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Roteiros de aula

Prática

EMBRIOLOGIA
HUMANA

Professores: Vera Bastos e Normando Carvalhal


UNIVERSIDADE CATÓLICA DO SALVADOR
FACULDADE DE ENFERMAGEM
CURSO DE ENFERMAGEM
PROFESSORES: VERA BASTOS/ NORMANDO CARVALHAL

Roteiro de Aula Prática I


EIXOS E PLANOS DE SIMETRIA BILATERAL
E O ESTUDO DE PRÉ-EMBRIÕES, EMBRIÕES E FETOS

INTRODUÇÃO

Os eixos e planos de simetria bilateral são usados como referência para estudo de pré-embriões, embriões
e fetos. O domínio do conhecimentos desses eixos e planos fornece informações importantes que facilitam a
análise de gravuras de cortes e posições relativas das estruturas representadas; logo, é de grande valia no estudo
da Embriologia Humana. Há três eixos de simetria bilateral : ( 1 ) o céfalo-caudal ou rostro-anal, também
designado por antero - posterior; ( 2 ) o dorso - ventral ; ( 3 ) o transversal. Os cortes de embriões e fetos
podem ser feitos em planos diferentes, resultando em aspectos variados.
Os planos que passam por dois dos eixos citados são : o mediano , o frontal e o transverso. Nesta aula,
identificaremos os eixos e planos de simetria bilateral, faremos secções, em diferentes planos, no animal
escolhido, e identificaremos os tipos de secções das gravuras contidas neste roteiro de aula.

OBJETIVOS
 Realizar procedimentos que possibilitem identificar os três eixos de simetria bilateral de uma animal, e por
extensão, o de pré-embriões, embriões e fetos humanos.
 Fazer cortes no animal experimental nos planos médios do corpo, para identificá - los.
 Identificar os eixos de simetria bilateral por onde passam os planos mediano, frontal e transverso.
 Reconhecer em gravuras de pré - embriões, embriões e fetos, o tipo de secção a que eles foram submetidos.

MATERIAL
Espécimes de camarão - estiletes ou palitos de extremidades afiladas - lâmina de barbear ou bisturi - cuba de
plástico ou placa de Petri grande – luvas - roteiro de aula prática

PROCEDIMENTOS
1. De posse de um exemplar de camarão - pistola ( Penaeus sp. ), identifique as seguintes regiões de seu
corpo : Cefálica ou anterior - Caudal ou posterior - Dorsal ou superior - Ventral ou inferior - Lateral
direita- Lateral esquerda
2. Indique estas partes do corpo na gravura de camarão a seguir.

3. Transpasse um estilete da região mediana da cabeça do espécime de camarão à região do meio da


cauda, passando pela região média do corpo do animal.Que eixo de simetria do animal você está
representando ?
4. Atravesse outro estilete da região média do dorso, pelo centro do corpo do animal, até a região ventral
Trata-se, pois, do eixo céfalo - caudal. Qual o plano de simetria que passa por estes dois eixos ?
5. Transfixar um terceiro estilete da região lateral média direita à região média esquerda.Como se chama o
eixo de simetria representado ?Qual o plano que atravessa, simultaneamente, os eixos céfalo caudal e
transverso ?E o que passa pelos eixos dorso - ventral e o transverso ?
6. Indique na gravura do camarão os eixos e planos de simetria identificados

7. Justifique a escolha do camarão para o estudo desse assunto e alcance dos objetivos da aula.
8. Faça cortes nesse animal nos planos mediano, frontal e transverso.
9. Qual o plano que divide o corpo do camarão em duas partes simétricas ?
10. Identifique os órgãos que revelam a simetria bilateral.
11. Como são designados os planos paralelos aos três citados acima ?
12. Utilizando as gravuras a seguir, identifique os tipos de simetria dos animais representados

a) b)

13. Identifique os tipos de secções das gravuras dos embriões humanos, abaixo.
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Roteiro de Aula Prática II


ORGANIZAÇÃO ESTRUTURAL DOS APARELHOS REPRODUTORES

INTRODUÇÃO

O homem e, em geral, animais de reprodução sexuada dispõem de aparelhos reprodutores,


masculino e feminino, constituídos de órgãos cujas atribuições são : produzir gametas, secretar
hormônios, transportar as células sexuais, promover o encontro de gametas e, em alguns, possibilitar o
desenvolvimento interno. Seus órgãos são altamente adaptados a funções especializadas do processo
reprodutivo, garantindo a preservação das espécies animais.

MATERIAL
Microscópios, lâminas fixadas e coradas, óleo de imersão, bibliografia com gravuras para estudo
comparativo.

