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Concluído em 26/02/2003

Número de páginas = 478.


Número de desenhos = 507

VEÍCULOS PARTICULARES

SAXO-C3-XSARA
XSARAPICASSO-BERLINGO
"As informações técnicas contidas na presente documentação destinam-se exclusivamente aos
profissionais da reparação automóvel. Em certos casos, estas informações podem estar relacionadas com a
segurança dos veículos. Serão utilizadas pelos reparadores automóveis aos quais se destinam, sob a sua inteira
responsabilidade, excluindo a do Construtor".
"As informações técnicas incluídas nesta brochura podem ser objecto de actualizações, em função da evolução
2003
das características dos modelos de cada gama. Aconselhamos os reparadores automóveis a entrarem em contacto
periodicamente com a rede do Construtor, para se informarem e obterem as actualizações necessárias".

CAR 000
Tome 1
XSARA II Todos os Tipos
Operação de ligação da bateria após uma intervenção

ATENÇÃO

Quando voltar a ligar a bateria depois de desligá-la, é IMPERATIVO aguardar 1 minuto antes de colocar o positivo
(+) após a ignição. Caso contrário, poderá bloquear o calculador do motor.

Se o calculador for bloqueado, deverá:

- Desligar a ignição.
- Aguardar 1 minuto.
- Voltar a ligar a ignição; o calculador é desbloqueado.

TABELA DE CORRESPONDÊNCIAS DOS MOTORES A GASOLINA


Famílias TU EW XU
de 1 3 5 7 10
motores
JP J4 JP4 J4 J4RS
Placas de
HFX KFW KFV NFT NFV NFX NFU 6FZ RFN RFS
motores

SAXO 1.1i 1.4i 1.6i 1.6i 16V

C3 1.1i 1.4i 1.6i 16V

XSARA 1.4i 1.6i 16V 2.0i 16V 2.0i 16V

XSARA PICASSO 1.6i 1.8i 16V 2.0i 16V

BERLINGO 2 1.1i 1.4i 1.6i 16V

MUITO IMPORTANTE
Esta é uma reedição do Guia de Bolso, pelo que se refere apenas aos veículos
do ano modelo.

Por este motivo, é necessário encomendar todos os anos o Guia de Bolso novo
e CONSERVAR OS ANTERIORES.

APRESENTAÇÃO
ESTE GUIA DE BOLSO é um documento recapitulativo das características, regulações, controlos e pontos
específicos dos veículos CITROEN, à excepção dos automóveis UTILITÁRIOS, que são objecto de um guia de bolso
específico.

Este documento divide-se em nove grupos que representam as funções principais:

GENERALIDADES - MOTOR - INJECÇÃO - IGNIÇÃO - EMBRAIAGEM - C.V - TRANSMISSÃO -


EIXOS - SUSPENSÃO - DIRECÇÃO - TRAVÕES - SISTEMA HIDRÁULICO - ELECTRICIDADE - AR
CONDICIONADO.

Em cada grupo, os veículos particulares são tratados pela seguinte ordem: SAXO-XSARA-XSARA PICASSO BERLINGO
e todos os tipos, se for o caso.

Este guia de bolso refere-se apenas aos veículos EUROPA

ATENÇÃO: O BERLINGO familiar surgirá apenas:


- Ba tabela de correspondências dos motores a gasolina e diesel.
(1) - No capítulo "generalidades".
Para todos os outros capítulos, consulte o Guia de Bolso de veículos UTILITÁRIOS.
IMPORTANTE

Se considerar que este documento nem sempre corresponde às suas expectativas, queira enviar-nos as suas
sugestões, para que possamos tê-las em conta nas edições futuras:

Î O QUE FALTA
Î O QUE É SUPERFLUO
Î O QUE É NECESSÁRIO PORMENORIZAR

Envie os seus comentários e sugestões para:

Automobiles CITROEN
QCAV/MTD
C/o PCI
9, avenue du maréchal juin
92 366 MEUDON-LA-FORÊT Cedex
ÍNDICE
GENERALIDADES Filtro de óleo 209 IGNIÇÃO
Saxo 1a4 Enchimento e purga do circuito de 210 Velas 262
C3 5 a 11 INJECÇÃO EMBRAIAGEM -CV-TRANSMISSÃO
Identificação dos
Xsara 12 a 26 Ralenti anti-poluição 211 Velocímetro 263
Veículos
Xsara Picasso 27 a 28 Injecção gasolina 212 a 214 Características embraiagem 264 a 267
Berlingo 29 a 32 Controlos técnicos anti-poluição 215 Controlo e regulação embraiagem 268 a 273
Saxo 34 Normas de despoluição 216 a 221 Características CV pneus 274 a 277
C3 35 Instruções de segurança HDi 222 a 223 Características e controlos 278 a 313
Capacidades Xsara 36 224 a 203 Transmissão 314
Características de injecção
Xsara Picasso 37 245 a 253 EIXOS -SUSPENSÃO-DIRECÇÃO
Berlingo 38 231 a 234 Saxo 315 a 317
Operações interditas sistema HDi Geometria
Lubrificantes 39 a 62 254 a 255 C3 326 a 328
dos
MOTOR 235 a 236 Xsara 338 a 342
Controlo circuito combustível eixos
Características 64 a 66 256 a 257 Xsara Picasso 359 a 361
Binários de aperto 67 a 79 237 a 241 TRAVÕES
Controlo circuito de ar
Marca junta da cabeça 80 a 95 258 Saxo 371 a 376
Correias de acessórios 97 a 98 243 a 244 Características C3 379 a 386
Controlo pressão sobrealimentação
Controlo e afinação da distribuição 124 a 125 259 a 260 travões Xsara 392 a 404
Folgas nas válvulas 207 242 Xsara Picasso 413 a 416
Controlo reciclagem gases de escape
Controlo da pressão de óleo 208 261
ÍNDICE
TRAVÕES (Continuação) Filtro de pólen 453
Xsara
Travões de mão 377 Cartucho filtrante 456
Saxo
Purga dos travões 378 Filtro de pólen Xsara 455
Travões de mão 387 a 388 Cartucho filtrante Picasso 456
C3
Purga dos travões 389 a 391 Controlo nível óleo compressor 457 a 458
Travões de mão 411 Controlos das temperaturas 459 a 460
Xsara
Purga dos travões 412 Controlos das pressões 461
Travões de mão 424 Circuito de 462
Xsara Picasso refrigeração Saxo
Purga dos travões 425 Contrôlo do circuito 463
ELECTRICIDADE Circuito de 464
fi ã C3
Motores de arranque 426 a 432 Contrôlo do circuito 465
Alternadores 433 a 441 Circuito de 466 a 473
refrigeração Xsara
Circuito de carga 442-443 Contrôlo do circuito
Velas de pré-aquecimento 444 Circuito de 474 a 475
refrigeração
AR CONDICIONADO Contrôlo do circuito 476
Xsara Picasso
Quantidade R 134.a 445 Circuito de 477
fi ã
Pontos específicos 446 a 449 Contrôlo do circuito 478
Filtro de pólen 450
C3
Cartucho filtrante 451 a 452
TABELA DE CORRESPONDÊNCIAS DOS MOTORES DIESEL
Famílias TUD DV DW
de 5 4 8 10
motores B TD TED4 B TD ATED
Placas de
VJX 8HX 8HW 8HZ 8HV 8HY WJY RHY RHZ
motores

SAXO 1.5D

1.4 16V 1.4 16V


C3 1.4 HDi 1.4 HDi
HDi HDi

XSARA 1.4 HDi 1.9D 2.0 HDi 2.0 HDi

XSARA
2.0 HDi
PICASSO

BERLINGO 1.9D 2.0 HDi


IDENTIFICAÇÃO DOS VEÍCULOS

1 Tipo regulamentar do motor

2 N° de organização P.R.

3 Marcação do chassis

4 Placa do construtor do veículo

5 01/02/1999 Î Vinheta:
- Pressão de enchimento.
- N° de organização PR.
- Código de pintura.

6 Código de pintura.

7 Referência da caixa de velocidades.

E1AP07CD

OBSERVAÇÕES: IDENTIFICAÇÃO DOS VEÍCULOS SAXO.2003.

1
IDENTIFICAÇÃO DOS VEÍCULOS
Saxo a gasolina 3 Portas.
1.1i 1.4i 1.6i 1.6i 16V

CVA
A-X-SX SX
Administration SX Exclusive
X-SX Exclusive Exclusive VTS VTS VTS VTS
Norma de despoluição IFL5 L4 L4 L4 L4
Designação oficial SO HFX1 SO HFXB SO KFWL S6 KFWB SO KFWB S6 NFTB N6 NFXB
Placa do motor HFX KFW NFT NFX
Cilindrada (cm³) 1124 1360 1587
Potência fiscal (cv) 4 6 5 5 8
Tipo de CV MA/5 MB3 MA/5 MA/5
Placa CV 20 CF 03 312 20 CF 12 20 CF 11 20 CN 05 20 CN 03

OBSERVAÇÕES: IDENTIFICAÇÃO DOS VEÍCULOS SAXO.3 PORTAS 2003

2
IDENTIFICAÇÃO DOS VEÍCULOS
Saxo a gasolina 5 Portas.
1.1i 1.4i

CVA
A-Administration
Auto-escola-x-SX
X-SX Exclusive SX-Exclusive
Norma de despoluição IFL5 L4 L4
Designação oficial S1 HFX1 S1 HFXB S1 KFWL S1 KFWB
Placa do motor HFX KFW
Cilindrada (cm³) 1124 1360
Potência fiscal (cv) 4 6 5
Tipo de CV MA/5 MB3 MA/5
Placa CV 20 CF 03 312 20 CF 12

OBSERVAÇÕES: IDENTIFICAÇÃO DOS VEÍCULOS SAXO.5 PORTAS 2003

3
IDENTIFICAÇÃO DOS VEÍCULOS
Diesel Entreprise
3 portas 5 portas Gasolina 3 Portas Diesel 3 Portas
1.5 D 1.1i 1.5 D

A-Administration A A
A- Administration Auto-escola Administration Administration
X-SX-VTS -Exclusive X-SX-Exclusive Poste-X-SX Poste-X-SX
Norma de despoluição L4 L4
Designação oficial SO VJXB S1 VJXB S3 HFXB S3 VJXB
Placa do motor VJX HFX VJX
Cilindrada (cm³) 1527 1124 1527
Potência fiscal (cv) 4 6 6
Tipo de CV MA/5 MA/5 MA/5
Placa CV 20 CF 02 20 CF 03 20 CF 02

OBSERVAÇÕES: IDENTIFICAÇÃO DOS VEÍCULOS SAXO.5 PORTAS 2003

4
IDENTIFICAÇÃO DOS VEÍCULOS

A: Marcação do chassis
(Marcação a frio gravada na carroçaria).

B: Placa do construtor do veículo


(No pilar central do lado esquerdo)

C: Número APV/PS e código da cor da pintura PR.


(Etiqueta situada no pilar da frente no lado da porta do
condutor).

D: Pressão de enchimento e referências dos pneus.


(Etiqueta situada no pilar da frente no lado da porta do
condutor).

E: Número de série na carroçaria.

F: Referência da caixa de velocidades – Número de ordem de


fabrico.

G: Tipo regulamentar motor – Número ordem de fabrico.

E1AP09HD

OBSERVAÇÕES: IDENTIFICAÇÃO DOS VEÍCULOS C3.2003

5
IDENTIFICAÇÃO DOS VEÍCULOS
Gasolina

1.1i

X - SX X
Norma de despoluição L4 IFL5 L4/INF K’
FN HFXC FC HFXC FC HFXB
Designação oficial FC HFXB/T FR HFXB FN HFXB FC HFXB FC HFX5
/IF /IF /D
Placa do motor HFX
Cilindrada (cm³) 1124
Potência fiscal (cv) 4
Tipo de CV MA/5N
Placa CV 20 CF 14

OBSERVAÇÕES: IDENTIFICAÇÃO DOS VEÍCULOS.C3 2003

6
IDENTIFICAÇÃO DOS VEÍCULOS
Gasolina

1.4i

CVA CVA CVA

SX – Exclusive
Norma de despoluição L4 IFL5
Designação oficial FC KFVE FN KFVB FN KFVE FC KFVC/IF FC KFVF/IF FN KFVC/IF
Placa do motor KFV
Cilindrada (cm³) 1360
Potência fiscal (cv) 5
Tipo de CV AL4 MA/5N AL4 MA/5N AL4 MA/5N
20 CF 15 20 CF 15 20 CF 15
Placa CV 20 TP 75 20 TP 75 20 TP 75
20 CF 16 (*) 20 CF 16 (*) 20 CF 16 (*)

(*) = Exportação.

OBSERVAÇÕES: IDENTIFICAÇÃO DOS VEÍCULOS.C3 2003.

7
IDENTIFICAÇÃO DOS VEÍCULOS
Gasolina

1.4i 1.6i 16V

CVA

SX - Exclusive SX - Exclusive
Norma de despoluição IFL5 L4 L4/INF L4
Designação oficial FN KFVF/IF FC KFVB FC KFVB/D FC KFVE/D FN NFUB FC NFUB
Placa do motor KFV NFU
Cilindrada (cm³) 1360 1587
Potência fiscal (cv) 5 6
Tipo de CV AL4 MA/5N MA/5S
Placa CV 20 TP 75 20 CF 15 20 CF 16 (*) 20 CN 40

(*) = Exportação.

OBSERVAÇÕES: IDENTIFICAÇÃO DOS VEÍCULOS C3 2003

8
IDENTIFICAÇÃO DOS VEÍCULOS
Diesel

1.4 HDi

X - SX
Norma de despoluição L4
Designação oficial FC 8HBXB/T FN 8HXB FC 8HXB FC 8HXB/MOD FC 8HXK FR 8HXB
Placa do motor 8HX
Cilindrada (cm³) 1398
Potência fiscal (cv) 4
Tipo de CV MA/5O
Placa CV 20 CN 33 20 CN 36 (*)

(*) = Exportação.

OBSERVAÇÕES: IDENTIFICAÇÃO DOS VEÍCULOS C3 2003

9
IDENTIFICAÇÃO DOS VEÍCULOS
Diesel

1.4 HDi 1.4 HDi 16V

S - SX SX - Exclusive
Norma de despoluição L4
Designação oficial FN 8HWK FC 8HWB FN 8HVB FC 8HVB
Placa do motor 8HW 8HV
Cilindrada (cm³) 1398
Potência fiscal (cv) 4 5
Tipo de CV MA/50 BE4/5
Placa CV 20 CN 33 20 CN 36 (*) 20 DM 25 20 DM 26

(*) = Exportação.

OBSERVAÇÕES: IDENTIFICAÇÃO DOS VEÍCULOS C3 2003

10
IDENTIFICAÇÃO DOS VEÍCULOS
Diesel

1.4 HDi 16V

SX - Exclusive SX SX - Exclusive
Norma de despoluição L4
Designação oficial FN 8HYB FC 8HYBFC 8HYB/MOD FC 8HYB/T FC 8HYK FR 8HYB
Placa do motor 8HY
Cilindrada (cm³) 1398
Potência fiscal (cv) 5
Tipo de CV BE4/5
Placa CV 20 DM 25 20 DM 26

OBSERVAÇÕES: IDENTIFICAÇÃO DOS VEÍCULOS.C3 2003

11
IDENTIFICAÇÃO DOS VEÍCULOS

A - Placa do construtor do veículo.(Break).

B – Marcação do chassis, marcação a frio.

C - Placa do construtor do veículo. (Berlina).

D – Vinheta:
(Etiqueta situada no pilar dianteiro, do lado da porta do
condutor)
- Pressão de enchimento.
- N° de organização PR.
- Código de pintura.
E – Número de série. (visível através do pára-brisas)

F - Tipo regulamentar do motor.


Número de ordem de fabrico

G - Referência da caixa de velocidades.


Número de ordem de fabrico.

E1AP08WD

OBSERVAÇÕES: IDENTIFICAÇÃO DOS VEÍCULOS XSARA 2003.

12
IDENTIFICAÇÃO DOS VEÍCULOS
Berlinas a gasolina 3 portas
1.4i 1.6i 16V
CVA CVA
X-SX X-SX-VTR
VTR X-VTR VTS SX-VTR VTR-VTS VTR
Norma de despoluição L4 IFL5 L4 IFL5
Designação oficial NO KFWB NO KFW1/IF NO NFUB NO NFUN NO NFU1/IF NO NFU3/IF
Placa do motor KFW NFU
Cilindrada (cm³) 1360 1581
Potência fiscal (cv) 5 7
Tipo de CV MA/5 MA/5 AL4 MA/5 AL4
Placa CV 20 CF 13 20 CN 28 20 TP 49 20 CN 28 20 TP 49

OBSERVAÇÕES: IDENTIFICAÇÃO DOS VEÍCULOS XSARA 2003.

13
IDENTIFICAÇÃO DOS VEÍCULOS
Berlinas a gasolina 3 portas Berlinas diesel 3 portas
20i.16V 1.9 D 2.0 HDi

CVA CVA

X-SX X-SX-VTR SX-VTR


VTS VTR VTS VTS SX
Norma de despoluição IFL5 L4 L4
Designação oficial NO RFN1/IF NO RFNN/IF NO RFSB NO WJYB NO RHYB NO RHZB NO RHZN
Placa do motor RFN RFS WJY RHY RHZ
Cilindrada (cm³) 1998 1868 1997
Potência fiscal (cv) 8 11 5 6
Tipo de CV BE4/5 AL4 BE3/5 BE4/5 AL4
Placa CV 20 DL 40 20 DL 41 20 DL 42 20 DM 10
20 TP 47 20 TE 47 20 TP 48
20 DM 03 (1) 20 DM 05 (1) 20 DM 07 (1) 20 DM 11 (1)

(1) = Volante à direita: Comando de embraiagem hidráulica.

OBSERVAÇÕES: IDENTIFICAÇÃO DOS VEÍCULOS XSARA 2003.

14
IDENTIFICAÇÃO DOS VEÍCULOS
Berlinas diesel 3 portas
1.4 HDi

Entreprise
Norma de despoluição L4
Designação oficial N0 8HZB N0 8HZB/T N3 8HZB
Placa do motor 8HZ
Cilindrada (cm³) 1398
Potência fiscal (cv) 4
Tipo de CV MA/5
Placa CV

OBSERVAÇÕES: IDENTIFICAÇÃO DOS VEÍCULOS XSARA 2003.Ver para placa CV.

15
IDENTIFICAÇÃO DOS VEÍCULOS
Berlinas versões derivadas 3 portas
Gasolina Diesel
1.4i 1.9 D 2.0 HDi

X X
Norma de despoluição L4 L4
Designação oficial NO KFWB/T (1) NO WJYB/T (1) NO RHYB/T (1)
Placa do motor KFW WJY RHY
Cilindrada (cm³) 1360 1868 1997
Potência fiscal (cv) 8 7 6
Tipo de CV MA/5 BE4/5
Placa CV 20 CF 13 20 DL 41 20 DL 42

(1) /T = Veículo de origem não convertível em veículo particular.

OBSERVAÇÕES: IDENTIFICAÇÃO DOS VEÍCULOS XSARA 2003.

16
IDENTIFICAÇÃO DOS VEÍCULOS
Berlinas a gasolina 5 portas
1.4i 1.6i 16V

CVA
X-SX
X-SX SX Exclusive
Norma de despoluição K’ L4 IFL5 K’ L4
Designação oficial N1 KFWG N1 KFWB N1 KFW1/IF N1 NFUG N1 NFUU N1NFUB
Placa do motor KFW NFU
Cilindrada (cm³) 1360 1587
Potência fiscal (cv) 5 7
Tipo de CV MA/5 MA/5 AL4 MA/5
Placa CV 20 CN 30 20 CF 13 20 CN 29 20 TP 49 20 CN 28

OBSERVAÇÕES: IDENTIFICAÇÃO DOS VEÍCULOS XSARA 2003.

17
IDENTIFICAÇÃO DOS VEÍCULOS
Berlinas a gasolina 5 portas
16i 16V 2.0i 16V

CVA CVA CVA


SX X-SX SX
Exclusive Exclusive Exclusive Exclusive
Norma de despoluição L4 IFL5 IFL5 L4
Designação oficial N1 NFUN N1 NFU1/IF N1 NFU3/IF N1 RFN1/IF N1 RFNN
Placa do motor NFU RFN
Cilindrada (cm³) 1587 1998
Potência fiscal (cv) 7 11
Tipo de CV AL4 MA/5 AL4 BE4/5 AL4
Placa CV 20 TP 49 20 CN 28 20 TP 49 20 DL 40 20 DM 03 (1) 20 TP 47

(1) = Volante à direita: Comando de embraiagem hidráulica.

OBSERVAÇÕES: IDENTIFICAÇÃO DOS VEÍCULOS XSARA 2003.

18
IDENTIFICAÇÃO DOS VEÍCULOS
Berlinas diesel 5 portas
1.9 D 2.0 HDi

CVA

SX
X-SX X-SX-Exclusive SX-Exclusive Exclusive
Norma de despoluição L4 L4
Designação oficial N1 WJYB N1 RHYB N1 RHZB N1 RHZN
Placa do motor WJY RHY RHZ
Cilindrada (cm³) 1868 1997
Potência fiscal (cv) 5 5 6
Tipo de CV BE4/5 BE4/5 Al4
Placa CV 20 DL 41 20 DM 05 (1) 20 DL 42 20 DM 07 (1) 20DM 10 20 DM 11 (1) 20 TP 48

(1) = Volante à direita: Comando de embraiagem hidráulica.

OBSERVAÇÕES: IDENTIFICAÇÃO DOS VEÍCULOS XSARA 2003.

19
IDENTIFICAÇÃO DOS VEÍCULOS
Berlinas diesel 5 portas
1.4 HDi

Entreprise
Norma de despoluição L4
Designação oficial N1 8HZB N1 8HZB/T
Placa do motor 8HZ
Cilindrada (cm³) 1398
Potência fiscal (cv) 4
Tipo de CV MA/5
Placa CV

OBSERVAÇÕES: IDENTIFICAÇÃO DOS VEÍCULOS XSARA 2003.Ver para placa CV.

20
IDENTIFICAÇÃO DOS VEÍCULOS
Berlinas diesel entreprise 5 portas
1.9 D 2.0 HDi

X X
Norma de despoluição L4 L4
Designação oficial N1 WJYB/T (1) N RHYB N1 RHYB/T (1)
Placa do motor WJY RHY
Cilindrada (cm³) 1868 1997
Potência fiscal (cv) 7 5
Tipo de CV BE4/5 BE4/5
Placa CV 20 DL 41 20 DL 42

(1) /T = Veículo de origem não convertível em veículo particular.

OBSERVAÇÕES: IDENTIFICAÇÃO DOS VEÍCULOS XSARA 2003.

21
IDENTIFICAÇÃO DOS VEÍCULOS
Break a gasolina
1.4i 16. 16V

CVA CVA
X-SX SX X-SX SX
X-SX SX Eclusive Exclusive Exclusive Exclusive
Norma de despoluição L4 IFL5 K’ L4 IFL5
Designação oficial N2 KFWB KFW1/IF N2 NFUG N2 NFUB N2 NFUN N2 NFU1/IF N2 NFU3/IF
Placa do motor KFW NFU
Cilindrada (cm³) 1360 1587
Potência fiscal (cv) 5 7
Tipo de CV MA/5 MA/5 AL4 MA/5 AL4
Placa CV 20 CN 21 20 CN 29 20 CN 28 20 TP 49 20 CN 28 20 TP 49

OBSERVAÇÕES: IDENTIFICAÇÃO DOS VEÍCULOS XSARA 2003.

22
IDENTIFICAÇÃO DOS VEÍCULOS
Break a gasolina Break diesel
2.0i 16V 1.9 D

CVA

Exclusive X-SX
Norma de despoluição IFL5 L4 L4
Designação oficial N2 RFN1/IF N2 RFNN N2 WJYB
Placa do motor RFN WJY
Cilindrada (cm³) 1998 1868
Potência fiscal (cv) 11 5
Tipo de CV BE4/5 AL4 BE4/5
Placa CV 20 DL 40 20 DM 03 (1) 20 DL 41 20 DM 05 (1)

(1) = Volante à direita: Comando de embraiagem hidráulica.

OBSERVAÇÕES: IDENTIFICAÇÃO DOS VEÍCULOS XSARA 2003.

23
IDENTIFICAÇÃO DOS VEÍCULOS
Break diesel
2.0 Hdi

CVA
SX
X-SX-Eclusive Exclusive
Norma de despoluição L4 IFL5
Designação oficial N2 RHYB N2 RHYB/IF N2 RHZN
Placa do motor RHY RHZ
Cilindrada (cm³) 1997
Potência fiscal (cv) 5 6
Tipo de CV BE4/5 AL4
Placa CV 20 DL 42 20 DM 07 (1) 20 DM 10 20 DM 11 (1) 20 TP 48

(1) = Volante à direita: Comando de embraiagem hidráulica.

OBSERVAÇÕES: IDENTIFICAÇÃO DOS VEÍCULOS XSARA 2003.

24
IDENTIFICAÇÃO DOS VEÍCULOS
Berlinas diesel breaks
1.4 HDi

Entreprise
Norma de despoluição L4
Designação oficial N2 8HZB N2 8HZB/T N4 8HZB
Placa do motor 8HZ
Cilindrada (cm³) 1398
Potência fiscal (cv) 4
Tipo de CV MA/5
Placa CV

OBSERVAÇÕES: IDENTIFICAÇÃO DOS VEÍCULOS XSARA 2003.Ver para placa CV.

25
IDENTIFICAÇÃO DOS VEÍCULOS
Break a gasolina versões derivadas Break diesel versões derivadas
1.4i 1.9 D 2.0 HDi

X X
Norma de despoluição L4 L4
Designação oficial N2 KFWB/T (1) N2 WJYB/T (1) N2 RHYB/T (1)
Placa do motor KFW WJY RHY
Cilindrada (cm³) 1360 1868 1997
Potência fiscal (cv) 8 7 6
Tipo de CV MA/5 BE4/5 BE4/5
Placa CV 20 CN 21 20 DL 41 20 DL 42

(1) /T = Veículo de origem não convertível em veículo particular.

OBSERVAÇÕES: IDENTIFICAÇÃO DOS VEÍCULOS XSARA 2003.

26
IDENTIFICAÇÃO DOS VEÍCULOS

A: Marcação do chassis
(marcação a frio gravada na carroçaria)
B: Indicação do N° de chassis
(Etiqueta situada na parte de baixo do pára brisas, do lado
direito)
C: Placa do construtor do veículo.
(Situada na parte inferior do pilar central direito)
D: Etiqueta:
Pressão dos pneus.
Identificação dos pneus.
Identificação do pneu sobressalente.
(Situada no forro da porta dianteira esquerda).
E :Etiqueta:
Código de fábrica.
N° PR/APV
Código de pintura
(Situada na tampa de fusíveis)
F: Referência da caixa de velocidades
G: Tipo regulamentar do motor
Número de ordem de fabrico.

E1AP088D

OBSERVAÇÕES: IDENTIFICAÇÃO DOS VEÍCULOS XSARA PICASSO 2003.

27
IDENTIFICAÇÃO DOS VEÍCULOS
Gasolina Diesel

1.6i 1.8i 16 V 2.0i 16 V 2.0 HDi

CVA

SX-Exclusive
Norma de despoluição L4 IFL5 L4
Designação oficial CH NFVB CH 6FZB CH 6FZ/IF CH RFNF/IF CH RHYB
Placa do motor NFV 6FZ RFN RHY
Cilindrada (cm³) 1587 1749 1998 1997
Potência fiscal (cv) 6 7 8 5
Tipo de CV BE4/5/ J (*) BE4/5 V (*) AL4 BE4/5 L (*)
Placa CV 20 DL 66 20 DL 68 20 TS 02 20 DL 65

(*) L,J V = Corresponde às fases das mudanças.

OBSERVAÇÕES: IDENTIFICAÇÃO DOS VEÍCULOS XSARA PICASSO 2003

28
IDENTIFICAÇÃO DOS VEÍCULOS

11/2002 ¼

A – Marcação do chassis, marcação a frio

B - Placa do construtor do veículo

C - Etiqueta
Número OPR
Código da cor da pintura
Pressão de enchimento

D - Referência da caixa de velocidades -


número de ordem de fabrico

E - Tipo regulamentar do motor - número de


ordem de fabrico

E1AP0AMD

OBSERVAÇÕES: CARACTERÍSTICAS - IDENTIFICAÇÃO BERLINGO 11/2002 ¼ 2003.

29
IDENTIFICAÇÃO DOS VEÍCULOS
Berlingo a gasolina 5 lugares 11/2002 ¼

1.1i 1.4i

X X X-SX- Multispace
Norma de
L4/W4 K’ L4/W4 IFL5
despoluição
Designação oficial GB VHFXB GJ K6D5G GJ KFWB GJ KFWC/IF
Placa do motor HFX KFW
Cilindrada (cm³) 1124 1360
Potência fiscal (cv) 5 6
Tipo de CV MA/5S MA/5
Placa CV 20 CD 43 20 CN 13

OBSERVAÇÕES: CARACTERÍSTICAS - IDENTIFICAÇÃO BERLINGO 11/2002 ¼ 2003.

30
IDENTIFICAÇÃO DOS VEÍCULOS
Berlingo a gasolina 5 lugares 11/2002 ¼

1.4i 1.6i 16v

Bicarburação

Multispace X-SX- Multispace


Norma de
L4/W4 L4 IFL5
despoluição
Designação oficial GJ KFWB/GL (1) GJ KFWB/GN (2) GJ NFUB GJ NFUC/IF
Placa do motor KFW NFU
Cilindrada (cm³) 1360 1587
Potência fiscal (cv) 5 7
Tipo de CV MA/5 BE4/5
Placa CV 20 CN 13 20 DM 46

(1) GL = GPL = Gás de Pretróleo Liquefeito, com depósito tórico.


(2) GN = GNV = Gás Natural de Cidade, com depósito cilindrico.

OBSERVAÇÕES: CARACTERÍSTICAS - IDENTIFICAÇÃO BERLINGO 11/2002 ¼ 2003.

31
IDENTIFICAÇÃO DOS VEÍCULOS
Berlingo diesel 5 lugares 11/2002 ¼

1.9 D 2.0 HDi

X-SX-Multispace X-SX-Multispace
Norma de
L4/W4 L4/W4
despoluição
Designação oficial GJ WJYB GJ WJYB/PMF (1) MF RHYF
Placa do motor WJY RHY
Cilindrada (cm³) 1868 1997
Potência fiscal (cv) 5 6
Tipo de CV BE4/5 BE4/5
Placa CV 20 DM 48 20 DM 50

(1) /PMF = Tejadilho multifunções.

OBSERVAÇÕES: CARACTERÍSTICAS - IDENTIFICAÇÃO BERLINGO 11/2002 ¼.2003

32
CAPACIDADES (em litros)

Método de esvaziamento.

As capacidades do óleo são definidas de acordo com o seguinte método.

1/ Veículo em piso horizontal (em posição alta, se possuir suspensão hidropneumática).

2/ Motor quente (temperatura do óleo a 80°C).

3/ Esvaziamento do cárter de óleo + desmontagem do filtro (duração do esvaziamento + escorrimento = 15 min).

4/ Montagem do bujão + filtro.

5/ Enchimento do motor.

6/ Arranque do motor (permitindo o enchimento do filtro).

7/ Paragem do motor (estabilização durante 5 min).

IMPERATIVO: Controlar sistematicamente o nível de óleo, utilizando a vareta manual.

OBSERVAÇÕES: CAPACIDADES (EM LITROS) 2003.

33
CAPACIDADES (em litros)
SAXO
Gasolina Diesel
Filtro ecológico
capacidade 0,15 Litros.
1.1i 1.4i 1.6i 16V 1.6i 1.5D

CVA

Placa do motor HFX KFW NFX NFT VJX


Motor com filtro 3 3,5 4,5
Entre mín. e máx. 1,5 1,5 2
Caixa de 5 velocidades 2 2
Caixa de velocidades
4,5
automática
após esvaziamento 2
Circuito hidráulico ou
Com ABS = 0,45 - Sem ABS = 0,36
travões
Circuito de arrefecimento 6,1
Depósito de combustível 45
IMPERATIVO: Controlar sistematicamente o nível de óleo, utilizando a vareta manual.

OBSERVAÇÕES: CAPACIDADES (EM LITROS) SAXO 2003

34
CAPACIDADES (em litros)
C3
Gasolina Diesel
1.1i 1.4i 1.6i 16V 1.4 HDi 1.4 HDi 16V

CVA

Placa do motor HFX KFV NFU 8HX 8HW 8HV 8HY


Esvaziamento por gravidade
2,9 3,75
motor com filtro
Entre mín. e máx. 1,5 1 2
Esvaziamento por aspiração
3,1
motor com filtro
Entre mín. e máx. 1,5 1
Caixa de 5 velocidades 2 2 1,9
Caixa de velocidades
automática (1)
após esvaziamento
0,7 Litros versão bomba de travão à frente Ø 48 / tambor traseiro
Circuito de travagem
0,8 Litros versão bomba de travão à frente Ø 54 / Disco traseiro
Circuito de arrefecimento 7 5,7 5,6
Depósito de combustível 45
IMPERATIVO: Controlar sistematicamente o nível de óleo, utilizando a vareta manual.
(1) = A lubrificação da caixa de velocidades é vitalícia. (A título indicativo a capacidade TOTAL é de 5,85 litros e após esvaziamento 3 Litros)

OBSERVAÇÕES: CAPACIDADES (EM LITROS) C3 2003

35
CAPACIDADES (em litros)
XSARA
Gasolina Diesel
Filtro ecológico
capacidade 0,15 Litro
1.4
1.4i 1.6i 16V 2.0i 16V 1.9D 2.0 HDi
HDi

CVA CVA CVA

Placa do motor KFW NFU RFN RFS 8HZ WJZ RHY RHZ
Motor com filtro 3 3,25 4,25 4 (*) 4,75 4,5-4,25 (1)
Entre mín. e máx. 1,4 1,5 1,7 1 1 (*) 1,6 1,4
Caixa de 5 velocidades 2 1,9 1,9 2 1,8
Caixa de velocidades automática 6 6 8,3
após 3 3 5,3
esvaziamento
Circuito hidráulico ou travões Com ABS = 0,50 - Sem ABS = 0,55
7 8,5
Circuito de arrefecimento 5,7 9
6,5 (1) 11 (1)
Depósito de combustível 54
(*) = 01/12/03 ¼ de 11/02 a 01/12/03 ¼ Motor com filtro = 3,75 e Entre mín. e máx.= 1,8
(1) = Com refrigeração
NOTA: Controlar sistematicamente o nível de óleo, utilizando a vareta manual.

OBSERVAÇÕES: CAPACIDADES XSARA 2003

36
CAPACIDADES (em litros)
XSARA PICASSO
Gasolina Diesel
Filtro ecológico
capacidade 0,15 Litro.
1.6i 1.8i 16 V 2.0i 16 V 2.0 HDi
CVA

Placa do motor NFV 6FZ RFN RHY


Motor com filtro 3 4,25 4,5
Entre mín. e máx. 1,5 1,7 1,4
Caixa de 5 velocidades 1,8 1,8
Caixa de velocidades automática 6
após esvaziamento 3
Circuito hidráulico ou travões 0,58 litros
Circuito de arrefecimento 5,8 (1) e (2) 6,5 (1) e (2) 11 (1) e (2)
Depósito de combustível 55 60
(1) = Com refrigeração
(2) = Sem refrigeração
NOTA: Controlar sistematicamente o nível de óleo, utilizando a vareta manual.

OBSERVAÇÕES: CAPACIDADES XSARA PICASSO 2003

37
CAPACIDADES (em litros)
Berlingo 2
Gasolina Diesel
Filtro ecológico capacidade 0,15 Litro.

1.1i 1.4i 1.6i 16v 1.9 D 2.0 Hdi

Placa do motor HFX KFW NFU WJY RHY


Motor com filtro 3 3,25 4,5
Entre mín. e máx. 1,5 1,2 1,4
Caixa de velocidades 2 1,8 1,8
Circuito hidráulico ou
Com ABS = 0,45 - Sem ABS = 0,36
travões
Circuito de arrefecimento 8 9
Depósito de combustível 55 60

IMPERATIVO: Controlar sistematicamente o nível de óleo, utilizando a vareta manual.

OBSERVAÇÕES: CAPACIDADES BERLINGO II 2003

38
LUBRIFICANTES - Preconizações da gama TOTAL
Evoluções (ano 2003). Utilização do óleo tipo 10 W 40.
Possibilidade de utilizar óleo semi-sintético 7000 10W40 nos veículos
CITROËN C3 PLURIEL. HDi e HDi FAP.

Existem apenas motorizações a gasolina. ATENÇÃO: Para evitar os problemas de arranque a frio, utilizar este
óleo em função das condições climatéricas do país de comercialização.
Intervalo de manutenção normal : 30 000 Km. (Ver tabela).
Intervalo de manutenção rigorosa : 20.000 Km.
Para mais pormenores, ver a tabela de utilização dos óleos.
ATENÇÃO: No caso dos veículos com um intervalo de manutenção de
30.000 km, utilizar exclusivamente óleos TOTAL ACTIVA/QUARTZ Nova designação comercial do óleo de economia de energia.
7000 ou 9000 ou qualquer outro óleo com características equivalentes. O óleo TOTAL ACTIVA/QUARTZ 9000 5W30 passou a ser o óleo
Estes óleos têm características superiores às definidas pelas normas TOTAL ACTIVA FUTUR 9000 (Para França),
ACEA A3 OU API SJ/CF. QUARTZ FUTURE 9000 5W30 (Fora de França).
Como valor assumido, é conveniente respeitar os planos de manutenção As exclusões de utilização deste óleo são idênticas às do anterior:
em condições de utilização rigorosas.
- XSARA VTS 2.0i 16s (XU10J4RS).
- JUMPER 2.8 TDi; 2.8 HDi (Motor SOFIM).
- Veículos HDi FAP.
- C3 1.6i 16V (DV4TED4).
- C8 2.2i (EW12J4)

OBSERVAÇÕES: LUBRIFICANTE – PRECONIZAÇÕES DA GAMA TOTAL 2003.

39
LUBRIFICANTES - Preconizações da gama TOTAL

Normas dos óleos de motor.

Normas em vigor.

A classificação destes óleos de motor é estabelecida pelos


seguintes organismos reconhecidos:

- S.A.E : Society of Automotive Engineers.

- API : American Petrleum Institute.

- ACEA : Association des Constructeurs Européens


d’Automobiles

E4AP006D

OBSERVAÇÕES: LUBRIFICANTES - PRECONIZAÇÕES DA GAMA TOTAL 2003

40
LUBRIFICANTES - Preconizações da gama TOTAL
Normas S.A.E-Tabela de selecção dos tipos de óleos de motor
Selecção dos tipos de óleos de motor preconizados em função das condições climatéricas do país de comercialização
Evolução das normas em 01/01/2003

Normas ACEA 2003 Normas API


O significado da primeira letra não muda, corresponde sempre ao tipo
de motor em questão: O significado da primeira letra não muda, corresponde sempre ao tipo
A: motores a gasolina e bicarburação gasolina / GPL. de motor em questão:
B: motores diesel.
O número apresentado em seguida evolui e corresponde ao tipo de óleo S: motores a gasolina e bicarburação gasolina / GPL.
seguinte: . C: motores diesel.
3 : óleos de alta performance.
4 : Óleos específicos para motor Diesel injecção directa. A segunda letra corresponde ao grau de evolução do óleo (por ordem
5 : Óleos de alta performance que permitem uma redução do consumo crescente).
Exemplo:
ACEA A3 : Óleos de alta performance específicos para motores a Exemplo: A norma SL é mais rigorosa do que a norma SJ e
gasolina e bicarburação gasolina /GPL. corresponde a um nível de performance mais elevado.
ACEA A/B : Óleos mistos de alta performance para todos os motores,
permitindo uma economia de combustível, específicos para os motores
Diesel injecção directa.
NOTA: A partir de 01/01/2003 deixou de ser feita referência ao ano de
criação da norma, (Exemplo: ACEA A3/B3 98 Passa a ACEA A3/B3.

OBSERVAÇÕES: LUBRIFICANTES - PRECONIZAÇÕES DA GAMA TOTAL 2003

41
LUBRIFICANTES - Preconizações da gama TOTAL
Preconizações.

IMPERATIVO: Para manter as performances dos motores, é imperativo utilizar óleos de motor de alta qualidade (óleos semi-sintéticos
ou sintéticos).

Na montagem inicial, os motores CITROËN são lubrificados com óleo TOTAL tipo S.A.E 5W30.
O óleo TOTAL tipo S.A.E 5W30 permite uma redução do consumo de combustível (aproximadamente 2,5 %).

O óleo 5W30 não é utilizado nos seguintes motores (Ano 2003):

- Motor XU10 J4RS : XSARA VTS 2.0i 16V (3 portas)


- SOFIM : JUMPER 2.8 TDi e 2.8 HDi.
- HDi : Com filtro de partículas (FAP).
- DV4 TED4 : CITROËN C3? 1.4 HDi 16V
- EW 12J4 : CITROËN C8 2.2i.

ATENÇÃO: Os motores CITROËN anteriores ao ano modelo 2000 não devem ser lubrificados com óleo em conformidade com as normas
ACEA AI-98 e API SJ/CF EC ou as normas actuais ACEA A5/B5

Denominação dos óleos TOTAL, consoante os países de comercialização:


TOTAL ACTIVA (França apenas).
TOTAL QUARTZ (Fora de França).

OBSERVAÇÕES: LUBRIFICANTES - PRECONIZAÇÕES DA GAMA TOTAL 2003

42
LUBRIFICANTES - Preconizações da gama TOTAL
Recapitulativo
Normas a respeitar para os óleos de motor (ano 2003).
Ano Tipos de motor Normas ACEA Norma API
Motores a gasolina e A3 ou A5 5 (*) SJ ou SL
Ano 2003 Bicarburação gasolina / GPL
Motor diesel B3 ou B5 (*) CF
(*) É IMPERATIVO não utilizar os óleos de motor em conformidade com estas normas para as motorizações XU10 J4RS, SOFIM 2.8 Tdi
e SOFIM 2.8 HDi, motorizações HDi com filtro de partículas (FAP), EW 12 J4, DV4 TED4.

Classificações e tipos de óleo de motor TOTAL preconizados.


Os óleos distribuídos em cada país são adaptados às condições climatéricas locais.

Óleos mistos para todos os motores (gasolina, diesel e bicarburação gasolina GPL)
Normas S.A.E Normas ACEA Normas API
TOTAL ACTIVA 9000
5W40 A3 / B3
TOTAL QUARTZ 9000
TOTAL ACTIVA FUTUR 9000 (*) SL / Cf
5W30 A5 / B5
TOTAL QUARTZ FUTUR 9000 (*)
TOTAL ACTIVATRAC 10W40 A3 / B3 SJ / CF
(*) Óleos mistos para todos os motores, que permitem uma economia de combustível

OBSERVAÇÕES: LUBRIFICANTES - PRECONIZAÇÕES DA GAMA TOTAL 2003.

43
LUBRIFICANTES - Preconizações da gama TOTAL

Óleos específicos para motores a gasolina e bicarburação gasolina /GPL


Normas S.A.E Normas ACEA Normas API
TOTAL ACTIVA 7000
10W40
TOTAL QUARTZ 7000
TOTAL QUARTZ 9000 0W40 A3 SJ
TOTAL ACTIVA 7000
15W50
TOTAL QUARTZ 7000

Óleos específicos para motores diesel


Normas S.A.E Normas ACEA Normas API
TOTAL ACTIVA DIESEL 7000
10W40
TOTAL QUARTZ DIESEL 7000 B3 CF
TOTAL ACTIVA DIESEL 7000 15W50

OBSERVAÇÕES: LUBRIFICANTES - PRECONIZAÇÕES DA GAMA TOTAL 2003.

44
LUBRIFICANTES - Preconizações da gama TOTAL

Tabela de utilização dos óleos

Motorizações
Óleo TOTAL ACTIVA QUARTZ
Sintético 9000 Semi sintético 7000
0W40 15W50
5W30 5W40 10W40
país frio país quente
XU10 J4RS (Xsara VTS 2.0i 16V) X X X X
Motorização
EW 12 J4 (C8 2.2i 16V) X X X X
Gasolina
Outros motores a gasolina X X X X X
Motorizações HDi com FAP (*) X X
Outros HDi X X X X
Motorização
SOFIM 2.8 TDi e 2.8 HDi (JUMPER) X X X
diesel
DV4 TED4 (C3 2.6 HDi 16V) X X X
Motor diesel injecção indirecta X X X X

(*) = Filtro de partículas

OBSERVAÇÕES: LUBRIFICANTES - PRECONIZAÇÕES DA GAMA TOTAL 2003.

45
LUBRIFICANTES - Preconizações da gama TOTAL
Selecção do tipo dos óleos de motor TOTAL, a utilizar em função das condições climatéricas dos países de comercialização.

E4AP006D

OBSERVAÇÕES: LUBRIFICANTES - PRECONIZAÇÕES DA GAMA TOTAL 2003

46
LUBRIFICANTES - Preconizações da gama TOTAL
ÓLEOS DE MOTOR
FRANÇA
Óleo misto todos os motores a granel
França metropolitana TOTAL ACTIVRAC Normas S.A.E: 10W40

TOTAL ACTIVA TOTAL ACTIVA DIESEL


Óleos específicos para
Óleos mistos para todos os Óleos específicos para
motores a gasolina e
motores motores diesel
bicarburação gasolina /GPL
9000 5W40 7000 10W40 7000 10W40
França metropolitana
9000 5W30 (*) 9000 5W40
Nova Caledónia
Guadalupe
Saint-Martin
Reunião
Martinica 9000 5W40 7000 15W50 7000 15W50
Guiana
Tahiti
Ilhas Maurícias
Mayotte

(*) Óleos mistos para todos os motores, que permitem uma economia de combustível

OBSERVAÇÕES: LUBRIFICANTES - PRECONIZAÇÕES DA GAMA TOTAL 2003

47
LUBRIFICANTES - Preconizações da gama TOTAL
ÓLEOS DE MOTOR
EUROPA
TOTAL ACTIVA TOTAL ACTIVA DIESEL
Óleos específicos para
Óleos mistos para todos os Óleos específicos para
motores a gasolina e
motores motores diesel
bicarburação gasolina /GPL
7000 10W40
Alemanha
9000 0W40
Áustria 7000 10W40

7000 10W40
Bélgica
9000 0W40
9000 5W40
7000 10W40 7000 10W40
Bósnia FUTURE 9000 5W30 (*)
9000 0W40

Bulgária 7000 10W40

7000 10W40
Chipre
9000 15W40
Croácia 7000 10W40

OBSERVAÇÕES: LUBRIFICANTES - PRECONIZAÇÕES DA GAMA TOTAL 2003

48
LUBRIFICANTES - Preconizações da gama TOTAL
ÓLEOS DE MOTOR
EUROPA
TOTAL ACTIVA TOTAL ACTIVA DIESEL
Óleos específicos para
Óleos mistos para todos os Óleos específicos para
motores a gasolina e
motores motores diesel
bicarburação gasolina /GPL
7000 10W40
Dinamarca
9000 0W40
7000 10W40
Espanha
7000 15W40

Estónia
7000 10W40
9000 5W40 9000 0W40
Finlândia 7000 10W40
FUTURE 9000 5W30 (*)
Grã-Bretanha 7000 10W40

7000 10W40
Grécia
7000 15W40
7000 10W40
Holanda
9000 0W40

OBSERVAÇÕES: LUBRIFICANTES - PRECONIZAÇÕES DA GAMA TOTAL 2003

49
LUBRIFICANTES - Preconizações da gama TOTAL
ÓLEOS DE MOTOR
EUROPA
TOTAL ACTIVA TOTAL ACTIVA DIESEL
Óleos específicos para
Óleos mistos para todos os Óleos específicos para
motores a gasolina e
motores motores diesel
bicarburação gasolina /GPL
7000 10W40
Hungria
9000 0W40
Itália

Irlanda 7000 10W40

9000 5W40
Islândia 7000 10W40
FUTURE 9000 5W30 (*)

Letónia
7000 10W40
9000 0W40
Lituânia

Macedónia 7000 10W40

OBSERVAÇÕES: LUBRIFICANTES - PRECONIZAÇÕES DA GAMA TOTAL 2003

50
LUBRIFICANTES - Preconizações da gama TOTAL
ÓLEOS DE MOTOR
EUROPA
TOTAL ACTIVA TOTAL ACTIVA DIESEL
Óleos específicos para
Óleos mistos para todos os Óleos específicos para
motores a gasolina e
motores motores diesel
bicarburação gasolina /GPL
7000 10W40
Malta
7000 15W50
Moldávia 7000 10W40

7000 10W40
Noruega
9000 0W40
9000 5W40
Polónia 7000 10W40
FUTURE 9000 5W30 (*)

Portugal 7000 10W40

República Eslovaca

7000 10W40
República Checa
9000 0W40

OBSERVAÇÕES: LUBRIFICANTES - PRECONIZAÇÕES DA GAMA TOTAL 2003

51
LUBRIFICANTES - Preconizações da gama TOTAL
ÓLEOS DE MOTOR
EUROPA
TOTAL ACTIVA TOTAL ACTIVA DIESEL
Óleos específicos para
Óleos mistos para todos os Óleos específicos para
motores a gasolina e
motores motores diesel
bicarburação gasolina /GPL
7000 10W40
Roménia 7000 15W50
9000 0W40
Rússia

7000 10W40
Eslovénia
9000 5W40 9000 0W40
7000 10W40
FUTURE 9000 5W30 (*)
Suécia

Suiça 7000 10W40

7000 10W40
Turquia 9000 15W50
9000 0W40

OBSERVAÇÕES: LUBRIFICANTES - PRECONIZAÇÕES DA GAMA TOTAL 2003

52
LUBRIFICANTES - Preconizações da gama TOTAL
ÓLEOS DE MOTOR
EUROPA
TOTAL ACTIVA TOTAL ACTIVA DIESEL
Óleos específicos para
Óleos mistos para todos os Óleos específicos para
motores a gasolina e
motores motores diesel
bicarburação gasolina /GPL
Ucrânia
9000 5W40 7000 10W40
7000 10W40
FUTURE 9000 5W30 (*) 9000 0W40
Jugoslávia

(*) Óleos mistos para todos os motores, que permitem uma economia de combustível

OBSERVAÇÕES: LUBRIFICANTES - PRECONIZAÇÕES DA GAMA TOTAL 2003

53
LUBRIFICANTES - Preconizações da gama TOTAL
ÓLEOS DE MOTOR
OCEANIA
TOTAL ACTIVA TOTAL ACTIVA DIESEL
Óleos específicos para
Óleos mistos para todos os Óleos específicos para
motores a gasolina e
motores motores diesel
bicarburação gasolina /GPL
Austrália 9000 5W40 7000 10W40 7000 10W40
Nova Zelândia FUTURE 9000 5W30
ÁFRICA
TOTAL ACTIVA TOTAL ACTIVA DIESEL
Óleos específicos para
Óleos mistos para todos os Óleos específicos para
motores a gasolina e
motores motores diesel
bicarburação gasolina /GPL

Argélia, África do Sul,


Costa do Marfim, Egipto,
Gabão, Ghana, Quénia, 9000 5W40 7000 15W50 7000 10W40
Madagáscar, Marrocos,
Nigéria, Senegal, Tunísia

OBSERVAÇÕES: LUBRIFICANTES - PRECONIZAÇÕES DA GAMA TOTAL 2003

54
LUBRIFICANTES - Preconizações da gama TOTAL
ÓLEOS DE MOTOR
AMÉRICA DO SUL E CENTRAL
TOTAL ACTIVA TOTAL ACTIVA DIESEL
Óleos específicos para
Óleos mistos para todos os Óleos específicos para
motores a gasolina e
motores motores diesel
bicarburação gasolina /GPL
Argentina
Brasil
Chile
7000 10W50
Cuba 9000 5W40 7000 10W40
7000 15W50
México
Paraguai
Uruguai

OBSERVAÇÕES: LUBRIFICANTES - PRECONIZAÇÕES DA GAMA TOTAL 2003

55
LUBRIFICANTES - Preconizações da gama TOTAL
ÓLEOS DE MOTOR
ÁSIA DO SUDESTE
TOTAL ACTIVA TOTAL ACTIVA DIESEL
Óleos específicos para
Óleos mistos para todos os Óleos específicos para
motores a gasolina e
motores motores diesel
bicarburação gasolina /GPL
7000 10W40
China
7000 15W50
9000 5W40
Coreia do Sul 7000 10W40
FUTURE 9000 5W30

Hong Kong
7000 15W50
Índia – Indonésia 9000 5W40 7000 10W40
9000 5W40 7000 10W40
Japão
FUTURE 9000 5W30 (*) 7000 15W50

Malásia
9000 5W40 7000 15W50
Paquistão

OBSERVAÇÕES: LUBRIFICANTES - PRECONIZAÇÕES DA GAMA TOTAL 2003

56
LUBRIFICANTES - Preconizações da gama TOTAL
ÓLEOS DE MOTOR
ÁSIA DO SUDESTE
TOTAL ACTIVA TOTAL ACTIVA DIESEL
Óleos específicos para
Óleos mistos para todos os Óleos específicos para
motores a gasolina e
motores motores diesel
bicarburação gasolina /GPL
Filipinas
7000 15W50
Singapura
7000 10W40
Taïwan 9000 5W40 7000 10W40
7000 15W50
Tailândia
7000 15W50
Vietname

(*) Óleos mistos para todos os motores, que permitem uma economia de combustível

OBSERVAÇÕES: LUBRIFICANTES - PRECONIZAÇÕES DA GAMA TOTAL 2003

57
LUBRIFICANTES - Preconizações da gama TOTAL
ÓLEOS DE MOTOR
MÉDIO ORIENTE
TOTAL ACTIVA TOTAL ACTIVA DIESEL
Óleos específicos para
Óleos mistos para todos os Óleos específicos para
motores a gasolina e
motores motores diesel
bicarburação gasolina /GPL
Arábia Saudita – Bahrein
Dubai 7000 15W50
Emirados Árabes Unidos
7000 10W40
Irão
9000 5W40 7000 15W50 7000 10W40
Israel – Jordânia – Koweit
Líbano – Oman – Qatar – 7000 15W50
Síria - Yemen

OBSERVAÇÕES: LUBRIFICANTES - PRECONIZAÇÕES DA GAMA TOTAL 2003

58
LUBRIFICANTES - Preconizações da gama TOTAL
ÓLEO DE CAIXA DE VELOCIDADES

TOTAL TRANSMISSION CV
Caixas de velocidades mecânicas e
Normas S.A.E: 75W80
Senso Drive
Referência PR : 9730 A2.
TOTAL FLUIDE ATX
Caixa de velocidades automática TOTAL FLUIDE AT 42.
MB3 Óleo especial distribuído pela
Todos os países CITROËN
Referência PR : 9730 A3
Óleo especial distribuído pela
Caixa de velocidades automática
CITROËN
Autoactivas 4HP20 e AL4
Referência PR : 9736 22
Caixa de transferência - Diferencial TOTAL TRANSMISSION X4
traseiro Referência PR : 9730 A4

OBSERVAÇÕES: LUBRIFICANTES - PRECONIZAÇÕES DA GAMA TOTAL 2003

59
LUBRIFICANTES - Preconizações da gama TOTAL
ÓLEO DE DIRECÇÃO ASSISTIDA

Todos os países TOTAL FLUIDE ATX

Direcção assistida TOTAL FLUIDE DAs


Óleo especial distribuído pela
Países muito frios
CITROËN
Referência PR : 9730 A1

LÍQUIDO DE ARREFECIMENTO DO MOTOR

Referência CITROËN
Embalagem
GLYSANTIN G33 REVKOGEL 2000
2 Litros 9979 70 9979 72
Líquido CITROËN 5 Litros 9979 71 9979 73
Todos os países
Protecção: - 35C° 20 Litros 9979 76 9979 74
210 Litros 9979 77 9979 75

OBSERVAÇÕES: LUBRIFICANTES - PRECONIZAÇÕES DA GAMA TOTAL 2003

60
LUBRIFICANTES - Preconizações da gama TOTAL
LÍQUIDO DE TRAVÕES
Líquido sintético dos travões
Embalagem Referência CITROËN
0,5 Litro 9979 05
Todos os países Líquido CITROËN 1 Litro 9979 06
5 Litros 9979 07

CIRCUITO HIDRÁULICO
Todos os países Norma Embalagem Referência CITROËN
TOTAL FLUIDE LDS Laranja 9979 69
TOTAL LHM PLUS Cor 1 Litro ZCP 830095
TOTAL LHM PLUS Verde
9979 20
Muito Frio

ATENÇÃO: O óleo TOTAL FLUIDE LDS não pode ser misturado com o óleo TOTAL LHM LDS

ATENÇÃO: CITROËN C5: Utilizar exclusivamente fluido de suspensão TOTAL FLUIDE LDS

Todos os países TOTAL HYDRAURINCAGE

OBSERVAÇÕES: LUBRIFICANTES - PRECONIZAÇÕES DA GAMA TOTAL 2003

61
LUBRIFICANTES - Preconizações da gama TOTAL
LÍQUIDO LAVA-VIDROS

Embalagem Referência CITROËN

Concentrado: 250 ml 9980 33 ZC 9875 953U 9980 56

Líquido 1 Litro 9980 06 ZC 9875 784U


Todos os países
Pronto a
Utilizar 5 Litros 9980 05 ZC 9885 077U ZC 9875 279U

LUBRIFICAÇÃO
Utilização geral
Normas NLGI
TOTAL MULTIS 2 2
Todos os países
TOTAL PETITES MECANISMES

Nota: NLGI = National Lubrificating Grease Institute.

OBSERVAÇÕES: LUBRIFICANTES - PRECONIZAÇÕES DA GAMA TOTAL 2003

62
CONSUMO DE ÓLEO DOS MOTORES

I / Os consumos de óleo são variáveis em função:


Dos tipos de motores.
Do respectivo estado de rodagem ou de desgaste.
Do tipo de óleo utilizado.
Das condições de utilização.

II / A RODAGEM de um motor pode estar concluída aos:


5.000 km, no caso de um motor a GASOLINA.
10.000 km, no caso de um motor DIESEL.

III / Com a RODAGEM do motor concluída, consumo de óleo MÁXIMO ADMITIDO.


0,5 litro aos 1.000 km, no caso de um motor a GASOLINA.
1 litro aos 1.000 km, no caso de um motor DIESEL.
NÃO EFECTUAR QUALQUER INTERVENÇÃO ABAIXO DESTES VALORES.

IV / NÍVEL DE ÓLEO: Aquando de uma mudança ou reposição de nível de óleo, NUNCA ULTRAPASSAR a marca MAXI do indicador de
nível.
Esse excesso de óleo será consumido rapidamente.
É prejudicial para o rendimento do motor e para o estado funcional dos circuitos de ar e de reciclagem dos gases do cárter.

OBSERVAÇÕES: LUBRIFICANTES - PRECONIZAÇÕES DA GAMA TOTAL 2003.

