GOVERNO DO ESTADO DO PARÁ UNIVERSIDADE DO ESTADO DO PARÁ-UEPA LICENCIATURA EM MATEMÁTICA-CCSE DEPARTAMENTO DE MATEMÁTICA ESTATISTICA E INFORMÁTICA

Universidade do Estado do Pará

Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág.2

Uma breve história do estudo da Derivada A derivada tem dois aspectos básicos, o geométrico e o computacional. Além disso, as aplicações das derivadas são muitas a derivada tem muitos papéis importantes na matemática propriamente dita, tem aplicações em física, química, engenharia, tecnologia, ciências, economia e muito mais, e novas aplicações aparecem todos os dias. A origem da derivada está nos problemas geométricos clássicos de tangência, por exemplo, para determinar uma reta que intersecta uma dada curva em apenas um ponto dado. Euclides (cerca de 300 a.C.) provou o familiar teorema que diz que a reta tangente a um círculo em qualquer ponto P é perpendicular ao raio em P. Arquimedes (287 -212 a.C.) tinha um procedimento para encontrar a tangente à sua espiral e Apolônio (cerca de 262-190 a.C.) descreveu métodos, todos um tanto diferente, para determinar tangentes a parábolas, elipses e hipérboles. Mas estes eram apenas problemas geométricos que foram estudados apenas por seus interesses particulares limitados; os gregos não perceberam que nenhuma linha em comum ou qualquer valor nestes teoremas. Problemas de movimento e velocidade, também básicos para nosso entendimento de derivadas hoje em dia, também surgiram com os gregos antigos, embora estas questões tenham sido originalmente tratadas mais filosoficamente que matematicamente. Os quatro paradoxos de Zenão (cerca de 450 a.C.) se apóiam sobre dificuldades para entender velocidade instantânea sem ter uma noção de derivada. Na Física de Aristóteles (384--322 a.C.), os problemas de movimento estão associados intimamente com noções de continuidade e do infinito (isto é, quantidades infinitamente pequenas e infinitamente grandes). Na época medieval, Thomas Bradwardine (1295--1349) e seus colegas em Merton College, Oxford, fizeram os primeiros esforços para transformar algumas das idéias de Aristóteles sobre movimento em afirmações quantitativas. Em particular, a noção de velocidade instantânea tornou-se mensurável, pelo menos em teoria, hoje, é a derivada (ou a taxa de variação) da distância em relação ao tempo. Foi Galileu Galilei (1564--1642) quem estabeleceu o princípio que matemática era a ferramenta indispensável para estudar o movimento e, em geral, ciência: ³Filosofia (ciência e natureza) está escrita naquele grande livro o qual está diante de nossos olhos quero dizer o universo, mas não podemos entendê-lo se não aprendermos primeiro a linguagem. O livro está escrito em linguagem matemática.´ Galileu estudou o movimento geometricamente; usou as proporções clássicas de Euclides e propriedades das cônicas de Apolônio para estabelecer relações entre distância, velocidade e aceleração. Hoje, estas quantidades variáveis são aplicações básicas das derivadas. O interesse em tangentes a curvas reapareceu no século 17 como uma parte do desenvolvimento da geometria analítica. Uma vez que equações eram então usadas para descreverem curvas, o número e variedade de curvas aumentou tremendamente naqueles estudos em épocas clássicas. Por exemplo, Pierre Fermat (1601--1665) foi o primeiro a considerar a idéia de uma família
Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I

Universidade do Estado do Pará

Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág.3

inteira de curvas de uma só vez. Ele as chamou de parábolas superiores, curvas da forma y ! k n , onde k é constante e n = 2, 3, 4, « A introdução de símbolos algébricos para estudar a geometria de curvas contribuiu significativamente para o desenvolvimento da derivada, da integral e do cálculo. Por outro lado, como conclusões e resultados geométricos poderiam ser obtidos mais facilmente usando raciocínio algébrico que geométrico, os padrões de rigor lógico que tinham sido iniciados pelos gregos antigos foram relaxados em muitos problemas de cálculo, e isto (entre outros fatores) levou a controvérsias espirituosas e até amarguradas. Fermat desenvolveu um procedimento algébrico para determinar os pontos mais altos (máximos) e mais baixos (mínimos) sobre uma curva; geometricamente, ele estava encontrando os pontos onde a tangente à curva tem inclinação zero. René Descartes (1596--1650) teve o discernimento de prever a importância da tangente quando, em sua Geometria, escreveu ³E eu ouso dizer isto (encontrar a normal, ou perpendicular a uma curva, a partir da qual podemos facilmente identificar a tangente) não é apenas o problema mais útil e geral da geometria que conheço, mas até aquele que sempre desejei conhecer´ Descartes inventou um procedimento de dupla raiz para encontrar a normal e então a tangente a uma curva. Como resultado da tradução da Geometria de Descartes para o latim por Frans Van Schooten (1615 -1661) e as explicações abrangentes por Schooten, Florimonde de Beaune (1601--1652) e Johan Hudde (1628-1704), os princípios e benefícios da geometria analítica tornaram-se mais amplamente conhecidos. Em particular, Hudde simplificou a técnica da dupla raiz de Descartes para determinar pontos máximos e mínimos sobre uma curva; o procedimento da dupla raiz foi redescoberto por Christiaan Huygens (1629-1695). Então, modificando o processo da tangente de Fermat, Huygens inventou uma seqüência de etapas algébricas que produziu os pontos de inflexão de uma curva; veremos que isto requer a derivada segunda. René François de Sluse (1622--1685) desenvolveu uma técnica algébrica que levou à inclinação da tangente a uma curva. No final da década de 1650, havia grande correspondência entre Huygens, Hudde, Van Schooten, Sluse e outros sobre tangentes de várias curvas algébricas; Hudde e Sluse especialmente procuraram métodos algébricos mais simples e padronizados que poderiam ser aplicados a uma variedade maior de curvas. Para Gilles Personne de Roberval (1602--1675), uma curva era o caminho de um ponto se movendo, e ele desenvolveu um método mecânico para encontrar a tangente para muitas curvas, incluindo a ciclóide. Mas o método de Roberval não podia ser generalizado para incluir mais curvas. Isaac Newton (1642--1727) começou a desenvolver o seu ³cálculo de flúxions´ entre os seus primeiro esforços científicos em 1663. Para Newton, movimento era a ³base fundamental´ para curvas, tangentes e fenômenos relacionados de cálculo e ele desenvolveu seus flúxions a partir da versão de Hudde do procedimento da dupla raiz. Newton estendeu esta técnica como um método para encontrar a curvatura de uma curva, uma característica que agora sabemos ser uma aplicação da derivada segunda. Em 1666, 1669
Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I

which is neither impeded by fractional nor irrational quantities. alguém poderia simplesmente usar as fórmulas de ³cálculo´ de Leibniz. Jakob Bernoulli (1654-1705) e seu irmão mais novo Johann lideraram o caminho para espalhar o conhecimento do poder das fórmulas de cálculo de Leibniz propondo e resolvendo Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I . Como podemos ver. Depois de 1700. Leibniz tinha pouca inclinação para desenvolver estas técnicas e interesse ainda menor em fundamentações matemáticas (isto é. máximos. Leibniz aprendeu o método de Sluse para encontrar tangente a curvas algébricas. sobre quem deveria receber os créditos do cálculo. qualquer um poderia resolver problemas de tangentes sem ser especialista em geometria. e um cálculo notável para eles) de 1684. e mais ainda entre seus seguidores. Com algum tutoramento e conselho de Huygens e outros. para o Teorema Fundamental do Cálculo. como Richard Courant (1888--1972) observou. Muito de seu trabalho foi realmente devido à Johann Bernoulli (1667-1748) e seguiu o tratamento de Leibniz para derivadas. as well as tangents. mas ele aperfeiçoou as fórmulas modernas e a notação para derivada no seu famoso artigo "New methods for maximums and minimums. os quais não são impedidos por quantidades fracionárias e irracionais. isto é simplificação exagerada. Em vez disso. O primeiro livro sobre cálculo diferencial foi Analysis of Infinitely Small Quantities for the Understanding of Curved Lines (Análise de quantidades infinitamente pequenas para o entendimento de curvas. Newton resumiu e revisou seu trabalho de cálculo e estes manuscritos circularam entre um grande número de seus colegas e amigos. Mas o método de L¶Hospital para determinar o raio de curvatura era muito parecido com aquele de Newton. Agora. embora tenha continuado a retornar a problemas de cálculo em épocas diferentes de sua vida científica. Em uma pequena viagem a Londres. As acusações de plágio e outros ataques eram irrelevantes frente à matemática feita por eles.4 e 1671. Cada um fez contribuições importantes para derivada. onde participou de um encontro da Sociedade Real em 1673. and a remarkable calculus for them" (Novos métodos para máximos e mínimos. os trabalhos de Newton sobre cálculo não foram publicados até 1736 e 1745. séries infinitas e. cálculo tem sido ³uma luta intelectual dramática que durou 2500 anos´. mínimos e outras análises de curvas. assim como tangentes. acima de tudo. circunstâncias levaram a um dos episódios mais tristes e deselegantes em toda a história da ciência: a disputa entre Leibniz e Newton. integral.Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. Ainda assim. Algumas vezes se diz que Newton e Leibniz ³inventaram´ o cálculo. Gottfried Wilhelm Leibniz (1646--1716) desenvolveu seu cálculo diferencial e integral durante o período entre 1673 e 1676 enquanto vivia como um diplomata em Paris. Aqui está o primeiro trabalho publicado em cálculo e de fato a primeira vez que a palavra ³cálculo´ foi usada em termos modernos. mas as acusações e contra-ataques escalaram para cisões entre matemáticos e cientistas na Inglaterra (leais a Newton) e no continente europeu (seguidores de Leibniz) os quais levaram à xenofobia nacionalista por mais de um século. lmites) i necessárias. 1696) pelo Marquês de l¶Hospital (1661--1704).

também introduziu o termo análise como um nome moderno para cálculo e a matemática avançada relacionada. o Bispo George Berkeley (1685--1753) publicou The Analyst (O Analista). as quais as funções recebem. e que este limite produz certas expressões algébricas que chamamos de derivada. novos campos da matemática dependentes de cálculo. introduziu equações diferenciais e tratou máximos e mínimos sem usar quaisquer diagramas ou gráficos. na famosa Encyclopédie francesa. Euler trabalhou com vários casos especiais da regra da cadeia. 1755). o novo Treatise of Fluxions (Tratado de Flúxions. Newton e Huygens também resolveram estes problemas. Leonhard Euler (1707--1783) deu um passo importante na direção de estabelecer uma fundamentação sólida para o cálculo no seu Introduction to the Analysis of the Infinite (Introdução à Análise do Infinito. e os incrementos imperceptíveis das quantidades variáveis. que soa não muito científico hoje em dia.Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. Estes problemas e outros levaram ao desenvolvimento das equações diferenciais e do cálculo das variações. sua concepção não era tão abrangente como a nossa definição moderna. Mesmo assim. 1737) de Thomas Simpson (1710--1761) forneceu a primeira derivada da função seno. mas criticou as "quantidades infinitamente pequenas" e os "incrementos imperceptíveis" dos fundamentos das derivadas. Leibniz. Euler queria dizer algum tipo de "expressão analítica". 1797). Maria Agnesi (1718--1799) seguiu Leibniz e L' Hospital no seu livro de cálculo Analytical Institutions (Instituições Analíticas. Euler definiu a derivada como "o método para determinar as razões entre os incrementos imperceptíveis. Colin Maclaurin (1698--1746) tentou defender Newton no seu Treatise of Fluxions (Tratado de Flúxions) (1742) e desenvolveu derivadas para funções logarítmicas e exponenciais e expandiu as fórmulas de Simpson para incluir as derivadas das funções tangente e secante. sem recorrer à intuição geométrica. Na sua publicação. 1748) quando introduziu funções (no lugar de curvas) como os objetos para os quais as derivadas e outras técnicas de cálculo seriam aplicadas. Em 1754.5 problemas desafiadores (o problema da catenária e da braquistócrona são dois exemplos) para os quais o cálculo era necessário. Joseph Louis Lagrange (1736--1813) tentou reformar o cálculo e torná-lo mais rigoroso no seu Theory of Analytic Functions (Teoria das Funções Analíticas. das quais elas são funções". Na Inglaterra. Jean le Rond d¶Alembert (1717--1783) afirmou que a "definição mais precisa e elegante possível do cálculo diferencial" é que a derivada é o limite de certas razões quando os numeradores e denominadores se aproximam mais e mais de zero. Por função. Lagrange pretendia dar uma forma puramente algébrica para a derivada. No continente. Berkeley reconheceu a precisão das fórmulas de Newton e a exatidão das suas aplicações abrangentes em física e astronomia. um ataque à falta de fundamentos rigorosos para seus flúxions. 1748). a gráficos ou a diagramas e sem qualquer ajuda dos limites de Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I . No final do século 18. No seu Methods of Differential Calculus (Métodos de Cálculo Difere ncial. Em 1734.

Cauchy prosseguiu para encontrar derivadas de todas as funções elementares e dar a regra da cadeia. Lagrange desenvolveu a principal notação que usamos agora para derivadas e o desenvolvimento lógico de seu cálculo era admirável em outros aspectos. a definição moderna de derivada foi dada por Augustin Louis Cauchy (1789--1857) em suas aulas para seus alunos de engenharia. Em seu Résumé of Lessons given at l'Ecole Polytechnique in the Infinitesimal Calculus (Resumo das Lições Dadas na Escola Politécnica Sobre o Cálculo Infinitesimal. Cauchy afirmou que a derivada é: O limite de [f(x + i) . isto é. sabemos agora. no início do século 19. descrições de funções crescentes e decrescentes. Para indicar sua dependência. 1823). não são verdadeiras.Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág.f(x)] / i quando i se aproxima de 0. dá-se à nova função o nome de função derivada. Derivadas e o cálculo diferencial estão agora estabelecidos como uma parte rigorosa e moderna do cálculo. Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I . A forma da função que serve como o limite da razão [f(x + i) .f(x)] / i dependerá da forma da função proposta y = f(x).6 d'Alembert. que tinha aparecido no trabalho de Lagrange. Cauchy mostrou que o Teorema do Valor Médio para derivadas. De igual importância. Finalmente. mas seu esforço em prover uma base sólida para o cálculo falhou porque sua concepção da derivada era baseada em certas propriedades de séries infinitas as quais. era realmente a pedra fundamental para provar vários teoremas básicos do cálculo que foram assumidos como verdadeiros.

5 . Como exemplo vamos considerar a função f(x) ! 1ª) Vamos construir uma tabela a partir da função dada: x -4 -3 -2 -1 f(x) 8 4.5  2 y 2  y1 1. Vamos então considerar. y cresce em média 2. o valor de y também varia. 1. a partir da idéia de taxa de variação média.5 unidades por unidade de x. x 2  x1 x ® ! 1 p y1 ! 0.5. y cresce em média 3.5 1. e também para x. 2 Podemos observar que se consideramos x variando de 1 a 2.5 1.5 .5 3.5 4 8 x2 .5. passaremos nessa aula estudar agora a derivada. dois valores y  y1 x1 e x 2 .5 a 2.5 y 2  y1 8  0.5 unidades por unidade de x.5 ! ! ! 3. para podermos calcular a razão 2 . e varia de 0. K K . enquanto x varia de 1 unidade. 3) y ¯ 1 x x2  x1 4 1 3 °2 ! 4 p y2 ! 8 Podemos dizer que entre 1 e 4.5 unidades. 2) y ¯ 1 x x2  x1 43 1 ° 2 ! 4 p y2 ! 8 Podemos dizer que entre 3 e 4.5 7.5 y 2  y1 8  4.5 2 2 3 4. dois valore y1 e y2 . Observamos também que mantendo a variação de x constante e igual a 1 uni ade (no caso). x2  x1 2 1 1 Podemos dizer que entre 1 e 2.5. com x1 { x 2 .5 2 0. por exemplo.5 ! ! ! 2.5 x2  x1 1  ( 2) 1  2 1 ° Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I . x2 ! 1 p y2 ! 0.5 ! ! ! 1. x ® ! 2 p y1 ! 2 0.5 .5 1) y ¯ 1 x °2 ! 2 p y2 ! 2 y 2  y1 2  0.5 2ª) Vamos construir agora o gráfico da função: 0 0 1 0. Essas variações estão marcadas no gráfico acima: Observe que elas não são constantes. x ® ! 1 p y1 ! 0. y varia 1.5 4) y ¯ 1 ! ! ! ! 1. as d variações de y são 0. 2.5 . x ® ! 3 p y1 ! 4.7 AULA O6 Após estudarmos limite de uma função suas propriedades e aplicações. para y. y cresce em média 1.Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág.5 unidades por unidade de x. 3. Assim.5.

calcule a taxa de variação média da função entre x1 = 3 e x 2 ! 5 . x x2  x1 2  ( 3) 2  3 1 ° 2 !  2 p y2 ! 2 Podemos dizer que entre 3 e 2 . x ® ! 3 p y1 ! 4. y decresce em média 2. R: Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I 3 .5 y2  y1 0. vale definir. a razão f ( x2 )  f ( x1 ) . y decresce em média 1. Solução: f ( x1 ) ! f (3) ! 1  2 ™ 3 ! 1  6 ! 5 f ( x2 ) ! f (5) ! 1  2 ™ 5 ! 1  10 ! 9 f ( x2 )  f ( x1 ) 9  ( 5)  9  5 4 ! ! ! ! 2 x2  x1 53 2 2 02) Sendo f ( x ) ! 2 x 2  3 x  2 .5  4.5 2.5 2  4.5 4.5 y 2  y1 2.5 unidades por unidade de x. 0 6) y ¯ 1 ! ! ! ! 2 .Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág.5 5) y ¯ 1 ! ! ! ! 2. Solução: f ( x1 ) ! f (1) ! 2 ™12  3 ™ 1  2 ! 2  3  2 ! 3 f ( x2 ) ! f (4) ! 2 ™ 4 2  3 ™ 4  2 ! 32 12  2 ! 32 14 !18 f ( x2 )  f ( x1 ) 18  ( 3) 18  3 21 ! ! ! !7 x2  x1 4 1 3 3 Questões Propostas 01) O gráfico de uma função f passa pelos pontos P(1. calcule a taxa de variação média da função entre x1 1 e x 2 ! 4 . De um modo geral. representa a variação no valor da x2  x1 função em média por unidade que se acrescenta no valor de x entre x1 e x 2 . Questões Resolvidas 01) Sendo f ( x) ! 1  2 x .Assim. x x2  x1 1  ( 3) 1  3 2 ° 2 !  1 p y2 ! 2 Podemos dizer que entre 3 e 1 .8 Podemos dizer que entre 2 e 1 . y decresce em média 2 unidades por unidade de x. Calcule a taxa de variação média dessa função entre x1 = 1 e x 2 ! 3 . com x1 { x 2 . sendo f uma função definida num intervalo aberto do domínio. 0 4.5 unidades por unidade de x. -2). 2 . podendo ser positiva ou negativa dependendo dos pontos considerados.5 . (y (x 2 )  (x1 ) ! . x1 { x 2 que é a taxa de variação média da unção entre x1 e x2 . x1 e x 2 dois valores do domínio. -5) e Q(3. x ® ! 3 p y1 ! 4. definida em ¡ . definida em ¡ . x 2  x1 (x Vale observar que a taxa de variação média pode não ser constante.

Sabendo que o seu o gráfico de uma função f passa pelos pontos P(-3.Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág.9 02) Calcule a taxa de variação média da função f entre x1  3 e x 2 ! 1. -5). R: 3 . calcule a taxa de variação média da função entre os pontos. R: 18 . 0) e Q(1. °2 a) x1 =  4 e x 2 ! 1 b) x1 = 0 e x 2 ! 3 R: -3. definida em ¡ . 04) Dada a função f ( x ) ! 3x 2  x . a) x1 3 e x 2 ! 8 b) x1 ! 2 e x 2 ! 0 R: 3 . 2 Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I . Calcule a taxa de varaiação média da função entre: ±  4. calcule a taxa de variação média da função entre os pontos. a) x1 = 0 e x 2 ! 3 b) x1 = 1 e x 2 ! 4 R: 8 . se x e 1.se x > 1. 1 ® 3x. definida em ¡ . 5 R:  . ±2 05) Dada a função: ¯ x . 3 R: . 4 03) Dada a função f ( x) ! 3x  1 .

f(x 1 )) e Q(x 2 . usando o resultado para calcular os coeficientes angulares das retas secantes e tangentes. f(x 2 )) . Isto é.Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. faremos agora um breve estudo da interpretação geométrica da taxa de variação média. como vemos abaixo: y f(x) y f(x) (y f(xo) y . temos: x 2  x1 m PQ ! f(x 2 )  f(x 1 ) y . a taxa de variação média da função entre ! x 2  x1 x x1 e x 2 . tg Cateto Adjacente ! f(x 2 )  f(x 1 ) e sendo m PQ ! tg . Neste exemplo estamos usando também o conceito de razão incremental ou razão do acréscimo. Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I . geometricamente. temos: ( PSQ. (x1 { x 2 ) é igual ao coeficiente angular da reta secante ao gráfico da função nos pontos P(x 1 . Razão incremental ou razão dos ! (x x  xo acréscimos.10 AULA O7 Após estudar a taxa de variação média. para calcular o coeficiente angular da reta secante e tangente ao gráfico da função dada. para isso usaremos a mesma função f(x) ! x2 e o seu gráfico. 2 Observando a figura. retângulo   tg ! Cateto Oposto . (y (x xo x x x0 + ( x = x (x = x ± xo (x p Acréscimo ou incremento de x f (xo) + (y = f (x) (y = f (x) ± f (xo) (y p Acréscimo ou incremento de f (x) (y f ( x)  f ( x o ) . Faremos agora a interpretação geométrica da taxa de variação média.

f(0) é: 4 0 f ( 2)  f (0) 3 4 1 2 ! ! ™ ! m! 2  0 2 3 2 3 Após calcular o coeficiente angular de uma reta secante. f(0). nos pontos (2.11 Questões Resolvidas 01) Determine o coeficiente angular da reta secante ao gráfico de f ( x) !  x 2  3x . Solução: f ( x ) !  x 2  3x f (2) ! (2) 2  3 ™ 2 ! 4  6 ! 2   f (5) ! (5)2  3 ™ 5 ! 25  15 ! 10 E o coeficiente angular da reta secante nos pontos (2. f(5)). Observe as retas que passam pelo ponto P(1. Para isso usaremos a mesma função f(x) ! gráfico. calcule o coeficiente angular da reta secante ao gráfico de f nos pontos P(-2. f(-2)) e Q(0.Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. Solução: x2 3 (2) 2 4 02 f (2) ! !   f (0) ! !0 3 3 3 f ( x) ! E o coeficiente angular da reta secante nos pontos P(-2. -10) é f (5)  f (2) 10  2 12 m! ! ! ! 4 52 3 3 02) Sendo f ( x) ! f(-2)) e Q(0. veremos agora como calcular o coeficiente angular de uma reta tangente. 3 1) y Reta r: é gráfico de f e o coeficiente angular é dado por: Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I secante ao seu . 2) e (5. f(2)) e (5.5). 0. x2 e o seu 2 x2 .

5 1. 0.5). que passa pelo ponto P temos: x2 é contínua em ¡ . tangente ao gráfico da função no ponto P(x 0 .5). x 1 Como a função f(x) ! secante s.5 . Conseqüentemente as retas r. 3 1 2 2 f (2)  f (1) 2  0. no ponto xo é igual ao coeficiente angular (tg ) da reta t. ela é também continua num intervalo aberto do 2 se aproxima da reta t tangente ao domínio que contem x = 1. pod emos dizer que: O coeficiente angular da reta t.5 7. no ponto P(1.5 ! ! ! 1. 2 2 De um modo geral.12 mr ! f (4)  f (1) 8  0. tangente ao gráfico da função f (x). 0.5 . f(x 0 )) . f(x 0 )) . aplicando o conceito de derivada na mesma equação obtemos . se ele existir e for finito. 2 Se você bem perceber estamos aplicando a definição de limite na equação da reta secante mt. u gráfico de f no ponto P(1.5 4 ! ! ! 2.5  0.5 ! ! ! 2. 2 1 1 1 2) y Reta v: é secante ao gráfico de f e o seu coeficiente angular é dado por: mv ! 3) y Reta u: é secante ao gráfico de f e o seu coeficiente angular é dado por: mu ! ms E para uma reta f ( x )  f (1) . E quando x tende a 1 pela direita o ponto Q percorre o gráfico da função e se aproxima do ponto P.Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. no ponto P(x 0 . qualquer. O mesmo acontece quando x tende a 1 pela esquerda. 4 1 3 3 f (3)  f (1) 4. com x { 1 . A derivada da função f (x0). tangente ao gráfico da função f(x) ! x2 . Podemos dizer que o coeficiente angular m t da reta t. v. sendo f uma função continua num intervalo aberto do domínio. Logo: x 2 (1) 2 x2 1  2 f (x)  f (1) 2   lim 2   lim x  1   lim (x  1) ™ (x  1)   lim (x  1) m t = lim   lim 2 x p1 x p1 x p1 x  1 x p1 2(x  1) x p1 x p1 x 1 x 1 2(x  1) 2 mt = 11 2   m t =   m t = 1. Da geometria Analítica no ¡ 2 a equação de uma reta sendo dados dois pontos e o coeficiente angular e dado pela seguinte fórmula (y  y o ) ! m(x  x o ) . e sendo x 0 um ponto do domínio. é dado por m t ! lim x px o f(x)  f(x o ) y = tg ! lim x p0 x x  xo . onde passa ser o próprio conceito de deriva.

(x  x o ) e como (x) = y. Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I . (x)  (x o ) ! (x o ).

f(-1)). Solução: f ( x ) ! 3x 2  2x f ( x ) ! 6x  2   f (2) ! 6 ™ 2  2   f (2) ! 12  2   f (2) ! 10 f (2) ! 10 Logo o coeficiente angular da reta tangente no ponto P(2. 02) Determine o coeficiente angular da reta tangente ao gráfico da função f ( x) ! x 3 . no ponto P(1. no ponto P(-1. f(-1)).Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. Solução: ( x  1) ™ ( x  1) ( x ) 2  ( 1)2 f ( x)  f (1) x 1   lim   lim   lim   x p1 x p1 x p1 x p1 ( x  1) ™ ( x  1) x 1 x 1 ( x  1) ™ ( x  1) ( x  1) 1 1 1 1 m t = lim   lim       x p1 ( x  1) ™ ( x  1) x p1 ( x  1) 2 ( 1  1) 1  1 m t = lim 1 2 Logo a reta tangente no ponto P(1. f(2)) é:-10.(x  x o ) p Equação da reta tangente. 1). Questões Resolvidas 01) Determine o coeficiente angular da reta tangente ao gráfico da função f ( x) ! 3x 2  2x . 1). ( y  f ( xo )) ! f '( xo ). f '(x o ) Vejamos mais alguns exemplos para podemos assimilar melhor essas equações. no ponto P(2. é 3.( x  xo ) mt = 1 ™ ( x  1)   2( y  1) ! 1( x  1)   2 y  2 ! x  1   x  2 y  1  2 ! 0 2 x  2 y 1 ! 0 y 1 ! Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I . Solução: f ( x) ! x 3 f (1) ! (1)3 ! 1 f ( x)  f ( 1) x3  (1) x3  1 ! ! x  (1) x 1 x 1 m t = lim x p1 f ( x )  f (1) x 3  ( 1) x3  1 (x  1) ™ (x 2  x  1)   lim   lim   lim   lim ( x 2  x 1)   x p 1 x p 1 x  1 x p 1 x p 1 x  (1) x 1 x 1 m t = (  1) 2  ( 1)  1   1  1  1 ! 3 mt = 3 Logo o coeficiente angular da reta tangente no ponto P(-1. 1 (y  f (x o )) !  ™ (x  x o ) p Equação da reta normal.13 (y  (x o )) ! (x o ). f(2)). 03) Determine o coeficiente angular da reta tangente ao gráfico da função f ( x ) ! x .

4).s ¹. R: ¨ 1 5¸ ! ©s . . R: P ©  . ª 2 4º 09) Determine o ponto do gráfico da função f ( x ) ! x 3  x . ª 2 8º Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I . f(-2)). f(1)). R: P(2. f(2)). R: y ! 7x  11 07) Determine todos os pontos nos quais o gráfico da função f ( x ) ! 3x 2  4x  5 tem inclinação 8. Solução: ( x  2) ™ ( x  2) f ( x )  f (2) x 2  (2) 2   lim   lim   lim( x  2) xp 2 xp 2 xp 2 xp 2 ( x  2) x2 x2 mt 2  2   4   mt 4 Logo a reta tangente no ponto P(2. 4). no ponto P(2.14 04) Determine o coeficiente angular da reta tangente ao gráfico da função f(x) ! x 2 . 4).1) 08) Determine o ponto do gráfico da função f ( x) ! 2x  x 2 .Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. em que a reta tangente t é paralela a ¨ 1 5¸ reta (r)y ! 3x  1 . R: 12 x  y  11 ! 0 04) Determine a reta tangente ao gráfico da função f ( x ) ! 2 x . 3). no 2 ponto P(-2. no ponto P(1.  ¹ . em que a reta tangente t é paralela a reta (r)7x  4y ! 2 . R: 6 03) Determine a reta tangente ao gráfico da função f ( x ) ! 3x 2  1 . R: -8 3 02) Determine o coeficiente angular da reta tangente ao gráfico da função f ( x ) !  x 2  1 . no ponto P(2.( x  xo ) m t lim y  4 ! 4 ™ ( x  2)   y  4 ! 4 x  8   4 x  y  8  4   4 x  y  4 ! 0 4x  y  4 ! 0 Questões Propostas 01) Determine o coeficiente angular da reta tangente ao gráfico da função f ( x) ! 4x 2 . no ponto P(4. R: x  2 y  4 ! 0 05) Determine a equação da reta tangente ao gráfico da função f ( x ) ! x 4  2x 3  5x 2  4x  2 no ponto x = -1. R: y ! 4x  6 06) Determine a equação da reta tangente ao gráfico da função f ( x ) ! 3x 2  5x  1 no ponto P(2. ( y  f ( xo )) ! f '( xo ).

para um ponto ponto.15 AULA 08 Após fazemos a interpretação geométrica da taxa de variação média. teremos: elocidade média ( m )! (t)  (t 0 ) ! t  t0 t Então.Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. e calcularmos os coeficiente angular da reta tangente. teremos a expressão v = f(t). onde sabemos que a posição de um ponto material em movimento sobre uma curva (trajetória) conhecida pode ser determinada. a velocidade v pode variar em função do tempo t. isto é: (t o ) ! (t o ) Sabemos que. sabemos que: celeração édia (am ) ! em movimento. Uma outra aplicação do estudo da taxa de variação média serve para explicar um importante tópico da Física no capitulo de Cinemática. podemos afirmar que a velocidade de um ponto móvel num instante t o é igual à derivada da função horária S(t) no instante em que t = to. S é uma função de t e indicamos por S = S(t). chamada função da velocidade do v(t)  v(t o ) v ! t t  to A aceleração escalar do ponto t o é o limite: t pto t pt o Considerando a definição de derivada. Assim. podemos afirmar que a aceleração de um ponto móvel num instante t o é igual à derivada da função velocidade v(t) no instante em que t = to. usaremos a taxa de variação média. assim. e supondo conhecida a definição de velocidade. temos: V(t o ) ! lim   lim tp to t pt o S(t)  S(t o ) s ! lim ! S'(t o ) tp 0 t  to t Considerando a definição de derivada. medida sobre a curva. isto é: Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I   a m ! lim a m ! lim v(t)  v(t o ) v ! lim ! v (t o ) t p0 t t  to . em cada instante t. chamada função horária do ponto. Observando o gráfico acima. Do estudo da cinemática. para fazer o estudo do movimento retilíneo uniformemente acelerado em Cinemática. através de sua abscissa s. para calcular a velocidade escalar do móvel ponto t o.

Determine: a) A aceleração média da partícula entre os instantes t1 = 1s e t 2 = 6s. Solução: S(2) = 4 ™ t 2   4 ™ (2) 2 ! 4 ™ 4 ! 16 S(5) = 4 ™ t 2   4 ™ (5) 2 ! 4 ™ 25 ! 100 m ! S(t)  S(t o )   t  to m ! S(5)  S(2)   52 m ! 100 16   52 m ! 84 3 m ! 24 m/s b) A velocidade da partícula no instante t = 10s é dada pela derivada de s no instante t = 10s. Solução: v(1) v(6) am ! (1) 2  2 ™1   1  2 ! 1 (6) 2  2 ™ 6   36  12 ! 24 v(t)  v(t o ) v(6)  v(1) 24  ( 1) 24 1 25   am !   am !   am !   am ! t  to 6 1 6 1 5 5 a m ! 5 m/s 2 b) A aceleração da partícula no instante t = 3s é dada pela derivada de v no ponto t = 3s Solução: v(3) (3) 2  2 ™ 3 ! 9  6 ! 3 v(t)  v(3) t 2  2t  3 (t  3) ™ (t  1)   a(3) ! lim   a(3) ! lim t p3 t p3 t p3 t 3 t 3 t 3 2 a(3) ! lim(t  1)   (3  1)   a(3) ! 4 m/s a(3) ! lim t p3 Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I .2t (Unidade SI: t em segundos e v em metros por segundo). Determine: a) A velocidade média da partícula entre os instantes t 1 = 2s e t 2 = 5s. Solução: (t) v(10) 4 ™ t 2   (10) (10) ! lim 4 ™ (10) 2 ! 4 ™100 ! 400 (t)  (10) 4 ™ t 2  400 4 ™ (t 2 100)   v(10) ! lim   v(10) ! lim ! t p10 t p10 t p10 t  10 t  10 t  10 4 ™ (t  10) ™ (t  10) v(10) ! lim   lim 4 ™ (t  10)   4 ™ (10  10) ! 4 ™ 20 ! 80 m/s t p10 t p10 t  10 v(10) ! 80 m/s 02) A equação da velocidade de uma partícula em movimento é v = t2 .16 a(t o ) ! v'(t o ) Questões Resolvidas 01) A equação horária de uma partícula em movimento é S = 4t 2 (Unidade SI: t em segundos e s em metros).Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág.

5 = 20 . Solução: v(t 0 ) ! S (t 0 ) a(t 0 ) ! v (t 0 ) S(t 0 ) = t 3  5t + 3   S (t 0 ) = 3t 2 .5 v (t 0 ) = 6t   a(t 0 ) ! v (3)   6 ™ 3 =18 m/s2 a(t 0 ) ! 18 m/s 2 06) Um móvel se desloca segundo a função horária S = t 3 + t 2 + t (nas unidades: S em metros e t em segundos). Solução: v(t 0 ) ! S'(t 0 ) a(t 0 ) ! v'(t 0 ) S(t 0 ) = t 3  t 2 + t   S'(t 0 ) = 3t 2 + 2t + 1 v'(t 0 ) = 6t + 2   a(t 0 ) ! v'(3)   6 ™1 + 2 = 8 m/s 2 a(t 0 ) ! 8 m/s 2 Questões Propostas 01) Um ponto em movimento obedece á equação horária S = 2t 2 . Determinar a aceleração do móvel no instante t = 1s. Determinar a velocidade do móvel no instante t = 10 s. R: 21 m/s. Solução: v(t 0 ) ! S (t 0 ) S(t 0 ) = t 2  5t + 1   S (t 0 ) = 2t . R: 5 m/s.5t + 3 (nas unidades: S em metros e t em segundos).5   S (10) = 2 ™10 . Determinar a velocidade do móvel no instante t = 4s.Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. 02) A equação horária de uma partícula é dada S = t 3 (Unidade: SI). Determinar a aceleração do móvel no instante t = 3s. b) A velocidade da partícula no instante t = 6s. Determine: a) A velocidade média da partícula entre os instantes t 1 = 1s e t 2 = 3s.5t + 1 (nas unidades: S em metros e t em segundos).17 03) Um ponto em movimento obedece à equação horária S = t2 + 3t (nas unidades: S em metros e t em segundos). Determine: Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I .5 = 15 m/s v(t 0 ) ! S (t 0 ) = 15 m/s 05) Um móvel se desloca segundo a função horária S = t 3 . Solução: v(t 0 ) ! (t 0 ) (t 0 ) t 2  3t   (t 0 ) 11 m/s 2t 3   (4) 2 ™4 3 11 m/s v(t 0 ) ! (t 0 ) 04) Um ponto em movimento obedece à equação horária S = t 2 .3t (Unidade: SI).

Determinar a sua velocidade no instante t = 4s. Determine a aceleração 3 10) A função posição de uma partícula é dada por S(t) ! t 3  4. 4 2 3 ™ t . b) A velocidade da partícula no instante t = 4s. R: 12 m/s 2. R: 33 m/s. R: 4 m/s 2. Determine: a) A aceleração média da partícula entre os instantes t1 = 2s e t 2 = 9s.3t + 2. 08) Uma partícula se move sobre uma curva com uma velocidade v ! da partícula no instante t = 8s. Quando a partícula atinge a velocidade de 5 m/s? R: t = 4s. Determine: a) A aceleração média da partícula entre os instantes t1 = 1s e t 2 = 5s. Onde t e medido em segundos e s. b) A aceleração da partícula no instante t = 10s. Determine: a) v = 2 2 ™ t  1 . no instante t = 0s.Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. R: 31 m/s 2. b) S = t 2 . b) A aceleração da partícula no instante t = 5s. no instante t = 1s. em metros. no instante t = 3s. R: 40 m/s 2. no instante t = 3s. c) S = -2t 2 + 50. 3 b) v = 4t 3. a) S = 4t 2 + 18t.4t + 8 (Unidade: SI). 09) Um corpo móvel percorre uma curva obedecendo à equação horária S(t) ! t  t 2 . R: 18 m/s . 05) Uma partícula se move sobre uma curva com uma velocidade dada pela equação v = t 3 (Unidade: SI). R: 79 m/s. Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I . no instante t = 40s. R: -12 m/s. R: 44 m/s 2.18 a) A velocidade média da partícula entre os instantes t 1 = 3s e t 2 = 7s. 03) Determine a velocidade da partícula cuja equação horária é dada por (Unidade: SI). 11) Uma partícula move-se de acordo com uma lei do movimento S(t) ! t 3  12t 2  36t com t u 0 . 07) Determine a velocidade de uma partícula no instante t = 10s. R: 56 m/s . 06) Determine a aceleração da partícula cuja velocidade é dada pela equação (Unidade: SI). R: 300 m/s 2. R: 48 m/s. sabendo que a sua equação horária é dada por S = 3t 2 . R: 77 m/s . R: 128 m/s 2.5t 2  7t com t u 0 . 04) A velocidade de um ponto em movimento varia segundo a equação v = 4t2 (Unidade: SI).

