Você está na página 1de 15

Normalização materiais

Tipos de normas

c c: que prescrevem diretrizes para cálculos e métodos de execução de obras e serviços de
engenharia, assim como as condições mínimas de segurança;


 (dos materiais) EB: estabelece prescrições para os materiais.Fixação das condições a que o
material deve satisfazer.

   (de dimensões e formas) PB: estabelece dimensões para materiais e produtos.
uniformizacao para facilitar a fabricacao em serie


    (técnica) TB: regulariza nomenclatura técnica. e o conjunto de termos usados para uma
tecnica;

    : para convenções de desenho. Simbologia técnica

  (dos materiais ou produtos) CB: para ordenar e dividir conjunto de elementos. e a
classificacao deprodutos ou materiais de acordo com as propriedades características

Método de ensaio MB

AVALIAÇÃO DOS MATERIAIS DE CONSTRUÇÃO m

m(quando se observa o comportamento do material em obras já realizadas) e  m(realizado em


laboratório).

mmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmm mmmmm m m
 m mmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmm  m mm
m mm Controla os fatores que Comprovação de
intervém na qualidade conformidade
 mm O produtor O promotor, o proprietário.
mmm Inspeção contínua Inspeção intermitente
 mmm m As que intervêm no As representativas na
 m processo produtivo qualidade especificada
 mm O processo O produto

 !!"m #!"m


Geologicamente, as argilas são definidas como solos residuais ou sedimentares formadas em
conseqüência da ação do intemperismo físico e/ou químico sobre rochas cristalinas e sedimentares.

ͻNa prática: o solo para fabricação da cerâmica deve conter uma fração de argila (dimensão < 0,002
mm) + silte (0,06< dimensão < 0,02 mm) + areia (2,0 < dimensão < 0,06 mm m
na construção civil, defini-se cerâmica como sendo a pedra artificial obtida através da moldagem, secagem e
cozedura de argila ou misturas que contém argila. m
cerâmicas agora são definidas como não-metais, materiais inorgânicos obtidos geralmente após tratamento
térmico em temperaturas elevadas. O processo de obtenção, usualmente segue o esquema: Material "cru" ʹ
Mistura ʹ Moldagem ʹ Aquecimento - Processo Secundário de Fabricação ʹ Produto .
a) desde os produtos rústicos (tijolos e telhas) até os de fino acabamento (porcelana);
b) desde produtos permeáveis (velas de filtro) até os impermeáveis (louças sanitárias e grês cerâmico);
c) desde produtos frágeis aos fogo até os refratários e resistentes a altas temperaturas;
d) desde produtos usados como isoladores elétricos até os supercondutotres.


 

 aqueles materiais com coloração avermelhada empregados na construção civil (tijolos,
blocos, telhas, elementos vazados, lajes, tubos cerâmicos e argilas expandidas)

  

!
 
 (Placas Cerâmicas): aqueles materiais usados na construção civil para
revestimento de paredes, piso e bancadas tais como: azulejos, placas ou ladrilhos para piso e pastilhas.

  : materiais constituídos por um corpo branco e em geral recobertos por uma camada vítrea
transparente e incolor e que eram assim agrupados pela cor branca de massa, necessária por razões
estéticas e/ou técnicas.
é mais adequado subdividir este grupo em: louça sanitária, louça de mesa, isoladores elétricos para alta e
baixa tensão, cerâmica artística (decorativa e utilitária), cerâmica técnica para fins diversos, tais como:
químico, elétrico, térmico e mecânico.

  
" : produtos que têm como finalidade suportar temperaturas elevadas nas condições
específicas de processo e de operação dos equipamentos industriais, em geral envolvem esforços mecânicos,
ataques químicos, variações bruscas de temperatura e outras solicitações.
# 
$ : podem ser classificados em: refratários isolantes; isolantes térmicos não refratários,
compreendendo produtos como vermiculita expandida, sílica diatomácea, diatomito, silicato de calcio, lã de
vidro e lã de rocha,
% 
 
: são importantes matérias-primas para diversos segmentos cerâmicos que requerem
determinados acabamentos. A % (ou vidrado fritado) é um vidro mo ído, fabricado por indústrias
especializadas a partir da fusão da mistura de diferentes matérias-primas. É aplicado na superfície do corpo
cerâmico que, após a queima, adquire aspecto vítreo. Este acabamento tem por finalidade aprimorar a
estética, tornar a peça impermeável, aumentar a resistência mecânica e melhorar ou proporcionar outras
características. Os  
constituem-se de óxidos puros ou pigmentos inorgânicos sintéticos obtidos a
partir da mistura de óxidos ou de seus compostos . Os corantes são adicionados aos esmaltes (vidrados) ou
aos corpos cerâmicos para conferir-lhes colorações das mais diversas tonalidades e efeitos especiais.
& ! : da indústria de abrasivos, por utilizarem matérias-primas e processos semelhantes aos da
cerâmica, constituem-se num segmento cerâmico. Entre os produtos mais conhecidos podemos citar o óxido
de alumínio eletrofundido e o carbeto de silício.
  ' 
 
: trata de três importantes segmentos cerâmicos e que, por suas particularidades, são
muitas vezes considerados à parte da cerâmica.

$ m %m$ m&  %m '%m ',(  '%m $m


m

 m m m m'mm


m
 m)mʹ máxima facilidade de remoção de manchas
 m*mʹ mancha removível com produtos de limpeza fraco
 m+mʹ mancha removível com produtos de limpeza forte
 m,mʹ mancha removível com ácido clorídrico/ acetona
 m-mʹ impossibilidade de remoção de manchas

