GOVERNO DO ESTADO DO PARÁ UNIVERSIDADE DO ESTADO DO PARÁ-UEPA LICENCIATURA EM MATEMÁTICA-CCSE DEPARTAMENTO DE MATEMÁTICA ESTATISTICA E INFORMÁTICA

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Uma breve história do estudo da Derivada A derivada tem dois aspectos básicos, o geométrico e o computacional. Além disso, as aplicações das derivadas são muitas a derivada tem muitos papéis importantes na matemática propriamente dita, tem aplicações em física, química, engenharia, tecnologia, ciências, economia e muito mais, e novas aplicações aparecem todos os dias. A origem da derivada está nos problemas geométricos clássicos de tangência, por exemplo, para determinar uma reta que intersecta uma dada curva em apenas um ponto dado. Euclides (cerca de 300 a.C.) provou o familiar teorema que diz que a reta tangente a um círculo em qualquer ponto P é perpendicular ao raio em P. Arquimedes (287 -212 a.C.) tinha um procedimento para encontrar a tangente à sua espiral e Apolônio (cerca de 262-190 a.C.) descreveu métodos, todos um tanto diferente, para determinar tangentes a parábolas, elipses e hipérboles. Mas estes eram apenas problemas geométricos que foram estudados apenas por seus interesses particulares limitados; os gregos não perceberam que nenhuma linha em comum ou qualquer valor nestes teoremas. Problemas de movimento e velocidade, também básicos para nosso entendimento de derivadas hoje em dia, também surgiram com os gregos antigos, embora estas questões tenham sido originalmente tratadas mais filosoficamente que matematicamente. Os quatro paradoxos de Zenão (cerca de 450 a.C.) se apóiam sobre dificuldades para entender velocidade instantânea sem ter uma noção de derivada. Na Física de Aristóteles (384--322 a.C.), os problemas de movimento estão associados intimamente com noções de continuidade e do infinito (isto é, quantidades infinitamente pequenas e infinitamente grandes). Na época medieval, Thomas Bradwardine (1295--1349) e seus colegas em Merton College, Oxford, fizeram os primeiros esforços para transformar algumas das idéias de Aristóteles sobre movimento em afirmações quantitativas. Em particular, a noção de velocidade instantânea tornou-se mensurável, pelo menos em teoria, hoje, é a derivada (ou a taxa de variação) da distância em relação ao tempo. Foi Galileu Galilei (1564--1642) quem estabeleceu o princípio que matemática era a ferramenta indispensável para estudar o movimento e, em geral, ciência: ³Filosofia (ciência e natureza) está escrita naquele grande livro o qual está diante de nossos olhos quero dizer o universo, mas não podemos entendê-lo se não aprendermos primeiro a linguagem. O livro está escrito em linguagem matemática.´ Galileu estudou o movimento geometricamente; usou as proporções clássicas de Euclides e propriedades das cônicas de Apolônio para estabelecer relações entre distância, velocidade e aceleração. Hoje, estas quantidades variáveis são aplicações básicas das derivadas. O interesse em tangentes a curvas reapareceu no século 17 como uma parte do desenvolvimento da geometria analítica. Uma vez que equações eram então usadas para descreverem curvas, o número e variedade de curvas aumentou tremendamente naqueles estudos em épocas clássicas. Por exemplo, Pierre Fermat (1601--1665) foi o primeiro a considerar a idéia de uma família
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inteira de curvas de uma só vez. Ele as chamou de parábolas superiores, curvas da forma y ! k n , onde k é constante e n = 2, 3, 4, « A introdução de símbolos algébricos para estudar a geometria de curvas contribuiu significativamente para o desenvolvimento da derivada, da integral e do cálculo. Por outro lado, como conclusões e resultados geométricos poderiam ser obtidos mais facilmente usando raciocínio algébrico que geométrico, os padrões de rigor lógico que tinham sido iniciados pelos gregos antigos foram relaxados em muitos problemas de cálculo, e isto (entre outros fatores) levou a controvérsias espirituosas e até amarguradas. Fermat desenvolveu um procedimento algébrico para determinar os pontos mais altos (máximos) e mais baixos (mínimos) sobre uma curva; geometricamente, ele estava encontrando os pontos onde a tangente à curva tem inclinação zero. René Descartes (1596--1650) teve o discernimento de prever a importância da tangente quando, em sua Geometria, escreveu ³E eu ouso dizer isto (encontrar a normal, ou perpendicular a uma curva, a partir da qual podemos facilmente identificar a tangente) não é apenas o problema mais útil e geral da geometria que conheço, mas até aquele que sempre desejei conhecer´ Descartes inventou um procedimento de dupla raiz para encontrar a normal e então a tangente a uma curva. Como resultado da tradução da Geometria de Descartes para o latim por Frans Van Schooten (1615 -1661) e as explicações abrangentes por Schooten, Florimonde de Beaune (1601--1652) e Johan Hudde (1628-1704), os princípios e benefícios da geometria analítica tornaram-se mais amplamente conhecidos. Em particular, Hudde simplificou a técnica da dupla raiz de Descartes para determinar pontos máximos e mínimos sobre uma curva; o procedimento da dupla raiz foi redescoberto por Christiaan Huygens (1629-1695). Então, modificando o processo da tangente de Fermat, Huygens inventou uma seqüência de etapas algébricas que produziu os pontos de inflexão de uma curva; veremos que isto requer a derivada segunda. René François de Sluse (1622--1685) desenvolveu uma técnica algébrica que levou à inclinação da tangente a uma curva. No final da década de 1650, havia grande correspondência entre Huygens, Hudde, Van Schooten, Sluse e outros sobre tangentes de várias curvas algébricas; Hudde e Sluse especialmente procuraram métodos algébricos mais simples e padronizados que poderiam ser aplicados a uma variedade maior de curvas. Para Gilles Personne de Roberval (1602--1675), uma curva era o caminho de um ponto se movendo, e ele desenvolveu um método mecânico para encontrar a tangente para muitas curvas, incluindo a ciclóide. Mas o método de Roberval não podia ser generalizado para incluir mais curvas. Isaac Newton (1642--1727) começou a desenvolver o seu ³cálculo de flúxions´ entre os seus primeiro esforços científicos em 1663. Para Newton, movimento era a ³base fundamental´ para curvas, tangentes e fenômenos relacionados de cálculo e ele desenvolveu seus flúxions a partir da versão de Hudde do procedimento da dupla raiz. Newton estendeu esta técnica como um método para encontrar a curvatura de uma curva, uma característica que agora sabemos ser uma aplicação da derivada segunda. Em 1666, 1669
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os quais não são impedidos por quantidades fracionárias e irracionais. Newton resumiu e revisou seu trabalho de cálculo e estes manuscritos circularam entre um grande número de seus colegas e amigos.Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. lmites) i necessárias. acima de tudo. para o Teorema Fundamental do Cálculo. mínimos e outras análises de curvas. onde participou de um encontro da Sociedade Real em 1673. which is neither impeded by fractional nor irrational quantities. Leibniz aprendeu o método de Sluse para encontrar tangente a curvas algébricas. Em uma pequena viagem a Londres. Cada um fez contribuições importantes para derivada. e mais ainda entre seus seguidores. Depois de 1700. and a remarkable calculus for them" (Novos métodos para máximos e mínimos. máximos. 1696) pelo Marquês de l¶Hospital (1661--1704). mas ele aperfeiçoou as fórmulas modernas e a notação para derivada no seu famoso artigo "New methods for maximums and minimums. circunstâncias levaram a um dos episódios mais tristes e deselegantes em toda a história da ciência: a disputa entre Leibniz e Newton. Em vez disso. embora tenha continuado a retornar a problemas de cálculo em épocas diferentes de sua vida científica. assim como tangentes. alguém poderia simplesmente usar as fórmulas de ³cálculo´ de Leibniz. e um cálculo notável para eles) de 1684. Aqui está o primeiro trabalho publicado em cálculo e de fato a primeira vez que a palavra ³cálculo´ foi usada em termos modernos. séries infinitas e. integral. Jakob Bernoulli (1654-1705) e seu irmão mais novo Johann lideraram o caminho para espalhar o conhecimento do poder das fórmulas de cálculo de Leibniz propondo e resolvendo Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I . os trabalhos de Newton sobre cálculo não foram publicados até 1736 e 1745. cálculo tem sido ³uma luta intelectual dramática que durou 2500 anos´. Mas o método de L¶Hospital para determinar o raio de curvatura era muito parecido com aquele de Newton. isto é simplificação exagerada. As acusações de plágio e outros ataques eram irrelevantes frente à matemática feita por eles. Algumas vezes se diz que Newton e Leibniz ³inventaram´ o cálculo. como Richard Courant (1888--1972) observou. O primeiro livro sobre cálculo diferencial foi Analysis of Infinitely Small Quantities for the Understanding of Curved Lines (Análise de quantidades infinitamente pequenas para o entendimento de curvas. qualquer um poderia resolver problemas de tangentes sem ser especialista em geometria. Agora.4 e 1671. as well as tangents. mas as acusações e contra-ataques escalaram para cisões entre matemáticos e cientistas na Inglaterra (leais a Newton) e no continente europeu (seguidores de Leibniz) os quais levaram à xenofobia nacionalista por mais de um século. Gottfried Wilhelm Leibniz (1646--1716) desenvolveu seu cálculo diferencial e integral durante o período entre 1673 e 1676 enquanto vivia como um diplomata em Paris. Ainda assim. sobre quem deveria receber os créditos do cálculo. Muito de seu trabalho foi realmente devido à Johann Bernoulli (1667-1748) e seguiu o tratamento de Leibniz para derivadas. Com algum tutoramento e conselho de Huygens e outros. Como podemos ver. Leibniz tinha pouca inclinação para desenvolver estas técnicas e interesse ainda menor em fundamentações matemáticas (isto é.

Na sua publicação. Estes problemas e outros levaram ao desenvolvimento das equações diferenciais e do cálculo das variações. Berkeley reconheceu a precisão das fórmulas de Newton e a exatidão das suas aplicações abrangentes em física e astronomia. Lagrange pretendia dar uma forma puramente algébrica para a derivada. das quais elas são funções". mas criticou as "quantidades infinitamente pequenas" e os "incrementos imperceptíveis" dos fundamentos das derivadas. 1755). Em 1734.5 problemas desafiadores (o problema da catenária e da braquistócrona são dois exemplos) para os quais o cálculo era necessário. No final do século 18. a gráficos ou a diagramas e sem qualquer ajuda dos limites de Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I . que soa não muito científico hoje em dia. 1797). o Bispo George Berkeley (1685--1753) publicou The Analyst (O Analista). Leibniz. e os incrementos imperceptíveis das quantidades variáveis. um ataque à falta de fundamentos rigorosos para seus flúxions. Joseph Louis Lagrange (1736--1813) tentou reformar o cálculo e torná-lo mais rigoroso no seu Theory of Analytic Functions (Teoria das Funções Analíticas. Na Inglaterra. novos campos da matemática dependentes de cálculo. Jean le Rond d¶Alembert (1717--1783) afirmou que a "definição mais precisa e elegante possível do cálculo diferencial" é que a derivada é o limite de certas razões quando os numeradores e denominadores se aproximam mais e mais de zero. Em 1754. Euler queria dizer algum tipo de "expressão analítica". 1748). Mesmo assim. Por função.Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. introduziu equações diferenciais e tratou máximos e mínimos sem usar quaisquer diagramas ou gráficos. as quais as funções recebem. Newton e Huygens também resolveram estes problemas. No seu Methods of Differential Calculus (Métodos de Cálculo Difere ncial. 1748) quando introduziu funções (no lugar de curvas) como os objetos para os quais as derivadas e outras técnicas de cálculo seriam aplicadas. sem recorrer à intuição geométrica. 1737) de Thomas Simpson (1710--1761) forneceu a primeira derivada da função seno. sua concepção não era tão abrangente como a nossa definição moderna. Euler trabalhou com vários casos especiais da regra da cadeia. Maria Agnesi (1718--1799) seguiu Leibniz e L' Hospital no seu livro de cálculo Analytical Institutions (Instituições Analíticas. o novo Treatise of Fluxions (Tratado de Flúxions. Leonhard Euler (1707--1783) deu um passo importante na direção de estabelecer uma fundamentação sólida para o cálculo no seu Introduction to the Analysis of the Infinite (Introdução à Análise do Infinito. Euler definiu a derivada como "o método para determinar as razões entre os incrementos imperceptíveis. No continente. também introduziu o termo análise como um nome moderno para cálculo e a matemática avançada relacionada. e que este limite produz certas expressões algébricas que chamamos de derivada. Colin Maclaurin (1698--1746) tentou defender Newton no seu Treatise of Fluxions (Tratado de Flúxions) (1742) e desenvolveu derivadas para funções logarítmicas e exponenciais e expandiu as fórmulas de Simpson para incluir as derivadas das funções tangente e secante. na famosa Encyclopédie francesa.

f(x)] / i quando i se aproxima de 0.f(x)] / i dependerá da forma da função proposta y = f(x). não são verdadeiras. descrições de funções crescentes e decrescentes. a definição moderna de derivada foi dada por Augustin Louis Cauchy (1789--1857) em suas aulas para seus alunos de engenharia. era realmente a pedra fundamental para provar vários teoremas básicos do cálculo que foram assumidos como verdadeiros.Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. Para indicar sua dependência. A forma da função que serve como o limite da razão [f(x + i) .6 d'Alembert. Derivadas e o cálculo diferencial estão agora estabelecidos como uma parte rigorosa e moderna do cálculo. Em seu Résumé of Lessons given at l'Ecole Polytechnique in the Infinitesimal Calculus (Resumo das Lições Dadas na Escola Politécnica Sobre o Cálculo Infinitesimal. no início do século 19. que tinha aparecido no trabalho de Lagrange. mas seu esforço em prover uma base sólida para o cálculo falhou porque sua concepção da derivada era baseada em certas propriedades de séries infinitas as quais. Finalmente. 1823). isto é. dá-se à nova função o nome de função derivada. sabemos agora. De igual importância. Cauchy prosseguiu para encontrar derivadas de todas as funções elementares e dar a regra da cadeia. Lagrange desenvolveu a principal notação que usamos agora para derivadas e o desenvolvimento lógico de seu cálculo era admirável em outros aspectos. Cauchy mostrou que o Teorema do Valor Médio para derivadas. Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I . Cauchy afirmou que a derivada é: O limite de [f(x + i) .

Assim.5  2 y 2  y1 1.5 ! ! ! 1. 3) y ¯ 1 x x2  x1 4 1 3 °2 ! 4 p y2 ! 8 Podemos dizer que entre 1 e 4.5 1.5 . Como exemplo vamos considerar a função f(x) ! 1ª) Vamos construir uma tabela a partir da função dada: x -4 -3 -2 -1 f(x) 8 4.5 2ª) Vamos construir agora o gráfico da função: 0 0 1 0. enquanto x varia de 1 unidade. 1.5 .5 unidades por unidade de x. as d variações de y são 0.5 y 2  y1 8  0. dois valore y1 e y2 . y cresce em média 1. x2 ! 1 p y2 ! 0. 3. y cresce em média 2. e também para x. x ® ! 2 p y1 ! 2 0.5 3. para podermos calcular a razão 2 . y cresce em média 3.5 4) y ¯ 1 ! ! ! ! 1.5.5 unidades.5 y 2  y1 8  4.5 4 8 x2 .5 . Essas variações estão marcadas no gráfico acima: Observe que elas não são constantes. Vamos então considerar. passaremos nessa aula estudar agora a derivada. K K .5 ! ! ! 2.5 1) y ¯ 1 x °2 ! 2 p y2 ! 2 y 2  y1 2  0.5 2 2 3 4. com x1 { x 2 .5.5 1.5 unidades por unidade de x.5. para y. x ® ! 1 p y1 ! 0.5 .5 2 0.5 unidades por unidade de x. por exemplo.7 AULA O6 Após estudarmos limite de uma função suas propriedades e aplicações. dois valores y  y1 x1 e x 2 . x2  x1 2 1 1 Podemos dizer que entre 1 e 2. y varia 1.5 a 2.5 ! ! ! 3.5 7. 2 Podemos observar que se consideramos x variando de 1 a 2. o valor de y também varia. e varia de 0.Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. x 2  x1 x ® ! 1 p y1 ! 0. 2) y ¯ 1 x x2  x1 43 1 ° 2 ! 4 p y2 ! 8 Podemos dizer que entre 3 e 4.5 x2  x1 1  ( 2) 1  2 1 ° Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I . Observamos também que mantendo a variação de x constante e igual a 1 uni ade (no caso). a partir da idéia de taxa de variação média. 2.5. x ® ! 3 p y1 ! 4.

Solução: f ( x1 ) ! f (3) ! 1  2 ™ 3 ! 1  6 ! 5 f ( x2 ) ! f (5) ! 1  2 ™ 5 ! 1  10 ! 9 f ( x2 )  f ( x1 ) 9  ( 5)  9  5 4 ! ! ! ! 2 x2  x1 53 2 2 02) Sendo f ( x ) ! 2 x 2  3 x  2 . 0 6) y ¯ 1 ! ! ! ! 2 . 2 . com x1 { x 2 .5 4. 0 4. Calcule a taxa de variação média dessa função entre x1 = 1 e x 2 ! 3 . representa a variação no valor da x2  x1 função em média por unidade que se acrescenta no valor de x entre x1 e x 2 . x x2  x1 2  ( 3) 2  3 1 ° 2 !  2 p y2 ! 2 Podemos dizer que entre 3 e 2 .5 2  4.5 2. (y (x 2 )  (x1 ) ! . y decresce em média 2. calcule a taxa de variação média da função entre x1 1 e x 2 ! 4 .5 unidades por unidade de x. a razão f ( x2 )  f ( x1 ) .8 Podemos dizer que entre 2 e 1 . vale definir. definida em ¡ .5 . R: Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I 3 .5 unidades por unidade de x.5  4. x1 { x 2 que é a taxa de variação média da unção entre x1 e x2 . -5) e Q(3.Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. Solução: f ( x1 ) ! f (1) ! 2 ™12  3 ™ 1  2 ! 2  3  2 ! 3 f ( x2 ) ! f (4) ! 2 ™ 4 2  3 ™ 4  2 ! 32 12  2 ! 32 14 !18 f ( x2 )  f ( x1 ) 18  ( 3) 18  3 21 ! ! ! !7 x2  x1 4 1 3 3 Questões Propostas 01) O gráfico de uma função f passa pelos pontos P(1.5 5) y ¯ 1 ! ! ! ! 2. x ® ! 3 p y1 ! 4.5 y 2  y1 2. y decresce em média 2 unidades por unidade de x. -2). x x2  x1 1  ( 3) 1  3 2 ° 2 !  1 p y2 ! 2 Podemos dizer que entre 3 e 1 . y decresce em média 1. x ® ! 3 p y1 ! 4. definida em ¡ . De um modo geral. sendo f uma função definida num intervalo aberto do domínio.Assim. Questões Resolvidas 01) Sendo f ( x) ! 1  2 x . calcule a taxa de variação média da função entre x1 = 3 e x 2 ! 5 . x1 e x 2 dois valores do domínio. x 2  x1 (x Vale observar que a taxa de variação média pode não ser constante. podendo ser positiva ou negativa dependendo dos pontos considerados.5 y2  y1 0.

-5). se x e 1. 1 ® 3x. 3 R: . 4 03) Dada a função f ( x) ! 3x  1 .se x > 1.Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. R: 18 . Calcule a taxa de varaiação média da função entre: ±  4. definida em ¡ . a) x1 3 e x 2 ! 8 b) x1 ! 2 e x 2 ! 0 R: 3 . 2 Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I . 0) e Q(1. °2 a) x1 =  4 e x 2 ! 1 b) x1 = 0 e x 2 ! 3 R: -3. a) x1 = 0 e x 2 ! 3 b) x1 = 1 e x 2 ! 4 R: 8 . 04) Dada a função f ( x ) ! 3x 2  x . calcule a taxa de variação média da função entre os pontos.9 02) Calcule a taxa de variação média da função f entre x1  3 e x 2 ! 1. ±2 05) Dada a função: ¯ x . 5 R:  . R: 3 . definida em ¡ . Sabendo que o seu o gráfico de uma função f passa pelos pontos P(-3. calcule a taxa de variação média da função entre os pontos.

faremos agora um breve estudo da interpretação geométrica da taxa de variação média. Neste exemplo estamos usando também o conceito de razão incremental ou razão do acréscimo.10 AULA O7 Após estudar a taxa de variação média. Razão incremental ou razão dos ! (x x  xo acréscimos. (y (x xo x x x0 + ( x = x (x = x ± xo (x p Acréscimo ou incremento de x f (xo) + (y = f (x) (y = f (x) ± f (xo) (y p Acréscimo ou incremento de f (x) (y f ( x)  f ( x o ) . (x1 { x 2 ) é igual ao coeficiente angular da reta secante ao gráfico da função nos pontos P(x 1 . como vemos abaixo: y f(x) y f(x) (y f(xo) y . tg Cateto Adjacente ! f(x 2 )  f(x 1 ) e sendo m PQ ! tg . geometricamente. f(x 2 )) . a taxa de variação média da função entre ! x 2  x1 x x1 e x 2 . temos: ( PSQ. f(x 1 )) e Q(x 2 . para calcular o coeficiente angular da reta secante e tangente ao gráfico da função dada. 2 Observando a figura. para isso usaremos a mesma função f(x) ! x2 e o seu gráfico. usando o resultado para calcular os coeficientes angulares das retas secantes e tangentes. retângulo   tg ! Cateto Oposto .Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. Faremos agora a interpretação geométrica da taxa de variação média. Isto é. temos: x 2  x1 m PQ ! f(x 2 )  f(x 1 ) y . Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I .

-10) é f (5)  f (2) 10  2 12 m! ! ! ! 4 52 3 3 02) Sendo f ( x) ! f(-2)) e Q(0. f(0). calcule o coeficiente angular da reta secante ao gráfico de f nos pontos P(-2.11 Questões Resolvidas 01) Determine o coeficiente angular da reta secante ao gráfico de f ( x) !  x 2  3x . f(2)) e (5. Solução: f ( x ) !  x 2  3x f (2) ! (2) 2  3 ™ 2 ! 4  6 ! 2   f (5) ! (5)2  3 ™ 5 ! 25  15 ! 10 E o coeficiente angular da reta secante nos pontos (2. 3 1) y Reta r: é gráfico de f e o coeficiente angular é dado por: Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I secante ao seu .Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. Para isso usaremos a mesma função f(x) ! gráfico. Solução: x2 3 (2) 2 4 02 f (2) ! !   f (0) ! !0 3 3 3 f ( x) ! E o coeficiente angular da reta secante nos pontos P(-2. f(5)). 0. Observe as retas que passam pelo ponto P(1.5). 2) e (5. f(0) é: 4 0 f ( 2)  f (0) 3 4 1 2 ! ! ™ ! m! 2  0 2 3 2 3 Após calcular o coeficiente angular de uma reta secante. veremos agora como calcular o coeficiente angular de uma reta tangente. nos pontos (2. x2 e o seu 2 x2 . f(-2)) e Q(0.

5 ! ! ! 1. no ponto P(1.5 4 ! ! ! 2. Conseqüentemente as retas r. se ele existir e for finito. ela é também continua num intervalo aberto do 2 se aproxima da reta t tangente ao domínio que contem x = 1.12 mr ! f (4)  f (1) 8  0. 4 1 3 3 f (3)  f (1) 4.5).Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág.5  0. que passa pelo ponto P temos: x2 é contínua em ¡ . 3 1 2 2 f (2)  f (1) 2  0. E quando x tende a 1 pela direita o ponto Q percorre o gráfico da função e se aproxima do ponto P.5 . pod emos dizer que: O coeficiente angular da reta t.5 7. sendo f uma função continua num intervalo aberto do domínio. qualquer. e sendo x 0 um ponto do domínio. tangente ao gráfico da função f (x). no ponto xo é igual ao coeficiente angular (tg ) da reta t.5 1. O mesmo acontece quando x tende a 1 pela esquerda. f(x 0 )) .5). A derivada da função f (x0). v. Logo: x 2 (1) 2 x2 1  2 f (x)  f (1) 2   lim 2   lim x  1   lim (x  1) ™ (x  1)   lim (x  1) m t = lim   lim 2 x p1 x p1 x p1 x  1 x p1 2(x  1) x p1 x p1 x 1 x 1 2(x  1) 2 mt = 11 2   m t =   m t = 1.5 ! ! ! 2. f(x 0 )) . tangente ao gráfico da função f(x) ! x2 . 2 1 1 1 2) y Reta v: é secante ao gráfico de f e o seu coeficiente angular é dado por: mv ! 3) y Reta u: é secante ao gráfico de f e o seu coeficiente angular é dado por: mu ! ms E para uma reta f ( x )  f (1) . 0. no ponto P(x 0 . Podemos dizer que o coeficiente angular m t da reta t. 0. 2 2 De um modo geral. aplicando o conceito de derivada na mesma equação obtemos . 2 Se você bem perceber estamos aplicando a definição de limite na equação da reta secante mt. tangente ao gráfico da função no ponto P(x 0 . é dado por m t ! lim x px o f(x)  f(x o ) y = tg ! lim x p0 x x  xo . x 1 Como a função f(x) ! secante s. Da geometria Analítica no ¡ 2 a equação de uma reta sendo dados dois pontos e o coeficiente angular e dado pela seguinte fórmula (y  y o ) ! m(x  x o ) .5 . com x { 1 . onde passa ser o próprio conceito de deriva. u gráfico de f no ponto P(1.

(x  x o ) e como (x) = y. (x)  (x o ) ! (x o ). Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I .

03) Determine o coeficiente angular da reta tangente ao gráfico da função f ( x ) ! x . no ponto P(-1. f(2)).13 (y  (x o )) ! (x o ). Solução: f ( x ) ! 3x 2  2x f ( x ) ! 6x  2   f (2) ! 6 ™ 2  2   f (2) ! 12  2   f (2) ! 10 f (2) ! 10 Logo o coeficiente angular da reta tangente no ponto P(2. f(-1)). f(2)) é:-10.( x  xo ) mt = 1 ™ ( x  1)   2( y  1) ! 1( x  1)   2 y  2 ! x  1   x  2 y  1  2 ! 0 2 x  2 y 1 ! 0 y 1 ! Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I . 1). é 3. Solução: ( x  1) ™ ( x  1) ( x ) 2  ( 1)2 f ( x)  f (1) x 1   lim   lim   lim   x p1 x p1 x p1 x p1 ( x  1) ™ ( x  1) x 1 x 1 ( x  1) ™ ( x  1) ( x  1) 1 1 1 1 m t = lim   lim       x p1 ( x  1) ™ ( x  1) x p1 ( x  1) 2 ( 1  1) 1  1 m t = lim 1 2 Logo a reta tangente no ponto P(1.(x  x o ) p Equação da reta tangente. 02) Determine o coeficiente angular da reta tangente ao gráfico da função f ( x) ! x 3 . f '(x o ) Vejamos mais alguns exemplos para podemos assimilar melhor essas equações.Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. f(-1)). 1). ( y  f ( xo )) ! f '( xo ). Solução: f ( x) ! x 3 f (1) ! (1)3 ! 1 f ( x)  f ( 1) x3  (1) x3  1 ! ! x  (1) x 1 x 1 m t = lim x p1 f ( x )  f (1) x 3  ( 1) x3  1 (x  1) ™ (x 2  x  1)   lim   lim   lim   lim ( x 2  x 1)   x p 1 x p 1 x  1 x p 1 x p 1 x  (1) x 1 x 1 m t = (  1) 2  ( 1)  1   1  1  1 ! 3 mt = 3 Logo o coeficiente angular da reta tangente no ponto P(-1. no ponto P(2. Questões Resolvidas 01) Determine o coeficiente angular da reta tangente ao gráfico da função f ( x) ! 3x 2  2x . no ponto P(1. 1 (y  f (x o )) !  ™ (x  x o ) p Equação da reta normal.

3). 4). ( y  f ( xo )) ! f '( xo ). R: y ! 7x  11 07) Determine todos os pontos nos quais o gráfico da função f ( x ) ! 3x 2  4x  5 tem inclinação 8. 4).( x  xo ) m t lim y  4 ! 4 ™ ( x  2)   y  4 ! 4 x  8   4 x  y  8  4   4 x  y  4 ! 0 4x  y  4 ! 0 Questões Propostas 01) Determine o coeficiente angular da reta tangente ao gráfico da função f ( x) ! 4x 2 . no ponto P(2. R: y ! 4x  6 06) Determine a equação da reta tangente ao gráfico da função f ( x ) ! 3x 2  5x  1 no ponto P(2. ª 2 8º Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I . R: -8 3 02) Determine o coeficiente angular da reta tangente ao gráfico da função f ( x ) !  x 2  1 . R: 12 x  y  11 ! 0 04) Determine a reta tangente ao gráfico da função f ( x ) ! 2 x . Solução: ( x  2) ™ ( x  2) f ( x )  f (2) x 2  (2) 2   lim   lim   lim( x  2) xp 2 xp 2 xp 2 xp 2 ( x  2) x2 x2 mt 2  2   4   mt 4 Logo a reta tangente no ponto P(2. R: P(2. em que a reta tangente t é paralela a reta (r)7x  4y ! 2 . 4).1) 08) Determine o ponto do gráfico da função f ( x) ! 2x  x 2 .s ¹. R: 6 03) Determine a reta tangente ao gráfico da função f ( x ) ! 3x 2  1 .Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág.14 04) Determine o coeficiente angular da reta tangente ao gráfico da função f(x) ! x 2 . R: x  2 y  4 ! 0 05) Determine a equação da reta tangente ao gráfico da função f ( x ) ! x 4  2x 3  5x 2  4x  2 no ponto x = -1. em que a reta tangente t é paralela a ¨ 1 5¸ reta (r)y ! 3x  1 . f(1)). R: P ©  . R: ¨ 1 5¸ ! ©s . no 2 ponto P(-2.  ¹ . f(2)). . no ponto P(2. ª 2 4º 09) Determine o ponto do gráfico da função f ( x ) ! x 3  x . no ponto P(4. no ponto P(1. f(-2)).

usaremos a taxa de variação média. a velocidade v pode variar em função do tempo t. Assim.15 AULA 08 Após fazemos a interpretação geométrica da taxa de variação média. chamada função da velocidade do v(t)  v(t o ) v ! t t  to A aceleração escalar do ponto t o é o limite: t pto t pt o Considerando a definição de derivada. Uma outra aplicação do estudo da taxa de variação média serve para explicar um importante tópico da Física no capitulo de Cinemática.Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. para um ponto ponto. assim. Do estudo da cinemática. para fazer o estudo do movimento retilíneo uniformemente acelerado em Cinemática. sabemos que: celeração édia (am ) ! em movimento. medida sobre a curva. S é uma função de t e indicamos por S = S(t). chamada função horária do ponto. isto é: Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I   a m ! lim a m ! lim v(t)  v(t o ) v ! lim ! v (t o ) t p0 t t  to . e calcularmos os coeficiente angular da reta tangente. podemos afirmar que a aceleração de um ponto móvel num instante t o é igual à derivada da função velocidade v(t) no instante em que t = to. através de sua abscissa s. onde sabemos que a posição de um ponto material em movimento sobre uma curva (trajetória) conhecida pode ser determinada. teremos a expressão v = f(t). para calcular a velocidade escalar do móvel ponto t o. em cada instante t. temos: V(t o ) ! lim   lim tp to t pt o S(t)  S(t o ) s ! lim ! S'(t o ) tp 0 t  to t Considerando a definição de derivada. isto é: (t o ) ! (t o ) Sabemos que. podemos afirmar que a velocidade de um ponto móvel num instante t o é igual à derivada da função horária S(t) no instante em que t = to. Observando o gráfico acima. e supondo conhecida a definição de velocidade. teremos: elocidade média ( m )! (t)  (t 0 ) ! t  t0 t Então.

Determine: a) A aceleração média da partícula entre os instantes t1 = 1s e t 2 = 6s. Determine: a) A velocidade média da partícula entre os instantes t 1 = 2s e t 2 = 5s.2t (Unidade SI: t em segundos e v em metros por segundo). Solução: (t) v(10) 4 ™ t 2   (10) (10) ! lim 4 ™ (10) 2 ! 4 ™100 ! 400 (t)  (10) 4 ™ t 2  400 4 ™ (t 2 100)   v(10) ! lim   v(10) ! lim ! t p10 t p10 t p10 t  10 t  10 t  10 4 ™ (t  10) ™ (t  10) v(10) ! lim   lim 4 ™ (t  10)   4 ™ (10  10) ! 4 ™ 20 ! 80 m/s t p10 t p10 t  10 v(10) ! 80 m/s 02) A equação da velocidade de uma partícula em movimento é v = t2 . Solução: S(2) = 4 ™ t 2   4 ™ (2) 2 ! 4 ™ 4 ! 16 S(5) = 4 ™ t 2   4 ™ (5) 2 ! 4 ™ 25 ! 100 m ! S(t)  S(t o )   t  to m ! S(5)  S(2)   52 m ! 100 16   52 m ! 84 3 m ! 24 m/s b) A velocidade da partícula no instante t = 10s é dada pela derivada de s no instante t = 10s.16 a(t o ) ! v'(t o ) Questões Resolvidas 01) A equação horária de uma partícula em movimento é S = 4t 2 (Unidade SI: t em segundos e s em metros).Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. Solução: v(1) v(6) am ! (1) 2  2 ™1   1  2 ! 1 (6) 2  2 ™ 6   36  12 ! 24 v(t)  v(t o ) v(6)  v(1) 24  ( 1) 24 1 25   am !   am !   am !   am ! t  to 6 1 6 1 5 5 a m ! 5 m/s 2 b) A aceleração da partícula no instante t = 3s é dada pela derivada de v no ponto t = 3s Solução: v(3) (3) 2  2 ™ 3 ! 9  6 ! 3 v(t)  v(3) t 2  2t  3 (t  3) ™ (t  1)   a(3) ! lim   a(3) ! lim t p3 t p3 t p3 t 3 t 3 t 3 2 a(3) ! lim(t  1)   (3  1)   a(3) ! 4 m/s a(3) ! lim t p3 Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I .

5   S (10) = 2 ™10 .17 03) Um ponto em movimento obedece à equação horária S = t2 + 3t (nas unidades: S em metros e t em segundos).5 v (t 0 ) = 6t   a(t 0 ) ! v (3)   6 ™ 3 =18 m/s2 a(t 0 ) ! 18 m/s 2 06) Um móvel se desloca segundo a função horária S = t 3 + t 2 + t (nas unidades: S em metros e t em segundos).5t + 3 (nas unidades: S em metros e t em segundos). Determinar a velocidade do móvel no instante t = 10 s. Solução: v(t 0 ) ! (t 0 ) (t 0 ) t 2  3t   (t 0 ) 11 m/s 2t 3   (4) 2 ™4 3 11 m/s v(t 0 ) ! (t 0 ) 04) Um ponto em movimento obedece à equação horária S = t 2 . b) A velocidade da partícula no instante t = 6s. Determinar a aceleração do móvel no instante t = 3s.3t (Unidade: SI). Determinar a velocidade do móvel no instante t = 4s. Solução: v(t 0 ) ! S (t 0 ) S(t 0 ) = t 2  5t + 1   S (t 0 ) = 2t .5 = 15 m/s v(t 0 ) ! S (t 0 ) = 15 m/s 05) Um móvel se desloca segundo a função horária S = t 3 . Determine: a) A velocidade média da partícula entre os instantes t 1 = 1s e t 2 = 3s. R: 5 m/s. Solução: v(t 0 ) ! S'(t 0 ) a(t 0 ) ! v'(t 0 ) S(t 0 ) = t 3  t 2 + t   S'(t 0 ) = 3t 2 + 2t + 1 v'(t 0 ) = 6t + 2   a(t 0 ) ! v'(3)   6 ™1 + 2 = 8 m/s 2 a(t 0 ) ! 8 m/s 2 Questões Propostas 01) Um ponto em movimento obedece á equação horária S = 2t 2 . 02) A equação horária de uma partícula é dada S = t 3 (Unidade: SI).Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. Determine: Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I . R: 21 m/s. Solução: v(t 0 ) ! S (t 0 ) a(t 0 ) ! v (t 0 ) S(t 0 ) = t 3  5t + 3   S (t 0 ) = 3t 2 . Determinar a aceleração do móvel no instante t = 1s.5t + 1 (nas unidades: S em metros e t em segundos).5 = 20 .

a) S = 4t 2 + 18t. R: 31 m/s 2. R: 4 m/s 2.Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. no instante t = 40s. 11) Uma partícula move-se de acordo com uma lei do movimento S(t) ! t 3  12t 2  36t com t u 0 . Determine: a) v = 2 2 ™ t  1 . 04) A velocidade de um ponto em movimento varia segundo a equação v = 4t2 (Unidade: SI). em metros. sabendo que a sua equação horária é dada por S = 3t 2 . Determinar a sua velocidade no instante t = 4s. 07) Determine a velocidade de uma partícula no instante t = 10s. 06) Determine a aceleração da partícula cuja velocidade é dada pela equação (Unidade: SI). 05) Uma partícula se move sobre uma curva com uma velocidade dada pela equação v = t 3 (Unidade: SI). R: 18 m/s . R: 12 m/s 2. Onde t e medido em segundos e s. R: 79 m/s. b) S = t 2 . 09) Um corpo móvel percorre uma curva obedecendo à equação horária S(t) ! t  t 2 . no instante t = 0s.4t + 8 (Unidade: SI). c) S = -2t 2 + 50. R: 33 m/s. no instante t = 3s. Determine: a) A aceleração média da partícula entre os instantes t1 = 2s e t 2 = 9s.3t + 2. R: -12 m/s. b) A aceleração da partícula no instante t = 10s. Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I . 4 2 3 ™ t . R: 56 m/s .18 a) A velocidade média da partícula entre os instantes t 1 = 3s e t 2 = 7s. b) A aceleração da partícula no instante t = 5s. R: 48 m/s. R: 44 m/s 2. no instante t = 1s. 3 b) v = 4t 3. R: 77 m/s . Quando a partícula atinge a velocidade de 5 m/s? R: t = 4s.5t 2  7t com t u 0 . Determine a aceleração 3 10) A função posição de uma partícula é dada por S(t) ! t 3  4. R: 40 m/s 2. no instante t = 3s. b) A velocidade da partícula no instante t = 4s. R: 300 m/s 2. 03) Determine a velocidade da partícula cuja equação horária é dada por (Unidade: SI). Determine: a) A aceleração média da partícula entre os instantes t1 = 1s e t 2 = 5s. 08) Uma partícula se move sobre uma curva com uma velocidade v ! da partícula no instante t = 8s. R: 128 m/s 2.

que é o gráfico do desempenho P(t) de alguém aprender alguma cois a como função do tempo de treinamento t. a potência e o gradiente da temperatura na física. O matemático francês Joseph Fourier (1768-1830) colocou isso sucintamente: ³Os matemáticos comparam os mais diversos fenômenos e descobrem as anlogias secretas que os unem´. Um engenheiro quer saber a taxa segundo a qual a água flui para dentro ou para fora de um reservatório. a taxa de crescimento e o gradiente da velocidade do sangue na biologia. a derivada. ou modismo. podemos voltar e aplicar esses resultados para todas as ciências. Quando desenvolvemos as propriedades do conceito matemático de uma vez por todas. o cálculo diferencial é usado na análise do espalhamento do boato (ou inovações. aqueles interessados na teoria do aprendizado estudam a chamada curva do aprendizado. Em fim as taxas de variação ocorrem em todas as ciências. R: 6t ± 24 e -6 m/s2. Isso é muito mais eficiente do que desenvolver as propriedades de conceitos especiais separadas para cada ciência.Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. a taxa do fluxo do calor na geologia. ou padrões). isto é. a taxa de desenvolvimento do desempenho na psicologia todos esses são casos especiais de um único conceito matemático. Nas próximas aulas vamos verificar essas afirmaçôes bom estudo!!! Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I . dP/dt. um meteorologista está interessado na taxa de variação da pressão atmosférica em relação à altura. Da mesma forma a velocidade.19 a) Encontre a aceleração no instante t e depois de t = 3s. um geógrafo está interessado na taxa de variação da densidade populacional em uma cidade à medida que aumenta a distância de seu centro. então a derivada dp/dt. representa a taxa de espalhamento do boato. Em psicologia. Isto é uma ilustração do fato de que parte do poder da matemática está em sua abstração. Um único conceito matemático abstrato (tal como a derivada) dentre outros. Em sociologia. a taxa de reação e a compressibilidade na química. pode ter interpretaçôes diferentes em cada uma das ciências. a densidade. o custo e o lucro marginal na economia. Se p(t) denota a proporção de uma população que fica sabendo de um boato no instante t. Um geólogo se interessa em saber a taxa na qual uma massa de rocha fundida através da condutividade térmica com o meio rochoso que a envolve. È de particular interesse a taxa segundo a qual o desempenho melhora à medida que o tempo passa. a corrente.

