   ­2 ½ ™ ­ ½ x ¬ ¼ u ( x) ¼ «2 » ­ ½ ­ ½ ¬ ¼ ­ ½ cos x ™ ? x ™ sen x ™ l n 2  cos x ™ l n(2) A 2 18) f(x) ! cotg 5 e x . tgx x ™ sec 3 x ™ tgx x 2 x x  1 2.sec x . tgx x ™ f '( x ) ! f '( x ) ! 1 2 x 3 2 x ™ 3. x 16) f ( x ) ! cossec 2 f '( x) ! (cossec 2 ) f '( x) ! 1 2 1 1 1  1 1 ™ (cossec 2 ) 2   ™ (cossec 2 ) 2 ™ cotg 2 ™ cossec 2 2 2 1 1   1 1 f '( x) ! ™ (cossec 2 ) 2 ™ cotg 2 ™ cossec 2 ™ 2.sec 3 x .sec x .

f ( x ) ! 5 ™ «cotg .

e ­ f ( x ) ! 5 ™ «cotg .

e ­ f ( x ) ! 10 x ™ .

e +1 x 2 1 x 2 1 x 2 1   «cotg .

e » ­ ½ ™ » ™ cossec .

e .

e ™ 2 x  0 ½ » « » ™ ½ ™ cossec .

e .

e ™ 2 x   5 ™ 2 x ™ .

e ™ ­cotg .

e ½ ™ cotg .

e ™ cossec .

e x 2 1 5 5 1 2 x 2 1 x 2 1 4 2 x 2 1 x 2 1 x 2 1 x 2 1 4 x 2 1 2 x 2 1 4 ™ cossec 2 e x .

2 1 ¨ x 1¸ 19) f ( x) ! sen © ¹ ª x 1º 2 ¨ x 1 ¸ f '( x ) ! cos. © ¹™ 2 ª x  1 º .

x  1 f '( x ) !  ¨ x 1 ¸ ™ cos. © ¹ ª x 1 º .

( x  1)  ( x  1). ª x  1 º½ 1.x  1 2 2  1º deriva a função ¬ sen © « ­ ¨ x  1 ¸ u '( x ) ™ v ( x )  u ( x ) ™ v '( x ) .1 x  1  x  1 2 ! ! 2 2 ( x  1) ( x  1) ( x  1)2 Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I .  2º deriva o arco © ¹  2 ª x 1 º ?v( x) A  ¨ x  1 ¸» ¹¼ .

cos(w. c(x) 3700 5x 0.w  ?sen( w.0003x 2 x x x x x x (x) ! 3700  5x  0.cos(w. t ).00 $ 47.e 2 x  4 y ! 0   4. t ). Verifique que d2 y  4y ! 0 dx 2 dy dy ! e 2 x . t ) A ! 0 2 dx dx 0!0 z ' ! w.09x  0. dy d2y !  sen (w.0003x 3   (x) ! 5  0. Solução: (x) ! 100  50x  a) b) (5) ! 50  100   x (x) ! 50  100 x (5) ! (6) ! $ 46.1   w   04) Encontre as funções custo médio e custo marginal.0004x2 x (x) ! 339  25x  0.77   (6) ! 50  2   50  6 36 Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I . t ) A. t d2 y  dt 2 2 ™y ! 0.0009x 2 ( )! b) (x) ! 339  25x  0.0003x 3 3700        ( )!  5  0.00   2 5 25 100 100   50  2.?cos( w. compare o custo marginal da produção de 5 motores. Para as funções abaixo: Solução: a) (x) ! 3700  5x  0.37 5 20) f ( x ) ! « x ™ sen 2x  tg 4 (x 7 ) » ­ ½ 4 4 « » « » f ( x ) ! 5 ™ ­ x ™ sen 2 x  tg 4 ( x 7 ) ½ ™ ­ sen 2 x  x ™ cos 2 x ™ 2  4tg 3 x 7 ™ sec x 7 ™ 7 x 6 ½ f ( x ) ! 5 ™ « x ™ sen 2 x  tg 4 ( x 7 ) » ™ « sen 2 x  2 x ™ cos 2 x  28 x 6 ™ tg 3 x 7 ™ sec x 7 » ­ ½ ­ ½ 02) Seja y ! e 2x .04x 2 0.2   4.09x2  0. 0004x3 . Verifique que Solução: z ! w. w constante.Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág.w.e 2 x ! 0 dx dx 03) Seja y ! cos( ™ t) .18x  0.cos(w.09x2 0.23 100 100   50    50  4. t )   2  w 2 y ! 0   w 2 .09x2  0.e2 x  4.0012x2 05) Um fabricante de pequenos motores estima que o custo da produção de x motores por dia é dado por (x) 100 50x 100 . t )  w 2 .04x 2  0. t )  w2 .08x  0.e 2 x   ! 2.e 2 x .04x 2  0.04x  0.0 dx dx 2 2 d y d y !  w2 .w   2 !  cos( w.2   2. x om o custo para produção do sexto motor. c(x) 339 25x 0.0004x3 ( )! (x) ! 25  0. y ! 0   w 2 .e 2 x   4. 0003x 3 .0004x3      x x x x x 339 ( )!  25  0.

53  525.100 179.00 P ! 0. P ! 0.800 07) Uma industria verifica que o lucro proveniente da venda de um determinado produto por ! 0. Substituindo o valor na função lucro o valor responsável é x = 100. 0002x 3  10x .53 Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I .53 Portanto. 0002(51) 3 10(51)   26. 01 ™ (100) 2  1799 ™(100) 1000 (100) ! 20. Solução: a) Encontre o lucro marginal para um nível de produção de 50 unidades.01x 2  1799x 1000 (100) ! 2. Determine: a) função receita: para vender x pacotes. 0002(50) 3 10(50)   25 500   $ 525. 01x 2  1799x 1000 c) O numero de pacotes que maximiza o lucro como 1 e x e 100 . 0002x 3  10x P ! 0.38 06) Uma agência de viagens estima que. Se o custo da agência para x pacotes é 1000  x 0. o lucro é. R$ = 1800  2x p preço por pacote. o lucro obtido pelo aumento da produção de 50 para 51 unidades é 536.01x 2 (x) ! 2.900 (100) ! 21. custo para vender pacotes 1000  x 0.900 (100) ! $158. de fato: P ! 0. (x) ! 2.00 ! $ 11.53 500   $ 536.01x2 (unidades monetárias).01x 2)   (x) !1800x 2x 2 1000 x 0 . 0006x 2  10   0. Solução: 1 pacote 1800  2x ! x y y ! 1800x  2x 2 b) função lucro: (x) ! (x)  (x) (x) ! 1800x  2x 2  (1000  x  0.50 lucro marginal dx b) Para x 50 e 51. 0006(50) 2 10 dx dp ! R$ 11. deve cobrar um preço.100 1000 179. d) O lucro máximo.Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. 0002x 3  10x dp ! 0. por pacote de 1800  2 x(unidades monetárias) para 1 e x e 100 . para vender x pacotes de viagem.01x2 .

arredondados até o centavo mais proximo). dando o custo.000 3.000 20.001x x x x unção custo marginal é: (x) ! 2  0. Solução: Para a previsão feita x aumenta 250 unidades cada vez que p diminui R$ 0.87 C ' (x) 4.000 1 20.000.000   !1 dx 20.000  2x) Substituindo x = 20.600  2x  0. o custo médio e o custo marginal da produção de 1000.000  2(20.00 c(x) 5.600.00 8.30 5. o custo médio e o custo (x) ! 2600  2x  0.000p ª 0.000 20.600.000 ª 20.000 d 1 1 (60.25 do custo original de R$ 10.00 6. 001x2 . 2000 e 3000 itens.60 5. Solução: como receita total é dado é dado por 1 ¨ 60.000x  x 2 ) . Encontre a função demanda correspondente a essa produção.001x 2   c(x) ! marginal (em dólares ou dolares por item.000  40.Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. temos: hambúrgueres.001x 2 2600   c(x) !   c(x) !  2  0.25 de redução no preço.000 20.000 º d 1 ! ™ (60.000  x ¸ R ! x ™p   x© (60.00 Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I .00 10.00 17. encontre a receita marginal quando x = 20.000 09) Um a lanchonete verificou que a demanda mensal para seus hambúrgueres é dado por p! 60.000  x .000 C(x) 5. a) Encontre o custo. x 1.000 2.000 d ! $1 unidade dx 10) Uma companhia estima que o custo (em dólares) na produção de x itens é dado pela equação abaixo (x) ! 2.39 08) Um negócio vende 2000 itens por mês a cada R$ 10. dx 20. 25 º x p = 12  Função demanda 1.002x Usamos essas expressôes para fazer a tabela a seguir. Encontre o aumento na receita por hambúrgueres para uma venda mensal de 20.000 ! x ™ p . Solução: unção custo médio é: (x) 2600  2x  0. é a receita marginal e dada por: ¹  20.000 1. Foi previsto que as vendas mensais aumentariam de 250 itens para cada R$ 0.000))   (60. Em outras palavras.000 d ! ™ 20.00 isso descrito pela equação. ¨ 10  p ¸ x ! 2000  250 © ¹   12.000) ! dx 20.00 cada.600.000 obtemos.

612) $ $ 5. 00021x 2 .612. 279 0. O custo médio mínimo é: 2600 c(x) !  2  0. 00042x .666.26  0.612 0. 00021x 2 ! 2. o número de aparelhos vendidos aumenta em 20 por semana.01x2  0. 01x)   R(x) ! 3. 00021 x $ 103 x2 ! Para verificar que isso fornece um máximo. ssa equação simpli icada: (x) ! c(x)   2  0.5x  0.001x.26  0.600.5  0.001x    0. 2600 (x) ! 2  0. 00021x 2 . notamos que c (x) ! x2 portanto c é côncava para cima em todo seu domínio.666. 00021x 2 3. Assim. o rendimento marginal é igual ao custo marginal quando (x) ! 3. a $ 350 cada.02x  0. 00021x 2   0.001x. 01x2 .001 5. logo: x 2600  2  0.5 1. 02 e 0. (x) C (x) .612   c(1.002x ! x 2600 2600 2600 .002x 0. 02x A função custo marginal é: C (x) ! 1.5 ! 1. Encontre as funções de demanda e de rendimento oferecido pela loja maximizar seu rendimento? Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I . Solução: A função rendimento é R(x) ! x ™ p(x)   x ™ (3.001x ! 2  0.612 11) Determine o nível de produção que maximizará o lucro para uma companhia com funções custo e demanda dada pelas equações C(x) ! 84  1.26x  0.600.02x  0. computamos as derivadas segundas: C (x) ! 0. 24   x 2 ! 10. 02x ! 1.001x. obtemos: 0. a função rendimento marginal (x) ! 3.Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. Para ver que esse nível de produção realmente dá o mínimo. 00021x 2 ! 3.612) ! 1. 66667   x ! 10. (x) ! C (x)   3.002x ! 2  0. para todo x (x) ! 0. 66667   x $103. como x ! 1. 26   0. para cada abatimento de$ 10 oferecidos aos compradores.02  0.002x e c(x) !  2  0.5  0.5  0.001x ! x 0.000   x ! 2.000   x $1. dessa forma. Portanto o nível de produção de 12) Uma loja vende 200 aparelhos de DVD por semana.002x ! 0.5  0. obtemos: x 2600  2  0.200 " 0.001x  x x x 2600 2600   x2 !   x 2 ! 2. 22 / item c(1.26  0. 00007x3 e p(x) ! 3. 103 unidades maximizará o lucro.02x  0. 24 2. 01x .26  0.001 ™1. Uma pesquisa de mercado indica que.40 b) A que nível de produção será mais baixo o custo médio? Qual o custo médio mínimo? Solução: Para minimizar o custo médio devemos ter custo marginal = custo médio.5  0. 02x e C (x) ! 1.

o preço decresce em $ 10. Para cada aumento de 20 aparelhos vendidos. Então o crescimento semanal em vendas x  200 .Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. para cada aparelho adicional vendido o decréscimo no preço será de demanda é: p(x) ! 350  10 x ™ . Logo.41 Solução: Seja x o número de aparelhos de DVD vendidos por semana.

a loja deve oferecer um abatimento $ 125. quando x ! 450. 1 é raiz tripla da equação. 2 é raiz dupla da equação. O preço correspondente é x 450 p(x) ! 450  . 14) Verificar se 2 é raiz dupla da equação x 3  x 2  16 x  20 ! 0 . sendo raiz dupla. sabendo-se que a mesma admite raiz dupla. obtemos: p(450) ! 450    p(450) ! 450  225   p(450) ! 225 2 2 e o abatimento é 350 ± 335 = 125. Solução: P(x) = 0 P (x) = 0 P (x) { 0 . Solução: (x) (x) (x) x 3  x 2  16 x  20   (2) 3 x 2  2 x  16 6x  2   (2)   (2) (2) 3  (2) 2 16(2)  20 ! 0 3(2) 2  2(2) 16 ! 0 6(2)  2 ! 14 { 0 Logo.x  200   p(x) ! 450  20 2 2 1 10 e a função v 10 ! 20 20 x¸ x ¨ A função rendimento é: R(x) ! x ™ p(x) ! x © 450  ¹   R(x) ! 450x  2º 2 ª Uma vez que R (x) ! 450  x . para maximizar o rendimento. vemos que R (x) ! 0 . 15) Resolver a equação x 3  5 x 2  3 x  9 ! 0 . Esse valor de x dá o máximo absoluto pelo teste da derivada primeira (ou simplesmente observando que o gráfico de R é uma parábola que é côncava para baixo). Solução: P(1) = 0 P (1) = 0 P (1) = 0 P (1) { 0 P(x) = x 4  6 x 2  8 x  3   P(1) = (1) 4  6(1) 2  8(1)  3 ! 0 P'(x) = 4 x3  12 x  8 P''(x) = 12 x 2  12 P'''(x) = 24x   P'(1) = 4(1) 3 12(1)  8 ! 0   P''(1) = 12(1) 2 12 ! 0   P'''(1) = 24(1) { 0 Logo. 1) P(x) ! x3  5 x 2  3 x  9   P'(x) ! 3 x 2  10 x  3 Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I .00. quando x = 450. 13) Verificar se 1 é raiz tripla da equação x 4  6 x 2  8 x  3 ! 0 . Portanto.

na equação x  1 ! 0 .3a 16) Resolver a equação x 4  7 x 3  15 x 2  13x  4 ! 0 . 3 é a raiz dupla da equação dada: 4) Para determinar a outra raiz. devemos ter (x) = 0. x  1 ! 0   x ! 1 logo. ¨5¸ ¨5¸ ¨ 5¸ ¨ 5¸ ¨ 5¸ © ¹ ! © ¹  7 © ¹  15 © ¹  13 © ¹  4 { 0 ª2º ª2º ª 2º ª 2º ª 2º .Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. sendo raiz tripla. então. vamos aplicar o dispositivo prático de Briot-Ruffini: 3 3 1 1 1 5 2 3 3 9 0 1 0 Recaímos. P(3) ! (3) 3  5(3) 2  3(3)  9 ! 0 226 ¨1¸ ¨1¸ ¨ 1¸ ¨ 1¸ P © ¹ ! © ¹  5 © ¹  3© ¹  9 ! {0 3º ª 3º 3º 3º 27 ª ª ª 3 2 Então. sabendo-se que a mesma admite raiz tripla. 1) ara sabermos qual dos valores é raiz dupla.42 2) Como (x) 0 . vamos calcular x: 3x 2  10x  3 ! 0 x ® 3 10 s 8 ± x! ( ! 64 1 ¯ 6 ± x 3 ° 3) Para sabermos qual dos valores é raiz dupla. Solução: P(x) = 0 4 3 P (x) = 0 2 P (x) ! 0 (x) { 0 . ! _1. devemos ter P(x) = 0.

1 ! .

1 4  7 .

1  15 .

1  13 .

1  4 ! 0 3 2 Então. vamos aplicar o dispositivo prático de Briot-Ruffini: 1 1 1 1 1 1 7 15 9 4 0 13 4 0 -6 -5 -4 -4 0 1 Recaímos. ! _ 4a. sendo raiz dupla. na equação x  4 ! 0 . 17) Determinar o valor de a na equação x 3  5 x 2  8 x  a ! 0 . 1 é a raiz tripla da equação dada: 2) ara determinar a outra raiz. admita uma raiz dupla. 1. Solução: P(x) = 0 P (x) = 0 P (x) { 0 . então. x4 !0  x ! 4 logo. Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I .

façamos a verificação. devemos ter P(2) = 0.43 (x) ! x 3  5 x 2  8 x  a   (x) ! 3 x 2  10 x  8   3 x 2  10 x  8   (x) ! 0 1) 3 x 2  10 x  8 ! 0 x ® 10 s 2 ± ( ! 4  x! ¯ 6 ± x ° 2 4 3 2) Para que 2 seja raiz dupla. 27 18) Verificar se a equação 2 x 3  9 x 2  12 x  6 ! 0 tem alguma raiz dupla. P(1) = 0   (1) 4  6(1) 2  a(1)  b ! 0   a  b ! 5 P'(1) = 0   4(1) 3 12(1)  a = 0   a ! 8 Portanto a = 8 e b = -3. P(1) ! 2(1) 3  9(1) 2 12(1)  6 { 0 P(2) ! 2(2) 3  9(2) 2 12(2)  6 { 0 Logo concluímos que não há raiz dupla. 2ª) Possibilidade: x = -1.primeira. Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I . 19) Determinar a e b de modo que a equação x 4  6x 2  ax  b ! 0 . admita uma raiz tripla. Solução: Utilizando as derivadas sucessivas na equação x 4  6x 2  ax  b ! 0 . P(x) ! 2 x 3  9 x 2  12 x  6   P'(x) ! 6 x 2  18 x  12 P'(x) ! 6 x 2  18 x  12   P'(x) ! 0 6 x 2  18 x  12 ! 0 z 6 x2  3x  2 ! 0 ( !1 x! x' 3s1® = 2 ¯ 2 ° =1 x'' 2) Os candidatos a raiz dupla são 1 e o 2. também é raiz da derivada . Solução: toda eventual raiz dupla da equação dada f(x) = 0. a =  4 e a !  112 . P(2) ! (2) 3  5(2) 2  8(2)  a   (2) 3  5(2) 2  8(2)  a = 0   a =  4 112 ¨4¸ ¨4¸ ¨4¸ ¨ 4¸ ¨ 4¸ ¨ 4¸ ¨ 4¸ P © ¹ ! © ¹  5 © ¹  8 © ¹  a   © ¹  5 © ¹  8© ¹  a = 0   a =  27 ª3º ª3º ª3º ª 3º ª 3º ª 3º ª 3º 3 2 3 2 logo. obtemos: 1) P(x) ! x 4  6 x 2  ax  b   P'(x) ! 4 x 3 12 x  a   P''(x) ! 12 x 2 12   P'''(x) ! 24 x 2) a condição do problema estará satisfeita se existir um número x tal que: (x) (x) (x) (x) 0 e (x) { 0 .Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. temos: 0   12x 2  12 ! 0   x ! s 1 1ª) Possibilidade: x = 1.

Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. Logo (a = 8 e b = -3) ou (a = -8 e b = -3) 20) Determinar a. devemos ter a { 1 . Portanto. a equação não tem raízes múltiplas. admita uma raiz com multiplicidade 3.1 ! 0   x ! 0. pois a { 0. obtemos: Donde vem b Logo: b 6a  3e c (1) ! 0   (1) 3  3a(1) 2  c ! 0   3a  b  c ! 1 (1) ! 0   3(1) 2  6a(1)  b ! 0   b  6a ! 3 2  3a . b. 6a  3e c 2  3a e a { 1 . com a e b { 0 . f '(x) = 3x 2  2x  q   f ''(x) = 6x  2   f '''(x) = 6 { 0 Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I . II) f (0) ! 0   a0 n  b ! 0   b ! 0. temos: (x) 3x 2  6ax  b e (1) (1) 0  (1) { 0 .44 P(-1) = 0   (-1) 4  6(-1) 2  a(-1)  b ! 0   a  b ! 5 P'(-1) = 0   4(-1) 3  12(-1)  a = 0   a ! 8 Portanto a = -8 e b = -3. pois b { 0. Fazendo (x) 6x  6a Impondo a condição. obtemos: f ( x ) | 12ax 3  6bx  (c  4a) ™ 2 .. Solução: Escrevemos que o polinômio f(x) do quarto grau é divisível pela derivada segunda: f (x) ! (x 2  4) ™ (ax 2  bx  c) f ( x) | ax 4  bx 3  (c  4a) ™ x 2  4bx  4c I Determinando a derivada segunda da equação I. obtemos. Temos f (x) = 0 e f ( x) ! 0 I) f '( x) ! 0   nax n . o que é absurdo. 12 3 ¨ x2 5 ¸ Formando o polinômio: f ( x ) ! ( x 2  4) ™ ©  ¹ . como (1) { 0 . Pelo enunciado igualando: 12ax 3  6bx  (c  4a) ™ 2 | x 2  4 Onde igualando os coeficientes temos: a = 1 5 . não tem raízes múltiplas: Solução: Vamos supor que a equação admita uma raiz dupla r. b=0 e c=. Solução: Fazendo f(x) = x 3  x 2  qx  p . Solução: 1) A condição do problema estará satisfeita se x 3  3ax 2  bx  c . ª 12 3 º 22) Prove que as equações binômias ax n  b 0 . 21) Calcule o polinômio f(x) de quarto grau conhecendo a sua derivada segunda f ''( x) ! x 2  4 e sabendo que f(x) é divisível por f ''( x ) . 23) Determine p e q de modo que a equação x 3  x 2  qx  p ! 0 . c de modo que 1 seja raiz dupla da equação x 3  3ax 2  bx  c ! 0 .

temos: 1 f ''(x) = 6x  2   f ''(x) = 0. calcule as derivadas das funções abaixo: a x a 1) f ( x ) ! R: f '( x) ! 2 a x x™ a x . 3 1 ¨ 1¸ ¨ 1¸ ¨ 1¸ ¨ 1¸ ¨ 1¸ ¨ 1¸ 1 ¨ 1¸ f '©  ¹ = 3™©  ¹  2 ™©  ¹  q = 0   q !   f ©  ¹ = ©  ¹  ©  ¹  ™©  ¹ 3 ª 3º ª 3º ª 3º ª 3º ª 3º ª 3º 3 ª 3º logo: q ! 1 e p ! 1 3 27 2 3 2 p=0 p ! 1 27 Questões Propostas 01) Usando as propriedades operatórias e as regras de derivação.45 A condição do problema estará satisfeita se existir um número r tal que f(r) = 0.Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. f '(r) = 0 e f '' (r) = 0.   6x  2 ! 0   x !  .

2) f ( x ) ! 1 r 1 r ax  ax ax  ax R: f '( x) ! 1 (1  r)2 ™ 1 r 1 r a 3) f ( x ) ! 4) f ( x ) ! 1  cos x 1  cos x 2  sen x 5) f ( x ) ! 2  cos x sen x  cos x 6) f ( x ) ! sen x  cos x «a a 2  x 2  (a 2  x 2 ) » ­ ½ 2sen x R: f ( x) ! (1  cos x) 2 2sen x  2cos x  1 R: f ( x) ! (2  cos x)2 2 R: f ( x ) ! (sen x  cos x) 2 R: f '( x ) ! 7) f ( x) ! ex ln x ¨ax¸ 8) f ( x) ! log e © ¹ ªax º ln x R: f '( x ) ! x ™ ex ™ l n x  ex x ™ (l n x) 2 2a R: f ( x ) ! 2 a  x2 9) f ( x) ! .

x 3  2x 10) f ( x) ! .

l n x tg x R: f ( x) ! .

x 3  2x «¨ 3x 2  2 ¸ » 1 3 ™ ¬© 3 ¹ ™ l n x  ™ l n(x  2x)¼ x ­ª x  2x º ½ tg x « tg x » R: f ( x ) ! .

l n x ™ ¬  (sec 2 x) ™ l n(l n x)¼ ­x ™l n x ½ ln x 11) f ( x) ! .

sen x 12) f ( x ) ! x (e x cos x R: f '( x) ! .

sen x ) « cos2 x » ™ ¬ sen x ™ l n(sen x)  ¼ sen x ½ ­ x 1» « R: f ( x ) ! x (e ) ™ e x ¬l nx  ¼ x½ ­ cos x 13) f ( x ) ! (e x ) tg3x 14) f ( x ) ! e sen f ( x ) ! 6x ™ e 3 « » R: f '( x) ! (e x ) tg3x ™ ­3x ™ sec 2 3x  tg 3x ½ (x 2 ) R: ™ sen (x ) ™ cos(x ) 2 2 2 sen 3 (x 2 ) Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I .

Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág.46 15) f ( x ) ! e 3x 2 ™ tg x ¨ sec 2 x ¸ R: f ( x) ! e ™ ©  3 ™ tg x ¹ © 2 x ¹ ª º 3x 16) f ( x ) ! e x x R: f ( x ) ! e x ™ x x (1  l n x) R: f '( x) ! R: f ( x) ! 3cossec2 3x ™ cotg 3x x 17) f ( x ) ! 4  cossec 2 3x 18) f ( x) ! tg 4 ( 4 ) 19) f ( x ) ! sen tg sen x 4  cossec2 3x tg 4 ( 4 ) ™ sec 2 ( 4 ) (4 3 ) .

R: f '( x ) ! cos tg sen x .

.

sec 2 sen x «1 / 2 sen x » (cos x) ­ ½ .

2 Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I . com A R: y '' ! 2 ™ arc.sen x  R: y ! 2 1 x (1  x 2 )3 2 4) y ! (1  x 2 )arc. 04) Demonstrar que a função y ! 1 2 x x e .tg x 5) y ! (arc. para x = 0. e sua derivada segunda y satisfazem identicamente a igualdade y  4 y ! 0 . é 12.sen x)2 03) A função y ! A ™ sen kx . Calcule as constantes de A e K. O valor da derivada primeira y . ¨ ¸ 20) f ( x) ! x ™ sen x © Ln x  ¹ 4º ª R: f ( x ) ! 2 ™ sen (l n x) y R: f ( x ) !  ™ tg x ™ (1  cos x ™l n a) 2 « ¨1¸ 2 ¨1¸» ¬ tg ™ tg © ¹ sec © ¹ ¼ ª º ª º¼ R: f '( ) ! sec ™ ¬ 2 2 ¬ ¼ ¬ ¼ ­ ½ 21) f ( x ) ! cos x ™ a cos x 22) f ( ) ! sec ¨1¸ ™ tg © ¹ ª º 1  sen x 1  sen x 23) f ( x ) ! Ln R: f ( x) ! sec x R: f ( x ) !  1 2 x ™ cos x ¨ cos x ¸ 24) f ( x) ! n © © 1  sen x ¹ ¹ ª º 1 25) f ( x) ! cotg 2 5x  n sen 5x 2 R: f ( x ) ! 5 ™ cotg3 5x 02) Achar as derivadas de segunda ordem das seguintes funções: 1) y ! l n (x  a 2  x 2 ) 2) y ! l n 3 1  x 2 3) y ! e x 2 R: y ! R: y '' ! x (a 2  x 2 )3 2(1  x 2 ) (1  x 2 ) 2 2 R: y '' ! e x ™ (4x 2  2) 2x 1 x2 2 2x ™ arc. R: A: 6 e K: 2. satisfaz a equação diferencial y '' 2y ' y ! ex .tg x  0.