./mm.m m m.0 m1"23m 1"3m 45"m 6 "m

7m mm mm 0 ʹ 10% PEI 5 Classe 5 Classe A/B

 m m 8mm 0 ʹ 10% PEI 5 Classe 4/5 Classe A/B


 9m. mm 0 ʹ 10% PEI 5 Classe 5 Classe A/B

5 m m'mm :mm 0 ʹ 10% PEI 5 Classe 4/5 Classe A/B

 m 0 ʹ 10% PEI 5 Classe 4/5 Classe A/B


m
8m 0 ʹ 10% PEI 5 Classe 4/5 Classe A/B
m
($m 0 ʹ 10% PEI 5 Classe 5 Classe A/B

./mm.m m@  ABRASÃO MANCHAS ATAQUES


 
. ABSORÇÃO
Lavabos e banheiros 0 ʹ 10% PEI 1 Classe 3/4/5 Classe A/B
Salas 0 ʹ 10% PEI 2 Classe 3/4/5 Classe A/B
No litoral 4/5
Dormitórios 0 ʹ 10% PEI 2 Classe 3/4/5 Classe A/B
Halls e corredores 0 ʹ 10% PEI 3 Classe 3/4/5 Classe A/B
Beira de Piscina 0 ʹ 10% PEI 3/4 Classe 4/5 Classe A/B
Cozinhas e área de 0 ʹ 10% PEI 3 Classe 5 Classe A/B
serviço
Piscinas Região N NE: até 20%; região PEI 1 Classe 4/5 Classe A/B
S e SE até 10%
Dormitórios de Até 10% PEI 3 Classe 5 Classe A/B
crianças
Escadas Até 10% PEI 3/4 Classe 4/5 Classe A/B
Garagens e quintais até 10% PEI 4 Classe 5 Classe A/B
descobertos

("" "m; m "!"?4!m@m1"3mm


Absorção de agua

!m-m Baixa ʹ apresenta


desgaste após 150 ciclos m
;6m 1"23m <6
m

!m,m Média ʹ desgaste após


Porcelana 0% a 0,5% Baixa
600 ciclos Grés 0,5% a 3% Baixa média
Semigrés 3% a 6% Média

!m+m Média alta ʹ desgaste Semiporoso 6% a 10% Média alta


após 750 e 1500 ciclos Poroso 10% a 20% Alta

!m*m Alta ʹ desgaste após


2100, 600 e 12000 ciclos

!m)m Altíssima ʹ desgaste após


mais de 12000 ciclos

Resistência química

 mm=m8m>mm. m :m


 mm=m /m  m m.m
 m1m=m  m m.mm  m
 mm=m. m. m m .:m/ m
 m;m=m. m. m m .:m/ mm
m

Madeiras
Vantagens de uso
  Amm Bm
1Cm Bm
 m>mAm.m mCm m
.:Bm

.mm mmm0B m

 m/ m  m m'%mmm


.Bm
&   m m / Dmm Bm

   m mm ' mm m


. Bm

 mm./ mmEm
m

Desvantagens do uso
Trata-se de um material higroscópico;
Estrutura heterogênea;
Combustível e passível de apodrecimento.

Estrutura

a) "mconsiste na camada externa, com pouca importância para construção civil.


b) (164 mformado por células vivas, tem menor resistência que o cerne e é mais atacado por agentes
agressivos.
c)  4 FmFormado por anéis concêntricos de células mortas é a parte aproveitada pela construção civil.
d)  ;6(FmCamada interna de consistência mole, não é utilizada na construção civil.

Classificação

A madeira pode ser classificada, para a construção civil, em dois grupos básicos:
a) MADEIRAS DURAS OU DE LEI: proveniente de árvores frondosas de ótima qualidade, empregadas,
principalmente, em trabalhos definitivos. Ex.: peroba -rosa, imbuía, sucupira, etc.
b) MADEIRA MOLE OU BRANCA: proveniente de árvores coníferas. Empregada, principalmente, como
auxiliar de construção. Ex.: pinho.

 m m; 61;mm
m
Refere-se à seleção e obtenção da matéria - prima. O período de corte influência na maior o menor qualidade da
madeira.

TORAGEM
É a segunda fase do beneficiamento. A árvore é desgalhada e reduzida a toras de 5 a 6m. Esta fase inclui o
transporte.

FALQUEJO
Nesta fase remove-se a casca e parte do alburne, segundo 4 planos de corte longitudinais e perpendiculares 2 a 2,
restando uma tora aproximadamente retangular.

DESDORO
Por meio de cerras obtém-se pranchões de espessura maiores que 7 cm, e largura superior a 20 cm.


 (5< m;"m
2"m
Fase final de beneficiamento.
4  m "
""6mGHm (<6mGHm
.mm. m m
 m Em
4 m;m
2m

' m > 7,0 > 20,0

'm 4,0 a 7,0 > 20,0


/m > 4,0 11,0 a 20,0
/m 4,0 a 8,0 8,0 a 11,0
m 4,0 a 8,0 5,0 a 8,0
 m 1,0 a 4,0 > 10,0
"m 2,0 a 4,0 2,0 a 10,0
.m < 2,0 < 10,0

;! 4"I "m;m; !m1 4 &!!;m (cm)


* Soalho - 2,0 x 10,0;
* Forro - 1,0 x 10,0;
* Batente 4,5 x 14,5;
* Rodapé - 1,5 x 15,0;
* Taco ʹ 2,0 x 2,1.

m .:m
No que se refere a real é constante e numericamente igual a 1,5 g/cm3, enquanto que a aparente varia na
espécie e na árvore, sendo ainda, influenciada pela localização da amostra, ou seja, é decrescente do pé para
os pontas e da medula para o alburne.

.  mAm
São determinadas para os esforços principais (compressão tração, flexão e cisalhamento) no sentido das
fibras e para os esforços secundários (compressão, torção e fendilhamento) no sentido transversal as fibras.
/  FmEm resumo é obtida pela aglomeração de pequenos fragmentos de madeira (aparas, flocos,
cavacos), formando peças pela união dos pedaços de madeira por um aglomerante que origina um composto
que é prensado. São econômicas, possuem um bom isolamento, porém pouco resiste nte
COMPENSADO:
O painel compensado é composto de várias lâminas desenroladas, unidas cada uma,
perpendicularmente à outra, através de adesivo ou cola, sempre em número ímpar, de forma que uma
compense a outra, fornecendo maior estabilidade e possibilit ando que algumas propriedades físicas e
mecânicas sejam superiores às da madeira original.

