GOVERNO DO ESTADO DO PARÁ UNIVERSIDADE DO ESTADO DO PARÁ-UEPA LICENCIATURA EM MATEMÁTICA-CCSE DEPARTAMENTO DE MATEMÁTICA ESTATISTICA E INFORMÁTICA

Universidade do Estado do Pará

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Uma breve história do estudo da Derivada A derivada tem dois aspectos básicos, o geométrico e o computacional. Além disso, as aplicações das derivadas são muitas a derivada tem muitos papéis importantes na matemática propriamente dita, tem aplicações em física, química, engenharia, tecnologia, ciências, economia e muito mais, e novas aplicações aparecem todos os dias. A origem da derivada está nos problemas geométricos clássicos de tangência, por exemplo, para determinar uma reta que intersecta uma dada curva em apenas um ponto dado. Euclides (cerca de 300 a.C.) provou o familiar teorema que diz que a reta tangente a um círculo em qualquer ponto P é perpendicular ao raio em P. Arquimedes (287 -212 a.C.) tinha um procedimento para encontrar a tangente à sua espiral e Apolônio (cerca de 262-190 a.C.) descreveu métodos, todos um tanto diferente, para determinar tangentes a parábolas, elipses e hipérboles. Mas estes eram apenas problemas geométricos que foram estudados apenas por seus interesses particulares limitados; os gregos não perceberam que nenhuma linha em comum ou qualquer valor nestes teoremas. Problemas de movimento e velocidade, também básicos para nosso entendimento de derivadas hoje em dia, também surgiram com os gregos antigos, embora estas questões tenham sido originalmente tratadas mais filosoficamente que matematicamente. Os quatro paradoxos de Zenão (cerca de 450 a.C.) se apóiam sobre dificuldades para entender velocidade instantânea sem ter uma noção de derivada. Na Física de Aristóteles (384--322 a.C.), os problemas de movimento estão associados intimamente com noções de continuidade e do infinito (isto é, quantidades infinitamente pequenas e infinitamente grandes). Na época medieval, Thomas Bradwardine (1295--1349) e seus colegas em Merton College, Oxford, fizeram os primeiros esforços para transformar algumas das idéias de Aristóteles sobre movimento em afirmações quantitativas. Em particular, a noção de velocidade instantânea tornou-se mensurável, pelo menos em teoria, hoje, é a derivada (ou a taxa de variação) da distância em relação ao tempo. Foi Galileu Galilei (1564--1642) quem estabeleceu o princípio que matemática era a ferramenta indispensável para estudar o movimento e, em geral, ciência: ³Filosofia (ciência e natureza) está escrita naquele grande livro o qual está diante de nossos olhos quero dizer o universo, mas não podemos entendê-lo se não aprendermos primeiro a linguagem. O livro está escrito em linguagem matemática.´ Galileu estudou o movimento geometricamente; usou as proporções clássicas de Euclides e propriedades das cônicas de Apolônio para estabelecer relações entre distância, velocidade e aceleração. Hoje, estas quantidades variáveis são aplicações básicas das derivadas. O interesse em tangentes a curvas reapareceu no século 17 como uma parte do desenvolvimento da geometria analítica. Uma vez que equações eram então usadas para descreverem curvas, o número e variedade de curvas aumentou tremendamente naqueles estudos em épocas clássicas. Por exemplo, Pierre Fermat (1601--1665) foi o primeiro a considerar a idéia de uma família
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inteira de curvas de uma só vez. Ele as chamou de parábolas superiores, curvas da forma y ! k n , onde k é constante e n = 2, 3, 4, « A introdução de símbolos algébricos para estudar a geometria de curvas contribuiu significativamente para o desenvolvimento da derivada, da integral e do cálculo. Por outro lado, como conclusões e resultados geométricos poderiam ser obtidos mais facilmente usando raciocínio algébrico que geométrico, os padrões de rigor lógico que tinham sido iniciados pelos gregos antigos foram relaxados em muitos problemas de cálculo, e isto (entre outros fatores) levou a controvérsias espirituosas e até amarguradas. Fermat desenvolveu um procedimento algébrico para determinar os pontos mais altos (máximos) e mais baixos (mínimos) sobre uma curva; geometricamente, ele estava encontrando os pontos onde a tangente à curva tem inclinação zero. René Descartes (1596--1650) teve o discernimento de prever a importância da tangente quando, em sua Geometria, escreveu ³E eu ouso dizer isto (encontrar a normal, ou perpendicular a uma curva, a partir da qual podemos facilmente identificar a tangente) não é apenas o problema mais útil e geral da geometria que conheço, mas até aquele que sempre desejei conhecer´ Descartes inventou um procedimento de dupla raiz para encontrar a normal e então a tangente a uma curva. Como resultado da tradução da Geometria de Descartes para o latim por Frans Van Schooten (1615 -1661) e as explicações abrangentes por Schooten, Florimonde de Beaune (1601--1652) e Johan Hudde (1628-1704), os princípios e benefícios da geometria analítica tornaram-se mais amplamente conhecidos. Em particular, Hudde simplificou a técnica da dupla raiz de Descartes para determinar pontos máximos e mínimos sobre uma curva; o procedimento da dupla raiz foi redescoberto por Christiaan Huygens (1629-1695). Então, modificando o processo da tangente de Fermat, Huygens inventou uma seqüência de etapas algébricas que produziu os pontos de inflexão de uma curva; veremos que isto requer a derivada segunda. René François de Sluse (1622--1685) desenvolveu uma técnica algébrica que levou à inclinação da tangente a uma curva. No final da década de 1650, havia grande correspondência entre Huygens, Hudde, Van Schooten, Sluse e outros sobre tangentes de várias curvas algébricas; Hudde e Sluse especialmente procuraram métodos algébricos mais simples e padronizados que poderiam ser aplicados a uma variedade maior de curvas. Para Gilles Personne de Roberval (1602--1675), uma curva era o caminho de um ponto se movendo, e ele desenvolveu um método mecânico para encontrar a tangente para muitas curvas, incluindo a ciclóide. Mas o método de Roberval não podia ser generalizado para incluir mais curvas. Isaac Newton (1642--1727) começou a desenvolver o seu ³cálculo de flúxions´ entre os seus primeiro esforços científicos em 1663. Para Newton, movimento era a ³base fundamental´ para curvas, tangentes e fenômenos relacionados de cálculo e ele desenvolveu seus flúxions a partir da versão de Hudde do procedimento da dupla raiz. Newton estendeu esta técnica como um método para encontrar a curvatura de uma curva, uma característica que agora sabemos ser uma aplicação da derivada segunda. Em 1666, 1669
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isto é simplificação exagerada. and a remarkable calculus for them" (Novos métodos para máximos e mínimos. Jakob Bernoulli (1654-1705) e seu irmão mais novo Johann lideraram o caminho para espalhar o conhecimento do poder das fórmulas de cálculo de Leibniz propondo e resolvendo Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I . integral. para o Teorema Fundamental do Cálculo. mas ele aperfeiçoou as fórmulas modernas e a notação para derivada no seu famoso artigo "New methods for maximums and minimums. séries infinitas e. Em uma pequena viagem a Londres. Gottfried Wilhelm Leibniz (1646--1716) desenvolveu seu cálculo diferencial e integral durante o período entre 1673 e 1676 enquanto vivia como um diplomata em Paris. Mas o método de L¶Hospital para determinar o raio de curvatura era muito parecido com aquele de Newton. máximos. Em vez disso. Com algum tutoramento e conselho de Huygens e outros. Agora. Newton resumiu e revisou seu trabalho de cálculo e estes manuscritos circularam entre um grande número de seus colegas e amigos. lmites) i necessárias. cálculo tem sido ³uma luta intelectual dramática que durou 2500 anos´. Leibniz tinha pouca inclinação para desenvolver estas técnicas e interesse ainda menor em fundamentações matemáticas (isto é. Leibniz aprendeu o método de Sluse para encontrar tangente a curvas algébricas. acima de tudo. Cada um fez contribuições importantes para derivada. mínimos e outras análises de curvas. mas as acusações e contra-ataques escalaram para cisões entre matemáticos e cientistas na Inglaterra (leais a Newton) e no continente europeu (seguidores de Leibniz) os quais levaram à xenofobia nacionalista por mais de um século. onde participou de um encontro da Sociedade Real em 1673.4 e 1671. os trabalhos de Newton sobre cálculo não foram publicados até 1736 e 1745. assim como tangentes. qualquer um poderia resolver problemas de tangentes sem ser especialista em geometria. Algumas vezes se diz que Newton e Leibniz ³inventaram´ o cálculo. e mais ainda entre seus seguidores. Como podemos ver. as well as tangents. os quais não são impedidos por quantidades fracionárias e irracionais. e um cálculo notável para eles) de 1684. embora tenha continuado a retornar a problemas de cálculo em épocas diferentes de sua vida científica. Depois de 1700. como Richard Courant (1888--1972) observou. O primeiro livro sobre cálculo diferencial foi Analysis of Infinitely Small Quantities for the Understanding of Curved Lines (Análise de quantidades infinitamente pequenas para o entendimento de curvas.Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. Muito de seu trabalho foi realmente devido à Johann Bernoulli (1667-1748) e seguiu o tratamento de Leibniz para derivadas. sobre quem deveria receber os créditos do cálculo. As acusações de plágio e outros ataques eram irrelevantes frente à matemática feita por eles. alguém poderia simplesmente usar as fórmulas de ³cálculo´ de Leibniz. 1696) pelo Marquês de l¶Hospital (1661--1704). which is neither impeded by fractional nor irrational quantities. Aqui está o primeiro trabalho publicado em cálculo e de fato a primeira vez que a palavra ³cálculo´ foi usada em termos modernos. circunstâncias levaram a um dos episódios mais tristes e deselegantes em toda a história da ciência: a disputa entre Leibniz e Newton. Ainda assim.

Mesmo assim. 1755). 1797). sua concepção não era tão abrangente como a nossa definição moderna. que soa não muito científico hoje em dia. e que este limite produz certas expressões algébricas que chamamos de derivada. 1737) de Thomas Simpson (1710--1761) forneceu a primeira derivada da função seno. 1748). Berkeley reconheceu a precisão das fórmulas de Newton e a exatidão das suas aplicações abrangentes em física e astronomia. Na sua publicação. também introduziu o termo análise como um nome moderno para cálculo e a matemática avançada relacionada. Jean le Rond d¶Alembert (1717--1783) afirmou que a "definição mais precisa e elegante possível do cálculo diferencial" é que a derivada é o limite de certas razões quando os numeradores e denominadores se aproximam mais e mais de zero. sem recorrer à intuição geométrica.Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. Leibniz. Por função. Na Inglaterra. as quais as funções recebem. Joseph Louis Lagrange (1736--1813) tentou reformar o cálculo e torná-lo mais rigoroso no seu Theory of Analytic Functions (Teoria das Funções Analíticas. Em 1734. Newton e Huygens também resolveram estes problemas. e os incrementos imperceptíveis das quantidades variáveis. Lagrange pretendia dar uma forma puramente algébrica para a derivada. o Bispo George Berkeley (1685--1753) publicou The Analyst (O Analista). No continente.5 problemas desafiadores (o problema da catenária e da braquistócrona são dois exemplos) para os quais o cálculo era necessário. das quais elas são funções". o novo Treatise of Fluxions (Tratado de Flúxions. um ataque à falta de fundamentos rigorosos para seus flúxions. introduziu equações diferenciais e tratou máximos e mínimos sem usar quaisquer diagramas ou gráficos. Maria Agnesi (1718--1799) seguiu Leibniz e L' Hospital no seu livro de cálculo Analytical Institutions (Instituições Analíticas. novos campos da matemática dependentes de cálculo. na famosa Encyclopédie francesa. Euler definiu a derivada como "o método para determinar as razões entre os incrementos imperceptíveis. Euler queria dizer algum tipo de "expressão analítica". Colin Maclaurin (1698--1746) tentou defender Newton no seu Treatise of Fluxions (Tratado de Flúxions) (1742) e desenvolveu derivadas para funções logarítmicas e exponenciais e expandiu as fórmulas de Simpson para incluir as derivadas das funções tangente e secante. mas criticou as "quantidades infinitamente pequenas" e os "incrementos imperceptíveis" dos fundamentos das derivadas. a gráficos ou a diagramas e sem qualquer ajuda dos limites de Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I . 1748) quando introduziu funções (no lugar de curvas) como os objetos para os quais as derivadas e outras técnicas de cálculo seriam aplicadas. Euler trabalhou com vários casos especiais da regra da cadeia. Leonhard Euler (1707--1783) deu um passo importante na direção de estabelecer uma fundamentação sólida para o cálculo no seu Introduction to the Analysis of the Infinite (Introdução à Análise do Infinito. Em 1754. No final do século 18. Estes problemas e outros levaram ao desenvolvimento das equações diferenciais e do cálculo das variações. No seu Methods of Differential Calculus (Métodos de Cálculo Difere ncial.

f(x)] / i dependerá da forma da função proposta y = f(x). no início do século 19. Cauchy afirmou que a derivada é: O limite de [f(x + i) . Em seu Résumé of Lessons given at l'Ecole Polytechnique in the Infinitesimal Calculus (Resumo das Lições Dadas na Escola Politécnica Sobre o Cálculo Infinitesimal. 1823). Cauchy mostrou que o Teorema do Valor Médio para derivadas.Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. isto é. não são verdadeiras.6 d'Alembert.f(x)] / i quando i se aproxima de 0. a definição moderna de derivada foi dada por Augustin Louis Cauchy (1789--1857) em suas aulas para seus alunos de engenharia. Lagrange desenvolveu a principal notação que usamos agora para derivadas e o desenvolvimento lógico de seu cálculo era admirável em outros aspectos. descrições de funções crescentes e decrescentes. Cauchy prosseguiu para encontrar derivadas de todas as funções elementares e dar a regra da cadeia. De igual importância. Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I . dá-se à nova função o nome de função derivada. que tinha aparecido no trabalho de Lagrange. Derivadas e o cálculo diferencial estão agora estabelecidos como uma parte rigorosa e moderna do cálculo. sabemos agora. mas seu esforço em prover uma base sólida para o cálculo falhou porque sua concepção da derivada era baseada em certas propriedades de séries infinitas as quais. era realmente a pedra fundamental para provar vários teoremas básicos do cálculo que foram assumidos como verdadeiros. Para indicar sua dependência. A forma da função que serve como o limite da razão [f(x + i) . Finalmente.

Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág.5 2ª) Vamos construir agora o gráfico da função: 0 0 1 0. x ® ! 3 p y1 ! 4.5 ! ! ! 2. x2  x1 2 1 1 Podemos dizer que entre 1 e 2. enquanto x varia de 1 unidade. com x1 { x 2 .7 AULA O6 Após estudarmos limite de uma função suas propriedades e aplicações.5 . Como exemplo vamos considerar a função f(x) ! 1ª) Vamos construir uma tabela a partir da função dada: x -4 -3 -2 -1 f(x) 8 4. 3) y ¯ 1 x x2  x1 4 1 3 °2 ! 4 p y2 ! 8 Podemos dizer que entre 1 e 4. 2) y ¯ 1 x x2  x1 43 1 ° 2 ! 4 p y2 ! 8 Podemos dizer que entre 3 e 4. e também para x. 2.5 x2  x1 1  ( 2) 1  2 1 ° Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I . x ® ! 2 p y1 ! 2 0.5 4 8 x2 .5 3.5 1. dois valores y  y1 x1 e x 2 . Observamos também que mantendo a variação de x constante e igual a 1 uni ade (no caso). a partir da idéia de taxa de variação média. Assim.5.5 y 2  y1 8  0.5 1. y cresce em média 3.5 2 0. e varia de 0.5. 1.5 1) y ¯ 1 x °2 ! 2 p y2 ! 2 y 2  y1 2  0. 2 Podemos observar que se consideramos x variando de 1 a 2.5 4) y ¯ 1 ! ! ! ! 1. para podermos calcular a razão 2 .5 ! ! ! 3. para y.5 unidades por unidade de x.5 . K K . x2 ! 1 p y2 ! 0. y varia 1. o valor de y também varia. passaremos nessa aula estudar agora a derivada. por exemplo.5 a 2.5 unidades.5 .5.5 . dois valore y1 e y2 . x 2  x1 x ® ! 1 p y1 ! 0.5 7.5 2 2 3 4.5 y 2  y1 8  4. x ® ! 1 p y1 ! 0.5 ! ! ! 1.5 unidades por unidade de x. Vamos então considerar. y cresce em média 1.5  2 y 2  y1 1.5. as d variações de y são 0. 3. Essas variações estão marcadas no gráfico acima: Observe que elas não são constantes. y cresce em média 2.5 unidades por unidade de x.

calcule a taxa de variação média da função entre x1 = 3 e x 2 ! 5 . calcule a taxa de variação média da função entre x1 1 e x 2 ! 4 . x x2  x1 1  ( 3) 1  3 2 ° 2 !  1 p y2 ! 2 Podemos dizer que entre 3 e 1 .5 5) y ¯ 1 ! ! ! ! 2. Solução: f ( x1 ) ! f (1) ! 2 ™12  3 ™ 1  2 ! 2  3  2 ! 3 f ( x2 ) ! f (4) ! 2 ™ 4 2  3 ™ 4  2 ! 32 12  2 ! 32 14 !18 f ( x2 )  f ( x1 ) 18  ( 3) 18  3 21 ! ! ! !7 x2  x1 4 1 3 3 Questões Propostas 01) O gráfico de uma função f passa pelos pontos P(1. podendo ser positiva ou negativa dependendo dos pontos considerados.5 4.5 2. representa a variação no valor da x2  x1 função em média por unidade que se acrescenta no valor de x entre x1 e x 2 . definida em ¡ .Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. Solução: f ( x1 ) ! f (3) ! 1  2 ™ 3 ! 1  6 ! 5 f ( x2 ) ! f (5) ! 1  2 ™ 5 ! 1  10 ! 9 f ( x2 )  f ( x1 ) 9  ( 5)  9  5 4 ! ! ! ! 2 x2  x1 53 2 2 02) Sendo f ( x ) ! 2 x 2  3 x  2 . x x2  x1 2  ( 3) 2  3 1 ° 2 !  2 p y2 ! 2 Podemos dizer que entre 3 e 2 . x1 e x 2 dois valores do domínio. -5) e Q(3. definida em ¡ . (y (x 2 )  (x1 ) ! . 0 6) y ¯ 1 ! ! ! ! 2 .5 unidades por unidade de x.5  4. y decresce em média 1. y decresce em média 2. x 2  x1 (x Vale observar que a taxa de variação média pode não ser constante. R: Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I 3 . x1 { x 2 que é a taxa de variação média da unção entre x1 e x2 .5 . x ® ! 3 p y1 ! 4. -2).8 Podemos dizer que entre 2 e 1 .5 y2  y1 0. De um modo geral.Assim. 2 .5 2  4. x ® ! 3 p y1 ! 4. Questões Resolvidas 01) Sendo f ( x) ! 1  2 x . 0 4. y decresce em média 2 unidades por unidade de x.5 unidades por unidade de x.5 y 2  y1 2. com x1 { x 2 . Calcule a taxa de variação média dessa função entre x1 = 1 e x 2 ! 3 . vale definir. a razão f ( x2 )  f ( x1 ) . sendo f uma função definida num intervalo aberto do domínio.

a) x1 3 e x 2 ! 8 b) x1 ! 2 e x 2 ! 0 R: 3 . calcule a taxa de variação média da função entre os pontos. a) x1 = 0 e x 2 ! 3 b) x1 = 1 e x 2 ! 4 R: 8 .9 02) Calcule a taxa de variação média da função f entre x1  3 e x 2 ! 1. 4 03) Dada a função f ( x) ! 3x  1 . Sabendo que o seu o gráfico de uma função f passa pelos pontos P(-3.se x > 1. calcule a taxa de variação média da função entre os pontos. °2 a) x1 =  4 e x 2 ! 1 b) x1 = 0 e x 2 ! 3 R: -3. 5 R:  . -5). 2 Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I . definida em ¡ . 04) Dada a função f ( x ) ! 3x 2  x . 1 ® 3x. 0) e Q(1. se x e 1. ±2 05) Dada a função: ¯ x . R: 3 . Calcule a taxa de varaiação média da função entre: ±  4. 3 R: .Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. R: 18 . definida em ¡ .

temos: ( PSQ. Isto é. Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I . (y (x xo x x x0 + ( x = x (x = x ± xo (x p Acréscimo ou incremento de x f (xo) + (y = f (x) (y = f (x) ± f (xo) (y p Acréscimo ou incremento de f (x) (y f ( x)  f ( x o ) . Faremos agora a interpretação geométrica da taxa de variação média.10 AULA O7 Após estudar a taxa de variação média. (x1 { x 2 ) é igual ao coeficiente angular da reta secante ao gráfico da função nos pontos P(x 1 . f(x 2 )) . para isso usaremos a mesma função f(x) ! x2 e o seu gráfico. Neste exemplo estamos usando também o conceito de razão incremental ou razão do acréscimo.Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. como vemos abaixo: y f(x) y f(x) (y f(xo) y . retângulo   tg ! Cateto Oposto . faremos agora um breve estudo da interpretação geométrica da taxa de variação média. 2 Observando a figura. usando o resultado para calcular os coeficientes angulares das retas secantes e tangentes. tg Cateto Adjacente ! f(x 2 )  f(x 1 ) e sendo m PQ ! tg . a taxa de variação média da função entre ! x 2  x1 x x1 e x 2 . f(x 1 )) e Q(x 2 . temos: x 2  x1 m PQ ! f(x 2 )  f(x 1 ) y . geometricamente. Razão incremental ou razão dos ! (x x  xo acréscimos. para calcular o coeficiente angular da reta secante e tangente ao gráfico da função dada.

-10) é f (5)  f (2) 10  2 12 m! ! ! ! 4 52 3 3 02) Sendo f ( x) ! f(-2)) e Q(0. calcule o coeficiente angular da reta secante ao gráfico de f nos pontos P(-2. 0. nos pontos (2. Solução: f ( x ) !  x 2  3x f (2) ! (2) 2  3 ™ 2 ! 4  6 ! 2   f (5) ! (5)2  3 ™ 5 ! 25  15 ! 10 E o coeficiente angular da reta secante nos pontos (2.5). 2) e (5. x2 e o seu 2 x2 .Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. f(5)). 3 1) y Reta r: é gráfico de f e o coeficiente angular é dado por: Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I secante ao seu . Solução: x2 3 (2) 2 4 02 f (2) ! !   f (0) ! !0 3 3 3 f ( x) ! E o coeficiente angular da reta secante nos pontos P(-2. veremos agora como calcular o coeficiente angular de uma reta tangente. f(0) é: 4 0 f ( 2)  f (0) 3 4 1 2 ! ! ™ ! m! 2  0 2 3 2 3 Após calcular o coeficiente angular de uma reta secante. f(-2)) e Q(0. Observe as retas que passam pelo ponto P(1. f(2)) e (5. Para isso usaremos a mesma função f(x) ! gráfico.11 Questões Resolvidas 01) Determine o coeficiente angular da reta secante ao gráfico de f ( x) !  x 2  3x . f(0).

x 1 Como a função f(x) ! secante s. e sendo x 0 um ponto do domínio. 2 1 1 1 2) y Reta v: é secante ao gráfico de f e o seu coeficiente angular é dado por: mv ! 3) y Reta u: é secante ao gráfico de f e o seu coeficiente angular é dado por: mu ! ms E para uma reta f ( x )  f (1) . tangente ao gráfico da função f (x). Logo: x 2 (1) 2 x2 1  2 f (x)  f (1) 2   lim 2   lim x  1   lim (x  1) ™ (x  1)   lim (x  1) m t = lim   lim 2 x p1 x p1 x p1 x  1 x p1 2(x  1) x p1 x p1 x 1 x 1 2(x  1) 2 mt = 11 2   m t =   m t = 1.Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. no ponto xo é igual ao coeficiente angular (tg ) da reta t. v.5 . aplicando o conceito de derivada na mesma equação obtemos . Da geometria Analítica no ¡ 2 a equação de uma reta sendo dados dois pontos e o coeficiente angular e dado pela seguinte fórmula (y  y o ) ! m(x  x o ) . no ponto P(1. 0. Podemos dizer que o coeficiente angular m t da reta t. f(x 0 )) . 0. tangente ao gráfico da função f(x) ! x2 . onde passa ser o próprio conceito de deriva. Conseqüentemente as retas r. qualquer.5  0. 2 Se você bem perceber estamos aplicando a definição de limite na equação da reta secante mt. sendo f uma função continua num intervalo aberto do domínio. no ponto P(x 0 .5 7. com x { 1 . se ele existir e for finito. tangente ao gráfico da função no ponto P(x 0 .5). 2 2 De um modo geral. pod emos dizer que: O coeficiente angular da reta t. O mesmo acontece quando x tende a 1 pela esquerda.5 1.5 4 ! ! ! 2. é dado por m t ! lim x px o f(x)  f(x o ) y = tg ! lim x p0 x x  xo .5).5 ! ! ! 1. A derivada da função f (x0). ela é também continua num intervalo aberto do 2 se aproxima da reta t tangente ao domínio que contem x = 1. que passa pelo ponto P temos: x2 é contínua em ¡ . E quando x tende a 1 pela direita o ponto Q percorre o gráfico da função e se aproxima do ponto P. u gráfico de f no ponto P(1.12 mr ! f (4)  f (1) 8  0. 3 1 2 2 f (2)  f (1) 2  0. 4 1 3 3 f (3)  f (1) 4.5 . f(x 0 )) .5 ! ! ! 2.

Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I . (x)  (x o ) ! (x o ).(x  x o ) e como (x) = y.

1). ( y  f ( xo )) ! f '( xo ). f(2)). f(-1)). no ponto P(2. 1 (y  f (x o )) !  ™ (x  x o ) p Equação da reta normal. é 3.13 (y  (x o )) ! (x o ).(x  x o ) p Equação da reta tangente. no ponto P(1. f '(x o ) Vejamos mais alguns exemplos para podemos assimilar melhor essas equações.( x  xo ) mt = 1 ™ ( x  1)   2( y  1) ! 1( x  1)   2 y  2 ! x  1   x  2 y  1  2 ! 0 2 x  2 y 1 ! 0 y 1 ! Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I . 02) Determine o coeficiente angular da reta tangente ao gráfico da função f ( x) ! x 3 . Solução: f ( x ) ! 3x 2  2x f ( x ) ! 6x  2   f (2) ! 6 ™ 2  2   f (2) ! 12  2   f (2) ! 10 f (2) ! 10 Logo o coeficiente angular da reta tangente no ponto P(2. f(2)) é:-10. no ponto P(-1. Solução: f ( x) ! x 3 f (1) ! (1)3 ! 1 f ( x)  f ( 1) x3  (1) x3  1 ! ! x  (1) x 1 x 1 m t = lim x p1 f ( x )  f (1) x 3  ( 1) x3  1 (x  1) ™ (x 2  x  1)   lim   lim   lim   lim ( x 2  x 1)   x p 1 x p 1 x  1 x p 1 x p 1 x  (1) x 1 x 1 m t = (  1) 2  ( 1)  1   1  1  1 ! 3 mt = 3 Logo o coeficiente angular da reta tangente no ponto P(-1.Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. Solução: ( x  1) ™ ( x  1) ( x ) 2  ( 1)2 f ( x)  f (1) x 1   lim   lim   lim   x p1 x p1 x p1 x p1 ( x  1) ™ ( x  1) x 1 x 1 ( x  1) ™ ( x  1) ( x  1) 1 1 1 1 m t = lim   lim       x p1 ( x  1) ™ ( x  1) x p1 ( x  1) 2 ( 1  1) 1  1 m t = lim 1 2 Logo a reta tangente no ponto P(1. 1). f(-1)). 03) Determine o coeficiente angular da reta tangente ao gráfico da função f ( x ) ! x . Questões Resolvidas 01) Determine o coeficiente angular da reta tangente ao gráfico da função f ( x) ! 3x 2  2x .

3).Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. R: P(2.14 04) Determine o coeficiente angular da reta tangente ao gráfico da função f(x) ! x 2 . f(1)). R: x  2 y  4 ! 0 05) Determine a equação da reta tangente ao gráfico da função f ( x ) ! x 4  2x 3  5x 2  4x  2 no ponto x = -1. f(2)). . R: 6 03) Determine a reta tangente ao gráfico da função f ( x ) ! 3x 2  1 . no ponto P(1. R: P ©  . ª 2 8º Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I . no ponto P(2. R: y ! 4x  6 06) Determine a equação da reta tangente ao gráfico da função f ( x ) ! 3x 2  5x  1 no ponto P(2. Solução: ( x  2) ™ ( x  2) f ( x )  f (2) x 2  (2) 2   lim   lim   lim( x  2) xp 2 xp 2 xp 2 xp 2 ( x  2) x2 x2 mt 2  2   4   mt 4 Logo a reta tangente no ponto P(2. R: y ! 7x  11 07) Determine todos os pontos nos quais o gráfico da função f ( x ) ! 3x 2  4x  5 tem inclinação 8. 4). em que a reta tangente t é paralela a ¨ 1 5¸ reta (r)y ! 3x  1 . em que a reta tangente t é paralela a reta (r)7x  4y ! 2 . ( y  f ( xo )) ! f '( xo ).s ¹. 4).( x  xo ) m t lim y  4 ! 4 ™ ( x  2)   y  4 ! 4 x  8   4 x  y  8  4   4 x  y  4 ! 0 4x  y  4 ! 0 Questões Propostas 01) Determine o coeficiente angular da reta tangente ao gráfico da função f ( x) ! 4x 2 . R: -8 3 02) Determine o coeficiente angular da reta tangente ao gráfico da função f ( x ) !  x 2  1 . f(-2)).1) 08) Determine o ponto do gráfico da função f ( x) ! 2x  x 2 .  ¹ . no 2 ponto P(-2. R: ¨ 1 5¸ ! ©s . 4). ª 2 4º 09) Determine o ponto do gráfico da função f ( x ) ! x 3  x . no ponto P(4. R: 12 x  y  11 ! 0 04) Determine a reta tangente ao gráfico da função f ( x ) ! 2 x . no ponto P(2.

temos: V(t o ) ! lim   lim tp to t pt o S(t)  S(t o ) s ! lim ! S'(t o ) tp 0 t  to t Considerando a definição de derivada. onde sabemos que a posição de um ponto material em movimento sobre uma curva (trajetória) conhecida pode ser determinada. Do estudo da cinemática. isto é: Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I   a m ! lim a m ! lim v(t)  v(t o ) v ! lim ! v (t o ) t p0 t t  to .15 AULA 08 Após fazemos a interpretação geométrica da taxa de variação média. Uma outra aplicação do estudo da taxa de variação média serve para explicar um importante tópico da Física no capitulo de Cinemática. e supondo conhecida a definição de velocidade. a velocidade v pode variar em função do tempo t. podemos afirmar que a aceleração de um ponto móvel num instante t o é igual à derivada da função velocidade v(t) no instante em que t = to. chamada função da velocidade do v(t)  v(t o ) v ! t t  to A aceleração escalar do ponto t o é o limite: t pto t pt o Considerando a definição de derivada. e calcularmos os coeficiente angular da reta tangente. sabemos que: celeração édia (am ) ! em movimento. para fazer o estudo do movimento retilíneo uniformemente acelerado em Cinemática. S é uma função de t e indicamos por S = S(t).Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. assim. teremos: elocidade média ( m )! (t)  (t 0 ) ! t  t0 t Então. para um ponto ponto. Assim. usaremos a taxa de variação média. para calcular a velocidade escalar do móvel ponto t o. teremos a expressão v = f(t). isto é: (t o ) ! (t o ) Sabemos que. em cada instante t. podemos afirmar que a velocidade de um ponto móvel num instante t o é igual à derivada da função horária S(t) no instante em que t = to. medida sobre a curva. Observando o gráfico acima. chamada função horária do ponto. através de sua abscissa s.

Solução: (t) v(10) 4 ™ t 2   (10) (10) ! lim 4 ™ (10) 2 ! 4 ™100 ! 400 (t)  (10) 4 ™ t 2  400 4 ™ (t 2 100)   v(10) ! lim   v(10) ! lim ! t p10 t p10 t p10 t  10 t  10 t  10 4 ™ (t  10) ™ (t  10) v(10) ! lim   lim 4 ™ (t  10)   4 ™ (10  10) ! 4 ™ 20 ! 80 m/s t p10 t p10 t  10 v(10) ! 80 m/s 02) A equação da velocidade de uma partícula em movimento é v = t2 . Solução: v(1) v(6) am ! (1) 2  2 ™1   1  2 ! 1 (6) 2  2 ™ 6   36  12 ! 24 v(t)  v(t o ) v(6)  v(1) 24  ( 1) 24 1 25   am !   am !   am !   am ! t  to 6 1 6 1 5 5 a m ! 5 m/s 2 b) A aceleração da partícula no instante t = 3s é dada pela derivada de v no ponto t = 3s Solução: v(3) (3) 2  2 ™ 3 ! 9  6 ! 3 v(t)  v(3) t 2  2t  3 (t  3) ™ (t  1)   a(3) ! lim   a(3) ! lim t p3 t p3 t p3 t 3 t 3 t 3 2 a(3) ! lim(t  1)   (3  1)   a(3) ! 4 m/s a(3) ! lim t p3 Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I . Solução: S(2) = 4 ™ t 2   4 ™ (2) 2 ! 4 ™ 4 ! 16 S(5) = 4 ™ t 2   4 ™ (5) 2 ! 4 ™ 25 ! 100 m ! S(t)  S(t o )   t  to m ! S(5)  S(2)   52 m ! 100 16   52 m ! 84 3 m ! 24 m/s b) A velocidade da partícula no instante t = 10s é dada pela derivada de s no instante t = 10s. Determine: a) A velocidade média da partícula entre os instantes t 1 = 2s e t 2 = 5s.2t (Unidade SI: t em segundos e v em metros por segundo).16 a(t o ) ! v'(t o ) Questões Resolvidas 01) A equação horária de uma partícula em movimento é S = 4t 2 (Unidade SI: t em segundos e s em metros). Determine: a) A aceleração média da partícula entre os instantes t1 = 1s e t 2 = 6s.Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág.

R: 5 m/s. b) A velocidade da partícula no instante t = 6s. Determine: Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I . Solução: v(t 0 ) ! S (t 0 ) S(t 0 ) = t 2  5t + 1   S (t 0 ) = 2t . Determine: a) A velocidade média da partícula entre os instantes t 1 = 1s e t 2 = 3s.5   S (10) = 2 ™10 .5t + 3 (nas unidades: S em metros e t em segundos).5 = 15 m/s v(t 0 ) ! S (t 0 ) = 15 m/s 05) Um móvel se desloca segundo a função horária S = t 3 . R: 21 m/s.3t (Unidade: SI). 02) A equação horária de uma partícula é dada S = t 3 (Unidade: SI). Solução: v(t 0 ) ! (t 0 ) (t 0 ) t 2  3t   (t 0 ) 11 m/s 2t 3   (4) 2 ™4 3 11 m/s v(t 0 ) ! (t 0 ) 04) Um ponto em movimento obedece à equação horária S = t 2 .5 v (t 0 ) = 6t   a(t 0 ) ! v (3)   6 ™ 3 =18 m/s2 a(t 0 ) ! 18 m/s 2 06) Um móvel se desloca segundo a função horária S = t 3 + t 2 + t (nas unidades: S em metros e t em segundos).5t + 1 (nas unidades: S em metros e t em segundos).Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. Solução: v(t 0 ) ! S (t 0 ) a(t 0 ) ! v (t 0 ) S(t 0 ) = t 3  5t + 3   S (t 0 ) = 3t 2 . Determinar a velocidade do móvel no instante t = 10 s. Solução: v(t 0 ) ! S'(t 0 ) a(t 0 ) ! v'(t 0 ) S(t 0 ) = t 3  t 2 + t   S'(t 0 ) = 3t 2 + 2t + 1 v'(t 0 ) = 6t + 2   a(t 0 ) ! v'(3)   6 ™1 + 2 = 8 m/s 2 a(t 0 ) ! 8 m/s 2 Questões Propostas 01) Um ponto em movimento obedece á equação horária S = 2t 2 . Determinar a velocidade do móvel no instante t = 4s. Determinar a aceleração do móvel no instante t = 3s. Determinar a aceleração do móvel no instante t = 1s.5 = 20 .17 03) Um ponto em movimento obedece à equação horária S = t2 + 3t (nas unidades: S em metros e t em segundos).

no instante t = 3s. 05) Uma partícula se move sobre uma curva com uma velocidade dada pela equação v = t 3 (Unidade: SI). Determine: a) v = 2 2 ™ t  1 . Determinar a sua velocidade no instante t = 4s. no instante t = 3s.5t 2  7t com t u 0 . R: 300 m/s 2. c) S = -2t 2 + 50. R: 40 m/s 2. R: 77 m/s . Quando a partícula atinge a velocidade de 5 m/s? R: t = 4s. Determine a aceleração 3 10) A função posição de uma partícula é dada por S(t) ! t 3  4. no instante t = 1s. b) A aceleração da partícula no instante t = 5s. em metros. Determine: a) A aceleração média da partícula entre os instantes t1 = 1s e t 2 = 5s. Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I . a) S = 4t 2 + 18t. 07) Determine a velocidade de uma partícula no instante t = 10s. 09) Um corpo móvel percorre uma curva obedecendo à equação horária S(t) ! t  t 2 . 06) Determine a aceleração da partícula cuja velocidade é dada pela equação (Unidade: SI). R: 128 m/s 2. R: -12 m/s. 04) A velocidade de um ponto em movimento varia segundo a equação v = 4t2 (Unidade: SI). b) S = t 2 . R: 79 m/s.Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. 08) Uma partícula se move sobre uma curva com uma velocidade v ! da partícula no instante t = 8s. 3 b) v = 4t 3. 4 2 3 ™ t . R: 31 m/s 2. no instante t = 0s. R: 33 m/s. 03) Determine a velocidade da partícula cuja equação horária é dada por (Unidade: SI). b) A aceleração da partícula no instante t = 10s. R: 48 m/s. R: 56 m/s . R: 18 m/s .4t + 8 (Unidade: SI). R: 12 m/s 2. Determine: a) A aceleração média da partícula entre os instantes t1 = 2s e t 2 = 9s.18 a) A velocidade média da partícula entre os instantes t 1 = 3s e t 2 = 7s. no instante t = 40s.3t + 2. b) A velocidade da partícula no instante t = 4s. Onde t e medido em segundos e s. R: 44 m/s 2. sabendo que a sua equação horária é dada por S = 3t 2 . R: 4 m/s 2. 11) Uma partícula move-se de acordo com uma lei do movimento S(t) ! t 3  12t 2  36t com t u 0 .

a taxa de crescimento e o gradiente da velocidade do sangue na biologia. a taxa de reação e a compressibilidade na química.Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. Quando desenvolvemos as propriedades do conceito matemático de uma vez por todas. que é o gráfico do desempenho P(t) de alguém aprender alguma cois a como função do tempo de treinamento t. Isto é uma ilustração do fato de que parte do poder da matemática está em sua abstração. a derivada. Em fim as taxas de variação ocorrem em todas as ciências. Em sociologia. então a derivada dp/dt. R: 6t ± 24 e -6 m/s2. ou modismo. um meteorologista está interessado na taxa de variação da pressão atmosférica em relação à altura. o custo e o lucro marginal na economia. Da mesma forma a velocidade. Se p(t) denota a proporção de uma população que fica sabendo de um boato no instante t. a corrente. representa a taxa de espalhamento do boato. aqueles interessados na teoria do aprendizado estudam a chamada curva do aprendizado. podemos voltar e aplicar esses resultados para todas as ciências. ou padrões). Em psicologia. Um único conceito matemático abstrato (tal como a derivada) dentre outros. a potência e o gradiente da temperatura na física. a taxa do fluxo do calor na geologia. um geógrafo está interessado na taxa de variação da densidade populacional em uma cidade à medida que aumenta a distância de seu centro.19 a) Encontre a aceleração no instante t e depois de t = 3s. a densidade. O matemático francês Joseph Fourier (1768-1830) colocou isso sucintamente: ³Os matemáticos comparam os mais diversos fenômenos e descobrem as anlogias secretas que os unem´. Um engenheiro quer saber a taxa segundo a qual a água flui para dentro ou para fora de um reservatório. Nas próximas aulas vamos verificar essas afirmaçôes bom estudo!!! Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I . Isso é muito mais eficiente do que desenvolver as propriedades de conceitos especiais separadas para cada ciência. È de particular interesse a taxa segundo a qual o desempenho melhora à medida que o tempo passa. o cálculo diferencial é usado na análise do espalhamento do boato (ou inovações. isto é. a taxa de desenvolvimento do desempenho na psicologia todos esses são casos especiais de um único conceito matemático. dP/dt. pode ter interpretaçôes diferentes em cada uma das ciências. Um geólogo se interessa em saber a taxa na qual uma massa de rocha fundida através da condutividade térmica com o meio rochoso que a envolve.

quando a variável independente varia de x a x  x .x 31  2.x ! 3x 2 2.Definição de derivada: Dizemos que a função f (x) é derivável no ponto xo. Nessa aula estudaremos regras derivação ou as propriedades operatórias. 07 e 08. pois dada uma função y ! f ( x) . que representa a taxa ! (x (x de variação de y em ralação a x é chamado de razão incremental ou razão dos acréscimos. (x p 0 ( x (x p 0 dx (x Questões Resolvidas 01) Usando a definição de derivada. O quociente é (y f ( x  (x)  f ( x) . a correspondente variação de y a (y ! f ( x  (x)  f ( x) . se o limite da razão incremental quando (x p 0 . existir e for único f (x) ! lim x p xo (x p 0 f ( x  (x )  f ( x ) . x  xo Notações: f '(x) ! dy f ( x  (x )  f ( x ) (y ou f '(x) ! lim ou f '(x) ! lim . Todavia o conceito de derivada também pode ser interpretado como taxa de variação. que é a definição formal de derivada f ( x ) ! lim 9.Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. vimos que a mesma serve para calcular coeficiente angular da reta secante e tangente. derivadas das funções elementares.20 AULA 09 Quando estudamos a taxa de variação média. aplicações em economia e resolução de equações polinomiais. derivada sucessivas. calcule: 1) f ( x ) ! x 1ª Maneira 1 f ( x) ! x 2 ! 2ª Maneira (x p 0 1 1 1 1  1 1 1 1 1 1 ™ x2 ! ™ x 2 ! ™ 1 ! ™ ! 2 2 2 2 2 x 2 x x lim ( x  (x )  x ( x  (x )  ( x ) ( x  (x ) 2  ( x ) 2 f ( x  (x )  f ( x )   lim ™   lim (x p 0 (x p 0 (x ( x  (x  (x (x ( x  (x )  ( x ) x) x  (x  x (x ( x  (x  x ) ! lim 1 x  (x  x (x p 0 ! lim (x p 0   1 x0  x ! 1 x x ! 1 2 x 2) f ( x ) ! x 2  2 x 1ª Maneira f ( x ) ! 3. usando o mesmo conceito de taxa de variação média. (x f ( x )  f ( xo ) . 06. velocidade e aceleração no estudo da cinemática. nas aulas.1 .1 ! 3x 2  2 2ª Maneira Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I . E a taxa instantânea de variação ou simples taxa de variação de y em relação a x. (x (y .

