GOVERNO DO ESTADO DO PARÁ UNIVERSIDADE DO ESTADO DO PARÁ-UEPA LICENCIATURA EM MATEMÁTICA-CCSE DEPARTAMENTO DE MATEMÁTICA ESTATISTICA E INFORMÁTICA

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Uma breve história do estudo da Derivada A derivada tem dois aspectos básicos, o geométrico e o computacional. Além disso, as aplicações das derivadas são muitas a derivada tem muitos papéis importantes na matemática propriamente dita, tem aplicações em física, química, engenharia, tecnologia, ciências, economia e muito mais, e novas aplicações aparecem todos os dias. A origem da derivada está nos problemas geométricos clássicos de tangência, por exemplo, para determinar uma reta que intersecta uma dada curva em apenas um ponto dado. Euclides (cerca de 300 a.C.) provou o familiar teorema que diz que a reta tangente a um círculo em qualquer ponto P é perpendicular ao raio em P. Arquimedes (287 -212 a.C.) tinha um procedimento para encontrar a tangente à sua espiral e Apolônio (cerca de 262-190 a.C.) descreveu métodos, todos um tanto diferente, para determinar tangentes a parábolas, elipses e hipérboles. Mas estes eram apenas problemas geométricos que foram estudados apenas por seus interesses particulares limitados; os gregos não perceberam que nenhuma linha em comum ou qualquer valor nestes teoremas. Problemas de movimento e velocidade, também básicos para nosso entendimento de derivadas hoje em dia, também surgiram com os gregos antigos, embora estas questões tenham sido originalmente tratadas mais filosoficamente que matematicamente. Os quatro paradoxos de Zenão (cerca de 450 a.C.) se apóiam sobre dificuldades para entender velocidade instantânea sem ter uma noção de derivada. Na Física de Aristóteles (384--322 a.C.), os problemas de movimento estão associados intimamente com noções de continuidade e do infinito (isto é, quantidades infinitamente pequenas e infinitamente grandes). Na época medieval, Thomas Bradwardine (1295--1349) e seus colegas em Merton College, Oxford, fizeram os primeiros esforços para transformar algumas das idéias de Aristóteles sobre movimento em afirmações quantitativas. Em particular, a noção de velocidade instantânea tornou-se mensurável, pelo menos em teoria, hoje, é a derivada (ou a taxa de variação) da distância em relação ao tempo. Foi Galileu Galilei (1564--1642) quem estabeleceu o princípio que matemática era a ferramenta indispensável para estudar o movimento e, em geral, ciência: ³Filosofia (ciência e natureza) está escrita naquele grande livro o qual está diante de nossos olhos quero dizer o universo, mas não podemos entendê-lo se não aprendermos primeiro a linguagem. O livro está escrito em linguagem matemática.´ Galileu estudou o movimento geometricamente; usou as proporções clássicas de Euclides e propriedades das cônicas de Apolônio para estabelecer relações entre distância, velocidade e aceleração. Hoje, estas quantidades variáveis são aplicações básicas das derivadas. O interesse em tangentes a curvas reapareceu no século 17 como uma parte do desenvolvimento da geometria analítica. Uma vez que equações eram então usadas para descreverem curvas, o número e variedade de curvas aumentou tremendamente naqueles estudos em épocas clássicas. Por exemplo, Pierre Fermat (1601--1665) foi o primeiro a considerar a idéia de uma família
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inteira de curvas de uma só vez. Ele as chamou de parábolas superiores, curvas da forma y ! k n , onde k é constante e n = 2, 3, 4, « A introdução de símbolos algébricos para estudar a geometria de curvas contribuiu significativamente para o desenvolvimento da derivada, da integral e do cálculo. Por outro lado, como conclusões e resultados geométricos poderiam ser obtidos mais facilmente usando raciocínio algébrico que geométrico, os padrões de rigor lógico que tinham sido iniciados pelos gregos antigos foram relaxados em muitos problemas de cálculo, e isto (entre outros fatores) levou a controvérsias espirituosas e até amarguradas. Fermat desenvolveu um procedimento algébrico para determinar os pontos mais altos (máximos) e mais baixos (mínimos) sobre uma curva; geometricamente, ele estava encontrando os pontos onde a tangente à curva tem inclinação zero. René Descartes (1596--1650) teve o discernimento de prever a importância da tangente quando, em sua Geometria, escreveu ³E eu ouso dizer isto (encontrar a normal, ou perpendicular a uma curva, a partir da qual podemos facilmente identificar a tangente) não é apenas o problema mais útil e geral da geometria que conheço, mas até aquele que sempre desejei conhecer´ Descartes inventou um procedimento de dupla raiz para encontrar a normal e então a tangente a uma curva. Como resultado da tradução da Geometria de Descartes para o latim por Frans Van Schooten (1615 -1661) e as explicações abrangentes por Schooten, Florimonde de Beaune (1601--1652) e Johan Hudde (1628-1704), os princípios e benefícios da geometria analítica tornaram-se mais amplamente conhecidos. Em particular, Hudde simplificou a técnica da dupla raiz de Descartes para determinar pontos máximos e mínimos sobre uma curva; o procedimento da dupla raiz foi redescoberto por Christiaan Huygens (1629-1695). Então, modificando o processo da tangente de Fermat, Huygens inventou uma seqüência de etapas algébricas que produziu os pontos de inflexão de uma curva; veremos que isto requer a derivada segunda. René François de Sluse (1622--1685) desenvolveu uma técnica algébrica que levou à inclinação da tangente a uma curva. No final da década de 1650, havia grande correspondência entre Huygens, Hudde, Van Schooten, Sluse e outros sobre tangentes de várias curvas algébricas; Hudde e Sluse especialmente procuraram métodos algébricos mais simples e padronizados que poderiam ser aplicados a uma variedade maior de curvas. Para Gilles Personne de Roberval (1602--1675), uma curva era o caminho de um ponto se movendo, e ele desenvolveu um método mecânico para encontrar a tangente para muitas curvas, incluindo a ciclóide. Mas o método de Roberval não podia ser generalizado para incluir mais curvas. Isaac Newton (1642--1727) começou a desenvolver o seu ³cálculo de flúxions´ entre os seus primeiro esforços científicos em 1663. Para Newton, movimento era a ³base fundamental´ para curvas, tangentes e fenômenos relacionados de cálculo e ele desenvolveu seus flúxions a partir da versão de Hudde do procedimento da dupla raiz. Newton estendeu esta técnica como um método para encontrar a curvatura de uma curva, uma característica que agora sabemos ser uma aplicação da derivada segunda. Em 1666, 1669
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e mais ainda entre seus seguidores. sobre quem deveria receber os créditos do cálculo. Cada um fez contribuições importantes para derivada. O primeiro livro sobre cálculo diferencial foi Analysis of Infinitely Small Quantities for the Understanding of Curved Lines (Análise de quantidades infinitamente pequenas para o entendimento de curvas. Newton resumiu e revisou seu trabalho de cálculo e estes manuscritos circularam entre um grande número de seus colegas e amigos. os trabalhos de Newton sobre cálculo não foram publicados até 1736 e 1745. como Richard Courant (1888--1972) observou. Em uma pequena viagem a Londres. assim como tangentes. Com algum tutoramento e conselho de Huygens e outros. Em vez disso. alguém poderia simplesmente usar as fórmulas de ³cálculo´ de Leibniz. embora tenha continuado a retornar a problemas de cálculo em épocas diferentes de sua vida científica. and a remarkable calculus for them" (Novos métodos para máximos e mínimos. Muito de seu trabalho foi realmente devido à Johann Bernoulli (1667-1748) e seguiu o tratamento de Leibniz para derivadas. lmites) i necessárias. Ainda assim.Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. isto é simplificação exagerada. acima de tudo. As acusações de plágio e outros ataques eram irrelevantes frente à matemática feita por eles. Jakob Bernoulli (1654-1705) e seu irmão mais novo Johann lideraram o caminho para espalhar o conhecimento do poder das fórmulas de cálculo de Leibniz propondo e resolvendo Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I . para o Teorema Fundamental do Cálculo. Leibniz aprendeu o método de Sluse para encontrar tangente a curvas algébricas. Gottfried Wilhelm Leibniz (1646--1716) desenvolveu seu cálculo diferencial e integral durante o período entre 1673 e 1676 enquanto vivia como um diplomata em Paris. Aqui está o primeiro trabalho publicado em cálculo e de fato a primeira vez que a palavra ³cálculo´ foi usada em termos modernos. mínimos e outras análises de curvas. Agora.4 e 1671. Depois de 1700. cálculo tem sido ³uma luta intelectual dramática que durou 2500 anos´. mas as acusações e contra-ataques escalaram para cisões entre matemáticos e cientistas na Inglaterra (leais a Newton) e no continente europeu (seguidores de Leibniz) os quais levaram à xenofobia nacionalista por mais de um século. as well as tangents. onde participou de um encontro da Sociedade Real em 1673. os quais não são impedidos por quantidades fracionárias e irracionais. Como podemos ver. qualquer um poderia resolver problemas de tangentes sem ser especialista em geometria. e um cálculo notável para eles) de 1684. séries infinitas e. máximos. integral. circunstâncias levaram a um dos episódios mais tristes e deselegantes em toda a história da ciência: a disputa entre Leibniz e Newton. Algumas vezes se diz que Newton e Leibniz ³inventaram´ o cálculo. Mas o método de L¶Hospital para determinar o raio de curvatura era muito parecido com aquele de Newton. mas ele aperfeiçoou as fórmulas modernas e a notação para derivada no seu famoso artigo "New methods for maximums and minimums. which is neither impeded by fractional nor irrational quantities. 1696) pelo Marquês de l¶Hospital (1661--1704). Leibniz tinha pouca inclinação para desenvolver estas técnicas e interesse ainda menor em fundamentações matemáticas (isto é.

Colin Maclaurin (1698--1746) tentou defender Newton no seu Treatise of Fluxions (Tratado de Flúxions) (1742) e desenvolveu derivadas para funções logarítmicas e exponenciais e expandiu as fórmulas de Simpson para incluir as derivadas das funções tangente e secante. Mesmo assim. Jean le Rond d¶Alembert (1717--1783) afirmou que a "definição mais precisa e elegante possível do cálculo diferencial" é que a derivada é o limite de certas razões quando os numeradores e denominadores se aproximam mais e mais de zero. 1748) quando introduziu funções (no lugar de curvas) como os objetos para os quais as derivadas e outras técnicas de cálculo seriam aplicadas. 1797). novos campos da matemática dependentes de cálculo. na famosa Encyclopédie francesa. as quais as funções recebem. Euler queria dizer algum tipo de "expressão analítica". 1755). No seu Methods of Differential Calculus (Métodos de Cálculo Difere ncial. Lagrange pretendia dar uma forma puramente algébrica para a derivada. sua concepção não era tão abrangente como a nossa definição moderna. o novo Treatise of Fluxions (Tratado de Flúxions. Berkeley reconheceu a precisão das fórmulas de Newton e a exatidão das suas aplicações abrangentes em física e astronomia. o Bispo George Berkeley (1685--1753) publicou The Analyst (O Analista). Euler trabalhou com vários casos especiais da regra da cadeia. Newton e Huygens também resolveram estes problemas. Euler definiu a derivada como "o método para determinar as razões entre os incrementos imperceptíveis. 1748). Leonhard Euler (1707--1783) deu um passo importante na direção de estabelecer uma fundamentação sólida para o cálculo no seu Introduction to the Analysis of the Infinite (Introdução à Análise do Infinito.Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. Joseph Louis Lagrange (1736--1813) tentou reformar o cálculo e torná-lo mais rigoroso no seu Theory of Analytic Functions (Teoria das Funções Analíticas. e os incrementos imperceptíveis das quantidades variáveis. e que este limite produz certas expressões algébricas que chamamos de derivada. Estes problemas e outros levaram ao desenvolvimento das equações diferenciais e do cálculo das variações. Em 1754. a gráficos ou a diagramas e sem qualquer ajuda dos limites de Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I . No final do século 18.5 problemas desafiadores (o problema da catenária e da braquistócrona são dois exemplos) para os quais o cálculo era necessário. das quais elas são funções". que soa não muito científico hoje em dia. um ataque à falta de fundamentos rigorosos para seus flúxions. Na sua publicação. sem recorrer à intuição geométrica. 1737) de Thomas Simpson (1710--1761) forneceu a primeira derivada da função seno. também introduziu o termo análise como um nome moderno para cálculo e a matemática avançada relacionada. No continente. mas criticou as "quantidades infinitamente pequenas" e os "incrementos imperceptíveis" dos fundamentos das derivadas. Leibniz. Maria Agnesi (1718--1799) seguiu Leibniz e L' Hospital no seu livro de cálculo Analytical Institutions (Instituições Analíticas. Por função. Na Inglaterra. Em 1734. introduziu equações diferenciais e tratou máximos e mínimos sem usar quaisquer diagramas ou gráficos.

Cauchy afirmou que a derivada é: O limite de [f(x + i) .f(x)] / i quando i se aproxima de 0. não são verdadeiras. isto é. Derivadas e o cálculo diferencial estão agora estabelecidos como uma parte rigorosa e moderna do cálculo. 1823). De igual importância. Finalmente. Cauchy prosseguiu para encontrar derivadas de todas as funções elementares e dar a regra da cadeia. era realmente a pedra fundamental para provar vários teoremas básicos do cálculo que foram assumidos como verdadeiros.f(x)] / i dependerá da forma da função proposta y = f(x). sabemos agora. a definição moderna de derivada foi dada por Augustin Louis Cauchy (1789--1857) em suas aulas para seus alunos de engenharia. A forma da função que serve como o limite da razão [f(x + i) . dá-se à nova função o nome de função derivada. Para indicar sua dependência. Lagrange desenvolveu a principal notação que usamos agora para derivadas e o desenvolvimento lógico de seu cálculo era admirável em outros aspectos. no início do século 19. Cauchy mostrou que o Teorema do Valor Médio para derivadas. Em seu Résumé of Lessons given at l'Ecole Polytechnique in the Infinitesimal Calculus (Resumo das Lições Dadas na Escola Politécnica Sobre o Cálculo Infinitesimal.Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág.6 d'Alembert. Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I . mas seu esforço em prover uma base sólida para o cálculo falhou porque sua concepção da derivada era baseada em certas propriedades de séries infinitas as quais. descrições de funções crescentes e decrescentes. que tinha aparecido no trabalho de Lagrange.

5 unidades por unidade de x.5 7. x 2  x1 x ® ! 1 p y1 ! 0. 1. enquanto x varia de 1 unidade. x2 ! 1 p y2 ! 0.5 1) y ¯ 1 x °2 ! 2 p y2 ! 2 y 2  y1 2  0. 3) y ¯ 1 x x2  x1 4 1 3 °2 ! 4 p y2 ! 8 Podemos dizer que entre 1 e 4. x ® ! 2 p y1 ! 2 0.5 unidades. e também para x.5 unidades por unidade de x.5 ! ! ! 1.5 1. K K .5 2 2 3 4.5. para y. y varia 1.5.5 a 2.5 2ª) Vamos construir agora o gráfico da função: 0 0 1 0. passaremos nessa aula estudar agora a derivada. 2) y ¯ 1 x x2  x1 43 1 ° 2 ! 4 p y2 ! 8 Podemos dizer que entre 3 e 4. x ® ! 1 p y1 ! 0. x2  x1 2 1 1 Podemos dizer que entre 1 e 2. dois valore y1 e y2 . 3.5 1.5 ! ! ! 3. Vamos então considerar.5.5 4) y ¯ 1 ! ! ! ! 1. o valor de y também varia. para podermos calcular a razão 2 .5 4 8 x2 . a partir da idéia de taxa de variação média. e varia de 0.5 y 2  y1 8  0.5 2 0.5 . x ® ! 3 p y1 ! 4.5 unidades por unidade de x. y cresce em média 3. 2.Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág.5  2 y 2  y1 1.5 .5. Como exemplo vamos considerar a função f(x) ! 1ª) Vamos construir uma tabela a partir da função dada: x -4 -3 -2 -1 f(x) 8 4. 2 Podemos observar que se consideramos x variando de 1 a 2. as d variações de y são 0.5 . Observamos também que mantendo a variação de x constante e igual a 1 uni ade (no caso).5 3. Essas variações estão marcadas no gráfico acima: Observe que elas não são constantes.5 y 2  y1 8  4. dois valores y  y1 x1 e x 2 .5 x2  x1 1  ( 2) 1  2 1 ° Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I . Assim.5 . y cresce em média 1. com x1 { x 2 .7 AULA O6 Após estudarmos limite de uma função suas propriedades e aplicações. y cresce em média 2.5 ! ! ! 2. por exemplo.

5 y 2  y1 2. (y (x 2 )  (x1 ) ! . definida em ¡ . definida em ¡ .5 2  4. 0 4. a razão f ( x2 )  f ( x1 ) .5 2. y decresce em média 1. Solução: f ( x1 ) ! f (3) ! 1  2 ™ 3 ! 1  6 ! 5 f ( x2 ) ! f (5) ! 1  2 ™ 5 ! 1  10 ! 9 f ( x2 )  f ( x1 ) 9  ( 5)  9  5 4 ! ! ! ! 2 x2  x1 53 2 2 02) Sendo f ( x ) ! 2 x 2  3 x  2 . com x1 { x 2 . x1 e x 2 dois valores do domínio. vale definir.Assim. Solução: f ( x1 ) ! f (1) ! 2 ™12  3 ™ 1  2 ! 2  3  2 ! 3 f ( x2 ) ! f (4) ! 2 ™ 4 2  3 ™ 4  2 ! 32 12  2 ! 32 14 !18 f ( x2 )  f ( x1 ) 18  ( 3) 18  3 21 ! ! ! !7 x2  x1 4 1 3 3 Questões Propostas 01) O gráfico de uma função f passa pelos pontos P(1. x1 { x 2 que é a taxa de variação média da unção entre x1 e x2 . y decresce em média 2 unidades por unidade de x. y decresce em média 2. Calcule a taxa de variação média dessa função entre x1 = 1 e x 2 ! 3 .8 Podemos dizer que entre 2 e 1 . R: Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I 3 . x 2  x1 (x Vale observar que a taxa de variação média pode não ser constante. 2 .5 . podendo ser positiva ou negativa dependendo dos pontos considerados.5 5) y ¯ 1 ! ! ! ! 2. x x2  x1 1  ( 3) 1  3 2 ° 2 !  1 p y2 ! 2 Podemos dizer que entre 3 e 1 .5 unidades por unidade de x. Questões Resolvidas 01) Sendo f ( x) ! 1  2 x . sendo f uma função definida num intervalo aberto do domínio. representa a variação no valor da x2  x1 função em média por unidade que se acrescenta no valor de x entre x1 e x 2 . 0 6) y ¯ 1 ! ! ! ! 2 . calcule a taxa de variação média da função entre x1 = 3 e x 2 ! 5 .5 unidades por unidade de x. x ® ! 3 p y1 ! 4. De um modo geral. calcule a taxa de variação média da função entre x1 1 e x 2 ! 4 . -5) e Q(3.Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. x ® ! 3 p y1 ! 4.5 y2  y1 0.5 4.5  4. -2). x x2  x1 2  ( 3) 2  3 1 ° 2 !  2 p y2 ! 2 Podemos dizer que entre 3 e 2 .

Calcule a taxa de varaiação média da função entre: ±  4. calcule a taxa de variação média da função entre os pontos. °2 a) x1 =  4 e x 2 ! 1 b) x1 = 0 e x 2 ! 3 R: -3.9 02) Calcule a taxa de variação média da função f entre x1  3 e x 2 ! 1. a) x1 = 0 e x 2 ! 3 b) x1 = 1 e x 2 ! 4 R: 8 . -5). 4 03) Dada a função f ( x) ! 3x  1 . definida em ¡ . ±2 05) Dada a função: ¯ x . calcule a taxa de variação média da função entre os pontos. 2 Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I . R: 3 . 0) e Q(1. 1 ® 3x.Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. 04) Dada a função f ( x ) ! 3x 2  x . 3 R: . se x e 1.se x > 1. Sabendo que o seu o gráfico de uma função f passa pelos pontos P(-3. 5 R:  . definida em ¡ . a) x1 3 e x 2 ! 8 b) x1 ! 2 e x 2 ! 0 R: 3 . R: 18 .

Faremos agora a interpretação geométrica da taxa de variação média.10 AULA O7 Após estudar a taxa de variação média. f(x 1 )) e Q(x 2 . Neste exemplo estamos usando também o conceito de razão incremental ou razão do acréscimo. temos: x 2  x1 m PQ ! f(x 2 )  f(x 1 ) y . faremos agora um breve estudo da interpretação geométrica da taxa de variação média. (y (x xo x x x0 + ( x = x (x = x ± xo (x p Acréscimo ou incremento de x f (xo) + (y = f (x) (y = f (x) ± f (xo) (y p Acréscimo ou incremento de f (x) (y f ( x)  f ( x o ) . Isto é. 2 Observando a figura. usando o resultado para calcular os coeficientes angulares das retas secantes e tangentes. (x1 { x 2 ) é igual ao coeficiente angular da reta secante ao gráfico da função nos pontos P(x 1 . f(x 2 )) . Razão incremental ou razão dos ! (x x  xo acréscimos. para isso usaremos a mesma função f(x) ! x2 e o seu gráfico.Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. como vemos abaixo: y f(x) y f(x) (y f(xo) y . a taxa de variação média da função entre ! x 2  x1 x x1 e x 2 . temos: ( PSQ. Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I . geometricamente. retângulo   tg ! Cateto Oposto . para calcular o coeficiente angular da reta secante e tangente ao gráfico da função dada. tg Cateto Adjacente ! f(x 2 )  f(x 1 ) e sendo m PQ ! tg .

0. -10) é f (5)  f (2) 10  2 12 m! ! ! ! 4 52 3 3 02) Sendo f ( x) ! f(-2)) e Q(0. Solução: f ( x ) !  x 2  3x f (2) ! (2) 2  3 ™ 2 ! 4  6 ! 2   f (5) ! (5)2  3 ™ 5 ! 25  15 ! 10 E o coeficiente angular da reta secante nos pontos (2. f(2)) e (5. calcule o coeficiente angular da reta secante ao gráfico de f nos pontos P(-2.5). veremos agora como calcular o coeficiente angular de uma reta tangente.Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. Observe as retas que passam pelo ponto P(1.11 Questões Resolvidas 01) Determine o coeficiente angular da reta secante ao gráfico de f ( x) !  x 2  3x . f(-2)) e Q(0. Solução: x2 3 (2) 2 4 02 f (2) ! !   f (0) ! !0 3 3 3 f ( x) ! E o coeficiente angular da reta secante nos pontos P(-2. x2 e o seu 2 x2 . Para isso usaremos a mesma função f(x) ! gráfico. 3 1) y Reta r: é gráfico de f e o coeficiente angular é dado por: Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I secante ao seu . f(0) é: 4 0 f ( 2)  f (0) 3 4 1 2 ! ! ™ ! m! 2  0 2 3 2 3 Após calcular o coeficiente angular de uma reta secante. nos pontos (2. 2) e (5. f(5)). f(0).

5 ! ! ! 1. Logo: x 2 (1) 2 x2 1  2 f (x)  f (1) 2   lim 2   lim x  1   lim (x  1) ™ (x  1)   lim (x  1) m t = lim   lim 2 x p1 x p1 x p1 x  1 x p1 2(x  1) x p1 x p1 x 1 x 1 2(x  1) 2 mt = 11 2   m t =   m t = 1. onde passa ser o próprio conceito de deriva. u gráfico de f no ponto P(1. f(x 0 )) . Podemos dizer que o coeficiente angular m t da reta t. tangente ao gráfico da função f (x). A derivada da função f (x0).5 ! ! ! 2. se ele existir e for finito.5 1. que passa pelo ponto P temos: x2 é contínua em ¡ . Conseqüentemente as retas r. Da geometria Analítica no ¡ 2 a equação de uma reta sendo dados dois pontos e o coeficiente angular e dado pela seguinte fórmula (y  y o ) ! m(x  x o ) . E quando x tende a 1 pela direita o ponto Q percorre o gráfico da função e se aproxima do ponto P. é dado por m t ! lim x px o f(x)  f(x o ) y = tg ! lim x p0 x x  xo . v.5). 4 1 3 3 f (3)  f (1) 4. 2 1 1 1 2) y Reta v: é secante ao gráfico de f e o seu coeficiente angular é dado por: mv ! 3) y Reta u: é secante ao gráfico de f e o seu coeficiente angular é dado por: mu ! ms E para uma reta f ( x )  f (1) . tangente ao gráfico da função f(x) ! x2 . 2 2 De um modo geral.5 . 2 Se você bem perceber estamos aplicando a definição de limite na equação da reta secante mt. 0. aplicando o conceito de derivada na mesma equação obtemos . f(x 0 )) .5 7.5). ela é também continua num intervalo aberto do 2 se aproxima da reta t tangente ao domínio que contem x = 1.12 mr ! f (4)  f (1) 8  0. pod emos dizer que: O coeficiente angular da reta t. com x { 1 . 0. 3 1 2 2 f (2)  f (1) 2  0.Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág.5 4 ! ! ! 2. O mesmo acontece quando x tende a 1 pela esquerda. x 1 Como a função f(x) ! secante s. no ponto xo é igual ao coeficiente angular (tg ) da reta t.5 . e sendo x 0 um ponto do domínio. no ponto P(x 0 . tangente ao gráfico da função no ponto P(x 0 . sendo f uma função continua num intervalo aberto do domínio. qualquer. no ponto P(1.5  0.

(x)  (x o ) ! (x o ).(x  x o ) e como (x) = y. Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I .

1 (y  f (x o )) !  ™ (x  x o ) p Equação da reta normal.( x  xo ) mt = 1 ™ ( x  1)   2( y  1) ! 1( x  1)   2 y  2 ! x  1   x  2 y  1  2 ! 0 2 x  2 y 1 ! 0 y 1 ! Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I . 02) Determine o coeficiente angular da reta tangente ao gráfico da função f ( x) ! x 3 . ( y  f ( xo )) ! f '( xo ). no ponto P(2. Solução: f ( x ) ! 3x 2  2x f ( x ) ! 6x  2   f (2) ! 6 ™ 2  2   f (2) ! 12  2   f (2) ! 10 f (2) ! 10 Logo o coeficiente angular da reta tangente no ponto P(2.(x  x o ) p Equação da reta tangente. é 3. no ponto P(1. Solução: ( x  1) ™ ( x  1) ( x ) 2  ( 1)2 f ( x)  f (1) x 1   lim   lim   lim   x p1 x p1 x p1 x p1 ( x  1) ™ ( x  1) x 1 x 1 ( x  1) ™ ( x  1) ( x  1) 1 1 1 1 m t = lim   lim       x p1 ( x  1) ™ ( x  1) x p1 ( x  1) 2 ( 1  1) 1  1 m t = lim 1 2 Logo a reta tangente no ponto P(1.13 (y  (x o )) ! (x o ). f '(x o ) Vejamos mais alguns exemplos para podemos assimilar melhor essas equações. 1). Questões Resolvidas 01) Determine o coeficiente angular da reta tangente ao gráfico da função f ( x) ! 3x 2  2x . f(2)) é:-10. no ponto P(-1. f(-1)). Solução: f ( x) ! x 3 f (1) ! (1)3 ! 1 f ( x)  f ( 1) x3  (1) x3  1 ! ! x  (1) x 1 x 1 m t = lim x p1 f ( x )  f (1) x 3  ( 1) x3  1 (x  1) ™ (x 2  x  1)   lim   lim   lim   lim ( x 2  x 1)   x p 1 x p 1 x  1 x p 1 x p 1 x  (1) x 1 x 1 m t = (  1) 2  ( 1)  1   1  1  1 ! 3 mt = 3 Logo o coeficiente angular da reta tangente no ponto P(-1. f(2)). 1). f(-1)).Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. 03) Determine o coeficiente angular da reta tangente ao gráfico da função f ( x ) ! x .

( y  f ( xo )) ! f '( xo ). R: 12 x  y  11 ! 0 04) Determine a reta tangente ao gráfico da função f ( x ) ! 2 x . em que a reta tangente t é paralela a reta (r)7x  4y ! 2 .( x  xo ) m t lim y  4 ! 4 ™ ( x  2)   y  4 ! 4 x  8   4 x  y  8  4   4 x  y  4 ! 0 4x  y  4 ! 0 Questões Propostas 01) Determine o coeficiente angular da reta tangente ao gráfico da função f ( x) ! 4x 2 . f(1)).14 04) Determine o coeficiente angular da reta tangente ao gráfico da função f(x) ! x 2 .1) 08) Determine o ponto do gráfico da função f ( x) ! 2x  x 2 . R: P(2.  ¹ . 3). R: y ! 4x  6 06) Determine a equação da reta tangente ao gráfico da função f ( x ) ! 3x 2  5x  1 no ponto P(2. Solução: ( x  2) ™ ( x  2) f ( x )  f (2) x 2  (2) 2   lim   lim   lim( x  2) xp 2 xp 2 xp 2 xp 2 ( x  2) x2 x2 mt 2  2   4   mt 4 Logo a reta tangente no ponto P(2. R: ¨ 1 5¸ ! ©s . ª 2 4º 09) Determine o ponto do gráfico da função f ( x ) ! x 3  x . R: -8 3 02) Determine o coeficiente angular da reta tangente ao gráfico da função f ( x ) !  x 2  1 . R: x  2 y  4 ! 0 05) Determine a equação da reta tangente ao gráfico da função f ( x ) ! x 4  2x 3  5x 2  4x  2 no ponto x = -1. f(2)).s ¹. 4). R: y ! 7x  11 07) Determine todos os pontos nos quais o gráfico da função f ( x ) ! 3x 2  4x  5 tem inclinação 8.Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. . no 2 ponto P(-2. no ponto P(2. 4). f(-2)). no ponto P(2. no ponto P(4. em que a reta tangente t é paralela a ¨ 1 5¸ reta (r)y ! 3x  1 . 4). R: P ©  . ª 2 8º Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I . no ponto P(1. R: 6 03) Determine a reta tangente ao gráfico da função f ( x ) ! 3x 2  1 .

chamada função da velocidade do v(t)  v(t o ) v ! t t  to A aceleração escalar do ponto t o é o limite: t pto t pt o Considerando a definição de derivada. para um ponto ponto. e calcularmos os coeficiente angular da reta tangente. a velocidade v pode variar em função do tempo t. podemos afirmar que a aceleração de um ponto móvel num instante t o é igual à derivada da função velocidade v(t) no instante em que t = to. Observando o gráfico acima. podemos afirmar que a velocidade de um ponto móvel num instante t o é igual à derivada da função horária S(t) no instante em que t = to. temos: V(t o ) ! lim   lim tp to t pt o S(t)  S(t o ) s ! lim ! S'(t o ) tp 0 t  to t Considerando a definição de derivada. assim. teremos a expressão v = f(t). e supondo conhecida a definição de velocidade. para calcular a velocidade escalar do móvel ponto t o. Assim. sabemos que: celeração édia (am ) ! em movimento. isto é: (t o ) ! (t o ) Sabemos que. através de sua abscissa s. chamada função horária do ponto. Uma outra aplicação do estudo da taxa de variação média serve para explicar um importante tópico da Física no capitulo de Cinemática.Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. usaremos a taxa de variação média. em cada instante t. isto é: Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I   a m ! lim a m ! lim v(t)  v(t o ) v ! lim ! v (t o ) t p0 t t  to . para fazer o estudo do movimento retilíneo uniformemente acelerado em Cinemática. teremos: elocidade média ( m )! (t)  (t 0 ) ! t  t0 t Então. S é uma função de t e indicamos por S = S(t). medida sobre a curva. Do estudo da cinemática.15 AULA 08 Após fazemos a interpretação geométrica da taxa de variação média. onde sabemos que a posição de um ponto material em movimento sobre uma curva (trajetória) conhecida pode ser determinada.

2t (Unidade SI: t em segundos e v em metros por segundo).16 a(t o ) ! v'(t o ) Questões Resolvidas 01) A equação horária de uma partícula em movimento é S = 4t 2 (Unidade SI: t em segundos e s em metros).Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. Determine: a) A velocidade média da partícula entre os instantes t 1 = 2s e t 2 = 5s. Solução: S(2) = 4 ™ t 2   4 ™ (2) 2 ! 4 ™ 4 ! 16 S(5) = 4 ™ t 2   4 ™ (5) 2 ! 4 ™ 25 ! 100 m ! S(t)  S(t o )   t  to m ! S(5)  S(2)   52 m ! 100 16   52 m ! 84 3 m ! 24 m/s b) A velocidade da partícula no instante t = 10s é dada pela derivada de s no instante t = 10s. Determine: a) A aceleração média da partícula entre os instantes t1 = 1s e t 2 = 6s. Solução: v(1) v(6) am ! (1) 2  2 ™1   1  2 ! 1 (6) 2  2 ™ 6   36  12 ! 24 v(t)  v(t o ) v(6)  v(1) 24  ( 1) 24 1 25   am !   am !   am !   am ! t  to 6 1 6 1 5 5 a m ! 5 m/s 2 b) A aceleração da partícula no instante t = 3s é dada pela derivada de v no ponto t = 3s Solução: v(3) (3) 2  2 ™ 3 ! 9  6 ! 3 v(t)  v(3) t 2  2t  3 (t  3) ™ (t  1)   a(3) ! lim   a(3) ! lim t p3 t p3 t p3 t 3 t 3 t 3 2 a(3) ! lim(t  1)   (3  1)   a(3) ! 4 m/s a(3) ! lim t p3 Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I . Solução: (t) v(10) 4 ™ t 2   (10) (10) ! lim 4 ™ (10) 2 ! 4 ™100 ! 400 (t)  (10) 4 ™ t 2  400 4 ™ (t 2 100)   v(10) ! lim   v(10) ! lim ! t p10 t p10 t p10 t  10 t  10 t  10 4 ™ (t  10) ™ (t  10) v(10) ! lim   lim 4 ™ (t  10)   4 ™ (10  10) ! 4 ™ 20 ! 80 m/s t p10 t p10 t  10 v(10) ! 80 m/s 02) A equação da velocidade de uma partícula em movimento é v = t2 .

Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág.5t + 1 (nas unidades: S em metros e t em segundos). Solução: v(t 0 ) ! S (t 0 ) S(t 0 ) = t 2  5t + 1   S (t 0 ) = 2t . Determine: Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I .5 v (t 0 ) = 6t   a(t 0 ) ! v (3)   6 ™ 3 =18 m/s2 a(t 0 ) ! 18 m/s 2 06) Um móvel se desloca segundo a função horária S = t 3 + t 2 + t (nas unidades: S em metros e t em segundos). 02) A equação horária de uma partícula é dada S = t 3 (Unidade: SI). R: 5 m/s.5 = 15 m/s v(t 0 ) ! S (t 0 ) = 15 m/s 05) Um móvel se desloca segundo a função horária S = t 3 . Determinar a aceleração do móvel no instante t = 3s. b) A velocidade da partícula no instante t = 6s.5t + 3 (nas unidades: S em metros e t em segundos).17 03) Um ponto em movimento obedece à equação horária S = t2 + 3t (nas unidades: S em metros e t em segundos). Solução: v(t 0 ) ! S'(t 0 ) a(t 0 ) ! v'(t 0 ) S(t 0 ) = t 3  t 2 + t   S'(t 0 ) = 3t 2 + 2t + 1 v'(t 0 ) = 6t + 2   a(t 0 ) ! v'(3)   6 ™1 + 2 = 8 m/s 2 a(t 0 ) ! 8 m/s 2 Questões Propostas 01) Um ponto em movimento obedece á equação horária S = 2t 2 . R: 21 m/s. Solução: v(t 0 ) ! S (t 0 ) a(t 0 ) ! v (t 0 ) S(t 0 ) = t 3  5t + 3   S (t 0 ) = 3t 2 .3t (Unidade: SI).5   S (10) = 2 ™10 . Solução: v(t 0 ) ! (t 0 ) (t 0 ) t 2  3t   (t 0 ) 11 m/s 2t 3   (4) 2 ™4 3 11 m/s v(t 0 ) ! (t 0 ) 04) Um ponto em movimento obedece à equação horária S = t 2 . Determine: a) A velocidade média da partícula entre os instantes t 1 = 1s e t 2 = 3s. Determinar a aceleração do móvel no instante t = 1s. Determinar a velocidade do móvel no instante t = 4s. Determinar a velocidade do móvel no instante t = 10 s.5 = 20 .

Quando a partícula atinge a velocidade de 5 m/s? R: t = 4s.Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. no instante t = 3s. 4 2 3 ™ t . R: 77 m/s . R: -12 m/s. 04) A velocidade de um ponto em movimento varia segundo a equação v = 4t2 (Unidade: SI). R: 128 m/s 2. 3 b) v = 4t 3. R: 4 m/s 2. Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I . b) A aceleração da partícula no instante t = 5s. Determine: a) v = 2 2 ™ t  1 . R: 12 m/s 2.18 a) A velocidade média da partícula entre os instantes t 1 = 3s e t 2 = 7s. 05) Uma partícula se move sobre uma curva com uma velocidade dada pela equação v = t 3 (Unidade: SI). Determinar a sua velocidade no instante t = 4s.5t 2  7t com t u 0 . b) A velocidade da partícula no instante t = 4s. R: 40 m/s 2. 07) Determine a velocidade de uma partícula no instante t = 10s. c) S = -2t 2 + 50. b) A aceleração da partícula no instante t = 10s. sabendo que a sua equação horária é dada por S = 3t 2 . R: 18 m/s . R: 31 m/s 2. no instante t = 0s. R: 44 m/s 2. em metros. 08) Uma partícula se move sobre uma curva com uma velocidade v ! da partícula no instante t = 8s. a) S = 4t 2 + 18t. no instante t = 40s. Onde t e medido em segundos e s.4t + 8 (Unidade: SI). 11) Uma partícula move-se de acordo com uma lei do movimento S(t) ! t 3  12t 2  36t com t u 0 . 09) Um corpo móvel percorre uma curva obedecendo à equação horária S(t) ! t  t 2 . R: 56 m/s . Determine a aceleração 3 10) A função posição de uma partícula é dada por S(t) ! t 3  4. R: 33 m/s. 06) Determine a aceleração da partícula cuja velocidade é dada pela equação (Unidade: SI). no instante t = 3s. Determine: a) A aceleração média da partícula entre os instantes t1 = 2s e t 2 = 9s. no instante t = 1s. 03) Determine a velocidade da partícula cuja equação horária é dada por (Unidade: SI). R: 300 m/s 2. R: 48 m/s. Determine: a) A aceleração média da partícula entre os instantes t1 = 1s e t 2 = 5s. R: 79 m/s. b) S = t 2 .3t + 2.

