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Manual Redação Oficial CBMDF

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  • 1. O que é redação? Como se faz?
  • 1.1. O que é Redação Oficial?
  • 2. A formatação geral de documentos do CBMDF14
  • 2.1. A formatação do envelope
  • 2.2. Formatação para publicação em Diário Oficial do Distrito Federal
  • 3.1. Classificação dos atos administrativos
  • 3.1.1. Normativos
  • 3.1.1.1. Portaria
  • 3.1.1.2. Despacho
  • 3.1.1.3. Ordem de Serviço
  • 3.1.2. Enunciativos
  • 3.1.2.1. Parecer
  • 3.1.2.2. Relatório
  • 3.1.2.3. Informação
  • 3.1.3. De assentamento
  • 3.1.3.1. Ata
  • 3.1.4. Comprobatórios
  • 3.1.5. De correspondência
  • 3.1.5.1. Carta
  • 3.1.5.2. Circular
  • 3.1.5.3. Exposição de motivos
  • 3.1.5.4. Memorando
  • 3.1.5.5. Mensagem (fax)
  • 3.1.5.6. Ofício
  • 3.1.6. Outros
  • 3.1.6.1. Comunicação de Acidente
  • 3.1.6.2. Atestado de Origem
  • 3.1.6.3. Inquérito Sanitário de Origem
  • 3.1.6.4. Requerimento
  • 3.1.6.5. Declaração de beneficiário36
  • 3.1.6.5. Nota de Boletim
  • 4. A correspondência virtual da Corporação
  • Companhias do CBMDF
  • 5. Os boletins da Corporação
  • 5.2. Os boletins internos
  • 5.3. O boletim reservado
  • 6. Arquivamento da documentação
  • 6.1. O Arquivo-Geral
  • 6.2. Informações sobre arquivamento de documentos
  • 7. Dúvidas relacionadas à redação oficial militar
  • 7.1. A formação do gênero feminino no CBMDF
  • 7.2. Uso de maiúscula no CBMDF
  • 7.3. Pronomes de Tratamento
  • 7.4. Abreviaturas mais utilizadas na Corporação
  • 7.5. As siglas utilizadas no CBMDF
  • 7.6. Regência Verbal / Regência Nominal
  • 7.7. Diferenças entre: em exercício, por delegação, respondendo pelo e no
  • 7.8. Diferença entre atenciosamente e respeitosamente
  • 7.9. O enquadramento
  • 7.10. A documentação sigilosa
  • 7.12. Autenticação de documentos
  • 7.13. O recebimento de documentos
  • 7.14. Junto a ou junto de
  • 7.15. Gerundismo
  • 7.16. Através de
  • 7.17. Hífen
  • Referências Bibliográficas

CORPO DE BOMBEIROS MILITAR DO DISTRITO FEDERAL

MANUAL DE REDAÇÃO OFICIAL

BRASÍLIA, 2008

Os autores: Major QOBM/Comb. Marcus Vinícius Braz de Camargo, matr. 00315-8

1º Sargento QBMG-1 Péricles Rodrigues de Oliveira, matr. 04492-X Graduando em Direito

1º Sargento QBMG-1 Leno Rodrigues de Queiroz, matr. 05485-2 Graduado em Serviço Social

2º Sargento QBMG-1 Cláudio de Oliveira Brasil, matr. 05346-5 Bacharel em Administração e pós-graduado em Marketing

Soldado QBMG-1 Solange de Carvalho Lustosa, matr. 06509-9 Licenciada em Letras, Mestre em Lingüística e Doutoranda em Lingüística

“Não há assuntos urgentes, há assuntos atrasados.” (máxima burocrática)

“Nada façais por espírito de partido ou vanglória, mas que a humildade vos ensine a considerar os outros superiores a vós mesmos. Cada qual tenha em vista não seus próprios interesses, e, sim, os dos outros.” (Filipenses 2. 3-4)

We must love them both – those whose opinions we share and those whose opinions we reject. For both have labored in the search for truth, and both have helped in the finding of it. St. Thomas de Aquino (1225-1274) [Nós devemos amar ambas: aquelas opiniões que compartilhamos e aquelas que rejeitamos. Porque elas trabalham na procura da verdade e ajudam a encontrá-la.]

Este manual é dedicado a todas as praças do Corpo de Bombeiros Militar do Distrito Federal que participam de todas as fases que envolvem a tramitação da documentação oficial desta Instituição. .

a dedicação do 2º Ten RRm. com o intuito de que ele se torne uma referência bibliográfica de efetiva consulta. MANOEL JOSÉ DA SILVA MATOS ao ensino de redação oficial para os vários cursos já realizados na Corporação e as suas sugestões feitas a este Manual. . também. JODIR CÉSAR MENEZES. decorrentes de sua leitura minuciosa. pela orientação quanto ao trato com a documentação reservada/sigilosa.Agradecemos a colaboração do Ten-Cel. Agradecemos.

A formatação do envelope 2.1.1.6.3.1. Portaria 3.1.5. Enunciativos 3.1.1.6. Outros 3.1.1. Comprobatórios 3. Mensagem (fax) 3. Requerimento 3. Declaração de beneficiário 10 13 15 19 20 22 23 24 24 29 31 34 34 36 38 40 40 42 42 42 45 47 47 50 51 53 53 57 59 60 63 .2. Atestado de origem 3.3.6. Ordem de serviço 3. Parecer 3.2. O que é redação? Como se faz? 1.1.1.6.1. Informação 3.1.1. Ofício 3.6.4.1.5. Formatação para publicação em Diário Oficial do Distrito Federal 3. Relatório 3.5.1. Requisitos necessários para a formulação de atos administrativos 3.3. Classificação dos atos administrativos 3.1.2.1.1.1. Formatação geral de documentos do CBMDF 2. O que é Redação Oficial? 2.5.1.1.4..5.2. De correspondência 3.1.1.1. Despacho 3. Inquérito sanitário de origem 3. Carta 3. Exposição de motivos 3.1.1.3.6.2. Comunicação de acidente 3.6.1.5.1. Normativos 3.4.5.1.1.1.5.5. Circular 3.1.3. De assentamento 3.2.1. Memorando 3.2.2.1.1. Ata 3.1.SUMÁRIO Sobre o Manual de Redação Oficial do CBMDF 1.3.2.

10.2. Uso de maiúscula no CBMDF 7.14.2.15.5. O boletim reservado 6.7.6.16. Informações sobre arquivamento de documentos 7.3.3.8.4. por delegação.1.13.12. A correspondência virtual da Corporação 4. Abreviaturas mais utilizadas na Corporação 7. A documentação sigilosa 7. Regência verbal / regência nominal 7. A formação do gênero feminino no CBMDF 7.11.1 O boletim geral 5.2. As siglas utilizadas no CBMDF 7. Autenticação de documentos 7. Dúvidas relacionadas à redação oficial militar 7.1. Centros e Companhias do CBMDF 5.1 O Arquivo-Geral 6.9. Diferenças entre: em exercício.3.6. Nota de boletim 4. Gerundismo 7. Diretorias. A tramitação da documentação (normal / urgente / urgentíssimo / com prazo) 7.5. Os boletins da Corporação 5. O enquadramento 7. O recebimento de documentos 7. Arquivamento da documentação 6.1. Lista de endereços eletrônicos oficiais de Seções. Os boletins internos 5.17. Hífen Referências bibliográficas 63 66 66 69 70 71 71 72 72 73 74 74 76 78 81 83 85 90 92 92 93 94 94 95 96 96 98 98 100 . respondendo pelo 7. Diferença entre atenciosamente e respeitosamente 7. Pronomes de tratamento 7. Junto a ou junto de 7. Através de 7.

definir qual será a forma utilizada nesta Corporação. registrou a existência de alguns desses termos flexionados. O fato de não ter adotado nenhum dos manuais citados anteriormente.Sobre o Manual de Redação Oficial do CBMDF Há tempos o Corpo de Bombeiros Militar do Distrito Federal espera por uma normatização de seus atos administrativos que viesse ao encontro de perguntas sobre a maneira correta de se elaborar cada expediente. Um ponto crucial deste manual. a padronização tanto de atos administrativos como do envelope utilizado. as Publicações e os Atos Administrativos no Âmbito do Exército. precisam relatar alterações no serviço. A Academia Brasileira de Letras. A questão do feminino é polêmica. no Vocabulário Ortográfico da Língua Portuguesa (VOLP). mas tal flexão não abarca todos os postos/graduações. deve-se à especificidade da documentação oficial produzida pelo CBMDF. este manual foi elaborado não só para os militares atrelados ao serviço burocrático da Corporação. é militar. o trato com a documentação sigilosa. fazer um requerimento e não sabem ou necessitam de modelo para redigirem. o Manual de Redação Oficial do Governo do Distrito Federal e as Instruções Gerais para a Correspondência. por meio da observação do uso desses vocábulos. certamente. Este manual pretende. pois. Com o intuito de dirimir essas dúvidas e mais algumas outras que foram lembradas. pois há bastante controvérsia entre o uso dessas formas. embora seja órgão atrelado ao GDF. . além de inserir questões gramaticais consideradas problemáticas e mais freqüentes no momento da escrita. mas também para todos aqueles que. o que incluiu aspectos sobre a maneira e onde arquivar os documentos. uma vez ou outra. Deve-se salientar que os militares que participaram da confecção deste manual tiveram como preocupação primordial abarcar tudo o que se refere à tramitação da documentação oficial do CBMDF. A bibliografia central deste manual é o Manual de Redação Oficial da Presidência da República. é o estabelecimento da padronização das formas nominais referentes às mulheres militares do CBMDF. A dificuldade geralmente advém apenas no momento da escrita e surgem questões que variam do pronome de tratamento a ser utilizado até como retratar as mulheres militares desta Corporação.

com conseqüências sujeitas à Lei de Responsabilidade Fiscal. o último. mostrar soluções para alguns dos problemas freqüentes no âmbito burocrático. Este manual pretende. não são tão públicos quanto deviam e na observação de outras instituições co-irmãs sobre o assunto. tais como o convênio e o contrato. daí a procura por expedientes que retratem essa natureza. para algumas perguntas igualmente freqüentes sobre a tramitação ou elaboração de determinados expedientes. além do edital em virtude de serem complexos e requererem uma atenção redobrada. tanto quanto possível. Os primeiros por estarem regulados por legislação federal (Lei n.666).característica que deve ser evidenciada em seus atos administrativos. Os autores . por estar sujeito às implicações legais nem sempre interessantes para a Administração Pública. infelizmente.º 8. Deixam de constar neste manual os atos administrativos de ajuste. baseadas em conhecimentos que. Esses expedientes serão tratados oportunamente e com maior atenção em outra publicação.

Infelizmente. meio e assunto. controle sobre a leitura que este faz. localizam informações bem explícitas). canal. nos países emergentes ou em desenvolvido ele é mais acentuado. em que a interação é em tempo real. modos de operação da ideologia. Ao contrário da fala. as quais não são tratadas por Jakobson (2001). há semelhanças entre os dois processos: escrever. conseqüentemente. (Pablo Neruda. A perspectiva lingüística calcada na Lingüística Textual e na Análise de Discurso considera superado o modelo proposto por Jakobson (2001) que prevê que. pressupõe leitor/ouvinte1. passadas para as outras gerações e a memória já não era mais suficiente. ethos. Dessa forma. receptor. 30% de alfabetizados com nível rudimentar (lêem apenas frases e títulos.. Só para se ter uma idéia desse processo. para haver comunicação. O escritor não possui esses recursos. ele parafraseia ou dá mais exemplos para que seja garantida a sua interpretação e. quando o falante percebe que foi mal entendido ou que há algo que prejudicou o entendimento de sua mensagem (informação constatada pela expressão do ouvinte). Só para se ter uma idéia da realidade brasileira sobre a questão. com ela. mas com ela apareceram alguns problemas como ambigüidade (devido à falta de contexto). formações discursivas. Este trabalho compartilha com essas vertentes por entender que a função da linguagem não é apenas comunicar. se resume ao ensino de gramática normativa e pouca ênfase é dada às práticas de redação e interpretação de textos. não entendimento do texto (em decorrência do pouco conhecimento do código) ou entendimento errado (a ironia geralmente não é lida como ironia). no entanto. escrever ou interpretar um texto escrito2. tem-se um crescente número de pessoas que passam anos (cerca de 10 ou mais) cursando os ensinos fundamental e médio sem saberem. presentes em todos os textos. é relacional. a sua intenção de fala. assim como o falar. a maior parte do ensino de Língua Portuguesa escrita. O que é redação? Como se faz? Escrever é fácil: você começa com uma letra maiúscula e termina com um ponto final. No entanto. código (além das funções da linguagem decorrentes dessas partes). a escrita não possui a capacidade de reestruturação do entendimento do leitor. poeta Chileno) A escrita é a resposta a uma necessidade social: as informações precisavam ser eternizadas. efetivamente. além de uma série de outros recursos que tentam garantir ou reduzir as interpretações de um texto escrito. referente. como preconceitos lingüístico e social. são necessários o emissor. 38% de alfabetizados com nível básico (lêem textos 1 . não dá sequer para assegurar que o leitor seja o único a ter acesso ao texto e.10 - 1. No meio você coloca idéias. o Índice Nacional de Alfabetismo Funcional (INAF/2005) encontrou: 7% de analfabetos. 2 Esse processo é denominado alfabetização funcional e existem praticamente em todos os países. mas inclui outras demandas muito importantes.

mesmo quando se escreve em contextos informais. como um princípio de interpretabilidade. esse processo deve ser mais rigoroso. Dossiê: leitura. a falta de conhecimento no uso de elementos gramaticais necessários para articular as idéias que o escritor quer compartilhar. fazendo com que o seu autor considere que não há erro.º 121. sobre esse aspecto. como falta de coerência3 e trechos truncados. mesmo quando se fala em situações formais. comparam textos. O “de que forma” será atendido com o preenchimento da declaração de curtos. In: Educação (revista). Para elaborar um texto (não só aquele relacionado à redação oficial). Se o militar se tornou pai. de que forma. com textos que retratam o oral no escrito ou uma plena desconexão de sentidos. . como externamente (com implicações de aceitação positiva ou negativa perante à sociedade). a possibilidade de estabelecer um sentido para o texto.11 A verdade é que a língua escrita não é uma mera representação da língua oral.. muitas vezes. Ano 11. o quesito “o quê” é “informar o nascimento do filho”. uma vez que o autor do texto está representando um órgão ou instituição estatal não só internamente (situação que o coloca em uma relação hierárquica). 2002: 21). o grande desafio do ensino. n. digressões (perder-se em seu raciocínio) etc. Soares (2005:17). devemos antes ter em mente alguns dados importantes como: o quê. identificam fontes). ele precisará informar esse fato à Corporação para receber os benefícios que lhe garante a lei. Mas como devemos proceder para resolver o problema? Uma possível solução está em dois momentos da escritura de um texto: a elaboração e a revisão. localizam informações explícitas ou que exigem pouca inferência) e apenas 26% da amostra são de alfabetizados com nível pleno (lêem textos longos. Dessa forma. 4 Na redação oficial. para quando e qual efeito esperado com isso. sim. para quem comunicar tal tema. Talvez estas sejam as maiores dificuldades a serem vencidas no ato de escrever: além do pouco domínio do código escrito. Na verdade. a uma série de problemas de estrutura textual. mas. A não reflexão sobre esses problemas encontrados durante a produção de texto culmina. 3 Entenda-se por coerência. por isso. a maior parte dos erros não está atrelada ao uso da forma padrão de linguagem. não há problema. para pensarmos ou controlarmos os efeitos de nosso texto4. Vamos avaliar a aplicabilidade desse processo. não se fala como se escreve. alerta que: não se escreve como se fala. precisamos ter esses dados em mão. ligado à inteligibilidade do texto numa situação de comunicação e à capacidade que o receptor tem para dar sentido ao texto (KOCH & TAVAGLIA. A escrita é um processo relacional e.

já expostos anteriormente. O uso de esquema ou rascunho ajudará nesse processo de seleção de informação.. Lucília H. sofrendo. 1993. pois. “para quem comunicar tal tema” e “qual efeito esperado com isso”. a apresentação de um bombeiro que foi movimentado para uma determinada unidade militar. Boaventura (1993)6 mostra.12 beneficiário5. casa. informar algumas coisas que. pode-se colocar. 2ª ed. Em uma dada situação como.) segue um roteiro previamente definido. no ofício que o apresenta. temos a necessidade de. Depois de escrito. o texto muito dificilmente será superficial. etc. Pensando assim. 8 GARCEZ. além das questões relacionadas ao “o quê”. 3ª ed. São Paulo: Ática. as quais serão aqui lembradas: 1) há excesso de informação? Há informações incompletas ou confusas? As informações factuais estão corretas? Expediente formulaico usado para inclusão de beneficiário de militar. quer seja para a elaboração. reflexões de posicionamento. pois é fruto do pensamento. como exemplo). Como ordenar as idéias. 7 O redator deve ter consciência de que um texto nunca está pronto e acabado. Técnica de redação: o que é preciso saber para bem escrever. dessa forma. quer seja para a interpretação é de vital importância para se conseguir um texto bem escrito ou bem interpretado. Além disso. BOAVENTURA. Edivaldo M. repetitivo. do Carmo. obscuro ou inconsistente. que a esquematização de textos. pode-se recorrer à elaboração de rascunho ou esquema. Garcez (2004: 126)8 aponta algumas perguntas que ajudam nessa fase. a revisão7 deve ser procedida para que se tenha certeza de que o texto está coerente com o objetivo a que se pretende atender. direcionada ao Diretor de Pessoal (para quem) e o efeito esperado é a inclusão do dependente e a garantia de alguns benefícios previstos. por exemplo. o número do boletim em que a movimentação foi realizada e se o bombeiro já gozou de férias para o ano em curso ou qualquer outro impedimento ou benefício que esteja gozando (concessão de horário especial para estudo. São Paulo: Martins Fontes. tudo o que se faz diariamente (bolo. “de que forma”. ajudarão a unidade que receberá esse militar na função de controlar a sua vida profissional. manutenção de equipamento. de certa forma. por meio de vários exemplos. freqüentemente. 6 5 . 2004. Essa relação funciona para tudo: se não for possível responder a essas questões mentalmente.

obedecendo a certas regras formais. . formalidade. embora seja ela a assinar o documento. não cabendo qualquer tom particular ou pessoal no texto. como o padrão culto da linguagem. polidez. clareza. o faz em nome do serviço público. o que evidencia a falta de prática no momento de escrever atos administrativos ou talvez a ignorância sobre a sobriedade esperada para tais textos. Está de acordo com o objetivo estabelecido inicialmente? As idéias principais estão evidentes? 1. decorre o caráter formal do texto. bem como estabelecer regras para a conduta de servidores públicos ou regular o funcionamento de seus órgãos. o impessoal e a subjetivo. O posicionamento adotado como predominante mantém-se ou essa opção não ficou consistente no texto? 4) ao vocabulário. O texto é impessoal quando não há marcas ou impressões individuais de quem o escreve. a autoridade entende que. Daí. freqüentemente. Eles foram aqui citados para alertar sobre a forma da escrita. vemos textos de atos administrativos oscilando entre o formal e o informal. O texto está correto quanto às exigências da língua padrão? As transições entre as idéias estão corretas e claras? Os conectivos são adequados às relações entre as idéias? A divisão de parágrafos corresponde às unidades de idéias? 6) ao objetivo e à situação. pois. jargão profissional? 5) às estruturas sintáticas e gramaticais.. O que é Redação Oficial? A redação oficial é o meio utilizado pelo Poder Público para externar atos administrativos. objetividade.1. 9 Os números 2 e 3 não se aplicam à redação oficial. tratamento adequado. As escolhas estão adequadas ou há repetições enfadonhas e pobreza vocabular? Algum termo pode ser substituído por expressão mais exata? Há clichês. uniformidade e o uso da norma padrão da Língua Portuguesa. expressões coloquiais inadequadas. concisão. É caracterizada pela impessoalidade. Em virtude disso.13 2) à linguagem: formal ou informal. excesso de adjetivos. pois deve estar claro para o redator que a redação oficial deve ser pautada pela linguagem formal e pela impessoalidade. o assunto tratado sempre possui um caráter impessoal. A linguagem está adequada à situação? A opção escolhida tornou o texto harmonioso ou há oscilações súbitas e inadequadas?9 3) à impessoalidade ou subjetividade. frases feitas.

principalmente. uma fonte de prova legal. pois só se atribui significado àquilo que está claro. São Paulo. princípios que constituem a formalidade do texto oficial. Martins Fontes: 1998. Di Pietro (2005:189)10 define ato administrativo como sendo a declaração do Estado ou de quem o represente. a clareza é um princípio mais que necessário. com observância da lei. e. pautando-se pela definição exposta acima.. Maurizio. que a sua redação terá publicidade. o administrador é responsável por aquilo que assina. Entenda-se como ato administrativo aquele praticado no exercício da função administrativa. o ato administrativo é. É nessa releitura que muitas vezes se percebem eventuais redundâncias ou repetições desnecessárias de idéias. estar em uma linguagem de entendimento fácil (sem gíria ou jargões técnicos). Ressalta-se que há dois tipos distintos de atos administrativos: aqueles que geram efeitos jurídicos e os que não os geram. Para que se redija com essa qualidade. é fundamental que se tenha. além de conhecimento do assunto sobre o qual se escreve. mas o contrário não se opera. refletirá a imagem dessa instituição (GNERRE: 1998)11. texto conciso é aquele que (. Segundo o Manual da Presidência da República. o que implica em dizer que os atos administrativos podem gerar processos judiciais que serão avaliados à luz do Direito e não mais do Poder Executivo.) consegue transmitir um máximo de informações com um mínimo de palavras. tramitará em lugares outros que não os de sua instituição. o necessário tempo para revisar o texto depois de pronto. escrita e poder. 4ª ed. é que o ato administrativo está sujeito a controle do Poder Judiciário. Dessa forma. sob regime jurídico de direito público e sujeita a controle pelo Poder Judiciário. que produz efeitos jurídicos imediatos.14 padronização do papel e da diagramação do texto. Linguagem. São Paulo: Atlas. No entanto. Por isso. Outra observação a ser feita... está representando a instituição da qual faz parte. 2005. por excelência. 18ª ed. não ser ambíguo. Como o processo de leitura é a atribuição de significado aos mais variados textos. GNERRE. Todo processo disciplinar pode ser revisto juridicamente. 10 11 DI PIETRO. Direito Administrativo. no momento em que escreve. para o texto obter essa qualidade ele precisa ser coeso. o redator deve ter consciência de que. Mª Sylvia Zanella. .