(x Teorema: Seja a função f : x p xo p e xo. Já demonstrado na aula de 03. medicina e ciências da computação para calcular a velocidade e a aceleração. f ( x ) ! lim f ( x  (x )  f ( x ) . Esta função é chamada derivada de f ou simplesmente derivada de f. 9.Função derivada: Seja f uma função derivável no intervalo aberto I. y ou dx . aplicando-se a de inição de derivada de (x p o uma unção num ponto genérico x  I. (x) pode ser determinada a partir da lei (x). ciências. Habitualmente a derivada de f é representada por f (x) .(x  (x  2) lim (x p 0 (x (x p 0 lim 3 x 2  3 x.(x  (x 2  2 x ! 3 x 2  3 x. Para cada xo.x 2 . economia. para explicar o Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I . existe.(x  3 x.Universidade do Estado do Pará (x p 0 Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág.21 lim lim lim f ( x  (x )  f ( x ) (x ( x  (x )3  2( x  (x )  ( x3  2 x) (x p 0 (x x 3  3. então f é contínua em xo lim f ( x) ! f ( xo ) .  A.Regras de Derivação: As derivadas são muito usadas em engenharia.(x 2  (x 3 2 x  2 (x  x 3 2x (x p 0 (x 2 2 (x ™ (3 x  3 x.0  0 2  2 x ! 3 x 2  2 x ! 3 x 2  2. A lei d . que associa cada xo  I a derivada de f no ponto xo. Se f é derivável em xo.3 . no estudo de Limite. podemos definir uma função f: I p R.1 ! 3 x 2  2 3) f ( x) ! 4 x 2 1ª Maneira f ( x ) ! 4 ™ 2 x 2 1 ! 8 x 2ª Maneira f ( x  (x)  f ( x) (x 4( x  (x)2  ( 4 x2 ) 4 x2  8 x ™ ( x  4( ( x)2  ( 4 x2 ) 4 x2  8 x ™ ( x  4( ( x)2  4 x2   lim   lim   lim (x p 0 (x p 0 (x p 0 (x (x (x 8 x ™ (x  4( (x) 2 (x ™ ( 8 x  4 ™ (x ) (x ™ ( 8x  4 ™ (x )   lim   lim   lim (x p 0 (x p 0 (x p 0 (x (x (x lim  8 x  4 ™ (x ! 8 x  4 ™ 0 ! 8x (x p 0 lim (x p 0 9. pertencente a I.2 . e é único o limite: f ( x o ) ! lim (x p 0 f ( x o  (x )  f ( x o ) (x Portanto.

Desenvolveremos técnicas e fórmulas para calcular derivadas mais facilmente. duas funções deriváveis em I = ]a. para estimar a diminuição do nível da água quando ela é bombeada para fora de um tanque e para prever as conseguencias de erros cometidos durante medições. também é derivável em I e sua derivada é dada por: f '( x) ! u '( x ) ™ v ( x )  u ( x ) ™ v '( x ) Demonstração: Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I . 07 e 08 pode ser demorado e difícil.Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. b[. também é derivável em I e sua derivada é dada por: f '( x ) ! u '( x)  v '( x) . funções deriváveis em I = ]a. obtemos: !  (x p 0 (x (x (y (u (v lim ! lim  lim   f ( x) ! u ( x)  v ( x) (x p 0 (x (x p 0 (x (x p 0 (x ?u ( xo  (x)  u ( x)A  ?v( xo  (x)  v( x)A 9.Derivada da diferença: É a diferença das derivadas. somado com o produto da 1ª função pela derivada da 2ª função. Temos que a função f (x) = u (x) + v (x). Demonstração: (y (x (y (x (y (x (y (x (y (x (y (x ! ! ! ! ! f ( xo  (x )  f ( x ) (x ?u ( xo  (x)  v( xo  (x) A ?u ( x)  v( x) A (x ?u ( xo  (x)  v( xo  (x) A u ( x)  v( x) (x ?u ( xo  (x)  u ( x)A ?v( xo  (x)  v( x)A (x (x (x (u (v e aplicando a de inição de lim . Obter derivadas calculando limites tal como vimos nas aulas 06. Sejam u = u (x) e v = v (x). b[.3. 9.1 . Sejam u = u (x) e v = v (x). duas funções deriváveis em I = ]a.Derivada da soma: É a soma das derivadas. também é derivável em I e sua derivada é dada por: f ( x ) ! u ( x )  v ( x ) .2 .3. Sejam u = u (x) e v = v (x).22 funcionamento de máquinas. Temos que a função f (x) = u (x) .3 ± Derivada do produto: É o produto da deriva da 1ª função pela 2ª função. Temos que a função f (x) = u (x) ™ v (x). Demonstração: f ( x ) ! u ( x)  v( x) f ( x ) ! u ( x)  ?v( x) A f ( x ) ! u ( x)  ?v( x) A   f ( x ) ! u ( x)  v ( x) 9. b[.v (x).3.

b[ e v (x) { 0.c.v ( x ) (y ! ?u ( x  (x)  u ( x)A™ v( x)  u ( x) ™ ?v( x  ( x)  v( x)A v ( x  (x ) ™ v ( x ) v( x) u ( x)  ™ ?v ( x  ( x )  v ( x )A  Dividimos por (x .Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. obtemos: v( x  (x) ™ v( x) u ( x  (x) ™ v( x)  u ( x) ™ v( x)  u( x) ™ v( x)  u( x) ™ v( x  (x) (y ! v ( x  (x ).Derivada do quociente: É o produto da deriva da 1ª função pela 2ª função. temos: (y !  v( x  (x) v( x) u ( x  (x) ™ v( x)  u( x) ™ v( x  ( x) (y ! somando e subtraindo o fator u ( x) ™ v( x)  u ( x) ™ v( x) . (y u ( xo  (x ) ™ v ( xo  (x )  u ( x ) ™ v ( xo  (x )  u ( x) ™ v( xo  (x)  u ( x) ™ v( x) ! (x (x (y ?u ( xo  (x )  u ( x )A™ v ( xo  (x )  u ( x ) ™ ?v ( xo  (x)  v( x)A ! (x (x ?v ( xo  (x)  v( x)A usando a de inição lim obtemos (y ?u ( xo  (x )  u ( x )A ! ™ v ( xo  (x)  u( x) ™ (x p 0 (x (x (x ?u ( xo  (x)  u ( x) A™ lim v( x  (x)  u( x)  lim u( x) ™ lim ?v( xo  (x)  v( x)A (y lim ! lim o (x p 0 (x p 0 (x (x p 0 (x p0 (x p0 (x (x f ( x ) ! u ( x ) ™ v ( x )  u ( x) ™ v ( x) Por extensão: a derivada de f ( x) ! u ( x) ™ v( x) ™ t ( x) é dada por: f ( x) ! u ( x) ™ v( x) ™ t ( x )  u ( x) ™ v ( x) ™ t ( x )  u ( x) ™ v( x) ™ t ( x ) 9. subtraindo o produto da 1ª função pela derivada da 2ª função e o resultado dividimos pela o quadrado da 2ª função. Sejam u = u (x) e v = v (x). também é derivável em I e sua derivada é dada por: v(x) f ( x) ! u ( x) ™ v( x)  u ( x) ™ v ( x) [v( x)]2 Demonstração: (y ! f ( x  (x )  f ( x ) u ( x  (x u ( x) Obtendo o m. temos: v ( x  (x ) ™ v ( x ) v ( x  (x ) ™ v ( x ) (y ! ?u ( x  (x )  u ( x )A™ Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I ¡ .3. duas funções deriváveis em I = ]a.4 .23 (y f ( xo  (x )  f ( x ) ! (x (x  (x) ™ v( xo  (x)  u ( x) ™ v( x) (y u ( xo ! (x (x Somando e subtraindo o fator u ( x) ™ v( xo  (x)  u ( x) ™ v( xo  (x) .m. Temos que a função f ( x) ! u(x) .

Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág.24 Aplicando a (x diferença de derivada quando (x p 0 . obtemos o resultado: (x ( x  (x )  x ª AB º .5 ± Derivada da potência: (x) ! n ™ (x) n 1 Demonstração usando a razão incremental: ¨ A 2  B2 ¸ (y ( x  (x ) n  x n . obtemos: ?v( x  (x)  v( x)A (y ?u ( x  (x )  u ( x )A v(x) u ( x) ! ™  ™ (x (x (x v ( x  (x ) ™ v ( x ) v ( x  (x ) ™ v ( x ) lim ?u ( x  (x)  u ( x)A ™ lim ?v( x  (x)  v( x)A u ( x) (y v( x) ™ lim  lim ! lim 0 0 (x p 0 (x p 0 (x p 0 (x (x p 0 (x p 0 (x (x v ( x  (x ) ™ v ( x ) v ( x  (x ) ™ v ( x ) 1 4 42 4 43 1 4 42 4 43 v ( x )™ v ( x ) v ( x )™ v ( x ) f '( x ) ! u '( x ) ™ f '( x ) ! f '( x ) ! v( x) u ( x) v ( x ) u ( x)  ™ v '( x )   u '( x ) ™ 2  ™ v '( x ) v( x) ™ v( x) v( x) ™ v( x) v ( x) v 2 ( x) u '( x ) ™ v ( x ) u ( x ) ™ v '( x )  .somando as frações com os mesmos denominadores obtemos v 2 ( x) v 2 ( x) u '( x ) ™ v ( x )  u ( x ) ™ v '( x ) ?v( x)A (x) ! x n   2 9. Efetuando a divisão de © ! ¹ .3.

substituindo A ! ( x  (x) e ! ( x) .A n 1  An2 ™ B   A ™ Bn  2  B n1 . (y n2 ! (x  x)n 1  (x  x)n 2 ™ x  K  .

x  x ™ x  x n 1 , usando a definição de derivada lim . (x p 0 (x
0 n 2 0 0 (y ™ x  lim xn 1 ! lim ( x  (x )n 1  lim ( x  (x ) n 2 ™ x  K  lim x  (x (x p 0 (x p 0 (x (x p 0 (x p 0 (x p 0 n 1 n 2 n 2 n 1 n 1 n  2 1 n  2 1 n 1 n 1 n f ( x) ! x  x ™ x  K x ™ x  n   x  x x 4 n x 4 4 K x  x   1 4  x41 4 2 n 1  K4 4x31

lim

n vezes

f ( x ) ! n ™ (x)

n 1

9.3.6 ± Derivada da raiz: f (x) ! n x   f '(x) ! 1 n ™ ( x )n 1
n

x { 0.

Demonstração: usando a razão incremental: n n (y n x  (x  n x x  (x  n x x  (x  n x !     n n (x (x ( x  (x )  x x  (x  n x

1 n ou ainda (y ! (x 1 .

n x  (x n .

x n n n   (y ! (x .

n x  (x n 1  n x™ .

n

x  (x

n 2 

K 

x
n

n 1

x  (x  n x  Adicionamos a definição de lim , onde obtemos: (x p 0 1 (y 1 1 lim ! lim  K  lim  lim n 1 n 2 n 1 (x p 0 (x (x p 0 (x p 0 n (x p 0 0 ¸ 0 ¸ ¨n ¨n n x x  (x ¹ x ™ © x  (x ¹ © ª º ª º

Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I

Universidade do Estado do Pará f '( x ) ! 1 Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág.25 K  1 .

. x n n 1  n 1 x.

x n n 2 .

x n n 1   f '( x ) ! 1 n n 1 .

x .

x .

logo:  1  1 n 1 f '( x ) ! n™ 1 . x 3 1 4 4 4 44 2 4 4 4 4 4 n n 1 n n vezes.

1.1.6) Demonstração: (x) ! x   ( n x ) m m m n y! xn   y ! m m 1 ™ x n ou y ! n . x n n 1 Conseqüências das fórmulas de derivadas ( 10.5) e (10.

x n m  y ! m n .

x n mn De acordo com a regra estabelecida no item anterior temos: 1 y ! m ™ ( n x ) m 1 ™ ( n x ) logo n x ' ! n-1 n™ n x .

x .

Conforme já provamos anteriormente temos: y ' ! m ™ ( n x ) m 1 ™ n™ 1 .

x n n-1   m n .

4.4 . Demonstração: Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I .Derivada das Funções Elementares: Apresentaremos as derivadas das funções elementares.3 . Demonstração: y f (x  x)  f (x) y f (x)  x  f (x) y y !   !   !  1 x x x x x x y   lim 1   f '( x) ! 1 lim x p0 x x p0 9. 9. temos: f ' (x) = 0. Dada a função f (x) = x.4.4. Dada a função f (x) = k.2 Função constante: A derivada da constante é igual a zero.1 Função Identidade: A derivada da função identidade é igual a um. n mn ¨m¸ © logo temos y ! © ¹ ™ x ª ªnº ¨ m n ¸ ¹ n º ¨ m ¸ © 1 ¹   y ! © ¹ ™ xª n º ªnº ¨m ¸ 9. Dada a função f (x) = sen x. temos: f ' (x) = cos x.Derivada da função seno: A derivada da função seno é igual a função cosseno. k  ¡ . x  ¡ . temos: f '(x) = 1. Demonstração: y f (x  x)  f (x) y f (x  x)  f (x) y k k 0 !   !   !   !0 x x x x x x x y   lim 0   f '( x) ! 0 lim x p0 x x p0 9.

26 y x f (x) ! 1 ™ cos x   f (x) ! cos x 9.T 4 4 8 2 cos x  sen 2 x 1 f (x) !   2 cos x cos2 x f (x) ! sec2 x Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I ¦ ¥ u (x) ! sen x   u '(x) ! cos x ?cosx A 2 ¤ £ ¢ ¢ y x ¨x xx¸ ¨x x x ¸ 2 ™ sen © ¹ ™ cos © ¹  Transformando o numerador em 2 2 ª º ª º produto e dividindo por 2 a x expressão obtemos. temos: f ' (x) = -sen x Demonstração: y cos(x  x)  cos x !   x x ¨x xx ¸ ¨x xx¸ 2 ™ sen © ¹ ™ sen © ¹ 2 2 ª º ª º x x¸ ¨ ¨ x¸ 2 ™ sen © x  ¹ ™ sen © ¹ 2 º ¨x xx¸ ¨x xx¸ ª ª 2 º 2 ™ sen © ™ sen © ¹ ¹ 2 2 2 ¨ x¸ ª º ª º z2   ™ sen © ! ¹ x x ª 2 º 2 ¨ x¸ ¨ x¸ sen © sen © ¹ ¹ x¸ y x¸ 2 º ¨ ¨ ª ª 2 º ! sen © x  ™   lim !  lim sen © x  ™ lim ¹ ¹ x p0 x x p0 x x 2 º 2 º xp 0 ª ª 2 2 43 1 44 2 4 L.4. Dada a função f (x) = cos x. Dada a função f (x) = tg x.Derivada da função cosseno: A derivada da função cosseno é igual a menos função seno.5 .7. lim cos ¨ x  x ¸ ª º ™ cos x  © ¹ ! lim ! © ¹ usando lim0 obtemos   lim0 xp xp x p0 © x x 2 º x x p0 2 ¹ ª ª º 2 2 1 44 2 4 43 .Derivada da função tangente: A derivada da função tangente é igual a função secante elevado ao quadrado. ¨ x¸ 2 ™ sen © ¹ x¸ ¨ x¸ ¨ ª 2 º 2 ™ sen © ¹ ™ cos © x  2 ¹ x¸ ¨ ª 2 º ª º z2   2 ! ™ cos © x  ¹ x x 2 º ª 2 ¨ x¸ ¨ x¸ sen © sen © 0 ¹ x¸ y 2 ¹ ¨ ª 2 º .F !1 y x y x f '(x) ! sen(x  0) ™ 1   f '(x) ! sen x 9. temos: f ' (x) = sec2 x .T.4 . Demonstração: f (x) ! tg(x)   f (x) ! f (x) ! u(x) v(x) sen x cos x f (x) ! f (x) ! u (x) ™ v(x)  u(x) ™ v (x) « v(x)2 » ­ ½ cos x ™ cos x  sen x ™  sen x v (x) ! cos x   v '(x) !  sen x 1 6 44T.Universidade do Estado do Pará y sen(x  x)  sen x !   x x Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág.4.T. !1 .

6 .Derivada da função cotangente: A derivada da função cotangente é igual a menos função cossecante elevado ao quadrado.27 9.Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. Dada a função f (x) = cotg x.4. temos: f ' (x) =  cossec2 x Demonstração: f (x) ! f (x) ! cotg x cos x f (x) ! sen x f (x) ! u (x) ™ v(x)  u(x) ™ v (x)  sen x ™ sen x  cos x ™ cos x   2 2 « v(x) » ?sen x A ­ ½  .

sen 2 x  cos 2 x 1 sen 2 x  cos 2 x     2 2 sen x sen x sen 2 x f (x) !  cossec2 x 9.Derivada da função exponencial: Dada a função f (x) = a x .7 . temos: f ' (x) = tg x ™ sec x. com a  ¡ * e a { 1 . Dada a função f (x) = cossec x.9 .Derivada da função secante: A derivada da função secante é igual ao produto das funções tangente pela secante. temos: f ' (x) = ± cotg x ™ cossec x Demonstração: 0 ™ sen x  1 ™ cos x cos x u'(x) ™ v(x)  u(x) ™ v'(x)   f '(x) !   2 2 sen 2 x « v(x) » ?senx A ­ ½ f '(x) !  cos x 1 ™ sen x sen x 0 f (x) ! cossec x 1 f (x) ! sen x f '(x) !  cotg x ™ cossec x 9.4. Dada a função f (x) = sec x.4. Demonstração: u'(x) ™ v(x)  u(x) ™ v'(x) 0 ™ cos x  1 ™ sen x sen x f '(x) !     2 2 cos 2 x « v(x) » ?cosx A ­ ½ f '(x) ! sen x 1 ™ cos x cos x f '(x) ! tg x ™ sec x 0 f (x) ! sec x 1 f (x) ! cos x 9.8 .4.Derivada da função cossecante: A derivada da função cossecante é igual a menos o produto das funções cotangente pela cossecante. temos f ' (x) = a x ™ ln(a)  Demonstração: x x  a x   y ! a x ™ a x  a x y f (x  x)  f (x) y .

.a !   ! x x x x x x x x x f y a .

a  1 ® (x) ! e ± ! p¯ x x x f ± (x) ! e ° .

a x  1 y ! ax ™ x x Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I .

Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág.28 Observação: quando lim x p0 .

4. obtemos: y x ! lim a .a x  1  Usando o lim . mudança de base e . lim (x p 0 x p0 x p0 x 1 44 2 4x4 3 l n(a ) a x ! e x temos: f '( x ) ! e x ™ ln e { 1 f (x) ! a x ™ ln a f '( x ) ! e ™1 f '( x ) ! e x x 9.v)   (x) y ! (u) v ™ ¬ v ™ l n(u)  u ¼ ­ ½ Demonstração: y ! (u) v   l n(y) ! l n(u)v   l n(y) ! v ™ l n(u) y u ! v ™ l n(u)  v ™ y u v™u » « y ! (u) v ™ ¬ v ™ l n(u)  u ¼ ­ ½ 9. x x Demonstração: y l n(x  x)  l n(x) ! x x y 1 ! ™ ?l n(x  x)  l n(x) A x x y « ¨ x  x ¸» ! l n© ¹ x ¬ ª x º¼ ­ ½ 1 x Observação: f ( x ) ! log a .4. temos: f '(x) = 1 .10 .Derivada exponencial geral: v™u » « y ! (u) v   (u.11 . f (x) ! log a x l n(x) ! log e a l n(a) « ¨x x ¸»   ¬l n ©  ¹ ¼ ­ ª x x º½ 1 1 x 1 1 1 f (x) ! x ! ™ l n(a) x l n(a) f '(x) ! 1 « ¨ y « ¨ x ¸» x x ¸» x x ! ¬l n ©1 ¹¼   lim ¬l n ©1 ¹¼   y ! lim xp0 x xp0 x º½ x º½ x ­ ª ­ ª x ! y™x l n «lim .Derivada da função logarítmica: Dada a função f (x) = ln (x).

1  y » ¬ yp0 ¼ ­ ½ 1 y™ x 1 x 1 x ™ l n(a) xp 0 y p0 1 1 1 ln e 1 « »   l n ¬lim .

portanto o lucro também depende de t escrevemos L(p(t)). pode depender do tempo (t) durante o qual determinada máquina funciona. Neste caso o que temos e a composição das funções L e p. isto é. p depende de t escrevemos p(t). O tipo de função que modela situações como estas chama-se de função composta. e.5 .Derivada de uma função composta ou (Regra da Cadeia) Função Composta: Imagine que uma industria consiga vender tudo que produz (p) ou seja L é uma função de p logo podemos escrever L(p).1  y y ¼   l n(e) x ! ™   f '(x) ! yp0 x 1 x ­ ½ 9. Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I . Mas a produção por sua vez.

Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág.29 Demonstração: x u .

g ( x ) y ! f .

g (x) f .

então sua derivada é a derivada segunda ou derivada de ordem 2 da função. f(x) . notamos que. Se a função f '' também for derivável em I. então sua derivada é a derivada terceira ou derivada de ordem 3 da função f '' indicada por f '''. Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I . fazendo x p 0 na igualdade (III).g (x) Seja f: A p B uma função dada pela lei y z g(y). vem: f (x  x) ! f (x)  y ! y  y (II) Também temos.6 . z ! F(x  x)  F(x) ! g(f(x  x))  g(f(x)) ! g(y  (y)  g(y) pe la igauldade de (II) (f(x  x) ! y  (y portanto temos z ! g(y  (y)  g(y) Desta forma obtemos: z F(x  x)  F(x) g(y  y)  g(y) g(y  y)  g(y) y ! ! ! ™ x x x y x z g(y  y)  g(y) f (x  x)  f (x) (III) ! ™ x y x Observando a igualdade (I). (I) também é derivável em x. indicada por f ''. « g(y  y)  g(y) f (x  x)  f (x) » « z g(y  y)  g(y) » « f (x  x)  f (x) » ! lim ¬ ™ ¼ ! ¬ lim0 ¼ ™ ¬ lim0 ¼ x p0 x y x y x ½ ­ ½ ­ xp ½ ­ xp « f (x  x)  f (x) » g(y  y)  g(y) » «   ¬ lim ¼ ™ ¬ lim0 ¼ ! g '(y) ™ f '(x) yp0 xp y x ½ ­ ½ ­ Desta forma Obtemos: 9. Seja g: (x) p uma função dada pela lei dada pela lei z g(f(x)) . encontramos: lim ! x p0 y p 0. Supondo que f seja derivável no ponto x e g seja derivável no ponto y tal que y provemos que Temos: y ! f (x  x)  f (x) e. e calculemos sua derivada.Derivada Sucessiva ( x) ! g(f ( x))   ( x) ! g (f ( x)) ™ f ( x) Seja f uma função derivável em um intervalo aberto I. Se a função também for derivável em I. o mesmo ocorre com então. quando x p 0 . Existe a função composta f:A p f(x) . daí.

lucro marginal e receita marginal para as taxas de variação do custo. dx Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I . dx dR ! Receita marginal = a receita extra pela venda de uma unidade adicional. em decorrências dos custos de horas extras e ineficiências envolvidas em operações de larga escala). Em geral é apropriado representar uma função custo por um polinômio C(x) ! a  bx  cx 2  dx 3 . manutenção). o custo marginal de produção de n unidades é aproximadamente igual ao custo da produç ão de mais uma unidade [(n + 1)ésima unidade]. x é pequeno comparado com n). da função f.30 E assim por diante. Assim. A função C é chamada função custo. Se o número de itens produzido estiver crescendo x1 para x2 o custo adicional será grandeza quando C C(x 2 )  C(x1 ) C(x1  x)  C(x 2 ) . Assim. R(x) e L(x). O limite dessa ! ! x x 2  x1 x x p 0 . que é denominado pelos Economistas por custo marginal logo lim C dC . do lucro.Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. dx n 9. mas podemos sempre substituir C(x) por uma função aproximativa suave. isto é. onde a representa os custos gerais indiretos (aluguel. oferta ou preço afetam outras variáveis tais como: custo.7 . Notações: f (1) (x) ! y(1) ! dy !y dx f (2) (x) ! y(2) ! d2 y !y dx 2 f ( n ) ! y (n) ! dn y ! yn . da mão-de-obra e asssim por diante (O custo das matérias-primas pode ser proporcional a x. receita ou lucro os mesmos usam os termos custo marginal. pode-se obter a derivada de ordem n + 1. aquecimento. e os outros termos representam o custo das matérias-primas. se a derivada de ordem n for derivável em I. Considerações semelhantes se aplicam às funções receitas e lucro. ! x dx Como o valor de x pode geralmente assumir somente os valores inteiros. mas o custo da mão-de-obra poderia depender parcialmente de potências mais altas de x. Supondo que C(x) é o custo total que uma companhia incorre na produção de x unidades de um certo produto.Aplicação de derivada na Economia: Análise Marginal Em negócios e economia é comum economista estarem interessados em como mudanças em variáveis tais como produção. a taxa de variação do custo em relação ao número de itens xp 0 produzidos. chegamos às seguintes definições: 1) C (x) ! C (x) ! 2) R (x) ! R (x) ! dC ! Custo marginal = O custo extra na produção de uma unidade adicional. da receita em relação ao número de unidades produzidas ou vendidas. temos x ! 1 e n muito grande (tal que C (n) } C(n  1)  C(n) . pode não fazer sentido tomar Fazendo x .

Se x unidades forem vendidas e o preço por unidade for p(x). então o rendimento marginal = custo marginal . e é a taxa de variação do rendimento em relação ao número de unidades vendidas. Notando que C(x) . Para compreender a razão destas afirmações. para x próximo de a. Se x unidades forem vendidas. representa o custo por unidade. e esperamos que ela seja uma função decrescente de x. vale a pena diminuir a produção. L (a) 0 .31 3) (x) ! (x) ! dl ! Lucro marginal = O lucro extra de uma unidade adicional. Vamos considerar agora o mercado. Supondo que a função L(x) seja derivável no ponto a. significa L(x) " L(a) quando x da produção. então o rendimento total será venda). A função custo médio c(x) ! produzidas. Se o lucro for máximo. A função lucro marginal é P (x) . o sinal de L (x) é o mesmo de x  a . com a minimização do custo médio. Nesse caso. temos também a relação L (x) ! (x)  C (x) ou (x)  C (x) . A derivada (x) ! x ™ p(x) e é denominada função rendimento (ou função a e portanto o lucro aumenta com o diminuição (x) da função rendimento é conhecida como função rendimento marginal. a derivada da função lucro. então (x) ! C (x) e portanto. quando x unidades são x (x) é a inclinação da reta que liga a origem ao ponto . Assim. enquanto. tal que L(x) L(a). os números onde o lucro marginal é zero. de acordo coma definição de derivada: L (a) ! lim x pa L(x)  L(a) xa Assim. dx Como L (x) ! L(x) ! (x)  C(x) . significa L(x) " L(a) quando x " a e portanto o lucro aumenta com o aumento da produção. uitas decisões econômicas são baseadas na análise do custo e receita marginal. Queremos indicar aqui dois outras aplicações das funções marginais em economia onde a primeira tem a ver com a maximização do lucro e a segunda. a derivada é o quociente têm o mesmo sinal. Então p é chamada função demanda (ou função preço). vale a pena aumentar a produção. Para maximizar o lucro procuramos por números críticos de P. ou seja. e P é dita função lucro.Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. Seja p(x) o preço por unidade que uma companhia pode cobrar se ela vende x unidades. isto é. para valores de x próximos de a. Suponha que estejamos interessados em escolher um valor de x tal que o lucro aumente. temos. Uma regra básica é a seguinte. as se P (x) ! (x)  C (x) ! 0 . então o lucro total será P(x) ! (x)  C(x) . Se o lucro marginal é positivo. se o lucro marginal é negativo. L (a) " 0 . suponha que o nível de produção seja x = a.

(x) .x. x Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I .

Se o custo médio for mínimo. então deveremos produzir menos.1) ( x) é chamada função derivada enésima de f ( x) e será denotada por f (n) ( x ) . então custo marginal = custo médio. e temos x2 (x) ! (x) ! c(x) .8 .terceira f ( x) e será denotada por ( x ) ou (3) ( x) . Neste sentido ( x) ou f 1 ( x) também é uma função polinomial é possível determinar a sua função polinomial derivada (f ( x)) . que será denotada por f ( x ) ou f 2 ( x) . x portanto. pois se o nosso custo marginal for menor que o nosso custo médio.primeira de ( x) . com multiplicidade m. como c (x) ! 0 . temos: f (x) | (x  r)m ™ q(x) e q(r) { 0 Teorema: Se r é uma a raiz de multiplicidade m da equação ( x) ! 0 .Aplicação das Derivadas Sucessivas na Resolução de Equações Polinomiais Definição: Dada a função polinomial f : £ p £ definida por f (x) ! a n x n  a n 1x n 1  a n  2 x n 2  K K  a 1x  a 0 x onde a 0 { 0 e n 0 . se nosso custo marginal for maior que nosso custo médio.segunda de f ( x) . a fim de abaixar o nosso custo médio. assim por diante. então r é raiz de multiplicidade m . definida por f '(x) ! na n x n 1  (n  1)a n 1 x n 2  (n  2)a n  2 x n 3  K K  a1  0 . Esse princípio é plausível.32 È aparente que deve existir um mínimo absoluto.1 da equação ( x) ! 0 . então x ™ (x)  (x) ! 0 . a derivada da função polinomial f (n .Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. Para encontrá-lo localizamos o ponto crítico de c usando a regra do quociente para diferenciar a equação do custo médio c (x) ! x ™ (x)  (x) . Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I . 9. chama-se função polinomial derivada de f (x) a função f ' : £ p £ . Da teoria de equação polinomial onde f ( x) ! 0 . Notemos que: f (3) (x) ! n(n  1)(n  2)a n x n 3  (n  1)(n  2)(n  3)a n 1x n  2  K K  3 ™ 2 ™1 ™ a 3 E. então deveremos produzir mais e abaixando assim o nosso custo médio. onde ( x) é a derivada . Notemos que: f (2) (x) ! n(n  1)a n x n  2  (n  1)(n  2)a n 1x n 1  K K  3 ™ 2 ™ a 3 x  a 2 A derivada da função polinomial f (2) (x) é chamada função polinomial derivada . Da mesma forma. f (n) (x) ! (f (n 1) (x)) ' Vamos ver agora os teoremas que facilitam a pesquisa das raízes múltiplas de uma equação polinomial. obtendo a chamada função derivada .

f (1) ( x ).1.cos x ?(1  sen x )A 2 3) f ( x) ! Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I . f (m-1) ( x ) e não seja raiz f (m) ( x) ´. f (2) ( x ).v ( x )  u ( x).33 Demonstração: f (x) | (x  r)m ™ q(x)   f '( x) | m ™ (x  r) m-1 ™ q(x)  (x  r) m ™q'(x)   f '(x) | m ™ (x  r) m-1 ™ q(x)  (x  r) m ™ q'(x) Portanto. Questões Resolvidas 01) Determinar a derivada das seguintes funções: 1) f ( x) ! x ™ 1  x f ( x) ! u ( x). f (1) ( x) ! 0. 1  x 3 2 ™ 1  x3 2) f ( x) ! u ( x) ! 1  senx   u ( x) ! cos x v ( x ) ! 1  senx   v ( x ) !  cos x cos x.v ( x) f ( x) ! 2 x ™ 1  x 3  x 2 ™ f ( x) ! 2 x ™ 1  x  1  sen x 1  sen x 3 2 3 1 1 1 ™ (1  x3 ) 2 .K .3 x 2   2 1  1 1 1 ™ 3x 2   v '( x ) ! ™ (1  x 3 ) 2 .v( x)  u ( x). K . então a multiplicidade de r em ( x) ! 0 é m. respectivamente. v ( x ) ! 1  x 3 ! (1  x 3 ) 2   v '( x ) ! 3x 2 2 ™ 1 x3 3x 4 v '( x ) ! 3x2 2. m±2.sen x f '( x ) ! ?(1  sen x)A sen x  cos x sen x  cos x 2   f '( x ) ! 2.( cos x ) u '( x ).(0  3x 2 ) ž ™ 1 2 2 (1  x 3 ) 2 1 (m) ( x) ! 0 . f (2) ( x) ! 0. m±3.K .Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. como ­ ½ m ™q(r) { 0 . f (m-1) ( x) ! 0 com multiplicidade m±1. K .(1  sen x )  ?(1  sen x )A.sen x  cos x  cos x.v '( x) f '( x ) !   f '( x ) ! 2 2 ?v( x)A ?(1  sen x )A cos x  cos x. e r não é raiz de Corolário 2: Se r é raiz das equações f ( x) ! 0. f (3) ( x) ! 0. f (2) ( x) ! 0. Corolário 1: Se r é raiz de multiplicidade m da equação ( x) ! 0 . Resumindo: ³A condição necessária e suficiente para que um número r seja raiz com multiplicidade m de uma polinomial f ( x) ! 0 é que r seja raiz das funções f ( x ). f (m-1) ( x) ! 0 e r não é raiz da equação f (m) ( x) ! 0 . então r é raiz de: f (1) ( x) ! 0. f (3) ( x) ! 0. temos: ( x) | (x  r) m-1 ™ «m ™ q(x) (x  r) m ™ q (x) » e. temos que r é raiz de multiplicidade m±1 de m ™ q(r) (x  r) m ™ q (r) (x) ! 0 .

e  cossec x .cos sec x sen x sen x 9) f ( x) ! (x  cossec x) ™ ln x u ( x) ! x   u ( x) ! «1  .1 2   2  2.cos 2 x  2.  ( cossec x 3 ™ cotg x 3 ™ 3x 2 ) f ( x ) ! 3x 2 . sen x  cos 2 x  sen 2 x  sen x .v ( x )  u ( x ).v ( x ) f ( x ) ! tg x ™ sec x ™ ln x  sec x ™ 1¸ ¨ f ( x ) ! sec x ™ © tg x ™ ln x  ¹ xº ª 6) f ( x) ! 4 ™ sec x  3 ™ cossec x f ( x ) ! u ( x) ™ v( x)  u( x) ™ v( x) f ( x ) ! 4 ™ tg x ™ sec x  3 ™ ( cotg x ™ cos sec x) f ( x ) ! 4 ™ tg x ™ sec x  3 ™ cotg x ™ cos sec x u ( x) ! sec x   u ( x) ! tg x ™ sec x v ( x ) ! cos sec x   v ( x ) !  cotg x ™ cos sec x 7) f ( x) ! e  cossec 3 3 x f ( x ) ! e  cossec x .cos x  sen x . sen x » ­ ½ ?sen x  cos x A ?sen x  cos x A  cos 2 x  sen 2 x  sen 2 x  cos x 2 2 cos x.(cos x  sen x )  tg x .Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág.34 2 f ( x) ! f ( x) ! f ( x) ! f ( x) ! f ( x) ! (cos x  sen x) ™ ( sen x  cos x)  ?(sen x  cos x ) ™ (cos x  sen x )A ?sen x  cos x A cos x. sen 2 x ?sen x  cos x A 2 2   2.(cos 2 x  sen 2 x ) ?sen x  cos x A 2 ?sen x  cos x A tg x sen x  cos x 2   f ( x) ! ?sen x  cos x A 4) f ( x) ! u ( x) ! tg x   u ( x) ! sec2 x v( x) ! sen x  cos x   v (x ) ! cos x  sen x u '( x ).v '( x ) sen 2 x.sen x  cos 2 x  sen 2 x  sen x .(cossec x 3 ™ cotg x 3 ) 3 8) f ( x) ! cos x ™ cotg x f ( x) ! u ( x) ™ v( x)  u ( x) ™ v ( x ) f ( x ) !  sen x ™ cotg x  cos x ™ (  cos sec 2 x)    sen x ™ f ( x ) !  cos x  ¨ ¨ § § § § cos x ¨ 1 ¸ ¨ 1 ¸  cos x ™ © ¹    cos x  cos x ™ © 2 ¹ sen 2 x º senx ª ª sen x º cos x 1 ™   f ( x) !  cos x  cotg x.sec x 1 x v ( x ) ! l nx   v ( x) ! 1 x 5) f ( x) ! sec x ™ l n x f ( x ) ! u ( x ).(cos x  sen x ) f '( x ) !   f '( x ) ! 2 2 ?v '( x)A ?sen x  cos x A u ( x) ! sec x   u ( x) ! tg x.v ( x )  u ( x ).cos x  sen 2 x  cos x 2  cos x. sen x 2 ?sen x  cos x A  2.cos x  sen 2 x  cos x 2  cos x.cos x  « sen x.

cossec x » ­ ½ v( x) ! l n x   v ( x ) ! 1 x Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I .cotg x.

v '( x) Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág.cossec x) ™ l n x  ( x  cossec x) ™ u ( x) ! x 2 .sen x   u '( x) ! 2 x.cos x x 2 ™ sen x 10) f ( x ) ! v ( x ) ! e x   v '( x ) ! e x ex u '( x) ™ v( x)  u ( x).cossec x) ™ l n x  ©  cossec x ™ ¹   f '( x) ! (1  cotg x.cossec x) ™ l n x  1  ™ cossec x xº x ªx f '( x) ! (1  cotg x. sen x  x 2 .Universidade do Estado do Pará f '( x) ! u '( x).v '( x) f '( x) ! 2 ?v( x)A f '( x) ! .35 1 x 1¸ 1 ¨x f '( x) ! (1  cotg x.v( x)  u ( x).

