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escoliose congênita

escoliose congênita

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Referência em FISIOTERAPIA na Internet

www.fisioweb.com.br
Trabalho realizado por: Juliana V. S Zinni - Flávia Ap. Pussi - Marcelo Cezário - Alex T. Comin - Jessica Prudencio Elaine Tessarim - Cibele de Moura - Leda R. Buso - Ivonete Costa - Luis G. Carminatti Fisioterapeutas formados pela Universidade Camilo Castelo Branco - UNICASTELO Orientadores do Seminário: Prof Gisela Naif Caluri e Adylei Valsechi de Oliveira

ESCOLIOSE CONGÊNITA
INTRODUÇÃO A escoliose caracteriza-se por uma torção generalizada da coluna vertebral, sendo assim, é um desvio tridimensional. Porém, antes de nos atermos à escoliose, faz necessário -se diferenciar a escoliose propriamente dita da chamada atitude escoliótica. A atitude escoliótica é resultante de um desvio apenas no plano frontal e é totalmente redutível, segundo avaliação radiológica, que será discutida mais adiante. Além disso, não apresenta nenhuma deformação estrutural, não é permanente e não evolui. Ela é considerada como uma atitude de compensação por perturbações que não estão diretamente ligadas à coluna vertebral, como, por exemplo, a diferença de comprimento dos membros inferiores, o desequilíbrio na pelve, paralisia ou paresia dos músculos do tronco, posturas antálgicas, vícios de mau posicionamento, entre outros. Já a escoliose, além de ser um desvio tridimensional, apresenta deformações estruturais e um baixo grau de redutibilidade. Esta deformidade pode ser causada basicamente por dois tipos de malf rmações: defeitos o de formação, que são devido a ausência parcial (hemivértebras) ou total de determinadas vértebras, ou defeitos de segmentação, conhecidos como barras ósseas. Estes defeitos podem ocorrer simultaneamente. As malformações acima descritas p odem causar assimetrias durante o desenvolvimento do paciente, resultando em deformidades da coluna. Algumas etiologias são conhecidas, como a escoliose por mal formação congênita, por síndromes ou por neuropatias e assim são consideradas secundárias. Porém, 70% das escolioses não têm etiologia bem definida e por isso são chamadas de idiopáticas. A avaliação do indivíduo escoliótico ainda gera muitas dificuldades para os fisioterapeutas., por isso apresentaremos uma proposta de avaliação clínica e radio lógica utilizada pelo NEPE-BIOMEC.. 1- ESTRUTURA DAS VÉRTEBRAS ANATOMIA

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j g i j p i g l igamentos ruciformes: locali a-se na base do crânio e é formado pelos ligamentos superior. Serve para reforçar a estabilidade da coluna na sua porção anterior e encontra-se na linha média do corpo vertebral. Esta membrana capsular reveste também as articulações costovertebrais e costo-transversas. estimula o anel fibroso na retenção das pressões e orienta o todo corporal uanto posição da coluna vertebral. Estabili a a coluna desde a articulação atlanto-ociptal até a transição lombo-sacro. omunica-se com as fibras do ligamento alar. Ao todo são 23 discos. i o torácica também t mos a resença a s facetas costais transversas e. Encontram-se lateralmente coluna vertebral. As vértebras desde 2 segunda vértebra cervical) até S1 primeira vértebra sacra) são interpostas por estruturas discais chamadas de discos intervertebrais. aumentam a estabilidade entre a coluna e o arcaboço torácico. Através desses forâmens emergem as raí es nervosas de dentro do canal vertebral. m núcleo gelatinoso. e o corpo vertebral e o disco intervertebral pela frente. igamentos: são estruturas fibrosas cuja função está relacionada das vértebras na sua posição natural. ocali a-se entre as facetas articulares por trás. mantendo a capacidade de hidratação e flexibilidade do disco. transverso e inferior. orâmen Vertebral: trata-se de um orifício ue se locali a lateralmente ao canal vertebral. l estabilidade intrínseca igamento ongitudinal Anterior: tem forma laminar. Encontra-se relacionado ao espaço intervertebral e parte inferior do corpo da vértebra. igamentos Amarelos: são expansões ligamentares ue conectam a face anterior da lâmina superior com a face posterior da lâmina vertebral adjacente inferior. tornam a estrutura emerticamente fechada onde circulam lí uido sinovial para nutrir e vitali ar as catilagens em contato na articulação. Inicia-se na base do crânio até o sacro. É reconhecido como ligamento inter-espinhal tendo a sua porção contínua com o nome de ligamento supra-espinhal. Podem ser comparados a janelas pelas uais as raí es nervosas t m o s eu trânsito para reali ar o comando de área e receber a sensibilidade de áreas segmentares. nindo-se a orção roximal das costelas. j j igamento Interespinhoso: locali a-se na região espinhosa e se inicia pelo ligamento da nuca. estendendo-se até as apófises sacras. Este nervo "comunica" os estímulos recebidos. locali adas ao longo da coluna torácica. ápsula Articular: é uma estrutura com tecido fibroso ue é responsável pelo revestimento das articulações interapofisárias e. Sua locali ação é a porção posterior do disco e o mesmo se comunica com a rai nervosa emergente da coluna. anel fibroso concêntrico suporta as pressões submetidas coluna vertebral. igamentos Inter-transversos: interligam as apófises transversais. Essa orientação é dada através dos ramos do nervo sinovertebral ou nervo de uschka.os os ost is. porção estabili adora entre o osso occipital e as apófises cervicais. transmitidas pelos corpos vertebrais. r l i igamento osto-transverso e igamento adiado: unem a costela com as apófises transversas e com o corpo vertebral subseqüentemente. juntamente com a membrana sinovial. igamento ongitudinal Posterior: trata-se de um ligamento laminar ue se locali a dentro do canal vertebral justaposto porção posterior dos corpos vertebrais. i l o n p j p g p g j o q . através do seu deslocamento. m j j j g g n j j k j g g j f e ˜ e e d ˜• — ™ ” o j h hg ” – • – ” i l l l l l l l l p l o Disco Intervertebral: disco intervertebral constitui-se de uma estrutura fibro-cartilaginosa formada por anéis concêntricos em sua porção externa e um núcleo gel tinoso formado por a substâncias hidrófilas muco polissacarídos) ue garantem essa hidrofilia retenção de água). revelando aos músculos eretores da espinha as linhas de força de pressão sobre a coluna vertebral.