63
CARACTERÍSTICAS DOS MOTORES
Motores: HFX-KFW-NFT-NFV
Gasolina
Todos os Tipos

1.1i 1.4i 1.6i

Veículo Saxo C3 Saxo Xsara Saxo Picasso


Norma de despoluição L4/IFL5/L4INF K’ L4 K’/L4/IFL5 L4
Placa do motor HFX KFW NFT NFV
Cilindrada (cm³) 1124 1360 1587
Diâmetro / curso 72/69 75/77 78,5/82
Taxa de compressão 10,5/1
Potência .ISO ou CEE
44,1-5500 55-5500 72-5700 70-5700
KW-rpm)
Potência DIN (cv-rmp) 60-5500 75-5500 98-5700 95_5700
Binário ISO ou CEE
9,4-3500 9,4-3300 12-3400 12-2800 13,5-3500 13,5-3000
(m.daN – rpm)

OBSERVAÇÕES: CARACTERÍSTICAS DOS MOTORES HFX-KFW-NFT-NFV 2003

64
CARACTERÍSTICAS DOS MOTORES
Motores: NFX-NFU-6FZ-RFN-RFS
Gasolina
Todos os Tipos

1.6i 16V 1.8i 16V 2.0i 16V

Veículo Saxo C3/Xsara Picasso Xsara Picasso Xsara


Norma de despoluição L4 K’/L4/IFL5 L4/IFL5 L4/IFL5 IFL5 L4
Placa do motor NFX NFU 6FZ RFN RFS
Cilindrada (cm³) 1587 1749 1197 1998
Diâmetro / curso 78,5/82 82,7/81,4 85/88 86/86
Taxa de compressão 10,8/1 11/1 10,8/1
Potência .ISO ou CEE
87-6600 80-5800 85-5500 100-6000 120-6000
KW-rpm)
Potência DIN (cv-rmp) 118-6600 109-5800 115-5500 136-6000 163-6000
Binário ISO ou CEE
14,5-5200 14,7-4000 16-4000 19-4100 19,3-5000
(m.daN – rpm)

OBSERVAÇÕES: CARACTERÍSTICAS DOS MOTORES NFX-NFU-6FZ-RFN-RFS 2003

65
CARACTERÍSTICAS DOS MOTORES
Motores: VJX-8HX-8HW-8HV-8HY-8HZ
Diesel
Todos os Tipos

1.5D 1.4 HDi 1.4 16V HDi 1.4 HDi 2.0 HDi

Veículo Saxo C3 Xsara Xsara-Picasso Xsara


Norma de despoluição L4 L4/IFL5
Placa do motor VJX 8HX-8HW 8HV-8HY 8HZ RHY RHZ
Cilindrada (cm³) 1527 1398 1997
Diâmetro / curso 77/82 73,5/82 85/88
Taxa de compressão 23/1 17,9/1 18,4/1 17,9/1 17,6/1
Potência .ISO ou CEE
42-5000 50-4000 66-4000 50-4000 66-4000 80-4000
KW-rpm)
Potência DIN (cv-rmp) 57-5000 70-4000 90-4000 70-4000 90-4000 109-4000
Binário ISO ou CEE
9,5-2250 15-1750 20-1750 16-2000 20,5-1900 25-1750
(m.daN – rpm)

OBSERVAÇÕES: CARACTERÍSTICAS DOS MOTORES VJX-8HX-8HW-8HV-8HY-8HZ 2003

66
PONTOS ESPECÍFICOS: BINÁRIOS DE APERTO (m.daN)
CABEÇA (mm)
Placa do motor HFX KFW KFV NFT NFV NFX NFU VJX
Defeito de planitude admissível 0,05
Rectificação do plano de junta - 0,20
BINÁRIOS DE APERTO (m.daN)
Parafuso de
Pré-aperto 2 ± 0,2 2 ± 0,2
apoio
Aperto angular 45° 50° ± 5°
de cambota
Parafuso de biela Aperto 3,8 ± 0,4
Parafuso de
volante Aperto 6,5 ± 0,7
do motor
Parafuso da poli Pré-aperto 7 ± 0,7
10 ± 1
da cambota Aperto angular 45° ± 4°
Parafuso da poli
Pré-aperto 4 ± 0,4
de árvore de 8 ± 0,8
Aperto angular 20° ± 2°
cames
Cubos de árvore de cames 8 ± 0,8
Parafuso de cubo
na árvore de Aperto 1 ± 0,1 2,5 ± 0,2
cames

OBSERVAÇÕES: PONTOS ESPECÍFICOS: BINÁRIOS DE APERTO ( M.DAN ) SAXO XSARA XSARA


PICASSO 2003.

67
PONTOS ESPECÍFICOS: BINÁRIOS DE APERTO (m.daN)
CABEÇA (mm)
Placa do motor 6FZ RFN RFS WJZ WJY RHY RHZ
Defeito de planitude admissível 0,05 0,03
Rectificação do plano de junta - 0,30 - 0,20 - 0,40
BINÁRIOS DE APERTO (m.daN)
Pré-aperto (1) Ø 11 : 1 ± 0,1 2 ± 0,1 2,5 ± 0,3
(2) Ø 6 : 1 ± 0,1
Desaperto Ø 11 (apenas)
Parafuso de
apoio
Aperto Ø 11 a 1 ± 0,1 8,5 ± 0,8 7 ± 0,7
de cambota
Aperto angular depois a 2 ± 0,1
Aperto Ø 11 a 70° ± 5° 60° ± 6° 60° ± 6°
Ø 6 a 1 ± 0,1
Pré-aperto 1 ± 0,1 4 ± 0,4 2 ± 0,2
Parafuso de Desaperto 180° (1/2 Volta)
biela Aperto 2,3 ± 0,2 2,3 ± 0,2 2± 0,2
Aperto angular 46° ± 5° 46° ±4,6° 70° ± 7° 70° ± 7°

OBSERVAÇÕES: PONTOS ESPECÍFICOS: BINÁRIOS DE APERTO (M.DAN) XSARA XSARA


PICASSO 2003.

68
PONTOS ESPECÍFICOS: BINÁRIOS DE APERTO (m.daN)

A = HFX- KFV
B = NFU

Suporte direito do motor

(1) 4,5 ± 0,4


(2) 6,1 ± 0,6
(3) 4,5 ± ,04

Tirante anti-binário

(4) 6 ± 0,6
(5) 6 ± 0,6

Suporte esquerdo do motor na caixa de velocidades

(6) 3 ± 0,3
(7) 6 ± 0,6
(8) 5,5 ± 0,5

B1BP2NEP

OBSERVAÇÕES: PONTOS ESPECÍFICOS: BINÁRIOS DE APERTO ( m.daN) HFX-KFV-NFU C3 2003

69
PONTOS ESPECÍFICOS: BINÁRIOS DE APERTO (m.daN)
Conjunto Móvel
Motores HFX KFV NFU
Poli de comando de acessórios 0,8 ± 0,2
Fixação do carreto na cambota 10 ± 1 2,5 ± 0,2
Cárter Cilindro
Cárter inferior 0,8 ± 0,2
Rolete tensor de correia de distribuição 2 ± 0,2 2,2 ± 0,2
Rolete tensor de acessórios 2 ± 0,2 2,5 ± 0,2
Fixação do suporte do alternador 1,7 ± 0,3
Fixação do alternador no suporte 3,7 ± 0,3
Cabeça
Caixa de saída de água 0,8 ± 0,2
Tampa dos apoios da árvore de cames
Aperto 2 ± 0,2 2 ± 0,2
Aperto angular 44° ± 4° 50° ± 5°
Colector de admissão 0,8 ± 0,2
Colector de escape 1,7 ± 0,3 2 ± 0,2
Parafuso de regulação dos balanceiros 1,75 ± 0,25
Velas de ignição 2,75 ± 0,25
Parafuso de poli da árvore de cames 8 ± 0,8

OBSERVAÇÕES: PONTOS ESPECÍFICOS: BINÁRIOS DE APERTO ( m.daN) HFX-KFV-NFU C3 2003

70
PONTOS ESPECÍFICOS: BINÁRIOS DE APERTO (m.daN)
Volante Do Motor - Embraiagem
Motores HFX KFV NFU
Volante do motor 6,7 ± 0,6 + LOCTITE FRENETANCH
Mecanismo de embraiagem 2 ± 0,2
Circuito de Lubrificação
Mano contacto de pressão do óleo 2 ± 0,2
Bomba de óleo 0,9 ± 0,1
Circuito de Arrefecimento
Bomba de água 1,4 ± 0,1
Caixa de saída de água 0,8 ± 0,1

OBSERVAÇÕES: PONTOS ESPECÍFICOS: BINÁRIOS DE APERTO ( m.daN) HFX-KFV-NFU C3 2003

71
PONTOS ESPECÍFICOS: BINÁRIOS DE APERTO (m.daN)
Motores: 8HW-8HX

Suporte direito do motor

(1) 4,5 ± 0,4


(2) 3 ± 0,3

Tirante anti-binário

(3) 6 ± 0,6
(4) 6 ± 0,6

Suporte esquerdo do motor na caixa de velocidades

(5) 5,4 ± 0,5


(6) 6 ± 0,6
(7) 5,5 ± 0,5

B1BP2LJP

OBSERVAÇÕES: PONTOS ESPECÍFICOS: BINÁRIOS DE APERTO ( m.daN) C3 8HW – 8HX 2003

72
PONTOS ESPECÍFICOS: BINÁRIOS DE APERTO (m.daN)
Motores 8HW-8HX
Conjunto Móvel
Parafuso de fixação da tampa de apoio
Pré-aperto 1
Desaperto SIM
Aperto 3
Aperto angular 140°
Porcas de bielas
Pré-aperto 1
Desaperto SIM
Aperto 1,5 ± 0,1
Aperto angular 100° ± 5°
Poli de comando de acessórios
Pré-aperto 3 ± 0,4
Aperto angular 180° ± 5°
Cárter de cilindros
Cárter de óleo 1 ± 0,1
Rolete enrolador de correia de distribuição 4,5 ± 0,4
Rolete tensor de correia de distribuição 3 ± 0,3

OBSERVAÇÕES: PONTOS ESPECÍFICOS: BINÁRIOS DE APERTO ( m.daN) C3 8HW-8HX 2003

73
PONTOS ESPECÍFICOS: BINÁRIOS DE APERTO (m.daN)
Motores 8HW-8HX
Cabeça
Cárters dos apoios da árvore de cames
Pré-aperto 0,5 ±
Aperto 1±
Fixação dos sub-conjuntos de árvore de cames na
cabeça
Pré-aperto
0,5
Aperto 1
Colector de escape 2,5 ± 0,2
Tampa da cabeça 2,5 ± 0,2
Poli da árvore de cames. 4,3 ± 0,4
Volante do Motor
Volante do motor
Pré-aperto 1,7
Aperto 70° ± 5°
Mecanismo de embraiagem 2±
Circuito de lubrificação
Conjunto de bomba de óleo
Pré-aperto 0,5 ± 0,06
Aperto 0,9 ± 0,1
Permutador térmico água / óleo 1 ± 0,1

OBSERVAÇÕES: PONTOS ESPECÍFICOS: BINÁRIOS DE APERTO ( m.daN) C3 8HW – 8HX 2003

74
PONTOS ESPECÍFICOS: BINÁRIOS DE APERTO (m.daN)
Motores 8HW-8HX
Circuito de Injecção
Parafuso de base esférica de forqueta de fixação
0,3 ± 0,1
injecção diesel
Rampa de injecção comum de alta pressão de
2 ± 0,2
combustível no bloco do motor
Uniões na rampa de injecção comum de alta
pressão do combustível
2,25 ± 0,2
Bomba de injecção diesel no suporte
União no injector diesel
Poli de bomba de injecção diesel 5 ± 0,5
União na bomba de alta pressão diesel 2,25 ± 0,2
Circuito de Arrefecimento
Bomba de água
Pré-aperto 0,3 ± 0,06
Aperto 1 ± 0,1
Caixa de saída de água
Pré-aperto 0,3 ± 0,06
Aperto 0,7 ± 0,08

OBSERVAÇÕES: PONTOS ESPECÍFICOS: BINÁRIOS DE APERTO ( m.daN) C3 8HW – 8HX 2003

75
PONTOS ESPECÍFICOS: BINÁRIOS DE APERTO (m.daN)
Motores: 8HY-8HV
Suporte direito do motor

Vis (1) 6 ± 0,6


Vis (2) 6 ± ,06

Suporte do motor inferior direito

Vis (3) 5,7 ± ,05

Suporte do motor superior esquerdo

Vis (7) 6 ± ,06


Vis (8) 5,5 ± 0,5

Suporte do motor inferior esquerdo

Vis (6) 5,4 ± 0,5

Tirante anti-binário

Parafuso (4) 6 ± 0,6


Parafuso (5) 6 ± 0,6
B1BP2MNP

OBSERVAÇÕES: PONTOS ESPECÍFICOS: BINÁRIOS DE APERTO ( m.daN) C3 8HY – 8HV 2003

76
PONTOS ESPECÍFICOS: BINÁRIOS DE APERTO (m.daN)
Motores 8HY-8HV
Conjunto Móvel
Parafuso de fixação da tampa de apoio
Aperto 3 ± 0,3
Aperto angular 140° ± 1°,4’
Cubo da poli da cambota
Aperto 3 ± 0,3
Aperto angular 180° ± 5°
Cárter Cilindro
Cárter de óleo 1 ± 0,1
Rolete tensor da correia de distribuição 4 ± 0,4
Rolete enrolador de correia de distribuição
Suporte do rolete enrolador da correia de 2,5 ± 0,2
distribuição
Cabeça
Cárter das tampas dos apoios das árvores de cames
1 ± 0,1
Colector de admissão
Colector de escape 2,5 ± 0,2
Tampa da cabeça Os parafusos (M6) a 1 ± 0,2
Carreto de árvore de cames 4,3 ± 0,4
Carreto de bomba de alta pressão de combustível 5 ± 0,5

OBSERVAÇÕES: PONTOS ESPECÍFICOS: BINÁRIOS DE APERTO ( m.daN) C3 XSARA 8HY – 8HV


2003

77
PONTOS ESPECÍFICOS: BINÁRIOS DE APERTO (m.daN)
Motores 8HY-8HV
Volante do Motor - Embraiagem
Volante Do Motor 1,7 ± 0,2
Mecanismo de embraiagem 2 ± 0,2
Circuito de Lubrificação
Conjunto de bomba de óleo 0,9 ± 0,1
Permutador térmico água / óleo 1 ± 0,1
Tubo de lubrificação do turbo compressor 2,2 ± 0,2
Circuito de Injecção
Porca de brida de fixação de injector
Aperto 0,4 ± 0,1
Aperto angular 65° ± 5°
Uniões na rampa de injecção comum de alta
pressão do combustível
2,3 ± 0,2
Bomba de alta pressão do combustível
União no injector diesel
Carreto de bomba de alta pressão de combustível 5 ± 0,5
União na bomba de alta pressão do combustível 2,3 ± 0,2
Circuito de Arrefecimento
Bomba de água 1 ± 0,2±

OBSERVAÇÕES: PONTOS ESPECÍFICOS: BINÁRIOS DE APERTO ( m.daN) C3 XSARA 8HY – 8HV


2003

78
PONTOS ESPECÍFICOS – BINÁRIOS DE APERTO (m.daN)
Motores: RFS - VJX
SAXO XSARA
VJX RFS

-Pré-apertar: 0,4 -Pré-apertar: 0,5

- Apertar: 0,7 - Apertar: 1

B1DP03BC B1DP01YD

OBSERVAÇÕES: PONTOS ESPECÍFICOS – BINÁRIOS DE APERTO (M.DAN) 2002.

79
CABEÇA
Motores: HDZ - HFX - KFW - KFV - NFT - NFV - NFX - NFU - VJX
Identificação das juntas da cabeça
NFT NFX
Placa do motor HFX KFW VJX
NFV NFU
Marcas (Entalhe na junta da cabeça) ∗
1 1 1 1 1
2 0 0 1 1
Espessura
3 0 0 1 1
4 0 1 1 0
A 0
CURTY B 0
D 0
A 1 1
MEILLOR B 1 1
D 0 0
Fornecedores
A 1
ELRING B 0
D 1
A 1
REINZ B 0
D 0
Material C 0 (Com amianto) – 1 (Sem amianto) 0 = Sem entalhe
Reparação R 0 (Junta série) – 1 (Junta reparação) 1 = Um entalhe
B1BP10KC

OBSERVAÇÕES: CABEÇA TU SAXO-XSARA-XSARA PICASSO 2003.

80
CABEÇA (Continuação)
Motores: HDZ – HFX – KFW - NFT – NFV - NFX – NFU – VJX
Aperto da cabeça (m.daN) Parafusos da cabeça
HDZ-HFX-KFW-NFV-NFT
-Pré-aperto 2
-Aperto angular 240 ±5°
VJX

-Pré-aperto 4
-Aperto angular 300 ±5°

NFU - NFX
NOTA: Lubrificar os parafusos da cabeça na
rosca e debaixo da cabeça.
(Óleo de motor ou Molykote G Rapid Plus).
X = MÁX reutilizável
-Pré-aperto 2
HDZ-HFX-KFW-NFV-
-Aperto angular 260 ±5° VJX NFU-NFX
NFT

X= 175,5 ± 0,5 mm X = 197,1 mm X = 122,6 mm

B1BP10LC B1DP13NC B1DP059C

OBSERVAÇÕES: CABEÇA SAXO-XSARA-XSARA PICASSO 2003..

81
CABEÇA
MOTORES: HFX – KFV - NFU
Identificação das juntas da cabeça

Espessura
Motorizações Espessuras (Série) Marca da espessura
(reparação)
HFX 2
1,2 ± 0,1 1,4 ± 0,1
KFV 1
NFU 0,66 ± 0,04 4

Marcas

1,2,3,4 = Tipo de motor.

A,B,D = Fornecedores.

C = Matéria da junta.

R = Reparação.

B1BP10KC

OBSERVAÇÕES: CABEÇA TU HFX-KFV-NFU C3 2003

82
CABEÇA
Motores: HFX – KFV - NFU
Aperto da cabeça (m.daN) Parafusos da cabeça
HFX - KFV

Apertar a
2 ± 0,2
Aperto angular 240° ± 5°

(Na ordem de 1 a 10)

NFU

Apertar a
2 ± 0,2
Aperto angular 260° ± 5°

(Na ordem de 1 a 10)


NOTA: Lubrificar os parafusos
Cabeça sobre rosca e sob cabeça. X = MÁX REUTILIZÁVEL
NOTA : É proibido o reaperto da cabeça (Óleo de motor ou Molykote HFX - KFV NFU
após uma intervenção. G Rapid Plus). 175,5 ± 0,5 122 ± 0,3
B1BP10KC B1BP1DVC

OBSERVAÇÕES: CABEÇA HFX-KFV-NFU C3 2003

83
CABEÇA
Motores: 8HX – 8HW
Identificação das juntas da cabeça
Saliência Número de Número de
Espessuras
Motorizações Fornecedor dos pistões entalhes em entalhes em Tipo de junta: Metálica multi-folhas
(mm)
(mm) d e
0,675 a 0,725 1,25 1 «d» Marca da espessura.
0,726 a 0,775 1,30 2
8HY–8HV ELRING 0,776 a 0,825 1,35 3 2 «e» Marca do motor.
0,826 a 0,875 1,40 4
0,876 a 0,983 1,45 5

B1DP1CMD

OBSERVAÇÕES: CARACTERÍSTICAS: MOTOR 8HX – 8HW C3 2003

84
CABEÇA
Motores: 8HY – 8HV
Identificação das juntas da cabeça
Número de Número de
Saliência
Espessuras entalhes entalhes
Motorizações Fornecedor dos pistões Tipo de junta: Metálica multi-folhas
(mm) em em
(mm)
d e
«d» Marca da espessura.
0,771 a 0,820 1,35 1
0,611 a 0,720 1,25 2 «e» Marca do motor.
8HY – 8HV ELRING 0,721 a 0,770 1,30 3 2
0,821 a 0,870 1,40 4
0,871 a 0,977 1,45 5

B1DP1CKD

OBSERVAÇÕES: CARACTERÍSTICAS: MOTOR 8HY – 8HV C3 2003

85
CABEÇA
Motores: 8HX–8HW-8HY–8HV
Aperto da cabeça (m.daN) Parafusos da cabeça
8HX–8HW-8HY–8HV

Pré-aperto 2 ± 0,2 m.daN

Aperto 4 ± 0,4 m.daN

Aperto angular 230° ± 5°


(Na ordem de 1 a 10)
NOTA:
- Os parafusos deverão ter sido
cuidadosamente escovados com uma
escova metálica e secos.
- Lubrificar a rosca e a cabeça dos
parafusos.
G Rapid Plus). X = MÁX reutilizável
A junta da cabeça é montada sem - Passagem de um macho nas roscas do 8HX–8HW-8HY–8HV
lubrificação. bloco dos cilindros.
NOTA: É proibido o reaperto da cabeça X = 149 mm
após uma intervenção.
B1DP1CLC B1DP1DBC

OBSERVAÇÕES: CARACTERÍSTICAS: MOTOR 8HX – 8HW XSARA C3 2003

86
CABEÇA
Motor: 6FZ
Identificação das juntas da cabeça

Cota nominal Cota de reparação


Zona de identificação
4–5 2–4–5
«d»
Zona de marcação
R1 R2 R3
«e»
Espessura da junta
0,8 1 1,1 1,3
(mm)
Fornecedor MEILLOR

Marca

«d» Zona de identificação

«e» Zona de marcação

NOTA: Junta de 3 folhas metálicas.


B1DP183D

OBSERVAÇÕES: CABEÇA 6FZ XSARA PICASSO 2003.

87
CABEÇA (Continuação)
Motor: 6FZ
Aperto da cabeça (m.daN) Parafusos da cabeça
6FZ

Pré-aperto 1,5 ± 0,2


Aperto 5 ± 0,2
Desaperto 360 ° (1 volta)
Aperto 2 ± 0,2
Aperto angular 285° ± 5°

A = Espessura da anilha: 4 ± 0,2 mm.


NOTA: Lubrificar os parafusos X = Comprimento sob a cabeça dos parafusos novos = 144,5 ±
da cabeça sobre a rosca e sob a 0,5 mm.
cabeça. X = MÁX reutilizável
(Óleo de motor ou Molykote 6FZ
G Rapid Plus). X= 147 mm
B1DP05BC B1DP16FC

OBSERVAÇÕES: CABRÇA 6FZ XSARA PICASSO 2003

88
CABEÇA
Motor: RFN
Identificação das juntas da cabeça

Cota nominal Cota de reparação


Zona de identificação
4-5 2-4-5
«d»
Zona de marcação
R1 R2
«e»
Espessura da junta
0,8 1,1 1,4
(mm)
Fornecedor MEILLOR

Junta da cabeça metálica multi-folhas


B1DP183D

OBSERVAÇÕES: CABEÇA XSARA XSARA PICASSO RFN 2003

89
CABEÇA (Continuação)
Motor: RFN
Aperto da cabeça (m.daN) Parafusos da cabeça
RFN

Pré-aperto 1,5 ± 0,1


Aperto 5 ± 0,1
Desaperto 360° ± 2°
Aperto 2 ± 0,75
Aperto angular 285° ± 5°

A = Espessura da anilha: 4 ± 0,2 mm.


NOTA: Lubrificar os parafusos X = Comprimento sob a cabeça dos parafusos novos = 144,5 ±
da cabeça sobre a rosca e sob a 0,5 mm.
cabeça. X = MÁX reutilizável
(Óleo de motor ou Molykote RFN
G Rapid Plus).
X= 147 mm
B1DP05BC B1DP16FC

OBSERVAÇÕES: CABEÇA XSARA XSARA PICASSO RFN 2003

90
CABEÇA
Motor: RFS
Identificação das juntas da cabeça
Placa do motor RFS
Marcas (Entalhe na junta da cabeça) (∗)
A 1
B 0
Fornecedores MEILLOR C 1
D 0
E 0

(*) 0 = Sem entalhe


1 = Um entalhe
B1BP004C

OBSERVAÇÕES: CABEÇA XSARA RFS 2003

91
CABEÇA (Continuação)
Motor: RFS
Aperto da cabeça (m.daN) Parafusos da cabeça
RFS
-Pré-aperto 3,5
-Desapertar NÃO
- Apertar 7
- Aperto angular 160°

NOTA: Lubrificar os parafusos


da cabeça sobre a rosca e sob
a cabeça.
(Óleo de motor ou Molykote G Rapid Plus).

X = MÁX reutilizável
RFS
112 mm
B1DP05BC B1DP13PC

OBSERVAÇÕES: CABEÇA XSARA RFS 2003.

92
CABEÇA
Motor: WJY
Identificação das juntas da cabeça
Número Número
Placa do Saliência Espessura de de
WJY
do motor pistão (mm) (*) (mm) ± 0,04 orifícios orifícios
em A em B
0,51 a 0,55 1,26 1
0,55 a 0,59 1,30 2
WJY 0,59 a 0,63 1,34 2 3
0,63 a 0,67 1,38 4
0,67 a 0,71 1,42 5

A = Marca do motor.
B = Marca de espessura
(*) = Tomar o pistão mais alto como referência.

B1DP14QD

OBSERVAÇÕES: CABEÇA XSARA 2003.

93
CABEÇA
Motores: RHY - RHZ
Identificação das juntas da cabeça
Número de
Placa do Saliência Espessura
entalhes
do motor Pistão (mm) (mm)
em A
0,47 a 0,605 1,30 ± 0,06 1
0,605 a 0,655 1,35 ± 0,06 2
RHY
RHZ 0,655 a 0,705 1,40 ± 0,06 3
0,705 a 0,755 1,45 ± 0,06 4
0,755 a 0,83 1,50 ± 0,06 5

B1DP15AD

OBSERVAÇÕES: CABEÇA RHY-RHZ XSARA-XSARA PICASSO 2003.

94
CABEÇA (Continuação)
Motores: WJY – RHY - RHY
Aperto da cabeça (m.daN) Parafusos da cabeça
WJY WJY RHY - RHZ

-Pré-aperto 2
- Aperto 6
- Aperto angular 180°

RHY - RHZ

-Pré-aperto 2
-Aperto 6
-Aperto angular 220°

NOTA: Lubrificar os parafusos X = MÁX reutilizável


da cabeça sobre a rosca e sob a cabeça WJY RHY - RHZ
(Óleo de motor ou molykote G PLUS). 125,5 mm 133,3
B1DP05BC B1DP13PC B1DP14NC B1DP15EC

OBSERVAÇÕES: CABEÇA RHY-RHZ XSARA-XSARA PICASSO 2003.

95
QUADRO DE CORRESPONDÊNCIA DA TENSÃO DA CORREIA/UNIDADES SEEM
Ð 4099-T (C.TRONIC 105) Í Ferramentas Î 4122-T (C.TRONIC 105.5) Ð

B1EP135D

OBSERVAÇÕES: QUADRO DE CORRESPONDÊNCIA DA TENSÃO DA CORREIA

96
CORREIA DE COMANDO DE ACESSÓRIOS
TU EW XU
1 3 5 7 10
JP J4 JP4 J4 J4RS

Placa do motor HFX KFW KFV NFT NFV NFX NFU 6FZ RFN RFS

SAXO X X X X

Ver páginas: 100 100 106

C3 X X X

Ver páginas: 101 a 102 101 a 102 101 a 102

XSARA X X X X

Ver páginas: 105 106 110 108 a 109


XSARA
X X X
PICASSO
Ver páginas: 103 a 104 110

OBSERVAÇÕES: CORREIA DE COMANDO DE ACESSÓRIOS GASOLINA 2003

97
CORREIA DE COMANDO DE ACESSÓRIOS
TUD DV DW
5 4 8 10
B TD TED4 B TD ATED

Placa do motor VJX 8HX 8HW 8HZ 8HV 8HY WJY RHY RHZ

SAXO X

Ver páginas: 107

C3 X X X X

Ver páginas: 117 a 118 119

XSARA X X X X

Ver páginas: 117 a 118 111 a 116 120 a 123


XSARA
X
PICASSO
Ver páginas: 120 a 123

OBSERVAÇÕES: CORREIA DE COMANDO DE ACESSÓRIOS DIESEL 2003

98
CORREIA DE COMANDO DE ACESSÓRIOS 2002
Motores: todos os tipos a Gasolina e Diesel

FERRAMENTA

Aparelho de medição da tensão das correias: 4122 - T .(C.TRONIC 105.5)

ATENÇÃO: Em caso de utilização do aparelho 4099-T (C.TRONIC 105) Ver o quadro de correspondência 90.

IMPERATIVO.

- Antes de voltar a montar as correias de acessórios, certificar-se de:

-1 / Que o (ou os) rolete roda livremente (sem folgas nem pontos duros)

-2 / Que a correia está correctamente posicionada nas gargantas das diferentes polis.

OBSERVAÇÕES: CORREIA DE COMANDO DE ACESSÓRIOS 2002

99
CORREIA DE COMANDO DE ACESSÓRIOS
Motores: HFX – KFW – NFT
Sem refrigeração. Com refrigeração.

- Montar a ferramenta 4122 - T. - Montar a ferramenta 4122 - T.

- Apertar o parafuso de tensão (3) para - Apertar o parafuso de tensão (5) para
obter um valor de: obter um valor de:
-120 ± 3 unidades SEEM.
- 55 ± 3 unidades SEEM.

- Apertar os parafusos (2) e (1) - Apertar os parafusos (6) e (4)

-Desmontar a ferramenta 4122-T. -Desmontar a ferramenta 4122-T.

B1BP10UC B1BP10WC B1BP10VC B1BP10XC

OBSERVAÇÕES:
CORREIA DE COMANDO DE ACESSÓRIOS HFX – KFW – NFT SAXO 2003

100
CORREIA DE COMANDO DE ACESSÓRIOS
Motores: HFX – KFV - NFU

Ferramentas.

[1] Pinça para desmontar pitões de plástico : 7504-T.


[2] Aparelho de medição das tensões das correias SEEM : 4122-T.

Veículo sem refrigeração.


Desmontagem. Montagem.
Montar a correia.
Desapertar: Respeitar a ordem seguinte:
- Carreto da cambota.
- O parafuso (2). - Poli do alternador.
- O parafuso (3). Colocar a ferramenta [2] na correia
- O parafuso de tensão (1). Apertar o parafuso (1) para obter uma tensão de:
55 ± 3 unidades SEEM.
Empurrar o alternador na direcção do motor. Apertar:
Desmontar a correia. - O parafuso (3).
- O parafuso (2)
Desmontar a ferramenta [2] e terminar a montagem.
B1BP2LSC B1BP2LTC

OBSERVAÇÕES: CORREIA DE COMANDO DE ACESSÓRIOS HFX – KFV - NFU C3.2003

101
CORREIA DE COMANDO DE ACESSÓRIOS
Motores: HFX – KFV - NFU
Veículo com refrigeração.

Desmontar
Desapertar:
- Os parafusos (6), (4) e (5).
- Aliviar completamente a correia accionando o rolete tensor.
- Desmontar a correia de acessórios.

Montagem.
Respeitar a ordem seguinte:
- Carreto da cambota.
- Poli do compressor de refrigeração.
- Rolete enrolador.
- Poli do alternador.
- Rolete tensor.
Colocar a ferramenta [2] sobre a correia.
- Apertar o parafuso (5) para obter uma tensão da correia de:
120 ± 3 unidades SEEM.
- Apertar o parafuso (4) e (6)
- Desmontar a ferramenta [2].
- Terminar a montagem.
B1BP10VC B1BP10XC

OBSERVAÇÕES: CORREIA DE COMANDO DE ACESSÓRIOS HFX – KFV - NFU C3.2003

102
CORREIA DE COMANDO DE ACESSÓRIOS
Motor: NFV
Sem refrigeração
Ferramentas.
[1] Pinça para desmontar pitões de plástico : 7504 –T.
[2] Aparelho de medição das tensões das correias : 4122 –T.
[3] Chave TORX.

Desmontagem.
- Desbloquear o parafuso central (1), com a ferramenta [3]
- Aliviar o rolete tensor (2), (chave plana 27 sobre o plano).
- Desmontar a correia.
-
Montagem.
- Posicionar a correia.
- Esticar a correia, utilizando o rolete tensor (2).
- Pré-tensão da correia 120 unidades SEEM , com a ferramenta [2].
- Bloquear o parafuso central (1), com a ferramenta [3].
- Desmontar a ferramenta [2].
- Rodar o motor 2 a 4 voltas.
- Tensão de controlo, 120 unidades SEEM.
- Caso contrário, reiniciar a operação.
B1BP234C

OBSERVAÇÕES: CORREIA DE COMANDO DE ACESSÓRIOS XSARA PICASSO NFV 2003.

103
CORREIA DE COMANDO DE ACESSÓRIOS
Motor: NFV
Com refrigeração
Ferramentas.

[1] Pinça para desmontar pitões de plástico : 7504 –T.


[2] Aparelho de medição das tensões das correias : 4122 –T.
[3] Quadrado de 10 mm (chave de esvaziamento).
[4] Chave TORX.

Desmontagem.

- Aliviar o tensor automático, com a ferramenta [3].


- Colocar um punção de Ø 6 mm em (a) para imobilizar o tensor automático.
- Desmontar a correia.

MONTAGEM
- Posicionar a correia.
- Aliviar o tensor automático, com a ferramenta [3].
- Desmontar o punção Ø 6 mm.
- Soltar o tensor automático.
- Desmontar a ferramenta [3].

B1BP235C

OBSERVAÇÕES: CORREIA DE COMANDO DE ACESSÓRIOS XSARA PICASSO NFV 2003

104
CORREIA DE COMANDO DE ACESSÓRIOS
Motor: KFW
Alternador Com refrigeração
[1] Aparelho de medição de tensão: [1] Aparelho de medição de tensão:
4122-T 4122-T

- Esticar a correia, desapertando o - Esticar a correia, desapertando o


parafuso (2). parafuso (4).

- A tensão deve ser de: - A tensão deve ser de:


102 ± 7 unidades SEEM. 102 ± 7 unidades SEEM.

- Apertar os parafusos (1). - Apertar os parafusos (3).


Direcção assistida Direcção assistida refrigeração

- Correia nova - Correia nova


100 unidades SEEM. 100 unidades SEEM.

- Correia reutilizada - Correia reutilizada


75 unidades SEEM. 75 unidades SEEM.

B1BP1B2C B1BP122C B1BP1B3C B1BP124C

OBSERVAÇÕES: CORREIA DE COMANDO DE ACESSÓRIOS XSARA KFW 2003.

105
CORREIA DE COMANDO DE ACESSÓRIOS
Motores: NFX - NFU
Sem refrigeração

- (1) Parafuso de fixação do rolete tensor.


- (2) Parafuso de tensão
- Correia nova : 120 unidades SEEM.
- Correia reutilizada : 86,5 ± 3,5 unidades SEEM.

Com refrigeração

- (3) Parafuso de fixação do rolete tensor.


- (4) Parafuso de tensão
- Correia nova : 120 unidades SEEM.
- Correia reutilizada : 86,5 ± 3,5 unidades SEEM.

NOTA: A desmontagem do rolete tensor requer a desmontagem da chapa com o parafuso de fixação
superior (5).

B1BP1AMC B1BP1ANC

OBSERVAÇÕES: CORREIA DE COMANDO DE ACESSÓRIOS SAXO-XSARA NFX - NFU 2003

106
CORREIA DE COMANDO DE ACESSÓRIOS
Motor: VJX
Sem refrigeração
- (6) Parafuso de fixação do suporte do rolete.
- (7) Parafuso de tensão.
- Efectuar uma pré-tensão da correia (8) de: 120 unidades SEEM.
- Rodar a cambota 3 voltas (Sentido de rotação).
- Ajustar a tensão da correia (8) a 120 unidades SEEM.
- Apertar os parafusos (6) a 2,5 m.daN.
- Fazer o motor funcionar durante 10 min.
- Controlar a tensão.

Com refrigeração
- (3) Parafuso de fixação do suporte do rolete.
- (5) Parafuso de tensão.
- Efectuar uma pré-tensão da correia (4) de: 120 unidades SEEM.
- Rodar a cambota 3 voltas (Sentido de rotação).
- Ajustar a tensão da correia (4) a: 120 unidades SEEM.
- Apertar os parafusos (3) a 2,5 m.daN.
- Fazer o motor funcionar durante 10 min.
- Controlar a tensão.

B1BP11EC B1BP11DC

OBSERVAÇÕES: CORREIA DE COMANDO DE ACESSÓRIOS SAXO VJX 2003

107
CORREIA DE COMANDO DE ACESSÓRIOS
Motor: RFS
Com refrigeração

- Montar a correia de comando.

- Rolete tensor (1).

- Apertar os parafusos (3) a 2 m.daN.

- Actuar no rolete tensor (1), utilizando a ferramenta (quadrado de 9,52 mm (3/8) ) em (2), até poder
remover a ferramenta ou o punção de bloqueio ( Ø 4 mm ) em (4).

- Soltar suavemente o rolete tensor (1), para que o rolete (5) venha apoiado sobre a correia.

B1BP1HJC

OBSERVAÇÕES: CORREIA DE COMANDO DE ACESSÓRIOS XSARA RFS 2003

108
CORREIA DE COMANDO DE ACESSÓRIOS
Motor: RFS
Sem refrigeração
Ferramenta.

[1] Aparelho de medição da tensão da correia : 4122-T

- (1) Parafuso de tensão.


- (2) Parafuso de fixação do suporte do rolete (3).

- Aproximar os parafusos (2).


- Colocar a ferramenta [1] sobre a correia.
- Esticar a correia, desapertando o parafuso (1).
• Correia reutilizada 90 unidades SEEM.
• Correia nova 120 unidades SEEM.
- Apertar os parafusos (2) a 2 m.daN.
- Desmontar a ferramenta [1].
- Rodar a cambota 3 voltas (sentido de rotação do motor).
- Controlar a tensão da correia, utilizando a ferramenta [1], e ajustar (Se necessário).

B1EP12XC B1EP12YC

OBSERVAÇÕES: CORREIA DE COMANDO DE ACESSÓRIOS XSARA RFS 2003

109
CORREIA DE COMANDO DE ACESSÓRIOS
Sem refrigeração Motores: 6FZ – RFN Com refrigeração
Ferramentas
[1] Pinça para desmontar pitões de plástico 7504-T

Desmontagem da correia.

- Aliviar a correia (3), rodando o parafuso (2) do rolete tensor (1)


(para a esquerda).

- O parafuso (2) (ATENÇÃO, nenhum parafuso à esquerda).


- Desmontar a correia (3), mantendo sempre o rolete tensor (1) aliviado.

Montagem da correia.

- Montar a correia (3), mantendo sempre o rolete tensor (1) aliviado.


- Soltar o rolete tensor (1).

B1BP23PC B1BP23QC B1BP23PC B1BP23RC

OBSERVAÇÕES: CORREIA DE COMANDO DE ACESSÓRIOS XSARA-XSARA PICASSO 6FZ-RFN


2003.

110
CORREIA DE COMANDO DE ACESSÓRIOS
Motor: WJY
Sem direcção assistida

Ferramentas:

[1] Aparelho de medição de tensão: 4122-T.

Desmontagem.
- Desapertar os parafusos (2).
- Apertar o parafuso (1) até ao fim.
- Desmontar a correia.

Montagem.
- Montar a correia.
- Colocar a ferramenta [1] no lado "d".
- Apertar o parafuso (1) para obter um valor de:
106 ± 10 Unidades SEEM.
- Apertar os parafusos (2) a 2 m.daN.
- Desmontar a ferramenta [1].

B1BP1SDC B1BP1SEC

OBSERVAÇÕES: CORREIA DE COMANDO DE ACESSÓRIOS XSARA WJY 2003.

111
CORREIA DE COMANDO DE ACESSÓRIOS
Motor: WJY
Sem direcção assistida com refrigeração

Ferramentas:

[1] Aparelho de medição de tensão: 4122-T.

Desmontagem.
- Desapertar os parafusos (1).
- Apertar o parafuso (2) até ao fim.
- Desmontar a correia.

Montagem.
- Montar a correia.
- Colocar a ferramenta [1] no lado "e".
- Apertar o parafuso (2) para obter um valor de:
106 ± 10 Unidades SEEM.
- Apertar os parafusos (1) a 2 m.daN.
- Desmontar a ferramenta [1].

B1BP1SFC B1BP1SGC

OBSERVAÇÕES: CORREIA DE COMANDO DE ACESSÓRIOS XSARA WJY 2003.

112
CORREIA DE COMANDO DE ACESSÓRIOS
Motor: WJY
Direcção assistida sem refrigeração

Ferramenta.

[1] Aparelho de medição de tensão: 4122-T.

Desmontagem.

ATENÇÃO: Se correia tiver de ser reutilizada, medir a tensão antes da


desmontagem.
- Desapertar:
- O parafuso (1).
- A porca (2).

NOTA: O braço (3) do tensor deve estar apoiado no alternador.

- Desmontar a correia.

B1BP1SHD

OBSERVAÇÕES: CORREIA DE COMANDO DE ACESSÓRIOS XSARA WJY 2003

113
CORREIA DE COMANDO DE ACESSÓRIOS
Motor: WJY
Direcção assistida sem refrigeração (Continuação)
Montagem.
- Montar a correia.
- Colocar a ferramenta [1] no lado "f".

ATENÇÃO: Posicionar a ferramenta [1], com o botão para baixo.


- Apertar a porca (2) para obter um valor de:
Correia reutilizada:
Repor o valor obtido na desmontagem.
Correia nova:
A tensão deve ser de 110 Unidade SEEM.
- Apertar o parafuso (1) a 9,5 m.daN.
- Controlar a tensão da correia (ferramenta [1] ).
O valor de tensão deve ser de 144 ± 3 unidades SEEM.
- Desmontar a ferramenta [1].
- Ligar o motor e deixá-lo funcionar durante 10 segundos.
- Desligar o motor.
- Colocar a ferramenta [1] no lado "f".
- O valor de tensão deve ser de 130 ± 4 unidades SEEM.
- Desmontar a ferramenta [1].

B1BP1SJD

OBSERVAÇÕES: CORREIA DE COMANDO DE ACESSÓRIOS XSARA WJY 2003

114
CORREIA DE COMANDO DE ACESSÓRIOS
Motor: WJY
Direcção assistida com refrigeração
Ferramentas:
[1] Punção para o rolete dinâmico : (-) 0188 H.
[2] Aparelho de medição de tensão : 4122-T.
Desmontagem.
- Puncionar o rolete dinâmico (1) em "a", utilizando a ferramenta [1].
- Desapertar o parafuso (2) do rolete (3).
- Deslocar o rolete (3) para trás.
- Desmontar a correia.
NOTA: Se for impossível puncionar em "a":
- Desapertar o parafuso (2) do rolete (3).
- Utilizando um quadrado de 7 mm, actuar em "b" no rolete (3).
- Puncionar o tensor (1) em "a", utilizando a ferramenta [1].
NOTA: No caso de uma correia partida:
- Levantar o motor com um macaco
(colocar um calço de madeira entre o cárter e o macaco).
- Desmontar o suporte direito do motor.
- Utilizando um quadrado situado em (b), actuar sobre o rolete (3) no sentido da seta "a",
para puncioná-lo em "a" com a ferramenta [1].

B1BP1SKC

OBSERVAÇÕES: CORREIA DE COMANDO DE ACESSÓRIOS XSARA WJY 2003

115
CORREIA DE COMANDO DE ACESSÓRIOS
Motor: WJY
Direcção assistida com refrigeração (Continuação)

Montagem.

- Montar a correia.

- Utilizando um quadrado de 7 mm situado em "b", actuar sobre o rolete (3) até à libertação
da ferramenta [1] situada em "a".

- Apertar o parafuso (2).

- Desmontar a ferramenta [1].

B1BP1SLC

OBSERVAÇÕES: CORREIA DE COMANDO DE ACESSÓRIOS XSARA WJY 2003

116
CORREIA DE COMANDO DE ACESSÓRIOS
COM COMPRESSOR E Motores: 8HX – 8HW
ALTERNADOR
Ferramentas
[1] Pinça para desmontar pitões de plástico : 7504-T.
[2] Alavanca de compressão do rolete tensor : (-).0194.E.
[3] Punção de afinação do rolete tensor Ø4 mm : (-).0194.F.
Desmontagem.

Desligar o cabo negativo da bateria.


Levantar e calçar o veículo com as rodas pendentes.
Desmontar a roda dianteira direita.
Afastar o resguardo de lama, ferramenta [1].

IMPERATIVO: Marcar o sentido de rotação da correia em


caso de reutilização. Se o índice do rolete tensor estiver fora
das marcas proceder à substituição da correia de comando
dos acessórios.

O alternador (1).
O compressor de refrigeração (2).
Aliviar o rolete tensor da correia dos acessórios, ferramenta
[2].
Colocar o punção [3].
Desmontar a correia dos acessórios.
B1BP2MJD B1BP2MKC

OBSERVAÇÕES: CORREIA DE COMANDO DE ACESSÓRIOS C3 8HX – 8HW 2003

117
CORREIA DE COMANDO DE ACESSÓRIOS
Motores: 8HX – 8HW
Marcas no rolete tensor dinâmico.
«a» Posição «desgaste máximo» da correia de acessório.
«b» Posição normal.

Montagem

NOTA: Certificar-se de que o rolete tensor roda livremente (ausência de pontos


duros). Caso contrário, substituir o rolete tensor.

Respeitar o sentido de montagem da correia.

Terminar a colocação da correia, de ambos os lados, utilizando o rolete tensor.


Certificar-se de que a correia fica correctamente instalada nas gargantas dos
diversos «Vs».

Actuar com a ferramenta [2] no rolete tensor para desmontar o punção [3].

B1EP18UD

OBSERVAÇÕES: CORREIA DE COMANDO DE ACESSÓRIOS C3 8HX – 8HW 2003

118
CORREIA DE COMANDO DE ACESSÓRIOS
Motores: 8HY – 8HV
Ferramentas.

[1a] Alavanca do rolete tensor dinâmico : (-).0194-E1.


[1b] Acrescento da alavanca : (-).0194-E2.
[2] Punção de imobilização do rolete de acessórios Ø 4 mm : (-).0194-F

Desmontagem.
Rodar o suporte (1) do rolete tensor (sentido dos ponteiros do relógio), ferramenta [1a] e
[1b] em «a».
Desmontar a correia.
Imobilizar o suporte (1) do rolete tensor, ferramenta [2].
Desmontar a correia dos acessórios (2).

IMPERATIVO: Certificar-se de que os roletes enroladores rodam livremente


(ausência de folgas e ponto duro).

Montagem.
Montar a correia.
Actuar com a ferramenta [1] no rolete tensor para desmontar o punção [2].

IMPERATIVO: Certificar-se de que correia está correctamente posicionada nas


diversas gargantas das polis.
B1BP2MYD B1BP2MZC

OBSERVAÇÕES: CORREIA DE COMANDO DE ACESSÓRIOS C3 8HY – 8HV 2003

119
CORREIA DE COMANDO DE ACESSÓRIOS
Motores: RHY - RHZ
Sem refrigeração
Ferramentas
[1] Quadrado de afinação de tensão de correia : (-).0188 J2
[2] Punção Ø 4 mm : (-).0188.Q1
[3] Punção Ø 2 mm : (-).0188.Q2.
[4] Alavanca de compressão de tensor dinâmico : (-).0188.Z

Desmontagem.
Correia reutilizada

ATENÇÃO: Marcar o sentido de montagem da correia, em caso de reutilização.

- Comprimir o rolete tensor (2), actuando em "a" (para a esquerda), utilizando a ferramenta [4].
- Manter o rolete tensor (2) comprimido e desmontar a correia.

Correia não reutilizada


- Comprimir o rolete (2), actuando em "a" (para a esquerda), utilizando a ferramenta [4].
- Puncionar utilizando a ferramenta [2], em "b".
- Manter o rolete tensor (2) comprimido e desmontar a correia.
- Desapertar o parafuso (1).

B1BP1YKD

OBSERVAÇÕES: CORREIA DE COMANDO DE ACESSÓRIOS XSARA-XSARA PICASSO RHY-RHZ


2003.

120
CORREIA DE COMANDO DE ACESSÓRIOS
Motores: RHY - RHZ
Sem refrigeração (Continuação)
Montagem.
Correia reutilizada.

- Comprimir o rolete (2), actuando em "a" (para a esquerda), utilizando a ferramenta [4].
- Montar a correia.

ATENÇÃO: Respeitar o sentido de montagem da correia.

- Desmontar a ferramenta [4].

Correia nova.

- Montar a correia.
- Rodar o rolete excêntrico (3), utilizando a ferramenta [1] (para a direita), para libertar a
ferramenta [2] do punção em"b".
- Manter o rolete excêntrico (3), utilizando a ferramenta [1], e apertar o parafuso (1) a 4,3 m.daN.
- Desmontar a ferramenta [2].
- Rodar a cambota 4 voltas, no sentido de rotação.
- Verificar a possibilidade de punção em "b", utilizando a ferramenta [3].
- Se não for possível puncionar reiniciar a regulação
B1BP1YMD

OBSERVAÇÕES: CORREIA DE COMANDO DE ACESSÓRIOS XSARA-XSARA PICASSO RHY-RHZ


2003.

121
CORREIA DE COMANDO DE ACESSÓRIOS
Motores: RHY - RHZ
Com refrigeração
Ferramentas
[1] Quadrado de afinação de tensão de correia : (-).0188 J2
[2] Punção Ø 4 mm : (-).0188.Q1
[3] Punção Ø 2 mm : (-).0188.Q2.
[4] Alavanca de compressão de tensor dinâmico : (-).0188.Z
Desmontar

Correia reutilizada.
ATENÇÃO: Marcar o sentido de montagem da correia, em caso de reutilização.
- Comprimir o rolete tensor (7), actuando em "c" (para a esquerda), utilizando a ferramenta [4].
- Manter o rolete (7) comprimido e desmontar a correia.

Correia não reutilizada.


- Comprimir o rolete (7), actuando em "c" (para a esquerda), utilizando a ferramenta [4].
- Puncionar utilizando a ferramenta [2], em "d".
- Desapertar o parafuso (6).
- Deslocar o rolete excêntrico (5) para trás.
- Apertar manualmente o parafuso (6).
- Desmontar a correia.

B1BP1YLD

OBSERVAÇÕES: CORREIA DE COMANDO DE ACESSÓRIOS XSARA-XSARA PICASSO RHY-RHZ


2003.

122
CORREIA DE COMANDO DE ACESSÓRIOS
Motores: RHY - RHZ
Com refrigeração (Continuação)
Montagem.

Correia reutilizada.
- Comprimir o rolete (7), actuando em "c" (para a esquerda), utilizando a ferramenta [4].
- Montar a correia.

ATENÇÃO: Respeitar o sentido de montagem da correia.


- Desmontar a ferramenta [4].

Correia nova.
- Montar a correia.
- Rodar o rolete excêntrico (5), utilizando a ferramenta [1] (para a direita), para libertar a
ferramenta [2]
do punção em "d"
- Manter o rolete excêntrico (5), utilizando a ferramenta [1], e apertar o parafuso (6) a 4,3 m.daN.
- Desmontar a ferramenta [2].
- Rodar a cambota 4 voltas, no sentido normal de rotação.
- Verificar a possibilidade de punção em "d", utilizando a ferramenta [3].
- Se não for possível puncionar, reiniciar a regulação.

B1BP1YND

OBSERVAÇÕES: CORREIA DE COMANDO DE ACESSÓRIOS XSARA-XSARA PICASSO RHY-RHZ


2003.

123
CONTROLO E AFINAÇÃO DA DISTRIBUIÇÃO
TU EW XU
1 3 5 7 10
JP J4 JP4 J4 J4RS
Placa do motor HFX KFW KFV NFT NFV NFX NFU 6FZ RFN RFS
SAXO X X X X
Ver páginas: 126 a 128 126 a 128 139 a 142
C3 X X X
Ver páginas: 129 a 138 129 a 138 129 a 138
XSARA X X X X
¼ 2003
163 a 173
Ver páginas: 126 a 128 139 a 142 182 a 186
2003 ¼
174 a 181
PICASSO X X X
¼ 2003
163 a 173
Ver páginas: 126 a 128
2003 ¼
174 a 181

OBSERVAÇÕES: CONTROLO E AFINAÇÃO DA DISTRIBUIÇÃO GASOLINA 2003

124
CONTROLO E AFINAÇÃO DA DISTRIBUIÇÃO
TUD DV DW
5 4 8 10
B TD TED4 B TD ATED
Placa do motor VJX 8HX 8HW 8HZ 8HV 8HY WJY RHY RHZ
SAXO X
Ver páginas: 143 a 145
C3 X X X X
Ver páginas: 146 a 153 154 a 162
XSARA X X X X
¼ N° OPR 9127
192 a 196
Ver páginas: 146 a 153 187 a 191
N° OPR 9128 ¼
197 a 205
PICASSO X
¼ N° OPR
9127
192 a 196
Ver páginas:
N° OPR
9128 ¼
197 a 205

OBSERVAÇÕES: CONTROLO E AFINAÇÃO DA DISTRIBUIÇÃO DIESEL 2003

125
CONTROLO E AFINAÇÃO DA DISTRIBUIÇÃO
Motores: HFX - KFW - NFT - NFV
FERRAMENTAS
[1] Punção de volante do motor : 4507-T.A
[2] Punção de poli da árvore de cames : 4507-T.B Caixa 4507-T
[3] Quadrado : 4507-T.J
[4] Aparelho de medição da tensão da correia : 4122-T
[5] Placa de apoio de balanceiro : 4533-T.Z

Controlo da distribuição
-Puncionar o volante do motor, utilizando a ferramenta [1].
-Puncionar a poli da árvore de cames com a ferramenta [2].
Afinação da distribuição.
NOTA: Desmontar as velas de ignição, para facilitar a rotação da cambota.
- Rodar o motor através do parafuso (1) da cambota.
- Puncionar o carreto da árvore de cames.
- Puncionar o volante do motor
- Desapertar a porca (2).
- Aliviar completamente a correia accionando o rolete tensor.
- Desmontar a correia.
IMPERATIVO: Verificar se o rolete tensor roda livremente
(ausência de pontos duros).
B1EP067C B1EP066C B1EP068C

OBSERVAÇÕES: CONTROLO E AFINAÇÃO DA DISTRIBUIÇÃO SAXO-XSARA HFX - KFW - NFT


- NFV 2003.

126
CONTROLO E AFINAÇÃO DA DISTRIBUIÇÃO
Motores: HFX - KFW - NFT - NFV
Montagem da correia de distribuição.
NOTA: Verificar se os punções [1] e [2] estão no devido lugar.
ATENÇÃO: Respeitar o sentido de montagem da correia: As setas "a" indicam o sentido de rotação da
cambota.
Colocar:
-A correia de distribuição, com o lado "b" bem esticado, pela seguinte ordem:
Carreto da cambota, poli da árvore de cames, poli da bomba de água, rolete tensor.
-A ferramenta [5] (respeitar o sentido de montagem em relação à distribuição).
-Colocar o rolete tensor em contacto com a correia.
-Apertar a porca (2)
Pré-tensão da correia.
- Colocar a ferramenta [4] no lado "b" esticado da correia.
- Desapertar a porca (2).
- Rodar o rolete (3) (para a esquerda), utilizando o quadrado de comando, até obter um valor de:
44 unidades SEEM.
- Apertar a porca (2) a 2 m.daN.
- Desmontar as ferramentas [1], [2] e [4]
- Rodar a cambota 4 voltas, no sentido normal de rotação.

IMPERATIVO: Nunca fazer rodar a cambota para trás.


B1EP069C B1EP06AC

OBSERVAÇÕES: CONTROLO E AFINAÇÃO DA DISTRIBUIÇÃO SAXO-XSARA HFX - KFW - NFT


- NFV 2003.

127
CONTROLO E AFINAÇÃO DA DISTRIBUIÇÃO
Motores: HFX - KFW - NFT - NFV

Pré-tensão da correia de distribuição (Continuação).


- Certificar-se da afinação da distribuição, voltando a colocar os punções [1] e [2].
- Desmontar a tampa da cabeça.
- Colocar a ferramenta [5] (Respeitar o sentido de montagem em relação à distribuição).
Regulação da tensão de montagem da correia.
- Colocar a ferramenta [4] no lado esticado da correia.
- Desapertar a porca (2).
- Aliviar a correia, sem esforçar.
- Esticar a correia de distribuição para obter um valor de: 31 ± 2 Unidades SEEM.
- Apertar a porca (2) a 2 m.daN.
- Desmontar as ferramentas [1],[2],[4] e [5].
Controlo da tensão da correia.
- Rodar a cambota 2 voltas, no sentido normal de rotação.
- Verificar se é sempre possível a punção dos seguintes elementos.
-Volante do motor.
- Árvore de cames.

IMPERATIVO: Reiniciar a operação de tensão da correia quando a punção for impossível.

OBSERVAÇÕES: CONTROLO E AFINAÇÃO DA DISTRIBUIÇÃO SAXO-XSARA HFX - KFW -


NFT - NFV 2003.

128
CONTROLO E AFINAÇÃO DA DISTRIBUIÇÃO
Motores: HFX – KFV - NFU
Ferramentas.
[1] Punção de volante do motor : 4507-T.A
[2] Punção de poli da árvore de cames : 4507-T.B
[3a] Punção da árvore de cames : 4533-TA.C1
[3b] Punção da árvore de cames : 4533-TA.C2
[4] Cavilha do rolete tensor dinâmico : 4200-T.H
[5] Gancho de suporte da correia : 4533-T.AD
[6] Pinça para desmontar pitões de plástico : 7504-T.

Controlo da distribuição.
Motor HFX – KFV – NFU.
Elevar e calçar a dianteira direita do veículo.
Desligar o borne positivo da bateria.
Engrenar a 5ª velocidade.
Desmontar o filtro de óleo (1).
Motor HFX - KFV
Desmontar:
O cárter superior de distribuição (2).
Girar a roda para accionar o motor (sentido normal da rotação).
Puncionar a poli da árvore de cames, ferramenta [2].

B1BP2M7C B1BP2M8C B1BP2M9C

OBSERVAÇÕES: CONTROLO E AFINAÇÃO DA DISTRIBUIÇÃO HFX – KFV - NFU.C3 2003

129
CONTROLO E AFINAÇÃO DA DISTRIBUIÇÃO
Motor: NFU

Controlo da distribuição.(Continuação)

Motor: NFU

Colocar um macaco sob o motor, afinar o motor.


Desmontar:

- O suporte motor (4) completo.


- O cárter de distribuição (3)
- As velas de ignição. (facilita a rotação do motor).

Girar a roda para accionar o motor (sentido normal da rotação).


Colocar os punções [3a] e [3b].
Puncionar o volante do motor, ferramenta [1].
Se a afinação não estiver correcta, recomeçar a operação.
Desmontar as ferramentas [1], [2], [3a] e [3b].
Terminar a montagem.

B1BP2MAC B1EP18MC B1BP2MBC

OBSERVAÇÕES: CONTROLO E AFINAÇÃO DA DISTRIBUIÇÃO NFU.C3 2003

130
CONTROLO E AFINAÇÃO DA DISTRIBUIÇÃO
Motores: HFX – KFV
Afinação da distribuição
Operação preliminar.
Elevar e calçar o veículo, rodas pendentes.
Desligar a bateria
Desmontar:
- A roda dianteira direita.
- O resguardo de lama, ferramenta [6]
- A correia de acessórios (Ver a operação correspondente).
- A poli da cambota.
- O filtro de óleo.
Colocar um macaco sob o motor, afinar o motor.

