Relatório de Auditoria Contábil

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Relatório de Auditoria Contábil

WF Comercial Ltda

Curitiba - PR

RELATÓRIO DE AUDITORIA Nº 06/2006

(Exame das Demonstrações Contábeis de 31/dez/2005)

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Este relatório refere-se ao exame das demonstrações contábeis dessa companhia, relativas ao exercício findo em 31 de dezembro de 2005, em cumprimento ao nosso contrato de auditoria independente, cujas visitas foram realizadas no mês de abril e maio de 2006. O trabalho foi realizado segundo padrões usuais de auditoria, incluindo a aplicação de testes e exames sobre operações, livros, registros, documentos, posições contábeis e controles subsidiários, na extensão e profundidade julgadas necessárias. Relacionamos, a seguir, os pontos julgados necessários nas circunstâncias. O presente relatório se divide em duas partes, a saber: III RESUMO DOS PONTOS DESTACADOS COMENTÁRIOS SOBRE AS SITUAÇÕES VERIFICADAS

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br 3 .com.portaldeauditoria.Relatório de Auditoria Contábil I- RESUMO DOS PONTOS DESTACADOS www.

4 10 ____/___/___ 1.3 10 ___/___/____ 1. PROVISÃO PARA DEVEDORES DUVIDOSOS: Não foi calculada e contabilizada a provisão referente ao ano 2. APLICAÇÕES FINANCEIRAS – IRRF NÃO CONTABILIZADO: Durante o exercício de 2005. sobre aplicações financeiras.br 4 . não contabilizadas.2 09 ___/___/____ 1. 1.1 REVISÃO CONTÁBIL AJUSTES E RECLASSIFICAÇÕES ACOLHIDOS: Ajustes e reclassificações acolhidos no balancete de 31/dez.portaldeauditoria. como forma de adequar as demonstrações contábeis.Relatório de Auditoria Contábil Pág. após terem sidos discutidos com a contadora da empresa. constatamos retenções de imposto de renda na fonte.7 11 ___/___/____ www. CONTAS A RECEBER NÃO CONCILIADAS: Não nos apresentaram conciliação e composição de saldos das "Faturas a Receber"./2005. 1. 08 ___/___/____ BOLETINS DE CAIXA: O relatório de caixa existente apresentou divergência com o saldo contábil.005. contabilmente. FATURAS A RECEBER: Não nos apresentaram relatório do departamento financeiro analítico por título e cliente.6 11 ___/___/____ 1. APLICAÇÕES FINANCEIRAS – APROPRIAÇÃO DOS RENDIMENTOS: As aplicações financeiras referente ao Paraná Banco S/A não se encontravam atualizadas.5 11 ____/___/___ 1. Data da Regularização 1.com.

ATIVO PERMANENTE – IMOBILIZADO OBRAS: Não nos informaram motivo de lançamento mensal. Do ponto de vista fiscal. FORNECEDORES – AUSÊNCIA DE POSIÇÃO FINANCEIRA: Não nos apresentaram posição financeira analítica por fornecedor e título.13 1.12 1.8 1.com.11 1.14 ADIANTAMENTO A FORNECEDORES: Não nos apresentaram composição do saldo da conta e não nos informaram motivo da existência de adiantamentos pendentes de longa data. ATIVO PERMANENTE – IMOBILIZAÇÃO DE DESPESAS OPERACIONAIS: Constatamos valores que caracterizam-se mais como despesa operacional do que custo de aquisição ou desenvolvimento de bens permanentes.15 1. em função das taxas de depreciação em uso. IOF S/ EMPRÉSTIMOS A FUNCIONÁRIOS: Sobre os empréstimos a funcionários há a incidência de IOF. há a possibilidade de eventuais questionamentos. bem como não são feitos contratos dos empréstimos a funcionários.9 1. 12 ___/___/____ 12 ___/___/____ 13 ___/___/____ 13 ___/___/____ 14 ___/___/____ 15 ___/___/____ 16 1. à alíquota de 0. existência de divergência entre saldo contábil e saldo da planilha de conciliação.10 1. ATIVO PERMANENTE – CONSIDERAÇÕES SOBRE CÁLCULO DAS DEPRECIAÇÕES: A depreciação não vem sendo calculada individualmente. ADIANTAMENTO SALARIAL: A conta de Adiantamentos de Salário apresentou pendências de longa data. CRÉDITOS TRIBUTÁRIOS CONTABILIZADOS A MAIOR: Os créditos tributários sobre os prejuízos fiscais foram contabilizados a maior.br 5 .0041% ao dia.16 17 ___/___/____ ___/___/____ 17 ___/___/____ www.Relatório de Auditoria Contábil 1.portaldeauditoria. por item patrimonial. ATIVO PERMANENTE – NECESSIDADE DE REGISTROS INDIVIDUAIS: Inexistência de controle patrimonial analítico sobre os bens patrimoniais e projetos técnicos.