Em psicologia. a taxa de crescimento e o gradiente da velocidade do sangue na biologia. o cálculo diferencial é usado na análise do espalhamento do boato (ou inovações. ou padrões). a densidade. a potência e o gradiente da temperatura na física. Um geólogo se interessa em saber a taxa na qual uma massa de rocha fundida através da condutividade térmica com o meio rochoso que a envolve.Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. R: 6t ± 24 e -6 m/s2. Se p(t) denota a proporção de uma população que fica sabendo de um boato no instante t. a derivada. podemos voltar e aplicar esses resultados para todas as ciências. um meteorologista está interessado na taxa de variação da pressão atmosférica em relação à altura. um geógrafo está interessado na taxa de variação da densidade populacional em uma cidade à medida que aumenta a distância de seu centro. Isso é muito mais eficiente do que desenvolver as propriedades de conceitos especiais separadas para cada ciência. Nas próximas aulas vamos verificar essas afirmaçôes bom estudo!!! Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I . Isto é uma ilustração do fato de que parte do poder da matemática está em sua abstração. È de particular interesse a taxa segundo a qual o desempenho melhora à medida que o tempo passa. representa a taxa de espalhamento do boato. a taxa de reação e a compressibilidade na química. Quando desenvolvemos as propriedades do conceito matemático de uma vez por todas. Um único conceito matemático abstrato (tal como a derivada) dentre outros. isto é. a corrente. aqueles interessados na teoria do aprendizado estudam a chamada curva do aprendizado.19 a) Encontre a aceleração no instante t e depois de t = 3s. então a derivada dp/dt. dP/dt. pode ter interpretaçôes diferentes em cada uma das ciências. a taxa do fluxo do calor na geologia. ou modismo. Em fim as taxas de variação ocorrem em todas as ciências. a taxa de desenvolvimento do desempenho na psicologia todos esses são casos especiais de um único conceito matemático. que é o gráfico do desempenho P(t) de alguém aprender alguma cois a como função do tempo de treinamento t. Em sociologia. Um engenheiro quer saber a taxa segundo a qual a água flui para dentro ou para fora de um reservatório. Da mesma forma a velocidade. O matemático francês Joseph Fourier (1768-1830) colocou isso sucintamente: ³Os matemáticos comparam os mais diversos fenômenos e descobrem as anlogias secretas que os unem´. o custo e o lucro marginal na economia.

usando o mesmo conceito de taxa de variação média. que representa a taxa ! (x (x de variação de y em ralação a x é chamado de razão incremental ou razão dos acréscimos.20 AULA 09 Quando estudamos a taxa de variação média. se o limite da razão incremental quando (x p 0 .1 ! 3x 2  2 2ª Maneira Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I . x  xo Notações: f '(x) ! dy f ( x  (x )  f ( x ) (y ou f '(x) ! lim ou f '(x) ! lim .Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. 06. calcule: 1) f ( x ) ! x 1ª Maneira 1 f ( x) ! x 2 ! 2ª Maneira (x p 0 1 1 1 1  1 1 1 1 1 1 ™ x2 ! ™ x 2 ! ™ 1 ! ™ ! 2 2 2 2 2 x 2 x x lim ( x  (x )  x ( x  (x )  ( x ) ( x  (x ) 2  ( x ) 2 f ( x  (x )  f ( x )   lim ™   lim (x p 0 (x p 0 (x ( x  (x  (x (x ( x  (x )  ( x ) x) x  (x  x (x ( x  (x  x ) ! lim 1 x  (x  x (x p 0 ! lim (x p 0   1 x0  x ! 1 x x ! 1 2 x 2) f ( x ) ! x 2  2 x 1ª Maneira f ( x ) ! 3. Nessa aula estudaremos regras derivação ou as propriedades operatórias. 07 e 08. nas aulas. Todavia o conceito de derivada também pode ser interpretado como taxa de variação. E a taxa instantânea de variação ou simples taxa de variação de y em relação a x.x 31  2.1 . (x p 0 ( x (x p 0 dx (x Questões Resolvidas 01) Usando a definição de derivada. a correspondente variação de y a (y ! f ( x  (x)  f ( x) . vimos que a mesma serve para calcular coeficiente angular da reta secante e tangente. (x f ( x )  f ( xo ) . quando a variável independente varia de x a x  x .Definição de derivada: Dizemos que a função f (x) é derivável no ponto xo. aplicações em economia e resolução de equações polinomiais. (x (y . derivadas das funções elementares. pois dada uma função y ! f ( x) . O quociente é (y f ( x  (x)  f ( x) . que é a definição formal de derivada f ( x ) ! lim 9. velocidade e aceleração no estudo da cinemática.x ! 3x 2 2. existir e for único f (x) ! lim x p xo (x p 0 f ( x  (x )  f ( x ) . derivada sucessivas.

Já demonstrado na aula de 03.3 . Se f é derivável em xo.2 .Função derivada: Seja f uma função derivável no intervalo aberto I. existe.x 2 . Para cada xo.(x  3 x. podemos definir uma função f: I p R. para explicar o Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I . A lei d . economia. (x Teorema: Seja a função f : x p xo p e xo. no estudo de Limite. ciências. Esta função é chamada derivada de f ou simplesmente derivada de f. aplicando-se a de inição de derivada de (x p o uma unção num ponto genérico x  I.(x 2  (x 3 2 x  2 (x  x 3 2x (x p 0 (x 2 2 (x ™ (3 x  3 x.0  0 2  2 x ! 3 x 2  2 x ! 3 x 2  2. 9. y ou dx .(x  (x  2) lim (x p 0 (x (x p 0 lim 3 x 2  3 x. pertencente a I. e é único o limite: f ( x o ) ! lim (x p 0 f ( x o  (x )  f ( x o ) (x Portanto. (x) pode ser determinada a partir da lei (x). Habitualmente a derivada de f é representada por f (x) .Regras de Derivação: As derivadas são muito usadas em engenharia. medicina e ciências da computação para calcular a velocidade e a aceleração.  A. f ( x ) ! lim f ( x  (x )  f ( x ) .1 ! 3 x 2  2 3) f ( x) ! 4 x 2 1ª Maneira f ( x ) ! 4 ™ 2 x 2 1 ! 8 x 2ª Maneira f ( x  (x)  f ( x) (x 4( x  (x)2  ( 4 x2 ) 4 x2  8 x ™ ( x  4( ( x)2  ( 4 x2 ) 4 x2  8 x ™ ( x  4( ( x)2  4 x2   lim   lim   lim (x p 0 (x p 0 (x p 0 (x (x (x 8 x ™ (x  4( (x) 2 (x ™ ( 8 x  4 ™ (x ) (x ™ ( 8x  4 ™ (x )   lim   lim   lim (x p 0 (x p 0 (x p 0 (x (x (x lim  8 x  4 ™ (x ! 8 x  4 ™ 0 ! 8x (x p 0 lim (x p 0 9.21 lim lim lim f ( x  (x )  f ( x ) (x ( x  (x )3  2( x  (x )  ( x3  2 x) (x p 0 (x x 3  3. que associa cada xo  I a derivada de f no ponto xo.Universidade do Estado do Pará (x p 0 Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág.(x  (x 2  2 x ! 3 x 2  3 x. então f é contínua em xo lim f ( x) ! f ( xo ) .

Temos que a função f (x) = u (x) + v (x). também é derivável em I e sua derivada é dada por: f '( x) ! u '( x ) ™ v ( x )  u ( x ) ™ v '( x ) Demonstração: Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I .3. b[.Derivada da soma: É a soma das derivadas.3 ± Derivada do produto: É o produto da deriva da 1ª função pela 2ª função. para estimar a diminuição do nível da água quando ela é bombeada para fora de um tanque e para prever as conseguencias de erros cometidos durante medições. Sejam u = u (x) e v = v (x).3. Sejam u = u (x) e v = v (x). duas funções deriváveis em I = ]a.2 . Temos que a função f (x) = u (x) . 07 e 08 pode ser demorado e difícil. funções deriváveis em I = ]a. 9. obtemos: !  (x p 0 (x (x (y (u (v lim ! lim  lim   f ( x) ! u ( x)  v ( x) (x p 0 (x (x p 0 (x (x p 0 (x ?u ( xo  (x)  u ( x)A  ?v( xo  (x)  v( x)A 9. b[. somado com o produto da 1ª função pela derivada da 2ª função. Demonstração: (y (x (y (x (y (x (y (x (y (x (y (x ! ! ! ! ! f ( xo  (x )  f ( x ) (x ?u ( xo  (x)  v( xo  (x) A ?u ( x)  v( x) A (x ?u ( xo  (x)  v( xo  (x) A u ( x)  v( x) (x ?u ( xo  (x)  u ( x)A ?v( xo  (x)  v( x)A (x (x (x (u (v e aplicando a de inição de lim . Desenvolveremos técnicas e fórmulas para calcular derivadas mais facilmente.22 funcionamento de máquinas. b[.Derivada da diferença: É a diferença das derivadas. duas funções deriváveis em I = ]a. Temos que a função f (x) = u (x) ™ v (x).3. Obter derivadas calculando limites tal como vimos nas aulas 06.Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág.v (x). também é derivável em I e sua derivada é dada por: f '( x ) ! u '( x)  v '( x) . também é derivável em I e sua derivada é dada por: f ( x ) ! u ( x )  v ( x ) . Demonstração: f ( x ) ! u ( x)  v( x) f ( x ) ! u ( x)  ?v( x) A f ( x ) ! u ( x)  ?v( x) A   f ( x ) ! u ( x)  v ( x) 9.1 . Sejam u = u (x) e v = v (x).

temos: (y !  v( x  (x) v( x) u ( x  (x) ™ v( x)  u( x) ™ v( x  ( x) (y ! somando e subtraindo o fator u ( x) ™ v( x)  u ( x) ™ v( x) . também é derivável em I e sua derivada é dada por: v(x) f ( x) ! u ( x) ™ v( x)  u ( x) ™ v ( x) [v( x)]2 Demonstração: (y ! f ( x  (x )  f ( x ) u ( x  (x u ( x) Obtendo o m.23 (y f ( xo  (x )  f ( x ) ! (x (x  (x) ™ v( xo  (x)  u ( x) ™ v( x) (y u ( xo ! (x (x Somando e subtraindo o fator u ( x) ™ v( xo  (x)  u ( x) ™ v( xo  (x) . subtraindo o produto da 1ª função pela derivada da 2ª função e o resultado dividimos pela o quadrado da 2ª função.v ( x ) (y ! ?u ( x  (x)  u ( x)A™ v( x)  u ( x) ™ ?v( x  ( x)  v( x)A v ( x  (x ) ™ v ( x ) v( x) u ( x)  ™ ?v ( x  ( x )  v ( x )A  Dividimos por (x .4 .c. obtemos: v( x  (x) ™ v( x) u ( x  (x) ™ v( x)  u ( x) ™ v( x)  u( x) ™ v( x)  u( x) ™ v( x  (x) (y ! v ( x  (x ).Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. duas funções deriváveis em I = ]a.Derivada do quociente: É o produto da deriva da 1ª função pela 2ª função. Temos que a função f ( x) ! u(x) .m. b[ e v (x) { 0. temos: v ( x  (x ) ™ v ( x ) v ( x  (x ) ™ v ( x ) (y ! ?u ( x  (x )  u ( x )A™ Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I ¡ . (y u ( xo  (x ) ™ v ( xo  (x )  u ( x ) ™ v ( xo  (x )  u ( x) ™ v( xo  (x)  u ( x) ™ v( x) ! (x (x (y ?u ( xo  (x )  u ( x )A™ v ( xo  (x )  u ( x ) ™ ?v ( xo  (x)  v( x)A ! (x (x ?v ( xo  (x)  v( x)A usando a de inição lim obtemos (y ?u ( xo  (x )  u ( x )A ! ™ v ( xo  (x)  u( x) ™ (x p 0 (x (x (x ?u ( xo  (x)  u ( x) A™ lim v( x  (x)  u( x)  lim u( x) ™ lim ?v( xo  (x)  v( x)A (y lim ! lim o (x p 0 (x p 0 (x (x p 0 (x p0 (x p0 (x (x f ( x ) ! u ( x ) ™ v ( x )  u ( x) ™ v ( x) Por extensão: a derivada de f ( x) ! u ( x) ™ v( x) ™ t ( x) é dada por: f ( x) ! u ( x) ™ v( x) ™ t ( x )  u ( x) ™ v ( x) ™ t ( x )  u ( x) ™ v( x) ™ t ( x ) 9. Sejam u = u (x) e v = v (x).3.

obtemos: ?v( x  (x)  v( x)A (y ?u ( x  (x )  u ( x )A v(x) u ( x) ! ™  ™ (x (x (x v ( x  (x ) ™ v ( x ) v ( x  (x ) ™ v ( x ) lim ?u ( x  (x)  u ( x)A ™ lim ?v( x  (x)  v( x)A u ( x) (y v( x) ™ lim  lim ! lim 0 0 (x p 0 (x p 0 (x p 0 (x (x p 0 (x p 0 (x (x v ( x  (x ) ™ v ( x ) v ( x  (x ) ™ v ( x ) 1 4 42 4 43 1 4 42 4 43 v ( x )™ v ( x ) v ( x )™ v ( x ) f '( x ) ! u '( x ) ™ f '( x ) ! f '( x ) ! v( x) u ( x) v ( x ) u ( x)  ™ v '( x )   u '( x ) ™ 2  ™ v '( x ) v( x) ™ v( x) v( x) ™ v( x) v ( x) v 2 ( x) u '( x ) ™ v ( x ) u ( x ) ™ v '( x )  .3. obtemos o resultado: (x ( x  (x )  x ª AB º . Efetuando a divisão de © ! ¹ .Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág.5 ± Derivada da potência: (x) ! n ™ (x) n 1 Demonstração usando a razão incremental: ¨ A 2  B2 ¸ (y ( x  (x ) n  x n .somando as frações com os mesmos denominadores obtemos v 2 ( x) v 2 ( x) u '( x ) ™ v ( x )  u ( x ) ™ v '( x ) ?v( x)A (x) ! x n   2 9.24 Aplicando a (x diferença de derivada quando (x p 0 .

A n 1  An2 ™ B   A ™ Bn  2  B n1 . (y n2 ! (x  x)n 1  (x  x)n 2 ™ x  K  . substituindo A ! ( x  (x) e ! ( x) .

x  x ™ x  x n 1 , usando a definição de derivada lim . (x p 0 (x
0 n 2 0 0 (y ™ x  lim xn 1 ! lim ( x  (x )n 1  lim ( x  (x ) n 2 ™ x  K  lim x  (x (x p 0 (x p 0 (x (x p 0 (x p 0 (x p 0 n 1 n 2 n 2 n 1 n 1 n  2 1 n  2 1 n 1 n 1 n f ( x) ! x  x ™ x  K x ™ x  n   x  x x 4 n x 4 4 K x  x   1 4  x41 4 2 n 1  K4 4x31

lim

n vezes

f ( x ) ! n ™ (x)

n 1

9.3.6 ± Derivada da raiz: f (x) ! n x   f '(x) ! 1 n ™ ( x )n 1
n

x { 0.

Demonstração: usando a razão incremental: n n (y n x  (x  n x x  (x  n x x  (x  n x !     n n (x (x ( x  (x )  x x  (x  n x

1 n ou ainda (y ! (x 1 .

n x  (x n .

x n n n   (y ! (x .

n x  (x n 1  n x™ .

n

x  (x

n 2 

K 

x
n

n 1

x  (x  n x  Adicionamos a definição de lim , onde obtemos: (x p 0 1 (y 1 1 lim ! lim  K  lim  lim n 1 n 2 n 1 (x p 0 (x (x p 0 (x p 0 n (x p 0 0 ¸ 0 ¸ ¨n ¨n n x x  (x ¹ x ™ © x  (x ¹ © ª º ª º

Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I

25 K  1 .Universidade do Estado do Pará f '( x ) ! 1 Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág.

. x n n 1  n 1 x.

x n n 2 .

x n n 1   f '( x ) ! 1 n n 1 .

x .

x .

logo:  1  1 n 1 f '( x ) ! n™ 1 . x 3 1 4 4 4 44 2 4 4 4 4 4 n n 1 n n vezes.

1.1. x n n 1 Conseqüências das fórmulas de derivadas ( 10.5) e (10.6) Demonstração: (x) ! x   ( n x ) m m m n y! xn   y ! m m 1 ™ x n ou y ! n .

x n m  y ! m n .

x n mn De acordo com a regra estabelecida no item anterior temos: 1 y ! m ™ ( n x ) m 1 ™ ( n x ) logo n x ' ! n-1 n™ n x .

x .

Conforme já provamos anteriormente temos: y ' ! m ™ ( n x ) m 1 ™ n™ 1 .

x n n-1   m n .

Dada a função f (x) = sen x. Demonstração: y f (x  x)  f (x) y f (x  x)  f (x) y k k 0 !   !   !   !0 x x x x x x x y   lim 0   f '( x) ! 0 lim x p0 x x p0 9.Derivada das Funções Elementares: Apresentaremos as derivadas das funções elementares.1 Função Identidade: A derivada da função identidade é igual a um. n mn ¨m¸ © logo temos y ! © ¹ ™ x ª ªnº ¨ m n ¸ ¹ n º ¨ m ¸ © 1 ¹   y ! © ¹ ™ xª n º ªnº ¨m ¸ 9. Dada a função f (x) = x. temos: f ' (x) = cos x.3 .Derivada da função seno: A derivada da função seno é igual a função cosseno. temos: f '(x) = 1. Demonstração: Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I . 9. x  ¡ .4.4 . Dada a função f (x) = k. temos: f ' (x) = 0. k  ¡ .2 Função constante: A derivada da constante é igual a zero.4.4. Demonstração: y f (x  x)  f (x) y f (x)  x  f (x) y y !   !   !  1 x x x x x x y   lim 1   f '( x) ! 1 lim x p0 x x p0 9.

5 . temos: f ' (x) = -sen x Demonstração: y cos(x  x)  cos x !   x x ¨x xx ¸ ¨x xx¸ 2 ™ sen © ¹ ™ sen © ¹ 2 2 ª º ª º x x¸ ¨ ¨ x¸ 2 ™ sen © x  ¹ ™ sen © ¹ 2 º ¨x xx¸ ¨x xx¸ ª ª 2 º 2 ™ sen © ™ sen © ¹ ¹ 2 2 2 ¨ x¸ ª º ª º z2   ™ sen © ! ¹ x x ª 2 º 2 ¨ x¸ ¨ x¸ sen © sen © ¹ ¹ x¸ y x¸ 2 º ¨ ¨ ª ª 2 º ! sen © x  ™   lim !  lim sen © x  ™ lim ¹ ¹ x p0 x x p0 x x 2 º 2 º xp 0 ª ª 2 2 43 1 44 2 4 L. Demonstração: f (x) ! tg(x)   f (x) ! f (x) ! u(x) v(x) sen x cos x f (x) ! f (x) ! u (x) ™ v(x)  u(x) ™ v (x) « v(x)2 » ­ ½ cos x ™ cos x  sen x ™  sen x v (x) ! cos x   v '(x) !  sen x 1 6 44T. temos: f ' (x) = sec2 x .T. !1 .Derivada da função tangente: A derivada da função tangente é igual a função secante elevado ao quadrado.F !1 y x y x f '(x) ! sen(x  0) ™ 1   f '(x) ! sen x 9. Dada a função f (x) = cos x. lim cos ¨ x  x ¸ ª º ™ cos x  © ¹ ! lim ! © ¹ usando lim0 obtemos   lim0 xp xp x p0 © x x 2 º x x p0 2 ¹ ª ª º 2 2 1 44 2 4 43 .Derivada da função cosseno: A derivada da função cosseno é igual a menos função seno.26 y x f (x) ! 1 ™ cos x   f (x) ! cos x 9.7. Dada a função f (x) = tg x.4 .4.4.Universidade do Estado do Pará y sen(x  x)  sen x !   x x Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág.T 4 4 8 2 cos x  sen 2 x 1 f (x) !   2 cos x cos2 x f (x) ! sec2 x Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I ¦ ¥ u (x) ! sen x   u '(x) ! cos x ?cosx A 2 ¤ £ ¢ ¢ y x ¨x xx¸ ¨x x x ¸ 2 ™ sen © ¹ ™ cos © ¹  Transformando o numerador em 2 2 ª º ª º produto e dividindo por 2 a x expressão obtemos.T. ¨ x¸ 2 ™ sen © ¹ x¸ ¨ x¸ ¨ ª 2 º 2 ™ sen © ¹ ™ cos © x  2 ¹ x¸ ¨ ª 2 º ª º z2   2 ! ™ cos © x  ¹ x x 2 º ª 2 ¨ x¸ ¨ x¸ sen © sen © 0 ¹ x¸ y 2 ¹ ¨ ª 2 º .

temos: f ' (x) =  cossec2 x Demonstração: f (x) ! f (x) ! cotg x cos x f (x) ! sen x f (x) ! u (x) ™ v(x)  u(x) ™ v (x)  sen x ™ sen x  cos x ™ cos x   2 2 « v(x) » ?sen x A ­ ½  . Dada a função f (x) = cotg x.27 9.Derivada da função cotangente: A derivada da função cotangente é igual a menos função cossecante elevado ao quadrado.Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág.6 .4.

4.8 . Dada a função f (x) = cossec x.Derivada da função secante: A derivada da função secante é igual ao produto das funções tangente pela secante.4. temos f ' (x) = a x ™ ln(a)  Demonstração: x x  a x   y ! a x ™ a x  a x y f (x  x)  f (x) y .Derivada da função cossecante: A derivada da função cossecante é igual a menos o produto das funções cotangente pela cossecante. temos: f ' (x) = tg x ™ sec x.9 . Dada a função f (x) = sec x.sen 2 x  cos 2 x 1 sen 2 x  cos 2 x     2 2 sen x sen x sen 2 x f (x) !  cossec2 x 9. com a  ¡ * e a { 1 . temos: f ' (x) = ± cotg x ™ cossec x Demonstração: 0 ™ sen x  1 ™ cos x cos x u'(x) ™ v(x)  u(x) ™ v'(x)   f '(x) !   2 2 sen 2 x « v(x) » ?senx A ­ ½ f '(x) !  cos x 1 ™ sen x sen x 0 f (x) ! cossec x 1 f (x) ! sen x f '(x) !  cotg x ™ cossec x 9. Demonstração: u'(x) ™ v(x)  u(x) ™ v'(x) 0 ™ cos x  1 ™ sen x sen x f '(x) !     2 2 cos 2 x « v(x) » ?cosx A ­ ½ f '(x) ! sen x 1 ™ cos x cos x f '(x) ! tg x ™ sec x 0 f (x) ! sec x 1 f (x) ! cos x 9.4.7 .Derivada da função exponencial: Dada a função f (x) = a x .

.a !   ! x x x x x x x x x f y a .

a  1 ® (x) ! e ± ! p¯ x x x f ± (x) ! e ° .

a x  1 y ! ax ™ x x Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I .

Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág.28 Observação: quando lim x p0 .

4. temos: f '(x) = 1 .a x  1  Usando o lim .Derivada da função logarítmica: Dada a função f (x) = ln (x).11 .4. mudança de base e . f (x) ! log a x l n(x) ! log e a l n(a) « ¨x x ¸»   ¬l n ©  ¹ ¼ ­ ª x x º½ 1 1 x 1 1 1 f (x) ! x ! ™ l n(a) x l n(a) f '(x) ! 1 « ¨ y « ¨ x ¸» x x ¸» x x ! ¬l n ©1 ¹¼   lim ¬l n ©1 ¹¼   y ! lim xp0 x xp0 x º½ x º½ x ­ ª ­ ª x ! y™x l n «lim .Derivada exponencial geral: v™u » « y ! (u) v   (u.10 . lim (x p 0 x p0 x p0 x 1 44 2 4x4 3 l n(a ) a x ! e x temos: f '( x ) ! e x ™ ln e { 1 f (x) ! a x ™ ln a f '( x ) ! e ™1 f '( x ) ! e x x 9.v)   (x) y ! (u) v ™ ¬ v ™ l n(u)  u ¼ ­ ½ Demonstração: y ! (u) v   l n(y) ! l n(u)v   l n(y) ! v ™ l n(u) y u ! v ™ l n(u)  v ™ y u v™u » « y ! (u) v ™ ¬ v ™ l n(u)  u ¼ ­ ½ 9. obtemos: y x ! lim a . x x Demonstração: y l n(x  x)  l n(x) ! x x y 1 ! ™ ?l n(x  x)  l n(x) A x x y « ¨ x  x ¸» ! l n© ¹ x ¬ ª x º¼ ­ ½ 1 x Observação: f ( x ) ! log a .

1  y » ¬ yp0 ¼ ­ ½ 1 y™ x 1 x 1 x ™ l n(a) xp 0 y p0 1 1 1 ln e 1 « »   l n ¬lim .

Neste caso o que temos e a composição das funções L e p. e. O tipo de função que modela situações como estas chama-se de função composta. pode depender do tempo (t) durante o qual determinada máquina funciona. isto é. Mas a produção por sua vez.Derivada de uma função composta ou (Regra da Cadeia) Função Composta: Imagine que uma industria consiga vender tudo que produz (p) ou seja L é uma função de p logo podemos escrever L(p).1  y y ¼   l n(e) x ! ™   f '(x) ! yp0 x 1 x ­ ½ 9. portanto o lucro também depende de t escrevemos L(p(t)).5 . Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I . p depende de t escrevemos p(t).

29 Demonstração: x u .Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág.

g ( x ) y ! f .

g (x) f .

então sua derivada é a derivada segunda ou derivada de ordem 2 da função. fazendo x p 0 na igualdade (III). encontramos: lim ! x p0 y p 0. (I) também é derivável em x. Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I . então sua derivada é a derivada terceira ou derivada de ordem 3 da função f '' indicada por f '''. vem: f (x  x) ! f (x)  y ! y  y (II) Também temos. « g(y  y)  g(y) f (x  x)  f (x) » « z g(y  y)  g(y) » « f (x  x)  f (x) » ! lim ¬ ™ ¼ ! ¬ lim0 ¼ ™ ¬ lim0 ¼ x p0 x y x y x ½ ­ ½ ­ xp ½ ­ xp « f (x  x)  f (x) » g(y  y)  g(y) » «   ¬ lim ¼ ™ ¬ lim0 ¼ ! g '(y) ™ f '(x) yp0 xp y x ½ ­ ½ ­ Desta forma Obtemos: 9. notamos que.6 . indicada por f ''. Existe a função composta f:A p f(x) . Se a função também for derivável em I. z ! F(x  x)  F(x) ! g(f(x  x))  g(f(x)) ! g(y  (y)  g(y) pe la igauldade de (II) (f(x  x) ! y  (y portanto temos z ! g(y  (y)  g(y) Desta forma obtemos: z F(x  x)  F(x) g(y  y)  g(y) g(y  y)  g(y) y ! ! ! ™ x x x y x z g(y  y)  g(y) f (x  x)  f (x) (III) ! ™ x y x Observando a igualdade (I). e calculemos sua derivada.Derivada Sucessiva ( x) ! g(f ( x))   ( x) ! g (f ( x)) ™ f ( x) Seja f uma função derivável em um intervalo aberto I.g (x) Seja f: A p B uma função dada pela lei y z g(y). Supondo que f seja derivável no ponto x e g seja derivável no ponto y tal que y provemos que Temos: y ! f (x  x)  f (x) e. f(x) . daí. o mesmo ocorre com então. Se a função f '' também for derivável em I. quando x p 0 . Seja g: (x) p uma função dada pela lei dada pela lei z g(f(x)) .

x é pequeno comparado com n).30 E assim por diante. A função C é chamada função custo.7 . o custo marginal de produção de n unidades é aproximadamente igual ao custo da produç ão de mais uma unidade [(n + 1)ésima unidade]. Considerações semelhantes se aplicam às funções receitas e lucro. da mão-de-obra e asssim por diante (O custo das matérias-primas pode ser proporcional a x. e os outros termos representam o custo das matérias-primas. mas podemos sempre substituir C(x) por uma função aproximativa suave. onde a representa os custos gerais indiretos (aluguel. dx n 9. da receita em relação ao número de unidades produzidas ou vendidas. receita ou lucro os mesmos usam os termos custo marginal. Em geral é apropriado representar uma função custo por um polinômio C(x) ! a  bx  cx 2  dx 3 .Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. lucro marginal e receita marginal para as taxas de variação do custo.Aplicação de derivada na Economia: Análise Marginal Em negócios e economia é comum economista estarem interessados em como mudanças em variáveis tais como produção. pode não fazer sentido tomar Fazendo x . dx Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I . chegamos às seguintes definições: 1) C (x) ! C (x) ! 2) R (x) ! R (x) ! dC ! Custo marginal = O custo extra na produção de uma unidade adicional. temos x ! 1 e n muito grande (tal que C (n) } C(n  1)  C(n) . a taxa de variação do custo em relação ao número de itens xp 0 produzidos. O limite dessa ! ! x x 2  x1 x x p 0 . pode-se obter a derivada de ordem n + 1. Se o número de itens produzido estiver crescendo x1 para x2 o custo adicional será grandeza quando C C(x 2 )  C(x1 ) C(x1  x)  C(x 2 ) . oferta ou preço afetam outras variáveis tais como: custo. manutenção). do lucro. Assim. dx dR ! Receita marginal = a receita extra pela venda de uma unidade adicional. Notações: f (1) (x) ! y(1) ! dy !y dx f (2) (x) ! y(2) ! d2 y !y dx 2 f ( n ) ! y (n) ! dn y ! yn . Assim. da função f. se a derivada de ordem n for derivável em I. ! x dx Como o valor de x pode geralmente assumir somente os valores inteiros. isto é. que é denominado pelos Economistas por custo marginal logo lim C dC . em decorrências dos custos de horas extras e ineficiências envolvidas em operações de larga escala). mas o custo da mão-de-obra poderia depender parcialmente de potências mais altas de x. R(x) e L(x). aquecimento. Supondo que C(x) é o custo total que uma companhia incorre na produção de x unidades de um certo produto.

tal que L(x) L(a). os números onde o lucro marginal é zero. de acordo coma definição de derivada: L (a) ! lim x pa L(x)  L(a) xa Assim. então o rendimento marginal = custo marginal . se o lucro marginal é negativo. significa L(x) " L(a) quando x " a e portanto o lucro aumenta com o aumento da produção. Vamos considerar agora o mercado. significa L(x) " L(a) quando x da produção. A derivada (x) ! x ™ p(x) e é denominada função rendimento (ou função a e portanto o lucro aumenta com o diminuição (x) da função rendimento é conhecida como função rendimento marginal. temos também a relação L (x) ! (x)  C (x) ou (x)  C (x) . Para compreender a razão destas afirmações. então (x) ! C (x) e portanto. temos. A função custo médio c(x) ! produzidas.Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. isto é. o sinal de L (x) é o mesmo de x  a . e P é dita função lucro. as se P (x) ! (x)  C (x) ! 0 . Se o lucro marginal é positivo. e é a taxa de variação do rendimento em relação ao número de unidades vendidas. Então p é chamada função demanda (ou função preço). Assim. a derivada da função lucro. L (a) 0 . suponha que o nível de produção seja x = a. Nesse caso. uitas decisões econômicas são baseadas na análise do custo e receita marginal. ou seja. a derivada é o quociente têm o mesmo sinal. para x próximo de a. Notando que C(x) . Se x unidades forem vendidas e o preço por unidade for p(x). Se o lucro for máximo. Para maximizar o lucro procuramos por números críticos de P.31 3) (x) ! (x) ! dl ! Lucro marginal = O lucro extra de uma unidade adicional. Uma regra básica é a seguinte. Seja p(x) o preço por unidade que uma companhia pode cobrar se ela vende x unidades. L (a) " 0 . Supondo que a função L(x) seja derivável no ponto a. Se x unidades forem vendidas. com a minimização do custo médio. então o lucro total será P(x) ! (x)  C(x) . para valores de x próximos de a. Suponha que estejamos interessados em escolher um valor de x tal que o lucro aumente. vale a pena aumentar a produção. quando x unidades são x (x) é a inclinação da reta que liga a origem ao ponto . e esperamos que ela seja uma função decrescente de x. então o rendimento total será venda). Queremos indicar aqui dois outras aplicações das funções marginais em economia onde a primeira tem a ver com a maximização do lucro e a segunda. enquanto. vale a pena diminuir a produção. A função lucro marginal é P (x) . dx Como L (x) ! L(x) ! (x)  C(x) . representa o custo por unidade.

(x) . x Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I .x.

Neste sentido ( x) ou f 1 ( x) também é uma função polinomial é possível determinar a sua função polinomial derivada (f ( x)) . e temos x2 (x) ! (x) ! c(x) .primeira de ( x) . Da mesma forma. f (n) (x) ! (f (n 1) (x)) ' Vamos ver agora os teoremas que facilitam a pesquisa das raízes múltiplas de uma equação polinomial. onde ( x) é a derivada . Notemos que: f (3) (x) ! n(n  1)(n  2)a n x n 3  (n  1)(n  2)(n  3)a n 1x n  2  K K  3 ™ 2 ™1 ™ a 3 E. Da teoria de equação polinomial onde f ( x) ! 0 .1) ( x) é chamada função derivada enésima de f ( x) e será denotada por f (n) ( x ) .terceira f ( x) e será denotada por ( x ) ou (3) ( x) . se nosso custo marginal for maior que nosso custo médio. que será denotada por f ( x ) ou f 2 ( x) . x portanto. Se o custo médio for mínimo. obtendo a chamada função derivada . chama-se função polinomial derivada de f (x) a função f ' : £ p £ . pois se o nosso custo marginal for menor que o nosso custo médio. Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I . como c (x) ! 0 . assim por diante. Notemos que: f (2) (x) ! n(n  1)a n x n  2  (n  1)(n  2)a n 1x n 1  K K  3 ™ 2 ™ a 3 x  a 2 A derivada da função polinomial f (2) (x) é chamada função polinomial derivada .8 .1 da equação ( x) ! 0 . a fim de abaixar o nosso custo médio. Esse princípio é plausível. então x ™ (x)  (x) ! 0 .Aplicação das Derivadas Sucessivas na Resolução de Equações Polinomiais Definição: Dada a função polinomial f : £ p £ definida por f (x) ! a n x n  a n 1x n 1  a n  2 x n 2  K K  a 1x  a 0 x onde a 0 { 0 e n 0 . então r é raiz de multiplicidade m .32 È aparente que deve existir um mínimo absoluto. a derivada da função polinomial f (n . Para encontrá-lo localizamos o ponto crítico de c usando a regra do quociente para diferenciar a equação do custo médio c (x) ! x ™ (x)  (x) . então deveremos produzir menos. temos: f (x) | (x  r)m ™ q(x) e q(r) { 0 Teorema: Se r é uma a raiz de multiplicidade m da equação ( x) ! 0 .segunda de f ( x) . com multiplicidade m. então custo marginal = custo médio.Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. 9. definida por f '(x) ! na n x n 1  (n  1)a n 1 x n 2  (n  2)a n  2 x n 3  K K  a1  0 . então deveremos produzir mais e abaixando assim o nosso custo médio.

3 x 2   2 1  1 1 1 ™ 3x 2   v '( x ) ! ™ (1  x 3 ) 2 . Corolário 1: Se r é raiz de multiplicidade m da equação ( x) ! 0 . f (m-1) ( x ) e não seja raiz f (m) ( x) ´.K . Questões Resolvidas 01) Determinar a derivada das seguintes funções: 1) f ( x) ! x ™ 1  x f ( x) ! u ( x).(1  sen x )  ?(1  sen x )A.(0  3x 2 ) ž ™ 1 2 2 (1  x 3 ) 2 1 (m) ( x) ! 0 . f (m-1) ( x) ! 0 com multiplicidade m±1. m±2. f (2) ( x) ! 0.v ( x )  u ( x). temos que r é raiz de multiplicidade m±1 de m ™ q(r) (x  r) m ™ q (r) (x) ! 0 .sen x  cos x  cos x. e r não é raiz de Corolário 2: Se r é raiz das equações f ( x) ! 0.33 Demonstração: f (x) | (x  r)m ™ q(x)   f '( x) | m ™ (x  r) m-1 ™ q(x)  (x  r) m ™q'(x)   f '(x) | m ™ (x  r) m-1 ™ q(x)  (x  r) m ™ q'(x) Portanto. f (2) ( x ). f (m-1) ( x) ! 0 e r não é raiz da equação f (m) ( x) ! 0 . então r é raiz de: f (1) ( x) ! 0. f (3) ( x) ! 0. K .v ( x) f ( x) ! 2 x ™ 1  x 3  x 2 ™ f ( x) ! 2 x ™ 1  x  1  sen x 1  sen x 3 2 3 1 1 1 ™ (1  x3 ) 2 . v ( x ) ! 1  x 3 ! (1  x 3 ) 2   v '( x ) ! 3x 2 2 ™ 1 x3 3x 4 v '( x ) ! 3x2 2.( cos x ) u '( x ).sen x f '( x ) ! ?(1  sen x)A sen x  cos x sen x  cos x 2   f '( x ) ! 2. então a multiplicidade de r em ( x) ! 0 é m. f (1) ( x ).cos x ?(1  sen x )A 2 3) f ( x) ! Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I . Resumindo: ³A condição necessária e suficiente para que um número r seja raiz com multiplicidade m de uma polinomial f ( x) ! 0 é que r seja raiz das funções f ( x ). 1  x 3 2 ™ 1  x3 2) f ( x) ! u ( x) ! 1  senx   u ( x) ! cos x v ( x ) ! 1  senx   v ( x ) !  cos x cos x. temos: ( x) | (x  r) m-1 ™ «m ™ q(x) (x  r) m ™ q (x) » e. f (1) ( x) ! 0. como ­ ½ m ™q(r) { 0 .1.Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág.v( x)  u ( x).v '( x) f '( x ) !   f '( x ) ! 2 2 ?v( x)A ?(1  sen x )A cos x  cos x.K . respectivamente. f (3) ( x) ! 0. f (2) ( x) ! 0. K . m±3.