2 x ™ sen x  x 2 ™ cos x ™ e x  x 2 ™ sen x ™ e x «e x » ­ ½ 2 ! e x ™ x ™ ?2 ™ sen x  x ™ cos x  x ™ sen x A «e x » ­ ½ 2 f '( x) ! x ™ ?2 ™ sen x  x ™ cos x  x ™ sen x A ex © 2 ex 1 11) f ( x) ! cos x f '( x ) ! f '( x ) ! u '( x ) ™ v ( x )  u ( x) ™ v '( x) u ( x) ! e x x 2 1 2 1   u '( x) ! e x 1.2 x x 2 1 2 ?v( x)A ex 2 2 .

2 x ™ e ™ cos x  e   ?cos x A 2 v ( x ) ! cos x   v '( x ) !  senx ™ sen x .

cos x  e   x 2 1 x 2 1 ™ sen x cos x 2 1 .2 x.e .

2 x ™ cos x  sen x cos 2 x 1 l n( a )  A derivada de sen x é cos x . 1  f ( x ) ! l nx   f '( x ) ! x ™ l na 1  f ( x ) ! log a x   f '( x) ! x ™ l na f ( x ) ! log a x   f ( x ) ! Derivada da parte interna 12) f ( x ) ! log 3sen x f '( x ) ! f '( x ) ! cos x sen x ™ l n 3 cotg x ln3 sen .

x 2  5x 1 13) f ( x ) ! e sen

x 2  5 x 1 f ( x) ! e .cos

x 2  5 x  1 .

e sen x 2  5 x 1 .2 x  5 ! x2  5x  1 ! 2 x  5.1  0 ! 2x  5   y' ! f ( x ) ! (2 x  5).

cos x 2  5 x  1 . .

2 x sec( x 2  1) ™ l n 2 14) f ( x) ! log 2 ­ 15) f ( x ) ! sec «sec x 2 1 » ½ . sec( x 2  1) . tg ( x 2  1).

tg ( x 2  1) l n2 . y' ! 2 x.

x 3 Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I .

36 .Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág.

sec f '( x ) ! 3. . sec x .

f '( x ) ! 3. sec x . tgx x ™ 1 1 2 x Deriva a parte interna e multiplica por 3. sec x 31 2 2 x .

2  Deriva a parte interna A derivada de sec Deriva do arco  A derivada de .

sec 3 x . tgx x ™ f '( x ) ! f '( x ) ! 1 2 x 3 2 x ™ 3.(1)   ™ (cossec 2 ) 2 ™ cotg 2 ™ cossec 2 ™ 2 2 2 f '( x) ! (cossec 2 ) 2 ™  cotg 2 ™ (cossec 2 )1 f '( x) ! (cossec 2 ) 1  1 2 1  1 ™  cotg 2   (cossec 2 )2 ™  cotg 2   f ( x) ! cossec 2 ™  cotg 2 ' f '( x) !  cotg 2 ™ cossec 2 17) f ( x) ! « 2 x » ­ ½ f ( x ) ! ?u ( x) A f ( x) ! « 2 x » ­ ½ cos x v( x) « « 2 x » ™ l n(2) » cos x « u ( x) » x ¬ sen x ™ l n «2 x »  cos x ™ ­ ½ ¼ « » ™ ¬v ( x ) ™ l n ?u ( x) A v( x) ™   ­2 ½ ™ ­ ½ x ¬ ¼ u ( x) ¼ «2 » ­ ½ ­ ½ ¬ ¼ ­ ½ cos x ™ ? x ™ sen x ™ l n 2  cos x ™ l n(2) A 2 18) f(x) ! cotg 5 e x . tgx x ™ sec 3 x ™ tgx x 2 x x  1 2.sec x . x 16) f ( x ) ! cossec 2 f '( x) ! (cossec 2 ) f '( x) ! 1 2 1 1 1  1 1 ™ (cossec 2 ) 2   ™ (cossec 2 ) 2 ™ cotg 2 ™ cossec 2 2 2 1 1   1 1 f '( x) ! ™ (cossec 2 ) 2 ™ cotg 2 ™ cossec 2 ™ 2. x   sec x ™ tg x f '( x ) ! 3.sec x .

f ( x ) ! 5 ™ «cotg .

e ­ f ( x ) ! 5 ™ «cotg .

e ­ f ( x ) ! 10 x ™ .

e +1 x 2 1 x 2 1 x 2 1   «cotg .

e » ­ ½ ™ » ™ cossec .

e .

e ™ 2 x  0 ½ » « » ™ ½ ™ cossec .

e .

e ™ 2 x   5 ™ 2 x ™ .

e ™ ­cotg .

e ½ ™ cotg .

e ™ cossec .

e x 2 1 5 5 1 2 x 2 1 x 2 1 4 2 x 2 1 x 2 1 x 2 1 x 2 1 4 x 2 1 2 x 2 1 4 ™ cossec 2 e x .

2 1 ¨ x 1¸ 19) f ( x) ! sen © ¹ ª x 1º 2 ¨ x 1 ¸ f '( x ) ! cos. © ¹™ 2 ª x  1 º .

© ¹ ª x 1 º . x  1 f '( x ) !  ¨ x 1 ¸ ™ cos.

1 x  1  x  1 2 ! ! 2 2 ( x  1) ( x  1) ( x  1)2 Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I .x  1 2 2  1º deriva a função ¬ sen © « ­ ¨ x  1 ¸ u '( x ) ™ v ( x )  u ( x ) ™ v '( x ) .  2º deriva o arco © ¹  2 ª x 1 º ?v( x) A  ¨ x  1 ¸» ¹¼ .( x  1)  ( x  1). ª x  1 º½ 1.

04x 2  0. t ). t ) A ! 0 2 dx dx 0!0 z ' ! w.37 5 20) f ( x ) ! « x ™ sen 2x  tg 4 (x 7 ) » ­ ½ 4 4 « » « » f ( x ) ! 5 ™ ­ x ™ sen 2 x  tg 4 ( x 7 ) ½ ™ ­ sen 2 x  x ™ cos 2 x ™ 2  4tg 3 x 7 ™ sec x 7 ™ 7 x 6 ½ f ( x ) ! 5 ™ « x ™ sen 2 x  tg 4 ( x 7 ) » ™ « sen 2 x  2 x ™ cos 2 x  28 x 6 ™ tg 3 x 7 ™ sec x 7 » ­ ½ ­ ½ 02) Seja y ! e 2x . t ).cos(w.0004x3 ( )! (x) ! 25  0.2   4.w   2 !  cos( w.09x2  0.w.18x  0.0003x 2 x x x x x x (x) ! 3700  5x  0. Verifique que d2 y  4y ! 0 dx 2 dy dy ! e 2 x .00 $ 47.09x2  0.04x 2  0.e2 x  4. x om o custo para produção do sexto motor. dy d2y !  sen (w.0004x2 x (x) ! 339  25x  0.00   2 5 25 100 100   50  2. Solução: (x) ! 100  50x  a) b) (5) ! 50  100   x (x) ! 50  100 x (5) ! (6) ! $ 46.2   2.e 2 x   4. Verifique que Solução: z ! w. Para as funções abaixo: Solução: a) (x) ! 3700  5x  0.0004x3      x x x x x 339 ( )!  25  0.0009x 2 ( )! b) (x) ! 339  25x  0. t )   2  w 2 y ! 0   w 2 .1   w   04) Encontre as funções custo médio e custo marginal.23 100 100   50    50  4.77   (6) ! 50  2   50  6 36 Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I .08x  0.0012x2 05) Um fabricante de pequenos motores estima que o custo da produção de x motores por dia é dado por (x) 100 50x 100 . t )  w 2 .0003x 3   (x) ! 5  0.w  ?sen( w. c(x) 3700 5x 0.0 dx dx 2 2 d y d y !  w2 .04x  0.?cos( w. t )  w2 . y ! 0   w 2 . t ) A.0003x 3 3700        ( )!  5  0.cos(w. c(x) 339 25x 0.04x 2 0.cos(w.e 2 x  4 y ! 0   4.e 2 x .Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág.09x2 0. compare o custo marginal da produção de 5 motores.e 2 x   ! 2.e 2 x ! 0 dx dx 03) Seja y ! cos( ™ t) .09x  0. w constante. t d2 y  dt 2 2 ™y ! 0. 0003x 3 . 0004x3 .

por pacote de 1800  2 x(unidades monetárias) para 1 e x e 100 . deve cobrar um preço.900 (100) ! 21. 01 ™ (100) 2  1799 ™(100) 1000 (100) ! 20.01x 2)   (x) !1800x 2x 2 1000 x 0 .100 1000 179.01x2 (unidades monetárias). o lucro obtido pelo aumento da produção de 50 para 51 unidades é 536. d) O lucro máximo. R$ = 1800  2x p preço por pacote. 0002x 3  10x P ! 0.100 179. Se o custo da agência para x pacotes é 1000  x 0.00 P ! 0.53  525.800 07) Uma industria verifica que o lucro proveniente da venda de um determinado produto por ! 0. 0006x 2  10   0. (x) ! 2.53 500   $ 536. 0002x 3  10x dp ! 0.50 lucro marginal dx b) Para x 50 e 51. 01x 2  1799x 1000 c) O numero de pacotes que maximiza o lucro como 1 e x e 100 . 0002(50) 3 10(50)   25 500   $ 525. para vender x pacotes de viagem. Solução: 1 pacote 1800  2x ! x y y ! 1800x  2x 2 b) função lucro: (x) ! (x)  (x) (x) ! 1800x  2x 2  (1000  x  0. 0006(50) 2 10 dx dp ! R$ 11. 0002x 3  10x . P ! 0. 0002(51) 3 10(51)   26. Determine: a) função receita: para vender x pacotes. o lucro é. Substituindo o valor na função lucro o valor responsável é x = 100.00 ! $ 11.38 06) Uma agência de viagens estima que.53 Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I . Solução: a) Encontre o lucro marginal para um nível de produção de 50 unidades.53 Portanto.900 (100) ! $158.Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág.01x 2  1799x 1000 (100) ! 2. de fato: P ! 0.01x 2 (x) ! 2. custo para vender pacotes 1000  x 0.01x2 .

Solução: unção custo médio é: (x) 2600  2x  0.000 ª 20.000  x .000 20. 25 º x p = 12  Função demanda 1.25 do custo original de R$ 10.30 5.000  2(20.600  2x  0. o custo médio e o custo (x) ! 2600  2x  0.000 3.600. o custo médio e o custo marginal da produção de 1000.000 20. encontre a receita marginal quando x = 20.000 d 1 1 (60.002x Usamos essas expressôes para fazer a tabela a seguir.001x 2 2600   c(x) !   c(x) !  2  0.000 1 20. x 1.00 c(x) 5.001x x x x unção custo marginal é: (x) ! 2  0.000   !1 dx 20.600.00 cada.00 17.000. é a receita marginal e dada por: ¹  20. Solução: como receita total é dado é dado por 1 ¨ 60.000 C(x) 5.600. Em outras palavras. ¨ 10  p ¸ x ! 2000  250 © ¹   12. Solução: Para a previsão feita x aumenta 250 unidades cada vez que p diminui R$ 0. 2000 e 3000 itens.000) ! dx 20.00 8.000 2.000  x ¸ R ! x ™p   x© (60.39 08) Um negócio vende 2000 itens por mês a cada R$ 10. Encontre o aumento na receita por hambúrgueres para uma venda mensal de 20. 001x2 .000p ª 0.000 º d 1 ! ™ (60.60 5.25 de redução no preço. dando o custo.00 isso descrito pela equação.000 ! x ™ p .000 1.87 C ' (x) 4.00 Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I .000 d ! ™ 20.001x 2   c(x) ! marginal (em dólares ou dolares por item. dx 20.Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. temos: hambúrgueres.000 obtemos. Encontre a função demanda correspondente a essa produção. Foi previsto que as vendas mensais aumentariam de 250 itens para cada R$ 0.000  2x) Substituindo x = 20.000 20.00 6. arredondados até o centavo mais proximo). a) Encontre o custo.000  40.000 09) Um a lanchonete verificou que a demanda mensal para seus hambúrgueres é dado por p! 60.00 10.000))   (60.000 d ! $1 unidade dx 10) Uma companhia estima que o custo (em dólares) na produção de x itens é dado pela equação abaixo (x) ! 2.000x  x 2 ) .

279 0.5  0.26  0. para todo x (x) ! 0.001x    0.5  0.002x 0. notamos que c (x) ! x2 portanto c é côncava para cima em todo seu domínio. 24 2. Solução: A função rendimento é R(x) ! x ™ p(x)   x ™ (3. computamos as derivadas segundas: C (x) ! 0.001x. (x) C (x) . o número de aparelhos vendidos aumenta em 20 por semana.200 " 0. 02 e 0. 00021 x $ 103 x2 ! Para verificar que isso fornece um máximo.26x  0. 26   0. Encontre as funções de demanda e de rendimento oferecido pela loja maximizar seu rendimento? Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I . 2600 (x) ! 2  0. 00021x 2 ! 2.01x2  0.612) $ $ 5.26  0. ssa equação simpli icada: (x) ! c(x)   2  0. Para ver que esse nível de produção realmente dá o mínimo. 01x)   R(x) ! 3.001 ™1. 00042x .5x  0.02x  0.002x e c(x) !  2  0.002x ! 2  0.000   x ! 2. 02x e C (x) ! 1. 103 unidades maximizará o lucro.5  0.612   c(1.002x ! 0.000   x $1. Portanto o nível de produção de 12) Uma loja vende 200 aparelhos de DVD por semana. O custo médio mínimo é: 2600 c(x) !  2  0. obtemos: x 2600  2  0. obtemos: 0. Uma pesquisa de mercado indica que. o rendimento marginal é igual ao custo marginal quando (x) ! 3. 00021x 2 .5  0. 00021x 2 ! 3.612. 00007x3 e p(x) ! 3. 02x A função custo marginal é: C (x) ! 1. para cada abatimento de$ 10 oferecidos aos compradores. dessa forma.666. 00021x 2 3.40 b) A que nível de produção será mais baixo o custo médio? Qual o custo médio mínimo? Solução: Para minimizar o custo médio devemos ter custo marginal = custo médio.002x ! x 2600 2600 2600 .02  0.Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág.02x  0. 24   x 2 ! 10. 22 / item c(1. 66667   x ! 10. 00021x 2   0.612) ! 1.001x. 02x ! 1. logo: x 2600  2  0.5 ! 1. 01x .001x ! x 0.02x  0.600. a $ 350 cada.001x ! 2  0.600. a função rendimento marginal (x) ! 3.001x.001 5. 01x2 .612 11) Determine o nível de produção que maximizará o lucro para uma companhia com funções custo e demanda dada pelas equações C(x) ! 84  1.26  0. 66667   x $103.5  0. como x ! 1.612 0. 00021x 2 .666.001x  x x x 2600 2600   x2 !   x 2 ! 2.5 1. Assim.26  0. (x) ! C (x)   3.

Para cada aumento de 20 aparelhos vendidos. para cada aparelho adicional vendido o decréscimo no preço será de demanda é: p(x) ! 350  10 x ™ .41 Solução: Seja x o número de aparelhos de DVD vendidos por semana. Então o crescimento semanal em vendas x  200 . o preço decresce em $ 10.Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. Logo.

00. Esse valor de x dá o máximo absoluto pelo teste da derivada primeira (ou simplesmente observando que o gráfico de R é uma parábola que é côncava para baixo). quando x = 450. Solução: P(x) = 0 P (x) = 0 P (x) { 0 . Solução: P(1) = 0 P (1) = 0 P (1) = 0 P (1) { 0 P(x) = x 4  6 x 2  8 x  3   P(1) = (1) 4  6(1) 2  8(1)  3 ! 0 P'(x) = 4 x3  12 x  8 P''(x) = 12 x 2  12 P'''(x) = 24x   P'(1) = 4(1) 3 12(1)  8 ! 0   P''(1) = 12(1) 2 12 ! 0   P'''(1) = 24(1) { 0 Logo. vemos que R (x) ! 0 . Solução: (x) (x) (x) x 3  x 2  16 x  20   (2) 3 x 2  2 x  16 6x  2   (2)   (2) (2) 3  (2) 2 16(2)  20 ! 0 3(2) 2  2(2) 16 ! 0 6(2)  2 ! 14 { 0 Logo. a loja deve oferecer um abatimento $ 125. para maximizar o rendimento. Portanto. sabendo-se que a mesma admite raiz dupla. 2 é raiz dupla da equação. O preço correspondente é x 450 p(x) ! 450  . 1) P(x) ! x3  5 x 2  3 x  9   P'(x) ! 3 x 2  10 x  3 Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I .x  200   p(x) ! 450  20 2 2 1 10 e a função v 10 ! 20 20 x¸ x ¨ A função rendimento é: R(x) ! x ™ p(x) ! x © 450  ¹   R(x) ! 450x  2º 2 ª Uma vez que R (x) ! 450  x . 13) Verificar se 1 é raiz tripla da equação x 4  6 x 2  8 x  3 ! 0 . sendo raiz dupla. quando x ! 450. obtemos: p(450) ! 450    p(450) ! 450  225   p(450) ! 225 2 2 e o abatimento é 350 ± 335 = 125. 14) Verificar se 2 é raiz dupla da equação x 3  x 2  16 x  20 ! 0 . 15) Resolver a equação x 3  5 x 2  3 x  9 ! 0 . 1 é raiz tripla da equação.

na equação x  1 ! 0 . devemos ter (x) = 0. 1) ara sabermos qual dos valores é raiz dupla. vamos aplicar o dispositivo prático de Briot-Ruffini: 3 3 1 1 1 5 2 3 3 9 0 1 0 Recaímos. ! _1. Solução: P(x) = 0 4 3 P (x) = 0 2 P (x) ! 0 (x) { 0 . sabendo-se que a mesma admite raiz tripla. ¨5¸ ¨5¸ ¨ 5¸ ¨ 5¸ ¨ 5¸ © ¹ ! © ¹  7 © ¹  15 © ¹  13 © ¹  4 { 0 ª2º ª2º ª 2º ª 2º ª 2º . devemos ter P(x) = 0. P(3) ! (3) 3  5(3) 2  3(3)  9 ! 0 226 ¨1¸ ¨1¸ ¨ 1¸ ¨ 1¸ P © ¹ ! © ¹  5 © ¹  3© ¹  9 ! {0 3º ª 3º 3º 3º 27 ª ª ª 3 2 Então. então. x  1 ! 0   x ! 1 logo.3a 16) Resolver a equação x 4  7 x 3  15 x 2  13x  4 ! 0 .Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. 3 é a raiz dupla da equação dada: 4) Para determinar a outra raiz.42 2) Como (x) 0 . vamos calcular x: 3x 2  10x  3 ! 0 x ® 3 10 s 8 ± x! ( ! 64 1 ¯ 6 ± x 3 ° 3) Para sabermos qual dos valores é raiz dupla. sendo raiz tripla.

1 ! .

1 4  7 .

1  15 .

1  13 .

Solução: P(x) = 0 P (x) = 0 P (x) { 0 . 1 é a raiz tripla da equação dada: 2) ara determinar a outra raiz. x4 !0  x ! 4 logo.1  4 ! 0 3 2 Então. Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I . 17) Determinar o valor de a na equação x 3  5 x 2  8 x  a ! 0 . 1. sendo raiz dupla. então. ! _ 4a. na equação x  4 ! 0 . admita uma raiz dupla. vamos aplicar o dispositivo prático de Briot-Ruffini: 1 1 1 1 1 1 7 15 9 4 0 13 4 0 -6 -5 -4 -4 0 1 Recaímos.

Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I . P(x) ! 2 x 3  9 x 2  12 x  6   P'(x) ! 6 x 2  18 x  12 P'(x) ! 6 x 2  18 x  12   P'(x) ! 0 6 x 2  18 x  12 ! 0 z 6 x2  3x  2 ! 0 ( !1 x! x' 3s1® = 2 ¯ 2 ° =1 x'' 2) Os candidatos a raiz dupla são 1 e o 2. também é raiz da derivada . Solução: toda eventual raiz dupla da equação dada f(x) = 0. P(1) = 0   (1) 4  6(1) 2  a(1)  b ! 0   a  b ! 5 P'(1) = 0   4(1) 3 12(1)  a = 0   a ! 8 Portanto a = 8 e b = -3. admita uma raiz tripla. 19) Determinar a e b de modo que a equação x 4  6x 2  ax  b ! 0 . Solução: Utilizando as derivadas sucessivas na equação x 4  6x 2  ax  b ! 0 . 27 18) Verificar se a equação 2 x 3  9 x 2  12 x  6 ! 0 tem alguma raiz dupla. façamos a verificação.43 (x) ! x 3  5 x 2  8 x  a   (x) ! 3 x 2  10 x  8   3 x 2  10 x  8   (x) ! 0 1) 3 x 2  10 x  8 ! 0 x ® 10 s 2 ± ( ! 4  x! ¯ 6 ± x ° 2 4 3 2) Para que 2 seja raiz dupla. 2ª) Possibilidade: x = -1. devemos ter P(2) = 0. P(2) ! (2) 3  5(2) 2  8(2)  a   (2) 3  5(2) 2  8(2)  a = 0   a =  4 112 ¨4¸ ¨4¸ ¨4¸ ¨ 4¸ ¨ 4¸ ¨ 4¸ ¨ 4¸ P © ¹ ! © ¹  5 © ¹  8 © ¹  a   © ¹  5 © ¹  8© ¹  a = 0   a =  27 ª3º ª3º ª3º ª 3º ª 3º ª 3º ª 3º 3 2 3 2 logo. obtemos: 1) P(x) ! x 4  6 x 2  ax  b   P'(x) ! 4 x 3 12 x  a   P''(x) ! 12 x 2 12   P'''(x) ! 24 x 2) a condição do problema estará satisfeita se existir um número x tal que: (x) (x) (x) (x) 0 e (x) { 0 .primeira. temos: 0   12x 2  12 ! 0   x ! s 1 1ª) Possibilidade: x = 1.Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. a =  4 e a !  112 . P(1) ! 2(1) 3  9(1) 2 12(1)  6 { 0 P(2) ! 2(2) 3  9(2) 2 12(2)  6 { 0 Logo concluímos que não há raiz dupla.

Logo (a = 8 e b = -3) ou (a = -8 e b = -3) 20) Determinar a. c de modo que 1 seja raiz dupla da equação x 3  3ax 2  bx  c ! 0 .1 ! 0   x ! 0. Solução: Fazendo f(x) = x 3  x 2  qx  p . devemos ter a { 1 . como (1) { 0 . admita uma raiz com multiplicidade 3. Solução: Escrevemos que o polinômio f(x) do quarto grau é divisível pela derivada segunda: f (x) ! (x 2  4) ™ (ax 2  bx  c) f ( x) | ax 4  bx 3  (c  4a) ™ x 2  4bx  4c I Determinando a derivada segunda da equação I. II) f (0) ! 0   a0 n  b ! 0   b ! 0.Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. ª 12 3 º 22) Prove que as equações binômias ax n  b 0 . Portanto. f '(x) = 3x 2  2x  q   f ''(x) = 6x  2   f '''(x) = 6 { 0 Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I . Solução: 1) A condição do problema estará satisfeita se x 3  3ax 2  bx  c . obtemos: Donde vem b Logo: b 6a  3e c (1) ! 0   (1) 3  3a(1) 2  c ! 0   3a  b  c ! 1 (1) ! 0   3(1) 2  6a(1)  b ! 0   b  6a ! 3 2  3a . b. 12 3 ¨ x2 5 ¸ Formando o polinômio: f ( x ) ! ( x 2  4) ™ ©  ¹ . Fazendo (x) 6x  6a Impondo a condição. a equação não tem raízes múltiplas.. 23) Determine p e q de modo que a equação x 3  x 2  qx  p ! 0 . b=0 e c=. Temos f (x) = 0 e f ( x) ! 0 I) f '( x) ! 0   nax n . obtemos. com a e b { 0 . obtemos: f ( x ) | 12ax 3  6bx  (c  4a) ™ 2 . 21) Calcule o polinômio f(x) de quarto grau conhecendo a sua derivada segunda f ''( x) ! x 2  4 e sabendo que f(x) é divisível por f ''( x ) . pois a { 0. 6a  3e c 2  3a e a { 1 . Pelo enunciado igualando: 12ax 3  6bx  (c  4a) ™ 2 | x 2  4 Onde igualando os coeficientes temos: a = 1 5 . temos: (x) 3x 2  6ax  b e (1) (1) 0  (1) { 0 . o que é absurdo. não tem raízes múltiplas: Solução: Vamos supor que a equação admita uma raiz dupla r.44 P(-1) = 0   (-1) 4  6(-1) 2  a(-1)  b ! 0   a  b ! 5 P'(-1) = 0   4(-1) 3  12(-1)  a = 0   a ! 8 Portanto a = -8 e b = -3. pois b { 0.

45 A condição do problema estará satisfeita se existir um número r tal que f(r) = 0. temos: 1 f ''(x) = 6x  2   f ''(x) = 0.Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág.   6x  2 ! 0   x !  . 3 1 ¨ 1¸ ¨ 1¸ ¨ 1¸ ¨ 1¸ ¨ 1¸ ¨ 1¸ 1 ¨ 1¸ f '©  ¹ = 3™©  ¹  2 ™©  ¹  q = 0   q !   f ©  ¹ = ©  ¹  ©  ¹  ™©  ¹ 3 ª 3º ª 3º ª 3º ª 3º ª 3º ª 3º 3 ª 3º logo: q ! 1 e p ! 1 3 27 2 3 2 p=0 p ! 1 27 Questões Propostas 01) Usando as propriedades operatórias e as regras de derivação. f '(r) = 0 e f '' (r) = 0. calcule as derivadas das funções abaixo: a x a 1) f ( x ) ! R: f '( x) ! 2 a x x™ a x .

2) f ( x ) ! 1 r 1 r ax  ax ax  ax R: f '( x) ! 1 (1  r)2 ™ 1 r 1 r a 3) f ( x ) ! 4) f ( x ) ! 1  cos x 1  cos x 2  sen x 5) f ( x ) ! 2  cos x sen x  cos x 6) f ( x ) ! sen x  cos x «a a 2  x 2  (a 2  x 2 ) » ­ ½ 2sen x R: f ( x) ! (1  cos x) 2 2sen x  2cos x  1 R: f ( x) ! (2  cos x)2 2 R: f ( x ) ! (sen x  cos x) 2 R: f '( x ) ! 7) f ( x) ! ex ln x ¨ax¸ 8) f ( x) ! log e © ¹ ªax º ln x R: f '( x ) ! x ™ ex ™ l n x  ex x ™ (l n x) 2 2a R: f ( x ) ! 2 a  x2 9) f ( x) ! .

x 3  2x 10) f ( x) ! .

l n x tg x R: f ( x) ! .

x 3  2x «¨ 3x 2  2 ¸ » 1 3 ™ ¬© 3 ¹ ™ l n x  ™ l n(x  2x)¼ x ­ª x  2x º ½ tg x « tg x » R: f ( x ) ! .

l n x ™ ¬  (sec 2 x) ™ l n(l n x)¼ ­x ™l n x ½ ln x 11) f ( x) ! .

sen x 12) f ( x ) ! x (e x cos x R: f '( x) ! .

sen x ) « cos2 x » ™ ¬ sen x ™ l n(sen x)  ¼ sen x ½ ­ x 1» « R: f ( x ) ! x (e ) ™ e x ¬l nx  ¼ x½ ­ cos x 13) f ( x ) ! (e x ) tg3x 14) f ( x ) ! e sen f ( x ) ! 6x ™ e 3 « » R: f '( x) ! (e x ) tg3x ™ ­3x ™ sec 2 3x  tg 3x ½ (x 2 ) R: ™ sen (x ) ™ cos(x ) 2 2 2 sen 3 (x 2 ) Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I .

Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág.46 15) f ( x ) ! e 3x 2 ™ tg x ¨ sec 2 x ¸ R: f ( x) ! e ™ ©  3 ™ tg x ¹ © 2 x ¹ ª º 3x 16) f ( x ) ! e x x R: f ( x ) ! e x ™ x x (1  l n x) R: f '( x) ! R: f ( x) ! 3cossec2 3x ™ cotg 3x x 17) f ( x ) ! 4  cossec 2 3x 18) f ( x) ! tg 4 ( 4 ) 19) f ( x ) ! sen tg sen x 4  cossec2 3x tg 4 ( 4 ) ™ sec 2 ( 4 ) (4 3 ) .

R: f '( x ) ! cos tg sen x .

.

sec 2 sen x «1 / 2 sen x » (cos x) ­ ½ .

sen x)2 03) A função y ! A ™ sen kx . satisfaz a equação diferencial y '' 2y ' y ! ex . R: A: 6 e K: 2. com A R: y '' ! 2 ™ arc. O valor da derivada primeira y . 2 Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I .tg x  0. é 12.tg x 5) y ! (arc. ¨ ¸ 20) f ( x) ! x ™ sen x © Ln x  ¹ 4º ª R: f ( x ) ! 2 ™ sen (l n x) y R: f ( x ) !  ™ tg x ™ (1  cos x ™l n a) 2 « ¨1¸ 2 ¨1¸» ¬ tg ™ tg © ¹ sec © ¹ ¼ ª º ª º¼ R: f '( ) ! sec ™ ¬ 2 2 ¬ ¼ ¬ ¼ ­ ½ 21) f ( x ) ! cos x ™ a cos x 22) f ( ) ! sec ¨1¸ ™ tg © ¹ ª º 1  sen x 1  sen x 23) f ( x ) ! Ln R: f ( x) ! sec x R: f ( x ) !  1 2 x ™ cos x ¨ cos x ¸ 24) f ( x) ! n © © 1  sen x ¹ ¹ ª º 1 25) f ( x) ! cotg 2 5x  n sen 5x 2 R: f ( x ) ! 5 ™ cotg3 5x 02) Achar as derivadas de segunda ordem das seguintes funções: 1) y ! l n (x  a 2  x 2 ) 2) y ! l n 3 1  x 2 3) y ! e x 2 R: y ! R: y '' ! x (a 2  x 2 )3 2(1  x 2 ) (1  x 2 ) 2 2 R: y '' ! e x ™ (4x 2  2) 2x 1 x2 2 2x ™ arc. Calcule as constantes de A e K.sen x  R: y ! 2 1 x (1  x 2 )3 2 4) y ! (1  x 2 )arc. para x = 0. e sua derivada segunda y satisfazem identicamente a igualdade y  4 y ! 0 . 04) Demonstrar que a função y ! 1 2 x x e .

Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. 10) Encontre os valores de para os quais y ! e ™x satisfaz a equação diferencial y  y ! y . R: ! 3 e 10 ! 1 . 10  09) Para que valores de r a função y ! er™x . 3 11 2 x  22x  98 lucro máximo: x = 24 e p(x) = R$ 17. Qual é o custo exato para produzir a nona unidade? (b) Determine a função de receita do produto. (a) Determine o custo médio e o custo médio marginal do produto. lucro 24 marginal: LM(x) = -11x/12 + 22 12) Seja C(x) = x²/8 + 3x + 98 a função de custo total do produto do problema 01. Qual é o lucro marginal associado ao nível ótimo de produção? R: a) R$ 5. 6 . Em seguida. 06) Demonstrar que a função y ! e 2x ™ sen 5x .33.13. Encontre as constantes A e B tal que sua função y ! A ™ sen x  B ™ cos x . satisfaz a equação y  5y  6y ! 0 ? R: r ! 1. 07) Demonstrar que a função y ! e-x ™ cos x .00. 11) Um fabricante estima que quando x unidades de um certo produto são fabricadas. Qual é a receita exata obtida com a venda da nona unidade? (c) Determine a função de lucro associada à produção de X unidades.47 05) Demonstrar que a função y ! C1e x  C2 e2x . ™x  3  8 x 8 x Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I . 08) A equação y  y  2y ! sen x é chamada equação diferencial. satisfaça essa equação. (a) Use a função de custo marginal para estimar o custo para produzir a nona unidade. Plote a função de lucro e determine o nível de produção para o qual o lucro é máximo. (b) Para que nível de produção o custo médio marginal é nulo? (c) Para que nível de produção o custo marginal é igual ao custo médio? R:(a) custo médio: CM (x) ! 1 98 1 98 . use a função de receita marginal para estimar a receita obtida com a venda da nona unidade. para qualquer valor das constantes C1 e C2 satisfaz a equação diferencial y  3 y  2 y ! 0 . o custo total é C(x) = x²/8 + 3x + 98 reais e que todas as x unidades são vendidas quando o preço é p(x) = 25 ± x/3 reais por unidade. satisfaz a equação diferencial y '' 4 y ' 29 y ! 0 . satisfaz a equação diferencial y I  4 y ! 0 . pois envolve a função desconhecida y e suas derivadas y e y . b) função da receita: R(x) ! 25x  c) função de lucro: P(x) ! 1 2 x e receita da nona unidade: R$ 19. custo médio marginal: CM(M) !  2 .

(d) Use a receita marginal para estimar a receita conseguida com a venda da quarta unidade. p(x) = .Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág.70 R: ¯ C(4)  C(3) ! R$ 500. R: ¯c) C(4)  C(3) ! R$ 1. R (x) ! 3x  8x  10 ± b) ± C (3) ! R$ 4.20 ° 14) Nos Problemas 1 até 3.06 d) ± e) ± R(4)  R(3) ! R$ 2. C ® (3) ! R$ 499. 13) O custo total de uma fábrica é C(q) = 0.48 (b) x = 28 e (c) x = 28.25 ± ° 2x ® 2 a) ± C (x) ! 3  2.40 5 4 ± R (3) ! R$ 7. R: ¯c) C(4)  C(3) ! R$ 5. C(x) é o custo total para produzir x unidades de um produto e p(x) é o preço pelo qual as x unidades serão vendidas. R'(x) ! ± 2 (1  x) 2 ± ± C'(3) ! R$ 1. (e) Determine a receita real conseguida com a venda da quarta unidade. onde q é o número de unidades produzidas.75 4 1 x ± R'(3) ! R$ 2.50 b) 1 3  2x ± 3) C(x) = x² + 43. (b) Use o custo marginal para estimar o custo para produzir uma quarta unidade. R (x) ! 9  2 ± b) ± C (3) ! R$ 5. (a) Use os métodos de análise marginal para estimar o custo de fabricação da quarta unidade.00 1 ± 2) C(x) = x² + 2x + 39.05 ± ° Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I . (b) Calcule o custo real de fabricação da quarta unidade.20 1 1 ± 1) C(x) = x² + 4x + 57.5q² + 500q + 200 reais. (c) Determine o custo real para produzir uma quarta unidade.50 d) ± e) ± R(4)  R(3) ! R$ 7.00 d) ± e) ± R(4)  R(3) ! R$ 1.0. R: ¯c) C(4)  C(3) ! R$ 4. p(x) = -x² + 4x + 10.00 ± ° ® x 2x 2  4x  3 a) C'(x) ! . 2x x ® a) ± C (x) ! 5  4.1q . (a) Determine o custo marginal e a receita marginal.33 3 ± R (3) ! R$ 7. p(x) = (36 ± x).

(a) Use os métodos de análise marginal para estimar o custo de fabricação da 41 a unidade. e caribu. 004x e p(x) ! 1. R: R: 672.00 17) Para cada função custo (dada em dólares) dada abaixo. mas o fabricante pretende aumentálo para 4.0.340. o custo médio e o custo marginal a um nível de produção de 1000 unidades. no norte do anadá.000  340x  0. correspondem a população estáveis? R: (0.0). 6x  0. A interação tem sido modelada pelas equações abaixo: d ® !a b W ¯ dt ° dW !  cW  d W dt a) Que valores de d dW e .450  36x  x  0. dt dt Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I . ± $ 320/unidade c) ° a) ® ± R:2). ¯ b) ± c) ° 18) Para as funções custo e demanda dadas. R: (x) ! 16. ¯ b) ± c) ° a) ® ± R:4).000  500x  1. ¯ b) 200 ± $ 700/unidade c) ° a) ® $ 342. dada por (t). 342/unidade e $ 390/unidad e ± R:3).00 R: ¯ .000  300x  x2 3 2) 4) (x) ! 25. Determine: 1) 3) (x) ! 40. o modelo predador-presa é muitas vezes usado para estudar a interação entre as espécies. (b) Calcule o custo real de fabricação da 41ª unidade. b) ° R$ 244.1x 2 (x) ! 10. R: R$ 50. b) O nível de produção que vai minimizar o custo médio. encontre o nível de produção que maximizará o lucro. 001x e p(x) ! 60 0. é C(q) = 0. dada por W(t).49 15) O custo total de certa fábrica. 01x 2 e p(x) ! 12 . x (x) ! 680  4x  0.000. Estime a variação do custo total em conseqüência desse aumento de produção. 1) 2) 3) 4) (x) ! 680  4x  0.3x2  0.000  200x  4x 2 a) O custo.1q .941.01x R: 400.000  120x  0. a) ® R$ 241.1 unidades.Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág.5q² + 500q + 200 reais quando o nível de produção é q unidades. a) ® $ 1. R:1). O nível atual de produção é 4 unidades .08 16) O custo total em reais para fabricar q unidades de certo produto é C(q) = 3q² + q + 500.300/u nidade ± . ¯ b) 400 . 1340/unidade e $ 2. 01x 2 e p(x) ! 12  500 2 3 (x) ! 1. onsidere uma população de lobos da tundra. 0001x3 (x) ! 16. c) O custo médio mínimo.700 7x 2 3 19) No estudo de ecossistema.

