GOVERNO DO ESTADO DO PARÁ UNIVERSIDADE DO ESTADO DO PARÁ-UEPA LICENCIATURA EM MATEMÁTICA-CCSE DEPARTAMENTO DE MATEMÁTICA ESTATISTICA E INFORMÁTICA

Universidade do Estado do Pará

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Uma breve história do estudo da Derivada A derivada tem dois aspectos básicos, o geométrico e o computacional. Além disso, as aplicações das derivadas são muitas a derivada tem muitos papéis importantes na matemática propriamente dita, tem aplicações em física, química, engenharia, tecnologia, ciências, economia e muito mais, e novas aplicações aparecem todos os dias. A origem da derivada está nos problemas geométricos clássicos de tangência, por exemplo, para determinar uma reta que intersecta uma dada curva em apenas um ponto dado. Euclides (cerca de 300 a.C.) provou o familiar teorema que diz que a reta tangente a um círculo em qualquer ponto P é perpendicular ao raio em P. Arquimedes (287 -212 a.C.) tinha um procedimento para encontrar a tangente à sua espiral e Apolônio (cerca de 262-190 a.C.) descreveu métodos, todos um tanto diferente, para determinar tangentes a parábolas, elipses e hipérboles. Mas estes eram apenas problemas geométricos que foram estudados apenas por seus interesses particulares limitados; os gregos não perceberam que nenhuma linha em comum ou qualquer valor nestes teoremas. Problemas de movimento e velocidade, também básicos para nosso entendimento de derivadas hoje em dia, também surgiram com os gregos antigos, embora estas questões tenham sido originalmente tratadas mais filosoficamente que matematicamente. Os quatro paradoxos de Zenão (cerca de 450 a.C.) se apóiam sobre dificuldades para entender velocidade instantânea sem ter uma noção de derivada. Na Física de Aristóteles (384--322 a.C.), os problemas de movimento estão associados intimamente com noções de continuidade e do infinito (isto é, quantidades infinitamente pequenas e infinitamente grandes). Na época medieval, Thomas Bradwardine (1295--1349) e seus colegas em Merton College, Oxford, fizeram os primeiros esforços para transformar algumas das idéias de Aristóteles sobre movimento em afirmações quantitativas. Em particular, a noção de velocidade instantânea tornou-se mensurável, pelo menos em teoria, hoje, é a derivada (ou a taxa de variação) da distância em relação ao tempo. Foi Galileu Galilei (1564--1642) quem estabeleceu o princípio que matemática era a ferramenta indispensável para estudar o movimento e, em geral, ciência: ³Filosofia (ciência e natureza) está escrita naquele grande livro o qual está diante de nossos olhos quero dizer o universo, mas não podemos entendê-lo se não aprendermos primeiro a linguagem. O livro está escrito em linguagem matemática.´ Galileu estudou o movimento geometricamente; usou as proporções clássicas de Euclides e propriedades das cônicas de Apolônio para estabelecer relações entre distância, velocidade e aceleração. Hoje, estas quantidades variáveis são aplicações básicas das derivadas. O interesse em tangentes a curvas reapareceu no século 17 como uma parte do desenvolvimento da geometria analítica. Uma vez que equações eram então usadas para descreverem curvas, o número e variedade de curvas aumentou tremendamente naqueles estudos em épocas clássicas. Por exemplo, Pierre Fermat (1601--1665) foi o primeiro a considerar a idéia de uma família
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inteira de curvas de uma só vez. Ele as chamou de parábolas superiores, curvas da forma y ! k n , onde k é constante e n = 2, 3, 4, « A introdução de símbolos algébricos para estudar a geometria de curvas contribuiu significativamente para o desenvolvimento da derivada, da integral e do cálculo. Por outro lado, como conclusões e resultados geométricos poderiam ser obtidos mais facilmente usando raciocínio algébrico que geométrico, os padrões de rigor lógico que tinham sido iniciados pelos gregos antigos foram relaxados em muitos problemas de cálculo, e isto (entre outros fatores) levou a controvérsias espirituosas e até amarguradas. Fermat desenvolveu um procedimento algébrico para determinar os pontos mais altos (máximos) e mais baixos (mínimos) sobre uma curva; geometricamente, ele estava encontrando os pontos onde a tangente à curva tem inclinação zero. René Descartes (1596--1650) teve o discernimento de prever a importância da tangente quando, em sua Geometria, escreveu ³E eu ouso dizer isto (encontrar a normal, ou perpendicular a uma curva, a partir da qual podemos facilmente identificar a tangente) não é apenas o problema mais útil e geral da geometria que conheço, mas até aquele que sempre desejei conhecer´ Descartes inventou um procedimento de dupla raiz para encontrar a normal e então a tangente a uma curva. Como resultado da tradução da Geometria de Descartes para o latim por Frans Van Schooten (1615 -1661) e as explicações abrangentes por Schooten, Florimonde de Beaune (1601--1652) e Johan Hudde (1628-1704), os princípios e benefícios da geometria analítica tornaram-se mais amplamente conhecidos. Em particular, Hudde simplificou a técnica da dupla raiz de Descartes para determinar pontos máximos e mínimos sobre uma curva; o procedimento da dupla raiz foi redescoberto por Christiaan Huygens (1629-1695). Então, modificando o processo da tangente de Fermat, Huygens inventou uma seqüência de etapas algébricas que produziu os pontos de inflexão de uma curva; veremos que isto requer a derivada segunda. René François de Sluse (1622--1685) desenvolveu uma técnica algébrica que levou à inclinação da tangente a uma curva. No final da década de 1650, havia grande correspondência entre Huygens, Hudde, Van Schooten, Sluse e outros sobre tangentes de várias curvas algébricas; Hudde e Sluse especialmente procuraram métodos algébricos mais simples e padronizados que poderiam ser aplicados a uma variedade maior de curvas. Para Gilles Personne de Roberval (1602--1675), uma curva era o caminho de um ponto se movendo, e ele desenvolveu um método mecânico para encontrar a tangente para muitas curvas, incluindo a ciclóide. Mas o método de Roberval não podia ser generalizado para incluir mais curvas. Isaac Newton (1642--1727) começou a desenvolver o seu ³cálculo de flúxions´ entre os seus primeiro esforços científicos em 1663. Para Newton, movimento era a ³base fundamental´ para curvas, tangentes e fenômenos relacionados de cálculo e ele desenvolveu seus flúxions a partir da versão de Hudde do procedimento da dupla raiz. Newton estendeu esta técnica como um método para encontrar a curvatura de uma curva, uma característica que agora sabemos ser uma aplicação da derivada segunda. Em 1666, 1669
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Aqui está o primeiro trabalho publicado em cálculo e de fato a primeira vez que a palavra ³cálculo´ foi usada em termos modernos. Algumas vezes se diz que Newton e Leibniz ³inventaram´ o cálculo. Em vez disso. onde participou de um encontro da Sociedade Real em 1673. Muito de seu trabalho foi realmente devido à Johann Bernoulli (1667-1748) e seguiu o tratamento de Leibniz para derivadas. mínimos e outras análises de curvas. embora tenha continuado a retornar a problemas de cálculo em épocas diferentes de sua vida científica.4 e 1671. circunstâncias levaram a um dos episódios mais tristes e deselegantes em toda a história da ciência: a disputa entre Leibniz e Newton. Newton resumiu e revisou seu trabalho de cálculo e estes manuscritos circularam entre um grande número de seus colegas e amigos.Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. Depois de 1700. Gottfried Wilhelm Leibniz (1646--1716) desenvolveu seu cálculo diferencial e integral durante o período entre 1673 e 1676 enquanto vivia como um diplomata em Paris. séries infinitas e. mas as acusações e contra-ataques escalaram para cisões entre matemáticos e cientistas na Inglaterra (leais a Newton) e no continente europeu (seguidores de Leibniz) os quais levaram à xenofobia nacionalista por mais de um século. integral. Leibniz tinha pouca inclinação para desenvolver estas técnicas e interesse ainda menor em fundamentações matemáticas (isto é. e um cálculo notável para eles) de 1684. qualquer um poderia resolver problemas de tangentes sem ser especialista em geometria. os quais não são impedidos por quantidades fracionárias e irracionais. O primeiro livro sobre cálculo diferencial foi Analysis of Infinitely Small Quantities for the Understanding of Curved Lines (Análise de quantidades infinitamente pequenas para o entendimento de curvas. Jakob Bernoulli (1654-1705) e seu irmão mais novo Johann lideraram o caminho para espalhar o conhecimento do poder das fórmulas de cálculo de Leibniz propondo e resolvendo Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I . Agora. which is neither impeded by fractional nor irrational quantities. lmites) i necessárias. As acusações de plágio e outros ataques eram irrelevantes frente à matemática feita por eles. cálculo tem sido ³uma luta intelectual dramática que durou 2500 anos´. 1696) pelo Marquês de l¶Hospital (1661--1704). acima de tudo. máximos. Com algum tutoramento e conselho de Huygens e outros. assim como tangentes. Como podemos ver. Cada um fez contribuições importantes para derivada. como Richard Courant (1888--1972) observou. as well as tangents. os trabalhos de Newton sobre cálculo não foram publicados até 1736 e 1745. Ainda assim. e mais ainda entre seus seguidores. Em uma pequena viagem a Londres. Leibniz aprendeu o método de Sluse para encontrar tangente a curvas algébricas. sobre quem deveria receber os créditos do cálculo. and a remarkable calculus for them" (Novos métodos para máximos e mínimos. mas ele aperfeiçoou as fórmulas modernas e a notação para derivada no seu famoso artigo "New methods for maximums and minimums. isto é simplificação exagerada. Mas o método de L¶Hospital para determinar o raio de curvatura era muito parecido com aquele de Newton. para o Teorema Fundamental do Cálculo. alguém poderia simplesmente usar as fórmulas de ³cálculo´ de Leibniz.

novos campos da matemática dependentes de cálculo. um ataque à falta de fundamentos rigorosos para seus flúxions. Na sua publicação. 1737) de Thomas Simpson (1710--1761) forneceu a primeira derivada da função seno. Euler queria dizer algum tipo de "expressão analítica". No continente. 1797). 1748) quando introduziu funções (no lugar de curvas) como os objetos para os quais as derivadas e outras técnicas de cálculo seriam aplicadas. Leibniz.5 problemas desafiadores (o problema da catenária e da braquistócrona são dois exemplos) para os quais o cálculo era necessário. e que este limite produz certas expressões algébricas que chamamos de derivada. Mesmo assim. Jean le Rond d¶Alembert (1717--1783) afirmou que a "definição mais precisa e elegante possível do cálculo diferencial" é que a derivada é o limite de certas razões quando os numeradores e denominadores se aproximam mais e mais de zero. também introduziu o termo análise como um nome moderno para cálculo e a matemática avançada relacionada. Maria Agnesi (1718--1799) seguiu Leibniz e L' Hospital no seu livro de cálculo Analytical Institutions (Instituições Analíticas. que soa não muito científico hoje em dia. das quais elas são funções". sem recorrer à intuição geométrica. sua concepção não era tão abrangente como a nossa definição moderna. 1755). o novo Treatise of Fluxions (Tratado de Flúxions. e os incrementos imperceptíveis das quantidades variáveis. a gráficos ou a diagramas e sem qualquer ajuda dos limites de Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I . Newton e Huygens também resolveram estes problemas. Em 1754. Por função. as quais as funções recebem. Euler definiu a derivada como "o método para determinar as razões entre os incrementos imperceptíveis. Euler trabalhou com vários casos especiais da regra da cadeia. Joseph Louis Lagrange (1736--1813) tentou reformar o cálculo e torná-lo mais rigoroso no seu Theory of Analytic Functions (Teoria das Funções Analíticas. Em 1734. Leonhard Euler (1707--1783) deu um passo importante na direção de estabelecer uma fundamentação sólida para o cálculo no seu Introduction to the Analysis of the Infinite (Introdução à Análise do Infinito. Estes problemas e outros levaram ao desenvolvimento das equações diferenciais e do cálculo das variações. Colin Maclaurin (1698--1746) tentou defender Newton no seu Treatise of Fluxions (Tratado de Flúxions) (1742) e desenvolveu derivadas para funções logarítmicas e exponenciais e expandiu as fórmulas de Simpson para incluir as derivadas das funções tangente e secante. Berkeley reconheceu a precisão das fórmulas de Newton e a exatidão das suas aplicações abrangentes em física e astronomia.Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. Lagrange pretendia dar uma forma puramente algébrica para a derivada. o Bispo George Berkeley (1685--1753) publicou The Analyst (O Analista). Na Inglaterra. No final do século 18. No seu Methods of Differential Calculus (Métodos de Cálculo Difere ncial. na famosa Encyclopédie francesa. 1748). introduziu equações diferenciais e tratou máximos e mínimos sem usar quaisquer diagramas ou gráficos. mas criticou as "quantidades infinitamente pequenas" e os "incrementos imperceptíveis" dos fundamentos das derivadas.

Cauchy mostrou que o Teorema do Valor Médio para derivadas. a definição moderna de derivada foi dada por Augustin Louis Cauchy (1789--1857) em suas aulas para seus alunos de engenharia. Cauchy afirmou que a derivada é: O limite de [f(x + i) . não são verdadeiras. era realmente a pedra fundamental para provar vários teoremas básicos do cálculo que foram assumidos como verdadeiros. 1823). Lagrange desenvolveu a principal notação que usamos agora para derivadas e o desenvolvimento lógico de seu cálculo era admirável em outros aspectos. Em seu Résumé of Lessons given at l'Ecole Polytechnique in the Infinitesimal Calculus (Resumo das Lições Dadas na Escola Politécnica Sobre o Cálculo Infinitesimal. Derivadas e o cálculo diferencial estão agora estabelecidos como uma parte rigorosa e moderna do cálculo.f(x)] / i dependerá da forma da função proposta y = f(x). descrições de funções crescentes e decrescentes.6 d'Alembert.Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. De igual importância. que tinha aparecido no trabalho de Lagrange. Finalmente. A forma da função que serve como o limite da razão [f(x + i) . mas seu esforço em prover uma base sólida para o cálculo falhou porque sua concepção da derivada era baseada em certas propriedades de séries infinitas as quais.f(x)] / i quando i se aproxima de 0. sabemos agora. no início do século 19. Cauchy prosseguiu para encontrar derivadas de todas as funções elementares e dar a regra da cadeia. Para indicar sua dependência. Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I . isto é. dá-se à nova função o nome de função derivada.

as d variações de y são 0.5 .5. dois valore y1 e y2 . 3. Essas variações estão marcadas no gráfico acima: Observe que elas não são constantes. passaremos nessa aula estudar agora a derivada.5 ! ! ! 2.5 unidades.5 y 2  y1 8  0.5 x2  x1 1  ( 2) 1  2 1 ° Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I . dois valores y  y1 x1 e x 2 . K K .5 2 2 3 4.5 unidades por unidade de x.Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. Observamos também que mantendo a variação de x constante e igual a 1 uni ade (no caso).5 . para y. 2) y ¯ 1 x x2  x1 43 1 ° 2 ! 4 p y2 ! 8 Podemos dizer que entre 3 e 4.5 4) y ¯ 1 ! ! ! ! 1.5 unidades por unidade de x.5. y varia 1.5 ! ! ! 1.5  2 y 2  y1 1.5 7. 1. e também para x.5 1.5 1) y ¯ 1 x °2 ! 2 p y2 ! 2 y 2  y1 2  0. o valor de y também varia.5 2 0.5 2ª) Vamos construir agora o gráfico da função: 0 0 1 0.5.7 AULA O6 Após estudarmos limite de uma função suas propriedades e aplicações. x2 ! 1 p y2 ! 0. 2 Podemos observar que se consideramos x variando de 1 a 2. a partir da idéia de taxa de variação média.5 ! ! ! 3.5 a 2.5 1. e varia de 0.5 . y cresce em média 1.5 4 8 x2 . para podermos calcular a razão 2 .5 3. 3) y ¯ 1 x x2  x1 4 1 3 °2 ! 4 p y2 ! 8 Podemos dizer que entre 1 e 4. y cresce em média 3. Assim.5 y 2  y1 8  4. x2  x1 2 1 1 Podemos dizer que entre 1 e 2. x ® ! 1 p y1 ! 0. x ® ! 3 p y1 ! 4. x 2  x1 x ® ! 1 p y1 ! 0. por exemplo. enquanto x varia de 1 unidade.5 . Como exemplo vamos considerar a função f(x) ! 1ª) Vamos construir uma tabela a partir da função dada: x -4 -3 -2 -1 f(x) 8 4. Vamos então considerar. com x1 { x 2 .5 unidades por unidade de x. 2. x ® ! 2 p y1 ! 2 0. y cresce em média 2.5.

5 y2  y1 0. -2). Calcule a taxa de variação média dessa função entre x1 = 1 e x 2 ! 3 . calcule a taxa de variação média da função entre x1 1 e x 2 ! 4 . 0 4. representa a variação no valor da x2  x1 função em média por unidade que se acrescenta no valor de x entre x1 e x 2 .5 2  4. definida em ¡ .5 unidades por unidade de x. x1 e x 2 dois valores do domínio.5  4. com x1 { x 2 . R: Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I 3 . calcule a taxa de variação média da função entre x1 = 3 e x 2 ! 5 . x1 { x 2 que é a taxa de variação média da unção entre x1 e x2 . x x2  x1 2  ( 3) 2  3 1 ° 2 !  2 p y2 ! 2 Podemos dizer que entre 3 e 2 . y decresce em média 1. x 2  x1 (x Vale observar que a taxa de variação média pode não ser constante. 0 6) y ¯ 1 ! ! ! ! 2 . definida em ¡ . Questões Resolvidas 01) Sendo f ( x) ! 1  2 x .5 4. x ® ! 3 p y1 ! 4.5 y 2  y1 2. vale definir. -5) e Q(3. y decresce em média 2 unidades por unidade de x.5 5) y ¯ 1 ! ! ! ! 2.5 2. y decresce em média 2. Solução: f ( x1 ) ! f (3) ! 1  2 ™ 3 ! 1  6 ! 5 f ( x2 ) ! f (5) ! 1  2 ™ 5 ! 1  10 ! 9 f ( x2 )  f ( x1 ) 9  ( 5)  9  5 4 ! ! ! ! 2 x2  x1 53 2 2 02) Sendo f ( x ) ! 2 x 2  3 x  2 . x ® ! 3 p y1 ! 4.5 unidades por unidade de x.8 Podemos dizer que entre 2 e 1 . podendo ser positiva ou negativa dependendo dos pontos considerados. sendo f uma função definida num intervalo aberto do domínio. De um modo geral. Solução: f ( x1 ) ! f (1) ! 2 ™12  3 ™ 1  2 ! 2  3  2 ! 3 f ( x2 ) ! f (4) ! 2 ™ 4 2  3 ™ 4  2 ! 32 12  2 ! 32 14 !18 f ( x2 )  f ( x1 ) 18  ( 3) 18  3 21 ! ! ! !7 x2  x1 4 1 3 3 Questões Propostas 01) O gráfico de uma função f passa pelos pontos P(1. x x2  x1 1  ( 3) 1  3 2 ° 2 !  1 p y2 ! 2 Podemos dizer que entre 3 e 1 .5 . (y (x 2 )  (x1 ) ! . a razão f ( x2 )  f ( x1 ) .Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág.Assim. 2 .

R: 18 . a) x1 = 0 e x 2 ! 3 b) x1 = 1 e x 2 ! 4 R: 8 . ±2 05) Dada a função: ¯ x . definida em ¡ . 3 R: . calcule a taxa de variação média da função entre os pontos. 04) Dada a função f ( x ) ! 3x 2  x . Calcule a taxa de varaiação média da função entre: ±  4.Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. 1 ® 3x. 5 R:  . -5). calcule a taxa de variação média da função entre os pontos. 2 Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I . definida em ¡ .9 02) Calcule a taxa de variação média da função f entre x1  3 e x 2 ! 1. 0) e Q(1. °2 a) x1 =  4 e x 2 ! 1 b) x1 = 0 e x 2 ! 3 R: -3. a) x1 3 e x 2 ! 8 b) x1 ! 2 e x 2 ! 0 R: 3 .se x > 1. R: 3 . 4 03) Dada a função f ( x) ! 3x  1 . se x e 1. Sabendo que o seu o gráfico de uma função f passa pelos pontos P(-3.

f(x 2 )) . (x1 { x 2 ) é igual ao coeficiente angular da reta secante ao gráfico da função nos pontos P(x 1 . para calcular o coeficiente angular da reta secante e tangente ao gráfico da função dada. como vemos abaixo: y f(x) y f(x) (y f(xo) y . Neste exemplo estamos usando também o conceito de razão incremental ou razão do acréscimo. 2 Observando a figura.Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. Faremos agora a interpretação geométrica da taxa de variação média. (y (x xo x x x0 + ( x = x (x = x ± xo (x p Acréscimo ou incremento de x f (xo) + (y = f (x) (y = f (x) ± f (xo) (y p Acréscimo ou incremento de f (x) (y f ( x)  f ( x o ) . f(x 1 )) e Q(x 2 . para isso usaremos a mesma função f(x) ! x2 e o seu gráfico. retângulo   tg ! Cateto Oposto .10 AULA O7 Após estudar a taxa de variação média. Razão incremental ou razão dos ! (x x  xo acréscimos. Isto é. temos: x 2  x1 m PQ ! f(x 2 )  f(x 1 ) y . geometricamente. tg Cateto Adjacente ! f(x 2 )  f(x 1 ) e sendo m PQ ! tg . a taxa de variação média da função entre ! x 2  x1 x x1 e x 2 . faremos agora um breve estudo da interpretação geométrica da taxa de variação média. usando o resultado para calcular os coeficientes angulares das retas secantes e tangentes. Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I . temos: ( PSQ.

x2 e o seu 2 x2 . f(5)). veremos agora como calcular o coeficiente angular de uma reta tangente. 2) e (5.Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág.5). f(0). -10) é f (5)  f (2) 10  2 12 m! ! ! ! 4 52 3 3 02) Sendo f ( x) ! f(-2)) e Q(0. f(0) é: 4 0 f ( 2)  f (0) 3 4 1 2 ! ! ™ ! m! 2  0 2 3 2 3 Após calcular o coeficiente angular de uma reta secante. Solução: x2 3 (2) 2 4 02 f (2) ! !   f (0) ! !0 3 3 3 f ( x) ! E o coeficiente angular da reta secante nos pontos P(-2. nos pontos (2. f(-2)) e Q(0. Para isso usaremos a mesma função f(x) ! gráfico. f(2)) e (5. 0.11 Questões Resolvidas 01) Determine o coeficiente angular da reta secante ao gráfico de f ( x) !  x 2  3x . Observe as retas que passam pelo ponto P(1. 3 1) y Reta r: é gráfico de f e o coeficiente angular é dado por: Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I secante ao seu . calcule o coeficiente angular da reta secante ao gráfico de f nos pontos P(-2. Solução: f ( x ) !  x 2  3x f (2) ! (2) 2  3 ™ 2 ! 4  6 ! 2   f (5) ! (5)2  3 ™ 5 ! 25  15 ! 10 E o coeficiente angular da reta secante nos pontos (2.

v. aplicando o conceito de derivada na mesma equação obtemos . 0.5). Conseqüentemente as retas r. A derivada da função f (x0). ela é também continua num intervalo aberto do 2 se aproxima da reta t tangente ao domínio que contem x = 1. x 1 Como a função f(x) ! secante s. E quando x tende a 1 pela direita o ponto Q percorre o gráfico da função e se aproxima do ponto P. pod emos dizer que: O coeficiente angular da reta t.5 ! ! ! 1. no ponto P(1. u gráfico de f no ponto P(1. qualquer.5 .5 7. Logo: x 2 (1) 2 x2 1  2 f (x)  f (1) 2   lim 2   lim x  1   lim (x  1) ™ (x  1)   lim (x  1) m t = lim   lim 2 x p1 x p1 x p1 x  1 x p1 2(x  1) x p1 x p1 x 1 x 1 2(x  1) 2 mt = 11 2   m t =   m t = 1. é dado por m t ! lim x px o f(x)  f(x o ) y = tg ! lim x p0 x x  xo . tangente ao gráfico da função f(x) ! x2 . 3 1 2 2 f (2)  f (1) 2  0. tangente ao gráfico da função no ponto P(x 0 . no ponto P(x 0 .5 ! ! ! 2. Podemos dizer que o coeficiente angular m t da reta t. onde passa ser o próprio conceito de deriva. Da geometria Analítica no ¡ 2 a equação de uma reta sendo dados dois pontos e o coeficiente angular e dado pela seguinte fórmula (y  y o ) ! m(x  x o ) . se ele existir e for finito. e sendo x 0 um ponto do domínio. O mesmo acontece quando x tende a 1 pela esquerda.12 mr ! f (4)  f (1) 8  0. 2 2 De um modo geral. 2 1 1 1 2) y Reta v: é secante ao gráfico de f e o seu coeficiente angular é dado por: mv ! 3) y Reta u: é secante ao gráfico de f e o seu coeficiente angular é dado por: mu ! ms E para uma reta f ( x )  f (1) . no ponto xo é igual ao coeficiente angular (tg ) da reta t. tangente ao gráfico da função f (x).5 1. que passa pelo ponto P temos: x2 é contínua em ¡ . 0.5  0. com x { 1 .5 4 ! ! ! 2. 4 1 3 3 f (3)  f (1) 4.5 . f(x 0 )) . 2 Se você bem perceber estamos aplicando a definição de limite na equação da reta secante mt.5). sendo f uma função continua num intervalo aberto do domínio.Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. f(x 0 )) .

(x  x o ) e como (x) = y. (x)  (x o ) ! (x o ). Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I .

f '(x o ) Vejamos mais alguns exemplos para podemos assimilar melhor essas equações. 1).Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág.(x  x o ) p Equação da reta tangente. Solução: f ( x) ! x 3 f (1) ! (1)3 ! 1 f ( x)  f ( 1) x3  (1) x3  1 ! ! x  (1) x 1 x 1 m t = lim x p1 f ( x )  f (1) x 3  ( 1) x3  1 (x  1) ™ (x 2  x  1)   lim   lim   lim   lim ( x 2  x 1)   x p 1 x p 1 x  1 x p 1 x p 1 x  (1) x 1 x 1 m t = (  1) 2  ( 1)  1   1  1  1 ! 3 mt = 3 Logo o coeficiente angular da reta tangente no ponto P(-1. no ponto P(-1. f(-1)). f(2)) é:-10. é 3.( x  xo ) mt = 1 ™ ( x  1)   2( y  1) ! 1( x  1)   2 y  2 ! x  1   x  2 y  1  2 ! 0 2 x  2 y 1 ! 0 y 1 ! Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I . Solução: f ( x ) ! 3x 2  2x f ( x ) ! 6x  2   f (2) ! 6 ™ 2  2   f (2) ! 12  2   f (2) ! 10 f (2) ! 10 Logo o coeficiente angular da reta tangente no ponto P(2. f(2)). no ponto P(2. 02) Determine o coeficiente angular da reta tangente ao gráfico da função f ( x) ! x 3 . 1). ( y  f ( xo )) ! f '( xo ). Solução: ( x  1) ™ ( x  1) ( x ) 2  ( 1)2 f ( x)  f (1) x 1   lim   lim   lim   x p1 x p1 x p1 x p1 ( x  1) ™ ( x  1) x 1 x 1 ( x  1) ™ ( x  1) ( x  1) 1 1 1 1 m t = lim   lim       x p1 ( x  1) ™ ( x  1) x p1 ( x  1) 2 ( 1  1) 1  1 m t = lim 1 2 Logo a reta tangente no ponto P(1. f(-1)). Questões Resolvidas 01) Determine o coeficiente angular da reta tangente ao gráfico da função f ( x) ! 3x 2  2x . 03) Determine o coeficiente angular da reta tangente ao gráfico da função f ( x ) ! x . no ponto P(1. 1 (y  f (x o )) !  ™ (x  x o ) p Equação da reta normal.13 (y  (x o )) ! (x o ).

no 2 ponto P(-2. ª 2 4º 09) Determine o ponto do gráfico da função f ( x ) ! x 3  x .14 04) Determine o coeficiente angular da reta tangente ao gráfico da função f(x) ! x 2 .s ¹. no ponto P(2. R: 6 03) Determine a reta tangente ao gráfico da função f ( x ) ! 3x 2  1 . R: P ©  . f(1)). no ponto P(4. f(2)). 4). Solução: ( x  2) ™ ( x  2) f ( x )  f (2) x 2  (2) 2   lim   lim   lim( x  2) xp 2 xp 2 xp 2 xp 2 ( x  2) x2 x2 mt 2  2   4   mt 4 Logo a reta tangente no ponto P(2. . no ponto P(2. R: P(2.1) 08) Determine o ponto do gráfico da função f ( x) ! 2x  x 2 . ( y  f ( xo )) ! f '( xo ). R: y ! 7x  11 07) Determine todos os pontos nos quais o gráfico da função f ( x ) ! 3x 2  4x  5 tem inclinação 8. f(-2)). em que a reta tangente t é paralela a ¨ 1 5¸ reta (r)y ! 3x  1 .( x  xo ) m t lim y  4 ! 4 ™ ( x  2)   y  4 ! 4 x  8   4 x  y  8  4   4 x  y  4 ! 0 4x  y  4 ! 0 Questões Propostas 01) Determine o coeficiente angular da reta tangente ao gráfico da função f ( x) ! 4x 2 .Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. R: -8 3 02) Determine o coeficiente angular da reta tangente ao gráfico da função f ( x ) !  x 2  1 . no ponto P(1. 4). R: ¨ 1 5¸ ! ©s . 4). ª 2 8º Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I . R: y ! 4x  6 06) Determine a equação da reta tangente ao gráfico da função f ( x ) ! 3x 2  5x  1 no ponto P(2.  ¹ . em que a reta tangente t é paralela a reta (r)7x  4y ! 2 . R: 12 x  y  11 ! 0 04) Determine a reta tangente ao gráfico da função f ( x ) ! 2 x . 3). R: x  2 y  4 ! 0 05) Determine a equação da reta tangente ao gráfico da função f ( x ) ! x 4  2x 3  5x 2  4x  2 no ponto x = -1.

sabemos que: celeração édia (am ) ! em movimento. chamada função da velocidade do v(t)  v(t o ) v ! t t  to A aceleração escalar do ponto t o é o limite: t pto t pt o Considerando a definição de derivada. e calcularmos os coeficiente angular da reta tangente. e supondo conhecida a definição de velocidade. para fazer o estudo do movimento retilíneo uniformemente acelerado em Cinemática. temos: V(t o ) ! lim   lim tp to t pt o S(t)  S(t o ) s ! lim ! S'(t o ) tp 0 t  to t Considerando a definição de derivada.15 AULA 08 Após fazemos a interpretação geométrica da taxa de variação média. teremos: elocidade média ( m )! (t)  (t 0 ) ! t  t0 t Então. assim. Assim. onde sabemos que a posição de um ponto material em movimento sobre uma curva (trajetória) conhecida pode ser determinada. para calcular a velocidade escalar do móvel ponto t o. isto é: Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I   a m ! lim a m ! lim v(t)  v(t o ) v ! lim ! v (t o ) t p0 t t  to . S é uma função de t e indicamos por S = S(t). usaremos a taxa de variação média. Uma outra aplicação do estudo da taxa de variação média serve para explicar um importante tópico da Física no capitulo de Cinemática. chamada função horária do ponto. isto é: (t o ) ! (t o ) Sabemos que. Observando o gráfico acima. para um ponto ponto. podemos afirmar que a aceleração de um ponto móvel num instante t o é igual à derivada da função velocidade v(t) no instante em que t = to. medida sobre a curva. podemos afirmar que a velocidade de um ponto móvel num instante t o é igual à derivada da função horária S(t) no instante em que t = to. através de sua abscissa s. em cada instante t. a velocidade v pode variar em função do tempo t.Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. teremos a expressão v = f(t). Do estudo da cinemática.

Determine: a) A aceleração média da partícula entre os instantes t1 = 1s e t 2 = 6s. Determine: a) A velocidade média da partícula entre os instantes t 1 = 2s e t 2 = 5s.2t (Unidade SI: t em segundos e v em metros por segundo).Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. Solução: S(2) = 4 ™ t 2   4 ™ (2) 2 ! 4 ™ 4 ! 16 S(5) = 4 ™ t 2   4 ™ (5) 2 ! 4 ™ 25 ! 100 m ! S(t)  S(t o )   t  to m ! S(5)  S(2)   52 m ! 100 16   52 m ! 84 3 m ! 24 m/s b) A velocidade da partícula no instante t = 10s é dada pela derivada de s no instante t = 10s. Solução: (t) v(10) 4 ™ t 2   (10) (10) ! lim 4 ™ (10) 2 ! 4 ™100 ! 400 (t)  (10) 4 ™ t 2  400 4 ™ (t 2 100)   v(10) ! lim   v(10) ! lim ! t p10 t p10 t p10 t  10 t  10 t  10 4 ™ (t  10) ™ (t  10) v(10) ! lim   lim 4 ™ (t  10)   4 ™ (10  10) ! 4 ™ 20 ! 80 m/s t p10 t p10 t  10 v(10) ! 80 m/s 02) A equação da velocidade de uma partícula em movimento é v = t2 . Solução: v(1) v(6) am ! (1) 2  2 ™1   1  2 ! 1 (6) 2  2 ™ 6   36  12 ! 24 v(t)  v(t o ) v(6)  v(1) 24  ( 1) 24 1 25   am !   am !   am !   am ! t  to 6 1 6 1 5 5 a m ! 5 m/s 2 b) A aceleração da partícula no instante t = 3s é dada pela derivada de v no ponto t = 3s Solução: v(3) (3) 2  2 ™ 3 ! 9  6 ! 3 v(t)  v(3) t 2  2t  3 (t  3) ™ (t  1)   a(3) ! lim   a(3) ! lim t p3 t p3 t p3 t 3 t 3 t 3 2 a(3) ! lim(t  1)   (3  1)   a(3) ! 4 m/s a(3) ! lim t p3 Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I .16 a(t o ) ! v'(t o ) Questões Resolvidas 01) A equação horária de uma partícula em movimento é S = 4t 2 (Unidade SI: t em segundos e s em metros).

3t (Unidade: SI).5t + 1 (nas unidades: S em metros e t em segundos). R: 21 m/s. Solução: v(t 0 ) ! S (t 0 ) S(t 0 ) = t 2  5t + 1   S (t 0 ) = 2t . R: 5 m/s. Solução: v(t 0 ) ! S (t 0 ) a(t 0 ) ! v (t 0 ) S(t 0 ) = t 3  5t + 3   S (t 0 ) = 3t 2 .5   S (10) = 2 ™10 . b) A velocidade da partícula no instante t = 6s.17 03) Um ponto em movimento obedece à equação horária S = t2 + 3t (nas unidades: S em metros e t em segundos). 02) A equação horária de uma partícula é dada S = t 3 (Unidade: SI). Solução: v(t 0 ) ! (t 0 ) (t 0 ) t 2  3t   (t 0 ) 11 m/s 2t 3   (4) 2 ™4 3 11 m/s v(t 0 ) ! (t 0 ) 04) Um ponto em movimento obedece à equação horária S = t 2 . Determinar a velocidade do móvel no instante t = 4s.5t + 3 (nas unidades: S em metros e t em segundos).5 = 15 m/s v(t 0 ) ! S (t 0 ) = 15 m/s 05) Um móvel se desloca segundo a função horária S = t 3 . Determinar a velocidade do móvel no instante t = 10 s.5 = 20 . Solução: v(t 0 ) ! S'(t 0 ) a(t 0 ) ! v'(t 0 ) S(t 0 ) = t 3  t 2 + t   S'(t 0 ) = 3t 2 + 2t + 1 v'(t 0 ) = 6t + 2   a(t 0 ) ! v'(3)   6 ™1 + 2 = 8 m/s 2 a(t 0 ) ! 8 m/s 2 Questões Propostas 01) Um ponto em movimento obedece á equação horária S = 2t 2 . Determinar a aceleração do móvel no instante t = 1s. Determine: a) A velocidade média da partícula entre os instantes t 1 = 1s e t 2 = 3s.Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. Determine: Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I . Determinar a aceleração do móvel no instante t = 3s.5 v (t 0 ) = 6t   a(t 0 ) ! v (3)   6 ™ 3 =18 m/s2 a(t 0 ) ! 18 m/s 2 06) Um móvel se desloca segundo a função horária S = t 3 + t 2 + t (nas unidades: S em metros e t em segundos).

sabendo que a sua equação horária é dada por S = 3t 2 . 05) Uma partícula se move sobre uma curva com uma velocidade dada pela equação v = t 3 (Unidade: SI). Determine: a) A aceleração média da partícula entre os instantes t1 = 2s e t 2 = 9s. b) A velocidade da partícula no instante t = 4s. Onde t e medido em segundos e s. R: 4 m/s 2. Determine: a) v = 2 2 ™ t  1 . b) A aceleração da partícula no instante t = 5s. no instante t = 0s. 08) Uma partícula se move sobre uma curva com uma velocidade v ! da partícula no instante t = 8s. em metros. 3 b) v = 4t 3. 03) Determine a velocidade da partícula cuja equação horária é dada por (Unidade: SI). a) S = 4t 2 + 18t.3t + 2. Determinar a sua velocidade no instante t = 4s. b) S = t 2 . Determine: a) A aceleração média da partícula entre os instantes t1 = 1s e t 2 = 5s. no instante t = 3s. 09) Um corpo móvel percorre uma curva obedecendo à equação horária S(t) ! t  t 2 . R: 31 m/s 2. Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I . no instante t = 1s. Determine a aceleração 3 10) A função posição de uma partícula é dada por S(t) ! t 3  4.Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. R: 56 m/s . Quando a partícula atinge a velocidade de 5 m/s? R: t = 4s.18 a) A velocidade média da partícula entre os instantes t 1 = 3s e t 2 = 7s. R: 48 m/s. b) A aceleração da partícula no instante t = 10s. R: 300 m/s 2. 11) Uma partícula move-se de acordo com uma lei do movimento S(t) ! t 3  12t 2  36t com t u 0 . R: -12 m/s. 07) Determine a velocidade de uma partícula no instante t = 10s. 06) Determine a aceleração da partícula cuja velocidade é dada pela equação (Unidade: SI). R: 40 m/s 2. c) S = -2t 2 + 50. R: 79 m/s. no instante t = 40s.4t + 8 (Unidade: SI). R: 12 m/s 2. R: 18 m/s . R: 33 m/s. R: 44 m/s 2. R: 128 m/s 2. R: 77 m/s .5t 2  7t com t u 0 . 04) A velocidade de um ponto em movimento varia segundo a equação v = 4t2 (Unidade: SI). no instante t = 3s. 4 2 3 ™ t .