17 ___/___/____ FGTS A RECOLHER: Existência de divergência entre valor devido e valor pago.24 ___/___/____ 20 ___/___/____ 1.005.27 22 ___/___/____ www.ISS SOBRE RECIBO DE PAGTO A AUTÔNOMOS: Não nos apresentaram recolhimento referente ao ISS retido sobre os Recibos de Pagamentos a Autônomos. SERVIÇOS PRESTADOS POR PESSOA FÍSICA – FOLHA DE PAGAMENTO DE AUTÔNOMOS: Não nos apresentaram folha de pagamento de autônomos.19 1. 18 ___/___/____ INSS A RECOLHER: Observamos divergências em dez./2005.26 ___/___/____ 21 ___/___/____ 1. PIS/COFINS ./2006. RETENÇÕES JUDICIAIS – COPEL: A empresa está inadimplente desde junho de 2. RETENÇÃO INSS CESSÃO MÃO-DE-OBRA Em alguns casos. SERVIÇOS PRESTADOS POR PESSOA FÍSICA . 18 ___/___/____ PROVISÃO DE FÉRIAS: Não nos apresentaram relatório de provisão de férias. OBSERVAÇÕES QUANTO A DOCUMENTOS CONTÁBEIS: Ao efetuarmos análise em alguns documentos observamos algumas imperfeições.22 1. folha de pagamento e recolhimento em jan. e segundo informações não é procedimento da empresa a contabilização mensal da provisão para férias.com.25 21 1.br 6 .23 20 1.18 1.PARCELAMENTO: Não atualizados os parcelamentos do PIS e da Cofins. não retido o INSS s/ prestação de serviços. 1. conforme OS nº 209/99 do INSS. entre saldo contábil.portaldeauditoria. SERVIÇOS PRESTADOS POR PESSOA FÍSICA – RECOLHIMENTO DE INSS: Não nos apresentaram recolhimento referente ao INSS sobre serviços prestados por pessoa física em julho de 2.17 FORNECEDORES – PROVISÃO FORA DO PERÍODO DE COMPETÊNCIA: Contabilização de notas fiscais fora do período de competência.005.21 19 19 ___/___/____ ___/___/____ 1.20 18 ___/___/____ 1. conforme extrato da Receita Federal.Relatório de Auditoria Contábil 1.

LALUR – NECESSIDADE DE ESCRITURAÇÃO: A escrituração do Livro de Apuração do Lucro Real não se encontrava escriturado DEMONSTRAÇÃO DO RESULTADO – ESTRUTURA DE APRESENTAÇÃO: Os sistemas de informações contábeis da companhia não proporcionam uma adequada distinção entre custos. 23 ___/___/____ 23 ___/___/____ 24 ___/___/____ www.br 7 . despesas comerciais e despesas administrativas.com.28 1.30 PIS/COFINS A RECOLHER: Existência de divergência entre valores devidos e valores pagos.Relatório de Auditoria Contábil 1.portaldeauditoria.29 1.

portaldeauditoria.com.br 8 .Relatório de Auditoria Contábil II - COMENTÁRIOS SOBRE AS SITUAÇÕES VERIFICADAS www.

11 216.93 228.91 212.87 199.13 C R$ 195. a seguir.55 198.741.73 C 145.69 211.428.13 C C C C C C C C C C C D www.1 AJUSTES E RECLASSIFICAÇÕES ACOLHIDOS Destacamos.91 212.11 216.18 251.15 210. relativas ao exercício findo em 31 de dezembro de 2005.portaldeauditoria.18 251. os ajustes sugeridos para a adequação das demonstrações contábeis.69 211. Ref.56 224.25 D R$ 198.87 199. Valor R$ 29/02/05 31/03/05 30/04/05 31/05/05 30/06/05 31/07/05 31/08/05 30/09/05 31/10/05 30/11/05 31/12/05 (1) (1) (1) (1) (1) (1) (1) (1) (1) (1) (1) 265.08 283. Especificação das Contas Ativo 112050002 – IRRF s/Aplicações Financeiras 112050002 – IRRF s/Aplicações Financeiras 112050002 – IRRF s/Aplicações Financeiras 112050002 – IRRF s/Aplicações Financeiras 112050002 – IRRF s/Aplicações Financeiras 112050002 – IRRF s/Aplicações Financeiras 112050002 – IRRF s/Aplicações Financeiras 112050002 – IRRF s/Aplicações Financeiras 112050002 – IRRF s/Aplicações Financeiras 112050002 – IRRF s/Aplicações Financeiras 112050002 – IRRF s/Aplicações Financeiras Passivo 212030005 – Pis 212030001 – Cofins Resultado 321040001 – Receitas Financeiras 321040001 – Receitas Financeiras 321040001 – Receitas Financeiras 321040001 – Receitas Financeiras 321040001 – Receitas Financeiras 321040001 – Receitas Financeiras 321040001 – Receitas Financeiras 321040001 – Receitas Financeiras 321040001 – Receitas Financeiras 321040001 – Receitas Financeiras 321040001 – Receitas Financeiras 41108 – Despesas Financeiras D = Débito C = Crédito Ativo: Passivo: Resultado: Resumo dos Lançamentos: R$ 2.br 9 .93 228.170.15 210.170.88 D Data de Ref.22 241.22 241.624.545.40 C 29/02/05 31/03/05 30/04/05 31/05/05 30/06/05 31/07/05 31/08/05 30/09/05 31/10/05 30/11/05 31/12/05 31/12/05 (1) (1) (1) (1) (1) (1) (1) (1) (1) (1) (1) (2) 265.Relatório de Auditoria Contábil 1.com.55 D D D D D D D D D D D 31/12/05 31/12/05 (2) (2) 52.08 283.56 224.