Em seguida. ™x  3  8 x 8 x Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I . 10) Encontre os valores de para os quais y ! e ™x satisfaz a equação diferencial y  y ! y . Encontre as constantes A e B tal que sua função y ! A ™ sen x  B ™ cos x . (b) Para que nível de produção o custo médio marginal é nulo? (c) Para que nível de produção o custo marginal é igual ao custo médio? R:(a) custo médio: CM (x) ! 1 98 1 98 . Plote a função de lucro e determine o nível de produção para o qual o lucro é máximo. Qual é a receita exata obtida com a venda da nona unidade? (c) Determine a função de lucro associada à produção de X unidades. (a) Determine o custo médio e o custo médio marginal do produto.13. 08) A equação y  y  2y ! sen x é chamada equação diferencial. 07) Demonstrar que a função y ! e-x ™ cos x . Qual é o lucro marginal associado ao nível ótimo de produção? R: a) R$ 5.Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. R: ! 3 e 10 ! 1 . o custo total é C(x) = x²/8 + 3x + 98 reais e que todas as x unidades são vendidas quando o preço é p(x) = 25 ± x/3 reais por unidade. b) função da receita: R(x) ! 25x  c) função de lucro: P(x) ! 1 2 x e receita da nona unidade: R$ 19. 6 . pois envolve a função desconhecida y e suas derivadas y e y . (a) Use a função de custo marginal para estimar o custo para produzir a nona unidade. 3 11 2 x  22x  98 lucro máximo: x = 24 e p(x) = R$ 17.47 05) Demonstrar que a função y ! C1e x  C2 e2x . 10  09) Para que valores de r a função y ! er™x . 06) Demonstrar que a função y ! e 2x ™ sen 5x . 11) Um fabricante estima que quando x unidades de um certo produto são fabricadas. custo médio marginal: CM(M) !  2 . para qualquer valor das constantes C1 e C2 satisfaz a equação diferencial y  3 y  2 y ! 0 . satisfaz a equação y  5y  6y ! 0 ? R: r ! 1. satisfaz a equação diferencial y '' 4 y ' 29 y ! 0 . satisfaz a equação diferencial y I  4 y ! 0 . lucro 24 marginal: LM(x) = -11x/12 + 22 12) Seja C(x) = x²/8 + 3x + 98 a função de custo total do produto do problema 01. Qual é o custo exato para produzir a nona unidade? (b) Determine a função de receita do produto. use a função de receita marginal para estimar a receita obtida com a venda da nona unidade.33. satisfaça essa equação.00.

p(x) = . (b) Calcule o custo real de fabricação da quarta unidade.0. (c) Determine o custo real para produzir uma quarta unidade. p(x) = (36 ± x). R: ¯c) C(4)  C(3) ! R$ 4.33 3 ± R (3) ! R$ 7. C(x) é o custo total para produzir x unidades de um produto e p(x) é o preço pelo qual as x unidades serão vendidas.5q² + 500q + 200 reais.00 1 ± 2) C(x) = x² + 2x + 39. R (x) ! 3x  8x  10 ± b) ± C (3) ! R$ 4. R'(x) ! ± 2 (1  x) 2 ± ± C'(3) ! R$ 1. (b) Use o custo marginal para estimar o custo para produzir uma quarta unidade.20 1 1 ± 1) C(x) = x² + 4x + 57.05 ± ° Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I . R: ¯c) C(4)  C(3) ! R$ 1. R (x) ! 9  2 ± b) ± C (3) ! R$ 5. R: ¯c) C(4)  C(3) ! R$ 5.70 R: ¯ C(4)  C(3) ! R$ 500. (a) Use os métodos de análise marginal para estimar o custo de fabricação da quarta unidade.00 ± ° ® x 2x 2  4x  3 a) C'(x) ! . 2x x ® a) ± C (x) ! 5  4.20 ° 14) Nos Problemas 1 até 3. (a) Determine o custo marginal e a receita marginal.40 5 4 ± R (3) ! R$ 7.00 d) ± e) ± R(4)  R(3) ! R$ 1. C ® (3) ! R$ 499.48 (b) x = 28 e (c) x = 28.25 ± ° 2x ® 2 a) ± C (x) ! 3  2. (d) Use a receita marginal para estimar a receita conseguida com a venda da quarta unidade. (e) Determine a receita real conseguida com a venda da quarta unidade. p(x) = -x² + 4x + 10.Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. onde q é o número de unidades produzidas.06 d) ± e) ± R(4)  R(3) ! R$ 2.50 b) 1 3  2x ± 3) C(x) = x² + 43.1q . 13) O custo total de uma fábrica é C(q) = 0.50 d) ± e) ± R(4)  R(3) ! R$ 7.75 4 1 x ± R'(3) ! R$ 2.

é C(q) = 0. o custo médio e o custo marginal a um nível de produção de 1000 unidades.000  500x  1. 004x e p(x) ! 1.49 15) O custo total de certa fábrica. a) ® $ 1. Estime a variação do custo total em conseqüência desse aumento de produção.000  120x  0. b) ° R$ 244. ¯ b) ± c) ° a) ® ± R:4). 342/unidade e $ 390/unidad e ± R:3). R: R$ 50. ± $ 320/unidade c) ° a) ® ± R:2). 1340/unidade e $ 2.000  300x  x2 3 2) 4) (x) ! 25.08 16) O custo total em reais para fabricar q unidades de certo produto é C(q) = 3q² + q + 500. b) O nível de produção que vai minimizar o custo médio.1q . R: (x) ! 16. dada por (t). a) ® R$ 241. ¯ b) 400 . x (x) ! 680  4x  0. (b) Calcule o custo real de fabricação da 41ª unidade.0). o modelo predador-presa é muitas vezes usado para estudar a interação entre as espécies. onsidere uma população de lobos da tundra.00 17) Para cada função custo (dada em dólares) dada abaixo. 001x e p(x) ! 60 0. ¯ b) 200 ± $ 700/unidade c) ° a) ® $ 342. encontre o nível de produção que maximizará o lucro. A interação tem sido modelada pelas equações abaixo: d ® !a b W ¯ dt ° dW !  cW  d W dt a) Que valores de d dW e . Determine: 1) 3) (x) ! 40. 1) 2) 3) 4) (x) ! 680  4x  0.0.00 R: ¯ . R:1). 01x 2 e p(x) ! 12 .5q² + 500q + 200 reais quando o nível de produção é q unidades.Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. 0001x3 (x) ! 16. (a) Use os métodos de análise marginal para estimar o custo de fabricação da 41 a unidade.941. dt dt Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I .450  36x  x  0.300/u nidade ± . c) O custo médio mínimo.1 unidades. dada por W(t).1x 2 (x) ! 10.340. e caribu. O nível atual de produção é 4 unidades .01x R: 400. correspondem a população estáveis? R: (0.000  200x  4x 2 a) O custo. mas o fabricante pretende aumentálo para 4. R: R: 672. 01x 2 e p(x) ! 12  500 2 3 (x) ! 1.3x2  0. no norte do anadá. ¯ b) ± c) ° 18) Para as funções custo e demanda dadas. 6x  0.700 7x 2 3 19) No estudo de ecossistema.000.000  340x  0.

c) Suponha qua a = 0. 2436 k/min . em um certo instante. e V = 10L. Segundo esse modelo. 20) A lei dos gases para um gás ideal à temperatura absoluta T (em Kelvins).05.Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág.50 b) Como representar matematicamente a afirmativa ³o caribu está se extinguindo´? R: C = 0. Encontre a taxa de variação de T em relação ao tempo naquele instante se n 10 mols. Encontre todos os pares (C.001. e está decrescendo a uma taxa de 0. Um modelo para a taxa de variação da população é dado pela equação ¨ P(t) ¸ dP ! r0 ™ ©1  ¹ ™ . Suponha que. ou uma ou as duas espécies acabam por se extinguir? R: (0. c = 0. pressão P (em atmosfera) e volume V (em litros) é PV ! nRT .0821 é uma constante do gás.15L / min.05 e d = 0.0001.0) e (500. b = 0.10 atm/min. onde n é o número de mols de gás e R = 0. P = 8. 21) Em uma fazenda de piscicultura.50) é possível para as espécies coexistirem.0 atm. W) que levam a populações estáveis. uma população de peixes é colocada dentro de um pequeno lago e colhido regularmente. e está crescendo a uma taxa de 0. R: 0. é possível para as espécies viverem em harmonia.

é a porcentagem da população que é colhida. em que a. rádio. pagamentos e armazenamento de mercadorias é (q) ! km hq  cm  . vassouras ou qualquer outro item) pedida quando as vendas estão em baixa. c é o custo de cada item (constante). R: dV dV (V  nb)2 V nRT an 2  2 . Pc. sua capacidade de suporte) e a) Qual o valor de . b. k é o custo para se fazer um pedido (sempre o mesmo. independentemente da freqüência com que se faz o pedido). a população máxima que o pequeno lago pode manter (ou seja. Determine dP nRT 2an 2 dP !  3 . V  nb V 23) Uma das fórmulas para o gerenciamento de estoque diz que o custo médio semanal de pedidos. . a taxa de nascimento é de 5% e a taxa de colheita é de 4%. m é a quantidade de itens vendidos por semana Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I . dP que corresponde à população estável? R: dt b) Se o pequeno lago pode manter 10.P(t)  P(t) dt Pc º ª onde r0 é a taxa de nascimento dos peixes. onde q é a quantidade (de q 2 sapatos. a pressão P estará relacionada com o volume V de acordo com uma fórmula na forma P ! n e R são constantes. encontre o nível estável da população.000 peixes. R: c) O que acontece se está elevando para 5%? R: 22) Se um gás (real) for mantido em um cilindro a uma temperatura constante T.

76.99. é 25) O custo em cents por milha para manter um automóvel nos Estados Unidos entre 1989 e 1997 pode ser modelado pela função C(t) ! correspondendo a 1990. 27) A Lei de Boyle estabelece que quando uma amostra de gás é comprimida a uma temperatura constante. onde t é o ano.80 .Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. onde g é a g aceleração constante da gravidade no local onde está o pêndulo. mostre que a taxa de variação do período. . em relação à temperatura. o custo de manutenção de um automóvel estava aumentando a uma taxa de 1.37. Determine 41. 29t  0. ± R:. 5 e 7. R: 3. Considerando que du kT . temos dL ! kL . ¯ Em1993. Se o pêndulo for de metal. o produto da pressão e o volume permanecem constantes PV ! Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I .10. 4t  1.5  14. o custo de manutenção de um automóvel estava aumentando a uma taxa de 0. a) x = 10. onde x é o tamanho da encomenda x  30 º ª x em relação a x para os valores c) x = 20.51 (constante) e h é o custo semanal para manter cada item armazenado (constante que incorpora aspectos como espaço. O que dt significam esses valores? (Fonte: American Automobile Manufacturers Association ). 2 este seja o caso. R: dq dq 2 24) Para oscilações de pequena amplitude (balanços curtos). 3. R: 10. R: 38. Determine a taxa de variação de indicados de x.125 . 1 e x .37 . (em centenas de componentes). é seguro modelar a relação entre o período T e o comprimento L de um pêndulo simples com a equação T ! 2 L . 03t 2 dC e calcule o valor dessa derivada para t = 0. devemos usar L em cm T em s. Se medirmos g em cm/s2. utilidade. aumentando ou diminuindo a uma taxa aproximadamente proporcional a L. o custo de manutenção de um automóvel estava aumentando a uma taxa de 1. ® dC 550(t 2  2t  43) ± ! dt (3t 2  29t 100) 2 ± ± Em1990. ± ° 26) O custo de processamento e transporte (em milhares de reais) dos componentes usados para fabricar um produto é dado por x ¸ ¨ 200 ! 100 © 2  ¹ . com t = 0 1  0. o custo de manutenção de um automóvel estava aumentando a uma taxa de 2. b) x = 15. ± 1995. Usando os símbolos u para temperatura e K para a constante de proporcionalidade. seguro e segurança). seu comprimento variará com a temperatura. Em ± Em ± 1990.3t 2 . Determine d2 d e .

Se a corda faz um ângulo força é representada pela equação coeficiente e atrito. c) Prove que a compressibilidade isotérmica e dada por ! 1 . faça o gráfico de como uma função de e use-o para localizar o valor para o qual d ! 0 . então a grandeza da é uma constante chamada . R: d d ! 2 . Esse valor é consistente com a resposta dada na parte (b). d m sobre um corpo de Massa M é dada pela equação gravitacional e r. em que G é a constante r2 ! ™W ™ sen  cos com o plano. O volume decresce mais rapidamente no início ou no final dos 10 minutos? Explique. O que o sinal de menos dr b) Suponha que se tenha conhecimento de que a terra atrai um objeto com uma força que decresce a uma taxa de 2 N/km quando r = 20. 01t3 forneça a quantidade de cálcio (em miligramas) que permanece na corrente sangüínea após t horas. encontre indica? R: d e explique seu significado. Quão rápido essa forca varia quando r = 20. b) Uma mostra de gás está em um recipiente à baixa pressão e é regularmente comprimida á temperatura constante por 10 minutos. onde = 0. P 28) Um objeto com peso W é arrastado ao longo de um plano horizontal por uma força agindo ao longo de uma corda atada ao objeto. R: b) Quando essa taxa de variação é igual a 0? R: c) Se W = 50 lb e de R: 29) A lei de Gravitação de Newton diz que a grandeza da orça exercida por um corpo de massa ! GmM . Suponha que a expressão A(t) ! 2  0. 06t  0.Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. a) Se os corpos estão se movendo.52 a) Encontre a taxa de variação do volume em relação à pressão. a) Encontre a taxa de variação de em relação a .000 km. R: No início. é a distância entre os corpos. um pesquisador pode injetar no sangue uma amostra de cálcio quimicamente ³rotula´ para medir a rapidez com que o produto é removido do sangue. Qual a taxa com que cálcio está sendo eliminado da corrente sangüínea 2 horas após a injeção? Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I . 03t 2  0.000 km? R: 30) Para estudar de que forma o corpo metaboliza o cálcio.6.

45 . Suponha que v é uma função do tempo. R: dt .Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. 06 mg/h . é definida por.53 R: (2) ! 0. onde v é a velocidade do vento (em metros por segundo). a) Determine dH e explique o seu significado neste contexto. 31) Se um Objeto de massa m tem velocidade v. então sua energia cinética EC. EC ! 1 mv 2 . Qual é a taxa de variação de EC em relação ao 2 tempo t? R: d(EC) ¨ dv ¸ ! mv © ¹ dt ª dt º 32) A °C. a perda de calor H (em quilocalorias por metro quadrado-hora) de um ser humano pode ser expresso pela função H ! 33 10 v  v  10.

Então. 27 . R: ! _ 2a. a) Quais os valores de b) Quais os valores de para os quais a equação admite uma raiz dupla? R: ! 5 ou  ! 27 . 36) Verificar se a equação x 3  3 x  8 ! 0 tem alguma raiz iguais. 39) É dada a equação x 3  3x 2  9x  ! 0 . R: a = 16 e b = -16 35) O número 2 é raiz da equação ax 3  bx R: a = 1 e b = -12. 34) Determinar os valores de a e b na equação x 4  4 x3  ax + b ! 0 de modo que a mesma admita uma raiz tripla positiva. b) Calcule a taxa de variação de H para v = 2 e v = 5. 1. 16 ! 0 Determine a e b. é igual a: R: -1. a  b + c .  a equação tem três raízes reais distintas duas a duas? R: 5 Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I . 38) Resolver a equação x 3  5 x 2  8 x  4 ! 0 . R: não 37) Pesquisar raízes múltiplas na equação x 5  2 x 4  3x 3  7 x 2  8x  3 ! 0 . R: 1 é raiz tripla. sabendo que existem raízes múltiplas. R: 33) Um polinômio (x) = x 3  ax 2  bx c é divisível pelo seu polinômio derivado (x) e este é divisível por x  1 .

b = 3 e c = -1. P (2) = 3 e P (2) = 2. com k  ¢ . R: m = -6. R: k = 19 e ® 7  2i 2 7  2i 2 ¾ ± ± . 48) Demonstre que. e também ? mostra que equação 2x 3  3sen x 2  cos3 ! 0 . então a será sempre positivo. 50) Encontre um polinômio de segundo grau P tal que P(2) = 5. admita uma raiz dupla negativa e. R: m = 1 ou m = 23 . não pode ter três raízes iguais. tenha uma raiz dupla. se a equação x 3  ax  b ! 0. 27 45) e a equação x 3  ax 2  3x  1 ! 0 . ± .3 ! 0 . tenha raízes múltiplas? R: Uma raiz dupla: 4p 3 + 27q 2 = 0 e Uma raiz tripla: p = 0 e q = 0. tiver uma raiz dupla. tem raiz tripla. com k  ¢ . ! ¯1. R: ¯ ± {  k e {  k . Calcule essa raiz. possui uma raiz simples qualquer que seja ® a) ± ! 2  k ou ! 4  k . em seguida. 44) Determine m de modo que a equação x 3  2x 2  x  m  1 ! 0 . 49) Um polinômio p(x) = x 3  ax 2  bx  c é divisível pelo polinômio derivado p (x) e esse é divisível por x ± 1. resolver a equação. admita uma raiz tripla e. 41) Determinar k de modo que a equação 3 x 4  8 x3  6 x 2  24x + k ! 0 . resolva a equação. 46) Determine a condição para que a equação x 4  px  q ! 0 . 3 3 ± ± ° À 42) Para que valores de a equação 2x 3  3sen x 2  cos 3 ! 0 . Determine os coeficientes a. a equação terá raíz simples b) es ± ° 2 4 43) Prove que a equação x 4  px 2  q ! 0. = _ 3a 1. com (ab { 0.54 40) Determinar a condição para que a equação x 3 px q ! 0 . b e c. em seguida. R: a = -3. qual o valor de a? R: a = 3. tenha uma raiz dupla. reais) . R: 27p4 + 256q3 = 0 e x ! 3 p . R: P(x) ! x 2  x  3 Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I . p { 0 e q { 0 . 4 47) Determine m de modo que a equação x 4  mx 2  8x .Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. ¿. tem raízes múltiplas.

( x  xo ) f ( x) ! 3 x f '( x) ! 3. f '(8) ! 1 . no ponto de abscissa 8. no ponto dado:  f ( x ) ! 3 x .Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág.55 Retornaremos agora as aulas 06. ões Resolvidas Qu est 01) Determine as equações das retas tangente e normal ao gráfico da função dada. 07 e 08 com mais questões resolvidas e propostas.  A imagem de x ! 8  Equação da Reta Tangente  Equação da Reta Norma f (8) ! 8 f (8) ! 2  A derivada de f(x) quando x = 8 3 ? y  f ( x) A ! y 2 ! f ( x). f '(8) ! 3.

x 3 2 1 .

8 3 2 1 ™ ( x  8) 12 x 8 y 2 !  .

l n 2) .( x  2)   y  l n2 ! 2 x  4   y  2 x  l n2  4 ! 0 2 y  2 x  (l n 2  4) ! 0 Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I 1 .( x  8) y  2 ! 12 x  96 12 x  y  2  96 ! 0 12 x  y  98 ! 0 1 3.z4 12 12 x 2 y 2 !  12 3 x 2  y 2!0 12 3 x 4  y !0 12 3 ?y  f ( x ) A !  y 2 !  1 . no ponto especificado. (Coeficiente Angular) 1 1 f '( x ) !   f '( xo ) ! x 2 (Imagem quando x ! 2 ) f ( x ) ! l nx f ( x) ! l n2 Equação da reta tangente ? y  f ( xo ) A ! y  l n2 ! f ( xo ). 1) f ( x) ! l n x . no ponto xo ! 2 . P(2.( x  xo )   ?y  f ( xo ) A ! 1 ™ ( x  2) 2 x 2 x x    y  l n 2 ! 1   y   l n 2 1 ! 0 2 2 2 2 Equação da reta normal 1 ™ ( x  xo ) ? y  f ( xo )A !  f ( xo ) ? y  l n2A !  1 ™ ( x  2)   y  l n2 ! 2.4 1 f '(8) ! 12 02) Encontre as equações das retas tangente e normal para as curvas abaixo.( x  xo ) f ( x) 1 ™ ( x  8) 1 12 y  2 ! 12.(2) 2 1 f '(8) ! 3.

no ponto xo ! 2 .Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. 2 e x  e x u ( x) ! 2 x u ( x) ! e  e x .56 2) f ( x) ! e x  e x .( 1)   e x  e x v( x) ! 2 v (x) ! 0 (Coeficiente Angular) .

e x  e x . 2   e x  e x   e2  e2 f ( x) ! 2 2 2 .

sen( w.v  u.v v ! a. ©  2.sen \ Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I 0 .w.e 2  e 2 ¨ e 2  e 2 ¸ 2.1 u . t  \ )   2) A velocidade no instante t ! 0 .w.w.2 (Imagem) e x  e x e 2  e  (2) e 2  e 2 f ( 2) !     2 2 2 Equação da tangente « ¨ e 2  e 2 ¸ » ¨ e 2  e 2 ¸ ? y  f ( xo ) A ! f '( xo ). 0  \ ) v (t ) ! a. © ¹ ¹ ¹ ¹ 2 2 2 2 2 ª º ª º ª º ª º ª ¸ ¨ e 2  e 2 ¸ ¹ © ¹! 0 2 º ª º ¨ e 2  e 2 ¸ 3. ©   y  x. © ! 0   y  x. ©  2.sen ( w.( x  xo )   ¬ y  © ¹¼ ! © ¹ ™ ( x  2)   2 2 ª º½ ª º ­ 2 2 2 2 2 2 2 ¨e e ¸ ¨e e ¸ ¨e e ¸ ¨ e  e2 ¸ ¨ e 2  e 2 y© ! x. Determine. 1) A lei que dá a velocidade do ponto em cada instante. t  \ ) v (t ) ! a. S ! a.  sen( w. t  \ ) em que a.cos( .e 2  2. w e \ são números reais dados. t  \ ) V ! S ! a.e 2  e 2  e 2 !0   y  x.w.cos( . © ¹ ¹ 2 2 2 2 ª º ª º Equação da reta no rmal « ¨ e 2  e 2 ¸ » 1 1 y  f ( xo ) A !  ™ ( x  xo )   ¬ y  © ™ ( x  2) ? ¹ ¼ !  2 2 f (x o ) « e  e2 » ª º½ ­ ¬ ¼ 2 ­ ½ ¨ e 2  e 2 ¸ ¨ e 2  e 2 ¸ « ¨ 2 2 2 « » ¸ ¨ y© ™ ( x  2)   y  ©  2 ™ © 2 ¹ !  1 ™ ¬ 2 ¹ ! ¬ x © 2 2 ¼ 2 ¹ 2 2 2 ­e  e ½ ªe e ª º ª º ­ ªe e º ¨ e 2  e 2 ¸ 4 ¸ ¨ 2x ¸ ¨ y©  © 2 ¹ !  © 2 2 ¹ 2 ¹ 2 ªe e º ªe e º ª º ¸» ¹¼ º½ 03) Um ponto móvel sobre uma reta tem abscissa S dada em cada instante t dada pela lei S ! a.sen ( w. v (t ) ! a.w. t  \ ).

quando os carros passam no quarteirão com uma 2 x! x! b s ( 2a ( 7) s 9 7 s 3 ! 2.cos(w.5  30  20 ! 51 10. onde t é o número de horas após o meio-dia.e  t .25 150  20 !125 262. percorre uma distância (t) ! t 3  12t 2  12 em metros.5 ! 32.5t 2  30t 20 . quando a velocidade média é 32. t  \ ) a !  a. e mais lento às 17h.5.cos( w. Calcule a aceleração do corpo após 3 segundos.2 2  30.cos t a ! 2ae t ™ sen t 05) Durante várias semanas.sent  a.5 1 50  2 0 ! 295  262.cos t  a.57 3) A lei que dá a aceleração do ponto em cada instante.?cos t  sent A  a.  1.10 ( ! 49  40 (!9 v (t ) ! t 3  10.e t . Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I .e t .t 2  30t  20 v (1) ! 13  10.Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág.e t .5 v (2) ! 2 3  10.w.5 ! 40.sen( w.4  60  20 ! 8  42  60  20 ! 88 42 ! 46 v (5) ! 53  10. a !  a.e  t . com a  R . a velocidade nesse quarteirão é dada aproximadamente por v(t) ! t 3  10. em t segundos. Qual o instante entre 13h e 18h em que o trânsito é mais rápido? Qual o instante em que o trânsito é mais lento? v (t ) ! 3t 2  21t  30 z 3 v (t ) ! t 2  3t  10 ( ! b  4 ac ( ! ( 7) 2  4. 1  \ ) a !  a.cos t  a.e t .5.1 2 7  3 10 ! ! 5 x ! 2 2 7 3 4 ! ! 2 x ! 2 2 velocidade média de 46 km/h.cos(w. ! a ™ e-t ™ cos t .e t .2  20 ! 8 10.cos t  a .52  30.1.w2 . t  \ ) 4) A aceleração no instante no instante t ! 1/ s . Os resultados mostram que entre 13h e 18h de um dia de semana.cos(w.cos(w  \ ) 04) Obtenha a velocidade e a aceleração de um ponto material que percorre um seguimento de reta obedecendo a equação horária S ! a.  sen t   a.e t .5.5  30  20 ! 1 10. 06) Um corpo se move em linhas retas de tal forma que.0.? sent  cos t A a ! a.6  20 ! 216 10.e t .w2 . t  \ ) A.w2 .e t . a ! v ' !  a.sen t   a .5.5  20 ! 125 10.w a !  a.12  30.5 v (6) ! 6 3  10.5.5.(1). t  \ )  ? a.e t .5. quilômetros por hora.5 km/h.6 2  30.36 180 20 ! 216 378 180  20 ! 416  378 ! 38 O trânsito é mais rápido às 14h.sent a.(cos t  sent ) a ! v !  a.1  20 ! 1  10.5.w2 .cos t v ! S ! a.e t . o departamento de trânsito vem registrando a velocidade dos veículos que passam em um certo quarteirão.

04) Escrever a equação da tangente e da normal à curva y ! x 3  2 x 2  4 x  3 no ponto (-2. no ponto de interseção com o eixo Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I Y. R: y  8 2 ! 3 2( x  3) e y  8 2 ! 3 2( x  3) . ordenada y ! 3 .sen © ¹ . 06) Escrever a equação da tangente e da normal à curva: x 3  y 2  2 x  6 ! 0 no ponto com R: 5 x  6 y  13 ! 0 e 6 x  5 y  21 ! 0 .58 ! a! a! (t) ! 3t 2  2 ™12t  0   3t 2  24t (t) ! 2 ™ 3t  24   6 ™ 3  24 (3) ! 18  24   a ! (3) ! 6 m/s Questões Propostas 01) Dada a elipse de equação x 2 y2  ! 1 . ª 2 º x ®  2 y 1 ! 0 R. R: x  y  2 ! 0 08) Escrever a equação da tangente e da normal à curva: y ! ( x  1)( x  2)( x  3) nos pontos de sua intersecção com o eixo das abscissas.0): ¯ 1  x . na origem das coordenadas: R: ¯ 1 y ± !2x ° ¨ x 1¸ b) y ! arc.0). obter as equações das retas tangentes nos pontos de abscissa 12.2). ¯ 2 °x  y  2 ! 0 6 ®x  2 y  ! 0 R. R: x  1 ! 0 e y ! 0 .cos 3 x . 07) Escrever a equação da tangente à curva: x 5  y 5  2 xy ! 0 no ponto (1. R: y  5 ! 0 e x  2 ! 0 . 05) Achar a equação da tangente e da normal à curva y ! 3 x  1 no ponto (1. R: 14 x  13 y  12 ! 0 e 13x  14 y  41 ! 0 . 03) Considere a parábola de equação y 2  6 y ! 2 x  17 . obter as equações das retas tangentes nos pontos de 25 9 12 9 12 9 abscissa 3. 10) Escrever as equações da tangente e da normal às curvas nos pontos dados: y ® ! 2x ± a) y tg 2x . y ® ! 2x  2 y ® ! x  2 ± e no ponto (3. R: x  4 y  8 ! 0 e x  4 y  16 ! 0 .0): R: no ponto (1. no ponto (2.0): ¯ y y ° ! x2 ±! 2 ° y ® ! 2x  6 ± 3 x ¯ y ±! 2 ° 09) Escrever a equação da tangente e da normal à curva: y 4 ! 4 x 4  6 xy no ponto (1. .1).5). 5 20 5 20 02) Considere a hipérbole de equação x 2  y2 ! 1 .Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. no ponto de interseção com o eixo OX . ¯ 2 °x  6y  3 ! 0 c) y ! arc. R: y  !  ( x  3) e y  ! ( x  3) . obter as equações das retas tangentes nos pontos 16 de abscissa 3.

2 2 ®x  y  3 ! 0 ®x  y  3 ! 0 para o ponto (1. sendo a. nos pontos de interseção com a reta y ! 1 . l constantes dadas. cos (kt + l ). Determinar: a) instantes e posições em que é máxima a velocidade do móvel. k. n). no ponto de interseção com o eixo 2 : y ® ! x 1 R. kª 2 º 1 R: t = . calcule a velocidade e a aceleração do corpo. ª 2 º ª 2 º 12) Se a posição de um corpo que está se movendo em linha reta é dada por s(t) = t3 . onde t indica o número de segundos decorridos após o lançamento.1) ¯ ¯ x x °  2y 1 ! 0 °  2 y 1 ! 0 11) A reta tangente ao gráfico de f ( x) ! sen x . ¯ y ° ! 1 x e) y ! e1 x . Calcular m e n. é dada por h = t 3 ± 3t2 ± 9t + 1. no ponto de abscissa 1 se interceptam no ponto P (m. no ponto de abscissa para o ponto (-1.Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág.1) e a reta tangente ao gráfico de g ( x) ! n x .6t + 4 e 6t ± 6. Sua altura h (metros) em relação ao solo. 14) Um móvel desloca-se sobre um eixo de modo que sua abscissa s no instante t é dada pela equação S = a. 1¨3 ¸ ©  2n  l ¹ e s = 0.3t 2 + 4t no instante t. Em que instante a pedra atingirá sua altura máxima? R: t = 1s e t = 2s. 13) Uma pedra é lançada verticalmente para cima. b) instantes e posições em que é mínima a aceleração do móvel.59 d) y ! ln x . ¨ 1¸ ¨ 1 ¸ R: m ! © ¹ e n!© ¹. R: 3t² .

