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Apostila_Elementos_de_Instalações_elétricas_prediais_SENAI_RJ

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  • 1.1.1 – Equipamentos de proteção coletiva – EPC
  • 1.1.2 – Equipamentos de proteção individual – EPI
  • 1.2.3 – Quadro de tomadas – concretagem
  • 1.4.2 – Efeitos indiretos e diretos
  • 1.4.3 – Resistência elétrica do corpo humano
  • 1.4.4 – Tensões de toque e passo
  • 1.4.6 – Tabela de acidentes com eletricidade
  • 1.5.1 – Regras básicas
  • 1.5.2 – Regras para o trabalho com energia elétrica
  • 2.1.2 – Tipos de escala
  • 2.4 – Projeto de instalação elétrica
  • 3.1.2 – Materiais utilizados
  • 3.1.2.1 – Lápis de carpinteiro
  • 3.1.2.2 – Giz de alfaiate
  • 3.1.2.4 – Linha de bater
  • 3.1.2.5 – Prumo de centro
  • 3.1.2.6 – Metro articulado
  • 3.1.3 – Localização de elementos
  • 3.2.1.1 – Eletroduto rígido metálico
  • 3.2.1.2 – Eletroduto rígido plástico (PVC)
  • 3.2.1.3 – Eletrodutos fexíveis metálicos (con-
  • 3.2.2 – Corte, abertura de roscas e curvamento
  • 3.2.2.1.4 – Tarraxa para PVC
  • 3.2.2.1.5 – Morsa de bancada para tubos
  • 3.2.2.1.6 – Morsa de corrente
  • 3.2.2.1.7 – Limatão redondo
  • 3.2.2.2 – Curvatura de eletroduto rígido metálico
  • 3.2.2.2.1 – Fases da operação
  • 3.2.3 – Junção com luvas, buchas e arruelas
  • 3.2.3.1.1 – Luvas e conectores sem rosca
  • 3.2.3.2 – Buchas e arruelas
  • 3.2.5 – Conduletes roscáveis e sem rosca
  • 3.2.5.1 – Conduletes roscáveis – tipos e bitolas
  • 3.2.5.2 – Conduletes sem rosca
  • 4.1.1 – Ferro elétrico de soldar
  • 4.2.1 – Emendas em prosseguimento
  • 4.2.2 – Emendas em derivação
  • 4.2.3 – Emendas na caixa de passagem
  • 4.2.4 – Utilização da solda, do cadinho e da pasta
  • 4.4 – Componentes de acionamento
  • 4.4.1 – Interruptor de uma seção e lâmpada incandes-
  • 4.4.1.1 – Interruptor de uma seção (simples)
  • 4.4.1.2 – Receptáculo reto normal
  • 4.4.1.3 – Lâmpada incandescente
  • 4.4.1.4 – Diagrama uniflar e multiflar
  • 4.4.2 – Interruptor de duas seções e lâmpadas incan-
  • 4.4.2.1 – Interruptor de duas seções
  • 4.4.2.2 – Diagrama multiflar e uniflar
  • 4.4.3 – Interruptor de três seções e lâmpadas incan-
  • 4.4.4 – Interruptor paralelo (three-way)
  • 5.1.1 – Luminária fuorescente
  • 5.1.8 – Lâmpada fuorescente de catodo preaquecido
  • 5.1.8.1 – Lâmpadas fuorescentes circulares
  • 5.1.8.2 – Lâmpadas fuorescentes compactas eletrônicas
  • 6.1.1 – Tomadas de corrente
  • 7.1 – Interruptor automático por presença
  • 7.2 – Sensor de presença
  • 7.2.1 – Tipos e esquemas de ligação
  • 7.3 – Instalação de fotocélula
  • 7.4 – Instalação de chave de bóia
  • 7.4.1 – Funcionamento da chave de bóia de contatos de mercúrio
  • 7.5.1 – Disjuntor termomagnético
  • 7.5.2 – Tipos e utilização
  • 7.6.1 – Interruptores DR
  • 7.7 – Quadro de distribuição
  • 7.7.1 – Ligações típicas de um QD
  • 7.8 – Instalação de minuterias
  • 7.8.1 – Minuteria eletromecânica
  • 7.8.1.1 – Funcionamento da minuteria eletromecânica
  • 7.8.2 – Minuteria modular universal (eletrônica)
  • 7.8.3 – Minuteria eletrônica
  • 7.8.4 – Minuteria individual
  • 7.9 – O programador horário (time-switch)
  • 8.2 – Surtos, descargas atmosféricas
  • 8.2.2 – Surtos em linhas de transmissões de dados
  • 8.2.3 – Descargas atmosféricas (raios)
  • 8.3.2 – Segurança contra choques elétricos
  • 8.3.3 – Curto-circuito fase-terra
  • 8.4 – Sistemas de aterramento
  • 8.4.1 – ESQUEMAS DE ATERRAMENTO
  • 8.5 – Valor da resistência de aterramento
  • 8.5.1 – Instalações elétricas de baixa tensão
  • 8.5.3 – Telecomunicações
  • 8.6 – Componentes e materiais
  • 8.6.4 – Solda exotérmica
  • 8.6.5 – Poço de inspeção
  • 8.6.6 – Poço de aterramento
  • 8.6.7 – Eletrodos de aterramento
  • 8.6.8 – Condutor de proteção
  • 8.7 – Novidades da NBR-5410/97
  • 8.7.1 – Integração dos aterramentos
  • 9.1 – Tomada para computador
  • 9.2 – Estabilizador de voltagem
  • (estabilizador de pequeno porte)
  • 10.1 – Princípio de funcionamento do “nobreak” (não cair)
  • 10.2 – Entrada e saída de tensões
  • 11.1 – Previsão dos pontos telefônicos
  • 11.2 – Determinação do número de caixas de saída
  • 11.4 – Instalação de tomada para telefone
  • 11.4.1 – Instalação embutida em tubulação
  • 11.5 – Emenda de fos internos
  • 12.1 – Determinação de carga instalada
  • 12.2 – Condições gerais de fornecimento
  • 12.3 – Ramais de ligação
  • 12.4 – Ramais de entrada (ligação)
  • 12.5 – Exemplos de ramais de ligação
  • 13.1 – O motor elétrico
  • 13.1.1 – Motores de corrente contínua
  • 13.1.2 – Motores de corrente alternada
  • 13.1.3 – Motor monofásico
  • 13.1.4 – Motor trifásico
  • 13.1.5 – Chaves monofásicas de comando direto
  • 13.2 – Instalação de chaves de comando de motores CA
  • 13.2.1 – Chaves de comando (monofásica e
  • 13.2.1.1 – Chave monofásica de reversão manual
  • 13.2.1.2 – Chave trifásica de partida direta
  • 13.2.1.3 – Chave reversora de comando manual tripolar
  • 13.2.1.4 – A chave estrela-triângulo
  • 14.1 – Bomba centrífuga
  • 14.2 – Motobomba monofásica
  • 14.3 – Funcionamento da bomba centrífuga
  • 14.5.1 – Correção de prováveis defeitos
  • 14.6.1.1 – Diagrama do circuito auxiliar ou de comando
  • 14.6.1.2 – Funcionamento do circuito auxiliar
  • 14.6.1.3 – Diagrama do circuito principal
  • 14.6.1.4 – Funcionamento do circuito principal

Elementos de Instalações Elétricas Prediais

versão preliminar

SENAI - RJ

Elementos de Instalações Elétricas Prediais

Rio de Janeiro 2003

FIRJAN – Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro

Eduardo Eugenio Gouvêa Vieira
Presidente

Diretoria Corporativa Operacional

Augusto Cesar Franco de Alencar
Diretor

SENAI – Rio de Janeiro
Diretor Regional

Fernando Sampaio Alves Guimarães
Diretoria de Educação
Diretora

Regina Maria de Fátima Torres

Elementos de Instalações Elétricas Prediais SENAI .RJ .

678 – Tijuca 20270-002 – Rio de Janeiro-RJ Tel. sob expressa autorização SENAI-RJ GEP-Gerência de Educação Profissional Rua Mariz e Barros.senai.rj.br .Elementos de Instalações elétricas prediais © 2003 SENAI .: (0xx21) 2587-1121 Fax: (0xx21) 2254-2884 www.Rio de Janeiro Diretoria de Educação FICHA TÉCNICA Gerência de Educação Profissional .SENAI-RJ Gerência de Produto Produção Editorial Pesquisa de Conteúdo e Redação Revisão Pedagógica Revisão Gramatical e Editorial Revisão Técnica Projeto Gráfico Editoração Eletrônica Luís Roberto Arruda Carlos Bernardo Ribeiro Schlaepfer Vera Regina Costa Abreu Antonio Gomes de Mello Izabel Maria de Freitas Sodré Izabel Maria de Freitas Sodré Antonio Gomes de Mello Angela Elizabeth Denecke g-dés design Emerson Gonçalves Edição revista e ampliada do material Elementos de Instalações elétricas prediais Material para fins didáticos Propriedade do SENAI-RJ Reprodução total ou parcial.

. . . .1 . . . .Escalas . . . .4 .Equipamentos de proteção individual do eletricista . . . . . . . 29 31 32 2. . . . . . 1.1.Regras para o trabalho com energia elétrica . . . . . . . . . . . .andares . . . . . . .2. .4 .Gambiarras . . . . . . . . 1. . . . . . . . . . 19 1. . . .4. . . . . . . . . . . . .4. . . . . . . . . . . . 1. . . . . . . . . 1. 1. .2 . . . . .Tabela de acidentes com eletricidade.Equipamentos de proteção .PC de força . .Quadro de tomadas . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1. . . . . . . . .2. . . . .4. . . . . . . . . .2 . 1. . . . . . . . . . . . . . .Recomendações gerais . . . . . . . . . .6 . . . .4.Fontes de choque elétrico . . . . . . . . . . . .5 . . . . .Regras básicas . . . . . . . . 24 24 24 24 25 25 26 26 1. .2 . .Aplicação de conhecimento de leitura e interpretação de plantas .Normas de segurança. . 1. . . . .Cuidados específicos .2 . . . . . . .2. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1.definição .1 .concretagem . . . . . 1. .1 . . . . . . .1. . . . . . . . . .5.1. . . . . . . . . . . 23 1.Equipamentos de proteção individual .Tipos de escala . . . . 23 1. . . . . . .5 . . . . . . . . .1. . . . . . . . . . . . . . . . .3 . . . . . .Segurança do trabalho . 17 19 20 21 22 22 22 22 23 1. .Tensões de passo e toque . 1. . . . . . . .5. . . . . . . . . . . . . .Quadro de tomadas . . . . . . . .Conceito. . . . . . . . . . . 26 2 . . . . . . 1. . . . 31 . . . . . . . . .4. . . . . . . . . . . . 1. . . . . . . . . .Resistência elétrica do corpo humano . .2 .Choque elétrico . . .EPI. . . . . . . . . . . . .2 . . . . . . . .Tensões de toque e passo . . . . . . . .2. . 2.1 . . . . . . . . . .5 . . . . . . . . . . . 22 1.1. .4. . . . . . . . . . . . . . . . . . . .3 . . . . . . . . . 2. . .1 . . . . . . .EPC . . . . 1. . . . . . . . . . . . . . . .Iluminação . . . . 1. . .3 .3 . . . . . . . . . . . . . .1 . . .Introdução 1. .Equipamentos de proteção coletiva . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .Efeitos indiretos e diretos . . . . . . . . . .2.1. . . . . . . .4 . . . . . . .

.1 . .1 . . . . .Escadas . . . . . . . . . . . .1. . . . . . . . .3 . . .1 . . . . . . .Giz de alfaiate . . . . . . . .2. . . . . . . . 3. .No teto . . . 3. . . . . . . . . . .2 . .1. . 3. . 3. .Lâmpada.Rede exposta . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .1 . . . . . . . . . . . . . . . 49 3. . . . 3. . . . . . . . . .1.2 . . . . . . . . . . . . . .1 . . . 36 2. .Tomada . . 34 2. . . . . .3 . . . . .1. .Traçado do percurso da instalação elétrica . . . . . . . . . . . . . . . . . .Localização de elementos . . . 3. . .2 . . . 3. . . . . . . . . . . .1. .2. .7 . . .3. . . . . . .Trena. . .2. . . . . . . . .1 . .1 . . .2. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .Nível . . . . . . . . .2.Eletroduto rígido plástico (PVC) . . . . . .Na parede . . . . . .2. . . . . . . . . . . . . . . . . .1. .Montagem e instalação de tubulações metálicas e PVC com caixas e conduletes . . . . . . . . . . . . . .Linha de bater . . . . . . . . . . . . . . . . . . .2. . . . . . .Eletrodutos . . . . . . . . . . . . . . . .Montagem e instalação de sistemas de tubulações . . . .3 . . . .4 . . . . . . .1.2. . .3 . . . . . . . . . . . . . . . 3. . 3. . . . . . .Interruptor . . . . . .2 .1.1. . . . . . .1. . . . . . .4. . . . . . . . . .1. . . . . . . . . . . . . .Planta baixa .5 .1. . . . . . . . . . . . .Localização de elementos e traçado de percurso da instalação elétrica . . . . . . . . . .3. . .1. . . . . . . .1 . . . .2 . . . .2 . . . . . 3. . . . . . . . 49 49 50 . . . . . . . .1. . . .3. .4 . . . . . . . . . . . . . . 3. . . . . . .6 .Projeto de instalação elétrica . . . . . .2. .Materiais utilizados . . . .Rede embutida . . . .8 . . . . . . . . . . . . 3. . . . .4. . . . . 3. . 39 42 42 42 42 42 42 42 44 44 44 45 45 46 46 47 48 48 48 49 3. 3. . . .Metro articulado . . .1. . 41 3. . . . . . . . . .1. .1.1. 3. . . . .Lápis de carpinteiro . . . . . . . . . 3.2. .2 . . . . . . . 3. . . . . .4 . . . . . . 3. .2 . .1. . . . . . . . . . . . . .2. . . . . . . . . . . . . . 37 3 . . . . . . . 3. .Prumo de centro . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 3. . . .1. . 3. .1. . . . . . . . . . . . . . .2.1. . . . . . . . . .1. . .Simbologia das instalações elétricas . . . . . . . .Eletroduto rígido metálico . . . . . . . . . . . .Rede elétrica . . . . . . . .

.3. . 3. . 3.2.2. 3. . . . . . . .1 . .3 . . . . . 3.2. .1 . . . . . . . .Conduletes roscáveis – tipos e bitolas .2. . . . . . . . . . . . . . 3. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .2. . . 3. . . . .Caixas . . . . . .2. . . . .2. 3. . . . . . . . . .Soprador térmico .Morsa de corrente .3 .2 . . . equipados com acessórios elétricos . . . . . . . . .1. . . .2 . . . . . . . . . .2. .2.2. . . . . . . . . . . . . .2.Corte. . . . .4. . . . . . . . . .8 . . .2. . . . . .2. . . . . . .1. . . . .tubos .Eletrodutos flexíveis metálicos (conduítes) . . . . .2. 3.2.2. 3. .2. 3. . . . . . .Curvatura de eletroduto rígido metálico . . . . . . . . . .Serra manual. . . . . .2. . . . . . .3. . . .6 . .Buchas e arruelas . . . .Areia . . . . . . . . . . . . .1. . .1. . . . . .2. .2. . . . . . . . . . . . . .1. 3.3 . .Conduletes sem rosca.9 . . . . . . . . .Conduletes com ou sem rosca. . . .2. .2. 3. . . .1.2. . . . . . . . .2. .2. . . . . .2. .2. . . . . . . . . . . . . . . . .2.4 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .5. . 3. . 3. . . . . . . . . . . .Ferramentas . . . . . . . . . . . . .1. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .Tarraxa simples com catraca. . . . . . . . . . . . . .2. . . . . .4 . . . 3. . . . . .2.2 . 3. 3. . . . . . . 69 .Mola . abertura de roscas e curvamento .5 . . . . . . . . . . .5 . . . . . . . . . . . . . .2. .Luvas e conectores sem rosca . . . . . .1 . .1. .3 .1. . . .2. . . . . . . . . . . .Tabelas . . . . . .Almotolia . . . .2. . . .Morsa de bancada para tubos . 3.1 . . . . buchas e arruelas.3. . . . 3. .Conduletes roscáveis e sem rosca . . . . .2 .Fases da operação. . . . . . . . . . . . . .1 . . .4 . . . . 3. . .2. . . . . . . .2. 3. . . . . 3. . . .2. . . . .Junção com luvas. . . . . .3 . . . . .Maçarico . .7 .1. . . . . . . . . . .2 . . .2. . . . . . . . 3.1 .Limatão redondo . . . . . . . . .Fixação e estanqueidade de caixa de passagem em paredes e lajes . . . . 3. . .3. .Vira . . . . . .Luva . . . . . . . . . . .2. . . 3. . . 3.5. 51 51 52 52 52 53 53 54 54 55 55 55 56 57 57 59 60 62 63 63 63 64 64 65 65 67 67 68 69 Mãos-à-obra . . . . . . .Corta-tubos . .2. . . .2. . 3.2 . . . . .2. . . . . . . . .4 .Tarraxa para PVC . . . . .2. . 3. .5. . . . . .1. .2. . . . . . . . .1 .2. . . . . .2. . . . . . . . .2. . . . . . . .1. . . . .2. . . . . . . .2. . . . . .5 . . . . . . . . . . . . . . .2. .2. . . .

5. . . . . . . .Ferro elétrico de soldar .4 . . . . . . . . .Calha . . 4. . .1 . .Interruptor de uma seção (simples) . . . .Emendas em derivação . . . . . .Interruptor de duas seções . .4. . .3 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .5 . . 5. . . . . . . 4. . .4. . . . . . . . . . . . . . . . . . .5 . . . . . 4. . . . . . . . .way) . . . . . . . .2 .Materiais e ferramentas para emenda de condutores . . . . . . . . . . . 5. . . 71 73 73 74 74 75 78 80 80 4. . . . . . . . . . . . . . .4. . . .Solda . . .Difusor . . . . . . . . . . . . . . . . .way) . . . . . . . . . . . 5. . 4. . . . .1 . . .Receptáculo reto normal . . . 73 4. . . . . . 4. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 4. .1.4. do cadinho e da pasta de soldar . . .4 . . .2. . . . . . . . . . . . . . . . .2. . . . .Receptáculo. . . . . . .Interruptor de duas seções e lâmpadas incandescentes .4 .2 . .Fita isolante . . . . 4. . . .Enfiação e conexão de condutores elétricos . . . . . . . . . . . . . . . . 4.2. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .Diagrama multifilar e unifilar . . . . . . . .Diagrama unifilar e multifilar . . . . . .1. . . . . . .Interruptor de uma seção e lâmpada incandescente . . 81 4. . . . . . . . . . . . . . . . . .3 . . . . .1. . . . iluminação .Starter. . .1. . .1. . 4. . . . . . . 75 4.1 . .1. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .Interruptor de três seções e lâmpadas incandescentes . . . . . . . . . . . . . .3 . . .1 . . 4. . .2 . . . . . . . . .4. . . 88 89 91 91 91 92 92 92 92 5. . . . . . . . . . . . . .4. . . . . . . . . . . . . . . . . . .1. . . . . . . . .Lâmpada incandescente . .Tracionamento de condutores em tubulações . . . . . . .3 .2 . . . . . . .Breu .2. . . . . .2. .Emendas na caixa de passagem . . . . 5 . . . . . . . . . . 4. . .2. . .4. . . . . . . . .4.1. .1. . . .1. . . . .2 . . . . . . . . . . . .4. . .4 . . . . . . . .1 . . .6 . . . . . . . 5. . . . . . . . . . 5. . . .1. . .Suporter starter . 5. . .2 . . . . . . .4 .Reator . 4. . . . . . .1. .4. . . . . . . . . . . 82 4. . . . . . .7 . .1. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 4. . .1. . . 4. . .Montagem e instalação de sistema de acionamento. . . . . . . . . .1. 4. . . .1 . . . .3 . . . . . . .Luminária fluorescente .4 . . . . 4. . .Emendas em prosseguimento . . . . . . . . . .Interruptor paralelo (three . . . . . . .Emendas de condutores.Componentes de acionamento . .4.Interruptor intermediário (four . . . . . . .1. 4. . .Utilização da solda. . . . . . . . . . 4.4 .2 . . . . . .1 . . . . .Peças e aparelhos instalados em iluminação fluorescente . . 82 82 82 82 83 84 84 84 85 85 86 Mãos-à-obra . . . . . . . 91 . . . . .3 . . . . . . .

.Instalação de fotocélula .2 . .Funcionamento da chave de bóia de contatos de mercúrio . . 111 7. .4 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .Normas de instalações elétricas em iluminação e tomadas (NBR . . . . . . . . .Tomadas . . . . . . . .Interruptores DR . 7. .6. . . . . .8. .Tipos e esquemas de ligação . . .3 . 5. . . .Sensor de presença . .5 . . . . . . . . . . . .2. . . . .3. .1 . . 101 103 107 7. . . . . . . . . .Lâmpada fluorescente de catodo preaquecido . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .3. . . . . . . .Tomadas de corrente . . . . . . . . . . . . . . . .5. . . . . . . . . . . . 7. . . .4.1 . . . . .1. . . . .Interruptor automático por presença . . .6 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .Comandadas por interruptores paralelos (three-way) e intermediário(s) (four-way – 3 comandos) . . . 94 5. . . . . . . . 7. . . . . . . . . 95 5. . . .Tipos e utilização . .Dispositivos DR . 95 99 100 6. . . 7 . . .Diagramas com lâmpadas fluorescentes . . . .2 . . . . . .Funcionamento da chave de bóia flutuante de contatos de mercúrio . . .1 . . . . . . . . . . 112 . . . . . . .Instalação de disjuntor termomagnético. 95 96 Mãos-à-obra . . . . .1 . . . . .5. . 109 109 110 111 111 112 7. . . .5. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .2 . .1. . . . . . . . . . . . . . 100 Mãos-à-obra . . . . . . . . . . . . 7. 7. . . . . . . . . 5.2 . . . . . . . . .Comandadas por interruptores paralelos (three-way – 2 comandos) . . . . .1 . . . . . . . . . . .8 . . . 107 7. . . . .3 . . . . . . . . . . .Lâmpadas fluorescentes X Lâmpadas incandescentes . . .4. . . . . . . . 5. . . . . 6. . . . 109 7. . . . . . . . . . . . . . . . . . .1. . . . .2 .Disjuntor termomagnético. . . . . .1 . . . . . .Lâmpadas fluorescentes circulares . . . .2 . . 108 Mãos-à-obra .1 . . . . . .1 . . .1. . . . . . . . 105 7.Lâmpadas fluorescentes compactas eletrônicas . . 6 . . . .Montagem e instalação de sistema de acionamento e de sensores de presença . . .5410) . . .Instalação de chave de bóia . . . . 93 93 94 5. . . . . . . . . . . . . .1 . . . . . . 7. . . . . . . . . . . . . .8. . .

8. . . .9 . . . . . . . . . .1 . . . . . 7. 8. . . . . . . .2 . . . . .Valor da resistência de aterramento . . . . . . .3. . .1 . . . . . .2 . . . 142 8. . 138 8. . . .2 . . . .2. . . . . . . . . . 7.O programador horário (Time-switch) . .6. . . . . . 137 8.3 . . . . .2 .Hastes.Minuteria individual . . . . . . . . .1 . . . . . . . .Componentes e materiais . . . . . . . .2 . . . 8. . . . . . . . . . . . . 8. . . .Conectores . . . . . descargas atmosféricas . . . . . . . . . . . .Segurança contra choques elétricos .3 . .6. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .6. . .Blindagens . . . . . . 8. . . . . . . . . . . . . .6. . .Corrente diferencial-residual de atuação . . . . . . . . . . . . .2.4.6. . . . . . . . . . . . . .4 .7 . . . . . . . . .6 . . . . . . . . . . . . .7. . .2 . . . . . . .5. .7. . . . . . . . . . . .1 . . . . . . . . 8. . . . . . . . . . . . . . . 8. . .5. . . . . . . . .4 . . . .Minuteria eletrônica . . . . . . . . . . . . . . . . . .5. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .Funcionamento da minuteria eletromecânica .Disjuntores DR . . . . . 8. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .Instalação de minuterias. . . . . . . . . . . .4 .Quadro de distribuição . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .Ligações típicas de um QD . .Cabos . . . .8. . .Proteção .8. . .Computadores . . . . .Instalações elétricas de baixa tensão. . . 8. . . .Sistemas de aterramento . . . . .8 . . . . . . . .3 . . . .Esquemas de aterramento .Surtos. . . . . . . . . . . . . . . . . 8. 8. . . . . . . 144 . . . . . . . . . . . .6. . . . . . . . . 139 8. . . . . . . . . . . . . .Aterramento . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .3.3 . . .2 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 137 8. . . . . . . . . . . . . . . . 130 8 . . . . . . . . . . . . . . . . . . .2. . . . . . 7. . . . . . . . . . 8. .1. . . . . . . . . . . . . . . 7. . .1 . . . .3 . . .1 . . . . . . . . . . . . . . .Descargas atmosféricas (raios) . 135 137 138 138 138 138 139 140 142 142 143 144 144 145 145 8. . . . 8. .Minuteria modular universal (eletrônica) . . . . . .Minuteria eletromecânica . . 129 7.Solda exotérmica . . . . . . . .Conceito . . 7. 124 124 126 127 128 129 7. . .3 . . . . . . . . . . . . 112 113 115 7. . . .3 . .5 . . . . . . 7.8. . . . . . 7. . 124 Mãos-à-obra . .Telecomunicações . . . . . . .1 . 8. . . . . .Surtos em linhas de transmissão de dados. . . . 113 Mãos-à-obra . .8.1 . . . . .Surtos em linhas de força . . . . . .3. . . .Curto-circuito fase-terra . .1 . . . . . . . . . . . .8. . . . . . . . . . . . . .