21) Em uma fazenda de piscicultura.05.50 b) Como representar matematicamente a afirmativa ³o caribu está se extinguindo´? R: C = 0. e V = 10L.Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. onde n é o número de mols de gás e R = 0. uma população de peixes é colocada dentro de um pequeno lago e colhido regularmente.05 e d = 0. é possível para as espécies viverem em harmonia. c = 0. Encontre a taxa de variação de T em relação ao tempo naquele instante se n 10 mols. Suponha que. pressão P (em atmosfera) e volume V (em litros) é PV ! nRT .10 atm/min.0821 é uma constante do gás. W) que levam a populações estáveis. e está crescendo a uma taxa de 0.001.15L / min.0001.0 atm. e está decrescendo a uma taxa de 0. Um modelo para a taxa de variação da população é dado pela equação ¨ P(t) ¸ dP ! r0 ™ ©1  ¹ ™ . b = 0.0) e (500.50) é possível para as espécies coexistirem. P = 8. Segundo esse modelo. 2436 k/min . c) Suponha qua a = 0. Encontre todos os pares (C. em um certo instante. R: 0. ou uma ou as duas espécies acabam por se extinguir? R: (0. 20) A lei dos gases para um gás ideal à temperatura absoluta T (em Kelvins).

000 peixes. dP que corresponde à população estável? R: dt b) Se o pequeno lago pode manter 10.P(t)  P(t) dt Pc º ª onde r0 é a taxa de nascimento dos peixes. Determine dP nRT 2an 2 dP !  3 . m é a quantidade de itens vendidos por semana Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I . independentemente da freqüência com que se faz o pedido). Pc. é a porcentagem da população que é colhida. a pressão P estará relacionada com o volume V de acordo com uma fórmula na forma P ! n e R são constantes. vassouras ou qualquer outro item) pedida quando as vendas estão em baixa. c é o custo de cada item (constante). R: dV dV (V  nb)2 V nRT an 2  2 . a taxa de nascimento é de 5% e a taxa de colheita é de 4%. R: c) O que acontece se está elevando para 5%? R: 22) Se um gás (real) for mantido em um cilindro a uma temperatura constante T. b. onde q é a quantidade (de q 2 sapatos. pagamentos e armazenamento de mercadorias é (q) ! km hq  cm  . a população máxima que o pequeno lago pode manter (ou seja. V  nb V 23) Uma das fórmulas para o gerenciamento de estoque diz que o custo médio semanal de pedidos. sua capacidade de suporte) e a) Qual o valor de . encontre o nível estável da população. k é o custo para se fazer um pedido (sempre o mesmo. rádio. em que a. .

em relação à temperatura. ± 1995. mostre que a taxa de variação do período. b) x = 15. ® dC 550(t 2  2t  43) ± ! dt (3t 2  29t 100) 2 ± ± Em1990. onde t é o ano. 29t  0. a) x = 10. Em ± Em ± 1990.37 . R: 3.3t 2 .80 . onde g é a g aceleração constante da gravidade no local onde está o pêndulo. utilidade.10. ± R:. 1 e x . o custo de manutenção de um automóvel estava aumentando a uma taxa de 1. . Determine a taxa de variação de indicados de x. é 25) O custo em cents por milha para manter um automóvel nos Estados Unidos entre 1989 e 1997 pode ser modelado pela função C(t) ! correspondendo a 1990. aumentando ou diminuindo a uma taxa aproximadamente proporcional a L. Se medirmos g em cm/s2. R: 10. o produto da pressão e o volume permanecem constantes PV ! Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I . devemos usar L em cm T em s.Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. Determine d2 d e . o custo de manutenção de um automóvel estava aumentando a uma taxa de 0.51 (constante) e h é o custo semanal para manter cada item armazenado (constante que incorpora aspectos como espaço. ¯ Em1993. 03t 2 dC e calcule o valor dessa derivada para t = 0.125 . seguro e segurança). seu comprimento variará com a temperatura. 27) A Lei de Boyle estabelece que quando uma amostra de gás é comprimida a uma temperatura constante. com t = 0 1  0.99. 5 e 7. é seguro modelar a relação entre o período T e o comprimento L de um pêndulo simples com a equação T ! 2 L . O que dt significam esses valores? (Fonte: American Automobile Manufacturers Association ). Considerando que du kT . 3. 2 este seja o caso.37. o custo de manutenção de um automóvel estava aumentando a uma taxa de 2. o custo de manutenção de um automóvel estava aumentando a uma taxa de 1. R: dq dq 2 24) Para oscilações de pequena amplitude (balanços curtos).76. Usando os símbolos u para temperatura e K para a constante de proporcionalidade. onde x é o tamanho da encomenda x  30 º ª x em relação a x para os valores c) x = 20. Determine 41. R: 38.5  14. temos dL ! kL . 4t  1. Se o pêndulo for de metal. ± ° 26) O custo de processamento e transporte (em milhares de reais) dos componentes usados para fabricar um produto é dado por x ¸ ¨ 200 ! 100 © 2  ¹ . (em centenas de componentes).

encontre indica? R: d e explique seu significado. faça o gráfico de como uma função de e use-o para localizar o valor para o qual d ! 0 . um pesquisador pode injetar no sangue uma amostra de cálcio quimicamente ³rotula´ para medir a rapidez com que o produto é removido do sangue.6.000 km. O que o sinal de menos dr b) Suponha que se tenha conhecimento de que a terra atrai um objeto com uma força que decresce a uma taxa de 2 N/km quando r = 20. Suponha que a expressão A(t) ! 2  0. d m sobre um corpo de Massa M é dada pela equação gravitacional e r. c) Prove que a compressibilidade isotérmica e dada por ! 1 . P 28) Um objeto com peso W é arrastado ao longo de um plano horizontal por uma força agindo ao longo de uma corda atada ao objeto. 01t3 forneça a quantidade de cálcio (em miligramas) que permanece na corrente sangüínea após t horas. R: d d ! 2 . Quão rápido essa forca varia quando r = 20. Qual a taxa com que cálcio está sendo eliminado da corrente sangüínea 2 horas após a injeção? Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I . então a grandeza da é uma constante chamada . b) Uma mostra de gás está em um recipiente à baixa pressão e é regularmente comprimida á temperatura constante por 10 minutos. Esse valor é consistente com a resposta dada na parte (b). a) Se os corpos estão se movendo.Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. Se a corda faz um ângulo força é representada pela equação coeficiente e atrito. onde = 0.52 a) Encontre a taxa de variação do volume em relação à pressão. é a distância entre os corpos. 06t  0. em que G é a constante r2 ! ™W ™ sen  cos com o plano.000 km? R: 30) Para estudar de que forma o corpo metaboliza o cálcio. R: b) Quando essa taxa de variação é igual a 0? R: c) Se W = 50 lb e de R: 29) A lei de Gravitação de Newton diz que a grandeza da orça exercida por um corpo de massa ! GmM . R: No início. O volume decresce mais rapidamente no início ou no final dos 10 minutos? Explique. 03t 2  0. a) Encontre a taxa de variação de em relação a .

a) Determine dH e explique o seu significado neste contexto.53 R: (2) ! 0. Qual é a taxa de variação de EC em relação ao 2 tempo t? R: d(EC) ¨ dv ¸ ! mv © ¹ dt ª dt º 32) A °C. Suponha que v é uma função do tempo. 45 . 31) Se um Objeto de massa m tem velocidade v. R: dt .Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. é definida por. onde v é a velocidade do vento (em metros por segundo). 06 mg/h . então sua energia cinética EC. EC ! 1 mv 2 . a perda de calor H (em quilocalorias por metro quadrado-hora) de um ser humano pode ser expresso pela função H ! 33 10 v  v  10.

R: 1 é raiz tripla. 36) Verificar se a equação x 3  3 x  8 ! 0 tem alguma raiz iguais. a  b + c . b) Calcule a taxa de variação de H para v = 2 e v = 5. a) Quais os valores de b) Quais os valores de para os quais a equação admite uma raiz dupla? R: ! 5 ou  ! 27 . R: a = 16 e b = -16 35) O número 2 é raiz da equação ax 3  bx R: a = 1 e b = -12. é igual a: R: -1. Então. R: não 37) Pesquisar raízes múltiplas na equação x 5  2 x 4  3x 3  7 x 2  8x  3 ! 0 . sabendo que existem raízes múltiplas. 39) É dada a equação x 3  3x 2  9x  ! 0 .  a equação tem três raízes reais distintas duas a duas? R: 5 Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I . 34) Determinar os valores de a e b na equação x 4  4 x3  ax + b ! 0 de modo que a mesma admita uma raiz tripla positiva. 38) Resolver a equação x 3  5 x 2  8 x  4 ! 0 . 16 ! 0 Determine a e b. R: 33) Um polinômio (x) = x 3  ax 2  bx c é divisível pelo seu polinômio derivado (x) e este é divisível por x  1 . 1. 27 . R: ! _ 2a.

44) Determine m de modo que a equação x 3  2x 2  x  m  1 ! 0 . com (ab { 0. tem raízes múltiplas. em seguida. R: P(x) ! x 2  x  3 Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I . qual o valor de a? R: a = 3.3 ! 0 . com k  ¢ . em seguida. R: m = -6. P (2) = 3 e P (2) = 2. tenha raízes múltiplas? R: Uma raiz dupla: 4p 3 + 27q 2 = 0 e Uma raiz tripla: p = 0 e q = 0. 49) Um polinômio p(x) = x 3  ax 2  bx  c é divisível pelo polinômio derivado p (x) e esse é divisível por x ± 1. com k  ¢ . b e c. R: m = 1 ou m = 23 . tem raiz tripla. 41) Determinar k de modo que a equação 3 x 4  8 x3  6 x 2  24x + k ! 0 . R: 27p4 + 256q3 = 0 e x ! 3 p . admita uma raiz tripla e. tenha uma raiz dupla. = _ 3a 1. 50) Encontre um polinômio de segundo grau P tal que P(2) = 5.Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. a equação terá raíz simples b) es ± ° 2 4 43) Prove que a equação x 4  px 2  q ! 0.54 40) Determinar a condição para que a equação x 3 px q ! 0 . tiver uma raiz dupla. 3 3 ± ± ° À 42) Para que valores de a equação 2x 3  3sen x 2  cos 3 ! 0 . possui uma raiz simples qualquer que seja ® a) ± ! 2  k ou ! 4  k . R: a = -3. Determine os coeficientes a. e também ? mostra que equação 2x 3  3sen x 2  cos3 ! 0 . 4 47) Determine m de modo que a equação x 4  mx 2  8x . tenha uma raiz dupla. p { 0 e q { 0 . ± . Calcule essa raiz. 27 45) e a equação x 3  ax 2  3x  1 ! 0 . b = 3 e c = -1. se a equação x 3  ax  b ! 0. reais) . resolva a equação. não pode ter três raízes iguais. R: k = 19 e ® 7  2i 2 7  2i 2 ¾ ± ± . ¿. ! ¯1. resolver a equação. então a será sempre positivo. 46) Determine a condição para que a equação x 4  px  q ! 0 . 48) Demonstre que. R: ¯ ± {  k e {  k . admita uma raiz dupla negativa e.

Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág.55 Retornaremos agora as aulas 06.( x  xo ) f ( x) ! 3 x f '( x) ! 3. no ponto de abscissa 8. no ponto dado:  f ( x ) ! 3 x . f '(8) ! 3. f '(8) ! 1 . ões Resolvidas Qu est 01) Determine as equações das retas tangente e normal ao gráfico da função dada.  A imagem de x ! 8  Equação da Reta Tangente  Equação da Reta Norma f (8) ! 8 f (8) ! 2  A derivada de f(x) quando x = 8 3 ? y  f ( x) A ! y 2 ! f ( x). 07 e 08 com mais questões resolvidas e propostas.

x 3 2 1 .

8 3 2 1 ™ ( x  8) 12 x 8 y 2 !  .

no ponto xo ! 2 .( x  xo ) f ( x) 1 ™ ( x  8) 1 12 y  2 ! 12.z4 12 12 x 2 y 2 !  12 3 x 2  y 2!0 12 3 x 4  y !0 12 3 ?y  f ( x ) A !  y 2 !  1 . no ponto especificado. (Coeficiente Angular) 1 1 f '( x ) !   f '( xo ) ! x 2 (Imagem quando x ! 2 ) f ( x ) ! l nx f ( x) ! l n2 Equação da reta tangente ? y  f ( xo ) A ! y  l n2 ! f ( xo ).(2) 2 1 f '(8) ! 3. l n 2) . 1) f ( x) ! l n x .( x  xo )   ?y  f ( xo ) A ! 1 ™ ( x  2) 2 x 2 x x    y  l n 2 ! 1   y   l n 2 1 ! 0 2 2 2 2 Equação da reta normal 1 ™ ( x  xo ) ? y  f ( xo )A !  f ( xo ) ? y  l n2A !  1 ™ ( x  2)   y  l n2 ! 2. P(2.( x  8) y  2 ! 12 x  96 12 x  y  2  96 ! 0 12 x  y  98 ! 0 1 3.( x  2)   y  l n2 ! 2 x  4   y  2 x  l n2  4 ! 0 2 y  2 x  (l n 2  4) ! 0 Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I 1 .4 1 f '(8) ! 12 02) Encontre as equações das retas tangente e normal para as curvas abaixo.

( 1)   e x  e x v( x) ! 2 v (x) ! 0 (Coeficiente Angular) . no ponto xo ! 2 .Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág.56 2) f ( x) ! e x  e x . 2 e x  e x u ( x) ! 2 x u ( x) ! e  e x .

2   e x  e x   e2  e2 f ( x) ! 2 2 2 .e x  e x .

t  \ ) V ! S ! a. t  \ )   2) A velocidade no instante t ! 0 . t  \ ) em que a.v  u. © ¹ ¹ ¹ ¹ 2 2 2 2 2 ª º ª º ª º ª º ª ¸ ¨ e 2  e 2 ¸ ¹ © ¹! 0 2 º ª º ¨ e 2  e 2 ¸ 3.  sen( w.sen( w.e 2  e 2  e 2 !0   y  x.sen \ Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I 0 .1 u .sen ( w. © ¹ ¹ 2 2 2 2 ª º ª º Equação da reta no rmal « ¨ e 2  e 2 ¸ » 1 1 y  f ( xo ) A !  ™ ( x  xo )   ¬ y  © ™ ( x  2) ? ¹ ¼ !  2 2 f (x o ) « e  e2 » ª º½ ­ ¬ ¼ 2 ­ ½ ¨ e 2  e 2 ¸ ¨ e 2  e 2 ¸ « ¨ 2 2 2 « » ¸ ¨ y© ™ ( x  2)   y  ©  2 ™ © 2 ¹ !  1 ™ ¬ 2 ¹ ! ¬ x © 2 2 ¼ 2 ¹ 2 2 2 ­e  e ½ ªe e ª º ª º ­ ªe e º ¨ e 2  e 2 ¸ 4 ¸ ¨ 2x ¸ ¨ y©  © 2 ¹ !  © 2 2 ¹ 2 ¹ 2 ªe e º ªe e º ª º ¸» ¹¼ º½ 03) Um ponto móvel sobre uma reta tem abscissa S dada em cada instante t dada pela lei S ! a.cos( .e 2  2. S ! a.sen ( w. 1) A lei que dá a velocidade do ponto em cada instante.2 (Imagem) e x  e x e 2  e  (2) e 2  e 2 f ( 2) !     2 2 2 Equação da tangente « ¨ e 2  e 2 ¸ » ¨ e 2  e 2 ¸ ? y  f ( xo ) A ! f '( xo ). w e \ são números reais dados. v (t ) ! a.w.cos( . 0  \ ) v (t ) ! a.w.e 2  e 2 ¨ e 2  e 2 ¸ 2. ©   y  x.w. t  \ ) v (t ) ! a. t  \ ).w. © ! 0   y  x. ©  2.( x  xo )   ¬ y  © ¹¼ ! © ¹ ™ ( x  2)   2 2 ª º½ ª º ­ 2 2 2 2 2 2 2 ¨e e ¸ ¨e e ¸ ¨e e ¸ ¨ e  e2 ¸ ¨ e 2  e 2 y© ! x. Determine.v v ! a.w. ©  2.

w.cos t a ! 2ae t ™ sen t 05) Durante várias semanas.5.e t .cos(w.5.57 3) A lei que dá a aceleração do ponto em cada instante.cos(w.e t .1  20 ! 1  10.(cos t  sent ) a ! v !  a.e t .sent  a.w2 . ! a ™ e-t ™ cos t .sent a.5t 2  30t 20 .5.5. t  \ ) 4) A aceleração no instante no instante t ! 1/ s . onde t é o número de horas após o meio-dia.e t .(1). Qual o instante entre 13h e 18h em que o trânsito é mais rápido? Qual o instante em que o trânsito é mais lento? v (t ) ! 3t 2  21t  30 z 3 v (t ) ! t 2  3t  10 ( ! b  4 ac ( ! ( 7) 2  4.e t .5 ! 40.cos(w. 1  \ ) a !  a. t  \ ) a !  a.e t . quando a velocidade média é 32. percorre uma distância (t) ! t 3  12t 2  12 em metros. o departamento de trânsito vem registrando a velocidade dos veículos que passam em um certo quarteirão. a velocidade nesse quarteirão é dada aproximadamente por v(t) ! t 3  10.cos(w  \ ) 04) Obtenha a velocidade e a aceleração de um ponto material que percorre um seguimento de reta obedecendo a equação horária S ! a.5  20 ! 125 10.e  t .sen( w.sen t   a .5.4  60  20 ! 8  42  60  20 ! 88 42 ! 46 v (5) ! 53  10.w2 .36 180 20 ! 216 378 180  20 ! 416  378 ! 38 O trânsito é mais rápido às 14h.e t .5 ! 32. 06) Um corpo se move em linhas retas de tal forma que.5 v (2) ! 2 3  10. e mais lento às 17h.5 1 50  2 0 ! 295  262.5  30  20 ! 1 10.5  30  20 ! 51 10.e t .52  30.5 v (6) ! 6 3  10.25 150  20 !125 262. Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I . a ! v ' !  a.cos t  a. Os resultados mostram que entre 13h e 18h de um dia de semana.6 2  30.? sent  cos t A a ! a.5. t  \ )  ? a.w2 .0. com a  R .w a !  a.cos t  a.2  20 ! 8 10. t  \ ) A.e t .10 ( ! 49  40 (!9 v (t ) ! t 3  10.1 2 7  3 10 ! ! 5 x ! 2 2 7 3 4 ! ! 2 x ! 2 2 velocidade média de 46 km/h.Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág.5.cos( w.t 2  30t  20 v (1) ! 13  10.5 km/h.2 2  30. quilômetros por hora.e  t .cos t v ! S ! a.6  20 ! 216 10. a !  a.w2 .1.12  30.5. em t segundos. quando os carros passam no quarteirão com uma 2 x! x! b s ( 2a ( 7) s 9 7 s 3 ! 2.  1.  sen t   a.cos t  a .e t .?cos t  sent A  a. Calcule a aceleração do corpo após 3 segundos.

obter as equações das retas tangentes nos pontos de abscissa 12. 10) Escrever as equações da tangente e da normal às curvas nos pontos dados: y ® ! 2x ± a) y tg 2x .2). no ponto de interseção com o eixo OX . y ® ! 2x  2 y ® ! x  2 ± e no ponto (3. ¯ 2 °x  y  2 ! 0 6 ®x  2 y  ! 0 R. R: x  4 y  8 ! 0 e x  4 y  16 ! 0 . R: y  5 ! 0 e x  2 ! 0 .58 ! a! a! (t) ! 3t 2  2 ™12t  0   3t 2  24t (t) ! 2 ™ 3t  24   6 ™ 3  24 (3) ! 18  24   a ! (3) ! 6 m/s Questões Propostas 01) Dada a elipse de equação x 2 y2  ! 1 . R: x  y  2 ! 0 08) Escrever a equação da tangente e da normal à curva: y ! ( x  1)( x  2)( x  3) nos pontos de sua intersecção com o eixo das abscissas. 5 20 5 20 02) Considere a hipérbole de equação x 2  y2 ! 1 . ª 2 º x ®  2 y 1 ! 0 R.sen © ¹ .0): ¯ y y ° ! x2 ±! 2 ° y ® ! 2x  6 ± 3 x ¯ y ±! 2 ° 09) Escrever a equação da tangente e da normal à curva: y 4 ! 4 x 4  6 xy no ponto (1. . R: y  !  ( x  3) e y  ! ( x  3) . 06) Escrever a equação da tangente e da normal à curva: x 3  y 2  2 x  6 ! 0 no ponto com R: 5 x  6 y  13 ! 0 e 6 x  5 y  21 ! 0 . 05) Achar a equação da tangente e da normal à curva y ! 3 x  1 no ponto (1. 04) Escrever a equação da tangente e da normal à curva y ! x 3  2 x 2  4 x  3 no ponto (-2. R: x  1 ! 0 e y ! 0 . ¯ 2 °x  6y  3 ! 0 c) y ! arc. R: y  8 2 ! 3 2( x  3) e y  8 2 ! 3 2( x  3) . ordenada y ! 3 . na origem das coordenadas: R: ¯ 1 y ± !2x ° ¨ x 1¸ b) y ! arc.1). obter as equações das retas tangentes nos pontos de 25 9 12 9 12 9 abscissa 3. R: 14 x  13 y  12 ! 0 e 13x  14 y  41 ! 0 .0): R: no ponto (1. no ponto (2. 07) Escrever a equação da tangente à curva: x 5  y 5  2 xy ! 0 no ponto (1.0): ¯ 1  x . no ponto de interseção com o eixo Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I Y. obter as equações das retas tangentes nos pontos 16 de abscissa 3.0).Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. 03) Considere a parábola de equação y 2  6 y ! 2 x  17 .5).cos 3 x .

3t 2 + 4t no instante t. Sua altura h (metros) em relação ao solo.59 d) y ! ln x . onde t indica o número de segundos decorridos após o lançamento. no ponto de abscissa 1 se interceptam no ponto P (m. é dada por h = t 3 ± 3t2 ± 9t + 1. ¯ y ° ! 1 x e) y ! e1 x . 13) Uma pedra é lançada verticalmente para cima. ¨ 1¸ ¨ 1 ¸ R: m ! © ¹ e n!© ¹. n).1) e a reta tangente ao gráfico de g ( x) ! n x . no ponto de abscissa para o ponto (-1. R: 3t² . l constantes dadas. k. nos pontos de interseção com a reta y ! 1 .6t + 4 e 6t ± 6.1) ¯ ¯ x x °  2y 1 ! 0 °  2 y 1 ! 0 11) A reta tangente ao gráfico de f ( x) ! sen x . no ponto de interseção com o eixo 2 : y ® ! x 1 R. 2 2 ®x  y  3 ! 0 ®x  y  3 ! 0 para o ponto (1. 14) Um móvel desloca-se sobre um eixo de modo que sua abscissa s no instante t é dada pela equação S = a.Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. Determinar: a) instantes e posições em que é máxima a velocidade do móvel. calcule a velocidade e a aceleração do corpo. b) instantes e posições em que é mínima a aceleração do móvel. Calcular m e n. ª 2 º ª 2 º 12) Se a posição de um corpo que está se movendo em linha reta é dada por s(t) = t3 . 1¨3 ¸ ©  2n  l ¹ e s = 0. kª 2 º 1 R: t = . cos (kt + l ). Em que instante a pedra atingirá sua altura máxima? R: t = 1s e t = 2s. sendo a.

17) Do alto de um edifício de 34 metros de altura. R: (a) v(t) = 3t² .8t + 29. 0. Qual é a altura máxima atingida pela pulga? R: t . (a) Determine a velocidade e aceleração do corpo no instante t. (b) Em que instante a bola chega ao chão e qual a velocidade no momento do impacto? Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I . determine o instante em que a pulga atinge a altura máxima. R h(t) = -4. uma pessoa lança uma bola verticalmente para cima com uma velocidade inicial de 29m/s: (a) Determine a altura e velocidade da bola no instante t.9t² + 29t + 34.988m 16) Um corpo se move em linha reta de tal forma que sua posição no instante t é dada por s(t) = t 6t² + 9t + 5.2n  l e s = a.449s e h . 0.4)t ± (4.9)t² Usando os métodos do cálculo. k R: t = 15) Os experimentos mostram que a altura (em metros) do pulo de uma pulga após t segundos é dada pela função H(t) = (4. v(t) = -9.12t + 9 e a(t) = 6t ± 12. (b) Em que instante o corpo está estacionário? R: (b) t = 1 e t = 3.

o que acontece no instante t = 3.7 (b) s(t) = (1 ± t) + (2t + 1)² ® v(t) = 15t 4  15t 2 .9 s.9) = 117. a bola atinge o ponto mais alto da trajetória no instante t = 3. (c) Em que momento a velocidade é nula? O que acontece nesse momento? R: (c) A velocidade é nula quando v(t) = 0.33km/h 2 ± a velocidade diminui 2 km/h c) ± ± ° 21) Um projétil é lançado verticalmente a partir do solo com uma velocidade inicial de 48 m/s: (a) Quanto tempo o projétil leva para se chocar com o solo? (b) Qual é a velocidade no momento do impacto? (c) Quanto tempo o projétil leva para atingir a altura máxima? Qual é essa altura? a) ® t = 9. (d) Qual é a distância total percorrida pela bola? R: (d) 119. a(t) = 6(1  t)  8 a) ± R: ¯ 7 b) ± a(t) = 0 para t = 3 ° 20) A distância percorrida por um carro em t horas de viagem é D(t) = 64t + 10t²/3 ± 2t /9 quilômetros. Para t < 3. 18) Um móvel se desloca segundo a equação horária S = ln(3t 2  2t  2) S em metros e t em segundos. (b) Qual é a taxa de variação da velocidade com o tempo após seis horas de viagem? A velocidade está aumentando ou diminuindo nesse instante? (c) Qual é a variação de velocidade do carro durante a sétima hora de viagem? 20 4t ® a) ± a(t) = 3  3 ± ± R: ¯ b) A velocidade está diminuindo à razão de 1. para t 3. 19) A posição s(t) de um corpo que está em movimento em linha reta é dada. Assim.60 R v(7) = -39. (4. a velocidade é positiva e a bola está subindo.Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág.8) =  48 m/s ± t = 4. A velocidade do móvel no instante t = 2s. (a) Escreva uma expressão para aceleração do carro em função ao tempo.5t . (a) s(t) = 3 t 5 .6 m/s.6 m c) ° Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I . a(t) = 60t3  30t a) ± R: ¯ 2 b) ± a(t) = 0 para t = 0.8m. ° 2 2 ® v(t) =  3(1  t)  4(2t  1).8 s ± R: ¯ b) v(9. R: 1 m/s. Em cada caso: y Calcule a velocidade v(t) e a aceleração a(t) do corpo y Determine o instante t no qual a aceleração é nula. a velocidade é negativa e a bola está descendo.

Quanto tempo o carro leva para parar e que distância percorre antes de parar? R: 5. 2t  138 .5.49 milhas/hora.4 s e 127 m 24) O falcão-peregrino (Falco peregrinus) é uma ave de rapina rápida e precisa que caça outros pássaros. Uma milha tem 5. o falcão-peregrino dobra as asas e mergulha em direção à presa. espalhando as penas no último momento para frear e estender suas garras mortíferas. o carro está s = 26t . a) Qual é a velocidade instantânea do falcão-peregrino no instante t = 1 segundo? Qual é a velocidade instantânea no instante t = 3 segundos? R: H (1) ! 9. Sim.92 pés/segundo b) O falcão-peregrino é capaz de atingir velocidades da ordem de 200 milhas por hora durante um mergulho. O corpo está reando para t < 3. ® v(t) 6t 2  42t  60 ! 6(t  5)(t  2).42 6(2t  7). a) ± rvalo 1< t < 2 e no intervalo 5< t < 6. R: 99. Após t segundos. Quando está sobrevoando um lago e avista um pato na água.280 pés). O modelo apresentado é suficiente preciso para estimar a velocidade do falcão? (Sugestão: Converta a velocidade de pés por segundo para milhas por hora. H (3) !  145.4t 2 metros do local onde o motorista pisou no freio. 28 pés/segundo. De acordo com um certo modelo. ± v(t) (t 2 12)3 (t 2 12) 2 ± 2t + 1 ± a) s(t) = .5 e acelerando para t 3. como patos.25. ® 2(t 4)(t  3) 2(2t 3 3t 2  72t  12) a) . ± 49 b) ° 23) Um carro está viajando a uma velocidade de 26 m/s quando o motorista pisa no freio para não atropelar uma criança.Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág.36t 3  1. Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I (t) !  t 4  1.2. onde t é . O corpo está recuando o ± corpo está avançando e reando no inte ¯ no ± intervalo 2< t < 5. a(t) . a(t) 12t . 1 e t e 6. 0 e t e 3 R: ¯o corpo está avançando e reando em todoo intervalo t² + 12 ± 0. s(t) representa a posição de um corpo que está se movendo em linha reta: y Determine a velocidade e a aceleração do corpo e descreva seu movimento durante o intervalo de tempo indicado y Calcule a distância total percorrida pelo corpo durante o intervalo de tempo indica do. por exemplo.61 22) Nos Problemas a seguir. a altura de um falcão-peregrino acima da superfície do lago é dada por o tempo em segundos e H é a altura em pés.25 b) ± ± ° b) s(t) 2t 3 ± 21t 2 60t .

Função Inversa Demonstração: Considerando a função inversível y = f(x).Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. 10.2 . sen x: y = arc sen x y' ! y ! y ! 1 1  x2 Demonstração: x ! sen y x ' ! cos y sen 2 y  cos2 y ! 1.62 AULA 10 Nesta aula vamos estudar derivada de função inversa. onde y = f (x).Derivada da função y = arc. então: (x 1 1 .2 .  x !  x ! [ (x)] y f ( x) x' 10.1 . Inicialmente escrevemos a identidade abaixo decorre (x { 0   (y { 0 logo: (x 1 . onde f ( x) { 0 . temos então cos y ! 1  sen 2 y 1 1 1 1 ! ! ! 2 x cosy 1  sen y 1  (x) 2 1 1  x2 10. se (x p 0 temos (y p 0 . também é derivável no ponto y.2.1 . cos x: y = arc cos x y' !  y ! y ! 1 1 x2 Demonstração: 1 1 1 1 ! ! ! 2 x cosy 1  sen y 1  (x) 2 1 Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I 1  x 2 .Derivadas das funções trigonométricas inversas: Faremos agora as demonstrações das formulas derivadas das funções trigonométricas inversas.2. derivável no ponto x.Derivada da função y = arc. derivada das funções trigonométricas inversas e derivadas das funções implícitas e estudo das aproximações por diferencias. Logo. ! (y (y (x Devemos observar que y ! f ( x) é derivável e contínua no ponto x. lim ! lim   (y p 0 ( y (x p 0 (y (y lim (x p 0 ( x (x (x (y ! lim lim (y p 0 ( y (x p 0 ( x 1 1 1 1 f 1 ( y )] ! ou y ' ! . podemos demonstrar que a função inversa x = f 1 (y). 10.

3 .2.5 .Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág.Derivada de funções implícitas Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I .63 x ! cosy x ! sen y sen y ! 1  cos 2 y 10.Derivada da função y = arc.Derivada da função y = arc.2.2. tg x: y = arc tg x y' ! y' ! y' ! 1 1 x2 Demonstração: x ! tg y x ! sec y sec2 y ! 1  tg 2 y 2 1 1 1 ! ! 2 x ' sec y 1  tg 2 y 1 1 x2 1 1 x2 10.3 .6 .Derivada da função y = arc. cossec x: 1 y = arc cossec x y' !  x x 2 1 Demonstração: 1 1 ! ! y ! x !  cotg y ™ cossec y  cotg y ™ cossecy cotg y ™ cossec y cotg 2 y ! cossec2 y  1 1 y ! 2 2 cotg y ! cossec y  1 cossec y  1 ™ cossec y y ! 1 x x 2 1 10. cotg x: y = arc cotg x y ! y ! Demonstração: x ! cotg y x !  cossec2 y cossec 2 y ! 1  cotg 2 y 1 1 1 1 ! ! ! 2 2 x cossec y cossec y 1  cotg 2 y 1 1 x2 1 x x 2 1 y ! 10.Derivada da função y = arc.4 . sec x: y = arc sec x y' ! Demonstração: x ! sec y x ! tg y ™ sec y tg y ! sec 2 y  1 y ! y ! 1 1 1 ! ! 2 x tg y ™ secy sec y  1 ™ sec y 1 x x2 1 10.2.

na maioria dos contextos. não é uma razão. quando uma função derivável. Ela dependente tanto de x como de dx . y! 1 x Onde dizemos que y. esta será igual a derivada. mesmo assim é possível determinar sua derivada. nos é dada na forma implícita sendo difícil ou até impossível colocá-la na forma explícita. Forma implícita Derivada x™y !1 dy 1 ! 1 ™ x 2    2 dx x Exemplo: 3 0.y = 1 . de maneira geral na forma explícita y = f (x). como por exemplo x.Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. mas não impomos essa restrição à sua definição. caso a razão e igual à exista. define y como uma função implícita de x. Ao contrário da variável independente dx . t e Forma explícita 1 y ! ou y ! x 1 x A equação F (x. a diferencial dx da variável independente é a sua variação (x . O significado de dx e dy .4 ± Diferenciais Às vezes a notação dy dx para representar a derivada y de y em relação a x. s e u são funções de x.(x 2  1)  3(2x) 6x  y !   2 2 2 2 x 1 (x  1) (x  1)2 (II) y ! (x 2  1) ! 3 y ! x 2  y  3 ! 0   y ™ x  y ™ 2x  y  0 ! 0 (I) y ! y (x 2  1) !  y ™ 2x 3 ™ 2x  y ™ 2x (x  1)   y ! 2 (x  1) (x 2  1) 6x  6x 1 ™ 2 ! 2 y ! 2 (x  1) (x  1) (x  1)2 2 A grande vantagem da derivada implícita está no fato de que. 10. a variável dy é sempre dependente. Definição: Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I . Em outras palavras uma das variáveis é dada explicitamente em função da outra.64 Até agora nossas funções envolvendo uma variável foram expressas. Agora introduziremos duas novas varáveis dx e dy coma propriedade de que. Ao contrario do que aparenta. y) = 0. Por exemplo : y ! 3x  5 u!3  2 s ! 16t 2  20t respectivamente.

ás vezes escrevemos df ! f (x)dx .4. A diferencial dx é uma variável independente. podemos descrever a variação de f de três maneiras: Variação absoluta Variação relativa Variação percentual REAL (f ! f (a  dx)  f ( a) (f f (a) (f v 100 f (a) ESTIMADA df ! f '(a ) ™ dx df f (a) df v 100 f (a) FÓRMULAS DAS DERIVADAS DE FUNÇÕES ELEMENTARES Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I . Na notação do gráfico. dy f (x)dx !   f (x) . L ! L(a  dx)  L(a)   f(a)  f'(a) ™ ?(a  dx)  a A f(a)   f'(a) ™ dx 1 4 4 44 2 4 4 4 4 3 { L(a + dx) L(a) f ! f(a  dx)  f(a) .65 Seja y ! (x) uma função derivável. f e sua linearização L em a irão variar praticamente na mesma quantidade ver figura. dx dx Toda formula de diferenciação do tipo : d(u  v) du dv d(sen u) du !  ! cos u ™ ou dx dx dx dx dx Tem uma forma diferencial do tipo: d(u  v) ! du  dv ou d(sen u) ! cos u ™ d u 11. relativa e percentual: conforme nos deslocamos de a para um ponto a  dx próximo. a diferencial df ! f'(x) dx . o cálculo da variação de L nos oferece um modo prático de estimar a variação em f. Se dx for pequeno. Como os valores de L são mais simples de calcular.1 ± Estimando Variações com Diferenciais Suponha que saibamos o valor de uma função derivável f(x) em um ponto a e que desejamos prever a variação que esse valor soferá se formos para um ponto a  dx próximo. Estimativa de Variação com Diferenciais: Seja f(x) derivável quando x = a. Conforme o gráfico anterior aproximando a variação na função f pela variação na linearização de f. possui uma interpretação geométrica o valor de df quando x=aé L . 10. A diferencial dy é. a variação em f é. a variação Assim. é correspondente em L.Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág.4. A variação aproximada do valor de f quando x varia de a para a  dx é d ! (a)dx . a variação da linearização de f correspondente à variação dx .2 ± Variações absoluta.

k  ¡ 6) f ( x ) ! x 7) f ( x ) ! x n 8) f ( x ) ! n x 9) f ( x) ! sen x 10) f ( x) ! cos x 11) f ( x) ! tg x 12) f ( x) ! cotg x 13) f ( x) ! sec x 14) f ( x) ! cossec x 15) f ( x) ! a x 16) f ( x) ! e x 17) f ( x ) ! Log a x 18) f ( x) ! n x 19) f ( x) ! arc.cos x 21) f ( x) ! arc.Universidade do Estado do Pará Propriedades Operatórias: 1) f ( x) ! u ( x)  v( x) 2) f ( x) ! u ( x)  v( x) 3) f ( x) ! u ( x) ™ v( x) 4) f ( x) ! Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág.sec x 24) f ( x) ! arc.sen x 20) f ( x) ! arc.66 f '( x) ! u '( x)  v '( x ) f '( x) ! u '( x)  v '( x) f '( x) ! u '( x) ™ v( x)  u( x) ™ v '( x) f '( x) ! u '( x) ™ v( x)  u ( x) ™ v '( x) [v( x)]2 u ( x) v( x) 5) f ( x) ! k .tg x 22) f ( x) ! arc.cossec x f ' ( x) ! 0 f ' ( x) ! 1 f '( x ) ! n ™ x n 1 f '( x ) ! 1 n ™ ( x ) n 1 n f '( x) ! cos x f '( x) ! sen x f '( x ) ! sec 2 x f '( x ) ! cossec 2 x f '( x) ! tg x ™ sec x f '( x) ! cossec x ™ cotg x f '( x) ! a x ™ Ln a f '( x) ! e x f '( x ) ! f '( x ) ! 1 x ™ Ln a 1 x f '( x) ! f '( x ) !  f 1 1  x2 1 f f f 1 x2 1 '( x ) ! 1 x2 1 '( x) !  1 x2 1 '( x ) ! x ™ x2  1 1 '( x) !  x ™ x2 1 Fórmulas de Derivadas de Funções Compostas Propriedades Operatórias: Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I Sendo as funções u = u (x) e v = v(x) .cotg x 23) f ( x) ! arc.