34 2 f ( x) ! f ( x) ! f ( x) ! f ( x) ! f ( x) ! (cos x  sen x) ™ ( sen x  cos x)  ?(sen x  cos x ) ™ (cos x  sen x )A ?sen x  cos x A cos x. sen 2 x ?sen x  cos x A 2 2   2.v ( x ) f ( x ) ! tg x ™ sec x ™ ln x  sec x ™ 1¸ ¨ f ( x ) ! sec x ™ © tg x ™ ln x  ¹ xº ª 6) f ( x) ! 4 ™ sec x  3 ™ cossec x f ( x ) ! u ( x) ™ v( x)  u( x) ™ v( x) f ( x ) ! 4 ™ tg x ™ sec x  3 ™ ( cotg x ™ cos sec x) f ( x ) ! 4 ™ tg x ™ sec x  3 ™ cotg x ™ cos sec x u ( x) ! sec x   u ( x) ! tg x ™ sec x v ( x ) ! cos sec x   v ( x ) !  cotg x ™ cos sec x 7) f ( x) ! e  cossec 3 3 x f ( x ) ! e  cossec x .cos x  sen 2 x  cos x 2  cos x.cos x  sen 2 x  cos x 2  cos x.1 2   2  2.  ( cossec x 3 ™ cotg x 3 ™ 3x 2 ) f ( x ) ! 3x 2 .e  cossec x .cos sec x sen x sen x 9) f ( x) ! (x  cossec x) ™ ln x u ( x) ! x   u ( x) ! «1  .v '( x ) sen 2 x.cos 2 x  2. sen x 2 ?sen x  cos x A  2.Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. sen x  cos 2 x  sen 2 x  sen x .sec x 1 x v ( x ) ! l nx   v ( x) ! 1 x 5) f ( x) ! sec x ™ l n x f ( x ) ! u ( x ).(cos 2 x  sen 2 x ) ?sen x  cos x A 2 ?sen x  cos x A tg x sen x  cos x 2   f ( x) ! ?sen x  cos x A 4) f ( x) ! u ( x) ! tg x   u ( x) ! sec2 x v( x) ! sen x  cos x   v (x ) ! cos x  sen x u '( x ).(cos x  sen x ) f '( x ) !   f '( x ) ! 2 2 ?v '( x)A ?sen x  cos x A u ( x) ! sec x   u ( x) ! tg x. sen x » ­ ½ ?sen x  cos x A ?sen x  cos x A  cos 2 x  sen 2 x  sen 2 x  cos x 2 2 cos x.sen x  cos 2 x  sen 2 x  sen x .v ( x )  u ( x ).(cossec x 3 ™ cotg x 3 ) 3 8) f ( x) ! cos x ™ cotg x f ( x) ! u ( x) ™ v( x)  u ( x) ™ v ( x ) f ( x ) !  sen x ™ cotg x  cos x ™ (  cos sec 2 x)    sen x ™ f ( x ) !  cos x  ¨ ¨ § § § § cos x ¨ 1 ¸ ¨ 1 ¸  cos x ™ © ¹    cos x  cos x ™ © 2 ¹ sen 2 x º senx ª ª sen x º cos x 1 ™   f ( x) !  cos x  cotg x.cos x  sen x .v ( x )  u ( x ).cos x  « sen x.(cos x  sen x )  tg x .

cotg x.cossec x » ­ ½ v( x) ! l n x   v ( x ) ! 1 x Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I .

cossec x) ™ l n x  ©  cossec x ™ ¹   f '( x) ! (1  cotg x.v( x)  u ( x).cos x x 2 ™ sen x 10) f ( x ) ! v ( x ) ! e x   v '( x ) ! e x ex u '( x) ™ v( x)  u ( x).cossec x) ™ l n x  ( x  cossec x) ™ u ( x) ! x 2 . v '( x) Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág.cossec x) ™ l n x  1  ™ cossec x xº x ªx f '( x) ! (1  cotg x.v '( x) f '( x) ! 2 ?v( x)A f '( x) ! .sen x   u '( x) ! 2 x.Universidade do Estado do Pará f '( x) ! u '( x). sen x  x 2 .35 1 x 1¸ 1 ¨x f '( x) ! (1  cotg x.

2 x ™ sen x  x 2 ™ cos x ™ e x  x 2 ™ sen x ™ e x «e x » ­ ½ 2 ! e x ™ x ™ ?2 ™ sen x  x ™ cos x  x ™ sen x A «e x » ­ ½ 2 f '( x) ! x ™ ?2 ™ sen x  x ™ cos x  x ™ sen x A ex © 2 ex 1 11) f ( x) ! cos x f '( x ) ! f '( x ) ! u '( x ) ™ v ( x )  u ( x) ™ v '( x) u ( x) ! e x x 2 1 2 1   u '( x) ! e x 1.2 x x 2 1 2 ?v( x)A ex 2 2 .

2 x ™ e ™ cos x  e   ?cos x A 2 v ( x ) ! cos x   v '( x ) !  senx ™ sen x .

cos x  e   x 2 1 x 2 1 ™ sen x cos x 2 1 .2 x.e .

1  f ( x ) ! l nx   f '( x ) ! x ™ l na 1  f ( x ) ! log a x   f '( x) ! x ™ l na f ( x ) ! log a x   f ( x ) ! Derivada da parte interna 12) f ( x ) ! log 3sen x f '( x ) ! f '( x ) ! cos x sen x ™ l n 3 cotg x ln3 sen .2 x ™ cos x  sen x cos 2 x 1 l n( a )  A derivada de sen x é cos x .

x 2  5x 1 13) f ( x ) ! e sen

x 2  5 x 1 f ( x) ! e .cos

x 2  5 x  1 .

e sen x 2  5 x 1 .2 x  5 ! x2  5x  1 ! 2 x  5.1  0 ! 2x  5   y' ! f ( x ) ! (2 x  5).

cos x 2  5 x  1 . .

sec( x 2  1) .2 x sec( x 2  1) ™ l n 2 14) f ( x) ! log 2 ­ 15) f ( x ) ! sec «sec x 2 1 » ½ . tg ( x 2  1).

tg ( x 2  1) l n2 . y' ! 2 x.

x 3 Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I .

36 .Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág.

sec f '( x ) ! 3. sec x . .

sec x . tgx x ™ 1 1 2 x Deriva a parte interna e multiplica por 3. sec x 31 2 2 x . f '( x ) ! 3.

2  Deriva a parte interna A derivada de sec Deriva do arco  A derivada de .

tgx x ™ sec 3 x ™ tgx x 2 x x  1 2.sec 3 x . x 16) f ( x ) ! cossec 2 f '( x) ! (cossec 2 ) f '( x) ! 1 2 1 1 1  1 1 ™ (cossec 2 ) 2   ™ (cossec 2 ) 2 ™ cotg 2 ™ cossec 2 2 2 1 1   1 1 f '( x) ! ™ (cossec 2 ) 2 ™ cotg 2 ™ cossec 2 ™ 2. tgx x ™ f '( x ) ! f '( x ) ! 1 2 x 3 2 x ™ 3. x   sec x ™ tg x f '( x ) ! 3.sec x .sec x .(1)   ™ (cossec 2 ) 2 ™ cotg 2 ™ cossec 2 ™ 2 2 2 f '( x) ! (cossec 2 ) 2 ™  cotg 2 ™ (cossec 2 )1 f '( x) ! (cossec 2 ) 1  1 2 1  1 ™  cotg 2   (cossec 2 )2 ™  cotg 2   f ( x) ! cossec 2 ™  cotg 2 ' f '( x) !  cotg 2 ™ cossec 2 17) f ( x) ! « 2 x » ­ ½ f ( x ) ! ?u ( x) A f ( x) ! « 2 x » ­ ½ cos x v( x) « « 2 x » ™ l n(2) » cos x « u ( x) » x ¬ sen x ™ l n «2 x »  cos x ™ ­ ½ ¼ « » ™ ¬v ( x ) ™ l n ?u ( x) A v( x) ™   ­2 ½ ™ ­ ½ x ¬ ¼ u ( x) ¼ «2 » ­ ½ ­ ½ ¬ ¼ ­ ½ cos x ™ ? x ™ sen x ™ l n 2  cos x ™ l n(2) A 2 18) f(x) ! cotg 5 e x .

f ( x ) ! 5 ™ «cotg .

e ­ f ( x ) ! 5 ™ «cotg .

e ­ f ( x ) ! 10 x ™ .

e +1 x 2 1 x 2 1 x 2 1   «cotg .

e » ­ ½ ™ » ™ cossec .

e .

e ™ 2 x  0 ½ » « » ™ ½ ™ cossec .

e .

e ™ 2 x   5 ™ 2 x ™ .

e ™ ­cotg .

e ½ ™ cotg .

e ™ cossec .

e x 2 1 5 5 1 2 x 2 1 x 2 1 4 2 x 2 1 x 2 1 x 2 1 x 2 1 4 x 2 1 2 x 2 1 4 ™ cossec 2 e x .

2 1 ¨ x 1¸ 19) f ( x) ! sen © ¹ ª x 1º 2 ¨ x 1 ¸ f '( x ) ! cos. © ¹™ 2 ª x  1 º .

x  1 f '( x ) !  ¨ x 1 ¸ ™ cos. © ¹ ª x 1 º .

 2º deriva o arco © ¹  2 ª x 1 º ?v( x) A  ¨ x  1 ¸» ¹¼ .( x  1)  ( x  1). ª x  1 º½ 1.1 x  1  x  1 2 ! ! 2 2 ( x  1) ( x  1) ( x  1)2 Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I .x  1 2 2  1º deriva a função ¬ sen © « ­ ¨ x  1 ¸ u '( x ) ™ v ( x )  u ( x ) ™ v '( x ) .

c(x) 339 25x 0.00 $ 47.cos(w. w constante.77   (6) ! 50  2   50  6 36 Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I . t ). Solução: (x) ! 100  50x  a) b) (5) ! 50  100   x (x) ! 50  100 x (5) ! (6) ! $ 46.1   w   04) Encontre as funções custo médio e custo marginal.e2 x  4.e 2 x  4 y ! 0   4. 0003x 3 .09x2  0. t ).0012x2 05) Um fabricante de pequenos motores estima que o custo da produção de x motores por dia é dado por (x) 100 50x 100 .0004x2 x (x) ! 339  25x  0. Verifique que d2 y  4y ! 0 dx 2 dy dy ! e 2 x . t )  w 2 .e 2 x ! 0 dx dx 03) Seja y ! cos( ™ t) .e 2 x .w. Para as funções abaixo: Solução: a) (x) ! 3700  5x  0.Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. Verifique que Solução: z ! w. y ! 0   w 2 .0 dx dx 2 2 d y d y !  w2 . t )   2  w 2 y ! 0   w 2 .2   2.0003x 2 x x x x x x (x) ! 3700  5x  0.0009x 2 ( )! b) (x) ! 339  25x  0. dy d2y !  sen (w.04x  0.08x  0. compare o custo marginal da produção de 5 motores. t d2 y  dt 2 2 ™y ! 0.37 5 20) f ( x ) ! « x ™ sen 2x  tg 4 (x 7 ) » ­ ½ 4 4 « » « » f ( x ) ! 5 ™ ­ x ™ sen 2 x  tg 4 ( x 7 ) ½ ™ ­ sen 2 x  x ™ cos 2 x ™ 2  4tg 3 x 7 ™ sec x 7 ™ 7 x 6 ½ f ( x ) ! 5 ™ « x ™ sen 2 x  tg 4 ( x 7 ) » ™ « sen 2 x  2 x ™ cos 2 x  28 x 6 ™ tg 3 x 7 ™ sec x 7 » ­ ½ ­ ½ 02) Seja y ! e 2x . t ) A. t ) A ! 0 2 dx dx 0!0 z ' ! w.0004x3      x x x x x 339 ( )!  25  0. t )  w2 . x om o custo para produção do sexto motor. c(x) 3700 5x 0.00   2 5 25 100 100   50  2.04x 2  0.2   4.23 100 100   50    50  4.09x2 0.09x2  0. 0004x3 .0003x 3 3700        ( )!  5  0.?cos( w.0004x3 ( )! (x) ! 25  0.cos(w.04x 2  0.0003x 3   (x) ! 5  0.04x 2 0.e 2 x   ! 2.cos(w.e 2 x   4.09x  0.w   2 !  cos( w.w  ?sen( w.18x  0.

900 (100) ! 21.800 07) Uma industria verifica que o lucro proveniente da venda de um determinado produto por ! 0. P ! 0. 0002(51) 3 10(51)   26. 01 ™ (100) 2  1799 ™(100) 1000 (100) ! 20. Solução: 1 pacote 1800  2x ! x y y ! 1800x  2x 2 b) função lucro: (x) ! (x)  (x) (x) ! 1800x  2x 2  (1000  x  0. por pacote de 1800  2 x(unidades monetárias) para 1 e x e 100 . para vender x pacotes de viagem.53 Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I . Determine: a) função receita: para vender x pacotes. custo para vender pacotes 1000  x 0. R$ = 1800  2x p preço por pacote.01x 2 (x) ! 2. deve cobrar um preço. 0006x 2  10   0.01x2 .100 1000 179.Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. d) O lucro máximo. (x) ! 2. o lucro obtido pelo aumento da produção de 50 para 51 unidades é 536. 0002x 3  10x . de fato: P ! 0.38 06) Uma agência de viagens estima que.53  525. 0002x 3  10x P ! 0. 0002x 3  10x dp ! 0. Substituindo o valor na função lucro o valor responsável é x = 100.00 ! $ 11. 0006(50) 2 10 dx dp ! R$ 11.900 (100) ! $158.100 179.50 lucro marginal dx b) Para x 50 e 51. Solução: a) Encontre o lucro marginal para um nível de produção de 50 unidades.01x2 (unidades monetárias).01x 2  1799x 1000 (100) ! 2. 0002(50) 3 10(50)   25 500   $ 525. 01x 2  1799x 1000 c) O numero de pacotes que maximiza o lucro como 1 e x e 100 . Se o custo da agência para x pacotes é 1000  x 0.53 Portanto.53 500   $ 536.01x 2)   (x) !1800x 2x 2 1000 x 0 .00 P ! 0. o lucro é.

25 de redução no preço.00 c(x) 5.000  x .000 2. temos: hambúrgueres. Solução: unção custo médio é: (x) 2600  2x  0.Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág.000 d ! $1 unidade dx 10) Uma companhia estima que o custo (em dólares) na produção de x itens é dado pela equação abaixo (x) ! 2.000 1 20.00 Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I .000 20.000) ! dx 20. x 1.000 20.87 C ' (x) 4.000 ! x ™ p . 25 º x p = 12  Função demanda 1.00 isso descrito pela equação.000 d ! ™ 20.00 17.000  2(20.600.000 d 1 1 (60.000 09) Um a lanchonete verificou que a demanda mensal para seus hambúrgueres é dado por p! 60. 001x2 .39 08) Um negócio vende 2000 itens por mês a cada R$ 10.25 do custo original de R$ 10. Solução: Para a previsão feita x aumenta 250 unidades cada vez que p diminui R$ 0.000 º d 1 ! ™ (60.000p ª 0.001x x x x unção custo marginal é: (x) ! 2  0. Encontre a função demanda correspondente a essa produção.600.000 1.001x 2   c(x) ! marginal (em dólares ou dolares por item. Solução: como receita total é dado é dado por 1 ¨ 60.00 10. o custo médio e o custo (x) ! 2600  2x  0. Foi previsto que as vendas mensais aumentariam de 250 itens para cada R$ 0. arredondados até o centavo mais proximo). é a receita marginal e dada por: ¹  20.000 ª 20.000 obtemos.000.001x 2 2600   c(x) !   c(x) !  2  0.000 3. Encontre o aumento na receita por hambúrgueres para uma venda mensal de 20. dando o custo.000))   (60.000  2x) Substituindo x = 20.600. Em outras palavras.00 8. ¨ 10  p ¸ x ! 2000  250 © ¹   12. encontre a receita marginal quando x = 20.000 20.002x Usamos essas expressôes para fazer a tabela a seguir.000 C(x) 5. o custo médio e o custo marginal da produção de 1000.000  x ¸ R ! x ™p   x© (60.30 5. dx 20.000  40.00 6. a) Encontre o custo.00 cada.000x  x 2 ) .600  2x  0.000   !1 dx 20.60 5. 2000 e 3000 itens.

o número de aparelhos vendidos aumenta em 20 por semana.000   x $1.5  0.001x ! x 0.666.612 0. como x ! 1.612) ! 1.612   c(1. 02x e C (x) ! 1. 24 2. Assim.5 1.002x e c(x) !  2  0. 66667   x $103. O custo médio mínimo é: 2600 c(x) !  2  0.5  0.26  0.666. 02x A função custo marginal é: C (x) ! 1.612 11) Determine o nível de produção que maximizará o lucro para uma companhia com funções custo e demanda dada pelas equações C(x) ! 84  1.001x.002x ! 2  0.612. notamos que c (x) ! x2 portanto c é côncava para cima em todo seu domínio. Para ver que esse nível de produção realmente dá o mínimo. ssa equação simpli icada: (x) ! c(x)   2  0. a $ 350 cada. 00021x 2 ! 2. Uma pesquisa de mercado indica que.002x 0. 00021x 2 3. computamos as derivadas segundas: C (x) ! 0.02x  0.001 ™1. 00021x 2 ! 3. obtemos: 0. Portanto o nível de produção de 12) Uma loja vende 200 aparelhos de DVD por semana.40 b) A que nível de produção será mais baixo o custo médio? Qual o custo médio mínimo? Solução: Para minimizar o custo médio devemos ter custo marginal = custo médio. obtemos: x 2600  2  0.001 5. dessa forma. 01x2 .001x  x x x 2600 2600   x2 !   x 2 ! 2. o rendimento marginal é igual ao custo marginal quando (x) ! 3.5  0. 00021 x $ 103 x2 ! Para verificar que isso fornece um máximo. 00021x 2 . 00021x 2 . 00042x . 01x)   R(x) ! 3.001x. 02x ! 1.5  0. 02 e 0.02x  0. para cada abatimento de$ 10 oferecidos aos compradores. (x) C (x) . 00021x 2   0.200 " 0. 01x .01x2  0.612) $ $ 5. para todo x (x) ! 0. 24   x 2 ! 10.5x  0.Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. 00007x3 e p(x) ! 3. Encontre as funções de demanda e de rendimento oferecido pela loja maximizar seu rendimento? Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I .26x  0.000   x ! 2.001x.02x  0.26  0.001x    0.001x ! 2  0.5  0. 66667   x ! 10. 2600 (x) ! 2  0. logo: x 2600  2  0. 26   0.600.26  0. 279 0.002x ! 0. Solução: A função rendimento é R(x) ! x ™ p(x)   x ™ (3.02  0. a função rendimento marginal (x) ! 3.5 ! 1. 22 / item c(1. 103 unidades maximizará o lucro.600.26  0.002x ! x 2600 2600 2600 . (x) ! C (x)   3.

o preço decresce em $ 10. Logo. Para cada aumento de 20 aparelhos vendidos. para cada aparelho adicional vendido o decréscimo no preço será de demanda é: p(x) ! 350  10 x ™ .41 Solução: Seja x o número de aparelhos de DVD vendidos por semana.Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. Então o crescimento semanal em vendas x  200 .

14) Verificar se 2 é raiz dupla da equação x 3  x 2  16 x  20 ! 0 . Solução: P(x) = 0 P (x) = 0 P (x) { 0 . sendo raiz dupla.x  200   p(x) ! 450  20 2 2 1 10 e a função v 10 ! 20 20 x¸ x ¨ A função rendimento é: R(x) ! x ™ p(x) ! x © 450  ¹   R(x) ! 450x  2º 2 ª Uma vez que R (x) ! 450  x . 13) Verificar se 1 é raiz tripla da equação x 4  6 x 2  8 x  3 ! 0 . Solução: (x) (x) (x) x 3  x 2  16 x  20   (2) 3 x 2  2 x  16 6x  2   (2)   (2) (2) 3  (2) 2 16(2)  20 ! 0 3(2) 2  2(2) 16 ! 0 6(2)  2 ! 14 { 0 Logo. para maximizar o rendimento.00. quando x ! 450. O preço correspondente é x 450 p(x) ! 450  . 2 é raiz dupla da equação. 1) P(x) ! x3  5 x 2  3 x  9   P'(x) ! 3 x 2  10 x  3 Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I . vemos que R (x) ! 0 . 15) Resolver a equação x 3  5 x 2  3 x  9 ! 0 . 1 é raiz tripla da equação. quando x = 450. obtemos: p(450) ! 450    p(450) ! 450  225   p(450) ! 225 2 2 e o abatimento é 350 ± 335 = 125. Esse valor de x dá o máximo absoluto pelo teste da derivada primeira (ou simplesmente observando que o gráfico de R é uma parábola que é côncava para baixo). a loja deve oferecer um abatimento $ 125. Portanto. sabendo-se que a mesma admite raiz dupla. Solução: P(1) = 0 P (1) = 0 P (1) = 0 P (1) { 0 P(x) = x 4  6 x 2  8 x  3   P(1) = (1) 4  6(1) 2  8(1)  3 ! 0 P'(x) = 4 x3  12 x  8 P''(x) = 12 x 2  12 P'''(x) = 24x   P'(1) = 4(1) 3 12(1)  8 ! 0   P''(1) = 12(1) 2 12 ! 0   P'''(1) = 24(1) { 0 Logo.

! _1.Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. Solução: P(x) = 0 4 3 P (x) = 0 2 P (x) ! 0 (x) { 0 . devemos ter P(x) = 0. sendo raiz tripla.42 2) Como (x) 0 . na equação x  1 ! 0 . então. vamos aplicar o dispositivo prático de Briot-Ruffini: 3 3 1 1 1 5 2 3 3 9 0 1 0 Recaímos. x  1 ! 0   x ! 1 logo. ¨5¸ ¨5¸ ¨ 5¸ ¨ 5¸ ¨ 5¸ © ¹ ! © ¹  7 © ¹  15 © ¹  13 © ¹  4 { 0 ª2º ª2º ª 2º ª 2º ª 2º .3a 16) Resolver a equação x 4  7 x 3  15 x 2  13x  4 ! 0 . devemos ter (x) = 0. vamos calcular x: 3x 2  10x  3 ! 0 x ® 3 10 s 8 ± x! ( ! 64 1 ¯ 6 ± x 3 ° 3) Para sabermos qual dos valores é raiz dupla. sabendo-se que a mesma admite raiz tripla. P(3) ! (3) 3  5(3) 2  3(3)  9 ! 0 226 ¨1¸ ¨1¸ ¨ 1¸ ¨ 1¸ P © ¹ ! © ¹  5 © ¹  3© ¹  9 ! {0 3º ª 3º 3º 3º 27 ª ª ª 3 2 Então. 3 é a raiz dupla da equação dada: 4) Para determinar a outra raiz. 1) ara sabermos qual dos valores é raiz dupla.

1 ! .

1 4  7 .

1  15 .

1  13 .

vamos aplicar o dispositivo prático de Briot-Ruffini: 1 1 1 1 1 1 7 15 9 4 0 13 4 0 -6 -5 -4 -4 0 1 Recaímos. então. 1. na equação x  4 ! 0 .1  4 ! 0 3 2 Então. 1 é a raiz tripla da equação dada: 2) ara determinar a outra raiz. Solução: P(x) = 0 P (x) = 0 P (x) { 0 . admita uma raiz dupla. Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I . sendo raiz dupla. ! _ 4a. x4 !0  x ! 4 logo. 17) Determinar o valor de a na equação x 3  5 x 2  8 x  a ! 0 .

temos: 0   12x 2  12 ! 0   x ! s 1 1ª) Possibilidade: x = 1.primeira. 19) Determinar a e b de modo que a equação x 4  6x 2  ax  b ! 0 . a =  4 e a !  112 . P(x) ! 2 x 3  9 x 2  12 x  6   P'(x) ! 6 x 2  18 x  12 P'(x) ! 6 x 2  18 x  12   P'(x) ! 0 6 x 2  18 x  12 ! 0 z 6 x2  3x  2 ! 0 ( !1 x! x' 3s1® = 2 ¯ 2 ° =1 x'' 2) Os candidatos a raiz dupla são 1 e o 2. Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I .43 (x) ! x 3  5 x 2  8 x  a   (x) ! 3 x 2  10 x  8   3 x 2  10 x  8   (x) ! 0 1) 3 x 2  10 x  8 ! 0 x ® 10 s 2 ± ( ! 4  x! ¯ 6 ± x ° 2 4 3 2) Para que 2 seja raiz dupla. Solução: toda eventual raiz dupla da equação dada f(x) = 0. também é raiz da derivada . obtemos: 1) P(x) ! x 4  6 x 2  ax  b   P'(x) ! 4 x 3 12 x  a   P''(x) ! 12 x 2 12   P'''(x) ! 24 x 2) a condição do problema estará satisfeita se existir um número x tal que: (x) (x) (x) (x) 0 e (x) { 0 . P(2) ! (2) 3  5(2) 2  8(2)  a   (2) 3  5(2) 2  8(2)  a = 0   a =  4 112 ¨4¸ ¨4¸ ¨4¸ ¨ 4¸ ¨ 4¸ ¨ 4¸ ¨ 4¸ P © ¹ ! © ¹  5 © ¹  8 © ¹  a   © ¹  5 © ¹  8© ¹  a = 0   a =  27 ª3º ª3º ª3º ª 3º ª 3º ª 3º ª 3º 3 2 3 2 logo. 27 18) Verificar se a equação 2 x 3  9 x 2  12 x  6 ! 0 tem alguma raiz dupla. Solução: Utilizando as derivadas sucessivas na equação x 4  6x 2  ax  b ! 0 . P(1) ! 2(1) 3  9(1) 2 12(1)  6 { 0 P(2) ! 2(2) 3  9(2) 2 12(2)  6 { 0 Logo concluímos que não há raiz dupla. 2ª) Possibilidade: x = -1. façamos a verificação. devemos ter P(2) = 0. admita uma raiz tripla.Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. P(1) = 0   (1) 4  6(1) 2  a(1)  b ! 0   a  b ! 5 P'(1) = 0   4(1) 3 12(1)  a = 0   a ! 8 Portanto a = 8 e b = -3.

temos: (x) 3x 2  6ax  b e (1) (1) 0  (1) { 0 .44 P(-1) = 0   (-1) 4  6(-1) 2  a(-1)  b ! 0   a  b ! 5 P'(-1) = 0   4(-1) 3  12(-1)  a = 0   a ! 8 Portanto a = -8 e b = -3. devemos ter a { 1 . Fazendo (x) 6x  6a Impondo a condição. Logo (a = 8 e b = -3) ou (a = -8 e b = -3) 20) Determinar a. Solução: Fazendo f(x) = x 3  x 2  qx  p . Solução: Escrevemos que o polinômio f(x) do quarto grau é divisível pela derivada segunda: f (x) ! (x 2  4) ™ (ax 2  bx  c) f ( x) | ax 4  bx 3  (c  4a) ™ x 2  4bx  4c I Determinando a derivada segunda da equação I. c de modo que 1 seja raiz dupla da equação x 3  3ax 2  bx  c ! 0 . a equação não tem raízes múltiplas. o que é absurdo. 12 3 ¨ x2 5 ¸ Formando o polinômio: f ( x ) ! ( x 2  4) ™ ©  ¹ . admita uma raiz com multiplicidade 3. Pelo enunciado igualando: 12ax 3  6bx  (c  4a) ™ 2 | x 2  4 Onde igualando os coeficientes temos: a = 1 5 . Portanto. f '(x) = 3x 2  2x  q   f ''(x) = 6x  2   f '''(x) = 6 { 0 Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I . b. 6a  3e c 2  3a e a { 1 . II) f (0) ! 0   a0 n  b ! 0   b ! 0. com a e b { 0 . b=0 e c=.1 ! 0   x ! 0. obtemos: Donde vem b Logo: b 6a  3e c (1) ! 0   (1) 3  3a(1) 2  c ! 0   3a  b  c ! 1 (1) ! 0   3(1) 2  6a(1)  b ! 0   b  6a ! 3 2  3a . pois a { 0. pois b { 0. Temos f (x) = 0 e f ( x) ! 0 I) f '( x) ! 0   nax n . não tem raízes múltiplas: Solução: Vamos supor que a equação admita uma raiz dupla r. Solução: 1) A condição do problema estará satisfeita se x 3  3ax 2  bx  c .Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. ª 12 3 º 22) Prove que as equações binômias ax n  b 0 . obtemos: f ( x ) | 12ax 3  6bx  (c  4a) ™ 2 . obtemos. 21) Calcule o polinômio f(x) de quarto grau conhecendo a sua derivada segunda f ''( x) ! x 2  4 e sabendo que f(x) é divisível por f ''( x ) . 23) Determine p e q de modo que a equação x 3  x 2  qx  p ! 0 .. como (1) { 0 .

Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. temos: 1 f ''(x) = 6x  2   f ''(x) = 0. calcule as derivadas das funções abaixo: a x a 1) f ( x ) ! R: f '( x) ! 2 a x x™ a x . 3 1 ¨ 1¸ ¨ 1¸ ¨ 1¸ ¨ 1¸ ¨ 1¸ ¨ 1¸ 1 ¨ 1¸ f '©  ¹ = 3™©  ¹  2 ™©  ¹  q = 0   q !   f ©  ¹ = ©  ¹  ©  ¹  ™©  ¹ 3 ª 3º ª 3º ª 3º ª 3º ª 3º ª 3º 3 ª 3º logo: q ! 1 e p ! 1 3 27 2 3 2 p=0 p ! 1 27 Questões Propostas 01) Usando as propriedades operatórias e as regras de derivação.   6x  2 ! 0   x !  . f '(r) = 0 e f '' (r) = 0.45 A condição do problema estará satisfeita se existir um número r tal que f(r) = 0.

2) f ( x ) ! 1 r 1 r ax  ax ax  ax R: f '( x) ! 1 (1  r)2 ™ 1 r 1 r a 3) f ( x ) ! 4) f ( x ) ! 1  cos x 1  cos x 2  sen x 5) f ( x ) ! 2  cos x sen x  cos x 6) f ( x ) ! sen x  cos x «a a 2  x 2  (a 2  x 2 ) » ­ ½ 2sen x R: f ( x) ! (1  cos x) 2 2sen x  2cos x  1 R: f ( x) ! (2  cos x)2 2 R: f ( x ) ! (sen x  cos x) 2 R: f '( x ) ! 7) f ( x) ! ex ln x ¨ax¸ 8) f ( x) ! log e © ¹ ªax º ln x R: f '( x ) ! x ™ ex ™ l n x  ex x ™ (l n x) 2 2a R: f ( x ) ! 2 a  x2 9) f ( x) ! .

x 3  2x 10) f ( x) ! .

l n x tg x R: f ( x) ! .

x 3  2x «¨ 3x 2  2 ¸ » 1 3 ™ ¬© 3 ¹ ™ l n x  ™ l n(x  2x)¼ x ­ª x  2x º ½ tg x « tg x » R: f ( x ) ! .

l n x ™ ¬  (sec 2 x) ™ l n(l n x)¼ ­x ™l n x ½ ln x 11) f ( x) ! .

sen x 12) f ( x ) ! x (e x cos x R: f '( x) ! .

sen x ) « cos2 x » ™ ¬ sen x ™ l n(sen x)  ¼ sen x ½ ­ x 1» « R: f ( x ) ! x (e ) ™ e x ¬l nx  ¼ x½ ­ cos x 13) f ( x ) ! (e x ) tg3x 14) f ( x ) ! e sen f ( x ) ! 6x ™ e 3 « » R: f '( x) ! (e x ) tg3x ™ ­3x ™ sec 2 3x  tg 3x ½ (x 2 ) R: ™ sen (x ) ™ cos(x ) 2 2 2 sen 3 (x 2 ) Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I .

46 15) f ( x ) ! e 3x 2 ™ tg x ¨ sec 2 x ¸ R: f ( x) ! e ™ ©  3 ™ tg x ¹ © 2 x ¹ ª º 3x 16) f ( x ) ! e x x R: f ( x ) ! e x ™ x x (1  l n x) R: f '( x) ! R: f ( x) ! 3cossec2 3x ™ cotg 3x x 17) f ( x ) ! 4  cossec 2 3x 18) f ( x) ! tg 4 ( 4 ) 19) f ( x ) ! sen tg sen x 4  cossec2 3x tg 4 ( 4 ) ™ sec 2 ( 4 ) (4 3 ) .Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág.

R: f '( x ) ! cos tg sen x .

.

sec 2 sen x «1 / 2 sen x » (cos x) ­ ½ .

¨ ¸ 20) f ( x) ! x ™ sen x © Ln x  ¹ 4º ª R: f ( x ) ! 2 ™ sen (l n x) y R: f ( x ) !  ™ tg x ™ (1  cos x ™l n a) 2 « ¨1¸ 2 ¨1¸» ¬ tg ™ tg © ¹ sec © ¹ ¼ ª º ª º¼ R: f '( ) ! sec ™ ¬ 2 2 ¬ ¼ ¬ ¼ ­ ½ 21) f ( x ) ! cos x ™ a cos x 22) f ( ) ! sec ¨1¸ ™ tg © ¹ ª º 1  sen x 1  sen x 23) f ( x ) ! Ln R: f ( x) ! sec x R: f ( x ) !  1 2 x ™ cos x ¨ cos x ¸ 24) f ( x) ! n © © 1  sen x ¹ ¹ ª º 1 25) f ( x) ! cotg 2 5x  n sen 5x 2 R: f ( x ) ! 5 ™ cotg3 5x 02) Achar as derivadas de segunda ordem das seguintes funções: 1) y ! l n (x  a 2  x 2 ) 2) y ! l n 3 1  x 2 3) y ! e x 2 R: y ! R: y '' ! x (a 2  x 2 )3 2(1  x 2 ) (1  x 2 ) 2 2 R: y '' ! e x ™ (4x 2  2) 2x 1 x2 2 2x ™ arc.tg x  0. 04) Demonstrar que a função y ! 1 2 x x e . Calcule as constantes de A e K. e sua derivada segunda y satisfazem identicamente a igualdade y  4 y ! 0 . é 12. 2 Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I .tg x 5) y ! (arc. para x = 0. O valor da derivada primeira y . satisfaz a equação diferencial y '' 2y ' y ! ex . R: A: 6 e K: 2.sen x  R: y ! 2 1 x (1  x 2 )3 2 4) y ! (1  x 2 )arc. com A R: y '' ! 2 ™ arc.sen x)2 03) A função y ! A ™ sen kx .

08) A equação y  y  2y ! sen x é chamada equação diferencial. Qual é o custo exato para produzir a nona unidade? (b) Determine a função de receita do produto. 11) Um fabricante estima que quando x unidades de um certo produto são fabricadas. satisfaz a equação y  5y  6y ! 0 ? R: r ! 1. (b) Para que nível de produção o custo médio marginal é nulo? (c) Para que nível de produção o custo marginal é igual ao custo médio? R:(a) custo médio: CM (x) ! 1 98 1 98 . (a) Determine o custo médio e o custo médio marginal do produto. use a função de receita marginal para estimar a receita obtida com a venda da nona unidade. b) função da receita: R(x) ! 25x  c) função de lucro: P(x) ! 1 2 x e receita da nona unidade: R$ 19. para qualquer valor das constantes C1 e C2 satisfaz a equação diferencial y  3 y  2 y ! 0 .13. 06) Demonstrar que a função y ! e 2x ™ sen 5x . lucro 24 marginal: LM(x) = -11x/12 + 22 12) Seja C(x) = x²/8 + 3x + 98 a função de custo total do produto do problema 01. satisfaz a equação diferencial y I  4 y ! 0 . pois envolve a função desconhecida y e suas derivadas y e y . Qual é a receita exata obtida com a venda da nona unidade? (c) Determine a função de lucro associada à produção de X unidades. Qual é o lucro marginal associado ao nível ótimo de produção? R: a) R$ 5. ™x  3  8 x 8 x Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I . 10) Encontre os valores de para os quais y ! e ™x satisfaz a equação diferencial y  y ! y . satisfaça essa equação. 10  09) Para que valores de r a função y ! er™x . satisfaz a equação diferencial y '' 4 y ' 29 y ! 0 .Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág.47 05) Demonstrar que a função y ! C1e x  C2 e2x . R: ! 3 e 10 ! 1 . 3 11 2 x  22x  98 lucro máximo: x = 24 e p(x) = R$ 17.00. 6 . Em seguida. custo médio marginal: CM(M) !  2 . (a) Use a função de custo marginal para estimar o custo para produzir a nona unidade. 07) Demonstrar que a função y ! e-x ™ cos x . o custo total é C(x) = x²/8 + 3x + 98 reais e que todas as x unidades são vendidas quando o preço é p(x) = 25 ± x/3 reais por unidade.33. Encontre as constantes A e B tal que sua função y ! A ™ sen x  B ™ cos x . Plote a função de lucro e determine o nível de produção para o qual o lucro é máximo.

(a) Determine o custo marginal e a receita marginal. (c) Determine o custo real para produzir uma quarta unidade. (d) Use a receita marginal para estimar a receita conseguida com a venda da quarta unidade.20 1 1 ± 1) C(x) = x² + 4x + 57. p(x) = (36 ± x).00 d) ± e) ± R(4)  R(3) ! R$ 1.25 ± ° 2x ® 2 a) ± C (x) ! 3  2. R (x) ! 9  2 ± b) ± C (3) ! R$ 5.00 ± ° ® x 2x 2  4x  3 a) C'(x) ! . (e) Determine a receita real conseguida com a venda da quarta unidade. (a) Use os métodos de análise marginal para estimar o custo de fabricação da quarta unidade. R (x) ! 3x  8x  10 ± b) ± C (3) ! R$ 4.06 d) ± e) ± R(4)  R(3) ! R$ 2.00 1 ± 2) C(x) = x² + 2x + 39.5q² + 500q + 200 reais.33 3 ± R (3) ! R$ 7.70 R: ¯ C(4)  C(3) ! R$ 500. R: ¯c) C(4)  C(3) ! R$ 4.50 d) ± e) ± R(4)  R(3) ! R$ 7. onde q é o número de unidades produzidas. (b) Calcule o custo real de fabricação da quarta unidade.05 ± ° Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I .50 b) 1 3  2x ± 3) C(x) = x² + 43.75 4 1 x ± R'(3) ! R$ 2. (b) Use o custo marginal para estimar o custo para produzir uma quarta unidade.Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág.20 ° 14) Nos Problemas 1 até 3. C(x) é o custo total para produzir x unidades de um produto e p(x) é o preço pelo qual as x unidades serão vendidas. p(x) = . R: ¯c) C(4)  C(3) ! R$ 5.1q .48 (b) x = 28 e (c) x = 28. 13) O custo total de uma fábrica é C(q) = 0. R'(x) ! ± 2 (1  x) 2 ± ± C'(3) ! R$ 1.40 5 4 ± R (3) ! R$ 7. p(x) = -x² + 4x + 10. R: ¯c) C(4)  C(3) ! R$ 1. 2x x ® a) ± C (x) ! 5  4. C ® (3) ! R$ 499.0.