. . . . . . . . . . . . . . .Poço de inspeção . . .7 . . . . . . . . . . . .Integração dos aterramentos . . . . . 11. 8. . . . .Instalação de computadores. .7 . . .2 . .5 . . . .4 . . 11. . . . . . . . . . . . . .5 . . . .2 . . . . . .Condições gerais de fornecimento . . . . . . . . . . . 164 . . . . . . . . . . 155 10. . . 165 166 11. . . . .1 . . .Exemplos de ramais de ligação . . . . .8 . . . 8. . . . . . 12. . .Eletrodos de aterramento . . . . . .Instalação de nobreaks (estabilizador de pequeno porte) . 12. . .Instalação embutida em tubulação . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 168 12 . . .Poço de aterramento . . .1 . . . .4. . 157 10. . . . . . . . . . . . . .Padrão 12kW (simplificado para fornecimento de energia em baixa tensão a consumidores – montagens) . 151 9. . . . . . . . .5 . . . . . . . . . . .2 .3 . 12.Determinação da altura e do afastamento do cabo de entrada aéreo. . .Estabilizador de voltagem . .Ramais de entrada (ligação) .6 . . . .Determinação de carga instalada . . . . 8. . . . .Novidades da NBR-5410/97.1 . . .3 .6. . . 165 . . . . . .Previsão dos pontos telefônicos . . . . . . . . . .4 . . . . . . . . . . . .Circuitos internos de telefone . . . . . . . . . .8. .Determinação do número de caixas de saída 11. 163 . . . . .Instalação de tomada para telefone . . . . . . . 8. . . . . . . . . . .2 . . . . . . . .Ramais de ligação . . .7. . . . .6. . . . . .Condutor de proteção . . . . . 153 10 .Entrada e saída de tensões . . . 12. . 9 . . . . . .Tomada para computador . . .1 .6. . . . 148 149 9. . . . . . . 159 11 . . . .Princípio de funcionamento do “nobreak” (não cair) . . 161 . . 147 Mãos-à-obra . . . 12. . . 171 173 174 175 175 177 . . . . . . . . . . . . . . 11. . . . . . . . . .1 . . . . . .1 . . . . . . . . . . . . . . .6. . . . . . . . 11. . . . . . . .Emenda de fios internos . . . . . . . . . . . . . . . . 145 146 146 146 147 8. .

. . . . . . . 14. .5. . .Funcionamento da bomba centrífuga . .2.6. .Correção de prováveis defeitos . . 13. . . .1 . . . . . . 14. . 211 13. .1. . . . .6 . .O motor elétrico .Diagrama multifilar da motobomba trifásica. . . . . . . . . . . . . .6. . . . . . . .2 .1 . . . .A chave estrela-triângulo . . . . . .6. . .Motobomba monofásica . . .Motores de corrente contínua . .4 . . . . 14. . . . .3 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .5 . . . . . . . .3 . . . .Diagrama dos circuitos principal e de comando para motor trifásico .Funcionamento do circuito auxiliar . . . . . 221 .2.1. . .Instalação de chaves de comando de motores CA . . . . .Diagrama unifilar da motobomba trifásica. .1 .1. . 13. .6 . 14. . . . com chave magnética e chaves de bóia . . . . . . . . . 13. . . . 14. . . . . . . . 13. . . . . . . . . . . . . .Diagrama do circuito principal . . .6. . .1. . .2 . . 13. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 224 . 14. . . .Chaves monofásicas de comando direto . . .1. . . . . . . . . 14. . .Diagrama do circuito auxiliar ou de comando .6. . . . . . . . . . com chave magnética . . . . . . . . .Funcionamento do motor monofásico . . . . . . . . .3 . . .Funcionamento do circuito da motobomba trifásica com chave de bóia . . .1. . . .1 . . . . . . . . 13.4 . . . . . . .Chave reversora de comando manual tripolar. 13. . . . . . . . . . . . . . . . . . .2 . .Eletrobomba . . . . . . . .Chave monofásica de reversão manual . . .13 .Funcionamento do circuito principal . . . . . .1. . 13. .2.1. . . . . . . .Ventilador de teto . . . 223 .2 . . . 217 14 .Chaves de comando (monofásica e trifásica) . . . . .5 . . . . . . . . . . . .1 . .1. . . . .1. . . . .1 . . . . 225 226 14.6. 14. . .Motores de corrente alternada . . .2 . . .1. .Diagramas unifilar e multifilar da motobomba comandada por chave de bóia . . .Motor monofásico . . . .1. . .Bomba centrífuga . .1 . . .1. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .5 . . . .1. . . . . . . . . . 233 . . .1 . .Motor trifásico . . . . . . . 224 . . . . . . . . 14. . . . . .2. . . . 14.1. . . . 228 228 228 229 229 230 231 15 . 14.Instalação de motores elétricos . . . . .4 . . . . . . . . . . . . .6. . . . . 13. . . . . . . . .4 . . 223 . . . . . . . . .2. . . . 209 211 211 212 213 216 217 217 218 219 220 13. 227 14. . . . . . 14. . . 13.Chave trifásica de partida direta . .3 . . . .

dentro dos princípios e orientações da concepção de educação profissional do SENAI-RJ. em 1997. apontados e delineados pelo Comitê Técnico Setorial de Instalações Prediais – Eletricidade. a partir dos quais poderão ser traçados caminhos sempre mais atuais – e por isso mais eficazes – para os cursos oferecidos pela instituição. Esse fórum consultivo setorial – dentre outros igualmente existentes – é integrado por representantes do setor produtivo.Introdução A preocupação do SENAI-RJ em oferecer cursos atualizados a partir de um processo de delineamento de perfis profissionais de competências. Trata-se. do Comitê Técnico Setorial de Instalações Prediais – Eletricidade. . do acadêmico e de representantes da própria instituição e tem por finalidade estabelecer o delineamento daqueles perfis. portanto. levou à instalação. Este livro foi elaborado com base no resultado do trabalho de desenho pedagógico realizado a partir dos perfis profissionais do eletricista de obras. demandados hoje para a atuação produtiva em um contexto de constantes mudanças. de programa formativo modularizado e concebido pedagogicamente com vistas a favorecer a construção progressiva da competência e da capacidade de transferência de conhecimentos.

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01 Normas de segurança .

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1 – Equipamentos de proteção 1. que se propõe a nos orientar sobre como prevenir acidentes em determinada atividade. · tampas. · mangueira. · apara-lixos. · hidrantes. para dar proteção a todos os que ali executam suas tarefas. baseado em experiências anteriores. · ventiladores e exaustores. · aparelhos de ar condicionado.RJ . · balaústres. nos locais de trabalho. · andaimes. · placas e avisos. etc.1. · guarda-corpos. · telas. preservando a integridade física do empregado no exercício das suas funções. · barreira de proteção contra luminosidade e radiação.Toda norma de segurança é um princípio técnico e científico. Contam-se entre eles: · fusíveis e disjuntores. 1. · corrimão. · extintores de incêndio.1 – Equipamentos de proteção coletiva – EPC São equipamentos instalados pelo empregador. 01 Normas de Segurança 19 SENAI . · aspiradores de pó e gases.

gorro e boné.1. botina. etc. contra a ação de impacto e radiação luminosa. utilizada contra a ação de umidade. SENAI . zele por eles.2 – Equipamentos de proteção individual – EPI São equipamentos de uso pessoal. etc. calor. para proteção da face contra a ação de impacto e radiação luminosa. Destacam-se entre eles: • capacete contra impactos – para a proteção do crânio. • avental. respingos. • luva de cano curto. rede.A sua vida pode depender do bom estado desses equipamentos. perfuração. • óculos. • braçadeiras ou luva de cano. calor. corte. Também se faz essa proteção com touca. Portanto. médio ou longo. • respiradores (filtro mecânico ou químico) ou máscaras (oxigênio ou ar mandado) contra a ação de poeiras. gases e vapores. • abafadores de ruído (tipo concha ou inserção) para proteção da audição. cores. do Ministério do Trabalho. A NR-6 da Portaria nº 3214. etc. usadas contra a ação de umidade. regulamenta o assunto. perneira (polainas) e calça-bota para proteção das pernas e pés contra a ação de umidade. por parte do trabalhador.. respingos. • sapato. contra a ação de arrancamento do couro cabeludo (escalpelamento). etc. apenas para a finalidade a que se destina. para proteção dos olhos. respingos. para proteção do tronco. de vários tipos. eletricidade. • viseira ou protetor facial. de 08/06/78.RJ 20 01 Normas de Segurança . bota de PVC. com a finalidade de proteger as vias respiratórias.. calor. eletricidade. tornando obrigatório o fornecimento gratuito do EPI pelo empregador e o uso. corte. cuja finalidade é proteger o trabalhador contra os efeitos incomodativos e/ou insalubres dos agentes agressivos. contra a umidade. calor. 1. respingos..

– porta-ferramentas. – luvas de borracha para eletricista com luvas de cobertura.1. 01 Normas de Segurança 21 SENAI .• cinto de segurança (comum ou tipo alpinista). cuidando de sua conservação com vistas à sua durabilidade e eficiência. – óculos de segurança. – botina vulcanizada para eletricista.3 – Equipamentos de proteção individual do eletricista Use seus EPI específicos: – capacete contra impacto. Cuidados necessários em relação aos EPI Todo EPI deve ser verificado antes de ser usado (EPI defeituoso torna-se uma condição insegura). usado como proteção contra queda de altura. Deve-se sempre usar o EPI. Para cada tipo de serviço existe um EPI apropriado.RJ . – cinto de segurança. 1.

de forma que elas fechem de baixo para cima. – Instale as chaves.1 – PC de força – Identifique todas as chaves.2. – Faça somente ligações com pino (plug). duas chaves-reserva. – Use somente fusíveis ou disjuntores com amperagem adequada.3 – Quadro de tomadas – concretagem – Instale. • trifásicas de 220V. no mínimo. 1. ao fazer manutenção de um circuito.1. SENAI .2. – Ligue as tomadas a uma chave blindada ou a um disjuntor.4 – Iluminação – Proteja a lâmpada da escada contra contatos acidentais. – Mantenha o PC fechado e sinalizado. com cadeado. 1. sinalize e prenda a chave. 1.2 – Quadro de tomadas – andares – Instale no mínimo duas tomadas: • monofásicas de 127V. duas tomadas trifásicas de 220V. se possível.2. – Não permita mais de um equipamento na mesma tomada. – Faça o aterramento do PC. • bifásicas de 220V. no mínimo. Não use cadeado.2. – Faça somente ligação com pino (plug). – Mantenha.2 – Cuidados específicos em: 1. – Desligue.RJ 22 01 Normas de Segurança .

01 Normas de Segurança 23 SENAI .3 – Recomendações gerais – Não improvise instalações elétricas.5 – Gambiarras – Faça as gambiarras com pino (plug) e proteção nas lâmpadas. tomará um choque. – Coloque defletor na gambiarra de pintura. – Conserve as suas ferramentas de trabalho em bom estado. – Faça emendas resistentes e proteja-as com fita isolante.4 – Fontes de choque elétrico Se você tocar na carcaça do motor.1. Servirá. devido ao alto grau de perigo que a envolve. portanto. de caminho para a corrente de fuga. pode. 1. ser fatal. – Não utilize tubulações e ferragens para o aterramento. – Substitua as instalações elétricas em mau estado. 1. – Verifique as instalações das máquinas e equipamentos antes do início das atividades.2. – Instale luminária à prova de explosão na gambiarra para aplicação de laminados. inclusive. mantendo a bitola do fio.RJ . – Avise os trabalhadores antes de desligar um circuito. – Faça o aterramento de todos os equipamentos. – Recolha as instalações e equipamentos elétricos fora de uso. Essa situação está totalmente fora das previsões.

• parada cardíaca.4. pela passagem de uma corrente elétrica. dependendo da duração e intensidade da corrente. • contração muscular. 1.1 – Choque elétrico – definição Choque elétrico é um estímulo rápido e acidental do sistema nervoso do corpo humano. tronco e pernas. pode ser que se estabeleça – dependendo das condições de isolamento – uma diferença de potencial entre a mão e os pés. • uma corrente de 50mA pode ser fatal.4. • ferimentos. • parada respiratória.1.2 – Efeitos indiretos e diretos São efeitos indiretos de um choque elétrico: • quedas. teremos a passagem de uma corrente pelo braço. • queimaduras. Conseqüentemente.3 – Resistência elétrica do corpo humano Dados experimentais revelam que: • o corpo humano tem uma resistência média de 1300Ω. • manifestações nervosas.4.RJ 24 01 Normas de Segurança . pode ocorrer fibrilação no coração. SENAI . Os efeitos que se chamam indiretos são: • formigamento.4. 1. com graves riscos.4 – Tensões de toque e passo Se uma pessoa toca um equipamento aterrado ou o próprio condutor. 1.

1. que geralmente é de menor valor e não é tão perigosa quanto a tensão de toque. perturbações circulat.RJ . dependendo do local e da intensidade. contrações musculares. Sensação dolorosa.Esta é a chamada tensão de toque.5 – Tensões de passo e toque Se. porém ainda pode causar problemas. fibrilação ventricular. e é particularmente perigosa nas regiões externas de uma malha de subestação.4. Asfixia imediata.6 – Tabela de acidentes com eletricidade INTENSIDADE (MILIAMPÈRES) 1 – LIMIAR EM SENSAÇÃO PERTURBAÇÕES POSSÍVEIS NENHUMA Sensação cada vez mais desagradável à medida que a tensão aumenta. 1. ESTADO APÓS O CHOQUE NORMAL SALVAMENTO RESULTADO FINAL PROVÁVEL NORMAL – 1a9 NORMAL DESNECESSÁRIO NORMAL 9 a 20 MORTE APARENTE RESPIRAÇÃO ARTIFICIAL RESTABEL. queimaduras graves. OU MORTE 20 a 100 MORTE APARENTE MUITO DIFÍCIL MORTE ACIMA DE 100 MORTE APARENTE MORTE APARENTE IMEDIATA MUITO DIFÍCIL MORTE VÁRIOS AMPÈRES PRATICAMENTE IMPOSSÍVEL MORTE 01 Normas de Segurança 25 SENAI . graves: fibrilação ventricular/asfixia. contrações violentas.4. a pessoa estiver colocada lateralmente ao gradiente de potencial. principalmente nos cantos. contrações violentas. Asfixia imediata. estará sujeita a um diferencial de tensão de uma corrente através das duas pernas. Sensação insuportável. mesmo não estando encostando em nada. perturbações circulatórias.

9 – Você é o responsável pela sua segurança/equipe. 4 – Sempre que possível. 3 – Só utilize ajuste ou repare equipamentos e instalações elétricas. 2 – Use os equipamentos e isolações adequados.5.1 – Regras básicas 1 – Adquira conhecimento do trabalho. quando houver.RJ 26 01 Normas de Segurança . desligue os circuitos antes do trabalho – use avisos e trancas.5. informe à sua chefia. 1. verifique se outra pessoa não está trabalhando com o mesmo circuito. 6 – Ordem. 5 – Não brinque e não se arrisque à toa. quando autorizado. 7 – As falhas devem ser comunicadas ao chefe. técnicos. 1. 4 – Use a ferramenta adequada e sem defeitos. 10 – Em caso de acidente. arrumação e limpeza são vitais. 2 – Cumpra as instruções. 5 – Antes de religar. se for o caso. 3 – Use o equipamento de proteção adequado. evite improvisar. SENAI . danos aos equipamentos. 11 – Utilize a isolação ou desligue a energia.1. 8 – Levante pesos corretamente – peça ajuda. ferramentas e dependências. médicos e psicológicos empregados para evitar lesões a pessoas.5 – Segurança do trabalho Segurança do trabalho é um conjunto de procedimentos educacionais. ou procure socorro médico.2 – Regras para o trabalho com energia elétrica 1 – Todo circuito sob tensão é perigoso.

10 – Não faça reparo temporário de forma incorreta: gatos. 12 – Não use escadas metálicas em trabalho com energia. 15 – Não use anéis. 17 – Não trabalhe sob tensão em áreas sujeitas à explosão.6 – Use sinais de advertência e delimite as áreas com a sinalização adequada. quando houver incêndio em equipamentos ou instalações elétricas. barramentos. manutenção ou troca de ligações. 11 – Não trabalhe em manutenção de equipamentos/ instalações elétricas sob tensão sem conhecimento/ supervisão. 13 – Use exclusivamente extintores de CO2 ou pó químico.RJ . na montagem de instalações/ 8 – Observe rigorosamente as instruções para montagem. A tensão. pulseiras ou outros adornos metálicos em serviços com energia. 01 Normas de Segurança 27 SENAI . 16 – Não use ferramentas elétricas na presença de gases ou vapores. 9 – Faça inspeção visual antes de usar equipamentos ou instalações. 14 – Fios. quebra-galhos causam acidentes. transformadores devem ficar fora da área de trânsito de pessoas. nem sempre. 7 – Não improvise equipamentos. 18 – Lembre-se de que a corrente elétrica pode ser fatal.

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02 Aplicação de interpretação conhecimento de leitura e de plantas .

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primeiramente é necessário ter a preocupação de que as medidas do objeto e do desenho estejam numa mesma unidade. escrevemos da seguinte maneira: D R sendo: E = Escala E= D = Medidas do tamanho do desenho R = Medidas reais do objeto Utilizando esta fórmula.1. 2 – o tamanho do desenho de um objeto em uma determinada escala. Ao determinarmos uma escala.1 – Conceito Escala é a relação que existe entre o tamanho do desenho de um objeto e o seu tamanho real. 2. podemos escrever: Escala = medidas do tamanho do desenho medidas reais do objeto Simplificando.1 – Escalas Para que haja um bom desempenho no trabalho de um eletricista. poderemos determinar três situações: 1 – a escala utilizada para desenhar o objeto. Assim. 02 Aplicação de de leitura e conhecimento interpretação de plantas 31 SENAI .2.RJ . 3 – o tamanho real do objeto desenhado. são necessários alguns conhecimentos a respeito de escalas.

2. E= R E= 5 = 3 – O tamanho real do objeto desenhado Determine o tamanho real da aresta do quadrado. conclui-se que o tamanho do desenho da aresta do quadrado é 2cm. SENAI .1. Escala natural 2. Escala de ampliação 1. 1•R=5•2 D = 10cm 5 R Conclui-se que o tamanho real da aresta do quadrado é 10cm. E= R = D 1 2 D 1 1 D 2. sabendo que a medida real de sua aresta é 10cm e que a escala utilizada é de 1:5. dividindo numerador e denominador por 2). 2 – O tamanho do desenho de um objeto em uma determinada escala Determine o tamanho do desenho de um quadrado. Escala de redução É a utilizada quando o tamanho do desenho do objeto é menor que o tamanho real do mesmo. E= D R 2 10 E= 2 10 1 5 Simplificando a fração por 2 (isto é. sabendo que o tamanho real de sua aresta é 10cm.1 – A escala utilizada para desenhar o objeto Determine a escala em que foi desenhado um quadrado.2 – Tipos de escala 1.RJ 32 02 Aplicação de de leitura e conhecimento interpretação de plantas . e no desenho esta aresta está medindo 2cm. sabendo que o tamanho do desenho desta aresta é 2cm e foi utilizada a escala de 1:5. Escala de redução 3. 5 • D = 10 D = 2cm 5 10 Feitas as operações. E= E= Pode-se concluir que o desenho está na escala de 1:5 (lê-se: escala um por cinco). Escala natural É a utilizada quando o tamanho do desenho do objeto é igual ao tamanho real do mesmo.

se desenhada em tamanho menor. se quisermos desenhar a planta baixa de uma residência. utiliza-se esta escala quando se faz o desenho de objetos pequenos. Normalmente. colocarmos o papel e fazermos o desenho? • como manusearíamos um desenho neste tamanho? • é perfeitamente possível compreender a planta baixa da residência. 1:50 Aplicação de de leitura e conhecimento interpretação de plantas 33 SENAI . Escala de ampliação É a utilizada quando o tamanho do desenho do objeto é maior que seu tamanho real. precisaremos utilizar a escala de redução. Tamanho real da residência (não seria possível representá-lo. Assim.RJ . sobre ela.3.) Tamanho do desenho da residência: 02 Planta baixa ESC. • não haveria papel que pudesse ser utilizado para tão grande desenho. pois: • não seria possível desenhar a planta baixa da residência em seu tamanho real. Observe a ilustração seguinte. • onde arrumaríamos uma mesa maior que o tamanho da residência para.

o elétrico. 2. posteriormente. A partir dele. PLANTA BAIXA é a projeção que se obtém. basta-nos observar a notação da mesma.2 – Planta baixa Para construir uma casa. a elaboração de vários projetos. é necessária. com um plano horizontal paralelo ao plano do piso. o número que vem escrito depois dos dois pontos indica quantas vezes o objeto é maior que o tamanho do desenho. chegará até nossas mãos uma cópia. etc. apenas. a escala é de redução. o responsável tem que ter em mãos o projeto arquitetônico.RJ 34 02 Aplicação de de leitura e conhecimento interpretação de plantas . poderemos passar a sua execução. Se o número que vem escrito depois dos dois pontos for maior que o escrito antes desses dois pontos. o estrutural.Além do desenho de plantas baixas. o seu conceito. imaginariamente. e representa o tamanho do desenho do objeto. inicialmente. Após o projeto elétrico ter sido elaborado. Baseados nele. Observemos a notação: ESCALA 1:5 1 Número anterior aos dois pontos 5 Número posterior aos dois pontos Na escala de redução. inicialmente. como o arquitetônico. Para reconhecermos se uma escala é de redução. é necessário termos alguns conhecimentos a respeito da leitura do projeto arquitetônico. O elemento que mais interessa no projeto de arquitetura é a planta baixa. projetará a instalação elétrica. SENAI . o hidráulico. quando se corta. Ao eletricista cabe. Para que não se tenha dificuldade em interpretá-lo. uma edificação. para que seja analisado. quaisquer objetos que se representem graficamente de forma reduzida são desenhados utilizando-se a escala de redução. vejamos. Para entendê-la. o número que vem escrito antes dos dois pontos é sempre o número 1. interpretar e. uma escola ou uma indústria. executar a montagem da instalação elétrica. Para se fazer o projeto elétrico.

A representação desta edificação em planta baixa será conforme a ilustração que se segue: 02 Aplicação de de leitura e conhecimento interpretação de plantas 35 SENAI . esta altura é de 1.A altura entre o plano cortante e o plano da base é tal. basculantes e paredes. estamos olhando de cima para baixo.50m . Normalmente.RJ . Ilustrando: Quando cortamos a edificação com o plano. janelas. que permite cortar ao mesmo tempo portas.

RJ 36 02 Aplicação de de leitura e conhecimento interpretação de plantas .3 – Simbologia das instalações elétricas SENAI .2.

Sua finalidade é a de proporcionar condições para a realização de um trabalho rápido. econômico e estético.2. – a letra indica o ponto de comando e o respectivo ponto a ser comandado. – o número entre dois traços indica o número do circuito. O projeto é sempre elaborado por especialistas.4 – Projeto de instalação elétrica É o planejamento da instalação com todos os seus detalhes. 02 Aplicação de de leitura e conhecimento interpretação de plantas 37 SENAI .RJ . cabendo ao eletricista apenas interpretá-lo e executá-lo.

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03 Montagem e tubulações instalação de sistemas de .

3.1 – Localização de elementos e traçado de percurso da instalação elétrica
Para o estudo deste assunto, é preciso observar como se faz a leitura de um desenho de instalação elétrica. Observe o esquema ao lado e use a legenda, com os respectivos símbolos, para uma leitura correta.
ABNT
a 60W a

REPRESENTA
Tomada baixa Ponto de luz lâmpada Interruptor simples (uma seção) Condutores: retorno, fase, neutro

Alguns conhecimentos são indispensáveis para a execução do trabalho de uma instalação elétrica: o que é uma rede elétrica, quais os materiais necessários para a instalação, o que é uma planta baixa e quais os procedimentos necessários para traçar o percurso da instalação.

a 60W

a

Esquema de uma instalação elétrica

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sistemas de tubulações

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3.1.1 – Rede elétrica
É o conjunto de condutores ou tubos, no esquema representados por símbolos, que fazem parte de uma instalação elétrica. A rede pode ser de dois tipos: exposta ou embutida. 3.1.1.1 – Rede exposta É composta por clites, roldanas e rede de eletroduto exposta (ou aparente). 3.1.1.2 – Rede embutida Como o próprio nome diz, é embutida na alvenaria com eletrodutos metálicos ou em PVC. Visualizando uma planta baixa, e após localizarmos sua posição na construção, precisamos estabelecer as ferramentas, os materiais e utensílios necessários para realizar o respectivo processo de marcação. O percurso de uma instalação, os pontos de localização de aparelhos e os dispositivos são colocados sobre linhas e pontos traçados anteriormente na superfície, onde devem ser fixados os elementos da instalação.