portaldeauditoria. Alertamos para o fato de que esta situação já havia sido comentada em nosso relatório anterior. Este lançamento não foi acatado pela contabilidade. de forma a identificar e analisar as divergências existentes. melhorando. assim. referem-se a: (1) (2) lançamentos das retenções de IRRF sobre aplicações financeiras. as devidas correções. em 31/dez. financeira e econômica.br 10 . www./2005. em relação à posição do sistema financeiro “Máximo”. Durante nossos trabalhos foram efetuados outros ajustes e reclassificações. o qual comentamos com detalhes no item 1.39 14. lançamento referente ajuste de juros sobre parcelamento de débitos com a Receita Federal. para tanto.00. com vistas a proporcionar exatidão aos saldos contábeis e financeiros.com. pois surgiram em decorrência de diversas conciliações solicitadas ao departamento contábil. sua apresentação patrimonial. desta forma. pois.145.Relatório de Auditoria Contábil As referências numéricas.034. Outrossim. é necessário conciliar as posições contábil e financeira.00 A diferença acima não foi corrigida para o encerramento do balanço. Os ajustes e reclassificações sugeridos tiveram por fim adequar os saldos contábeis da empresa aos princípios fundamentais de contabilidade. deste relatório. com uma diferença de R$ 2. 1. recomendamos a conciliação da conta.22.1 BOLETINS DE CAIXA O saldo contábil da conta caixa encerrou.179.39 2. entre parênteses.145. conforme demonstramos: Posição Contábil Financeira Diferença constatada R$ 16. todavia não foi praticável quantificá-los. promovendo.

à conciliação da conta acima citada. Indagamos ao setor contábil sobre os referidos valores.512. a falta de controles internos e da conciliação contábil da conta podem propiciar fraudes e desvios de valores. www. visando identificar os respectivos saldos. estes. A crédito desta conta vem sendo contabilizada mensalmente a importância de R$ 10. relatório com a composição de saldo das contas a receber. data de vencimento e título. não nos foi fornecida nenhuma explicação. naquela data. Com isso. a data do vencimento e o valor e número do título em aberto. composição contábil dos saldos e incertezas dos valores consignados.756.Relatório de Auditoria Contábil 1.portaldeauditoria. pois funcionários que têm conhecimento do fato podem utilizá-lo para fins de desfalques.26.512. sendo que não foi possível auditá-la. mensalmente.3 CONTAS A RECEBER NÃO CONCILIADAS Até a data do término do nosso trabalho. o saldo contábil registrado na conta de duplicatas a receber em 31/dez. ao final de cada mês.26. promovendo o confronto de saldos com os relatórios do sistema financeiro. manter a composição de saldo dos valores consignados na contabilidade. de suporte e consistência aos lançamentos contábeis. Alertamos que. constando analiticamente o nome do cliente. no sistema de processamento de dados. com saldo em 31/dez. identificando os respectivos créditos por cliente. conseqüentemente não foi apresentada a composição do saldo da conta. Devido à relevância dos saldos e à importância de manter o controle sobre as duplicatas a receber./2005 no valor de R$ 2. 1.4 RELATÓRIOS DAS CONTAS A RECEBER O setor de Contas a Receber não emite. devido à inexistência de relatórios auxiliares do setor financeiro.75. Assim.756. recomendamos emitir. que ao longo do ano soma-se mais de cem mil reais. Recomendamos proceder.628.br 11 . não havia evidência de que a empresa efetuou a conciliação contábil da conta "Faturas a Receber".com. e nos casos em que a empresa não possua os relatórios auxiliares. relatório com a posição analítica das duplicatas a receber./2005. servindo. a contabilidade poderá conciliar o saldo contábil com os saldos dos relatórios auxiliares. era de R$ 2. ao final de cada mês. No entanto.