1) 2) 3) 4) (x) ! 680  4x  0.49 15) O custo total de certa fábrica.941. ¯ b) ± c) ° 18) Para as funções custo e demanda dadas.000  120x  0. 01x 2 e p(x) ! 12  500 2 3 (x) ! 1.000  500x  1. A interação tem sido modelada pelas equações abaixo: d ® !a b W ¯ dt ° dW !  cW  d W dt a) Que valores de d dW e .00 R: ¯ .1q .700 7x 2 3 19) No estudo de ecossistema. R:1). Determine: 1) 3) (x) ! 40. onsidere uma população de lobos da tundra. R: (x) ! 16.5q² + 500q + 200 reais quando o nível de produção é q unidades. (b) Calcule o custo real de fabricação da 41ª unidade. (a) Use os métodos de análise marginal para estimar o custo de fabricação da 41 a unidade. ¯ b) 200 ± $ 700/unidade c) ° a) ® $ 342. o modelo predador-presa é muitas vezes usado para estudar a interação entre as espécies. a) ® $ 1. x (x) ! 680  4x  0. dt dt Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I . 001x e p(x) ! 60 0. b) ° R$ 244. b) O nível de produção que vai minimizar o custo médio. 342/unidade e $ 390/unidad e ± R:3).00 17) Para cada função custo (dada em dólares) dada abaixo. a) ® R$ 241.300/u nidade ± . ± $ 320/unidade c) ° a) ® ± R:2).Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. R: R$ 50. ¯ b) 400 . encontre o nível de produção que maximizará o lucro. ¯ b) ± c) ° a) ® ± R:4). correspondem a população estáveis? R: (0. o custo médio e o custo marginal a um nível de produção de 1000 unidades. 01x 2 e p(x) ! 12 .01x R: 400.1x 2 (x) ! 10.000  340x  0.000. dada por W(t). Estime a variação do custo total em conseqüência desse aumento de produção.340. no norte do anadá.0).08 16) O custo total em reais para fabricar q unidades de certo produto é C(q) = 3q² + q + 500. é C(q) = 0. 0001x3 (x) ! 16. dada por (t). 004x e p(x) ! 1.1 unidades. e caribu. 6x  0. mas o fabricante pretende aumentálo para 4.450  36x  x  0. 1340/unidade e $ 2.000  300x  x2 3 2) 4) (x) ! 25.000  200x  4x 2 a) O custo. R: R: 672. O nível atual de produção é 4 unidades .0. c) O custo médio mínimo.3x2  0.

uma população de peixes é colocada dentro de um pequeno lago e colhido regularmente.001. R: 0. e V = 10L.50) é possível para as espécies coexistirem. c) Suponha qua a = 0. e está crescendo a uma taxa de 0. onde n é o número de mols de gás e R = 0.50 b) Como representar matematicamente a afirmativa ³o caribu está se extinguindo´? R: C = 0.05 e d = 0.10 atm/min. Encontre a taxa de variação de T em relação ao tempo naquele instante se n 10 mols. 20) A lei dos gases para um gás ideal à temperatura absoluta T (em Kelvins). P = 8.15L / min. c = 0. Um modelo para a taxa de variação da população é dado pela equação ¨ P(t) ¸ dP ! r0 ™ ©1  ¹ ™ . ou uma ou as duas espécies acabam por se extinguir? R: (0. 2436 k/min . é possível para as espécies viverem em harmonia. e está decrescendo a uma taxa de 0. Segundo esse modelo. 21) Em uma fazenda de piscicultura. Encontre todos os pares (C.05.0821 é uma constante do gás.Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág.0001. Suponha que. pressão P (em atmosfera) e volume V (em litros) é PV ! nRT . em um certo instante. W) que levam a populações estáveis.0) e (500.0 atm. b = 0.

V  nb V 23) Uma das fórmulas para o gerenciamento de estoque diz que o custo médio semanal de pedidos. dP que corresponde à população estável? R: dt b) Se o pequeno lago pode manter 10. onde q é a quantidade (de q 2 sapatos. m é a quantidade de itens vendidos por semana Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I . a pressão P estará relacionada com o volume V de acordo com uma fórmula na forma P ! n e R são constantes. independentemente da freqüência com que se faz o pedido). a população máxima que o pequeno lago pode manter (ou seja. R: c) O que acontece se está elevando para 5%? R: 22) Se um gás (real) for mantido em um cilindro a uma temperatura constante T. a taxa de nascimento é de 5% e a taxa de colheita é de 4%. c é o custo de cada item (constante). b. rádio. em que a. encontre o nível estável da população. R: dV dV (V  nb)2 V nRT an 2  2 . Pc. vassouras ou qualquer outro item) pedida quando as vendas estão em baixa. k é o custo para se fazer um pedido (sempre o mesmo.000 peixes. Determine dP nRT 2an 2 dP !  3 . . pagamentos e armazenamento de mercadorias é (q) ! km hq  cm  . sua capacidade de suporte) e a) Qual o valor de .P(t)  P(t) dt Pc º ª onde r0 é a taxa de nascimento dos peixes. é a porcentagem da população que é colhida.

seguro e segurança). 2 este seja o caso. .99. 1 e x .80 . 03t 2 dC e calcule o valor dessa derivada para t = 0. é seguro modelar a relação entre o período T e o comprimento L de um pêndulo simples com a equação T ! 2 L .37 . 4t  1. o custo de manutenção de um automóvel estava aumentando a uma taxa de 1. b) x = 15.10. Usando os símbolos u para temperatura e K para a constante de proporcionalidade. o custo de manutenção de um automóvel estava aumentando a uma taxa de 1. o custo de manutenção de um automóvel estava aumentando a uma taxa de 0. Determine d2 d e . é 25) O custo em cents por milha para manter um automóvel nos Estados Unidos entre 1989 e 1997 pode ser modelado pela função C(t) ! correspondendo a 1990. a) x = 10.76. Se o pêndulo for de metal. em relação à temperatura.3t 2 . onde g é a g aceleração constante da gravidade no local onde está o pêndulo. ± ° 26) O custo de processamento e transporte (em milhares de reais) dos componentes usados para fabricar um produto é dado por x ¸ ¨ 200 ! 100 © 2  ¹ . onde t é o ano. R: dq dq 2 24) Para oscilações de pequena amplitude (balanços curtos). aumentando ou diminuindo a uma taxa aproximadamente proporcional a L. 29t  0. ¯ Em1993. temos dL ! kL . devemos usar L em cm T em s. onde x é o tamanho da encomenda x  30 º ª x em relação a x para os valores c) x = 20.5  14. Determine a taxa de variação de indicados de x. Considerando que du kT . o custo de manutenção de um automóvel estava aumentando a uma taxa de 2. mostre que a taxa de variação do período. ± 1995. 5 e 7.Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág.125 . O que dt significam esses valores? (Fonte: American Automobile Manufacturers Association ). R: 10. ® dC 550(t 2  2t  43) ± ! dt (3t 2  29t 100) 2 ± ± Em1990. com t = 0 1  0. Se medirmos g em cm/s2.51 (constante) e h é o custo semanal para manter cada item armazenado (constante que incorpora aspectos como espaço. 27) A Lei de Boyle estabelece que quando uma amostra de gás é comprimida a uma temperatura constante. utilidade. 3. o produto da pressão e o volume permanecem constantes PV ! Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I . Determine 41. Em ± Em ± 1990. seu comprimento variará com a temperatura. ± R:. (em centenas de componentes).37. R: 38. R: 3.

R: No início. b) Uma mostra de gás está em um recipiente à baixa pressão e é regularmente comprimida á temperatura constante por 10 minutos. R: d d ! 2 . 03t 2  0. Esse valor é consistente com a resposta dada na parte (b). Quão rápido essa forca varia quando r = 20. a) Se os corpos estão se movendo. c) Prove que a compressibilidade isotérmica e dada por ! 1 . O volume decresce mais rapidamente no início ou no final dos 10 minutos? Explique.Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. um pesquisador pode injetar no sangue uma amostra de cálcio quimicamente ³rotula´ para medir a rapidez com que o produto é removido do sangue. onde = 0. P 28) Um objeto com peso W é arrastado ao longo de um plano horizontal por uma força agindo ao longo de uma corda atada ao objeto. O que o sinal de menos dr b) Suponha que se tenha conhecimento de que a terra atrai um objeto com uma força que decresce a uma taxa de 2 N/km quando r = 20. 06t  0.52 a) Encontre a taxa de variação do volume em relação à pressão. em que G é a constante r2 ! ™W ™ sen  cos com o plano. R: b) Quando essa taxa de variação é igual a 0? R: c) Se W = 50 lb e de R: 29) A lei de Gravitação de Newton diz que a grandeza da orça exercida por um corpo de massa ! GmM . então a grandeza da é uma constante chamada . Se a corda faz um ângulo força é representada pela equação coeficiente e atrito.000 km? R: 30) Para estudar de que forma o corpo metaboliza o cálcio. encontre indica? R: d e explique seu significado. é a distância entre os corpos.000 km. d m sobre um corpo de Massa M é dada pela equação gravitacional e r. 01t3 forneça a quantidade de cálcio (em miligramas) que permanece na corrente sangüínea após t horas. a) Encontre a taxa de variação de em relação a .6. Suponha que a expressão A(t) ! 2  0. faça o gráfico de como uma função de e use-o para localizar o valor para o qual d ! 0 . Qual a taxa com que cálcio está sendo eliminado da corrente sangüínea 2 horas após a injeção? Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I .

é definida por. EC ! 1 mv 2 . a perda de calor H (em quilocalorias por metro quadrado-hora) de um ser humano pode ser expresso pela função H ! 33 10 v  v  10. então sua energia cinética EC. 06 mg/h . Qual é a taxa de variação de EC em relação ao 2 tempo t? R: d(EC) ¨ dv ¸ ! mv © ¹ dt ª dt º 32) A °C. a) Determine dH e explique o seu significado neste contexto. 45 .53 R: (2) ! 0.Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. onde v é a velocidade do vento (em metros por segundo). 31) Se um Objeto de massa m tem velocidade v. Suponha que v é uma função do tempo. R: dt .

R: não 37) Pesquisar raízes múltiplas na equação x 5  2 x 4  3x 3  7 x 2  8x  3 ! 0 . R: 1 é raiz tripla. a) Quais os valores de b) Quais os valores de para os quais a equação admite uma raiz dupla? R: ! 5 ou  ! 27 . 16 ! 0 Determine a e b. R: a = 16 e b = -16 35) O número 2 é raiz da equação ax 3  bx R: a = 1 e b = -12. 38) Resolver a equação x 3  5 x 2  8 x  4 ! 0 . sabendo que existem raízes múltiplas. 27 . 1. Então. b) Calcule a taxa de variação de H para v = 2 e v = 5. a  b + c . 39) É dada a equação x 3  3x 2  9x  ! 0 . 34) Determinar os valores de a e b na equação x 4  4 x3  ax + b ! 0 de modo que a mesma admita uma raiz tripla positiva. R: 33) Um polinômio (x) = x 3  ax 2  bx c é divisível pelo seu polinômio derivado (x) e este é divisível por x  1 . é igual a: R: -1. R: ! _ 2a.  a equação tem três raízes reais distintas duas a duas? R: 5 Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I . 36) Verificar se a equação x 3  3 x  8 ! 0 tem alguma raiz iguais.

R: m = 1 ou m = 23 . com k  ¢ . 48) Demonstre que. tenha uma raiz dupla. 44) Determine m de modo que a equação x 3  2x 2  x  m  1 ! 0 . b = 3 e c = -1. não pode ter três raízes iguais. qual o valor de a? R: a = 3. ¿. e também ? mostra que equação 2x 3  3sen x 2  cos3 ! 0 . 46) Determine a condição para que a equação x 4  px  q ! 0 . R: k = 19 e ® 7  2i 2 7  2i 2 ¾ ± ± . em seguida.54 40) Determinar a condição para que a equação x 3 px q ! 0 . 41) Determinar k de modo que a equação 3 x 4  8 x3  6 x 2  24x + k ! 0 . possui uma raiz simples qualquer que seja ® a) ± ! 2  k ou ! 4  k . 50) Encontre um polinômio de segundo grau P tal que P(2) = 5. R: 27p4 + 256q3 = 0 e x ! 3 p . R: a = -3. R: ¯ ± {  k e {  k . se a equação x 3  ax  b ! 0. tem raízes múltiplas. p { 0 e q { 0 . admita uma raiz dupla negativa e. Determine os coeficientes a. com k  ¢ . tiver uma raiz dupla. 3 3 ± ± ° À 42) Para que valores de a equação 2x 3  3sen x 2  cos 3 ! 0 . 49) Um polinômio p(x) = x 3  ax 2  bx  c é divisível pelo polinômio derivado p (x) e esse é divisível por x ± 1. resolver a equação. a equação terá raíz simples b) es ± ° 2 4 43) Prove que a equação x 4  px 2  q ! 0. ± . P (2) = 3 e P (2) = 2. em seguida. admita uma raiz tripla e. Calcule essa raiz. então a será sempre positivo. R: P(x) ! x 2  x  3 Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I . tenha raízes múltiplas? R: Uma raiz dupla: 4p 3 + 27q 2 = 0 e Uma raiz tripla: p = 0 e q = 0. tem raiz tripla. = _ 3a 1. tenha uma raiz dupla. R: m = -6. 4 47) Determine m de modo que a equação x 4  mx 2  8x . reais) . resolva a equação. 27 45) e a equação x 3  ax 2  3x  1 ! 0 . ! ¯1. com (ab { 0. b e c.3 ! 0 .Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág.

f '(8) ! 1 .  A imagem de x ! 8  Equação da Reta Tangente  Equação da Reta Norma f (8) ! 8 f (8) ! 2  A derivada de f(x) quando x = 8 3 ? y  f ( x) A ! y 2 ! f ( x). ões Resolvidas Qu est 01) Determine as equações das retas tangente e normal ao gráfico da função dada.Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. no ponto de abscissa 8.( x  xo ) f ( x) ! 3 x f '( x) ! 3.55 Retornaremos agora as aulas 06. 07 e 08 com mais questões resolvidas e propostas. f '(8) ! 3. no ponto dado:  f ( x ) ! 3 x .

x 3 2 1 .

8 3 2 1 ™ ( x  8) 12 x 8 y 2 !  .

( x  2)   y  l n2 ! 2 x  4   y  2 x  l n2  4 ! 0 2 y  2 x  (l n 2  4) ! 0 Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I 1 .( x  xo )   ?y  f ( xo ) A ! 1 ™ ( x  2) 2 x 2 x x    y  l n 2 ! 1   y   l n 2 1 ! 0 2 2 2 2 Equação da reta normal 1 ™ ( x  xo ) ? y  f ( xo )A !  f ( xo ) ? y  l n2A !  1 ™ ( x  2)   y  l n2 ! 2. l n 2) .z4 12 12 x 2 y 2 !  12 3 x 2  y 2!0 12 3 x 4  y !0 12 3 ?y  f ( x ) A !  y 2 !  1 . no ponto especificado. P(2. 1) f ( x) ! l n x .(2) 2 1 f '(8) ! 3. no ponto xo ! 2 . (Coeficiente Angular) 1 1 f '( x ) !   f '( xo ) ! x 2 (Imagem quando x ! 2 ) f ( x ) ! l nx f ( x) ! l n2 Equação da reta tangente ? y  f ( xo ) A ! y  l n2 ! f ( xo ).4 1 f '(8) ! 12 02) Encontre as equações das retas tangente e normal para as curvas abaixo.( x  xo ) f ( x) 1 ™ ( x  8) 1 12 y  2 ! 12.( x  8) y  2 ! 12 x  96 12 x  y  2  96 ! 0 12 x  y  98 ! 0 1 3.

56 2) f ( x) ! e x  e x .Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. no ponto xo ! 2 . 2 e x  e x u ( x) ! 2 x u ( x) ! e  e x .( 1)   e x  e x v( x) ! 2 v (x) ! 0 (Coeficiente Angular) .

2   e x  e x   e2  e2 f ( x) ! 2 2 2 .e x  e x .

t  \ ) V ! S ! a. ©  2. t  \ ) v (t ) ! a. © ¹ ¹ ¹ ¹ 2 2 2 2 2 ª º ª º ª º ª º ª ¸ ¨ e 2  e 2 ¸ ¹ © ¹! 0 2 º ª º ¨ e 2  e 2 ¸ 3. © ¹ ¹ 2 2 2 2 ª º ª º Equação da reta no rmal « ¨ e 2  e 2 ¸ » 1 1 y  f ( xo ) A !  ™ ( x  xo )   ¬ y  © ™ ( x  2) ? ¹ ¼ !  2 2 f (x o ) « e  e2 » ª º½ ­ ¬ ¼ 2 ­ ½ ¨ e 2  e 2 ¸ ¨ e 2  e 2 ¸ « ¨ 2 2 2 « » ¸ ¨ y© ™ ( x  2)   y  ©  2 ™ © 2 ¹ !  1 ™ ¬ 2 ¹ ! ¬ x © 2 2 ¼ 2 ¹ 2 2 2 ­e  e ½ ªe e ª º ª º ­ ªe e º ¨ e 2  e 2 ¸ 4 ¸ ¨ 2x ¸ ¨ y©  © 2 ¹ !  © 2 2 ¹ 2 ¹ 2 ªe e º ªe e º ª º ¸» ¹¼ º½ 03) Um ponto móvel sobre uma reta tem abscissa S dada em cada instante t dada pela lei S ! a. ©  2. t  \ )   2) A velocidade no instante t ! 0 . Determine.cos( .e 2  2.1 u .e 2  e 2  e 2 !0   y  x.cos( .2 (Imagem) e x  e x e 2  e  (2) e 2  e 2 f ( 2) !     2 2 2 Equação da tangente « ¨ e 2  e 2 ¸ » ¨ e 2  e 2 ¸ ? y  f ( xo ) A ! f '( xo ).w.v v ! a. w e \ são números reais dados.sen ( w. ©   y  x.( x  xo )   ¬ y  © ¹¼ ! © ¹ ™ ( x  2)   2 2 ª º½ ª º ­ 2 2 2 2 2 2 2 ¨e e ¸ ¨e e ¸ ¨e e ¸ ¨ e  e2 ¸ ¨ e 2  e 2 y© ! x. 1) A lei que dá a velocidade do ponto em cada instante. v (t ) ! a.w.  sen( w.w. S ! a.e 2  e 2 ¨ e 2  e 2 ¸ 2. t  \ ) em que a. 0  \ ) v (t ) ! a.sen ( w. © ! 0   y  x. t  \ ).w.v  u.sen \ Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I 0 .w.sen( w.

a velocidade nesse quarteirão é dada aproximadamente por v(t) ! t 3  10.5. o departamento de trânsito vem registrando a velocidade dos veículos que passam em um certo quarteirão. a ! v ' !  a. Calcule a aceleração do corpo após 3 segundos. t  \ ) a !  a.w a !  a.e t .cos t  a.e t .cos(w  \ ) 04) Obtenha a velocidade e a aceleração de um ponto material que percorre um seguimento de reta obedecendo a equação horária S ! a.e t . quilômetros por hora.sen( w. a !  a.sent  a.  1.  sen t   a. t  \ ) 4) A aceleração no instante no instante t ! 1/ s .cos(w.5 v (2) ! 2 3  10.6  20 ! 216 10.57 3) A lei que dá a aceleração do ponto em cada instante.5.5  30  20 ! 1 10.5t 2  30t 20 .6 2  30. em t segundos.e t .e t .w2 . percorre uma distância (t) ! t 3  12t 2  12 em metros.w2 .5.5.cos(w. Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I .5.e t .0. quando os carros passam no quarteirão com uma 2 x! x! b s ( 2a ( 7) s 9 7 s 3 ! 2.10 ( ! 49  40 (!9 v (t ) ! t 3  10.1. t  \ ) A.52  30. 1  \ ) a !  a.(1).4  60  20 ! 8  42  60  20 ! 88 42 ! 46 v (5) ! 53  10.2 2  30.t 2  30t  20 v (1) ! 13  10.(cos t  sent ) a ! v !  a.36 180 20 ! 216 378 180  20 ! 416  378 ! 38 O trânsito é mais rápido às 14h.e t . t  \ )  ? a.cos t  a.?cos t  sent A  a.sen t   a . Qual o instante entre 13h e 18h em que o trânsito é mais rápido? Qual o instante em que o trânsito é mais lento? v (t ) ! 3t 2  21t  30 z 3 v (t ) ! t 2  3t  10 ( ! b  4 ac ( ! ( 7) 2  4. onde t é o número de horas após o meio-dia.cos t  a .e t .1 2 7  3 10 ! ! 5 x ! 2 2 7 3 4 ! ! 2 x ! 2 2 velocidade média de 46 km/h.5.5 km/h.e  t .5 v (6) ! 6 3  10.cos t v ! S ! a.e t . e mais lento às 17h.e t .5 ! 40.5  20 ! 125 10.cos t a ! 2ae t ™ sen t 05) Durante várias semanas.e  t . com a  R .5. quando a velocidade média é 32.2  20 ! 8 10.25 150  20 !125 262.1  20 ! 1  10.cos(w.w2 . 06) Um corpo se move em linhas retas de tal forma que.w2 . Os resultados mostram que entre 13h e 18h de um dia de semana.w.5 ! 32.5. ! a ™ e-t ™ cos t .? sent  cos t A a ! a.sent a.5 1 50  2 0 ! 295  262.5  30  20 ! 51 10.Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág.cos( w.12  30.

y ® ! 2x  2 y ® ! x  2 ± e no ponto (3. R: y  !  ( x  3) e y  ! ( x  3) . no ponto de interseção com o eixo Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I Y. ¯ 2 °x  y  2 ! 0 6 ®x  2 y  ! 0 R. no ponto de interseção com o eixo OX . no ponto (2. 10) Escrever as equações da tangente e da normal às curvas nos pontos dados: y ® ! 2x ± a) y tg 2x .1). R: y  5 ! 0 e x  2 ! 0 . . obter as equações das retas tangentes nos pontos de abscissa 12.sen © ¹ . 07) Escrever a equação da tangente à curva: x 5  y 5  2 xy ! 0 no ponto (1.0): ¯ y y ° ! x2 ±! 2 ° y ® ! 2x  6 ± 3 x ¯ y ±! 2 ° 09) Escrever a equação da tangente e da normal à curva: y 4 ! 4 x 4  6 xy no ponto (1. ordenada y ! 3 . 03) Considere a parábola de equação y 2  6 y ! 2 x  17 . 5 20 5 20 02) Considere a hipérbole de equação x 2  y2 ! 1 . 06) Escrever a equação da tangente e da normal à curva: x 3  y 2  2 x  6 ! 0 no ponto com R: 5 x  6 y  13 ! 0 e 6 x  5 y  21 ! 0 .0): ¯ 1  x . 04) Escrever a equação da tangente e da normal à curva y ! x 3  2 x 2  4 x  3 no ponto (-2. R: x  1 ! 0 e y ! 0 .Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. na origem das coordenadas: R: ¯ 1 y ± !2x ° ¨ x 1¸ b) y ! arc. ª 2 º x ®  2 y 1 ! 0 R.58 ! a! a! (t) ! 3t 2  2 ™12t  0   3t 2  24t (t) ! 2 ™ 3t  24   6 ™ 3  24 (3) ! 18  24   a ! (3) ! 6 m/s Questões Propostas 01) Dada a elipse de equação x 2 y2  ! 1 .0): R: no ponto (1.5).0).cos 3 x . obter as equações das retas tangentes nos pontos 16 de abscissa 3. R: x  y  2 ! 0 08) Escrever a equação da tangente e da normal à curva: y ! ( x  1)( x  2)( x  3) nos pontos de sua intersecção com o eixo das abscissas. ¯ 2 °x  6y  3 ! 0 c) y ! arc. 05) Achar a equação da tangente e da normal à curva y ! 3 x  1 no ponto (1. R: x  4 y  8 ! 0 e x  4 y  16 ! 0 . obter as equações das retas tangentes nos pontos de 25 9 12 9 12 9 abscissa 3. R: y  8 2 ! 3 2( x  3) e y  8 2 ! 3 2( x  3) . R: 14 x  13 y  12 ! 0 e 13x  14 y  41 ! 0 .2).

1) e a reta tangente ao gráfico de g ( x) ! n x . 2 2 ®x  y  3 ! 0 ®x  y  3 ! 0 para o ponto (1. Calcular m e n. cos (kt + l ). Determinar: a) instantes e posições em que é máxima a velocidade do móvel. nos pontos de interseção com a reta y ! 1 . R: 3t² . l constantes dadas.1) ¯ ¯ x x °  2y 1 ! 0 °  2 y 1 ! 0 11) A reta tangente ao gráfico de f ( x) ! sen x . k. ¯ y ° ! 1 x e) y ! e1 x . ¨ 1¸ ¨ 1 ¸ R: m ! © ¹ e n!© ¹. sendo a. Sua altura h (metros) em relação ao solo. 1¨3 ¸ ©  2n  l ¹ e s = 0. Em que instante a pedra atingirá sua altura máxima? R: t = 1s e t = 2s. ª 2 º ª 2 º 12) Se a posição de um corpo que está se movendo em linha reta é dada por s(t) = t3 . onde t indica o número de segundos decorridos após o lançamento. 14) Um móvel desloca-se sobre um eixo de modo que sua abscissa s no instante t é dada pela equação S = a. calcule a velocidade e a aceleração do corpo.3t 2 + 4t no instante t. no ponto de abscissa 1 se interceptam no ponto P (m. é dada por h = t 3 ± 3t2 ± 9t + 1. kª 2 º 1 R: t = . 13) Uma pedra é lançada verticalmente para cima.6t + 4 e 6t ± 6.Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. no ponto de abscissa para o ponto (-1. n). b) instantes e posições em que é mínima a aceleração do móvel. no ponto de interseção com o eixo 2 : y ® ! x 1 R.59 d) y ! ln x .

determine o instante em que a pulga atinge a altura máxima. (b) Em que instante o corpo está estacionário? R: (b) t = 1 e t = 3.449s e h . 0. v(t) = -9.8t + 29. Qual é a altura máxima atingida pela pulga? R: t .9)t² Usando os métodos do cálculo.2n  l e s = a.12t + 9 e a(t) = 6t ± 12.4)t ± (4. uma pessoa lança uma bola verticalmente para cima com uma velocidade inicial de 29m/s: (a) Determine a altura e velocidade da bola no instante t. R: (a) v(t) = 3t² . k R: t = 15) Os experimentos mostram que a altura (em metros) do pulo de uma pulga após t segundos é dada pela função H(t) = (4.988m 16) Um corpo se move em linha reta de tal forma que sua posição no instante t é dada por s(t) = t 6t² + 9t + 5.9t² + 29t + 34. R h(t) = -4. 17) Do alto de um edifício de 34 metros de altura. 0. (a) Determine a velocidade e aceleração do corpo no instante t. (b) Em que instante a bola chega ao chão e qual a velocidade no momento do impacto? Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I .

7 (b) s(t) = (1 ± t) + (2t + 1)² ® v(t) = 15t 4  15t 2 .8) =  48 m/s ± t = 4.9 s. 18) Um móvel se desloca segundo a equação horária S = ln(3t 2  2t  2) S em metros e t em segundos. a(t) = 6(1  t)  8 a) ± R: ¯ 7 b) ± a(t) = 0 para t = 3 ° 20) A distância percorrida por um carro em t horas de viagem é D(t) = 64t + 10t²/3 ± 2t /9 quilômetros. a velocidade é negativa e a bola está descendo. o que acontece no instante t = 3. (d) Qual é a distância total percorrida pela bola? R: (d) 119. (a) s(t) = 3 t 5 .9) = 117.5t .6 m c) ° Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I . (a) Escreva uma expressão para aceleração do carro em função ao tempo.60 R v(7) = -39. a velocidade é positiva e a bola está subindo. Em cada caso: y Calcule a velocidade v(t) e a aceleração a(t) do corpo y Determine o instante t no qual a aceleração é nula. ° 2 2 ® v(t) =  3(1  t)  4(2t  1). A velocidade do móvel no instante t = 2s. (4.8 s ± R: ¯ b) v(9. (c) Em que momento a velocidade é nula? O que acontece nesse momento? R: (c) A velocidade é nula quando v(t) = 0.6 m/s. Para t < 3. 19) A posição s(t) de um corpo que está em movimento em linha reta é dada. R: 1 m/s. a bola atinge o ponto mais alto da trajetória no instante t = 3.33km/h 2 ± a velocidade diminui 2 km/h c) ± ± ° 21) Um projétil é lançado verticalmente a partir do solo com uma velocidade inicial de 48 m/s: (a) Quanto tempo o projétil leva para se chocar com o solo? (b) Qual é a velocidade no momento do impacto? (c) Quanto tempo o projétil leva para atingir a altura máxima? Qual é essa altura? a) ® t = 9.Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. Assim. para t 3. a(t) = 60t3  30t a) ± R: ¯ 2 b) ± a(t) = 0 para t = 0. (b) Qual é a taxa de variação da velocidade com o tempo após seis horas de viagem? A velocidade está aumentando ou diminuindo nesse instante? (c) Qual é a variação de velocidade do carro durante a sétima hora de viagem? 20 4t ® a) ± a(t) = 3  3 ± ± R: ¯ b) A velocidade está diminuindo à razão de 1.8m.

4t 2 metros do local onde o motorista pisou no freio. como patos. a) ± rvalo 1< t < 2 e no intervalo 5< t < 6.42 6(2t  7). Após t segundos.92 pés/segundo b) O falcão-peregrino é capaz de atingir velocidades da ordem de 200 milhas por hora durante um mergulho.61 22) Nos Problemas a seguir. espalhando as penas no último momento para frear e estender suas garras mortíferas. ± 49 b) ° 23) Um carro está viajando a uma velocidade de 26 m/s quando o motorista pisa no freio para não atropelar uma criança.280 pés). 28 pés/segundo. Sim. por exemplo. O corpo está recuando o ± corpo está avançando e reando no inte ¯ no ± intervalo 2< t < 5. o carro está s = 26t . a altura de um falcão-peregrino acima da superfície do lago é dada por o tempo em segundos e H é a altura em pés.36t 3  1. onde t é .5. 0 e t e 3 R: ¯o corpo está avançando e reando em todoo intervalo t² + 12 ± 0.49 milhas/hora.25 b) ± ± ° b) s(t) 2t 3 ± 21t 2 60t . ± v(t) (t 2 12)3 (t 2 12) 2 ± 2t + 1 ± a) s(t) = . O modelo apresentado é suficiente preciso para estimar a velocidade do falcão? (Sugestão: Converta a velocidade de pés por segundo para milhas por hora. 2t  138 .5 e acelerando para t 3. 1 e t e 6. Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I (t) !  t 4  1. Quando está sobrevoando um lago e avista um pato na água.25. O corpo está reando para t < 3. a(t) 12t . H (3) !  145. Uma milha tem 5. o falcão-peregrino dobra as asas e mergulha em direção à presa. a(t) . R: 99.Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. Quanto tempo o carro leva para parar e que distância percorre antes de parar? R: 5. ® v(t) 6t 2  42t  60 ! 6(t  5)(t  2). a) Qual é a velocidade instantânea do falcão-peregrino no instante t = 1 segundo? Qual é a velocidade instantânea no instante t = 3 segundos? R: H (1) ! 9. De acordo com um certo modelo. s(t) representa a posição de um corpo que está se movendo em linha reta: y Determine a velocidade e a aceleração do corpo e descreva seu movimento durante o intervalo de tempo indicado y Calcule a distância total percorrida pelo corpo durante o intervalo de tempo indica do.4 s e 127 m 24) O falcão-peregrino (Falco peregrinus) é uma ave de rapina rápida e precisa que caça outros pássaros. ® 2(t 4)(t  3) 2(2t 3 3t 2  72t  12) a) .2.

Derivada da função y = arc. sen x: y = arc sen x y' ! y ! y ! 1 1  x2 Demonstração: x ! sen y x ' ! cos y sen 2 y  cos2 y ! 1.62 AULA 10 Nesta aula vamos estudar derivada de função inversa. 10. se (x p 0 temos (y p 0 . cos x: y = arc cos x y' !  y ! y ! 1 1 x2 Demonstração: 1 1 1 1 ! ! ! 2 x cosy 1  sen y 1  (x) 2 1 Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I 1  x 2 . então: (x 1 1 .2.Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. podemos demonstrar que a função inversa x = f 1 (y). temos então cos y ! 1  sen 2 y 1 1 1 1 ! ! ! 2 x cosy 1  sen y 1  (x) 2 1 1  x2 10. também é derivável no ponto y. Inicialmente escrevemos a identidade abaixo decorre (x { 0   (y { 0 logo: (x 1 . lim ! lim   (y p 0 ( y (x p 0 (y (y lim (x p 0 ( x (x (x (y ! lim lim (y p 0 ( y (x p 0 ( x 1 1 1 1 f 1 ( y )] ! ou y ' ! .Derivadas das funções trigonométricas inversas: Faremos agora as demonstrações das formulas derivadas das funções trigonométricas inversas. derivável no ponto x.  x !  x ! [ (x)] y f ( x) x' 10. derivada das funções trigonométricas inversas e derivadas das funções implícitas e estudo das aproximações por diferencias. onde y = f (x).Derivada da função y = arc. 10.2 . onde f ( x) { 0 . ! (y (y (x Devemos observar que y ! f ( x) é derivável e contínua no ponto x.Função Inversa Demonstração: Considerando a função inversível y = f(x). Logo.2 .1 .1 .2.

2.2.Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág.2. cotg x: y = arc cotg x y ! y ! Demonstração: x ! cotg y x !  cossec2 y cossec 2 y ! 1  cotg 2 y 1 1 1 1 ! ! ! 2 2 x cossec y cossec y 1  cotg 2 y 1 1 x2 1 x x 2 1 y ! 10.63 x ! cosy x ! sen y sen y ! 1  cos 2 y 10.4 . cossec x: 1 y = arc cossec x y' !  x x 2 1 Demonstração: 1 1 ! ! y ! x !  cotg y ™ cossec y  cotg y ™ cossecy cotg y ™ cossec y cotg 2 y ! cossec2 y  1 1 y ! 2 2 cotg y ! cossec y  1 cossec y  1 ™ cossec y y ! 1 x x 2 1 10. tg x: y = arc tg x y' ! y' ! y' ! 1 1 x2 Demonstração: x ! tg y x ! sec y sec2 y ! 1  tg 2 y 2 1 1 1 ! ! 2 x ' sec y 1  tg 2 y 1 1 x2 1 1 x2 10.Derivada da função y = arc.2.Derivada da função y = arc.3 .Derivada da função y = arc.3 .5 . sec x: y = arc sec x y' ! Demonstração: x ! sec y x ! tg y ™ sec y tg y ! sec 2 y  1 y ! y ! 1 1 1 ! ! 2 x tg y ™ secy sec y  1 ™ sec y 1 x x2 1 10.6 .Derivada da função y = arc.Derivada de funções implícitas Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I .

Ao contrário da variável independente dx . esta será igual a derivada. y) = 0.Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. define y como uma função implícita de x. Agora introduziremos duas novas varáveis dx e dy coma propriedade de que. Forma implícita Derivada x™y !1 dy 1 ! 1 ™ x 2    2 dx x Exemplo: 3 0. mas não impomos essa restrição à sua definição.4 ± Diferenciais Às vezes a notação dy dx para representar a derivada y de y em relação a x. Por exemplo : y ! 3x  5 u!3  2 s ! 16t 2  20t respectivamente. nos é dada na forma implícita sendo difícil ou até impossível colocá-la na forma explícita. Definição: Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I . O significado de dx e dy .y = 1 . Ela dependente tanto de x como de dx . s e u são funções de x. como por exemplo x. caso a razão e igual à exista. Em outras palavras uma das variáveis é dada explicitamente em função da outra.64 Até agora nossas funções envolvendo uma variável foram expressas. t e Forma explícita 1 y ! ou y ! x 1 x A equação F (x. quando uma função derivável. mesmo assim é possível determinar sua derivada. a diferencial dx da variável independente é a sua variação (x .(x 2  1)  3(2x) 6x  y !   2 2 2 2 x 1 (x  1) (x  1)2 (II) y ! (x 2  1) ! 3 y ! x 2  y  3 ! 0   y ™ x  y ™ 2x  y  0 ! 0 (I) y ! y (x 2  1) !  y ™ 2x 3 ™ 2x  y ™ 2x (x  1)   y ! 2 (x  1) (x 2  1) 6x  6x 1 ™ 2 ! 2 y ! 2 (x  1) (x  1) (x  1)2 2 A grande vantagem da derivada implícita está no fato de que. Ao contrario do que aparenta. não é uma razão. a variável dy é sempre dependente. 10. y! 1 x Onde dizemos que y. de maneira geral na forma explícita y = f (x). na maioria dos contextos.

o cálculo da variação de L nos oferece um modo prático de estimar a variação em f. 10. Se dx for pequeno.4.65 Seja y ! (x) uma função derivável.4. a variação da linearização de f correspondente à variação dx . a variação em f é. L ! L(a  dx)  L(a)   f(a)  f'(a) ™ ?(a  dx)  a A f(a)   f'(a) ™ dx 1 4 4 44 2 4 4 4 4 3 { L(a + dx) L(a) f ! f(a  dx)  f(a) . ás vezes escrevemos df ! f (x)dx .1 ± Estimando Variações com Diferenciais Suponha que saibamos o valor de uma função derivável f(x) em um ponto a e que desejamos prever a variação que esse valor soferá se formos para um ponto a  dx próximo. a variação Assim. Como os valores de L são mais simples de calcular.2 ± Variações absoluta. A diferencial dy é. possui uma interpretação geométrica o valor de df quando x=aé L . é correspondente em L. a diferencial df ! f'(x) dx . f e sua linearização L em a irão variar praticamente na mesma quantidade ver figura. A variação aproximada do valor de f quando x varia de a para a  dx é d ! (a)dx . Estimativa de Variação com Diferenciais: Seja f(x) derivável quando x = a. podemos descrever a variação de f de três maneiras: Variação absoluta Variação relativa Variação percentual REAL (f ! f (a  dx)  f ( a) (f f (a) (f v 100 f (a) ESTIMADA df ! f '(a ) ™ dx df f (a) df v 100 f (a) FÓRMULAS DAS DERIVADAS DE FUNÇÕES ELEMENTARES Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I . Na notação do gráfico. dy f (x)dx !   f (x) . dx dx Toda formula de diferenciação do tipo : d(u  v) du dv d(sen u) du !  ! cos u ™ ou dx dx dx dx dx Tem uma forma diferencial do tipo: d(u  v) ! du  dv ou d(sen u) ! cos u ™ d u 11.Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. relativa e percentual: conforme nos deslocamos de a para um ponto a  dx próximo. Conforme o gráfico anterior aproximando a variação na função f pela variação na linearização de f. A diferencial dx é uma variável independente.

cotg x 23) f ( x) ! arc.sen x 20) f ( x) ! arc.cossec x f ' ( x) ! 0 f ' ( x) ! 1 f '( x ) ! n ™ x n 1 f '( x ) ! 1 n ™ ( x ) n 1 n f '( x) ! cos x f '( x) ! sen x f '( x ) ! sec 2 x f '( x ) ! cossec 2 x f '( x) ! tg x ™ sec x f '( x) ! cossec x ™ cotg x f '( x) ! a x ™ Ln a f '( x) ! e x f '( x ) ! f '( x ) ! 1 x ™ Ln a 1 x f '( x) ! f '( x ) !  f 1 1  x2 1 f f f 1 x2 1 '( x ) ! 1 x2 1 '( x) !  1 x2 1 '( x ) ! x ™ x2  1 1 '( x) !  x ™ x2 1 Fórmulas de Derivadas de Funções Compostas Propriedades Operatórias: Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I Sendo as funções u = u (x) e v = v(x) .Universidade do Estado do Pará Propriedades Operatórias: 1) f ( x) ! u ( x)  v( x) 2) f ( x) ! u ( x)  v( x) 3) f ( x) ! u ( x) ™ v( x) 4) f ( x) ! Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. k  ¡ 6) f ( x ) ! x 7) f ( x ) ! x n 8) f ( x ) ! n x 9) f ( x) ! sen x 10) f ( x) ! cos x 11) f ( x) ! tg x 12) f ( x) ! cotg x 13) f ( x) ! sec x 14) f ( x) ! cossec x 15) f ( x) ! a x 16) f ( x) ! e x 17) f ( x ) ! Log a x 18) f ( x) ! n x 19) f ( x) ! arc.sec x 24) f ( x) ! arc.66 f '( x) ! u '( x)  v '( x ) f '( x) ! u '( x)  v '( x) f '( x) ! u '( x) ™ v( x)  u( x) ™ v '( x) f '( x) ! u '( x) ™ v( x)  u ( x) ™ v '( x) [v( x)]2 u ( x) v( x) 5) f ( x) ! k .cos x 21) f ( x) ! arc.tg x 22) f ( x) ! arc.