O matemático francês Joseph Fourier (1768-1830) colocou isso sucintamente: ³Os matemáticos comparam os mais diversos fenômenos e descobrem as anlogias secretas que os unem´. um meteorologista está interessado na taxa de variação da pressão atmosférica em relação à altura. que é o gráfico do desempenho P(t) de alguém aprender alguma cois a como função do tempo de treinamento t. isto é. Isso é muito mais eficiente do que desenvolver as propriedades de conceitos especiais separadas para cada ciência. ou modismo. aqueles interessados na teoria do aprendizado estudam a chamada curva do aprendizado. a potência e o gradiente da temperatura na física. o custo e o lucro marginal na economia. Quando desenvolvemos as propriedades do conceito matemático de uma vez por todas. dP/dt.19 a) Encontre a aceleração no instante t e depois de t = 3s. a derivada. Nas próximas aulas vamos verificar essas afirmaçôes bom estudo!!! Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I . a taxa de desenvolvimento do desempenho na psicologia todos esses são casos especiais de um único conceito matemático. a corrente. pode ter interpretaçôes diferentes em cada uma das ciências. Da mesma forma a velocidade. então a derivada dp/dt. um geógrafo está interessado na taxa de variação da densidade populacional em uma cidade à medida que aumenta a distância de seu centro. ou padrões). Em psicologia. Um engenheiro quer saber a taxa segundo a qual a água flui para dentro ou para fora de um reservatório. R: 6t ± 24 e -6 m/s2. Um geólogo se interessa em saber a taxa na qual uma massa de rocha fundida através da condutividade térmica com o meio rochoso que a envolve. È de particular interesse a taxa segundo a qual o desempenho melhora à medida que o tempo passa. o cálculo diferencial é usado na análise do espalhamento do boato (ou inovações. representa a taxa de espalhamento do boato. Em fim as taxas de variação ocorrem em todas as ciências. a densidade. a taxa de reação e a compressibilidade na química.Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. a taxa de crescimento e o gradiente da velocidade do sangue na biologia. Um único conceito matemático abstrato (tal como a derivada) dentre outros. podemos voltar e aplicar esses resultados para todas as ciências. Se p(t) denota a proporção de uma população que fica sabendo de um boato no instante t. Em sociologia. Isto é uma ilustração do fato de que parte do poder da matemática está em sua abstração. a taxa do fluxo do calor na geologia.

usando o mesmo conceito de taxa de variação média. existir e for único f (x) ! lim x p xo (x p 0 f ( x  (x )  f ( x ) .x 31  2.Definição de derivada: Dizemos que a função f (x) é derivável no ponto xo. Nessa aula estudaremos regras derivação ou as propriedades operatórias. nas aulas. se o limite da razão incremental quando (x p 0 . que é a definição formal de derivada f ( x ) ! lim 9.Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. (x p 0 ( x (x p 0 dx (x Questões Resolvidas 01) Usando a definição de derivada. velocidade e aceleração no estudo da cinemática. O quociente é (y f ( x  (x)  f ( x) . Todavia o conceito de derivada também pode ser interpretado como taxa de variação. E a taxa instantânea de variação ou simples taxa de variação de y em relação a x. x  xo Notações: f '(x) ! dy f ( x  (x )  f ( x ) (y ou f '(x) ! lim ou f '(x) ! lim . derivada sucessivas. quando a variável independente varia de x a x  x . (x f ( x )  f ( xo ) . pois dada uma função y ! f ( x) .20 AULA 09 Quando estudamos a taxa de variação média. 06. derivadas das funções elementares. 07 e 08. aplicações em economia e resolução de equações polinomiais. que representa a taxa ! (x (x de variação de y em ralação a x é chamado de razão incremental ou razão dos acréscimos.x ! 3x 2 2. a correspondente variação de y a (y ! f ( x  (x)  f ( x) . vimos que a mesma serve para calcular coeficiente angular da reta secante e tangente. (x (y . calcule: 1) f ( x ) ! x 1ª Maneira 1 f ( x) ! x 2 ! 2ª Maneira (x p 0 1 1 1 1  1 1 1 1 1 1 ™ x2 ! ™ x 2 ! ™ 1 ! ™ ! 2 2 2 2 2 x 2 x x lim ( x  (x )  x ( x  (x )  ( x ) ( x  (x ) 2  ( x ) 2 f ( x  (x )  f ( x )   lim ™   lim (x p 0 (x p 0 (x ( x  (x  (x (x ( x  (x )  ( x ) x) x  (x  x (x ( x  (x  x ) ! lim 1 x  (x  x (x p 0 ! lim (x p 0   1 x0  x ! 1 x x ! 1 2 x 2) f ( x ) ! x 2  2 x 1ª Maneira f ( x ) ! 3.1 ! 3x 2  2 2ª Maneira Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I .1 .

Habitualmente a derivada de f é representada por f (x) . podemos definir uma função f: I p R. medicina e ciências da computação para calcular a velocidade e a aceleração.Função derivada: Seja f uma função derivável no intervalo aberto I.Regras de Derivação: As derivadas são muito usadas em engenharia. aplicando-se a de inição de derivada de (x p o uma unção num ponto genérico x  I. que associa cada xo  I a derivada de f no ponto xo. Para cada xo. (x Teorema: Seja a função f : x p xo p e xo.(x  (x  2) lim (x p 0 (x (x p 0 lim 3 x 2  3 x. pertencente a I.(x  3 x. no estudo de Limite.0  0 2  2 x ! 3 x 2  2 x ! 3 x 2  2. Esta função é chamada derivada de f ou simplesmente derivada de f. Se f é derivável em xo.3 . Já demonstrado na aula de 03. (x) pode ser determinada a partir da lei (x).1 ! 3 x 2  2 3) f ( x) ! 4 x 2 1ª Maneira f ( x ) ! 4 ™ 2 x 2 1 ! 8 x 2ª Maneira f ( x  (x)  f ( x) (x 4( x  (x)2  ( 4 x2 ) 4 x2  8 x ™ ( x  4( ( x)2  ( 4 x2 ) 4 x2  8 x ™ ( x  4( ( x)2  4 x2   lim   lim   lim (x p 0 (x p 0 (x p 0 (x (x (x 8 x ™ (x  4( (x) 2 (x ™ ( 8 x  4 ™ (x ) (x ™ ( 8x  4 ™ (x )   lim   lim   lim (x p 0 (x p 0 (x p 0 (x (x (x lim  8 x  4 ™ (x ! 8 x  4 ™ 0 ! 8x (x p 0 lim (x p 0 9.(x 2  (x 3 2 x  2 (x  x 3 2x (x p 0 (x 2 2 (x ™ (3 x  3 x. y ou dx . ciências. 9. para explicar o Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I . existe.Universidade do Estado do Pará (x p 0 Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. A lei d . f ( x ) ! lim f ( x  (x )  f ( x ) . economia.21 lim lim lim f ( x  (x )  f ( x ) (x ( x  (x )3  2( x  (x )  ( x3  2 x) (x p 0 (x x 3  3. e é único o limite: f ( x o ) ! lim (x p 0 f ( x o  (x )  f ( x o ) (x Portanto.x 2 .(x  (x 2  2 x ! 3 x 2  3 x.  A.2 . então f é contínua em xo lim f ( x) ! f ( xo ) .

b[. Demonstração: (y (x (y (x (y (x (y (x (y (x (y (x ! ! ! ! ! f ( xo  (x )  f ( x ) (x ?u ( xo  (x)  v( xo  (x) A ?u ( x)  v( x) A (x ?u ( xo  (x)  v( xo  (x) A u ( x)  v( x) (x ?u ( xo  (x)  u ( x)A ?v( xo  (x)  v( x)A (x (x (x (u (v e aplicando a de inição de lim . b[. b[. 9. Temos que a função f (x) = u (x) ™ v (x). Demonstração: f ( x ) ! u ( x)  v( x) f ( x ) ! u ( x)  ?v( x) A f ( x ) ! u ( x)  ?v( x) A   f ( x ) ! u ( x)  v ( x) 9.3 ± Derivada do produto: É o produto da deriva da 1ª função pela 2ª função. Sejam u = u (x) e v = v (x). 07 e 08 pode ser demorado e difícil.Derivada da soma: É a soma das derivadas. Desenvolveremos técnicas e fórmulas para calcular derivadas mais facilmente. também é derivável em I e sua derivada é dada por: f '( x) ! u '( x ) ™ v ( x )  u ( x ) ™ v '( x ) Demonstração: Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I .3. para estimar a diminuição do nível da água quando ela é bombeada para fora de um tanque e para prever as conseguencias de erros cometidos durante medições.Derivada da diferença: É a diferença das derivadas. duas funções deriváveis em I = ]a.3. Temos que a função f (x) = u (x) + v (x). também é derivável em I e sua derivada é dada por: f ( x ) ! u ( x )  v ( x ) . duas funções deriváveis em I = ]a. também é derivável em I e sua derivada é dada por: f '( x ) ! u '( x)  v '( x) .22 funcionamento de máquinas. obtemos: !  (x p 0 (x (x (y (u (v lim ! lim  lim   f ( x) ! u ( x)  v ( x) (x p 0 (x (x p 0 (x (x p 0 (x ?u ( xo  (x)  u ( x)A  ?v( xo  (x)  v( x)A 9. Sejam u = u (x) e v = v (x).v (x).2 . funções deriváveis em I = ]a.3.Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. Sejam u = u (x) e v = v (x). Temos que a função f (x) = u (x) . Obter derivadas calculando limites tal como vimos nas aulas 06. somado com o produto da 1ª função pela derivada da 2ª função.1 .

v ( x ) (y ! ?u ( x  (x)  u ( x)A™ v( x)  u ( x) ™ ?v( x  ( x)  v( x)A v ( x  (x ) ™ v ( x ) v( x) u ( x)  ™ ?v ( x  ( x )  v ( x )A  Dividimos por (x . (y u ( xo  (x ) ™ v ( xo  (x )  u ( x ) ™ v ( xo  (x )  u ( x) ™ v( xo  (x)  u ( x) ™ v( x) ! (x (x (y ?u ( xo  (x )  u ( x )A™ v ( xo  (x )  u ( x ) ™ ?v ( xo  (x)  v( x)A ! (x (x ?v ( xo  (x)  v( x)A usando a de inição lim obtemos (y ?u ( xo  (x )  u ( x )A ! ™ v ( xo  (x)  u( x) ™ (x p 0 (x (x (x ?u ( xo  (x)  u ( x) A™ lim v( x  (x)  u( x)  lim u( x) ™ lim ?v( xo  (x)  v( x)A (y lim ! lim o (x p 0 (x p 0 (x (x p 0 (x p0 (x p0 (x (x f ( x ) ! u ( x ) ™ v ( x )  u ( x) ™ v ( x) Por extensão: a derivada de f ( x) ! u ( x) ™ v( x) ™ t ( x) é dada por: f ( x) ! u ( x) ™ v( x) ™ t ( x )  u ( x) ™ v ( x) ™ t ( x )  u ( x) ™ v( x) ™ t ( x ) 9.Derivada do quociente: É o produto da deriva da 1ª função pela 2ª função.23 (y f ( xo  (x )  f ( x ) ! (x (x  (x) ™ v( xo  (x)  u ( x) ™ v( x) (y u ( xo ! (x (x Somando e subtraindo o fator u ( x) ™ v( xo  (x)  u ( x) ™ v( xo  (x) . duas funções deriváveis em I = ]a. Sejam u = u (x) e v = v (x). obtemos: v( x  (x) ™ v( x) u ( x  (x) ™ v( x)  u ( x) ™ v( x)  u( x) ™ v( x)  u( x) ™ v( x  (x) (y ! v ( x  (x ).4 .c. subtraindo o produto da 1ª função pela derivada da 2ª função e o resultado dividimos pela o quadrado da 2ª função.Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág.3. temos: v ( x  (x ) ™ v ( x ) v ( x  (x ) ™ v ( x ) (y ! ?u ( x  (x )  u ( x )A™ Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I ¡ . também é derivável em I e sua derivada é dada por: v(x) f ( x) ! u ( x) ™ v( x)  u ( x) ™ v ( x) [v( x)]2 Demonstração: (y ! f ( x  (x )  f ( x ) u ( x  (x u ( x) Obtendo o m. temos: (y !  v( x  (x) v( x) u ( x  (x) ™ v( x)  u( x) ™ v( x  ( x) (y ! somando e subtraindo o fator u ( x) ™ v( x)  u ( x) ™ v( x) . b[ e v (x) { 0. Temos que a função f ( x) ! u(x) .m.

obtemos: ?v( x  (x)  v( x)A (y ?u ( x  (x )  u ( x )A v(x) u ( x) ! ™  ™ (x (x (x v ( x  (x ) ™ v ( x ) v ( x  (x ) ™ v ( x ) lim ?u ( x  (x)  u ( x)A ™ lim ?v( x  (x)  v( x)A u ( x) (y v( x) ™ lim  lim ! lim 0 0 (x p 0 (x p 0 (x p 0 (x (x p 0 (x p 0 (x (x v ( x  (x ) ™ v ( x ) v ( x  (x ) ™ v ( x ) 1 4 42 4 43 1 4 42 4 43 v ( x )™ v ( x ) v ( x )™ v ( x ) f '( x ) ! u '( x ) ™ f '( x ) ! f '( x ) ! v( x) u ( x) v ( x ) u ( x)  ™ v '( x )   u '( x ) ™ 2  ™ v '( x ) v( x) ™ v( x) v( x) ™ v( x) v ( x) v 2 ( x) u '( x ) ™ v ( x ) u ( x ) ™ v '( x )  .5 ± Derivada da potência: (x) ! n ™ (x) n 1 Demonstração usando a razão incremental: ¨ A 2  B2 ¸ (y ( x  (x ) n  x n .24 Aplicando a (x diferença de derivada quando (x p 0 . obtemos o resultado: (x ( x  (x )  x ª AB º .Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. Efetuando a divisão de © ! ¹ .somando as frações com os mesmos denominadores obtemos v 2 ( x) v 2 ( x) u '( x ) ™ v ( x )  u ( x ) ™ v '( x ) ?v( x)A (x) ! x n   2 9.3.

A n 1  An2 ™ B   A ™ Bn  2  B n1 . substituindo A ! ( x  (x) e ! ( x) . (y n2 ! (x  x)n 1  (x  x)n 2 ™ x  K  .

x  x ™ x  x n 1 , usando a definição de derivada lim . (x p 0 (x
0 n 2 0 0 (y ™ x  lim xn 1 ! lim ( x  (x )n 1  lim ( x  (x ) n 2 ™ x  K  lim x  (x (x p 0 (x p 0 (x (x p 0 (x p 0 (x p 0 n 1 n 2 n 2 n 1 n 1 n  2 1 n  2 1 n 1 n 1 n f ( x) ! x  x ™ x  K x ™ x  n   x  x x 4 n x 4 4 K x  x   1 4  x41 4 2 n 1  K4 4x31

lim

n vezes

f ( x ) ! n ™ (x)

n 1

9.3.6 ± Derivada da raiz: f (x) ! n x   f '(x) ! 1 n ™ ( x )n 1
n

x { 0.

Demonstração: usando a razão incremental: n n (y n x  (x  n x x  (x  n x x  (x  n x !     n n (x (x ( x  (x )  x x  (x  n x

1 n ou ainda (y ! (x 1 .

n x  (x n .

x n n n   (y ! (x .

n x  (x n 1  n x™ .

n

x  (x

n 2 

K 

x
n

n 1

x  (x  n x  Adicionamos a definição de lim , onde obtemos: (x p 0 1 (y 1 1 lim ! lim  K  lim  lim n 1 n 2 n 1 (x p 0 (x (x p 0 (x p 0 n (x p 0 0 ¸ 0 ¸ ¨n ¨n n x x  (x ¹ x ™ © x  (x ¹ © ª º ª º

Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I

Universidade do Estado do Pará f '( x ) ! 1 Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág.25 K  1 .

. x n n 1  n 1 x.

x n n 2 .

x n n 1   f '( x ) ! 1 n n 1 .

x .

x .

x 3 1 4 4 4 44 2 4 4 4 4 4 n n 1 n n vezes. logo:  1  1 n 1 f '( x ) ! n™ 1 .

1.5) e (10. x n n 1 Conseqüências das fórmulas de derivadas ( 10.6) Demonstração: (x) ! x   ( n x ) m m m n y! xn   y ! m m 1 ™ x n ou y ! n .1.

x n m  y ! m n .

x n mn De acordo com a regra estabelecida no item anterior temos: 1 y ! m ™ ( n x ) m 1 ™ ( n x ) logo n x ' ! n-1 n™ n x .

x .

Conforme já provamos anteriormente temos: y ' ! m ™ ( n x ) m 1 ™ n™ 1 .

x n n-1   m n .

4. 9. temos: f ' (x) = cos x.1 Função Identidade: A derivada da função identidade é igual a um.4.4. k  ¡ . n mn ¨m¸ © logo temos y ! © ¹ ™ x ª ªnº ¨ m n ¸ ¹ n º ¨ m ¸ © 1 ¹   y ! © ¹ ™ xª n º ªnº ¨m ¸ 9. Dada a função f (x) = k. Demonstração: y f (x  x)  f (x) y f (x)  x  f (x) y y !   !   !  1 x x x x x x y   lim 1   f '( x) ! 1 lim x p0 x x p0 9. x  ¡ . Demonstração: Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I .Derivada da função seno: A derivada da função seno é igual a função cosseno.Derivada das Funções Elementares: Apresentaremos as derivadas das funções elementares.3 . temos: f '(x) = 1. Dada a função f (x) = sen x.2 Função constante: A derivada da constante é igual a zero. temos: f ' (x) = 0. Dada a função f (x) = x.4 . Demonstração: y f (x  x)  f (x) y f (x  x)  f (x) y k k 0 !   !   !   !0 x x x x x x x y   lim 0   f '( x) ! 0 lim x p0 x x p0 9.

T 4 4 8 2 cos x  sen 2 x 1 f (x) !   2 cos x cos2 x f (x) ! sec2 x Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I ¦ ¥ u (x) ! sen x   u '(x) ! cos x ?cosx A 2 ¤ £ ¢ ¢ y x ¨x xx¸ ¨x x x ¸ 2 ™ sen © ¹ ™ cos © ¹  Transformando o numerador em 2 2 ª º ª º produto e dividindo por 2 a x expressão obtemos. temos: f ' (x) = -sen x Demonstração: y cos(x  x)  cos x !   x x ¨x xx ¸ ¨x xx¸ 2 ™ sen © ¹ ™ sen © ¹ 2 2 ª º ª º x x¸ ¨ ¨ x¸ 2 ™ sen © x  ¹ ™ sen © ¹ 2 º ¨x xx¸ ¨x xx¸ ª ª 2 º 2 ™ sen © ™ sen © ¹ ¹ 2 2 2 ¨ x¸ ª º ª º z2   ™ sen © ! ¹ x x ª 2 º 2 ¨ x¸ ¨ x¸ sen © sen © ¹ ¹ x¸ y x¸ 2 º ¨ ¨ ª ª 2 º ! sen © x  ™   lim !  lim sen © x  ™ lim ¹ ¹ x p0 x x p0 x x 2 º 2 º xp 0 ª ª 2 2 43 1 44 2 4 L.F !1 y x y x f '(x) ! sen(x  0) ™ 1   f '(x) ! sen x 9.4.T.5 . Dada a função f (x) = cos x. temos: f ' (x) = sec2 x .26 y x f (x) ! 1 ™ cos x   f (x) ! cos x 9.Derivada da função cosseno: A derivada da função cosseno é igual a menos função seno. Demonstração: f (x) ! tg(x)   f (x) ! f (x) ! u(x) v(x) sen x cos x f (x) ! f (x) ! u (x) ™ v(x)  u(x) ™ v (x) « v(x)2 » ­ ½ cos x ™ cos x  sen x ™  sen x v (x) ! cos x   v '(x) !  sen x 1 6 44T.Derivada da função tangente: A derivada da função tangente é igual a função secante elevado ao quadrado. lim cos ¨ x  x ¸ ª º ™ cos x  © ¹ ! lim ! © ¹ usando lim0 obtemos   lim0 xp xp x p0 © x x 2 º x x p0 2 ¹ ª ª º 2 2 1 44 2 4 43 .4. ¨ x¸ 2 ™ sen © ¹ x¸ ¨ x¸ ¨ ª 2 º 2 ™ sen © ¹ ™ cos © x  2 ¹ x¸ ¨ ª 2 º ª º z2   2 ! ™ cos © x  ¹ x x 2 º ª 2 ¨ x¸ ¨ x¸ sen © sen © 0 ¹ x¸ y 2 ¹ ¨ ª 2 º .7. Dada a função f (x) = tg x. !1 .4 .Universidade do Estado do Pará y sen(x  x)  sen x !   x x Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág.T.

6 .27 9.Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. Dada a função f (x) = cotg x. temos: f ' (x) =  cossec2 x Demonstração: f (x) ! f (x) ! cotg x cos x f (x) ! sen x f (x) ! u (x) ™ v(x)  u(x) ™ v (x)  sen x ™ sen x  cos x ™ cos x   2 2 « v(x) » ?sen x A ­ ½  .Derivada da função cotangente: A derivada da função cotangente é igual a menos função cossecante elevado ao quadrado.4.

Dada a função f (x) = cossec x. Dada a função f (x) = sec x. com a  ¡ * e a { 1 .7 .sen 2 x  cos 2 x 1 sen 2 x  cos 2 x     2 2 sen x sen x sen 2 x f (x) !  cossec2 x 9.9 .4. temos: f ' (x) = tg x ™ sec x. temos: f ' (x) = ± cotg x ™ cossec x Demonstração: 0 ™ sen x  1 ™ cos x cos x u'(x) ™ v(x)  u(x) ™ v'(x)   f '(x) !   2 2 sen 2 x « v(x) » ?senx A ­ ½ f '(x) !  cos x 1 ™ sen x sen x 0 f (x) ! cossec x 1 f (x) ! sen x f '(x) !  cotg x ™ cossec x 9. temos f ' (x) = a x ™ ln(a)  Demonstração: x x  a x   y ! a x ™ a x  a x y f (x  x)  f (x) y .4.Derivada da função cossecante: A derivada da função cossecante é igual a menos o produto das funções cotangente pela cossecante.Derivada da função exponencial: Dada a função f (x) = a x .4. Demonstração: u'(x) ™ v(x)  u(x) ™ v'(x) 0 ™ cos x  1 ™ sen x sen x f '(x) !     2 2 cos 2 x « v(x) » ?cosx A ­ ½ f '(x) ! sen x 1 ™ cos x cos x f '(x) ! tg x ™ sec x 0 f (x) ! sec x 1 f (x) ! cos x 9.Derivada da função secante: A derivada da função secante é igual ao produto das funções tangente pela secante.8 .

.a !   ! x x x x x x x x x f y a .

a  1 ® (x) ! e ± ! p¯ x x x f ± (x) ! e ° .

a x  1 y ! ax ™ x x Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I .

Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág.28 Observação: quando lim x p0 .

a x  1  Usando o lim .4. mudança de base e .4. x x Demonstração: y l n(x  x)  l n(x) ! x x y 1 ! ™ ?l n(x  x)  l n(x) A x x y « ¨ x  x ¸» ! l n© ¹ x ¬ ª x º¼ ­ ½ 1 x Observação: f ( x ) ! log a . temos: f '(x) = 1 .Derivada exponencial geral: v™u » « y ! (u) v   (u.10 . obtemos: y x ! lim a . f (x) ! log a x l n(x) ! log e a l n(a) « ¨x x ¸»   ¬l n ©  ¹ ¼ ­ ª x x º½ 1 1 x 1 1 1 f (x) ! x ! ™ l n(a) x l n(a) f '(x) ! 1 « ¨ y « ¨ x ¸» x x ¸» x x ! ¬l n ©1 ¹¼   lim ¬l n ©1 ¹¼   y ! lim xp0 x xp0 x º½ x º½ x ­ ª ­ ª x ! y™x l n «lim .11 . lim (x p 0 x p0 x p0 x 1 44 2 4x4 3 l n(a ) a x ! e x temos: f '( x ) ! e x ™ ln e { 1 f (x) ! a x ™ ln a f '( x ) ! e ™1 f '( x ) ! e x x 9.v)   (x) y ! (u) v ™ ¬ v ™ l n(u)  u ¼ ­ ½ Demonstração: y ! (u) v   l n(y) ! l n(u)v   l n(y) ! v ™ l n(u) y u ! v ™ l n(u)  v ™ y u v™u » « y ! (u) v ™ ¬ v ™ l n(u)  u ¼ ­ ½ 9.Derivada da função logarítmica: Dada a função f (x) = ln (x).

1  y » ¬ yp0 ¼ ­ ½ 1 y™ x 1 x 1 x ™ l n(a) xp 0 y p0 1 1 1 ln e 1 « »   l n ¬lim .

p depende de t escrevemos p(t). O tipo de função que modela situações como estas chama-se de função composta. Neste caso o que temos e a composição das funções L e p. portanto o lucro também depende de t escrevemos L(p(t)).5 . Mas a produção por sua vez.1  y y ¼   l n(e) x ! ™   f '(x) ! yp0 x 1 x ­ ½ 9.Derivada de uma função composta ou (Regra da Cadeia) Função Composta: Imagine que uma industria consiga vender tudo que produz (p) ou seja L é uma função de p logo podemos escrever L(p). pode depender do tempo (t) durante o qual determinada máquina funciona. e. isto é. Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I .

Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág.29 Demonstração: x u .

g ( x ) y ! f .

g (x) f .

vem: f (x  x) ! f (x)  y ! y  y (II) Também temos. Seja g: (x) p uma função dada pela lei dada pela lei z g(f(x)) . encontramos: lim ! x p0 y p 0. Se a função também for derivável em I. « g(y  y)  g(y) f (x  x)  f (x) » « z g(y  y)  g(y) » « f (x  x)  f (x) » ! lim ¬ ™ ¼ ! ¬ lim0 ¼ ™ ¬ lim0 ¼ x p0 x y x y x ½ ­ ½ ­ xp ½ ­ xp « f (x  x)  f (x) » g(y  y)  g(y) » «   ¬ lim ¼ ™ ¬ lim0 ¼ ! g '(y) ™ f '(x) yp0 xp y x ½ ­ ½ ­ Desta forma Obtemos: 9.6 . f(x) . fazendo x p 0 na igualdade (III). z ! F(x  x)  F(x) ! g(f(x  x))  g(f(x)) ! g(y  (y)  g(y) pe la igauldade de (II) (f(x  x) ! y  (y portanto temos z ! g(y  (y)  g(y) Desta forma obtemos: z F(x  x)  F(x) g(y  y)  g(y) g(y  y)  g(y) y ! ! ! ™ x x x y x z g(y  y)  g(y) f (x  x)  f (x) (III) ! ™ x y x Observando a igualdade (I). Supondo que f seja derivável no ponto x e g seja derivável no ponto y tal que y provemos que Temos: y ! f (x  x)  f (x) e. daí. quando x p 0 . então sua derivada é a derivada terceira ou derivada de ordem 3 da função f '' indicada por f '''. Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I . Se a função f '' também for derivável em I. Existe a função composta f:A p f(x) . então sua derivada é a derivada segunda ou derivada de ordem 2 da função. o mesmo ocorre com então. notamos que. (I) também é derivável em x. e calculemos sua derivada. indicada por f ''.g (x) Seja f: A p B uma função dada pela lei y z g(y).Derivada Sucessiva ( x) ! g(f ( x))   ( x) ! g (f ( x)) ™ f ( x) Seja f uma função derivável em um intervalo aberto I.

30 E assim por diante. a taxa de variação do custo em relação ao número de itens xp 0 produzidos. lucro marginal e receita marginal para as taxas de variação do custo. Assim.7 . Se o número de itens produzido estiver crescendo x1 para x2 o custo adicional será grandeza quando C C(x 2 )  C(x1 ) C(x1  x)  C(x 2 ) .Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. o custo marginal de produção de n unidades é aproximadamente igual ao custo da produç ão de mais uma unidade [(n + 1)ésima unidade]. da receita em relação ao número de unidades produzidas ou vendidas. mas o custo da mão-de-obra poderia depender parcialmente de potências mais altas de x. da função f. dx Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I . O limite dessa ! ! x x 2  x1 x x p 0 . temos x ! 1 e n muito grande (tal que C (n) } C(n  1)  C(n) . da mão-de-obra e asssim por diante (O custo das matérias-primas pode ser proporcional a x. se a derivada de ordem n for derivável em I. Supondo que C(x) é o custo total que uma companhia incorre na produção de x unidades de um certo produto. R(x) e L(x). Considerações semelhantes se aplicam às funções receitas e lucro. ! x dx Como o valor de x pode geralmente assumir somente os valores inteiros. aquecimento. x é pequeno comparado com n). dx n 9. pode-se obter a derivada de ordem n + 1. Em geral é apropriado representar uma função custo por um polinômio C(x) ! a  bx  cx 2  dx 3 . pode não fazer sentido tomar Fazendo x . chegamos às seguintes definições: 1) C (x) ! C (x) ! 2) R (x) ! R (x) ! dC ! Custo marginal = O custo extra na produção de uma unidade adicional. em decorrências dos custos de horas extras e ineficiências envolvidas em operações de larga escala).Aplicação de derivada na Economia: Análise Marginal Em negócios e economia é comum economista estarem interessados em como mudanças em variáveis tais como produção. Assim. mas podemos sempre substituir C(x) por uma função aproximativa suave. Notações: f (1) (x) ! y(1) ! dy !y dx f (2) (x) ! y(2) ! d2 y !y dx 2 f ( n ) ! y (n) ! dn y ! yn . receita ou lucro os mesmos usam os termos custo marginal. A função C é chamada função custo. manutenção). oferta ou preço afetam outras variáveis tais como: custo. e os outros termos representam o custo das matérias-primas. isto é. dx dR ! Receita marginal = a receita extra pela venda de uma unidade adicional. do lucro. que é denominado pelos Economistas por custo marginal logo lim C dC . onde a representa os custos gerais indiretos (aluguel.

ou seja. Vamos considerar agora o mercado. vale a pena aumentar a produção. Então p é chamada função demanda (ou função preço). então o lucro total será P(x) ! (x)  C(x) . Notando que C(x) . Nesse caso. A derivada (x) ! x ™ p(x) e é denominada função rendimento (ou função a e portanto o lucro aumenta com o diminuição (x) da função rendimento é conhecida como função rendimento marginal. Seja p(x) o preço por unidade que uma companhia pode cobrar se ela vende x unidades. L (a) " 0 . A função custo médio c(x) ! produzidas. a derivada é o quociente têm o mesmo sinal. vale a pena diminuir a produção. e P é dita função lucro. Supondo que a função L(x) seja derivável no ponto a. Se o lucro for máximo. Se o lucro marginal é positivo. suponha que o nível de produção seja x = a. quando x unidades são x (x) é a inclinação da reta que liga a origem ao ponto . Uma regra básica é a seguinte. então (x) ! C (x) e portanto. então o rendimento marginal = custo marginal . os números onde o lucro marginal é zero. o sinal de L (x) é o mesmo de x  a . para valores de x próximos de a. para x próximo de a. então o rendimento total será venda). se o lucro marginal é negativo. Suponha que estejamos interessados em escolher um valor de x tal que o lucro aumente. e é a taxa de variação do rendimento em relação ao número de unidades vendidas. representa o custo por unidade. enquanto. tal que L(x) L(a). de acordo coma definição de derivada: L (a) ! lim x pa L(x)  L(a) xa Assim. uitas decisões econômicas são baseadas na análise do custo e receita marginal. L (a) 0 . Para compreender a razão destas afirmações. Para maximizar o lucro procuramos por números críticos de P. com a minimização do custo médio. A função lucro marginal é P (x) . Assim. Queremos indicar aqui dois outras aplicações das funções marginais em economia onde a primeira tem a ver com a maximização do lucro e a segunda. Se x unidades forem vendidas e o preço por unidade for p(x). e esperamos que ela seja uma função decrescente de x. significa L(x) " L(a) quando x " a e portanto o lucro aumenta com o aumento da produção. temos.31 3) (x) ! (x) ! dl ! Lucro marginal = O lucro extra de uma unidade adicional. dx Como L (x) ! L(x) ! (x)  C(x) . temos também a relação L (x) ! (x)  C (x) ou (x)  C (x) .Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. isto é. Se x unidades forem vendidas. significa L(x) " L(a) quando x da produção. a derivada da função lucro. as se P (x) ! (x)  C (x) ! 0 .

(x) .x. x Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I .

9.32 È aparente que deve existir um mínimo absoluto. Da teoria de equação polinomial onde f ( x) ! 0 . então deveremos produzir mais e abaixando assim o nosso custo médio. que será denotada por f ( x ) ou f 2 ( x) . Da mesma forma. então x ™ (x)  (x) ! 0 . se nosso custo marginal for maior que nosso custo médio. então custo marginal = custo médio.primeira de ( x) . onde ( x) é a derivada . assim por diante. chama-se função polinomial derivada de f (x) a função f ' : £ p £ .Aplicação das Derivadas Sucessivas na Resolução de Equações Polinomiais Definição: Dada a função polinomial f : £ p £ definida por f (x) ! a n x n  a n 1x n 1  a n  2 x n 2  K K  a 1x  a 0 x onde a 0 { 0 e n 0 .1) ( x) é chamada função derivada enésima de f ( x) e será denotada por f (n) ( x ) . como c (x) ! 0 . então r é raiz de multiplicidade m . pois se o nosso custo marginal for menor que o nosso custo médio. obtendo a chamada função derivada .8 . Esse princípio é plausível. Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I . temos: f (x) | (x  r)m ™ q(x) e q(r) { 0 Teorema: Se r é uma a raiz de multiplicidade m da equação ( x) ! 0 . então deveremos produzir menos. f (n) (x) ! (f (n 1) (x)) ' Vamos ver agora os teoremas que facilitam a pesquisa das raízes múltiplas de uma equação polinomial. Notemos que: f (2) (x) ! n(n  1)a n x n  2  (n  1)(n  2)a n 1x n 1  K K  3 ™ 2 ™ a 3 x  a 2 A derivada da função polinomial f (2) (x) é chamada função polinomial derivada .segunda de f ( x) .Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. Para encontrá-lo localizamos o ponto crítico de c usando a regra do quociente para diferenciar a equação do custo médio c (x) ! x ™ (x)  (x) .1 da equação ( x) ! 0 .terceira f ( x) e será denotada por ( x ) ou (3) ( x) . definida por f '(x) ! na n x n 1  (n  1)a n 1 x n 2  (n  2)a n  2 x n 3  K K  a1  0 . com multiplicidade m. x portanto. a derivada da função polinomial f (n . a fim de abaixar o nosso custo médio. Notemos que: f (3) (x) ! n(n  1)(n  2)a n x n 3  (n  1)(n  2)(n  3)a n 1x n  2  K K  3 ™ 2 ™1 ™ a 3 E. Neste sentido ( x) ou f 1 ( x) também é uma função polinomial é possível determinar a sua função polinomial derivada (f ( x)) . e temos x2 (x) ! (x) ! c(x) . Se o custo médio for mínimo.

f (3) ( x) ! 0. então a multiplicidade de r em ( x) ! 0 é m.K .cos x ?(1  sen x )A 2 3) f ( x) ! Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I .Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág.v ( x) f ( x) ! 2 x ™ 1  x 3  x 2 ™ f ( x) ! 2 x ™ 1  x  1  sen x 1  sen x 3 2 3 1 1 1 ™ (1  x3 ) 2 . f (2) ( x) ! 0. e r não é raiz de Corolário 2: Se r é raiz das equações f ( x) ! 0. f (m-1) ( x ) e não seja raiz f (m) ( x) ´. respectivamente.v '( x) f '( x ) !   f '( x ) ! 2 2 ?v( x)A ?(1  sen x )A cos x  cos x.3 x 2   2 1  1 1 1 ™ 3x 2   v '( x ) ! ™ (1  x 3 ) 2 . Resumindo: ³A condição necessária e suficiente para que um número r seja raiz com multiplicidade m de uma polinomial f ( x) ! 0 é que r seja raiz das funções f ( x ).v( x)  u ( x). f (2) ( x ). f (m-1) ( x) ! 0 e r não é raiz da equação f (m) ( x) ! 0 .sen x  cos x  cos x. f (1) ( x ). 1  x 3 2 ™ 1  x3 2) f ( x) ! u ( x) ! 1  senx   u ( x) ! cos x v ( x ) ! 1  senx   v ( x ) !  cos x cos x.( cos x ) u '( x ).K . temos: ( x) | (x  r) m-1 ™ «m ™ q(x) (x  r) m ™ q (x) » e. Corolário 1: Se r é raiz de multiplicidade m da equação ( x) ! 0 . f (m-1) ( x) ! 0 com multiplicidade m±1.(0  3x 2 ) ž ™ 1 2 2 (1  x 3 ) 2 1 (m) ( x) ! 0 . então r é raiz de: f (1) ( x) ! 0. K . temos que r é raiz de multiplicidade m±1 de m ™ q(r) (x  r) m ™ q (r) (x) ! 0 . K .1.sen x f '( x ) ! ?(1  sen x)A sen x  cos x sen x  cos x 2   f '( x ) ! 2.v ( x )  u ( x). f (1) ( x) ! 0. f (3) ( x) ! 0. Questões Resolvidas 01) Determinar a derivada das seguintes funções: 1) f ( x) ! x ™ 1  x f ( x) ! u ( x).(1  sen x )  ?(1  sen x )A.33 Demonstração: f (x) | (x  r)m ™ q(x)   f '( x) | m ™ (x  r) m-1 ™ q(x)  (x  r) m ™q'(x)   f '(x) | m ™ (x  r) m-1 ™ q(x)  (x  r) m ™ q'(x) Portanto. como ­ ½ m ™q(r) { 0 . m±2. v ( x ) ! 1  x 3 ! (1  x 3 ) 2   v '( x ) ! 3x 2 2 ™ 1 x3 3x 4 v '( x ) ! 3x2 2. m±3. f (2) ( x) ! 0.