- 15 Como é utilizada para estabelecer normas ou diretrizes, a redação oficial utiliza a norma padrão12 da linguagem, não sendo permitida a utilização de gíria, regionalismo, jargão técnico etc. que se limitam a grupos restritos, fato que pode dificultar o amplo acesso ao teor do ato administrativo por parte do destinatário. Para garantir a plena interpretação textual, as expressões literárias ou em linguagem conotativa são proibidas em textos em redação oficial. O redator desse tipo de texto deve se esforçar ao máximo para não o contaminar de impressões pessoais, porque a falta de impessoalidade, além de contrariar o estabelecido pela Constituição Federal, ainda interfere na atuação da Administração Pública. É notório que a impessoalidade13 plena e a existência de uma única interpretação são difíceis ou mesmo impossíveis, mas o redator deve tentar atingir ou aproximar-se desses dois parâmetros. Quanto aos estrangeirismos ou empréstimos não serão proibidos no âmbito desta Corporação, mas a recomendação é a favor do não uso, principalmente quando já existe equivalente na Língua Portuguesa. Tal ressalva tem por objetivo primar por um dos maiores símbolos nacionais do País: a Língua Portuguesa falada no Brasil. Além disso, há uma tendência, por parte da Administração Pública como um todo, pelo uso de correlatos ao invés de empréstimos que deve ser considerada.

2. A formatação geral de documentos do CBMDF14
De forma geral, os documentos confeccionados no CBMDF obedecem às seguintes especificações: 1)
12

especificação do tamanho do papel: A4 (210 mm x 297 mm).

Ao contrário do que se pensa, norma culta e norma padrão não são sinônimos. Bagno (2007) ressalta que norma culta inclui juízo de valor em sua nomeação, reforçando o preconceito lingüístico; e norma padrão é uma abstração lingüística criada para uma variante fictícia, haja vista não haver ninguém que fale fluentemente de acordo com essa “suposta” variante. Para efeito prático, este manual adotará a terminologia “norma padrão” para referir à obediência às regras gramaticais normativas. 13 É corrente na Lingüística Textual ou na Análise de Discurso (linhas de pesquisa da Lingüística), que a forma como os autores escolhem suas estruturas textuais e seu léxico evidencia a sua impessoalidade ou seu posicionamento, no entanto, este pode ser mais ou menos acentuado, o que dependerá exatamente das escolhas textuais utilizadas pelo autor. Para maiores informações, veja Koch (2004). 14 Não serão postuladas formatações referentes ao espaçamento entre as partes que compõem o documento, em virtude de que essas especificações, muitas vezes, desaparecem para que a assinatura da autoridade não fique isolada em alguma folha do documento.

- 16 2) 3) 4) 5) coloração do papel: branca ou parda (quando reciclado). tipo de fonte: arial. cor da fonte: preta. tamanho da fonte: 12 no texto, 10 nas transcrições ou citações e 8

nas notas de rodapé. 6) 7) 8) 9) estilo da fonte: normal. margem direita: 1,5 cm. margem esquerda: 3 cm. margem superior: 3 cm.

10) margem inferior: 2 cm 11) os parágrafos do texto serão numerados com algarismos arábicos, seguidos de ponto, e o texto terá 2,5 cm de distância da margem esquerda. 12) espaço entre linhas: 1,5 cm entre as linhas e de 6 pontos (antes e depois) entre cada parágrafo, ou, se o editor de texto utilizado não comportar tal recurso, será usada uma linha em branco. 13) idioma: Língua Portuguesa. 14) variante: norma padrão. 15) o cabeçalho da primeira folha deverá conter os seguintes elementos em todos os documentos que exigem timbre, este será formatado e impresso, conforme modelo abaixo:

CORPO DE BOMBEIROS MILITAR DO DISTRITO FEDERAL DENOMINAÇÃO DA OBM DENOMINAÇÃO DA SEÇÃO

15.1) no lado direito, o logotipo do Corpo de Bombeiros15; 15.2) ao centro, abaixo de um espaço simples, os nomes da Corporação, da OBM e da denominação da Seção, se for o caso, todos centralizados, em fonte arial 12, em caixa alta e em negrito, com espaçamento de

Não poderão ser utilizados logotipos de seções, unidades, centros, companhias, batalhões em nenhum documento oficial. A obrigatoriedade será o uso do brasão do Corpo de Bombeiros Militar do Distrito Federal, conforme estipulado neste manual.

15

- 17 1,5 cm entre as linhas e de 6 pontos (antes e depois) entre cada denominação; se o editor de texto utilizado não comportar tal recurso, será usada uma linha em branco; 15.3) no lado esquerdo, o personagem-símbolo e o slogan do Programa de Educação Fiscal do Distrito Federal, conforme estabelece os arts. 1º e 2º do Decreto n.º 23.912, de 14 de julho de 2003. 15.4) nos documentos assinados pelo Comandante-Geral e/ou OBM integrantes do Comando-Geral do CBMDF e expedidos a órgãos e entidades externos à Corporação, o texto central deverá ser o seguinte:

GOVERNO DO DISTRITO FEDERAL CORPO DE BOMBEIROS MILITAR DO DISTRITO FEDERAL DENOMINAÇÃO DA OBM 15.5) cabeçalho das outras folhas: a partir da segunda folha de um documento, deve-se constar apenas (Continuação do Ofício n.º 33, de 8 de abril de 2007, folha 2/316). Tal procedimento visa evitar a separação de partes do documento, sugere-se, ainda, que em todas as folhas seja colocada uma rubrica, no sentido de coibir possíveis alterações na documentação. 16) rodapé: todos os documentos elaborados deverão conter os seguintes dizeres, centralizados e seguindo as margens definidas neste Manual, o slogan “Brasília – Patrimônio Cultural da Humanidade”17 deve ser digitado sobre linha horizontal e as demais informações sobre a OBM que originou o documento se localizarão abaixo dessa linha horizontal, conforme modelo a seguir:
“Brasília – Patrimônio Cultural da Humanidade” _____________________________________________________________________________________________________ Descrição da OBM Endereço completo da OBM Telefones e endereço eletrônico da OBM

16.1) fonte – Arial. 16.2) tamanho da fonte - 8

Total de folhas do documento, contando com a primeira página. Conforme estipula o Decreto n.º 25.366, de 19 de novembro de 2004, publicado no Diário Oficial do Distrito Federal de 22 de novembro de 2004.
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). sombreado. Quando a documentação estiver destinada para autoridade ou pessoa fora da Corporação não deverá conter abreviaturas ou siglas. 6) deve-se evitar: 1) o uso excessivo de grifos.3) o ano de elaboração do documento. sublinhado. é adotada uma numeração. caixas de texto. a qual torna mais direta e sucinta a exposição. 18 . memorando entre outras).4) a abreviatura da Organização Bombeiro Militar. além de marcar o caráter militar da correspondência. bordas. sombra.1. mesmo quando abreviados. mas de objetividade. negritos. pensionistas e dependentes do Corpo de Bombeiros em letras maiúsculas.1) espécie do documento (por extenso e em caixa alta). letras maiúsculas. abreviaturas e siglas..1. 1. Não se faz necessário negritar ou destacar o nome de guerra do militar. 1. previstas para os substantivos próprios.5) quando se tratar de expediente sigiloso. Secreto (S) e Ultra-Secreto (US).1. iniciada em 1º de janeiro de cada ano e encerrada a 31 de dezembro.. Exemplo: MEMORANDO n.1. e 1. 1. 2004: 33). a saber: Reservado (R). letras maiúsculas. 3) nomes: próprios de militares.1) a numeração constará de: 1. Confidencial (C).18 5) não haverá traço para assinatura19.1. 1. sem a utilização de zeros à esquerda do numeral representativo.18 Observações gerais da formatação dos documentos: 1) para cada tipo de correspondência (ofício. seguindo de ordem natural dos números inteiros. 4) os postos e graduações serão grafados apenas com as iniciais maiúsculas..2) numeração de ordem da OBM que elabora o documento. fórmulas de pura cortesia. não se tratando de desatenção pessoal. a numeração de ordem da OBM é precedida e separada por um traço da letra maiúscula correspondente ao grau de sigilo do documento. ou qualquer outra formatação que afete a sobriedade dos documentos.1. A exceção à essa regra será apenas para a abreviatura da unidade que segue o número da documentação (ver 1. itálico. apenas com as iniciais maiúsculas. 19 Conforme previsto no Correspondência: técnicas de comunicação criativa (MEDEIROS.4 deste manual). tais como: tenho a honra de (. 2) quando se tratar de expediente interno à Corporação. os demais. relevo.º R-367/2006-BM/1 2) deve-se evitar o abuso no uso de expressões em negrito. serão abolidas.

o endereçamento das comunicações dirigidas às autoridades tratadas por Vossa Excelência terá a seguinte forma20: GOVERNO DO DISTRITO FEDERAL CORPO DE BOMBEIROS MILITAR DO DISTRITO FEDERAL GABINETE DO COMANDANTE-GERAL Ofício n. centralizados. o preenchimento deve ser feito por meio de digitação. a qual deverá conter o nome completo.1.-Geral URGENTE A sua Excelência o Senhor Fulano de Tal Governador do Distrito Federal 70000-000 – Brasília – DF Os modelos expostos neste manual seguem as orientações contidas no Manual da Presidência da República e no Manual do Governo do Distrito Federal.º 41/2007-Cmte. nos demais casos. posto ou graduação QOBM/QBMG // matrícula) cargo da autoridade 2. apenas com o número referente ao dia sem o uso do zero à esquerda. (nome completo. 20 . 8) o fecho da documentação se dá com a assinatura do autor do documento oficial. função e matrícula. Brasília-DF. não se pode esquecer do preenchimento do envelope no qual a documentação é encaminhada.19 7) a data deverá vir expressa como 1º para representar o primeiro dia de cada mês e. De preferência. principalmente quando estiver destinado a autoridades fora da Corporação.. A formatação do envelope Para efeito de padronização da documentação como um todo. 2 de janeiro de 2007. seguido do posto ou graduação. No envelope.

2) mídia eletrônica: além da documentação devidamente impressa em papel.simples entre as linhas.DF 2. Formatação para publicação em Diário Oficial do Distrito Federal Para publicar matérias no Diário Oficial do Distrito Federal (DODF) foi padronizada pela edição do Decreto Distrital n..º 23. e 2. salvas em formato RTF (Rich Text Format). de 31 de dezembro de 2002.1) fonte: Times New Roman.2. . que institui normas para as publicações do DODF (publicado no DODF de 16 de janeiro de 2003 e republicado em 30 de maio do mesmo ano). 2.3) estilo da fonte: normal.501.20 Para as demais.2) tamanho da fonte: 9. a padronização obedece ao seguinte modelo: CORPO DE BOMBEIROS MILITAR DO DISTRITO FEDERAL DIRETORIA DE PESSOAL SEÇÃO DE PAGAMENTO Ofício n.4) espaçamento .º 41/2007-DP/SePag URGENTE Ao Senhor Fulano de Tal Comandante-Geral do Corpo de Bombeiros Militar do Distrito Federal 70000-000 – Brasília . tratadas por Vossa Senhoria. 2. 2. é imprescindível a remessa da matéria a ser publicada em mídia eletrônica e deverão ser geradas em editor de texto. para tanto deve-se obedecer: 1) tamanho do papel: o formato fundamental dos papéis a serem encaminhados para publicação em DODF é 210 mm x 297 mm (A4).

itálico e suas combinações e recuo de abertura de parágrafo.0 cm.0 cm.1) vir acompanhados por ofício. no caso de atas.1 cm.3) margem esquerda . a execução orçamentária. etc. 4. 3.0 cm.0 cm.5) as tabelas.7) estar no padrão JPEG. de largura com altura até 29 cm. e 4.7) rodapé . 4.21 3) margem: 3.6) ser encaminhados em forma de tabela e/ou quadro os decretos de créditos suplementares. as figuras. na largura de 12 cm. sublinhado. As linhas horizontais e verticais poderão ser substituídas pela Diretoria de Divulgação de forma a se adequarem aos padrões gráficos utilizados para editoração dos jornais. as leis e os balanços patrimoniais.6) cabeçalho .1 cm. que contenham o nome de mais de um signatário.2) margem inferior . 4) a mídia eletrônica e a sua reprodução em papel deverão: 4. Os caracteres da tabela poderão ter corpo menor que 9 (nove).9) altura da página . resoluções. balanços e quadros deverão possuir 12 ou 25 cm de largura. 4.29 cm. e 3.3) trazer digitado o nome do signatário e. 4. acórdãos.. . 4.5) medianiz . 3.0 cm. 21 Extensões de arquivos de programas de computador. quando reciclado. 3.2) ser agrupadas em um só arquivo de acordo com a seção do DODF onde serão publicadas. 3. 3.13 cm. PDF ou TIF21. discriminando as matérias a serem publicadas.8) os textos devem ser impressos na cor preta e em papel branco ou pardo.4) margem direita . 3.1) margem superior . 3. estes deverão vir seqüencialmente. 4.8) largura da página . gráficos e formulários e deverão possuir 12 ou 25 cm..4) vir em texto corrido e não deverá conter negrito.

como exemplo. Não raro. Dessa forma. ao longo deste manual. escritos de próprio punho. o ato torna-se inválido. além de garantir que o serviço será desempenhado por alguém. a qual é o interesse público. é possível encontrar papéis que contenham. Partindo do requisito competência. temos que “nenhum ato (. por exemplo. .. 2003:147).22 - 3. motivo e objeto. a Soldado ANA CAROLINA. pois balizam o redator sobre alguns pontos que devem ser obedecidos sob pena de tornarem os atos inválidos ou prejudicar a sua tramitação. embora sejam as partes envolvidas. Requisitos necessários para a formulação de atos administrativos Hely Lopes Meireles (2003) postula a existência de cinco requisitos para a formulação de atos administrativos: competência. os militares se esquecem que há a necessidade de comunicar e obter da administração o aval para a troca de serviço e que não cabe a eles agir dessa forma. o fim público é a formalização de troca de serviço para que a administração garanta os direitos e deveres às partes.. nomes fictícios de militares. Cabe ressaltar que a troca em si não é proibida. No exemplo anterior. o administrador deve ter sempre em mente que o ato administrativo precisa ter finalidade pública. Essa autorização não é válida porque os autores. não responda administrativa ou criminalmente. mas deve partir da administração. finalidade.. Às vezes. se o agente não detiver o poder necessário. Quanto à forma. No que se refere à finalidade. não possuem o poder para deliberar sobre o assunto. o administrador ou redator deve obedecer ao princípio de que a administração precisa de procedimentos especiais e formas igualmente especiais para manifestar a sua vontade. por exemplo. forma. para que todos fiquem resguardados em caso de problemas administrativos e/ou operacionais. a qual estava oficialmente escalada para a atividade. Se a forma 22 Serão empregados. Esses requisitos são importantes no momento da redação de atos administrativos. por meio da autoridade hierarquicamente competente para “formalizar” a transação. pois se houver algum problema de ordem operacional durante o serviço desenvolvido pelo Soldado AKIL22. Temos. autorização por parte dos militares envolvidos para efetuar a transação.) pode ser realizado validamente sem que o agente disponha de poder legal para praticá-lo” (MEIRELES. a troca/permuta de serviço.

ela não ocorre assim. mesmo o de correspondência. O administrador deve sempre se lembrar de que: “nula a forma. como retificação. pois não possui competência legal para publicar matéria em boletim geral. Então. Ao contrário do que se pensa. praticada pelo Poder Público.1. implicando as sanções penais e administrativas decorrentes dessa nova situação às partes. o ato administrativo muda a situação de militares: um passa a escalado o outro a nãoescalado. No entanto. Deve sempre vir expresso. objetivando produzir efeitos de direito ou impor obrigações23. o ato administrativo poderá se tornar nulo. Os militares envolvidos deverão justificar a sua necessidade. por exemplo. à perda de aposta não é motivo para a existência do ato. No exemplo anterior.. embora a retificação apareça “sem motivação” em um item de boletim geral. Prontuário de Redação Oficial. sim. se os militares estiverem lotados na Academia e a escalação tiver sido publicada no boletim geral. mas. 68 . A vinculação da troca. modificação ou comprovação de situações jurídicas concernentes a pessoas. excetuando-se os casos em que a lei desobrigar o agente. se houver a retratação em tempo hábil. 2003). No exemplo trabalhado. o ato administrativo não poderá ser jamais uma nota de boletim. Seguindo o exemplo da troca de serviço. seu comandante não poderá elaborar uma nota de boletim retificando a escala. O motivo “é a situação de direito ou de fato que determina ou autoriza a realização do ato administrativo” (MEIRELES. Todo ato administrativo tem por objeto “a criação. em um dos boletins da Corporação.23 utilizada não for a prevista. todo ato administrativo. o qual possui competência legal para tal. coisas ou atividades sujeitas à ação do Poder Público” (MEIRELES. a escala poderá ser publicada. 3. a qual será analisada pelo administrador. um memorando ao Diretor de Ensino e Instrução para que seja retificada a escalação no boletim geral. 2003:150). João Luiz. nulo o ato”. 23 NEY. p. reflete a administração pública e não o indivíduo por ela representado. pois está no campo do interesse pessoal e não do da Corporação. Classificação dos atos administrativos Entenda-se por ato administrativo todo ato em que é expressa a vontade do Estado. 12ª ed. em conformidade com a lei.

o edital. aquelas que tratam de questões que atingem a Corporação como um todo (acrescentam. Normativos Como o próprio nome já antecipa. devendo ser regidas pela Lei Complementar n. a ordem de serviço. é tratada a redação dos atos normativos. de acordo com dispositivos legais são classificados como atos normativos. de 3 de setembro de 1996. a instrução. ou seja. de agregação de militares) são apenas datadas.1. A diferença entre elas é pertinente ao assunto.24 De acordo com a finalidade e a peculiaridade de cada expediente. Os exemplos desse grupo são: o decreto25. a resolução.1. Cabe salientar que as portarias são atos administrativos que versam sobre a auto-organização da instituição e. “quando seguido do respectivo número. os atos de ajuste (contrato e convênio). reformulam ou excluem determinadas formas de funcionamento da Corporação) levam número. as demais que incidem de forma pontual para alguns militares (movimentação de oficiais.1. é indicado pela 24 Conforme exposto na introdução deste manual. que serão tratados em uma publicação posterior.1. atos enunciativos. atos de ajuste24.. normas. 3. o regimento e o regulamento. todos os atos que expõem orientações. Ao longo de todo o Capítulo III da referida lei complementar. que.1.º 13. . regulamentos sobre a execução de determinado serviço. deixam de constar. por sua complexidade. No artigo 52. 3. como tal. e atos comprobatórios. possuem algumas especificações como: são articuladas (divididas em artigos). a remissão a dispositivos de lei deve ser iniciada pelo artigo. Portaria As portarias no Corpo de Bombeiros Militar do Distrito Federal (CBMDF) se dividem em dois tipos: a que leva numeração e a não numerada. atos normativos. os atos administrativos podem ser classificados nas seguintes categorias: – – – – – atos de correspondência. 25 O decreto não será tratado neste manual em virtude de o CBMDF não produzir tal expediente.