3.1.2 – Materiais utilizados
Dentre os vários tipos de materiais usados, encontramos: 3.1.2.1 – Lápis de carpinteiro É usado para obras no osso. 3.1.2.2 – Giz de alfaiate É empregado em paredes já acabadas, quando há necessidade de aumentar as instalações já existentes. 3.1.2.3 – Escadas Quando são usadas em instalações elétricas, encontramos três tipos diferentes:
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sistemas de tubulações

Montagem e instalalação de

a) escada simples Precisa estar apoiada na parede ou porta onde estamos executando o serviço. A distância entre a parede e o apoio na base da escada deve ser a quarta-parte de seu comprimento. Observe as figuras.

Cuidados no uso da escada simples

b) escada de abrir É composta de duas escadas simples, presas nas extremidades por um eixo chamado pivô, o qual pode ser movido. Possui, na lateral, uma haste metálica articulável, o que evita uma abertura muito ampla e, conseqüentemente, seu deslizamento. Não há necessidade de estar apoiada em postes ou paredes. Por ser uma escada bastante estável é usada para trabalhos suspensos, permitindo a subida de dois operadores. É de grande aplicação nos trabalhos de eletricidade. c) escada com apoio É composta de duas escadas, uma delas com degraus mais largos. É presa nas extremidades por um eixo chamado pivô e, para que possamos movê-la, possui uma haste articulável na lateral, que

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devido à grande capacidade que possuem de conduzir eletricidade. composto de linha de algodão (tipo Urso 000) envolvida em pó corante. De preferência. para determinar os pontos de luz no teto e para transportar as marcas feitas no piso.evita que a mesma escorregue. necessitamos de utilização de corantes. É utilizada para efetuar o traçado de percurso entre dois pontos distantes. 3. Como a linha de bater é usada em traçados de percurso longo. devemos evitar que fiquem ao tempo. alumínio – com dupla face graduada em milímetro. metro ou em polegada e suas respectivas divisões. É um tipo de escada que dificulta um grande afastamento entre as partes. Nas instalações elétricas empregamos o prumo de centro para marcar as descidas de linhas nas paredes.1. SENAI .1.1. É muito aplicado na construção civil com o objetivo de verificar a perpendicularidade ou prumo de qualquer estrutura. 3.2.6 – Metro articulado É uma escala de madeira ou metal – no caso.5 – Prumo de centro É um instrumento formado por uma peça de metal suspensa por um fio e serve para que se determine a direção vertical. 3.2.4 – Linha de bater É um instrumento simples. é recomendado o uso de corantes claros.2. • As escadas devem ser pintadas ou envernizadas objetivando sua impermeabilização. • O uso de escadas metálicas deve ser evitado.RJ 44 03 sistemas de tubulações Montagem e instalalação de . Caso a superfície esteja pintada. centímetro. que variam de acordo com a superfície a ser marcada. tais como talco ou pó de giz.

Existem outros tipos de nível que apresentam um ou dois vidros fixos perpendicularmente ao comprimento da régua. Existem trenas para medidas de grande extensão. SIMPLES – mede até um metro (1m) DUPLO – mede até dois metros (2m) Deve-se ter cuidado na manipulação do metro articulado para evitar sua quebra. São chamados de “vidros de prumo” e servem para verificar se uma parede ou uma viga estão no prumo perpendicular ou horizontal. para medir a horizontalidade. principalmente. 2.8 – Nível É um instrumento que serve. 3 ou 5 metros. como mostra a figura. adaptando-se a qualquer contorno. 3. Elas trazem todas as medidas lineares. isto é.RJ .7 – Trena É uma fita métrica de pano ou de aço dentro de uma caixa de couro ou plástico. assim como o metro articulado. Entretanto. as trenas mais comuns são as que medem 1.O metro articulado pode ser de dois tipos: SIMPLES e DUPLO. Através do vidro fixado horizontalmente na régua de madeira verifica-se o nivelamento quando a bolha de ar estiver fixada no centro do vidro. 3.2.1. entre os dois traços marcados nele. Constitui-se de uma régua de madeira.2. de plástico ou de alumínio na qual está fixado um tubo de vidro ligeiramente curvado e com uma quantidade de álcool que permite a formação de uma bolha de ar no seu interior.1. e podem medir superfícies curvas. 03 sistemas de tubulações Montagem e instalalação de 45 SENAI . possuindo até 100 metros.

1. SENAI . etc.). de trena.1.1 – Tomada 1 – Marcar o ponto referencial da tomada no piso. usando a medida real. prumo de centro. para marcar a localização de uma lâmpada. linha de bater.3 – Localização de elementos Serão aqui examinados os procedimentos necessários para traçar o percurso da instalação elétrica. c) Faça a conversão da medida da planta baixa para a medida real (use a escala indicada na planta baixa). b) Meça a distância entre o símbolo e um ponto de referência (porta. estabelecendo a localização dos elementos fundamentais: tomada. a) Identifique. esticando-a e deixando-a bater. a seguir. parede. na planta baixa. ou então prender uma extremidade da linha de bater. interruptor e tomada.Elementos bem localizados e percursos bem determinados são condições básicas para a execução de quase todo o trabalho do eletricista. Procedimentos semelhantes devem ser utilizados para instalar quaisquer outros elementos. segurando a outra. janela. precisa do metro articulado. Para traçarmos as diagonais e o percurso da instalação devemos pedir o auxílio de alguém. pó corante e giz.3. o local onde será marcada a tomada. 3. interruptor e lâmpada. 3. para deixar a marca na superfície. d) Marque no piso do cômodo o ponto referencial da tomada.RJ 46 03 sistemas de tubulações Montagem e instalalação de . O profissional.

a altura da tomada. usando giz. b) Localize o interruptor na parede. a) Identifique.1. na mesma direção do ponto de referência feito no piso. 2 – Marcar o ponto referencial do interruptor simples no piso.30m meia altura: 1.5m alta: 2m do piso acabado 3. na planta baixa. na mesma direção do ponto de referência feito no piso. 03 sistemas de tubulações Montagem e instalalação de 47 SENAI . b) Meça. b) Localize a tomada na parede usando o giz: baixa: 0. no piso do cômodo. a) Meça na parede. o local onde será marcado o interruptor simples. a) Meça na parede.RJ . utilizando o metro articulado.3. a altura do interruptor.2 – Interruptor 1 – Marcar o ponto referencial do interruptor simples no piso.2 – Localizar a tomada na parede. na planta baixa. o ponto referencial do interruptor. utilizando o metro articulado. a distância entre o símbolo e a porta. c) Marque.

1. utilizando a linha de bater.RJ 48 03 sistemas de tubulações Montagem e instalalação de . b) Localize a lâmpada no teto.1.4. puxe a linha de bater dez centímetros aproximadamente e solte-a.3.4 – Traçado do percurso da instalação elétrica 3. a) Transfira a marca do piso para o teto.3 – Lâmpada 1 – Marcar o ponto referencial da lâmpada no piso.1. 3. c) Apóie a linha de bater no ponto referencial do teto. a) Trace as diagonais. d) Apóie e estique a linha de bater na perpendicular até o ponto referencial. SENAI . c) Marque no piso do cômodo o ponto referencial da lâmpada. utilizando o prumo de centro. 2 – Localizar a lâmpada no teto. b) Reforce com giz o cruzamento das diagonais. b) Marque um ponto referencial no teto. marcando com giz a posição exata onde se encontra o fio de prumo de centro.3.1 – Na parede a) Coloque o prumo de centro de maneira que coincida com a marca do interruptor no piso. traçando o percurso da instalação elétrica na parede.

Há diferentes tipos de eletrodutos.3.RJ . utilizados com a finalidade de conter os condutores elétricos e protegê-los da umidade.2 – No teto a) Apóie a linha de bater até o ponto final do percurso traçado na parede.1. 2 – Com ou sem costura longitudinal. marcando o traçado do percurso da instalação elétrica no teto.1.4.1 – Eletroduto rígido metálico Descrição 1 – Tubo de aço dobrável ou ferro galvanizado. rígido ou flexível. ácidos.1 – Eletrodutos São tubos de metal ou plástico. 03 sistemas de tubulações Montagem e instalalação de 49 SENAI . c) Puxe a linha de bater dez centímetros aproximadamente e solte-a. 3 – Pintado interna e externamente com esmalte de cor preta. 3.2. gases ou choques mecânicos.2. 3.2 – Montagem e instalação de tubulações metálicas e PVC com caixas e conduletes 3. b) Estique a linha de bater até a localização da lâmpada. que serão descritos a seguir.

(a) 6 – Comprimento da rosca igual à metade do comprimento da luva. 3. (a) 4 – Fabricado com diferentes diâmetros e espessuras de parede.2 – Eletroduto rígido plástico (PVC) Descrição 1 – Tubo de plástico dobrável.4 – Fabricado com diferentes diâmetros e espessuras de parede. 3 – Dotado de rosca externa na extremidade. (b) Função: conter e proteger os condutores.2. (b) Função: conter e proteger os condutores. SENAI .1. 6 – Comprimento da rosca igual à metade do comprimento da luva. 5 – Adquirido em vara de 3 metros e dotado de rosca externa nas extremidades.RJ 50 03 sistemas de tubulações Montagem e instalalação de . Os de parede grossa chamam-se “eletrodutos pesados” e os de parede fina. 2 – Sem costura longitudinal. “eletrodutos leves”. 5 – Adquirido em vara de 3 metros.

8 189.9kg.3. Necessitam ser firmemente fixados por braçadeiras.RJ .1.2.2.2 130. São encontrados em diversos diâmetros. em localizações perigosas e não podem nunca ser expostos à chuva ou ao sol.1. As características principais dos eletrodutos são fornecidas por uma tabela em correspondência com o diâmetro nominal. Em geral. 3/4”. Para a sua fixação.4 22. Devem constituir trechos contínuos e não devem ser emendados.0 36.0 03 sistemas de tubulações Montagem e instalalação de 51 SENAI . O eletroduto flexível de plástico é bastante utilizado nas instalações das edificações. são empregados na instalação de motores ou de outros aparelhos sujeitos à vibração ou que tenham necessidade de ser deslocados em pequenos percursos. desde que haja condições adequadas. 27mm de diâmetro interno.5 5. Sua área útil interna terá 5.1 11.: Um eletroduto rígido metálico de 1 polegada terá 34mm de diâmetro externo.6 9.0 31.9 9.8 13.0 31.3 – Eletrodutos flexíveis metálicos (conduítes) Estes eletrodutos não podem ser embutidos nem utilizados nas partes externas das edificações. expressos em polegadas (1/2”.8 83.5 16.0 61.0 24.) 1/2 3/4 1 1 1/4 1 1/2 2 2 1/2 3 3 1/2 4 5 6 Diâmetro externo (mm) 22 26 34 43 49 60 73 89 102 114 141 168 Diâmetro interno (mm) 15 21 27 35 41 53 62 78 90 102 128 154 Área útil interna (cm2) 2. Também são utilizados em ligações de diversos quadros.3 46.0 44.0 3.7 6.0 Peso de uma vara (kg) 3.6cm2 e ele pesará 6. 1”) e vendidos a metro.6 4.0 90.3 64. usa-se o box reto ou curvo.4 – Tabelas Eletrodutos Rígidos Metálicos tipo Rosqueável Diâmetro nominal (pol. Ex. 3.

8 59. destacam-se: 3.2. abertura de roscas e curvamento 3.300 1.0 3. mm Espessura da parede ep mm Classe B (Leve) Peso aprox.650 0.150 0.9 3.6 5.2. (g) g 4 – Esticadores (h) e pinos (i) para montagem da f lâmina.1.2 42.2 3.0 2.280 0.RJ 52 03 sistemas de tubulações Montagem e instalalação de .4 75.6 4.540 0.120 0.6 3. 3 – Semi-arco (d) com cabo ou pinho (e). (l) 6 – Alças (m) de encaixe dos esticadores.200 1.2 47.1 88. com a finalidade de fazer corte.170 1.2 33.Eletrodutos de PVC Rígidos tipo Rosqueável Classe A (Pesado) Diâmetro nominal DN mm Referência de rosca PB 14 (Ref. SENAI .660 0.0 0. (a) 2 – Semi-arco (b) com ranhuras (c) para ajustar o arco ao comprimento da lâmina da serra.500 3. Espessura por metro da parede P kg/m ep mm 16 20 25 32 40 50 60 75 85 3/8 1/2 3/4 1 1 1/4 1 1/2 2 2 1/2 3 16.140 0.2 – Corte.1 – Serra manual Descrição 1 – Lâmina de serra. Dentre elas.8 4.8 2. abrir roscas ou fazer curvas.) polegada Diâmetro externo d.2 2.8 1.400 0.7 21.220 0. bainha (f) e pino de ancoc ragem. m l i h j b h i m Função: serve para cortar metais e outros materiais duros.0 4.240 0.1 3.2.2.0 2.820 1.860 1.450 0.2 0.5 2.750 3. por metro P kg/m Peso aprox.7 2. a d 5 – Porca-borboleta (j) de ajuste da tensão da e lâmina e arruela.2.5 6.1 – Ferramentas Algumas ferramentas poderâo ser utilizadas quando da aplicação dos eletrodutos.1 26.

eletrodutos rígidos metálicos.3 – Tarraxa simples com catraca Descrição 1 – Corpo.RJ . (c) 4 – Cabo móvel com parafusos de ajuste. 3.2.2. quanto ao número de dentes por polegada. quanto ao comprimento. rapidamente. de acordo com o diâmetro a ser roscado. (d) Função: abrir rosca externa em eletrodutos rígidos metálicos. gradativamente. em 8. 24 e 32 dentes. (b) 3 – Roletes. A lâmina de 32 dentes é a mais usada pelos eletricistas. (a) 2 – Navalha circular cortadora. 3.1.2.2 – Corta-tubos Descrição 1 – Corpo.A lâmina de serra é fabricada em aço temperado de duas qualidades: em “aço ao carbono” e em “aço rápido”. 03 sistemas de tubulações Montagem e instalalação de 53 SENAI .1. (c) 5 – Braço (cabo). 10 e 12 polegadas e. A lâmina de serra é normalizada. sendo esta última de maior qualidade. em 18. abrir a rosca. (d) Função: cortar. Existem mais dois tipos de tarraxas que variam quanto ao cossinete: • TARRAXA UNIVERSAL – contém cossinete ajustável. (b) 3 – Guia 4 – Cossinete intercambiável.2. • TARRAXA SIMPLES COM COSSINETE AJUSTÁVEL – é utilizada para. (a) 2 – Trava da catraca.

(a) 2 – Manípulo. Existe. também. • Procedimento: Encaixar o tubo na tarraxa pelo lado da guia.5 – Morsa de bancada para tubos Descrição 1 – Corpo. (f) 7 – Mandíbula fixa. (g) 8 – Mandíbula móvel. (c) 4 – Cossinete intercambiável. (b) 3 – Guia. (a) 2 – Braço (cabo). 3⁄4”.RJ 54 03 sistemas de tubulações Montagem e instalalação de .2. para abrir rosca externa em eletroduto de PVC. (h) Função: prender os tubos para o trabalho de corte e roscamento. girando uma(1) volta para a direita e 1⁄4 de volta para a esquerda.2.1. sendo muito utilizada em serviços rápidos. b c a g f d h 3. e SENAI . (e) 6 – Mordente. É encontrada para diversos diâmetros de eletroduto: 1⁄2”. a conhecida tarraxa-rápida (quebra-galho). repetindo a operação até obter a rosca no comprimento desejado. 1”. etc.2.2.4 – Tarraxa para PVC Descrição 1 – Corpo. (b) 3 – Parafuso de aperto. (d) 5 – Articulação. (d) Função: abrir rosca externa em eletroduto de PVC (plástico).1. (c) 4 – Trava.3.

2.2.2.2. (a) 2 – Tubo. (a) 2 – Parafuso de aperto. chamada escareador.8 – Almotolia Descrição 1 – Bico. (c) 4 – Mordente.2. 3.1.1. que substitui o limatão redondo.6 – Morsa de corrente Descrição 1 – Corpo. (b) 3 – Forma: cilíndrica.RJ . (e) c d a e b Função: prender os tubos. (d) 5 – Corrente.1. (d) Função: lubrificar peças e ferramentas. (c) 4 – Depósito de óleo. (a) 2 – Cabo.7 – Limatão redondo Descrição 1 – Corpo. para o trabalho de corte e roscamento. (b) 3 – Tampa roscada. Existe outra ferramenta.2. (b) 3 – Trava de corrente.3. 03 sistemas de tubulações Montagem e instalalação de 55 SENAI . Função: escarear tubos ou aberturas circulares ou côncavas. levemente afiada. 3.

denominada VIRA-TUBOS.RJ 56 03 sistemas de tubulações Montagem e instalalação de . no comércio. como os que aparecem nas ilustrações abaixo: a Além desses. de aproximadamente um metro de comprimento. Para curvar eletrodutos rígidos metálicos será utilizada uma ferramenta simples. com um pedaço de tubo galvanizado. entre os profissionais. b 3. SENAI . (b) Função: serve para curvar tubos.O óleo usado é o lubrificante (óleo de máquina). a utilização de certos artifícios para curvar eletrodutos. utilizamos o VIRA-TUBOS HIDRÁULICO. É comum. para curvar eletrodutos de bitola superior a uma polegada. Existem. vários outros tipos de vira-tubos para curvar eletrodutos. Mas nem sempre o eletricista dispõe do vira-tubos apropriado. O vira-tubos mais utilizado pelo eletricista. é a ferramenta que resulta da adaptação de uma peça de encanamento hidráulico (T). tais como os que aparecem nas figuras a seguir.2.1. (a) 2 – “T” (peça de encanamento hidráulico). para curvar eletrodutos.2.9 – Vira-tubos Descrição 1 – Pedaço de tubo galvanizado.

2. deve. pode-se dobrar o eletroduto. prepare um modelo do formato que o tubo deve ter. 03 sistemas de tubulações Montagem e instalalação de 57 SENAI . A cada pequena curvatura deve-se mudar a posição do T para não amassar o tubo. a cada conformação dada no mesmo. embora seja muito empregado.RJ . Escolha uma das extremidades do eletroduto para iniciar o trabalho. experimente no local onde irá o tubo ser fixado. for obrigatório.3. ser evitado. e firme o tubo no chão. Quando.2.2 – Curvatura de eletroduto rígido metálico Quando se deseja que uma rede de eletrodutos transponha um obstáculo ou acompanhe uma superfície com uma curvatura especial. com o pé.2. deve-se fazê-lo a frio e com todos os cuidados para que não haja redução sensível na seção interna. Esse trabalho de dobrar ou curvar um eletroduto. inicie o seu encurvamento.1 – Fases da operação 1) Preparar um gabarito de curva. sempre que possível. entretanto. Com um arame grosso de ferro.2. 2) Iniciar a dobragem.2. Enfie a ponta do eletroduto no T do vira-tubos. Usando o próprio eletroduto como alavanca. Faça as curvas no arame e. e quando não há uma curva postiça adequada para aquela circunstância. 3. por exemplo.

pode-se. Coloque o eletroduto no chão. prendendo-o sob os pés e com a extremidade livre encostada na parede. o raio mínimo da curva deverá ser de 46cm. b . com o T.A costura do tubo (a) deverá ficar na sua faixa neutra (para cima). empregando o gabarito de arame. Como na fase anterior. no eletroduto. Coloque junto ao eletroduto o gabarito e.Quando há necessidade. aproximadamente. complete a curvatura iniciada na fase anterior. marcar.RJ 58 03 sistemas de tubulações Montagem e instalalação de . para não amassá-lo.Não recue o tubo no vira-tubos para fechar mais a curva em algum ponto. 3) Concluir a dobragem. pois as costuras constituem um perigo para o isolamento do condutor. Assim. c . nem force muito no mesmo lugar. a cada pequeno encurvamento. os raios mínimos das curvas devem obedecer à seguinte tabela: ELETRODUTO (polegada) 1/2 3/4 1 1 1/4 1 1/2 2 2 1/2 3 4 RAIO DA CURVA (cm) 10 13 15 20 25 30 38 46 61 Por exemplo: ao curvar um eletroduto de 3 polegadas. a .As curvas devem corresponder ao diâmetro interno do eletroduto. SENAI . mude a posição T no eletroduto. os limites da curva.

03 sistemas de tubulações Montagem e instalalação de 59 SENAI . sendo descomprimido à medida que é usado. porque. Moldagem ou soldagem de plástico Caso se deseje dobrar. moldar ou soldar peças de PVC ou de polietileno. em cilindros de 45kg e em carrapetas de 90 a 120kg. pela facilidade de seu uso e transporte. nestes casos. etc. o gás do petróleo é vendido comercialmente em bujões de 1.2. como o maçarico. Os gases.Para curvar eletroduto rígido de plástico.2. Existem vários tipos de maçaricos. O gás liquefeito do petróleo é um hidrocarboneto leve (butano ou propano comercial) normalmente gasoso.2. 3. Após a descompressão. para assim se conhecer o efeito do calor no material correspondente. no estado líquido. – Maçarico É um equipamento que proporciona a chama necessária para os trabalhos de curvamento em eletroduto de PVC. quando comprimidos acima de certa pressão. a gasolina. que varia conforme o gás. 5 e 13kg. será utilizada uma fonte de calor brando. deve-se proceder lentamente. com muito cuidado e de maneira controlada. Por esse motivo.RJ . voltam ao estado gasoso. 3. oxiacetilênico. extraído do gás natural ou dos gases de refinaria. O GLP (gás liquefeito do petróleo) tem sido largamente aceito.2. variações relativamente pequenas na temperatura podem causar deformações nas peças. sob forte pressão. se liquefazem. a querosene. a saber: a gás.

2. (b) 3 – Registro tradicional. Por isso. (e) • Utilização do maçarico a gás a c b e d Você irá trabalhar com material de fácil combustão.2. • Não utilizar isqueiro.8kg SENAI . a concentração do gás na mangueira. • Utilizar mangueira de tamanho adequado. • Procedimento: • Verificar se o maçarico está em perfeitas condições de uso.2. • Não deixar a mangueira ficar enrolada. usar fósforo de segurança. todo cuidado é pouco.RJ 60 03 sistemas de tubulações Montagem e instalalação de . ou seja. 3. (d) 5 – Suporte para sustento. • Evitar. para isto. • Utilizar espuma de sabão e nunca o fogo. para verificação de escapamento de gás. (c) 4 – Gatilho. que facilita ou alimenta a queima. desligar inicialmente a torneira do bujão. no final do trabalho.• Maçarico a gás Descrição 1 – Queimador. de modo a permitir uma certa distância entre o bujão e o local onde está sendo utilizado o maçarico.3 – Soprador térmico Tipo nº HL 1500 Potência 1400W Temperatura do ar de saída I – 300ºC II – 500ºC Volume de saída de ar 220V I – 240l/min II – 400l/min 110V I e II – 400l/min Peso 0. até que a chama se extinga totalmente. (a) 2 – Suporte múltiplo de duplo comando. assim como a mangueira.

O soprador térmico oferece uma grande gama de aplicações. • secar superfícies úmidas. • Conectar o plug à tomada somente com o interruptor desligado. procurar sempre uma posição segura e uma distância suficiente da superfície a tratar. sintéticas. • Substituir o cabo elétrico. caso estejam danificados: eles deverão estar sempre em perfeitas condições. sem a presença de chama aberta. antes de apoiá-lo sobre alguma superfície. • Não utilizar o aparelho próximo de gases ou materiais inflamáveis. tais como: • raspar a fundo. • aquecer plásticos para moldar ou soldar. etc. 03 sistemas de tubulações Montagem e instalalação de 61 SENAI . Por ex. Instruções de segurança e acionamento • Observar que a tensão da rede deve ser a mesma indicada na placa de características do produto. o plug e a tomada. • Colocar o aparelho de pé sobre uma mesa/bancada. • Verificar. • Nunca dirigir o jato de ar quente a pessoas ou animais ou utilizá-lo como secador de cabelo.. logo após o uso. sem nenhuma dificuldade. procurar um lugar seguro onde colocar o aparelho. • Não mergulhar o aparelho em líquido de qualquer espécie. pinturas de tintas a óleo. Antes de terminar o trabalho. se o tubo de saída de ar não está muito quente de forma a causar algum dano. O soprador térmico é sempre uma grande vantagem onde o calor facilite ou acelere o desenvolvimento do trabalho. • O jato de ar quente deverá sair livremente do tubo. • Ao trabalhar sobre uma escada. • Desconectar o plug da tomada.: suporte com gancho. • Não tocar o tubo aquecido. • aquecer tubulações de água gelada. para uso estacionário. • efetuar solda de estanho em chapas ou tubos.RJ . antes de efetuar qualquer tipo de trabalho no aparelho.