Isto é uma ilustração do fato de que parte do poder da matemática está em sua abstração. a taxa de crescimento e o gradiente da velocidade do sangue na biologia. Um único conceito matemático abstrato (tal como a derivada) dentre outros. O matemático francês Joseph Fourier (1768-1830) colocou isso sucintamente: ³Os matemáticos comparam os mais diversos fenômenos e descobrem as anlogias secretas que os unem´.19 a) Encontre a aceleração no instante t e depois de t = 3s. a taxa de desenvolvimento do desempenho na psicologia todos esses são casos especiais de um único conceito matemático. R: 6t ± 24 e -6 m/s2. dP/dt. isto é. podemos voltar e aplicar esses resultados para todas as ciências. a taxa do fluxo do calor na geologia. Um engenheiro quer saber a taxa segundo a qual a água flui para dentro ou para fora de um reservatório. um meteorologista está interessado na taxa de variação da pressão atmosférica em relação à altura. Se p(t) denota a proporção de uma população que fica sabendo de um boato no instante t. o cálculo diferencial é usado na análise do espalhamento do boato (ou inovações. Um geólogo se interessa em saber a taxa na qual uma massa de rocha fundida através da condutividade térmica com o meio rochoso que a envolve. Em psicologia. Isso é muito mais eficiente do que desenvolver as propriedades de conceitos especiais separadas para cada ciência. È de particular interesse a taxa segundo a qual o desempenho melhora à medida que o tempo passa. um geógrafo está interessado na taxa de variação da densidade populacional em uma cidade à medida que aumenta a distância de seu centro. a corrente. Quando desenvolvemos as propriedades do conceito matemático de uma vez por todas. ou padrões). a taxa de reação e a compressibilidade na química. Em sociologia. aqueles interessados na teoria do aprendizado estudam a chamada curva do aprendizado. pode ter interpretaçôes diferentes em cada uma das ciências. representa a taxa de espalhamento do boato. então a derivada dp/dt. Da mesma forma a velocidade. o custo e o lucro marginal na economia. a potência e o gradiente da temperatura na física.Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. a derivada. ou modismo. a densidade. Em fim as taxas de variação ocorrem em todas as ciências. Nas próximas aulas vamos verificar essas afirmaçôes bom estudo!!! Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I . que é o gráfico do desempenho P(t) de alguém aprender alguma cois a como função do tempo de treinamento t.

derivada sucessivas. Todavia o conceito de derivada também pode ser interpretado como taxa de variação. que representa a taxa ! (x (x de variação de y em ralação a x é chamado de razão incremental ou razão dos acréscimos. usando o mesmo conceito de taxa de variação média.1 ! 3x 2  2 2ª Maneira Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I .20 AULA 09 Quando estudamos a taxa de variação média. pois dada uma função y ! f ( x) . x  xo Notações: f '(x) ! dy f ( x  (x )  f ( x ) (y ou f '(x) ! lim ou f '(x) ! lim . (x (y .Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. se o limite da razão incremental quando (x p 0 . vimos que a mesma serve para calcular coeficiente angular da reta secante e tangente. quando a variável independente varia de x a x  x . que é a definição formal de derivada f ( x ) ! lim 9. existir e for único f (x) ! lim x p xo (x p 0 f ( x  (x )  f ( x ) . aplicações em economia e resolução de equações polinomiais.x ! 3x 2 2. (x p 0 ( x (x p 0 dx (x Questões Resolvidas 01) Usando a definição de derivada.1 . Nessa aula estudaremos regras derivação ou as propriedades operatórias. calcule: 1) f ( x ) ! x 1ª Maneira 1 f ( x) ! x 2 ! 2ª Maneira (x p 0 1 1 1 1  1 1 1 1 1 1 ™ x2 ! ™ x 2 ! ™ 1 ! ™ ! 2 2 2 2 2 x 2 x x lim ( x  (x )  x ( x  (x )  ( x ) ( x  (x ) 2  ( x ) 2 f ( x  (x )  f ( x )   lim ™   lim (x p 0 (x p 0 (x ( x  (x  (x (x ( x  (x )  ( x ) x) x  (x  x (x ( x  (x  x ) ! lim 1 x  (x  x (x p 0 ! lim (x p 0   1 x0  x ! 1 x x ! 1 2 x 2) f ( x ) ! x 2  2 x 1ª Maneira f ( x ) ! 3. 06. a correspondente variação de y a (y ! f ( x  (x)  f ( x) . nas aulas.Definição de derivada: Dizemos que a função f (x) é derivável no ponto xo. E a taxa instantânea de variação ou simples taxa de variação de y em relação a x. 07 e 08.x 31  2. O quociente é (y f ( x  (x)  f ( x) . (x f ( x )  f ( xo ) . derivadas das funções elementares. velocidade e aceleração no estudo da cinemática.

Universidade do Estado do Pará (x p 0 Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. Habitualmente a derivada de f é representada por f (x) . 9. então f é contínua em xo lim f ( x) ! f ( xo ) .2 .0  0 2  2 x ! 3 x 2  2 x ! 3 x 2  2. Se f é derivável em xo. e é único o limite: f ( x o ) ! lim (x p 0 f ( x o  (x )  f ( x o ) (x Portanto. Já demonstrado na aula de 03. que associa cada xo  I a derivada de f no ponto xo.21 lim lim lim f ( x  (x )  f ( x ) (x ( x  (x )3  2( x  (x )  ( x3  2 x) (x p 0 (x x 3  3. Para cada xo. podemos definir uma função f: I p R. (x) pode ser determinada a partir da lei (x).(x  3 x.Função derivada: Seja f uma função derivável no intervalo aberto I.Regras de Derivação: As derivadas são muito usadas em engenharia.3 . medicina e ciências da computação para calcular a velocidade e a aceleração. para explicar o Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I .  A. A lei d . f ( x ) ! lim f ( x  (x )  f ( x ) . pertencente a I.1 ! 3 x 2  2 3) f ( x) ! 4 x 2 1ª Maneira f ( x ) ! 4 ™ 2 x 2 1 ! 8 x 2ª Maneira f ( x  (x)  f ( x) (x 4( x  (x)2  ( 4 x2 ) 4 x2  8 x ™ ( x  4( ( x)2  ( 4 x2 ) 4 x2  8 x ™ ( x  4( ( x)2  4 x2   lim   lim   lim (x p 0 (x p 0 (x p 0 (x (x (x 8 x ™ (x  4( (x) 2 (x ™ ( 8 x  4 ™ (x ) (x ™ ( 8x  4 ™ (x )   lim   lim   lim (x p 0 (x p 0 (x p 0 (x (x (x lim  8 x  4 ™ (x ! 8 x  4 ™ 0 ! 8x (x p 0 lim (x p 0 9.(x  (x 2  2 x ! 3 x 2  3 x. aplicando-se a de inição de derivada de (x p o uma unção num ponto genérico x  I. (x Teorema: Seja a função f : x p xo p e xo.(x  (x  2) lim (x p 0 (x (x p 0 lim 3 x 2  3 x. existe. ciências. economia. y ou dx . Esta função é chamada derivada de f ou simplesmente derivada de f.(x 2  (x 3 2 x  2 (x  x 3 2x (x p 0 (x 2 2 (x ™ (3 x  3 x.x 2 . no estudo de Limite.

obtemos: !  (x p 0 (x (x (y (u (v lim ! lim  lim   f ( x) ! u ( x)  v ( x) (x p 0 (x (x p 0 (x (x p 0 (x ?u ( xo  (x)  u ( x)A  ?v( xo  (x)  v( x)A 9.3 ± Derivada do produto: É o produto da deriva da 1ª função pela 2ª função.3.2 .Derivada da diferença: É a diferença das derivadas.22 funcionamento de máquinas. para estimar a diminuição do nível da água quando ela é bombeada para fora de um tanque e para prever as conseguencias de erros cometidos durante medições. b[. b[. duas funções deriváveis em I = ]a.Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. também é derivável em I e sua derivada é dada por: f ( x ) ! u ( x )  v ( x ) . também é derivável em I e sua derivada é dada por: f '( x) ! u '( x ) ™ v ( x )  u ( x ) ™ v '( x ) Demonstração: Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I .v (x). Sejam u = u (x) e v = v (x). b[.1 . Temos que a função f (x) = u (x) .3. Sejam u = u (x) e v = v (x). Demonstração: (y (x (y (x (y (x (y (x (y (x (y (x ! ! ! ! ! f ( xo  (x )  f ( x ) (x ?u ( xo  (x)  v( xo  (x) A ?u ( x)  v( x) A (x ?u ( xo  (x)  v( xo  (x) A u ( x)  v( x) (x ?u ( xo  (x)  u ( x)A ?v( xo  (x)  v( x)A (x (x (x (u (v e aplicando a de inição de lim . Temos que a função f (x) = u (x) ™ v (x).Derivada da soma: É a soma das derivadas. Obter derivadas calculando limites tal como vimos nas aulas 06. somado com o produto da 1ª função pela derivada da 2ª função. Temos que a função f (x) = u (x) + v (x). Desenvolveremos técnicas e fórmulas para calcular derivadas mais facilmente. também é derivável em I e sua derivada é dada por: f '( x ) ! u '( x)  v '( x) . duas funções deriváveis em I = ]a. Demonstração: f ( x ) ! u ( x)  v( x) f ( x ) ! u ( x)  ?v( x) A f ( x ) ! u ( x)  ?v( x) A   f ( x ) ! u ( x)  v ( x) 9. 07 e 08 pode ser demorado e difícil. Sejam u = u (x) e v = v (x). funções deriváveis em I = ]a.3. 9.

4 . duas funções deriváveis em I = ]a. obtemos: v( x  (x) ™ v( x) u ( x  (x) ™ v( x)  u ( x) ™ v( x)  u( x) ™ v( x)  u( x) ™ v( x  (x) (y ! v ( x  (x ).v ( x ) (y ! ?u ( x  (x)  u ( x)A™ v( x)  u ( x) ™ ?v( x  ( x)  v( x)A v ( x  (x ) ™ v ( x ) v( x) u ( x)  ™ ?v ( x  ( x )  v ( x )A  Dividimos por (x .Derivada do quociente: É o produto da deriva da 1ª função pela 2ª função. Temos que a função f ( x) ! u(x) . Sejam u = u (x) e v = v (x). temos: v ( x  (x ) ™ v ( x ) v ( x  (x ) ™ v ( x ) (y ! ?u ( x  (x )  u ( x )A™ Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I ¡ .Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág.c. subtraindo o produto da 1ª função pela derivada da 2ª função e o resultado dividimos pela o quadrado da 2ª função. também é derivável em I e sua derivada é dada por: v(x) f ( x) ! u ( x) ™ v( x)  u ( x) ™ v ( x) [v( x)]2 Demonstração: (y ! f ( x  (x )  f ( x ) u ( x  (x u ( x) Obtendo o m. temos: (y !  v( x  (x) v( x) u ( x  (x) ™ v( x)  u( x) ™ v( x  ( x) (y ! somando e subtraindo o fator u ( x) ™ v( x)  u ( x) ™ v( x) .m.3. b[ e v (x) { 0.23 (y f ( xo  (x )  f ( x ) ! (x (x  (x) ™ v( xo  (x)  u ( x) ™ v( x) (y u ( xo ! (x (x Somando e subtraindo o fator u ( x) ™ v( xo  (x)  u ( x) ™ v( xo  (x) . (y u ( xo  (x ) ™ v ( xo  (x )  u ( x ) ™ v ( xo  (x )  u ( x) ™ v( xo  (x)  u ( x) ™ v( x) ! (x (x (y ?u ( xo  (x )  u ( x )A™ v ( xo  (x )  u ( x ) ™ ?v ( xo  (x)  v( x)A ! (x (x ?v ( xo  (x)  v( x)A usando a de inição lim obtemos (y ?u ( xo  (x )  u ( x )A ! ™ v ( xo  (x)  u( x) ™ (x p 0 (x (x (x ?u ( xo  (x)  u ( x) A™ lim v( x  (x)  u( x)  lim u( x) ™ lim ?v( xo  (x)  v( x)A (y lim ! lim o (x p 0 (x p 0 (x (x p 0 (x p0 (x p0 (x (x f ( x ) ! u ( x ) ™ v ( x )  u ( x) ™ v ( x) Por extensão: a derivada de f ( x) ! u ( x) ™ v( x) ™ t ( x) é dada por: f ( x) ! u ( x) ™ v( x) ™ t ( x )  u ( x) ™ v ( x) ™ t ( x )  u ( x) ™ v( x) ™ t ( x ) 9.

obtemos o resultado: (x ( x  (x )  x ª AB º .5 ± Derivada da potência: (x) ! n ™ (x) n 1 Demonstração usando a razão incremental: ¨ A 2  B2 ¸ (y ( x  (x ) n  x n .24 Aplicando a (x diferença de derivada quando (x p 0 . obtemos: ?v( x  (x)  v( x)A (y ?u ( x  (x )  u ( x )A v(x) u ( x) ! ™  ™ (x (x (x v ( x  (x ) ™ v ( x ) v ( x  (x ) ™ v ( x ) lim ?u ( x  (x)  u ( x)A ™ lim ?v( x  (x)  v( x)A u ( x) (y v( x) ™ lim  lim ! lim 0 0 (x p 0 (x p 0 (x p 0 (x (x p 0 (x p 0 (x (x v ( x  (x ) ™ v ( x ) v ( x  (x ) ™ v ( x ) 1 4 42 4 43 1 4 42 4 43 v ( x )™ v ( x ) v ( x )™ v ( x ) f '( x ) ! u '( x ) ™ f '( x ) ! f '( x ) ! v( x) u ( x) v ( x ) u ( x)  ™ v '( x )   u '( x ) ™ 2  ™ v '( x ) v( x) ™ v( x) v( x) ™ v( x) v ( x) v 2 ( x) u '( x ) ™ v ( x ) u ( x ) ™ v '( x )  .3.Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág.somando as frações com os mesmos denominadores obtemos v 2 ( x) v 2 ( x) u '( x ) ™ v ( x )  u ( x ) ™ v '( x ) ?v( x)A (x) ! x n   2 9. Efetuando a divisão de © ! ¹ .

substituindo A ! ( x  (x) e ! ( x) .A n 1  An2 ™ B   A ™ Bn  2  B n1 . (y n2 ! (x  x)n 1  (x  x)n 2 ™ x  K  .

x  x ™ x  x n 1 , usando a definição de derivada lim . (x p 0 (x
0 n 2 0 0 (y ™ x  lim xn 1 ! lim ( x  (x )n 1  lim ( x  (x ) n 2 ™ x  K  lim x  (x (x p 0 (x p 0 (x (x p 0 (x p 0 (x p 0 n 1 n 2 n 2 n 1 n 1 n  2 1 n  2 1 n 1 n 1 n f ( x) ! x  x ™ x  K x ™ x  n   x  x x 4 n x 4 4 K x  x   1 4  x41 4 2 n 1  K4 4x31

lim

n vezes

f ( x ) ! n ™ (x)

n 1

9.3.6 ± Derivada da raiz: f (x) ! n x   f '(x) ! 1 n ™ ( x )n 1
n

x { 0.

Demonstração: usando a razão incremental: n n (y n x  (x  n x x  (x  n x x  (x  n x !     n n (x (x ( x  (x )  x x  (x  n x

1 n ou ainda (y ! (x 1 .

n x  (x n .

x n n n   (y ! (x .

n x  (x n 1  n x™ .

n

x  (x

n 2 

K 

x
n

n 1

x  (x  n x  Adicionamos a definição de lim , onde obtemos: (x p 0 1 (y 1 1 lim ! lim  K  lim  lim n 1 n 2 n 1 (x p 0 (x (x p 0 (x p 0 n (x p 0 0 ¸ 0 ¸ ¨n ¨n n x x  (x ¹ x ™ © x  (x ¹ © ª º ª º

Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I

Universidade do Estado do Pará f '( x ) ! 1 Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág.25 K  1 .

x n n 1  n 1 x. .

x n n 2 .

x n n 1   f '( x ) ! 1 n n 1 .

x .

x .

x 3 1 4 4 4 44 2 4 4 4 4 4 n n 1 n n vezes. logo:  1  1 n 1 f '( x ) ! n™ 1 .

1. x n n 1 Conseqüências das fórmulas de derivadas ( 10.1.5) e (10.6) Demonstração: (x) ! x   ( n x ) m m m n y! xn   y ! m m 1 ™ x n ou y ! n .

x n m  y ! m n .

x n mn De acordo com a regra estabelecida no item anterior temos: 1 y ! m ™ ( n x ) m 1 ™ ( n x ) logo n x ' ! n-1 n™ n x .

x .

Conforme já provamos anteriormente temos: y ' ! m ™ ( n x ) m 1 ™ n™ 1 .

x n n-1   m n .

4 . 9. temos: f ' (x) = 0.4.2 Função constante: A derivada da constante é igual a zero. temos: f '(x) = 1. Demonstração: Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I . k  ¡ . Dada a função f (x) = sen x. Demonstração: y f (x  x)  f (x) y f (x  x)  f (x) y k k 0 !   !   !   !0 x x x x x x x y   lim 0   f '( x) ! 0 lim x p0 x x p0 9. Demonstração: y f (x  x)  f (x) y f (x)  x  f (x) y y !   !   !  1 x x x x x x y   lim 1   f '( x) ! 1 lim x p0 x x p0 9. n mn ¨m¸ © logo temos y ! © ¹ ™ x ª ªnº ¨ m n ¸ ¹ n º ¨ m ¸ © 1 ¹   y ! © ¹ ™ xª n º ªnº ¨m ¸ 9. x  ¡ .3 . Dada a função f (x) = k.Derivada da função seno: A derivada da função seno é igual a função cosseno.4.4.Derivada das Funções Elementares: Apresentaremos as derivadas das funções elementares. temos: f ' (x) = cos x. Dada a função f (x) = x.1 Função Identidade: A derivada da função identidade é igual a um.

5 .Derivada da função cosseno: A derivada da função cosseno é igual a menos função seno.4.Derivada da função tangente: A derivada da função tangente é igual a função secante elevado ao quadrado. Dada a função f (x) = tg x.T.4. !1 .F !1 y x y x f '(x) ! sen(x  0) ™ 1   f '(x) ! sen x 9. lim cos ¨ x  x ¸ ª º ™ cos x  © ¹ ! lim ! © ¹ usando lim0 obtemos   lim0 xp xp x p0 © x x 2 º x x p0 2 ¹ ª ª º 2 2 1 44 2 4 43 .T. ¨ x¸ 2 ™ sen © ¹ x¸ ¨ x¸ ¨ ª 2 º 2 ™ sen © ¹ ™ cos © x  2 ¹ x¸ ¨ ª 2 º ª º z2   2 ! ™ cos © x  ¹ x x 2 º ª 2 ¨ x¸ ¨ x¸ sen © sen © 0 ¹ x¸ y 2 ¹ ¨ ª 2 º . Demonstração: f (x) ! tg(x)   f (x) ! f (x) ! u(x) v(x) sen x cos x f (x) ! f (x) ! u (x) ™ v(x)  u(x) ™ v (x) « v(x)2 » ­ ½ cos x ™ cos x  sen x ™  sen x v (x) ! cos x   v '(x) !  sen x 1 6 44T.Universidade do Estado do Pará y sen(x  x)  sen x !   x x Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. Dada a função f (x) = cos x.26 y x f (x) ! 1 ™ cos x   f (x) ! cos x 9. temos: f ' (x) = -sen x Demonstração: y cos(x  x)  cos x !   x x ¨x xx ¸ ¨x xx¸ 2 ™ sen © ¹ ™ sen © ¹ 2 2 ª º ª º x x¸ ¨ ¨ x¸ 2 ™ sen © x  ¹ ™ sen © ¹ 2 º ¨x xx¸ ¨x xx¸ ª ª 2 º 2 ™ sen © ™ sen © ¹ ¹ 2 2 2 ¨ x¸ ª º ª º z2   ™ sen © ! ¹ x x ª 2 º 2 ¨ x¸ ¨ x¸ sen © sen © ¹ ¹ x¸ y x¸ 2 º ¨ ¨ ª ª 2 º ! sen © x  ™   lim !  lim sen © x  ™ lim ¹ ¹ x p0 x x p0 x x 2 º 2 º xp 0 ª ª 2 2 43 1 44 2 4 L.7.4 .T 4 4 8 2 cos x  sen 2 x 1 f (x) !   2 cos x cos2 x f (x) ! sec2 x Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I ¦ ¥ u (x) ! sen x   u '(x) ! cos x ?cosx A 2 ¤ £ ¢ ¢ y x ¨x xx¸ ¨x x x ¸ 2 ™ sen © ¹ ™ cos © ¹  Transformando o numerador em 2 2 ª º ª º produto e dividindo por 2 a x expressão obtemos. temos: f ' (x) = sec2 x .

27 9. temos: f ' (x) =  cossec2 x Demonstração: f (x) ! f (x) ! cotg x cos x f (x) ! sen x f (x) ! u (x) ™ v(x)  u(x) ™ v (x)  sen x ™ sen x  cos x ™ cos x   2 2 « v(x) » ?sen x A ­ ½  .6 .4. Dada a função f (x) = cotg x.Derivada da função cotangente: A derivada da função cotangente é igual a menos função cossecante elevado ao quadrado.Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág.

4.Derivada da função secante: A derivada da função secante é igual ao produto das funções tangente pela secante.4. Demonstração: u'(x) ™ v(x)  u(x) ™ v'(x) 0 ™ cos x  1 ™ sen x sen x f '(x) !     2 2 cos 2 x « v(x) » ?cosx A ­ ½ f '(x) ! sen x 1 ™ cos x cos x f '(x) ! tg x ™ sec x 0 f (x) ! sec x 1 f (x) ! cos x 9.4.8 . com a  ¡ * e a { 1 . Dada a função f (x) = cossec x.Derivada da função exponencial: Dada a função f (x) = a x . temos: f ' (x) = ± cotg x ™ cossec x Demonstração: 0 ™ sen x  1 ™ cos x cos x u'(x) ™ v(x)  u(x) ™ v'(x)   f '(x) !   2 2 sen 2 x « v(x) » ?senx A ­ ½ f '(x) !  cos x 1 ™ sen x sen x 0 f (x) ! cossec x 1 f (x) ! sen x f '(x) !  cotg x ™ cossec x 9. temos f ' (x) = a x ™ ln(a)  Demonstração: x x  a x   y ! a x ™ a x  a x y f (x  x)  f (x) y .sen 2 x  cos 2 x 1 sen 2 x  cos 2 x     2 2 sen x sen x sen 2 x f (x) !  cossec2 x 9.9 .7 .Derivada da função cossecante: A derivada da função cossecante é igual a menos o produto das funções cotangente pela cossecante. Dada a função f (x) = sec x. temos: f ' (x) = tg x ™ sec x.

.a !   ! x x x x x x x x x f y a .

a  1 ® (x) ! e ± ! p¯ x x x f ± (x) ! e ° .

a x  1 y ! ax ™ x x Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I .

28 Observação: quando lim x p0 .Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág.

11 . obtemos: y x ! lim a . x x Demonstração: y l n(x  x)  l n(x) ! x x y 1 ! ™ ?l n(x  x)  l n(x) A x x y « ¨ x  x ¸» ! l n© ¹ x ¬ ª x º¼ ­ ½ 1 x Observação: f ( x ) ! log a .a x  1  Usando o lim .4. mudança de base e . lim (x p 0 x p0 x p0 x 1 44 2 4x4 3 l n(a ) a x ! e x temos: f '( x ) ! e x ™ ln e { 1 f (x) ! a x ™ ln a f '( x ) ! e ™1 f '( x ) ! e x x 9.10 .Derivada da função logarítmica: Dada a função f (x) = ln (x).v)   (x) y ! (u) v ™ ¬ v ™ l n(u)  u ¼ ­ ½ Demonstração: y ! (u) v   l n(y) ! l n(u)v   l n(y) ! v ™ l n(u) y u ! v ™ l n(u)  v ™ y u v™u » « y ! (u) v ™ ¬ v ™ l n(u)  u ¼ ­ ½ 9. temos: f '(x) = 1 .Derivada exponencial geral: v™u » « y ! (u) v   (u. f (x) ! log a x l n(x) ! log e a l n(a) « ¨x x ¸»   ¬l n ©  ¹ ¼ ­ ª x x º½ 1 1 x 1 1 1 f (x) ! x ! ™ l n(a) x l n(a) f '(x) ! 1 « ¨ y « ¨ x ¸» x x ¸» x x ! ¬l n ©1 ¹¼   lim ¬l n ©1 ¹¼   y ! lim xp0 x xp0 x º½ x º½ x ­ ª ­ ª x ! y™x l n «lim .4.

1  y » ¬ yp0 ¼ ­ ½ 1 y™ x 1 x 1 x ™ l n(a) xp 0 y p0 1 1 1 ln e 1 « »   l n ¬lim .

portanto o lucro também depende de t escrevemos L(p(t)). pode depender do tempo (t) durante o qual determinada máquina funciona. e. p depende de t escrevemos p(t).1  y y ¼   l n(e) x ! ™   f '(x) ! yp0 x 1 x ­ ½ 9. Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I .Derivada de uma função composta ou (Regra da Cadeia) Função Composta: Imagine que uma industria consiga vender tudo que produz (p) ou seja L é uma função de p logo podemos escrever L(p). Neste caso o que temos e a composição das funções L e p.5 . isto é. Mas a produção por sua vez. O tipo de função que modela situações como estas chama-se de função composta.

29 Demonstração: x u .Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág.

g ( x ) y ! f .

g (x) f .

« g(y  y)  g(y) f (x  x)  f (x) » « z g(y  y)  g(y) » « f (x  x)  f (x) » ! lim ¬ ™ ¼ ! ¬ lim0 ¼ ™ ¬ lim0 ¼ x p0 x y x y x ½ ­ ½ ­ xp ½ ­ xp « f (x  x)  f (x) » g(y  y)  g(y) » «   ¬ lim ¼ ™ ¬ lim0 ¼ ! g '(y) ™ f '(x) yp0 xp y x ½ ­ ½ ­ Desta forma Obtemos: 9. encontramos: lim ! x p0 y p 0. Se a função também for derivável em I. vem: f (x  x) ! f (x)  y ! y  y (II) Também temos. (I) também é derivável em x. Supondo que f seja derivável no ponto x e g seja derivável no ponto y tal que y provemos que Temos: y ! f (x  x)  f (x) e. então sua derivada é a derivada segunda ou derivada de ordem 2 da função.Derivada Sucessiva ( x) ! g(f ( x))   ( x) ! g (f ( x)) ™ f ( x) Seja f uma função derivável em um intervalo aberto I. fazendo x p 0 na igualdade (III).6 . Seja g: (x) p uma função dada pela lei dada pela lei z g(f(x)) .g (x) Seja f: A p B uma função dada pela lei y z g(y). quando x p 0 . Se a função f '' também for derivável em I. Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I . z ! F(x  x)  F(x) ! g(f(x  x))  g(f(x)) ! g(y  (y)  g(y) pe la igauldade de (II) (f(x  x) ! y  (y portanto temos z ! g(y  (y)  g(y) Desta forma obtemos: z F(x  x)  F(x) g(y  y)  g(y) g(y  y)  g(y) y ! ! ! ™ x x x y x z g(y  y)  g(y) f (x  x)  f (x) (III) ! ™ x y x Observando a igualdade (I). f(x) . Existe a função composta f:A p f(x) . notamos que. então sua derivada é a derivada terceira ou derivada de ordem 3 da função f '' indicada por f '''. o mesmo ocorre com então. daí. indicada por f ''. e calculemos sua derivada.

dx n 9. o custo marginal de produção de n unidades é aproximadamente igual ao custo da produç ão de mais uma unidade [(n + 1)ésima unidade]. manutenção). Assim. oferta ou preço afetam outras variáveis tais como: custo. x é pequeno comparado com n). em decorrências dos custos de horas extras e ineficiências envolvidas em operações de larga escala). mas o custo da mão-de-obra poderia depender parcialmente de potências mais altas de x. dx dR ! Receita marginal = a receita extra pela venda de uma unidade adicional. ! x dx Como o valor de x pode geralmente assumir somente os valores inteiros.7 . chegamos às seguintes definições: 1) C (x) ! C (x) ! 2) R (x) ! R (x) ! dC ! Custo marginal = O custo extra na produção de uma unidade adicional. pode-se obter a derivada de ordem n + 1. temos x ! 1 e n muito grande (tal que C (n) } C(n  1)  C(n) .30 E assim por diante. receita ou lucro os mesmos usam os termos custo marginal. da função f. a taxa de variação do custo em relação ao número de itens xp 0 produzidos. lucro marginal e receita marginal para as taxas de variação do custo. O limite dessa ! ! x x 2  x1 x x p 0 . da mão-de-obra e asssim por diante (O custo das matérias-primas pode ser proporcional a x. Se o número de itens produzido estiver crescendo x1 para x2 o custo adicional será grandeza quando C C(x 2 )  C(x1 ) C(x1  x)  C(x 2 ) . e os outros termos representam o custo das matérias-primas. da receita em relação ao número de unidades produzidas ou vendidas. se a derivada de ordem n for derivável em I. Notações: f (1) (x) ! y(1) ! dy !y dx f (2) (x) ! y(2) ! d2 y !y dx 2 f ( n ) ! y (n) ! dn y ! yn . Assim. mas podemos sempre substituir C(x) por uma função aproximativa suave.Aplicação de derivada na Economia: Análise Marginal Em negócios e economia é comum economista estarem interessados em como mudanças em variáveis tais como produção. Supondo que C(x) é o custo total que uma companhia incorre na produção de x unidades de um certo produto. A função C é chamada função custo. onde a representa os custos gerais indiretos (aluguel. pode não fazer sentido tomar Fazendo x . R(x) e L(x). do lucro. isto é. Em geral é apropriado representar uma função custo por um polinômio C(x) ! a  bx  cx 2  dx 3 .Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. Considerações semelhantes se aplicam às funções receitas e lucro. aquecimento. dx Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I . que é denominado pelos Economistas por custo marginal logo lim C dC .

Vamos considerar agora o mercado. tal que L(x) L(a). Supondo que a função L(x) seja derivável no ponto a. Seja p(x) o preço por unidade que uma companhia pode cobrar se ela vende x unidades. vale a pena aumentar a produção. então o rendimento total será venda). dx Como L (x) ! L(x) ! (x)  C(x) . a derivada é o quociente têm o mesmo sinal. com a minimização do custo médio. Queremos indicar aqui dois outras aplicações das funções marginais em economia onde a primeira tem a ver com a maximização do lucro e a segunda. Nesse caso. A função lucro marginal é P (x) . suponha que o nível de produção seja x = a. representa o custo por unidade. Para maximizar o lucro procuramos por números críticos de P. então o lucro total será P(x) ! (x)  C(x) . então (x) ! C (x) e portanto. L (a) 0 . vale a pena diminuir a produção. então o rendimento marginal = custo marginal . ou seja. Assim. Para compreender a razão destas afirmações. significa L(x) " L(a) quando x da produção. temos também a relação L (x) ! (x)  C (x) ou (x)  C (x) . de acordo coma definição de derivada: L (a) ! lim x pa L(x)  L(a) xa Assim. L (a) " 0 . Uma regra básica é a seguinte. A derivada (x) ! x ™ p(x) e é denominada função rendimento (ou função a e portanto o lucro aumenta com o diminuição (x) da função rendimento é conhecida como função rendimento marginal. o sinal de L (x) é o mesmo de x  a . e é a taxa de variação do rendimento em relação ao número de unidades vendidas. para x próximo de a. temos. Se o lucro for máximo. Notando que C(x) . isto é. significa L(x) " L(a) quando x " a e portanto o lucro aumenta com o aumento da produção. Se o lucro marginal é positivo. e esperamos que ela seja uma função decrescente de x. as se P (x) ! (x)  C (x) ! 0 . Então p é chamada função demanda (ou função preço). Suponha que estejamos interessados em escolher um valor de x tal que o lucro aumente. quando x unidades são x (x) é a inclinação da reta que liga a origem ao ponto . para valores de x próximos de a.31 3) (x) ! (x) ! dl ! Lucro marginal = O lucro extra de uma unidade adicional. A função custo médio c(x) ! produzidas. se o lucro marginal é negativo. Se x unidades forem vendidas.Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. enquanto. e P é dita função lucro. os números onde o lucro marginal é zero. uitas decisões econômicas são baseadas na análise do custo e receita marginal. a derivada da função lucro. Se x unidades forem vendidas e o preço por unidade for p(x).

x. (x) . x Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I .

terceira f ( x) e será denotada por ( x ) ou (3) ( x) . Para encontrá-lo localizamos o ponto crítico de c usando a regra do quociente para diferenciar a equação do custo médio c (x) ! x ™ (x)  (x) .8 .1 da equação ( x) ! 0 .32 È aparente que deve existir um mínimo absoluto. então x ™ (x)  (x) ! 0 . f (n) (x) ! (f (n 1) (x)) ' Vamos ver agora os teoremas que facilitam a pesquisa das raízes múltiplas de uma equação polinomial. Da teoria de equação polinomial onde f ( x) ! 0 . com multiplicidade m.1) ( x) é chamada função derivada enésima de f ( x) e será denotada por f (n) ( x ) . que será denotada por f ( x ) ou f 2 ( x) . a derivada da função polinomial f (n . se nosso custo marginal for maior que nosso custo médio. então deveremos produzir menos. chama-se função polinomial derivada de f (x) a função f ' : £ p £ . então r é raiz de multiplicidade m .Aplicação das Derivadas Sucessivas na Resolução de Equações Polinomiais Definição: Dada a função polinomial f : £ p £ definida por f (x) ! a n x n  a n 1x n 1  a n  2 x n 2  K K  a 1x  a 0 x onde a 0 { 0 e n 0 . Se o custo médio for mínimo. Notemos que: f (3) (x) ! n(n  1)(n  2)a n x n 3  (n  1)(n  2)(n  3)a n 1x n  2  K K  3 ™ 2 ™1 ™ a 3 E.primeira de ( x) .Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. então custo marginal = custo médio. 9. obtendo a chamada função derivada . então deveremos produzir mais e abaixando assim o nosso custo médio. pois se o nosso custo marginal for menor que o nosso custo médio. assim por diante. temos: f (x) | (x  r)m ™ q(x) e q(r) { 0 Teorema: Se r é uma a raiz de multiplicidade m da equação ( x) ! 0 . Esse princípio é plausível. Da mesma forma. Notemos que: f (2) (x) ! n(n  1)a n x n  2  (n  1)(n  2)a n 1x n 1  K K  3 ™ 2 ™ a 3 x  a 2 A derivada da função polinomial f (2) (x) é chamada função polinomial derivada . onde ( x) é a derivada . e temos x2 (x) ! (x) ! c(x) . Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I . a fim de abaixar o nosso custo médio. como c (x) ! 0 .segunda de f ( x) . x portanto. definida por f '(x) ! na n x n 1  (n  1)a n 1 x n 2  (n  2)a n  2 x n 3  K K  a1  0 . Neste sentido ( x) ou f 1 ( x) também é uma função polinomial é possível determinar a sua função polinomial derivada (f ( x)) .

f (2) ( x) ! 0. respectivamente. temos que r é raiz de multiplicidade m±1 de m ™ q(r) (x  r) m ™ q (r) (x) ! 0 . 1  x 3 2 ™ 1  x3 2) f ( x) ! u ( x) ! 1  senx   u ( x) ! cos x v ( x ) ! 1  senx   v ( x ) !  cos x cos x. Corolário 1: Se r é raiz de multiplicidade m da equação ( x) ! 0 . f (2) ( x ). f (1) ( x ). Resumindo: ³A condição necessária e suficiente para que um número r seja raiz com multiplicidade m de uma polinomial f ( x) ! 0 é que r seja raiz das funções f ( x ). K .( cos x ) u '( x ).K . K .(1  sen x )  ?(1  sen x )A. Questões Resolvidas 01) Determinar a derivada das seguintes funções: 1) f ( x) ! x ™ 1  x f ( x) ! u ( x).v( x)  u ( x). como ­ ½ m ™q(r) { 0 . f (1) ( x) ! 0.v '( x) f '( x ) !   f '( x ) ! 2 2 ?v( x)A ?(1  sen x )A cos x  cos x.v ( x) f ( x) ! 2 x ™ 1  x 3  x 2 ™ f ( x) ! 2 x ™ 1  x  1  sen x 1  sen x 3 2 3 1 1 1 ™ (1  x3 ) 2 . m±3. f (m-1) ( x) ! 0 com multiplicidade m±1.K .(0  3x 2 ) ž ™ 1 2 2 (1  x 3 ) 2 1 (m) ( x) ! 0 . v ( x ) ! 1  x 3 ! (1  x 3 ) 2   v '( x ) ! 3x 2 2 ™ 1 x3 3x 4 v '( x ) ! 3x2 2. m±2. f (3) ( x) ! 0.sen x f '( x ) ! ?(1  sen x)A sen x  cos x sen x  cos x 2   f '( x ) ! 2.3 x 2   2 1  1 1 1 ™ 3x 2   v '( x ) ! ™ (1  x 3 ) 2 .Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág.v ( x )  u ( x). então r é raiz de: f (1) ( x) ! 0.cos x ?(1  sen x )A 2 3) f ( x) ! Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I . f (3) ( x) ! 0.sen x  cos x  cos x. f (m-1) ( x ) e não seja raiz f (m) ( x) ´.1. então a multiplicidade de r em ( x) ! 0 é m. f (2) ( x) ! 0. temos: ( x) | (x  r) m-1 ™ «m ™ q(x) (x  r) m ™ q (x) » e.33 Demonstração: f (x) | (x  r)m ™ q(x)   f '( x) | m ™ (x  r) m-1 ™ q(x)  (x  r) m ™q'(x)   f '(x) | m ™ (x  r) m-1 ™ q(x)  (x  r) m ™ q'(x) Portanto. e r não é raiz de Corolário 2: Se r é raiz das equações f ( x) ! 0. f (m-1) ( x) ! 0 e r não é raiz da equação f (m) ( x) ! 0 .

e  cossec x . sen x » ­ ½ ?sen x  cos x A ?sen x  cos x A  cos 2 x  sen 2 x  sen 2 x  cos x 2 2 cos x. sen 2 x ?sen x  cos x A 2 2   2.cos sec x sen x sen x 9) f ( x) ! (x  cossec x) ™ ln x u ( x) ! x   u ( x) ! «1  .v ( x )  u ( x ).sen x  cos 2 x  sen 2 x  sen x .  ( cossec x 3 ™ cotg x 3 ™ 3x 2 ) f ( x ) ! 3x 2 .(cossec x 3 ™ cotg x 3 ) 3 8) f ( x) ! cos x ™ cotg x f ( x) ! u ( x) ™ v( x)  u ( x) ™ v ( x ) f ( x ) !  sen x ™ cotg x  cos x ™ (  cos sec 2 x)    sen x ™ f ( x ) !  cos x  ¨ ¨ § § § § cos x ¨ 1 ¸ ¨ 1 ¸  cos x ™ © ¹    cos x  cos x ™ © 2 ¹ sen 2 x º senx ª ª sen x º cos x 1 ™   f ( x) !  cos x  cotg x.34 2 f ( x) ! f ( x) ! f ( x) ! f ( x) ! f ( x) ! (cos x  sen x) ™ ( sen x  cos x)  ?(sen x  cos x ) ™ (cos x  sen x )A ?sen x  cos x A cos x.cos 2 x  2.cos x  sen x .Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág.(cos 2 x  sen 2 x ) ?sen x  cos x A 2 ?sen x  cos x A tg x sen x  cos x 2   f ( x) ! ?sen x  cos x A 4) f ( x) ! u ( x) ! tg x   u ( x) ! sec2 x v( x) ! sen x  cos x   v (x ) ! cos x  sen x u '( x ).(cos x  sen x ) f '( x ) !   f '( x ) ! 2 2 ?v '( x)A ?sen x  cos x A u ( x) ! sec x   u ( x) ! tg x.cos x  « sen x.v ( x )  u ( x ).v ( x ) f ( x ) ! tg x ™ sec x ™ ln x  sec x ™ 1¸ ¨ f ( x ) ! sec x ™ © tg x ™ ln x  ¹ xº ª 6) f ( x) ! 4 ™ sec x  3 ™ cossec x f ( x ) ! u ( x) ™ v( x)  u( x) ™ v( x) f ( x ) ! 4 ™ tg x ™ sec x  3 ™ ( cotg x ™ cos sec x) f ( x ) ! 4 ™ tg x ™ sec x  3 ™ cotg x ™ cos sec x u ( x) ! sec x   u ( x) ! tg x ™ sec x v ( x ) ! cos sec x   v ( x ) !  cotg x ™ cos sec x 7) f ( x) ! e  cossec 3 3 x f ( x ) ! e  cossec x .1 2   2  2. sen x  cos 2 x  sen 2 x  sen x .cos x  sen 2 x  cos x 2  cos x. sen x 2 ?sen x  cos x A  2.v '( x ) sen 2 x.cos x  sen 2 x  cos x 2  cos x.sec x 1 x v ( x ) ! l nx   v ( x) ! 1 x 5) f ( x) ! sec x ™ l n x f ( x ) ! u ( x ).(cos x  sen x )  tg x .

cotg x.cossec x » ­ ½ v( x) ! l n x   v ( x ) ! 1 x Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I .

v '( x) f '( x) ! 2 ?v( x)A f '( x) ! .cossec x) ™ l n x  ©  cossec x ™ ¹   f '( x) ! (1  cotg x.sen x   u '( x) ! 2 x.Universidade do Estado do Pará f '( x) ! u '( x).cos x x 2 ™ sen x 10) f ( x ) ! v ( x ) ! e x   v '( x ) ! e x ex u '( x) ™ v( x)  u ( x).cossec x) ™ l n x  ( x  cossec x) ™ u ( x) ! x 2 . v '( x) Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág.v( x)  u ( x).35 1 x 1¸ 1 ¨x f '( x) ! (1  cotg x.cossec x) ™ l n x  1  ™ cossec x xº x ªx f '( x) ! (1  cotg x. sen x  x 2 .