em cima.1. atlas não tem corpo e recebe. t s s s São sete. de espessura variável conforme a região. o da vértebra é formada por um corpo em forma de disco.1.É constituída por 33 ou 34 ossos ditos vértebras. As vértebras se classificam em cervicais. dos lados e posteriormente. lombares. as laterais se chamam apófises transversais.2 . apêndices ósseos. s anéis apresentam. com a segunda vértebra cervical chamada áxis. no seu anel.1. A primeira vértebra cervical se chama atlas: articula-se.Vé ux u y wv s vi is . formam um anel. odas as vértebras têm particularidades próprias. sacras e coccigianas. têm um corpo reforçado e se articulam com as respectivas costelas. chamados apófises. principalmente nos indivíduos magros. e. oda vértebra se articula com a vértebra que está acima e com aquela que está abaixo mediante apófises articulares. de acordo com o lugar que ocupam na coluna vertebral. a posterior se chama apófise espinhal. reunindo-se. embaixo. As apófises dão inserção a músculos e ligamentos. com o crânio. Da superposição desses anéis resulta um canal no qual está contida a medula espinhal. o dente do áxis. A sétima vértebra cervical se chama proeminente porque se destaca de modo sensível e determina. e. 1. Do corpo partem as lâminas vertebrais que convergem para dentro. A sua apófise transversa tem a característica de ser escavada por um orifício orifício transversal) pelo qual passam os vasos vertebrais. Estas duas vértebras são muito diversas de todas as outras porque têm o fim de permitir os movimentos da cabeça. uma saliência visível. torácicas ou dorsais.Vé s á i s { | z z u} y v ux u y wv São 12. z y u z w 1. uma apófise do áxis.

fenômeno não é facilmente explicável. Essa curvatura faz com que o ombro esquerdo seja ligeiramente mais alto do que o direito. mas a mesma curvatura existe nos canhotos. As curvaturas tomam o nome da região em que se acham: temos assim a curvatura cervical aberta para trás). ao contrário. parece direita. que é chamado osso sacro. Segundo outros é a posição assumida pela maior parte dos indivíduos nos bancos da escola. se compensam.5.Vé ~ ~ ‚ € ~ ~ ‚ € ~ ~ ‚ € sl m s s . a curvatura dorsal aberta para diante). tem-se a escoliose.1.3. mas apresenta quatro curvaturas. são exageradas as curvas abertas para a frente tem-se a cifose. oi atribúída a culpa maior atividade dos músculos da parte direita. portanto. Essas são as curvaturas dispostas no plano ântero-posterior. A coluna vertebral tem bastante mobilidade por causa das articulações entre uma vértebra e outra. presente em quase todos os indivíduos. o feto e na criança até cerca de 8 anos são independentes umas das outras.São 5 e têm um corpo maior do que as precedentes.1. Quando a coluna vertebral apresenta uma curvatura para a direita ou para a esquerda. ão é reta. tem-se a lordose.Vé s igi s … ~  € ‚ ƒ 1. Quando são acentuadas as curvas abertas para trás. exceto uma pequena curvatura aberta para a esquerda.4 .Vé ss São 5 e têm um tamanho decrescente. duas voltadas para diante e duas voltadas para trás. ~„ ‚ ‚ 1. A coluna vertebral. † ‚ ‚ São 4 ou 5 e têm um tamanho bem reduzido. a curvatura lombar aberta para trás) e a curvatura sacra aberta para diante). as quais se alternam entre si e. da sua reunião se m forma um único osso.1. vista pela frente. quando. e se vêem observando a coluna de perfil. ˆ Š ‰ ‡ ‡ … ‡ ‡ „„ƒ„ 1. As curvas da coluna vertebral podem ser acentuadas por motivos patológicos. enquanto no adulto se solda entre si.

principalmente porque são as partes de maior mobilidade da coluna vertebral. o peso do corpo é transferido das articulações sacroilíacas para os acetábulos e daí para os fêmures. ž  ™ › œ˜ ™ ˜ š ˜ ™ ’ “ ‘ 1. costelas na região torácica). mas apenas 24 delas cervicais.2- lu v l Ž Ž Œ  •— • “ ”– ” ‹  ‹ dorso. mas flexível para o tronco. locomoção e proteção da medula espinhal e das raízes nervosas. as cinco vértebras sacrais fundem-se para formar o sacro e as quatro vértebras coccígeas são parcialmente fundidas para formar o ossso coccígeo. . fáscia profunda. Em adultos. fáscia superficial contendo tecido adiposo. s locais comuns de dores são as regiões cervical pescoço) e lombar. 12 torácicas e 5 lombares) são móveis. . As abreviações . e daí para as tuberosidades isquiáticas. é a parte principal do corpo qual estão fixadas a cabeça. s nervos espinhais e seus ramos estão situados fora do canal vertebral. a coluna vertebral transmite o peso do corpo através das articulações sacroilíacas para o osso ilíaco. ompõe-se de 33 ossos denominadas vértebras que se articulam nas articulações intervertebrais anteriores e posteriores. possui importantes papéis na postura. A coluna vertebral forma uma sustentação forte. dispostas em cinco regiões. Ao se sentar. músculos. vasos e nervos. estão situados dentro do canal vertebral. é necessário conhecer a estrutura e função desta região. Para compreender a base anatômica dos problemas do dorso que causam dor incapacitante. . discos intervertebrais. a postura ereta. pescoço e membros. vértebras. ouface posterior do tronco. A coluna vertebral geralmente consiste em 33 vértebras. Estende-se a partir da base do crânio através do pescoço e do tronco.A coluna vertebral espinha) forma o esqueleto do dorso e a parte principal do esqueleto axial. raízes dos nervos espinhais e seus revestimentos denominados meninges. As vértebras são estabilizadas por ligamentos que limitam os movimentos produzidos pelos músculos do tronco. onsiste de pele. que é formad pelos o forames vertebrais em vértebras sucessivas. que retomam através dos forames intervertebrais para inervar as meninges membranas) espinhais. A dor lombar é uma queixa comum. onseqüentemente. A coluna vertebral proporciona um eixo parcialmente rígido e parcialmente flexível para o corpo e um pivô para a cabeça. sustentação do peso do corpo. A medula espinhal. exceto pelos nervos meníngeos.