20 AULA 09 Quando estudamos a taxa de variação média. que representa a taxa ! (x (x de variação de y em ralação a x é chamado de razão incremental ou razão dos acréscimos. x  xo Notações: f '(x) ! dy f ( x  (x )  f ( x ) (y ou f '(x) ! lim ou f '(x) ! lim .1 .Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. existir e for único f (x) ! lim x p xo (x p 0 f ( x  (x )  f ( x ) . que é a definição formal de derivada f ( x ) ! lim 9. O quociente é (y f ( x  (x)  f ( x) . pois dada uma função y ! f ( x) . usando o mesmo conceito de taxa de variação média. (x (y . (x f ( x )  f ( xo ) . derivada sucessivas. 06. aplicações em economia e resolução de equações polinomiais.1 ! 3x 2  2 2ª Maneira Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I . E a taxa instantânea de variação ou simples taxa de variação de y em relação a x. quando a variável independente varia de x a x  x . (x p 0 ( x (x p 0 dx (x Questões Resolvidas 01) Usando a definição de derivada. a correspondente variação de y a (y ! f ( x  (x)  f ( x) . nas aulas. calcule: 1) f ( x ) ! x 1ª Maneira 1 f ( x) ! x 2 ! 2ª Maneira (x p 0 1 1 1 1  1 1 1 1 1 1 ™ x2 ! ™ x 2 ! ™ 1 ! ™ ! 2 2 2 2 2 x 2 x x lim ( x  (x )  x ( x  (x )  ( x ) ( x  (x ) 2  ( x ) 2 f ( x  (x )  f ( x )   lim ™   lim (x p 0 (x p 0 (x ( x  (x  (x (x ( x  (x )  ( x ) x) x  (x  x (x ( x  (x  x ) ! lim 1 x  (x  x (x p 0 ! lim (x p 0   1 x0  x ! 1 x x ! 1 2 x 2) f ( x ) ! x 2  2 x 1ª Maneira f ( x ) ! 3. Todavia o conceito de derivada também pode ser interpretado como taxa de variação.x ! 3x 2 2. Nessa aula estudaremos regras derivação ou as propriedades operatórias. derivadas das funções elementares. vimos que a mesma serve para calcular coeficiente angular da reta secante e tangente.x 31  2. 07 e 08. se o limite da razão incremental quando (x p 0 .Definição de derivada: Dizemos que a função f (x) é derivável no ponto xo. velocidade e aceleração no estudo da cinemática.

Para cada xo. e é único o limite: f ( x o ) ! lim (x p 0 f ( x o  (x )  f ( x o ) (x Portanto.x 2 . ciências.  A. Já demonstrado na aula de 03.Regras de Derivação: As derivadas são muito usadas em engenharia. (x) pode ser determinada a partir da lei (x).Universidade do Estado do Pará (x p 0 Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág.0  0 2  2 x ! 3 x 2  2 x ! 3 x 2  2. f ( x ) ! lim f ( x  (x )  f ( x ) . existe. Se f é derivável em xo.Função derivada: Seja f uma função derivável no intervalo aberto I. Habitualmente a derivada de f é representada por f (x) . (x Teorema: Seja a função f : x p xo p e xo.(x  (x  2) lim (x p 0 (x (x p 0 lim 3 x 2  3 x. 9. A lei d . pertencente a I. então f é contínua em xo lim f ( x) ! f ( xo ) .3 . que associa cada xo  I a derivada de f no ponto xo. y ou dx . para explicar o Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I .(x 2  (x 3 2 x  2 (x  x 3 2x (x p 0 (x 2 2 (x ™ (3 x  3 x.2 . podemos definir uma função f: I p R. economia.(x  (x 2  2 x ! 3 x 2  3 x.1 ! 3 x 2  2 3) f ( x) ! 4 x 2 1ª Maneira f ( x ) ! 4 ™ 2 x 2 1 ! 8 x 2ª Maneira f ( x  (x)  f ( x) (x 4( x  (x)2  ( 4 x2 ) 4 x2  8 x ™ ( x  4( ( x)2  ( 4 x2 ) 4 x2  8 x ™ ( x  4( ( x)2  4 x2   lim   lim   lim (x p 0 (x p 0 (x p 0 (x (x (x 8 x ™ (x  4( (x) 2 (x ™ ( 8 x  4 ™ (x ) (x ™ ( 8x  4 ™ (x )   lim   lim   lim (x p 0 (x p 0 (x p 0 (x (x (x lim  8 x  4 ™ (x ! 8 x  4 ™ 0 ! 8x (x p 0 lim (x p 0 9. medicina e ciências da computação para calcular a velocidade e a aceleração. no estudo de Limite.(x  3 x. aplicando-se a de inição de derivada de (x p o uma unção num ponto genérico x  I.21 lim lim lim f ( x  (x )  f ( x ) (x ( x  (x )3  2( x  (x )  ( x3  2 x) (x p 0 (x x 3  3. Esta função é chamada derivada de f ou simplesmente derivada de f.

Derivada da diferença: É a diferença das derivadas. Obter derivadas calculando limites tal como vimos nas aulas 06.3 ± Derivada do produto: É o produto da deriva da 1ª função pela 2ª função.3. somado com o produto da 1ª função pela derivada da 2ª função. para estimar a diminuição do nível da água quando ela é bombeada para fora de um tanque e para prever as conseguencias de erros cometidos durante medições. obtemos: !  (x p 0 (x (x (y (u (v lim ! lim  lim   f ( x) ! u ( x)  v ( x) (x p 0 (x (x p 0 (x (x p 0 (x ?u ( xo  (x)  u ( x)A  ?v( xo  (x)  v( x)A 9. Sejam u = u (x) e v = v (x).3. também é derivável em I e sua derivada é dada por: f ( x ) ! u ( x )  v ( x ) . Temos que a função f (x) = u (x) ™ v (x). b[. Sejam u = u (x) e v = v (x). 07 e 08 pode ser demorado e difícil. também é derivável em I e sua derivada é dada por: f '( x ) ! u '( x)  v '( x) . duas funções deriváveis em I = ]a. b[.1 . funções deriváveis em I = ]a. também é derivável em I e sua derivada é dada por: f '( x) ! u '( x ) ™ v ( x )  u ( x ) ™ v '( x ) Demonstração: Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I . Demonstração: f ( x ) ! u ( x)  v( x) f ( x ) ! u ( x)  ?v( x) A f ( x ) ! u ( x)  ?v( x) A   f ( x ) ! u ( x)  v ( x) 9. duas funções deriváveis em I = ]a.v (x). Sejam u = u (x) e v = v (x). b[.Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. Desenvolveremos técnicas e fórmulas para calcular derivadas mais facilmente. Temos que a função f (x) = u (x) + v (x). Demonstração: (y (x (y (x (y (x (y (x (y (x (y (x ! ! ! ! ! f ( xo  (x )  f ( x ) (x ?u ( xo  (x)  v( xo  (x) A ?u ( x)  v( x) A (x ?u ( xo  (x)  v( xo  (x) A u ( x)  v( x) (x ?u ( xo  (x)  u ( x)A ?v( xo  (x)  v( x)A (x (x (x (u (v e aplicando a de inição de lim .2 .3. Temos que a função f (x) = u (x) . 9.Derivada da soma: É a soma das derivadas.22 funcionamento de máquinas.

4 .Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág.23 (y f ( xo  (x )  f ( x ) ! (x (x  (x) ™ v( xo  (x)  u ( x) ™ v( x) (y u ( xo ! (x (x Somando e subtraindo o fator u ( x) ™ v( xo  (x)  u ( x) ™ v( xo  (x) . obtemos: v( x  (x) ™ v( x) u ( x  (x) ™ v( x)  u ( x) ™ v( x)  u( x) ™ v( x)  u( x) ™ v( x  (x) (y ! v ( x  (x ).v ( x ) (y ! ?u ( x  (x)  u ( x)A™ v( x)  u ( x) ™ ?v( x  ( x)  v( x)A v ( x  (x ) ™ v ( x ) v( x) u ( x)  ™ ?v ( x  ( x )  v ( x )A  Dividimos por (x . (y u ( xo  (x ) ™ v ( xo  (x )  u ( x ) ™ v ( xo  (x )  u ( x) ™ v( xo  (x)  u ( x) ™ v( x) ! (x (x (y ?u ( xo  (x )  u ( x )A™ v ( xo  (x )  u ( x ) ™ ?v ( xo  (x)  v( x)A ! (x (x ?v ( xo  (x)  v( x)A usando a de inição lim obtemos (y ?u ( xo  (x )  u ( x )A ! ™ v ( xo  (x)  u( x) ™ (x p 0 (x (x (x ?u ( xo  (x)  u ( x) A™ lim v( x  (x)  u( x)  lim u( x) ™ lim ?v( xo  (x)  v( x)A (y lim ! lim o (x p 0 (x p 0 (x (x p 0 (x p0 (x p0 (x (x f ( x ) ! u ( x ) ™ v ( x )  u ( x) ™ v ( x) Por extensão: a derivada de f ( x) ! u ( x) ™ v( x) ™ t ( x) é dada por: f ( x) ! u ( x) ™ v( x) ™ t ( x )  u ( x) ™ v ( x) ™ t ( x )  u ( x) ™ v( x) ™ t ( x ) 9. também é derivável em I e sua derivada é dada por: v(x) f ( x) ! u ( x) ™ v( x)  u ( x) ™ v ( x) [v( x)]2 Demonstração: (y ! f ( x  (x )  f ( x ) u ( x  (x u ( x) Obtendo o m.m. temos: v ( x  (x ) ™ v ( x ) v ( x  (x ) ™ v ( x ) (y ! ?u ( x  (x )  u ( x )A™ Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I ¡ . b[ e v (x) { 0. temos: (y !  v( x  (x) v( x) u ( x  (x) ™ v( x)  u( x) ™ v( x  ( x) (y ! somando e subtraindo o fator u ( x) ™ v( x)  u ( x) ™ v( x) . Sejam u = u (x) e v = v (x). Temos que a função f ( x) ! u(x) . duas funções deriváveis em I = ]a.3.Derivada do quociente: É o produto da deriva da 1ª função pela 2ª função.c. subtraindo o produto da 1ª função pela derivada da 2ª função e o resultado dividimos pela o quadrado da 2ª função.

5 ± Derivada da potência: (x) ! n ™ (x) n 1 Demonstração usando a razão incremental: ¨ A 2  B2 ¸ (y ( x  (x ) n  x n .Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág.somando as frações com os mesmos denominadores obtemos v 2 ( x) v 2 ( x) u '( x ) ™ v ( x )  u ( x ) ™ v '( x ) ?v( x)A (x) ! x n   2 9. obtemos: ?v( x  (x)  v( x)A (y ?u ( x  (x )  u ( x )A v(x) u ( x) ! ™  ™ (x (x (x v ( x  (x ) ™ v ( x ) v ( x  (x ) ™ v ( x ) lim ?u ( x  (x)  u ( x)A ™ lim ?v( x  (x)  v( x)A u ( x) (y v( x) ™ lim  lim ! lim 0 0 (x p 0 (x p 0 (x p 0 (x (x p 0 (x p 0 (x (x v ( x  (x ) ™ v ( x ) v ( x  (x ) ™ v ( x ) 1 4 42 4 43 1 4 42 4 43 v ( x )™ v ( x ) v ( x )™ v ( x ) f '( x ) ! u '( x ) ™ f '( x ) ! f '( x ) ! v( x) u ( x) v ( x ) u ( x)  ™ v '( x )   u '( x ) ™ 2  ™ v '( x ) v( x) ™ v( x) v( x) ™ v( x) v ( x) v 2 ( x) u '( x ) ™ v ( x ) u ( x ) ™ v '( x )  . obtemos o resultado: (x ( x  (x )  x ª AB º .3.24 Aplicando a (x diferença de derivada quando (x p 0 . Efetuando a divisão de © ! ¹ .

(y n2 ! (x  x)n 1  (x  x)n 2 ™ x  K  . substituindo A ! ( x  (x) e ! ( x) .A n 1  An2 ™ B   A ™ Bn  2  B n1 .

x  x ™ x  x n 1 , usando a definição de derivada lim . (x p 0 (x
0 n 2 0 0 (y ™ x  lim xn 1 ! lim ( x  (x )n 1  lim ( x  (x ) n 2 ™ x  K  lim x  (x (x p 0 (x p 0 (x (x p 0 (x p 0 (x p 0 n 1 n 2 n 2 n 1 n 1 n  2 1 n  2 1 n 1 n 1 n f ( x) ! x  x ™ x  K x ™ x  n   x  x x 4 n x 4 4 K x  x   1 4  x41 4 2 n 1  K4 4x31

lim

n vezes

f ( x ) ! n ™ (x)

n 1

9.3.6 ± Derivada da raiz: f (x) ! n x   f '(x) ! 1 n ™ ( x )n 1
n

x { 0.

Demonstração: usando a razão incremental: n n (y n x  (x  n x x  (x  n x x  (x  n x !     n n (x (x ( x  (x )  x x  (x  n x

1 n ou ainda (y ! (x 1 .

n x  (x n .

x n n n   (y ! (x .

n x  (x n 1  n x™ .

n

x  (x

n 2 

K 

x
n

n 1

x  (x  n x  Adicionamos a definição de lim , onde obtemos: (x p 0 1 (y 1 1 lim ! lim  K  lim  lim n 1 n 2 n 1 (x p 0 (x (x p 0 (x p 0 n (x p 0 0 ¸ 0 ¸ ¨n ¨n n x x  (x ¹ x ™ © x  (x ¹ © ª º ª º

Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I

25 K  1 .Universidade do Estado do Pará f '( x ) ! 1 Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág.

. x n n 1  n 1 x.

x n n 2 .

x n n 1   f '( x ) ! 1 n n 1 .

x .

x .

x 3 1 4 4 4 44 2 4 4 4 4 4 n n 1 n n vezes. logo:  1  1 n 1 f '( x ) ! n™ 1 .

6) Demonstração: (x) ! x   ( n x ) m m m n y! xn   y ! m m 1 ™ x n ou y ! n .1.5) e (10.1. x n n 1 Conseqüências das fórmulas de derivadas ( 10.

x n m  y ! m n .

x n mn De acordo com a regra estabelecida no item anterior temos: 1 y ! m ™ ( n x ) m 1 ™ ( n x ) logo n x ' ! n-1 n™ n x .

x .

Conforme já provamos anteriormente temos: y ' ! m ™ ( n x ) m 1 ™ n™ 1 .

x n n-1   m n .

2 Função constante: A derivada da constante é igual a zero. temos: f '(x) = 1. Demonstração: y f (x  x)  f (x) y f (x)  x  f (x) y y !   !   !  1 x x x x x x y   lim 1   f '( x) ! 1 lim x p0 x x p0 9.1 Função Identidade: A derivada da função identidade é igual a um.3 . Dada a função f (x) = k.4.4. x  ¡ . 9. n mn ¨m¸ © logo temos y ! © ¹ ™ x ª ªnº ¨ m n ¸ ¹ n º ¨ m ¸ © 1 ¹   y ! © ¹ ™ xª n º ªnº ¨m ¸ 9. Demonstração: y f (x  x)  f (x) y f (x  x)  f (x) y k k 0 !   !   !   !0 x x x x x x x y   lim 0   f '( x) ! 0 lim x p0 x x p0 9. temos: f ' (x) = 0. Demonstração: Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I .4.Derivada da função seno: A derivada da função seno é igual a função cosseno. temos: f ' (x) = cos x. Dada a função f (x) = x. Dada a função f (x) = sen x.Derivada das Funções Elementares: Apresentaremos as derivadas das funções elementares. k  ¡ .4 .

Derivada da função cosseno: A derivada da função cosseno é igual a menos função seno. temos: f ' (x) = sec2 x . temos: f ' (x) = -sen x Demonstração: y cos(x  x)  cos x !   x x ¨x xx ¸ ¨x xx¸ 2 ™ sen © ¹ ™ sen © ¹ 2 2 ª º ª º x x¸ ¨ ¨ x¸ 2 ™ sen © x  ¹ ™ sen © ¹ 2 º ¨x xx¸ ¨x xx¸ ª ª 2 º 2 ™ sen © ™ sen © ¹ ¹ 2 2 2 ¨ x¸ ª º ª º z2   ™ sen © ! ¹ x x ª 2 º 2 ¨ x¸ ¨ x¸ sen © sen © ¹ ¹ x¸ y x¸ 2 º ¨ ¨ ª ª 2 º ! sen © x  ™   lim !  lim sen © x  ™ lim ¹ ¹ x p0 x x p0 x x 2 º 2 º xp 0 ª ª 2 2 43 1 44 2 4 L.Derivada da função tangente: A derivada da função tangente é igual a função secante elevado ao quadrado. Dada a função f (x) = cos x. lim cos ¨ x  x ¸ ª º ™ cos x  © ¹ ! lim ! © ¹ usando lim0 obtemos   lim0 xp xp x p0 © x x 2 º x x p0 2 ¹ ª ª º 2 2 1 44 2 4 43 .7.5 . ¨ x¸ 2 ™ sen © ¹ x¸ ¨ x¸ ¨ ª 2 º 2 ™ sen © ¹ ™ cos © x  2 ¹ x¸ ¨ ª 2 º ª º z2   2 ! ™ cos © x  ¹ x x 2 º ª 2 ¨ x¸ ¨ x¸ sen © sen © 0 ¹ x¸ y 2 ¹ ¨ ª 2 º .4.T.Universidade do Estado do Pará y sen(x  x)  sen x !   x x Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. Demonstração: f (x) ! tg(x)   f (x) ! f (x) ! u(x) v(x) sen x cos x f (x) ! f (x) ! u (x) ™ v(x)  u(x) ™ v (x) « v(x)2 » ­ ½ cos x ™ cos x  sen x ™  sen x v (x) ! cos x   v '(x) !  sen x 1 6 44T.F !1 y x y x f '(x) ! sen(x  0) ™ 1   f '(x) ! sen x 9. !1 .4. Dada a função f (x) = tg x.T.4 .26 y x f (x) ! 1 ™ cos x   f (x) ! cos x 9.T 4 4 8 2 cos x  sen 2 x 1 f (x) !   2 cos x cos2 x f (x) ! sec2 x Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I ¦ ¥ u (x) ! sen x   u '(x) ! cos x ?cosx A 2 ¤ £ ¢ ¢ y x ¨x xx¸ ¨x x x ¸ 2 ™ sen © ¹ ™ cos © ¹  Transformando o numerador em 2 2 ª º ª º produto e dividindo por 2 a x expressão obtemos.

4.Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. temos: f ' (x) =  cossec2 x Demonstração: f (x) ! f (x) ! cotg x cos x f (x) ! sen x f (x) ! u (x) ™ v(x)  u(x) ™ v (x)  sen x ™ sen x  cos x ™ cos x   2 2 « v(x) » ?sen x A ­ ½  .Derivada da função cotangente: A derivada da função cotangente é igual a menos função cossecante elevado ao quadrado. Dada a função f (x) = cotg x.27 9.6 .

Demonstração: u'(x) ™ v(x)  u(x) ™ v'(x) 0 ™ cos x  1 ™ sen x sen x f '(x) !     2 2 cos 2 x « v(x) » ?cosx A ­ ½ f '(x) ! sen x 1 ™ cos x cos x f '(x) ! tg x ™ sec x 0 f (x) ! sec x 1 f (x) ! cos x 9. temos f ' (x) = a x ™ ln(a)  Demonstração: x x  a x   y ! a x ™ a x  a x y f (x  x)  f (x) y .Derivada da função exponencial: Dada a função f (x) = a x . Dada a função f (x) = sec x. Dada a função f (x) = cossec x.Derivada da função cossecante: A derivada da função cossecante é igual a menos o produto das funções cotangente pela cossecante.4. temos: f ' (x) = tg x ™ sec x.9 . temos: f ' (x) = ± cotg x ™ cossec x Demonstração: 0 ™ sen x  1 ™ cos x cos x u'(x) ™ v(x)  u(x) ™ v'(x)   f '(x) !   2 2 sen 2 x « v(x) » ?senx A ­ ½ f '(x) !  cos x 1 ™ sen x sen x 0 f (x) ! cossec x 1 f (x) ! sen x f '(x) !  cotg x ™ cossec x 9. com a  ¡ * e a { 1 .sen 2 x  cos 2 x 1 sen 2 x  cos 2 x     2 2 sen x sen x sen 2 x f (x) !  cossec2 x 9.8 .Derivada da função secante: A derivada da função secante é igual ao produto das funções tangente pela secante.7 .4.4.

.a !   ! x x x x x x x x x f y a .

a  1 ® (x) ! e ± ! p¯ x x x f ± (x) ! e ° .

a x  1 y ! ax ™ x x Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I .

Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág.28 Observação: quando lim x p0 .

v)   (x) y ! (u) v ™ ¬ v ™ l n(u)  u ¼ ­ ½ Demonstração: y ! (u) v   l n(y) ! l n(u)v   l n(y) ! v ™ l n(u) y u ! v ™ l n(u)  v ™ y u v™u » « y ! (u) v ™ ¬ v ™ l n(u)  u ¼ ­ ½ 9. x x Demonstração: y l n(x  x)  l n(x) ! x x y 1 ! ™ ?l n(x  x)  l n(x) A x x y « ¨ x  x ¸» ! l n© ¹ x ¬ ª x º¼ ­ ½ 1 x Observação: f ( x ) ! log a . lim (x p 0 x p0 x p0 x 1 44 2 4x4 3 l n(a ) a x ! e x temos: f '( x ) ! e x ™ ln e { 1 f (x) ! a x ™ ln a f '( x ) ! e ™1 f '( x ) ! e x x 9. obtemos: y x ! lim a .10 .Derivada exponencial geral: v™u » « y ! (u) v   (u. f (x) ! log a x l n(x) ! log e a l n(a) « ¨x x ¸»   ¬l n ©  ¹ ¼ ­ ª x x º½ 1 1 x 1 1 1 f (x) ! x ! ™ l n(a) x l n(a) f '(x) ! 1 « ¨ y « ¨ x ¸» x x ¸» x x ! ¬l n ©1 ¹¼   lim ¬l n ©1 ¹¼   y ! lim xp0 x xp0 x º½ x º½ x ­ ª ­ ª x ! y™x l n «lim .11 . temos: f '(x) = 1 .4.a x  1  Usando o lim . mudança de base e .4.Derivada da função logarítmica: Dada a função f (x) = ln (x).

1  y » ¬ yp0 ¼ ­ ½ 1 y™ x 1 x 1 x ™ l n(a) xp 0 y p0 1 1 1 ln e 1 « »   l n ¬lim .

5 .Derivada de uma função composta ou (Regra da Cadeia) Função Composta: Imagine que uma industria consiga vender tudo que produz (p) ou seja L é uma função de p logo podemos escrever L(p). Mas a produção por sua vez. p depende de t escrevemos p(t). pode depender do tempo (t) durante o qual determinada máquina funciona. isto é. e. Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I . O tipo de função que modela situações como estas chama-se de função composta.1  y y ¼   l n(e) x ! ™   f '(x) ! yp0 x 1 x ­ ½ 9. Neste caso o que temos e a composição das funções L e p. portanto o lucro também depende de t escrevemos L(p(t)).

29 Demonstração: x u .Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág.

g ( x ) y ! f .

g (x) f .

Se a função f '' também for derivável em I.g (x) Seja f: A p B uma função dada pela lei y z g(y). vem: f (x  x) ! f (x)  y ! y  y (II) Também temos. então sua derivada é a derivada terceira ou derivada de ordem 3 da função f '' indicada por f '''. e calculemos sua derivada. fazendo x p 0 na igualdade (III).Derivada Sucessiva ( x) ! g(f ( x))   ( x) ! g (f ( x)) ™ f ( x) Seja f uma função derivável em um intervalo aberto I. indicada por f ''. Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I . então sua derivada é a derivada segunda ou derivada de ordem 2 da função. f(x) . quando x p 0 . z ! F(x  x)  F(x) ! g(f(x  x))  g(f(x)) ! g(y  (y)  g(y) pe la igauldade de (II) (f(x  x) ! y  (y portanto temos z ! g(y  (y)  g(y) Desta forma obtemos: z F(x  x)  F(x) g(y  y)  g(y) g(y  y)  g(y) y ! ! ! ™ x x x y x z g(y  y)  g(y) f (x  x)  f (x) (III) ! ™ x y x Observando a igualdade (I). Existe a função composta f:A p f(x) . encontramos: lim ! x p0 y p 0. Seja g: (x) p uma função dada pela lei dada pela lei z g(f(x)) . « g(y  y)  g(y) f (x  x)  f (x) » « z g(y  y)  g(y) » « f (x  x)  f (x) » ! lim ¬ ™ ¼ ! ¬ lim0 ¼ ™ ¬ lim0 ¼ x p0 x y x y x ½ ­ ½ ­ xp ½ ­ xp « f (x  x)  f (x) » g(y  y)  g(y) » «   ¬ lim ¼ ™ ¬ lim0 ¼ ! g '(y) ™ f '(x) yp0 xp y x ½ ­ ½ ­ Desta forma Obtemos: 9.6 . (I) também é derivável em x. Supondo que f seja derivável no ponto x e g seja derivável no ponto y tal que y provemos que Temos: y ! f (x  x)  f (x) e. daí. notamos que. Se a função também for derivável em I. o mesmo ocorre com então.

R(x) e L(x). x é pequeno comparado com n). dx Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I . onde a representa os custos gerais indiretos (aluguel. manutenção). da mão-de-obra e asssim por diante (O custo das matérias-primas pode ser proporcional a x. da receita em relação ao número de unidades produzidas ou vendidas. O limite dessa ! ! x x 2  x1 x x p 0 . oferta ou preço afetam outras variáveis tais como: custo. ! x dx Como o valor de x pode geralmente assumir somente os valores inteiros. lucro marginal e receita marginal para as taxas de variação do custo. Assim.Aplicação de derivada na Economia: Análise Marginal Em negócios e economia é comum economista estarem interessados em como mudanças em variáveis tais como produção. aquecimento. o custo marginal de produção de n unidades é aproximadamente igual ao custo da produç ão de mais uma unidade [(n + 1)ésima unidade].7 . a taxa de variação do custo em relação ao número de itens xp 0 produzidos. isto é. Supondo que C(x) é o custo total que uma companhia incorre na produção de x unidades de um certo produto. do lucro. dx n 9. receita ou lucro os mesmos usam os termos custo marginal. em decorrências dos custos de horas extras e ineficiências envolvidas em operações de larga escala). dx dR ! Receita marginal = a receita extra pela venda de uma unidade adicional. Se o número de itens produzido estiver crescendo x1 para x2 o custo adicional será grandeza quando C C(x 2 )  C(x1 ) C(x1  x)  C(x 2 ) . da função f.30 E assim por diante. Notações: f (1) (x) ! y(1) ! dy !y dx f (2) (x) ! y(2) ! d2 y !y dx 2 f ( n ) ! y (n) ! dn y ! yn . chegamos às seguintes definições: 1) C (x) ! C (x) ! 2) R (x) ! R (x) ! dC ! Custo marginal = O custo extra na produção de uma unidade adicional. A função C é chamada função custo. se a derivada de ordem n for derivável em I. mas o custo da mão-de-obra poderia depender parcialmente de potências mais altas de x. pode-se obter a derivada de ordem n + 1. Em geral é apropriado representar uma função custo por um polinômio C(x) ! a  bx  cx 2  dx 3 . temos x ! 1 e n muito grande (tal que C (n) } C(n  1)  C(n) . mas podemos sempre substituir C(x) por uma função aproximativa suave. pode não fazer sentido tomar Fazendo x . que é denominado pelos Economistas por custo marginal logo lim C dC . e os outros termos representam o custo das matérias-primas. Assim.Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. Considerações semelhantes se aplicam às funções receitas e lucro.

dx Como L (x) ! L(x) ! (x)  C(x) . L (a) " 0 . significa L(x) " L(a) quando x da produção. suponha que o nível de produção seja x = a. Para maximizar o lucro procuramos por números críticos de P. isto é. Vamos considerar agora o mercado. então o rendimento total será venda). temos. e P é dita função lucro. então o rendimento marginal = custo marginal . quando x unidades são x (x) é a inclinação da reta que liga a origem ao ponto . Queremos indicar aqui dois outras aplicações das funções marginais em economia onde a primeira tem a ver com a maximização do lucro e a segunda. e é a taxa de variação do rendimento em relação ao número de unidades vendidas. se o lucro marginal é negativo. representa o custo por unidade. o sinal de L (x) é o mesmo de x  a . ou seja. significa L(x) " L(a) quando x " a e portanto o lucro aumenta com o aumento da produção. Então p é chamada função demanda (ou função preço). de acordo coma definição de derivada: L (a) ! lim x pa L(x)  L(a) xa Assim. Notando que C(x) . Suponha que estejamos interessados em escolher um valor de x tal que o lucro aumente. uitas decisões econômicas são baseadas na análise do custo e receita marginal. para x próximo de a. Seja p(x) o preço por unidade que uma companhia pode cobrar se ela vende x unidades. a derivada da função lucro. Assim. L (a) 0 . então o lucro total será P(x) ! (x)  C(x) .Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. os números onde o lucro marginal é zero. Se x unidades forem vendidas e o preço por unidade for p(x). Para compreender a razão destas afirmações. a derivada é o quociente têm o mesmo sinal. Se o lucro marginal é positivo. vale a pena aumentar a produção. Supondo que a função L(x) seja derivável no ponto a. Uma regra básica é a seguinte. para valores de x próximos de a. as se P (x) ! (x)  C (x) ! 0 . A derivada (x) ! x ™ p(x) e é denominada função rendimento (ou função a e portanto o lucro aumenta com o diminuição (x) da função rendimento é conhecida como função rendimento marginal. então (x) ! C (x) e portanto. vale a pena diminuir a produção. temos também a relação L (x) ! (x)  C (x) ou (x)  C (x) . enquanto. tal que L(x) L(a). Se o lucro for máximo. com a minimização do custo médio. Se x unidades forem vendidas. A função custo médio c(x) ! produzidas. e esperamos que ela seja uma função decrescente de x.31 3) (x) ! (x) ! dl ! Lucro marginal = O lucro extra de uma unidade adicional. Nesse caso. A função lucro marginal é P (x) .

x. x Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I . (x) .

segunda de f ( x) . então deveremos produzir menos.Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. a fim de abaixar o nosso custo médio. definida por f '(x) ! na n x n 1  (n  1)a n 1 x n 2  (n  2)a n  2 x n 3  K K  a1  0 . então deveremos produzir mais e abaixando assim o nosso custo médio.Aplicação das Derivadas Sucessivas na Resolução de Equações Polinomiais Definição: Dada a função polinomial f : £ p £ definida por f (x) ! a n x n  a n 1x n 1  a n  2 x n 2  K K  a 1x  a 0 x onde a 0 { 0 e n 0 . Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I .terceira f ( x) e será denotada por ( x ) ou (3) ( x) . como c (x) ! 0 . onde ( x) é a derivada . Notemos que: f (2) (x) ! n(n  1)a n x n  2  (n  1)(n  2)a n 1x n 1  K K  3 ™ 2 ™ a 3 x  a 2 A derivada da função polinomial f (2) (x) é chamada função polinomial derivada . Se o custo médio for mínimo. então x ™ (x)  (x) ! 0 . que será denotada por f ( x ) ou f 2 ( x) .1) ( x) é chamada função derivada enésima de f ( x) e será denotada por f (n) ( x ) . assim por diante.32 È aparente que deve existir um mínimo absoluto. Neste sentido ( x) ou f 1 ( x) também é uma função polinomial é possível determinar a sua função polinomial derivada (f ( x)) . então r é raiz de multiplicidade m . Esse princípio é plausível. Para encontrá-lo localizamos o ponto crítico de c usando a regra do quociente para diferenciar a equação do custo médio c (x) ! x ™ (x)  (x) . se nosso custo marginal for maior que nosso custo médio. Da teoria de equação polinomial onde f ( x) ! 0 . chama-se função polinomial derivada de f (x) a função f ' : £ p £ . temos: f (x) | (x  r)m ™ q(x) e q(r) { 0 Teorema: Se r é uma a raiz de multiplicidade m da equação ( x) ! 0 . f (n) (x) ! (f (n 1) (x)) ' Vamos ver agora os teoremas que facilitam a pesquisa das raízes múltiplas de uma equação polinomial. então custo marginal = custo médio.primeira de ( x) . 9.8 . a derivada da função polinomial f (n . Da mesma forma. Notemos que: f (3) (x) ! n(n  1)(n  2)a n x n 3  (n  1)(n  2)(n  3)a n 1x n  2  K K  3 ™ 2 ™1 ™ a 3 E.1 da equação ( x) ! 0 . e temos x2 (x) ! (x) ! c(x) . obtendo a chamada função derivada . pois se o nosso custo marginal for menor que o nosso custo médio. com multiplicidade m. x portanto.

sen x  cos x  cos x.v ( x) f ( x) ! 2 x ™ 1  x 3  x 2 ™ f ( x) ! 2 x ™ 1  x  1  sen x 1  sen x 3 2 3 1 1 1 ™ (1  x3 ) 2 . v ( x ) ! 1  x 3 ! (1  x 3 ) 2   v '( x ) ! 3x 2 2 ™ 1 x3 3x 4 v '( x ) ! 3x2 2. como ­ ½ m ™q(r) { 0 . 1  x 3 2 ™ 1  x3 2) f ( x) ! u ( x) ! 1  senx   u ( x) ! cos x v ( x ) ! 1  senx   v ( x ) !  cos x cos x. então a multiplicidade de r em ( x) ! 0 é m. f (2) ( x ). f (2) ( x) ! 0.33 Demonstração: f (x) | (x  r)m ™ q(x)   f '( x) | m ™ (x  r) m-1 ™ q(x)  (x  r) m ™q'(x)   f '(x) | m ™ (x  r) m-1 ™ q(x)  (x  r) m ™ q'(x) Portanto. f (3) ( x) ! 0. f (m-1) ( x) ! 0 com multiplicidade m±1. K . então r é raiz de: f (1) ( x) ! 0. f (3) ( x) ! 0. K .K . Corolário 1: Se r é raiz de multiplicidade m da equação ( x) ! 0 . m±2.(0  3x 2 ) ž ™ 1 2 2 (1  x 3 ) 2 1 (m) ( x) ! 0 .v( x)  u ( x). f (m-1) ( x ) e não seja raiz f (m) ( x) ´. f (2) ( x) ! 0. m±3.Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág.(1  sen x )  ?(1  sen x )A. temos que r é raiz de multiplicidade m±1 de m ™ q(r) (x  r) m ™ q (r) (x) ! 0 .( cos x ) u '( x ). temos: ( x) | (x  r) m-1 ™ «m ™ q(x) (x  r) m ™ q (x) » e.1.K . e r não é raiz de Corolário 2: Se r é raiz das equações f ( x) ! 0. f (1) ( x ). Questões Resolvidas 01) Determinar a derivada das seguintes funções: 1) f ( x) ! x ™ 1  x f ( x) ! u ( x). f (1) ( x) ! 0.cos x ?(1  sen x )A 2 3) f ( x) ! Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I .3 x 2   2 1  1 1 1 ™ 3x 2   v '( x ) ! ™ (1  x 3 ) 2 . f (m-1) ( x) ! 0 e r não é raiz da equação f (m) ( x) ! 0 . Resumindo: ³A condição necessária e suficiente para que um número r seja raiz com multiplicidade m de uma polinomial f ( x) ! 0 é que r seja raiz das funções f ( x ).v '( x) f '( x ) !   f '( x ) ! 2 2 ?v( x)A ?(1  sen x )A cos x  cos x.sen x f '( x ) ! ?(1  sen x)A sen x  cos x sen x  cos x 2   f '( x ) ! 2.v ( x )  u ( x). respectivamente.

sen 2 x ?sen x  cos x A 2 2   2. sen x  cos 2 x  sen 2 x  sen x .Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág.v ( x )  u ( x ).cos x  « sen x.v ( x )  u ( x ). sen x 2 ?sen x  cos x A  2.  ( cossec x 3 ™ cotg x 3 ™ 3x 2 ) f ( x ) ! 3x 2 .cos x  sen 2 x  cos x 2  cos x.(cos x  sen x ) f '( x ) !   f '( x ) ! 2 2 ?v '( x)A ?sen x  cos x A u ( x) ! sec x   u ( x) ! tg x.e  cossec x .34 2 f ( x) ! f ( x) ! f ( x) ! f ( x) ! f ( x) ! (cos x  sen x) ™ ( sen x  cos x)  ?(sen x  cos x ) ™ (cos x  sen x )A ?sen x  cos x A cos x.cos x  sen 2 x  cos x 2  cos x.1 2   2  2. sen x » ­ ½ ?sen x  cos x A ?sen x  cos x A  cos 2 x  sen 2 x  sen 2 x  cos x 2 2 cos x.sen x  cos 2 x  sen 2 x  sen x .(cos 2 x  sen 2 x ) ?sen x  cos x A 2 ?sen x  cos x A tg x sen x  cos x 2   f ( x) ! ?sen x  cos x A 4) f ( x) ! u ( x) ! tg x   u ( x) ! sec2 x v( x) ! sen x  cos x   v (x ) ! cos x  sen x u '( x ).(cos x  sen x )  tg x .v ( x ) f ( x ) ! tg x ™ sec x ™ ln x  sec x ™ 1¸ ¨ f ( x ) ! sec x ™ © tg x ™ ln x  ¹ xº ª 6) f ( x) ! 4 ™ sec x  3 ™ cossec x f ( x ) ! u ( x) ™ v( x)  u( x) ™ v( x) f ( x ) ! 4 ™ tg x ™ sec x  3 ™ ( cotg x ™ cos sec x) f ( x ) ! 4 ™ tg x ™ sec x  3 ™ cotg x ™ cos sec x u ( x) ! sec x   u ( x) ! tg x ™ sec x v ( x ) ! cos sec x   v ( x ) !  cotg x ™ cos sec x 7) f ( x) ! e  cossec 3 3 x f ( x ) ! e  cossec x .cos x  sen x .cos 2 x  2.(cossec x 3 ™ cotg x 3 ) 3 8) f ( x) ! cos x ™ cotg x f ( x) ! u ( x) ™ v( x)  u ( x) ™ v ( x ) f ( x ) !  sen x ™ cotg x  cos x ™ (  cos sec 2 x)    sen x ™ f ( x ) !  cos x  ¨ ¨ § § § § cos x ¨ 1 ¸ ¨ 1 ¸  cos x ™ © ¹    cos x  cos x ™ © 2 ¹ sen 2 x º senx ª ª sen x º cos x 1 ™   f ( x) !  cos x  cotg x.v '( x ) sen 2 x.cos sec x sen x sen x 9) f ( x) ! (x  cossec x) ™ ln x u ( x) ! x   u ( x) ! «1  .sec x 1 x v ( x ) ! l nx   v ( x) ! 1 x 5) f ( x) ! sec x ™ l n x f ( x ) ! u ( x ).

cossec x » ­ ½ v( x) ! l n x   v ( x ) ! 1 x Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I .cotg x.

cossec x) ™ l n x  ©  cossec x ™ ¹   f '( x) ! (1  cotg x. v '( x) Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág.Universidade do Estado do Pará f '( x) ! u '( x).sen x   u '( x) ! 2 x.v '( x) f '( x) ! 2 ?v( x)A f '( x) ! .v( x)  u ( x).cossec x) ™ l n x  ( x  cossec x) ™ u ( x) ! x 2 .cossec x) ™ l n x  1  ™ cossec x xº x ªx f '( x) ! (1  cotg x.35 1 x 1¸ 1 ¨x f '( x) ! (1  cotg x. sen x  x 2 .cos x x 2 ™ sen x 10) f ( x ) ! v ( x ) ! e x   v '( x ) ! e x ex u '( x) ™ v( x)  u ( x).