em renda fixa. www. determina que as receitas e os rendimentos devem ser computados no resultado do período a que se referirem.000. no Banco Itaú S/A.5 PROVISÃO PARA DEVEDORES DUVIDOSOS Não foi calculada e contabilizada a provisão referente ao ano 2005. sobre o assunto temos a comentar: a) R$ A Legislação Societária.6 APLICAÇÕES FINANCEIRAS . Salientamos que a utilização de critérios contábeis distintos em exercícios financeiros afetam a comparabilidade das Demonstrações Contábeis.APROPRIAÇÃO DOS RENDIMENTOS Não foi atualizada a aplicação financeira efetuada em 22/nov. que é de 20% sobre o rendimento da aplicação.com.IRRF NÃO CONTABILIZADO Durante o exercício de 2005. dada a ausência do crédito tributário a compensar. a determinação do Pis. Lei 6404/76 . constatamos que a empresa efetuou vários resgates das aplicações existentes no Banco Itaú S/A e no Unibanco S/A. o imposto de renda retido na fonte sobre os rendimentos de aplicações financeiras será considerado como antecipação do imposto devido na declaração de ajuste anual. De acordo com o artigo 773 do Decreto 3000. da Cofins. 1.artigo 187.7 APLICAÇÕES FINANCEIRAS . independente de sua realização em moeda. no valor de 220.00./2005.portaldeauditoria.br 12 . no entanto para várias datas relativas aos resgates não havia o registro contábil da retenção do Imposto de Renda. Sugerimos a adoção de planilhas auxiliares para o acompanhamento das aplicações financeiras. de 26/mar/2000. do Imposto de Renda e da Contribuição Social.Relatório de Auditoria Contábil 1. e b) Do ponto de vista tributário. assim. sendo que no ano de 2004 a referida provisão foi contabilizada. a contabilização inadequada dessas retenções tende a gerar ônus tributários desnecessários à companhia. visando propiciar meios para a contabilização tempestiva dos rendimentos auferidos. depende da correta apropriação das receitas da companhia. 1.

000.8 ADIANTAMENTO A FORNECEDORES Não nos apresentaram a composição do saldo da conta. 1.000./2005 20/jun. apresentava algumas pendências./2005 26/Out. em conformidade com os respectivos extratos. com o intuito de verificar se toda a retenção do imposto de renda está contabilizada.19 www.Relatório de Auditoria Contábil Recomendamos solicitar os extratos das aplicações financeiras e confrontá-los com a contabilidade.00 1. a qual apresentava em 31/dez/2005 o saldo de R$ 85./2005 27/mar.00 1.000./2005 15/ago. cujo saldo em 31/dez.500.portaldeauditoria.00 1.00 3.00 600.00 300./2005 02/out. 1.797.500.500.00 1./2005 10/nov./2005 01/set.00 6. evidenciando a existência de adiantamentos pendentes de longa data.00 143.40 200. as quais elencamos abaixo: Data 05/jul.200./2005 15/mai/2005 15/mai.200.00 3.12./2005 Beneficiário João César dos Santos João César dos Santos João César dos Santos João César dos Santos João César dos Santos João César dos Santos João César dos Santos Felipe Oliveira Felipe Oliveira Fernando Alonso Fernando Alonso Mário Alfredo Paulo Tiago Maurício Tânia Carlos Valor R$ 1./2005 20/jun./2005 10/jul./2005 14/nov./2005 24/out./2005 21/set. R$ Recomendamos efetuar levantamento dos motivos pelos quais os adiantamentos ainda estão pendentes.12.56 211./2005 07/nov.000.500.9 ADIANTAMENTO SALARIAL A conta de Adiantamentos de Salário.331.00 2./2005 09/out.68 164.br 13 ./2005 era R$ 30.00 500. Alertamos para o fato de que em 31/dez/04 a conta já apresentava saldo de 82. no intuito de regularizar a situação.16.886.00 2.com.

0041% ao dia sobre empréstimos para pessoas físicas. os valores acima citados emprestados não estão suportados através de contratos e nem há a cobrança de encargos financeiros sobre os mesmos.32.80 9% 70. 1.554. sendo necessária a elaboração de contratos com previsão de cobrança de encargos financeiros. o montante de R$ 122.933. poderão ser considerados pelo fisco como adiantamentos salariais e tributados na fonte.br 14 . Apesar dos valores serem pequenos. será aplicada a alíquota de 0.80 25% 195. haja vista.933.10 INCIDÊNCIA DE IOF SOBRE EMPRÉSTIMOS A FUNCIONÁRIOS Alertamos. portanto.508. a partir de 18/out. que. conforme determina a Lei 9.55 1./99. para fins de recolhimento do IOF.04 146.990.990.Relatório de Auditoria Contábil Também.481.062. e sem cláusula de cobrança de encargos financeiros.00 47. Alertamos que empréstimos feitos a funcionários não firmados mediante contrato. no ativo circulante. conforme Instrução Normativa nº 49. que vem sendo efetuado com base nos saldos contábeis. A Portaria 385/99 do Ministério da Fazenda. que sobre os valores emprestados aos funcionários como acima citado há a incidência de IOF. os quais são demonstrados de forma sintética. não havendo. tendo como reflexo efeito positivo no patrimônio líquido.983.81 Total ATIVO PERMANENTE – NECESSIDADE DE REGISTROS INDIVIDUAIS 75. estipulou que. também. eles se caracterizam como empréstimo.45 243. recomendamos observar a legislação acima citada.12 CSSL Prejuízo Fiscal 783. Recomendamos ampliar as atenções sobre os adiantamentos pendentes de longa data. como demonstramos: Descrição IRPJ Prejuízo Fiscal Valor R$ Percentual Valor do Crédito Tributário Contabilidade Diferença 783. referente créditos tributários constituídos sobre prejuízos fiscais e bases negativas de contribuição social.32 Persiste a situação já comentada em nosso relatório anterior quanto ao controle das inversões fixas em bens patrimoniais e projetos técnicos.com.465. de 10/mai. www. 1. um controle analítico sobre os bens do ativo imobilizado./89.11 CRÉDITOS TRIBUTÁRIOS CONTABILIZADOS A MAIOR Foi registrado a maior. na ocasião da liberação dos recursos.77 122.portaldeauditoria. desta forma.779/99.

