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Descrição do fenômeno

Na fadiga de contato, as tensões de cisalhamento cíclicas desenvolvidas abaixo da su


perfície de contato do corpo podem interagir com alguma inclusão da microestrutura,
de modo que esse seja o ponto inicial de deformação localizada, a partir do qual uma
trinca será nucleada e se propagará pelo material até o desprendimento de uma lasca d
a superfície.

A esse mecanismo está associado um período de "incubação" durante o qual não há evidência m
oscópica de desgaste, o que por sua vez distingue a fadiga de contato de outros me
canismos de desgaste, como o desgaste de deslizamento e o desgaste por partícula a
brasiva, nos quais há perda progressiva de material; e a equipara ao mecanismo de
desgaste por cavitação.[3]

Por essa razão, a vida útil de um elemento de máquina sujeito a este tipo de falha, co
mo a pista de um mancal de rolamento, não é feita em termos de volume de material pe
rdido e sim em termos de um número de revoluções crítico, a partir do qual há grande proba
bilidade que uma certa quantidade de material se desprenda da superfície sob a for
ma de lasca, inutilizando o elemento na maioria das vezes.

Vale destacar que diferentemente do comportamento à fadiga convencional de alguns


materiais metálicos, como o de alguns aços, na fadiga de contato não é esperado que exis
ta um limite de carregamento nominal abaixo do qual o componente apresentará baixíss
ima probabilidade de falha

Desgaste
O desgaste pode ser causado por:
·
deficiência de lubrificação;
·
presença de partículas abrasivas;
·
oxidação (ferrugem);
·
desgaste por patinação (girar em falso);
·
desgaste por brinelamento.
Fadiga
Fadiga
Fadiga
Fadiga
Fadiga
A origem da fadiga está no deslocamento da peça, ao girar em falso. A peça se descasca
, principalmente nos casos de carga excessiva.
Descascamento parcial revela fadiga por desalinhamento, ovalização ou por
conificação do alojamento