2 x x 2 1 2 ?v( x)A ex 2 2 .2 x ™ sen x  x 2 ™ cos x ™ e x  x 2 ™ sen x ™ e x «e x » ­ ½ 2 ! e x ™ x ™ ?2 ™ sen x  x ™ cos x  x ™ sen x A «e x » ­ ½ 2 f '( x) ! x ™ ?2 ™ sen x  x ™ cos x  x ™ sen x A ex © 2 ex 1 11) f ( x) ! cos x f '( x ) ! f '( x ) ! u '( x ) ™ v ( x )  u ( x) ™ v '( x) u ( x) ! e x x 2 1 2 1   u '( x) ! e x 1.

2 x ™ e ™ cos x  e   ?cos x A 2 v ( x ) ! cos x   v '( x ) !  senx ™ sen x .

e .2 x.cos x  e   x 2 1 x 2 1 ™ sen x cos x 2 1 .

2 x ™ cos x  sen x cos 2 x 1 l n( a )  A derivada de sen x é cos x . 1  f ( x ) ! l nx   f '( x ) ! x ™ l na 1  f ( x ) ! log a x   f '( x) ! x ™ l na f ( x ) ! log a x   f ( x ) ! Derivada da parte interna 12) f ( x ) ! log 3sen x f '( x ) ! f '( x ) ! cos x sen x ™ l n 3 cotg x ln3 sen .

x 2  5x 1 13) f ( x ) ! e sen

x 2  5 x 1 f ( x) ! e .cos

x 2  5 x  1 .

1  0 ! 2x  5   y' ! f ( x ) ! (2 x  5).2 x  5 ! x2  5x  1 ! 2 x  5.e sen x 2  5 x 1 .

cos x 2  5 x  1 . .

2 x sec( x 2  1) ™ l n 2 14) f ( x) ! log 2 ­ 15) f ( x ) ! sec «sec x 2 1 » ½ . sec( x 2  1) . tg ( x 2  1).

tg ( x 2  1) l n2 . y' ! 2 x.

x 3 Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I .

36 .Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág.

sec x . .sec f '( x ) ! 3.

f '( x ) ! 3. tgx x ™ 1 1 2 x Deriva a parte interna e multiplica por 3. sec x 31 2 2 x . sec x .

2  Deriva a parte interna A derivada de sec Deriva do arco  A derivada de .

x 16) f ( x ) ! cossec 2 f '( x) ! (cossec 2 ) f '( x) ! 1 2 1 1 1  1 1 ™ (cossec 2 ) 2   ™ (cossec 2 ) 2 ™ cotg 2 ™ cossec 2 2 2 1 1   1 1 f '( x) ! ™ (cossec 2 ) 2 ™ cotg 2 ™ cossec 2 ™ 2. tgx x ™ f '( x ) ! f '( x ) ! 1 2 x 3 2 x ™ 3.sec x .sec 3 x .sec x .(1)   ™ (cossec 2 ) 2 ™ cotg 2 ™ cossec 2 ™ 2 2 2 f '( x) ! (cossec 2 ) 2 ™  cotg 2 ™ (cossec 2 )1 f '( x) ! (cossec 2 ) 1  1 2 1  1 ™  cotg 2   (cossec 2 )2 ™  cotg 2   f ( x) ! cossec 2 ™  cotg 2 ' f '( x) !  cotg 2 ™ cossec 2 17) f ( x) ! « 2 x » ­ ½ f ( x ) ! ?u ( x) A f ( x) ! « 2 x » ­ ½ cos x v( x) « « 2 x » ™ l n(2) » cos x « u ( x) » x ¬ sen x ™ l n «2 x »  cos x ™ ­ ½ ¼ « » ™ ¬v ( x ) ™ l n ?u ( x) A v( x) ™   ­2 ½ ™ ­ ½ x ¬ ¼ u ( x) ¼ «2 » ­ ½ ­ ½ ¬ ¼ ­ ½ cos x ™ ? x ™ sen x ™ l n 2  cos x ™ l n(2) A 2 18) f(x) ! cotg 5 e x . tgx x ™ sec 3 x ™ tgx x 2 x x  1 2. x   sec x ™ tg x f '( x ) ! 3.

f ( x ) ! 5 ™ «cotg .

e ­ f ( x ) ! 5 ™ «cotg .

e ­ f ( x ) ! 10 x ™ .

e +1 x 2 1 x 2 1 x 2 1   «cotg .

e » ­ ½ ™ » ™ cossec .

e .

e ™ 2 x  0 ½ » « » ™ ½ ™ cossec .

e .

e ™ 2 x   5 ™ 2 x ™ .

e ™ ­cotg .

e ½ ™ cotg .

e ™ cossec .

e x 2 1 5 5 1 2 x 2 1 x 2 1 4 2 x 2 1 x 2 1 x 2 1 x 2 1 4 x 2 1 2 x 2 1 4 ™ cossec 2 e x .

© ¹™ 2 ª x  1 º . 2 1 ¨ x 1¸ 19) f ( x) ! sen © ¹ ª x 1º 2 ¨ x 1 ¸ f '( x ) ! cos.

x  1 f '( x ) !  ¨ x 1 ¸ ™ cos. © ¹ ª x 1 º .

 2º deriva o arco © ¹  2 ª x 1 º ?v( x) A  ¨ x  1 ¸» ¹¼ .( x  1)  ( x  1). ª x  1 º½ 1.1 x  1  x  1 2 ! ! 2 2 ( x  1) ( x  1) ( x  1)2 Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I .x  1 2 2  1º deriva a função ¬ sen © « ­ ¨ x  1 ¸ u '( x ) ™ v ( x )  u ( x ) ™ v '( x ) .

Verifique que d2 y  4y ! 0 dx 2 dy dy ! e 2 x . 0003x 3 .37 5 20) f ( x ) ! « x ™ sen 2x  tg 4 (x 7 ) » ­ ½ 4 4 « » « » f ( x ) ! 5 ™ ­ x ™ sen 2 x  tg 4 ( x 7 ) ½ ™ ­ sen 2 x  x ™ cos 2 x ™ 2  4tg 3 x 7 ™ sec x 7 ™ 7 x 6 ½ f ( x ) ! 5 ™ « x ™ sen 2 x  tg 4 ( x 7 ) » ™ « sen 2 x  2 x ™ cos 2 x  28 x 6 ™ tg 3 x 7 ™ sec x 7 » ­ ½ ­ ½ 02) Seja y ! e 2x . t d2 y  dt 2 2 ™y ! 0. c(x) 3700 5x 0.2   2. x om o custo para produção do sexto motor.0004x2 x (x) ! 339  25x  0.09x2  0. dy d2y !  sen (w.1   w   04) Encontre as funções custo médio e custo marginal.04x 2 0.18x  0.cos(w.?cos( w. w constante. c(x) 339 25x 0.0003x 3   (x) ! 5  0.e 2 x   4.w.08x  0. t ) A. y ! 0   w 2 . t )   2  w 2 y ! 0   w 2 . Verifique que Solução: z ! w.Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág.cos(w.77   (6) ! 50  2   50  6 36 Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I .e 2 x ! 0 dx dx 03) Seja y ! cos( ™ t) .04x 2  0.0004x3 ( )! (x) ! 25  0.0004x3      x x x x x 339 ( )!  25  0.04x 2  0. Solução: (x) ! 100  50x  a) b) (5) ! 50  100   x (x) ! 50  100 x (5) ! (6) ! $ 46.0009x 2 ( )! b) (x) ! 339  25x  0.e 2 x   ! 2.09x2 0.2   4.04x  0.e 2 x .0003x 2 x x x x x x (x) ! 3700  5x  0.23 100 100   50    50  4. t ).e 2 x  4 y ! 0   4.e2 x  4. t ). t ) A ! 0 2 dx dx 0!0 z ' ! w.00   2 5 25 100 100   50  2. Para as funções abaixo: Solução: a) (x) ! 3700  5x  0. 0004x3 .09x2  0.cos(w.w  ?sen( w.0012x2 05) Um fabricante de pequenos motores estima que o custo da produção de x motores por dia é dado por (x) 100 50x 100 .00 $ 47. t )  w 2 .w   2 !  cos( w. compare o custo marginal da produção de 5 motores.0003x 3 3700        ( )!  5  0.09x  0. t )  w2 .0 dx dx 2 2 d y d y !  w2 .

53 Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I . por pacote de 1800  2 x(unidades monetárias) para 1 e x e 100 .53  525.38 06) Uma agência de viagens estima que.Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. 0006(50) 2 10 dx dp ! R$ 11.53 Portanto.01x 2 (x) ! 2. o lucro obtido pelo aumento da produção de 50 para 51 unidades é 536.900 (100) ! $158.00 ! $ 11. 0002x 3  10x . 0002x 3  10x dp ! 0.800 07) Uma industria verifica que o lucro proveniente da venda de um determinado produto por ! 0. custo para vender pacotes 1000  x 0. Determine: a) função receita: para vender x pacotes. 0002(51) 3 10(51)   26. 0006x 2  10   0.00 P ! 0. 01 ™ (100) 2  1799 ™(100) 1000 (100) ! 20. P ! 0.01x 2)   (x) !1800x 2x 2 1000 x 0 .50 lucro marginal dx b) Para x 50 e 51. Solução: 1 pacote 1800  2x ! x y y ! 1800x  2x 2 b) função lucro: (x) ! (x)  (x) (x) ! 1800x  2x 2  (1000  x  0. o lucro é. deve cobrar um preço. R$ = 1800  2x p preço por pacote. 0002x 3  10x P ! 0. de fato: P ! 0.01x 2  1799x 1000 (100) ! 2.100 179. (x) ! 2. 01x 2  1799x 1000 c) O numero de pacotes que maximiza o lucro como 1 e x e 100 . Solução: a) Encontre o lucro marginal para um nível de produção de 50 unidades.01x2 .900 (100) ! 21. para vender x pacotes de viagem.53 500   $ 536. d) O lucro máximo.01x2 (unidades monetárias). 0002(50) 3 10(50)   25 500   $ 525.100 1000 179. Substituindo o valor na função lucro o valor responsável é x = 100. Se o custo da agência para x pacotes é 1000  x 0.

Foi previsto que as vendas mensais aumentariam de 250 itens para cada R$ 0.000 d ! $1 unidade dx 10) Uma companhia estima que o custo (em dólares) na produção de x itens é dado pela equação abaixo (x) ! 2.00 10.000  x ¸ R ! x ™p   x© (60.Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág.000 09) Um a lanchonete verificou que a demanda mensal para seus hambúrgueres é dado por p! 60. x 1. 001x2 .000 obtemos. 25 º x p = 12  Função demanda 1.000) ! dx 20.001x 2   c(x) ! marginal (em dólares ou dolares por item.00 17.600  2x  0. é a receita marginal e dada por: ¹  20.000 3.600. Em outras palavras. o custo médio e o custo (x) ! 2600  2x  0.00 isso descrito pela equação. arredondados até o centavo mais proximo).00 8. 2000 e 3000 itens. Solução: unção custo médio é: (x) 2600  2x  0.600.001x 2 2600   c(x) !   c(x) !  2  0. dando o custo. Encontre o aumento na receita por hambúrgueres para uma venda mensal de 20. dx 20.25 do custo original de R$ 10. Solução: como receita total é dado é dado por 1 ¨ 60. temos: hambúrgueres.000x  x 2 ) .000  2x) Substituindo x = 20.25 de redução no preço.000 º d 1 ! ™ (60.000 1.000p ª 0.000  2(20. ¨ 10  p ¸ x ! 2000  250 © ¹   12.000 ª 20.000 2.87 C ' (x) 4.000 d ! ™ 20.000 ! x ™ p .001x x x x unção custo marginal é: (x) ! 2  0.000 20.000 1 20.60 5. o custo médio e o custo marginal da produção de 1000.002x Usamos essas expressôes para fazer a tabela a seguir.00 cada. encontre a receita marginal quando x = 20.000.000 20.000 d 1 1 (60. Encontre a função demanda correspondente a essa produção.000  40.000   !1 dx 20.000  x .39 08) Um negócio vende 2000 itens por mês a cada R$ 10.00 6.600.000))   (60.30 5. a) Encontre o custo.00 Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I .000 C(x) 5. Solução: Para a previsão feita x aumenta 250 unidades cada vez que p diminui R$ 0.000 20.00 c(x) 5.

a $ 350 cada. Portanto o nível de produção de 12) Uma loja vende 200 aparelhos de DVD por semana. 00042x . 2600 (x) ! 2  0.5  0.600. 02x A função custo marginal é: C (x) ! 1.5x  0.002x ! 0. 00021 x $ 103 x2 ! Para verificar que isso fornece um máximo. computamos as derivadas segundas: C (x) ! 0.001x ! x 0. 66667   x ! 10. 26   0. Uma pesquisa de mercado indica que.612) ! 1. Solução: A função rendimento é R(x) ! x ™ p(x)   x ™ (3.001 ™1. 00021x 2 ! 3.666.5  0. Encontre as funções de demanda e de rendimento oferecido pela loja maximizar seu rendimento? Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I .612) $ $ 5.001x.000   x $1. 01x)   R(x) ! 3. 02x ! 1. 279 0.01x2  0.26  0.02  0.26  0. para todo x (x) ! 0.666.002x e c(x) !  2  0.5  0.26  0.02x  0.26x  0. o rendimento marginal é igual ao custo marginal quando (x) ! 3.600.612. Para ver que esse nível de produção realmente dá o mínimo.02x  0.001x  x x x 2600 2600   x2 !   x 2 ! 2. como x ! 1. (x) C (x) .002x ! x 2600 2600 2600 . 00021x 2 3. a função rendimento marginal (x) ! 3. 00007x3 e p(x) ! 3. para cada abatimento de$ 10 oferecidos aos compradores.002x ! 2  0. 02x e C (x) ! 1. obtemos: x 2600  2  0. Assim.001 5.001x. notamos que c (x) ! x2 portanto c é côncava para cima em todo seu domínio. 24 2. 00021x 2 .5  0.26  0. 01x2 . o número de aparelhos vendidos aumenta em 20 por semana.001x.612 11) Determine o nível de produção que maximizará o lucro para uma companhia com funções custo e demanda dada pelas equações C(x) ! 84  1. 66667   x $103. 01x . 02 e 0.001x    0.612   c(1.5 ! 1. logo: x 2600  2  0.5  0. dessa forma. (x) ! C (x)   3. obtemos: 0.200 " 0.5 1. 00021x 2 ! 2. ssa equação simpli icada: (x) ! c(x)   2  0. O custo médio mínimo é: 2600 c(x) !  2  0.000   x ! 2.02x  0.612 0.002x 0. 22 / item c(1. 00021x 2   0. 103 unidades maximizará o lucro.40 b) A que nível de produção será mais baixo o custo médio? Qual o custo médio mínimo? Solução: Para minimizar o custo médio devemos ter custo marginal = custo médio.001x ! 2  0.Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. 00021x 2 . 24   x 2 ! 10.

Então o crescimento semanal em vendas x  200 . para cada aparelho adicional vendido o decréscimo no preço será de demanda é: p(x) ! 350  10 x ™ . Para cada aumento de 20 aparelhos vendidos.41 Solução: Seja x o número de aparelhos de DVD vendidos por semana. Logo. o preço decresce em $ 10.Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág.

Portanto. quando x ! 450. sabendo-se que a mesma admite raiz dupla. quando x = 450. a loja deve oferecer um abatimento $ 125.x  200   p(x) ! 450  20 2 2 1 10 e a função v 10 ! 20 20 x¸ x ¨ A função rendimento é: R(x) ! x ™ p(x) ! x © 450  ¹   R(x) ! 450x  2º 2 ª Uma vez que R (x) ! 450  x . Solução: P(1) = 0 P (1) = 0 P (1) = 0 P (1) { 0 P(x) = x 4  6 x 2  8 x  3   P(1) = (1) 4  6(1) 2  8(1)  3 ! 0 P'(x) = 4 x3  12 x  8 P''(x) = 12 x 2  12 P'''(x) = 24x   P'(1) = 4(1) 3 12(1)  8 ! 0   P''(1) = 12(1) 2 12 ! 0   P'''(1) = 24(1) { 0 Logo. para maximizar o rendimento. vemos que R (x) ! 0 . 13) Verificar se 1 é raiz tripla da equação x 4  6 x 2  8 x  3 ! 0 . 1) P(x) ! x3  5 x 2  3 x  9   P'(x) ! 3 x 2  10 x  3 Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I . 2 é raiz dupla da equação. Solução: P(x) = 0 P (x) = 0 P (x) { 0 . 15) Resolver a equação x 3  5 x 2  3 x  9 ! 0 . 14) Verificar se 2 é raiz dupla da equação x 3  x 2  16 x  20 ! 0 . obtemos: p(450) ! 450    p(450) ! 450  225   p(450) ! 225 2 2 e o abatimento é 350 ± 335 = 125. 1 é raiz tripla da equação.00. O preço correspondente é x 450 p(x) ! 450  . Solução: (x) (x) (x) x 3  x 2  16 x  20   (2) 3 x 2  2 x  16 6x  2   (2)   (2) (2) 3  (2) 2 16(2)  20 ! 0 3(2) 2  2(2) 16 ! 0 6(2)  2 ! 14 { 0 Logo. Esse valor de x dá o máximo absoluto pelo teste da derivada primeira (ou simplesmente observando que o gráfico de R é uma parábola que é côncava para baixo). sendo raiz dupla.

Solução: P(x) = 0 4 3 P (x) = 0 2 P (x) ! 0 (x) { 0 . 1) ara sabermos qual dos valores é raiz dupla.3a 16) Resolver a equação x 4  7 x 3  15 x 2  13x  4 ! 0 . sabendo-se que a mesma admite raiz tripla.Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. devemos ter P(x) = 0. sendo raiz tripla. ! _1. na equação x  1 ! 0 .42 2) Como (x) 0 . 3 é a raiz dupla da equação dada: 4) Para determinar a outra raiz. então. devemos ter (x) = 0. P(3) ! (3) 3  5(3) 2  3(3)  9 ! 0 226 ¨1¸ ¨1¸ ¨ 1¸ ¨ 1¸ P © ¹ ! © ¹  5 © ¹  3© ¹  9 ! {0 3º ª 3º 3º 3º 27 ª ª ª 3 2 Então. ¨5¸ ¨5¸ ¨ 5¸ ¨ 5¸ ¨ 5¸ © ¹ ! © ¹  7 © ¹  15 © ¹  13 © ¹  4 { 0 ª2º ª2º ª 2º ª 2º ª 2º . vamos calcular x: 3x 2  10x  3 ! 0 x ® 3 10 s 8 ± x! ( ! 64 1 ¯ 6 ± x 3 ° 3) Para sabermos qual dos valores é raiz dupla. x  1 ! 0   x ! 1 logo. vamos aplicar o dispositivo prático de Briot-Ruffini: 3 3 1 1 1 5 2 3 3 9 0 1 0 Recaímos.

1 ! .

1 4  7 .

1  15 .

1  13 .

então. na equação x  4 ! 0 . 1. ! _ 4a.1  4 ! 0 3 2 Então. vamos aplicar o dispositivo prático de Briot-Ruffini: 1 1 1 1 1 1 7 15 9 4 0 13 4 0 -6 -5 -4 -4 0 1 Recaímos. Solução: P(x) = 0 P (x) = 0 P (x) { 0 . admita uma raiz dupla. sendo raiz dupla. 17) Determinar o valor de a na equação x 3  5 x 2  8 x  a ! 0 . Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I . 1 é a raiz tripla da equação dada: 2) ara determinar a outra raiz. x4 !0  x ! 4 logo.

P(1) = 0   (1) 4  6(1) 2  a(1)  b ! 0   a  b ! 5 P'(1) = 0   4(1) 3 12(1)  a = 0   a ! 8 Portanto a = 8 e b = -3. a =  4 e a !  112 . admita uma raiz tripla.Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. P(1) ! 2(1) 3  9(1) 2 12(1)  6 { 0 P(2) ! 2(2) 3  9(2) 2 12(2)  6 { 0 Logo concluímos que não há raiz dupla. P(2) ! (2) 3  5(2) 2  8(2)  a   (2) 3  5(2) 2  8(2)  a = 0   a =  4 112 ¨4¸ ¨4¸ ¨4¸ ¨ 4¸ ¨ 4¸ ¨ 4¸ ¨ 4¸ P © ¹ ! © ¹  5 © ¹  8 © ¹  a   © ¹  5 © ¹  8© ¹  a = 0   a =  27 ª3º ª3º ª3º ª 3º ª 3º ª 3º ª 3º 3 2 3 2 logo. Solução: toda eventual raiz dupla da equação dada f(x) = 0. temos: 0   12x 2  12 ! 0   x ! s 1 1ª) Possibilidade: x = 1. Solução: Utilizando as derivadas sucessivas na equação x 4  6x 2  ax  b ! 0 . obtemos: 1) P(x) ! x 4  6 x 2  ax  b   P'(x) ! 4 x 3 12 x  a   P''(x) ! 12 x 2 12   P'''(x) ! 24 x 2) a condição do problema estará satisfeita se existir um número x tal que: (x) (x) (x) (x) 0 e (x) { 0 . Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I . devemos ter P(2) = 0.43 (x) ! x 3  5 x 2  8 x  a   (x) ! 3 x 2  10 x  8   3 x 2  10 x  8   (x) ! 0 1) 3 x 2  10 x  8 ! 0 x ® 10 s 2 ± ( ! 4  x! ¯ 6 ± x ° 2 4 3 2) Para que 2 seja raiz dupla. P(x) ! 2 x 3  9 x 2  12 x  6   P'(x) ! 6 x 2  18 x  12 P'(x) ! 6 x 2  18 x  12   P'(x) ! 0 6 x 2  18 x  12 ! 0 z 6 x2  3x  2 ! 0 ( !1 x! x' 3s1® = 2 ¯ 2 ° =1 x'' 2) Os candidatos a raiz dupla são 1 e o 2. 19) Determinar a e b de modo que a equação x 4  6x 2  ax  b ! 0 . façamos a verificação.primeira. 27 18) Verificar se a equação 2 x 3  9 x 2  12 x  6 ! 0 tem alguma raiz dupla. também é raiz da derivada . 2ª) Possibilidade: x = -1.

12 3 ¨ x2 5 ¸ Formando o polinômio: f ( x ) ! ( x 2  4) ™ ©  ¹ . admita uma raiz com multiplicidade 3.. c de modo que 1 seja raiz dupla da equação x 3  3ax 2  bx  c ! 0 . Solução: Escrevemos que o polinômio f(x) do quarto grau é divisível pela derivada segunda: f (x) ! (x 2  4) ™ (ax 2  bx  c) f ( x) | ax 4  bx 3  (c  4a) ™ x 2  4bx  4c I Determinando a derivada segunda da equação I. Portanto. Temos f (x) = 0 e f ( x) ! 0 I) f '( x) ! 0   nax n . devemos ter a { 1 . II) f (0) ! 0   a0 n  b ! 0   b ! 0. Logo (a = 8 e b = -3) ou (a = -8 e b = -3) 20) Determinar a. 23) Determine p e q de modo que a equação x 3  x 2  qx  p ! 0 . o que é absurdo. temos: (x) 3x 2  6ax  b e (1) (1) 0  (1) { 0 . como (1) { 0 . obtemos: Donde vem b Logo: b 6a  3e c (1) ! 0   (1) 3  3a(1) 2  c ! 0   3a  b  c ! 1 (1) ! 0   3(1) 2  6a(1)  b ! 0   b  6a ! 3 2  3a . obtemos: f ( x ) | 12ax 3  6bx  (c  4a) ™ 2 .44 P(-1) = 0   (-1) 4  6(-1) 2  a(-1)  b ! 0   a  b ! 5 P'(-1) = 0   4(-1) 3  12(-1)  a = 0   a ! 8 Portanto a = -8 e b = -3. Fazendo (x) 6x  6a Impondo a condição. Solução: Fazendo f(x) = x 3  x 2  qx  p . Pelo enunciado igualando: 12ax 3  6bx  (c  4a) ™ 2 | x 2  4 Onde igualando os coeficientes temos: a = 1 5 . obtemos. não tem raízes múltiplas: Solução: Vamos supor que a equação admita uma raiz dupla r. ª 12 3 º 22) Prove que as equações binômias ax n  b 0 . pois a { 0. 6a  3e c 2  3a e a { 1 . pois b { 0. b=0 e c=. b.Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. 21) Calcule o polinômio f(x) de quarto grau conhecendo a sua derivada segunda f ''( x) ! x 2  4 e sabendo que f(x) é divisível por f ''( x ) . Solução: 1) A condição do problema estará satisfeita se x 3  3ax 2  bx  c . com a e b { 0 .1 ! 0   x ! 0. a equação não tem raízes múltiplas. f '(x) = 3x 2  2x  q   f ''(x) = 6x  2   f '''(x) = 6 { 0 Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I .

f '(r) = 0 e f '' (r) = 0.45 A condição do problema estará satisfeita se existir um número r tal que f(r) = 0. calcule as derivadas das funções abaixo: a x a 1) f ( x ) ! R: f '( x) ! 2 a x x™ a x . 3 1 ¨ 1¸ ¨ 1¸ ¨ 1¸ ¨ 1¸ ¨ 1¸ ¨ 1¸ 1 ¨ 1¸ f '©  ¹ = 3™©  ¹  2 ™©  ¹  q = 0   q !   f ©  ¹ = ©  ¹  ©  ¹  ™©  ¹ 3 ª 3º ª 3º ª 3º ª 3º ª 3º ª 3º 3 ª 3º logo: q ! 1 e p ! 1 3 27 2 3 2 p=0 p ! 1 27 Questões Propostas 01) Usando as propriedades operatórias e as regras de derivação.   6x  2 ! 0   x !  . temos: 1 f ''(x) = 6x  2   f ''(x) = 0.Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág.

2) f ( x ) ! 1 r 1 r ax  ax ax  ax R: f '( x) ! 1 (1  r)2 ™ 1 r 1 r a 3) f ( x ) ! 4) f ( x ) ! 1  cos x 1  cos x 2  sen x 5) f ( x ) ! 2  cos x sen x  cos x 6) f ( x ) ! sen x  cos x «a a 2  x 2  (a 2  x 2 ) » ­ ½ 2sen x R: f ( x) ! (1  cos x) 2 2sen x  2cos x  1 R: f ( x) ! (2  cos x)2 2 R: f ( x ) ! (sen x  cos x) 2 R: f '( x ) ! 7) f ( x) ! ex ln x ¨ax¸ 8) f ( x) ! log e © ¹ ªax º ln x R: f '( x ) ! x ™ ex ™ l n x  ex x ™ (l n x) 2 2a R: f ( x ) ! 2 a  x2 9) f ( x) ! .

x 3  2x 10) f ( x) ! .

l n x tg x R: f ( x) ! .

x 3  2x «¨ 3x 2  2 ¸ » 1 3 ™ ¬© 3 ¹ ™ l n x  ™ l n(x  2x)¼ x ­ª x  2x º ½ tg x « tg x » R: f ( x ) ! .

l n x ™ ¬  (sec 2 x) ™ l n(l n x)¼ ­x ™l n x ½ ln x 11) f ( x) ! .

sen x 12) f ( x ) ! x (e x cos x R: f '( x) ! .

sen x ) « cos2 x » ™ ¬ sen x ™ l n(sen x)  ¼ sen x ½ ­ x 1» « R: f ( x ) ! x (e ) ™ e x ¬l nx  ¼ x½ ­ cos x 13) f ( x ) ! (e x ) tg3x 14) f ( x ) ! e sen f ( x ) ! 6x ™ e 3 « » R: f '( x) ! (e x ) tg3x ™ ­3x ™ sec 2 3x  tg 3x ½ (x 2 ) R: ™ sen (x ) ™ cos(x ) 2 2 2 sen 3 (x 2 ) Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I .

46 15) f ( x ) ! e 3x 2 ™ tg x ¨ sec 2 x ¸ R: f ( x) ! e ™ ©  3 ™ tg x ¹ © 2 x ¹ ª º 3x 16) f ( x ) ! e x x R: f ( x ) ! e x ™ x x (1  l n x) R: f '( x) ! R: f ( x) ! 3cossec2 3x ™ cotg 3x x 17) f ( x ) ! 4  cossec 2 3x 18) f ( x) ! tg 4 ( 4 ) 19) f ( x ) ! sen tg sen x 4  cossec2 3x tg 4 ( 4 ) ™ sec 2 ( 4 ) (4 3 ) .Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág.

R: f '( x ) ! cos tg sen x .

.

sec 2 sen x «1 / 2 sen x » (cos x) ­ ½ .

2 Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I . com A R: y '' ! 2 ™ arc.sen x)2 03) A função y ! A ™ sen kx . é 12. O valor da derivada primeira y . 04) Demonstrar que a função y ! 1 2 x x e .tg x  0. ¨ ¸ 20) f ( x) ! x ™ sen x © Ln x  ¹ 4º ª R: f ( x ) ! 2 ™ sen (l n x) y R: f ( x ) !  ™ tg x ™ (1  cos x ™l n a) 2 « ¨1¸ 2 ¨1¸» ¬ tg ™ tg © ¹ sec © ¹ ¼ ª º ª º¼ R: f '( ) ! sec ™ ¬ 2 2 ¬ ¼ ¬ ¼ ­ ½ 21) f ( x ) ! cos x ™ a cos x 22) f ( ) ! sec ¨1¸ ™ tg © ¹ ª º 1  sen x 1  sen x 23) f ( x ) ! Ln R: f ( x) ! sec x R: f ( x ) !  1 2 x ™ cos x ¨ cos x ¸ 24) f ( x) ! n © © 1  sen x ¹ ¹ ª º 1 25) f ( x) ! cotg 2 5x  n sen 5x 2 R: f ( x ) ! 5 ™ cotg3 5x 02) Achar as derivadas de segunda ordem das seguintes funções: 1) y ! l n (x  a 2  x 2 ) 2) y ! l n 3 1  x 2 3) y ! e x 2 R: y ! R: y '' ! x (a 2  x 2 )3 2(1  x 2 ) (1  x 2 ) 2 2 R: y '' ! e x ™ (4x 2  2) 2x 1 x2 2 2x ™ arc. Calcule as constantes de A e K. para x = 0. R: A: 6 e K: 2.tg x 5) y ! (arc. satisfaz a equação diferencial y '' 2y ' y ! ex . e sua derivada segunda y satisfazem identicamente a igualdade y  4 y ! 0 .sen x  R: y ! 2 1 x (1  x 2 )3 2 4) y ! (1  x 2 )arc.

06) Demonstrar que a função y ! e 2x ™ sen 5x .33. ™x  3  8 x 8 x Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I . Qual é o lucro marginal associado ao nível ótimo de produção? R: a) R$ 5. Encontre as constantes A e B tal que sua função y ! A ™ sen x  B ™ cos x . 10) Encontre os valores de para os quais y ! e ™x satisfaz a equação diferencial y  y ! y . 6 . satisfaz a equação y  5y  6y ! 0 ? R: r ! 1. 07) Demonstrar que a função y ! e-x ™ cos x .13.47 05) Demonstrar que a função y ! C1e x  C2 e2x . Qual é o custo exato para produzir a nona unidade? (b) Determine a função de receita do produto. (a) Use a função de custo marginal para estimar o custo para produzir a nona unidade. 3 11 2 x  22x  98 lucro máximo: x = 24 e p(x) = R$ 17. (a) Determine o custo médio e o custo médio marginal do produto. para qualquer valor das constantes C1 e C2 satisfaz a equação diferencial y  3 y  2 y ! 0 . (b) Para que nível de produção o custo médio marginal é nulo? (c) Para que nível de produção o custo marginal é igual ao custo médio? R:(a) custo médio: CM (x) ! 1 98 1 98 . R: ! 3 e 10 ! 1 . Em seguida. pois envolve a função desconhecida y e suas derivadas y e y . satisfaz a equação diferencial y '' 4 y ' 29 y ! 0 . Plote a função de lucro e determine o nível de produção para o qual o lucro é máximo. 10  09) Para que valores de r a função y ! er™x . satisfaça essa equação. o custo total é C(x) = x²/8 + 3x + 98 reais e que todas as x unidades são vendidas quando o preço é p(x) = 25 ± x/3 reais por unidade. lucro 24 marginal: LM(x) = -11x/12 + 22 12) Seja C(x) = x²/8 + 3x + 98 a função de custo total do produto do problema 01.Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. 11) Um fabricante estima que quando x unidades de um certo produto são fabricadas. b) função da receita: R(x) ! 25x  c) função de lucro: P(x) ! 1 2 x e receita da nona unidade: R$ 19. Qual é a receita exata obtida com a venda da nona unidade? (c) Determine a função de lucro associada à produção de X unidades. use a função de receita marginal para estimar a receita obtida com a venda da nona unidade. custo médio marginal: CM(M) !  2 .00. satisfaz a equação diferencial y I  4 y ! 0 . 08) A equação y  y  2y ! sen x é chamada equação diferencial.

R'(x) ! ± 2 (1  x) 2 ± ± C'(3) ! R$ 1.06 d) ± e) ± R(4)  R(3) ! R$ 2. (c) Determine o custo real para produzir uma quarta unidade. (e) Determine a receita real conseguida com a venda da quarta unidade.50 b) 1 3  2x ± 3) C(x) = x² + 43.75 4 1 x ± R'(3) ! R$ 2.25 ± ° 2x ® 2 a) ± C (x) ! 3  2. onde q é o número de unidades produzidas.5q² + 500q + 200 reais. 13) O custo total de uma fábrica é C(q) = 0.20 ° 14) Nos Problemas 1 até 3. R: ¯c) C(4)  C(3) ! R$ 4.70 R: ¯ C(4)  C(3) ! R$ 500.Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág.05 ± ° Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I . R: ¯c) C(4)  C(3) ! R$ 1. R (x) ! 3x  8x  10 ± b) ± C (3) ! R$ 4. p(x) = .40 5 4 ± R (3) ! R$ 7.00 ± ° ® x 2x 2  4x  3 a) C'(x) ! . p(x) = (36 ± x).1q .50 d) ± e) ± R(4)  R(3) ! R$ 7. (b) Use o custo marginal para estimar o custo para produzir uma quarta unidade. (a) Determine o custo marginal e a receita marginal.33 3 ± R (3) ! R$ 7. p(x) = -x² + 4x + 10. 2x x ® a) ± C (x) ! 5  4. (d) Use a receita marginal para estimar a receita conseguida com a venda da quarta unidade.48 (b) x = 28 e (c) x = 28. R: ¯c) C(4)  C(3) ! R$ 5. (b) Calcule o custo real de fabricação da quarta unidade. (a) Use os métodos de análise marginal para estimar o custo de fabricação da quarta unidade. C ® (3) ! R$ 499.0. R (x) ! 9  2 ± b) ± C (3) ! R$ 5. C(x) é o custo total para produzir x unidades de um produto e p(x) é o preço pelo qual as x unidades serão vendidas.20 1 1 ± 1) C(x) = x² + 4x + 57.00 1 ± 2) C(x) = x² + 2x + 39.00 d) ± e) ± R(4)  R(3) ! R$ 1.

000  340x  0. e caribu. 6x  0. 342/unidade e $ 390/unidad e ± R:3). ¯ b) 400 . o modelo predador-presa é muitas vezes usado para estudar a interação entre as espécies. 01x 2 e p(x) ! 12  500 2 3 (x) ! 1.3x2  0. dada por (t).1q .5q² + 500q + 200 reais quando o nível de produção é q unidades.Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. onsidere uma população de lobos da tundra.000  500x  1. 004x e p(x) ! 1. A interação tem sido modelada pelas equações abaixo: d ® !a b W ¯ dt ° dW !  cW  d W dt a) Que valores de d dW e .700 7x 2 3 19) No estudo de ecossistema.941. 001x e p(x) ! 60 0. R:1). 1340/unidade e $ 2. 1) 2) 3) 4) (x) ! 680  4x  0. R: (x) ! 16. (a) Use os métodos de análise marginal para estimar o custo de fabricação da 41 a unidade. R: R: 672. ± $ 320/unidade c) ° a) ® ± R:2). a) ® R$ 241.00 17) Para cada função custo (dada em dólares) dada abaixo.0. dt dt Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I .000. mas o fabricante pretende aumentálo para 4. ¯ b) 200 ± $ 700/unidade c) ° a) ® $ 342.340. a) ® $ 1. c) O custo médio mínimo. ¯ b) ± c) ° a) ® ± R:4). b) ° R$ 244.000  120x  0.00 R: ¯ .1x 2 (x) ! 10.49 15) O custo total de certa fábrica.000  200x  4x 2 a) O custo. Estime a variação do custo total em conseqüência desse aumento de produção.300/u nidade ± . o custo médio e o custo marginal a um nível de produção de 1000 unidades. b) O nível de produção que vai minimizar o custo médio. 0001x3 (x) ! 16.000  300x  x2 3 2) 4) (x) ! 25. (b) Calcule o custo real de fabricação da 41ª unidade. 01x 2 e p(x) ! 12 .0). dada por W(t). encontre o nível de produção que maximizará o lucro. correspondem a população estáveis? R: (0. R: R$ 50.1 unidades. x (x) ! 680  4x  0. O nível atual de produção é 4 unidades . no norte do anadá. Determine: 1) 3) (x) ! 40.01x R: 400.08 16) O custo total em reais para fabricar q unidades de certo produto é C(q) = 3q² + q + 500. é C(q) = 0.450  36x  x  0. ¯ b) ± c) ° 18) Para as funções custo e demanda dadas.