• Antes de guardar o aparelho. (c) Função: impedir a deformação do diâmetro interno do eletroduto durante o curvamento. • Guardar o soprador térmico fora do alcance de crianças: ele não é um brinquedo.2. Utilize somente peças de reposição originais. SENAI . Utilização da mola fazer topo Para impedir a redução do diâmetro interno do eletroduto rígido de plástico (PVC) durante o seu curvamento. fazendo topo.2. (a) 3 – Com guia (b) e argola na extremidade. uma vez concluído o serviço. até atingir a extremidade do eletroduto. com os dedos polegar e indicador. de maneira que coincida com o trecho que será curvado. devem-se observar os seguintes procedimentos: • Selecionar a mola correspondente ao diâmetro do eletroduto que será curvado. verificar se ele está totalmente frio.RJ 62 03 sistemas de tubulações Montagem e instalalação de . • Colocar a mola sobre o eletroduto. Além de fonte de calor para curvar eletroduto rígido de plástico. 2 – Enrolado sob forma de espiral.• Não tapar a entrada ou saída de ar.4 – Mola Descrição 1 – Arame de aço. 3. utiliza-se também areia ou mola.2. isto é. e segurar a guia da mola com as mãos. Substitua imediatamente as peças danificadas. Manutenção As entradas e saídas de ar deverão estar sempre limpas e desobstruídas.

• Introduzir a mola no eletroduto.2. • Retirar a areia. através do uso de chaves. empurrando-a. é recomendável que se utilize veda-rosca. depois de curvar o eletroduto.1 – Luva Descrição 1 . b 03 sistemas de tubulações Montagem e instalalação de 63 SENAI .Específica pelo comprimento e pelo diâmetro nominal Função: serve para emendar eletrodutos.RJ . • Retirar a mola depois de curvar o eletroduto. até que os dedos voltem a fazer topo com a entrada que servia como referência.Dotada de rosca interna. Não utilize aperto excessivo. Se a tubulação ficar exposta ao tempo.5 – Areia São os seguintes os procedimentos a serem observados quando se utiliza areia: • Encher o eletroduto com areia seca. como material vedante entre roscas. (a) 2 .3.2. Ao se utilizarem as luvas para fazer junção de eletrodutos é importante observar o comprimento do tubo.3 – Junção com luvas. que deve ser de 2cm para que a conexão seja perfeita.2.2. 3. (b) 3 . vedando as extremidades.2. 3.Peça de metal ou plástico. buchas e arruelas a 3.

luva com vedação luva sem vedação conector com vedação conector sem vedação conector curvo para box fabricado em alumínio silício 3/8” a 4” conector reto para box fabricado em alumínio silício 3/8” a 4” 3.2 – Buchas e arruelas Na montagem dos eletrodutos nas caixas. adequadas aos eletrodutos com que devem trabalhar. As que são colocadas pelo lado externo das caixas servem para dar o aperto de fixação do eletroduto à caixa e são chamadas comumente de “arruelas” (fig. BUCHAS ARRUELAS simples com bornes para ligação à terra SENAI .2. 7). Tanto luvas quanto conectores são encontrados com ou sem vedação. empregam-se porcas especiais. 8). que existem em diferentes dimensões. As porcas que são colocadas pelo lado interno das caixas servem.2.RJ 64 03 sistemas de tubulações Montagem e instalalação de . para proteger o isolamento dos condutores e são também conhecidas como “buchas” (fig. principalmente.1.3.3.1 – Luvas e conectores sem rosca O uso de luvas e conectores sem rosca é prático e funcional nas instalações aparentes onde houver a utilização de conectores rígidos e demandam menor tempo de trabalho.3. fabricados em borracha auto-extinguível.

luvas.3. dispositivos ou tampo Orifícios parcialmente abertos para os condutos Caixa modelo retangular 4”x 2” O desenho abaixo mostra a localização de caixas. Nas instalações expostas. caixa de derivação octogonal 4”x 4” curva 90º 20 curva 90º luva 16 20 caixa de derivação 4”x 2” curva 90º 16 03 sistemas de tubulações Montagem e instalalação de 65 SENAI .2. ou nos pontos de instalação de aparelhos e dispositivos.4. As caixas possuem orelhas para a fixação de tampas.4 – Fixação e estanqueidade de caixa de passagem em paredes e lajes 3. buchas.2. retangular 4”x 2” quadrada 4”x 4” octogonal 4”x 4” Furo para fixação da caixa à superfície Orelhas para fixação dos aparelhos.1 – Caixas Em todas as extremidades de eletrodutos em que há entradas. protegidas interna e externamente. assim como orifícios parcialmente abertos para a introdução e fixação dos eletrodutos. arruelas e tubos. galvanizadas ou em plástico. devem ser usadas caixas que são fabricadas em chapas de aço. saídas ou emendas de condutores. esmaltadas. elas podem ser substituídas por conduletes. aparelhos ou dispositivos. curvas.RJ .

deve-se deixar uma folga de 5mm entre o eletroduto e a superfície. Nos casos de curvas menores que 90º. Quando possível.5m eletroduto 1 1/4” a maiores → 3. O número máximo de curvas entre duas caixas será de 2 curvas de 90º.0m Distância máxima entre suportes nos trechos não verticais: eletroduto 1/2” → 2. Distância máxima entre caixas em trechos retos: 15m. Distância mínima entre suportes em trechos verticais: eletroduto 1/2” → 2.0m eletroduto 3/4” e maiores → 3.Na instalação da rede de eletrodutos rígidos na caixa de passagem. Rede exposta Os eletrodutos ficam montados à superfície da estrutura do edifício. Rede embutida Os eletrodutos e caixas foram encerrados permanentemente na estrutura ou acabamento do edifício.0m eletroduto 3/4” e 1” → 2. O menor diâmetro de um eletroduto deve medir 1/2”. Os eletrodutos são fixados por grampos ou braçadeiras.RJ 66 03 sistemas de tubulações Montagem e instalalação de . A máxima distância da face da caixa à superfície acabada da parede deve ser de 6mm. admitem-se até 4 curvas. devem ser observadas as recomendações das ilustrações abaixo: A fixação dos eletrodutos e caixas é feita pela argamassa da estrutura.0m SENAI . A distância máxima nos trechos com curva será de 15m menos 3m para cada curva.

RJ .2. Onde as condições de instalações exigem. utiliza-se fita veda-rosca como material vedante entre roscas. 3.5.1 – Conduletes roscáveis – tipos e bitolas 03 sistemas de tubulações Montagem e instalalação de 67 SENAI . Obtém-se rosqueamento perfeito através de aperto manual.2.3. através de uso de chaves.5 – Conduletes roscáveis e sem rosca Para executar instalações com tubulações aparentes usa-se também caixa de derivação (conduletes). Não utilize aperto excessivo.

5. A conexão das extremidades de tubulações é simplificada através da aplicação de luvas. 3.2 – Conduletes sem rosca São um tipo de caixa de derivação sem rosca própria.tipos e bitolas SENAI .Exemplo de instalações com condulete roscável Abraçadeiras adequadas proporcionam segurança e alinhamento perfeito. As eletrodutos são fixados às entradas por meio de parafuso. Conduletes sem rosca . conforme pode ser constatado pela ilustração.2.RJ 68 03 sistemas de tubulações Montagem e instalalação de . Alterações ou transferências de instalações são efetuadas com rapidez e segurança. para instalação aparente.

3. enquanto a arruela fixa o tubo. O projeto deve ser desenvolvido de acordo com as normas técnicas específicas e a legislação brasileira em vigor. em condições de qualidade e segurança.2. diagrama e lay-out para montagem e instalação de sistema de tubulação aparente para instalação de uma lâmpada comandada por interruptor simples e uma tomada. a bucha evita o descascamento do fio e serve de contraporca para fixação. 2 Bucha e arruela.Exemplo de instalação de condulete sem rosca 1 Conector curvo para box: facilita a execução de curvas. Desenvolver. pois com a retirada da tampa os fios deslizam livremente. 03 sistemas de tubulações Montagem e instalalação de 69 SENAI . Tarefa a ser realizada em sala-de-aula.5. Todas as tampas equipadas podem ser fornecidas isoladamente para montagem em painéis ou já montadas nos conduletes. 4 Luvas e conectores sem rosca: para conexão de eletrodutos rígidos.3 – Conduletes com ou sem rosca. sem roscas. 3 Exemplo de aplicação de conector reto que permite a execução de instalações completas com eletrodutos lisos. permitindo as mais variadas combinações. Fornecidos sem ou com vedação de borracha.RJ . equipados com acessórios elétricos Os conduletes com acessórios elétricos são dotados de tampos intercambiáveis. Permitem contornos com aplicação de conduletes. conforme tabela ao lado.

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04 Enfiaçãoelétricos e conexão de condutores .

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– Consumo de 100 a 200W. especialmente o cobre e o bronze. 4. ou em outras proporções. – A temperatura de fusão é aproximadamente 170ºC.4. adere a outros metais.1. – A solda feita somente de estanho é também conhecida como solda branca ou solda fraca. na proporção de 40% de chumbo e 60% de estanho. – Apresenta-se em forma de barra ou fio. para serviços pesados. – Ao fundir-se.RJ . – De uso manual. 04 Enfiação elétricos condutores e conexão de 73 SENAI . com núcleo de breu. – Tipo machadinha. – Tipo de ponta reta ou curva intercambiável. por exemplo. – De uso manual. 25% ou 75%.1 – Materiais e ferramentas para emenda de condutores 4.2 – Solda Descrição – Liga de chumbo e estanho.1 – Ferro elétrico de soldar Descrição – Para ligar à rede de 110V – ou 220V. – Temperatura aproximada na ponta: 300ºC.1.

• Deixar esfriar. maleável. – Plástica. • Aplicar a pasta diretamente sobre a superfície a ser soldada. pode-se usar também a pasta de soldar. • Aquecer a peça o suficiente para que a solda se espalhe rápida e prontamente. 4. – Dielétrica com ruptura acima de 750V.19mm e em outras dimensões.RJ 74 04 Enfiação elétricos condutores e conexão de . – É isolante elétrico.4 – Fita isolante Descrição – Flexível. – Seccionável com lâmina ou tesoura.1. impermeável. sendo sensível à pressão. – Amorfa. – Age como fundente na soldagem com liga de chumbo-estanho. Instruções para o uso da pasta de soldar • Remover das peças sujeiras. dobra e aperta) e a faca de eletricista ou canivete. – Cor amarelo-âmbar. são também utilizados o alicate universal (corta. – Adesiva. encontrada. volatiliza-se.4. – Em rolo de 19mm X 20m. acima desta. SENAI . normalmente. – Dissolve-se em álcool. • Limpar a peça. espessura: 0. – Resistente à umidade e a agentes corrosivos. – Funde-se à temperatura pouco superior a 150ºC e.1. em lata de 110g. Além dos materiais e ferramenta apresentados. em várias cores. tintas e resíduos de isolantes de borracha ou quaisquer matérias estranhas. Quando a solda não vier com núcleo de breu. lima ou escarificador.3 – Breu Descrição – Resina em estado sólido. usando lixa.

04 Enfiação elétricos condutores e conexão de 75 SENAI .5mm2 → 8cm. de modo que não venham a aquecer muito por efeito Joule.2. 2. O comprimento das pontas deve ser igual a 50 vezes o diâmetro do condutor nu. ou seja.4.a passagem da corrente admissível para o condutor mais fino sem aquecimento excessivo.resistência mecânica suficiente para o serviço ou tipo de instalação. Os procedimentos que se seguem devem ser atentamente observados: 1 – Desencapar as pontas dos condutores. não devem apresentar mau contato e ter suficiente seção.RJ . 2. 3. devem-se emendar os condutores em prosseguimento. aproximadamente.2 – Emenda de condutores As emendas de fios e cabos devem possibilitar: 1.1 – Emendas em prosseguimento Sempre que a extensão de uma rede ou linha aberta for maior que o condutor disponível. pode-se desencapar o fio 1.5mm2 → 10cm e o fio 4mm2 → 13cm. Na prática.isolamento pelo menos igual ao dos condutores emendados e com a mesma classe de isolamento. Com uma faca. retire o isolamento em direção à ponta. 4. assim como se estivesse apontando um lápis.

SENAI . conforme mostra o desenho e. As pontas devem ficar completamente enroladas e apertadas no condutor. porém com pequeno espaçamento entre as espiras. O movimento de cortar deve ser executado afastando a lâmina da mão que segura o objeto. 2 – Limpar os condutores. para a solda penetrar. Cada ponta deve dar seis voltas sobre o condutor. ou raspe com as costas da lâmina a oxidação.RJ 76 04 Enfiação elétricos condutores e conexão de . a seguir. torça uma sobre a outra em sentido oposto. dependendo do diâmetro do condutor. não deve ser raspado. evite ferir-se com a lâmina. Retire os restos de isolamento porventura presos ao metal. no mínimo. 3 – Emendar os condutores. b) Complete a torção das pontas com a ajuda de um ou dois alicates. a) Cruze as pontas dos condutores. No caso de o condutor ser estanhado.Ao manusear a faca.

tomada também de 127V. Às vezes é necessário aplicar novamente o breu ou a pasta de soldar em algumas partes mais oxidadas. Verifique.RJ . se a tensão da tomada é adequada ao ferro. e) No início. onde se nota que a solda não pega. f) Mude a posição do ferro para cima da emenda e aplique solda no local até preencher todos os espaços entre as espiras. h) Retire o ferro de soldar. a) Inicie na extremidade mais cômoda. g) Repita o processo em toda a extensão da emenda. aplique a solda entre a ponta do ferro e a emenda. d) Aplique o fundente (breu) sobre a emenda. 5 – Isolar a emenda em prosseguimento. a) Ligue o ferro de soldar à rede de energia e deixe-o aquecer até a temperatura de fusão da solda. b) Aplique um pouco de solda à ponta do ferro para que esta faça bom contato térmico com a emenda. Ou então utilize a pasta de soldar. antes de ligar. c) Encoste a ponta do ferro à emenda. 04 Enfiação elétricos condutores e conexão de 77 SENAI . em seguida. até que a solda flua para a mesma. rapidamente. sem arrastar na emenda e deixe esfriar. aquecendo-a. prendendo a ponta da fita e. caso a solda não tenha o seu núcleo de breu. ou seja: ferro para 127V. dê uma volta sobre a mesma.4 – Soldar a emenda.

igual ao encapamento do condutor. porém da mesma forma anterior.b) Continue enrolando a fita. para que a aderência seja perfeita. de modo que cada volta se sobreponha à anterior. d) Complete o isolamento com três ou mais camadas. enrolando-a agora com inclinação oposta. com uma faca.2 – Emendas em derivação Na ligação dos ramais. Observe atentamente a seqüência de procedimentos: 1 – desencapar as pontas dos condutores do circuito ramal. entre as marcas. será necessário emendar os condutores em derivação. na metade da largura da fita. Mantenha a fita esticada durante todo o tempo. o isolamento em volta do condutor. 2 piques a 20mm 2 piques a 20mm A faca não deve atingir o metal para evitar pontos de ruptura (quebra) do condutor. c) Retorne com a fita. até atingir uns dois centímetros sobre o encapamento do condutor. Proceda como anteriormente. SENAI . 2 – desencapar os condutores da linha. e) Seccione a fita com uma lâmina.RJ 78 04 Enfiação elétricos condutores e conexão de . a) Marque com dois piques de faca uma faixa de uns 20mm a partir do ponto de derivação. 4. de modo que a espessura do isolamento fique. f) Pressione a ponta da fita. b) Retire. fazendo-a aderir ao isolamento.2. pelo menos.

b) Para os demais detalhes. a) Enrole a fita primeiramente no condutor da rede e. evite ferir-se com a lâmina. b) Complete a torção da ponta com a ajuda do alicate. A ponta deve ficar completamente enrolada e apertada no condutor e contar. a) Cruze a ponta sobre a derivação e enrole-a sobre esta. 3 – limpar os condutores. de modo que as espiras fiquem com ligeiro espaçamento entre si. proceda como anteriormente.RJ . Proceda como anteriormente. enrole-a no condutor do ramal. 04 Enfiação elétricos condutores e conexão de 79 SENAI . ao voltar. 4 – emendar os condutores.Ao manusear a faca. 5 – soldar a emenda em derivação. 6 (seis) espiras. Proceda como anteriormente. pelo menos. 6 – isolar a emenda em derivação.

auxiliado por um alicate. para que não ocorra curto-circuito. b) cruze os condutores. necessita soldar terminais. no caso de os condutores com potencial elétrico diferente se unirem. É importante lembrar.2. no caso de os condutores serem puxados. Para soldar. ou para que as pessoas não fiquem sujeitas a choque elétrico. É ainda bastante comum isolar as emendas dos condutores e outras partes descobertas das instalações com fita isolante. para que o contato elétrico nesses pontos seja o mais perfeito possível. em muitas ocasiões. d) dê o aperto final com dois alicates. proceda observando os seguintes passos: 1) corte a solda em pequenos pedaços. e) dobre a ponta dos condutores.2. assim como as emendas dos condutores. também. 4. ou então no caso de estarem oxidados pela maresia.4 – Utilização da solda. c) torça os condutores.4.3 – Emendas na caixa de passagem Os procedimentos a seguir devem ser atentamente observados: a) desencape as pontas. que a solda evita que essas conexões se desfaçam. em um comprimento igual a cinqüenta vezes o diâmetro do condutor nu. inicialmente com a mão.RJ 80 04 Enfiação elétricos condutores e conexão de . evitando assim o aquecimento causado pela corrente elétrica. do cadinho e da pasta de soldar O profissional. bornes. SENAI . que pode proporcionar incêndio e maior consumo de energia.

fita ou fio de plástico. passa-se fita isolante e logo depois parafina ou talco industrial. Quando houver muita dificuldade para a penetração. embebendo-os em álcool. através de um arame guia.2) coloque os pedaços de solda no cadinho e aqueça-o. Após a amarração. Utilize o maçarico a querosene ou a gás. quando ficar com uma tonalidade rubra. para a penetração da conexão fluir com maior facilidade dentro do eletroduto. 5) mergulhe as emendas no cadinho cheio e retire-as rapidamente. Faz-se amarração no arame com os condutores desencapados. usa-se.RJ . 6) isole a emenda e acomode-a dentro da caixa. inicialmente. que servirá de guia para o arame. devendo-se evitar um acúmulo excessivo deles em um só ponto. 3) passe a pasta de soldar nas emendas já dobradas. Utilize um pincel. 4. Tão logo a emenda esfrie. A solda estará com sua fusão ideal.3 – Tracionamento de condutores em tubulações Os condutores serão enfiados dentro do eletroduto. para não tornar mais difícil sua passagem dentro da tubulação. 4) verifique se a solda fundiu completamente. limpe-a com trapo ou estopa. 04 Enfiação elétricos condutores e conexão de 81 SENAI .

1. 4. 4. de corpo termoplástico com furos para fixação. No bulbo. Na base estão indicadas a intensidade da corrente e a tensão.1. com rosca metálica interna. estão indicadas a potência (por exemplo: 60W) e a tensão de funcionamento (127V ou 220V). e a tensão. dois bornes de ligação dos condutores. normalmente. SENAI .1 – Interruptor de uma seção e lâmpada incandescente 4. as bases mais usadas são para roscas E-27.4. No corpo estão indicadas. Normalmente. para lâmpadas de potência elevada. Serve para transformar energia elétrica em luz. 10A. uma tecla ou alavanca que fecha e abre o circuito elétrico.Os condutores devem ter um tamanho adequado para a amarração e. base metálica roscada e filamento de tungstênio.2 – Receptáculo reto normal Possui uma base de porcelana.1 – Interruptor de uma seção (simples) É um dispositivo de manobra. Serve como ponto de conexão entre a lâmpada e os condutores. e os bornes nos quais são ligados os condutores. usa-se a base E-40. 250V. de modo a facilitar posteriormente a sua ligação. 4. deve-se fazer uma marcação própria nos mesmos.4.4.RJ 82 04 Enfiação elétricos condutores e conexão de . sendo da mesma cor. a intensidade de corrente. onde é atarraxada a lâmpada.4.3 – Lâmpada incandescente É composta de bulbo de vidro.4 – Componentes de acionamento 4.1.

Esse diagrama permite verificar a disposição de elementos de um circuito. já que o condutor fase é o que dá choque. para uma perfeita interrupção do circuito. Diagrama unifilar – é representado por meio de símbolos gráficos dos componentes da instalação.4 – Diagrama unifilar e multifilar Diagrama é a representação de uma instalação elétrica ou parte dela. Nesse caso. o condutor fase é ligado ao interruptor. permitindo analisar o seu funcionamento. situados na planta baixa.4. aparecem: interruptor de uma seção. apresentando a posição física dos elementos. pois com o interruptor desligado (aberto) pode-se trocar a lâmpada sem risco. F N Como se pode observar. Os pontos que aparecem no diagrama representam um contato ou uma ligação elétrica. Eles estão ligados por condutores que passam por dentro dos eletrodutos. O condutor retorno ou volta é o que interliga interruptor e lâmpada.4. A ausência desses pontos significa que não há ligação elétrica. eletrodutos e condutores. por meio de símbolos gráficos. • Diagrama multifilar ou funcional – é a representação do circuito elétrico por meio de símbolos gráficos. ponto de luz incandescente. comandando um ponto de luz.1.RJ . No diagrama apresentado. observamos que há um interruptor simples próximo à porta. Veja as figuras abaixo: ligação ausência de ligação 04 Enfiação elétricos condutores e conexão de 83 SENAI .

2. sob tensão de 250 volts.5m afastados da mesma e. entre eles. representado na Fig. Fig. que permitirão entender o circuito elétrico. 4. b SENAI . Em dois bornes serão ligados os fios de retorno ou volta. em um terceiro. O diagrama multifilar. A Fig. No exemplo dado.2 – Interruptor de duas seções e lâmpadas incandescentes 4. fabricado em material termoplástico. b ilustra como ficarão os pontos de luz. para suportar intensidade de 10 ampères.4.2 – Diagrama multifilar e unifilar Vejamos os diagramas multifilar e unifilar.4.4. será ligado o fio fase. mostrando como o circuito funciona. a distância será de 3m. que fará “ponte” com o quarto (em negrito). a. É uma peça composta de um corpo com furos para fixação. Isso significará uma boa uniformidade de iluminação.RJ 84 04 Enfiação elétricos condutores e conexão de .1 – Interruptor de duas seções É um dispositivo de manobra. a Fig.2. quatro bornes de ligação dos condutores e duas teclas ou alavancas que fecham e abrem os circuitos elétricos.4. serve de orientação ao profissional para fazer ligações. os pontos de luz próximos à parede ficarão 1. A distância dos pontos de luz para a parede corresponde à metade da distância entre os pontos de luz.

4 – Interruptor paralelo (three-way) Já se tornou bastante comum a utilização de um sistema que permite ao usuário acender e apagar a luz de locais diferentes. 04 Enfiação elétricos condutores e conexão de 85 SENAI .4. Podemos deduzir que serão instalados sempre dois interruptores paralelos para acender ou apagar a luz de dois pontos diferentes.4. Este é um interruptor muito utilizado em corredores e escadas. estabelece a ligação do contato fixo com um dos contatos móveis.4. por exemplo. quando acionada.RJ . sendo também conhecido como THREE-WAY. Esse tipo de interruptor caracteriza-se por possuir três bornes de ligação. O dispositivo que possibilita. Observem-se os diagramas: • multifilar: L1 F L2 L3 N • unifilar: b) unifilar : c c 4.3 – Interruptor de três seções e lâmpadas incandescentes A instalação do interruptor de três seções é análoga à do interruptor de duas seções. acender a luz junto à porta e apagá-la junto à cama ou vice-versa é o interruptor paralelo. Possui uma alavanca ou tecla que.

Símbolo do interruptor intermediário usado em diagrama: a) unifilar b) multifilar ou SENAI .Símbolo do interruptor paralelo usado no diagrama: a) unifilar: b) multifilar Diagramas: UNIFILAR: MULTIFILAR: 4.RJ 86 04 Enfiação elétricos condutores e conexão de . Ele será ligado sempre entre dois interruptores paralelos.4.5 – Interruptor intermediário (four-way) É utilizado quando desejamos comandar a luz de mais de dois locais diferentes.

Diagramas: 1– com três comandos: UNIFILAR MULTIFILAR 2 – com quatro comandos: UNIFILAR 04 Enfiação elétricos condutores e conexão de 87 SENAI .RJ .

interruptor four-way.RJ 88 04 Enfiação elétricos condutores e conexão de . basta acrescentar sempre. interruptor three-way.MULTIFILAR Da observação dos diagramas é possível concluir que. mais interruptores intermediários. para que sejam identificados os dois bornes de ligação de entrada e os dois de saída. para aumentar o número de comandos. interruptor de três seções. em sala-de-aula. diagrama e lay-out para montagem de tubulação para instalação de um circuito que envolva: interruptor simples. Executar o projeto. quanto na posição paralela. É importante que o interruptor intermediário seja testado antes de ser ligado. tanto na posição cruzada. em condições de qualidade e segurança. interruptor de duas seções. Desenvolver. entre os dois interruptores paralelos. de acordo com as normas técnicas específicas e a legislação brasileira em vigor. SENAI .

iluminação .05 Montagem e instalação de sistema de acionamento.

