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TRABALHO Imposto de Importação

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UNIVERSIDADE ESTADUAL DE MATO GROSSO DO SUL

Cheíne Éfani Zarate Silvana de Souza Simone Maria

DIREITO TRIBUTÁRIO IMPOSTO SOBRE IMPORTAÇÃO

Ponta Porã

2011

1

... 6 Alíquotas ........................................... ...................................... .......................................... .......................................... .. 3 Função do Imposto de Importação ............................................................................ 16 2 .................. 11 Informações Relevantes ....... .......... ... 5 Fato Gerador ........................................... .............................. .. ...................................................... 4 Competência ..................... ..... ..................... ...................... ............................ 10 Contribuinte ................................... ........ ................... .............................. ..................................................... 8 Base de Cálculo ..................................................... ... .................................... 11 Lançamento ........................................... .. ....... ......... .............................................................................................................Sumário Imposto de Importação ............................................................................................... ........................... ............................................................ ..................... .. ......... 12 Bibliografia .. ............

cobrada pelo Estado brasileiro. O referido imposto. através do aumento ou diminuição de suas alíquotas. 3 . devolvida por motivo de defeito técnico. que é exportada e posteriormente importada para o Brasil. para reparo ou substituição. possui finalidades extra fiscais. conforme será melhor delineado nos vindouros itens. quando da entrada de mercadorias estrangeiras destinadas ao comércio nacional.Imposto de Importação O Imposto de importação consiste na prestação pecuniária. além da arrecadação. Ressalte-se que. exceto se enviada em consignação e não vendida no prazo a utorizado. por motivo de guerra ou calamidade pública e por outros fatores alheios à vontade do exportador. pois visa à um maior controle da balança comercial. incide o imposto de importação. Esse controle de alíquotas é realizado pelo Poder Executivo de forma mais simples do que para outros impostos. objetivando uma agilidade maior para a regulação da economia. devido a modificações na sistemática de importação por parte do país importador. sobre a mercadoria nacional.

ante à concorrência de produtos estrangeiros. e por isso mesmo sua alíquota pode ser alterada por decreto presidencial. mas por razões de política econômica. As razões para a baixa capacidade de concorrência de alguns produtos nacionais são várias. que são mais baratos. pois se o Estado não oferecesse proteção aos produtos nacionais a través do alto valor do imposto de importação. de seu artigo 153. Não podemos deixar de comentar o caso da China. institutos estes que. que chegam para o consumidor mais caros do que produtos estrangeiros (que precisam vir de longe e ainda sim chegam mais baratos). É passível de menção que o princípio da legalidade veda a criação ou majoração de tributo sem lei que o preveja. nossa indústria pereceria.Função do Imposto de Importação O imposto em estudo é considerado extra fiscal em sua função. É plenamente justificável. e em muitos casos. está plenamente justificada a necessidad e do caráter extra fiscal do imposto de importação. que no século XXI é altamente integrada. prejudicam a concorrência de nossos produtos. pois. Tal vedação objetiva uma maior agilidade. se por um lado beneficiam a classe trabalhadora e o bem comum. roupas. consistindo em importante instrumento para esta regulação. Essa situação não deixa de ser um círculo vicioso. Assim. mas as principais que podemos citar são os gastos que as empresas brasileiras têm com direitos trabalhistas e a própria tributação. A Constituição prevê esta faculdade do Poder Executivo no §1 o. face às exigências da economia mundial. com os altos custos de produção nacionais. assentada na necessidade da política econômica de dar respostas rápidas. de superior qualidade. Um dos principais motivos da extra fiscalidade do imposto de importação é proteger os produtos nacionais da concorrência dos produtos estrangeiros. é certo que o preço final seja maior do que os produtos oriundos de países estrangeiros. enquanto que o princípio da anterioridade estabelece que o imposto instituído ou majorado somente po de viger no exercício seguinte à sua publicação. e até o aumento da criminalidade. fechamento de empresas. obedecida a regra da noventena. não incidindo o princípio da legalidade nem anterioridade. 4 . com a massa de populares sem trabalho. eletrônicos e instrumentos musicais . Uma eventual diminuição na alíquota dos impostos de importação poderia levar ao aumento de nosso desemprego. pois ele é regulado não por motivos de arrecadação. que possui um imenso exército de trabalhadores com o valor de mão de obra mais barato do mundo. como é o caso de automóveis.