Desmontagem.
Motor HFX - KFV
Rodar o motor através do parafuso (1).(sentido normal da rotação).
Desmontar os cárteres da distribuição.
Puncionar o carreto da árvore de cames, ferramenta [2].
Puncionar o volante do motor, ferramenta [1].
Desmontar:
- Os parafusos de fixação (2).
- O suporte superior do motor (3).
B1BP2MCC B1BP2M9C B1BP2MBC B1BP2MDC

OBSERVAÇÕES: CONTROLO E AFINAÇÃO DA DISTRIBUIÇÃO HFX-KFV C3 2003

131
CONTROLO E AFINAÇÃO DA DISTRIBUIÇÃO
Motores: HFX - KFV

Afinação da distribuição (Continuação)

Motor HFX - KFV

Desapertar os parafusos (4) sem os desmontar.

Desmontar o conjunto do suporte inferior do motor (5), e os parafusos de fixação (4).

Desapertar a porca (6).

Aliviar completamente a correia accionando o rolete tensor (7).

Desmontar a correia de distribuição.

IMPERATIVO: Certificar-se de que o rolete tensor roda livremente. (ausência de pontos duros).

B1BP2MEC B1EP18NC

OBSERVAÇÕES: CONTROLO E AFINAÇÃO DA DISTRIBUIÇÃO HFX – KFV C3 2003

132
CONTROLO E AFINAÇÃO DA DISTRIBUIÇÃO
Motor: NFU

Motor NFU.

Afinação da distribuição (Continuação)

Desmontar:

O cárter plástico inferior.

O suporte do motor (9).

O suporte intermédio.

O cárter de distribuição (8)

Puncionar o volante do motor, ferramenta [1].

Colocar as ferramentas [3a] e [3b].

B1BP2MFC B1BP2MBC B1EP18MC

OBSERVAÇÕES: CONTROLO E AFINAÇÃO DA DISTRIBUIÇÃO NFU.C3 2003

133
CONTROLO E AFINAÇÃO DA DISTRIBUIÇÃO
Motor: NFU

Afinação da distribuição (Continuação)

Motor NFU.

Desapertar o rolete tensor.

Rodar o rolete tensor de forma a colocar a ferramenta [4], com a ajuda de uma chave colocar em «a».

Rodar o rolete tensor para a direita até que o índice «c» fique na posição «b».

Fixar o rolete tensor nesta posição para aliviar a correia de distribuição ao máximo.

IMPERATIVO: Nunca fazer rodar o rolete tensor dinâmico de uma volta completa.

Desmontar a correia de distribuição (8)

Certificar-se de que os roletes (9) e (10) rodam livremente (ausência de pontos duros).

B1EP18PC B1EP18QC

OBSERVAÇÕES: CONTROLO E AFINAÇÃO DA DISTRIBUIÇÃO NFU C3 2003

134
CONTROLO E AFINAÇÃO DA DISTRIBUIÇÃO
Motores: HFX - KFV

Afinação da distribuição (Continuação)

Motor HFX - KFV

Montagem.

ATENÇÃO: Respeitar o sentido de montagem da correia; (as setas «d» indicam o sentido de rotação da
cambota)

Montar a correia de distribuição.

Instalar a correia de distribuição, com o lado «e» bem esticado, pela ordem seguinte:

Carreto de cambota, manter a correia, ferramenta [5].


Poli da árvore de cames.
Poli da bomba de água.
Rolete tensor.
Desmontar os punções [1] e [2].
B1EP18QC

OBSERVAÇÕES: CONTROLO E AFINAÇÃO DA DISTRIBUIÇÃO HFX -KFV.C3 2003

135
CONTROLO E AFINAÇÃO DA DISTRIBUIÇÃO
Motores: KFX – KFV - NFU
Afinação da distribuição (Continuação)
Motor HFX - KFV
Montagem.
NOTA: Verificar se os punções [1] e [2] estão no devido lugar.
ATENÇÃO: Respeitar o sentido de montagem da correia da distribuição, as setas «d» indicam o
sentido de rotação da cambota.
Montar a correia de distribuição.
Instalar a correia de distribuição, com o lado «e» bem esticado, pela ordem seguinte:
- Carreto da cambota, manter a correia com a ferramenta [5].
- Poli da árvore de cames.
- Poli da bomba de água.
- Rolete tensor.
Desmontar as ferramentas [1], [2]
Motor NFU.
Colocar correctamente a correia de distribuição respeitando a ordem seguinte:
- Poli da árvore de cames de admissão.
- Poli da árvore de cames de escape.
- Rolete enrolador.
- Poli da cambota.
Instalar a ferramenta [5].
- Poli da bomba de água.
- Rolete tensor dinâmico.
Desmontar as ferramentas [1], [3] e [5].
B1EP18RC

OBSERVAÇÕES: CONTROLO E AFINAÇÃO DA DISTRIBUIÇÃO NFU.C3 2003

136
CONTROLO E AFINAÇÃO DA DISTRIBUIÇÃO
Motor: NFU
Sobretensão da correia de distribuição.

A: Motor HFX – KFV.


B: Motor NFU

Rodar o rolete tensor (7) utilizando uma chave sextavada em «a».

Posicionar o índice «c» na posição «f», esticar a correia ao máximo do intervalo


indicado para esticar a correia ao máximo.

Manter o rolete tensor (7), ferramenta [4].

Apertar a porca de fixação do rolete tensor, aperto 1 ± 0,1 m.daN

Rodar a cambota quatro voltas (sentido normal de rotação).

IMPERATIVO: Nunca fazer rodar a cambota para trás.

Assegurar-se da afinação correcta da distribuição montando as ferramentas [1],


[2] e [3].
Desmontar as ferramentas [1], [2] e [3].
B1EP18SD

OBSERVAÇÕES: CONTROLO E AFINAÇÃO DA DISTRIBUIÇÃO HFX – KFV - NFU.C3 2003

137
CONTROLO E AFINAÇÃO DA DISTRIBUIÇÃO
Motores: HFX – KFV – NFU
Regulação da tensão de montagem da correia de distribuição

A: Motor HFX – KFV.


B: Motor NFU

Desapertar a porca mantendo a posição do rolete tensor, utilizando uma chave


sextavada em «a».
Em seguida, levar o índice «c» até à sua posição de regulação «a».
O índice «c» não deve ultrapassar o entalhe «g».

ATENÇÃO: O índice «c» não deve ultrapassar o entalhe «g». Caso contrário,
reiniciar a operação de tensão da correia de distribuição.

Manter o rolete tensor (7) nesta posição, utilizando uma chave sextavada.
Apertar a porca de fixação do rolete tensor a:
2 ± 0,2 m.daN. (Motores HFX – KFV)
2,2 ± 0,2 m.daN. (Motor NFU)
IMPERATIVO: O rolete tensor não deve rodar durante o aperto da sua
fixação. Caso contrário, reiniciar a operação de tensão da correia de
distribuição).
Terminar a montagem.
B1EP18TD

OBSERVAÇÕES: CONTROLO E AFINAÇÃO DA DISTRIBUIÇÃO HFX – KFV - NFU.C3 2003

138
CONTROLO E AFINAÇÃO DA DISTRIBUIÇÃO
Motores: NFX - NFU

FERRAMENTAS.

[1] - Aparelho de medição de tensão de correia. : 4122 - T.


[2] - Punção de volante do motor. : 4507-T.A
[3] - Punção de poli da árvore de cames, escape : 4533 - T.A C2 Caixa 4507-T
[4] - Punção de poli da árvore de cames, admissão. : 4533 - T.A C1
[5] - Ferramenta de tensão : 4707 - T.J

CONTROLO DA DISTRIBUIÇÃO

- Puncionar o volante do motor [2]


- Puncionar a poli da árvore de cames de escape [3]
- Puncionar a poli da árvore de cames de admissão [4]

AFINAÇÃO DA DISTRIBUIÇÃO.

- Puncionar o volante do motor [2]


-Puncionar as polis de árvore de cames [3] e [4].

B1EP11BC B1EP11CC

OBSERVAÇÕES: CONTROLO E AFINAÇÃO DA DISTRIBUIÇÃO SAXO-XSARA NFX-NFU 2003.

139
CONTROLO E AFINAÇÃO DA DISTRIBUIÇÃO
Motores: NFX - NFU

AFINAÇÃO DA DISTRIBUIÇÃO

-Desapertar o parafuso (2), desmontar a correia.


-Desapertar os seis parafusos das polis (1) nos cubos.
(Manter uma ligeira fricção entre os parafusos e os carretos).
-Verificar se os roletes (2) e (3) rodam livremente.

NOTA: A correia dispõe de três marcas ∗ (a) (b) e (c), respectivamente, em frente aos dentes
(1) (52) e (72) da correia.
∗ (Marcas = traços de tinta branca na parte de trás da correia, em frente aos dentes correspondentes).

- Montar a correia.
-Alinhar a marca (a) da correia com a ranhura (d) do carreto (4).
-Manter a correia sobre o carreto (4).

B1EP11DC B1EP11EC

OBSERVAÇÕES: CONTROLO E AFINAÇÃO DA DISTRIBUIÇÃO SAXO-XSARA NFX-NFU 2003.

140
CONTROLO E AFINAÇÃO DA DISTRIBUIÇÃO
Motores: NFX – NFU

AFINAÇÃO DA DISTRIBUIÇÃO

-Levar as duas polis (1) ao batente do escatel, para a direita.


-Mantendo o lado (e) bem esticado, posicionar a correia sobre a poli, do lado do escape e depois do lado
da admissão, alinhando as marcas (b) e (c) da correia com as marcas (f) das polis.
-Manter a correia nesta posição, introduzir a correia no carreto da bomba de água e no rolete
tensor.
-Colocar a ferramenta [1] no lado (e).

- Rodar o rolete (2) (ferramenta [5] ) para a esquerda, para visualizar:


63 unidades SEEM
-Apertar o rolete (2) a 2 m.daN.
-Apertar os seis parafusos (5) a 1m.daN.

IMPERATIVO: Certificar-se de que: As polis (1) da árvore de cames não estão no batente do escatel
(desmontando um parafuso).

As marcas da correia são alinhadas com as marcas das polis de árvore de cames e da cambota.
-Caso contrário, reiniciar a operação de afinação.
B1EP11FC B1EP11GC

OBSERVAÇÕES: CONTROLO E AFINAÇÃO DA DISTRIBUIÇÃO SAXO-XSARA NFX-NFU 2003.

141
CONTROLO E AFINAÇÃO DA DISTRIBUIÇÃO
Motores: NFX – NFU

AFINAÇÃO DA DISTRIBUIÇÃO

-Desmontar as ferramentas [1] , [2] , [3] e [4] .


-Rodar o motor quatro voltas no sentido normal de rotação. (Sem voltar atrás).
-Puncionar o volante do motor [2].
-Desapertar os seis parafusos (5), mantendo uma ligeira fricção com a poli.
-Puncionar os cubos de árvore de cames, utilizando os punções [3] e [4] .
-
ATENÇÃO: Em certos casos, pode ser necessária uma ligeira rotação da árvore de cames, através do parafuso de fixação dos
cubos.

-Montar a ferramenta [1]


-Desapertar o parafuso (2) do rolete tensor.
-Rodar o rolete (2) (ferramenta [5] ) para a esquerda, para visualizar:
37 unidades SEEM
-Apertar o parafuso do rolete tensor (2) a 2 m.daN.
-Apertar os seis parafusos das polis (1) a 1m.daN.
-Desmontar as ferramentas.

OBSERVAÇÕES: CONTROLO E AFINAÇÃO DA DISTRIBUIÇÃO SAXO-XSARA NFX-NFU 2003.

142
CONTROLO E AFINAÇÃO DA DISTRIBUIÇÃO
Motor: VJX
FERRAMENTAS.
- Aparelho de medição de tensão de correia :4099 - T ou 4122 - T
- Punção de volante do motor. :4507 - T . A
- Punção de polis da bomba de injecção :4527 - T . S1 Caixa 4507 - T.
- Punção de polis da árvore de cames :4527 - T . S2
- Alavanca de tensão :4507 - T .J
- Ferramenta de imobilização de carreto. :6016 - T.
CONTROLO DA DISTRIBUIÇÃO

- Puncionar: o volante do motor, a poli da bomba de injecção, a poli da árvore de cames

AFINAÇÃO DA DISTRIBUIÇÃO
- Puncionar: o volante do motor, a poli da bomba de injecção, a poli da árvore de cames
- Desapertar o rolete tensor e desmontar a correia.
IMPERATIVO: Verificar se o rolete tensor e enrolador rodam livremente
(ausência de ponto duro); caso contrário, substituir o(s) rolete(s).
- Desapertar os parafusos (1) e (3) (manter a poli com a ferramenta 6016 - T).
- Posicionar as polis (2) e (4) até fazer batente nos escatéis (sem apertar os parafusos (1) e (3))

B1EP07PC

OBSERVAÇÕES: CONTROLO E AFINAÇÃO DA DISTRIBUIÇÃO SAXO VJX 2003.

143
CONTROLO E AFINAÇÃO DA DISTRIBUIÇÃO
Motor: VJX
AFINAÇÃO DA DISTRIBUIÇÃO

- Montar a correia, respeitando a seguinte ordem:


O carreto da cambota, a poli da bomba de injecção, a poli da árvore de cames,
o carreto de bomba de água.

ATENÇÃO: Ao posicionar a correia sobre as polis da bomba de injecção e da árvore de


cames, fazê-las rodar no sentido inverso de rotação,
de forma a engatar o dente mais próximo.

- Efectuar uma pré-tensão (lados ligeiramente esticados).

NOTA: Certificar-se de que as fixações das polis não estão no fundo do escatel
(deslocar um dente, se necessário).

- Apertar os parafusos (1) e (3 ), aperto 0,5 m.daN, desapertar 180°.


Colocar os parafusos (1) e (3) em contacto, manualmente.
- Desapertar o rolete tensor.
- Efectuar uma tensão de 100 unidades SEEM
- Apertar o rolete tensor, aperto 2,3 m.daN.

B1EP07QC

OBSERVAÇÕES: CONTROLO E AFINAÇÃO DA DISTRIBUIÇÃO SAXO VJX 2003.

144
CONTROLO E AFINAÇÃO DA DISTRIBUIÇÃO
Motor: VJX
AFINAÇÃO DA DISTRIBUIÇÃO

- Apertar os parafusos (1) e (3) a 2,3 m.daN (manter as polis com a ferramenta 6016 - T).
-Desmontar as ferramentas.
- Rodar o motor dez voltas.
- Puncionar: O volante do motor, as polis (2) e (4).

NOTA: Se necessário, aliviar ligeiramente a correia (através do rolete tensor).


- Desapertar os parafusos (1) e (3) 360° (colocar os parafusos (1) e (3) em contacto, manualmente).
- Efectuar uma tensão final de 55 ± 5 unidades SEEM
- Apertar o rolete tensor e os parafusos (1) e (3) a 2,3 m.daN (manter as polis com a ferramenta 6016-T).
- Desmontar as ferramentas
- Rodar o motor duas voltas.

NOTA: Se a correia não estiver correctamente posicionada sobre os carretos e as polis, rodar duas voltas
suplementares.
- Puncionar o volante do motor.
- Verificar a punção das polis da árvore de cames e bomba de injecção.

ATENÇÃO: Se o controlo visual for incorrecto, reiniciar a afinação.


-Desmontar as ferramentas.

145
OBSERVAÇÕES: CONTROLO E AFINAÇÃO DA DISTRIBUIÇÃO SAXO VJX 2003.

CONTROLO E AFINAÇÃO DA DISTRIBUIÇÃO


Motores: 8HX – 8HW
Ferramentas.
[1] Pinça para desmontagem dos pitões de plástico : 7504-T.
[2] Alavanca para aliviar o rolete tensor dinâmico : (-).0194.E
[3] Punção de afinação do volante do motor : (-).0194.C
[4] Punção de afinação da árvore de cames : (-).0194.B.
[5] Punção de afinação da cambota e bomba de alta pressão : (-).0194.A.
Operações preliminares.
Desmontar:
- A roda dianteira direita.
- O resguardo de lamas dianteiro direito, ferramenta [1].
- Os grampos de fixação do ramal eléctrico ao cárter de distribuição superior.
- A correia de acessórios, ferramenta [2] (ver operação correspondente).
Controlo da afinação.
Desligar o cabo negativo da bateria.
Desmontar o cárter de distribuição superior (1).
Rodar o motor utilizando o parafuso (2) da poli da cambota.

NOTA: O orifício de bloqueio está situado debaixo do cárter na tampa da cambota.


Desapertar o parafuso (2).
Aliviar o rolete tensor dinâmico da correia de acessórios, ferramenta [2].

B1BP2LXC

OBSERVAÇÕES: CONTROLO E AFINAÇÃO DA DISTRIBUIÇÃO C3 8HX – 8HW 2003

146
CONTROLO E AFINAÇÃO DA DISTRIBUIÇÃO
Motores: 8HX – 8HW
Controlo da distribuição (continuação)
Desmontar:
- A correia de acessórios.
- A poli de comando dos acessórios.
- O cárter de distribuição inferior (3).
IMPERATIVO: A banda magnética não deve apresentar nenhum indício
de danos e não deve ser aproximada de nenhuma fonte magnética.
Colocar novamente o parafuso (2).
Desmontar a ferramenta [3].
Rodar o motor pelo parafuso do carreto da cambota (2) (para a direita), até
atingir a posição de punção. Instalar a ferramenta [4].
Puncionar o carreto da cambota (1), ferramenta [5].
Puncionar o carreto da bomba de alta pressão, ferramenta [5]
NOTA: O índice «a» do tensor do rolete deve ficar centrado no intervalo «b».
Verificar o correcto posicionamento do índice «a».
Desmontar as ferramenta [4] e [5].
Rodar o motor dez voltas.
Montar as ferramentas [4] e [5].
Se for impossível puncionar, efectuar a operação de desmontagem/montagem
da correia de distribuição. (Ver operação correspondente).
B1JP03SC B1EP18DC B1EP18EC B1EP18FC

OBSERVAÇÕES: CONTROLO E AFINAÇÃO DA DISTRIBUIÇÃO C3 8HX – 8HW 2003

147
CONTROLO E AFINAÇÃO DA DISTRIBUIÇÃO
Motores: 8HX – 8HW
Afinação da distribuição.

Desmontar o cárter de distribuição superior (1).


Rodar o motor pelo parafuso (2) da cambota.
NOTA: O orifício de bloqueio está situado debaixo do cárter na tampa da cambota.
Bloquear o volante do motor com a ferramenta [3].
Desmontar o cárter inferior de distribuição (3).
Desacoplar a linha de escape do colector.

IMPERATIVO: Desacoplar a linha de escape para evitar deteriorar o tubo flexível dianteiro. Os esforços
de torção, tracção e flexão reduzem o tempo de vida útil do tubo flexível do escape dianteiro.
Desmontar:
- O captador de regime do motor (6).
- O batente anti-desafinação da correia (5).
- O parafuso (2).
- O carreto da cambota (4) (com a sua banda magnética em «a»).

IMPERATIVO: A banda magnética não deve apresentar nenhum indício de danos e não deverá ser
aproximada de nenhuma fonte magnética. Caso contrário, será necessário proceder à substituição do
carreto da cambota.

Montar o parafuso (2).


B1BP2LXC B1EP18GC

OBSERVAÇÕES: CONTROLO E AFINAÇÃO DA DISTRIBUIÇÃO C3 8HX – 8HW 2003

148
CONTROLO E AFINAÇÃO DA DISTRIBUIÇÃO
Motores: 8HX – 8HW

Afinação da distribuição (Continuação).

Desmontar a ferramenta [3].

Rodar a cambota pelo parafuso do carreto da cambota (2) (para a direita), até
atingir a posição de punção.

Puncionar a poli da árvore de cames, ferramenta [4]

Puncionar:

- O carreto da cambota (6), ferramenta [5].


- O carreto da bomba de alta pressão, ferramenta [5].
Levantar o motor com um macaco de oficina equipado com um calço.

Desmontar:

- O suporte direito do motor (7).


- O suporte do motor intermédio direito (8).

B1JP03SC B1EP18DC B1EP195C B1BP2LYC

OBSERVAÇÕES: CONTROLO E AFINAÇÃO DA DISTRIBUIÇÃO C3 8HX – 8HW 2003

149
CONTROLO E AFINAÇÃO DA DISTRIBUIÇÃO
Motores: 8HX – 8HW
Afinação da distribuição (Continuação).
Manter o rolete tensor, utilizando uma chave sextavada em «b».
Desapertar o parafuso (9).
Desmontar a correia de distribuição (10).

Montagem.
IMPERATIVO: Verificar se o rolete tensor roda livremente assim como o rolete
fixo (ausência de pontos duros); caso contrário, substituir os roletes.
Montagem das polis.
- Poli da árvore de cames Aperto a 4,3 ± 0,4 m.daN.
- Poli da bomba de alta pressão do combustível Aperto a 5 ± 0,5 m.daN.
Carreto de cambota (instalação sem parafuso na extremidade da cambota)
Montagem dos roletes.

IMPERATIVO: Verificar se o rolete tensor roda livremente (ausência de pontos


duros). Verificar se o rolete fixo roda livremente (ausência de pontos duros). Caso
contrário, substituir os roletes.

- Rolete enrolador : Aperto a 4,5 ± 0,4 m.daN


- Rolete tensor : Pré-aperto a 0,1 m.daN

Verificar a estanqueidade das juntas ao nível da árvore de cames e do carreto da


cambota.
B1EP18HC

OBSERVAÇÕES:
CONTROLO E AFINAÇÃO DA DISTRIBUIÇÃO C3 8HX – 8HW 2003

150
CONTROLO E AFINAÇÃO DA DISTRIBUIÇÃO
Motores: 8HX – 8HW
Afinação da distribuição (Continuação).

NOTA: Parafuso (9) desapertado.

Instalar a correia de distribuição (10) respeitando a ordem seguinte:

Carreto da cambota (4).

Rolete enrolador (12).

Poli da árvore de cames (11), (verificar se a correia está bem


apertada contra o rolete).

Carreto de bomba de água (13).

Poli da bomba de alta pressão do combustível (15).

Rolete tensor (14).

B1EP18JD

OBSERVAÇÕES: CONTROLO E AFINAÇÃO DA DISTRIBUIÇÃO C3 8HX – 8HW 2003

151
CONTROLO E AFINAÇÃO DA DISTRIBUIÇÃO
Motores: 8HX – 8HW
Afinação da distribuição (Continuação).

Rodar o rolete tensor para a direita até que o índice «c» fique na posição «d», utilizando uma
chave sextavada.
Apertar o parafuso (9) do rolete tensor aperto a 3 ± 0,3 m.daN.
Desmontar as ferramentas [4] e [5].

Rodar o motor dez voltas (verificar se o carreto de distribuição está bem apertado na cambota).

Controlar:

A punção da árvore de cames.


O carreto da cambota.
O carreto da bomba de alta pressão do combustível (15).
O correcto posicionamento do índice do tensor dinâmico.

Caso contrário, reiniciar a operação de instalação da correia de distribuição.

Montar:
O captador de regime do motor (6).
O batente anti-desvio da correia (5), aperto a 0,7 m.daN.

B1EP18KC

OBSERVAÇÕES: CONTROLO E AFINAÇÃO DA DISTRIBUIÇÃO C3 8HX – 8HW 2003

152
CONTROLO E AFINAÇÃO DA DISTRIBUIÇÃO
Motores: 8HX – 8HW
Afinação da distribuição (Continuação).

Montar:

O suporte do motor intermédio direito. Aperto dos parafusos (16) a 5,5 ± 0,5 m.daN.
O suporte direito do motor; apertar os parafusos (17) a 4,5 ± 0,4 m.daN.
O cárter de distribuição inferior (3).

Bloquear o volante do motor com a ferramenta [3].


Desmontar o parafuso (2).
Montar a poli de comando dos acessórios e apertar a:
Pré-aperto : 3 ± 0,3 m.daN.
Aperto angular : 180° ± 1°8’
Desmontar a ferramenta [3]
Montar:
O cárter superior (1).
A correia de acessórios (ver operação correspondente).
A linha de escape (ver operação correspondente).
O resguardo de lama dianteiro direito.
A roda dianteira direita.

B1EP18LC B1BP2LZC

OBSERVAÇÕES: CONTROLO E AFINAÇÃO DA DISTRIBUIÇÃO C3 8HX – 8HW 2003

153
CONTROLO E AFINAÇÃO DA DISTRIBUIÇÃO
Motores: 8HY – 8HV

Ferramentas.

[1] Punção volante do motor Ø 12 mm : (-).0194-C.


[2] Punção poli da árvore de cames Ø 8 mm : (-).0194-B.
[3] Punção poli da cambota Ø 5 mm : (-).0194-A.

Operações preliminares.

Desmontar:
- A roda dianteira direita.
- O resguardo de lama dianteiro direito.
- A correia de acessórios.(Ver operação correspondente).

Desacoplar:
- As uniões de alimentação (1).
- Os tubos de entrada e saída do permutador térmico ar/ar (3).
- A linha de escape (ao nível do tubo flexível).
Desligar o conector (2).
Levantar o motor com um macaco de oficina equipado com um calço.
Desmontar os suportes dos motores (4) e (5).
B1BP2N0C

OBSERVAÇÕES: CONTROLO E AFINAÇÃO DA DISTRIBUIÇÃO C3 8HY – 8HV 2003

154
CONTROLO E AFINAÇÃO DA DISTRIBUIÇÃO
Motores: 8HY – 8HV
Controlo.

Rodar para accionar o motor (sentido normal de rotação).


Imobilizar o volante do motor em «a», ferramenta [1].
Afastar o ramal (6).

Desmontar:

- O suporte do motor (7).

- O parafuso (8).

- A poli (9).

- O cárter de distribuição inferior (10).

- O cárter de distribuição superior (11).

- A ferramenta [1].

B1BP2N1C B1BP2N2C

OBSERVAÇÕES: CONTROLO E AFINAÇÃO DA DISTRIBUIÇÃO C3 8HY – 8HV 2003

155
CONTROLO E AFINAÇÃO DA DISTRIBUIÇÃO
Motores: 8HY – 8HV
Controlo (Continuação).

Montar o parafuso (8).


Rodar a cambota seis voltas (para a direita).

IMPERATIVO: Nunca rodar em sentido contrário.

Puncionar:
- A árvore de cames, com a ferramenta [2]. (Olear os punções)
- A poli da bomba de alta pressão do combustível (14), ferramenta [3]
em «c».

ATENÇÃO: A banda magnética não deve apresentar nenhum indício de


danos e não deve ser aproximada de nenhuma fonte magnética.

Puncionar a cambota em «b», ferramenta [3].

IMPERATIVO: No caso de ser impossível puncionar a árvore de


cames, controlar se a desafinação entre o orifício do carreto da
árvore de cames e o orifício de punção não é superior a 1 mm.
Caso contrário reiniciar a operação de instalação da correia de
distribuição. (Ver operação correspondente).

B1EP18YD

OBSERVAÇÕES: CONTROLO E AFINAÇÃO DA DISTRIBUIÇÃO C3 8HY – 8HV 2003

156
CONTROLO E AFINAÇÃO DA DISTRIBUIÇÃO
Motores: 8HY – 8HV
Controlo (Continuação).
NOTA: O índice «e» do tensor dinâmico do rolete deve estar centrado no intervalo «d».
Verificar o correcto posicionamento do índice «e».
Caso contrário, reiniciar a operação de tensão da correia de distribuição. (Ver operação correspondente).

Montagem.

Montar a ferramenta [1] em «a».


Desmontar o parafuso (8).
Montar:
- O cárter de distribuição superior (11).
- O cárter de distribuição inferior (10).
- A poli de acessórios (9).
- O parafuso (8).
Binário de aperto:
- Parafuso (8):
Pré apertar a : 3 ± 0,3 m.daN.
Aperto angular de : 180° ± 5°.
Desmontar a ferramenta [1].

B1EP18ZC

OBSERVAÇÕES: CONTROLO E AFINAÇÃO DA DISTRIBUIÇÃO C3 8HY – 8HV 2003

157
CONTROLO E AFINAÇÃO DA DISTRIBUIÇÃO
Motores: 8HY – 8HV
Controlo (Continuação).

Montar:
- O suporte do motor (7), apertar a 1,5 ± 0,4 m.daN.
- O suporte do motor (4), apertar a 6,1 ± 0,6 m.daN.
- O suporte do motor (5), apertar a 6 ± 0,6 m.daN.
- O ramal eléctrico (6).

Acoplar:
- A linha de escape, apertar a braçadeira a : 2,5 ± 0,3 m daN
- As uniões de alimentação do combustível (1).
- Os tubos de entrada e de saída do permutador térmico ar/ar (3).
Ligar o conector (2).

Montar:
- A correia de acessórios (Ver a operação correspondente).
- O resguardo de lama dianteiro direito. (Ver operação correspondente).

A roda dianteira direita, apertar a 9 ± 1 m.dan.

Ligar novamente a bateria.


B1BP2N0C

OBSERVAÇÕES: CONTROLO E AFINAÇÃO DA DISTRIBUIÇÃO C3 8HY – 8HV 2003

158
CONTROLO E AFINAÇÃO DA DISTRIBUIÇÃO
Motores: 8HY – 8HV

Afinação da distribuição.

Efectuar as operações preliminares do controlo da distribuição até à desmontagem


da ferramenta [1] em «a» da imobilização do volante do motor.

Montar o parafuso (8).


Rodar a cambota para deslocar a árvore de cames até ao ponto de punção.
Puncionar a árvore de cames, utilizando a ferramenta [2]. (Olear os punções).

ATENÇÃO: Não apoiar nem danificar a pista do alvo do captador de regime


do motor (14).

Puncionar a cambota em «b», ferramenta [3].


Desmontar:
- A protecção da distribuição (13).
- O captador de regime do motor (14).
Desapertar o parafuso (12) do rolete tensor, retendo a sua mola utilizando uma
chave sextavada interior em «c».
Aliviar a correia fazendo pivotar o rolete tensor. (para a direita).
Desmontar a correia de distribuição, começando pelo carreto da bomba de água.
Puncionar a poli (15), utilizando um punção de diâmetro 5 mm em «d».

B1EP18VD

OBSERVAÇÕES: CONTROLO E AFINAÇÃO DA DISTRIBUIÇÃO C3 8HY – 8HV 2003

159
CONTROLO E AFINAÇÃO DA DISTRIBUIÇÃO
Motores: 8HY – 8HV
Afinação da distribuição (Continuação).

Controlo da afinação.

IMPERATIVO: Imediatamente antes da montagem, proceder aos


seguintes controlos:

Verificar:
- Se os roletes e a bomba de água rodam livremente
(ausência de folgas e ponto duro).
- Ausência de vestígios de óleo (retentores da cambota e da árvore de
cames).
- A ausência de fugas do líquido de arrefecimento (bomba de água).
- Se a pista do alvo do captador de regime do motor (14) está danificada ou
riscada.
(Se necessário, substituir as peças defeituosas).

Montagem
Montar a correia de distribuição no carreto da cambota.
Instalar a correia no rolete enrolador, correia bem esticada.

Montar:
- A protecção da distribuição (13).
- O captador (14).

B1EP18WD

OBSERVAÇÕES: CONTROLO E AFINAÇÃO DA DISTRIBUIÇÃO C3 8HY – 8HV 2003

160
CONTROLO E AFINAÇÃO DA DISTRIBUIÇÃO
Motores: 8HY – 8HV
Afinação da distribuição (Continuação).

Controlo (continuação).

Instalar a correia de distribuição, lado «e» bem esticado, pela ordem seguinte:
- Rolete enrolador (17).
- Poli da árvore de cames (16).
- Poli da bomba de alta pressão do combustível (15).
- Carreto de bomba de água (18).
- Rolete tensor (19).
Desmontar o punção de diâmetro 5 mm em «d».
Regulação da tensão de montagem da correia.
Agir sobre o rolete tensor (19) para alinhar as referências «f» e «g» evitando aliviar a correia de
distribuição, utilizando uma chave sextavada interior, em «c».
Caso contrário, reiniciar a operação de tensão da correia.
Manter o rolete tensor (19).
Apertar a porca do rolete tensor, aperto a 3,7 ± 0,3 m.daN.
Controlar a posição do rolete tensor (o alinhamento das referências «f» e «g» deve estar correcto)
Desmontar as ferramentas [1] e [2].
Rodar a cambota seis voltas (para a direita).

B1EP18XC

OBSERVAÇÕES: CONTROLO E AFINAÇÃO DA DISTRIBUIÇÃO C3 8HY – 8HV 2003

161
CONTROLO E AFINAÇÃO DA DISTRIBUIÇÃO
Motores: 8HY – 8HV
Regulação da tensão da correia de distribuição.(Continuação)

IMPERATIVO: Nunca rodar em sentido contrário.

ATENÇÃO: Não apoiar nem danificar a pista do alvo do captador de regime do motor (14).

Puncionar a cambota, ferramenta [3].


Controlar a posição do rolete tensor (o alinhamento das referências «f» e «g» deve estar
correcto)
Caso contrário, reiniciar a operação de tensão da correia.
Puncionar a poli da árvore de cames, ferramenta [2].

IMPERATIVO: Caso não seja possível puncionar a árvore de cames, verificar se a


diferença entre o orifício do carreto da árvore de cames e o orifício de punção não é
superior a 1 mm. Se o valor for incorrecto, reiniciar a operação.

Desmontar os punções [2] e [3].


Montar a ferramenta [1] em «a».
Desmontar o parafuso (8).

Concluir a montagem.

B1EP18XC

OBSERVAÇÕES: CONTROLO E AFINAÇÃO DA DISTRIBUIÇÃO C3 8HY – 8HV 2003

162
CONTROLO E AFINAÇÃO DA DISTRIBUIÇÃO
Motores: 6FZ-RFN ¼ 2003
Ferramentas
[1] Punções de afinação da árvore de cames : (-).0189.A
[2] Punção de afinação da cambota : (-).0189.B Caixa C.0189.
[3] Gancho de suporte da correia (-).0189.K
[4] Adaptador para aperto angular : 4069-T.
[5] Ferramenta de imobilização do cubo : 6310-T
Controlo da distribuição.
-Rodar o motor, através do parafuso do carreto da cambota (1) (para a direita), até
levá-lo à posição de punção.
-Puncionar a cambota com a ferramenta [2].
-Puncionar as polis da árvore de cames com as ferramentas [1].
NOTA: Os punções [1] devem ser introduzidos sem esforço.
ATENÇÃO: No caso de sentir dificuldade ao introduzir os punções,
reiniciar
a operação de montagem e tensão da correia de distribuição (ver instruções
seguintes)
Afinação da distribuição
Desmontagem.
-Desmontar os parafusos (2), a poli (1), o cárter de distribuição superior (4) e
inferior (3).
-Rodar o motor, através do parafuso (13) do carreto (12), até levá-lo à posição de
punção.
-Puncionar as polis (8) e (9) com as ferramentas [1].
-Puncionar o carreto (12) com a ferramenta [2].
-Desapertar o parafuso (7) do rolete tensor (6).
-Fazer rodar o rolete tensor (6) (para a direita).
-Desmontar a correia de distribuição (10).
B1BP27JC B1BP25PC B1BP23XC B1EP14JD

OBSERVAÇÕES: CONTROLO E AFINAÇÃO DA DISTRIBUIÇÃO XSARA-XSARA PICASSO 6FZ-


RFN 2003

163
CONTROLO E AFINAÇÃO DA DISTRIBUIÇÃO
Motores: 6FZ-RFN ¼ 2003
Desmontagem (Continuação)
-Voltar a colocar a correia (10) no carreto (12).
-Manter a correia (10) com a ferramenta [3].
-Colocar a correia (10) pela seguinte ordem:
-Rolete enrolador (11), carreto da árvore de cames de admissão (9), carreto da árvore de
cames de escape (8), bomba de água (5), rolete tensor (6).
NOTA: Fazer com que a correia (10) fique o mais alinhada possível com a face exterior dos
diferentes carretos e roletes.
-Desmontar as ferramentas [3] e [1].
Tensão da correia de distribuição.
Regulação da Tensão.
-Rodar o rolete (6) no sentido da seta «b», utilizando uma chave sextavada em «a».
-Posicionar o índice «c» na posição máxima em «d».
IMPERATIVO: O índice «c» deve ultrapassar o entalhe «f» num valor angular de 10°.
Caso contrário, substituir o rolete tensor (6) ou o conjunto correia de distribuição e
rolete tensor (6)
Em seguida, levar o índice «c» até à posição de regulação «f», rodando o rolete tensor (6)
no sentido da seta «e»
ATENÇÃO: O índice «c» não deve ultrapassar o entalhe «f»; caso contrário, reiniciar a
operação de tensão da correia de distribuição.
IMPERATIVO: O rolete tensor (6) não deve rodar durante o aperto da sua fixação.
Caso contrário, reiniciar a operação de regulação.

B1EP14JD B1EP14KC

OBSERVAÇÕES: CONTROLO E AFINAÇÃO DA DISTRIBUIÇÃO XSARA-XSARA PICASSO 6FZ-


RFN 2003

164
CONTROLO E AFINAÇÃO DA DISTRIBUIÇÃO
Motores: 6FZ-RFN ¼ 2003
Regulação da tensão (Continuação).
-Apertar o parafuso (7) do rolete tensor (6) a 2,1 ± 0,2 m.daN.

IMPERATIVO: A cabeça sextavada de comando do rolete tensor (6) deve situar-se 15° abaixo do plano da
junta da cabeça «g». Caso contrário, substituir o rolete tensor (6) ou o conjunto correia de distribuição e
rolete tensor (6).

Montagem (continuação).
-Desmontar as ferramentas [1] e [2].
- Rodar a cambota 10 voltas, no sentido normal de rotação.

IMPERATIVO: Não pode ser exercida qualquer pressão ou acção exterior na correia de distribuição.
-Puncionar a poli da árvore de cames de admissão, utilizando a ferramenta [1].
Controlo.
Tensão da correia de distribuição.
IMPERATIVO: Verificar a posição do índice «c», que deve estar em frente ao entalhe «f». Se a posição do
índice «c» não for correcta, reinicie as operações de regulação da respectiva posição.
Posição da cambota.
-Montar a ferramenta [2].
-Quando for possível montar a ferramenta [2], prosseguir com as operações de montagem.
IMPERATIVO: Se não for possível montar a ferramenta [2], reposicionar a placa (14).

B1EP14MC B1EP14VC

OBSERVAÇÕES: CONTROLO E AFINAÇÃO DA DISTRIBUIÇÃO XSARA-XSARA PICASSO 6FZ-


RFN 2003

165
CONTROLO E AFINAÇÃO DA DISTRIBUIÇÃO
Motores: 6FZ-RFN ¼ 2003

Controlo (Continuação)

Reposicionamento da placa.
-Imobilizar a cambota, utilizando a ferramenta [5].
- Desapertar o parafuso (13).
-Libertar o carreto (12) da cambota.
-Levar a placa (14) ao ponto de punção, utilizando a ferramenta [5].
-Montar a ferramenta [2].
-Imobilizar a cambota, utilizando a ferramenta [5]
-Apertar o parafuso (13) a 4 ± 0,4 m.daN e, em seguida, efectuar um aperto
angular de:
53° ± 4° (Montagem com anilha em aço de cor dourada)
40° ± 4° (Montagem com anilha "Frittée" de cor metálica)
utilizando a ferramenta [4].
-Desmontar as ferramentas [1], [2] e [5].
Montar:
-O cárter inferior de distribuição (3).
-O cárter superior de distribuição (4)
- A poli de cambota (1).
-Os parafusos (2).
-Pré-apertar os parafusos (2) a 1,5 m.daN.
-Apertar os parafusos (2) a 2,1 ± 0,5 m.daN

B1EP14PC B1EP14JD B1BP23XC

OBSERVAÇÕES: CONTROLO E AFINAÇÃO DA DISTRIBUIÇÃO XSARA-XSARA PICASSO 6FZ-


RFN 2003

166
CONTROLO E AFINAÇÃO DA DISTRIBUIÇÃO
Motor: RFN ¼ 2003
Ferramentas.
[1] Punção de afinação da cambota : (-).0189-B
[2] Punções de afinação do cubo da árvore de cames : (-).0189-AZ
[3] Gancho de suporte da correia : (-).0189-K
[4] Punção de posicionamento : (-).0189-J
[5] Ferramenta de imobilização do cubo : (-).6310-T
Desmontagem.
Desligar a bateria.
Desmontar:
- A blindagem de protecção do motor.
- A correia de acessórios (Ver a operação correspondente).
Afastar:
- O tubo de alimentação de combustível.
- A electroválvula de purga do canister.
- A câmara de expansão
Desmontar:
- Os parafusos (1) e (2).
- O tirante anti-binário (3).
- Os parafusos (4), mais a poli de comando dos acessórios.
- O cárter de distribuição (5) e (6).
ATENÇÃO: Não desapertar os parafusos de fixação (A).

B1EK1UDD B1EK1T7D B1EK0V7D

OBSERVAÇÕES: CONTROLO E AFINAÇÃO DA DISTRIBUIÇÃO XSARA-XSARA PICASSO RFN


2003

167
CONTROLO E AFINAÇÃO DA DISTRIBUIÇÃO
Motor: RFN ¼ 2003

Desmontagem (Continuação).

Puncionar:

- As árvores de cames, ferramenta [2].


- A cambota, ferramenta [1].

Desapertar o parafuso (7) mantendo a ferramenta [4].

Utilizando o encaixe sextavado (C), rodar o cubo excêntrico (8) do rolete tensor
(9) (no sentido dos ponteiros do relógio), para aliviar a correia. O cursor (10) vai
apoiar-se na ferramenta [4].

Desmontar a correia de distribuição.

B1EK1UED B1EK1UF
D

OBSERVAÇÕES: CONTROLO E AFINAÇÃO DA DISTRIBUIÇÃO XSARA-XSARA PICASSO RFN


2003

168
CONTROLO E AFINAÇÃO DA DISTRIBUIÇÃO
Motor: RFN ¼ 2003

Montagem.

Substituir sempre a correia de distribuição.

IMPERATIVO: Certificar-se de que os roletes (9) e (11), assim como a bomba de água (12)
rodam livremente (Sem pontos duros).

Em caso de substituição do rolete (11), apertar a fixação com 3,5 ± 0,3 m.daN.

Encaixar a correia no carreto da cambota (13) respeitando o sentido de montagem.

Imobilizar a correia de distribuição, ferramenta [3].

Montar a correia de distribuição, com o ramo bem esticado, pela seguinte ordem:
- Rolete enrolador (11).
- O carreto (14) e (15).
- A bomba de água (12).
- O rolete tensor (9)

B1EK1T8D

OBSERVAÇÕES: CONTROLO E AFINAÇÃO DA DISTRIBUIÇÃO XSARA-XSARA PICASSO RFN


2003

169
CONTROLO E AFINAÇÃO DA DISTRIBUIÇÃO
Motor: RFN ¼ 2003
Tensão de montagem da correia de distribuição.
Desmontar a ferramenta [3].
(D): Posição máx.
(E): Posição da tensão nominal.
Com a ajuda do encaixe sextavado (C), rodar o cubo do rolete (no sentido contrário aos ponteiros do
relógio), até levar o índice (10) para a posição (D) para esticar a correia ao máximo.
Rodar o cubo excêntrico (8) do rolete (9) (no sentido dos ponteiros do relógio), até que faça um ligeiro
contacto do cursor (10) com o punção [4].
IMPERATIVO: Nunca fazer uma rotação completa do cubo excêntrico (8) quando a ferramenta
[4] está colocada.
NOTA: Esta operação permite posicionar o índice (10) na posição nominal (E).
Apertar o parafuso (7) a 2 ± 0,2 m.daN mantendo o rolete com a ajuda do encaixe sextavado (C).
Desmontar os punções [1], [2] e [4].
Controlo.
Fazer rodar a cambota duas voltas (Sentido de rotação do motor).
IMPERATIVO: Nunca rodar a cambota em sentido inverso.
Certificar-se de que a afinação da distribuição está correcta empurrando os punções [1] e [2].
Desmontar os punções [1] e [2].
Fazer rodar a cambota dez voltas (Sentido de rotação do motor).
Verificar a posição do índice (10).
Se o índice do tensor não estiver na posição de afinação (E), recomeçar as operações de tensionamento
de instalação da correia de distribuição.

B1EK1T9D B1EK1TAD

OBSERVAÇÕES: CONTROLO E AFINAÇÃO DA DISTRIBUIÇÃO XSARA-XSARA PICASSO 6FZ-


RFN 2003

170
CONTROLO E AFINAÇÃO DA DISTRIBUIÇÃO
Motor: RFN ¼ 2003
Posição da cambota.

NOTA: Esta operação permite posicionar todos os punções nos respectivos pontos de punção.

Puncionar:
- As polis das árvores de cames, ferramenta [2].
- A cambota, ferramenta [1].
Em caso de impossibilidade, voltar a posicionar a placa (17).

IMPERATIVO: Esta operação garante o alinhamento da distribuição para as intervenções seguintes

Desapertar o parafuso (16) de modo a libertar o carreto (17) da cambota.


Levar a placa (17) ao ponto de punção, ferramenta [5].
Instalar a ferramenta [1].
Aperto do parafuso (16) com: (Ferramenta FACOM D360).
Apertar a : 4 ± 0,4 m.daN
Aperto angular : 53° ± 5°.
Desmontar as ferramentas [1], [2] e [5].

IMPERATIVO: Ao apertar o parafuso (16), manter a poli (17) utilizando a ferramenta [5].

B1EK1TBD B1EK1TCD

OBSERVAÇÕES: CONTROLO E AFINAÇÃO DA DISTRIBUIÇÃO XSARA-XSARA PICASSO 6FZ-


RFN 2003

171
CONTROLO E AFINAÇÃO DA DISTRIBUIÇÃO
Motor: RFN ¼ 2003

Montagem (Continuação).

Montar:

- O cárter de distribuição (6).

- A poli de comando dos acessórios.

- Os parafusos (4), aperto a 2,1 ± 0,2 m.daN.

- O cárter de distribuição (5).

- O tirante anti-binário (3).

- Os parafusos (1) e (2), apertar a 4,5 ± 0,4 m.daN.

Voltar a montar a correia de comando dos acessórios (Ver operação correspondente).

Continuar as operações de montagem pela ordem inversa das operações de desmontagem.

B1EK0V7D B1EK1T7D

OBSERVAÇÕES: CONTROLO E AFINAÇÃO DA DISTRIBUIÇÃO XSARA-XSARA PICASSO 6FZ-


RFN 2003

172
CONTROLO E AFINAÇÃO DA DISTRIBUIÇÃO
MONTAGEM ANTIGA ¼ 2003 Motores: 6FZ-RFN ¼ 2003

(1) Carreto da cambota.

(2) Placa.

(3) Poli de comando de acessórios.

(4) Parafusos de fixação da poli de comando dos acessórios na placa (2).

(5) Parafuso de fixação da placa (2) na cambota.

«a» Chaveta integrada.

«b» Encaixe da chaveta.

O carreto (1) de comando da correia de distribuição está dissociado da placa (2).


Quando o parafuso (5) de fixação da placa (2) não está apertado, o carreto (1) flutua no limite de
oscilação da chaveta integrada «a» no encaixe da chaveta «b».

NOTA: A placa é imobilizada sobre a cambota por uma chaveta em forma de meia lua e pelo
parafuso (5).

B1EP1B8D

OBSERVAÇÕES: CONTROLO E AFINAÇÃO DA DISTRIBUIÇÃO XSARA-XSARA PICASSO 6FZ-


RFN 2003

173
CONTROLO E AFINAÇÃO DA DISTRIBUIÇÃO
MONTAGEM NOVA 2003 ¼ Motores: 6FZ-RFN 2003 ¼
(6) Carreto da cambota.
(7) Poli de comando de acessórios.
(8) Anilha.
(9) Parafusos
O carreto (6) é montado "móvel" sobre a cambota.
A poli de comando dos acessórios (7) é imobilizada sobre a cambota por uma chaveta em forma
de meia lua e pelo aperto do conjunto (8) e parafuso (9).
A: Punção na caixa de velocidades manual.
B: Punção na caixa de velocidades automática.

A punção da cambota é realizada sobre o volante do motor ou sobre a chapa de comando do


conversor (caixa de velocidades automática).
O orifício de punção sobre o cárter dos cilindros (lado do escape) está calibrado e reforçado.

IMPERATIVO: Nunca rodar a cambota com a poli de comando dos acessórios


desapertada.

IMPERATIVO: Nunca desmontar a poli de comando dos acessórios sem puncionar a


cambota e as árvores de cames.

IMPERATIVO: Rodar sempre a cambota no sentido de rotação do motor.

B1EP1B9D B1BP2V2D

OBSERVAÇÕES: CONTROLO E AFINAÇÃO DA DISTRIBUIÇÃO XSARA-XSARA PICASSO 6FZ-


RFN 2003

174
CONTROLO E AFINAÇÃO DA DISTRIBUIÇÃO
Motores: 6FZ-RFN 2003 ¼
Ferramentas.
[1] Punção de afinação da árvore de cames : (-) 0189.A
[2] Punção de afinação da cambota : (-).0189.R
[3] Gancho de suporte da correia : (-).0189.K
[4] Adaptador para aperto angular : 4069-T
[5] Ferramenta de manobra e bloqueio de rolete tensor : (-).0189.S
[5a] : (-).0189.S1
[5b] : (-).0189 S2
Pinça para desmontar pitões de plástico : 7504-T

Controlo da afinação da distribuição

Desmontagem.
Desligar o borne negativo da bateria (Ver operação correspondente).
Levantar e colocar calço no veículo, com as rodas dianteiras pendentes.
Desmontar:
A roda dianteira direita.
Os pitões de plástico (1)
O resguardo de lama [2]
O cárter de distribuição superior
C4AP12TC

OBSERVAÇÕES: CONTROLO E AFINAÇÃO DA DISTRIBUIÇÃO XSARA-XSARA PICASSO 6FZ-


RFN 2003

175
CONTROLO E AFINAÇÃO DA DISTRIBUIÇÃO
Motores: 6FZ-RFN 2003 ¼

Controlo da afinação da distribuição (continuação).

Rodar o motor, através do parafuso do carreto da cambota, até levá-lo à posição de punção.

Puncionar a cambota, ferramenta [2].

Puncionar as polis das árvores de cames, ferramenta [3].

ATENÇÃO: No caso de sentir dificuldade ao introduzir os punções, reiniciar a operação de


montagem e tensão da correia de distribuição (Ver operação correspondente)

Montagem.

Desmontar as ferramentas [2] e [3].

Terminar a montagem pela ordem inversa da sua desmontagem.

B1BP2V5D B1EP1BAC

OBSERVAÇÕES: CONTROLO E AFINAÇÃO DA DISTRIBUIÇÃO XSARA-XSARA PICASSO 6FZ-


RFN 2003

176
CONTROLO E AFINAÇÃO DA DISTRIBUIÇÃO
Motores: 6FZ-RFN 2003 ¼

Afinação da distribuição.

Desmontagem.
Desligar o borne negativo da bateria (Ver operação correspondente).
Levantar e colocar calço no veículo, com as rodas dianteiras pendentes.
Desmontar:
A roda dianteira direita.
Os pitões de plástico (1)
O resguardo de lama [2]
A correia de comando de acessórios (Ver operação correspondente).

Desencaixar e afastar o tubo de chegada de combustível do cárter de distribuição.

Desmontar o cárter de distribuição superior (1)

Rodar o motor com a ajuda do parafuso (3) da poli da cambota (2), até atingir a posição de punção.

B1BP2V4C

OBSERVAÇÕES: CONTROLO E AFINAÇÃO DA DISTRIBUIÇÃO XSARA-XSARA PICASSO 6FZ-


RFN 2003

177
CONTROLO E AFINAÇÃO DA DISTRIBUIÇÃO
Motores: 6FZ-RFN 2003 ¼

Afinação da distribuição (Continuação)

Puncionar:
A cambota, ferramenta [2]
As polis de árvore de cames (5) e (6), ferramenta [1]

Desmontar:
O parafuso (3) da poli da cambota (2).
O cárter de distribuição inferior (4) (deslocando o motor)

IMPERATIVO: Nunca desmontar a poli da cambota (2) sem puncionar a


cambota e as árvores de cames.

Desapertar o parafuso (9) do rolete tensor (8).


Fazer rodar o rolete tensor (8) (para a direita).
Desmontar a correia de distribuição (7).

B1BP2V5D B1EP1BBD

OBSERVAÇÕES: CONTROLO E AFINAÇÃO DA DISTRIBUIÇÃO XSARA-XSARA PICASSO 6FZ-


RFN 2003

178
CONTROLO E AFINAÇÃO DA DISTRIBUIÇÃO
Motores: 6FZ-RFN 2003 ¼
Afinação da distribuição (Continuação)
Rodar o rolete tensor (8), com a ferramenta [5a], até ultrapassar o entalhe (b).
Colocar a ferramenta [5b] para bloquear o índice (a) e retirar a ferramenta [5a].
Colocar a correia de distribuição (7) na poli da cambota.
Manter a correia de distribuição (7), utilizando a ferramenta [3].
Instalar a correia de distribuição (7) respeitando a ordem seguinte:
O rolete enrolador (10).
A poli da árvore de cames de admissão [6].
A poli da árvore de cames de escape (5).
A bomba de água (11).
O rolete tensor (8).
NOTA: Fazer com que a correia (7) fique o mais alinhada possível com a face exterior dos
diferentes carretos e roletes.
Desmontar:
A ferramenta [3].
A ferramenta [1] da poli da árvore de cames de escape.
A ferramenta [5b] do rolete tensor (8).
Montar:
O cárter de distribuição inferior (4) (deslocando o motor)
A poli da cambota (2)
O parafuso (3) da poli da cambota.
Apertar o parafuso (3) a 4 ± 0,4 m.daN e, em seguida, efectuar um aperto angular de 53° ± 4°,
ferramenta [4].

B1EP1BCD B1EP1BDC

OBSERVAÇÕES: CONTROLO E AFINAÇÃO DA DISTRIBUIÇÃO XSARA-XSARA PICASSO 6FZ-


RFN 2003

179
CONTROLO E AFINAÇÃO DA DISTRIBUIÇÃO
Motores: 6FZ-RFN 2003 ¼
Tensão da correia de distribuição.
Rodar o rolete tensor (8) no sentido da seta «c», utilizando uma chave sextavada em «d».
Colocar o índice «a» na posição «f»

IMPERATIVO: O índice «a» deve ultrapassar o entalhe «g» num valor angular de 10°.
Caso contrário, substituir o rolete tensor ou o conjunto correia de distribuição e rolete tensor.

Em seguida, levar o índice «a» até à posição de regulação «g», rodando o rolete tensor no sentido da seta «e».

ATENÇÃO: O índice «a» não deve ultrapassar o entalhe «g».


Caso contrário, reiniciar a operação de tensão da correia de distribuição.

IMPERATIVO: O rolete tensor não deve rodar durante o aperto da sua fixação.
Caso contrário, reiniciar a operação de tensão da correia de distribuição.

Apertar o parafuso (9) do rolete tensor (8) a 2,1 ± 0,2 m.daN.

IMPERATIVO: A chave sextavada de comando o rolete tensor deve situar-se cerca de 15° acima do plano
da junta da cabeça «h».
Caso contrário, substituir o rolete tensor ou o conjunto correia de distribuição e rolete tensor.

B1EP1BEC B1EP1BFC

OBSERVAÇÕES: CONTROLO E AFINAÇÃO DA DISTRIBUIÇÃO XSARA-XSARA PICASSO 6FZ-


RFN 2003

180
CONTROLO E AFINAÇÃO DA DISTRIBUIÇÃO
Motores: 6FZ-RFN 2003 ¼
Montagem (continuação).
Desmontar as ferramentas [1] e [2].
Rodar a cambota dez voltas (sentido normal de rotação).

IMPERATIVO: Não pode ser exercida qualquer pressão ou acção exterior na correia de distribuição.

Puncionar a poli da árvore de cames de admissão, ferramenta [1].

Controlo.

Tensão da correia de distribuição.

IMPERATIVO: Verificar a posição do índice « a », que deve estar em frente ao entalhe « g ».


Se a posição do índice « a » não for a correcta, reiniciar as operações de tensão da correia de distribuição.

Montar o cárter de distribuição superior (1).


Fixar o tubo de chegada de combustível ao cárter de distribuição.
Voltar a montar a correia de comando dos acessórios (Ver operação correspondente).
Descer o veículo.
Voltar a ligar a bateria (Ver operação correspondente).

B1EP1BEC B1EP1BFC

OBSERVAÇÕES: CONTROLO E AFINAÇÃO DA DISTRIBUIÇÃO XSARA-XSARA PICASSO 6FZ-


RFN 2003

181
CONTROLO E AFINAÇÃO DA DISTRIBUIÇÃO
Motor: RFS
FERRAMENTAS

[1] Aparelho de medição da tensão da correia : 4122-T


[2] Punções de afinação de árvores de cames : 9041-T.Z
[3] Punção de afinação da cambota : 7014-T.N
[4] Imobilizador de polis de árvores de cames : 4200-T.G Caixa 7004-T
[5] Chave de tensão : 7017-T.W
[6] Freio do volante do motor : 9044-T

CONTROLO DA AFINAÇÃO.
- Rodar o motor através do parafuso (1) da cambota.
- Puncionar a cambota, utilizando a ferramenta [3].

IMPERATIVO: Verificar o bom estado da poli DAMPERS da cambota. Se as marcas do cubo/poli


não coincidirem, é obrigatória a substituição da poli da cambota.

- Puncionar as árvores de cames, utilizando a ferramenta [2]


(Os punções [2] devem ser introduzidos sem esforço).
- Caso contrário, proceder à afinação da distribuição.

NOTA: Cubos de árvore de cames (Ver páginas 138 e 139 ).

B1EP12FC B1EP12GC

OBSERVAÇÕES: CONTROLO E AFINAÇÃO DA DISTRIBUIÇÃO XSARA RFS 2003.

182
CONTROLO E AFINAÇÃO DA DISTRIBUIÇÃO
Motor: RFS
Afinação da distribuição.

- Puncionar a cambota, utilizando a ferramenta [3]. Montar:


- Puncionar as polis de árvores de cames, utilizando
a ferramenta [2]. - A poli (5).
- Bloquear o volante do motor, utilizando a - O parafuso (4) (Apertar de forma moderada).
ferramenta [6]. - O punção [3].

Desmontar: Desmontar:

- O punção [3]. - A ferramenta [6].


- O parafuso (4) (Escovar a rosca do parafuso). - Os parafusos-colunas (8).
- A poli (5). - Montar a ferramenta [4].
- O cárter inferior (6). - Desapertar os parafusos (10).
- Desmontar a ferramenta [4].
- Desapertar o rolete tensor (7).
- Desmontar a correia (9).

B1EP120C B1EP11ZC

OBSERVAÇÕES: CONTROLO E AFINAÇÃO DA DISTRIBUIÇÃO XSARA RFS 2003

183
CONTROLO E AFINAÇÃO DA DISTRIBUIÇÃO
Motor: RFS
Pré-tensão da correia de distribuição.

Puncionar a cambota, utilizando a ferramenta [3].