(x) ! n u(x) p '(x) ! u'(x) n .(x) ! u(x)  v(x) p '(x) ! u'(x)  v'(x) Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág.Universidade do Estado do Pará 1 .(x) ! u(x) ™ v(x) p '(x) ! u'(x) ™ v(x)  u(x) ™ v'(x) 4 .(x) ! u(x)  v(x) p '(x) ! u'(x)  v'(x) 2 .67 3 .(x) ! [u(x)] n p '(x) ! n ™[u(x)] n 1 ™u'(x) 6 .(x) ! u(x) u'(x) ™ v(x)  u(x) ™ v'(x) p '(x) ! v(x) [v(x)] 2 5 .

(x) ! sen[u(x)] p '(x) ! cos[u(x)] ™ u'(x) 12 .(x) ! cos[u(x)] p '(x) ! sen[u(x)] ™u'(x) 13 .sec[u(x)] p '(x) ! u(x) ™ [u(x)] 2 1 u'(x) f(x) ! arc.cotg[u(x)] p '(x) !  1  [u(x)]2 u'(x) f(x) ! arc.sen[u(x)] p '(x) ! 19 .(x) ! e u(x) p '(x) ! e u(x) ™ u'(x) 8 .(x) ! Log a [u(x)] p '(x) ! 11 .(x) ! cotg[u(x)] p '(x) ! cossec 2[u(x)] ™u'(x) 15 .cossec[u(x)] p f'(x) !  u(x) ™ [u(x)]2  1 Questões Resolvidas Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I .f ( x) ! sec[u ( x )] p f '( x ) ! sec[u ( x )] ™ tg [u ( x )] ™ u '( x ) 16 .(x) ! cossec[u(x)] p '(x) ! cossec[u(x)] ™cotg[u( x)] ™ u'(x) 17 .(x) ! arc.(x) ! Ln[u(x)] p '(x) ! u'(x) u(x) u'(x) u(x) ™ Ln a 10 .tg[u(x)] p '(x) ! 1  [u(x)]2 u'(x) (x) ! arc.(x) ! arc.(x) ! tg[u(x)] p '(x) ! sec 2[u(x)] ™u'(x) 14 .(x) ! a u(x) p '(x) ! a u(x) ™ Ln(a) ™ u'(x) 9 .(x) ! [u(x)] v(x) p '(x) ! [u(x)] [v(x)] ™ ¬Ln ? u(x) A™v'(x)  © 18 . u(x) n n 1 7 .cos[u(x)] p '(x) !  20 21 22 - « ­ u'(x) ¨ u'(x) ™ v(x) ¸ » ¹¼ ª u(x) º ½ 1  [u(x)] 2 u'(x) 23 - 1  [u(x)]2 u'(x) (x) ! arc.

Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág.cos x 2    f '(x) !  2x 1  .68 01) calcular a derivada das funções inversas abaixo: 1) f (x) ! arc.

sen 4x 2   f '(x) ! 2 ™ 4x 1  .x 2 2 u'(x) 1  ?u(x) A 2 . obtemos 2x 1  x4   f '(x) !  2) f (x) ! arc. como u(x) ! x 2 .

1 1 ¨1¸ .1. ?u(x)A  1 2 como u(x) ! e2x .( 1) (1  x)  (1  x) 1  x  1  x 2 ! ! ! 2 2 2 (1  x) (1  x) 2 (1  x) (1  x) 2 (1  x) 2 2 2 2 (1  x)2 2 (1  x) ! f '(x) !  ! ! 2 2 2 2 2 (1  x)  (1  x) (1  x) (1  x)  (1  x)2 «1  x » 1 1 ¬ 2 ¼ (1  x) (1  x)2 ­1  x ½ f '(x) !  2 2 2 2 1 ! ! ! ! 2 2 2 2 2 2 2 2  2x (1  x 2 )2 1  2.2.1  1. como u(x) ! 4x 2 .e 2x   f '(x) ! e f '(x) ! 6) u'(x) ¨1¸ f (x) ! x ™ arc.4x 2 2 u'(x) 1  ?u(x)A 2 .x  x 1 2x  x  1 2x  x 2.e2x «e »  1 ­ ½ 2x 2   2 «e »  1 ­ ½ 2x 2   2 e 1 4x . como u(x) ! . ?u(x) A 1 Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I 2x 2 .2   2.x  x  1  2.1. obtemos 4) f (x) ! arc.tg © ¹   2 2 x x x ªxº 1  ?u(x)A 1 1 1  2  2 2 1 x2 1 x f '(x) ! ! x ! 2x !  2 ™ 2 ! 2 2 1 x 1 x 1 x x 1 ¨1¸ 1 © ¹ 1 x2 2 x ªxº  u'(x) 1 x ¨ 1 x ¸ .(1  x)  (1  x).cotg © ¹  2 1 x ª 1 x º 1  ?u(x)A u'(x) ! 1.sec e2x   u(x) ! e 2x u'(x) u(x).cossec © ¹  1 x2    2 ªxº u(x). como   u(x) ! . obtemos   u'(x) ! ! 2 3) f (x) ! arc. (1  x ) 2 2 5) f (x) ! arc.1   e 2x . obtemos u'(x) ! e 2x . obtemos 8x   f '(x) ! 1  16x 4 u'(x) 1 0.

cossec © ¹  x .cossec © x ¹  x. ¬ ™ ¼ ! arc.  ¬ ¼ ! arc.cossec © ¹  x.arc.69 ¨1¸ u(x) ! x ™ arc. ¬ ¼ 2 2 ªxº ª º ¬ ¨ 1 ¸ ¨ 1 ¸ 1 ¼ ¬ ¨ 1 ¸ 1 ¼ ¬©x¹ ©x¹ ¼ ¬ ©x¹ ¼ ­ ª º ½ ­ª º ª º ½ « » ¬ ¼ 1 x ¨1¸ ¨1¸ ¬1 ¼ u'(x) ! arc.Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág.cossec © x ¹  2 x ª º ªxº 1  x2 ¨1¸ ¬ ¼ © ¹ 1 ¼ ¬ ªxº ­ ½ 1 1 1 1  1 1 1 v(x) ! 1  x 2   .cossec © ¹ ªxº « » « » ¨ ¸ ¨ 1 ¸ ¬ ¼ ¬ ©1¹ ¼  2¹ © ¬ ¼ ¨1¸ ¨1¸ ¬ ªxº ¼ ª x º u'(x) ! 1.

 x 2 2   ™ .

 x 2 2 ™ 2x   ™ .

 x 2 2 ™ 2x   ™ 1 1 1 2 2 2 1 .

1  x 1 2 2 ™ 2x   1 1 ™ ™ 2x 2 1  x2 v'(x) !  x 1  x2 '(x) ! u'(x)  v'(x) « x x x » x ¨1¸ ¨1¸  ¬   arc.cossec © ¹ ªxº 7) f (x) ! x arc.sen x  x ™ 3 1 1 x2   3 .sen x 3 1 u ( x) ! 3 x   x 3 1 1 1 1 2 1 1 1 1 1 u '( x ) ! ™ x 3   ™ x 3   ™ 2   ™   3 3 3 3 3 3 x2 3.cossec © ¹  '(x) ! arc.cossec © ¹   2 2 ¼ 2 ªxº ªxº 1 x2 1 x 1 x ­ 1 x ½ ¨1¸ '(x) ! arc.sen x 1 v'(x) ! 1 x2 1 3 2 f '(x) ! 3 x ™ arc. 3 x 2 x v(x) ! arc.

sen x  . 1  x ™ arc.

3 2 3 x ™ 3 x2 .

sen x 2 2 3 3 x 2 ™ 1  x2 2 .arc.

arc.sen x 2 .

1  x ™ arc.(1  x 2 )3 x3   .senx  3 f '(x) ! 3 6 x 4 .

(1  x 2 )3 .sen x  3x 3 6 x 4 . 1  x ™ arc.

senx 2 2 .arc.

arc.sen x 2 .

1  x ™ arc.senx  3x ™   2 1 3 x .(1  x ) 6 4 2 3 .

sen x 2 .arc.

1  x ™ arc.sen x  3x f '(x) ! 3 6 x 4 .(1  x 2 )3 ™ arc.sen 2 x Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I .

70 02) Expresse dy em termos de x e y.(2  cosy) ! 1 y' ! 1 (2  cos y) dy 1 ! dx (2  cos y) 4) 5y  cos y ! x ™ y 0.y'  4.y ' 5.y.(5  sen y  x) ! y y' ! y 5  sen y  x dy y ! dx 5  sen y  x 5) x 2  sen y  y 2 ! 1 cos y.y' 2x   2.y  x.y ') ! 0   y  x.y  2.y  5.y ' x. onde y = y(x).y  x.y'  4. dada implicitamente dx pela equação dada: 1) e y  l n y ! x e y ™ y ' ¨ y' 1¸ 1 dy 1 ! x   y' ™ © e y  ¹ ! 1   y ' !   ! 1 y yº dx e y  1 ª ey  y y 2) x ™ y  x  2y ! 1 1.y'  sen y.é uma função derivável.Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág.y ' sen y.y' sen y ! 4x sen y y'(cos y  4y sen y ) ! 4x sen y 4x sen y dy ! dx cos y  4y sen y Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I .(x  2) ! (y  1) y' ! (y  1) dy (y  1)   ! (x  2) dx (x  2) 0 3) 2y  sen y ! x 0.y ' ! 1.y  2.y ' 5.y ' cosy.y ' ! 1 2y ' cosy.y ' ( sen y).y ' 1  2y ' ! 0   x.y ' ! y y'.y' ! 0 2 sen y 4x sen y  cos y.y ' ! y  x.y ' 1  ( 0.y' ™ sen y ! 0 cos y.y.y '  2y ' ! y 1 y '.y.y ' ! 1 y '.

000) 2 3 L ou 15 ! (10)2 ! 5 homens-horas . 25 e '(t) ! 2t  5 . a produção atual é q = 40 e a variação é aproximação por incrementos. (t) t ! 0. onde é a mão-de-obra utilizada. 300(1. '(x) '(12)(s 0. como. 24) ! s 103.5)  C(40) .02(12) = 0. Use os métodos do cálculo para estimar o número de homens-horas adicionais necessários para aumentar de 15 unidades a produção diária. a variação correspondente do custo.5) . 432(s 0. encontra o valor de 12 cm e conclui que o volume do cubo é de 123 = 1. 24) 3x 2 e '(12) 3(12) 2 ! 432 o erro máximo do volume . . ou seja. Solução: Nesse problema. 24 e o erro máximo correspondente no cálculo do volume é o erro máximo do volume ( .Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. No momento. De acordo com a C . 0.5) ! $ 122. com t ! 8 .5 . 100 '(t) t . 300 (t) ! t 2  5t  200 bilhões de dólares t anos após 1994.50 04) Um estudante mede a aresta de um cubo. Q .71 03) O custo total em reais para fabricar q unidades de um certo produto é (q) ! 3q 2  5q  10 . temos: q ! 0. Q'( ) L com: 15 L 15 (1. Use os 06) O PIB de um certo país foi métodos do cálculo para estimar a variação percentual do PIB durante o primeiro trime stre de 2002. C ! C(40. '(q) ! 6q  5 e '(40) ! 6(40)  5 ! 245 .728 cm3.000)2 3 300 1. onde x é a aresta do cubo. com que precisão foi calculado o volume? Solução: O volume do cubo é (x) ! x 3 . Use a expressão da variação percentual de Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I . C'(40) q ! C'(40)(0. a fábrica utiliza 1. O erro cometido no cálculo do volume ao supor que a aresta do cubo é 12 quando na realidade é 12  x é dado por.5 unidades forem produzidas. Se o nível atual de produção é 40 unidades. ( ! (12  (x)  (12) $ '(12) (x .5) ! 245(0.000 homens-horas. usando a aproximação por incrementos. estime a variação do custo total se 40.000 e Q'(L) 300L-2 3 . Se a precisão da medida foi de 2%. medida em homens-horas. Assim. para obter 15 . o erro máximo na medição da aresta é (x ! s 0. A diferença entre o comprimento real da aresta e o comprimento medido é no máximo de 2%. 68 ( ) 900 13 05) A produção diária de uma certa fábrica é unidades. C'(40)(0. Solução: Calcule o valor de ( Q L.24 cm para mais ou para menos.

01k) 2.000k 1 2   .000k 4.000 k1 2 08) Um tangue de água tem a forma de um cone circular invertido com base de raio de 2 m e altura igual a 4 m.Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. 100 ™ Q .000K 1 2 unidades. em que taxa o volume estará aumentando quando o raio for de 12 cen timetros. usamos a relação ! p r ! a expressão do h 4 2 2 1 ¨h¸ volume torna-se V ! ™ © ¹ h p V ! ™ h 3 . 2. O fato de que K aumenta 1% significa que Solução: Variação percentual Q .25   100 2 (8) (8)  5(8)  200 . 07) Em certa fábrica. 100 ™ Q'(k) k Q(k) k ! 0. dado 3 .25 logo: '(8)0.72 Solução: Para obter a variação percentual . Solução: Dado que dV dt ! 2 m 3 /min . mais é muito proveitoso expressar V 3 r 2 h como uma função de h. á que k -1 2 ™ k 12 12 4. Se a água está sendo bombeada dentro do tangue a uma taxa de 2 m3/min. 100 ?2(8) 5 A0. 25 . a produção diária é Q(k) = 4. obtemos: dt 4 dt dt h dt dh 4 dh 8 ! ™2 p ! ou } 0. ! 0. ! ™ h2 ™ p ! 2™ . 4. dV dV dV ¨ dr ¸ ! 4 r2 ™© ¹ p ! 4 (12) 2 (5) p ! 2880 cm 3 /min dt dt º dt dt ª Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I ! 4 r3 . Se o raio está aumentando a uma taxa de 5 centimetros por minuto. A derivada da função de produção é Q'(k) = 2. quando h = 3m. então devemos encontrar dV dt . dt (3) 2 dt 9 estão relacionada pela equação do volume do cone V ! 09) Um balão esférico está se expandindo.000k 2. Em ordem. Use os métodos do cálculo para estimar o aumento percentual da produção em conseqüência de um aumento de 1% no capital disponibilizado.000 Q. quando o r = 12 cm. onde k é o capital disponibilizado da firma. Solução: Dado o volume da esfera que dr dt ! 5 . precisamos achar dh/dt. Assim. 1. Agora podemos diferenciar o volume em relação em 3 ª2º 12 dV dh dh 4 dV relação a t. A grandeza V e h r 2h . encontre a taxa na qual o nível estará elevado quando estiver a 3 m de profundidade.000k -1 2 ™ (0. para eliminar r. 01k .000K-1 2 . substituindo h = 3m e dV dt ! 2 m 3 /min . 73 .28 m/min .

sen x ¸ 4) f ( x ) ! ln © ¹ ª arc.73 Questões Propostas 01) calcular a derivada das funções inversas abaixo: 1) f ( x ) ! arc.sen x 2  e x ¨ arc.sen x 2   3x 2e x 1  x4 R: f '(x) !  1  2x R: f '(x) ! .Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág.cos x º 3 2 xe 2x  x 2 1 1 R: f '(x) !   2 2 x 1 x 3 2x 2 R: f '(x) ! arc. cos x e x 2) f ( x ) ! arc. cos x  x 3) f ( x ) ! x ™ arc.

tg x 2  1  arc.cos x 5) f ( x) ! 3 arc. 1  x ™ arc.cos sec x 11) f ( x ) ! arc.sen x  arc. onde y = y(x).cotg x + ln 1 + x2 8) f (t ) ! (1  t 2 ) ™ arc. dada implicitamente dx pela equação dada: cos(x  2y)  y 2 1) x ™ y 2 ! sen(x  2y) R: y ' ! 2xy  2cos(x  2y) 2) x ™ sen y  x 3 ! arc.sen x ™ arc.é uma função derivável.cos x 2  2 arc.cos sec (x 2  1) 12) f ( x ) ! arc.tg y 3) sen(x 2 ™ y 2 ) ! x 4) tg 3 (x ™ y 2  y) ! x 5) ¨ y¸ x 2  y 2 ! c ™ arc.tg x 2 ¨ x ™ sen ¸ 6) f ( x ) ! arc.cotg 2t 9) f ( x ) ! x ™ arc.sec x 10) f ( x) ! arc.tg © ¹ 1  x ™ cos º ª 2x ™ (arc. cotg (2t)  (1  t 2 ) © 2 ¹ ª 1  4t º 1 ¨ 1 ¸ ™©  arc sec x ¹ R: f '(x) ! 2 x ª x 1 º R: f '( x) ! 0 R: f '(x) ! 2x (x  1) ™ x 4  2x 2 2 2 R: f '( x) ! 1 dy em termos de x e y.cos sec ( sec ) 0 02) Expresse R: f '(x) ! arc cotg x ¨ 2 ¸ R: f '(t ) ! 2t ™ arc.tg x 2 ) 3 R: f '(x) ! 3 ™ (1  x 4 ) sen R: f '(x) ! 1  2x ™ cos  x 2 7) f ( x) ! x ™ arc.tg © ¹ ª xº R: y ' ! R: y ' ! R: y ' ! sen y  3x 2 (1  y2 ) (1  y 2 )x ™ cosy  1 1  2xy 2 ™ cos(x 2 ™ y 2 ) 2x 2 y ™ cos(x 2 ™ y 2 ) 1  3y2 ™ tg 2 (x ™ y 2  y) ™ sec2 (x ™ y 2  y) 3(2xy  1) ™ tg 2 (x ™ y 2  y) ™ sec2 (x ™ y 2  y) cy  x x 2  y 2 cx  y x 2  y 2 R: y ' ! R: y ' ! 6) y x  x y ! 16 Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I 2y x  y y 2x y  x x .

74 7) y  Ln(x 2  y 2 ) ! 4 8) y ™ earc. 0. R: 832 km/h. a pressão seja 10 atmosferas e o volume esteja aumentando à Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I .1m3. Se s está decrescendo a uma taxa de 650 km/h. 04) O cascalho esta sendo empilhado em uma pilha cônica a uma taxa de 3m3 minuto .106 m minuto . R . 09) De acordo com a lei de Boyle. Expressar do respeito em m grau . onde K é o capital imobilizado e L a mão-de-obra. 06) A produção diária de certa fábrica é Q(L) = 300 L3 unidades. 2 . a pressão e o volume V do gás satisfazem à equação PV = C. R: 100 Q Q . medida em homens-horas. 67% . quando s é de 16 km. Ache a taxa segundo o qual o comprimento da sombra do prédio que está variando em relação ao ângulo R:  1. 07) Os registros mostram que x anos após 1997. Estime o número de homens-horas adicionais que seriam necessários para aumentar de 12. Estime o aumento percentual de produção resultante de um aumento de 2% na mãode-obra se o capital imobilizado permanecer constante. onde L é a mão-de-obra utilizada.Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. No momento. 05 m grau . qual é a velocidade do avião. quando um gás é comprimido a uma temperatura constante.5. Encontre a taxa de v da altura da pilha quando é 3m (Suponha que o tamanho do cascalho é tal que o raio da base do cone é igual a sua altura).tg x 1 x2 03) Um avião esta viajando a uma altitude de 10 km em uma trajetória que levará a passar diretamente acima de uma estação de radar seja s a distância (em quilômetros) entre a estação de radar e o avião. R: 6%. R: 0. 1 1 08) A produção de certa fábrica é Q = 600 K 2 ™ L3 unidades.tg x ! 2 R: y ' !  R: y ' !  2x x  y 2  2y 2 2e  arc. 0. quando = 450. o imposto predial para um apartamento de três 3 quartos em certa cidade era T(x) = 60 x 2 + 40x + 1200 reais. Estime o aumento percentual do imposto predial durante o primeiro semestre de 2001. onde C é uma constante. a fábrica utiliza 512 homens-horas. Suponha que em certo instante o volume seja 0.5 unidades a produção diária. 05) Suponha que o sol nascente passa diretamente sobre um prédio e tem uma altura de 30 m e seja o ãngulo de elevação.

Um estudante de medicina mede o raio da artéria e obtém o valor de 1.8 x 10 5 R² cm/s.6m/min.5cm/ano. Qual é a taxa de variação da pressão nesse instante? A pressão está aumentando ou diminuindo? R: -0. 12) A velocidade do sangue no eixo central de uma certa artéria é S(R) = 1. R: s 2. Qual é a taxa de aumento de em que r R: 60 cm. cometendo um erro de 5 x 10-4 cm.005m /s.75 razão de 0.5cm/ano e 22. 12.806.Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág.5 atm/s. Se a corda é puxada à razão de 0. 4m acima da água. é razoável supor que a árvore é um cone truncado. o raio inferior é R e a altura é H. 638 cm3 / ano dt 11) Uma pessoa está de pé à beira de um cais.002 mm /min. 10) Para estimar a quantidade de madeira que existe no tronco de uma árvore.227. 13) Um pequeno balão esférico é introduzido em uma artéria obstruída e inflado à razão de 0. As taxas de aumento de r.2 x 10-2 cm. o volume de madeira é dado por 3 H(R² rR r²) . com que velocidade a bóia está se movendo quando se encontra a 3 m do cais? R: -1 m/mim. e puxa uma corda presa a uma bóia. onde R é o raio da artéria. R e H são no instante respectivamente 10cm/ano.5 m? d ! 2.16 cm/s .005 mm? R: dr ! 20mm / min . Qual é a taxa aumento do raio do balão quando o raio é R = 0. Estime a diferença entre o valor calculado da velocidade do sangue e o valor real. R 90 cm e H 4. dt Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I . Se o raio superior do tronco é r.

a velocidade do sangue a r centímetros do eixo central de uma artéria é dada por v = K ™ (R 2  r 2 ) . Suponha que L se mantenha constante e R esteja diminuindo à razão de 0.0012 mm/min. dt L . onde k onde K é uma constante positiva. qual é o valor de dv/dt no momento em que r = 0.007 mm (isto é. R é o raio da L artéria e L é o comprimento da artéria.Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág.76 14) De acordo com uma das leis de Poiseuille. 68 105 mm / min .0035 mm)?  R: dv K ! ™ 1. Qual é a aceleração do sangue a meio caminho entre o eixo central e a parede interna da artéria no momento em que R = 0.

Ao mesmo tempo está sendo bombeada a água para dentro do tangue a uma taxa constante. Um holofote localizado no chão a 20 pés do caminho focaliza o homem.  m 2 /min 27 3 16) O perimetro de um retãngulo é fixado em 24 centimetros. 15) Uma pilha de lixo no formato de um cubo está sendo compactada na forma de um cubo menor. Um viaja para o sul a 60 mi/h. Qual a taxa de variação da área superficial do cubo neste instante? R:  2 8 m/min. Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I . encontre a taxa segundo a qual a água está sendo bombeada dentro do tangue.000 cm3/min. Se o comprimento L do retãngulo está aumentando à razão de 1 centimetros por segundo. A que taxa está crescendo a distância entre os carros duas horas depois? R: 65 mi/h 19) A altura de um triângulo cresce a uma taxa de 1 cm/min. 20) Está vazando água de um tangue cônico invertido a uma taxa de 10. e o outro para o leste a 25 mi/h. R: 2. 17) Um homem anda ao longo de um caminho reto a uma velocidade de 4 pés/s. 18) Dois carros iniciam o movimento de um mesmo ponto. 100 cm2? R: 1. enguanto a área do triângulo crece a uma taxa de 2 cm2/min.89 x 10 5 cm3/min. para que valor de L a àrea do retãngulo começa diminuir? R: 6 cm. A que taxa o holofote está girando quando o homem está a 15 pés do ponto do caminho mais próximo da luz? R: 0.128 rad/s. e o diâmetro no topo é de 4 m. Se o nivel da água estiver subindo a uma taxa de 20cm/min quando a altura da água for 2 m. O tangue tem 6 m de altura. Dado que o volume diminui à razão de 2 metros cúbicos por minuto. A que taxa está variando a base do triângulo quando a altura é 10 cm e a área. encontre a taxa de variação em um lado do cubo quando o volume é de 27 metros cúbicos. 6 cm/min .

Teorema de Weiertrass: Seja f (x) é uma função contínua num intervalo fechado. 11. Se xo  (a.b) é abscissa de um ponto de máximo ou mínimo. b) p Máximo Relativo f ' ( xo ) ! lim x p xo f ( x )  f ( xo ) x  xo f ( x)  f ( x o ) e 0  x  ( a . então existe um ponto de máximo e mínimo relativo.1 .1.Teorema de Fermat: Seja f (x) uma função contínua num intervalo fechado [a. 1) y 2) y Máx 3) y Máx f(b) f(a)=f(b) Máx = Min f(a) f(b) Min f(a) [ Min ] a b x [ ] [ ] a b x a b x 11. discutiremos os métodos usados para determinar os máximos e mínimos das funções os problemas de otimização em todas as esferas da atividade humana e por ultimo ultilizaremos a regra de L¶ Hospital para calcular limites.b] e derivável em (a.1 . então f '( x0 ) ! 0 .b). Demonstração: 1) y Máx xo  (a.Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág.1.77 AULA 11 Nesta aula vamos usar as derivadas primeira e segunda para analisar as propriedades geométricas de uma função e traçar um gráfico que reflita suas características principais. Em seguida. b ) p f ( x ) e f ( xo ) [ | | | a x xo x ] b x i) x ® xo p¯ x °  xo 0 f ( x )  f ( xo ) e0 x  xo x p xo ii) x ® " xo p¯ x °  xo " 0 f ( x )  f ( xo ) u0 x  xo xp xo lim f ( x )  f ( xo ) e0 x  xo f ' ( xo ) e 0 lim f ( x )  f ( xo ) u0 x  xo f ' ( xo ) u 0 Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I .Estudo da variação das funções 1ª Parte Teoremas 11.2 .

então existe pelo menos um ponto x o  (a. a reta tangente ao gráfico de f (x) é paralela aos eixos do x. b) p f ( x) u f ( xo ) | [ | | a x xo x ] b x i) p ¯ x ® xo x °  xo 0 ii)p ¯ x ® " xo x °  xo " 0 f ( x )  f ( xo ) e0 x  xo x p xo f ( x )  f ( xo ) u0 x  xo xp xo lim f ( x )  f ( xo ) e0 x  xo f ' ( xo ) e 0 lim f ( x )  f ( xo ) u0 x  xo f ' ( xo ) u 0 f ' ( xo ) ! 0. tal que f '( x0 ) ! 0 .b].Interpretação Geométrica do teorema de Fermat: O teorema de Fermat garante que num extremo local interior de uma função derivável f (x). pelo teorema da conservação do sinal para limites 2) y xo  (a.Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág.1. 1) y f(a)= f(b) 2) y 3) y f(x o) f(a)= f(b) f(x o) f(a)= f(b) a b x a b a b x Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I .Teorema de Rolle: Se f (x) è uma função contínua em [a. e derivável em (a.b).3 .1 .78 f ' ( xo ) ! 0.1.2. 1) 2) f(xo)é o máximo local interior f(xo )é o mínimo local interior 11. pelo teorema da conservaçã o do sinal para limites 11.b). b) p f ' ( xo ) ! lim xp xo Min inimo Relativo f ( x)  f ( xo ) x  xo f ( x)  f ( x o ) u 0 x  (a . se f (a) = f (b).

79 x Demonstração: (I) (II) Se (x) ! k.b) a tangente ao gráfico de f (x) é paralela ao eixo do x. então xo é abscissa de um ponto de máximo pelo T.1.Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág.b). x { x o .k  ¡ . Tem-se que f (x) f (x o ). Fermat f '(xo) ! 0 .1 . x  (a. pelo teorema de Fermat f '(x o ) ! 0 . assim. afirma que se uma função é derivável em (a. (III) Temos que x  (a.b). então em qualquer ponto de (a. temos que f '(x) ! 0 . contínua em [a.b] e assume valores iguais nos extremos do intervalo. b). 11. f (x) " f (x o ).Interpretação geométrica do Teorema de Rolle: O teorema de Rolle.3. se a x x o ou x o x b . 1) 2) 3) . logo o ponto mínimo.

Teorema do Valor Médio ou Teorema de Lagrange Se a função f (x) é contínua em [a.b] e derivável em (a. f(b)) é:( y  yo ) ! m.b) existe pelo menos um xo  (a.1.( x  xo ) Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I ( y  f (a )) ! f (b )  f ( a ) . f (x o ) é ponto de 11. tal que.b).( x  a ) ba .x o .( x  xo ) m! f (b )  f (a ) ba a xo b x (x Demonstração: A equação da reta que passa pelos pontos (a. f(a)) e (b. y t s f '(x o ) ! f (b)  f (a) ba t//s//r (y (y f (b )  f ( a ) ! ba (x ( y  y o ) ! f ' ( xo ).4 .

é válido para g(x). b) . tal que g '(x o ) ! 0 .(x  a) . Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I . o teorema de Rolle: existe x o  (a. b]. ba Neste caso 2º Caso: f ( a ) { f (b) .b] e derivável em (a.1.Interpretação geométrica do Teorema de Lagrange ou T. tal que a reta tangente ao gráfico de f (x) no ponto P (x o. temos: f (b)  f (a) g (a) ! f (a)  f (a)  ™ (a  a) ! 0 ba f (b)  f (a) g (b) ! f (b)  f (b)  ™ (b  a) ! 0 ba Portanto. por terem coeficientes angulares iguais. b] por ser a diferença entre f (x)  f (a) e que são contínuas [a.V.b).4.Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. g (a) ! g (b) ! 0 Sendo assim. b) e sua derivada é g '(x) ! f '(x)  f (b)  f (a) .b). se f(x) é função contínua em [a. f (b)  f (a) .1 . f (b)  f (a) f (b)  f (a) isto é: g '(x o ) ! f '(x o )  ! 0. b].M Segundo o Teorema de Lagrange. tal que ba f (b)  f (a) f '(x o ) ! 0 ! . ou ainda f '(x o ) ! ba ba 11. f (a)) e B (b. ba (II) (III) g(x) é derivável em (a. f (b)  f (a) ! 0 e pelo teorema de Rolle. existe x o  (a.80 1º Caso: f (a) ! f (b) . ba Nos extremos do intervalo [a. f (xo)) é paralela a reta determinada pelos pontos A (a. Consideremos a função g (x) ! f (x)  f (a)  (I) f (b)  f (a) . ba g(x) é constante em [a. f (b)). b) .(x  a) . então existe um ponto xo  (a.

2. então f tem concavidade para cima em I. então f é constante em [a.b).b). (a) Se f '( x ) 0 para todo valor de x em (a.b]. então f é crescente em [a. (c) f é constante no intervalo se f ( x1 ) = f ( x 2 ) para todos os pontos x1 e x 2 .b). (a) Se f " (x) 0 em I . a) y Concavidade para cima Concavidade para baixo b) y Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I . a) Crescente f(x2) f(x1 ) x1 x2 b) Decrescente f(x1) f(x2) c) Constante f(x1) f(x2) x2 x x x1 x2 x x1 f ( x1 ) f ( x2 ) se x1 x2 f ( x1 ) " f ( x2 ) se x1 " x2 f ( x1 ) ! f ( x2 ) Teorema (1) p Seja f uma função contínua em um intervalo fechado [a.Concavidade: Definição p Se f for diferenciável em um intervalo aberto I. decrescente e constante são usados para descrever o comportamento de uma função em um intervalo. (b) Se f " (x) < 0 em I. (a) f é crescente no intervalo se f ( x1 ) < f ( x 2 ) para x1 < x 2 . Definição p Seja f definida em um intervalo e sejam x1 e x 2 pontos do intervalo. (b) Se f '( x) < 0 para todo valor de x em (a.81 2ª Parte Análise de funções: 11. 11. então f tem a concavidade para baixo em I.2.2 . (c) Se f '( x) = 0 para todo valor de x em (a. então f é decrescente em [a.Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. então f é classificada como sendo côncava para cima se f for crescente em I e côncava para baixo se f for decrescente em I.1 . (b) f é decrescente no intervalo se f ( x1 ) f ( x 2 ) para x1 < x 2 .b).b] e diferenciável no intervalo aberto (a.b]. Teorema (2) p Seja f duas vezes diferenciável em um intervalo aberto I.Crescimento ou decrescimento: O termos crescente.b].

Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág.82 x x Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I .

isto é.Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. isto é. se houver um intervalo aberto contendo xo. f(x0) e f(x). f(xo) u f(x) para todo x no intervalo.2. Quando f tiver um máximo ou um mínimo relativo em x o. f (xo)) um ponto de inflexão.83 11. também chamamos pontos críticos ou pontos de não-diferenciabilidade. Analogamente. nos quais a taxa de variação de y em relação a x. Os pontos de inflexão marcam os lugares sobre a outra y = f (x). 11. para todo x no intervalo. Teorema (4) p Se uma função f tiver extremos relativos então eles ocorrem ou em pontos onde f ' (x) = 0 ou em pontos de não-diferenciabilidade. Definição p Uma função f se diz ter um máximo relativo em xo.2. na qual f (xo) é o maior valor. ou f " não está definida em x = xo. Tem um máximo ou mínimo relativo. no qual f (x o) é o menor valor. se diz que f tem um extremo relativo em xo. então que f tem um ponto de inflexão em xo e chamamos o ponto de inflexão em xo e chamamos o ponto (xo. eles são lugares onde y cresce ou decresce mais rapidamente e sua vizinhança máxima. Teorema (5) p (Teste da 1ª Derivada). f (xo)) do gráfico de f um ponto de inflexão de f.3 . isto é. se diz que f tem um número relativo em xo. Teorema (3) p Seja (xo. Suponha f contínua em um ponto crítico x o. Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I .Extremos relativos: Máximos e mínimos.Pontos de inflexão: Definição p Se f for contínua em um intervalo aberto contendo o ponto x o e se f muda a direção da concavidade naquele ponto dizemos. Então f " (xo) = 0.4 .

temos: 1) Se f '(xo) = 0 e f ''(xo) 0. tem um máximo relativo em xo. com derivadas f ' e f '' também contínuas em I.Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. tal que nestas condições. passando de positivo a negativo. f pode ter um máximo ou mínimo relativo ou nenhum dos dois em xo.84 1) Se o sinal de f ' (x) muda no ponto x. tem o mínimo relativo em xo. 1) 2) + - - - - f¶(x)<0 f¶(x)>0 + f¶(x)<0 f¶(x)>0 a b a b Maximo relativo 4) 3) Mínimo relativo + + - - f¶(x)<0 f¶(x)>0 - - f¶(x)<0 f¶(x)>0 a b a b Não é máximo nem mínimo relativo Teorema (6) p (Teste da 2ª Derivada) Suponha que f é uma função contínua e derivável até a segunda ordem no intervalo I = ]a. isto é. então f não é máximo e nem mínimo relativo em xo. então f. 3) Se f '(xo) = 0 e f ''(xo) = 0. 3) Se f ' (x) não muda de sinal no ponto x. Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I . 2) Se o sinal de f ' (x). então f tem xo um máximo relativo. então f. muda no ponto x. 2) Se f '(xo) = 0 e f ''(xo) < 0. então o teste é inconclusivo. Seja xo  I.b[. então f tem xo um mínimo relativo. passando de negativo a positivo.

então xo é ponto de mínimo local de f. Analogamente. for o maior valor de f em I.Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. dizemos que f tem em xo um extremo absoluto em I.. 1) 2) 3) Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I . f (x o) u f (x) para todo x em I. f (x o) e f (x) para todo x em I.. 3) Se n é ímpar. Seja xo  I. Teorema (9): Se f tiver um extremo absoluto em um intervalo aberto (a.b]. dizemos que f tem um mínimo absoluto em um intervalo I num ponto x o se f (xo)... Se f tiver em xo qualquer um dos dois máximos ou mínimos absolutos em I. = f n 1 (xo) = 0 e f n { 0. b). 2) Se n é par e f n (xo) 0. Neste sentido mostramos no teorema abaixo um critério geral para pesquisar extremantes. isto é.2. Definição p Dizemos que uma função f tem um máximo absoluto em um intervalo I num ponto xo se f(xo).Extremos absolutos: Máximos e mínimos. então tem ambos um máximo e um mínimo absolutos em [a.. Nestas condições temos: 1) Se n é par e f n (xo) < 0. tal que : f ' (xo) = f '' (xo) = . nas condições do último teorema que se f '(xo) = 0 e f ''(xo) = 0.5 . for o menor valor de f em I. nada pode ser concluído sobre xo. b[. Teorema (7) Seja f uma função derivável com derivadas sucessivas também deriváveis em I = ]a. isto é. b]. 11. então ele precisa ocorrer em um ponto crítico de f.85 Obs: Devemos observar. Teorema (8) p (Teorema do Valor Extremo). então xo é ponto de máximo local de f. então xo não é ponto de máximo e nem de mínimo local de f. Se uma função f for contínua num intervalo fechado finito [a.

teríamos g'(x) ! 0 para algum x em (a. de uma função contínua f em um intervalo finito fechado [a. Se g µ (x) for diferente de zero. b). b] e derivável em (a. 11.g(x) ª g(b)  g(a) º Então: ¨ (b)  (a) ¸ (a) ™ (b)  (b) ™g(a) h(a) ! (a)  © ¹ ™ g(a) ! g(b)  g(a) ª g(b)  g(a) º ¨ (b)  (a) ¸ (a) ™ (b)  (b) ™g(a) h(b) (b)  © ¹ ™ g(b) ! g(b)  g(a) ª g(b)  g(a) º Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I . 3) O maior entre os valores do item 2) é o valor máximo absoluto de f em [a.3 . então f (xo) é o mínimo absoluto de f em I. f '(x o ) f(b)  f(a) ! g '(x o ) g(b)  g(a) Demonstração: Podemos supor que g(x) { g(b) já que. Teorema (10): Suponha que f é contínua e tem exatamente um extremo relativo em um intervalo I. b].86 Procedimentos para encontrar os extremos absolutos. então f (xo) é o máximo absoluto de f em I. 1) Se f tiver um mínimo relativo em xo. b) então existe pelo menos um número real.Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. 2) Ache o valor de f em todos pontos críticos e nos extremos (a. 1) Ache os pontos críticos de f em (a. 2) Se f tiver um máximo relativo em xo. xo  (a. b] enquanto que o menor valor é o mínimo absoluto. Digamos em xo.Teorema de Cauchy (11) p Sejam f (x) e g(x) definidas em um intervalo fechado [a.b). b) pelo teorema de Rolle. para todo x  (a. b).b). Vamos definir h(x) por: ¨ f(b)  f(a) ¸ h(x) ! f(x)  © ¹ . caso contrário.

b). x x0 . Conseqüentemente. com a possível f(x) 0 exceção de xo. então .q.3. Suponha que x esteja à direita de x0 . O método quase não  precisa de mudanças para aplicar-se x p x0 e a combinação desses dois casos estabelece o resultado.87 e pelo Teorema de Rolle.d g '(x o ) g(b)  g(a) 11. x0 A. Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I . x p xo g ( x ) x p xo g ' ( x ) Demonstração:  Primeiramente estabelecemos a equação anterior para o caso x p x0 . existe um ponto xo em (a. g ( x) cp x0 g '( x ) xp x0 g '( x ) que estabelece a Regra de L ' hôspital para o caso onde x tende a x0 pela direita. e se não for. contendo xo. então a regra de L¶ 1) Verifique que o lim g ( x) hôspital não pode ser usada. Procedimentos para usar a regra de L¶ hôspital: f ( x) é uma foram indeterminada. Mas f ( x0 ) ! g ( x0 ) ! 0 . O caso no qual x tende a x0 pela esquerda é provado com aplicação do teorema do valor Médio de Cauchy ao intervalo ?x. Então g '( x ) { 0 . quando x tende para a xo produz uma forma indeterminada ou g(x) 0 g . Se o limite . ! g ' (c) g(x) g '(x o ) g(b)  g(a) Con orme x tende a x0 c tende a x0 porque está entre x e x0 . então: g f ( x) f ' ( x) lim ! lim com g '( x ) { 0 .Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. e podemos aplicar o Teorema do Valor Médio de Cauchy ao intervalo fechado de x0 a x Esse ponto produz um número c entre x0 e x tal que: ' (c) (x) f '(x o ) f(b)  f(a) ! .Teorema ou Regra de L¶ Hôspital (12): Sejam f e g funções diferenciáveis em um intervalo aberto (a. 2) Diferencie separadamente f e g. b) tal que: h'(x) ! '(x o )  (b)  (a) ™ g'(x o ) ! 0 g(b)  g(a) (b)  (a) '(x o ) ! g'(x o ) ™ g(b)  g(a) '(x o ) (b)  (a) ! c.1 . x p x0 lim f ( x) f '( x ) f '( x ) ! lim ! lim .