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Pode ser conjugado com o suporte do starter. 5. que podem ser embutidos. reator e fixação. ao circuito. receptáculos. para uma ou mais lâmpadas. contatos. com rasgos para os receptáculos. Serve para sustentar a lâmpada. pendentes ou fixados diretamente à superfície. lâmpada fluorescente e acessório de fixação.1 – Peças e aparelhos instalados em iluminação fluorescente 5. para ligar os condutores. Serve para refletir e dirigir o fluxo luminoso para a área a ser iluminada. Possui modelos diferentes. de comprimento variado. como para lâmpadas fluorescentes de catodo preaquecido e catodo quente (HO). onde são introduzidos os pinos das lâmpadas.5.1. starter.1.2 – Calha É uma peça composta de estrutura metálica esmaltada.3 – Receptáculo É uma peça composta de corpo de baquelita ou plástico. e bornes. 05 instalalação deMontagem e sistema de acionamento. difusor. com e sem difusor. 5. Há tipos diversos.RJ .1 – Luminária fluorescente É um aparelho de iluminação composto de calha. iluminação 91 SENAI . Existem tipos diversos dessa luminária. através de seus bornes.1. ligando-a. furos para starter. reator.

contatos e bornes. tais como o número da lâmpada.5. ao circuito. que devem ser obedecidas pelo instalador. É fabricado em vidro. 5. 5.7 – Reator É um aparelho montado em caixa de chapa de ferro e imerso em massa isolante. iluminação . 5. como. por exemplo. através de seus bornes. a fim de facilitar sua ligação aos outros elementos da instalação. Serve para proporcionar as duas tensões necessárias ao funcionamento da lâmpada.RJ 92 05 instalalação deMontagem e sistema de acionamento. abrindo o circuito dos filamentos depois do tempo necessário para o seu aquecimento. Os reatores de partida convencional necessitam de starter para entrarem em funcionamento. potência. Da caixa do reator saem os condutores em cores diferentes.6 – Suporter starter É uma peça composta de corpo da baquelita ou plástico.1. Há reatores próprios para cada tipo de lâmpada. os de partida rápida e os eletrônicos. onde se encontram dois contatos para os pinos do starter que vão ligá-lo. Há na caixa o esquema da ligação e características.1. que dá à iluminação um aspecto ornamental. evitando a luz direta e difundindo a iluminação de maneira uniforme.5 – Starter É um dispositivo que atua como interruptor automático. plástico ou acrílico.1. tensão.4 – Difusor É um acessório da luminária que abriga a lâmpada. convencionais. possui um furo para penetração do starter.1. SENAI .

pinos conectados ao filamento e suportes de filamento. iluminação 93 SENAI . a de catodo quente (HO). – aprovação por laboratórios internacionais. – ausência de ruído. condomínios.Reatores eletrônicos para lâmpadas fluorescentes tubulares. 60Hz e corrente contínua (para iluminação de emergência). apresentam benefícios como: – menor consumo de energia. – menor aquecimento do ambiente. hotéis. com parede interna recoberta com substância fluorescente.1.8 – Lâmpada fluorescente de catodo preaquecido É um aparelho de iluminação composto de tubo cilíndrico de vidro. – altíssimo fator de potência. industriais. – alimentação múltipla: 50Hz. 36 e 58W. escolares e hospitalares. base metálica. ambientes comerciais e industriais há. – ausência de efeito estroboscópico e de cintilação. quando utilizados em conjunto com as lâmpadas fluorescentes de 18. Para iluminar. CATODO PREAQUECIDO CATODO QUENTE (HO) 5. principalmente.8. Substituem as incandescentes em residências. Existe também no mercado a lâmpada fluorescente circular e mais recentemente a compacta. com as seguintes vantagens: 05 instalalação deMontagem e sistema de acionamento. Serve para iluminar ambientes residenciais.RJ . também. filamento de tungstênio. – incremento da vida útil das lâmpadas em 50%.1 – Lâmpadas fluorescentes circulares São alternativas para o uso de lâmpadas fluorescentes.. – vida útil dos reatores mais longa (20 anos). 5. – peso e volumes menores. etc. comerciais. – em conformidade com diversas normas internacionais.1.

com acendimento por tempo prolongado.– consumo 60% menor.000 horas.1. iluminação . Características: – alta eficiência energética. em locais que necessitam de iluminação econômica. 5. – longa durabilidade: cerca de 8. comercial ou industrial. – impossibilidade de serem “dimmerizadas”. 5. Podem ser utilizadas em qualquer luminária e. – maior durabilidade.2 – Lâmpadas fluorescentes x Lâmpadas incandescentes SENAI . com até 80% de economia de energia. principalmente.8. – menor aquecimento do ambiente.2 – Lâmpadas fluorescentes compactas eletrônicas São lâmpadas fluorescentes compactas com reatores eletrônicos incorporados à base de rosca. – base rosca E27. Para uso residencial. ideais para a substituição imediata de incandescentes comuns. – acendimento imediato.RJ 94 05 instalalação deMontagem e sistema de acionamento. – luz bem distribuída.

fluorescentes. considerando as normas técnicas específicas e a legislação brasileira em vigor. 127V . comandada de dois pontos diferentes.D-3 e D-4) que seguem (páginas 98 a 100. 127V . Considerar os diagramas (D-1.3. em condições de qualidade e segurança.1 – Comandadas por interruptores paralelos (three-way – 2 comandos) Diagramas multifilares D-1 • Partida convencional: uma lâmpada fluorescente de 20W – 127V.Tarefa a ser realizada em sala-de-aula Montar e instalar.60Hz REATOR CONVENCIONAL 1x20w D-2 • Partida rápida eletromagnética: duas lâmpadas fluorescentes de 20W – 127V.3 – Diagramas com lâmpadas fluorescentes 5.D-2. luminárias incandescentes. halógenas e eletrônicas.) 5. comandadas de dois pontos diferentes.60Hz REATOR PARTIDA RÁPIDA 2x20w 05 instalalação deMontagem e sistema de acionamento.RJ . iluminação 95 SENAI .

que ficarão sempre entre dois paralelos.D-3 • Partida rápida eletrônica: duas lâmpadas fluorescentes de 20W – 220V. devem-se introduzir no circuito mais interruptores intermediários.3.RJ 96 05 instalalação deMontagem e sistema de acionamento. 5. SENAI . iluminação . comandadas de dois pontos diferentes.2 – Comandadas por interruptores paralelos (three-way) e intermediário(s) (four-way – 3 comandos) D-4 • Diagrama multifilar: Diagrama unifilar: Se se desejar aumentar a quantidade de comandos.

06 Tomadas .

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Observem-se modelos de algumas tomadas. Ela agüenta correntes elétricas apenas até um certo valor. limita o tipo de circuito em que a tomada pode ser instalada. haverá perigo e os contatos podem-se queimar ou se fundir. cada tomada traz uma inscrição que mostra a carga máxima (tensão e corrente) que ela pode alimentar. Há tomadas para pinos redondos.RJ . A forma dos contatos determina o tipo de pinos que a tomada pode receber. tomada 2P+T tomada 3P 06 Tomadas 99 SENAI . Para evitar tais defeitos. pinos chatos e também para ambos os pinos (chamada tomada universal). Existem tomadas para instalações externas e embutidas. Se esse limite for ultrapassado. Elas podem ser fixadas nas paredes ou no piso e são constantemente energizadas. ou seja. A quantidade dos contatos determina a função da tomada. pela forma e quantidade de seus contatos e por sua capacidade elétrica.6 – Tomadas As tomadas são dispositivos destinados às ligações de aparelhos eletrodomésticos e industriais e servem para fazer e desfazer as conexões com segurança e facilidade. Diferem pela forma de sua aplicação.

1 – Tomadas de corrente • Uma tomada para cada cômodo ou dependência de área igual ou inferior a 6m2. b) Para efeito de dimensionamento. Área do cômodo ou dependência (m2) /6 ¢6 Potência mínima de iluminação (VA) 100 100 para os primeiros 6m2 e mais 60 para cada aumento de 4m2 inteiros.R S T N As tomadas são ligadas diretamente à linha de alimentação. onde apenas uma tomada perto da pia deve ser obrigatoriamente prevista. o valor em VA será igual ao valor em W. espaçadas uniformemente. a) Os valores calculados correspondem à potência destinada à iluminação para efeito de dimensionamento dos circuitos. portanto. exceto em banheiros. a b c d e f Te Te Te 6. Determinação de potência mínima de iluminação em unidades residenciais.1.1 – Normas de instalações elétricas em iluminação e tomadas (NBR – 5410) Em cada cômodo ou dependência deve ser previsto. o fator de potência é igual a 1. comandado por interruptor de parede. Observem-se diferentes ligações de tomadas. • uma tomada para cada 5m (ou fração) de perímetro de cômodo ou dependências de área superior a 6m2. SENAI . um ponto de luz no teto. com potência mínima de 100VA. pelo menos. pode-se admitir que a iluminação seja executada com lâmpadas incandescentes e. 6.RJ 100 06 Tomadas .

As tomadas de uso específico devem ser instaladas no máximo a 1.RJ . copas ou copas-cozinhas. Tarefa em sala-de-aula Montar e instalar. bipolares + terra e tripolares. sendo que. Cargas mínimas para as tomadas de corrente • Para utilização geral: 100VA. em condições de qualidade e segurança. • para utilizações específicas: a carga nominal de utilização. garagens. esta deverá ser instalada próximo a seu acesso.5m (ou fração) de perímetro. quando não for possível a instalação de tomada no próprio local. 06 Tomadas 101 SENAI . • para copas. em subsolos. sótão. hall de entrada e corredor.5m do local previsto para o aparelho. até 3 tomadas e 100VA por tomada. cozinhas. copas-cozinhas e área de serviço: 600VA por tomada. em cozinhas. para as excedentes. varandas. No caso de varanda. considerando as normas técnicas específicas e a legislação brasileira em vigor. deve ser prevista pelo menos uma tomada. tomadas bipolares. • uma tomada.• uma tomada para cada 3. acima de cada bancada com largura igual ou superior a 30cm.

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07 Montagem eacionamento instalação de sistema de e de sensores de presença .

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animais. escadas. seja preferencialmente na transversal. Tem por finalidade comandar automaticamente a iluminação de ambientes onde não é necessário manter as lâmpadas permanentemente acesas. que permite inibir seu funcionamento durante o dia. escadas. outra.1 – Interruptor automático por presença O interruptor automático de presença é um interruptor estanque. através da célula fotoelétrica nele existente. 07 Montagem e instalação sistema de acionamento e de de sensores de presença 105 SENAI . mantendo as luzes apagadas quando não houver presença física no ambiente. nos estacionamentos: em iluminação de áreas externas e internas. equipado com um sensor infravermelho que capta a radiação de calor em movimento (pessoas. de maneira que a movimentação de pessoas. veículos. etc. articulável. ou até de andares inteiros. dentro do seu campo de detecção. recepções. animais. nas lojas: em iluminação de vitrines. etc.7. que é de 10m.).. que permite variar o tempo em que as lâmpadas permanecem acesas de 10seg a 10min. como se pode ver na ilustração a seguir. etc. É aplicado nas habitações: em iluminação da parte externa.. de ante-salas. de hall social. A sua instalação deve ser feita a uma altura aproximada de 2.RJ . nos edifícios: em iluminação de salas. É econômico. etc. Ele possui duas regulagens: uma. cortando o maior número de raios possíveis.5m do piso. pois evita gasto desnecessário de energia. automóveis.

limpar cuidadosamente o visor com um pano umedecido em álcool ou água. tais como: • instalar em local protegido. à chuva. evitando fontes de calor. à poeira e sobre suportes móveis ou vibrantes. • respeitar a capacidade máxima do aparelho e verificar se a tensão da rede é igual à dele. exposição aos raios solares.RJ 106 07 Montagem e instalação sistema de acionamento e de de sensores de presença . • quando necessário. permanecendo assim até finalizar a temporização. Potência máxima das cargas resistiva tensão do aparelho 127V~ 220V~ lâmpadas incandescentes 1200W 1200W 2. Quando o produto voltar a ser alimentado eletricamente. pois isso impede detecção de movimento. • não utilizar o produto em sistemas de alarme.50m indutiva lâmpadas fluorescentes 600W 600W motores em geral 300W 300W SENAI .detalhe da instalação vista lateral vista superior 10m Alguns cuidados na instalação devem ser observados. seja por falta de energia ou por ação do interruptor. • não deixar vidro interposto entre a fonte de calor e o produto. ao vento. automaticamente será acionada a carga.

1 – Tipos e esquemas de ligação a) sensor: 2 fios (apenas em lâmpadas incandescentes) 07 Montagem e instalação sistema de acionamento e de de sensores de presença 107 SENAI . escadas. acionando automaticamente uma carga elétrica. 2min ou 5min A instalação é feita em caixa 4” x 2”. emitida pelo corpo humano. É indicado para uso em halls de edifícios. 7. garagens e demais locais onde existir movimentação de pessoas.RJ .7. 40seg.2 – Sensor de presença Este dispositivo detecta automaticamente a radiação infravermelha.2. Especificações: • tensão de operação: 90V a 240V • potência: 300/500W • área de detecção: 120º • campo de detecção: R = 6m • temporização: 15seg. corredores.

e ABNT. Enquanto este capta a radiação de calor em movimento. • possui retardo automático incorporado.RJ 108 07 Montagem e instalação sistema de acionamento e de de sensores de presença . etc.. que pode ser fixada em paredes. • atende às normas da NEMA. residencial. industrial. painéis. Essa tomada atende às normas da ABNT. postes. • aplica -se em iluminação pública. ligando-os ao anoitecer e desligando-os ao amanhecer. etc. Controla automaticamente lâmpadas e motores. POTÊNCIA MÁXIMA DAS CARGAS potência Tensão (bivolt) 127/220v~ 1200VA resistiva lâmpadas incandescentes 1200W indutiva lâmpadas fluorescentes 60W motores em geral 300W Para a interligação do relé fotoelétrico com a rede de distribuição. Há vários tipos de alça de fixação. ANSI. utiliza-se uma tomada externa tripolar. SENAI . O relé fotoelétrico para comando automático de iluminação externa • utiliza a variação da luminosidade de ambiente para comutação.3 – Instalação de fotocélula A fotocélula (relé fotoelétrico) tem função analógica à do interruptor automático por presença.b) sensor: 3 fios (qualquer tipo de lâmpada) 7. para que se possa atender a cada caso específico. a fotocélula tem em sensor sensível à luz. comercial.

o peso dos mesmos será menor. a chave desliga. A ampola se inclinará e o mercúrio correrá para os contatos. não permitindo que a bomba funcione.1 – Funcionamento da chave de bóia de contatos de mercúrio Quando o reservatório (caixa d’água) superior chegar ao nível mínimo. se o nível baixar ao mínimo. os contatos também estarão fechados e. conseqüentemente. a bomba entrará em funcionamento enchendo o reservatório superior. portanto. Se o reservatório inferior tiver água acima do nível mínimo. A função da chave de bóia do reservatório inferior é garantir essa condição. ambos os pesos ficarão fora da água e.RJ . Quando o reservatório superior alcançar o nível máximo. O contrapeso será maior e a ampola se inclinará para trás. 7. 7. sensor de presença e fotocélula no comando de diferentes luminárias. conseqüentemente. vencerão o contrapeso que será puxado para baixo pela linha.Tarefa em sala-de-aula Montar e instalar. Portanto. considerando as normas técnicas específicas e a legislação brasileira em vigor. fazendo o mercúrio correr dos contatos abrindo-os e desligando a bomba.4 – Instalação de chave de bóia Chave de bóia de contato de mercúrio é um dispositivo utilizado para acionamento de eletrobombas. nível máximo nível mínimo 07 Montagem e instalação sistema de acionamento e de de sensores de presença 109 SENAI . A bomba só terá condições de funcionar se o reservatório inferior tiver água acima do nível mínimo. fechando-os.4. em condições de qualidade e segurança. ambos os pesos ficarão mergulhados na água e.

liga o circuito da bomba.4. como se comporta a chave de bóia em cada um dos reservatórios.2 – Funcionamento da chave de bóia flutuante de contatos de mercúrio O funcionamento deste tipo de chave de bóia é simples. nas situações apresentadas.RJ 110 07 Montagem e instalação sistema de acionamento e de de sensores de presença . agora. Vejamos. posições dos contatos fechados posições dos contatos abertos O mercúrio é um metal líquido. Por isso ao unir os contatos. favorecendo o deslocamento do mercúrio em direção aos contatos. fechando -os. Basta que a ampola se incline. caixa superior vazia bomba ligando caixa superior cheia bomba desligando caixa inferior cheia bomba ligada caixa inferior vazia bomba desligada SENAI .7. bom condutor de eletricidade.

• os disjuntores tetrapolares são utilizados apenas em circuitos com 3 fases e neutro (3FN). • os disjuntores tripolares devem ser utilizados em circuitos com 3 fases (3F) ou em circuitos com 3 fases e neutro (3FN). quando se prevê o seccionamento do neutro. quando a corrente que circula ultrapassa um determinado valor. eventualmente. podem ser utilizados em circuitos com 2 fases e neutro (2FN). eventualmente. 07 Montagem e instalação sistema de acionamento e de de sensores de presença 111 SENAI .7.RJ . isto é. • os disjuntores bipolares devem ser utilizados em circuitos com 2 fases e neutro (2FN). em razão de um curto-circuito ou de uma sobrecarga.5. podem ser utilizados em circuitos com 1 fase e neutro (FN). 7.5. de acordo com o número de condutores vivos (fase e neutro) do circuito. desliga-o automaticamente.2 – Tipos e utilização Os disjuntores. ligá-lo e desligá-lo. podem ter 1. 3 ou 4 pólos. seccionando também o neutro.1 – Disjuntor termomagnético O disjuntor é um dispositivo que. além de poder comandar um circuito. Os disjuntores utilizados em unidades residenciais devem atender a uma das três normas seguintes: • NBR-5361 — disjuntores de baixa tensão • NBR IEC 60898 — disjuntores para proteção de sobrecorrentes para instalações domésticas e similares. Assim: • os disjuntores monopolares são utilizados apenas em circuitos com 1 fase e neutro (FN). 2.5 – Instalação de disjuntor termomagnético 7. mesmo com carga. seccionando também o neutro.

2 – Disjuntores DR Consistem num disjuntor comum.6. num circuito. 7. nem danificar seus componentes internos. SENAI . como um interruptor comum).• NBR IEC 60947-2 — dispositivos de manobra e comando de baixa tensão. Um disjuntor de 15A deve ser indicado para circuitos cuja corrente nominal seja de 12A. Observem-se.1 – Interruptores DR São dispositivos que só protegem contra choques (podem ligar e desligar circuitos manualmente. 7. com um “módulo DR” acoplado. Os disjuntores não devem trabalhar a mais de 80% de sua capacidade nominal. a seguir. extremamente sensível.6 – Dispositivos DR São dispositivos que detectam a corrente diferencial-residual (DR) num circuito. 7. A corrente nominal é o maior valor que pode circular continuamente pelo dispositivo e que pode ser interrompido sem danificar seus componentes internos. Os dispositivos DR são destinados à proteção de pessoas contra choque elétrico. A corrente diferencial-residual é produzida. por fuga para terra ou por falta.RJ 112 07 Montagem e instalação sistema de acionamento e de de sensores de presença . quando essa corrente ultrapassa um valor prefixado. e atuam desligando-o. que protege contra choques e contra sobrecarga. alguns exemplos de disjuntores termomagnéticos e dispositivos DR. A corrente nominal é o maior valor que pode circular continuamente pelo dispositivo sem provocar seu desligamento automático. se existirem). e pode ser entendida como a corrente medida por um amperímetro alicate. envolvendo todos os condutores vivos do circuito (fase e neutro.6.

Os DR cuja corrente diferencial-residual nominal de atuação é inferior ou igual a 30mA são de alta sensibilidade. que poderá ser um interruptor DR ou um disjuntor DR. áreas de serviço. lavanderias. • espaços-reserva para ampliação (um espaço corresponde a um disjuntor monopolar). é obrigatória a proteção contra choques elétricos. os seguintes dispositivos: • chave geral. Em unidades residenciais. com dispositivos DR de alta sensibilidade para: • circuitos terminais que alimentem pontos de luz e tomadas em banheiro (excluídos os circuitos que alimentem pontos de luz situados a uma altura igual ou superior a 2.7. Essa proteção pode ser proporcionada por um único DR de alta sensibilidade (geralmente 30mA). 07 Montagem e instalação sistema de acionamento e de de sensores de presença 113 SENAI . No caso da utilização de quadros com barramentos.5m). copas-cozinhas. Deve possuir. • disjuntores termomagnéticos para a proteção dos circuitos terminais. em princípio. ou como chave geral no quadro de distribuição.RJ . a corrente nominal do barramento principal deverá ser igual ou superior à corrente nominal da chave geral. aqueles cuja corrente de atuação é superior a 30mA são de baixa sensibilidade.7 – Quadro de distribuição O quadro de distribuição da unidade residencial é alimentado pelo circuito de distribuição respectivo e dele partem os diversos circuitos terminais. • circuitos terminais que alimentem tomadas em cozinhas. garagens.6.3 – Corrente diferencial-residual nominal de atuação É a corrente diferencial-residual que provoca a atuação do dispositivo. instalado em série com o disjuntor geral. copas. varandas e locais similares. ou um disjuntor mais interruptor DR. 7. • circuitos terminais que alimentem tomadas em áreas externas ou tomadas em áreas internas que possam alimentar equipamentos no exterior.

3 circuitos adicionais. b) circuito 2FN: disjuntor de dois pólos ou três (quando é previsto o seccionamento do neutro).: chuveiro elétrico) SENAI . Nos quadros de distribuição com mais de uma fase. no mínimo. 4 circuitos adicionais. É obrigatório prevermos uma capacidade de reserva nos quadros de distribuição. de modo que as potências totais de cada uma delas sejam muito próximas. • quadro com 7 a 12 circuitos: espaço-reserva para.RJ 114 07 Montagem e instalação sistema de acionamento e de de sensores de presença . Encontram-se nele os dispositivos de proteção dos circuitos de uma instalação. tomadas e aparelhos elétricos. no mínimo. de acordo com o seguinte critério: • quadro com até 6 circuitos: espaço-reserva para. as potências dos circuitos terminais deverão ser “equilibradas” nas diversas fases. conforme exemplificado na figura a seguir. • quadro com mais de 30 circuitos: espaço reserva para.O número de pólos dos dispositivos utilizados nos quadros de distribuição é determinado pelo tipo de circuito. no mínimo. 15% dos circuitos. 2 circuitos adicionais. no mínimo. CIRCUITO 1 – iluminação social CIRCUITO 2 – iluminação de serviço CIRCUITO 3 – tomadas de uso geral CIRCUITO 4 – tomadas de uso geral CIRCUITO 5 – tomadas de uso específico (Ex. • quadro com 13 a 30 circuitos: espaço-reserva para. na tabela de cálculo do projeto. uma vez que recebe os fios que vêm do medidor e dele partem os circuitos terminais que vão alimentar diretamente as lâmpadas. por exemplo: a) circuito FN: disjuntor de um pólo ou dois (quando é previsto o seccionamento do neutro).: torneira elétrica) CIRCUITO 6 – tomadas de uso específico (Ex. sua potência deverá ser dividida entre elas. Quando um circuito terminal tiver mais de uma fase. Quadro de distribuição é o centro de distribuição de toda a instalação elétrica de uma residência.

O quadro de distribuição deve estar localizado em lugar de fácil acesso e o mais próximo possível do medidor, para que se evitem gastos desnecessários com os fios do circuito de distribuição, os mais grossos de toda a instalação e, portanto, os mais caros. As figuras a seguir mostram os componentes e as ligações típicas de um quadro de distribuição.

7.7.1 – Ligações típicas de um QD
• Quadro de distribuição (QD) para fornecimento monofásico
6 5 7

4

3 21

8

– Disjuntor geral – (monopolar) (1) Fase (2) Neutro (3) Proteção (4) Jumps de ligação — Ligam a fase a todos os disjuntores dos circuitos. (5) Barramento de proteção — Deve ser ligado eletricamente à caixa do QD. (6) Disjuntores dos circuitos terminais — Recebem a fase do disjuntor geral e distribuem para os circuitos terminais. (7) Barramento de neutro — Faz a ligação dos fios neutros dos circuitos terminais com o neutro do circuito de distribuição, devendo ser isolado eletricamente da caixa do QD. (8) Disjuntor geral (monopolar)

07

Montagem e instalação sistema de acionamento e de de sensores de presença

115

SENAI - RJ

• Quadro de distribuição para fornecimento bifásico

6

9

8

5 4 3 2 1

10 7

– Disjuntor geral – (bipolar) (1) Proteção (2) Fase (3) Fase (4) Neutro (5) Barramento de proteção (6) Disjuntores dos circuitos terminais bifásicos (7) Barramento de neutro (8) Disjuntores dos circuitos terminais monofásicos (9) Barramento de interligação das fases (10) Disjuntor geral

• Quadro de distribuição para fornecimento trifásico
2 1

3

4 5

(1) Barramento de neutro (2) Disjuntor diferencial residual tetrapolar (3) Barramento de proteção (4) Disjuntores dos circuitos terminais bifásicos (5) Disjuntores dos circuitos terminais monofásicos (6) Barramento de interligação das fases

6

SENAI - RJ

116

07

Montagem e instalação sistema de acionamento e de de sensores de presença

CIRCUITOS TERMINAIS (1) Disjuntor geral (2) Fases (3) Neutro (4) Proteção (PE) (5) Quadro de distribuição
3 5 1 2

4

• Exemplos de circuitos terminais protegidos por disjuntores termomagnéticos
neutro fase

retorno

disjuntor monopolar

CIRCUITO DE ILUMINAÇÃO

07

Montagem e instalação sistema de acionamento e de de sensores de presença

117

SENAI - RJ

neutro fase proteção

barramento de proteção CIRCUITO DE TOMADAS DE USO GERAL

• Exemplos de circuitos terminais protegidos por disjuntores DR
proteção barramento de proteção neutro fase

retorno disjuntor diferencial residual bipolar

CIRCUITO DE ILUMINAÇÃO EXTERNA

SENAI - RJ

118

07

Montagem e instalação sistema de acionamento e de de sensores de presença

RJ .proteção barramento de proteção fase neutro disjuntor diferencial residual bipolar CIRCUITO DE TOMADAS DE USO GERAL • Exemplos de circuitos terminais protegidos por disjuntores termomagnéticos proteção neutro fase barramento de neutro barramento de proteção disjuntor termomagnético monopolar CIRCUITO DE TOMADA DE USO ESPECÍFICO (127V) 07 Montagem e instalação sistema de acionamento e de de sensores de presença 119 SENAI .

fase fase proteção barramento de neutro barramento de proteção disjuntor termomagnético tripolar disjuntores termomagnéticos monopolares CIRCUITO DE TOMADA DE USO ESPECÍFICO (220V) • Exemplos de circuitos terminais protegidos por disjuntores DR proteção barramento de proteção neutro fase CIRCUITO DE TOMADA DE USO ESPECÍFICO (127V) SENAI .RJ 120 07 Montagem e instalação sistema de acionamento e de de sensores de presença .