15L / min. c = 0. pressão P (em atmosfera) e volume V (em litros) é PV ! nRT .0001.0) e (500. Um modelo para a taxa de variação da população é dado pela equação ¨ P(t) ¸ dP ! r0 ™ ©1  ¹ ™ . e V = 10L. onde n é o número de mols de gás e R = 0.50) é possível para as espécies coexistirem. em um certo instante. ou uma ou as duas espécies acabam por se extinguir? R: (0. b = 0. c) Suponha qua a = 0. Segundo esse modelo. Encontre todos os pares (C. 2436 k/min . W) que levam a populações estáveis. 21) Em uma fazenda de piscicultura.001.05. é possível para as espécies viverem em harmonia. uma população de peixes é colocada dentro de um pequeno lago e colhido regularmente.05 e d = 0. P = 8. Encontre a taxa de variação de T em relação ao tempo naquele instante se n 10 mols.0821 é uma constante do gás. Suponha que. 20) A lei dos gases para um gás ideal à temperatura absoluta T (em Kelvins). e está crescendo a uma taxa de 0. e está decrescendo a uma taxa de 0.0 atm.Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág.10 atm/min. R: 0.50 b) Como representar matematicamente a afirmativa ³o caribu está se extinguindo´? R: C = 0.

m é a quantidade de itens vendidos por semana Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I . a população máxima que o pequeno lago pode manter (ou seja. k é o custo para se fazer um pedido (sempre o mesmo. sua capacidade de suporte) e a) Qual o valor de .P(t)  P(t) dt Pc º ª onde r0 é a taxa de nascimento dos peixes. . pagamentos e armazenamento de mercadorias é (q) ! km hq  cm  . rádio. em que a. é a porcentagem da população que é colhida. Pc. onde q é a quantidade (de q 2 sapatos. V  nb V 23) Uma das fórmulas para o gerenciamento de estoque diz que o custo médio semanal de pedidos. c é o custo de cada item (constante). Determine dP nRT 2an 2 dP !  3 . a taxa de nascimento é de 5% e a taxa de colheita é de 4%. R: c) O que acontece se está elevando para 5%? R: 22) Se um gás (real) for mantido em um cilindro a uma temperatura constante T. independentemente da freqüência com que se faz o pedido).000 peixes. dP que corresponde à população estável? R: dt b) Se o pequeno lago pode manter 10. a pressão P estará relacionada com o volume V de acordo com uma fórmula na forma P ! n e R são constantes. R: dV dV (V  nb)2 V nRT an 2  2 . b. encontre o nível estável da população. vassouras ou qualquer outro item) pedida quando as vendas estão em baixa.

b) x = 15. Considerando que du kT .76. 2 este seja o caso. R: dq dq 2 24) Para oscilações de pequena amplitude (balanços curtos). em relação à temperatura. o produto da pressão e o volume permanecem constantes PV ! Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I .99. o custo de manutenção de um automóvel estava aumentando a uma taxa de 1. 1 e x . a) x = 10.10. o custo de manutenção de um automóvel estava aumentando a uma taxa de 2. ® dC 550(t 2  2t  43) ± ! dt (3t 2  29t 100) 2 ± ± Em1990. 29t  0. 03t 2 dC e calcule o valor dessa derivada para t = 0.80 . Determine a taxa de variação de indicados de x. devemos usar L em cm T em s. ¯ Em1993. R: 3. R: 38. Usando os símbolos u para temperatura e K para a constante de proporcionalidade. 4t  1. onde t é o ano. 27) A Lei de Boyle estabelece que quando uma amostra de gás é comprimida a uma temperatura constante. é 25) O custo em cents por milha para manter um automóvel nos Estados Unidos entre 1989 e 1997 pode ser modelado pela função C(t) ! correspondendo a 1990. seu comprimento variará com a temperatura. O que dt significam esses valores? (Fonte: American Automobile Manufacturers Association ). temos dL ! kL . aumentando ou diminuindo a uma taxa aproximadamente proporcional a L. ± ° 26) O custo de processamento e transporte (em milhares de reais) dos componentes usados para fabricar um produto é dado por x ¸ ¨ 200 ! 100 © 2  ¹ . Determine d2 d e . utilidade. R: 10. é seguro modelar a relação entre o período T e o comprimento L de um pêndulo simples com a equação T ! 2 L .51 (constante) e h é o custo semanal para manter cada item armazenado (constante que incorpora aspectos como espaço. Em ± Em ± 1990. Determine 41. onde g é a g aceleração constante da gravidade no local onde está o pêndulo. o custo de manutenção de um automóvel estava aumentando a uma taxa de 0. Se medirmos g em cm/s2. mostre que a taxa de variação do período. onde x é o tamanho da encomenda x  30 º ª x em relação a x para os valores c) x = 20. 3. ± R:.37 .3t 2 . ± 1995. o custo de manutenção de um automóvel estava aumentando a uma taxa de 1.Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág.37.5  14. .125 . com t = 0 1  0. (em centenas de componentes). seguro e segurança). 5 e 7. Se o pêndulo for de metal.

Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. então a grandeza da é uma constante chamada . O que o sinal de menos dr b) Suponha que se tenha conhecimento de que a terra atrai um objeto com uma força que decresce a uma taxa de 2 N/km quando r = 20. c) Prove que a compressibilidade isotérmica e dada por ! 1 . d m sobre um corpo de Massa M é dada pela equação gravitacional e r.000 km? R: 30) Para estudar de que forma o corpo metaboliza o cálcio. P 28) Um objeto com peso W é arrastado ao longo de um plano horizontal por uma força agindo ao longo de uma corda atada ao objeto. 03t 2  0. em que G é a constante r2 ! ™W ™ sen  cos com o plano. Qual a taxa com que cálcio está sendo eliminado da corrente sangüínea 2 horas após a injeção? Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I . O volume decresce mais rapidamente no início ou no final dos 10 minutos? Explique. Quão rápido essa forca varia quando r = 20. faça o gráfico de como uma função de e use-o para localizar o valor para o qual d ! 0 . é a distância entre os corpos.000 km. a) Se os corpos estão se movendo. R: d d ! 2 . onde = 0. 01t3 forneça a quantidade de cálcio (em miligramas) que permanece na corrente sangüínea após t horas. R: b) Quando essa taxa de variação é igual a 0? R: c) Se W = 50 lb e de R: 29) A lei de Gravitação de Newton diz que a grandeza da orça exercida por um corpo de massa ! GmM . b) Uma mostra de gás está em um recipiente à baixa pressão e é regularmente comprimida á temperatura constante por 10 minutos.52 a) Encontre a taxa de variação do volume em relação à pressão. um pesquisador pode injetar no sangue uma amostra de cálcio quimicamente ³rotula´ para medir a rapidez com que o produto é removido do sangue. a) Encontre a taxa de variação de em relação a .6. Suponha que a expressão A(t) ! 2  0. 06t  0. R: No início. Se a corda faz um ângulo força é representada pela equação coeficiente e atrito. encontre indica? R: d e explique seu significado. Esse valor é consistente com a resposta dada na parte (b).

onde v é a velocidade do vento (em metros por segundo). EC ! 1 mv 2 . Suponha que v é uma função do tempo. 06 mg/h .Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. é definida por. 31) Se um Objeto de massa m tem velocidade v.53 R: (2) ! 0. 45 . Qual é a taxa de variação de EC em relação ao 2 tempo t? R: d(EC) ¨ dv ¸ ! mv © ¹ dt ª dt º 32) A °C. a perda de calor H (em quilocalorias por metro quadrado-hora) de um ser humano pode ser expresso pela função H ! 33 10 v  v  10. então sua energia cinética EC. a) Determine dH e explique o seu significado neste contexto. R: dt .

R: 33) Um polinômio (x) = x 3  ax 2  bx c é divisível pelo seu polinômio derivado (x) e este é divisível por x  1 . 39) É dada a equação x 3  3x 2  9x  ! 0 . Então. a  b + c . sabendo que existem raízes múltiplas. b) Calcule a taxa de variação de H para v = 2 e v = 5. 38) Resolver a equação x 3  5 x 2  8 x  4 ! 0 . R: ! _ 2a. 16 ! 0 Determine a e b. R: 1 é raiz tripla. 36) Verificar se a equação x 3  3 x  8 ! 0 tem alguma raiz iguais. 27 . 1. a) Quais os valores de b) Quais os valores de para os quais a equação admite uma raiz dupla? R: ! 5 ou  ! 27 . R: não 37) Pesquisar raízes múltiplas na equação x 5  2 x 4  3x 3  7 x 2  8x  3 ! 0 . é igual a: R: -1.  a equação tem três raízes reais distintas duas a duas? R: 5 Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I . R: a = 16 e b = -16 35) O número 2 é raiz da equação ax 3  bx R: a = 1 e b = -12. 34) Determinar os valores de a e b na equação x 4  4 x3  ax + b ! 0 de modo que a mesma admita uma raiz tripla positiva.

R: ¯ ± {  k e {  k . 41) Determinar k de modo que a equação 3 x 4  8 x3  6 x 2  24x + k ! 0 . 49) Um polinômio p(x) = x 3  ax 2  bx  c é divisível pelo polinômio derivado p (x) e esse é divisível por x ± 1. resolva a equação. Determine os coeficientes a. Calcule essa raiz. 46) Determine a condição para que a equação x 4  px  q ! 0 . com k  ¢ . 4 47) Determine m de modo que a equação x 4  mx 2  8x . R: 27p4 + 256q3 = 0 e x ! 3 p . tenha uma raiz dupla. P (2) = 3 e P (2) = 2. não pode ter três raízes iguais. b e c. em seguida. = _ 3a 1. ¿. ! ¯1. 44) Determine m de modo que a equação x 3  2x 2  x  m  1 ! 0 . qual o valor de a? R: a = 3.Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. e também ? mostra que equação 2x 3  3sen x 2  cos3 ! 0 . tiver uma raiz dupla. com k  ¢ . se a equação x 3  ax  b ! 0. tem raiz tripla. R: a = -3. 27 45) e a equação x 3  ax 2  3x  1 ! 0 . a equação terá raíz simples b) es ± ° 2 4 43) Prove que a equação x 4  px 2  q ! 0. em seguida. R: m = 1 ou m = 23 .54 40) Determinar a condição para que a equação x 3 px q ! 0 . b = 3 e c = -1. com (ab { 0. 50) Encontre um polinômio de segundo grau P tal que P(2) = 5. tenha raízes múltiplas? R: Uma raiz dupla: 4p 3 + 27q 2 = 0 e Uma raiz tripla: p = 0 e q = 0. p { 0 e q { 0 . admita uma raiz dupla negativa e.3 ! 0 . tem raízes múltiplas. reais) . R: P(x) ! x 2  x  3 Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I . R: k = 19 e ® 7  2i 2 7  2i 2 ¾ ± ± . então a será sempre positivo. possui uma raiz simples qualquer que seja ® a) ± ! 2  k ou ! 4  k . R: m = -6. 48) Demonstre que. resolver a equação. ± . 3 3 ± ± ° À 42) Para que valores de a equação 2x 3  3sen x 2  cos 3 ! 0 . tenha uma raiz dupla. admita uma raiz tripla e.

no ponto dado:  f ( x ) ! 3 x .( x  xo ) f ( x) ! 3 x f '( x) ! 3.55 Retornaremos agora as aulas 06. ões Resolvidas Qu est 01) Determine as equações das retas tangente e normal ao gráfico da função dada. f '(8) ! 3. 07 e 08 com mais questões resolvidas e propostas. no ponto de abscissa 8.  A imagem de x ! 8  Equação da Reta Tangente  Equação da Reta Norma f (8) ! 8 f (8) ! 2  A derivada de f(x) quando x = 8 3 ? y  f ( x) A ! y 2 ! f ( x). f '(8) ! 1 .Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág.

x 3 2 1 .

8 3 2 1 ™ ( x  8) 12 x 8 y 2 !  .

( x  8) y  2 ! 12 x  96 12 x  y  2  96 ! 0 12 x  y  98 ! 0 1 3.z4 12 12 x 2 y 2 !  12 3 x 2  y 2!0 12 3 x 4  y !0 12 3 ?y  f ( x ) A !  y 2 !  1 .( x  xo )   ?y  f ( xo ) A ! 1 ™ ( x  2) 2 x 2 x x    y  l n 2 ! 1   y   l n 2 1 ! 0 2 2 2 2 Equação da reta normal 1 ™ ( x  xo ) ? y  f ( xo )A !  f ( xo ) ? y  l n2A !  1 ™ ( x  2)   y  l n2 ! 2. (Coeficiente Angular) 1 1 f '( x ) !   f '( xo ) ! x 2 (Imagem quando x ! 2 ) f ( x ) ! l nx f ( x) ! l n2 Equação da reta tangente ? y  f ( xo ) A ! y  l n2 ! f ( xo ). no ponto xo ! 2 .4 1 f '(8) ! 12 02) Encontre as equações das retas tangente e normal para as curvas abaixo.( x  2)   y  l n2 ! 2 x  4   y  2 x  l n2  4 ! 0 2 y  2 x  (l n 2  4) ! 0 Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I 1 . P(2.( x  xo ) f ( x) 1 ™ ( x  8) 1 12 y  2 ! 12. l n 2) . no ponto especificado.(2) 2 1 f '(8) ! 3. 1) f ( x) ! l n x .

no ponto xo ! 2 . 2 e x  e x u ( x) ! 2 x u ( x) ! e  e x .56 2) f ( x) ! e x  e x .Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág.( 1)   e x  e x v( x) ! 2 v (x) ! 0 (Coeficiente Angular) .

2   e x  e x   e2  e2 f ( x) ! 2 2 2 .e x  e x .

©   y  x. w e \ são números reais dados.w.sen \ Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I 0 .1 u .v v ! a. t  \ ) v (t ) ! a. Determine.2 (Imagem) e x  e x e 2  e  (2) e 2  e 2 f ( 2) !     2 2 2 Equação da tangente « ¨ e 2  e 2 ¸ » ¨ e 2  e 2 ¸ ? y  f ( xo ) A ! f '( xo ). t  \ )   2) A velocidade no instante t ! 0 . 1) A lei que dá a velocidade do ponto em cada instante. ©  2. © ! 0   y  x.cos( .e 2  2. t  \ ) V ! S ! a.e 2  e 2  e 2 !0   y  x.  sen( w.cos( . S ! a.w.w.w. t  \ ).sen ( w.sen ( w.( x  xo )   ¬ y  © ¹¼ ! © ¹ ™ ( x  2)   2 2 ª º½ ª º ­ 2 2 2 2 2 2 2 ¨e e ¸ ¨e e ¸ ¨e e ¸ ¨ e  e2 ¸ ¨ e 2  e 2 y© ! x.e 2  e 2 ¨ e 2  e 2 ¸ 2.sen( w. v (t ) ! a.w.v  u. © ¹ ¹ ¹ ¹ 2 2 2 2 2 ª º ª º ª º ª º ª ¸ ¨ e 2  e 2 ¸ ¹ © ¹! 0 2 º ª º ¨ e 2  e 2 ¸ 3. ©  2. © ¹ ¹ 2 2 2 2 ª º ª º Equação da reta no rmal « ¨ e 2  e 2 ¸ » 1 1 y  f ( xo ) A !  ™ ( x  xo )   ¬ y  © ™ ( x  2) ? ¹ ¼ !  2 2 f (x o ) « e  e2 » ª º½ ­ ¬ ¼ 2 ­ ½ ¨ e 2  e 2 ¸ ¨ e 2  e 2 ¸ « ¨ 2 2 2 « » ¸ ¨ y© ™ ( x  2)   y  ©  2 ™ © 2 ¹ !  1 ™ ¬ 2 ¹ ! ¬ x © 2 2 ¼ 2 ¹ 2 2 2 ­e  e ½ ªe e ª º ª º ­ ªe e º ¨ e 2  e 2 ¸ 4 ¸ ¨ 2x ¸ ¨ y©  © 2 ¹ !  © 2 2 ¹ 2 ¹ 2 ªe e º ªe e º ª º ¸» ¹¼ º½ 03) Um ponto móvel sobre uma reta tem abscissa S dada em cada instante t dada pela lei S ! a. t  \ ) em que a. 0  \ ) v (t ) ! a.

? sent  cos t A a ! a.5.cos t a ! 2ae t ™ sen t 05) Durante várias semanas.e t .5t 2  30t 20 . quando os carros passam no quarteirão com uma 2 x! x! b s ( 2a ( 7) s 9 7 s 3 ! 2.12  30.cos t  a.5  20 ! 125 10.e t .5 v (2) ! 2 3  10.e t .5  30  20 ! 51 10.sent  a. ! a ™ e-t ™ cos t .cos(w  \ ) 04) Obtenha a velocidade e a aceleração de um ponto material que percorre um seguimento de reta obedecendo a equação horária S ! a.2  20 ! 8 10.e  t .1 2 7  3 10 ! ! 5 x ! 2 2 7 3 4 ! ! 2 x ! 2 2 velocidade média de 46 km/h.e t . Qual o instante entre 13h e 18h em que o trânsito é mais rápido? Qual o instante em que o trânsito é mais lento? v (t ) ! 3t 2  21t  30 z 3 v (t ) ! t 2  3t  10 ( ! b  4 ac ( ! ( 7) 2  4.5.w2 . Os resultados mostram que entre 13h e 18h de um dia de semana.5.w2 .5 ! 32. t  \ ) A.5 km/h.w2 .6  20 ! 216 10.Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. percorre uma distância (t) ! t 3  12t 2  12 em metros.5 ! 40.e t .(1).cos t  a.w2 .25 150  20 !125 262.t 2  30t  20 v (1) ! 13  10.w a !  a.5.sen t   a .52  30.0. e mais lento às 17h.5  30  20 ! 1 10.36 180 20 ! 216 378 180  20 ! 416  378 ! 38 O trânsito é mais rápido às 14h.e t .cos t v ! S ! a.e t .57 3) A lei que dá a aceleração do ponto em cada instante. quilômetros por hora. com a  R . onde t é o número de horas após o meio-dia.6 2  30. 06) Um corpo se move em linhas retas de tal forma que.e  t .5. t  \ )  ? a. em t segundos.5. t  \ ) 4) A aceleração no instante no instante t ! 1/ s .  1.e t .1  20 ! 1  10.  sen t   a.sent a.sen( w. a velocidade nesse quarteirão é dada aproximadamente por v(t) ! t 3  10.cos(w. o departamento de trânsito vem registrando a velocidade dos veículos que passam em um certo quarteirão.5.(cos t  sent ) a ! v !  a.cos( w. quando a velocidade média é 32.e t .1.e t . 1  \ ) a !  a.4  60  20 ! 8  42  60  20 ! 88 42 ! 46 v (5) ! 53  10.w.cos(w. Calcule a aceleração do corpo após 3 segundos.cos(w. Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I . a ! v ' !  a.?cos t  sent A  a.2 2  30.cos t  a . t  \ ) a !  a.5 1 50  2 0 ! 295  262.10 ( ! 49  40 (!9 v (t ) ! t 3  10. a !  a.5 v (6) ! 6 3  10.5.

0).cos 3 x . 05) Achar a equação da tangente e da normal à curva y ! 3 x  1 no ponto (1. 03) Considere a parábola de equação y 2  6 y ! 2 x  17 . 5 20 5 20 02) Considere a hipérbole de equação x 2  y2 ! 1 . 04) Escrever a equação da tangente e da normal à curva y ! x 3  2 x 2  4 x  3 no ponto (-2.Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág.2).5). no ponto de interseção com o eixo Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I Y. 07) Escrever a equação da tangente à curva: x 5  y 5  2 xy ! 0 no ponto (1.0): ¯ y y ° ! x2 ±! 2 ° y ® ! 2x  6 ± 3 x ¯ y ±! 2 ° 09) Escrever a equação da tangente e da normal à curva: y 4 ! 4 x 4  6 xy no ponto (1. ¯ 2 °x  6y  3 ! 0 c) y ! arc. R: y  5 ! 0 e x  2 ! 0 . obter as equações das retas tangentes nos pontos de 25 9 12 9 12 9 abscissa 3. . obter as equações das retas tangentes nos pontos 16 de abscissa 3. obter as equações das retas tangentes nos pontos de abscissa 12.1). R: 14 x  13 y  12 ! 0 e 13x  14 y  41 ! 0 . ordenada y ! 3 . ª 2 º x ®  2 y 1 ! 0 R. 10) Escrever as equações da tangente e da normal às curvas nos pontos dados: y ® ! 2x ± a) y tg 2x .sen © ¹ . 06) Escrever a equação da tangente e da normal à curva: x 3  y 2  2 x  6 ! 0 no ponto com R: 5 x  6 y  13 ! 0 e 6 x  5 y  21 ! 0 . R: x  y  2 ! 0 08) Escrever a equação da tangente e da normal à curva: y ! ( x  1)( x  2)( x  3) nos pontos de sua intersecção com o eixo das abscissas. R: y  8 2 ! 3 2( x  3) e y  8 2 ! 3 2( x  3) .0): R: no ponto (1. no ponto (2.0): ¯ 1  x . ¯ 2 °x  y  2 ! 0 6 ®x  2 y  ! 0 R. y ® ! 2x  2 y ® ! x  2 ± e no ponto (3. no ponto de interseção com o eixo OX . na origem das coordenadas: R: ¯ 1 y ± !2x ° ¨ x 1¸ b) y ! arc. R: y  !  ( x  3) e y  ! ( x  3) . R: x  4 y  8 ! 0 e x  4 y  16 ! 0 .58 ! a! a! (t) ! 3t 2  2 ™12t  0   3t 2  24t (t) ! 2 ™ 3t  24   6 ™ 3  24 (3) ! 18  24   a ! (3) ! 6 m/s Questões Propostas 01) Dada a elipse de equação x 2 y2  ! 1 . R: x  1 ! 0 e y ! 0 .

ª 2 º ª 2 º 12) Se a posição de um corpo que está se movendo em linha reta é dada por s(t) = t3 .6t + 4 e 6t ± 6. Em que instante a pedra atingirá sua altura máxima? R: t = 1s e t = 2s. nos pontos de interseção com a reta y ! 1 . kª 2 º 1 R: t = . b) instantes e posições em que é mínima a aceleração do móvel. calcule a velocidade e a aceleração do corpo. ¨ 1¸ ¨ 1 ¸ R: m ! © ¹ e n!© ¹. k.3t 2 + 4t no instante t. 13) Uma pedra é lançada verticalmente para cima. Determinar: a) instantes e posições em que é máxima a velocidade do móvel. no ponto de interseção com o eixo 2 : y ® ! x 1 R. Sua altura h (metros) em relação ao solo.1) e a reta tangente ao gráfico de g ( x) ! n x .1) ¯ ¯ x x °  2y 1 ! 0 °  2 y 1 ! 0 11) A reta tangente ao gráfico de f ( x) ! sen x . 2 2 ®x  y  3 ! 0 ®x  y  3 ! 0 para o ponto (1. ¯ y ° ! 1 x e) y ! e1 x . onde t indica o número de segundos decorridos após o lançamento. R: 3t² . l constantes dadas. n). cos (kt + l ).59 d) y ! ln x . sendo a.Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. 1¨3 ¸ ©  2n  l ¹ e s = 0. Calcular m e n. no ponto de abscissa para o ponto (-1. 14) Um móvel desloca-se sobre um eixo de modo que sua abscissa s no instante t é dada pela equação S = a. é dada por h = t 3 ± 3t2 ± 9t + 1. no ponto de abscissa 1 se interceptam no ponto P (m.

v(t) = -9.988m 16) Um corpo se move em linha reta de tal forma que sua posição no instante t é dada por s(t) = t 6t² + 9t + 5.449s e h . Qual é a altura máxima atingida pela pulga? R: t . R h(t) = -4.9t² + 29t + 34.8t + 29. R: (a) v(t) = 3t² . (b) Em que instante a bola chega ao chão e qual a velocidade no momento do impacto? Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I .2n  l e s = a.12t + 9 e a(t) = 6t ± 12. 0. 0.4)t ± (4. 17) Do alto de um edifício de 34 metros de altura. determine o instante em que a pulga atinge a altura máxima. (a) Determine a velocidade e aceleração do corpo no instante t. k R: t = 15) Os experimentos mostram que a altura (em metros) do pulo de uma pulga após t segundos é dada pela função H(t) = (4. uma pessoa lança uma bola verticalmente para cima com uma velocidade inicial de 29m/s: (a) Determine a altura e velocidade da bola no instante t. (b) Em que instante o corpo está estacionário? R: (b) t = 1 e t = 3.9)t² Usando os métodos do cálculo.

R: 1 m/s. (b) Qual é a taxa de variação da velocidade com o tempo após seis horas de viagem? A velocidade está aumentando ou diminuindo nesse instante? (c) Qual é a variação de velocidade do carro durante a sétima hora de viagem? 20 4t ® a) ± a(t) = 3  3 ± ± R: ¯ b) A velocidade está diminuindo à razão de 1.6 m c) ° Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I .5t . o que acontece no instante t = 3. 19) A posição s(t) de um corpo que está em movimento em linha reta é dada. 18) Um móvel se desloca segundo a equação horária S = ln(3t 2  2t  2) S em metros e t em segundos. (4.8m.8) =  48 m/s ± t = 4. ° 2 2 ® v(t) =  3(1  t)  4(2t  1).Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. (c) Em que momento a velocidade é nula? O que acontece nesse momento? R: (c) A velocidade é nula quando v(t) = 0. para t 3. (d) Qual é a distância total percorrida pela bola? R: (d) 119. Assim. a(t) = 6(1  t)  8 a) ± R: ¯ 7 b) ± a(t) = 0 para t = 3 ° 20) A distância percorrida por um carro em t horas de viagem é D(t) = 64t + 10t²/3 ± 2t /9 quilômetros.6 m/s.60 R v(7) = -39. (a) s(t) = 3 t 5 . Em cada caso: y Calcule a velocidade v(t) e a aceleração a(t) do corpo y Determine o instante t no qual a aceleração é nula. a bola atinge o ponto mais alto da trajetória no instante t = 3.9 s.9) = 117. a(t) = 60t3  30t a) ± R: ¯ 2 b) ± a(t) = 0 para t = 0.7 (b) s(t) = (1 ± t) + (2t + 1)² ® v(t) = 15t 4  15t 2 . Para t < 3.33km/h 2 ± a velocidade diminui 2 km/h c) ± ± ° 21) Um projétil é lançado verticalmente a partir do solo com uma velocidade inicial de 48 m/s: (a) Quanto tempo o projétil leva para se chocar com o solo? (b) Qual é a velocidade no momento do impacto? (c) Quanto tempo o projétil leva para atingir a altura máxima? Qual é essa altura? a) ® t = 9. (a) Escreva uma expressão para aceleração do carro em função ao tempo. a velocidade é negativa e a bola está descendo.8 s ± R: ¯ b) v(9. a velocidade é positiva e a bola está subindo. A velocidade do móvel no instante t = 2s.

espalhando as penas no último momento para frear e estender suas garras mortíferas.5. a altura de um falcão-peregrino acima da superfície do lago é dada por o tempo em segundos e H é a altura em pés.Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág.4 s e 127 m 24) O falcão-peregrino (Falco peregrinus) é uma ave de rapina rápida e precisa que caça outros pássaros. O corpo está recuando o ± corpo está avançando e reando no inte ¯ no ± intervalo 2< t < 5. o carro está s = 26t . Quanto tempo o carro leva para parar e que distância percorre antes de parar? R: 5. como patos. Quando está sobrevoando um lago e avista um pato na água.25 b) ± ± ° b) s(t) 2t 3 ± 21t 2 60t .2.4t 2 metros do local onde o motorista pisou no freio. 2t  138 . Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I (t) !  t 4  1. a) Qual é a velocidade instantânea do falcão-peregrino no instante t = 1 segundo? Qual é a velocidade instantânea no instante t = 3 segundos? R: H (1) ! 9.25. 28 pés/segundo. o falcão-peregrino dobra as asas e mergulha em direção à presa. 1 e t e 6.92 pés/segundo b) O falcão-peregrino é capaz de atingir velocidades da ordem de 200 milhas por hora durante um mergulho. ® 2(t 4)(t  3) 2(2t 3 3t 2  72t  12) a) . H (3) !  145. R: 99. ® v(t) 6t 2  42t  60 ! 6(t  5)(t  2). O modelo apresentado é suficiente preciso para estimar a velocidade do falcão? (Sugestão: Converta a velocidade de pés por segundo para milhas por hora. Uma milha tem 5. ± 49 b) ° 23) Um carro está viajando a uma velocidade de 26 m/s quando o motorista pisa no freio para não atropelar uma criança.42 6(2t  7). onde t é . De acordo com um certo modelo. Após t segundos.5 e acelerando para t 3. a) ± rvalo 1< t < 2 e no intervalo 5< t < 6. a(t) .280 pés). s(t) representa a posição de um corpo que está se movendo em linha reta: y Determine a velocidade e a aceleração do corpo e descreva seu movimento durante o intervalo de tempo indicado y Calcule a distância total percorrida pelo corpo durante o intervalo de tempo indica do.61 22) Nos Problemas a seguir. 0 e t e 3 R: ¯o corpo está avançando e reando em todoo intervalo t² + 12 ± 0. O corpo está reando para t < 3. por exemplo. ± v(t) (t 2 12)3 (t 2 12) 2 ± 2t + 1 ± a) s(t) = . a(t) 12t . Sim.49 milhas/hora.36t 3  1.

sen x: y = arc sen x y' ! y ! y ! 1 1  x2 Demonstração: x ! sen y x ' ! cos y sen 2 y  cos2 y ! 1. 10.1 . onde f ( x) { 0 .2 . derivada das funções trigonométricas inversas e derivadas das funções implícitas e estudo das aproximações por diferencias.Derivadas das funções trigonométricas inversas: Faremos agora as demonstrações das formulas derivadas das funções trigonométricas inversas. cos x: y = arc cos x y' !  y ! y ! 1 1 x2 Demonstração: 1 1 1 1 ! ! ! 2 x cosy 1  sen y 1  (x) 2 1 Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I 1  x 2 . temos então cos y ! 1  sen 2 y 1 1 1 1 ! ! ! 2 x cosy 1  sen y 1  (x) 2 1 1  x2 10.Derivada da função y = arc.2. onde y = f (x). derivável no ponto x.1 . 10.2. também é derivável no ponto y. podemos demonstrar que a função inversa x = f 1 (y).Função Inversa Demonstração: Considerando a função inversível y = f(x). se (x p 0 temos (y p 0 . ! (y (y (x Devemos observar que y ! f ( x) é derivável e contínua no ponto x. então: (x 1 1 . lim ! lim   (y p 0 ( y (x p 0 (y (y lim (x p 0 ( x (x (x (y ! lim lim (y p 0 ( y (x p 0 ( x 1 1 1 1 f 1 ( y )] ! ou y ' ! .62 AULA 10 Nesta aula vamos estudar derivada de função inversa.  x !  x ! [ (x)] y f ( x) x' 10. Inicialmente escrevemos a identidade abaixo decorre (x { 0   (y { 0 logo: (x 1 .Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág.2 . Logo.Derivada da função y = arc.

2.Derivada da função y = arc. tg x: y = arc tg x y' ! y' ! y' ! 1 1 x2 Demonstração: x ! tg y x ! sec y sec2 y ! 1  tg 2 y 2 1 1 1 ! ! 2 x ' sec y 1  tg 2 y 1 1 x2 1 1 x2 10.2.2.6 .63 x ! cosy x ! sen y sen y ! 1  cos 2 y 10.Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág.Derivada de funções implícitas Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I . cotg x: y = arc cotg x y ! y ! Demonstração: x ! cotg y x !  cossec2 y cossec 2 y ! 1  cotg 2 y 1 1 1 1 ! ! ! 2 2 x cossec y cossec y 1  cotg 2 y 1 1 x2 1 x x 2 1 y ! 10. cossec x: 1 y = arc cossec x y' !  x x 2 1 Demonstração: 1 1 ! ! y ! x !  cotg y ™ cossec y  cotg y ™ cossecy cotg y ™ cossec y cotg 2 y ! cossec2 y  1 1 y ! 2 2 cotg y ! cossec y  1 cossec y  1 ™ cossec y y ! 1 x x 2 1 10.5 .Derivada da função y = arc.2.3 .3 .Derivada da função y = arc.Derivada da função y = arc.4 . sec x: y = arc sec x y' ! Demonstração: x ! sec y x ! tg y ™ sec y tg y ! sec 2 y  1 y ! y ! 1 1 1 ! ! 2 x tg y ™ secy sec y  1 ™ sec y 1 x x2 1 10.

64 Até agora nossas funções envolvendo uma variável foram expressas. nos é dada na forma implícita sendo difícil ou até impossível colocá-la na forma explícita. de maneira geral na forma explícita y = f (x). Por exemplo : y ! 3x  5 u!3  2 s ! 16t 2  20t respectivamente. O significado de dx e dy .y = 1 . caso a razão e igual à exista. a variável dy é sempre dependente. esta será igual a derivada. Ao contrário da variável independente dx . t e Forma explícita 1 y ! ou y ! x 1 x A equação F (x. mas não impomos essa restrição à sua definição. y) = 0. não é uma razão. define y como uma função implícita de x. Agora introduziremos duas novas varáveis dx e dy coma propriedade de que. Em outras palavras uma das variáveis é dada explicitamente em função da outra. Definição: Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I . y! 1 x Onde dizemos que y. Ao contrario do que aparenta.Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág.4 ± Diferenciais Às vezes a notação dy dx para representar a derivada y de y em relação a x. s e u são funções de x. Forma implícita Derivada x™y !1 dy 1 ! 1 ™ x 2    2 dx x Exemplo: 3 0. a diferencial dx da variável independente é a sua variação (x .(x 2  1)  3(2x) 6x  y !   2 2 2 2 x 1 (x  1) (x  1)2 (II) y ! (x 2  1) ! 3 y ! x 2  y  3 ! 0   y ™ x  y ™ 2x  y  0 ! 0 (I) y ! y (x 2  1) !  y ™ 2x 3 ™ 2x  y ™ 2x (x  1)   y ! 2 (x  1) (x 2  1) 6x  6x 1 ™ 2 ! 2 y ! 2 (x  1) (x  1) (x  1)2 2 A grande vantagem da derivada implícita está no fato de que. como por exemplo x. quando uma função derivável. mesmo assim é possível determinar sua derivada. Ela dependente tanto de x como de dx . 10. na maioria dos contextos.

o cálculo da variação de L nos oferece um modo prático de estimar a variação em f. Como os valores de L são mais simples de calcular. Estimativa de Variação com Diferenciais: Seja f(x) derivável quando x = a. Na notação do gráfico. ás vezes escrevemos df ! f (x)dx . a variação em f é. possui uma interpretação geométrica o valor de df quando x=aé L .4. f e sua linearização L em a irão variar praticamente na mesma quantidade ver figura. a diferencial df ! f'(x) dx . Se dx for pequeno. A variação aproximada do valor de f quando x varia de a para a  dx é d ! (a)dx . 10. dy f (x)dx !   f (x) . a variação Assim. L ! L(a  dx)  L(a)   f(a)  f'(a) ™ ?(a  dx)  a A f(a)   f'(a) ™ dx 1 4 4 44 2 4 4 4 4 3 { L(a + dx) L(a) f ! f(a  dx)  f(a) . A diferencial dy é.2 ± Variações absoluta. a variação da linearização de f correspondente à variação dx . A diferencial dx é uma variável independente. é correspondente em L. dx dx Toda formula de diferenciação do tipo : d(u  v) du dv d(sen u) du !  ! cos u ™ ou dx dx dx dx dx Tem uma forma diferencial do tipo: d(u  v) ! du  dv ou d(sen u) ! cos u ™ d u 11. Conforme o gráfico anterior aproximando a variação na função f pela variação na linearização de f. relativa e percentual: conforme nos deslocamos de a para um ponto a  dx próximo.1 ± Estimando Variações com Diferenciais Suponha que saibamos o valor de uma função derivável f(x) em um ponto a e que desejamos prever a variação que esse valor soferá se formos para um ponto a  dx próximo.Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. podemos descrever a variação de f de três maneiras: Variação absoluta Variação relativa Variação percentual REAL (f ! f (a  dx)  f ( a) (f f (a) (f v 100 f (a) ESTIMADA df ! f '(a ) ™ dx df f (a) df v 100 f (a) FÓRMULAS DAS DERIVADAS DE FUNÇÕES ELEMENTARES Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I .65 Seja y ! (x) uma função derivável.4.

sec x 24) f ( x) ! arc.sen x 20) f ( x) ! arc.tg x 22) f ( x) ! arc.cossec x f ' ( x) ! 0 f ' ( x) ! 1 f '( x ) ! n ™ x n 1 f '( x ) ! 1 n ™ ( x ) n 1 n f '( x) ! cos x f '( x) ! sen x f '( x ) ! sec 2 x f '( x ) ! cossec 2 x f '( x) ! tg x ™ sec x f '( x) ! cossec x ™ cotg x f '( x) ! a x ™ Ln a f '( x) ! e x f '( x ) ! f '( x ) ! 1 x ™ Ln a 1 x f '( x) ! f '( x ) !  f 1 1  x2 1 f f f 1 x2 1 '( x ) ! 1 x2 1 '( x) !  1 x2 1 '( x ) ! x ™ x2  1 1 '( x) !  x ™ x2 1 Fórmulas de Derivadas de Funções Compostas Propriedades Operatórias: Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I Sendo as funções u = u (x) e v = v(x) .cos x 21) f ( x) ! arc. k  ¡ 6) f ( x ) ! x 7) f ( x ) ! x n 8) f ( x ) ! n x 9) f ( x) ! sen x 10) f ( x) ! cos x 11) f ( x) ! tg x 12) f ( x) ! cotg x 13) f ( x) ! sec x 14) f ( x) ! cossec x 15) f ( x) ! a x 16) f ( x) ! e x 17) f ( x ) ! Log a x 18) f ( x) ! n x 19) f ( x) ! arc.cotg x 23) f ( x) ! arc.Universidade do Estado do Pará Propriedades Operatórias: 1) f ( x) ! u ( x)  v( x) 2) f ( x) ! u ( x)  v( x) 3) f ( x) ! u ( x) ™ v( x) 4) f ( x) ! Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág.66 f '( x) ! u '( x)  v '( x ) f '( x) ! u '( x)  v '( x) f '( x) ! u '( x) ™ v( x)  u( x) ™ v '( x) f '( x) ! u '( x) ™ v( x)  u ( x) ™ v '( x) [v( x)]2 u ( x) v( x) 5) f ( x) ! k .

