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Testosterona

Testosterona é um/a hormônio/hormona esteróide produzido, nos indivíduos do sexo


masculino, pelos testículos (os quais também produzem espermatozóides e uma série de
outros hormônios que controlam o desenvolvimento normal e funcionamento), nos
indivíduos do sexo feminino, pelos ovários, e, em pequena quantidade em ambos, também
pelas glândulas supra-renais. Vale ressaltar que a síntese da testosterona é estimulada pela
ação do LH (hormônio luteinizante), que por sua vez é produzido pela pituitária anterior
(adenohipófise ou simplesmente hipófise).

A testosterona é responsável pelo desenvolvimento e manutenção das características


masculinas normais, sendo também importante para a função sexual normal e o
desempenho sexual. Apesar de ser encontrada em ambos os sexos, em média, o organismo
de um adulto do sexo masculino produz cerca de vinte a trinta vezes mais a quantidade de
testosterona que o organismo de um adulto do sexo feminino, tendo assim um papel
determinante na diferenciação dos sexos na espécie humana.
Para que serve a testosterona ? Ela simplesmente faz você ficar maior, com menos gordura,
mais inteligente, mais energético e é a base dos esteroides anabolizantes. Que tal maximizar
a sua produção natural de testosterona ?

O hormônio testosterona é o pai da construção muscular, porque promove a síntese


protéica. Independente do objetivo do seu treino, se é ficar maior, mais explosivo, mais
magro ou forte, a testosterona é o esteroide que pode fazer um mundo de diferença nos seus
resultados. Com um pouco de testosterona você não chega a lugar nenhum, e com
excesso(esteroides) pode acabar tendo sofrendo de graves efeitos colaterais.

O corpo humano odeia qualquer tipo de excesso, principalmente de Testosterona. Mas se


você maximizar a produção do mesmo naturalmente, você pode perceber um aumento de
massa muscular e queima de gordura considerável em um curto período de tempo.

Conquistar biceps gigantes e supinar com cargas monstruosas não é a única função do
testosterona. Quando os níveis de testo estão altos, você pode presenciar um aumento no
apetite sexual(libido), na energia e ainda se proteger contra a osteoporose. O cérebro ama
testosterona também: funções como memória e atenção aumentam consideravelmente.

E obviamente quando os níveis deste hormônio estão baixos, você vai sentir um declínio
grande em várias funções do corpo. Não preciso fazer muito esforço para convencer você
da importância da maximização da produção da testosterona não é mesmo ?
Segue abaixo, cinco dicas para maximizar este poderoso hormônio:

1. Treine com exercícios compostos

A alteração mais simples que você pode fazer ao seu treinamento para aumentar a
testosterona é dar preferência a exercícios compostos, como supino reto, agachamento livre
e levantamento terra. Exercícios compostos recrutam muito mais músculos para realizar
somente um movimento, isto leva a um aumento considerável no estresse metabólico: a
fórmula perfeita para liberar mais testosterona.

Você não precisa fazer uma série inteira somente com exercícios compostos, mas
certifique-se de que em todos os grupos musculares os exercícios compostos estão
presentes.
Pesquisas feitas por vários cientistas mostraram que movimentos compostos são mais
efetivos na liberação de testosterona comparados com exercícios isolados. Quando você
executa exercícios isoladores por exemplo, é recomendado que faça somente depois de ter
feito um exercício composto. Com a liberação de testosterona devido aos exercícios
compostos, você pode ter ganhos superiores com os isoladores.
Resumo: Sempre comece o treino com um exercício composto, somente depois vá para os
isoladores.

2. Treine com volume!

Não adianta fazer exercícios compostos se você não utilizar volume. Você precisa de uma
quantidade de séries suficiente para maximizar a produção de testosterona sem queimar
massa muscular.

Resumo: Faça de 4 a 5 séries com até 6 repetições em exercícios compostos como: supino,
agachamento livre e terra.

3. Treine com Alta Intensidade

Nós já discutimos quais exercícios são bons e a necessidade de volume no treino, mas não
se esqueça que você tem que suar a camisa, ficar batendo papo e fazer social dentro da
academia pode prejudicar seriamente os seus ganhos. Se o seu treino tiver uma intensidade
baixa, o mesmo vai ser para a liberação de testosterona. Respeite a relação entre volume e
intensidade. Isto não é uma recomendação para você buscar a falha em toda série(HIT),
mantenha o volume e tente descansar o mínimo possível entre as séries.