geralmente mais acentuada em mulheres. As 24 vértebras móveis conferem coluna vertebral considerável flexibilidade.. Está situada distalmente vértebra 2 no canal vertebral do adulto. feixe de filamentos radiculares no espaço subaracnóide abaixo da medula espinhal é denominado cauda eqüina. Esses ligamentos. e a curvatura lombar torna-se evidente quando a criança começa a andar. ligamentos e músculos.2. Embora variações numéricas das vértebras possam ser clinicamente importantes. quatro curvaturas são normalmente visíveis no adulto. A estabilidade da coluna vertebral é fomecida pela forma e resistência das vértebras e pelos discos intervertebrais. A curvatura sacral também é permanente e difere em homens e mulheres. isto é. e por fortes ligamentos longitudinais anteriores e posteriores. mas o número de vértebras cervicais é constante.2uv u s § ª a coluna vertebral articulada e em várias imagens usadas clinicamente. A partir ²     ¡ ¡ ¢ ¢ £® ° ª ¦¥ © ª m is ª lu v l ¢ §­ § ª ¬« ¬   §¦° ¦¨§¦¥ «ª § ¯ ¤ 1.sacral. I imagem de ressonância magnética). A curvatura cervical é acentuada quando um lactente começa a manter sua cabeça ereta. A curvatura torácica. termina no ângulo lombos. a maioria delas é detectada em dissecções. As curvaturas cervical e lombar começam a aparecer nas regiões cervical e lombar antes do nascimento. sacro geralmente é menos curvo em mulheres. 1. Entretanto. porque o que pode parecer uma vértebra lombar adicional numa radiografia pode ser uma vértebra extra torácica ou sacral. Essas diferenças estruturais estão relacionadas ao fato de que a região lombossacral sustenta mais peso que as regiões cervical e torácica. hiperextensão e/ou hiperflexão do pescoço "lesão em chicote") geralmente causam lesão das articulações e ligamentos e dos músculos. permamente. sem alteração em outras regiões. 1988). sendo denominadas curvaturas secundárias. estão fixados aos discos intervertebrais e corpos vertebrais. A extremidade inferior da medula espinhal afila-se abruptamente no cone medular. ovimentos além dos limites normais. As curvaturas torácica e sacral são côncavas anteriormente.é importante começar na base do pescoço. As curvaturas torácica e sacral são denominadas curvaturas primárias porque se desenvolvem durante o período fetal.1® s s s vé s ¢ §­ § ª ¬« £   ¡ Ÿ ¢ ± ± ¡ ¡ . ou uma alteração numa região custa de outra Bergman et aI.2. que desempenham um importante papel nos movimentos entre as vértebras e na absorção de impactos transmitidos para cima ou para baixo na coluna vertebral. s ligamentos e articulações intervertebrais geralmente impedem a flexão e extensão excessivas da coluna vertebral. A curvatura cervical pode desaparecer através da flexão do pescoço.S e o são usadas para indicar as regiões da coluna vertebral. s corpos vertebrais gradualmente tomam-se maiores medida que se aproximam do sacro e a seguir tornam-se progressivamente menores em direção ao cóccix. é formada pelos 12 corpos vertebrais torácicos articulados. mas só são mais evidentes após o nascimento. A curvatura lombar. que se estendem por toda a extensão da coluna vertebral. em todas as pessoas têm 33 vértebras. Até mesmo a girafa só possui sete vértebras cervicais. As diferenças no número podem ser uma alteração numa região + ou -). © ª epresentam cerca de três quartos do comprimento da parte móvel da coluna vertebral e os discos intervertebrais representam o outro quarto. enquanto as curvaturas cervical e lombar são côncavas posteriormente. As vértebras móveis são conectadas por resistentes discos intervertebrais. Ao contar as vértebras.. por ex. pares articulações planas) entre os processos articulares. nervos e vasos associados. o que aumenta o tamanho da abertura inferior da pelve ou saída da pelve. centro de gravidade do corpo está localizado logo na frente do promontório sacral. ocorrem variações no número de vértebras torácicas lombares e sacrais em aproximadamente 5% das pessoas normais sob outros aspectos. As vértebras móveis também estão conectadas entre si por articulações zigoapofisárias posteriores. necropsias ou em radiografias de pessoas sem história de problemas no dorso.

antes que possa ser firmado um diagnostico de escoliose congênita.2. devendo ser empregadas caso haja suspeita de uma diastematomielia. Essa vascularização é reforçada por sangue de vasos segmentares denominados artérias radiculares. reqüentemente apresentam anastomoses entre si e com a artéria espinhal anterior   à Á ´ A escoliose congênita é uma patologia associada principalmente a anomalias como malformações vertebrais e dos arcos costais. Deixa a extremidade inferior do saco dural e atravessa o hiato sacral. como a diastematomielia e muitos tipos de disrafismo espinhal.de sua extremidade inferior. em geral. Alguns tipos de anomalias são visíveis em radiografias da coluna vertebral. em presença de costelas fusionadas. calibre dessa artéria varia de acordo com sua proximidade de uma artéria radicular magna. Percorre a extensão da medula espinhal na fissura mediana anterior e supre os dois terços anteriores da medula espinhal. denominado filamento tenninal l.3´ su im ¾ ¸ ¸ ¼ º ½ ½ ¹» ½ » ¹ ´ ³ filamento tenninal não possui significado funcional. um filamento fibroso delgado.  odo desvio angular lateral observado na coluna vertebral deve ser considerado como patológico. Ê É ¶ 2- E I I ¿º · ½ ¹ éi s s i ½ ¸ is. µ ³ s vasos que suprem a medula espinhal são derivados de ramos das artérias vertebrais. pia-máter e tecido da neuróglia. ma avaliação apropriada de qualquer anormalidade associada deve preceder o tratamento definitivo da coluna vertebral. intercostais e lombares. eralmente é menor na região de 4 a 8 da medula. As artérias espinhais posteriores originam-se como pequenos ramos das artérias vertebrais ou das artérias cerebelares inferiores posteriores. i l m ul s i l .2. ¿º · ½ ¹ ½ ¾ ¹ ¸· ÇÆ Å Ä È ¶ 1. A diastematomielia pode ocorrer em aproximadamente 5 % dos pacientes. são caracterizadas congênitas. É o remanescente vestigial da medula espinhal que estava situada na cauda do embrião oore. As anomalias mais graves da coluna vertebral são as que envolvem os elementos nervosos. Sua extremidade proximal consiste em vestígios de tecido neural. evidente no primeiro e segundo ano de vida. desce entre as raízes nervosas que constituem a cauda eqüina. Diz-se que as curvaturas escolióticas. 1. qualquer anormalidade neurológica associada escoliose congênita torna potencialmente perigoso o tratamento vigoroso de escoliose. cervicais profundas. que torna-se. Estudos realizados com base em 234 pacient s com escoliose e congênita. uma artéria espinhal anterior e duas artérias espinhais posteriores.filum.4s ¸ » ½ À A artéria espinhal anterior é formada pela união de dois pequenos ramos das artérias vertebrais. ou se existe qualquer anormalidade neurológica nas extremidades inferiores. A mielografia ou as imagens por ressonância magnética podem ser utilizadas rotineiramente. 1988). a menos que haja prova em contrario. tecido conjuntivo. com tipo de anomalia espinhal. Aqui funde-se com a extremidade superior do ligamento anococcígeo e termina com ele através da inserção no dorso do osso coccígeo. É suprida por três artérias longitudinais. porque fisiologicamente impedem a movimentação lateral das partes colunares afetadas. não foi considerado significativo no prognostico. filamento ).