0. 17) Do alto de um edifício de 34 metros de altura.9t² + 29t + 34. R h(t) = -4.2n  l e s = a.4)t ± (4.9)t² Usando os métodos do cálculo. R: (a) v(t) = 3t² . k R: t = 15) Os experimentos mostram que a altura (em metros) do pulo de uma pulga após t segundos é dada pela função H(t) = (4. Qual é a altura máxima atingida pela pulga? R: t . 0. determine o instante em que a pulga atinge a altura máxima.8t + 29. v(t) = -9.12t + 9 e a(t) = 6t ± 12. uma pessoa lança uma bola verticalmente para cima com uma velocidade inicial de 29m/s: (a) Determine a altura e velocidade da bola no instante t.988m 16) Um corpo se move em linha reta de tal forma que sua posição no instante t é dada por s(t) = t 6t² + 9t + 5. (b) Em que instante o corpo está estacionário? R: (b) t = 1 e t = 3. (a) Determine a velocidade e aceleração do corpo no instante t. (b) Em que instante a bola chega ao chão e qual a velocidade no momento do impacto? Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I .449s e h .

A velocidade do móvel no instante t = 2s. (a) s(t) = 3 t 5 .6 m/s. Para t < 3. Em cada caso: y Calcule a velocidade v(t) e a aceleração a(t) do corpo y Determine o instante t no qual a aceleração é nula.5t .6 m c) ° Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I . (a) Escreva uma expressão para aceleração do carro em função ao tempo. o que acontece no instante t = 3. (d) Qual é a distância total percorrida pela bola? R: (d) 119. a bola atinge o ponto mais alto da trajetória no instante t = 3.8) =  48 m/s ± t = 4.Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. a velocidade é negativa e a bola está descendo.7 (b) s(t) = (1 ± t) + (2t + 1)² ® v(t) = 15t 4  15t 2 . para t 3. R: 1 m/s. Assim.33km/h 2 ± a velocidade diminui 2 km/h c) ± ± ° 21) Um projétil é lançado verticalmente a partir do solo com uma velocidade inicial de 48 m/s: (a) Quanto tempo o projétil leva para se chocar com o solo? (b) Qual é a velocidade no momento do impacto? (c) Quanto tempo o projétil leva para atingir a altura máxima? Qual é essa altura? a) ® t = 9. 18) Um móvel se desloca segundo a equação horária S = ln(3t 2  2t  2) S em metros e t em segundos. ° 2 2 ® v(t) =  3(1  t)  4(2t  1). 19) A posição s(t) de um corpo que está em movimento em linha reta é dada.9 s. a velocidade é positiva e a bola está subindo.8m.9) = 117.8 s ± R: ¯ b) v(9. (b) Qual é a taxa de variação da velocidade com o tempo após seis horas de viagem? A velocidade está aumentando ou diminuindo nesse instante? (c) Qual é a variação de velocidade do carro durante a sétima hora de viagem? 20 4t ® a) ± a(t) = 3  3 ± ± R: ¯ b) A velocidade está diminuindo à razão de 1. a(t) = 60t3  30t a) ± R: ¯ 2 b) ± a(t) = 0 para t = 0. (4.60 R v(7) = -39. (c) Em que momento a velocidade é nula? O que acontece nesse momento? R: (c) A velocidade é nula quando v(t) = 0. a(t) = 6(1  t)  8 a) ± R: ¯ 7 b) ± a(t) = 0 para t = 3 ° 20) A distância percorrida por um carro em t horas de viagem é D(t) = 64t + 10t²/3 ± 2t /9 quilômetros.

42 6(2t  7). a altura de um falcão-peregrino acima da superfície do lago é dada por o tempo em segundos e H é a altura em pés. ± v(t) (t 2 12)3 (t 2 12) 2 ± 2t + 1 ± a) s(t) = . Quanto tempo o carro leva para parar e que distância percorre antes de parar? R: 5. onde t é .5 e acelerando para t 3.280 pés). O corpo está reando para t < 3. Sim. 2t  138 .2.4 s e 127 m 24) O falcão-peregrino (Falco peregrinus) é uma ave de rapina rápida e precisa que caça outros pássaros. s(t) representa a posição de um corpo que está se movendo em linha reta: y Determine a velocidade e a aceleração do corpo e descreva seu movimento durante o intervalo de tempo indicado y Calcule a distância total percorrida pelo corpo durante o intervalo de tempo indica do.25. Após t segundos.4t 2 metros do local onde o motorista pisou no freio. O corpo está recuando o ± corpo está avançando e reando no inte ¯ no ± intervalo 2< t < 5. a(t) . como patos. 1 e t e 6. a) ± rvalo 1< t < 2 e no intervalo 5< t < 6.36t 3  1. o carro está s = 26t .5. O modelo apresentado é suficiente preciso para estimar a velocidade do falcão? (Sugestão: Converta a velocidade de pés por segundo para milhas por hora. R: 99.49 milhas/hora. 0 e t e 3 R: ¯o corpo está avançando e reando em todoo intervalo t² + 12 ± 0. H (3) !  145.92 pés/segundo b) O falcão-peregrino é capaz de atingir velocidades da ordem de 200 milhas por hora durante um mergulho. Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I (t) !  t 4  1. Uma milha tem 5. a) Qual é a velocidade instantânea do falcão-peregrino no instante t = 1 segundo? Qual é a velocidade instantânea no instante t = 3 segundos? R: H (1) ! 9.25 b) ± ± ° b) s(t) 2t 3 ± 21t 2 60t . a(t) 12t .Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. De acordo com um certo modelo. espalhando as penas no último momento para frear e estender suas garras mortíferas. o falcão-peregrino dobra as asas e mergulha em direção à presa. ® 2(t 4)(t  3) 2(2t 3 3t 2  72t  12) a) .61 22) Nos Problemas a seguir. ± 49 b) ° 23) Um carro está viajando a uma velocidade de 26 m/s quando o motorista pisa no freio para não atropelar uma criança. 28 pés/segundo. Quando está sobrevoando um lago e avista um pato na água. ® v(t) 6t 2  42t  60 ! 6(t  5)(t  2). por exemplo.

então: (x 1 1 .2.2 .  x !  x ! [ (x)] y f ( x) x' 10.Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág.Derivadas das funções trigonométricas inversas: Faremos agora as demonstrações das formulas derivadas das funções trigonométricas inversas. também é derivável no ponto y. ! (y (y (x Devemos observar que y ! f ( x) é derivável e contínua no ponto x. lim ! lim   (y p 0 ( y (x p 0 (y (y lim (x p 0 ( x (x (x (y ! lim lim (y p 0 ( y (x p 0 ( x 1 1 1 1 f 1 ( y )] ! ou y ' ! .Derivada da função y = arc.2. se (x p 0 temos (y p 0 . 10. Inicialmente escrevemos a identidade abaixo decorre (x { 0   (y { 0 logo: (x 1 . derivada das funções trigonométricas inversas e derivadas das funções implícitas e estudo das aproximações por diferencias. onde f ( x) { 0 .1 .1 . sen x: y = arc sen x y' ! y ! y ! 1 1  x2 Demonstração: x ! sen y x ' ! cos y sen 2 y  cos2 y ! 1.Derivada da função y = arc. podemos demonstrar que a função inversa x = f 1 (y). 10. cos x: y = arc cos x y' !  y ! y ! 1 1 x2 Demonstração: 1 1 1 1 ! ! ! 2 x cosy 1  sen y 1  (x) 2 1 Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I 1  x 2 .Função Inversa Demonstração: Considerando a função inversível y = f(x). onde y = f (x). Logo.62 AULA 10 Nesta aula vamos estudar derivada de função inversa.2 . derivável no ponto x. temos então cos y ! 1  sen 2 y 1 1 1 1 ! ! ! 2 x cosy 1  sen y 1  (x) 2 1 1  x2 10.

cossec x: 1 y = arc cossec x y' !  x x 2 1 Demonstração: 1 1 ! ! y ! x !  cotg y ™ cossec y  cotg y ™ cossecy cotg y ™ cossec y cotg 2 y ! cossec2 y  1 1 y ! 2 2 cotg y ! cossec y  1 cossec y  1 ™ cossec y y ! 1 x x 2 1 10.6 . tg x: y = arc tg x y' ! y' ! y' ! 1 1 x2 Demonstração: x ! tg y x ! sec y sec2 y ! 1  tg 2 y 2 1 1 1 ! ! 2 x ' sec y 1  tg 2 y 1 1 x2 1 1 x2 10.2. cotg x: y = arc cotg x y ! y ! Demonstração: x ! cotg y x !  cossec2 y cossec 2 y ! 1  cotg 2 y 1 1 1 1 ! ! ! 2 2 x cossec y cossec y 1  cotg 2 y 1 1 x2 1 x x 2 1 y ! 10.Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág.Derivada da função y = arc.Derivada da função y = arc.63 x ! cosy x ! sen y sen y ! 1  cos 2 y 10.3 . sec x: y = arc sec x y' ! Demonstração: x ! sec y x ! tg y ™ sec y tg y ! sec 2 y  1 y ! y ! 1 1 1 ! ! 2 x tg y ™ secy sec y  1 ™ sec y 1 x x2 1 10.2.2.4 .Derivada da função y = arc.3 .5 .Derivada da função y = arc.Derivada de funções implícitas Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I .2.

define y como uma função implícita de x. mas não impomos essa restrição à sua definição. na maioria dos contextos. Ao contrario do que aparenta. Em outras palavras uma das variáveis é dada explicitamente em função da outra. caso a razão e igual à exista. Agora introduziremos duas novas varáveis dx e dy coma propriedade de que. quando uma função derivável. s e u são funções de x.64 Até agora nossas funções envolvendo uma variável foram expressas. 10. y! 1 x Onde dizemos que y. Ao contrário da variável independente dx .y = 1 . Definição: Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I .Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. y) = 0.(x 2  1)  3(2x) 6x  y !   2 2 2 2 x 1 (x  1) (x  1)2 (II) y ! (x 2  1) ! 3 y ! x 2  y  3 ! 0   y ™ x  y ™ 2x  y  0 ! 0 (I) y ! y (x 2  1) !  y ™ 2x 3 ™ 2x  y ™ 2x (x  1)   y ! 2 (x  1) (x 2  1) 6x  6x 1 ™ 2 ! 2 y ! 2 (x  1) (x  1) (x  1)2 2 A grande vantagem da derivada implícita está no fato de que. nos é dada na forma implícita sendo difícil ou até impossível colocá-la na forma explícita. Ela dependente tanto de x como de dx . a variável dy é sempre dependente.4 ± Diferenciais Às vezes a notação dy dx para representar a derivada y de y em relação a x. O significado de dx e dy . esta será igual a derivada. Por exemplo : y ! 3x  5 u!3  2 s ! 16t 2  20t respectivamente. como por exemplo x. a diferencial dx da variável independente é a sua variação (x . de maneira geral na forma explícita y = f (x). mesmo assim é possível determinar sua derivada. t e Forma explícita 1 y ! ou y ! x 1 x A equação F (x. Forma implícita Derivada x™y !1 dy 1 ! 1 ™ x 2    2 dx x Exemplo: 3 0. não é uma razão.

10. possui uma interpretação geométrica o valor de df quando x=aé L .65 Seja y ! (x) uma função derivável. ás vezes escrevemos df ! f (x)dx . A diferencial dx é uma variável independente. é correspondente em L.2 ± Variações absoluta. a diferencial df ! f'(x) dx . Como os valores de L são mais simples de calcular. Conforme o gráfico anterior aproximando a variação na função f pela variação na linearização de f. Na notação do gráfico.4. Se dx for pequeno.1 ± Estimando Variações com Diferenciais Suponha que saibamos o valor de uma função derivável f(x) em um ponto a e que desejamos prever a variação que esse valor soferá se formos para um ponto a  dx próximo. relativa e percentual: conforme nos deslocamos de a para um ponto a  dx próximo. A variação aproximada do valor de f quando x varia de a para a  dx é d ! (a)dx . podemos descrever a variação de f de três maneiras: Variação absoluta Variação relativa Variação percentual REAL (f ! f (a  dx)  f ( a) (f f (a) (f v 100 f (a) ESTIMADA df ! f '(a ) ™ dx df f (a) df v 100 f (a) FÓRMULAS DAS DERIVADAS DE FUNÇÕES ELEMENTARES Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I . Estimativa de Variação com Diferenciais: Seja f(x) derivável quando x = a.4. dx dx Toda formula de diferenciação do tipo : d(u  v) du dv d(sen u) du !  ! cos u ™ ou dx dx dx dx dx Tem uma forma diferencial do tipo: d(u  v) ! du  dv ou d(sen u) ! cos u ™ d u 11. a variação Assim. dy f (x)dx !   f (x) . A diferencial dy é. L ! L(a  dx)  L(a)   f(a)  f'(a) ™ ?(a  dx)  a A f(a)   f'(a) ™ dx 1 4 4 44 2 4 4 4 4 3 { L(a + dx) L(a) f ! f(a  dx)  f(a) . f e sua linearização L em a irão variar praticamente na mesma quantidade ver figura.Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. a variação da linearização de f correspondente à variação dx . o cálculo da variação de L nos oferece um modo prático de estimar a variação em f. a variação em f é.

cotg x 23) f ( x) ! arc.cossec x f ' ( x) ! 0 f ' ( x) ! 1 f '( x ) ! n ™ x n 1 f '( x ) ! 1 n ™ ( x ) n 1 n f '( x) ! cos x f '( x) ! sen x f '( x ) ! sec 2 x f '( x ) ! cossec 2 x f '( x) ! tg x ™ sec x f '( x) ! cossec x ™ cotg x f '( x) ! a x ™ Ln a f '( x) ! e x f '( x ) ! f '( x ) ! 1 x ™ Ln a 1 x f '( x) ! f '( x ) !  f 1 1  x2 1 f f f 1 x2 1 '( x ) ! 1 x2 1 '( x) !  1 x2 1 '( x ) ! x ™ x2  1 1 '( x) !  x ™ x2 1 Fórmulas de Derivadas de Funções Compostas Propriedades Operatórias: Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I Sendo as funções u = u (x) e v = v(x) .sec x 24) f ( x) ! arc. k  ¡ 6) f ( x ) ! x 7) f ( x ) ! x n 8) f ( x ) ! n x 9) f ( x) ! sen x 10) f ( x) ! cos x 11) f ( x) ! tg x 12) f ( x) ! cotg x 13) f ( x) ! sec x 14) f ( x) ! cossec x 15) f ( x) ! a x 16) f ( x) ! e x 17) f ( x ) ! Log a x 18) f ( x) ! n x 19) f ( x) ! arc.Universidade do Estado do Pará Propriedades Operatórias: 1) f ( x) ! u ( x)  v( x) 2) f ( x) ! u ( x)  v( x) 3) f ( x) ! u ( x) ™ v( x) 4) f ( x) ! Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág.tg x 22) f ( x) ! arc.66 f '( x) ! u '( x)  v '( x ) f '( x) ! u '( x)  v '( x) f '( x) ! u '( x) ™ v( x)  u( x) ™ v '( x) f '( x) ! u '( x) ™ v( x)  u ( x) ™ v '( x) [v( x)]2 u ( x) v( x) 5) f ( x) ! k .sen x 20) f ( x) ! arc.cos x 21) f ( x) ! arc.

(x) ! [u(x)] n p '(x) ! n ™[u(x)] n 1 ™u'(x) 6 .(x) ! u(x) u'(x) ™ v(x)  u(x) ™ v'(x) p '(x) ! v(x) [v(x)] 2 5 .Universidade do Estado do Pará 1 .(x) ! u(x)  v(x) p '(x) ! u'(x)  v'(x) 2 .(x) ! u(x)  v(x) p '(x) ! u'(x)  v'(x) Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág.(x) ! u(x) ™ v(x) p '(x) ! u'(x) ™ v(x)  u(x) ™ v'(x) 4 .(x) ! n u(x) p '(x) ! u'(x) n .67 3 .

sen[u(x)] p '(x) ! 19 .(x) ! cos[u(x)] p '(x) ! sen[u(x)] ™u'(x) 13 . u(x) n n 1 7 .sec[u(x)] p '(x) ! u(x) ™ [u(x)] 2 1 u'(x) f(x) ! arc.(x) ! Log a [u(x)] p '(x) ! 11 .(x) ! cossec[u(x)] p '(x) ! cossec[u(x)] ™cotg[u( x)] ™ u'(x) 17 .(x) ! Ln[u(x)] p '(x) ! u'(x) u(x) u'(x) u(x) ™ Ln a 10 .(x) ! arc.cos[u(x)] p '(x) !  20 21 22 - « ­ u'(x) ¨ u'(x) ™ v(x) ¸ » ¹¼ ª u(x) º ½ 1  [u(x)] 2 u'(x) 23 - 1  [u(x)]2 u'(x) (x) ! arc.cotg[u(x)] p '(x) !  1  [u(x)]2 u'(x) f(x) ! arc.(x) ! tg[u(x)] p '(x) ! sec 2[u(x)] ™u'(x) 14 .(x) ! [u(x)] v(x) p '(x) ! [u(x)] [v(x)] ™ ¬Ln ? u(x) A™v'(x)  © 18 .f ( x) ! sec[u ( x )] p f '( x ) ! sec[u ( x )] ™ tg [u ( x )] ™ u '( x ) 16 .(x) ! cotg[u(x)] p '(x) ! cossec 2[u(x)] ™u'(x) 15 .cossec[u(x)] p f'(x) !  u(x) ™ [u(x)]2  1 Questões Resolvidas Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I .(x) ! arc.(x) ! e u(x) p '(x) ! e u(x) ™ u'(x) 8 .tg[u(x)] p '(x) ! 1  [u(x)]2 u'(x) (x) ! arc.(x) ! sen[u(x)] p '(x) ! cos[u(x)] ™ u'(x) 12 .(x) ! a u(x) p '(x) ! a u(x) ™ Ln(a) ™ u'(x) 9 .

68 01) calcular a derivada das funções inversas abaixo: 1) f (x) ! arc.cos x 2    f '(x) !  2x 1  .Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág.

x 2 2 u'(x) 1  ?u(x) A 2 . como u(x) ! x 2 .sen 4x 2   f '(x) ! 2 ™ 4x 1  . obtemos 2x 1  x4   f '(x) !  2) f (x) ! arc.

x  x  1  2.1. obtemos   u'(x) ! ! 2 3) f (x) ! arc.(1  x)  (1  x).1 1 ¨1¸ .tg © ¹   2 2 x x x ªxº 1  ?u(x)A 1 1 1  2  2 2 1 x2 1 x f '(x) ! ! x ! 2x !  2 ™ 2 ! 2 2 1 x 1 x 1 x x 1 ¨1¸ 1 © ¹ 1 x2 2 x ªxº  u'(x) 1 x ¨ 1 x ¸ .( 1) (1  x)  (1  x) 1  x  1  x 2 ! ! ! 2 2 2 (1  x) (1  x) 2 (1  x) (1  x) 2 (1  x) 2 2 2 2 (1  x)2 2 (1  x) ! f '(x) !  ! ! 2 2 2 2 2 (1  x)  (1  x) (1  x) (1  x)  (1  x)2 «1  x » 1 1 ¬ 2 ¼ (1  x) (1  x)2 ­1  x ½ f '(x) !  2 2 2 2 1 ! ! ! ! 2 2 2 2 2 2 2 2  2x (1  x 2 )2 1  2.1  1.cossec © ¹  1 x2    2 ªxº u(x). como   u(x) ! . ?u(x)A  1 2 como u(x) ! e2x . (1  x ) 2 2 5) f (x) ! arc.2   2.1. ?u(x) A 1 Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I 2x 2 .1   e 2x . obtemos u'(x) ! e 2x . obtemos 4) f (x) ! arc. como u(x) ! . como u(x) ! 4x 2 .2.e2x «e »  1 ­ ½ 2x 2   2 «e »  1 ­ ½ 2x 2   2 e 1 4x .x  x 1 2x  x  1 2x  x 2.cotg © ¹  2 1 x ª 1 x º 1  ?u(x)A u'(x) ! 1. obtemos 8x   f '(x) ! 1  16x 4 u'(x) 1 0.sec e2x   u(x) ! e 2x u'(x) u(x).4x 2 2 u'(x) 1  ?u(x)A 2 .e 2x   f '(x) ! e f '(x) ! 6) u'(x) ¨1¸ f (x) ! x ™ arc.

cossec © x ¹  2 x ª º ªxº 1  x2 ¨1¸ ¬ ¼ © ¹ 1 ¼ ¬ ªxº ­ ½ 1 1 1 1  1 1 1 v(x) ! 1  x 2   .cossec © ¹  x .arc.cossec © ¹ ªxº « » « » ¨ ¸ ¨ 1 ¸ ¬ ¼ ¬ ©1¹ ¼  2¹ © ¬ ¼ ¨1¸ ¨1¸ ¬ ªxº ¼ ª x º u'(x) ! 1.cossec © x ¹  x.69 ¨1¸ u(x) ! x ™ arc.cossec © ¹  x.  ¬ ¼ ! arc.Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. ¬ ™ ¼ ! arc. ¬ ¼ 2 2 ªxº ª º ¬ ¨ 1 ¸ ¨ 1 ¸ 1 ¼ ¬ ¨ 1 ¸ 1 ¼ ¬©x¹ ©x¹ ¼ ¬ ©x¹ ¼ ­ ª º ½ ­ª º ª º ½ « » ¬ ¼ 1 x ¨1¸ ¨1¸ ¬1 ¼ u'(x) ! arc.

 x 2 2   ™ .

 x 2 2 ™ 2x   ™ .

 x 2 2 ™ 2x   ™ 1 1 1 2 2 2 1 .

cossec © ¹ ªxº 7) f (x) ! x arc.cossec © ¹  '(x) ! arc.cossec © ¹   2 2 ¼ 2 ªxº ªxº 1 x2 1 x 1 x ­ 1 x ½ ¨1¸ '(x) ! arc. 3 x 2 x v(x) ! arc.sen x 1 v'(x) ! 1 x2 1 3 2 f '(x) ! 3 x ™ arc.1  x 1 2 2 ™ 2x   1 1 ™ ™ 2x 2 1  x2 v'(x) !  x 1  x2 '(x) ! u'(x)  v'(x) « x x x » x ¨1¸ ¨1¸  ¬   arc.sen x  x ™ 3 1 1 x2   3 .sen x 3 1 u ( x) ! 3 x   x 3 1 1 1 1 2 1 1 1 1 1 u '( x ) ! ™ x 3   ™ x 3   ™ 2   ™   3 3 3 3 3 3 x2 3.

1  x ™ arc.sen x  .

3 2 3 x ™ 3 x2 .

sen x 2 2 3 3 x 2 ™ 1  x2 2 .arc.

sen x 2 .arc.

(1  x 2 )3 x3   . 1  x ™ arc.senx  3 f '(x) ! 3 6 x 4 .

sen x  3x 3 6 x 4 . 1  x ™ arc.(1  x 2 )3 .

senx 2 2 .arc.

arc.sen x 2 .

(1  x ) 6 4 2 3 .senx  3x ™   2 1 3 x . 1  x ™ arc.

sen x 2 .arc.

1  x ™ arc.sen x  3x f '(x) ! 3 6 x 4 .(1  x 2 )3 ™ arc.sen 2 x Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I .

y ') ! 0   y  x.y  5.y' ! 0 2 sen y 4x sen y  cos y.y'  4.y ' x. dada implicitamente dx pela equação dada: 1) e y  l n y ! x e y ™ y ' ¨ y' 1¸ 1 dy 1 ! x   y' ™ © e y  ¹ ! 1   y ' !   ! 1 y yº dx e y  1 ª ey  y y 2) x ™ y  x  2y ! 1 1.y' ™ sen y ! 0 cos y.y ' sen y.y ' 5. onde y = y(x).y  x.Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág.y.y '  2y ' ! y 1 y '.y ' ! y  x.y  x.y ' ( sen y).y ' 5.(2  cosy) ! 1 y' ! 1 (2  cos y) dy 1 ! dx (2  cos y) 4) 5y  cos y ! x ™ y 0.y.y ' ! 1.y ' ! 1 y '.(x  2) ! (y  1) y' ! (y  1) dy (y  1)   ! (x  2) dx (x  2) 0 3) 2y  sen y ! x 0.(5  sen y  x) ! y y' ! y 5  sen y  x dy y ! dx 5  sen y  x 5) x 2  sen y  y 2 ! 1 cos y.y'  sen y.y ' 1  ( 0.y'  4.y ' ! y y'.y  2.70 02) Expresse dy em termos de x e y.y  2.y ' cosy.y ' ! 1 2y ' cosy.y' 2x   2.é uma função derivável.y.y' sen y ! 4x sen y y'(cos y  4y sen y ) ! 4x sen y 4x sen y dy ! dx cos y  4y sen y Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I .y ' 1  2y ' ! 0   x.

5)  C(40) . O erro cometido no cálculo do volume ao supor que a aresta do cubo é 12 quando na realidade é 12  x é dado por. ( ! (12  (x)  (12) $ '(12) (x . C ! C(40. No momento.5) . o erro máximo na medição da aresta é (x ! s 0. Se o nível atual de produção é 40 unidades. . Use os 06) O PIB de um certo país foi métodos do cálculo para estimar a variação percentual do PIB durante o primeiro trime stre de 2002. Solução: Calcule o valor de ( Q L.24 cm para mais ou para menos.Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág.5 .71 03) O custo total em reais para fabricar q unidades de um certo produto é (q) ! 3q 2  5q  10 .728 cm3. 0. a fábrica utiliza 1. Q'( ) L com: 15 L 15 (1. Q .000 e Q'(L) 300L-2 3 . Se a precisão da medida foi de 2%. C'(40) q ! C'(40)(0. (t) t ! 0. Use a expressão da variação percentual de Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I . '(q) ! 6q  5 e '(40) ! 6(40)  5 ! 245 . onde é a mão-de-obra utilizada. estime a variação do custo total se 40. temos: q ! 0. C'(40)(0.000 homens-horas. 24) 3x 2 e '(12) 3(12) 2 ! 432 o erro máximo do volume . Use os métodos do cálculo para estimar o número de homens-horas adicionais necessários para aumentar de 15 unidades a produção diária. como. 25 e '(t) ! 2t  5 . a produção atual é q = 40 e a variação é aproximação por incrementos. 68 ( ) 900 13 05) A produção diária de uma certa fábrica é unidades. a variação correspondente do custo.50 04) Um estudante mede a aresta de um cubo. '(x) '(12)(s 0.5) ! 245(0. Solução: Nesse problema. ou seja. 24) ! s 103. 100 '(t) t . onde x é a aresta do cubo. 300(1. encontra o valor de 12 cm e conclui que o volume do cubo é de 123 = 1. 24 e o erro máximo correspondente no cálculo do volume é o erro máximo do volume ( . 432(s 0. Assim. usando a aproximação por incrementos.5 unidades forem produzidas. com t ! 8 . para obter 15 .5) ! $ 122. A diferença entre o comprimento real da aresta e o comprimento medido é no máximo de 2%. De acordo com a C .02(12) = 0.000)2 3 300 1. medida em homens-horas. com que precisão foi calculado o volume? Solução: O volume do cubo é (x) ! x 3 .000) 2 3 L ou 15 ! (10)2 ! 5 homens-horas . 300 (t) ! t 2  5t  200 bilhões de dólares t anos após 1994.