4. Consumir obrigatóriamente um shake pós-treino com carboidratos e proteínas.

Nada melhor do que um shake com carboidratos de alto índice glicêmico(dextrose) com
uma proteína de rápida absorção(whey) para cortar a ação dos hormônios catabólicos(que
quebram o tecido muscular e usam como fonte de energia, ocasionando perda de massa) e
ativar os hormônios anabólicos.
5. Consuma Colesterol

Testosterona é um derivado do colesterol. E o corpo não produz naturalmente, ou seja, você


tem que ingerir.

Ninguém está dizendo para você fazer a dieta do palhaço(McDonalds) e virar um


hipertenso. Uma dieta típica carnívora já contem a quantidade necessária de colesterol para
promover a produção natural de testosterona. Não tire a carne vermelha e ovos inteiros da
sua dieta, “não exagere e não evite”. Como falamos no início do artigo, o corpo odeia
qualquer tipo de excesso.
Palavras Finas

Fique ligado aos sintomas de baixo nível de testosterona tais como: libido baixa, problemas
de atenção, falta de energia, perda de massa muscular e facilidade para acumular gordura.
Vá ao médico e peça um exame de sangue para checar o seu testosterona total. O
testosterona de um adulto deve estar pelo menos em 800ng/dL.
A testosterona é um hormônio produzido naturalmente pelo nosso organismo e é o principal
hormônio ligado ao ganho de massa muscular e a diminuição da gordura corporal.

Ela ainda estimula o metabolismo que faz com que o corpo use a gordura acumulada como
fonte de energia. De forma contrária, a deficiência desse hormônio está associado à perda
de massa muscular, perda de força, acúmulo de gordura corporal, sintomas de cansaço,
indisposição e perda do desejo sexual.
A quantidade de testosterona no corpo é um fator limitante para o ganho de massa muscular
porque não é possível ganhar mais músculos se os níveis de testosterona não estão
equilibrados. A testosterona apesar de ser um “hormônio masculino” é encontrado tanto em
homens como em mulheres, ainda que a quantidade de testosterona no corpo das mulheres
seja muito menor.

Em homens o comportamento sexual é muito dependente da testosterona. Estudos indicam


que ela é a responsável pelo aumento no desejo sexual. Foi descrito que o aumento dos
níveis de testosterona nos homens heterossexuais fez com que o seu interesse pelo sexo
oposto aumentasse, e o aumento dos níveis de testosterona para homossexuais intensificou
o seu desejo homossexual - ela não converteu um homossexual em um heterossexual, como
se acreditou no início.

Homens que perderam seu interesse sexual e a capacidade de ter ereção reverteram esse
quadro com tratamentos de reposição de testosterona e voltaram a ter desejo sexual.
A testosterona é um hormônio produzido naturalmente pelo nosso organismo e um dos
principais hormônios ligado ao ganho de massa muscular e a diminuição da gordura
corporal.

Estudos mostram que níveis ideais de testosterona na corrente sanguínea levam a um


aumento na velocidade de ganho de massa muscular através do aumento da síntese de
proteínas.

A testosterona é ainda a responsável pelas variações no desejo sexual. Estudos mostraram


ainda que homens que perderam seu interesse sexual e a capacidade de ter ereção
reverteram esse quadro com o equilíbrio nos níveis de testosterona.

A testosterona, apesar de ser um “hormônio masculino”, é encontrado tanto em homens


como em mulheres, ainda que a quantidade de testosterona no corpo das mulheres seja
muito menor.

A testosterona também tem se mostrado um importante aliado das mulheres que sofrem de
falta de desejo sexual associado à menopausa.
A quantidade de testosterona no seu corpo é um fator limitante para o ganho de massa
muscular porque não é possível ganhar mais massa muscular sem que seus níveis de
testosterona estejam em patamares ideais.

Atletas que fazem uso de testosterona sintética (os chamados "esteróides anabolizantes")
têm um crescimento muscular rápido, pois esse fator limitante acaba. Contudo os efeitos
colaterais do consumo de "esteróides anabolizantes" são graves e não justificam os
benefícios de curto prazo que possam trazer.