(x) ! u(x) u'(x) ™ v(x)  u(x) ™ v'(x) p '(x) ! v(x) [v(x)] 2 5 .(x) ! [u(x)] n p '(x) ! n ™[u(x)] n 1 ™u'(x) 6 .67 3 .(x) ! u(x) ™ v(x) p '(x) ! u'(x) ™ v(x)  u(x) ™ v'(x) 4 .Universidade do Estado do Pará 1 .(x) ! u(x)  v(x) p '(x) ! u'(x)  v'(x) Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág.(x) ! u(x)  v(x) p '(x) ! u'(x)  v'(x) 2 .(x) ! n u(x) p '(x) ! u'(x) n .

(x) ! sen[u(x)] p '(x) ! cos[u(x)] ™ u'(x) 12 .(x) ! arc.(x) ! arc.(x) ! cos[u(x)] p '(x) ! sen[u(x)] ™u'(x) 13 .f ( x) ! sec[u ( x )] p f '( x ) ! sec[u ( x )] ™ tg [u ( x )] ™ u '( x ) 16 .cotg[u(x)] p '(x) !  1  [u(x)]2 u'(x) f(x) ! arc.(x) ! tg[u(x)] p '(x) ! sec 2[u(x)] ™u'(x) 14 . u(x) n n 1 7 .(x) ! e u(x) p '(x) ! e u(x) ™ u'(x) 8 .cos[u(x)] p '(x) !  20 21 22 - « ­ u'(x) ¨ u'(x) ™ v(x) ¸ » ¹¼ ª u(x) º ½ 1  [u(x)] 2 u'(x) 23 - 1  [u(x)]2 u'(x) (x) ! arc.sen[u(x)] p '(x) ! 19 .tg[u(x)] p '(x) ! 1  [u(x)]2 u'(x) (x) ! arc.(x) ! cotg[u(x)] p '(x) ! cossec 2[u(x)] ™u'(x) 15 .(x) ! cossec[u(x)] p '(x) ! cossec[u(x)] ™cotg[u( x)] ™ u'(x) 17 .(x) ! Ln[u(x)] p '(x) ! u'(x) u(x) u'(x) u(x) ™ Ln a 10 .(x) ! [u(x)] v(x) p '(x) ! [u(x)] [v(x)] ™ ¬Ln ? u(x) A™v'(x)  © 18 .(x) ! Log a [u(x)] p '(x) ! 11 .cossec[u(x)] p f'(x) !  u(x) ™ [u(x)]2  1 Questões Resolvidas Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I .(x) ! a u(x) p '(x) ! a u(x) ™ Ln(a) ™ u'(x) 9 .sec[u(x)] p '(x) ! u(x) ™ [u(x)] 2 1 u'(x) f(x) ! arc.

cos x 2    f '(x) !  2x 1  .Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág.68 01) calcular a derivada das funções inversas abaixo: 1) f (x) ! arc.

como u(x) ! x 2 . obtemos 2x 1  x4   f '(x) !  2) f (x) ! arc.sen 4x 2   f '(x) ! 2 ™ 4x 1  .x 2 2 u'(x) 1  ?u(x) A 2 .

x  x 1 2x  x  1 2x  x 2.4x 2 2 u'(x) 1  ?u(x)A 2 .x  x  1  2. como u(x) ! 4x 2 .1.tg © ¹   2 2 x x x ªxº 1  ?u(x)A 1 1 1  2  2 2 1 x2 1 x f '(x) ! ! x ! 2x !  2 ™ 2 ! 2 2 1 x 1 x 1 x x 1 ¨1¸ 1 © ¹ 1 x2 2 x ªxº  u'(x) 1 x ¨ 1 x ¸ . obtemos u'(x) ! e 2x .2. obtemos 4) f (x) ! arc.e 2x   f '(x) ! e f '(x) ! 6) u'(x) ¨1¸ f (x) ! x ™ arc. como   u(x) ! . obtemos   u'(x) ! ! 2 3) f (x) ! arc. como u(x) ! .cotg © ¹  2 1 x ª 1 x º 1  ?u(x)A u'(x) ! 1.( 1) (1  x)  (1  x) 1  x  1  x 2 ! ! ! 2 2 2 (1  x) (1  x) 2 (1  x) (1  x) 2 (1  x) 2 2 2 2 (1  x)2 2 (1  x) ! f '(x) !  ! ! 2 2 2 2 2 (1  x)  (1  x) (1  x) (1  x)  (1  x)2 «1  x » 1 1 ¬ 2 ¼ (1  x) (1  x)2 ­1  x ½ f '(x) !  2 2 2 2 1 ! ! ! ! 2 2 2 2 2 2 2 2  2x (1  x 2 )2 1  2.(1  x)  (1  x).1 1 ¨1¸ .sec e2x   u(x) ! e 2x u'(x) u(x). obtemos 8x   f '(x) ! 1  16x 4 u'(x) 1 0.1   e 2x . (1  x ) 2 2 5) f (x) ! arc.1  1.1.cossec © ¹  1 x2    2 ªxº u(x). ?u(x)A  1 2 como u(x) ! e2x .2   2. ?u(x) A 1 Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I 2x 2 .e2x «e »  1 ­ ½ 2x 2   2 «e »  1 ­ ½ 2x 2   2 e 1 4x .

cossec © ¹  x .cossec © ¹ ªxº « » « » ¨ ¸ ¨ 1 ¸ ¬ ¼ ¬ ©1¹ ¼  2¹ © ¬ ¼ ¨1¸ ¨1¸ ¬ ªxº ¼ ª x º u'(x) ! 1.cossec © x ¹  2 x ª º ªxº 1  x2 ¨1¸ ¬ ¼ © ¹ 1 ¼ ¬ ªxº ­ ½ 1 1 1 1  1 1 1 v(x) ! 1  x 2   . ¬ ™ ¼ ! arc.cossec © ¹  x.  ¬ ¼ ! arc.Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. ¬ ¼ 2 2 ªxº ª º ¬ ¨ 1 ¸ ¨ 1 ¸ 1 ¼ ¬ ¨ 1 ¸ 1 ¼ ¬©x¹ ©x¹ ¼ ¬ ©x¹ ¼ ­ ª º ½ ­ª º ª º ½ « » ¬ ¼ 1 x ¨1¸ ¨1¸ ¬1 ¼ u'(x) ! arc.arc.cossec © x ¹  x.69 ¨1¸ u(x) ! x ™ arc.

 x 2 2   ™ .

 x 2 2 ™ 2x   ™ .

 x 2 2 ™ 2x   ™ 1 1 1 2 2 2 1 .

sen x  x ™ 3 1 1 x2   3 .cossec © ¹ ªxº 7) f (x) ! x arc. 3 x 2 x v(x) ! arc.cossec © ¹   2 2 ¼ 2 ªxº ªxº 1 x2 1 x 1 x ­ 1 x ½ ¨1¸ '(x) ! arc.1  x 1 2 2 ™ 2x   1 1 ™ ™ 2x 2 1  x2 v'(x) !  x 1  x2 '(x) ! u'(x)  v'(x) « x x x » x ¨1¸ ¨1¸  ¬   arc.cossec © ¹  '(x) ! arc.sen x 1 v'(x) ! 1 x2 1 3 2 f '(x) ! 3 x ™ arc.sen x 3 1 u ( x) ! 3 x   x 3 1 1 1 1 2 1 1 1 1 1 u '( x ) ! ™ x 3   ™ x 3   ™ 2   ™   3 3 3 3 3 3 x2 3.

sen x  . 1  x ™ arc.

3 2 3 x ™ 3 x2 .

arc.sen x 2 2 3 3 x 2 ™ 1  x2 2 .

sen x 2 .arc.

1  x ™ arc.(1  x 2 )3 x3   .senx  3 f '(x) ! 3 6 x 4 .

1  x ™ arc.(1  x 2 )3 .sen x  3x 3 6 x 4 .

arc.senx 2 2 .

arc.sen x 2 .

(1  x ) 6 4 2 3 .senx  3x ™   2 1 3 x . 1  x ™ arc.

arc.sen x 2 .

sen 2 x Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I .(1  x 2 )3 ™ arc. 1  x ™ arc.sen x  3x f '(x) ! 3 6 x 4 .

Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág.y ' ! 1 y '.y'  4.y ' sen y.y ' ( sen y).y  2.(x  2) ! (y  1) y' ! (y  1) dy (y  1)   ! (x  2) dx (x  2) 0 3) 2y  sen y ! x 0.y ' cosy.y' ™ sen y ! 0 cos y.y ') ! 0   y  x.y' 2x   2. dada implicitamente dx pela equação dada: 1) e y  l n y ! x e y ™ y ' ¨ y' 1¸ 1 dy 1 ! x   y' ™ © e y  ¹ ! 1   y ' !   ! 1 y yº dx e y  1 ª ey  y y 2) x ™ y  x  2y ! 1 1.y.y. onde y = y(x).y  5.y ' ! y y'.y'  sen y.y ' 5.é uma função derivável.y  x.y ' ! 1.y'  4.y.y ' ! 1 2y ' cosy.70 02) Expresse dy em termos de x e y.y ' 1  2y ' ! 0   x.(2  cosy) ! 1 y' ! 1 (2  cos y) dy 1 ! dx (2  cos y) 4) 5y  cos y ! x ™ y 0.y ' x.y ' ! y  x.y' ! 0 2 sen y 4x sen y  cos y.y  2.y' sen y ! 4x sen y y'(cos y  4y sen y ) ! 4x sen y 4x sen y dy ! dx cos y  4y sen y Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I .(5  sen y  x) ! y y' ! y 5  sen y  x dy y ! dx 5  sen y  x 5) x 2  sen y  y 2 ! 1 cos y.y  x.y '  2y ' ! y 1 y '.y ' 5.y ' 1  ( 0.

300(1. 300 (t) ! t 2  5t  200 bilhões de dólares t anos após 1994. usando a aproximação por incrementos. para obter 15 . A diferença entre o comprimento real da aresta e o comprimento medido é no máximo de 2%. C'(40) q ! C'(40)(0.5 unidades forem produzidas. 68 ( ) 900 13 05) A produção diária de uma certa fábrica é unidades. estime a variação do custo total se 40. Assim. 24) 3x 2 e '(12) 3(12) 2 ! 432 o erro máximo do volume . C ! C(40.24 cm para mais ou para menos.5) . (t) t ! 0.5 . Solução: Calcule o valor de ( Q L. a variação correspondente do custo. Use a expressão da variação percentual de Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I . com t ! 8 . Use os métodos do cálculo para estimar o número de homens-horas adicionais necessários para aumentar de 15 unidades a produção diária. a produção atual é q = 40 e a variação é aproximação por incrementos. No momento. 100 '(t) t . De acordo com a C . onde é a mão-de-obra utilizada.5) ! $ 122. o erro máximo na medição da aresta é (x ! s 0.5)  C(40) . '(q) ! 6q  5 e '(40) ! 6(40)  5 ! 245 . ( ! (12  (x)  (12) $ '(12) (x . Q .728 cm3. Se a precisão da medida foi de 2%.71 03) O custo total em reais para fabricar q unidades de um certo produto é (q) ! 3q 2  5q  10 . Solução: Nesse problema. 25 e '(t) ! 2t  5 .5) ! 245(0. medida em homens-horas. temos: q ! 0. O erro cometido no cálculo do volume ao supor que a aresta do cubo é 12 quando na realidade é 12  x é dado por. Use os 06) O PIB de um certo país foi métodos do cálculo para estimar a variação percentual do PIB durante o primeiro trime stre de 2002.Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. 24) ! s 103. ou seja.000 homens-horas. como. a fábrica utiliza 1. . Q'( ) L com: 15 L 15 (1. com que precisão foi calculado o volume? Solução: O volume do cubo é (x) ! x 3 . 432(s 0.000)2 3 300 1.50 04) Um estudante mede a aresta de um cubo.000) 2 3 L ou 15 ! (10)2 ! 5 homens-horas .000 e Q'(L) 300L-2 3 . encontra o valor de 12 cm e conclui que o volume do cubo é de 123 = 1.02(12) = 0. '(x) '(12)(s 0. 0. Se o nível atual de produção é 40 unidades. onde x é a aresta do cubo. 24 e o erro máximo correspondente no cálculo do volume é o erro máximo do volume ( . C'(40)(0.

100 ™ Q . substituindo h = 3m e dV dt ! 2 m 3 /min . mais é muito proveitoso expressar V 3 r 2 h como uma função de h.28 m/min . onde k é o capital disponibilizado da firma. 100 ?2(8) 5 A0. 01k) 2. 1. A derivada da função de produção é Q'(k) = 2. O fato de que K aumenta 1% significa que Solução: Variação percentual Q .000k -1 2 ™ (0. 100 ™ Q'(k) k Q(k) k ! 0. á que k -1 2 ™ k 12 12 4. dado 3 . 73 . obtemos: dt 4 dt dt h dt dh 4 dh 8 ! ™2 p ! ou } 0.000 k1 2 08) Um tangue de água tem a forma de um cone circular invertido com base de raio de 2 m e altura igual a 4 m. dt (3) 2 dt 9 estão relacionada pela equação do volume do cone V ! 09) Um balão esférico está se expandindo.000K 1 2 unidades. em que taxa o volume estará aumentando quando o raio for de 12 cen timetros.Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. Solução: Dado o volume da esfera que dr dt ! 5 . ! ™ h2 ™ p ! 2™ . Use os métodos do cálculo para estimar o aumento percentual da produção em conseqüência de um aumento de 1% no capital disponibilizado. a produção diária é Q(k) = 4.25   100 2 (8) (8)  5(8)  200 . 4. quando o r = 12 cm. dV dV dV ¨ dr ¸ ! 4 r2 ™© ¹ p ! 4 (12) 2 (5) p ! 2880 cm 3 /min dt dt º dt dt ª Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I ! 4 r3 . 07) Em certa fábrica. A grandeza V e h r 2h . 2.72 Solução: Para obter a variação percentual . 25 . Assim.000k 2. encontre a taxa na qual o nível estará elevado quando estiver a 3 m de profundidade. Solução: Dado que dV dt ! 2 m 3 /min . Agora podemos diferenciar o volume em relação em 3 ª2º 12 dV dh dh 4 dV relação a t. Em ordem.000k 4. para eliminar r. então devemos encontrar dV dt . ! 0.000k 1 2   . usamos a relação ! p r ! a expressão do h 4 2 2 1 ¨h¸ volume torna-se V ! ™ © ¹ h p V ! ™ h 3 .000 Q. 01k .000K-1 2 . Se o raio está aumentando a uma taxa de 5 centimetros por minuto. quando h = 3m. Se a água está sendo bombeada dentro do tangue a uma taxa de 2 m3/min.25 logo: '(8)0. precisamos achar dh/dt.

cos x e x 2) f ( x ) ! arc.73 Questões Propostas 01) calcular a derivada das funções inversas abaixo: 1) f ( x ) ! arc.sen x 2   3x 2e x 1  x4 R: f '(x) !  1  2x R: f '(x) ! .Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. cos x  x 3) f ( x ) ! x ™ arc.sen x ¸ 4) f ( x ) ! ln © ¹ ª arc.sen x 2  e x ¨ arc.cos x º 3 2 xe 2x  x 2 1 1 R: f '(x) !   2 2 x 1 x 3 2x 2 R: f '(x) ! arc.

dada implicitamente dx pela equação dada: cos(x  2y)  y 2 1) x ™ y 2 ! sen(x  2y) R: y ' ! 2xy  2cos(x  2y) 2) x ™ sen y  x 3 ! arc.tg x 2  1  arc.sen x  arc.cos x 5) f ( x) ! 3 arc. 1  x ™ arc.tg x 2 ¨ x ™ sen ¸ 6) f ( x ) ! arc.tg © ¹ ª xº R: y ' ! R: y ' ! R: y ' ! sen y  3x 2 (1  y2 ) (1  y 2 )x ™ cosy  1 1  2xy 2 ™ cos(x 2 ™ y 2 ) 2x 2 y ™ cos(x 2 ™ y 2 ) 1  3y2 ™ tg 2 (x ™ y 2  y) ™ sec2 (x ™ y 2  y) 3(2xy  1) ™ tg 2 (x ™ y 2  y) ™ sec2 (x ™ y 2  y) cy  x x 2  y 2 cx  y x 2  y 2 R: y ' ! R: y ' ! 6) y x  x y ! 16 Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I 2y x  y y 2x y  x x .cotg 2t 9) f ( x ) ! x ™ arc.cotg x + ln 1 + x2 8) f (t ) ! (1  t 2 ) ™ arc.sen x ™ arc.tg © ¹ 1  x ™ cos º ª 2x ™ (arc. cotg (2t)  (1  t 2 ) © 2 ¹ ª 1  4t º 1 ¨ 1 ¸ ™©  arc sec x ¹ R: f '(x) ! 2 x ª x 1 º R: f '( x) ! 0 R: f '(x) ! 2x (x  1) ™ x 4  2x 2 2 2 R: f '( x) ! 1 dy em termos de x e y.tg y 3) sen(x 2 ™ y 2 ) ! x 4) tg 3 (x ™ y 2  y) ! x 5) ¨ y¸ x 2  y 2 ! c ™ arc.tg x 2 ) 3 R: f '(x) ! 3 ™ (1  x 4 ) sen R: f '(x) ! 1  2x ™ cos  x 2 7) f ( x) ! x ™ arc. onde y = y(x).cos sec x 11) f ( x ) ! arc.é uma função derivável.cos x 2  2 arc.sec x 10) f ( x) ! arc.cos sec (x 2  1) 12) f ( x ) ! arc.cos sec ( sec ) 0 02) Expresse R: f '(x) ! arc cotg x ¨ 2 ¸ R: f '(t ) ! 2t ™ arc.

R: 100 Q Q .tg x 1 x2 03) Um avião esta viajando a uma altitude de 10 km em uma trajetória que levará a passar diretamente acima de uma estação de radar seja s a distância (em quilômetros) entre a estação de radar e o avião. 0. a fábrica utiliza 512 homens-horas. R: 6%. R . Ache a taxa segundo o qual o comprimento da sombra do prédio que está variando em relação ao ângulo R:  1. 1 1 08) A produção de certa fábrica é Q = 600 K 2 ™ L3 unidades. No momento. 09) De acordo com a lei de Boyle.106 m minuto . 67% .74 7) y  Ln(x 2  y 2 ) ! 4 8) y ™ earc. medida em homens-horas. 0. Suponha que em certo instante o volume seja 0. onde K é o capital imobilizado e L a mão-de-obra. quando = 450. a pressão seja 10 atmosferas e o volume esteja aumentando à Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I . Expressar do respeito em m grau .5. quando s é de 16 km.Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. onde C é uma constante. 2 . Estime o número de homens-horas adicionais que seriam necessários para aumentar de 12. R: 0. qual é a velocidade do avião. 07) Os registros mostram que x anos após 1997. quando um gás é comprimido a uma temperatura constante. a pressão e o volume V do gás satisfazem à equação PV = C.tg x ! 2 R: y ' !  R: y ' !  2x x  y 2  2y 2 2e  arc. Estime o aumento percentual de produção resultante de um aumento de 2% na mãode-obra se o capital imobilizado permanecer constante. Se s está decrescendo a uma taxa de 650 km/h. R: 832 km/h. 05) Suponha que o sol nascente passa diretamente sobre um prédio e tem uma altura de 30 m e seja o ãngulo de elevação. 05 m grau . Estime o aumento percentual do imposto predial durante o primeiro semestre de 2001. Encontre a taxa de v da altura da pilha quando é 3m (Suponha que o tamanho do cascalho é tal que o raio da base do cone é igual a sua altura). 04) O cascalho esta sendo empilhado em uma pilha cônica a uma taxa de 3m3 minuto . o imposto predial para um apartamento de três 3 quartos em certa cidade era T(x) = 60 x 2 + 40x + 1200 reais. onde L é a mão-de-obra utilizada.5 unidades a produção diária. 06) A produção diária de certa fábrica é Q(L) = 300 L3 unidades.1m3.

Estime a diferença entre o valor calculado da velocidade do sangue e o valor real. Se a corda é puxada à razão de 0.Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. Qual é a taxa de variação da pressão nesse instante? A pressão está aumentando ou diminuindo? R: -0. o raio inferior é R e a altura é H. Um estudante de medicina mede o raio da artéria e obtém o valor de 1. Se o raio superior do tronco é r. 638 cm3 / ano dt 11) Uma pessoa está de pé à beira de um cais. 12) A velocidade do sangue no eixo central de uma certa artéria é S(R) = 1.2 x 10-2 cm.002 mm /min.5 atm/s. Qual é a taxa aumento do raio do balão quando o raio é R = 0.75 razão de 0. 13) Um pequeno balão esférico é introduzido em uma artéria obstruída e inflado à razão de 0.6m/min.5cm/ano.227. onde R é o raio da artéria. com que velocidade a bóia está se movendo quando se encontra a 3 m do cais? R: -1 m/mim.8 x 10 5 R² cm/s. R 90 cm e H 4.005m /s.16 cm/s . R e H são no instante respectivamente 10cm/ano. cometendo um erro de 5 x 10-4 cm. é razoável supor que a árvore é um cone truncado. e puxa uma corda presa a uma bóia.5cm/ano e 22.806.005 mm? R: dr ! 20mm / min . R: s 2. 4m acima da água. 10) Para estimar a quantidade de madeira que existe no tronco de uma árvore. As taxas de aumento de r. 12.5 m? d ! 2. dt Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I . o volume de madeira é dado por 3 H(R² rR r²) . Qual é a taxa de aumento de em que r R: 60 cm.

0012 mm/min. a velocidade do sangue a r centímetros do eixo central de uma artéria é dada por v = K ™ (R 2  r 2 ) . dt L .007 mm (isto é. Qual é a aceleração do sangue a meio caminho entre o eixo central e a parede interna da artéria no momento em que R = 0.76 14) De acordo com uma das leis de Poiseuille. qual é o valor de dv/dt no momento em que r = 0. onde k onde K é uma constante positiva. R é o raio da L artéria e L é o comprimento da artéria. Suponha que L se mantenha constante e R esteja diminuindo à razão de 0.Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. 68 105 mm / min .0035 mm)?  R: dv K ! ™ 1.

A que taxa o holofote está girando quando o homem está a 15 pés do ponto do caminho mais próximo da luz? R: 0.128 rad/s. 6 cm/min . para que valor de L a àrea do retãngulo começa diminuir? R: 6 cm. Se o nivel da água estiver subindo a uma taxa de 20cm/min quando a altura da água for 2 m. e o outro para o leste a 25 mi/h.  m 2 /min 27 3 16) O perimetro de um retãngulo é fixado em 24 centimetros. e o diâmetro no topo é de 4 m. O tangue tem 6 m de altura. 100 cm2? R: 1. A que taxa está variando a base do triângulo quando a altura é 10 cm e a área. enguanto a área do triângulo crece a uma taxa de 2 cm2/min. Qual a taxa de variação da área superficial do cubo neste instante? R:  2 8 m/min. Dado que o volume diminui à razão de 2 metros cúbicos por minuto. Ao mesmo tempo está sendo bombeada a água para dentro do tangue a uma taxa constante. 18) Dois carros iniciam o movimento de um mesmo ponto. Se o comprimento L do retãngulo está aumentando à razão de 1 centimetros por segundo. Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I . A que taxa está crescendo a distância entre os carros duas horas depois? R: 65 mi/h 19) A altura de um triângulo cresce a uma taxa de 1 cm/min.000 cm3/min. 15) Uma pilha de lixo no formato de um cubo está sendo compactada na forma de um cubo menor. Um viaja para o sul a 60 mi/h.89 x 10 5 cm3/min. R: 2. Um holofote localizado no chão a 20 pés do caminho focaliza o homem. 20) Está vazando água de um tangue cônico invertido a uma taxa de 10. encontre a taxa de variação em um lado do cubo quando o volume é de 27 metros cúbicos. 17) Um homem anda ao longo de um caminho reto a uma velocidade de 4 pés/s. encontre a taxa segundo a qual a água está sendo bombeada dentro do tangue.

11.1. então f '( x0 ) ! 0 .b) é abscissa de um ponto de máximo ou mínimo. Demonstração: 1) y Máx xo  (a.Teorema de Fermat: Seja f (x) uma função contínua num intervalo fechado [a.77 AULA 11 Nesta aula vamos usar as derivadas primeira e segunda para analisar as propriedades geométricas de uma função e traçar um gráfico que reflita suas características principais.Teorema de Weiertrass: Seja f (x) é uma função contínua num intervalo fechado. então existe um ponto de máximo e mínimo relativo.1 . Em seguida. b) p Máximo Relativo f ' ( xo ) ! lim x p xo f ( x )  f ( xo ) x  xo f ( x)  f ( x o ) e 0  x  ( a .b] e derivável em (a. 1) y 2) y Máx 3) y Máx f(b) f(a)=f(b) Máx = Min f(a) f(b) Min f(a) [ Min ] a b x [ ] [ ] a b x a b x 11.2 . discutiremos os métodos usados para determinar os máximos e mínimos das funções os problemas de otimização em todas as esferas da atividade humana e por ultimo ultilizaremos a regra de L¶ Hospital para calcular limites. b ) p f ( x ) e f ( xo ) [ | | | a x xo x ] b x i) x ® xo p¯ x °  xo 0 f ( x )  f ( xo ) e0 x  xo x p xo ii) x ® " xo p¯ x °  xo " 0 f ( x )  f ( xo ) u0 x  xo xp xo lim f ( x )  f ( xo ) e0 x  xo f ' ( xo ) e 0 lim f ( x )  f ( xo ) u0 x  xo f ' ( xo ) u 0 Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I .1 .Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. Se xo  (a.1.Estudo da variação das funções 1ª Parte Teoremas 11.b).

1) y f(a)= f(b) 2) y 3) y f(x o) f(a)= f(b) f(x o) f(a)= f(b) a b x a b a b x Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I . 1) 2) f(xo)é o máximo local interior f(xo )é o mínimo local interior 11.78 f ' ( xo ) ! 0.2.1.Interpretação Geométrica do teorema de Fermat: O teorema de Fermat garante que num extremo local interior de uma função derivável f (x). pelo teorema da conservaçã o do sinal para limites 11. a reta tangente ao gráfico de f (x) é paralela aos eixos do x.b).1 .Teorema de Rolle: Se f (x) è uma função contínua em [a. b) p f ' ( xo ) ! lim xp xo Min inimo Relativo f ( x)  f ( xo ) x  xo f ( x)  f ( x o ) u 0 x  (a . b) p f ( x) u f ( xo ) | [ | | a x xo x ] b x i) p ¯ x ® xo x °  xo 0 ii)p ¯ x ® " xo x °  xo " 0 f ( x )  f ( xo ) e0 x  xo x p xo f ( x )  f ( xo ) u0 x  xo xp xo lim f ( x )  f ( xo ) e0 x  xo f ' ( xo ) e 0 lim f ( x )  f ( xo ) u0 x  xo f ' ( xo ) u 0 f ' ( xo ) ! 0. então existe pelo menos um ponto x o  (a. e derivável em (a.Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág.b). se f (a) = f (b).1. pelo teorema da conservação do sinal para limites 2) y xo  (a. tal que f '( x0 ) ! 0 .b].3 .

b).79 x Demonstração: (I) (II) Se (x) ! k.Interpretação geométrica do Teorema de Rolle: O teorema de Rolle. então xo é abscissa de um ponto de máximo pelo T.b) a tangente ao gráfico de f (x) é paralela ao eixo do x.b).Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág.k  ¡ . 11. temos que f '(x) ! 0 . contínua em [a.3.1 . então em qualquer ponto de (a.b] e assume valores iguais nos extremos do intervalo. Tem-se que f (x) f (x o ). x  (a. pelo teorema de Fermat f '(x o ) ! 0 . afirma que se uma função é derivável em (a. assim. logo o ponto mínimo. 1) 2) 3) . x { x o .b). (III) Temos que x  (a. se a x x o ou x o x b .1. Fermat f '(xo) ! 0 . f (x) " f (x o ).

( x  a ) ba .x o . f (x o ) é ponto de 11.( x  xo ) m! f (b )  f (a ) ba a xo b x (x Demonstração: A equação da reta que passa pelos pontos (a. tal que.( x  xo ) Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I ( y  f (a )) ! f (b )  f ( a ) . y t s f '(x o ) ! f (b)  f (a) ba t//s//r (y (y f (b )  f ( a ) ! ba (x ( y  y o ) ! f ' ( xo ).1. f(a)) e (b. f(b)) é:( y  yo ) ! m.4 .b) existe pelo menos um xo  (a.b] e derivável em (a.Teorema do Valor Médio ou Teorema de Lagrange Se a função f (x) é contínua em [a.b).

b]. o teorema de Rolle: existe x o  (a. f (b)  f (a) . tal que g '(x o ) ! 0 . então existe um ponto xo  (a. Consideremos a função g (x) ! f (x)  f (a)  (I) f (b)  f (a) . f (a)) e B (b. b) e sua derivada é g '(x) ! f '(x)  f (b)  f (a) . se f(x) é função contínua em [a. g (a) ! g (b) ! 0 Sendo assim. f (b)).1.(x  a) .b] e derivável em (a. ba Nos extremos do intervalo [a.V.4. tal que ba f (b)  f (a) f '(x o ) ! 0 ! . é válido para g(x). f (b)  f (a) ! 0 e pelo teorema de Rolle. ba Neste caso 2º Caso: f ( a ) { f (b) . b] por ser a diferença entre f (x)  f (a) e que são contínuas [a. b) .(x  a) .Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. por terem coeficientes angulares iguais. ou ainda f '(x o ) ! ba ba 11. ba g(x) é constante em [a. temos: f (b)  f (a) g (a) ! f (a)  f (a)  ™ (a  a) ! 0 ba f (b)  f (a) g (b) ! f (b)  f (b)  ™ (b  a) ! 0 ba Portanto. existe x o  (a. ba (II) (III) g(x) é derivável em (a.M Segundo o Teorema de Lagrange.80 1º Caso: f (a) ! f (b) . f (b)  f (a) f (b)  f (a) isto é: g '(x o ) ! f '(x o )  ! 0. b].b).Interpretação geométrica do Teorema de Lagrange ou T. Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I . f (xo)) é paralela a reta determinada pelos pontos A (a. b) .b).1 . tal que a reta tangente ao gráfico de f (x) no ponto P (x o.

Teorema (2) p Seja f duas vezes diferenciável em um intervalo aberto I. (a) Se f " (x) 0 em I . 11. (b) Se f " (x) < 0 em I.2. então f é constante em [a. (a) Se f '( x ) 0 para todo valor de x em (a.b).Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág.b). (c) Se f '( x) = 0 para todo valor de x em (a. a) Crescente f(x2) f(x1 ) x1 x2 b) Decrescente f(x1) f(x2) c) Constante f(x1) f(x2) x2 x x x1 x2 x x1 f ( x1 ) f ( x2 ) se x1 x2 f ( x1 ) " f ( x2 ) se x1 " x2 f ( x1 ) ! f ( x2 ) Teorema (1) p Seja f uma função contínua em um intervalo fechado [a.2 . então f é crescente em [a.b). (b) f é decrescente no intervalo se f ( x1 ) f ( x 2 ) para x1 < x 2 .b). então f é decrescente em [a.Concavidade: Definição p Se f for diferenciável em um intervalo aberto I. decrescente e constante são usados para descrever o comportamento de uma função em um intervalo.b]. (c) f é constante no intervalo se f ( x1 ) = f ( x 2 ) para todos os pontos x1 e x 2 .Crescimento ou decrescimento: O termos crescente. então f tem a concavidade para baixo em I.b].81 2ª Parte Análise de funções: 11. (a) f é crescente no intervalo se f ( x1 ) < f ( x 2 ) para x1 < x 2 .b] e diferenciável no intervalo aberto (a. então f é classificada como sendo côncava para cima se f for crescente em I e côncava para baixo se f for decrescente em I. então f tem concavidade para cima em I.2.b]. (b) Se f '( x) < 0 para todo valor de x em (a. a) y Concavidade para cima Concavidade para baixo b) y Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I .1 . Definição p Seja f definida em um intervalo e sejam x1 e x 2 pontos do intervalo.

Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág.82 x x Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I .

Pontos de inflexão: Definição p Se f for contínua em um intervalo aberto contendo o ponto x o e se f muda a direção da concavidade naquele ponto dizemos.83 11. isto é. Teorema (5) p (Teste da 1ª Derivada). f(xo) u f(x) para todo x no intervalo. isto é. se diz que f tem um número relativo em xo. Então f " (xo) = 0. f (xo)) do gráfico de f um ponto de inflexão de f. Suponha f contínua em um ponto crítico x o.Extremos relativos: Máximos e mínimos. para todo x no intervalo.Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. Definição p Uma função f se diz ter um máximo relativo em xo.4 . f (xo)) um ponto de inflexão. também chamamos pontos críticos ou pontos de não-diferenciabilidade. 11. isto é. nos quais a taxa de variação de y em relação a x. na qual f (xo) é o maior valor. ou f " não está definida em x = xo. f(x0) e f(x). Analogamente. Os pontos de inflexão marcam os lugares sobre a outra y = f (x). Quando f tiver um máximo ou um mínimo relativo em x o. no qual f (x o) é o menor valor. Tem um máximo ou mínimo relativo.2. eles são lugares onde y cresce ou decresce mais rapidamente e sua vizinhança máxima. Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I . Teorema (3) p Seja (xo.3 .2. Teorema (4) p Se uma função f tiver extremos relativos então eles ocorrem ou em pontos onde f ' (x) = 0 ou em pontos de não-diferenciabilidade. se diz que f tem um extremo relativo em xo. se houver um intervalo aberto contendo xo. então que f tem um ponto de inflexão em xo e chamamos o ponto de inflexão em xo e chamamos o ponto (xo.

Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. com derivadas f ' e f '' também contínuas em I. então f. então f tem xo um mínimo relativo. tem o mínimo relativo em xo. 1) 2) + - - - - f¶(x)<0 f¶(x)>0 + f¶(x)<0 f¶(x)>0 a b a b Maximo relativo 4) 3) Mínimo relativo + + - - f¶(x)<0 f¶(x)>0 - - f¶(x)<0 f¶(x)>0 a b a b Não é máximo nem mínimo relativo Teorema (6) p (Teste da 2ª Derivada) Suponha que f é uma função contínua e derivável até a segunda ordem no intervalo I = ]a. então f. então f não é máximo e nem mínimo relativo em xo. tem um máximo relativo em xo. isto é.b[. então f tem xo um máximo relativo. temos: 1) Se f '(xo) = 0 e f ''(xo) 0. Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I . passando de positivo a negativo. muda no ponto x. 3) Se f ' (x) não muda de sinal no ponto x. tal que nestas condições.84 1) Se o sinal de f ' (x) muda no ponto x. 3) Se f '(xo) = 0 e f ''(xo) = 0. 2) Se f '(xo) = 0 e f ''(xo) < 0. Seja xo  I. f pode ter um máximo ou mínimo relativo ou nenhum dos dois em xo. passando de negativo a positivo. então o teste é inconclusivo. 2) Se o sinal de f ' (x).

.Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág.. Se uma função f for contínua num intervalo fechado finito [a.2. f (x o) e f (x) para todo x em I. então xo é ponto de mínimo local de f. Nestas condições temos: 1) Se n é par e f n (xo) < 0.. Definição p Dizemos que uma função f tem um máximo absoluto em um intervalo I num ponto xo se f(xo). b[. nas condições do último teorema que se f '(xo) = 0 e f ''(xo) = 0. b).5 . isto é. então xo não é ponto de máximo e nem de mínimo local de f. dizemos que f tem em xo um extremo absoluto em I. Seja xo  I. dizemos que f tem um mínimo absoluto em um intervalo I num ponto x o se f (xo).. = f n 1 (xo) = 0 e f n { 0. então ele precisa ocorrer em um ponto crítico de f.. 2) Se n é par e f n (xo) 0. então xo é ponto de máximo local de f. isto é. for o menor valor de f em I. 1) 2) 3) Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I . então tem ambos um máximo e um mínimo absolutos em [a. b]. nada pode ser concluído sobre xo.85 Obs: Devemos observar. Teorema (9): Se f tiver um extremo absoluto em um intervalo aberto (a. Analogamente. 3) Se n é ímpar. Neste sentido mostramos no teorema abaixo um critério geral para pesquisar extremantes.b]. for o maior valor de f em I. 11. tal que : f ' (xo) = f '' (xo) = . Se f tiver em xo qualquer um dos dois máximos ou mínimos absolutos em I.Extremos absolutos: Máximos e mínimos. Teorema (8) p (Teorema do Valor Extremo). Teorema (7) Seja f uma função derivável com derivadas sucessivas também deriváveis em I = ]a. f (x o) u f (x) para todo x em I.