28 m/min . a produção diária é Q(k) = 4. Assim. Solução: Dado o volume da esfera que dr dt ! 5 . então devemos encontrar dV dt . mais é muito proveitoso expressar V 3 r 2 h como uma função de h. A derivada da função de produção é Q'(k) = 2. 100 ™ Q . quando o r = 12 cm. 1.000k -1 2 ™ (0. 100 ™ Q'(k) k Q(k) k ! 0. usamos a relação ! p r ! a expressão do h 4 2 2 1 ¨h¸ volume torna-se V ! ™ © ¹ h p V ! ™ h 3 . 73 .Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. Use os métodos do cálculo para estimar o aumento percentual da produção em conseqüência de um aumento de 1% no capital disponibilizado. 01k) 2. Em ordem. A grandeza V e h r 2h . Solução: Dado que dV dt ! 2 m 3 /min . Agora podemos diferenciar o volume em relação em 3 ª2º 12 dV dh dh 4 dV relação a t.000k 2.000 k1 2 08) Um tangue de água tem a forma de um cone circular invertido com base de raio de 2 m e altura igual a 4 m. 07) Em certa fábrica.25   100 2 (8) (8)  5(8)  200 . á que k -1 2 ™ k 12 12 4. substituindo h = 3m e dV dt ! 2 m 3 /min .72 Solução: Para obter a variação percentual . para eliminar r. em que taxa o volume estará aumentando quando o raio for de 12 cen timetros.000k 4. Se a água está sendo bombeada dentro do tangue a uma taxa de 2 m3/min.000 Q. 01k . 2. 4. dV dV dV ¨ dr ¸ ! 4 r2 ™© ¹ p ! 4 (12) 2 (5) p ! 2880 cm 3 /min dt dt º dt dt ª Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I ! 4 r3 . onde k é o capital disponibilizado da firma. dado 3 .25 logo: '(8)0. 25 . dt (3) 2 dt 9 estão relacionada pela equação do volume do cone V ! 09) Um balão esférico está se expandindo. Se o raio está aumentando a uma taxa de 5 centimetros por minuto. obtemos: dt 4 dt dt h dt dh 4 dh 8 ! ™2 p ! ou } 0. precisamos achar dh/dt. 100 ?2(8) 5 A0.000K-1 2 . ! ™ h2 ™ p ! 2™ . quando h = 3m. ! 0. O fato de que K aumenta 1% significa que Solução: Variação percentual Q .000K 1 2 unidades. encontre a taxa na qual o nível estará elevado quando estiver a 3 m de profundidade.000k 1 2   .

cos x e x 2) f ( x ) ! arc.cos x º 3 2 xe 2x  x 2 1 1 R: f '(x) !   2 2 x 1 x 3 2x 2 R: f '(x) ! arc.sen x ¸ 4) f ( x ) ! ln © ¹ ª arc.73 Questões Propostas 01) calcular a derivada das funções inversas abaixo: 1) f ( x ) ! arc.Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág.sen x 2   3x 2e x 1  x4 R: f '(x) !  1  2x R: f '(x) ! . cos x  x 3) f ( x ) ! x ™ arc.sen x 2  e x ¨ arc.

cos x 5) f ( x) ! 3 arc. cotg (2t)  (1  t 2 ) © 2 ¹ ª 1  4t º 1 ¨ 1 ¸ ™©  arc sec x ¹ R: f '(x) ! 2 x ª x 1 º R: f '( x) ! 0 R: f '(x) ! 2x (x  1) ™ x 4  2x 2 2 2 R: f '( x) ! 1 dy em termos de x e y.tg x 2 ¨ x ™ sen ¸ 6) f ( x ) ! arc.cos x 2  2 arc.tg x 2 ) 3 R: f '(x) ! 3 ™ (1  x 4 ) sen R: f '(x) ! 1  2x ™ cos  x 2 7) f ( x) ! x ™ arc.cotg x + ln 1 + x2 8) f (t ) ! (1  t 2 ) ™ arc. onde y = y(x).tg © ¹ ª xº R: y ' ! R: y ' ! R: y ' ! sen y  3x 2 (1  y2 ) (1  y 2 )x ™ cosy  1 1  2xy 2 ™ cos(x 2 ™ y 2 ) 2x 2 y ™ cos(x 2 ™ y 2 ) 1  3y2 ™ tg 2 (x ™ y 2  y) ™ sec2 (x ™ y 2  y) 3(2xy  1) ™ tg 2 (x ™ y 2  y) ™ sec2 (x ™ y 2  y) cy  x x 2  y 2 cx  y x 2  y 2 R: y ' ! R: y ' ! 6) y x  x y ! 16 Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I 2y x  y y 2x y  x x . 1  x ™ arc.cos sec x 11) f ( x ) ! arc.tg © ¹ 1  x ™ cos º ª 2x ™ (arc.cos sec (x 2  1) 12) f ( x ) ! arc.sen x  arc. dada implicitamente dx pela equação dada: cos(x  2y)  y 2 1) x ™ y 2 ! sen(x  2y) R: y ' ! 2xy  2cos(x  2y) 2) x ™ sen y  x 3 ! arc.é uma função derivável.tg x 2  1  arc.cos sec ( sec ) 0 02) Expresse R: f '(x) ! arc cotg x ¨ 2 ¸ R: f '(t ) ! 2t ™ arc.tg y 3) sen(x 2 ™ y 2 ) ! x 4) tg 3 (x ™ y 2  y) ! x 5) ¨ y¸ x 2  y 2 ! c ™ arc.sec x 10) f ( x) ! arc.sen x ™ arc.cotg 2t 9) f ( x ) ! x ™ arc.

04) O cascalho esta sendo empilhado em uma pilha cônica a uma taxa de 3m3 minuto . quando = 450. Estime o aumento percentual do imposto predial durante o primeiro semestre de 2001.1m3.5 unidades a produção diária. 06) A produção diária de certa fábrica é Q(L) = 300 L3 unidades.74 7) y  Ln(x 2  y 2 ) ! 4 8) y ™ earc. 1 1 08) A produção de certa fábrica é Q = 600 K 2 ™ L3 unidades. quando um gás é comprimido a uma temperatura constante. 09) De acordo com a lei de Boyle. quando s é de 16 km. a fábrica utiliza 512 homens-horas. 05) Suponha que o sol nascente passa diretamente sobre um prédio e tem uma altura de 30 m e seja o ãngulo de elevação. R . 05 m grau . 0. onde K é o capital imobilizado e L a mão-de-obra. R: 100 Q Q . qual é a velocidade do avião. Ache a taxa segundo o qual o comprimento da sombra do prédio que está variando em relação ao ângulo R:  1. Se s está decrescendo a uma taxa de 650 km/h. R: 832 km/h. medida em homens-horas.Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág.tg x 1 x2 03) Um avião esta viajando a uma altitude de 10 km em uma trajetória que levará a passar diretamente acima de uma estação de radar seja s a distância (em quilômetros) entre a estação de radar e o avião. R: 0. onde L é a mão-de-obra utilizada. 67% . a pressão e o volume V do gás satisfazem à equação PV = C. o imposto predial para um apartamento de três 3 quartos em certa cidade era T(x) = 60 x 2 + 40x + 1200 reais. Suponha que em certo instante o volume seja 0. 2 .5. Expressar do respeito em m grau . R: 6%. 07) Os registros mostram que x anos após 1997.tg x ! 2 R: y ' !  R: y ' !  2x x  y 2  2y 2 2e  arc. 0. Estime o aumento percentual de produção resultante de um aumento de 2% na mãode-obra se o capital imobilizado permanecer constante.106 m minuto . onde C é uma constante. a pressão seja 10 atmosferas e o volume esteja aumentando à Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I . No momento. Estime o número de homens-horas adicionais que seriam necessários para aumentar de 12. Encontre a taxa de v da altura da pilha quando é 3m (Suponha que o tamanho do cascalho é tal que o raio da base do cone é igual a sua altura).

5 m? d ! 2. cometendo um erro de 5 x 10-4 cm.5cm/ano.002 mm /min. 13) Um pequeno balão esférico é introduzido em uma artéria obstruída e inflado à razão de 0.2 x 10-2 cm. R: s 2. Se a corda é puxada à razão de 0. Qual é a taxa aumento do raio do balão quando o raio é R = 0. Estime a diferença entre o valor calculado da velocidade do sangue e o valor real. Se o raio superior do tronco é r. e puxa uma corda presa a uma bóia. R 90 cm e H 4. o volume de madeira é dado por 3 H(R² rR r²) .005m /s. 12. o raio inferior é R e a altura é H.227. dt Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I .806.8 x 10 5 R² cm/s. com que velocidade a bóia está se movendo quando se encontra a 3 m do cais? R: -1 m/mim. Qual é a taxa de aumento de em que r R: 60 cm.5cm/ano e 22. 4m acima da água. 12) A velocidade do sangue no eixo central de uma certa artéria é S(R) = 1. Qual é a taxa de variação da pressão nesse instante? A pressão está aumentando ou diminuindo? R: -0. onde R é o raio da artéria.6m/min.Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág.005 mm? R: dr ! 20mm / min . 638 cm3 / ano dt 11) Uma pessoa está de pé à beira de um cais. As taxas de aumento de r. é razoável supor que a árvore é um cone truncado.75 razão de 0. 10) Para estimar a quantidade de madeira que existe no tronco de uma árvore. Um estudante de medicina mede o raio da artéria e obtém o valor de 1.5 atm/s.16 cm/s . R e H são no instante respectivamente 10cm/ano.

Suponha que L se mantenha constante e R esteja diminuindo à razão de 0. 68 105 mm / min . dt L . Qual é a aceleração do sangue a meio caminho entre o eixo central e a parede interna da artéria no momento em que R = 0.76 14) De acordo com uma das leis de Poiseuille. R é o raio da L artéria e L é o comprimento da artéria.0012 mm/min.0035 mm)?  R: dv K ! ™ 1. qual é o valor de dv/dt no momento em que r = 0. onde k onde K é uma constante positiva.007 mm (isto é. a velocidade do sangue a r centímetros do eixo central de uma artéria é dada por v = K ™ (R 2  r 2 ) .Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág.

Ao mesmo tempo está sendo bombeada a água para dentro do tangue a uma taxa constante. encontre a taxa de variação em um lado do cubo quando o volume é de 27 metros cúbicos. encontre a taxa segundo a qual a água está sendo bombeada dentro do tangue.128 rad/s. Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I . Se o nivel da água estiver subindo a uma taxa de 20cm/min quando a altura da água for 2 m. e o diâmetro no topo é de 4 m. 100 cm2? R: 1. Qual a taxa de variação da área superficial do cubo neste instante? R:  2 8 m/min.000 cm3/min. R: 2. Um holofote localizado no chão a 20 pés do caminho focaliza o homem. para que valor de L a àrea do retãngulo começa diminuir? R: 6 cm. Se o comprimento L do retãngulo está aumentando à razão de 1 centimetros por segundo. A que taxa está variando a base do triângulo quando a altura é 10 cm e a área.  m 2 /min 27 3 16) O perimetro de um retãngulo é fixado em 24 centimetros. e o outro para o leste a 25 mi/h. Um viaja para o sul a 60 mi/h. 6 cm/min . 18) Dois carros iniciam o movimento de um mesmo ponto.89 x 10 5 cm3/min. 17) Um homem anda ao longo de um caminho reto a uma velocidade de 4 pés/s. O tangue tem 6 m de altura. enguanto a área do triângulo crece a uma taxa de 2 cm2/min. A que taxa o holofote está girando quando o homem está a 15 pés do ponto do caminho mais próximo da luz? R: 0. 15) Uma pilha de lixo no formato de um cubo está sendo compactada na forma de um cubo menor. 20) Está vazando água de um tangue cônico invertido a uma taxa de 10. A que taxa está crescendo a distância entre os carros duas horas depois? R: 65 mi/h 19) A altura de um triângulo cresce a uma taxa de 1 cm/min. Dado que o volume diminui à razão de 2 metros cúbicos por minuto.

b). 1) y 2) y Máx 3) y Máx f(b) f(a)=f(b) Máx = Min f(a) f(b) Min f(a) [ Min ] a b x [ ] [ ] a b x a b x 11. então existe um ponto de máximo e mínimo relativo.Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág.b) é abscissa de um ponto de máximo ou mínimo. Em seguida. Demonstração: 1) y Máx xo  (a. b) p Máximo Relativo f ' ( xo ) ! lim x p xo f ( x )  f ( xo ) x  xo f ( x)  f ( x o ) e 0  x  ( a .Estudo da variação das funções 1ª Parte Teoremas 11.1. Se xo  (a.Teorema de Fermat: Seja f (x) uma função contínua num intervalo fechado [a.1. b ) p f ( x ) e f ( xo ) [ | | | a x xo x ] b x i) x ® xo p¯ x °  xo 0 f ( x )  f ( xo ) e0 x  xo x p xo ii) x ® " xo p¯ x °  xo " 0 f ( x )  f ( xo ) u0 x  xo xp xo lim f ( x )  f ( xo ) e0 x  xo f ' ( xo ) e 0 lim f ( x )  f ( xo ) u0 x  xo f ' ( xo ) u 0 Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I . discutiremos os métodos usados para determinar os máximos e mínimos das funções os problemas de otimização em todas as esferas da atividade humana e por ultimo ultilizaremos a regra de L¶ Hospital para calcular limites.2 .1 . 11.1 .Teorema de Weiertrass: Seja f (x) é uma função contínua num intervalo fechado.77 AULA 11 Nesta aula vamos usar as derivadas primeira e segunda para analisar as propriedades geométricas de uma função e traçar um gráfico que reflita suas características principais.b] e derivável em (a. então f '( x0 ) ! 0 .

b) p f ( x) u f ( xo ) | [ | | a x xo x ] b x i) p ¯ x ® xo x °  xo 0 ii)p ¯ x ® " xo x °  xo " 0 f ( x )  f ( xo ) e0 x  xo x p xo f ( x )  f ( xo ) u0 x  xo xp xo lim f ( x )  f ( xo ) e0 x  xo f ' ( xo ) e 0 lim f ( x )  f ( xo ) u0 x  xo f ' ( xo ) u 0 f ' ( xo ) ! 0.1 .b). 1) 2) f(xo)é o máximo local interior f(xo )é o mínimo local interior 11.1. pelo teorema da conservaçã o do sinal para limites 11.Teorema de Rolle: Se f (x) è uma função contínua em [a. b) p f ' ( xo ) ! lim xp xo Min inimo Relativo f ( x)  f ( xo ) x  xo f ( x)  f ( x o ) u 0 x  (a . pelo teorema da conservação do sinal para limites 2) y xo  (a.b).1.3 . a reta tangente ao gráfico de f (x) é paralela aos eixos do x. se f (a) = f (b). então existe pelo menos um ponto x o  (a.b].78 f ' ( xo ) ! 0. tal que f '( x0 ) ! 0 .Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. 1) y f(a)= f(b) 2) y 3) y f(x o) f(a)= f(b) f(x o) f(a)= f(b) a b x a b a b x Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I . e derivável em (a.2.Interpretação Geométrica do teorema de Fermat: O teorema de Fermat garante que num extremo local interior de uma função derivável f (x).

b).1. x { x o . então em qualquer ponto de (a. logo o ponto mínimo.b). se a x x o ou x o x b . 11. x  (a.1 .b) a tangente ao gráfico de f (x) é paralela ao eixo do x. pelo teorema de Fermat f '(x o ) ! 0 . afirma que se uma função é derivável em (a.Interpretação geométrica do Teorema de Rolle: O teorema de Rolle. temos que f '(x) ! 0 . 1) 2) 3) . b). (III) Temos que x  (a.k  ¡ .Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. f (x) " f (x o ). assim.79 x Demonstração: (I) (II) Se (x) ! k. Fermat f '(xo) ! 0 .3. Tem-se que f (x) f (x o ).b] e assume valores iguais nos extremos do intervalo. contínua em [a. então xo é abscissa de um ponto de máximo pelo T.

Teorema do Valor Médio ou Teorema de Lagrange Se a função f (x) é contínua em [a. f(a)) e (b.( x  a ) ba . f (x o ) é ponto de 11.( x  xo ) Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I ( y  f (a )) ! f (b )  f ( a ) .b] e derivável em (a.( x  xo ) m! f (b )  f (a ) ba a xo b x (x Demonstração: A equação da reta que passa pelos pontos (a.x o . f(b)) é:( y  yo ) ! m.b). tal que.1. y t s f '(x o ) ! f (b)  f (a) ba t//s//r (y (y f (b )  f ( a ) ! ba (x ( y  y o ) ! f ' ( xo ).4 .b) existe pelo menos um xo  (a.

ba Neste caso 2º Caso: f ( a ) { f (b) .(x  a) .80 1º Caso: f (a) ! f (b) . b]. ba Nos extremos do intervalo [a. ba (II) (III) g(x) é derivável em (a.1 . tal que g '(x o ) ! 0 . ou ainda f '(x o ) ! ba ba 11.V. b) . é válido para g(x).Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. temos: f (b)  f (a) g (a) ! f (a)  f (a)  ™ (a  a) ! 0 ba f (b)  f (a) g (b) ! f (b)  f (b)  ™ (b  a) ! 0 ba Portanto. se f(x) é função contínua em [a.1. f (b)  f (a) . b]. então existe um ponto xo  (a. f (b)  f (a) ! 0 e pelo teorema de Rolle. Consideremos a função g (x) ! f (x)  f (a)  (I) f (b)  f (a) . ba g(x) é constante em [a.b). b) e sua derivada é g '(x) ! f '(x)  f (b)  f (a) .b] e derivável em (a. Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I . g (a) ! g (b) ! 0 Sendo assim. existe x o  (a. tal que a reta tangente ao gráfico de f (x) no ponto P (x o. o teorema de Rolle: existe x o  (a.M Segundo o Teorema de Lagrange. f (a)) e B (b.b). f (xo)) é paralela a reta determinada pelos pontos A (a.4. f (b)  f (a) f (b)  f (a) isto é: g '(x o ) ! f '(x o )  ! 0.Interpretação geométrica do Teorema de Lagrange ou T. b] por ser a diferença entre f (x)  f (a) e que são contínuas [a. tal que ba f (b)  f (a) f '(x o ) ! 0 ! . b) . por terem coeficientes angulares iguais.(x  a) . f (b)).

b] e diferenciável no intervalo aberto (a. 11. decrescente e constante são usados para descrever o comportamento de uma função em um intervalo. (c) Se f '( x) = 0 para todo valor de x em (a. Definição p Seja f definida em um intervalo e sejam x1 e x 2 pontos do intervalo. então f é classificada como sendo côncava para cima se f for crescente em I e côncava para baixo se f for decrescente em I. (b) Se f '( x) < 0 para todo valor de x em (a.2. (b) Se f " (x) < 0 em I. (a) Se f " (x) 0 em I .1 . (b) f é decrescente no intervalo se f ( x1 ) f ( x 2 ) para x1 < x 2 . então f é crescente em [a.2.b]. a) Crescente f(x2) f(x1 ) x1 x2 b) Decrescente f(x1) f(x2) c) Constante f(x1) f(x2) x2 x x x1 x2 x x1 f ( x1 ) f ( x2 ) se x1 x2 f ( x1 ) " f ( x2 ) se x1 " x2 f ( x1 ) ! f ( x2 ) Teorema (1) p Seja f uma função contínua em um intervalo fechado [a. (c) f é constante no intervalo se f ( x1 ) = f ( x 2 ) para todos os pontos x1 e x 2 .b).Crescimento ou decrescimento: O termos crescente.2 . Teorema (2) p Seja f duas vezes diferenciável em um intervalo aberto I. (a) Se f '( x ) 0 para todo valor de x em (a.b). então f tem concavidade para cima em I.Concavidade: Definição p Se f for diferenciável em um intervalo aberto I. então f tem a concavidade para baixo em I.b). então f é constante em [a.b].Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág.b).b]. (a) f é crescente no intervalo se f ( x1 ) < f ( x 2 ) para x1 < x 2 . a) y Concavidade para cima Concavidade para baixo b) y Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I . então f é decrescente em [a.81 2ª Parte Análise de funções: 11.

Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág.82 x x Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I .

Suponha f contínua em um ponto crítico x o. na qual f (xo) é o maior valor. Teorema (5) p (Teste da 1ª Derivada). Então f " (xo) = 0. Teorema (4) p Se uma função f tiver extremos relativos então eles ocorrem ou em pontos onde f ' (x) = 0 ou em pontos de não-diferenciabilidade. Os pontos de inflexão marcam os lugares sobre a outra y = f (x). se houver um intervalo aberto contendo xo. se diz que f tem um extremo relativo em xo.3 . f(x0) e f(x). 11. isto é. Teorema (3) p Seja (xo. também chamamos pontos críticos ou pontos de não-diferenciabilidade. isto é. f (xo)) do gráfico de f um ponto de inflexão de f. nos quais a taxa de variação de y em relação a x. então que f tem um ponto de inflexão em xo e chamamos o ponto de inflexão em xo e chamamos o ponto (xo. eles são lugares onde y cresce ou decresce mais rapidamente e sua vizinhança máxima. para todo x no intervalo. se diz que f tem um número relativo em xo.4 .Extremos relativos: Máximos e mínimos. Quando f tiver um máximo ou um mínimo relativo em x o. f(xo) u f(x) para todo x no intervalo.Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág.83 11. ou f " não está definida em x = xo. Tem um máximo ou mínimo relativo.2. f (xo)) um ponto de inflexão. isto é.2. Definição p Uma função f se diz ter um máximo relativo em xo. Analogamente.Pontos de inflexão: Definição p Se f for contínua em um intervalo aberto contendo o ponto x o e se f muda a direção da concavidade naquele ponto dizemos. Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I . no qual f (x o) é o menor valor.

Seja xo  I. então f tem xo um mínimo relativo. 3) Se f '(xo) = 0 e f ''(xo) = 0. tal que nestas condições.b[. f pode ter um máximo ou mínimo relativo ou nenhum dos dois em xo.84 1) Se o sinal de f ' (x) muda no ponto x. muda no ponto x. então f. 2) Se o sinal de f ' (x). tem um máximo relativo em xo. temos: 1) Se f '(xo) = 0 e f ''(xo) 0. então o teste é inconclusivo. então f. então f tem xo um máximo relativo. Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I .Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. passando de positivo a negativo. então f não é máximo e nem mínimo relativo em xo. 1) 2) + - - - - f¶(x)<0 f¶(x)>0 + f¶(x)<0 f¶(x)>0 a b a b Maximo relativo 4) 3) Mínimo relativo + + - - f¶(x)<0 f¶(x)>0 - - f¶(x)<0 f¶(x)>0 a b a b Não é máximo nem mínimo relativo Teorema (6) p (Teste da 2ª Derivada) Suponha que f é uma função contínua e derivável até a segunda ordem no intervalo I = ]a. com derivadas f ' e f '' também contínuas em I. 3) Se f ' (x) não muda de sinal no ponto x. passando de negativo a positivo. tem o mínimo relativo em xo. isto é. 2) Se f '(xo) = 0 e f ''(xo) < 0.

Seja xo  I. Nestas condições temos: 1) Se n é par e f n (xo) < 0.Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. isto é. dizemos que f tem um mínimo absoluto em um intervalo I num ponto x o se f (xo). nada pode ser concluído sobre xo. 3) Se n é ímpar..85 Obs: Devemos observar. isto é. Teorema (7) Seja f uma função derivável com derivadas sucessivas também deriváveis em I = ]a. então ele precisa ocorrer em um ponto crítico de f.b]. dizemos que f tem em xo um extremo absoluto em I.2. Teorema (9): Se f tiver um extremo absoluto em um intervalo aberto (a.5 . Definição p Dizemos que uma função f tem um máximo absoluto em um intervalo I num ponto xo se f(xo).. então xo não é ponto de máximo e nem de mínimo local de f..Extremos absolutos: Máximos e mínimos. 2) Se n é par e f n (xo) 0. Neste sentido mostramos no teorema abaixo um critério geral para pesquisar extremantes. então xo é ponto de máximo local de f. 1) 2) 3) Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I . for o menor valor de f em I.. f (x o) u f (x) para todo x em I. Analogamente. então tem ambos um máximo e um mínimo absolutos em [a. nas condições do último teorema que se f '(xo) = 0 e f ''(xo) = 0.. for o maior valor de f em I. f (x o) e f (x) para todo x em I. então xo é ponto de mínimo local de f. b[. = f n 1 (xo) = 0 e f n { 0. 11. Se uma função f for contínua num intervalo fechado finito [a. Teorema (8) p (Teorema do Valor Extremo). tal que : f ' (xo) = f '' (xo) = . Se f tiver em xo qualquer um dos dois máximos ou mínimos absolutos em I. b). b].

Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. caso contrário. teríamos g'(x) ! 0 para algum x em (a. Se g µ (x) for diferente de zero. b] e derivável em (a. para todo x  (a. 1) Ache os pontos críticos de f em (a. b] enquanto que o menor valor é o mínimo absoluto. b).b). 11. b). b) então existe pelo menos um número real. de uma função contínua f em um intervalo finito fechado [a.b). então f (xo) é o máximo absoluto de f em I. 3) O maior entre os valores do item 2) é o valor máximo absoluto de f em [a. 2) Se f tiver um máximo relativo em xo.3 .86 Procedimentos para encontrar os extremos absolutos.g(x) ª g(b)  g(a) º Então: ¨ (b)  (a) ¸ (a) ™ (b)  (b) ™g(a) h(a) ! (a)  © ¹ ™ g(a) ! g(b)  g(a) ª g(b)  g(a) º ¨ (b)  (a) ¸ (a) ™ (b)  (b) ™g(a) h(b) (b)  © ¹ ™ g(b) ! g(b)  g(a) ª g(b)  g(a) º Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I . 1) Se f tiver um mínimo relativo em xo.Teorema de Cauchy (11) p Sejam f (x) e g(x) definidas em um intervalo fechado [a. xo  (a. Vamos definir h(x) por: ¨ f(b)  f(a) ¸ h(x) ! f(x)  © ¹ . b) pelo teorema de Rolle. Digamos em xo. então f (xo) é o mínimo absoluto de f em I. f '(x o ) f(b)  f(a) ! g '(x o ) g(b)  g(a) Demonstração: Podemos supor que g(x) { g(b) já que. b]. 2) Ache o valor de f em todos pontos críticos e nos extremos (a. Teorema (10): Suponha que f é contínua e tem exatamente um extremo relativo em um intervalo I.

x0 A. quando x tende para a xo produz uma forma indeterminada ou g(x) 0 g . 2) Diferencie separadamente f e g. x x0 . b). x p x0 lim f ( x) f '( x ) f '( x ) ! lim ! lim . então a regra de L¶ 1) Verifique que o lim g ( x) hôspital não pode ser usada.87 e pelo Teorema de Rolle. O caso no qual x tende a x0 pela esquerda é provado com aplicação do teorema do valor Médio de Cauchy ao intervalo ?x. Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I .1 .q. Mas f ( x0 ) ! g ( x0 ) ! 0 . x p xo g ( x ) x p xo g ' ( x ) Demonstração:  Primeiramente estabelecemos a equação anterior para o caso x p x0 .d g '(x o ) g(b)  g(a) 11. ! g ' (c) g(x) g '(x o ) g(b)  g(a) Con orme x tende a x0 c tende a x0 porque está entre x e x0 . Então g '( x ) { 0 .3. e podemos aplicar o Teorema do Valor Médio de Cauchy ao intervalo fechado de x0 a x Esse ponto produz um número c entre x0 e x tal que: ' (c) (x) f '(x o ) f(b)  f(a) ! . Procedimentos para usar a regra de L¶ hôspital: f ( x) é uma foram indeterminada. Conseqüentemente. existe um ponto xo em (a. Suponha que x esteja à direita de x0 . Se o limite .Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág.Teorema ou Regra de L¶ Hôspital (12): Sejam f e g funções diferenciáveis em um intervalo aberto (a. contendo xo. então . e se não for. b) tal que: h'(x) ! '(x o )  (b)  (a) ™ g'(x o ) ! 0 g(b)  g(a) (b)  (a) '(x o ) ! g'(x o ) ™ g(b)  g(a) '(x o ) (b)  (a) ! c. O método quase não  precisa de mudanças para aplicar-se x p x0 e a combinação desses dois casos estabelece o resultado. g ( x) cp x0 g '( x ) xp x0 g '( x ) que estabelece a Regra de L ' hôspital para o caso onde x tende a x0 pela direita. com a possível f(x) 0 exceção de xo. então: g f ( x) f ' ( x) lim ! lim com g '( x ) { 0 .

g ' ( x) g ( x) y y 11. f não seria função como mostra a figura acima.q} Ž ¡ . então: f(x) lim ! m e lim [f(x)  mx] ! q (I) x pg x x pg Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I  x pa . As assíntotas não-verticais não são tão simples. nos afastamos indefinidamente da origem do sistema. em que a ‘ D (f) e um dos limites lim f(x) ou lim f(x) é igual a x pa g ou  g . de equação x = a é assíntota do gráfico de uma função y = f (x) se. {m.4 . portanto. se existirem.88 3) Ache lim f ' ( x) f ( x) . ao percorrermos esse gráfico. Caso contrário teríamos para algum x do domínio de f. mais do que uma imagem e. e somente se: x p g lim [f (x) ± g (x)] = 0 ou lim [f(x) ± g (x)] = 0 x p g Determinação de assíntotas não-verticais: As assíntotas verticais do gráfico de uma função f. (m.Reta assíntotas de um gráfico y2 y1 y f(x) x1 r x Intuitivamente uma reta r é assíntota do gráfico de uma função f se. é assíntota do gráfico de uma função y = f(x) se. Definição (1) p A reta vertical r. então é igual a lim . A intersecção do gráfico de uma função f com uma assíntota vertical r é sempre o conjunto vazio. é assíntota do gráfico de uma função f (x). são fáceis de determinar. Se este limite for finito + g ou . Teorema: Se a reta r de equação g(x) = m ™ x + q. as distâncias entre os pontos do gráfico e a reta r tendem a zero. de equação g(x) = mx + q. e somente se: xpa lim f ( x ) ! g lim f ( x ) ! g ou ou xpa lim f ( x ) ! g lim f ( x ) ! g xpa xpa Definição (2) p A reta não-vertical r. pois suas equações são do tipo x = a.q} Ž „ .Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. e por isso mostraremos um teorema para facilitar esse estudo.g .