Ï Î a. ou seja. m número significativo desta anomalias pode não apresentar manifestações cutâneas. aracteristicamente durante os períodos de crescimento lento as curvas não cresceram mais que 5 graus por ano. uma cifose congênita está sendo produzida por um hemivertebra posterior ou póstero lateral. bem como de cada extremidade de toda a curva geralmente considerada no tratamento. omumente há formação de uma barra unilateral causada pela não segmentação dos elementos posteriores de duas ou mais vértebras num dos lados. na pré adolescência.Erro completo de formação hemivertebra) Ü Þ Ý ÜÛÛ Þ 2. ou por outros erros de segmentação. aumentando rapidamente com surtos de crescimento. E m çã Ú Ð Ó Ö 3- SSI I EI P Ù ØÖ Ò Ò× Ô ÐÓ Õ Ò Ý ÜÛÛ ß Þ ã ÑÐ Ò EWE . e uma comparação refinada das radiografias da coluna a intervalo de 6 meses. desde a vértebra maximamente inclinada em cada extremidade. E s gm çã a. A escoliose congênita não progride após a puberdade. deverão ser tomadas radiografias laterais da coluna vertebral. possivelmente um meio mais acurado para que se determine se o cres cimento é assimétrico. e os 14 restantes tinham um grupo variado de tumores do desenvolvimento. inclusive as compensatórias ou secundarias nas partes aparentemente normais da coluna vertebral. Esta não segmentação unilateral pode também envolver os corpos vertebrais. u s s á á á á â àã Þ Ü à ÛÜ 1. para que seja detectado o surgimento da corcunda. uma cifose mais grave é mais difícil de controlar. Entretanto. de modo que possam ser detectados crescimentos muito lentos nas curvas. é o tipo de anomalia que mais provavelmente causara uma escoliose progressiva significativa. Se for demostrado que a curva é progres siva. bservações em pacientes com escoliose congênita ao longo de todo o período de crescimento é absolutamente essencial. odas as curvas devem ser medias. 1 pacientes apresentavam diastematomielia. dever ser prontamente instituído se tratamento. em presença da escoliose congênita. em quanto a deformidade é relativamente branda. pois o maior numero de vértebras esta sendo acrescentada a ela. e o tratamento neurocirurgico precederá a fusão da coluna. há necessidade de exames neurológicos e radiografias da coluna vertebral periodicamente. ou se a curva esta aumentando. Será então determinado se a curva é progressiva. através dos sistemas de mensuração de obb. Quando uma cifose congênita aumentada será impositiva a pronta realização de uma fusão posterior. devendo ser comparadas não só com as radiografias mais recentes como também com as mais antigas. omamos as medidas a partir de cada extremidade da área anômala.Experiências relatam que 31 pacientes com escoliose congênita e anomalias intra-espinhais. odas as radiografias devem ser medidas cuidadosamente. É enfatizado o provável alto risco de anomalias intra-espinhais congênitas. Î Ì Ë Í Ï Ï Î Devem ser obtidas mensurações cuidadosas. esse tratamento comumente é suficiente. A mensuração da área anômala em separado é. Visto que.Erro unilateral de segmentação barra não segmentada unilateral) b. com freqüência. A mielografia ou imagens por ressonância magnética pré operatória fica claramente indicada nestes pacientes.Erro bilateral de segmentação vértebra em bloco) ÜÛÛ Þ ÜÛ Ö 3.Erro parcial de formação vértebra em cunha) b.

Para estabelecermos um diagnóstico precoce. a face anterior. ë î A escoliose congênitas é de diagnóstico mais fácil.SI ë ì ò I è å çæ ä åè å è ï ï ï . pronunciamento do sulco do quadril direito e retificação do sulco esquerda. e quanto mais longa em termos de segmentos vertebrais envolvidos. A deformidade aparente precede em geral de muitos meses. decorrentemente mais volumosa. ao nascimento. fazendo com que o diagnóstico seja mais precoce. o exame dinâmico ou potencializado tem extrema importância. í ï diagnostico é feito por: ó ô ) I I S öçæé äõéæñ ð è è è æñ è óêæ ð ó è è äê ð 5- I ÓS I êæéæ 4. produzindo em geral uma maior saliência da omoplata direita. A associação com defeitos congênitos de outros aparelhos deve ser sempre investigada. Por tanto. ï diagnóstico nas deformidades mais graves é feito. em geral. o hemitórax esquerdo é mais saliente. qualquer fenômeno doloroso ou cansaço físico. Por outro lado. se a curva vertebral apresenta um grupo de anomalias diversas. se já existir. A Segunda anomalia mais problemática é a presença de várias hemivertebras adjacentes em si. î í í í Há uma quebra da simetria bilateral do tórax e dos quadris. o crescimento potencial pode ser aproximadamente o mesmo nos dois lados. ì urvas na região torácica produzem logo uma simetria do gradil costal. os sintomas são escassos. além da observação estática do tronco. em particular com o sistema cardiocirculatório e urinário. elevação do mesmo ombro. torna-se claro que. corre uma incidência de 3 % de malformações urinarias na escoliose congênita. no mesmo lado da coluna vertebral. a grande maioria das vezes. urvas de 2 º são já em geral detectadas na região dorsal. se um dos lados não sofreu segmentação e não tem potencial de crescimento. a anomalia mais problemática é a barra não segmentada unilateral. s primeiros sintomas estão relacionados com a silhueta ou contornos do tronco. sendo que em muitas ocasiões um achado ocasional de radiografia. mas pode passar despercebido nos casos mais leves.Ao se pensar no equilíbrio dos potenciais de crescimento na coluna vertebral. por produzirem curvas precocemente e por existirem outras deformidades concomitantes que estabelecem o diagnóstico. e a mama esquerda. A dor é a exceção. exame neurológico é fundamental em todos pacientes porque o defeito freqüentemente é neuroectodermico e compromete desde o tegumento ate o tecido nervoso. o lado oposto com potencial de crescimento ira gerar um curva progressiva. ao passo que as curvas de 4 a 5 º passam s vezes despercebidas na região lombar. Quanto maior a curva em termos de graus. mais provável será a ocorrência da progressão.

