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“A religião dos gregos é um vaso que nobres espíritos encheram com o mais

puro conteúdo”. O vaso no texto, para o gregos, não é simplesmente um objeto


de “guarda volume”, mas uma personificação de um sentimento muito profundo
e imutável, que claramente, ou não, é a religião, esse vaso é, ou não, muito
frágil, apesar de portar um conteúdo de extrema importância ao ser vivo, toda
religião é cheia desse mesmo conteúdo.

O texto continua em sua percepção à religião, no seu início, mostrando a


personificação da natureza como um dos fatores predominantes nessa
formação, porem, penso também na capacidade do ser humano de personificar
a própria idéia, isso é, buscar ou compreender analogias de uma figura a várias
palavras figuradas, estabelecer um equilíbrio, ou até mesmo uma ponte à esse
processo de transformação tão involuntário.

Um pouco mais a frente, é possível notar as citações do autor a relação da


religião com seus “objetos” nem muito e nem pouco corpóreos, dá a idéia da
materialização de uma divindade de acordo com seu “povo” isso é, o deus das
formigas, sem dúvida não pode ser uma abelha,ou pode, isso só depende de
cada interpretação, já um pouco diferente dessa massificação, vem o
comparativo ao mais oculto, como ele diz mais a frente, o vento por exemplo,
que pode ser sentido mas não visto, a água, pode ser determina a origem de
tudo, isso já entrando no principio das coisas o chamado arqué, o que leva