Universidade do Estado do Pará x pg Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. incidem nas seguintes categorias: 1 . 2 . O máximo absoluto de uma função dentro de um intervalo é o maior valor da função nesse intervalo e o mínimo absoluto é o menor valor da função nesse intervalo. temos: x pg x pg x q» (x) « (x)  m  ¼ ! 0   lim lim ¬ ! m Conhecendo o valor de m. Na solução desses problemas práticos. o teorema (8). concluímos que x pg x ½À ° ­ x q» « (x) m ¼ ! 0.Problemas de Otimização: (Máximos e Mínimos). os investidores querem maximar os dividendos e minimizar os riscos e os viajantes querem minimizar o tempo gasto para ir de um lugar a outro. garante que o problema tem solução e sabemos que esta solução pode ser obtida examinando os valores da função nos pontos críticos e nos extremos do intervalo. ou ainda x pg x pg ® « (x) q »¾ lim ¯ x ™ ¬  m  ¼ ¿ ! 0 .89 lim (x) ! m e lim [ (x)  mx] ! q (II) x pg x Demonstração:  A reta r é assíntota do gráfico de f . pois m e q são constantes. com _m. lim x pg ¬ x x½ ­ q  Observando os limites lim m ! m e lim ! 0 . estabelecendo a função que deve ser maximizada ou minimizada. Como lim x ! g . A otimização tem como objetivo encontrar o mínimo absoluto e o máximo absoluto de uma função dentro de um certo intervalo de interesse. Todo mundo quer obter o máximo com o mínimo de esforço. A otimização é uma consideração importante em todas as esferas da atividade humana.Problemas que se reduzem a maximizar ou a minimizar uma função contínua.Problemas que se reduzem a maximizar ou a minimizar uma função contínua. em um intervalo finito fechado. A natureza também favorece processos que otimizam o tempo e a energia. qaŽ R . o maior desafio está freguentemente em converter o problema em um problema de otimização matemática. mas não fechado. Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I . O principio de Fermat na óptica estabelece que a luz segue o caminho que leva o menor tempo. As empresas querem maximizar o lucro. os quais iremos considerar nesta seção. Os problemas aplicados de otimização. em um intervalo infinito. Quanto aos problemas do primeiro tipo.5 . obtemos q do seguinte modo x pg x pg x x½ ­ x lim [ (x)  mx  q] ! 0   lim [ (x)  mx] ! q . x pg x pg x pg 11. podemos escrever: lim [ (x)  mx  q] ! 0 . logo teremos: lim [f(x)  g(x)] ! 0 ou lim [f(x)  g(x)] ! 0 x pg x pg  Ocorre lim [ (x)  g(x)] ! 0 .

Determine r e h para que o volume do sólido seja máximo. escreva uma função cujo valor extremo fornece a informação pedida. ter solução. esboce o gráfico da função. utilize outro método para embasar ou confirmar sua solução. O que é desconhecido? O que e dado? O que é pedido? 2) Desenvolva um Modelo Matemático para o problema: Desenhe figuras e identifique as partes que são importantes para o problema. Use a primeira e a segunda derivada para identificar e classificar pontos críticos (onde f ' ! 0 ou não existe). T '! 6 15 ™  15 ™ ™ r 2 0! 6 0 15 ™  15 ™ ™ r 2 15 ™ ! 15 ™ ™ r 2      2 . A Solução: A T ! A L  AC  2 4 r2 5 ! 2 rh  r 2  2 2 2 5 ! 2™ r ™ h  r  2™ r 5 ! 2 ™ r ™ h  3™ r2 5  3 ™ r2 ! 2 ™ r ™ h h!   T Apostila deCCálculo Diferencial e Integral I 2 !  5  3r 2 2r ™r2 T 4 ™ ™ r ™h  3 2 3 «5 ™ ™ r  3 ™ ™ r 3 »  2 ™ 2 ™ ™ r 3 ­ ½ T ! 6 15 ™ ™ r  9 ™ ™ r 3  4 ™ ™ r 3 ! T 6 15 ™ ™ r  5 ™ ™ r 3 ! T 6 15 ™  3 ™ 5 ™ ™ r 2   VT ' ! 0. então o teorema (10). Se possível. e necessária certa engenhosidade para resolver o problema.Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. 4) Identifique os Pontos Críticos e as Extremidades: Determine onde a derivada é zero ou não existe. Introduza uma variável para representar a quantidade a ser maximizada ou minimizada. parte do trabalho em tais problemas é determinar se. Questões Resolvidas de Otimização em Geometria 01) Um sólido será construído acoplando-se a um cilindro circular reto de altura h e raio r. Utilize aquilo que você sabe sobre a forma do gráfico de uma função e sobre a física do problema. Identifique as informações necessárias para resolvê-lo. 6) Interprete a Solução: Traduza seu resultado matemático de volta para a linguagem original do problema e decida se tem sentido ou não. tem uma solução. Se a função for contínua e tiver exatamente um extremo relativo no intervalo. garante a existência de uma solução e fornece um método para calculá-la. Deseja-se que a área da superfície do sólido formado seja 5T . 5) Resolva o Modelo Matemático: Se não estiver seguro sobre o resultado. 3) Determine o Domínio da Função: Determine quais valores da variável têm sentido no problema. Assim sendo. Estratégias para Resolver Problemas de Máximo e Mínimo 1) Compreendendo o problema: Leia o problema atentamente. Nos casos em que o teorema não se aplica. realmente. podem ou não. Utilizando essa variável. uma semi-esfera de raio r.90 Quanto aos problemas do segundo tipo.

Determinar x e y para que sua área seja máxima.(x  y) ! 2. Solução: ! x™y ! x ™ (a  x)   x ™ a  x 2 d 2 x  a   d 0 ! !  2x  a ! 0   a ! 2x   x ! a 2 2.91 5  3. 2 03) Calcular o perímetro máximo de um trapézio que está inscrito numa semicircunferência de raio R.(1) 53 2 ! !1 h! 2 2 h! VMáx   r ! 1 h !1 02) Um retângulo de dimensões x e y tem perímetros 2a (a é constante dada). Solução: D l E l C ! 2R  2l  2m m A 1 E l C R R R m R B ! 2R  2R ™ cos  2 ™ 2R ™ sen 2 U O 2 C m/2 cos ! O l R l ! R ™ cos O R m m/2 B /2 /2 R m sen ! 2 2 R m ! R ™ sen   m ! 2R ™ sen 2 2 2 Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I .a   xy !a   y !a x a 2a  a a y!a  y!  y ! 2 2 2 x y R: x ! y ! a .Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág.(1)2 2.

Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág.92 1 ! 2R  2R ™ cos  4R ™ sen   d 2R ™ sen  4R ™ cos ™   d 2R ™ sen  2R ™ cos   d 0 !  ! ! 2 2 2 2    0 ! 2R ™ sen  2R ™ cos   2R ™ cos ! 2R ™ sen   cos ! sen .

1 2 2 2 2 2  sen 2 ! 2 ™ sen ™ cos   sen ! 2 ™ sen ™ cos   sen ! 2™ sen ™ cos   sen ! 2 ™ sen ™ cos .

1 7200   c' ! 2   c !2 2 2b  2 b b b b c' ! 0 a ! b™h 7200 7200 3600 ! b ™ h 2  2 ! 0   2 ! 2   2b 2 ! 7200 b b 3600 3600 h!  h!   h ! 60m 7200 b 60   b 2 ! 3600   b ! 3600   b ! 60 b2 ! 2 05) Calcular o raio da base e a altura do cone de área lateral máxima que é inscritível numa esfera de c ! 2b  2h   2b  2 ™ raio R Solução: A A g 2R R C D r B D 2R-h E Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I E ! ! h g r B .    6 3   M ÁX M ÁX ! 2R  2R ™ cos 3  4R ™ sen 6   M ÁX ! 2R  2R ™  1 1  4.R ™   PM ÁX ! 2R  R  2R   P M ÁX ! 5R    2 2 Substituindo (1) em (2) obtemos: R: 5R 04) A prefeitura de um município pretende construir um parque retangular. Que dimensões devem ter o parque para que o comprimento da cerca seja mínimo? Solução: 3600 b h 7200 ( 7200). com uma área de 3600 m 2 e pretende protegê-lo com uma cerca.2 2 2 2 2 2 2  2 2 cos ! 2 ! 2 ™ sen ¨ ¸ © ¹ ª3º ! 2 ™ cos 2   1 ! 2 ™ sen 2   1 ! sen   sen ! sen   !   2 2 2 6 2 6  2.

temos: g 2 ! 2Rh .Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. Pelo teorema da relações metricas dapro eção sobre a hipotenusa temos g ! 2Rh e r 2 ! h. .93 No ABE.

2R  h . Pelo teorema da relações metricas da pro eção sobre a hipotenusa temos r ! h. .

2R. A área lateral do cône A l ! ™ 2Rh  h 2 ™ 2Rh   A l ! ™ 2Rh ™ 2Rh  h 2   A l ! ™ 4R 2h 2  2Rh 3 2Rh .h A l ! ™ r ™ g.

4R h  2Rh 2. 2Rh 2 ™ . 4R h  2Rh 2.4R  3h d(A l ) 4R 2 h 2  2R3h 2 d(Al ) 8R 2 h  6Rh 2 d(Al ) ! ™   ! ™   ! ™ 2 2 3 2 2 3 dh dh dh 2.

2R  h   2Rh. .

4R  3h R .

2R.4R  3h d(A l ) d(A l ) d(A l ) ! ™   ! ™   !0 dh dh dh  2h. .

2R  h 2R ™ .

2R  h .

0! ™ R .

.4R  3h 2R.

2R  h   0 ! R .

4R  3h   0 4R ! .

4R  3h   0 ! .

4R  3h   3h ! 4R   h ! R 3 24R 2  16R 2 9 r ! h. .

© 2R  R ¹   r ! 3 ª 3 º 3 9 8R 2 R 2R 2   r ! ™2 2   r ! 9 3 3 4R 2R 2 . Solução: A X h-R E R O R Y g h Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I . e r= 3 3 R: h = 06) Calcular o raio da base e altura do cone de volume mínimo que pod e circunscrever uma esfera de raio R.2R  h   r ! r! 4 ¨ 4 ¸ 8R 2 16R 2   r ! R.

94 1 AD ! h   AO ! AD  OD   AO ! h  R Do triângulo obtemos: 2 A 3 X 4 2 2 2 .Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág.

AO ! .

AE  .

OE .

h  R E 2 (AEO ~ (ADC h-R R O ! x2  R2 2 R x ! r h ¨R¸ ¨x¸ © ¹ !© ¹ ª r º ªhº 2 2 x 2 !  R 2  .

.h  R x 2 ! h 2  2hR   x 2 ! R 2  h 2  2hR  R 2   R 2 x2 ! r2 h2 R 2 h 2  2hR R2 ™h2 !   r2 ! 2 r2 h2 h  2hR V! 3 ™ r2 ™ h   V ! « R 2 h2 » « R 2 h2 » R 2 h2  ™¬ 2 ™h   V ! ™¬ ™ h  V ! ™ ¼ ¼ 3 ­ h  2hR ½ 3 ¬ h.

h  2R ¼ 3 .

h  2R ­ ½ « 2hR 2 .

h 2 » dV « R 2.h 2  4hR 3  R 2.R 2 .h  2R  R 2 h 2 .h 2  4hR 3 » dV ! ™¬ ! ™¬ ! ™¬ ¼  ¼  ¼ 2 2 2 dh 3 ¬ ¼ dh 3 ¬ ¼ dh 3 ¬ .1 » dV « 2.

h  2R ¼ .

h  2R .

h 2  4hR 3 » dV R 2 .h 2  4hR 3 ! 0  0 ! ™ ¬   0 ! R 2 .h 2  4hR 3   0 ! h.h  2R ­ ½ ­ ½ ­ ½ « R 2 . .R 2 .

h  4R ¼ 0 ! 2 dh 3 ¬ .

h  2R 2 ¼ .

.h  2R ­ ½ 0 ! h  4R   h ! 4R Substituindo (4) em (3) temos: r ! 2 R 2 .

4R 2 .

.4R 2  2™4™R ™R  r ! 2 R 2 .

4R 2 16R 2  8R 2   r2 ! 16R 4   r 2 ! 2R 2   r ! 2R 2   r ! R 2 8R 2 R: r = R 2 e h = 4R 07) Um fabricante de caixas de papelão pretende fazer caixas abertas a parti de folhas de cartão quadrado de 576 cm 2. Solução: Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I c x . cortando quadrados iguais nas quatros pontas e dobrando os lados. Calcular a medida do lado do quadrado que deve ser cortado para obter uma caixa cujo volume seja o maior possível.

95 Volume   V ! a ™ b ™ c 2 2 2 V ! .Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág.

.24  2x .

24  2 x .x   V ! .

x   V ! «.24  2x .

24  2.2x  .24.

x ­ ½ ­ ½ 2 3 2 2 V ! 576x  96x  4x   V d 12x 192x  576   V d 0  0 !12x 192x 576 z12 ! ! x 2  16 x  48 ! 0 ( ! .2x »   V ! «576  96x  4x 2 » .

1 2 8 d xd ! 4 ! 2 Usando o Teste da 1º derivada obtemos: x ! 4 é ponto de Máximo   x!4 x ! 12 é ponto de Mínimo R: 4 cm x!  x! xd !  .8   ( ! 256  192   ( ! 64 2 24 ! 12 2.1.16  4.

a 10 Km do ponto B mais próximo sobre uma praia reta. Um armazém esta no ponto C. a 20 Km do ponto B sobre a praia. Solução: A 10 x 20  y B 20 .+++++++++ 4 12 08) Uma ilha esta no ponto A.16 s 64 16 s 8 2 +++++++ -----------------.y D 20 y C Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I . Se um homem pode remar a razão de 4 Km/h e andar a 5Km/h . aonde deveria desembarcar para ir da ilha a ao armazém no menor tempo possível.

t t1 t2 x   t1 v1 .96 v.Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág.

10 .

y  y 2 y  4 5 1 ™ 500  40. y  y 2 4   ! 500  40.20-y 4 2 2 y y   t2 v2 5 t1 t 2 " " Tempo total   T ! " " " # 100  400  40. y  y 2 y  4 5   ! 1 y ™ 500  40. y  y 2  4 5 d !   .

5 2 8. 500  40 y  y 2 0 ! 5. y  100  4. 500  40 y  y 2 20. 500  40 y  y 2 4. 500  40 y  y 2   .

33 18 R: 13. y  100  4. y 10000 8000 ! 0   9.2000   ( ! 129600  72000   ( ! 57600 ! yd y! 360 s 240 2.666 Km de C 09) Um fio de comprimento L é cortado em 2 pedaços. y 2 360 y  2000 ! 0 ( ! (360)2  4.( 5 y ). y 2  1000 y  10000 25. 500  40 y  y 2 20. 500  40 y  y 2 2 y 2  40 y  500 ! . Como deve ser cortado o fio para que a soma das áreas do circulo e do quadrado seja máxima? Solução: Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I # d ! 5. 67 18 600 ! 33. y  640.9.4.( y 2  40 y  500) ! (5 y) 2  2. y 100  4. 500  40 y  y 2   d0   0! ! 5. 16.100  (100) 2   16 y 2  640 y  800 ! 25. y 2  1000.333 km de B e 6. um dos quais formaram um circulo e o outro um quadrado. y 2  16.9 d ! yd 120 ! 6.

.5 y 100 2 " " d ! 2.

y  20  1   5 d ! .

. y  20  1   5 d ! 5.

500  40 y  y 2   2   " " ! . 500  40 y  y 2 20. y  20  4 .

y  y 2 4 2 . 1 2  y   5 d ! 1 1 ™ ™ 500  40.

™ .

5 1 2   .2 y  40  1.

2 y  40 8. 500  40 y  y 2  1 5   .

X R   R ! x 2 t ! 2 ! L  x   ! ! t 2 4 ™ t ! L  x   A ! ¨ x .Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág.© ª 2 2 L  x 4 A ! d d R   d 2 2   A d ¸ ¹ º   A ! L 2 ™ x 4 2 2    x A 2 d ! x 4 2 W W ¨ L  x ¸ ! © ¹ 4 ª º  2 L x 1 6 x   W  2 L x 1 6 L2  1 6 T ! A ! ! x 4  A   L 2 W 2 T   A T ! x 4 2  2 L x x 2  1 6 1 6 T A 'T x 2   x 2 4 2 x ! 4 L   8 4 x  x L2 L x x 2   1 6 8 1 6 L 2 x x     A 'T ! 8 1 6 2 x x 4 x  L ! 0   8 8 ! L   x  L x  .97 L x =C C ! 2 Q A A A A A R   x ! 2 Q= L . co m o 8 8 4 x  L x ! L 4  A 'T ! 0  x ! 0 ! 0     .

4  T ! L Q ! Lx  Q R: l 1 ! .

se os lados e o fundo têm largura l 3 calcular o ângulo U de forma que a calha tenha a máxima secção reta Solução: X l 3 X B ! 2x  l 3 l 3 h h l 3 b! l 3 l 3 Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I .4 L™  Q ! 4 L 4L el2 ! 4 4 L ™ L  L 4  Q ! 4L 4 L -L  Q ! 4™L 4 10) Uma calha de fundo plano e lado igualmente inclinados vai ser construída dobrando -se uma folha de metal de largura l .

98 .Universidade do Estado do Pará $ 2 Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág.

1 .

2 = sen + 90° $ ! x   sen l 3 ! 3x l l2  x2 9   h 2 .

3 .

4 l l ¸ ¨ 2x   ¹™ .

x ¸ ¨ ¨ x ™© x  ¹  x2 ™  x2  © x2  2 ¹ dS l 3 º 9 9 3 º ª ª !  x2      dx 9 l2 l2  x2  x2 9 9 l2 l .. ....x l . obtemos as raízes: l l d xd  e xd . B  b .+ + + + + .x l2 l .. 3 11) Quais devem ser as dimensões de uma lata cúbica de volume V fixo. h ! © 3 3 º ª S ! 2 2 ¨ l ¸ © ¹ ª 3 º ! h 2 dS ! 1™ dx l ¸ l2 l2 l.x l2 l .x ¸ ¨  © x2  ¹ 3 º ª l2  x2 9 l2 9 ! 0    1 ¨ 1 l.x l2 ¸ l l2  ! 0   ™ ©2x2     x2  ™x ! 0 ¹ ! 0™ 3 9 2 ª 3 9 º 2 6 18 r A Total ! 2 r 2  2 rh (1) V VC = ™ r 2 ™ h p h= ™ r2 .! ! 3 6 l l  3 6 l Como a medida e comprimento x ! 6 3x sen !   l ¨l ¸ 3 ™© ¹ l ª 6 º ! 2 ! 1   sen ! 1   l 2 2 l ! 30 o   !  90 o   ! 30 o  90 o   ! 120 o ou 2 rad.x  x2  x2  2x2   2x2   dS 9 3   3 9   dS ! 0   3 ! 2 2 2 dx dx l l l  x2  x2  x2 9 9 9   2x2    ax 2  bx  c ! 0 l l2 x2  ™ x  ! 0 6 18 Resolvendo a equação do 2º grau. de forma que a quantidade de material a ser utilizado para sua fabricação seja menor possível: Devemos minimizar a área total: Solução: A Total ! A Base  A Lateral h Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I $ 2l ¸ ¨ ©2x  ¹™ 3 º   ª 2 l2  x2  h ! 9 l2  x2 9 l2  x2 9 l ¸ ¨ 2 ™© x  ¹ ™ 3 º ª   2 l2  x2 9  x 2   l2 ! h2+ x 9 2 ! 1 l2 l ¸ 1 ¨  x2  © x  ¹™ 9 3 º 2 ª ¨ l2 ¸ ™©  x2 ¹ ª 9 º 2 ™ 2 x   l ¸ ¨ © x  ¹™x l2 3 º 2 ª  x  1 9 ¨ l2 ¸ 2  x2 ¹ © ª 9 º ¨ l2 ¸  x2 ¹ © 9 ª º 2 l .

99 ¨ V ¸ A T ! 2.r 2  2V 2V 4 r 3  2V ' '   A '. © 2 ¹ ª .r 2  2 r. .r º A T ! 2. .Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág.

r ! 4 r  2 . tirando o MMC. A .

A .r ! .

6 = 14 m y = 20 S ! v™ t   t ! S v x 2  64 20  x 1 20  x 1    T ! ™ x 2  64    T ! ™ x 2  64 3 5 3 5 3 1 1 1 1 x 1 x 1 T' ! ™ ™ x 2  64 2 ™ 2x    T' !    T' ! 0   0 !  2 2 3 2 5 3 ™ x  64 5 3 ™ x  64 5 T ! t . em um ponto P.r ! 0. situado a 8 km da margem do lago. determine a posição do ponto B. obtemos r r r2 4 r 3  2V V V p 2V ! 4 r 3 p !r3 p r ! 3 0! 2 r 2 2 ¨V¸ r !© ¹ ª2 º 1 3 h! V ph! r2 V «¨ V ¸ 3 » ¬© ¹ ¼ ¬ª 2 º ¼ ­ ½ 1 2 = V ¨V¸ © ¹ ª2 º 2 3 ¨V¸ © ¹ 2 ™ª º 1 3 ¨V¸ © ¹ ª2 º 1 ! 3  V™r r ! ! 2r Que acarreta em h = 2r  V¸ 1 ¨ © ¹ ª 2 º 2 12) Um homem está em um barco sobre um lago. de modo que o trajeto total seja feito no menor tempo possível. O homem vai de barco até um ponto B da margem e de lá prossegue até o ponto A. Sabendo que a velocidade do barco é 3 km/h e que a velocidade do homem é 5 km/h. que é reta. Solução: P 8 z ! x2  8 C x=6 B y-x A 20 .

P.B  t .

A   T ! .B.

2 ¸ x 1 x2 ¨1¸ ¨ !© !   25x 2 ! 9x 2  64 ™ 9   25x 2  9x 2 ! 64 ™ 9   16x 2 ! 64 ™ 9 ¹  © ¹ 2 2 ª 5 º ª 3 ™ x  64 º 25 9 ™ x  64 .

como é distância   x ! 6 cm   R ! 6 cm 16 Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I % . x2 ! 64 ™ 9   x 2 ! 4 ™ 9   x 2 ! 36   x ! s6.

1 2 4  x 5 .

0050 50 x ! 10.00 por unidade.Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. Solução: P(q) ! R(q)  C(q) R(q) ! q. 0025x2  50x 100. . 0025x2  50x  100. 0050x 50  L '! 0 0.000 02) É dado o preço p(q) pelo qual q unidade de certa mercadoria podem ser vendidos e o custo total 1 C(q) pata produzir as q unidades as equações p(q) ! 49  q e C(q) ! q 2  4q  200 : 8 a) Determine a função do lucro P(q). 7.000  50x  0. 0025x2 e se a capacidade de produção diária for de. Se o custo de produção total diário em dólares para x unidades for: C(x) ! 100. e o nível de produção q para o qual P(q) é máxima. 0050x  50 ! 0   0. 0025x2  50x  100.000»   100x  0.P(q) P(q) ! R(q)  C(q) 9 P(q) !  q 2  45q  200 8 9 P'(q) ! 2 ™  q  45 8 18 P'(q) !  q  45 8 9 P'(q) !  q  45   P'(q) ! 0 4 9 9  q  45 ! 0   q ! 45   9q ! 180 4 4 180   q ! 20 q! 9 ¨1 ¸ P(q) ! 49q  q 2  © q 2  4 q  200 ¹ ª8 º R(q) ! q. 0050x ! 50   x ! 0.000   L '!  0. quantas unidades de ácido sulfúrico devem ser fabricadas e vendidas diariamente para maximizar o lucro? L ! R C L ! 100x  « 0.100 Questões Resolvidas de Otimização em Economia 01) Uma indústria química vende ácido sulfúrico a granel a U$ 100. no máximo.000 unidades. 00 0 ­ ½ 0.

C m (q) ! C(q) q Função do Custo Médio 1 C m (q) ! q 2  4q  200 z q 8 1 2 q 4 q 200  C m (q) ! 8  q q q 1 200 C m (q) ! q  4  8 q ¨ 200 ¸ 1 1 200 C m '(q) !  0  ©  2 ¹   C m'(q) !  2 8 8 q ª q º C m '(q) ! 0 1 200  !0 8 q2 200 1 !   q 2 ! 1600 2 q 8 q ! 1600   q ! 40 Produção para o custo mínimo Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I .49  q 1 P(q) ! 49q  q 2  q 2  4q  200 R(q) ! 49q  q 2 8 9 2 1 C(q) ! q 2  4q  200 P(q) !  q  45q  200 8 8 b) Determine a função custo médio e o nível de produção para o qual ela passa a ser mínimo.

101 03) O custo total de fabricação de x unidades de um produto é dada por C.Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág.

número de unidades fabricadas 3 x 2  5 x  192 3 x 2 5 x 192 192     ! 3x  5  x x x x x 192 192 192 '. Quantas unidades deverão ser fabricadas para que o custo médio seja menor possível. Solução: Custo médio = ! custo total .x ! (3x 2  5x  192) reais.

x ! 3  2   '.

x ! 0   0 ! 3  2   2 ! 3 x x x 192 3 x 2 ! 192   x 2 !   x 2 ! 64   x ! s 64   x ! s 8 3 ) ( ) & ' .

x +++++++ --------8 04) Um fazendeiro tem 80 porcos.00 por dia para manter um porco. Se o preço de venda está R$ 3. Q uantos dias devem o fazendeiro aguardar para que seu lucro seja máximo? Solução: R .00 por kg e cai R$ 0. Gastam-se R$ 2.03 por dia.5 Kg por dia. pesando 150 Kg cada um. Cada porco aumenta de peso na proporção de 2.

03x) e C(x) ! 2x L .5x) ™ (3  0.x ! (150  2.

x ! R .

x  C.

x L .

03x)  2x L'.x ! (150  2.5x) ™ (3  0.

03 ™ (150  2. 03x)  0.x ! 2.5x)  2 L'.5x ™ (3  0.

075x  4.x ! 7.5  0. 075x  2 L'.5  0.

15x  7.5   0.5  6.x ! 0.15x  1   L'.

15x ! 1   x ! x = 7 dias Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I ( +++++++ +8 x " 0 então x ! 8 192 Cm ' .x ! 0 0 ! 0.15x  1   0.

x ! 3  2 x  .

384 x 384 Cm". 192 2. x .

x !   ! 2 4 x x3 .

x 2 384 384 Cm .

8 ! ! "0 .

(8) 2  5. 3.(8)  192 192  40  192 424 Cm .8 3 512 x ! 8 é um ponto de mínimo.

15 .8 !   ! ! 53. 00 e CT ! R$ 424. 0. 00 1   x ! 6.00 8 8 8 Cm ! R$53. 67 como o valor de x re erese a dia temos.

000  80 ™ x  0.003.x 2 e se a capacidade de produção da firma for de.000 + 80.Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág.000 unidades em um tempo especificado. quantas unidades de penicilina devem ser fabricas e vendidas naquele tempo para maximizar o lucro. Se o custo total d e produção (em reais) para x unidades for C(x) = 500. Solução: C (x) ! 500. 003 x 2 e R . no máximo de 30.102 05) Uma forma líquida de penicilina fabricada por uma firma farmacêutica é vendida a granel a um preço de R$ 200.x + 0.00 por unidade.

x ! 200 ™ x L .

x ! R .

x  C.

x L .

000  80 ™ x  0.x ! 200 ™ x  (500. 003 ™ x 2 )   L .

003 ™ x 2 L .x ! 200. x  500.000 80 ™ x 0.

006 x ! 120   . 003 ™ x 2  120 ™ x  500. 006 x  120   L d ! 0   0 ! 0.x ! 0. 006 x  120   0.000 Ld ! 0.

x .

006 x ! 20.000   ponto crítico.x 120   20. Qual maximizar x! L .000 0.