OBJETIVOS
• Identificar, nas preparações microscópicas de ovário, os folículos primários, secundários e
terciários ou de Graaf ; caracterizá-los e diferenciá-los.
• Identificar os diferentes tipos celulares presentes nos canais ou túbulos seminíferos e
reconhecer que sua distribuição topográfica revela a ordem de formação de células durante a
espermatogênese.
• Identificar e caracterizar as células testiculares de Sertoli e de Leydig;
• Caracterizar a organização estrutural dos seguintes órgãos reprodutores: epidídimo, canal
deferente, vesícula seminal, próstata, uretra, pênis, ovário, tuba uterina, útero e vagina.

PROCEDIMENTOS
1. Analise, cuidadosamente, as preparações microscópicas fixadas e coradas de órgãos
reprodutores de diversos animais, após sua focalização apropriada, ao microscópio óptico.
As lâminas a serem analisadas contém cortes anatômicos de :
• Ovário
• Tuba uterina
• Útero
• Vagina
• Testículo
• Próstata
• Uretra
• Pênis
2. Identifique as estruturas observadas e associe-as às suas respectivas funções.
3. Faça desenhos ilustrativos do observado.
4. Com uso de bibliografia indicada, compare-as às estruturas equivalentes do aparelho
reprodutor humano.
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Roteiro de Aula Prática III


GAMETOGÊNESE MASCULINA E FEMININA

INTRODUÇÃO

A reprodução humana depende de um processo de produção de células haplóides - a


gametogênese. As células germinativas primordiais surgem na fase intra-uterina, precocemente. Cerca
de vinte e quatro dias após a fecundação pode-se identificar células grandes, ricas em fosfatase
alcalina, diplóides, formadoras da linhagem germinativa, distintas das demais células do embrião que
compõem o soma. Elas passam por uma fase de proliferação mitótica e sofrem migração até o local
onde se formarão as gônadas. Estas realizarão um processo reducional- a meiose - que difere em
período de realização em homens e mulheres. Este processo permitirá a formação de células com a
metade do número de cromossomos das células somáticas e, após diferenciação, originarão nos
testículos, os gametas ou células sexuais masculinas - os espermatozóides e, nos ovários, as células
sexuais femininas - os óvulos.

OBJETIVOS

• Analisar preparações microscópicas fixadas e coradas de testículos e ovários de animais,


mostrando estágios do processo da gametogênese masculina e feminina.
• Identificar as espermatogônias, espermatócitos, espermátides e espermatozóides
• Diferenciar um folículo primário de um secundário e de um maduro (de Graaf).
• Desenhar as estruturas visualizadas e identificá-las.

PROCEDIMENTOS

1. Examine cuidadosamente a lâmina que traz a meiose em Ascaris megalocephala. O que


consegue observar-?
2. Faça desenhos esquemáticos do observado e indique de que se tratam as estruturas.
3. Analise a preparação microscópica do testículo de rã que traz células em diferentes estágios
da espermatogênese.
4. Desenhe os tipos celulares observados e identifique-os, citando suas características. Como
você interpreta a disposição topográfica destes tipos celulares, nesta ordem, do epitélio para o
lúmen do túbulo seminífero ?
5. Faça um exame minucioso na preparação microscópica de um testículo de camarão. Que os
tipos celulares consegue observar ? Desenhe-os.
6. Faça uma análise da lâmina que contém um corte histológico de ovário de gata. Identifique os
folículos primários e diferencie do secundário e do folículo maduro. Faça desenhos
esquemáticos do que vê, tentando identificar os folhetos dos diversos estágios foliculares.

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Roteiro de Aula Prática IV


TIPOS DE ÓVULOS, ORGANIZAÇÃO DO OVO
E SUAS CONSEQÜÊNCIAS NA CLIVAGEM
INTRODUÇÃO

Os gametas femininos dos animais ou óvulos levam um lote haplóide de cromossomos e, em