Puncionar as polis de árvores de cames, utilizando a ferramenta [2].
NOTA: Certificar-se da livre oscilação das polis das árvores de cames sobre os
cubos. Limpar os encostos da polis e cubos.
Fazer rodar as polis de árvores de cames (para a direita), até ao fundo do escatel.
Montar a correia (9)
Montar a ferramenta [1].

Rodar o rolete (7) com a ferramenta [5].


Efectuar uma pré-tensão de: (Polis desapertadas).
Motores RFS
Correia nova 55 unidades SEEM
Apertar o parafuso do rolete (7) a 2 m.daN.
Montar a ferramenta [4].
Apertar os parafusos (10) a 4 m.daN.
Desmontar as ferramentas.
Rodar a cambota seis voltas (sentido normal de rotação).

B1EP120C B1EP121C

OBSERVAÇÕES: CONTROLO E AFINAÇÃO DA DISTRIBUIÇÃO XSARA RFS 2003

184
CONTROLO E AFINAÇÃO DA DISTRIBUIÇÃO
Motor: RFS

Tensão da correia de distribuição.

- Puncionar a cambota, utilizando a ferramenta [3].


- Puncionar as polis de árvores de cames, utilizando a ferramenta [2].

NOTA: Em caso de dificuldade ao puncionar os cubos de árvores de cames,


Desapertar o rolete tensor (7), rodar as árvores de cames através do parafuso (10).

-Montar a ferramenta [4].


- Desapertar os parafusos (10).
- Desmontar a ferramenta [4].
- Desapertar o rolete tensor (7).
- Colocar a ferramenta [1] sobre a correia.
- Rodar o rolete (7) com a ferramenta [5].

B1EP120C B1EP121C

OBSERVAÇÕES: CONTROLO E AFINAÇÃO DA DISTRIBUIÇÃO XSARA RFS 2003

185
CONTROLO E AFINAÇÃO DA DISTRIBUIÇÃO
Motor: RFS

- Efectuar uma tensão de: (Polis desapertadas).

Motor RFS
Correia nova 35 unidades SEEM

- Apertar o parafuso do rolete (7) a 2 m.daN.

- Montar a ferramenta [4].


- Apertar os parafusos (10) a 7,5 m.daN.
- Desmontar as ferramentas.
- Rodar a cambota duas voltas (sentido normal de rotação).
- Controlar a punção da cambota/árvores de cames, utilizando as ferramentas [2]e[3].

NOTA: As ferramentas [2] e [3] devem entrar livremente.

- Desmontar as ferramentas.

B1EP120C B1EP121C

OBSERVAÇÕES: CONTROLO E AFINAÇÃO DA DISTRIBUIÇÃO XSARA RFS 2003

186
CONTROLO E AFINAÇÃO DA DISTRIBUIÇÃO
Motor: WJY

Ferramentas

- [1] Parafuso HM : (-) 0 188 E


- [2] Punção de afinação Ø 6 mm : (-) 0 188 H
- [3] Punção de volante do motor : (-) 0 188 D ( ou 7014-T.J) Caixa (-) 0 188.
- [4] Sector de bloqueio do volante do motor : (-) 0 188 F
- [5] Gancho de suporte da correia : (-) 0 188 K
- [6] Quadrado para regulação de tensão : (-) 0 188 J
- [7] Aparelho de medição de tensão : 4122-T
- [8] Sector de bloqueio do volante do motor : 6016-T

Controlo da distribuição

- Puncionar o volante do motor, utilizando a ferramenta [3].


- Verificar visualmente se as diferenças entre os orifícios dos cubos da árvore de cames
e da bomba de injecção e os orifícios de punções correspondentes não são superiores a 1 mm.

B1CP045C

OBSERVAÇÕES: CONTROLO E AFINAÇÃO DA DISTRIBUIÇÃO XSARA WJY 2003.

187
CONTROLO E AFINAÇÃO DA DISTRIBUIÇÃO
Motor: WJY

Afinação da distribuição
Puncionar:
- O cubo da árvore de cames (1) com a ferramenta [1].
- O carreto da bomba de injecção (2) com a ferramenta [2].
- O volante do motor, com a ferramenta [3].

- Bloquear o volante do motor, com a ferramenta [4].


- Montar o parafuso (3) (sem apertar).(Aplicar produto E6).

- Apertar o parafuso (3) a 4 m.daN e terminar com um aperto angular de 60°.

- Desmontar a ferramenta [4].

- Apertar manualmente os parafusos (4) e (5).


- Rodar os carretos (6) e (2) até ao batente dos escatéis. (Para a esquerda).
- Montar a correia na cambota, segurando-a com a ferramenta [5].
- Colocar a correia, respeitando a seguinte ordem:
Rolete (7), carreto (2), carreto (6), bomba (8) e rolete (9).

B1EP130C B1EP131C B1CP045C B1EP132C

OBSERVAÇÕES: CONTROLO E AFINAÇÃO DA DISTRIBUIÇÃO XSARA WJY 2003.

188
CONTROLO E AFINAÇÃO DA DISTRIBUIÇÃO
Motor: WJY
Afinação da distribuição (Continuação).

NOTA: Se necessário, rodar ligeiramente os carretos (6) e (2) para a


esquerda, a fim de encaixar a correia.
O valor de deslocamento angular da correia em relação aos carretos não deve ser
superior a ½ dente.

- Montar a ferramenta [7] no lado "a".


- Rodar o rolete (9) (para a esquerda), utilizando a ferramenta [6], para obter um
valor de:
106 ± 2 unidades SEEM.
- Verificar se os carretos (6) e (2) não estão no batente dos escatéis.

Se estiverem, reiniciar as operações de montagem da correia.

Apertar:

- O rolete (9) a 2,1 m.daN.


- Os parafusos (4) e (5) a 2,3 m.daN.
- Desmontar as ferramentas [7],[5],[1],[2] e [3].

B1EP133C B1EP134C B1CP045C B1EP132C

OBSERVAÇÕES: CONTROLO E AFINAÇÃO DA DISTRIBUIÇÃO XSARA WJY 2003.

189
CONTROLO E AFINAÇÃO DA DISTRIBUIÇÃO
Motor: WJY

Afinação da distribuição (Continuação).

Rodar a cambota 8 voltas (sentido de rotação).

Puncionar:
- O cubo (1), com a ferramenta [1].
- O carreto (2), com a ferramenta [2]
- O volante do motor, com a ferramenta [3].

Desapertar:

- Os parafusos (4) e (5).


- O rolete (9).
- Apertar manualmente os parafusos (4) e (5).
- Colocar a ferramenta [7] no lado "a".
- Rodar o rolete (9) (para a esquerda), utilizando a ferramenta [6], para obter um
valor de:
42 ± 2 Unidades SEEM.

B1EP133C B1EP134C B1CP045C

OBSERVAÇÕES: CONTROLO E AFINAÇÃO DA DISTRIBUIÇÃO XSARA WJY 2003.

190
CONTROLO E AFINAÇÃO DA DISTRIBUIÇÃO
Motor: WJY
Afinação da distribuição (Continuação).

Apertar:
- O rolete (9) a 2,1 m.daN.
- Os parafusos (4) e (5) a 2,3 m.daN.

- Desmontar a ferramenta [7].


- Colocar a ferramenta [7] no lado "a".

- O valor de tensão deve situar-se entre 42 ± 4 Unidades SEEM.

IMPERATIVO: Se o valor estiver fora do limite,


reiniciar a operação de tensão.

- Desmontar as ferramentas [7],[5],[1],[2] e [3].


- Rodar a cambota 2 voltas (sentido de rotação).

- Controlar a afinação da distribuição.

B1EP133C B1EP134C B1CP045C B1EP132C

OBSERVAÇÕES: CONTROLO E AFINAÇÃO DA DISTRIBUIÇÃO XSARA WJY 2003.

191
CONTROLO E AFINAÇÃO DA DISTRIBUIÇÃO
Motores: RHY-RHZ ¼ N° OPR 9127
Ferramentas
[1] Aparelho de medição da tensão da correia : 4122-T
[2] Alavanca de tensão : (-).188.J2
[3] Punção de volante do motor : (-).188.X
[4] Gancho de suporte da correia : (-).0188.K
[5] Punção de carreto da árvore de cames : (-).0188.M
[6] Freio do volante do motor : (-).0188.F
[7] Kit de obturadores : (-).0188.T
[8] Extractor de poli de cambota : (-).0188.P
Controlo da afinação da distribuição.
Puncionar:
O volante do motor, utilizando a ferramenta [3] (Debaixo do veículo).
A árvore de cames, utilizando a ferramenta [5].
ATENÇÃO: Ao desmontar os parafusos (6), (7), (9), e (5) do cárter de
distribuição, montar o parafuso (5) equipado com um calço (espessura de 17
mm)
Aperto 1,5 ± 0,1m.daN.
(O parafuso (5) é um dos parafusos de fixação da bomba de água e permite a
respectiva estanqueidade).
ATENÇÃO: No caso de ser impossível puncionar a árvore de cames,
controlar se a desafinação entre o orifício do carreto da árvore de cames e
o orifício de punção
não é superior a 1 mm, utilizando um espelho "a" e um parafuso de Ø 7
mm.
IMPERATIVO: Se não for possível efectuar a punção, reiniciar a
regulação
(Ver operação correspondente).
B1EP14AC B1BP282C B1EP152D B1BP1YSC

OBSERVAÇÕES: CONTROLO E AFINAÇÃO DA DISTRIBUIÇÃO XSARA-XSARA PICASSO RHY-


RHZ 2003

192
CONTROLO E AFINAÇÃO DA DISTRIBUIÇÃO
Motores: RHY-RHZ ¼ N° OPR 9127
Afinação da distribuição.
Puncionar:

- O volante do motor, utilizando a ferramenta [3]. (Debaixo do veículo).


- A árvore de cames, utilizando a ferramenta [5].
Desapertar:
- Os três parafusos (21).
- O parafuso (19) do rolete tensor (20).
- Desmontar a correia de distribuição.(22).

Controlo.
IMPERATIVO: Antes de proceder à montagem,
proceder aos controlos abaixo descritos.

Verificar:
- Se os roletes (20), (23) e a bomba de água rodam livremente.
(ausência de folgas e ponto duro).
- A ausência de vestígios de fugas de óleo. (árvore de cames, cambota).
- A ausência de fugas de líquido de arrefecimento (Bomba de água).
- Substituir as peças defeituosas (Se necessário).

B1BP282C B1EP152D

OBSERVAÇÕES: CONTROLO E AFINAÇÃO DA DISTRIBUIÇÃO XSARA-XSARA PICASSO RHY-


RHZ 2003

193
CONTROLO E AFINAÇÃO DA DISTRIBUIÇÃO
Motores: RHY-RHZ ¼ N° OPR 9127

Afinação da distribuição (Continuação).

- Apertar manualmente os parafusos (21).


- Rodar o carreto (24) (para a direita) até ao fundo do escatel.
- Voltar a colocar a correia de distribuição na cambota (25)
- Manter a correia, utilizando a ferramenta [4].

Colocar a correia de distribuição, com o lado «a» bem esticado, pela


ordem seguinte:
- Rolete enrolador (23).
- Carreto de bomba de alta pressão de combustível (26).
- Carreto de árvore de cames (24).
- Carreto de bomba de água (18).
- Rolete tensor (20).

NOTA: Se necessário, rodar ligeiramente o carreto (24)


para a esquerda (a diferença não deve ser superior a um dente).

- Desmontar a ferramenta [4].

B1EP153D B1EP154C B1EP155D

OBSERVAÇÕES: CONTROLO E AFINAÇÃO DA DISTRIBUIÇÃO XSARA-XSARA PICASSO RHY-


RHZ 2003

194
CONTROLO E AFINAÇÃO DA DISTRIBUIÇÃO
Motores: RHY-RHZ ¼ N° OPR 9127
Afinação da distribuição (Continuação).

- Colocar a ferramenta [1] no lado "b".


- Rodar o rolete (20) (para a esquerda), utilizando a ferramenta [2], para obter uma
tensão de:
98 ± 2 unidades SEEM.

- Apertar o parafuso do rolete (19), aperto 2,5 m.daN.


- Desmontar um parafuso (21) do carreto (24).
(para se certificar de que os parafusos não estão no batente do escatel).
- Apertar os parafusos (21) a 2.m daN.
- Desmontar as ferramentas [1],[2],[3] e [5].
- Rodar a cambota oito voltas (sentido de rotação).
-Montar a ferramenta [3].
- Desapertar os parafusos (21).
-Montar a ferramenta [5].
- Desapertar o parafuso (19) (Para libertar o rolete).
-Montar a ferramenta [1].
- Rodar o rolete (20) (para a esquerda), utilizando a ferramenta [2], para obter uma
tensão de:
54 ± 2 unidades SEEM.

B1EP156D

OBSERVAÇÕES: CONTROLO E AFINAÇÃO DA DISTRIBUIÇÃO XSARA-XSARA PICASSO RHY-


RHZ 2003

195
CONTROLO E AFINAÇÃO DA DISTRIBUIÇÃO
Motores: RHY-RHZ ¼ N° OPR 9127
Afinação da distribuição (Continuação).

Apertar:
- O parafuso do rolete (19) a 2,5 ± 0,2 m.daN
- Os parafusos (21) a 2. ± 0,2 m.daN
- Desmontar a ferramenta [1].
- Montar a ferramenta [1].
- O valor de tensão deve ser de:

54 ± 3 unidades SEEM.

IMPERATIVO: Se o valor for incorrecto, reiniciar a operação


-Desmontar as ferramentas [1], [3] e [5].
- Rodar a cambota duas voltas (sentido de rotação).
-Montar a ferramenta [3].
IMPERATIVO: Caso não seja possível puncionar a árvore de cames, verificar se a
diferença entre o orifício do carreto da árvore de cames e o orifício de punção não
é superior a 1 mm. Se o valor for incorrecto, reiniciar a operação.
- Desmontar a ferramenta [3].
- Terminar a montagem dos elementos.

B1EP156D

OBSERVAÇÕES: CONTROLO E AFINAÇÃO DA DISTRIBUIÇÃO XSARA-XSARA PICASSO RHY-


RHZ 2003

196
PONTOS ESPECÍFICOS: CONTROLO E AFINAÇÃO DA DISTRIBUIÇÃO
Motores: RHY-RHZ N° OPR 9128 ¼
MONTAGEM ANTIGA ¼ N° OPR 9127 MONTAGEM NOVA N° OPR 9128 ¼

(1) Poli de árvore de cames "móvel" A nova distribuição dos motores 8 válvulas DW10TD (RHY) e ATED
(2) Alvo para captador de referência de cilindro. (RHS-RHZ) requer as seguintes peças novas:
(3) Cubo de árvore de cames. Carreto da cambota "móvel"
(4) Carreto da cambota "fixo". Poli de árvore de cames "fixa".
A regularização da tensão da correia de distribuição é efectuada na
poli de árvore de cames (1). (5) Poli de árvore de cames «fixa» (poli com alvo do captador de
referência de cilindro integrado).
(6) Carreto de cambota «móvel» (com ranhura de chavetagem
aumentada em largura).
A repartição da tensão da correia de distribuição é efectuada no carreto
da cambota (6).

B1EP176D B1EP177D

OBSERVAÇÕES: CONTROLO E AFINAÇÃO DA DISTRIBUIÇÃO XSARA-XSARA PICASSO RHY-


RHZ 2003

197
PONTOS ESPECÍFICOS: CONTROLO E AFINAÇÃO DA DISTRIBUIÇÃO
Motores: RHY-RHZ N° OPR 9128 ¼
MONTAGEM NOVA N° OPR 9128 ¼ (Continuação)
A nova montagem permite a supressão das seguintes peças:
Cubo de árvore de cames
Alvo para captador de referência de cilindro.

Reparação - Poli de comando de acessórios

Desmontagem-Montagem

ATENÇÃO: Puncionar a árvore de cames e a cambota, antes da desmontagem


da poli de comando de acessórios (a punção evita qualquer desvio da árvore de
cames).

Se necessário, pintar um ponto na poli de comando de acessórios substituída.

Peças de substituição.

O serviço de peças de substituição comercializa as peças antigas e novas.

B1EP177D

OBSERVAÇÕES: CONTROLO E AFINAÇÃO DA DISTRIBUIÇÃO XSARA-XSARA PICASSO RHY-


RHZ 2003

198
CONTROLO E AFINAÇÃO DA DISTRIBUIÇÃO
Motores: RHY-RHZ N° OPR 9128 ¼
Ferramentas.
Desmontar
[1] Aparelho de medição da tensão da correia : 4122-T
IMPERATIVO: Respeitar as instruções de segurança e limpeza
[2] Alavanca de tensão : (-).0188-J2. específicas das motorizações de alta pressão injecção diesel (HDi).

[3] Punção de volante do motor : (-).0188.Y. Desbloquear os parafusos da roda dianteira direita.
Elevar e calçar a dianteira direita do veículo.
[4] Pinça correia : (-).0188.AD Desligar o borne negativo da bateria.
Desmontar:
[5] Punção de poli da árvore de cames : (-).0188.M O isolante fónico sob o motor.
A roda dianteira direita.
[6] Freio do volante do motor : (-).0188.F. O resguardo de lama dianteiro direito.
A tampa estilo do motor.
[7] Kit obturador : (-).0188.T. Desencaixar e afastar o tubo de arrefecimento.
Desmontar a correia de comando dos acessórios.
[8] Extractor da poli : (-).0188.P. (Ver operação correspondente).

[9] Punção Diâmetro 2 mm : (-).0188.Q2

OBSERVAÇÕES: CONTROLO E AFINAÇÃO DA DISTRIBUIÇÃO XSARA-XSARA PICASSO RHY-


RHZ 2003

199
CONTROLO E AFINAÇÃO DA DISTRIBUIÇÃO
MOTORES: RHY-RHZ N° OPR 9128 ¼
Desacoplar, obturar e afastar, com a ferramenta [7], o tubo de chegada (2) e de
retorno de combustível (1).
Desmontar:
Os parafusos (3), (4) e (6).
O parafuso (7).
O cárter superior de distribuição (5).

ATENÇÃO: Montar o parafuso (7) equipado com um calço (17 mm de


espessura); apertar o parafuso (7) a 1,5 ± 0,1 m. daN.

NOTA: O parafuso (7) é um dos parafusos de fixação da bomba de água e


contribui para a respectiva estanqueidade.
Engrenar a 5ª velocidade na alavanca de mudanças.
Girar a roda para accionar o motor (sentido normal da rotação).
Orientar a poli da árvore de cames para a posição de punção; utilizar um
espelho se
necessário.

Puncionar a árvore de cames, utilizando a ferramenta [5].

Puncionar o volante do motor, utilizando a ferramenta [3].


B1BP2R2C B1EP1A7C B1BP2H2C B1BP2H3C

OBSERVAÇÕES: CONTROLO E AFINAÇÃO DA DISTRIBUIÇÃO XSARA-XSARA PICASSO


RHY-RHZ 2003

200
CONTROLO E AFINAÇÃO DA DISTRIBUIÇÃO
Motores: RHY-RHZ N° OPR 9128 ¼
Desmontar:
As fixações do tubo de ligação entre a bomba da direcção assistida e a válvula
rotativa.
A chapa inferior de fecho do cárter de embraiagem.
Bloquear o volante do motor com a ferramenta [6].
Desmontar o parafuso (8).
Montar o parafuso (8), sem a anilha de apoio.
Desmontar:
A poli de acessórios (9), ferramenta [8].
A ferramenta [6].
O tirante anti-binário inferior.
Elevar o motor com a ajuda de uma grua de oficina
Desmontar:
A montagem do bronze sobre o apoio (10).
A porca (12).
Os parafusos (11).
A brida (13).
NOTA: Levantar e descer o motor, com a grua de oficina, para aceder aos
parafusos de fixação dos cárters de distribuição.
Desmontar:
O cárter de distribuição intermédio.
O cárter de distribuição inferior.

B1CP04BC B1BP2R3C B1BP2R4C

OBSERVAÇÕES: CONTROLO E AFINAÇÃO DA DISTRIBUIÇÃO XSARA-XSARA PICASSO RHY-


RHZ 2003

201
CONTROLO E AFINAÇÃO DA DISTRIBUIÇÃO
Motores: RHY-RHZ N° OPR 9128 ¼

Desapertar o parafuso (17) do rolete tensor (18).

Desmontar a correia de distribuição (14).

Controlo.

IMPERATIVO: Antes de proceder à montagem, proceder aos controlos abaixo


descritos.

Certificar-se de que:
Os roletes (18) e (15) rodam livremente (ausência de folgas e ponto duro).
A poli da bomba de água (16) roda livremente (ausência de folgas e ponto duro).
Ausência de vestígios de fuga de óleo dos retentores da cambota e da árvore de cames,
bem como das diferentes juntas.
O carreto da cambota oscila livremente sobre a chaveta.

Substituir as peças defeituosas (se necessário).

Puncionar o carreto da cambota (19) inserindo a ferramenta [9] do lado esquerdo da


chaveta.
B1EP1A8D B1EP1A9C

OBSERVAÇÕES: CONTROLO E AFINAÇÃO DA DISTRIBUIÇÃO XSARA-XSARA PICASSO RHY-


RHZ 2003

202
CONTROLO E AFINAÇÃO DA DISTRIBUIÇÃO
Motores: RHY-RHZ N° OPR 9128 ¼
Colocar a correia de distribuição, com o lado «a» bem esticado, pela ordem seguinte:
Poli da bomba de alta pressão do combustível (21).
Rolete enrolador (15).
Carreto da cambota (19).
Carreto de bomba de água (16).
Rolete tensor (18).
Colocar a ferramenta [1] no lado «a».
Desmontar as ferramentas [4] e [9]
Rodar o rolete tensor (18) para a esquerda, com a ferramenta [2], para obter uma
sobretensão de:
98 ± 2 unidades SEEM.
Apertar o parafuso (17) do rolete tensor a 2,5 ± 0,2 m.daN.
Bloquear o volante do motor, utilizando a ferramenta [6].
Apertar o parafuso da poli de comando dos acessórios (8) a 7 ± 0,7 m.da N.
Desmontar as ferramentas [1], [3], [5] e [6].
Rodar a cambota oito voltas, no sentido normal de rotação.
Puncionar:
A cambota, ferramenta [3]
A poli de comando da árvore de cames, ferramenta [5].

B1EP1ABD B1EP1ACC

OBSERVAÇÕES: CONTROLO E AFINAÇÃO DA DISTRIBUIÇÃO XSARA-XSARA PICASSO RHY-


RHZ 2003

203
CONTROLO E AFINAÇÃO DA DISTRIBUIÇÃO
Motores: RHY-RHZ N° OPR 9128 ¼
Bloquear o volante do motor com a ferramenta [6].
Desapertar: A poli de acessórios (8).
O parafuso (17) do rolete tensor (18).
Montar a ferramenta [1].
Rodar o rolete tensor, com a ferramenta [2], para obter uma tensão de:
54 ± 2 unidades SEEM.
Apertar o parafuso (17) do rolete tensor (18) a 2,5 ± 0,2 m.daN.
Desmontar a ferramenta [1].
Montar a ferramenta [1].
O valor de tensão deve ser de:
54 ± 3 unidades SEEM
IMPERATIVO: Em caso de valor incorrecto, reiniciar a operação.

Desmontar as ferramentas [1], [3], [5] e [6].


Rodar a cambota duas voltas, no sentido normal de rotação.
Puncionar:
A cambota, ferramenta [3]
A poli de comando da árvore de cames.

IMPERATIVO: Se não for possível puncionar, reiniciar a regulação.


B1EP1ACC

OBSERVAÇÕES: CONTROLO E AFINAÇÃO DA DISTRIBUIÇÃO XSARA-XSARA PICASSO RHY-


RHZ 2003

204
CONTROLO E AFINAÇÃO DA DISTRIBUIÇÃO
Motores: RHY-RHZ N° OPR 9128 ¼
Desmontar:
A ferramenta [3] e [5].
O parafuso (7) e o calço.
Montar:
O cárter inferior, intermédio e superior (5)
O parafuso (7), apertar a 1,5 ± 0,1 m.daN
Os parafusos (3), (4) e (6).
A brida (13).
Os parafusos (11) , apertar a 6,1 ± 0,5 m.daN
A porca (12), apertar a 4,5 ± 0,5 m.daN.
Montagem do bronze sobre o apoio (10).
Retirar a grua de oficina.
Encaixar os tubos de chegada e retorno de combustível.
Desmontar a ferramenta [7].
Acoplar:
O tubo de chegada de combustível (12).
O tubo de retorno de combustível (1).
Aplicar no parafuso (8) Loctite FRENETANCH
Montar a ferramenta [6] e o parafuso (8) com a anilha (22),
apertar a 7 ± 0,2 m.daN e aperto angular de A = 60° ± 5°
Montar o tirante anti-binário do suporte inferior do motor.
Desmontar a ferramenta [6].
Reposicionar e voltar a encaixar o tubo de arrefecimento.
Terminar a montagem dos elementos pela ordem inversa da sua desmontagem.

B1EP1A7C B1BP2R4C B1EP1ADC

OBSERVAÇÕES: CONTROLO E AFINAÇÃO DA DISTRIBUIÇÃO XSARA-XSARA PICASSO RHY-


RHZ 2003

205
PONTOS ESPECÍFICOS DA DISTRIBUIÇÃO
Marcação dos cubos de árvore de cames RFS

Motores Cubos "a" Marcação "b" Marca com cores


Admissão
RFS B AZUL
Escape

B1EP122C

OBSERVAÇÕES: PONTOS ESPECÍFICOS DA DISTRIBUIÇÃO 2003.

206
FOLGAS NAS VÁLVULAS
As folgas nas válvulas devem ser controladas com o motor frio MÉTODOS POSSÍVEIS
Em motores de 4 cilindros em linha (1-3-4-2 )
z Admissão ⊗ Escape Báscula Abertura total (Ech))
Gasolina TT
0,20 mm ± 0,05 0,40 mm ± 0,05 Abertura
(Excepto 16V-NFU) z
Báscula Afinar total de Afinar
Admissão
válvula
NFU 1 mm ± 0,05 1 mm ± 0,05
Gasolina -16V 1z ⊗1 4z ⊗4 ⊗ ⊗ 1 3z ⊗4
1.4 HDi
Recuperação hidráulica 3z ⊗3 2z ⊗2 Escape ⊗ 3 4z ⊗2
1.4 16V HDi 4z ⊗4 1z ⊗1 ⊗ 4 2z ⊗1
Diesel 2.0 HDi 2z ⊗2 3z ⊗3 ⊗ 2 1z ⊗3
Diesel TT
(Excepto Diesel 1.4
HDi 0,15 mm ± 0,08 0,30 mm ± 0,08
1.4 16V HDi
2.0 HDi)

Oe controlo da folga (J) é efectuado


em oposição com a came em todos
os motores que não têm
recuperação hidráulica.

B1DP13QC

OBSERVAÇÕES: FOLGAS NAS VÁLVULAS 2003.

207
CONTROLO DA PRESSÃO DO ÓLEO
A ler em conjunto com o quadro de correspondências dos Motores a Gasolina e Diesel
Ferramentas TU TT EW XU TT
Caixa 4103-T 1.8 i
1.1 i 1.4 i 1.6 i 1.6 i 16V 2.0 i 16V
16V
Veículo TT C3 TT C3 TT TT C3 TT
H K K N N N N 6 R R
Placa do motor F F F F F F F F F F
X W V V T X U Z N S
Temperatura (°C) 90° 90° 80°
Pressão (Bars) 4 3 4 3 4 3 4 5,5
Número de rpm 4000 2000 4000 2000 4000 2000 4000
TUD TT DV4TD DV4TED4 DW8 DW10TD
1.5 D 1.4 HDi 1.4 16V HDi 1.9 D 2.0 HDi
V 8 8 8 8 W R R
Placa do motor J H H H H J H H
X X W V Y Y Y Z
Temperatura (°C) 90° 80°
Pressão (Bars) 4 > 1,3 4,5 4
Número de rpm 4000 1000 4000

OBSERVAÇÕES: CONTROLO DA PRESSÃO DE ÓLEO 2003.

208
FILTROS DE ÓLEO
TU TT EW XU
1.1 i 1.4 i 1.6 i 1.6i 16V 1.8i 2.0i 16V
HFX KFW KFV NFT NFV NFX NFU 6FZ RFN RFS
FILTRAUTO 1109 R7
LS 867 B 1109 N3
PURFLUX
LS 923 1109 T1

TUD5 DV4TD DV4TED4 DW8 DW10


1.5D 1.4 HDi 1.4 16V HDi 1.9D 2.0 HDi
VJX 8HX 8HW 8HZ 8HV 8HY WJY RHY RHZ
MALHE 1109 T3
LS 923 1109 T1
PURFLUX
LS 867 B 1109 N3

Ø (mm) Altura (mm)


LS 923 1109 T1
Características 76 89
LS 867 B 1109 N3

Motor TU (excepto L4) : O cartucho PURFLUX LS 867 está sempre disponível.


Motores EW e DW : O cartucho PURFLUX LS 304 foi substituído pelo cartucho PURFLUX LS 923.

OBSERVAÇÕES: FILTROS DE ÓLEO 2003.

209
ENCHIMENTO E PURGA DO CIRCUITO DE ÁGUA
FERRAMENTAS
[1] Cilindro de carga : 4520-T
[2] Adaptador para cilindro de carga : 4222-T.

IMPERATIVO: Respeitar as recomendações de segurança e de limpeza.

- As operações de esvaziamento e enchimento podem ser realizadas utilizando um aparelho de substituição


do líquido de arrefecimento WINN’S ou similar; respeitar imperativamente o método de utilização do
aparelho.
Enchimento e purga
- Montar o adaptador para cilindro [2] 4222-T (PICASSO C3) e o cilindro de carga [1]. 4520-T (Todos os
Tipos)
- Utilizar o líquido de arrefecimento para assegurar uma protecção de - 15°C a - 37°C.
- Encher lentamente.
NOTA: Manter o cilindro de carga cheio (nível visível).
- Fechar cada um dos parafusos de purga, desde que o líquido escorra sem bolha de ar.
- Ligar o motor: Regime de motor 1500 rpm.
- Manter este regime até ao primeiro ciclo de arrefecimento.
(Accionamento e paragem dos motoventiladores).
- Desligar o motor e aguardar o seu arrefecimento.
- Desmontar o cilindro de carga [1]. 4520 e o adaptador [2] 4222-T.
- Preencher o nível a frio, até à marca maxi.
- Voltar a colocar o tampão.
B1GP00AC E5AP1GNC

OBSERVAÇÕES: ENCHIMENTO E PURGA DO CIRCUITO DE ÁGUA 2003.

210
RALENTI - ANTIPOLUIÇÃO
Regime de ralenti
% Teor
(± 50 rpm)
Tipo regulamentar Norma de
Veículos Marca - Tipo de injecção CVA :
do motor despoluição
CVM velocidade N CO CO2
engatada
1.1 i HFX L4 BOSCH M7.4.4.
1.4 i KFW L4 SAGEM 2000 850
SAXO
1.6 i NFT L4 BOSCH M7.4.4.
1.6 i 16V NFX L4 M. MARELLI 48P2 800 < 0,5 >9
1.1 i HFX L4 -IF/L5 MAGNETTI MARELLI 48P
C3 1.4 i KFW L4 - IF/L5 SAGEM S2000 850
1.6 i 16V NFU L4 BOSCH M 7.4.4.
1.4 i KFW IFL5/L4 SAGEM S2000
1.6i NFU L4 BOSCH M.7.4.4.
XSARA MAGNETTI MARELLI 850
2.0 i RFN L4
MM 48.P2 < 0,5 >9
2.0 i 16V RFS L3 M. MARELLI 1AP10
XSARA 1.6i NFV L4 BOSCH M7.4.4. 850
PICASSO 1.8i 6FZ L4 SAGEM - S2000 700

OBSERVAÇÕES: RALENTI - ANTIPOLUIÇÃO SAXO C3 XSARA-PICASSO 2003

211
INJECÇÃO DE GASOLINA
SAXO
1,1 i 1.4 i 1.6 i 1.6 i 16 V
Tipo regulamentar do
HFX KFW NFT NFX
motor
Norma de despoluição IFL5 / L4 L4 L4 L4
Marca BOSCH SAGEM BOSCH M. MARELLI
Tipo de injecção M.7.4.4. S2000 M.7.4.4. 48P2
Pressão de gasolina (bars) 3 3 3,5 3
Corte sobreregime (rpm) 5500 5500 5700 6600
Resistência dos injectores
14,5 14,5 14,5 14,5
(ohms)
Resistência da sonda de
3 800 a 10°C 2 500 a 20° C 800 a 50°C 230 a 90° C
temperatura da água (ohms)
Resistência E.V. de ralenti
ou motor passo a passo Actuador de ralenti : 11
(ohms)
Resistência da sonda de
3 800 a 10°C 2 500 a 20° C 800 a 50°C 230 a 90° C
temperatura do ar (ohms)

OBSERVAÇÕES: INJECÇÃO DE GASOLINA SAXO 2003.

212
INJECÇÃO DE GASOLINA
C3
1,1 i 1.4 i 1.6 i 16 V
Tipo regulamentar do
HFX KFW NFU
motor
Norma de despoluição L4 / IFL5 L4 L4
Marca M. MARELLI SAGEM BOSCH
Tipo de injecção 48P2 S2000 M.7.4.4.
Pressão de gasolina (bars) 3,5 3,5 3,5
Corte sobreregime (rpm) 5500 5500 5800
Resistência dos injectores
14,5 14,5 14,5
(ohms)
Resistência da sonda de
3 800 a 10°C 2500 a 20° C 800 a 50°C 230 a 90° C
temperatura da água (ohms)
Resistência E.V. de ralenti
ou motor passo a passo Motor passo a passo: 53
(ohms)
Resistência da sonda de
3 800 a 10°C 2500 a 20° C 800 a 50°C 230 a 90° C
temperatura do ar (ohms)

OBSERVAÇÕES: INJECÇÃO DE GASOLINA C3 2003

213
INJECÇÃO DE GASOLINA
XSARA XSARA PICASSO
1.4 i 1.6 i 16 V 2.0 i 16 V 2.0 i 16 V 1.6 i 1.8 i 16 V
Tipo regulamentar do
KFW NFU RFN RFS NFV 6FZ
motor
Norma de despoluição IFL5 / L4 IFL5 / L4 / K’ IFL5 / L4 L4 L3 IFL5 / L4
Marca SAGEM BOSCH M. MARELLI M. MARELLI BOSCH SAGEM
Tipo de injecção S2000 M.7.4.4. 48P2 1AP10 M.7.4.4. S2000
Pressão de gasolina (bars) 3 3 3,5 3 3,5 3,5
Corte sobreregime (rpm) 5500 5800 6000 6500 5700 5500
Resistência dos injectores
14,5 14 ,5 12,2 16 14,5 12,2
(ohms)
Resistência da sonda de
3800 a 10°C 2500 a 20° C 800 a 50°C 230 a 90° C
temperatura da água (ohms)
Resistência E.V. de ralenti
ou motor passo a passo Motor passo a passo: 53
(ohms)
Resistência da sonda de
3 800 a 10°C 2500 a 20° C 800 a 50°C 230 a 90° C
temperatura do ar (ohms)

OBSERVAÇÕES: INJECÇÃO A GASOLINA XSARA-PICASSO 2003

214
CONTROLOS TÉCNICOS ANTIPOLUIÇÃO (FRANÇA)
Todos os Tipos a Gasolina CO Corrigido (Em %) Todos os tipos Diesel (m 1)

Condições: Ao ralenti, motor quente.


¼ 01/96
Inferior a 4,5 % para os veículos com matrícula anterior a 10/86.
01/96 ¼
Inferior a 3,5 % para os veículos com matrícula posterior a 10/86.
Com panela catalítica.
Motor Atmosférico.
Superior a 2.0i AM 89.
Todos os Tipos AM 93.
Inferior a 2,5 m 1
CO inferior a 0,5 % ao ralenti.
CO inferior a 0,3 % ao ralenti acelerado entre 2500 e 3000 rpm (*)
Motor Turbocompressor.

Inferior a 3,0 m 1
Valor Sonda Lambda de 0,97 a 1,03.

OBSERVAÇÕES: CONTROLOS TÉCNICOS ANTIPOLUIÇÃO (FRANÇA) 2003

215
NORMAS DE DESPOLUIÇÃO
DESIGNAÇÃO DA APLICAÇÕES
NORMA PARTICULARIDAD
OBSERVAÇÕES
PSA ES
C.E.E. Motores Veículos Validade
APV PR
→ Limites veículos
utilitários =
limites veículos particulares
→ 10/89
aumentados em 25 %
Com sonda de
ECE K 15.04 Gasolina Veículos utilitários:
oxigénio
R 15.04 K’ 15.04 Diesel Todos os Tipos → Para veículos particulares
Sem panela catalítica
e veículos utilitários de
em curso
"Grande Exportação"

Directiva de Bruxelas 88/76


«Acordos do Luxemburgo»
Veículos particulares:
> 2 litros → Substituído por 89/458 +
ECE
W vp 15.05 Gasolina 91/441
R 15.05 • novos modelos 01/10/88 →
• modelos existentes 01/10/89 →

OBSERVAÇÕES: NORMAS DE DESPOLUIÇÃO 2003

216
NORMAS DE DESPOLUIÇÃO
DESIGNAÇÃO DA
APLICAÇÕES
NORMA PARTICULARIDAD
OBSERVAÇÕES
PSA ES
C.E.E. Motores Veículos Validade
APV PR
Veículos particulares:
• certos países da Europa
fora da UE Com sonda de
Gasolina • certos países de oxigénio
US 83 Z US 83 Em vigor → Retoma da norma U.S.
Diesel Exportação e panela catalítica, para
gasolina

Veículos particulares:
• certos países da Europa
Com panela catalítica
US 87 Y US 87 Diesel fora da UE Em vigor → Retoma da norma U.S.
e EGR
• certos países de
Exportação

Veículos particulares:
Gasolina
US 93 Y2 US 93 • certos países de Em vigor → Retoma da norma U.S.
Diesel
Exportação

OBSERVAÇÕES: NORMAS DE DESPOLUIÇÃO 2003

217
NORMAS DE DESPOLUIÇÃO
DESIGNAÇÃO DA
APLICAÇÕES
NORMA PARTICULARIDAD
OBSERVAÇÕES
PSA ES
C.E.E. Motores Veículos Validade
APV PR

Veículos utilitários:
• certos países da Europa
US 84 Gasolina → Retoma da norma U.S.
X1 US 84 fora da UE Em vigor
LDT Diesel veículos utilitários ligeiros
• certos países de
Exportação

Veículos utilitários:
• certos países da Europa
US 87 Gasolina → Retoma da norma U.S.
X2 US 87 fora da UE Em vigor
LDT Diesel veículos utilitários ligeiros
• certos países de
Exportação

Veículos particulares:
• certos países da Europa
US 90 Gasolina → Retoma da norma U.S.
X3 US 90 fora da UE Em vigor
LDT Diesel veículos utilitários ligeiros
• certos países de
Exportação

OBSERVAÇÕES: NORMAS DE DESPOLUIÇÃO 2003

218
NORMAS DE DESPOLUIÇÃO
DESIGNAÇÃO DA
APLICAÇÕES
NORMA PARTICULARIDAD
OBSERVAÇÕES
PSA ES
C.E.E. Motores Veículos Validade
APV PR
Com sonda de
Veículos particulares: oxigénio
EURO 2 < 6 lugares e Directiva de Bruxelas 94/12 e panela catalítica
Gasolina
L3 CEE 95 < 2,5 toneladas reforçada, para
(EURO Diesel
• novos modelos 01/96 → → Nível EURO 1 rigoroso gasolina
96)
• modelos existentes 01/97 → Com panela catalítica e
EGR, para diesel

Veículos utilitários:
< 3,5 toneladas Directiva de Bruxelas 96/69 Com sonda de
Classe 1: oxigénio
EURO 2
Gasolina
• novos modelos 01/97 → → 3 classes consoante a e panela catalítica
W3 CEE 95 Diesel inércia dos veículos: reforçada, para
(EURO • modelos existentes 10/97 →
Gás Classe 1 < 1.250 kg gasolina
96) Classe 2/3:
Classe 2: 1250/1.700 kg Com panela catalítica e
• novos modelos 01/98 →
Classe 3: 1.700 kg EGR, para diesel
• modelos existentes 10/98 →

OBSERVAÇÕES: NORMAS DE DESPOLUIÇÃO 2003

219
NORMAS DE DESPOLUIÇÃO
DESIGNAÇÃO DA
APLICAÇÕES
NORMA PARTICULARIDAD
OBSERVAÇÕES
PSA ES
C.E.E. Motores Veículos Validade
APV PR
Veículos utilitários: Directiva de Bruxelas 98/69 Com 2 sondas de
oxigénio e panela
< 3,5 toneladas → Nível EURO 2 (L3) catalítica, para
EURO 3 rigoroso gasolina.
Gasolina Classe 1:
→ Incitações fiscais Com panela catalítica e
W3 Diesel
(EURO • novos modelos → 01/2000 → 3 classes consoante a EGR, para diesel.
Gás
2000) • modelos existentes → 01/2001 inércia dos veículos:
Classe 2/3: Classe 1 < 1305 kg Com sistema de
• novos modelos → 01/2001 Classe 2: 1305/1760 kg diagnóstico de bordo
• modelos existentes →01/2002 Classe 3: 1.760 kg EOBD

Com 2 sondas de
Veículos particulares: Directivas de Bruxelas:
oxigénio e panela
Todos os tipos 99/102
catalítica, para
gasolina.
EURO 4 IF/L5 Gasolina → Nível EURO 3 (L4)
Com sistema de
rigoroso
→ 01/2005 diagnóstico de bordo
• novos modelos → Incitações fiscais
→ 01/2006 EOBD
• modelos existentes

OBSERVAÇÕES: NORMAS DE DESPOLUIÇÃO 2003

220
NORMAS DE DESPOLUIÇÃO
DESIGNAÇÃO DA
APLICAÇÕES
NORMA PARTICULARIDAD
OBSERVAÇÕES
PSA ES
C.E.E. Motores Veículos Validade
APV PR
Veículos particulares:
Com 2 sondas de
Todos os tipos Directivas de Bruxelas:
oxigénio e panela
2001/1
catalítica, para
Gasolina
gasolina.
EURO 4 IF / L5 Diesel → Nível EURO 3 (L4)
Com sistema de
Gás rigoroso
diagnóstico de bordo
• novos modelos → 01/2005 → Incitações fiscais
EOBD
• modelos existentes → 01/2006

Veículos utilitários: Directivas de Bruxelas:


99/102 e 2001/1 (Gás)
< 3,5 toneladas Com 2 sondas de
oxigénio e panela
→ Nível EURO 3 (L4)
catalítica, para
rigoroso
Gasolina Classe 1: gasolina.
EURO 4 IF/L5 → Incitações fiscais
Gás Com sistema de
• novos modelos → 01/2005 → 3 classes consoante a diagnóstico de bordo
• modelos existentes → 01/2006 inércia dos veículos: EOBD
Classe 2/3: Classe 1 < 1305 kg
• novos modelos → 01/2006 Classe 2: 1305/1760 kg
• modelos existentes → 01/2007 Classe 3: 1.760 kg

OBSERVAÇÕES: NORMAS DE DESPOLUIÇÃO 2003

221
INSTRUÇÕES DE SEGURANÇA: SISTEMA DE INJECÇÃO DIRECTA HDI
Motores: RHY – RHZ-8HX – 8HW – 8HY – 8HV
INSTRUÇÕES DE SEGURANÇA
Preâmbulo.
Todas as intervenções no sistema de injecção devem ser realizadas em conformidade com as seguintes prescrições e regulamentações:
- Autoridades competentes em termos de saúde.
- Prevenção dos acidentes.
- Protecção do ambiente.
ATENÇÃO: As intervenções devem ser realizadas por pessoal especializado, que esteja a par das instruções de segurança e das precauções a
tomar.

Instruções de segurança.
IMPERATIVO: Tendo em conta as pressões muito elevadas no circuito de alta pressão de combustível (1350 bars),
devem ser respeitadas as seguintes instruções:
- É proibido fumar nas proximidades imediatas do circuito de alta pressão, durante uma intervenção.
- Evitar trabalhar nas proximidades de chamas ou faíscas.
Motor em funcionamento:
- Não realizar qualquer intenção no circuito de alta pressão de combustível.
- Permanecer sempre fora do alcance de um eventual jacto de combustível, que poderá causar queimaduras graves.
- Não aproximar as mãos de uma fuga no circuito de alta pressão de combustível.
Após a paragem do motor, aguardar 30 segundos antes de realizar qualquer intervenção.
NOTA: O tempo de espera é necessário para permitir o retorno à pressão atmosférica do circuito de alta pressão de combustível.

OBSERVAÇÕES: INSTRUÇÕES DE SEGURANÇA: SISTEMA DE INJECÇÃO DIRECTA HDI 2003.

222
INSTRUÇÕES DE SEGURANÇA: SISTEMA DE INJECÇÃO DIRECTA HDI
Motores: RHY – RHZ-8HX – 8HW – 8HY – 8HV
INSTRUÇÕES DE LIMPEZA.

Operações preliminares

IMPERATIVO: A operação deve ser realizada com vestuário limpo.

Antes de efectuar uma intervenção no circuito de injecção, poderá ser necessário proceder à limpeza das uniões dos seguintes elementos sensíveis:
(ver operações correspondentes).
- Filtro de combustível.
- Bomba de alta pressão de combustível.
- Rampa de injecção comum de alta pressão de combustível.
- Canalizações de alta pressão de combustível.
- Porta-injectores diesel.

IMPERATIVO: Após a desmontagem, obturar imediatamente as uniões dos elementos sensíveis com tampões, para evitar
a entrada de impurezas.

Área de trabalho.
- A área de trabalho deve estar limpa e desimpedida.
- As peças em reparação devem ser armazenadas ao abrigo da poeira.

OBSERVAÇÕES: INSTRUÇÕES DE SEGURANÇA: SISTEMA DE INJECÇÃO DIRECTA HDI 2003.

223
CARACTERÍSTICAS DA BOMBA DE INJECÇÃO (equipamento BOSCH).
BOMBA -TIPO – REFERÊNCIA
Despoluição L3/L4

Equipamento Transponder
T V
SAXO U 5B J 539
D X

(*) = A bomba de alta pressão de combustível é accionada pela correia de distribuição.

OBSERVAÇÕES: CARACTERÍSTICAS DA BOMBA DE INJECÇÃO (EQUIPAMENTO BOSCH).SAXO


VJX 2003.

224
CARACTERÍSTICAS DA BOMBA DE INJECÇÃO (equipamento BOSCH).
Afinação estática Controlo Referência Marca Calibr. Afinações ( rpm) Regulação
Placa Bomba (1) Avanço inicial
do Tipo Dinâmico Porta- Ralenti A Em
Tempo de Inject. Anti - Ralenti
motor Referência da afinação Injector injector cor Aceler. Vazio carga
compressão (Bar) paragem.
(ao ralenti) + injector rpm rpm
(cilindro N° 4)

Bomba
0,60 ± 0,1 mm KCA 120 800 5450 5000
VJX 539 299 Não
Após 20S106 ±5 ± 100 ± 160 ± 160
o PMB

(1)= Motor: Orifício de punção P.M.H.

OBSERVAÇÕES: CARACTERÍSTICAS DA BOMBA DE INJECÇÃO (EQUIPAMENTO BOSCH) SAXO


VJX 2003.

225
CONTROLO-AFINAÇÃO DA BOMBA MECÂNICA BOSCH
Motor: VJX
Ferramentas.

- Punção de volante do motor : 4507-T.A


- Punção de disco : 4527-T.S1 Caixa 4507-T.
- Punção de árvore de cames. : 4527-T.S2

Controlo

- Puncionar o volante do motor.


- Verificar visualmente a punção das polis de árvore de cames e de bomba de injecção ou
efectuar o controlo com as ferramentas 4527-T.S1 e 4527-T.S2.
Afinação da bomba.
- Puncionar:
• o volante do motor.
• a poli de árvore de cames.
- Montar a bomba, aperto 2 m.daN.
- Puncionar o disco da bomba.
- Montar o carreto com a correia de distribuição, aperto 2 m.daN.

B1HP0YAC

OBSERVAÇÕES: AFINAÇÃO DA BOMBA MECÂNICA BOSCH SAXO VJX 2003.

226
REGULAÇÃO DOS COMANDOS MECÂNICOS DAS BOMBAS BOSCH
Motor: VJX

Regulação do ralenti acelerado.

- Colocar a alavanca (3) em contacto com o parafuso (2).


- Actuar sobre o parafuso (2) para obter o regime de ralenti acelerado: 1100 ± 100 rpm.

Motor frio.

- Verificar se a alavanca (3) está no batente sobre o parafuso (2).


- Se não estiver, aproximar a tensão do cabo (4) através do serra cabo (1).
- Atingir a tensão através do tensor de cabo (5).

Motor quente.

- Verificar se o cabo (4) está sem tensão.


- Controlar a sonda termostática situada sobre a caixa de saída de água, entre o motor frio e quente.
deve verificar-se um deslocamento do cabo superior a 6 mm.
- Caso contrário, substituir a sonda termostática, aperto 2,5 m.daN.

B1HP0HQC B1HP0HUC

OBSERVAÇÕES: REGULAÇÃO DOS COMANDOS MECÂNICOS DAS BOMBAS BOSCH SAXO VJX
2003.

227
REGULAÇÃO DOS COMANDOS MECÂNICOS DAS BOMBAS BOSCH
Motor: VJX (Continuação)

Regulação do comando do acelerador.

- Carregar a fundo no pedal do acelerador.


- Verificar se a alavanca (10) está apoiada no parafuso batente (6); se não
estiver,
modificar a posição do gancho (7).
- Certificar-se de que, ao ralenti, a alavanca (10) está apoiada no batente
(9)

Condições prévias.

- Motor quente (dois accionamentos do motoventilador).


- Comando de ralenti acelerado libertado.

Regulação do ralenti.

- Desapertar o parafuso (9) algumas voltas, até à supressão do contacto


com a alavanca (10).
- Regular o regime do ralenti, actuando no parafuso de regulação (8).

B1HP0HSD

OBSERVAÇÕES: REGULAÇÃO DOS COMANDOS MECÂNICOS DAS BOMBAS BOSCH SAXO VJX
2003.

228
REGULAÇÃO DOS COMANDOS MECÂNICOS DAS BOMBAS BOSCH
Motor: VJX (Continuação)

Regulação da anti-paragem.

- Colocar um calço de 1 mm [1] entre a alavanca de carga (10) e o


parafuso (9) de regulação do débito residual.
- Actuar sobre o parafuso (9) de regulação do débito residual, para obter
um regime
do motor de: 835 ± 40 rpm.
- Desmontar o calço [1].

Controlo da desaceleração do motor.

- Deslocar a alavanca de carga (10) para obter um regime de motor de


3000 rpm.
- Libertar a alavanca de carga (10). - A desaceleração deve estar
compreendida entre 2 e 3 segundos.

IMPERATIVO: Verificar a eficácia do comando manual


de «STOP» (11).

B1HP0HRD

OBSERVAÇÕES: REGULAÇÃO DOS COMANDOS MECÂNICOS DAS BOMBAS BOSCH SAXO VJX
2003.

229
INJECÇÃO BOSCH (Montagem)
Motor:VJX
Montagem de um injector [1] Chave desmontada, montar injector 7007-T
Substituir a junta em cobre (1) e [2] 7008-T Caixa 4123-T
a anilha pára-fogo (2) em cada
desmontagem.

NOTA: É INTERDITA qualquer


mistura de marcas.

ATENÇÃO: Respeitar o sentido de


montagem da anilha pára-fogo
(2).

Aperto do porta-injector
na cabeça.
VJZ
7 m.daN
Todos os Tipos
9 m.daN
(3) Apertar moderadamente para evitar a.
deformação. Aperto 7 m.daN

B1HP0YNC B1HP0YPC B1HP0YGC

OBSERVAÇÕES: INJECÇÃO BOSCH (Montagem) SAXO VJX 2003.

230
OPERAÇÕES INTERDITAS: SISTEMA DE INJECÇÃO DIRECTA HDI SIEMENS
Motores: 8HX – 8HW

Limpeza.
- É proibida a utilização de um sistema de limpeza de "alta pressão".

Circuito de alimentação de combustível.

- Combustível preconizado: gasóleo.

Circuito eléctrico.

- A troca de um calculador de injecção entre dois veículos impossibilita o arranque dos motores
de ambos os veículos.
- É interdito alimentar um injector diesel em 12 volts.

Bomba de alta pressão de combustível.

Não separar a bomba de alta pressão de combustível (1) dos seguintes elementos:
- Retentor «a» (Sem peças de substituição).
- União de saída de alta pressão «b» (Problema de funcionamento).

PS: HDI = Alta pressão injecção diesel

B1HP1K9C

OBSERVAÇÕES: OPERAÇÕES INTERDITAS: SISTEMA DE INJECÇÃO DIRECTA HDI SIEMENS


8HX-8HW C3 2003

231
OPERAÇÕES INTERDITAS: SISTEMA DE INJECÇÃO DIRECTA HDI SIEMENS
Motores: 8HX – 8HW

Injectores diesel.

ATENÇÃO: É proibida qualquer limpeza ao gasóleo e aos


ultra-sons.

Não separar o porta–injector diesel (2) dos seguintes elementos:


Injector diesel «f» (Sem peças de substituição).

Elemento electromagnético «c» (Sem peças de substituição).

Não manobrar a porca «d» (problema de funcionamento).

Não separar a união «e» de um injector diesel.

É interdita a limpeza da calamina na extremidade do injector


diesel.

B1HP1KAC B1HP1KBC

OBSERVAÇÕES: OPERAÇÕES INTERDITAS: SISTEMA DE INJECÇÃO DIRECTA HDI SIEMENS


8HX-8HW C3 2003

232
OPERAÇÕES INTERDITAS: SISTEMA DE INJECÇÃO DIRECTA HDI DELPHI
Motores: 8HY – 8HV

Limpeza.
- É proibida a utilização de um sistema de limpeza de "alta pressão".

Circuito de alimentação de combustível.

Combustível preconizado: gasóleo.

Circuito eléctrico.

- A troca de um calculador de injecção entre dois veículos impossibilita o arranque dos motores de
ambos os veículos.
- É interdito alimentar um injector diesel em 12 volts.

Bomba de alta pressão de combustível.

Não separar a bomba de alta pressão de combustível (1) dos seguintes elementos:
- Retentor «a» (Sem peças de substituição).
- União de saída de alta pressão «b» (Problema de funcionamento).

PS: HDI = Alta pressão injecção diesel

B1HP1J6C

OBSERVAÇÕES: OPERAÇÕES INTERDITAS:


SISTEMA DE INJECÇÃO DIRECTA HDI SIEMENS 8HX-8HV C3 2003

233
OPERAÇÕES INTERDITAS: SISTEMA DE INJECÇÃO DIRECTA HDI DELPHI
Motores: 8HY – 8HV

Rampa de injecção comum de alta pressão de combustível.

Não separar o regulador de pressão «c» da rampa de injecção


comum (2) (Problema de funcionamento).

Injectores diesel.

ATENÇÃO: São proibidas as limpezas com gasóleo e ultra


sons.

Não separar o porta - injector diesel (3) dos seguintes


elementos:

- Injector diesel «e». (Sem peças de substituição).

- Elemento electromagnético «d». (Sem peças de


substituição).

- É interdita a limpeza da calamina na extremidade do


injector.

B1HP1J8C B1HP1J7C

OBSERVAÇÕES: OPERAÇÕES INTERDITAS: SISTEMA DE INJECÇÃO DIRECTA HDI SIEMENS


8HX-8HV C3 2003

234
CONTROLO: CIRCUITO DE ALIMENTAÇÃO DE COMBUSTÍVEL DE BAIXA PRESSÃO
Motores: 8HX-8HW
Ferramentas
[1] União Ø 10 mm para tomada de baixa pressão : 4215-T.
[2] Manómetro de controlo de pressão de sobrealimentação : 4073-T.A Caixa 4073-T

IMPERATIVO: Respeitar as instruções de segurança e de limpeza específicas das


motorizações de alta pressão injecção diesel.

Ligar em derivação as ferramentas [1] e [2] entre a bomba de alta pressão de combustível e o filtro
de combustível.

IMPERATIVO: Certificar-se de que a ferramenta [2] está limpa.

Controlar a depressão de acordo com o quadro abaixo


Depressão Observações
Motor accionado com o motor de
10 ± 5 cmhg
arranque
20 ± 5 cmhg Motor rodando a plena carga
Circuito de alimentação obstruído
60 ± 5 cmhg (crivo do depósito de combustível,
canalização, filtro de combustível).

B1BP2NWC

OBSERVAÇÕES: CONTROLO: CIRCUITO DE ALIMENTAÇÃO DE COMBUSTÍVEL DE BAIXA


PRESSÃO
8HX-8HW C3 8HX-8HW 2003

235
CONTROLO: CIRCUITO DE ALIMENTAÇÃO DE COMBUSTÍVEL DE BAIXA PRESSÃO
Motores: 8HV-8HY
Ferramentas
[1] União Ø 10 mm para tomada de baixa pressão : 4215-T.
[2] Manómetro de controlo de pressão de sobrealimentação : 4073-T.A Caixa 4073-T

IMPERATIVO: Respeitar as instruções de segurança e de limpeza específicas das


motorizações de alta pressão injecção diesel.

Desmontar a manga do filtro do ar.


Ligar em derivação a ferramenta [1] a jusante dos injectores, entre a bomba de alta pressão de
combustível e o filtro de combustível em «a» e «b».

ATENÇÃO: É interdito qualquer controlo de pressão a jusante do filtro de combustível.


Ligar a ignição.

IMPERATIVO: Certificar-se de que a ferramenta [2] está limpa.

Controlar a depressão de acordo com o quadro abaixo


Depressão Observações
Motor accionado com o motor de
10 ± 05 cmhg
arranque
20 ± 20 cmhg Motor rodando a plena carga
Circuito de alimentação obstruído
60 ± 05 cmhg (crivo do depósito de combustível,
canalização, filtro de combustível).

B1BP2PHC

OBSERVAÇÕES: CONTROLO: CIRCUITO DE ALIMENTAÇÃO DE COMBUSTÍVEL DE BAIXA


PRESSÃO
8HX-8HW C3 8HV-8HY 2003

236
CARACTERÍSTICAS DO CIRCUITO DE ALIMENTAÇÃO DE AR
Motores: 8HX – 8HW

Distribuidor de admissão de ar integrado superior.

O sistema de admissão integrado superior é constituído pelos


seguintes elementos:

(1) Tampa do filtro do ar.

(2) Cuba do filtro do ar.

(3) Debímetro.

(4) Cotovelo de entrada do turbocompressor.

(5) Ressoador.

(6) Cotovelo de saída do compressor.

B1HP1JMP

OBSERVAÇÕES: CARACTERÍSTICAS DO CIRCUITO DE ALIMENTAÇÃO DE AR C3 8HX-8HW


2003

237
CARACTERÍSTICAS DO CIRCUITO DE ALIMENTAÇÃO DE AR
Motores: 8HX – 8HW

Distribuidor de admissão de ar integrado inferior.

