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ROTEIRO_TCC_-_ADM

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  • 1 QUESTÕES INERENTES À REALIZAÇÃO DO TCC
  • 1.1 ESTRUTURA DO TCC
  • 1.2 A ESCOLHA DO MÉTODO
  • 1.2.1 Métodos de Abordagem
  • 1.2.1.1 Método dedutivo
  • 1.2.1.2 Método indutivo
  • 1.2.1.2.1 Indução formal
  • 1.2.1.2.2 Indução científica
  • 1.2.1.3 Método hipotético-dedutivo
  • 1.2.1.4 Método dialético
  • 1.2.1.5 Método fenomenológico
  • 2 A CONSTRUÇÃO DO PROJETO DE PESQUISA
  • 2.1 PLANEJAMENTO DA PESQUISA
  • 3.1 ELABORANDO A INTRODUÇÃO
  • 3.1.1 Delimitação do Tema
  • 3.1.2 Formulação do Problema da Pesquisa
  • 3.1.3 Definição dos Objetivos
  • 3.1.4 Justificativa – Consolidação da Relevância do Estudo
  • 3.1.5 Subsídios para a Elaboração do Desenvolvimento
  • 3.1.5.1 Fundamentação teórica – revisão bibliográfica
  • 3.1.6 Procedimentos Metodológicos
  • 3.1.6.1 A população da pesquisa
  • 3.1.6.1.1 Amostra
  • 3.1.6.1.2 Tipos de amostragem
  • 3.1.6.2 Técnica de coleta de dados
  • 3.1.6.2.1 Observação
  • 3.1.6.2.4 Pesquisa documental
  • 3.1.6.2.5 A pesquisa bibliográfica
  • 3.1.7 Análise e Interpretação dos Dados
  • 3.1.7.1 Classificação
  • 3.1.7.2 Codificação
  • 3.1.7.3 Tabulação
  • 3.1.7.4 Análise estatística
  • 3.1.8 Interpretação dos Dados
  • 3.1.9 Conclusões e Considerações Finais
  • 4 MODELOS DE TRABALHOS ACADÊMICOS
  • 4.1 POSITON PAPER
  • 4.2 ARTIGO
  • 4.2.1 Estrutura do Artigo
  • 4.3 TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO/ MONOGRAFIA
  • 4.3.1 Formatação do Trabalho de Conclusão de Curso
  • 4.3.1.1 Conteúdo
  • 4.3.1.2 Capa e Lombada
  • 4.3.1.3 Folha de Rosto
  • 4.3.1.5 Folha de aprovação
  • 4.3.1.6 Dedicatória
  • 4.3.1.7 Agradecimentos
  • 4.3.1.8 Epígrafe
  • 4.3.1.9 Resumo
  • 4.3.1.11 Lista de ilustrações e sumário
  • 4.3.1.12 Detalhamento dos elementos textuais
  • 4.3.1.13 Detalhamento dos elementos pós-textuais
  • 5 CITAÇÕES E REFERÊNCIAS
  • 5.1 TIPOS DE CITAÇÕES
  • 5.1.1 Citação Direta
  • 5.1.2 Citação Indireta
  • 5.1.3 Citação da Citação
  • 5.1.4 Particularidades nas Citações
  • 5.2 REFERÊNCIAS

6

2011

ROTEIRO PARA O DESENVOLVIMENTO DE TRABALHOS CIENTÍFICOS
FACIERC
Orientações práticas ao desenvolvimento de Trabalhos Científicos na FACIERC