Ao exame físico deve-se observar o alinhamento do tronco em posição ereta e também por meio da manobra de que é realizado curvando Adam teste com flexão anter da coluna. pode indicar uma doença . exame neurológico completo é obrigatório. da escoliose o estado das vértebras. e dar uma série de alterações que vão orientar o tratamento.Permitem visualizar a imagem das vértebras e das facetas articulares detectando se existem ou não escoliose. baixo peso ao nascer. Deve-se também pesquisar a presença de deformidades em seus familiares . é o exame mais completo para o estudo da coluna vertebral. 6. Esta manobra possibilita uma melhor observação da deformidade. pois geralmente o lado dominante é mais desenvolvido. ior mantendo os braços e joelhos estendidos). tendo alta sensibilidade e baixa especificidade. o estado de hidratação do núcleo pulposo. sendo que assimetria do tronco é detectada. A inspeção da pele também pode adicionar dados importantes ao diagnóstico. hérnias discais. São outros exames de imagem que. Estes fatores são importantes nas deformidades congênitas e neuromusculares. que permitem avaliar o desenvolvimento neuropsicomotor. A tomografia só deve ser solicitada em casos especiais onde se precisa de mais esclarecimentos.ANAMNESE A anamnese completa e o exame físico permitem o diagnóstico fisioterápico das deformidades na coluna vertebral.C. û û ) ESS CI É ICA ( . em casos especiais podem ser solicitados. Durante o exame físico também deve-se observar o local e a magnitude da deformidade. ) A E E RONE ROMIOGRAFIA ÿ ÷ É um eletrodiagnóstico que estuda a função e a integridade das raízes nervosas e nervos periféricos. início da marcha. pois algumas deformidades podem ser mais freqüentes em determinadas famílias. . Atualmente a . as estenoses do foramen e do canal e etc. onsiderações sobre as condições do nascimento da criança e de seu desenvolvimento auxiliam na determinação dos fatores causais. ûø ùøþ ý b) I P IZ A tomografia computadorizada é um exame radiográfico mais poderoso que a radiografia e permite estudar a coluna em 3 dimensões. verificar a posição. devendo os pais serem interrogados sobre: prematuridade.M) É um exame radiográfico ainda mais poderoso que os anteriores pois permite visualizar todas as estruturas anteriormente relatadas além de nos mostrar com detalhes as alterações da medula nervosa e raízes nervosas. É possível visualizar perfeitamente o canal medular. A altura dos ombros.) ¦ ü © ¥ ¡ § . pois a presença de nódulos e manchas café com leite). neurofibromatose. pois as deformidades podem    ¦   ûúø ¦ ) MIE AFIA MIE MOGRAFIA ¤£ ÷ ü  ü ø ø ÷   ü÷ÿ ÷ ¢ú üù ü ¢ ü¢ø ¨§ ü ûúøùø ü ÷ ( . o espaço existente entre os cotovelos e o tronco triângulo do talhe) e a proeminência pélvica devido a assimetria das cristas ilíacas) auxiliam na observação da deformidade.

ma boa avaliação é composta por exame clínico e exames complementares. Ao realizarmos a avaliação.Av li çã A avaliação é de grande importância quando se deseja chegar a um correto diagnóstico e prognóstico. sobretudo nas distâncias exageradas.meninas e 14 anos ± meninos). juvenil 3 11 a 12 anos . Stagnara A ) traz os seguintes valores normais: pivô em 8 e S2 e 3 mm de distância em 1 e 3. como em pacientes com a presença de siringomielia 6. onde é observada a distancia entre o plano vertical. na maioria das vezes. precisamos registrar o momento em que foi diagnosticada a escoliose. adolescente 12/14 a 1 anos .causas lesões associadas do sistema nervoso.Idade de diagnóstico: É sabido que. infantil 1 a 3 anos). classificar o paciente segundo os valores obtidos. fio de prumo. juvenil 1 4 a anos). Estas fases são divididas em: até 1 ano). Norm l ') )( & % !$ & ! $ ') ( 0 ) & Hi rci os 1 mm Vértice em 3 45mm Sacro 4 mm rlordos Hi !$ 1 3 mm Vértice em 3 3 mm Sacro !  & $   % $ $          lí i   ! %  ' & % & $ $ # "    .1. 8. pois dependendo da fase de maturação em que foi diagnosticada e a fase em que o indivíduo está no momento da avaliação. ão há parâmetros nacionais de normalidade mas estudos franceses mostram que é possível. Além disso. a escoliose será diagnosticada acidentalmente. exame clínico deve ser composto pela avaliação postural convencional somada a algumas observações específicas: . que encosta no paciente em um ponto denominado pivô e as vértebras convencionais pré determinadas 1. 3 e S2. uma avaliação específica e completa possibilita melhores parâmetros para o tratamento. e sendo assim a descoberta pode ocorrer já em fase deformante.meninas e 19 anos ± meninos) e adulto após a maturação total). lembrando que deveria haver uma pesquisa no Brasil que pudesse nos fornecer dados nacionais de normalidade. .lechas línicas sagitais: Exame realizado com auxilio de um fio de prumo. teremos dados importantes para estabelecerm os o prognóstico. P. juvenil 2 8 a 11 anos). pois os sintomas são mínimos ou mesmo ausentes). Apresentamos aqui estes parâmetros.

Eixo occipital: orresponde a distância e o lado do deslocamento de um fio de prumo. A gibosidade ocorre devido presença de rotação nas vértebras. em indivíduos não portadores de escoliose a distancia é zero. que deve representar a linha media do tronco. a apófise espinhosa está rodada para a concavidade da curva. Este teste permite avaliar a existência de gibosidade posterior. na região posterior B D D C 1 1 1 1 8 1 6 Ci os otal 65 2 1 13 1 1 1 1 1 75 75 4 1 8 8 1 1 1 1 1 F E A @ 4 9 C 2 2 2 2 .T1 2 mm Vértice em T5 ombar mm Sacro 1 mm Ci olordos T1 6 mm Vértice em T7 ombar 8 mm Sacro 3 mm T1 6 mm Vértice em T11 ombar 3 mm Sacro 3 mm Inversão: T1 4 mm Dorsal T7) 25mm Vértice em 1 Sacro 1 mm orso Plano: T1 3 mm Dorsal T7) 2 mm ombar 2 mm Vértice no Sacro Lordos otal: T1 Dorsal T1 ) 4 mm Sacro 2 mm . Esta deformidade rotacional altera o gradil costal e é evidenciada pela protusão do mesmo. que também é um fator importante na determinação do prognóstico. ibosidade: m dos testes mais conhecidos para a avaliação da escoliose é o teste de Adam. bserve que mesmo pequenas distancias podem representar escoliose com curvatura importante. uma vez que. . passando pela espinhosa de 7 em relação fenda glútea ou em relação a um ponto de referência colocado no solo.lechas clínicas frontais: ostram a distancia no plano frontal entre a apófise espinhosa da vértebra do vértice e o fio de prumo.

A fusão para escoliose congênita pode ser realizada em pacientes muito jovens. a curva não teria progredido até chegar no estágio mostrado acima.1. no lado da convexidade. por vezes. Entretanto se qualquer curva começar a progredir.). Para avaliar a gibosidade podemos utilizar um inclinomômetro medida em mm. Está ortese é usada principalmete para as curvas compensatórias acima e abaixo da curva congênita. e a órtese de ilwaukee é relativamente ineficaz. e impedir a progressão.RATAMENTO CONSERVADOR colete de ilwaukee é o método mais efetivo. Entretanto a órtese pode ser necessária num paciente com escoliose congênita em que a curva primária não esteja crescendo.TRATAMENTO CLÍNICO CIRÚRGICO A cirurgia permanece sendo o tratamento fundamental para a escoliose congênita. mas as curvas secundárias na parte normal da espinha devam ser controlada até que tenha completado o crescimento do paciente. ficará indicada a fusão. 8. ou um escoliômentro medida em graus). x deste caso mostra o desvio Se este teste simples tivesse sido realizado ao entrar na escola. Este paciente está fazendo o teste de Adams ou Teste da Inclinação.do tronco. Se a órtese mantiver as curvas numa posição aceitável. estruturais. as curvas na área previamente normal da coluna vertebral tornariam-se. ão deve ser feita a tentativa de tratamento de curvas excedendo so 5 graus por meio de órtese. Sem este tipo de tratamento. e mais do que dobram o ângulo da curva congênita.Fusão in situ S S G T R R G R I P H Q . a despeito de um uso consciencioso da órtese. ão utilizamos rotineiramente uma órtese de ilwaukee após fusões de escoliose em pacientes jovens. 8. visto que 75% das curvas são progressivas. 7. A régua colocada na parede mostra a grande diferença existente entre um lado e o outro do tórax. dentre os métodos comumente ineficazes de tratamento não cirurgico. a chamada giba ou gibosidade. ela poderá Ter continuidade em seu uso. visito ser muito melhor eliminar o crescimento na lado convexo.