As assíntotas não-verticais não são tão simples. e somente se: x p g lim [f (x) ± g (x)] = 0 ou lim [f(x) ± g (x)] = 0 x p g Determinação de assíntotas não-verticais: As assíntotas verticais do gráfico de uma função f. pois suas equações são do tipo x = a. então: f(x) lim ! m e lim [f(x)  mx] ! q (I) x pg x x pg Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I  x pa . A intersecção do gráfico de uma função f com uma assíntota vertical r é sempre o conjunto vazio.Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág.q} Ž ¡ .q} Ž „ . {m. portanto. e somente se: xpa lim f ( x ) ! g lim f ( x ) ! g ou ou xpa lim f ( x ) ! g lim f ( x ) ! g xpa xpa Definição (2) p A reta não-vertical r. ao percorrermos esse gráfico.g . são fáceis de determinar. nos afastamos indefinidamente da origem do sistema. em que a ‘ D (f) e um dos limites lim f(x) ou lim f(x) é igual a x pa g ou  g .Reta assíntotas de um gráfico y2 y1 y f(x) x1 r x Intuitivamente uma reta r é assíntota do gráfico de uma função f se. é assíntota do gráfico de uma função f (x). f não seria função como mostra a figura acima. mais do que uma imagem e. as distâncias entre os pontos do gráfico e a reta r tendem a zero. de equação x = a é assíntota do gráfico de uma função y = f (x) se. Teorema: Se a reta r de equação g(x) = m ™ x + q. Caso contrário teríamos para algum x do domínio de f. e por isso mostraremos um teorema para facilitar esse estudo. Se este limite for finito + g ou .88 3) Ache lim f ' ( x) f ( x) . g ' ( x) g ( x) y y 11.4 . é assíntota do gráfico de uma função y = f(x) se. se existirem. de equação g(x) = mx + q. então é igual a lim . Definição (1) p A reta vertical r. (m.

A otimização tem como objetivo encontrar o mínimo absoluto e o máximo absoluto de uma função dentro de um certo intervalo de interesse. Como lim x ! g . estabelecendo a função que deve ser maximizada ou minimizada. podemos escrever: lim [ (x)  mx  q] ! 0 .Problemas que se reduzem a maximizar ou a minimizar uma função contínua.Problemas de Otimização: (Máximos e Mínimos). o teorema (8). 2 . qaŽ R . A natureza também favorece processos que otimizam o tempo e a energia. Os problemas aplicados de otimização. os quais iremos considerar nesta seção. concluímos que x pg x ½À ° ­ x q» « (x) m ¼ ! 0. O principio de Fermat na óptica estabelece que a luz segue o caminho que leva o menor tempo. As empresas querem maximizar o lucro. pois m e q são constantes. os investidores querem maximar os dividendos e minimizar os riscos e os viajantes querem minimizar o tempo gasto para ir de um lugar a outro.5 .89 lim (x) ! m e lim [ (x)  mx] ! q (II) x pg x Demonstração:  A reta r é assíntota do gráfico de f .Universidade do Estado do Pará x pg Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. incidem nas seguintes categorias: 1 . Quanto aos problemas do primeiro tipo. garante que o problema tem solução e sabemos que esta solução pode ser obtida examinando os valores da função nos pontos críticos e nos extremos do intervalo. o maior desafio está freguentemente em converter o problema em um problema de otimização matemática. Na solução desses problemas práticos. temos: x pg x pg x q» (x) « (x)  m  ¼ ! 0   lim lim ¬ ! m Conhecendo o valor de m. logo teremos: lim [f(x)  g(x)] ! 0 ou lim [f(x)  g(x)] ! 0 x pg x pg  Ocorre lim [ (x)  g(x)] ! 0 . em um intervalo finito fechado. Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I . Todo mundo quer obter o máximo com o mínimo de esforço. A otimização é uma consideração importante em todas as esferas da atividade humana. mas não fechado. obtemos q do seguinte modo x pg x pg x x½ ­ x lim [ (x)  mx  q] ! 0   lim [ (x)  mx] ! q . em um intervalo infinito. O máximo absoluto de uma função dentro de um intervalo é o maior valor da função nesse intervalo e o mínimo absoluto é o menor valor da função nesse intervalo.Problemas que se reduzem a maximizar ou a minimizar uma função contínua. ou ainda x pg x pg ® « (x) q »¾ lim ¯ x ™ ¬  m  ¼ ¿ ! 0 . com _m. x pg x pg x pg 11. lim x pg ¬ x x½ ­ q  Observando os limites lim m ! m e lim ! 0 .

Se a função for contínua e tiver exatamente um extremo relativo no intervalo. esboce o gráfico da função. Se possível. ter solução. 4) Identifique os Pontos Críticos e as Extremidades: Determine onde a derivada é zero ou não existe. Introduza uma variável para representar a quantidade a ser maximizada ou minimizada. A Solução: A T ! A L  AC  2 4 r2 5 ! 2 rh  r 2  2 2 2 5 ! 2™ r ™ h  r  2™ r 5 ! 2 ™ r ™ h  3™ r2 5  3 ™ r2 ! 2 ™ r ™ h h!   T Apostila deCCálculo Diferencial e Integral I 2 !  5  3r 2 2r ™r2 T 4 ™ ™ r ™h  3 2 3 «5 ™ ™ r  3 ™ ™ r 3 »  2 ™ 2 ™ ™ r 3 ­ ½ T ! 6 15 ™ ™ r  9 ™ ™ r 3  4 ™ ™ r 3 ! T 6 15 ™ ™ r  5 ™ ™ r 3 ! T 6 15 ™  3 ™ 5 ™ ™ r 2   VT ' ! 0. e necessária certa engenhosidade para resolver o problema. utilize outro método para embasar ou confirmar sua solução. uma semi-esfera de raio r. Nos casos em que o teorema não se aplica. 3) Determine o Domínio da Função: Determine quais valores da variável têm sentido no problema. tem uma solução. realmente. Utilizando essa variável. garante a existência de uma solução e fornece um método para calculá-la. podem ou não.Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. parte do trabalho em tais problemas é determinar se. Determine r e h para que o volume do sólido seja máximo. O que é desconhecido? O que e dado? O que é pedido? 2) Desenvolva um Modelo Matemático para o problema: Desenhe figuras e identifique as partes que são importantes para o problema.90 Quanto aos problemas do segundo tipo. 5) Resolva o Modelo Matemático: Se não estiver seguro sobre o resultado. Estratégias para Resolver Problemas de Máximo e Mínimo 1) Compreendendo o problema: Leia o problema atentamente. então o teorema (10). Deseja-se que a área da superfície do sólido formado seja 5T . T '! 6 15 ™  15 ™ ™ r 2 0! 6 0 15 ™  15 ™ ™ r 2 15 ™ ! 15 ™ ™ r 2      2 . escreva uma função cujo valor extremo fornece a informação pedida. Identifique as informações necessárias para resolvê-lo. 6) Interprete a Solução: Traduza seu resultado matemático de volta para a linguagem original do problema e decida se tem sentido ou não. Questões Resolvidas de Otimização em Geometria 01) Um sólido será construído acoplando-se a um cilindro circular reto de altura h e raio r. Assim sendo. Use a primeira e a segunda derivada para identificar e classificar pontos críticos (onde f ' ! 0 ou não existe). Utilize aquilo que você sabe sobre a forma do gráfico de uma função e sobre a física do problema.

Determinar x e y para que sua área seja máxima.Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. Solução: D l E l C ! 2R  2l  2m m A 1 E l C R R R m R B ! 2R  2R ™ cos  2 ™ 2R ™ sen 2 U O 2 C m/2 cos ! O l R l ! R ™ cos O R m m/2 B /2 /2 R m sen ! 2 2 R m ! R ™ sen   m ! 2R ™ sen 2 2 2 Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I . 2 03) Calcular o perímetro máximo de um trapézio que está inscrito numa semicircunferência de raio R. Solução: ! x™y ! x ™ (a  x)   x ™ a  x 2 d 2 x  a   d 0 ! !  2x  a ! 0   a ! 2x   x ! a 2 2.(1)2 2.(x  y) ! 2.(1) 53 2 ! !1 h! 2 2 h! VMáx   r ! 1 h !1 02) Um retângulo de dimensões x e y tem perímetros 2a (a é constante dada).a   xy !a   y !a x a 2a  a a y!a  y!  y ! 2 2 2 x y R: x ! y ! a .91 5  3.

92 1 ! 2R  2R ™ cos  4R ™ sen   d 2R ™ sen  4R ™ cos ™   d 2R ™ sen  2R ™ cos   d 0 !  ! ! 2 2 2 2    0 ! 2R ™ sen  2R ™ cos   2R ™ cos ! 2R ™ sen   cos ! sen .Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág.

1 2 2 2 2 2  sen 2 ! 2 ™ sen ™ cos   sen ! 2 ™ sen ™ cos   sen ! 2™ sen ™ cos   sen ! 2 ™ sen ™ cos .

R ™   PM ÁX ! 2R  R  2R   P M ÁX ! 5R    2 2 Substituindo (1) em (2) obtemos: R: 5R 04) A prefeitura de um município pretende construir um parque retangular.1 7200   c' ! 2   c !2 2 2b  2 b b b b c' ! 0 a ! b™h 7200 7200 3600 ! b ™ h 2  2 ! 0   2 ! 2   2b 2 ! 7200 b b 3600 3600 h!  h!   h ! 60m 7200 b 60   b 2 ! 3600   b ! 3600   b ! 60 b2 ! 2 05) Calcular o raio da base e a altura do cone de área lateral máxima que é inscritível numa esfera de c ! 2b  2h   2b  2 ™ raio R Solução: A A g 2R R C D r B D 2R-h E Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I E ! ! h g r B . com uma área de 3600 m 2 e pretende protegê-lo com uma cerca. Que dimensões devem ter o parque para que o comprimento da cerca seja mínimo? Solução: 3600 b h 7200 ( 7200).    6 3   M ÁX M ÁX ! 2R  2R ™ cos 3  4R ™ sen 6   M ÁX ! 2R  2R ™  1 1  4.2 2 2 2 2 2 2  2 2 cos ! 2 ! 2 ™ sen ¨ ¸ © ¹ ª3º ! 2 ™ cos 2   1 ! 2 ™ sen 2   1 ! sen   sen ! sen   !   2 2 2 6 2 6  2.

Pelo teorema da relações metricas dapro eção sobre a hipotenusa temos g ! 2Rh e r 2 ! h. temos: g 2 ! 2Rh .Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. .93 No ABE.

Pelo teorema da relações metricas da pro eção sobre a hipotenusa temos r ! h.2R  h . .

2R. A área lateral do cône A l ! ™ 2Rh  h 2 ™ 2Rh   A l ! ™ 2Rh ™ 2Rh  h 2   A l ! ™ 4R 2h 2  2Rh 3 2Rh .h A l ! ™ r ™ g.

4R  3h d(A l ) 4R 2 h 2  2R3h 2 d(Al ) 8R 2 h  6Rh 2 d(Al ) ! ™   ! ™   ! ™ 2 2 3 2 2 3 dh dh dh 2. 2Rh 2 ™ . 4R h  2Rh 2. 4R h  2Rh 2.

.2R  h   2Rh.

4R  3h R .

2R.4R  3h d(A l ) d(A l ) d(A l ) ! ™   ! ™   !0 dh dh dh  2h. .

2R  h 2R ™ .

2R  h .

0! ™ R .

4R  3h 2R. .

2R  h   0 ! R .

4R  3h   0 4R ! .

4R  3h   0 ! .

.4R  3h   3h ! 4R   h ! R 3 24R 2  16R 2 9 r ! h.

2R  h   r ! r! 4 ¨ 4 ¸ 8R 2 16R 2   r ! R. © 2R  R ¹   r ! 3 ª 3 º 3 9 8R 2 R 2R 2   r ! ™2 2   r ! 9 3 3 4R 2R 2 . e r= 3 3 R: h = 06) Calcular o raio da base e altura do cone de volume mínimo que pod e circunscrever uma esfera de raio R. Solução: A X h-R E R O R Y g h Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I .

94 1 AD ! h   AO ! AD  OD   AO ! h  R Do triângulo obtemos: 2 A 3 X 4 2 2 2 .Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág.

AO ! .

AE  .

OE .

h  R E 2 (AEO ~ (ADC h-R R O ! x2  R2 2 R x ! r h ¨R¸ ¨x¸ © ¹ !© ¹ ª r º ªhº 2 2 x 2 !  R 2  .

.h  R x 2 ! h 2  2hR   x 2 ! R 2  h 2  2hR  R 2   R 2 x2 ! r2 h2 R 2 h 2  2hR R2 ™h2 !   r2 ! 2 r2 h2 h  2hR V! 3 ™ r2 ™ h   V ! « R 2 h2 » « R 2 h2 » R 2 h2  ™¬ 2 ™h   V ! ™¬ ™ h  V ! ™ ¼ ¼ 3 ­ h  2hR ½ 3 ¬ h.

h  2R ¼ 3 .

h  2R ­ ½ « 2hR 2 .

h 2 » dV « R 2.R 2 .h  2R  R 2 h 2 .1 » dV « 2.h 2  4hR 3  R 2.h 2  4hR 3 » dV ! ™¬ ! ™¬ ! ™¬ ¼  ¼  ¼ 2 2 2 dh 3 ¬ ¼ dh 3 ¬ ¼ dh 3 ¬ .

h  2R ¼ .

h  2R .

h 2  4hR 3 ! 0  0 ! ™ ¬   0 ! R 2 . .h 2  4hR 3 » dV R 2 .h  2R ­ ½ ­ ½ ­ ½ « R 2 .R 2 .h 2  4hR 3   0 ! h.

h  4R ¼ 0 ! 2 dh 3 ¬ .

h  2R 2 ¼ .

h  2R ­ ½ 0 ! h  4R   h ! 4R Substituindo (4) em (3) temos: r ! 2 R 2 . .

4R 2 .

.4R 2  2™4™R ™R  r ! 2 R 2 .

Calcular a medida do lado do quadrado que deve ser cortado para obter uma caixa cujo volume seja o maior possível.4R 2 16R 2  8R 2   r2 ! 16R 4   r 2 ! 2R 2   r ! 2R 2   r ! R 2 8R 2 R: r = R 2 e h = 4R 07) Um fabricante de caixas de papelão pretende fazer caixas abertas a parti de folhas de cartão quadrado de 576 cm 2. cortando quadrados iguais nas quatros pontas e dobrando os lados. Solução: Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I c x .

95 Volume   V ! a ™ b ™ c 2 2 2 V ! .Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág.

24  2x . .

x   V ! .24  2 x .

x   V ! «.24  2x .

24.24  2.2x  .

2x »   V ! «576  96x  4x 2 » .x ­ ½ ­ ½ 2 3 2 2 V ! 576x  96x  4x   V d 12x 192x  576   V d 0  0 !12x 192x 576 z12 ! ! x 2  16 x  48 ! 0 ( ! .

16  4.1 2 8 d xd ! 4 ! 2 Usando o Teste da 1º derivada obtemos: x ! 4 é ponto de Máximo   x!4 x ! 12 é ponto de Mínimo R: 4 cm x!  x! xd !  .1.8   ( ! 256  192   ( ! 64 2 24 ! 12 2.

aonde deveria desembarcar para ir da ilha a ao armazém no menor tempo possível. a 20 Km do ponto B sobre a praia.+++++++++ 4 12 08) Uma ilha esta no ponto A.y D 20 y C Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I . a 10 Km do ponto B mais próximo sobre uma praia reta. Se um homem pode remar a razão de 4 Km/h e andar a 5Km/h . Um armazém esta no ponto C. Solução: A 10 x 20  y B 20 .16 s 64 16 s 8 2 +++++++ -----------------.

Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág.96 v.t t1 t2 x   t1 v1 .

10 .

y  y 2 y  4 5 1 ™ 500  40. y  y 2 y  4 5   ! 1 y ™ 500  40. y  y 2 4   ! 500  40. y  y 2  4 5 d !   .20-y 4 2 2 y y   t2 v2 5 t1 t 2 " " Tempo total   T ! " " " # 100  400  40.

5 2 8. 500  40 y  y 2   . y  100  4. 500  40 y  y 2 0 ! 5. 500  40 y  y 2 4. 500  40 y  y 2 20.

16. y 10000 8000 ! 0   9.100  (100) 2   16 y 2  640 y  800 ! 25. y 2  16. 67 18 600 ! 33.333 km de B e 6. y 2 360 y  2000 ! 0 ( ! (360)2  4. um dos quais formaram um circulo e o outro um quadrado.4. 500  40 y  y 2   d0   0! ! 5.2000   ( ! 129600  72000   ( ! 57600 ! yd y! 360 s 240 2. Como deve ser cortado o fio para que a soma das áreas do circulo e do quadrado seja máxima? Solução: Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I # d ! 5. y  640. y 2  1000. y 2  1000 y  10000 25. 33 18 R: 13. 500  40 y  y 2 2 y 2  40 y  500 ! .9.9 d ! yd 120 ! 6. y  100  4.( 5 y ).666 Km de C 09) Um fio de comprimento L é cortado em 2 pedaços. y 100  4. 500  40 y  y 2 20.( y 2  40 y  500) ! (5 y) 2  2.

.5 y 100 2 " " d ! 2.

y  20  1   5 d ! .

y  20  1   5 d ! 5. .

500  40 y  y 2 20. 500  40 y  y 2   2   " " ! . y  20  4 .

1 2  y   5 d ! 1 1 ™ ™ 500  40. y  y 2 4 2 .

™ .

5 1 2   .2 y  40  1.

2 y  40 8. 500  40 y  y 2  1 5   .

© ª 2 2 L  x 4 A ! d d R   d 2 2   A d ¸ ¹ º   A ! L 2 ™ x 4 2 2    x A 2 d ! x 4 2 W W ¨ L  x ¸ ! © ¹ 4 ª º  2 L x 1 6 x   W  2 L x 1 6 L2  1 6 T ! A ! ! x 4  A   L 2 W 2 T   A T ! x 4 2  2 L x x 2  1 6 1 6 T A 'T x 2   x 2 4 2 x ! 4 L   8 4 x  x L2 L x x 2   1 6 8 1 6 L 2 x x     A 'T ! 8 1 6 2 x x 4 x  L ! 0   8 8 ! L   x  L x  .X R   R ! x 2 t ! 2 ! L  x   ! ! t 2 4 ™ t ! L  x   A ! ¨ x . co m o 8 8 4 x  L x ! L 4  A 'T ! 0  x ! 0 ! 0     .97 L x =C C ! 2 Q A A A A A R   x ! 2 Q= L .Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág.

4  T ! L Q ! Lx  Q R: l 1 ! .

se os lados e o fundo têm largura l 3 calcular o ângulo U de forma que a calha tenha a máxima secção reta Solução: X l 3 X B ! 2x  l 3 l 3 h h l 3 b! l 3 l 3 Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I .4 L™  Q ! 4 L 4L el2 ! 4 4 L ™ L  L 4  Q ! 4L 4 L -L  Q ! 4™L 4 10) Uma calha de fundo plano e lado igualmente inclinados vai ser construída dobrando -se uma folha de metal de largura l .

Universidade do Estado do Pará $ 2 Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág.98 .

1 .

2 = sen + 90° $ ! x   sen l 3 ! 3x l l2  x2 9   h 2 .

3 .

4 l l ¸ ¨ 2x   ¹™ .

x l2 l ..! ! 3 6 l l  3 6 l Como a medida e comprimento x ! 6 3x sen !   l ¨l ¸ 3 ™© ¹ l ª 6 º ! 2 ! 1   sen ! 1   l 2 2 l ! 30 o   !  90 o   ! 30 o  90 o   ! 120 o ou 2 rad.x l2 ¸ l l2  ! 0   ™ ©2x2     x2  ™x ! 0 ¹ ! 0™ 3 9 2 ª 3 9 º 2 6 18 r A Total ! 2 r 2  2 rh (1) V VC = ™ r 2 ™ h p h= ™ r2 .x  x2  x2  2x2   2x2   dS 9 3   3 9   dS ! 0   3 ! 2 2 2 dx dx l l l  x2  x2  x2 9 9 9   2x2    ax 2  bx  c ! 0 l l2 x2  ™ x  ! 0 6 18 Resolvendo a equação do 2º grau.x ¸ ¨ ¨ x ™© x  ¹  x2 ™  x2  © x2  2 ¹ dS l 3 º 9 9 3 º ª ª !  x2      dx 9 l2 l2  x2  x2 9 9 l2 l ..x l .+ + + + + ..x ¸ ¨  © x2  ¹ 3 º ª l2  x2 9 l2 9 ! 0    1 ¨ 1 l..x l2 l .. obtemos as raízes: l l d xd  e xd . . h ! © 3 3 º ª S ! 2 2 ¨ l ¸ © ¹ ª 3 º ! h 2 dS ! 1™ dx l ¸ l2 l2 l. B  b . de forma que a quantidade de material a ser utilizado para sua fabricação seja menor possível: Devemos minimizar a área total: Solução: A Total ! A Base  A Lateral h Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I $ 2l ¸ ¨ ©2x  ¹™ 3 º   ª 2 l2  x2  h ! 9 l2  x2 9 l2  x2 9 l ¸ ¨ 2 ™© x  ¹ ™ 3 º ª   2 l2  x2 9  x 2   l2 ! h2+ x 9 2 ! 1 l2 l ¸ 1 ¨  x2  © x  ¹™ 9 3 º 2 ª ¨ l2 ¸ ™©  x2 ¹ ª 9 º 2 ™ 2 x   l ¸ ¨ © x  ¹™x l2 3 º 2 ª  x  1 9 ¨ l2 ¸ 2  x2 ¹ © ª 9 º ¨ l2 ¸  x2 ¹ © 9 ª º 2 l . 3 11) Quais devem ser as dimensões de uma lata cúbica de volume V fixo.

r 2  2 r. . © 2 ¹ ª .99 ¨ V ¸ A T ! 2. .r 2  2V 2V 4 r 3  2V ' '   A '.r º A T ! 2.Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág.

tirando o MMC.r ! 4 r  2 . A .

A .r ! .

obtemos r r r2 4 r 3  2V V V p 2V ! 4 r 3 p !r3 p r ! 3 0! 2 r 2 2 ¨V¸ r !© ¹ ª2 º 1 3 h! V ph! r2 V «¨ V ¸ 3 » ¬© ¹ ¼ ¬ª 2 º ¼ ­ ½ 1 2 = V ¨V¸ © ¹ ª2 º 2 3 ¨V¸ © ¹ 2 ™ª º 1 3 ¨V¸ © ¹ ª2 º 1 ! 3  V™r r ! ! 2r Que acarreta em h = 2r  V¸ 1 ¨ © ¹ ª 2 º 2 12) Um homem está em um barco sobre um lago. situado a 8 km da margem do lago.6 = 14 m y = 20 S ! v™ t   t ! S v x 2  64 20  x 1 20  x 1    T ! ™ x 2  64    T ! ™ x 2  64 3 5 3 5 3 1 1 1 1 x 1 x 1 T' ! ™ ™ x 2  64 2 ™ 2x    T' !    T' ! 0   0 !  2 2 3 2 5 3 ™ x  64 5 3 ™ x  64 5 T ! t . que é reta. em um ponto P. Solução: P 8 z ! x2  8 C x=6 B y-x A 20 . Sabendo que a velocidade do barco é 3 km/h e que a velocidade do homem é 5 km/h. de modo que o trajeto total seja feito no menor tempo possível. O homem vai de barco até um ponto B da margem e de lá prossegue até o ponto A. determine a posição do ponto B.r ! 0.

P.B  t .

B.A   T ! .

2 ¸ x 1 x2 ¨1¸ ¨ !© !   25x 2 ! 9x 2  64 ™ 9   25x 2  9x 2 ! 64 ™ 9   16x 2 ! 64 ™ 9 ¹  © ¹ 2 2 ª 5 º ª 3 ™ x  64 º 25 9 ™ x  64 .

como é distância   x ! 6 cm   R ! 6 cm 16 Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I % . x2 ! 64 ™ 9   x 2 ! 4 ™ 9   x 2 ! 36   x ! s6.

1 2 4  x 5 .

000 unidades.00 por unidade.P(q) P(q) ! R(q)  C(q) 9 P(q) !  q 2  45q  200 8 9 P'(q) ! 2 ™  q  45 8 18 P'(q) !  q  45 8 9 P'(q) !  q  45   P'(q) ! 0 4 9 9  q  45 ! 0   q ! 45   9q ! 180 4 4 180   q ! 20 q! 9 ¨1 ¸ P(q) ! 49q  q 2  © q 2  4 q  200 ¹ ª8 º R(q) ! q. quantas unidades de ácido sulfúrico devem ser fabricadas e vendidas diariamente para maximizar o lucro? L ! R C L ! 100x  « 0.000»   100x  0.100 Questões Resolvidas de Otimização em Economia 01) Uma indústria química vende ácido sulfúrico a granel a U$ 100. Solução: P(q) ! R(q)  C(q) R(q) ! q. . 0050x 50  L '! 0 0. 7.000  50x  0. 0025x2  50x  100. e o nível de produção q para o qual P(q) é máxima. 0025x2  50x 100. Se o custo de produção total diário em dólares para x unidades for: C(x) ! 100. 0025x2 e se a capacidade de produção diária for de.000 02) É dado o preço p(q) pelo qual q unidade de certa mercadoria podem ser vendidos e o custo total 1 C(q) pata produzir as q unidades as equações p(q) ! 49  q e C(q) ! q 2  4q  200 : 8 a) Determine a função do lucro P(q).000   L '!  0. 0025x2  50x  100. 0050x ! 50   x ! 0. 0050x  50 ! 0   0. no máximo.Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. 0050 50 x ! 10. 00 0 ­ ½ 0.

49  q 1 P(q) ! 49q  q 2  q 2  4q  200 R(q) ! 49q  q 2 8 9 2 1 C(q) ! q 2  4q  200 P(q) !  q  45q  200 8 8 b) Determine a função custo médio e o nível de produção para o qual ela passa a ser mínimo. C m (q) ! C(q) q Função do Custo Médio 1 C m (q) ! q 2  4q  200 z q 8 1 2 q 4 q 200  C m (q) ! 8  q q q 1 200 C m (q) ! q  4  8 q ¨ 200 ¸ 1 1 200 C m '(q) !  0  ©  2 ¹   C m'(q) !  2 8 8 q ª q º C m '(q) ! 0 1 200  !0 8 q2 200 1 !   q 2 ! 1600 2 q 8 q ! 1600   q ! 40 Produção para o custo mínimo Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I .

101 03) O custo total de fabricação de x unidades de um produto é dada por C.Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág.

x ! (3x 2  5x  192) reais. Quantas unidades deverão ser fabricadas para que o custo médio seja menor possível. Solução: Custo médio = ! custo total . número de unidades fabricadas 3 x 2  5 x  192 3 x 2 5 x 192 192     ! 3x  5  x x x x x 192 192 192 '.

x ! 3  2   '.

x ! 0   0 ! 3  2   2 ! 3 x x x 192 3 x 2 ! 192   x 2 !   x 2 ! 64   x ! s 64   x ! s 8 3 ) ( ) & ' .

Cada porco aumenta de peso na proporção de 2. Q uantos dias devem o fazendeiro aguardar para que seu lucro seja máximo? Solução: R .5 Kg por dia.x +++++++ --------8 04) Um fazendeiro tem 80 porcos.00 por dia para manter um porco. pesando 150 Kg cada um. Gastam-se R$ 2. Se o preço de venda está R$ 3.03 por dia.00 por kg e cai R$ 0.

03x) e C(x) ! 2x L .5x) ™ (3  0.x ! (150  2.

x ! R .

x  C.

x L .

x ! (150  2.5x) ™ (3  0. 03x)  2x L'.

03x)  0. 03 ™ (150  2.5x ™ (3  0.x ! 2.5x)  2 L'.

075x  4.5  0.x ! 7.5  0. 075x  2 L'.

5  6.15x  1   L'.x ! 0.15x  7.5   0.

15x  1   0.15x ! 1   x ! x = 7 dias Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I ( +++++++ +8 x " 0 então x ! 8 192 Cm ' .x ! 0 0 ! 0.

x ! 3  2 x  .

x . 384 x 384 Cm". 192 2.

x !   ! 2 4 x x3 .

x 2 384 384 Cm .

8 ! ! "0 .

(8) 2  5. 3.8 3 512 x ! 8 é um ponto de mínimo.(8)  192 192  40  192 424 Cm .

00 8 8 8 Cm ! R$53.8 !   ! ! 53. 00 1   x ! 6.15 . 67 como o valor de x re erese a dia temos. 00 e CT ! R$ 424. 0.

00 por unidade.000  80 ™ x  0.000 + 80. 003 x 2 e R .Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág.003.102 05) Uma forma líquida de penicilina fabricada por uma firma farmacêutica é vendida a granel a um preço de R$ 200. quantas unidades de penicilina devem ser fabricas e vendidas naquele tempo para maximizar o lucro.x 2 e se a capacidade de produção da firma for de.x + 0. Se o custo total d e produção (em reais) para x unidades for C(x) = 500. Solução: C (x) ! 500.000 unidades em um tempo especificado. no máximo de 30.

x ! 200 ™ x L .

x ! R .

x  C.

x L .

000  80 ™ x  0. 003 ™ x 2 )   L .x ! 200 ™ x  (500.

x  500.000 80 ™ x 0. 003 ™ x 2 L .x ! 200.

000 Ld ! 0. 003 ™ x 2  120 ™ x  500.x ! 0. 006 x ! 120   . 006 x  120   0. 006 x  120   L d ! 0   0 ! 0.

x .

x 120   20. Qual maximizar x! L . 006 x ! 20.000 0.000   ponto crítico.

000  (500.20.000 ! 200 ™ 20.000  0. 003 ™(20.000  80 ™ 20.000) 2   L .

000 valor máximo L .20.000 ! 700.

0 ! 500.000 L .

003 ™(30.000  (500.30.000) 2  L .000  0.000  80 ™30.000 ! 200 ™ 30.

Quantas unidades devem ser produzidas e vendidas para que seja máximo o lucro da operação? Solução: C (x) ! a  bx e R .30. b.000 06) O custo de produção de x unidades de uma certa mercadoria é a + bx e o preço de venda é c dx. sendo a. c.000 ! 400. d constantes positivas. por unidade.

x ! c  dx L.

x ! R .

x  C.

x L.

x ! (c  dx)x  (a + bx) L.

x ! cx  dx 2  a  bx L.

Estima-se que o custo total c para produzir e vender q unidades é dado por C(q) ! q 3  3q 2  4q  2 . isolando o va lor de x obtemos dx dx (c  b) x= 2d 07) A Cia. que quantidade deverá ser produzida para ser obter o lucro máximo? Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I .00.x ! dx 2  cx  bx  a  !  dx 2  cx  bx  a    dx 2  (c  b)x  a dl dl !  2dx  (c  b)   ! 0   0 ! 2dx  (c  b)   (c  b) =2dx. Ltda. Produz determinado produto e vende -o a um preço de R$ 13. Suponha que toda a produção seja absorvida pelo mercado consumidor.

103 Solução: R ! 13q e C ! q 3  3q 2  4q  2 L ! R C L ! 13q  (q 3  3q 2  4q  2) L ! 13q  q 3  3q 2  4q  2 dl dl ! 13  3q 2  6q  4   ! 3q 2  6q dx dx 3q 2  6q 9 = 0 2 9  dl !0 dx ( ! .Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág.

6  4.9   ( ! 36  108   ( ! 144 x!  .( 3).

4  2   A'(q) = 0   0 = 0. 1q 2  0.2(45  0.00 por unidade 10 Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I .2(45 .4  2 ( q q q 40 = q 2   q 2 ! 100   q ! 100   q ! 10 0.5q) a) R(q) ! q ™ p(q) R(q) ! q ™ ?0.4q 2  3q  40 P(q) ! 0.1q 2 )  (0.5q) reais a unidade.5q) A   R(q) ! 9q  0. Qual é o lucro máximo? (b) Para que nível de produção o custo médio unitário A(q) = C(q)/q é mínimo? Qual é este custo? (c) Para que nível de produção o custo médio é igual ao custo marginal C'(q)? Solução: C(q) ! 0.4q 2 + 3q + 40 C(q) 0.(3)  x! 6 s 12 6 ! xd 6 !1 6 18 d ! !3 xd 6 08) Um fabricante estima que quando q unidades de uma certa mercadoria são produzidas por mês.5 ™ 2q  6   P'(q) ! q  6. como P'(q) ! 0.4 40 A(q) = 0.2(45  0.4q² + 3q + 40 reais e que as q unidades podem ser vendidas por um preço p(q) = 0.4q + 3 + 40 40 40 derivando temos A' q) = 0.1q 2 P(q) ! R(q)  C(q) P(q) ! (9q  0.0. (a) Determine o nível de produção para o qual o lucro é máximo.  q  6 ! 0 onde q = 6 C(q) = 0. temos.5q 2  6q  40   P'(q) ! 0.6 s 144 2.4 ™ 10 + 3 +   A(q) = 4 + 3 + 4   A(q) = R$: 11.4q 2 + 3q + 40   b) A(q) = separando em fraçôes de mesmo denominador obtemos q q A(q) = 0.4q 2  3q  40 e p(q) ! 0. o custo total é C(q) = 0.4q 2 + 3q + 40)   P(q) ! 9q  0.

000 fitas por mês. Determine o tamanho do grupo para o qual a receita da empresa é máxima. o preço por pessoa é reduzido de R$ 1.4q  40 q 40 q 40 40 40 40   0.4q 2 ! 40   q 2 ! q q q 0. por esse preço.4 ™ q !   0. Qual deve ser o preço de venda das fitas para que o lucro do fabricante seja máximo? Solução: Lucro = (número de fitas vendidas)™ (Lucro por fita) Número de fitas vendidas = 4000  400(x  5) 400 ™ ?10  (x  5)A 400 ™ ?10  x  5A 400 ™ ?15  x A Lucro por fita = (x  2) Lucro = 400 ™ (15  x) ™ (x  2) derivando a função lucro obtemos dL dL ! 400 ™  1™ (x  2) + 400 ™ 1™ (15  x)   ! 400™ ? ™ (x  2) + (15 x)A dx dx dL dL dL ! 400 ™ ? x  2 + 15  xA  ! 400™ ? 2x  17A como ! 0. são vendidas 4.4q !   0.8q ! 0.8q  3 ! 0.5 R: R$ 8.Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág.00. Quando um grupo contem exatamente 35 pessoas pessoas. As fitas vêm sendo vendidas a R$ 5. O fabricante pretende aumentar o preço da fita e calcula que para cada R$ 1.00 de aumento no preço.4q  3  c) C'(q) ! CM(q) 0.50 a unidade 10) Uma empresa de turismo aluga onibus com capacidade para 50 pessoas a grupos de 35 pessoas ou mais.4q 2  3q  40 derivando obtemos C'(q) ! 0. temos: dx dx dx 0 17 ! 2x  17   0 ! 2x  17   2x ! 17   x ! 0 ! 400 ™ ? 2x  17A   400 2 x ! 8. Solução: Receita da empresa ! (número de pessoas no grupo) ™ (preço por pessoa) Número de pessoas no grupo ! 35  x e o Preço por pessoa é ! 60  x R (x) ! (35  x) ™ (60  x) Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I .104 C(q) ! 0. cada pessoa paga R$ 60. menos 400 fitas serão vendidas por mês.8q  3 e CM(q) ! 0. Nos grupos maiores.8q  0.4q  3  0.00 a unidade.00 para cada pessoa que exceder 35.4 q ! 100   q ! 10 unidades 09) Um fabricante produz uma fita de vídeo virgem a um custo de R$ 2.00 a unidade.

000   x ! s 250.75.000 CTr = (custo por remessa) ™ (número de remesas)   CTr = 20 ™ © ¹  x ª x º CAr = (número médio de pneus armazenados) ™ (custo de armazenamento por pneu)   CAr = CM A = (número total de pneus) ™ (preço de um pneu)   CM A = 6000 ™ 5. R (x) ! (35  x) ™ (60  x) x ! 12 R (12) ! (35  12) ™ (60 12) R (12) ! 47 ™ 48 R (12) ! 2256 x ! 13 R (13) ! (35  13) ™ (60 13) R (13) ! 48 ™ 47 R(13) ! 2256 Desta forma concluimos que os valores 47 e 48 satisfazem as condições do problema.00 por encomenda.00) 11) Um fabricante de bicicletas compra 6000 pneus por ano de um distribuidor.000  34. como estamos trabalhan do com número de pessoas podemos ter 2 x ! 12 ou x ! 13 para formar os grupos.000 CT'(x) = 0. Suponha que a demanda de pneus se mantenha constante durante todo o ano e cada remessa seja entregue no momento em que o estoque se esgotou. com x ! 12 temos um total de 12  35 ! 47 com x ! 13 temos um total de 13  35 ! 48 Usando a função receita para verificar qual número de pessoas vão servir para montar os grupos.500 x 120. 48 ™ x x 2 ! 250.000   x ! s500. como R' (x) ! 0. Quantos pneus o fabricante de bicicletas deve encomendar de cada vez pra minimizar o custo? Solução: CT(x) = Custo de transporte.96   0. o custo de armazenamento é 96 centavos por pneu por ano e cada pneu custa R$ 5. então: 0 ! 2x  25   2x ! 25   x ! 25   x ! 12.5.105 R (x) ! (35  x) ™ (60  x) derivando obtemos R'(x) ! 1 ™ (60  x)  (35  x) ™ 1 R'(x) ! 60  x  35  x   R'(x) ! 2x  25. 48    = 0. 12) Após x semanas. como queremos mini mizar o custo pelo teste da 1ª derivada o valor é 500 x ™ 0.000: Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I . 75   34.000 120.500 CT(x) = CAr CTr CM A 120. 48 CT(x) = 0. o número de pessoas que usam uma nova linha de metrô é dada pela equação N(x) = 6x3 500x 8. como CT'(x) = 0 obtemos: 0 = 0.000 120. 48   = x2   2 2 2 x x x 0.000 120. 48 ™ x 2 R: deve encomendar lotes de 500. 48 . R: 47 ou 48 pessoas (R$ 2256. A taxa de transporte é R$ 20. CTr = Custo de transporte da remessa e CM A = Custo de médio de armazenamento ¨ 6000 ¸ 120.Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. CAr = Custo de Armazenamento.