A grande vantagem dos suplementos precursores de testosterona é que eles ajudam a elevar
os níveis naturais de testosterona em seu organismo até um patamar seguro estabelecido
pelos próprios mecanismos regulatórios de seu corpo. Assim estes suplementos são seguros
e não apresentam os riscos para a saúde que os esteróides anabolizantes oferecem.

Sinais e sintomas da deficiência de testosterona

A deficiência de testosterona pode causar grande variedade de sinais, sintomas e estar


relacionada a diversas doenças. O quadro varia dependendo do momento em que ocorre a
deficiência, ou seja, se na idade adulta ou antes da puberdade e ainda do grau de deficiência
e do tempo a que o paciente está exposto ao hipogonadismo

Deficiência de testosterona no homem adulto

Diversas doenças e o próprio envelhecimento em si podem contribuir para o


desenvolvimento de deficiência de testosterona no homem adulto.

Os sinais e sintomas de deficiência de testosterona são tão variados quanto as diversas


funções do hormônio no organismo humano. Geralmente, desenvolvem-se insidiosamente.
Por outro lado, nem todos os homens com deficiência de testosterona têm todos os sinais e
sintomas ao mesmo tempo ou com a mesma intensidade. Muitos pacientes podem ter
dificuldade para descrever suas queixas de maneira completa e clara. Conseqüentemente,
desenvolveu-se um questionário para facilitar aos pacientes e aos médicos identificar essas
alterações, relacionadas aos níveis diminuídos de testosterona no homem maduro.

Deficiência de testosterona no início da puberdade

Se a deficiência da testosterona manifesta-se antes da puberdade, o desenvolvimento das


características sexuais secundárias masculinas não ocorre ou atrasa (a voz não muda, a
barba não cresce, não há padrão masculino do pêlo corporal nem pubiano). O quadro pode
se apresentar como retardo puberal. Os testículos e o pênis continuam sendo infantis e
pequenos. Como a testosterona também é responsável pela finalização do crescimento
longitudinal na puberdade, a ausência da ação de testosterona pode levar a desproporção
dos segmentos corporais, com aumento do segmento inferior em relação ao segmento
superior e desenvolvimento de pernas e braços sumamente longos. Esta alteração é
geralmente observada em adultos jovens, que não apresentaram puberdade e apresentam
deficiência de andrógenos (hipogonadismo) de causa genética, na maioria das vezes.

A produção insuficiente de testosterona durante a gestação, pode prejudicar a diferenciação


sexual do feto com desenvolvimento inadequado ou ausente dos órgãos sexuais (por ex.,
micropênis ou ausência de penis) e até desenvolvimento de fenótipo feminino apesar do
indivíduo ser geneticamente masculino (XY).

Testosterona: libido e agressividade

Além da agressividade, a testosterona estimula também a libido. Estudos feitos por Richard
Udry com adolescentes mostraram que um alto nível do hormônio aumenta a predisposição
a ter relações sexuais. O mesmo acontece com adultos. Só que entre esses, o maior nível de
testosterona costuma acarretar problemas no casamento. James Dabbs e Alan Booth
analisaram as relações amorosas de 4.462 militares entre 30 e 40 anos e perceberam que os
homens com testosterona alta eram menos propensos a se casar e se divorciavam mais
facilmente. Além disso, os campeões da testosterona tinham o dobro de chances de ter
relações extraconjugais do que os que apresentavam níveis mais baixos. Risco e
agressividade podem não combinar com a vida conjugal.

Já num estudo da Faculdade de Medicina de Yale, cientistas observaram que altos níveis de
testosterona, ainda que por períodos curtos de seis a doze horas, causaram morte em
culturas de neurônios.

Baixos Níveis de Testosterona=Menos Força=Mass

Os ganhos de força e de massa muscular decorrentes do treino com pesos ocorrem em


proporção aos níveis de testosterona livre na corrente sanguínea.

Investigadores da Universidade de Medicina de Drew em Los Angeles Estados Unidos,


reprimiram os níveis de testosterona utilizando uma droga (GnRH) e depois administraram
várias doses de suplementos de testosterona. Sujeitos com maiores níveis de testosterona
ganharam mais força e massa muscular (estranho!). Investigadores Dinamarqueses
confirmaram estes resultados em sujeitos com níveis de testosterona reprimidos também
através de substâncias similares (duplamente estranho!).