 ( cossec x 3 ™ cotg x 3 ™ 3x 2 ) f ( x ) ! 3x 2 . sen x  cos 2 x  sen 2 x  sen x .sen x  cos 2 x  sen 2 x  sen x .(cos x  sen x )  tg x .1 2   2  2.cos x  sen x .cos 2 x  2.v '( x ) sen 2 x.cos x  « sen x.(cos 2 x  sen 2 x ) ?sen x  cos x A 2 ?sen x  cos x A tg x sen x  cos x 2   f ( x) ! ?sen x  cos x A 4) f ( x) ! u ( x) ! tg x   u ( x) ! sec2 x v( x) ! sen x  cos x   v (x ) ! cos x  sen x u '( x ).sec x 1 x v ( x ) ! l nx   v ( x) ! 1 x 5) f ( x) ! sec x ™ l n x f ( x ) ! u ( x ).e  cossec x . sen x 2 ?sen x  cos x A  2.Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág.cos x  sen 2 x  cos x 2  cos x.(cos x  sen x ) f '( x ) !   f '( x ) ! 2 2 ?v '( x)A ?sen x  cos x A u ( x) ! sec x   u ( x) ! tg x.(cossec x 3 ™ cotg x 3 ) 3 8) f ( x) ! cos x ™ cotg x f ( x) ! u ( x) ™ v( x)  u ( x) ™ v ( x ) f ( x ) !  sen x ™ cotg x  cos x ™ (  cos sec 2 x)    sen x ™ f ( x ) !  cos x  ¨ ¨ § § § § cos x ¨ 1 ¸ ¨ 1 ¸  cos x ™ © ¹    cos x  cos x ™ © 2 ¹ sen 2 x º senx ª ª sen x º cos x 1 ™   f ( x) !  cos x  cotg x.34 2 f ( x) ! f ( x) ! f ( x) ! f ( x) ! f ( x) ! (cos x  sen x) ™ ( sen x  cos x)  ?(sen x  cos x ) ™ (cos x  sen x )A ?sen x  cos x A cos x.v ( x )  u ( x ).v ( x ) f ( x ) ! tg x ™ sec x ™ ln x  sec x ™ 1¸ ¨ f ( x ) ! sec x ™ © tg x ™ ln x  ¹ xº ª 6) f ( x) ! 4 ™ sec x  3 ™ cossec x f ( x ) ! u ( x) ™ v( x)  u( x) ™ v( x) f ( x ) ! 4 ™ tg x ™ sec x  3 ™ ( cotg x ™ cos sec x) f ( x ) ! 4 ™ tg x ™ sec x  3 ™ cotg x ™ cos sec x u ( x) ! sec x   u ( x) ! tg x ™ sec x v ( x ) ! cos sec x   v ( x ) !  cotg x ™ cos sec x 7) f ( x) ! e  cossec 3 3 x f ( x ) ! e  cossec x . sen x » ­ ½ ?sen x  cos x A ?sen x  cos x A  cos 2 x  sen 2 x  sen 2 x  cos x 2 2 cos x.cos sec x sen x sen x 9) f ( x) ! (x  cossec x) ™ ln x u ( x) ! x   u ( x) ! «1  .v ( x )  u ( x ). sen 2 x ?sen x  cos x A 2 2   2.cos x  sen 2 x  cos x 2  cos x.

cossec x » ­ ½ v( x) ! l n x   v ( x ) ! 1 x Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I .cotg x.

35 1 x 1¸ 1 ¨x f '( x) ! (1  cotg x. v '( x) Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág.cossec x) ™ l n x  ( x  cossec x) ™ u ( x) ! x 2 .v '( x) f '( x) ! 2 ?v( x)A f '( x) ! . sen x  x 2 .cos x x 2 ™ sen x 10) f ( x ) ! v ( x ) ! e x   v '( x ) ! e x ex u '( x) ™ v( x)  u ( x).cossec x) ™ l n x  1  ™ cossec x xº x ªx f '( x) ! (1  cotg x.cossec x) ™ l n x  ©  cossec x ™ ¹   f '( x) ! (1  cotg x.v( x)  u ( x).sen x   u '( x) ! 2 x.Universidade do Estado do Pará f '( x) ! u '( x).

2 x x 2 1 2 ?v( x)A ex 2 2 .2 x ™ sen x  x 2 ™ cos x ™ e x  x 2 ™ sen x ™ e x «e x » ­ ½ 2 ! e x ™ x ™ ?2 ™ sen x  x ™ cos x  x ™ sen x A «e x » ­ ½ 2 f '( x) ! x ™ ?2 ™ sen x  x ™ cos x  x ™ sen x A ex © 2 ex 1 11) f ( x) ! cos x f '( x ) ! f '( x ) ! u '( x ) ™ v ( x )  u ( x) ™ v '( x) u ( x) ! e x x 2 1 2 1   u '( x) ! e x 1.

2 x ™ e ™ cos x  e   ?cos x A 2 v ( x ) ! cos x   v '( x ) !  senx ™ sen x .

cos x  e   x 2 1 x 2 1 ™ sen x cos x 2 1 .2 x.e .

1  f ( x ) ! l nx   f '( x ) ! x ™ l na 1  f ( x ) ! log a x   f '( x) ! x ™ l na f ( x ) ! log a x   f ( x ) ! Derivada da parte interna 12) f ( x ) ! log 3sen x f '( x ) ! f '( x ) ! cos x sen x ™ l n 3 cotg x ln3 sen .2 x ™ cos x  sen x cos 2 x 1 l n( a )  A derivada de sen x é cos x .

x 2  5x 1 13) f ( x ) ! e sen

x 2  5 x 1 f ( x) ! e .cos

x 2  5 x  1 .

2 x  5 ! x2  5x  1 ! 2 x  5.e sen x 2  5 x 1 .1  0 ! 2x  5   y' ! f ( x ) ! (2 x  5).

.cos x 2  5 x  1 .

sec( x 2  1) . tg ( x 2  1).2 x sec( x 2  1) ™ l n 2 14) f ( x) ! log 2 ­ 15) f ( x ) ! sec «sec x 2 1 » ½ .

y' ! 2 x.tg ( x 2  1) l n2 .

x 3 Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I .

36 .Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág.

sec x .sec f '( x ) ! 3. .

f '( x ) ! 3. tgx x ™ 1 1 2 x Deriva a parte interna e multiplica por 3. sec x . sec x 31 2 2 x .

2  Deriva a parte interna A derivada de sec Deriva do arco  A derivada de .

tgx x ™ sec 3 x ™ tgx x 2 x x  1 2.sec 3 x . x   sec x ™ tg x f '( x ) ! 3.sec x . tgx x ™ f '( x ) ! f '( x ) ! 1 2 x 3 2 x ™ 3.sec x .(1)   ™ (cossec 2 ) 2 ™ cotg 2 ™ cossec 2 ™ 2 2 2 f '( x) ! (cossec 2 ) 2 ™  cotg 2 ™ (cossec 2 )1 f '( x) ! (cossec 2 ) 1  1 2 1  1 ™  cotg 2   (cossec 2 )2 ™  cotg 2   f ( x) ! cossec 2 ™  cotg 2 ' f '( x) !  cotg 2 ™ cossec 2 17) f ( x) ! « 2 x » ­ ½ f ( x ) ! ?u ( x) A f ( x) ! « 2 x » ­ ½ cos x v( x) « « 2 x » ™ l n(2) » cos x « u ( x) » x ¬ sen x ™ l n «2 x »  cos x ™ ­ ½ ¼ « » ™ ¬v ( x ) ™ l n ?u ( x) A v( x) ™   ­2 ½ ™ ­ ½ x ¬ ¼ u ( x) ¼ «2 » ­ ½ ­ ½ ¬ ¼ ­ ½ cos x ™ ? x ™ sen x ™ l n 2  cos x ™ l n(2) A 2 18) f(x) ! cotg 5 e x . x 16) f ( x ) ! cossec 2 f '( x) ! (cossec 2 ) f '( x) ! 1 2 1 1 1  1 1 ™ (cossec 2 ) 2   ™ (cossec 2 ) 2 ™ cotg 2 ™ cossec 2 2 2 1 1   1 1 f '( x) ! ™ (cossec 2 ) 2 ™ cotg 2 ™ cossec 2 ™ 2.

f ( x ) ! 5 ™ «cotg .

e ­ f ( x ) ! 5 ™ «cotg .

e ­ f ( x ) ! 10 x ™ .

e +1 x 2 1 x 2 1 x 2 1   «cotg .

e » ­ ½ ™ » ™ cossec .

e .

e ™ 2 x  0 ½ » « » ™ ½ ™ cossec .

e .

e ™ 2 x   5 ™ 2 x ™ .

e ™ ­cotg .

e ½ ™ cotg .

e ™ cossec .

e x 2 1 5 5 1 2 x 2 1 x 2 1 4 2 x 2 1 x 2 1 x 2 1 x 2 1 4 x 2 1 2 x 2 1 4 ™ cossec 2 e x .

© ¹™ 2 ª x  1 º . 2 1 ¨ x 1¸ 19) f ( x) ! sen © ¹ ª x 1º 2 ¨ x 1 ¸ f '( x ) ! cos.

x  1 f '( x ) !  ¨ x 1 ¸ ™ cos. © ¹ ª x 1 º .

( x  1)  ( x  1).x  1 2 2  1º deriva a função ¬ sen © « ­ ¨ x  1 ¸ u '( x ) ™ v ( x )  u ( x ) ™ v '( x ) .  2º deriva o arco © ¹  2 ª x 1 º ?v( x) A  ¨ x  1 ¸» ¹¼ . ª x  1 º½ 1.1 x  1  x  1 2 ! ! 2 2 ( x  1) ( x  1) ( x  1)2 Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I .

y ! 0   w 2 .0004x2 x (x) ! 339  25x  0.e 2 x   4.00 $ 47.cos(w.e 2 x   ! 2. t )  w 2 .0004x3 ( )! (x) ! 25  0.Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág.18x  0.0003x 2 x x x x x x (x) ! 3700  5x  0.08x  0. t ).09x  0.2   4.00   2 5 25 100 100   50  2. t )  w2 . 0003x 3 .77   (6) ! 50  2   50  6 36 Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I .1   w   04) Encontre as funções custo médio e custo marginal. c(x) 339 25x 0. w constante.04x 2  0.0003x 3 3700        ( )!  5  0.w  ?sen( w.cos(w.0003x 3   (x) ! 5  0.e 2 x ! 0 dx dx 03) Seja y ! cos( ™ t) .23 100 100   50    50  4.?cos( w.0004x3      x x x x x 339 ( )!  25  0.04x  0.e 2 x .e2 x  4. t ) A ! 0 2 dx dx 0!0 z ' ! w.04x 2 0.cos(w. Verifique que Solução: z ! w. Solução: (x) ! 100  50x  a) b) (5) ! 50  100   x (x) ! 50  100 x (5) ! (6) ! $ 46. t ). c(x) 3700 5x 0. 0004x3 .2   2. x om o custo para produção do sexto motor. t d2 y  dt 2 2 ™y ! 0.e 2 x  4 y ! 0   4.w   2 !  cos( w.0012x2 05) Um fabricante de pequenos motores estima que o custo da produção de x motores por dia é dado por (x) 100 50x 100 . Para as funções abaixo: Solução: a) (x) ! 3700  5x  0. Verifique que d2 y  4y ! 0 dx 2 dy dy ! e 2 x . t )   2  w 2 y ! 0   w 2 . t ) A.04x 2  0. dy d2y !  sen (w.37 5 20) f ( x ) ! « x ™ sen 2x  tg 4 (x 7 ) » ­ ½ 4 4 « » « » f ( x ) ! 5 ™ ­ x ™ sen 2 x  tg 4 ( x 7 ) ½ ™ ­ sen 2 x  x ™ cos 2 x ™ 2  4tg 3 x 7 ™ sec x 7 ™ 7 x 6 ½ f ( x ) ! 5 ™ « x ™ sen 2 x  tg 4 ( x 7 ) » ™ « sen 2 x  2 x ™ cos 2 x  28 x 6 ™ tg 3 x 7 ™ sec x 7 » ­ ½ ­ ½ 02) Seja y ! e 2x .0009x 2 ( )! b) (x) ! 339  25x  0.09x2  0.09x2 0.w.0 dx dx 2 2 d y d y !  w2 .09x2  0. compare o custo marginal da produção de 5 motores.

0002(50) 3 10(50)   25 500   $ 525. deve cobrar um preço.900 (100) ! 21. (x) ! 2.50 lucro marginal dx b) Para x 50 e 51.53 Portanto.100 1000 179. Se o custo da agência para x pacotes é 1000  x 0.Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. 0002x 3  10x dp ! 0. o lucro é. d) O lucro máximo. 0002x 3  10x . o lucro obtido pelo aumento da produção de 50 para 51 unidades é 536.01x 2 (x) ! 2.38 06) Uma agência de viagens estima que. 0006x 2  10   0. por pacote de 1800  2 x(unidades monetárias) para 1 e x e 100 . P ! 0.01x2 (unidades monetárias). 0002(51) 3 10(51)   26.01x 2  1799x 1000 (100) ! 2. R$ = 1800  2x p preço por pacote.53 Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I . para vender x pacotes de viagem. Substituindo o valor na função lucro o valor responsável é x = 100. 0002x 3  10x P ! 0.100 179. 01 ™ (100) 2  1799 ™(100) 1000 (100) ! 20. Determine: a) função receita: para vender x pacotes. 01x 2  1799x 1000 c) O numero de pacotes que maximiza o lucro como 1 e x e 100 .53  525.01x2 . custo para vender pacotes 1000  x 0.00 ! $ 11. de fato: P ! 0.800 07) Uma industria verifica que o lucro proveniente da venda de um determinado produto por ! 0. Solução: 1 pacote 1800  2x ! x y y ! 1800x  2x 2 b) função lucro: (x) ! (x)  (x) (x) ! 1800x  2x 2  (1000  x  0.01x 2)   (x) !1800x 2x 2 1000 x 0 . 0006(50) 2 10 dx dp ! R$ 11.53 500   $ 536.00 P ! 0. Solução: a) Encontre o lucro marginal para um nível de produção de 50 unidades.900 (100) ! $158.

000p ª 0.000 3.001x 2 2600   c(x) !   c(x) !  2  0.000 º d 1 ! ™ (60.000  x ¸ R ! x ™p   x© (60. 001x2 .00 10.00 isso descrito pela equação.000 2. temos: hambúrgueres.000 20. x 1.000  2(20.000   !1 dx 20.00 6.39 08) Um negócio vende 2000 itens por mês a cada R$ 10.000  2x) Substituindo x = 20. Em outras palavras. Solução: Para a previsão feita x aumenta 250 unidades cada vez que p diminui R$ 0.00 8. é a receita marginal e dada por: ¹  20.87 C ' (x) 4.600.000.002x Usamos essas expressôes para fazer a tabela a seguir.00 17.000 C(x) 5.25 de redução no preço.60 5.600  2x  0.000))   (60.30 5. Solução: como receita total é dado é dado por 1 ¨ 60.00 cada. 25 º x p = 12  Função demanda 1. a) Encontre o custo.00 c(x) 5.000 09) Um a lanchonete verificou que a demanda mensal para seus hambúrgueres é dado por p! 60.25 do custo original de R$ 10. ¨ 10  p ¸ x ! 2000  250 © ¹   12. o custo médio e o custo (x) ! 2600  2x  0. dx 20.000 d 1 1 (60.00 Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I .000 obtemos. dando o custo.000  40. Solução: unção custo médio é: (x) 2600  2x  0.001x x x x unção custo marginal é: (x) ! 2  0. Foi previsto que as vendas mensais aumentariam de 250 itens para cada R$ 0. o custo médio e o custo marginal da produção de 1000.000 ! x ™ p . encontre a receita marginal quando x = 20.000 ª 20.000) ! dx 20. arredondados até o centavo mais proximo).000  x .000 1.000x  x 2 ) .000 20. Encontre a função demanda correspondente a essa produção. 2000 e 3000 itens.000 d ! ™ 20.000 1 20.000 20.Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág.600.600. Encontre o aumento na receita por hambúrgueres para uma venda mensal de 20.000 d ! $1 unidade dx 10) Uma companhia estima que o custo (em dólares) na produção de x itens é dado pela equação abaixo (x) ! 2.001x 2   c(x) ! marginal (em dólares ou dolares por item.

666.600.02x  0. dessa forma.612   c(1. 66667   x ! 10.001x ! 2  0. 00021x 2   0.26x  0. 00021x 2 3. 22 / item c(1. obtemos: x 2600  2  0.5 ! 1.001x  x x x 2600 2600   x2 !   x 2 ! 2.001x. 01x2 .002x 0. 00042x .002x ! 2  0. 00021x 2 ! 3. 26   0.5  0. Encontre as funções de demanda e de rendimento oferecido pela loja maximizar seu rendimento? Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I . Uma pesquisa de mercado indica que.26  0.000   x $1. (x) ! C (x)   3. para todo x (x) ! 0. 00021 x $ 103 x2 ! Para verificar que isso fornece um máximo. 01x . a $ 350 cada. 02 e 0.02x  0. o número de aparelhos vendidos aumenta em 20 por semana.612 11) Determine o nível de produção que maximizará o lucro para uma companhia com funções custo e demanda dada pelas equações C(x) ! 84  1.612. notamos que c (x) ! x2 portanto c é côncava para cima em todo seu domínio.001x. Portanto o nível de produção de 12) Uma loja vende 200 aparelhos de DVD por semana. 279 0. 01x)   R(x) ! 3. Solução: A função rendimento é R(x) ! x ™ p(x)   x ™ (3. Para ver que esse nível de produção realmente dá o mínimo. O custo médio mínimo é: 2600 c(x) !  2  0. 103 unidades maximizará o lucro.612) ! 1.612 0.26  0.001 5.001 ™1.612) $ $ 5.02  0. obtemos: 0.Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. logo: x 2600  2  0. 00007x3 e p(x) ! 3. 00021x 2 .666.5  0.001x. 02x ! 1. Assim.40 b) A que nível de produção será mais baixo o custo médio? Qual o custo médio mínimo? Solução: Para minimizar o custo médio devemos ter custo marginal = custo médio. a função rendimento marginal (x) ! 3.02x  0.5x  0. 2600 (x) ! 2  0.5  0.26  0. 02x A função custo marginal é: C (x) ! 1.5  0. 00021x 2 ! 2. 00021x 2 . para cada abatimento de$ 10 oferecidos aos compradores.01x2  0. 24 2.600.5 1.5  0.002x ! x 2600 2600 2600 . 02x e C (x) ! 1.26  0. (x) C (x) . computamos as derivadas segundas: C (x) ! 0.001x    0.000   x ! 2. ssa equação simpli icada: (x) ! c(x)   2  0.002x ! 0. 24   x 2 ! 10.001x ! x 0. o rendimento marginal é igual ao custo marginal quando (x) ! 3.002x e c(x) !  2  0. como x ! 1.200 " 0. 66667   x $103.

41 Solução: Seja x o número de aparelhos de DVD vendidos por semana. Para cada aumento de 20 aparelhos vendidos. Logo. o preço decresce em $ 10.Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. Então o crescimento semanal em vendas x  200 . para cada aparelho adicional vendido o decréscimo no preço será de demanda é: p(x) ! 350  10 x ™ .

obtemos: p(450) ! 450    p(450) ! 450  225   p(450) ! 225 2 2 e o abatimento é 350 ± 335 = 125. vemos que R (x) ! 0 . Solução: (x) (x) (x) x 3  x 2  16 x  20   (2) 3 x 2  2 x  16 6x  2   (2)   (2) (2) 3  (2) 2 16(2)  20 ! 0 3(2) 2  2(2) 16 ! 0 6(2)  2 ! 14 { 0 Logo. sendo raiz dupla. 13) Verificar se 1 é raiz tripla da equação x 4  6 x 2  8 x  3 ! 0 . Esse valor de x dá o máximo absoluto pelo teste da derivada primeira (ou simplesmente observando que o gráfico de R é uma parábola que é côncava para baixo). O preço correspondente é x 450 p(x) ! 450  . quando x ! 450. 2 é raiz dupla da equação.x  200   p(x) ! 450  20 2 2 1 10 e a função v 10 ! 20 20 x¸ x ¨ A função rendimento é: R(x) ! x ™ p(x) ! x © 450  ¹   R(x) ! 450x  2º 2 ª Uma vez que R (x) ! 450  x . para maximizar o rendimento. 1) P(x) ! x3  5 x 2  3 x  9   P'(x) ! 3 x 2  10 x  3 Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I . 14) Verificar se 2 é raiz dupla da equação x 3  x 2  16 x  20 ! 0 . quando x = 450. sabendo-se que a mesma admite raiz dupla.00. Solução: P(1) = 0 P (1) = 0 P (1) = 0 P (1) { 0 P(x) = x 4  6 x 2  8 x  3   P(1) = (1) 4  6(1) 2  8(1)  3 ! 0 P'(x) = 4 x3  12 x  8 P''(x) = 12 x 2  12 P'''(x) = 24x   P'(1) = 4(1) 3 12(1)  8 ! 0   P''(1) = 12(1) 2 12 ! 0   P'''(1) = 24(1) { 0 Logo. Portanto. Solução: P(x) = 0 P (x) = 0 P (x) { 0 . 15) Resolver a equação x 3  5 x 2  3 x  9 ! 0 . a loja deve oferecer um abatimento $ 125. 1 é raiz tripla da equação.

então. 3 é a raiz dupla da equação dada: 4) Para determinar a outra raiz. vamos aplicar o dispositivo prático de Briot-Ruffini: 3 3 1 1 1 5 2 3 3 9 0 1 0 Recaímos. na equação x  1 ! 0 . sabendo-se que a mesma admite raiz tripla.3a 16) Resolver a equação x 4  7 x 3  15 x 2  13x  4 ! 0 . ¨5¸ ¨5¸ ¨ 5¸ ¨ 5¸ ¨ 5¸ © ¹ ! © ¹  7 © ¹  15 © ¹  13 © ¹  4 { 0 ª2º ª2º ª 2º ª 2º ª 2º .Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. x  1 ! 0   x ! 1 logo.42 2) Como (x) 0 . vamos calcular x: 3x 2  10x  3 ! 0 x ® 3 10 s 8 ± x! ( ! 64 1 ¯ 6 ± x 3 ° 3) Para sabermos qual dos valores é raiz dupla. devemos ter P(x) = 0. sendo raiz tripla. P(3) ! (3) 3  5(3) 2  3(3)  9 ! 0 226 ¨1¸ ¨1¸ ¨ 1¸ ¨ 1¸ P © ¹ ! © ¹  5 © ¹  3© ¹  9 ! {0 3º ª 3º 3º 3º 27 ª ª ª 3 2 Então. devemos ter (x) = 0. Solução: P(x) = 0 4 3 P (x) = 0 2 P (x) ! 0 (x) { 0 . ! _1. 1) ara sabermos qual dos valores é raiz dupla.

1 ! .

1 4  7 .

1  15 .

1  13 .

x4 !0  x ! 4 logo. sendo raiz dupla. Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I .1  4 ! 0 3 2 Então. 1. vamos aplicar o dispositivo prático de Briot-Ruffini: 1 1 1 1 1 1 7 15 9 4 0 13 4 0 -6 -5 -4 -4 0 1 Recaímos. Solução: P(x) = 0 P (x) = 0 P (x) { 0 . admita uma raiz dupla. ! _ 4a. 1 é a raiz tripla da equação dada: 2) ara determinar a outra raiz. na equação x  4 ! 0 . então. 17) Determinar o valor de a na equação x 3  5 x 2  8 x  a ! 0 .

a =  4 e a !  112 . 2ª) Possibilidade: x = -1. Solução: toda eventual raiz dupla da equação dada f(x) = 0.primeira. P(1) = 0   (1) 4  6(1) 2  a(1)  b ! 0   a  b ! 5 P'(1) = 0   4(1) 3 12(1)  a = 0   a ! 8 Portanto a = 8 e b = -3. 27 18) Verificar se a equação 2 x 3  9 x 2  12 x  6 ! 0 tem alguma raiz dupla. admita uma raiz tripla. P(1) ! 2(1) 3  9(1) 2 12(1)  6 { 0 P(2) ! 2(2) 3  9(2) 2 12(2)  6 { 0 Logo concluímos que não há raiz dupla. 19) Determinar a e b de modo que a equação x 4  6x 2  ax  b ! 0 . Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I . também é raiz da derivada . obtemos: 1) P(x) ! x 4  6 x 2  ax  b   P'(x) ! 4 x 3 12 x  a   P''(x) ! 12 x 2 12   P'''(x) ! 24 x 2) a condição do problema estará satisfeita se existir um número x tal que: (x) (x) (x) (x) 0 e (x) { 0 . Solução: Utilizando as derivadas sucessivas na equação x 4  6x 2  ax  b ! 0 .43 (x) ! x 3  5 x 2  8 x  a   (x) ! 3 x 2  10 x  8   3 x 2  10 x  8   (x) ! 0 1) 3 x 2  10 x  8 ! 0 x ® 10 s 2 ± ( ! 4  x! ¯ 6 ± x ° 2 4 3 2) Para que 2 seja raiz dupla. temos: 0   12x 2  12 ! 0   x ! s 1 1ª) Possibilidade: x = 1.Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. devemos ter P(2) = 0. P(2) ! (2) 3  5(2) 2  8(2)  a   (2) 3  5(2) 2  8(2)  a = 0   a =  4 112 ¨4¸ ¨4¸ ¨4¸ ¨ 4¸ ¨ 4¸ ¨ 4¸ ¨ 4¸ P © ¹ ! © ¹  5 © ¹  8 © ¹  a   © ¹  5 © ¹  8© ¹  a = 0   a =  27 ª3º ª3º ª3º ª 3º ª 3º ª 3º ª 3º 3 2 3 2 logo. façamos a verificação. P(x) ! 2 x 3  9 x 2  12 x  6   P'(x) ! 6 x 2  18 x  12 P'(x) ! 6 x 2  18 x  12   P'(x) ! 0 6 x 2  18 x  12 ! 0 z 6 x2  3x  2 ! 0 ( !1 x! x' 3s1® = 2 ¯ 2 ° =1 x'' 2) Os candidatos a raiz dupla são 1 e o 2.

pois a { 0. f '(x) = 3x 2  2x  q   f ''(x) = 6x  2   f '''(x) = 6 { 0 Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I . 6a  3e c 2  3a e a { 1 . Solução: Escrevemos que o polinômio f(x) do quarto grau é divisível pela derivada segunda: f (x) ! (x 2  4) ™ (ax 2  bx  c) f ( x) | ax 4  bx 3  (c  4a) ™ x 2  4bx  4c I Determinando a derivada segunda da equação I. Logo (a = 8 e b = -3) ou (a = -8 e b = -3) 20) Determinar a. ª 12 3 º 22) Prove que as equações binômias ax n  b 0 . Solução: Fazendo f(x) = x 3  x 2  qx  p . 23) Determine p e q de modo que a equação x 3  x 2  qx  p ! 0 . devemos ter a { 1 . como (1) { 0 . II) f (0) ! 0   a0 n  b ! 0   b ! 0. com a e b { 0 .. Pelo enunciado igualando: 12ax 3  6bx  (c  4a) ™ 2 | x 2  4 Onde igualando os coeficientes temos: a = 1 5 . c de modo que 1 seja raiz dupla da equação x 3  3ax 2  bx  c ! 0 . não tem raízes múltiplas: Solução: Vamos supor que a equação admita uma raiz dupla r. 21) Calcule o polinômio f(x) de quarto grau conhecendo a sua derivada segunda f ''( x) ! x 2  4 e sabendo que f(x) é divisível por f ''( x ) .1 ! 0   x ! 0. a equação não tem raízes múltiplas. Solução: 1) A condição do problema estará satisfeita se x 3  3ax 2  bx  c . obtemos: Donde vem b Logo: b 6a  3e c (1) ! 0   (1) 3  3a(1) 2  c ! 0   3a  b  c ! 1 (1) ! 0   3(1) 2  6a(1)  b ! 0   b  6a ! 3 2  3a . pois b { 0. b. obtemos. 12 3 ¨ x2 5 ¸ Formando o polinômio: f ( x ) ! ( x 2  4) ™ ©  ¹ . b=0 e c=. temos: (x) 3x 2  6ax  b e (1) (1) 0  (1) { 0 . Portanto. admita uma raiz com multiplicidade 3. obtemos: f ( x ) | 12ax 3  6bx  (c  4a) ™ 2 . Temos f (x) = 0 e f ( x) ! 0 I) f '( x) ! 0   nax n . Fazendo (x) 6x  6a Impondo a condição.44 P(-1) = 0   (-1) 4  6(-1) 2  a(-1)  b ! 0   a  b ! 5 P'(-1) = 0   4(-1) 3  12(-1)  a = 0   a ! 8 Portanto a = -8 e b = -3. o que é absurdo.Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág.

45 A condição do problema estará satisfeita se existir um número r tal que f(r) = 0.   6x  2 ! 0   x !  . 3 1 ¨ 1¸ ¨ 1¸ ¨ 1¸ ¨ 1¸ ¨ 1¸ ¨ 1¸ 1 ¨ 1¸ f '©  ¹ = 3™©  ¹  2 ™©  ¹  q = 0   q !   f ©  ¹ = ©  ¹  ©  ¹  ™©  ¹ 3 ª 3º ª 3º ª 3º ª 3º ª 3º ª 3º 3 ª 3º logo: q ! 1 e p ! 1 3 27 2 3 2 p=0 p ! 1 27 Questões Propostas 01) Usando as propriedades operatórias e as regras de derivação.Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. calcule as derivadas das funções abaixo: a x a 1) f ( x ) ! R: f '( x) ! 2 a x x™ a x . temos: 1 f ''(x) = 6x  2   f ''(x) = 0. f '(r) = 0 e f '' (r) = 0.

2) f ( x ) ! 1 r 1 r ax  ax ax  ax R: f '( x) ! 1 (1  r)2 ™ 1 r 1 r a 3) f ( x ) ! 4) f ( x ) ! 1  cos x 1  cos x 2  sen x 5) f ( x ) ! 2  cos x sen x  cos x 6) f ( x ) ! sen x  cos x «a a 2  x 2  (a 2  x 2 ) » ­ ½ 2sen x R: f ( x) ! (1  cos x) 2 2sen x  2cos x  1 R: f ( x) ! (2  cos x)2 2 R: f ( x ) ! (sen x  cos x) 2 R: f '( x ) ! 7) f ( x) ! ex ln x ¨ax¸ 8) f ( x) ! log e © ¹ ªax º ln x R: f '( x ) ! x ™ ex ™ l n x  ex x ™ (l n x) 2 2a R: f ( x ) ! 2 a  x2 9) f ( x) ! .

x 3  2x 10) f ( x) ! .

l n x tg x R: f ( x) ! .

x 3  2x «¨ 3x 2  2 ¸ » 1 3 ™ ¬© 3 ¹ ™ l n x  ™ l n(x  2x)¼ x ­ª x  2x º ½ tg x « tg x » R: f ( x ) ! .

l n x ™ ¬  (sec 2 x) ™ l n(l n x)¼ ­x ™l n x ½ ln x 11) f ( x) ! .

sen x 12) f ( x ) ! x (e x cos x R: f '( x) ! .

sen x ) « cos2 x » ™ ¬ sen x ™ l n(sen x)  ¼ sen x ½ ­ x 1» « R: f ( x ) ! x (e ) ™ e x ¬l nx  ¼ x½ ­ cos x 13) f ( x ) ! (e x ) tg3x 14) f ( x ) ! e sen f ( x ) ! 6x ™ e 3 « » R: f '( x) ! (e x ) tg3x ™ ­3x ™ sec 2 3x  tg 3x ½ (x 2 ) R: ™ sen (x ) ™ cos(x ) 2 2 2 sen 3 (x 2 ) Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I .

46 15) f ( x ) ! e 3x 2 ™ tg x ¨ sec 2 x ¸ R: f ( x) ! e ™ ©  3 ™ tg x ¹ © 2 x ¹ ª º 3x 16) f ( x ) ! e x x R: f ( x ) ! e x ™ x x (1  l n x) R: f '( x) ! R: f ( x) ! 3cossec2 3x ™ cotg 3x x 17) f ( x ) ! 4  cossec 2 3x 18) f ( x) ! tg 4 ( 4 ) 19) f ( x ) ! sen tg sen x 4  cossec2 3x tg 4 ( 4 ) ™ sec 2 ( 4 ) (4 3 ) .Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág.

R: f '( x ) ! cos tg sen x .

.

sec 2 sen x «1 / 2 sen x » (cos x) ­ ½ .

O valor da derivada primeira y . Calcule as constantes de A e K. 2 Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I . R: A: 6 e K: 2.tg x  0. é 12. ¨ ¸ 20) f ( x) ! x ™ sen x © Ln x  ¹ 4º ª R: f ( x ) ! 2 ™ sen (l n x) y R: f ( x ) !  ™ tg x ™ (1  cos x ™l n a) 2 « ¨1¸ 2 ¨1¸» ¬ tg ™ tg © ¹ sec © ¹ ¼ ª º ª º¼ R: f '( ) ! sec ™ ¬ 2 2 ¬ ¼ ¬ ¼ ­ ½ 21) f ( x ) ! cos x ™ a cos x 22) f ( ) ! sec ¨1¸ ™ tg © ¹ ª º 1  sen x 1  sen x 23) f ( x ) ! Ln R: f ( x) ! sec x R: f ( x ) !  1 2 x ™ cos x ¨ cos x ¸ 24) f ( x) ! n © © 1  sen x ¹ ¹ ª º 1 25) f ( x) ! cotg 2 5x  n sen 5x 2 R: f ( x ) ! 5 ™ cotg3 5x 02) Achar as derivadas de segunda ordem das seguintes funções: 1) y ! l n (x  a 2  x 2 ) 2) y ! l n 3 1  x 2 3) y ! e x 2 R: y ! R: y '' ! x (a 2  x 2 )3 2(1  x 2 ) (1  x 2 ) 2 2 R: y '' ! e x ™ (4x 2  2) 2x 1 x2 2 2x ™ arc.sen x)2 03) A função y ! A ™ sen kx . 04) Demonstrar que a função y ! 1 2 x x e . para x = 0. satisfaz a equação diferencial y '' 2y ' y ! ex . com A R: y '' ! 2 ™ arc.sen x  R: y ! 2 1 x (1  x 2 )3 2 4) y ! (1  x 2 )arc.tg x 5) y ! (arc. e sua derivada segunda y satisfazem identicamente a igualdade y  4 y ! 0 .

10  09) Para que valores de r a função y ! er™x . Encontre as constantes A e B tal que sua função y ! A ™ sen x  B ™ cos x . custo médio marginal: CM(M) !  2 . pois envolve a função desconhecida y e suas derivadas y e y .47 05) Demonstrar que a função y ! C1e x  C2 e2x . R: ! 3 e 10 ! 1 . Em seguida. Qual é o custo exato para produzir a nona unidade? (b) Determine a função de receita do produto. (b) Para que nível de produção o custo médio marginal é nulo? (c) Para que nível de produção o custo marginal é igual ao custo médio? R:(a) custo médio: CM (x) ! 1 98 1 98 . 08) A equação y  y  2y ! sen x é chamada equação diferencial. o custo total é C(x) = x²/8 + 3x + 98 reais e que todas as x unidades são vendidas quando o preço é p(x) = 25 ± x/3 reais por unidade. use a função de receita marginal para estimar a receita obtida com a venda da nona unidade. Qual é o lucro marginal associado ao nível ótimo de produção? R: a) R$ 5. Qual é a receita exata obtida com a venda da nona unidade? (c) Determine a função de lucro associada à produção de X unidades.13. para qualquer valor das constantes C1 e C2 satisfaz a equação diferencial y  3 y  2 y ! 0 . b) função da receita: R(x) ! 25x  c) função de lucro: P(x) ! 1 2 x e receita da nona unidade: R$ 19. satisfaz a equação diferencial y '' 4 y ' 29 y ! 0 . satisfaz a equação diferencial y I  4 y ! 0 . 07) Demonstrar que a função y ! e-x ™ cos x . satisfaça essa equação. lucro 24 marginal: LM(x) = -11x/12 + 22 12) Seja C(x) = x²/8 + 3x + 98 a função de custo total do produto do problema 01. 10) Encontre os valores de para os quais y ! e ™x satisfaz a equação diferencial y  y ! y .33. (a) Determine o custo médio e o custo médio marginal do produto. 6 . Plote a função de lucro e determine o nível de produção para o qual o lucro é máximo. 3 11 2 x  22x  98 lucro máximo: x = 24 e p(x) = R$ 17. (a) Use a função de custo marginal para estimar o custo para produzir a nona unidade.00. 11) Um fabricante estima que quando x unidades de um certo produto são fabricadas. 06) Demonstrar que a função y ! e 2x ™ sen 5x . ™x  3  8 x 8 x Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I .Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. satisfaz a equação y  5y  6y ! 0 ? R: r ! 1.

R (x) ! 9  2 ± b) ± C (3) ! R$ 5. C ® (3) ! R$ 499.0.00 1 ± 2) C(x) = x² + 2x + 39.05 ± ° Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I .75 4 1 x ± R'(3) ! R$ 2. R: ¯c) C(4)  C(3) ! R$ 1. 2x x ® a) ± C (x) ! 5  4. onde q é o número de unidades produzidas.50 b) 1 3  2x ± 3) C(x) = x² + 43.20 1 1 ± 1) C(x) = x² + 4x + 57. R: ¯c) C(4)  C(3) ! R$ 5.40 5 4 ± R (3) ! R$ 7. (d) Use a receita marginal para estimar a receita conseguida com a venda da quarta unidade. 13) O custo total de uma fábrica é C(q) = 0. R'(x) ! ± 2 (1  x) 2 ± ± C'(3) ! R$ 1. (c) Determine o custo real para produzir uma quarta unidade.70 R: ¯ C(4)  C(3) ! R$ 500.Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág.50 d) ± e) ± R(4)  R(3) ! R$ 7. C(x) é o custo total para produzir x unidades de um produto e p(x) é o preço pelo qual as x unidades serão vendidas.33 3 ± R (3) ! R$ 7. (a) Determine o custo marginal e a receita marginal. (a) Use os métodos de análise marginal para estimar o custo de fabricação da quarta unidade.00 ± ° ® x 2x 2  4x  3 a) C'(x) ! .25 ± ° 2x ® 2 a) ± C (x) ! 3  2. p(x) = . p(x) = (36 ± x). R (x) ! 3x  8x  10 ± b) ± C (3) ! R$ 4.00 d) ± e) ± R(4)  R(3) ! R$ 1. (b) Calcule o custo real de fabricação da quarta unidade. p(x) = -x² + 4x + 10.1q . (e) Determine a receita real conseguida com a venda da quarta unidade.5q² + 500q + 200 reais.48 (b) x = 28 e (c) x = 28. (b) Use o custo marginal para estimar o custo para produzir uma quarta unidade.20 ° 14) Nos Problemas 1 até 3.06 d) ± e) ± R(4)  R(3) ! R$ 2. R: ¯c) C(4)  C(3) ! R$ 4.

700 7x 2 3 19) No estudo de ecossistema. (a) Use os métodos de análise marginal para estimar o custo de fabricação da 41 a unidade. o custo médio e o custo marginal a um nível de produção de 1000 unidades. dt dt Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I .0). ¯ b) 400 . A interação tem sido modelada pelas equações abaixo: d ® !a b W ¯ dt ° dW !  cW  d W dt a) Que valores de d dW e .000  340x  0. R: R: 672. no norte do anadá.300/u nidade ± . 004x e p(x) ! 1. 342/unidade e $ 390/unidad e ± R:3). Estime a variação do custo total em conseqüência desse aumento de produção.0. ¯ b) ± c) ° 18) Para as funções custo e demanda dadas. é C(q) = 0. R: R$ 50. dada por (t). R: (x) ! 16. x (x) ! 680  4x  0.00 R: ¯ . 01x 2 e p(x) ! 12  500 2 3 (x) ! 1.49 15) O custo total de certa fábrica. dada por W(t). ¯ b) ± c) ° a) ® ± R:4). b) O nível de produção que vai minimizar o custo médio.000  200x  4x 2 a) O custo. O nível atual de produção é 4 unidades . e caribu.1x 2 (x) ! 10. ¯ b) 200 ± $ 700/unidade c) ° a) ® $ 342. 1) 2) 3) 4) (x) ! 680  4x  0. a) ® $ 1. (b) Calcule o custo real de fabricação da 41ª unidade.000  300x  x2 3 2) 4) (x) ! 25. 1340/unidade e $ 2.5q² + 500q + 200 reais quando o nível de produção é q unidades.450  36x  x  0. ± $ 320/unidade c) ° a) ® ± R:2). 01x 2 e p(x) ! 12 .000. 6x  0. a) ® R$ 241.1 unidades. correspondem a população estáveis? R: (0.1q . Determine: 1) 3) (x) ! 40. encontre o nível de produção que maximizará o lucro. b) ° R$ 244.941. c) O custo médio mínimo.000  120x  0. mas o fabricante pretende aumentálo para 4.01x R: 400. R:1). o modelo predador-presa é muitas vezes usado para estudar a interação entre as espécies.3x2  0.Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. onsidere uma população de lobos da tundra.00 17) Para cada função custo (dada em dólares) dada abaixo. 001x e p(x) ! 60 0.340.08 16) O custo total em reais para fabricar q unidades de certo produto é C(q) = 3q² + q + 500. 0001x3 (x) ! 16.000  500x  1.