2 x x 2 1 2 ?v( x)A ex 2 2 .2 x ™ sen x  x 2 ™ cos x ™ e x  x 2 ™ sen x ™ e x «e x » ­ ½ 2 ! e x ™ x ™ ?2 ™ sen x  x ™ cos x  x ™ sen x A «e x » ­ ½ 2 f '( x) ! x ™ ?2 ™ sen x  x ™ cos x  x ™ sen x A ex © 2 ex 1 11) f ( x) ! cos x f '( x ) ! f '( x ) ! u '( x ) ™ v ( x )  u ( x) ™ v '( x) u ( x) ! e x x 2 1 2 1   u '( x) ! e x 1.

2 x ™ e ™ cos x  e   ?cos x A 2 v ( x ) ! cos x   v '( x ) !  senx ™ sen x .

e .2 x.cos x  e   x 2 1 x 2 1 ™ sen x cos x 2 1 .

2 x ™ cos x  sen x cos 2 x 1 l n( a )  A derivada de sen x é cos x . 1  f ( x ) ! l nx   f '( x ) ! x ™ l na 1  f ( x ) ! log a x   f '( x) ! x ™ l na f ( x ) ! log a x   f ( x ) ! Derivada da parte interna 12) f ( x ) ! log 3sen x f '( x ) ! f '( x ) ! cos x sen x ™ l n 3 cotg x ln3 sen .

x 2  5x 1 13) f ( x ) ! e sen

x 2  5 x 1 f ( x) ! e .cos

x 2  5 x  1 .

1  0 ! 2x  5   y' ! f ( x ) ! (2 x  5).e sen x 2  5 x 1 .2 x  5 ! x2  5x  1 ! 2 x  5.

cos x 2  5 x  1 . .

2 x sec( x 2  1) ™ l n 2 14) f ( x) ! log 2 ­ 15) f ( x ) ! sec «sec x 2 1 » ½ . sec( x 2  1) . tg ( x 2  1).

y' ! 2 x.tg ( x 2  1) l n2 .

x 3 Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I .

Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág.36 .

sec x .sec f '( x ) ! 3. .

f '( x ) ! 3. sec x 31 2 2 x . tgx x ™ 1 1 2 x Deriva a parte interna e multiplica por 3. sec x .

2  Deriva a parte interna A derivada de sec Deriva do arco  A derivada de .

x   sec x ™ tg x f '( x ) ! 3.sec x . tgx x ™ f '( x ) ! f '( x ) ! 1 2 x 3 2 x ™ 3. tgx x ™ sec 3 x ™ tgx x 2 x x  1 2.(1)   ™ (cossec 2 ) 2 ™ cotg 2 ™ cossec 2 ™ 2 2 2 f '( x) ! (cossec 2 ) 2 ™  cotg 2 ™ (cossec 2 )1 f '( x) ! (cossec 2 ) 1  1 2 1  1 ™  cotg 2   (cossec 2 )2 ™  cotg 2   f ( x) ! cossec 2 ™  cotg 2 ' f '( x) !  cotg 2 ™ cossec 2 17) f ( x) ! « 2 x » ­ ½ f ( x ) ! ?u ( x) A f ( x) ! « 2 x » ­ ½ cos x v( x) « « 2 x » ™ l n(2) » cos x « u ( x) » x ¬ sen x ™ l n «2 x »  cos x ™ ­ ½ ¼ « » ™ ¬v ( x ) ™ l n ?u ( x) A v( x) ™   ­2 ½ ™ ­ ½ x ¬ ¼ u ( x) ¼ «2 » ­ ½ ­ ½ ¬ ¼ ­ ½ cos x ™ ? x ™ sen x ™ l n 2  cos x ™ l n(2) A 2 18) f(x) ! cotg 5 e x .sec 3 x . x 16) f ( x ) ! cossec 2 f '( x) ! (cossec 2 ) f '( x) ! 1 2 1 1 1  1 1 ™ (cossec 2 ) 2   ™ (cossec 2 ) 2 ™ cotg 2 ™ cossec 2 2 2 1 1   1 1 f '( x) ! ™ (cossec 2 ) 2 ™ cotg 2 ™ cossec 2 ™ 2.sec x .

f ( x ) ! 5 ™ «cotg .

e ­ f ( x ) ! 5 ™ «cotg .

e ­ f ( x ) ! 10 x ™ .

e +1 x 2 1 x 2 1 x 2 1   «cotg .

e » ­ ½ ™ » ™ cossec .

e .

e ™ 2 x  0 ½ » « » ™ ½ ™ cossec .

e .

e ™ 2 x   5 ™ 2 x ™ .

e ™ ­cotg .

e ½ ™ cotg .

e ™ cossec .

e x 2 1 5 5 1 2 x 2 1 x 2 1 4 2 x 2 1 x 2 1 x 2 1 x 2 1 4 x 2 1 2 x 2 1 4 ™ cossec 2 e x .

© ¹™ 2 ª x  1 º . 2 1 ¨ x 1¸ 19) f ( x) ! sen © ¹ ª x 1º 2 ¨ x 1 ¸ f '( x ) ! cos.

© ¹ ª x 1 º . x  1 f '( x ) !  ¨ x 1 ¸ ™ cos.

x  1 2 2  1º deriva a função ¬ sen © « ­ ¨ x  1 ¸ u '( x ) ™ v ( x )  u ( x ) ™ v '( x ) . ª x  1 º½ 1.1 x  1  x  1 2 ! ! 2 2 ( x  1) ( x  1) ( x  1)2 Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I .  2º deriva o arco © ¹  2 ª x 1 º ?v( x) A  ¨ x  1 ¸» ¹¼ .( x  1)  ( x  1).

w   2 !  cos( w.e2 x  4.2   4.0012x2 05) Um fabricante de pequenos motores estima que o custo da produção de x motores por dia é dado por (x) 100 50x 100 .e 2 x ! 0 dx dx 03) Seja y ! cos( ™ t) .00 $ 47. compare o custo marginal da produção de 5 motores.w. t )  w 2 .e 2 x   4.18x  0.?cos( w.0009x 2 ( )! b) (x) ! 339  25x  0.0003x 3   (x) ! 5  0.cos(w.2   2.00   2 5 25 100 100   50  2. Para as funções abaixo: Solução: a) (x) ! 3700  5x  0.37 5 20) f ( x ) ! « x ™ sen 2x  tg 4 (x 7 ) » ­ ½ 4 4 « » « » f ( x ) ! 5 ™ ­ x ™ sen 2 x  tg 4 ( x 7 ) ½ ™ ­ sen 2 x  x ™ cos 2 x ™ 2  4tg 3 x 7 ™ sec x 7 ™ 7 x 6 ½ f ( x ) ! 5 ™ « x ™ sen 2 x  tg 4 ( x 7 ) » ™ « sen 2 x  2 x ™ cos 2 x  28 x 6 ™ tg 3 x 7 ™ sec x 7 » ­ ½ ­ ½ 02) Seja y ! e 2x . c(x) 339 25x 0. Verifique que Solução: z ! w.08x  0.cos(w.09x2 0.Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. t )  w2 . t d2 y  dt 2 2 ™y ! 0. w constante.09x2  0.04x 2  0. c(x) 3700 5x 0.e 2 x  4 y ! 0   4. Verifique que d2 y  4y ! 0 dx 2 dy dy ! e 2 x .e 2 x   ! 2. t ) A.0004x3      x x x x x 339 ( )!  25  0.04x  0.04x 2  0.0004x2 x (x) ! 339  25x  0. 0003x 3 .04x 2 0.1   w   04) Encontre as funções custo médio e custo marginal. t ).09x2  0.cos(w. t ) A ! 0 2 dx dx 0!0 z ' ! w.77   (6) ! 50  2   50  6 36 Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I . x om o custo para produção do sexto motor.0003x 3 3700        ( )!  5  0. 0004x3 . t )   2  w 2 y ! 0   w 2 . t ).23 100 100   50    50  4.0004x3 ( )! (x) ! 25  0.w  ?sen( w.0003x 2 x x x x x x (x) ! 3700  5x  0.09x  0.e 2 x .0 dx dx 2 2 d y d y !  w2 . y ! 0   w 2 . dy d2y !  sen (w. Solução: (x) ! 100  50x  a) b) (5) ! 50  100   x (x) ! 50  100 x (5) ! (6) ! $ 46.

53 500   $ 536. 0002(51) 3 10(51)   26. 0002x 3  10x P ! 0.00 P ! 0.50 lucro marginal dx b) Para x 50 e 51. 0002(50) 3 10(50)   25 500   $ 525. Substituindo o valor na função lucro o valor responsável é x = 100.53 Portanto. Solução: 1 pacote 1800  2x ! x y y ! 1800x  2x 2 b) função lucro: (x) ! (x)  (x) (x) ! 1800x  2x 2  (1000  x  0.01x 2 (x) ! 2.00 ! $ 11. de fato: P ! 0. d) O lucro máximo. deve cobrar um preço. 0002x 3  10x . 0002x 3  10x dp ! 0.Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág.100 179. (x) ! 2. o lucro é.900 (100) ! 21. 01x 2  1799x 1000 c) O numero de pacotes que maximiza o lucro como 1 e x e 100 . P ! 0. 0006(50) 2 10 dx dp ! R$ 11.01x2 (unidades monetárias). custo para vender pacotes 1000  x 0. 01 ™ (100) 2  1799 ™(100) 1000 (100) ! 20.01x 2)   (x) !1800x 2x 2 1000 x 0 . Solução: a) Encontre o lucro marginal para um nível de produção de 50 unidades.01x2 .38 06) Uma agência de viagens estima que. por pacote de 1800  2 x(unidades monetárias) para 1 e x e 100 . Determine: a) função receita: para vender x pacotes. o lucro obtido pelo aumento da produção de 50 para 51 unidades é 536. para vender x pacotes de viagem. R$ = 1800  2x p preço por pacote.53 Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I .800 07) Uma industria verifica que o lucro proveniente da venda de um determinado produto por ! 0.100 1000 179.900 (100) ! $158. Se o custo da agência para x pacotes é 1000  x 0.53  525.01x 2  1799x 1000 (100) ! 2. 0006x 2  10   0.

600.000 1. 25 º x p = 12  Função demanda 1.000 ! x ™ p .000 20. Em outras palavras.00 6.000) ! dx 20. a) Encontre o custo. dx 20.000  x . arredondados até o centavo mais proximo).000 20.000 09) Um a lanchonete verificou que a demanda mensal para seus hambúrgueres é dado por p! 60. temos: hambúrgueres.87 C ' (x) 4.25 do custo original de R$ 10.000   !1 dx 20. encontre a receita marginal quando x = 20.30 5.00 8.000 2.600. o custo médio e o custo marginal da produção de 1000.002x Usamos essas expressôes para fazer a tabela a seguir.000 ª 20.000x  x 2 ) .001x x x x unção custo marginal é: (x) ! 2  0.000 º d 1 ! ™ (60. dando o custo.000  2(20. Solução: unção custo médio é: (x) 2600  2x  0.000 C(x) 5.00 isso descrito pela equação.00 cada. Foi previsto que as vendas mensais aumentariam de 250 itens para cada R$ 0.000p ª 0.00 10. x 1.000 d 1 1 (60.00 17.000. ¨ 10  p ¸ x ! 2000  250 © ¹   12. o custo médio e o custo (x) ! 2600  2x  0.600. Encontre o aumento na receita por hambúrgueres para uma venda mensal de 20.00 Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I .000))   (60. 001x2 .60 5.000  40.001x 2   c(x) ! marginal (em dólares ou dolares por item.000  2x) Substituindo x = 20.00 c(x) 5. Solução: Para a previsão feita x aumenta 250 unidades cada vez que p diminui R$ 0.000 obtemos.000 3.25 de redução no preço. é a receita marginal e dada por: ¹  20. Encontre a função demanda correspondente a essa produção.000 d ! $1 unidade dx 10) Uma companhia estima que o custo (em dólares) na produção de x itens é dado pela equação abaixo (x) ! 2.000 20.001x 2 2600   c(x) !   c(x) !  2  0.000 1 20.000 d ! ™ 20.000  x ¸ R ! x ™p   x© (60.39 08) Um negócio vende 2000 itens por mês a cada R$ 10.Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. 2000 e 3000 itens. Solução: como receita total é dado é dado por 1 ¨ 60.600  2x  0.

Para ver que esse nível de produção realmente dá o mínimo.001x. 24   x 2 ! 10.001x ! 2  0.02x  0. 24 2.000   x ! 2.002x 0.666. 02x A função custo marginal é: C (x) ! 1. 01x .5  0. 279 0. 103 unidades maximizará o lucro. Assim.612 11) Determine o nível de produção que maximizará o lucro para uma companhia com funções custo e demanda dada pelas equações C(x) ! 84  1.612.001 ™1.612) ! 1. 2600 (x) ! 2  0.26  0.5  0. a função rendimento marginal (x) ! 3. 00021x 2 . o número de aparelhos vendidos aumenta em 20 por semana. 26   0. 00021x 2 ! 3. 66667   x ! 10. o rendimento marginal é igual ao custo marginal quando (x) ! 3.5  0. 00021x 2 ! 2.001x  x x x 2600 2600   x2 !   x 2 ! 2. 00021x 2 . (x) ! C (x)   3. 02 e 0. obtemos: x 2600  2  0. Portanto o nível de produção de 12) Uma loja vende 200 aparelhos de DVD por semana.001 5. dessa forma. Encontre as funções de demanda e de rendimento oferecido pela loja maximizar seu rendimento? Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I . 00042x .26  0.40 b) A que nível de produção será mais baixo o custo médio? Qual o custo médio mínimo? Solução: Para minimizar o custo médio devemos ter custo marginal = custo médio. 66667   x $103. (x) C (x) . 00007x3 e p(x) ! 3. ssa equação simpli icada: (x) ! c(x)   2  0.5 ! 1.001x.5x  0.002x ! 2  0. Solução: A função rendimento é R(x) ! x ™ p(x)   x ™ (3.666.612 0.001x.200 " 0. 02x ! 1.01x2  0. para todo x (x) ! 0. O custo médio mínimo é: 2600 c(x) !  2  0.5 1. obtemos: 0.02x  0. computamos as derivadas segundas: C (x) ! 0.26x  0. 00021x 2 3.26  0.02x  0. logo: x 2600  2  0.Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág.5  0.002x ! x 2600 2600 2600 . 01x2 .26  0.000   x $1.001x ! x 0. 22 / item c(1.002x e c(x) !  2  0. 00021 x $ 103 x2 ! Para verificar que isso fornece um máximo.002x ! 0.612   c(1.5  0.02  0. 00021x 2   0.001x    0. como x ! 1. 01x)   R(x) ! 3.600.612) $ $ 5. para cada abatimento de$ 10 oferecidos aos compradores. a $ 350 cada.600. Uma pesquisa de mercado indica que. notamos que c (x) ! x2 portanto c é côncava para cima em todo seu domínio. 02x e C (x) ! 1.

41 Solução: Seja x o número de aparelhos de DVD vendidos por semana. Então o crescimento semanal em vendas x  200 . Logo.Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. para cada aparelho adicional vendido o decréscimo no preço será de demanda é: p(x) ! 350  10 x ™ . o preço decresce em $ 10. Para cada aumento de 20 aparelhos vendidos.

Portanto. quando x = 450. para maximizar o rendimento. O preço correspondente é x 450 p(x) ! 450  . 13) Verificar se 1 é raiz tripla da equação x 4  6 x 2  8 x  3 ! 0 . 14) Verificar se 2 é raiz dupla da equação x 3  x 2  16 x  20 ! 0 . obtemos: p(450) ! 450    p(450) ! 450  225   p(450) ! 225 2 2 e o abatimento é 350 ± 335 = 125. Esse valor de x dá o máximo absoluto pelo teste da derivada primeira (ou simplesmente observando que o gráfico de R é uma parábola que é côncava para baixo). 1) P(x) ! x3  5 x 2  3 x  9   P'(x) ! 3 x 2  10 x  3 Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I . sabendo-se que a mesma admite raiz dupla. quando x ! 450. a loja deve oferecer um abatimento $ 125. Solução: (x) (x) (x) x 3  x 2  16 x  20   (2) 3 x 2  2 x  16 6x  2   (2)   (2) (2) 3  (2) 2 16(2)  20 ! 0 3(2) 2  2(2) 16 ! 0 6(2)  2 ! 14 { 0 Logo.x  200   p(x) ! 450  20 2 2 1 10 e a função v 10 ! 20 20 x¸ x ¨ A função rendimento é: R(x) ! x ™ p(x) ! x © 450  ¹   R(x) ! 450x  2º 2 ª Uma vez que R (x) ! 450  x . Solução: P(x) = 0 P (x) = 0 P (x) { 0 . sendo raiz dupla. 1 é raiz tripla da equação. 2 é raiz dupla da equação. 15) Resolver a equação x 3  5 x 2  3 x  9 ! 0 . vemos que R (x) ! 0 .00. Solução: P(1) = 0 P (1) = 0 P (1) = 0 P (1) { 0 P(x) = x 4  6 x 2  8 x  3   P(1) = (1) 4  6(1) 2  8(1)  3 ! 0 P'(x) = 4 x3  12 x  8 P''(x) = 12 x 2  12 P'''(x) = 24x   P'(1) = 4(1) 3 12(1)  8 ! 0   P''(1) = 12(1) 2 12 ! 0   P'''(1) = 24(1) { 0 Logo.

vamos calcular x: 3x 2  10x  3 ! 0 x ® 3 10 s 8 ± x! ( ! 64 1 ¯ 6 ± x 3 ° 3) Para sabermos qual dos valores é raiz dupla.3a 16) Resolver a equação x 4  7 x 3  15 x 2  13x  4 ! 0 . na equação x  1 ! 0 . 1) ara sabermos qual dos valores é raiz dupla. sendo raiz tripla.Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. ¨5¸ ¨5¸ ¨ 5¸ ¨ 5¸ ¨ 5¸ © ¹ ! © ¹  7 © ¹  15 © ¹  13 © ¹  4 { 0 ª2º ª2º ª 2º ª 2º ª 2º .42 2) Como (x) 0 . então. Solução: P(x) = 0 4 3 P (x) = 0 2 P (x) ! 0 (x) { 0 . ! _1. vamos aplicar o dispositivo prático de Briot-Ruffini: 3 3 1 1 1 5 2 3 3 9 0 1 0 Recaímos. P(3) ! (3) 3  5(3) 2  3(3)  9 ! 0 226 ¨1¸ ¨1¸ ¨ 1¸ ¨ 1¸ P © ¹ ! © ¹  5 © ¹  3© ¹  9 ! {0 3º ª 3º 3º 3º 27 ª ª ª 3 2 Então. devemos ter P(x) = 0. sabendo-se que a mesma admite raiz tripla. 3 é a raiz dupla da equação dada: 4) Para determinar a outra raiz. devemos ter (x) = 0. x  1 ! 0   x ! 1 logo.

1 ! .

1 4  7 .

1  15 .

1  13 .

Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I . 1. vamos aplicar o dispositivo prático de Briot-Ruffini: 1 1 1 1 1 1 7 15 9 4 0 13 4 0 -6 -5 -4 -4 0 1 Recaímos. 17) Determinar o valor de a na equação x 3  5 x 2  8 x  a ! 0 . na equação x  4 ! 0 . x4 !0  x ! 4 logo. Solução: P(x) = 0 P (x) = 0 P (x) { 0 . então.1  4 ! 0 3 2 Então. ! _ 4a. admita uma raiz dupla. sendo raiz dupla. 1 é a raiz tripla da equação dada: 2) ara determinar a outra raiz.

27 18) Verificar se a equação 2 x 3  9 x 2  12 x  6 ! 0 tem alguma raiz dupla. P(2) ! (2) 3  5(2) 2  8(2)  a   (2) 3  5(2) 2  8(2)  a = 0   a =  4 112 ¨4¸ ¨4¸ ¨4¸ ¨ 4¸ ¨ 4¸ ¨ 4¸ ¨ 4¸ P © ¹ ! © ¹  5 © ¹  8 © ¹  a   © ¹  5 © ¹  8© ¹  a = 0   a =  27 ª3º ª3º ª3º ª 3º ª 3º ª 3º ª 3º 3 2 3 2 logo. também é raiz da derivada . façamos a verificação. P(1) = 0   (1) 4  6(1) 2  a(1)  b ! 0   a  b ! 5 P'(1) = 0   4(1) 3 12(1)  a = 0   a ! 8 Portanto a = 8 e b = -3.primeira. obtemos: 1) P(x) ! x 4  6 x 2  ax  b   P'(x) ! 4 x 3 12 x  a   P''(x) ! 12 x 2 12   P'''(x) ! 24 x 2) a condição do problema estará satisfeita se existir um número x tal que: (x) (x) (x) (x) 0 e (x) { 0 . temos: 0   12x 2  12 ! 0   x ! s 1 1ª) Possibilidade: x = 1. admita uma raiz tripla. Solução: Utilizando as derivadas sucessivas na equação x 4  6x 2  ax  b ! 0 .Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. devemos ter P(2) = 0.43 (x) ! x 3  5 x 2  8 x  a   (x) ! 3 x 2  10 x  8   3 x 2  10 x  8   (x) ! 0 1) 3 x 2  10 x  8 ! 0 x ® 10 s 2 ± ( ! 4  x! ¯ 6 ± x ° 2 4 3 2) Para que 2 seja raiz dupla. Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I . P(1) ! 2(1) 3  9(1) 2 12(1)  6 { 0 P(2) ! 2(2) 3  9(2) 2 12(2)  6 { 0 Logo concluímos que não há raiz dupla. 19) Determinar a e b de modo que a equação x 4  6x 2  ax  b ! 0 . a =  4 e a !  112 . P(x) ! 2 x 3  9 x 2  12 x  6   P'(x) ! 6 x 2  18 x  12 P'(x) ! 6 x 2  18 x  12   P'(x) ! 0 6 x 2  18 x  12 ! 0 z 6 x2  3x  2 ! 0 ( !1 x! x' 3s1® = 2 ¯ 2 ° =1 x'' 2) Os candidatos a raiz dupla são 1 e o 2. 2ª) Possibilidade: x = -1. Solução: toda eventual raiz dupla da equação dada f(x) = 0.

o que é absurdo. ª 12 3 º 22) Prove que as equações binômias ax n  b 0 . Solução: 1) A condição do problema estará satisfeita se x 3  3ax 2  bx  c . temos: (x) 3x 2  6ax  b e (1) (1) 0  (1) { 0 . Fazendo (x) 6x  6a Impondo a condição. Pelo enunciado igualando: 12ax 3  6bx  (c  4a) ™ 2 | x 2  4 Onde igualando os coeficientes temos: a = 1 5 . Portanto. a equação não tem raízes múltiplas. 21) Calcule o polinômio f(x) de quarto grau conhecendo a sua derivada segunda f ''( x) ! x 2  4 e sabendo que f(x) é divisível por f ''( x ) .1 ! 0   x ! 0. f '(x) = 3x 2  2x  q   f ''(x) = 6x  2   f '''(x) = 6 { 0 Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I . devemos ter a { 1 . com a e b { 0 . obtemos: f ( x ) | 12ax 3  6bx  (c  4a) ™ 2 . não tem raízes múltiplas: Solução: Vamos supor que a equação admita uma raiz dupla r. c de modo que 1 seja raiz dupla da equação x 3  3ax 2  bx  c ! 0 . 23) Determine p e q de modo que a equação x 3  x 2  qx  p ! 0 . obtemos: Donde vem b Logo: b 6a  3e c (1) ! 0   (1) 3  3a(1) 2  c ! 0   3a  b  c ! 1 (1) ! 0   3(1) 2  6a(1)  b ! 0   b  6a ! 3 2  3a . pois a { 0. Logo (a = 8 e b = -3) ou (a = -8 e b = -3) 20) Determinar a. Solução: Escrevemos que o polinômio f(x) do quarto grau é divisível pela derivada segunda: f (x) ! (x 2  4) ™ (ax 2  bx  c) f ( x) | ax 4  bx 3  (c  4a) ™ x 2  4bx  4c I Determinando a derivada segunda da equação I. b.Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. obtemos. Solução: Fazendo f(x) = x 3  x 2  qx  p . Temos f (x) = 0 e f ( x) ! 0 I) f '( x) ! 0   nax n . 6a  3e c 2  3a e a { 1 . como (1) { 0 .. II) f (0) ! 0   a0 n  b ! 0   b ! 0. pois b { 0. 12 3 ¨ x2 5 ¸ Formando o polinômio: f ( x ) ! ( x 2  4) ™ ©  ¹ . b=0 e c=.44 P(-1) = 0   (-1) 4  6(-1) 2  a(-1)  b ! 0   a  b ! 5 P'(-1) = 0   4(-1) 3  12(-1)  a = 0   a ! 8 Portanto a = -8 e b = -3. admita uma raiz com multiplicidade 3.

f '(r) = 0 e f '' (r) = 0.Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. calcule as derivadas das funções abaixo: a x a 1) f ( x ) ! R: f '( x) ! 2 a x x™ a x .   6x  2 ! 0   x !  . 3 1 ¨ 1¸ ¨ 1¸ ¨ 1¸ ¨ 1¸ ¨ 1¸ ¨ 1¸ 1 ¨ 1¸ f '©  ¹ = 3™©  ¹  2 ™©  ¹  q = 0   q !   f ©  ¹ = ©  ¹  ©  ¹  ™©  ¹ 3 ª 3º ª 3º ª 3º ª 3º ª 3º ª 3º 3 ª 3º logo: q ! 1 e p ! 1 3 27 2 3 2 p=0 p ! 1 27 Questões Propostas 01) Usando as propriedades operatórias e as regras de derivação.45 A condição do problema estará satisfeita se existir um número r tal que f(r) = 0. temos: 1 f ''(x) = 6x  2   f ''(x) = 0.

2) f ( x ) ! 1 r 1 r ax  ax ax  ax R: f '( x) ! 1 (1  r)2 ™ 1 r 1 r a 3) f ( x ) ! 4) f ( x ) ! 1  cos x 1  cos x 2  sen x 5) f ( x ) ! 2  cos x sen x  cos x 6) f ( x ) ! sen x  cos x «a a 2  x 2  (a 2  x 2 ) » ­ ½ 2sen x R: f ( x) ! (1  cos x) 2 2sen x  2cos x  1 R: f ( x) ! (2  cos x)2 2 R: f ( x ) ! (sen x  cos x) 2 R: f '( x ) ! 7) f ( x) ! ex ln x ¨ax¸ 8) f ( x) ! log e © ¹ ªax º ln x R: f '( x ) ! x ™ ex ™ l n x  ex x ™ (l n x) 2 2a R: f ( x ) ! 2 a  x2 9) f ( x) ! .

x 3  2x 10) f ( x) ! .

l n x tg x R: f ( x) ! .

x 3  2x «¨ 3x 2  2 ¸ » 1 3 ™ ¬© 3 ¹ ™ l n x  ™ l n(x  2x)¼ x ­ª x  2x º ½ tg x « tg x » R: f ( x ) ! .

l n x ™ ¬  (sec 2 x) ™ l n(l n x)¼ ­x ™l n x ½ ln x 11) f ( x) ! .

sen x 12) f ( x ) ! x (e x cos x R: f '( x) ! .

sen x ) « cos2 x » ™ ¬ sen x ™ l n(sen x)  ¼ sen x ½ ­ x 1» « R: f ( x ) ! x (e ) ™ e x ¬l nx  ¼ x½ ­ cos x 13) f ( x ) ! (e x ) tg3x 14) f ( x ) ! e sen f ( x ) ! 6x ™ e 3 « » R: f '( x) ! (e x ) tg3x ™ ­3x ™ sec 2 3x  tg 3x ½ (x 2 ) R: ™ sen (x ) ™ cos(x ) 2 2 2 sen 3 (x 2 ) Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I .

46 15) f ( x ) ! e 3x 2 ™ tg x ¨ sec 2 x ¸ R: f ( x) ! e ™ ©  3 ™ tg x ¹ © 2 x ¹ ª º 3x 16) f ( x ) ! e x x R: f ( x ) ! e x ™ x x (1  l n x) R: f '( x) ! R: f ( x) ! 3cossec2 3x ™ cotg 3x x 17) f ( x ) ! 4  cossec 2 3x 18) f ( x) ! tg 4 ( 4 ) 19) f ( x ) ! sen tg sen x 4  cossec2 3x tg 4 ( 4 ) ™ sec 2 ( 4 ) (4 3 ) .Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág.

R: f '( x ) ! cos tg sen x .

.

sec 2 sen x «1 / 2 sen x » (cos x) ­ ½ .

¨ ¸ 20) f ( x) ! x ™ sen x © Ln x  ¹ 4º ª R: f ( x ) ! 2 ™ sen (l n x) y R: f ( x ) !  ™ tg x ™ (1  cos x ™l n a) 2 « ¨1¸ 2 ¨1¸» ¬ tg ™ tg © ¹ sec © ¹ ¼ ª º ª º¼ R: f '( ) ! sec ™ ¬ 2 2 ¬ ¼ ¬ ¼ ­ ½ 21) f ( x ) ! cos x ™ a cos x 22) f ( ) ! sec ¨1¸ ™ tg © ¹ ª º 1  sen x 1  sen x 23) f ( x ) ! Ln R: f ( x) ! sec x R: f ( x ) !  1 2 x ™ cos x ¨ cos x ¸ 24) f ( x) ! n © © 1  sen x ¹ ¹ ª º 1 25) f ( x) ! cotg 2 5x  n sen 5x 2 R: f ( x ) ! 5 ™ cotg3 5x 02) Achar as derivadas de segunda ordem das seguintes funções: 1) y ! l n (x  a 2  x 2 ) 2) y ! l n 3 1  x 2 3) y ! e x 2 R: y ! R: y '' ! x (a 2  x 2 )3 2(1  x 2 ) (1  x 2 ) 2 2 R: y '' ! e x ™ (4x 2  2) 2x 1 x2 2 2x ™ arc. satisfaz a equação diferencial y '' 2y ' y ! ex . Calcule as constantes de A e K. e sua derivada segunda y satisfazem identicamente a igualdade y  4 y ! 0 .tg x  0.sen x)2 03) A função y ! A ™ sen kx . com A R: y '' ! 2 ™ arc. para x = 0. 2 Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I . 04) Demonstrar que a função y ! 1 2 x x e . é 12. O valor da derivada primeira y . R: A: 6 e K: 2.sen x  R: y ! 2 1 x (1  x 2 )3 2 4) y ! (1  x 2 )arc.tg x 5) y ! (arc.

Qual é o custo exato para produzir a nona unidade? (b) Determine a função de receita do produto. lucro 24 marginal: LM(x) = -11x/12 + 22 12) Seja C(x) = x²/8 + 3x + 98 a função de custo total do produto do problema 01. b) função da receita: R(x) ! 25x  c) função de lucro: P(x) ! 1 2 x e receita da nona unidade: R$ 19. satisfaz a equação diferencial y I  4 y ! 0 . 07) Demonstrar que a função y ! e-x ™ cos x .33. (b) Para que nível de produção o custo médio marginal é nulo? (c) Para que nível de produção o custo marginal é igual ao custo médio? R:(a) custo médio: CM (x) ! 1 98 1 98 .47 05) Demonstrar que a função y ! C1e x  C2 e2x . custo médio marginal: CM(M) !  2 . satisfaz a equação y  5y  6y ! 0 ? R: r ! 1. para qualquer valor das constantes C1 e C2 satisfaz a equação diferencial y  3 y  2 y ! 0 . 3 11 2 x  22x  98 lucro máximo: x = 24 e p(x) = R$ 17. use a função de receita marginal para estimar a receita obtida com a venda da nona unidade. 06) Demonstrar que a função y ! e 2x ™ sen 5x . o custo total é C(x) = x²/8 + 3x + 98 reais e que todas as x unidades são vendidas quando o preço é p(x) = 25 ± x/3 reais por unidade. Plote a função de lucro e determine o nível de produção para o qual o lucro é máximo. 6 . ™x  3  8 x 8 x Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I . Qual é a receita exata obtida com a venda da nona unidade? (c) Determine a função de lucro associada à produção de X unidades. (a) Use a função de custo marginal para estimar o custo para produzir a nona unidade. (a) Determine o custo médio e o custo médio marginal do produto. satisfaz a equação diferencial y '' 4 y ' 29 y ! 0 . 10) Encontre os valores de para os quais y ! e ™x satisfaz a equação diferencial y  y ! y . Encontre as constantes A e B tal que sua função y ! A ™ sen x  B ™ cos x . Em seguida. satisfaça essa equação. 11) Um fabricante estima que quando x unidades de um certo produto são fabricadas.Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. Qual é o lucro marginal associado ao nível ótimo de produção? R: a) R$ 5. 10  09) Para que valores de r a função y ! er™x .00. 08) A equação y  y  2y ! sen x é chamada equação diferencial. pois envolve a função desconhecida y e suas derivadas y e y .13. R: ! 3 e 10 ! 1 .

00 1 ± 2) C(x) = x² + 2x + 39. R'(x) ! ± 2 (1  x) 2 ± ± C'(3) ! R$ 1. 13) O custo total de uma fábrica é C(q) = 0. (c) Determine o custo real para produzir uma quarta unidade.1q .25 ± ° 2x ® 2 a) ± C (x) ! 3  2.00 ± ° ® x 2x 2  4x  3 a) C'(x) ! . (b) Calcule o custo real de fabricação da quarta unidade.06 d) ± e) ± R(4)  R(3) ! R$ 2.48 (b) x = 28 e (c) x = 28. C(x) é o custo total para produzir x unidades de um produto e p(x) é o preço pelo qual as x unidades serão vendidas. R (x) ! 3x  8x  10 ± b) ± C (3) ! R$ 4.50 b) 1 3  2x ± 3) C(x) = x² + 43. p(x) = (36 ± x). R: ¯c) C(4)  C(3) ! R$ 1. R: ¯c) C(4)  C(3) ! R$ 5. (d) Use a receita marginal para estimar a receita conseguida com a venda da quarta unidade. R: ¯c) C(4)  C(3) ! R$ 4. R (x) ! 9  2 ± b) ± C (3) ! R$ 5.05 ± ° Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I .20 ° 14) Nos Problemas 1 até 3. p(x) = . (e) Determine a receita real conseguida com a venda da quarta unidade. (b) Use o custo marginal para estimar o custo para produzir uma quarta unidade.50 d) ± e) ± R(4)  R(3) ! R$ 7. onde q é o número de unidades produzidas.70 R: ¯ C(4)  C(3) ! R$ 500. p(x) = -x² + 4x + 10. 2x x ® a) ± C (x) ! 5  4.20 1 1 ± 1) C(x) = x² + 4x + 57.33 3 ± R (3) ! R$ 7. (a) Use os métodos de análise marginal para estimar o custo de fabricação da quarta unidade. (a) Determine o custo marginal e a receita marginal.40 5 4 ± R (3) ! R$ 7. C ® (3) ! R$ 499.5q² + 500q + 200 reais.75 4 1 x ± R'(3) ! R$ 2.Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág.0.00 d) ± e) ± R(4)  R(3) ! R$ 1.

300/u nidade ± .340. o modelo predador-presa é muitas vezes usado para estudar a interação entre as espécies.0). é C(q) = 0. 01x 2 e p(x) ! 12  500 2 3 (x) ! 1. ¯ b) 200 ± $ 700/unidade c) ° a) ® $ 342.000  120x  0.3x2  0. Estime a variação do custo total em conseqüência desse aumento de produção.00 R: ¯ . onsidere uma população de lobos da tundra. dada por (t). correspondem a população estáveis? R: (0. a) ® R$ 241. Determine: 1) 3) (x) ! 40.49 15) O custo total de certa fábrica.00 17) Para cada função custo (dada em dólares) dada abaixo. b) ° R$ 244. A interação tem sido modelada pelas equações abaixo: d ® !a b W ¯ dt ° dW !  cW  d W dt a) Que valores de d dW e . x (x) ! 680  4x  0. dada por W(t). R: R: 672. (a) Use os métodos de análise marginal para estimar o custo de fabricação da 41 a unidade. 6x  0. ¯ b) ± c) ° 18) Para as funções custo e demanda dadas.450  36x  x  0.941. R:1). 01x 2 e p(x) ! 12 . R: (x) ! 16. 004x e p(x) ! 1. 1340/unidade e $ 2. o custo médio e o custo marginal a um nível de produção de 1000 unidades. c) O custo médio mínimo. R: R$ 50.1x 2 (x) ! 10. dt dt Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I . mas o fabricante pretende aumentálo para 4.700 7x 2 3 19) No estudo de ecossistema. O nível atual de produção é 4 unidades .1q .1 unidades.000  500x  1. encontre o nível de produção que maximizará o lucro. 001x e p(x) ! 60 0.5q² + 500q + 200 reais quando o nível de produção é q unidades.01x R: 400. 1) 2) 3) 4) (x) ! 680  4x  0.000.0. 342/unidade e $ 390/unidad e ± R:3). (b) Calcule o custo real de fabricação da 41ª unidade.Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág.000  300x  x2 3 2) 4) (x) ! 25. ¯ b) ± c) ° a) ® ± R:4). no norte do anadá. ± $ 320/unidade c) ° a) ® ± R:2).08 16) O custo total em reais para fabricar q unidades de certo produto é C(q) = 3q² + q + 500.000  340x  0. ¯ b) 400 . e caribu. a) ® $ 1.000  200x  4x 2 a) O custo. 0001x3 (x) ! 16. b) O nível de produção que vai minimizar o custo médio.