Prof. Thiago Francisco FACIERC 01/01/2011

APRESENTAÇÃO Desde a sua concepção, as sociedades ocidentais estão alicerçadas sobre uma base intelectual que se coaduna os objetivos sociais, os quais são dinâmicos e determinados de acordo com o contexto em que se vive. De fato, a contribuição da pesquisa se da no sentido de consolidar um cenário produtivo, orientando as práticas organizacionais, acadêmicas e, sobretudo, determinando uma nova percepção de mundo ao contexto educacional. Na Instituição de educação superior, independente de suas formações ideológicas, a criatividade, o talento e a produção literária se fazem determinantes à consolidação de uma nova realidade. Neste sentido, a instrumentação científica aparece como sendo uma ferramenta eficaz no sentido de promover a amplitude de conhecimentos neste ambiente. Parafraseando o Prof. Dr. Sebastião Salésio Herdt, Vice-Reitor da Universidade do Sul de Santa Catarina, a instituição de educação superior está imersa na sociedade do seu tempo e dela retira a matéria-prima de seus conhecimentos e pesquisas. Com efeito, ela absorve, estuda e elabora as principais tendências da nossa civilização e dos saberes por ela produzidos. E o faz de tal modo, que a universidade não apenas reflete e reproduz o conhecimento já existente, mas junta a este um valor agregado, perspectivas e deduções inéditas, que devem ser difundidas e compartilhadas com a comunidade científica e a sociedade em geral. É a este valor agregado que se dá o nome de “produção científica”. E o processo e o método que a garante como tal, se chama de “Ciência”. A produção científica, destarte, é um ato substantivo e criativo que é subsidiada pela relevante contribuição da instituição de educação superior que determina a difusão do saber por meio de práticas liberais e livres de ideologias. Espera-se, portanto, que este material seja útil no sentido de contribuir com a produção de trabalhos científicos e, com toda a certeza, à orientação de uma vida acadêmica consistente com os ensejos de uma sociedade que se posiciona na era do conhecimento. Sucesso! Prof. Thiago Francisco Metodologia da Pesquisa Científica

Disciplina Curso Professor Carga Horária Período E-mail Tel. 1. EMENTA

Trabalho de Conclusão de Curso Administração Thiago Francisco 72 H/A Noturno thiagofrancisco@fasc.com.br 48-3431-2029/ 48-9161-7521 PLANO DE ENSINO – 2011/2

A orientação à produção de trabalhos científicos com ênfase ao trabalho de conclusão de curso da FACIERC, implicando no estudo e conhecimento das técnicas de pesquisa e de instrumentação necessárias. 2. OBJETIVO GERAL Proporcionar ao acadêmico a orientação necessária ao aprofundamento dos conhecimentos técnicos aplicados à produção do trabalho de conclusão de curso. 3. OBJETIVOS ESPECÍFICOS • Orientar a aplicação dos métodos científicos aos trabalhos de conclusão de curso.

Delimitar as formas de apresentação do trabalho de conclusão de curso, com as respectivas peculiaridades de cada tema.

• Consolidar os conhecimentos vinculados a instrumentação científica, determinando a construção relevante de um trabalho de conclusão de curso. 4. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO

• • •
• •

Tipos de Trabalho de Conclusão de Curso; Orientações em Grupo e individuais Seminário de qualificação; Informações gerais sobre a produção de trabalhos científicos Artigo científico; Estrutura, organização. Redação e apresentação do Trabalho de Conclusão de Curso; Orientação para apresentação dana Banca examinadora.

Visualbooks.A. ainda. Internet. ed. As orientações técnicas estão todas contidas no Manual do Trabalho de Conclusão de Curso. Lousa e da Lousa Digital. A. Como Elaborar Projetos de Pesquisa. 9. Biblioteca virtual e pesquisas empíricas em bases de dados.P. Florianópolis: 2007. Marina de Andrade.C. MARCONI. TCC métodos e técnicas. Leitura de capítulos de livro Atividades Práticas Orientadas 6. Haverá. Fundamentos de metodologia científica. . LAKATOS. PD2. 8. no máximo três (3) componentes e no mínimo dois (2) acadêmicos. 2002. Rio de Janeiro. METODO DE ENSINO • • • • • • Orientações em grupo Atividades livres e práticas na biblioteca Aulas expositivas e dialogadas Leitura e reflexão de artigos e estudos de casos.F. SOUZA. Biblioteca. C. Os acadêmicos matriculados na disciplina de Trabalho de Conclusão de Curso deverão construir um Trabalho de Conclusão de Curso sobre o tema escolhido. 7. Eva Maria. 5. 2010. São Paulo: Atlas. GIL. desenvolvendo-o em equipe de. AVALIAÇÃO: PD1. 2005. A. O trabalho deverá ser defendido perante a Banca que será composta por três (3) ou quatro (4) Docentes do corpo da Instituição. NBR6023.5. 5 ed. ATENDIMENTO EXTRACLASSE Por e-mail e telefone a partir da necessidade dos acadêmicos. OTANI. NE e PG. N. Referências bibliográficas. São Paulo: Atlas. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. RECURSOS UTILIZADOS • • • • • Retroprojetor multimídia – Datashow. um seminário de qualificação que determinará a consistência do trabalho e atividades práticas de orientação técnica dentro do cronograma a ser estipulado em conjunto com os acadêmicos. FIALHO.

br .gov. SITES INDICADOS www.org.capes.usp.br www. NBR6029. 5. A. 2002.bu. CERVO. Rio de Janeiro. _______. Rio de Janeiro. Apresentação de citações em documentos.teses. 2002. Metodologia científica.br www. Resumos._______. São Paulo: Prentice Hall. NBR6028. 10. NBR10520. 2002. Apresentação de livros. 2002. _______.ufsc. Rio de Janeiro.anped.L. ed.br www.