O controle analítico dos itens imobilizados. no quadro a seguir: www. e  centralizar os gastos pertinentes a cada obra.  proporcionar uma melhor visualização das inversões patrimoniais procedidas . por centro de custo.  prover as bases de cálculo e apropriação de despesas de depreciação e amortização. persiste situação comentada em nosso relatório anterior onde constatamos valores que se caracterizam como despesa operacional ao invés de custo de aquisição ou desenvolvimento de bens permanentes. como exemplo.IMOBILIZAÇÃO DE DESPESAS OPERACIONAIS Dentre as adições ao ativo fixo da companhia.13 ATIVO PERMANENTE .br 15 . conforme demonstramos. bem como a depreciação ou amortização acumulada dos bens baixados. cobertura de seguros.com. Reiteramos nossas recomendações no sentido de analisar a viabilidade de implantar-se um sistema desse gênero.  prover informações para efeito de política de capitalização e substituição de bens. visando aperfeiçoar os meios de controles patrimoniais existentes na companhia. bem como.portaldeauditoria.  manter adequado controle físico e contábil sobre os bens do ativo imobilizado. inclusive. pois torna-se importante para:  identificar o valor de aquisição. acréscimos posteriores. 1. via de regra. efetua-se através de sistemas informatizados e paralelos à contabilidade.Relatório de Auditoria Contábil A individualização dos bens patrimoniais e projetos técnicos seria oportuna sob a ótica administrativa e contábil.

03 058 059 Máquinas Pesadas Ltda. 9.05 2.74 72.48 20.842. Serviço prestado com retroescavadeira. Tendo em vista ser considerável a ocorrência dos lançamentos em epígrafe. com o conseqüente reflexo no patrimônio líquido.portaldeauditoria.720. bem como efeito positivo sobre o resultado do exercício. em função do prolongamento de sua vida útil. Excepcionalmente. em seu artigo 179. 2.340. Lei das Sociedades por Ações. dos gastos que objetivam uma melhoria no item imobilizado.720.br 16 . determina que no ativo imobilizado serão classificados. 0039 Fornecedor Discriminação Valor R$ Casa das Tintas Ltda.304. exclusivamente. www. constatamos alguns valores transferidos no final do exercício de despesas operacionais para serem registrados no ativo permanente.36 A Lei 6404/76.232. Serviço prestado com retroescavadeira.Relatório de Auditoria Contábil Nº do Docto.36 no saldo do imobilizado. Abaixo demonstramos as respectivas contas de resultados e seus saldos: Código Contábil 4759 4660 4742 4660 Total Nomenclatura Contábil R$ Despesas com Obras Despesas com Obras Despesas com Obras Serviços Prestados Pessoas Jurídicas 13. os bens e direitos destinados à manutenção das atividades da companhia. visando identificar e corrigir as classificações contábeis inadequadas. incremento na sua capacidade produtiva ou redução dos custos operacionais.73 Máquinas Pesadas Ltda.50 Também.com. Tal procedimento gerou um acréscimo de R$ 72. Tintas e vernizes.294. admite-se a adição.99 36. adequando-as às disposições da legislação societária. ao custo de aquisição ou desenvolvimento.513. 2. reiteramos nossas recomendações para a revisão dos registros contábeis do ativo imobilizado.454.

sendo a despesa obtida mediante a aplicação de um percentual. Recomendamos que se efetue pesquisa para se levantar o motivo que originou os lançamentos supra. Sobre o assunto comentamos: 1) A atual sistemática de cálculo não proporciona segurança quanto à exatidão das quotas de depreciação. sobre o custo total dos bens de mesma natureza. Reiteramos nossas considerações visando a implantação de controles individualizados dos bens patrimoniais. do valor de R$ 12.12. os respectivos custos devem ser alocados aos exercícios beneficiados pelo seu uso.com. predeterminado. e 2) Do ponto de vista fiscal. em função das taxas de depreciação em uso.005. conforme recomendações contidas no item 1. obedecem às práticas fiscais anteriores às publicações das Instruções Normativas 162/98 e 130/99. ATIVO PERMANENTE – IMOBILIZADO OBRAS Observamos a contabilização mensal durante o ano de 2.Relatório de Auditoria Contábil 1.portaldeauditoria.15 www. e a crédito da conta “Faturas de Água a Receber”. 1.14 ATIVO PERMANENTE DEPRECIAÇÕES – CONSIDERAÇÕES SOBRE CÁLCULO DAS Os elementos que integram o ativo imobilizado possuem um tempo de vida útil economicamente limitado. o qual é lançado a débito da conta “Imobilizado Obras”. da Secretaria da Receita Federal. apropriadas no exercício. no entanto não nos informaram motivo deste lançamento. mesmo para bens de mesma espécie. desta maneira. por item patrimonial. observamos que persistem situações comentadas em nosso relatório anterior: a) A depreciação não vem sendo calculada individualmente. daí surge a necessidade de uma adequada apropriação da depreciação dos bens de uso.br 17 .25. face a existência de taxas de depreciação diferenciadas. ora em uso. supra. há a possibilidade de eventuais questionamentos.628. Após análise na política de depreciação adotada na companhia. b) As taxas de depreciação.