O sistema de admissão integrado inferior é constituído pelos


seguintes elementos:

(7) Tubo superior EGR.

(8).Distribuidor de admissão.

(9) Filtro de gasóleo com aquecedor e detector de água (consoante o


país).

(10) Suporte do filtro de gasóleo.

(11) Recuperador de óleo.

(12) Tampão de enchimento do óleo.

B1HP1JND

OBSERVAÇÕES: CARACTERÍSTICAS DO CIRCUITO DE ALIMENTAÇÃO DE AR C3 8HX-8HW


2003

238
CARACTERÍSTICAS DO CIRCUITO DE ALIMENTAÇÃO DE AR
Motores: 8HX – 8HW
Distribuidor de admissão de ar integrado inferior. Distribuidor de admissão de ar integrado superior.

ATENÇÃO: Após cada desmontagem, é necessário substituir as juntas dos elementos desmontados, e lubrificar as juntas novas na altura
da montagem.
Ordem
Designação m.daN. Designação Marca m.daN
de aperto
Parafuso de fixação do recuperador de óleo. 1a8 1 ± 0,1 Parafuso de fixação da cuba do filtro de ar. 13
Parafuso de fixação do suporte do filtro de
9 a 10 1 ± 0,1 Parafuso de fixação da tampa do filtro de ar 14 0,5
gasóleo.
Parafuso de fixação do suporte do filtro de
11 0,5 Parafuso de fixação da manga da entrada de ar 15
gasóleo.
Parafuso de fixação do ressoador no
Parafuso do distribuidor de ar integrado. 12 a 13 1 ± 0,1 16
turbocompressor.
0,75
Parafuso de fixação do ressoador no recuperador de
17
óleo
B1HP1JPD B1HP1JQD

OBSERVAÇÕES: CARACTERÍSTICAS DO CIRCUITO DE ALIMENTAÇÃO DE AR C3 8HX-8HW


2003

239
CARACTERÍSTICAS DO CIRCUITO DE ALIMENTAÇÃO DE AR
Motores: 8HY – 8HV

(1) Conjunto do filtro do ar.

(2) Recuperador de óleo.

(3) Atenuador de ressonância do turbocompressor.

(4) Turbocompressor.

(5) Permutador ar / ar.

(6) Distribuidor de ar.

Filtro de ar : Refª : MARK 4.


Turbocompressor : Refª :RHF 3V.
(Fornecedor: «IHI»)

B1HP1JGP

OBSERVAÇÕES:
CARACTERÍSTICAS DO CIRCUITO DE ALIMENTAÇÃO DE AR C3 8HY-8HV 2003

240
CONTROLO: CIRCUITO DE ALIMENTAÇÃO DE AR
Motores: 8HX – 8HW - 8HY – 8HV

Ferramenta.

[1] Bomba manual de pressão-depressão FACOM DA 16.

Bomba de vácuo:

Ligar a ferramenta [1] à bomba de vácuo (1).

Pôr o motor em funcionamento.

Esperar 30 segundos.

O valor de depressão deve ser de 0,9 ± 0,1 bar no regime de ralenti.

B1HP1K8D

OBSERVAÇÕES: CARACTERÍSTICAS DO CIRCUITO DE ALIMENTAÇÃO DE AR C3 8HY-8HV


2003

241
CONTROLO: CIRCUITO DE RECICLAGEM DOS GASES DE ESCAPE
Motores: 8HX-8HW Ferramentas
[1] Bomba manual de pressão-depressão : FACOM DA 16.

IMPERATIVO: Respeitar as instruções de segurança e limpeza específicas das


motorizações de alta pressão injecção diesel (HDi)
Válvula EGR.
Ligar a ferramenta [1] na tomada da cápsula (1).
Aplicar várias vezes seguidas uma depressão de cerca de 0,6 bar para accionar a haste «a»
Suprimindo bruscamente a depressão, a válvula deve dar um estalido ao fechar-se no
respectivo compartimento.

Electroválvula de regulação (EGR).(Motor 8HX-8HW).


Motores: 8HV-8HY
Controlo a efectuar entre a electroválvula (1) e a válvula EGR (2).
Ligar a ferramenta [1] em derivação, entre a electroválvula (1) e a cápsula (2).
Comparar os valores obtidos com os da tabela seguinte.

Electroválvula de regulação (EGR).(Motor 8HV-8HY).


Controlo a efectuar entre a electroválvula (2) e a válvula EGR (1).
Ligar a ferramenta [1] em derivação, entre a electroválvula (2) e a cápsula (1).
Comparar os valores obtidos com os da tabela seguinte.
Regime do motor (rpm) Valor da depressão
780 0,5 Bar
2500 0 Bar
B1HP15GD B1HP1K6D

OBSERVAÇÕES: CONTROLO: CIRCUITO DE RECICLAGEM DOS GASES DE ESCAPE C3 8HX-


8HW-8HV-8HY 2003

242
CONTROLO: PRESSÃO DE SOBREALIMENTAÇÃO
Motores: 8HX – 8HW
Ferramentas.
[1] Manómetro de controlo de pressão de sobrealimentação :
4073-T.A
[2] Manga para controlo da pressão de sobrealimentação : (-).0171.F
Controlo
IMPERATIVO: Respeitar as seguintes condições de controlo:
- Motor à temperatura de funcionamento.
- Veículo em estado de marcha.
- Motor em plena carga.
Preparação.
Desmontar as braçadeiras (1).
Montar a ferramenta [2] em vez e no local do tubo (2).
Ligar a manga [2] ao manómetro [1] com o tubo «a».
Modo de operação.
Posicionar a ferramenta [1] no veículo.
Ligar o motor.
Engatar a primeira velocidade, e arrancar com o veículo.
Engatar as velocidades até à 3ª mudança.
Desacelerar até atingir um regime de 1000 rpm.
Controlar a pressão: 0,6 ± 0,05 bar (1500 rpm).
Acelerar a fundo em reprise (passagem da 4ª para a 3ª velocidade)
Controlar a pressão: 0,9 ± 0,05 bar (entre 2500 e 3500 rpm).
Desmontar as ferramentas [1], [2] e «a».
Reposicionar o tubo (2) e apertar as braçadeiras (1).

B1BP2NXD C5FP0F5C

OBSERVAÇÕES: CONTROLO: PRESSÃO DE SOBREALIMENTAÇÃO C3 8HX-8HW 2003

243
CONTROLO: PRESSÃO DE SOBREALIMENTAÇÃO
Motores: 8HV – 8HY
Ferramentas.
[1] Manómetro de controlo de pressão de sobrealimentação :
4073-T.A
[2] Manga para controlo da pressão de sobrealimentação :
Controlo
Respeitar as seguintes condições de controlo:
- Motor à temperatura de funcionamento.
- Veículo em estado de marcha.
- Motor em plena carga.
Preparação.
Desmontar as braçadeiras (1).
Montar a ferramenta [2] em vez e no local do tubo (2).
Ligar a manga [2] ao manómetro [1] com o tubo «a».
Modo de operação.
Posicionar a ferramenta [1] no veículo.
Ligar o motor.
Engatar a primeira velocidade, e arrancar com o veículo.
Engatar as velocidades até à 3ª mudança.
Desacelerar até atingir um regime de 1000 rpm.
Controlar a pressão: 0,6 ± 0,05 bar (1500 rpm).
Acelerar a fundo em reprise (passagem da 4ª para a 3ª velocidade)
Controlar a pressão: 0,9 ± 0,05 bar (entre 2500 e 3500 rpm).
Desmontar as ferramentas [1], [2] e «a».
Reposicionar o tubo (3) e apertar as braçadeiras (1).

C5FP0EJC B1BP2NBD

OBSERVAÇÕES: CONTROLO: PRESSÃO DE SOBREALIMENTAÇÃO C3 8HX-8HW 2003

244
CARACTERÍSTICAS DA BOMBA DE INJECÇÃO (equipamento DELPHI DIESEL SYSTEME)
BOMBA -TIPO – REFERÊNCIA
Despoluição L3

Equipamento Transponder
W DWLP 12
D
XSARA 8B J R8448 B
W
Y 371 B

OBSERVAÇÕES: CARACTERISTICAS DA BOMBA DE INJECÇÃO (EQUIPAMENTO DELPHI


DIESEL SYSTEME) XASRA WJY 2003.

245
CARACTERÍSTICAS DA BOMBA DE INJECÇÃO (equipamento DELPHI DIESEL SYSTEME)
Afinação estática Controlo Referência Marca Calibr. Afinações ( rpm) Regulação
Placa Bomba Avanço inicial
do Tipo Dinâmico Porta- Inject. Ralenti Anti - A Em
Tempo de Ralenti
motor Referência da afinação Injector injector cor Aceler. paragem Vazio carga
compressão
(ao ralenti) + injector (Bar) . rpm rpm
(cilindro N° 4)

Motor
Orifício de
1500
punção RDNO LDCR 875 5350
DWLP 12 135,5 950 Calço 875
WJY P.M.H SDC 0260 ± 25 ±
R 8448 B/ * ±5 ± 25 de 3 ± 25
Valor «X» 6903 IAA 125
mm
gravado na
bomba

(*) = Ver tabela página: 245.

OBSERVAÇÕES: CARACTERÍSTICAS DA BOMBA DE INJECÇÃO (EQUIPAMENTO DELPHI


DIESEL SYSTEME) XASRA WJY 2003.

246
CONTROLO-AFINAÇÃO DA BOMBA MECÂNICA DELPHI
Motor: WJY
Evolução do controlo da afinação da bomba de injecção diesel LUCAS
Montagem antiga. MONTAGEM NOVA OPR 7910 ¼

Bomba de injecção diesel com Bomba de injecção diesel sem


alojamento de controlo da afinação alojamento de controlo da afinação

O controlo da afinação da bomba de O controlo da bomba de injecção diesel


injecção diesel é realizado através das é realizado através de um punção, em
seguintes ferramentas: «c».

- Um punção colocado em «a».

- Um punção e um comparador
colocados nos alojamentos de controlo, 1
em «b»

Ver o método da página seguinte.


B1HP1A4C B1HP1A5C

OBSERVAÇÕES: CONTROLO DA BOMBA MECÂNICA DELPHI XASRA WJY 2003.

247
CONTROLO-AFINAÇÃO DA BOMBA MECÂNICA DELPHI
Motor: WJY (Continuação)
Ferramentas.

[1] Punção de volante do motor 7014-T.J.


[2] Parafuso H M8 (-).0188.E. Caixa C.0188
[3] Punção de afinação de bomba de injecção 6 mm (-).0188.H

Depois de realizar as operações de desmontagem necessárias no veículo, proceder do seguinte modo:

Desmontar:
- Os parafusos (6), (7), (9), (10) e (12).
- O cárter superior (8).
- O cárter intermédio (11).

ATENÇÃO: Montar o parafuso (6) equipado com uma anilha. (5 mm de espessura).

- Fazer rodar a roda direita da frente para accionar o motor. (Sentido normal de rotação).
- Aproximar as polis de árvore de cames e da bomba de injecção do respectivo ponto de afinação.
- Colocar o punção do motor, ferramenta [1]. (Debaixo do veículo).
- Fazer rodar o motor até o punção [1] ser inserido no volante do motor.

B1EP12NC B1BP1S9C

OBSERVAÇÕES: CONTROLO DA BOMBA MECÂNICA DELPHI XASRA WJY 2003

248
CONTROLO-AFINAÇÃO DA BOMBA MECÂNICA DELPHI
Motor: WJY (Continuação)
Puncionar:
- O cubo da árvore de cames, utilizando a ferramenta [2].
- O cubo da bomba de injecção, utilizando a ferramenta [3].

É impossível puncionar a árvore de cames.


Proceder a uma nova afinação da distribuição (Ver a página 245 ).

É possível puncionar a árvore de cames, mas não a bomba de injecção.


Realizar as seguintes operações:
- Desapertar os parafusos do cubo da bomba de injecção.
- Rodar o cubo da bomba de injecção.
- Introduzir o punção [3] no orifício de afinação.
Apertar os parafusos do cubo da bomba de injecção, aperto 2,3 ± 0,2 m.daN.

IMPERATIVO: Se for impossível afinar a bomba de injecção diesel, repetir o processo de


afinação da distribuição. (Ver a página 245).

Desmontar:
- As ferramentas [1], [2] e [3].
- Desmontar o parafuso (6) e a anilha.
Concluir a montagem dos elementos.
B1EP12WD B1BP1S9C

OBSERVAÇÕES: CONTROLO DA BOMBA MECÂNICA DELPHI XASRA WJY 2003

249
REGULAÇÃO DOS COMANDOS MECÂNICOS DAS BOMBAS DELPHI
Motor: WJY
Regulação do ralenti acelerado.
Motor frio.
- Verificar se a alavanca (2) está no batente à direita.
- Se não estiver, aproximar a tensão do cabo (3) através do serra cabo (1).
- Atingir a tensão através do tensor de cabo (4).
Motor quente.
- Verificar se o cabo (3) está sob tensão.

Controlo da sonda termostática.


- Entre o motor frio e o motor quente, existe um deslocamento do cabo superior a 6 mm.

Regulação do comando do acelerador.


Condições prévias.
- Motor quente (dois accionamentos do motoventilador).

Controlo da tensão do cabo do acelerador.


- Carregar a fundo no pedal do acelerador.
- Verificar se a alavanca (6) está apoiada sobre o parafuso de batente (5).
- Se não estiver, modificar a posição do gancho de retenção do cabo do acelerador.
- Certificar-se de que, ao ralenti, a alavanca (6) está apoiada no batente (7).

B1HP0K9C

OBSERVAÇÕES: REGULAÇÃO DOS COMANDOS MECÂNICOS DAS BOMBAS DELPHI XASRA


WJY 2003

250
REGULAÇÃO DOS COMANDOS MECÂNICOS DAS BOMBAS DELPHI
Motor: WJY (Continuação)
Regulação de anti-paragem (débito residual).

- Colocar um calço de 3 mm (10) entre a alavanca de carga (6) e a anti-paragem (7).


- Empurrar a alavanca de stop (8).
- Inserir um punção (9) de 3 mm de diâmetro na alavanca (2).
- Regular o regime do motor para 1500 rpm ± 100, actuando no batente (7).
- Desmontar o calço (10) e o punção (9).

Regulação do ralenti.
- Regular o regime, actuando no parafuso de regulação do ralenti (11).
- Regime do ralenti: 825 ± 25 rpm.

Controlo da desaceleração do motor.


- Deslocar a alavanca de carga (6) para obter um regime de motor de 3000 rpm.
- Libertar a alavanca de carga (6).
- A desaceleração deve estar compreendida entre 2,5 e 3,5 segundos.
- A queda deve ser de cerca de 50 rpm em relação ao ralenti.
- Desaceleração demasiado rápida (o motor tem tendência para ir abaixo), desapertar o parafuso (7) um
quarto de volta.
- Desaceleração demasiado lenta (o regime de rotação é superior ao ralenti), apertar o parafuso (7) um quarto
de volta.
NOTA: Em ambos os casos, verificar o regime de ralenti para um retoque eventual.
B1HP0K9C B1HP0KAC

OBSERVAÇÕES: REGULAÇÃO DOS COMANDOS MECÂNICOS DAS BOMBAS DELPHI XASRA


WJY 2003

251
INJECTORES DELPHI (Montagem)
Motor: WJY
[1] Chave desmontada, montar injectores (2)
Montagem de um injector 7007-T
[2] 7008-T.A Caixa 4123-T
Substituir a junta em cobre (1) e
a anilha pára-fogo (3) em cada
desmontagem.

NOTA: É INTERDITA qualquer


mistura de
marcas.

ATENÇÃO: Respeitar o sentido de


montagem da anilha pára-fogo (3)

Aperto do porta-injector
na cabeça.

9 m.daN

(3) Apertar moderadamente para evitar a.


deformação
B1DP158C B1HP12VC B1HP0YGC

OBSERVAÇÕES: INJECTORES DELPHI (MONTAGEM) 2003

252
CARACTERÍSTICAS DA BOMBA DE INJECÇÃO (equipamento BOSCH e SIEMENS).
Motores Sistema de injecção Calculador Bomba de alta pressão Injectores
BOSCH BOSCH EDC 15C2 BOSCH CP1 9625542580
TD SIEMENS (excepto SIEMENS ECUSID801 5WS 40001
5WS40000
DW 10 PICASSO)
ATED BOSCH BOSCH EDC 15C2 BOSCH CP1 9625542580

OBSERVAÇÕES: CARACTERÍSTICAS DA BOMBA DE INJECÇÃO (EQUIPAMENTO BOSCH E


SIEMENS). XSARA PICASSO RHY - RHZ 2003.

253
OPERAÇÕES INTERDITAS: SISTEMA DE INJECÇÃO DIRECTA HDi
Motores: RHY - RHZ
Limpeza.
- É proibida a utilização de um sistema de limpeza de "alta pressão".
- Não utilizar ar comprimido.

Circuito de alimentação de combustível.


- Combustível preconizado: gasóleo.
ATENÇÃO: Não utilizar outros combustíveis.

Circuito eléctrico.
- A troca de um calculador de injecção entre dois veículos impossibilita o arranque dos motores de
ambos os veículos.
- É interdito alimentar um injector diesel em 12 volts.

Bomba de alta pressão de combustível.


Não separar a bomba de alta pressão de combustível (5) dos seguintes elementos:
- Desactivação do 3º pistão da bomba de alta pressão de combustível (3) (sem peças de
substituição).
- Regulador de alta pressão de combustível (4) (sem peças de substituição).
- Retentor (1) (sem peças de substituição).
- União de saída de alta pressão (3) (problema de funcionamento).
PS: HDI = Alta pressão injecção diesel
B1HP12CC

OBSERVAÇÕES: OPERAÇÕES INTERDITAS: SISTEMA DE INJECÇÃO DIRECTA HDI XSARA


PICASSO RHY - RHZ 2003.

254
OPERAÇÕES INTERDITAS: SISTEMA DE INJECÇÃO DIRECTA HDI
Motores: RHY - RHZ
Rampa de injecção comum de alta pressão de combustível.
- Não separar as uniões (7) da rampa de injecção comum (6)
- (problema de funcionamento).
Injectores diesel.
ATENÇÃO: É proibida qualquer limpeza ao gasóleo e aos ultra-sons.
Não separar o porta–injector diesel (9) dos seguintes elementos:
- Injector diesel (8) (sem peças de substituição).
- Elemento electromagnético (11) (destruição).
- Não manobrar a porca (10) (problema de funcionamento).
- Não separar a união (12) de um injector diesel.
- É interdita a limpeza da calamina na extremidade do injector diesel.
- Identificação: Porta-Injector
- Existem 2 tipos de porta-injectores diesel, classificados em função do débito de
- Combustível.
Marcação por gravação ou marcação com cores
Porta-injector Gravação Marca com cores Localização
Classe 1 1 Azul Na parte superior da
Bobinagem, na direcção do
Classe 2 2 Verde orifício de retorno de
combustível
Marcação de identificação: IMPERATIVO: Ao substituir um porta-
-«a »: Identificação do fornecedor. injector diesel, encomendar um elemento
-«b»: Número de identificação PSA. da mesma classe.
-«c»: Identificação das classes. (Ver manual de reparação).
B1HP12DC B1HP12EC B1HP16PC

OBSERVAÇÕES: OPERAÇÕES INTERDITAS: SISTEMA DE INJECÇÃO DIRECTA HDI XSARA


PICASSO RHY - RHZ 2003.

255
CONTROLO: CIRCUITO DE ALIMENTAÇÃO DE COMBUSTÍVEL DE BAIXA PRESSÃO
Motores: RHY - RHZ
FERRAMENTAS

[1] União Ø 10 mm para tomada de baixa pressão : 4215-T.


[2] União Ø 8 mm para tomada de baixa pressão : 4218-T.
[3] Manómetro de controlo de pressão de sobrealimentação : 4073-T Caixa 4073-T

Ligar em derivação a ferramenta [1], entre a bomba de enchimento e o filtro de combustível


(marca branca em "a" na chegada de combustível).
Ligar em derivação a ferramenta [2], a jusante dos injectores diesel, entre a bomba de alta
pressão de combustível e o filtro de combustível (marca verde em "b" no retorno de
combustível.

ATENÇÃO: É INTERDITO qualquer controlo de pressão a jusante do filtro de


combustível.

Controlo das pressões em modo estático.

- Ligar a ignição
Durante 3 segundos (funcionamento normal):
- Pressão de chegada do combustível indicada pelo manómetro [3] = 1,8 ± 0,4 Bar.
- Pressão de retorno de combustível indicada pelo manómetro [3] = 0,5 ± 0,4 Bar.

B1BP1TWD

OBSERVAÇÕES: CONTROLO: CIRCUITO DE ALIMENTAÇÃO DE COMBUSTÍVEL DE BAIXA


PRESSÃO XSARA PICASSO RHY - RHZ 2003.

256
CONTROLO: CIRCUITO DE ALIMENTAÇÃO DE COMBUSTÍVEL DE BAIXA PRESSÃO
Motores: RHY - RHZ (Continuação)
Controlo das pressões em modo dinâmico.
Com o motor a funcionar ao ralenti (funcionamento normal).
- Pressão de chegada do combustível indicada pelo manómetro [3] = 2 ± 0,4 Bar.
- Pressão de retorno de combustível indicada pelo manómetro [3] = 0,7 ± 0,4 Bar.
Funcionamento anormal
Pressão de chegada de combustível Pressão de retorno de combustível Controlo
Entre 3 e 3,5 Bars 0,7 ± 0,2 Bar Verificar o estado do filtro de gasóleo
Verificar o regulador de baixa pressão
Superior a 3,5 Bars Inferior a 0,7 Bar integrado no filtro (bloqueado fechado):
substituição
Verificar o circuito de retorno de
Superior a 3,5 Bars Superior a 0,7 Bar combustível
(convergências.......).
Verificar o circuito de chegada de
combustível:
Entre 0,8 e 1,5 Bar Inferior a 0,7 Bar - Bomba de enchimento (baixa pressão),
canalização.
O arranque do motor é impossível Controlo: débito de retorno do injector diesel. (Tabela em
Pressão de chegada de combustível inferior a 0,8 Bar: baixo)
- Verificar o regulador de baixa pressão integrado no filtro (bloqueado
aberto). Desacoplar o tubo de retorno do injector diesel.
- Verificar a válvula de distribuição da bomba de alta pressão (bloqueada
fechada)
Controlo Observações
O débito deve ser gota a gota Funcionamento correcto do injector diesel
Retorno de combustível muito alto Injector diesel gripado fechado.

OBSERVAÇÕES: CONTROLO: CIRCUITO DE ALIMENTAÇÃO DE COMBUSTÍVEL DE BAIXA


PRESSÃO XSARA PICASSO RHY - RHZ 2003.

257
CONTROLO: CIRCUITO DE ALIMENTAÇÃO DE AR
Motores: RHY - RHZ
FERRAMENTAS
[1] Bomba manual de depressão: : FACOMM DA 16.
IMPERATIVO: Respeitar as recomendações de segurança e de limpeza.
Bomba de vácuo.
- Ligar a ferramenta [1] à bomba de vácuo (1).
- Ligar o motor.
- O valor de pressão deve ser de 0,8 bar a 780 rpm.
Electroválvula de regulação da pressão de sobrealimentação.
- Ligar a ferramenta [1] em derivação, entre a electroválvula (2) e a válvula (3) de regulação da
pressão de sobrealimentação.
Comparar os valores obtidos com os da tabela seguinte.

Regime do motor (rpm) Valor de pressão (Bar)


780 0,6
4000 0,25

Válvula de regulação da pressão.


- Ligar a ferramenta [1] à válvula (3).
- Aplicar uma pressão de 0,5 bar para accionar a haste "a":
- A haste "a" deve deslocar-se 12 mm.
B1HP12FD

OBSERVAÇÕES: CONTROLO: CIRCUITO DE ALIMENTAÇÃO DE AR XSARA PICASSO RHY -


RHZ 2003.

258
CONTROLO: PRESSÃO DE SOBREALIMENTAÇÃO
Motor: RHZ
Ferramentas.
[1] Manómetro de controlo de pressão de sobrealimentação : 4073-T.A Caixa
4073-T
[2] Manga para controlo da pressão de sobrealimentação : 4185-T
[3] Manga adaptadora : 4229-T
Controlo.
IMPERATIVO: respeitar as seguintes instruções de controlo: Motor à
temperatura de funcionamento. Veículo em estado de marcha, plena carga.
Preparação.
- Desmontar a fixação da braçadeira (3).
- Colocar a ferramenta [2], equipada com a ferramenta [3], entro tubo (1) e a
conduta (2).
- Posicionar a ferramenta [1] no veículo.
- Ligar a manga [2] à ferramenta [1] com o tubo "a".
Modo de operação.
- Ligar o motor.
- Engatar a primeira velocidade e arrancar.
- Engatar as mudanças até à terceira velocidade.
- Desacelerar até ao regime de 1000 rpm.
- Acelerar bruscamente e controlar a pressão: 0,6 ± 0,05 Bar (1500 rpm).
- Acelerar a fundo em reprise (passagem da 4ª para a 3ª velocidade).
- Controlar a pressão: 0,95 ± 0,05 Bar (entre 2500 e 3500 rpm).
- Desmontar as ferramentas, reposicionar o tubo (1) e repor a braçadeira (3).

B1HP12JD

OBSERVAÇÕES: CONTROLO: PRESSÃO DE SOBREALIMENTAÇÃO XSARA PICASSO RHY - RHZ


2003.

259
CONTROLO: PRESSÃO DE SOBREALIMENTAÇÃO
Motor: RHY
Ferramentas.
[1] Manómetro de controlo de pressão de sobrealimentação : 4073-T.A Caixa 4073-T
[2] Manga para controlo da pressão de sobrealimentação : 4185-T

Controlo.
IMPERATIVO: respeitar as seguintes instruções de controlo: Motor à temperatura
de funcionamento. Veículo em estado de marcha, plena carga.

Preparação.
- Desmontar a braçadeira (3) e a manga.
- Colocar a ferramenta [2] entre o tubo (1) e a conduta (2).
- Posicionar a ferramenta [1] no veículo.
- Ligar o manómetro [1] à ferramenta [2] com um tubo de comprimento suficiente para
- Colocar o manómetro no veículo, em «a».
Modo de operação.
- Ligar o motor.
- Engatar a primeira velocidade e arrancar.
- Engatar as mudanças até à terceira velocidade.
- Desacelerar até ao regime de 2000 rpm.
- Acelerar progressivamente.
- Controlar a pressão: 0,95 ± 0,05 Bar
- Desmontar as ferramentas, reposicionar as braçadeiras (3) e a manga.
B1BP1ZXD

OBSERVAÇÕES: CONTROLO: PRESSÃO DE SOBREALIMENTAÇÃO XSARA PICASSO RHY -


RHZ 2003.

260
CONTROLO: CIRCUITO DE RECICLAGEM DOS GASES DE ESCAPE
Motores: RHY - RHZ
FERRAMENTAS
[1] Bomba manual de depressão: : FACOMM DA 16.

IMPERATIVO: Respeitar as recomendações de segurança e de limpeza.

Válvula EGR
- Ligar a ferramenta [1] à tomada da cápsula (1).
- Aplicar várias vezes seguidas uma depressão de aproximadamente 0,6 bar para accionar a haste
"a".
- Suprimindo bruscamente a depressão, a válvula deve dar um estalido ao fechar-se no respectivo
compartimento.

Electroválvula de regulação da reciclagem (EGR).


- Controlo a efectuar em vazio entre a electroválvula (2) e a válvula EGR (1).
- Ligar a ferramenta [1] em derivação, entre a electroválvula (2) e a cápsula (1).
- Comparar os valores obtidos com os da tabela em baixo.

Regime do motor (rpm) Valor da depressão


780 0,5 Bar
2500 0 Bar

B1HP12GD

OBSERVAÇÕES: CONTROLO: CIRCUITO DE RECICLAGEM DOS GASES DE ESCAPE XSARA


PICASSO RHY - RHZ 2003.

261
VELAS
Placa do Folga Binário de
Veículos – Modelos BOSCH CHAMPION SAGEM
motor eléctrodos aperto
1.1i HFX
1.4i KFW
SAXO
1.6i NFT
1.6i 16v NFX RC8YCL
1.1i HFX
C3 1.4i KFV
1.6i 16v NFU 2.5 ± 0,2
FR7DE RFN58LZ 0.9 mm
1.4i KFW mda N
1.6i 16v NFU
XSARA
2.0i 16v RFN
2.0i 16v RFS
16i NFV
XSARA
1.8i 16v 6FZ
PICASSO
2.0i 16V RFN

OBSERVAÇÕES: VELAS 2003.

262
VELOCÍMETRO

A velocidade indicada pelos velocímetros, em relação à velocidade real, é regulamentada por um decreto-lei publicado no Diário da
República de 25 de Junho de 1976.

O texto deste decreto-lei estipula:

- A velocidade indicada por um velocímetro nunca deve ser inferior à velocidade real do veículo.
- Entre a velocidade "VL" apresentada no mostrador do velocímetro e a velocidade real "VR", deve existir sempre a seguinte relação:

VR < VL < 1,10 VR + 4 Km/ h

Exemplo: No caso de uma velocidade real de 100 Km/h, o valor apresentado no velocímetro pode estar compreendido entre 100 e 114 Km/h
A velocidade indicada pelo velocímetro pode ser influenciada pelos seguintes elementos:

- O velocímetro.
- A montagem dos pneus.
- A relação do binário cónico ou cilíndrico.
- A relação do binário taquímetro.
Cada um destes elementos pode ser controlado sem ser desmontado do veículo. (Ver Nota de informação N° 78-85 TT de 19 de Outubro de
1978).
NOTA: Antes de substituir o conta-km, controlar a conformidade dos seguintes pontos:
- A montagem dos pneus.
- A relação do binário cilíndrico da caixa de velocidades.
- A relação do binário taquímetro.

OBSERVAÇÕES: VELOCÍMETRO 2003.

263
CARACTERÍSTICAS DA EMBRAIAGEM

1.1i 1.4i 1.6i 16V 1.4 HDi 1.4 HDi 16V

Placa do motor HFX KFV NFU 8HX – 8HW 8HV – 8HY


Tipo de CV MA/5 BE4/5
Marca VALEO LUK
Mecanismo / Tipo 180 CPO 3400 200 P 3900 230 P 4700
Disco do Cubo 11 R 10 X
Øguarnição.Ext/Int 180/127 200/134 228/155
Qualidade da
F408
guarnição

OBSERVAÇÕES: CARACTERÍSTICAS DA EMBRAIAGEM C3 2003.

264
CARACTERÍSTICAS DA EMBRAIAGEM
Motores: HFX – KFV – NFU – 8HX – 8HW – 8HV – 8HY

NOTA: Todas as embraiagens são de tipo «carregar» com comando hidráulico.

Descrição.
O comando de desembraiagem está equipado com uma forqueta de desembraiagem montada na rótula.
(1) Rótula aparafusada ao cárter da embraiagem.
(2) Forqueta de desembraiagem.
(3) Cárter da embraiagem.
(4) Batente.
(5) Mecanismo da embraiagem.

O cilindro receptor do comando da embraiagem (7) está fixo por dois parafusos (6) na parte exterior do cárter
da embraiagem.

Binário de aperto(m.daN).

- Fixação mecanismo/ Volante do motor : 2 ± 0,2


- Fixação cilindro receptor de comando de embraiagem/Cárter de embraiagem: 2 ± 0, 25
- Fixação volante do motor/Cambota
Pré aperto : 1,7 ± 0,1
Aperto angular : 70° ± 5°

B2BP047C B2BP04QC

OBSERVAÇÕES: CARACTERÍSTICAS DA EMBRAIAGEM C3 2003.

265
CARACTERÍSTICAS DA EMBRAIAGEM

1.4i 1.6i 1.6i 16V 1.8i 16V 2.0i 16V 1.9 D 1.4 HDi 2.0 HDi

Placa do motor KFW NFV NFU 6FZ RFN RFS WJY 8HZ RHY RHZ
Tipo de CV MA/5 BE4/5 MA/5 BE4/5
Marca VALEO LUK
180CPO 215 DT 230 P
Mecanismo / Tipo 200 CPR 3800 230 DNG 4700 200 P 3700 200 P 4200 235 T 5700
3400 5250 4700
180 XJF 215 FD 215 F (D 93)
Disco do Cubo 200X(D95) 11A12X 230 DNG 4700 228 228D
73 C 95 22 BX
Øguarnição.Ext/Int 180/127 200/137 228/155 215/147 200/134 200/134 230/155 235/155
Qualidade da F408 F202
F 408 F410 F 808
guarnição

OBSERVAÇÕES: CARACTERÍSTICAS DA EMBRAIAGEM XSARA – XSARA PICASSO 2003.

266
CARACTERÍSTICAS DA EMBRAIAGEM

1.1i 1.4i 1.6i 16V 1.9 D 2.0 HDi

Placa do motor HFX KFW NFU WJY RHY


Tipo de CV MA/5 BE4/5
Marca VALEO LUK
Mecanismo / Tipo 200 CPX 3850 200 P 4700 235 T 5700
Disco do Cubo 200 XS L73C 11RX 200 XSL 73 200 228
Øguarnição.Ext/Int 200/137 228/155
Qualidade da
F808 F408
guarnição

OBSERVAÇÕES: CARACTERÍSTICAS DA EMBRAIAGEM BERLINGO 2 2003.

267
CONTROLO E REGULAÇÕES: EMBRAIAGEM
Embraiagem Pressionada de comando Mecânico
SAXO Regulável HFX-KFW-NFT-NFX-VJX Caixa de
Motores velocidad MA/5
XSARA Não regulável KFW-NFU es

IMPERATIVO: Se o comando de embraiagem for novo, antes da regulação, acamar previamente a bainha
do cabo, premindo a embraiagem sucessivamente várias vezes . (20 mínimo).
Controlo
NOTA: Volante regulável, colocá-lo na posição baixa.
- Verificar a cota «X» entre as posições de pedal em repouso L1 e pedal a fundo L2.
- A cota «X» deve ser de: (Curso do pedal).
SAXO
135 ± 5 mm
Regulação.
- Se o valor for incorrecto, regular o curso «X» do pedal da embraiagem.
- Desapertar as contra-porcas (1).
- Para obter um curso em conformidade com o valor acima indicado, desapertar ou apertar a porca (2)
(Apertar a porca para aumentar o curso e vice-versa).
- Apertar a contra-porca (1).
B2BP023C B2BP00GC

OBSERVAÇÕES: CONTROLO E REGULAÇÕES: EMBRAIAGEM SAXO XSARA 2003.

268
CONTROLO E REGULAÇÕES: EMBRAIAGEM
Embraiagem pressionada de recuperação automática ( Não regulável )
Motores WJY Caixa de velocidades BE4/5
Montagem do cabo de embraiagem.

Colocar o pedal em posição alta (contacto em A).


Prender a chapa do cabo ao pedal.
Montar um agrafo novo (3) no pedal.
Colocar a ponta (4) no tablier (massa G6).
Fixar a ponta (5) à caixa de velocidades.
Montar o cabo na alavanca (1).
Premir várias vezes o pedal de embraiagem para
colocar o conjunto no devido lugar.
Controlar a correcta instalação da ponta (4) no tablier.
Controlar o funcionamento do sistema de recuperação
automática.
–Puxar a alavanca (seguindo a seta F), a alavanca deve
recuar manualmente.
2) –Carregar muito ligeiramente no pedal da embraiagem e
repetir a mesma manobra; a alavanca não deve recuar.

B2BP03CD

OBSERVAÇÕES: CONTROLO E REGULAÇÕES: EMBRAIAGEM 2003.

269
CONTROLO E REGULAÇÕES: EMBRAIAGEM
Embraiagem puxada de recuperação automática ( Não regulável )
Motores RFS – RFN – RHY - RHZ Caixa de velocidades BE4/5
Montagem do cabo de embraiagem.

Colocar o pedal em posição alta (contacto em A).


Prender a chapa do cabo ao pedal.
Montar um agrafo novo (3) no pedal.
Colocar a ponta (4) no tablier (massa G6).
Fixar a ponta (5) à caixa de velocidades.
Montar o cabo na alavanca (1).
Premir várias vezes o pedal de embraiagem para
colocar o conjunto no devido lugar.
Controlar a correcta instalação da ponta (4) no tablier.
Controlar o funcionamento do sistema de recuperação
automática.
(1) –Puxar a alavanca (seguindo a seta F), a alavanca deve
recuar manualmente.
(2) –Carregar muito ligeiramente no pedal da embraiagem e
repetir a mesma manobra; a alavanca não deve recuar.

B2BP03DD

OBSERVAÇÕES: CONTROLO E REGULAÇÕES: EMBRAIAGEM XSARA 2003.

270
CONTROLO E REGULAÇÕES: EMBRAIAGEM
Regulação de embraiagem pressionada e puxada por recuperação automática (regulação do sistema de recuperação)
Motores: RFN - RFS – WJY – RHY - RHZ

ATENÇÃO: Se, durante o controlo, for constatado um bloqueio do sistema ou se o pedal tiver sido
desmontado, é
necessário regular a posição do pedal. Esta posição é dada pelo deslocamento
angular do suporte dos batentes «a» e «b».

Procedimento.
Desapertar a porca (6) e o parafuso (7).
Utilizando um gancho, levantar ao máximo o suporte de batente (8).
Nesta posição, deve existir uma folga de ataque significativa no pedal.
Fazer descer o suporte, de forma a obter uma folga de ataque de 2 ± 1 mm.
Apertar o parafuso (7) e a porca (6).
Verificar o deslizamento da bainha do cabo de embraiagem
(em repouso, com o pedal em batente alto «A», o comprimento da bainha deve poder variar).

Particularidades.
O sistema de recuperação automática não envolve qualquer regulação.
O curso do pedal é constante em todos os modelos 145 ± 5 mm.
A recuperação do curso traduz-se numa evolução da curvatura da bainha no comando.
Respeitar rigorosamente o percurso da bainha e não adicionar pontos de fixação suplementares.

B2BP03EC

OBSERVAÇÕES: CONTROLO E REGULAÇÕES: EMBRAIAGEM XSARA 2003.

271
CONTROLO E REGULAÇÕES: EMBRAIAGEM
Motores: RFN - RFS – WJY – RHY - RHZ

NOTA: O cabo inclui um dispositivo de recuperação automática que compensa o desgaste do disco de embraiagem e o acamamento da bainha.
Descrição. 4 - Batente da bainha no lado da caixa de velocidades
(ponto fixo na caixa de velocidades)
1 - Cabo metálico cravado nas duas extremidades. 1 – Mola de tensão que mantém a bainha no comprimento máximo.
2 - Bainha ou conduta telescópica. 1 – Dispositivo de recuperação.
3 - Batente da bainha no tablier (ponto fixo na carroçaria). 7 - Chapa de fixação.
B2BP02SC

OBSERVAÇÕES: CONTROLO E REGULAÇÕES: EMBRAIAGEM XSARA 2003.

272
CONTROLO E REGULAÇÕES: EMBRAIAGEM
Motores: RFN - RFS – WJY – RHY - RHZ

Funcionamento Fase de desembraiagem Fase de embraiagem/recuperação


Para um funcionamento correcto do sistema de Quando o pedal é premido, a chapa (4) O pedal regressa à posição de repouso no
recuperação, é necessário: sai da manga (1), que recua. Os roletes batente alto;
O pedal estar no repouso (apoiado no batente entravam o sistema sob a acção da mola (5) a chapa (4) empurra a manga (1), que liberta
alto). O cabo comporta-se como um cabo normal. os roletes.
A manga de bloqueio (1) estar ligeiramente A bainha (3) mantida em extensão pela mola
comprimida, os roletes (2) livres; o (6) posiciona-se:
comprimento da bainha (3) pode variar. Mais curta se o disco de embraiagem estiver
NOTA: Os pedais incluem um dispositivo de assistência (não regulável).
B2BP03QD

OBSERVAÇÕES: CONTROLO E REGULAÇÕES: EMBRAIAGEM 2003.

273
CARACTERÍSTICAS DA CAIXA DE VELOCIDADES E PNEUS
Gasolina
1.1i 1.4i 1.6i 1.6i 16V
CVA
Placa do motor HFX KFW NFT NFX
165/65 R14 185/55 R14
Pneus – Desenvolvimento 155/70 R 13 – 1,67 m
1,725 m 1,7 m
Tipo de CV MA/5 MB3 MA/5
Placa CV 20 CF 03 20 CF 12 312 20 CN 03 – 20 CN 05
Binário redutor 14x60 17x64 17x56 17x61 16x63
Relação do contador 19x17 19x17 21x19 19x17
Diesel
1.5D

Placa do motor VJX


Pneus -Desenvolvimento 165/65 R14 – 1,725 m
Tipo de CV MA/5
20 CF 02
Placa CV
29/08/2000 ¼
Binário redutor 17x64
Relação do contador 19x17

OBSERVAÇÕES: CARACTERÍSTICAS DA CAIXA DE VELOCIDADES E PNEUS SAXO 2003.

274
CARACTERÍSTICAS DA CAIXA DE VELOCIDADES E PNEUS
Gasolina
1.1i 1.4i 1.6i 16V
CVA
Acabamento X – SX - Exclsive X – SX Exclsive X – SX Exclsive X – SX - Exclsive
Placa do motor HFX KFV NFU
185/60 R15 165/70 R 14
Pneus – Desenvolvimento 165/70 R 14 1,804 m 185/60 R15 1,828 m
1,828 m 1,804 m
Tipo de CV MA/5 AL4 MA/5
Placa CV 20 CN 14 20 CF 15 ou 20 CF 16 (*) 20 TP 75 20 CN 40
Binário redutor 14x60 16x63 ou 14x60 (*) 21x73 17x64
Relação Taquimétrica 21x18
Diesel
1.4 HDi 1.4 Hdi 16V
Acabamento X – SX - Exclsive
Placa do motor 8HX 8HW 8HV 8HY
Pneus -Desenvolvimento 165/70 R14 1,804 185/60 R15 1,828 m
Tipo de CV MA/5 BE4/5
Placa CV 20 CN 33 ou 20 CN 36(*) 20 DM 25 20 DM26
Binário redutor 17x61 ou 16x65 (*) 19x72 19x77
Relação Taquimétrica 21x18 22x19
NOTA: (*) = Exportação

OBSERVAÇÕES: CARACTERÍSTICAS DA CAIXA DE VELOCIDADES E PNEUS C3 2003.

275
CARACTERÍSTICAS DA CAIXA DE VELOCIDADES E PNEUS
Gasolina
1.4i 1.6i 16V 2.0i 16V
CVA CVA
Placa do motor KFW NFU RFN RFS
Pneus -Desenvolvimento 195/55 R15 – 1,815 m
Tipo de CV MA/5 AL4 BE4/5 AL4 BE4/5
Placa CV 20 CF 13 20 CN 28 20 TP 49 20 DL 40 20 TP 47 20 TE 47
Binário redutor 16x65 21x73 19x72 23x73 14x62
Relação do contador 21x18 24x21 22x19 24x21 22x19
Diesel
1.9D 1.4HDi 2.0 HDi
CVA
Placa do motor WJY 8HZ RHY RHZ
Pneus -Desenvolvimento 195/55 R15 – 1,815 m
Tipo de CV BE4/5 AL4
Placa CV 20 DL 41 20 DM 54 20 DL 42 20 DM 10 20 TP 48
Binário redutor 19x75 19x70 17x61 14x62
Relação do contador 22x19 22x19
Direcção à direita: 6FZ-RFN = 20 DM 03 WJZ – WJY = 20 DM 05 8HZ = 20 DM 53 RHY = 20 DM 07 RHZ = 20 DM 11

OBSERVAÇÕES: CARACTERÍSTICAS DA CAIXA DE VELOCIDADES E PNEUS XSARA 2003.

276
CARACTERÍSTICAS DA CAIXA DE VELOCIDADES E PNEUS
Gasolina Diesel
1.6i 1.8i 16 V 2.0i 16V 2.0 Hdi
CVA
Placa do motor NFV 6FZ RFN RHY
Pneus – Desenvolvimento 185/65 R15 – 1,895 m
Tipo de CV BE4/5 AL4 BE4/5
Placa CV 20 DL 66 20 DL 68 20 TS 02 20 DL 64
Binário redutor 15x64 19x77 21x73 19x72
Relação do contador 22x18 24x20 22x18

Direcção à direita: NFV = 20 DL 67 6FZ = 20 DL 69 RHY = 20 DL 65.

OBSERVAÇÕES: CARACTERÍSTICAS DA CAIXA DE VELOCIDADES E PNEUS XSARA PICASSO


2003.

277
CAIXA DE VELOCIDADES – MA/5
Motores: HFX - KFW - NFT - NFX – NFU – VJX – 8HX- 8HW

B2CP34HP B2CP20FC B2CP20GC

OBSERVAÇÕES: CAIXA DE VELOCIDADES - MA/5 SAXO – XSARA 2003.

278
COMANDO DE VELOCIDADES DA CAIXA DE VELOCIDADES - MA/5
Motores: HFX - KFW - NFT - NFX – NFU - VJX– 8HX- 8HW

1- Alavanca de velocidades.

2- Barra de comando das


velocidades.
A = 11,5 mm.
3- Barra de comando das
velocidades. B = 9,5 mm.

4- Tirante de selecção das C = 3 mm.


velocidades.

5- Tirante de selecção das


velocidades.

6- Esfera de ligação.

7- Ponto fixo na caixa de


velocidades.

B2CP16SP B2CP16TC

OBSERVAÇÕES: COMANDO DE VELOCIDADES DE CAIXA DE VELOCIDADES - MA/5 SAXO


XSARA 2003.

279
CAIXA DE VELOCIDADES MA/5
Motores: HFX – KFV – NFU – 8HX – 8HW

«a» Etiqueta de identificação.

«b» Localização da gravação dos números da sequência e da caixa de


velocidades.

B2CP3HTC

OBSERVAÇÕES: CAIXA DE VELOCIDADES MA/5 C3 2003.

280
CAIXA DE VELOCIDADES MA/5
Motores: HFX – KFV – NFU – 8HX – 8HW
Esvaziamento – Enchimento - Nível

(1) Tampão de esvaziamento da caixa de velocidades.

(2) Tampão de enchimento e de nível.

Qualidade do óleo.

Consultar as preconizações do construtor.

Quantidade de óleo.

Após esvaziamento: 2 Litros.

Periodicidade dos esvaziamentos.

«Lubrificação vitalícia»
Controlo do nível do óleo: Todos os 60 000 Km.
B2CP3HWC

OBSERVAÇÕES: CAIXA DE VELOCIDADES MA/5 C3 2003.

281
CAIXA DE VELOCIDADES MA/5
Motores: HFX – KFV – NFU – 8HX – 8HW

(1) Veio primário.


(2) Guia de batente.
(3) Cárter da embraiagem.
(4) Cárter da caixa de velocidades.
(5) Placa intermédia.
(6) Freio de paragem do rolamento (freio «narceja»).
(7) Carreto do motor (5ª).
(8) Veio secundário.
(9) Sincronizador (5ª).
(10) Carreto receptor (5ª).
(11) Carreto receptor (4ª).
(12) Sincronizador de 3ª e 4ª.
(13) Carreto receptor (3ª).
(14) Carreto receptor (2ª).
(15) Sincronizador de 1ª / 2ª e carreto receptor de marcha-atrás.
(16) Carreto receptor (1ª).
(17) Coroa do diferencial.
(18) Carretos satélites.
(19) Carretos planetários
(20) Carreto do contador.
(21) Parafuso taquimétrico.
(22) Caixa do diferencial.

B2CP167P

OBSERVAÇÕES: CAIXA DE VELOCIDADES MA/5 C3 2003.

282
CAIXA DE VELOCIDADES MA/5
Motores: HFX – KFV – NFU – 8HX – 8HW
Binário de aperto em m.daN.

(23) Guia do batente da embraiagem


(3 parafusos de fixação) : 0,6 ± 0,15.

(24) Placa intermédia (11 parafusos de fixação) : 5 ± 0,5.

(25) Tampa traseira (3 parafusos de fixação) : 2,2 ± 0,2.

(26) Freio de paragem do rolamento


(4 parafusos de fixação) : 1,8 ± 0,2.

(27) Porca do veio secundário (1 porca) : 14 ± 1.

(28) Cárter da caixa de velocidades


(15 parafusos de fixação) : 1,8 ± 0,2.

(29) Tampão de nível (1) : 2,5 ± 0,5.

(30) Tampão de esvaziamento (1) : 2,5 ± 0,5.

(31) Contactor de marcha-atrás (1) : 2,5 ± 0,5.

B2CP3HUD

OBSERVAÇÕES: CAIXA DE VELOCIDADES MA/5 C3 2003.

283
COMANDO DA CAIXA DE VELOCIDADES MA/5
Motores: HFX-KFV-NFU-8HX-8HW

(1) Alavanca de comando das velocidades.

(2) Cabo de comando de passagem das


velocidades.(*)

(3) Cabo de comando de selecção das


velocidades.(*)

(*) Os dois cabos são indissociáveis.

B2CP3HXD

OBSERVAÇÕES: COMANDO DA CAIXA DE VELOCIDADES - MA/5 C3 2003.

284
COMANDO DA CAIXA DE VELOCIDADES MA/5
Motores: HFX-KFV-NFU-8HX-8HW

(4) Rótula de passagem das velocidades Ø 10 mm.

(5) Rótula de selecção das velocidades Ø 10 mm.

Comprimento Comprimento
D C
Cabo de
comando de
1015 mm 790 mm
passagem das
velocidades (2)
Comprimento Comprimento
A B
Cabo de
comando de
1093 mm 775 mm
selecção das
velocidades (3)

B2CP3HYC B2CP3HZD

OBSERVAÇÕES: COMANDO DA CAIXA DE VELOCIDADES - MA/5 C3 2003.

285
COMANDO DA CAIXA DE VELOCIDADES MA/5
Motores: HFX-KFV-NFU-8HX-8HW

Regulação.

ATENÇÃO: Não utilizar qualquer ferramenta


para soltar as rótulas.

Os cabos de comando de selecção e de passagem


das velocidades não podem ser regulados.

Para desbloquear a rótula, pressionar em «a» e, em


seguida, puxar a rótula para cima.

Para desbloquear os batentes da bainha, puxar as


agulhas «b», seguindo a seta e, em seguida, libertar
os batentes da bainha dos respectivos suportes.

B2CP3J0D B2CP3J1D

OBSERVAÇÕES: COMANDO DA CAIXA DE VELOCIDADES - MA/5 C3 2003.

286
CAIXA DE VELOCIDADES – BE4/5
Motores: NFV - 6FZ – 8HV – 8HY - 8HZ - RFN - RFS - WJY – RHY - RHZ

(a) = Zona de gravação. (Sequência e número de ordem).


(b) = Localização da etiqueta de identificação.
B2CP3BNC B2CP3BPD

OBSERVAÇÕES: CAIXA DE VELOCIDADES C3 - XSARA – XSARA PICASSO 2003.

287
CAIXA DE VELOCIDADES BE4/5
Motores: NFV - 6FZ – 8HV – 8HY- 8HZ - RFN - RFS - WJY – RHY - RHZ

Esvaziamento – Enchimento - Nível

(1) Tampão de esvaziamento.

(2) Tampão de enchimento e de nível.

(3) Descarga para a atmosfera.

NOTA: O orifício de descarga para a atmosfera pode servir para o


enchimento.

Qualidade do óleo.
Consultar as preconizações do construtor.

Quantidade de óleo.
Caixa de velocidades vazia: 1,9 Litros.
Após esvaziamento: 2 Litros.

B2CP3BLD

OBSERVAÇÕES: CAIXA DE VELOCIDADES C3 - XSARA – XSARA PICASSO 2003.

288
CAIXA DE VELOCIDADES – BE4/5
Motores: NFV - 6FZ – 8HV – 8HY - 8HZ - RFN - RFS - WJY – RHY - RHZ
DESCRIÇÃO

(1) Veio primário. (14) Sincronizador (1ª/2ª).


(2) Guia de batente. (15) Carreto receptor (1ª).
(3) Cárter da caixa de velocidades. (16) Veio secundário.
(4) Cárter da embraiagem. (17) Coroa do diferencial.
(5) Carreto móvel de marcha-atrás. (18) Carretos satélites.
(6) Carreto do motor (3ª). (19) Carretos planetários
(7) Sincronizador de 3ª/4ª. (20) Caixa do diferencial.
(8) Carreto do motor (4ª). (21) Parafuso taquimétrico.
(9) Carreto do motor (5ª). (22) Prolongador.
(10) Sincronizador (5ª).
(11) Carreto receptor (5ª).
(12) Carreto receptor (2ª/4ª).
(13) Carreto receptor (2ª).
« c » Calços de regulação: 0,7 a 2,4 mm
(de 0,10 em 0,10 mm).
« d » Calços de regulação: 1,4 a 1,6 mm
(de 0,10 em 0,10 mm).

B2CP3BQP

OBSERVAÇÕES: CAIXA DE VELOCIDADES C3 - XSARA – XSARA PICASSO 2003.

289
CAIXA DE VELOCIDADES BE4/5
Motores: 8HV - 8HY

Binários de aperto (m.daN).

(23) Guia de batente (3 parafusos) : 1,25 ± 0,2


(24) Cárter da embraiagem (13 parafusos) : 1,3 ± 0,2
(25) Porca do veio primário (1 parafuso) : 7,25 ± 0,5
(26) Porca do veio secundário (1 parafuso) : 6,5 ± 0,5
(27) Parafuso de manutenção do freio (2 parafusos) : 1,5 ± 0,2
(28) Parafuso da coroa do diferencial (2 parafusos) : 6,5 ± 0,5
Contactor de marcha-atrás (1 parafuso) : 2,5 ± 0,3
(29) Cárter do diferencial (4 parafusos) : 5 ± 0,5
(30) Respirador : 1,7 ± 0,2
(31) Parafuso do cárter traseiro da caixa (7 parafusos): 1,25 ± 0,2
(32) Tampão de nível (1 parafuso) : 2,2 ± 0,2
(33) Parafuso do cárter do diferencial (4 parafusos) : 1,25 ± 0,2
(34) Tampão de esvaziamento (1 parafuso) : 3,5 ± 0,3

B2CP3BRD

OBSERVAÇÕES: CAIXA DE VELOCIDADES BE4/5 C3 2003.

290
CAIXA DE VELOCIDADES – BE4/5
Motores: NFV - 6FZ - RFN - RFS - WJY - 8HZ – RHY - RHZ
Binários de aperto
Marca Designação Nº de parafusos m.daN
1 Guia batente 3 1,2 ± 0,1
2 Cárter de embraiagem 13 1,3 ± 0,1
3 Porca de veio primário 1 7,2 ± 0,7
4 Porca de veio secundário 1 6,5 ± 0,7
5 Parafuso de manutenção do freio 2 1,5 ± 0,1
6 Parafuso de coroa do diferencial 2 6,5 ± 0,7
Contactor de marcha-atrás 1 2,5 ± 0,3
7 Cárter do diferencial 4 5 ± 0,5
8 Respirador 1 1,7 ± 0,2
9 Parafuso de cárter traseiro de caixa 7 1,2 ± 0,1
10 Tampão de nível 1 2,2 ± 0,2
11 Parafuso de cárter do diferencial 4 1,2 ± 0,1

12 Tampão de esvaziamento 1 3,5 ± 0,4

B2CP3BSP B2CP3BTD

OBSERVAÇÕES: CAIXA DE VELOCIDADES BE4/5 XSARA – XSARA PICASSO 2003.

291
COMANDO DA CAIXA DE VELOCIDADES BE4/5
Motores: 8HV-8HY

(1) Alavanca de comando das velocidades.

(2) Cabo de comando de passagem das velocidades


(*).

(3) Cabo de comando de selecção das velocidades


(*).

(*) Os dois cabos são indissociáveis

B2CP3J3D

OBSERVAÇÕES: COMANDO DA CAIXA DE VELOCIDADES BE4/5 C3 2003.

292
COMANDO DA CAIXA DE VELOCIDADES BE4/5
Motores: 8HV-8HY

(4) Rótula de passagem das velocidades Ø 10 mm.

(5) Rótula de selecção das velocidades Ø 10 mm.

Comprimento Comprimento
A B
Cabo de
selecção das 907 mm 645 mm
velocidades (5)
Comprimento Comprimento
D C
Cabo de
selecção das 965 mm 610 mm
velocidades (4)

B2CP3J4C B2CP3J5D

OBSERVAÇÕES: COMANDO DA CAIXA DE VELOCIDADES BE4/5 C3 2003.

293
COMANDO DA CAIXA DE VELOCIDADES BE4/5
Motores: 8HV-8HY

Regulação.

Os cabos de comando de selecção e de passagem


das velocidades não podem ser regulados.

Para desbloquear a rótula, pressionar em «d» e, em


seguida, puxar a rótula para cima.

Desbloqueamento de um batente da bainha:

- Pressionar as linguetas do grampo (6) em «a».


- Libertar os batentes das bainhas dos respectivos
suportes.

B2CP3J6D

OBSERVAÇÕES: COMANDO DA CAIXA DE VELOCIDADES BE4/5 C3 2003.

294
COMANDO DE VELOCIDADES DA CAIXA DE VELOCIDADES BE4/5
Motores: NFV - 6FZ - RFN - RFS - WJY - 8HZ – RHY - RHZ

(1) Alavanca de comando das velocidades.

(2) Cabo de comando de passagem das velocidades (*)

(3) Cabo de comando de selecção das velocidades. (*)

(4) Rótula de selecção das velocidades Ø 10 mm.

(5) Rótula de passagem das velocidades Ø 10 mm.

(6) Elemento elástico / Filtrante de travessia do tablier.

(*) = Os dois cabos são indissociáveis.

B2CP3BWD

OBSERVAÇÕES: COMANDO DE VELOCIDADES DA CAIXA DE VELOCIDADES BE4/5 XSARA –


XSARA PICASSO 2003.

295
CONTROLO E REGULAÇÃO DA CAIXA DE VELOCIDADES BE4/5
Motores: NFV - 6FZ - RFN - RFS - WJY - 8HZ – RHY - RHZ
Princípio de regulação dos comandos das velocidades.
ATENÇÃO: A regulação dos cabos deve ser realizada sempre que a caixa de
velocidades, o GMP e os comandos das velocidades forem desmontados.

Princípio. ATENÇÃO: Não utilizar qualquer ferramenta para


soltar as rótulas.
Imobilizar a alavanca de velocidades na posição de
ponto morto, utilizando a ferramenta. : 9607-T. Para desbloquear a rótula, pressione o centro «a» e puxe
a rótula para cima.
Posicionar a caixa de velocidades em ponto morto.

Acoplar os cabos à alavanca. NOTA: A substituição das rótulas pode ser realizada
desde que seja desmontada a chave de bloqueio.
Encaixar as rótulas na alavanca da caixa
de velocidades. Utilizando duas chaves de parafusos finas, desencaixar
em «b».
Bloquear os comprimentos dos cabos com as
chaves de bloqueio de rótulas.