153 da Constituição Federal. VII ..Competência Uma das principais características do Imposto de Importação é que somente a União tem competência para instituí-lo e cobrá-lo. VI .DOS IMPOSTOS DA UNIÃO Art. câmbio e seguro.operações de crédito. 153. V .)´(grifo nosso). III . que trata dos impostos da União.renda e proventos de qualquer natureza. portanto é um imposto federal.grandes fortunas. Vejamos: ³Seção III . o elenco de impostos federal diminuiu. Tal assertiva encontra guarida no art. para o exterior. II . Ressalte-se que.importação de produtos estrangeiros.. com o advento da Constituição Federal de 1988.exportação.propriedade territorial rural.(. nos termos de lei complementar.produtos industrializados. posto que no ordenamento anterior podia a União Federal dispor de uma gama maior de à sua dis posição. ou relativas a títulos ou valores mobiliários. Compete à União instituir impostos sobre: I . IV . 5 . de produtos nacionais ou nacionalizados.

poderão ser demarcadas. Cabe ressaltar que. Conforme o Código Tributário Nacional. não é relevante se o produto encontra -se na zona primária ou secundária. que merecem comento. mas tão somente de passagem pelo território. ao produto que não se destina ao me rcado nacional. O aspecto espacial delimita o local onde a lei considera consumado o fato gerador. A jurisdição do território aduaneiro está compreendida no Decreto -Lei nº 37/66. igualmente identifica o sujeito passivo da obrigaç ão. a ser formalizado pelo sujeito ativo. tem como fato gerador a entrada de produtos estrangeiros no território nacional. O local do fato gerador é verificado pela autoridade através dos documentos ³conhecimento de transporte´ e ³manifesto de carga´. na repartição fiscal aduaneira. No tocante ao imposto de importação. O aspecto material . o sujeito passivo está sujeito a penalidade pecuniária. conforme transcrito a seguir: Art. II ± Zona Secundária ± compreendendo a parte restante do território nacional. com a falta da documentação necessária. além do local alfandegado. Mas deve ser pontuado que o produto deve destinar -se ao consumo interno. para a conversão do valor do produto. Para esta condição ser verificada. bem como em outras áreas nas quais se efetuam operações de carga e descarga de mercadorias ou embarque e desembarque de passageiros. em nosso país. sob pena de não incidência do imposto ora em análise. Existem mais alguns aspectos acerca do fato gerador. Ressaltamos ainda que. nos termos da lei vigente. Parágrafo único. é caracterizado pela entrada física do produto estrangeiro no território nacional. A jurisdição dos serviços aduaneiros se estende por todo o território aduaneiro e abrange: I ± Zona Primária ± compreendendo as faixas internas de portos. não se aplica o imposto de importação.33. procedentes do exterior ou a ele destinados. sob o controle da alfândega (o chamado território aduaneiro). na orla marítima e na faixa de fronteira. Quando estas informações não puderem ser identificadas. que.Fato Gerador O imposto de importação. aeroportos. bastando estar sob o controle da aduana. recintos alfandegados e locais habilitados nas fronteiras terrestres. É considerado o câmbio do dia do registro da declaração realizada. Para efeito de adoção de medidas de controle fiscal. nela incluídos as águas territoriais e o espaço aéreo correspondente. faz-se necessária a instauração de processo administrativo. é o local onde a mercadoria encontra-se armazenada. zonas de vigilância 6 . a formalização do imposto em estudo se dá quando do desembaraço aduaneiro.