1) Ache os pontos críticos de f em (a. Digamos em xo. b). 2) Se f tiver um máximo relativo em xo. teríamos g'(x) ! 0 para algum x em (a. 2) Ache o valor de f em todos pontos críticos e nos extremos (a.b).Teorema de Cauchy (11) p Sejam f (x) e g(x) definidas em um intervalo fechado [a. b] e derivável em (a. caso contrário. f '(x o ) f(b)  f(a) ! g '(x o ) g(b)  g(a) Demonstração: Podemos supor que g(x) { g(b) já que. b]. 3) O maior entre os valores do item 2) é o valor máximo absoluto de f em [a.b).3 . então f (xo) é o máximo absoluto de f em I. Teorema (10): Suponha que f é contínua e tem exatamente um extremo relativo em um intervalo I.Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. 11. xo  (a. b) então existe pelo menos um número real. para todo x  (a. de uma função contínua f em um intervalo finito fechado [a. 1) Se f tiver um mínimo relativo em xo.86 Procedimentos para encontrar os extremos absolutos. b] enquanto que o menor valor é o mínimo absoluto. b). Se g µ (x) for diferente de zero. b) pelo teorema de Rolle.g(x) ª g(b)  g(a) º Então: ¨ (b)  (a) ¸ (a) ™ (b)  (b) ™g(a) h(a) ! (a)  © ¹ ™ g(a) ! g(b)  g(a) ª g(b)  g(a) º ¨ (b)  (a) ¸ (a) ™ (b)  (b) ™g(a) h(b) (b)  © ¹ ™ g(b) ! g(b)  g(a) ª g(b)  g(a) º Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I . então f (xo) é o mínimo absoluto de f em I. Vamos definir h(x) por: ¨ f(b)  f(a) ¸ h(x) ! f(x)  © ¹ .

e se não for. então a regra de L¶ 1) Verifique que o lim g ( x) hôspital não pode ser usada. quando x tende para a xo produz uma forma indeterminada ou g(x) 0 g . Suponha que x esteja à direita de x0 . Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I . 2) Diferencie separadamente f e g.87 e pelo Teorema de Rolle. Procedimentos para usar a regra de L¶ hôspital: f ( x) é uma foram indeterminada. Mas f ( x0 ) ! g ( x0 ) ! 0 .q. então: g f ( x) f ' ( x) lim ! lim com g '( x ) { 0 . Então g '( x ) { 0 . O método quase não  precisa de mudanças para aplicar-se x p x0 e a combinação desses dois casos estabelece o resultado. x x0 . b) tal que: h'(x) ! '(x o )  (b)  (a) ™ g'(x o ) ! 0 g(b)  g(a) (b)  (a) '(x o ) ! g'(x o ) ™ g(b)  g(a) '(x o ) (b)  (a) ! c.1 .d g '(x o ) g(b)  g(a) 11.Teorema ou Regra de L¶ Hôspital (12): Sejam f e g funções diferenciáveis em um intervalo aberto (a. b). existe um ponto xo em (a.Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. O caso no qual x tende a x0 pela esquerda é provado com aplicação do teorema do valor Médio de Cauchy ao intervalo ?x. então . x p x0 lim f ( x) f '( x ) f '( x ) ! lim ! lim . ! g ' (c) g(x) g '(x o ) g(b)  g(a) Con orme x tende a x0 c tende a x0 porque está entre x e x0 . com a possível f(x) 0 exceção de xo. e podemos aplicar o Teorema do Valor Médio de Cauchy ao intervalo fechado de x0 a x Esse ponto produz um número c entre x0 e x tal que: ' (c) (x) f '(x o ) f(b)  f(a) ! . Se o limite . x p xo g ( x ) x p xo g ' ( x ) Demonstração:  Primeiramente estabelecemos a equação anterior para o caso x p x0 . Conseqüentemente.3. x0 A. contendo xo. g ( x) cp x0 g '( x ) xp x0 g '( x ) que estabelece a Regra de L ' hôspital para o caso onde x tende a x0 pela direita.

em que a ‘ D (f) e um dos limites lim f(x) ou lim f(x) é igual a x pa g ou  g . Definição (1) p A reta vertical r. mais do que uma imagem e. pois suas equações são do tipo x = a. e por isso mostraremos um teorema para facilitar esse estudo. são fáceis de determinar. Caso contrário teríamos para algum x do domínio de f. as distâncias entre os pontos do gráfico e a reta r tendem a zero. g ' ( x) g ( x) y y 11.q} Ž ¡ . Teorema: Se a reta r de equação g(x) = m ™ x + q.Reta assíntotas de um gráfico y2 y1 y f(x) x1 r x Intuitivamente uma reta r é assíntota do gráfico de uma função f se. Se este limite for finito + g ou .4 . se existirem. A intersecção do gráfico de uma função f com uma assíntota vertical r é sempre o conjunto vazio.q} Ž „ . f não seria função como mostra a figura acima.88 3) Ache lim f ' ( x) f ( x) .g . (m. de equação g(x) = mx + q. portanto. então é igual a lim . e somente se: x p g lim [f (x) ± g (x)] = 0 ou lim [f(x) ± g (x)] = 0 x p g Determinação de assíntotas não-verticais: As assíntotas verticais do gráfico de uma função f. é assíntota do gráfico de uma função y = f(x) se. então: f(x) lim ! m e lim [f(x)  mx] ! q (I) x pg x x pg Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I  x pa . {m. ao percorrermos esse gráfico. nos afastamos indefinidamente da origem do sistema. de equação x = a é assíntota do gráfico de uma função y = f (x) se.Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. As assíntotas não-verticais não são tão simples. é assíntota do gráfico de uma função f (x). e somente se: xpa lim f ( x ) ! g lim f ( x ) ! g ou ou xpa lim f ( x ) ! g lim f ( x ) ! g xpa xpa Definição (2) p A reta não-vertical r.

concluímos que x pg x ½À ° ­ x q» « (x) m ¼ ! 0. qaŽ R . os investidores querem maximar os dividendos e minimizar os riscos e os viajantes querem minimizar o tempo gasto para ir de um lugar a outro. A natureza também favorece processos que otimizam o tempo e a energia. mas não fechado. garante que o problema tem solução e sabemos que esta solução pode ser obtida examinando os valores da função nos pontos críticos e nos extremos do intervalo.5 . incidem nas seguintes categorias: 1 .Problemas que se reduzem a maximizar ou a minimizar uma função contínua. obtemos q do seguinte modo x pg x pg x x½ ­ x lim [ (x)  mx  q] ! 0   lim [ (x)  mx] ! q .89 lim (x) ! m e lim [ (x)  mx] ! q (II) x pg x Demonstração:  A reta r é assíntota do gráfico de f . 2 . O principio de Fermat na óptica estabelece que a luz segue o caminho que leva o menor tempo. logo teremos: lim [f(x)  g(x)] ! 0 ou lim [f(x)  g(x)] ! 0 x pg x pg  Ocorre lim [ (x)  g(x)] ! 0 . os quais iremos considerar nesta seção. com _m.Problemas que se reduzem a maximizar ou a minimizar uma função contínua. o maior desafio está freguentemente em converter o problema em um problema de otimização matemática. Todo mundo quer obter o máximo com o mínimo de esforço. Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I . pois m e q são constantes.Universidade do Estado do Pará x pg Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. temos: x pg x pg x q» (x) « (x)  m  ¼ ! 0   lim lim ¬ ! m Conhecendo o valor de m. Na solução desses problemas práticos. Como lim x ! g . o teorema (8). A otimização tem como objetivo encontrar o mínimo absoluto e o máximo absoluto de uma função dentro de um certo intervalo de interesse. em um intervalo finito fechado. As empresas querem maximizar o lucro. ou ainda x pg x pg ® « (x) q »¾ lim ¯ x ™ ¬  m  ¼ ¿ ! 0 . Os problemas aplicados de otimização. lim x pg ¬ x x½ ­ q  Observando os limites lim m ! m e lim ! 0 . O máximo absoluto de uma função dentro de um intervalo é o maior valor da função nesse intervalo e o mínimo absoluto é o menor valor da função nesse intervalo. A otimização é uma consideração importante em todas as esferas da atividade humana. em um intervalo infinito. x pg x pg x pg 11. Quanto aos problemas do primeiro tipo. estabelecendo a função que deve ser maximizada ou minimizada.Problemas de Otimização: (Máximos e Mínimos). podemos escrever: lim [ (x)  mx  q] ! 0 .

podem ou não. Deseja-se que a área da superfície do sólido formado seja 5T . parte do trabalho em tais problemas é determinar se. Use a primeira e a segunda derivada para identificar e classificar pontos críticos (onde f ' ! 0 ou não existe). A Solução: A T ! A L  AC  2 4 r2 5 ! 2 rh  r 2  2 2 2 5 ! 2™ r ™ h  r  2™ r 5 ! 2 ™ r ™ h  3™ r2 5  3 ™ r2 ! 2 ™ r ™ h h!   T Apostila deCCálculo Diferencial e Integral I 2 !  5  3r 2 2r ™r2 T 4 ™ ™ r ™h  3 2 3 «5 ™ ™ r  3 ™ ™ r 3 »  2 ™ 2 ™ ™ r 3 ­ ½ T ! 6 15 ™ ™ r  9 ™ ™ r 3  4 ™ ™ r 3 ! T 6 15 ™ ™ r  5 ™ ™ r 3 ! T 6 15 ™  3 ™ 5 ™ ™ r 2   VT ' ! 0. Utilizando essa variável. Se a função for contínua e tiver exatamente um extremo relativo no intervalo. então o teorema (10). Assim sendo. utilize outro método para embasar ou confirmar sua solução. Utilize aquilo que você sabe sobre a forma do gráfico de uma função e sobre a física do problema. T '! 6 15 ™  15 ™ ™ r 2 0! 6 0 15 ™  15 ™ ™ r 2 15 ™ ! 15 ™ ™ r 2      2 . 5) Resolva o Modelo Matemático: Se não estiver seguro sobre o resultado. O que é desconhecido? O que e dado? O que é pedido? 2) Desenvolva um Modelo Matemático para o problema: Desenhe figuras e identifique as partes que são importantes para o problema. Introduza uma variável para representar a quantidade a ser maximizada ou minimizada. ter solução. escreva uma função cujo valor extremo fornece a informação pedida. tem uma solução. 6) Interprete a Solução: Traduza seu resultado matemático de volta para a linguagem original do problema e decida se tem sentido ou não. Determine r e h para que o volume do sólido seja máximo.90 Quanto aos problemas do segundo tipo. Questões Resolvidas de Otimização em Geometria 01) Um sólido será construído acoplando-se a um cilindro circular reto de altura h e raio r. Estratégias para Resolver Problemas de Máximo e Mínimo 1) Compreendendo o problema: Leia o problema atentamente. 4) Identifique os Pontos Críticos e as Extremidades: Determine onde a derivada é zero ou não existe. e necessária certa engenhosidade para resolver o problema. Nos casos em que o teorema não se aplica. uma semi-esfera de raio r.Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. 3) Determine o Domínio da Função: Determine quais valores da variável têm sentido no problema. Se possível. Identifique as informações necessárias para resolvê-lo. realmente. esboce o gráfico da função. garante a existência de uma solução e fornece um método para calculá-la.

Solução: ! x™y ! x ™ (a  x)   x ™ a  x 2 d 2 x  a   d 0 ! !  2x  a ! 0   a ! 2x   x ! a 2 2.Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág.91 5  3. Solução: D l E l C ! 2R  2l  2m m A 1 E l C R R R m R B ! 2R  2R ™ cos  2 ™ 2R ™ sen 2 U O 2 C m/2 cos ! O l R l ! R ™ cos O R m m/2 B /2 /2 R m sen ! 2 2 R m ! R ™ sen   m ! 2R ™ sen 2 2 2 Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I .a   xy !a   y !a x a 2a  a a y!a  y!  y ! 2 2 2 x y R: x ! y ! a .(1) 53 2 ! !1 h! 2 2 h! VMáx   r ! 1 h !1 02) Um retângulo de dimensões x e y tem perímetros 2a (a é constante dada).(1)2 2. Determinar x e y para que sua área seja máxima. 2 03) Calcular o perímetro máximo de um trapézio que está inscrito numa semicircunferência de raio R.(x  y) ! 2.

92 1 ! 2R  2R ™ cos  4R ™ sen   d 2R ™ sen  4R ™ cos ™   d 2R ™ sen  2R ™ cos   d 0 !  ! ! 2 2 2 2    0 ! 2R ™ sen  2R ™ cos   2R ™ cos ! 2R ™ sen   cos ! sen .Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág.

1 2 2 2 2 2  sen 2 ! 2 ™ sen ™ cos   sen ! 2 ™ sen ™ cos   sen ! 2™ sen ™ cos   sen ! 2 ™ sen ™ cos .

Que dimensões devem ter o parque para que o comprimento da cerca seja mínimo? Solução: 3600 b h 7200 ( 7200).    6 3   M ÁX M ÁX ! 2R  2R ™ cos 3  4R ™ sen 6   M ÁX ! 2R  2R ™  1 1  4.1 7200   c' ! 2   c !2 2 2b  2 b b b b c' ! 0 a ! b™h 7200 7200 3600 ! b ™ h 2  2 ! 0   2 ! 2   2b 2 ! 7200 b b 3600 3600 h!  h!   h ! 60m 7200 b 60   b 2 ! 3600   b ! 3600   b ! 60 b2 ! 2 05) Calcular o raio da base e a altura do cone de área lateral máxima que é inscritível numa esfera de c ! 2b  2h   2b  2 ™ raio R Solução: A A g 2R R C D r B D 2R-h E Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I E ! ! h g r B .R ™   PM ÁX ! 2R  R  2R   P M ÁX ! 5R    2 2 Substituindo (1) em (2) obtemos: R: 5R 04) A prefeitura de um município pretende construir um parque retangular. com uma área de 3600 m 2 e pretende protegê-lo com uma cerca.2 2 2 2 2 2 2  2 2 cos ! 2 ! 2 ™ sen ¨ ¸ © ¹ ª3º ! 2 ™ cos 2   1 ! 2 ™ sen 2   1 ! sen   sen ! sen   !   2 2 2 6 2 6  2.

. Pelo teorema da relações metricas dapro eção sobre a hipotenusa temos g ! 2Rh e r 2 ! h.93 No ABE. temos: g 2 ! 2Rh .Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág.

Pelo teorema da relações metricas da pro eção sobre a hipotenusa temos r ! h.2R  h . .

h A l ! ™ r ™ g.2R. A área lateral do cône A l ! ™ 2Rh  h 2 ™ 2Rh   A l ! ™ 2Rh ™ 2Rh  h 2   A l ! ™ 4R 2h 2  2Rh 3 2Rh .

4R h  2Rh 2.4R  3h d(A l ) 4R 2 h 2  2R3h 2 d(Al ) 8R 2 h  6Rh 2 d(Al ) ! ™   ! ™   ! ™ 2 2 3 2 2 3 dh dh dh 2. 4R h  2Rh 2. 2Rh 2 ™ .

.2R  h   2Rh.

4R  3h R .

2R.4R  3h d(A l ) d(A l ) d(A l ) ! ™   ! ™   !0 dh dh dh  2h. .

2R  h 2R ™ .

2R  h .

0! ™ R .

.4R  3h 2R.

2R  h   0 ! R .

4R  3h   0 4R ! .

4R  3h   0 ! .

4R  3h   3h ! 4R   h ! R 3 24R 2  16R 2 9 r ! h. .

© 2R  R ¹   r ! 3 ª 3 º 3 9 8R 2 R 2R 2   r ! ™2 2   r ! 9 3 3 4R 2R 2 .2R  h   r ! r! 4 ¨ 4 ¸ 8R 2 16R 2   r ! R. Solução: A X h-R E R O R Y g h Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I . e r= 3 3 R: h = 06) Calcular o raio da base e altura do cone de volume mínimo que pod e circunscrever uma esfera de raio R.

Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág.94 1 AD ! h   AO ! AD  OD   AO ! h  R Do triângulo obtemos: 2 A 3 X 4 2 2 2 .

AO ! .

AE  .

OE .

h  R E 2 (AEO ~ (ADC h-R R O ! x2  R2 2 R x ! r h ¨R¸ ¨x¸ © ¹ !© ¹ ª r º ªhº 2 2 x 2 !  R 2  .

h  R x 2 ! h 2  2hR   x 2 ! R 2  h 2  2hR  R 2   R 2 x2 ! r2 h2 R 2 h 2  2hR R2 ™h2 !   r2 ! 2 r2 h2 h  2hR V! 3 ™ r2 ™ h   V ! « R 2 h2 » « R 2 h2 » R 2 h2  ™¬ 2 ™h   V ! ™¬ ™ h  V ! ™ ¼ ¼ 3 ­ h  2hR ½ 3 ¬ h. .

h  2R ¼ 3 .

h  2R ­ ½ « 2hR 2 .

h 2 » dV « R 2.h  2R  R 2 h 2 .R 2 .h 2  4hR 3  R 2.1 » dV « 2.h 2  4hR 3 » dV ! ™¬ ! ™¬ ! ™¬ ¼  ¼  ¼ 2 2 2 dh 3 ¬ ¼ dh 3 ¬ ¼ dh 3 ¬ .

h  2R ¼ .

h  2R .

h 2  4hR 3   0 ! h.h 2  4hR 3 ! 0  0 ! ™ ¬   0 ! R 2 .R 2 . .h 2  4hR 3 » dV R 2 .h  2R ­ ½ ­ ½ ­ ½ « R 2 .

h  4R ¼ 0 ! 2 dh 3 ¬ .

h  2R 2 ¼ .

h  2R ­ ½ 0 ! h  4R   h ! 4R Substituindo (4) em (3) temos: r ! 2 R 2 . .

4R 2 .

.4R 2  2™4™R ™R  r ! 2 R 2 .

Calcular a medida do lado do quadrado que deve ser cortado para obter uma caixa cujo volume seja o maior possível.4R 2 16R 2  8R 2   r2 ! 16R 4   r 2 ! 2R 2   r ! 2R 2   r ! R 2 8R 2 R: r = R 2 e h = 4R 07) Um fabricante de caixas de papelão pretende fazer caixas abertas a parti de folhas de cartão quadrado de 576 cm 2. cortando quadrados iguais nas quatros pontas e dobrando os lados. Solução: Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I c x .

95 Volume   V ! a ™ b ™ c 2 2 2 V ! .Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág.

.24  2x .

24  2 x .x   V ! .

x   V ! «.24  2x .

24.24  2.2x  .

x ­ ½ ­ ½ 2 3 2 2 V ! 576x  96x  4x   V d 12x 192x  576   V d 0  0 !12x 192x 576 z12 ! ! x 2  16 x  48 ! 0 ( ! .2x »   V ! «576  96x  4x 2 » .

1.16  4.8   ( ! 256  192   ( ! 64 2 24 ! 12 2.1 2 8 d xd ! 4 ! 2 Usando o Teste da 1º derivada obtemos: x ! 4 é ponto de Máximo   x!4 x ! 12 é ponto de Mínimo R: 4 cm x!  x! xd !  .

aonde deveria desembarcar para ir da ilha a ao armazém no menor tempo possível.16 s 64 16 s 8 2 +++++++ -----------------. Se um homem pode remar a razão de 4 Km/h e andar a 5Km/h .y D 20 y C Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I . Um armazém esta no ponto C.+++++++++ 4 12 08) Uma ilha esta no ponto A. a 20 Km do ponto B sobre a praia. a 10 Km do ponto B mais próximo sobre uma praia reta. Solução: A 10 x 20  y B 20 .

Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág.t t1 t2 x   t1 v1 .96 v.

10 .

y  y 2 4   ! 500  40. y  y 2 y  4 5 1 ™ 500  40.20-y 4 2 2 y y   t2 v2 5 t1 t 2 " " Tempo total   T ! " " " # 100  400  40. y  y 2  4 5 d !   . y  y 2 y  4 5   ! 1 y ™ 500  40.

500  40 y  y 2 20. 500  40 y  y 2 0 ! 5. 500  40 y  y 2 4. y  100  4. 500  40 y  y 2   .5 2 8.

9. y  640. 67 18 600 ! 33. um dos quais formaram um circulo e o outro um quadrado. 500  40 y  y 2 2 y 2  40 y  500 ! .9 d ! yd 120 ! 6.333 km de B e 6. y 2  16.2000   ( ! 129600  72000   ( ! 57600 ! yd y! 360 s 240 2. y 2  1000. 16.( 5 y ). y  100  4. Como deve ser cortado o fio para que a soma das áreas do circulo e do quadrado seja máxima? Solução: Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I # d ! 5. y 10000 8000 ! 0   9. 500  40 y  y 2 20. y 100  4.100  (100) 2   16 y 2  640 y  800 ! 25.( y 2  40 y  500) ! (5 y) 2  2.666 Km de C 09) Um fio de comprimento L é cortado em 2 pedaços. 33 18 R: 13.4. 500  40 y  y 2   d0   0! ! 5. y 2  1000 y  10000 25. y 2 360 y  2000 ! 0 ( ! (360)2  4.

.5 y 100 2 " " d ! 2.

y  20  1   5 d ! .

y  20  1   5 d ! 5. .

500  40 y  y 2 20. y  20  4 . 500  40 y  y 2   2   " " ! .

1 2  y   5 d ! 1 1 ™ ™ 500  40. y  y 2 4 2 .

™ .

5 1 2   .2 y  40  1.

2 y  40 8. 500  40 y  y 2  1 5   .

X R   R ! x 2 t ! 2 ! L  x   ! ! t 2 4 ™ t ! L  x   A ! ¨ x . co m o 8 8 4 x  L x ! L 4  A 'T ! 0  x ! 0 ! 0     .97 L x =C C ! 2 Q A A A A A R   x ! 2 Q= L .© ª 2 2 L  x 4 A ! d d R   d 2 2   A d ¸ ¹ º   A ! L 2 ™ x 4 2 2    x A 2 d ! x 4 2 W W ¨ L  x ¸ ! © ¹ 4 ª º  2 L x 1 6 x   W  2 L x 1 6 L2  1 6 T ! A ! ! x 4  A   L 2 W 2 T   A T ! x 4 2  2 L x x 2  1 6 1 6 T A 'T x 2   x 2 4 2 x ! 4 L   8 4 x  x L2 L x x 2   1 6 8 1 6 L 2 x x     A 'T ! 8 1 6 2 x x 4 x  L ! 0   8 8 ! L   x  L x  .Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág.

4  T ! L Q ! Lx  Q R: l 1 ! .

se os lados e o fundo têm largura l 3 calcular o ângulo U de forma que a calha tenha a máxima secção reta Solução: X l 3 X B ! 2x  l 3 l 3 h h l 3 b! l 3 l 3 Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I .4 L™  Q ! 4 L 4L el2 ! 4 4 L ™ L  L 4  Q ! 4L 4 L -L  Q ! 4™L 4 10) Uma calha de fundo plano e lado igualmente inclinados vai ser construída dobrando -se uma folha de metal de largura l .

Universidade do Estado do Pará $ 2 Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág.98 .

1 .

2 = sen + 90° $ ! x   sen l 3 ! 3x l l2  x2 9   h 2 .

3 .

4 l l ¸ ¨ 2x   ¹™ .

. h ! © 3 3 º ª S ! 2 2 ¨ l ¸ © ¹ ª 3 º ! h 2 dS ! 1™ dx l ¸ l2 l2 l. 3 11) Quais devem ser as dimensões de uma lata cúbica de volume V fixo.x ¸ ¨ ¨ x ™© x  ¹  x2 ™  x2  © x2  2 ¹ dS l 3 º 9 9 3 º ª ª !  x2      dx 9 l2 l2  x2  x2 9 9 l2 l ..x l2 l .+ + + + + .. .x l2 l .. de forma que a quantidade de material a ser utilizado para sua fabricação seja menor possível: Devemos minimizar a área total: Solução: A Total ! A Base  A Lateral h Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I $ 2l ¸ ¨ ©2x  ¹™ 3 º   ª 2 l2  x2  h ! 9 l2  x2 9 l2  x2 9 l ¸ ¨ 2 ™© x  ¹ ™ 3 º ª   2 l2  x2 9  x 2   l2 ! h2+ x 9 2 ! 1 l2 l ¸ 1 ¨  x2  © x  ¹™ 9 3 º 2 ª ¨ l2 ¸ ™©  x2 ¹ ª 9 º 2 ™ 2 x   l ¸ ¨ © x  ¹™x l2 3 º 2 ª  x  1 9 ¨ l2 ¸ 2  x2 ¹ © ª 9 º ¨ l2 ¸  x2 ¹ © 9 ª º 2 l .x ¸ ¨  © x2  ¹ 3 º ª l2  x2 9 l2 9 ! 0    1 ¨ 1 l. obtemos as raízes: l l d xd  e xd .! ! 3 6 l l  3 6 l Como a medida e comprimento x ! 6 3x sen !   l ¨l ¸ 3 ™© ¹ l ª 6 º ! 2 ! 1   sen ! 1   l 2 2 l ! 30 o   !  90 o   ! 30 o  90 o   ! 120 o ou 2 rad.. B  b .x l .x  x2  x2  2x2   2x2   dS 9 3   3 9   dS ! 0   3 ! 2 2 2 dx dx l l l  x2  x2  x2 9 9 9   2x2    ax 2  bx  c ! 0 l l2 x2  ™ x  ! 0 6 18 Resolvendo a equação do 2º grau.x l2 ¸ l l2  ! 0   ™ ©2x2     x2  ™x ! 0 ¹ ! 0™ 3 9 2 ª 3 9 º 2 6 18 r A Total ! 2 r 2  2 rh (1) V VC = ™ r 2 ™ h p h= ™ r2 .

© 2 ¹ ª .Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág.r 2  2 r.r 2  2V 2V 4 r 3  2V ' '   A '.r º A T ! 2. . .99 ¨ V ¸ A T ! 2.

tirando o MMC.r ! 4 r  2 . A .

r ! . A .

que é reta. obtemos r r r2 4 r 3  2V V V p 2V ! 4 r 3 p !r3 p r ! 3 0! 2 r 2 2 ¨V¸ r !© ¹ ª2 º 1 3 h! V ph! r2 V «¨ V ¸ 3 » ¬© ¹ ¼ ¬ª 2 º ¼ ­ ½ 1 2 = V ¨V¸ © ¹ ª2 º 2 3 ¨V¸ © ¹ 2 ™ª º 1 3 ¨V¸ © ¹ ª2 º 1 ! 3  V™r r ! ! 2r Que acarreta em h = 2r  V¸ 1 ¨ © ¹ ª 2 º 2 12) Um homem está em um barco sobre um lago.r ! 0. de modo que o trajeto total seja feito no menor tempo possível. situado a 8 km da margem do lago.6 = 14 m y = 20 S ! v™ t   t ! S v x 2  64 20  x 1 20  x 1    T ! ™ x 2  64    T ! ™ x 2  64 3 5 3 5 3 1 1 1 1 x 1 x 1 T' ! ™ ™ x 2  64 2 ™ 2x    T' !    T' ! 0   0 !  2 2 3 2 5 3 ™ x  64 5 3 ™ x  64 5 T ! t . O homem vai de barco até um ponto B da margem e de lá prossegue até o ponto A. Solução: P 8 z ! x2  8 C x=6 B y-x A 20 . Sabendo que a velocidade do barco é 3 km/h e que a velocidade do homem é 5 km/h. em um ponto P. determine a posição do ponto B.

B  t .P.

A   T ! .B.

2 ¸ x 1 x2 ¨1¸ ¨ !© !   25x 2 ! 9x 2  64 ™ 9   25x 2  9x 2 ! 64 ™ 9   16x 2 ! 64 ™ 9 ¹  © ¹ 2 2 ª 5 º ª 3 ™ x  64 º 25 9 ™ x  64 .

como é distância   x ! 6 cm   R ! 6 cm 16 Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I % . x2 ! 64 ™ 9   x 2 ! 4 ™ 9   x 2 ! 36   x ! s6.

1 2 4  x 5 .

100 Questões Resolvidas de Otimização em Economia 01) Uma indústria química vende ácido sulfúrico a granel a U$ 100.00 por unidade. 0025x2  50x 100. 00 0 ­ ½ 0. . 7. 0025x2  50x  100.P(q) P(q) ! R(q)  C(q) 9 P(q) !  q 2  45q  200 8 9 P'(q) ! 2 ™  q  45 8 18 P'(q) !  q  45 8 9 P'(q) !  q  45   P'(q) ! 0 4 9 9  q  45 ! 0   q ! 45   9q ! 180 4 4 180   q ! 20 q! 9 ¨1 ¸ P(q) ! 49q  q 2  © q 2  4 q  200 ¹ ª8 º R(q) ! q. 0050 50 x ! 10. Solução: P(q) ! R(q)  C(q) R(q) ! q.000 02) É dado o preço p(q) pelo qual q unidade de certa mercadoria podem ser vendidos e o custo total 1 C(q) pata produzir as q unidades as equações p(q) ! 49  q e C(q) ! q 2  4q  200 : 8 a) Determine a função do lucro P(q). 0025x2 e se a capacidade de produção diária for de.000»   100x  0.000   L '!  0. 0050x 50  L '! 0 0. quantas unidades de ácido sulfúrico devem ser fabricadas e vendidas diariamente para maximizar o lucro? L ! R C L ! 100x  « 0.Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. Se o custo de produção total diário em dólares para x unidades for: C(x) ! 100. 0050x ! 50   x ! 0. 0050x  50 ! 0   0.000  50x  0. e o nível de produção q para o qual P(q) é máxima. no máximo. 0025x2  50x  100.000 unidades.

C m (q) ! C(q) q Função do Custo Médio 1 C m (q) ! q 2  4q  200 z q 8 1 2 q 4 q 200  C m (q) ! 8  q q q 1 200 C m (q) ! q  4  8 q ¨ 200 ¸ 1 1 200 C m '(q) !  0  ©  2 ¹   C m'(q) !  2 8 8 q ª q º C m '(q) ! 0 1 200  !0 8 q2 200 1 !   q 2 ! 1600 2 q 8 q ! 1600   q ! 40 Produção para o custo mínimo Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I .49  q 1 P(q) ! 49q  q 2  q 2  4q  200 R(q) ! 49q  q 2 8 9 2 1 C(q) ! q 2  4q  200 P(q) !  q  45q  200 8 8 b) Determine a função custo médio e o nível de produção para o qual ela passa a ser mínimo.

101 03) O custo total de fabricação de x unidades de um produto é dada por C.Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág.

Quantas unidades deverão ser fabricadas para que o custo médio seja menor possível. Solução: Custo médio = ! custo total .x ! (3x 2  5x  192) reais. número de unidades fabricadas 3 x 2  5 x  192 3 x 2 5 x 192 192     ! 3x  5  x x x x x 192 192 192 '.

x ! 3  2   '.

x ! 0   0 ! 3  2   2 ! 3 x x x 192 3 x 2 ! 192   x 2 !   x 2 ! 64   x ! s 64   x ! s 8 3 ) ( ) & ' .

Se o preço de venda está R$ 3. Q uantos dias devem o fazendeiro aguardar para que seu lucro seja máximo? Solução: R . Gastam-se R$ 2. Cada porco aumenta de peso na proporção de 2.5 Kg por dia.03 por dia.00 por dia para manter um porco.00 por kg e cai R$ 0. pesando 150 Kg cada um.x +++++++ --------8 04) Um fazendeiro tem 80 porcos.

x ! (150  2. 03x) e C(x) ! 2x L .5x) ™ (3  0.

x ! R .

x  C.

x L .

5x) ™ (3  0. 03x)  2x L'.x ! (150  2.

5x)  2 L'. 03 ™ (150  2.5x ™ (3  0.x ! 2. 03x)  0.

x ! 7.5  0. 075x  4.5  0. 075x  2 L'.

5  6.5   0.x ! 0.15x  7.15x  1   L'.

15x ! 1   x ! x = 7 dias Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I ( +++++++ +8 x " 0 então x ! 8 192 Cm ' .15x  1   0.x ! 0 0 ! 0.

x ! 3  2 x  .

384 x 384 Cm". 192 2. x .

x !   ! 2 4 x x3 .

x 2 384 384 Cm .

8 ! ! "0 .

3.(8) 2  5.(8)  192 192  40  192 424 Cm .8 3 512 x ! 8 é um ponto de mínimo.

00 e CT ! R$ 424. 67 como o valor de x re erese a dia temos.00 8 8 8 Cm ! R$53. 0. 00 1   x ! 6.15 .8 !   ! ! 53.

00 por unidade. Se o custo total d e produção (em reais) para x unidades for C(x) = 500.000  80 ™ x  0.003.x 2 e se a capacidade de produção da firma for de.000 + 80. quantas unidades de penicilina devem ser fabricas e vendidas naquele tempo para maximizar o lucro. no máximo de 30.x + 0.000 unidades em um tempo especificado. 003 x 2 e R .Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. Solução: C (x) ! 500.102 05) Uma forma líquida de penicilina fabricada por uma firma farmacêutica é vendida a granel a um preço de R$ 200.

x ! 200 ™ x L .

x ! R .

x  C.

x L .

000  80 ™ x  0.x ! 200 ™ x  (500. 003 ™ x 2 )   L .

000 80 ™ x 0. 003 ™ x 2 L . x  500.x ! 200.

003 ™ x 2  120 ™ x  500.000 Ld ! 0. 006 x  120   L d ! 0   0 ! 0. 006 x  120   0.x ! 0. 006 x ! 120   .

x .

Qual maximizar x! L . 006 x ! 20.x 120   20.000 0.000   ponto crítico.

000  0. 003 ™(20.000 ! 200 ™ 20.000  80 ™ 20.000  (500.000) 2   L .20.

000 ! 700.20.000 valor máximo L .

000 L .0 ! 500.

000  0.000  80 ™30.30.000  (500. 003 ™(30.000 ! 200 ™ 30.000) 2  L .

sendo a.000 ! 400. b. por unidade.30. Quantas unidades devem ser produzidas e vendidas para que seja máximo o lucro da operação? Solução: C (x) ! a  bx e R . d constantes positivas. c.000 06) O custo de produção de x unidades de uma certa mercadoria é a + bx e o preço de venda é c dx.

x ! c  dx L.

x ! R .

x  C.

x L.

x ! (c  dx)x  (a + bx) L.

x ! cx  dx 2  a  bx L.

Produz determinado produto e vende -o a um preço de R$ 13. Suponha que toda a produção seja absorvida pelo mercado consumidor.00.x ! dx 2  cx  bx  a  !  dx 2  cx  bx  a    dx 2  (c  b)x  a dl dl !  2dx  (c  b)   ! 0   0 ! 2dx  (c  b)   (c  b) =2dx. que quantidade deverá ser produzida para ser obter o lucro máximo? Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I . Estima-se que o custo total c para produzir e vender q unidades é dado por C(q) ! q 3  3q 2  4q  2 . Ltda. isolando o va lor de x obtemos dx dx (c  b) x= 2d 07) A Cia.

103 Solução: R ! 13q e C ! q 3  3q 2  4q  2 L ! R C L ! 13q  (q 3  3q 2  4q  2) L ! 13q  q 3  3q 2  4q  2 dl dl ! 13  3q 2  6q  4   ! 3q 2  6q dx dx 3q 2  6q 9 = 0 2 9  dl !0 dx ( ! .Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág.

( 3).9   ( ! 36  108   ( ! 144 x!  .6  4.

Qual é o lucro máximo? (b) Para que nível de produção o custo médio unitário A(q) = C(q)/q é mínimo? Qual é este custo? (c) Para que nível de produção o custo médio é igual ao custo marginal C'(q)? Solução: C(q) ! 0.4q 2  3q  40 e p(q) ! 0.2(45  0.2(45  0.0.(3)  x! 6 s 12 6 ! xd 6 !1 6 18 d ! !3 xd 6 08) Um fabricante estima que quando q unidades de uma certa mercadoria são produzidas por mês.4 ™ 10 + 3 +   A(q) = 4 + 3 + 4   A(q) = R$: 11.4 40 A(q) = 0. o custo total é C(q) = 0.  q  6 ! 0 onde q = 6 C(q) = 0.6 s 144 2.2(45 .4q 2  3q  40 P(q) ! 0.4q 2 + 3q + 40   b) A(q) = separando em fraçôes de mesmo denominador obtemos q q A(q) = 0.5q) a) R(q) ! q ™ p(q) R(q) ! q ™ ?0. temos.4  2   A'(q) = 0   0 = 0. (a) Determine o nível de produção para o qual o lucro é máximo.5q) A   R(q) ! 9q  0.4q 2 + 3q + 40 C(q) 0. 1q 2  0.5 ™ 2q  6   P'(q) ! q  6.1q 2 )  (0.00 por unidade 10 Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I .1q 2 P(q) ! R(q)  C(q) P(q) ! (9q  0.5q) reais a unidade.5q 2  6q  40   P'(q) ! 0.4  2 ( q q q 40 = q 2   q 2 ! 100   q ! 100   q ! 10 0.4q² + 3q + 40 reais e que as q unidades podem ser vendidas por um preço p(q) = 0.4q 2 + 3q + 40)   P(q) ! 9q  0. como P'(q) ! 0.4q + 3 + 40 40 40 derivando temos A' q) = 0.

000 fitas por mês.8q  0.4q !   0. As fitas vêm sendo vendidas a R$ 5. Nos grupos maiores.8q ! 0. cada pessoa paga R$ 60.4q 2  3q  40 derivando obtemos C'(q) ! 0.4q 2 ! 40   q 2 ! q q q 0.00 de aumento no preço.00 a unidade.4q  3  0.50 a unidade 10) Uma empresa de turismo aluga onibus com capacidade para 50 pessoas a grupos de 35 pessoas ou mais.104 C(q) ! 0.4 q ! 100   q ! 10 unidades 09) Um fabricante produz uma fita de vídeo virgem a um custo de R$ 2. Solução: Receita da empresa ! (número de pessoas no grupo) ™ (preço por pessoa) Número de pessoas no grupo ! 35  x e o Preço por pessoa é ! 60  x R (x) ! (35  x) ™ (60  x) Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I .8q  3 ! 0. temos: dx dx dx 0 17 ! 2x  17   0 ! 2x  17   2x ! 17   x ! 0 ! 400 ™ ? 2x  17A   400 2 x ! 8.4q  3  c) C'(q) ! CM(q) 0.00 a unidade. Determine o tamanho do grupo para o qual a receita da empresa é máxima. por esse preço. são vendidas 4.4q  40 q 40 q 40 40 40 40   0. menos 400 fitas serão vendidas por mês.Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. O fabricante pretende aumentar o preço da fita e calcula que para cada R$ 1.00.8q  3 e CM(q) ! 0.5 R: R$ 8. Qual deve ser o preço de venda das fitas para que o lucro do fabricante seja máximo? Solução: Lucro = (número de fitas vendidas)™ (Lucro por fita) Número de fitas vendidas = 4000  400(x  5) 400 ™ ?10  (x  5)A 400 ™ ?10  x  5A 400 ™ ?15  x A Lucro por fita = (x  2) Lucro = 400 ™ (15  x) ™ (x  2) derivando a função lucro obtemos dL dL ! 400 ™  1™ (x  2) + 400 ™ 1™ (15  x)   ! 400™ ? ™ (x  2) + (15 x)A dx dx dL dL dL ! 400 ™ ? x  2 + 15  xA  ! 400™ ? 2x  17A como ! 0. Quando um grupo contem exatamente 35 pessoas pessoas.00 para cada pessoa que exceder 35. o preço por pessoa é reduzido de R$ 1.4 ™ q !   0.

000 CT'(x) = 0. 75   34. o custo de armazenamento é 96 centavos por pneu por ano e cada pneu custa R$ 5. como estamos trabalhan do com número de pessoas podemos ter 2 x ! 12 ou x ! 13 para formar os grupos. 48 .Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág.000 CTr = (custo por remessa) ™ (número de remesas)   CTr = 20 ™ © ¹  x ª x º CAr = (número médio de pneus armazenados) ™ (custo de armazenamento por pneu)   CAr = CM A = (número total de pneus) ™ (preço de um pneu)   CM A = 6000 ™ 5.105 R (x) ! (35  x) ™ (60  x) derivando obtemos R'(x) ! 1 ™ (60  x)  (35  x) ™ 1 R'(x) ! 60  x  35  x   R'(x) ! 2x  25. Quantos pneus o fabricante de bicicletas deve encomendar de cada vez pra minimizar o custo? Solução: CT(x) = Custo de transporte. 48 CT(x) = 0. 48 ™ x 2 R: deve encomendar lotes de 500.500 CT(x) = CAr CTr CM A 120. CAr = Custo de Armazenamento. como R' (x) ! 0. Suponha que a demanda de pneus se mantenha constante durante todo o ano e cada remessa seja entregue no momento em que o estoque se esgotou.000   x ! s500.500 x 120. como CT'(x) = 0 obtemos: 0 = 0. 48    = 0.00) 11) Um fabricante de bicicletas compra 6000 pneus por ano de um distribuidor.96   0. como queremos mini mizar o custo pelo teste da 1ª derivada o valor é 500 x ™ 0. 48 ™ x x 2 ! 250.75.5. com x ! 12 temos um total de 12  35 ! 47 com x ! 13 temos um total de 13  35 ! 48 Usando a função receita para verificar qual número de pessoas vão servir para montar os grupos.000 120. o número de pessoas que usam uma nova linha de metrô é dada pela equação N(x) = 6x3 500x 8. CTr = Custo de transporte da remessa e CM A = Custo de médio de armazenamento ¨ 6000 ¸ 120. R: 47 ou 48 pessoas (R$ 2256. A taxa de transporte é R$ 20. então: 0 ! 2x  25   2x ! 25   x ! 25   x ! 12. 48   = x2   2 2 2 x x x 0.000  34.000: Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I .00 por encomenda. 12) Após x semanas.000 120. R (x) ! (35  x) ™ (60  x) x ! 12 R (12) ! (35  12) ™ (60 12) R (12) ! 47 ™ 48 R (12) ! 2256 x ! 13 R (13) ! (35  13) ™ (60 13) R (13) ! 48 ™ 47 R(13) ! 2256 Desta forma concluimos que os valores 47 e 48 satisfazem as condições do problema.000 120.000   x ! s 250.