B2CP3BXC B2CP3BYC

OBSERVAÇÕES: CONTROLO E REGULAÇÃO DA CAIXA DE VELOCIDADES BE4/5 XSARA –


XSARA PICASSO 2003.

296
CONTROLO E REGULAÇÃO DA CAIXA DE VELOCIDADES BE4/5
Motores: NFV - 6FZ - RFN - RFS - WJY - 8HZ – RHY - RHZ
Regulação dos comandos das velocidades.
Ferramenta. [1] Ferramenta de posicionamento da alavanca de velocidades : 9607-T.
Regulação. Controlo.

ATENÇÃO: A regulação dos cabos deve ser - Desmontar a ferramenta [1].


efectuada sempre que a caixa de velocidades, o grupo - Verificar se é possível a passagem de todas as
motopropulsor e os comandos das velocidades são velocidades
desmontados. sem «ponto duro».
- Verificar se o deslocamento da alavanca de
No interior do veículo. velocidades é
idêntico da frente para trás e à direita e à esquerda;
caso contrário, reiniciar a regulação.
- Desmontar a guarnição sob a alavanca de velocidades.
- Imobilizar a alavanca de velocidades na posição de - Montar a guarnição interior sob a alavanca de
ponto morto, utilizando a ferramenta [1]. velocidades.
- Montar o conjunto do filtro de ar.
Sob o capot.
- Desmontar o conjunto do filtro de ar.
- Desbloquear as chaves das rótulas em «a».
- Posicionar as alavancas de comando das velocidades e
de selecção em ponto morto.
- Bloquear os comprimentos dos cabos com as chaves de
bloqueio de rótulas.
B2CP3C6C B2CP3C0C

OBSERVAÇÕES: CONTROLO E REGULAÇÃO DA CAIXA DE VELOCIDADES BE4/5 XSARA –


XSARA PICASSO 2003.

297
CAIXA DE VELOCIDADES AUTOMÁTICA - MB3
Motor: KFW

Binários de aperto m.daN.

- Fixação da caixa sobre o motor 3,5


- Fixação do conversor sobre o motor 2,5
- Fixação da chapa de fecho do conversor
M8 1,6
M10 2,6
- Fixação do suporte eléctrico 6,5
- Fixação do suporte elástico sobre a caixa 8,5
- Tomada taquimétrica 1
- Fixação do permutador térmico 5

NOTA: Ao substituir uma caixa de velocidades


automática, substituir IMPERATIVAMENTE
o permutador térmico e o óleo.

B2CP14ZP

OBSERVAÇÕES: CAIXA DE VELOCIDADES AUTOMÁTICA - MB3 SAXO 2003.

298
RECOMENDAÇÕES - PRECAUÇÕES (CAIXA DE VELOCIDADES AUTOMÁTICA MB3)
Motores: KFW
PRECAUÇÕES A TOMAR
Reboque DESMONTAGEM - MONTAGEM. (Caixa de velocidades
Para rebocar o veículo, é necessário elevar a respectiva automática)
dianteira. ATENÇÃO: Nunca apoiar a caixa sobre o seu cárter inferior
Caso não seja possível elevar a dianteira do veículo: (risco de deformação da tampa e de deterioração do bloco hidráulico).
- Adicionar 2 litros de óleo suplementares à caixa de velocidades
automática. Transmissões.
- Não exceder a velocidade de 30 Km/h num percurso de 50 Km. IMPERATIVO: Ao realizar qualquer manipulação da transmissão
- Alavanca de velocidades na posição "N" esquerda, mantê-la na horizontal (risco de perda das agulhas da
ATENÇÃO: Em seguida, não se esquecer de retirar o excesso de óleo. junta trípode).

Condução. Procedimento de inicialização.


Nunca circular com a ignição desligada. Efectuar este procedimento nos seguintes casos:
Nunca empurrar o veículo para tentar que o motor arranque. - Substituição do calculador.
(impossibilidade com uma caixa de velocidades automática). - Apagamento dos defeitos.
NOTA: A lubrificação da caixa de velocidades automática - Substituição do potenciómetro
só é realizada com o motor a funcionar. - Substituição ou regulação do cabo do acelerador.
Aguardar a imobilização total do veículo, antes de engrenar a alavanca - Inicialização incorrecta.
de NOTA: O controlo do procedimento de inicialização deve
velocidades na posição «P». ser efectuado com uma ferramenta de diagnóstico.

OBSERVAÇÕES: RECOMENDAÇÕES - PRECAUÇÕES (CAIXA DE VELOCIDADES AUTOMÁTICA)


MB3 SAXO 2003.

299
RECOMENDAÇÕES - PRECAUÇÕES (CAIXA DE VELOCIDADES AUTOMÁTICA MB3)
Motores: KFW
PROCEDIMENTO ANTES DAS INTERVENÇÕES
Qualidade do óleo.

Se a caixa de velocidades apresentar uma anomalia grave, a qual tenha originado um funcionamento
anormal
ou a destruição da embraiagem, o óleo aquece exageradamente e fica com muitas impurezas:
diz-se que o óleo está «queimado».
Nestes casos, caracteriza-se pela cor negra e pela presença de um odor desagradável.
IMPERATIVO: Substituir a caixa de velocidades.

Nível de óleo.(condições prévias)


- Óleo quente (80°C mín.).
- Carregar no travão e fazer uma passagem de todas as velocidades.
- Veículo em piso horizontal.
- Alavanca de selecção na posição "P".
- Motor em funcionamento.
No indicador, o nível deve situar-se entre as marcas mín. «A» e «B».

IMPERATIVO: O nível do óleo nunca deve ultrapassar a marca «B».


Repor o nível da caixa de velocidades automática (se necessário).

B2CP16WC

OBSERVAÇÕES: RECOMENDAÇÕES - PRECAUÇÕES (CAIXA DE VELOCIDADES AUTOMÁTICA)


MB3 SAXO 2003.

300
RECOMENDAÇÕES - PRECAUÇÕES (CAIXA DE VELOCIDADES AUTOMÁTICA MB3)
Motores: KFW
PROCEDIMENTO ANTES DAS INTERVENÇÕES (Continuação)
Ausência de códigos de defeitos
Circuito de depressão.
Efectuar uma avaliação dos parâmetros
- Controlar o circuito de depressão. Presença de anomalias constatadas:
- Efectuar as reparações necessárias - SIM: Efectuar as reparações necessárias
-NÃO: Efectuar um controlo (regulação da cápsula de depressão)
Controlos utilizando a caixa ELIT.
IMPERATIVO: Efectuar o procedimento de inicialização
Controlos prévios: do calculador
- A regulação do comando de selecção das velocidades. Efectuar um ensaio de estrada.
- A regulação do cabo do acelerador.
Efectuar as operações necessárias Presença de códigos de defeitos
Efectuar as reparações necessárias.
Leitura dos códigos de defeitos Apagar os códigos de defeitos.
Efectuar uma leitura dos códigos de defeitos.
IMPERATIVO: Efectuar o procedimento de inicialização
do calculador
Efectuar um ensaio de estrada.

OBSERVAÇÕES: RECOMENDAÇÕES - PRECAUÇÕES (CAIXA DE VELOCIDADES AUTOMÁTICA)


MB3 SAXO 2003.

301
PONTOS ESPECÍFICOS: CAIXA DE VELOCIDADES AUTOMÁTICA - MB3
Motores: KFW
Bloco hidráulico.
Montagem.

ATENÇÃO: Ao montar novamente o crivo, certificar-se de que a patilha (6) passa


debaixo da anilha do parafuso (7).

- Montar o crivo, sem apertar os parafusos.


- Respeitar a ordem de aperto seguinte:
- Parafusos 1,2,3,4 e 5 a 0,9 m.daN.

IMPERATIVO: Respeitar a posição dos ímans no cárter inferior,


com o cárter limpo e a face lisa do íman voltada contra a chapa.

Montagem do cárter.

ATENÇÃO: As patilhas de fixação (8) do cárter inferior têm um sentido


(lado pequeno = Lado do cárter inferior).

Aperto 0,6 m.daN

B2CP34PC B2CP13TC B2CP34QC

OBSERVAÇÕES: PONTOS ESPECÍFICOS: CAIXA DE VELOCIDADES AUTOMÁTICA - MB3 SAXO


2003.

302
COMANDO DE VELOCIDADES DA CAIXA DE VELOCIDADES AUTOMÁTICA - MB3
Motor: KFW

B2CP352D

OBSERVAÇÕES: COMANDO DE VELOCIDADES DA CAIXA DE VELOCIDADES AUTOMÁTICA


MB3 SAXO 2003.

303
CONTROLO - REGULAÇÃO: COMANDO DA CAIXA DE VELOCIDADES AUTOMÁTICA MB3
Comando de selecção Regulação do comando de selecção
ATENÇÃO: Todas estas operações
devem ser efectuadas sem forçar IMPERATIVO: Colocar o comando
(desmontagem delicada). do lado da caixa de velocidades na
Desmontagem da pega. posição
- Desmontar os parafusos (1). 1ª imposta; as duas marcas «a» têm de
- Levantar a pega (2) cerca de 10 mm. estar alinhadas.
- Fazer rodar ¼ para trás, erguer
cerca de 7 mm. - Encaixar a rótula (1).
- Premir, sem soltar, o botão (3) de - Montar o grampo (2).
bloqueio.

- Fazer rodar ¼ para a frente e desmontar a pega (2).


Montagem da pega. - Bloquear a paragem da bainha através
- Premir, sem soltar, o botão (3) de bloqueio. de
- Montar a pega (2) na alavanca até chegar ao batente ¼ de volta (seguindo a seta).
(orientação conforme o desenho). - Verificar se as marcar coloridas
- Libertar o botão de bloqueio (3). «b» ficam alinhadas.
- Fazer rodar ¼ para a frente.
- Montar os parafusos (1).
IMPERATIVO: Verificar a passagem de todas as velocidades;
senão, efectuar uma regulação do comando de selecção.
B2CP18YC B2CP18WC B2CP18XC

OBSERVAÇÕES: CONTROLO - REGULAÇÃO: COMANDO DA CAIXA DE VELOCIDADES


AUTOMÁTICA MB3.SAXO 2003

304
CAIXA DE VELOCIDADES AUTOMÁTICA AL4
Motores: KFV - NFU – RFN - RHZ

ATENÇÃO: Óleo especial CITROEN de base semi-sintética não misturável


com outro óleo.

A lubrificação da caixa de velocidades é vitalícia.

(a) Marca do elemento.

B2CP30ZD

OBSERVAÇÕES: CAIXA DE VELOCIDADES AUTOMÁTICA (AL4) C3 - XSARA – XSARA PICASSO 2003

305
RECOMENDAÇÕES - PRECAUÇÕES (CAIXA DE VELOCIDADES AUTOMÁTICA AL4 )
Motores: KFV - NFU – RFN - RHZ
PRECAUÇÕES A TOMAR
Reboque. Desmontagem - Montagem (caixa de velocidades automática).
Para rebocar o veículo, é necessário elevar a respectiva
dianteira. ATENÇÃO: Nunca montar a caixa de velocidades no seu
Caso não seja possível elevar a dianteira do veículo: cárter inferior.
(risco de deformação da tampa e de deterioração do bloco hidráulico).
IMPERATIVO: Colocar a alavanca de selecção na posição «N». - Não utilizar as uniões como pega para erguer,
- Não adicionar óleo. rodar, segurar ou empurrar a caixa de velocidades.
- Não ultrapassar a velocidade de 50 Km /h num percurso máximo
de 50 Km. IMPERATIVO:
- Colocar o punção de suporte do conversor quando a caixa de
Condução. velocidades for desmontada.
- Nunca circular com a ignição desligada. - Colocar o punção de centragem para o encosto da caixa de
- Nunca empurrar o veículo para tentar que o motor arranque. velocidades no motor.
(impossibilidade com uma caixa de velocidades automática). (retirar o punção de suporte do conversor imediatamente antes
Lubrificação. do encosto).
A lubrificação da caixa de velocidades automática
só é realizada com o motor a funcionar. ATENÇÃO: No programa de emergência, há um choque significativo
na passagem de «P» → «R» ou «N» → «R».

OBSERVAÇÕES: RECOMENDAÇÕES - PRECAUÇÕES (CAIXA DE VELOCIDADES AUTOMÁTICA


AL4) C3 - XSARA – XSARA PICASSO 2003.

306
RECOMENDAÇÕES - PRECAUÇÕES (CAIXA DE VELOCIDADES AUTOMÁTICA AL 4)
Motores: KFV - NFU – RFN - RHZ

PROCEDIMENTO ANTES DA INTERVENÇÃO

Caixa de velocidades AL 4

Qualidade do óleo

Se a caixa de velocidades apresentar uma anomalia grave, a qual tenha originado um funcionamento anormal
ou a destruição da embraiagem, o óleo aquece exageradamente e fica com muitas impurezas:
diz-se que o óleo está «queimado».
Nestes casos, caracteriza-se pela cor negra e pela presença de um odor desagradável.

IMPERATIVO: Substituir a caixa de velocidades.

OBSERVAÇÕES: RECOMENDAÇÕES - PRECAUÇÕES (CAIXA DE VELOCIDADES AUTOMÁTICA


AL4) C3 - XSARA – XSARA PICASSO 2003.

307
RECOMENDAÇÕES - PRECAUÇÕES (CAIXA DE VELOCIDADES AUTOMÁTICA AL 4)
Apenas caixa de velocidades Motores: KFV - NFU – RFN - RHZ
PROCEDIMENTO ANTES DA INTERVENÇÃO
Nível de óleo AL 4 (condições prévias).
- Veículo em posição horizontal.
AL4 - Controlar a ausência do modo degradado da caixa de velocidades.
- Desmontar o tampão de enchimento (2)
- Adicionar 0,5 litros de óleo suplementar à caixa de velocidades.
- Carregar no travão, fazer uma passagem de todas as velocidades.
- Alavanca de velocidades na posição "P"
- Motor a funcionar ao ralenti.
- Temperatura do óleo: 60°C (+8°C; -2°C), medida com a ferramenta de diagnóstico.
- Desmontar o tampão de reposição do nível (3).
- Fio de óleo e depois gota a gota; colocar o tampão (3). Aperto 2,4 m.daN.
- Gota a gota ou nada: colocar o tampão (3).
- Desligar o motor.
- Adicionar 0,5 litros de óleo suplementar à caixa de velocidades.
- Retomar o procedimento de reposição de nível.
NOTA: O nível está correcto quando o fio de óleo passa a gota a gota.
- Colocar o tampão (3). Aperto 2,4 m.daN..
- Colocar o tampão de enchimento. Aperto 2,4 m.daN.
-Inicializar o contador de desgaste do óleo.(abrir o procedimento da ferramenta de
diagnóstico)
NOTA: A cota X: Motores TU e EW = 81 mm Motor DW = 77 mm.
B2CP31FD

OBSERVAÇÕES: RECOMENDAÇÕES - PRECAUÇÕES (CAIXA DE VELOCIDADES AUTOMÁTICA


AL4) C3 - XSARA – XSARA PICASSO 2003.

308
RECOMENDAÇÕES - PRECAUÇÕES (CAIXA DE VELOCIDADES AUTOMÁTICA AL 4)
Motores: KFV - NFU – RFN - RHZ
PROCEDIMENTO ANTES DA INTERVENÇÃO(Continuação)

Quando o calculador detecta um valor incorrecto ou ausente Leitura dos códigos de defeitos.
numa das suas entradas ou saídas:
Efectuar uma leitura dos códigos de defeitos.
- Inscreve o defeito na memória. - Ausência dos códigos de defeitos.
- Para cada tipo de contexto associado, inscreve o contexto do defeito Efectuar uma avaliação dos parâmetros
mais antigo em memória.
- Inicia uma estratégia de modo degradado. Presença de anomalias constatadas:

Existem dois tipos de modos degradados: - SIM: Efectuar as reparações necessárias.


- NÃO: Efectuar uma leitura dos códigos de defeitos,
- O calculador dispõe de valores de substituição (impacto no calculador/motor.
conforto, qualidade de passagem das mudanças, perda de funções). Efectuar um ensaio de estrada.

- Passagem para o modo de refúgio (só estão disponíveis a 3ª e a Depois de realizar um procedimento de inicialização
marcha-atrás) do calculador, durante um certo tempo, é possível
obter qualidades de passagem mais ou menos boas
(adaptação dos parâmetros do calculador à caixa de velocidades).
Para tal, é necessário efectuar um ensaio em estrada que permita
mudanças de velocidades frequentes. (leis auto-adaptativas).

OBSERVAÇÕES: RECOMENDAÇÕES - PRECAUÇÕES (CAIXA DE VELOCIDADES AUTOMÁTICA


AL4) C3 - XSARA – XSARA PICASSO 2003.

309
RECOMENDAÇÕES - PRECAUÇÕES (CAIXA DE VELOCIDADES AUTOMÁTICA AL 4)
Motores: KFV - NFU – RFN - RHZ
CALCULADOR: Telecarregamento
Actualização do calculador da caixa de velocidades por telecarregamento:
- Seguir o procedimento da ferramenta de diagnóstico.
A operação de telecarregamento permite actualizar o calculador da caixa de velocidades automática ou adaptá-lo a uma evolução
do calculador do motor.
Antes da operação de telecarregamento, é necessário anotar o valor do contador de consumo de óleo presente no calculador CVA.

Após a operação de telecarregamento, é necessário efectuar:


Um apagamento dos defeitos.
Uma inicialização do pedal.
Uma inicialização das leis auto-adaptativas.
Um registo do valor do contador de consumo de óleo lido anteriormente.
Um ensaio de estrada.

IMPERATIVO: Cada actualização do calculador da caixa de velocidades automática deve ser acompanhada
de uma actualização do calculador do motor

Actualização do valor do contador de desgaste do óleo.


Estação PROXIA Estação LEXIA e Caixa ELIT.
Pode aceder-se à leitura e ao registo do contador do óleo através do Pode aceder-se à leitura e ao registo do contador do óleo através do
menu: menu: «Contador do óleo».
«Telecodificação (botão circuito integrado) / Contador do óleo». A regulação do valor do contador do óleo é feita introduzindo
A regulação do valor do contador do óleo é feita em passos de 2750 directamente os 5 algarismos do contador do óleo.
unidades.

OBSERVAÇÕES: RECOMENDAÇÕES - PRECAUÇÕES (CAIXA DE VELOCIDADES AUTOMÁTICA


AL4) C3 - XSARA – XSARA PICASSO 2003.

310
RECOMENDAÇÕES - PRECAUÇÕES (CAIXA DE VELOCIDADES AUTOMÁTICA AL 4)
Motores: KFV - NFU – RFN - RHZ
CALCULADOR: Telecodificação, Inicialização (pedal). (Continuação)

Telecodificação Inicialização do pedal.

Procedimento de telecodificação do calculador: É necessário realizar uma inicialização do pedal nos seguintes casos:
- Seguir o procedimento da ferramenta de diagnóstico.
- Substituição do calculador da caixa de velocidades automática.
Um calculador novo ou acabado de telecarregar é sempre
configurado com as seguintes opções: - Substituição da caixa de velocidades automática.
- Bloqueio da alavanca de velocidades "shift lock".
- Saída OBD (despoluição L4). - Telecarregamento do programa do calculador.

Se o calculador se destinar a ser montado num veículo que não dispõe - Regulação ou substituição do cabo do acelerador.
de uma ou mais destas duas opções:
- Proceder a uma operação de telecodificação, que consiste em inibir o - Substituição do potenciómetro de borboleta.
diagnóstico das opções em questão.

- IMPERATIVO: Durante um determinado período de tempo, podem obter-se qualidades de passagem mais ou menos boas
(adaptação dos parâmetros do calculador à caixa de velocidades) pelo que será necessário efectuar um ensaio de estrada que permita
mudanças de velocidades frequentes (leis auto-adaptativas).

OBSERVAÇÕES: RECOMENDAÇÕES - PRECAUÇÕES (CAIXA DE VELOCIDADES AUTOMÁTICA


AL4) C3 - XSARA – XSARA PICASSO 2003.

311
RECOMENDAÇÕES - PRECAUÇÕES (CAIXA DE VELOCIDADES AUTOMÁTICA AL 4 )
Motor: KFV
SHIFT LOCK
- O «shift lock» é um sistema que bloqueia a alavanca de selecção na posição «P».

Desbloqueamento do «SHIFT LOCK». (Funcionamento normal)


- Ligar a ignição.
- Carregar no pedal do travão e mantê-lo nessa posição.
- Manobrar a alavanca de selecção de velocidades para abandonar a posição «P».

Desbloqueamento do «SHIFT LOCK» (Com anomalia).


Nota: Impossibilidade de desbloquear o «shift lock» utilizando o método «Funcionamento normal».
As causas da anomalia podem ter origem nos seguintes elementos:
- «Shift lock».
- Contactor de posição da alavanca de velocidades.
- Calculador da caixa de velocidades automática.
- Ramal eléctrico.
- Tensão da bateria.
Desmontar:
- A pega (1) da alavanca de velocidades (puxar para cima).
- A tampa (2) (Desencaixar).
- A parte superior da consola central (3).
Desbloquear o «shift lock» (4) utilizando uma chave de parafusos
Manobrar a alavanca de selecção de velocidades para sair da posição «P».

C5FP0ETC B2CP3GZC

OBSERVAÇÕES: RECOMENDAÇÕES - PRECAUÇÕES (CAIXA DE VELOCIDADES AUTOMÁTICA


AL4) C3 2003.

312
RECOMENDAÇÕES - PRECAUÇÕES (CAIXA DE VELOCIDADES AUTOMÁTICA AL 4)
Motores: NFU – RFN - RHZ
SHIFT LOCK

- O shift lock é um sistema que bloqueia a alavanca de selecção na posição de estacionamento «P».

Desbloqueio do SHIFT LOCK.(Em funcionamento normal)

- Ligar a ignição.
- Carregar no pedal do travão.
- Sair da posição «P» utilizando a alavanca de selecção.

NOTA: É IMPERATIVO desengatar a alavanca de selecção da posição "P" no minuto após carregar
no pedal do travão; caso contrário, libertar o pedal do travão e carregar
novamente neste pedal.

Desbloqueio do «SHIFT LOCK» (em caso de anomalia).


- Desmontar a tampa (1).
- Desbloquear o shift lock (2) utilizando uma chave de parafusos.
- Sair da posição de estacionamento. «P» utilizando a alavanca de selecção.

B2CP268C B2CP269C

OBSERVAÇÕES: RECOMENDAÇÕES - PRECAUÇÕES (CAIXA DE VELOCIDADES AUTOMÁTICA


AL4) XSARA – XSARA PICASSO 2003.

313
TRANSMISSÃO - CAIXA DE VELOCIDADES
Binários de aperto (m.daN) Ferramentas retentor CV
Caixa de Apoio de Porca de
Veículo velocida Motores Direita Esquerda Caixa
Transmissão transmissão
des
HFX-KFW-NFT-NFX-
SAXO
VJX
NÃO
HFX-KFV 24,5 ± 0,5
C3 MA/5 8HX-8HW
NFU 2 ± 0,2
7114-T.W 7114-T.X 7116-T
XSARA KFW-NFU
1,8 ± 0,1
XSARA-XSARA NFV-RFS-RFN-6FZ-
32 ± 1,5
PICASSO WJY- 8HZ -RHY-RHZ
BE4/5
C3 8HV-8HY 2 ± 0,2
4101-T.E1 +
SAXO MB3 KFW 24,5 ± 0,5 NÃO 4601-T
4601-T.E2
Extractor de junta
1,8 ± 0,1 Direita / Esquerda
XSARA- XSARA (-) 0338 C
NFU-RFN-RHZ
PICASSO
AL 4 32,5 ± 2,5 (-) 0338 J1 (-) 0338 H1 (-) 0338
+ (-) 0338 J2 +(-) 0338 H2
(-) 0338 J1 (-) 0338 H1
C3 KFV 1 ± 0,1
+ (-) 0338 J2 +(-) 0338 H2
Binário de aperto (m.daN) dos parafusos das rodas : SAXO – XSARA = 8,5 C3= 9

OBSERVAÇÕES: TRANSMISSÃO - CAIXA DE VELOCIDADES SAXO/XSARA/XSARA PICASSO


2003.

314
GEOMETRIA DOS EIXOS
Geometria dos eixos em altura de referência.
Altura dianteira Altura traseira
H1= R1 - L1 H2 = R2 + L2
H1 = Distância entre o solo e a face de H2 = Distância entre o solo e a face de
apoio das fixações. apoio da travessa traseira.
R1 = Distância entre o centro da roda da R2 = Distância entre o centro da roda
frente e o solo. traseira e o solo.
L1 = Distância entre o centro da roda da L2 = Distância entre o centro da roda
frente e a face de apoio das fixações. traseira e a travessa traseira.

Os valores L1 e L2 são apresentados na tabela seguinte

Suspensão normal Suspensão elevada


Eixo dianteiro Eixo traseiro Eixo dianteiro Eixo traseiro
Cota L1 L2 L1 L2
Valor (mm) 71 ± 10 mm 53 ± 6 mm 36 ± 10 mm 82 ± 6 mm
Medir a cota R1.
Medir a cota R2.
Calcular a cota H1 = R1 – L1.
Calcular a cota H2 = R2 + L2
Comprimir a suspensão até obter os valores calculados "H1" e "H2".
NOTA: A diferença de altura entre os dois lados traseiros deve ser inferior a 7,5 mm.
C4CP0N2C C4CP0N3C

OBSERVAÇÕES: GEOMETRIA DOS EIXOS SAXO TT 2003

315
GEOMETRIA DOS EIXOS
Geometria dos eixos em altura de referência.
Altura dianteira Altura traseira
Nota: Medição da altura dianteira Nota: Medição da altura traseira
H1 = Distância entre o solo e a face de apoio das fixações. H2 = Distância entre o solo e a face de apoio da travessa traseira.

As alturas dianteiras H1 são medidas entre o solo e a face de apoio das As alturas traseiras H2 são medidas entre o solo e a face da travessa
fixações do braço (1) no ponto «a». traseira (2) em «b» e «c».

ATENÇÃO
A < B = Convergência positiva: += CONVERGÊNCIA
A > B = Convergência negativa: -= ABERTURA
B3BP07UC B3CP02UC B3BP07VD

OBSERVAÇÕES: GEOMETRIA DOS EIXOS SAXO TT 2003.

316
GEOMETRIA DOS EIXOS
Geometria dos eixos em altura de referência.
Suspensão normal Suspensão elevada
Dianteira Traseira Dianteira Traseira
HFX (**) HFX (**)
HFX Todos os HFX Todos os
Motores KFW – NFT KFW – NFT
(*) tipos (*) tipos
NFX – VJX NFX – VJX
Direcção Mecânica Mecânica Assistida Mecânica Mecânica Assistida
Paralelismo O° -0°10’a 0°31’ -0°10’a 0°31’ -0°16’a -1°6’ -0°10’a 0°31’ -0°10’a 0°31’ -0°16’a -1°6’
Convergênci mm -1 a -3 +1 a +3 +1,49a +6,39 -1 a -3 +1 a +3 +1,49a +6,39
a
Inclinação - 0°9’ ± 30’ - 0°40’ ± 30’ - 1°35 ’± 30’ - 0°9’ ± 30’ - 0°40’ ± 30’ - 1°35 ’± 30
Avanço 2°13’± 30’ 3°14’± 30’ 2°13’± 30’ 3°14’± 30’
Inclinação do pivot 12°± 41’± 40’ 12°42’± 40’ 12°± 41’± 40’ 12°42’± 40’
(*) = Sem opção de direcção assistida e ABS.
(**) = Com opções de direcção assistida e ABS.

ATENÇÃO: Para que o veículo esteja em altura de referência, comprimir a suspensão até obter os valores calculados «H1»
e «H2».

OBSERVAÇÕES: GEOMETRIA DOS EIXOS SAXO TT 2003.

317
EIXO DIANTEIRO
Barra estabilizadora Ø 18 e 22 mm Barra estabilizadora Ø 19 e 21 mm
(1) Elemento portador.
(3) Barra estabilizadora dianteira.
(9) Braço inferior.

Binário de aperto m.daN

(2) Fixação de apoio da barra estabilizadora na


carroçaria 5,5 ± 0,2
(4) Fixação do apoio da barra estabilizadora no braço
inferior 2,2 ± 0,2
(5) Fixação superior do elemento portador 2,1 ± 0,2
(6) Parafuso de fixação da rótula inferior 3,8 ± 0,4
(7) Fixação do tirante da barra estabilizadora 7 ± 0,6
(8) Porca de fixação traseira do braço 4,2 ± 0,4
(9) Fixação dianteira do braço de suspensão 8,5 ± 0,8

Suspensão - Barra estabilizadora dianteira


HFX (3) Suspensão elevada
HFX (1)
HFX (2) HFX NFT KFW (3) França
KFW VJX Exportação
NFX (3) Administration
Ø Barra
Sem 21 19 18 22 21 19
estabilizadora
(1) = Com almofada insuflável.
(2) = Sem opção
(3) = Nível VTS.
B3CP02SD

OBSERVAÇÕES: EIXO DIANTEIRO SAXO TT 2003.

318
EIXO TRASEIRO

(1) Eixo traseiro.


(2) Amortecedor.
(5) Braço traseiro.
(7) Tambor do travão traseiro.
(9) Barra de torção.

A barra estabilizadora está situada no tubo do eixo traseiro.

Binário de aperto m.daN.

(3) Parafuso de fixação superior do amortecedor 10 ± 1


(4) Parafuso de fixação inferior do amortecedor 10 ± 1
(6) Porca da manga do eixo 20 ± 1
(8) Parafuso de fixação do eixo traseiro 8,7 ± 1

B3DP02ND

OBSERVAÇÕES: EIXO TRASEIRO SAXO 2003.

319
EIXO TRASEIRO - SUSPENSÃO
Barra de Torção
HFX (1) (2) – KFW (2) HFX - KFW
HFX-VJX (3)
NFX - VJX (1) NFX – VJX
Ø barra de torção
19 17,9 18,3
(mm)
Marca cor Esquerda 2 argolas Preto Branco Verde
Barra de Torção Direita 1 argola
(1) = Veículo Entreprise. (2) = Nível de acabamento VTS (3) = Com suspensão elevada.
Barra Estabilizadora
HFX (2)-KFW Suspensão elevada
HFX HFX (3)-KFW (3)-NFX (3)
NFX-VJX França Exportação
Ø barra
estabilizadora Sem 18 22 18 15
(mm)
(1) = Com almofada insuflável. (2) = Com almofada insuflável ou direcção assistida ou ABS. (3) = Nível de
acabamento VTS.

OBSERVAÇÕES: EIXO TRASEIRO SAXO TT 2003.

320
CARACTERÍSTICAS DA DIRECÇÃO
Direcção mecânica
Pneus 155/70 R13 165/70 R13 165/65 R14
Carreto (dentes) 6
Cremalheira (Dentes) 28
Curso da cremalheira 80 72 NOTA: O conjunto da direcção está fixado no
tablier.
Batente (Cor) Preto Branco
Comprimento dos tirantes de direcção
Direcção Assistida (entre os eixos das rótulas).
Pneus 165/70 R13 165/70 R14 185/55 R14 Pré-regulação = 520 mm.
Carreto (dentes) 7
Cremalheira (Dentes) 28
Curso da cremalheira 68
Batente (Cor)

OBSERVAÇÕES: CARACTERÍSTICAS DIRECÇÃO SAXO TT 2003.

321
DIRECÇÃO MECÂNICA

Binários de aperto (m.daN)


1 – Almofada insuflável 7 - Porca de rótula de pivot 3,5
2 – Fixação da almofada insuflável 0,8 8 - Contra-porca M 14 4,5
no volante 3 8 - Contra-porca M 16 5
3 – Fixação do volante de direcção 2,3 9 - Articulação do tirante 2,1
4 – Fixação da coluna de direcção 2,3 10 - Fixação da chapa na 2,4
5 – Fixação do cardan de direcção 2,2 cremalheira
6 – Fixação no tablier
B3EP02UD B3EP09SC B3EP09TD

OBSERVAÇÕES: DIRECÇÃO MECÂNICA SAXO TT 2003.

322
DIRECÇÃO ASSISTIDA

Binários de aperto (m.daN)


1 – Almofada insuflável 8 – Contra-porca tirante M 16 5
2 – Fixação da almofada no volante 0,8 9 - Articulação do tirante 2,1
3 – Fixação do volante de direcção 3 10 - Fixação da chapa na cremalheira 2,4
4 – Fixação da coluna de direcção 2,3 11 - Veio de direcção na chapa 8
5 – Fixação do cardan de direcção 2,3 12 - Veio de direcção no cárter 8
6 – Fixação no tablier 2,2 13 - Porca de fixação de carreto no rolamento 1,5
7 - Porca de rótula de pivot 3,5 14 - Fixação de válvula/cárter 0,7
8 – Contra-porca tirante M 14 4,5
B3EP02TD B3EP02WD

OBSERVAÇÕES: DIRECÇÃO ASSISTIDA SAXO TT 2003.

323
DIRECÇÃO ASSISTIDA (Continuação)
Direcção assistida
ATENÇÃO: Saxo todos os tipos excepto diesel sem refrigeração
1 - Direcção assistida
2 - Válvula distribuidora
3 - Veio da direcção assistida
4 - Tubo de baixa pressão
5 - Tubo de alta pressão
6 - Depósito superior
7 - Grupo electro-bomba de assistência e
depósito inferior integrado
8 - Suporte elástico
9 - Suporte de grupo electro-bomba
Binários de aperto (m.daN).
Fixação do suporte da bomba
Fixação da bomba no suporte 2
Tubo de alta pressão. 2
União na electro-bomba
União na válvula de direcção assistida 2
Tubo de baixa pressão 2,5
União na electro-bomba
União na válvula de direcção assistida 2,5
NOTA: Qualidade do líquido TOTAL Fluide ATX capacidade: 0,950 L.
2,5

B3EP09UD

OBSERVAÇÕES: DIRECÇÃO ASSISTIDA (CONTINUAÇÃO) SAXO TT 2003.

324
DIRECÇÃO ASSISTIDA (Continuação)
Direcção assistida
ATENÇÃO: Saxo diesel com refrigeração Descrição.

NOTA: a direcção assistida dos veículos diesel sem


refrigeração é alimentada por uma bomba mecânica
comandada pela correia de acessórios.

(6) Mecanismo da direcção assistida.


(7) Depósito superior.
(8) Depósito inferior.
(9) Radiador.
(10) Bomba da direcção assistida.
(11) As estrias da união (6) indicam que a bomba (5) é de
débito constante.

Pressão máxima: 80 Bars.


Diâmetro de poli: 112 mm.
Qualidade do líquido TOTAL Fluide ATX:
Capacidade: 1,55 Litros.

B3EP12XD

OBSERVAÇÕES: DIRECÇÃO ASSISTIDA (CONTINUAÇÃO) SAXO TT 2003.

325
GEOMETRIA DOS EIXOS
Condições de controlo e de regulação
Pressão dos pneus normalizados. Colocação em altura de referência do veículo.
Cremalheira da direcção bloqueada no seu ponto zero (Ver operação correspondente)
Alturas do veículo com nivelamento em altura de referência

Altura dianteira Altura traseira


L1 L2
H1 = R1 – L1 H2 = R2 + L2
H1 = Medida entre a zona de medição sob o berço dianteiro e o chão. H2 = Medida entre a zona de medição sob a longarina traseira e o
R1 = Raio de roda dianteira sob carga. chão.
L1 = Distância entre o eixo da roda e a zona de medição sob o berço R2 = Raio da roda traseira sob carga
dianteiro L2 = Distância entre o eixo da roda e a zona de medição sob a
longarina traseira.
E1AP09MD

OBSERVAÇÕES: GEOMETRIA DOS EIXOS C3 2003.

326
GEOMETRIA DOS EIXOS

Medição da altura dianteira Medição da altura traseira


[1] Calibre para medição do raio da roda 4 Tocs, ferramenta 8006-T
Z1 = Zona de medição sob o berço dianteiro. Z2 = Zona de medição sob a longarina traseira
Medir o raio da roda dianteira R1-Calcular a cota H1 = R1 – L1 Medir o raio da roda traseira R2-Calcular a cota H2 = R2 + L2
Valor em altura de Todos os tipos Valor em altura de Todos os tipos
Veículos CRD (*) Veículos CRD (*)
referência (Excepto CRD) (*) referência (Excepto CRD) (*)
(+ 6 - 8 mm) L1 = 142,5 mm L1 = 132,5 mm (+ 10 - 6 mm) L2= 52 mm L2= 62 mm
(*) = CRD: Condições de Estrada Difíceis.
Definição para um tipo de veículos cujas transmissões e as suspensões foram estudados para circular em estrada degradada.
Comprimir a suspensão até obter os valores calculados.
A diferença de altura entre os dois lados do eixo deve ser inferior a 10 mm.
B3CP07SD

OBSERVAÇÕES: GEOMETRIA DOS EIXOS C3 2003.

327
GEOMETRIA DOS EIXOS
Eixo dianteiro Eixo traseiro
Dissimetria avanço inferior a 0° 30’.
Dissimetria inclinação inferior a 0°18’.
Dissimetria da inclinação inferior a 0° 18.
Repartir simetricamente, roda esquerda / direita, o valor do paralelismo
global
Todos os tipos (excepto CRD)
Avanço Inclinação Ângulo de
Veículo Paralelismo Paralelismo Inclinação (± 0°30’)
(± 0°18’) (± 0°30’) pivot (± 0°30’)
Regulável Não regulável Não regulável
Todos m
-2±1 +5,5 ± 1
os m
Tipos 0° -0°19’±0°10’ 3°57’ - 0°28’ 11°24’ +0°50’ ± 0°10’ -1°30’
Veículo CRD
Avanço Inclinação Ângulo de
Veículo Paralelismo Paralelismo Inclinação
(± 0°18’) (± 0°30’) pivot (± 0°30’)
Regulável Não regulável Não regulável
Todos m
-2±1 +5,2 ± 1
os m
Tipos 0° -0°19’±0°10’ 3°53’ - 0°26’ 11°14’ +0°47’ ± 0°10’ -1°28’

ATENÇÃO
A<B = Convergência
+ = CONVERGÊNCIA
positiva:
A>B = Convergência
- = ABERTURA
negativa:

B3CP02UC

OBSERVAÇÕES: GEOMETRIA DOS EIXOS C3 2003.

328
EIXO DIANTEIRO
Binário de aperto (m.daN)
(1) Porca de fixação do elemento portador na carroçaria : 6,5 ± 0,6
(2) Amortecedor :
(3) Rótula do tirante estabilizador superior : 3,2 ± 0,3
(4) Pivot no elemento portador : 5,4 ± 0,5
(5) Rótula do tirante estabilizador inferior : 3,2 ± 0,3
(6) Fixação do apoio da barra estabilizadora no berço : 8 ± 0,8
(7) Porca do cubo : 24,5 ± 0,5
(8) Parafuso de roda :9±1
(9) Parafuso de fixação do berço na carroçaria : 10 ± 1
(10) Barra estabilizadora :
(11) Fixação da rótula inferior do pivot no braço inferior : 5,5 ± 0,5
(12) Fixação da rótula inferior do pivot : 4 ± 0,4
(13) Fixação da articulação FR e TR do braço inferior : 14 ± 0,4
(14) Parafuso da barra anti-aproximação : 6,6 ± 0,7
(15) Fixação da rótula da direcção : 3,5 ± 0,3

Barra estabilizadora
Diâmetro (mm) Cor
HFX- KFV- NFU
8HX-8HW 19 Azul
8HV-8HY
B3CP07RP

OBSERVAÇÕES: EIXO DIANTEIRO C3 2003

329
EIXO TRASEIRO
Binário de aperto (m.daN)
(1) Parafuso de fixação do eixo traseiro : 10 ± 1
(2) Barra estabilizadora :
(3) Travessa do eixo traseiro :
(4) Chapa de articulação elástica do braço da suspensão
(5) Articulação elástica do braço da suspensão traseira
(6) Parafuso de fixação do braço da suspensão da chapa : 7,6 ± 0,5
(7) Braço da suspensão traseira :
(8)Porca de rolamento da manga do eixo : 20 ± 2
lubrificado
(9) Amortecedor :
(10) Fixação superior do amortecedor : 4,5 ± 0,4
(11) Fixação inferior do amortecedor : 9,3 ± 1
(12) Mola da suspensão :
(13) Fixação da travessa do eixo traseiro do braço da suspensão : 13 ± 1,3
(14) Conjunto guia de cabo de travão secundário e respectivo suporte:
(15) Batente de oscilação :
Barra estabilizadora
Diâmetro (mm)

HFX- KFV- NFU


8HX-8HW 25,5 (oca)
8HV-8HY

B3DP09GP

OBSERVAÇÕES: EIXO TRASEIRO C3 2003

330
SUSPENSÃO
Eixo dianteiro
(1) Porca de fixação do elemento portador na carroçaria : 6,5 ± 0,6
(2) Amortecedor :
(3) Rótula do tirante estabilizador superior : 3,2 ± 0,3
(4) Pivot no elemento portador : 5,4 ± 0,5
(5) Rótula do tirante estabilizador inferior : 3,2 ± 0,3
(6) Fixação do apoio da barra estabilizadora no berço : 8 ± 0,8
(7) Porca do cubo : 24,5 ± 0,5
(8) Parafuso de roda :9±1
(9) Parafuso de fixação do berço na carroçaria : 10 ± 1
(10) Barra estabilizadora :
(11) Fixação da rótula inferior do pivot no braço inferior : 5,5 ± 0,5
(12) Fixação da rótula inferior do pivot : 4 ± 0,4
(13) Fixação da articulação FR e TR do braço inferior : 14 ± 0,4
(14) Parafuso da barra anti-aproximação : 6,6 ± 0,7
(15) Fixação da rótula da direcção : 3,5 ± 0,3
Barras estabilizadoras
Motores Diâmetro (mm) Cor
Todos os Tipos 19 Azul
Pivot
Motores Diâmetro do rolamento Tipo
Todos os Tipos 72 Em U (Fonte)
Amortecedor
Motores Lei amortecedor
Todos os Tipos R 59 M
B3CP07RP

OBSERVAÇÕES: SUSPENSÃO DIANTEIRA C3 2003

331
SUSPENSÃO
Eixo dianteiro

(1) Porca de fixação do elemento portador na carroçaria : 6,5 ± 0,6

(2) Amortecedor.

(16) Copela.

(17) Porca de amortecedor : 6,5 ± 0,6

(18) Copela do amortecedor.

(19) Rolamento de esferas.

(20) Copela de apoio da mola.

(21) Copela do batente de ataque.

(22) Mola da suspensão.

(23) Protector da haste do amortecedor.

(24) Batente de ataque.

B3BP180D

OBSERVAÇÕES: SUSPENSÃO DIANTEIRA C3 2003

332
SUSPENSÃO
Eixo traseiro
(25) Parafuso de fixação do eixo traseiro : 10 ± 1
(26) Barra estabilizadora :
(27) Travessa do eixo traseiro :
(28) Chapa de articulação elástica do braço da suspensão
(29) Articulação elástica do braço da suspensão traseira :
(30) Parafuso de fixação do braço da suspensão na chapa : 7,6 ± 0,5
(31) Braço da suspensão traseira :
(32)Porca de rolamento da manga do eixo :20±2
(lubrificada).
(33) Amortecedor :
(34) Parafuso de fixação superior de amortecedor : 4,2 ± 0,4
(35) Parafuso de fixação inferior de amortecedor : 10,6 ± 1
(36) Mola da suspensão :
(37) Batente de oscilação :
(38) Suporte guia do cabo do travão secundário :
Barra estabilizadora
Motores Diâmetro (mm)
Todos os tipos 25,5 (Oca)
Amortecedor
Motores
1.4i (CVA)-1.6i 16V
F168K
1.4 HDi 16V
F77D
1.1i-1.4i (CVM)-1.4 HDi
F77B (*)
(*) = Para veículo CRD
B3DP09UP

OBSERVAÇÕES: SUSPENSÃO DIANTEIRA C3 2003

333
CARACTERÍSTICAS DA DIRECÇÃO ASSISTIDA ELÉCTRICA
MOTORES: HFX – KFV – NFU – 8HX – 8HW – 8HY
Coluna da direcção

Binário de aperto em m.daN. Identificação

(1) Fixação do volante da direcção 2 ± 0,3 Está identificada pela cor do casquilho em «a».

(2) Fixação da coluna da direcção no suporte 2,2 ± 0,5. Direcção à esquerda : Casquilho AZUL.

(3) Fixação do cardan de direcção 2,2 ± 0,2. Direcção à direita : Casquilho BRANCO
B3EP13GD B3EP13HC

OBSERVAÇÕES: CARACTERÍSTICAS DA DIRECÇÃO TODOS OS TIPOS C3 2003.

334
CARACTERÍSTICAS DA DIRECÇÃO ASSISTIDA ELÉCTRICA
Motores: HFX – KFV – NFU – 8HX – 8HW – 8HY
Mecanismo da direcção

Binários de aperto m.daN

(4) Fixação da rótula no pivot : 3,5 ± 0,3

(5) Contra-porca do tirante da direcção: 5 ± 0,5

(8) Anilhas dentadas

(9) Perno : 0,8 ± 0,1

(10) Anilhas chatas

(11) Fixação do mecanismo no berço : 8 ± 0,8

KFV (BVA)
HFX–KFV–8HX-8HW
NFU-8HY-8HV
Motor eléctrico 60 A 65 A Conectores.
Curso da cremalheira 2x72 2x64
Relação de desmultiplicação 45,6/1 (6) Alimentação do motor eléctrico de assistência.
Número de voltas do volante da
3,2 2,8 (7) Sinais do captador de binário.
direcção
Ângulo de brecagem interior 38° 32°30’
Ângulo de brecagem exterior 32°24’ 28°42’
B3EP13JD

OBSERVAÇÕES: CARACTERÍSTICAS DA DIRECÇÃO TODOS OS TIPOS C3 2003.

335
CARACTERÍSTICAS DA DIRECÇÃO ASSISTIDA ELÉCTRICA
Motores: HFX – KFV – NFU – 8HX – 8HW – 8HY
Direcção assistida

Calculador da direcção assistida eléctrica.


Fornecedor: KOYO. Uma única versão de calculador, independentemente
da sua motorização.
A assistência da direcção é obtida através do motor de assistência (12), comandado por um O calculador da direcção assistida eléctrica está
calculador. ligado aos seguintes conectores:
- (6) Alimentação do motor de assistência.
A intensidade da corrente através do motor de assistência (12) depende: - (13) Alimentação do calculador da direcção
assistida eléctrica.
- Da velocidade do veículo. - (14) Sinais de comando.
Após a substituição do calculador da direcção
- Do binário aplicado no volante da direcção. assistida eléctrica, efectuar uma telecodificação.
(Ver operação correspondente).
B3EP13KC B3EP13LC

OBSERVAÇÕES: CARACTERÍSTICAS DA DIRECÇÃO TODOS OS TIPOS C3 2003.

336
PONTOS ESPECÍFICOS: DIRECÇÃO
Motores: HFX – KFV – NFU – 8HX – 8HW – 8HY
Alinhamento do meio da cremalheira
Operação preliminar.

Elevar e calçar o veículo sobre um elevador de duas


colunas.
Desmontar o lado direito na cremalheira:
- A braçadeira (1).
- A braçadeira (2).

Desencaixar o fole de protecção da cremalheira.

Afinação
Manobrar a direcção virando para a esquerda até ao
batente.
Medir a cota X.
Manobrar a direcção virando para a direita até ao
batente.
Medir a cota Y.

Calcular a cota: L = (Y – X): 2.

Montar:
- O fole de protecção da cremalheira
- A braçadeira (1) e (2) nova.

B3EP13UC B3EP13VD

OBSERVAÇÕES: CARACTERÍSTICAS DA DIRECÇÃO TODOS OS TIPOS C3 2003.

337
GEOMETRIA DOS EIXOS
Pontos de medição na dianteira e traseira do veículo
XSARA TODOS OS TIPOS ÎN°OPR 8666 XSARA TODOS OS TIPOS N°OPR 8667 Î
Altura Dianteira Altura Traseira Altura Dianteira Altura Traseira

H1 = Medição entre o centro de articulação do braço dianteiro e o solo.


H2 = Medição entre a face de apoio do calço traseiro da frente e o solo.
R1 = Raio de roda dianteira sob carga.
R2 = Raio de roda traseira sob carga.
L1 = Distância entre o centro da roda e o centro da articulação do braço dianteiro.
L2 = Distância entre o centro da roda e a face de apoio do calço traseiro sobre a carroçaria.

B3CP046D B3CP06ZD

OBSERVAÇÕES: GEOMETRIA DOS EIXOS XSARA 2003.

338
GEOMETRIA DOS EIXOS
Valor em altura de referência
: 8006-T Ä N°OPR 9428
Ferramentas [1] Calibre para medição do raio da roda 4 tocs
: 4300-T N°OPR 9429 Ä
Colocação em altura de referência.
Dianteira Traseira
Medir a cota "R1". Medir a cota "R2".

Calcular a cota H1 = R1 – L1. Calcular a cota H2 = R2 + L2

Comprimir a suspensão até obter os valores (H1) e (H2).

NOTA: A diferença de altura entre os dois lados deve ser inferior a 10


mm.

Eixo dianteiro Eixo traseiro


Todos os Todas as
motores Todos os berlinas Todos os
2.0i 16V 2.0i 16V
Motorizações (excepto 2.0i motores (excepto 2.0i Break motores
(RFS) (RFS)
16V CRD 16V CRD
e CRD) e CRD)
Altura de referência
115,5 90,5 75,5 73 83 88 103
(em mm)
B3CP04AD

OBSERVAÇÕES: GEOMETRIA DOS EIXOS XSARA 2003.

339
GEOMETRIA DOS EIXOS
Valores dos eixos dianteiro e traseiro em altura de referência

IMPERATIVO: Ao efectuar o controlo dos eixos, o veículo deve estar em altura de referência

Ferramentas utilizadas:

Comprimir a suspensão até obter os valores em altura de referência.

[1] Conjunto de dois compressores da suspensão :9511-T.A


[2] Conjunto de quatro correias : 9511-T.B
[3] Conjunto de quatro manilhas : 9511T.C

ATENÇÃO
A<B=Convergência positiva: + = CONVERGÊNCIA
A>B=Convergência negativa: - = ABERTURA
B3CP04LC

OBSERVAÇÕES: GEOMETRIA DOS EIXOS XSARA 2003.

340
GEOMETRIA DOS EIXOS
Valores dos eixos dianteiro e traseiro em altura de referência

Eixo dianteiro
Berlina todas as Berlina CRD (*)
Berlina ou motorizações excepto todas as
Berlina
Reguláve veículo KFW 2.0i 16V motorizações
Tolerâncias CRD(*)
l entreprise Break todas as (RFS) excepto KFW
KFW
KFW motorizações excepto Break CRD(*) todas
CRD(*) as motorizações
± 1 mm - 1,5 ± 1 mm
Paralelismo SIM
- 0°15’ ± 10’ (abertura)
Avanço ± 18’ 3° 2°55’ 3° ± 07’ 2°55’
Inclinação pivot ± 30’ NÃO 10°40’ 10°44’ 10°22’ 11° ± 07’ 10°26’
Inclinação ± 30’ 0° 0°12’ - 0° ± 07’ 0°07’

Eixo Traseiro
Berlina CRD todas as
Berlina todas as
Reguláve Break todas as motorizações
Tolerâncias motorizações 2.0i 16V (RFS)
l motorizações Break CRD todas as
Berlina entreprise
motorizações
± 1,3 mm 4,54 ± 1,3 mm 5,1 ± 1,3 mm 4,27 ± 1,3 mm 3,45 ± 1,3 mm
Paralelismo SIM
0° 41’ ± 11’ 0° 46’ ± 11’ 0° 39’ ± 11’ 0° 31’ ± 10’
Inclinação ± 15’ NÃO - 0°57’ - 0°58’ - 0°59’
(*) CRD = Condições de estrada difícil.

OBSERVAÇÕES: GEOMETRIA DOS EIXOS XSARA 2003.

341
GEOMETRIA DOS EIXOS

a = Ângulo que define o defeito de paralelismo entre o eixo dianteiro e o eixo traseiro.

Este valor não deve ultrapassar 12'

B3CP04UC

OBSERVAÇÕES: GEOMETRIA DOS EIXOS XSARA 2003.

342
EIXO DIANTEIRO

Binários de aperto (m.daN).

(1) Porca de amortecedor 4,5 ± 0,4


(2) Parafuso de copela 2,5 ± 0,3
(3) Elemento portador
(4) Rótula superior de tirante da barra 3,7 ± 0,3
estabilizadora
(5) Pivot no elemento portador (pivot 4,5 ± 0,5
sextavado) 5,5 ± 0,5
(5) Pivot no elemento portador (pivot "H")
(6) Barras estabilizadoras 3,7 ± 0,3
(7) Rótula inferior de tirante da barra
estabilizadora 4 ± 0,4
(8) Rótula inferior de pivot 32,5 ±2,5
(9) Porca de transmissão 9±1
(10) Parafuso de roda 7,6 ± 0,7
(11) Articulação dianteira do braço inferior
(12) Articulação traseira do braço inferior e 6,8 ± 0,6
apoio de barra estabilizadora 3,1 ± 0,3
Os veículos N°OPR 8667 Ä são todos (13) Parafuso sob a articulação traseira 5 ± 0,5
equipados de série com discos ventilados. (14) Fixação da rótula no braço inferior 8,5 ± 0,8
Parafuso de fixação do berço na carroçaria

B3CP040P B3CP041D

OBSERVAÇÕES: EIXO DIANTEIRO XSARA XSARA 2003.

343
EIXO DIANTEIRO
Evolução: Rótula do braço de suspensão

Aplicação a partir do número «OPRE 7968».

Peças novas:
- Rótula do braço de suspensão.
- Pivot.

Montagem antiga: ØA = 16 mm.


Montagem nova: ØA = 18 mm.

Preconizações de reparação.

IMPERATIVO: É interdita qualquer mistura de peças antigas com


peças novas.

É permitido montar um novo conjunto de pivot-rótuka num dos lados


de um veículo antigo.

Peças de substituição.

As peças antigas são sempre fornecidas pelas peças de substituição.

B3CP054D

OBSERVAÇÕES: CARACTERÍSTICAS DOS TRAVÕES XSARA 2003.

344
EIXO DIANTEIRO

Barras estabilizadoras
Motorizações Diâmetro Marca cor
1.6i-1.6i 16V-1.9D Berlina 19 Azul
2.0i 16V (RFV)-1.4 HDi -2.0
Break 20 Amarelo
HDi
2.0i 16V (RFS) Berlina 21 Branco

OBSERVAÇÕES: EIXO DIANTEIRO XSARA 2003.

345
EIXO DIANTEIRO
XSARA ¼ 07/1999 XSARA 07/1999 ¼ 09/2000 XSARA 09/2000 ¼

O ângulo de avanço passa a 3° excepto nos


veículos equipados com GPL, nos veículos em
CED e nos breaks de todos os tipos.
CED = Condições de Estrada Difícil.
NOTA: Definição para um tipo de veículos
cujas transmissões e as suspensões foram
Lingueta «a» para trás. estudados para circular em estrada degradada. Lingueta «a» para a frente

Rótula de pivot :

- Direcção mecânica, orifício em «b».


- Direcção assistida, orifício em «b».

NOTA: Os veículos posteriores a 09/2000 ➜ estão todos equipados de série com rótulas
sem orifício em «b».

B3CP042D B3CP043D B3CP049C

OBSERVAÇÕES: EIXO DIANTEIRO XSARA 2003.

346
EIXO TRASEIRO

Binários de aperto (m.daN)*

(1) Alavanca da barra estabilizadora 3,2 ± 0,3


(2) Barra estabilizadora.
(3) Barras de torção transversais.
(4) Abas da travessa traseira 8,3 ± 0,8
(5) Ligações elásticas dianteiras 5,5 ± 0,5
(6) Ligações elásticas traseiras 4,5 ± 0,4
(7) Braçadeira anti-vibrações.
(8) Eixos de amortecedor 9,6 ± 0,9
(9) Porcas de rolamento da manga do eixo 18,5 ± 1
(lubrificada)

NOTA

A barra de torção direita está marcada com


1 traço colorido.

A barra de torção esquerda está marcada com


2 traços coloridos.

B3DP04SP

OBSERVAÇÕES: EIXO TRASEIRO XSARA 2003.

347
EIXO TRASEIRO

Veículos Barras de torção (mm) Barra estabilizadora (mm)


Motorizações Diâmetro Marca cor Diâmetro Marca cor
3 Portas entreprise 19,3 Violeta 19 Laranja
3 e 5 Portas TT
19.D 18,7 Amarelo 18 Azul
excepto entreprise
Breaks TT 20 Cinzento 20 Verde
1.6i 16V-2.i 16V 3 e 5 Portas TT 19,3 Violeta 19 Laranja
1.4 Hdi-2.0 HDi Breaks TT 20 Cinzento 20 Verde
Sem cor ou
2.0i 16V 3 Portas VTS 21 Verde claro 23
Branco com adesivos
Grande Exportação 3 e Portas TT 19,3 Violeta 19 Laranja
«GRD» Breaks TT 20 Cinzento 20 Verde

OBSERVAÇÕES: EIXO TRASEIRO XSARA 2003.

348
EIXO TRASEIRO
Evolução: Porca de cubo traseiro
Antiga ¼ 15/12/1999. Nova 15/12/1999 ¼ Evolução:
- Nova porca de cubo traseiro (3).
- Supressão da anilha (2).
Montagem antiga (A).
(1) Porca de cubo traseiro.
(2) Anilha de apoio
IMPERATIVO: Aperto 27,5 ± 2,7 m.daN
Montagem nova (B)
(3) Porca de cubo traseiro.
IMPERATIVO: Aperto 25 ± 2,5 m.daN (lubrificado).

NOTA: É possível ter dois tipos de montagem no mesmo eixo.


A porca (1) necessita da montagem da anilha de apoio (2).
ATENÇÃO: Não montar uma anilha de apoio (2) com uma porca
nova (3).
IMPERATIVO: Respeitar o binário de aperto a aplicar em função
da montagem.
ATENÇÃO: Identificar o tipo de montagem, antes de qualquer
intervenção.

B3DP08AD

OBSERVAÇÕES: EIXO TRASEIRO XSARA 2003.

349
EIXO TRASEIRO

Folga de funcionamento - X = 1 a 1,4 mm. - As ligações elásticas dianteiras estão orientadas a 45° do eixo do veículo.
- As ligações elásticas traseiras são paralelas ao eixo do veículo.
NOTA: A barra de torção direita está NOTA: Existem dois fornecedores de ligações elásticas:
marcada com 1 traço colorido. - RBT, Marcado com um ponto colorido Verde ou Amarelo na parte lateral do calço.
A barra de torção esquerda está marcada - PAULSTRA, Marcado com um ponto colorido Preto na parte lateral do calço.
com 2 traços coloridos. É INTERDITA a mistura dos dois fornecedores.
B3DP04TC B3DP04UD

OBSERVAÇÕES: EIXO TRASEIRO XSARA 2003.