geral, dependem do gameta masculino, para gerar a célula diplóide ovo - ponto de partida no
desenvolvimento dos seres de reprodução sexuada. Um óvulo é constituído por membrana, citoplasma,
núcleo; entretanto, os diferentes óvulos variam quanto à quantidade e distribuição de material nutritivo
- vitelo ou lécito - membranas envolventes e tipo de segmentação.
Vitelo não é uma substância definida, mas um termo morfológico; não se trata da mesma
substância para todos os ovos; os principais componentes do vitelo são as proteínas, fosfolipídeos e as
gorduras neutras. (Garcia, Sonia M, L de & Fernández, Casimiro Garcua, 2001.
Quanto à quantidade e distribuição de vitelo, os ovos são classificados em oligolécitos,
heterolécitos, telolécitos e centrolécitos. Os ovos oligolécitos ( isolécitos ) são os que possuem pouca
quantidade de vitelo, distribuída uniformemente; possuem décimos de mm e são encontrados em ovos
de muitos invertebrados (como o ouriço do mar), cordados inferiores ( tunicados e Amphioxus ) e
mamíferos placentários. Devido à extrema escassez de vitelo, os ovos de mamíferos placentários, para
alguns autores, são classificados como alécito (sem vitelo ). Os ovos heterolécitos têm quantidade
moderada de vitelo, com distribuição desigual, concentrando-se mais no pólo inferior, vegetativo ou
nutridor; o vitelo proteico se apresenta em grânulos grande e ovóides, achatados em outro plano; esses
ovos acumulam lipídeos em lipocôndrias, nos quais esses compostos são revestidos de proteínas. São
encontrados em anfíbios e acumulam, também, glicogênio . Os ovos telolécitos possuem grande
quantidade de vitelo e este ocupa quase todo ovo; o citoplasma fica restrito a uma pequena parte sobre
a superfície superior ou pólo germinativo, formador ou animal, onde se encontra o núcleo; são ovos
encontrados em peixes ósseos, répteis, aves e alguns moluscos ( cefalódos e gasterópodos ), equídna e
ornitorrinco. E os ovos centrolécitos, dotados de vitelo no centro do ovo, rodeado, perifericamente,
por uma fina camada de citoplasma e no centro um pouco de citoplasma com o núcleo. Esse tipo de
ovo é característico dos artrópodos, especialmente dos insetos.
Quando a fecundação é externa, o número de gametas produzidos tem que ser maior, para a
garantias da prole, uma vez que ficam muito sujeitos à ação de agentes do meio, principalmente
predatores. Alguns ovos são dotados de aquisições evolutivas que facilitam o desenvolvimento, como
é o caso dos ovos de aves e répteis; os embriões desenvolvem-se às custas de material nutritivo
(vitelo) mantido no interior de sua casca; esta estrutura lhe dá proteção mecânica e possibilita trocas
gasosas; esses ovos possuem albumina que, além de proteção mecânica adicional, fornece água e
proteínas; esses ovos têm auto-suficiência, dependendo, apenas, do oxigênio do meio, e para ele,
liberando o gás carbônico; uma vez que todo o desenvolvimento ocorre no interior do ovo, eles são
chamados de cleidóicos. Os ovos telolécitos adquirem, durante o desenvolvimento, três membranas
extra-embrionárias: o córion - membrana permeável de proteção; o alantóide - garante as trocas
gasosas e é local de armazenamento de excretas; o âmnion - mantém o embrião úmido e lubrificado.
Analisaremos, agora, o ovo de galinha, para identificarmos estas adaptações e compararmos
com as presentes no desenvolvimento humano.

OBJETIVOS
 Caracterizar os diferentes tipos de ovos, quanto à quantidade e distribuição de vitelo
 Associar os tipos de clivagem ou segmentação ao tipo de ovo.
 Justificar as vantagens de aquisições evolutivas de certos tipos de ovos para o desenvolvimento de
animais
 Identificar semelhanças e diferenças entre a estrutura do ovo humano e o de galinha, justificando
as necessidades das estruturas em cada um dos casos.
 Interpretar o papel das membranas extra-embrionárias (anexos embrionários) , no
desenvolvimento de aves e humanos.

PROCEDIMENTOS
1. Forre uma placa de Petri, com uma folha de papel-toalha enrugado e coloque um ovo de galinha
sobre ela, de modo que o maior eixo do ovo fique paralelo à placa citada. Deixe - o descansar por
um minuto. Após fixá-lo com sua mão, faça uma perfuração, cuidadosamente, na parte superior,
usando uma pinça. Amplie-a, se necessário. Observe a estrutura que se apresenta. É a cicatrícula.
• O que forma esta estrutura? Qual seu papel no desenvolvimento do ovo de galinha?

2. Amplie a abertura feita até ficar com, somente, metade da casca.


• Que outras estruturas consegue observar? Quais suas funções no desenvolvimento do pinto?
• Que tipo de ovo quanto à quantidade de vitelo se trata o ovo de galinha?
• Qual o tipo de segmentação ou clivagem tem esse tipo de ovo? E de humanos?

3 . Analise a gravura esquemática de um ovo de galinha e identifique as estruturas citadas no exemplar


de ovo que dispõe.
• Quais as vantagens destas estruturas para o desenvolvimento do pinto?

4 . Após analisar desenhos esquemáticos de ovos de galinha em desenvolvimento, indique as


estruturas extra - embrionárias que também estão presentes no desenvolvimento humano e discuta suas
funções.
• Por que algumas são consideradas vestigiais na sua função?
• Que diferenças funcionais existem entre o saco vitelino de aves e o humano?
• Quais as diferenças no papel desempenhado pelo alantóide em aves e em humanos?