2436 k/min .50 b) Como representar matematicamente a afirmativa ³o caribu está se extinguindo´? R: C = 0. e está decrescendo a uma taxa de 0. 20) A lei dos gases para um gás ideal à temperatura absoluta T (em Kelvins). 21) Em uma fazenda de piscicultura.0) e (500. W) que levam a populações estáveis.0001. Encontre a taxa de variação de T em relação ao tempo naquele instante se n 10 mols. é possível para as espécies viverem em harmonia.05 e d = 0. c = 0. P = 8.50) é possível para as espécies coexistirem.15L / min.05. Um modelo para a taxa de variação da população é dado pela equação ¨ P(t) ¸ dP ! r0 ™ ©1  ¹ ™ . b = 0. em um certo instante. onde n é o número de mols de gás e R = 0. Segundo esse modelo. e está crescendo a uma taxa de 0. e V = 10L.Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. ou uma ou as duas espécies acabam por se extinguir? R: (0. c) Suponha qua a = 0. Encontre todos os pares (C. pressão P (em atmosfera) e volume V (em litros) é PV ! nRT .0821 é uma constante do gás. uma população de peixes é colocada dentro de um pequeno lago e colhido regularmente.0 atm. R: 0. Suponha que.001.10 atm/min.

pagamentos e armazenamento de mercadorias é (q) ! km hq  cm  . em que a.000 peixes. vassouras ou qualquer outro item) pedida quando as vendas estão em baixa. m é a quantidade de itens vendidos por semana Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I . encontre o nível estável da população. a taxa de nascimento é de 5% e a taxa de colheita é de 4%. dP que corresponde à população estável? R: dt b) Se o pequeno lago pode manter 10. onde q é a quantidade (de q 2 sapatos. V  nb V 23) Uma das fórmulas para o gerenciamento de estoque diz que o custo médio semanal de pedidos.P(t)  P(t) dt Pc º ª onde r0 é a taxa de nascimento dos peixes. a população máxima que o pequeno lago pode manter (ou seja. independentemente da freqüência com que se faz o pedido). k é o custo para se fazer um pedido (sempre o mesmo. é a porcentagem da população que é colhida. Pc. rádio. R: c) O que acontece se está elevando para 5%? R: 22) Se um gás (real) for mantido em um cilindro a uma temperatura constante T. c é o custo de cada item (constante). . b. R: dV dV (V  nb)2 V nRT an 2  2 . Determine dP nRT 2an 2 dP !  3 . sua capacidade de suporte) e a) Qual o valor de . a pressão P estará relacionada com o volume V de acordo com uma fórmula na forma P ! n e R são constantes.

37. onde g é a g aceleração constante da gravidade no local onde está o pêndulo.Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. o custo de manutenção de um automóvel estava aumentando a uma taxa de 1. 03t 2 dC e calcule o valor dessa derivada para t = 0. 5 e 7. Usando os símbolos u para temperatura e K para a constante de proporcionalidade.76. R: 3. Se medirmos g em cm/s2.5  14. em relação à temperatura.125 . o custo de manutenção de um automóvel estava aumentando a uma taxa de 0.51 (constante) e h é o custo semanal para manter cada item armazenado (constante que incorpora aspectos como espaço. onde x é o tamanho da encomenda x  30 º ª x em relação a x para os valores c) x = 20. seguro e segurança). mostre que a taxa de variação do período. o custo de manutenção de um automóvel estava aumentando a uma taxa de 2. R: dq dq 2 24) Para oscilações de pequena amplitude (balanços curtos). devemos usar L em cm T em s. . utilidade. a) x = 10. onde t é o ano. 2 este seja o caso. Determine a taxa de variação de indicados de x.37 . 27) A Lei de Boyle estabelece que quando uma amostra de gás é comprimida a uma temperatura constante. ± R:. R: 10.99. R: 38. é seguro modelar a relação entre o período T e o comprimento L de um pêndulo simples com a equação T ! 2 L .3t 2 . b) x = 15. ® dC 550(t 2  2t  43) ± ! dt (3t 2  29t 100) 2 ± ± Em1990. 29t  0. aumentando ou diminuindo a uma taxa aproximadamente proporcional a L. com t = 0 1  0. ± ° 26) O custo de processamento e transporte (em milhares de reais) dos componentes usados para fabricar um produto é dado por x ¸ ¨ 200 ! 100 © 2  ¹ . (em centenas de componentes). temos dL ! kL . o custo de manutenção de um automóvel estava aumentando a uma taxa de 1. o produto da pressão e o volume permanecem constantes PV ! Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I . 1 e x . Se o pêndulo for de metal. Em ± Em ± 1990. 4t  1. Determine 41. ¯ Em1993.80 . O que dt significam esses valores? (Fonte: American Automobile Manufacturers Association ). Considerando que du kT . é 25) O custo em cents por milha para manter um automóvel nos Estados Unidos entre 1989 e 1997 pode ser modelado pela função C(t) ! correspondendo a 1990.10. 3. seu comprimento variará com a temperatura. Determine d2 d e . ± 1995.

O que o sinal de menos dr b) Suponha que se tenha conhecimento de que a terra atrai um objeto com uma força que decresce a uma taxa de 2 N/km quando r = 20. onde = 0. Esse valor é consistente com a resposta dada na parte (b). Qual a taxa com que cálcio está sendo eliminado da corrente sangüínea 2 horas após a injeção? Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I . então a grandeza da é uma constante chamada .52 a) Encontre a taxa de variação do volume em relação à pressão. P 28) Um objeto com peso W é arrastado ao longo de um plano horizontal por uma força agindo ao longo de uma corda atada ao objeto. 03t 2  0. faça o gráfico de como uma função de e use-o para localizar o valor para o qual d ! 0 . em que G é a constante r2 ! ™W ™ sen  cos com o plano. a) Encontre a taxa de variação de em relação a . Se a corda faz um ângulo força é representada pela equação coeficiente e atrito.6.Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. Quão rápido essa forca varia quando r = 20.000 km. d m sobre um corpo de Massa M é dada pela equação gravitacional e r. R: b) Quando essa taxa de variação é igual a 0? R: c) Se W = 50 lb e de R: 29) A lei de Gravitação de Newton diz que a grandeza da orça exercida por um corpo de massa ! GmM . é a distância entre os corpos. 01t3 forneça a quantidade de cálcio (em miligramas) que permanece na corrente sangüínea após t horas. O volume decresce mais rapidamente no início ou no final dos 10 minutos? Explique.000 km? R: 30) Para estudar de que forma o corpo metaboliza o cálcio. 06t  0. R: d d ! 2 . encontre indica? R: d e explique seu significado. a) Se os corpos estão se movendo. um pesquisador pode injetar no sangue uma amostra de cálcio quimicamente ³rotula´ para medir a rapidez com que o produto é removido do sangue. c) Prove que a compressibilidade isotérmica e dada por ! 1 . b) Uma mostra de gás está em um recipiente à baixa pressão e é regularmente comprimida á temperatura constante por 10 minutos. Suponha que a expressão A(t) ! 2  0. R: No início.

a perda de calor H (em quilocalorias por metro quadrado-hora) de um ser humano pode ser expresso pela função H ! 33 10 v  v  10. é definida por. R: dt . Suponha que v é uma função do tempo. EC ! 1 mv 2 . 31) Se um Objeto de massa m tem velocidade v. então sua energia cinética EC.Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. 06 mg/h . Qual é a taxa de variação de EC em relação ao 2 tempo t? R: d(EC) ¨ dv ¸ ! mv © ¹ dt ª dt º 32) A °C. 45 . onde v é a velocidade do vento (em metros por segundo).53 R: (2) ! 0. a) Determine dH e explique o seu significado neste contexto.

sabendo que existem raízes múltiplas. 39) É dada a equação x 3  3x 2  9x  ! 0 . R: ! _ 2a. 34) Determinar os valores de a e b na equação x 4  4 x3  ax + b ! 0 de modo que a mesma admita uma raiz tripla positiva. a) Quais os valores de b) Quais os valores de para os quais a equação admite uma raiz dupla? R: ! 5 ou  ! 27 . 1. R: 1 é raiz tripla. 27 . R: não 37) Pesquisar raízes múltiplas na equação x 5  2 x 4  3x 3  7 x 2  8x  3 ! 0 .  a equação tem três raízes reais distintas duas a duas? R: 5 Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I . 36) Verificar se a equação x 3  3 x  8 ! 0 tem alguma raiz iguais. a  b + c . R: a = 16 e b = -16 35) O número 2 é raiz da equação ax 3  bx R: a = 1 e b = -12. b) Calcule a taxa de variação de H para v = 2 e v = 5. é igual a: R: -1. 38) Resolver a equação x 3  5 x 2  8 x  4 ! 0 . R: 33) Um polinômio (x) = x 3  ax 2  bx c é divisível pelo seu polinômio derivado (x) e este é divisível por x  1 . 16 ! 0 Determine a e b. Então.

Calcule essa raiz.3 ! 0 . R: ¯ ± {  k e {  k . resolver a equação. tiver uma raiz dupla. tem raiz tripla. R: 27p4 + 256q3 = 0 e x ! 3 p .54 40) Determinar a condição para que a equação x 3 px q ! 0 . P (2) = 3 e P (2) = 2. b e c. 48) Demonstre que. p { 0 e q { 0 . admita uma raiz tripla e. ± . tem raízes múltiplas. 41) Determinar k de modo que a equação 3 x 4  8 x3  6 x 2  24x + k ! 0 . 50) Encontre um polinômio de segundo grau P tal que P(2) = 5. R: k = 19 e ® 7  2i 2 7  2i 2 ¾ ± ± . não pode ter três raízes iguais. reais) . 44) Determine m de modo que a equação x 3  2x 2  x  m  1 ! 0 . b = 3 e c = -1. R: m = 1 ou m = 23 . ! ¯1.Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. tenha uma raiz dupla. com (ab { 0. se a equação x 3  ax  b ! 0. com k  ¢ . 49) Um polinômio p(x) = x 3  ax 2  bx  c é divisível pelo polinômio derivado p (x) e esse é divisível por x ± 1. então a será sempre positivo. em seguida. possui uma raiz simples qualquer que seja ® a) ± ! 2  k ou ! 4  k . = _ 3a 1. ¿. Determine os coeficientes a. R: P(x) ! x 2  x  3 Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I . R: a = -3. e também ? mostra que equação 2x 3  3sen x 2  cos3 ! 0 . qual o valor de a? R: a = 3. tenha raízes múltiplas? R: Uma raiz dupla: 4p 3 + 27q 2 = 0 e Uma raiz tripla: p = 0 e q = 0. 4 47) Determine m de modo que a equação x 4  mx 2  8x . com k  ¢ . 46) Determine a condição para que a equação x 4  px  q ! 0 . 3 3 ± ± ° À 42) Para que valores de a equação 2x 3  3sen x 2  cos 3 ! 0 . resolva a equação. a equação terá raíz simples b) es ± ° 2 4 43) Prove que a equação x 4  px 2  q ! 0. admita uma raiz dupla negativa e. R: m = -6. 27 45) e a equação x 3  ax 2  3x  1 ! 0 . em seguida. tenha uma raiz dupla.

Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág.( x  xo ) f ( x) ! 3 x f '( x) ! 3. no ponto de abscissa 8.55 Retornaremos agora as aulas 06. ões Resolvidas Qu est 01) Determine as equações das retas tangente e normal ao gráfico da função dada.  A imagem de x ! 8  Equação da Reta Tangente  Equação da Reta Norma f (8) ! 8 f (8) ! 2  A derivada de f(x) quando x = 8 3 ? y  f ( x) A ! y 2 ! f ( x). no ponto dado:  f ( x ) ! 3 x . 07 e 08 com mais questões resolvidas e propostas. f '(8) ! 1 . f '(8) ! 3.

x 3 2 1 .

8 3 2 1 ™ ( x  8) 12 x 8 y 2 !  .

P(2. l n 2) .( x  2)   y  l n2 ! 2 x  4   y  2 x  l n2  4 ! 0 2 y  2 x  (l n 2  4) ! 0 Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I 1 . (Coeficiente Angular) 1 1 f '( x ) !   f '( xo ) ! x 2 (Imagem quando x ! 2 ) f ( x ) ! l nx f ( x) ! l n2 Equação da reta tangente ? y  f ( xo ) A ! y  l n2 ! f ( xo ). 1) f ( x) ! l n x .(2) 2 1 f '(8) ! 3.( x  xo ) f ( x) 1 ™ ( x  8) 1 12 y  2 ! 12. no ponto xo ! 2 .( x  8) y  2 ! 12 x  96 12 x  y  2  96 ! 0 12 x  y  98 ! 0 1 3.4 1 f '(8) ! 12 02) Encontre as equações das retas tangente e normal para as curvas abaixo.z4 12 12 x 2 y 2 !  12 3 x 2  y 2!0 12 3 x 4  y !0 12 3 ?y  f ( x ) A !  y 2 !  1 . no ponto especificado.( x  xo )   ?y  f ( xo ) A ! 1 ™ ( x  2) 2 x 2 x x    y  l n 2 ! 1   y   l n 2 1 ! 0 2 2 2 2 Equação da reta normal 1 ™ ( x  xo ) ? y  f ( xo )A !  f ( xo ) ? y  l n2A !  1 ™ ( x  2)   y  l n2 ! 2.

56 2) f ( x) ! e x  e x . no ponto xo ! 2 .( 1)   e x  e x v( x) ! 2 v (x) ! 0 (Coeficiente Angular) .Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. 2 e x  e x u ( x) ! 2 x u ( x) ! e  e x .

2   e x  e x   e2  e2 f ( x) ! 2 2 2 .e x  e x .

© ¹ ¹ 2 2 2 2 ª º ª º Equação da reta no rmal « ¨ e 2  e 2 ¸ » 1 1 y  f ( xo ) A !  ™ ( x  xo )   ¬ y  © ™ ( x  2) ? ¹ ¼ !  2 2 f (x o ) « e  e2 » ª º½ ­ ¬ ¼ 2 ­ ½ ¨ e 2  e 2 ¸ ¨ e 2  e 2 ¸ « ¨ 2 2 2 « » ¸ ¨ y© ™ ( x  2)   y  ©  2 ™ © 2 ¹ !  1 ™ ¬ 2 ¹ ! ¬ x © 2 2 ¼ 2 ¹ 2 2 2 ­e  e ½ ªe e ª º ª º ­ ªe e º ¨ e 2  e 2 ¸ 4 ¸ ¨ 2x ¸ ¨ y©  © 2 ¹ !  © 2 2 ¹ 2 ¹ 2 ªe e º ªe e º ª º ¸» ¹¼ º½ 03) Um ponto móvel sobre uma reta tem abscissa S dada em cada instante t dada pela lei S ! a. t  \ ) V ! S ! a.w. ©   y  x.w.sen \ Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I 0 . w e \ são números reais dados.1 u .cos( . t  \ ) em que a. Determine. t  \ )   2) A velocidade no instante t ! 0 . t  \ ). ©  2.2 (Imagem) e x  e x e 2  e  (2) e 2  e 2 f ( 2) !     2 2 2 Equação da tangente « ¨ e 2  e 2 ¸ » ¨ e 2  e 2 ¸ ? y  f ( xo ) A ! f '( xo ).cos( . 1) A lei que dá a velocidade do ponto em cada instante.v v ! a. ©  2.v  u. t  \ ) v (t ) ! a. S ! a. © ¹ ¹ ¹ ¹ 2 2 2 2 2 ª º ª º ª º ª º ª ¸ ¨ e 2  e 2 ¸ ¹ © ¹! 0 2 º ª º ¨ e 2  e 2 ¸ 3.e 2  e 2  e 2 !0   y  x.w.w.sen ( w.e 2  2.  sen( w. © ! 0   y  x.( x  xo )   ¬ y  © ¹¼ ! © ¹ ™ ( x  2)   2 2 ª º½ ª º ­ 2 2 2 2 2 2 2 ¨e e ¸ ¨e e ¸ ¨e e ¸ ¨ e  e2 ¸ ¨ e 2  e 2 y© ! x.sen ( w. 0  \ ) v (t ) ! a.sen( w.w. v (t ) ! a.e 2  e 2 ¨ e 2  e 2 ¸ 2.

w2 .sen( w.25 150  20 !125 262.5.5 1 50  2 0 ! 295  262. percorre uma distância (t) ! t 3  12t 2  12 em metros.e  t .5.e t .cos(w  \ ) 04) Obtenha a velocidade e a aceleração de um ponto material que percorre um seguimento de reta obedecendo a equação horária S ! a.cos(w.6 2  30. 06) Um corpo se move em linhas retas de tal forma que.52  30.(cos t  sent ) a ! v !  a. Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I .12  30. a !  a. Qual o instante entre 13h e 18h em que o trânsito é mais rápido? Qual o instante em que o trânsito é mais lento? v (t ) ! 3t 2  21t  30 z 3 v (t ) ! t 2  3t  10 ( ! b  4 ac ( ! ( 7) 2  4. ! a ™ e-t ™ cos t .w2 .5 v (2) ! 2 3  10.5.1  20 ! 1  10.e t .cos t  a.w. a velocidade nesse quarteirão é dada aproximadamente por v(t) ! t 3  10. t  \ ) a !  a.cos( w.  sen t   a.e t .sent  a.5.1 2 7  3 10 ! ! 5 x ! 2 2 7 3 4 ! ! 2 x ! 2 2 velocidade média de 46 km/h.5.4  60  20 ! 8  42  60  20 ! 88 42 ! 46 v (5) ! 53  10.0.e  t .t 2  30t  20 v (1) ! 13  10.5t 2  30t 20 .e t . quando a velocidade média é 32.5. t  \ )  ? a.cos(w. t  \ ) A.e t .10 ( ! 49  40 (!9 v (t ) ! t 3  10.36 180 20 ! 216 378 180  20 ! 416  378 ! 38 O trânsito é mais rápido às 14h.cos t  a.(1).cos t a ! 2ae t ™ sen t 05) Durante várias semanas. Os resultados mostram que entre 13h e 18h de um dia de semana.Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. e mais lento às 17h.e t .cos t  a .57 3) A lei que dá a aceleração do ponto em cada instante.sen t   a .5.cos t v ! S ! a.w2 . a ! v ' !  a.?cos t  sent A  a.e t .5.5 v (6) ! 6 3  10.5  20 ! 125 10.2 2  30. t  \ ) 4) A aceleração no instante no instante t ! 1/ s .  1.5 ! 32. 1  \ ) a !  a.sent a.5  30  20 ! 51 10.5 ! 40.? sent  cos t A a ! a.e t . com a  R . Calcule a aceleração do corpo após 3 segundos.w a !  a.5 km/h. em t segundos.6  20 ! 216 10. onde t é o número de horas após o meio-dia.5  30  20 ! 1 10.2  20 ! 8 10. o departamento de trânsito vem registrando a velocidade dos veículos que passam em um certo quarteirão.e t .1.cos(w. quilômetros por hora.e t .w2 . quando os carros passam no quarteirão com uma 2 x! x! b s ( 2a ( 7) s 9 7 s 3 ! 2.

07) Escrever a equação da tangente à curva: x 5  y 5  2 xy ! 0 no ponto (1. . y ® ! 2x  2 y ® ! x  2 ± e no ponto (3.0): R: no ponto (1. na origem das coordenadas: R: ¯ 1 y ± !2x ° ¨ x 1¸ b) y ! arc. ordenada y ! 3 . obter as equações das retas tangentes nos pontos de 25 9 12 9 12 9 abscissa 3. ¯ 2 °x  6y  3 ! 0 c) y ! arc. ª 2 º x ®  2 y 1 ! 0 R.0): ¯ y y ° ! x2 ±! 2 ° y ® ! 2x  6 ± 3 x ¯ y ±! 2 ° 09) Escrever a equação da tangente e da normal à curva: y 4 ! 4 x 4  6 xy no ponto (1. 05) Achar a equação da tangente e da normal à curva y ! 3 x  1 no ponto (1. obter as equações das retas tangentes nos pontos de abscissa 12. R: x  y  2 ! 0 08) Escrever a equação da tangente e da normal à curva: y ! ( x  1)( x  2)( x  3) nos pontos de sua intersecção com o eixo das abscissas.cos 3 x . R: y  8 2 ! 3 2( x  3) e y  8 2 ! 3 2( x  3) .sen © ¹ . R: x  1 ! 0 e y ! 0 . 10) Escrever as equações da tangente e da normal às curvas nos pontos dados: y ® ! 2x ± a) y tg 2x . ¯ 2 °x  y  2 ! 0 6 ®x  2 y  ! 0 R.0). 06) Escrever a equação da tangente e da normal à curva: x 3  y 2  2 x  6 ! 0 no ponto com R: 5 x  6 y  13 ! 0 e 6 x  5 y  21 ! 0 .Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. R: 14 x  13 y  12 ! 0 e 13x  14 y  41 ! 0 .2). no ponto (2. 03) Considere a parábola de equação y 2  6 y ! 2 x  17 .0): ¯ 1  x . R: y  5 ! 0 e x  2 ! 0 . 04) Escrever a equação da tangente e da normal à curva y ! x 3  2 x 2  4 x  3 no ponto (-2.1). obter as equações das retas tangentes nos pontos 16 de abscissa 3. 5 20 5 20 02) Considere a hipérbole de equação x 2  y2 ! 1 .58 ! a! a! (t) ! 3t 2  2 ™12t  0   3t 2  24t (t) ! 2 ™ 3t  24   6 ™ 3  24 (3) ! 18  24   a ! (3) ! 6 m/s Questões Propostas 01) Dada a elipse de equação x 2 y2  ! 1 . no ponto de interseção com o eixo Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I Y.5). R: y  !  ( x  3) e y  ! ( x  3) . no ponto de interseção com o eixo OX . R: x  4 y  8 ! 0 e x  4 y  16 ! 0 .

n). 1¨3 ¸ ©  2n  l ¹ e s = 0. sendo a.3t 2 + 4t no instante t. Calcular m e n. ª 2 º ª 2 º 12) Se a posição de um corpo que está se movendo em linha reta é dada por s(t) = t3 . 14) Um móvel desloca-se sobre um eixo de modo que sua abscissa s no instante t é dada pela equação S = a.1) e a reta tangente ao gráfico de g ( x) ! n x . l constantes dadas. calcule a velocidade e a aceleração do corpo. kª 2 º 1 R: t = . Sua altura h (metros) em relação ao solo. no ponto de abscissa 1 se interceptam no ponto P (m.59 d) y ! ln x . ¯ y ° ! 1 x e) y ! e1 x . é dada por h = t 3 ± 3t2 ± 9t + 1. Em que instante a pedra atingirá sua altura máxima? R: t = 1s e t = 2s. cos (kt + l ). R: 3t² . Determinar: a) instantes e posições em que é máxima a velocidade do móvel. onde t indica o número de segundos decorridos após o lançamento. b) instantes e posições em que é mínima a aceleração do móvel. nos pontos de interseção com a reta y ! 1 .1) ¯ ¯ x x °  2y 1 ! 0 °  2 y 1 ! 0 11) A reta tangente ao gráfico de f ( x) ! sen x . no ponto de abscissa para o ponto (-1. 2 2 ®x  y  3 ! 0 ®x  y  3 ! 0 para o ponto (1. 13) Uma pedra é lançada verticalmente para cima. no ponto de interseção com o eixo 2 : y ® ! x 1 R. k.6t + 4 e 6t ± 6.Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. ¨ 1¸ ¨ 1 ¸ R: m ! © ¹ e n!© ¹.

17) Do alto de um edifício de 34 metros de altura.449s e h .8t + 29.9)t² Usando os métodos do cálculo.9t² + 29t + 34. v(t) = -9. 0. (a) Determine a velocidade e aceleração do corpo no instante t. R h(t) = -4. R: (a) v(t) = 3t² . 0. (b) Em que instante a bola chega ao chão e qual a velocidade no momento do impacto? Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I .12t + 9 e a(t) = 6t ± 12. Qual é a altura máxima atingida pela pulga? R: t . determine o instante em que a pulga atinge a altura máxima.988m 16) Um corpo se move em linha reta de tal forma que sua posição no instante t é dada por s(t) = t 6t² + 9t + 5.2n  l e s = a. (b) Em que instante o corpo está estacionário? R: (b) t = 1 e t = 3.4)t ± (4. k R: t = 15) Os experimentos mostram que a altura (em metros) do pulo de uma pulga após t segundos é dada pela função H(t) = (4. uma pessoa lança uma bola verticalmente para cima com uma velocidade inicial de 29m/s: (a) Determine a altura e velocidade da bola no instante t.

8) =  48 m/s ± t = 4.6 m c) ° Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I . Para t < 3.7 (b) s(t) = (1 ± t) + (2t + 1)² ® v(t) = 15t 4  15t 2 .33km/h 2 ± a velocidade diminui 2 km/h c) ± ± ° 21) Um projétil é lançado verticalmente a partir do solo com uma velocidade inicial de 48 m/s: (a) Quanto tempo o projétil leva para se chocar com o solo? (b) Qual é a velocidade no momento do impacto? (c) Quanto tempo o projétil leva para atingir a altura máxima? Qual é essa altura? a) ® t = 9. A velocidade do móvel no instante t = 2s. 18) Um móvel se desloca segundo a equação horária S = ln(3t 2  2t  2) S em metros e t em segundos.60 R v(7) = -39. a(t) = 60t3  30t a) ± R: ¯ 2 b) ± a(t) = 0 para t = 0. Em cada caso: y Calcule a velocidade v(t) e a aceleração a(t) do corpo y Determine o instante t no qual a aceleração é nula. (b) Qual é a taxa de variação da velocidade com o tempo após seis horas de viagem? A velocidade está aumentando ou diminuindo nesse instante? (c) Qual é a variação de velocidade do carro durante a sétima hora de viagem? 20 4t ® a) ± a(t) = 3  3 ± ± R: ¯ b) A velocidade está diminuindo à razão de 1.6 m/s. 19) A posição s(t) de um corpo que está em movimento em linha reta é dada. ° 2 2 ® v(t) =  3(1  t)  4(2t  1). para t 3. R: 1 m/s.9) = 117. o que acontece no instante t = 3.8m. a(t) = 6(1  t)  8 a) ± R: ¯ 7 b) ± a(t) = 0 para t = 3 ° 20) A distância percorrida por um carro em t horas de viagem é D(t) = 64t + 10t²/3 ± 2t /9 quilômetros. a velocidade é positiva e a bola está subindo. a velocidade é negativa e a bola está descendo.8 s ± R: ¯ b) v(9. Assim. (4. (a) Escreva uma expressão para aceleração do carro em função ao tempo. (c) Em que momento a velocidade é nula? O que acontece nesse momento? R: (c) A velocidade é nula quando v(t) = 0. a bola atinge o ponto mais alto da trajetória no instante t = 3.Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág.9 s.5t . (d) Qual é a distância total percorrida pela bola? R: (d) 119. (a) s(t) = 3 t 5 .

por exemplo. O modelo apresentado é suficiente preciso para estimar a velocidade do falcão? (Sugestão: Converta a velocidade de pés por segundo para milhas por hora. ® 2(t 4)(t  3) 2(2t 3 3t 2  72t  12) a) . espalhando as penas no último momento para frear e estender suas garras mortíferas. ® v(t) 6t 2  42t  60 ! 6(t  5)(t  2).Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág.92 pés/segundo b) O falcão-peregrino é capaz de atingir velocidades da ordem de 200 milhas por hora durante um mergulho.280 pés). 1 e t e 6. Após t segundos. Uma milha tem 5.36t 3  1.5. 0 e t e 3 R: ¯o corpo está avançando e reando em todoo intervalo t² + 12 ± 0.42 6(2t  7). Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I (t) !  t 4  1. como patos. a(t) 12t .4 s e 127 m 24) O falcão-peregrino (Falco peregrinus) é uma ave de rapina rápida e precisa que caça outros pássaros. Quanto tempo o carro leva para parar e que distância percorre antes de parar? R: 5. O corpo está recuando o ± corpo está avançando e reando no inte ¯ no ± intervalo 2< t < 5. R: 99.25. s(t) representa a posição de um corpo que está se movendo em linha reta: y Determine a velocidade e a aceleração do corpo e descreva seu movimento durante o intervalo de tempo indicado y Calcule a distância total percorrida pelo corpo durante o intervalo de tempo indica do.5 e acelerando para t 3.61 22) Nos Problemas a seguir. ± 49 b) ° 23) Um carro está viajando a uma velocidade de 26 m/s quando o motorista pisa no freio para não atropelar uma criança. Quando está sobrevoando um lago e avista um pato na água.4t 2 metros do local onde o motorista pisou no freio. a altura de um falcão-peregrino acima da superfície do lago é dada por o tempo em segundos e H é a altura em pés. H (3) !  145. o carro está s = 26t . o falcão-peregrino dobra as asas e mergulha em direção à presa. De acordo com um certo modelo. ± v(t) (t 2 12)3 (t 2 12) 2 ± 2t + 1 ± a) s(t) = . a) ± rvalo 1< t < 2 e no intervalo 5< t < 6. O corpo está reando para t < 3. 28 pés/segundo. onde t é .49 milhas/hora. Sim.2. a) Qual é a velocidade instantânea do falcão-peregrino no instante t = 1 segundo? Qual é a velocidade instantânea no instante t = 3 segundos? R: H (1) ! 9.25 b) ± ± ° b) s(t) 2t 3 ± 21t 2 60t . a(t) . 2t  138 .

lim ! lim   (y p 0 ( y (x p 0 (y (y lim (x p 0 ( x (x (x (y ! lim lim (y p 0 ( y (x p 0 ( x 1 1 1 1 f 1 ( y )] ! ou y ' ! . derivável no ponto x.Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. então: (x 1 1 . Logo. também é derivável no ponto y. Inicialmente escrevemos a identidade abaixo decorre (x { 0   (y { 0 logo: (x 1 . ! (y (y (x Devemos observar que y ! f ( x) é derivável e contínua no ponto x.Derivada da função y = arc. podemos demonstrar que a função inversa x = f 1 (y). onde y = f (x). 10.2.1 .Função Inversa Demonstração: Considerando a função inversível y = f(x). temos então cos y ! 1  sen 2 y 1 1 1 1 ! ! ! 2 x cosy 1  sen y 1  (x) 2 1 1  x2 10.2 . onde f ( x) { 0 .Derivada da função y = arc. se (x p 0 temos (y p 0 .62 AULA 10 Nesta aula vamos estudar derivada de função inversa. cos x: y = arc cos x y' !  y ! y ! 1 1 x2 Demonstração: 1 1 1 1 ! ! ! 2 x cosy 1  sen y 1  (x) 2 1 Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I 1  x 2 . sen x: y = arc sen x y' ! y ! y ! 1 1  x2 Demonstração: x ! sen y x ' ! cos y sen 2 y  cos2 y ! 1.2 .1 .2. 10. derivada das funções trigonométricas inversas e derivadas das funções implícitas e estudo das aproximações por diferencias.  x !  x ! [ (x)] y f ( x) x' 10.Derivadas das funções trigonométricas inversas: Faremos agora as demonstrações das formulas derivadas das funções trigonométricas inversas.

4 .5 .3 .2.Derivada da função y = arc.Derivada da função y = arc.2. tg x: y = arc tg x y' ! y' ! y' ! 1 1 x2 Demonstração: x ! tg y x ! sec y sec2 y ! 1  tg 2 y 2 1 1 1 ! ! 2 x ' sec y 1  tg 2 y 1 1 x2 1 1 x2 10. sec x: y = arc sec x y' ! Demonstração: x ! sec y x ! tg y ™ sec y tg y ! sec 2 y  1 y ! y ! 1 1 1 ! ! 2 x tg y ™ secy sec y  1 ™ sec y 1 x x2 1 10.63 x ! cosy x ! sen y sen y ! 1  cos 2 y 10.2.6 .3 . cotg x: y = arc cotg x y ! y ! Demonstração: x ! cotg y x !  cossec2 y cossec 2 y ! 1  cotg 2 y 1 1 1 1 ! ! ! 2 2 x cossec y cossec y 1  cotg 2 y 1 1 x2 1 x x 2 1 y ! 10.Derivada da função y = arc.Derivada de funções implícitas Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I .Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág.Derivada da função y = arc.2. cossec x: 1 y = arc cossec x y' !  x x 2 1 Demonstração: 1 1 ! ! y ! x !  cotg y ™ cossec y  cotg y ™ cossecy cotg y ™ cossec y cotg 2 y ! cossec2 y  1 1 y ! 2 2 cotg y ! cossec y  1 cossec y  1 ™ cossec y y ! 1 x x 2 1 10.

s e u são funções de x. como por exemplo x.y = 1 . não é uma razão. caso a razão e igual à exista. t e Forma explícita 1 y ! ou y ! x 1 x A equação F (x. Ao contrário da variável independente dx . Ela dependente tanto de x como de dx . na maioria dos contextos. Ao contrario do que aparenta. 10. de maneira geral na forma explícita y = f (x). Definição: Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I .Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. Por exemplo : y ! 3x  5 u!3  2 s ! 16t 2  20t respectivamente. nos é dada na forma implícita sendo difícil ou até impossível colocá-la na forma explícita. a diferencial dx da variável independente é a sua variação (x . Em outras palavras uma das variáveis é dada explicitamente em função da outra.4 ± Diferenciais Às vezes a notação dy dx para representar a derivada y de y em relação a x. y! 1 x Onde dizemos que y.64 Até agora nossas funções envolvendo uma variável foram expressas. quando uma função derivável. mesmo assim é possível determinar sua derivada. define y como uma função implícita de x.(x 2  1)  3(2x) 6x  y !   2 2 2 2 x 1 (x  1) (x  1)2 (II) y ! (x 2  1) ! 3 y ! x 2  y  3 ! 0   y ™ x  y ™ 2x  y  0 ! 0 (I) y ! y (x 2  1) !  y ™ 2x 3 ™ 2x  y ™ 2x (x  1)   y ! 2 (x  1) (x 2  1) 6x  6x 1 ™ 2 ! 2 y ! 2 (x  1) (x  1) (x  1)2 2 A grande vantagem da derivada implícita está no fato de que. O significado de dx e dy . a variável dy é sempre dependente. esta será igual a derivada. Forma implícita Derivada x™y !1 dy 1 ! 1 ™ x 2    2 dx x Exemplo: 3 0. y) = 0. mas não impomos essa restrição à sua definição. Agora introduziremos duas novas varáveis dx e dy coma propriedade de que.

1 ± Estimando Variações com Diferenciais Suponha que saibamos o valor de uma função derivável f(x) em um ponto a e que desejamos prever a variação que esse valor soferá se formos para um ponto a  dx próximo. Estimativa de Variação com Diferenciais: Seja f(x) derivável quando x = a. Na notação do gráfico. f e sua linearização L em a irão variar praticamente na mesma quantidade ver figura. L ! L(a  dx)  L(a)   f(a)  f'(a) ™ ?(a  dx)  a A f(a)   f'(a) ™ dx 1 4 4 44 2 4 4 4 4 3 { L(a + dx) L(a) f ! f(a  dx)  f(a) . a diferencial df ! f'(x) dx . é correspondente em L. Como os valores de L são mais simples de calcular. dx dx Toda formula de diferenciação do tipo : d(u  v) du dv d(sen u) du !  ! cos u ™ ou dx dx dx dx dx Tem uma forma diferencial do tipo: d(u  v) ! du  dv ou d(sen u) ! cos u ™ d u 11. Conforme o gráfico anterior aproximando a variação na função f pela variação na linearização de f. A diferencial dx é uma variável independente. podemos descrever a variação de f de três maneiras: Variação absoluta Variação relativa Variação percentual REAL (f ! f (a  dx)  f ( a) (f f (a) (f v 100 f (a) ESTIMADA df ! f '(a ) ™ dx df f (a) df v 100 f (a) FÓRMULAS DAS DERIVADAS DE FUNÇÕES ELEMENTARES Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I .2 ± Variações absoluta. relativa e percentual: conforme nos deslocamos de a para um ponto a  dx próximo. Se dx for pequeno. A variação aproximada do valor de f quando x varia de a para a  dx é d ! (a)dx . a variação Assim.65 Seja y ! (x) uma função derivável. A diferencial dy é. a variação em f é.4. ás vezes escrevemos df ! f (x)dx . possui uma interpretação geométrica o valor de df quando x=aé L .Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. 10. dy f (x)dx !   f (x) . a variação da linearização de f correspondente à variação dx . o cálculo da variação de L nos oferece um modo prático de estimar a variação em f.4.

k  ¡ 6) f ( x ) ! x 7) f ( x ) ! x n 8) f ( x ) ! n x 9) f ( x) ! sen x 10) f ( x) ! cos x 11) f ( x) ! tg x 12) f ( x) ! cotg x 13) f ( x) ! sec x 14) f ( x) ! cossec x 15) f ( x) ! a x 16) f ( x) ! e x 17) f ( x ) ! Log a x 18) f ( x) ! n x 19) f ( x) ! arc.Universidade do Estado do Pará Propriedades Operatórias: 1) f ( x) ! u ( x)  v( x) 2) f ( x) ! u ( x)  v( x) 3) f ( x) ! u ( x) ™ v( x) 4) f ( x) ! Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág.cos x 21) f ( x) ! arc.cotg x 23) f ( x) ! arc.sen x 20) f ( x) ! arc.tg x 22) f ( x) ! arc.66 f '( x) ! u '( x)  v '( x ) f '( x) ! u '( x)  v '( x) f '( x) ! u '( x) ™ v( x)  u( x) ™ v '( x) f '( x) ! u '( x) ™ v( x)  u ( x) ™ v '( x) [v( x)]2 u ( x) v( x) 5) f ( x) ! k .cossec x f ' ( x) ! 0 f ' ( x) ! 1 f '( x ) ! n ™ x n 1 f '( x ) ! 1 n ™ ( x ) n 1 n f '( x) ! cos x f '( x) ! sen x f '( x ) ! sec 2 x f '( x ) ! cossec 2 x f '( x) ! tg x ™ sec x f '( x) ! cossec x ™ cotg x f '( x) ! a x ™ Ln a f '( x) ! e x f '( x ) ! f '( x ) ! 1 x ™ Ln a 1 x f '( x) ! f '( x ) !  f 1 1  x2 1 f f f 1 x2 1 '( x ) ! 1 x2 1 '( x) !  1 x2 1 '( x ) ! x ™ x2  1 1 '( x) !  x ™ x2 1 Fórmulas de Derivadas de Funções Compostas Propriedades Operatórias: Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I Sendo as funções u = u (x) e v = v(x) .sec x 24) f ( x) ! arc.