.. Definição dos Objetivos.......................................4 3............2.............1............................... MODELOS DE TRABALHOS ACADÊMICOS....1 3..........1....6........1.... Calculo da amostra...................5 1.......................................6......................... Classificação.....7................... A população da pesquisa...3 QUESTÕES INERENTES À REALIZAÇÃO DO TCC.............................................1....1.6......................................... Método dedutivo................................................1..................2................................................2.............1 1..1..................... A ESCOLHA DO MÉTODO. Método hipotético-dedutivo.........................................................................6..............................1 3..................1..........................2 3......................1 1..5 3.1 3.... Indução científica.........6...........2 3..............................................5.........................................3 2 2.6 3...5 3............... Procedimentos Metodológicos.... Análise estatística....................................2....1..............................................................................1.....7............ Método dialético.......................2.................2.................................... Questionário..........................................2 3................1 1....... ESTRUTURA DO TCC..........1 1................1.......................................................... Interpretação dos Dados....1...... Entervista................................1.......................1 3.......................1...... Indução formal..................1 1. 6 7 8 8 9 9 10 10 11 11 11 12 13 14 16 16 18 19 19 22 23 23 24 27 28 30 35 36 38 42 43 48 49 51 51 53 54 55 57 57 59 60 61 61 65 ...... Análise e Interpretação dos Dados.....1...1.............6...............3 3..1. Conclusões e Considerações Finais............. Método fenomenológico...1..............................................................................................................................2........7 3. PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS E DELIMITAÇÃO DA TECNICA. PLANEJAMENTO DA PESQUISA............................2................ Justificativa – Consolidação da Relevância do Estudo........................................1........1.1................................................ Tipos de amostragem........................... Fundamentação teórica – revisão bibliográfica..........1 3 3..............................................4 1..1................... Métodos de Abordagem..........................3 3....................................2 3.........1 3.........................1 4.........................1. Estrutura do Artigo...9 4 4..............................1........1................................................... Subsídios para a Elaboração do Desenvolvimento.............1.............................2......................3 3............................................... ARTIGO........... Pesquisa documental.........2............................2.......1.......................2 1.8 3.............2 1..................2 4........................1............................1 3.........1.......4 3.....................1.................3 1................................................... Técnica de coleta de dados.................. A CONSTRUÇÃO LÓGICA DE UM TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO......................................................1...........................6.......................7............................. Observação................. Delimitação do Tema..............1........2..... Codificação......2...... ELABORANDO A INTRODUÇÃO... Método indutivo...............................7..................1...................................1 3.2........................2........ Tabulação.............. A pesquisa bibliográfica...................6................ Amostra....................................................................................2 3....................... A CONSTRUÇÃO DO PROJETO DE PESQUISA..6.......................4 3........2.................................................1..1 4........6.............................................. POSITION PAPER........3 3................................SUMÁRIO 1 1............ TRABALHOS DE CONCLUSÃO DE CURSO – MONOGRAFIA.................................................................................. Formulação do Problema da Pesquisa.................

.1.......1.4 5....... 70 Folha de aprovação......................................... 85 Citação da Citação.....................9 4......................................................................1 5..... 73 Resumo................ 73 Epígrafe........................2 6 Formatação do Trabalho de Conclusão de Curso....... 76 Detalhamento dos elementos textuais......................................... 86 REFERÊNCIAS..............................1 5.13 5 5..........1..................................................................................... 74 Abstract...... 66 Conteúdo...................1.......3.3.5 4.........................................................1 4..................................................................................1........... 109 ........................................ 77 Detalhamento dos elementos pós-textuais.......4 4.........................................................................3.........1...4...............................10 4..................................................................3 5......................................................... 81 CITAÇÕES E REFERÊNCIAS.................. 67 Folha de rosto.......3...................................3.........................3...........2 5.............................................................................................1............................3. 67 Capa e lombada...1.............1..........................2 4. 85 Particularidades nas Citações................................ 71 Dedicatória...1 4................... 72 Agradecimentos........................ 100 APÊNCIDES..............................3...........................1...........1.8 4................. 83 Citação Indireta.......................1................1................................................12 4..................................................................... 83 Citação Direta.................................3..........................................................................................11 4......3.............3..........3.............................. 69 Ficha catalografica.............1.....................................................3 4......6 4.....7 4........3......................... 83 TIPOS DE CITAÇÃO........1..............1...1.............................3..... 90 REGULAMENTO GERAL DO TRABALHO DE CONCLUSAO DE CURSO........................ 75 Lista de ilustrações e sumário..........