(x) ! [u(x)] n p '(x) ! n ™[u(x)] n 1 ™u'(x) 6 .(x) ! n u(x) p '(x) ! u'(x) n .(x) ! u(x) ™ v(x) p '(x) ! u'(x) ™ v(x)  u(x) ™ v'(x) 4 .(x) ! u(x) u'(x) ™ v(x)  u(x) ™ v'(x) p '(x) ! v(x) [v(x)] 2 5 .67 3 .(x) ! u(x)  v(x) p '(x) ! u'(x)  v'(x) 2 .Universidade do Estado do Pará 1 .(x) ! u(x)  v(x) p '(x) ! u'(x)  v'(x) Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág.

cossec[u(x)] p f'(x) !  u(x) ™ [u(x)]2  1 Questões Resolvidas Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I .(x) ! Log a [u(x)] p '(x) ! 11 .(x) ! arc.cos[u(x)] p '(x) !  20 21 22 - « ­ u'(x) ¨ u'(x) ™ v(x) ¸ » ¹¼ ª u(x) º ½ 1  [u(x)] 2 u'(x) 23 - 1  [u(x)]2 u'(x) (x) ! arc.(x) ! tg[u(x)] p '(x) ! sec 2[u(x)] ™u'(x) 14 .tg[u(x)] p '(x) ! 1  [u(x)]2 u'(x) (x) ! arc.(x) ! a u(x) p '(x) ! a u(x) ™ Ln(a) ™ u'(x) 9 .cotg[u(x)] p '(x) !  1  [u(x)]2 u'(x) f(x) ! arc.(x) ! cos[u(x)] p '(x) ! sen[u(x)] ™u'(x) 13 .(x) ! cotg[u(x)] p '(x) ! cossec 2[u(x)] ™u'(x) 15 .(x) ! cossec[u(x)] p '(x) ! cossec[u(x)] ™cotg[u( x)] ™ u'(x) 17 .f ( x) ! sec[u ( x )] p f '( x ) ! sec[u ( x )] ™ tg [u ( x )] ™ u '( x ) 16 .(x) ! sen[u(x)] p '(x) ! cos[u(x)] ™ u'(x) 12 .sec[u(x)] p '(x) ! u(x) ™ [u(x)] 2 1 u'(x) f(x) ! arc.sen[u(x)] p '(x) ! 19 .(x) ! arc.(x) ! Ln[u(x)] p '(x) ! u'(x) u(x) u'(x) u(x) ™ Ln a 10 .(x) ! [u(x)] v(x) p '(x) ! [u(x)] [v(x)] ™ ¬Ln ? u(x) A™v'(x)  © 18 .(x) ! e u(x) p '(x) ! e u(x) ™ u'(x) 8 . u(x) n n 1 7 .

cos x 2    f '(x) !  2x 1  .Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág.68 01) calcular a derivada das funções inversas abaixo: 1) f (x) ! arc.

x 2 2 u'(x) 1  ?u(x) A 2 . obtemos 2x 1  x4   f '(x) !  2) f (x) ! arc. como u(x) ! x 2 .sen 4x 2   f '(x) ! 2 ™ 4x 1  .

2   2.tg © ¹   2 2 x x x ªxº 1  ?u(x)A 1 1 1  2  2 2 1 x2 1 x f '(x) ! ! x ! 2x !  2 ™ 2 ! 2 2 1 x 1 x 1 x x 1 ¨1¸ 1 © ¹ 1 x2 2 x ªxº  u'(x) 1 x ¨ 1 x ¸ .(1  x)  (1  x).1 1 ¨1¸ .( 1) (1  x)  (1  x) 1  x  1  x 2 ! ! ! 2 2 2 (1  x) (1  x) 2 (1  x) (1  x) 2 (1  x) 2 2 2 2 (1  x)2 2 (1  x) ! f '(x) !  ! ! 2 2 2 2 2 (1  x)  (1  x) (1  x) (1  x)  (1  x)2 «1  x » 1 1 ¬ 2 ¼ (1  x) (1  x)2 ­1  x ½ f '(x) !  2 2 2 2 1 ! ! ! ! 2 2 2 2 2 2 2 2  2x (1  x 2 )2 1  2. ?u(x) A 1 Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I 2x 2 . obtemos   u'(x) ! ! 2 3) f (x) ! arc. como   u(x) ! . ?u(x)A  1 2 como u(x) ! e2x .1.e2x «e »  1 ­ ½ 2x 2   2 «e »  1 ­ ½ 2x 2   2 e 1 4x . (1  x ) 2 2 5) f (x) ! arc.2.1.cossec © ¹  1 x2    2 ªxº u(x).e 2x   f '(x) ! e f '(x) ! 6) u'(x) ¨1¸ f (x) ! x ™ arc.1   e 2x .x  x  1  2. obtemos u'(x) ! e 2x . como u(x) ! .1  1. obtemos 4) f (x) ! arc. obtemos 8x   f '(x) ! 1  16x 4 u'(x) 1 0.cotg © ¹  2 1 x ª 1 x º 1  ?u(x)A u'(x) ! 1.x  x 1 2x  x  1 2x  x 2.4x 2 2 u'(x) 1  ?u(x)A 2 .sec e2x   u(x) ! e 2x u'(x) u(x). como u(x) ! 4x 2 .

cossec © ¹ ªxº « » « » ¨ ¸ ¨ 1 ¸ ¬ ¼ ¬ ©1¹ ¼  2¹ © ¬ ¼ ¨1¸ ¨1¸ ¬ ªxº ¼ ª x º u'(x) ! 1. ¬ ¼ 2 2 ªxº ª º ¬ ¨ 1 ¸ ¨ 1 ¸ 1 ¼ ¬ ¨ 1 ¸ 1 ¼ ¬©x¹ ©x¹ ¼ ¬ ©x¹ ¼ ­ ª º ½ ­ª º ª º ½ « » ¬ ¼ 1 x ¨1¸ ¨1¸ ¬1 ¼ u'(x) ! arc.cossec © x ¹  2 x ª º ªxº 1  x2 ¨1¸ ¬ ¼ © ¹ 1 ¼ ¬ ªxº ­ ½ 1 1 1 1  1 1 1 v(x) ! 1  x 2   .cossec © ¹  x .Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág.arc.cossec © x ¹  x.cossec © ¹  x.69 ¨1¸ u(x) ! x ™ arc. ¬ ™ ¼ ! arc.  ¬ ¼ ! arc.

 x 2 2   ™ .

 x 2 2 ™ 2x   ™ .

 x 2 2 ™ 2x   ™ 1 1 1 2 2 2 1 .

sen x 1 v'(x) ! 1 x2 1 3 2 f '(x) ! 3 x ™ arc.cossec © ¹   2 2 ¼ 2 ªxº ªxº 1 x2 1 x 1 x ­ 1 x ½ ¨1¸ '(x) ! arc. 3 x 2 x v(x) ! arc.1  x 1 2 2 ™ 2x   1 1 ™ ™ 2x 2 1  x2 v'(x) !  x 1  x2 '(x) ! u'(x)  v'(x) « x x x » x ¨1¸ ¨1¸  ¬   arc.cossec © ¹ ªxº 7) f (x) ! x arc.sen x 3 1 u ( x) ! 3 x   x 3 1 1 1 1 2 1 1 1 1 1 u '( x ) ! ™ x 3   ™ x 3   ™ 2   ™   3 3 3 3 3 3 x2 3.cossec © ¹  '(x) ! arc.sen x  x ™ 3 1 1 x2   3 .

1  x ™ arc.sen x  .

3 2 3 x ™ 3 x2 .

sen x 2 2 3 3 x 2 ™ 1  x2 2 .arc.

sen x 2 .arc.

senx  3 f '(x) ! 3 6 x 4 .(1  x 2 )3 x3   . 1  x ™ arc.

(1  x 2 )3 .sen x  3x 3 6 x 4 . 1  x ™ arc.

arc.senx 2 2 .

arc.sen x 2 .

senx  3x ™   2 1 3 x . 1  x ™ arc.(1  x ) 6 4 2 3 .

arc.sen x 2 .

(1  x 2 )3 ™ arc.sen x  3x f '(x) ! 3 6 x 4 . 1  x ™ arc.sen 2 x Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I .

é uma função derivável.y.y ' 5.(5  sen y  x) ! y y' ! y 5  sen y  x dy y ! dx 5  sen y  x 5) x 2  sen y  y 2 ! 1 cos y.70 02) Expresse dy em termos de x e y.y '  2y ' ! y 1 y '.y ' ! y  x.y ' ! y y'.y ' ! 1. dada implicitamente dx pela equação dada: 1) e y  l n y ! x e y ™ y ' ¨ y' 1¸ 1 dy 1 ! x   y' ™ © e y  ¹ ! 1   y ' !   ! 1 y yº dx e y  1 ª ey  y y 2) x ™ y  x  2y ! 1 1.y ' x.y  2.y.y  x.(x  2) ! (y  1) y' ! (y  1) dy (y  1)   ! (x  2) dx (x  2) 0 3) 2y  sen y ! x 0.(2  cosy) ! 1 y' ! 1 (2  cos y) dy 1 ! dx (2  cos y) 4) 5y  cos y ! x ™ y 0.y  2.y ' sen y.y ' cosy.y' ™ sen y ! 0 cos y.y' ! 0 2 sen y 4x sen y  cos y.y ') ! 0   y  x.y'  4.Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág.y ' 1  2y ' ! 0   x.y.y ' ! 1 2y ' cosy.y ' 1  ( 0.y' 2x   2.y ' ! 1 y '.y ' ( sen y).y'  4.y  5.y  x. onde y = y(x).y ' 5.y'  sen y.y' sen y ! 4x sen y y'(cos y  4y sen y ) ! 4x sen y 4x sen y dy ! dx cos y  4y sen y Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I .

como.5)  C(40) . encontra o valor de 12 cm e conclui que o volume do cubo é de 123 = 1. onde é a mão-de-obra utilizada.5 . 68 ( ) 900 13 05) A produção diária de uma certa fábrica é unidades.000) 2 3 L ou 15 ! (10)2 ! 5 homens-horas . 24 e o erro máximo correspondente no cálculo do volume é o erro máximo do volume ( . Use os 06) O PIB de um certo país foi métodos do cálculo para estimar a variação percentual do PIB durante o primeiro trime stre de 2002.5) ! $ 122. 24) 3x 2 e '(12) 3(12) 2 ! 432 o erro máximo do volume . medida em homens-horas.5) . ou seja. estime a variação do custo total se 40. Q . '(q) ! 6q  5 e '(40) ! 6(40)  5 ! 245 . C'(40)(0.02(12) = 0.5) ! 245(0. .24 cm para mais ou para menos. temos: q ! 0. Assim. a variação correspondente do custo. com que precisão foi calculado o volume? Solução: O volume do cubo é (x) ! x 3 . 24) ! s 103. A diferença entre o comprimento real da aresta e o comprimento medido é no máximo de 2%. 432(s 0. Use a expressão da variação percentual de Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I . (t) t ! 0. No momento. o erro máximo na medição da aresta é (x ! s 0. Solução: Nesse problema. 300(1. usando a aproximação por incrementos. O erro cometido no cálculo do volume ao supor que a aresta do cubo é 12 quando na realidade é 12  x é dado por.000)2 3 300 1. a fábrica utiliza 1.50 04) Um estudante mede a aresta de um cubo.71 03) O custo total em reais para fabricar q unidades de um certo produto é (q) ! 3q 2  5q  10 . 0. Use os métodos do cálculo para estimar o número de homens-horas adicionais necessários para aumentar de 15 unidades a produção diária. 100 '(t) t . 25 e '(t) ! 2t  5 .5 unidades forem produzidas. com t ! 8 . ( ! (12  (x)  (12) $ '(12) (x .Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. Q'( ) L com: 15 L 15 (1. a produção atual é q = 40 e a variação é aproximação por incrementos.000 homens-horas.728 cm3. onde x é a aresta do cubo. C'(40) q ! C'(40)(0. De acordo com a C . 300 (t) ! t 2  5t  200 bilhões de dólares t anos após 1994.000 e Q'(L) 300L-2 3 . C ! C(40. Se o nível atual de produção é 40 unidades. Solução: Calcule o valor de ( Q L. Se a precisão da medida foi de 2%. para obter 15 . '(x) '(12)(s 0.

dV dV dV ¨ dr ¸ ! 4 r2 ™© ¹ p ! 4 (12) 2 (5) p ! 2880 cm 3 /min dt dt º dt dt ª Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I ! 4 r3 . encontre a taxa na qual o nível estará elevado quando estiver a 3 m de profundidade. onde k é o capital disponibilizado da firma. 73 .Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. mais é muito proveitoso expressar V 3 r 2 h como uma função de h.000k 2.000K 1 2 unidades. 01k) 2. 100 ™ Q . 25 . para eliminar r. 01k .25   100 2 (8) (8)  5(8)  200 .72 Solução: Para obter a variação percentual .000k 1 2   . usamos a relação ! p r ! a expressão do h 4 2 2 1 ¨h¸ volume torna-se V ! ™ © ¹ h p V ! ™ h 3 . 07) Em certa fábrica. ! 0. obtemos: dt 4 dt dt h dt dh 4 dh 8 ! ™2 p ! ou } 0. ! ™ h2 ™ p ! 2™ . 2. dt (3) 2 dt 9 estão relacionada pela equação do volume do cone V ! 09) Um balão esférico está se expandindo. quando h = 3m. precisamos achar dh/dt. O fato de que K aumenta 1% significa que Solução: Variação percentual Q . dado 3 .000K-1 2 . A grandeza V e h r 2h .000k 4. quando o r = 12 cm. Solução: Dado que dV dt ! 2 m 3 /min . 100 ™ Q'(k) k Q(k) k ! 0. a produção diária é Q(k) = 4. 4. Em ordem. em que taxa o volume estará aumentando quando o raio for de 12 cen timetros. Use os métodos do cálculo para estimar o aumento percentual da produção em conseqüência de um aumento de 1% no capital disponibilizado. Assim.000k -1 2 ™ (0. substituindo h = 3m e dV dt ! 2 m 3 /min . então devemos encontrar dV dt . Se o raio está aumentando a uma taxa de 5 centimetros por minuto. 100 ?2(8) 5 A0. A derivada da função de produção é Q'(k) = 2.000 Q. Se a água está sendo bombeada dentro do tangue a uma taxa de 2 m3/min.000 k1 2 08) Um tangue de água tem a forma de um cone circular invertido com base de raio de 2 m e altura igual a 4 m.25 logo: '(8)0. 1. Agora podemos diferenciar o volume em relação em 3 ª2º 12 dV dh dh 4 dV relação a t. Solução: Dado o volume da esfera que dr dt ! 5 .28 m/min . á que k -1 2 ™ k 12 12 4.

sen x 2  e x ¨ arc. cos x  x 3) f ( x ) ! x ™ arc.73 Questões Propostas 01) calcular a derivada das funções inversas abaixo: 1) f ( x ) ! arc. cos x e x 2) f ( x ) ! arc.sen x ¸ 4) f ( x ) ! ln © ¹ ª arc.cos x º 3 2 xe 2x  x 2 1 1 R: f '(x) !   2 2 x 1 x 3 2x 2 R: f '(x) ! arc.Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág.sen x 2   3x 2e x 1  x4 R: f '(x) !  1  2x R: f '(x) ! .

tg x 2 ¨ x ™ sen ¸ 6) f ( x ) ! arc.cotg 2t 9) f ( x ) ! x ™ arc.cos x 5) f ( x) ! 3 arc.tg © ¹ 1  x ™ cos º ª 2x ™ (arc.cos sec x 11) f ( x ) ! arc.cos x 2  2 arc.tg y 3) sen(x 2 ™ y 2 ) ! x 4) tg 3 (x ™ y 2  y) ! x 5) ¨ y¸ x 2  y 2 ! c ™ arc. onde y = y(x).cos sec (x 2  1) 12) f ( x ) ! arc. 1  x ™ arc.sen x  arc.é uma função derivável.cotg x + ln 1 + x2 8) f (t ) ! (1  t 2 ) ™ arc.tg © ¹ ª xº R: y ' ! R: y ' ! R: y ' ! sen y  3x 2 (1  y2 ) (1  y 2 )x ™ cosy  1 1  2xy 2 ™ cos(x 2 ™ y 2 ) 2x 2 y ™ cos(x 2 ™ y 2 ) 1  3y2 ™ tg 2 (x ™ y 2  y) ™ sec2 (x ™ y 2  y) 3(2xy  1) ™ tg 2 (x ™ y 2  y) ™ sec2 (x ™ y 2  y) cy  x x 2  y 2 cx  y x 2  y 2 R: y ' ! R: y ' ! 6) y x  x y ! 16 Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I 2y x  y y 2x y  x x .sen x ™ arc. dada implicitamente dx pela equação dada: cos(x  2y)  y 2 1) x ™ y 2 ! sen(x  2y) R: y ' ! 2xy  2cos(x  2y) 2) x ™ sen y  x 3 ! arc.tg x 2 ) 3 R: f '(x) ! 3 ™ (1  x 4 ) sen R: f '(x) ! 1  2x ™ cos  x 2 7) f ( x) ! x ™ arc.sec x 10) f ( x) ! arc.cos sec ( sec ) 0 02) Expresse R: f '(x) ! arc cotg x ¨ 2 ¸ R: f '(t ) ! 2t ™ arc.tg x 2  1  arc. cotg (2t)  (1  t 2 ) © 2 ¹ ª 1  4t º 1 ¨ 1 ¸ ™©  arc sec x ¹ R: f '(x) ! 2 x ª x 1 º R: f '( x) ! 0 R: f '(x) ! 2x (x  1) ™ x 4  2x 2 2 2 R: f '( x) ! 1 dy em termos de x e y.

qual é a velocidade do avião.1m3. quando s é de 16 km.tg x 1 x2 03) Um avião esta viajando a uma altitude de 10 km em uma trajetória que levará a passar diretamente acima de uma estação de radar seja s a distância (em quilômetros) entre a estação de radar e o avião. 2 . 1 1 08) A produção de certa fábrica é Q = 600 K 2 ™ L3 unidades. Encontre a taxa de v da altura da pilha quando é 3m (Suponha que o tamanho do cascalho é tal que o raio da base do cone é igual a sua altura). onde C é uma constante. Expressar do respeito em m grau .Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. R: 832 km/h. No momento. 04) O cascalho esta sendo empilhado em uma pilha cônica a uma taxa de 3m3 minuto . Ache a taxa segundo o qual o comprimento da sombra do prédio que está variando em relação ao ângulo R:  1. Estime o aumento percentual do imposto predial durante o primeiro semestre de 2001. 67% .5. 06) A produção diária de certa fábrica é Q(L) = 300 L3 unidades. a pressão e o volume V do gás satisfazem à equação PV = C. a fábrica utiliza 512 homens-horas. R: 0. a pressão seja 10 atmosferas e o volume esteja aumentando à Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I . 07) Os registros mostram que x anos após 1997. o imposto predial para um apartamento de três 3 quartos em certa cidade era T(x) = 60 x 2 + 40x + 1200 reais. onde L é a mão-de-obra utilizada. quando = 450. 05 m grau .106 m minuto . Suponha que em certo instante o volume seja 0. 0. onde K é o capital imobilizado e L a mão-de-obra. Estime o número de homens-horas adicionais que seriam necessários para aumentar de 12. R: 100 Q Q .74 7) y  Ln(x 2  y 2 ) ! 4 8) y ™ earc. R . quando um gás é comprimido a uma temperatura constante. 05) Suponha que o sol nascente passa diretamente sobre um prédio e tem uma altura de 30 m e seja o ãngulo de elevação. Se s está decrescendo a uma taxa de 650 km/h. Estime o aumento percentual de produção resultante de um aumento de 2% na mãode-obra se o capital imobilizado permanecer constante.tg x ! 2 R: y ' !  R: y ' !  2x x  y 2  2y 2 2e  arc. R: 6%.5 unidades a produção diária. medida em homens-horas. 09) De acordo com a lei de Boyle. 0.

dt Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I . 4m acima da água. As taxas de aumento de r. Um estudante de medicina mede o raio da artéria e obtém o valor de 1. e puxa uma corda presa a uma bóia. o volume de madeira é dado por 3 H(R² rR r²) . Qual é a taxa de aumento de em que r R: 60 cm.75 razão de 0. cometendo um erro de 5 x 10-4 cm.5 atm/s.2 x 10-2 cm. 13) Um pequeno balão esférico é introduzido em uma artéria obstruída e inflado à razão de 0.005m /s. Se o raio superior do tronco é r.005 mm? R: dr ! 20mm / min .5 m? d ! 2. R: s 2. Estime a diferença entre o valor calculado da velocidade do sangue e o valor real.002 mm /min. o raio inferior é R e a altura é H.227.5cm/ano e 22.806. R e H são no instante respectivamente 10cm/ano. 10) Para estimar a quantidade de madeira que existe no tronco de uma árvore. R 90 cm e H 4. com que velocidade a bóia está se movendo quando se encontra a 3 m do cais? R: -1 m/mim. é razoável supor que a árvore é um cone truncado.Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág.6m/min.16 cm/s . 12. 638 cm3 / ano dt 11) Uma pessoa está de pé à beira de um cais. 12) A velocidade do sangue no eixo central de uma certa artéria é S(R) = 1. Se a corda é puxada à razão de 0.8 x 10 5 R² cm/s. Qual é a taxa aumento do raio do balão quando o raio é R = 0.5cm/ano. Qual é a taxa de variação da pressão nesse instante? A pressão está aumentando ou diminuindo? R: -0. onde R é o raio da artéria.

Qual é a aceleração do sangue a meio caminho entre o eixo central e a parede interna da artéria no momento em que R = 0. onde k onde K é uma constante positiva.0035 mm)?  R: dv K ! ™ 1. dt L . qual é o valor de dv/dt no momento em que r = 0.76 14) De acordo com uma das leis de Poiseuille. a velocidade do sangue a r centímetros do eixo central de uma artéria é dada por v = K ™ (R 2  r 2 ) . 68 105 mm / min .Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág.0012 mm/min. Suponha que L se mantenha constante e R esteja diminuindo à razão de 0. R é o raio da L artéria e L é o comprimento da artéria.007 mm (isto é.

15) Uma pilha de lixo no formato de um cubo está sendo compactada na forma de um cubo menor. A que taxa está crescendo a distância entre os carros duas horas depois? R: 65 mi/h 19) A altura de um triângulo cresce a uma taxa de 1 cm/min. Se o nivel da água estiver subindo a uma taxa de 20cm/min quando a altura da água for 2 m. encontre a taxa segundo a qual a água está sendo bombeada dentro do tangue. 20) Está vazando água de um tangue cônico invertido a uma taxa de 10. O tangue tem 6 m de altura. 100 cm2? R: 1. para que valor de L a àrea do retãngulo começa diminuir? R: 6 cm.  m 2 /min 27 3 16) O perimetro de um retãngulo é fixado em 24 centimetros.89 x 10 5 cm3/min. Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I . Um viaja para o sul a 60 mi/h. Ao mesmo tempo está sendo bombeada a água para dentro do tangue a uma taxa constante. Um holofote localizado no chão a 20 pés do caminho focaliza o homem. 6 cm/min .000 cm3/min. 17) Um homem anda ao longo de um caminho reto a uma velocidade de 4 pés/s.128 rad/s. e o diâmetro no topo é de 4 m. 18) Dois carros iniciam o movimento de um mesmo ponto. R: 2. Se o comprimento L do retãngulo está aumentando à razão de 1 centimetros por segundo. e o outro para o leste a 25 mi/h. Qual a taxa de variação da área superficial do cubo neste instante? R:  2 8 m/min. A que taxa está variando a base do triângulo quando a altura é 10 cm e a área. enguanto a área do triângulo crece a uma taxa de 2 cm2/min. A que taxa o holofote está girando quando o homem está a 15 pés do ponto do caminho mais próximo da luz? R: 0. encontre a taxa de variação em um lado do cubo quando o volume é de 27 metros cúbicos. Dado que o volume diminui à razão de 2 metros cúbicos por minuto.

Demonstração: 1) y Máx xo  (a.Teorema de Weiertrass: Seja f (x) é uma função contínua num intervalo fechado. Se xo  (a.77 AULA 11 Nesta aula vamos usar as derivadas primeira e segunda para analisar as propriedades geométricas de uma função e traçar um gráfico que reflita suas características principais.Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. discutiremos os métodos usados para determinar os máximos e mínimos das funções os problemas de otimização em todas as esferas da atividade humana e por ultimo ultilizaremos a regra de L¶ Hospital para calcular limites.Estudo da variação das funções 1ª Parte Teoremas 11.2 .b) é abscissa de um ponto de máximo ou mínimo.b). então f '( x0 ) ! 0 .1 .b] e derivável em (a.Teorema de Fermat: Seja f (x) uma função contínua num intervalo fechado [a.1 . então existe um ponto de máximo e mínimo relativo.1. 11. b ) p f ( x ) e f ( xo ) [ | | | a x xo x ] b x i) x ® xo p¯ x °  xo 0 f ( x )  f ( xo ) e0 x  xo x p xo ii) x ® " xo p¯ x °  xo " 0 f ( x )  f ( xo ) u0 x  xo xp xo lim f ( x )  f ( xo ) e0 x  xo f ' ( xo ) e 0 lim f ( x )  f ( xo ) u0 x  xo f ' ( xo ) u 0 Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I . b) p Máximo Relativo f ' ( xo ) ! lim x p xo f ( x )  f ( xo ) x  xo f ( x)  f ( x o ) e 0  x  ( a . Em seguida.1. 1) y 2) y Máx 3) y Máx f(b) f(a)=f(b) Máx = Min f(a) f(b) Min f(a) [ Min ] a b x [ ] [ ] a b x a b x 11.

e derivável em (a.Interpretação Geométrica do teorema de Fermat: O teorema de Fermat garante que num extremo local interior de uma função derivável f (x).b). pelo teorema da conservaçã o do sinal para limites 11.1.3 .2. b) p f ' ( xo ) ! lim xp xo Min inimo Relativo f ( x)  f ( xo ) x  xo f ( x)  f ( x o ) u 0 x  (a .1. se f (a) = f (b).1 . 1) y f(a)= f(b) 2) y 3) y f(x o) f(a)= f(b) f(x o) f(a)= f(b) a b x a b a b x Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I . pelo teorema da conservação do sinal para limites 2) y xo  (a. tal que f '( x0 ) ! 0 .Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág.Teorema de Rolle: Se f (x) è uma função contínua em [a.78 f ' ( xo ) ! 0.b). então existe pelo menos um ponto x o  (a.b]. 1) 2) f(xo)é o máximo local interior f(xo )é o mínimo local interior 11. b) p f ( x) u f ( xo ) | [ | | a x xo x ] b x i) p ¯ x ® xo x °  xo 0 ii)p ¯ x ® " xo x °  xo " 0 f ( x )  f ( xo ) e0 x  xo x p xo f ( x )  f ( xo ) u0 x  xo xp xo lim f ( x )  f ( xo ) e0 x  xo f ' ( xo ) e 0 lim f ( x )  f ( xo ) u0 x  xo f ' ( xo ) u 0 f ' ( xo ) ! 0. a reta tangente ao gráfico de f (x) é paralela aos eixos do x.

então xo é abscissa de um ponto de máximo pelo T. f (x) " f (x o ).1 . afirma que se uma função é derivável em (a. contínua em [a. 11.b) a tangente ao gráfico de f (x) é paralela ao eixo do x. então em qualquer ponto de (a. logo o ponto mínimo. pelo teorema de Fermat f '(x o ) ! 0 . se a x x o ou x o x b . Fermat f '(xo) ! 0 . 1) 2) 3) .b).1.Interpretação geométrica do Teorema de Rolle: O teorema de Rolle. (III) Temos que x  (a.k  ¡ .b] e assume valores iguais nos extremos do intervalo.Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. b).79 x Demonstração: (I) (II) Se (x) ! k. temos que f '(x) ! 0 . x { x o .3.b). Tem-se que f (x) f (x o ). assim. x  (a.

1.Teorema do Valor Médio ou Teorema de Lagrange Se a função f (x) é contínua em [a.( x  xo ) Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I ( y  f (a )) ! f (b )  f ( a ) .b). tal que.x o .( x  xo ) m! f (b )  f (a ) ba a xo b x (x Demonstração: A equação da reta que passa pelos pontos (a. f (x o ) é ponto de 11.( x  a ) ba .b) existe pelo menos um xo  (a. f(a)) e (b. f(b)) é:( y  yo ) ! m. y t s f '(x o ) ! f (b)  f (a) ba t//s//r (y (y f (b )  f ( a ) ! ba (x ( y  y o ) ! f ' ( xo ).4 .b] e derivável em (a.

ba Nos extremos do intervalo [a.Interpretação geométrica do Teorema de Lagrange ou T. b) . Consideremos a função g (x) ! f (x)  f (a)  (I) f (b)  f (a) . b) e sua derivada é g '(x) ! f '(x)  f (b)  f (a) . ou ainda f '(x o ) ! ba ba 11.80 1º Caso: f (a) ! f (b) . tal que a reta tangente ao gráfico de f (x) no ponto P (x o. se f(x) é função contínua em [a. f (a)) e B (b. por terem coeficientes angulares iguais. é válido para g(x). o teorema de Rolle: existe x o  (a.V.(x  a) . b]. temos: f (b)  f (a) g (a) ! f (a)  f (a)  ™ (a  a) ! 0 ba f (b)  f (a) g (b) ! f (b)  f (b)  ™ (b  a) ! 0 ba Portanto. tal que ba f (b)  f (a) f '(x o ) ! 0 ! . b] por ser a diferença entre f (x)  f (a) e que são contínuas [a. b].b] e derivável em (a. tal que g '(x o ) ! 0 . Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I .M Segundo o Teorema de Lagrange.b). f (b)). ba Neste caso 2º Caso: f ( a ) { f (b) . f (b)  f (a) . f (xo)) é paralela a reta determinada pelos pontos A (a. f (b)  f (a) f (b)  f (a) isto é: g '(x o ) ! f '(x o )  ! 0.b).4.1.(x  a) . existe x o  (a. ba (II) (III) g(x) é derivável em (a. então existe um ponto xo  (a. g (a) ! g (b) ! 0 Sendo assim.Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. f (b)  f (a) ! 0 e pelo teorema de Rolle.1 . b) . ba g(x) é constante em [a.

(a) Se f " (x) 0 em I . (a) f é crescente no intervalo se f ( x1 ) < f ( x 2 ) para x1 < x 2 .81 2ª Parte Análise de funções: 11. a) y Concavidade para cima Concavidade para baixo b) y Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I . (c) Se f '( x) = 0 para todo valor de x em (a. (b) Se f " (x) < 0 em I. Definição p Seja f definida em um intervalo e sejam x1 e x 2 pontos do intervalo.b].b). a) Crescente f(x2) f(x1 ) x1 x2 b) Decrescente f(x1) f(x2) c) Constante f(x1) f(x2) x2 x x x1 x2 x x1 f ( x1 ) f ( x2 ) se x1 x2 f ( x1 ) " f ( x2 ) se x1 " x2 f ( x1 ) ! f ( x2 ) Teorema (1) p Seja f uma função contínua em um intervalo fechado [a. então f é crescente em [a. (c) f é constante no intervalo se f ( x1 ) = f ( x 2 ) para todos os pontos x1 e x 2 . então f é classificada como sendo côncava para cima se f for crescente em I e côncava para baixo se f for decrescente em I.2.b). Teorema (2) p Seja f duas vezes diferenciável em um intervalo aberto I. então f tem a concavidade para baixo em I. (b) f é decrescente no intervalo se f ( x1 ) f ( x 2 ) para x1 < x 2 . então f tem concavidade para cima em I.b). (b) Se f '( x) < 0 para todo valor de x em (a. então f é constante em [a.b] e diferenciável no intervalo aberto (a.b].Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág.Crescimento ou decrescimento: O termos crescente. (a) Se f '( x ) 0 para todo valor de x em (a. então f é decrescente em [a.b].Concavidade: Definição p Se f for diferenciável em um intervalo aberto I.b).1 .2. 11. decrescente e constante são usados para descrever o comportamento de uma função em um intervalo.2 .

82 x x Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I .Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág.

isto é. Teorema (5) p (Teste da 1ª Derivada). f (xo)) um ponto de inflexão. para todo x no intervalo. 11.Pontos de inflexão: Definição p Se f for contínua em um intervalo aberto contendo o ponto x o e se f muda a direção da concavidade naquele ponto dizemos. Analogamente. Tem um máximo ou mínimo relativo. Suponha f contínua em um ponto crítico x o.3 . f (xo)) do gráfico de f um ponto de inflexão de f. isto é.Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág.4 . f(x0) e f(x). Teorema (4) p Se uma função f tiver extremos relativos então eles ocorrem ou em pontos onde f ' (x) = 0 ou em pontos de não-diferenciabilidade. eles são lugares onde y cresce ou decresce mais rapidamente e sua vizinhança máxima.83 11. Teorema (3) p Seja (xo.2. f(xo) u f(x) para todo x no intervalo. se houver um intervalo aberto contendo xo. nos quais a taxa de variação de y em relação a x. também chamamos pontos críticos ou pontos de não-diferenciabilidade. isto é. se diz que f tem um número relativo em xo. Definição p Uma função f se diz ter um máximo relativo em xo. se diz que f tem um extremo relativo em xo.2. Então f " (xo) = 0. na qual f (xo) é o maior valor. Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I . ou f " não está definida em x = xo. então que f tem um ponto de inflexão em xo e chamamos o ponto de inflexão em xo e chamamos o ponto (xo. Quando f tiver um máximo ou um mínimo relativo em x o.Extremos relativos: Máximos e mínimos. no qual f (x o) é o menor valor. Os pontos de inflexão marcam os lugares sobre a outra y = f (x).

passando de negativo a positivo. Seja xo  I. 3) Se f ' (x) não muda de sinal no ponto x. tal que nestas condições. 3) Se f '(xo) = 0 e f ''(xo) = 0. Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I .Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. então f tem xo um máximo relativo. isto é. 2) Se o sinal de f ' (x). então f não é máximo e nem mínimo relativo em xo. temos: 1) Se f '(xo) = 0 e f ''(xo) 0. com derivadas f ' e f '' também contínuas em I.84 1) Se o sinal de f ' (x) muda no ponto x. tem o mínimo relativo em xo. 1) 2) + - - - - f¶(x)<0 f¶(x)>0 + f¶(x)<0 f¶(x)>0 a b a b Maximo relativo 4) 3) Mínimo relativo + + - - f¶(x)<0 f¶(x)>0 - - f¶(x)<0 f¶(x)>0 a b a b Não é máximo nem mínimo relativo Teorema (6) p (Teste da 2ª Derivada) Suponha que f é uma função contínua e derivável até a segunda ordem no intervalo I = ]a. então f. então f.b[. f pode ter um máximo ou mínimo relativo ou nenhum dos dois em xo. tem um máximo relativo em xo. muda no ponto x. então o teste é inconclusivo. passando de positivo a negativo. 2) Se f '(xo) = 0 e f ''(xo) < 0. então f tem xo um mínimo relativo.

b]. b[. Analogamente. Teorema (7) Seja f uma função derivável com derivadas sucessivas também deriváveis em I = ]a. Se f tiver em xo qualquer um dos dois máximos ou mínimos absolutos em I. isto é. Teorema (8) p (Teorema do Valor Extremo).. f (x o) e f (x) para todo x em I. então xo é ponto de mínimo local de f. Nestas condições temos: 1) Se n é par e f n (xo) < 0. tal que : f ' (xo) = f '' (xo) = . f (x o) u f (x) para todo x em I. = f n 1 (xo) = 0 e f n { 0. Seja xo  I. b).Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág.. então xo não é ponto de máximo e nem de mínimo local de f. 1) 2) 3) Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I .85 Obs: Devemos observar. 3) Se n é ímpar. então xo é ponto de máximo local de f..Extremos absolutos: Máximos e mínimos. então tem ambos um máximo e um mínimo absolutos em [a. Se uma função f for contínua num intervalo fechado finito [a. nas condições do último teorema que se f '(xo) = 0 e f ''(xo) = 0. nada pode ser concluído sobre xo. Neste sentido mostramos no teorema abaixo um critério geral para pesquisar extremantes.b].. Definição p Dizemos que uma função f tem um máximo absoluto em um intervalo I num ponto xo se f(xo). 11. isto é. for o menor valor de f em I. Teorema (9): Se f tiver um extremo absoluto em um intervalo aberto (a.2. for o maior valor de f em I. então ele precisa ocorrer em um ponto crítico de f. dizemos que f tem um mínimo absoluto em um intervalo I num ponto x o se f (xo). 2) Se n é par e f n (xo) 0.. dizemos que f tem em xo um extremo absoluto em I.5 .

b). 1) Se f tiver um mínimo relativo em xo. b). 3) O maior entre os valores do item 2) é o valor máximo absoluto de f em [a. Digamos em xo.86 Procedimentos para encontrar os extremos absolutos. caso contrário. b) então existe pelo menos um número real. b) pelo teorema de Rolle. 11. 2) Ache o valor de f em todos pontos críticos e nos extremos (a. 2) Se f tiver um máximo relativo em xo. b].Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág.b). então f (xo) é o máximo absoluto de f em I.g(x) ª g(b)  g(a) º Então: ¨ (b)  (a) ¸ (a) ™ (b)  (b) ™g(a) h(a) ! (a)  © ¹ ™ g(a) ! g(b)  g(a) ª g(b)  g(a) º ¨ (b)  (a) ¸ (a) ™ (b)  (b) ™g(a) h(b) (b)  © ¹ ™ g(b) ! g(b)  g(a) ª g(b)  g(a) º Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I . xo  (a.Teorema de Cauchy (11) p Sejam f (x) e g(x) definidas em um intervalo fechado [a. de uma função contínua f em um intervalo finito fechado [a. b] e derivável em (a. Teorema (10): Suponha que f é contínua e tem exatamente um extremo relativo em um intervalo I. b] enquanto que o menor valor é o mínimo absoluto. teríamos g'(x) ! 0 para algum x em (a. então f (xo) é o mínimo absoluto de f em I. Se g µ (x) for diferente de zero. f '(x o ) f(b)  f(a) ! g '(x o ) g(b)  g(a) Demonstração: Podemos supor que g(x) { g(b) já que. para todo x  (a. Vamos definir h(x) por: ¨ f(b)  f(a) ¸ h(x) ! f(x)  © ¹ . b).3 . 1) Ache os pontos críticos de f em (a.