Oito semanas de treino com pesos causaram alterações mínimas ao nível da força e da
massa muscular ao esperado em sujeitos com baixos níveis de testosterona depois de lhes
ser administrado GnRH. Os níveis sanguíneos de testosterona são fundamentais para o
aumento de força e massa muscular no treino com pesos, sendo que baixos níveis
comprometem a evolução de destes dois parâmetros corporais. (American Journal
Physiology Endocrinology Metabolism, 291:1325-13332, 2006)
Tribulus Terrestris (videira da punctura) é uma erva que, na Europa, foi utilizada como
estimulante sexual — para aumentar o impulso e o desempenho — e para tratamento da
impotência durante vários séculos[1].

O Instituto Químico-Farmacêutico em Sofia, na Bulgária, conduziu estudos clínicos com a


Tribulus Terrestris, e concluíram um aumento nas funções reprodutoras, incluindo na
produção de esperma e testosterona em homens.

Nas mulheres houve um aumento da concentração de hormônios, incluindo o estradiol, com


alteração ligeira da testosterona e melhoria da função reprodutora, libido e ovulação.

Testosterona na mulher

É comum, hoje em dia na mídia, programas sobre a sexualidade masculina. Estes


programas fazem campanhas de prevenção e tratamento dessa anormalidade que traz vários
transtornos para eles, não que as mulheres tenham me passado uma procuração para
defende-las. Mas, é muito pouco o que se faz pelas mulheres nesse segmento, visto que a
queixa e procura por este assunto é muito grande nesta faixa etária e os aditivos que podem
turbinar ou melhor a satisfação sexual da mulher na menopausa muito pouco divulgado.
A reposição hormonal é muito questionada sobre seus benefícios e malefícios. Uma coisa é
verdade, ela traz mais benefícios do que o oposto. Melhora o psiquismo, a auto estima,
evita a falta de apetite sexual e melhora o trofismo vaginal, que se caracteriza pela
involução da vagina que provoca coitos traumáticos e dolorosos tirando todo prazer da
mulher. Pode deixar de lado a historia que a reposição hormonal engorda - é pura historia
de pescador. Na realidade, devido à impossibilidade da medicina até o momento não
produzir um medicamento com dosagens de estrógenos que corresponda à necessidade
fisiológica de cada mulher, esse hormônio em dosagens excessivas dificulta a
metabolização hepática, retendo o excesso de liquido no organismo e diminuindo a
vitamina B, provocando em alguns casos irritabilidade, tudo isso passível de correção.
Vamos ao que interessa: melhorar a vida sexual na menopausa e dar dicas do elixir do
prazer que são uma mescla de estrógenos + testosterona. A testosterona é um hormônio
masculino, que na mulher é semelhante a uma gasolina aditivada, acelera as reações do
organismo e, na função sexual, traz os mesmos benefícios que os homens desfrutam,
porque o clitóris é na realidade um pênis em pequena proporção. Esse hormônio também
fortalece a musculatura do períneo, favorecendo melhores contrações da musculatura
vaginal, além disso, dá mais disposição física, melhorando a auto estima, enrijecendo os
músculos, etc...
Os hormônios masculinos utilizados são (proprionato e metil) testosterona. A diferença
entre eles é que o proprionato tem uma ação lenta e mais duradoura, podendo causar
masculinização com presença de pêlos, acnes, voz grossa. Já a metil-testosterona, que é
mais usada pelos ginecologistas, tem um efeito mais rápido e não causa efeitos
masculinizantes. Como aviso, não procure utilizar esses medicamentos sem serem
prescritos por médicos, de preferência o ginecologista ou endócrino, desde que sejam feitos
exames de dosagens hormonais e seja descartada doenças hepáticas.
A reposição hormonal feminina conta com esses aditivos para potencializar a sexualidade e
existem outros, que por motivos éticos não podemos mencionar.

Há controvérsia sobre os tratamentos de reposição hormonal, devido estudos divulgados


nos EUA afirmando que a reposição hormonal não traz benefícios à mulher na menopausa e
por causa dos efeitos colaterais em algumas mulheres. Por ser um tema polêmico, de pouco
conhecimento da maioria da população, estamos nos colocando à disposição de entidades e
organizações para Palestras para abordar esse assunto e outros de interesse do publico
feminino.