5 . Desenhe tipos de óvulos quanto ao vitelo.


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Roteiro de Aula Prática V


DESENVOLVIMENTO EMBRIONÁRIO EM EQUINODERMA E SUAS SEMELHANÇAS
E DIFERENÇAS COM O DESENVOLVIMENTO HUMANO.

INTRODUÇÃO

O tipo de óvulo exerce um papel fundamental na segmentação ou clivagem. Óvulos que


possuem pouco vitelo distribuido uniformemente, apresentam uma segmentação total ou
holoblástica e geram blastômeros iguais ( isoblastômeros). Há aqueles óvulos que possuem
muito vitelo distribuido desigualmente entre o polo germinativo, formador ou superior e o
polo vegetativo, nutritivo ou inferior. Neste caso, como há mais vitelo no polo vegetativo, o
plano de clivagem encontra ai, certa resistência, e se formam blastômeros menores no polo
germinativo - os micrômeros, e blastômeros maiores no polo vegetativo - os macrômeros.
Diz-se que a segmentação neste caso é total ou holoblástica, porém, desigual. Em peixes
ósseos, répteis e mamíferos, o citoplasma está limitado ao pólo germinativo e o vitelo
encontra-se apenas no polo vegetativo. Ocorre a segmentação parcial ou meroblástica. O
embrião se desenvolve acima do vitelo e gera o disco embrionário. Em insetos, o vitelo se
encontra no centro do óvulo e o citoplasma se situa perifericamente a ele. Ocorre o
desenvolvimento na periferia do ovo. Segmentação deste tipo é parcial ou meroblástica e
periférica.
Analisaremos agora estágios de desenvolvimento do ouriço do mar para identificar o seu
tipo de segmentação e as etapas que se seqüenciam após este processo. Compararemos este
desenvolvimento com o humano.

OBJETIVOS
• Caracterizar o tipo de ovo do ouriço do mar e estabelecer comparações com o humano.
• Relacionar tipos de óvulos aos diferentes tipos de segmentação
• Caracterizar as fases de mórula, blástula, gástrula e nêurula.
• Estabelecer uma paralelo entre este tipo de desenvolvimento e o humano
• Justificar a pobreza em vitelo do ovo do ouriço do mar que tem desenvolvimento
externo e do ovo humano que tem desenvolvimento interno.

MATERIAL
Lâminas fixadas e coradas de diversos estágios de desenvolvimento do equinoderma ouriço
do mar ( ovo ao estado de larva Pluteus ). – Microscópios – Óleo de imersão

PROCEDIMENTOS
Analise as lâminas preparadas que você dispõe que trazem desde o ovo ou zigoto até estágios
mais avançados do desenvolvimento do equinoderma ouriço do mar. Faça desenhos das
estruturas visualizadas, identifique-as e caracterize-as. Com uso de bibliografia indicada,
reconheça as semelhanças e diferenças entre o desenvolvimento deste animal e o que ocorre
durante o desenvolvimento humano.
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Roteiro de Aula Prática VI


PROCESSO DE GASTRULAÇÃO, PROCESSO NOTOCORDAL,
NEURULAÇÃO, SOMITIZAÇÃO E ORGANOGÊNESE

INTRODUÇÃO

Durante o desenvolvimento, ocorre uma série de eventos seqüenciados, de modo que uma
ocorrência influencia outra e o processo segue o seu curso normal, idêntico em indivíduos da mesma
espécie e muito similar em indivíduos próximos na filogênese
.Em humanos, ocorre proliferação celular intensa, na linha média do epiblasto e, estas células que
formam a linha primitiva avançam da região caudal à região cefálica migrando entre as células
epiblásticas para fomarem o terceiro folheto embrinário – o mesoderma; também, algumas céllas
invadem o hipoblasto e este passa a constituir o endoderma, bem como o epiblasto, passa a ser
designado ectoderma.
Desse modo, forma-se o embrião trilaminar ou de três folhetos embrionários.Outro evento
importante que ocorre na terceira semana do desenvolvimento humano é a formação do eixo primitivo
do embrião ou notocorda. Surge da proliferação de células de uma estrutura circular que se forma na
extremidade cefálica da linha primitiva, o nó primitivo ou de Hensen.
Células migram pela fosseta do nó primitivo em direção cefálica, e geram a estrutura cilíndrica da
notocorda.A formação do sistema nervoso primitivo ou neurulação inicia-se com proliferação de
células do ectoderma que formam sucessivamente a placa neural, o canal ou goteira neural e,
finalmente, o tubo neural e as cristas neurais. Esses últimos são responsáveis pela formação do sistema
nervosos central e o sistema nervoso periférico.O mesoderma sofre um processo de segmentação,
formando os somitos geradores do tecido conjuntivo propriamente dito, músculos e ossos, fenômeno
chamado de somitização.
Também, graças à interação de folhetos mesodérmicos com o ectoderma e o endoderma surgem as
cavidades do corpo embrionário.Analisaremos lâminas de cortes de embriões, em diferentes planos de
secção, para identificação das estruturas citadas acima.