20) A lei dos gases para um gás ideal à temperatura absoluta T (em Kelvins). e V = 10L. ou uma ou as duas espécies acabam por se extinguir? R: (0. c) Suponha qua a = 0.10 atm/min.05 e d = 0. é possível para as espécies viverem em harmonia.0821 é uma constante do gás. Encontre a taxa de variação de T em relação ao tempo naquele instante se n 10 mols.15L / min. pressão P (em atmosfera) e volume V (em litros) é PV ! nRT .001.50) é possível para as espécies coexistirem. Encontre todos os pares (C. e está decrescendo a uma taxa de 0. Suponha que.0001. c = 0. 2436 k/min . W) que levam a populações estáveis. b = 0.0) e (500. em um certo instante.50 b) Como representar matematicamente a afirmativa ³o caribu está se extinguindo´? R: C = 0. P = 8. Segundo esse modelo. R: 0.0 atm. e está crescendo a uma taxa de 0. 21) Em uma fazenda de piscicultura. Um modelo para a taxa de variação da população é dado pela equação ¨ P(t) ¸ dP ! r0 ™ ©1  ¹ ™ .Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág.05. onde n é o número de mols de gás e R = 0. uma população de peixes é colocada dentro de um pequeno lago e colhido regularmente.

a população máxima que o pequeno lago pode manter (ou seja. a pressão P estará relacionada com o volume V de acordo com uma fórmula na forma P ! n e R são constantes. . em que a.P(t)  P(t) dt Pc º ª onde r0 é a taxa de nascimento dos peixes. c é o custo de cada item (constante). encontre o nível estável da população. onde q é a quantidade (de q 2 sapatos. b. rádio. a taxa de nascimento é de 5% e a taxa de colheita é de 4%. independentemente da freqüência com que se faz o pedido). R: c) O que acontece se está elevando para 5%? R: 22) Se um gás (real) for mantido em um cilindro a uma temperatura constante T. m é a quantidade de itens vendidos por semana Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I . vassouras ou qualquer outro item) pedida quando as vendas estão em baixa. Determine dP nRT 2an 2 dP !  3 . V  nb V 23) Uma das fórmulas para o gerenciamento de estoque diz que o custo médio semanal de pedidos. pagamentos e armazenamento de mercadorias é (q) ! km hq  cm  . k é o custo para se fazer um pedido (sempre o mesmo. Pc.000 peixes. sua capacidade de suporte) e a) Qual o valor de . R: dV dV (V  nb)2 V nRT an 2  2 . dP que corresponde à população estável? R: dt b) Se o pequeno lago pode manter 10. é a porcentagem da população que é colhida.

80 . onde g é a g aceleração constante da gravidade no local onde está o pêndulo. 1 e x . temos dL ! kL .99. o custo de manutenção de um automóvel estava aumentando a uma taxa de 2. é 25) O custo em cents por milha para manter um automóvel nos Estados Unidos entre 1989 e 1997 pode ser modelado pela função C(t) ! correspondendo a 1990. b) x = 15. seu comprimento variará com a temperatura. utilidade. Se o pêndulo for de metal. 2 este seja o caso. seguro e segurança). ® dC 550(t 2  2t  43) ± ! dt (3t 2  29t 100) 2 ± ± Em1990. com t = 0 1  0. Usando os símbolos u para temperatura e K para a constante de proporcionalidade. ¯ Em1993. 4t  1. o custo de manutenção de um automóvel estava aumentando a uma taxa de 1. devemos usar L em cm T em s. 5 e 7.10. ± 1995.37. Em ± Em ± 1990. ± R:. (em centenas de componentes).76. Considerando que du kT . R: dq dq 2 24) Para oscilações de pequena amplitude (balanços curtos).3t 2 . ± ° 26) O custo de processamento e transporte (em milhares de reais) dos componentes usados para fabricar um produto é dado por x ¸ ¨ 200 ! 100 © 2  ¹ . Se medirmos g em cm/s2. 29t  0.51 (constante) e h é o custo semanal para manter cada item armazenado (constante que incorpora aspectos como espaço.Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág.125 . onde t é o ano. Determine d2 d e .5  14. em relação à temperatura. aumentando ou diminuindo a uma taxa aproximadamente proporcional a L. mostre que a taxa de variação do período. é seguro modelar a relação entre o período T e o comprimento L de um pêndulo simples com a equação T ! 2 L . onde x é o tamanho da encomenda x  30 º ª x em relação a x para os valores c) x = 20. o custo de manutenção de um automóvel estava aumentando a uma taxa de 0.37 . 3. 03t 2 dC e calcule o valor dessa derivada para t = 0. o produto da pressão e o volume permanecem constantes PV ! Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I . R: 10. Determine 41. a) x = 10. . 27) A Lei de Boyle estabelece que quando uma amostra de gás é comprimida a uma temperatura constante. o custo de manutenção de um automóvel estava aumentando a uma taxa de 1. R: 3. O que dt significam esses valores? (Fonte: American Automobile Manufacturers Association ). R: 38. Determine a taxa de variação de indicados de x.

Esse valor é consistente com a resposta dada na parte (b).000 km? R: 30) Para estudar de que forma o corpo metaboliza o cálcio. 03t 2  0. b) Uma mostra de gás está em um recipiente à baixa pressão e é regularmente comprimida á temperatura constante por 10 minutos.6. então a grandeza da é uma constante chamada . Quão rápido essa forca varia quando r = 20. R: No início. encontre indica? R: d e explique seu significado. a) Encontre a taxa de variação de em relação a . 01t3 forneça a quantidade de cálcio (em miligramas) que permanece na corrente sangüínea após t horas. P 28) Um objeto com peso W é arrastado ao longo de um plano horizontal por uma força agindo ao longo de uma corda atada ao objeto. R: b) Quando essa taxa de variação é igual a 0? R: c) Se W = 50 lb e de R: 29) A lei de Gravitação de Newton diz que a grandeza da orça exercida por um corpo de massa ! GmM . 06t  0. R: d d ! 2 . Se a corda faz um ângulo força é representada pela equação coeficiente e atrito.Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. c) Prove que a compressibilidade isotérmica e dada por ! 1 . a) Se os corpos estão se movendo. O que o sinal de menos dr b) Suponha que se tenha conhecimento de que a terra atrai um objeto com uma força que decresce a uma taxa de 2 N/km quando r = 20. um pesquisador pode injetar no sangue uma amostra de cálcio quimicamente ³rotula´ para medir a rapidez com que o produto é removido do sangue. Qual a taxa com que cálcio está sendo eliminado da corrente sangüínea 2 horas após a injeção? Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I . Suponha que a expressão A(t) ! 2  0. é a distância entre os corpos.52 a) Encontre a taxa de variação do volume em relação à pressão. em que G é a constante r2 ! ™W ™ sen  cos com o plano. O volume decresce mais rapidamente no início ou no final dos 10 minutos? Explique.000 km. d m sobre um corpo de Massa M é dada pela equação gravitacional e r. faça o gráfico de como uma função de e use-o para localizar o valor para o qual d ! 0 . onde = 0.

45 . a) Determine dH e explique o seu significado neste contexto. EC ! 1 mv 2 . onde v é a velocidade do vento (em metros por segundo). a perda de calor H (em quilocalorias por metro quadrado-hora) de um ser humano pode ser expresso pela função H ! 33 10 v  v  10. 06 mg/h .Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. R: dt . Qual é a taxa de variação de EC em relação ao 2 tempo t? R: d(EC) ¨ dv ¸ ! mv © ¹ dt ª dt º 32) A °C. Suponha que v é uma função do tempo. então sua energia cinética EC. 31) Se um Objeto de massa m tem velocidade v. é definida por.53 R: (2) ! 0.

a) Quais os valores de b) Quais os valores de para os quais a equação admite uma raiz dupla? R: ! 5 ou  ! 27 . R: 33) Um polinômio (x) = x 3  ax 2  bx c é divisível pelo seu polinômio derivado (x) e este é divisível por x  1 . R: 1 é raiz tripla. 36) Verificar se a equação x 3  3 x  8 ! 0 tem alguma raiz iguais. 1. 38) Resolver a equação x 3  5 x 2  8 x  4 ! 0 . é igual a: R: -1. Então. b) Calcule a taxa de variação de H para v = 2 e v = 5. 34) Determinar os valores de a e b na equação x 4  4 x3  ax + b ! 0 de modo que a mesma admita uma raiz tripla positiva. R: ! _ 2a. R: a = 16 e b = -16 35) O número 2 é raiz da equação ax 3  bx R: a = 1 e b = -12. 39) É dada a equação x 3  3x 2  9x  ! 0 . sabendo que existem raízes múltiplas.  a equação tem três raízes reais distintas duas a duas? R: 5 Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I . 27 . R: não 37) Pesquisar raízes múltiplas na equação x 5  2 x 4  3x 3  7 x 2  8x  3 ! 0 . a  b + c . 16 ! 0 Determine a e b.

com k  ¢ . 50) Encontre um polinômio de segundo grau P tal que P(2) = 5. ¿. P (2) = 3 e P (2) = 2. se a equação x 3  ax  b ! 0. 46) Determine a condição para que a equação x 4  px  q ! 0 . possui uma raiz simples qualquer que seja ® a) ± ! 2  k ou ! 4  k . tenha uma raiz dupla. R: a = -3. a equação terá raíz simples b) es ± ° 2 4 43) Prove que a equação x 4  px 2  q ! 0. R: m = 1 ou m = 23 . tenha raízes múltiplas? R: Uma raiz dupla: 4p 3 + 27q 2 = 0 e Uma raiz tripla: p = 0 e q = 0. 27 45) e a equação x 3  ax 2  3x  1 ! 0 . b e c. R: P(x) ! x 2  x  3 Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I . 41) Determinar k de modo que a equação 3 x 4  8 x3  6 x 2  24x + k ! 0 . R: ¯ ± {  k e {  k . 4 47) Determine m de modo que a equação x 4  mx 2  8x . resolva a equação. 3 3 ± ± ° À 42) Para que valores de a equação 2x 3  3sen x 2  cos 3 ! 0 . reais) . com k  ¢ . tenha uma raiz dupla. Determine os coeficientes a. R: m = -6. qual o valor de a? R: a = 3. p { 0 e q { 0 .54 40) Determinar a condição para que a equação x 3 px q ! 0 . R: k = 19 e ® 7  2i 2 7  2i 2 ¾ ± ± . em seguida. e também ? mostra que equação 2x 3  3sen x 2  cos3 ! 0 .Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. 49) Um polinômio p(x) = x 3  ax 2  bx  c é divisível pelo polinômio derivado p (x) e esse é divisível por x ± 1. ± . em seguida. resolver a equação. admita uma raiz tripla e. 48) Demonstre que. tem raiz tripla. não pode ter três raízes iguais.3 ! 0 . Calcule essa raiz. R: 27p4 + 256q3 = 0 e x ! 3 p . = _ 3a 1. tem raízes múltiplas. tiver uma raiz dupla. admita uma raiz dupla negativa e. b = 3 e c = -1. então a será sempre positivo. ! ¯1. com (ab { 0. 44) Determine m de modo que a equação x 3  2x 2  x  m  1 ! 0 .

07 e 08 com mais questões resolvidas e propostas. f '(8) ! 3.55 Retornaremos agora as aulas 06. f '(8) ! 1 .  A imagem de x ! 8  Equação da Reta Tangente  Equação da Reta Norma f (8) ! 8 f (8) ! 2  A derivada de f(x) quando x = 8 3 ? y  f ( x) A ! y 2 ! f ( x).( x  xo ) f ( x) ! 3 x f '( x) ! 3. no ponto de abscissa 8. ões Resolvidas Qu est 01) Determine as equações das retas tangente e normal ao gráfico da função dada. no ponto dado:  f ( x ) ! 3 x .Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág.

x 3 2 1 .

8 3 2 1 ™ ( x  8) 12 x 8 y 2 !  .

P(2.( x  xo )   ?y  f ( xo ) A ! 1 ™ ( x  2) 2 x 2 x x    y  l n 2 ! 1   y   l n 2 1 ! 0 2 2 2 2 Equação da reta normal 1 ™ ( x  xo ) ? y  f ( xo )A !  f ( xo ) ? y  l n2A !  1 ™ ( x  2)   y  l n2 ! 2. no ponto xo ! 2 .(2) 2 1 f '(8) ! 3.( x  2)   y  l n2 ! 2 x  4   y  2 x  l n2  4 ! 0 2 y  2 x  (l n 2  4) ! 0 Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I 1 . (Coeficiente Angular) 1 1 f '( x ) !   f '( xo ) ! x 2 (Imagem quando x ! 2 ) f ( x ) ! l nx f ( x) ! l n2 Equação da reta tangente ? y  f ( xo ) A ! y  l n2 ! f ( xo ). 1) f ( x) ! l n x .4 1 f '(8) ! 12 02) Encontre as equações das retas tangente e normal para as curvas abaixo.z4 12 12 x 2 y 2 !  12 3 x 2  y 2!0 12 3 x 4  y !0 12 3 ?y  f ( x ) A !  y 2 !  1 .( x  xo ) f ( x) 1 ™ ( x  8) 1 12 y  2 ! 12. no ponto especificado. l n 2) .( x  8) y  2 ! 12 x  96 12 x  y  2  96 ! 0 12 x  y  98 ! 0 1 3.

( 1)   e x  e x v( x) ! 2 v (x) ! 0 (Coeficiente Angular) . 2 e x  e x u ( x) ! 2 x u ( x) ! e  e x . no ponto xo ! 2 .56 2) f ( x) ! e x  e x .Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág.

2   e x  e x   e2  e2 f ( x) ! 2 2 2 .e x  e x .

©  2. t  \ ) em que a. S ! a.e 2  e 2  e 2 !0   y  x.cos( . ©   y  x.sen \ Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I 0 .w.w.e 2  e 2 ¨ e 2  e 2 ¸ 2.w.( x  xo )   ¬ y  © ¹¼ ! © ¹ ™ ( x  2)   2 2 ª º½ ª º ­ 2 2 2 2 2 2 2 ¨e e ¸ ¨e e ¸ ¨e e ¸ ¨ e  e2 ¸ ¨ e 2  e 2 y© ! x.v  u.  sen( w.v v ! a. © ¹ ¹ ¹ ¹ 2 2 2 2 2 ª º ª º ª º ª º ª ¸ ¨ e 2  e 2 ¸ ¹ © ¹! 0 2 º ª º ¨ e 2  e 2 ¸ 3. t  \ ) V ! S ! a. 0  \ ) v (t ) ! a. t  \ ) v (t ) ! a. t  \ )   2) A velocidade no instante t ! 0 . Determine.2 (Imagem) e x  e x e 2  e  (2) e 2  e 2 f ( 2) !     2 2 2 Equação da tangente « ¨ e 2  e 2 ¸ » ¨ e 2  e 2 ¸ ? y  f ( xo ) A ! f '( xo ).sen( w. ©  2.cos( . w e \ são números reais dados.1 u . 1) A lei que dá a velocidade do ponto em cada instante.w.sen ( w.e 2  2. © ! 0   y  x. v (t ) ! a. © ¹ ¹ 2 2 2 2 ª º ª º Equação da reta no rmal « ¨ e 2  e 2 ¸ » 1 1 y  f ( xo ) A !  ™ ( x  xo )   ¬ y  © ™ ( x  2) ? ¹ ¼ !  2 2 f (x o ) « e  e2 » ª º½ ­ ¬ ¼ 2 ­ ½ ¨ e 2  e 2 ¸ ¨ e 2  e 2 ¸ « ¨ 2 2 2 « » ¸ ¨ y© ™ ( x  2)   y  ©  2 ™ © 2 ¹ !  1 ™ ¬ 2 ¹ ! ¬ x © 2 2 ¼ 2 ¹ 2 2 2 ­e  e ½ ªe e ª º ª º ­ ªe e º ¨ e 2  e 2 ¸ 4 ¸ ¨ 2x ¸ ¨ y©  © 2 ¹ !  © 2 2 ¹ 2 ¹ 2 ªe e º ªe e º ª º ¸» ¹¼ º½ 03) Um ponto móvel sobre uma reta tem abscissa S dada em cada instante t dada pela lei S ! a. t  \ ).sen ( w.w.

w.sen t   a . ! a ™ e-t ™ cos t .e t . Calcule a aceleração do corpo após 3 segundos.5 ! 32.w2 . t  \ ) A.e t .sent  a.6 2  30. quilômetros por hora.  sen t   a.cos t  a.cos t  a .5 ! 40. a !  a.?cos t  sent A  a.e t .w2 .57 3) A lei que dá a aceleração do ponto em cada instante. a ! v ' !  a.5.52  30.5 1 50  2 0 ! 295  262.? sent  cos t A a ! a.(cos t  sent ) a ! v !  a.36 180 20 ! 216 378 180  20 ! 416  378 ! 38 O trânsito é mais rápido às 14h. t  \ ) a !  a. percorre uma distância (t) ! t 3  12t 2  12 em metros. onde t é o número de horas após o meio-dia.cos t v ! S ! a.cos(w.2 2  30.sen( w.12  30.cos t a ! 2ae t ™ sen t 05) Durante várias semanas.w2 .25 150  20 !125 262.5  30  20 ! 1 10.e t .w2 . em t segundos.e t .5. e mais lento às 17h.6  20 ! 216 10.cos(w.1  20 ! 1  10.5 v (6) ! 6 3  10.Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág.5.e t . 06) Um corpo se move em linhas retas de tal forma que.4  60  20 ! 8  42  60  20 ! 88 42 ! 46 v (5) ! 53  10. quando os carros passam no quarteirão com uma 2 x! x! b s ( 2a ( 7) s 9 7 s 3 ! 2.cos(w. quando a velocidade média é 32.5 km/h.e t . t  \ ) 4) A aceleração no instante no instante t ! 1/ s . com a  R . o departamento de trânsito vem registrando a velocidade dos veículos que passam em um certo quarteirão. t  \ )  ? a.e t .e  t .(1).5  20 ! 125 10. Qual o instante entre 13h e 18h em que o trânsito é mais rápido? Qual o instante em que o trânsito é mais lento? v (t ) ! 3t 2  21t  30 z 3 v (t ) ! t 2  3t  10 ( ! b  4 ac ( ! ( 7) 2  4.5  30  20 ! 51 10.5t 2  30t 20 . 1  \ ) a !  a.5.5.w a !  a.e t .  1.5.5.e t .cos t  a.10 ( ! 49  40 (!9 v (t ) ! t 3  10. a velocidade nesse quarteirão é dada aproximadamente por v(t) ! t 3  10.5 v (2) ! 2 3  10.sent a.1 2 7  3 10 ! ! 5 x ! 2 2 7 3 4 ! ! 2 x ! 2 2 velocidade média de 46 km/h.1. Os resultados mostram que entre 13h e 18h de um dia de semana.t 2  30t  20 v (1) ! 13  10.0.e  t . Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I .cos(w  \ ) 04) Obtenha a velocidade e a aceleração de um ponto material que percorre um seguimento de reta obedecendo a equação horária S ! a.2  20 ! 8 10.5.cos( w.

ª 2 º x ®  2 y 1 ! 0 R. ordenada y ! 3 . ¯ 2 °x  y  2 ! 0 6 ®x  2 y  ! 0 R. R: y  5 ! 0 e x  2 ! 0 . R: x  1 ! 0 e y ! 0 . 07) Escrever a equação da tangente à curva: x 5  y 5  2 xy ! 0 no ponto (1. R: y  8 2 ! 3 2( x  3) e y  8 2 ! 3 2( x  3) .Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág.5).0): ¯ 1  x . ¯ 2 °x  6y  3 ! 0 c) y ! arc. obter as equações das retas tangentes nos pontos 16 de abscissa 3.0). no ponto de interseção com o eixo Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I Y.58 ! a! a! (t) ! 3t 2  2 ™12t  0   3t 2  24t (t) ! 2 ™ 3t  24   6 ™ 3  24 (3) ! 18  24   a ! (3) ! 6 m/s Questões Propostas 01) Dada a elipse de equação x 2 y2  ! 1 . na origem das coordenadas: R: ¯ 1 y ± !2x ° ¨ x 1¸ b) y ! arc.1). no ponto (2. 10) Escrever as equações da tangente e da normal às curvas nos pontos dados: y ® ! 2x ± a) y tg 2x . 03) Considere a parábola de equação y 2  6 y ! 2 x  17 .0): R: no ponto (1. 05) Achar a equação da tangente e da normal à curva y ! 3 x  1 no ponto (1.2). R: y  !  ( x  3) e y  ! ( x  3) . obter as equações das retas tangentes nos pontos de 25 9 12 9 12 9 abscissa 3. 5 20 5 20 02) Considere a hipérbole de equação x 2  y2 ! 1 . .cos 3 x . 06) Escrever a equação da tangente e da normal à curva: x 3  y 2  2 x  6 ! 0 no ponto com R: 5 x  6 y  13 ! 0 e 6 x  5 y  21 ! 0 . obter as equações das retas tangentes nos pontos de abscissa 12.sen © ¹ . 04) Escrever a equação da tangente e da normal à curva y ! x 3  2 x 2  4 x  3 no ponto (-2. y ® ! 2x  2 y ® ! x  2 ± e no ponto (3. R: x  y  2 ! 0 08) Escrever a equação da tangente e da normal à curva: y ! ( x  1)( x  2)( x  3) nos pontos de sua intersecção com o eixo das abscissas. R: 14 x  13 y  12 ! 0 e 13x  14 y  41 ! 0 . R: x  4 y  8 ! 0 e x  4 y  16 ! 0 . no ponto de interseção com o eixo OX .0): ¯ y y ° ! x2 ±! 2 ° y ® ! 2x  6 ± 3 x ¯ y ±! 2 ° 09) Escrever a equação da tangente e da normal à curva: y 4 ! 4 x 4  6 xy no ponto (1.

kª 2 º 1 R: t = . no ponto de abscissa para o ponto (-1. Determinar: a) instantes e posições em que é máxima a velocidade do móvel. l constantes dadas. no ponto de abscissa 1 se interceptam no ponto P (m.1) ¯ ¯ x x °  2y 1 ! 0 °  2 y 1 ! 0 11) A reta tangente ao gráfico de f ( x) ! sen x . nos pontos de interseção com a reta y ! 1 . é dada por h = t 3 ± 3t2 ± 9t + 1. Calcular m e n. calcule a velocidade e a aceleração do corpo. Sua altura h (metros) em relação ao solo. n). ¯ y ° ! 1 x e) y ! e1 x . ¨ 1¸ ¨ 1 ¸ R: m ! © ¹ e n!© ¹. b) instantes e posições em que é mínima a aceleração do móvel. Em que instante a pedra atingirá sua altura máxima? R: t = 1s e t = 2s. 14) Um móvel desloca-se sobre um eixo de modo que sua abscissa s no instante t é dada pela equação S = a.59 d) y ! ln x .6t + 4 e 6t ± 6.3t 2 + 4t no instante t. 1¨3 ¸ ©  2n  l ¹ e s = 0. onde t indica o número de segundos decorridos após o lançamento. sendo a.1) e a reta tangente ao gráfico de g ( x) ! n x . no ponto de interseção com o eixo 2 : y ® ! x 1 R. 13) Uma pedra é lançada verticalmente para cima. R: 3t² . cos (kt + l ).Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. 2 2 ®x  y  3 ! 0 ®x  y  3 ! 0 para o ponto (1. k. ª 2 º ª 2 º 12) Se a posição de um corpo que está se movendo em linha reta é dada por s(t) = t3 .

9)t² Usando os métodos do cálculo.2n  l e s = a. (b) Em que instante a bola chega ao chão e qual a velocidade no momento do impacto? Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I .8t + 29. R h(t) = -4. determine o instante em que a pulga atinge a altura máxima. v(t) = -9. 0. Qual é a altura máxima atingida pela pulga? R: t .4)t ± (4. R: (a) v(t) = 3t² . uma pessoa lança uma bola verticalmente para cima com uma velocidade inicial de 29m/s: (a) Determine a altura e velocidade da bola no instante t.12t + 9 e a(t) = 6t ± 12.9t² + 29t + 34.449s e h . k R: t = 15) Os experimentos mostram que a altura (em metros) do pulo de uma pulga após t segundos é dada pela função H(t) = (4. (b) Em que instante o corpo está estacionário? R: (b) t = 1 e t = 3. 17) Do alto de um edifício de 34 metros de altura. 0.988m 16) Um corpo se move em linha reta de tal forma que sua posição no instante t é dada por s(t) = t 6t² + 9t + 5. (a) Determine a velocidade e aceleração do corpo no instante t.

9) = 117.6 m c) ° Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I .Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. (4. ° 2 2 ® v(t) =  3(1  t)  4(2t  1). a velocidade é positiva e a bola está subindo.8) =  48 m/s ± t = 4. (a) Escreva uma expressão para aceleração do carro em função ao tempo.8 s ± R: ¯ b) v(9. (d) Qual é a distância total percorrida pela bola? R: (d) 119. Em cada caso: y Calcule a velocidade v(t) e a aceleração a(t) do corpo y Determine o instante t no qual a aceleração é nula. (c) Em que momento a velocidade é nula? O que acontece nesse momento? R: (c) A velocidade é nula quando v(t) = 0. 18) Um móvel se desloca segundo a equação horária S = ln(3t 2  2t  2) S em metros e t em segundos. Assim. a bola atinge o ponto mais alto da trajetória no instante t = 3.9 s.7 (b) s(t) = (1 ± t) + (2t + 1)² ® v(t) = 15t 4  15t 2 .33km/h 2 ± a velocidade diminui 2 km/h c) ± ± ° 21) Um projétil é lançado verticalmente a partir do solo com uma velocidade inicial de 48 m/s: (a) Quanto tempo o projétil leva para se chocar com o solo? (b) Qual é a velocidade no momento do impacto? (c) Quanto tempo o projétil leva para atingir a altura máxima? Qual é essa altura? a) ® t = 9.8m. a velocidade é negativa e a bola está descendo. o que acontece no instante t = 3. 19) A posição s(t) de um corpo que está em movimento em linha reta é dada. R: 1 m/s.6 m/s.5t . (a) s(t) = 3 t 5 . para t 3. Para t < 3. a(t) = 60t3  30t a) ± R: ¯ 2 b) ± a(t) = 0 para t = 0.60 R v(7) = -39. (b) Qual é a taxa de variação da velocidade com o tempo após seis horas de viagem? A velocidade está aumentando ou diminuindo nesse instante? (c) Qual é a variação de velocidade do carro durante a sétima hora de viagem? 20 4t ® a) ± a(t) = 3  3 ± ± R: ¯ b) A velocidade está diminuindo à razão de 1. a(t) = 6(1  t)  8 a) ± R: ¯ 7 b) ± a(t) = 0 para t = 3 ° 20) A distância percorrida por um carro em t horas de viagem é D(t) = 64t + 10t²/3 ± 2t /9 quilômetros. A velocidade do móvel no instante t = 2s.

o carro está s = 26t . s(t) representa a posição de um corpo que está se movendo em linha reta: y Determine a velocidade e a aceleração do corpo e descreva seu movimento durante o intervalo de tempo indicado y Calcule a distância total percorrida pelo corpo durante o intervalo de tempo indica do. ® 2(t 4)(t  3) 2(2t 3 3t 2  72t  12) a) . como patos. a(t) . R: 99. ® v(t) 6t 2  42t  60 ! 6(t  5)(t  2).280 pés). Após t segundos. H (3) !  145. Quando está sobrevoando um lago e avista um pato na água. espalhando as penas no último momento para frear e estender suas garras mortíferas. O corpo está recuando o ± corpo está avançando e reando no inte ¯ no ± intervalo 2< t < 5. 0 e t e 3 R: ¯o corpo está avançando e reando em todoo intervalo t² + 12 ± 0. a(t) 12t .25 b) ± ± ° b) s(t) 2t 3 ± 21t 2 60t . a altura de um falcão-peregrino acima da superfície do lago é dada por o tempo em segundos e H é a altura em pés. O corpo está reando para t < 3.92 pés/segundo b) O falcão-peregrino é capaz de atingir velocidades da ordem de 200 milhas por hora durante um mergulho.5.5 e acelerando para t 3.49 milhas/hora. ± v(t) (t 2 12)3 (t 2 12) 2 ± 2t + 1 ± a) s(t) = . Sim.4t 2 metros do local onde o motorista pisou no freio. onde t é .61 22) Nos Problemas a seguir. 28 pés/segundo.2. Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I (t) !  t 4  1.4 s e 127 m 24) O falcão-peregrino (Falco peregrinus) é uma ave de rapina rápida e precisa que caça outros pássaros. 1 e t e 6.42 6(2t  7). por exemplo. De acordo com um certo modelo. Quanto tempo o carro leva para parar e que distância percorre antes de parar? R: 5.36t 3  1. O modelo apresentado é suficiente preciso para estimar a velocidade do falcão? (Sugestão: Converta a velocidade de pés por segundo para milhas por hora.Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. a) Qual é a velocidade instantânea do falcão-peregrino no instante t = 1 segundo? Qual é a velocidade instantânea no instante t = 3 segundos? R: H (1) ! 9.25. Uma milha tem 5. ± 49 b) ° 23) Um carro está viajando a uma velocidade de 26 m/s quando o motorista pisa no freio para não atropelar uma criança. a) ± rvalo 1< t < 2 e no intervalo 5< t < 6. 2t  138 . o falcão-peregrino dobra as asas e mergulha em direção à presa.

sen x: y = arc sen x y' ! y ! y ! 1 1  x2 Demonstração: x ! sen y x ' ! cos y sen 2 y  cos2 y ! 1.Derivada da função y = arc.2 .Derivada da função y = arc. onde f ( x) { 0 .62 AULA 10 Nesta aula vamos estudar derivada de função inversa. onde y = f (x).Derivadas das funções trigonométricas inversas: Faremos agora as demonstrações das formulas derivadas das funções trigonométricas inversas. cos x: y = arc cos x y' !  y ! y ! 1 1 x2 Demonstração: 1 1 1 1 ! ! ! 2 x cosy 1  sen y 1  (x) 2 1 Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I 1  x 2 .2 . Logo.2.Função Inversa Demonstração: Considerando a função inversível y = f(x). se (x p 0 temos (y p 0 . ! (y (y (x Devemos observar que y ! f ( x) é derivável e contínua no ponto x.1 . Inicialmente escrevemos a identidade abaixo decorre (x { 0   (y { 0 logo: (x 1 . 10.1 . lim ! lim   (y p 0 ( y (x p 0 (y (y lim (x p 0 ( x (x (x (y ! lim lim (y p 0 ( y (x p 0 ( x 1 1 1 1 f 1 ( y )] ! ou y ' ! . derivável no ponto x.  x !  x ! [ (x)] y f ( x) x' 10. também é derivável no ponto y. temos então cos y ! 1  sen 2 y 1 1 1 1 ! ! ! 2 x cosy 1  sen y 1  (x) 2 1 1  x2 10. então: (x 1 1 . podemos demonstrar que a função inversa x = f 1 (y).2. derivada das funções trigonométricas inversas e derivadas das funções implícitas e estudo das aproximações por diferencias. 10.Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág.

6 . tg x: y = arc tg x y' ! y' ! y' ! 1 1 x2 Demonstração: x ! tg y x ! sec y sec2 y ! 1  tg 2 y 2 1 1 1 ! ! 2 x ' sec y 1  tg 2 y 1 1 x2 1 1 x2 10. sec x: y = arc sec x y' ! Demonstração: x ! sec y x ! tg y ™ sec y tg y ! sec 2 y  1 y ! y ! 1 1 1 ! ! 2 x tg y ™ secy sec y  1 ™ sec y 1 x x2 1 10.Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág.2.Derivada da função y = arc.3 .Derivada da função y = arc.Derivada de funções implícitas Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I .5 .2.4 .2.63 x ! cosy x ! sen y sen y ! 1  cos 2 y 10.2. cotg x: y = arc cotg x y ! y ! Demonstração: x ! cotg y x !  cossec2 y cossec 2 y ! 1  cotg 2 y 1 1 1 1 ! ! ! 2 2 x cossec y cossec y 1  cotg 2 y 1 1 x2 1 x x 2 1 y ! 10.3 . cossec x: 1 y = arc cossec x y' !  x x 2 1 Demonstração: 1 1 ! ! y ! x !  cotg y ™ cossec y  cotg y ™ cossecy cotg y ™ cossec y cotg 2 y ! cossec2 y  1 1 y ! 2 2 cotg y ! cossec y  1 cossec y  1 ™ cossec y y ! 1 x x 2 1 10.Derivada da função y = arc.Derivada da função y = arc.

Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág.64 Até agora nossas funções envolvendo uma variável foram expressas. Ao contrário da variável independente dx . Definição: Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I . nos é dada na forma implícita sendo difícil ou até impossível colocá-la na forma explícita. Agora introduziremos duas novas varáveis dx e dy coma propriedade de que. quando uma função derivável. 10. de maneira geral na forma explícita y = f (x). mas não impomos essa restrição à sua definição. y) = 0. O significado de dx e dy . Ao contrario do que aparenta. esta será igual a derivada. a variável dy é sempre dependente. y! 1 x Onde dizemos que y. mesmo assim é possível determinar sua derivada. na maioria dos contextos. Por exemplo : y ! 3x  5 u!3  2 s ! 16t 2  20t respectivamente. como por exemplo x. a diferencial dx da variável independente é a sua variação (x . Em outras palavras uma das variáveis é dada explicitamente em função da outra. define y como uma função implícita de x. não é uma razão. t e Forma explícita 1 y ! ou y ! x 1 x A equação F (x. Forma implícita Derivada x™y !1 dy 1 ! 1 ™ x 2    2 dx x Exemplo: 3 0. caso a razão e igual à exista.(x 2  1)  3(2x) 6x  y !   2 2 2 2 x 1 (x  1) (x  1)2 (II) y ! (x 2  1) ! 3 y ! x 2  y  3 ! 0   y ™ x  y ™ 2x  y  0 ! 0 (I) y ! y (x 2  1) !  y ™ 2x 3 ™ 2x  y ™ 2x (x  1)   y ! 2 (x  1) (x 2  1) 6x  6x 1 ™ 2 ! 2 y ! 2 (x  1) (x  1) (x  1)2 2 A grande vantagem da derivada implícita está no fato de que.4 ± Diferenciais Às vezes a notação dy dx para representar a derivada y de y em relação a x. s e u são funções de x. Ela dependente tanto de x como de dx .y = 1 .

dx dx Toda formula de diferenciação do tipo : d(u  v) du dv d(sen u) du !  ! cos u ™ ou dx dx dx dx dx Tem uma forma diferencial do tipo: d(u  v) ! du  dv ou d(sen u) ! cos u ™ d u 11. ás vezes escrevemos df ! f (x)dx . A diferencial dy é. L ! L(a  dx)  L(a)   f(a)  f'(a) ™ ?(a  dx)  a A f(a)   f'(a) ™ dx 1 4 4 44 2 4 4 4 4 3 { L(a + dx) L(a) f ! f(a  dx)  f(a) . 10. podemos descrever a variação de f de três maneiras: Variação absoluta Variação relativa Variação percentual REAL (f ! f (a  dx)  f ( a) (f f (a) (f v 100 f (a) ESTIMADA df ! f '(a ) ™ dx df f (a) df v 100 f (a) FÓRMULAS DAS DERIVADAS DE FUNÇÕES ELEMENTARES Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I . f e sua linearização L em a irão variar praticamente na mesma quantidade ver figura. Conforme o gráfico anterior aproximando a variação na função f pela variação na linearização de f. é correspondente em L. A diferencial dx é uma variável independente. o cálculo da variação de L nos oferece um modo prático de estimar a variação em f. possui uma interpretação geométrica o valor de df quando x=aé L . relativa e percentual: conforme nos deslocamos de a para um ponto a  dx próximo. a variação em f é.4. Na notação do gráfico.1 ± Estimando Variações com Diferenciais Suponha que saibamos o valor de uma função derivável f(x) em um ponto a e que desejamos prever a variação que esse valor soferá se formos para um ponto a  dx próximo. Como os valores de L são mais simples de calcular. A variação aproximada do valor de f quando x varia de a para a  dx é d ! (a)dx .Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. Se dx for pequeno. dy f (x)dx !   f (x) . a diferencial df ! f'(x) dx . a variação Assim. Estimativa de Variação com Diferenciais: Seja f(x) derivável quando x = a.2 ± Variações absoluta. a variação da linearização de f correspondente à variação dx .65 Seja y ! (x) uma função derivável.4.

cos x 21) f ( x) ! arc.tg x 22) f ( x) ! arc.sen x 20) f ( x) ! arc.cotg x 23) f ( x) ! arc.Universidade do Estado do Pará Propriedades Operatórias: 1) f ( x) ! u ( x)  v( x) 2) f ( x) ! u ( x)  v( x) 3) f ( x) ! u ( x) ™ v( x) 4) f ( x) ! Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág.cossec x f ' ( x) ! 0 f ' ( x) ! 1 f '( x ) ! n ™ x n 1 f '( x ) ! 1 n ™ ( x ) n 1 n f '( x) ! cos x f '( x) ! sen x f '( x ) ! sec 2 x f '( x ) ! cossec 2 x f '( x) ! tg x ™ sec x f '( x) ! cossec x ™ cotg x f '( x) ! a x ™ Ln a f '( x) ! e x f '( x ) ! f '( x ) ! 1 x ™ Ln a 1 x f '( x) ! f '( x ) !  f 1 1  x2 1 f f f 1 x2 1 '( x ) ! 1 x2 1 '( x) !  1 x2 1 '( x ) ! x ™ x2  1 1 '( x) !  x ™ x2 1 Fórmulas de Derivadas de Funções Compostas Propriedades Operatórias: Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I Sendo as funções u = u (x) e v = v(x) . k  ¡ 6) f ( x ) ! x 7) f ( x ) ! x n 8) f ( x ) ! n x 9) f ( x) ! sen x 10) f ( x) ! cos x 11) f ( x) ! tg x 12) f ( x) ! cotg x 13) f ( x) ! sec x 14) f ( x) ! cossec x 15) f ( x) ! a x 16) f ( x) ! e x 17) f ( x ) ! Log a x 18) f ( x) ! n x 19) f ( x) ! arc.66 f '( x) ! u '( x)  v '( x ) f '( x) ! u '( x)  v '( x) f '( x) ! u '( x) ™ v( x)  u( x) ™ v '( x) f '( x) ! u '( x) ™ v( x)  u ( x) ™ v '( x) [v( x)]2 u ( x) v( x) 5) f ( x) ! k .sec x 24) f ( x) ! arc.