20. 003 ™(20.000  80 ™ 20.000  (500.000  0.000 ! 200 ™ 20.000) 2   L .

000 ! 700.000 valor máximo L .20.

000 L .0 ! 500.

000 ! 200 ™ 30.30.000  80 ™30. 003 ™(30.000) 2  L .000  0.000  (500.

d constantes positivas. sendo a.000 ! 400. por unidade.000 06) O custo de produção de x unidades de uma certa mercadoria é a + bx e o preço de venda é c dx.30. c. b. Quantas unidades devem ser produzidas e vendidas para que seja máximo o lucro da operação? Solução: C (x) ! a  bx e R .

x ! c  dx L.

x ! R .

x  C.

x L.

x ! (c  dx)x  (a + bx) L.

x ! cx  dx 2  a  bx L.

Suponha que toda a produção seja absorvida pelo mercado consumidor. Ltda. isolando o va lor de x obtemos dx dx (c  b) x= 2d 07) A Cia. Produz determinado produto e vende -o a um preço de R$ 13.00. Estima-se que o custo total c para produzir e vender q unidades é dado por C(q) ! q 3  3q 2  4q  2 . que quantidade deverá ser produzida para ser obter o lucro máximo? Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I .x ! dx 2  cx  bx  a  !  dx 2  cx  bx  a    dx 2  (c  b)x  a dl dl !  2dx  (c  b)   ! 0   0 ! 2dx  (c  b)   (c  b) =2dx.

103 Solução: R ! 13q e C ! q 3  3q 2  4q  2 L ! R C L ! 13q  (q 3  3q 2  4q  2) L ! 13q  q 3  3q 2  4q  2 dl dl ! 13  3q 2  6q  4   ! 3q 2  6q dx dx 3q 2  6q 9 = 0 2 9  dl !0 dx ( ! .Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág.

6  4.9   ( ! 36  108   ( ! 144 x!  .( 3).

4q 2 + 3q + 40 C(q) 0.4q 2 + 3q + 40   b) A(q) = separando em fraçôes de mesmo denominador obtemos q q A(q) = 0.5 ™ 2q  6   P'(q) ! q  6.1q 2 )  (0.4 40 A(q) = 0.5q) A   R(q) ! 9q  0.5q) a) R(q) ! q ™ p(q) R(q) ! q ™ ?0.4q 2  3q  40 e p(q) ! 0.  q  6 ! 0 onde q = 6 C(q) = 0.2(45  0. o custo total é C(q) = 0.2(45  0. como P'(q) ! 0.(3)  x! 6 s 12 6 ! xd 6 !1 6 18 d ! !3 xd 6 08) Um fabricante estima que quando q unidades de uma certa mercadoria são produzidas por mês.5q) reais a unidade. 1q 2  0.0.4q + 3 + 40 40 40 derivando temos A' q) = 0. temos.6 s 144 2.1q 2 P(q) ! R(q)  C(q) P(q) ! (9q  0.2(45 .4q 2  3q  40 P(q) ! 0.00 por unidade 10 Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I .4  2   A'(q) = 0   0 = 0.4q 2 + 3q + 40)   P(q) ! 9q  0.5q 2  6q  40   P'(q) ! 0. Qual é o lucro máximo? (b) Para que nível de produção o custo médio unitário A(q) = C(q)/q é mínimo? Qual é este custo? (c) Para que nível de produção o custo médio é igual ao custo marginal C'(q)? Solução: C(q) ! 0.4  2 ( q q q 40 = q 2   q 2 ! 100   q ! 100   q ! 10 0.4q² + 3q + 40 reais e que as q unidades podem ser vendidas por um preço p(q) = 0.4 ™ 10 + 3 +   A(q) = 4 + 3 + 4   A(q) = R$: 11. (a) Determine o nível de produção para o qual o lucro é máximo.

00.50 a unidade 10) Uma empresa de turismo aluga onibus com capacidade para 50 pessoas a grupos de 35 pessoas ou mais.104 C(q) ! 0.4q 2 ! 40   q 2 ! q q q 0.4q 2  3q  40 derivando obtemos C'(q) ! 0. temos: dx dx dx 0 17 ! 2x  17   0 ! 2x  17   2x ! 17   x ! 0 ! 400 ™ ? 2x  17A   400 2 x ! 8.5 R: R$ 8.Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág.4q  3  0. Quando um grupo contem exatamente 35 pessoas pessoas.4q  40 q 40 q 40 40 40 40   0.8q  3 e CM(q) ! 0. o preço por pessoa é reduzido de R$ 1.00 para cada pessoa que exceder 35. As fitas vêm sendo vendidas a R$ 5. por esse preço.8q  0. Determine o tamanho do grupo para o qual a receita da empresa é máxima. Nos grupos maiores.8q ! 0. menos 400 fitas serão vendidas por mês. O fabricante pretende aumentar o preço da fita e calcula que para cada R$ 1.000 fitas por mês. cada pessoa paga R$ 60.8q  3 ! 0.4q  3  c) C'(q) ! CM(q) 0. Qual deve ser o preço de venda das fitas para que o lucro do fabricante seja máximo? Solução: Lucro = (número de fitas vendidas)™ (Lucro por fita) Número de fitas vendidas = 4000  400(x  5) 400 ™ ?10  (x  5)A 400 ™ ?10  x  5A 400 ™ ?15  x A Lucro por fita = (x  2) Lucro = 400 ™ (15  x) ™ (x  2) derivando a função lucro obtemos dL dL ! 400 ™  1™ (x  2) + 400 ™ 1™ (15  x)   ! 400™ ? ™ (x  2) + (15 x)A dx dx dL dL dL ! 400 ™ ? x  2 + 15  xA  ! 400™ ? 2x  17A como ! 0.00 a unidade.4 q ! 100   q ! 10 unidades 09) Um fabricante produz uma fita de vídeo virgem a um custo de R$ 2.4q !   0.00 de aumento no preço. são vendidas 4.00 a unidade.4 ™ q !   0. Solução: Receita da empresa ! (número de pessoas no grupo) ™ (preço por pessoa) Número de pessoas no grupo ! 35  x e o Preço por pessoa é ! 60  x R (x) ! (35  x) ™ (60  x) Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I .

5. 48 .000   x ! s500. 12) Após x semanas.00) 11) Um fabricante de bicicletas compra 6000 pneus por ano de um distribuidor.000 CTr = (custo por remessa) ™ (número de remesas)   CTr = 20 ™ © ¹  x ª x º CAr = (número médio de pneus armazenados) ™ (custo de armazenamento por pneu)   CAr = CM A = (número total de pneus) ™ (preço de um pneu)   CM A = 6000 ™ 5. Quantos pneus o fabricante de bicicletas deve encomendar de cada vez pra minimizar o custo? Solução: CT(x) = Custo de transporte. como CT'(x) = 0 obtemos: 0 = 0. R: 47 ou 48 pessoas (R$ 2256. Suponha que a demanda de pneus se mantenha constante durante todo o ano e cada remessa seja entregue no momento em que o estoque se esgotou. como R' (x) ! 0. R (x) ! (35  x) ™ (60  x) x ! 12 R (12) ! (35  12) ™ (60 12) R (12) ! 47 ™ 48 R (12) ! 2256 x ! 13 R (13) ! (35  13) ™ (60 13) R (13) ! 48 ™ 47 R(13) ! 2256 Desta forma concluimos que os valores 47 e 48 satisfazem as condições do problema.500 CT(x) = CAr CTr CM A 120. 48 ™ x x 2 ! 250. CAr = Custo de Armazenamento.00 por encomenda. como estamos trabalhan do com número de pessoas podemos ter 2 x ! 12 ou x ! 13 para formar os grupos.000 CT'(x) = 0. 48 CT(x) = 0.000 120. 48 ™ x 2 R: deve encomendar lotes de 500. 48   = x2   2 2 2 x x x 0.000   x ! s 250.Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. então: 0 ! 2x  25   2x ! 25   x ! 25   x ! 12.500 x 120. A taxa de transporte é R$ 20. o número de pessoas que usam uma nova linha de metrô é dada pela equação N(x) = 6x3 500x 8. o custo de armazenamento é 96 centavos por pneu por ano e cada pneu custa R$ 5.96   0.000: Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I .000 120. como queremos mini mizar o custo pelo teste da 1ª derivada o valor é 500 x ™ 0.75.105 R (x) ! (35  x) ™ (60  x) derivando obtemos R'(x) ! 1 ™ (60  x)  (35  x) ™ 1 R'(x) ! 60  x  35  x   R'(x) ! 2x  25. 75   34. CTr = Custo de transporte da remessa e CM A = Custo de médio de armazenamento ¨ 6000 ¸ 120.000 120. 48    = 0.000  34. com x ! 12 temos um total de 12  35 ! 47 com x ! 13 temos um total de 13  35 ! 48 Usando a função receita para verificar qual número de pessoas vão servir para montar os grupos.

Agora. a associação teve o menor número de membros? Qual foi esse número? Solução: Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I .000 N(8) ! 15. 4  0. 4  0. 02x 2 O objetivo é determinar o máximo de lucro para R . ou seja. 02 x 2   R ! 160  0. 04x .Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág.072  13. entre 1972 e 1992. Calculando a derivada temos: R ! 160  0. em 1978.558 N(8)  N(7) = 15. que se anula para: 0.000 N'(x) ! 18x 2 + 500 N'(8) ! 18(8)2 + 500   18 ™ 64 +500   1152 + 500   1652 N'(8) ! 1652 b) N(x) ! 6x 3 + 500x + 8.00 no primeiro dia do ano. ° o número de passageiros estava aumentando à razão de 1. o fazendeiro deve colher as batatas dez dias após 1º de janeiro.558   N(8)  N(7) = 1514 N(8) ! 6(8)3 + 500 ™ 5 + 8.514 passageiros por se 13) Um fazendeiro consegue vender um quilo de batata por R$ 2. é f ( x) ! 100(2 x 3  45x 2  264x ) . x ! 10 corresponde realmente a um máximo de R .106 (a) Qual era a taxa de variação do número de passageiros após 8 semanas? (b) Qual foi a variação do número de passageiros durante a oitava semana? Solução: a) N(x) ! 6x 3 + 500x + 8. R '' ! 0. 04x ! 0   0. entre 1978 e 1992. 04 verificar se esse é o valor máximo de R .000 N(7) ! 6(7)3 + 500 ™ 7 + 8. no dia 11 de janeiro. No dia 1º de janeiro. a associação teve o maior número de membros? Qual foi esse número? b) Em que ano. 04x ! 0.652 passageiros por semana. o preço cai à razão de dois centavos por quilo ao dia. mas. A receita obtida com a venda de batatas no dia x é: R ! (80  x )(2  0. a) Em que ano. um fazendeiro tem 80 kg de batata no campo e calcula que a produção será aumentada à razão de 1 kg ao dia. 04 e como R ''(10) 0 . Nesse caso. 02 x 2   R' ! 0. 4   x ! ! 10 . 14) O número de membros de uma associação de consumidores. R: ¯ b) mana. 4x  0. 02 x )   R ! 160  1. x anos após sua fundação.072 a) ® o número de passageiros estava diminuindo à razão de 1. 02x e o número de quilos de batata dado por 80  x . 4 0. Em que dia o fazendeiro deve colher as batatas para maximizar a receito? Solução: Seja x o número de dias que se seguem a 1º de janeiro.000 N(7) ! 13. vamos calcular a segunda derivada para 0. depois disso. 4 x  0. 6 x  2 x  0. o preço das batatas é dado por 2  0.

f '( x ) ! 100(6 x 2  90 x  264) e tirando 6 em evidência temos f '( x ) ! 600( x 2  15 x  44).710) !100 v378 ! 37. Calculando os pontos de f ( x) temos: f (0) ! 100(2(0) 3  45(0) 2  264(0)) ! 0 f (4) ! 100(2(4) 3  45(4) 2  264(4)) !100(128 720 1.904) ! 100 v132 ! 12. O primeiro valor corresponde a um mínimo absoluto e o segundo valor corresponde ao máximo relativo.400 f (11) ! 100(2(11) 3  45(11) 2  265(11)) ! 100(2.820  3.44 5  2. podemos reescrever f '( x ) da seguinte orma: f '( x ) ! 600( x  4)( x  11). Agora.800 Agora podemos concluir que: a) Em 1982 .488  8.056) !1 00 v 464 ! 46.107 Definindo o intervalo como sendo x ! 0 para o ano de 1978 e x ! 14 para o ano de1992 .662 5. encontrando os seus pontos críticos.Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. calculemos a derivada da função f ( x ) ! 100(2 x 3  45x 2  264x ) . Podemos notar que x ! 4 e x ! 11 são os pontos críticos de f '( x) sendo ambos os valores pertencem ao intervalo.100 f (14) ! 100(2(14) 3  45(14) 2  264(14)) !1 00(5. Assim.

b) Em 1998 .4000 membros. 46.x ! 4 .

Com que velocidade a base da escada está se a astando da parede quando o alto se encontra a 3 m do chão? Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I . 12. o que signi ica que a biomassa começa a diminuir.x ! 11 . Determine a taxa de expansão percentual da espécie.100 membros. a? 02) Uma escada de 5 m de comprimento está apoiada em uma parede. O alto da escada está escorregando para baixo ao longo da parede com uma velocidade de 3 m/s. O que acontece quando Q (t) Solução: ¨ Q¸ 100 ™ r ™ Q ™ ©1  ¹  dQ ¨ Q ¸ 100Q'(t) ª a º   100Q'(t) ! 100r ™ ¨1  Q ¸ ! rQ ™ ©1  ¹   ! © ¹ dt Q(t) Q Q(t)  ª aº ª aº a taxa se torna negativa. Questões Resolvidas de Otimização em Ciências Naturais 01) Os experimentos mostram que a biomassa Q(t) de uma espécie de peixe em uma certa região do oceano varia de acordo com a equação dQ ¨ Q¸ ! rQ ™ ©1  ¹ Onde r é a taxa natural de expansão da dt ª aº espécie e a é uma constante.

Solução: V(r) = a ™ r 2 ™ (r0  r)   V'(r) = a ™ 2r ™ (r0  r) + a ™ r 2 ™ ( 1)   V'(r) = a ™ 2r ™ (r0  r) . afetando a velocidade do ar na traquéia. 3 04) Um estudo ambiental realizado em um certo município revela que a concentração média de monóxido de carbono no ar é dado pela equação C(p) ! 0. Se r 0 é o raio normal da traquéia. onde p é população em milhares de habitantes. a relação entre a velocidade v do ar e o raio r da traquéia é dada por uma função da forma v(r) = ar²(r 0 . derivando a equacão e x 2  (3) 2 ! (5) 2 x 2 = 25  9 x 2 = 16 x = 16 dy dx dy !  3 2x ™  2y ™ !0 dt dt dt dx  2 ™ 3 ™ (-3) ! 0 2(4) ™ dt dx ! 18 8™ dt dx 18 ! dt 8 dx ! 2.r). x!4 03) Quando uma pessoa tosse.a ™ r 2 V'(r) = 2arr0  2ar 2 . Determine o raio r para o qual a velocidade do ar é máxima.25 m/s.Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág.108 Solução: x 2  y 2 ! (5) 2 . obtemos 0 = ar ™ (2r0  3r)   2r 0 ! 2r0  3r   3r ! 2r0   r ! 0 ar 3 R: r = 2r0 . onde a é uma constante positiva. Calcula-se que daqui a t anos a população do município será p(t)= 3.5p 2 17 partes por milhão. 25 m/s dt R: 2.ar 2   V'(r) = 2arr0  3ar 2   V'(r) = ar ™ (2r0  3r). Qual será a taxa de variação da concentração de monóxido de carbono daqui a 3 anos? Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I . o raio da traquéia diminui.1t 2 milhares de habitantes.1 Solução: 0. como V'(r) = 0.

1 ™ t   ! 0.2 dc ! 0.5p !   ! 2 dp 2 ™ 0. 3 dF 1 ! ™ (2KM  3M 2 ) derivando pela segunda vez a equação.2 8  17 0.1 ™(9) p(3) ! 3.5p 2  17 dp dp ! 2 ™ 0. 0 Usando a regra da cadeia para derivar a função composta dc dc dp ! ™ dt dp dt dc ! dt dc ! dt 0.Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. Solução: Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I . 2 ™ t dt dt e como t ! 3 anos substituindo em p(t).2 25     0. Solução: 1 F ! (KM 2  M 3 ) derivando a equação.5p  17 dp  0.2 0.1  0.1 ™ p(t) 0.9   p(3) ! 4.1 ™ 4 ™ 3 0.1  0.5 ™ (4) 2 17 dc dc dp ! ™ . p(t) ! 3. A derivada S = d /dM pode ser considerada como uma medida da sensibilidade do organismo ao medicamento. através da ¨ 3t² 2t ¸  equação: V(t) = [C 1 + C 2 P(t)] ™ © ¹ onde C 1 e C 2 são constantes positivas e T é a duração T º ª T² (constante) da sístole. a) dM 3 dF 1 ! ™ (2K  6M)é a taxa de variação de senbilidade coma quantidade de medicamento b) dM 3 06) Um dos modelos do sistema cardiovascular relaciona V(t).1  0. 24 milhão por ano.1  0.5p 2  17   p(t) ! 3. a P(t).1 ™ p ™ t 0.5 ™16  17 ™ 0. Encontre uma relação entre as taxas dV/dt e dP/dt. 2t     1.5p 0.5p 2  17   1. obtemos: dt dp dt 1. (a) Calcule a sensibilidade S. (b) Calcule dS/dM = d² /dM2 e apresente uma interpretação para a derivada segunda.1 ™ t 2 p(3) ! 3.5p 2  17 1. a pressão na aorta durante a sístole.1 ™ (3) 2   p(3) ! 3.1  0. o volume de sangue na aorta no instante t durante a sístole (fase de contração).5p 2  17   0. 5 dt 05) Um certo modelo biológico sugere que a reação do corpo humano a uma dose de medicamento pode ser representada por uma função da forma 1 ! (KM 2  M 3 ) onde K é uma constante positiva 3 e M a quantidade do medicamento presente no sangue.1 ™ t 2    dc 2 ™ 0.1 0.109 C(p) ! 0. 24   ! 0.1 ™(3) 2   p(3) ! 3.5p dc 0.

Solução: Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I . Schmidt-Koenig mostraram que o consumo de energia de uma espécie de periquito australiano (o Budgerigar) é dado pela expressão E = 1 [0. A taxa de variação de R(D) com D é chamada de sensibilidade. T º ªT dp dp ¨ 3t 2 2t 3 ¸ ! C 2 ™ ™ © 2  3 ¹ somando  com . Escreva uma expressão para a v taxa de variação da energia com a velocidade do periquito. dt dt ª T T º ¨ 6t 6t 2 ¸ dv dp ¨ 3t 2 2t 3 ¸ ! [C1 + C 2 ™ P(t)] ™ © 2  3 ¹  C 2 ™ ™ © 2  3 ¹ dt T º dt ª T T º ªT 07) A reação do organismo à administração de um medicamento é frequentemente representada por ¨C D¸ uma equação da forma R(D) = D 2 ™ ©  ¹ onde D é a dose e C (uma constante) é a dose máxima 3º ª2 que pode ser administrada. 0= 08) Em um artigo científico. V. obtemos.110 ¨ 3t 2 2t 3 ¸ V(t) = [C1 + C 2 ™ P(t)] ™ © 2  3 ¹e etuando a multiplicaç ão temos: T º ªT ¨ 3t 2 2t 3 ¸ ¨ 3t 2 2t 3 V(t) = C1 ™ © 2  3 ¹ + C 2 ™ P(t) ™ © 2  3 T º T ªT ªT ¸ ¹ derivando a equação. 3º ª2 2DC 2D 2 D 2 ¨C D¸ ¨ 1¸     R'(D) = 0 R'(D) = 2D ™ ©  ¹  D 2 ™ ©  ¹   R'(D) = 3º 2 3 3 ª2 ª 3º 2DC 3D 2    0 ! DC  D 2   D 2 ! DC   D ! C 2 3 R: A sensibilidade é máxima para D = C. Determine o valor de D para o qual a sensibilidade é máxima.074(v ± 35)² + 32] onde v é a velocidade do pássaro em km/h.Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. A. Tucker e K. º ¨ 6t ™ T 2 6t 2 ™ T 3 ¸ ¨ 6t ™ T 2 6t 2 ™ T 3 ¸ dv + C 2 ™ P(t) ™ © 2 2  ! C1 ™ © 2 2  ¹ ¹ dt (T 3 ) 2 º (T 3 ) 2 º ª (T ) ª (T ) ¨ 6t 6t 2 dv ! C1 ™ © 2  3 dt T ªT ¸ ¨ 6t 6t 2 ¸ + C 2 ™ P(t) ™ © 2  3 ¹ ¹ T º º ªT ¨ 6t 6t 2 ¸ dv ! [C1 + C 2 ™ P(t)] ™ © 2  3 ¹ dt T º ªT ¨ 3t 2 2t 3 ¸  V(t) = [C1 + C 2 ™ P(t)] ™ © 2  3 ¹derivando a equação. Solução: ¨C D¸ R(D) = D 2 ™ ©  ¹ derivando a equação.

J.35)2 + 32] onde v é a velocidade do v pássaro em km/h.18  E' ! .148™ (v  35)]  E' !  . Qual é a velocidade v para a qual a potência é mínima? Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I . o consumo de energia de uma espécie de periquito é dado pela expressão E(v) = 1 [0. v2 v 0.074(v . 2p v 2 é o peso do pássaro.Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág.074(v  35)²  32] derivando a equação. Pennycuick apresentou provas experimentais de que a potência P necessária para que um pássaro se mantenha voando é dada pela expressão V! ² 1 + pAv onde v é a velocidade do pássaro em relação ao ar.65   122.65 E' ! v2 E! 09) De acordo com os resultados de Tucker e Schmidt-Koenig. 43 0.074 ™ (v  70v  1225)  32] [0. v2 0. p é a densidade do ar e Solução: e A são constantes positivas associadas à forma e ao tamanho do pássaro. 0.148 ™ v  5. v2 v 0.65 E' ! .65 ! v 2   1657.074™ 2™ (v  35)] v v 2 [0.074 ™ v 2  122. Qual é a velocidade para a qual o consumo de energia é mínimo? Solução: Como já efetuamos a derivada da equação na questão anterior passamos a usar a mesma. v2 0.074 ™ v 2  122.074 ™ v2  122.65 ! 0.074 ™ v 2  122.18 ™ v  90.074 ™v 2 v2 122.074 v ! 40. v 1 1 E' !  2 ™ [0. 43 ! v 2   v ! 1657.074 ™ v2  70v  90.074 ™ v2  5.65  32 0.18™ v E' ! .71 km/h 10) Em um artigo publicado em 1969.148™ v2  5.65  32  0.111 1 ™ [0. fazendo a multiplicação temos. tirando mmc obtemos. como E' ! 0. C. simplificando e reduzindo a fatores comuns.65 0!   0 ! 0.074 ™ (v  35)²  32]  ™ [0.

Observa- se experimentalmente que o arraste é mínimo para v = 256km/h.967.294. 42T 2  68T  746 para 20 e T e 30 onde T é a temperatura em graus Celsius. De acordo com um modelo.294. 2 2 2 2 dv (2 v) 2 dv 4 v 2 dV  w² ™ 2 ! dv  2( 4  2( 4 2 3 2 2 2 2 2 ² v 2 ) ™ ( A3v 2 ) dV   ! 0. v2 2 v 2 2 v f '(v) ! 2Av  2 2   f '(v) ! 2Av  4   f '(v) ! 2Av  3   f '(v) ! 0 (v ) v v 2 2 ! v4   ! (256) 4   4. Use essa informação para calcular a razão /A. vamos calcular a derivada Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I . derivando a equação obtemos. logo 2 2 v dv 0!  w² ™ 2 2 2 v 2 ) ™ ( A3v 2 ) 2 2 v A3v 4 0 !  w² ™ 2 w² ™ 2 3 2 3 2 !2 A3v 4 w² w²  v! 4 2 2 3 AS 3 AS Av 4 ! w²   v 4 ! 11) Um parâmetro importante para o projeto de aeronaves é o chamado "fator de arraste". Determine a temperatura em que o número de bichos da maçã sobreviventes é máxima e a temperatura em que o número de bichos da maçã sobrevivente será mínimo. 296 12) A percentagem de bichos da maçã que sobrevivem ao estado de pupa (Estado intermediário entre a larva e a imago.Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. a força de arraste é dada por uma expressão da forma F(v) = Av² + v² onde A e são constantes positivas. 2p v 2 dV  w² ™ 2 1 dV  w² ™ 2 1 !  A3v 2   !  A3v 2 azendo o mmc temos. ou seja. 42T 2  68T  746 para 20 e T e 30.112 V! 1  pAv . nos insetos holometabólicos) é dada pela expressão P(T) ! 1.967. Solução: f(v) ! A ™ v 2  derivando a equação. a força de frenagem exercida pelo ar sobre a aeronave. Solução: Sendo a função P(T) ! 1.296 0 ! 2Av  3   3 ! 2Av   3 ! Av   v v v A A R: A ! 4.

94) 2  68(23. igualamos a derivada a zero para obter os números críticos de primeira ordem: P'(T) ! 2. 13) Uma pesquisa de opinião revela que x meses após anunciar sua candidatura. o único ponto crítico é x ! 7 . 76 29 29 29 14) Uma estação de rádio faz o levantamento dos hábitos dos ouvintes entre 17 h e meia-noite. x ! 7 e x ! 3 29 Como x ! 3 não está no intervalo.Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. Agora.84T !  68 68 ! 23. 42(30) 2  68(30)  746 P(30) ! 1278  2040  746   16 Logo podemos concluir que o número de sobreviventes é máximo para 23. S(7) ! 1 1 1 ( (7) 3  6(7) 2  63(7) 1080)   S(7) ! ( 343 294 441 1080 )   (1472)   50. Se a eleição estiver marcada 29 para novembro.94) ! 1. certo político terá o apoio de S(x) ! 1 (  x3  6 x 2  63 x  1080) para 0 e x e 12 eleitores. quais são as chances de ser eleito? Solução: Sendo a função S(x) ! S'(x) ! 1 (  x 3  6 x 2  63 x  1080) para 0 e x e 12 calculemos a derivada 29 1 ( 3 x 2  12 x  63) e tirando  3 em evidência temos 29 3 2 S'(x) ! ( x  4 x  21) 29 3 S'(x) ! ( x  7)( x  3) ! 0 logo.94 e esse valor está no intervalo 20 e T e 30 2.92 746  68. Em seguida. A pesquisa mostra que a porcentagem de adultos sintonizados na estação x horas após as 17 h é 1 f ( x ) ! ( 2 x 3  27 x 2  108 x  240) .835512 1627.84T  68 2.94) 746 P(23. ele deverá anunciar a candidatura em abril para ter o máximo possível de popularidade no dia da eleição. 084488  68 P(30) ! 1.84 Calculando agora P(T) para os pontos encontrados temos T! P(20) ! 1. Como a popularidade do candidato será máxima 7 meses após a candidatura ser anunciada.94) ! 813. calculando S(7) para vermos se ele será eleito e nessas condições o candidato provavelmente será eleito. qual o melhor mês para anunciar a candidatura? Se o político necessita de pelo menos 50% dos votos para vencer. 8 Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I .94ºC e mínimo para 30ºC.113 P'(T) ! 2.84T  68 . 42(20) 2  68(20)  746 P(20) ! 568 1360  746 ! 46 P(23.84T  68 ! 0    2. 42(23.

e a função possui como intervalo x ! 0 às 17 h e x ! 7 à meia-noite. às 20 h.114 a) Em que instante. como nos mostra a tabela abaixo. 8 1 f '( x ) ! ( 6 x 2  54 x  108) e tirando  6 em evidência. b) 3 h após as 17h.5 15. ou seja.125 a) 0 h após as 17 h. A percentagem de ouvintes nesse momento é de 13. A porcentagem de ouvintes nesse momento é de 30%. calculemos a derivada da função 1 f ( x ) ! ( 2 x 3  27 x 2  108 x  240) . às 17 h. O primeiro valor corresponde a um mínimo absoluto e o segundo valor corresponde ao máximo relativo. existem menos ouvintes sintonizados na estação? Qual é a percentagem de ouvintes nesse momento? Solução: O problema trata diretamente de máximo e mínimo respectivamente.125%. ou seja. existem mais ouvintes sintonizados na estação? Qual é a percentagem de ouvintes nesse momento? b) Em que instante. segue-se 8 3 f '( x ) !  ( x 2  9 x  18) e encontrando os seus pontos críticos. 0 3 6 7 f ( x) 30 13. x Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I .125 16. onde concluimos 4 Podemos notar que x ! 3 e x ! 6 são os pontos críticos de f '( x) sendo ambos os valores pertencem ao intervalo. sendo assim. entre 17 h e meia-noite. concluimos 4 3 f '( x ) ! ( x  3)( x  6)   f '( x) ! 0. temos 8 6 f '( x ) !  ( x 2  9 x  18) agora simpli icando 6 e 8 por 2. entre 17 h e meia-noite.Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág.