os pesos são acrescidos lentamente e gradualmente.emural e usão A técnica de tração halo-femurral e fusão raramente e realizada para as curvas congênitas. e com deformidade de pequena intensidade.uma curva progressiva documentada. devendo ser utilizadas sob monitoração da medula espinhal. 8. e que somente serão gradualmente reiniciados após o desaparecimento dos sintomas. 4. A instrumentação é algumas vezes inserida apenas como estrutura estabilizadora. 8. e todas as vértebras rotacionais na mesma direção das existentes no ápice da curva devem ser incluídas.Correção or meio de aparel o de gesso e usão A correção por meio de aparelho de gesso e fusão são úteis nas curvas suficientemente flexíveis para que seja permitida uma correção pelo aparelho. nas quais a correção por aparelho é inadequada.4.5-Fusão convexa anterior e posterior combinada ritérios para seleção do paciente: 1. A imobilização pós operatória se faz num aparelho de isser e o paciente continua ambulatório. através de uma cuidadosa dissecção subperiostal. e em que se torna desejável um maior grau de correção. paciente é operado em tração .3. a fusão deve sempre abranger a curva medida com pelo menos uma vértebra acima e outra abaixo. A aplicação do aparelho pode ser realizada no pré operatório. até as pontas dos processos transversos bilateralmente. 3. ficando reservada para as curvas mais rígidas. A aplicação do aparelho se faz com máxima correção. Qualquer dor súbita e dormência ou debilitação deve resultar na descontinuação de todos os pesos aplicados. para observação pós-operatória. e a cartilagem é removida. A quantidade de peso utilizada na tração não deve exceder os 5 % do peso corporal total. btém-se uma ampla exposição da área a ser submetida 'a fusão . Em seguida são excisadas as articulações das facetas.Instrumentação de arrington e usão A instrumentação de Harrington e fusão são muito mais perigosas em casos de escoliose congênita. do que nos de escoliose idiopática.uma curva com menos de 6 graus. Preferivelmente. mas em que a instrumentação é impraticável.Tração alo. os pesos são gradualmente retornados ao nível pré operatório em 24 e 72 horas após a cirurgia.uma curva de seis segmentos ou menos.uma criança com cinco anos de idade ou menos. é utilizada uma tração longitudinal e força localizadora. sendo acrescido mais material ósseo . com toda área descorticada. deve ser aplicado enxerto ósseo autógeno nas articulações das facetas. com uma monitoração cuidadosa do quadro neurológico. com os pesos reduzidos em 5 %. omumente há necessidade de um período de até 3 semanas para seja obtida a correção máxima com a lenta adição dos pesos. A técnica cirúrgica é a mesma para fusão In Situ. 8.2. ou é considerada perigosa. os limites superior e inferior da área fusionada podem ser marcados com uma sutura com fio metálico ou com um clipe metálico . s critérios de Winter para efetiva correção por pio do procedimento são: U ` Y ` a U Y V X ` Y X Y W X U a . 8. apoiando-se em toda correção que deve Ter sido alcançada pela açã do o dispositivo halo-femural ou do aparelho. a cada dia. A incapacidade de urina deve ser o primeiro sinal de disfunção neurológica da medula espinhal.A fusão In Situ é apropriada para as curvas detectadas num estágio inicial. 2.

pode causar danos irreparáveis para o futuro destas crianças. que acompanha a pepifisiodese. Assim.eeducação postural. 4.1-Objetivos do Tratamento . 3. remova a metade lateral da placa de crescimento e a placa terminal óssea. 2. 9.imobilização rígida da coluna vertebral . 2. que sejam geradoras de dores e incapacidades. e insira um enxerto autógeno.fusão tanto anterior tanto posterior. dependendo da área envolvida. controle da evolução sistemática pelo ortopedista responsável é a forma de minimizar os danos dessa patologia que. quando não tratada corretamente.. na posição lateral reta. insira um enxerto ósseo autógenoe suture a ferida. seguido de mais seis meses de uso de uma órtese apropriada. Posteriormente exponha apenas a convexidade da curva.realização do procedimento em tenra idade. bem como tenham uma tendência a um crescimento desenfreado da curva. Aplica-se massagens e manipulação da coluna vertebral através de uma força de tração na mesma. identifique os níveis apropriados por uma radiografia. descortique a lamina e processo transverso.Exercícios de conscientização da postura correta. o que se diz respeito ao tratamento fisioterápico tem-se uma série de informações importantes de ordem radiográfica e clínica que permite avaliar a gravidade do caso. 5.6. Em todos os casos de escoliose.TRATAMENTO FISIOTERAPÊ TICO tratamento a ser instituído depende do grau da curva da escoliose e de suas manifestações. é importante o diagnóstico precoce e a avaliação clínica completa e radiológica do paciente. 8. Excise as articulações da facetas.tratamento livre apenas por reeducação para as escolioses ditas "leves" até 3 º).ortalecimento . traçar-se três esquemas de tratamento: 1. os casos de diagnóstico precoce e com curvas menores. 3.Prevenir evolução quando possível) g g g g f f f h d h b c f f d i b d d e e . 9. tratamento da escoliose é feito através de alongamentos ativos e passivos. escolioses que causam perturbações respiratórias. . acompanhado de educação corporal através de exercícios. visando a vitalização do arcabouço de sustentação da coluna vertebral. e a partir dai.Alongamento .o tratamento ortopédico associado fisioterapia nas escolioses moderadas 3 a 5 º). uma na linha média posterior.o tratamento cirúrgico associado fisioterapia nos casos mais graves acima de 5 º). até que artrodese seja sólida. são escolioses merecedoras de tratamento cirúrgico. que será usado durante seis meses.Eliminação da causa quando possível) . retropleural ou retroperitoneal.Técnica de Winter Posicione o paciente sobre o lado côncavo. não meramente dos segmentos apicais. aça duas incisões. recorre-se ao uso de eletroterapia com ondas curtas e crioterapia para aliviar a dor. aplique um aparelho de gesso corretivo. Exponha as vértebras anteriormente por meio de uma abordagem transpleural.artrodese do segmento envolvido. e prepare e paramente as costas e o lado do mesmo campo. . ligue os vasos segmentares.1. e a outra ao longo da costela que será removida.epifisiodese de toda a curva. a indicação básica é o uso do colete para impedir a deformação da coluna. adolescentes e adultos.