67 3 .(x) ! u(x) ™ v(x) p '(x) ! u'(x) ™ v(x)  u(x) ™ v'(x) 4 .Universidade do Estado do Pará 1 .(x) ! u(x)  v(x) p '(x) ! u'(x)  v'(x) Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág.(x) ! u(x)  v(x) p '(x) ! u'(x)  v'(x) 2 .(x) ! u(x) u'(x) ™ v(x)  u(x) ™ v'(x) p '(x) ! v(x) [v(x)] 2 5 .(x) ! [u(x)] n p '(x) ! n ™[u(x)] n 1 ™u'(x) 6 .(x) ! n u(x) p '(x) ! u'(x) n .

cossec[u(x)] p f'(x) !  u(x) ™ [u(x)]2  1 Questões Resolvidas Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I .tg[u(x)] p '(x) ! 1  [u(x)]2 u'(x) (x) ! arc.(x) ! cos[u(x)] p '(x) ! sen[u(x)] ™u'(x) 13 .(x) ! Ln[u(x)] p '(x) ! u'(x) u(x) u'(x) u(x) ™ Ln a 10 .cotg[u(x)] p '(x) !  1  [u(x)]2 u'(x) f(x) ! arc.(x) ! tg[u(x)] p '(x) ! sec 2[u(x)] ™u'(x) 14 .(x) ! e u(x) p '(x) ! e u(x) ™ u'(x) 8 .(x) ! cotg[u(x)] p '(x) ! cossec 2[u(x)] ™u'(x) 15 .(x) ! arc.sec[u(x)] p '(x) ! u(x) ™ [u(x)] 2 1 u'(x) f(x) ! arc.(x) ! arc.cos[u(x)] p '(x) !  20 21 22 - « ­ u'(x) ¨ u'(x) ™ v(x) ¸ » ¹¼ ª u(x) º ½ 1  [u(x)] 2 u'(x) 23 - 1  [u(x)]2 u'(x) (x) ! arc.(x) ! cossec[u(x)] p '(x) ! cossec[u(x)] ™cotg[u( x)] ™ u'(x) 17 .f ( x) ! sec[u ( x )] p f '( x ) ! sec[u ( x )] ™ tg [u ( x )] ™ u '( x ) 16 .sen[u(x)] p '(x) ! 19 .(x) ! Log a [u(x)] p '(x) ! 11 . u(x) n n 1 7 .(x) ! sen[u(x)] p '(x) ! cos[u(x)] ™ u'(x) 12 .(x) ! a u(x) p '(x) ! a u(x) ™ Ln(a) ™ u'(x) 9 .(x) ! [u(x)] v(x) p '(x) ! [u(x)] [v(x)] ™ ¬Ln ? u(x) A™v'(x)  © 18 .

cos x 2    f '(x) !  2x 1  .Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág.68 01) calcular a derivada das funções inversas abaixo: 1) f (x) ! arc.

obtemos 2x 1  x4   f '(x) !  2) f (x) ! arc.x 2 2 u'(x) 1  ?u(x) A 2 .sen 4x 2   f '(x) ! 2 ™ 4x 1  . como u(x) ! x 2 .

e 2x   f '(x) ! e f '(x) ! 6) u'(x) ¨1¸ f (x) ! x ™ arc.sec e2x   u(x) ! e 2x u'(x) u(x).1. como   u(x) ! .cotg © ¹  2 1 x ª 1 x º 1  ?u(x)A u'(x) ! 1.1  1.cossec © ¹  1 x2    2 ªxº u(x).1. obtemos 8x   f '(x) ! 1  16x 4 u'(x) 1 0.e2x «e »  1 ­ ½ 2x 2   2 «e »  1 ­ ½ 2x 2   2 e 1 4x . como u(x) ! 4x 2 . (1  x ) 2 2 5) f (x) ! arc.2   2. ?u(x)A  1 2 como u(x) ! e2x .(1  x)  (1  x).1 1 ¨1¸ .x  x  1  2.4x 2 2 u'(x) 1  ?u(x)A 2 .x  x 1 2x  x  1 2x  x 2.2. ?u(x) A 1 Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I 2x 2 .1   e 2x . obtemos 4) f (x) ! arc.tg © ¹   2 2 x x x ªxº 1  ?u(x)A 1 1 1  2  2 2 1 x2 1 x f '(x) ! ! x ! 2x !  2 ™ 2 ! 2 2 1 x 1 x 1 x x 1 ¨1¸ 1 © ¹ 1 x2 2 x ªxº  u'(x) 1 x ¨ 1 x ¸ .( 1) (1  x)  (1  x) 1  x  1  x 2 ! ! ! 2 2 2 (1  x) (1  x) 2 (1  x) (1  x) 2 (1  x) 2 2 2 2 (1  x)2 2 (1  x) ! f '(x) !  ! ! 2 2 2 2 2 (1  x)  (1  x) (1  x) (1  x)  (1  x)2 «1  x » 1 1 ¬ 2 ¼ (1  x) (1  x)2 ­1  x ½ f '(x) !  2 2 2 2 1 ! ! ! ! 2 2 2 2 2 2 2 2  2x (1  x 2 )2 1  2. como u(x) ! . obtemos   u'(x) ! ! 2 3) f (x) ! arc. obtemos u'(x) ! e 2x .

cossec © ¹  x.cossec © x ¹  x.69 ¨1¸ u(x) ! x ™ arc.arc. ¬ ¼ 2 2 ªxº ª º ¬ ¨ 1 ¸ ¨ 1 ¸ 1 ¼ ¬ ¨ 1 ¸ 1 ¼ ¬©x¹ ©x¹ ¼ ¬ ©x¹ ¼ ­ ª º ½ ­ª º ª º ½ « » ¬ ¼ 1 x ¨1¸ ¨1¸ ¬1 ¼ u'(x) ! arc.cossec © ¹ ªxº « » « » ¨ ¸ ¨ 1 ¸ ¬ ¼ ¬ ©1¹ ¼  2¹ © ¬ ¼ ¨1¸ ¨1¸ ¬ ªxº ¼ ª x º u'(x) ! 1. ¬ ™ ¼ ! arc.Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág.  ¬ ¼ ! arc.cossec © ¹  x .cossec © x ¹  2 x ª º ªxº 1  x2 ¨1¸ ¬ ¼ © ¹ 1 ¼ ¬ ªxº ­ ½ 1 1 1 1  1 1 1 v(x) ! 1  x 2   .

 x 2 2   ™ .

 x 2 2 ™ 2x   ™ .

 x 2 2 ™ 2x   ™ 1 1 1 2 2 2 1 .

sen x 1 v'(x) ! 1 x2 1 3 2 f '(x) ! 3 x ™ arc.cossec © ¹  '(x) ! arc.cossec © ¹ ªxº 7) f (x) ! x arc. 3 x 2 x v(x) ! arc.sen x 3 1 u ( x) ! 3 x   x 3 1 1 1 1 2 1 1 1 1 1 u '( x ) ! ™ x 3   ™ x 3   ™ 2   ™   3 3 3 3 3 3 x2 3.1  x 1 2 2 ™ 2x   1 1 ™ ™ 2x 2 1  x2 v'(x) !  x 1  x2 '(x) ! u'(x)  v'(x) « x x x » x ¨1¸ ¨1¸  ¬   arc.cossec © ¹   2 2 ¼ 2 ªxº ªxº 1 x2 1 x 1 x ­ 1 x ½ ¨1¸ '(x) ! arc.sen x  x ™ 3 1 1 x2   3 .

1  x ™ arc.sen x  .

3 2 3 x ™ 3 x2 .

arc.sen x 2 2 3 3 x 2 ™ 1  x2 2 .

arc.sen x 2 .

(1  x 2 )3 x3   .senx  3 f '(x) ! 3 6 x 4 . 1  x ™ arc.

(1  x 2 )3 . 1  x ™ arc.sen x  3x 3 6 x 4 .

arc.senx 2 2 .

arc.sen x 2 .

senx  3x ™   2 1 3 x . 1  x ™ arc.(1  x ) 6 4 2 3 .

sen x 2 .arc.

1  x ™ arc.sen 2 x Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I .sen x  3x f '(x) ! 3 6 x 4 .(1  x 2 )3 ™ arc.

y ' 5.(x  2) ! (y  1) y' ! (y  1) dy (y  1)   ! (x  2) dx (x  2) 0 3) 2y  sen y ! x 0.y ' ! 1 2y ' cosy.y ' 1  ( 0.y'  4.y' ! 0 2 sen y 4x sen y  cos y.é uma função derivável.y ' 1  2y ' ! 0   x.70 02) Expresse dy em termos de x e y.y  2.y  x.(5  sen y  x) ! y y' ! y 5  sen y  x dy y ! dx 5  sen y  x 5) x 2  sen y  y 2 ! 1 cos y.y.Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág.y ' ! 1.y.y ') ! 0   y  x.y' 2x   2.y  x.y'  sen y.y.y ' x.(2  cosy) ! 1 y' ! 1 (2  cos y) dy 1 ! dx (2  cos y) 4) 5y  cos y ! x ™ y 0. dada implicitamente dx pela equação dada: 1) e y  l n y ! x e y ™ y ' ¨ y' 1¸ 1 dy 1 ! x   y' ™ © e y  ¹ ! 1   y ' !   ! 1 y yº dx e y  1 ª ey  y y 2) x ™ y  x  2y ! 1 1.y ' 5.y ' ( sen y).y ' ! y y'. onde y = y(x).y ' sen y.y' sen y ! 4x sen y y'(cos y  4y sen y ) ! 4x sen y 4x sen y dy ! dx cos y  4y sen y Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I .y  5.y ' ! y  x.y '  2y ' ! y 1 y '.y' ™ sen y ! 0 cos y.y ' ! 1 y '.y  2.y'  4.y ' cosy.

temos: q ! 0. a variação correspondente do custo. estime a variação do custo total se 40. Use a expressão da variação percentual de Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I . a fábrica utiliza 1.5 . a produção atual é q = 40 e a variação é aproximação por incrementos. De acordo com a C .5 unidades forem produzidas.02(12) = 0. Use os 06) O PIB de um certo país foi métodos do cálculo para estimar a variação percentual do PIB durante o primeiro trime stre de 2002. Solução: Calcule o valor de ( Q L. 68 ( ) 900 13 05) A produção diária de uma certa fábrica é unidades. 25 e '(t) ! 2t  5 . onde é a mão-de-obra utilizada.71 03) O custo total em reais para fabricar q unidades de um certo produto é (q) ! 3q 2  5q  10 . . Assim. Q'( ) L com: 15 L 15 (1.Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. Se o nível atual de produção é 40 unidades. Use os métodos do cálculo para estimar o número de homens-horas adicionais necessários para aumentar de 15 unidades a produção diária. A diferença entre o comprimento real da aresta e o comprimento medido é no máximo de 2%. onde x é a aresta do cubo. 0.000) 2 3 L ou 15 ! (10)2 ! 5 homens-horas . Solução: Nesse problema. (t) t ! 0.000 e Q'(L) 300L-2 3 . 432(s 0. 24) ! s 103. ( ! (12  (x)  (12) $ '(12) (x . '(x) '(12)(s 0. ou seja. com t ! 8 . C'(40) q ! C'(40)(0.000 homens-horas. '(q) ! 6q  5 e '(40) ! 6(40)  5 ! 245 .50 04) Um estudante mede a aresta de um cubo. Se a precisão da medida foi de 2%.5) ! $ 122. com que precisão foi calculado o volume? Solução: O volume do cubo é (x) ! x 3 .5) ! 245(0. 100 '(t) t . Q . C'(40)(0. 24) 3x 2 e '(12) 3(12) 2 ! 432 o erro máximo do volume .728 cm3.24 cm para mais ou para menos. 24 e o erro máximo correspondente no cálculo do volume é o erro máximo do volume ( . para obter 15 . medida em homens-horas. usando a aproximação por incrementos. No momento. 300 (t) ! t 2  5t  200 bilhões de dólares t anos após 1994. 300(1. encontra o valor de 12 cm e conclui que o volume do cubo é de 123 = 1.5)  C(40) . C ! C(40. o erro máximo na medição da aresta é (x ! s 0. O erro cometido no cálculo do volume ao supor que a aresta do cubo é 12 quando na realidade é 12  x é dado por. como.5) .000)2 3 300 1.

Solução: Dado que dV dt ! 2 m 3 /min . 100 ™ Q'(k) k Q(k) k ! 0.000K 1 2 unidades. Em ordem. 4.000 Q. dt (3) 2 dt 9 estão relacionada pela equação do volume do cone V ! 09) Um balão esférico está se expandindo.000k 4.000k 1 2   .000 k1 2 08) Um tangue de água tem a forma de um cone circular invertido com base de raio de 2 m e altura igual a 4 m. Se a água está sendo bombeada dentro do tangue a uma taxa de 2 m3/min. Solução: Dado o volume da esfera que dr dt ! 5 . para eliminar r.Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. O fato de que K aumenta 1% significa que Solução: Variação percentual Q . Se o raio está aumentando a uma taxa de 5 centimetros por minuto. ! ™ h2 ™ p ! 2™ .25   100 2 (8) (8)  5(8)  200 . precisamos achar dh/dt. obtemos: dt 4 dt dt h dt dh 4 dh 8 ! ™2 p ! ou } 0. dado 3 . então devemos encontrar dV dt . 25 . substituindo h = 3m e dV dt ! 2 m 3 /min .000k 2.25 logo: '(8)0. A derivada da função de produção é Q'(k) = 2. quando o r = 12 cm. 1. 01k . em que taxa o volume estará aumentando quando o raio for de 12 cen timetros. encontre a taxa na qual o nível estará elevado quando estiver a 3 m de profundidade.28 m/min . á que k -1 2 ™ k 12 12 4. Agora podemos diferenciar o volume em relação em 3 ª2º 12 dV dh dh 4 dV relação a t. mais é muito proveitoso expressar V 3 r 2 h como uma função de h.72 Solução: Para obter a variação percentual . quando h = 3m. onde k é o capital disponibilizado da firma. ! 0.000K-1 2 . 100 ™ Q .000k -1 2 ™ (0. dV dV dV ¨ dr ¸ ! 4 r2 ™© ¹ p ! 4 (12) 2 (5) p ! 2880 cm 3 /min dt dt º dt dt ª Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I ! 4 r3 . Assim. 01k) 2. a produção diária é Q(k) = 4. 07) Em certa fábrica. usamos a relação ! p r ! a expressão do h 4 2 2 1 ¨h¸ volume torna-se V ! ™ © ¹ h p V ! ™ h 3 . Use os métodos do cálculo para estimar o aumento percentual da produção em conseqüência de um aumento de 1% no capital disponibilizado. 2. 100 ?2(8) 5 A0. 73 . A grandeza V e h r 2h .

cos x e x 2) f ( x ) ! arc.cos x º 3 2 xe 2x  x 2 1 1 R: f '(x) !   2 2 x 1 x 3 2x 2 R: f '(x) ! arc.sen x ¸ 4) f ( x ) ! ln © ¹ ª arc.73 Questões Propostas 01) calcular a derivada das funções inversas abaixo: 1) f ( x ) ! arc. cos x  x 3) f ( x ) ! x ™ arc.Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág.sen x 2  e x ¨ arc.sen x 2   3x 2e x 1  x4 R: f '(x) !  1  2x R: f '(x) ! .

cos sec (x 2  1) 12) f ( x ) ! arc.tg y 3) sen(x 2 ™ y 2 ) ! x 4) tg 3 (x ™ y 2  y) ! x 5) ¨ y¸ x 2  y 2 ! c ™ arc.tg x 2 ) 3 R: f '(x) ! 3 ™ (1  x 4 ) sen R: f '(x) ! 1  2x ™ cos  x 2 7) f ( x) ! x ™ arc.tg x 2 ¨ x ™ sen ¸ 6) f ( x ) ! arc.é uma função derivável.cos sec ( sec ) 0 02) Expresse R: f '(x) ! arc cotg x ¨ 2 ¸ R: f '(t ) ! 2t ™ arc.sen x ™ arc. cotg (2t)  (1  t 2 ) © 2 ¹ ª 1  4t º 1 ¨ 1 ¸ ™©  arc sec x ¹ R: f '(x) ! 2 x ª x 1 º R: f '( x) ! 0 R: f '(x) ! 2x (x  1) ™ x 4  2x 2 2 2 R: f '( x) ! 1 dy em termos de x e y.cos x 5) f ( x) ! 3 arc. onde y = y(x).cotg 2t 9) f ( x ) ! x ™ arc.sen x  arc.cos x 2  2 arc.tg x 2  1  arc.cos sec x 11) f ( x ) ! arc.sec x 10) f ( x) ! arc.tg © ¹ ª xº R: y ' ! R: y ' ! R: y ' ! sen y  3x 2 (1  y2 ) (1  y 2 )x ™ cosy  1 1  2xy 2 ™ cos(x 2 ™ y 2 ) 2x 2 y ™ cos(x 2 ™ y 2 ) 1  3y2 ™ tg 2 (x ™ y 2  y) ™ sec2 (x ™ y 2  y) 3(2xy  1) ™ tg 2 (x ™ y 2  y) ™ sec2 (x ™ y 2  y) cy  x x 2  y 2 cx  y x 2  y 2 R: y ' ! R: y ' ! 6) y x  x y ! 16 Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I 2y x  y y 2x y  x x . dada implicitamente dx pela equação dada: cos(x  2y)  y 2 1) x ™ y 2 ! sen(x  2y) R: y ' ! 2xy  2cos(x  2y) 2) x ™ sen y  x 3 ! arc.tg © ¹ 1  x ™ cos º ª 2x ™ (arc. 1  x ™ arc.cotg x + ln 1 + x2 8) f (t ) ! (1  t 2 ) ™ arc.

05) Suponha que o sol nascente passa diretamente sobre um prédio e tem uma altura de 30 m e seja o ãngulo de elevação.tg x ! 2 R: y ' !  R: y ' !  2x x  y 2  2y 2 2e  arc. a pressão e o volume V do gás satisfazem à equação PV = C.106 m minuto . 07) Os registros mostram que x anos após 1997. qual é a velocidade do avião. Encontre a taxa de v da altura da pilha quando é 3m (Suponha que o tamanho do cascalho é tal que o raio da base do cone é igual a sua altura). 04) O cascalho esta sendo empilhado em uma pilha cônica a uma taxa de 3m3 minuto .tg x 1 x2 03) Um avião esta viajando a uma altitude de 10 km em uma trajetória que levará a passar diretamente acima de uma estação de radar seja s a distância (em quilômetros) entre a estação de radar e o avião. quando s é de 16 km. onde K é o capital imobilizado e L a mão-de-obra.5 unidades a produção diária. quando = 450. R: 832 km/h. 06) A produção diária de certa fábrica é Q(L) = 300 L3 unidades. 67% . a pressão seja 10 atmosferas e o volume esteja aumentando à Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I .74 7) y  Ln(x 2  y 2 ) ! 4 8) y ™ earc. 1 1 08) A produção de certa fábrica é Q = 600 K 2 ™ L3 unidades. 0. onde C é uma constante. Expressar do respeito em m grau . 05 m grau .Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. R: 100 Q Q . Suponha que em certo instante o volume seja 0. o imposto predial para um apartamento de três 3 quartos em certa cidade era T(x) = 60 x 2 + 40x + 1200 reais.1m3. Estime o número de homens-horas adicionais que seriam necessários para aumentar de 12. R: 0. 0. a fábrica utiliza 512 homens-horas. quando um gás é comprimido a uma temperatura constante. medida em homens-horas. R: 6%. Ache a taxa segundo o qual o comprimento da sombra do prédio que está variando em relação ao ângulo R:  1. No momento. R . 09) De acordo com a lei de Boyle. Se s está decrescendo a uma taxa de 650 km/h. onde L é a mão-de-obra utilizada.5. Estime o aumento percentual de produção resultante de um aumento de 2% na mãode-obra se o capital imobilizado permanecer constante. Estime o aumento percentual do imposto predial durante o primeiro semestre de 2001. 2 .

4m acima da água.005 mm? R: dr ! 20mm / min . Qual é a taxa de variação da pressão nesse instante? A pressão está aumentando ou diminuindo? R: -0. onde R é o raio da artéria. Estime a diferença entre o valor calculado da velocidade do sangue e o valor real. 10) Para estimar a quantidade de madeira que existe no tronco de uma árvore. com que velocidade a bóia está se movendo quando se encontra a 3 m do cais? R: -1 m/mim. Qual é a taxa de aumento de em que r R: 60 cm. cometendo um erro de 5 x 10-4 cm.6m/min.75 razão de 0.8 x 10 5 R² cm/s. o volume de madeira é dado por 3 H(R² rR r²) . As taxas de aumento de r.2 x 10-2 cm.002 mm /min. 12.5 m? d ! 2.5cm/ano e 22.806. 12) A velocidade do sangue no eixo central de uma certa artéria é S(R) = 1. R e H são no instante respectivamente 10cm/ano.5cm/ano.5 atm/s. é razoável supor que a árvore é um cone truncado. R: s 2. Um estudante de medicina mede o raio da artéria e obtém o valor de 1. 13) Um pequeno balão esférico é introduzido em uma artéria obstruída e inflado à razão de 0.16 cm/s . R 90 cm e H 4. Se o raio superior do tronco é r.005m /s. 638 cm3 / ano dt 11) Uma pessoa está de pé à beira de um cais. o raio inferior é R e a altura é H.227. e puxa uma corda presa a uma bóia. dt Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I . Qual é a taxa aumento do raio do balão quando o raio é R = 0. Se a corda é puxada à razão de 0.Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág.

007 mm (isto é.0035 mm)?  R: dv K ! ™ 1. Qual é a aceleração do sangue a meio caminho entre o eixo central e a parede interna da artéria no momento em que R = 0. dt L . qual é o valor de dv/dt no momento em que r = 0. a velocidade do sangue a r centímetros do eixo central de uma artéria é dada por v = K ™ (R 2  r 2 ) .Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. 68 105 mm / min .76 14) De acordo com uma das leis de Poiseuille. R é o raio da L artéria e L é o comprimento da artéria. onde k onde K é uma constante positiva. Suponha que L se mantenha constante e R esteja diminuindo à razão de 0.0012 mm/min.

100 cm2? R: 1. O tangue tem 6 m de altura. A que taxa está crescendo a distância entre os carros duas horas depois? R: 65 mi/h 19) A altura de um triângulo cresce a uma taxa de 1 cm/min.89 x 10 5 cm3/min. Se o comprimento L do retãngulo está aumentando à razão de 1 centimetros por segundo. 17) Um homem anda ao longo de um caminho reto a uma velocidade de 4 pés/s. Ao mesmo tempo está sendo bombeada a água para dentro do tangue a uma taxa constante.128 rad/s. encontre a taxa segundo a qual a água está sendo bombeada dentro do tangue.000 cm3/min. Qual a taxa de variação da área superficial do cubo neste instante? R:  2 8 m/min. 6 cm/min . Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I . 15) Uma pilha de lixo no formato de um cubo está sendo compactada na forma de um cubo menor. 20) Está vazando água de um tangue cônico invertido a uma taxa de 10. Um holofote localizado no chão a 20 pés do caminho focaliza o homem. para que valor de L a àrea do retãngulo começa diminuir? R: 6 cm.  m 2 /min 27 3 16) O perimetro de um retãngulo é fixado em 24 centimetros. e o diâmetro no topo é de 4 m. A que taxa o holofote está girando quando o homem está a 15 pés do ponto do caminho mais próximo da luz? R: 0. R: 2. enguanto a área do triângulo crece a uma taxa de 2 cm2/min. Um viaja para o sul a 60 mi/h. Dado que o volume diminui à razão de 2 metros cúbicos por minuto. 18) Dois carros iniciam o movimento de um mesmo ponto. A que taxa está variando a base do triângulo quando a altura é 10 cm e a área. Se o nivel da água estiver subindo a uma taxa de 20cm/min quando a altura da água for 2 m. e o outro para o leste a 25 mi/h. encontre a taxa de variação em um lado do cubo quando o volume é de 27 metros cúbicos.

11.2 . 1) y 2) y Máx 3) y Máx f(b) f(a)=f(b) Máx = Min f(a) f(b) Min f(a) [ Min ] a b x [ ] [ ] a b x a b x 11. Se xo  (a.77 AULA 11 Nesta aula vamos usar as derivadas primeira e segunda para analisar as propriedades geométricas de uma função e traçar um gráfico que reflita suas características principais.1.Teorema de Weiertrass: Seja f (x) é uma função contínua num intervalo fechado.1 . então existe um ponto de máximo e mínimo relativo. discutiremos os métodos usados para determinar os máximos e mínimos das funções os problemas de otimização em todas as esferas da atividade humana e por ultimo ultilizaremos a regra de L¶ Hospital para calcular limites.Teorema de Fermat: Seja f (x) uma função contínua num intervalo fechado [a.1.Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág.b) é abscissa de um ponto de máximo ou mínimo.b] e derivável em (a.Estudo da variação das funções 1ª Parte Teoremas 11.1 . então f '( x0 ) ! 0 . b) p Máximo Relativo f ' ( xo ) ! lim x p xo f ( x )  f ( xo ) x  xo f ( x)  f ( x o ) e 0  x  ( a . Em seguida. b ) p f ( x ) e f ( xo ) [ | | | a x xo x ] b x i) x ® xo p¯ x °  xo 0 f ( x )  f ( xo ) e0 x  xo x p xo ii) x ® " xo p¯ x °  xo " 0 f ( x )  f ( xo ) u0 x  xo xp xo lim f ( x )  f ( xo ) e0 x  xo f ' ( xo ) e 0 lim f ( x )  f ( xo ) u0 x  xo f ' ( xo ) u 0 Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I . Demonstração: 1) y Máx xo  (a.b).

a reta tangente ao gráfico de f (x) é paralela aos eixos do x.1.Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág.Interpretação Geométrica do teorema de Fermat: O teorema de Fermat garante que num extremo local interior de uma função derivável f (x). tal que f '( x0 ) ! 0 .1. pelo teorema da conservaçã o do sinal para limites 11. 1) 2) f(xo)é o máximo local interior f(xo )é o mínimo local interior 11.2. b) p f ( x) u f ( xo ) | [ | | a x xo x ] b x i) p ¯ x ® xo x °  xo 0 ii)p ¯ x ® " xo x °  xo " 0 f ( x )  f ( xo ) e0 x  xo x p xo f ( x )  f ( xo ) u0 x  xo xp xo lim f ( x )  f ( xo ) e0 x  xo f ' ( xo ) e 0 lim f ( x )  f ( xo ) u0 x  xo f ' ( xo ) u 0 f ' ( xo ) ! 0. b) p f ' ( xo ) ! lim xp xo Min inimo Relativo f ( x)  f ( xo ) x  xo f ( x)  f ( x o ) u 0 x  (a .b). 1) y f(a)= f(b) 2) y 3) y f(x o) f(a)= f(b) f(x o) f(a)= f(b) a b x a b a b x Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I . e derivável em (a.78 f ' ( xo ) ! 0. então existe pelo menos um ponto x o  (a. se f (a) = f (b). pelo teorema da conservação do sinal para limites 2) y xo  (a.3 .b].Teorema de Rolle: Se f (x) è uma função contínua em [a.b).1 .

assim.b) a tangente ao gráfico de f (x) é paralela ao eixo do x. então xo é abscissa de um ponto de máximo pelo T. 11.79 x Demonstração: (I) (II) Se (x) ! k. x  (a. b). f (x) " f (x o ). pelo teorema de Fermat f '(x o ) ! 0 .1 . se a x x o ou x o x b . afirma que se uma função é derivável em (a. logo o ponto mínimo.Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. contínua em [a.k  ¡ . 1) 2) 3) .b). então em qualquer ponto de (a. x { x o .1.3.b). temos que f '(x) ! 0 .Interpretação geométrica do Teorema de Rolle: O teorema de Rolle.b] e assume valores iguais nos extremos do intervalo. Tem-se que f (x) f (x o ). (III) Temos que x  (a. Fermat f '(xo) ! 0 .

x o .Teorema do Valor Médio ou Teorema de Lagrange Se a função f (x) é contínua em [a. f (x o ) é ponto de 11.b).( x  a ) ba .( x  xo ) m! f (b )  f (a ) ba a xo b x (x Demonstração: A equação da reta que passa pelos pontos (a.b] e derivável em (a. y t s f '(x o ) ! f (b)  f (a) ba t//s//r (y (y f (b )  f ( a ) ! ba (x ( y  y o ) ! f ' ( xo ).1. f(a)) e (b. f(b)) é:( y  yo ) ! m.b) existe pelo menos um xo  (a.4 .( x  xo ) Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I ( y  f (a )) ! f (b )  f ( a ) . tal que.

V. tal que a reta tangente ao gráfico de f (x) no ponto P (x o. f (xo)) é paralela a reta determinada pelos pontos A (a. o teorema de Rolle: existe x o  (a. g (a) ! g (b) ! 0 Sendo assim. f (b)).b] e derivável em (a. ba Neste caso 2º Caso: f ( a ) { f (b) . ba (II) (III) g(x) é derivável em (a. Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I .(x  a) . ba Nos extremos do intervalo [a. é válido para g(x).(x  a) . tal que ba f (b)  f (a) f '(x o ) ! 0 ! . b]. por terem coeficientes angulares iguais. ou ainda f '(x o ) ! ba ba 11. se f(x) é função contínua em [a. f (a)) e B (b.Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. b) . ba g(x) é constante em [a. b) e sua derivada é g '(x) ! f '(x)  f (b)  f (a) .Interpretação geométrica do Teorema de Lagrange ou T. então existe um ponto xo  (a.1 . tal que g '(x o ) ! 0 .M Segundo o Teorema de Lagrange.b). b) .1. Consideremos a função g (x) ! f (x)  f (a)  (I) f (b)  f (a) . b] por ser a diferença entre f (x)  f (a) e que são contínuas [a. b]. temos: f (b)  f (a) g (a) ! f (a)  f (a)  ™ (a  a) ! 0 ba f (b)  f (a) g (b) ! f (b)  f (b)  ™ (b  a) ! 0 ba Portanto.4. f (b)  f (a) . f (b)  f (a) ! 0 e pelo teorema de Rolle. f (b)  f (a) f (b)  f (a) isto é: g '(x o ) ! f '(x o )  ! 0. existe x o  (a.80 1º Caso: f (a) ! f (b) .b).

b].Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. (a) Se f '( x ) 0 para todo valor de x em (a. 11.2.1 .b).Crescimento ou decrescimento: O termos crescente. então f tem a concavidade para baixo em I.b).b].81 2ª Parte Análise de funções: 11. a) Crescente f(x2) f(x1 ) x1 x2 b) Decrescente f(x1) f(x2) c) Constante f(x1) f(x2) x2 x x x1 x2 x x1 f ( x1 ) f ( x2 ) se x1 x2 f ( x1 ) " f ( x2 ) se x1 " x2 f ( x1 ) ! f ( x2 ) Teorema (1) p Seja f uma função contínua em um intervalo fechado [a. então f é decrescente em [a. (b) Se f " (x) < 0 em I.Concavidade: Definição p Se f for diferenciável em um intervalo aberto I. então f é constante em [a. (a) Se f " (x) 0 em I .2 . (c) f é constante no intervalo se f ( x1 ) = f ( x 2 ) para todos os pontos x1 e x 2 .b). então f é classificada como sendo côncava para cima se f for crescente em I e côncava para baixo se f for decrescente em I. (b) f é decrescente no intervalo se f ( x1 ) f ( x 2 ) para x1 < x 2 .b] e diferenciável no intervalo aberto (a.b]. Teorema (2) p Seja f duas vezes diferenciável em um intervalo aberto I. (a) f é crescente no intervalo se f ( x1 ) < f ( x 2 ) para x1 < x 2 .2. (c) Se f '( x) = 0 para todo valor de x em (a. então f tem concavidade para cima em I. então f é crescente em [a. a) y Concavidade para cima Concavidade para baixo b) y Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I . (b) Se f '( x) < 0 para todo valor de x em (a.b). decrescente e constante são usados para descrever o comportamento de uma função em um intervalo. Definição p Seja f definida em um intervalo e sejam x1 e x 2 pontos do intervalo.

82 x x Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I .Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág.

se diz que f tem um número relativo em xo. nos quais a taxa de variação de y em relação a x. Analogamente. eles são lugares onde y cresce ou decresce mais rapidamente e sua vizinhança máxima.Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. f (xo)) do gráfico de f um ponto de inflexão de f.2. ou f " não está definida em x = xo. 11. na qual f (xo) é o maior valor. Definição p Uma função f se diz ter um máximo relativo em xo. f(xo) u f(x) para todo x no intervalo.3 .4 . isto é. Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I . Teorema (3) p Seja (xo. Quando f tiver um máximo ou um mínimo relativo em x o. se houver um intervalo aberto contendo xo. Teorema (4) p Se uma função f tiver extremos relativos então eles ocorrem ou em pontos onde f ' (x) = 0 ou em pontos de não-diferenciabilidade.Pontos de inflexão: Definição p Se f for contínua em um intervalo aberto contendo o ponto x o e se f muda a direção da concavidade naquele ponto dizemos. Teorema (5) p (Teste da 1ª Derivada).83 11. no qual f (x o) é o menor valor. então que f tem um ponto de inflexão em xo e chamamos o ponto de inflexão em xo e chamamos o ponto (xo. isto é. f (xo)) um ponto de inflexão. f(x0) e f(x). também chamamos pontos críticos ou pontos de não-diferenciabilidade. isto é. Tem um máximo ou mínimo relativo. se diz que f tem um extremo relativo em xo. para todo x no intervalo. Então f " (xo) = 0. Os pontos de inflexão marcam os lugares sobre a outra y = f (x).Extremos relativos: Máximos e mínimos. Suponha f contínua em um ponto crítico x o.2.

passando de positivo a negativo. 2) Se f '(xo) = 0 e f ''(xo) < 0. muda no ponto x.Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. então f não é máximo e nem mínimo relativo em xo.84 1) Se o sinal de f ' (x) muda no ponto x. 2) Se o sinal de f ' (x). então f. com derivadas f ' e f '' também contínuas em I. tal que nestas condições. tem um máximo relativo em xo. então f tem xo um máximo relativo. 3) Se f '(xo) = 0 e f ''(xo) = 0. então f. então o teste é inconclusivo. f pode ter um máximo ou mínimo relativo ou nenhum dos dois em xo. Seja xo  I. temos: 1) Se f '(xo) = 0 e f ''(xo) 0. tem o mínimo relativo em xo. Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I . passando de negativo a positivo.b[. 1) 2) + - - - - f¶(x)<0 f¶(x)>0 + f¶(x)<0 f¶(x)>0 a b a b Maximo relativo 4) 3) Mínimo relativo + + - - f¶(x)<0 f¶(x)>0 - - f¶(x)<0 f¶(x)>0 a b a b Não é máximo nem mínimo relativo Teorema (6) p (Teste da 2ª Derivada) Suponha que f é uma função contínua e derivável até a segunda ordem no intervalo I = ]a. então f tem xo um mínimo relativo. isto é. 3) Se f ' (x) não muda de sinal no ponto x.

Nestas condições temos: 1) Se n é par e f n (xo) < 0. então xo não é ponto de máximo e nem de mínimo local de f. então ele precisa ocorrer em um ponto crítico de f. 1) 2) 3) Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I . nada pode ser concluído sobre xo. então xo é ponto de mínimo local de f..Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. for o maior valor de f em I. nas condições do último teorema que se f '(xo) = 0 e f ''(xo) = 0. 2) Se n é par e f n (xo) 0.5 . isto é. tal que : f ' (xo) = f '' (xo) = . b). 11.2.. 3) Se n é ímpar. Seja xo  I. Se uma função f for contínua num intervalo fechado finito [a. b[. Teorema (7) Seja f uma função derivável com derivadas sucessivas também deriváveis em I = ]a.b]. então xo é ponto de máximo local de f. Analogamente. Teorema (9): Se f tiver um extremo absoluto em um intervalo aberto (a.. = f n 1 (xo) = 0 e f n { 0. Definição p Dizemos que uma função f tem um máximo absoluto em um intervalo I num ponto xo se f(xo). f (x o) u f (x) para todo x em I.85 Obs: Devemos observar.Extremos absolutos: Máximos e mínimos. dizemos que f tem um mínimo absoluto em um intervalo I num ponto x o se f (xo). f (x o) e f (x) para todo x em I. Se f tiver em xo qualquer um dos dois máximos ou mínimos absolutos em I. b]. dizemos que f tem em xo um extremo absoluto em I. então tem ambos um máximo e um mínimo absolutos em [a.. isto é.. Teorema (8) p (Teorema do Valor Extremo). for o menor valor de f em I. Neste sentido mostramos no teorema abaixo um critério geral para pesquisar extremantes.

b] e derivável em (a.3 . Digamos em xo. Teorema (10): Suponha que f é contínua e tem exatamente um extremo relativo em um intervalo I. 2) Ache o valor de f em todos pontos críticos e nos extremos (a. 1) Ache os pontos críticos de f em (a. b). Se g µ (x) for diferente de zero. b] enquanto que o menor valor é o mínimo absoluto. 3) O maior entre os valores do item 2) é o valor máximo absoluto de f em [a. 1) Se f tiver um mínimo relativo em xo. então f (xo) é o máximo absoluto de f em I.g(x) ª g(b)  g(a) º Então: ¨ (b)  (a) ¸ (a) ™ (b)  (b) ™g(a) h(a) ! (a)  © ¹ ™ g(a) ! g(b)  g(a) ª g(b)  g(a) º ¨ (b)  (a) ¸ (a) ™ (b)  (b) ™g(a) h(b) (b)  © ¹ ™ g(b) ! g(b)  g(a) ª g(b)  g(a) º Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I .Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. então f (xo) é o mínimo absoluto de f em I. 11. xo  (a. Vamos definir h(x) por: ¨ f(b)  f(a) ¸ h(x) ! f(x)  © ¹ . caso contrário. f '(x o ) f(b)  f(a) ! g '(x o ) g(b)  g(a) Demonstração: Podemos supor que g(x) { g(b) já que.b).86 Procedimentos para encontrar os extremos absolutos. de uma função contínua f em um intervalo finito fechado [a. para todo x  (a. 2) Se f tiver um máximo relativo em xo. b]. b) então existe pelo menos um número real.Teorema de Cauchy (11) p Sejam f (x) e g(x) definidas em um intervalo fechado [a. b). b) pelo teorema de Rolle. teríamos g'(x) ! 0 para algum x em (a.b).

existe um ponto xo em (a.87 e pelo Teorema de Rolle. O método quase não  precisa de mudanças para aplicar-se x p x0 e a combinação desses dois casos estabelece o resultado.1 . b) tal que: h'(x) ! '(x o )  (b)  (a) ™ g'(x o ) ! 0 g(b)  g(a) (b)  (a) '(x o ) ! g'(x o ) ™ g(b)  g(a) '(x o ) (b)  (a) ! c. Procedimentos para usar a regra de L¶ hôspital: f ( x) é uma foram indeterminada. Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I .3. ! g ' (c) g(x) g '(x o ) g(b)  g(a) Con orme x tende a x0 c tende a x0 porque está entre x e x0 . x x0 . com a possível f(x) 0 exceção de xo. 2) Diferencie separadamente f e g. quando x tende para a xo produz uma forma indeterminada ou g(x) 0 g . Conseqüentemente. O caso no qual x tende a x0 pela esquerda é provado com aplicação do teorema do valor Médio de Cauchy ao intervalo ?x. Mas f ( x0 ) ! g ( x0 ) ! 0 . Se o limite . e se não for.Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. b). e podemos aplicar o Teorema do Valor Médio de Cauchy ao intervalo fechado de x0 a x Esse ponto produz um número c entre x0 e x tal que: ' (c) (x) f '(x o ) f(b)  f(a) ! . x p x0 lim f ( x) f '( x ) f '( x ) ! lim ! lim . então . g ( x) cp x0 g '( x ) xp x0 g '( x ) que estabelece a Regra de L ' hôspital para o caso onde x tende a x0 pela direita. Então g '( x ) { 0 .d g '(x o ) g(b)  g(a) 11. x0 A. então: g f ( x) f ' ( x) lim ! lim com g '( x ) { 0 . x p xo g ( x ) x p xo g ' ( x ) Demonstração:  Primeiramente estabelecemos a equação anterior para o caso x p x0 . Suponha que x esteja à direita de x0 . então a regra de L¶ 1) Verifique que o lim g ( x) hôspital não pode ser usada.q. contendo xo.Teorema ou Regra de L¶ Hôspital (12): Sejam f e g funções diferenciáveis em um intervalo aberto (a.