* Na execução de formas de concreto, escoramento, andaimes, etc. Nestes casos as madeiras mais
recomendadas são: o pinho, pinus, compensado e eucalipto.
* No madeiramento de telhados onde as mais indicadas são a peroba -rosa, ipê, jatobá e o angelim-pedra.
* Na execução de revestimentos como tacos para pisos, forros, lambris e as madeiras indicadas são o ipê, a
canela e a cerejeira.
* Na construção de esquadrias sendo o cedro, a canela, imbuía, agelim-pedra as madeiras mais indicadas.

VIDRO
Define-se o vidro como sendo um produto fisicamente homogêneo obtido pelo resfriamento de uma
massa inorgânica em fusão, que enrijece sem cristalizar através do aumento contínuo de viscosidade. Assim,
em função da temperatura o vidro pode passar a tomar os aspectos: líquido, viscoso, frágil (quebradiço).
No que se refere a diferença entre o vidro e o cristal constata-se que o vidro possui ondulações
superficiais que distorcem a imagem, tem maior porcentagem de defeitos que o cristal. Este último trata-se,
portanto, de um vidro com características notáveis de brilho e transparência sendo usado para a fabricação
de taças e vasos, seu brilho é devido ao chumbo, que aumenta o índice de refração
 mm.m
a) !  
  : são aqueles que após sua saída do forno e resfriamento gradual não recebe nenhum
tratamento térmico ou químico.
b) !  

 : são aqueles submetidos a um tratamento térmico através do qual fora m introduzidas
tensões adequadas e que, ao partir-se, desintegra-se em pequenos pedaços.
c) !    : é composto por várias chapas de vidro unidades por partículas aderentes. ( polivinil butiral
( PVB ) plástico ).
d) !   : é formado por uma única chapa de vidro, que contém no seu interior fios metálicos
incorporados a massa durante a fabricação; ao quebrar, os fios mantêm presos os estilhaços. ( resistente ao
fogo ).
e) !  $  !

: são aqueles que absorvem pelo menos, 20% dos raios infravermelhos,
reduzindo deste modo o calor transmitido através dele, conforme ilustrado na figura

 mJm.>m
a)    

: transmite a luz e permite visão nítida através dele.
b)   (  : transmite a luz em vários graus de difusão, de modo a não permitir visão nítida.
c)     : impede a passagem da luz.

 mmm m .:m


a)     : transparente, leve distorção das imagens refratadas.
b)      : transparente, permite visão sem distorção devido ao tratamento superficial.
c)     
 (fantasia): durante a fabricação é impresso um desenho em uma ou duas superfícies.
d)   

 : reflete totalmente os raios luminosos, em virtude do tratamento químico em uma de
suas faces ( filme metálico ).
e)   ! : por meio de tratamento químico ou mecânico apresenta ornamentos em uma ou duas
superfícies.
f)   
 : aplicação de esmalte vitrificável em uma ou nas duas superfícies.
g)   
 )

 : colorido e refletor pelo tratamento químico em uma das faces. (camada de óxido
metálico bem fina para ser transparente).

 mJm  m
a) Incolor
b) Colorido (Bronze, Cinza, Verde.)

Os vidros tipo: temperado, laminado e aramado possuem uma resistência mecânica superior aos
comuns. A NBR 7199 estabelece o seu em prego em: parapeitos, sacadas, vidraças não verticais sobre a
passagem, telhados, vitrines (quando quebrado produzem fragment os menos suscetível de causar
ferimentos graves).
m mOs vidros impressos apresentam-se nos tipos: canelado, pontilhado (com pequenas reentrâncias e
saliências), martelado (desenho alto relevo de forma circular), silésia (losangos), jacarezinho (pequenos
retângulos em alto relevo), bolinha (desenho em alto relevo em forma circular), opaco (liso), esmaltado
(liso).
m mO revestimento do vidro com uma película de prata que pode ser protegida por uma camada de
verniz ou tinta, resulta no Espelho. Para a proteção quase permanente usa - se uma camada de cobre.

TINTAS
São materiais de revestimento, com consistência líquida ou pastosa apta a cobrir, proteger e colorir a
superfície dos objetos.
Uma boa pintura inicia-se com a seleção correta dos produtos, considerando-se o uso da edificação e
o meio ambiente onde ela será aplicada.
Segundo o seu emprego como: sendo brilhantes ou opacas, transparentes ou não, colorida ou incolor
e resistente a determinado agente agressivo.
Os constituintes básicos de uma tinta são:

/Fmtrata-se do componente responsável pela cor, opacidade ou ação anticorrosiva, para o caso de
tintas para proteção de superfícies metálicas.
: Fmé a parte líquida da tinta e composto de duas partes. Uma volátil que tem a função de fac ilitar a
aplicação e por sua evaporação facilita a secagem, conhecido como  mE
A outra parte, a não volátil (), é o ligante ou aglutinante das partículas do pigmento, responsável pela
aderência à superfície e pela qualidade protetora e duração da tinta, ou seja, é o agente formador do filme.
 FmSão substâncias adicionadas em pequenas proporções que resultam em características especiais às
tintas, podendo aumentar a resistência a fungos e bactérias, alterar a temperatura de formação de filme,
dentre outras.
* /Fmempregada para baratear o custo, facilitar a aplicação e dar corpo à tinta, melhorando a sua
consistência e durabilidade. São filler minerais, (pigmentos brancos ou incolores), sendo os mais usados o
talco, o gesso e o carbonato de cálcio.

mJm8 m
Sua aplicação principal é em madeiras e em metais.

m.m m

Esse tipo de tinta é utilizado em muros e paredes externas. A fim de se aumentar a aderência e durabilidade
da película, adiciona-se, antes do uso, cola de peixe ou de carpinteiro.

m
m  m

Trata das tintas látex, empregadas em paredes exteriores e/ou interiores, a saber: TINTA LÁTEX PVA (PVA ou
POLIACETANATO DE VINIL) e TINTA LÁTEX ACRÍLICA.

m.Fmsão aquelas com algumas propriedades, como por exemplo,     



! ! 
 