PROCEDIMENTOS

1. Analise, cuidadosamente, as lâminas de cortes de embriões de rã, faça desenhos do que


observa, e, com uso da bibliografia indicada, interprete as estruturas observadas. Pesquise
sobre a sua origem.
2. Identifique as semelhanças e diferenças entre o desenvolvimento embrionário de rã e o
desenvolvimento humano.
3. Justifique a necessidade de se estudar embriões de outros animais para interpretar os
fenômenos que ocorrem durante o desenvolvimento humano.
4. As gravuras a seguir lhe fornecerão auxílio em sua análise das estruturas presentes nas
preparações microscópicas disponíveis.
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Roteiro de Aula Prática VII


GASTRULAÇÃO, FORMAÇÃO DA NOTOCORDA, NEURULAÇÃO, FORMAÇÃO DE SOMITOS

INTRODUÇÃO

A gastrulação implica do terceiro folheto embrionário- o mesoderma; assim se origina o embrião


trilaminar, ou seja, composto por três folhetos embrionários: ectoderma, mesoderma e endoderma; eles fornecem
as células que gerarão todos os tecidos do corpo do embrião. A diferenciação de tecidos e a formação dos órgãos
se intensifica a partir do disco embrionário trilaminar. O mesoderma se segmenta em para-axial, intermediário e
lateral. O para-axial gera massas cubóides pares que se tornam conspícuas na superfície dorsal do embrião,
denominadas somitos; estes evoluem gerando massas de células que formam o dermátomo, o miótomo e o
esclerótomo, responsáveis por originar a derme, os músculos e os ossos. No mesoderma lateral surgem lacunas
que se fundem para formar o celoma intra-embrionário ou cavidade geral do corpo. Esta se subdividirá o que
resulta nas cavidades cardíaca, pleural e peritoneal. A notocorda ou eixo primitivo de sustentação do embrião
origina-se de células que migram do nó de primitivo ou de Hensen, um espessamento na região anterior ou
cefálica da linha primitiva; a notocorda representa o primeiro eixo de simetria do embrião bilateral e o local onde
futuramente se formará a coluna vertebral. A neurulação inicia com o espessamento do ectoderma dorsal por
proliferação de suas células e formação da placa neural; logo ocorre o seu afundamento, formando o canal, sulco
ou goteira neural que evoluirá dando o tubo neural, primórdio do sistema nervoso primitivo. A esses fenômenos
seguem o dobramento do corpo, a morfogênese e a formação dos sistemas de órgãos (organogênese) que
evoluem divisões celulares, crescimento celular, diferenciação e apoptose (morte celular programada).
Analisaremos lâminas fixadas e coradas de embriões de galinha para identificar os fenômenos e estruturas
comuns ao desenvolvimento humano, a partir da formação do disco embrionário.

OBJETIVOS
• Identificar, nas preparações microscópicas de estágios embrionários diversos do desenvolvimentode
aves, as estruturas seguintes: os folhetos embrionários ectoderma, mesoderma e endoderma; notocorda;
placa neural; canal neural;mesodermas para-axial, intermediário e lateral; somitos; celoma intra e extra
embrionário; somatopleura e esplacnopleura.
• Constatar as alterações sucessivas que o embrião que o embrião trilaminar plano e discóide sofre para
gerar a forma embrionária tubular.

MATERIAL E MÉTODO
• Analisar as lâminas fixadas e coradas, na ordem de estágios sucessivis do desenvolvimento e identificar
todas as estruturas citadas acima, nos objetivos.
• Desenhar as estruturas identificadas em cada lâmina fixada e corada, indicando, com setas cada
constituinte observado.
• Analisar as gravuras que servem de orientação para identificação das estruturas vistas nas lâminas.
• Elaborar um relatório, contemplando a origem e o destino das estruturas analisadas.
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Roteiro de Aula Prática VIII e IX


CITOGENÉTICA
Caro(a) aluno(a):
Faça um breve estudo analítico do texto, a seguir, que fundamenta o exercício motivador que você
fará.
A identificação dos cromossomos humanos é de grande importância para o diagnóstico e para prevenção de
muitas doenças hereditárias. A análise cromossômica pode ser decisiva o aconselhamento genético ajudando a
evitar o nascimento de crianças portadoras de doenças hereditárias. Nosso principal objetivo neste número é na
identificação e organização dos cromossomos humanos.