{m. (m. A intersecção do gráfico de uma função f com uma assíntota vertical r é sempre o conjunto vazio. e por isso mostraremos um teorema para facilitar esse estudo. nos afastamos indefinidamente da origem do sistema.Reta assíntotas de um gráfico y2 y1 y f(x) x1 r x Intuitivamente uma reta r é assíntota do gráfico de uma função f se. as distâncias entre os pontos do gráfico e a reta r tendem a zero.Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. se existirem.88 3) Ache lim f ' ( x) f ( x) . portanto. de equação x = a é assíntota do gráfico de uma função y = f (x) se.q} Ž „ . Teorema: Se a reta r de equação g(x) = m ™ x + q. então: f(x) lim ! m e lim [f(x)  mx] ! q (I) x pg x x pg Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I  x pa . e somente se: x p g lim [f (x) ± g (x)] = 0 ou lim [f(x) ± g (x)] = 0 x p g Determinação de assíntotas não-verticais: As assíntotas verticais do gráfico de uma função f. g ' ( x) g ( x) y y 11.g . são fáceis de determinar.4 . de equação g(x) = mx + q. Se este limite for finito + g ou . Definição (1) p A reta vertical r. então é igual a lim .q} Ž ¡ . e somente se: xpa lim f ( x ) ! g lim f ( x ) ! g ou ou xpa lim f ( x ) ! g lim f ( x ) ! g xpa xpa Definição (2) p A reta não-vertical r. em que a ‘ D (f) e um dos limites lim f(x) ou lim f(x) é igual a x pa g ou  g . mais do que uma imagem e. ao percorrermos esse gráfico. é assíntota do gráfico de uma função y = f(x) se. f não seria função como mostra a figura acima. é assíntota do gráfico de uma função f (x). pois suas equações são do tipo x = a. As assíntotas não-verticais não são tão simples. Caso contrário teríamos para algum x do domínio de f.

O principio de Fermat na óptica estabelece que a luz segue o caminho que leva o menor tempo. O máximo absoluto de uma função dentro de um intervalo é o maior valor da função nesse intervalo e o mínimo absoluto é o menor valor da função nesse intervalo. o teorema (8). Quanto aos problemas do primeiro tipo. os quais iremos considerar nesta seção.Problemas de Otimização: (Máximos e Mínimos). As empresas querem maximizar o lucro. o maior desafio está freguentemente em converter o problema em um problema de otimização matemática. incidem nas seguintes categorias: 1 . temos: x pg x pg x q» (x) « (x)  m  ¼ ! 0   lim lim ¬ ! m Conhecendo o valor de m. A otimização tem como objetivo encontrar o mínimo absoluto e o máximo absoluto de uma função dentro de um certo intervalo de interesse. podemos escrever: lim [ (x)  mx  q] ! 0 . A natureza também favorece processos que otimizam o tempo e a energia. os investidores querem maximar os dividendos e minimizar os riscos e os viajantes querem minimizar o tempo gasto para ir de um lugar a outro. estabelecendo a função que deve ser maximizada ou minimizada. com _m.Universidade do Estado do Pará x pg Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. Como lim x ! g . 2 . x pg x pg x pg 11. Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I . logo teremos: lim [f(x)  g(x)] ! 0 ou lim [f(x)  g(x)] ! 0 x pg x pg  Ocorre lim [ (x)  g(x)] ! 0 . Os problemas aplicados de otimização. pois m e q são constantes. Na solução desses problemas práticos. em um intervalo infinito.5 . garante que o problema tem solução e sabemos que esta solução pode ser obtida examinando os valores da função nos pontos críticos e nos extremos do intervalo. ou ainda x pg x pg ® « (x) q »¾ lim ¯ x ™ ¬  m  ¼ ¿ ! 0 . qaŽ R . Todo mundo quer obter o máximo com o mínimo de esforço. A otimização é uma consideração importante em todas as esferas da atividade humana. em um intervalo finito fechado. obtemos q do seguinte modo x pg x pg x x½ ­ x lim [ (x)  mx  q] ! 0   lim [ (x)  mx] ! q .Problemas que se reduzem a maximizar ou a minimizar uma função contínua.89 lim (x) ! m e lim [ (x)  mx] ! q (II) x pg x Demonstração:  A reta r é assíntota do gráfico de f . mas não fechado.Problemas que se reduzem a maximizar ou a minimizar uma função contínua. concluímos que x pg x ½À ° ­ x q» « (x) m ¼ ! 0. lim x pg ¬ x x½ ­ q  Observando os limites lim m ! m e lim ! 0 .

Deseja-se que a área da superfície do sólido formado seja 5T . O que é desconhecido? O que e dado? O que é pedido? 2) Desenvolva um Modelo Matemático para o problema: Desenhe figuras e identifique as partes que são importantes para o problema. Identifique as informações necessárias para resolvê-lo. Use a primeira e a segunda derivada para identificar e classificar pontos críticos (onde f ' ! 0 ou não existe). A Solução: A T ! A L  AC  2 4 r2 5 ! 2 rh  r 2  2 2 2 5 ! 2™ r ™ h  r  2™ r 5 ! 2 ™ r ™ h  3™ r2 5  3 ™ r2 ! 2 ™ r ™ h h!   T Apostila deCCálculo Diferencial e Integral I 2 !  5  3r 2 2r ™r2 T 4 ™ ™ r ™h  3 2 3 «5 ™ ™ r  3 ™ ™ r 3 »  2 ™ 2 ™ ™ r 3 ­ ½ T ! 6 15 ™ ™ r  9 ™ ™ r 3  4 ™ ™ r 3 ! T 6 15 ™ ™ r  5 ™ ™ r 3 ! T 6 15 ™  3 ™ 5 ™ ™ r 2   VT ' ! 0.90 Quanto aos problemas do segundo tipo. utilize outro método para embasar ou confirmar sua solução. Utilize aquilo que você sabe sobre a forma do gráfico de uma função e sobre a física do problema. 6) Interprete a Solução: Traduza seu resultado matemático de volta para a linguagem original do problema e decida se tem sentido ou não. Introduza uma variável para representar a quantidade a ser maximizada ou minimizada. podem ou não. e necessária certa engenhosidade para resolver o problema. Nos casos em que o teorema não se aplica. Determine r e h para que o volume do sólido seja máximo. 3) Determine o Domínio da Função: Determine quais valores da variável têm sentido no problema. Se a função for contínua e tiver exatamente um extremo relativo no intervalo.Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. Questões Resolvidas de Otimização em Geometria 01) Um sólido será construído acoplando-se a um cilindro circular reto de altura h e raio r. garante a existência de uma solução e fornece um método para calculá-la. Assim sendo. uma semi-esfera de raio r. 4) Identifique os Pontos Críticos e as Extremidades: Determine onde a derivada é zero ou não existe. então o teorema (10). parte do trabalho em tais problemas é determinar se. Estratégias para Resolver Problemas de Máximo e Mínimo 1) Compreendendo o problema: Leia o problema atentamente. realmente. ter solução. escreva uma função cujo valor extremo fornece a informação pedida. T '! 6 15 ™  15 ™ ™ r 2 0! 6 0 15 ™  15 ™ ™ r 2 15 ™ ! 15 ™ ™ r 2      2 . 5) Resolva o Modelo Matemático: Se não estiver seguro sobre o resultado. esboce o gráfico da função. Se possível. Utilizando essa variável. tem uma solução.

(1)2 2. Determinar x e y para que sua área seja máxima. Solução: ! x™y ! x ™ (a  x)   x ™ a  x 2 d 2 x  a   d 0 ! !  2x  a ! 0   a ! 2x   x ! a 2 2.(x  y) ! 2.Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág.a   xy !a   y !a x a 2a  a a y!a  y!  y ! 2 2 2 x y R: x ! y ! a .(1) 53 2 ! !1 h! 2 2 h! VMáx   r ! 1 h !1 02) Um retângulo de dimensões x e y tem perímetros 2a (a é constante dada). 2 03) Calcular o perímetro máximo de um trapézio que está inscrito numa semicircunferência de raio R.91 5  3. Solução: D l E l C ! 2R  2l  2m m A 1 E l C R R R m R B ! 2R  2R ™ cos  2 ™ 2R ™ sen 2 U O 2 C m/2 cos ! O l R l ! R ™ cos O R m m/2 B /2 /2 R m sen ! 2 2 R m ! R ™ sen   m ! 2R ™ sen 2 2 2 Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I .

92 1 ! 2R  2R ™ cos  4R ™ sen   d 2R ™ sen  4R ™ cos ™   d 2R ™ sen  2R ™ cos   d 0 !  ! ! 2 2 2 2    0 ! 2R ™ sen  2R ™ cos   2R ™ cos ! 2R ™ sen   cos ! sen .Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág.

1 2 2 2 2 2  sen 2 ! 2 ™ sen ™ cos   sen ! 2 ™ sen ™ cos   sen ! 2™ sen ™ cos   sen ! 2 ™ sen ™ cos .

Que dimensões devem ter o parque para que o comprimento da cerca seja mínimo? Solução: 3600 b h 7200 ( 7200).2 2 2 2 2 2 2  2 2 cos ! 2 ! 2 ™ sen ¨ ¸ © ¹ ª3º ! 2 ™ cos 2   1 ! 2 ™ sen 2   1 ! sen   sen ! sen   !   2 2 2 6 2 6  2.    6 3   M ÁX M ÁX ! 2R  2R ™ cos 3  4R ™ sen 6   M ÁX ! 2R  2R ™  1 1  4.1 7200   c' ! 2   c !2 2 2b  2 b b b b c' ! 0 a ! b™h 7200 7200 3600 ! b ™ h 2  2 ! 0   2 ! 2   2b 2 ! 7200 b b 3600 3600 h!  h!   h ! 60m 7200 b 60   b 2 ! 3600   b ! 3600   b ! 60 b2 ! 2 05) Calcular o raio da base e a altura do cone de área lateral máxima que é inscritível numa esfera de c ! 2b  2h   2b  2 ™ raio R Solução: A A g 2R R C D r B D 2R-h E Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I E ! ! h g r B . com uma área de 3600 m 2 e pretende protegê-lo com uma cerca.R ™   PM ÁX ! 2R  R  2R   P M ÁX ! 5R    2 2 Substituindo (1) em (2) obtemos: R: 5R 04) A prefeitura de um município pretende construir um parque retangular.

93 No ABE. .Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. Pelo teorema da relações metricas dapro eção sobre a hipotenusa temos g ! 2Rh e r 2 ! h. temos: g 2 ! 2Rh .

2R  h . . Pelo teorema da relações metricas da pro eção sobre a hipotenusa temos r ! h.

2R.h A l ! ™ r ™ g. A área lateral do cône A l ! ™ 2Rh  h 2 ™ 2Rh   A l ! ™ 2Rh ™ 2Rh  h 2   A l ! ™ 4R 2h 2  2Rh 3 2Rh .

4R h  2Rh 2. 4R h  2Rh 2.4R  3h d(A l ) 4R 2 h 2  2R3h 2 d(Al ) 8R 2 h  6Rh 2 d(Al ) ! ™   ! ™   ! ™ 2 2 3 2 2 3 dh dh dh 2. 2Rh 2 ™ .

.2R  h   2Rh.

4R  3h R .

. 2R.4R  3h d(A l ) d(A l ) d(A l ) ! ™   ! ™   !0 dh dh dh  2h.

2R  h 2R ™ .

2R  h .

0! ™ R .

4R  3h 2R. .

2R  h   0 ! R .

4R  3h   0 4R ! .

4R  3h   0 ! .

.4R  3h   3h ! 4R   h ! R 3 24R 2  16R 2 9 r ! h.

2R  h   r ! r! 4 ¨ 4 ¸ 8R 2 16R 2   r ! R. e r= 3 3 R: h = 06) Calcular o raio da base e altura do cone de volume mínimo que pod e circunscrever uma esfera de raio R. Solução: A X h-R E R O R Y g h Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I . © 2R  R ¹   r ! 3 ª 3 º 3 9 8R 2 R 2R 2   r ! ™2 2   r ! 9 3 3 4R 2R 2 .

94 1 AD ! h   AO ! AD  OD   AO ! h  R Do triângulo obtemos: 2 A 3 X 4 2 2 2 .Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág.

AO ! .

AE  .

OE .

h  R E 2 (AEO ~ (ADC h-R R O ! x2  R2 2 R x ! r h ¨R¸ ¨x¸ © ¹ !© ¹ ª r º ªhº 2 2 x 2 !  R 2  .

h  R x 2 ! h 2  2hR   x 2 ! R 2  h 2  2hR  R 2   R 2 x2 ! r2 h2 R 2 h 2  2hR R2 ™h2 !   r2 ! 2 r2 h2 h  2hR V! 3 ™ r2 ™ h   V ! « R 2 h2 » « R 2 h2 » R 2 h2  ™¬ 2 ™h   V ! ™¬ ™ h  V ! ™ ¼ ¼ 3 ­ h  2hR ½ 3 ¬ h. .

h  2R ¼ 3 .

h  2R ­ ½ « 2hR 2 .

1 » dV « 2.R 2 .h 2 » dV « R 2.h  2R  R 2 h 2 .h 2  4hR 3  R 2.h 2  4hR 3 » dV ! ™¬ ! ™¬ ! ™¬ ¼  ¼  ¼ 2 2 2 dh 3 ¬ ¼ dh 3 ¬ ¼ dh 3 ¬ .

h  2R ¼ .

h  2R .

.h  2R ­ ½ ­ ½ ­ ½ « R 2 .h 2  4hR 3   0 ! h.h 2  4hR 3 » dV R 2 .h 2  4hR 3 ! 0  0 ! ™ ¬   0 ! R 2 .R 2 .

h  4R ¼ 0 ! 2 dh 3 ¬ .

h  2R 2 ¼ .

.h  2R ­ ½ 0 ! h  4R   h ! 4R Substituindo (4) em (3) temos: r ! 2 R 2 .

4R 2 .

.4R 2  2™4™R ™R  r ! 2 R 2 .

4R 2 16R 2  8R 2   r2 ! 16R 4   r 2 ! 2R 2   r ! 2R 2   r ! R 2 8R 2 R: r = R 2 e h = 4R 07) Um fabricante de caixas de papelão pretende fazer caixas abertas a parti de folhas de cartão quadrado de 576 cm 2. Solução: Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I c x . Calcular a medida do lado do quadrado que deve ser cortado para obter uma caixa cujo volume seja o maior possível. cortando quadrados iguais nas quatros pontas e dobrando os lados.

95 Volume   V ! a ™ b ™ c 2 2 2 V ! .Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág.

.24  2x .

24  2 x .x   V ! .

24  2x .x   V ! «.

24  2.24.2x  .

x ­ ½ ­ ½ 2 3 2 2 V ! 576x  96x  4x   V d 12x 192x  576   V d 0  0 !12x 192x 576 z12 ! ! x 2  16 x  48 ! 0 ( ! .2x »   V ! «576  96x  4x 2 » .

16  4.1 2 8 d xd ! 4 ! 2 Usando o Teste da 1º derivada obtemos: x ! 4 é ponto de Máximo   x!4 x ! 12 é ponto de Mínimo R: 4 cm x!  x! xd !  .1.8   ( ! 256  192   ( ! 64 2 24 ! 12 2.

aonde deveria desembarcar para ir da ilha a ao armazém no menor tempo possível. Se um homem pode remar a razão de 4 Km/h e andar a 5Km/h .y D 20 y C Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I .+++++++++ 4 12 08) Uma ilha esta no ponto A. a 20 Km do ponto B sobre a praia.16 s 64 16 s 8 2 +++++++ -----------------. Solução: A 10 x 20  y B 20 . a 10 Km do ponto B mais próximo sobre uma praia reta. Um armazém esta no ponto C.

Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág.t t1 t2 x   t1 v1 .96 v.

10 .

20-y 4 2 2 y y   t2 v2 5 t1 t 2 " " Tempo total   T ! " " " # 100  400  40. y  y 2  4 5 d !   . y  y 2 4   ! 500  40. y  y 2 y  4 5 1 ™ 500  40. y  y 2 y  4 5   ! 1 y ™ 500  40.

500  40 y  y 2   .5 2 8. 500  40 y  y 2 20. y  100  4. 500  40 y  y 2 4. 500  40 y  y 2 0 ! 5.

100  (100) 2   16 y 2  640 y  800 ! 25. y  100  4.9. y 2  1000 y  10000 25. y 2 360 y  2000 ! 0 ( ! (360)2  4. y 100  4.( y 2  40 y  500) ! (5 y) 2  2. y  640. y 2  1000. Como deve ser cortado o fio para que a soma das áreas do circulo e do quadrado seja máxima? Solução: Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I # d ! 5. 500  40 y  y 2 2 y 2  40 y  500 ! .9 d ! yd 120 ! 6. 500  40 y  y 2   d0   0! ! 5. 500  40 y  y 2 20.4. 33 18 R: 13.666 Km de C 09) Um fio de comprimento L é cortado em 2 pedaços. 16.( 5 y ). y 2  16. 67 18 600 ! 33.2000   ( ! 129600  72000   ( ! 57600 ! yd y! 360 s 240 2. um dos quais formaram um circulo e o outro um quadrado.333 km de B e 6. y 10000 8000 ! 0   9.

.5 y 100 2 " " d ! 2.

y  20  1   5 d ! .

. y  20  1   5 d ! 5.

500  40 y  y 2   2   " " ! . 500  40 y  y 2 20. y  20  4 .

1 2  y   5 d ! 1 1 ™ ™ 500  40. y  y 2 4 2 .

™ .

5 1 2   .2 y  40  1.

500  40 y  y 2  1 5   .2 y  40 8.

co m o 8 8 4 x  L x ! L 4  A 'T ! 0  x ! 0 ! 0     .97 L x =C C ! 2 Q A A A A A R   x ! 2 Q= L .X R   R ! x 2 t ! 2 ! L  x   ! ! t 2 4 ™ t ! L  x   A ! ¨ x .Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág.© ª 2 2 L  x 4 A ! d d R   d 2 2   A d ¸ ¹ º   A ! L 2 ™ x 4 2 2    x A 2 d ! x 4 2 W W ¨ L  x ¸ ! © ¹ 4 ª º  2 L x 1 6 x   W  2 L x 1 6 L2  1 6 T ! A ! ! x 4  A   L 2 W 2 T   A T ! x 4 2  2 L x x 2  1 6 1 6 T A 'T x 2   x 2 4 2 x ! 4 L   8 4 x  x L2 L x x 2   1 6 8 1 6 L 2 x x     A 'T ! 8 1 6 2 x x 4 x  L ! 0   8 8 ! L   x  L x  .

4  T ! L Q ! Lx  Q R: l 1 ! .

4 L™  Q ! 4 L 4L el2 ! 4 4 L ™ L  L 4  Q ! 4L 4 L -L  Q ! 4™L 4 10) Uma calha de fundo plano e lado igualmente inclinados vai ser construída dobrando -se uma folha de metal de largura l . se os lados e o fundo têm largura l 3 calcular o ângulo U de forma que a calha tenha a máxima secção reta Solução: X l 3 X B ! 2x  l 3 l 3 h h l 3 b! l 3 l 3 Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I .

98 .Universidade do Estado do Pará $ 2 Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág.

1 .

2 = sen + 90° $ ! x   sen l 3 ! 3x l l2  x2 9   h 2 .

3 .

4 l l ¸ ¨ 2x   ¹™ .

. B  b .x l2 ¸ l l2  ! 0   ™ ©2x2     x2  ™x ! 0 ¹ ! 0™ 3 9 2 ª 3 9 º 2 6 18 r A Total ! 2 r 2  2 rh (1) V VC = ™ r 2 ™ h p h= ™ r2 .. obtemos as raízes: l l d xd  e xd .x  x2  x2  2x2   2x2   dS 9 3   3 9   dS ! 0   3 ! 2 2 2 dx dx l l l  x2  x2  x2 9 9 9   2x2    ax 2  bx  c ! 0 l l2 x2  ™ x  ! 0 6 18 Resolvendo a equação do 2º grau..! ! 3 6 l l  3 6 l Como a medida e comprimento x ! 6 3x sen !   l ¨l ¸ 3 ™© ¹ l ª 6 º ! 2 ! 1   sen ! 1   l 2 2 l ! 30 o   !  90 o   ! 30 o  90 o   ! 120 o ou 2 rad.+ + + + + ..x l2 l .x l2 l .. h ! © 3 3 º ª S ! 2 2 ¨ l ¸ © ¹ ª 3 º ! h 2 dS ! 1™ dx l ¸ l2 l2 l.x ¸ ¨  © x2  ¹ 3 º ª l2  x2 9 l2 9 ! 0    1 ¨ 1 l. 3 11) Quais devem ser as dimensões de uma lata cúbica de volume V fixo.x l . . de forma que a quantidade de material a ser utilizado para sua fabricação seja menor possível: Devemos minimizar a área total: Solução: A Total ! A Base  A Lateral h Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I $ 2l ¸ ¨ ©2x  ¹™ 3 º   ª 2 l2  x2  h ! 9 l2  x2 9 l2  x2 9 l ¸ ¨ 2 ™© x  ¹ ™ 3 º ª   2 l2  x2 9  x 2   l2 ! h2+ x 9 2 ! 1 l2 l ¸ 1 ¨  x2  © x  ¹™ 9 3 º 2 ª ¨ l2 ¸ ™©  x2 ¹ ª 9 º 2 ™ 2 x   l ¸ ¨ © x  ¹™x l2 3 º 2 ª  x  1 9 ¨ l2 ¸ 2  x2 ¹ © ª 9 º ¨ l2 ¸  x2 ¹ © 9 ª º 2 l .x ¸ ¨ ¨ x ™© x  ¹  x2 ™  x2  © x2  2 ¹ dS l 3 º 9 9 3 º ª ª !  x2      dx 9 l2 l2  x2  x2 9 9 l2 l .

Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. . .99 ¨ V ¸ A T ! 2.r º A T ! 2.r 2  2 r.r 2  2V 2V 4 r 3  2V ' '   A '. © 2 ¹ ª .

r ! 4 r  2 . tirando o MMC. A .

r ! . A .

de modo que o trajeto total seja feito no menor tempo possível. Solução: P 8 z ! x2  8 C x=6 B y-x A 20 . Sabendo que a velocidade do barco é 3 km/h e que a velocidade do homem é 5 km/h. obtemos r r r2 4 r 3  2V V V p 2V ! 4 r 3 p !r3 p r ! 3 0! 2 r 2 2 ¨V¸ r !© ¹ ª2 º 1 3 h! V ph! r2 V «¨ V ¸ 3 » ¬© ¹ ¼ ¬ª 2 º ¼ ­ ½ 1 2 = V ¨V¸ © ¹ ª2 º 2 3 ¨V¸ © ¹ 2 ™ª º 1 3 ¨V¸ © ¹ ª2 º 1 ! 3  V™r r ! ! 2r Que acarreta em h = 2r  V¸ 1 ¨ © ¹ ª 2 º 2 12) Um homem está em um barco sobre um lago. situado a 8 km da margem do lago. em um ponto P. que é reta.6 = 14 m y = 20 S ! v™ t   t ! S v x 2  64 20  x 1 20  x 1    T ! ™ x 2  64    T ! ™ x 2  64 3 5 3 5 3 1 1 1 1 x 1 x 1 T' ! ™ ™ x 2  64 2 ™ 2x    T' !    T' ! 0   0 !  2 2 3 2 5 3 ™ x  64 5 3 ™ x  64 5 T ! t . determine a posição do ponto B. O homem vai de barco até um ponto B da margem e de lá prossegue até o ponto A.r ! 0.

B  t .P.

B.A   T ! .

2 ¸ x 1 x2 ¨1¸ ¨ !© !   25x 2 ! 9x 2  64 ™ 9   25x 2  9x 2 ! 64 ™ 9   16x 2 ! 64 ™ 9 ¹  © ¹ 2 2 ª 5 º ª 3 ™ x  64 º 25 9 ™ x  64 .

x2 ! 64 ™ 9   x 2 ! 4 ™ 9   x 2 ! 36   x ! s6. como é distância   x ! 6 cm   R ! 6 cm 16 Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I % .

1 2 4  x 5 .

P(q) P(q) ! R(q)  C(q) 9 P(q) !  q 2  45q  200 8 9 P'(q) ! 2 ™  q  45 8 18 P'(q) !  q  45 8 9 P'(q) !  q  45   P'(q) ! 0 4 9 9  q  45 ! 0   q ! 45   9q ! 180 4 4 180   q ! 20 q! 9 ¨1 ¸ P(q) ! 49q  q 2  © q 2  4 q  200 ¹ ª8 º R(q) ! q.000  50x  0. 0050x 50  L '! 0 0.000 unidades.000»   100x  0.00 por unidade. Solução: P(q) ! R(q)  C(q) R(q) ! q. 0025x2 e se a capacidade de produção diária for de. 00 0 ­ ½ 0.Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. no máximo. 7.000 02) É dado o preço p(q) pelo qual q unidade de certa mercadoria podem ser vendidos e o custo total 1 C(q) pata produzir as q unidades as equações p(q) ! 49  q e C(q) ! q 2  4q  200 : 8 a) Determine a função do lucro P(q). 0050x  50 ! 0   0. 0025x2  50x  100.100 Questões Resolvidas de Otimização em Economia 01) Uma indústria química vende ácido sulfúrico a granel a U$ 100. 0050 50 x ! 10. . Se o custo de produção total diário em dólares para x unidades for: C(x) ! 100. 0025x2  50x 100. quantas unidades de ácido sulfúrico devem ser fabricadas e vendidas diariamente para maximizar o lucro? L ! R C L ! 100x  « 0. 0025x2  50x  100. 0050x ! 50   x ! 0. e o nível de produção q para o qual P(q) é máxima.000   L '!  0.

49  q 1 P(q) ! 49q  q 2  q 2  4q  200 R(q) ! 49q  q 2 8 9 2 1 C(q) ! q 2  4q  200 P(q) !  q  45q  200 8 8 b) Determine a função custo médio e o nível de produção para o qual ela passa a ser mínimo. C m (q) ! C(q) q Função do Custo Médio 1 C m (q) ! q 2  4q  200 z q 8 1 2 q 4 q 200  C m (q) ! 8  q q q 1 200 C m (q) ! q  4  8 q ¨ 200 ¸ 1 1 200 C m '(q) !  0  ©  2 ¹   C m'(q) !  2 8 8 q ª q º C m '(q) ! 0 1 200  !0 8 q2 200 1 !   q 2 ! 1600 2 q 8 q ! 1600   q ! 40 Produção para o custo mínimo Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I .

Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág.101 03) O custo total de fabricação de x unidades de um produto é dada por C.

x ! (3x 2  5x  192) reais. número de unidades fabricadas 3 x 2  5 x  192 3 x 2 5 x 192 192     ! 3x  5  x x x x x 192 192 192 '. Quantas unidades deverão ser fabricadas para que o custo médio seja menor possível. Solução: Custo médio = ! custo total .

x ! 3  2   '.

x ! 0   0 ! 3  2   2 ! 3 x x x 192 3 x 2 ! 192   x 2 !   x 2 ! 64   x ! s 64   x ! s 8 3 ) ( ) & ' .

Q uantos dias devem o fazendeiro aguardar para que seu lucro seja máximo? Solução: R . Cada porco aumenta de peso na proporção de 2. pesando 150 Kg cada um.03 por dia. Gastam-se R$ 2.00 por dia para manter um porco.x +++++++ --------8 04) Um fazendeiro tem 80 porcos.00 por kg e cai R$ 0.5 Kg por dia. Se o preço de venda está R$ 3.

5x) ™ (3  0. 03x) e C(x) ! 2x L .x ! (150  2.

x ! R .

x  C.

x L .

5x) ™ (3  0.x ! (150  2. 03x)  2x L'.

5x)  2 L'. 03 ™ (150  2. 03x)  0.5x ™ (3  0.x ! 2.

5  0. 075x  4.x ! 7. 075x  2 L'.5  0.

15x  7.5   0.5  6.15x  1   L'.x ! 0.

x ! 0 0 ! 0.15x ! 1   x ! x = 7 dias Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I ( +++++++ +8 x " 0 então x ! 8 192 Cm ' .15x  1   0.

x ! 3  2 x  .

 192 2. x . 384 x 384 Cm".

x !   ! 2 4 x x3 .

x 2 384 384 Cm .

8 ! ! "0 .

(8)  192 192  40  192 424 Cm .(8) 2  5. 3.8 3 512 x ! 8 é um ponto de mínimo.

15 . 0.00 8 8 8 Cm ! R$53. 67 como o valor de x re erese a dia temos. 00 e CT ! R$ 424.8 !   ! ! 53. 00 1   x ! 6.

000 + 80.000  80 ™ x  0.x 2 e se a capacidade de produção da firma for de.003.000 unidades em um tempo especificado. 003 x 2 e R .00 por unidade.Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág.102 05) Uma forma líquida de penicilina fabricada por uma firma farmacêutica é vendida a granel a um preço de R$ 200. no máximo de 30. Se o custo total d e produção (em reais) para x unidades for C(x) = 500. quantas unidades de penicilina devem ser fabricas e vendidas naquele tempo para maximizar o lucro. Solução: C (x) ! 500.x + 0.

x ! 200 ™ x L .

x ! R .

x  C.

x L .

x ! 200 ™ x  (500. 003 ™ x 2 )   L .000  80 ™ x  0.

x  500.000 80 ™ x 0. 003 ™ x 2 L .x ! 200.

006 x ! 120   . 006 x  120   L d ! 0   0 ! 0. 003 ™ x 2  120 ™ x  500.000 Ld ! 0.x ! 0. 006 x  120   0.

x .

000   ponto crítico.000 0.x 120   20. Qual maximizar x! L . 006 x ! 20.

000  0.20.000  (500.000 ! 200 ™ 20.000) 2   L .000  80 ™ 20. 003 ™(20.

000 ! 700.000 valor máximo L .20.

000 L .0 ! 500.

30.000  80 ™30.000) 2  L .000 ! 200 ™ 30.000  (500.000  0. 003 ™(30.

por unidade.30.000 ! 400.000 06) O custo de produção de x unidades de uma certa mercadoria é a + bx e o preço de venda é c dx. b. Quantas unidades devem ser produzidas e vendidas para que seja máximo o lucro da operação? Solução: C (x) ! a  bx e R . c. d constantes positivas. sendo a.

x ! c  dx L.

x ! R .

x  C.

x L.

x ! (c  dx)x  (a + bx) L.

x ! cx  dx 2  a  bx L.

x ! dx 2  cx  bx  a  !  dx 2  cx  bx  a    dx 2  (c  b)x  a dl dl !  2dx  (c  b)   ! 0   0 ! 2dx  (c  b)   (c  b) =2dx. Estima-se que o custo total c para produzir e vender q unidades é dado por C(q) ! q 3  3q 2  4q  2 . Produz determinado produto e vende -o a um preço de R$ 13. Ltda. isolando o va lor de x obtemos dx dx (c  b) x= 2d 07) A Cia. que quantidade deverá ser produzida para ser obter o lucro máximo? Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I .00. Suponha que toda a produção seja absorvida pelo mercado consumidor.

103 Solução: R ! 13q e C ! q 3  3q 2  4q  2 L ! R C L ! 13q  (q 3  3q 2  4q  2) L ! 13q  q 3  3q 2  4q  2 dl dl ! 13  3q 2  6q  4   ! 3q 2  6q dx dx 3q 2  6q 9 = 0 2 9  dl !0 dx ( ! .Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág.

9   ( ! 36  108   ( ! 144 x!  .( 3).6  4.

 q  6 ! 0 onde q = 6 C(q) = 0.5 ™ 2q  6   P'(q) ! q  6.5q) a) R(q) ! q ™ p(q) R(q) ! q ™ ?0.4q 2 + 3q + 40)   P(q) ! 9q  0. (a) Determine o nível de produção para o qual o lucro é máximo.6 s 144 2.4q² + 3q + 40 reais e que as q unidades podem ser vendidas por um preço p(q) = 0.4 40 A(q) = 0. temos.2(45  0.0. como P'(q) ! 0.5q 2  6q  40   P'(q) ! 0.4q 2  3q  40 P(q) ! 0.4q 2 + 3q + 40   b) A(q) = separando em fraçôes de mesmo denominador obtemos q q A(q) = 0.4q + 3 + 40 40 40 derivando temos A' q) = 0.4q 2  3q  40 e p(q) ! 0.00 por unidade 10 Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I .5q) A   R(q) ! 9q  0.5q) reais a unidade.4  2   A'(q) = 0   0 = 0.4q 2 + 3q + 40 C(q) 0.4 ™ 10 + 3 +   A(q) = 4 + 3 + 4   A(q) = R$: 11. Qual é o lucro máximo? (b) Para que nível de produção o custo médio unitário A(q) = C(q)/q é mínimo? Qual é este custo? (c) Para que nível de produção o custo médio é igual ao custo marginal C'(q)? Solução: C(q) ! 0. 1q 2  0.4  2 ( q q q 40 = q 2   q 2 ! 100   q ! 100   q ! 10 0.1q 2 P(q) ! R(q)  C(q) P(q) ! (9q  0.2(45 .2(45  0.1q 2 )  (0. o custo total é C(q) = 0.(3)  x! 6 s 12 6 ! xd 6 !1 6 18 d ! !3 xd 6 08) Um fabricante estima que quando q unidades de uma certa mercadoria são produzidas por mês.

104 C(q) ! 0.8q  3 ! 0.Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág.8q  3 e CM(q) ! 0.4q  3  c) C'(q) ! CM(q) 0.4q !   0. O fabricante pretende aumentar o preço da fita e calcula que para cada R$ 1. Qual deve ser o preço de venda das fitas para que o lucro do fabricante seja máximo? Solução: Lucro = (número de fitas vendidas)™ (Lucro por fita) Número de fitas vendidas = 4000  400(x  5) 400 ™ ?10  (x  5)A 400 ™ ?10  x  5A 400 ™ ?15  x A Lucro por fita = (x  2) Lucro = 400 ™ (15  x) ™ (x  2) derivando a função lucro obtemos dL dL ! 400 ™  1™ (x  2) + 400 ™ 1™ (15  x)   ! 400™ ? ™ (x  2) + (15 x)A dx dx dL dL dL ! 400 ™ ? x  2 + 15  xA  ! 400™ ? 2x  17A como ! 0.4q 2  3q  40 derivando obtemos C'(q) ! 0. Nos grupos maiores. são vendidas 4. cada pessoa paga R$ 60.4q  40 q 40 q 40 40 40 40   0.4 ™ q !   0. temos: dx dx dx 0 17 ! 2x  17   0 ! 2x  17   2x ! 17   x ! 0 ! 400 ™ ? 2x  17A   400 2 x ! 8. Solução: Receita da empresa ! (número de pessoas no grupo) ™ (preço por pessoa) Número de pessoas no grupo ! 35  x e o Preço por pessoa é ! 60  x R (x) ! (35  x) ™ (60  x) Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I .4 q ! 100   q ! 10 unidades 09) Um fabricante produz uma fita de vídeo virgem a um custo de R$ 2. Quando um grupo contem exatamente 35 pessoas pessoas.00 a unidade. o preço por pessoa é reduzido de R$ 1. As fitas vêm sendo vendidas a R$ 5. por esse preço.4q  3  0.50 a unidade 10) Uma empresa de turismo aluga onibus com capacidade para 50 pessoas a grupos de 35 pessoas ou mais.00 a unidade.8q ! 0. menos 400 fitas serão vendidas por mês.5 R: R$ 8.4q 2 ! 40   q 2 ! q q q 0.00 de aumento no preço. Determine o tamanho do grupo para o qual a receita da empresa é máxima.000 fitas por mês.00.00 para cada pessoa que exceder 35.8q  0.

A taxa de transporte é R$ 20. 48 ™ x 2 R: deve encomendar lotes de 500. 48    = 0. 48 ™ x x 2 ! 250. CAr = Custo de Armazenamento.000 120.000 120. 48   = x2   2 2 2 x x x 0.00) 11) Um fabricante de bicicletas compra 6000 pneus por ano de um distribuidor. como R' (x) ! 0.000 120. Quantos pneus o fabricante de bicicletas deve encomendar de cada vez pra minimizar o custo? Solução: CT(x) = Custo de transporte.75. então: 0 ! 2x  25   2x ! 25   x ! 25   x ! 12. 48 .000: Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I .000  34. o número de pessoas que usam uma nova linha de metrô é dada pela equação N(x) = 6x3 500x 8.5.500 x 120.Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. o custo de armazenamento é 96 centavos por pneu por ano e cada pneu custa R$ 5. como queremos mini mizar o custo pelo teste da 1ª derivada o valor é 500 x ™ 0. como estamos trabalhan do com número de pessoas podemos ter 2 x ! 12 ou x ! 13 para formar os grupos.000 CT'(x) = 0. Suponha que a demanda de pneus se mantenha constante durante todo o ano e cada remessa seja entregue no momento em que o estoque se esgotou.105 R (x) ! (35  x) ™ (60  x) derivando obtemos R'(x) ! 1 ™ (60  x)  (35  x) ™ 1 R'(x) ! 60  x  35  x   R'(x) ! 2x  25.500 CT(x) = CAr CTr CM A 120.00 por encomenda. com x ! 12 temos um total de 12  35 ! 47 com x ! 13 temos um total de 13  35 ! 48 Usando a função receita para verificar qual número de pessoas vão servir para montar os grupos. 12) Após x semanas.000   x ! s500. 48 CT(x) = 0. como CT'(x) = 0 obtemos: 0 = 0.96   0. R (x) ! (35  x) ™ (60  x) x ! 12 R (12) ! (35  12) ™ (60 12) R (12) ! 47 ™ 48 R (12) ! 2256 x ! 13 R (13) ! (35  13) ™ (60 13) R (13) ! 48 ™ 47 R(13) ! 2256 Desta forma concluimos que os valores 47 e 48 satisfazem as condições do problema. R: 47 ou 48 pessoas (R$ 2256. 75   34.000 CTr = (custo por remessa) ™ (número de remesas)   CTr = 20 ™ © ¹  x ª x º CAr = (número médio de pneus armazenados) ™ (custo de armazenamento por pneu)   CAr = CM A = (número total de pneus) ™ (preço de um pneu)   CM A = 6000 ™ 5.000   x ! s 250. CTr = Custo de transporte da remessa e CM A = Custo de médio de armazenamento ¨ 6000 ¸ 120.