    , 
 

   (para pintura de fornos, seu veículo é a base de silicone, pó
metálico (alumínio, zinco estanho) e pigmentos estáveis ao calor), r
 
 * , as
* 


(fluorescentes - que absorvem radiação ultravioleta e emitem luz quando irradiadas e as
fosforescentes - continuam a irradiar mesmo depois de cessada a radiação) e as    


*
(composta por materiais que apresentam mudança de cor em temperaturas definidas).

tipos de vernizes são:


a) À BASE DE ÓLEO: contém uma resina e óleo secativo como componente básico de formação da película. É
formado por reação química.
b) Á BASE DE SOLVENTE: a película é formada pela evaporação do solvente.

Etapas de execução de uma pintura:


I) Preparação da superfície.
II.) Aplicação de fundo ou massa.
III.) Execução da pintura propriamente dita.

. m m" .:Fmtem por objetivo deixar a superfície nas melhores condições possíveis para
receber a pintura. Uma superfície bem preparada é aquela que se encontra limpa, isenta de graxas, óleos,
poeira, ferrugem, etc. Apresenta-se também seca, lisa e geralmente plana.

PRIMER: a primeira de duas ou mais demãos de tinta, verniz.


SURFACER: uma composição pigmentada para corrigir pequenas irregularidades para se obter uma superfície
lisa e uniforme, apta a receber a cobertura final.

Hm m9 mFmnas paredes de alvenaria com reboco deve-se aplicar uma demão de   m
para diminuir e homogeneizar a absorção da parede, deve-se ma parede para corrigir pequenos
defeitos afim de fechar buracos e fendas; e depois fazer o . 'mou  mpor meio de lixas
para se obter uma superfície adequada à pintura.
Hm Fmnas peças de madeira devemos preparar a superfície com lixa afim de se obter uma superfície
plana e lisa. Depois seguimos os procedimentos aplicados na alvenaria.
Hm Fmnas peças de metal a preparação da superfície ocorre com o desengraxe e eliminação da ferrugem.
Os métodos de preparação pedem ser mecânicos, por abrasão ou jato de areia, ou químicos, onde a limpeza
se dá por aplicação de solventes ou fosfatização.
Após a limpeza se aplica um fundo antioxidante como por exemp lo o zarcão, selador e emassado se preciso.

.  m m&64;"mm"""m
&  Fmsão produtos de consistência líquida utilizados antes da aplicação da tinta sobre as superfícies com a
finalidade de melhorar a adesão da tinta de acabamento, isolar a supe rfície da tinta de acabamento com o
objetivo de aumentar seu rendimento e proteger contra umidade principalmente em paredes externas, além
de inibir o desenvolvimento de ferrugem no caso dos metais.
FmSão produtos altamente pigmentados que têm por f inalidade regularizar as superfícies. São
empregadas para corrigir pequenos defeitos.

Os métodos de aplicação podem ser através de  m m. ,   mou  .
Km
 m m Fmtem melhor contato da tinta com a superfície irregular, é um equipamento leve e de baixo
custo, mas é lento e a película anterior deve estar úmida até a operação completa.
Km4  Fmpode ser com ar comprimido ou não, proporciona acabamento de alta qualidade e é
empregada geralmente na pintura de peças pequenas , sua desvantagem é a grande perda de material.
Km! m

!4!
!"m; & !"m; m
!46m
Podem ser provenientes da tinta, da aplicação ou da superfície mal preparada. Os defeitos mais comuns são:
* Sedimento excessivamente duro. Pigmentos que permanecem sedimentados mesmo depois da tinta ser
misturada.
* Tinta não mexida provoca pintura manchada por ter regiões sem pigment ação.
* Diluição em demasia origina uma tinta com baixa viscosidade o que proporciona pouca cobertura uma vez
que a tinta escorre.
* Tinta muito grossa gera pintura com mau acabamento, demora na secagem e pouca aderência.
* Enrugamento da pintura geralmente provocado por demão de tinta sobre a anterior ainda não seca e com
solvente por evaporar.
* Perda prematura do brilho é provocada por pintura sobre superfície porosa que absorve o veículo da tinta.
* Falta de aderência, é provocado por superfície mal preparada ou suja de graxa ou óleos.
* Mofo é oriundo de pinturas efetuadas em locais úmidos e sombrios.
* Descascamento da pinturas, gerado por pintura velha após o gretamento.
* Bolhas na pintura, é gerado pela aplicação de tinta em superfície úmida .

 "6m"1 m!4"m
HmL(!Fmo látex acrílico leva resina acrílica na fórmula w pode ser diluído em água. É razoavelmente
impermeável para ambientes externos e suporta lavagens em ambientes internos. Encontrado nos
acabamentos acetinado, semibrilho e fosco.
LOCAL PARA APLICAÇÃO: fachadas e muros de alvenaria e de tijolos aparentes, piso cimentado externo e
interno, piso cerâmico, paredes internas, teto em alvenaria, teto de banheiro e superfície de gesso em geral.
1Hm(7Mm
Fmpopular tinta látex, composta por uma resina PVA (acetato de polivinila). É solúvel em água,
possui preço baixo e secagem rápida. Encontrado na versão fosca que dá um acabamento aveludado.
LOCAL PARA APLICAÇÃO: fachadas e muros de alvenaria, paredes internas, superfície de gesso em geral.
Hm"!(!4 Fmhidrorrepelente à base de resina de silicone.
LOCAL PARA APLICAÇÃO: fachadas e muros de tijolos aparentes.
;Hm "!4mL(!Fmproduz uma película transparente sobre a superfície facilitando a limpeza e
protegendo-a contra sol e chuva.
LOCAL PARA APLICAÇÃO: fachadas e muros de tijolos aparentes, piso de ardósia e pedras em torna da
piscina.
Hm "( m
NM!Fmbrilhante e resistente cria uma camada que suporta bem a umidade, atrito e sujeira por
isso pode ser usado em pisos e azulejos. Disponível na versão alto brilho.
LOCAL PARA APLICAÇÃO: piso cimentado externo e interno, piso cerâmico inclusive de cozinha e banheiro,
azulejos de cozinha e banheiro, teto de banheiro.
&Hm "( m"!4O!Fmproduz uma superfície lisa e colorida. Funciona com solvente do tipo aguarrás.
Encontrado nos acabamentos brilhante, acetinado e fosco.
LOCAL PARA APLICAÇÃO: portas e esquadrias de madeira, de ferro e de alumínio.
<Hm 4!PFmproduz uma película que protege a madeira. Encontrado nos acabamentos brilhante, acetinado e
fosco.
LOCAL PARA APLICAÇÃO: portas e esquadrias de madeira.