. 9) o inciso será numerado em algarismo romano. Livros. 3) artigo será indicado por meio da abreviatura “Art. 4) entre a numeração em algarismo ordinal e o texto. 2º. geral). temos: 1) a ementa será grafada em negrito ou. Dessa forma. .” Entre algumas normas próprias no tocante à redação dos atos normativos. §2º. por meio de caracteres que a realcem e o seu texto será situado entre o centro e a margem direita do papel (com distância de 3 cm em relação à margem esquerda). depois da numeração em algarismo cardinal.’.” seguida da numeração ordinal até o nono e cardinal depois deste. a qual terá o seu texto iniciado por minúscula. 7) não haverá inciso único. será colocada a data.” A complementação do artigo deve ser isolada por vírgulas. 5) a portaria poderá. agrupar os artigos em: Parte (especial. para citar o §2º de algum artigo. na falta dela. sendo o seu texto iniciado por minúscula. Títulos. em especial a portaria. Capítulos (todos em letras maiúsculas) e em Seções e Subseções (em letra minúscula). definidas na citada lei complementar. 2) depois de parágrafo. conforme se use a remissão para um ou mais artigos. seguido de travessão.25 abreviatura ‘art. para melhor entendimento. a citação deve ser assim: “arts. 8) não haverá alínea única. da Lei tal. que terá dia. 11. o caput do artigo não poderá ser desmembrado em incisos. mês e ano. será colocado um ponto. não será colocado nenhum sinal. II.’ ou ‘arts. 6) logo após o número da portaria.

é facultativa a apresentação considerandas algumas das – Órgão ou cargo que promulgou. Texto (é articulado) 2.º 13/96) Utiliza caracteres maiúsculos/distingue as Epígrafe espécies de portarias utilizando numeração arábica / situa a portaria no tempo (dia. mais de um utiliza-se o símbolo “§” (é dependente do caput). 2.3. fundamento legal Fórmula de promulgação 1.2. informações sobre o espírito da lei. Um só parágrafo é único.1. parágrafo: Unidade complementar para apreensão do unidade complementar sentido. 2. mês e ano) / possui numeração própria. Título Verbo na terceira pessoa do singular do Ementa presente do indicativo.4..26 ESQUEMA DA ESTRUTURA DAS PORTARIAS (com base na Lei Complementar n.2. O texto da ementa é entre o centro e a margem direita.2. artigo: unidade básica. autoridade que não promulgou.2.2. ordem de execução 1. Preâmbulo (parte inicial da portaria) 1. Termina com ponto ou dois pontos / possuem uma única frase / sentido completo. . autoria 1. Síntese do conteúdo / negrito. existe uma única regra.2.1.

2. complementa o inciso Algarismo romano seguido de travessão. inciso: explicita normas. 47. 2. 2. no uso das atribuições que lhe compete o art.. de 4 nov.º 16. 97.036.3. Fecho 3. números: complementa a alínea (números arábicos) 3. respectivamente. letra b.6. aprovado pelo Decreto n. as portarias são redigidas em formato de nota de boletim.1. alínea: Completa o sentido do caput ou do parágrafo / para melhorar o sentido faz-se um desdobramento.. O certo seria: O Comandante-Geral.1. 47. Uma utilização bastante recorrente no CBMDF é a referência errada a incisos e alíneas. os quais são tratados como itens e letras.º 16.3. alínea b... 97. resolve (.. Como é um ato administrativo que implica publicidade. do Regulamento da Organização Básica do CBMDF.1. para posterior publicação26. data e assinatura da autoridade que promulga a lei / após o último artigo. aprovado pelo Decreto n. de 4 nov. (letra minúscula).27 2.3. 26 Ver o item 3.). Perceba a diferença no seguinte exemplo: O Comandante-Geral. incisos IV e V. resolve (.036. do Regulamento da Organização Básica do CBMDF.).5 que trata da formatação da nota de boletim neste manual. itens IV e V. no uso das atribuições que lhe compete o art. consignação do local. .

9 de abril de 2007. 2007. (nome completo. II – Sextas-feiras: das 9h às 13h.º 7. e estabelece o horário de expediente administrativo da Corporação. O COMANDANTE-GERAL. 27 . 2º A contar da presente data.. Brasília-DF. 3º Esta Portaria entrará em vigor a contar de sua publicação. as Publicações e os Atos Administrativos no âmbito do Exército. do Regulamento da Organização Básica do CBMDF. o horário de expediente administrativo da Corporação. que alterou o horário de expediente administrativo da Corporação. de 26 mar. 2007. 1994. b) 2º expediente – das 13h30min.º 60. V e VII.27 - CORPO DE BOMBEIROS MILITAR DO DISTRITO FEDERAL DESCRIÇÃO DA OBM DESCRIÇÃO DA SEÇÃO PORTARIA DE REVOGAÇÃO27 Portaria n.º 6. II. Art. publicada no item VII do BG n. de 26 mar. passará a ser cumprido na forma que se segue: I – Segundas. quartas e quintas-feiras: a) 1º expediente – das 9h às 12h. às 17h. Art. de 20 mar. A preocupação se fixará nas partes que compõem os atos e a formatação sobre os espaçamentos obedecerá a melhor estética. 1º REVOGAR a Portaria n.º 6.036. terças. incisos I.º 16. de 9 de abril de 2007. resolve: Art. no uso das atribuições que lhe confere o art. Revoga a Portaria n. posto QOBM // matrícula) Comandante-Geral do CBMDF “Brasília – Patrimônio Cultural da Humanidade” _____________________________________________________________________________________________________ Descrição da OBM Endereço completo da OBM Telefones e endereço eletrônico da OBM Neste manual não serão estabelecidas formatações referentes a distâncias em centímetros de cada margem ou do símbolo ao texto etc. 2007. de 4 nov. aprovado pelo Decreto n. 47. como acontece com o Manual de Redação da Presidência da República e da Instruções Gerais para a Correspondência.

Podem-se resumir as características do despacho da seguinte forma: 1) é breve e fundamentado em informações ou parecer. Alguns são feitos com uso de carimbos. Despacho É o ato administrativo que contém a decisão das autoridades administrativas sobre o assunto submetido à sua apreciação. no entanto. geralmente.1.. Nem sempre representa decisão a respeito do assunto apreciado. pois pode deliberar para autoridade ou órgão competente que decidirá sobre a questão. 5) o formulário pode ser carimbado. 4) não é publicado. . mas para efeito deste manual. que o Comandante-Geral utiliza o despacho decisório. feito no próprio documento que originou a apreciação. AO: _________________________________________ PARA: _______________________________________ _____________________________________________ _____________________________________________ _____________________________________________ Em _____/______/_______ ASS. o qual é numerado e objetiva avaliar e deliberar sobre solicitações. sendo. não aparece numerado.29 3. 3) geralmente é manuscrito. uma vez que ele. 2) consta do corpo do processo (quando houver).2. No CBMDF. N. outros de maneira aleatória. conforme o exemplo: CBMDF – AG PROT.:_________________________________________ Cabe ressaltar.º _________/_____/______ às ___h____ min. o despacho será considerado como movimentação a ser exposta durante a tramitação do documento. geralmente.1. não há normatização quanto a esse expediente.

2007.. determino à Seção de Assessoria Jurídica: 1) apreciar juridicamente o Processo n. posto QOBM/QBMG // matrícula) Comandante-Geral do CBMDF “Brasília – Patrimônio Cultural da Humanidade” _____________________________________________________________________________________________________ Descrição da OBM Endereço completo da OBM Telefones e endereço eletrônico da OBM .: Ofício n.30 - CORPO DE BOMBEIROS MILITAR DO DISTRITO FEDERAL DESCRIÇÃO DA OBM DESCRIÇÃO DA SEÇÃO DESPACHO nº 124/2007-Gab.759/2007-DP./Cmte. a este Comando. matr. 9 de abril de 2007. 01111-X. Cumpra-se.2007. de 5 de abril de 2007. (nome completo.759/2007-DP Assunto: matrícula no Curso de Formação de Cabos/2007 Interessado: Soldado AKIL DA SILVA.º 3.-Geral Ref.53.º 25.53 De acordo com as questões formuladas pela praça solicitante no requerimento que originou o Ofício n.º 3. Brasília-DF. Processo n. e 2) enviar relatório no prazo de 20 (vinte) dias. não prorrogáveis.º 25.

também. e 5) atribuições. sendo denominado como NOTA DE INSTRUÇÃO. determina a realização de certo serviço ou regulamenta procedimentos para a sua execução.1. 3) finalidade (ementa). seguida de número. esse expediente é bastante produtivo para regulamentar a efetivação de solenidades. É utilizada.3.. ano e órgão que a gerou ao centro. a fim de cumprir determinada missão. Consiste no estabelecimento de encargos para unidades orgânicas e/ou militares subordinadas. orienta as unidades orgânicas e/ou subordinados quanto ao desempenho de suas funções. 6) fecho. 4) referência (fundamentação legal). além de outras autoridades de nível hierárquico equivalente. No CBMDF. . para assuntos normativos. A ordem de serviço precisa conter: 1) cabeçalho (conforme modelo já exposto neste manual).31 3. 2) denominação do ato ORDEM DE SERVIÇO. de pessoal e administrativos.1. Ordem de Serviço É o ato administrativo mediante o qual o titular da OBM.

) 5) Desenvolvimento da Solenidade (pormenorizado dos acontecimentos previstos. uniforme etc. 3) Programação (especificação da data. horário. posto ou graduação QOBM/QBMG // matrícula) Função da autoridade “Brasília – Patrimônio Cultural da Humanidade” _____________________________________________________________________________________________________ Descrição da OBM Endereço completo da OBM Telefones e endereço eletrônico da OBM Embora esse expediente seja quase sempre utilizado para normatizar e pormenorizar solenidades no CBMDF. bem como de sua seqüência) 6) Atribuições (encargos a diversos órgãos da Corporação. como regulamentando um dispositivo legal.) 4) Treinamento (especificação da data. uniforme etc. 2) Referência (fundamentação legal). para que a solenidade transcorra como previsto). horário. ele pode ser aproveitado em outros campos. (nome completo. DIREÇÃO E ESTADOMAIOR NOTA DE INSTRUÇÃO Nº 3/2007-CAECDEM/DEI SOLENIDADE DE ENCERRAMENTO DO CURSO DE APERFEIÇOAMENTO DE OFICIAIS COMBATENTES (CAO/Comb/2007) 1) Finalidade Regular a solenidade de encerramento do Curso de Aperfeiçoamento de Oficiais Combatentes a ser realizada no dia 6 de novembro de 2007. dessa forma terá uma outra estrutura. conforme o seguinte modelo: .32 - CORPO DE BOMBEIROS MILITAR DO DISTRITO FEDERAL DIRETORIA DE ENSINO E INSTRUÇÃO CENTRO DE ALTOS ESTUDOS DE COMANDO..

posto ou graduação QOBM/QBMG // matrícula) Comandante-Geral do CBMDF “Brasília – Patrimônio Cultural da Humanidade” _____________________________________________________________________________________________________ Descrição da OBM Endereço completo da OBM Telefones e endereço eletrônico da OBM . pois a não obediência acarretará em sanções disciplinares tanto para as autoridades que concederem a dispensa. de 4 nov. 1994.º 16.036. – que a sobreposição do número de militares em gozo de férias com o de dispensa recompensa acarretaria em um déficit significativo para a Corporação. de _____. no período de dezembro a fevereiro de cada ano. aprovado pelo Decreto n. no mínimo. comandantes e chefes que atentem para a proibição. 4) Revogam-se as disposições em contrário. de ___% de militares em exercendo as suas atividades.33 - CORPO DE BOMBEIROS MILITAR DO DISTRITO FEDERAL GABINETE DO COMANDANTE-GERAL ORDEM DE SERVIÇO N. conforme a Portaria n. – que. 2) ORIENTAR os diretores. Disciplina a concessão de dispensa recompensa no âmbito do CBMDF. o Corpo de Bombeiros precisa. O COMANDANTE-GERAL. Os casos especiais serão avaliados apenas pelo Chefe do EstadoMaior-Geral. no uso de suas atribuições que lhe confere o art..º 3. (nome completo. 47 do Regulamento da Organização Básica do CBMDF.º 21. 3) Esta Ordem de Serviço entra em vigor na data de sua publicação. e considerando: – que no período de dezembro a fevereiro de cada ano ocorre uma demanda acentuada de militares que entram em gozo de férias. resolve: 1) PROIBIR a concessão de dispensa recompensa nesse período. quanto para os que receberam a concessão. DE 5 DE JANEIRO DE 2007.

28 Conforme decisão do STF. implica-se que somente pessoas capacitadas sobre determinado assunto poderão emitir parecer técnico. despacho decisório ou qualquer outro expediente com essas características. O uso de parecer é bastante importante. O parecer pode ser técnico ou normativo. os quais só poderão ser contestados por pessoas igualmente qualificadas. não podendo ser contrariado por leigo ou.1.. pois assessora o agente público a tomar as decisões que o caso necessita.2. baseado na análise do caso e indicada. . publicada na Revista de Direito Administrativo (RJ) 80/136. o parecer técnico É o que provém de órgão ou agente especializado na matéria. infere-se que o parecer é o meio pelo qual determinada atitude da administração será tomada. Nessa modalidade de parecer ou julgamento não prevalece a hierarquia. a solução para a situação.34 3. a qual será evidenciada por meio de nota de boletim. Já o parecer normativo é convertido. posteriormente. 3. Dessa forma. pois não há subordinação no campo da técnica.2. depois de aprovado pela autoridade.1.28 Dessa forma. Parecer É um ato do agente público sobre determinado processo. Enunciativos Compõem essa categoria todos os atos que se restringem a emissão de opinião sobre determinado assunto ou declaram um fato com base em dispositivos legais. em norma de procedimento interno. a qual precisa estar justificada com dispositivos legais e informações relevantes. por superior hierárquico.1. Os pareceres jurídicos emitidos pela Seção de Assessoria Jurídica do CBMDF estão incluídos nessa categoria. Segundo Eli Lopes Meireles (2003). mesmo.

posto ou graduação QOBM/QBMG // matrícula) cargo da autoridade Aprovado pela Diretoria de Pessoal Em ___/____/_____ (nome completo. Fulano de Tal. CONCLUSÃO É o parecer. Brasília. HISTÓRICO II.º _____/______-. Processo n.. ANÁLISE III. _____ de ___________ de ____ (nome completo.º _________. posto ou graduação QOBM/QBMG // matrícula) cargo da autoridade “Brasília – Patrimônio Cultural da Humanidade” _____________________________________________________________________________________________________ Descrição da OBM Endereço completo da OBM Telefones e endereço eletrônico da OBM .35 - CORPO DE BOMBEIROS MILITAR DO DISTRITO FEDERAL GABINETE DO COMANDANTE-GERAL PARECER N. Interessado: _________. I.

2) parte expositiva (assunto propriamente dito do relatório). no qual o autor deve expor os acontecimentos e suas avaliações sobre a viagem. ocorrência ou se expõe a execução de uma missão ou de um serviço.2. Uma utilização bastante freqüente desse expediente. deve-se entender por relatório o “documento através do qual se expõem os resultados de atividades variadas”. . É um documento de circulação interna em que a exposição escrita.36 3. informativo e apresentável. 3) conclusão. O destinatário deve figurar sempre no canto inferior esquerdo da primeira página.2. Relatório Segundo Martins & Zilberknop (2001: 252). no CBMDF. os assuntos e a periodicidade devem ser determinados por autoridade competente. circunstanciada. Não é simplesmente a relação de fatos. acontecimentos e fatos. O conteúdo do relatório. O relatório possui as seguintes partes: 1) cabeçalho (destinado à identificação). qualidades que só são atingidas se o seu autor demonstrar capacidade para tal. deve ser dirigida ao superior hierárquico para relatar a execução de atividades.1. refere-se ao relatório de viagem. no qual se narra uma atividade. bem como quando no exercício de cargo. mas deve ser objetivo.. função ou desempenho de atribuições. visto que. ela tem objetivo o estudo. geralmente. e 4) fecho.

Senhor Diretor. QBMG-1 Matr. realizei viagem de estudos para o Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Rio de Janeiro. Como conclusão do Curso de Aperfeiçoamento de Sargentos (CAS/2007). Sendo observações). ALÉXIS VICTOR DA SILVA – 2º Sgt. 01012-1 Senhor Fulano de Tal Diretor de Ensino e Instrução NESTA .º 10/2007-ALCL Assunto: Viagem de estudos ao CBMERJ. observado (especificação dos acontecimentos e das Atenciosamente. 10 de dezembro de 2007.. Brasília-DF.37 - CORPO DE BOMBEIROS MILITAR DO DISTRITO FEDERAL DESCRIÇÃO DA OBM DESCRIÇÃO DA SEÇÃO RELATÓRIO N.

38 3. uma determinada situação à autoridade a qual é destinada. É semelhante ao ato administrativo “estudo” utilizado pelo Exército Brasileiro. pois também tem como objetivo a análise e equacionamento de problemas de maior complexidade.1. a especificação do assunto e qual a documentação que a gerou. mas visa municiar a autoridade destinatária de dados que a levem a tal fim. a informação possui um cabeçalho. da regulamentação. A diferença entre esses dois atos está no fato de que a informação não tem em si a tomada de decisão.3. . É composta de algumas partes como: do pedido.. dos dados do solicitante. Informação A informação é um ato administrativo que visa esclarecer. De uma forma geral. por meio do raciocínio lógico. de forma minuciosa. dos fatos e conclusão.2.

Da regulamentação indeferimento). V.001. III. 1º de fevereiro de 2007. Do pedido (especificação do objeto). Dos fatos (informações relevantes ao caso). (amparo legal ao deferimento ou LAÍS DE SOUZA – 1º Sgt. 02222-1 Senhor Fulano de Tal Secretário do EMG NESTA . Conclusão (posicionamento do autor quanto ao caso. I.39 - CORPO DE BOMBEIROS MILITAR DO DISTRITO FEDERAL DESCRIÇÃO DA OBM DESCRIÇÃO DA SEÇÃO INFORMAÇÃO n. Brasília-DF. Senhor Secretário do EMG.364/2007.° 2/2007-Gab. QBMG-1 Matr. Assunto: concessão de férias. Referência: Processo 53. à luz da administração pública e da legislação em vigor). IV./Cmte-Geral.. Dos dados do militar (informações relevantes ao caso). II.