Neste sentido. histórica. como evidenciam Souza. onde se destacam os seguintes: • Utilizar-se de método próprio. por meio do que se chama de “anarquia epistemológica” já que se utiliza de alguns caminhos que consolidam as estratégias de coleta de dados. Estas. é o fator preponderante para promover a compreensão de dados que comprovem a complexidade das ciências humanas e sociais. Neste caso. analise de informações de documentos (documental) e estudo de caso. descritivos ou explanatórios (causal). Entre outros aspectos. sob a orientação de alguns aspectos. do grau de controle que o pesquisador tem sobre os eventos e do foco temporal baseado na relação entre eventos contemporâneos e fenômenos históricos. pode-se afirmar que sempre em que se possui um conjunto de atividades que orientam a busca de um determinado conhecimento deve-se realizar uma investigação aprofundada no sentido de consolidar a coleta de dados que ampare os resultados. • Apresentar formas de comunicação do conhecimento obtido. podem se destacar a pesquisa com ênfase à experimental. A pesquisa. • Aplicar técnicas específicas. Fialho e Otani (2007). passam a depender do tipo de questão da pesquisa. a pesquisa passa a se caracterizar de acordo com alguns pressupostos. survey (levantamento). o método científico que consolida a construção do Trabalho de Conclusão de Curso. • Estar voltada para a realidade empírica. A pesquisa científica parte de pressupostos evidenciados por Feyeraband (1979). Nesta conjectura. para que se consolidem as estratégias de pesquisa em Ciências Sociais partem de algumas premissas e se constituem sob a orientação de algumas estratégias. no qual destacam-se os seguintes: • Quanto a sua classificação. por sua vez. .6 1 QUESTÕES INERENTES À REALIZAÇÃO DO TCC Uma das considerações iniciais relativas à construção de um Trabalho de Conclusão de Curso está no sentido de se compreender os modos e o momento no qual se faz a pesquisa. A partir desta orientação. Cada uma dessas estratégias pode ser utilizada para propósitos exploratórios.

• Quanto a abordagem do problema. . quadros e tabelas Lista de reduções (siglas e símbolos se houver) Elementos textuais Introdução Fundamentação teórica (corpo do trabalho – capítulos) Considerações finais – Conclusão Elementos pós-textuais Referências (obrigatório) Glossário (opcional) Apêndices (produzidos pelo próprio autor) Anexos: Cópia de outros: quadros ou tabelas. As explanações sobre os pressupostos elencados. • Quanto aos objetivos. • Quanto aos procedimentos técnicos. bem como suas respectivas definições. textos de outros autores (opcional). • Quanto a natureza.7 • Quanto a técnica empregada. Quadro 1: Elementos do Trabalho de Conclusão de Curso Adaptado de: Sousa. Elementos do Trabalho de Conclusão de Curso Capa Folha de rosto (anverso) Ficha catalográfica (verso da folha de rosto) Pagina de aprovação (Banca Examinadora Elementos Pré-textuais Dedicatória (opcional) Agradecimentos (opcional) Epígrafes (opcional) Resumo Sumário Lista de ilustrações. • Quanto as fontes de informação e.14. os quais são destacados no quadro 1.724/2005) a estrutura dos Trabalhos de Conclusão de Cursos.1 ESTRUTURA DO TCC Sob a orientação da ABNT (NBR. Dissertações de Mestrado ou Teses de Doutorado é composta de elementos pré-textuais. sejam eles monografias de TCC. encontram-se na parte que versa sobre a pesquisa no âmbito do Trabalho de Conclusão de Curso. elementos textuais e pós-textuais. 1. Fialho e Otani 2007.