4  0. 04 verificar se esse é o valor máximo de R . 14) O número de membros de uma associação de consumidores. a associação teve o maior número de membros? Qual foi esse número? b) Em que ano. Agora. entre 1978 e 1992.Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág.558 N(8)  N(7) = 15.072 a) ® o número de passageiros estava diminuindo à razão de 1. x anos após sua fundação.514 passageiros por se 13) Um fazendeiro consegue vender um quilo de batata por R$ 2.000 N'(x) ! 18x 2 + 500 N'(8) ! 18(8)2 + 500   18 ™ 64 +500   1152 + 500   1652 N'(8) ! 1652 b) N(x) ! 6x 3 + 500x + 8.000 N(7) ! 13. Nesse caso. um fazendeiro tem 80 kg de batata no campo e calcula que a produção será aumentada à razão de 1 kg ao dia. a) Em que ano. o fazendeiro deve colher as batatas dez dias após 1º de janeiro. 4  0.652 passageiros por semana. ou seja. mas. em 1978. 4   x ! ! 10 . 02 x 2   R' ! 0. vamos calcular a segunda derivada para 0. depois disso.00 no primeiro dia do ano.106 (a) Qual era a taxa de variação do número de passageiros após 8 semanas? (b) Qual foi a variação do número de passageiros durante a oitava semana? Solução: a) N(x) ! 6x 3 + 500x + 8. a associação teve o menor número de membros? Qual foi esse número? Solução: Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I . A receita obtida com a venda de batatas no dia x é: R ! (80  x )(2  0.000 N(7) ! 6(7)3 + 500 ™ 7 + 8. 4 0. No dia 1º de janeiro.000 N(8) ! 15. ° o número de passageiros estava aumentando à razão de 1. 04x ! 0   0. 02 x 2   R ! 160  0. 04x . 02x 2 O objetivo é determinar o máximo de lucro para R .558   N(8)  N(7) = 1514 N(8) ! 6(8)3 + 500 ™ 5 + 8. é f ( x) ! 100(2 x 3  45x 2  264x ) . que se anula para: 0. 02x e o número de quilos de batata dado por 80  x . 4 x  0. Em que dia o fazendeiro deve colher as batatas para maximizar a receito? Solução: Seja x o número de dias que se seguem a 1º de janeiro. 04x ! 0. 02 x )   R ! 160  1. o preço das batatas é dado por 2  0.072  13. R '' ! 0. 04 e como R ''(10) 0 . no dia 11 de janeiro. 4x  0. o preço cai à razão de dois centavos por quilo ao dia. entre 1972 e 1992. R: ¯ b) mana. 6 x  2 x  0. Calculando a derivada temos: R ! 160  0. x ! 10 corresponde realmente a um máximo de R .

800 Agora podemos concluir que: a) Em 1982 . calculemos a derivada da função f ( x ) ! 100(2 x 3  45x 2  264x ) .710) !100 v378 ! 37. O primeiro valor corresponde a um mínimo absoluto e o segundo valor corresponde ao máximo relativo.107 Definindo o intervalo como sendo x ! 0 para o ano de 1978 e x ! 14 para o ano de1992 . Podemos notar que x ! 4 e x ! 11 são os pontos críticos de f '( x) sendo ambos os valores pertencem ao intervalo.904) ! 100 v132 ! 12.820  3.Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. f '( x ) ! 100(6 x 2  90 x  264) e tirando 6 em evidência temos f '( x ) ! 600( x 2  15 x  44).400 f (11) ! 100(2(11) 3  45(11) 2  265(11)) ! 100(2.056) !1 00 v 464 ! 46. encontrando os seus pontos críticos. Assim.488  8. Calculando os pontos de f ( x) temos: f (0) ! 100(2(0) 3  45(0) 2  264(0)) ! 0 f (4) ! 100(2(4) 3  45(4) 2  264(4)) !100(128 720 1. Agora.662 5. podemos reescrever f '( x ) da seguinte orma: f '( x ) ! 600( x  4)( x  11).44 5  2.100 f (14) ! 100(2(14) 3  45(14) 2  264(14)) !1 00(5.

x ! 4 .4000 membros. 46. b) Em 1998 .

o que signi ica que a biomassa começa a diminuir. a? 02) Uma escada de 5 m de comprimento está apoiada em uma parede. Determine a taxa de expansão percentual da espécie. 12. O alto da escada está escorregando para baixo ao longo da parede com uma velocidade de 3 m/s. O que acontece quando Q (t) Solução: ¨ Q¸ 100 ™ r ™ Q ™ ©1  ¹  dQ ¨ Q ¸ 100Q'(t) ª a º   100Q'(t) ! 100r ™ ¨1  Q ¸ ! rQ ™ ©1  ¹   ! © ¹ dt Q(t) Q Q(t)  ª aº ª aº a taxa se torna negativa.x ! 11 . Com que velocidade a base da escada está se a astando da parede quando o alto se encontra a 3 m do chão? Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I . Questões Resolvidas de Otimização em Ciências Naturais 01) Os experimentos mostram que a biomassa Q(t) de uma espécie de peixe em uma certa região do oceano varia de acordo com a equação dQ ¨ Q¸ ! rQ ™ ©1  ¹ Onde r é a taxa natural de expansão da dt ª aº espécie e a é uma constante.100 membros.

Determine o raio r para o qual a velocidade do ar é máxima. Solução: V(r) = a ™ r 2 ™ (r0  r)   V'(r) = a ™ 2r ™ (r0  r) + a ™ r 2 ™ ( 1)   V'(r) = a ™ 2r ™ (r0  r) .25 m/s. como V'(r) = 0. onde p é população em milhares de habitantes. 25 m/s dt R: 2.ar 2   V'(r) = 2arr0  3ar 2   V'(r) = ar ™ (2r0  3r).1 Solução: 0. derivando a equacão e x 2  (3) 2 ! (5) 2 x 2 = 25  9 x 2 = 16 x = 16 dy dx dy !  3 2x ™  2y ™ !0 dt dt dt dx  2 ™ 3 ™ (-3) ! 0 2(4) ™ dt dx ! 18 8™ dt dx 18 ! dt 8 dx ! 2.1t 2 milhares de habitantes. afetando a velocidade do ar na traquéia. onde a é uma constante positiva. Qual será a taxa de variação da concentração de monóxido de carbono daqui a 3 anos? Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I . x!4 03) Quando uma pessoa tosse. 3 04) Um estudo ambiental realizado em um certo município revela que a concentração média de monóxido de carbono no ar é dado pela equação C(p) ! 0.5p 2 17 partes por milhão. obtemos 0 = ar ™ (2r0  3r)   2r 0 ! 2r0  3r   3r ! 2r0   r ! 0 ar 3 R: r = 2r0 .Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág.a ™ r 2 V'(r) = 2arr0  2ar 2 .108 Solução: x 2  y 2 ! (5) 2 .r). Se r 0 é o raio normal da traquéia. Calcula-se que daqui a t anos a população do município será p(t)= 3. a relação entre a velocidade v do ar e o raio r da traquéia é dada por uma função da forma v(r) = ar²(r 0 . o raio da traquéia diminui.

p(t) ! 3.1 ™ t   ! 0.1 ™ p(t) 0. 24 milhão por ano.1 ™(9) p(3) ! 3. a P(t).2 dc ! 0.1  0. 2 ™ t dt dt e como t ! 3 anos substituindo em p(t).1 ™ (3) 2   p(3) ! 3.2 25     0.1 ™ 4 ™ 3 0.1 0. através da ¨ 3t² 2t ¸  equação: V(t) = [C 1 + C 2 P(t)] ™ © ¹ onde C 1 e C 2 são constantes positivas e T é a duração T º ª T² (constante) da sístole.5p 2  17   p(t) ! 3.5p 2  17 1. Solução: Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I . Solução: 1 F ! (KM 2  M 3 ) derivando a equação.5p 0.1 ™ p ™ t 0.5p 2  17   1. 0 Usando a regra da cadeia para derivar a função composta dc dc dp ! ™ dt dp dt dc ! dt dc ! dt 0.1  0. A derivada S = d /dM pode ser considerada como uma medida da sensibilidade do organismo ao medicamento. o volume de sangue na aorta no instante t durante a sístole (fase de contração). a pressão na aorta durante a sístole.5p 2  17   0. 3 dF 1 ! ™ (2KM  3M 2 ) derivando pela segunda vez a equação. Encontre uma relação entre as taxas dV/dt e dP/dt.5 ™16  17 ™ 0.1  0. a) dM 3 dF 1 ! ™ (2K  6M)é a taxa de variação de senbilidade coma quantidade de medicamento b) dM 3 06) Um dos modelos do sistema cardiovascular relaciona V(t).109 C(p) ! 0. 24   ! 0.9   p(3) ! 4.2 0.5p !   ! 2 dp 2 ™ 0. 5 dt 05) Um certo modelo biológico sugere que a reação do corpo humano a uma dose de medicamento pode ser representada por uma função da forma 1 ! (KM 2  M 3 ) onde K é uma constante positiva 3 e M a quantidade do medicamento presente no sangue.1 ™ t 2    dc 2 ™ 0.1  0. (b) Calcule dS/dM = d² /dM2 e apresente uma interpretação para a derivada segunda.5 ™ (4) 2 17 dc dc dp ! ™ .5p  17 dp  0.Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág.1 ™ t 2 p(3) ! 3.5p dc 0.1 ™(3) 2   p(3) ! 3.2 8  17 0.5p 2  17 dp dp ! 2 ™ 0. obtemos: dt dp dt 1. (a) Calcule a sensibilidade S. 2t     1.1  0.

Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. obtemos. º ¨ 6t ™ T 2 6t 2 ™ T 3 ¸ ¨ 6t ™ T 2 6t 2 ™ T 3 ¸ dv + C 2 ™ P(t) ™ © 2 2  ! C1 ™ © 2 2  ¹ ¹ dt (T 3 ) 2 º (T 3 ) 2 º ª (T ) ª (T ) ¨ 6t 6t 2 dv ! C1 ™ © 2  3 dt T ªT ¸ ¨ 6t 6t 2 ¸ + C 2 ™ P(t) ™ © 2  3 ¹ ¹ T º º ªT ¨ 6t 6t 2 ¸ dv ! [C1 + C 2 ™ P(t)] ™ © 2  3 ¹ dt T º ªT ¨ 3t 2 2t 3 ¸  V(t) = [C1 + C 2 ™ P(t)] ™ © 2  3 ¹derivando a equação. Determine o valor de D para o qual a sensibilidade é máxima.074(v ± 35)² + 32] onde v é a velocidade do pássaro em km/h. Tucker e K. A. Schmidt-Koenig mostraram que o consumo de energia de uma espécie de periquito australiano (o Budgerigar) é dado pela expressão E = 1 [0. Solução: ¨C D¸ R(D) = D 2 ™ ©  ¹ derivando a equação. 0= 08) Em um artigo científico. 3º ª2 2DC 2D 2 D 2 ¨C D¸ ¨ 1¸     R'(D) = 0 R'(D) = 2D ™ ©  ¹  D 2 ™ ©  ¹   R'(D) = 3º 2 3 3 ª2 ª 3º 2DC 3D 2    0 ! DC  D 2   D 2 ! DC   D ! C 2 3 R: A sensibilidade é máxima para D = C. T º ªT dp dp ¨ 3t 2 2t 3 ¸ ! C 2 ™ ™ © 2  3 ¹ somando  com . A taxa de variação de R(D) com D é chamada de sensibilidade.110 ¨ 3t 2 2t 3 ¸ V(t) = [C1 + C 2 ™ P(t)] ™ © 2  3 ¹e etuando a multiplicaç ão temos: T º ªT ¨ 3t 2 2t 3 ¸ ¨ 3t 2 2t 3 V(t) = C1 ™ © 2  3 ¹ + C 2 ™ P(t) ™ © 2  3 T º T ªT ªT ¸ ¹ derivando a equação. Solução: Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I . V. dt dt ª T T º ¨ 6t 6t 2 ¸ dv dp ¨ 3t 2 2t 3 ¸ ! [C1 + C 2 ™ P(t)] ™ © 2  3 ¹  C 2 ™ ™ © 2  3 ¹ dt T º dt ª T T º ªT 07) A reação do organismo à administração de um medicamento é frequentemente representada por ¨C D¸ uma equação da forma R(D) = D 2 ™ ©  ¹ onde D é a dose e C (uma constante) é a dose máxima 3º ª2 que pode ser administrada. Escreva uma expressão para a v taxa de variação da energia com a velocidade do periquito.

18™ v E' ! .18  E' ! .148™ (v  35)]  E' !  .148 ™ v  5. Qual é a velocidade v para a qual a potência é mínima? Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I .65 ! 0.074 ™ v2  70v  90. J.65  32 0. 43 0. C. Pennycuick apresentou provas experimentais de que a potência P necessária para que um pássaro se mantenha voando é dada pela expressão V! ² 1 + pAv onde v é a velocidade do pássaro em relação ao ar.074 ™ v 2  122.35)2 + 32] onde v é a velocidade do v pássaro em km/h. como E' ! 0. fazendo a multiplicação temos.65 0!   0 ! 0. Qual é a velocidade para a qual o consumo de energia é mínimo? Solução: Como já efetuamos a derivada da equação na questão anterior passamos a usar a mesma.71 km/h 10) Em um artigo publicado em 1969.074 ™ (v  70v  1225)  32] [0. simplificando e reduzindo a fatores comuns.074(v . p é a densidade do ar e Solução: e A são constantes positivas associadas à forma e ao tamanho do pássaro.Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. v 1 1 E' !  2 ™ [0.111 1 ™ [0. v2 v 0.148™ v2  5. o consumo de energia de uma espécie de periquito é dado pela expressão E(v) = 1 [0. v2 v 0. v2 0. tirando mmc obtemos.65   122.65 ! v 2   1657.074 ™v 2 v2 122.65  32  0.074 ™ (v  35)²  32]  ™ [0.074 ™ v 2  122.074(v  35)²  32] derivando a equação.074 ™ v2  122.074 ™ v 2  122.074 ™ v2  5.074™ 2™ (v  35)] v v 2 [0.65 E' ! . 0. v2 0.65 E' ! v2 E! 09) De acordo com os resultados de Tucker e Schmidt-Koenig.18 ™ v  90. 2p v 2 é o peso do pássaro. 43 ! v 2   v ! 1657.074 v ! 40.

Observa- se experimentalmente que o arraste é mínimo para v = 256km/h.296 0 ! 2Av  3   3 ! 2Av   3 ! Av   v v v A A R: A ! 4.112 V! 1  pAv . 2 2 2 2 dv (2 v) 2 dv 4 v 2 dV  w² ™ 2 ! dv  2( 4  2( 4 2 3 2 2 2 2 2 ² v 2 ) ™ ( A3v 2 ) dV   ! 0. 42T 2  68T  746 para 20 e T e 30. 296 12) A percentagem de bichos da maçã que sobrevivem ao estado de pupa (Estado intermediário entre a larva e a imago. v2 2 v 2 2 v f '(v) ! 2Av  2 2   f '(v) ! 2Av  4   f '(v) ! 2Av  3   f '(v) ! 0 (v ) v v 2 2 ! v4   ! (256) 4   4. a força de frenagem exercida pelo ar sobre a aeronave.967. De acordo com um modelo. Determine a temperatura em que o número de bichos da maçã sobreviventes é máxima e a temperatura em que o número de bichos da maçã sobrevivente será mínimo. Solução: Sendo a função P(T) ! 1. vamos calcular a derivada Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I .Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. nos insetos holometabólicos) é dada pela expressão P(T) ! 1.294.967. ou seja. 2p v 2 dV  w² ™ 2 1 dV  w² ™ 2 1 !  A3v 2   !  A3v 2 azendo o mmc temos. 42T 2  68T  746 para 20 e T e 30 onde T é a temperatura em graus Celsius.294. derivando a equação obtemos. a força de arraste é dada por uma expressão da forma F(v) = Av² + v² onde A e são constantes positivas. Use essa informação para calcular a razão /A. logo 2 2 v dv 0!  w² ™ 2 2 2 v 2 ) ™ ( A3v 2 ) 2 2 v A3v 4 0 !  w² ™ 2 w² ™ 2 3 2 3 2 !2 A3v 4 w² w²  v! 4 2 2 3 AS 3 AS Av 4 ! w²   v 4 ! 11) Um parâmetro importante para o projeto de aeronaves é o chamado "fator de arraste". Solução: f(v) ! A ™ v 2  derivando a equação.

113 P'(T) ! 2. 42(20) 2  68(20)  746 P(20) ! 568 1360  746 ! 46 P(23. ele deverá anunciar a candidatura em abril para ter o máximo possível de popularidade no dia da eleição. 8 Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I . Em seguida.84T !  68 68 ! 23. calculando S(7) para vermos se ele será eleito e nessas condições o candidato provavelmente será eleito.84T  68 ! 0    2. Agora. S(7) ! 1 1 1 ( (7) 3  6(7) 2  63(7) 1080)   S(7) ! ( 343 294 441 1080 )   (1472)   50.94) 2  68(23.Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. 13) Uma pesquisa de opinião revela que x meses após anunciar sua candidatura. qual o melhor mês para anunciar a candidatura? Se o político necessita de pelo menos 50% dos votos para vencer.84 Calculando agora P(T) para os pontos encontrados temos T! P(20) ! 1. quais são as chances de ser eleito? Solução: Sendo a função S(x) ! S'(x) ! 1 (  x 3  6 x 2  63 x  1080) para 0 e x e 12 calculemos a derivada 29 1 ( 3 x 2  12 x  63) e tirando  3 em evidência temos 29 3 2 S'(x) ! ( x  4 x  21) 29 3 S'(x) ! ( x  7)( x  3) ! 0 logo.94 e esse valor está no intervalo 20 e T e 30 2. certo político terá o apoio de S(x) ! 1 (  x3  6 x 2  63 x  1080) para 0 e x e 12 eleitores.84T  68 2. A pesquisa mostra que a porcentagem de adultos sintonizados na estação x horas após as 17 h é 1 f ( x ) ! ( 2 x 3  27 x 2  108 x  240) . Se a eleição estiver marcada 29 para novembro.84T  68 . igualamos a derivada a zero para obter os números críticos de primeira ordem: P'(T) ! 2.94) ! 1. 76 29 29 29 14) Uma estação de rádio faz o levantamento dos hábitos dos ouvintes entre 17 h e meia-noite.92 746  68. 084488  68 P(30) ! 1.94) 746 P(23. 42(23.94) ! 813. x ! 7 e x ! 3 29 Como x ! 3 não está no intervalo. Como a popularidade do candidato será máxima 7 meses após a candidatura ser anunciada. 42(30) 2  68(30)  746 P(30) ! 1278  2040  746   16 Logo podemos concluir que o número de sobreviventes é máximo para 23.94ºC e mínimo para 30ºC. o único ponto crítico é x ! 7 .835512 1627.

entre 17 h e meia-noite. existem mais ouvintes sintonizados na estação? Qual é a percentagem de ouvintes nesse momento? b) Em que instante. e a função possui como intervalo x ! 0 às 17 h e x ! 7 à meia-noite.114 a) Em que instante. 0 3 6 7 f ( x) 30 13. x Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I . b) 3 h após as 17h. segue-se 8 3 f '( x ) !  ( x 2  9 x  18) e encontrando os seus pontos críticos. O primeiro valor corresponde a um mínimo absoluto e o segundo valor corresponde ao máximo relativo. ou seja.125 16.5 15. existem menos ouvintes sintonizados na estação? Qual é a percentagem de ouvintes nesse momento? Solução: O problema trata diretamente de máximo e mínimo respectivamente. concluimos 4 3 f '( x ) ! ( x  3)( x  6)   f '( x) ! 0.125%. ou seja. A percentagem de ouvintes nesse momento é de 13. entre 17 h e meia-noite. às 20 h. 8 1 f '( x ) ! ( 6 x 2  54 x  108) e tirando  6 em evidência. calculemos a derivada da função 1 f ( x ) ! ( 2 x 3  27 x 2  108 x  240) . às 17 h. sendo assim. A porcentagem de ouvintes nesse momento é de 30%.Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. temos 8 6 f '( x ) !  ( x 2  9 x  18) agora simpli icando 6 e 8 por 2.125 a) 0 h após as 17 h. onde concluimos 4 Podemos notar que x ! 3 e x ! 6 são os pontos críticos de f '( x) sendo ambos os valores pertencem ao intervalo. como nos mostra a tabela abaixo.

com tampa. 3 2 04) Um fazendeiro tem 500 metros de uma cerca para envolver um terreno retangular.115 Questões Propostas de Otimização em Geometria 01) Um funil cônico tem raio r e altura h. Se cada curral deve ter uma certa área A. R: 4 3A 03) Um fabricante precisa produzir caixas de papelão. conforme mostra a figura. se o volume do funil e V (constante). todos tiverem um comprimento de 5m. Se os lados e a base.Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. Um celeiro será usado como parte de um lado do campo. de forma que a área da secção transversal seja máxima?. como escolher o ângulo R: = (0 e e ) . calcular a razão r/h de modo que sua área lateral seja mínima? R: r 1 ! h 2 02) Um fazendeiro precisa construir dois currais lado a lado. Calcule as dimensões que permitem a máxima economia de papelão para produzir caixas de volume V (dado)? 3 R: 3 6V 3 6V . qual o comprimento mínimo que a cerca deve ter.5 cm nas laterais. com uma cerca comum. Prove que a área do terreno cercado será máxima quando o terreno for um quadrado. 6V. R: x = 125 m 05) Um canal de drengem deve ser feito de tal forma que a secção transversal é um trapézio com os lados igualmente inclínados. tendo na base um retângulo com comprimento igual ao triplo da largura. 2 3 06) Uma pagina para impressão deve conter 300 cm2 de área impressa. Quais são as dimensões da pagina de menor área que preenche essas condições? R: 18 cm e 24 cm Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I . uma margem de 2 cm nas partes superiores e inferiores e uma margem de 1.

R: r ! R 6 2R 3 eh ! . Em um dos retângulos. 09) Determine as dimensões do cilindro reto de volume máximo que pode ser inscrito numa esfera de raio R. conforme figura ao abaixo. o de área máxima é o triângulo equilatero. que não contém o círculo. a) Escreva uma expressão que represente a soma das áreas do circulo e do retângulo.116 07) Um quadrado de 4 cm de lado é dividido em dois retãngulos. tangenciando dois de seus lados opostos.Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. 08) Mostre que. determinar o de área máxima. conforme figura ao ao lado. para que a área pedida no item anterior seja a menor possivel? R: 4 . Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I . de raio R. entre todos os triângulos isósceles de igual perimetro. coloca -se um circulo. em função de R ? R: A(R) ! R 2  16  8R b) Qual deve ser o raio do círculo. 3 3 10) Entre todos os triângulos retângulos de mesma hipotenusa.

Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I . 4 13) Achar o trapézio isósceles. inscrito em um semicirculo dado. inscrito em um dado triangulo ABC conforme figura ao abaixo. 4 11) Entre todos os triângulos isósceles. 4 12) Calcular o retãngulo de área máxima. Determine o de área máxima conforme figura ao abaixo.117 R: o triângulo é o retângulo isósceles de área S ! a2 . e tendo o diâmetro como base maior conforme figura ao abaixo. R: S ! 3R 2 3 .Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. conforme figura ao lado. R: o retângulo de área S ! b™h . de área máxima. são dados os lados não paralelos c e a base menor b. determinar o de área máxima. R: x ! R ou x ! R . inscritos em um círculo de raio dado. 2 14) Em um trapézio isósceles.

determinar o cone circunscrito de volume mínimo. 4 15) Dado um cilindro circular reto.118 R: x !  b s b 2  8c2 . 4 16) Achar o cone de revolução de volume máximo.Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. inscrito em uma esfera de raio R. R: V ! 9 R2h . conforme figura ao abaixo. conforme figura ao abaixo. Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I .

inscrito em um cone dado.119 R: x ! 4R 2R 2 ey= . 2 2 Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I . conforme figura ao abaixo. 3 3 17) Determinar o cilindro de área lateral máxima.Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. R: x ! R h ey= .

mais 20) Determine o ponto da curva y 2 ! 4x .1) ou ( 1. 23) Em uma pirâmide dada. mais proximo do ponto (2. que está mais proximo doa origem do sistema cartesiano. que esta mais proximo do ponto (11.Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. conforme figura Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I .1 2) hipérbole x 2  y2 ! 1 . l = lado da base do pirâmide. Determinar a distância da seção à base de modo que o prisma inscrito tenha volume máximo.1). x = Distãnciada secção ao vértice. um tronco de cone tendo a base sõbre um círculo máximo e cuja área lateral seja a maior posível. determinar o de volume máximo. R: P0 (1. 2) .1). conforme figura ao abaixo. 3 24) Inscrever em uma esfera de raio R ao ao lado. 9 19) Determine o ponto da proximo do ponto (0. R: P0 ( s 5. quadrangular regular. traça-se uma seção paralela à base e constrói-se. 2R R: x ! . Com elementos abaixo: a = Lado da base do prisma. 1). h = Altura da pirâmide. R: P0 (1. 2) é o ponto da curva y ! x 3  3x . V = Volume do prisma. 1) 22) Mostre que (2. conforme figura ao abaixo. R: V ! 4 R3 3 . um prisma reto. 21) Ache o ponto P0 situado sobre a hipérbole de equação x ™ y = 1 .120 18) Entre todos os cilindros inscritos em uma esfera de raio R.

Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. As extremidades do cilíndro são abertas R: x ! e o volume total do sólido deve ser uma constante especifiva V. Determinar o que tem menor perímetro. conforme figura ao abaixo. R 3 ª º $ 48.121 R 2R 2 ou y ! . Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I . a) Mostre que a área total S da superfície é dada por: R: S ! b) Mostre que S é mínimizada quando 2 é: R: cos =   3 2V 2 ¨ ¸  R 2 ™ © cossec  cotg ¹ . consideram-se todos os triângulos retângulos circunscritos ao mesmo. R: x ! R(1  2) ou y ! R(1  2) . 3 3 25) Um cilíndro circular de raio R é encimado por um cone. conforme figura ao abaixo.20 26) Dado um círculo de raio R.

o retângulo de área máxima. de semi-eixos a e b. aberto no extremo com um ângulo triédrico no outro extremo. R: x ! y ! r 2 30) Um pedaço de barbante de comprimento L é cortado em duas partes. cada célula é um prisma hexagonal regular. conforme figura ao abaixo. pode ser mostrado que a área superficial S é dado pela equação Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I . Baseado na geometria da célula. OA . Acredita-se que as abelhas de forma a minimizar a área superficial para um dado volume. um ponto M. são fixados dois pontos P e Q. conforme figura ao abaixo.122 Ö 27) Dado um ângulo AOB sobre um dos lados. tal que o segmento PQ seja visto sob o ângulo máximo. O exame dessas células mostrou que a medida do ângulo do ápice é surpreendentemente consistente. R: x ! a ™ b 28) Inscrever em uma elipse. R: x ! a b e y! 2 2 29) Mostre que o retângulo de área máxima inscrito núma circunferência de raio r é um quadrado. Achar sobre o outro lado OB . usando assim uma quantidade mínima de cera na construção. uma delas sendo dobrado na forma de um triângulo equilatero e a outra na forma de uma circunferência.Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. R: l 1 ! ( L 3 el2 ! 3 + 9) ( 9L 3 + 9) 31) Em uma colméia. Como deve ser cortado o barbante para que a soma das áreas das figuras seja maior possivel.

e h. o comprimento dos lados do hexágono. a © 2 2 ¹ ª º altura são constantes. a) Calcule dS . d R:  3 ™ cotg dS 3 2 ! s ™ cossec d 2 .123 ¨ 3 3¸ S ! 6sh  s 2cotg  © 3s 2 ¹ cossec . conforme figura abaixo.Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. onde s.

cossec 3) } 55r b) Que ângulo deveriam preferir as abelhas? R: cos 1 (1 c) Determine a área superficial mínima da célula (em ternos de s e h). . R: 6s « h  s 2 ­ Obs: Medidas reais do ângulo diferem do valor calculado em mais do que 2°.

35) Inscrever numa esfera dada um cilindro de volume máximo. com fundo quadrado. o raio da base R . e as medidas desses ângulos raramente 32) Em um painel retangular de comprimento (60 + x) cm e de largura 80 cm. 2R 2 R: A altura do cilindro e . Em que dimensões deve ser feito o depósito para que em sua fabricação se gaste a menor quantidade possivel de lata? R: A altura deve ser duas vezes menor que o lado da base. de folha de lata. 2 » ½ em colméias foram feitas. 34) Qual dos cilindros de volume dado tem menor superfície total? R: Aquele cuja altura é igual ao diâmetro da base. deve ter capacidade para v litros. onde R é o raio da esfera dada. 3 3 36) Inscrever numa esfera dada um cilindro que tenha a maior superficie lateral possivel. Qual o valor de x para que a diferença entre a área do painel e a do quadado seja maior possivel? R: 40 cm 33) Um depósito aberto. Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I . deseja-se reservar no canto seperior esquerdo um quadrado de lado x. R: A altura do cilindro é R 2 . onde R é o raio da esfera dada.

7 Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I .x2.Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. 4 R: A altura do cone é R . onde R é o raio da esfera dada. 3 38) Qual dos cones circunscritos em torno de uma esfera tem o menor volume? R: Aquele cuja altura é duas vezes maior que o diâmetro da esfera. a base paralela ao eixo x e acima desse eixo e os vértices da base sobre a curva 14y = 48 . Determine a área do maior destes triângulos R: 64 unidades quadradas.124 37) Inscrever numa esfera dada um cone de volume máximo. 39) Vários triângulos isósceles diferentes podem ser desenhados com o vértice na origem.

Qual é o percurso mais económico para o cabo? R: R$ 14. a receita bruta associada ao produto é dada por R(x) = 0. custo de montagem é diretamente proporcional ao número de máquinas ultilizadas e o custo de operação é inversamente proporcional ao número de máquinas ultilizadas. Qual é a taxa de variação da receita com o nível de produção x quando 3 unidades estão sendo fabricadas? Para esse nível de produção.00 o metro e o custo de estender um cabo em terra é R$ 4.125 Questões Propostas de Otimização em Economia 01) Um estudo de eficiência realizado em uma fábrica durante o turno da manhã mostra que um operário que começa a trabalhar às 8h terá produzido. 30 00 metros rio abaixo. 02) Um fabricante estima que quando q unidades de uma certa mercadoria produzidas. onde t é o número de anos após 1990.00 o metro. Em que hora da manhã os operários são mais produtivos? R: às 11h. 04) Um empresário calcula que quando x unidades de um certo produto são fabricadas. O custo de estender um cabo no rio é R$ 5. Q(t) = -t3 + 9t 2 + 12t unidades t horas mais tarde. 05) Estima-se que daqui a x meses a população de um certo município será: P(x) = x² + 20x + 8000. (a) Qual será a taxa de variação da população com o tempo daqui a 15 meses? (b) Qual será a variação da população durante o 16° mês? a) ® 50 habitantes por mês R: ¯ b) ° 51 habitantes 06) O produto interno bruto (PIB) de um certo país é dado por N(t) = t² + 5t + 106 bilhões de dólares.Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. (a) Qual foi a taxa de variação do PIB em 1998? (b) Qual foi a taxa de variação percentual do PIB em 1998? a) ® 21 bilhões de dólares por ano R: ¯ b) ° 10% ao ano 07) Numa industria. Para que nível de produção o custo médio M(q) = C(q)/q é mínimo? R: 5 unidades produzidas. a receita aumenta ou diminui com o aumento da produção? R: a receita aumenta com o aumento da produção. 03) Pretende-se estender um cabo de uma usina de força à margem de um rio com 900 metros de largura até uma fábrica situada do outro lado do rio.5x² + 3x ± 2 milhares de reais.700 a 1200 m da usina da força. o custo total é C(q) = 3q² + 5q + 75 reais. Quando é que o custo total é mínimo? Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I . em média.

Receita máxima 3. No momento.14 homens-horas a mão-de-obra não-especializada. determinar o número ótimo de unidades mensais que maximiza o lucro? R: 1000 unidades 11) A receita obtida com a produção de x unidades de certa mercadoria é dada por R(x) = milhões de reais. Qual é a produção que proporciona a máxima receita? Qual é esta receita? R: Produção máxima 7 unidades. R: diminuir 3. R: (a) 33 unidades por hora (b) -6 unidades por hora ao quadrado (c) -1 unidade por hora (d) -1.126 custo total c(x) é dado pela soma do custo de montagem (k1. de modo que a produção não seja alterada. onde x é o número de homens-horas de trabalho especializado e y número de homens-horas de trabalho não-especializado. com o custo de ¸ ¹.Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. a mão-de-obra disponível é constituída por 30 homens-horas de trabalho especializado e 20 homenshoras de trabalho não-especializado. Use os métodos do cálculo para estimar a variação de mão-deobra não-especializada y necessária para compensar um aumento de 1 homem-hora da mão-de-obra especializada x. 10) Uma fábrica produz x milhares de unidades mensais de um determinado artigo. º k1 . (b) Qual é a taxa de variação da taxa de produção dos operários às 11 h? (c) Use os métodos do cálculo para estimar a variação da taxa de produção dos operários entre 11h e 11h10min. quando o custo de montagem for R: Custo total mínimo se o número de máquinas for k2 igual ao custo de operação. 63x  x² x²  63 Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I .5 (milhões de reais). ou seja. x). Se o custo de produção é dado por C(x) = 2x 3 + 6x 2 + 18x + 60 e o valor obtído na venda é dado por V(x) ! 60x  12x 2 .08 unidade por hora (Sugestão: O ¨k operação © 2 ª x 09) A produção de certa fábrica é Q = 2x3 + x²y + y3 unidades. (d) Calcule a variação real da taxa de produção dos operários entre 11h e 11h10min. 08) Um estudo de eficiência realizado no turno da manhã de uma certa fábrica revela qu um e operário que chega ao trabalho às 8 h terá produzido Q(t) = -t3 + 6t 2 + 24t unidades t horas mais tarde. (a) Calcule a taxa de produção dos operários às 11 h.