Ata Em síntese..1. . os espaços para os parágrafos. A ata precisa de um termo de abertura e encerramento. contanto que se tenha o devido cuidado com o arquivamento e com possíveis fraudes ou alterações não conhecidas pelos membros da reunião. o tempo verbal utilizado na ata é o pretérito perfeito do indicativo.3. De assentamento 3. Possui valor jurídico.1. expressões coloquiais. aceita-se que a ata seja transcrita digitalmente. sessão ou reunião para um determinado objetivo. geralmente é escrita a mão pelo secretário em livro próprio (com folhas numeradas e rubricadas). deve-se evitar abreviações. devendo seguir texto contínuo em um único bloco paragráfico. uma vez que o texto não permite a sua adulteração. uma vez que todos deverão assiná-la ao final. deve ser escrita de tal forma que nada seja alterado ou modificado sem o consentimento dos participantes do evento. quando escrita a mão. por isso. não há essa necessidade. assembléia ou sessão. Já em caso de digitação. a variante da Língua Portuguesa adotada é a padrão. Com o advento da informática.3. ata é um resumo de fatos e decisões que aconteceram em uma assembléia. cabendo ao secretário retificar dentro do próprio corpo do texto as alterações aceitas. No entanto. Os números devem ser escritos por extenso.40 3.1. não há a construção de parágrafos.

que presidiu os trabalhos. no Salão de Apoio do Quartel do Comando-Geral. Cap.. presentes os seguintes oficiais: Cel RAFAEL VASCONCELOS DA SILVA. do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (IBAMA) e da Secretaria do Meio Ambiente Ciência e Tecnologia (SEMATEC). lavrei a presente Ata.Patrimônio Cultural da Humanidade” . Assinaturas: “Brasília . SARA SANTIAGO que secretariou a 13ª sessão ordinária do ano. foi unanimente aprovado o Parecer n. Secretária. Maj. às 14horas. no dia 15 de dezembro de 2007.º 35-IBAMA. GUSTAVO NUNES. Na ordem do dia. respectivamente.41 - CORPO DE BOMBEIROS MILITAR DO DISTRITO FEDERAL DESCRIÇÃO DA OBM DESCRIÇÃO DA SEÇÃO ATA N. Maj. Subcomandante do CBMDF.º Aos 17 dias do mês de outubro do ano de 2007. A seguir. e a Cap. CAIO SILVESTRE. ANA CAROLINA MACHADO. Lida pela secretária. O expediente constou da leitura de ofício e parecer recebidos. nesta cidade. a ata da sessão anterior foi aprovada sem restrições. Cap. o Presidente declarou encerrada a sessão e convocou os presentes para a próxima reunião. que assino com o Sr. Presidente e demais participantes. Eu. SARA SANTIAGO.

o ofício. o memorando. a exposição de motivos. São exemplos deste grupo: o aviso.29 Esse ato administrativo possui a seguinte estrutura: 1) designação do órgão. cargo. posto/graduação e matrícula.. 6) texto (exposição do assunto). sendo que a diferença entre eles é que o primeiro atesta a verdade referente a determinado fato transitório. 5) vocativo. De correspondência Os atos que têm por objetivo maior estabelecer comunicação entre pessoas. a mensagem.4. casamento. Comprobatórios São aqueles que servem como prova para determinado fato.42 3. e 29 Definição retirada do Manual de Comunicação Oficial do Governo do Distrito Federal. endereço). 3. dentro de sua respectiva ordem hierárquica. 3) numeração/ano. Carta Entenda-se como carta A forma de correspondência por meio da qual os dirigentes da Administração do Distrito Federal se dirigem a personalidades e entidades públicas e particulares para tratar de assunto oficial.5.1. 8) assinatura. 4) destinatário (nome. a circular. 2) denominação do ato CARTA. Como tipos de documentos comprobatórios têm-se o atestado e a certidão. Já para a certidão. 3.5. a carta. local e data na mesma direção. órgãos ou entidades são classificados como sendo de correspondência. de óbito etc. no HFA e atestado de saúde.1. 9) nome. 7) fecho.1. enquanto a outra atesta fato permanente.1. . São exemplos de atestado: comparecimento na Policlínica. há a de nascimento.

no entanto. será exposto modelo também desse ato.43 10) cargo. o ofício tem incorporado as atribuições da carta e a substituído. para efeito deste Manual. por se tratar de assunto oficial. No Corpo de Bombeiros Militar do Distrito Federal. esse expediente praticamente não é utilizado. . por isso.. as autoridades entendem que o ato administrativo “ofício” atende às necessidades e. pois.

Patrimônio Cultural da Humanidade” . mas a todos que se mobilizaram para nos ajudar. Sabemos. O Corpo de Bombeiros Militar do Distrito Federal agradece o apoio que recebeu de Vossa Senhoria e dos brigadistas voluntários no incêndio no Parque Nacional de Brasília. que não estamos sozinhos e queremos desejar não só a Vossa Senhoria. 701 Senhor Síndico. RUBEM FERREIRA Síndico do Ed. na semana passada. São atitudes como essas que nos mostram o quanto a população está preocupada não só com o meio-ambiente como em nos ajudar nessas missões. 7 de outubro de 2007. O fato de pessoas que não possuem por obrigação tal atividade nos serve de alento e dá mais força no combate aos vários focos que aparecem diariamente.-Geral Brasília-DF. posto ou graduação QOBM/QBMG // matrícula) Comandante-Geral do CBMDF “Brasília . Atenciosamente. Morada dos Nobres SQS 313 Bloco W Apto. Cmdo. (nome completo. votos de saúde.44 - CORPO DE BOMBEIROS MILITAR DO DISTRITO FEDERAL GABINETE DO COMANDANTE-GERAL CARTA N. agora.. realizações por toda a vida.º 153/2007-Gab.

.2. é trocada pela ordem de serviço.45 3. Em virtude de possuir a característica de mesmo conteúdo para conhecimento de várias seções e unidades do CBMDF. por meio de sua publicação em boletim.1. . Ela possui a mesma estrutura do “ofício”. Circular São atos administrativos de mesmo teor destinados para vários funcionários ou órgãos administrativos incumbidos de certo serviço ou do desempenho de certas atribuições em circunstâncias especiais. a qual acaba por economizar recursos materiais e humanos.5. geralmente. além de ser conhecida ao mesmo tempo por todos os órgãos interessados.

). À medida que os aparelhos forem devolvidos será procedida a entrega dos novos equipamentos da empresa de telefonia celular Fulana. mediante relação com as especificações do celular (número. 7 de outubro de 2007. A entrega dos equipamentos deverá acontecer até o próximo dia 23 de outubro deste ano.46 - CORPO DE BOMBEIROS MILITAR DO DISTRITO FEDERAL GABINETE DO COMANDANTE-GERAL CIRCULAR N. militar encarregado etc. juntamente com seus acessórios.Patrimônio Cultural da Humanidade” . Atenciosamente. posto ou graduação QOBM/QBMG // matrícula) Comandante-Geral do CBMDF “Brasília .-Geral Brasília-DF. Em virtude do cancelamento do contrato com a Empresa de Telefonia Celular Tal. (nome completo.º 253/2007-Gab. a qual venceu a licitação para prestação de serviço móvel para esta Instituição. solicito a Vossa Senhoria que sejam recolhidos de todos os militares sob sua responsabilidade os aparelhos celulares. Cmte. no Protocolo-Geral. Ao Senhor Fulano de Tal Diretor de Saúde NESTA Senhor Diretor..

Trata-se. O Manual de Redação Oficial do Governo do Distrito Federal. de uma forma de comunicação eminentemente interna. sindicâncias etc. como foi anteriormente relatado. Exposição de motivos Ao contrário do que eventualmente se pratica no âmbito do CBMDF.3. De outra forma.4. Essa documentação tem um formato semelhante ao utilizado para o ofício e pode conter anexos para corroborar a justificativa para a tomada de determinada atitude por parte do Presidente da República..5. a enumeração dos fatos e dos dados é utilizada para sintetizá-los e pontuá-los de tal forma que a autoridade para quem é destinada à comunicação tenha uma maior visibilidade sobre o assunto e possa deliberar com maior propriedade. Memorando Segundo o Manual de Redação da Presidência da República: Memorando é a modalidade de comunicação entre unidades administrativas de um mesmo órgão. 15. que podem estar hierarquicamente em mesmo nível ou em níveis diferentes. p. a característica importante de expor de forma eficaz os fatos e dados será considerada principalmente na elaboração do ato administrativo “informação” (ver item 1.5. pois em geral. . portanto. prevê a utilização da exposição de motivos vinculando-a ao expoente máximo do Governo do Distrito Federal: o Governador. 3. não será possível a sua utilização pelo CBMDF.1. Dessa forma. ofícios. estariam autorizados os secretários e autoridades de igual nível hierárquico. possivelmente numa analogia ao Manual de Redação da Presidência da República.47 3. a exposição de motivos é um ato administrativo dirigido ao Presidente da República ou ao Vice-Presidente elaborado por Ministros de Estado30. a exposição de motivos utilizada por militares do CBMDF não possui numeração. Devido à especificação inerente ao ato administrativo denominado exposição de motivos que é ser destinado ao Presidente ou ao Vice-Presidente. Manual de Redação da Presidência da República.1.2.31 30 31 Manual de Redação da Presidência da República.. todavia.3). vem diluída em notas de boletim.

nas instituições militares o memorando foi muito utilizado como forma de obter justificativas para atrasos.48 - É o documento empregado para exposição de projetos. uma vez que ele requer um retorno rápido sobre o assunto que é tratado e. “parte” e “encaminhamento”. idéias.. será adotado o uso do Memorando no lugar do que atualmente se denominam “ofício interno”. utilização que deve ser repensada. no entanto. pois a característica principal do memorando é a agilidade. deve ser aplicado para atingir esse objetivo. . por isso. faltas e não cumprimento de missões por parte de militares. devendo ser utilizado o próprio documento para despachar sobre o assunto. os quais não serão mais utilizados no CBMDF. Por circular internamente em um mesmo órgão. diretrizes etc.

publicado no BG n.Patrimônio Cultural da Humanidade” . Atenciosamente. Comandante do CSM. posto QOBM // matrícula) Ajudante-Geral “Brasília . (nome completo. de 28 de dezembro de 2006.º 10/2007-AG Brasília-DF. solicito o recolhimento dos materiais carga que estavam sendo usados na Comissão Permanente de Tomada de Contas Especial/Material Carga a esta Ajudância-Geral. para que serem conferidos e reutilizados de acordo com as nossas necessidades. De acordo com o que fez público o n. 9 de janeiro de 2007. assim sendo. informo a Vossa Senhoria que os materiais em questão pertencem à carga desta Ajudância-Geral.49 - CORPO DE BOMBEIROS MILITAR DO DISTRITO FEDERAL DESCRIÇÃO DA OBM DESCRIÇÃO DA SEÇÃO MEMORANDO N.º 2.. PARA: o Senhor Ten-Cel QOBM/Comb.2 do item VIII.º 244.

até que o documento original seja entregue via postal ou por malote.gov. que usualmente é caracterizada pelo envio de uma folha tamanho A4 que especifica o número de folhas do documento e para quem ele é destinado. o custo será de uma ligação interurbana ou internacional).secretaria@cbm. se em outro estado ou país. Deve-se ressaltar o fato de que a transmissão de fax possui o custo da ligação telefônica (se o destinatário estiver em Brasília. Mensagem (fax) Não há a utilização desse expediente na Corporação.df. Cmte-Geral Do: Corpo de Bombeiros Militar do Distrito Federal À: Secretaria Nacional de Defesa Civil Referência: Ofício Circular 2/2007/SEDEC/SAA/MI DATA: 3 de janeiro de 2007 Nº DESTINO 61 3331-3131 Estamos enviando os dados do Comandante-Geral solicitados por meio do Ofício Circular n. com o objetivo de agilizar a tomada de determinada providência imediatamente. parecer.5. a tarifa é normal.1. Com o objetivo de diminuir gastos desnecessários..br Fone: (061) 3901-8585 FAX Nº 1/2007-Gab. Essas informações serão incluídas no cabeçalho do documento ou em um pequeno pedaço de papel à parte (não em uma folha inteira de papel) quando não for possível a inserção desses dados no documento. sendo utilizado o envio de documentos (ofício.50 3.5. portaria etc) via fax símile. PARA MENSAGEM INCOMPLETA FAVOR CONTATAR (61) 3343-9087 GOVERNO DO DISTRITO FEDERAL CORPO DE BOMBEIROS MILITAR DO DISTRITO FEDERAL GABINETE DO COMANDANTE-GERAL SAM BLOCO ‘D’ MÓDULO ‘E’ CEP 70620-600 ENDEREÇO ELETRÔNICO: cmtgeral.º 2/2007/SEDEC/SAA/MI [ assinatura ] ELOÁ VOGADO DA SILVA Secretária do Gabinete . o envio de documentos por meio dessa tecnologia não terá a “folha de rosto”.

Ofício Ofício é o documento que tem por finalidade o tratamento de assuntos oficiais entre o CBMDF e os demais órgãos da Administração Pública. 7) texto. 3) local e data alinhada com o número do ofício. e 9) assinatura.1.5.6. nome completo. 8) fecho. também. matrícula e cargo. 4) cargo do destinatário e endereço alinhado à esquerda. 5) assunto.. 6) vocativo. seguido da numeração/ano e sigla da OBM/Seção. e. 2) denominação do ato administrativo “OFÍCIO”. Sua estrutura possui as seguintes partes: 1) cabeçalho. entre as instituições particulares e as pessoas físicas. .51 3.

conforme planejamento. Em virtude dos eventos estabelecidos para a comemoração do mês de aniversário do Corpo de Bombeiros Militar do Distrito Federal. 2. Quanto aos demais eventos. A CAESB se pronunciou positivamente para a doação de água potável para a Corrida do Fogo e para a solenidade de entrega da comenda deste CBMDF. A escala está sendo providenciada pelo Diretor de Pessoal.. Senhor Secretário. .52 - CORPO DE BOMBEIROS MILITAR DO DISTRITO FEDERAL AJUDÂNCIA-GERAL OFÍCIO N. pelo Centro de Capacitação Física e pelo Diretor de Inativos e Pensionistas. Ao Senhor Fulano de Tal Secretário de Governo Nesta Assunto: eventos comemorativos do mês de aniversário do CBMDF. 5 de junho de 2007. 3. Contatos foram realizados por este Ajudante com a Central de Compras do GDF para garantir a aquisição de estojos para a medalha “Mérito Dom Pedro”. necessário se faz a publicação de algumas convocações de militares que nos apoiarão durante todo o mês de julho. relacionados na última reunião do dia 3 deste mês. 4. já para o próximo ano. informo a Vossa Senhoria que várias atividades estão sendo realizadas para que os eventos transcorram satisfatoriamente.º 123/2007-CBMDF Brasília-DF. 1.

(nome completo.º 123/2007-AG. a declaração de beneficiário e seus desdobramentos.º 90.604).6. 3. Respeitosamente.1. folha 2) 5. de 5 de junho de 2007.1. Esse documento visa esclarecer e evidenciar as circunstâncias que cercaram o fato que deu origem ao acidente (art. inquérito sanitário de origem). todas as medidas estão sendo tomadas para que o mês de julho transcorra mostrando o profissionalismo do CBMDF também na promoção de eventos comemorativos. de 15 de maio de 2006).6. Outros Há outros atos administrativos bem peculiares utilizados pelo Corpo de Bombeiros Militar do Distrito Federal.Patrimônio Cultural da Humanidade” 3..1. Como Vossa Senhoria pode observar. Entre eles podemos citar a Parte de Acidente e seus desdobramentos (atestado de origem. Comunicação de Acidente A parte de acidente é considerada como sendo um expediente de caráter urgentíssimo devendo ser confeccionada e enviada à Secretaria da Policlínica. obrigatoriamente.53 (continuação do Ofício n.º 26. criados pela necessidade inerente às atribuições da Administração Pública para com a função do bombeiro militar. 3º. inspeção de saúde de controle. em 48 (quarenta e oito) horas depois do acidente (conforme determinação publicada como item VI do Boletim Geral n. posto QOBM // matrícula) Ajudante-Geral do CBMDF “Brasília . O . §3º do Decreto n. exame de sanidade de acidentados em ato de serviço.

fato que pode ser imputado a ela transgressão à disciplina. isso não diminui a importância desse relato. foi sancionado o Decreto n. O relato deve ater-se às causas e circunstâncias do acidente. fatores que influem na sua classificação.54 autor da parte deve ter consciência de que o teor da descrição poderá prejudicar ou beneficiar o militar vítima de acidente e.. na qualidade de testemunha. (art. baseado em sua observação do acidente. Todavia. 4º do Decreto n.604. no qual prevê que o acidentado deverá ser avaliado por médico da Corporação.º 26. o qual deverá emitir parecer sobre a necessidade ou não de atestado de origem32. ela deve ser fiel aos fatos e conter as informações pedidas no modelo constante deste manual. são informações básicas de uma pessoa leiga. ou seja. 32 Entenda-se como atestado de origem o “procedimento administrativo-militar destinado a apurar a materialidade e a natureza dos acidentes que. Tal exigência implica na apresentação do acidentado à Secretaria da Policlínica (exceto aquele que estiver internado em unidade de saúde alheia à Corporação). é responsável por suas conseqüências. Para melhor definição de quesitos importantes para a elaboração da documentação que poderá ou não incorrer na formação de processo sobre o acidente. Cabe salientar que o militar autor da parte não precisa ser formado em Medicina ou outras áreas de saúde.º 26.604. por isso. como sendo acidente em serviço ou não. . possam dar origem ao óbito ou à incapacidade física temporária ou definitiva” de bombeiro militar. sendo considerados em conseqüência de ato de serviço. de 23 de fevereiro de 2006. pois com ele pode-se avaliar também se a vítima concorreu para que o acidente acontecesse. de 23 de fevereiro de 2006). pois o relatório exigido e que deve conter a parte de acidente é preliminar. De uma forma geral.

Ratificando seu teor. sugere-se o uso de militar ao invés de vítima.. Do: Secretário do EMG. dessa forma. geralmente./Nome: 2) Posto/Grad.º 4. e Instruções Complementares aos DSO..º: Órgão de recolhimento: RELATO SUCINTO DO ACIDENTE Comunico a V. o militar é representado como vítima e pode haver associação. . Outra observação importante a ser ressaltada é que. 7109-8 ENCAMINHAMENTO AO CHEFE DO ESTADO-MAIOR Brasília-DF. Residencial DADOS DAS TESTEMUNHAS DO ACIDENTE 1) Posto/Grad.º 1/2006-AG Brasília-DF.Sª que o (. (dia) de (mês) de (ano). DADOS DO MILITAR ACIDENTADO Nome: Posto ou grad.: Matrícula/SIAPE: OBM: Telefone OBM: Tel.604.º 26. com a vítima socorrida.. imprudência ou negligência. Referência: Instruções Reguladoras dos DSO. 33 NATÁLIA MARIA DA SILVA – 3º Sgt.” O termo o mesmo pode ser retirado sem prejuízo gramatical..55 - CORPO DE BOMBEIROS MILITAR DO DISTRITO FEDERAL (OBM) COMUNICAÇÃO DE ACIDENTE N. QBMG-1 matr.) vindo o mesmo a cair no solo.. aprovadas pelo Decreto n. conforme o seguinte exemplo: “(. Não havendo por parte da vítima imperícia. ___________________________________________ Assinatura 33 Nesse expediente administrativo é recorrente o uso do termo “o mesmo”. em 15 de março de 2006. além de seu uso ser considerado pobreza vocabular. aprovadas pela Portaria n. de 23/02/2006. em alguns casos.) (relato com as circunstâncias e natureza do serviço que o acidentado desempenhava no momento do acidente e a parte ou região do corpo lesionada ou atingida). de 25/02/2008./Nome: DADOS DO ACIDENTE E ATENDIMENTO MÉDICO Local do acidente: Data do acidente: Hora do acidente: Órgão de Socorro: 1º médico que atendeu: CRM n.