PLASTICOS
De maneira geral, define-se como plástico, os materiais artificiais formados pela combinação do
carbono com oxigênio, hidrogênio, nitrogênio, e outros elementos orgânicos ou inorgânicos que, embora
sólidos no estado final, em algumas das fases de sua fabricação apresentam-se sob condições líquidas
podendo, então, ser moldados na forma desejada. A moldagem é feita pela aplicação simples e combinada
de aquecimento e pressão.
Dentre as principais vantagens citam-se: o baixo peso específico, originando um material leve e
mesmo assim resistente; um bom isolamento termoelétrico; a possibilidade de coloração; o baixo custo; a
facilidade de fabricação e instalação; à resistência à corrosão e ao desgaste; a boa resistência química; a
baixa absorção e a elevada durabilidade (vida útil).

Como desvantagens, destacam-se o alto coeficiente de dilatação térmica; a tendência ao


envelhecimento; a dificuldade de reparo quando danificado; a pequena resistência ao aquecimento e a
pequena estabilidade dimensional.

(""!&!23m;"m
(7"!"m

. Fmsão aqueles que amolecem e fluem quando submetidos a uma dada temperatura e pressão,
podendo ser moldados. Não perdem suas propriedades neste processo podendo ser novamente amolecidos
e moldados, sendo, portanto, recicláveis.
Trata-se de materiais de baixo custo, alta produção, facilidade de processamento e baixo nível de resistência,
se comparado aos demais tipos. Como exemplo cita-se o PVC (cloreto de polivinila) e o PVA (acetato de
polivinila).
CFmsão aqueles que amolecem e fluem quando submetidos a uma dad a temperatura e pressão, o
processo de moldagem resulta da reação química irreversível entre as moléculas do material, não podendo
ser moldado novamente, ou seja, são materiais infusíveis, insolúveis e não recicláveis. Um exemplo é a resina
epóxi.
QFmsão denominados, também, de borrachas. Trata dos materiais que, na temperatura ambiente,
podem apresentar deformações superiores ao comprimento original, pois apresentam grande elasticidade,
com uma recuperação elástica total quando a tensão é retirada. Um exemplo é neoprene e o silicone.

(<64"m
(7"!"m6!(!P;"m4m4"623m!!(m
m
 :m m.m. m m  : mGCHm
a) Polímero não saturado: empregado na fabricação de plástico reforçado com fibra de vidro. Possui uma
estrutura parecida com a do concreto armado e seu emprego é em box, lavatórios, etc.;
b) Polímero alquídico: empregado em revestimentos superficiais como pintura de automóveis,
equipamentos hospitalar e eletrodoméstico, quando é adicionado um enchimento ou carga (pó de madeira,
fibra de vidro, etc.) é empregado em peças para circuito de ignição de automóveis, p eças para telefone,
varas de pescar, tacos de golfe,...
c) Resinas alquídicas: empregada na confecção de componentes de aparelhos elétricos e eletrônicos e
laminados para decoração.

 :m m.m.  mG. Hm


Empregado na fabricação de diferentes tipos de náilons para a confecção de tecidos, escovas, copos
engrenagens, peças de máquina de lavar roupa e refrigerador, revestimentos de fios e cabos elétricos, linha
de pescar, etc.

 :m. : mG. Hm


É o mais empregado, principalmente pelo seu baixo custo. É obtido a partir do acetileno ou etileno
Aplicações: tubos flexíveis (água, esgoto e eletricidade), mantas para revestimentos de pisos, esquadrias,
revestimento de fios e cabos elétricos, filmes fotográficos, rolo de pi ntor, couro artificial para estofamento
de automóvel, etc.
m
 :m. : mG. Hm
Possui alto índice de refração e são transparentes. Emprego: janelas de aviões, tetos difusores de luz,
clarabóias, caixas transparentes, dentaduras, etc.

 mGCmm. Hm
Proporciona superfícies brilhantes e polidas, resiste pouco ao calor e é quebradiço devido a sua baixa
flexibilidade. São empregados na confecção de peças para aparelho de ar condicionado e refrigerador,
brinquedos, garrafas, televisão portátil, pentes, etc.

 mC.  m
Também conhecido como isopor. É leve, possui boa trabalhabilidade e bom isolamento temoacústico.
Empregado em placas em meio a materiais para funcionar como isolante, etc.

 :m m/ .m.8CmG. mmCHm


Possui boa adesão a metais e vidro, boa estabilidade dimensional, boa resistência química e elétrica. São
empregados em revestimentos superficiais, construção de pisos, etc.

 :m 8mGCmm. Hm


Utilizados em aro de óculos, cartas de baralho, tecla de piano, brinquedo, volante de automóvel, etc.

 :m8 mGCHm
É o baquilete usado em material de moldagem e de fundição para a confecção de isoladores
elétricos, caixa de relógio, modelos reduzidos e, como soluções para adesivos, laminados e lacas.

 :m  m m mGCHm


Como adesivo é usado em madeira compensada, laminados, papel e como revestimento em esmaltes
resistentes a luz. Aplicações: espelho de interruptor elétrico, armário para banheiro, etc.
m
 :m  m m mGCHm
Empregado em aparelhos de jantar, cafeteiras, etc.