analisar e corrigir as diferenças.343. promovendo o confronto de saldos com os relatórios do sistema financeiro.68 130. para efetuar confronto com saldo contábil.br 18 .17 Recomendamos que as notas fiscais sejam contabilizadas dentro do período de competência.com. conforme demonstramos abaixo: Nota Fiscal 454 178 854 35 735 Fornecedor Barigui Construções Barigui Construções Barigui Construções Barigui Construções Barigui Construções Valor 3.917.270.16 FORNECEDORES – AUSÊNCIA DE POSIÇÃO FINANCEIRA Não nos apresentaram relatório com a posição do departamento financeiro por fornecedor.48 Valor Recolhido em jan./2005 e o recolhido em jan. 1. conforme demonstramos abaixo: Saldo Contábil em 31/dez.76 Diferença 531.00 5.00 3.23 71.840.portaldeauditoria.18 FGTS A RECOLHER Após análise na conta acima observamos existência de diferença entre o valor provisionado em dez. porventura. FORNECEDORES – PROVISÃO FORA DO PERÍODO DE COMPETÊNCIA Observamos a contabilização de provisão de notas fiscais divergentes da data de emissão. visando identificar. mensalmente.460.45 Recomendamos proceder. www.530. a qual demonstramos abaixo: R$ Saldo Contábil em 31/dez/2005 Saldo da Planilha de Conciliação em dez/05 Divergência 201.073./2005 9.550. à conciliação das contas de fornecedores./2006 9. pois as situações acima demonstradas tendem a causar distorções nas bases de cálculo para apurações fiscais.385.500.Relatório de Auditoria Contábil 1.72 Recomendamos efetuar pesquisa para levantar o motivo da divergência acima e posteriormente sua regularização.00 4.00 2./2006. Também não nos informaram motivo da divergência entre a planilha de conciliação e o saldo contábil. existentes.00 Data Emissão 05/10/05 05/10/05 05/11/05 05/11/05 05/11/05 Data Contabilização 20/12/05 20/12/05 20/12/05 20/12/05 20/12/05 1.

/2005 Valor Recolhido em jan./2005 e o recolhimento do INSS em jan.19 INSS A RECOLHER Observamos divergências entre saldo contábil em 31/dez. inclusive considerando a parcela proporcional. É exigido.532.br 19 .portaldeauditoria. 3. Alertamos para o fato de que.000/99). www. conforme demonstramos abaixo: Saldo Contábil em 31/dez.com.Relatório de Auditoria Contábil 1. no art. permitindo melhor apuração do resultado./2006 Diferença 30.418./2006. 1. bem como a relativa aos encargos sociais derivantes das férias. Recomendamos que a empresa calcule e mantenha posição analítica da provisão para férias.22 2. no entanto. parágrafos 1 a 3. 337.68 28.114. que a empresa mantenha na data do Balanço uma posição analítica como suporte do valor provisionado. e segundo informações não é procedimento da empresa a contabilização mensal da provisão para férias. permite a dedução da formação dessa provisão.20 PROVISÃO DE FÉRIAS Não nos apresentaram relatório de provisão de férias.46 Recomendamos efetuar pesquisa para levantar o motivo da divergência acima e posteriormente sua regularização. as férias transcorridas e ainda não gozadas devem ser provisionadas contabilmente. no regime de competência. A legislação fiscal (Decreto n. bem como efetue seu registro contábil.

são retidas 12.07 60.14 52.13.com.526.000 TR’s (Taxa Referencial ) para a Companhia Ltda.960 TR’s.13 Recomendamos manter atualizados os respectivos parcelamentos. como demonstramos: Descrição Saldo Contábil Saldo Extrato do Parcelameno 64.31.80 206. no montante de R$ 198. 1. Conforme informações a situação é de conhecimento da diretoria. objetivando fazer frente aos serviços de fiscalização.NÃO EFETUADA A ATUALIZAÇÃO DO PARCELAMENTO Não foi reconhecido como despesa do exercício o valor referente às multas e os juros sobre o processo de parcelamento do Pis e da Cofins. 1. a empresa está inadimplente desde junho de 2.592. contra a concedente.170. visando amortizar empréstimos concedidos àquela companhia e 11.23 www.741.portaldeauditoria.005.234.54 Diferença Pis Cofins Total 11.21 PIS E COFINS . AUTÔNOMOS – RESUMO DE PAGAMENTOS A empresa não elabora o resumo mensal dos pagamentos aos prestadores de serviços autônomos.73 145. e o seu descumprimento poderá gerar sanções de natureza judicial. Alertamos para o fato de que este repasse foi decidido pelo Poder Judiciário através do Mandado nº 342/98.Relatório de Auditoria Contábil 1. movido pela Companhia Sanepar.112 TR’s em atendimento a mandado de penhora.40 198. gerando saldo devedor de R$ 33.SANEPAR Mensalmente é devido o pagamento de 50.170.22 RETENÇÕES JUDICIAIS .br 20 . Referente ao repasse à Sanepar.428. de competência do órgão concedente. mencionado supra.851. Nos pagamentos efetuados.806.