nascida a obrigação tributária)´ . Na naioria das vezes é simplesmente implícita.(. e. 7 . Esta indicação pode ser implícita ou explícita. e é verificado na data do registro do documento conhecido como ³declaração de importação´.aduaneiras. A mais importante função do aspecto temporal diz respeito à indicação ± necessariamente contida na hipótese de incidência ± do momento em que se reputa ocorrido o fato imponível (e. limitando a só alguns fatos ± cabentes na descrição em que hipóteses de incidência consiste a qualificação de fatos imponíveis. pois.´ O aspecto temporal diz respeito à data de ocorrência do fato gerador. nas quais a existência e a circulação de mercadorias estão sujeitas às cautelas fiscais. explica que: ³A lei continente da hipótese de incidência tributária traz a indicação das circunstâncias de tempo. portanto.. importantes para configuração dos fatos imponíveis. O ilustre jurista Geraldo Ataliba..) Raramente a lei tributária estabelece condiçõ es especiais explícitas de tempo. restringindo o âmbito da hipótese de incidência. proibições e restrições que forem prescritas no regulamento.

O Estado também pode reduzir as alíquotas. o referido Decreto -Lei estabelece que o referido órgão irá definir o papel do comércio exterior como instrumento indispensável para promover o crescimento da economia na cional e para o aumento da 8 . Dada a extrafiscalidade do tributo em questão. dispositivo este que ainda estabelece que serão respeitadas condições e limites de lei. da Fazenda.085. que na implementação da Política de Comércio Exterior. a alíquota poderá ser elevada até o limite capaz de neutralizá-lo. Relações Exteriores. A competência do referido órgão foi estabelecida pelo Decreto -Lei 4. é a Câmara de Comércio Exterior ± CAMEX ± órgão integrante do Conselho de Governo. geralmente p elo aumento das alíquotas incidentes sobre aquele produto. conforme Constituição. incisos I a IV. conforme acima explanado.. específica e ad valorem. Além destes compromissos. o Estado geralmente impõe alíquotas elevadíss imas. bem como de exportação. A alíquota ad valorem é calculada através de porcentagem incidente sobre o valor do produto. 2 o. quais sejam. Orçamento e Gestão. §1º. além da participação de outros Ministérios. a CAMEX irá observar os compromissos internacionais assumidos em particular pelo País. Indústria e Comércio Exterior. § 1o .244/57. da Agricultura. conforme Lei nº 8.Alíquotas O Poder Executivo é o ente competente para a alteração das alíquotas do imposto em comento. para forçar uma eventual baixa nos preços dos produtos nacionais. a qual preleciona o que segue: § 2º Na ocorrência de "dumping". Pecuária e Abastecimento e do Planejamento. Tal medida é altamente rechaçada pelos governos quando detectada. de forma a dificultar a sua entrada no território. em seu artigo 153. eliminam a concorrência para depois impor preços altos. A lei editada para a regulaç ão destas condições e limites é a de nº 3. em função da unidade de quantifica ção dos produtos importados e sujeitos ao imposto. através da baixa exagerada de preço de um produto. as alíquotas são fixadas conforme critério s políticos e econômicos.´ O dumping consiste na prática comercial perpetrada por uma ou mais empresas que. o ME RCOSUL e ALADI ± Associação Latino-americana de Integração. e é presidida pelo Ministro do Desenvo lvimento. com a OMC. A alíquota específica é especificada por uma quantia determinada. como o da Casa Civil. o qual estipula em seu art. No caso de produtos que possam desestabilizar o comércio interno. de 23-10-90. No imposto de importação incidem dois tipos de alíquotas.732/2003. O órgão competente para fixar as alíquotas de importação.