RJ .proteção barramento de proteção fase fase disjuntor DR CIRCUITO DE TOMADA DE USO ESPECÍFICO (220V) • Exemplos de circuito de distribuição monofásico protegido por disjuntor termomagnético 2 (1) Ligação monofásica (2) Proteção + neutro (PEN) (3) Fase (4) Disjuntor diferencial residual bipolar 4 1 3 07 Montagem e instalação sistema de acionamento e de de sensores de presença 121 SENAI .

• Exemplo de circuito de distribuição monofásico protegido por disjuntor DR 1 3 4 5 6 2 (1) Ligação monofásica (2) Quadro de distribuição monofásico (3) Neutro (4) Fase (5) Proteção (6) Disjuntor diferencial residual bipolar • Exemplo de circuito de distribuição bifásico ou trifásico protegido por disjuntor termomagnético 1 2 3 4 (1) Ligação bifásica ou trifásica (2) Fases (3) Proteção + neutro (PEN) (4) Disjuntor ou interruptor DR tetrapolar SENAI .RJ 122 07 Montagem e instalação sistema de acionamento e de de sensores de presença .

RJ .• Exemplo de circuito de distribuição bifásico ou trifásico protegido por disjuntor DR 1 2 (1) Ligação bifásica ou trifásica (2) Disjuntor diferencial residual tetrapolar 07 Montagem e instalação sistema de acionamento e de de sensores de presença 123 SENAI .

8 – Furos de fixação (n). Têm por objetivo economizar energia elétrica. evitando que permaneçam iluminadas as citadas dependências. e contato principal (6). em condições de qualidade e segurança. escadas e arredores. SENAI . 2 – Eletroímã composto de bobina (b) e núcleo (c).8. contato auxiliar (1). considerando as normas técnicas específicas e a legislação brasileira em vigor. 5 – Contatos: auxiliar (h). fixo (i) e principal (j). 7. terminal comum da bobina (5). 3 – Mecanismo de relojoaria composto de trem de engrenagem (d). 6 – Bornes de conexão (l) numerados de 1 a 6. terminal de 220V da bobina (4). massa de pêndulo (e). terminal de 115V de bobina (3). 7.RJ 124 07 Montagem e instalação sistema de acionamento e de de sensores de presença . 4 – Alavanca de náilon (g).8 – Instalação de minuterias As minuterias nada mais são do que um interruptor temporizado que funciona sob o comando de um ou vários pulsadores localizados nas dependências de um prédio – normalmente corredores. quadro de distribuição de luz com disjuntor geral e cinco circuitos parciais.Montar e instalar. mola (f). Função: serve para controlar a iluminação por um tempo determinado de 2 a 4 minutos. Esta tarefa será feita em sala-de-aula. onde se localizam as lâmpadas de iluminação. quando não houver trânsito de pessoas.1 – Minuteria eletromecânica 1 – Caixa de baquelita ou plástico (a). 7 – Furo para fixação da tampa (m). contato de carga (2).

RJ .n a b m e c d g f h i j l 1 2 3 n 4 5 6 07 Montagem e instalação sistema de acionamento e de de sensores de presença 125 SENAI .

É comum. onde se armazena a energia.RJ 126 07 Montagem e instalação sistema de acionamento e de de sensores de presença . na instalação da minuteria eletromecânica. chave seletora.1. ela seleciona o circuito “DIRETO” ou “MINUTERIA”. com minuteria eletromagnética. e. Esse mecanismo é semelhante ao de SENAI . as lâmpadas ficarão acesas todo o tempo. A seguir. a bobina é energizada. ficarão controladas por esta. Esta chave. na posição “DIRETO”. apresenta-se o diagrama funcional de um circuito. 127V AC minuteria eletromagnética 7. três lâmpadas incandescentes e três pulsadores. Opcionalmente. Essa energia impulsiona um trem de engrenagens que tem seu movimento liberado aos poucos por uma mola de escape e um pêndulo. como o próprio nome indica.1 – Funcionamento da minuteria eletromecânica Ao pressionarmos um dos pulsadores. seleciona o circuito que vai entrar em funcionamento. atraindo o núcleo que puxa a mola. cuja oscilação pode ser regulada pelo deslocamento da massa ao longo de sua haste. usar-se uma chave seletora. na posição “MINUTERIA”.8. se a chave seletora ficar desligada de qualquer contato. No caso de a mesma ser ligada num circuito de minuteria. de modo que. nenhum circuito irá funcionar.

A minuteria estará pronta para ser acionada novamente. 7.2 – Minuteria modular universal (eletrônica) Especificações: • Potência de chaveamento: 1200VA • Tensão de operação: 90 a 240V • Temporização: 90s • Aciona qualquer tipo de carga (lâmpadas incandescentes. durante o tempo necessário ao trânsito de pessoas. devido ao seu pequeno tamanho. que. Um tipo mais moderno e versátil é a minuteria eletrônica. pode ser usada individualmente.) • Não consome energia quando desligada. regulando o tempo de funcionamento da minuteria. de vapor de mercúrio. a alavanca desarma os contatos. uma alavanca abre o contato auxiliar da bobina e fecha o contato principal que mantém acesas as lâmpadas. dicróicas. Através dele.um relógio. de vapor de sódio. fluorescentes com reator convencional e eletrônico. desligando as lâmpadas. etc. Esquema de ligação 1) Instalação com pulsadores (ligação básica) 07 Montagem e instalação sistema de acionamento e de de sensores de presença 127 SENAI . isto é. fluorescentes compactas. Acabando esse tempo. uma em cada andar do prédio. o que ocasiona maior economia de energia e diminui a freqüência de substituição de lâmpadas queimadas.RJ .8.

A tensão e potência máxima são respectivamente: 127V/1000W e 220V/2000W. com redução da luminosidade durante 10 segundos.7. através de regulagem para funcionamento permanente ou temporizado de 15 segundos a 5 minutos.RJ 128 07 Montagem e instalação sistema de acionamento e de de sensores de presença . Esquema de ligação SENAI . O pré-aviso de extinção de luz funciona com encaixe de jumper (contato) somente para lâmpadas incandescentes. para sinalização de funcionamento.8. Possui lâmpada néon na parte frontal.3 – Minuteria eletrônica É um aparelho destinado a controlar lâmpadas incandescentes ou fluorescentes (40W mínimo). Incorpora fusível de ação rápida (10A).

Pode substituir o interruptor simples (de uma seção) em caixa 4” x 2”.7. considerando as normas técnicas específicas e a legislação brasileira em vigor. facilitando sua localização em ambientes escuros. aproveitando a mesma instalação. A tensão e potência máxima são.RJ . 07 Montagem e instalação sistema de acionamento e de de sensores de presença 129 SENAI . Possui um pulsador equipado com acessório luminoso. respectivamente: 127V/300W e 220V/600W. Esquema de ligação: Tarefa em sala-de-aula Montar e instalar.8.4 – Minuteria individual Aciona lâmpadas incandescentes (40W mínimo) mantendo-as acesas durante aproximadamente 1 minuto e 30 segundos. em condições de qualidade e segurança. comando de lâmpadas incandescentes com minuteria e de lâmpadas fluorescentes com programador.

9 – O programador horário (time-switch) O programador horário é um aparelho que permite ligar e desligar qualquer equipamento elétrico. que é representada pela seta localizada no relógio entre as 12h e 3h. localizado ao redor do relógio. localizados na parte inferior do aparelho. • contatos de saída. Existe uma interligação entre o relógio e o disco de programação. O programador horário é composto basicamente por três partes distintas: • relógio.7.RJ 130 07 Montagem e instalação sistema de acionamento e de de sensores de presença . existem três tipos de discos de programação: • disco de 12 horas AM (antes do meio-dia) + 12 horas PM (pós meio-dia) SENAI . • disco de programação. de acordo com horários preestabelecidos. localizado no centro do aparelho. que comanda o relógio e o disco de programação. Conforme o modelo. a qual possibilita manter o aparelho em funcionamento quando faltar energia. Alguns podem ser fornecidos com bateria recarregável. sem atrasar o relógio. O programador é acionado por um micromotor.

Isso permite que identifiquemos três funções: • horário corrente no relógio e no disco de programação. 07 Montagem e instalação sistema de acionamento e de de sensores de presença 131 SENAI .• discos de 24 horas • discos de uma semana Note-se que o relógio e o disco de programação se movimentam no sentido horário ao longo do tempo.RJ . porém a seta fica constantemente parada. • se o horário indicado no relógio se refere a antes (AM) ou depois (PM) do meio-dia.

De acordo com o equipamento elétrico a ser ligado. procede-se conforme o diagrama abaixo. Quando o cavalete passar em frente da seta do relógio. Os 84 cavaletes. que podem ser posicionados para dentro ou para fora do disco de programação. pelo menos. Com o passar das horas. Cada um dos 96 cavaletes representa um período de 15 minutos.• se o contato de saída se encontra acionado (cavalete para fora do disco) ou desacionado (cavalete para dentro do disco). observando-se as instruções a seguir: SENAI .5mm2. • do quadro de luz. graças ao disco de programação que nos permite determinar os horários desejados. a qual poderá ser proveniente: • da tomada elétrica. o disco gira juntamente com o relógio. de acordo com sua necessidade. Ao longo do disco. 220 volts => 2 disjuntores). um período de 2 horas. poderão ocorrer duas condições: – o contato de saída é acionado durante o período do respectivo cavalete. que oferece os dois fios necessários para fornecimento da energia. existem 96 ou 84 cavaletes. são necessários. que também oferece os dois fios necessários para o fornecimento (110 volts => 1 disjuntor + Neutro. utilizando fio de bitola 2. desde que o mesmo esteja posicionado para fora do disco. Isso é possível. O programador horário permite ligar e desligar qualquer equipamento elétrico em horários preestabelecidos pelo usuário. Para ser executada a correta ligação. desde que o mesmo esteja posicionado para dentro do disco. – o contato de saída é desacionado durante o período do respectivo cavalete.RJ 132 07 Montagem e instalação sistema de acionamento e de de sensores de presença . dois fios que permitam o fornecimento de energia.

2 – conectar o fio da fase 2 (ou neutro) ao terminal 2 do programador. a energia somente será fornecida ao equipamento elétrico nos horários estabelecidos pela programação feita. Dessa forma.RJ . deve-se proceder conforme o diagrama que se segue: Caso o equipamento elétrico seja trifásico. procede-se conforme o diagrama que se segue: 07 Montagem e instalação sistema de acionamento e de de sensores de presença 133 SENAI .1 – conectar o fio da fase 1 ao terminal 1 do programador horário. 3 – fazer um “jumper” entre os terminais 2 e 3 do programador. 4 – ligar o equipamento elétrico nos terminais 1 (fase 1) e 4 do programador. Caso a energia consumida pelo equipamento elétrico seja superior à capacidade máxima dos contatos de saída.

luminosos de lojas. painéis comerciais. sinal sonoro de entrada e saída de funcionários de fábrica. SENAI . motor do filtro de piscina. iluminação em geral. irrigações. comando de comedouros e iluminação em granjas.Os programadores horários são largamente utilizados em ambientes industriais. ar-condicionado. bancos e shoppings. comerciais ou residenciais. etc. preaquecimento de máquinas.RJ 134 07 Montagem e instalação sistema de acionamento e de de sensores de presença . balcões frigoríficos. Eles comandam: • aquecedores elétricos.

08 Aterramento .

.

descargas atmosféricas 8. 8.2 – Surtos. melhor o aterramento. por exemplo: 10V.2. Há surtos causados por manobras na rede. é feita apenas a especificação de um valor em Ohm (V). A seguir serão estudados alguns casos típicos.1 – Conceito Aterramento é. pois estes dispositivos drenam as correntes dos surtos para a terra. etc. A função principal de um aterramento está sempre associada à proteção. capacitores. 5V ou algum outro valor. Os projetos de instalações elétricas executados atualmente sempre indicam um ponto de aterramento para a instalação. 08 Aterramento 137 SENAI . etc. uma conexão elétrica à terra.1 – Surtos em linhas de força (alimentação) Entende-se por surto (em inglês: surge) uma perturbação anormal da corrente ou tensão normalmente esperada em um sistema. na qual o valor da resistência de aterramento representa a eficácia desta ligação: quanto menor a resistência. funcionando como uma válvula de escape para as correntes geradas pelas sobretensões. tais como pára-raios de linha. quer de pessoal ou de equipamentos. descargas atmosféricas (raios).8. Dependendo do projeto. O controle dos surtos dentro de um sistema elétrico é feito através de protetores contra sobretensões. O aterramento é essencial para a correta operação dos protetores contra sobretensões instalados em redes de alta e baixa tensão. essencialmente.RJ . supressores. interferências eletromagnéticas.

RJ 138 08 Aterramento .1 – Blindagens Um sistema composto de equipamentos eletrônicos sensíveis (EES) está sujeito a interferências provocadas por campos eletromagnéticos. A blindagem é um recurso utilizado para minimizar essas interferências.3 – Proteção 8. as quais também estão sujeitas a surtos. o aterramento é utilizado para dissipar a corrente do raio. etc.3.3.2. Uma vez instalado um SPDA (Sistema de Proteção contra Descargas Atmosféricas). Contudo. O aterramento é utilizado para assegurar que o potencial das partes metálicas aterradas fique sempre abaixo do nível dos potenciais perigosos. provoca neles rachaduras e estilhaçamento. se houver uma falha no isolamento desses sistemas. 8.2 – Surtos em linhas de transmissões de dados Além dos surtos em linhas de força. de forma segura.2. tais como barramentos de quadros elétricos. no solo. os operadores/usuários estarão sujeitos a choques elétricos. interior de equipamentos. SENAI . 8.2 – Segurança contra choques elétricos Instalações elétricas em geral apresentam materiais metálicos não energizados como meio de evitar contato das pessoas com partes energizadas. descritos anteriormente.8. com o conseqüente risco para as pessoas. assim. garantindo.3 – Descargas atmosféricas (raios) A incidência de raios sobre materiais pouco condutores. a proteção das pessoas. tais como telhas cerâmicas e alvenaria. os modernos equipamentos eletrônicos possuem linhas de comunicação de dados com outros equipamentos. 8. evitando os efeitos térmicos do raio e risco de choque elétrico para as pessoas. sendo necessário o aterramento para estabelecer um potencial zero na blindagem ou para proporcionar um caminho externo para as correntes induzidas.

comprometendo a segurança da rede elétrica e dos operadores e usuários. Para que haja um desligamento do trecho da rede afetado.4 – Sistemas de aterramento As topologias dos sistemas de aterramento em baixa tensão. possibilitando a operação da proteção.S — neutro e proteção combinados em uma parte da instalação 08 Aterramento 139 SENAI .3 – Curto-circuito fase-terra O curto-circuito fase-terra em redes elétricas provoca desbalanceamento do sistema trifásico. O aterramento do neutro de transformadores e massas metálicas fornece um caminho de baixa impedância para a corrente de curto.8. conforme especificadas pela NBR-5410.3. sobrecarga nos equipamentos e cabos da rede. 8.RJ . é necessário que a corrente que circula pelo curto-circuito seja superior ao valor de operação dos disjuntores ou fusíveis de proteção. têm uma codificação através das letras: • Primeira letra: situação da alimentação em relação à terra: T — sistema aterrado I — sistema isolado • Segunda letra: situação das massas em relação à terra: T — massas diretamente aterradas N — massas ligadas ao neutro • Outras letras: condutor neutro x condutor de proteção S — neutro e proteção em condutores distintos C — neutro e proteção num mesmo condutor (condutor PEN) C .

4.1 – ESQUEMAS DE ATERRAMENTO • TN-S — condutores neutro e de proteção separados L1 L2 L3 N PE Aterramento da alimentação massas • TN-C-S — condutores neutro e de proteção separados em parte da instalação L1 L2 L3 N PE Aterramento da alimentação massas SENAI .8.RJ 140 08 Aterramento .

RJ .• TN-C — funções de neutro e proteção combinadas em um único condutor • TT – aterramentos distintos para a rede de energia e para as massas metálicas 08 Aterramento 141 SENAI .

Alguns fabricantes chegam a exigir 1 ou 2 . há muita confusão quanto ao valor para a resistência de terra de computadores e outros sistemas semelhantes. A exigência pode ser de valores ainda mais baixos.5. SDCD (Sistema Digital de Controle Distribuído). como PLC (Programmable Logic Controller).5.1 – Instalações elétricas de baixa tensão Segundo a NBR-5410/1990 (antiga NB-3).2 – Computadores Por não existirem normas a respeito. etc. 8. visto que o sistema de aterramento é o mesmo do pára-raios.• IT – sistema isolado ou aterrado por impedância. em função do tipo de topologia empregada – TT.RJ 142 08 Aterramento . IT. TN. estando as massas diretamente aterradas 8. negando-se SENAI . deve-se conseguir uma resistência de terra da ordem de 10 . etc.5 – Valor da resistência de aterramento 8.

a manter a garantia do produto caso não se chegue a esse valor. se possível instalados em valetas preenchidas com concreto. o que deve ser satisfatório na maioria dos casos. A melhor recomendação é a de otimizar a equipotencialização do local. embora não exista uma norma oficial.RJ . embora muitos já tenham abandonado a prática de exigir aterramentos independentes. A segunda observação refere-se à procura de um local alto para a instalação de uma torre. com malha de eletrodos horizontais de baixa indutância (fita de cobre. Outra solução não recomendada é a de estender um cabo morro abaixo até encontrar um terreno adequado ao aterramento. devem ser feitas. igualmente. sendo impraticável cravar hastes nesses locais. isto prejudica mais do que ajuda. Geralmente. às vezes com uma pequena camada superficial de terra. 8.3 – Telecomunicações As recomendações referentes aos computadores aplicam-se. muitos desses lugares altos localizam-se sobre rochas. às instalações de telecomunicações. com um valor de resistência de terra da ordem de 10 .5. Infelizmente. A primeira é que. há uma tradição prática. mas muitas empresas e projetistas ainda não se informaram a respeito e continuam utilizando as velhas práticas. de exigir 5 de resistência de aterramento. por exemplo). 08 Aterramento 143 SENAI . No caso de camada inferior com resistividade maior. Duas observações adicionais. inclusive por parte da Telebrás e das estatais subsidiárias. porém. um computador está ligado a um sistema elétrico. A Telebrás já revisou o valor exigido para um nível coerente.

Embora um eletrodo vertical possa ser elaborado com qualquer metal que não sofra corrosão e que tenha resistência mecânica suficiente para ser cravado no solo.6. Podem ser usadas também as barras de cobre maciço ou de aço inoxidável. Assim. sua importância em termos de execução e custos é bastante grande. seria necessário cavar um poço ou conduzir o cabo com um tubo ou barra que já seria. para instalá-los verticalmente. No Brasil. Para aterramentos mais profundos. torna-se necessário o uso de aço galvanizado. quase que exclusivamente. Esse procedimento é bem mais prático do que tentar cravar uma haste contínua de 6 ou 9 metros! 8. são fabricadas hastes prolongáveis.8. 5/8” e 3/4”. um eletrodo apropriado. visto que. Um problema comum. é o roubo de cabos de cobre nu instalados ao tempo ou mesmo dos enterrados. num processo semelhante ao das hastes. nesses locais. assim. ainda que o aço galvanizado seja uma corrente à altura. Existe ainda uma parcela do mercado que utiliza o aço cobreado. muito embora forneçam uma baixa impedância de terra e resistência semelhante a um cabo de mesma seção.RJ 144 08 Aterramento . porém estas duas não tiveram aceitação em nosso país.1 – Hastes As hastes são os elementos mais comuns em pequenos sistemas. por si só. cabos de cobre (nu. no Brasil utilizam-se quase que exclusivamente as hastes de aço cobreado. obviamente). As fitas de cobre são pouco utilizadas na prática.0 metros. utilizam-se. ao ser cravada. crava-se uma haste de 3 metros. instala-se uma luva roscada e. Em vista disso. com roscas na ponta e na parte superior.6 – Componentes e materiais 8. em termos de relação custo/benefício. uma nova haste que.2 – Cabos Os cabos são geralmente utilizados para eletrodos horizontais. vai empurrar a primeira. sendo também utilizadas como acessório nos aterramentos maiores.4 e 3. SENAI . As hastes cobreadas são fabricadas nos diâmetros comerciais de 1/2”. em certas regiões do Brasil. nesta. e em comprimentos de 2.6. com os tubos e barras de aço galvanizado ocupando um distante segundo lugar.

ou ainda os split-bolt.3 – Conectores Os conectores aparafusados ou por compressão.5 – Poço de inspeção Serve para tornar acessível (e localizável) um sistema de aterramento. como o conector está enterrado. nesses casos.6.Quanto à seção. Se for um modelo hermético. dentro de um cadinho ou molde de grafite. também sejam utilizados poços de inspeção improvisados com tubos de PVC branco (tipo esgoto) de 150 ou 200mm de diâmetro. embora. 8. para cabos de cobre. 8. seja para inspeção periódica. Devem-se também observar as faixas de diâmetros dos elementos a soldar que determinado tamanho de molde cobre.4 – Solda exotérmica A solda exotérmica é realizada através da fusão de uma mistura própria. fica impraticável sua inspeção periódica. Atualmente são fabricados modelos em plástico e concreto. que costuma quebrar com facilidade se não for corretamente utilizado. a utilização de solda exotérmica.6. seja para medições. onde são colocados também os dois ou três elementos a serem soldados. um mínimo de 50mm2. Assim.6. Sob o solo. exigindo. 08 Aterramento 145 SENAI . a NBR-5419 (proteção contra descargas atmosféricas) especifica. evitando a corrosão deste. pode ser também utilizado para proteger uma ligação por conector. 8. facilmente se instala um processo corrosivo na interface entre as peças. a não observância dessa regra provoca vazamentos e/ou soldas fracas. cumprem razoavelmente a tarefa de prover a ligação elétrica com pressão e superfície suficientes. na prática. porém de qualidade e durabilidade baixas. o que é uma solução rápida e barata.RJ . visto que a umidade pode penetrar livremente e. É necessário um certo cuidado com o molde. pelo menos quando se encontram em local de fácil acesso para verificação do contato. enquanto a NBR-5410 pede um mínimo de 25mm2. entretanto. as normas proíbem o uso de conectores enterrados.

8 – Condutor de proteção Função – aterramento de massas metálicas de equipamentos elétricos Objetivo – segurança humana contra choques devido a contatos indiretos – rápida atuação dos dispositivos de proteção SENAI .7 – Eletrodos de aterramento – dimensões mínimas – TIPO DE ELETRODO tubo de aço zincado perfil de aço zincado haste de aço zincado haste de aço cobreada haste de cobre fita de cobre fita de aço galvanizado cabo de cobre cabo de aço zincado DIMENSÕES MÍNIMAS 2. Podem ser empregadas: haste embutida em concreto haste envolvida em poço de gel ou bentonita haste tubular perfurada.4m φ25mm cantoneira de 2. o poço “vira” uma valeta.RJ 146 08 Aterramento . com gel interno Caso a resistividade da segunda camada seja superior à da primeira. ou seja. pode-se conseguir melhorar o aterramento através de uma haste profunda. eventualmente com a adição de um tratamento do solo.4m 20 2m φ15mm 2m φ15mm 2m φ15mm 10m 2mm 25mm2 10m 3mm 100mm2 10m 25mm2 10m 95mm2 20 3mm 8. o eletrodo deve ser instalado na horizontal.6 – Poço de aterramento No caso de pequenas áreas e/ou alta resistividade do solo.6.6.6. porém as opções e os materiais utilizados são os mesmos.8. 8.

1 – Integração dos aterramentos Pelas normas NBR-5410 e NBR-5419 interligam-se: – neutro e condutores de proteção da rede de energia.7 – Novidades da NBR-5410/97 – aterramento principal integrado à estrutura da edificação. – ferragens e estruturas metálicas. – a cabeação de um circuito de energia deve formar um grupo compacto. – aterramentos de instalações especiais. – cabeações de energia e de sinal encaminhadas junto e paralelas. 08 Aterramento 147 SENAI . – os aterramentos de energia e de sinal dos equipamentos devem ser comuns no local de instalação. – aterramentos do sistema de proteção contra raios. – condutor de aterramento conduzido junto à cabeação de energia.Dimensionamento Devem ser considerados: – aquecimento – resistência mecânica – impedância mínima 8. – entradas de energia e sinais localizadas próximas entre si e junto ao aterramento comum. – aterramento do neutro feito somente na entrada da instalação. – entradas de energia e de sinais com dispositivo de proteção contra sobretensões. 8. desde a entrada até o ponto de utilização. desde a entrada da instalação.RJ .7.