x p xo g ( x ) x p xo g ' ( x ) Demonstração:  Primeiramente estabelecemos a equação anterior para o caso x p x0 . quando x tende para a xo produz uma forma indeterminada ou g(x) 0 g . Procedimentos para usar a regra de L¶ hôspital: f ( x) é uma foram indeterminada.d g '(x o ) g(b)  g(a) 11. existe um ponto xo em (a. Conseqüentemente. g ( x) cp x0 g '( x ) xp x0 g '( x ) que estabelece a Regra de L ' hôspital para o caso onde x tende a x0 pela direita. Mas f ( x0 ) ! g ( x0 ) ! 0 . Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I . 2) Diferencie separadamente f e g.Teorema ou Regra de L¶ Hôspital (12): Sejam f e g funções diferenciáveis em um intervalo aberto (a. então a regra de L¶ 1) Verifique que o lim g ( x) hôspital não pode ser usada. b) tal que: h'(x) ! '(x o )  (b)  (a) ™ g'(x o ) ! 0 g(b)  g(a) (b)  (a) '(x o ) ! g'(x o ) ™ g(b)  g(a) '(x o ) (b)  (a) ! c. x0 A.Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. O método quase não  precisa de mudanças para aplicar-se x p x0 e a combinação desses dois casos estabelece o resultado. Então g '( x ) { 0 . O caso no qual x tende a x0 pela esquerda é provado com aplicação do teorema do valor Médio de Cauchy ao intervalo ?x. b). então: g f ( x) f ' ( x) lim ! lim com g '( x ) { 0 .1 .q.3. Suponha que x esteja à direita de x0 . x p x0 lim f ( x) f '( x ) f '( x ) ! lim ! lim . e podemos aplicar o Teorema do Valor Médio de Cauchy ao intervalo fechado de x0 a x Esse ponto produz um número c entre x0 e x tal que: ' (c) (x) f '(x o ) f(b)  f(a) ! . Se o limite . x x0 . e se não for. contendo xo. com a possível f(x) 0 exceção de xo. ! g ' (c) g(x) g '(x o ) g(b)  g(a) Con orme x tende a x0 c tende a x0 porque está entre x e x0 .87 e pelo Teorema de Rolle. então .

então: f(x) lim ! m e lim [f(x)  mx] ! q (I) x pg x x pg Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I  x pa . são fáceis de determinar.q} Ž ¡ .q} Ž „ .g . se existirem. nos afastamos indefinidamente da origem do sistema. é assíntota do gráfico de uma função y = f(x) se. f não seria função como mostra a figura acima. Se este limite for finito + g ou .Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. mais do que uma imagem e. em que a ‘ D (f) e um dos limites lim f(x) ou lim f(x) é igual a x pa g ou  g . Definição (1) p A reta vertical r. pois suas equações são do tipo x = a. de equação g(x) = mx + q. de equação x = a é assíntota do gráfico de uma função y = f (x) se. e somente se: xpa lim f ( x ) ! g lim f ( x ) ! g ou ou xpa lim f ( x ) ! g lim f ( x ) ! g xpa xpa Definição (2) p A reta não-vertical r.88 3) Ache lim f ' ( x) f ( x) . Caso contrário teríamos para algum x do domínio de f. é assíntota do gráfico de uma função f (x). portanto. A intersecção do gráfico de uma função f com uma assíntota vertical r é sempre o conjunto vazio.Reta assíntotas de um gráfico y2 y1 y f(x) x1 r x Intuitivamente uma reta r é assíntota do gráfico de uma função f se.4 . {m. e somente se: x p g lim [f (x) ± g (x)] = 0 ou lim [f(x) ± g (x)] = 0 x p g Determinação de assíntotas não-verticais: As assíntotas verticais do gráfico de uma função f. então é igual a lim . (m. Teorema: Se a reta r de equação g(x) = m ™ x + q. as distâncias entre os pontos do gráfico e a reta r tendem a zero. As assíntotas não-verticais não são tão simples. g ' ( x) g ( x) y y 11. e por isso mostraremos um teorema para facilitar esse estudo. ao percorrermos esse gráfico.

em um intervalo finito fechado.Problemas que se reduzem a maximizar ou a minimizar uma função contínua. garante que o problema tem solução e sabemos que esta solução pode ser obtida examinando os valores da função nos pontos críticos e nos extremos do intervalo. A natureza também favorece processos que otimizam o tempo e a energia. qaŽ R . Quanto aos problemas do primeiro tipo. 2 . mas não fechado.89 lim (x) ! m e lim [ (x)  mx] ! q (II) x pg x Demonstração:  A reta r é assíntota do gráfico de f . pois m e q são constantes. em um intervalo infinito. os investidores querem maximar os dividendos e minimizar os riscos e os viajantes querem minimizar o tempo gasto para ir de um lugar a outro. O principio de Fermat na óptica estabelece que a luz segue o caminho que leva o menor tempo. Na solução desses problemas práticos. O máximo absoluto de uma função dentro de um intervalo é o maior valor da função nesse intervalo e o mínimo absoluto é o menor valor da função nesse intervalo. podemos escrever: lim [ (x)  mx  q] ! 0 .Problemas que se reduzem a maximizar ou a minimizar uma função contínua. o maior desafio está freguentemente em converter o problema em um problema de otimização matemática. com _m. logo teremos: lim [f(x)  g(x)] ! 0 ou lim [f(x)  g(x)] ! 0 x pg x pg  Ocorre lim [ (x)  g(x)] ! 0 . Os problemas aplicados de otimização. os quais iremos considerar nesta seção. Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I . concluímos que x pg x ½À ° ­ x q» « (x) m ¼ ! 0. A otimização tem como objetivo encontrar o mínimo absoluto e o máximo absoluto de uma função dentro de um certo intervalo de interesse. Como lim x ! g . o teorema (8). temos: x pg x pg x q» (x) « (x)  m  ¼ ! 0   lim lim ¬ ! m Conhecendo o valor de m. incidem nas seguintes categorias: 1 . ou ainda x pg x pg ® « (x) q »¾ lim ¯ x ™ ¬  m  ¼ ¿ ! 0 . estabelecendo a função que deve ser maximizada ou minimizada. obtemos q do seguinte modo x pg x pg x x½ ­ x lim [ (x)  mx  q] ! 0   lim [ (x)  mx] ! q . A otimização é uma consideração importante em todas as esferas da atividade humana. As empresas querem maximizar o lucro.5 . Todo mundo quer obter o máximo com o mínimo de esforço. lim x pg ¬ x x½ ­ q  Observando os limites lim m ! m e lim ! 0 .Problemas de Otimização: (Máximos e Mínimos).Universidade do Estado do Pará x pg Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. x pg x pg x pg 11.

utilize outro método para embasar ou confirmar sua solução. então o teorema (10). parte do trabalho em tais problemas é determinar se. 5) Resolva o Modelo Matemático: Se não estiver seguro sobre o resultado. uma semi-esfera de raio r. podem ou não. Introduza uma variável para representar a quantidade a ser maximizada ou minimizada. garante a existência de uma solução e fornece um método para calculá-la. e necessária certa engenhosidade para resolver o problema. Deseja-se que a área da superfície do sólido formado seja 5T . O que é desconhecido? O que e dado? O que é pedido? 2) Desenvolva um Modelo Matemático para o problema: Desenhe figuras e identifique as partes que são importantes para o problema. Se a função for contínua e tiver exatamente um extremo relativo no intervalo. realmente. Identifique as informações necessárias para resolvê-lo. ter solução. tem uma solução. Use a primeira e a segunda derivada para identificar e classificar pontos críticos (onde f ' ! 0 ou não existe).Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. escreva uma função cujo valor extremo fornece a informação pedida. Nos casos em que o teorema não se aplica. Estratégias para Resolver Problemas de Máximo e Mínimo 1) Compreendendo o problema: Leia o problema atentamente. Determine r e h para que o volume do sólido seja máximo. esboce o gráfico da função. Se possível. Questões Resolvidas de Otimização em Geometria 01) Um sólido será construído acoplando-se a um cilindro circular reto de altura h e raio r. 4) Identifique os Pontos Críticos e as Extremidades: Determine onde a derivada é zero ou não existe. Assim sendo. T '! 6 15 ™  15 ™ ™ r 2 0! 6 0 15 ™  15 ™ ™ r 2 15 ™ ! 15 ™ ™ r 2      2 . 6) Interprete a Solução: Traduza seu resultado matemático de volta para a linguagem original do problema e decida se tem sentido ou não. A Solução: A T ! A L  AC  2 4 r2 5 ! 2 rh  r 2  2 2 2 5 ! 2™ r ™ h  r  2™ r 5 ! 2 ™ r ™ h  3™ r2 5  3 ™ r2 ! 2 ™ r ™ h h!   T Apostila deCCálculo Diferencial e Integral I 2 !  5  3r 2 2r ™r2 T 4 ™ ™ r ™h  3 2 3 «5 ™ ™ r  3 ™ ™ r 3 »  2 ™ 2 ™ ™ r 3 ­ ½ T ! 6 15 ™ ™ r  9 ™ ™ r 3  4 ™ ™ r 3 ! T 6 15 ™ ™ r  5 ™ ™ r 3 ! T 6 15 ™  3 ™ 5 ™ ™ r 2   VT ' ! 0. Utilize aquilo que você sabe sobre a forma do gráfico de uma função e sobre a física do problema. 3) Determine o Domínio da Função: Determine quais valores da variável têm sentido no problema. Utilizando essa variável.90 Quanto aos problemas do segundo tipo.

a   xy !a   y !a x a 2a  a a y!a  y!  y ! 2 2 2 x y R: x ! y ! a .(x  y) ! 2. Determinar x e y para que sua área seja máxima.91 5  3.(1)2 2. Solução: ! x™y ! x ™ (a  x)   x ™ a  x 2 d 2 x  a   d 0 ! !  2x  a ! 0   a ! 2x   x ! a 2 2. Solução: D l E l C ! 2R  2l  2m m A 1 E l C R R R m R B ! 2R  2R ™ cos  2 ™ 2R ™ sen 2 U O 2 C m/2 cos ! O l R l ! R ™ cos O R m m/2 B /2 /2 R m sen ! 2 2 R m ! R ™ sen   m ! 2R ™ sen 2 2 2 Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I .(1) 53 2 ! !1 h! 2 2 h! VMáx   r ! 1 h !1 02) Um retângulo de dimensões x e y tem perímetros 2a (a é constante dada).Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. 2 03) Calcular o perímetro máximo de um trapézio que está inscrito numa semicircunferência de raio R.

92 1 ! 2R  2R ™ cos  4R ™ sen   d 2R ™ sen  4R ™ cos ™   d 2R ™ sen  2R ™ cos   d 0 !  ! ! 2 2 2 2    0 ! 2R ™ sen  2R ™ cos   2R ™ cos ! 2R ™ sen   cos ! sen .Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág.

1 2 2 2 2 2  sen 2 ! 2 ™ sen ™ cos   sen ! 2 ™ sen ™ cos   sen ! 2™ sen ™ cos   sen ! 2 ™ sen ™ cos .

Que dimensões devem ter o parque para que o comprimento da cerca seja mínimo? Solução: 3600 b h 7200 ( 7200). com uma área de 3600 m 2 e pretende protegê-lo com uma cerca.    6 3   M ÁX M ÁX ! 2R  2R ™ cos 3  4R ™ sen 6   M ÁX ! 2R  2R ™  1 1  4.2 2 2 2 2 2 2  2 2 cos ! 2 ! 2 ™ sen ¨ ¸ © ¹ ª3º ! 2 ™ cos 2   1 ! 2 ™ sen 2   1 ! sen   sen ! sen   !   2 2 2 6 2 6  2.R ™   PM ÁX ! 2R  R  2R   P M ÁX ! 5R    2 2 Substituindo (1) em (2) obtemos: R: 5R 04) A prefeitura de um município pretende construir um parque retangular.1 7200   c' ! 2   c !2 2 2b  2 b b b b c' ! 0 a ! b™h 7200 7200 3600 ! b ™ h 2  2 ! 0   2 ! 2   2b 2 ! 7200 b b 3600 3600 h!  h!   h ! 60m 7200 b 60   b 2 ! 3600   b ! 3600   b ! 60 b2 ! 2 05) Calcular o raio da base e a altura do cone de área lateral máxima que é inscritível numa esfera de c ! 2b  2h   2b  2 ™ raio R Solução: A A g 2R R C D r B D 2R-h E Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I E ! ! h g r B .

temos: g 2 ! 2Rh . .93 No ABE. Pelo teorema da relações metricas dapro eção sobre a hipotenusa temos g ! 2Rh e r 2 ! h.Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág.

. Pelo teorema da relações metricas da pro eção sobre a hipotenusa temos r ! h.2R  h .

h A l ! ™ r ™ g. A área lateral do cône A l ! ™ 2Rh  h 2 ™ 2Rh   A l ! ™ 2Rh ™ 2Rh  h 2   A l ! ™ 4R 2h 2  2Rh 3 2Rh .2R.

4R h  2Rh 2. 4R h  2Rh 2. 2Rh 2 ™ .4R  3h d(A l ) 4R 2 h 2  2R3h 2 d(Al ) 8R 2 h  6Rh 2 d(Al ) ! ™   ! ™   ! ™ 2 2 3 2 2 3 dh dh dh 2.

2R  h   2Rh. .

4R  3h R .

2R. .4R  3h d(A l ) d(A l ) d(A l ) ! ™   ! ™   !0 dh dh dh  2h.

2R  h 2R ™ .

2R  h .

0! ™ R .

4R  3h 2R. .

2R  h   0 ! R .

4R  3h   0 4R ! .

4R  3h   0 ! .

4R  3h   3h ! 4R   h ! R 3 24R 2  16R 2 9 r ! h. .

Solução: A X h-R E R O R Y g h Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I . © 2R  R ¹   r ! 3 ª 3 º 3 9 8R 2 R 2R 2   r ! ™2 2   r ! 9 3 3 4R 2R 2 . e r= 3 3 R: h = 06) Calcular o raio da base e altura do cone de volume mínimo que pod e circunscrever uma esfera de raio R.2R  h   r ! r! 4 ¨ 4 ¸ 8R 2 16R 2   r ! R.

Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág.94 1 AD ! h   AO ! AD  OD   AO ! h  R Do triângulo obtemos: 2 A 3 X 4 2 2 2 .

AO ! .

AE  .

OE .

h  R E 2 (AEO ~ (ADC h-R R O ! x2  R2 2 R x ! r h ¨R¸ ¨x¸ © ¹ !© ¹ ª r º ªhº 2 2 x 2 !  R 2  .

h  R x 2 ! h 2  2hR   x 2 ! R 2  h 2  2hR  R 2   R 2 x2 ! r2 h2 R 2 h 2  2hR R2 ™h2 !   r2 ! 2 r2 h2 h  2hR V! 3 ™ r2 ™ h   V ! « R 2 h2 » « R 2 h2 » R 2 h2  ™¬ 2 ™h   V ! ™¬ ™ h  V ! ™ ¼ ¼ 3 ­ h  2hR ½ 3 ¬ h. .

h  2R ¼ 3 .

h  2R ­ ½ « 2hR 2 .

h 2 » dV « R 2.h 2  4hR 3  R 2.1 » dV « 2.R 2 .h 2  4hR 3 » dV ! ™¬ ! ™¬ ! ™¬ ¼  ¼  ¼ 2 2 2 dh 3 ¬ ¼ dh 3 ¬ ¼ dh 3 ¬ .h  2R  R 2 h 2 .

h  2R ¼ .

h  2R .

.h  2R ­ ½ ­ ½ ­ ½ « R 2 .h 2  4hR 3 » dV R 2 .h 2  4hR 3   0 ! h.R 2 .h 2  4hR 3 ! 0  0 ! ™ ¬   0 ! R 2 .

h  4R ¼ 0 ! 2 dh 3 ¬ .

h  2R 2 ¼ .

.h  2R ­ ½ 0 ! h  4R   h ! 4R Substituindo (4) em (3) temos: r ! 2 R 2 .

4R 2 .

.4R 2  2™4™R ™R  r ! 2 R 2 .

Calcular a medida do lado do quadrado que deve ser cortado para obter uma caixa cujo volume seja o maior possível. cortando quadrados iguais nas quatros pontas e dobrando os lados. Solução: Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I c x .4R 2 16R 2  8R 2   r2 ! 16R 4   r 2 ! 2R 2   r ! 2R 2   r ! R 2 8R 2 R: r = R 2 e h = 4R 07) Um fabricante de caixas de papelão pretende fazer caixas abertas a parti de folhas de cartão quadrado de 576 cm 2.

95 Volume   V ! a ™ b ™ c 2 2 2 V ! .Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág.

.24  2x .

24  2 x .x   V ! .

x   V ! «.24  2x .

24.24  2.2x  .

2x »   V ! «576  96x  4x 2 » .x ­ ½ ­ ½ 2 3 2 2 V ! 576x  96x  4x   V d 12x 192x  576   V d 0  0 !12x 192x 576 z12 ! ! x 2  16 x  48 ! 0 ( ! .

1.16  4.8   ( ! 256  192   ( ! 64 2 24 ! 12 2.1 2 8 d xd ! 4 ! 2 Usando o Teste da 1º derivada obtemos: x ! 4 é ponto de Máximo   x!4 x ! 12 é ponto de Mínimo R: 4 cm x!  x! xd !  .

+++++++++ 4 12 08) Uma ilha esta no ponto A.y D 20 y C Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I . aonde deveria desembarcar para ir da ilha a ao armazém no menor tempo possível. a 20 Km do ponto B sobre a praia. a 10 Km do ponto B mais próximo sobre uma praia reta.16 s 64 16 s 8 2 +++++++ -----------------. Solução: A 10 x 20  y B 20 . Um armazém esta no ponto C. Se um homem pode remar a razão de 4 Km/h e andar a 5Km/h .

t t1 t2 x   t1 v1 .96 v.Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág.

10 .

20-y 4 2 2 y y   t2 v2 5 t1 t 2 " " Tempo total   T ! " " " # 100  400  40. y  y 2  4 5 d !   . y  y 2 y  4 5 1 ™ 500  40. y  y 2 y  4 5   ! 1 y ™ 500  40. y  y 2 4   ! 500  40.

500  40 y  y 2 20. 500  40 y  y 2 0 ! 5. 500  40 y  y 2   . 500  40 y  y 2 4. y  100  4.5 2 8.

um dos quais formaram um circulo e o outro um quadrado.333 km de B e 6. 500  40 y  y 2 20. y 100  4. 67 18 600 ! 33. y 10000 8000 ! 0   9.2000   ( ! 129600  72000   ( ! 57600 ! yd y! 360 s 240 2. 500  40 y  y 2   d0   0! ! 5. Como deve ser cortado o fio para que a soma das áreas do circulo e do quadrado seja máxima? Solução: Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I # d ! 5. y 2  1000 y  10000 25. y 2  16.( 5 y ).4. 33 18 R: 13. y  640. y 2 360 y  2000 ! 0 ( ! (360)2  4.666 Km de C 09) Um fio de comprimento L é cortado em 2 pedaços.100  (100) 2   16 y 2  640 y  800 ! 25. y 2  1000. y  100  4. 16.9 d ! yd 120 ! 6. 500  40 y  y 2 2 y 2  40 y  500 ! .( y 2  40 y  500) ! (5 y) 2  2.9.

.5 y 100 2 " " d ! 2.

y  20  1   5 d ! .

. y  20  1   5 d ! 5.

y  20  4 . 500  40 y  y 2 20. 500  40 y  y 2   2   " " ! .

1 2  y   5 d ! 1 1 ™ ™ 500  40. y  y 2 4 2 .

™ .

5 1 2   .2 y  40  1.

500  40 y  y 2  1 5   .2 y  40 8.

X R   R ! x 2 t ! 2 ! L  x   ! ! t 2 4 ™ t ! L  x   A ! ¨ x .Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág.© ª 2 2 L  x 4 A ! d d R   d 2 2   A d ¸ ¹ º   A ! L 2 ™ x 4 2 2    x A 2 d ! x 4 2 W W ¨ L  x ¸ ! © ¹ 4 ª º  2 L x 1 6 x   W  2 L x 1 6 L2  1 6 T ! A ! ! x 4  A   L 2 W 2 T   A T ! x 4 2  2 L x x 2  1 6 1 6 T A 'T x 2   x 2 4 2 x ! 4 L   8 4 x  x L2 L x x 2   1 6 8 1 6 L 2 x x     A 'T ! 8 1 6 2 x x 4 x  L ! 0   8 8 ! L   x  L x  .97 L x =C C ! 2 Q A A A A A R   x ! 2 Q= L . co m o 8 8 4 x  L x ! L 4  A 'T ! 0  x ! 0 ! 0     .

4  T ! L Q ! Lx  Q R: l 1 ! .

4 L™  Q ! 4 L 4L el2 ! 4 4 L ™ L  L 4  Q ! 4L 4 L -L  Q ! 4™L 4 10) Uma calha de fundo plano e lado igualmente inclinados vai ser construída dobrando -se uma folha de metal de largura l . se os lados e o fundo têm largura l 3 calcular o ângulo U de forma que a calha tenha a máxima secção reta Solução: X l 3 X B ! 2x  l 3 l 3 h h l 3 b! l 3 l 3 Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I .

Universidade do Estado do Pará $ 2 Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág.98 .

1 .

2 = sen + 90° $ ! x   sen l 3 ! 3x l l2  x2 9   h 2 .

3 .

4 l l ¸ ¨ 2x   ¹™ .

x  x2  x2  2x2   2x2   dS 9 3   3 9   dS ! 0   3 ! 2 2 2 dx dx l l l  x2  x2  x2 9 9 9   2x2    ax 2  bx  c ! 0 l l2 x2  ™ x  ! 0 6 18 Resolvendo a equação do 2º grau.x l2 l .x ¸ ¨  © x2  ¹ 3 º ª l2  x2 9 l2 9 ! 0    1 ¨ 1 l..! ! 3 6 l l  3 6 l Como a medida e comprimento x ! 6 3x sen !   l ¨l ¸ 3 ™© ¹ l ª 6 º ! 2 ! 1   sen ! 1   l 2 2 l ! 30 o   !  90 o   ! 30 o  90 o   ! 120 o ou 2 rad.x ¸ ¨ ¨ x ™© x  ¹  x2 ™  x2  © x2  2 ¹ dS l 3 º 9 9 3 º ª ª !  x2      dx 9 l2 l2  x2  x2 9 9 l2 l . . h ! © 3 3 º ª S ! 2 2 ¨ l ¸ © ¹ ª 3 º ! h 2 dS ! 1™ dx l ¸ l2 l2 l.x l2 ¸ l l2  ! 0   ™ ©2x2     x2  ™x ! 0 ¹ ! 0™ 3 9 2 ª 3 9 º 2 6 18 r A Total ! 2 r 2  2 rh (1) V VC = ™ r 2 ™ h p h= ™ r2 .. obtemos as raízes: l l d xd  e xd . 3 11) Quais devem ser as dimensões de uma lata cúbica de volume V fixo.+ + + + + . de forma que a quantidade de material a ser utilizado para sua fabricação seja menor possível: Devemos minimizar a área total: Solução: A Total ! A Base  A Lateral h Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I $ 2l ¸ ¨ ©2x  ¹™ 3 º   ª 2 l2  x2  h ! 9 l2  x2 9 l2  x2 9 l ¸ ¨ 2 ™© x  ¹ ™ 3 º ª   2 l2  x2 9  x 2   l2 ! h2+ x 9 2 ! 1 l2 l ¸ 1 ¨  x2  © x  ¹™ 9 3 º 2 ª ¨ l2 ¸ ™©  x2 ¹ ª 9 º 2 ™ 2 x   l ¸ ¨ © x  ¹™x l2 3 º 2 ª  x  1 9 ¨ l2 ¸ 2  x2 ¹ © ª 9 º ¨ l2 ¸  x2 ¹ © 9 ª º 2 l ...x l . B  b .x l2 l ..

r 2  2V 2V 4 r 3  2V ' '   A '.r º A T ! 2. . © 2 ¹ ª .Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág.r 2  2 r. .99 ¨ V ¸ A T ! 2.

A .r ! 4 r  2 . tirando o MMC.

A .r ! .

obtemos r r r2 4 r 3  2V V V p 2V ! 4 r 3 p !r3 p r ! 3 0! 2 r 2 2 ¨V¸ r !© ¹ ª2 º 1 3 h! V ph! r2 V «¨ V ¸ 3 » ¬© ¹ ¼ ¬ª 2 º ¼ ­ ½ 1 2 = V ¨V¸ © ¹ ª2 º 2 3 ¨V¸ © ¹ 2 ™ª º 1 3 ¨V¸ © ¹ ª2 º 1 ! 3  V™r r ! ! 2r Que acarreta em h = 2r  V¸ 1 ¨ © ¹ ª 2 º 2 12) Um homem está em um barco sobre um lago. em um ponto P. de modo que o trajeto total seja feito no menor tempo possível. Solução: P 8 z ! x2  8 C x=6 B y-x A 20 . Sabendo que a velocidade do barco é 3 km/h e que a velocidade do homem é 5 km/h.r ! 0. situado a 8 km da margem do lago. determine a posição do ponto B. que é reta. O homem vai de barco até um ponto B da margem e de lá prossegue até o ponto A.6 = 14 m y = 20 S ! v™ t   t ! S v x 2  64 20  x 1 20  x 1    T ! ™ x 2  64    T ! ™ x 2  64 3 5 3 5 3 1 1 1 1 x 1 x 1 T' ! ™ ™ x 2  64 2 ™ 2x    T' !    T' ! 0   0 !  2 2 3 2 5 3 ™ x  64 5 3 ™ x  64 5 T ! t .

P.B  t .

B.A   T ! .

2 ¸ x 1 x2 ¨1¸ ¨ !© !   25x 2 ! 9x 2  64 ™ 9   25x 2  9x 2 ! 64 ™ 9   16x 2 ! 64 ™ 9 ¹  © ¹ 2 2 ª 5 º ª 3 ™ x  64 º 25 9 ™ x  64 .

x2 ! 64 ™ 9   x 2 ! 4 ™ 9   x 2 ! 36   x ! s6. como é distância   x ! 6 cm   R ! 6 cm 16 Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I % .

1 2 4  x 5 .

.000   L '!  0. quantas unidades de ácido sulfúrico devem ser fabricadas e vendidas diariamente para maximizar o lucro? L ! R C L ! 100x  « 0.000  50x  0. 0025x2  50x 100.000 02) É dado o preço p(q) pelo qual q unidade de certa mercadoria podem ser vendidos e o custo total 1 C(q) pata produzir as q unidades as equações p(q) ! 49  q e C(q) ! q 2  4q  200 : 8 a) Determine a função do lucro P(q). e o nível de produção q para o qual P(q) é máxima.00 por unidade. no máximo. 0050x  50 ! 0   0.000 unidades. 0025x2  50x  100. 0050x ! 50   x ! 0. 0050x 50  L '! 0 0. Se o custo de produção total diário em dólares para x unidades for: C(x) ! 100. 00 0 ­ ½ 0. 0050 50 x ! 10. 7. Solução: P(q) ! R(q)  C(q) R(q) ! q.100 Questões Resolvidas de Otimização em Economia 01) Uma indústria química vende ácido sulfúrico a granel a U$ 100.Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág.000»   100x  0. 0025x2 e se a capacidade de produção diária for de. 0025x2  50x  100.P(q) P(q) ! R(q)  C(q) 9 P(q) !  q 2  45q  200 8 9 P'(q) ! 2 ™  q  45 8 18 P'(q) !  q  45 8 9 P'(q) !  q  45   P'(q) ! 0 4 9 9  q  45 ! 0   q ! 45   9q ! 180 4 4 180   q ! 20 q! 9 ¨1 ¸ P(q) ! 49q  q 2  © q 2  4 q  200 ¹ ª8 º R(q) ! q.

C m (q) ! C(q) q Função do Custo Médio 1 C m (q) ! q 2  4q  200 z q 8 1 2 q 4 q 200  C m (q) ! 8  q q q 1 200 C m (q) ! q  4  8 q ¨ 200 ¸ 1 1 200 C m '(q) !  0  ©  2 ¹   C m'(q) !  2 8 8 q ª q º C m '(q) ! 0 1 200  !0 8 q2 200 1 !   q 2 ! 1600 2 q 8 q ! 1600   q ! 40 Produção para o custo mínimo Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I .49  q 1 P(q) ! 49q  q 2  q 2  4q  200 R(q) ! 49q  q 2 8 9 2 1 C(q) ! q 2  4q  200 P(q) !  q  45q  200 8 8 b) Determine a função custo médio e o nível de produção para o qual ela passa a ser mínimo.

101 03) O custo total de fabricação de x unidades de um produto é dada por C.Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág.

Solução: Custo médio = ! custo total .x ! (3x 2  5x  192) reais. Quantas unidades deverão ser fabricadas para que o custo médio seja menor possível. número de unidades fabricadas 3 x 2  5 x  192 3 x 2 5 x 192 192     ! 3x  5  x x x x x 192 192 192 '.

x ! 3  2   '.

x ! 0   0 ! 3  2   2 ! 3 x x x 192 3 x 2 ! 192   x 2 !   x 2 ! 64   x ! s 64   x ! s 8 3 ) ( ) & ' .

x +++++++ --------8 04) Um fazendeiro tem 80 porcos. Q uantos dias devem o fazendeiro aguardar para que seu lucro seja máximo? Solução: R .5 Kg por dia. Se o preço de venda está R$ 3. Gastam-se R$ 2.03 por dia. Cada porco aumenta de peso na proporção de 2.00 por dia para manter um porco. pesando 150 Kg cada um.00 por kg e cai R$ 0.

x ! (150  2. 03x) e C(x) ! 2x L .5x) ™ (3  0.

x ! R .

x  C.

x L .

x ! (150  2. 03x)  2x L'.5x) ™ (3  0.

x ! 2. 03x)  0.5x)  2 L'.5x ™ (3  0. 03 ™ (150  2.

075x  2 L'.x ! 7. 075x  4.5  0.5  0.

5   0.15x  7.x ! 0.5  6.15x  1   L'.

15x ! 1   x ! x = 7 dias Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I ( +++++++ +8 x " 0 então x ! 8 192 Cm ' .15x  1   0.x ! 0 0 ! 0.

x ! 3  2 x  .

384 x 384 Cm". x . 192 2.

x !   ! 2 4 x x3 .

x 2 384 384 Cm .

8 ! ! "0 .

3.(8) 2  5.8 3 512 x ! 8 é um ponto de mínimo.(8)  192 192  40  192 424 Cm .

00 8 8 8 Cm ! R$53. 0. 67 como o valor de x re erese a dia temos.8 !   ! ! 53.15 . 00 e CT ! R$ 424. 00 1   x ! 6.

quantas unidades de penicilina devem ser fabricas e vendidas naquele tempo para maximizar o lucro.x + 0.000  80 ™ x  0.102 05) Uma forma líquida de penicilina fabricada por uma firma farmacêutica é vendida a granel a um preço de R$ 200.00 por unidade.003.x 2 e se a capacidade de produção da firma for de. Solução: C (x) ! 500.000 + 80. 003 x 2 e R . no máximo de 30.000 unidades em um tempo especificado.Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. Se o custo total d e produção (em reais) para x unidades for C(x) = 500.

x ! 200 ™ x L .

x ! R .

x  C.

x L .

003 ™ x 2 )   L .000  80 ™ x  0.x ! 200 ™ x  (500.

x  500.x ! 200.000 80 ™ x 0. 003 ™ x 2 L .

x ! 0. 003 ™ x 2  120 ™ x  500. 006 x  120   0. 006 x ! 120   . 006 x  120   L d ! 0   0 ! 0.000 Ld ! 0.

x .

006 x ! 20.x 120   20. Qual maximizar x! L .000 0.000   ponto crítico.

000  0.000  80 ™ 20. 003 ™(20.000  (500.20.000 ! 200 ™ 20.000) 2   L .

000 valor máximo L .20.000 ! 700.

000 L .0 ! 500.

000  (500.000 ! 200 ™ 30.000) 2  L .000  80 ™30.30.000  0. 003 ™(30.

por unidade.30. c.000 ! 400. b. d constantes positivas. Quantas unidades devem ser produzidas e vendidas para que seja máximo o lucro da operação? Solução: C (x) ! a  bx e R . sendo a.000 06) O custo de produção de x unidades de uma certa mercadoria é a + bx e o preço de venda é c dx.

x ! c  dx L.

x ! R .

x  C.

x L.

x ! (c  dx)x  (a + bx) L.

x ! cx  dx 2  a  bx L.

que quantidade deverá ser produzida para ser obter o lucro máximo? Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I . Estima-se que o custo total c para produzir e vender q unidades é dado por C(q) ! q 3  3q 2  4q  2 .x ! dx 2  cx  bx  a  !  dx 2  cx  bx  a    dx 2  (c  b)x  a dl dl !  2dx  (c  b)   ! 0   0 ! 2dx  (c  b)   (c  b) =2dx. Ltda.00. isolando o va lor de x obtemos dx dx (c  b) x= 2d 07) A Cia. Suponha que toda a produção seja absorvida pelo mercado consumidor. Produz determinado produto e vende -o a um preço de R$ 13.

Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág.103 Solução: R ! 13q e C ! q 3  3q 2  4q  2 L ! R C L ! 13q  (q 3  3q 2  4q  2) L ! 13q  q 3  3q 2  4q  2 dl dl ! 13  3q 2  6q  4   ! 3q 2  6q dx dx 3q 2  6q 9 = 0 2 9  dl !0 dx ( ! .

( 3).9   ( ! 36  108   ( ! 144 x!  .6  4.

0.(3)  x! 6 s 12 6 ! xd 6 !1 6 18 d ! !3 xd 6 08) Um fabricante estima que quando q unidades de uma certa mercadoria são produzidas por mês.5q 2  6q  40   P'(q) ! 0.4q 2  3q  40 P(q) ! 0.  q  6 ! 0 onde q = 6 C(q) = 0.4  2   A'(q) = 0   0 = 0. como P'(q) ! 0.4q 2  3q  40 e p(q) ! 0.00 por unidade 10 Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I . o custo total é C(q) = 0.4q + 3 + 40 40 40 derivando temos A' q) = 0. temos. Qual é o lucro máximo? (b) Para que nível de produção o custo médio unitário A(q) = C(q)/q é mínimo? Qual é este custo? (c) Para que nível de produção o custo médio é igual ao custo marginal C'(q)? Solução: C(q) ! 0.1q 2 P(q) ! R(q)  C(q) P(q) ! (9q  0.4q 2 + 3q + 40)   P(q) ! 9q  0. (a) Determine o nível de produção para o qual o lucro é máximo.5q) a) R(q) ! q ™ p(q) R(q) ! q ™ ?0.4 40 A(q) = 0.2(45 .4q 2 + 3q + 40   b) A(q) = separando em fraçôes de mesmo denominador obtemos q q A(q) = 0.1q 2 )  (0.2(45  0.5q) A   R(q) ! 9q  0. 1q 2  0.4q² + 3q + 40 reais e que as q unidades podem ser vendidas por um preço p(q) = 0.6 s 144 2.5q) reais a unidade.4q 2 + 3q + 40 C(q) 0.4  2 ( q q q 40 = q 2   q 2 ! 100   q ! 100   q ! 10 0.5 ™ 2q  6   P'(q) ! q  6.2(45  0.4 ™ 10 + 3 +   A(q) = 4 + 3 + 4   A(q) = R$: 11.

104 C(q) ! 0. Quando um grupo contem exatamente 35 pessoas pessoas.50 a unidade 10) Uma empresa de turismo aluga onibus com capacidade para 50 pessoas a grupos de 35 pessoas ou mais.4q 2 ! 40   q 2 ! q q q 0. por esse preço.00. Solução: Receita da empresa ! (número de pessoas no grupo) ™ (preço por pessoa) Número de pessoas no grupo ! 35  x e o Preço por pessoa é ! 60  x R (x) ! (35  x) ™ (60  x) Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I .4q 2  3q  40 derivando obtemos C'(q) ! 0.00 a unidade. temos: dx dx dx 0 17 ! 2x  17   0 ! 2x  17   2x ! 17   x ! 0 ! 400 ™ ? 2x  17A   400 2 x ! 8. menos 400 fitas serão vendidas por mês.4q  3  c) C'(q) ! CM(q) 0.00 para cada pessoa que exceder 35.4q  40 q 40 q 40 40 40 40   0.8q  3 e CM(q) ! 0.00 de aumento no preço. As fitas vêm sendo vendidas a R$ 5. cada pessoa paga R$ 60. Qual deve ser o preço de venda das fitas para que o lucro do fabricante seja máximo? Solução: Lucro = (número de fitas vendidas)™ (Lucro por fita) Número de fitas vendidas = 4000  400(x  5) 400 ™ ?10  (x  5)A 400 ™ ?10  x  5A 400 ™ ?15  x A Lucro por fita = (x  2) Lucro = 400 ™ (15  x) ™ (x  2) derivando a função lucro obtemos dL dL ! 400 ™  1™ (x  2) + 400 ™ 1™ (15  x)   ! 400™ ? ™ (x  2) + (15 x)A dx dx dL dL dL ! 400 ™ ? x  2 + 15  xA  ! 400™ ? 2x  17A como ! 0. Nos grupos maiores. O fabricante pretende aumentar o preço da fita e calcula que para cada R$ 1. o preço por pessoa é reduzido de R$ 1.5 R: R$ 8.8q  0.8q ! 0. são vendidas 4.4 q ! 100   q ! 10 unidades 09) Um fabricante produz uma fita de vídeo virgem a um custo de R$ 2.00 a unidade.4 ™ q !   0. Determine o tamanho do grupo para o qual a receita da empresa é máxima.Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág.4q  3  0.8q  3 ! 0.000 fitas por mês.4q !   0.

como queremos mini mizar o custo pelo teste da 1ª derivada o valor é 500 x ™ 0. CAr = Custo de Armazenamento.105 R (x) ! (35  x) ™ (60  x) derivando obtemos R'(x) ! 1 ™ (60  x)  (35  x) ™ 1 R'(x) ! 60  x  35  x   R'(x) ! 2x  25. R: 47 ou 48 pessoas (R$ 2256.500 CT(x) = CAr CTr CM A 120.75.000 120.000: Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I . CTr = Custo de transporte da remessa e CM A = Custo de médio de armazenamento ¨ 6000 ¸ 120. 48    = 0. A taxa de transporte é R$ 20. como CT'(x) = 0 obtemos: 0 = 0.000 120. como estamos trabalhan do com número de pessoas podemos ter 2 x ! 12 ou x ! 13 para formar os grupos.000 120. R (x) ! (35  x) ™ (60  x) x ! 12 R (12) ! (35  12) ™ (60 12) R (12) ! 47 ™ 48 R (12) ! 2256 x ! 13 R (13) ! (35  13) ™ (60 13) R (13) ! 48 ™ 47 R(13) ! 2256 Desta forma concluimos que os valores 47 e 48 satisfazem as condições do problema. 48 ™ x 2 R: deve encomendar lotes de 500. 12) Após x semanas. 48 .000 CT'(x) = 0. Quantos pneus o fabricante de bicicletas deve encomendar de cada vez pra minimizar o custo? Solução: CT(x) = Custo de transporte.00 por encomenda.Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág.000 CTr = (custo por remessa) ™ (número de remesas)   CTr = 20 ™ © ¹  x ª x º CAr = (número médio de pneus armazenados) ™ (custo de armazenamento por pneu)   CAr = CM A = (número total de pneus) ™ (preço de um pneu)   CM A = 6000 ™ 5.500 x 120. então: 0 ! 2x  25   2x ! 25   x ! 25   x ! 12. o número de pessoas que usam uma nova linha de metrô é dada pela equação N(x) = 6x3 500x 8.00) 11) Um fabricante de bicicletas compra 6000 pneus por ano de um distribuidor.000   x ! s 250.5. 48   = x2   2 2 2 x x x 0.000   x ! s500.000  34. como R' (x) ! 0. 48 CT(x) = 0. o custo de armazenamento é 96 centavos por pneu por ano e cada pneu custa R$ 5. Suponha que a demanda de pneus se mantenha constante durante todo o ano e cada remessa seja entregue no momento em que o estoque se esgotou.96   0. 48 ™ x x 2 ! 250. com x ! 12 temos um total de 12  35 ! 47 com x ! 13 temos um total de 13  35 ! 48 Usando a função receita para verificar qual número de pessoas vão servir para montar os grupos. 75   34.

o preço cai à razão de dois centavos por quilo ao dia.558   N(8)  N(7) = 1514 N(8) ! 6(8)3 + 500 ™ 5 + 8. é f ( x) ! 100(2 x 3  45x 2  264x ) . Em que dia o fazendeiro deve colher as batatas para maximizar a receito? Solução: Seja x o número de dias que se seguem a 1º de janeiro. entre 1978 e 1992. 4x  0. ou seja. 02 x )   R ! 160  1.000 N(7) ! 13. ° o número de passageiros estava aumentando à razão de 1. o fazendeiro deve colher as batatas dez dias após 1º de janeiro. 4 x  0.652 passageiros por semana. 4  0. 4  0. um fazendeiro tem 80 kg de batata no campo e calcula que a produção será aumentada à razão de 1 kg ao dia.000 N'(x) ! 18x 2 + 500 N'(8) ! 18(8)2 + 500   18 ™ 64 +500   1152 + 500   1652 N'(8) ! 1652 b) N(x) ! 6x 3 + 500x + 8.072  13. 04x . a associação teve o maior número de membros? Qual foi esse número? b) Em que ano. 04 e como R ''(10) 0 . 02 x 2   R' ! 0.072 a) ® o número de passageiros estava diminuindo à razão de 1.000 N(7) ! 6(7)3 + 500 ™ 7 + 8. x ! 10 corresponde realmente a um máximo de R . 04 verificar se esse é o valor máximo de R . No dia 1º de janeiro. 02x 2 O objetivo é determinar o máximo de lucro para R .000 N(8) ! 15. Nesse caso. 14) O número de membros de uma associação de consumidores.514 passageiros por se 13) Um fazendeiro consegue vender um quilo de batata por R$ 2. entre 1972 e 1992. 4   x ! ! 10 . 4 0. vamos calcular a segunda derivada para 0. que se anula para: 0.00 no primeiro dia do ano. mas. em 1978.106 (a) Qual era a taxa de variação do número de passageiros após 8 semanas? (b) Qual foi a variação do número de passageiros durante a oitava semana? Solução: a) N(x) ! 6x 3 + 500x + 8. A receita obtida com a venda de batatas no dia x é: R ! (80  x )(2  0. 02 x 2   R ! 160  0. depois disso. x anos após sua fundação. a) Em que ano. Agora. a associação teve o menor número de membros? Qual foi esse número? Solução: Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I . 02x e o número de quilos de batata dado por 80  x . R: ¯ b) mana. R '' ! 0. 04x ! 0   0. o preço das batatas é dado por 2  0. 6 x  2 x  0.558 N(8)  N(7) = 15. 04x ! 0. no dia 11 de janeiro. Calculando a derivada temos: R ! 160  0.Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág.