ao celebrar o respeito aos contratos internacionais bilaterais e multilaterais. que complementam a política de comércio exterior. o que confirma o enquadramento constitucional dos decretos (Constituição Federal. 9 . Ainda. as políticas de investimento estrangeiro. e na Seção Nacional do MERCOSUL.União Européia .SENEUROPA. Verifica-se. se por um lado assegura agilidade para o governo. IV). que a criação da Câmara de Comércio Exterior (entidade vinculada ao Poder Executivo). portanto. de forma expressa pelo Código Tributário Nacional.GICI. V. no Grupo Interministerial de Trabalho sobre Comércio Internacional de Mercadorias e Serviços . na Seção Nacional para as Negociações ME RCOSUL . e 84. por outro lado o limita. Os decretos para alteração de alíquotas. as competências de coordenação atribuídas ao Ministério das Relações Exteriores no âmbito da promoção comercial e da representação do Governo na Seção Nacional de Coordenação dos Assuntos relativos à ALCA SENALCA. somente podem ser do tipo regulamentadores ou de execução (ver artigo 99).produtividade e da qualidade dos bens produzidos no País. de investimento nacional no exterior e de transferência de tecnologia. artigo 49. servindo como um sistema de freios e contrapesos.

2 o. mas também é admitido o preço de referência. No caso de produtos apreendidos ou abandonados. a base de cálculo corresponde àquela que prevê importâncias fixas. O valor considerado é o que consta na fatura de comércio. Geralmente é considerado o valor constante na fatura comercial.00 (cinquenta reais) por kilograma (Kg). quando por exemplo. a base de cálculo é o valor monetário da mercadoria. expedida pelo país originário (artigo 20. conforme ditame do Código Tributário Nacional. incidindo sobre este valor um percentual. e a pauta do valor mínimo. inciso II do Código Tributário Nacional). Já na alíquota ad valorem. a base de cálculo é o preço da arrematação. do Decreto-Lei nº 37/66. estipulado pela Comissão Executiva do referido conselho. atribui uma porcentagem de R$50. 10 . A alíquota mista combina os parâmetros utilizados em ambas as modalidades.Base de Cálculo As normas para definir a base de cálculo do imposto de importação são de caráter geral. podendo a tribuir um preço com base no mercado interno. a base de cálculo é expressada pela quantidade de mercadoria expressa em unidades de medida utilizadas pelo ordenamento. art. Destaque-se que o Fisco tem a discricionariedade de aceitar ou não o preço indicado na fatura original. o chamado ³preço normal´. não podendo ser calculadas a cada vez de forma diferente. inciso I e art. No caso da alíquota específica. quando levados à leilão. estipulado pelo Conselho de Política Aduaneira. 20. aplicável as modos de quantificação do produto importado.

é realizado com a finalidade de tornar a quantia devida para o Erário em líquida e certa. deve fazer declaração. 22. In verbis: ³art. ³II´). 16. no entanto. editado em 1966. Imposto é o tributo cuja obrigação tem por fato gerador uma situação independente de qualquer atividade estatal específica. o contribuinte é o arrematante (Código Tributário Nacional. Geralmente o contribuinte é pessoa jurídica. o lançamento ocorre por homologação. que é o procedimento administrativo através do qual a autoridade administrativa constitui o crédito tributário. ou seja. para fins de cobrança do referido imposto também é admitido pessoa física. O ordenamento jurídico tributário não faz distinção quanto ao formalismo. art. ou seja. no caso. art. e vigente até hoje.Contribuinte O contribuinte. ³I´). 22. Tal preceito foi estipulado no art. do sujeito passivo. oferecendo ao Fisco todos os elementos informativos para o pagamento do imposto . No caso de mercadorias apreendidas ou abandonadas.´ 11 . Lançamento O lançamento. a pessoa que deve pagar o imposto de importação é o importador. relativa ao contribuinte. 16 do Código Tributário Na cional. ou o equiparado por lei (Código Tributário Nacional. O importador. No caso do imposto de importação. a lei determina o pagamento do tributo antes de qualquer procedimento de fiscalização.