000 N(7) ! 13. 02 x 2   R ! 160  0. 02 x 2   R' ! 0. vamos calcular a segunda derivada para 0. Calculando a derivada temos: R ! 160  0.106 (a) Qual era a taxa de variação do número de passageiros após 8 semanas? (b) Qual foi a variação do número de passageiros durante a oitava semana? Solução: a) N(x) ! 6x 3 + 500x + 8. x anos após sua fundação. 02x 2 O objetivo é determinar o máximo de lucro para R . o preço cai à razão de dois centavos por quilo ao dia. 14) O número de membros de uma associação de consumidores. R '' ! 0.000 N(8) ! 15. 4 x  0. a) Em que ano. a associação teve o maior número de membros? Qual foi esse número? b) Em que ano. 04x ! 0. o fazendeiro deve colher as batatas dez dias após 1º de janeiro. R: ¯ b) mana.072 a) ® o número de passageiros estava diminuindo à razão de 1. em 1978.652 passageiros por semana. 4 0. é f ( x) ! 100(2 x 3  45x 2  264x ) . 02 x )   R ! 160  1. 04x ! 0   0. Nesse caso. Agora.000 N(7) ! 6(7)3 + 500 ™ 7 + 8. o preço das batatas é dado por 2  0. No dia 1º de janeiro. no dia 11 de janeiro.558 N(8)  N(7) = 15. 4x  0. ou seja. 04 verificar se esse é o valor máximo de R . Em que dia o fazendeiro deve colher as batatas para maximizar a receito? Solução: Seja x o número de dias que se seguem a 1º de janeiro. 04x . 02x e o número de quilos de batata dado por 80  x . 04 e como R ''(10) 0 . x ! 10 corresponde realmente a um máximo de R . ° o número de passageiros estava aumentando à razão de 1.000 N'(x) ! 18x 2 + 500 N'(8) ! 18(8)2 + 500   18 ™ 64 +500   1152 + 500   1652 N'(8) ! 1652 b) N(x) ! 6x 3 + 500x + 8. entre 1972 e 1992. A receita obtida com a venda de batatas no dia x é: R ! (80  x )(2  0. 4   x ! ! 10 .558   N(8)  N(7) = 1514 N(8) ! 6(8)3 + 500 ™ 5 + 8. que se anula para: 0.Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. 6 x  2 x  0.072  13.00 no primeiro dia do ano. 4  0. 4  0. depois disso.514 passageiros por se 13) Um fazendeiro consegue vender um quilo de batata por R$ 2. entre 1978 e 1992. a associação teve o menor número de membros? Qual foi esse número? Solução: Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I . um fazendeiro tem 80 kg de batata no campo e calcula que a produção será aumentada à razão de 1 kg ao dia. mas.

encontrando os seus pontos críticos. f '( x ) ! 100(6 x 2  90 x  264) e tirando 6 em evidência temos f '( x ) ! 600( x 2  15 x  44). Assim.Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. O primeiro valor corresponde a um mínimo absoluto e o segundo valor corresponde ao máximo relativo. Agora.100 f (14) ! 100(2(14) 3  45(14) 2  264(14)) !1 00(5.400 f (11) ! 100(2(11) 3  45(11) 2  265(11)) ! 100(2. calculemos a derivada da função f ( x ) ! 100(2 x 3  45x 2  264x ) .904) ! 100 v132 ! 12.107 Definindo o intervalo como sendo x ! 0 para o ano de 1978 e x ! 14 para o ano de1992 . podemos reescrever f '( x ) da seguinte orma: f '( x ) ! 600( x  4)( x  11).488  8.056) !1 00 v 464 ! 46.710) !100 v378 ! 37.820  3.44 5  2.800 Agora podemos concluir que: a) Em 1982 . Calculando os pontos de f ( x) temos: f (0) ! 100(2(0) 3  45(0) 2  264(0)) ! 0 f (4) ! 100(2(4) 3  45(4) 2  264(4)) !100(128 720 1.662 5. Podemos notar que x ! 4 e x ! 11 são os pontos críticos de f '( x) sendo ambos os valores pertencem ao intervalo.

46.x ! 4 . b) Em 1998 .4000 membros.

Questões Resolvidas de Otimização em Ciências Naturais 01) Os experimentos mostram que a biomassa Q(t) de uma espécie de peixe em uma certa região do oceano varia de acordo com a equação dQ ¨ Q¸ ! rQ ™ ©1  ¹ Onde r é a taxa natural de expansão da dt ª aº espécie e a é uma constante. o que signi ica que a biomassa começa a diminuir. Com que velocidade a base da escada está se a astando da parede quando o alto se encontra a 3 m do chão? Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I . Determine a taxa de expansão percentual da espécie.x ! 11 . O que acontece quando Q (t) Solução: ¨ Q¸ 100 ™ r ™ Q ™ ©1  ¹  dQ ¨ Q ¸ 100Q'(t) ª a º   100Q'(t) ! 100r ™ ¨1  Q ¸ ! rQ ™ ©1  ¹   ! © ¹ dt Q(t) Q Q(t)  ª aº ª aº a taxa se torna negativa.100 membros. O alto da escada está escorregando para baixo ao longo da parede com uma velocidade de 3 m/s. 12. a? 02) Uma escada de 5 m de comprimento está apoiada em uma parede.

derivando a equacão e x 2  (3) 2 ! (5) 2 x 2 = 25  9 x 2 = 16 x = 16 dy dx dy !  3 2x ™  2y ™ !0 dt dt dt dx  2 ™ 3 ™ (-3) ! 0 2(4) ™ dt dx ! 18 8™ dt dx 18 ! dt 8 dx ! 2. x!4 03) Quando uma pessoa tosse. onde a é uma constante positiva.a ™ r 2 V'(r) = 2arr0  2ar 2 . o raio da traquéia diminui.108 Solução: x 2  y 2 ! (5) 2 . 3 04) Um estudo ambiental realizado em um certo município revela que a concentração média de monóxido de carbono no ar é dado pela equação C(p) ! 0. Determine o raio r para o qual a velocidade do ar é máxima.1t 2 milhares de habitantes.r).1 Solução: 0. Qual será a taxa de variação da concentração de monóxido de carbono daqui a 3 anos? Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I .ar 2   V'(r) = 2arr0  3ar 2   V'(r) = ar ™ (2r0  3r).5p 2 17 partes por milhão. 25 m/s dt R: 2. afetando a velocidade do ar na traquéia. a relação entre a velocidade v do ar e o raio r da traquéia é dada por uma função da forma v(r) = ar²(r 0 .25 m/s. obtemos 0 = ar ™ (2r0  3r)   2r 0 ! 2r0  3r   3r ! 2r0   r ! 0 ar 3 R: r = 2r0 . como V'(r) = 0.Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. Solução: V(r) = a ™ r 2 ™ (r0  r)   V'(r) = a ™ 2r ™ (r0  r) + a ™ r 2 ™ ( 1)   V'(r) = a ™ 2r ™ (r0  r) . Calcula-se que daqui a t anos a população do município será p(t)= 3. onde p é população em milhares de habitantes. Se r 0 é o raio normal da traquéia.

109 C(p) ! 0. 0 Usando a regra da cadeia para derivar a função composta dc dc dp ! ™ dt dp dt dc ! dt dc ! dt 0. a) dM 3 dF 1 ! ™ (2K  6M)é a taxa de variação de senbilidade coma quantidade de medicamento b) dM 3 06) Um dos modelos do sistema cardiovascular relaciona V(t). 5 dt 05) Um certo modelo biológico sugere que a reação do corpo humano a uma dose de medicamento pode ser representada por uma função da forma 1 ! (KM 2  M 3 ) onde K é uma constante positiva 3 e M a quantidade do medicamento presente no sangue. a pressão na aorta durante a sístole.5p  17 dp  0.5p 2  17   0.1 0.1 ™ t 2    dc 2 ™ 0.5p 2  17   1. 3 dF 1 ! ™ (2KM  3M 2 ) derivando pela segunda vez a equação.1 ™(9) p(3) ! 3. o volume de sangue na aorta no instante t durante a sístole (fase de contração).2 25     0.2 dc ! 0.1  0.5p 2  17 dp dp ! 2 ™ 0. obtemos: dt dp dt 1.1 ™ t   ! 0.2 8  17 0. A derivada S = d /dM pode ser considerada como uma medida da sensibilidade do organismo ao medicamento.5p 0. Encontre uma relação entre as taxas dV/dt e dP/dt. (b) Calcule dS/dM = d² /dM2 e apresente uma interpretação para a derivada segunda.1  0.5 ™16  17 ™ 0.2 0.1  0. a P(t).1 ™ (3) 2   p(3) ! 3.5p 2  17 1. 24   ! 0.5p 2  17   p(t) ! 3. através da ¨ 3t² 2t ¸  equação: V(t) = [C 1 + C 2 P(t)] ™ © ¹ onde C 1 e C 2 são constantes positivas e T é a duração T º ª T² (constante) da sístole.5p dc 0. (a) Calcule a sensibilidade S. 24 milhão por ano.Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág.1 ™ p(t) 0. 2 ™ t dt dt e como t ! 3 anos substituindo em p(t).1  0.1 ™ 4 ™ 3 0.1 ™(3) 2   p(3) ! 3. Solução: Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I .5 ™ (4) 2 17 dc dc dp ! ™ . Solução: 1 F ! (KM 2  M 3 ) derivando a equação.9   p(3) ! 4.1 ™ p ™ t 0. p(t) ! 3. 2t     1.5p !   ! 2 dp 2 ™ 0.1 ™ t 2 p(3) ! 3.1  0.

Determine o valor de D para o qual a sensibilidade é máxima.074(v ± 35)² + 32] onde v é a velocidade do pássaro em km/h. Solução: Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I . obtemos. 0= 08) Em um artigo científico. º ¨ 6t ™ T 2 6t 2 ™ T 3 ¸ ¨ 6t ™ T 2 6t 2 ™ T 3 ¸ dv + C 2 ™ P(t) ™ © 2 2  ! C1 ™ © 2 2  ¹ ¹ dt (T 3 ) 2 º (T 3 ) 2 º ª (T ) ª (T ) ¨ 6t 6t 2 dv ! C1 ™ © 2  3 dt T ªT ¸ ¨ 6t 6t 2 ¸ + C 2 ™ P(t) ™ © 2  3 ¹ ¹ T º º ªT ¨ 6t 6t 2 ¸ dv ! [C1 + C 2 ™ P(t)] ™ © 2  3 ¹ dt T º ªT ¨ 3t 2 2t 3 ¸  V(t) = [C1 + C 2 ™ P(t)] ™ © 2  3 ¹derivando a equação. V. Escreva uma expressão para a v taxa de variação da energia com a velocidade do periquito. Solução: ¨C D¸ R(D) = D 2 ™ ©  ¹ derivando a equação. A taxa de variação de R(D) com D é chamada de sensibilidade. 3º ª2 2DC 2D 2 D 2 ¨C D¸ ¨ 1¸     R'(D) = 0 R'(D) = 2D ™ ©  ¹  D 2 ™ ©  ¹   R'(D) = 3º 2 3 3 ª2 ª 3º 2DC 3D 2    0 ! DC  D 2   D 2 ! DC   D ! C 2 3 R: A sensibilidade é máxima para D = C. Tucker e K.Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág.110 ¨ 3t 2 2t 3 ¸ V(t) = [C1 + C 2 ™ P(t)] ™ © 2  3 ¹e etuando a multiplicaç ão temos: T º ªT ¨ 3t 2 2t 3 ¸ ¨ 3t 2 2t 3 V(t) = C1 ™ © 2  3 ¹ + C 2 ™ P(t) ™ © 2  3 T º T ªT ªT ¸ ¹ derivando a equação. Schmidt-Koenig mostraram que o consumo de energia de uma espécie de periquito australiano (o Budgerigar) é dado pela expressão E = 1 [0. dt dt ª T T º ¨ 6t 6t 2 ¸ dv dp ¨ 3t 2 2t 3 ¸ ! [C1 + C 2 ™ P(t)] ™ © 2  3 ¹  C 2 ™ ™ © 2  3 ¹ dt T º dt ª T T º ªT 07) A reação do organismo à administração de um medicamento é frequentemente representada por ¨C D¸ uma equação da forma R(D) = D 2 ™ ©  ¹ onde D é a dose e C (uma constante) é a dose máxima 3º ª2 que pode ser administrada. T º ªT dp dp ¨ 3t 2 2t 3 ¸ ! C 2 ™ ™ © 2  3 ¹ somando  com . A.

o consumo de energia de uma espécie de periquito é dado pela expressão E(v) = 1 [0.Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. v 1 1 E' !  2 ™ [0.074 ™ v2  70v  90.074(v . 43 ! v 2   v ! 1657. v2 0.65  32 0.65 E' ! . v2 v 0.148™ (v  35)]  E' !  .074 ™ (v  70v  1225)  32] [0.074 ™ (v  35)²  32]  ™ [0.65 0!   0 ! 0. v2 v 0.074 ™ v 2  122. v2 0.65  32  0. C. 0.074 ™ v2  5.65 ! v 2   1657.35)2 + 32] onde v é a velocidade do v pássaro em km/h.18  E' ! .074(v  35)²  32] derivando a equação. fazendo a multiplicação temos.148 ™ v  5.65 ! 0.074 ™ v 2  122.074 ™ v 2  122.074 ™ v2  122.074™ 2™ (v  35)] v v 2 [0. Qual é a velocidade v para a qual a potência é mínima? Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I . J. tirando mmc obtemos.71 km/h 10) Em um artigo publicado em 1969. 43 0.111 1 ™ [0. 2p v 2 é o peso do pássaro. Pennycuick apresentou provas experimentais de que a potência P necessária para que um pássaro se mantenha voando é dada pela expressão V! ² 1 + pAv onde v é a velocidade do pássaro em relação ao ar. simplificando e reduzindo a fatores comuns.18™ v E' ! .65   122.074 v ! 40.074 ™v 2 v2 122. p é a densidade do ar e Solução: e A são constantes positivas associadas à forma e ao tamanho do pássaro. como E' ! 0.148™ v2  5.18 ™ v  90. Qual é a velocidade para a qual o consumo de energia é mínimo? Solução: Como já efetuamos a derivada da equação na questão anterior passamos a usar a mesma.65 E' ! v2 E! 09) De acordo com os resultados de Tucker e Schmidt-Koenig.

42T 2  68T  746 para 20 e T e 30 onde T é a temperatura em graus Celsius.294.967. ou seja. Solução: f(v) ! A ™ v 2  derivando a equação. vamos calcular a derivada Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I . Use essa informação para calcular a razão /A. nos insetos holometabólicos) é dada pela expressão P(T) ! 1.Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. 42T 2  68T  746 para 20 e T e 30. 2 2 2 2 dv (2 v) 2 dv 4 v 2 dV  w² ™ 2 ! dv  2( 4  2( 4 2 3 2 2 2 2 2 ² v 2 ) ™ ( A3v 2 ) dV   ! 0. v2 2 v 2 2 v f '(v) ! 2Av  2 2   f '(v) ! 2Av  4   f '(v) ! 2Av  3   f '(v) ! 0 (v ) v v 2 2 ! v4   ! (256) 4   4. Observa- se experimentalmente que o arraste é mínimo para v = 256km/h. a força de arraste é dada por uma expressão da forma F(v) = Av² + v² onde A e são constantes positivas. 296 12) A percentagem de bichos da maçã que sobrevivem ao estado de pupa (Estado intermediário entre a larva e a imago. a força de frenagem exercida pelo ar sobre a aeronave. Solução: Sendo a função P(T) ! 1. De acordo com um modelo.294. 2p v 2 dV  w² ™ 2 1 dV  w² ™ 2 1 !  A3v 2   !  A3v 2 azendo o mmc temos. Determine a temperatura em que o número de bichos da maçã sobreviventes é máxima e a temperatura em que o número de bichos da maçã sobrevivente será mínimo. derivando a equação obtemos.112 V! 1  pAv .296 0 ! 2Av  3   3 ! 2Av   3 ! Av   v v v A A R: A ! 4. logo 2 2 v dv 0!  w² ™ 2 2 2 v 2 ) ™ ( A3v 2 ) 2 2 v A3v 4 0 !  w² ™ 2 w² ™ 2 3 2 3 2 !2 A3v 4 w² w²  v! 4 2 2 3 AS 3 AS Av 4 ! w²   v 4 ! 11) Um parâmetro importante para o projeto de aeronaves é o chamado "fator de arraste".967.

92 746  68.84T  68 ! 0    2.84T  68 2.Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. 42(30) 2  68(30)  746 P(30) ! 1278  2040  746   16 Logo podemos concluir que o número de sobreviventes é máximo para 23. certo político terá o apoio de S(x) ! 1 (  x3  6 x 2  63 x  1080) para 0 e x e 12 eleitores. 13) Uma pesquisa de opinião revela que x meses após anunciar sua candidatura. quais são as chances de ser eleito? Solução: Sendo a função S(x) ! S'(x) ! 1 (  x 3  6 x 2  63 x  1080) para 0 e x e 12 calculemos a derivada 29 1 ( 3 x 2  12 x  63) e tirando  3 em evidência temos 29 3 2 S'(x) ! ( x  4 x  21) 29 3 S'(x) ! ( x  7)( x  3) ! 0 logo.94) ! 813. Se a eleição estiver marcada 29 para novembro. 084488  68 P(30) ! 1. qual o melhor mês para anunciar a candidatura? Se o político necessita de pelo menos 50% dos votos para vencer. A pesquisa mostra que a porcentagem de adultos sintonizados na estação x horas após as 17 h é 1 f ( x ) ! ( 2 x 3  27 x 2  108 x  240) .113 P'(T) ! 2.94) ! 1.94) 746 P(23.94) 2  68(23.84 Calculando agora P(T) para os pontos encontrados temos T! P(20) ! 1.84T !  68 68 ! 23. S(7) ! 1 1 1 ( (7) 3  6(7) 2  63(7) 1080)   S(7) ! ( 343 294 441 1080 )   (1472)   50. igualamos a derivada a zero para obter os números críticos de primeira ordem: P'(T) ! 2. Agora.94 e esse valor está no intervalo 20 e T e 30 2. 76 29 29 29 14) Uma estação de rádio faz o levantamento dos hábitos dos ouvintes entre 17 h e meia-noite. x ! 7 e x ! 3 29 Como x ! 3 não está no intervalo. 42(20) 2  68(20)  746 P(20) ! 568 1360  746 ! 46 P(23. o único ponto crítico é x ! 7 . Como a popularidade do candidato será máxima 7 meses após a candidatura ser anunciada. Em seguida. 42(23. calculando S(7) para vermos se ele será eleito e nessas condições o candidato provavelmente será eleito.94ºC e mínimo para 30ºC.84T  68 . ele deverá anunciar a candidatura em abril para ter o máximo possível de popularidade no dia da eleição. 8 Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I .835512 1627.

onde concluimos 4 Podemos notar que x ! 3 e x ! 6 são os pontos críticos de f '( x) sendo ambos os valores pertencem ao intervalo.5 15. entre 17 h e meia-noite. às 20 h. entre 17 h e meia-noite. A porcentagem de ouvintes nesse momento é de 30%. como nos mostra a tabela abaixo. temos 8 6 f '( x ) !  ( x 2  9 x  18) agora simpli icando 6 e 8 por 2. x Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I . ou seja. existem mais ouvintes sintonizados na estação? Qual é a percentagem de ouvintes nesse momento? b) Em que instante.125 a) 0 h após as 17 h.125%. e a função possui como intervalo x ! 0 às 17 h e x ! 7 à meia-noite. calculemos a derivada da função 1 f ( x ) ! ( 2 x 3  27 x 2  108 x  240) .Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. às 17 h. A percentagem de ouvintes nesse momento é de 13. 8 1 f '( x ) ! ( 6 x 2  54 x  108) e tirando  6 em evidência. segue-se 8 3 f '( x ) !  ( x 2  9 x  18) e encontrando os seus pontos críticos. b) 3 h após as 17h. sendo assim.125 16. O primeiro valor corresponde a um mínimo absoluto e o segundo valor corresponde ao máximo relativo. ou seja. concluimos 4 3 f '( x ) ! ( x  3)( x  6)   f '( x) ! 0.114 a) Em que instante. existem menos ouvintes sintonizados na estação? Qual é a percentagem de ouvintes nesse momento? Solução: O problema trata diretamente de máximo e mínimo respectivamente. 0 3 6 7 f ( x) 30 13.

todos tiverem um comprimento de 5m. conforme mostra a figura. Se os lados e a base. 6V. Um celeiro será usado como parte de um lado do campo. 2 3 06) Uma pagina para impressão deve conter 300 cm2 de área impressa. com uma cerca comum.115 Questões Propostas de Otimização em Geometria 01) Um funil cônico tem raio r e altura h.Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. se o volume do funil e V (constante). uma margem de 2 cm nas partes superiores e inferiores e uma margem de 1. Prove que a área do terreno cercado será máxima quando o terreno for um quadrado. com tampa. qual o comprimento mínimo que a cerca deve ter. Quais são as dimensões da pagina de menor área que preenche essas condições? R: 18 cm e 24 cm Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I . R: x = 125 m 05) Um canal de drengem deve ser feito de tal forma que a secção transversal é um trapézio com os lados igualmente inclínados. de forma que a área da secção transversal seja máxima?.5 cm nas laterais. 3 2 04) Um fazendeiro tem 500 metros de uma cerca para envolver um terreno retangular. R: 4 3A 03) Um fabricante precisa produzir caixas de papelão. tendo na base um retângulo com comprimento igual ao triplo da largura. Se cada curral deve ter uma certa área A. Calcule as dimensões que permitem a máxima economia de papelão para produzir caixas de volume V (dado)? 3 R: 3 6V 3 6V . calcular a razão r/h de modo que sua área lateral seja mínima? R: r 1 ! h 2 02) Um fazendeiro precisa construir dois currais lado a lado. como escolher o ângulo R: = (0 e e ) .

Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. coloca -se um circulo. tangenciando dois de seus lados opostos. R: r ! R 6 2R 3 eh ! . 3 3 10) Entre todos os triângulos retângulos de mesma hipotenusa. de raio R. em função de R ? R: A(R) ! R 2  16  8R b) Qual deve ser o raio do círculo. 09) Determine as dimensões do cilindro reto de volume máximo que pode ser inscrito numa esfera de raio R. para que a área pedida no item anterior seja a menor possivel? R: 4 . Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I . conforme figura ao ao lado. a) Escreva uma expressão que represente a soma das áreas do circulo e do retângulo. determinar o de área máxima. entre todos os triângulos isósceles de igual perimetro. Em um dos retângulos. que não contém o círculo. 08) Mostre que. conforme figura ao abaixo. o de área máxima é o triângulo equilatero.116 07) Um quadrado de 4 cm de lado é dividido em dois retãngulos.

são dados os lados não paralelos c e a base menor b. Determine o de área máxima conforme figura ao abaixo. 4 12) Calcular o retãngulo de área máxima. R: x ! R ou x ! R . de área máxima. 2 14) Em um trapézio isósceles.Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. inscrito em um dado triangulo ABC conforme figura ao abaixo. 4 13) Achar o trapézio isósceles. R: o retângulo de área S ! b™h .117 R: o triângulo é o retângulo isósceles de área S ! a2 . Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I . R: S ! 3R 2 3 . determinar o de área máxima. inscrito em um semicirculo dado. 4 11) Entre todos os triângulos isósceles. inscritos em um círculo de raio dado. e tendo o diâmetro como base maior conforme figura ao abaixo. conforme figura ao lado.

inscrito em uma esfera de raio R. 4 15) Dado um cilindro circular reto. conforme figura ao abaixo.Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. conforme figura ao abaixo. R: V ! 9 R2h . 4 16) Achar o cone de revolução de volume máximo.118 R: x !  b s b 2  8c2 . Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I . determinar o cone circunscrito de volume mínimo.

conforme figura ao abaixo. R: x ! R h ey= . 3 3 17) Determinar o cilindro de área lateral máxima.119 R: x ! 4R 2R 2 ey= . inscrito em um cone dado. 2 2 Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I .Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág.

R: P0 (1. R: P0 (1. l = lado da base do pirâmide. Determinar a distância da seção à base de modo que o prisma inscrito tenha volume máximo. 2R R: x ! . x = Distãnciada secção ao vértice.120 18) Entre todos os cilindros inscritos em uma esfera de raio R. 2) . 2) é o ponto da curva y ! x 3  3x . mais 20) Determine o ponto da curva y 2 ! 4x . mais proximo do ponto (2.1) ou ( 1. 21) Ache o ponto P0 situado sobre a hipérbole de equação x ™ y = 1 . 1) 22) Mostre que (2. quadrangular regular. R: V ! 4 R3 3 .1). conforme figura ao abaixo. 3 24) Inscrever em uma esfera de raio R ao ao lado. 23) Em uma pirâmide dada. conforme figura ao abaixo.1 2) hipérbole x 2  y2 ! 1 . que esta mais proximo do ponto (11. um prisma reto. determinar o de volume máximo. traça-se uma seção paralela à base e constrói-se. h = Altura da pirâmide. Com elementos abaixo: a = Lado da base do prisma. 9 19) Determine o ponto da proximo do ponto (0. um tronco de cone tendo a base sõbre um círculo máximo e cuja área lateral seja a maior posível. que está mais proximo doa origem do sistema cartesiano. conforme figura Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I .Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. R: P0 ( s 5. 1). V = Volume do prisma.1).

R 3 ª º $ 48. 3 3 25) Um cilíndro circular de raio R é encimado por um cone. conforme figura ao abaixo. conforme figura ao abaixo.Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. a) Mostre que a área total S da superfície é dada por: R: S ! b) Mostre que S é mínimizada quando 2 é: R: cos =   3 2V 2 ¨ ¸  R 2 ™ © cossec  cotg ¹ .121 R 2R 2 ou y ! .20 26) Dado um círculo de raio R. Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I . consideram-se todos os triângulos retângulos circunscritos ao mesmo. R: x ! R(1  2) ou y ! R(1  2) . As extremidades do cilíndro são abertas R: x ! e o volume total do sólido deve ser uma constante especifiva V. Determinar o que tem menor perímetro.

Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. O exame dessas células mostrou que a medida do ângulo do ápice é surpreendentemente consistente. R: x ! a ™ b 28) Inscrever em uma elipse. R: x ! a b e y! 2 2 29) Mostre que o retângulo de área máxima inscrito núma circunferência de raio r é um quadrado. Baseado na geometria da célula. um ponto M. Achar sobre o outro lado OB . Como deve ser cortado o barbante para que a soma das áreas das figuras seja maior possivel. tal que o segmento PQ seja visto sob o ângulo máximo. pode ser mostrado que a área superficial S é dado pela equação Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I . o retângulo de área máxima.122 Ö 27) Dado um ângulo AOB sobre um dos lados. R: x ! y ! r 2 30) Um pedaço de barbante de comprimento L é cortado em duas partes. aberto no extremo com um ângulo triédrico no outro extremo. OA . R: l 1 ! ( L 3 el2 ! 3 + 9) ( 9L 3 + 9) 31) Em uma colméia. uma delas sendo dobrado na forma de um triângulo equilatero e a outra na forma de uma circunferência. conforme figura ao abaixo. conforme figura ao abaixo. são fixados dois pontos P e Q. Acredita-se que as abelhas de forma a minimizar a área superficial para um dado volume. de semi-eixos a e b. cada célula é um prisma hexagonal regular. usando assim uma quantidade mínima de cera na construção.

123 ¨ 3 3¸ S ! 6sh  s 2cotg  © 3s 2 ¹ cossec . e h. conforme figura abaixo. a) Calcule dS . o comprimento dos lados do hexágono. d R:  3 ™ cotg dS 3 2 ! s ™ cossec d 2 . a © 2 2 ¹ ª º altura são constantes.Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. onde s.

R: 6s « h  s 2 ­ Obs: Medidas reais do ângulo diferem do valor calculado em mais do que 2°. .cossec 3) } 55r b) Que ângulo deveriam preferir as abelhas? R: cos 1 (1 c) Determine a área superficial mínima da célula (em ternos de s e h).

deve ter capacidade para v litros. onde R é o raio da esfera dada. Qual o valor de x para que a diferença entre a área do painel e a do quadado seja maior possivel? R: 40 cm 33) Um depósito aberto. 2R 2 R: A altura do cilindro e . 35) Inscrever numa esfera dada um cilindro de volume máximo. R: A altura do cilindro é R 2 . Em que dimensões deve ser feito o depósito para que em sua fabricação se gaste a menor quantidade possivel de lata? R: A altura deve ser duas vezes menor que o lado da base. com fundo quadrado. o raio da base R . 2 » ½ em colméias foram feitas. deseja-se reservar no canto seperior esquerdo um quadrado de lado x. Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I . e as medidas desses ângulos raramente 32) Em um painel retangular de comprimento (60 + x) cm e de largura 80 cm. onde R é o raio da esfera dada. 34) Qual dos cilindros de volume dado tem menor superfície total? R: Aquele cuja altura é igual ao diâmetro da base. de folha de lata. 3 3 36) Inscrever numa esfera dada um cilindro que tenha a maior superficie lateral possivel.

Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. 3 38) Qual dos cones circunscritos em torno de uma esfera tem o menor volume? R: Aquele cuja altura é duas vezes maior que o diâmetro da esfera. 39) Vários triângulos isósceles diferentes podem ser desenhados com o vértice na origem. 7 Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I . 4 R: A altura do cone é R .124 37) Inscrever numa esfera dada um cone de volume máximo. Determine a área do maior destes triângulos R: 64 unidades quadradas. onde R é o raio da esfera dada.x2. a base paralela ao eixo x e acima desse eixo e os vértices da base sobre a curva 14y = 48 .

03) Pretende-se estender um cabo de uma usina de força à margem de um rio com 900 metros de largura até uma fábrica situada do outro lado do rio. Para que nível de produção o custo médio M(q) = C(q)/q é mínimo? R: 5 unidades produzidas. 30 00 metros rio abaixo. (a) Qual será a taxa de variação da população com o tempo daqui a 15 meses? (b) Qual será a variação da população durante o 16° mês? a) ® 50 habitantes por mês R: ¯ b) ° 51 habitantes 06) O produto interno bruto (PIB) de um certo país é dado por N(t) = t² + 5t + 106 bilhões de dólares. Q(t) = -t3 + 9t 2 + 12t unidades t horas mais tarde.Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág.00 o metro e o custo de estender um cabo em terra é R$ 4. 04) Um empresário calcula que quando x unidades de um certo produto são fabricadas. onde t é o número de anos após 1990. a receita bruta associada ao produto é dada por R(x) = 0.125 Questões Propostas de Otimização em Economia 01) Um estudo de eficiência realizado em uma fábrica durante o turno da manhã mostra que um operário que começa a trabalhar às 8h terá produzido. (a) Qual foi a taxa de variação do PIB em 1998? (b) Qual foi a taxa de variação percentual do PIB em 1998? a) ® 21 bilhões de dólares por ano R: ¯ b) ° 10% ao ano 07) Numa industria. o custo total é C(q) = 3q² + 5q + 75 reais. Qual é o percurso mais económico para o cabo? R: R$ 14. Em que hora da manhã os operários são mais produtivos? R: às 11h.5x² + 3x ± 2 milhares de reais.700 a 1200 m da usina da força. em média. 05) Estima-se que daqui a x meses a população de um certo município será: P(x) = x² + 20x + 8000. Qual é a taxa de variação da receita com o nível de produção x quando 3 unidades estão sendo fabricadas? Para esse nível de produção. custo de montagem é diretamente proporcional ao número de máquinas ultilizadas e o custo de operação é inversamente proporcional ao número de máquinas ultilizadas.00 o metro. 02) Um fabricante estima que quando q unidades de uma certa mercadoria produzidas. Quando é que o custo total é mínimo? Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I . O custo de estender um cabo no rio é R$ 5. a receita aumenta ou diminui com o aumento da produção? R: a receita aumenta com o aumento da produção.

determinar o número ótimo de unidades mensais que maximiza o lucro? R: 1000 unidades 11) A receita obtida com a produção de x unidades de certa mercadoria é dada por R(x) = milhões de reais.5 (milhões de reais). º k1 . Se o custo de produção é dado por C(x) = 2x 3 + 6x 2 + 18x + 60 e o valor obtído na venda é dado por V(x) ! 60x  12x 2 . (a) Calcule a taxa de produção dos operários às 11 h. Receita máxima 3. quando o custo de montagem for R: Custo total mínimo se o número de máquinas for k2 igual ao custo de operação. onde x é o número de homens-horas de trabalho especializado e y número de homens-horas de trabalho não-especializado. 08) Um estudo de eficiência realizado no turno da manhã de uma certa fábrica revela qu um e operário que chega ao trabalho às 8 h terá produzido Q(t) = -t3 + 6t 2 + 24t unidades t horas mais tarde. (d) Calcule a variação real da taxa de produção dos operários entre 11h e 11h10min. de modo que a produção não seja alterada.14 homens-horas a mão-de-obra não-especializada. 10) Uma fábrica produz x milhares de unidades mensais de um determinado artigo. R: (a) 33 unidades por hora (b) -6 unidades por hora ao quadrado (c) -1 unidade por hora (d) -1.08 unidade por hora (Sugestão: O ¨k operação © 2 ª x 09) A produção de certa fábrica é Q = 2x3 + x²y + y3 unidades. 63x  x² x²  63 Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I . No momento. com o custo de ¸ ¹. (b) Qual é a taxa de variação da taxa de produção dos operários às 11 h? (c) Use os métodos do cálculo para estimar a variação da taxa de produção dos operários entre 11h e 11h10min.Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. a mão-de-obra disponível é constituída por 30 homens-horas de trabalho especializado e 20 homenshoras de trabalho não-especializado. x). R: diminuir 3.126 custo total c(x) é dado pela soma do custo de montagem (k1. Qual é a produção que proporciona a máxima receita? Qual é esta receita? R: Produção máxima 7 unidades. ou seja. Use os métodos do cálculo para estimar a variação de mão-deobra não-especializada y necessária para compensar um aumento de 1 homem-hora da mão-de-obra especializada x.

00 E(30) ! 180. onde L é a mão-de-obra utilizada. a receita bruta associada ao produto é dada por R(x) = 0. Qual é a taxa de variação do custo com o tempo após 4 horas de trabalho? R: R$ 10.000. E(p) ! p(  200p  12. cada um pesando 300 kg. R: 5 homens-horas. No momento. Até agora ele g astou R$ 380. a fábrica utiliza 1000 homens-horas.Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág.00por dia para manter um boi. Os bois aumentam de peso a uma razão de 1. a receita aumenta ou diminui com o aumento da produção? R: R$ 6.127 12) O custo total em reais para fabricar q unidades de um certo produto é C(q) = 3q² + 5q + 10. estime a variação do custo total se 40. medida em homens-horas. 17) A demanda de um certo produto é D(p) = -200p + 12.000 unidades por mês quando o preço é p reais a unidade.00 para criar os dois bois e continuará gastando R$ 2.R: ( C = R$ 122. Se o nível atual de produção é 40 unidades. (a) Expresse o gasto total dos consumidores com o produto em função de p e desenhe o gráfico associado. mas o preço cai 5 centavos por dia. (b) Qual será a taxa de variação da circulação com o tempo daqui a 5 anos? Nessa ocasião a circulação está aumentando ou diminuindo? Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I .13 16) Um empresário calcula que quando x unidades de um certo produto são fabricadas. Use os métodos do cálculo para estimar o número de homens-horas adicionais necessários para aumentar de 15 unidades a produção diária. a circulação de um jornal será C(t) = 100t² + 400t + 5000.2t 2 + 0.5 kg por dia.5x² + 3x ± 2 milhares de reais. hoje.000.50 13) Um fazendeiro tem 200 bois.5 unidades forem produzidas .000.00 18) Estima-se que daqui a t anos.000) ® R: ¯ b) ° p ! 30. Seu preço de venda. (a) Encontre uma expressão para a taxa de variação da circulação com o tempo daqui a t anos.03t unidades. Quantos dias deverão o fazendeiro aguardar para maximizar seu lucro? R: 67 dias 1 14) A produção diária de uma certa fábrica é Q(L) = 900 L3 unidades. (b) Use os métodos do cálculo para determinar o preço para o qual o gasto total dos consumidores é máximo.00 o quilo.00 a receita aumenta com o aumento da produção. 15) O custo para produzir X unidades de um certo produto é C(x) = x²/3 + 4x + 53 reais e o número de unidades produzidas em t horas de trabalho é x(t) = 0. Qual é a taxa de variação da receita com o nível de produção x quando 3 unidades estão sendo fabricadas? Para esse nível de produção. é de R$ 18.

24 receptores de rádio/h c) 26 receptores de rádio 20) Os registros mostram que x anos depois de 1994.663.95 /ano 21) Um estudo de eficiência realizado no turno da manhã de certa fábrica revela que um operário que chega ao trabalho às oito horas produz. A firma possui 10 máquinas. Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I .Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. terão montado em média f(x) = -x + 6x² + 15x receptores de rádio x horas mais tarde. c) A produção aument de aproximadamente 1. que chegam para trabalhar às 8 h. (b) Quantos receptores por hora os operários estarão montando às 9 h? (c) Quantos receptores os operários estarão montando entre 9 h e 10 h? a) R: _ '(x) = -3x 2  12x + 15 b) '(1) = 24 . 23) Uma fábrica de produtos de plástico recebeu uma encomenda para fabricar 8. o imposto predial médio que incidia sobre um apartamento de três quartos em um certo município era T(x) = 20x² + 40x + 600 reais. em média. Q(t) = -t3 + 9t 2 + 12t unidades nas t horas seguintes: (a) Calcule a produtividade dos operários às nove horas. em unidades por hora.2 unidades/h R: ¯ 2 b) e ° 12 unidades/h . a) a ® 27 unidades/h. aumentando c) 1. R: O custo está aumentando a razão de R$ 1.128 (c) Qual será a variação da circulação durante o sexto ano? R: _a) C'(t) = 200t + 400 b) C'(5) = 1400.000 pranchas de isopor. (a) Escreva uma expressão para a o número de receptores por hora que os operários estarão montando x horas depois de começarem a trabalhar. (d) Calcule a variação real da produtividade dos operários entre 9h e 9h 6min. (a) Qual era a taxa de aumento do imposto predial no início do ano 2000? (b) Qual era a taxa de aumento percentual do imposto predial no início do ano 2000? R: _a) T '(6) = R$ 280/ano b) 17.20 por hora .17 unidades/h. aproximadamente q(t) = t 2 + 50t unidades são produzidas durante as primeiras t horas de uma jornada de trabalho e o custo total para produzir q unidades é C(q) = 0. 22) Em certa fábrica. cada uma das quais é capaz de produzir 30 pranchas por hora.500 exemplares 19) Um estudo realizado em certa fábrica mostra que os operários do turno da manhã. (b) Qual a taxa de variação da produtividade dos operários às nove horas? (c) Use os métodos do cálculo para estimar a variação da produtividade dos operários entre 9h e 9h 6 min. Determine a taxa com que o custo de produção está aumentando duas horas após iniciada a jornada de trabalho. d) A produção aumenta d 1.1q 2 + 10q + 400 reais.