(x) ! u(x)  v(x) p '(x) ! u'(x)  v'(x) Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág.(x) ! [u(x)] n p '(x) ! n ™[u(x)] n 1 ™u'(x) 6 .Universidade do Estado do Pará 1 .(x) ! u(x) ™ v(x) p '(x) ! u'(x) ™ v(x)  u(x) ™ v'(x) 4 .(x) ! u(x) u'(x) ™ v(x)  u(x) ™ v'(x) p '(x) ! v(x) [v(x)] 2 5 .67 3 .(x) ! u(x)  v(x) p '(x) ! u'(x)  v'(x) 2 .(x) ! n u(x) p '(x) ! u'(x) n .

(x) ! Ln[u(x)] p '(x) ! u'(x) u(x) u'(x) u(x) ™ Ln a 10 .tg[u(x)] p '(x) ! 1  [u(x)]2 u'(x) (x) ! arc.(x) ! arc.(x) ! a u(x) p '(x) ! a u(x) ™ Ln(a) ™ u'(x) 9 .(x) ! cotg[u(x)] p '(x) ! cossec 2[u(x)] ™u'(x) 15 .f ( x) ! sec[u ( x )] p f '( x ) ! sec[u ( x )] ™ tg [u ( x )] ™ u '( x ) 16 .(x) ! [u(x)] v(x) p '(x) ! [u(x)] [v(x)] ™ ¬Ln ? u(x) A™v'(x)  © 18 .cos[u(x)] p '(x) !  20 21 22 - « ­ u'(x) ¨ u'(x) ™ v(x) ¸ » ¹¼ ª u(x) º ½ 1  [u(x)] 2 u'(x) 23 - 1  [u(x)]2 u'(x) (x) ! arc.cossec[u(x)] p f'(x) !  u(x) ™ [u(x)]2  1 Questões Resolvidas Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I .(x) ! arc.(x) ! Log a [u(x)] p '(x) ! 11 .(x) ! sen[u(x)] p '(x) ! cos[u(x)] ™ u'(x) 12 . u(x) n n 1 7 .(x) ! cossec[u(x)] p '(x) ! cossec[u(x)] ™cotg[u( x)] ™ u'(x) 17 .(x) ! e u(x) p '(x) ! e u(x) ™ u'(x) 8 .cotg[u(x)] p '(x) !  1  [u(x)]2 u'(x) f(x) ! arc.sen[u(x)] p '(x) ! 19 .sec[u(x)] p '(x) ! u(x) ™ [u(x)] 2 1 u'(x) f(x) ! arc.(x) ! tg[u(x)] p '(x) ! sec 2[u(x)] ™u'(x) 14 .(x) ! cos[u(x)] p '(x) ! sen[u(x)] ™u'(x) 13 .

Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág.68 01) calcular a derivada das funções inversas abaixo: 1) f (x) ! arc.cos x 2    f '(x) !  2x 1  .

x 2 2 u'(x) 1  ?u(x) A 2 .sen 4x 2   f '(x) ! 2 ™ 4x 1  . obtemos 2x 1  x4   f '(x) !  2) f (x) ! arc. como u(x) ! x 2 .

cotg © ¹  2 1 x ª 1 x º 1  ?u(x)A u'(x) ! 1. (1  x ) 2 2 5) f (x) ! arc.( 1) (1  x)  (1  x) 1  x  1  x 2 ! ! ! 2 2 2 (1  x) (1  x) 2 (1  x) (1  x) 2 (1  x) 2 2 2 2 (1  x)2 2 (1  x) ! f '(x) !  ! ! 2 2 2 2 2 (1  x)  (1  x) (1  x) (1  x)  (1  x)2 «1  x » 1 1 ¬ 2 ¼ (1  x) (1  x)2 ­1  x ½ f '(x) !  2 2 2 2 1 ! ! ! ! 2 2 2 2 2 2 2 2  2x (1  x 2 )2 1  2.1.x  x 1 2x  x  1 2x  x 2.1  1. ?u(x) A 1 Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I 2x 2 .2. obtemos 4) f (x) ! arc.sec e2x   u(x) ! e 2x u'(x) u(x).cossec © ¹  1 x2    2 ªxº u(x). como u(x) ! .x  x  1  2.4x 2 2 u'(x) 1  ?u(x)A 2 .tg © ¹   2 2 x x x ªxº 1  ?u(x)A 1 1 1  2  2 2 1 x2 1 x f '(x) ! ! x ! 2x !  2 ™ 2 ! 2 2 1 x 1 x 1 x x 1 ¨1¸ 1 © ¹ 1 x2 2 x ªxº  u'(x) 1 x ¨ 1 x ¸ . obtemos   u'(x) ! ! 2 3) f (x) ! arc. obtemos u'(x) ! e 2x . como u(x) ! 4x 2 . como   u(x) ! . obtemos 8x   f '(x) ! 1  16x 4 u'(x) 1 0.1   e 2x .e2x «e »  1 ­ ½ 2x 2   2 «e »  1 ­ ½ 2x 2   2 e 1 4x .2   2.(1  x)  (1  x).1. ?u(x)A  1 2 como u(x) ! e2x .e 2x   f '(x) ! e f '(x) ! 6) u'(x) ¨1¸ f (x) ! x ™ arc.1 1 ¨1¸ .

cossec © x ¹  2 x ª º ªxº 1  x2 ¨1¸ ¬ ¼ © ¹ 1 ¼ ¬ ªxº ­ ½ 1 1 1 1  1 1 1 v(x) ! 1  x 2   .cossec © x ¹  x.cossec © ¹  x.cossec © ¹  x . ¬ ™ ¼ ! arc.Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág.cossec © ¹ ªxº « » « » ¨ ¸ ¨ 1 ¸ ¬ ¼ ¬ ©1¹ ¼  2¹ © ¬ ¼ ¨1¸ ¨1¸ ¬ ªxº ¼ ª x º u'(x) ! 1. ¬ ¼ 2 2 ªxº ª º ¬ ¨ 1 ¸ ¨ 1 ¸ 1 ¼ ¬ ¨ 1 ¸ 1 ¼ ¬©x¹ ©x¹ ¼ ¬ ©x¹ ¼ ­ ª º ½ ­ª º ª º ½ « » ¬ ¼ 1 x ¨1¸ ¨1¸ ¬1 ¼ u'(x) ! arc.  ¬ ¼ ! arc.arc.69 ¨1¸ u(x) ! x ™ arc.

 x 2 2   ™ .

 x 2 2 ™ 2x   ™ .

 x 2 2 ™ 2x   ™ 1 1 1 2 2 2 1 .

sen x 3 1 u ( x) ! 3 x   x 3 1 1 1 1 2 1 1 1 1 1 u '( x ) ! ™ x 3   ™ x 3   ™ 2   ™   3 3 3 3 3 3 x2 3.sen x 1 v'(x) ! 1 x2 1 3 2 f '(x) ! 3 x ™ arc.cossec © ¹  '(x) ! arc.cossec © ¹   2 2 ¼ 2 ªxº ªxº 1 x2 1 x 1 x ­ 1 x ½ ¨1¸ '(x) ! arc.1  x 1 2 2 ™ 2x   1 1 ™ ™ 2x 2 1  x2 v'(x) !  x 1  x2 '(x) ! u'(x)  v'(x) « x x x » x ¨1¸ ¨1¸  ¬   arc.cossec © ¹ ªxº 7) f (x) ! x arc. 3 x 2 x v(x) ! arc.sen x  x ™ 3 1 1 x2   3 .

sen x  . 1  x ™ arc.

3 2 3 x ™ 3 x2 .

sen x 2 2 3 3 x 2 ™ 1  x2 2 .arc.

arc.sen x 2 .

1  x ™ arc.(1  x 2 )3 x3   .senx  3 f '(x) ! 3 6 x 4 .

(1  x 2 )3 .sen x  3x 3 6 x 4 . 1  x ™ arc.

arc.senx 2 2 .

sen x 2 .arc.

1  x ™ arc.senx  3x ™   2 1 3 x .(1  x ) 6 4 2 3 .

arc.sen x 2 .

sen 2 x Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I . 1  x ™ arc.(1  x 2 )3 ™ arc.sen x  3x f '(x) ! 3 6 x 4 .

onde y = y(x).(2  cosy) ! 1 y' ! 1 (2  cos y) dy 1 ! dx (2  cos y) 4) 5y  cos y ! x ™ y 0. dada implicitamente dx pela equação dada: 1) e y  l n y ! x e y ™ y ' ¨ y' 1¸ 1 dy 1 ! x   y' ™ © e y  ¹ ! 1   y ' !   ! 1 y yº dx e y  1 ª ey  y y 2) x ™ y  x  2y ! 1 1.y ' 1  ( 0.y  2.y ' sen y.y'  sen y.y  x.y' 2x   2.y '  2y ' ! y 1 y '.é uma função derivável.y.y ' ! 1.y ' ! y  x.y ' 5.y ' 1  2y ' ! 0   x.y'  4.70 02) Expresse dy em termos de x e y.y'  4.y.(5  sen y  x) ! y y' ! y 5  sen y  x dy y ! dx 5  sen y  x 5) x 2  sen y  y 2 ! 1 cos y.y' ! 0 2 sen y 4x sen y  cos y.y ' ! 1 y '.y' ™ sen y ! 0 cos y.y  x.y ' ! y y'.y  2.y ' 5.y ' cosy.Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág.y ') ! 0   y  x.y ' ( sen y).y.(x  2) ! (y  1) y' ! (y  1) dy (y  1)   ! (x  2) dx (x  2) 0 3) 2y  sen y ! x 0.y ' ! 1 2y ' cosy.y ' x.y  5.y' sen y ! 4x sen y y'(cos y  4y sen y ) ! 4x sen y 4x sen y dy ! dx cos y  4y sen y Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I .

300 (t) ! t 2  5t  200 bilhões de dólares t anos após 1994. usando a aproximação por incrementos.000)2 3 300 1. 0.5) ! 245(0. Q'( ) L com: 15 L 15 (1. Solução: Nesse problema. '(q) ! 6q  5 e '(40) ! 6(40)  5 ! 245 . A diferença entre o comprimento real da aresta e o comprimento medido é no máximo de 2%. com que precisão foi calculado o volume? Solução: O volume do cubo é (x) ! x 3 . Use os métodos do cálculo para estimar o número de homens-horas adicionais necessários para aumentar de 15 unidades a produção diária. medida em homens-horas. Use os 06) O PIB de um certo país foi métodos do cálculo para estimar a variação percentual do PIB durante o primeiro trime stre de 2002. ( ! (12  (x)  (12) $ '(12) (x . a variação correspondente do custo.728 cm3. C'(40) q ! C'(40)(0.24 cm para mais ou para menos.5)  C(40) .5) . temos: q ! 0.000 e Q'(L) 300L-2 3 . com t ! 8 . (t) t ! 0. . De acordo com a C . 432(s 0. encontra o valor de 12 cm e conclui que o volume do cubo é de 123 = 1. onde é a mão-de-obra utilizada. Se o nível atual de produção é 40 unidades. Se a precisão da medida foi de 2%. 68 ( ) 900 13 05) A produção diária de uma certa fábrica é unidades.71 03) O custo total em reais para fabricar q unidades de um certo produto é (q) ! 3q 2  5q  10 . 300(1. para obter 15 . ou seja. 25 e '(t) ! 2t  5 . C ! C(40. Solução: Calcule o valor de ( Q L.000 homens-horas. C'(40)(0. 24) 3x 2 e '(12) 3(12) 2 ! 432 o erro máximo do volume . Q . 24) ! s 103. Assim. o erro máximo na medição da aresta é (x ! s 0. O erro cometido no cálculo do volume ao supor que a aresta do cubo é 12 quando na realidade é 12  x é dado por.Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. a produção atual é q = 40 e a variação é aproximação por incrementos. No momento.50 04) Um estudante mede a aresta de um cubo. estime a variação do custo total se 40. 100 '(t) t .000) 2 3 L ou 15 ! (10)2 ! 5 homens-horas . onde x é a aresta do cubo.02(12) = 0.5) ! $ 122. 24 e o erro máximo correspondente no cálculo do volume é o erro máximo do volume ( . Use a expressão da variação percentual de Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I .5 . a fábrica utiliza 1. como.5 unidades forem produzidas. '(x) '(12)(s 0.

100 ?2(8) 5 A0. 4.000k 2. Agora podemos diferenciar o volume em relação em 3 ª2º 12 dV dh dh 4 dV relação a t.72 Solução: Para obter a variação percentual . 01k) 2. 25 .000 k1 2 08) Um tangue de água tem a forma de um cone circular invertido com base de raio de 2 m e altura igual a 4 m.000k 1 2   .000 Q. Em ordem. para eliminar r. então devemos encontrar dV dt . ! ™ h2 ™ p ! 2™ .000K-1 2 . a produção diária é Q(k) = 4. dt (3) 2 dt 9 estão relacionada pela equação do volume do cone V ! 09) Um balão esférico está se expandindo. 07) Em certa fábrica. dV dV dV ¨ dr ¸ ! 4 r2 ™© ¹ p ! 4 (12) 2 (5) p ! 2880 cm 3 /min dt dt º dt dt ª Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I ! 4 r3 . 1. quando o r = 12 cm. 100 ™ Q'(k) k Q(k) k ! 0. A derivada da função de produção é Q'(k) = 2. substituindo h = 3m e dV dt ! 2 m 3 /min . Se a água está sendo bombeada dentro do tangue a uma taxa de 2 m3/min. em que taxa o volume estará aumentando quando o raio for de 12 cen timetros.28 m/min . encontre a taxa na qual o nível estará elevado quando estiver a 3 m de profundidade. Solução: Dado que dV dt ! 2 m 3 /min . 100 ™ Q . precisamos achar dh/dt.000K 1 2 unidades.25   100 2 (8) (8)  5(8)  200 .25 logo: '(8)0. Assim. Solução: Dado o volume da esfera que dr dt ! 5 .Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. mais é muito proveitoso expressar V 3 r 2 h como uma função de h.000k -1 2 ™ (0. usamos a relação ! p r ! a expressão do h 4 2 2 1 ¨h¸ volume torna-se V ! ™ © ¹ h p V ! ™ h 3 . O fato de que K aumenta 1% significa que Solução: Variação percentual Q . dado 3 . 2. quando h = 3m. obtemos: dt 4 dt dt h dt dh 4 dh 8 ! ™2 p ! ou } 0. A grandeza V e h r 2h . Se o raio está aumentando a uma taxa de 5 centimetros por minuto. 01k . 73 . ! 0. onde k é o capital disponibilizado da firma.000k 4. Use os métodos do cálculo para estimar o aumento percentual da produção em conseqüência de um aumento de 1% no capital disponibilizado. á que k -1 2 ™ k 12 12 4.

73 Questões Propostas 01) calcular a derivada das funções inversas abaixo: 1) f ( x ) ! arc.sen x 2   3x 2e x 1  x4 R: f '(x) !  1  2x R: f '(x) ! .sen x ¸ 4) f ( x ) ! ln © ¹ ª arc.cos x º 3 2 xe 2x  x 2 1 1 R: f '(x) !   2 2 x 1 x 3 2x 2 R: f '(x) ! arc. cos x  x 3) f ( x ) ! x ™ arc.Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág.sen x 2  e x ¨ arc. cos x e x 2) f ( x ) ! arc.

tg © ¹ 1  x ™ cos º ª 2x ™ (arc.cotg 2t 9) f ( x ) ! x ™ arc.sen x ™ arc.tg y 3) sen(x 2 ™ y 2 ) ! x 4) tg 3 (x ™ y 2  y) ! x 5) ¨ y¸ x 2  y 2 ! c ™ arc.cos sec x 11) f ( x ) ! arc. 1  x ™ arc.sen x  arc.sec x 10) f ( x) ! arc.tg x 2 ) 3 R: f '(x) ! 3 ™ (1  x 4 ) sen R: f '(x) ! 1  2x ™ cos  x 2 7) f ( x) ! x ™ arc.cos sec ( sec ) 0 02) Expresse R: f '(x) ! arc cotg x ¨ 2 ¸ R: f '(t ) ! 2t ™ arc.cotg x + ln 1 + x2 8) f (t ) ! (1  t 2 ) ™ arc.é uma função derivável.tg x 2 ¨ x ™ sen ¸ 6) f ( x ) ! arc. cotg (2t)  (1  t 2 ) © 2 ¹ ª 1  4t º 1 ¨ 1 ¸ ™©  arc sec x ¹ R: f '(x) ! 2 x ª x 1 º R: f '( x) ! 0 R: f '(x) ! 2x (x  1) ™ x 4  2x 2 2 2 R: f '( x) ! 1 dy em termos de x e y.cos x 5) f ( x) ! 3 arc.tg x 2  1  arc. dada implicitamente dx pela equação dada: cos(x  2y)  y 2 1) x ™ y 2 ! sen(x  2y) R: y ' ! 2xy  2cos(x  2y) 2) x ™ sen y  x 3 ! arc.cos x 2  2 arc. onde y = y(x).tg © ¹ ª xº R: y ' ! R: y ' ! R: y ' ! sen y  3x 2 (1  y2 ) (1  y 2 )x ™ cosy  1 1  2xy 2 ™ cos(x 2 ™ y 2 ) 2x 2 y ™ cos(x 2 ™ y 2 ) 1  3y2 ™ tg 2 (x ™ y 2  y) ™ sec2 (x ™ y 2  y) 3(2xy  1) ™ tg 2 (x ™ y 2  y) ™ sec2 (x ™ y 2  y) cy  x x 2  y 2 cx  y x 2  y 2 R: y ' ! R: y ' ! 6) y x  x y ! 16 Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I 2y x  y y 2x y  x x .cos sec (x 2  1) 12) f ( x ) ! arc.

Estime o número de homens-horas adicionais que seriam necessários para aumentar de 12. R: 100 Q Q .tg x 1 x2 03) Um avião esta viajando a uma altitude de 10 km em uma trajetória que levará a passar diretamente acima de uma estação de radar seja s a distância (em quilômetros) entre a estação de radar e o avião. Estime o aumento percentual de produção resultante de um aumento de 2% na mãode-obra se o capital imobilizado permanecer constante. onde K é o capital imobilizado e L a mão-de-obra. quando = 450. quando um gás é comprimido a uma temperatura constante. onde C é uma constante. 1 1 08) A produção de certa fábrica é Q = 600 K 2 ™ L3 unidades.1m3. a fábrica utiliza 512 homens-horas. quando s é de 16 km. Suponha que em certo instante o volume seja 0. Se s está decrescendo a uma taxa de 650 km/h. a pressão e o volume V do gás satisfazem à equação PV = C. 0. Ache a taxa segundo o qual o comprimento da sombra do prédio que está variando em relação ao ângulo R:  1. 04) O cascalho esta sendo empilhado em uma pilha cônica a uma taxa de 3m3 minuto . 0. 67% . a pressão seja 10 atmosferas e o volume esteja aumentando à Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I .Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. R . 09) De acordo com a lei de Boyle. R: 0. 07) Os registros mostram que x anos após 1997.tg x ! 2 R: y ' !  R: y ' !  2x x  y 2  2y 2 2e  arc.5 unidades a produção diária. Estime o aumento percentual do imposto predial durante o primeiro semestre de 2001. o imposto predial para um apartamento de três 3 quartos em certa cidade era T(x) = 60 x 2 + 40x + 1200 reais. 05 m grau .106 m minuto . 05) Suponha que o sol nascente passa diretamente sobre um prédio e tem uma altura de 30 m e seja o ãngulo de elevação. medida em homens-horas. qual é a velocidade do avião. Expressar do respeito em m grau . onde L é a mão-de-obra utilizada. R: 832 km/h. R: 6%. No momento. 06) A produção diária de certa fábrica é Q(L) = 300 L3 unidades. 2 .5.74 7) y  Ln(x 2  y 2 ) ! 4 8) y ™ earc. Encontre a taxa de v da altura da pilha quando é 3m (Suponha que o tamanho do cascalho é tal que o raio da base do cone é igual a sua altura).

005 mm? R: dr ! 20mm / min . 12) A velocidade do sangue no eixo central de uma certa artéria é S(R) = 1. com que velocidade a bóia está se movendo quando se encontra a 3 m do cais? R: -1 m/mim. onde R é o raio da artéria.5cm/ano. Qual é a taxa aumento do raio do balão quando o raio é R = 0.Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. Se o raio superior do tronco é r. é razoável supor que a árvore é um cone truncado.16 cm/s .227. e puxa uma corda presa a uma bóia. 638 cm3 / ano dt 11) Uma pessoa está de pé à beira de um cais. 12. 13) Um pequeno balão esférico é introduzido em uma artéria obstruída e inflado à razão de 0. Estime a diferença entre o valor calculado da velocidade do sangue e o valor real.6m/min.002 mm /min. As taxas de aumento de r. Qual é a taxa de aumento de em que r R: 60 cm. R e H são no instante respectivamente 10cm/ano. cometendo um erro de 5 x 10-4 cm.005m /s.8 x 10 5 R² cm/s.5 atm/s.5 m? d ! 2. R 90 cm e H 4.5cm/ano e 22. 4m acima da água. Qual é a taxa de variação da pressão nesse instante? A pressão está aumentando ou diminuindo? R: -0. R: s 2. Se a corda é puxada à razão de 0.75 razão de 0.806.2 x 10-2 cm. dt Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I . 10) Para estimar a quantidade de madeira que existe no tronco de uma árvore. Um estudante de medicina mede o raio da artéria e obtém o valor de 1. o volume de madeira é dado por 3 H(R² rR r²) . o raio inferior é R e a altura é H.

Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. onde k onde K é uma constante positiva.76 14) De acordo com uma das leis de Poiseuille. R é o raio da L artéria e L é o comprimento da artéria.0012 mm/min. a velocidade do sangue a r centímetros do eixo central de uma artéria é dada por v = K ™ (R 2  r 2 ) .007 mm (isto é. Qual é a aceleração do sangue a meio caminho entre o eixo central e a parede interna da artéria no momento em que R = 0. 68 105 mm / min . Suponha que L se mantenha constante e R esteja diminuindo à razão de 0.0035 mm)?  R: dv K ! ™ 1. qual é o valor de dv/dt no momento em que r = 0. dt L .

Um viaja para o sul a 60 mi/h.128 rad/s. 20) Está vazando água de um tangue cônico invertido a uma taxa de 10. Qual a taxa de variação da área superficial do cubo neste instante? R:  2 8 m/min.  m 2 /min 27 3 16) O perimetro de um retãngulo é fixado em 24 centimetros. e o outro para o leste a 25 mi/h. para que valor de L a àrea do retãngulo começa diminuir? R: 6 cm. Se o nivel da água estiver subindo a uma taxa de 20cm/min quando a altura da água for 2 m. 18) Dois carros iniciam o movimento de um mesmo ponto. encontre a taxa segundo a qual a água está sendo bombeada dentro do tangue. 100 cm2? R: 1.89 x 10 5 cm3/min. R: 2. e o diâmetro no topo é de 4 m. Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I . Ao mesmo tempo está sendo bombeada a água para dentro do tangue a uma taxa constante. Um holofote localizado no chão a 20 pés do caminho focaliza o homem. A que taxa o holofote está girando quando o homem está a 15 pés do ponto do caminho mais próximo da luz? R: 0. Dado que o volume diminui à razão de 2 metros cúbicos por minuto. 15) Uma pilha de lixo no formato de um cubo está sendo compactada na forma de um cubo menor. O tangue tem 6 m de altura. A que taxa está crescendo a distância entre os carros duas horas depois? R: 65 mi/h 19) A altura de um triângulo cresce a uma taxa de 1 cm/min. encontre a taxa de variação em um lado do cubo quando o volume é de 27 metros cúbicos. 17) Um homem anda ao longo de um caminho reto a uma velocidade de 4 pés/s. enguanto a área do triângulo crece a uma taxa de 2 cm2/min. A que taxa está variando a base do triângulo quando a altura é 10 cm e a área.000 cm3/min. 6 cm/min . Se o comprimento L do retãngulo está aumentando à razão de 1 centimetros por segundo.

discutiremos os métodos usados para determinar os máximos e mínimos das funções os problemas de otimização em todas as esferas da atividade humana e por ultimo ultilizaremos a regra de L¶ Hospital para calcular limites.1.Teorema de Weiertrass: Seja f (x) é uma função contínua num intervalo fechado.Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág.1. então existe um ponto de máximo e mínimo relativo.77 AULA 11 Nesta aula vamos usar as derivadas primeira e segunda para analisar as propriedades geométricas de uma função e traçar um gráfico que reflita suas características principais. então f '( x0 ) ! 0 .1 . 11. Demonstração: 1) y Máx xo  (a. b) p Máximo Relativo f ' ( xo ) ! lim x p xo f ( x )  f ( xo ) x  xo f ( x)  f ( x o ) e 0  x  ( a .1 . 1) y 2) y Máx 3) y Máx f(b) f(a)=f(b) Máx = Min f(a) f(b) Min f(a) [ Min ] a b x [ ] [ ] a b x a b x 11.b). Se xo  (a. b ) p f ( x ) e f ( xo ) [ | | | a x xo x ] b x i) x ® xo p¯ x °  xo 0 f ( x )  f ( xo ) e0 x  xo x p xo ii) x ® " xo p¯ x °  xo " 0 f ( x )  f ( xo ) u0 x  xo xp xo lim f ( x )  f ( xo ) e0 x  xo f ' ( xo ) e 0 lim f ( x )  f ( xo ) u0 x  xo f ' ( xo ) u 0 Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I . Em seguida.Teorema de Fermat: Seja f (x) uma função contínua num intervalo fechado [a.b) é abscissa de um ponto de máximo ou mínimo.2 .Estudo da variação das funções 1ª Parte Teoremas 11.b] e derivável em (a.

b).Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. pelo teorema da conservaçã o do sinal para limites 11. b) p f ' ( xo ) ! lim xp xo Min inimo Relativo f ( x)  f ( xo ) x  xo f ( x)  f ( x o ) u 0 x  (a .Teorema de Rolle: Se f (x) è uma função contínua em [a.b]. 1) 2) f(xo)é o máximo local interior f(xo )é o mínimo local interior 11. b) p f ( x) u f ( xo ) | [ | | a x xo x ] b x i) p ¯ x ® xo x °  xo 0 ii)p ¯ x ® " xo x °  xo " 0 f ( x )  f ( xo ) e0 x  xo x p xo f ( x )  f ( xo ) u0 x  xo xp xo lim f ( x )  f ( xo ) e0 x  xo f ' ( xo ) e 0 lim f ( x )  f ( xo ) u0 x  xo f ' ( xo ) u 0 f ' ( xo ) ! 0.3 .1 . e derivável em (a. a reta tangente ao gráfico de f (x) é paralela aos eixos do x.1.78 f ' ( xo ) ! 0. 1) y f(a)= f(b) 2) y 3) y f(x o) f(a)= f(b) f(x o) f(a)= f(b) a b x a b a b x Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I . tal que f '( x0 ) ! 0 .2.b).1. se f (a) = f (b). pelo teorema da conservação do sinal para limites 2) y xo  (a. então existe pelo menos um ponto x o  (a.Interpretação Geométrica do teorema de Fermat: O teorema de Fermat garante que num extremo local interior de uma função derivável f (x).

então em qualquer ponto de (a. Tem-se que f (x) f (x o ).3. x { x o .1 . f (x) " f (x o ).Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág.k  ¡ . x  (a. logo o ponto mínimo.79 x Demonstração: (I) (II) Se (x) ! k. assim. afirma que se uma função é derivável em (a. pelo teorema de Fermat f '(x o ) ! 0 .Interpretação geométrica do Teorema de Rolle: O teorema de Rolle. 11.b) a tangente ao gráfico de f (x) é paralela ao eixo do x.b] e assume valores iguais nos extremos do intervalo.1. então xo é abscissa de um ponto de máximo pelo T.b). b). Fermat f '(xo) ! 0 . (III) Temos que x  (a. se a x x o ou x o x b . 1) 2) 3) . temos que f '(x) ! 0 .b). contínua em [a.

b] e derivável em (a. tal que. f(b)) é:( y  yo ) ! m.( x  xo ) m! f (b )  f (a ) ba a xo b x (x Demonstração: A equação da reta que passa pelos pontos (a. y t s f '(x o ) ! f (b)  f (a) ba t//s//r (y (y f (b )  f ( a ) ! ba (x ( y  y o ) ! f ' ( xo ).( x  a ) ba . f(a)) e (b.x o .1.b). f (x o ) é ponto de 11.4 .( x  xo ) Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I ( y  f (a )) ! f (b )  f ( a ) .b) existe pelo menos um xo  (a.Teorema do Valor Médio ou Teorema de Lagrange Se a função f (x) é contínua em [a.

80 1º Caso: f (a) ! f (b) . ou ainda f '(x o ) ! ba ba 11. f (b)  f (a) f (b)  f (a) isto é: g '(x o ) ! f '(x o )  ! 0. é válido para g(x). tal que g '(x o ) ! 0 . ba (II) (III) g(x) é derivável em (a. Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I .(x  a) .(x  a) . o teorema de Rolle: existe x o  (a. b) e sua derivada é g '(x) ! f '(x)  f (b)  f (a) .b). ba g(x) é constante em [a. então existe um ponto xo  (a. existe x o  (a. b] por ser a diferença entre f (x)  f (a) e que são contínuas [a.b] e derivável em (a. por terem coeficientes angulares iguais. g (a) ! g (b) ! 0 Sendo assim.M Segundo o Teorema de Lagrange. b) . ba Neste caso 2º Caso: f ( a ) { f (b) . se f(x) é função contínua em [a.4.V.Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. ba Nos extremos do intervalo [a.1 . f (b)). temos: f (b)  f (a) g (a) ! f (a)  f (a)  ™ (a  a) ! 0 ba f (b)  f (a) g (b) ! f (b)  f (b)  ™ (b  a) ! 0 ba Portanto. f (b)  f (a) . b]. tal que ba f (b)  f (a) f '(x o ) ! 0 ! . f (xo)) é paralela a reta determinada pelos pontos A (a. Consideremos a função g (x) ! f (x)  f (a)  (I) f (b)  f (a) .1. f (b)  f (a) ! 0 e pelo teorema de Rolle. f (a)) e B (b. b].Interpretação geométrica do Teorema de Lagrange ou T. b) . tal que a reta tangente ao gráfico de f (x) no ponto P (x o.b).

Concavidade: Definição p Se f for diferenciável em um intervalo aberto I. Definição p Seja f definida em um intervalo e sejam x1 e x 2 pontos do intervalo.2. então f é classificada como sendo côncava para cima se f for crescente em I e côncava para baixo se f for decrescente em I.b).1 . (a) f é crescente no intervalo se f ( x1 ) < f ( x 2 ) para x1 < x 2 .Crescimento ou decrescimento: O termos crescente.2 . então f tem concavidade para cima em I.81 2ª Parte Análise de funções: 11. (b) Se f " (x) < 0 em I. então f tem a concavidade para baixo em I.2. a) Crescente f(x2) f(x1 ) x1 x2 b) Decrescente f(x1) f(x2) c) Constante f(x1) f(x2) x2 x x x1 x2 x x1 f ( x1 ) f ( x2 ) se x1 x2 f ( x1 ) " f ( x2 ) se x1 " x2 f ( x1 ) ! f ( x2 ) Teorema (1) p Seja f uma função contínua em um intervalo fechado [a.b]. (b) f é decrescente no intervalo se f ( x1 ) f ( x 2 ) para x1 < x 2 . então f é crescente em [a.Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág.b).b). (a) Se f " (x) 0 em I . então f é constante em [a. (c) f é constante no intervalo se f ( x1 ) = f ( x 2 ) para todos os pontos x1 e x 2 .b] e diferenciável no intervalo aberto (a. (c) Se f '( x) = 0 para todo valor de x em (a. (a) Se f '( x ) 0 para todo valor de x em (a. Teorema (2) p Seja f duas vezes diferenciável em um intervalo aberto I.b]. então f é decrescente em [a. a) y Concavidade para cima Concavidade para baixo b) y Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I .b]. decrescente e constante são usados para descrever o comportamento de uma função em um intervalo. 11. (b) Se f '( x) < 0 para todo valor de x em (a.b).

Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág.82 x x Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I .

também chamamos pontos críticos ou pontos de não-diferenciabilidade. Teorema (5) p (Teste da 1ª Derivada). isto é. f(x0) e f(x).Pontos de inflexão: Definição p Se f for contínua em um intervalo aberto contendo o ponto x o e se f muda a direção da concavidade naquele ponto dizemos. na qual f (xo) é o maior valor. eles são lugares onde y cresce ou decresce mais rapidamente e sua vizinhança máxima. Quando f tiver um máximo ou um mínimo relativo em x o.Extremos relativos: Máximos e mínimos.Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. se diz que f tem um extremo relativo em xo. nos quais a taxa de variação de y em relação a x. se diz que f tem um número relativo em xo. Suponha f contínua em um ponto crítico x o. ou f " não está definida em x = xo. isto é.4 . Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I . f (xo)) do gráfico de f um ponto de inflexão de f. então que f tem um ponto de inflexão em xo e chamamos o ponto de inflexão em xo e chamamos o ponto (xo. para todo x no intervalo.2. Então f " (xo) = 0.2. Teorema (3) p Seja (xo.3 . Tem um máximo ou mínimo relativo. isto é. se houver um intervalo aberto contendo xo. Teorema (4) p Se uma função f tiver extremos relativos então eles ocorrem ou em pontos onde f ' (x) = 0 ou em pontos de não-diferenciabilidade. no qual f (x o) é o menor valor. f(xo) u f(x) para todo x no intervalo. 11. Os pontos de inflexão marcam os lugares sobre a outra y = f (x). Analogamente. f (xo)) um ponto de inflexão.83 11. Definição p Uma função f se diz ter um máximo relativo em xo.

passando de positivo a negativo. com derivadas f ' e f '' também contínuas em I. então f tem xo um máximo relativo. tem o mínimo relativo em xo.b[. 3) Se f '(xo) = 0 e f ''(xo) = 0. 3) Se f ' (x) não muda de sinal no ponto x. então f tem xo um mínimo relativo. 2) Se f '(xo) = 0 e f ''(xo) < 0. passando de negativo a positivo. tal que nestas condições. então f. então f não é máximo e nem mínimo relativo em xo.84 1) Se o sinal de f ' (x) muda no ponto x. f pode ter um máximo ou mínimo relativo ou nenhum dos dois em xo. então f.Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I . isto é. 2) Se o sinal de f ' (x). temos: 1) Se f '(xo) = 0 e f ''(xo) 0. 1) 2) + - - - - f¶(x)<0 f¶(x)>0 + f¶(x)<0 f¶(x)>0 a b a b Maximo relativo 4) 3) Mínimo relativo + + - - f¶(x)<0 f¶(x)>0 - - f¶(x)<0 f¶(x)>0 a b a b Não é máximo nem mínimo relativo Teorema (6) p (Teste da 2ª Derivada) Suponha que f é uma função contínua e derivável até a segunda ordem no intervalo I = ]a. tem um máximo relativo em xo. Seja xo  I. muda no ponto x. então o teste é inconclusivo.

Se uma função f for contínua num intervalo fechado finito [a. 2) Se n é par e f n (xo) 0. dizemos que f tem em xo um extremo absoluto em I. Se f tiver em xo qualquer um dos dois máximos ou mínimos absolutos em I.. tal que : f ' (xo) = f '' (xo) = . dizemos que f tem um mínimo absoluto em um intervalo I num ponto x o se f (xo). 11. 1) 2) 3) Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I . Teorema (9): Se f tiver um extremo absoluto em um intervalo aberto (a. b]. Analogamente. nas condições do último teorema que se f '(xo) = 0 e f ''(xo) = 0. f (x o) e f (x) para todo x em I. for o maior valor de f em I. 3) Se n é ímpar. b[. então xo não é ponto de máximo e nem de mínimo local de f.. f (x o) u f (x) para todo x em I. Neste sentido mostramos no teorema abaixo um critério geral para pesquisar extremantes. então tem ambos um máximo e um mínimo absolutos em [a. então xo é ponto de máximo local de f.. então ele precisa ocorrer em um ponto crítico de f. Seja xo  I.b]. então xo é ponto de mínimo local de f... Definição p Dizemos que uma função f tem um máximo absoluto em um intervalo I num ponto xo se f(xo).2. isto é. Teorema (8) p (Teorema do Valor Extremo). nada pode ser concluído sobre xo. for o menor valor de f em I. b). = f n 1 (xo) = 0 e f n { 0. isto é. Nestas condições temos: 1) Se n é par e f n (xo) < 0.85 Obs: Devemos observar.Extremos absolutos: Máximos e mínimos.5 . Teorema (7) Seja f uma função derivável com derivadas sucessivas também deriváveis em I = ]a.Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág.

2) Ache o valor de f em todos pontos críticos e nos extremos (a. Teorema (10): Suponha que f é contínua e tem exatamente um extremo relativo em um intervalo I.3 . 2) Se f tiver um máximo relativo em xo. b). f '(x o ) f(b)  f(a) ! g '(x o ) g(b)  g(a) Demonstração: Podemos supor que g(x) { g(b) já que. Se g µ (x) for diferente de zero.Teorema de Cauchy (11) p Sejam f (x) e g(x) definidas em um intervalo fechado [a. 3) O maior entre os valores do item 2) é o valor máximo absoluto de f em [a. para todo x  (a. b].b). caso contrário.g(x) ª g(b)  g(a) º Então: ¨ (b)  (a) ¸ (a) ™ (b)  (b) ™g(a) h(a) ! (a)  © ¹ ™ g(a) ! g(b)  g(a) ª g(b)  g(a) º ¨ (b)  (a) ¸ (a) ™ (b)  (b) ™g(a) h(b) (b)  © ¹ ™ g(b) ! g(b)  g(a) ª g(b)  g(a) º Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I . 1) Se f tiver um mínimo relativo em xo. Vamos definir h(x) por: ¨ f(b)  f(a) ¸ h(x) ! f(x)  © ¹ . então f (xo) é o mínimo absoluto de f em I.86 Procedimentos para encontrar os extremos absolutos. 1) Ache os pontos críticos de f em (a.Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. de uma função contínua f em um intervalo finito fechado [a. b] e derivável em (a. xo  (a. b).b). b) pelo teorema de Rolle. b) então existe pelo menos um número real. então f (xo) é o máximo absoluto de f em I. Digamos em xo. teríamos g'(x) ! 0 para algum x em (a. 11. b] enquanto que o menor valor é o mínimo absoluto.