127 12) O custo total em reais para fabricar q unidades de um certo produto é C(q) = 3q² + 5q + 10. hoje.00 o quilo. é de R$ 18. a circulação de um jornal será C(t) = 100t² + 400t + 5000.2t 2 + 0.5 unidades forem produzidas .00 a receita aumenta com o aumento da produção. cada um pesando 300 kg. Se o nível atual de produção é 40 unidades. a fábrica utiliza 1000 homens-horas.000. Qual é a taxa de variação da receita com o nível de produção x quando 3 unidades estão sendo fabricadas? Para esse nível de produção.00 E(30) ! 180. onde L é a mão-de-obra utilizada. Até agora ele g astou R$ 380.000. 15) O custo para produzir X unidades de um certo produto é C(x) = x²/3 + 4x + 53 reais e o número de unidades produzidas em t horas de trabalho é x(t) = 0. (a) Expresse o gasto total dos consumidores com o produto em função de p e desenhe o gráfico associado. Use os métodos do cálculo para estimar o número de homens-horas adicionais necessários para aumentar de 15 unidades a produção diária.R: ( C = R$ 122.03t unidades. medida em homens-horas. Seu preço de venda. 17) A demanda de um certo produto é D(p) = -200p + 12. a receita aumenta ou diminui com o aumento da produção? R: R$ 6. E(p) ! p(  200p  12.5x² + 3x ± 2 milhares de reais.5 kg por dia.000. No momento. R: 5 homens-horas. (b) Use os métodos do cálculo para determinar o preço para o qual o gasto total dos consumidores é máximo.00 18) Estima-se que daqui a t anos.Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. Quantos dias deverão o fazendeiro aguardar para maximizar seu lucro? R: 67 dias 1 14) A produção diária de uma certa fábrica é Q(L) = 900 L3 unidades. a receita bruta associada ao produto é dada por R(x) = 0.50 13) Um fazendeiro tem 200 bois. (b) Qual será a taxa de variação da circulação com o tempo daqui a 5 anos? Nessa ocasião a circulação está aumentando ou diminuindo? Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I . mas o preço cai 5 centavos por dia.00 para criar os dois bois e continuará gastando R$ 2.13 16) Um empresário calcula que quando x unidades de um certo produto são fabricadas. estime a variação do custo total se 40.00por dia para manter um boi.000) ® R: ¯ b) ° p ! 30. Os bois aumentam de peso a uma razão de 1. (a) Encontre uma expressão para a taxa de variação da circulação com o tempo daqui a t anos. Qual é a taxa de variação do custo com o tempo após 4 horas de trabalho? R: R$ 10.000 unidades por mês quando o preço é p reais a unidade.

cada uma das quais é capaz de produzir 30 pranchas por hora. 24 receptores de rádio/h c) 26 receptores de rádio 20) Os registros mostram que x anos depois de 1994. Determine a taxa com que o custo de produção está aumentando duas horas após iniciada a jornada de trabalho. (a) Qual era a taxa de aumento do imposto predial no início do ano 2000? (b) Qual era a taxa de aumento percentual do imposto predial no início do ano 2000? R: _a) T '(6) = R$ 280/ano b) 17.663. Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I .Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág.1q 2 + 10q + 400 reais. (d) Calcule a variação real da produtividade dos operários entre 9h e 9h 6min. em média.000 pranchas de isopor. em unidades por hora. c) A produção aument de aproximadamente 1. (b) Quantos receptores por hora os operários estarão montando às 9 h? (c) Quantos receptores os operários estarão montando entre 9 h e 10 h? a) R: _ '(x) = -3x 2  12x + 15 b) '(1) = 24 . d) A produção aumenta d 1.20 por hora . (b) Qual a taxa de variação da produtividade dos operários às nove horas? (c) Use os métodos do cálculo para estimar a variação da produtividade dos operários entre 9h e 9h 6 min. Q(t) = -t3 + 9t 2 + 12t unidades nas t horas seguintes: (a) Calcule a produtividade dos operários às nove horas. a) a ® 27 unidades/h.17 unidades/h. terão montado em média f(x) = -x + 6x² + 15x receptores de rádio x horas mais tarde. R: O custo está aumentando a razão de R$ 1. aproximadamente q(t) = t 2 + 50t unidades são produzidas durante as primeiras t horas de uma jornada de trabalho e o custo total para produzir q unidades é C(q) = 0. (a) Escreva uma expressão para a o número de receptores por hora que os operários estarão montando x horas depois de começarem a trabalhar.500 exemplares 19) Um estudo realizado em certa fábrica mostra que os operários do turno da manhã. que chegam para trabalhar às 8 h.2 unidades/h R: ¯ 2 b) e ° 12 unidades/h .128 (c) Qual será a variação da circulação durante o sexto ano? R: _a) C'(t) = 200t + 400 b) C'(5) = 1400. o imposto predial médio que incidia sobre um apartamento de três quartos em um certo município era T(x) = 20x² + 40x + 600 reais. A firma possui 10 máquinas.95 /ano 21) Um estudo de eficiência realizado no turno da manhã de certa fábrica revela que um operário que chega ao trabalho às oito horas produz. aumentando c) 1. 22) Em certa fábrica. 23) Uma fábrica de produtos de plástico recebeu uma encomenda para fabricar 8.

a média de público é 27.00 c) R$ 200. O perfume é consumido com a mesma rapidez durante o ano inteiro e as encomendas são recebidas no instante em que os vidros da encomenda anterior se esgotam. Suponha que a função demanda seja linear.2q² + q + 900 reais. 28) Em certa fábrica.000 espectadores.000.222. Quando o preço é reduzido para R$ 8.50. R: R$ 4.00.000 espectadores. onde x2 + 3px + p2 = 79.280.2714 unidades/mês. (a) Quantos vidros a loja deve encomendar de cada vez para que o custo seja mínimo? (b) Com que frequência a loja deve fazer as encomendas do perfume? R: _a) 200 garrafas b) a cada três meses 25) Quando o preço unitário de um certo produto é p reais. As máquinas são automáticas e necessitam apenas de um supervisor que ganha R$ 15. o custo total para fabricar q unidades durante uma jornada diária de trabalho é C(q) = 0.80 por hora.00. a média aumenta para 33. Cada vidro de perfume custa R$ 20. qual é o preço que maximiza a receita? R: R$ 9.3% ao ano. Calcule a taxa de variação do custo total de fabricação com o tempo 1 hora após o início de uma jornada de trabalho.129 O custo de programar as máquinas para fabricar as pranchas é de R$ 20. 26) Um time de futebol joga em um estádio com capacidade para 55.00 por máquina.00 e o custo para manter o perfume em estoque é 40 centavos por vidro por ano.Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág.00 por hora: (a) Quantas máquinas devem ser usadas para minimizar o custo de produção? (b) Quanto ganhará o supervisor pelo trabalho se o número ideal de máquinas for usado? (c) Qual será o custo para programar as máquinas? R: _a) 10 b) R$ 400. Estudos anteriores mostram que aproximadamente q(t) = t² + 100t unidades são fabricadas durante as primeiras t horas de uma jornada de trabalho.00 e está diminuindo à razão de 30 centavos por mês? R: 0.00 24) Uma loja pretende vender 800 vidros de perfume este ano. em janeiro de 1998. 27) receita anual bruta de certa empresa é f(t) = fundação da empresa. 10t 2  t  236 milhares de reais t anos após a Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I .00 por ano e b) 10. (a) Qual a taxa de aumento da receita anual bruta da empresa em janeiro de 2003? (b) Qual a taxa de aumento percentual da receita anual bruta da empresa em janeiro de 2003? R: a) R$ 2.00. Qual é a taxa de variação da demanda com o tempo se o preço unitário é R$ 5. Quando o preço do ingresso é R$ 10. a demanda é de x centenas de unidades. o custo da encomenda é R$ 10.

os consumidores compram D(p) = 40.04 t 2 + 15 reais. Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I . oferecido ao comprador. (a) Qual será a taxa de variação com o tempo do preço unitário daqui a 5 meses? (b) Qual será a taxa de variação da taxa de variação com o tempo do preço unitário daqui a 5 meses? (c) Use os métodos do cálculo para estimar a variação da taxa de aumento dos preços durante a primeira quinzena do sexto mês. R: Mais barato.02t² + 0. Qual será a taxa de variação percentual da demanda mensal do produto com o tempo daqui a 4 meses? R: A demanda estará diminuindo de 12 % ao mês. o número de aparelhos vendidos aumenta em 100 por semana.33 .00 cada. 33) Um modelo para o índice de preço de alimento (o preço de uma cesta básica) entre 1984 3 1994 é dado pela função I(t) ! 0. R: a) 195. Calcula-se também que daqui a t semanas.130 29) Quando um determinado modelo de liquidificador é vendido a p reais a unidade. 06561t3  0.4 t 2 + 6. Calcula-se que daqui a t meses o preço dos liquidificadores 3 será p(t) = 0.1309 . 32) Calcula-se que daqui a t meses o preço médio unitário dos bens de consumo em um certo setor da economia será P(t) = -t + 7t 2 + 200t + 300 reais. 00009045t5  0. Calcule a taxa de variação da demanda mensal de liquidificadores com o tempo daqui a 25 meses. Qual será a taxa de variação da demanda semanal de café com o tempo daqui a 10 semanas? A demanda está aumentando ou diminuindo nessa ocasião? R: . a R$ 450.6 libra por semana 31) Quando um certo produto é vendido por p reais a unidade. e I(t) é medido em dólares em 1987 e reduzido em uma escala tal que I(3) ! 100 .Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. 001438t4  0.1t + 6 dólares por libra. Uma pesquisa de mercado indica que para cada abatimento de R$ 10. mais caro t } 5.00 por mês.000/p unidades do produto por mês. c) ±R$ 8.00. o preço do produto será p(t) 3 = 0. A demanda estará aumentando ou diminuindo nessa ocasião? R: A demanda estará de seis liquidificadores por mês. o preço do café brasileiro será p(t) = 0. 34) Um fabricante vende 1000 aparelhos de televisão por semana. Estime os períodos nos quais a comida foi mais barata e mais cara durante o período de 1984 ± 1994. b) ±R$ 16. 30) Um importador de café do Brasil estima que os consumidores locais comprarão D(p) = 4374/p² libras de café por semana quando o preço for p dólares por libra. t = 10. 4598t2  0. Calcula -se que daqui a t meses. 6270t  99. (d) Calcule a variação real da taxa de aumento dos preços durante a primeira quinzena do sexto mês.8 reais por unidade.00 e -8. asssim 0 e t e 10 . onde t é medido em anos desde a metade do ano de 1984.75. são vendidos D(p) = 8000/p liquidificadores po r mês.

Quando o preço do prato é aumentado para R$ 12. então ele terá uma medida de 1/2x pacotes em estoque no ano e assim os custos de armazenagem para o ano são 4(1/2x) = 2x dolares. Ele também estima que o custo de manuseio para cada entrega é de R$ 100. em média.00. 36) Um time de beisebol joga em um estádio com uma capacidade para 55 mil espectadores. para cada real com redução no preço do bilhete. 10 b) Qual deve ser o abatimento oferecido a fim de maximar o rendimento? R: R$ 175.00. Qual é a quantidade ótima a ser feita em cada pedido de tal forma a minimizar o custo total? R: 200. para armazenar um pacote por ano. a freguencia média era de 27 mil espectadores. 38) Um restaurante cobra R$ 9.Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. a) Suponha que a demanda q seja uma função linear do preço p.131 a) Encontre a função demanda.50. cada um consistindo de x pacotes. Como deve ser estabelecido o preço do bilhete para maximar o rendimento da venda de entradas? R: R$ 11. 37) Uma quadra de esportes tem capacidade para 15 mil espectadores sentados. c) Se a função custo semanal for de C(x) ! 68. pedem o prato por dia. Uma pesguisa de mercado indica que.000  150x . Com o preço do bilhete a R$ 12. escreva uma expressão para q em função de p. R: q ! 2p  66 b) Que preço o restaurante deve cobrar para maximizar a receita com o prato de lasanha? R: R$ 16. 35) Gerentes de lojas querem uma política de estoque ótima.00. Excesso de estoque resulta em armazenagem excessiva e custos de estoque. enquanto que um estoque pegueno significa adicionar custo à reorganização e entrega. Se o gerente fizer vários pedidos por ano. Cobrando R$ 10. Quando o preço das entradas foi reduzido para R$ 8.00. a freguência média em um jogo é de 11 mil espectadores.50 Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I .50. o número de fregueses que pedem o prato diminui para 42. Um gerente de um supermercado estima que um total de 800 pacotes de sopa serão vendidos a uma taxa constante durante o próximo ano e o custo de estoque será de R$ 4. a) Encontre a função de demanda supondo que ela é linear. a média da freguencia aumenta em 1000 espectadores. R: p(x) ! 550  x . como deve ser estabelecido o montante do abatimento a fim de maximar o lucro? R: R$ 100. R: p(x) ! 19  x 3000 b) Qual deve ser o preço da entrada para maximizar o rendimento? R: R$ 9.00.00 a entrada. a freguencia média subiu para 33 mil espectadores.00.00.00 por uma lasanha e 48 pessoas.

39 b) ° 04) A posição de determinada partícula. como indica na figura abaixo.c é forçada a mover-se em uma quia. R: D'(t) = 100 hm/h . representada por s(t). 3 03) Calcula-se que daqui a x meses a população de certa cidade será P(x) = 2x  4x 2  5000 . Encontre uma expressão para a taxa de variação com o tempo da distância entre os automóveis. a velocidade de P em qualquer instante t é: R: 6 ™ sen 6t 4  sen 2 3t 02) Dois automóveis deixam um cruzamento ao mesmo tempo. Se ao ponto Q se imprime um movimento dado por x(t) ! 4 ™ sen 3t .132 c) Suponha que o custo do prato de lasanha para o restaurante seja R$ 4. Determine: y A velocidade e a aceleração da partícula. Questões Propostas de Otimização em Ciências Naturais 01) Cada extremidade de uma haste PQ de comprimento 8 u. O primeiro viaja para leste com uma velocidade constante de 60 quilômetros por hora.00. y Todos os instantes no intervalo dado em que a partícula está estacionária. Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I .Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág.50. Que preço o restaurante deve cobrar para maximizar o lucro? R: R$ 18. (a) Qual será a taxa de variação da população com o tempo daqui a 9 meses? (b) Qual será a taxa de variação percentual da população com o tempo daqui a 9 meses? ® P'(x) = 2 + 6x1 2 ± R: ¯a) P'(9) = 20 habitantes por mês ± 0. no instante t que está se movimentando em linha reta. enquanto o segundo viaja para o norte com uma velocidade constante de 80 quilômetros por hora.

36t + 40 para 0 e t e 3.5 b) ° 05) Deixa-se cair uma pedra de uma altura de 43 metros. 07) De acordo com a fórmula de Debye de físico-química. (b) Qual será a taxa de aumento da população daqui a 1 ano? (c) Qual será o aumento da população durante o segundo ano? (d) Qual será a taxa de aumento da população daqui a 9 anos? (e) Que acontecerá com a taxa de aumento da população ao longo prazo? Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I . R: ¯a) a(t) = 24t 2 + 6 ± t = 1.133 v(t) ® = 2t .18 ± t = 1 ou t = 5 b) ° ® = 8t 3 + 6t .Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. 3 ª 3kT º e k são constantes positivas e T é a temperatura do gás. a polarização P de um gás satisfaz à equação P = ¨ 2 ¸ 4 N© ¹ onde N. R: dP 4 2N ! dT 9KT 2 08) Calcula-se que daqui a t anos. 18. R: ¯a) a(t) = 2 ± t=1 b) ° ® = 3t 2 .9t² + 15t + 25 para 0 e t e 6.67 h (40 min). (a) Escreva uma expressão para a taxa com que a população estará variando daqui a t anos.000 bactérias . Determine a taxa de variação de P com a temperatura. (a) Quanto tempo a pedra leva para atingir o solo? (b) Qual é a velocidade no momento do impacto? ® ! 4. a população de certo município será P(t) = 20 ± 6/(t + 1) mil pessoas.2 ± (1) s(t) = t² ± 2t + 6 para 0 e t e 2.36 v(t) ± (3) s(t) = 2 t 4 + 3t² .9t 2  43   H'(t) ! 9. R: ¯a) a(t) = 6t . Use os métodos do cálculo para determinar o instante em que a população é máxima e determine qual é a população nesse instante.8t H(t) ± R: ¯a) H(t) ! 0. t ! 3/s ± b) ° H(3) ! 29 m/s 06) A população de uma colônia de bactérias é dada por P(t) = 24t + 10 mil t horas após a t² + 1 introdução de uma toxina.18t + 15 v(t) ± (2) s(t) = t . R: t = 0.

A = r2. Supondo que r seja constante. ªvº 2 onde m é a inclinação da mangueira e v é a velocidade com a água deixa a mangueira. traquéia durante um acesso de tosse para indicar o fluxo F em função do raio r.mx. r+R qual o valor de R para o qual a potência dissipada é máxima? R: A potência dissipada é máxima qundo R = r. qual é o ponto mais alto do edifício que o bombeiro consegue atingir com a água lançada pela mangueira? R: Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I .000 moradores 09) Quando um resistor de R ohms é ligado aos terminais de uma bateria com uma força eletromotriz de E volts e uma resistência interna de r ohms. Suponha que v é constante. onde S é a velocidade do ar e A é a área da seção reta da traquéia.Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. (b) Determine o raio r para o qual o fluxo é máximo. o jato de água emitido por uma mangueira chega a uma ¨x¸ altura y = -16(1 + m²) © ¹ . (a) Suponha que a seção reta da traquéia seja circular. determine a inclinação para a qual um bombeiro conseguirá atingir o fogo da maior distância possível. Use a expressão para a velocidade do ar na dada pela equação v(r) ! ar 2 (r0  r) . (a) Se m for também constante.. R: a) F(r) ! a r 4 (r0  r) b) r ! 4 r0 5 11) Se desprezarmos a resistência do ar.134 ® P'(t) = 6 (t + 1) 2 mil moradores por ano a) b) 1. 10) Os biólogos definem o fluxo F de ar na traquéia através de expressão F = SA. (b) Se m for variável. uma corrente de I ampères atravessa o circuito e dissipa uma potência de P watts.500 moradores por ano R: ¯ c) d) 60 por ano e) A taxa de aumento tenderá a zero ° 1. com I = E e P = I² ™ R. determine a distância x para a qual a água atinge a altura máxima. Se m for variável.8 metros da boca da mangueira. (c) Suponha que um bombeiro se encontre a uma distância x = x 0 metros da base de um edifício. acima de um ponto situado a 4.

A figura abaixo esquematiza a posição das indústrias. b) m ! e c) m ! ¯ 32 ™ (1+ m 2 ) 32 ™ x 32 ™ x 0 ° 12) Demonstra-se em físico-química que a pressão P de um gás está relacionada ao volume V e a a ¸ ¨ temperatura T pela equação de van der Waals © P  ¹ (V  b) ! nRT onde a.175  t3 (t  8) . n e R. (a) Qual a taxa de disseminação da epidemia após 3 semanas? (b) Suponha que as autoridades declarem que uma doença atingiu proporções epidêmicas quando a taxa de disseminação percentual é maior ou igual a 25%. Em que ponto do encanamento deve ser instalado um reservátorio de modo que a metragem de cano a ser ultilizada seja mínima? Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I . Durante que período de tempo esse critério é satisfeito no caso em questão? a) ® N'(3) = 108 pessoas por ano ± R: ¯ b) A doença não atinge proporção epidêmica no período de 8 semanas para o qual a equação ±é valida. (b) O volume crítico V c é o volume para o qual P'(V c ) = 0 e P"(V c ) = 0. Mostre que V c = 3b. ° 14) Duas indústrias A e B necessitam de água potável. (a) Para T = T c . já existente. 0 e t e 8. bem como a posição de um encantamento retilinéo l . b.Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. a pressão P é uma função apenas do volume. P(V). nRTc a 8a ®  2 b) demonstração c) Tc = R: ¯a) P(V) ! Vb V 27nRb ° 13) Uma doença está se espalhando de tal forma que após t semanas. A temperatura crítica T c do gás é a maior temperatura na qual as fases gasosa e líquida podem existir como fases separadas. n e R são V² º ª constantes. b. o número de pessoas infectadas é dado por N(t) = 5.135 ® v2 ™ m v2 v2 a) x ! . (c) Determine a pressão crítica P c = P(V c ) e T c em termos de a. Escreva a função P(V).

V(3.8 v 10-8T3 v 8. Determine a taxa de variação da concentração de monóxido de carbono com o tempo daqui a 2 anos.999876. A densidade da água é máxima quando V(T) é mínimo. onde deverá estar situada a estação das barcas a fim de tornar a viagem a mais rápida possível? R: 84.56 km da cidade 16) Sabe-se que uma quantidade de água que ocupa um volume de 1 litro a 0°C ocupará V(T) = -6.95) = 0.4 v 10 5 T + 1 litros quando a temperatura for de T°C. como mostra a figura abaixo. 19) Estima-se que daqui a t anos a população de um certo município será p(t) = 20 .6/(t . situado no solo. Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I .95. de uma ilha situada a 40 km de uma costa quase reta. Um estudo ambiental revela que a concentração média de monóxido de carbono no ar é c(p) = 0. é posto sob um ângulo de inclinação canhão.136 R: 8 km do encontro da canalização l com a perpendicular que passa por A. Use uma calculadora gráfica para plotar V(T) para 0 e T e 10.5 v 10 6 T² .4 partes por milhão. Seja l o alcance do .05t² + 0. 2v 2 ™ sen ™ cos g . para 0 e T e 30. 17) Um canhão. para uma cidade que dista 100 km.1) habitantes.Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. Para que ângulo o alcance é 4 18) Um estudo ambiental realizado em certo município revela que daqui a t anos a concentração de monóxido de carbono no ar será Q(t) = 0. dado por l ! máximo? R: . onde p é a população em milhares de habitantes. Em que temperatura isso acontece? Qual é o volume mínimo? R: V(t) é mínimo para T = 3.6. onde v e g são constantes.1t + 3.05 partes por milhão. Se a barca tem uma velocidade de 18 km/h e os carros tem uma velocidade média de 50 km/h.5 p²  p  58 pares por milhão. 15) Uma agência de turismo está organizando um serviço de barcas. Qual será a variação da concentração de monóxido de carbono nos próximos 6 meses? R: 0.

Heinz mostrou que a concentração y(t) de um remédio administrado por injeção intramuscular é dada por y(t) = c e  at  e  bt ba .137 R: 0. 20) Quando um peixe nada rio acima com velocidade v contra uma correnteza constante v w . Esse ponto corresponde a um máximo ou a um mínimo? (b) O número crítico do item (a) depende de k.Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. 21) Em um artigo clássico. Plote a função F(k). a energia gasta pelo animal para percorrer uma certa distância é dada por uma função do tipo E(v) = Cv k onde C é uma constante positiva e k v  vw 2 é um número que depende da espécie considerada. (a) Mostre que E(v) possui um e apenas um ponto crítico. E. Seja F(k) este número crítico.31 partes por milhão por ano. O que se pode dizer a respeito de F(k) para valores muito grandes de k? R: a) E(v) é mínima no ponto v ! vw v ™k e b) F(k) = w . k k 1 k 1 2.

Os parâmetros A e E 0 dependem da reação considerada. com b prazo"? (b) Faça um gráfico de y(t). onde t é o número de horas após a injeção e a. Em que idade a capacidade aeróbica é máxima? R: 20. B e H são constantes positivas: A é a taxa de crescimento natural. R. b e. Escreva uma ¨k expressão para In (k 1 /k 2 ) em função de E 0 .a concentração tende a zero ao longo prazo. mas não da temperatura. R: a) t ! a: (a) Em que instante a concentração é máxima? O que acontece com a concentração "ao longo 1 ¨a¸ l n © ¹ . ou seja. dt ª Bº Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I .09 anos 24) A população P(t) de muitas espécies de animais e plantas aumenta (ou diminui) a uma taxa dada por dP ¨ P¸ ! A ©1  ¹ P  H onde A. para grandes valores de t. ab ªbº 22) O efeito da temperatura sobre a velocidade de uma reação química é expresso pela equação de Arrhenius K ! A ™ e  E 0 R ™T onde k é a velocidade da reação. e T 2 . T 1 .R: ln © 1 ª k2 ¸ E0 ¹= º R ¨ 1 1¸ ™©  ¹ ª T2 T1 º (l n x  2) x 23) A capacidade aeróbica de um indivíduo de x anos de idade é dada por A(x) = 110 para x u 10. t u 0. c são constantes positivas. T é a temperatura absoluta e R é a constante dos gases perfeitos. Sejam k1 e k 2 as velocidades da reação nas temperaturas T1 e T2 .

(a) Mostre que a taxa de aumento da população é máxima para P(t) = 0. (a) Calcule a taxa de produção de granulócitos.138 B é a capacidade de sustento e H é a taxa de coleta. Suponha que a população inicial P 0 = P(0) seja um número positivo. o expoente m é B  xm positivo e x é o número de células presentes. Isto significa que a população tende a desaparecer? ® d2P B ± R: ¯a) 2 ! 0 para P ! 2 ± dt ° b) dP dt 2 2 A« ¨ B¸ » ¬ © P  ¹ ¼ B¬ ª 2º ¼ ­ ½ 0 25) Um certo modelo sugere que a produção de um tipo de glóbulos brancos (granulócitos) pode ser descrita por uma função da forma p(x) ! Ax onde A e B são constantes positivas. (b) Calcule p"(x) e determine todos os valores de x para os quais p´(x) = 0 (a resposta deve ser dada em função de m). para x ! b) ± p''(x) ! (B  x m ) 3 ° m B . dP/dt < 0 e portanto a população necessariamente diminui.Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. (b) Mostre que se H AB/4. independentemente dos valores das outras constantes. p'(x).5B. ® AB  Ax m (1  m) a) ± p'(x) ! (B  x m ) 2 ± R: ¯ mAx m-1 «  B  Bm  (1  m)x m » ± ­ ½   p''(x) ! 0.

m  1 m 1 26) A porcentagem de ovos de bicho da maçã que chocam a uma dada temperatura (em graus Celsius) é dada por H(T) = -0. Para que temperatura T (15 e T e 30) a porcentagem de ovos chocados é máxima? Qual é esta porcentagem máxima? R: A porcentagem é máxima a 23. < e: (a) Determine o valor máximo de P(x) para um dado valor de Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I . é um parâmetro tal que 0 < .53T 2 + 25T .209 para 15 e T e 30. temperatura na qual atinge o valor de 85.x onde (b) Traçe P(x).9 h.81 R: A concentração máxima ocorre quando t = 0.58 ºC. 28) Um atuário calcula a probabilidade de que um indivíduo de certa população morr e com x anos de idade usando a expressão P(x) = ²xe. Faça um gráfico da função H(T). Traçe a função concentração. Para que valor de t a concentração é máxima? t²  0.81%. 27) A concentração de um remédio t horas após ter sido injetado no braço de um paciente é dada por C(t) ! 0.15t .

o volume V (em centímetros cúbicos) de 1 kg de água a uma temperatura T 3 é aproximadamente dado pela formula V(T) ! 999. onde A é o número de pessoas suscetíveis.139 ¨1¸ R: P © ¹ ! ª º e 29) Um pesquisador estima que t horas após uma toxina ser introduzida. a energia gasta por unidade de tempo é proporcional a v3. Mostre que F é minimizada quando tg ! .01t (a) Qual é a população no instante em que a toxina é introduzida (t = 0)? O que acontece com a população (³ao longo prazo")? (b) Em que instante a população é máxima? Qual é a população máxima da colônia? (c) Faça um gráfico de P(t). 4e  e 0. 33) Para um peixe nadando a uma velocidade v em relação à água. 06426T  0.43 e c) o gráfico. b) 109. Se a corda faz um ângulo força é representada pela equação F ! coeficiente e atrito e 0 e e ™W ™ sen  cos com o plano. Encontre a temperatura na qual a água tem sua densidade máxima. então a grandeza da é uma constante chamada .Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. onde 2 . R: 3. 0095043T2  0. 30) Uma doença contagiosa se dissemina em uma comunidade de tal forma que t semanas após o primeiro surto.9665 °C. 0000679T . Mostre que a taxa de disseminação da doença é máxima quando metade das pessoas suscetíveis está infectada. Acredita-se que os peixes migratórios tentam minimizar a energia total Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I . R: A 2 31) Um objeto com peso W é arrastado ao longo de um plano horizontal por uma força agindo ao longo de uma corda atada ao objeto.003t 0. 32) Entre 0 °C e 30 °C. R: a) t = 0. a população (em milhares de espécimes) de uma colônia de bactérias será P(t) ! 600 . o número de pessoas infectadas é dado por uma função da forma f(t) = A/(1 + Ce-kt).87  0.

Injetando doses conhecidas nos voluntários e colhendo amostras de sangue a cada 30 minutos para análise. Se o número de bactérias (em milhões) no depósito de utensílios de cozinha após t « » horas é dado por B(t) ! ­(t  4) 2 ™ (t  14) ½  96t  260 . os astronautas limpam os utensílios de cozinha com desinfetante antes de guardá-los. a equipe concluiu que a concentração de substância na corrente sanguínea t horas após a injeção é dado pela equação C(t) ! 3t . determine o número mínimo e máximo de bactérias presentes no depósito durante as primeiras 8 horas. as condições de temperatura são ideais para a proliferação de bactérias. R: b) Esboce o gráfico de E. 37) Uma equipe de médicos está estudando a capacidade do corpo humano de metabolizar um novo medicamento usado para preparar os pacientes para cirurgias cardia cas. Quantas horas antes da operação o remédio deve ser adminstrado?R: Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I . A intensidade do calor num ponto P sobre um segmento de reta entre A eB é dada pela fórmula I ! a b . Se o peixe estiver nadando contra uma corrente u(u v) .Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. onde a é uma constante de proporcionalidade. onde x é a distância entre P e  2 x (s  x)2 s ™ a1 3 a1 3  b1 3 A medida em metros. O remédio será mais eficaz se atingir a concentração máxima no momento de comecar t 4 2 a cirrurgia. 34) A velocidade de uma onda de comprimento L em água profunda é dada pela formula v!k L C  . 35) Duas fontes de calor estão posicionadas s metros distantes uma da outra uma fonte de intensidade a em A e uma fonte de intensidade b em B. onde K e C são constantes positivas conhecidas. Em que ponto entre A e B a temperatura será menor? R: x ! 36) Nos ônibus espaciais. ª vu º a) Determine o valor de v que minimiza E. Por esta razão. Suponha que a limpeza tenha sido malfeita e depois de uma redução inicial o número de bactérias volte a aumentar. então o tempo requerido para nadar a uma distância L é L / (v  u) e a energia total E requerida para ¨ L ¸ nadar a uma distância é dada por E(v) ! av3 ™ © ¹ .140 requerida para nadar uma distância fixa. Qual é o comprimento da onda que C L dá a velocidade mínima?R: L = C. R: Número mínimo: 4 milhões e Número máximo: 164 milhôes.

R: 39) Quando lixo orgânico é despejado em um lago. onde v e g são constante e g ™ cos 2 para obter um alcance máximo. t2 1 a) Em que semana a concentração de oxigênio é mínima? Qual é esta concentração? R: b) Em que semana a concentração de oxigênio é máxima? Qual é esta concentração? R: Questões Propostas de Aplicação da Regra de L¶ Hospital 01) Usando a regra de L¶hospital calcule os limites abaixo: 1) lim ln x x p1 x  1 R: 1 R: g R: 1 3 16) lim e x ™ ln x xpg R: 0 R: 1 R:  R: 1 1 2 2) lim 3) lim x p0 ex xpg x 2 17) lim(x  ) ™ cotg x x pT tg x  x x3 sen x 1  cos x 18) lim xp 0 sen x  x tg x  x ln sen x ln sen 2x 4) lim xp R: 0 19) lim xp 0 5) lim  (sec x  tg x) ¨T ¸ xp © ¹ ª2º R: 0 20) lim e x  e  x  2sen x x p0 x ™ sen x R: 0 6) lim  xp 0 ln x cossec x R: 0 R: 1 21) lim 22) lim x ™ cos x  e-x xp 0 x2 R: g R: 2 7) lim(1  tg x) ™ sec x xp T 4 arc ™ sen 2x xp0 arc ™ sen x x  arc ™ tg x x ™ sen x 1 ¸ ¨1 8) lim ©  ¹  xp 0 ª x sen x º 9) lim  ¨T ¸ xp © ¹ ª2º R: 0 23) lim xp0 R: 0 4tg x 1  sec x R: 4 1 2 24) lim x2 1 x pg arc ™ sen x R: g 10) lim e x  e -x  2 x p0 cos 2 x R: 1 ¸ ¨ x  25) lim © ¹ xp1 x  1 ln xº ª R: 1 Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I . seu alcance é dado pela fórmula R ! é o ângulo de elevação. A concentração de oxigênio Ox após um despejo (tomado 1 como nível normal) pode ser modelada pela função Ox ! t2  t  1 . a decomposição do lixo consome oxigênio. onde t é o tempo em semanas.141 38) Se um projétil é atirado de O de modo a ating ir um plano inclinado que faz um ãngulo horizontal. Calcule com a 2v 2 ™ cos ™ sen(  ) . 0 e t .Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág.

Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág.142 ¨ x ¸  11) lim © ¹ 2cos x º xp ª cotg x 2 R: 1 ¨ sec 2 x  2tg x ¸ 26) lim © ¹ 1  cos 4x º xp ª 4 R: 1 2 12) lim (1  cos x)cotg x xp0 R: 0 R: 1 R: g 27) lim .

( x 2  x  5) ! 0 x!0 1 s 21 1 s 4. o comportamento no infinito (retas assíntotas). os pontos de descontinuidade. 79. 79 x '' !  2. 0) P3 (2.0 y!0 Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I . os extremantes. das funções abaixo: 1) f (x) ! x  x  5x  Determinar o domínio D( f ) ! R 3 2  Determinar a paridade f ( x) ! x3  x 2  5 x f ( x) ! ( x)  ( x)  5.  Determinar as interseções do gráfico com os eixos (interseção com x e y) f ( x) ! x3  x 2  5 x f ( x) ! 0 x2  x  5 ! 0 ( ! (1) 2  4. 79. as interseções do gráfico com os eixos.1.( x) f (  x) !  x 3  x 2  5 x f ( x) {  f ( x) 3 2 f ® ( x ) ! f ( x )   Par ¯ f ° ( x ) !  f ( x )   Ímpar @ Logo a função não será par e nem ímpar.  Determinar os pontos de descontinuidade D ( f ) ! R .58  x!   2 2 . a concavidade. x!0 x ' ! 1.1  x  x p1 1 ¨ x¸ cos© ¹ ª 2 º R: 1 R: 1 R: 1 13) lim x x p 0 e x  cos x 28) lim x tg x xp 0 14) lim xp cos x 2 ¨ ¸ 2 x © ¹ 2º ª 29) lim (1  tg x)sec 2x xp 0 15) lim x sen x xp 0 R: 1 30) lim xpg x ™ ln x x  ln x R: g Questões Resolvidas de Construção de Gráficos 01) Determine o domínio. os pontos de inflexão e esboçar o gráfico. 0) 1 P2 (1. a paridade. ela é contínua.(  5) x ! ( ! 21   x3  x 2  5 x ! 0   x. 0) y ! x3  x 2  5x y ! 03  0 2  5. 79 P (0. O crescimento ou decrescimento.

67)3  ( 1. 48 3 2 .143  Determinar o comportamento no infinito x p g x p g x p g lim f ( x ) lim x 3 x p g x p g x p g lim f ( x ) lim x 3 Obs.C  traçar o gráfico y 6. 67)2  5.3 6 ±x '' ! 1 °    Crescente  3 Decrescente 5 Crescente 1  Determinar os extremos f ''( x) ! 6 x  2 f '( x ) ! 0 f ''(1) ! 6.(5) ( ! 4  60 ( ! 64 2   f '( x ) ! 0 5 ® x 2 s 64 2 s 8 ±'!  !  ¯ x! 3 2.Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág.B  1 3 5   3 Ponto de Máximo C.P.(1)  2 x' !1 f ''(1) ! 8 .( 1.©  ¹  2 ª 3º ª 3º 30 ¨ 5¸ f '' ©  ¹ !   2 3 ª 3º ¨ 5¸ f '' ©  ¹ ! 10  2 ª 3º ¨ 5¸ . não possui reta assíntota (horizontal.: Será utilizada somente a variável com maior expoente: x 3 lim ( g ) 3 ! g lim ( g ) 3 ! g Como: g  Determinar o crescimento e decrescimento g R . 67) ! (1. 48 Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I f ( x) ! x 3  x 2  5 x f (1. vertical e inclinada) f '( x ) ! 3x 2  2 x  5 3x  2 x  5 ! 0 ( ! (2) 2  4. 67) ! 6. 8 " 0 5 x '' !  x ! 1   Ponto de Mínimo 3 f ''( x) ! 6 x  2 ¨ 5¸ ¨ 5¸ f '' ©  ¹ ! 6.3.P. 8 0 f '' ©  ¹ ! 8 ª 3º x!  Determinar o ponto de Inclinação e Concavidade f ''( x ) ! 6 x  2 f ''( x ) ! 0 6x  2 ! 0 6 x ! 2 2 x! 6 1 x! 3   C.

( x )  5  2 x  5  (2 x  5) Como f ( x ) { f (  x ) . logo a função não é par e nem ímpar. 2 x  5 { 0 2x { 5 5 5 ®¾ D( f ) ! R  ¯ ¿ 2 2 °À  Determinar a paridade x{ f ( x) ! Obs. com exceção no ponto onde x !  Determinar as interseções do gráfico com os eixos (interseção com x e y) f (x) ! x 1 2x  5 f (x) ! 0 .144 2) f ( x ) ! x  1 0 2x  5  Determinar o domínio D( f ) ! 1º Passo: Obedecer a condição (denominador { 0 ) Logo.Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág.: x { 5 . f (x ) ! y 0! x 1 2x  5 x 1 ! 0 x !1 ¨ 1¸ P © 0. significa que o valor não está no 2 domínio da função x 1 2x  5 x 1 x 1  ( x  1) f ( x) ! ! ! 2.  Determinar os pontos de descontinuidade f ( x) ! x 1 p 2 5 f ( x) ! 2 x  5 p Contínua. ¹ 1 ª 5º P2 .

1. 0 0 1 y! 2. x!0  Determinar o comportamento no infinito Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I .0  5 1 y! 5 1 y! 5 .

2. pois é exatamente o ponto de descontinuidade)   C. reta assíntota horizontal.)  Determinar o ponto de Inclinação e Concavida de f ''( x ) !  ?3.Universidade do Estado do Pará x pg Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág.(2 x  5) ?2 x  2A ! 0   12.C  Traçar o gráfico: y 2 1 Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I . portanto  !  (função decrescente)   Determinar os extremos f '( x) ! 3 .(2 x  5). ao final o resultado sempre será positivo.145 x pg lim f ( x ) lim x 1 2x  5 1 ¸ ¹ x ¹ 1 º ! 0 5 ¸ 2 ¹ x ¹ º 0 lim f ( x ) lim x 1 2x  5 1 ¸ ¹ x ¹ 1 º ! 0 5 ¸ 2 ¹ x ¹ º 0 x pg x pg ¨ ¨ 1 ¸ ©1  x ™ ©1  ¹ © xº ª ª lim ! ! x pg 5¸ ¨ ¨ x ™© 2  ¹ © 2 xº ª © ª 2 ¨ ¨ 1 ¸ ©1  x ™ ©1  ¹ © xº ª ª lim ! ! x pg 5¸ ¨ ¨ x ™© 2  ¹ © 2 xº ª © ª Logo.B 5 2 C. (2x  5)2  (Por não ter obtido ponto de x na derivada não existirá ponto de máximo e de mínimo.: Qualquer valor atribuído para o ³ x´. não possui máximo e nem mínimo. y ! 1 .P.(2x  5) ! 0   2x  5 ! 0   x !  (Não existe ponto de inflexão.P.2 2 x  5 2x  2 3 ! ! 2 2 (2 x  5) (2 x  5) 2 (2 x  5) Como 3  ! 0   3 ! 0      2 (2x  5)  O sinal negativo indica que a é decrescente Obs.  Determinar o crescimento e decrescimento f '( x ) ! 1.2A 12.(2 x  5) ! 2 4 « (2 x  5) 2 » ?2 x  2A ­ ½ 4 f ''( x ) ! 0 5 2 12.(2 x  5)  ( x  1).

os extremantes. a paridade. os pontos de inflexão e traçe os grafico das funçôes: 1) f ( x) ! 2x 3  6x 2) f (x) ! 4x 3  x 2  24x  1 3) f (x) ! 3x 4  4x3  6x 2  4 4) f (x) ! (x  1)2 ™ (x  2)3 5) f (x) ! 3x 2 3  2x 6) f (x) ! x1 3  2x 4 3 7) f (x) ! 1  (x  2)1 3 8) f (x) ! x ™ 1  x x 1 9) f (x) ! x 3 9x 10) f (x) ! 2 x 9 x 2  2x  4 11) f (x) ! x2 3 x  x2  4 12) f (x) ! x2 1 13) f (x) ! x 3  9x  2 3 14) f (x) ! x 4  4x 3  10 Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I 26) f (x) ! (x  2)2 27) f (x) ! (x 2  3) 2 28) f (x) ! x 2  3x x2  1 29) f (x) ! x 4  6x 3  24x 2  24 30) f (x) ! x 2  2x  5 x2 1 31) f (x) ! (1  x 2 3 )3 2 1 32) f (x) ! (1  e x ) 33) f (x) ! 3  e  x 34) f (t) ! 3  2e  t 35) f (x) ! 5  2 ™ 3 x 36) f (x) ! 3  5e x 37) f (t) ! 2 1  3e 2t 38) f (x) ! xe  x 39) f (x) ! e  x 2 . os pontos de descontinuidade. o comportamento no infinito.Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. o crescimento ou decrescimento.146 Questões Propostas de Construção de Gráficos 01) Nos exercicios de numeros de 01 a 50. a concavidade. as interseções do grafico com os eixos. determine o dominio.

Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág.147 15) f (x) ! (x  2)3 16) f (x) ! (x 2  5)3 17) f (s) ! 2s(s  4) 3 18) f (x) ! (x  1) 1 3 19) f (x) ! (x  1) 4 3 20) f (x) ! x 2  1 x 21) f (x) ! 2 x  x 1 22) f (x) ! x 3  3x 2  1 23) f (x) ! x 3  3x 2  3x  1 24) f (x) ! x 5  5x 25) f (x) ! x  4  x 40) f (x) ! e x  e  x 41) f (x) ! x  ln x (para x > 0) ln x 42) f (x) ! (para x > 0) x 43) f (x) ! ln(x 2  1) sen 2x 44) f (x) ! sen x  2 45) f (x) ! sen 3 x  cos2 x 46) f (x) ! cos x  cos 2 x 47) f (x) ! 2x  tg x 48) f (x) ! sen x ™ sen 2x 49) f (x) ! cos x ™ cos 2x 50) f (x) ! x  sen x Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I .