00 500.25 1. do Decreto 3. os quais relacionamos abaixo: DATA 02/10/05 02/10/05 02/10/05 NOME João Henrique da Silva Cícero Gonçalves Francisco Chaves VALOR SERVIÇO 800. no intuito de desonerar o caixa da empresa com pagamentos de juros de mora e evitar problemas de natureza fiscal.005.27 a R$ 56.br 21 . dos valores pagos. Recomendamos efetuar levantamento.00 22. nas seguintes notas fiscais de prestação de serviços.24 Recomendamos que se efetue o recolhimento do imposto o mais breve possível. 1.00 451.com.00 05/12/05 162 www.830.83 conforme a gravidade da infração.Relatório de Auditoria Contábil De acordo com o Artigo 225. SERVIÇOS PRESTADOS PESSOA FÍSICA – RECOLHIMENTO DE INSS Não nos apresentaram recolhimento referente ao INSS sobre serviços prestados por pessoa física em julho de 2.portaldeauditoria.513.35 ISS RETIDO 40.º Nome do Fornecedor Descrição do Serviço Valor R$ 10/11/05 058 Costa Locadora Máquinas de Serviço prestado c/ retroescavadeira cfe planilha BR Construções Ltda Locação de um caminhão basculante 2.73 2. no sentido de verificar pendências referentes aos recolhimentos de INSS sobre serviços prestados por autônomos.56 Inobservância aos procedimentos obrigatórios. 1.26 OBRIGAÇÃO DE RETER INSS DAS CESSÕES DE MÃO-DE-OBRA Não encontramos evidências da retenção do INSS (11%) e do respectivo recolhimento. Infração: – Penalidade: – Multa de R$ 563. é obrigatória a elaboração de folha de pagamento. aos segurados a seu serviço.326. as quais citamos a título de exemplo: Data NF n.00 25. SERVIÇOS PRESTADOS PESSOA FÍSICA – ISS SOBRE RECIBO DE PAGAMENTO A AUTÔNOMOS Não foram recolhidos os valores referente ao ISS retido sobre os Recibos de Pagamentos a Autônomos.048/99.

portaldeauditoria.226.03 mencionado acima.994.294.00 7. Construção Serviços Ltda Corte de terminais e outros e Serviços executados em obras com material 5. pois ela pode ter o regime do Simples no Estado não aprovado pela Receita Federal.com. No caso da empresa Oliveira e Cia Ltda. de 20/maio/1999.500. por isso é recomendável que a empresa apresente cópia de documento de adesão ao Simples Federal.75 04/08/05 14/11/05 0039 1097 9. Para que os prestadores de serviços se enquadrem nas regras do SIMPLES.03 3.br 22 . sob a alíquota de 11% (onze por cento). no valor de R$ 9. bem como a empresa deverá manter a documentação que comprove a adesão no sistema ou cópia do CNPJ que contenha menção de adesão ao sistema. com a dispensa da retenção do INSS. www.294. deverão formalizar a opção de microempresa .Relatório de Auditoria Contábil 05/12/05 05/12/05 164 008 BR Construções Ltda Locação de retroescavadeira Correia e Filhos Serviço de ampliação de rede Oliveira e Cia Ltda Mat. Salientamos que a empresa deve estar registrada no Simples Federal. sendo a fonte pagadora a responsável pela retenção e recolhimento. consta no documento fiscal a inscrição “Microempresa Optante pelo Simples PR".36 De acordo com a Ordem de Serviço nº 209. as cessões de mão-de-obra estão sujeitas à retenção do INSS.ME no Simples Federal.

00 (1) 5.00 (1) 1.portaldeauditoria. 2. de 20/05/99. Recomendamos que a empresa mantenha um rigoroso controle com as empresas de prestação de serviços.00 (3) As referências numéricas.830. Nos casos em que não estiver especificado no contrato a parcela da mão-de-obra.27 OBSERVAÇÕES QUANTO A DOCUMENTOS CONTÁBEIS Ao efetuarmos análise em alguns documentos observamos inadequações. equipamento que.Relatório de Auditoria Contábil Em se tratando de construção civil.00 (2) 5. porém contabilizado como despesa na conta “Serviço Prestados PJ”. 1. a princípio. mesmo não havendo a retenção. será considerada como mão-de-obra o equivalente a 50 % do valor constante da nota fiscal. as quais relacionamos abaixo: DATA 05/12/05 05/12/05 05/12/05 29/05/05 25/10/05 NF 162 164 163 1516 1266 FORNECEDOR BR Construções Ltda. www. nas situações em que a prestadora fornece também o material. a terraplanagem será considerado como mão-de-obra 15% do valor do serviço. Lojas Ltda. nos demais serviços com a utilização de meios mecânicos.e Manut. (2) Documento refere-se à aquisição de vara e molinete. Estes dispostos constam no item 17 da OS INSS 209.868.com. BR Construções Ltda.Ltda. os quais referem-se a Ativo Imobilizado.500. (3) Documento refere-se à aquisição de geofone eletrônico e válvula geradora de ondas. VALOR REF. a empresa tem a obrigação do recolhimento. BR Construções Ltda. referem-se a: (1) Documento sem assinatura da Diretoria autorizando o pagamento.00 (1) 161.500.br 23 . diverge dos fins e objetivos da empresa. Com. será considerada como mão-de-obra 35% do valor do serviço. entre parênteses. quanto à retenção do INSS. pois em uma fiscalização do INSS.