precisa. cada pessoa possui a sua cota para compra de bens de uso pessoal. a descrição do produto( marca. A cota de compras permitida por pessoa é o equivalente a US$ 300. EU POSSO IR AO PARAGUAI TODOS OS SÁBADOS FAZER COMPRAS? Pode. A DBA é fornecida pelas repartições aduaneiras e pode ser obtida também at ravés do site da Receita Federal (www. isto abreviará o tempo de permanência na fiscalização. você vai ter de pagar imposto na segunda compra. modelo. você precisa preencher a DBA.00. mas se o intervalo entre a primeira e se gunda compra for menor que um mês. Se estiverem acompanhados. SE EU ESTIVER DENTRO DA COTA. mas ficam sujeitos à verificação da Receita Federal.00 (trezentos dólares) se o seu retorno ao Brasil ocorrer por via terrestre. duas ou mais pessoas não podem juntar cotas para aumenta r o limite de uma delas ou de um terceiro. da mesma família. Na DBA. ou seja. sendo intransferível o seu valor.receita. o pai ou responsável deve fazer a declaração.br). O QUE É COTA OU LIMITE DE ISENÇÃO? Cota ou limite de isenção são termos diferentes que significam a mesma coisa. Menores de 16 anos desacompanhados não precisam apresentar a DBA. É POSSÍVEL SOMAR A COTA DO CASAL PARA SE OBTER UMA ISENÇÃO MAIOR? Não.Informações Relevantes O QUE É A DBA (DECLARAÇÃO DE BAGAGEM ACOMPANHADA)? A DBA é um formulário que precisa ser preenchido por todo viajante que ingressa no Brasil. devem constar os dados pessoais do viajante. mesmo que a primeira compra tenha sido menor que os U$ 300. série ) e o valor dos bens que serão declarados. qualquer que seja a via de transporte. compareça com a DBA preenchida. fluvial ou lacustre e o equivalente a US$ 500. PRECISO PREENCHER A DBA? Sim. mesmo que sejam casadas. A isenção do imposto é permitida somente a cada trinta dias para cada pessoa.fazenda. 12 . parentes ou amigo s.gov. A DBA precisa ser apresentada à Fiscalização Aduaneira. IMPORTANTE: No retorno do Paraguai ou da Argentina. independentemente do valor. Se você for ao Paraguai e comprar apenas um frasco de perfume. A sua cota só pode ser utilizada uma vez a cada 30 dias e é pessoal e intransferível.00 (quinhentos dólares) se for por via aérea ou marítima. A DBA é obrigatória para todos os viajantes.

pois está estabelecido que a partir de 6 unidades fica caracterizada a intenção de revenda. você pode comprar produtos com valor superior ao valor da cota. ‡ Instrumentos elétricos: 2 (dois) itens. ‡ Vestuário: 12 (doze) itens no total.00 ‡ Cota Permitida: US$ 300.O QUE VOCÊ PODE COMPRAR? Você pode trazer bens compatíveis com as circunstâncias da viagem e em quantidade. você deverá respeitar as quantidades por tipo de mercadoria: ‡ Componentes de informática.00. natureza ou variedade que não revelem a intenção de venda destes produtos. Por exemplo: Você pode trazer como bagagem acompanhada até 5 (cinco) relógios.00 = US$ 50. sendo no máximo 3 (três) de cada modelo. ‡ Memória para computador: 02 (dois pent es). o imposto será calculado sobre o valor total dos produtos e não sobre o que excede r. 13 . porém ao ingressar no Brasil deve providenciar o pagamento do imposto de Importação (II). podendo ser da mesma marca e modelo ou de marcas e modelos diferentes. mesmo que estejam dentro da cota permitida. ‡ Instrumentos musicais: 1 (um) item. ‡ Relógios: 5 (cinco) itens. se trouxer. 15 (quinze) unidades. ‡ Perfumes e cosméticos: 05 (cinco) itens no total. Por exemplo: aquisição de 1 (uma) máquina digital e 1 (um) par de tênis no Paraguai por US$ 400. IMPORTANTE: Você tem direito à cota uma única vez a cada 30 dias e se ocorrerem compras em período menor. retornando ao Brasil através da Ponte Internacional da Amizade: ‡ Valor dos bens: US$ 400.00 (Base de Cálculo do Imposto de Importação ‡ Imposto a pagar: 50% de US$ 100. por exemplo. ‡ Bebidas destiladas ou fermentadas: 12 (doze) garrafas ou litros. POSSO COMPRAR ALGUM PRODUTO COM VALOR MAIOR QUE A COTA? Sim. sendo 3 (três) itens de cada peça. entretanto.00 (Cinqüenta dólares) O pagamento do imposto deve ser feito através do Documento de Arrecadação de Receitas Federais (Darf). ‡ Brinquedos: 15 (quinze itens). VOCÊ DEVE OBSERVAR O LIMITE DE QUANTIDADES Além de observar a cota. para não caracterizar importação com intenção de revenda. ‡ Eletrônicos: 02 (dois itens). em qualqu er agência bancária ou caixas eletrônicos que tenham este serviço. que é de 50% (cinqüenta por cento) calcula do sobre o valor que exceder a cota.00 ‡ Diferença: US$ 100. exceto memória: 01 (um item). sendo no máximo 03 (três) itens de cada tipo. todos os relógios (e não apenas a quantidade que exceder as 5 unidades) serão apreendidos. ‡ Artigos de bazar: 15 (quinze) itens.