 :m QmG m=m. Hm


Empregado em vedações flexíveis, válvulas e bombas, etc.

  mGCHm
Se elásticos é empregado em esponja de limpeza, estofamento de automóvel e móvel, colchão, etc.
Se semi-rígido em embalagem e proteção de objetos frágeis. Se rígido em enchimento de parede de casas
pré-fabricadas, como isolante térmico, etc.
" mG QmRmCHm
Empregada em graxa; resinas para fabricação de laminado com tecido de vidro; verniz para isolante
térmico; materiais tipo borracha; adesivos para plástico, metais e vidro; esmalte para revestimento
resistente a altas temperaturas; elastômeros ou borracha sintética (usada em impermeabilização sendo
resistente ao intemperismo. Seu emprego é em vedação de paredes, esquadrias, aparelhos de apoio, juntas
de dilatação, etc.).
Os SILICONES são resinas sintéticas obtidas a partir do silício, indicada na proteção de superfícies
expostas ao intemperismo. Os silicones não realizam uma vedação mecânica da superfície em que são
aplicados. O material constituinte da superfície continua com seus poros livres para respirar. A aplicação do
silicone confere ao material uma tensão superficial, sensivelmente menor do que a da água, essa, sem ter
tensão rompida escorrer sobre a superfície. Esta aplicação protetora é denominada U  

conforme ilustrado na figura 9.1, podendo, também, ser empregado como mastique para vedar juntas.
As RESINAS são, também, largamente utilizadas pela indústria de tintas e vernizes, sendo adicionadas
como liga aos pigmentos, proporcionando a formação uniforme da película colorida. Citam -se: a resina
sintética (PVA) empregada em na indústria de tinta, a resina vinílica (PVC) empreg ada no revestimento
plástico do tipo: vulcapiso, paviflex, a resina fenólica utilizada na fabricação de lâmina plástica ou fórmica e a
resina epóxi, que é obtida através de gás natural, com uso em revestimento (devido sua resistência à
abrasão), em selante e em pavimentação.

 !!"m 7(!"m& ""m


4"!; 2I "m!4!!!"m

o metal é um elemento químico que existe como cristal ou agregado de cristais no estado sólido, com
as seguintes propriedades: alta dureza, grande resistência mecânica, elevada plasticidade (grandes
deformações sem ruptura), alta condutividade térmica e elétrica, dentre outras.
Na conceituação do minério deve-se considerar os seguintes fatores: teor do metal presente, ausência de
impurezas que prejudiquem a sua utilização e a facilidade de transporte.
fases de obtenção dos metais são, basicamente, exploração do minério - beneficiamento - transporte -
processamento.

 !!"m& ""m

Materiais ferrosos é a designação genética do ferro e suas ligas (aço e ferro fundido). Suas
propriedades estão relacionadas com o teor de carbono
m  mcomo uma liga de ferro-carbono, obtido por via líquida contendo geralmente 0,006% a 2% de
carbono, alem de certos elementos residuais (p. ex. silício, alumínio, enxofre, provenientes da matéria -
prima ou do processo de fabricação). Os aços de construção civil possuem, em gera l, 0,3% de carbono.
&m&   msão os produtos obtidos pela liga Ferro -Carbono com teor superior a 2% de carbono.
Teoricamente esta percentagem vai até 6,67% mas, industrialmente, só se utiliza até 4,5%. O aumento do
teor de carbono torna a liga cada vez mais dura e difícil de trabalhar em qualquer temperatura.

!
"m; m2m
;6P!;m4m1"!( m

norma ( NBR 7480 ) classifica os aços para concreto armado em:

     * 


 
    * * +*
,'-'      
+*

'  '
* 
 .  
 
  
  &/0,'&/,-1
 %     * 
 
   
  * *2-'-'    
 '
 '
* 
 .  
 
  
  &/3-4
Os aços estruturais para o concreto armado fabricados no Brasil são classificados, portanto em: aços
de dureza natural (laminado à quente) e aços encruados à frio.
Os aços laminados a quente são denominados ͞comuns͟, ou seja, não sofrem tratamento algum após
a laminação (o metal é levado ao rubro (cerca 1200ºC)
O encruamento a frio (trefilação) é realizado após a laminação à quente. Este procedimento permite
aumentar à resistência à tração e a dureza do aço, em contrapartida diminui -se a ductilidade e o
alongamento
No Brasil, a indicação dos aços é feita pela letra CA (concreto armado) seguida de um numero que
caracteriza a tensão de escoamento (real ou convencional), ou seja, CA ʹ 50 (CA= aço para concreto armado,
50 = limite de escoamento 500 MPa).

 4"m
?
Fmque é um tratamento utilizado quando se deseja obter um aço com resistência e dureza maior e
módulo de deformação aproximadamente constante. Em resumo, aquece-se o aço e, em seguida resfria-o
rapidamente em água, óleo ou jato de ar. Se o resfriamento for lento, chama-se RECOZIMENTO (tem por
finalidade eliminar impurezas e regularizar a estrutura do aço).
Hm 46 4: que é, em resumo, o alongamento do aço. Podendo ser obtido por estiramento a frio,
torção a frio ou trefilação a frio.
Hm "! 4Fmusado no aço empregado no concreto protendido. As barras de aço são forçadas a passar
por furos de um aço mais duro de modo que sofrem uma redução na sua área (seção transversal). Esse
procedimento aumenta a resistência e o limite de escoamento.
Hm!4 23Fmquando se introduz cromo e nitrogênio em pequenas profundidades tornando o aço mais
resistente à corrosão.

;6"m"!; S<!"m

AÇO INOXIDÁVEL: liga de aço-cromo (18%), possui alta resistência a corrosão.


b) FOLHA - DE - FLANDERS (LATA): chapa fina de aço com as faces cobertas com uma leve camada de estanho
(para não oxidar).
c) CHAPA GALVANIZADA: chapa fina de aço revestida com zinco. Pode ser lisa ou ondulada. São padronizadas
pela bitola desde número 10 até número 30 e dimensões aproximadamente iguais a 2,0 m x 1,0 m.
d) PERFIS: barras redondas, quadradas, retangulares, com perfil: L, T, H, U.
e) TRILHOS E ACESSÓRIOS: (talas de junção, placas de apoio, etc...).
f) FIOS E BARRAS PARA CONCRETO ARMADO.
g) ARAMES E TELAS: fios finos de ferro laminado, galvanizado ou não. O arame recozido (ou queimado) é
aquele destemperado usado para amarrar as barras da armadura de concreto armado.
h) PREGOS: feitos a partir de arame galvanizado (mais comum); são bitolados por dois números : o primeiro
representa a bitola do arame (Ø) e o segundo o comprimento do prego, por exemplo, 17 x 27, 18 x 30.
i) DIVERSOS: parafusos, telas soldadas, tubos e conexões, fôrmas metálicas, etc...