005.as adições.0005. Recomendamos providenciar as regularizações das divergências a fim de evitar possíveis problemas de natureza fiscal. LALUR – NÃO ESCRITURADO REFERENTE O ANO DE 2. vem sendo suspendido devido à apuração de prejuízos contábeis e fiscais. em seu artigo 13. Recomendamos fazer a escrituração do Lalur do ano de 2005.28 PIS E COFINS Após análise nas bases de cálculos das contas acima. não cabendo nenhum registro na Parte B do referido Livro.Relatório de Auditoria Contábil 1. No entanto. computadas na apuração do lucro real. determina que a demonstração do lucro real relativa ao período abrangido pelos balanços ou balancetes que comprovam a existência de prejuízos fiscais deverá ser transcrita no Livro de Apuração do Lucro Real .portaldeauditoria.com. Salientamos. a empresa não nos apresentou a escrituração do Livro de Apuração do Lucro Real nem planilhas com a base de cálculo do IRPJ e CSSL. observamos recolhimentos a menor conforme demonstramos no Anexo 01 deste relatório. na Parte A do LALUR. exclusões e compensações.29 www. para fins de elaboração da demonstração do lucro real do período em curso.a cada balanço ou balancete levantado para fins de suspensão ou redução do imposto de renda.LALUR. ainda. 1. desconsiderando aqueles apurados em meses anteriores do mesmo ano calendário.005 O recolhimento mensal do imposto de renda e da contribuição social.br 24 . que a empresa deverá montar a base de cálculo da Contribuição Social sobre o Lucro Líquido de cada mês do ano. A Instrução Normativa. o contribuinte deverá determinar um novo lucro real para o período em curso. II . nos moldes da legislação vigente. de forma a evitar eventuais contratempos de ordem fiscal. correspondentes aos balanços ou balancetes. deverão constar. referente a cada mês do ano de 2. discriminadamente. observando-se o seguinte: I . referente ao período de janeiro a dezembro de 2.

razão pela qual recomendamos envidar esforços visando redesenhar o atual fluxo de informações. em seu artigo 187.Relatório de Auditoria Contábil 1. www. de modo a evitar contratempos de natureza fiscal e societária. Era o que nos cabia relatar.portaldeauditoria. A Lei das Sociedades Anônimas.br 25 . Atenciosamente.com. determina que as demonstrações de resultado devem destacar os custos e despesas de acordo com a sua natureza.30 DEMONSTRAÇÃO DE RESULTADO – ESTRUTURA DE APRESENTAÇÃO Os sistemas de informações contábeis da companhia não proporcionam uma adequada distinção entre custos. **** Os comentários sobre os pontos acima descritos estão em conformidade com o que determina a legislação vigente. para estruturar a escrituração da companhia de acordo com os preceitos da legislação societária. despesas comerciais e despesas administrativas. MAPH AUDITORES INDEPENDENTES S/C PAULO H. 20 de Maio de 2006. Recomendamos discutir a viabilidade de adequá-los. Curitiba.T.

portaldeauditoria.asp Faça downloads gratuitos: http://www.com.br/download.portaldeauditoria.Teoria e Prática Manual de Auditoria Interna Relatórios de Auditoria Mais Informações Mais Informações Mais Informações Auditoria Gerencial Como Formar equipe de Auditores Internos Manual Prático de Auditoria Trabalhista Mais Informações Mais Informações Mais Informações Auditoria Tributária Manual Prático de Auditoria Contábil Auditoria e Controles na Terceirização Mais Informações Mais Informações Mais Informações VEJA OUTROS ASSUNTOS RELACIONADOS COM A AUDITORIA Acompanhe nossos cursos abertos: http://www.br/contato.com.portaldeauditoria.portaldeauditoria.Relatório de Auditoria Contábil OUTRAS PUBLICAÇÕES DE AUDITORIA – PORTAL DE AUDITORIA (www.br em assuntos de auditoria: contato conosco: www.asp Cadastre-se e fique informado sobre os principais http://www.br 26 .br/cursos.asp) Publicações de Auditoria em formato eletrônico e com GARANTIA DE ATUALIZAÇÃO POR 12 MESES Conheça as publicações disponíveis: (clique em mais informações para acessar maiores detalhes) Auditoria .com.com.portaldeauditoria.com.asp A qualquer momento entre portaldeauditoria@portaldeauditoria.com.br/auditoria.

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