Diretor ou Chefe da OBM de origem do militar) Retorno a V. a prova técnica. (dia) de (mês) de (ano).º 4. anexo. Nome completo / posto / matrícula Médico Perito do Dia QUANDO NÃO FOR O CASO DE LAVRATURA DE AO Do: Diretor de Saúde do CBMDF Ao: Senhor Chefe da Seção de Perícias Médicas.º 26. Encaminho a V. (dia) de (mês) de (ano)..Sª o presente memorando sobre o acidente verificado com o (posto/graduação e nome completo do acidentado). ( ) é caso de lavratura de Atestado de Origem (AO). (dia) de (mês) de (ano). 6º das Instruções Reguladoras. Nome completo / posto / matrícula Diretor de Saúde do CBMDF . (dia) de (mês) de (ano). de acordo com as Instruções Reguladoras.56 (VERSO) ENCAMINHAMENTOS/DESPACHOS Do: (Cmte. de 25 de fevereiro de 2008. Anexo a prova técnica para fins de remessa à OBM de origem do militar acidentado.604. no prazo de 20 (vinte) dias. arquivar no prontuário nosológico do militar acidentado. Brasília. Nome completo / Posto / matrícula Cargo ou função Do: Médico Perito do Dia Ao: Senhor Diretor de Saúde do CBMDF. 2) Após publicação e registros.Sª o presente memorando. para fins de instauração de Procedimento Apuratório de Provas de Autenticidade. ( ) não é caso de lavratura de Atestado de Origem (AO). de 23 de fevereiro de 2006. de 25 de fevereiro de 2008.º 4. Observações (se houver): _______________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________ Brasília. e Instruções Complementares aos DSO. aprovadas pelo Decreto n. Após avaliar o militar acidentado. por apresentar lesões mínimas. Brasília. aprovadas pelo Decreto n. aprovadas pela Portaria n. de acordo com o art. emito o seguinte parecer: ( ) não é caso de lavratura de Atestado de Origem (AO). de 23 de fevereiro de 2006. Nome completo / posto / matrícula Diretor de Saúde do CBMDF QUANDO FOR O CASO DE LAVRATURA DE AO Do: Diretor de Saúde do CBMDF Ao: Senhor _____________________ (Cmte.. aprovadas pela Portaria n.604.. por não apresentar lesões decorrentes do acidente. Brasília. e as Instruções Complentares aos DSO. 1) Confeccionar o ato pertinente para publicação em boletim geral.º 26. Diretor ou Chefe da OBM) Ao: Senhor Diretor de Saúde do CBMDF.

e 4) exame de sanidade de acidentado em ato de serviço (perícia médica final. opinando pela elaboração do atestado de origem. . a fim de indicar diagnóstico e estabelecer. procedimentos para arrecadação de dados que fomentação um processo de investigação sobre o acidente. começará. Só para se ter uma idéia. entre outras coisas.2.57 3. na qual consta os procedimentos médicos efetuados e a condição atual da vítima de alta: se curada ou melhorada).. a relação de causa e efeito que possa existir entre as lesões encontradas e as constantes da prova técnica). então. nos pareceres médicos. estabelecer uma relação de causa e efeito entre o serviço que a vítima desempenhava com o acidente sofrido e este com as lesões ou perturbações mórbidas resultantes. bem como sua relação com as lesões ou perturbações mórbidas resultantes.1. o atestado de origem é constituído de 4 (quatro) etapas sucessivas: 1) provas materiais (objetiva. 3) inspeção de saúde de controle (acompanhamento médico do tratamento de saúde da vítima. 2) homologação (reconhece a natureza do serviço que a vítima se incumbia no momento do acidente. Atestado de Origem O médico avaliador.6.

ao procedimento apuratório da prova de autenticidade (art.58 GOVERNO DO DISTRITO FEDERAL SECRETARIA DE ESTADO DE SEGURANÇA PÚBLICA E DEFESA SOCIAL CORPO DE BOMBEIROS MILITAR O DISTRITO FEDERAL ATESTADO DE ORIGEM34 PROVA TÉCNICA O abaixo assinado _____<< posto. .º de registro profissional do médico>> ____________ em serviço____<< indicar a função que exerce e o local>> _______ certifica que ____<< indicar nome. Ao Sr. << comandante. “Brasília – Patrimônio Cultural da Humanidade” _____________________________________________________________________________________________________ Descrição da OBM Endereço Completo da OBM Telefones e Endereço Eletrônico da OBM 34 Modelo estipulado pelo Decreto n.º da identidade. sendo verificadas as seguintes lesões ou perturbações mórbidas resultantes do acidente ___<<descrever as lesões ou perturbações mórbidas no momento dos primeiros socorros médicos e o CID >>_____. 6º das Instruções Reguladoras dos DSO. chefe ou diretor >> Com vistas ao cumprimento do inciso III do art. oportunamente. em ____de ________ de _______ . / identidade / posto ou graduação / função ou cargo / quartel do acidentado >>_______ às ___<<indicar hora / dia / mês / ano do acidente >>________ foi vítima do acidente alegado como em ato de serviço. n. << Assinatura e posto do médico >> DESPACHO: 1. [assinatura] Diretor de Saúde Observação: anexar. 2. nome e n. de 23 de fevereiro de 2006 (anexo I). Ciente. << Local >>.. 9º das Instruções Reguladoras).604.º 26.

de acordo com a nomeação constante do Boletim n.1.º de registro profissional do médico >>________ Preâmbulo Aos << dia.604. presente ___<< posto e nome do médico >>____. ..59 3. Estado ________ no ____<<local / quartel >> ____. nesta cidade de _________.º da identidade. Assinatura do encarregado do inquérito 35 Modelo estipulado pelo Decreto n. encarregado deste ISO. da(o) _________<< Corporação >> _____. em face dos seguintes documentos que me foram entregues em ___<< data >>___.3.º ___ de ___<< data >> ____. nome e n.6. Inquérito Sanitário de Origem GOVERNO DO DISTRITO FEDERAL SECRETARIA DE ESTADO DE SEGURANÇA PÚBLICA E DEFESA SOCIAL CORPO DE BOMBEIROS MILITAR O DISTRITO FEDERAL GOVERNO DO DISTRITO FEDERAL SECRETARIA DE ESTADO DE SEGURANÇA PÚBLICA E DEFESA SOCIAL CORPO DE BOMBEIROS MILITAR O DISTRITO FEDERAL INQUÉRITO SANITÁRIO DE ORIGEM (ISO)35 Identicação Paciente: _____<< posto ou graduação / nome / n. << discriminar os documentos recebidos >> ________________. dou início ao presente Inquérito de Origem.º da identidade / lotação >>_____ Encarregado: << posto. n.º 26. de 23 de fevereiro de 2006 (anexo I). mês e ano por extenso >>______.

prorrogável por mais 60 (sessenta) dias. prorrogáveis por Atestado de origem igual período. Provas materiais e Homologação do atestado de origem recebimento. No requerimento de bombeiros militares e civis do CBMDF. informará que ordem seqüencial toma o requerimento apresentado. Caso contrário. Requerimento É o documento interno ou externo pelo qual o peticionário dirige-se a uma autoridade para pleitear direitos ou benefícios previstos na legislação em vigor. prorrogáveis por igual período. Lavratura pelo Diretor 20 (vinte) dias após a data do de Saúde acidente. publicada em Inquérito sanitário de origem Conclusão boletim geral. com linguagem simples e comedida. constarão: a) o requerente deve declarar ser a primeira vez que requer. É fundamentado nos detalhes concernentes às alíneas. 3. até duas vezes.6. Quando requerer .60 - Os atos administrativos relacionados com acidentes de militares em serviço possuem algumas considerações importantes. Conclusão e publicação 20 (vinte) dias após a data do em boletim geral. esclarecendo o despacho que foi dado ao requerimento anterior. O requerimento é redigido em 3ª pessoa.. a contar da nomeação do encarregado. Realizada pelo Chefe do 5 (cinco) dias úteis a contar do Estado-Maior-Geral. no que se refere ao cumprimento de prazos.4. acidente.1. aos parágrafos e aos artigos da legislação geradora do direito requerido. são eles: Documento Procedimento Prazo Confecção e envio do No máximo em 48 (quarenta e Comunicação de acidente Homologação militar autor da parte à oito) horas depois do acidente. autoridade competente. Máximo de 120 (cento e vinte) dias. até duas vezes. no devido tratamento a que fizer jus a autoridade a quem for dirigido.

Avisos. nele inserirá as informações pertinentes. salvo os assuntos subjetivos. argumentos ou fatos que justifiquem a revisão do despacho anterior. sobre o que requer . d) a autoridade que primeiro encaminhar um requerimento. em que o comandante não tenha os subsídios para fundamentar seu parecer. com todas as informações e documentos necessários à sua apreciação e decisão. os seguintes dados pertinentes ao assunto do requerimento: 1. apresentará. e 3. obrigatoriamente. a mais de uma autoridade administrativa. c) no caso de peticionário sem vínculo com o CBMDF (procurador legalmente constituído). f) os requerimentos encaminhados em desacordo com a presente publicação serão devolvidos aos interessados. efetuará a remessa postal. matrícula.. Não residindo o peticionário no Distrito Federal. também. sair da OBM de origem devidamente instruída. entre outras conforme modelo em anexo. dar entrada na OBM onde o interessado serve ou estiver vinculado para fins de percepção de proventos ou de pensão militar. constarão. .o enquadramento na legislação que ampara ou nega o direito pretendido. O encaminhamento contendo essas informações é feito por meio de um primeiro despacho. a autoridade que indeferir o último requerimento poderá declará-lo encerrado na esfera administrativa. citação de Leis. e g) é vedado ao militar ou civil dirigir o mesmo pedido. Nas informações.estudo fundamentado e sintético sobre o requerido e o parecer da autoridade que presta as informações. quando julgados necessários. nas vezes posteriores. data de praça. por meio do Despacho de Encaminhamento. simultaneamente.61 após a primeira vez. 2. para o Comando-Geral do CBMDF.informações pessoais. quanto à pretensão do requerente. o requerimento dará entrada no Comando-Geral do CBMDF. posto/graduação ou cargo atual. sobre o amparo . conforme o modelo de Despacho de Encaminhamento. b) em casos de repetições de requerimentos sobre o mesmo assunto. sobre o requerente . devidamente registrada. tais como: data de nascimento. Portarias do ComandanteGeral ou outros em que se fundamenta a pretensão do requerente. Deve. sendo encaminhado via cadeia de comando. Regulamentos. e) todo requerimento deve.

. de 10 nov. 8 de fevereiro de 2007./Esp. (CHO Adm./Esp. 2006. Pede deferimento Brasília-DF. Nestes termos.º 213. QOBM/Comb. conforme foi publicado no item VI do BG n.) do CBMDF. em virtude de problemas pessoais. DIRETOR DE ENSINO INSTRUÇÃO Nome: Posto/Graduação: Função: QOBM/QBMG: Lotação: Data de Admissão: Endereço Residencial: Matrícula: IU/SIAPE: Telefone: Requer a Vossa Senhoria que se digne excluir-me da convocação para freqüentar o Curso de Habilitação a Oficiais/Adm. a ser realizado no 1º semestre de 2007. É a primeira vez que requer.62 - CORPO DE BOMBEIROS MILITAR DO DISTRITO FEDERAL OBM Ao Senhor Cel. [assinatura do requerente] Ciente: [ assinatura ] Chefe Imediato .

seguido das demais informações que cercam o ato). Nota de Boletim A nota de boletim (NB) é um ato administrativo que visa a publicidade. 5) enquadramento legal que dá atribuições à autoridade responsável pelo ato (texto justificado.1. visto que é um formulário com respostas pontuais. (à sua esquerda).6. pois geralmente. em caixa alta e negritado na ordem sintática direta). os quais são separados e organizados nas cinco partes que compõem o boletim37. 4) o assunto de que trata a NB (ao centro. Declaração de beneficiário36 . em parte ou na sua totalidade. 36 Este expediente administrativo está à disposição na Diretoria de Pessoal para os interessados. declaração e termo de declaração. pede-se (no caso de menor) assistência pré-escolar e adicional de natalidade. precisa ser modificado para atender a necessidades e procedimentos administrativos decorrentes de mudanças na legislação. 37 Embora a inclinação aqui se volte para o boletim geral.1. centro etc. . quer seja reservado.5. Sua complexidade é mínima. pois a função do boletim. Geralmente está associado a outros atos como o requerimento. 3. não raras vezes.6. o modelo não consta deste manual por se tratar de um formulário que. 6) ato realizado pela autoridade (deve ser marcado por verbo no infinitivo. sem muita elaboração textual. A NB contém: 1) o cabeçalho (ao centro e em caixa alta). 2) o número com a sigla ou abreviatura da seção. 3) o ato da autoridade que está tornando público o ato (ao centro e em caixa alta).3. viagens. as informações expostas aplicam-se. tratam de férias.63 - Trata de um ato administrativo cujo objetivo é a inclusão de beneficiário de militar que o requer. quando se pleiteia a inclusão. em negrito. 7) local e data de onde o ato foi assinado (justificado à direita). Os assuntos contidos são extremamente diversificados. quer seja ostensivo (geral ou interno). é tornar público atos dos mais variados para que surtam os efeitos legais. cursos. diretoria. aos demais boletins existentes na Corporação..5. processos disciplinares etc. terminado com “resolve” em minúsculo).

espaço simples. tamanho 12. . elas devem ser marcadas com números cardinais. 3) se houver listagem de militares estes serão marcados com números ordinais. a NB seguirá a seguinte padronização: 1) se houver mais de uma deliberação no mesmo ato. seguidos de parênteses. 4) o texto será escrito em arial. não sendo marcado o nome de guerra. 3) se o(s) ato(s) gerar(em) conseqüências. seguidos de parênteses. seguido de parênteses e sublinhado. 2) desmembramento de atos deverá ser marcado pelo uso de subitem. Quanto à formatação.64 8) assinatura e posto da autoridade responsável pela nota. seguidas de parênteses. estas deverão ser enumeradas com letras minúsculas do alfabeto. 4) os nomes dos militares.. pensionistas e beneficiários serão grafados em caixa alta.

publicadas no item V do BG 200. 2º) Sd. Em conseqüência: a) os interessados tomem conhecimento e providências cabíveis.65 GOVERNO DO DISTRITO FEDERAL CORPO DE BOMBEIROS MILITAR DO DISTRITO FEDERAL AJUDÂNCIA-GERAL NB N. Nome completo / posto / matrícula Ajudante-Geral do CBMDF A matrícula das praças e dos oficiais será composta de 5 números. Brasília-DF. de 2 out. b) a conferência da documentação foi realizada pela Secretaria da AG. SIAPE 000000. 15 de outubro de 2007. 03074-1.2) referentes ao período aquisitivo 2007: 1º) 1º Sgt. matr.. SIAPE 000000. 2) RETIFICAR as férias concedidas a 1ª Ten. 00321-X. matr. 2007. 09498-0.036. do Regulamento da Organização Básica do CBMDF. matr. Tal convenção se dá para manter uma uniformidade entre esses elementos. incisos de I a XII. QOBM/Comb. de 4 nov. 56.º 68/2007-AG ATO DO AJUDANTE-GERAL CONCESSÃO E RETIFICAÇÃO DE FÉRIAS DE MLITARES O AJUDANTE-GERAL.1) Onde se lê: a contar de 15 dez. SIAPE 000000. QBMG-2 FRANCISCO VANDERLEI. 1994. no uso das atribuições que lhe confere o art.º 16. matr. 38 . QBMG-1 PRISCILA SANTANA. GABRIELA OLIVEIRA. QBMG-1 LINDSEY DA SILVA. seguida de dígito. 02910-738. 1. resolve: 1) CONCEDER 30 (trinta) dias de férias aos seguintes militares: 1.1) referentes ao período aquisitivo 2006/2007: 1º) Cb. aprovado pelo Decreto n.2) Leia-se: a contar de 31 dez. 2. 2007: 2. 2007. a falta de número será preenchida com zeros.

.df. para ter valor legal. É da competência desse Centro a atualização diária da intranet. só o Centro de Informática pode gravar (download) programas. a utilização de documentos virtuais ainda é pouco explorada no CBMDF. De uma forma geral. uma vez que não se é mais impressa cópia dessas publicações. para evitar problemas de incompatibilidade de programas de informática (softwares). talvez em virtude da pouca divulgação dos endereços eletrônicos das diretorias. O cadastro é feito no Centro e o envio é de responsabilidade dos militares da Ajudância-Geral. sítio (site) de informações variadas de acesso a militares do CBMDF.1. Estão listados abaixo os endereços eletrônicos oficiais existentes na Corporação. Dessa forma. sendo apenas utilizado esse espaço para a tramitação dos boletins da Corporação.. A correspondência virtual da Corporação Atualmente. Para obter um endereço eletrônico com a extensão cbm. 4. de certificação digital.66 - 4. tem realizado um trabalho no sentido de canalizar todos os esforços para que os equipamentos de informática existentes na Corporação sejam utilizados de forma consciente e em prol do bem público.br. disponibiliza para os militares da Corporação a opção de receber o boletim geral via correio eletrônico (e-mail). Diretorias. não existe padronização da correspondência virtual da Corporação. centros e seções que compõem o CBMDF. O Centro de Informática. o que elimina os disquetes utilizados nesse processo.gov. o responsável pelo órgão deve se encaminhar ao Centro de Informática e solicitar o serviço. Lista de endereços eletrônicos oficiais de Seções. no entanto. A utilização de e-mails oficiais da Corporação para envio de documentos se mantém restrita às notas de boletins para publicação no boletim geral. Centros e Companhias do CBMDF Como o serviço virtual da Corporação para envio de documentação é ainda pouco efetivo. A Ajudância-Geral. como também não existe nenhum tipo de controle nesse campo. Soma-se a esse contexto o fato de que a documentação virtual precisa. em parceria com o Centro de Informática.

df.df.df.br Chefe do Estado-Maior-Geral – chefe.secretaria@cbm.67 Comandante-Geral – cmtgeral@cbm.df.gov.gov.gov.br Auditoria – auditoria@cbm.gov.1secao@cbm.df.gov.gov.df.gov.df.gov..4secao@cbm.df.br Centro de Informática/Secretaria – cinf.5secao@cbm.gov.chefe_em@cbm.br Seção de Justiça e Disciplina do Cmdo.br 4ª CRI – 4cri@cbm.df.gov.gov.subcmt@cbm.br 1ª Seção do Comando Operacional – comop.br Fichário do Comando Operacional – comop.br Comando Operacional – com.3secao@cbm.br 2ª Seção do EMG – emg.br 3ª Seção do EMG – 3secao.gov.df.df.gov.df.emg@cbm.secretaria@cbm.gov.df.gov.secretaria@cbm. Op.gov.sejudis@cbm.df.br Centro de Informática – cinf@cbm.br Capelania Católica – capelania_catolica@cbm.op@cbm.df.br Centro de Treinamento Operacional – cto@cbm.df.gov.br Comissão de Promoção de Oficiais – cpo@cbm.br 3ª CRI – 3cri@cbm.df.gov.emg@cbm.df.bm4@cbm.br 7ª CRI – 7cri@cbm.df.df.gov.df.br 1ª CRI – 1cri@cbm.gov.gov.br 7ª Seção do EMG – bm7@cbm.cptceat@cbm.2secao@cbm.gov.br Centro de Operação e Comunicação – cocb@cbm.gov.df.gov.df.br Boletim do Comando Operacional – comop.gov. – comop.gov.br Chefe do EM do Comando Operacional – comop.gov.gov.df.df.br Comissão de Promoção de Praças – cpp@cbm.df.br Comandante-Geral/Secretaria – cmtgeral.df.gov.fichario@cbm.df.df.gov.br Subcomandante do Comando Operacional – comop.emg@cbm.df.df.df.br 3ª Seção do Comando Operacional – comop.gov.br 4ª Seção do Comando Operacional – comop.br 5ª Seção do EMG – comunicacao@cbm.df.boletim@cbm.gov.br 4ª Seção do EMG – emg.br 1ª Seção do EMG – 1secao.gov.br Corregedoria/Comissão Permanente – corregedoria.br Secretaria do Comando Operacional – comop.br 6ª CRI – 6cri@cbm.df.br .br 5ª Seção do Comando Operacional – comop.gov.