14) O número de membros de uma associação de consumidores. 04 verificar se esse é o valor máximo de R . ° o número de passageiros estava aumentando à razão de 1. R '' ! 0. 4 0. 02 x 2   R ! 160  0. em 1978. 04 e como R ''(10) 0 . x anos após sua fundação. 4  0. 02 x 2   R' ! 0. A receita obtida com a venda de batatas no dia x é: R ! (80  x )(2  0. um fazendeiro tem 80 kg de batata no campo e calcula que a produção será aumentada à razão de 1 kg ao dia. vamos calcular a segunda derivada para 0. Nesse caso. R: ¯ b) mana. 02x 2 O objetivo é determinar o máximo de lucro para R . Agora.000 N(7) ! 6(7)3 + 500 ™ 7 + 8.00 no primeiro dia do ano. Em que dia o fazendeiro deve colher as batatas para maximizar a receito? Solução: Seja x o número de dias que se seguem a 1º de janeiro. é f ( x) ! 100(2 x 3  45x 2  264x ) . ou seja.558 N(8)  N(7) = 15. 4   x ! ! 10 .072 a) ® o número de passageiros estava diminuindo à razão de 1.106 (a) Qual era a taxa de variação do número de passageiros após 8 semanas? (b) Qual foi a variação do número de passageiros durante a oitava semana? Solução: a) N(x) ! 6x 3 + 500x + 8.000 N'(x) ! 18x 2 + 500 N'(8) ! 18(8)2 + 500   18 ™ 64 +500   1152 + 500   1652 N'(8) ! 1652 b) N(x) ! 6x 3 + 500x + 8. o preço das batatas é dado por 2  0. mas. entre 1972 e 1992. 04x ! 0   0. o fazendeiro deve colher as batatas dez dias após 1º de janeiro. 04x . 02 x )   R ! 160  1. entre 1978 e 1992.558   N(8)  N(7) = 1514 N(8) ! 6(8)3 + 500 ™ 5 + 8. 4  0. a) Em que ano. Calculando a derivada temos: R ! 160  0. No dia 1º de janeiro.072  13. 04x ! 0.652 passageiros por semana. no dia 11 de janeiro. 4 x  0. que se anula para: 0. a associação teve o maior número de membros? Qual foi esse número? b) Em que ano. 02x e o número de quilos de batata dado por 80  x . x ! 10 corresponde realmente a um máximo de R .000 N(8) ! 15.Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág.514 passageiros por se 13) Um fazendeiro consegue vender um quilo de batata por R$ 2. 6 x  2 x  0.000 N(7) ! 13. a associação teve o menor número de membros? Qual foi esse número? Solução: Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I . o preço cai à razão de dois centavos por quilo ao dia. depois disso. 4x  0.

400 f (11) ! 100(2(11) 3  45(11) 2  265(11)) ! 100(2. Assim.107 Definindo o intervalo como sendo x ! 0 para o ano de 1978 e x ! 14 para o ano de1992 . encontrando os seus pontos críticos.44 5  2. O primeiro valor corresponde a um mínimo absoluto e o segundo valor corresponde ao máximo relativo.820  3.Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág.056) !1 00 v 464 ! 46. Agora.488  8.100 f (14) ! 100(2(14) 3  45(14) 2  264(14)) !1 00(5.710) !100 v378 ! 37. calculemos a derivada da função f ( x ) ! 100(2 x 3  45x 2  264x ) .800 Agora podemos concluir que: a) Em 1982 .662 5. podemos reescrever f '( x ) da seguinte orma: f '( x ) ! 600( x  4)( x  11).904) ! 100 v132 ! 12. Podemos notar que x ! 4 e x ! 11 são os pontos críticos de f '( x) sendo ambos os valores pertencem ao intervalo. f '( x ) ! 100(6 x 2  90 x  264) e tirando 6 em evidência temos f '( x ) ! 600( x 2  15 x  44). Calculando os pontos de f ( x) temos: f (0) ! 100(2(0) 3  45(0) 2  264(0)) ! 0 f (4) ! 100(2(4) 3  45(4) 2  264(4)) !100(128 720 1.

x ! 4 . b) Em 1998 .4000 membros. 46.

100 membros. o que signi ica que a biomassa começa a diminuir. Questões Resolvidas de Otimização em Ciências Naturais 01) Os experimentos mostram que a biomassa Q(t) de uma espécie de peixe em uma certa região do oceano varia de acordo com a equação dQ ¨ Q¸ ! rQ ™ ©1  ¹ Onde r é a taxa natural de expansão da dt ª aº espécie e a é uma constante. Com que velocidade a base da escada está se a astando da parede quando o alto se encontra a 3 m do chão? Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I .x ! 11 . O alto da escada está escorregando para baixo ao longo da parede com uma velocidade de 3 m/s. Determine a taxa de expansão percentual da espécie. 12. O que acontece quando Q (t) Solução: ¨ Q¸ 100 ™ r ™ Q ™ ©1  ¹  dQ ¨ Q ¸ 100Q'(t) ª a º   100Q'(t) ! 100r ™ ¨1  Q ¸ ! rQ ™ ©1  ¹   ! © ¹ dt Q(t) Q Q(t)  ª aº ª aº a taxa se torna negativa. a? 02) Uma escada de 5 m de comprimento está apoiada em uma parede.

a ™ r 2 V'(r) = 2arr0  2ar 2 . 3 04) Um estudo ambiental realizado em um certo município revela que a concentração média de monóxido de carbono no ar é dado pela equação C(p) ! 0. o raio da traquéia diminui.1t 2 milhares de habitantes. Se r 0 é o raio normal da traquéia. afetando a velocidade do ar na traquéia.1 Solução: 0. x!4 03) Quando uma pessoa tosse. onde a é uma constante positiva. Determine o raio r para o qual a velocidade do ar é máxima. a relação entre a velocidade v do ar e o raio r da traquéia é dada por uma função da forma v(r) = ar²(r 0 . derivando a equacão e x 2  (3) 2 ! (5) 2 x 2 = 25  9 x 2 = 16 x = 16 dy dx dy !  3 2x ™  2y ™ !0 dt dt dt dx  2 ™ 3 ™ (-3) ! 0 2(4) ™ dt dx ! 18 8™ dt dx 18 ! dt 8 dx ! 2.Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. obtemos 0 = ar ™ (2r0  3r)   2r 0 ! 2r0  3r   3r ! 2r0   r ! 0 ar 3 R: r = 2r0 .5p 2 17 partes por milhão. Calcula-se que daqui a t anos a população do município será p(t)= 3.25 m/s. como V'(r) = 0. Solução: V(r) = a ™ r 2 ™ (r0  r)   V'(r) = a ™ 2r ™ (r0  r) + a ™ r 2 ™ ( 1)   V'(r) = a ™ 2r ™ (r0  r) . onde p é população em milhares de habitantes.r). Qual será a taxa de variação da concentração de monóxido de carbono daqui a 3 anos? Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I . 25 m/s dt R: 2.ar 2   V'(r) = 2arr0  3ar 2   V'(r) = ar ™ (2r0  3r).108 Solução: x 2  y 2 ! (5) 2 .

1  0. obtemos: dt dp dt 1. (b) Calcule dS/dM = d² /dM2 e apresente uma interpretação para a derivada segunda. a pressão na aorta durante a sístole.1 ™ (3) 2   p(3) ! 3. o volume de sangue na aorta no instante t durante a sístole (fase de contração).5p 2  17   0.5 ™ (4) 2 17 dc dc dp ! ™ .Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág.1 0. a P(t).5p 0.5p 2  17 1.2 0. Solução: 1 F ! (KM 2  M 3 ) derivando a equação. Solução: Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I . 0 Usando a regra da cadeia para derivar a função composta dc dc dp ! ™ dt dp dt dc ! dt dc ! dt 0. 24   ! 0.1 ™ t 2    dc 2 ™ 0.1 ™ 4 ™ 3 0.1 ™ t   ! 0.2 25     0.2 dc ! 0.1 ™(9) p(3) ! 3.5p 2  17   p(t) ! 3. a) dM 3 dF 1 ! ™ (2K  6M)é a taxa de variação de senbilidade coma quantidade de medicamento b) dM 3 06) Um dos modelos do sistema cardiovascular relaciona V(t).1 ™(3) 2   p(3) ! 3.1  0.1  0.109 C(p) ! 0. 2t     1. 24 milhão por ano.1 ™ p ™ t 0. p(t) ! 3. A derivada S = d /dM pode ser considerada como uma medida da sensibilidade do organismo ao medicamento. 2 ™ t dt dt e como t ! 3 anos substituindo em p(t).1 ™ p(t) 0.5 ™16  17 ™ 0.5p 2  17   1. Encontre uma relação entre as taxas dV/dt e dP/dt.1  0. 3 dF 1 ! ™ (2KM  3M 2 ) derivando pela segunda vez a equação.5p 2  17 dp dp ! 2 ™ 0. 5 dt 05) Um certo modelo biológico sugere que a reação do corpo humano a uma dose de medicamento pode ser representada por uma função da forma 1 ! (KM 2  M 3 ) onde K é uma constante positiva 3 e M a quantidade do medicamento presente no sangue.5p  17 dp  0. através da ¨ 3t² 2t ¸  equação: V(t) = [C 1 + C 2 P(t)] ™ © ¹ onde C 1 e C 2 são constantes positivas e T é a duração T º ª T² (constante) da sístole. (a) Calcule a sensibilidade S.1  0.2 8  17 0.5p !   ! 2 dp 2 ™ 0.9   p(3) ! 4.5p dc 0.1 ™ t 2 p(3) ! 3.

Tucker e K. 0= 08) Em um artigo científico. Solução: Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I . A taxa de variação de R(D) com D é chamada de sensibilidade.Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. Escreva uma expressão para a v taxa de variação da energia com a velocidade do periquito. obtemos. A.110 ¨ 3t 2 2t 3 ¸ V(t) = [C1 + C 2 ™ P(t)] ™ © 2  3 ¹e etuando a multiplicaç ão temos: T º ªT ¨ 3t 2 2t 3 ¸ ¨ 3t 2 2t 3 V(t) = C1 ™ © 2  3 ¹ + C 2 ™ P(t) ™ © 2  3 T º T ªT ªT ¸ ¹ derivando a equação. Solução: ¨C D¸ R(D) = D 2 ™ ©  ¹ derivando a equação. V. º ¨ 6t ™ T 2 6t 2 ™ T 3 ¸ ¨ 6t ™ T 2 6t 2 ™ T 3 ¸ dv + C 2 ™ P(t) ™ © 2 2  ! C1 ™ © 2 2  ¹ ¹ dt (T 3 ) 2 º (T 3 ) 2 º ª (T ) ª (T ) ¨ 6t 6t 2 dv ! C1 ™ © 2  3 dt T ªT ¸ ¨ 6t 6t 2 ¸ + C 2 ™ P(t) ™ © 2  3 ¹ ¹ T º º ªT ¨ 6t 6t 2 ¸ dv ! [C1 + C 2 ™ P(t)] ™ © 2  3 ¹ dt T º ªT ¨ 3t 2 2t 3 ¸  V(t) = [C1 + C 2 ™ P(t)] ™ © 2  3 ¹derivando a equação. dt dt ª T T º ¨ 6t 6t 2 ¸ dv dp ¨ 3t 2 2t 3 ¸ ! [C1 + C 2 ™ P(t)] ™ © 2  3 ¹  C 2 ™ ™ © 2  3 ¹ dt T º dt ª T T º ªT 07) A reação do organismo à administração de um medicamento é frequentemente representada por ¨C D¸ uma equação da forma R(D) = D 2 ™ ©  ¹ onde D é a dose e C (uma constante) é a dose máxima 3º ª2 que pode ser administrada. 3º ª2 2DC 2D 2 D 2 ¨C D¸ ¨ 1¸     R'(D) = 0 R'(D) = 2D ™ ©  ¹  D 2 ™ ©  ¹   R'(D) = 3º 2 3 3 ª2 ª 3º 2DC 3D 2    0 ! DC  D 2   D 2 ! DC   D ! C 2 3 R: A sensibilidade é máxima para D = C.074(v ± 35)² + 32] onde v é a velocidade do pássaro em km/h. Schmidt-Koenig mostraram que o consumo de energia de uma espécie de periquito australiano (o Budgerigar) é dado pela expressão E = 1 [0. Determine o valor de D para o qual a sensibilidade é máxima. T º ªT dp dp ¨ 3t 2 2t 3 ¸ ! C 2 ™ ™ © 2  3 ¹ somando  com .

074 ™ v2  122. v2 0. 43 ! v 2   v ! 1657. C. 43 0.074 ™ (v  70v  1225)  32] [0.65 E' ! v2 E! 09) De acordo com os resultados de Tucker e Schmidt-Koenig.074 ™ (v  35)²  32]  ™ [0.074 ™ v 2  122.65  32 0.Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág.148™ (v  35)]  E' !  .074(v  35)²  32] derivando a equação. 2p v 2 é o peso do pássaro. v 1 1 E' !  2 ™ [0.074 ™ v 2  122. p é a densidade do ar e Solução: e A são constantes positivas associadas à forma e ao tamanho do pássaro.074 ™ v2  70v  90. v2 v 0. J. como E' ! 0.148 ™ v  5.65   122.65 E' ! .074(v .074 ™v 2 v2 122.18  E' ! .18™ v E' ! .65 0!   0 ! 0. Qual é a velocidade v para a qual a potência é mínima? Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I .074™ 2™ (v  35)] v v 2 [0.18 ™ v  90.35)2 + 32] onde v é a velocidade do v pássaro em km/h. Qual é a velocidade para a qual o consumo de energia é mínimo? Solução: Como já efetuamos a derivada da equação na questão anterior passamos a usar a mesma. o consumo de energia de uma espécie de periquito é dado pela expressão E(v) = 1 [0. 0.65  32  0.074 v ! 40. simplificando e reduzindo a fatores comuns. fazendo a multiplicação temos. v2 v 0. Pennycuick apresentou provas experimentais de que a potência P necessária para que um pássaro se mantenha voando é dada pela expressão V! ² 1 + pAv onde v é a velocidade do pássaro em relação ao ar.65 ! 0.074 ™ v 2  122.65 ! v 2   1657.148™ v2  5. tirando mmc obtemos.71 km/h 10) Em um artigo publicado em 1969.074 ™ v2  5.111 1 ™ [0. v2 0.

2 2 2 2 dv (2 v) 2 dv 4 v 2 dV  w² ™ 2 ! dv  2( 4  2( 4 2 3 2 2 2 2 2 ² v 2 ) ™ ( A3v 2 ) dV   ! 0. v2 2 v 2 2 v f '(v) ! 2Av  2 2   f '(v) ! 2Av  4   f '(v) ! 2Av  3   f '(v) ! 0 (v ) v v 2 2 ! v4   ! (256) 4   4. De acordo com um modelo. 42T 2  68T  746 para 20 e T e 30.Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. Solução: Sendo a função P(T) ! 1. 42T 2  68T  746 para 20 e T e 30 onde T é a temperatura em graus Celsius. Observa- se experimentalmente que o arraste é mínimo para v = 256km/h.112 V! 1  pAv . a força de arraste é dada por uma expressão da forma F(v) = Av² + v² onde A e são constantes positivas. Determine a temperatura em que o número de bichos da maçã sobreviventes é máxima e a temperatura em que o número de bichos da maçã sobrevivente será mínimo. Solução: f(v) ! A ™ v 2  derivando a equação. 2p v 2 dV  w² ™ 2 1 dV  w² ™ 2 1 !  A3v 2   !  A3v 2 azendo o mmc temos. 296 12) A percentagem de bichos da maçã que sobrevivem ao estado de pupa (Estado intermediário entre a larva e a imago. ou seja. vamos calcular a derivada Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I . a força de frenagem exercida pelo ar sobre a aeronave. derivando a equação obtemos.294. logo 2 2 v dv 0!  w² ™ 2 2 2 v 2 ) ™ ( A3v 2 ) 2 2 v A3v 4 0 !  w² ™ 2 w² ™ 2 3 2 3 2 !2 A3v 4 w² w²  v! 4 2 2 3 AS 3 AS Av 4 ! w²   v 4 ! 11) Um parâmetro importante para o projeto de aeronaves é o chamado "fator de arraste".294. Use essa informação para calcular a razão /A. nos insetos holometabólicos) é dada pela expressão P(T) ! 1.296 0 ! 2Av  3   3 ! 2Av   3 ! Av   v v v A A R: A ! 4.967.967.

94) 746 P(23. quais são as chances de ser eleito? Solução: Sendo a função S(x) ! S'(x) ! 1 (  x 3  6 x 2  63 x  1080) para 0 e x e 12 calculemos a derivada 29 1 ( 3 x 2  12 x  63) e tirando  3 em evidência temos 29 3 2 S'(x) ! ( x  4 x  21) 29 3 S'(x) ! ( x  7)( x  3) ! 0 logo.84T  68 . Agora. x ! 7 e x ! 3 29 Como x ! 3 não está no intervalo.84T  68 ! 0    2. 42(23. ele deverá anunciar a candidatura em abril para ter o máximo possível de popularidade no dia da eleição. calculando S(7) para vermos se ele será eleito e nessas condições o candidato provavelmente será eleito. A pesquisa mostra que a porcentagem de adultos sintonizados na estação x horas após as 17 h é 1 f ( x ) ! ( 2 x 3  27 x 2  108 x  240) .94 e esse valor está no intervalo 20 e T e 30 2. S(7) ! 1 1 1 ( (7) 3  6(7) 2  63(7) 1080)   S(7) ! ( 343 294 441 1080 )   (1472)   50. igualamos a derivada a zero para obter os números críticos de primeira ordem: P'(T) ! 2. Em seguida.94) ! 1. 42(30) 2  68(30)  746 P(30) ! 1278  2040  746   16 Logo podemos concluir que o número de sobreviventes é máximo para 23.84T !  68 68 ! 23. 8 Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I . o único ponto crítico é x ! 7 . 13) Uma pesquisa de opinião revela que x meses após anunciar sua candidatura. Como a popularidade do candidato será máxima 7 meses após a candidatura ser anunciada. 76 29 29 29 14) Uma estação de rádio faz o levantamento dos hábitos dos ouvintes entre 17 h e meia-noite. certo político terá o apoio de S(x) ! 1 (  x3  6 x 2  63 x  1080) para 0 e x e 12 eleitores.835512 1627.84 Calculando agora P(T) para os pontos encontrados temos T! P(20) ! 1.84T  68 2.94) ! 813.113 P'(T) ! 2. 42(20) 2  68(20)  746 P(20) ! 568 1360  746 ! 46 P(23.94ºC e mínimo para 30ºC. Se a eleição estiver marcada 29 para novembro.92 746  68. qual o melhor mês para anunciar a candidatura? Se o político necessita de pelo menos 50% dos votos para vencer. 084488  68 P(30) ! 1.94) 2  68(23.Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág.

temos 8 6 f '( x ) !  ( x 2  9 x  18) agora simpli icando 6 e 8 por 2. ou seja.125 a) 0 h após as 17 h. entre 17 h e meia-noite.114 a) Em que instante.Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. às 20 h. O primeiro valor corresponde a um mínimo absoluto e o segundo valor corresponde ao máximo relativo. 0 3 6 7 f ( x) 30 13. ou seja. sendo assim.125%. A percentagem de ouvintes nesse momento é de 13. A porcentagem de ouvintes nesse momento é de 30%. entre 17 h e meia-noite.125 16. como nos mostra a tabela abaixo.5 15. às 17 h. existem mais ouvintes sintonizados na estação? Qual é a percentagem de ouvintes nesse momento? b) Em que instante. segue-se 8 3 f '( x ) !  ( x 2  9 x  18) e encontrando os seus pontos críticos. onde concluimos 4 Podemos notar que x ! 3 e x ! 6 são os pontos críticos de f '( x) sendo ambos os valores pertencem ao intervalo. x Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I . concluimos 4 3 f '( x ) ! ( x  3)( x  6)   f '( x) ! 0. 8 1 f '( x ) ! ( 6 x 2  54 x  108) e tirando  6 em evidência. calculemos a derivada da função 1 f ( x ) ! ( 2 x 3  27 x 2  108 x  240) . e a função possui como intervalo x ! 0 às 17 h e x ! 7 à meia-noite. existem menos ouvintes sintonizados na estação? Qual é a percentagem de ouvintes nesse momento? Solução: O problema trata diretamente de máximo e mínimo respectivamente. b) 3 h após as 17h.

com tampa. de forma que a área da secção transversal seja máxima?. uma margem de 2 cm nas partes superiores e inferiores e uma margem de 1. conforme mostra a figura. qual o comprimento mínimo que a cerca deve ter. R: x = 125 m 05) Um canal de drengem deve ser feito de tal forma que a secção transversal é um trapézio com os lados igualmente inclínados. todos tiverem um comprimento de 5m. Se os lados e a base. 3 2 04) Um fazendeiro tem 500 metros de uma cerca para envolver um terreno retangular. R: 4 3A 03) Um fabricante precisa produzir caixas de papelão. se o volume do funil e V (constante). tendo na base um retângulo com comprimento igual ao triplo da largura. Calcule as dimensões que permitem a máxima economia de papelão para produzir caixas de volume V (dado)? 3 R: 3 6V 3 6V . 6V. como escolher o ângulo R: = (0 e e ) .115 Questões Propostas de Otimização em Geometria 01) Um funil cônico tem raio r e altura h. 2 3 06) Uma pagina para impressão deve conter 300 cm2 de área impressa. Um celeiro será usado como parte de um lado do campo. calcular a razão r/h de modo que sua área lateral seja mínima? R: r 1 ! h 2 02) Um fazendeiro precisa construir dois currais lado a lado.5 cm nas laterais.Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. Se cada curral deve ter uma certa área A. Prove que a área do terreno cercado será máxima quando o terreno for um quadrado. com uma cerca comum. Quais são as dimensões da pagina de menor área que preenche essas condições? R: 18 cm e 24 cm Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I .

em função de R ? R: A(R) ! R 2  16  8R b) Qual deve ser o raio do círculo.116 07) Um quadrado de 4 cm de lado é dividido em dois retãngulos. conforme figura ao abaixo. conforme figura ao ao lado.Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. 08) Mostre que. o de área máxima é o triângulo equilatero. que não contém o círculo. coloca -se um circulo. determinar o de área máxima. R: r ! R 6 2R 3 eh ! . 09) Determine as dimensões do cilindro reto de volume máximo que pode ser inscrito numa esfera de raio R. a) Escreva uma expressão que represente a soma das áreas do circulo e do retângulo. Em um dos retângulos. entre todos os triângulos isósceles de igual perimetro. de raio R. 3 3 10) Entre todos os triângulos retângulos de mesma hipotenusa. para que a área pedida no item anterior seja a menor possivel? R: 4 . tangenciando dois de seus lados opostos. Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I .

R: x ! R ou x ! R . são dados os lados não paralelos c e a base menor b. Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I . 4 13) Achar o trapézio isósceles.Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág.117 R: o triângulo é o retângulo isósceles de área S ! a2 . 4 12) Calcular o retãngulo de área máxima. R: o retângulo de área S ! b™h . inscrito em um dado triangulo ABC conforme figura ao abaixo. 4 11) Entre todos os triângulos isósceles. Determine o de área máxima conforme figura ao abaixo. inscrito em um semicirculo dado. conforme figura ao lado. de área máxima. inscritos em um círculo de raio dado. determinar o de área máxima. e tendo o diâmetro como base maior conforme figura ao abaixo. 2 14) Em um trapézio isósceles. R: S ! 3R 2 3 .

Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I .Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág.118 R: x !  b s b 2  8c2 . inscrito em uma esfera de raio R. conforme figura ao abaixo. R: V ! 9 R2h . determinar o cone circunscrito de volume mínimo. conforme figura ao abaixo. 4 16) Achar o cone de revolução de volume máximo. 4 15) Dado um cilindro circular reto.

inscrito em um cone dado. 2 2 Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I .119 R: x ! 4R 2R 2 ey= . 3 3 17) Determinar o cilindro de área lateral máxima. conforme figura ao abaixo.Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. R: x ! R h ey= .

que está mais proximo doa origem do sistema cartesiano. R: P0 (1. l = lado da base do pirâmide.120 18) Entre todos os cilindros inscritos em uma esfera de raio R. 1) 22) Mostre que (2. R: V ! 4 R3 3 . h = Altura da pirâmide. 2) .1) ou ( 1. 23) Em uma pirâmide dada. mais 20) Determine o ponto da curva y 2 ! 4x . 21) Ache o ponto P0 situado sobre a hipérbole de equação x ™ y = 1 .1 2) hipérbole x 2  y2 ! 1 . conforme figura ao abaixo. R: P0 (1. 9 19) Determine o ponto da proximo do ponto (0. que esta mais proximo do ponto (11. conforme figura ao abaixo. Determinar a distância da seção à base de modo que o prisma inscrito tenha volume máximo. V = Volume do prisma. 3 24) Inscrever em uma esfera de raio R ao ao lado. 2R R: x ! . um prisma reto. determinar o de volume máximo. quadrangular regular.1). um tronco de cone tendo a base sõbre um círculo máximo e cuja área lateral seja a maior posível. 2) é o ponto da curva y ! x 3  3x . Com elementos abaixo: a = Lado da base do prisma. 1). conforme figura Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I .1).Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. mais proximo do ponto (2. x = Distãnciada secção ao vértice. R: P0 ( s 5. traça-se uma seção paralela à base e constrói-se.

R 3 ª º $ 48.121 R 2R 2 ou y ! . Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I .20 26) Dado um círculo de raio R. Determinar o que tem menor perímetro. consideram-se todos os triângulos retângulos circunscritos ao mesmo.Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. conforme figura ao abaixo. R: x ! R(1  2) ou y ! R(1  2) . conforme figura ao abaixo. 3 3 25) Um cilíndro circular de raio R é encimado por um cone. a) Mostre que a área total S da superfície é dada por: R: S ! b) Mostre que S é mínimizada quando 2 é: R: cos =   3 2V 2 ¨ ¸  R 2 ™ © cossec  cotg ¹ . As extremidades do cilíndro são abertas R: x ! e o volume total do sólido deve ser uma constante especifiva V.

R: x ! a ™ b 28) Inscrever em uma elipse. Acredita-se que as abelhas de forma a minimizar a área superficial para um dado volume. pode ser mostrado que a área superficial S é dado pela equação Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I . aberto no extremo com um ângulo triédrico no outro extremo. cada célula é um prisma hexagonal regular. conforme figura ao abaixo. OA . R: x ! a b e y! 2 2 29) Mostre que o retângulo de área máxima inscrito núma circunferência de raio r é um quadrado. de semi-eixos a e b. um ponto M. o retângulo de área máxima. tal que o segmento PQ seja visto sob o ângulo máximo. O exame dessas células mostrou que a medida do ângulo do ápice é surpreendentemente consistente. Como deve ser cortado o barbante para que a soma das áreas das figuras seja maior possivel. usando assim uma quantidade mínima de cera na construção. R: x ! y ! r 2 30) Um pedaço de barbante de comprimento L é cortado em duas partes.122 Ö 27) Dado um ângulo AOB sobre um dos lados. são fixados dois pontos P e Q. Achar sobre o outro lado OB . conforme figura ao abaixo. Baseado na geometria da célula.Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. R: l 1 ! ( L 3 el2 ! 3 + 9) ( 9L 3 + 9) 31) Em uma colméia. uma delas sendo dobrado na forma de um triângulo equilatero e a outra na forma de uma circunferência.

123 ¨ 3 3¸ S ! 6sh  s 2cotg  © 3s 2 ¹ cossec . o comprimento dos lados do hexágono. onde s. e h. a) Calcule dS . conforme figura abaixo. d R:  3 ™ cotg dS 3 2 ! s ™ cossec d 2 . a © 2 2 ¹ ª º altura são constantes.Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág.

. R: 6s « h  s 2 ­ Obs: Medidas reais do ângulo diferem do valor calculado em mais do que 2°.cossec 3) } 55r b) Que ângulo deveriam preferir as abelhas? R: cos 1 (1 c) Determine a área superficial mínima da célula (em ternos de s e h).

com fundo quadrado. 3 3 36) Inscrever numa esfera dada um cilindro que tenha a maior superficie lateral possivel. 34) Qual dos cilindros de volume dado tem menor superfície total? R: Aquele cuja altura é igual ao diâmetro da base. onde R é o raio da esfera dada. Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I . deseja-se reservar no canto seperior esquerdo um quadrado de lado x. o raio da base R . R: A altura do cilindro é R 2 . deve ter capacidade para v litros. Em que dimensões deve ser feito o depósito para que em sua fabricação se gaste a menor quantidade possivel de lata? R: A altura deve ser duas vezes menor que o lado da base. de folha de lata. 2R 2 R: A altura do cilindro e . e as medidas desses ângulos raramente 32) Em um painel retangular de comprimento (60 + x) cm e de largura 80 cm. onde R é o raio da esfera dada. Qual o valor de x para que a diferença entre a área do painel e a do quadado seja maior possivel? R: 40 cm 33) Um depósito aberto. 2 » ½ em colméias foram feitas. 35) Inscrever numa esfera dada um cilindro de volume máximo.

39) Vários triângulos isósceles diferentes podem ser desenhados com o vértice na origem.Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. onde R é o raio da esfera dada. a base paralela ao eixo x e acima desse eixo e os vértices da base sobre a curva 14y = 48 . Determine a área do maior destes triângulos R: 64 unidades quadradas.124 37) Inscrever numa esfera dada um cone de volume máximo. 3 38) Qual dos cones circunscritos em torno de uma esfera tem o menor volume? R: Aquele cuja altura é duas vezes maior que o diâmetro da esfera. 4 R: A altura do cone é R .x2. 7 Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I .

(a) Qual foi a taxa de variação do PIB em 1998? (b) Qual foi a taxa de variação percentual do PIB em 1998? a) ® 21 bilhões de dólares por ano R: ¯ b) ° 10% ao ano 07) Numa industria. Qual é a taxa de variação da receita com o nível de produção x quando 3 unidades estão sendo fabricadas? Para esse nível de produção. o custo total é C(q) = 3q² + 5q + 75 reais.125 Questões Propostas de Otimização em Economia 01) Um estudo de eficiência realizado em uma fábrica durante o turno da manhã mostra que um operário que começa a trabalhar às 8h terá produzido. Em que hora da manhã os operários são mais produtivos? R: às 11h. 03) Pretende-se estender um cabo de uma usina de força à margem de um rio com 900 metros de largura até uma fábrica situada do outro lado do rio.Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. custo de montagem é diretamente proporcional ao número de máquinas ultilizadas e o custo de operação é inversamente proporcional ao número de máquinas ultilizadas. (a) Qual será a taxa de variação da população com o tempo daqui a 15 meses? (b) Qual será a variação da população durante o 16° mês? a) ® 50 habitantes por mês R: ¯ b) ° 51 habitantes 06) O produto interno bruto (PIB) de um certo país é dado por N(t) = t² + 5t + 106 bilhões de dólares. 30 00 metros rio abaixo. em média.00 o metro. a receita bruta associada ao produto é dada por R(x) = 0. Quando é que o custo total é mínimo? Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I . O custo de estender um cabo no rio é R$ 5. Para que nível de produção o custo médio M(q) = C(q)/q é mínimo? R: 5 unidades produzidas. Qual é o percurso mais económico para o cabo? R: R$ 14. onde t é o número de anos após 1990. 02) Um fabricante estima que quando q unidades de uma certa mercadoria produzidas. a receita aumenta ou diminui com o aumento da produção? R: a receita aumenta com o aumento da produção.00 o metro e o custo de estender um cabo em terra é R$ 4. 05) Estima-se que daqui a x meses a população de um certo município será: P(x) = x² + 20x + 8000.700 a 1200 m da usina da força. Q(t) = -t3 + 9t 2 + 12t unidades t horas mais tarde.5x² + 3x ± 2 milhares de reais. 04) Um empresário calcula que quando x unidades de um certo produto são fabricadas.

63x  x² x²  63 Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I .08 unidade por hora (Sugestão: O ¨k operação © 2 ª x 09) A produção de certa fábrica é Q = 2x3 + x²y + y3 unidades. quando o custo de montagem for R: Custo total mínimo se o número de máquinas for k2 igual ao custo de operação. Qual é a produção que proporciona a máxima receita? Qual é esta receita? R: Produção máxima 7 unidades. R: diminuir 3. º k1 . de modo que a produção não seja alterada. com o custo de ¸ ¹. 10) Uma fábrica produz x milhares de unidades mensais de um determinado artigo.Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. a mão-de-obra disponível é constituída por 30 homens-horas de trabalho especializado e 20 homenshoras de trabalho não-especializado. ou seja. determinar o número ótimo de unidades mensais que maximiza o lucro? R: 1000 unidades 11) A receita obtida com a produção de x unidades de certa mercadoria é dada por R(x) = milhões de reais. No momento. x). (b) Qual é a taxa de variação da taxa de produção dos operários às 11 h? (c) Use os métodos do cálculo para estimar a variação da taxa de produção dos operários entre 11h e 11h10min. 08) Um estudo de eficiência realizado no turno da manhã de uma certa fábrica revela qu um e operário que chega ao trabalho às 8 h terá produzido Q(t) = -t3 + 6t 2 + 24t unidades t horas mais tarde. onde x é o número de homens-horas de trabalho especializado e y número de homens-horas de trabalho não-especializado. Receita máxima 3. (d) Calcule a variação real da taxa de produção dos operários entre 11h e 11h10min.5 (milhões de reais). R: (a) 33 unidades por hora (b) -6 unidades por hora ao quadrado (c) -1 unidade por hora (d) -1. (a) Calcule a taxa de produção dos operários às 11 h.126 custo total c(x) é dado pela soma do custo de montagem (k1.14 homens-horas a mão-de-obra não-especializada. Use os métodos do cálculo para estimar a variação de mão-deobra não-especializada y necessária para compensar um aumento de 1 homem-hora da mão-de-obra especializada x. Se o custo de produção é dado por C(x) = 2x 3 + 6x 2 + 18x + 60 e o valor obtído na venda é dado por V(x) ! 60x  12x 2 .

R: 5 homens-horas. 17) A demanda de um certo produto é D(p) = -200p + 12. a receita bruta associada ao produto é dada por R(x) = 0.00 para criar os dois bois e continuará gastando R$ 2. (a) Expresse o gasto total dos consumidores com o produto em função de p e desenhe o gráfico associado. Os bois aumentam de peso a uma razão de 1. Até agora ele g astou R$ 380. Quantos dias deverão o fazendeiro aguardar para maximizar seu lucro? R: 67 dias 1 14) A produção diária de uma certa fábrica é Q(L) = 900 L3 unidades. Qual é a taxa de variação da receita com o nível de produção x quando 3 unidades estão sendo fabricadas? Para esse nível de produção.03t unidades.000.00 a receita aumenta com o aumento da produção.5 unidades forem produzidas .00 E(30) ! 180.000) ® R: ¯ b) ° p ! 30. (b) Qual será a taxa de variação da circulação com o tempo daqui a 5 anos? Nessa ocasião a circulação está aumentando ou diminuindo? Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I . onde L é a mão-de-obra utilizada.00por dia para manter um boi. Seu preço de venda.00 18) Estima-se que daqui a t anos. Use os métodos do cálculo para estimar o número de homens-horas adicionais necessários para aumentar de 15 unidades a produção diária.13 16) Um empresário calcula que quando x unidades de um certo produto são fabricadas.127 12) O custo total em reais para fabricar q unidades de um certo produto é C(q) = 3q² + 5q + 10. Qual é a taxa de variação do custo com o tempo após 4 horas de trabalho? R: R$ 10.000. é de R$ 18.2t 2 + 0. a receita aumenta ou diminui com o aumento da produção? R: R$ 6.Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág.R: ( C = R$ 122. estime a variação do custo total se 40.000. 15) O custo para produzir X unidades de um certo produto é C(x) = x²/3 + 4x + 53 reais e o número de unidades produzidas em t horas de trabalho é x(t) = 0. cada um pesando 300 kg.5 kg por dia.5x² + 3x ± 2 milhares de reais.50 13) Um fazendeiro tem 200 bois.00 o quilo. a circulação de um jornal será C(t) = 100t² + 400t + 5000. E(p) ! p(  200p  12. a fábrica utiliza 1000 homens-horas. No momento.000 unidades por mês quando o preço é p reais a unidade. (b) Use os métodos do cálculo para determinar o preço para o qual o gasto total dos consumidores é máximo. Se o nível atual de produção é 40 unidades. medida em homens-horas. (a) Encontre uma expressão para a taxa de variação da circulação com o tempo daqui a t anos. hoje. mas o preço cai 5 centavos por dia.

500 exemplares 19) Um estudo realizado em certa fábrica mostra que os operários do turno da manhã. cada uma das quais é capaz de produzir 30 pranchas por hora.128 (c) Qual será a variação da circulação durante o sexto ano? R: _a) C'(t) = 200t + 400 b) C'(5) = 1400. aproximadamente q(t) = t 2 + 50t unidades são produzidas durante as primeiras t horas de uma jornada de trabalho e o custo total para produzir q unidades é C(q) = 0. 23) Uma fábrica de produtos de plástico recebeu uma encomenda para fabricar 8. (b) Qual a taxa de variação da produtividade dos operários às nove horas? (c) Use os métodos do cálculo para estimar a variação da produtividade dos operários entre 9h e 9h 6 min. em média.663. c) A produção aument de aproximadamente 1. 24 receptores de rádio/h c) 26 receptores de rádio 20) Os registros mostram que x anos depois de 1994. d) A produção aumenta d 1. 22) Em certa fábrica. terão montado em média f(x) = -x + 6x² + 15x receptores de rádio x horas mais tarde. a) a ® 27 unidades/h. que chegam para trabalhar às 8 h.Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág.000 pranchas de isopor. aumentando c) 1. Determine a taxa com que o custo de produção está aumentando duas horas após iniciada a jornada de trabalho. (a) Escreva uma expressão para a o número de receptores por hora que os operários estarão montando x horas depois de começarem a trabalhar. A firma possui 10 máquinas. (a) Qual era a taxa de aumento do imposto predial no início do ano 2000? (b) Qual era a taxa de aumento percentual do imposto predial no início do ano 2000? R: _a) T '(6) = R$ 280/ano b) 17.20 por hora . (d) Calcule a variação real da produtividade dos operários entre 9h e 9h 6min. em unidades por hora.2 unidades/h R: ¯ 2 b) e ° 12 unidades/h . o imposto predial médio que incidia sobre um apartamento de três quartos em um certo município era T(x) = 20x² + 40x + 600 reais. (b) Quantos receptores por hora os operários estarão montando às 9 h? (c) Quantos receptores os operários estarão montando entre 9 h e 10 h? a) R: _ '(x) = -3x 2  12x + 15 b) '(1) = 24 .17 unidades/h. Q(t) = -t3 + 9t 2 + 12t unidades nas t horas seguintes: (a) Calcule a produtividade dos operários às nove horas. R: O custo está aumentando a razão de R$ 1.95 /ano 21) Um estudo de eficiência realizado no turno da manhã de certa fábrica revela que um operário que chega ao trabalho às oito horas produz.1q 2 + 10q + 400 reais. Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I .