"3m;"m;6"m m "66"m; m4 m;

Corrosão pode ser definida como uma interação destrutiva de um metal com o meio através de reações
químicas ou eletroquímicas. Para o caso das armaduras de concreto, existem dois processos em que ela
poderá ocorrer

OXIDAÇÃO que é um ataque provocado por uma reação gás -metal ou íon-metal, com formação de uma
película uniforme e contínua de óxido de ferro. Este tipo de corrosão é extremamente lento à temperatura
ambiente e não provoca a deterioração substancial das sup erfícies metálicas, entretanto, pode ser
significativa a altas temperaturas.
b) CORROSÃO PROPRIAMENTE DITA que é um ataque de natureza essencialmente eletroquímico, que ocorre
em meio aquoso e se forma uma película de eletrólito na superfície dos fios e b arras de aço. A dissolução do
aço ocorre nas zonas catódicas.

A corrosão conduz a formação de ferrugem (óxidos/hidróxidos de ferro - produtos de corrosão


avermelhados, pulverulentos e porosos) e ocorre na seguinte condição: deve existir um eletrólito; dev e
existir uma diferença de potencial; deve existir oxigênio; poderá existir a presença de agentes agressivos.

No que se refere ao ELETRÓLITO, salienta-se que a água está presente no concreto, na maioria das vezes em
quantidades suficientes para atuar como eletrólito,
A diferença de potencial (DDP) resulta da diferença de umidade na estutura de concreto, da diferenção de
tensão na barra de aço, dentre outros, desencadeiando pilhas ou cadeia de pilhas de corrosão.
Quando a corrosão ocorre, o metal perde su as propriedades originais de resistência mecânica, elasticidade e
ductilidade. Além disso, o produto formado possui um volume de 3 a 10 vezes superior ao volume original.
No caso do concreto armado, tais expansões geram pressões (até 15 MPa) suficiente para que ocorra
rompimento do concreto
As fissuras do concreto ocorrem na direção paralela à armadura corroída, na maioria das vezes aparecem
manchas marrom-avermelhadas na superfície do concreto e bordas as fissuras, completando o quadro
patológico.
 ;!;"m
  4!"
a) PLANEJAMENTO E PROJETO:
- cobrimento adequado ( 2,5 cm);
- imitação da abertura da fissura;
- avaliação dos agentes agressivos do local da obra;
- dosagem do concreto (baixo fator água/cimento);
- avaliar as condições higrotérmicas.
b) MATERIAIS:
- evitar uso de agregado e/ou água contaminados;
- evitar uso de acelerador de pega.
c) EXECUÇÃO:
- garantir homogeneidade do concreto e uniformidade do cobrimento;
- cuidado na dosagem, lançamento, adensamento e cura do concreto.

 !!"m 7(!"m43m& ""m


Dentre os materiais metálicos citam-se os não ferrosos como o caso do chumbo, do alumínio, do cobre e do
zinco. O emprego destes materiais se restringe, geralmente, ao caso em que se necessita
aproveitar algumas de suas propriedades, como por exemplo, a resistência à corrosão (alumínio), a pequena
densidade (cobre), as propriedades elétricas e magnéticas (cobre).

561m
Trata-se de um metal cinza-azulado, muito maleável e macio mas pouco dúctil, que se funde a baixas
temperaturas (aproximadamente 327°C), possui baixa condutibilidade térmica e quando exposto ao ar
reveste-se de uma camada de hidrocarbonato de chumbo (tóxico).
O seu principal emprego é em canalizações de pequena extensão, impermeabilização na forma de chapas
finas, na absorção de vibrações no apoio de máquinas e pontes e em forma de sais na indústria de tintas.

P!4m
Consisti em um metal cinza-azulado que se funde à uma temperatura entre 400-420° C, sendo mais pesado e
quatro vezes mais tenaz que o ferro, possui baixa resistência elétrica, bastante atacado por ácidos, porém,
resistente a corrosão eletroquímica e um grande coeficiente de dilatação.
O seu principal emprego é em chapas lisas ou onduladas para cobertura s, em calhas, em sistemas de dutos
de climatização ambiente e tubos condutores de fluídos.

(6L4!m
Sua obtenção é a partir da bauxita, a qual é constituída essencialmente, por um óxido hidratado (Al 2O3.H2O),
possuindo ainda, óxido de ferro, sílica, óxid o de titânio e outros componentes em menores quantidades. O
processo de obtenção divide-se em três etapas, a saber: mineração, obtenção alumina e eletrólise.
O alumínio e suas ligas são caracterizados por uma densidade baixa (metal muito leve), possuindo boas
propriedades mecânicas, porém, de difícil soldagem (quando soldado perda de 50% de suas propriedades
mecânicas), possui excelente condutibilidade térmica e elétrica e uma boa resistência à corrosão, inclusive
em ambiente atmosférico. Sua cor cinza-clara pode sofrer variação quando exposto às intempéries, pois sua
superfície é recoberta por óxidos que a impermeabiliza protegendo o núcleo. Sua principal limitação é a
baixa temperatura de fusão (660 0C), que restringe sua temperatura máxima para emprego.
Entre as principais aplicações na construção civil cita -se: painéis de fachada, em coberturas, em
revestimento, em esquadrias e em elementos de ligação. Também possui emprego em elementos de ligação,
revestimentos impermeabilizantes, ferragens de esquadrias, dentre outras.
1 m
São muito importantes suas aplicações em engenharia, sendo utilizado na condição de metal puro (com
baixos teores de impurezas) ou na forma de ligas (por exemplo, a liga de 
)  que resulta no  
empregado na confecção de torneira, fechadura, dentre outras,ou a liga de 
)
 que resulta no
bronze empregado na confecção de torneira, dobradiça, dentre outras).
É um metal de cor avermelhada, muito dúctil e maleável, embora duro e tenaz, podendo ser reduzido a fios
de bitolas variadas. Quando exposto ao ar cobre -se de uma camada de óxido e carbono (azinhavre), muito
tóxico, mas protege a integridade do núcleo do metal dando duração indefinida à peça. Possui elevada
condutividade térmica e elétrica e uma resistência mecânica mediana.
São empregados em condutores para instalações elétricas; canalização de gás liquefeito; redes de esgoto e
de águas pluviais; caixas e ralos; paredes divisórias (elemento vedantes).