688ª CRI – 8cri@cbm.df.br 11ª CRI – 11cri@cbm.br Seção de Movimentação/DP – dp.br 1º Batalhão de Incêndio – 1bi@cbm.df.br 1º Batalhão de Incêndio/Central de escalas – 1bi.df.df.gov.secretaria@cbm.gov.br 1º Batalhão de Incêndio/Subcomandante – 1bi.copas@cbm.gov.df.br Diretoria de Saúde – ds@cbm..gov.br Seção de Cadastro de Avaliação/DP – dp.secon@cbm.gov.df.br 1º Batalhão de Incêndio/Copas – 1bi.gov.gov.br 21ª CRI – 21cri@cbm.br .df.br 1º Batalhão de Busca e Salvamento – 1bbs@cbm.df.gov.gov.df.br 1º Batalhão de Incêndio/SMT – 1bi.df.expediente@cbm.gov.br 4º Batalhão de Incêndio – 4bi@cbm.df.gov.br Seção de Controle/DS – ds.gov.br 14ª CRI – 14cri@cbm.br 1º Batalhão de Incêndio/GST – 1bi.df.df.gov.br 19ª CRI – 19cri@cbm.gov.gov.gov.smt@cbm.br 18ª CRI – 18cri@cbm.sejudis@cbm.br Seção de Expediente/DP – dp.gov.gov.gov.df.df.df.cmt@cbm.gov.ca@cbm.df.df.gov.gov.br 1ª CIGS – 1CIGS@cbm.df.gov.br Centro de Assistência/DP – dp.gov.br 1º Batalhão de Incêndio/Secretaria – 1bi.df.gov.br 12ª CRI – 12cri@cbm.br Seção de Justiça e Disciplina/DP – dp.df.br 3º Batalhão de Incêndio – 3bi@cbm.gov.df.gst@cbm.centralescalas@cbm.subcmt@cbm.df.br Seção de Pagamento/DP – dp.gov.br 2º Batalhão de Busca e Salvamento/EM – 2bbsem@cbm.gov.df.gov.df.df.sejudis@cbm.df.br 3º Batalhão de Busca e Salvamento – 3bbs@cbm.br 10ª CRI – 10cri@cbm.df.sucav@cbm.br 13ª CRI – 13cri@cbm.br 1º Batalhão de Incêndio/Comandante – 1bi.gov.br 15ª CRI – 15cri@cbm.br 1º Batalhão de Incêndio/Sejudis – 1bi.sepag@cbm.gov.semopro@cbm.gov.br 17ª CRI – 17cri@cbm.df.df.df.gov.df.df.gov.df.

df.gov.nb@cbm.multas@cbm.gov. Os boletins possuem cinco partes: a primeira parte refere-se ao “Serviço Operacional”.df.df. além de expor atos normativos emanados pelo Comandante-Geral. a quarta sobre “Elogios e Punições”39 de militares.gov.br Diretoria de Serviços Técnicos/multas – dst.br Administrador do sistema – administrador@cbm. as de sargento.gov. no boletim reservado.pagamento@cbm.br Centro de Suprimento de Materiais – csm@cbm.gov.gov.br 5.gov.df.df. 39 . bem como torná-las oficiais para fins de pagamentos de férias regulamentares.df. a terceira versa sobre “Assuntos Gerais e Administrativos”.gov. praças especiais e oficiais.br SAER – saer@cbm.br – ajudancia.df.gov.ajudancia@cbm.br Boletim Geral – boletim. Técnicos/Credenciamento – credenciamento.df.br Diretoria de Ensino – de@cbm.br Diretoria de Finanças – dif@cbm..br Força Tarefa – ft@cbm.dst@cbm.gov. diárias ou simplesmente para conhecimento de escalantes e chefes sobre afastamentos de militares. por meio de suas portarias.df. concedidos pelos mais variados motivos com duração igualmente variada.br Diretoria de Inativos e Pensionistas/Pagamento – dip.gov.df. ao “Ensino e Instrução.gov.gov. Os boletins da Corporação A Corporação possui algumas publicações que são utilizadas para comunicar as decisões que foram tomadas por diretores e comandantes.br Diretoria de Serv.df.gov.69 Diretoria de Serviços Técnicos – dst@cbm.df.df.br Diretoria de Inativos e Pensionistas – dip@cbm.df.br Diretoria de Apoio Logístico – dal@cbm.br Ouvidoria – ouvidoria@cbm. a segunda. Punições e assuntos referentes à justiça militar ou civil de soldados e cabos são comunicadas no boletim geral.df. e a quinta à “Comunicação Social”. seguida dos “Ineditoriais”.gov.

cria o suplemento do boletim geral da Corporação da forma como especifica (BG n.º 151. A entrega das matérias a serem publicadas no BG deverá obedecer ao prazo de 72 (setenta e duas) horas de antecedência para a publicação.º 24. O boletim geral 40 No boletim geral. Diretor de Pessoal. Auditor. de 15 de agosto de 2003 (publicada no BG n.1. de 11 de julho de 2001. A responsabilidade pela confecção do boletim geral é da AjudânciaGeral e existem várias publicações sobre a normatização desse serviço – Portaria n. sendo limitadas aos seguintes cargos da Corporação: Comandante-Geral. bastando ao militar fazer um cadastro na própria página para ter acesso ao seu conteúdo. Dessa forma. e. As autoridades que podem publicar matérias no boletim geral estão definidas no Regulamento da Organização Básica do CBMDF.036. circulação. Diretor de Finanças. de 18 de agosto de 2003). principalmente. Diretor de Saúde. Diretor de Ensino e Instrução. 40 . apenas as matérias consideradas urgentes pelo Comandante-Geral formarão a exceção a essa norma definida pela Portaria n. Chefe do Estado-Maior-Geral e Subcomandante. Ajudante-Geral dispostos nessa ordem hierárquica.º 40. Portaria n. são tornadas públicas informações de caráter ostensivo. ratificadas no art.º 128. Comandante Operacional. cuja entrada no protocolo interno da Secretaria da Ajudância-Geral deverá acontecer nos horários do expediente administrativo vigentes na Corporação. Diretor de Apoio Logístico. consulte a Portaria n. Para maiores informações sobre o boletim geral. Diretor de Inativos e Pensionistas. aprovado pelo Decreto n. 7º da Portaria n. de 15 de agosto de 2003. A circulação acontece em todos os dias úteis e acontece por meio virtual na página da internet (intranet) da Corporação. As quais serão sintetizadas na normatização da nota de boletim. delimitação de atribuições e funcionamento de forma geral.º 40.º 40. regula o boletim geral do CBMDF. de 15 de agosto de 2003. de 18 de agosto de 2003).. as deliberações do Comando-Geral.º 40. de 11 de julho de 2001). de 4 de novembro 1994. de 15 de agosto de 2003. Chefe de Gabinete do Comandante-Geral.70 5.º 16. Diretor de Serviços Técnicos.º 151. define a competência e a conduta para publicação de matérias e dá outras providências (BG n. da Chefia do Estado-Maior-Geral e Diretorias da Corporação.

dois boletins internos em circulação no CBMDF. e a tiragem é controlada. por isso. na primeira quinzena do mês de janeiro.2. referentes a punições. e às praças especiais. Por se tratar de material reservado. de 26 janeiro de 2004). com exceção das autoridades com poder de publicar matérias. subtenentes e sargentos só lêem os itens relacionados ao seu círculo hierárquico. 5. 41 . Comandante Operacional. Diretor de Apoio Logístico. Diretor de Saúde. Cópias Atualmente. aos oficiais subalternos não são disponibilizados assuntos inerentes aos oficiais superiores e intermediários. de acordo com a hierarquia de seus leitores: os oficiais superiores têm acesso a todas as matérias publicadas. ele teve apenas alguns números e sua circulação também não atingiu a todos os militares da CBMDF. Os boletins internos Existem. matérias que poderiam ser veiculadas nele serão incluídas nos boletins geral e operacional e disponibilizadas na intranet. prisão ou comparecimento para prestar depoimento e declaração por solicitação de autoridade pública competente. Para efeito de padronização. O boletim operacional dá publicidade a assuntos subordinados ao Comando Operacional da Corporação. Diretor de Ensino e Instrução. que circula somente em dias úteis e o boletim interno da Academia. Chefe do Estado-Maior Geral e Subcomandante. os oficiais intermediários não podem ler os itens de natureza disciplinar ou judicial relacionados aos oficiais superiores.3. sendo disciplinado o seu acesso. Diretor de Inativos e Pensionistas. Diretor de Serviços Técnicos. São eles: o boletim operacional. O boletim reservado Por se tratar de assuntos classificados no grau de sigilo reservado. ocorrências policiais. a formatação do boletim operacional seguirá a mesma do boletim geral.. oficialmente. e Ajudante-Geral (Portaria n. Chefe de Gabinete do Comandante-Geral. Diretor de Finanças.º 5.71 5. possuindo a mesma estrutura do boletim geral. recebem o boletim reservado: Comandante-Geral. condenação. Quanto ao boletim técnico. Diretor de Pessoal. os quais incluem os militares. as atividades operacionais a serem desenvolvidas. a publicação do boletim reservado é competência da 2ª Seção do EMG. referentes ao serviço de investigação do CBMDF. as autoridades recebedoras do boletim reservado41 deverão repassar as cópias sob o seu controle para a 2ª Seção do EMG para incineração.

Quando é procedida a sua confecção. O Arquivo-Geral O Arquivo-Geral do CBMDF está subordinado à Ajudância-Geral e possui por atribuição arquivar os documentos permanentes da Corporação.º 20. As autoridades que podem publicar matérias no boletim reservado estão definidas no art.073. ou seja.159. Diretor de Inativos e Pensionistas. Chefe do Estado-Maior-Geral e Subcomandante. Embora ainda não esteja vinculado ao Conselho Nacional de Arquivos (CONARQ)42.º 5. de fotocópias de processos ou arquivos. formulada via requerimento. Chefe de Gabinete do Comandante-Geral. de 3 de janeiro de 2002. de 8 de janeiro de 1991. 42 .72 poderão ser tiradas. Comandante Operacional e Ajudante-Geral. Diretor de Serviços Técnicos. de 26 de janeiro de 2004.º 5. 6. para os militares interessados. dessa massa documental. de 26 de janeiro de 2004). que regulamenta a Lei n. mediante autorização do Comandante-Geral.1. o Arquivo-Geral está em processo de adequação para adoção da legislação federal e distrital sobre o assunto e de desenvolvimento de uma tabela própria de Ver Decreto n. Arquivamento da documentação O arquivamento da documentação produzida pelo CBMDF acontece de forma descentralizada. cada secretaria desenvolve um arquivo próprio para controle de seus documentos. por isso. Diretor de Ensino e Instrução. que dispõe sobre a política nacional de arquivos públicos e privados. 6º da Portaria n. 6.º 8. pois ela só acontece quando há matéria a ser noticiada. de 30 de janeiro de 2004 (Portaria n. Diretor de Apoio Logístico. a informação sobre a sua circulação é veiculada no boletim geral da Corporação. A regulamentação desta publicação foi estabelecida no item IV do BG n. no máximo. precisam ser reavaliados em termos de quais deverão permanecer arquivados e quais deverão ser descartados. um ano e. devido à falta de espaço. sendo limitadas ao Comandante-Geral. Diretor de Saúde. bem como a retirada. o arquivo das secretarias permanecem durante.. Diretor de Pessoal. Diretor de Finanças.º 4. A circulação não possui uma periodicidade definida. geralmente.

a vida útil de alguns materiais43 enviados para o Arquivo-Geral do CBMDF. empresarial. 2005. Dessa forma. pois todo ato administrativo que produza efeitos jurídicos. requerimentos solicitando afastamentos que tiveram sua deliberação publicada em algum dos boletins da Corporação. 2 anos (máximo) em condições ideais. Odacir & Beltrão.12 deste manual).. pode ser objeto de revisão jurídica deve ser arquivado. Correspondência: Linguagem & Comunicação (oficial. 43 . cabe salientar que ela possui o seu valor até ser contestada. o militar deve atentar para a documentação que pode ser arquivada. Tal tabela define quais documentos devem ter uma determinada permanência no que se refere ao arquivamento. embora o Judiciário tenha dado fé pública a cópia de documento autenticada por servidor público. Ressalta-se que. Soma-se às desvantagens. 5 anos (máximo) em condições ideais. ou seja. Exemplo: expediente solicitando a presença da banda de música. estão automaticamente fora do arquivo permanente todos os documentos que cumpriram o seu trâmite e não possuam implicações jurídicas posteriores. momento em que deve ser apresentado o documento original (ver item 7. Informações sobre arquivamento de documentos No momento do arquivamento. particular). 23ª ed. 6. o arquivamento só pode acontecer para documentos originais. 5 anos 30 anos 1 ano 100 anos (máximo) 30 anos (máximo) Dados retirados de Beltrão. de prevenções. Para efeitos legais. MATERIAL Fax Cópias fotocopiadas (xerox) Cópias heliográficas Fitas de vídeo Meios óticos e digitais Disquete Fotografias em preto e branco Fotografias coloridas VALIDADE 3 a 5 dias (se não exposto ao sol).2. o que não inclui os fotocopiados.73 temporalidade de documentação. Mariúsa. São Paulo: Atlas.

de forma aleatória e sem nenhuma intervenção do Comando-Geral. desde essa data. três formas distintas para o caso: 1) o soldado Maria. A formação do gênero feminino no CBMDF Não há uma padronização ou diretriz sobre o assunto.74 Dentre os materiais citados anteriormente. 7. sem o original a cópia nada vale para efeito legal. produzido pela Academia Brasileira de Letras. 44 Para maiores informações. o assunto sobre a formação do feminino para postos e graduações causa polêmica por causa da falta de normatização. Essas variantes apareceram paralelas a modificações da inserção das mulheres na Corporação.1. As ocorrências 1 e 2 são constatadas mais freqüentemente no período em que o quadro feminino era separado do masculino. Maria. chega-se a encontrar de 3 ou mais cópias do mesmo documento! Além de possuir uma vida útil relativamente pequena (5 anos). Já foram utilizadas. tornando-a nula ou imprestável para processos judiciais ou como valor de prova44. As gramáticas normativas apenas deliberam sobre o feminino de capitão (capitã) e o Vocabulário Ortográfico da Língua Portuguesa (o VOLP). a qual não aparecendo invalida a fotocópia. As mulheres entraram no CBMDF em 1993 e. Entre elas. Dúvidas relacionadas à redação oficial militar Há algumas peculiaridades que deverão ser tratadas de forma padronizada no CBMDF. não prevê as flexões para todos os postos e graduações. ressalta-se a quantidade enorme de fotocópias (xerox) encontradas. Às vezes. já que possui fé pública até que solicitada a cópia original. abreviaturas. e 3) a soldado Maria. o enquadramento de atos administrativos entre outras que serão abordadas neste capítulo. . podemos citar a formação do gênero feminino no CBMDF. Sendo até utilizada a expressão a soldada. ver a discussão apresentada sobre o assunto no item 7..12 autenticação de documentos. 2) o soldado/fem. 7.

a qual tem por regra básica não anteceder substantivos masculinos.: As praças realizaram a missão conforme previsto.º 47. por meio do Capitão PM Airton Edno Ribeiro. apresentam o mesmo formato tanto para o masculino quanto para o feminino.: A militar (a oficial) deverá comparecer à Seção. Concedo férias regulamentares a soldado Marcela (sem crase). sendo. em virtude de uma normatização geral. 45 A Polícia Militar do Estado de São Paulo. portanto. n. setembro 2005). o VOLP não prevê todas as flexões e. Não é só para os postos e graduações que será estabelecida a flexão como substantivos comuns de dois gêneros. Ex. segundo o dicionário etimológico (Houaiss).: Concedo férias regulamentares ao soldado Marcelo. No entanto. as demais estão registradas no Vocabulário Ortográfico da Língua Portuguesa e não são de conhecimento de todos. Ex. o substantivo praça.. conforme os seguintes exemplos: o soldado – a soldado o cabo – a cabo o sargento – a sargento o tenente – a tenente o capitão – a capitã46 o major – a major o tenente-coronel – a tenente-coronel o coronel – a coronel A adoção dos substantivos comuns de dois gêneros para os substantivos referentes aos postos e às graduações implica no não uso da crase para os relacionados ao feminino. ano 12. alegando a falta de algumas flexões de gênero (ver A força policial. Ex. este manual adota o critério de que todas as flexões de gênero dos substantivos referentes a postos e graduações seguirá a normatização prevista para os substantivos comuns de dois gêneros45. é feminino. ou seja. utilizado tanto para militares do sexo masculino quanto para o feminino indiferentemente. 46 A flexão do substantivo capitão para capitã é a única que se encontra em gramáticas normativas. O militar (o oficial) deverá comparecer à Seção. também adotou a mesma normatização.75 Como dito anteriormente. sendo definido pelo uso do artigo. os substantivos militar e oficial seguirão a mesma flexão. A explicação para o fato estaria no cerne da estrutura desses vocábulos: como a concepção primeira está amalgamada por sua significação masculina não haveria a ocorrência da crase. .

No trecho anterior. evidencia ser um Militar e Profissional Íntegro. contamos doze vocábulos grafados com maiúscula desnecessariamente. A presidente da Comissão de Recebimento de Material compareceu à reunião. Responsável. transcrevemos um trecho de uma nota de boletim antes da correção ortográfica: Por ter demonstrado compromisso com a função que exerce nesta Comissão e em especial à Corporação. Prezo.76 Quanto às outras formas relacionadas a funções ou cargos. no entanto. Zeloso e Correto nos seus Compromissos. Alguns podem pensar que a utilização de maiúsculas ou minúsculas se dá a revelia. não só aqueles elaborados pelo CBMDF.2. já que pode ser entendida a mensagem que se quis passar.. tudo é importante para o autor. o uso de maiúscula alerta o leitor para coisas incomuns como o nome de determinada pessoa. Só para se ter uma idéia do excesso empregado comumente. entre outras coisas. Uso de maiúscula no CBMDF É facilmente constatada a utilização exagerada de palavras com as iniciais maiúsculas em atos administrativos. também com Eficiência e Eficácia as missões que lhe são confiadas. cabe a quem escreve deliberar sobre isso. Ao contrário do que possam pensar os adeptos dessa prática. características indeléveis ao Bombeiro Militar. existe uma normatização pela gramática do português padrão que restringe a utilização da maiúscula. festividade. por demais pela maneira como conduz seus Companheiros de trabalho. mas por toda a administração pública. além de orientar com profissionalismo e proficiência seus subordinados. o FULANO. acontecendo nos seguintes casos: . O uso de maiúscula não prejudica muito o texto. além de evidenciar um desconhecimento do código lingüístico. (sic) Só neste pequeno trecho. de determinado local. 7. pois ele sinalizou dessa forma. ainda confunde o leitor sobre a importância da palavra. ou seja. permanece o prescrito pelas gramáticas de Língua Portuguesa. Grosso modo. A executora do contrato entre o CBMDF e o Marinha do Brasil deverá observar a duração do acordo. A escrivã da referida sindicância está de licença especial.

Fulano age de acordo com a lei. O (quando Presidente da República. ciências. Leciona Química e Física no Colégio D. O para dar um realce. TV Educativa. Nomes comuns tornados próprios. de rádio periódicos edifícios. Pedro II. Palácio D. Corpo de Bombeiros Militar do Distrito Federal. Beira Mar. Exemplos: Sonha ser papa. Aspira ao cargo de governador. designativos astronômicos. de atos solenes. Oeste. . a República. ramos É mestre em Lingüística. Pedro II. Nomes de repartições. e referentes a nomes Cremos nEle. verso Exemplos ou O Comandante-Geral fez o pronunciamento. Dia das Mães. Norte. importantes. Inconfidência Mineira. sociológicos e políticos. a Igreja. Pedro II. corporações. dignidades acompanhados do nome ou quando O Juiz Militar. e Carta Capital. Sul. Terra quando A Lua gira em torno da Terra. Substantivos próprios. atuando como substantivos próprios. Quando for usado de forma genérica. Nomes que ou designam postos cargos. D. 47 Mestre (Jesus Cristo) deixou sua mensagem à humanidade. Nomes de altos conceitos religiosos. o Estado. Lua. TV Senado. deve ser grafado com minúscula. Ministério das Comunicações. Sudeste.. científicos e disciplinas escolares. citação direta. apelidos. O Papa Bento XVI. Pronomes sagrados As palavras Sol. Nomes de artes. o cargo substituir o nome) 47 Nomes dos pontos cardeais e Leste. revistas. Brasil. Nomes televisão. de redes jornais. Nomes de fatos históricos e Idade Média. O Reitor da UnB. O Ajudante-Geral. Palavras que indeterminam pessoas. colaterais.77 Casos Começo de período.

os pronomes possessivos e o verbo deverão estar. O Município de Águas Lindas. nome e estiverem determinados.78 A segunda inicial da palavra Tenente-Coronel. quando se referir à O evento acontecerá nesta Capital Federal. V. que texto de leis. Sobre essa questão. um congresso. Portaria n. de tratamento e Judiciário. substantivo próprio ou o intitulativo de uma obra.3. seguem a flexão da terceira pessoa (de quem se fala). na terceira pessoa. Expressões reverência. Ajudante-de-Ordens. embora se refiram à segunda pessoa do discurso (para quem se fala).Exª (Vossa Excelência). meu querido Pai. se encontra exemplos que mostram uma associação errada entre o pronome de tratamento e pronomes oblíquos sobre o mesmo referente. e Sr. uma conferência. normas. minha palavras fórmulas caro respeitosas que se queiram realçar. Exemplo: .800. (Senhor). se for um Decreto-Lei. Poder Legislativo e Poder República.º 7. projetos de lei. não raro. decretos-lei. Dessa forma. requerimentos “Dispõe sobre as diretrizes orçamentárias etc. A designação dos três poderes da Poder Executivo. obrigatoriamente. Pronomes de Tratamento Os pronomes de tratamento são palavras e locuções que valem como pronomes pessoais e. cidade que aloja a alta administração do País. composta unida por hífen.º 16. meu Amigo. anteprojetos. A citação de ementas contidas no Lei n. Os termos estado e município. A palavra capital.036. portarias e assemelhados. Decreto n.” Leis.º 21. adorável Mãe. O Estado de quando precederem seu respectivo Goiás. 7. projetos.. de 10 de julho de 1989. para o ano de 1990 e dá outras providências.