SENAI .RJ 148 08 Aterramento . malha de aterramento com 3(três) hastes.Tarefa em sala-de-aula Montar e instalar. em condições de qualidade e segurança. medindo a resistência de terra com a utilização do terrômetro. considerando as normas técnicas específicas e a legislação brasileira em vigor.

09 Instalação de computadores .

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as placas podem ficar definitivamente danificadas.313). Muitas outras anulam a garantia do equipamento. A instalação é baseada no uso da “tomada de 3 pinos” (figura ao lado).RJ . deve ser providenciada sua instalação. vários problemas ao computador: a – o computador pode “dar choque” no usuário.9. A maioria das empresas fabricantes de equipamentos para computação proíbe a instalação de seus produtos até que a tomada 2P + T esteja disponível no local. conforme se descreve neste fascículo. em caso de uso da instalação elétrica incorreta. Possui três terminais: fase. as instalações podem causar. Apesar de funcionarem.1 – Tomada para computador Os computadores devem ter sua tomada com circuito direto do QDL. b – pode ocorrer um curto-circuito quando o computador for conectado a outro equipamento como um monitor. também conhecida como “tomada 2P + T”. para ficarem protegidos de possíveis problemas elétricos. Deve ser lembrado que o computador foi projetado para operar com a tomada 2P + T. e não com a comum. c – o computador fica mais sensível a interferências provenientes da rede elétrica. Muitas vezes o usuário. nobreaks e filtros de linha não funcionam com eficiência. PIAL 54. Caso não exista uma tomada desse tipo instalada no local onde ficará o computador. a médio ou longo prazo. Essa tomada pode ser adquirida em lojas especializadas em material para instalações elétricas (ref. apesar da existência do fusível. neutro e terra. uma impressora ou à linha telefônica através de modem. não toma o cuidado devido com a instalação elétrica e usa adaptadores ou retira o pino de terra da tomada do computador e utiliza uma tomada comum (própria para eletrodomésticos). e – equipamentos de proteção como estabilizadores. na ansiedade de ver o computador funcionando. d – em caso de defeito na fonte da alimentação. 09 Instalação de computadores 151 SENAI .

4 – com uma lâmpada néon ou chave de fenda néon deve ser identificado qual dos fios é o fase. este deve ser ligado à tomada da parede e o computador fica ligado no mesmo. O outro terminal deve ser encostado em um dos fios desencapados. Se a lâmpada acender. uma etiqueta. como mostrado na figura que à esquerda. neutro e terra. SENAI .5mm2 · fita isolante · uma lâmpada néon ou chave de fenda néon (Néon Test) · uma chave de fenda Devem ser seguidos os seguintes passos: 1 – desliga-se a chave geral que alimenta a tomada de dois pinos. vindo do quadro de distribuição ou da haste de aterramento existente. por exemplo. O computador pode ser ligado diretamente a essa tomada na parede. Segura-se com a ponta dos dedos um dos terminais da lâmpada. neutro e terra) · 1 metro de fio bitola 1. Coloca-se algum tipo de marca identificando o fase e/ou o neutro. 5 – desliga-se a chave geral. trata-se do fio fase. que devem ter suas extremidades desencapadas como mostra a figura à esquerda. 2 – desmonta-se a tomada de dois pinos e separam-se seus dois fios. A tomada de 2P + T possui em sua parte traseira três parafusos para a ligação dos fios: fase. deve ser adquirido o seguinte material: · uma tomada de três pinos “2P + T” (fase. como indica a figura a seguir. 3 – liga-se a chave geral. 7 – a tomada deve ser aparafusada em sua caixa metálica ou plástica na parede e a sua tampa (conhecida como “espelho”) deve ser colocada. O fase faz com que a lâmpada néon acenda e o neutro a mantém apagada.Para a instalação da tomada de três pinos.RJ 152 09 Instalação de computadores . Se for usado um estabilizador de voltagem. como. O outro é o neutro. 6 – passa-se o condutor terra (PE). O mesmo tipo de ligação pode ser usado como nobreak.

9. picos de tensão na rede. Essa extensão de tomadas é vendida nas lojas especializadas em informática com o nome de filtro de linha.O monitor fica ligado no painel traseiro do computador. como na figura que se segue. como uma impressora. Basicamente é um transformador controlado eletronicamente. é aconselhável o uso do estabilizador de voltagem.8kVA.2 – Estabilizador de voltagem Para maior proteção do computador contra interferências elétricas. É importante lembrar que não podem ser utilizados estabilizadores de televisão. transientes e ruídos elétricos diversos. Mantém a tensão estável e livre de qualquer tipo de problema de ordem elétrica. Esses estabilizadores demoram cerca de um 09 Instalação de computadores 153 SENAI .RJ . utiliza-se uma extensão. Caso seja necessário ligar algum outro equipamento. Esse estabilizador tem potência suficiente para alimentar o computador. acoplado a um filtro de linha. que pode ser adquirida em lojas de suprimentos para informática. Normalmente utiliza-se um estabilizador de 800VA ou 0. impressora e monitor.

segundo para reagir a uma queda de tensão na rede. 3. tempo que não é tolerável para o computador. proteção do winchester (hard disk – HD) contra problemas causados pela rede elétrica. Por isso são lentos e inadequados para computadores. 2. enquanto os de televisão têm processo de estabilização eletromecânico. O estabilizador utilizado em informática é eletrônico. 4. proteção contra interferências diversas que. fariam o computador “voar”. O HD é muito sensível à instabilidade da rede. mesmo com tensão instável. SENAI . proteção contra sobretensão na rede.RJ 154 09 Instalação de computadores . manutenção do funcionamento normal. normalmente. As vantagens do uso de estabilizador são as seguintes: 1.

10 Instalação de nobreaks (estabilizador de pequeno porte) .

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em instalações com elevadas exigências relativas a segurança e confiabilidade de serviço. no caso de uma falha da rede. a). por exemplo. A bateria está ligada em paralelo ao circuito intermediário de corrente contínua e. como. uma grande quantidade de dados. Em sistemas de telecomunicações. companhias de aviação e na administração pública. uma pequena interrupção no suprimento de energia elétrica pode conduzir a interrupções no programa.RJ . por ocasionarem parada da produção.10. a chave estática (CE) e a bateria (B). centrais telefônicas. utilizam-se hoje computadores eletrônicos. eletronicamente. com tensão e freqüência condicionadas (Fig. o inversor (INV). Na automação de linhas de fabricação de muitos produtos industriais. sistemas de comunicações militares. Um sistema nobreak é composto basicamente por quatro componentes importantes: o retificador (RET). Em todos os locais onde é processada. Falhas na rede podem provocar consideráveis prejuízos. por exemplo. o funcionamento de equipamentos vitais depende cada vez mais de um suprimento seguro da energia elétrica. Computadores eletrônicos.1 – Princípio de funcionamento do “nobreak” (não cair) O uso do nobreak é indispensável quando o suprimento ininterrupto de energia elétrica é de importância vital. devem ser protegidos contra falhas no suprimento de energia. redes de rádio e televisão. em bancos. etc.. fornece a energia requerida pelo 10 de nobreaks Instalação 157 SENAI . companhias seguradoras. como. a perda de dados e a outras falhas. centrais de telex. O inversor produz um novo sistema trifásico que alimentará consumidores a ele ligados. estações de rastreamento de satélites. controladores de processo. O retificador transforma a tensão trifásica da rede em uma tensão contínua.

etc.RJ 158 10 de nobreaks Instalação . Garante-se.inversor. forno elétrico. equipamentos com fontes lineares e/ou compactas (eliminadores de pilha).). Os nobreaks de 0.6 a 3kVA não devem ser utilizados para alimentar motores AC (refrigeradores. Para serviços de manutenção. PABX. c Depois da eliminação do distúrbio.6 a 3kVA As linhas de nobreaks com potências de 0. o sistema possui um “by-pass” manual que possibilita isolar o conjunto retificador. tais como microcomputadores. b Fig.). o retificador retorna as suas funções automaticamente. alimentando o inversor e carregando simultaneamente as baterias. o inversor volta a alimentar os consumidores. monitores de vídeo. bateria e inversor. a Fig. • Nobreaks de 0. SENAI . ventiladores. caso a mesma esteja dentro das tolerâncias (Fig. furadeiras. liqüidificadores. etc. b). c). eletrodomésticos (microondas.6 a 3kVA foram desenvolvidas para uso em equipamentos de informática e eletroeletrônicos. caixas registradoras. assim. sem necessidade de manobra de comutação (Fig. impressoras. a chave estática comuta o suprimento dos consumidores diretamente para a rede. No caso de sobrecargas inadmissíveis ou defeito no inversor. uma alimentação sem interrupção para os consumidores. PDV´s. Com o retorno da energia da rede geral. etc. Fig.

é necessário seguir a Norma da ABNT sobre Instalações Elétricas de Baixa Tensão – NBR 5410. de acordo com o modelo.O padrão de polarização (terra.RJ . fase e neutro) deve ser seguido conforme a figura abaixo: pinos do cabo de força tomada de saída É bom lembrarmos que um aterramento adequado não é obtido ligando-se o fio terra ao neutro da rede elétrica. Os nobreaks são compostos por um único gabinete. saída estabilizada mesmo durante o fornecimento de energia através das baterias (inversor ligado). 10 de nobreaks Instalação 159 SENAI . externas ou ambas. O usuário pode optar por baterias internas. incorporando as funções de estabilizador e filtro de linha. 2 – controle remoto destacável para ligar/desligar o nobreak de maneira cômoda e segura. • Características gerais 1 – regulação on-line.2 – Entrada e saída de tensões Devem ser observadas entradas e saídas de 115 ou 220V. Para um perfeito aterramento e dimensionamento da rede elétrica. 10. nem utilizando partes metálicas não apropriadas para este fim.

5 – recarga automática das baterias mesmo com o nobreak desligado. 6 – alarme audiovisual intermitente para a normalidade na rede elétrica e fim do tempo de autonomia.3 – inversor sincronizado com a rede elétrica.RJ 160 10 de nobreaks Instalação . 8 – possibilidade de ser ligado na ausência de rede elétrica. o nobreak passa a operar através das baterias. O equipamento deve ser instalado em uma rede elétrica dimensionada de acordo com a Norma NBR-5410. SENAI . Na ocorrência desses eventos. 9 – circuito desmagnetizador – garante o valor de tensão adequado na saída do nobreak para equipamento de informática e similares (cargas não lineares). 4 – proteção no inversor contra sobrecarga e curto-circuito. Se a rede elétrica do Centro de Processamento de Dados ou do local onde o equipamento for operar não estiver adequadamente instalada. 7 – proteção contra descarga total das baterias. 10 – proteção contra sobretensão e subtensão de rede elétrica. aconselha-se a revisão desta instalação com o auxílio de um profissional qualificado. pois a rede elétrica estará fornecendo tensão muito baixa ou muito alta.

11 Circuitosde telefone internos .

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03 pontos telefônicos. e. b. acumulados em cada uma de suas partes. depósitos. hotéis e outros: Estudos especiais. 11 de telefone Circuitos internos 163 SENAI . teatros. em conjunto com a concessionária..Escritórios: 01 ponto telefônico/10m2.01 ponto telefônico. ou seja: a.11.Residências ou apartamentos: De até 2 quartos De até 3 quartos . a critério do proprietário. não estando incluídas nessa previsão as extensões dos telefones ou serviços principais. armazéns.. d.Lojas 01 ponto telefônico/50m2. .. supermercados .. respeitando os limites estabelecidos nos critérios anteriores.Indústrias: Área de escritórios: 01 ponto telefônico/10m2.Cinemas.1 – Previsão dos pontos telefônicos As tubulações telefônicas são dimensionadas em função do número de pontos telefônicos previstos para o edifício.RJ . Os critérios para a previsão do número de pontos telefônicos são fixados em função do tipo de edificação e do uso a que se destinam.02 pontos telefônicos.. c. De 4 ou mais quartos . Cada ponto telefônico corresponde à demanda de um telefone principal ou qualquer outro serviço que utilize pares físicos e que deva ser conectado à rede pública. Área de produção: estudos especiais.

na copa ou cozinha e nos quartos. as caixas de saída devem ser localizadas ao lado dessa posição. a.Escritórios Em áreas onde estiverem previstas até 10(dez) caixas de saída. As seguintes regras gerais devem ser observadas na localização dessas caixas de saída: .RJ 164 11 de telefone Circuitos internos .Quartos Se for conhecida a provável posição das cabeceiras das camas.Residências ou apartamentos Prever. empacotadeiras e mesas de trabalho. a pia ou os armários.50 metro do piso (caixa para telefone de parede) e não deverá ficar nos locais onde provavelmente serão instalados o fogão. a 30 centímetros do piso. As caixas previstas devem ser localizadas na parede. caixas registradoras. e sempre que possível. uma caixa de saída na sala.Sala A caixa de saída deve ficar. no mínimo. as mesmas devem ser distribuídas equidistantemente ao longo das paredes. evitando-se as paredes onde estiverem previstas prateleiras ou vitrinas.11. no hall de entrada. b.Lojas As caixas de saída devem ser projetadas nos locais onde estiverem previstos os balcões. próximo à cozinha. de preferência. SENAI . a geladeira. -Cozinha A caixa de saída deve ser localizada a 1. c. a 30 centímetros do piso. na parede a 30 centímetros do piso. .2 – Determinação do número de caixas de saída O número de caixas de saída previsto para uma determinada parte de um edifício deve corresponder ao número de pontos telefônicos mais as extensões necessárias para aquela parte do prédio. se houver.

60m. televisores. nem sob pias. devem ser obedecidas as alturas mínimas estabelecidas na tabela que se segue.RJ . máquinas em geral. 11 de telefone Circuitos internos 165 SENAI . ALTURAS MÍNIMAS PARA A ENTRADA DE CABOS AÉREOS Situações típicas de entradas aéreas Altura mínima da ferragem com relação ao passeio (m) Altura mínima do eletroduto de entrada com relação ao passeio (m) Cabo aéreo do mesmo lado do edifício Cabo aéreo do outro lado da rua Edifício em nível inferior ao do passeio 3.0m. equipamentos de som. b) Cabos de alta tensão: 2. Deve-se evitar a instalação das tomadas próximo a motores.00 3. tanques.4 – Instalação de tomada para telefone Condições gerais As tomadas devem ser instaladas o mais próximo possível do local escolhido para o telefone.50 6. em locais onde venham a sofrer danos causados por objetos de uso do assinante. aparelhos de ar-condicionado ou em locais expostos a gases corrosivos. Não devem ser instaladas próximas a refrigeradores. ou quadros de proteção e cabos de distribuição ou alimentação de energia elétrica.00 Estudos conjuntos com a concessionária Os seguintes afastamentos mínimos devem ser observados entre o cabo telefônico de entrada e os cabos de energia que alimentam o edifício: a) Cabos de baixa tensão: 0. transformadores. ou por partes móveis da edificação.11.3 – Determinação da altura e do afastamento do cabo de entrada aéreo Se o cabo de entrada do edifício for aéreo. 11.00 3. quadros de comando.

4. b) Passar os condutores pela alça de guia. SENAI . que faz a conexão com o fio externo (FE).1 – Instalação embutida em tubulação Em instalação embutida. o fio FI é instalado por meio de cabo.11. A instalação do fio FI em tubulações é executada do modo descrito a seguir: a) Retirar o isolamento das extremidades dos condutores do fio numa extensão de 15cm (quinze centímetros).RJ 166 11 de telefone Circuitos internos . deixando um espaço de 3cm (três centímetros) entre a alça e o isolamento. um em cada sentido. Quando a alimentação é feita por meio de cabo. e dobrá-los. que faz a conexão com os pares do cabo. até a caixa onde será instalada a tomada do aparelho telefônico. conforme mostra a figura: c) Envolver a amarração com fita isolante. onde está localizado o bloco BL1-10. o fio FI é instalado a partir da caixa de distribuição. conforme a figura que se segue. a partir da caixa onde está localizado o bloco BL1-6.

e) Puxar o fio por seções.RJ . evitando arrancos que possam danificar os condutores ou soltá-los da guia .d) Puxar lenta e continuamente a guia. conexão do fio FI nos bornes da tomada conexão de fio FI destinado a uma extensão colocação da tomada falsa no suporte instalação de duas tomadas numa mesma caixa 11 de telefone Circuitos internos 167 SENAI . sem cortá-lo. f) Deixar uma folga de 30cm (trinta centímetros) em cada caixa de passagem arrumada da maneira mostrada na figura: 30cm fixação do suporte da tomada na caixa de saída As figuras a seguir ilustram a instalação da tomada embutida em parede. quando houver mais de duas caixas de passagem.

cortar 6cm de um dos condutores de cada uma das pontas dos fios – o positivo de uma das pontas.RJ 168 11 de telefone Circuitos internos . Distorcer cada uma das pontas dos fios. SENAI . Com o alicate. 2. cerca de 18cm de extensão.5 – Emenda de fios internos Os fios internos são emendados com a seguinte seqüência de operações: 1. e o negativo da outra – para as emendas ficarem desencontradas.colocação da tomada no suporte redondo fixação do espelho no suporte visão geral da instalação 11.

5. tomar como gabarito o pedaço do fio cortado para medir e cortar as outras pontas. Torcer novamente os condutores. 11 de telefone Circuitos internos 169 SENAI . Com o alicate de corte. 1cm para cada lado. ultrapassando o isolamento condutor.3. 6. para proteção do enrolamento da fita isolante. Ao fixar o fio emendado. os grampos ou pregos isolados devem ficar a uma distância não inferior a 5cm das extremidades da emenda. Para facilitar o trabalho. Nas instalações embutidas. retirar cerca de 6cm do isolamento de cada condutor. Isolar toda a extensão da emenda de cada condutor com uma camada de fita isolante adequada.RJ . 4. as emendas são feitas nas caixas de passagem. nunca dentro da tubulação.

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12 Padrão 12kW (simplificado para fornecimento de energia em baixa tensão a consumidores – – montagens) .

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não devendo ser considerados os aparelhos de reserva.RJ . devem-se considerar os valores nominais de placa.O padrão 12kW tem por finalidade fixar as condições para execução de entradas de serviço. considerar cada HP ou 1500W ou 500VA (motores e aparelhos de ar-condicionado). quando não for possível essa verificação.1 – Determinação de carga instalada A carga instalada é determinada a partir da soma das potências nominais dos aparelhos e equipamentos elétricos e das potências nominais das lâmpadas existentes nas instalações. com fornecimento de energia elétrica em baixa tensão. ou. dados pelo fabricante. Para motores. 12 12kW Padrão 173 SENAI .2kVA) 12. Este padrão simplificado atende às instalações que cumpram todas as condições abaixo: – individual isolada – residencial – com medição direta – monofásicas ou trifásicas – limite máximo de carga de 12kW (Demanda máxima = 13.

43kW Potência nominal 100W 60W 20W 100W 4400W 1000W 300W 90W 100W 1cv 1cv Quantidade 4 4 2 8 1 1 1 1 3 2 2 (1 reserva) Total parcial 400W 240W 40W 800W 4400W 1000W 300W 90W 300W 3000W 1500W 12. conforme o número de fases: Monofásico a 2 fios — uma fase e neutro Monofásico a 3 fios (rural) — duas fases e neutro Trifásico a 4 fios — três fases e neutro SENAI . são: Entradas monofásicas — Carga instalada 8. • Tipos de atendimento. de acordo com cada região: de 220/127V ou 380/220V (redes trifásicas a 4 fios – urbanas) e 230/115V (redes monofásicas a 3 fios – rurais).0kW < Carga instalada máxima: 13.2kVA) • Tensões de fornecimento O fornecimento de energia elétrica em baixa tensão é feito em corrente alternada.EXEMPLO DE DETERMINAÇÃO DE CARGA INSTALADA: UNIDADES CONSUMIDORAS (220/127V) Tipo de carga Lâmpada incandescente Lâmpada incandescente Lâmpada fluorescente Tomadas Chuveiro elétrico Ferro elétrico Geladeira TV em cores (20”) Ventilador Ar-condicionado Bomba d´água (motor) Carga instalada total = 11. sendo as tensões nominais variáveis.0kW (Demanda Entradas trifásicas — 8.RJ 174 12 12kW Padrão . isoladas. executadas em conformidade com este padrão.0kW 12. na freqüência de 60 Hertz.2 – Condições gerais de fornecimento • Limites de fornecimento Os limites para o atendimento de entradas de serviço individuais.

A cada lote de terreno é concedido um único ramal de ligação para o fornecimento de energia à edificação nele situada.4 – Ramais de entrada (ligação) Os ramais de entrada.3 – Ramais de ligação Os ramais de ligação podem ser aéreos ou subterrâneos. salvo casos de atendimentos especiais. a critério da concessionária. • Exemplo de limites técnicos para ancoramento de ramais de ligação aéreos – padrão Light 12. pontalete ou poste). correspondentes ao circuito de energia não medida de uma edificação.12. que. podem ser aéreos ou subterrâneos. • Ramal de entrada aéreo O ramal de entrada aéreo deverá ser sempre instalado em eletroduto (derivado de ramal de ligação aéreo ancorado em fachada. no interior de poste particular (quando empregadas caixas para medidor/disjuntor diretamente em poste). possam ser tecnicamente viabilizados através de mais um ramal. conforme as características do sistema de distribuição da concessionária no local do atendimento. 12 12kW Padrão 175 SENAI .RJ .

com descida em poste da concessionária na via pública. é executada exclusivamente pela concessionária local. poderá ser concedida ligação através de ramal de entrada subterrâneo. Quando necessário levar o ramal de entrada (circuito de energia medida) através de circuito aéreo. O circuito de energia medida até a carga. deverá ser sempre em eletroduto embutido em piso ou parede. • Ramal de entrada subterrâneo Por conveniência do consumidor e mediante prévio entendimento. A instalação dos condutores no eletroduto do circuito de energia não medida. adequadamente isolados para a aplicação. a partir da caixa para medidor. junto ao limite de propriedade com a via pública. sendo a interligação entre esses dois pontos (gabinete de medição – poste auxiliar) obrigatoriamente subterrânea. no interior do gabinete de medição. Quando configurada essa alternativa. SENAI . assim como a conexão ao ramal de ligação e ao equipamento de medição. para permitir as conexões ao medidor e à proteção geral de entrada. Os condutores do ramal de entrada deverão ser em cobre. não sendo permitidas saídas aéreas a partir do gabinete de medição. fica estabelecido que a ocupação do poste da concessionária se dará a título precário.estando suas características definidas nas tabelas de dimensionamento de materiais das entradas de serviço. na seção mínima recomendada para a categoria de atendimento específica. Deve ser deixado.0 (cinco) metros. apresentando comprimento mínimo excedente de 1 (um) metro para permitir a sua conexão ao ramal de ligação aérea. instalada em poste. nos padrões específicos de cada concessionária. muro ou fachada. entre o gabinete de medição e um poste auxiliar interno à propriedade do cliente. um excesso de condutores.RJ 176 12 12kW Padrão . além dos suficientes. deve existir um afastamento mínimo de 5.

12.RJ Gabinete de medição na fachada – ligação monofásica corte lateral haste de aço cobreada L=2000 ∅=3/4” 12 12kW Padrão 177 SENAI .5 – Exemplos de ramais de ligação • Exemplo de ramal de ligação aéreo com ancoramento em fachada – Padrão Light .RJ .

RJ 178 12 12kW Padrão .vista frontal SENAI .

• Exemplo de ramal de ligação aéreo com ancoramento em fachada – Padrão Light .RJ .RJ Gabinete de medição na fachada – ligação trifásica corte lateral 12 12kW Padrão 179 SENAI .

vista frontal SENAI .RJ 180 12 12kW Padrão .

• Exemplo de ramal de ligação aéreo com ancoramento em pontalete – Padrão Light .RJ .RJ Gabinete de medição na fachada – ligação monofásica corte lateral ramal de ligação porca olhal pontalete padrão parafuso M16 conector de perfuração curva PVC 180 luva PVC cinta de aço ramal de entrada monfásico eletroduto PVC concretado traço (1x3x5) 1000 bucha arruela PVC caixa para medidor/disjuntor eletroduto PVC disjuntor monopolar cadeado 1800 (máximo) saída para carga (F+N+T) bucha arruela PVC eletroduto PVC 3/4” 1000 (mínimo) caixa de aterramento (260x250x250) rua luva PVC curva PVC 80º condutor de aterramento haste de aço cobreada L=2000 =3/4” condutor de aterramento 12 12kW Padrão 181 SENAI .

vista frontal pontalete padrão porca olhal parafuso M16 ramal de ligação curva 180º PVC luva PVC ramal de entrada monofásica cinta aço 1000 eletroduto PVC bucha arruela PVC caixa para medidor/disjuntor disjuntor monopolar saída para carga (F+N+T) 1000 (mínimo) eletroduto 3/4!” caixa de aterramento (250x250x250) conector de aterramento condutor de aterramento cobre nu haste de aço cobreado L=2000 =3/4” SENAI .RJ 182 12 12kW Padrão .