28) Em certa fábrica.129 O custo de programar as máquinas para fabricar as pranchas é de R$ 20. Suponha que a função demanda seja linear. a média aumenta para 33.00. Cada vidro de perfume custa R$ 20. 10t 2  t  236 milhares de reais t anos após a Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I .3% ao ano.00 por máquina. 26) Um time de futebol joga em um estádio com capacidade para 55.000 espectadores. (a) Quantos vidros a loja deve encomendar de cada vez para que o custo seja mínimo? (b) Com que frequência a loja deve fazer as encomendas do perfume? R: _a) 200 garrafas b) a cada três meses 25) Quando o preço unitário de um certo produto é p reais. As máquinas são automáticas e necessitam apenas de um supervisor que ganha R$ 15.00 e o custo para manter o perfume em estoque é 40 centavos por vidro por ano. o custo total para fabricar q unidades durante uma jornada diária de trabalho é C(q) = 0. O perfume é consumido com a mesma rapidez durante o ano inteiro e as encomendas são recebidas no instante em que os vidros da encomenda anterior se esgotam. Calcule a taxa de variação do custo total de fabricação com o tempo 1 hora após o início de uma jornada de trabalho. Qual é a taxa de variação da demanda com o tempo se o preço unitário é R$ 5. qual é o preço que maximiza a receita? R: R$ 9.222.80 por hora. Quando o preço é reduzido para R$ 8.50. a média de público é 27.00.00 c) R$ 200.Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. onde x2 + 3px + p2 = 79.00. 27) receita anual bruta de certa empresa é f(t) = fundação da empresa. o custo da encomenda é R$ 10. Estudos anteriores mostram que aproximadamente q(t) = t² + 100t unidades são fabricadas durante as primeiras t horas de uma jornada de trabalho.2714 unidades/mês.00 por ano e b) 10.280.2q² + q + 900 reais. R: R$ 4.00 e está diminuindo à razão de 30 centavos por mês? R: 0.00 24) Uma loja pretende vender 800 vidros de perfume este ano.000 espectadores. em janeiro de 1998.000.00 por hora: (a) Quantas máquinas devem ser usadas para minimizar o custo de produção? (b) Quanto ganhará o supervisor pelo trabalho se o número ideal de máquinas for usado? (c) Qual será o custo para programar as máquinas? R: _a) 10 b) R$ 400. Quando o preço do ingresso é R$ 10. (a) Qual a taxa de aumento da receita anual bruta da empresa em janeiro de 2003? (b) Qual a taxa de aumento percentual da receita anual bruta da empresa em janeiro de 2003? R: a) R$ 2. a demanda é de x centenas de unidades.

4598t2  0.1309 . (d) Calcule a variação real da taxa de aumento dos preços durante a primeira quinzena do sexto mês.4 t 2 + 6.02t² + 0. onde t é medido em anos desde a metade do ano de 1984.00 cada. o preço do produto será p(t) 3 = 0. 33) Um modelo para o índice de preço de alimento (o preço de uma cesta básica) entre 1984 3 1994 é dado pela função I(t) ! 0.130 29) Quando um determinado modelo de liquidificador é vendido a p reais a unidade. Calcula-se que daqui a t meses o preço dos liquidificadores 3 será p(t) = 0.75. são vendidos D(p) = 8000/p liquidificadores po r mês. a R$ 450.33 .00. os consumidores compram D(p) = 40. 30) Um importador de café do Brasil estima que os consumidores locais comprarão D(p) = 4374/p² libras de café por semana quando o preço for p dólares por libra. (a) Qual será a taxa de variação com o tempo do preço unitário daqui a 5 meses? (b) Qual será a taxa de variação da taxa de variação com o tempo do preço unitário daqui a 5 meses? (c) Use os métodos do cálculo para estimar a variação da taxa de aumento dos preços durante a primeira quinzena do sexto mês. 34) Um fabricante vende 1000 aparelhos de televisão por semana. o preço do café brasileiro será p(t) = 0. Qual será a taxa de variação percentual da demanda mensal do produto com o tempo daqui a 4 meses? R: A demanda estará diminuindo de 12 % ao mês. t = 10. 00009045t5  0. R: a) 195. Calcula-se também que daqui a t semanas. c) ±R$ 8.6 libra por semana 31) Quando um certo produto é vendido por p reais a unidade.8 reais por unidade. 32) Calcula-se que daqui a t meses o preço médio unitário dos bens de consumo em um certo setor da economia será P(t) = -t + 7t 2 + 200t + 300 reais. mais caro t } 5.04 t 2 + 15 reais.1t + 6 dólares por libra.00 por mês. 6270t  99. Uma pesquisa de mercado indica que para cada abatimento de R$ 10. oferecido ao comprador. Calcule a taxa de variação da demanda mensal de liquidificadores com o tempo daqui a 25 meses. 06561t3  0. b) ±R$ 16. o número de aparelhos vendidos aumenta em 100 por semana. asssim 0 e t e 10 .000/p unidades do produto por mês. R: Mais barato. A demanda estará aumentando ou diminuindo nessa ocasião? R: A demanda estará de seis liquidificadores por mês. Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I . Estime os períodos nos quais a comida foi mais barata e mais cara durante o período de 1984 ± 1994.00 e -8.Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. 001438t4  0. e I(t) é medido em dólares em 1987 e reduzido em uma escala tal que I(3) ! 100 . Qual será a taxa de variação da demanda semanal de café com o tempo daqui a 10 semanas? A demanda está aumentando ou diminuindo nessa ocasião? R: . Calcula -se que daqui a t meses.

Ele também estima que o custo de manuseio para cada entrega é de R$ 100. a) Encontre a função de demanda supondo que ela é linear.00. enquanto que um estoque pegueno significa adicionar custo à reorganização e entrega.00. a média da freguencia aumenta em 1000 espectadores.50 Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I . Um gerente de um supermercado estima que um total de 800 pacotes de sopa serão vendidos a uma taxa constante durante o próximo ano e o custo de estoque será de R$ 4. 35) Gerentes de lojas querem uma política de estoque ótima. Uma pesguisa de mercado indica que. o número de fregueses que pedem o prato diminui para 42.Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. Qual é a quantidade ótima a ser feita em cada pedido de tal forma a minimizar o custo total? R: 200. cada um consistindo de x pacotes. então ele terá uma medida de 1/2x pacotes em estoque no ano e assim os custos de armazenagem para o ano são 4(1/2x) = 2x dolares. escreva uma expressão para q em função de p. R: q ! 2p  66 b) Que preço o restaurante deve cobrar para maximizar a receita com o prato de lasanha? R: R$ 16. a freguencia média era de 27 mil espectadores. pedem o prato por dia. 36) Um time de beisebol joga em um estádio com uma capacidade para 55 mil espectadores. em média. Cobrando R$ 10.50. c) Se a função custo semanal for de C(x) ! 68.00. Com o preço do bilhete a R$ 12.00.000  150x . 10 b) Qual deve ser o abatimento oferecido a fim de maximar o rendimento? R: R$ 175. Como deve ser estabelecido o preço do bilhete para maximar o rendimento da venda de entradas? R: R$ 11.00. R: p(x) ! 550  x .00 por uma lasanha e 48 pessoas. Se o gerente fizer vários pedidos por ano. para cada real com redução no preço do bilhete. R: p(x) ! 19  x 3000 b) Qual deve ser o preço da entrada para maximizar o rendimento? R: R$ 9. Quando o preço do prato é aumentado para R$ 12.00. como deve ser estabelecido o montante do abatimento a fim de maximar o lucro? R: R$ 100. a freguência média em um jogo é de 11 mil espectadores.131 a) Encontre a função demanda. 37) Uma quadra de esportes tem capacidade para 15 mil espectadores sentados. para armazenar um pacote por ano.50. Excesso de estoque resulta em armazenagem excessiva e custos de estoque. 38) Um restaurante cobra R$ 9.00. a) Suponha que a demanda q seja uma função linear do preço p. Quando o preço das entradas foi reduzido para R$ 8.00 a entrada. a freguencia média subiu para 33 mil espectadores.

Encontre uma expressão para a taxa de variação com o tempo da distância entre os automóveis. Se ao ponto Q se imprime um movimento dado por x(t) ! 4 ™ sen 3t . Que preço o restaurante deve cobrar para maximizar o lucro? R: R$ 18.50. y Todos os instantes no intervalo dado em que a partícula está estacionária. (a) Qual será a taxa de variação da população com o tempo daqui a 9 meses? (b) Qual será a taxa de variação percentual da população com o tempo daqui a 9 meses? ® P'(x) = 2 + 6x1 2 ± R: ¯a) P'(9) = 20 habitantes por mês ± 0. representada por s(t). 3 03) Calcula-se que daqui a x meses a população de certa cidade será P(x) = 2x  4x 2  5000 . como indica na figura abaixo. R: D'(t) = 100 hm/h . enquanto o segundo viaja para o norte com uma velocidade constante de 80 quilômetros por hora.c é forçada a mover-se em uma quia. no instante t que está se movimentando em linha reta. a velocidade de P em qualquer instante t é: R: 6 ™ sen 6t 4  sen 2 3t 02) Dois automóveis deixam um cruzamento ao mesmo tempo. Questões Propostas de Otimização em Ciências Naturais 01) Cada extremidade de uma haste PQ de comprimento 8 u. Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I .39 b) ° 04) A posição de determinada partícula.00. O primeiro viaja para leste com uma velocidade constante de 60 quilômetros por hora.132 c) Suponha que o custo do prato de lasanha para o restaurante seja R$ 4. Determine: y A velocidade e a aceleração da partícula.Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág.

R: ¯a) a(t) = 24t 2 + 6 ± t = 1.5 b) ° 05) Deixa-se cair uma pedra de uma altura de 43 metros.000 bactérias . t ! 3/s ± b) ° H(3) ! 29 m/s 06) A população de uma colônia de bactérias é dada por P(t) = 24t + 10 mil t horas após a t² + 1 introdução de uma toxina. a polarização P de um gás satisfaz à equação P = ¨ 2 ¸ 4 N© ¹ onde N.67 h (40 min).8t H(t) ± R: ¯a) H(t) ! 0. Use os métodos do cálculo para determinar o instante em que a população é máxima e determine qual é a população nesse instante. (a) Escreva uma expressão para a taxa com que a população estará variando daqui a t anos. 18. R: dP 4 2N ! dT 9KT 2 08) Calcula-se que daqui a t anos. R: t = 0.18t + 15 v(t) ± (2) s(t) = t .9t² + 15t + 25 para 0 e t e 6. R: ¯a) a(t) = 2 ± t=1 b) ° ® = 3t 2 .36 v(t) ± (3) s(t) = 2 t 4 + 3t² .9t 2  43   H'(t) ! 9. R: ¯a) a(t) = 6t .18 ± t = 1 ou t = 5 b) ° ® = 8t 3 + 6t .36t + 40 para 0 e t e 3.2 ± (1) s(t) = t² ± 2t + 6 para 0 e t e 2. a população de certo município será P(t) = 20 ± 6/(t + 1) mil pessoas. 07) De acordo com a fórmula de Debye de físico-química. Determine a taxa de variação de P com a temperatura. (b) Qual será a taxa de aumento da população daqui a 1 ano? (c) Qual será o aumento da população durante o segundo ano? (d) Qual será a taxa de aumento da população daqui a 9 anos? (e) Que acontecerá com a taxa de aumento da população ao longo prazo? Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I . (a) Quanto tempo a pedra leva para atingir o solo? (b) Qual é a velocidade no momento do impacto? ® ! 4.Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. 3 ª 3kT º e k são constantes positivas e T é a temperatura do gás.133 v(t) ® = 2t .

acima de um ponto situado a 4. uma corrente de I ampères atravessa o circuito e dissipa uma potência de P watts. o jato de água emitido por uma mangueira chega a uma ¨x¸ altura y = -16(1 + m²) © ¹ . Use a expressão para a velocidade do ar na dada pela equação v(r) ! ar 2 (r0  r) . (b) Determine o raio r para o qual o fluxo é máximo. Supondo que r seja constante. Suponha que v é constante.000 moradores 09) Quando um resistor de R ohms é ligado aos terminais de uma bateria com uma força eletromotriz de E volts e uma resistência interna de r ohms. Se m for variável. R: a) F(r) ! a r 4 (r0  r) b) r ! 4 r0 5 11) Se desprezarmos a resistência do ar. A = r2. (a) Se m for também constante.8 metros da boca da mangueira.mx.134 ® P'(t) = 6 (t + 1) 2 mil moradores por ano a) b) 1. (a) Suponha que a seção reta da traquéia seja circular. com I = E e P = I² ™ R. traquéia durante um acesso de tosse para indicar o fluxo F em função do raio r. (b) Se m for variável.500 moradores por ano R: ¯ c) d) 60 por ano e) A taxa de aumento tenderá a zero ° 1. 10) Os biólogos definem o fluxo F de ar na traquéia através de expressão F = SA. ªvº 2 onde m é a inclinação da mangueira e v é a velocidade com a água deixa a mangueira. qual é o ponto mais alto do edifício que o bombeiro consegue atingir com a água lançada pela mangueira? R: Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I ..Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. determine a inclinação para a qual um bombeiro conseguirá atingir o fogo da maior distância possível. onde S é a velocidade do ar e A é a área da seção reta da traquéia. r+R qual o valor de R para o qual a potência dissipada é máxima? R: A potência dissipada é máxima qundo R = r. (c) Suponha que um bombeiro se encontre a uma distância x = x 0 metros da base de um edifício. determine a distância x para a qual a água atinge a altura máxima.

P(V). (c) Determine a pressão crítica P c = P(V c ) e T c em termos de a. Mostre que V c = 3b. já existente. b. Em que ponto do encanamento deve ser instalado um reservátorio de modo que a metragem de cano a ser ultilizada seja mínima? Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I . (a) Qual a taxa de disseminação da epidemia após 3 semanas? (b) Suponha que as autoridades declarem que uma doença atingiu proporções epidêmicas quando a taxa de disseminação percentual é maior ou igual a 25%. nRTc a 8a ®  2 b) demonstração c) Tc = R: ¯a) P(V) ! Vb V 27nRb ° 13) Uma doença está se espalhando de tal forma que após t semanas. n e R são V² º ª constantes. b) m ! e c) m ! ¯ 32 ™ (1+ m 2 ) 32 ™ x 32 ™ x 0 ° 12) Demonstra-se em físico-química que a pressão P de um gás está relacionada ao volume V e a a ¸ ¨ temperatura T pela equação de van der Waals © P  ¹ (V  b) ! nRT onde a. Escreva a função P(V). 0 e t e 8. a pressão P é uma função apenas do volume. A temperatura crítica T c do gás é a maior temperatura na qual as fases gasosa e líquida podem existir como fases separadas. (b) O volume crítico V c é o volume para o qual P'(V c ) = 0 e P"(V c ) = 0. b. A figura abaixo esquematiza a posição das indústrias. bem como a posição de um encantamento retilinéo l . o número de pessoas infectadas é dado por N(t) = 5. (a) Para T = T c .Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág.135 ® v2 ™ m v2 v2 a) x ! . ° 14) Duas indústrias A e B necessitam de água potável.175  t3 (t  8) . Durante que período de tempo esse critério é satisfeito no caso em questão? a) ® N'(3) = 108 pessoas por ano ± R: ¯ b) A doença não atinge proporção epidêmica no período de 8 semanas para o qual a equação ±é valida. n e R.

Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. Use uma calculadora gráfica para plotar V(T) para 0 e T e 10.136 R: 8 km do encontro da canalização l com a perpendicular que passa por A. é posto sob um ângulo de inclinação canhão. Se a barca tem uma velocidade de 18 km/h e os carros tem uma velocidade média de 50 km/h.1t + 3. onde deverá estar situada a estação das barcas a fim de tornar a viagem a mais rápida possível? R: 84. Seja l o alcance do . 17) Um canhão.6/(t . A densidade da água é máxima quando V(T) é mínimo. Determine a taxa de variação da concentração de monóxido de carbono com o tempo daqui a 2 anos.5 p²  p  58 pares por milhão.56 km da cidade 16) Sabe-se que uma quantidade de água que ocupa um volume de 1 litro a 0°C ocupará V(T) = -6.1) habitantes.6.05 partes por milhão. onde v e g são constantes. 2v 2 ™ sen ™ cos g . Em que temperatura isso acontece? Qual é o volume mínimo? R: V(t) é mínimo para T = 3. Um estudo ambiental revela que a concentração média de monóxido de carbono no ar é c(p) = 0.05t² + 0.4 partes por milhão. Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I . Para que ângulo o alcance é 4 18) Um estudo ambiental realizado em certo município revela que daqui a t anos a concentração de monóxido de carbono no ar será Q(t) = 0. situado no solo. Qual será a variação da concentração de monóxido de carbono nos próximos 6 meses? R: 0. onde p é a população em milhares de habitantes. V(3. para uma cidade que dista 100 km. 19) Estima-se que daqui a t anos a população de um certo município será p(t) = 20 . como mostra a figura abaixo. de uma ilha situada a 40 km de uma costa quase reta.8 v 10-8T3 v 8. 15) Uma agência de turismo está organizando um serviço de barcas.5 v 10 6 T² .4 v 10 5 T + 1 litros quando a temperatura for de T°C.999876. dado por l ! máximo? R: .95.95) = 0. para 0 e T e 30.

Plote a função F(k). 21) Em um artigo clássico.137 R: 0. Heinz mostrou que a concentração y(t) de um remédio administrado por injeção intramuscular é dada por y(t) = c e  at  e  bt ba . (a) Mostre que E(v) possui um e apenas um ponto crítico. 20) Quando um peixe nada rio acima com velocidade v contra uma correnteza constante v w . k k 1 k 1 2. O que se pode dizer a respeito de F(k) para valores muito grandes de k? R: a) E(v) é mínima no ponto v ! vw v ™k e b) F(k) = w .31 partes por milhão por ano. Seja F(k) este número crítico. Esse ponto corresponde a um máximo ou a um mínimo? (b) O número crítico do item (a) depende de k. a energia gasta pelo animal para percorrer uma certa distância é dada por uma função do tipo E(v) = Cv k onde C é uma constante positiva e k v  vw 2 é um número que depende da espécie considerada.Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. E.

dt ª Bº Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I . mas não da temperatura. t u 0.09 anos 24) A população P(t) de muitas espécies de animais e plantas aumenta (ou diminui) a uma taxa dada por dP ¨ P¸ ! A ©1  ¹ P  H onde A.a concentração tende a zero ao longo prazo. Os parâmetros A e E 0 dependem da reação considerada. Sejam k1 e k 2 as velocidades da reação nas temperaturas T1 e T2 . com b prazo"? (b) Faça um gráfico de y(t). e T 2 . T é a temperatura absoluta e R é a constante dos gases perfeitos. para grandes valores de t. T 1 . b e. Escreva uma ¨k expressão para In (k 1 /k 2 ) em função de E 0 . ou seja. R.R: ln © 1 ª k2 ¸ E0 ¹= º R ¨ 1 1¸ ™©  ¹ ª T2 T1 º (l n x  2) x 23) A capacidade aeróbica de um indivíduo de x anos de idade é dada por A(x) = 110 para x u 10. onde t é o número de horas após a injeção e a. B e H são constantes positivas: A é a taxa de crescimento natural. ab ªbº 22) O efeito da temperatura sobre a velocidade de uma reação química é expresso pela equação de Arrhenius K ! A ™ e  E 0 R ™T onde k é a velocidade da reação. Em que idade a capacidade aeróbica é máxima? R: 20. R: a) t ! a: (a) Em que instante a concentração é máxima? O que acontece com a concentração "ao longo 1 ¨a¸ l n © ¹ . c são constantes positivas.

Isto significa que a população tende a desaparecer? ® d2P B ± R: ¯a) 2 ! 0 para P ! 2 ± dt ° b) dP dt 2 2 A« ¨ B¸ » ¬ © P  ¹ ¼ B¬ ª 2º ¼ ­ ½ 0 25) Um certo modelo sugere que a produção de um tipo de glóbulos brancos (granulócitos) pode ser descrita por uma função da forma p(x) ! Ax onde A e B são constantes positivas.5B. para x ! b) ± p''(x) ! (B  x m ) 3 ° m B . p'(x). (a) Calcule a taxa de produção de granulócitos. dP/dt < 0 e portanto a população necessariamente diminui. (b) Mostre que se H AB/4.138 B é a capacidade de sustento e H é a taxa de coleta. (b) Calcule p"(x) e determine todos os valores de x para os quais p´(x) = 0 (a resposta deve ser dada em função de m). o expoente m é B  xm positivo e x é o número de células presentes. ® AB  Ax m (1  m) a) ± p'(x) ! (B  x m ) 2 ± R: ¯ mAx m-1 «  B  Bm  (1  m)x m » ± ­ ½   p''(x) ! 0. (a) Mostre que a taxa de aumento da população é máxima para P(t) = 0. Suponha que a população inicial P 0 = P(0) seja um número positivo.Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. independentemente dos valores das outras constantes.

Faça um gráfico da função H(T).81%.15t . temperatura na qual atinge o valor de 85. Para que valor de t a concentração é máxima? t²  0.9 h. < e: (a) Determine o valor máximo de P(x) para um dado valor de Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I .53T 2 + 25T .209 para 15 e T e 30.x onde (b) Traçe P(x). Traçe a função concentração.m  1 m 1 26) A porcentagem de ovos de bicho da maçã que chocam a uma dada temperatura (em graus Celsius) é dada por H(T) = -0. 27) A concentração de um remédio t horas após ter sido injetado no braço de um paciente é dada por C(t) ! 0. é um parâmetro tal que 0 < .58 ºC. Para que temperatura T (15 e T e 30) a porcentagem de ovos chocados é máxima? Qual é esta porcentagem máxima? R: A porcentagem é máxima a 23. 28) Um atuário calcula a probabilidade de que um indivíduo de certa população morr e com x anos de idade usando a expressão P(x) = ²xe.81 R: A concentração máxima ocorre quando t = 0.

0000679T . Encontre a temperatura na qual a água tem sua densidade máxima. Mostre que F é minimizada quando tg ! .43 e c) o gráfico. Se a corda faz um ângulo força é representada pela equação F ! coeficiente e atrito e 0 e e ™W ™ sen  cos com o plano. a população (em milhares de espécimes) de uma colônia de bactérias será P(t) ! 600 . a energia gasta por unidade de tempo é proporcional a v3. R: A 2 31) Um objeto com peso W é arrastado ao longo de um plano horizontal por uma força agindo ao longo de uma corda atada ao objeto.003t 0. onde A é o número de pessoas suscetíveis. então a grandeza da é uma constante chamada . Acredita-se que os peixes migratórios tentam minimizar a energia total Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I .01t (a) Qual é a população no instante em que a toxina é introduzida (t = 0)? O que acontece com a população (³ao longo prazo")? (b) Em que instante a população é máxima? Qual é a população máxima da colônia? (c) Faça um gráfico de P(t). 06426T  0. 32) Entre 0 °C e 30 °C. R: a) t = 0. Mostre que a taxa de disseminação da doença é máxima quando metade das pessoas suscetíveis está infectada. o número de pessoas infectadas é dado por uma função da forma f(t) = A/(1 + Ce-kt). b) 109. 4e  e 0. onde 2 .Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. 0095043T2  0.87  0.9665 °C. 30) Uma doença contagiosa se dissemina em uma comunidade de tal forma que t semanas após o primeiro surto. o volume V (em centímetros cúbicos) de 1 kg de água a uma temperatura T 3 é aproximadamente dado pela formula V(T) ! 999.139 ¨1¸ R: P © ¹ ! ª º e 29) Um pesquisador estima que t horas após uma toxina ser introduzida. 33) Para um peixe nadando a uma velocidade v em relação à água. R: 3.

Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. a equipe concluiu que a concentração de substância na corrente sanguínea t horas após a injeção é dado pela equação C(t) ! 3t . 37) Uma equipe de médicos está estudando a capacidade do corpo humano de metabolizar um novo medicamento usado para preparar os pacientes para cirurgias cardia cas. Por esta razão. os astronautas limpam os utensílios de cozinha com desinfetante antes de guardá-los. então o tempo requerido para nadar a uma distância L é L / (v  u) e a energia total E requerida para ¨ L ¸ nadar a uma distância é dada por E(v) ! av3 ™ © ¹ . ª vu º a) Determine o valor de v que minimiza E. R: Número mínimo: 4 milhões e Número máximo: 164 milhôes. Em que ponto entre A e B a temperatura será menor? R: x ! 36) Nos ônibus espaciais.140 requerida para nadar uma distância fixa. Se o número de bactérias (em milhões) no depósito de utensílios de cozinha após t « » horas é dado por B(t) ! ­(t  4) 2 ™ (t  14) ½  96t  260 . Suponha que a limpeza tenha sido malfeita e depois de uma redução inicial o número de bactérias volte a aumentar. onde a é uma constante de proporcionalidade. 35) Duas fontes de calor estão posicionadas s metros distantes uma da outra uma fonte de intensidade a em A e uma fonte de intensidade b em B. onde K e C são constantes positivas conhecidas. Injetando doses conhecidas nos voluntários e colhendo amostras de sangue a cada 30 minutos para análise. O remédio será mais eficaz se atingir a concentração máxima no momento de comecar t 4 2 a cirrurgia. R: b) Esboce o gráfico de E. Qual é o comprimento da onda que C L dá a velocidade mínima?R: L = C. A intensidade do calor num ponto P sobre um segmento de reta entre A eB é dada pela fórmula I ! a b . as condições de temperatura são ideais para a proliferação de bactérias. onde x é a distância entre P e  2 x (s  x)2 s ™ a1 3 a1 3  b1 3 A medida em metros. Quantas horas antes da operação o remédio deve ser adminstrado?R: Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I . Se o peixe estiver nadando contra uma corrente u(u v) . determine o número mínimo e máximo de bactérias presentes no depósito durante as primeiras 8 horas. 34) A velocidade de uma onda de comprimento L em água profunda é dada pela formula v!k L C  .

A concentração de oxigênio Ox após um despejo (tomado 1 como nível normal) pode ser modelada pela função Ox ! t2  t  1 . t2 1 a) Em que semana a concentração de oxigênio é mínima? Qual é esta concentração? R: b) Em que semana a concentração de oxigênio é máxima? Qual é esta concentração? R: Questões Propostas de Aplicação da Regra de L¶ Hospital 01) Usando a regra de L¶hospital calcule os limites abaixo: 1) lim ln x x p1 x  1 R: 1 R: g R: 1 3 16) lim e x ™ ln x xpg R: 0 R: 1 R:  R: 1 1 2 2) lim 3) lim x p0 ex xpg x 2 17) lim(x  ) ™ cotg x x pT tg x  x x3 sen x 1  cos x 18) lim xp 0 sen x  x tg x  x ln sen x ln sen 2x 4) lim xp R: 0 19) lim xp 0 5) lim  (sec x  tg x) ¨T ¸ xp © ¹ ª2º R: 0 20) lim e x  e  x  2sen x x p0 x ™ sen x R: 0 6) lim  xp 0 ln x cossec x R: 0 R: 1 21) lim 22) lim x ™ cos x  e-x xp 0 x2 R: g R: 2 7) lim(1  tg x) ™ sec x xp T 4 arc ™ sen 2x xp0 arc ™ sen x x  arc ™ tg x x ™ sen x 1 ¸ ¨1 8) lim ©  ¹  xp 0 ª x sen x º 9) lim  ¨T ¸ xp © ¹ ª2º R: 0 23) lim xp0 R: 0 4tg x 1  sec x R: 4 1 2 24) lim x2 1 x pg arc ™ sen x R: g 10) lim e x  e -x  2 x p0 cos 2 x R: 1 ¸ ¨ x  25) lim © ¹ xp1 x  1 ln xº ª R: 1 Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I . onde v e g são constante e g ™ cos 2 para obter um alcance máximo.141 38) Se um projétil é atirado de O de modo a ating ir um plano inclinado que faz um ãngulo horizontal. a decomposição do lixo consome oxigênio. Calcule com a 2v 2 ™ cos ™ sen(  ) . onde t é o tempo em semanas. 0 e t . seu alcance é dado pela fórmula R ! é o ângulo de elevação. R: 39) Quando lixo orgânico é despejado em um lago.Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág.

Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág.142 ¨ x ¸  11) lim © ¹ 2cos x º xp ª cotg x 2 R: 1 ¨ sec 2 x  2tg x ¸ 26) lim © ¹ 1  cos 4x º xp ª 4 R: 1 2 12) lim (1  cos x)cotg x xp0 R: 0 R: 1 R: g 27) lim .

0 y!0 Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I . o comportamento no infinito (retas assíntotas). as interseções do gráfico com os eixos.(  5) x ! ( ! 21   x3  x 2  5 x ! 0   x. x!0 x ' ! 1. 0) 1 P2 (1. a concavidade. O crescimento ou decrescimento. 79 x '' !  2. 79. 0) P3 (2. a paridade.1. os extremantes. os pontos de descontinuidade. os pontos de inflexão e esboçar o gráfico. 79 P (0.1  x  x p1 1 ¨ x¸ cos© ¹ ª 2 º R: 1 R: 1 R: 1 13) lim x x p 0 e x  cos x 28) lim x tg x xp 0 14) lim xp cos x 2 ¨ ¸ 2 x © ¹ 2º ª 29) lim (1  tg x)sec 2x xp 0 15) lim x sen x xp 0 R: 1 30) lim xpg x ™ ln x x  ln x R: g Questões Resolvidas de Construção de Gráficos 01) Determine o domínio.( x) f (  x) !  x 3  x 2  5 x f ( x) {  f ( x) 3 2 f ® ( x ) ! f ( x )   Par ¯ f ° ( x ) !  f ( x )   Ímpar @ Logo a função não será par e nem ímpar.  Determinar os pontos de descontinuidade D ( f ) ! R . ela é contínua.( x 2  x  5) ! 0 x!0 1 s 21 1 s 4. 79.58  x!   2 2 .  Determinar as interseções do gráfico com os eixos (interseção com x e y) f ( x) ! x3  x 2  5 x f ( x) ! 0 x2  x  5 ! 0 ( ! (1) 2  4. 0) y ! x3  x 2  5x y ! 03  0 2  5. das funções abaixo: 1) f (x) ! x  x  5x  Determinar o domínio D( f ) ! R 3 2  Determinar a paridade f ( x) ! x3  x 2  5 x f ( x) ! ( x)  ( x)  5.

P.B  1 3 5   3 Ponto de Máximo C.143  Determinar o comportamento no infinito x p g x p g x p g lim f ( x ) lim x 3 x p g x p g x p g lim f ( x ) lim x 3 Obs. 8 0 f '' ©  ¹ ! 8 ª 3º x!  Determinar o ponto de Inclinação e Concavidade f ''( x ) ! 6 x  2 f ''( x ) ! 0 6x  2 ! 0 6 x ! 2 2 x! 6 1 x! 3   C. não possui reta assíntota (horizontal.(1)  2 x' !1 f ''(1) ! 8 . vertical e inclinada) f '( x ) ! 3x 2  2 x  5 3x  2 x  5 ! 0 ( ! (2) 2  4.3 6 ±x '' ! 1 °    Crescente  3 Decrescente 5 Crescente 1  Determinar os extremos f ''( x) ! 6 x  2 f '( x ) ! 0 f ''(1) ! 6.3. 67) ! (1.P. 8 " 0 5 x '' !  x ! 1   Ponto de Mínimo 3 f ''( x) ! 6 x  2 ¨ 5¸ ¨ 5¸ f '' ©  ¹ ! 6.©  ¹  2 ª 3º ª 3º 30 ¨ 5¸ f '' ©  ¹ !   2 3 ª 3º ¨ 5¸ f '' ©  ¹ ! 10  2 ª 3º ¨ 5¸ . 67)2  5.(5) ( ! 4  60 ( ! 64 2   f '( x ) ! 0 5 ® x 2 s 64 2 s 8 ±'!  !  ¯ x! 3 2.( 1. 48 3 2 .Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág.: Será utilizada somente a variável com maior expoente: x 3 lim ( g ) 3 ! g lim ( g ) 3 ! g Como: g  Determinar o crescimento e decrescimento g R . 67)3  ( 1. 67) ! 6. 48 Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I f ( x) ! x 3  x 2  5 x f (1.C  traçar o gráfico y 6.

Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. 2 x  5 { 0 2x { 5 5 5 ®¾ D( f ) ! R  ¯ ¿ 2 2 °À  Determinar a paridade x{ f ( x) ! Obs.: x { 5 .144 2) f ( x ) ! x  1 0 2x  5  Determinar o domínio D( f ) ! 1º Passo: Obedecer a condição (denominador { 0 ) Logo. f (x ) ! y 0! x 1 2x  5 x 1 ! 0 x !1 ¨ 1¸ P © 0.  Determinar os pontos de descontinuidade f ( x) ! x 1 p 2 5 f ( x) ! 2 x  5 p Contínua. significa que o valor não está no 2 domínio da função x 1 2x  5 x 1 x 1  ( x  1) f ( x) ! ! ! 2. com exceção no ponto onde x !  Determinar as interseções do gráfico com os eixos (interseção com x e y) f (x) ! x 1 2x  5 f (x) ! 0 . ¹ 1 ª 5º P2 .( x )  5  2 x  5  (2 x  5) Como f ( x ) { f (  x ) . logo a função não é par e nem ímpar.

0  5 1 y! 5 1 y! 5 . 0 0 1 y! 2.1. x!0  Determinar o comportamento no infinito Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I .

(2 x  5)  ( x  1).Universidade do Estado do Pará x pg Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág.B 5 2 C.)  Determinar o ponto de Inclinação e Concavida de f ''( x ) !  ?3.(2x  5) ! 0   2x  5 ! 0   x !  (Não existe ponto de inflexão.P.(2 x  5). reta assíntota horizontal.2.2 2 x  5 2x  2 3 ! ! 2 2 (2 x  5) (2 x  5) 2 (2 x  5) Como 3  ! 0   3 ! 0      2 (2x  5)  O sinal negativo indica que a é decrescente Obs. (2x  5)2  (Por não ter obtido ponto de x na derivada não existirá ponto de máximo e de mínimo.(2 x  5) ! 2 4 « (2 x  5) 2 » ?2 x  2A ­ ½ 4 f ''( x ) ! 0 5 2 12. pois é exatamente o ponto de descontinuidade)   C.(2 x  5) ?2 x  2A ! 0   12.2A 12.C  Traçar o gráfico: y 2 1 Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I .P. ao final o resultado sempre será positivo. portanto  !  (função decrescente)   Determinar os extremos f '( x) ! 3 . não possui máximo e nem mínimo. y ! 1 .: Qualquer valor atribuído para o ³ x´.145 x pg lim f ( x ) lim x 1 2x  5 1 ¸ ¹ x ¹ 1 º ! 0 5 ¸ 2 ¹ x ¹ º 0 lim f ( x ) lim x 1 2x  5 1 ¸ ¹ x ¹ 1 º ! 0 5 ¸ 2 ¹ x ¹ º 0 x pg x pg ¨ ¨ 1 ¸ ©1  x ™ ©1  ¹ © xº ª ª lim ! ! x pg 5¸ ¨ ¨ x ™© 2  ¹ © 2 xº ª © ª 2 ¨ ¨ 1 ¸ ©1  x ™ ©1  ¹ © xº ª ª lim ! ! x pg 5¸ ¨ ¨ x ™© 2  ¹ © 2 xº ª © ª Logo.  Determinar o crescimento e decrescimento f '( x ) ! 1.

o crescimento ou decrescimento.146 Questões Propostas de Construção de Gráficos 01) Nos exercicios de numeros de 01 a 50. os extremantes. a paridade. os pontos de inflexão e traçe os grafico das funçôes: 1) f ( x) ! 2x 3  6x 2) f (x) ! 4x 3  x 2  24x  1 3) f (x) ! 3x 4  4x3  6x 2  4 4) f (x) ! (x  1)2 ™ (x  2)3 5) f (x) ! 3x 2 3  2x 6) f (x) ! x1 3  2x 4 3 7) f (x) ! 1  (x  2)1 3 8) f (x) ! x ™ 1  x x 1 9) f (x) ! x 3 9x 10) f (x) ! 2 x 9 x 2  2x  4 11) f (x) ! x2 3 x  x2  4 12) f (x) ! x2 1 13) f (x) ! x 3  9x  2 3 14) f (x) ! x 4  4x 3  10 Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I 26) f (x) ! (x  2)2 27) f (x) ! (x 2  3) 2 28) f (x) ! x 2  3x x2  1 29) f (x) ! x 4  6x 3  24x 2  24 30) f (x) ! x 2  2x  5 x2 1 31) f (x) ! (1  x 2 3 )3 2 1 32) f (x) ! (1  e x ) 33) f (x) ! 3  e  x 34) f (t) ! 3  2e  t 35) f (x) ! 5  2 ™ 3 x 36) f (x) ! 3  5e x 37) f (t) ! 2 1  3e 2t 38) f (x) ! xe  x 39) f (x) ! e  x 2 . os pontos de descontinuidade. o comportamento no infinito. as interseções do grafico com os eixos. a concavidade.Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. determine o dominio.

147 15) f (x) ! (x  2)3 16) f (x) ! (x 2  5)3 17) f (s) ! 2s(s  4) 3 18) f (x) ! (x  1) 1 3 19) f (x) ! (x  1) 4 3 20) f (x) ! x 2  1 x 21) f (x) ! 2 x  x 1 22) f (x) ! x 3  3x 2  1 23) f (x) ! x 3  3x 2  3x  1 24) f (x) ! x 5  5x 25) f (x) ! x  4  x 40) f (x) ! e x  e  x 41) f (x) ! x  ln x (para x > 0) ln x 42) f (x) ! (para x > 0) x 43) f (x) ! ln(x 2  1) sen 2x 44) f (x) ! sen x  2 45) f (x) ! sen 3 x  cos2 x 46) f (x) ! cos x  cos 2 x 47) f (x) ! 2x  tg x 48) f (x) ! sen x ™ sen 2x 49) f (x) ! cos x ™ cos 2x 50) f (x) ! x  sen x Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I .Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág.

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