4) Participo a Vossa Senhoria que o Soldado Fulano.79 1) Encaminho a Vossa Senhoria documento que trata de assunto de vosso interesse. 00000-0 se acidentou durante o serviço. Advogado-Geral da União. Vice-Presidente da República. Embaixadores. segue abaixo a relação dos pronomes de tratamento e as autoridades que o recebem: Vossa Excelência Presidente da República. Secretário-Geral da Presidência da República. . Oficiais-generais das Forças Armadas.. Governadores e vice-governadores de Estado e do Distrito Federal. e Prefeitos municipais. Informo-vos que não houve negligência. Chefe do Gabinete de Segurança Institucional da Presidência da República. geralmente aparecem dúvidas quanto a que pronome de tratamento usar. Por isso. Chefe do Gabinete Pessoal do Presidente da República. Comandantes da Marinha. Quando se escreve um ato administrativo. imprudência ou prática de transgressão disciplinar (correto). matr. imprudência ou prática de transgressão disciplinar (errado). Secretários de estado dos governos estaduais e secretários do Governo do Distrito Federal. 3) Participo a Vossa Senhoria que o Soldado Fulano. matr. Ministros de Estado. 00000-0 se acidentou durante o serviço. Informo-lhe que não houve negligência. Secretário executivo e secretário-geral de ministérios. do Exército e da Aeronáutica. Do Poder Executivo Secretários da Presidência da República. (errado) 2) Encaminho a Vossa Senhoria documento que trata de assunto de seu interesse (correto).

membros do Supremo Tribunal Federal. em virtude de o art. os membros dos órgãos de administração superior. membros dos tribunais regionais eleitorais. Do Poder Legislativo membros dos tribunais de contas estaduais. apenas “aos detentores do cargo de natureza especial CNE-03 de Chefe da Casa Militar e de Consultor Jurídico do Gabinete da Governadoria” (grifo nosso)48. membros do Tribunal Superior do Trabalho. membros dos tribunais regionais do trabalho.116. e da Defensoria Pública da União. e auditores da Justiça Militar.. Do Ministério Público membros do Ministério Público da União.º 3. Há. membros do Superior Tribunal Militar. 14 da Lei n. publicada no Diário Oficial do Distrito Federal de 1º de janeiro de 2003. . membros do Órgão de Direção Superior da Advocacia-Geral Outros da União. conceder as prerrogativas e garantias asseguradas aos Secretários de Estado. membros do Tribunal Superior Eleitoral. Embora. alguns outros pronomes de tratamento: Vossa Magnificência 48 Reitor de Universidade. e presidentes das câmaras municipais. membros do Tribunal de Contas da União. Do Poder Judiciário membros dos tribunais de justiça estaduais. algumas correspondências possam ser construídas com o pronome de tratamento Vossa Excelência direcionada ao Comandante-Geral elas estão erradas. membros dos tribunais regionais federais. do Distrito Federal e dos territórios. de 30 de dezembro de 2002.80 membros da Câmara dos Deputados e do Senado Federal. ainda. membros do Superior Tribunal de Justiça. membros das assembléias legislativas estaduais e da Câmara Distrital. e membros dos ministérios públicos estaduais. juízes e desembargadores.

O Corpo de Bombeiros Militar do Distrito Federal possui algumas abreviaturas de uso corrente49. dificultar a interpretação do texto como um todo. fevereiro – fev. dezembro – dez. novembro – nov. outubro – out. setembro – set. 1º Sargento – 1º Sgt. . Abreviaturas dos postos e graduações Coronel – Cel. maio – maio junho – jun.academia. aparecem em muitos textos antigos.50 Soldado – Sd. As abreviaturas apresentadas foram extraídas do Vocabulário Ortográfico da Língua Portuguesa (VOLP). ela ganhou força no período em que se usavam telegramas para facilitar e baratear o envio de mensagem. 49 Subtenente – SubTen. Bispos e arcebispos Sacerdotes em geral. Abreviaturas mais utilizadas na Corporação As abreviaturas. a qual as trata como reduções (disponível em www. Não constará o ponto da abreviatura do posto ou graduação do militar na plaqueta e no cadarço de identificação. 7. março – mar.. as quais podemos citar: Abreviatura dos meses janeiro – jan. agosto – ago. o uso de abreviaturas em documentos oficiais não é aconselhado. abril – abr.org. elaborado pela Academia Brasileira de Letras. Como esse expediente tem um custo elevado e com o surgimento de novas tecnologias mais rápidas e baratas. Papa. ou reduções. 2º Sargento – 2º Sgt.81 Vossa Santidade Vossa Excelência Reverendíssima Vossa Reverendíssima Vossa Santidade Papa. Major – Maj. 3º Sargento – 3º Sgt. Cabo – Cb. 2º Tenente – 2º Ten. Tenente-Coronel – Ten-Cel.br).4. 1º Tenente – 1º Ten. Capitão – Cap. conseqüentemente. sendo permitido apenas quando se fizer extremamente necessário. julho – jul. uma vez que ela pode obscurecer ou tornar ambíguo o termo e.

meritíssimo – MM. Limitada – Ltda. documento – doc. reserva (militar) – res.te antigüidade – antig. manutenção – mnt. ajudante – aj. Excelência – Ex. Vossa Senhoria – V. por isso. essas . reformado – ref. combatente – comb. memorando – memo. passa-se então a todos os militares. trimestre – trim. no manual decorre da regra de que quando a palavra cortar consoantes deverão ser mantidas. Sa. engenheiro – eng. comandante – comte.a secretaria – sec. página – pág.mo feminino – fem.º observação – obs. exemplo – ex. companhia – Cia código – cód. número – n. batalhão – btl. quantidade – quant. ou decr. auxiliar – aux. wide world web (rede de extensão mundial) – www O uso de abreviaturas possui algumas particularidades que devem ser consideradas por aqueles que a usam. general – gen.. masculino – masc. Ex. a criação de uma abreviatura obedece às seguintes regras: Deixam de ser usadas as siglas SBM e CBM em virtude de demais graduações e postos. hora – h hurídico – jur. ou aj. matrícula – matr. telefone – tel. folha – fl. visto que nem sempre existe a abreviatura que se vai empregar. segundo – s Sua Excelência – S. 51 A abreviatura de matrícula não foi registrada no VOLP. semestre – sem. militar – mil. esquerdo – esq.82 Demais abreviaturas administrativo – adm. Doutor – Dr. mil.ª Excelentíssimo – Ex. 50 que não há outras previstas para as ser adotado o uso da abreviatura a entanto. ou p. Dessa forma. hustiça militar – just. mensal – mens. a forma apresentada neste num grupo de consoantes. decreto – dec. seguidas pela QBMG ou QOBM do militar. ou fol.51 médico – méd.

gerando uma série de signos.).. por parte da administração. sinais e logotipos. tal como antes já se fazia. as quais foram listadas abaixo: BBS – Batalhão de Busca e Salvamento BI – Batalhão de Incêndio CAECDEM – Centro de Altos Estudos. os nomes intitulativos designativos de associações. assim. ou por combinações arbitrárias. reduções enciclopédias. em certas reduções em que se podem misturar letras e elementos ideográficos. quando não o tenha. 2º) o acento existente na palavra original deve ser mantido na abreviatura (século – séc.). com os títulos de obras de referência Essas (dicionários. são criadas para facilitar a identificação rápida de determinado órgão ou empresa. O Corpo de Bombeiros Militar do Distrito Federal possui siglas de uso corrente utilizadas para referência a alguns segmentos da Corporação e cursos feitos por militares do CBMDF. Superintendência do Desenvolvimento da Amazônia). firmas e afins passaram também a ser objeto de reduções. UNESCO) ou por letras e sílabas iniciais (Sudam. sociedades. em trabalhos eruditos. mantenha-as (matrícula – matr. As siglas utilizadas no CBMDF Entenda por siglas as palavras formadas por sílabas ou partes das iniciais do nome de um órgão ou entidade. companhias. seja dita siglema (Petrobras) e.5. e 3º) se cortar a palavra num grupo de consoantes. 7. empresas. seja dita siglóide (EE.). quando uma sigla tem caráter de palavra ou vocábulo. No século passado para cá. podem chamadas especializadamente se vem convencionando que.UU.83 1º) faça-a terminar numa consoante e não numa vogal (feminino – fem. Comando.). Entra-se.A. Direção e EstadoMaior CAO – Curso de Aperfeiçoamento de Oficiais . Geralmente. As siglas em grande número se fazem pelas letras iniciais do intitulativo (URSS. ou EUA). quando siglas: repetidamente citados. ser etc. e mesmo índices e ícones.

. CEFAP – Centro de Formação e Aperfeiçoamento de Praças CEMAN – Centro de Manutenção CFC – Curso de Formação de Cabos CFSD – Curso de Formação de Soldados CG – Corregedoria-Geral CHCO – Curso de Habilitação de Condutor e Operador de Viaturas CIAD – Centro Integrado de Atendimento e Despacho CIGS – Companhia Independente de Guarda e Segurança CINF – Centro de Informática COCB – Centro de Operações e Comunicações Bombeiro CRI – Companhia Regional de Incêndio CSBM – Curso Superior de Bombeiro Militar CSU – Curso de Socorros de Urgência CTO – Centro de Treinamento Operacional DAL – Diretoria de Apoio Logístico DEI – Diretoria de Ensino e Instrução DIP – Diretoria de Inativos e Pensionistas DP – Diretoria de Pessoal DS – Diretoria de Saúde DST – Diretoria de Serviços Técnicos EMG – Estado-Maior-Geral IPM – Inquérito Policial Militar LE – Licença Especial LM – Licença Maternidade LP – Licença Paternidade LTIP – Licença para Tratamento de Interesse Particular LTSP – Licença para Tratamento de Saúde Própria LTSPF – Licença para Tratamento de Saúde de Pessoa da Família OBM – Organização Bombeiro Militar PAL – Procedimento Administrativo de Licenciamento QBMG – Quadro Bombeiro Militar Geral QOBM – Quadro de Oficiais Bombeiros Militares .84 CECISA – Curso de Especialização em Combates a Incêndios e Salvamento em Aeroportos.

- 85 SAJur – Seção de Assistência Jurídica SBM – Soldado Bombeiro Militar SEMOPRO – Seção de Movimentação e Promoção SUCAV – Seção de Cadastro e Avaliação TCE – Tomada de Contas Especial

Existem duas questões sempre levantadas quando se usa a sigla, a primeira é sobre a sua apresentação no texto. Ao contrário do que se pratica comumente, é necessário apresentar primeiramente o órgão/entidade, para depois, entre parênteses, aparecer a sigla referente a ele. Ex.: O presidente da Tomada de Contas Especial (TCE), ao invés de O presidente da TCE (Tomada de Contas Especial). Depois disso, não se faz mais necessária a repetição do nome do órgão por extenso, bastando o uso da sigla. A segunda é sobre a formação do plural das siglas. Para fazer a pluralização, basta acrescentar um s minúsculo a ela, sem o apóstrofo.52 Ex.: OBMs, UTEs.

7.6. Regência Verbal / Regência Nominal

Dúvidas recorrentes são as que estão relacionadas à regência verbal e regência nominal. Entenda-se por regência a necessidade que verbos e nomes possuem de complementos preposicionados, ou seja, que o seu complemento possua ou não determinada preposição. O problema da regência está exatamente em qual preposição usar, já que não há regra estipulada: a regência de uma palavra é um caso particular. Não há necessidade de “decorar” a regência de verbos e nomes, pois tal manobra se torna inviável, uma vez que existem dicionários específicos para isso, os quais chegam a possuir mais de 400 páginas! Já que não se é possível decorar, basta apenas possuir esses dicionários para resolver esse problema, no entanto, tais exemplares são caros e, nem sempre, estão acessíveis quando se precisa deles. Para tentar amenizar o problema, gramáticas e manuais trazem a regência de alguns verbos e nomes mais usados na administração pública.

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Manual de Redação e Estilo. Organizado por Eduardo Martins. São Paulo: O Estado de São Paulo, 1990.

- 86 Antes de enumerar as mais recorrentes palavras preposicionadas, cabe aproveitar o espaço para desmistificar a dificuldade que muitos atribuem à Língua Portuguesa por causa disso: o cerne do problema está no fato de que o falante nativo aprende regência “de ouvido”, mas nem sempre ele ouve o que realmente é postulado como correto pela gramática normativa: há diferenças significativas na regência da linguagem popular que, geralmente, não são filtradas no momento da escrita ou pronunciamento oficial. Regência verbal TD: fazer agrado, fazer carinho, acariciar Agradar Agradecer Almejar Amar Ansiar Aperceber-se Aspirar TI: satisfazer (agradar a). TDI (obj. direto é coisa, e o indireto é pessoa). TD (não pede preposição). TD (não pede preposição). TI: (ansiar por) TI: (aperceber-se de) TD: respirar, cheirar, absorver. TI (aspirar a ou por): almejar, desejar muito. TD: prestar assistência, socorrer, ajudar. Assistir TI: (assistir a): ver, presenciar. TI: (assistir a): caber Atender Atingir Avisar Certificar Certificar-se TD: acolher, receber, recepcionar. TI: (atender a – para pedidos, solicitações, intimações) TD (não pede preposição) TDI (alguma coisa a alguém ou alguém de alguma coisa). TDI (alguma coisa a alguém ou alguém de alguma coisa) TI (certificar-se de) TD: fazer vir, convocar Chamar TI (chamar por): invocar. TD ou TI (caso facultativo): considerar, dar nome, rotular. Cientificar Colocar Compartilhar TDI: (alguma coisa a alguém ou alguém de alguma coisa). TD (estabelecer, instalar). TDI (situar, por): colocar sobre/em TD (não pede preposição).

- 87 Comunicar Confiar Conhecer TDI: (o obj. direto é sempre coisa; e o indireto é pessoa). TI (confiar em): ter confiança. TDI (alguma coisa a alguém): entregar com confiança. TD (não pede preposição). TD (pedir o simples comparecimento). Convidar TI (convidar a): trair, provocar. TDI: convocar, solicitar presença a ou para alguma coisa. TD: citar nomes, declarar. Declinar TI (declinar de): afastar-se, desviar-se. TDI (eximir-se, fugir). I (entrar em decadência). Desagradar Desobedecer Determinar Encarregar Ensinar Esquecer Estimar Favorecer Impedir TI (desagradar a) TI (desobedecer a) TD (delimitar, precisar, definir) TDI (determinar a): estabelecer, ordenar TDI (alguma coisa a alguém ou alguém a alguma coisa) TDI (alguma coisa a alguém ou alguém a fazer alguma coisa). TD (não pede preposição). TI (esquecer-se de) TD (não pede preposição). TD (não pede preposição). TDI TD (acarretar). Implicar TI (implicar-se em). TI (implicar com). Incumbir Informar53 Investir Ir TDI (alguma coisa a alguém ou alguém a alguma coisa). TDI (alguma coisa a alguém ou alguém a alguma coisa). TI (investir contra): atacar. TDI (dar posse, aplicar). I (ir a ou para).

É freqüente o uso do verbo informar sem especificar para quem informar em notas de boletim, mas o verbo é bitransitivo e precisa desse dado obrigatoriamente, do contrário, aconselha-se a mudança para a locução verbal “tornar público”.

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TD (ser preciso. Morar Namorar Notificar Obrigar Obedecer Pagar Pedir Perdoar Perguntar Pisar Precisar Preferir Proceder Proibir I (morar em). TD (fazer recordar. TI (precisar de): necessitar. estimar. querer bem. realizar. referir): relata alguma coisa a ou para alguém. direto é sempre coisa. expor. TDI (alguma coisa a alguém ou alguém a alguma coisa). determinar). I (proceder de): originar-se. indicar com exatidão. TD (não pede preposição). e o indireto é pessoa). TDI (alguma coisa a outra) TI (proceder a): precessar. TI (lembrar-se de): Lembrar TDI (lembrar alguma coisa a alguém ou alguém de alguma coisa). TD (não pede preposição). TDI TI (obedecer a) TDI (o obj. TDI (alguma coisa a alguém). Puxar TI (puxar a): ter semelhança. Queixar-se Querer TDI: (de alguma coisa a alguém). TDI (o obj. TD (não pede preposição).. Relatar Reparar Respeitar . e o indireto é pessoa). TDI (alguma coisa a alguém ou alguém de alguma coisa). TI (querer a): amar. direto é sempre coisa.88 TD (não pede preposição). TI (reparar em): observar. TDI TD (não pede preposição). derivar. TDI (narrar. concretizar. TI (puxar de): mancar. TD (desejar). TD (consertar). trazer à memória).

Solicitar TDI (convidar. da Editora Ática. mirar). TD (não pede preposição). Responder TD (obj.89 TD (dar respostas grosseiras). muitas vezes. TI (servir a): ser útil. TD(I) algo a alguém (pedir). TD (buscar. TD (não pede preposição). Visar Regência nominal54 Acessível a Acostumado a ou com Adequado a Alheio a Alusão a Análogo a Ansioso por Apologia de Apto a ou para Atenção a ou para Atento a ou em Ávido de ou por Benéfico a 54 Favorável a Fiel a Grato a Guerra a Hábil em Habituado a Hostil a Ida a Impotente para ou contra Impróprio para Inábil para Inacessível a Incapaz de ou para Necessidade de Nocivo a Obediente a Oposto a Parecido a ou com Paralelo a Passível de Preferência a ou por Preferível a Prestes a ou para Pronto para ou em Propensão para Próprio de ou para A regência nominal é decorrente. mas caso não se encontre o nome específico. sugere-se consultar o Dicionário Prático de Regência Nominal. pôr o visto ou apontar. desejar muito.. oferecer). provenientes de verbos. TDI (aproximar-se) de. TD (não pede preposição). rubricar. TI (transportar). TD (assinar. TI (responder a): dar resposta. TI (visar a): almejar. Usar Usufruir Vencer Ver Vir TD (não pede preposição). TI (simpatizar com). . procurar). convir. ou seja. direto para exprimir a resposta). do Celso Pedro Luft. da formação de nomes deverbais. Servir Simpatizar TD (prestar serviço. convocar) a. aspirar a.