1 . com a possível f(x) 0 exceção de xo. g ( x) cp x0 g '( x ) xp x0 g '( x ) que estabelece a Regra de L ' hôspital para o caso onde x tende a x0 pela direita. existe um ponto xo em (a. x0 A.3. então: g f ( x) f ' ( x) lim ! lim com g '( x ) { 0 .87 e pelo Teorema de Rolle. quando x tende para a xo produz uma forma indeterminada ou g(x) 0 g .q. Então g '( x ) { 0 . O caso no qual x tende a x0 pela esquerda é provado com aplicação do teorema do valor Médio de Cauchy ao intervalo ?x. 2) Diferencie separadamente f e g.d g '(x o ) g(b)  g(a) 11. Mas f ( x0 ) ! g ( x0 ) ! 0 . então a regra de L¶ 1) Verifique que o lim g ( x) hôspital não pode ser usada. Se o limite . Procedimentos para usar a regra de L¶ hôspital: f ( x) é uma foram indeterminada. O método quase não  precisa de mudanças para aplicar-se x p x0 e a combinação desses dois casos estabelece o resultado. então . ! g ' (c) g(x) g '(x o ) g(b)  g(a) Con orme x tende a x0 c tende a x0 porque está entre x e x0 .Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. e podemos aplicar o Teorema do Valor Médio de Cauchy ao intervalo fechado de x0 a x Esse ponto produz um número c entre x0 e x tal que: ' (c) (x) f '(x o ) f(b)  f(a) ! . contendo xo. Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I . Conseqüentemente. x p x0 lim f ( x) f '( x ) f '( x ) ! lim ! lim . b). Suponha que x esteja à direita de x0 .Teorema ou Regra de L¶ Hôspital (12): Sejam f e g funções diferenciáveis em um intervalo aberto (a. x p xo g ( x ) x p xo g ' ( x ) Demonstração:  Primeiramente estabelecemos a equação anterior para o caso x p x0 . x x0 . b) tal que: h'(x) ! '(x o )  (b)  (a) ™ g'(x o ) ! 0 g(b)  g(a) (b)  (a) '(x o ) ! g'(x o ) ™ g(b)  g(a) '(x o ) (b)  (a) ! c. e se não for.

nos afastamos indefinidamente da origem do sistema.88 3) Ache lim f ' ( x) f ( x) . {m. de equação x = a é assíntota do gráfico de uma função y = f (x) se. e por isso mostraremos um teorema para facilitar esse estudo. As assíntotas não-verticais não são tão simples. e somente se: xpa lim f ( x ) ! g lim f ( x ) ! g ou ou xpa lim f ( x ) ! g lim f ( x ) ! g xpa xpa Definição (2) p A reta não-vertical r. Se este limite for finito + g ou . de equação g(x) = mx + q.q} Ž ¡ . se existirem. são fáceis de determinar. f não seria função como mostra a figura acima. mais do que uma imagem e. Caso contrário teríamos para algum x do domínio de f.Reta assíntotas de um gráfico y2 y1 y f(x) x1 r x Intuitivamente uma reta r é assíntota do gráfico de uma função f se. então é igual a lim . e somente se: x p g lim [f (x) ± g (x)] = 0 ou lim [f(x) ± g (x)] = 0 x p g Determinação de assíntotas não-verticais: As assíntotas verticais do gráfico de uma função f. A intersecção do gráfico de uma função f com uma assíntota vertical r é sempre o conjunto vazio. portanto. pois suas equações são do tipo x = a.q} Ž „ . então: f(x) lim ! m e lim [f(x)  mx] ! q (I) x pg x x pg Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I  x pa .Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág.g .4 . é assíntota do gráfico de uma função y = f(x) se. é assíntota do gráfico de uma função f (x). as distâncias entre os pontos do gráfico e a reta r tendem a zero. ao percorrermos esse gráfico. em que a ‘ D (f) e um dos limites lim f(x) ou lim f(x) é igual a x pa g ou  g . Teorema: Se a reta r de equação g(x) = m ™ x + q. g ' ( x) g ( x) y y 11. (m. Definição (1) p A reta vertical r.

o teorema (8). 2 . os quais iremos considerar nesta seção. Como lim x ! g .Problemas de Otimização: (Máximos e Mínimos). logo teremos: lim [f(x)  g(x)] ! 0 ou lim [f(x)  g(x)] ! 0 x pg x pg  Ocorre lim [ (x)  g(x)] ! 0 . As empresas querem maximizar o lucro. lim x pg ¬ x x½ ­ q  Observando os limites lim m ! m e lim ! 0 . com _m. concluímos que x pg x ½À ° ­ x q» « (x) m ¼ ! 0. O principio de Fermat na óptica estabelece que a luz segue o caminho que leva o menor tempo. em um intervalo finito fechado. temos: x pg x pg x q» (x) « (x)  m  ¼ ! 0   lim lim ¬ ! m Conhecendo o valor de m. o maior desafio está freguentemente em converter o problema em um problema de otimização matemática. pois m e q são constantes. Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I .Universidade do Estado do Pará x pg Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. A otimização tem como objetivo encontrar o mínimo absoluto e o máximo absoluto de uma função dentro de um certo intervalo de interesse. Na solução desses problemas práticos. qaŽ R . podemos escrever: lim [ (x)  mx  q] ! 0 .89 lim (x) ! m e lim [ (x)  mx] ! q (II) x pg x Demonstração:  A reta r é assíntota do gráfico de f .5 . A natureza também favorece processos que otimizam o tempo e a energia. obtemos q do seguinte modo x pg x pg x x½ ­ x lim [ (x)  mx  q] ! 0   lim [ (x)  mx] ! q . x pg x pg x pg 11. em um intervalo infinito. incidem nas seguintes categorias: 1 . mas não fechado. estabelecendo a função que deve ser maximizada ou minimizada. Quanto aos problemas do primeiro tipo.Problemas que se reduzem a maximizar ou a minimizar uma função contínua. os investidores querem maximar os dividendos e minimizar os riscos e os viajantes querem minimizar o tempo gasto para ir de um lugar a outro. O máximo absoluto de uma função dentro de um intervalo é o maior valor da função nesse intervalo e o mínimo absoluto é o menor valor da função nesse intervalo. ou ainda x pg x pg ® « (x) q »¾ lim ¯ x ™ ¬  m  ¼ ¿ ! 0 . garante que o problema tem solução e sabemos que esta solução pode ser obtida examinando os valores da função nos pontos críticos e nos extremos do intervalo. Todo mundo quer obter o máximo com o mínimo de esforço.Problemas que se reduzem a maximizar ou a minimizar uma função contínua. Os problemas aplicados de otimização. A otimização é uma consideração importante em todas as esferas da atividade humana.

e necessária certa engenhosidade para resolver o problema. Deseja-se que a área da superfície do sólido formado seja 5T . uma semi-esfera de raio r. 6) Interprete a Solução: Traduza seu resultado matemático de volta para a linguagem original do problema e decida se tem sentido ou não. 5) Resolva o Modelo Matemático: Se não estiver seguro sobre o resultado. Determine r e h para que o volume do sólido seja máximo. Utilize aquilo que você sabe sobre a forma do gráfico de uma função e sobre a física do problema. A Solução: A T ! A L  AC  2 4 r2 5 ! 2 rh  r 2  2 2 2 5 ! 2™ r ™ h  r  2™ r 5 ! 2 ™ r ™ h  3™ r2 5  3 ™ r2 ! 2 ™ r ™ h h!   T Apostila deCCálculo Diferencial e Integral I 2 !  5  3r 2 2r ™r2 T 4 ™ ™ r ™h  3 2 3 «5 ™ ™ r  3 ™ ™ r 3 »  2 ™ 2 ™ ™ r 3 ­ ½ T ! 6 15 ™ ™ r  9 ™ ™ r 3  4 ™ ™ r 3 ! T 6 15 ™ ™ r  5 ™ ™ r 3 ! T 6 15 ™  3 ™ 5 ™ ™ r 2   VT ' ! 0. utilize outro método para embasar ou confirmar sua solução. Use a primeira e a segunda derivada para identificar e classificar pontos críticos (onde f ' ! 0 ou não existe).Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. 3) Determine o Domínio da Função: Determine quais valores da variável têm sentido no problema. Assim sendo. Estratégias para Resolver Problemas de Máximo e Mínimo 1) Compreendendo o problema: Leia o problema atentamente.90 Quanto aos problemas do segundo tipo. Identifique as informações necessárias para resolvê-lo. escreva uma função cujo valor extremo fornece a informação pedida. garante a existência de uma solução e fornece um método para calculá-la. Se a função for contínua e tiver exatamente um extremo relativo no intervalo. tem uma solução. parte do trabalho em tais problemas é determinar se. ter solução. Questões Resolvidas de Otimização em Geometria 01) Um sólido será construído acoplando-se a um cilindro circular reto de altura h e raio r. Nos casos em que o teorema não se aplica. esboce o gráfico da função. T '! 6 15 ™  15 ™ ™ r 2 0! 6 0 15 ™  15 ™ ™ r 2 15 ™ ! 15 ™ ™ r 2      2 . realmente. Se possível. Utilizando essa variável. podem ou não. Introduza uma variável para representar a quantidade a ser maximizada ou minimizada. O que é desconhecido? O que e dado? O que é pedido? 2) Desenvolva um Modelo Matemático para o problema: Desenhe figuras e identifique as partes que são importantes para o problema. 4) Identifique os Pontos Críticos e as Extremidades: Determine onde a derivada é zero ou não existe. então o teorema (10).

Solução: D l E l C ! 2R  2l  2m m A 1 E l C R R R m R B ! 2R  2R ™ cos  2 ™ 2R ™ sen 2 U O 2 C m/2 cos ! O l R l ! R ™ cos O R m m/2 B /2 /2 R m sen ! 2 2 R m ! R ™ sen   m ! 2R ™ sen 2 2 2 Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I .(1)2 2. Determinar x e y para que sua área seja máxima. 2 03) Calcular o perímetro máximo de um trapézio que está inscrito numa semicircunferência de raio R.(x  y) ! 2.Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. Solução: ! x™y ! x ™ (a  x)   x ™ a  x 2 d 2 x  a   d 0 ! !  2x  a ! 0   a ! 2x   x ! a 2 2.a   xy !a   y !a x a 2a  a a y!a  y!  y ! 2 2 2 x y R: x ! y ! a .91 5  3.(1) 53 2 ! !1 h! 2 2 h! VMáx   r ! 1 h !1 02) Um retângulo de dimensões x e y tem perímetros 2a (a é constante dada).

Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág.92 1 ! 2R  2R ™ cos  4R ™ sen   d 2R ™ sen  4R ™ cos ™   d 2R ™ sen  2R ™ cos   d 0 !  ! ! 2 2 2 2    0 ! 2R ™ sen  2R ™ cos   2R ™ cos ! 2R ™ sen   cos ! sen .

1 2 2 2 2 2  sen 2 ! 2 ™ sen ™ cos   sen ! 2 ™ sen ™ cos   sen ! 2™ sen ™ cos   sen ! 2 ™ sen ™ cos .

   6 3   M ÁX M ÁX ! 2R  2R ™ cos 3  4R ™ sen 6   M ÁX ! 2R  2R ™  1 1  4.R ™   PM ÁX ! 2R  R  2R   P M ÁX ! 5R    2 2 Substituindo (1) em (2) obtemos: R: 5R 04) A prefeitura de um município pretende construir um parque retangular.2 2 2 2 2 2 2  2 2 cos ! 2 ! 2 ™ sen ¨ ¸ © ¹ ª3º ! 2 ™ cos 2   1 ! 2 ™ sen 2   1 ! sen   sen ! sen   !   2 2 2 6 2 6  2. Que dimensões devem ter o parque para que o comprimento da cerca seja mínimo? Solução: 3600 b h 7200 ( 7200). com uma área de 3600 m 2 e pretende protegê-lo com uma cerca.1 7200   c' ! 2   c !2 2 2b  2 b b b b c' ! 0 a ! b™h 7200 7200 3600 ! b ™ h 2  2 ! 0   2 ! 2   2b 2 ! 7200 b b 3600 3600 h!  h!   h ! 60m 7200 b 60   b 2 ! 3600   b ! 3600   b ! 60 b2 ! 2 05) Calcular o raio da base e a altura do cone de área lateral máxima que é inscritível numa esfera de c ! 2b  2h   2b  2 ™ raio R Solução: A A g 2R R C D r B D 2R-h E Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I E ! ! h g r B .

.93 No ABE.Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. Pelo teorema da relações metricas dapro eção sobre a hipotenusa temos g ! 2Rh e r 2 ! h. temos: g 2 ! 2Rh .

2R  h . . Pelo teorema da relações metricas da pro eção sobre a hipotenusa temos r ! h.

2R.h A l ! ™ r ™ g. A área lateral do cône A l ! ™ 2Rh  h 2 ™ 2Rh   A l ! ™ 2Rh ™ 2Rh  h 2   A l ! ™ 4R 2h 2  2Rh 3 2Rh .

4R h  2Rh 2.4R  3h d(A l ) 4R 2 h 2  2R3h 2 d(Al ) 8R 2 h  6Rh 2 d(Al ) ! ™   ! ™   ! ™ 2 2 3 2 2 3 dh dh dh 2. 4R h  2Rh 2. 2Rh 2 ™ .

.2R  h   2Rh.

4R  3h R .

.4R  3h d(A l ) d(A l ) d(A l ) ! ™   ! ™   !0 dh dh dh  2h. 2R.

2R  h 2R ™ .

2R  h .

0! ™ R .

4R  3h 2R. .

2R  h   0 ! R .

4R  3h   0 4R ! .

4R  3h   0 ! .

4R  3h   3h ! 4R   h ! R 3 24R 2  16R 2 9 r ! h. .

2R  h   r ! r! 4 ¨ 4 ¸ 8R 2 16R 2   r ! R. Solução: A X h-R E R O R Y g h Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I . e r= 3 3 R: h = 06) Calcular o raio da base e altura do cone de volume mínimo que pod e circunscrever uma esfera de raio R. © 2R  R ¹   r ! 3 ª 3 º 3 9 8R 2 R 2R 2   r ! ™2 2   r ! 9 3 3 4R 2R 2 .

Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág.94 1 AD ! h   AO ! AD  OD   AO ! h  R Do triângulo obtemos: 2 A 3 X 4 2 2 2 .

AO ! .

AE  .

OE .

h  R E 2 (AEO ~ (ADC h-R R O ! x2  R2 2 R x ! r h ¨R¸ ¨x¸ © ¹ !© ¹ ª r º ªhº 2 2 x 2 !  R 2  .

.h  R x 2 ! h 2  2hR   x 2 ! R 2  h 2  2hR  R 2   R 2 x2 ! r2 h2 R 2 h 2  2hR R2 ™h2 !   r2 ! 2 r2 h2 h  2hR V! 3 ™ r2 ™ h   V ! « R 2 h2 » « R 2 h2 » R 2 h2  ™¬ 2 ™h   V ! ™¬ ™ h  V ! ™ ¼ ¼ 3 ­ h  2hR ½ 3 ¬ h.

h  2R ¼ 3 .

h  2R ­ ½ « 2hR 2 .

h 2  4hR 3  R 2.h  2R  R 2 h 2 .R 2 .1 » dV « 2.h 2 » dV « R 2.h 2  4hR 3 » dV ! ™¬ ! ™¬ ! ™¬ ¼  ¼  ¼ 2 2 2 dh 3 ¬ ¼ dh 3 ¬ ¼ dh 3 ¬ .

h  2R ¼ .

h  2R .

.h 2  4hR 3 ! 0  0 ! ™ ¬   0 ! R 2 .h 2  4hR 3 » dV R 2 .h  2R ­ ½ ­ ½ ­ ½ « R 2 .h 2  4hR 3   0 ! h.R 2 .

h  4R ¼ 0 ! 2 dh 3 ¬ .

h  2R 2 ¼ .

h  2R ­ ½ 0 ! h  4R   h ! 4R Substituindo (4) em (3) temos: r ! 2 R 2 . .

4R 2 .

4R 2  2™4™R ™R  r ! 2 R 2 . .

cortando quadrados iguais nas quatros pontas e dobrando os lados.4R 2 16R 2  8R 2   r2 ! 16R 4   r 2 ! 2R 2   r ! 2R 2   r ! R 2 8R 2 R: r = R 2 e h = 4R 07) Um fabricante de caixas de papelão pretende fazer caixas abertas a parti de folhas de cartão quadrado de 576 cm 2. Calcular a medida do lado do quadrado que deve ser cortado para obter uma caixa cujo volume seja o maior possível. Solução: Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I c x .

Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág.95 Volume   V ! a ™ b ™ c 2 2 2 V ! .

24  2x . .

24  2 x .x   V ! .

x   V ! «.24  2x .

24.2x  .24  2.

x ­ ½ ­ ½ 2 3 2 2 V ! 576x  96x  4x   V d 12x 192x  576   V d 0  0 !12x 192x 576 z12 ! ! x 2  16 x  48 ! 0 ( ! .2x »   V ! «576  96x  4x 2 » .

16  4.1.1 2 8 d xd ! 4 ! 2 Usando o Teste da 1º derivada obtemos: x ! 4 é ponto de Máximo   x!4 x ! 12 é ponto de Mínimo R: 4 cm x!  x! xd !  .8   ( ! 256  192   ( ! 64 2 24 ! 12 2.

Solução: A 10 x 20  y B 20 . Se um homem pode remar a razão de 4 Km/h e andar a 5Km/h . a 20 Km do ponto B sobre a praia.+++++++++ 4 12 08) Uma ilha esta no ponto A. aonde deveria desembarcar para ir da ilha a ao armazém no menor tempo possível.y D 20 y C Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I .16 s 64 16 s 8 2 +++++++ -----------------. a 10 Km do ponto B mais próximo sobre uma praia reta. Um armazém esta no ponto C.

96 v.Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág.t t1 t2 x   t1 v1 .

10 .

y  y 2 4   ! 500  40. y  y 2 y  4 5 1 ™ 500  40.20-y 4 2 2 y y   t2 v2 5 t1 t 2 " " Tempo total   T ! " " " # 100  400  40. y  y 2 y  4 5   ! 1 y ™ 500  40. y  y 2  4 5 d !   .

500  40 y  y 2 4. y  100  4. 500  40 y  y 2   . 500  40 y  y 2 0 ! 5.5 2 8. 500  40 y  y 2 20.

( y 2  40 y  500) ! (5 y) 2  2. 67 18 600 ! 33.4. 500  40 y  y 2 20. 33 18 R: 13. 500  40 y  y 2   d0   0! ! 5.9 d ! yd 120 ! 6. y 2 360 y  2000 ! 0 ( ! (360)2  4. y  640.2000   ( ! 129600  72000   ( ! 57600 ! yd y! 360 s 240 2.100  (100) 2   16 y 2  640 y  800 ! 25. y 2  1000 y  10000 25.666 Km de C 09) Um fio de comprimento L é cortado em 2 pedaços. y 2  1000.( 5 y ). 16.333 km de B e 6. y 100  4. 500  40 y  y 2 2 y 2  40 y  500 ! . y  100  4. y 10000 8000 ! 0   9.9. Como deve ser cortado o fio para que a soma das áreas do circulo e do quadrado seja máxima? Solução: Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I # d ! 5. y 2  16. um dos quais formaram um circulo e o outro um quadrado.

.5 y 100 2 " " d ! 2.

y  20  1   5 d ! .

. y  20  1   5 d ! 5.

500  40 y  y 2 20. 500  40 y  y 2   2   " " ! . y  20  4 .

y  y 2 4 2 . 1 2  y   5 d ! 1 1 ™ ™ 500  40.

™ .

2 y  40  1.5 1 2   .

2 y  40 8. 500  40 y  y 2  1 5   .

97 L x =C C ! 2 Q A A A A A R   x ! 2 Q= L .X R   R ! x 2 t ! 2 ! L  x   ! ! t 2 4 ™ t ! L  x   A ! ¨ x .© ª 2 2 L  x 4 A ! d d R   d 2 2   A d ¸ ¹ º   A ! L 2 ™ x 4 2 2    x A 2 d ! x 4 2 W W ¨ L  x ¸ ! © ¹ 4 ª º  2 L x 1 6 x   W  2 L x 1 6 L2  1 6 T ! A ! ! x 4  A   L 2 W 2 T   A T ! x 4 2  2 L x x 2  1 6 1 6 T A 'T x 2   x 2 4 2 x ! 4 L   8 4 x  x L2 L x x 2   1 6 8 1 6 L 2 x x     A 'T ! 8 1 6 2 x x 4 x  L ! 0   8 8 ! L   x  L x  .Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. co m o 8 8 4 x  L x ! L 4  A 'T ! 0  x ! 0 ! 0     .

4  T ! L Q ! Lx  Q R: l 1 ! .

4 L™  Q ! 4 L 4L el2 ! 4 4 L ™ L  L 4  Q ! 4L 4 L -L  Q ! 4™L 4 10) Uma calha de fundo plano e lado igualmente inclinados vai ser construída dobrando -se uma folha de metal de largura l . se os lados e o fundo têm largura l 3 calcular o ângulo U de forma que a calha tenha a máxima secção reta Solução: X l 3 X B ! 2x  l 3 l 3 h h l 3 b! l 3 l 3 Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I .

98 .Universidade do Estado do Pará $ 2 Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág.

1 .

2 = sen + 90° $ ! x   sen l 3 ! 3x l l2  x2 9   h 2 .

3 .

4 l l ¸ ¨ 2x   ¹™ .

x l2 l .x l2 ¸ l l2  ! 0   ™ ©2x2     x2  ™x ! 0 ¹ ! 0™ 3 9 2 ª 3 9 º 2 6 18 r A Total ! 2 r 2  2 rh (1) V VC = ™ r 2 ™ h p h= ™ r2 .! ! 3 6 l l  3 6 l Como a medida e comprimento x ! 6 3x sen !   l ¨l ¸ 3 ™© ¹ l ª 6 º ! 2 ! 1   sen ! 1   l 2 2 l ! 30 o   !  90 o   ! 30 o  90 o   ! 120 o ou 2 rad.x ¸ ¨ ¨ x ™© x  ¹  x2 ™  x2  © x2  2 ¹ dS l 3 º 9 9 3 º ª ª !  x2      dx 9 l2 l2  x2  x2 9 9 l2 l .. h ! © 3 3 º ª S ! 2 2 ¨ l ¸ © ¹ ª 3 º ! h 2 dS ! 1™ dx l ¸ l2 l2 l.x ¸ ¨  © x2  ¹ 3 º ª l2  x2 9 l2 9 ! 0    1 ¨ 1 l.x l2 l . de forma que a quantidade de material a ser utilizado para sua fabricação seja menor possível: Devemos minimizar a área total: Solução: A Total ! A Base  A Lateral h Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I $ 2l ¸ ¨ ©2x  ¹™ 3 º   ª 2 l2  x2  h ! 9 l2  x2 9 l2  x2 9 l ¸ ¨ 2 ™© x  ¹ ™ 3 º ª   2 l2  x2 9  x 2   l2 ! h2+ x 9 2 ! 1 l2 l ¸ 1 ¨  x2  © x  ¹™ 9 3 º 2 ª ¨ l2 ¸ ™©  x2 ¹ ª 9 º 2 ™ 2 x   l ¸ ¨ © x  ¹™x l2 3 º 2 ª  x  1 9 ¨ l2 ¸ 2  x2 ¹ © ª 9 º ¨ l2 ¸  x2 ¹ © 9 ª º 2 l .. B  b . 3 11) Quais devem ser as dimensões de uma lata cúbica de volume V fixo.x l .. ..+ + + + + .. obtemos as raízes: l l d xd  e xd .x  x2  x2  2x2   2x2   dS 9 3   3 9   dS ! 0   3 ! 2 2 2 dx dx l l l  x2  x2  x2 9 9 9   2x2    ax 2  bx  c ! 0 l l2 x2  ™ x  ! 0 6 18 Resolvendo a equação do 2º grau.

r º A T ! 2.Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. .99 ¨ V ¸ A T ! 2.r 2  2 r. . © 2 ¹ ª .r 2  2V 2V 4 r 3  2V ' '   A '.

A .r ! 4 r  2 . tirando o MMC.

r ! . A .

que é reta. situado a 8 km da margem do lago. determine a posição do ponto B. Solução: P 8 z ! x2  8 C x=6 B y-x A 20 .r ! 0. O homem vai de barco até um ponto B da margem e de lá prossegue até o ponto A. obtemos r r r2 4 r 3  2V V V p 2V ! 4 r 3 p !r3 p r ! 3 0! 2 r 2 2 ¨V¸ r !© ¹ ª2 º 1 3 h! V ph! r2 V «¨ V ¸ 3 » ¬© ¹ ¼ ¬ª 2 º ¼ ­ ½ 1 2 = V ¨V¸ © ¹ ª2 º 2 3 ¨V¸ © ¹ 2 ™ª º 1 3 ¨V¸ © ¹ ª2 º 1 ! 3  V™r r ! ! 2r Que acarreta em h = 2r  V¸ 1 ¨ © ¹ ª 2 º 2 12) Um homem está em um barco sobre um lago. Sabendo que a velocidade do barco é 3 km/h e que a velocidade do homem é 5 km/h. em um ponto P. de modo que o trajeto total seja feito no menor tempo possível.6 = 14 m y = 20 S ! v™ t   t ! S v x 2  64 20  x 1 20  x 1    T ! ™ x 2  64    T ! ™ x 2  64 3 5 3 5 3 1 1 1 1 x 1 x 1 T' ! ™ ™ x 2  64 2 ™ 2x    T' !    T' ! 0   0 !  2 2 3 2 5 3 ™ x  64 5 3 ™ x  64 5 T ! t .

B  t .P.

B.A   T ! .

2 ¸ x 1 x2 ¨1¸ ¨ !© !   25x 2 ! 9x 2  64 ™ 9   25x 2  9x 2 ! 64 ™ 9   16x 2 ! 64 ™ 9 ¹  © ¹ 2 2 ª 5 º ª 3 ™ x  64 º 25 9 ™ x  64 .

como é distância   x ! 6 cm   R ! 6 cm 16 Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I % . x2 ! 64 ™ 9   x 2 ! 4 ™ 9   x 2 ! 36   x ! s6.

1 2 4  x 5 .

000 02) É dado o preço p(q) pelo qual q unidade de certa mercadoria podem ser vendidos e o custo total 1 C(q) pata produzir as q unidades as equações p(q) ! 49  q e C(q) ! q 2  4q  200 : 8 a) Determine a função do lucro P(q). 0050 50 x ! 10.Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. 0025x2 e se a capacidade de produção diária for de. 0025x2  50x  100.100 Questões Resolvidas de Otimização em Economia 01) Uma indústria química vende ácido sulfúrico a granel a U$ 100. 0025x2  50x 100.000 unidades.P(q) P(q) ! R(q)  C(q) 9 P(q) !  q 2  45q  200 8 9 P'(q) ! 2 ™  q  45 8 18 P'(q) !  q  45 8 9 P'(q) !  q  45   P'(q) ! 0 4 9 9  q  45 ! 0   q ! 45   9q ! 180 4 4 180   q ! 20 q! 9 ¨1 ¸ P(q) ! 49q  q 2  © q 2  4 q  200 ¹ ª8 º R(q) ! q. 0050x 50  L '! 0 0. 0025x2  50x  100. 0050x  50 ! 0   0.00 por unidade.000  50x  0. 7. 00 0 ­ ½ 0.000»   100x  0. e o nível de produção q para o qual P(q) é máxima. no máximo. 0050x ! 50   x ! 0. .000   L '!  0. quantas unidades de ácido sulfúrico devem ser fabricadas e vendidas diariamente para maximizar o lucro? L ! R C L ! 100x  « 0. Solução: P(q) ! R(q)  C(q) R(q) ! q. Se o custo de produção total diário em dólares para x unidades for: C(x) ! 100.

49  q 1 P(q) ! 49q  q 2  q 2  4q  200 R(q) ! 49q  q 2 8 9 2 1 C(q) ! q 2  4q  200 P(q) !  q  45q  200 8 8 b) Determine a função custo médio e o nível de produção para o qual ela passa a ser mínimo. C m (q) ! C(q) q Função do Custo Médio 1 C m (q) ! q 2  4q  200 z q 8 1 2 q 4 q 200  C m (q) ! 8  q q q 1 200 C m (q) ! q  4  8 q ¨ 200 ¸ 1 1 200 C m '(q) !  0  ©  2 ¹   C m'(q) !  2 8 8 q ª q º C m '(q) ! 0 1 200  !0 8 q2 200 1 !   q 2 ! 1600 2 q 8 q ! 1600   q ! 40 Produção para o custo mínimo Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I .

Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág.101 03) O custo total de fabricação de x unidades de um produto é dada por C.

Quantas unidades deverão ser fabricadas para que o custo médio seja menor possível. número de unidades fabricadas 3 x 2  5 x  192 3 x 2 5 x 192 192     ! 3x  5  x x x x x 192 192 192 '. Solução: Custo médio = ! custo total .x ! (3x 2  5x  192) reais.

x ! 3  2   '.

x ! 0   0 ! 3  2   2 ! 3 x x x 192 3 x 2 ! 192   x 2 !   x 2 ! 64   x ! s 64   x ! s 8 3 ) ( ) & ' .

00 por kg e cai R$ 0.03 por dia. pesando 150 Kg cada um. Q uantos dias devem o fazendeiro aguardar para que seu lucro seja máximo? Solução: R . Se o preço de venda está R$ 3. Gastam-se R$ 2. Cada porco aumenta de peso na proporção de 2.00 por dia para manter um porco.x +++++++ --------8 04) Um fazendeiro tem 80 porcos.5 Kg por dia.

x ! (150  2.5x) ™ (3  0. 03x) e C(x) ! 2x L .

x ! R .

x  C.

x L .

5x) ™ (3  0. 03x)  2x L'.x ! (150  2.

03x)  0. 03 ™ (150  2.5x)  2 L'.5x ™ (3  0.x ! 2.

075x  2 L'. 075x  4.x ! 7.5  0.5  0.

5  6.15x  1   L'.15x  7.x ! 0.5   0.

15x  1   0.15x ! 1   x ! x = 7 dias Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I ( +++++++ +8 x " 0 então x ! 8 192 Cm ' .x ! 0 0 ! 0.

x ! 3  2 x  .

384 x 384 Cm". x . 192 2.

x !   ! 2 4 x x3 .

x 2 384 384 Cm .

8 ! ! "0 .

(8)  192 192  40  192 424 Cm .8 3 512 x ! 8 é um ponto de mínimo. 3.(8) 2  5.

8 !   ! ! 53. 67 como o valor de x re erese a dia temos.00 8 8 8 Cm ! R$53. 00 1   x ! 6.15 . 00 e CT ! R$ 424. 0.

003. quantas unidades de penicilina devem ser fabricas e vendidas naquele tempo para maximizar o lucro.000 unidades em um tempo especificado.x + 0.x 2 e se a capacidade de produção da firma for de.000 + 80.102 05) Uma forma líquida de penicilina fabricada por uma firma farmacêutica é vendida a granel a um preço de R$ 200. 003 x 2 e R .000  80 ™ x  0. Se o custo total d e produção (em reais) para x unidades for C(x) = 500.Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. no máximo de 30.00 por unidade. Solução: C (x) ! 500.

x ! 200 ™ x L .

x ! R .

x  C.

x L .

003 ™ x 2 )   L .000  80 ™ x  0.x ! 200 ™ x  (500.

x  500.x ! 200.000 80 ™ x 0. 003 ™ x 2 L .

006 x  120   0. 006 x ! 120   .000 Ld ! 0. 006 x  120   L d ! 0   0 ! 0.x ! 0. 003 ™ x 2  120 ™ x  500.

x .

000 0. Qual maximizar x! L . 006 x ! 20.000   ponto crítico.x 120   20.

003 ™(20.000  (500.000) 2   L .20.000  80 ™ 20.000  0.000 ! 200 ™ 20.

000 ! 700.20.000 valor máximo L .

000 L .0 ! 500.

003 ™(30.000  80 ™30.30.000  0.000  (500.000) 2  L .000 ! 200 ™ 30.

000 06) O custo de produção de x unidades de uma certa mercadoria é a + bx e o preço de venda é c dx. d constantes positivas. por unidade. b.30. sendo a. c.000 ! 400. Quantas unidades devem ser produzidas e vendidas para que seja máximo o lucro da operação? Solução: C (x) ! a  bx e R .

x ! c  dx L.

x ! R .

x  C.

x L.

x ! (c  dx)x  (a + bx) L.

x ! cx  dx 2  a  bx L.

isolando o va lor de x obtemos dx dx (c  b) x= 2d 07) A Cia. Ltda. que quantidade deverá ser produzida para ser obter o lucro máximo? Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I .x ! dx 2  cx  bx  a  !  dx 2  cx  bx  a    dx 2  (c  b)x  a dl dl !  2dx  (c  b)   ! 0   0 ! 2dx  (c  b)   (c  b) =2dx.00. Suponha que toda a produção seja absorvida pelo mercado consumidor. Produz determinado produto e vende -o a um preço de R$ 13. Estima-se que o custo total c para produzir e vender q unidades é dado por C(q) ! q 3  3q 2  4q  2 .

103 Solução: R ! 13q e C ! q 3  3q 2  4q  2 L ! R C L ! 13q  (q 3  3q 2  4q  2) L ! 13q  q 3  3q 2  4q  2 dl dl ! 13  3q 2  6q  4   ! 3q 2  6q dx dx 3q 2  6q 9 = 0 2 9  dl !0 dx ( ! .Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág.

6  4.9   ( ! 36  108   ( ! 144 x!  .( 3).

6 s 144 2.(3)  x! 6 s 12 6 ! xd 6 !1 6 18 d ! !3 xd 6 08) Um fabricante estima que quando q unidades de uma certa mercadoria são produzidas por mês.00 por unidade 10 Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I .2(45  0.1q 2 P(q) ! R(q)  C(q) P(q) ! (9q  0.4q + 3 + 40 40 40 derivando temos A' q) = 0.4  2   A'(q) = 0   0 = 0.0.2(45 .5q) a) R(q) ! q ™ p(q) R(q) ! q ™ ?0.4q 2 + 3q + 40)   P(q) ! 9q  0.4 ™ 10 + 3 +   A(q) = 4 + 3 + 4   A(q) = R$: 11.5q 2  6q  40   P'(q) ! 0. (a) Determine o nível de produção para o qual o lucro é máximo. temos.5q) A   R(q) ! 9q  0.4q 2 + 3q + 40 C(q) 0.4  2 ( q q q 40 = q 2   q 2 ! 100   q ! 100   q ! 10 0.4q 2 + 3q + 40   b) A(q) = separando em fraçôes de mesmo denominador obtemos q q A(q) = 0. como P'(q) ! 0.4q² + 3q + 40 reais e que as q unidades podem ser vendidas por um preço p(q) = 0.4q 2  3q  40 e p(q) ! 0. o custo total é C(q) = 0.1q 2 )  (0.2(45  0.4q 2  3q  40 P(q) ! 0.  q  6 ! 0 onde q = 6 C(q) = 0. Qual é o lucro máximo? (b) Para que nível de produção o custo médio unitário A(q) = C(q)/q é mínimo? Qual é este custo? (c) Para que nível de produção o custo médio é igual ao custo marginal C'(q)? Solução: C(q) ! 0.4 40 A(q) = 0. 1q 2  0.5q) reais a unidade.5 ™ 2q  6   P'(q) ! q  6.

cada pessoa paga R$ 60.Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. por esse preço. O fabricante pretende aumentar o preço da fita e calcula que para cada R$ 1. menos 400 fitas serão vendidas por mês.00 a unidade.4 q ! 100   q ! 10 unidades 09) Um fabricante produz uma fita de vídeo virgem a um custo de R$ 2. Quando um grupo contem exatamente 35 pessoas pessoas. o preço por pessoa é reduzido de R$ 1.4q 2 ! 40   q 2 ! q q q 0.8q ! 0. Determine o tamanho do grupo para o qual a receita da empresa é máxima.8q  0.4q !   0.4q  3  0.000 fitas por mês.104 C(q) ! 0.00.5 R: R$ 8.8q  3 ! 0.4q 2  3q  40 derivando obtemos C'(q) ! 0.00 para cada pessoa que exceder 35.8q  3 e CM(q) ! 0.4 ™ q !   0.00 a unidade. Nos grupos maiores. são vendidas 4.4q  3  c) C'(q) ! CM(q) 0.4q  40 q 40 q 40 40 40 40   0.00 de aumento no preço. temos: dx dx dx 0 17 ! 2x  17   0 ! 2x  17   2x ! 17   x ! 0 ! 400 ™ ? 2x  17A   400 2 x ! 8.50 a unidade 10) Uma empresa de turismo aluga onibus com capacidade para 50 pessoas a grupos de 35 pessoas ou mais. As fitas vêm sendo vendidas a R$ 5. Qual deve ser o preço de venda das fitas para que o lucro do fabricante seja máximo? Solução: Lucro = (número de fitas vendidas)™ (Lucro por fita) Número de fitas vendidas = 4000  400(x  5) 400 ™ ?10  (x  5)A 400 ™ ?10  x  5A 400 ™ ?15  x A Lucro por fita = (x  2) Lucro = 400 ™ (15  x) ™ (x  2) derivando a função lucro obtemos dL dL ! 400 ™  1™ (x  2) + 400 ™ 1™ (15  x)   ! 400™ ? ™ (x  2) + (15 x)A dx dx dL dL dL ! 400 ™ ? x  2 + 15  xA  ! 400™ ? 2x  17A como ! 0. Solução: Receita da empresa ! (número de pessoas no grupo) ™ (preço por pessoa) Número de pessoas no grupo ! 35  x e o Preço por pessoa é ! 60  x R (x) ! (35  x) ™ (60  x) Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I .