o paciente realiza suas correções.9.posição sentada: em cadeira.exercícios Klapp em deambulação: o deslocamento se efetiva sobre um círculo. q q r r p p p p p p . bacia colocada corretamente e todas as posturas mantidas. geralmente. com todas as correções: a) Em suspensão sobre prancha mais ou menos inclinada com referência horizontal. primeiramente a fim de ver as costas do paciente na medida em que não existe problema antero-posterior importante.caminhadas diversas com pesos: normal. e) Em decúbito dorsal. inspirar profundamente curvando as costas. alguns segundos em apinéia e relaxar soprando forte. ponta dos pés..2. voltar os calcanhares ao chão. De frente para o espelho. corpo centrado: a) braços ao longo do corpo. . para chegar ao "corpo centrado".Em decúbito ventral: estiramentos praticados em escoliose o mais corrigido possível. b) Espirometria e espiroscopia sistemáticas. b) Em suspensão de frente vertical. b) braços em candelabro. fazer movimento de báscula com a bacia. . com peso leve na cabeça. d) Abaixamento dos ombros. .exercícios respiratórios a) Exercício modelador para prevenir o dorso plano: sentado em uma cadeira.em suspensão: passar da suspensão passiva ativa.oscilações lentas da bacia em todos os planos. Exercícios ativos .exercícios de equilíbrio a) Equilíbrio sobre um pé sem perder correções). b) aminhada sobre um risco traçado no chão. com parada para losango ou para leve inclinação para a frente.manutenção do tronco nas posições inclinadas: a) Exercícios de fixação escapular sem ou com halteres). os olhos abertos. . elevar-se na ponta dos pés. para evitar a flexão lombar no sentido da cifose e para se colocar em condições de utilização funcional desta posição cada vez mais comum.caminhada diante do espelho. abdominais. quando os exercícios no mesmo lugar estiverem perfeitamente aprendidos. insistindo na retroversão. com deslizamentos alternados ou simultâneos das mãos no chão. depois associadas. manter utilizando "carga máxima de correção". . depois fechados. sucessivamente primeiro. . c) aminhada sobre viga.posições deitadas. .Tratamento por reeducação Exercícios posturais corretores . b) om uma inclinação dada ao tronco. manter-se possível. . com estiramento alternado ou simultâneo das mãos no chão.paciente em pé: diante do espelho ortopédico com a ajuda visual permanente: a) extensão axial equilibrada b) olocação da bacia c) orreção dos triângulos do tórax em nível lombar d) orreção dos mesmos triângulos em nível das axilas em pé: conservando todas as correções. . f) Em decúbito ventral mesmos tipos de exercícios. .

* Abrir gavetas: ao se inclinar procure apoiar com uma das mãos no móvel e puxar com a outra. tronco vertical mantido corrigido nos três planos. b) etrovertebral: decúbito ventral no chão ou em extremidade de banco: elevar levemente os dois membros inferiores. girando levemente sobre os ísquios. É muito importante ressaltar que o êxito deste tipo de tratamento depende muito da adesão do paciente.decúbito lateral esquerdo. . pés presos: inclinar o tronco para trás. afastamentos dos membros inferiores ao nível do chão. Encoste bem na cadeira e leve-a junto da mesa para trabalhar. mão segurando o degrau da barra sueca. E preciso relevar a importância do papel psicopedagógico de todas as equipes que acompanham o paciente: centro especializado e principalmente fisioterapeuta local. * Deitar e levantar-se da cama: deite de lado.manter um equilíbrio entre atividade física e repouso. As orientações posturais são formas corretas de realizar atividades e são importantes para todas as pessoas que sofrem de qualquer tipo de escoliose. É necessário que certos conselhos importantes sejam dados aos pacientes. Disponha os materiais que for utilizar na sua frente.. tesouras. . corpo centrado. com os dois membros inferiores estendidos entre 4 º e 9 º do solo de acordo com a lombar: a) Afastamento dos membros inferiores. s s w v x s u w w t . e volta. ão sente torto.deitado em decúbito dorsal. . não devendo ser muito baixa a ponto de curvar o corpo nem muito alta para que não levante muito os ombros. altura).deitado de costas. tais como: evitar os esforços violentos ou prolongados. considerá-los como posição de correção. Exercícios abdominais . b) Tesouras dos membros inferiores. de sua participação motivada. ativa e perseverante ao longo do tratamento. Traga as tarefas para perto do corpo.sentado em banco. evite torcer rodar) o tronco ou virar muito o pescoço. pés no chão. bacia levemente girada para trás: levantar ligeiramente os dois membros inferiores acentuando ainda as correções lombares e tesouras horizontais dos membros inferiores. base. lombos colados no chão e membros inferiores estendidos a 8 º: afastamentos laterais. correção dorsal reforçada.se períodos de repouso são prescritos durante o dia. procure se alinhar com o eixo da cadeira.musculação a) Abdominal: decúbito dorsal. . membros inferiores fletidos. A reabilitação consiste ainda em orientações posturais e realização de atividades cotidianas. apoie sobre o cotovelo e a mão. A mesa deve ficar na altura do cotovelo. . * Trabalhando sentado: verificar se há recurso de ajuste de cadeira encosto. coloque as pernas para fora da cama e sente-se. oscilações lentas dos membros inferiores esticados e juntos. de preferência fazendo alguns alongamentos e relaxamentos da região mais tensa. Procure respeitar rigorosamente uma pausa intervalo) a cada hora de trabalho. bservar o comportamento lombar. . braços ao longo do corpo mantendo o estiramento axial ativo.pensar em suas correções na vida corriqueira. todas as correções posturais mantidas nos três planos: lexão das duas coxas sobre o abdomee retorno. Se realizadas corretamente podem ser importantes formas de prevenção.