Outra restrição à delegação é a de atribuição conferida pela lei especificamente a determinado órgão ou agente. 2003. não individualizadas nem fixadas como privativas de certo executor56. portanto. No âmbito administrativo.90 Compatível com Consulta a Desacostumado a ou com Desatento a Desejoso de Desfavorável a Desrespeito a Equivalente a Falta a Incompatível com Ingrato com Intolerante com Invasão de Junto a ou de Maior de Morador em Natural de Necessário a Próximo a ou de Referência a Referente a Residente em Respeito a ou por Sito em Situado em Superior a 7. são as atribuições genéricas.º 5-SAJUR. como a do poder de tributar. O que não se admite. desde que o delegado esteja em condições de bem exercê-las. de 16 de novembro de 2006. no nosso sistema constitucional. e. é a delegação de atribuições de um Poder a outro. como emanam do poder hierárquico. Diferenças entre: em exercício. elas possuem diferenças singulares de sentido que devem estar claras no momento da redação do documento. não podem ser recusadas pelo inferior. 28ª ed. as delegações são freqüentes.7. no entanto. 56 MEIRELLES. As informações que serão apresentadas foram dadas pela Assessoria Jurídica por meio do Memorando n. As delegações dentro do mesmo Poder são. como também não podem ser subdelegadas sem expressa autorização do delegante. São Paulo: Malheiros Editores. admissíveis. respondendo pelo e no impedimento de. p 118-119. a autorização para agir em nome de outrem. Segundo a Assessoria Jurídica do CBMDF55. entenda-se por delegação. como também não se permite delegação de atos de natureza política. Direito Administrativo Brasileiro. por delegação. a sanção e o veto de lei. em princípio.. Hely Lopes. Algumas pessoas usam indiscriminadamente essas expressões. Delegáveis. 55 . delegar é conferir a outrem atribuições que originalmente competiam ao delegante.

Portanto. .º 8. definitiva ou transitoriamente. os agentes substitutos só praticarão os atos funcionais na exata ordem de substituição (cadeia hierárquica). sob pena de responsabilidade administrativa. de tal sorte. No âmbito desta Corporação. (ex. nos moldes dos incisos LIV e LV da Constituição Federal de 1988.º 83. o bombeiro militar que. uma conseqüência daquele agente que exerce atividade pública. devendo sempre ser observada a aplicação do devido processo legal e da ampla defesa e do contraditório. no âmbito da Administração Federal.479/86. e. em todos os casos. sim. não se caracteriza como uma atividade ímpar. 12 da Lei n. de 6 de setembro de 1979. se tornar incompatível com o cargo ou demonstrar incapacidade no exercício das funções que lhe forem conferidas será dele afastado ou impedido de exercitá-la. o impedimento torna-se dependente das funções previamente delineadas pela legislação inerente ao cargo ou função do bombeiro militar. Dessa forma.. a expressão “respondendo” torna-se inadequada em expedientes de qualquer natureza. As autoridades competentes para a determinação do imediato afastamento do cargo ou o impedimento do exercício da função. mas. conforme disciplina o §1º do art. Nessas circunstâncias. Chefe do Estado-Maior-Geral é o substituto eventual do ComandanteGeral.91 Ressalta-se que. que essa prática não se caracterize como uma atividade perene com o fim de se obter vantagens pessoais.º 7. o instituto da delegação encontra-se regulamentado pelo Decreto n. são o Governador do Distrito Federal e o Comandante-Geral do CBMDF. 45 da Lei n. do exercício de alguma função estatal.937. É um ônus inerente a todas as pessoas físicas incumbidas. observando. as regras inerentes ao limite de competência a eles atribuído. Respondendo trata-se de um atributo a qualquer das explanações antes tratadas. nos termos dos §§ 1º e 2º do art. por sua atuação. No exercício é a função desempenhada pelo substituto imediato e legal quando da ausência eventual e de mero expediente da autoridade responsável pelo segmento (órgãos de direção. No impedimento é uma circunstância legal que impossibilita a execução de um ato ou exercício de uma função.255 – LOB). órgãos de apoio e órgãos de execucação). Logo.

Já o termo atenciosamente deverá ser usado para as demais autoridades. Deve-se atentar para o fato de que ele sempre deve vir no primeiro parágrafo do dispositivo legal (portaria. haja vista o que preceitua o art.º 10.486. Presidente do Supremo Tribunal Federal e Governador do Distrito Federal. que deve ser obedecida. oriundos de autoridades subalternas. Dessa forma. de 28 de março de 2002.6. de 4 nov. lei etc. e o constante na Informação n.176.8. Diferença entre atenciosamente e respeitosamente São expressões de fecho das correspondências oficiais.5. o requerimento do Cabo Fulano de Tal.1. 57 . que trata da nota de boletim. Como foi dito anteriormente. de 27 jan. em expedientes administrativos atenciosamente.92 7. do Regulamento da Organização Básica do CBMDF.” Ver o item 3. no âmbito desta Corporação. 94. está investida de “poderes” da Administração Pública para agir sobre determinada situação. aprovado pelo Decreto nº 16. ele varia de acordo com a situação e a pessoa que o evoca. da Lei n.. as quais refletem a hierarquia nas comunicações. 62. 2002. Dessa forma. por falta de objeto. no qual solicita a correção do tempo de serviço no seu contracheque. O Manual de Comunicação Oficial do Governo do Distrito Federal estabelece o uso de respeitosamente apenas para o Presidente da República.9. incisos I. resolve: INDEFERIR.º 13/96 ou o Decreto n. o enquadramento não é estático. Ao contrário do que se possa pensar. como exemplo: “O DIRETOR DE PESSOAL. há textos em que a utilização do dispositivo legal no corpo do texto faz com que a interpretação fique prejudicada. há uma maneira de expor os dispositivos legais57. Infelizmente. o fecho previsto é 7. II. 2005. matr. Presidente do Congresso Nacional. bem como a Lei Complementar n. O enquadramento Um quesito muito importante para o texto que exija a fundamentação jurídica de modo a mostrar que a autoridade ora em questão. como sendo parte do documento que sempre se copia e repete infinitamente. no uso das atribuições que lhe confere o art.º 15/2005-SUCAV/DP. de 2 jun. decreto. encontramos.) e não no corpo do texto. 00000-0. 49.º 4. juridicamente.036.

e o constante na Informação n. 2005. mas. por sua natureza. ela nem sempre é evidenciada no momento do enquadramento e não há nenhuma orientação sobre a disposição hierárquica dos preceitos legais.10. resolve: INDEFERIR. incisos I. a orientação no âmbito do CBMDF é que quando houver referência ao Regulamento da Organização Básica ela deverá encabeçar o enquadramento. Todo documento “cuja divulgação ponha em risco a segurança da sociedade e do Estado.” Há uma hierarquia entre os dispositivos legais. 49. depois. 23. de uma forma geral.”59 Todos os militares que se depararem com documentos de acesso restrito deverão primar para que eles cheguem ao seu destino o quanto antes e evitar que fiquem expostos ou manuseados por outros militares não autorizados para tal. aprovado pelo Decreto nº 16. nos termos deste Decreto. as publicações e os atos administrativos no âmbito do Exército (IG 10-42). no qual solicita a correção do tempo de serviço no seu contracheque.º 8. de 27 de dezembro de 2002: Todo aquele que tiver conhecimento. segundo o art. seguido da Lei da Organização Básica do CBMDF e. de assuntos sigilosos fica sujeito às sanções administrativas. deve ser de conhecimento restrito e. 2002. civis e penais decorrentes da eventual divulgação dos mesmos. A documentação sigilosa Considera-se documento sigiloso58 aquele que trata de assunto que. da honra e da imagem das pessoas são originariamente sigilosos.036. de 2 jun. no uso das atribuições que lhe confere o art. do Regulamento da Organização Básica do CBMDF.553. 37. portanto. 7. requerem medidas especiais de salvaguarda para sua custódia e divulgação. II.º 10.93 Sendo que o recomendável seria: “O DIRETOR DE PESSOAL. pois. de 27 jan. matr. da Lei n.159. §1º. 59 Conforme define o art. §1º do Decreto n. todavia. da Lei n. que dispõe sobre a Política Nacional de Arquivos Públicos e Privados e dá outras providências. 000000. o requerimento do Cabo Fulano de Tal. de 4 nov. 94. das demais referências legais. para efeito de padronização. haja vista o que preceitua o art. Definição colhida das Instruções Gerais para a correspondência.º 4. bem como aqueles necessários ao resguardo da inviolabilidade da intimidade. por falta de objeto.486.º 15/2005-SUCAV/DP. 62.. de 8 de janeiro de 1991. da vida privada. 58 . II.

. Para efeito de regulamentação.930/SP).12. do Decreto n. solução e tramitação não podem ultrapassar o prazo estipulado no seu conteúdo. parágrafo único do Decreto n. b) urgente: documentos cujo estudo. combinado com o art. confidencial ou com divulgação e acesso restrito deverá garantir a condição desses documentos. 7. solução e tramitação devem ser imediatos.” (EDRE n.º 123. os prazos para a documentação deverão obedecer ao disposto abaixo: a) normal: expedientes cujo estudo. parágrafo único. 3º. cópia “autenticada por servidor público que tem guarda do original. reservado. Cabe ressaltar que. d) com prazo: documentos cujo estudo.94 Dessa forma. Dessa forma.º 5. até demonstração em contrário. . sob pena de sofrerem penalidades relacionadas à sua divulgação.936/79. tal reprografia faz prova das coisas e dos fatos nela apresentados. Autenticação de documentos De acordo com o art. todo aquele que entrar em contato com qualquer documento considerado sigiloso. c) urgentíssimo: documentos cujo estudo. solução e tramitação devem ser realizados em até 48 (quarenta e oito) horas.º 83. solução e tramitação devem ser realizados em até 8 (oito) dias úteis. 5º. A tramitação da documentação (normal/urgente/urgentíssimo/com prazo) O quesito para classificação da documentação oficial que tramita no CBMDF é o assunto tratado por ela. 7. desde que seja apresentado a este o documento original.11. Em não sendo impugnada.234/80(GDF). a responsabilidade pela documentação engloba desde o militar que a recebeu até a autoridade a ela destinada. qualquer servidor poderá autenticar cópia de documento. conforme decisão do Superior Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo. a reprografia de documento público merece fé.

o documento público. A consciência sobre a responsabilidade em se receber documentos advém dos atos jurídicos que a omissão ou negligência com eles originar. possui presunção de legitimidade. no momento em que ele colocar a sua assinatura no livro de protocolo ou em uma cópia do documento. Essa divisão de responsabilidade é importante para a Administração Pública como um todo em virtude de que todos os militares que participam da função burocrática zelem para que os documentos. após assinado por autoridade pública competente. Brasília-DF. conforme modelo abaixo: GDF.13. necessariamente. passa a ser co-responsável pelo curso que a documentação deverá seguir a partir de então. coma cópia fiel do original reproduzido neste órgão. a seção onde foi realizada a autenticação (por extenso) e o enquadramento legal para o feito. Infelizmente. no entanto.º 83. parágrafo único do Decreto n. combinado com o art. ou seja. cheguem ao seu destino dentro do prazo condizente para surtir determinados efeitos legais ou finais. Por isso. diretorias.CORPO DE BOMBEIROS MILITAR DO DF CCS – AJUDÂNCIA-GERAL AUTENTICAÇÃO Nos termos do art. é legítimo até que se prove o contrário. as seções. 3º parágrafo único do Decreto n. o militar além da assinatura ou rubrica deverá colocar a sua matrícula para que possa ser feita. a trajetória do documento. autentica-se o presente. _____ de _____________ de ________ _____________________________ Funcionário ___________ matr.936/79. para efeito de padronização no âmbito do CBMDF. o nome do órgão autenticador (CBMDF por extenso). No entanto.234/80 (GDF).º 5. companhias e batalhões que realizam esse tipo de atividade.. 7. O recebimento de documentos Todo militar está apto a receber qualquer tipo de documento. ainda há . 5º.95 Dessa forma. em caso de extravio ou atraso. quaisquer que sejam. deverá confeccionar um carimbo que contenha.

embora isolados. vou estar fazendo. 7. O gerundismo é um fenômeno contemporâneo da linguagem.96 casos.. A relação com o inglês é estabelecida com um tempo verbal denominado present continuous. Esse uso é desaconselhado pela norma padrão da língua. substantivo etc. Tal ligação ainda não é unânime academicamente. Exemplo: Conseguimos um empréstimo junto ao BRB. é bastante produtiva em textos dos mais variados . aos operadores de telemarketing. A tradução para o português seria “Eu estou trabalhando agora. Junto a ou junto de Tanto faz junto a significa “perto de”: Ex. sendo atribuída a sua origem ao inglês. o que equivale a dizer que essa estrutura derivada de um verbo ocupa função desempenhada por estruturas nominais como adjetivo. a Língua Portuguesa não o emprega para caracterizar o tempo presente imediato.” A estrutura seria verbo to be flexionado + gerúndio.14. é freqüente o uso junto a substituindo as preposições com e em. 7. muito pelo contrário. Sua estrutura é bastante sui generis. em que a perda ou demora na resposta é decorrente de uma desatenção por parte de quem recebeu a documentação. Melhor: O problema só será resolvido com a DAL. por exemplo. Afirmações como: I am working now equivale a dizer o que se faz no momento da afirmação.: O QCG fica junto ao Buriti. Exemplo: O problema só será resolvido junto à DAL. em específico. Gerundismo Gerúndio é uma das formas nominais do verbo. No CBMDF. pois embora a estrutura composicional seja semelhante. o qual marca o tempo da realização imediata. O gerúndio não é uma estrutura errada do ponto de vista gramatical normativo.15. pois é utilizado o verbo ir flexionado + verbo no infinitivo + gerúndio. Melhor: Conseguimos um empréstimo no BRB. (ou junto do Buriti).

o gerundismo deve ser evitado sempre que possível. Ano I.) eles não possuem a certeza de que serão eles ou se o problema realmente vai ser sanado. Eu ligarei para o Diretor de Pessoal amanhã cedo (futuro do presente. número 1. espontânea. de nunca resolver ou agir. Ex. a de ser natural. Segundo ela. quando você fala “Vou estar ligando para o Diretor de Pessoal amanhã cedo”. exatamente. mesmo em ligações simultâneas. E uma característica inerente à linguagem é. Maria Helena Moura Neves60 tem elevado o gerundismo a tempo verbal. quer seja pela rotatividade de empregados no setor. mas de uma forma em que isso não fique explícito ou ofensivo. .. seria o mesmo que dizer não ligarei. A professora Dra. A professora Maria Helena utiliza os operadores de telemarketing como exemplo à sua teoria. pois é quase impossível falar com o mesmo operador de telemarketing duas vezes. O gerundismo. atribuindo a ele a característica de compromisso mínimo. o gerundismo é encontrado em excesso nesse setor em virtude de que. 60 Reportagem realizada pela revista Língua Portuguesa. pois o excesso no uso de qualquer estrutura gramatical provoca a sensação de artificialismo da linguagem para quem ouve ou lê. no entanto. quer seja pelo número de atendentes. modo indicativo). De uma forma geral.97 gêneros. ou seja.: Eu vou estar ligando para o Diretor de Pessoal amanhã cedo (gerundismo). 2006. ocupando funções onde seria esperada a forma direta do verbo. Eu vou ligar para o Diretor de Pessoal amanhã cedo (locução verbal). Tal constatação também possui bastantes ressalvas e debates dentro do campo lingüístico. no momento em que os operadores são impelidos a resolver determinado problema (estabelecimento de um serviço. dando à estrutura status de ineficiência. cadastramento de uma reclamação etc. Essa associação acaba por implicar em outra: o uso consciente dessa estrutura com o intuito de não se comprometer. é considerado como erro pelo excesso que tem sido empregado.

vem sendo utilizada de forma errônea não só na comunicação oficial.16. os únicos usos previstos são quando a expressão designar: por meio de. 7. nesse caso será sempre “por”. O problema foi resolvido através da publicação da nota (errado)61. A obtenção dos palanques para o evento deverá ser feita por meio da Ajudância-Geral (certo). no decorrer de (esses costumes prolongam-se através dos séculos). . O empréstimo só acontece mediante cautela (certo). Para a gramática normativa. pelo (o ladrão entrou através da janela). como nas exemplificadas abaixo: Maiores informações através dos telefones. 61 Nunca se usa através de como indicador de agente da passiva. mas em praticamente todo tipo de texto. Maiores informações pelos telefones. A obtenção dos palanques para o evento deverá ser feita através da Ajudância-Geral (errado). O empréstimo só acontece através de cautela (errado). O problema foi resolvido pela publicação da nota (certo). A promoção foi publicada pela Diretoria de Pessoal (certo). Hífen Existem algumas palavras de uso freqüente na Corporação que são formadas pelo processo de composição de palavras. ou seja. pelo interior de.98 7..17. A promoção foi publicada através da Diretoria de Pessoal (errado). (errado). mas como ela deve ser grafada: com ou sem hífen. por dentro de. (certo). O problema não é a palavra nova que se forma. por entre. O problema foi resolvido mediante a publicação da nota (certo). são palavras formadas pela junção de dois ou mais vocábulos já existentes na língua. com freqüência. de um lado para outro (caminharam através de florestas e pântanos). Para as demais situações não se recomenda seu uso. Através de A expressão através de. O empréstimo só acontece por meio de cautela (certo). O problema foi resolvido por meio da publicação da nota (certo).

O bombeiro militar deverá comparecer à Diretoria de Pessoal. (errado) Nas palavras compostas em que o adjetivo geral é acoplado a substantivo que indica função. . no entanto. os quais são sempre ligados por hífen. em virtude de o adjetivo geral não indicar função. é errado tal uso.99 Geralmente. Tenente-Coronel e Ajudante-de-Ordens são termos encontrados em dicionários ou no Vocabulário Ortográfico da Língua Portuguesa. pois não se trata de uma palavra composta. lugar de trabalho nem órgão. (certo) O bombeiro-militar deverá comparecer à Diretoria de Pessoal. é comum encontrar o termo bombeiro associado a militar ligado por hífen. lugar de trabalho ou órgão usa-se hífen para grafá-las: Ajudante-Geral (função) Comandante-Geral (função) Chefe do Estado-Maior-Geral (função) Quartel do Comando-Geral (lugar de trabalho) Corregedoria-Geral (órgão) Ajudância-Geral (órgão) Boletim Geral não é grafado com hífen.. mas tratar-se de uma publicação. mas de um substantivo associado a outro com valor de adjetivo.

e dá outras providências. Mariúsa. e dá outras providências. alteração e consolidação das leis do Distrito Federal. que dispõe sobre a política nacional de arquitos públicos e privados. redação.º 8. DISTRITO FEDERAL (Brasil).º 25. empresarial. 1993. dispondo sobre a elaboração. Institui o personagem-símbolo e o slogan do Programa de Educação Fiscal do Distrito Federal (PEF/DF). Presidência da República. de 4 de setembro de 1996. Brasília. 18ª ed. Decreto n. Diário Oficial do Distrito Federal. 2002. 69 da Lei Orgânica. Brasília. Cria mensagem obrigatória que deverá constar nos documentos expedidos pelo Governo do Distrito Federal. Presidencia da República. de 8 de Janeiro de 1991. São Paulo: Parábola Editorial. Diário Oficial do Distrito Federal. 2005.. DISTRITO FEDERAL (Brasil). Aprova as Instruções Reguladoras dos Documentos Sanitários de Origem (DSO). de 24 de fevereiro de 2006. DISTRITO FEDERAL (Brasil). Regulamenta a Lei n. para a Polícia Militar e o Corpo de Bombeiros Militar do Distrito Federal. Manual de redação da Presidencia da República. de 22 de novembro de 2004. BOAVENTURA. Diário Oficial do Distrito Federal. Brasília. Aprova as Instruções Reguladoras dos Documentos Sanitários de Origem (DSO). Instruções Gerais para a correspondência. de 15 de julho de 2003.º 23. BRASIL. para a Polícia Militar e o Corpo de Bombeiros Militar do Distrito Federal. 2ª ed. Marcos. Diário Oficial do Distrito Federal. as publicações e os atos administrativos no âmbito do Exército (IG 10-42). BELTRÃO. São Paulo: Atlas. Direito Administrativo.604. São Paulo: Ática. Odacir & BELTRÃO.º 26. de 23 de fevereiro de 2006. 2007. 3ª ed.º 4. DISTRITO FEDERAL (Brasil). de 24 de fevereiro de 2006. de 19 de novembro de 2004. Brasilia. Lei Complementar n. Decreto n.100 - Referências Bibliográficas BAGNO. Mª Sylvia Zanella. Nada na língua é por acaso: por uma pedagogia da variação lingüística. DI PIETRO. de 14 de julho de 2003. Regulamenta o art. Diário Oficial do Distrito Federal.159. 23ª ed. . de 3 de setembro de 1996. Decreto n.º 13. Correspondência: Linguagem & Comunicação (oficial.073.366. Brasília. BRASIL. Edivaldo M. Decreto n. de 3 de janeiro de 2002. Como ordenar as idéias. Brasília. São Paulo: Atlas.912. particular). 2005.

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