Calculando os pontos de f ( x) temos: f (0) ! 100(2(0) 3  45(0) 2  264(0)) ! 0 f (4) ! 100(2(4) 3  45(4) 2  264(4)) !100(128 720 1. encontrando os seus pontos críticos.107 Definindo o intervalo como sendo x ! 0 para o ano de 1978 e x ! 14 para o ano de1992 .800 Agora podemos concluir que: a) Em 1982 .820  3. Agora. Podemos notar que x ! 4 e x ! 11 são os pontos críticos de f '( x) sendo ambos os valores pertencem ao intervalo. calculemos a derivada da função f ( x ) ! 100(2 x 3  45x 2  264x ) .904) ! 100 v132 ! 12. f '( x ) ! 100(6 x 2  90 x  264) e tirando 6 em evidência temos f '( x ) ! 600( x 2  15 x  44).44 5  2.662 5. O primeiro valor corresponde a um mínimo absoluto e o segundo valor corresponde ao máximo relativo.056) !1 00 v 464 ! 46. Assim.Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág.100 f (14) ! 100(2(14) 3  45(14) 2  264(14)) !1 00(5.400 f (11) ! 100(2(11) 3  45(11) 2  265(11)) ! 100(2.488  8.710) !100 v378 ! 37. podemos reescrever f '( x ) da seguinte orma: f '( x ) ! 600( x  4)( x  11).

b) Em 1998 . 46.4000 membros.x ! 4 .

O que acontece quando Q (t) Solução: ¨ Q¸ 100 ™ r ™ Q ™ ©1  ¹  dQ ¨ Q ¸ 100Q'(t) ª a º   100Q'(t) ! 100r ™ ¨1  Q ¸ ! rQ ™ ©1  ¹   ! © ¹ dt Q(t) Q Q(t)  ª aº ª aº a taxa se torna negativa. o que signi ica que a biomassa começa a diminuir. a? 02) Uma escada de 5 m de comprimento está apoiada em uma parede. 12. O alto da escada está escorregando para baixo ao longo da parede com uma velocidade de 3 m/s. Com que velocidade a base da escada está se a astando da parede quando o alto se encontra a 3 m do chão? Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I . Determine a taxa de expansão percentual da espécie.x ! 11 . Questões Resolvidas de Otimização em Ciências Naturais 01) Os experimentos mostram que a biomassa Q(t) de uma espécie de peixe em uma certa região do oceano varia de acordo com a equação dQ ¨ Q¸ ! rQ ™ ©1  ¹ Onde r é a taxa natural de expansão da dt ª aº espécie e a é uma constante.100 membros.

Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. Se r 0 é o raio normal da traquéia. x!4 03) Quando uma pessoa tosse.5p 2 17 partes por milhão. como V'(r) = 0. Determine o raio r para o qual a velocidade do ar é máxima.1t 2 milhares de habitantes. onde p é população em milhares de habitantes.r). o raio da traquéia diminui. onde a é uma constante positiva.1 Solução: 0. Calcula-se que daqui a t anos a população do município será p(t)= 3.108 Solução: x 2  y 2 ! (5) 2 . Qual será a taxa de variação da concentração de monóxido de carbono daqui a 3 anos? Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I . obtemos 0 = ar ™ (2r0  3r)   2r 0 ! 2r0  3r   3r ! 2r0   r ! 0 ar 3 R: r = 2r0 .25 m/s. derivando a equacão e x 2  (3) 2 ! (5) 2 x 2 = 25  9 x 2 = 16 x = 16 dy dx dy !  3 2x ™  2y ™ !0 dt dt dt dx  2 ™ 3 ™ (-3) ! 0 2(4) ™ dt dx ! 18 8™ dt dx 18 ! dt 8 dx ! 2.ar 2   V'(r) = 2arr0  3ar 2   V'(r) = ar ™ (2r0  3r). afetando a velocidade do ar na traquéia. 3 04) Um estudo ambiental realizado em um certo município revela que a concentração média de monóxido de carbono no ar é dado pela equação C(p) ! 0. Solução: V(r) = a ™ r 2 ™ (r0  r)   V'(r) = a ™ 2r ™ (r0  r) + a ™ r 2 ™ ( 1)   V'(r) = a ™ 2r ™ (r0  r) .a ™ r 2 V'(r) = 2arr0  2ar 2 . a relação entre a velocidade v do ar e o raio r da traquéia é dada por uma função da forma v(r) = ar²(r 0 . 25 m/s dt R: 2.

5p 0.1 ™(3) 2   p(3) ! 3.1  0. Solução: Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I .1 ™(9) p(3) ! 3. (a) Calcule a sensibilidade S. 0 Usando a regra da cadeia para derivar a função composta dc dc dp ! ™ dt dp dt dc ! dt dc ! dt 0.1 ™ (3) 2   p(3) ! 3. A derivada S = d /dM pode ser considerada como uma medida da sensibilidade do organismo ao medicamento.5p 2  17   p(t) ! 3. (b) Calcule dS/dM = d² /dM2 e apresente uma interpretação para a derivada segunda. a) dM 3 dF 1 ! ™ (2K  6M)é a taxa de variação de senbilidade coma quantidade de medicamento b) dM 3 06) Um dos modelos do sistema cardiovascular relaciona V(t).9   p(3) ! 4. a pressão na aorta durante a sístole. 24   ! 0.5p 2  17   0. 2 ™ t dt dt e como t ! 3 anos substituindo em p(t).1 ™ p(t) 0.5 ™ (4) 2 17 dc dc dp ! ™ .2 dc ! 0.1  0. através da ¨ 3t² 2t ¸  equação: V(t) = [C 1 + C 2 P(t)] ™ © ¹ onde C 1 e C 2 são constantes positivas e T é a duração T º ª T² (constante) da sístole. o volume de sangue na aorta no instante t durante a sístole (fase de contração).5p 2  17 1. Encontre uma relação entre as taxas dV/dt e dP/dt.5 ™16  17 ™ 0.109 C(p) ! 0.1  0.2 0.5p !   ! 2 dp 2 ™ 0.5p  17 dp  0.5p 2  17 dp dp ! 2 ™ 0.5p 2  17   1. obtemos: dt dp dt 1.1 ™ t 2    dc 2 ™ 0.2 8  17 0.1 ™ t 2 p(3) ! 3.1  0.1  0.1 ™ p ™ t 0.1 0.1 ™ t   ! 0.Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. Solução: 1 F ! (KM 2  M 3 ) derivando a equação.2 25     0. 24 milhão por ano. 5 dt 05) Um certo modelo biológico sugere que a reação do corpo humano a uma dose de medicamento pode ser representada por uma função da forma 1 ! (KM 2  M 3 ) onde K é uma constante positiva 3 e M a quantidade do medicamento presente no sangue. 3 dF 1 ! ™ (2KM  3M 2 ) derivando pela segunda vez a equação. 2t     1. p(t) ! 3.1 ™ 4 ™ 3 0.5p dc 0. a P(t).

A taxa de variação de R(D) com D é chamada de sensibilidade. Solução: Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I . Determine o valor de D para o qual a sensibilidade é máxima. Tucker e K.Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. 3º ª2 2DC 2D 2 D 2 ¨C D¸ ¨ 1¸     R'(D) = 0 R'(D) = 2D ™ ©  ¹  D 2 ™ ©  ¹   R'(D) = 3º 2 3 3 ª2 ª 3º 2DC 3D 2    0 ! DC  D 2   D 2 ! DC   D ! C 2 3 R: A sensibilidade é máxima para D = C. Solução: ¨C D¸ R(D) = D 2 ™ ©  ¹ derivando a equação. dt dt ª T T º ¨ 6t 6t 2 ¸ dv dp ¨ 3t 2 2t 3 ¸ ! [C1 + C 2 ™ P(t)] ™ © 2  3 ¹  C 2 ™ ™ © 2  3 ¹ dt T º dt ª T T º ªT 07) A reação do organismo à administração de um medicamento é frequentemente representada por ¨C D¸ uma equação da forma R(D) = D 2 ™ ©  ¹ onde D é a dose e C (uma constante) é a dose máxima 3º ª2 que pode ser administrada. T º ªT dp dp ¨ 3t 2 2t 3 ¸ ! C 2 ™ ™ © 2  3 ¹ somando  com . V. Schmidt-Koenig mostraram que o consumo de energia de uma espécie de periquito australiano (o Budgerigar) é dado pela expressão E = 1 [0. obtemos. 0= 08) Em um artigo científico.074(v ± 35)² + 32] onde v é a velocidade do pássaro em km/h. Escreva uma expressão para a v taxa de variação da energia com a velocidade do periquito. A. º ¨ 6t ™ T 2 6t 2 ™ T 3 ¸ ¨ 6t ™ T 2 6t 2 ™ T 3 ¸ dv + C 2 ™ P(t) ™ © 2 2  ! C1 ™ © 2 2  ¹ ¹ dt (T 3 ) 2 º (T 3 ) 2 º ª (T ) ª (T ) ¨ 6t 6t 2 dv ! C1 ™ © 2  3 dt T ªT ¸ ¨ 6t 6t 2 ¸ + C 2 ™ P(t) ™ © 2  3 ¹ ¹ T º º ªT ¨ 6t 6t 2 ¸ dv ! [C1 + C 2 ™ P(t)] ™ © 2  3 ¹ dt T º ªT ¨ 3t 2 2t 3 ¸  V(t) = [C1 + C 2 ™ P(t)] ™ © 2  3 ¹derivando a equação.110 ¨ 3t 2 2t 3 ¸ V(t) = [C1 + C 2 ™ P(t)] ™ © 2  3 ¹e etuando a multiplicaç ão temos: T º ªT ¨ 3t 2 2t 3 ¸ ¨ 3t 2 2t 3 V(t) = C1 ™ © 2  3 ¹ + C 2 ™ P(t) ™ © 2  3 T º T ªT ªT ¸ ¹ derivando a equação.

65 E' ! . como E' ! 0.074 ™ (v  70v  1225)  32] [0.074 ™ v2  5. o consumo de energia de uma espécie de periquito é dado pela expressão E(v) = 1 [0. v2 v 0.074(v  35)²  32] derivando a equação.074 v ! 40.074 ™ (v  35)²  32]  ™ [0. 43 ! v 2   v ! 1657. Qual é a velocidade v para a qual a potência é mínima? Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I . simplificando e reduzindo a fatores comuns. v2 v 0. 43 0. v2 0.111 1 ™ [0. tirando mmc obtemos. C.074™ 2™ (v  35)] v v 2 [0.18  E' ! .074(v . v2 0.074 ™ v 2  122. Qual é a velocidade para a qual o consumo de energia é mínimo? Solução: Como já efetuamos a derivada da equação na questão anterior passamos a usar a mesma.148™ v2  5.65  32  0.65 ! v 2   1657. 0. v 1 1 E' !  2 ™ [0. p é a densidade do ar e Solução: e A são constantes positivas associadas à forma e ao tamanho do pássaro.65 0!   0 ! 0.35)2 + 32] onde v é a velocidade do v pássaro em km/h.65  32 0.65 ! 0.Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág.074 ™ v2  122.148™ (v  35)]  E' !  . Pennycuick apresentou provas experimentais de que a potência P necessária para que um pássaro se mantenha voando é dada pela expressão V! ² 1 + pAv onde v é a velocidade do pássaro em relação ao ar. J. 2p v 2 é o peso do pássaro.65 E' ! v2 E! 09) De acordo com os resultados de Tucker e Schmidt-Koenig.074 ™ v2  70v  90.074 ™ v 2  122.18™ v E' ! .65   122. fazendo a multiplicação temos.148 ™ v  5.18 ™ v  90.074 ™ v 2  122.71 km/h 10) Em um artigo publicado em 1969.074 ™v 2 v2 122.

Solução: f(v) ! A ™ v 2  derivando a equação.112 V! 1  pAv . Observa- se experimentalmente que o arraste é mínimo para v = 256km/h.967. Determine a temperatura em que o número de bichos da maçã sobreviventes é máxima e a temperatura em que o número de bichos da maçã sobrevivente será mínimo. 2 2 2 2 dv (2 v) 2 dv 4 v 2 dV  w² ™ 2 ! dv  2( 4  2( 4 2 3 2 2 2 2 2 ² v 2 ) ™ ( A3v 2 ) dV   ! 0. Use essa informação para calcular a razão /A. 42T 2  68T  746 para 20 e T e 30 onde T é a temperatura em graus Celsius. ou seja. a força de frenagem exercida pelo ar sobre a aeronave. 42T 2  68T  746 para 20 e T e 30. v2 2 v 2 2 v f '(v) ! 2Av  2 2   f '(v) ! 2Av  4   f '(v) ! 2Av  3   f '(v) ! 0 (v ) v v 2 2 ! v4   ! (256) 4   4. a força de arraste é dada por uma expressão da forma F(v) = Av² + v² onde A e são constantes positivas.967.Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. Solução: Sendo a função P(T) ! 1. De acordo com um modelo. 2p v 2 dV  w² ™ 2 1 dV  w² ™ 2 1 !  A3v 2   !  A3v 2 azendo o mmc temos. nos insetos holometabólicos) é dada pela expressão P(T) ! 1. vamos calcular a derivada Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I . 296 12) A percentagem de bichos da maçã que sobrevivem ao estado de pupa (Estado intermediário entre a larva e a imago.296 0 ! 2Av  3   3 ! 2Av   3 ! Av   v v v A A R: A ! 4.294. derivando a equação obtemos.294. logo 2 2 v dv 0!  w² ™ 2 2 2 v 2 ) ™ ( A3v 2 ) 2 2 v A3v 4 0 !  w² ™ 2 w² ™ 2 3 2 3 2 !2 A3v 4 w² w²  v! 4 2 2 3 AS 3 AS Av 4 ! w²   v 4 ! 11) Um parâmetro importante para o projeto de aeronaves é o chamado "fator de arraste".

ele deverá anunciar a candidatura em abril para ter o máximo possível de popularidade no dia da eleição. igualamos a derivada a zero para obter os números críticos de primeira ordem: P'(T) ! 2.Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. calculando S(7) para vermos se ele será eleito e nessas condições o candidato provavelmente será eleito. A pesquisa mostra que a porcentagem de adultos sintonizados na estação x horas após as 17 h é 1 f ( x ) ! ( 2 x 3  27 x 2  108 x  240) . 42(20) 2  68(20)  746 P(20) ! 568 1360  746 ! 46 P(23.94) ! 1.84T !  68 68 ! 23. 084488  68 P(30) ! 1.113 P'(T) ! 2. Em seguida.84 Calculando agora P(T) para os pontos encontrados temos T! P(20) ! 1. qual o melhor mês para anunciar a candidatura? Se o político necessita de pelo menos 50% dos votos para vencer.94) 2  68(23. 8 Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I . 13) Uma pesquisa de opinião revela que x meses após anunciar sua candidatura. Se a eleição estiver marcada 29 para novembro.84T  68 ! 0    2.84T  68 .92 746  68. 42(30) 2  68(30)  746 P(30) ! 1278  2040  746   16 Logo podemos concluir que o número de sobreviventes é máximo para 23. 76 29 29 29 14) Uma estação de rádio faz o levantamento dos hábitos dos ouvintes entre 17 h e meia-noite. 42(23. certo político terá o apoio de S(x) ! 1 (  x3  6 x 2  63 x  1080) para 0 e x e 12 eleitores.84T  68 2.835512 1627.94ºC e mínimo para 30ºC.94) 746 P(23. Agora. o único ponto crítico é x ! 7 . Como a popularidade do candidato será máxima 7 meses após a candidatura ser anunciada.94) ! 813. S(7) ! 1 1 1 ( (7) 3  6(7) 2  63(7) 1080)   S(7) ! ( 343 294 441 1080 )   (1472)   50. quais são as chances de ser eleito? Solução: Sendo a função S(x) ! S'(x) ! 1 (  x 3  6 x 2  63 x  1080) para 0 e x e 12 calculemos a derivada 29 1 ( 3 x 2  12 x  63) e tirando  3 em evidência temos 29 3 2 S'(x) ! ( x  4 x  21) 29 3 S'(x) ! ( x  7)( x  3) ! 0 logo. x ! 7 e x ! 3 29 Como x ! 3 não está no intervalo.94 e esse valor está no intervalo 20 e T e 30 2.

existem mais ouvintes sintonizados na estação? Qual é a percentagem de ouvintes nesse momento? b) Em que instante. concluimos 4 3 f '( x ) ! ( x  3)( x  6)   f '( x) ! 0. às 17 h. 0 3 6 7 f ( x) 30 13.125 a) 0 h após as 17 h. O primeiro valor corresponde a um mínimo absoluto e o segundo valor corresponde ao máximo relativo. temos 8 6 f '( x ) !  ( x 2  9 x  18) agora simpli icando 6 e 8 por 2. x Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I . e a função possui como intervalo x ! 0 às 17 h e x ! 7 à meia-noite. sendo assim.Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. como nos mostra a tabela abaixo. A percentagem de ouvintes nesse momento é de 13.125%. A porcentagem de ouvintes nesse momento é de 30%. ou seja. às 20 h. onde concluimos 4 Podemos notar que x ! 3 e x ! 6 são os pontos críticos de f '( x) sendo ambos os valores pertencem ao intervalo.125 16. calculemos a derivada da função 1 f ( x ) ! ( 2 x 3  27 x 2  108 x  240) . ou seja. existem menos ouvintes sintonizados na estação? Qual é a percentagem de ouvintes nesse momento? Solução: O problema trata diretamente de máximo e mínimo respectivamente. segue-se 8 3 f '( x ) !  ( x 2  9 x  18) e encontrando os seus pontos críticos. entre 17 h e meia-noite.5 15. b) 3 h após as 17h. entre 17 h e meia-noite.114 a) Em que instante. 8 1 f '( x ) ! ( 6 x 2  54 x  108) e tirando  6 em evidência.

6V. todos tiverem um comprimento de 5m.Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. calcular a razão r/h de modo que sua área lateral seja mínima? R: r 1 ! h 2 02) Um fazendeiro precisa construir dois currais lado a lado. tendo na base um retângulo com comprimento igual ao triplo da largura. conforme mostra a figura. com tampa. Prove que a área do terreno cercado será máxima quando o terreno for um quadrado. com uma cerca comum. Se os lados e a base. se o volume do funil e V (constante). R: x = 125 m 05) Um canal de drengem deve ser feito de tal forma que a secção transversal é um trapézio com os lados igualmente inclínados. Calcule as dimensões que permitem a máxima economia de papelão para produzir caixas de volume V (dado)? 3 R: 3 6V 3 6V . Quais são as dimensões da pagina de menor área que preenche essas condições? R: 18 cm e 24 cm Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I . Um celeiro será usado como parte de um lado do campo.115 Questões Propostas de Otimização em Geometria 01) Um funil cônico tem raio r e altura h. Se cada curral deve ter uma certa área A.5 cm nas laterais. R: 4 3A 03) Um fabricante precisa produzir caixas de papelão. 3 2 04) Um fazendeiro tem 500 metros de uma cerca para envolver um terreno retangular. uma margem de 2 cm nas partes superiores e inferiores e uma margem de 1. 2 3 06) Uma pagina para impressão deve conter 300 cm2 de área impressa. de forma que a área da secção transversal seja máxima?. qual o comprimento mínimo que a cerca deve ter. como escolher o ângulo R: = (0 e e ) .

Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. 09) Determine as dimensões do cilindro reto de volume máximo que pode ser inscrito numa esfera de raio R. tangenciando dois de seus lados opostos. em função de R ? R: A(R) ! R 2  16  8R b) Qual deve ser o raio do círculo.116 07) Um quadrado de 4 cm de lado é dividido em dois retãngulos. o de área máxima é o triângulo equilatero. de raio R. conforme figura ao abaixo. R: r ! R 6 2R 3 eh ! . determinar o de área máxima. a) Escreva uma expressão que represente a soma das áreas do circulo e do retângulo. coloca -se um circulo. Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I . entre todos os triângulos isósceles de igual perimetro. para que a área pedida no item anterior seja a menor possivel? R: 4 . Em um dos retângulos. 08) Mostre que. que não contém o círculo. conforme figura ao ao lado. 3 3 10) Entre todos os triângulos retângulos de mesma hipotenusa.

R: S ! 3R 2 3 . inscritos em um círculo de raio dado. 4 11) Entre todos os triângulos isósceles. conforme figura ao lado. inscrito em um dado triangulo ABC conforme figura ao abaixo. Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I .117 R: o triângulo é o retângulo isósceles de área S ! a2 .Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. R: x ! R ou x ! R . e tendo o diâmetro como base maior conforme figura ao abaixo. R: o retângulo de área S ! b™h . são dados os lados não paralelos c e a base menor b. 4 12) Calcular o retãngulo de área máxima. 2 14) Em um trapézio isósceles. de área máxima. Determine o de área máxima conforme figura ao abaixo. determinar o de área máxima. inscrito em um semicirculo dado. 4 13) Achar o trapézio isósceles.

4 15) Dado um cilindro circular reto. 4 16) Achar o cone de revolução de volume máximo.118 R: x !  b s b 2  8c2 . conforme figura ao abaixo. Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I . determinar o cone circunscrito de volume mínimo. R: V ! 9 R2h . inscrito em uma esfera de raio R.Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. conforme figura ao abaixo.

Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. conforme figura ao abaixo.119 R: x ! 4R 2R 2 ey= . R: x ! R h ey= . inscrito em um cone dado. 2 2 Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I . 3 3 17) Determinar o cilindro de área lateral máxima.

conforme figura Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I . R: V ! 4 R3 3 .1). que está mais proximo doa origem do sistema cartesiano.1). 1) 22) Mostre que (2. 3 24) Inscrever em uma esfera de raio R ao ao lado. Determinar a distância da seção à base de modo que o prisma inscrito tenha volume máximo. R: P0 (1. R: P0 (1. l = lado da base do pirâmide. que esta mais proximo do ponto (11.Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. 21) Ache o ponto P0 situado sobre a hipérbole de equação x ™ y = 1 .1) ou ( 1.120 18) Entre todos os cilindros inscritos em uma esfera de raio R.1 2) hipérbole x 2  y2 ! 1 . conforme figura ao abaixo. mais proximo do ponto (2. R: P0 ( s 5. 2) . traça-se uma seção paralela à base e constrói-se. determinar o de volume máximo. 2) é o ponto da curva y ! x 3  3x . um prisma reto. x = Distãnciada secção ao vértice. conforme figura ao abaixo. 2R R: x ! . 23) Em uma pirâmide dada. quadrangular regular. 9 19) Determine o ponto da proximo do ponto (0. Com elementos abaixo: a = Lado da base do prisma. h = Altura da pirâmide. V = Volume do prisma. 1). um tronco de cone tendo a base sõbre um círculo máximo e cuja área lateral seja a maior posível. mais 20) Determine o ponto da curva y 2 ! 4x .

R: x ! R(1  2) ou y ! R(1  2) .Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. Determinar o que tem menor perímetro.121 R 2R 2 ou y ! . R 3 ª º $ 48. conforme figura ao abaixo. consideram-se todos os triângulos retângulos circunscritos ao mesmo. Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I . As extremidades do cilíndro são abertas R: x ! e o volume total do sólido deve ser uma constante especifiva V.20 26) Dado um círculo de raio R. a) Mostre que a área total S da superfície é dada por: R: S ! b) Mostre que S é mínimizada quando 2 é: R: cos =   3 2V 2 ¨ ¸  R 2 ™ © cossec  cotg ¹ . conforme figura ao abaixo. 3 3 25) Um cilíndro circular de raio R é encimado por um cone.

Como deve ser cortado o barbante para que a soma das áreas das figuras seja maior possivel.Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. R: x ! y ! r 2 30) Um pedaço de barbante de comprimento L é cortado em duas partes. O exame dessas células mostrou que a medida do ângulo do ápice é surpreendentemente consistente. conforme figura ao abaixo. aberto no extremo com um ângulo triédrico no outro extremo. de semi-eixos a e b. pode ser mostrado que a área superficial S é dado pela equação Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I . Acredita-se que as abelhas de forma a minimizar a área superficial para um dado volume. tal que o segmento PQ seja visto sob o ângulo máximo. R: l 1 ! ( L 3 el2 ! 3 + 9) ( 9L 3 + 9) 31) Em uma colméia. Achar sobre o outro lado OB . Baseado na geometria da célula. o retângulo de área máxima.122 Ö 27) Dado um ângulo AOB sobre um dos lados. uma delas sendo dobrado na forma de um triângulo equilatero e a outra na forma de uma circunferência. OA . são fixados dois pontos P e Q. usando assim uma quantidade mínima de cera na construção. um ponto M. R: x ! a b e y! 2 2 29) Mostre que o retângulo de área máxima inscrito núma circunferência de raio r é um quadrado. conforme figura ao abaixo. cada célula é um prisma hexagonal regular. R: x ! a ™ b 28) Inscrever em uma elipse.

d R:  3 ™ cotg dS 3 2 ! s ™ cossec d 2 . conforme figura abaixo. a) Calcule dS . e h.123 ¨ 3 3¸ S ! 6sh  s 2cotg  © 3s 2 ¹ cossec . a © 2 2 ¹ ª º altura são constantes.Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. o comprimento dos lados do hexágono. onde s.

.cossec 3) } 55r b) Que ângulo deveriam preferir as abelhas? R: cos 1 (1 c) Determine a área superficial mínima da célula (em ternos de s e h). R: 6s « h  s 2 ­ Obs: Medidas reais do ângulo diferem do valor calculado em mais do que 2°.

onde R é o raio da esfera dada. R: A altura do cilindro é R 2 . com fundo quadrado. Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I . deseja-se reservar no canto seperior esquerdo um quadrado de lado x. 34) Qual dos cilindros de volume dado tem menor superfície total? R: Aquele cuja altura é igual ao diâmetro da base. onde R é o raio da esfera dada. 3 3 36) Inscrever numa esfera dada um cilindro que tenha a maior superficie lateral possivel. 2R 2 R: A altura do cilindro e . 35) Inscrever numa esfera dada um cilindro de volume máximo. de folha de lata. deve ter capacidade para v litros. Em que dimensões deve ser feito o depósito para que em sua fabricação se gaste a menor quantidade possivel de lata? R: A altura deve ser duas vezes menor que o lado da base. e as medidas desses ângulos raramente 32) Em um painel retangular de comprimento (60 + x) cm e de largura 80 cm. Qual o valor de x para que a diferença entre a área do painel e a do quadado seja maior possivel? R: 40 cm 33) Um depósito aberto. o raio da base R . 2 » ½ em colméias foram feitas.

Determine a área do maior destes triângulos R: 64 unidades quadradas.x2.124 37) Inscrever numa esfera dada um cone de volume máximo. a base paralela ao eixo x e acima desse eixo e os vértices da base sobre a curva 14y = 48 . onde R é o raio da esfera dada. 39) Vários triângulos isósceles diferentes podem ser desenhados com o vértice na origem. 4 R: A altura do cone é R . 7 Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I . 3 38) Qual dos cones circunscritos em torno de uma esfera tem o menor volume? R: Aquele cuja altura é duas vezes maior que o diâmetro da esfera.Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág.

03) Pretende-se estender um cabo de uma usina de força à margem de um rio com 900 metros de largura até uma fábrica situada do outro lado do rio. Quando é que o custo total é mínimo? Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I . onde t é o número de anos após 1990. 02) Um fabricante estima que quando q unidades de uma certa mercadoria produzidas. Para que nível de produção o custo médio M(q) = C(q)/q é mínimo? R: 5 unidades produzidas.Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág.00 o metro. (a) Qual foi a taxa de variação do PIB em 1998? (b) Qual foi a taxa de variação percentual do PIB em 1998? a) ® 21 bilhões de dólares por ano R: ¯ b) ° 10% ao ano 07) Numa industria. (a) Qual será a taxa de variação da população com o tempo daqui a 15 meses? (b) Qual será a variação da população durante o 16° mês? a) ® 50 habitantes por mês R: ¯ b) ° 51 habitantes 06) O produto interno bruto (PIB) de um certo país é dado por N(t) = t² + 5t + 106 bilhões de dólares. 05) Estima-se que daqui a x meses a população de um certo município será: P(x) = x² + 20x + 8000. Em que hora da manhã os operários são mais produtivos? R: às 11h.125 Questões Propostas de Otimização em Economia 01) Um estudo de eficiência realizado em uma fábrica durante o turno da manhã mostra que um operário que começa a trabalhar às 8h terá produzido.00 o metro e o custo de estender um cabo em terra é R$ 4. Q(t) = -t3 + 9t 2 + 12t unidades t horas mais tarde.700 a 1200 m da usina da força. 30 00 metros rio abaixo. em média. a receita aumenta ou diminui com o aumento da produção? R: a receita aumenta com o aumento da produção. 04) Um empresário calcula que quando x unidades de um certo produto são fabricadas. a receita bruta associada ao produto é dada por R(x) = 0. O custo de estender um cabo no rio é R$ 5. custo de montagem é diretamente proporcional ao número de máquinas ultilizadas e o custo de operação é inversamente proporcional ao número de máquinas ultilizadas.5x² + 3x ± 2 milhares de reais. o custo total é C(q) = 3q² + 5q + 75 reais. Qual é a taxa de variação da receita com o nível de produção x quando 3 unidades estão sendo fabricadas? Para esse nível de produção. Qual é o percurso mais económico para o cabo? R: R$ 14.

ou seja.Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. º k1 . (d) Calcule a variação real da taxa de produção dos operários entre 11h e 11h10min. com o custo de ¸ ¹. quando o custo de montagem for R: Custo total mínimo se o número de máquinas for k2 igual ao custo de operação. (a) Calcule a taxa de produção dos operários às 11 h. Se o custo de produção é dado por C(x) = 2x 3 + 6x 2 + 18x + 60 e o valor obtído na venda é dado por V(x) ! 60x  12x 2 . 10) Uma fábrica produz x milhares de unidades mensais de um determinado artigo. No momento. de modo que a produção não seja alterada. R: diminuir 3. 08) Um estudo de eficiência realizado no turno da manhã de uma certa fábrica revela qu um e operário que chega ao trabalho às 8 h terá produzido Q(t) = -t3 + 6t 2 + 24t unidades t horas mais tarde. 63x  x² x²  63 Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I . determinar o número ótimo de unidades mensais que maximiza o lucro? R: 1000 unidades 11) A receita obtida com a produção de x unidades de certa mercadoria é dada por R(x) = milhões de reais. x).126 custo total c(x) é dado pela soma do custo de montagem (k1. Receita máxima 3.5 (milhões de reais). R: (a) 33 unidades por hora (b) -6 unidades por hora ao quadrado (c) -1 unidade por hora (d) -1. Qual é a produção que proporciona a máxima receita? Qual é esta receita? R: Produção máxima 7 unidades. onde x é o número de homens-horas de trabalho especializado e y número de homens-horas de trabalho não-especializado.14 homens-horas a mão-de-obra não-especializada.08 unidade por hora (Sugestão: O ¨k operação © 2 ª x 09) A produção de certa fábrica é Q = 2x3 + x²y + y3 unidades. a mão-de-obra disponível é constituída por 30 homens-horas de trabalho especializado e 20 homenshoras de trabalho não-especializado. (b) Qual é a taxa de variação da taxa de produção dos operários às 11 h? (c) Use os métodos do cálculo para estimar a variação da taxa de produção dos operários entre 11h e 11h10min. Use os métodos do cálculo para estimar a variação de mão-deobra não-especializada y necessária para compensar um aumento de 1 homem-hora da mão-de-obra especializada x.

(b) Use os métodos do cálculo para determinar o preço para o qual o gasto total dos consumidores é máximo.03t unidades. Os bois aumentam de peso a uma razão de 1. Seu preço de venda. Qual é a taxa de variação do custo com o tempo após 4 horas de trabalho? R: R$ 10.00por dia para manter um boi.13 16) Um empresário calcula que quando x unidades de um certo produto são fabricadas. cada um pesando 300 kg. No momento. Se o nível atual de produção é 40 unidades.000. (b) Qual será a taxa de variação da circulação com o tempo daqui a 5 anos? Nessa ocasião a circulação está aumentando ou diminuindo? Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I . 17) A demanda de um certo produto é D(p) = -200p + 12.5x² + 3x ± 2 milhares de reais. estime a variação do custo total se 40. E(p) ! p(  200p  12.000) ® R: ¯ b) ° p ! 30.00 E(30) ! 180. a receita aumenta ou diminui com o aumento da produção? R: R$ 6.50 13) Um fazendeiro tem 200 bois. medida em homens-horas.Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. Qual é a taxa de variação da receita com o nível de produção x quando 3 unidades estão sendo fabricadas? Para esse nível de produção. a fábrica utiliza 1000 homens-horas. Quantos dias deverão o fazendeiro aguardar para maximizar seu lucro? R: 67 dias 1 14) A produção diária de uma certa fábrica é Q(L) = 900 L3 unidades. mas o preço cai 5 centavos por dia. hoje.R: ( C = R$ 122.5 unidades forem produzidas . (a) Encontre uma expressão para a taxa de variação da circulação com o tempo daqui a t anos.00 18) Estima-se que daqui a t anos.000. onde L é a mão-de-obra utilizada. (a) Expresse o gasto total dos consumidores com o produto em função de p e desenhe o gráfico associado.127 12) O custo total em reais para fabricar q unidades de um certo produto é C(q) = 3q² + 5q + 10.00 para criar os dois bois e continuará gastando R$ 2. é de R$ 18. Use os métodos do cálculo para estimar o número de homens-horas adicionais necessários para aumentar de 15 unidades a produção diária. R: 5 homens-horas.00 a receita aumenta com o aumento da produção. a receita bruta associada ao produto é dada por R(x) = 0.00 o quilo.5 kg por dia. Até agora ele g astou R$ 380.000.2t 2 + 0.000 unidades por mês quando o preço é p reais a unidade. 15) O custo para produzir X unidades de um certo produto é C(x) = x²/3 + 4x + 53 reais e o número de unidades produzidas em t horas de trabalho é x(t) = 0. a circulação de um jornal será C(t) = 100t² + 400t + 5000.

(b) Quantos receptores por hora os operários estarão montando às 9 h? (c) Quantos receptores os operários estarão montando entre 9 h e 10 h? a) R: _ '(x) = -3x 2  12x + 15 b) '(1) = 24 . (b) Qual a taxa de variação da produtividade dos operários às nove horas? (c) Use os métodos do cálculo para estimar a variação da produtividade dos operários entre 9h e 9h 6 min.500 exemplares 19) Um estudo realizado em certa fábrica mostra que os operários do turno da manhã. aproximadamente q(t) = t 2 + 50t unidades são produzidas durante as primeiras t horas de uma jornada de trabalho e o custo total para produzir q unidades é C(q) = 0. cada uma das quais é capaz de produzir 30 pranchas por hora. 24 receptores de rádio/h c) 26 receptores de rádio 20) Os registros mostram que x anos depois de 1994.20 por hora . Determine a taxa com que o custo de produção está aumentando duas horas após iniciada a jornada de trabalho. A firma possui 10 máquinas.128 (c) Qual será a variação da circulação durante o sexto ano? R: _a) C'(t) = 200t + 400 b) C'(5) = 1400. que chegam para trabalhar às 8 h. c) A produção aument de aproximadamente 1.1q 2 + 10q + 400 reais. 22) Em certa fábrica.95 /ano 21) Um estudo de eficiência realizado no turno da manhã de certa fábrica revela que um operário que chega ao trabalho às oito horas produz. 23) Uma fábrica de produtos de plástico recebeu uma encomenda para fabricar 8. terão montado em média f(x) = -x + 6x² + 15x receptores de rádio x horas mais tarde. (a) Escreva uma expressão para a o número de receptores por hora que os operários estarão montando x horas depois de começarem a trabalhar.663.Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. a) a ® 27 unidades/h. (a) Qual era a taxa de aumento do imposto predial no início do ano 2000? (b) Qual era a taxa de aumento percentual do imposto predial no início do ano 2000? R: _a) T '(6) = R$ 280/ano b) 17. R: O custo está aumentando a razão de R$ 1. em unidades por hora.000 pranchas de isopor. d) A produção aumenta d 1. (d) Calcule a variação real da produtividade dos operários entre 9h e 9h 6min.2 unidades/h R: ¯ 2 b) e ° 12 unidades/h .17 unidades/h. em média. Q(t) = -t3 + 9t 2 + 12t unidades nas t horas seguintes: (a) Calcule a produtividade dos operários às nove horas. aumentando c) 1. o imposto predial médio que incidia sobre um apartamento de três quartos em um certo município era T(x) = 20x² + 40x + 600 reais. Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I .