A
cromossomos 21 em cada célula. Essa descoberta
causou grande impacto no mundo científico, e o
interesse dos geneticistas pelo estudo dos
cromossomos humanos aumentou. Na década de
análise de cromossomos 1961 descobriu-se que extrato de semente de feijão
comum, Phaseolus vulgaris, contêm uma substancia
humanos é hoje realizada denominada filo-hemaglutina, que induz a divisão
rotineiramente em qualquer celular em linfócitos do sangue humano cultivados
serviço de aconselhamento genético. Técnicas in vitro. A partir de então, os estudos citogenéticos
modernas permitem preparar laminas de de células humanas passaram a empregar
microscopia com os cromossomos bem largamente os linfócitos.
individualizados, condição fundamental para estuda- Na década de 1970 descobriu-se que certos
los. tratamentos faziam surgir bandas (faixas
No período anterior ao surgimento dessa técnica, transversais) nos cromossomos, o que permitiu
os citogeneticistas estudavam os cromossomos identificar cada um dos 23 pares cromossômicos do
humanos em cortes histológicos. Era impossível cariótipo humano. A posição e a espessura das
determinar o número de cromossomos, que varia de faixas são típicas para cada cromossomo, que pode
8 a 50 na contagem de diferentes pesquisadores. Em ser reconhecido com relativa facilidade.
células diplóides as contagens mais criteriosas O conjunto cromossômico de uma célula é o
apontavam 48 cromossomos. cariótipo. Nas lâminas de microscopia, cada
Na primeira metade do século XX descobriu-se conjunto cromossômico é fotografado, e os
que a droga colchicina (ou colquicina) , um cromossomos são recortados individualmente na
alcalóide extraído do bulbo de plantas, do gênero foto. Em seguida eles são comparados, identificados
Colchicum, impede a formação do fuso mitótico. e colocados sobre uma folha de papel. Essa
Isto fazcom que as células em divisão permanecem montagem constitui o idiograma.
em metáfase, quando os cromossomos estão Neste número sugerimos um,a atividade de
condensados, o que favorece sua análise reconhecimento de cromossomos humanos
morfológica. desenhados e de montagem de cromossomos
Em 1956, os pesquisdores Jo Hin Tijo e Albert humanos desenhados e de montagem de um
Levan utilizaram colchicina para tratar células idiograma. O padrão de bandeamento apresentado
humanas que, após algum tempo, foram transferidas nos desenhos segue as normas definidas no
para uma solução hipotônica e esmagadas entre a 4ºCongresso Internacional de Genética Humana,
lâmina e a lamínula de microscopia. Em solução realizado em Paris, em 1971.
hipotônica a célula absorve água e incha, o que faz
com que seus cromossomos, separem-se uns dos
outros.Com as inovações introduzidas por Tijo e
Lavan constatou-se que o número cromossômico
diplóide da espécie humana é 46, e não 48, como se
pensava. Alem disso, a nova metodologia permitiu
identificar a maioria dos cromossomos humanos.
Em 1958, Jérôme Lejeneune descobriu que uma
criança afetada pela síndrome de Down tinha 47
cromossomos: em vez de dois, havia três
Professor do departamento de biologia do Instituto de Biociências da USP.
São grandes, pouco menores que o cromossomo 3, e
submetacêntricos. O que tem uma faixa cinzenta na
região do centrômero é o cromossomo 4.
3. Localize agora os pares de cromossomos 21 e 22,
O objetivo desta atividade é a montagem de um que constituem o grupo G. São os menores do
idiograma humano normal. O trabalho será conjunto e do tipo acrocêntrico (centrômero
parecido ao de citogeneticistas, que montam o localizado perto da extremidade). O braço menor
idiograma de pacientes par descobrir eventuais desses cromossomos possui uma pequena esfera
problemas em seus cromossomos. Em vez de usar terminal chamada satélite. O cromossomo que
fotos dos cromossomos, como fazem os apresenta a faixa negra mais larga é o 21.
citogeneticistas, usaremos desenhos, para
simplificar o trabalho de identificação.

ORIENTAÇÕES GERAIS:

Além desta folha de atividades, você recebeu


duas outras folhas xerocopiadas: uma delas tem
desenhos de cromossomos pra recortar, e a outra
tem marcas de orientação para montar o idiograma
(gabarito).
Siga as instruções de 1 a 11 para identificar os
cromossomos. Em alguns casos você terá de medi-
los com a orientação de uma régua, para auxiliar a
identificação, pois os cromossomos devem estar
dispostos por ordem crescente de tamanho. Recorte
os cromossomos com tesoura e organize-os sobre o
gabarito. È preferível colar os cromossomos apenas
no final, para evitar erros.
Ao recortar os cromossomos da folha de
desenhos deixe uma pequena margem dos lados,
como foi sugerido para o cromossomo 1.
Cole cada cromossomo recortado no local
correspondente ao seu número, na folha de gabarito,
fazendo o centrômero coincidir com a linha
tracejada.