00 por hora: (a) Quantas máquinas devem ser usadas para minimizar o custo de produção? (b) Quanto ganhará o supervisor pelo trabalho se o número ideal de máquinas for usado? (c) Qual será o custo para programar as máquinas? R: _a) 10 b) R$ 400.00 24) Uma loja pretende vender 800 vidros de perfume este ano. O perfume é consumido com a mesma rapidez durante o ano inteiro e as encomendas são recebidas no instante em que os vidros da encomenda anterior se esgotam. (a) Quantos vidros a loja deve encomendar de cada vez para que o custo seja mínimo? (b) Com que frequência a loja deve fazer as encomendas do perfume? R: _a) 200 garrafas b) a cada três meses 25) Quando o preço unitário de um certo produto é p reais.2714 unidades/mês. a média aumenta para 33. a média de público é 27.3% ao ano.Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. Estudos anteriores mostram que aproximadamente q(t) = t² + 100t unidades são fabricadas durante as primeiras t horas de uma jornada de trabalho. 28) Em certa fábrica.00.00. Quando o preço é reduzido para R$ 8. Qual é a taxa de variação da demanda com o tempo se o preço unitário é R$ 5.222.000 espectadores. 27) receita anual bruta de certa empresa é f(t) = fundação da empresa.000. Quando o preço do ingresso é R$ 10. 10t 2  t  236 milhares de reais t anos após a Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I .129 O custo de programar as máquinas para fabricar as pranchas é de R$ 20.00 por máquina.50.00 c) R$ 200.80 por hora.2q² + q + 900 reais.00.000 espectadores. Cada vidro de perfume custa R$ 20.00 e o custo para manter o perfume em estoque é 40 centavos por vidro por ano. R: R$ 4. Calcule a taxa de variação do custo total de fabricação com o tempo 1 hora após o início de uma jornada de trabalho. Suponha que a função demanda seja linear. a demanda é de x centenas de unidades. qual é o preço que maximiza a receita? R: R$ 9. (a) Qual a taxa de aumento da receita anual bruta da empresa em janeiro de 2003? (b) Qual a taxa de aumento percentual da receita anual bruta da empresa em janeiro de 2003? R: a) R$ 2. As máquinas são automáticas e necessitam apenas de um supervisor que ganha R$ 15.00 por ano e b) 10.280. o custo da encomenda é R$ 10. em janeiro de 1998. o custo total para fabricar q unidades durante uma jornada diária de trabalho é C(q) = 0.00 e está diminuindo à razão de 30 centavos por mês? R: 0. 26) Um time de futebol joga em um estádio com capacidade para 55. onde x2 + 3px + p2 = 79.

06561t3  0. 001438t4  0. Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I . R: a) 195.75. Calcule a taxa de variação da demanda mensal de liquidificadores com o tempo daqui a 25 meses. são vendidos D(p) = 8000/p liquidificadores po r mês.6 libra por semana 31) Quando um certo produto é vendido por p reais a unidade. o preço do produto será p(t) 3 = 0. 33) Um modelo para o índice de preço de alimento (o preço de uma cesta básica) entre 1984 3 1994 é dado pela função I(t) ! 0. o número de aparelhos vendidos aumenta em 100 por semana.33 . R: Mais barato. 6270t  99.1t + 6 dólares por libra. t = 10. os consumidores compram D(p) = 40. o preço do café brasileiro será p(t) = 0. (d) Calcule a variação real da taxa de aumento dos preços durante a primeira quinzena do sexto mês. Qual será a taxa de variação percentual da demanda mensal do produto com o tempo daqui a 4 meses? R: A demanda estará diminuindo de 12 % ao mês. a R$ 450. 32) Calcula-se que daqui a t meses o preço médio unitário dos bens de consumo em um certo setor da economia será P(t) = -t + 7t 2 + 200t + 300 reais. b) ±R$ 16. oferecido ao comprador.1309 . Calcula -se que daqui a t meses.00 cada. Calcula-se também que daqui a t semanas. 00009045t5  0. e I(t) é medido em dólares em 1987 e reduzido em uma escala tal que I(3) ! 100 . (a) Qual será a taxa de variação com o tempo do preço unitário daqui a 5 meses? (b) Qual será a taxa de variação da taxa de variação com o tempo do preço unitário daqui a 5 meses? (c) Use os métodos do cálculo para estimar a variação da taxa de aumento dos preços durante a primeira quinzena do sexto mês.00 por mês.Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág.8 reais por unidade. 30) Um importador de café do Brasil estima que os consumidores locais comprarão D(p) = 4374/p² libras de café por semana quando o preço for p dólares por libra.04 t 2 + 15 reais. 4598t2  0. onde t é medido em anos desde a metade do ano de 1984. 34) Um fabricante vende 1000 aparelhos de televisão por semana. Estime os períodos nos quais a comida foi mais barata e mais cara durante o período de 1984 ± 1994. A demanda estará aumentando ou diminuindo nessa ocasião? R: A demanda estará de seis liquidificadores por mês.4 t 2 + 6. Calcula-se que daqui a t meses o preço dos liquidificadores 3 será p(t) = 0.02t² + 0.130 29) Quando um determinado modelo de liquidificador é vendido a p reais a unidade. c) ±R$ 8.00. asssim 0 e t e 10 . Qual será a taxa de variação da demanda semanal de café com o tempo daqui a 10 semanas? A demanda está aumentando ou diminuindo nessa ocasião? R: .00 e -8. mais caro t } 5. Uma pesquisa de mercado indica que para cada abatimento de R$ 10.000/p unidades do produto por mês.

a média da freguencia aumenta em 1000 espectadores.00. Uma pesguisa de mercado indica que. R: q ! 2p  66 b) Que preço o restaurante deve cobrar para maximizar a receita com o prato de lasanha? R: R$ 16.00. a freguencia média subiu para 33 mil espectadores. Quando o preço das entradas foi reduzido para R$ 8. para armazenar um pacote por ano.00. Um gerente de um supermercado estima que um total de 800 pacotes de sopa serão vendidos a uma taxa constante durante o próximo ano e o custo de estoque será de R$ 4.131 a) Encontre a função demanda. Quando o preço do prato é aumentado para R$ 12. 37) Uma quadra de esportes tem capacidade para 15 mil espectadores sentados. a freguência média em um jogo é de 11 mil espectadores. como deve ser estabelecido o montante do abatimento a fim de maximar o lucro? R: R$ 100.00.000  150x . Como deve ser estabelecido o preço do bilhete para maximar o rendimento da venda de entradas? R: R$ 11. R: p(x) ! 550  x . então ele terá uma medida de 1/2x pacotes em estoque no ano e assim os custos de armazenagem para o ano são 4(1/2x) = 2x dolares.00.50 Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I . a freguencia média era de 27 mil espectadores. Se o gerente fizer vários pedidos por ano. 38) Um restaurante cobra R$ 9. 36) Um time de beisebol joga em um estádio com uma capacidade para 55 mil espectadores. 10 b) Qual deve ser o abatimento oferecido a fim de maximar o rendimento? R: R$ 175.00 a entrada. a) Suponha que a demanda q seja uma função linear do preço p. para cada real com redução no preço do bilhete. pedem o prato por dia. Com o preço do bilhete a R$ 12. Cobrando R$ 10.50. Ele também estima que o custo de manuseio para cada entrega é de R$ 100. o número de fregueses que pedem o prato diminui para 42. cada um consistindo de x pacotes. 35) Gerentes de lojas querem uma política de estoque ótima.00 por uma lasanha e 48 pessoas. Excesso de estoque resulta em armazenagem excessiva e custos de estoque.Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág.00.50. em média. Qual é a quantidade ótima a ser feita em cada pedido de tal forma a minimizar o custo total? R: 200. a) Encontre a função de demanda supondo que ela é linear. enquanto que um estoque pegueno significa adicionar custo à reorganização e entrega.00. escreva uma expressão para q em função de p. R: p(x) ! 19  x 3000 b) Qual deve ser o preço da entrada para maximizar o rendimento? R: R$ 9. c) Se a função custo semanal for de C(x) ! 68.

00. 3 03) Calcula-se que daqui a x meses a população de certa cidade será P(x) = 2x  4x 2  5000 . representada por s(t). O primeiro viaja para leste com uma velocidade constante de 60 quilômetros por hora. como indica na figura abaixo. enquanto o segundo viaja para o norte com uma velocidade constante de 80 quilômetros por hora. Encontre uma expressão para a taxa de variação com o tempo da distância entre os automóveis.c é forçada a mover-se em uma quia. y Todos os instantes no intervalo dado em que a partícula está estacionária. no instante t que está se movimentando em linha reta. Questões Propostas de Otimização em Ciências Naturais 01) Cada extremidade de uma haste PQ de comprimento 8 u. Que preço o restaurante deve cobrar para maximizar o lucro? R: R$ 18. (a) Qual será a taxa de variação da população com o tempo daqui a 9 meses? (b) Qual será a taxa de variação percentual da população com o tempo daqui a 9 meses? ® P'(x) = 2 + 6x1 2 ± R: ¯a) P'(9) = 20 habitantes por mês ± 0. R: D'(t) = 100 hm/h .Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. Determine: y A velocidade e a aceleração da partícula. a velocidade de P em qualquer instante t é: R: 6 ™ sen 6t 4  sen 2 3t 02) Dois automóveis deixam um cruzamento ao mesmo tempo.39 b) ° 04) A posição de determinada partícula.50.132 c) Suponha que o custo do prato de lasanha para o restaurante seja R$ 4. Se ao ponto Q se imprime um movimento dado por x(t) ! 4 ™ sen 3t . Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I .

36t + 40 para 0 e t e 3. a polarização P de um gás satisfaz à equação P = ¨ 2 ¸ 4 N© ¹ onde N. 3 ª 3kT º e k são constantes positivas e T é a temperatura do gás. 07) De acordo com a fórmula de Debye de físico-química. R: ¯a) a(t) = 2 ± t=1 b) ° ® = 3t 2 .2 ± (1) s(t) = t² ± 2t + 6 para 0 e t e 2.5 b) ° 05) Deixa-se cair uma pedra de uma altura de 43 metros. 18. Determine a taxa de variação de P com a temperatura. (b) Qual será a taxa de aumento da população daqui a 1 ano? (c) Qual será o aumento da população durante o segundo ano? (d) Qual será a taxa de aumento da população daqui a 9 anos? (e) Que acontecerá com a taxa de aumento da população ao longo prazo? Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I .18t + 15 v(t) ± (2) s(t) = t . R: t = 0.36 v(t) ± (3) s(t) = 2 t 4 + 3t² . t ! 3/s ± b) ° H(3) ! 29 m/s 06) A população de uma colônia de bactérias é dada por P(t) = 24t + 10 mil t horas após a t² + 1 introdução de uma toxina.18 ± t = 1 ou t = 5 b) ° ® = 8t 3 + 6t . a população de certo município será P(t) = 20 ± 6/(t + 1) mil pessoas.67 h (40 min).000 bactérias .9t 2  43   H'(t) ! 9.Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. Use os métodos do cálculo para determinar o instante em que a população é máxima e determine qual é a população nesse instante. R: ¯a) a(t) = 24t 2 + 6 ± t = 1.9t² + 15t + 25 para 0 e t e 6. R: ¯a) a(t) = 6t .8t H(t) ± R: ¯a) H(t) ! 0. R: dP 4 2N ! dT 9KT 2 08) Calcula-se que daqui a t anos.133 v(t) ® = 2t . (a) Quanto tempo a pedra leva para atingir o solo? (b) Qual é a velocidade no momento do impacto? ® ! 4. (a) Escreva uma expressão para a taxa com que a população estará variando daqui a t anos.

Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. ªvº 2 onde m é a inclinação da mangueira e v é a velocidade com a água deixa a mangueira. traquéia durante um acesso de tosse para indicar o fluxo F em função do raio r.mx.500 moradores por ano R: ¯ c) d) 60 por ano e) A taxa de aumento tenderá a zero ° 1. Suponha que v é constante. Use a expressão para a velocidade do ar na dada pela equação v(r) ! ar 2 (r0  r) . A = r2. r+R qual o valor de R para o qual a potência dissipada é máxima? R: A potência dissipada é máxima qundo R = r.. (a) Se m for também constante. (c) Suponha que um bombeiro se encontre a uma distância x = x 0 metros da base de um edifício.8 metros da boca da mangueira. (b) Determine o raio r para o qual o fluxo é máximo. qual é o ponto mais alto do edifício que o bombeiro consegue atingir com a água lançada pela mangueira? R: Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I .000 moradores 09) Quando um resistor de R ohms é ligado aos terminais de uma bateria com uma força eletromotriz de E volts e uma resistência interna de r ohms.134 ® P'(t) = 6 (t + 1) 2 mil moradores por ano a) b) 1. determine a distância x para a qual a água atinge a altura máxima. R: a) F(r) ! a r 4 (r0  r) b) r ! 4 r0 5 11) Se desprezarmos a resistência do ar. (a) Suponha que a seção reta da traquéia seja circular. onde S é a velocidade do ar e A é a área da seção reta da traquéia. Se m for variável. uma corrente de I ampères atravessa o circuito e dissipa uma potência de P watts. (b) Se m for variável. com I = E e P = I² ™ R. o jato de água emitido por uma mangueira chega a uma ¨x¸ altura y = -16(1 + m²) © ¹ . determine a inclinação para a qual um bombeiro conseguirá atingir o fogo da maior distância possível. acima de um ponto situado a 4. 10) Os biólogos definem o fluxo F de ar na traquéia através de expressão F = SA. Supondo que r seja constante.

b) m ! e c) m ! ¯ 32 ™ (1+ m 2 ) 32 ™ x 32 ™ x 0 ° 12) Demonstra-se em físico-química que a pressão P de um gás está relacionada ao volume V e a a ¸ ¨ temperatura T pela equação de van der Waals © P  ¹ (V  b) ! nRT onde a. 0 e t e 8. o número de pessoas infectadas é dado por N(t) = 5. A temperatura crítica T c do gás é a maior temperatura na qual as fases gasosa e líquida podem existir como fases separadas. (a) Qual a taxa de disseminação da epidemia após 3 semanas? (b) Suponha que as autoridades declarem que uma doença atingiu proporções epidêmicas quando a taxa de disseminação percentual é maior ou igual a 25%.Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. já existente. Mostre que V c = 3b. Durante que período de tempo esse critério é satisfeito no caso em questão? a) ® N'(3) = 108 pessoas por ano ± R: ¯ b) A doença não atinge proporção epidêmica no período de 8 semanas para o qual a equação ±é valida. (b) O volume crítico V c é o volume para o qual P'(V c ) = 0 e P"(V c ) = 0. A figura abaixo esquematiza a posição das indústrias.175  t3 (t  8) . Escreva a função P(V). (a) Para T = T c . a pressão P é uma função apenas do volume. b. bem como a posição de um encantamento retilinéo l . b. nRTc a 8a ®  2 b) demonstração c) Tc = R: ¯a) P(V) ! Vb V 27nRb ° 13) Uma doença está se espalhando de tal forma que após t semanas. n e R são V² º ª constantes. n e R. P(V). (c) Determine a pressão crítica P c = P(V c ) e T c em termos de a.135 ® v2 ™ m v2 v2 a) x ! . Em que ponto do encanamento deve ser instalado um reservátorio de modo que a metragem de cano a ser ultilizada seja mínima? Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I . ° 14) Duas indústrias A e B necessitam de água potável.

Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág.4 v 10 5 T + 1 litros quando a temperatura for de T°C. 2v 2 ™ sen ™ cos g .4 partes por milhão. V(3. Determine a taxa de variação da concentração de monóxido de carbono com o tempo daqui a 2 anos. situado no solo. 15) Uma agência de turismo está organizando um serviço de barcas.6.05t² + 0.8 v 10-8T3 v 8. Qual será a variação da concentração de monóxido de carbono nos próximos 6 meses? R: 0. de uma ilha situada a 40 km de uma costa quase reta.56 km da cidade 16) Sabe-se que uma quantidade de água que ocupa um volume de 1 litro a 0°C ocupará V(T) = -6. para 0 e T e 30. Use uma calculadora gráfica para plotar V(T) para 0 e T e 10. para uma cidade que dista 100 km.6/(t . onde deverá estar situada a estação das barcas a fim de tornar a viagem a mais rápida possível? R: 84. Em que temperatura isso acontece? Qual é o volume mínimo? R: V(t) é mínimo para T = 3.5 v 10 6 T² .999876. onde p é a população em milhares de habitantes. 17) Um canhão. Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I .95. como mostra a figura abaixo. Um estudo ambiental revela que a concentração média de monóxido de carbono no ar é c(p) = 0. 19) Estima-se que daqui a t anos a população de um certo município será p(t) = 20 .1t + 3. é posto sob um ângulo de inclinação canhão.95) = 0.5 p²  p  58 pares por milhão. Seja l o alcance do .136 R: 8 km do encontro da canalização l com a perpendicular que passa por A.1) habitantes. Se a barca tem uma velocidade de 18 km/h e os carros tem uma velocidade média de 50 km/h. A densidade da água é máxima quando V(T) é mínimo. Para que ângulo o alcance é 4 18) Um estudo ambiental realizado em certo município revela que daqui a t anos a concentração de monóxido de carbono no ar será Q(t) = 0.05 partes por milhão. onde v e g são constantes. dado por l ! máximo? R: .

31 partes por milhão por ano. 21) Em um artigo clássico. Heinz mostrou que a concentração y(t) de um remédio administrado por injeção intramuscular é dada por y(t) = c e  at  e  bt ba .Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. O que se pode dizer a respeito de F(k) para valores muito grandes de k? R: a) E(v) é mínima no ponto v ! vw v ™k e b) F(k) = w . 20) Quando um peixe nada rio acima com velocidade v contra uma correnteza constante v w . Seja F(k) este número crítico. a energia gasta pelo animal para percorrer uma certa distância é dada por uma função do tipo E(v) = Cv k onde C é uma constante positiva e k v  vw 2 é um número que depende da espécie considerada. E.137 R: 0. Plote a função F(k). k k 1 k 1 2. (a) Mostre que E(v) possui um e apenas um ponto crítico. Esse ponto corresponde a um máximo ou a um mínimo? (b) O número crítico do item (a) depende de k.

e T 2 . b e.R: ln © 1 ª k2 ¸ E0 ¹= º R ¨ 1 1¸ ™©  ¹ ª T2 T1 º (l n x  2) x 23) A capacidade aeróbica de um indivíduo de x anos de idade é dada por A(x) = 110 para x u 10. ou seja. B e H são constantes positivas: A é a taxa de crescimento natural. dt ª Bº Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I . t u 0. Os parâmetros A e E 0 dependem da reação considerada.a concentração tende a zero ao longo prazo. ab ªbº 22) O efeito da temperatura sobre a velocidade de uma reação química é expresso pela equação de Arrhenius K ! A ™ e  E 0 R ™T onde k é a velocidade da reação. R: a) t ! a: (a) Em que instante a concentração é máxima? O que acontece com a concentração "ao longo 1 ¨a¸ l n © ¹ . com b prazo"? (b) Faça um gráfico de y(t). mas não da temperatura. Sejam k1 e k 2 as velocidades da reação nas temperaturas T1 e T2 . c são constantes positivas. onde t é o número de horas após a injeção e a. Em que idade a capacidade aeróbica é máxima? R: 20. para grandes valores de t. R. Escreva uma ¨k expressão para In (k 1 /k 2 ) em função de E 0 .09 anos 24) A população P(t) de muitas espécies de animais e plantas aumenta (ou diminui) a uma taxa dada por dP ¨ P¸ ! A ©1  ¹ P  H onde A. T 1 . T é a temperatura absoluta e R é a constante dos gases perfeitos.

dP/dt < 0 e portanto a população necessariamente diminui. ® AB  Ax m (1  m) a) ± p'(x) ! (B  x m ) 2 ± R: ¯ mAx m-1 «  B  Bm  (1  m)x m » ± ­ ½   p''(x) ! 0.Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. (a) Mostre que a taxa de aumento da população é máxima para P(t) = 0. (b) Calcule p"(x) e determine todos os valores de x para os quais p´(x) = 0 (a resposta deve ser dada em função de m). independentemente dos valores das outras constantes. (b) Mostre que se H AB/4. Suponha que a população inicial P 0 = P(0) seja um número positivo. Isto significa que a população tende a desaparecer? ® d2P B ± R: ¯a) 2 ! 0 para P ! 2 ± dt ° b) dP dt 2 2 A« ¨ B¸ » ¬ © P  ¹ ¼ B¬ ª 2º ¼ ­ ½ 0 25) Um certo modelo sugere que a produção de um tipo de glóbulos brancos (granulócitos) pode ser descrita por uma função da forma p(x) ! Ax onde A e B são constantes positivas. (a) Calcule a taxa de produção de granulócitos. p'(x).5B. para x ! b) ± p''(x) ! (B  x m ) 3 ° m B .138 B é a capacidade de sustento e H é a taxa de coleta. o expoente m é B  xm positivo e x é o número de células presentes.

Para que valor de t a concentração é máxima? t²  0.x onde (b) Traçe P(x).15t .53T 2 + 25T .81 R: A concentração máxima ocorre quando t = 0.m  1 m 1 26) A porcentagem de ovos de bicho da maçã que chocam a uma dada temperatura (em graus Celsius) é dada por H(T) = -0. < e: (a) Determine o valor máximo de P(x) para um dado valor de Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I .209 para 15 e T e 30.58 ºC. 28) Um atuário calcula a probabilidade de que um indivíduo de certa população morr e com x anos de idade usando a expressão P(x) = ²xe. Faça um gráfico da função H(T).81%. 27) A concentração de um remédio t horas após ter sido injetado no braço de um paciente é dada por C(t) ! 0. é um parâmetro tal que 0 < . temperatura na qual atinge o valor de 85. Para que temperatura T (15 e T e 30) a porcentagem de ovos chocados é máxima? Qual é esta porcentagem máxima? R: A porcentagem é máxima a 23.9 h. Traçe a função concentração.

R: a) t = 0. R: A 2 31) Um objeto com peso W é arrastado ao longo de um plano horizontal por uma força agindo ao longo de uma corda atada ao objeto. b) 109. Se a corda faz um ângulo força é representada pela equação F ! coeficiente e atrito e 0 e e ™W ™ sen  cos com o plano.139 ¨1¸ R: P © ¹ ! ª º e 29) Um pesquisador estima que t horas após uma toxina ser introduzida.003t 0. o volume V (em centímetros cúbicos) de 1 kg de água a uma temperatura T 3 é aproximadamente dado pela formula V(T) ! 999. onde 2 . onde A é o número de pessoas suscetíveis.9665 °C. a população (em milhares de espécimes) de uma colônia de bactérias será P(t) ! 600 . 0000679T .Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. Acredita-se que os peixes migratórios tentam minimizar a energia total Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I . a energia gasta por unidade de tempo é proporcional a v3. R: 3. 32) Entre 0 °C e 30 °C. Mostre que a taxa de disseminação da doença é máxima quando metade das pessoas suscetíveis está infectada.01t (a) Qual é a população no instante em que a toxina é introduzida (t = 0)? O que acontece com a população (³ao longo prazo")? (b) Em que instante a população é máxima? Qual é a população máxima da colônia? (c) Faça um gráfico de P(t). 0095043T2  0. então a grandeza da é uma constante chamada . 30) Uma doença contagiosa se dissemina em uma comunidade de tal forma que t semanas após o primeiro surto. Mostre que F é minimizada quando tg ! . 4e  e 0. Encontre a temperatura na qual a água tem sua densidade máxima. 06426T  0.87  0. o número de pessoas infectadas é dado por uma função da forma f(t) = A/(1 + Ce-kt). 33) Para um peixe nadando a uma velocidade v em relação à água.43 e c) o gráfico.

Suponha que a limpeza tenha sido malfeita e depois de uma redução inicial o número de bactérias volte a aumentar. onde x é a distância entre P e  2 x (s  x)2 s ™ a1 3 a1 3  b1 3 A medida em metros. Quantas horas antes da operação o remédio deve ser adminstrado?R: Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I .Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. então o tempo requerido para nadar a uma distância L é L / (v  u) e a energia total E requerida para ¨ L ¸ nadar a uma distância é dada por E(v) ! av3 ™ © ¹ . a equipe concluiu que a concentração de substância na corrente sanguínea t horas após a injeção é dado pela equação C(t) ! 3t . 37) Uma equipe de médicos está estudando a capacidade do corpo humano de metabolizar um novo medicamento usado para preparar os pacientes para cirurgias cardia cas. Qual é o comprimento da onda que C L dá a velocidade mínima?R: L = C. onde a é uma constante de proporcionalidade. determine o número mínimo e máximo de bactérias presentes no depósito durante as primeiras 8 horas. os astronautas limpam os utensílios de cozinha com desinfetante antes de guardá-los. 35) Duas fontes de calor estão posicionadas s metros distantes uma da outra uma fonte de intensidade a em A e uma fonte de intensidade b em B. Se o número de bactérias (em milhões) no depósito de utensílios de cozinha após t « » horas é dado por B(t) ! ­(t  4) 2 ™ (t  14) ½  96t  260 . Se o peixe estiver nadando contra uma corrente u(u v) . Injetando doses conhecidas nos voluntários e colhendo amostras de sangue a cada 30 minutos para análise. O remédio será mais eficaz se atingir a concentração máxima no momento de comecar t 4 2 a cirrurgia. ª vu º a) Determine o valor de v que minimiza E. Por esta razão. onde K e C são constantes positivas conhecidas. R: Número mínimo: 4 milhões e Número máximo: 164 milhôes. as condições de temperatura são ideais para a proliferação de bactérias. Em que ponto entre A e B a temperatura será menor? R: x ! 36) Nos ônibus espaciais. A intensidade do calor num ponto P sobre um segmento de reta entre A eB é dada pela fórmula I ! a b . 34) A velocidade de uma onda de comprimento L em água profunda é dada pela formula v!k L C  . R: b) Esboce o gráfico de E.140 requerida para nadar uma distância fixa.

141 38) Se um projétil é atirado de O de modo a ating ir um plano inclinado que faz um ãngulo horizontal.Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. t2 1 a) Em que semana a concentração de oxigênio é mínima? Qual é esta concentração? R: b) Em que semana a concentração de oxigênio é máxima? Qual é esta concentração? R: Questões Propostas de Aplicação da Regra de L¶ Hospital 01) Usando a regra de L¶hospital calcule os limites abaixo: 1) lim ln x x p1 x  1 R: 1 R: g R: 1 3 16) lim e x ™ ln x xpg R: 0 R: 1 R:  R: 1 1 2 2) lim 3) lim x p0 ex xpg x 2 17) lim(x  ) ™ cotg x x pT tg x  x x3 sen x 1  cos x 18) lim xp 0 sen x  x tg x  x ln sen x ln sen 2x 4) lim xp R: 0 19) lim xp 0 5) lim  (sec x  tg x) ¨T ¸ xp © ¹ ª2º R: 0 20) lim e x  e  x  2sen x x p0 x ™ sen x R: 0 6) lim  xp 0 ln x cossec x R: 0 R: 1 21) lim 22) lim x ™ cos x  e-x xp 0 x2 R: g R: 2 7) lim(1  tg x) ™ sec x xp T 4 arc ™ sen 2x xp0 arc ™ sen x x  arc ™ tg x x ™ sen x 1 ¸ ¨1 8) lim ©  ¹  xp 0 ª x sen x º 9) lim  ¨T ¸ xp © ¹ ª2º R: 0 23) lim xp0 R: 0 4tg x 1  sec x R: 4 1 2 24) lim x2 1 x pg arc ™ sen x R: g 10) lim e x  e -x  2 x p0 cos 2 x R: 1 ¸ ¨ x  25) lim © ¹ xp1 x  1 ln xº ª R: 1 Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I . 0 e t . a decomposição do lixo consome oxigênio. onde t é o tempo em semanas. A concentração de oxigênio Ox após um despejo (tomado 1 como nível normal) pode ser modelada pela função Ox ! t2  t  1 . Calcule com a 2v 2 ™ cos ™ sen(  ) . onde v e g são constante e g ™ cos 2 para obter um alcance máximo. seu alcance é dado pela fórmula R ! é o ângulo de elevação. R: 39) Quando lixo orgânico é despejado em um lago.

142 ¨ x ¸  11) lim © ¹ 2cos x º xp ª cotg x 2 R: 1 ¨ sec 2 x  2tg x ¸ 26) lim © ¹ 1  cos 4x º xp ª 4 R: 1 2 12) lim (1  cos x)cotg x xp0 R: 0 R: 1 R: g 27) lim .Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág.

x!0 x ' ! 1. O crescimento ou decrescimento. das funções abaixo: 1) f (x) ! x  x  5x  Determinar o domínio D( f ) ! R 3 2  Determinar a paridade f ( x) ! x3  x 2  5 x f ( x) ! ( x)  ( x)  5.1  x  x p1 1 ¨ x¸ cos© ¹ ª 2 º R: 1 R: 1 R: 1 13) lim x x p 0 e x  cos x 28) lim x tg x xp 0 14) lim xp cos x 2 ¨ ¸ 2 x © ¹ 2º ª 29) lim (1  tg x)sec 2x xp 0 15) lim x sen x xp 0 R: 1 30) lim xpg x ™ ln x x  ln x R: g Questões Resolvidas de Construção de Gráficos 01) Determine o domínio. 79.(  5) x ! ( ! 21   x3  x 2  5 x ! 0   x. os pontos de inflexão e esboçar o gráfico. as interseções do gráfico com os eixos.  Determinar os pontos de descontinuidade D ( f ) ! R .  Determinar as interseções do gráfico com os eixos (interseção com x e y) f ( x) ! x3  x 2  5 x f ( x) ! 0 x2  x  5 ! 0 ( ! (1) 2  4. ela é contínua. 0) y ! x3  x 2  5x y ! 03  0 2  5. os extremantes. 79 P (0. 0) 1 P2 (1.1. o comportamento no infinito (retas assíntotas). a concavidade. a paridade.( x 2  x  5) ! 0 x!0 1 s 21 1 s 4. os pontos de descontinuidade. 79.58  x!   2 2 . 0) P3 (2.0 y!0 Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I .( x) f (  x) !  x 3  x 2  5 x f ( x) {  f ( x) 3 2 f ® ( x ) ! f ( x )   Par ¯ f ° ( x ) !  f ( x )   Ímpar @ Logo a função não será par e nem ímpar. 79 x '' !  2.

67)2  5.( 1.(1)  2 x' !1 f ''(1) ! 8 . 8 " 0 5 x '' !  x ! 1   Ponto de Mínimo 3 f ''( x) ! 6 x  2 ¨ 5¸ ¨ 5¸ f '' ©  ¹ ! 6.B  1 3 5   3 Ponto de Máximo C.: Será utilizada somente a variável com maior expoente: x 3 lim ( g ) 3 ! g lim ( g ) 3 ! g Como: g  Determinar o crescimento e decrescimento g R .©  ¹  2 ª 3º ª 3º 30 ¨ 5¸ f '' ©  ¹ !   2 3 ª 3º ¨ 5¸ f '' ©  ¹ ! 10  2 ª 3º ¨ 5¸ .3 6 ±x '' ! 1 °    Crescente  3 Decrescente 5 Crescente 1  Determinar os extremos f ''( x) ! 6 x  2 f '( x ) ! 0 f ''(1) ! 6. 48 Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I f ( x) ! x 3  x 2  5 x f (1. 48 3 2 .P.P. vertical e inclinada) f '( x ) ! 3x 2  2 x  5 3x  2 x  5 ! 0 ( ! (2) 2  4. 67) ! (1. não possui reta assíntota (horizontal.C  traçar o gráfico y 6.143  Determinar o comportamento no infinito x p g x p g x p g lim f ( x ) lim x 3 x p g x p g x p g lim f ( x ) lim x 3 Obs. 8 0 f '' ©  ¹ ! 8 ª 3º x!  Determinar o ponto de Inclinação e Concavidade f ''( x ) ! 6 x  2 f ''( x ) ! 0 6x  2 ! 0 6 x ! 2 2 x! 6 1 x! 3   C.Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. 67) ! 6. 67)3  ( 1.(5) ( ! 4  60 ( ! 64 2   f '( x ) ! 0 5 ® x 2 s 64 2 s 8 ±'!  !  ¯ x! 3 2.3.

significa que o valor não está no 2 domínio da função x 1 2x  5 x 1 x 1  ( x  1) f ( x) ! ! ! 2.144 2) f ( x ) ! x  1 0 2x  5  Determinar o domínio D( f ) ! 1º Passo: Obedecer a condição (denominador { 0 ) Logo.( x )  5  2 x  5  (2 x  5) Como f ( x ) { f (  x ) . 2 x  5 { 0 2x { 5 5 5 ®¾ D( f ) ! R  ¯ ¿ 2 2 °À  Determinar a paridade x{ f ( x) ! Obs. ¹ 1 ª 5º P2 . com exceção no ponto onde x !  Determinar as interseções do gráfico com os eixos (interseção com x e y) f (x) ! x 1 2x  5 f (x) ! 0 .  Determinar os pontos de descontinuidade f ( x) ! x 1 p 2 5 f ( x) ! 2 x  5 p Contínua. f (x ) ! y 0! x 1 2x  5 x 1 ! 0 x !1 ¨ 1¸ P © 0.Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. logo a função não é par e nem ímpar.: x { 5 .

0  5 1 y! 5 1 y! 5 .1. x!0  Determinar o comportamento no infinito Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I . 0 0 1 y! 2.

(2 x  5) ?2 x  2A ! 0   12. portanto  !  (função decrescente)   Determinar os extremos f '( x) ! 3 .(2x  5) ! 0   2x  5 ! 0   x !  (Não existe ponto de inflexão.2 2 x  5 2x  2 3 ! ! 2 2 (2 x  5) (2 x  5) 2 (2 x  5) Como 3  ! 0   3 ! 0      2 (2x  5)  O sinal negativo indica que a é decrescente Obs.B 5 2 C.P.  Determinar o crescimento e decrescimento f '( x ) ! 1. reta assíntota horizontal.P.: Qualquer valor atribuído para o ³ x´.C  Traçar o gráfico: y 2 1 Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I .2A 12.)  Determinar o ponto de Inclinação e Concavida de f ''( x ) !  ?3. pois é exatamente o ponto de descontinuidade)   C. y ! 1 . (2x  5)2  (Por não ter obtido ponto de x na derivada não existirá ponto de máximo e de mínimo.Universidade do Estado do Pará x pg Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág.(2 x  5) ! 2 4 « (2 x  5) 2 » ?2 x  2A ­ ½ 4 f ''( x ) ! 0 5 2 12.(2 x  5).2.(2 x  5)  ( x  1).145 x pg lim f ( x ) lim x 1 2x  5 1 ¸ ¹ x ¹ 1 º ! 0 5 ¸ 2 ¹ x ¹ º 0 lim f ( x ) lim x 1 2x  5 1 ¸ ¹ x ¹ 1 º ! 0 5 ¸ 2 ¹ x ¹ º 0 x pg x pg ¨ ¨ 1 ¸ ©1  x ™ ©1  ¹ © xº ª ª lim ! ! x pg 5¸ ¨ ¨ x ™© 2  ¹ © 2 xº ª © ª 2 ¨ ¨ 1 ¸ ©1  x ™ ©1  ¹ © xº ª ª lim ! ! x pg 5¸ ¨ ¨ x ™© 2  ¹ © 2 xº ª © ª Logo. ao final o resultado sempre será positivo. não possui máximo e nem mínimo.

o comportamento no infinito. a paridade.146 Questões Propostas de Construção de Gráficos 01) Nos exercicios de numeros de 01 a 50. as interseções do grafico com os eixos. a concavidade.Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág. os extremantes. os pontos de inflexão e traçe os grafico das funçôes: 1) f ( x) ! 2x 3  6x 2) f (x) ! 4x 3  x 2  24x  1 3) f (x) ! 3x 4  4x3  6x 2  4 4) f (x) ! (x  1)2 ™ (x  2)3 5) f (x) ! 3x 2 3  2x 6) f (x) ! x1 3  2x 4 3 7) f (x) ! 1  (x  2)1 3 8) f (x) ! x ™ 1  x x 1 9) f (x) ! x 3 9x 10) f (x) ! 2 x 9 x 2  2x  4 11) f (x) ! x2 3 x  x2  4 12) f (x) ! x2 1 13) f (x) ! x 3  9x  2 3 14) f (x) ! x 4  4x 3  10 Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I 26) f (x) ! (x  2)2 27) f (x) ! (x 2  3) 2 28) f (x) ! x 2  3x x2  1 29) f (x) ! x 4  6x 3  24x 2  24 30) f (x) ! x 2  2x  5 x2 1 31) f (x) ! (1  x 2 3 )3 2 1 32) f (x) ! (1  e x ) 33) f (x) ! 3  e  x 34) f (t) ! 3  2e  t 35) f (x) ! 5  2 ™ 3 x 36) f (x) ! 3  5e x 37) f (t) ! 2 1  3e 2t 38) f (x) ! xe  x 39) f (x) ! e  x 2 . os pontos de descontinuidade. o crescimento ou decrescimento. determine o dominio.

Universidade do Estado do Pará Curso de Licenciatura Plena em Matemática Pág.147 15) f (x) ! (x  2)3 16) f (x) ! (x 2  5)3 17) f (s) ! 2s(s  4) 3 18) f (x) ! (x  1) 1 3 19) f (x) ! (x  1) 4 3 20) f (x) ! x 2  1 x 21) f (x) ! 2 x  x 1 22) f (x) ! x 3  3x 2  1 23) f (x) ! x 3  3x 2  3x  1 24) f (x) ! x 5  5x 25) f (x) ! x  4  x 40) f (x) ! e x  e  x 41) f (x) ! x  ln x (para x > 0) ln x 42) f (x) ! (para x > 0) x 43) f (x) ! ln(x 2  1) sen 2x 44) f (x) ! sen x  2 45) f (x) ! sen 3 x  cos2 x 46) f (x) ! cos x  cos 2 x 47) f (x) ! 2x  tg x 48) f (x) ! sen x ™ sen 2x 49) f (x) ! cos x ™ cos 2x 50) f (x) ! x  sen x Apostila de Cálculo Diferencial e Integral I .

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