5 cm nas laterais. uma margem de 2 cm nas partes superiores e inferiores e uma margem de 1. Se os lados e a base. Quais são as dimensões da pagina de menor área que preenche essas condições? R: 18 cm e 24 cm Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I . calcular a razão r/h de modo que sua área lateral seja mínima? R: r 1 ! h 2 02) Um fazendeiro precisa construir dois currais lado a lado. R: 4 3A 03) Um fabricante precisa produzir caixas de papelão.115 Questões Propostas de Otimização em Geometria 01) Um funil cônico tem raio r e altura h. Se cada curral deve ter uma certa área A. Prove que a área do terreno cercado será máxima quando o terreno for um quadrado. todos tiverem um comprimento de 5m. qual o comprimento mínimo que a cerca deve ter. como escolher o ângulo R: = (0 e e ) . R: x = 125 m 05) Um canal de drengem deve ser feito de tal forma que a secção transversal é um trapézio com os lados igualmente inclínados. Um celeiro será usado como parte de um lado do campo. Calcule as dimensões que permitem a máxima economia de papelão para produzir caixas de volume V (dado)? 3 R: 3 6V 3 6V . 3 2 04) Um fazendeiro tem 500 metros de uma cerca para envolver um terreno retangular. se o volume do funil e V (constante). com uma cerca comum. tendo na base um retângulo com comprimento igual ao triplo da largura. com tampa. de forma que a área da secção transversal seja máxima?. conforme mostra a figura. 6V. 2 3 06) Uma pagina para impressão deve conter 300 cm2 de área impressa.Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág.

08) Mostre que. conforme figura ao ao lado. determinar o de área máxima. para que a área pedida no item anterior seja a menor possivel? R: 4 . 09) Determine as dimensões do cilindro reto de volume máximo que pode ser inscrito numa esfera de raio R. 3 3 10) Entre todos os triângulos retângulos de mesma hipotenusa. entre todos os triângulos isósceles de igual perimetro. que não contém o círculo. coloca -se um circulo. conforme figura ao abaixo.116 07) Um quadrado de 4 cm de lado é dividido em dois retãngulos. em função de R ? R: A(R) ! R 2  16  8R b) Qual deve ser o raio do círculo. R: r ! R 6 2R 3 eh ! . de raio R.Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. o de área máxima é o triângulo equilatero. tangenciando dois de seus lados opostos. a) Escreva uma expressão que represente a soma das áreas do circulo e do retângulo. Em um dos retângulos. Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I .

conforme figura ao lado. inscrito em um semicirculo dado. 4 13) Achar o trapézio isósceles. de área máxima. R: o retângulo de área S ! b™h . inscritos em um círculo de raio dado. determinar o de área máxima.Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. Determine o de área máxima conforme figura ao abaixo. Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I . R: x ! R ou x ! R . 4 11) Entre todos os triângulos isósceles. R: S ! 3R 2 3 . são dados os lados não paralelos c e a base menor b. 2 14) Em um trapézio isósceles.117 R: o triângulo é o retângulo isósceles de área S ! a2 . inscrito em um dado triangulo ABC conforme figura ao abaixo. 4 12) Calcular o retãngulo de área máxima. e tendo o diâmetro como base maior conforme figura ao abaixo.

conforme figura ao abaixo. Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I . R: V ! 9 R2h . 4 15) Dado um cilindro circular reto.118 R: x !  b s b 2  8c2 .Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. inscrito em uma esfera de raio R. determinar o cone circunscrito de volume mínimo. conforme figura ao abaixo. 4 16) Achar o cone de revolução de volume máximo.

Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág.119 R: x ! 4R 2R 2 ey= . 3 3 17) Determinar o cilindro de área lateral máxima. inscrito em um cone dado. 2 2 Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I . conforme figura ao abaixo. R: x ! R h ey= .

1) ou ( 1. R: P0 (1. 2R R: x ! .120 18) Entre todos os cilindros inscritos em uma esfera de raio R. conforme figura Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I . x = Distãnciada secção ao vértice. um tronco de cone tendo a base sõbre um círculo máximo e cuja área lateral seja a maior posível. l = lado da base do pirâmide. quadrangular regular. conforme figura ao abaixo. R: P0 ( s 5. V = Volume do prisma. conforme figura ao abaixo. mais 20) Determine o ponto da curva y 2 ! 4x . que está mais proximo doa origem do sistema cartesiano. mais proximo do ponto (2. R: V ! 4 R3 3 . 3 24) Inscrever em uma esfera de raio R ao ao lado. determinar o de volume máximo. 2) é o ponto da curva y ! x 3  3x .1 2) hipérbole x 2  y2 ! 1 . um prisma reto. 21) Ache o ponto P0 situado sobre a hipérbole de equação x ™ y = 1 .Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág.1). 1) 22) Mostre que (2. 1). h = Altura da pirâmide. 9 19) Determine o ponto da proximo do ponto (0. que esta mais proximo do ponto (11. traça-se uma seção paralela à base e constrói-se. 23) Em uma pirâmide dada.1). Determinar a distância da seção à base de modo que o prisma inscrito tenha volume máximo. 2) . Com elementos abaixo: a = Lado da base do prisma. R: P0 (1.

R 3 ª º $ 48. R: x ! R(1  2) ou y ! R(1  2) .121 R 2R 2 ou y ! . As extremidades do cilíndro são abertas R: x ! e o volume total do sólido deve ser uma constante especifiva V.20 26) Dado um círculo de raio R. conforme figura ao abaixo. a) Mostre que a área total S da superfície é dada por: R: S ! b) Mostre que S é mínimizada quando 2 é: R: cos =   3 2V 2 ¨ ¸  R 2 ™ © cossec  cotg ¹ . Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I .Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. Determinar o que tem menor perímetro. conforme figura ao abaixo. consideram-se todos os triângulos retângulos circunscritos ao mesmo. 3 3 25) Um cilíndro circular de raio R é encimado por um cone.

o retângulo de área máxima. conforme figura ao abaixo. OA . R: x ! a ™ b 28) Inscrever em uma elipse. uma delas sendo dobrado na forma de um triângulo equilatero e a outra na forma de uma circunferência. O exame dessas células mostrou que a medida do ângulo do ápice é surpreendentemente consistente. pode ser mostrado que a área superficial S é dado pela equação Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I . conforme figura ao abaixo. R: x ! y ! r 2 30) Um pedaço de barbante de comprimento L é cortado em duas partes. R: x ! a b e y! 2 2 29) Mostre que o retângulo de área máxima inscrito núma circunferência de raio r é um quadrado. tal que o segmento PQ seja visto sob o ângulo máximo. aberto no extremo com um ângulo triédrico no outro extremo. Baseado na geometria da célula. cada célula é um prisma hexagonal regular. Como deve ser cortado o barbante para que a soma das áreas das figuras seja maior possivel.Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. são fixados dois pontos P e Q. usando assim uma quantidade mínima de cera na construção. Achar sobre o outro lado OB .122 Ö 27) Dado um ângulo AOB sobre um dos lados. de semi-eixos a e b. Acredita-se que as abelhas de forma a minimizar a área superficial para um dado volume. um ponto M. R: l 1 ! ( L 3 el2 ! 3 + 9) ( 9L 3 + 9) 31) Em uma colméia.

a) Calcule dS . a © 2 2 ¹ ª º altura são constantes.123 ¨ 3 3¸ S ! 6sh  s 2cotg  © 3s 2 ¹ cossec . onde s.Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. d R:  3 ™ cotg dS 3 2 ! s ™ cossec d 2 . o comprimento dos lados do hexágono. e h. conforme figura abaixo.

cossec 3) } 55r b) Que ângulo deveriam preferir as abelhas? R: cos 1 (1 c) Determine a área superficial mínima da célula (em ternos de s e h). . R: 6s « h  s 2 ­ Obs: Medidas reais do ângulo diferem do valor calculado em mais do que 2°.

Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I . onde R é o raio da esfera dada. onde R é o raio da esfera dada. 2 » ½ em colméias foram feitas. 35) Inscrever numa esfera dada um cilindro de volume máximo. 2R 2 R: A altura do cilindro e . com fundo quadrado. deseja-se reservar no canto seperior esquerdo um quadrado de lado x. R: A altura do cilindro é R 2 . deve ter capacidade para v litros. Qual o valor de x para que a diferença entre a área do painel e a do quadado seja maior possivel? R: 40 cm 33) Um depósito aberto. e as medidas desses ângulos raramente 32) Em um painel retangular de comprimento (60 + x) cm e de largura 80 cm. o raio da base R . 3 3 36) Inscrever numa esfera dada um cilindro que tenha a maior superficie lateral possivel. de folha de lata. 34) Qual dos cilindros de volume dado tem menor superfície total? R: Aquele cuja altura é igual ao diâmetro da base. Em que dimensões deve ser feito o depósito para que em sua fabricação se gaste a menor quantidade possivel de lata? R: A altura deve ser duas vezes menor que o lado da base.

a base paralela ao eixo x e acima desse eixo e os vértices da base sobre a curva 14y = 48 .Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág.124 37) Inscrever numa esfera dada um cone de volume máximo. onde R é o raio da esfera dada. 3 38) Qual dos cones circunscritos em torno de uma esfera tem o menor volume? R: Aquele cuja altura é duas vezes maior que o diâmetro da esfera.x2. 39) Vários triângulos isósceles diferentes podem ser desenhados com o vértice na origem. Determine a área do maior destes triângulos R: 64 unidades quadradas. 7 Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I . 4 R: A altura do cone é R .

00 o metro. onde t é o número de anos após 1990.5x² + 3x ± 2 milhares de reais. em média. O custo de estender um cabo no rio é R$ 5. 05) Estima-se que daqui a x meses a população de um certo município será: P(x) = x² + 20x + 8000. Em que hora da manhã os operários são mais produtivos? R: às 11h. o custo total é C(q) = 3q² + 5q + 75 reais. 02) Um fabricante estima que quando q unidades de uma certa mercadoria produzidas. Para que nível de produção o custo médio M(q) = C(q)/q é mínimo? R: 5 unidades produzidas. a receita aumenta ou diminui com o aumento da produção? R: a receita aumenta com o aumento da produção. 30 00 metros rio abaixo. a receita bruta associada ao produto é dada por R(x) = 0. Q(t) = -t3 + 9t 2 + 12t unidades t horas mais tarde. (a) Qual será a taxa de variação da população com o tempo daqui a 15 meses? (b) Qual será a variação da população durante o 16° mês? a) ® 50 habitantes por mês R: ¯ b) ° 51 habitantes 06) O produto interno bruto (PIB) de um certo país é dado por N(t) = t² + 5t + 106 bilhões de dólares. Quando é que o custo total é mínimo? Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I . 03) Pretende-se estender um cabo de uma usina de força à margem de um rio com 900 metros de largura até uma fábrica situada do outro lado do rio.700 a 1200 m da usina da força.125 Questões Propostas de Otimização em Economia 01) Um estudo de eficiência realizado em uma fábrica durante o turno da manhã mostra que um operário que começa a trabalhar às 8h terá produzido. Qual é a taxa de variação da receita com o nível de produção x quando 3 unidades estão sendo fabricadas? Para esse nível de produção. Qual é o percurso mais económico para o cabo? R: R$ 14.Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. custo de montagem é diretamente proporcional ao número de máquinas ultilizadas e o custo de operação é inversamente proporcional ao número de máquinas ultilizadas.00 o metro e o custo de estender um cabo em terra é R$ 4. (a) Qual foi a taxa de variação do PIB em 1998? (b) Qual foi a taxa de variação percentual do PIB em 1998? a) ® 21 bilhões de dólares por ano R: ¯ b) ° 10% ao ano 07) Numa industria. 04) Um empresário calcula que quando x unidades de um certo produto são fabricadas.

Se o custo de produção é dado por C(x) = 2x 3 + 6x 2 + 18x + 60 e o valor obtído na venda é dado por V(x) ! 60x  12x 2 . R: (a) 33 unidades por hora (b) -6 unidades por hora ao quadrado (c) -1 unidade por hora (d) -1. a mão-de-obra disponível é constituída por 30 homens-horas de trabalho especializado e 20 homenshoras de trabalho não-especializado. (b) Qual é a taxa de variação da taxa de produção dos operários às 11 h? (c) Use os métodos do cálculo para estimar a variação da taxa de produção dos operários entre 11h e 11h10min.08 unidade por hora (Sugestão: O ¨k operação © 2 ª x 09) A produção de certa fábrica é Q = 2x3 + x²y + y3 unidades.Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. Use os métodos do cálculo para estimar a variação de mão-deobra não-especializada y necessária para compensar um aumento de 1 homem-hora da mão-de-obra especializada x. (a) Calcule a taxa de produção dos operários às 11 h. Qual é a produção que proporciona a máxima receita? Qual é esta receita? R: Produção máxima 7 unidades. 10) Uma fábrica produz x milhares de unidades mensais de um determinado artigo. quando o custo de montagem for R: Custo total mínimo se o número de máquinas for k2 igual ao custo de operação. R: diminuir 3. 63x  x² x²  63 Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I . x). ou seja. º k1 . 08) Um estudo de eficiência realizado no turno da manhã de uma certa fábrica revela qu um e operário que chega ao trabalho às 8 h terá produzido Q(t) = -t3 + 6t 2 + 24t unidades t horas mais tarde.126 custo total c(x) é dado pela soma do custo de montagem (k1. determinar o número ótimo de unidades mensais que maximiza o lucro? R: 1000 unidades 11) A receita obtida com a produção de x unidades de certa mercadoria é dada por R(x) = milhões de reais. de modo que a produção não seja alterada. (d) Calcule a variação real da taxa de produção dos operários entre 11h e 11h10min. com o custo de ¸ ¹. No momento. Receita máxima 3. onde x é o número de homens-horas de trabalho especializado e y número de homens-horas de trabalho não-especializado.14 homens-horas a mão-de-obra não-especializada.5 (milhões de reais).

5x² + 3x ± 2 milhares de reais.5 kg por dia.000. a receita bruta associada ao produto é dada por R(x) = 0.50 13) Um fazendeiro tem 200 bois. (a) Expresse o gasto total dos consumidores com o produto em função de p e desenhe o gráfico associado. (b) Use os métodos do cálculo para determinar o preço para o qual o gasto total dos consumidores é máximo.03t unidades.00por dia para manter um boi. hoje. R: 5 homens-horas. cada um pesando 300 kg. a receita aumenta ou diminui com o aumento da produção? R: R$ 6. Qual é a taxa de variação do custo com o tempo após 4 horas de trabalho? R: R$ 10. a fábrica utiliza 1000 homens-horas. E(p) ! p(  200p  12.000) ® R: ¯ b) ° p ! 30.Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. (b) Qual será a taxa de variação da circulação com o tempo daqui a 5 anos? Nessa ocasião a circulação está aumentando ou diminuindo? Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I .5 unidades forem produzidas .127 12) O custo total em reais para fabricar q unidades de um certo produto é C(q) = 3q² + 5q + 10. é de R$ 18. Os bois aumentam de peso a uma razão de 1.00 E(30) ! 180. medida em homens-horas.2t 2 + 0.000 unidades por mês quando o preço é p reais a unidade. Use os métodos do cálculo para estimar o número de homens-horas adicionais necessários para aumentar de 15 unidades a produção diária.R: ( C = R$ 122. 15) O custo para produzir X unidades de um certo produto é C(x) = x²/3 + 4x + 53 reais e o número de unidades produzidas em t horas de trabalho é x(t) = 0. mas o preço cai 5 centavos por dia. Quantos dias deverão o fazendeiro aguardar para maximizar seu lucro? R: 67 dias 1 14) A produção diária de uma certa fábrica é Q(L) = 900 L3 unidades. Se o nível atual de produção é 40 unidades. No momento.00 18) Estima-se que daqui a t anos.00 para criar os dois bois e continuará gastando R$ 2.000. estime a variação do custo total se 40.00 a receita aumenta com o aumento da produção. a circulação de um jornal será C(t) = 100t² + 400t + 5000. (a) Encontre uma expressão para a taxa de variação da circulação com o tempo daqui a t anos. Até agora ele g astou R$ 380. onde L é a mão-de-obra utilizada.13 16) Um empresário calcula que quando x unidades de um certo produto são fabricadas.000.00 o quilo. Seu preço de venda. 17) A demanda de um certo produto é D(p) = -200p + 12. Qual é a taxa de variação da receita com o nível de produção x quando 3 unidades estão sendo fabricadas? Para esse nível de produção.

que chegam para trabalhar às 8 h. R: O custo está aumentando a razão de R$ 1. em média. Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I .17 unidades/h. Determine a taxa com que o custo de produção está aumentando duas horas após iniciada a jornada de trabalho.95 /ano 21) Um estudo de eficiência realizado no turno da manhã de certa fábrica revela que um operário que chega ao trabalho às oito horas produz. Q(t) = -t3 + 9t 2 + 12t unidades nas t horas seguintes: (a) Calcule a produtividade dos operários às nove horas.20 por hora . 22) Em certa fábrica. (b) Qual a taxa de variação da produtividade dos operários às nove horas? (c) Use os métodos do cálculo para estimar a variação da produtividade dos operários entre 9h e 9h 6 min. aumentando c) 1.2 unidades/h R: ¯ 2 b) e ° 12 unidades/h . (b) Quantos receptores por hora os operários estarão montando às 9 h? (c) Quantos receptores os operários estarão montando entre 9 h e 10 h? a) R: _ '(x) = -3x 2  12x + 15 b) '(1) = 24 . terão montado em média f(x) = -x + 6x² + 15x receptores de rádio x horas mais tarde.000 pranchas de isopor. (d) Calcule a variação real da produtividade dos operários entre 9h e 9h 6min. (a) Escreva uma expressão para a o número de receptores por hora que os operários estarão montando x horas depois de começarem a trabalhar.663. A firma possui 10 máquinas. 24 receptores de rádio/h c) 26 receptores de rádio 20) Os registros mostram que x anos depois de 1994. cada uma das quais é capaz de produzir 30 pranchas por hora.500 exemplares 19) Um estudo realizado em certa fábrica mostra que os operários do turno da manhã.1q 2 + 10q + 400 reais.128 (c) Qual será a variação da circulação durante o sexto ano? R: _a) C'(t) = 200t + 400 b) C'(5) = 1400. aproximadamente q(t) = t 2 + 50t unidades são produzidas durante as primeiras t horas de uma jornada de trabalho e o custo total para produzir q unidades é C(q) = 0. d) A produção aumenta d 1. 23) Uma fábrica de produtos de plástico recebeu uma encomenda para fabricar 8. em unidades por hora. o imposto predial médio que incidia sobre um apartamento de três quartos em um certo município era T(x) = 20x² + 40x + 600 reais. c) A produção aument de aproximadamente 1. (a) Qual era a taxa de aumento do imposto predial no início do ano 2000? (b) Qual era a taxa de aumento percentual do imposto predial no início do ano 2000? R: _a) T '(6) = R$ 280/ano b) 17. a) a ® 27 unidades/h.Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág.

qual é o preço que maximiza a receita? R: R$ 9.00. a média aumenta para 33. As máquinas são automáticas e necessitam apenas de um supervisor que ganha R$ 15.000 espectadores.2q² + q + 900 reais.222.00 24) Uma loja pretende vender 800 vidros de perfume este ano.00. Suponha que a função demanda seja linear.Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. a demanda é de x centenas de unidades.00 e o custo para manter o perfume em estoque é 40 centavos por vidro por ano. R: R$ 4. 10t 2  t  236 milhares de reais t anos após a Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I .00 por ano e b) 10.3% ao ano.00 e está diminuindo à razão de 30 centavos por mês? R: 0.00.00 por hora: (a) Quantas máquinas devem ser usadas para minimizar o custo de produção? (b) Quanto ganhará o supervisor pelo trabalho se o número ideal de máquinas for usado? (c) Qual será o custo para programar as máquinas? R: _a) 10 b) R$ 400. o custo da encomenda é R$ 10. Quando o preço do ingresso é R$ 10.2714 unidades/mês. Calcule a taxa de variação do custo total de fabricação com o tempo 1 hora após o início de uma jornada de trabalho.000 espectadores. Cada vidro de perfume custa R$ 20. (a) Qual a taxa de aumento da receita anual bruta da empresa em janeiro de 2003? (b) Qual a taxa de aumento percentual da receita anual bruta da empresa em janeiro de 2003? R: a) R$ 2.80 por hora. onde x2 + 3px + p2 = 79.00 c) R$ 200.129 O custo de programar as máquinas para fabricar as pranchas é de R$ 20. Qual é a taxa de variação da demanda com o tempo se o preço unitário é R$ 5.000. O perfume é consumido com a mesma rapidez durante o ano inteiro e as encomendas são recebidas no instante em que os vidros da encomenda anterior se esgotam. a média de público é 27. 28) Em certa fábrica. Quando o preço é reduzido para R$ 8. 26) Um time de futebol joga em um estádio com capacidade para 55.00 por máquina. Estudos anteriores mostram que aproximadamente q(t) = t² + 100t unidades são fabricadas durante as primeiras t horas de uma jornada de trabalho. o custo total para fabricar q unidades durante uma jornada diária de trabalho é C(q) = 0. 27) receita anual bruta de certa empresa é f(t) = fundação da empresa.280. (a) Quantos vidros a loja deve encomendar de cada vez para que o custo seja mínimo? (b) Com que frequência a loja deve fazer as encomendas do perfume? R: _a) 200 garrafas b) a cada três meses 25) Quando o preço unitário de um certo produto é p reais. em janeiro de 1998.50.

Calcula-se também que daqui a t semanas.130 29) Quando um determinado modelo de liquidificador é vendido a p reais a unidade.00 por mês. Uma pesquisa de mercado indica que para cada abatimento de R$ 10. R: a) 195. oferecido ao comprador. asssim 0 e t e 10 .00 e -8.Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. o número de aparelhos vendidos aumenta em 100 por semana.6 libra por semana 31) Quando um certo produto é vendido por p reais a unidade. c) ±R$ 8. 4598t2  0. 06561t3  0. Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I . 33) Um modelo para o índice de preço de alimento (o preço de uma cesta básica) entre 1984 3 1994 é dado pela função I(t) ! 0. Estime os períodos nos quais a comida foi mais barata e mais cara durante o período de 1984 ± 1994.04 t 2 + 15 reais.1309 . A demanda estará aumentando ou diminuindo nessa ocasião? R: A demanda estará de seis liquidificadores por mês. 30) Um importador de café do Brasil estima que os consumidores locais comprarão D(p) = 4374/p² libras de café por semana quando o preço for p dólares por libra. t = 10. Qual será a taxa de variação percentual da demanda mensal do produto com o tempo daqui a 4 meses? R: A demanda estará diminuindo de 12 % ao mês. mais caro t } 5.00 cada.000/p unidades do produto por mês. R: Mais barato.8 reais por unidade. 34) Um fabricante vende 1000 aparelhos de televisão por semana.1t + 6 dólares por libra. os consumidores compram D(p) = 40. 001438t4  0. (d) Calcule a variação real da taxa de aumento dos preços durante a primeira quinzena do sexto mês. Calcule a taxa de variação da demanda mensal de liquidificadores com o tempo daqui a 25 meses.02t² + 0.00. são vendidos D(p) = 8000/p liquidificadores po r mês. o preço do café brasileiro será p(t) = 0. 00009045t5  0. (a) Qual será a taxa de variação com o tempo do preço unitário daqui a 5 meses? (b) Qual será a taxa de variação da taxa de variação com o tempo do preço unitário daqui a 5 meses? (c) Use os métodos do cálculo para estimar a variação da taxa de aumento dos preços durante a primeira quinzena do sexto mês.75. onde t é medido em anos desde a metade do ano de 1984.33 . 6270t  99. Calcula-se que daqui a t meses o preço dos liquidificadores 3 será p(t) = 0. Qual será a taxa de variação da demanda semanal de café com o tempo daqui a 10 semanas? A demanda está aumentando ou diminuindo nessa ocasião? R: . b) ±R$ 16. e I(t) é medido em dólares em 1987 e reduzido em uma escala tal que I(3) ! 100 . o preço do produto será p(t) 3 = 0. 32) Calcula-se que daqui a t meses o preço médio unitário dos bens de consumo em um certo setor da economia será P(t) = -t + 7t 2 + 200t + 300 reais. Calcula -se que daqui a t meses.4 t 2 + 6. a R$ 450.

00. Um gerente de um supermercado estima que um total de 800 pacotes de sopa serão vendidos a uma taxa constante durante o próximo ano e o custo de estoque será de R$ 4. c) Se a função custo semanal for de C(x) ! 68. a freguência média em um jogo é de 11 mil espectadores.Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. a média da freguencia aumenta em 1000 espectadores. Quando o preço do prato é aumentado para R$ 12. Excesso de estoque resulta em armazenagem excessiva e custos de estoque. a freguencia média subiu para 33 mil espectadores. Como deve ser estabelecido o preço do bilhete para maximar o rendimento da venda de entradas? R: R$ 11. 37) Uma quadra de esportes tem capacidade para 15 mil espectadores sentados. Cobrando R$ 10. pedem o prato por dia. 36) Um time de beisebol joga em um estádio com uma capacidade para 55 mil espectadores. para cada real com redução no preço do bilhete. escreva uma expressão para q em função de p. então ele terá uma medida de 1/2x pacotes em estoque no ano e assim os custos de armazenagem para o ano são 4(1/2x) = 2x dolares. Uma pesguisa de mercado indica que. 10 b) Qual deve ser o abatimento oferecido a fim de maximar o rendimento? R: R$ 175. 35) Gerentes de lojas querem uma política de estoque ótima.00. R: p(x) ! 19  x 3000 b) Qual deve ser o preço da entrada para maximizar o rendimento? R: R$ 9.00. como deve ser estabelecido o montante do abatimento a fim de maximar o lucro? R: R$ 100.000  150x .00. enquanto que um estoque pegueno significa adicionar custo à reorganização e entrega. Quando o preço das entradas foi reduzido para R$ 8.50 Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I . o número de fregueses que pedem o prato diminui para 42. 38) Um restaurante cobra R$ 9.50.00. Qual é a quantidade ótima a ser feita em cada pedido de tal forma a minimizar o custo total? R: 200. Ele também estima que o custo de manuseio para cada entrega é de R$ 100. Com o preço do bilhete a R$ 12.131 a) Encontre a função demanda. cada um consistindo de x pacotes. R: p(x) ! 550  x . a) Suponha que a demanda q seja uma função linear do preço p.00 a entrada.00. em média.00. a) Encontre a função de demanda supondo que ela é linear. Se o gerente fizer vários pedidos por ano. para armazenar um pacote por ano. a freguencia média era de 27 mil espectadores. R: q ! 2p  66 b) Que preço o restaurante deve cobrar para maximizar a receita com o prato de lasanha? R: R$ 16.00 por uma lasanha e 48 pessoas.50.

39 b) ° 04) A posição de determinada partícula. representada por s(t).c é forçada a mover-se em uma quia. Questões Propostas de Otimização em Ciências Naturais 01) Cada extremidade de uma haste PQ de comprimento 8 u. y Todos os instantes no intervalo dado em que a partícula está estacionária. Encontre uma expressão para a taxa de variação com o tempo da distância entre os automóveis. enquanto o segundo viaja para o norte com uma velocidade constante de 80 quilômetros por hora.132 c) Suponha que o custo do prato de lasanha para o restaurante seja R$ 4. Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I . R: D'(t) = 100 hm/h . como indica na figura abaixo. Se ao ponto Q se imprime um movimento dado por x(t) ! 4 ™ sen 3t .Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. Que preço o restaurante deve cobrar para maximizar o lucro? R: R$ 18. a velocidade de P em qualquer instante t é: R: 6 ™ sen 6t 4  sen 2 3t 02) Dois automóveis deixam um cruzamento ao mesmo tempo. no instante t que está se movimentando em linha reta. 3 03) Calcula-se que daqui a x meses a população de certa cidade será P(x) = 2x  4x 2  5000 . O primeiro viaja para leste com uma velocidade constante de 60 quilômetros por hora. Determine: y A velocidade e a aceleração da partícula.50.00. (a) Qual será a taxa de variação da população com o tempo daqui a 9 meses? (b) Qual será a taxa de variação percentual da população com o tempo daqui a 9 meses? ® P'(x) = 2 + 6x1 2 ± R: ¯a) P'(9) = 20 habitantes por mês ± 0.