MATERIAIS BETUMINOSOS
Defini-se como 5ao material cimentício natural ou artificial, de cor preta ou escura. Apresenta -se no
estado sólido, semi-sólido ou viscoso e é composto principalmente por hidrocarbonetos de alto peso
molecular, solúvel no bissulfeto de carbono, incluindo o alcatrão e o p iche produzido a partir do carvão.
Os materiais betuminosos classificam-se em &%&67(material cimentício de cor marron escuro a preto,
impermeável á água, pouco reativo) e &6& 87(é um líquido preto e viscoso obtido pela ação destrutiva
de matéria orgânica, carvão, petróleo, turfa, madeira).
Dentre as principais características cita-se:
a) São aglomerantes (ligantes) possuem viscosidade e certa rigidez à temperatura ordinária, podendo
aglutinar e fazer aderir o agregado formando argamassas e concretos;
b) São hidrófugos (repelem a água), por isso são empregados em produtos de impermeabilização
(estanqueidade), entretanto, exigem agregados secos para uma boa aderência;
c) Possui grande sensibilidade a temperatura, ou seja, amolecem e perdem viscosidade com o aumento de
temperatura e endurecem com a diminuição da temperatura. Sendo assim, torna-se de fácil emprego,
entretanto tendem a escorrer e deformar facilmente no verão e tornar-se duro e quebradiço, no inverno;
d) São quimicamente inertes, sendo indicados para revestimento e tinta de proteção;
e) Possuem boa qualidade, ou seja, conserva suas propriedades durante anos. O envelhecimento ocorre pela
evaporação dos constituintes que confere plasticidade ao produto.
f) São baratos.

"&("
principal componente é o betume, podendo conter ainda outros materiais, como oxigênio, nitrogênio e
enxofre, em pequena proporção.
Atualmente, quase todo o asfalto é proveniente do processamento do petróleo bruto, entretanto po derá ser
obtido, também, em:
 " : rochas sedimentares calcárias ou areníticas impregnadas com 10% - 30% de asfalto.

 &  * * ! (CAN): lagos de asfalto no estado líquido ou semi -líquido, não são asfaltos
puros (100% betume), após a refinação obtém-se teores de até 95% de asfalto. O material retirado é
chamado asfalto crú e depois do refino é comercializado como cimento asfáltico
 &  

9
: obtido através da destilação do petróleo. É a maior fonte de produção.
Designação: CAP
Há dois modos para a sua obtenção: como produto principal a partir de crus selecionados ou como
produto residual da obtenção de produtos leves.
 &   :  : quando o CAP está na fase líquida, na to rre de destilação , a uma temperatura de
200 C., faz - se passar uma corrente de ar obtendo o asfalto oxidado ou soprado.
 &   *; (CUT-BACK): obtido através da adição de solventes ou diluentes ao CAP.
 *  " : CAP é emulsionado na água com auxílio de substância emulsionante (sabão);
obtém-se: CAP (50% a 65% ASFALTO) + 1% EMULSÃO + H2O (restante) a retirada da água chama - se : quebra
ou ruptura. De acordo com o tipo de evaporação pode ser classificado em três tipos: de quebra rápida (40
min), quebra média (2 horas) e quebra lenta (4 horas).

m .:Fmvaria de 0,9 a 1,4 kg/dm3. É a relação entre a sua massa e a massa do mesmo volume de
água destilada. Pode avaliar o teor de impurezas e controlar a uniformidade das propriedades em diferentes
amostras.
Hm; m=m
 Fmé obtida pela medida da penetração de uma agulha padrão, em décimos de
milímetro a 25 0C. A carga é de 100g aplicada durante 5 s.
Hm  Fmé a resistência a deformação oposta pelo fluído à ação de uma força. A determinação é feita
por um aparelho padrão que determina o tempo em segundos, para que 60 cm3 do produto escoe por um
orifício para o frasco graduado. Quanto maior o tempo de escoamento, maior a viscosidade e mais próximo
da consistência semi-sólida.
Hm
m m Fmé a temperatura em que amolece e fluidifica o material. É a temperatura na qual
uma esfera metálica atravessa um anel metálico cheio de material betuminoso até atingir o fundo do
recipiente com todo o conjunto imerso na água.
Hm;    Fmé a capacidade do material alongar-se sem romper. Nos materiais betuminosos é importante
quando há variação de temperatura que produz dilatações dimensionais. O asfalto deve dilatar sem romper.
Uma alta ductilidade não é desejável porque causa ondulações no pavimento.
Hm
m m& /Fmé a temperatura na qual aquecendo-se os vapores o material se inflama
temporariamente em contato com uma pequena chama. Representa a temperatura crítica acima da qual
deve ser tomada cuidados especiais durante o aquecimento.
/Hm . Fmquanto mais viscoso o material mais lenta a difusão dos óleos voláteis.
'Hm1 m Fmé a parte do material solúvel totalmente em dissulfeto de carbono; no ensaio usa -se o
tetracloreto de carbono pois, além de ser igualmente um solvente de asfalto não é inflamável.
Hm;  Fmdetermina a quantidade e tipos de resíduos asfálticos que contém os asfaltos diluídos.

 m m   %m.  %mm


Características: Ter boa aderência e ser ligeiramente penetrante na superfície; Resistir às águas de contato e
a abrasão; Quimicamente inertes (não atacar aglomerante e agregado); Constituir uma camada
impermeável; Não fluidificar no verão e nem tornar frágil no inverno.
Empregado em bases e produtos de estanqueidade (impermeabilização): capas ou revestimentos de
aplicação a quente (asfalto oxidado); produtos de aplicação a frio (asfalto diluído, emulsões); lâmina
impermeável (rolo, capa: múltiplas e flexíveis).
-TE)E,Em
 m
Características: Boa aderência aos agregados e resistência a ação mecânica dos veículos; Impermeabilização
(água de chuva e ação capilar).

Interesses relacionados