48 CT(x) = 0.000 CT'(x) = 0. como R' (x) ! 0.000   x ! s 250. 75   34.000 120. 48 ™ x x 2 ! 250. 48 ™ x 2 R: deve encomendar lotes de 500. como CT'(x) = 0 obtemos: 0 = 0. CAr = Custo de Armazenamento. 48    = 0. 48 .5. Quantos pneus o fabricante de bicicletas deve encomendar de cada vez pra minimizar o custo? Solução: CT(x) = Custo de transporte. como estamos trabalhan do com número de pessoas podemos ter 2 x ! 12 ou x ! 13 para formar os grupos. Suponha que a demanda de pneus se mantenha constante durante todo o ano e cada remessa seja entregue no momento em que o estoque se esgotou.000   x ! s500. com x ! 12 temos um total de 12  35 ! 47 com x ! 13 temos um total de 13  35 ! 48 Usando a função receita para verificar qual número de pessoas vão servir para montar os grupos. o número de pessoas que usam uma nova linha de metrô é dada pela equação N(x) = 6x3 500x 8. 48   = x2   2 2 2 x x x 0.105 R (x) ! (35  x) ™ (60  x) derivando obtemos R'(x) ! 1 ™ (60  x)  (35  x) ™ 1 R'(x) ! 60  x  35  x   R'(x) ! 2x  25. como queremos mini mizar o custo pelo teste da 1ª derivada o valor é 500 x ™ 0.000 120.000: Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I .00) 11) Um fabricante de bicicletas compra 6000 pneus por ano de um distribuidor.500 x 120.000  34. R (x) ! (35  x) ™ (60  x) x ! 12 R (12) ! (35  12) ™ (60 12) R (12) ! 47 ™ 48 R (12) ! 2256 x ! 13 R (13) ! (35  13) ™ (60 13) R (13) ! 48 ™ 47 R(13) ! 2256 Desta forma concluimos que os valores 47 e 48 satisfazem as condições do problema.00 por encomenda.75.500 CT(x) = CAr CTr CM A 120. 12) Após x semanas.Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. o custo de armazenamento é 96 centavos por pneu por ano e cada pneu custa R$ 5. R: 47 ou 48 pessoas (R$ 2256.000 CTr = (custo por remessa) ™ (número de remesas)   CTr = 20 ™ © ¹  x ª x º CAr = (número médio de pneus armazenados) ™ (custo de armazenamento por pneu)   CAr = CM A = (número total de pneus) ™ (preço de um pneu)   CM A = 6000 ™ 5.000 120. então: 0 ! 2x  25   2x ! 25   x ! 25   x ! 12. CTr = Custo de transporte da remessa e CM A = Custo de médio de armazenamento ¨ 6000 ¸ 120.96   0. A taxa de transporte é R$ 20.

entre 1978 e 1992. Nesse caso. x ! 10 corresponde realmente a um máximo de R . 4x  0.00 no primeiro dia do ano.Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. ou seja.558   N(8)  N(7) = 1514 N(8) ! 6(8)3 + 500 ™ 5 + 8. 04x ! 0. em 1978.652 passageiros por semana. Agora. 4 x  0. um fazendeiro tem 80 kg de batata no campo e calcula que a produção será aumentada à razão de 1 kg ao dia. A receita obtida com a venda de batatas no dia x é: R ! (80  x )(2  0. é f ( x) ! 100(2 x 3  45x 2  264x ) . a associação teve o menor número de membros? Qual foi esse número? Solução: Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I . 02 x 2   R' ! 0. 04x . a associação teve o maior número de membros? Qual foi esse número? b) Em que ano. 02 x 2   R ! 160  0.000 N'(x) ! 18x 2 + 500 N'(8) ! 18(8)2 + 500   18 ™ 64 +500   1152 + 500   1652 N'(8) ! 1652 b) N(x) ! 6x 3 + 500x + 8.000 N(7) ! 6(7)3 + 500 ™ 7 + 8. ° o número de passageiros estava aumentando à razão de 1. o preço cai à razão de dois centavos por quilo ao dia. a) Em que ano.558 N(8)  N(7) = 15. o preço das batatas é dado por 2  0. Em que dia o fazendeiro deve colher as batatas para maximizar a receito? Solução: Seja x o número de dias que se seguem a 1º de janeiro.106 (a) Qual era a taxa de variação do número de passageiros após 8 semanas? (b) Qual foi a variação do número de passageiros durante a oitava semana? Solução: a) N(x) ! 6x 3 + 500x + 8. No dia 1º de janeiro. mas. 04 verificar se esse é o valor máximo de R . 04 e como R ''(10) 0 . o fazendeiro deve colher as batatas dez dias após 1º de janeiro. Calculando a derivada temos: R ! 160  0. R: ¯ b) mana. 4   x ! ! 10 . x anos após sua fundação. 4 0. 4  0.514 passageiros por se 13) Um fazendeiro consegue vender um quilo de batata por R$ 2. entre 1972 e 1992.072  13.072 a) ® o número de passageiros estava diminuindo à razão de 1. que se anula para: 0. R '' ! 0. 14) O número de membros de uma associação de consumidores.000 N(7) ! 13. depois disso. 04x ! 0   0. 6 x  2 x  0. 02x e o número de quilos de batata dado por 80  x . vamos calcular a segunda derivada para 0. 4  0. 02 x )   R ! 160  1. 02x 2 O objetivo é determinar o máximo de lucro para R .000 N(8) ! 15. no dia 11 de janeiro.

O primeiro valor corresponde a um mínimo absoluto e o segundo valor corresponde ao máximo relativo.820  3. encontrando os seus pontos críticos.800 Agora podemos concluir que: a) Em 1982 . Podemos notar que x ! 4 e x ! 11 são os pontos críticos de f '( x) sendo ambos os valores pertencem ao intervalo.100 f (14) ! 100(2(14) 3  45(14) 2  264(14)) !1 00(5. calculemos a derivada da função f ( x ) ! 100(2 x 3  45x 2  264x ) .710) !100 v378 ! 37. Calculando os pontos de f ( x) temos: f (0) ! 100(2(0) 3  45(0) 2  264(0)) ! 0 f (4) ! 100(2(4) 3  45(4) 2  264(4)) !100(128 720 1.904) ! 100 v132 ! 12.400 f (11) ! 100(2(11) 3  45(11) 2  265(11)) ! 100(2. f '( x ) ! 100(6 x 2  90 x  264) e tirando 6 em evidência temos f '( x ) ! 600( x 2  15 x  44). podemos reescrever f '( x ) da seguinte orma: f '( x ) ! 600( x  4)( x  11).056) !1 00 v 464 ! 46.107 Definindo o intervalo como sendo x ! 0 para o ano de 1978 e x ! 14 para o ano de1992 .662 5. Agora.488  8.Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág.44 5  2. Assim.

4000 membros. b) Em 1998 . 46.x ! 4 .

12. Questões Resolvidas de Otimização em Ciências Naturais 01) Os experimentos mostram que a biomassa Q(t) de uma espécie de peixe em uma certa região do oceano varia de acordo com a equação dQ ¨ Q¸ ! rQ ™ ©1  ¹ Onde r é a taxa natural de expansão da dt ª aº espécie e a é uma constante. O que acontece quando Q (t) Solução: ¨ Q¸ 100 ™ r ™ Q ™ ©1  ¹  dQ ¨ Q ¸ 100Q'(t) ª a º   100Q'(t) ! 100r ™ ¨1  Q ¸ ! rQ ™ ©1  ¹   ! © ¹ dt Q(t) Q Q(t)  ª aº ª aº a taxa se torna negativa. Com que velocidade a base da escada está se a astando da parede quando o alto se encontra a 3 m do chão? Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I . o que signi ica que a biomassa começa a diminuir. O alto da escada está escorregando para baixo ao longo da parede com uma velocidade de 3 m/s. a? 02) Uma escada de 5 m de comprimento está apoiada em uma parede. Determine a taxa de expansão percentual da espécie.x ! 11 .100 membros.

afetando a velocidade do ar na traquéia.108 Solução: x 2  y 2 ! (5) 2 .25 m/s.ar 2   V'(r) = 2arr0  3ar 2   V'(r) = ar ™ (2r0  3r).5p 2 17 partes por milhão. 25 m/s dt R: 2. Solução: V(r) = a ™ r 2 ™ (r0  r)   V'(r) = a ™ 2r ™ (r0  r) + a ™ r 2 ™ ( 1)   V'(r) = a ™ 2r ™ (r0  r) . Calcula-se que daqui a t anos a população do município será p(t)= 3. derivando a equacão e x 2  (3) 2 ! (5) 2 x 2 = 25  9 x 2 = 16 x = 16 dy dx dy !  3 2x ™  2y ™ !0 dt dt dt dx  2 ™ 3 ™ (-3) ! 0 2(4) ™ dt dx ! 18 8™ dt dx 18 ! dt 8 dx ! 2.Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. o raio da traquéia diminui. Determine o raio r para o qual a velocidade do ar é máxima. x!4 03) Quando uma pessoa tosse. onde p é população em milhares de habitantes. Se r 0 é o raio normal da traquéia. como V'(r) = 0. onde a é uma constante positiva.1 Solução: 0. obtemos 0 = ar ™ (2r0  3r)   2r 0 ! 2r0  3r   3r ! 2r0   r ! 0 ar 3 R: r = 2r0 .a ™ r 2 V'(r) = 2arr0  2ar 2 .r). Qual será a taxa de variação da concentração de monóxido de carbono daqui a 3 anos? Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I . a relação entre a velocidade v do ar e o raio r da traquéia é dada por uma função da forma v(r) = ar²(r 0 .1t 2 milhares de habitantes. 3 04) Um estudo ambiental realizado em um certo município revela que a concentração média de monóxido de carbono no ar é dado pela equação C(p) ! 0.

5 dt 05) Um certo modelo biológico sugere que a reação do corpo humano a uma dose de medicamento pode ser representada por uma função da forma 1 ! (KM 2  M 3 ) onde K é uma constante positiva 3 e M a quantidade do medicamento presente no sangue.5p 2  17   0.5p 2  17   1. Solução: 1 F ! (KM 2  M 3 ) derivando a equação.1  0.1  0.5p 2  17   p(t) ! 3. 2 ™ t dt dt e como t ! 3 anos substituindo em p(t). Solução: Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I . (b) Calcule dS/dM = d² /dM2 e apresente uma interpretação para a derivada segunda.5 ™ (4) 2 17 dc dc dp ! ™ .5p !   ! 2 dp 2 ™ 0.5p dc 0. Encontre uma relação entre as taxas dV/dt e dP/dt. 24 milhão por ano. 2t     1. 0 Usando a regra da cadeia para derivar a função composta dc dc dp ! ™ dt dp dt dc ! dt dc ! dt 0.2 25     0. o volume de sangue na aorta no instante t durante a sístole (fase de contração).2 8  17 0.1  0.5 ™16  17 ™ 0. através da ¨ 3t² 2t ¸  equação: V(t) = [C 1 + C 2 P(t)] ™ © ¹ onde C 1 e C 2 são constantes positivas e T é a duração T º ª T² (constante) da sístole. a pressão na aorta durante a sístole.1 ™(9) p(3) ! 3.1 ™ (3) 2   p(3) ! 3. a P(t).Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág.1 ™ p(t) 0.1 ™ t   ! 0.1 ™ p ™ t 0.1 ™ t 2 p(3) ! 3.1  0. p(t) ! 3.109 C(p) ! 0. a) dM 3 dF 1 ! ™ (2K  6M)é a taxa de variação de senbilidade coma quantidade de medicamento b) dM 3 06) Um dos modelos do sistema cardiovascular relaciona V(t). (a) Calcule a sensibilidade S.1 ™ 4 ™ 3 0.1 ™ t 2    dc 2 ™ 0. 3 dF 1 ! ™ (2KM  3M 2 ) derivando pela segunda vez a equação.9   p(3) ! 4.5p  17 dp  0.2 dc ! 0. 24   ! 0. obtemos: dt dp dt 1.2 0.1 ™(3) 2   p(3) ! 3. A derivada S = d /dM pode ser considerada como uma medida da sensibilidade do organismo ao medicamento.5p 2  17 1.5p 0.5p 2  17 dp dp ! 2 ™ 0.1 0.1  0.

dt dt ª T T º ¨ 6t 6t 2 ¸ dv dp ¨ 3t 2 2t 3 ¸ ! [C1 + C 2 ™ P(t)] ™ © 2  3 ¹  C 2 ™ ™ © 2  3 ¹ dt T º dt ª T T º ªT 07) A reação do organismo à administração de um medicamento é frequentemente representada por ¨C D¸ uma equação da forma R(D) = D 2 ™ ©  ¹ onde D é a dose e C (uma constante) é a dose máxima 3º ª2 que pode ser administrada. V. Schmidt-Koenig mostraram que o consumo de energia de uma espécie de periquito australiano (o Budgerigar) é dado pela expressão E = 1 [0. Solução: Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I . A taxa de variação de R(D) com D é chamada de sensibilidade. Escreva uma expressão para a v taxa de variação da energia com a velocidade do periquito.110 ¨ 3t 2 2t 3 ¸ V(t) = [C1 + C 2 ™ P(t)] ™ © 2  3 ¹e etuando a multiplicaç ão temos: T º ªT ¨ 3t 2 2t 3 ¸ ¨ 3t 2 2t 3 V(t) = C1 ™ © 2  3 ¹ + C 2 ™ P(t) ™ © 2  3 T º T ªT ªT ¸ ¹ derivando a equação. 0= 08) Em um artigo científico. A. 3º ª2 2DC 2D 2 D 2 ¨C D¸ ¨ 1¸     R'(D) = 0 R'(D) = 2D ™ ©  ¹  D 2 ™ ©  ¹   R'(D) = 3º 2 3 3 ª2 ª 3º 2DC 3D 2    0 ! DC  D 2   D 2 ! DC   D ! C 2 3 R: A sensibilidade é máxima para D = C. º ¨ 6t ™ T 2 6t 2 ™ T 3 ¸ ¨ 6t ™ T 2 6t 2 ™ T 3 ¸ dv + C 2 ™ P(t) ™ © 2 2  ! C1 ™ © 2 2  ¹ ¹ dt (T 3 ) 2 º (T 3 ) 2 º ª (T ) ª (T ) ¨ 6t 6t 2 dv ! C1 ™ © 2  3 dt T ªT ¸ ¨ 6t 6t 2 ¸ + C 2 ™ P(t) ™ © 2  3 ¹ ¹ T º º ªT ¨ 6t 6t 2 ¸ dv ! [C1 + C 2 ™ P(t)] ™ © 2  3 ¹ dt T º ªT ¨ 3t 2 2t 3 ¸  V(t) = [C1 + C 2 ™ P(t)] ™ © 2  3 ¹derivando a equação. Tucker e K. Determine o valor de D para o qual a sensibilidade é máxima. T º ªT dp dp ¨ 3t 2 2t 3 ¸ ! C 2 ™ ™ © 2  3 ¹ somando  com . obtemos.074(v ± 35)² + 32] onde v é a velocidade do pássaro em km/h.Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. Solução: ¨C D¸ R(D) = D 2 ™ ©  ¹ derivando a equação.

65  32  0.074 ™ v2  122.148 ™ v  5.18  E' ! .074™ 2™ (v  35)] v v 2 [0. fazendo a multiplicação temos.Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. o consumo de energia de uma espécie de periquito é dado pela expressão E(v) = 1 [0. simplificando e reduzindo a fatores comuns. v2 0. Pennycuick apresentou provas experimentais de que a potência P necessária para que um pássaro se mantenha voando é dada pela expressão V! ² 1 + pAv onde v é a velocidade do pássaro em relação ao ar. v2 v 0.074(v  35)²  32] derivando a equação.65   122.18™ v E' ! . 43 0. como E' ! 0.074 ™ (v  70v  1225)  32] [0.18 ™ v  90.65  32 0. J.65 E' ! v2 E! 09) De acordo com os resultados de Tucker e Schmidt-Koenig.65 E' ! .148™ (v  35)]  E' !  .074 ™ v 2  122.074 ™ v 2  122.074 v ! 40.65 ! 0. 2p v 2 é o peso do pássaro. 0.074(v . v 1 1 E' !  2 ™ [0. v2 0.074 ™v 2 v2 122.074 ™ (v  35)²  32]  ™ [0.074 ™ v2  70v  90. v2 v 0. Qual é a velocidade para a qual o consumo de energia é mínimo? Solução: Como já efetuamos a derivada da equação na questão anterior passamos a usar a mesma. 43 ! v 2   v ! 1657.074 ™ v 2  122.074 ™ v2  5.65 0!   0 ! 0.71 km/h 10) Em um artigo publicado em 1969.111 1 ™ [0.65 ! v 2   1657.35)2 + 32] onde v é a velocidade do v pássaro em km/h. p é a densidade do ar e Solução: e A são constantes positivas associadas à forma e ao tamanho do pássaro. C. Qual é a velocidade v para a qual a potência é mínima? Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I .148™ v2  5. tirando mmc obtemos.

2 2 2 2 dv (2 v) 2 dv 4 v 2 dV  w² ™ 2 ! dv  2( 4  2( 4 2 3 2 2 2 2 2 ² v 2 ) ™ ( A3v 2 ) dV   ! 0. logo 2 2 v dv 0!  w² ™ 2 2 2 v 2 ) ™ ( A3v 2 ) 2 2 v A3v 4 0 !  w² ™ 2 w² ™ 2 3 2 3 2 !2 A3v 4 w² w²  v! 4 2 2 3 AS 3 AS Av 4 ! w²   v 4 ! 11) Um parâmetro importante para o projeto de aeronaves é o chamado "fator de arraste". Solução: f(v) ! A ™ v 2  derivando a equação. 2p v 2 dV  w² ™ 2 1 dV  w² ™ 2 1 !  A3v 2   !  A3v 2 azendo o mmc temos. Solução: Sendo a função P(T) ! 1. vamos calcular a derivada Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I .294. 42T 2  68T  746 para 20 e T e 30. De acordo com um modelo. 42T 2  68T  746 para 20 e T e 30 onde T é a temperatura em graus Celsius. 296 12) A percentagem de bichos da maçã que sobrevivem ao estado de pupa (Estado intermediário entre a larva e a imago. Determine a temperatura em que o número de bichos da maçã sobreviventes é máxima e a temperatura em que o número de bichos da maçã sobrevivente será mínimo. ou seja. nos insetos holometabólicos) é dada pela expressão P(T) ! 1.296 0 ! 2Av  3   3 ! 2Av   3 ! Av   v v v A A R: A ! 4. v2 2 v 2 2 v f '(v) ! 2Av  2 2   f '(v) ! 2Av  4   f '(v) ! 2Av  3   f '(v) ! 0 (v ) v v 2 2 ! v4   ! (256) 4   4.Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág.967. a força de frenagem exercida pelo ar sobre a aeronave.112 V! 1  pAv . derivando a equação obtemos. a força de arraste é dada por uma expressão da forma F(v) = Av² + v² onde A e são constantes positivas.294. Use essa informação para calcular a razão /A. Observa- se experimentalmente que o arraste é mínimo para v = 256km/h.967.

94) ! 1.94) 746 P(23. Se a eleição estiver marcada 29 para novembro.84T  68 2. Agora. qual o melhor mês para anunciar a candidatura? Se o político necessita de pelo menos 50% dos votos para vencer.94) 2  68(23. Em seguida. o único ponto crítico é x ! 7 . 76 29 29 29 14) Uma estação de rádio faz o levantamento dos hábitos dos ouvintes entre 17 h e meia-noite.Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. A pesquisa mostra que a porcentagem de adultos sintonizados na estação x horas após as 17 h é 1 f ( x ) ! ( 2 x 3  27 x 2  108 x  240) . quais são as chances de ser eleito? Solução: Sendo a função S(x) ! S'(x) ! 1 (  x 3  6 x 2  63 x  1080) para 0 e x e 12 calculemos a derivada 29 1 ( 3 x 2  12 x  63) e tirando  3 em evidência temos 29 3 2 S'(x) ! ( x  4 x  21) 29 3 S'(x) ! ( x  7)( x  3) ! 0 logo. calculando S(7) para vermos se ele será eleito e nessas condições o candidato provavelmente será eleito.94ºC e mínimo para 30ºC.92 746  68. x ! 7 e x ! 3 29 Como x ! 3 não está no intervalo.84T  68 . certo político terá o apoio de S(x) ! 1 (  x3  6 x 2  63 x  1080) para 0 e x e 12 eleitores. 42(23. 42(30) 2  68(30)  746 P(30) ! 1278  2040  746   16 Logo podemos concluir que o número de sobreviventes é máximo para 23. igualamos a derivada a zero para obter os números críticos de primeira ordem: P'(T) ! 2. 8 Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I .835512 1627.84T !  68 68 ! 23. Como a popularidade do candidato será máxima 7 meses após a candidatura ser anunciada.113 P'(T) ! 2.94 e esse valor está no intervalo 20 e T e 30 2. 42(20) 2  68(20)  746 P(20) ! 568 1360  746 ! 46 P(23. S(7) ! 1 1 1 ( (7) 3  6(7) 2  63(7) 1080)   S(7) ! ( 343 294 441 1080 )   (1472)   50.84T  68 ! 0    2. 084488  68 P(30) ! 1. 13) Uma pesquisa de opinião revela que x meses após anunciar sua candidatura.94) ! 813. ele deverá anunciar a candidatura em abril para ter o máximo possível de popularidade no dia da eleição.84 Calculando agora P(T) para os pontos encontrados temos T! P(20) ! 1.

A percentagem de ouvintes nesse momento é de 13. às 17 h. temos 8 6 f '( x ) !  ( x 2  9 x  18) agora simpli icando 6 e 8 por 2. ou seja. 0 3 6 7 f ( x) 30 13. concluimos 4 3 f '( x ) ! ( x  3)( x  6)   f '( x) ! 0. b) 3 h após as 17h.125 a) 0 h após as 17 h. e a função possui como intervalo x ! 0 às 17 h e x ! 7 à meia-noite. ou seja. A porcentagem de ouvintes nesse momento é de 30%.125 16. x Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I . entre 17 h e meia-noite. sendo assim. às 20 h.5 15. 8 1 f '( x ) ! ( 6 x 2  54 x  108) e tirando  6 em evidência. onde concluimos 4 Podemos notar que x ! 3 e x ! 6 são os pontos críticos de f '( x) sendo ambos os valores pertencem ao intervalo. entre 17 h e meia-noite. O primeiro valor corresponde a um mínimo absoluto e o segundo valor corresponde ao máximo relativo.114 a) Em que instante. segue-se 8 3 f '( x ) !  ( x 2  9 x  18) e encontrando os seus pontos críticos. calculemos a derivada da função 1 f ( x ) ! ( 2 x 3  27 x 2  108 x  240) .125%.Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. como nos mostra a tabela abaixo. existem menos ouvintes sintonizados na estação? Qual é a percentagem de ouvintes nesse momento? Solução: O problema trata diretamente de máximo e mínimo respectivamente. existem mais ouvintes sintonizados na estação? Qual é a percentagem de ouvintes nesse momento? b) Em que instante.

conforme mostra a figura. uma margem de 2 cm nas partes superiores e inferiores e uma margem de 1. com uma cerca comum. calcular a razão r/h de modo que sua área lateral seja mínima? R: r 1 ! h 2 02) Um fazendeiro precisa construir dois currais lado a lado. Quais são as dimensões da pagina de menor área que preenche essas condições? R: 18 cm e 24 cm Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I .5 cm nas laterais. com tampa. R: 4 3A 03) Um fabricante precisa produzir caixas de papelão. como escolher o ângulo R: = (0 e e ) . Prove que a área do terreno cercado será máxima quando o terreno for um quadrado. todos tiverem um comprimento de 5m. Se os lados e a base. 2 3 06) Uma pagina para impressão deve conter 300 cm2 de área impressa. tendo na base um retângulo com comprimento igual ao triplo da largura. 3 2 04) Um fazendeiro tem 500 metros de uma cerca para envolver um terreno retangular. Se cada curral deve ter uma certa área A. Um celeiro será usado como parte de um lado do campo.Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. 6V. R: x = 125 m 05) Um canal de drengem deve ser feito de tal forma que a secção transversal é um trapézio com os lados igualmente inclínados. Calcule as dimensões que permitem a máxima economia de papelão para produzir caixas de volume V (dado)? 3 R: 3 6V 3 6V .115 Questões Propostas de Otimização em Geometria 01) Um funil cônico tem raio r e altura h. qual o comprimento mínimo que a cerca deve ter. de forma que a área da secção transversal seja máxima?. se o volume do funil e V (constante).

08) Mostre que. conforme figura ao abaixo. entre todos os triângulos isósceles de igual perimetro. R: r ! R 6 2R 3 eh ! . que não contém o círculo. de raio R. 3 3 10) Entre todos os triângulos retângulos de mesma hipotenusa. 09) Determine as dimensões do cilindro reto de volume máximo que pode ser inscrito numa esfera de raio R. coloca -se um circulo.Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. o de área máxima é o triângulo equilatero. Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I . tangenciando dois de seus lados opostos. em função de R ? R: A(R) ! R 2  16  8R b) Qual deve ser o raio do círculo. determinar o de área máxima. Em um dos retângulos. para que a área pedida no item anterior seja a menor possivel? R: 4 . a) Escreva uma expressão que represente a soma das áreas do circulo e do retângulo. conforme figura ao ao lado.116 07) Um quadrado de 4 cm de lado é dividido em dois retãngulos.

são dados os lados não paralelos c e a base menor b. 4 11) Entre todos os triângulos isósceles.Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. R: x ! R ou x ! R . de área máxima. 4 12) Calcular o retãngulo de área máxima. Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I .117 R: o triângulo é o retângulo isósceles de área S ! a2 . 4 13) Achar o trapézio isósceles. inscrito em um dado triangulo ABC conforme figura ao abaixo. 2 14) Em um trapézio isósceles. R: S ! 3R 2 3 . inscritos em um círculo de raio dado. conforme figura ao lado. e tendo o diâmetro como base maior conforme figura ao abaixo. Determine o de área máxima conforme figura ao abaixo. determinar o de área máxima. inscrito em um semicirculo dado. R: o retângulo de área S ! b™h .

R: V ! 9 R2h . 4 15) Dado um cilindro circular reto.Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. determinar o cone circunscrito de volume mínimo. 4 16) Achar o cone de revolução de volume máximo. inscrito em uma esfera de raio R. conforme figura ao abaixo.118 R: x !  b s b 2  8c2 . conforme figura ao abaixo. Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I .

inscrito em um cone dado. R: x ! R h ey= .Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. conforme figura ao abaixo.119 R: x ! 4R 2R 2 ey= . 2 2 Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I . 3 3 17) Determinar o cilindro de área lateral máxima.

1) ou ( 1. 2) é o ponto da curva y ! x 3  3x . R: V ! 4 R3 3 .1 2) hipérbole x 2  y2 ! 1 . mais proximo do ponto (2.120 18) Entre todos os cilindros inscritos em uma esfera de raio R. l = lado da base do pirâmide. R: P0 (1. que está mais proximo doa origem do sistema cartesiano. 2R R: x ! . 21) Ache o ponto P0 situado sobre a hipérbole de equação x ™ y = 1 . determinar o de volume máximo. R: P0 ( s 5. x = Distãnciada secção ao vértice.1). 3 24) Inscrever em uma esfera de raio R ao ao lado. 9 19) Determine o ponto da proximo do ponto (0. conforme figura ao abaixo.1). V = Volume do prisma. 23) Em uma pirâmide dada. R: P0 (1. traça-se uma seção paralela à base e constrói-se. conforme figura Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I . conforme figura ao abaixo.Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. um tronco de cone tendo a base sõbre um círculo máximo e cuja área lateral seja a maior posível. Com elementos abaixo: a = Lado da base do prisma. mais 20) Determine o ponto da curva y 2 ! 4x . 2) . 1) 22) Mostre que (2. que esta mais proximo do ponto (11. h = Altura da pirâmide. quadrangular regular. Determinar a distância da seção à base de modo que o prisma inscrito tenha volume máximo. 1). um prisma reto.

Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. R: x ! R(1  2) ou y ! R(1  2) . consideram-se todos os triângulos retângulos circunscritos ao mesmo. conforme figura ao abaixo. Determinar o que tem menor perímetro. conforme figura ao abaixo.20 26) Dado um círculo de raio R. Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I .121 R 2R 2 ou y ! . R 3 ª º $ 48. 3 3 25) Um cilíndro circular de raio R é encimado por um cone. a) Mostre que a área total S da superfície é dada por: R: S ! b) Mostre que S é mínimizada quando 2 é: R: cos =   3 2V 2 ¨ ¸  R 2 ™ © cossec  cotg ¹ . As extremidades do cilíndro são abertas R: x ! e o volume total do sólido deve ser uma constante especifiva V.

um ponto M. R: x ! a ™ b 28) Inscrever em uma elipse. são fixados dois pontos P e Q. Como deve ser cortado o barbante para que a soma das áreas das figuras seja maior possivel. tal que o segmento PQ seja visto sob o ângulo máximo. R: l 1 ! ( L 3 el2 ! 3 + 9) ( 9L 3 + 9) 31) Em uma colméia. Acredita-se que as abelhas de forma a minimizar a área superficial para um dado volume. pode ser mostrado que a área superficial S é dado pela equação Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I . R: x ! y ! r 2 30) Um pedaço de barbante de comprimento L é cortado em duas partes. R: x ! a b e y! 2 2 29) Mostre que o retângulo de área máxima inscrito núma circunferência de raio r é um quadrado. de semi-eixos a e b. O exame dessas células mostrou que a medida do ângulo do ápice é surpreendentemente consistente. uma delas sendo dobrado na forma de um triângulo equilatero e a outra na forma de uma circunferência.Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. usando assim uma quantidade mínima de cera na construção. cada célula é um prisma hexagonal regular. Baseado na geometria da célula. aberto no extremo com um ângulo triédrico no outro extremo. conforme figura ao abaixo. Achar sobre o outro lado OB . OA . conforme figura ao abaixo.122 Ö 27) Dado um ângulo AOB sobre um dos lados. o retângulo de área máxima.

onde s. d R:  3 ™ cotg dS 3 2 ! s ™ cossec d 2 .Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág.123 ¨ 3 3¸ S ! 6sh  s 2cotg  © 3s 2 ¹ cossec . conforme figura abaixo. a © 2 2 ¹ ª º altura são constantes. o comprimento dos lados do hexágono. a) Calcule dS . e h.

.cossec 3) } 55r b) Que ângulo deveriam preferir as abelhas? R: cos 1 (1 c) Determine a área superficial mínima da célula (em ternos de s e h). R: 6s « h  s 2 ­ Obs: Medidas reais do ângulo diferem do valor calculado em mais do que 2°.

deve ter capacidade para v litros. Qual o valor de x para que a diferença entre a área do painel e a do quadado seja maior possivel? R: 40 cm 33) Um depósito aberto. 34) Qual dos cilindros de volume dado tem menor superfície total? R: Aquele cuja altura é igual ao diâmetro da base. e as medidas desses ângulos raramente 32) Em um painel retangular de comprimento (60 + x) cm e de largura 80 cm. de folha de lata. 2R 2 R: A altura do cilindro e . com fundo quadrado. deseja-se reservar no canto seperior esquerdo um quadrado de lado x. o raio da base R . 3 3 36) Inscrever numa esfera dada um cilindro que tenha a maior superficie lateral possivel. onde R é o raio da esfera dada. Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I . 35) Inscrever numa esfera dada um cilindro de volume máximo. 2 » ½ em colméias foram feitas. R: A altura do cilindro é R 2 . onde R é o raio da esfera dada. Em que dimensões deve ser feito o depósito para que em sua fabricação se gaste a menor quantidade possivel de lata? R: A altura deve ser duas vezes menor que o lado da base.

x2.124 37) Inscrever numa esfera dada um cone de volume máximo. 7 Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I .Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. onde R é o raio da esfera dada. a base paralela ao eixo x e acima desse eixo e os vértices da base sobre a curva 14y = 48 . Determine a área do maior destes triângulos R: 64 unidades quadradas. 39) Vários triângulos isósceles diferentes podem ser desenhados com o vértice na origem. 4 R: A altura do cone é R . 3 38) Qual dos cones circunscritos em torno de uma esfera tem o menor volume? R: Aquele cuja altura é duas vezes maior que o diâmetro da esfera.

03) Pretende-se estender um cabo de uma usina de força à margem de um rio com 900 metros de largura até uma fábrica situada do outro lado do rio. a receita aumenta ou diminui com o aumento da produção? R: a receita aumenta com o aumento da produção.5x² + 3x ± 2 milhares de reais. o custo total é C(q) = 3q² + 5q + 75 reais. 02) Um fabricante estima que quando q unidades de uma certa mercadoria produzidas.700 a 1200 m da usina da força. Q(t) = -t3 + 9t 2 + 12t unidades t horas mais tarde. 04) Um empresário calcula que quando x unidades de um certo produto são fabricadas. Quando é que o custo total é mínimo? Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I . 30 00 metros rio abaixo.Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. O custo de estender um cabo no rio é R$ 5.00 o metro. Em que hora da manhã os operários são mais produtivos? R: às 11h. Qual é o percurso mais económico para o cabo? R: R$ 14. em média.00 o metro e o custo de estender um cabo em terra é R$ 4. 05) Estima-se que daqui a x meses a população de um certo município será: P(x) = x² + 20x + 8000. Para que nível de produção o custo médio M(q) = C(q)/q é mínimo? R: 5 unidades produzidas. a receita bruta associada ao produto é dada por R(x) = 0. Qual é a taxa de variação da receita com o nível de produção x quando 3 unidades estão sendo fabricadas? Para esse nível de produção.125 Questões Propostas de Otimização em Economia 01) Um estudo de eficiência realizado em uma fábrica durante o turno da manhã mostra que um operário que começa a trabalhar às 8h terá produzido. (a) Qual será a taxa de variação da população com o tempo daqui a 15 meses? (b) Qual será a variação da população durante o 16° mês? a) ® 50 habitantes por mês R: ¯ b) ° 51 habitantes 06) O produto interno bruto (PIB) de um certo país é dado por N(t) = t² + 5t + 106 bilhões de dólares. (a) Qual foi a taxa de variação do PIB em 1998? (b) Qual foi a taxa de variação percentual do PIB em 1998? a) ® 21 bilhões de dólares por ano R: ¯ b) ° 10% ao ano 07) Numa industria. custo de montagem é diretamente proporcional ao número de máquinas ultilizadas e o custo de operação é inversamente proporcional ao número de máquinas ultilizadas. onde t é o número de anos após 1990.

63x  x² x²  63 Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I . com o custo de ¸ ¹. x).126 custo total c(x) é dado pela soma do custo de montagem (k1.5 (milhões de reais).14 homens-horas a mão-de-obra não-especializada. Receita máxima 3. 08) Um estudo de eficiência realizado no turno da manhã de uma certa fábrica revela qu um e operário que chega ao trabalho às 8 h terá produzido Q(t) = -t3 + 6t 2 + 24t unidades t horas mais tarde. ou seja. Se o custo de produção é dado por C(x) = 2x 3 + 6x 2 + 18x + 60 e o valor obtído na venda é dado por V(x) ! 60x  12x 2 . determinar o número ótimo de unidades mensais que maximiza o lucro? R: 1000 unidades 11) A receita obtida com a produção de x unidades de certa mercadoria é dada por R(x) = milhões de reais. Use os métodos do cálculo para estimar a variação de mão-deobra não-especializada y necessária para compensar um aumento de 1 homem-hora da mão-de-obra especializada x. onde x é o número de homens-horas de trabalho especializado e y número de homens-horas de trabalho não-especializado. (a) Calcule a taxa de produção dos operários às 11 h.Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. (b) Qual é a taxa de variação da taxa de produção dos operários às 11 h? (c) Use os métodos do cálculo para estimar a variação da taxa de produção dos operários entre 11h e 11h10min. R: (a) 33 unidades por hora (b) -6 unidades por hora ao quadrado (c) -1 unidade por hora (d) -1. R: diminuir 3. 10) Uma fábrica produz x milhares de unidades mensais de um determinado artigo. a mão-de-obra disponível é constituída por 30 homens-horas de trabalho especializado e 20 homenshoras de trabalho não-especializado. de modo que a produção não seja alterada. (d) Calcule a variação real da taxa de produção dos operários entre 11h e 11h10min. quando o custo de montagem for R: Custo total mínimo se o número de máquinas for k2 igual ao custo de operação.08 unidade por hora (Sugestão: O ¨k operação © 2 ª x 09) A produção de certa fábrica é Q = 2x3 + x²y + y3 unidades. Qual é a produção que proporciona a máxima receita? Qual é esta receita? R: Produção máxima 7 unidades. º k1 . No momento.

Se o nível atual de produção é 40 unidades. cada um pesando 300 kg. a fábrica utiliza 1000 homens-horas. estime a variação do custo total se 40.5x² + 3x ± 2 milhares de reais. onde L é a mão-de-obra utilizada.000. (b) Qual será a taxa de variação da circulação com o tempo daqui a 5 anos? Nessa ocasião a circulação está aumentando ou diminuindo? Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I . mas o preço cai 5 centavos por dia. Use os métodos do cálculo para estimar o número de homens-horas adicionais necessários para aumentar de 15 unidades a produção diária.13 16) Um empresário calcula que quando x unidades de um certo produto são fabricadas.03t unidades. 17) A demanda de um certo produto é D(p) = -200p + 12. (a) Expresse o gasto total dos consumidores com o produto em função de p e desenhe o gráfico associado.000.00 para criar os dois bois e continuará gastando R$ 2. Qual é a taxa de variação da receita com o nível de produção x quando 3 unidades estão sendo fabricadas? Para esse nível de produção.127 12) O custo total em reais para fabricar q unidades de um certo produto é C(q) = 3q² + 5q + 10. hoje.000) ® R: ¯ b) ° p ! 30. Quantos dias deverão o fazendeiro aguardar para maximizar seu lucro? R: 67 dias 1 14) A produção diária de uma certa fábrica é Q(L) = 900 L3 unidades. (b) Use os métodos do cálculo para determinar o preço para o qual o gasto total dos consumidores é máximo.000 unidades por mês quando o preço é p reais a unidade. Até agora ele g astou R$ 380. medida em homens-horas. Os bois aumentam de peso a uma razão de 1. a circulação de um jornal será C(t) = 100t² + 400t + 5000.Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. Seu preço de venda. No momento.5 unidades forem produzidas .00 a receita aumenta com o aumento da produção.2t 2 + 0. E(p) ! p(  200p  12.00 E(30) ! 180.00por dia para manter um boi. 15) O custo para produzir X unidades de um certo produto é C(x) = x²/3 + 4x + 53 reais e o número de unidades produzidas em t horas de trabalho é x(t) = 0. a receita bruta associada ao produto é dada por R(x) = 0.R: ( C = R$ 122. R: 5 homens-horas. Qual é a taxa de variação do custo com o tempo após 4 horas de trabalho? R: R$ 10. é de R$ 18.00 o quilo.5 kg por dia. (a) Encontre uma expressão para a taxa de variação da circulação com o tempo daqui a t anos.50 13) Um fazendeiro tem 200 bois.00 18) Estima-se que daqui a t anos.000. a receita aumenta ou diminui com o aumento da produção? R: R$ 6.

cada uma das quais é capaz de produzir 30 pranchas por hora.500 exemplares 19) Um estudo realizado em certa fábrica mostra que os operários do turno da manhã. 22) Em certa fábrica. a) a ® 27 unidades/h. (d) Calcule a variação real da produtividade dos operários entre 9h e 9h 6min. aumentando c) 1. 23) Uma fábrica de produtos de plástico recebeu uma encomenda para fabricar 8. Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I .95 /ano 21) Um estudo de eficiência realizado no turno da manhã de certa fábrica revela que um operário que chega ao trabalho às oito horas produz.17 unidades/h. c) A produção aument de aproximadamente 1.20 por hora . A firma possui 10 máquinas.663. R: O custo está aumentando a razão de R$ 1. (b) Qual a taxa de variação da produtividade dos operários às nove horas? (c) Use os métodos do cálculo para estimar a variação da produtividade dos operários entre 9h e 9h 6 min.2 unidades/h R: ¯ 2 b) e ° 12 unidades/h . em unidades por hora. 24 receptores de rádio/h c) 26 receptores de rádio 20) Os registros mostram que x anos depois de 1994. o imposto predial médio que incidia sobre um apartamento de três quartos em um certo município era T(x) = 20x² + 40x + 600 reais.000 pranchas de isopor.128 (c) Qual será a variação da circulação durante o sexto ano? R: _a) C'(t) = 200t + 400 b) C'(5) = 1400. Determine a taxa com que o custo de produção está aumentando duas horas após iniciada a jornada de trabalho. que chegam para trabalhar às 8 h. terão montado em média f(x) = -x + 6x² + 15x receptores de rádio x horas mais tarde. (a) Qual era a taxa de aumento do imposto predial no início do ano 2000? (b) Qual era a taxa de aumento percentual do imposto predial no início do ano 2000? R: _a) T '(6) = R$ 280/ano b) 17. d) A produção aumenta d 1. Q(t) = -t3 + 9t 2 + 12t unidades nas t horas seguintes: (a) Calcule a produtividade dos operários às nove horas.Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág.1q 2 + 10q + 400 reais. aproximadamente q(t) = t 2 + 50t unidades são produzidas durante as primeiras t horas de uma jornada de trabalho e o custo total para produzir q unidades é C(q) = 0. em média. (b) Quantos receptores por hora os operários estarão montando às 9 h? (c) Quantos receptores os operários estarão montando entre 9 h e 10 h? a) R: _ '(x) = -3x 2  12x + 15 b) '(1) = 24 . (a) Escreva uma expressão para a o número de receptores por hora que os operários estarão montando x horas depois de começarem a trabalhar.