IDENTIFICANDO OS CROMOSSOMOS E
MONTANDO O IDIOGRAMA.

1. Localize os três pares de cromossômicos de


maior tamanho, que constituem o grupo A. Os
cromossomos dos pares 1 e 3 são do tipo
metacêntrico (centrômero em posição
aproximadamente central), e os do par 2 são
submetacêntricos (centrômero um pouco deslocado
do centro). Oriente os cromossomos 1 e 3 com os
braços que tem a faixa cinzenta para baixo da linha
tracejada.
2. Dos cromossomos restantes, identifique os dois
pares de maior tamanho, que constituem o grupo B.
4. Procure os pares de cromossomos 19 e 20, que
constituem o grupo F. Eles são um pouco maiores 8. Selecione o menor dos cromossomos restantes.
que os do grupo G e quase metacênticos. O Trata-se do cromossomo sexual Y. Além de não
cromossomo 19 apresenta uma faixa negra larga no apresentar homólogo, ele é do tipo acrocêntrico
braço ligeiramente menor (superior), e outra mais (centrômero localizado próximo à extremidade), e
estreita no braço ligeiramente maior. tem uma faixa cinzenta larga no braço maior.

5. Localize os pares dos cromossomos 13, 14 e 15, 9. Dos onze cromossomos restantes, identifique o
que constituem o grupo D. Eles são do tipo cromossomo sexual X. Ele apresenta uma faixa
acrocêntrico, com satélites no braço menor. O que negra estreita no braço menor, e é o único que não
apresenta faixas negras mais largas é o cromossomo apresenta homólogo, pois trata-se de um cariótipo
13; o que tem faixas um pouco mais estreitas é o 14, masculino.
e o 15 apresenta faixas ainda mais estreitas.
10. Selecione, dos cromossomos restantes, o par que
6. Identifique os pares de cromossomos 6 e 7, os possui três faixas largas no braço curto: é o
primeiros do grupo C. Eles são os maiores entre os cromossomo 9. Procure agora o par que apresenta
cromossomos que restaram, e são do tipo apenas uma faixa negra no braço menor: trata-se do
submetacêntricos. O maior dos dois, com faixas cromossomo 12.
negras mais estreitas no braço menor, é o
cromossomo 6. 11. Faltam apenas três pares de cromossomos para
identificar.O que apresenta faixas negras mais largas
7. Dos cromossomos restantes, descubra agora os no braço maior é o cromossomo 8. Dos dois pares
três pares de menor tamanho, de tipo restantes, o que tem o centrômero mais deslocado
submetacêntrico. São os cromossomos 16, 17 e 18, para extremidade é o cromossomo 10.
que constituem o grupo E. O cromossomo 18 é
facilmente identificável por não apresentar nenhuma
faixa escura no braço menor. O cromossomo 16
possui, no braço menor, uma faixa negra mais larga
que a apresentada pelo 17. .

Fonte : Amabis e Martho.


UNIVERSIDADE CATÓLICA DO SALVADOR
FACULDADE DE ENFERMAGEM
CURSO DE ENFERMAGEM
PROFESSORES: VERA BASTOS/ NORMANDO CARVALHAL

Roteiro de Aula Prática X


ANÁLISE DA CROMATINA SEXUAL X CORPÚSCULO DE BARR
PARA IDENTIFICAÇÃO DO SEXO
INTRODUÇÃO

De acordo com Mary Lyon, a cromatina sexual X ou corpúsculo de Barr


representa o heterocromossomo sexual X heterocromático e, portanto, inativado,
quando há mais de um desses cromossomos no cariótipo; parece representar uma
compensação de dose (inativação de genes em duplicata ) ; este é o caso da mulher
normal que possui 2 heterocromossomos X (dotação XX). Também este corpúsculo
está presente em homens portadores da síndrome de Klinefelter, cuja dotação
cromossômica é XXY . Encontra-se ausente em mulheres com síndrome de Turner que
possuem dotação cromossômica XO. O corpúsculo de Barr geralmente se apresenta
como um corpúsculo plano-convexo preso à face interma do envoltório nuclear interno.
A análise da cromatina sexual X é importante no pré-diagnóstico de doenças
hereditárias ligadas ao sexo e se trata de uma rotina laboratorial no caso de suspeitas
desse tipo de ocorrência.