Os viajantes que entrarem no Brasil com pneus comprados no exterior terão os produtos retidos pela Fiscalização Aduaneira. além de drogas e entorpecentes. A partir de 13 de novembro de 2006. armas de brinquedo. ‡ automóveis. bicicletas com motor. ‡ aeronaves.O QUE NÃO É CONSIDERADO BAGAGEM? Exemplos de alguns bens que não se enquadram no conceito de bagagem: ‡ bens cuja quantidade. motonetas. armas de fogo. 14 . adquiridos no exterior como bagagem. motos aquáticas e similares e motores para embarcações. como: explosivos. materiais radioativos ou inflamáveis. traillers e outros veículos automotores terrestres. de venda exclusiva no exterior. ‡ cigarros e bebidas fabricados no Brasil. fumo. cigarros e semelhantes se o viajante for menor de 18 anos. munições. embarcações de todo tipo. natureza ou variedade revelem intuito comercial ou uso industrial. O QUE É PROIBIDO Alguns itens têm seu transporte proibido. pneus usados. não é permitida a entrada de pneus. motocicletas. ‡ bebidas alcoólicas. de qualquer espécie.

entre em contato com as autoridades competentes e obtenha todas as inform ações necessárias. tais como remédios. pois isto é crime que pode ser apenado com no mínimo 2 ano s de reclusão. principa lmente Registro de Identidade (RG) e CPF. ‡ Quando estiver saindo de viagem. normalmente regidos por legislações específicas. etc). notebooks.DICAS IMPORTANTES ‡Não adquira DBA¶s que já estejam com o carimbo da Fiscalização Aduaneira. ‡ Antes de adquirir pro dutos sobre os quais haja dúvida sobre a legalidade de sua entrada no Brasil. plantas (sementes e mudas) e armas. filmadoras. É recomendável que os bens a serem declarados na DST estejam acompanhados da Nota Fiscal ou outro documento fiscal que comprove a aquisição regular dos mesmos. ‡ Tenha sempre à mão os seus documentos pessoais. para que não incida imposto sobre eles no seu retorno ao Brasil. você deverá preencher a ³D eclaração de Saída Temporária de Bens´ ± DST (Anexo III IN SRF 120/98). levando bens novos ou usados (como câmeras fotográficas. 15 .

br www.gov. Editora: Aduaneiras www.direitonet.portaltributario. Imposto de Importação.br www. Paulino.com.br 16 .fazenda.com.receita.Bibliografia MANFRINATO.

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