RJ Gabinete de medição na fachada – ligação trifásica corte lateral 12 12kW Padrão 183 SENAI .RJ .• Exemplo de ramal de ligação aéreo com ancoramento em pontalete – Padrão Light .

RJ 184 12 12kW Padrão .vista frontal SENAI .

RJ .RJ Gabinete de medição no muro – ligação monofásica corte lateral 12 12kW Padrão 185 SENAI .• Exemplo de ramal de ligação aéreo com ancoramento em poste – Padrão Light .

vista frontal SENAI .RJ 186 12 12kW Padrão .

• Exemplo de ramal de ligação aéreo com ancoramento em poste – Padrão Light .RJ Gabinete de medição no muro – ligação trifásica corte lateral 12 12kW Padrão 187 SENAI .RJ .

vista frontal SENAI .RJ 188 12 12kW Padrão .

RJ Gabinete de medição no poste – ligação monofásica corte lateral 12 12kW Padrão 189 SENAI .• Exemplo de ramal de ligação aéreo com ancoramento em poste – Padrão Light .RJ .

RJ 190 12 12kW Padrão .vista frontal SENAI .

RJ Gabinete de medição no poste – ligação trifásica corte lateral 12 12kW Padrão 191 SENAI .• Exemplo de ramal de ligação aéreo com ancoramento em poste – Padrão Light .RJ .

RJ 192 12 12kW Padrão .vista frontal SENAI .

• Exemplo de ramal de ligação subterrâneo – Padrão Light - RJ Gabinete de medição na fachada – ligação monofásica

corte lateral

12

12kW

Padrão

193

SENAI - RJ

vista frontal

SENAI - RJ

194

12

12kW

Padrão

• Exemplo de ramal de ligação subterrâneo – Padrão Light - RJ Gabinete de medição na fachada – ligação trifásica

corte lateral

12

12kW

Padrão

195

SENAI - RJ

vista frontal

SENAI - RJ

196

12

12kW

Padrão

RJ Gabinete pedestal de medição junto à fachada – ligação monofásica corte lateral 12 12kW Padrão 197 SENAI .• Exemplo de ramal de ligação subterrâneo – Padrão Light .RJ .

vista frontal SENAI .RJ 198 12 12kW Padrão .

• Exemplo de ramal de ligação subterrâneo – Padrão Light .RJ Gabinete pedestal de medição junto à fachada – ligação trifásica corte lateral 12 12kW Padrão 199 SENAI .RJ .

vista frontal SENAI .RJ 200 12 12kW Padrão .

RJ Gabinete de medição no muro – ligação monofásica corte lateral 12 12kW Padrão 201 SENAI .RJ .• Exemplo de ramal de ligação subterrâneo – Padrão Light .

vista frontal SENAI .RJ 202 12 12kW Padrão .

RJ .• Exemplo de ramal de ligação subterrâneo – Padrão Light .RJ Gabinete de medição no muro – ligação trifásica corte lateral 12 12kW Padrão 203 SENAI .

vista frontal SENAI .RJ 204 12 12kW Padrão .

RJ Gabinete pedestal de medição junto ao muro – ligação monofásica corte lateral 12 12kW Padrão 205 SENAI .• Exemplo de ramal de ligação subterrâneo – Padrão Light .RJ .

RJ 206 12 12kW Padrão .vista frontal SENAI .

• Exemplo de ramal de ligação subterrâneo – Padrão Light - RJ Gabinete pedestal de medição junto ao muro – ligação trifásica

corte lateral

12

12kW

Padrão

207

SENAI - RJ

vista frontal

SENAI - RJ

208

12

12kW

Padrão

13

Instalação de motores elétricos

1 – O motor elétrico O motor elétrico constitui-se num dos mais notórios inventos do homem ao longo de seu desenvolvimento tecnológico. porque toda a distribuição de energia elétrica é feita em corrente alternada. dentro das atuais preocupações ecológicas mundiais. limpeza e simplicidade de comando) com sua construção simples. encontramos motores em corrente contínua e em corrente alternada. o princípio da reação entre dois campos magnéticos.1 – Motores de corrente contínua São motores de custo mais elevado e.RJ .1. custo reduzido e grande versatilidade de adaptação às cargas dos mais diversos tipos.2 – Motores de corrente alternada São os mais utilizados. Trata-se de uma máquina de construção simples. usando. O motor elétrico é a máquina destinada a transformar energia elétrica em energia mecânica. versátil e. facilidade de transporte. não poluente. Por isso. em geral.1. Combina as vantagens de utilização de energia elétrica (baixo custo. 13. 13.13. seu uso é restrito a casos especiais em que essas exigências compensam o custo mais alto da instalação. Quanto à alimentação. além disso. de custo reduzido. 13 motores elétricos Instalação de 211 SENAI . Sua notável presença nos mais variados setores da sociedade não ocorre por acaso. precisam de uma fonte de corrente contínua. Podem funcionar com velocidade ajustável entre amplos limites e se prestam a controles de grande flexibilidade e precisão. ou de um dispositivo que converta a corrente alternada comum em contínua.

Este último possui um torque (arranque) mais vigoroso. de acordo com as instruções na placa de ligação. sendo este último muito mais empregado que o primeiro. utilizado somente para grandes potências (devido a seu alto custo em tamanhos menores) ou quando se necessita de velocidade variável. robustez e baixo custo. 13. que varia ligeiramente com a carga mecânica aplicada ao eixo. Ligações Para 110V Para 220V 2 5 1 110V 3 6 4 5 2 1 220V 3 6 4 SENAI . porém. que podem combinar-se para várias tensões de rede e para inversão da rotação por meio de chave reversora.• Principais tipos a) Motor síncrono: funciona com velocidade fixa. é o motor mais utilizado de todos. Os motores de seis (6) terminais são destinados a funcionar em duas tensões (110 volts e 220) volts e permitem ainda inversão de rotação. Há motores de partida sem ou com capacitor.1. Divide-se basicamente em dois tipos: motor de rotor bobinado e motor de rotor gaiola. Devido a sua grande simplicidade. Os motores de quatro (4) terminais são construídos para funcionar em uma tensão apenas (ou 110 volts ou 220 volts). quatro ou seis terminais de saída.RJ 212 13 motores elétricos Instalação de . b) Motor de indução: funciona normalmente com uma velocidade constante. com dois. podem ter sua rotação invertida. Os motores de dois (2) terminais de saída são construídos para funcionar em uma tensão apenas (ou 110 volts ou 220 volts) e não permitem inversão de rotação. sendo adequado para quase todos os tipos de máquinas encontradas na prática.3 – Motor monofásico Encontram-se motores monofásicos de fase auxiliar.

devemos colocar a chave de comando e a proteção. unidade de medida de potência mecânica).1. Entre os terminais do motor e da rede. É fabricado em potências diversas.1 2 5 bobina auxiliar capacitor eletrolítico 1 2 5 220V 110V 3 bobinas principais 4 6 interruptor centrífugo 3 4 6 13. sendo comuns os valores acima de 1CV (cavalo-vapor. possibilitando sua combinação para ligação às redes trifásicas de 220V – 380V – 440V ou 760V. L1 L2 L3 1 2 3 O motor de 6 terminais é o mais encontrado. e pode ser ligado para duas tensões. 13 motores elétricos Instalação de 213 SENAI .4 – Motor trifásico É encontrado no comércio com 3. 2 e 3 aos terminais da rede L1. 9 e 12 terminais de saída. Ligações O motor de 3 terminais é construído para funcionar apenas em uma tensão. geralmente 220/380V ou 220/440V. 6. L2 e L3 em qualquer ordem.RJ . Sua ligação à rede se faz conectando os terminais 1. Serve para acionar bombas de água e outros tipos de máquinas.

Ligados entre si e isolados: 4. ao L2. ao L3. 2 e 8 ao L2. 5 e 8. SENAI . A ligação para tensão de 380V ou 440V é feita em estrela ( ). ou seja: 1 ao L1. e 3 ao L3. 2 ao L2. 5. ou seja: 1 e 6. ou seja: 1 e 7 ao L1. internamente. 11 e 12. e 3 e 9 ao L3. ou seja: 1 ao L1.L1 L2 L3 A ligação do motor de 6 terminais para uma tensão de 220V é feita em triângulo (D). daí a saída dos 9 terminais. 4 2 1 6 5 3 O motor de 9 terminais é construído para funcionar em duas tensões. e 6. 2 e 4. A ligação do motor de 9 terminais para tensão 440V ou 760V é feita em estrela ( ). os terminais 10. entre si. Ficam ligados entre si e isolados 4 e 7. ao L1. Ficam ligados entre si e isolados 4. seja para 220/440V ou 380/760V.RJ 214 13 motores elétricos Instalação de . 5 e 6. 2 ao L2. 3 ao L3. e 6 e 9. Nesse tipo de motor já estão ligados. e 3 e 5. A ligação do motor de 9 terminais para tensão 220V ou 380V é feita em dupla estrela ( ).

2. Ficam ligados e isolados entre si 4 e 7. 4 e 10 ao L2. 9 e 11 ao L3. 7. L1 4 1 11 12 9 6 3 L3 13 motores elétricos Instalação de 215 SENAI . 6. 440V e 760V. 380V. 5. 8. 6 e 12 ao L1. A ligação do motor de 12 terminais para tensão 220V é feita em dois triângulos (DD). 10. ou seja: 1 e 7 ao L1. ou seja: 1. 11 e 12.O motor de 12 terminais pode ser ligado para quatro tensões: 220V. 5 e 8. L2 10 2 7 5 8 A ligação do motor de 12 terminais para tensão de 440V é feita em triângulo (D).RJ . e 3 e 9 ao L3. ou seja: 1 e 12 ao L1. e 6 e 9. 2 e 8 ao L2. 1 7 12 L2 4 10 8 2 5 11 9 L1 6 3 L3 A ligação do motor de 12 terminais para tensão 380V é feita em duas estrelas ( ). 5. e 3 e 11 ao L3. e 3. 2 e 10 ao L2. ligados entre si e isolados 4.

d) De acordo com o país de origem dos fabricantes de motores. 5-Y e 6-Z. 4-X. SENAI .L2 2 A ligação do motor de 12 terminais para tensão de 760V é feita em estrela (Y). 2-V. L1 L3 13. 10. ou seja: 1 ao L1. A relação entre os dois é a seguinte: 1-U. c) Na seleção correta dos motores. 11 b) Os dados técnicos referentes ao motores vêm especificados na placa de identificação 12 10 dos mesmos.5 – Chaves monofásicas de comando direto Essas chaves são encontradas para diversas intensidades de corrente e não oferecem proteção ao motor. Servem. seus terminais 1 3 poderão vir em números ou em letras. 11 e 12. 2 ao L2. 5 e 8.1. 3-W.RJ 216 13 motores elétricos Instalação de . apenas. para manobras. 5 8 a) Quando for necessário inverter o sentido de rotação do motor trifásico. basta trocarmos duas fases entre si. é impor- 7 4 9 6 tante considerar as características técnicas de aplicação e as de carga. ficando ligados entre si e isolados 4 e 7. 6 e 9. e 3 ao L3.

13 motores elétricos Instalação de 217 SENAI .1 – Chave monofásica de reversão manual Exemplificada na figura abaixo.1 – Chaves de comando (monofásica e trifásica) 13. é encontrada com facilidade no comércio.1.RJ .2 – Instalação de chaves de comando de motores CA 13. Fechamento interno da chave comutada à esquerda e à direita.2.2.13.

SENAI . com um único sentido de rotação.• Ligação da chave monofásica de reversão manual e motor de 6 terminais (110V e 220V). Na chave manual. como o próprio nome diz.2 – Chave trifásica de partida direta Proporciona que o motor parta a plena tensão.RJ 218 13 motores elétricos Instalação de .2. a manobra é feita manualmente pelo operador sobre a própria chave. Observe-se o desenho: A diferença entre a partida direta com a chave manual e a partida direta com a chave magnética está na manobra da própria chave.1. 13.

1. Ponte é um termo usado pelos eletricistas e significa: condutor conectado a dois bornes. A chave possui pontes fixas com cruzamento nos bornes.RJ . sem que seja preciso alterar as conexões no motor ou na chave. que permite a passagem de corrente elétrica de um para o outro borne.2.13. • Esquema de ligação da chave trifásica de reversão manual e motor de 6 terminais (220V e 380V).3 – Chave reversora de comando manual tripolar É um dispositivo elétrico capaz de inverter a rotação de um motor trifásico. 13 motores elétricos Instalação de 219 SENAI .

4 – A chave estrela-triângulo A chave estrela-triângulo de comando manual é um dispositivo elétrico capaz de comandar a partida de motores de indução trifásicos. e a tensão nominal do motor coincidirá com a tensão das fases de alimentação. coincide com a tensão nominal entre as fases da linha de alimentação.1. no primeiro caso. Com isso. em ligação triângulo. 380V por exemplo. SENAI . com corrente reduzida. cuja tensão nominal. o fabricante de motor pode especificar os 6 terminais em números ou letras. A tensão maior é nominal para estrela e a tensão menor é nominal para triângulo. • Esquema da ligação do motor na chave estrela-triângulo manual ∆ Dependendo do país de origem.2. assim. passa-se a chave para a posição triângulo. ou seja: 220V/380V ou 380V/660V ou 440V/760V. Tem a finalidade de reduzir para aproximadamente 1/3 a corrente de partida dos motores de potência média de 5 a 60cv. é necessário que este motor tenha duas tensões nominais. proporcionando.RJ 220 13 motores elétricos Instalação de . Tão logo o motor saia da inércia. o motor terá seus terminais ligados para 220V (triângulo). Para que se possa dar partida em um motor de indução trifásico com ligação estrela com a chave estrela-triângulo. A correlação que se estabelece entre essas especificações está indicada na figura acima. o que vai permitir a realização de seu trabalho normal. No entanto.13. é necessário que a chave faça a ligação dos terminais do motor para a maior tensão (estrela). a redução de corrente na partida. Dessa forma. o motor será “alimentado” em 220V. para que haja a partida em estrela.

14 Eletrobomba .

.

(a) Entrada da água ou sucção (b) Funil (c) Válvula de escorvamento (d) Eixo de acoplamento do motor à bomba (e) Rotor b a e d c bomba centrífuga 14. É fabricada em ferro fundido e compõe-se de saída de água ou de recalque. funil e válvula de escorvamento. eixo de acoplamento do motor à bomba e rotor. Tem gravada uma seta indicativa do sentido correto da rotação.14. entrada de água ou sucção.1 – Bomba centrífuga É uma máquina que serve para bombear água de um reservatório inferior para outro superior ou para recalcar a água para aumentar a pressão da mesma. Motobomba monofásica 14 Eletrobomba 223 SENAI .RJ .2 – Motobomba monofásica É o conjunto formado pelo acoplamento de um motor monofásico e uma bomba centrífuga.

é necessário que a tubulação de sucção e o corpo da bomba estejam. .RJ 224 14 Eletrobomba . DESCRIÇÃO .Quando a motobomba está girando ao contrário. há possibilidade de entrada de ar.4 – Diagramas unifilar e multifilar da motobomba comandada por chave de bóia Representação do diagrama unifilar do circuito com motobomba comandada por chave de bóia. acontece uma vazão de água. Quando a bomba está funcionando com a instalação hidráulica pronta. a seta que determina o sentido de rotação. 14.Quadro de comando (a). na bomba. verificando se está puxando água. desaperte o parafuso da válvula de escorvamento da bomba para retirar o ar. verifica-se.Chaves de bóia superior e inferior (e). Para que a bomba funcione. geralmente em nível mais elevado.Chave seccionadora (f) a chave seccionadora (f) quadro de comando (a) (b) M ~ a chave de bóia superior (e) (c) (d) a chave de bóia inferior (e) sentido do giro do motor diagrama unifilar SENAI . e coloque água no seu recipiente. . .Condutores (c). troque os terminais da bobina auxiliar. Feche a válvula e ligue a eletrobomba.Quando a motobomba está girando no sentido correto.3 – Funcionamento da bomba centrífuga O rotor. . Caso a bomba gire e não puxe água.14.Motobomba (b). Caso isto ocorra.Quantidade de condutores (d). 2. impulsionando-o para a outra caixa. Se confirmado o giro ao contrário. desloca a água pela ação da força centrífuga para o lado do recalque. há dois casos a considerar: 1. provocada pela sucção do rotor ao puxar o líquido através da canalização. completamente cheios de água. girando em alta velocidade. . conforme indicação da placa de ligação do motor.

F N (e) (b) 1 (a) 3 M ~ 2 (c) f(f) (d) Diagrama multifilar DESCRIÇÃO .5 – Funcionamento do motor monofásico A alimentação do motor da bomba se dá a partir de uma rede monofásica de 110 VCA conectada através de uma chave seccionadora (b). A bomba (d) pode ser comandada de dois modos: 1) MANUAL . . o operador deverá ficar vigiando o nível da água nos dois reservatórios e desligar a bomba pela chave seccionadora.) 14 Eletrobomba 225 SENAI .Chave seletora (c).Chaves de bóia do reservatório inferior (f) 14.RJ . .f). . fechando os contatos 2 e 3. a operação será automaticamente controlada pelas chaves de bóia (e.quando a chave seletora está ligada para cima.Chave seccionadora (b). (Ver diagrama multifilar.quando a chave seletora (c) está ligada para baixo. quando o superior estiver cheio ou faltar água no inferior.Fusíveis (a) . com fusíveis de proteção (a). A chave seccionadora poderá ser desligada em horários que não recomendem o funcionamento da bomba. Neste caso. fechando os condutores 1 e 2.Chaves de bóia do reservatório superior (e).) 2) AUTOMÁTICO. .Motobomba monofásica (d). (Ver diagrama multifilar. Neste caso.

Desmontar o motor e remover os corpos estranhos.Motor que ronca e não parte CAUSA Capacitor de partida defeituoso Interruptor centrífugo aberto Folga nos mancais CORREÇÃO Substituir o capacitor. b.Motor funcionando com ruídos e vibrações Folga nos mancais Graxa demasiadamente dura Empeno do eixo Eixo do motor e máquina desalinhados Verificar o alinhamento e corrigi-lo. Substituir buchas ou rolamentos.1 – Correção de prováveis defeitos DEFEITO a . Substituir buchas ou rolamentos. Limpar e lubrifiquar o mecanismo e ajustar os contatos. Limpar os mancais e lubrificar com graxa indicada pelo fabricante.5. Retificar ou substituir o eixo. Reapertar os parafusos da base. Corpos estranhos entre o ventilador e as tampas SENAI . Parafusos da tampas frouxos Parafusos da base frouxos Reapertar os parafusos das tampas.RJ 226 14 Eletrobomba .14.

fusível botão desliga da botoeira contato aberto (seco) da chave magnética botão liga da botoeira contato auxiliar do relé térmico circuito principal bobina da chave magnética fusível circuito de comando Com relação ao funcionamento de comando. 14 Eletrobomba 227 SENAI . deve -se pressionar b1.14. que energizará a bobina c1.RJ . • o contator mantém-se ligado pelo contato de retenção c1.6 – Diagrama dos circuitos principal e de comando para motor trifásico. deve-se observar o seguinte: • para se ligar a chave magnética. • o desligamento é feito pressionando-se b0.

1 – Diagrama do circuito auxiliar ou de comando Elementos do circuito auxiliar ou de comando: (b) (a) (a) (e) 21 (b) (d) 22 (a) . as chaves de bóia irão atuar sobre a bobina e. alimentando a bobina de contador (e)).Chave de bóia superior. 14. Sua alimentação é feita através de uma rede elétrica bifásica de 220 Vca. (c) 14.Chave de reversão.1. sobre o circuito principal.Contato NF do relé térmico.2 – Funcionamento do circuito auxiliar O circuito auxiliar comanda a chave para fechar (ligar o motor) ou abrir (desligar o motor). Sendo assim.1 – Funcionamento do circuito da motobomba trifásica com chave de bóia O funcionamento automático da motobomba é feito através de dois circuitos: circuito auxiliar ou de comando e circuito principal.manual (direto): a chave unipolar de reversão (a).RJ 228 14 Eletrobomba . (e) . está ligada para a esquerda (interligando o terminal 1 ao terminal 3. Neste caso. alimentando a bobina do contator (e)).Bobina do contator. SENAI . a seguir.6.6.automático: a chave de reversão (a). a motobomba é acionada em regime de emergência ou para a limpeza das caixas. o diagrama do circuito principal.1. Veja.6. em série com as chaves de bóia (b e c) e com o contato NF do relé térmico (d).Chave de bóia inferior (d) .14. conseqüentemente. (b) . está ligada para a direita (interligando o terminal 1 com o terminal 2 em série com o contato NF do relé térmico (d). O comando pode ser: 1. (c) . 2. ligando ou desligando o motor da bomba conforme a necessidade determinada pelo nível da água nos reservatórios.

A chave de faca tripolar com porta-fusível.Chave de faca tripolar com porta-fusível (chave selecionadora) (c) .6. alimenta o circuito auxiliar e ao mesmo tempo 14 Eletrobomba 229 SENAI .1. uma vez fechada.6.4 – Funcionamento do circuito principal o circuito principal é o que alimenta a motobomba a partir de uma rede trifásica.RJ .Chave magnética (guarda-motor) (d) .Motores trifásicos de corrente alternada (A) e (B) 220V3~60Hz R S T a a a b 31 13 5 3 1 a c 32 14 6 4 2 21 b 22 d A M 3~ B M 3~ e 14.14.Chave de faca tripolar de reversão (e) .3 – Diagrama do circuito principal Elementos do circuito principal (a) .1.Linha de entrada R-S-T (b) .

que usa duas bombas. os bornes de saída 2. da tubulação e a quantidade de condutores do circuito principal. as chaves de bóia estando fechadas) a bobina será energizada fechando os contatos 1 ao 2. cuja função é selecionar qual das bombas se deseja em funcionamento. no caso de manutenção de uma delas. Este sistema. Se o comando estiver atuando (por exemplo. 4 e 6 alimentarão um dos motores (A ou B). 3. 3 ao 4 e 5 ao 6. visa garantir o suprimento de água ao prédio.6.RJ 230 14 Eletrobomba . Portanto. de acordo com a posição da chave reversora. 5 da chave magnética. Vejamos como interpretar os diagramas. M 3~ M 3~ SENAI .1.5 – Diagrama unifilar da motobomba trifásica com chave magnética. 14. No diagrama unifilar observamos a composição dos componentes.os bornes 1.

Neste diagrama será estudado o funcionamento dos dois circuitos integrados. estando fechadas.6. 14 Eletrobomba 231 SENAI .Chave unipolar de reversão (c) .Chave de bóia 220V 3~60Hz R S T (a) (b) 3 2 (f) (c) 31 32 13 M 5 6 3 4 1 2 (a) (b) A M 3~ (d) M 3~ Uma vez que esteja ligada a chave de faca tripolar.6 – Diagrama multifilar da motobomba trifásica. Estudou-se anteriormente o funcionamento do circuito auxiliar ou de comando e do principal.Chave de faca tripolar com porta-fusíveis (b) .Chave tripolar de reversão (e) . que fechará o circuito principal fazendo funcionar a motobomba. o circuito auxiliar poderá ser acionado pelas chaves de bóia que. com chave magnética e chaves de bóia.RJ .14.Chave magnética (d) .Motor trifásico (f) .1. energizarão a bobina da chave magnética. (a) .

ou seja.RJ 232 14 Eletrobomba .A motobomba desligará quando uma das chaves de bóia abrir o seu contato. quando o nível da caixa superior atingir o máximo ou quando a caixa inferior atingir o nível mínimo. R S T 220V 3~ 60Hz 3 2 31 13 5 3 1 32 14 6 4 2 A M 3~ B M 3~ SENAI .

15 Ventilador de teto .

.

Canopla maior 05 .Canopla menor 07 .marrom V .ligar na rede 01 VR da lâmpada ligar chave de velocidade AZ V ou AM da chave ligar V ou AM motor V ou AM da chave ligar V ou AM motor M da chave positivo rede BR só em caso de ligação paralela Obs.Para ligação da lâmpada 01 VR da lâmpada + PR motor .RJ .Porca cega PR .Porca 3/8 10 .Porca M-10 16 .Canopla acabamento 19 .Acabamento 23 .Globo 17 .Parafuso 1/4” x 1 1/4” 04 . as partes constituintes e os esquemas de montagem de um ventilador de teto.Cano 30mm 06 .Observe.Porca M-10 18 .: potência máxima da lâmpada lustres de vidro 100W lustres de plástico 60W 15 de teto Ventilador 235 SENAI .vermelho BR . VENTILADOR SEM LUSTRE chave de reversão M rede CHAVE DE VELOCIDADE rede MONTAGEM TULIPA CHAVE DE REVERSÃO C/LUZ 01 .Niple 21 .Canopla 20 .azul M .Parafuso 1/4” x 1 08 .Porca 1/4 09 .Plafonier 13 .Porca 1/4 03 .Suporte 02 .Niple 15 .Soquete 14 . nas figuras abaixo.amarelo AZ .Pás 12 .Parafuso 3/16” 11 .verde VR .preto AM .branco VR .Suporte tulipa 22 .

.

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1 – Centro Rio de Janeiro – RJ CEP: 20030-002 Tel.: (0xx21) 2563-4526 Central de Atendimento: 0800-231231 .Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro FIRJAN Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial do Rio de Janeiro SENAI Av. Graça Aranha.

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