MATERIAL

Lâmina - lamínula - óleo de imersão - microscópio - solução de orceína acética a 2% - etanol a


95 % - papel de filtro - espátula de madeira ou palito - béquer - placa de petri - conta-gotas -
células da mucosa oral.

MÉTODO

1. Raspar a mucosa oral de um membro da sala com espátula de madeira. Desprezar o


material obtido e coletar outro material
2. Fazer um esfregaço das células coletadas em uma lâmina limpa, desengordurada e fixá-
la na chama da lâmpada de álcool.
3. Cobrir o esfregaço com etanol a 95 % durante 60 minutos
4. Corar com orceína acética, durante 10 minutos, utilizando o mesmo procedimento
anterior
5. Lavar em água corrente e secar.
6. Repetir o mesmo procedimento, usando um indivíduo do sexo oposto.
7. Examinar as lâminas obtidas sob aumento médio e de imersão
8. Fazer a identificação comparando-a à gravura.
9. Com base na teoria de Mary Lyon, identificar o número de cromatinas sexuais X ou
corpúsculos de Barr dos indivíduos com as seguintes dotações cromossômicas :

a) XX ____________________
b) XY ____________________
c) XXY____________________
d) XXXY __________________
e) XO _____________________
f) XYY____________________
g) XXXXY _______________
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CURSO DE ENFERMAGEM
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Roteiro de Aula Prática XI


A PLACENTA E AS MEMBRANAS FETAIS

INTRODUÇÃO

O desenvolvimento embrionário humano exige a participação de estruturas anexas ao embrião que


têm como principais finalidades fornecer nutrientes ao embrião e feto, fazer sua proteção contra choques
e desidratação, produzir hormônios que criam condições adequadas ao desenvolvimento, fornecer células
precursoras de gametas, de células sanguíneas e vasos, dentre outras funções.Esses anexos embrionários
são: o saco amniótico e o saco vitelino, que surgem precocemente a partir da segunda semana do
desenvolvimento humano, do córion que envolve as duas estruturas citadas; a placenta, órgão de origem
mista, embrionária e materna; o cordão umbilical que estabelece a conexão entre embrião/feto e placenta.
Alterações na formação destas estruturas podem resultar em formação anômala.

OBJETIVOS
• Caracterizar os exemplares de placentas humanas disponíveis quanto à forma dimensões e
estrutura
• Diferenciar a face materna da placenta da face fetal.
• Identificar e caracterizar as partes correspondentes a âmnion e córion.
• Discutir as funções desempenhadas pela placenta e membranas fetais.
• Caracterizar o cordão umbilical quanto a sua constituição, locais de implantação na placenta e
interações com vasos placentários.
• Pesquisar a origem de todos os anexos embrionários citados .
• Fazer medidas das dimensões placentárias visando obter valores médios
• Reconhecer que a amostragem investida não é suficiente para valores conclusivos, apenas serve
como modelo investigativo.

MATERIAIS
Exemplares de placenta, cordão umbilical, âmnion e córion- luvas- cuba grande para colocação
dos exemplares - réguas - pinças - máscaras.

PROCEDIMENTOS
1. Analisar, cuidadosamente, as peças de placenta que você dispõe, identificando suas partes
constituintes, componentes estruturais, diferenças na aparência entre suas distintas faces.
2. Identificar as peças que fizeram parte do saco amniótico e coriônico, e caracteriza-los quanto ao
aspecto, posição, relação anatômica com a estrutura placentária propriamente dita.
3. Justificar o fato do âmnion e o córion encontrar-se rompidos
4. Analisar a estrutura anatômica do cordão umbilical, identificar seus componentes e caracteriza-
los.
5. Fazer 4 medidas de diâmetro na fase fetal dos exemplares de de placenta que você
dispõe, segundo o diagrama a seguir.
6. Realizar medidas de espessura destes mesmos exemplares. Colocar valores obtidos na tabela
abaixo e comparar com valores obtidos por seus colegas, nestes mesmos exemplares; calcular a
média aritmética do diâmetro placentario e da espessura placentária.

Tadela de medidas
Medidas 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10
de
diâmetro

Medidas 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10
de
espessura
Questões
1. Qual a forma de placenta e que caracteres anatômicos lhe chama atenção?
2. Caracterize cada face placentária. Justifique a aparência mais brilhante da face fetal.
3. Enumere as funções as funções exercidas pela placenta.
4. Descreva a organização do cordão umbilical em corte transversal. Faça desenhos ilustrativos e
indique o nome dos componentes e suas funções.
5. Qual o tipo mais comum de implantação do cordão umbilical
6. Que entende por placenta em raquete?
7. Quais as origens e funções desempenhadas pelo amnion e córion?
8. Quais os valores médios obtidos de diâmetro e espessura das placentas?

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