350
AMORTECEDOR TRASEIRO
Regulação do falso amortecedor traseiro
Comprimentos do falso amortecedor (mm)
Motores
Circulação normal Grande exportação
1.9 D 346
1.6i 16V 3 Portas 339
1.6i 16 V 5 Portas 339
2.0i 16V (RFN)-1.4 HDi-2.0 346
HDi
2.0i 16V (RFS) 318
Veículos Breaks
336 342
e entreprise TT

E5AP14WC

OBSERVAÇÕES: AMORTECEDOR TRASEIRO XSARA 2003.

351
CARACTERÍSTICAS DA DIRECÇÃO MECÂNICA
Volante de direcção mecânica.
- (a) : Direcção à esquerda / direita = Branco.
- (L) : Comprimento do veio = 311 ± 1,5 mm.
- (1) Volante de direcção com ALMOFADA
INSUFLÁVEL.
(consoante o equipamento).
- (4) Regulação da coluna de direcção.

Binários de aperto (m.daN).

- (2) Fixação da ALMOFADA INSUFLÁVEL no volante


: 0,8
- (3) Fixação do volante de direcção : 3,3
- (5) Fixação da coluna da direcção no suporte : 2,3
- (6) Fixação do cardan de direcção : 2,3

- (b) = Anel de indexação.

Este anel deve situar-se no centro do


rasgo da lâmina de indexação, antes do aperto dos parafusos
(6) dos cardans.

B3EP08PD

OBSERVAÇÕES: CARACTERÍSTICAS DA DIRECÇÃO MECÂNICA XSARA 2003.

352
CARACTERÍSTICAS DA DIRECÇÃO MECÂNICA
Direcção mecânica

Binários de aperto (m.daN)

(7) Porca de rótula no pivot : 4

(8) Contra-porca de tirante : 4,5

(9) Rótula na cremalheira : 6

(10) Fixação no berço : 5

(11)Parafuso de brida de impulsor : 1,2

B3EP042D

OBSERVAÇÕES: CARACTERÍSTICAS DA DIRECÇÃO MECÂNICA XSARA 2003.

353
CARACTERÍSTICAS DA DIRECÇÃO MECÂNICA
Direcção mecânica (Continuação)

Número de dentes
Curso Batente de direcção Número de Relação de
voltas do
Cremalheira Marca cor volante desmultiplicaçã
(mm) Carreto Cremalheira o

6 dentes (13)
Direcção à esquerda 73,5 (hélice à direita) 29 amarela espessura de 14 4,3 22/1
mm

- Comprimento dos tirantes de direcção (Pré-regulação) = 371 mm (Entre os eixos das rótulas) ou
391 mm (Entre o eixo da rótula de pivot e a face de apoio da rótula de cremalheira).

OBSERVAÇÕES: CARACTERÍSTICAS DA DIRECÇÃO MECÂNICA XSARA 2003.

354
CARACTERÍSTICAS DA DIRECÇÃO ASSISTIDA
Volante de direcção assistida
- (a) : Direcção à esquerda = Azul.
: Direcção à direita = Branco.
- (L) : Comprimento do veio = 311 ± 1,5 mm.
- (1) Volante de direcção com ALMOFADA
INSUFLÁVEL.
(consoante o equipamento).
- (4) Regulação da coluna de direcção.

Binários de aperto (m.daN).

- (2) Fixação da ALMOFADA INSUFLÁVEL no volante


: 0,8
- (3) Fixação do volante de direcção : 3,3
- (5) Fixação da coluna da direcção no suporte : 2,3
- (6) Fixação do cardan de direcção : 2,3

- (b) = Anel de indexação.

Este anel deve situar-se no centro do


rasgo da lâmina de indexação, antes do aperto dos parafusos
(6)
B3EP08QD

OBSERVAÇÕES: CARACTERÍSTICAS DA DIRECÇÃO ASSISTIDA XSARA 2003.

355
CARACTERÍSTICAS DA DIRECÇÃO ASSISTIDA
Direcção assistida

Binários de aperto (m.daN)

(7) Porca de rótula no pivot :4


(8) Contra-porca de tirante : 4,5
(9) Rótula na cremalheira :6
(10) Fixação no berço :5
(11) União no tubo hidráulico : 2,5
(12) Fixação da válvula no cárter : 1,2
(13)Parafuso de brida de impulsor : 1,2
(14) Parafuso de veio no cárter : 5,5
(15) Parafuso de veio na chapa : 5,5

B3EP08RD

OBSERVAÇÕES: CARACTERÍSTICAS DA DIRECÇÃO ASSISTIDA XSARA 2003.

356
CARACTERÍSTICAS DA DIRECÇÃO ASSISTIDA
Direcção assistida (Continuação)

Número de
Curso Número de dentes Relação de
voltas do
Cremalheira
Carreto Cremalheira volante desmultiplicação
(mm)

(*)
Direcção à esquerda 71,7 28 3,3 18,8/1
(hélice à direita)

Válvula de direcção
Veículos Cor do protector Número de dentes (*)
Todos os Tipos (Excepto 1.6i 16 V - 1.9 PRETO 7
TD)
1.6i 16V - 1.9 TD LARANJA 8
- Comprimento dos tirantes de direcção (Pré-regulação) = 371 mm (Entre os eixos das rótulas) ou
391 mm (Entre o eixo da rótula de pivot e a face de apoio da rótula de cremalheira).

OBSERVAÇÕES: CARACTERÍSTICAS DA DIRECÇÃO ASSISTIDA XSARA 2003.

357
CARACTERÍSTICAS DA DIRECÇÃO ASSISTIDA
Conjunto de direcção assistida
Binários de aperto (m.daN).

Tubo de alta (Junta de borracha do lado da bomba)


- União na bomba e válvula de direcção
assistida :2,5

Tubo de retorno.
- União na válvula de direcção assistida : 2,5
- (16) Fixação superior dianteira (E3) : 2,5
- (17) Fixação superior traseira (E3) 2,2
- (18) Fixação (E3) : 2,2

Ordem de aperto.
- Apertar os parafusos (16) e (18).
- Aproximar o parafuso (17), apertar o parafuso
(17).

Capacidade do circuito de direcção = 1 litro. Manocontacto no circuito de pressão.


Qualidade do óleo: TOTAL FLUIDE ATX.
Regulação da bomba SAGINAW = 100 Bars ± 5. - Abertura do contacto 30 a 35 Bars.
Roscas do veio da bomba 3/8 - 16 roscas por polegada. - Fecho do contacto 25 Bars.
- Aperto: 2 m.daN.

B3EP045D

OBSERVAÇÕES: CARACTERÍSTICAS DA DIRECÇÃO ASSISTIDA XSARA 2003.

358
GEOMETRIA DOS EIXOS
Controlo em altura de referência.
NOTA: Para facilitar a colocação do veículo em altura de referência, a medição pode feita no plano de apoio do macaco, sobre o respectivo raio.
ATENÇÃO: Valores apresentados a título indicativo. Em caso de dúvida, proceder aos controlos em altura de referência
Altura Dianteira Altura Traseira

H1 = R1 – L1 H1’ = R1 – L1’ H2 = R2 – L2
H1 = Medição entre o eixo do parafuso da articulação dianteira do
braço e o solo. H2 = Distância entre o calço de ligação elástico dianteiro do eixo
R1 = Raio de roda dianteira sob carga. traseiro
L1 = Distância entre o centro da roda e o eixo do parafuso da e o solo.
articulação dianteira do braço. R2 = Raio de roda traseira sob carga.
H1’ = Distância entre o apoio do macaco dianteiro e o solo L2 = Distância entre o centro da roda e o calço de ligação elástico
L1’ = Distância entre o apoio do macaco e o raio da roda dianteira sob dianteiro do eixo traseiro.
carga
B3CP05BC B3CP058D B3DP079C

OBSERVAÇÕES: GEOMETRIA DOS EIXOS XSARA PICASSO 2003.

359
GEOMETRIA DOS EIXOS
Controlo em altura de referência (Continuação) (a colocação em altura de referência é realizada de acordo com os valores da tabela
seguinte)
Eixo dianteiro EIXO TRASEIRO

H1 = R1 – L1 ou H1’ = R1 – L1’ H2 = R2 + L2
Eixo dianteiro Eixo traseiro
Veículo todos os tipos
L1 = 90,5 mm L1’ = 124 mm H2 = R2 + 8,5 mm
Veículo CED (Condição de estrada difícil)
H1 = R1 – L1 ou H1’ = R1 – L1’ H2 = R2 + L2
6FZ – RHZ
L1 L1’ L2
75,5 109 23,5
Medir o raio da roda dianteira: R1. Medir o raio da roda traseira: R2.
Calcular a cota H1.ou H1’ Calcular a cota H2.
Comprimir a suspensão até obter os valores calculados. A diferença de altura entre os dois lados traseiros deve ser inferior a 10 mm.
B3CP05BC B3CP05AC B3DP079C

OBSERVAÇÕES: GEOMETRIA DOS EIXOS XSARA PICASSO XSARA PICASSO 2003.

360
GEOMETRIA DOS EIXOS
Valores dos eixos dianteiro e traseiro em altura de referência (Comprimir a suspensão até obter os valores calculados)
Veículo todos os tipos
Eixo dianteiro Eixo traseiro
Inclinação do
Veículo Paralelismo Avanço Inclinação Paralelismo Inclinação
pivot
REGULÁVEL Sim Não
0 ± 1mm 4,8 ± 1mm
Todos os tipos 3° ± 18’ 10° 43’ ± 30’ 0° ± 30’ - 1°13’ ± 18’
-0°09’ à +0°09’ -0° 43’ ± 0° 09’
Veículo todos os tipos CED (Condição de estrada difícil)
Eixo dianteiro Eixo traseiro
Inclinação do
Veículo Paralelismo Avanço Inclinação Paralelismo Inclinação
pivot
REGULÁVEL Sim Não
-1 ± 1mm 3,8 ± 1mm
Todos os tipos 2°56’ ± 18’ 10°25’ ± 30’ 0°07’ ± 30’ - 1°14’ ± 18’
- 0°18’ à 0°0’ -0°34’ ± 0° 09’
NOTA: Ao efectuar o controlo dos eixos, o veículo deve estar em altura de referência.
(*) = Depósito cheio de combustível. ATENÇÃO
Todos os Tipos Distância ao solo A<B = Convergência positiva: + = CONVERGÊNCIA
Carga em vazio (*) 150 mm (Valor mínimo) A>B = Convergência negativa: - = ABERTURA

OBSERVAÇÕES: GEOMETRIA DOS EIXOS XSARA PICASSO 2003.

361
EIXO DIANTEIRO
Binário de aperto(m.daN).
(1) Porca de amortecedor : 4,5 ± 0,4.
(2) Parafuso de copela : 2,5 ± 0,2.
(3) Elemento portador.
(4) Rótula do tirante estabilizador : 4 ± 0,4.
(5) Pivot no elemento portador : 4,5 ± 0,4.
(6) Barra estabilizadora
(7) Rótula do tirante estabilizador : 4 ± 0,4
(8) Rótula inferior de pivot : 4 ± 0,4.
(9) Porca do cubo : 32,5 ± 2
lubrificado
(10) Parafuso de roda 9 ± 1 (face e roscas não
lubrificadas).
(Face e roscas não lubrificadas).
(11) Articulação dianteira do braço
inferior : 8 ± 0,8
(12) Articulação traseira do braço inferior e apoio
de barra estabilizadora : 6,5 ± 0,6.
(13) Parafuso sob a articulação traseira: 3,5 ± 0,3.
Parafuso de fixação do berço na
carroçaria : 8,5 ± 0,8.
Montagem do suporte superior de
amortecedor: Lingueta «a» para a frente.
Barra Estabilizadora
Motor Diâmetro Marca cor
NFV-6FZ-
RFN-RHY 21 BRANCO
B3CP056P B3CP057D B3CP043D

OBSERVAÇÕES: EIXO DIANTEIRO XSARA PICASSO 2003.

362
EIXO TRASEIRO
Binário de aperto(m.daN).
(14) Ligação elástica dianteira no eixo : 9,5 ± 0,9.
(15) Parafuso de barra estabilizadora : 5,5 ± 0,5.
(16) Barra de torção traseira.
(17) Barra estabilizadora
(18) Eixo tubular.
(19) Ligação elástica dianteira na carroçaria : 4 ± 0,4.
(20) Braço superior traseiro.
(21) Parafuso de roda : 9 ± 1.
(Face e roscas não lubrificadas).
(22) Amortecedor.
(23) Ligação elástica traseira no eixo : 5,5 ± 0,5.
(24) Porca de eixo de amortecedor : 11 ± 1.
(25) Porca de rolamento da manga do eixo
(lubrificada) : 25 ± 2 lubrificado
(26) Ligação elástica traseira na carroçaria : 5,5 ± 0,5.

Barra de Torção Barra Estabilizadora


Ø Marca Ø Marca
(mm) cor (mm) cor
NFV-6FZ-
RFN-RHY 19,6 ROSA 21 LARANJA
NOTA:
A barra de torção direita está marcada com 1 traço colorido.
A barra de torção esquerda está marcada com 2 traços coloridos.
B3DP078D

OBSERVAÇÕES: EIXO TRASEIRO XSARA PICASSO 2003.

363
EIXO TRASEIRO
Evolução: Porca de cubo traseiro
Antiga ¼ 15/12/1999. Nova 15/12/1999 ¼ Evolução:
- Nova porca de cubo traseiro (3).
- Supressão da anilha (2).
Montagem antiga (A).
(1) Porca de cubo traseiro.
(2) Anilha de apoio
IMPERATIVO: Aperto 27,5 ± 2,7 m.daN
Montagem nova (B)
(3) Porca de cubo traseiro.
IMPERATIVO: Aperto 25 ± 2,5 m.daN.

NOTA: É possível ter dois tipos de montagem no mesmo eixo.


A porca (1) necessita da montagem da anilha de apoio (2).
ATENÇÃO: Não montar uma anilha de apoio (2) com uma porca
nova (3).
IMPERATIVO: Respeitar o binário de aperto a aplicar em função
da montagem.
ATENÇÃO: Identificar o tipo de montagem, antes de qualquer
intervenção.
B3DP08AD

OBSERVAÇÕES: EIXO TRASEIRO XSARA PICASSO 2003.

364
SUSPENSÃO
Controlo em ordem de marcha.
(A colocação do veículo em ordem de marcha é realizada de acordo com os valores da tabela seguinte)

Condições de controlo:
- Veículo vazio.
- Atestamentos feitos.
- Pressão dos pneus conforme.
Cremalheira da direcção bloqueada no seu ponto zero (Ver operação
correspondente)

Veículo todos os tipos (Excepto CED)


Dianteira Traseira
H1 = R1 – L1 ou H1’ = R1 – L1’ H2 = R2 - L2

Motor NFV – 6FZ RHY Motor NFV – 6FZ - RHY


L1 62,5 mm 66,5 mm L2 51 mm
L1’ 96 mm 100 mm

B3CP058D

OBSERVAÇÕES: SUSPENSÃO XSARA PICASSO 2003.

365
SUSPENSÃO
Valores dos eixos dianteiro e traseiro em ordem de marcha
Veículo todos os tipos (Excepto CED)
Eixo dianteiro Eixo traseiro
Regulável NFV – 6FZ RHY Regulável NFV – 6FZ - RHY
2 ± 1 mm 1,7 ± 1 mm 1,2 ± 1 mm
Paralelismo Sim 0° 18’ ± 0° 09’ 0° 15’ ± 0° 09’
Paralelismo Não 0° 11’ ± 0° 09’
Avanço 2° 54’ ± 20’ Inclinação 1° 15’ ± 20’
Inclinação do
Não 10° 6’ ± 30’ 10° 12’ ± 30’
pivot
Inclinação 0° 20’ ± 30’ 0° 15’ ± 30’

ATENÇÃO
A<B = Convergência positiva: + = CONVERGÊNCIA
A>B = Convergência negativa: - = ABERTURA

B3CP02UC

OBSERVAÇÕES: SUSPENSÃO XSARA PICASSO 2003.

366
CARACTERÍSTICAS: COLUNA DA DIRECÇÃO

Direcção à esquerda = Marca Verde.


Direcção à direita = Marca Branca.

(1) Volante de direcção.


(4) Regulação da coluna de direcção.

Binários de aperto (m.daN).

(2) Fixação da almofada insuflável do volante de direcção 0,8.± 0,1


(3) Fixation do volante da direcção 3,3 ± 0,6
(5) Fixação de suporte de coluna da direcção 4 ± 0,1.
(6) Fixação do cardan de direcção 2,3 ± 0,2

B3EP116D

OBSERVAÇÕES: CARACTERÍSTICAS: COLUNA DE DIRECÇÃO XSARA PICASSO 2003.

367
CARACTERÍSTICAS DA DIRECÇÃO

Binários de aperto (m.daN).

(7) Porca de rótula de pivot 4 ± 0,4.


(8) Contra-porca de regulação dos tirantes da direcção 4,5 ± 0,4.
(9) Rótula 6 ± 0,6.
(10) Fixação da caixa da direcção no berço 8 ± 0,8.
(11) União de tubo hidráulico 2,4 ± 0,2
(12) Válvula de direcção assistida 1,2 ± 0,2
(13) Fixação de brida no impulsor 1,2 ± 0,2.
(14) Fixação de veio da direcção no cárter 9 ± 1.
(15) Fixação de veio da direcção na chapa 9 ± 1.
NOTA: Ao desmontar a direcção, substituir imperativamente os
parafusos (14) e (15).(Parafusos novos).

B3EP117D

OBSERVAÇÕES: CARACTERÍSTICAS: COLUNA DE DIRECÇÃO XSARA PICASSO 2003.

368
CARACTERÍSTICAS DA DIRECÇÃO

Curso Carreto de Número de dentes Número de voltas Ø de viragem Ø de viragem


Cremalheira Cremalheira da cremalheira do volante entre paredes entre passeios
Direcção à Hélice à
esquerda 71,7x2 esquerda 28 Dentes 3,22 12 m 11,48 m
Direcção à direita Hélice à direita

Motorizações Válvula de direcção


NFV – 6FZ – RFN -RHY Número de dentes: 7
Comprimento dos tirantes de direcção (pré-regulação).
Entre os eixos das rótulas = 392 mm.
Entre o eixo da rótula de pivot e a face de apoio da rótula de cremalheira = 412 mm.

OBSERVAÇÕES: CARACTERÍSTICAS: COLUNA DE DIRECÇÃO XSARA PICASSO 2003.

369
CARACTERÍSTICAS DO CONJUNTO DE DIRECÇÃO ASSISTIDA

Binários de aperto (m.daN).

Uniões entre bomba e válvula de direcção


assistida 2 ± 0,3.
(16) Parafuso de fixação 2,2 ± 0,3
(17) Parafuso de fixação 2,2 ± 0,3
(18) Parafuso de fixação 2,2 ± 0,3

NOTA: Aplicar produto «E3» nas roscas.

Está implantado um mano contacto na canalização hidráulica, entre


a bomba de alta pressão e válvula da direcção.
- Pressão de abertura = 30 / 35 Bars.
Capacidade do circuito de direcção assistida = 1 litro. - Pressão de fecho = 25 Bars mínimo.
Qualidade do óleo = TOTAL FLUIDE ATX Binário de aperto = 2 ± 0,2
Bomba de direcção assistida = Fornecedor SAGINAW.
Regulação da bomba = 100 ± 5 Bars.
Roscas do veio da bomba = 3/8 -16 roscas por polegada.

B3EP118D

OBSERVAÇÕES: CARACTERÍSTICAS DO CONJUNTO DE DIRECÇÃO ASSISTIDA XSARA


PICASSO 2003.

370
CARACTERÍSTICAS DOS TRAVÕES
(1) Compensador integrado no cilindro da 1.1i – 1.4 i 1.6i
1.6 i
roda. 1.5 D 1.6 i 16V
(2) Compensador em função da carga Direcção Assistida Sem ABS
Cilindro principal 19 20,6 22,2
Amplificador 177,8 203,2 228,6
Ø Marcas /pistões das bombas dos
BENDIX Série4/48 TEVES FN48/48
mm travões
FR Cheio 247
Disco
Ventilado 247
Espessura do disco /espessura mínima 10/8 20,4/18,4
GALFER 3726
Qualidade das pastilhas TEXTART 4900 AS – FM 380
TEXTART 4009
Cilindro ou bomba de travão 19 30
Ø
Tambor / Ø máx. 180/182
mm
Disco Cheio 247
TR Espessura do disco /espessura mínima 8/6
Marca BENDIX RAD BENDIX S4
Qualidade DON 8259 AS FM 380
Compensador (1) 20 (2) 13

OBSERVAÇÕES: CARACTERÍSTICAS DOS TRAVÕES SAXO TT 2003

371
CARACTERÍSTICAS DOS TRAVÕES (Continuação)
(1) Compensador integrado no cilindro da 1.1 i - 1.4 i 1.6i Entreprise
1.6 i
roda. 1.5 D 1.6 i 16V 1.1i-1.5D
(2) Compensador em função da carga Direcção Assistida Com ABS Direcção mecânica
Cilindro principal 20,6
Amplificador 203,2
Ø Marcas /pistões das bombas dos BENDIX Série TEVES FN BENDIX Série
mm travões 4/48 48/48 4/48
FR Cheio 247 247
Disco
Ventilado 247
Espessura do disco /espessura mínima 10/8 20,4/18,4 10/8
GALFER 3726
Qualidade das pastilhas JURID 519 AS FM 380
TEXTART 4009
Cilindro ou bomba de travão 20,6 30 19
Ø
Tambor / Ø máx. 203/205 180/182
mm
Disco Cheio 247
TR Espessura do disco /espessura mínima 8/6
Marca LUCAS RAI BENDIX S4 BENDIX RAD
Qualidade JURID E 558 AS FM 380 DON 8259
Compensador (2) 13 (1) 20

OBSERVAÇÕES: CARACTERÍSTICAS DOS TRAVÕES (Continuação) SAXO TT 2003

372
TRAVÕES

Condições
- Veículo em ordem de marcha - 5 litros de combustível.
- Um condutor com 75 Kg.
Regulação do limitador de travagem.
- Carregar no pedal do travão para fechar o limitador.
- Regular utilizando o parafuso (2) para obter uma folga J de 0,5 a 2
Regulação do contactor de stop. mm.
Folga J = 2 a 3 mm.
Após a regulação, apertar a contra-porca (1) a 1 m.daN. NOTA: Não intervir na regulação (3) (Regulado de origem).

B3FP06FC B3FP06GC

OBSERVAÇÕES: TRAVÕES SAXO TT 2003

373
TRAVÕES (Continuação)
ABS - 1.1 i - 1.4 i - 1.6 i Binários de aperto (m.daN)
Desmontagem da bomba dos travões

- 1.1 i Direcção mecânica


Parafuso M8 3,2 ± 0,3
Parafuso M12 12 ± 1,2

- 1.1 i - 1.4 i
(Excepto 1.6 i)
- 2 Parafusos M12 12 ± 1,2

- 1.6i.
- 2 Parafusos M12 10,5 ± 1

NOTA: Ver evolução páginas


254 a 256

B3FP10ND

OBSERVAÇÕES: TRAVÕES (Continuação) SAXO TT 2003

374
TRAVÕES (Continuação)
EVOLUÇÃO: Parafusos de fixação das bombas de «travões FR.» TIPO BENDIX SERIE 4.
Data de aplicação N° OPR 8973.
Reparação.
Veículo em questão.
Veículos equipados com discos de travões não ventilados. (Excepto Desmontar/montar bomba dos travões da frente (montagem antiga
acabamento VTS). e nova)
Veículos equipados com as seguintes motorizações:
TUD5 – TU1JP – TU3JP Limpar e aplicar nas roscas dos parafusos de fixação um produto de
TU1M+ (Entreprise) e TU9M (Entreprise). travagem do tipo «E3».
Evoluções.
Evoluções dos seguintes elementos: Aperto : 3,5 m.daN ± 0,3
Parafusos de fixação das bombas de travões FR. Aperto angular : 87°. ± 3°
Placas de paragem dos parafusos de fixações das bombas de travões
FR.. Inter-permutabilidade.
Evoluções dos parafusos de fixação: Os novos parafusos de fixação acasalados com as novas placas de
Revestimento sobre as roscas dos parafusos de fixação. paragem podem ser montados sobre as bombas de travões da frente
Rebaixo para uma melhor centragem dos parafusos de fixação. antigas.
NOTA: Os parafusos de fixação são acasalados com as placas de
paragem. IMPERATIVO: Respeitar o acasalamento das placas de paragem
com os parafusos de fixação.
IMPERATIVO: Respeitar os binários de aperto.
Peças de substituição.
Montagem antiga: aperto a 12 m.daN.± 1,2 (OPR.¼ 8972) O serviço «Peças de substituição» comercializa as peças antigas e
novas.
MONTAGEM NOVA (OPR 8973 ¼)
Aperto : 3,5 m.daN ± 0,3
Aperto angular : 87° ± 3°

OBSERVAÇÕES: TRAVÕES SAXO EVOLUÇÃO. SAXO TT 2003

375
TRAVÕES (Continuação)
EVOLUÇÃO: Parafusos de fixação das bombas de «travões TR.» TIPO BENDIX SERIE 4.
Data de aplicação N° OPR 8973.
Reparação.
Veículo em questão.
Veículos equipados com discos de travões não ventilados. (Excepto Desmontar/montar bomba dos travões de trás (montagem antiga e
acabamento VTS). nova)
Veículos equipados com as seguintes motorizações:
TU5J4 e TU5JP. Limpar e aplicar nas roscas dos parafusos de fixação um produto de
Evoluções. travagem do tipo «E3».
Evoluções dos seguintes elementos:
Parafusos de fixação das bombas de travões TR. Aperto : 7,5 m.daN ± 0,7
Placas de paragem dos parafusos de fixações das bombas de travões
TR.. Inter-permutabilidade.
Evoluções dos parafusos de fixação: Os novos parafusos de fixação acasalados com as novas placas de
Revestimento sobre as roscas dos parafusos de fixação. paragem podem ser montados sobre as bombas de travões de trás
Rebaixo para uma melhor centragem dos parafusos de fixação. antigas.
NOTA: Os parafusos de fixação são acasalados com as placas de
paragem. IMPERATIVO: Respeitar o acasalamento das placas de paragem
com os parafusos de fixação.
IMPERATIVO: Respeitar os binários de aperto.
Peças de substituição.
Montagem antiga: aperto a 11 m.daN ± 1 .(OPR.¼ 8972) O serviço «Peças de substituição» comercializa as peças antigas e
novas.
MONTAGEM NOVA (OPR 8973 ¼)
Aperto : 7,5 m.daN ± 0,7

OBSERVAÇÕES: TRAVÕES SAXO EVOLUÇÃO. SAXO TT 2003

376
TRAVÃO DE MÃO (Regulação)

Antes da regulação.

- Posição da alavanca de travão de mão desengatada.


- Rotação livre dos tambores.
- Ausência de ponto duro (caso contrário, verificar o encaminhamento dos cabos
principais
e secundários).
- Certificar-se do correcto deslizamento e oscilação do conjunto das peças.
- Purgar o circuito principal.

Regulação.

- Colocar o travão de mão na 4ª posição.


- Apertar a porca (3) até ao aperto dos travões traseiros.
- Verificar:
- Se existe um curso total compreendido entre a 4ª e a 7ª posição.
- Os dois cabos secundários (1) na travessa (2) se deslocam ao mesmo tempo.
- Com o travão desengatado, se as rodas rodam livremente.
- Verificar a iluminação do avisador de travão as partir da 4ª posição.

NOTA: O travão de mão actua sobre as rodas traseiras.

B3FP06JC

OBSERVAÇÕES: TRAVÕES DE MÃO (REGULAÇÃO) SAXO TT 2003

377
PURGA DOS TRAVÕES

A purga:

- Pode ser realizada utilizando um aparelho de purga; nesse caso, regular a pressão do aparelho para 2 Bars máx.

Ordem IMPERATIVA da purga

Roda:
Traseira esquerda.
Dianteira direita.
Traseira direita.
Dianteira esquerda.

Repor o nível com o líquido de travões comercializado pelas P.R CITROEN.

OBSERVAÇÕES: PURGA DOS TRAVÕES SAXO TT 2003

378
CARACTERÍSTICAS DOS TRAVÕES (SEM A.B.S)

1.1i 1.4i 1.4 HDi

Placa do motor HFX KFV 8HX 8HW


Cilindro principal 20,6
Amplificador 203,2
Ø Marcas /pistões das LUCAS/TRW C48/13 48
mm bombas dos travões
Cheio 266
FR
Disco Ventilad
o
Espessura do disco /espessura 13/11
mínima
Qualidade das pastilhas TEXTAR T 4144
Ø Tambor 203
mm Espessura máxima 205
TR
Marca DON
Qualidade 8259

OBSERVAÇÕES: CARACTERÍSTICAS DOS TRAVÕES (SEM ABS) C3 2003.

379
CARACTERÍSTICAS DOS TRAVÕES (COM A.B.S)

1.6i 16V 1.4 HDi 16V

Placa do motor NFU 8HV 8HY


Cilindro principal 22,2
Amplificador 228,6
Ø Marcas /pistões das LUCAS/TRW C54/22 54
mm bombas dos travões
FR Cheio
Disco Ventilad
266
o
Espessura do disco /espessura
22/20
mínima
Qualidade das pastilhas TEXTAR T 4144
Cilindro ou bomba de
LUCAS C38 HR 9/13
Ø travão
mm Ventilad
Disco 247
o
TR Espessura do disco /espessura
9/7
mínima
Marca GALFER
Qualidade G 4554

OBSERVAÇÕES: CARACTERÍSTICAS DOS TRAVÕES (COM ABS) C3 2003.

380
CARACTERÍSTICAS DOS TRAVÕES
Circuito de travagem sem ABS - REF (Travões de tambores atrás) Características do sistema de travagem

- Circuito de travagem em «X».

- Travões de discos à frente: Discos dos travões


ventilados (*)

- Travões de discos ou tambores atrás (*).

- Alavanca do travão de mão com comando por


cabos que actua sobre as rodas de trás.

- As funções do compensador, limitador de travão


principal são asseguradas pelo sistema ABS REF
(*).

NOTA: REF = Distribuição Electrónica da


Travagem (Répartition Electronique de Freinage)
(*) = Consoante a versão

B3FP161D

OBSERVAÇÕES: CARACTERÍSTICAS DOS TRAVÕES C3 2003.

381
CARACTERÍSTICAS DOS TRAVÕES
Circuito de travagem com ABS - REF (Travões de tambores atrás)

B3FP162D

OBSERVAÇÕES: CARACTERÍSTICAS DOS TRAVÕES C3 2003.

382
CARACTERÍSTICAS DOS TRAVÕES
Circuito de travagem com ABS - REF (Travões de discos atrás)

B3FP163D

OBSERVAÇÕES: CARACTERÍSTICAS DOS TRAVÕES C3 2003.

383
CARACTERÍSTICAS DOS TRAVÕES
Diagrama do circuito de travagem com ABS/REF

(a) Circuito hidráulico.


(b) Circuito eléctrico.

(1) Cilindro principal tandem.


(2) Amplificador de travagem.
(3) Bomba (ou tambor atrás) do travão.
(4) Cubo equipado com um rolamento com uma roda
magnética integrada (48 pares de pólos).
(5) Captador de roda.
(6) Captador de nível do líquido de travagem.
(7) Bloco hidráulico mais calculador.
(8) Contactor de stop.
(9) Quadro de bordo.
(10) Tomada de diagnóstico.
(11) Caixa de serviço inteligente (CSI)

B3GP02RP

OBSERVAÇÕES: CARACTERÍSTICAS DOS TRAVÕES C3 2003.

384
CARACTERÍSTICAS DOS TRAVÕES
Bloco hidráulico ABS Ä N°OPR 9423 Bloco hidráulico ABS N°OPR 9424 Ä

Elementos Fornecedor Referência Notas Elementos Fornecedor Referência Notas


Implantado sobre
Implantado sobre a a longarina FR.
Bloco Bloco
ABS MK 60 : longarina FR. esquerda, ABS MK 70 : esquerda, 4 canais
hidráulico TEVES hidráulico TEVES
96 394 937 80 4 canais de regulação 96 419 653 80 de regulação
ABS ABS
Conector de 47 vias. Conector de 26
vias.

Veículos equipados com sistemas ABS e ESP


Elementos Fornecedor Referência Notas
Implantado sobre a longarina
ESP -ABS FR. esquerda, 4 canais de
Bloco hidráulico ABS TEVES
MK 60 : 96 418 772 80 regulação
Conector de 47 vias.
NOTA: ESP = Electronic Stability Program
B3GP03DC B3GP03EC

OBSERVAÇÕES: CARACTERÍSTICAS DOS TRAVÕES C3 2003.

385
CARACTERÍSTICAS DOS TRAVÕES
Pedal de travão Travões da frente Travões de trás

Binário de aperto(m.daN).

(12) Fixação da bomba de travão no pivot (14) Fixação da bomba de travão tr. no braço
(16) Fixação do amplificador 2,2 ± 0,3. 10,5± 1 5,3±0,5
(17) Fixação do cilindro principal 2 ± 0,5. (13) Fixação chapa na bomba de travão (15) Fixação chapa na bomba de travão
3± 0,3 3,8±0,3
B3FP166D B3FP164C B3FP165C

OBSERVAÇÕES: CARACTERÍSTICAS DOS TRAVÕES C3 2003.

386
TRAVÃO DE MÃO (Regulação)
Regulação
Levantar e calçar o veículo.

Desmontar:
- A tampa traseira (8)
- A porca (9)
- O embelezador do travão de mão (6).
- O fole da alavanca de velocidades (5).
- A tampa dianteira (3).
-Os parafusos (1).

Desligar os conectores dos seguintes elementos:


- Isqueiro (2).
- Os botões de comando dos elevadores dos vidros (4).
Desmontar a consola central (7).

ATENÇÃO: Verificar a passagem dos cabos dos travões


por baixo do veículo

Desengatar a alavanca do travão de mão.


Carregar ligeiramente no pedal dos travões (Repetir a
operação 3 vezes seguidas).
Puxar energicamente 4/5 vezes a alavanca do travão de mão.

C5FP0ELD

OBSERVAÇÕES: TRAVÃO DE MÃO (REGULÁVEL) C3 2003

387
TRAVÃO DE MÃO (Regulação)
Regulação (continuação)

(10) porca de regulação da tensão dos cabos.


Desmontar:
- As rodas traseiras.
- Os tambores (consoante a versão).
Desengatar o travão de mão.
Medir em «a» utilizando um apalpa-folgas o descolamento
da alavanca em relação ao seu batente.
Actuar na porca (10) para obter um descolamento inferior ou
igual a 1 mm em «a».
Montar os tambores do travão sem os apertar (Consoante a
versão).
Manobrar 8 vezes a alavanca do travão de mão com um
esforço de 40 daN.
Controlar, com o travão de mão desengatado, o
descolamento das alavancas em «a», utilizando um apalpa-
folgas.
NOTA: O descolamento deve ser inferior a 1 mm e superior
a 0,05 mm.
Montar:
- Os tambores de travão.
- As rodas.
- A consola central
Verificar a eficácia do travão de mão.

B3FP16ED

OBSERVAÇÕES: TRAVÃO DE MÃO (REGULÁVEL) C3 2003

388
PURGA E ENCHIMENTO DOS TRAVÕES
Ferramentas.
[1] Aparelho de purga do tipo : «LURO» ou semelhante.
Purga, enchimento.
Esvaziamento.
Esvaziar o depósito do líquido dos travões (1) ao máximo (se necessário, utilizar uma seringa
limpa)
Desligar o conector (4).
Desacoplar o tubo (2).
Desaparafusar o eixo (3).
Desmontar o depósito (1).
Esvaziar o depósito do líquido dos travões (1).
Limpar o depósito do líquido dos travões (1).
Montar:
O depósito do líquido dos travões (1).
O eixo (3).
Acoplar o tubo (2).
Ligar o conector (4).
Enchimento do circuito de travagem.
ATENÇÃO: Utilizar exclusivamente os fluidos hidráulicos homologados e recomendados.
Encher o depósito do líquido dos travões (1)
Purga do circuito de travagem.
ATENÇÃO: Durante as operações de purga, certifique-se de que é mantido o nível de líquido dos
travões no depósito e completar. Utilize apenas líquido de travões limpo e não emulsionado.

B3FP15XC

OBSERVAÇÕES: PURGA E ENCHIMENTO DOS TRAVÕES C3 2003

389
PURGA E ENCHIMENTO DOS TRAVÕES (CONTINUAÇÃO)

Purga do circuito de travagem principal.

ATENÇÃO: O dispositivo ABS não deve estar em


funcionamento durante a operação de purga.

Bomba de travão FR., parafuso de purga (5).


A: Bomba do travão traseiro
B: Tambor do travão traseiro

Parafuso de purga (6).

Purgar cada receptor de travão pela ordem seguinte:

Roda dianteira esquerda.


Roda dianteira direita.
Roda traseira esquerda.
Roda traseira direita.

B3FP15YC B3FP15ZD

OBSERVAÇÕES: PURGA E ENCHIMENTO DOS TRAVÕES C3 2003

390
PURGA E ENCHIMENTO DOS TRAVÕES (CONTINUAÇÃO)
Com aparelho de purga
- Ligar o aparelho de purga [1] ao depósito de líquido dos travões (1).
- Regular a pressão do aparelho a 2 Bars.
Para cada circuito de travagem:
- Ligar um tubo transparente ao parafuso de purga e mergulhar a outra extremidade do tubo num recipiente limpo.
- Abrir o parafuso de purga e aguardar até o líquido escorrer sem bolhas de ar.
- Fechar o parafuso de purga.
Retirar o aparelho de purga [1].
Verificar o nível do líquido dos travões (Entre o nível «MÍN» e o nível «MÁX»).
Encher, se necessário com o líquido de travões sintético homologado e recomendado.
Sem aparelho de purga.
NOTA: São necessários dois operadores.
Para cada circuito de travão:
- Carregar no pedal do travão para colocar o circuito sob pressão.
- Ligar um tubo transparente ao parafuso de purga e mergulhar a outra extremidade do tubo num recipiente limpo.
- Abrir o parafuso de purga e aguardar até o líquido escorrer sem bolhas de ar.
- Fechar o parafuso de purga.
- Desmontar a ferramenta [1].
NOTA: Reiniciar o processo uma segunda vez, se necessário.
- Verificar o nível do líquido dos travões, ( Entre o nível «MIN» e o nível «MAX» ).
- Se necessário, adicionar líquido dos travões sintético homologado e recomendado.

B3FP160C

OBSERVAÇÕES: PURGA E ENCHIMENTO DOS TRAVÕES C3 2003

391
CARACTERÍSTICAS DOS TRAVÕES
Berlinas
1.4i 1.6i 16V 2.0i 16V 1.9 D 1.4 HDi 2.0 HDi

KFW NFU RFN RFS WJY 8HZ RHY RHZ


Cilindro principal Sem ABS 23,8 (com orifícios de dilatação) Com ABS 23,8 (com válvula)
Amplificador 228,6
Ø Marcas/Bombas de travão-
mm pistões BOSCH 54 LUCAS 57 BOSCH 54

FR Ventilad
Disco 266 283 266
o
Espessura do disco /espessura
22 / 20
mínima
Qualidade das pastilhas FERF 769 ASFM 380 FERF 769
Espessura /espessura mín. 13 / 2
Ø Tambor Ø mín / máx 203/205 203/205
mm Disco não ventilado 247 247
Espessura do disco /espessura
8/6 8/6
mínima
TR Marca BENDIX JURID TEXTAR BENDIX JURID
Qualidade guarnição D 8259 519 428 D 8259 E 558 519
Marca/Tipo BOSCH / Compensador em função da carga
Pressão de corte em Bars 32
Inclinação/Marca colorida 0,3 - Branco

OBSERVAÇÕES: CARACTERÍSTICAS DOS TRAVÕES XSARA BERLINAS 2003.

392
CARACTERÍSTICAS DOS TRAVÕES
Breaks
1.4i 1.6i 16V 2.0i 16V 1.9 D 1.4 HDi 2.0 HDi

KFW NFU RFN RFS WJY 8HZ RHY RHZ


Cilindro principal Sem ABS 23,8 (com orifícios de dilatação) Com ABS 23,8 (com válvula)
Amplificador 228,6
Ø Marcas/Bombas de travão-
mm pistões BOSCH 54 LUCAS 57 BOSCH 54

FR Ventilad
Disco 266 283 266
o
Espessura do disco /espessura
22 / 20
mínima
Qualidade das pastilhas FERF 769 ASFM 380 FERF 769
Espessura /espessura mín. 13 / 2
Ø Tambor Ø mín / máx 228 / 230 228 / 230
mm Disco não ventilado 247 247
Espessura do disco /espessura
8/6 8/6
mínima
TR Marca JURID
Qualidade guarnição E 558 519 E 558 519
Marca/Tipo BOSCH / Compensador em função da carga
Pressão de corte em Bars 32
Inclinação/Marca colorida 0,3 - Branco

OBSERVAÇÕES: CARACTERÍSTICAS DOS TRAVÕES XSARA BREAK 2003.

393
CARACTERÍSTICAS DOS TRAVÕES

- Apertar as porcas (1) a 2,3 m.daN.

- O eixo (2) é mantido por um agrafo


plástico.

B3FP10YD

OBSERVAÇÕES: CARACTERÍSTICAS DOS TRAVÕES XSARA 2003.

394
CARACTERÍSTICAS DOS TRAVÕES
Características do sistema de travagem

- Circuito de travagem em X.

- Travões de discos à frente, ventilados (Consoante a versão).

- Travões de tambores atrás com recuperação de folga automática.

- Alavanca do travão de mão com comando por cabos que actua sobre as rodas de trás.

(1) Bloco hidráulico «ABS Bosch 5.3». ou


(1) Bloco hidráulico «ABS Bosch 5.3 REF». ou
(1) Bloco hidráulico «ABS com ESP Bosch 5.7».

- (2) Compensador de travagem em função da carga (Consoante a versão).

B3FP09HC B3FP09JC

OBSERVAÇÕES: CARACTERÍSTICAS DOS TRAVÕES XSARA 2003.

395
CARACTERÍSTICAS DOS TRAVÕES
Circuito de travagem sem ABS (travões de tambores atrás) Circuito de travagem sem ABS (travões de discos atrás)
¼OPR 8687

B3FP14FD B3FP14GD

OBSERVAÇÕES: CARACTERÍSTICAS DOS TRAVÕES XSARA 2003.

396
CARACTERÍSTICAS DOS TRAVÕES
Circuito de travagem com ABS (travões de tambores atrás)

B3FP14HD

OBSERVAÇÕES: CARACTERÍSTICAS DOS TRAVÕES XSARA 2003.

397
CARACTERÍSTICAS DOS TRAVÕES
Circuito de travagem com ABS REF (travões de discos atrás) Circuito de travagem com ABS REF (travões de tambores atrás)

B3FP14JD B3FP14KD

OBSERVAÇÕES: CARACTERÍSTICAS DOS TRAVÕES XSARA 2003.

398
CARACTERÍSTICAS DOS TRAVÕES
Circuito de travagem com ABS REF (travões de tambores atrás)

B3FP14LD

OBSERVAÇÕES: CARACTERÍSTICAS DOS TRAVÕES XSARA 2003.

399
CARACTERÍSTICAS DOS TRAVÕES
Diagrama do circuito de travagem com ESP (BOSCH 5.7)

(A) Circuito hidráulico.


(B) Circuito eléctrico.

(1) Cilindro principal tandem.


(2) Amplificador de travagem.
(3) Bomba (ou tambor atrás) do travão.
(4) Roda dentada.
(5) Captador de roda.
(6) Captador de nível do líquido de travagem.
(7) Bloco hidráulico mais calculador.
(8) Contactor de stop.
(9) Quadro de bordo.
(10) Tomada de diagnóstico.
(11) Caixa de serviço inteligente (CSI)
(12) Captador de ângulo do volante de direcção.
(13) Captador girómetro – acelerómetro.
(14) Interruptor.

B3HP004P

OBSERVAÇÕES: CARACTERÍSTICAS DOS TRAVÕES XSARA 2003.

400
CARACTERÍSTICAS DOS TRAVÕES
Circuito eléctrico
Elementos Marca Fornecedor Referência Notas
Conector de 42 vias.
Solitário no bloco hidráulico.
Calculador electrónico. 7 5.7 ESP
A substituição do calculador apenas está
interdita.
Conector 2 vias cinzento.
Captador de roda dianteira. 0 265 006 389 Os captadores são do tipo indutivo.
Binário de aperto: 0,8 ± 0,2 m.daN
Conector 2 vias cinzento.
BOSCH Os captadores são do tipo indutivo.
Captador de roda traseira.
0 265 006 202 Montados no suporte da bomba de travão.
(travões de discos)
5 Entreferro não regulável: 0,3 a 1,2 mm.
Binário de aperto: 0,8 ± 0,2 m.daN
Captador de roda traseira. Conector 2 vias cinzento.
0 265 006 203
(Berlina travões de tambores) Os captadores são do tipo indutivo.
Montados no braço da suspensão
Captador de roda traseira. Entreferro não regulável: 0,3 a 1,2 mm.
0 265 006 441
(Break travões de tambores) Binário de aperto: 0,8 ± 0,2 m.daN
Captador de ângulo do volante de Integrado na caixa COM 2000.
12 VALEO
direcção Conector 6 vias azul.
Implantado debaixo da consola central.
Captador girómetro - acelerómetro 13 BOSCH
Conector de 6 vias.
Roda dentada de 48 dentes.
Solidária na caixa da manga do eixo de
Roda dentada 4 GKN
transmissão para as rodas FR., colocada sobre
o cubo do rolamento para as rodas TR.

OBSERVAÇÕES: CARACTERÍSTICAS DOS TRAVÕES XSARA 2003.

401
CARACTERÍSTICAS DOS TRAVÕES
(7) Bloco hidráulico Captador girómetro

Elementos Fornecedor Referência Notas IMPERATIVO: Respeitar o sentido de montagem do captador


girómetro acelerómetro (conector voltado para a traseira do veículo).
Implantado sobre a cava ATENÇÃO: O captador girómetro acelerómetro não deve sofrer
Bloco hidráulico
BOSCH 5.7 ESP da roda FR. esquerda, 4 qualquer choque. Qualquer captador girómetro acelerómetro
ESP
canais de regulação. que tenha sofrido um choque deve ser substituído.
Binário de aperto (15) : 0,6 ± 0,1 m.daN.
B3HP002C C4AP17YC

OBSERVAÇÕES: CARACTERÍSTICAS DOS TRAVÕES XSARA 2003.

402
CARACTERÍSTICAS DOS TRAVÕES TR.
Evolução: Cubo de tambor de travões TR. 01/1999 ¼
Montagem antiga Montagem nova

Evoluções.
Peças novas: - Manga de eixo de roda traseira. - Freio de paragem (marca (4) ). - Anilha de duplo rebaixo (marca (5)
NOTA: A montagem nova é identificada com um número de 1 a 6 marcado a frio sobre a cabeça da manga de eixo da roda em «a».
(1) Anilha com diâmetro exterior = 38 mm. Marca «a»: Número de 1 a 6 marcado a frio.
(2) Freio de paragem (4) Freio de paragem.
(3) Freio. (5) Anilha de duplo rebaixo com diâmetro exterior = 48 mm.
NOTA: Esta montagem está equipada com a peça (2) ou a peça (3).
B3FP119D B3FP11AD

OBSERVAÇÕES: CARACTERÍSTICAS DOS TRAVÕES XSARA 2003.

403
CARACTERÍSTICAS DOS TRAVÕES TR.
Evolução: Cubo de disco de travões TR. 01/99 ¼
Montagem antiga Montagem nova

Evoluções
Fixação do cubo de disco de travões. Estanqueidade do cubo de disco de travões.
Peças novas: Peças novas:
- Manga de eixo de roda traseira. - Rolamento de estanqueidade integrada em «b» (marca (6) ).
- Anilha de duplo rebaixo (marca (7) ). - Calço sem encosto de estanqueidade (marca (5) ).
- Tampão (marca (8) ).
NOTA: A montagem nova é identificada com um número de 1 a 6 marcado a frio sobre a cabeça da manga de eixo da roda em «c».
Montagem nova.
Marca «c»: Número de 1 a 6 marcado a frio.
(5) Calço sem encosto de estanqueidade. (7) Anilha de duplo rebaixo (diâmetro exterior = 48 mm.)
(6) Rolamento de estanqueidade integrada em «b». (8) Tampão.
B3FP11BD B3FP11CD

OBSERVAÇÕES: CARACTERÍSTICAS DOS TRAVÕES XSARA 2003

404
CONTROLO E REGULAÇÃO: COMPENSADOR DE TRAVÃO
Para proceder a um controlo, é necessário determinar o peso sobre o eixo traseiro, a fim de poder consultar as curvas de regulações.
Operações prévias ao controlo.
Procurar:
- 1/ O peso traseiro do veículo (depósito vazio + 1 pessoa) ➔ Anotar o tipo de veículo Ver tabela N° 1
- 2/ O peso do combustível no depósito ➔ Anotar o nível de combustível Ver tabela N° 2
- 3/ O peso das opções no veículo ➔ Anotar as opções do veículo Ver tabela N° 3

- 4/ A soma dos três pesos acima referidos é igual ao PESO TRASEIRO DO VEÍCULO, devendo retirar-se qualquer objecto do veículo
que possa gerar um peso superior a 10 Kg.

- 5/ Seleccionar a curva de regulação correspondente ao modelo do veículo. ( Ver tabela N° 4).

- 6/ Proceder a um controlo da pressão de travagem


-
- 7/ Proceder, se necessário, a uma regulação do compensador em função da carga.

Exemplo
- O peso traseiro do veículo (depósito vazio + 1 pessoa) = 412 Kg
- O peso do combustível no depósito (Nível de gasolina 1/2). = 18 Kg
- O peso das opções do veículo (Tecto de abrir) = 8 Kg
- Peso traseiro do veículo = 438 Kg
- A curva correspondente (Curva N° 1).

OBSERVAÇÕES: CONTROLO E REGULAÇÃO: COMPENSADOR DE TRAVÃO XSARA 2003.

405
CONTROLO E REGULAÇÃO: COMPENSADOR DE TRAVÃO (Continuação)
(Valores em Kg)

TABELA N° 1 (Peso traseiro do veículo (depósito vazio + 1 pessoa). TABELA N° 2 (Peso do combustível no depósito).
Acabamento X SX EXCLUSIVE VTS Tipo de combustível Gasolina Diesel
Motorização 5 Litros 4 4
1.4i 392 405 416 1/4 9 10
1.6i 412 423 1/2 18 20
1.8i 422 424 3/4 27 30
1.8i 16V 424 428 431 Cheio 36 40
1.9 D 405 425 432
1.9 TD 436 449 447 450
(Valores em Kg)

TABELA N° 3 (Massa opções no veículo). TABELA N° 4 (Tabela de atribuição das curvas).


Opção Modelo do veículo Curva
Tecto de abrir eléctrico 8 1.4i - 1.6i - 1.8i - 1.8i (CVA) - 1.9 D. 1
Grelha de protecção do posto de condução 5 1.8i 16V 2
Engate de reboque (Todas as versões) 20 1.9 TD 3

OBSERVAÇÕES: CONTROLO E REGULAÇÃO: COMPENSADOR DE TRAVÃO (CONTINUAÇÃO)


XSARA.2003

406
CONTROLO E REGULAÇÃO: COMPENSADOR DE TRAVÃO (Continuação)
CURVA N°1 CURVA N°2

B3FP09XD B3FP09YD

OBSERVAÇÕES: CONTROLO E REGULAÇÃO: COMPENSADOR DE TRAVÃO (Continuação)


XSARA 2003.

407
CONTROLO E REGULAÇÃO: COMPENSADOR DE TRAVÃO (Continuação)
CURVA N°3

B3FP09ZD

OBSERVAÇÕES: CONTROLO E REGULAÇÃO: COMPENSADOR DE TRAVÃO (Continuação)


XSARA 2003.

408
CONTROLO E REGULAÇÃO: COMPENSADOR DE TRAVÃO (Continuação)
Ferramentas
- Aparelho de controlo das pressões de travagem : 4140-T.
Controlo da pressão de travagem.
ATENÇÃO: Não efectuar qualquer intervenção na porca plástica (1).
Operações preliminares
- Veículo sobre elevador de 4 colunas, de preferência.
- Colocar a ferramenta 4140-T.
- Determinar peso traseiro do veículo. (Ver páginas: 313 e 314 ).
- Verificar a ausência de fuga hidráulica e de rasgos nas canalizações.
- Consultar a curva correspondente ao tipo de veículo.( Ver páginas: 315 e 316 ).
Controlo.
- O controlo é realizado entre rodas: dianteira esquerda e traseira direita - dianteira direita e traseira
esquerda.
- Com o motor a funcionar, registar a pressão atrás para uma pressão à frente de 60 Bars.
IMPERATIVO: A pressão de controlo deve ser obtida aumentando progressivamente a pressão.
(sem nunca libertar a pressão para ajustá-la).
- Comparar o valor obtido com a curva.(Se o valor estiver fora dos limites, proceder a uma
regulação do compensador). (Ver a página 318).
- Para verificar o bom funcionamento do compensador, obter a pressão atrás para uma
pressão de 100 Bars. (Se o valor estiver fora dos limites, substituir o compensador).
- Efectuar uma purga do circuito de travagem e um ensaio de estrada.

B3FP101C

OBSERVAÇÕES: CONTROLO E REGULAÇÃO: COMPENSADOR DE TRAVÃO (CONTINUAÇÃO)


XSARA.2003

409
CONTROLO E REGULAÇÃO: COMPENSADOR DE TRAVÃO (Continuação)

Regulação do compensador.

ATENÇÃO: Não efectuar qualquer intervenção na porca plástica (1).

IMPORTANTE: Ao desapertar a porca (2), a mola (3) apresenta o risco de deslocar violentamente
o conjunto da porca (2) e contra-porca (4); medir o comprimento da mola (3), antes de desapertar
a porca (2) e utilizar a chave imobilizando a contra-porca (4) para conter o esforço da mola.

- Desapertar a porca (2) segurando a contra-porca (4).

- Fazer variar o comprimento da mola (3) :


- Diminuir o comprimento de (3) para aumentar a pressão de travagem.
- Aumentar o comprimento de (3) para diminuir a pressão de travagem.

- Voltar a apertar a porca (2) a 1,5 m.daN.


- Proceder a um controlo da pressão de travagem.

B3FP101C B3FP102C

OBSERVAÇÕES: CONTROLO E REGULAÇÃO: COMPENSADOR DE TRAVÃO (Continuação)


XSARA 2003.

410
TRAVÕES DE MÃO

Controlo e regulação do travão de mão.

- Desmontar a consola do travão de mão.


- Levantar e colocar calços no veículo, com as rodas traseiras
pendentes.
-Verificar a correcta passagem dos cabos sob o veículo.
- Engatar e desengatar dez vezes o travão de mão.
- Colocar o travão de mão na 3ª posição.
- Apertar a porca (1) até ao bloqueio dos travões traseiros.
- Puxar energicamente 4 a 5 vezes a alavanca do travão de mão.
- Colocar o travão de mão na 3ª posição.
- Verificar se os travões traseiros estão apertados.
- Com o travão de mão desengatado, certificar-se de que as rodas
rodam livremente com a mão.
- Descer o veículo.
- Montar a consola do travão de mão.

B3FP095D

OBSERVAÇÕES: TRAVÕES DE MÃO XSARA 2003.

411
PURGA DOS TRAVÕES
A purga:
- Pode ser realizada utilizando um aparelho de purga; nesse caso, regular a pressão do aparelho para 2 Bars.
- Ou da forma convencional.

Ordem IMPERATIVA da purga

Roda:

- Traseira direita
- Dianteira esquerda.
- Traseira esquerda.
- Dianteira direita.

Repor o nível com o líquido de travões comercializado pelas P.R CITROEN.

OBSERVAÇÕES: PURGA DE TRAVÕES XSARA 2003.

412
CARACTERÍSTICAS DOS TRAVÕES
NOTA: As versões equipadas com ABS não 1.6i - 1.8i 16V - 2.0i 16V - 2.0 HDi 1.8i 16V - 2.0i 16V - 2.0 HDi
dispõem de compensador em função da carga.
(*) ESP = Electronic Stability Program Sem ESP (*) Com ESP (*)
Cilindro principal 23,8
Amplificador 254
Ø
Marcas/Bombas de travão-pistões BOSCH ZOH 54
mm
FR Cheio
Disco
Ventilado 266 283
Espessura do disco /espessura mínima 22/20 26/24
Qualidade das pastilhas FERODO 769(37)
Cilindro ou bomba de travão 22,2
Ø
mm Tambor / Ø máx. 228,6/230
Disco não ventilado 247/-
TR Espessura do disco /espessura mínima 9/7
Marca LUCAS TRW
Qualidade guarnição ABEX 4930/2 GALFER G4554
Compensador - Corte em Bars 20/61,6

OBSERVAÇÕES: CARACTERÍSTICAS DOS TRAVÕES XSARA PICASSO 2003.

413
CARACTERÍSTICAS DOS TRAVÕES
Características do sistema de travagem
- -Circuito de travagem em «X».

- Travões da frente com discos ventilados.

- Travões de tambores atrás com recuperação de


folga automática.

- Alavanca do travão de mão com comando por


cabos que actua sobre as rodas de trás.

- Compensador de travagem TR. em função da carga (versões não ABS)

- (1) Bloco hidráulico «ABS Bosch 5.3». ou


- (1) Bloco hidráulico mais calculador.

- (2) Compensador de travagem TR. em função da carga do veículo.

B3FP11VD B3FP08ND B3FP09HC

OBSERVAÇÕES: CARACTERÍSTICAS DOS TRAVÕES XSARA PICASSO 2003.

414
CARACTERÍSTICAS: SISTEMA DE TRAVAGEM
Sem anti-bloqueio das rodas Com anti-bloqueio das rodas

B3FP11WD B3FP7B9D

OBSERVAÇÕES: CARACTERÍSTICAS DOS TRAVÕES XSARA PICASSO 2003.

415
CARACTERÍSTICAS: SISTEMA DE TRAVAGEM
Com ESP (Electronic Stability Program) Travão de mão

B3FP7BRD B3FP11XD

OBSERVAÇÕES: CARACTERÍSTICAS DOS TRAVÕES XSARA PICASSO 2003.

416
CONTROLO E REGULAÇÃO DO COMPENSADOR DE TRAVÃO EM FUNÇÃO DA CARGA
Ferramentas [1] Aparelhos de controlo das pressões de travagem : 4140-T
Procedimento de controlo Determinação do peso traseiro do veículo.
É necessário determinar o peso sobre o eixo traseiro, a fim de poder Consultar as tabelas dos diferentes pesos.
consultar as curvas de regulações. Para obter o peso traseiro do veículo, adicionar os seguintes pesos:
A tabela de atribuição permite determinar qual a curva a utilizar para - Peso traseiro do veículo (depósito vazio + 1 pessoa).
cada tipo de veículo. - Peso do combustível no depósito.
Em seguida, é necessário ligar a ferramenta [1] para verificar os valores - Peso das opções do veículo.
de pressão TR., em relação às pressões FR.(60 e 100 Bars). IMPERATIVO: Retirar do veículo qualquer objecto que possa
gerar um peso superior a 1 Kg.
Peso traseiro do veículo (depósito vazio + 1 pessoa) Peso do combustível no depósito.
Anotar o tipo de veículo Anotar o nível de combustível do veículo e deduzir o peso conforme a
Consultar a tabela de correspondências. tabela.
Peso traseiro (Kg) Nível de
Motorização Peso do combustível no depósito (Kg)
(depósito vazio + 1 pessoa) combustível
NFV 542 (Litro) Gasolina Diesel
6FZ 531 5 4 4
RFN 532 ¼ 11 12
RHY 540 ½ 22 24
¾ 33 36
Cheio 44 48

OBSERVAÇÕES: CONTROLO E REGULAÇÃO DO COMPENSADOR DE TRAVÃO EM FUNÇÃO DA


CARGA XSARA PICASSO 2003.