10t 2  t  236 milhares de reais t anos após a Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I . (a) Qual a taxa de aumento da receita anual bruta da empresa em janeiro de 2003? (b) Qual a taxa de aumento percentual da receita anual bruta da empresa em janeiro de 2003? R: a) R$ 2.00 por máquina. 26) Um time de futebol joga em um estádio com capacidade para 55.000 espectadores.00 24) Uma loja pretende vender 800 vidros de perfume este ano. a demanda é de x centenas de unidades. Quando o preço é reduzido para R$ 8. Quando o preço do ingresso é R$ 10. As máquinas são automáticas e necessitam apenas de um supervisor que ganha R$ 15. 27) receita anual bruta de certa empresa é f(t) = fundação da empresa.00 e o custo para manter o perfume em estoque é 40 centavos por vidro por ano. a média aumenta para 33.00 e está diminuindo à razão de 30 centavos por mês? R: 0.00 por hora: (a) Quantas máquinas devem ser usadas para minimizar o custo de produção? (b) Quanto ganhará o supervisor pelo trabalho se o número ideal de máquinas for usado? (c) Qual será o custo para programar as máquinas? R: _a) 10 b) R$ 400.222.00 por ano e b) 10.00. Estudos anteriores mostram que aproximadamente q(t) = t² + 100t unidades são fabricadas durante as primeiras t horas de uma jornada de trabalho. Qual é a taxa de variação da demanda com o tempo se o preço unitário é R$ 5. (a) Quantos vidros a loja deve encomendar de cada vez para que o custo seja mínimo? (b) Com que frequência a loja deve fazer as encomendas do perfume? R: _a) 200 garrafas b) a cada três meses 25) Quando o preço unitário de um certo produto é p reais.280. onde x2 + 3px + p2 = 79.00.00.50. o custo da encomenda é R$ 10. em janeiro de 1998. O perfume é consumido com a mesma rapidez durante o ano inteiro e as encomendas são recebidas no instante em que os vidros da encomenda anterior se esgotam.80 por hora. Suponha que a função demanda seja linear.2q² + q + 900 reais.000. R: R$ 4. qual é o preço que maximiza a receita? R: R$ 9.Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág.3% ao ano.00 c) R$ 200.129 O custo de programar as máquinas para fabricar as pranchas é de R$ 20.000 espectadores. o custo total para fabricar q unidades durante uma jornada diária de trabalho é C(q) = 0. a média de público é 27. Calcule a taxa de variação do custo total de fabricação com o tempo 1 hora após o início de uma jornada de trabalho. Cada vidro de perfume custa R$ 20.2714 unidades/mês. 28) Em certa fábrica.

Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I .00. c) ±R$ 8. t = 10. 00009045t5  0. o preço do café brasileiro será p(t) = 0. asssim 0 e t e 10 . oferecido ao comprador.1309 . o preço do produto será p(t) 3 = 0.00 por mês. 6270t  99. 06561t3  0. R: a) 195.75. (d) Calcule a variação real da taxa de aumento dos preços durante a primeira quinzena do sexto mês. 34) Um fabricante vende 1000 aparelhos de televisão por semana. Uma pesquisa de mercado indica que para cada abatimento de R$ 10. 4598t2  0. mais caro t } 5. A demanda estará aumentando ou diminuindo nessa ocasião? R: A demanda estará de seis liquidificadores por mês.000/p unidades do produto por mês. Qual será a taxa de variação percentual da demanda mensal do produto com o tempo daqui a 4 meses? R: A demanda estará diminuindo de 12 % ao mês. Estime os períodos nos quais a comida foi mais barata e mais cara durante o período de 1984 ± 1994. Calcula -se que daqui a t meses. Qual será a taxa de variação da demanda semanal de café com o tempo daqui a 10 semanas? A demanda está aumentando ou diminuindo nessa ocasião? R: . onde t é medido em anos desde a metade do ano de 1984. e I(t) é medido em dólares em 1987 e reduzido em uma escala tal que I(3) ! 100 . R: Mais barato.04 t 2 + 15 reais. 33) Um modelo para o índice de preço de alimento (o preço de uma cesta básica) entre 1984 3 1994 é dado pela função I(t) ! 0.00 cada. Calcule a taxa de variação da demanda mensal de liquidificadores com o tempo daqui a 25 meses. (a) Qual será a taxa de variação com o tempo do preço unitário daqui a 5 meses? (b) Qual será a taxa de variação da taxa de variação com o tempo do preço unitário daqui a 5 meses? (c) Use os métodos do cálculo para estimar a variação da taxa de aumento dos preços durante a primeira quinzena do sexto mês. são vendidos D(p) = 8000/p liquidificadores po r mês.4 t 2 + 6. Calcula-se que daqui a t meses o preço dos liquidificadores 3 será p(t) = 0.Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. os consumidores compram D(p) = 40.00 e -8.02t² + 0.6 libra por semana 31) Quando um certo produto é vendido por p reais a unidade.1t + 6 dólares por libra. Calcula-se também que daqui a t semanas. 32) Calcula-se que daqui a t meses o preço médio unitário dos bens de consumo em um certo setor da economia será P(t) = -t + 7t 2 + 200t + 300 reais.8 reais por unidade. 30) Um importador de café do Brasil estima que os consumidores locais comprarão D(p) = 4374/p² libras de café por semana quando o preço for p dólares por libra.130 29) Quando um determinado modelo de liquidificador é vendido a p reais a unidade.33 . o número de aparelhos vendidos aumenta em 100 por semana. b) ±R$ 16. 001438t4  0. a R$ 450.

R: q ! 2p  66 b) Que preço o restaurante deve cobrar para maximizar a receita com o prato de lasanha? R: R$ 16.00. Se o gerente fizer vários pedidos por ano.00 por uma lasanha e 48 pessoas. a freguencia média subiu para 33 mil espectadores. 36) Um time de beisebol joga em um estádio com uma capacidade para 55 mil espectadores. cada um consistindo de x pacotes. a) Suponha que a demanda q seja uma função linear do preço p. c) Se a função custo semanal for de C(x) ! 68. Qual é a quantidade ótima a ser feita em cada pedido de tal forma a minimizar o custo total? R: 200. para armazenar um pacote por ano. a média da freguencia aumenta em 1000 espectadores. enquanto que um estoque pegueno significa adicionar custo à reorganização e entrega. o número de fregueses que pedem o prato diminui para 42. R: p(x) ! 550  x . para cada real com redução no preço do bilhete. Quando o preço das entradas foi reduzido para R$ 8.00.Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág.50. a freguencia média era de 27 mil espectadores.131 a) Encontre a função demanda. como deve ser estabelecido o montante do abatimento a fim de maximar o lucro? R: R$ 100. escreva uma expressão para q em função de p. pedem o prato por dia.00.00.000  150x . 37) Uma quadra de esportes tem capacidade para 15 mil espectadores sentados. 35) Gerentes de lojas querem uma política de estoque ótima.50 Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I . a freguência média em um jogo é de 11 mil espectadores. R: p(x) ! 19  x 3000 b) Qual deve ser o preço da entrada para maximizar o rendimento? R: R$ 9. Excesso de estoque resulta em armazenagem excessiva e custos de estoque. então ele terá uma medida de 1/2x pacotes em estoque no ano e assim os custos de armazenagem para o ano são 4(1/2x) = 2x dolares. a) Encontre a função de demanda supondo que ela é linear.00 a entrada.50. Ele também estima que o custo de manuseio para cada entrega é de R$ 100. Quando o preço do prato é aumentado para R$ 12.00. 38) Um restaurante cobra R$ 9. Uma pesguisa de mercado indica que. em média.00. Com o preço do bilhete a R$ 12.00. Um gerente de um supermercado estima que um total de 800 pacotes de sopa serão vendidos a uma taxa constante durante o próximo ano e o custo de estoque será de R$ 4. 10 b) Qual deve ser o abatimento oferecido a fim de maximar o rendimento? R: R$ 175. Como deve ser estabelecido o preço do bilhete para maximar o rendimento da venda de entradas? R: R$ 11. Cobrando R$ 10.

R: D'(t) = 100 hm/h .00.c é forçada a mover-se em uma quia. O primeiro viaja para leste com uma velocidade constante de 60 quilômetros por hora.Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág.39 b) ° 04) A posição de determinada partícula. Que preço o restaurante deve cobrar para maximizar o lucro? R: R$ 18. (a) Qual será a taxa de variação da população com o tempo daqui a 9 meses? (b) Qual será a taxa de variação percentual da população com o tempo daqui a 9 meses? ® P'(x) = 2 + 6x1 2 ± R: ¯a) P'(9) = 20 habitantes por mês ± 0. 3 03) Calcula-se que daqui a x meses a população de certa cidade será P(x) = 2x  4x 2  5000 . enquanto o segundo viaja para o norte com uma velocidade constante de 80 quilômetros por hora. Encontre uma expressão para a taxa de variação com o tempo da distância entre os automóveis.132 c) Suponha que o custo do prato de lasanha para o restaurante seja R$ 4. representada por s(t). Se ao ponto Q se imprime um movimento dado por x(t) ! 4 ™ sen 3t . Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I . Questões Propostas de Otimização em Ciências Naturais 01) Cada extremidade de uma haste PQ de comprimento 8 u. Determine: y A velocidade e a aceleração da partícula. y Todos os instantes no intervalo dado em que a partícula está estacionária. no instante t que está se movimentando em linha reta. a velocidade de P em qualquer instante t é: R: 6 ™ sen 6t 4  sen 2 3t 02) Dois automóveis deixam um cruzamento ao mesmo tempo.50. como indica na figura abaixo.

133 v(t) ® = 2t . R: ¯a) a(t) = 2 ± t=1 b) ° ® = 3t 2 . 07) De acordo com a fórmula de Debye de físico-química. R: ¯a) a(t) = 24t 2 + 6 ± t = 1.9t 2  43   H'(t) ! 9.18 ± t = 1 ou t = 5 b) ° ® = 8t 3 + 6t . R: dP 4 2N ! dT 9KT 2 08) Calcula-se que daqui a t anos. (a) Quanto tempo a pedra leva para atingir o solo? (b) Qual é a velocidade no momento do impacto? ® ! 4.36t + 40 para 0 e t e 3. Determine a taxa de variação de P com a temperatura.8t H(t) ± R: ¯a) H(t) ! 0. R: ¯a) a(t) = 6t .5 b) ° 05) Deixa-se cair uma pedra de uma altura de 43 metros. (b) Qual será a taxa de aumento da população daqui a 1 ano? (c) Qual será o aumento da população durante o segundo ano? (d) Qual será a taxa de aumento da população daqui a 9 anos? (e) Que acontecerá com a taxa de aumento da população ao longo prazo? Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I . (a) Escreva uma expressão para a taxa com que a população estará variando daqui a t anos.Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. Use os métodos do cálculo para determinar o instante em que a população é máxima e determine qual é a população nesse instante. t ! 3/s ± b) ° H(3) ! 29 m/s 06) A população de uma colônia de bactérias é dada por P(t) = 24t + 10 mil t horas após a t² + 1 introdução de uma toxina. 3 ª 3kT º e k são constantes positivas e T é a temperatura do gás.36 v(t) ± (3) s(t) = 2 t 4 + 3t² .9t² + 15t + 25 para 0 e t e 6. 18. a população de certo município será P(t) = 20 ± 6/(t + 1) mil pessoas.2 ± (1) s(t) = t² ± 2t + 6 para 0 e t e 2.67 h (40 min).18t + 15 v(t) ± (2) s(t) = t . R: t = 0. a polarização P de um gás satisfaz à equação P = ¨ 2 ¸ 4 N© ¹ onde N.000 bactérias .

Use a expressão para a velocidade do ar na dada pela equação v(r) ! ar 2 (r0  r) .134 ® P'(t) = 6 (t + 1) 2 mil moradores por ano a) b) 1. Supondo que r seja constante. (c) Suponha que um bombeiro se encontre a uma distância x = x 0 metros da base de um edifício. (b) Determine o raio r para o qual o fluxo é máximo. o jato de água emitido por uma mangueira chega a uma ¨x¸ altura y = -16(1 + m²) © ¹ .Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. R: a) F(r) ! a r 4 (r0  r) b) r ! 4 r0 5 11) Se desprezarmos a resistência do ar. qual é o ponto mais alto do edifício que o bombeiro consegue atingir com a água lançada pela mangueira? R: Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I . A = r2. (b) Se m for variável.mx.. Suponha que v é constante.000 moradores 09) Quando um resistor de R ohms é ligado aos terminais de uma bateria com uma força eletromotriz de E volts e uma resistência interna de r ohms. acima de um ponto situado a 4. (a) Suponha que a seção reta da traquéia seja circular. com I = E e P = I² ™ R. determine a inclinação para a qual um bombeiro conseguirá atingir o fogo da maior distância possível. (a) Se m for também constante. onde S é a velocidade do ar e A é a área da seção reta da traquéia. r+R qual o valor de R para o qual a potência dissipada é máxima? R: A potência dissipada é máxima qundo R = r. uma corrente de I ampères atravessa o circuito e dissipa uma potência de P watts. traquéia durante um acesso de tosse para indicar o fluxo F em função do raio r. ªvº 2 onde m é a inclinação da mangueira e v é a velocidade com a água deixa a mangueira. determine a distância x para a qual a água atinge a altura máxima.8 metros da boca da mangueira.500 moradores por ano R: ¯ c) d) 60 por ano e) A taxa de aumento tenderá a zero ° 1. Se m for variável. 10) Os biólogos definem o fluxo F de ar na traquéia através de expressão F = SA.

(b) O volume crítico V c é o volume para o qual P'(V c ) = 0 e P"(V c ) = 0. nRTc a 8a ®  2 b) demonstração c) Tc = R: ¯a) P(V) ! Vb V 27nRb ° 13) Uma doença está se espalhando de tal forma que após t semanas.175  t3 (t  8) . b.Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. b. ° 14) Duas indústrias A e B necessitam de água potável. A figura abaixo esquematiza a posição das indústrias.135 ® v2 ™ m v2 v2 a) x ! . a pressão P é uma função apenas do volume. o número de pessoas infectadas é dado por N(t) = 5. Escreva a função P(V). Mostre que V c = 3b. bem como a posição de um encantamento retilinéo l . b) m ! e c) m ! ¯ 32 ™ (1+ m 2 ) 32 ™ x 32 ™ x 0 ° 12) Demonstra-se em físico-química que a pressão P de um gás está relacionada ao volume V e a a ¸ ¨ temperatura T pela equação de van der Waals © P  ¹ (V  b) ! nRT onde a. já existente. Em que ponto do encanamento deve ser instalado um reservátorio de modo que a metragem de cano a ser ultilizada seja mínima? Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I . Durante que período de tempo esse critério é satisfeito no caso em questão? a) ® N'(3) = 108 pessoas por ano ± R: ¯ b) A doença não atinge proporção epidêmica no período de 8 semanas para o qual a equação ±é valida. n e R. (a) Para T = T c . P(V). (c) Determine a pressão crítica P c = P(V c ) e T c em termos de a. 0 e t e 8. (a) Qual a taxa de disseminação da epidemia após 3 semanas? (b) Suponha que as autoridades declarem que uma doença atingiu proporções epidêmicas quando a taxa de disseminação percentual é maior ou igual a 25%. n e R são V² º ª constantes. A temperatura crítica T c do gás é a maior temperatura na qual as fases gasosa e líquida podem existir como fases separadas.

Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. V(3. para 0 e T e 30.4 partes por milhão.1t + 3.4 v 10 5 T + 1 litros quando a temperatura for de T°C. é posto sob um ângulo de inclinação canhão.56 km da cidade 16) Sabe-se que uma quantidade de água que ocupa um volume de 1 litro a 0°C ocupará V(T) = -6.05t² + 0. Em que temperatura isso acontece? Qual é o volume mínimo? R: V(t) é mínimo para T = 3.95) = 0.6/(t . 19) Estima-se que daqui a t anos a população de um certo município será p(t) = 20 . Para que ângulo o alcance é 4 18) Um estudo ambiental realizado em certo município revela que daqui a t anos a concentração de monóxido de carbono no ar será Q(t) = 0. Qual será a variação da concentração de monóxido de carbono nos próximos 6 meses? R: 0.136 R: 8 km do encontro da canalização l com a perpendicular que passa por A.05 partes por milhão. Seja l o alcance do .5 v 10 6 T² . Use uma calculadora gráfica para plotar V(T) para 0 e T e 10. 2v 2 ™ sen ™ cos g . para uma cidade que dista 100 km.95. onde v e g são constantes. Determine a taxa de variação da concentração de monóxido de carbono com o tempo daqui a 2 anos.6. onde deverá estar situada a estação das barcas a fim de tornar a viagem a mais rápida possível? R: 84. Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I . Um estudo ambiental revela que a concentração média de monóxido de carbono no ar é c(p) = 0. 15) Uma agência de turismo está organizando um serviço de barcas.8 v 10-8T3 v 8. 17) Um canhão.5 p²  p  58 pares por milhão. situado no solo. dado por l ! máximo? R: . A densidade da água é máxima quando V(T) é mínimo.999876.1) habitantes. como mostra a figura abaixo. Se a barca tem uma velocidade de 18 km/h e os carros tem uma velocidade média de 50 km/h. onde p é a população em milhares de habitantes. de uma ilha situada a 40 km de uma costa quase reta.

k k 1 k 1 2. Seja F(k) este número crítico. (a) Mostre que E(v) possui um e apenas um ponto crítico.31 partes por milhão por ano.Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. E.137 R: 0. O que se pode dizer a respeito de F(k) para valores muito grandes de k? R: a) E(v) é mínima no ponto v ! vw v ™k e b) F(k) = w . a energia gasta pelo animal para percorrer uma certa distância é dada por uma função do tipo E(v) = Cv k onde C é uma constante positiva e k v  vw 2 é um número que depende da espécie considerada. Esse ponto corresponde a um máximo ou a um mínimo? (b) O número crítico do item (a) depende de k. 21) Em um artigo clássico. Plote a função F(k). 20) Quando um peixe nada rio acima com velocidade v contra uma correnteza constante v w . Heinz mostrou que a concentração y(t) de um remédio administrado por injeção intramuscular é dada por y(t) = c e  at  e  bt ba .

dt ª Bº Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I . mas não da temperatura. para grandes valores de t.a concentração tende a zero ao longo prazo. t u 0. c são constantes positivas.09 anos 24) A população P(t) de muitas espécies de animais e plantas aumenta (ou diminui) a uma taxa dada por dP ¨ P¸ ! A ©1  ¹ P  H onde A. e T 2 . ou seja. T é a temperatura absoluta e R é a constante dos gases perfeitos. R. b e. R: a) t ! a: (a) Em que instante a concentração é máxima? O que acontece com a concentração "ao longo 1 ¨a¸ l n © ¹ . Sejam k1 e k 2 as velocidades da reação nas temperaturas T1 e T2 . ab ªbº 22) O efeito da temperatura sobre a velocidade de uma reação química é expresso pela equação de Arrhenius K ! A ™ e  E 0 R ™T onde k é a velocidade da reação. Escreva uma ¨k expressão para In (k 1 /k 2 ) em função de E 0 . onde t é o número de horas após a injeção e a. B e H são constantes positivas: A é a taxa de crescimento natural. T 1 . Em que idade a capacidade aeróbica é máxima? R: 20. com b prazo"? (b) Faça um gráfico de y(t). Os parâmetros A e E 0 dependem da reação considerada.R: ln © 1 ª k2 ¸ E0 ¹= º R ¨ 1 1¸ ™©  ¹ ª T2 T1 º (l n x  2) x 23) A capacidade aeróbica de um indivíduo de x anos de idade é dada por A(x) = 110 para x u 10.

® AB  Ax m (1  m) a) ± p'(x) ! (B  x m ) 2 ± R: ¯ mAx m-1 «  B  Bm  (1  m)x m » ± ­ ½   p''(x) ! 0. o expoente m é B  xm positivo e x é o número de células presentes.138 B é a capacidade de sustento e H é a taxa de coleta. independentemente dos valores das outras constantes. (a) Calcule a taxa de produção de granulócitos. para x ! b) ± p''(x) ! (B  x m ) 3 ° m B . dP/dt < 0 e portanto a população necessariamente diminui. Suponha que a população inicial P 0 = P(0) seja um número positivo.Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. (b) Mostre que se H AB/4. Isto significa que a população tende a desaparecer? ® d2P B ± R: ¯a) 2 ! 0 para P ! 2 ± dt ° b) dP dt 2 2 A« ¨ B¸ » ¬ © P  ¹ ¼ B¬ ª 2º ¼ ­ ½ 0 25) Um certo modelo sugere que a produção de um tipo de glóbulos brancos (granulócitos) pode ser descrita por uma função da forma p(x) ! Ax onde A e B são constantes positivas. p'(x). (b) Calcule p"(x) e determine todos os valores de x para os quais p´(x) = 0 (a resposta deve ser dada em função de m). (a) Mostre que a taxa de aumento da população é máxima para P(t) = 0.5B.

é um parâmetro tal que 0 < .58 ºC.x onde (b) Traçe P(x). 28) Um atuário calcula a probabilidade de que um indivíduo de certa população morr e com x anos de idade usando a expressão P(x) = ²xe. Faça um gráfico da função H(T).53T 2 + 25T .209 para 15 e T e 30.81%. 27) A concentração de um remédio t horas após ter sido injetado no braço de um paciente é dada por C(t) ! 0.9 h. Traçe a função concentração.m  1 m 1 26) A porcentagem de ovos de bicho da maçã que chocam a uma dada temperatura (em graus Celsius) é dada por H(T) = -0. < e: (a) Determine o valor máximo de P(x) para um dado valor de Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I . Para que temperatura T (15 e T e 30) a porcentagem de ovos chocados é máxima? Qual é esta porcentagem máxima? R: A porcentagem é máxima a 23.81 R: A concentração máxima ocorre quando t = 0.15t . Para que valor de t a concentração é máxima? t²  0. temperatura na qual atinge o valor de 85.

4e  e 0. então a grandeza da é uma constante chamada .9665 °C. o número de pessoas infectadas é dado por uma função da forma f(t) = A/(1 + Ce-kt). Mostre que F é minimizada quando tg ! . 0095043T2  0.43 e c) o gráfico. Encontre a temperatura na qual a água tem sua densidade máxima.003t 0. Acredita-se que os peixes migratórios tentam minimizar a energia total Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I . R: a) t = 0. 32) Entre 0 °C e 30 °C. onde A é o número de pessoas suscetíveis. onde 2 . 30) Uma doença contagiosa se dissemina em uma comunidade de tal forma que t semanas após o primeiro surto. o volume V (em centímetros cúbicos) de 1 kg de água a uma temperatura T 3 é aproximadamente dado pela formula V(T) ! 999. 33) Para um peixe nadando a uma velocidade v em relação à água. a energia gasta por unidade de tempo é proporcional a v3. 0000679T . Mostre que a taxa de disseminação da doença é máxima quando metade das pessoas suscetíveis está infectada. Se a corda faz um ângulo força é representada pela equação F ! coeficiente e atrito e 0 e e ™W ™ sen  cos com o plano.01t (a) Qual é a população no instante em que a toxina é introduzida (t = 0)? O que acontece com a população (³ao longo prazo")? (b) Em que instante a população é máxima? Qual é a população máxima da colônia? (c) Faça um gráfico de P(t). 06426T  0. R: A 2 31) Um objeto com peso W é arrastado ao longo de um plano horizontal por uma força agindo ao longo de uma corda atada ao objeto.Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. R: 3. a população (em milhares de espécimes) de uma colônia de bactérias será P(t) ! 600 .87  0.139 ¨1¸ R: P © ¹ ! ª º e 29) Um pesquisador estima que t horas após uma toxina ser introduzida. b) 109.

então o tempo requerido para nadar a uma distância L é L / (v  u) e a energia total E requerida para ¨ L ¸ nadar a uma distância é dada por E(v) ! av3 ™ © ¹ . onde x é a distância entre P e  2 x (s  x)2 s ™ a1 3 a1 3  b1 3 A medida em metros.Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. A intensidade do calor num ponto P sobre um segmento de reta entre A eB é dada pela fórmula I ! a b . Qual é o comprimento da onda que C L dá a velocidade mínima?R: L = C. Se o peixe estiver nadando contra uma corrente u(u v) . 37) Uma equipe de médicos está estudando a capacidade do corpo humano de metabolizar um novo medicamento usado para preparar os pacientes para cirurgias cardia cas. Injetando doses conhecidas nos voluntários e colhendo amostras de sangue a cada 30 minutos para análise. onde K e C são constantes positivas conhecidas. Por esta razão. onde a é uma constante de proporcionalidade. os astronautas limpam os utensílios de cozinha com desinfetante antes de guardá-los. 35) Duas fontes de calor estão posicionadas s metros distantes uma da outra uma fonte de intensidade a em A e uma fonte de intensidade b em B. a equipe concluiu que a concentração de substância na corrente sanguínea t horas após a injeção é dado pela equação C(t) ! 3t . 34) A velocidade de uma onda de comprimento L em água profunda é dada pela formula v!k L C  . Suponha que a limpeza tenha sido malfeita e depois de uma redução inicial o número de bactérias volte a aumentar. R: b) Esboce o gráfico de E. ª vu º a) Determine o valor de v que minimiza E. R: Número mínimo: 4 milhões e Número máximo: 164 milhôes. Quantas horas antes da operação o remédio deve ser adminstrado?R: Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I . Se o número de bactérias (em milhões) no depósito de utensílios de cozinha após t « » horas é dado por B(t) ! ­(t  4) 2 ™ (t  14) ½  96t  260 .140 requerida para nadar uma distância fixa. determine o número mínimo e máximo de bactérias presentes no depósito durante as primeiras 8 horas. as condições de temperatura são ideais para a proliferação de bactérias. Em que ponto entre A e B a temperatura será menor? R: x ! 36) Nos ônibus espaciais. O remédio será mais eficaz se atingir a concentração máxima no momento de comecar t 4 2 a cirrurgia.

onde t é o tempo em semanas. a decomposição do lixo consome oxigênio.Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág.141 38) Se um projétil é atirado de O de modo a ating ir um plano inclinado que faz um ãngulo horizontal. t2 1 a) Em que semana a concentração de oxigênio é mínima? Qual é esta concentração? R: b) Em que semana a concentração de oxigênio é máxima? Qual é esta concentração? R: Questões Propostas de Aplicação da Regra de L¶ Hospital 01) Usando a regra de L¶hospital calcule os limites abaixo: 1) lim ln x x p1 x  1 R: 1 R: g R: 1 3 16) lim e x ™ ln x xpg R: 0 R: 1 R:  R: 1 1 2 2) lim 3) lim x p0 ex xpg x 2 17) lim(x  ) ™ cotg x x pT tg x  x x3 sen x 1  cos x 18) lim xp 0 sen x  x tg x  x ln sen x ln sen 2x 4) lim xp R: 0 19) lim xp 0 5) lim  (sec x  tg x) ¨T ¸ xp © ¹ ª2º R: 0 20) lim e x  e  x  2sen x x p0 x ™ sen x R: 0 6) lim  xp 0 ln x cossec x R: 0 R: 1 21) lim 22) lim x ™ cos x  e-x xp 0 x2 R: g R: 2 7) lim(1  tg x) ™ sec x xp T 4 arc ™ sen 2x xp0 arc ™ sen x x  arc ™ tg x x ™ sen x 1 ¸ ¨1 8) lim ©  ¹  xp 0 ª x sen x º 9) lim  ¨T ¸ xp © ¹ ª2º R: 0 23) lim xp0 R: 0 4tg x 1  sec x R: 4 1 2 24) lim x2 1 x pg arc ™ sen x R: g 10) lim e x  e -x  2 x p0 cos 2 x R: 1 ¸ ¨ x  25) lim © ¹ xp1 x  1 ln xº ª R: 1 Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I . Calcule com a 2v 2 ™ cos ™ sen(  ) . R: 39) Quando lixo orgânico é despejado em um lago. 0 e t . onde v e g são constante e g ™ cos 2 para obter um alcance máximo. seu alcance é dado pela fórmula R ! é o ângulo de elevação. A concentração de oxigênio Ox após um despejo (tomado 1 como nível normal) pode ser modelada pela função Ox ! t2  t  1 .

142 ¨ x ¸  11) lim © ¹ 2cos x º xp ª cotg x 2 R: 1 ¨ sec 2 x  2tg x ¸ 26) lim © ¹ 1  cos 4x º xp ª 4 R: 1 2 12) lim (1  cos x)cotg x xp0 R: 0 R: 1 R: g 27) lim .Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág.

79 P (0.( x 2  x  5) ! 0 x!0 1 s 21 1 s 4.1  x  x p1 1 ¨ x¸ cos© ¹ ª 2 º R: 1 R: 1 R: 1 13) lim x x p 0 e x  cos x 28) lim x tg x xp 0 14) lim xp cos x 2 ¨ ¸ 2 x © ¹ 2º ª 29) lim (1  tg x)sec 2x xp 0 15) lim x sen x xp 0 R: 1 30) lim xpg x ™ ln x x  ln x R: g Questões Resolvidas de Construção de Gráficos 01) Determine o domínio. 0) P3 (2. x!0 x ' ! 1. os extremantes.58  x!   2 2 . as interseções do gráfico com os eixos.(  5) x ! ( ! 21   x3  x 2  5 x ! 0   x. 0) y ! x3  x 2  5x y ! 03  0 2  5. 79 x '' !  2.1.  Determinar os pontos de descontinuidade D ( f ) ! R . 79.  Determinar as interseções do gráfico com os eixos (interseção com x e y) f ( x) ! x3  x 2  5 x f ( x) ! 0 x2  x  5 ! 0 ( ! (1) 2  4. 0) 1 P2 (1.0 y!0 Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I . a concavidade. das funções abaixo: 1) f (x) ! x  x  5x  Determinar o domínio D( f ) ! R 3 2  Determinar a paridade f ( x) ! x3  x 2  5 x f ( x) ! ( x)  ( x)  5. ela é contínua. 79. os pontos de descontinuidade. O crescimento ou decrescimento. os pontos de inflexão e esboçar o gráfico.( x) f (  x) !  x 3  x 2  5 x f ( x) {  f ( x) 3 2 f ® ( x ) ! f ( x )   Par ¯ f ° ( x ) !  f ( x )   Ímpar @ Logo a função não será par e nem ímpar. o comportamento no infinito (retas assíntotas). a paridade.

: Será utilizada somente a variável com maior expoente: x 3 lim ( g ) 3 ! g lim ( g ) 3 ! g Como: g  Determinar o crescimento e decrescimento g R . 48 3 2 .143  Determinar o comportamento no infinito x p g x p g x p g lim f ( x ) lim x 3 x p g x p g x p g lim f ( x ) lim x 3 Obs. 67)3  ( 1.Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág.C  traçar o gráfico y 6. 8 " 0 5 x '' !  x ! 1   Ponto de Mínimo 3 f ''( x) ! 6 x  2 ¨ 5¸ ¨ 5¸ f '' ©  ¹ ! 6.P.3.( 1. 8 0 f '' ©  ¹ ! 8 ª 3º x!  Determinar o ponto de Inclinação e Concavidade f ''( x ) ! 6 x  2 f ''( x ) ! 0 6x  2 ! 0 6 x ! 2 2 x! 6 1 x! 3   C. vertical e inclinada) f '( x ) ! 3x 2  2 x  5 3x  2 x  5 ! 0 ( ! (2) 2  4.3 6 ±x '' ! 1 °    Crescente  3 Decrescente 5 Crescente 1  Determinar os extremos f ''( x) ! 6 x  2 f '( x ) ! 0 f ''(1) ! 6.(5) ( ! 4  60 ( ! 64 2   f '( x ) ! 0 5 ® x 2 s 64 2 s 8 ±'!  !  ¯ x! 3 2.P. 67)2  5. 48 Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I f ( x) ! x 3  x 2  5 x f (1.B  1 3 5   3 Ponto de Máximo C.©  ¹  2 ª 3º ª 3º 30 ¨ 5¸ f '' ©  ¹ !   2 3 ª 3º ¨ 5¸ f '' ©  ¹ ! 10  2 ª 3º ¨ 5¸ . 67) ! (1. não possui reta assíntota (horizontal.(1)  2 x' !1 f ''(1) ! 8 . 67) ! 6.

Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. f (x ) ! y 0! x 1 2x  5 x 1 ! 0 x !1 ¨ 1¸ P © 0. com exceção no ponto onde x !  Determinar as interseções do gráfico com os eixos (interseção com x e y) f (x) ! x 1 2x  5 f (x) ! 0 . significa que o valor não está no 2 domínio da função x 1 2x  5 x 1 x 1  ( x  1) f ( x) ! ! ! 2.: x { 5 . ¹ 1 ª 5º P2 .( x )  5  2 x  5  (2 x  5) Como f ( x ) { f (  x ) .  Determinar os pontos de descontinuidade f ( x) ! x 1 p 2 5 f ( x) ! 2 x  5 p Contínua.144 2) f ( x ) ! x  1 0 2x  5  Determinar o domínio D( f ) ! 1º Passo: Obedecer a condição (denominador { 0 ) Logo. logo a função não é par e nem ímpar. 2 x  5 { 0 2x { 5 5 5 ®¾ D( f ) ! R  ¯ ¿ 2 2 °À  Determinar a paridade x{ f ( x) ! Obs.

0 0 1 y! 2.0  5 1 y! 5 1 y! 5 . x!0  Determinar o comportamento no infinito Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I .1.

ao final o resultado sempre será positivo. y ! 1 .(2 x  5)  ( x  1). reta assíntota horizontal.  Determinar o crescimento e decrescimento f '( x ) ! 1.)  Determinar o ponto de Inclinação e Concavida de f ''( x ) !  ?3.P.(2 x  5) ! 2 4 « (2 x  5) 2 » ?2 x  2A ­ ½ 4 f ''( x ) ! 0 5 2 12.C  Traçar o gráfico: y 2 1 Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I .Universidade do Estado do Pará x pg Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág.2 2 x  5 2x  2 3 ! ! 2 2 (2 x  5) (2 x  5) 2 (2 x  5) Como 3  ! 0   3 ! 0      2 (2x  5)  O sinal negativo indica que a é decrescente Obs. pois é exatamente o ponto de descontinuidade)   C.2. não possui máximo e nem mínimo.145 x pg lim f ( x ) lim x 1 2x  5 1 ¸ ¹ x ¹ 1 º ! 0 5 ¸ 2 ¹ x ¹ º 0 lim f ( x ) lim x 1 2x  5 1 ¸ ¹ x ¹ 1 º ! 0 5 ¸ 2 ¹ x ¹ º 0 x pg x pg ¨ ¨ 1 ¸ ©1  x ™ ©1  ¹ © xº ª ª lim ! ! x pg 5¸ ¨ ¨ x ™© 2  ¹ © 2 xº ª © ª 2 ¨ ¨ 1 ¸ ©1  x ™ ©1  ¹ © xº ª ª lim ! ! x pg 5¸ ¨ ¨ x ™© 2  ¹ © 2 xº ª © ª Logo.2A 12. (2x  5)2  (Por não ter obtido ponto de x na derivada não existirá ponto de máximo e de mínimo.B 5 2 C.(2 x  5).: Qualquer valor atribuído para o ³ x´. portanto  !  (função decrescente)   Determinar os extremos f '( x) ! 3 .P.(2 x  5) ?2 x  2A ! 0   12.(2x  5) ! 0   2x  5 ! 0   x !  (Não existe ponto de inflexão.

os pontos de inflexão e traçe os grafico das funçôes: 1) f ( x) ! 2x 3  6x 2) f (x) ! 4x 3  x 2  24x  1 3) f (x) ! 3x 4  4x3  6x 2  4 4) f (x) ! (x  1)2 ™ (x  2)3 5) f (x) ! 3x 2 3  2x 6) f (x) ! x1 3  2x 4 3 7) f (x) ! 1  (x  2)1 3 8) f (x) ! x ™ 1  x x 1 9) f (x) ! x 3 9x 10) f (x) ! 2 x 9 x 2  2x  4 11) f (x) ! x2 3 x  x2  4 12) f (x) ! x2 1 13) f (x) ! x 3  9x  2 3 14) f (x) ! x 4  4x 3  10 Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I 26) f (x) ! (x  2)2 27) f (x) ! (x 2  3) 2 28) f (x) ! x 2  3x x2  1 29) f (x) ! x 4  6x 3  24x 2  24 30) f (x) ! x 2  2x  5 x2 1 31) f (x) ! (1  x 2 3 )3 2 1 32) f (x) ! (1  e x ) 33) f (x) ! 3  e  x 34) f (t) ! 3  2e  t 35) f (x) ! 5  2 ™ 3 x 36) f (x) ! 3  5e x 37) f (t) ! 2 1  3e 2t 38) f (x) ! xe  x 39) f (x) ! e  x 2 .Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. determine o dominio. os pontos de descontinuidade. o comportamento no infinito. os extremantes. a paridade. a concavidade. o crescimento ou decrescimento. as interseções do grafico com os eixos.146 Questões Propostas de Construção de Gráficos 01) Nos exercicios de numeros de 01 a 50.

147 15) f (x) ! (x  2)3 16) f (x) ! (x 2  5)3 17) f (s) ! 2s(s  4) 3 18) f (x) ! (x  1) 1 3 19) f (x) ! (x  1) 4 3 20) f (x) ! x 2  1 x 21) f (x) ! 2 x  x 1 22) f (x) ! x 3  3x 2  1 23) f (x) ! x 3  3x 2  3x  1 24) f (x) ! x 5  5x 25) f (x) ! x  4  x 40) f (x) ! e x  e  x 41) f (x) ! x  ln x (para x > 0) ln x 42) f (x) ! (para x > 0) x 43) f (x) ! ln(x 2  1) sen 2x 44) f (x) ! sen x  2 45) f (x) ! sen 3 x  cos2 x 46) f (x) ! cos x  cos 2 x 47) f (x) ! 2x  tg x 48) f (x) ! sen x ™ sen 2x 49) f (x) ! cos x ™ cos 2x 50) f (x) ! x  sen x Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I .Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág.

Sign up to vote on this title
UsefulNot useful