00 por ano e b) 10.00 c) R$ 200. Quando o preço é reduzido para R$ 8. (a) Quantos vidros a loja deve encomendar de cada vez para que o custo seja mínimo? (b) Com que frequência a loja deve fazer as encomendas do perfume? R: _a) 200 garrafas b) a cada três meses 25) Quando o preço unitário de um certo produto é p reais.00 e está diminuindo à razão de 30 centavos por mês? R: 0.222. onde x2 + 3px + p2 = 79. O perfume é consumido com a mesma rapidez durante o ano inteiro e as encomendas são recebidas no instante em que os vidros da encomenda anterior se esgotam.00 por hora: (a) Quantas máquinas devem ser usadas para minimizar o custo de produção? (b) Quanto ganhará o supervisor pelo trabalho se o número ideal de máquinas for usado? (c) Qual será o custo para programar as máquinas? R: _a) 10 b) R$ 400. R: R$ 4.129 O custo de programar as máquinas para fabricar as pranchas é de R$ 20. Qual é a taxa de variação da demanda com o tempo se o preço unitário é R$ 5. Quando o preço do ingresso é R$ 10. a média de público é 27. 27) receita anual bruta de certa empresa é f(t) = fundação da empresa.280.000. o custo da encomenda é R$ 10. Calcule a taxa de variação do custo total de fabricação com o tempo 1 hora após o início de uma jornada de trabalho.00 24) Uma loja pretende vender 800 vidros de perfume este ano.00 por máquina. a demanda é de x centenas de unidades. 28) Em certa fábrica.00.000 espectadores. a média aumenta para 33.2714 unidades/mês.00.50. 10t 2  t  236 milhares de reais t anos após a Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I . (a) Qual a taxa de aumento da receita anual bruta da empresa em janeiro de 2003? (b) Qual a taxa de aumento percentual da receita anual bruta da empresa em janeiro de 2003? R: a) R$ 2. 26) Um time de futebol joga em um estádio com capacidade para 55.3% ao ano.00. Estudos anteriores mostram que aproximadamente q(t) = t² + 100t unidades são fabricadas durante as primeiras t horas de uma jornada de trabalho.000 espectadores.Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. o custo total para fabricar q unidades durante uma jornada diária de trabalho é C(q) = 0.2q² + q + 900 reais.00 e o custo para manter o perfume em estoque é 40 centavos por vidro por ano. Cada vidro de perfume custa R$ 20. em janeiro de 1998. Suponha que a função demanda seja linear. qual é o preço que maximiza a receita? R: R$ 9.80 por hora. As máquinas são automáticas e necessitam apenas de um supervisor que ganha R$ 15.

6 libra por semana 31) Quando um certo produto é vendido por p reais a unidade.130 29) Quando um determinado modelo de liquidificador é vendido a p reais a unidade.000/p unidades do produto por mês. Estime os períodos nos quais a comida foi mais barata e mais cara durante o período de 1984 ± 1994.75. e I(t) é medido em dólares em 1987 e reduzido em uma escala tal que I(3) ! 100 . Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I .00 cada. A demanda estará aumentando ou diminuindo nessa ocasião? R: A demanda estará de seis liquidificadores por mês. 001438t4  0. Calcula-se também que daqui a t semanas. a R$ 450.Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. 6270t  99.4 t 2 + 6. t = 10. asssim 0 e t e 10 . Calcule a taxa de variação da demanda mensal de liquidificadores com o tempo daqui a 25 meses.00. R: a) 195. 30) Um importador de café do Brasil estima que os consumidores locais comprarão D(p) = 4374/p² libras de café por semana quando o preço for p dólares por libra.02t² + 0. 00009045t5  0. Uma pesquisa de mercado indica que para cada abatimento de R$ 10.33 . Calcula -se que daqui a t meses. o preço do produto será p(t) 3 = 0. b) ±R$ 16. Qual será a taxa de variação da demanda semanal de café com o tempo daqui a 10 semanas? A demanda está aumentando ou diminuindo nessa ocasião? R: . 4598t2  0. c) ±R$ 8. oferecido ao comprador. são vendidos D(p) = 8000/p liquidificadores po r mês. (a) Qual será a taxa de variação com o tempo do preço unitário daqui a 5 meses? (b) Qual será a taxa de variação da taxa de variação com o tempo do preço unitário daqui a 5 meses? (c) Use os métodos do cálculo para estimar a variação da taxa de aumento dos preços durante a primeira quinzena do sexto mês.00 por mês. 32) Calcula-se que daqui a t meses o preço médio unitário dos bens de consumo em um certo setor da economia será P(t) = -t + 7t 2 + 200t + 300 reais. os consumidores compram D(p) = 40.8 reais por unidade. 33) Um modelo para o índice de preço de alimento (o preço de uma cesta básica) entre 1984 3 1994 é dado pela função I(t) ! 0.1t + 6 dólares por libra.1309 . R: Mais barato. o preço do café brasileiro será p(t) = 0.00 e -8.04 t 2 + 15 reais. 06561t3  0. Qual será a taxa de variação percentual da demanda mensal do produto com o tempo daqui a 4 meses? R: A demanda estará diminuindo de 12 % ao mês. 34) Um fabricante vende 1000 aparelhos de televisão por semana. Calcula-se que daqui a t meses o preço dos liquidificadores 3 será p(t) = 0. onde t é medido em anos desde a metade do ano de 1984. mais caro t } 5. (d) Calcule a variação real da taxa de aumento dos preços durante a primeira quinzena do sexto mês. o número de aparelhos vendidos aumenta em 100 por semana.

para cada real com redução no preço do bilhete. Ele também estima que o custo de manuseio para cada entrega é de R$ 100. pedem o prato por dia. Quando o preço do prato é aumentado para R$ 12. escreva uma expressão para q em função de p. Cobrando R$ 10. como deve ser estabelecido o montante do abatimento a fim de maximar o lucro? R: R$ 100.00. R: q ! 2p  66 b) Que preço o restaurante deve cobrar para maximizar a receita com o prato de lasanha? R: R$ 16. Um gerente de um supermercado estima que um total de 800 pacotes de sopa serão vendidos a uma taxa constante durante o próximo ano e o custo de estoque será de R$ 4. 10 b) Qual deve ser o abatimento oferecido a fim de maximar o rendimento? R: R$ 175. Como deve ser estabelecido o preço do bilhete para maximar o rendimento da venda de entradas? R: R$ 11.50.131 a) Encontre a função demanda. Se o gerente fizer vários pedidos por ano.00. a) Suponha que a demanda q seja uma função linear do preço p. então ele terá uma medida de 1/2x pacotes em estoque no ano e assim os custos de armazenagem para o ano são 4(1/2x) = 2x dolares. Quando o preço das entradas foi reduzido para R$ 8.50 Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I .00 por uma lasanha e 48 pessoas. a freguencia média era de 27 mil espectadores. a freguencia média subiu para 33 mil espectadores. a) Encontre a função de demanda supondo que ela é linear.00. 38) Um restaurante cobra R$ 9. enquanto que um estoque pegueno significa adicionar custo à reorganização e entrega.000  150x .00 a entrada. a freguência média em um jogo é de 11 mil espectadores. 36) Um time de beisebol joga em um estádio com uma capacidade para 55 mil espectadores. Excesso de estoque resulta em armazenagem excessiva e custos de estoque. R: p(x) ! 19  x 3000 b) Qual deve ser o preço da entrada para maximizar o rendimento? R: R$ 9. para armazenar um pacote por ano. a média da freguencia aumenta em 1000 espectadores. o número de fregueses que pedem o prato diminui para 42. Com o preço do bilhete a R$ 12. em média. c) Se a função custo semanal for de C(x) ! 68.Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. Uma pesguisa de mercado indica que. cada um consistindo de x pacotes.00. R: p(x) ! 550  x .00. 37) Uma quadra de esportes tem capacidade para 15 mil espectadores sentados. 35) Gerentes de lojas querem uma política de estoque ótima.00.00. Qual é a quantidade ótima a ser feita em cada pedido de tal forma a minimizar o custo total? R: 200.50.

(a) Qual será a taxa de variação da população com o tempo daqui a 9 meses? (b) Qual será a taxa de variação percentual da população com o tempo daqui a 9 meses? ® P'(x) = 2 + 6x1 2 ± R: ¯a) P'(9) = 20 habitantes por mês ± 0. no instante t que está se movimentando em linha reta.132 c) Suponha que o custo do prato de lasanha para o restaurante seja R$ 4. enquanto o segundo viaja para o norte com uma velocidade constante de 80 quilômetros por hora. Questões Propostas de Otimização em Ciências Naturais 01) Cada extremidade de uma haste PQ de comprimento 8 u. y Todos os instantes no intervalo dado em que a partícula está estacionária. Encontre uma expressão para a taxa de variação com o tempo da distância entre os automóveis.50.00. Que preço o restaurante deve cobrar para maximizar o lucro? R: R$ 18.c é forçada a mover-se em uma quia. O primeiro viaja para leste com uma velocidade constante de 60 quilômetros por hora. Se ao ponto Q se imprime um movimento dado por x(t) ! 4 ™ sen 3t . Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I .Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág.39 b) ° 04) A posição de determinada partícula. 3 03) Calcula-se que daqui a x meses a população de certa cidade será P(x) = 2x  4x 2  5000 . como indica na figura abaixo. Determine: y A velocidade e a aceleração da partícula. R: D'(t) = 100 hm/h . representada por s(t). a velocidade de P em qualquer instante t é: R: 6 ™ sen 6t 4  sen 2 3t 02) Dois automóveis deixam um cruzamento ao mesmo tempo.

9t 2  43   H'(t) ! 9.5 b) ° 05) Deixa-se cair uma pedra de uma altura de 43 metros.000 bactérias . Use os métodos do cálculo para determinar o instante em que a população é máxima e determine qual é a população nesse instante. 07) De acordo com a fórmula de Debye de físico-química.133 v(t) ® = 2t .18t + 15 v(t) ± (2) s(t) = t . (a) Escreva uma expressão para a taxa com que a população estará variando daqui a t anos. (a) Quanto tempo a pedra leva para atingir o solo? (b) Qual é a velocidade no momento do impacto? ® ! 4. R: ¯a) a(t) = 24t 2 + 6 ± t = 1. R: t = 0. R: ¯a) a(t) = 6t .36t + 40 para 0 e t e 3.36 v(t) ± (3) s(t) = 2 t 4 + 3t² . R: ¯a) a(t) = 2 ± t=1 b) ° ® = 3t 2 .Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. Determine a taxa de variação de P com a temperatura. (b) Qual será a taxa de aumento da população daqui a 1 ano? (c) Qual será o aumento da população durante o segundo ano? (d) Qual será a taxa de aumento da população daqui a 9 anos? (e) Que acontecerá com a taxa de aumento da população ao longo prazo? Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I .18 ± t = 1 ou t = 5 b) ° ® = 8t 3 + 6t .2 ± (1) s(t) = t² ± 2t + 6 para 0 e t e 2.9t² + 15t + 25 para 0 e t e 6. a população de certo município será P(t) = 20 ± 6/(t + 1) mil pessoas.8t H(t) ± R: ¯a) H(t) ! 0.67 h (40 min). R: dP 4 2N ! dT 9KT 2 08) Calcula-se que daqui a t anos. t ! 3/s ± b) ° H(3) ! 29 m/s 06) A população de uma colônia de bactérias é dada por P(t) = 24t + 10 mil t horas após a t² + 1 introdução de uma toxina. 18. 3 ª 3kT º e k são constantes positivas e T é a temperatura do gás. a polarização P de um gás satisfaz à equação P = ¨ 2 ¸ 4 N© ¹ onde N.

R: a) F(r) ! a r 4 (r0  r) b) r ! 4 r0 5 11) Se desprezarmos a resistência do ar. Suponha que v é constante.mx.134 ® P'(t) = 6 (t + 1) 2 mil moradores por ano a) b) 1. com I = E e P = I² ™ R. qual é o ponto mais alto do edifício que o bombeiro consegue atingir com a água lançada pela mangueira? R: Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I . (b) Determine o raio r para o qual o fluxo é máximo. o jato de água emitido por uma mangueira chega a uma ¨x¸ altura y = -16(1 + m²) © ¹ .Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. Se m for variável. (c) Suponha que um bombeiro se encontre a uma distância x = x 0 metros da base de um edifício. 10) Os biólogos definem o fluxo F de ar na traquéia através de expressão F = SA. onde S é a velocidade do ar e A é a área da seção reta da traquéia. Supondo que r seja constante. traquéia durante um acesso de tosse para indicar o fluxo F em função do raio r. (b) Se m for variável.. (a) Suponha que a seção reta da traquéia seja circular. Use a expressão para a velocidade do ar na dada pela equação v(r) ! ar 2 (r0  r) . (a) Se m for também constante. ªvº 2 onde m é a inclinação da mangueira e v é a velocidade com a água deixa a mangueira. determine a inclinação para a qual um bombeiro conseguirá atingir o fogo da maior distância possível.000 moradores 09) Quando um resistor de R ohms é ligado aos terminais de uma bateria com uma força eletromotriz de E volts e uma resistência interna de r ohms. determine a distância x para a qual a água atinge a altura máxima.500 moradores por ano R: ¯ c) d) 60 por ano e) A taxa de aumento tenderá a zero ° 1. acima de um ponto situado a 4. A = r2. r+R qual o valor de R para o qual a potência dissipada é máxima? R: A potência dissipada é máxima qundo R = r. uma corrente de I ampères atravessa o circuito e dissipa uma potência de P watts.8 metros da boca da mangueira.

P(V). A temperatura crítica T c do gás é a maior temperatura na qual as fases gasosa e líquida podem existir como fases separadas. n e R. A figura abaixo esquematiza a posição das indústrias.Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág.135 ® v2 ™ m v2 v2 a) x ! . (a) Para T = T c . ° 14) Duas indústrias A e B necessitam de água potável. Escreva a função P(V). b) m ! e c) m ! ¯ 32 ™ (1+ m 2 ) 32 ™ x 32 ™ x 0 ° 12) Demonstra-se em físico-química que a pressão P de um gás está relacionada ao volume V e a a ¸ ¨ temperatura T pela equação de van der Waals © P  ¹ (V  b) ! nRT onde a. (a) Qual a taxa de disseminação da epidemia após 3 semanas? (b) Suponha que as autoridades declarem que uma doença atingiu proporções epidêmicas quando a taxa de disseminação percentual é maior ou igual a 25%. a pressão P é uma função apenas do volume. Em que ponto do encanamento deve ser instalado um reservátorio de modo que a metragem de cano a ser ultilizada seja mínima? Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I . 0 e t e 8. bem como a posição de um encantamento retilinéo l . o número de pessoas infectadas é dado por N(t) = 5. já existente. (c) Determine a pressão crítica P c = P(V c ) e T c em termos de a. b. n e R são V² º ª constantes. Durante que período de tempo esse critério é satisfeito no caso em questão? a) ® N'(3) = 108 pessoas por ano ± R: ¯ b) A doença não atinge proporção epidêmica no período de 8 semanas para o qual a equação ±é valida. Mostre que V c = 3b.175  t3 (t  8) . b. nRTc a 8a ®  2 b) demonstração c) Tc = R: ¯a) P(V) ! Vb V 27nRb ° 13) Uma doença está se espalhando de tal forma que após t semanas. (b) O volume crítico V c é o volume para o qual P'(V c ) = 0 e P"(V c ) = 0.

95.05 partes por milhão. V(3. Qual será a variação da concentração de monóxido de carbono nos próximos 6 meses? R: 0. 17) Um canhão.4 v 10 5 T + 1 litros quando a temperatura for de T°C. Em que temperatura isso acontece? Qual é o volume mínimo? R: V(t) é mínimo para T = 3. de uma ilha situada a 40 km de uma costa quase reta. para uma cidade que dista 100 km.4 partes por milhão. Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I . onde p é a população em milhares de habitantes. é posto sob um ângulo de inclinação canhão. Use uma calculadora gráfica para plotar V(T) para 0 e T e 10.1) habitantes.1t + 3. 2v 2 ™ sen ™ cos g .5 p²  p  58 pares por milhão. onde deverá estar situada a estação das barcas a fim de tornar a viagem a mais rápida possível? R: 84. Um estudo ambiental revela que a concentração média de monóxido de carbono no ar é c(p) = 0.95) = 0. como mostra a figura abaixo.8 v 10-8T3 v 8. Para que ângulo o alcance é 4 18) Um estudo ambiental realizado em certo município revela que daqui a t anos a concentração de monóxido de carbono no ar será Q(t) = 0. 15) Uma agência de turismo está organizando um serviço de barcas. dado por l ! máximo? R: .5 v 10 6 T² . para 0 e T e 30.6/(t . Se a barca tem uma velocidade de 18 km/h e os carros tem uma velocidade média de 50 km/h. Determine a taxa de variação da concentração de monóxido de carbono com o tempo daqui a 2 anos. onde v e g são constantes.05t² + 0.Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág.6. A densidade da água é máxima quando V(T) é mínimo.999876.56 km da cidade 16) Sabe-se que uma quantidade de água que ocupa um volume de 1 litro a 0°C ocupará V(T) = -6. 19) Estima-se que daqui a t anos a população de um certo município será p(t) = 20 . Seja l o alcance do .136 R: 8 km do encontro da canalização l com a perpendicular que passa por A. situado no solo.

O que se pode dizer a respeito de F(k) para valores muito grandes de k? R: a) E(v) é mínima no ponto v ! vw v ™k e b) F(k) = w . a energia gasta pelo animal para percorrer uma certa distância é dada por uma função do tipo E(v) = Cv k onde C é uma constante positiva e k v  vw 2 é um número que depende da espécie considerada. Heinz mostrou que a concentração y(t) de um remédio administrado por injeção intramuscular é dada por y(t) = c e  at  e  bt ba . (a) Mostre que E(v) possui um e apenas um ponto crítico.Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. Plote a função F(k).31 partes por milhão por ano.137 R: 0. 21) Em um artigo clássico. E. Seja F(k) este número crítico. 20) Quando um peixe nada rio acima com velocidade v contra uma correnteza constante v w . Esse ponto corresponde a um máximo ou a um mínimo? (b) O número crítico do item (a) depende de k. k k 1 k 1 2.

para grandes valores de t. R. com b prazo"? (b) Faça um gráfico de y(t). onde t é o número de horas após a injeção e a. Sejam k1 e k 2 as velocidades da reação nas temperaturas T1 e T2 . ab ªbº 22) O efeito da temperatura sobre a velocidade de uma reação química é expresso pela equação de Arrhenius K ! A ™ e  E 0 R ™T onde k é a velocidade da reação. R: a) t ! a: (a) Em que instante a concentração é máxima? O que acontece com a concentração "ao longo 1 ¨a¸ l n © ¹ . dt ª Bº Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I . T 1 . B e H são constantes positivas: A é a taxa de crescimento natural.R: ln © 1 ª k2 ¸ E0 ¹= º R ¨ 1 1¸ ™©  ¹ ª T2 T1 º (l n x  2) x 23) A capacidade aeróbica de um indivíduo de x anos de idade é dada por A(x) = 110 para x u 10. ou seja. Os parâmetros A e E 0 dependem da reação considerada.09 anos 24) A população P(t) de muitas espécies de animais e plantas aumenta (ou diminui) a uma taxa dada por dP ¨ P¸ ! A ©1  ¹ P  H onde A. Em que idade a capacidade aeróbica é máxima? R: 20. T é a temperatura absoluta e R é a constante dos gases perfeitos. mas não da temperatura.a concentração tende a zero ao longo prazo. e T 2 . c são constantes positivas. b e. t u 0. Escreva uma ¨k expressão para In (k 1 /k 2 ) em função de E 0 .

p'(x). independentemente dos valores das outras constantes. ® AB  Ax m (1  m) a) ± p'(x) ! (B  x m ) 2 ± R: ¯ mAx m-1 «  B  Bm  (1  m)x m » ± ­ ½   p''(x) ! 0. para x ! b) ± p''(x) ! (B  x m ) 3 ° m B . Suponha que a população inicial P 0 = P(0) seja um número positivo.5B. Isto significa que a população tende a desaparecer? ® d2P B ± R: ¯a) 2 ! 0 para P ! 2 ± dt ° b) dP dt 2 2 A« ¨ B¸ » ¬ © P  ¹ ¼ B¬ ª 2º ¼ ­ ½ 0 25) Um certo modelo sugere que a produção de um tipo de glóbulos brancos (granulócitos) pode ser descrita por uma função da forma p(x) ! Ax onde A e B são constantes positivas. (a) Mostre que a taxa de aumento da população é máxima para P(t) = 0. (b) Mostre que se H AB/4. (b) Calcule p"(x) e determine todos os valores de x para os quais p´(x) = 0 (a resposta deve ser dada em função de m). o expoente m é B  xm positivo e x é o número de células presentes. (a) Calcule a taxa de produção de granulócitos. dP/dt < 0 e portanto a população necessariamente diminui.138 B é a capacidade de sustento e H é a taxa de coleta.Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág.

Para que temperatura T (15 e T e 30) a porcentagem de ovos chocados é máxima? Qual é esta porcentagem máxima? R: A porcentagem é máxima a 23.9 h.m  1 m 1 26) A porcentagem de ovos de bicho da maçã que chocam a uma dada temperatura (em graus Celsius) é dada por H(T) = -0.209 para 15 e T e 30. Faça um gráfico da função H(T). 27) A concentração de um remédio t horas após ter sido injetado no braço de um paciente é dada por C(t) ! 0. temperatura na qual atinge o valor de 85. < e: (a) Determine o valor máximo de P(x) para um dado valor de Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I .58 ºC. 28) Um atuário calcula a probabilidade de que um indivíduo de certa população morr e com x anos de idade usando a expressão P(x) = ²xe. Traçe a função concentração.53T 2 + 25T .81 R: A concentração máxima ocorre quando t = 0. Para que valor de t a concentração é máxima? t²  0.81%.x onde (b) Traçe P(x).15t . é um parâmetro tal que 0 < .

onde 2 . 0095043T2  0. o número de pessoas infectadas é dado por uma função da forma f(t) = A/(1 + Ce-kt).003t 0. o volume V (em centímetros cúbicos) de 1 kg de água a uma temperatura T 3 é aproximadamente dado pela formula V(T) ! 999.01t (a) Qual é a população no instante em que a toxina é introduzida (t = 0)? O que acontece com a população (³ao longo prazo")? (b) Em que instante a população é máxima? Qual é a população máxima da colônia? (c) Faça um gráfico de P(t).139 ¨1¸ R: P © ¹ ! ª º e 29) Um pesquisador estima que t horas após uma toxina ser introduzida. Se a corda faz um ângulo força é representada pela equação F ! coeficiente e atrito e 0 e e ™W ™ sen  cos com o plano. R: a) t = 0. Mostre que F é minimizada quando tg ! . 30) Uma doença contagiosa se dissemina em uma comunidade de tal forma que t semanas após o primeiro surto. Acredita-se que os peixes migratórios tentam minimizar a energia total Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I . a população (em milhares de espécimes) de uma colônia de bactérias será P(t) ! 600 . 32) Entre 0 °C e 30 °C.43 e c) o gráfico.Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. b) 109. 06426T  0. R: 3. 4e  e 0. 0000679T . então a grandeza da é uma constante chamada . a energia gasta por unidade de tempo é proporcional a v3. R: A 2 31) Um objeto com peso W é arrastado ao longo de um plano horizontal por uma força agindo ao longo de uma corda atada ao objeto.9665 °C.87  0. Mostre que a taxa de disseminação da doença é máxima quando metade das pessoas suscetíveis está infectada. onde A é o número de pessoas suscetíveis. Encontre a temperatura na qual a água tem sua densidade máxima. 33) Para um peixe nadando a uma velocidade v em relação à água.

140 requerida para nadar uma distância fixa. então o tempo requerido para nadar a uma distância L é L / (v  u) e a energia total E requerida para ¨ L ¸ nadar a uma distância é dada por E(v) ! av3 ™ © ¹ . 34) A velocidade de uma onda de comprimento L em água profunda é dada pela formula v!k L C  . Suponha que a limpeza tenha sido malfeita e depois de uma redução inicial o número de bactérias volte a aumentar. Qual é o comprimento da onda que C L dá a velocidade mínima?R: L = C. Em que ponto entre A e B a temperatura será menor? R: x ! 36) Nos ônibus espaciais. a equipe concluiu que a concentração de substância na corrente sanguínea t horas após a injeção é dado pela equação C(t) ! 3t . 35) Duas fontes de calor estão posicionadas s metros distantes uma da outra uma fonte de intensidade a em A e uma fonte de intensidade b em B. R: b) Esboce o gráfico de E. Quantas horas antes da operação o remédio deve ser adminstrado?R: Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I . onde K e C são constantes positivas conhecidas. Injetando doses conhecidas nos voluntários e colhendo amostras de sangue a cada 30 minutos para análise. Por esta razão. onde a é uma constante de proporcionalidade. A intensidade do calor num ponto P sobre um segmento de reta entre A eB é dada pela fórmula I ! a b . ª vu º a) Determine o valor de v que minimiza E. as condições de temperatura são ideais para a proliferação de bactérias. Se o número de bactérias (em milhões) no depósito de utensílios de cozinha após t « » horas é dado por B(t) ! ­(t  4) 2 ™ (t  14) ½  96t  260 . determine o número mínimo e máximo de bactérias presentes no depósito durante as primeiras 8 horas.Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. O remédio será mais eficaz se atingir a concentração máxima no momento de comecar t 4 2 a cirrurgia. os astronautas limpam os utensílios de cozinha com desinfetante antes de guardá-los. onde x é a distância entre P e  2 x (s  x)2 s ™ a1 3 a1 3  b1 3 A medida em metros. 37) Uma equipe de médicos está estudando a capacidade do corpo humano de metabolizar um novo medicamento usado para preparar os pacientes para cirurgias cardia cas. R: Número mínimo: 4 milhões e Número máximo: 164 milhôes. Se o peixe estiver nadando contra uma corrente u(u v) .

onde v e g são constante e g ™ cos 2 para obter um alcance máximo. seu alcance é dado pela fórmula R ! é o ângulo de elevação. a decomposição do lixo consome oxigênio. R: 39) Quando lixo orgânico é despejado em um lago. A concentração de oxigênio Ox após um despejo (tomado 1 como nível normal) pode ser modelada pela função Ox ! t2  t  1 . t2 1 a) Em que semana a concentração de oxigênio é mínima? Qual é esta concentração? R: b) Em que semana a concentração de oxigênio é máxima? Qual é esta concentração? R: Questões Propostas de Aplicação da Regra de L¶ Hospital 01) Usando a regra de L¶hospital calcule os limites abaixo: 1) lim ln x x p1 x  1 R: 1 R: g R: 1 3 16) lim e x ™ ln x xpg R: 0 R: 1 R:  R: 1 1 2 2) lim 3) lim x p0 ex xpg x 2 17) lim(x  ) ™ cotg x x pT tg x  x x3 sen x 1  cos x 18) lim xp 0 sen x  x tg x  x ln sen x ln sen 2x 4) lim xp R: 0 19) lim xp 0 5) lim  (sec x  tg x) ¨T ¸ xp © ¹ ª2º R: 0 20) lim e x  e  x  2sen x x p0 x ™ sen x R: 0 6) lim  xp 0 ln x cossec x R: 0 R: 1 21) lim 22) lim x ™ cos x  e-x xp 0 x2 R: g R: 2 7) lim(1  tg x) ™ sec x xp T 4 arc ™ sen 2x xp0 arc ™ sen x x  arc ™ tg x x ™ sen x 1 ¸ ¨1 8) lim ©  ¹  xp 0 ª x sen x º 9) lim  ¨T ¸ xp © ¹ ª2º R: 0 23) lim xp0 R: 0 4tg x 1  sec x R: 4 1 2 24) lim x2 1 x pg arc ™ sen x R: g 10) lim e x  e -x  2 x p0 cos 2 x R: 1 ¸ ¨ x  25) lim © ¹ xp1 x  1 ln xº ª R: 1 Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I .141 38) Se um projétil é atirado de O de modo a ating ir um plano inclinado que faz um ãngulo horizontal.Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. Calcule com a 2v 2 ™ cos ™ sen(  ) . 0 e t . onde t é o tempo em semanas.

Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág.142 ¨ x ¸  11) lim © ¹ 2cos x º xp ª cotg x 2 R: 1 ¨ sec 2 x  2tg x ¸ 26) lim © ¹ 1  cos 4x º xp ª 4 R: 1 2 12) lim (1  cos x)cotg x xp0 R: 0 R: 1 R: g 27) lim .

das funções abaixo: 1) f (x) ! x  x  5x  Determinar o domínio D( f ) ! R 3 2  Determinar a paridade f ( x) ! x3  x 2  5 x f ( x) ! ( x)  ( x)  5. as interseções do gráfico com os eixos.(  5) x ! ( ! 21   x3  x 2  5 x ! 0   x.1. o comportamento no infinito (retas assíntotas). O crescimento ou decrescimento. 0) P3 (2.( x 2  x  5) ! 0 x!0 1 s 21 1 s 4. x!0 x ' ! 1. os extremantes. 0) y ! x3  x 2  5x y ! 03  0 2  5. 79. os pontos de inflexão e esboçar o gráfico.( x) f (  x) !  x 3  x 2  5 x f ( x) {  f ( x) 3 2 f ® ( x ) ! f ( x )   Par ¯ f ° ( x ) !  f ( x )   Ímpar @ Logo a função não será par e nem ímpar.  Determinar os pontos de descontinuidade D ( f ) ! R . 79. os pontos de descontinuidade.0 y!0 Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I . a paridade. ela é contínua. 0) 1 P2 (1.1  x  x p1 1 ¨ x¸ cos© ¹ ª 2 º R: 1 R: 1 R: 1 13) lim x x p 0 e x  cos x 28) lim x tg x xp 0 14) lim xp cos x 2 ¨ ¸ 2 x © ¹ 2º ª 29) lim (1  tg x)sec 2x xp 0 15) lim x sen x xp 0 R: 1 30) lim xpg x ™ ln x x  ln x R: g Questões Resolvidas de Construção de Gráficos 01) Determine o domínio.58  x!   2 2 . 79 x '' !  2. 79 P (0. a concavidade.  Determinar as interseções do gráfico com os eixos (interseção com x e y) f ( x) ! x3  x 2  5 x f ( x) ! 0 x2  x  5 ! 0 ( ! (1) 2  4.

B  1 3 5   3 Ponto de Máximo C. 8 " 0 5 x '' !  x ! 1   Ponto de Mínimo 3 f ''( x) ! 6 x  2 ¨ 5¸ ¨ 5¸ f '' ©  ¹ ! 6.P. 48 3 2 .3.P.C  traçar o gráfico y 6.( 1. não possui reta assíntota (horizontal. 48 Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I f ( x) ! x 3  x 2  5 x f (1. 67)2  5. 67) ! (1. vertical e inclinada) f '( x ) ! 3x 2  2 x  5 3x  2 x  5 ! 0 ( ! (2) 2  4.(1)  2 x' !1 f ''(1) ! 8 .: Será utilizada somente a variável com maior expoente: x 3 lim ( g ) 3 ! g lim ( g ) 3 ! g Como: g  Determinar o crescimento e decrescimento g R .143  Determinar o comportamento no infinito x p g x p g x p g lim f ( x ) lim x 3 x p g x p g x p g lim f ( x ) lim x 3 Obs.3 6 ±x '' ! 1 °    Crescente  3 Decrescente 5 Crescente 1  Determinar os extremos f ''( x) ! 6 x  2 f '( x ) ! 0 f ''(1) ! 6. 67)3  ( 1.©  ¹  2 ª 3º ª 3º 30 ¨ 5¸ f '' ©  ¹ !   2 3 ª 3º ¨ 5¸ f '' ©  ¹ ! 10  2 ª 3º ¨ 5¸ .(5) ( ! 4  60 ( ! 64 2   f '( x ) ! 0 5 ® x 2 s 64 2 s 8 ±'!  !  ¯ x! 3 2. 8 0 f '' ©  ¹ ! 8 ª 3º x!  Determinar o ponto de Inclinação e Concavidade f ''( x ) ! 6 x  2 f ''( x ) ! 0 6x  2 ! 0 6 x ! 2 2 x! 6 1 x! 3   C.Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. 67) ! 6.

( x )  5  2 x  5  (2 x  5) Como f ( x ) { f (  x ) .Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. ¹ 1 ª 5º P2 . significa que o valor não está no 2 domínio da função x 1 2x  5 x 1 x 1  ( x  1) f ( x) ! ! ! 2. 2 x  5 { 0 2x { 5 5 5 ®¾ D( f ) ! R  ¯ ¿ 2 2 °À  Determinar a paridade x{ f ( x) ! Obs.: x { 5 .  Determinar os pontos de descontinuidade f ( x) ! x 1 p 2 5 f ( x) ! 2 x  5 p Contínua. logo a função não é par e nem ímpar. f (x ) ! y 0! x 1 2x  5 x 1 ! 0 x !1 ¨ 1¸ P © 0. com exceção no ponto onde x !  Determinar as interseções do gráfico com os eixos (interseção com x e y) f (x) ! x 1 2x  5 f (x) ! 0 .144 2) f ( x ) ! x  1 0 2x  5  Determinar o domínio D( f ) ! 1º Passo: Obedecer a condição (denominador { 0 ) Logo.

1.0  5 1 y! 5 1 y! 5 . x!0  Determinar o comportamento no infinito Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I . 0 0 1 y! 2.

C  Traçar o gráfico: y 2 1 Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I .Universidade do Estado do Pará x pg Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág.(2 x  5). ao final o resultado sempre será positivo.2.P. não possui máximo e nem mínimo. (2x  5)2  (Por não ter obtido ponto de x na derivada não existirá ponto de máximo e de mínimo.P.(2 x  5)  ( x  1).: Qualquer valor atribuído para o ³ x´.)  Determinar o ponto de Inclinação e Concavida de f ''( x ) !  ?3.(2 x  5) ! 2 4 « (2 x  5) 2 » ?2 x  2A ­ ½ 4 f ''( x ) ! 0 5 2 12.(2x  5) ! 0   2x  5 ! 0   x !  (Não existe ponto de inflexão. pois é exatamente o ponto de descontinuidade)   C.2 2 x  5 2x  2 3 ! ! 2 2 (2 x  5) (2 x  5) 2 (2 x  5) Como 3  ! 0   3 ! 0      2 (2x  5)  O sinal negativo indica que a é decrescente Obs.2A 12. reta assíntota horizontal.  Determinar o crescimento e decrescimento f '( x ) ! 1. y ! 1 .(2 x  5) ?2 x  2A ! 0   12.B 5 2 C. portanto  !  (função decrescente)   Determinar os extremos f '( x) ! 3 .145 x pg lim f ( x ) lim x 1 2x  5 1 ¸ ¹ x ¹ 1 º ! 0 5 ¸ 2 ¹ x ¹ º 0 lim f ( x ) lim x 1 2x  5 1 ¸ ¹ x ¹ 1 º ! 0 5 ¸ 2 ¹ x ¹ º 0 x pg x pg ¨ ¨ 1 ¸ ©1  x ™ ©1  ¹ © xº ª ª lim ! ! x pg 5¸ ¨ ¨ x ™© 2  ¹ © 2 xº ª © ª 2 ¨ ¨ 1 ¸ ©1  x ™ ©1  ¹ © xº ª ª lim ! ! x pg 5¸ ¨ ¨ x ™© 2  ¹ © 2 xº ª © ª Logo.

o crescimento ou decrescimento. o comportamento no infinito. a concavidade. os extremantes.146 Questões Propostas de Construção de Gráficos 01) Nos exercicios de numeros de 01 a 50. determine o dominio. a paridade. os pontos de descontinuidade. os pontos de inflexão e traçe os grafico das funçôes: 1) f ( x) ! 2x 3  6x 2) f (x) ! 4x 3  x 2  24x  1 3) f (x) ! 3x 4  4x3  6x 2  4 4) f (x) ! (x  1)2 ™ (x  2)3 5) f (x) ! 3x 2 3  2x 6) f (x) ! x1 3  2x 4 3 7) f (x) ! 1  (x  2)1 3 8) f (x) ! x ™ 1  x x 1 9) f (x) ! x 3 9x 10) f (x) ! 2 x 9 x 2  2x  4 11) f (x) ! x2 3 x  x2  4 12) f (x) ! x2 1 13) f (x) ! x 3  9x  2 3 14) f (x) ! x 4  4x 3  10 Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I 26) f (x) ! (x  2)2 27) f (x) ! (x 2  3) 2 28) f (x) ! x 2  3x x2  1 29) f (x) ! x 4  6x 3  24x 2  24 30) f (x) ! x 2  2x  5 x2 1 31) f (x) ! (1  x 2 3 )3 2 1 32) f (x) ! (1  e x ) 33) f (x) ! 3  e  x 34) f (t) ! 3  2e  t 35) f (x) ! 5  2 ™ 3 x 36) f (x) ! 3  5e x 37) f (t) ! 2 1  3e 2t 38) f (x) ! xe  x 39) f (x) ! e  x 2 . as interseções do grafico com os eixos.Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág.

Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág.147 15) f (x) ! (x  2)3 16) f (x) ! (x 2  5)3 17) f (s) ! 2s(s  4) 3 18) f (x) ! (x  1) 1 3 19) f (x) ! (x  1) 4 3 20) f (x) ! x 2  1 x 21) f (x) ! 2 x  x 1 22) f (x) ! x 3  3x 2  1 23) f (x) ! x 3  3x 2  3x  1 24) f (x) ! x 5  5x 25) f (x) ! x  4  x 40) f (x) ! e x  e  x 41) f (x) ! x  ln x (para x > 0) ln x 42) f (x) ! (para x > 0) x 43) f (x) ! ln(x 2  1) sen 2x 44) f (x) ! sen x  2 45) f (x) ! sen 3 x  cos2 x 46) f (x) ! cos x  cos 2 x 47) f (x) ! 2x  tg x 48) f (x) ! sen x ™ sen 2x 49) f (x) ! cos x ™ cos 2x 50) f (x) ! x  sen x Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I .

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