36t + 40 para 0 e t e 3. t ! 3/s ± b) ° H(3) ! 29 m/s 06) A população de uma colônia de bactérias é dada por P(t) = 24t + 10 mil t horas após a t² + 1 introdução de uma toxina. R: ¯a) a(t) = 2 ± t=1 b) ° ® = 3t 2 . 18. R: dP 4 2N ! dT 9KT 2 08) Calcula-se que daqui a t anos.18t + 15 v(t) ± (2) s(t) = t . (b) Qual será a taxa de aumento da população daqui a 1 ano? (c) Qual será o aumento da população durante o segundo ano? (d) Qual será a taxa de aumento da população daqui a 9 anos? (e) Que acontecerá com a taxa de aumento da população ao longo prazo? Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I .9t 2  43   H'(t) ! 9. Use os métodos do cálculo para determinar o instante em que a população é máxima e determine qual é a população nesse instante.000 bactérias . a população de certo município será P(t) = 20 ± 6/(t + 1) mil pessoas.36 v(t) ± (3) s(t) = 2 t 4 + 3t² . Determine a taxa de variação de P com a temperatura. 3 ª 3kT º e k são constantes positivas e T é a temperatura do gás.9t² + 15t + 25 para 0 e t e 6.8t H(t) ± R: ¯a) H(t) ! 0. R: ¯a) a(t) = 24t 2 + 6 ± t = 1. (a) Escreva uma expressão para a taxa com que a população estará variando daqui a t anos. (a) Quanto tempo a pedra leva para atingir o solo? (b) Qual é a velocidade no momento do impacto? ® ! 4.67 h (40 min).133 v(t) ® = 2t .18 ± t = 1 ou t = 5 b) ° ® = 8t 3 + 6t . 07) De acordo com a fórmula de Debye de físico-química.2 ± (1) s(t) = t² ± 2t + 6 para 0 e t e 2.Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. R: ¯a) a(t) = 6t . a polarização P de um gás satisfaz à equação P = ¨ 2 ¸ 4 N© ¹ onde N.5 b) ° 05) Deixa-se cair uma pedra de uma altura de 43 metros. R: t = 0.

acima de um ponto situado a 4. uma corrente de I ampères atravessa o circuito e dissipa uma potência de P watts. onde S é a velocidade do ar e A é a área da seção reta da traquéia. (b) Determine o raio r para o qual o fluxo é máximo.Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. r+R qual o valor de R para o qual a potência dissipada é máxima? R: A potência dissipada é máxima qundo R = r. o jato de água emitido por uma mangueira chega a uma ¨x¸ altura y = -16(1 + m²) © ¹ .500 moradores por ano R: ¯ c) d) 60 por ano e) A taxa de aumento tenderá a zero ° 1. Use a expressão para a velocidade do ar na dada pela equação v(r) ! ar 2 (r0  r) . determine a distância x para a qual a água atinge a altura máxima. Suponha que v é constante. Se m for variável. A = r2. (a) Suponha que a seção reta da traquéia seja circular. traquéia durante um acesso de tosse para indicar o fluxo F em função do raio r. determine a inclinação para a qual um bombeiro conseguirá atingir o fogo da maior distância possível. (a) Se m for também constante. Supondo que r seja constante. 10) Os biólogos definem o fluxo F de ar na traquéia através de expressão F = SA.mx.8 metros da boca da mangueira.. ªvº 2 onde m é a inclinação da mangueira e v é a velocidade com a água deixa a mangueira. qual é o ponto mais alto do edifício que o bombeiro consegue atingir com a água lançada pela mangueira? R: Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I . R: a) F(r) ! a r 4 (r0  r) b) r ! 4 r0 5 11) Se desprezarmos a resistência do ar. com I = E e P = I² ™ R.134 ® P'(t) = 6 (t + 1) 2 mil moradores por ano a) b) 1.000 moradores 09) Quando um resistor de R ohms é ligado aos terminais de uma bateria com uma força eletromotriz de E volts e uma resistência interna de r ohms. (b) Se m for variável. (c) Suponha que um bombeiro se encontre a uma distância x = x 0 metros da base de um edifício.

(a) Para T = T c .135 ® v2 ™ m v2 v2 a) x ! . A temperatura crítica T c do gás é a maior temperatura na qual as fases gasosa e líquida podem existir como fases separadas. nRTc a 8a ®  2 b) demonstração c) Tc = R: ¯a) P(V) ! Vb V 27nRb ° 13) Uma doença está se espalhando de tal forma que após t semanas. (b) O volume crítico V c é o volume para o qual P'(V c ) = 0 e P"(V c ) = 0.175  t3 (t  8) . b) m ! e c) m ! ¯ 32 ™ (1+ m 2 ) 32 ™ x 32 ™ x 0 ° 12) Demonstra-se em físico-química que a pressão P de um gás está relacionada ao volume V e a a ¸ ¨ temperatura T pela equação de van der Waals © P  ¹ (V  b) ! nRT onde a. 0 e t e 8. n e R. b. (c) Determine a pressão crítica P c = P(V c ) e T c em termos de a. n e R são V² º ª constantes. P(V). (a) Qual a taxa de disseminação da epidemia após 3 semanas? (b) Suponha que as autoridades declarem que uma doença atingiu proporções epidêmicas quando a taxa de disseminação percentual é maior ou igual a 25%. já existente. A figura abaixo esquematiza a posição das indústrias. b. Escreva a função P(V). Mostre que V c = 3b. a pressão P é uma função apenas do volume. bem como a posição de um encantamento retilinéo l . ° 14) Duas indústrias A e B necessitam de água potável. o número de pessoas infectadas é dado por N(t) = 5. Em que ponto do encanamento deve ser instalado um reservátorio de modo que a metragem de cano a ser ultilizada seja mínima? Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I . Durante que período de tempo esse critério é satisfeito no caso em questão? a) ® N'(3) = 108 pessoas por ano ± R: ¯ b) A doença não atinge proporção epidêmica no período de 8 semanas para o qual a equação ±é valida.Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág.

Se a barca tem uma velocidade de 18 km/h e os carros tem uma velocidade média de 50 km/h. Em que temperatura isso acontece? Qual é o volume mínimo? R: V(t) é mínimo para T = 3. dado por l ! máximo? R: . 2v 2 ™ sen ™ cos g . onde v e g são constantes.56 km da cidade 16) Sabe-se que uma quantidade de água que ocupa um volume de 1 litro a 0°C ocupará V(T) = -6.5 v 10 6 T² . Qual será a variação da concentração de monóxido de carbono nos próximos 6 meses? R: 0.4 v 10 5 T + 1 litros quando a temperatura for de T°C.999876. V(3. para uma cidade que dista 100 km.Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág.6. para 0 e T e 30.05 partes por milhão. Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I . de uma ilha situada a 40 km de uma costa quase reta. 17) Um canhão.136 R: 8 km do encontro da canalização l com a perpendicular que passa por A. onde p é a população em milhares de habitantes.95) = 0.05t² + 0. 15) Uma agência de turismo está organizando um serviço de barcas. como mostra a figura abaixo.5 p²  p  58 pares por milhão. é posto sob um ângulo de inclinação canhão. Seja l o alcance do . 19) Estima-se que daqui a t anos a população de um certo município será p(t) = 20 . situado no solo. Determine a taxa de variação da concentração de monóxido de carbono com o tempo daqui a 2 anos.95. Use uma calculadora gráfica para plotar V(T) para 0 e T e 10.4 partes por milhão.1) habitantes.8 v 10-8T3 v 8. A densidade da água é máxima quando V(T) é mínimo.6/(t . Para que ângulo o alcance é 4 18) Um estudo ambiental realizado em certo município revela que daqui a t anos a concentração de monóxido de carbono no ar será Q(t) = 0. Um estudo ambiental revela que a concentração média de monóxido de carbono no ar é c(p) = 0.1t + 3. onde deverá estar situada a estação das barcas a fim de tornar a viagem a mais rápida possível? R: 84.

k k 1 k 1 2. (a) Mostre que E(v) possui um e apenas um ponto crítico. Esse ponto corresponde a um máximo ou a um mínimo? (b) O número crítico do item (a) depende de k. a energia gasta pelo animal para percorrer uma certa distância é dada por uma função do tipo E(v) = Cv k onde C é uma constante positiva e k v  vw 2 é um número que depende da espécie considerada.31 partes por milhão por ano. Heinz mostrou que a concentração y(t) de um remédio administrado por injeção intramuscular é dada por y(t) = c e  at  e  bt ba .Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. E. Seja F(k) este número crítico.137 R: 0. 21) Em um artigo clássico. O que se pode dizer a respeito de F(k) para valores muito grandes de k? R: a) E(v) é mínima no ponto v ! vw v ™k e b) F(k) = w . Plote a função F(k). 20) Quando um peixe nada rio acima com velocidade v contra uma correnteza constante v w .

R. Sejam k1 e k 2 as velocidades da reação nas temperaturas T1 e T2 . T é a temperatura absoluta e R é a constante dos gases perfeitos. c são constantes positivas. dt ª Bº Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I . Os parâmetros A e E 0 dependem da reação considerada. R: a) t ! a: (a) Em que instante a concentração é máxima? O que acontece com a concentração "ao longo 1 ¨a¸ l n © ¹ . com b prazo"? (b) Faça um gráfico de y(t). mas não da temperatura. t u 0. b e. onde t é o número de horas após a injeção e a. Escreva uma ¨k expressão para In (k 1 /k 2 ) em função de E 0 .a concentração tende a zero ao longo prazo. Em que idade a capacidade aeróbica é máxima? R: 20. B e H são constantes positivas: A é a taxa de crescimento natural. ab ªbº 22) O efeito da temperatura sobre a velocidade de uma reação química é expresso pela equação de Arrhenius K ! A ™ e  E 0 R ™T onde k é a velocidade da reação. e T 2 .R: ln © 1 ª k2 ¸ E0 ¹= º R ¨ 1 1¸ ™©  ¹ ª T2 T1 º (l n x  2) x 23) A capacidade aeróbica de um indivíduo de x anos de idade é dada por A(x) = 110 para x u 10. ou seja. para grandes valores de t. T 1 .09 anos 24) A população P(t) de muitas espécies de animais e plantas aumenta (ou diminui) a uma taxa dada por dP ¨ P¸ ! A ©1  ¹ P  H onde A.

para x ! b) ± p''(x) ! (B  x m ) 3 ° m B . (a) Calcule a taxa de produção de granulócitos. independentemente dos valores das outras constantes. (b) Calcule p"(x) e determine todos os valores de x para os quais p´(x) = 0 (a resposta deve ser dada em função de m). Suponha que a população inicial P 0 = P(0) seja um número positivo. (a) Mostre que a taxa de aumento da população é máxima para P(t) = 0. ® AB  Ax m (1  m) a) ± p'(x) ! (B  x m ) 2 ± R: ¯ mAx m-1 «  B  Bm  (1  m)x m » ± ­ ½   p''(x) ! 0. o expoente m é B  xm positivo e x é o número de células presentes. Isto significa que a população tende a desaparecer? ® d2P B ± R: ¯a) 2 ! 0 para P ! 2 ± dt ° b) dP dt 2 2 A« ¨ B¸ » ¬ © P  ¹ ¼ B¬ ª 2º ¼ ­ ½ 0 25) Um certo modelo sugere que a produção de um tipo de glóbulos brancos (granulócitos) pode ser descrita por uma função da forma p(x) ! Ax onde A e B são constantes positivas. p'(x). (b) Mostre que se H AB/4.Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág.138 B é a capacidade de sustento e H é a taxa de coleta. dP/dt < 0 e portanto a população necessariamente diminui.5B.

81 R: A concentração máxima ocorre quando t = 0. temperatura na qual atinge o valor de 85.209 para 15 e T e 30.x onde (b) Traçe P(x). 27) A concentração de um remédio t horas após ter sido injetado no braço de um paciente é dada por C(t) ! 0. < e: (a) Determine o valor máximo de P(x) para um dado valor de Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I . Traçe a função concentração. Faça um gráfico da função H(T).53T 2 + 25T .m  1 m 1 26) A porcentagem de ovos de bicho da maçã que chocam a uma dada temperatura (em graus Celsius) é dada por H(T) = -0. é um parâmetro tal que 0 < .15t . 28) Um atuário calcula a probabilidade de que um indivíduo de certa população morr e com x anos de idade usando a expressão P(x) = ²xe.81%.9 h.58 ºC. Para que valor de t a concentração é máxima? t²  0. Para que temperatura T (15 e T e 30) a porcentagem de ovos chocados é máxima? Qual é esta porcentagem máxima? R: A porcentagem é máxima a 23.

R: 3. R: a) t = 0.01t (a) Qual é a população no instante em que a toxina é introduzida (t = 0)? O que acontece com a população (³ao longo prazo")? (b) Em que instante a população é máxima? Qual é a população máxima da colônia? (c) Faça um gráfico de P(t). a energia gasta por unidade de tempo é proporcional a v3.9665 °C. R: A 2 31) Um objeto com peso W é arrastado ao longo de um plano horizontal por uma força agindo ao longo de uma corda atada ao objeto. o volume V (em centímetros cúbicos) de 1 kg de água a uma temperatura T 3 é aproximadamente dado pela formula V(T) ! 999. Se a corda faz um ângulo força é representada pela equação F ! coeficiente e atrito e 0 e e ™W ™ sen  cos com o plano. 30) Uma doença contagiosa se dissemina em uma comunidade de tal forma que t semanas após o primeiro surto. então a grandeza da é uma constante chamada .003t 0. b) 109. 06426T  0. Encontre a temperatura na qual a água tem sua densidade máxima.139 ¨1¸ R: P © ¹ ! ª º e 29) Um pesquisador estima que t horas após uma toxina ser introduzida.Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. a população (em milhares de espécimes) de uma colônia de bactérias será P(t) ! 600 . 0000679T . Mostre que a taxa de disseminação da doença é máxima quando metade das pessoas suscetíveis está infectada. 33) Para um peixe nadando a uma velocidade v em relação à água. 0095043T2  0. o número de pessoas infectadas é dado por uma função da forma f(t) = A/(1 + Ce-kt). Acredita-se que os peixes migratórios tentam minimizar a energia total Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I . Mostre que F é minimizada quando tg ! . onde 2 .87  0.43 e c) o gráfico. 32) Entre 0 °C e 30 °C. 4e  e 0. onde A é o número de pessoas suscetíveis.

então o tempo requerido para nadar a uma distância L é L / (v  u) e a energia total E requerida para ¨ L ¸ nadar a uma distância é dada por E(v) ! av3 ™ © ¹ . 34) A velocidade de uma onda de comprimento L em água profunda é dada pela formula v!k L C  . Se o peixe estiver nadando contra uma corrente u(u v) . onde a é uma constante de proporcionalidade. Qual é o comprimento da onda que C L dá a velocidade mínima?R: L = C. Se o número de bactérias (em milhões) no depósito de utensílios de cozinha após t « » horas é dado por B(t) ! ­(t  4) 2 ™ (t  14) ½  96t  260 . 37) Uma equipe de médicos está estudando a capacidade do corpo humano de metabolizar um novo medicamento usado para preparar os pacientes para cirurgias cardia cas.Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. onde K e C são constantes positivas conhecidas. Injetando doses conhecidas nos voluntários e colhendo amostras de sangue a cada 30 minutos para análise. os astronautas limpam os utensílios de cozinha com desinfetante antes de guardá-los. R: b) Esboce o gráfico de E. A intensidade do calor num ponto P sobre um segmento de reta entre A eB é dada pela fórmula I ! a b . ª vu º a) Determine o valor de v que minimiza E. Em que ponto entre A e B a temperatura será menor? R: x ! 36) Nos ônibus espaciais. a equipe concluiu que a concentração de substância na corrente sanguínea t horas após a injeção é dado pela equação C(t) ! 3t . Suponha que a limpeza tenha sido malfeita e depois de uma redução inicial o número de bactérias volte a aumentar. 35) Duas fontes de calor estão posicionadas s metros distantes uma da outra uma fonte de intensidade a em A e uma fonte de intensidade b em B. Quantas horas antes da operação o remédio deve ser adminstrado?R: Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I . as condições de temperatura são ideais para a proliferação de bactérias.140 requerida para nadar uma distância fixa. onde x é a distância entre P e  2 x (s  x)2 s ™ a1 3 a1 3  b1 3 A medida em metros. R: Número mínimo: 4 milhões e Número máximo: 164 milhôes. determine o número mínimo e máximo de bactérias presentes no depósito durante as primeiras 8 horas. O remédio será mais eficaz se atingir a concentração máxima no momento de comecar t 4 2 a cirrurgia. Por esta razão.

a decomposição do lixo consome oxigênio. seu alcance é dado pela fórmula R ! é o ângulo de elevação.141 38) Se um projétil é atirado de O de modo a ating ir um plano inclinado que faz um ãngulo horizontal. 0 e t .Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. onde v e g são constante e g ™ cos 2 para obter um alcance máximo. t2 1 a) Em que semana a concentração de oxigênio é mínima? Qual é esta concentração? R: b) Em que semana a concentração de oxigênio é máxima? Qual é esta concentração? R: Questões Propostas de Aplicação da Regra de L¶ Hospital 01) Usando a regra de L¶hospital calcule os limites abaixo: 1) lim ln x x p1 x  1 R: 1 R: g R: 1 3 16) lim e x ™ ln x xpg R: 0 R: 1 R:  R: 1 1 2 2) lim 3) lim x p0 ex xpg x 2 17) lim(x  ) ™ cotg x x pT tg x  x x3 sen x 1  cos x 18) lim xp 0 sen x  x tg x  x ln sen x ln sen 2x 4) lim xp R: 0 19) lim xp 0 5) lim  (sec x  tg x) ¨T ¸ xp © ¹ ª2º R: 0 20) lim e x  e  x  2sen x x p0 x ™ sen x R: 0 6) lim  xp 0 ln x cossec x R: 0 R: 1 21) lim 22) lim x ™ cos x  e-x xp 0 x2 R: g R: 2 7) lim(1  tg x) ™ sec x xp T 4 arc ™ sen 2x xp0 arc ™ sen x x  arc ™ tg x x ™ sen x 1 ¸ ¨1 8) lim ©  ¹  xp 0 ª x sen x º 9) lim  ¨T ¸ xp © ¹ ª2º R: 0 23) lim xp0 R: 0 4tg x 1  sec x R: 4 1 2 24) lim x2 1 x pg arc ™ sen x R: g 10) lim e x  e -x  2 x p0 cos 2 x R: 1 ¸ ¨ x  25) lim © ¹ xp1 x  1 ln xº ª R: 1 Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I . Calcule com a 2v 2 ™ cos ™ sen(  ) . A concentração de oxigênio Ox após um despejo (tomado 1 como nível normal) pode ser modelada pela função Ox ! t2  t  1 . R: 39) Quando lixo orgânico é despejado em um lago. onde t é o tempo em semanas.

142 ¨ x ¸  11) lim © ¹ 2cos x º xp ª cotg x 2 R: 1 ¨ sec 2 x  2tg x ¸ 26) lim © ¹ 1  cos 4x º xp ª 4 R: 1 2 12) lim (1  cos x)cotg x xp0 R: 0 R: 1 R: g 27) lim .Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág.

os extremantes. 0) y ! x3  x 2  5x y ! 03  0 2  5.1. os pontos de inflexão e esboçar o gráfico.0 y!0 Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I . das funções abaixo: 1) f (x) ! x  x  5x  Determinar o domínio D( f ) ! R 3 2  Determinar a paridade f ( x) ! x3  x 2  5 x f ( x) ! ( x)  ( x)  5. a paridade.1  x  x p1 1 ¨ x¸ cos© ¹ ª 2 º R: 1 R: 1 R: 1 13) lim x x p 0 e x  cos x 28) lim x tg x xp 0 14) lim xp cos x 2 ¨ ¸ 2 x © ¹ 2º ª 29) lim (1  tg x)sec 2x xp 0 15) lim x sen x xp 0 R: 1 30) lim xpg x ™ ln x x  ln x R: g Questões Resolvidas de Construção de Gráficos 01) Determine o domínio. 79 P (0. 79. O crescimento ou decrescimento.(  5) x ! ( ! 21   x3  x 2  5 x ! 0   x.  Determinar as interseções do gráfico com os eixos (interseção com x e y) f ( x) ! x3  x 2  5 x f ( x) ! 0 x2  x  5 ! 0 ( ! (1) 2  4. 79 x '' !  2. as interseções do gráfico com os eixos. a concavidade.  Determinar os pontos de descontinuidade D ( f ) ! R .( x 2  x  5) ! 0 x!0 1 s 21 1 s 4. 0) 1 P2 (1. ela é contínua. os pontos de descontinuidade. x!0 x ' ! 1.( x) f (  x) !  x 3  x 2  5 x f ( x) {  f ( x) 3 2 f ® ( x ) ! f ( x )   Par ¯ f ° ( x ) !  f ( x )   Ímpar @ Logo a função não será par e nem ímpar. 79.58  x!   2 2 . 0) P3 (2. o comportamento no infinito (retas assíntotas).

67)3  ( 1.3 6 ±x '' ! 1 °    Crescente  3 Decrescente 5 Crescente 1  Determinar os extremos f ''( x) ! 6 x  2 f '( x ) ! 0 f ''(1) ! 6. 67) ! (1. vertical e inclinada) f '( x ) ! 3x 2  2 x  5 3x  2 x  5 ! 0 ( ! (2) 2  4.C  traçar o gráfico y 6. 67) ! 6. não possui reta assíntota (horizontal. 8 " 0 5 x '' !  x ! 1   Ponto de Mínimo 3 f ''( x) ! 6 x  2 ¨ 5¸ ¨ 5¸ f '' ©  ¹ ! 6. 48 Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I f ( x) ! x 3  x 2  5 x f (1.©  ¹  2 ª 3º ª 3º 30 ¨ 5¸ f '' ©  ¹ !   2 3 ª 3º ¨ 5¸ f '' ©  ¹ ! 10  2 ª 3º ¨ 5¸ .B  1 3 5   3 Ponto de Máximo C.(1)  2 x' !1 f ''(1) ! 8 .P. 48 3 2 .143  Determinar o comportamento no infinito x p g x p g x p g lim f ( x ) lim x 3 x p g x p g x p g lim f ( x ) lim x 3 Obs.P.(5) ( ! 4  60 ( ! 64 2   f '( x ) ! 0 5 ® x 2 s 64 2 s 8 ±'!  !  ¯ x! 3 2. 67)2  5.: Será utilizada somente a variável com maior expoente: x 3 lim ( g ) 3 ! g lim ( g ) 3 ! g Como: g  Determinar o crescimento e decrescimento g R .3.( 1.Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. 8 0 f '' ©  ¹ ! 8 ª 3º x!  Determinar o ponto de Inclinação e Concavidade f ''( x ) ! 6 x  2 f ''( x ) ! 0 6x  2 ! 0 6 x ! 2 2 x! 6 1 x! 3   C.

2 x  5 { 0 2x { 5 5 5 ®¾ D( f ) ! R  ¯ ¿ 2 2 °À  Determinar a paridade x{ f ( x) ! Obs. ¹ 1 ª 5º P2 . logo a função não é par e nem ímpar.  Determinar os pontos de descontinuidade f ( x) ! x 1 p 2 5 f ( x) ! 2 x  5 p Contínua.Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. significa que o valor não está no 2 domínio da função x 1 2x  5 x 1 x 1  ( x  1) f ( x) ! ! ! 2. f (x ) ! y 0! x 1 2x  5 x 1 ! 0 x !1 ¨ 1¸ P © 0.( x )  5  2 x  5  (2 x  5) Como f ( x ) { f (  x ) .144 2) f ( x ) ! x  1 0 2x  5  Determinar o domínio D( f ) ! 1º Passo: Obedecer a condição (denominador { 0 ) Logo.: x { 5 . com exceção no ponto onde x !  Determinar as interseções do gráfico com os eixos (interseção com x e y) f (x) ! x 1 2x  5 f (x) ! 0 .

0  5 1 y! 5 1 y! 5 .1. 0 0 1 y! 2. x!0  Determinar o comportamento no infinito Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I .

(2 x  5) ?2 x  2A ! 0   12.(2 x  5)  ( x  1).C  Traçar o gráfico: y 2 1 Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I . portanto  !  (função decrescente)   Determinar os extremos f '( x) ! 3 .: Qualquer valor atribuído para o ³ x´.(2 x  5).2 2 x  5 2x  2 3 ! ! 2 2 (2 x  5) (2 x  5) 2 (2 x  5) Como 3  ! 0   3 ! 0      2 (2x  5)  O sinal negativo indica que a é decrescente Obs.2A 12. pois é exatamente o ponto de descontinuidade)   C.P.)  Determinar o ponto de Inclinação e Concavida de f ''( x ) !  ?3. y ! 1 . reta assíntota horizontal.(2 x  5) ! 2 4 « (2 x  5) 2 » ?2 x  2A ­ ½ 4 f ''( x ) ! 0 5 2 12. (2x  5)2  (Por não ter obtido ponto de x na derivada não existirá ponto de máximo e de mínimo.B 5 2 C.Universidade do Estado do Pará x pg Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. não possui máximo e nem mínimo.  Determinar o crescimento e decrescimento f '( x ) ! 1.2.145 x pg lim f ( x ) lim x 1 2x  5 1 ¸ ¹ x ¹ 1 º ! 0 5 ¸ 2 ¹ x ¹ º 0 lim f ( x ) lim x 1 2x  5 1 ¸ ¹ x ¹ 1 º ! 0 5 ¸ 2 ¹ x ¹ º 0 x pg x pg ¨ ¨ 1 ¸ ©1  x ™ ©1  ¹ © xº ª ª lim ! ! x pg 5¸ ¨ ¨ x ™© 2  ¹ © 2 xº ª © ª 2 ¨ ¨ 1 ¸ ©1  x ™ ©1  ¹ © xº ª ª lim ! ! x pg 5¸ ¨ ¨ x ™© 2  ¹ © 2 xº ª © ª Logo.P. ao final o resultado sempre será positivo.(2x  5) ! 0   2x  5 ! 0   x !  (Não existe ponto de inflexão.

a concavidade. os pontos de descontinuidade. o comportamento no infinito. os pontos de inflexão e traçe os grafico das funçôes: 1) f ( x) ! 2x 3  6x 2) f (x) ! 4x 3  x 2  24x  1 3) f (x) ! 3x 4  4x3  6x 2  4 4) f (x) ! (x  1)2 ™ (x  2)3 5) f (x) ! 3x 2 3  2x 6) f (x) ! x1 3  2x 4 3 7) f (x) ! 1  (x  2)1 3 8) f (x) ! x ™ 1  x x 1 9) f (x) ! x 3 9x 10) f (x) ! 2 x 9 x 2  2x  4 11) f (x) ! x2 3 x  x2  4 12) f (x) ! x2 1 13) f (x) ! x 3  9x  2 3 14) f (x) ! x 4  4x 3  10 Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I 26) f (x) ! (x  2)2 27) f (x) ! (x 2  3) 2 28) f (x) ! x 2  3x x2  1 29) f (x) ! x 4  6x 3  24x 2  24 30) f (x) ! x 2  2x  5 x2 1 31) f (x) ! (1  x 2 3 )3 2 1 32) f (x) ! (1  e x ) 33) f (x) ! 3  e  x 34) f (t) ! 3  2e  t 35) f (x) ! 5  2 ™ 3 x 36) f (x) ! 3  5e x 37) f (t) ! 2 1  3e 2t 38) f (x) ! xe  x 39) f (x) ! e  x 2 . determine o dominio. os extremantes.146 Questões Propostas de Construção de Gráficos 01) Nos exercicios de numeros de 01 a 50. o crescimento ou decrescimento. a paridade.Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. as interseções do grafico com os eixos.

Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág.147 15) f (x) ! (x  2)3 16) f (x) ! (x 2  5)3 17) f (s) ! 2s(s  4) 3 18) f (x) ! (x  1) 1 3 19) f (x) ! (x  1) 4 3 20) f (x) ! x 2  1 x 21) f (x) ! 2 x  x 1 22) f (x) ! x 3  3x 2  1 23) f (x) ! x 3  3x 2  3x  1 24) f (x) ! x 5  5x 25) f (x) ! x  4  x 40) f (x) ! e x  e  x 41) f (x) ! x  ln x (para x > 0) ln x 42) f (x) ! (para x > 0) x 43) f (x) ! ln(x 2  1) sen 2x 44) f (x) ! sen x  2 45) f (x) ! sen 3 x  cos2 x 46) f (x) ! cos x  cos 2 x 47) f (x) ! 2x  tg x 48) f (x) ! sen x ™ sen 2x 49) f (x) ! cos x ™ cos 2x 50) f (x) ! x  sen x Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I .

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