417
CONTROLO E REGULAÇÃO DO COMPENSADOR DE TRAVÃO EM FUNÇÃO DA CARGA
Ferramentas [1] Aparelhos de controlo das pressões de travagem : 4140-T
Exemplo.
Tipo de veículo = TU5JP
Peso traseiro (depósito vazio + 1 pessoa) = 542 Kg.
Nível de gasolina ½ = 22 Kg.
Tecto de abrir = 10 Kg.
Peso traseiro do veículo = 542 + 22 + 10 = 574 Kg.
Peso das opções do veículo. (1) CED ¼OPR 8885
Anotar as opções do veículo e deduzir o peso conforme a tabela (2) CED
(3) OPR 8886¼
(4) OPR 8886¼
CED = Condições de Estrada Difícil.
Opções Peso (Kg) Tabela de atribuição das curvas
Tecto de abrir eléctrico 10 Modelo do veículo Curva N°
Porta-bicicletas 5 NFV – RHY 1
Barra de tejadilho 4 6FZ 2
Módulo de 10 NFV – RHY (1) 3
arrefecimento/aquecimento
Chapa de protecção sob o motor 9 6FZ – RFN (2) 4
Engate de reboque todas as versões 19 RFN (3) 5
RHY (4) 6

OBSERVAÇÕES: CONTROLO E REGULAÇÃO DO COMPENSADOR DE TRAVÃO EM FUNÇÃO DA


CARGA XSARA PICASSO 2003.

418
CONTROLO E REGULAÇÃO DO COMPENSADOR DE TRAVÃO EM FUNÇÃO DA CARGA
CURVA N°1 CURVA N°2

Legenda:
P =Pressão atrás (em Bars). a = Pressão à frente 60 ± 3 Bars.
M = Peso (em Kg) b = Pressão à frente 100 ± 3 Bars
B3FP13RD B3FP13SD

OBSERVAÇÕES: CONTROLO E REGULAÇÃO DO COMPENSADOR DE TRAVÃO EM FUNÇÃO DA CARGA


XSARA PICASSO 10/08/04

419
CONTROLO E REGULAÇÃO DO COMPENSADOR DE TRAVÃO EM FUNÇÃO DA CARGA
CURVA N°3 CURVA N°4

Legenda:
P =Pressão atrás (em Bars). a = Pressão à frente 60 ± 3 Bars.
M = Peso (em Kg) b = Pressão à frente 100 ± 3 Bars
B3FP14MD B3FP13UD

OBSERVAÇÕES: CONTROLO E REGULAÇÃO DO COMPENSADOR DE TRAVÃO EM FUNÇÃO DA


CARGA XSARA PICASSO 2003.

420
CONTROLO E REGULAÇÃO DO COMPENSADOR DE TRAVÃO EM FUNÇÃO DA CARGA
CURVA N°5 CURVA N°6

Legenda:
P =Pressão atrás (em Bars). a = Pressão à frente 60 ± 3 Bars.
M = Peso (em Kg) b = Pressão à frente 100 ± 3 Bars
B3FP14ND B3FP14PD

OBSERVAÇÕES: CONTROLO E REGULAÇÃO DO COMPENSADOR DE TRAVÃO EM FUNÇÃO DA


CARGA XSARA PICASSO 2003.

421
CONTROLO E REGULAÇÃO DO COMPENSADOR DE TRAVÃO EM FUNÇÃO DA CARGA
Controlo da pressão de travagem
Operações preliminares:

- o veículo deve ser colocado sobre as 4 rodas e, de


preferência, sobre um elevador.
- A ferramenta [1] (em bom estado de
funcionamento) deve ser instalada.
- Comparar o valor obtido com a curva.
- O peso traseiro do veículo deve ser determinado.
Se o valor estiver fora dos limites, regular o
- Verificar a ausência de fuga hidráulica.
compensador.
- Verificar a ausência de rasgos nas canalizações.
- Para verificar o bom funcionamento do
- Consultar a curva correspondente ao modelo do
compensador, obter a pressão atrás para uma pressão
veículo.
à frente de 100 ± 3 Bars.
- O controlo é realizado entre os seguintes
Se o valor estiver fora dos limites, substituir o
elementos:
compensador.
Roda dianteira esquerda e roda traseira direita.
NOTA: Qualquer dissimetria de pressão
Roda dianteira direita e roda traseira esquerda.
significativa entre os dois circuitos implica a
- No veículo, com o motor a funcionar, anotar a
substituição do compensador de travagem.
pressão atrás para uma pressão à frente de 60 ± 3
- No final das operações, purgar o circuito de
Bars
travagem.(Ver a operação correspondente).
- Efectuar um ensaio de estrada.
IMPERATIVO: A pressão de controlo deve ser
obtida aumentando progressivamente a pressão
(sem nunca libertar a pressão para ajustá-las).

E5-P01IC

OBSERVAÇÕES: CONTROLO E REGULAÇÃO DO COMPENSADOR DE TRAVÃO EM FUNÇÃO DA


CARGA XSARA PICASSO 2003.

422
CONTROLO E REGULAÇÃO DO COMPENSADOR DE TRAVÃO EM FUNÇÃO DA CARGA

Regulação do compensador de travão em função da carga

- Desapertar o parafuso (1).


- Manobrar a haste da mola.
- Diminuir o comprimento da mola para aumentar a pressão.
- Aumentar o comprimento da mola para diminuir a pressão.
- Apertar o parafuso (1) a 1,2 ± 0,25 m.daN.
- Controlar da pressão de travagem.

Após a intervenção:

- Desmontar o aparelho de controlo [1].


- Purgar o circuito de travagem (Ver a operação correspondente).
- Efectuar um ensaio de estrada.

B3FP13VC

OBSERVAÇÕES: CONTROLO E REGULAÇÃO DO COMPENSADOR DE TRAVÃO EM FUNÇÃO DA


CARGA XSARA PICASSO 2003.

423
TRAVÃO DE MÃO (Regulável)
Regulação:

Desencaixar a guarnição (1).


Retirar o insonorizante (2).
Levantar e colocar calços no veículo, com as rodas
traseiras pendentes.
Verificar a correcta passagem dos cabos sob o
veículo.
Engatar e desengatar quatro vezes o travão de mão.
Colocar o travão de mão na 5 ª posição.
Apertar a porca (3) até ao aperto dos travões
traseiros.
Puxar energicamente 4 a 5 vezes a alavanca do
travão de mão.
Colocar o travão de mão na 5 ª posição.
Verificar se os travões traseiros estão apertados.
Com o travão de mão desengatado, certificar-se de
que as rodas giram livremente à mão.
Descer o veículo.
Voltar a colocar o insonorizante (2) e as guarnições
(1).

B3FP11YD

OBSERVAÇÕES: TRAVÃO DE MÃO (REGULAÇÃO) XSARA PICASSO 2003.

424
PURGA DOS TRAVÕES
Ferramentas Aparelho de purga tipo «LURO» ou similar.
IMPERATIVO: Para a purga do circuito secundário, utilizar as ferramentas de diagnóstico ELIT, LEXIA ou PROXIA
Esvaziamento.
Esvaziar o depósito do líquido dos travões ao máximo, utilizando a seringa.
Desligar o conector do avisador de líquido dos travões.
Extrair o depósito do líquido dos travões das suas duas alimentações, puxando para cima.
Esvaziar o depósito do líquido dos travões.
Limpar o depósito do líquido dos travões.
Voltar a colocar o depósito do líquido dos travões.
Voltar a ligar o conector do avisador de líquido dos travões.

ENCHIMENTO
Encher o depósito do líquido dos travões.
ATENÇÃO: Utilizar exclusivamente os fluidos hidráulicos homologados e recomendados.

Purga.
NOTA: São necessários dois operadores.
IMPERATIVO: Durante as operações de purga, verificar se é mantido o nível do líquido dos travões,
no depósito, e completá-lo. Utilizar apenas líquido de travões novo.
Purgar cada cilindro de roda procedendo pela seguinte ordem:
Roda traseira direita.
Roda dianteira esquerda.
Roda traseira esquerda.
Roda dianteira direita.

OBSERVAÇÕES: PURGA DOS TRAVÕES XSARA PICASSO 2003.

425
MOTORES DE ARRANQUE
Definições e índices

A codificação dos climas é realizada da seguinte forma: Significado das abreviaturas:

CLIMAS:

Q Quente : Arranques possíveis até -18°C CV : Caixa de velocidades


T Temperado : Arranques possíveis até -18°C M : Caixa de velocidades manual
F Frio : Arranques possíveis até -25°C A : Caixa de velocidades automática
MF Muito Frio : Arranques possíveis até -30°C MAP : Caixa de velocidades Manual Auto Pilotada
DA : Direcção Assistida
REFRI : Refrigeração

OBSERVAÇÕES: MOTORES DE ARRANQUE TT 2003.

426
MOTORES DE ARRANQUE
Veículos / modelos Tipos de motor de arranque Classe Clima
Tabela de classes de motores de arranque
CLASSE CLASSE 2 CLASSE 3 CLASSE 4 CLASSE 5 CLASSE 6
Binário C 5.5 Nm 6 Nm 10 Nm 11.5 Nm 11.5 Nm
Intensidade máx
para uma velocidade I ≤ 275 A I ≤ 300 A I ≤ 430 A I ≤ 470 A I ≤ 500 A
de 1200 rpm.

OBSERVAÇÕES: MOTORES DE ARRANQUE TT 2003.

427
MOTORES DE ARRANQUE
Veículos / modelos Tipos de motor de arranque Classe Clima
VALEO D7E16
BOSCH A 001183 027 F 1 Q,T,F
1.1i
MELCO M002T13081
VALEO D6 RA 572 3 MF
VALEO D7E16
1.4i (REFRI) BOSCH A 001183 027 F 1 Q,T
1.6i ( REFRI) MELCO M002T13081
VALEO D6 RA 572 3 F, MF
VALEO D7E16
SAXO
BOSCH A 001 183 027F 1 Q,T
1.4i MELCO M002T13081
1.6i VALEO D7E23
2 F
BOSCH E OAL 101 390
VALEO D6RA572 MF
1.6i 16v 3
VALEO D6 RA 572 Q, T, F, MF
1.4i CVA
VALEO D6RA100 4 Q, T, F
1.5D
VALEO D7R151 5 MF

OBSERVAÇÕES: MOTORES DE ARRANQUE SAXO 2003.

428
MOTORES DE ARRANQUE
Veículos / modelos Tipos de motor de arranque Classe Clima
VALEO D7E16
BOSCH A001 183 027F 1 Q,T,F
1.1i
MELCO M002T 13081
VALEO D6RA572 3 MF
VALEO D7E16
1.1 i Refri
BOSCH A001 183 027F 1 Q, T
1.4 i Refri
MELCO M002T 13081
1.6i 16v Refri
VALEO D6RA572 3 F, MF
VALEO D7E16
C3
BOSCH A001 183 027F 1 Q, T
1.4 i MELCO M002T 13081
1.6 i 16v VALEO D7E23
2 F
BOSCH E OAL 101 390
VALEO D6RA572 3 MF
Q, T,
1.4I CVA VALEO D6RA572 3
F, MF
1.4 HDi VALEO D6RA110 4 Q, T
1.4 Hdi 16v VALEO D7GP09 5 F, MF

OBSERVAÇÕES: MOTORES DE ARRANQUE C3 2003.

429
MOTORES DE ARRANQUE
Veículos / modelos Tipos de motor de arranque Classe Clima
VALEO D7E16
1.4i
BOSCH A 001183 027 F 1 Q,T
1.6i
MELCO M002T13081
(DA ou REFRI)
VALEO D6 RA 572 3 F, MF
VALEO D7E23
1.4i 2 Q, T
BOSCH E OAL 101 390
(DA e REFRI)
VALEO D6RA572 F, MF
1.6 i
VALEO D6 RA 572 F, MF, Q, T
XSARA 1.6i CVA
VALEO D6 RA 72 3
2.0i 16 v MELCO M000T82081 Q, T
2.0i 16 v CVA
EW10J4 BOSCH E OAL 098 390
MELCO M 000 T 85 381 4 F, MF
VALEO D6 RA 661
2.0i 16v 3 Q, T
XU10J4RS BOSCH A 001 110 140 F
BOSCH A 001 111 473 4 F, MF

OBSERVAÇÕES: MOTORES DE ARRANQUE XSARA 2003.

430
MOTORES DE ARRANQUE
Veículos / modelos Tipos de motor de arranque Classe Clima
VALEO D6 RA 109
BOSCH A 001 111 562F 4 Q, T
MELCO M 001 T 80381
1.9D
VALEO D7 R 26
5 F
MELCO M 001 T 80481
VALEO D7 R 27 6 MF
VALEO D6 RA 109
2.0 HDI BOSCH A 001 111 562F 4 Q, T
XSARA 90 CV MELCO M 001 T 80381
VALEO D7 R 27 6 F, MF
VALEO D7 R 26
2.0 HDI 5 Q, T
MELCO M 001 T 80481
110 CV
VALEO D7 R 27 6 F, MF
2.0 HDI CVA VALEO D7 R 27 6 F, MF
110 CV MELCO A 001 236 000 6+ F, MF
VALEO D6RA110 4 Q, T
1.4 HDI
VALEO D7GP09 5 F, MF

OBSERVAÇÕES: MOTORES DE ARRANQUE XSARA 2003.

431
MOTORES DE ARRANQUE
Veículos / modelos Tipos de motor de arranque Classe Clima
VALEO D7E16
BOSCH A 001 183 027F 1 Q, T
1.6i (DA ou Refri)
MELCO M002T13081
VALEO D6RA572 3 F, MF
VALEO D7E23
2 Q, T
1.6i (DA e Refri) BOSCH E OAL 101 390
VALEO D6RA572 F, MF
XSARA PICASSO VALEO D6 RA 72
3
1.8i 16v MELCO M000T82081 Q, T, F
2.0i 16v CVA BOSCH E OAL 098 390
MELCO M 000 T 85 381 MF
VALEO D6 RA 109
4
BOSCH A 001 111 562F Q, T
2.0 HDi
MELCO M 001 T 80381
VALEO D7 R 27 6 F, MF

OBSERVAÇÕES: MOTORES DE ARRANQUE XSARA PICASSO 2003.

432
ALTERNADORES
Definições e índices

A codificação dos climas é realizada da seguinte forma: Significado das abreviaturas:

CLIMAS:

Q : Quente (45°C/37°C) CV : Caixa de velocidades


T : Temperado (37°C/17°C) M : Caixa de velocidades manual
F : Frio (17°C/-25°C) A : Caixa de velocidades automática
MF : Muito Frio (<-25°C) Não – REFRI : NÃO equipado com REFRIgeração
REFRI : Equipado com REFRIgeração
DA : Direcção Assistida
GEP : Grupo Electro - Bomba
DP : Dupla Patilha
3 Pts : 3 Pontos
NC : Não Comercializado
TT : Todos os Tipos
N : Nível, SOP : Sem Opção; TOP : Todas as Opções
O.A. : Óculo traseiro com aquecimento
DAE : Direcção à esquerda
DAD : Direcção à direita

OBSERVAÇÕES: ALTERNADORES TODOS OS TIPOS 2003.

433
ALTERNADORES
Ler com a ajuda da tabela de correspondências dos motores a gasolina ou diesel
Motor NÃO REFRI REFRI
Clima
Caixa Sem DA ou DA SAGINAW DA por GEP Sem DA ou DA SAGINAW DA por GEP
Q 8 9
7
TU1JP T
7
CVM F 7 8
8
MF
Q 8
TU3JP/TU5JP/ 7 9
T
TU5JP4 7
F 7
CVM 8 8
MF
Q 8
7
TU3JP T
8 9
CVA F 9
8
MF
Q 8
9
TUD5 T 7
7 7
CVM F 8
MF 8 8 9

Significados das abreviaturas, ver página:

OBSERVAÇÕES: ALTERNADOR DESPOLUIÇÃO L4 SAXO 2003.

434
ALTERNADORES
Ler com a ajuda da tabela de correspondências dos motores a gasolina ou diesel
Motor
Clima TODAS AS APLICAÇÕES
Caixa
TU Todos Tipos
TUD5 T 9
CVM

Significados das abreviaturas, ver página:

OBSERVAÇÕES: ALTERNADOR SAXO POLÍCIA 2003

435
ALTERNADORES
Ler com a ajuda da tabela de correspondências dos motores a gasolina ou diesel
Motor NÃO REFRI
Clima
Caixa Base RT3 Niv.1 ou 2 RT3 Niv.3 Pack Frio Pack Frio + RT3 Niv.1 ou 2 Pack Frio + RT3 Niv.3
Q 6
6
TU1JP T
7
CVM F 7
7
MF 8
Q
6
TU3JP T
CVM F 7
7
MF 8
Q
7
TU3JP T 7
CVA F
8
MF 8
Q 6
6
TU5JP4 T
7
CVM F 7
7
MF 8
Q 6 6
7
TU5JP4 T 7 7
7
CVMP F 8
8
MF 8 9
DV4TD
Q,T,
DV4TED4 15
F,MF
CVM
Significados das abreviaturas, ver página:

OBSERVAÇÕES: ALTERNADORES C3 2003.

436
ALTERNADORES
Ler com a ajuda da tabela de correspondências dos motores a gasolina ou diesel
Motor REFRI
Clima
Caixa Base RT3 Niv.1 ou 2 RT3 Niv.3 Pack Frio Pack Frio + RT3 Niv.1 ou 2 Pack Frio + RT3 Niv.3
Q
8
TU1JP T
CVM F 7
7
MF 8
Q 8 8
TU3JP T 7
7 7 7
CVM F
MF 8
Q 9
TU3JP T 8
8
CVA F 7
MF 8 8 9
Q
8
TU5JP4 T
CVM F 7
7
MF 8
Q 9 9
9 9
TU5JP4 T 8
8
CVMP F 7 8 8
8
MF 8 9
DV4TD
Q,T,
DV4TED4 15
F,MF
CVM
Significados das abreviaturas, ver página:

OBSERVAÇÕES: ALTERNADORES C3 2003.

437
ALTERNADORES
Ler com a ajuda da tabela de correspondências dos motores a gasolina ou diesel
NÃO REFRI REFRI
Motor
Clima Sem Pack Frio Pack Frio Sem Pack Frio Pack Frio
Caixa
Base RT2 Base RT2 Base RT2+NAV Base RT2+NAV
Q 9
TU3JP T 7 8
7
CVM F
7
MF 8
Q 9
TU5JP4 T 7 8
7
CVM F 7
7
MF 8 8
Q 8 12 12
9 9
TU5JP4 T 7 8 9 9
8
CVA F
8 8
MF 9
Q 9 9
9 9
EW10J4 T 8 8
NC
CVM F 7
8
MF 8
Q 12
9
EW10J4 T 9
NC
CVA F 8
MF 9
Q
XU10J4RS T
NC 8
CVM F
MF
Significados das abreviaturas, ver página:

OBSERVAÇÕES: ALTERNADORES XSARA (GASOLINA) 2003.

438
ALTERNADORES
Ler com a ajuda da tabela de correspondências dos motores a gasolina ou diesel
NÃO REFRI REFRI
Motor
Clima Sem Pack Frio Pack Frio Sem Pack Frio Pack Frio
Caixa
Base RT2 Base RT2 Base RT2+NAV Base RT2+NAV
Q
8 9
DW8B T 8
9
CVM F 8
9
MF 9 9
Q 8(8) 9(8) 8(8) 9(8) 9(8) 12(8) 9(8) 12(8)
DW10TD T 15(9) 15(9)
15(9) 15(12) 15(9) 15(12)
CVM F 15(12) 15(12)
MF 12(8) 12(8)
Q 9(8) 9(8) 12(8) 9(8) 12(8)
DW10ATED T 15(9) 15(9)
15(9) 15(12) 15(9) 15(12)
CVM F 15(12) 15(12)
MF 12(8) 12(8)
Q 9(8) 15
DW10ATED T
15(12) 15(15)
CVA F
MF 12(8) 15 15
Q NC NC
DV4TD T
15(15) 15(15)
CVM F
MF 15 15
NOTA: ( ) Atribuição dos CL de alternadores para o aquecimento do habitáculo por queimador.
Significados das abreviaturas, ver página:

OBSERVAÇÕES: ALTERNADORES XSARA (DIESEL) 2003.

439
ALTERNADORES
Ler com a ajuda da tabela de correspondências dos motores a gasolina ou diesel
Motor NÃO REFRI REFRI
Clima
Caixa Base Nav. + Rádio Tel. Base Nav. + Rádio Tel.
Q NC 9
TU5JP4
T
L3 e L4 7
F 7 8
CVM
MF 8
Q 7
9
EW7J4/L4 T
CVM F 8
8
MF
Q 9 9
DW10TD T
CVM F 15 15
MF

Significados das abreviaturas, ver página:

OBSERVAÇÕES: ALTERNADORES XSARA PICASSO 2003.

440
ALTERNADORES
Ler com a ajuda da tabela de correspondências dos motores a gasolina ou diesel
NÃO REFRI REFRI
Motor Nav.+
Clima Banco Banco Nav.+ Banco
Caixa Base Nav. Banco Base Nav.
aquecido aquecido aquecido
aquecido
Q NC
9
TU5JP/L4 T 7
CVM F
8 8
MF
Q NC
9
TU5JP4/L4 T 7
CVM F 8
8 8
MF
Q NC 12
EW7J4/L4 T 9
8 8
CVM F 8 8 8
8
MF 9 9 9
Q NC
EW10J4/L4 T
15
CVA F 15
MF
Q NC
DW10TD T
15
CVM F 15
MF
Significados das abreviaturas, ver página:

OBSERVAÇÕES: ALTERNADORES XSARA PICASSO MUX 2003.

441
CIRCUITO DE CARGA - ALTERNADOR COM REGULADOR MONO-FUNÇÃO
Controlo do débito de um alternador
Realizar a ligação ao lado, utilizando um amperímetro (A),
um voltímetro (V), e um reóstato ( R ) ou um combinado, composto pelos três aparelhos
mencionados.
Consultando a classe do aparelho, regular o regime do motor (tabela de equivalências
(na página seguinte) e regular a carga do reostato para obter U=13,5 volts, ler intensidade.
Nota: Se o alternador for iniciado pela corrente que atravessa o avisador, certificar-se de que este
se acende, ligando a ignição; o avisador deve apagar-se após o arranque (acelerar ligeiramente).
Controlo do regulador de tensão.
Colocar o reostato a zeros e suprimir todos os consumidores.
Visualizar 3000 rpm alternador U> 14,7 volts o regulador está defeituoso.

Nota: Estes ensaios devem ser realizados com o motor quente e a bateria bem
A : Amperímetro
carregada.
B : Bateria
G: Gerador Método de leitura da velocidade do alternador
L : Avisador luminoso Montar uma pastilha reflectora na poli do alternador.
K1 e K2: Interruptor Regular um estroboscópio para a frequência equivalente à velocidade de controlo
R : Carga eléctrica (ex : 2000 rpm = 2000/60 = 83 Hz)
S: Shunt 200mV/200A Regular o regime do motor para que a pastilha pareça fixa.
V: Voltímetro
1 : Alternador.

D1AP025C

OBSERVAÇÕES: CIRCUITO DE CARGA - ALTERNADOR COM REGULADOR MONO-FUNÇÃO


2003

442
CIRCUITO DE CARGA - ALTERNADOR COM REGULADOR MONO-FUNÇÃO
DÉBITOS MÍNIMOS (em A)
Velocidade Débito Classe
alternador mínimo 6 7 8 9 12 15 18
1800 rpm I1 27 39 46 61 73 89 108
2000 rpm I2 34 46 54 68 80 105 123
3000 rpm I3 47 60 68.5 84 100 139 164
4000 rpm I4 55 65 75 92 110 145 176
6000 rpm I5 61 69 78.5 96 120 151 183
8000 rpm I6 63 70 80 97 123 157 188
15000 rpm I7 64 73 82 97 124 157 188
RENDIMENTOS MÍNIMOS (em %)
Classe
Velocidade alternador
6 7 8 9 12 15 18
1800 rpm 49 50 52 57 58 60 61
2000 rpm 48 49 51 54 55 57 60
3000 rpm 45 46 48 51 52 54 56
4000 rpm 43 44 46 48 50 52 53
6000 rpm 39 40 42 43 48 50 50
8000 rpm 26 37 39 40 45 48 48
15000 rpm 24 25 27 29 34 38 38

OBSERVAÇÕES: CIRCUITO DE CARGA - ALTERNADOR COM REGULADOR MONO-FUNÇÃO


2003

443
CIRCUITOS DE PRÉ-AQUECIMENTO E ARRANQUE
Pré / Pós-aquecimento
Veículos - modelos Velas de pré-aquecimento Caixa de pré-aquecimento (tempo de pré-aquecimento a
20°C)
BERU 0 100 226 371 NAGARES 960411-P
SAXO 1.5D VJX 10s / 150s
CHAMPION CH 185 CARTIER 735068
8HW NGK YE04 NAGARES 960411-P
1.4 HDI 8HX CARTIER 735068 Comandado por calculador
C3
8HV NGK YE04 NAGARES 960411-P Injecção diesel
1.4 HDI 16v 8HY NAGARES 960411-P
BERU 0 100 226 371 CARTIER 735068
1.9D WJY 10s / 150s
CHAMPION CH 185 NAGARES 960411-P
NGK YE04 NAGARES 960411-P Comandado por calculador
1.4 HDI 8HZ
CARTIER 735068 Injecção diesel
XSARA
CHAMPION CH170 CARTIER 735068 Comandado por calculador
2.0 HDI RHY
NAGARES 960411-P Injecção diesel
CHAMPION CH 170 CARTIER 735068 Comandado por calculador
2.0 HDI RHZ
NAGARES 960411-P Injecção diesel
CHAMPION CH 170 CARTIER 735068 Comandado por calculador
PICASSO 2.0 HDI RHY
NAGARES 960411-P Injecção diesel

OBSERVAÇÕES: CIRCUITOS DE PRÉ-AQUECIMENTO E ARRANQUE TT 2003.

444
AR CONDICIONADO R 134 a (HFC)
Compressor
Carga Quantidade
Veículo Motorização Data Cilindrada Referência
frigorígena de
Variável Óleo
óleo cm ³
TU - TUD-TT AM 2000 ¼ 850 gr +0 - 50 gr
SAXO TU TT 825 gr ± 25 gr
AM 2001¼
TUD TT 795 gr ± 25 gr
SD 6 V 12
C3 Todos os tipos 11/2001 Ä 625 + 0 - 50 gr

135 SP 10
TU EW
590 gr +0 –50 gr
XSARA DW 09/2000 ¼
SD 7 V 16
XU10 725 gr +0 –50 gr
TU SD 6 V 12
XSARA 12/99 ¼ 675 gr ± 50 gr
EW7-DW10
PICASSO SD 7 V 16
BRASIL Todos os Tipos 03/2001 ¼ 775 gr ± 25 gr

OBSERVAÇÕES: AR CONDICIONADO R 134 a (HFC) 2003.

445
PONTOS ESPECÍFICOS: CIRCUITO DE REFRIGERAÇÃO (R 134.a)
Ferramentas para desmontagem e montagem de união encaixável
Veículos Circuito Ø Polegada Cor de casquilho Caixa 4164-T
SAXO
TT
XSARA 5/8 Preto 8005-T.A
BP
XSARA
PICASSO HP 3/8 Vermelho 8005-T.C

Binário de aperto(m.daN).

Fixações do compressor de ar condicionado. Ligações


Ø Tubo Aço / Aço Alumínio / Aço
IMPERATIVO: Proceder ao aperto da parte dianteira M 06 1,7 ± 3 1,3 ± 3
do compressor (lado da correia de distribuição), antes
M 08 3,8 ± 3 2±2
da parte traseira do compressor.
M 10 4±3 2,5 ± 3
NOTA: Apertar as uniões com o binário recomendado utilizando sempre que possível uma contra-chave.

NOTA: Para as operações de esvaziamento, secagem (Vazio), controlo e recarga de um circuito.


(Ver BRE 0 290 F)
ATENÇÃO: Para as quantidades de R 134.a (Ver tabela da página: 445 ).
C5HP073C

OBSERVAÇÕES: PONTOS ESPECÍFICOS: CIRCUITO DE REFRIGERAÇÃO (R 134.a) 2003.

446
PONTOS ESPECÍFICOS: CIRCUITO DE REFRIGERAÇÃO (R 134.a)
«EUROCLIM» Compressor (Junta MANULLI)

Ferramenta.

Ferramenta de montagem e desmontagem das juntas de


ar condicionado : K.1702

Junta MANULLI
C3 motorizações: Todos os tipos
XSARA PICASSO motorizações:
NFV : 10/12/2001 ¼
6FZ : 01/04/2002 ¼
RHY : 04/11/2002 ¼

Compressor de ar condicionado.

XSARA PICASSO motorizações: 6FZ e RHY


Supressão do compressor SD 6 V 12
Manutenção do disco de comando (1) no eixo do compressor de
Substituído pelo compressor SD 7 V 16 : 04/11/2002 ¼
refrigeração através de estrias.
Nova ligação (2).
Novas juntas de estanqueidade (3).MANULLI.
Etiqueta de identificação (4) do compressor de refrigeração.

C5HP18UD

OBSERVAÇÕES: PONTOS ESPECÍFICOS: CIRCUITO DE REFRIGERAÇÃO (R 134.a) C3 XSARA


PICASSO 2003.

447
PONTOS ESPECÍFICOS: CIRCUITO DE REFRIGERAÇÃO (R 134.a)
Condensador (Junta MANULLI) Juntas de estanqueidade (Junta MANULLI)

O condensador (5) está equipado com um cilindro (6) que integra a


Junta MANULLI calibrada (3)
função do depósito do fluido refrigerante e munido de um cartucho
Sentido de montagem da junta (3).
filtrante integrado neste.
Antes da montagem da junta, lubrificar abundantemente a junta com
A entrada (7) e a saída (8) do condensador (5) estão equipadas com
óleo de compressor de refrigeração (SP10).
novas juntas de estanqueidade (3).

C5HP18VD C5HP18XD

OBSERVAÇÕES: PONTOS ESPECÍFICOS: CIRCUITO DE REFRIGERAÇÃO (R 134.a) C3 XSARA


PICASSO 2003.

448
PONTOS ESPECÍFICOS: CIRCUITO DE REFRIGERAÇÃO (R 134.a)
Tabela recapitulativa da presença de um filtro de pólen
Veículo Equipamento N° OPR Presença do filtro Observações
SAXO NÃO
Todos os Tipos
C3 SIM
Sem refrigeração SIM (Behr) Excepto auto escola
XSARA
Refrigeração de base SIM (Maior)
XSARA PICASSO
Refrigeração regulada SIM (Valéo)
Sem refrigeração NÃO (Valéo)
BERLINGO
Refrigeração de base SIM (Valéo)

OBSERVAÇÕES: PONTOS ESPECÍFICOS: CIRCUITO DE REFRIGERAÇÃO (R 134.a) 2003.

449
PONTOS ESPECÍFICOS: CIRCUITO DE REFRIGERAÇÃO (R 134.a)
Filtro de pólen

Nota: O filtro de pólen está situado sob o capot do motor do lado direito.

Desmontar

Desmontar:

- Os três parafusos (1).


- O cárter plástico (2).

Rodar a borboleta (3).

Desmontar o filtro de pólen (4)

Montagem.

Proceder de modo inverso à desmontagem.

C4AP169C C4AP16AC C4AP16BC

OBSERVAÇÕES: PONTOS ESPECÍFICOS: CIRCUITO DE REFRIGERAÇÃO (R 134.A) C3.2003

450
PONTOS ESPECÍFICOS: CIRCUITO DE REFRIGERAÇÃO (R 134.a)
Substituição do cartucho filtrante e dessecante
Ferramentas.

[1] Estação de carga : (Consoante o equipamento da oficina)


[2] Ponteira TORX : TORX 70 FACOM.
[3] Extractor de inércia :1671 - T. Caixa 4114-T
[4] Ponta Ø 20 : 1671-T.D20.
[5] Kit de obturadores : (-).0188.T.
[6] Freios : FACOM.

Desmontagem.
Despressurizar o circuito de ar condicionado, ferramenta [1].
Desmontar a calandra.
Desmontar em «a» o pitão e a tampa em plástico.
Desencaixar o condensador em «b» e «c», utilizando uma chave de parafusos.
Inclinar o condensador para a frente.
Levantar e desencaixar o condensador.
Limpar a parte circundante do tampão (3).
Desmontar o tampão plástico (3), ferramenta [2].
Desmontar os freios (4) de segurança, ferramenta [6].
Posicionar a ferramenta [3] e [4] no orifício do cartucho (5).
Extrair o cartucho do depósito (6), ferramenta . [3] e [4]
Obstruir o depósito (6), ferramenta [5].

C4AP163C C4AP164C C4AP165C C4AP166C

OBSERVAÇÕES: PONTOS ESPECÍFICOS: CIRCUITO DE REFRIGERAÇÃO (R 134.A) C3.2003

451
PONTOS ESPECÍFICOS: CIRCUITO DE REFRIGERAÇÃO (R 134.a)
Substituição do cartucho filtrante e dessecante

Montagem.
Desembrulhar o novo cartucho.
Não sujar o cartucho, o filtro e as juntas.
Lubrificar ligeiramente as juntas (óleo do compressor).
Desmontar a ferramenta [5] do depósito (6).
Introduzir o cartucho novo (5) no depósito (6).
Montar os freios (4) de segurança, ferramenta [6].
Certificar-se de que os freios (4) ficam bem posicionados no seu local.

ATENÇÃO: Entre o momento em que desembrulha o cartucho (6) e a


montagem de mesmo não deixar que decorram mais de 5 minutos.

Montar:
- O tampão plástico (3), ferramenta [5]-Aperto 1,2 ± 0,1 m.daN.
- O condensador (fixar novamente empurrando em «b» e «c».
- A tampa plástica e os pitões em «a».
- A calandra (2).
-Os parafusos (1).
Proceder a:
- Uma recarga do circuito (ver operação correspondente).
- Uma verificação do correcto funcionamento do ar condicionado.
(Ver operação correspondente).

C4AP167C C4AP165C C4AP163C C4AP164C

OBSERVAÇÕES: PONTOS ESPECÍFICOS: CIRCUITO DE REFRIGERAÇÃO (R 134.A) C3.2003

452
PONTOS ESPECÍFICOS: CIRCUITO DE REFRIGERAÇÃO (R 134.a)
Evaporador com placa BEHR. Filtro de pólen

Desmontagem-Montagem.
Desmontar:
- A guarnição de acabamento inferior (1).
- A tampa (4).
- O filtro de pólen (3).
Refere-se aos veículos equipados com uma refrigeração sem regulação de
temperatura.
A montagem de um filtro de pólen novo requer as seguintes operações:
- Encaixar o filtro de pólen voltado para cima (conforme a seta «c» )
- Fazer deslizar o filtro de pólen para trás (conforme a seta «d» )
- Posicionar o índice (4) sobre a tampa, na parte da frente do filtro de pólen.
((4) Índice sobre a tampa).
C5HP062C C5HP07JC C5FP075D

OBSERVAÇÕES: PONTOS ESPECÍFICOS: CIRCUITO DE REFRIGERAÇÃO (R 134.a) XSARA 2003.

453
PONTOS ESPECÍFICOS: CIRCUITO DE REFRIGERAÇÃO (R 134.a)
Condensador com depósito integrado BEHR (16 Ti)
Motorização a gasolina
O condensador está equipado com um cilindro (1) que integra a função do
depósito do fluido e munido de um cartucho filtrante integrado neste.

NOTA: Quando o ciclo de ar condicionado estiver aberto mais de 5 mn, é


necessário substituir o conjunto cartucho filtrante / dessecante.
(Sem periodicidade prevista)

Motores Diesel Instruções de substituição do cartucho filtrante/dessecante.

-Antes de desapertar o tampão (TORX 70), é necessário despressurizar o


ciclo de frio.
-Desapertar o tampão e limpar as respectivas roscas.
-Extrair o cartucho filtrante/dessecante.
-Limpar a zona "macho" do depósito do condensador.
-Montar o novo cartucho filtrante/dessecante.
-Lubrificar com óleo de compressor as juntas tóricas do tampão.
(Juntas novas).
- Apertar o tampão, aperto 1,4 ± 0,2 m.daN.

C5HP07BC C5HP060C

OBSERVAÇÕES: PONTOS ESPECÍFICOS: CIRCUITO DE REFRIGERAÇÃO (R 134.a) XSARA 2003.

454
PONTOS ESPECÍFICOS: CIRCUITO DE REFRIGERAÇÃO (R 134.a)
Evaporador com placa BEHR. Filtro de pólen

Desmontar:
- Os três parafusos (1).
- A tampa (2).
- O filtro de pólen.

C5HP062C B1BP23ED

OBSERVAÇÕES: PONTOS ESPECÍFICOS: CIRCUITO DE REFRIGERAÇÃO (R 134.a) XSARA


PICASSO 2003.

455
PONTOS ESPECÍFICOS: CIRCUITO DE REFRIGERAÇÃO (R 134.a)
Condensador com depósito integrado BEHR (16 Ti)

O condensador está equipado com um cilindro (1) que integra a função


do depósito do fluido e munido de um cartucho filtrante integrado
neste.

NOTA: Quando o ciclo de ar condicionado estiver aberto mais de 5


mn, é necessário substituir o conjunto cartucho filtrante / dessecante.
(Sem periodicidade prevista)

Instruções de substituição do cartucho filtrante/dessecante.


-Antes de desapertar o tampão (TORX 70), é necessário despressurizar
o ciclo de frio.
-Desapertar o tampão e limpar as respectivas roscas.
-Extrair o cartucho filtrante/dessecante.
-Limpar a zona "macho" do depósito do condensador.
-Montar o novo cartucho filtrante/dessecante.
-Lubrificar com óleo de compressor as juntas tóricas do tampão.
(Juntas novas).
- Apertar o tampão, aperto 1,4 ± 0,2 m.daN.

C5HP07BC

OBSERVAÇÕES: PONTOS ESPECÍFICOS: CIRCUITO DE REFRIGERAÇÃO (R 134.a) XSARA


PICASSO 2003.

456
PONTOS ESPECÍFICOS: CIRCUITO DE REFRIGERAÇÃO (R 134.a)
Lubrificante para o compressor.
IMPERATIVO: O lubrificante dos compressores é extremamente higroscópico; utilizar doses NOVAS nas intervenções.
Controlo do nível do óleo do compressor.
Devem distinguir-se três casos:
- 1/ Intervenção no circuito sem ter existido fuga.
--2/ Fuga lenta.
-3/ Fuga rápida.

1/Intervenção sem ter existido fuga.


a) - Utilização de uma estação de esvaziamento de recuperação não equipada com um decantador de óleo.
-Esvaziar o circuito através da válvula de BAIXA PRESSÃO, o mais lentamente possível, para que o óleo não saia do circuito.
-O enchimento do circuito com fluido R 134.a é efectuado sem adição de óleo.
b) – Utilização de uma estação de esvaziamento de enchimento equipada com um decantador de óleo.
-Esvaziar o circuito de fluido R 134.a respeitando as instruções de utilização da estação.
-Medir a quantidade de óleo recuperada.
-Introduzir a mesma quantidade de óleo NOVO, ao encher o circuito com fluido R 134.a.
c) - Substituição de um compressor.
-Desmontar o compressor antigo, esvaziá-lo e medir a quantidade de óleo.
-Esvaziar o compressor novo (fornecido com o nível de óleo atestado), para deixar uma quantidade de óleo NOVO idêntica à contida no
compressor antigo.
-O enchimento do circuito com fluido R 134.a é efectuado sem adição de óleo.

OBSERVAÇÕES: PONTOS ESPECÍFICOS: CIRCUITO DE REFRIGERAÇÃO (R 134.a) 2003.

457
PONTOS ESPECÍFICOS: CIRCUITO DE REFRIGERAÇÃO (R 134.a)
Controlo do nível de óleo do compressor (Continuação).

2/ Fuga lenta.

- As fugas lentas não dão origem a perda de óleo, pelo que deverá ser adoptada a mesma estratégia que no caso das
intervenções sem ter existido fuga.

3/ Fuga rápida.

Este tipo de incidente origina uma perda de óleo, assim como a exposição do circuito ao ar.

Assim, é necessário:

- Substituir o desidratador.
- Evacuar a maior quantidade de óleo possível. (Durante a substituição do elemento em causa).

Antes ou durante o enchimento do circuito com fluido R 134.a, introduzir 80 cm³ de óleo NOVO no circuito.

OBSERVAÇÕES: PONTOS ESPECÍFICOS: CIRCUITO DE REFRIGERAÇÃO (R 134.a) 2003.

458
CIRCUITO DE REFRIGERAÇÃO R 134.a
Procedimentos do ensaio.
Condições interiores do veículo
Posição dos comandos de ar condicionado: Ligar a refrigeração e regular o regime do motor para 2500 rpm. Para
Frio máximo. uma temperatura ambiente de 40°C, o regime motor deverá ser levado
Potência máxima do pulsor. às 2000 rpm, a fim de evitar o corte do compressor ao atingir a soleira
Repartição do ar em «arejamento» com ventiladores abertos. de segurança da pressão.
Posicionar a borboleta de entrada de ar em ar exterior.
ATENÇÃO: Para as RFTA (1), desligar o conector do motor da Outras temperaturas/pressões nas tabelas das páginas 221 e 222.
entrada de ar certificando-se de que este está na posição ar exterior. Curva, página 226.
(1) RFTA = Refrigeração toda automática.
Após 3 minutos de funcionamento, verificar os 3 seguintes parâmetros:
Procedimento de ensaio. A temperatura do ar emitido à saída dos 2 ventiladores centrais.
Quando estiverem reunidas todas as condições, proceder pela ordem (Calcular a média).
seguinte: A alta pressão, por intermédio da união encaixável.
Medir a temperatura da oficina a cerca de um metro em frente à grelha (Entrada do expansor)
de entrada de ar do veículo. A baixa pressão, por intermédio da união encaixável.
Ligar o motor (sem a refrigeração, nem o pulsor), e aguardar o (Saída do expansor)
accionamento da primeira velocidade do GMV (caso a subida da NOTA: As pressões baixas e altas são pressões absolutas.
temperatura do motor seja difícil, é permitido aumentar o regime do Na altura da medição dos ares emitidos, evitar o contacto entre o
motor para as 2000 rpm). termopar e os ventiladores.
Uma vez bem quente o compartimento do motor, passar novamente o
motor para o ralenti e começar o ensaio. No final do ensaio aos veículos «RFTA», não esquecer de ligar
novamente o conector do motor da entrada de ar.

OBSERVAÇÕES: CIRCUITO DE REFRIGERAÇÃO R 134.a TT 2003

459
CONTROLO: EFICÁCIA DO CIRCUITO DE AR CONDICIONADO
CONTROLO DAS TEMPERATURAS (Continuação)

Veículo equipado com fluido R134.a (Compressor de cilindrada variável)


Temperatura exterior em °C 40 35 30 25 20 15
Veículo Motorização
SAXO T.T 17 ± 3 13 ± 3 11 ± 3 9±3 8±3

Temperatura em °C C3 Todos os tipos 18,5 ± 2 15 ± 2 12,5 ± 2 10 ± 2 8,5 ± 2 6,5 ± 2


nos ventiladores
centrais
TU 18 ± 2 17 ± 2 14,5 ± 2 11 ± 2 8,5 ± 2
8±2
XSARA EW 19 ± 2 18 ± 2 15 ± 2 12 ± 2 10 ± 2
DW 15 ± 2 15,5 ± 2 11 ± 2 9±2 7±2 5±2
XSARA
T.T 22 ± 3 16 ± 3 12,5 ± 3 10 ± 3 8±3 6,5 ± 3
PICASSO

OBSERVAÇÕES: CONTROLO: EFICÁCIA DE UM CIRCUITO DE AR CONDICIONADO 2003.

460
CONTROLO: EFICÁCIA DO CIRCUITO DE AR CONDICIONADO
CONTROLO DAS PRESSÕES
FERRAMENTAS -1 Estação de carga - A temperatura do ar emitido pelos ventiladores centrais
- 2 Termómetros. (Ver tabelas).
Consoante as condições prévias, equipamento do veículo e controlo - A Alta pressão.
(Ver quadro.) abaixo: A parte: - A Baixa pressão.
Após três minutos de funcionamento da refrigeração, verificar os Comparar os valores obtidos com a tabela abaixo ou
seguintes parâmetros: com as curvas.
Veículo equipado com fluido R134.a (Compressor de cilindrada variável)
Temperatura exterior em °C 40 35 30 25 20 15
Veículo Motores
Alta pressão (Bars) 20 ± 3 18 ± 3 16 ± 3 13 ± 3 11 ± 3 9±3
SAXO Todos os Tipos
Baixa pressão (Bars) 3 ± 0,3
Alta pressão (Bars) 14,5 ± 2 17,6 ± 2 20 ± 2 21,4 ± 2 23,6 ± 2 25,2 ± 2
C3 Todos os tipos
Baixa pressão (Bars) 2,4 ± 0,2 2,5 ± 0,2 2,8 ± 0,2 3 ± ,02 3,5 ± ,02
Alta pressão (Bars) 23 ± 2 22,5 ± 2 20 ± 2 17 ± 2 15,5 ± 2 14,5 ± 2
TU
Baixa pressão (Bars) 3,8 ± 0,2 3,6 ± 0,2 3,5 ± 0,2 3,1 ± 0,2 3 ± 0,2 2,9 ± 0,2
Alta pressão (Bars) 24,5 ± 2 21,5 ± 2 18,5 ± 2 17 ± 2 15,5 ± 2
XSARA EW
Baixa pressão (Bars) 4± 0,2 3,8 ± 0,2 3,5 ± 0,2 3,2 ± 0,2 3 ± 0,2
Alta pressão (Bars) 21,5 ± 2 22,5 ± 2 20 ± 2 18 ± 2 16,5 ± 2 15,6 ± 2
DW
Baixa pressão (Bars) 3,2 ± 0,2 3,3 ± 0,2 3 ± 0,2 2,8 ± 0,2 2,6 ± 0,2
Alta pressão (Bars) TU 25,5 ± 3 20,5 ± 3 18 ± 3 20 ± 3 13,5 ± 3 11 ± 3
Baixa pressão (Bars) XSARA EW 4 ± 0,3 3,5 ± 0,3 3 ± 0,3
Alta pressão (Bars) PICASSO 25 ± 3 22,5 ± 3 20 ± 3 17 ± 3 15 ± 3
DW
Baixa pressão (Bars) 4 ± 0,3 3,5 ± 0,3 3 ± 0,3

OBSERVAÇÕES: CONTROLO: EFICÁCIA DE UM CIRCUITO DE AR CONDICIONADO 2003.

461
CIRCUITO DE REFRIGERAÇÃO R 134.a
União encaixável.

Binários de aperto (m.daN).


(1) Válvula de alta pressão
(2) Válvula de baixa pressão
(3) União encaixável
(4) Pressostato (1 Junta Ø 10,82)
(5) Desidratador (2 Juntas Ø 7,65)
(6) Expansor aperto 0,43 m.daN ± 0,1
(1 Junta Ø 7,65-1Junta Ø 16,5)
(7) Compressor fixação brida 3 ± 0,8 m.daN (2 Juntas Ø 20)
(8) (Junta tórica Ø 7,65)

C5HP15AP C5HP12EC

OBSERVAÇÕES: CIRCUITO DE REFRIGERAÇÃO R 134.a SAXO TT.2003.

462
CIRCUITO DE REFRIGERAÇÃO R 134.a
Controlos: Circuito do ar condicionado

Legenda.

T=Escala de Temperatura.(C°) e de Alta


pressão (Bars).
P=Escala de Baixa Pressão (Bars).
Te = Escala da Temperatura Exterior (C° ).
HP = Pressão na saída do compressor (Bars).
Ta =Temperatura do ar emitido na saída dos
ventiladores centrais (C°).
BP = Pressão à entrada do compressor (Bars).

C5HP067D

OBSERVAÇÕES: CIRCUITO DE REFRIGERAÇÃO R 134.a SAXO TT.2003.

463
CIRCUITO DE REFRIGERAÇÃO R 134.a

(1) Válvula de baixa pressão.

(2) Válvula de alta pressão

(3) Filtro.

(4) Pressostato

Binário de aperto m.daN

(a) : 0,6.
(b) : 0,6.
(c) : 0,6.
(d) : 0,6.
(e) : 0,6.
(f) : 0,6.

C5HP17SP

OBSERVAÇÕES: CIRCUITO DE REFRIGERAÇÃO R.134 a C3 2003

464
.CIRCUITO DE REFRIGERAÇÃO R 134.a
Controlos: Circuito do ar condicionado

Legenda.

T/P = Escala de: Temperatura.(C° ), média nos


ventiladores e de alta pressão (Bars).

P = Escala de baixa pressão (Bars).

Te = Escala da temperatura exterior (C° ).

HP = Pressão na saída do compressor (Bars).

BP = Pressão à entrada do compressor (Bars).

TA = Temperatura média do ar emitido à


saída dos ventiladores centrais.

C5HP18GD

OBSERVAÇÕES: CIRCUITO DE REFRIGERAÇÃO R.134 A C3 2003

465
CIRCUITO DE REFRIGERAÇÃO R 134.a
Plano de montagem do circuito de ar condicionado.

Duas soluções:

1/ Solução «MANULLI», com compressor «NÃO EUROCLIM» (Juntas tóricas)

2/ Solução «EATON», com compressor «EUROCLIM» (Juntas quadrilobadas).

(1) - Válvula de alta pressão


(2) - Válvula de baixa pressão
(3) - Pressostato
(4) - Desidratador

Binários de aperto m.daN.

(a) 0,8
(b) 4 ± 0,4
(c) 0,8

A Direcção à direita.

C5HP16RP

OBSERVAÇÕES: CIRCUITO DE REFRIGERAÇÃO R 134.a XSARA KFW-NFU TU TT 2003.

466
CIRCUITO DE REFRIGERAÇÃO R 134.a
Plano de montagem do circuito de ar condicionado.

Solução:

1/ Solução «EATON», com capacidade tampão e compressor «EUROCLIM»


(Juntas quadrilobadas).

(1) - Válvula de alta pressão


(2) - Válvula de baixa pressão
(3) - Capacidade tampão

Binários de aperto m.daN.

(a) 0,8
(b) 4 ± 0,4
(c) 0,8

A Direcção à direita.

C5HP17WP

OBSERVAÇÕES: CIRCUITO DE REFRIGERAÇÃO R 134.a EW7-EW10 TT 2003.

467
CIRCUITO DE REFRIGERAÇÃO R 134.a
Plano de montagem do circuito de ar condicionado.

Duas soluções:

1/ Solução «MANULLI», com compressor «NÃO EUROCLIM» (Juntas tóricas)

2/ Solução «EATON», com compressor «EUROCLIM» (Juntas quadrilobadas).

(1) - Válvula de alta pressão.


(2) - Válvula de baixa pressão
(3) - Pressostato
(4) - Desidratador

Binários de aperto m.daN.

(a) 0,8
(b) 4 ± 0,4
(c) 0,8

A Direcção à direita.

C5HP16SP

OBSERVAÇÕES: CIRCUITO DE REFRIGERAÇÃO R 134.a EW7 EW10 TT 2003.

468
CIRCUITO DE REFRIGERAÇÃO R 134.a
Plano de montagem do circuito de ar condicionado.

Duas soluções:

1/ Solução «MANULLI», com compressor «NÃO EUROCLIM» (Juntas tóricas)

2/ Solução «EATON», com compressor «EUROCLIM» (Juntas quadrilobadas).

(1) - Válvula de alta pressão


(2) - Válvula de baixa pressão
(3) - Pressostato
(4) - Desidratador

Binários de aperto m.daN.

(a) 0,8
(b) 4 ± 0,4
(c) 0,8

A Direcção à direita.

C5HP16VP

OBSERVAÇÕES: CIRCUITO DE REFRIGERAÇÃO R 134.a XU10 J4RS 2003.

469
CIRCUITO DE REFRIGERAÇÃO R 134.a
Plano de montagem do circuito de ar condicionado.

Três soluções:

1/ Solução «MANULLI», com compressor «NÃO EUROCLIM» (Juntas tóricas)

2/ Solução «EATON», com capacidade e compressor «EUROCLIM» (Juntas quadrilobadas).

3/ Solução «EATON», com capacidade e compressor «NÃO EUROCLIM» (Juntas


quadrilobadas).

(1) - Válvula de alta pressão


(2) - Válvula de baixa pressão
(3) - Capacidade tampão

Binários de aperto m.daN.

(a) 0,8
(b) 4 ± 0,4
(c) 0,8

A Direcção à direita.
C5HP17XP

OBSERVAÇÕES: CIRCUITO DE REFRIGERAÇÃO R 134.a DW8-DW10TD TT 2003.

470
CIRCUITO DE REFRIGERAÇÃO R 134.a
Plano de montagem do circuito de ar condicionado.

Duas soluções:

1/ Solução «MANULLI», com compressor «NÃO EUROCLIM» (Juntas tóricas)

2/ Solução «EATON», com compressor «EUROCLIM» (Juntas quadrilobadas).

(1) - Válvula de alta pressão


(2) - Válvula de baixa pressão
(3) - Pressostato
(4) - Desidratador

Binários de aperto m.daN.

(a) 0,8
(b) 4 ± 0,4
(c) 0,8

A Direcção à direita.

C5HP16TP

OBSERVAÇÕES: CIRCUITO DE REFRIGERAÇÃO R 134.a DW8-DW10TD TT 2003.

471
CIRCUITO DE REFRIGERAÇÃO R 134.a
Plano de montagem do circuito de ar condicionado.

Três soluções:

1/ Solução «MANULLI», com compressor «NÃO EUROCLIM» (Juntas tóricas)

2/ Solução «EATON», com capacidade e compressor «EUROCLIM» (Juntas quadrilobadas).

3/ Solução «EATON», com capacidade e compressor «NÃO EUROCLIM» (Juntas


quadrilobadas).

(1) - Válvula de alta pressão


(2) - Válvula de baixa pressão
(3) - Capacidade tampão

Binários de aperto m.daN.

(a) 0,8
(b) 4 ± 0,4
(c) 0,8

A Direcção à direita.
C5HP17YP

OBSERVAÇÕES: CIRCUITO DE REFRIGERAÇÃO R 134.a DW10ATED 2003.

472
CIRCUITO DE REFRIGERAÇÃO R 134.a
Plano de montagem do circuito de ar condicionado.

Duas soluções:

1/ Solução «MANULLI», com compressor «NÃO EUROCLIM» (Juntas tóricas)

2/ Solução «EATON», com compressor «EUROCLIM» (Juntas quadrilobadas).

(1) - Válvula de alta pressão


(2) - Válvula de baixa pressão
(3) - Pressostato
(4) - Desidratador

Binários de aperto m.daN.

(a) 0,8
(b) 4 ± 0,4
(c) 0,8

A Direcção à direita.

C5HP16UP

OBSERVAÇÕES: CIRCUITO DE REFRIGERAÇÃO R 134.a DW10ATED 2003

473
CIRCUITO DE REFRIGERAÇÃO R 134A

(1) Válvula de Alta pressão.


(2) Válvula de Baixa pressão
(3) União encaixável Alta pressão (ferramenta 8005-T.C).
(4) União encaixável Baixa pressão (ferramenta 8005-T.A).
(5) Pressostato. 1,8 ± 0,6 m.daN
(6) Tampão cartucho filtrante / dessecante.

Binários de aperto m.daN.

-a 0,8.± 0,1
-b 0,5.± 0,1
-c 1,4 ± 0,2.
-d 2,5 ± 0,25.

C5HP13PP

OBSERVAÇÕES: CIRCUITO DE REFRIGERAÇÃO R 134.a TU XSARA PICASSO 2003.

474
CIRCUITO DE REFRIGERAÇÃO R 134.a

(1) Válvula de Alta pressão.


(2) Válvula de Baixa pressão
(3) União encaixável Alta pressão (ferramenta 8005-T.C).
(4) União encaixável Baixa pressão (ferramenta 8005-T.A).
(5) Pressostato. 1,8 ± 0,6 m.daN
(6) Tampão cartucho filtrante / dessecante.

Binários de aperto m.daN.

-a 0,8.± 0,1
-b 0,5.± 0,1
-c 1,4 ± 0,2.
Fixação brida compressor HP BP 2,5 ± 0,25.

C5HP13QP

OBSERVAÇÕES: CIRCUITO DE REFRIGERAÇÃO R 134.a EW7 XSARA PICASSO 2003.

475
CIRCUITO DE REFRIGERAÇÃO R 134.a
Controlos: Circuito do ar condicionado

Legenda.

T/P = Escala de:


- Temperatura.(C° ) média nos ventiladores
- Alta pressão (Bars).
- Baixa pressão (Bars).

Te = Escala da temperatura exterior (C° ).

HP = Pressão na saída do compressor (Bars).

BP = Pressão à entrada do compressor (Bars).

TA = Temperatura média do ar emitido à


saída dos ventiladores centrais.

C5HP150D

OBSERVAÇÕES: CIRCUITO DE REFRIGERAÇÃO R 134.a TU EW7 XSARA PICASSO 2003.

476
CIRCUITO DE REFRIGERAÇÃO R 134.a

(1) Válvula de Alta pressão.


(2) Válvula de Baixa pressão
(3) União encaixável Alta pressão (ferramenta 8005-T.C).
(4) União encaixável Baixa pressão (ferramenta 8005-T.A).
(5) Pressostato. 1,8 ± 0,6 m.daN
(6) Tampão cartucho filtrante / dessecante.

Binários de aperto m.daN.

-a 0,8.± 0,1
-b 0,5.± 0,1
-c 1,4 ± 0,2.
Fixação brida compressor HP BP 4,2 ± 0,15.

C5HP13RP

OBSERVAÇÕES: CIRCUITO DE REFRIGERAÇÃO R 134.a DW10 XSARA PICASSO 2003.

477
CIRCUITO DE REFRIGERAÇÃO R 134.a
Controlos: Circuito do ar condicionado

Legenda.

T/P = Escala de:


- Temperatura.(C° ) média nos ventiladores
- Alta pressão (Bars).
- Baixa pressão (Bars).

Te = Escala da temperatura exterior (C° ).

HP = Pressão na saída do compressor (Bars).

BP = Pressão à entrada do compressor (Bars).

TA = Temperatura média do ar emitido à


saída dos ventiladores centrais.

C5HP14ZD

OBSERVAÇÕES: CIRCUITO DE REFRIGERAÇÃO R 134.A DW10 XSARA PICASSO 2003

478