pegue-a com os dois braços. procure se encostar em algum lugar: parede. aumente o comprimento do cabo. * aça exercícios de aquecimento ou com movimentos contrários daqueles que realiza no trabalho como importante forma de prevenção. Ande com a musculatura abdominal contraída. os músculos ficam soltos. * Quando ficar em pé ou caminhar. isto é. trabalho respiratório é fundamental para um bom resultado. que serão empregadas de acordo com as necessidades apresentadas pelo paciente. Evite também sapatos pontudos. em casa. * Evite torções do tronco ou do pescoço: apanhar objetos atrás do corpo. segurar o telefone com os ombros. respire fundo e prenda a respiração.  € € „ y ire o quadril e as pernas para fora ao ƒ ƒ € … . * Para levantar cargas pesadas do chão. * Para carregar uma criança pequena no colo. poste etc. separe as pernas. procure ficar ereto e olhando para a linha do horizonte. carregue um peso de cada lado do corpo sacolas. · ão carregue peso na cabeça. mesmo tempo. € ‚ * Ao entrar e sair de veículos não torça as costas. mas procure orientação médica sobre qual atividade praticar. .* Ao trabalhar na pia ou no tanque: use um avental para poder encostar a barriga. procure sentar ou ajoelhar ao invés de fletir o tronco. terapeuta dispões de tipos de posturas. É importante fazer repouso: deite e levante as pernas dobradas e colocando almofadas embaixo delas. abrindo as perninhas e colocando-a sempre a cavalo. depois de minuciosa avaliação.3-Fisioterapia na ase pré-operatória onforme os casos.fisioterapia com base amaciadora. * Dedique um tempo durante a semana para a prática de exercícios físicos para não se tornar um sedentário. s braços devem estar esticados e bem perto do corpo. os tratamentos pré operatórios empregam exercícios progressivos diferentes. permitindo a melhora da postura. A respiração mobiliza todos os músculos do tórax e atua nos sistemas digestivo. Dê preferência a alguma que goste. malas). permitindo a melhora da postura respiração é desbloqueada. * ora do trabalho. Além disso. segure o objeto o mais perto possível do corpo e depois levante. procure colocar uma pequena caixa no chão para que possa apoiar um dos pés sobre ela. · Se tiver que esperar em pé. 9. cardíaco e nervoso.alongamentos vertebrais. melhor tipo é dentro da água: natação ou hidroginástica. * Ao varrer ou passar rodo não incline o corpo para frente. Pode-se esquematizar da seguinte forma: . os músculos ficam soltos. * Divida o peso em ambos os lados do corpo. Quando a respiração é desbloqueada. evite fazer tarefas que apresentem o mesmo padrão de movimento daqueles feitos no trabalho. * Procure usar sapato com 1-2 cm de salto mas não exagere pois isto ocasiona dificuldades de posicionamento e dores lombares. * Ao calçar sapatos. Antes de pegar um objeto pesado. dobre os joelhos.

sentadas ou mesmo em suspensão. e também.tomada de consciência do corpo e imagem corporal. sem insistir sobre a estrita localização das curvaturas. . . extensões. propõe uma musculação simétrica e efeitos funcionais adaptados. 9. A fisioterapia garante a necessária manutenção fisiológica geral do paciente. com relação á horizontal.inesioterapia para preparação muscular. órtese a qual pode-se associar o colete de Boston. . A musculatura de apoio é tomificada com contração isométrica rigorosa: . flexões. ‰ ˆ   ˆ ‡ † ‰ ‡ esta fase. a angulação dos membros inferiores. inclinações laterais.alongamentos. o operado possa praticar corretamente seus exercícios de ventilação e de repouso: . mobilizações passivas ou ativo passivas tendem a amaciar sistematicamente. A fisioterapia no uso da órtese tem como objetivos: . . ela será prosseguida durante todo o período de contenção. Alongamentos.estudo dos tempos respiratórios.exercícios corretores. ‘ . . é escolhida e mantida para que a zona artrodesada não sofra nenhum efeito de cisalhamento.os tratamentos ortopédicos ditos lioneses. cortada pela intervenção. A escolha terapêutica é feita em função da idade do paciente e da gravidade da escoliose. . posteriormente. A recuperação da capacidade vital.conservar flexibilidade da coluna.4. A respiração é educada a fim de que. busca de amplitude.exercícios abdominais estáticos em decúbito dorsal. tinha sido estimulada durante a fase de enfermagem.os tratamentos por colete de ilwaukee. s tratamentos ortopédicos mais praticados atualmente de acordo com os tipos de órtese usadas são: . Elas permitem mobilizar em todos os planos.5. Deu-se evitar as sobrecargas e os maltratos das interlinhas vertebrais que ficaram livres.Fisioterapia na ase de pós-operatório A fisioterapia é primeiramente respiratória e modeladora. por gessos corretores e colete.respiração abdominal. sobretudo. trabalho respiratório em todas as suas formas é ainda útil pelo fato mesmo das opressões torácicas inerentes ao gesso. marchas com auto alongamento. insistindo nas zonas de rigidez e na modelagem das gibosidades. para evitar as reações dolorosas no nível da artrodese dorsal. nas seqüências imediatas da intervenção. .exercícios de marchas.fisioterapia respiratória para aumentar a capacidade vital. de quatro. rotações são feitas no inicio com posições deitadas. enhum exercício busca mobilizar a região operada.. primeiro em busca específica ao nível da coluna: oxigenação.evitar enfraquecimento muscular. a fisioterapia melhora as reações posturais. Progressivamente. A fisioterapia visa ainda recuperação progressiva. exercícios de ginástica em decúbito tendo sobretudo um efeito psicológico.exercícios de tomificação retrovertebral muito progressivos. . . A fisioterapia participa do tratamento corretor com seus exercícios próprios e permite a rigorosa vigilância da órtese.Tratamento ortopédico associado à isioterapia Esse tratamento associa a fisioterapia órtese. 9.

hpg. As avaliações de acompanhamento devem ser realizadas a cada 6 meses. se não tratada pode levar a óbito. p 85-88 ˜ ed ™ CA PBELL . É por meio dela é possível obter os cinco fatores que são importantes para determinação do prognóstico.com.com.zemoleza.com. b) Em decúbito dorsal.br/dicas.htm http://www.ig.br/cfraturas/escoliose-adams. http://ww.com.santalucia. A escoliose congênita.com. .portaldacoluna. Cirurgia rtopédica de Campbell.ig. braço ao longo do corpo: tração axial ativa cérvico dorsal.br/tratamentos.doresnascostas.ronaldfisio. que deve ser repetida com maior freqüência a cada 3 ou 4 cm.Alguns exemplos de exercícios: .html http://www.laguna.br/saude/10/index_int_2.br/fisioterapiabsb/e019.htm http://www.htm http://www. ângulo de obb. ahoo.br/trabalho_ver. vol V.P. T.com.auto alongamentos: a) Em decúbito dorsal.br/deformidades/ http://www.corpohumano. BASILE.br/sist_osseo/coluna_vertebral/verteb.ufpe.com.br/ortopedia/postural-p. p 3922-3925 • — ™ dd ˜ –– 11- I LIOGRAFIA • ” “ ” ’ . itens esses que são observados na avaliação radiográfica.htm http://www.html http://www. mãos colocadas sobre a haste anterior: mesmo exercício anterior com uma ligeira tração. ed 8: anole. 10. ed 1 São Paulo 1997.asp?LinhasVistas=404& od=4454&Pag=4& codCarreira=5 S.com. que o indivíduo cresça).colunavertebral. que são a gibosidade mensurado pela avaliação clínica). crescimento remanescente e a presença de retificação da coluna vertebral.com. exceto na fase do estirão de crescimento.hpg. presença/ausência de curvas compensatórias.html http://www.br/fisioterapia/esco.htm http://geocities. Coluna vertebral diagn óstico e tratamento das principais BA patologias.CONCLUS O A avaliação é de suma importância para se chegar um diagnóstico e prognóstico.E.

Obs.Todo crédito e responsabilidade do conteúdo é de seu autor.World ate Brasil Ltda Todos os Direitos eservados g f . .: .Publicado em 19/04/04 © 2002 .

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