Tal como evidenciado por Souza. para que seus objetivos sejam atingidos.2 A ESCOLHA DO MÉTODO A palavra método (do grego: metá+odo) significa “além de + caminho”: pelo qual se chega a um determinado fim ou resultado. A despeito deste aspecto.2. o conhecimento científico é certificado por seus resultados consolidados por meio de instrumentação científica que são aceitos e validados por um grupo. procedimentos ou. neste contexto. estes procedimentos devem se interar com os objetivos da pesquisa. Lakatos e Marconi (1991) destacam os principais métodos que orientam o desenvolvimento da pesquisa e que se apresentam a seguir 1. propondo soluções no contexto das ciências sociais. os quais dependem de procedimentos intelectuais e técnicos.1 Métodos de Abordagem Os métodos de abordagem partem de evidencias que consolidam a investigação científica. o método científico é um instrumento que passa a ser utilizado para explicar. passa a ser o agente principal nesta produção. em vista dos resultados ensejados com a pesquisa. Por meio destes pressupostos. determinada problemática. sendo responsável pela condução dos procedimentos e as demais etapas da proposta da pesquisa. O pesquisador. o Trabalho de Conclusão de Curso passa a se compor de procedimentos que qualifiquem a produção no sentido de permitir uma construção teórico-metodológica de acordo com as intenções da investigação. Neste sentido. até mesmo. apontando erros evitáveis. de modo ordenado. . Com base nestas evidências. tal como elenca Oliveira (1997). Fialho e Otani (2007). 1. Neste caso.8 A partir destas orientações. o método passa a regular previamente uma série de operações que se devem realizar. tal como elencado por Gil (1995). comportamentos. o método se configura como um conjunto de processos utilizados para conhecer uma determinada realidade. onde se utilizam determinados objetivos.

típico das ciências exatas. é o método proposto pelos empiristas: Bacon. Neste sentido. o quadro 2 identifica o método a partir de um clássico exemplo do raciocínio dedutivo: Método Dedutivo Todo homem mortal Pedro é homem Logo. seguida por uma generalização estatística. estudos pilotos. Fialho e Otani 2007 Premissa maior Premissa menor Conclusão A partir deste conjunto de aspectos. tal como evidenciado por Souza. a saber: identificação de um problema.1 Método dedutivo Nas bases propostas por Souza. 1.2. formulação de uma hipótese. a partir das considerações de por Lakatos e Marconi (1993). pressupondo que só a razão é capaz de levar ao conhecimento verdadeiro. na busca por uma definição operacional que permita uma observação controlada. consiste na verificação empírica de um fenômeno. o método dedutivo é uma proposta evidenciada por Descartes. o raciocino dedutivo tem o objetivo de explicar o conteúdo das premissas em ordem decrescente. Observar.1. teste de hipóteses. a saber: observar e explicar. Desse modo. o qual envolve uma série de passos seqüenciais. Locke e Hume. Spinoza e Leibniz. Neste caso. generalização e replicação. o método dedutivo. denominadas de conclusão. Hobbes. torna-se possível consolidar os objetivos principais de qualquer ciência.2 Método indutivo O método indutivo. utiliza-se do silogismo da construção lógica para. Fialho e Otani (2007). por meio de duas premissas.9 1.1. (1989) é um procedimento sistemático de investigação. retirar uma terceira decorrente das duas primeiras. de análise do geral para o particular. por meio das contribuições de Gil (1995). propondo uma conclusão específica e direcionada aos objetivos do trabalho. como evidenciam Hendrick e Vercruyssen. obtenção de dados. Este método. Fialho e Otani (2007). Pedro é mortal Quadro 2: Método Dedutivo Adaptado de: Souza. Estes .2.

2. e Carlos são homens.10 pensadores consideram que o conhecimento é fundamentado na experiência. a qual não leva a novos conhecimentos. Fialho e Otani (20070. a lei não . da realidade objetiva. Fialho e Otani (2007). ora empíricos. a lei que rege o ponto de chegada para a elaboração de um modelo expressa realmente a totalidade do comportamento dos fatos e fenômenos observados. João. mas não em todos os casos.1 Indução formal Nas considerações de Souza. Fialho e Otani 2007 Nas bases propostas por Souza. a indução formal ou completa é aquela estabelecida por Aristóteles.2. No raciocínio indutivo. mas substitui por um termo geral uma série de termos singulares.2 Indução científica Conforme as indicações de Souza.2. não levando em consideração os princípios preestabelecidos. consolida-se na causa ou na lei que rege os fenômenos ou fatos observados em um número significativo de casos. ou ainda. Na verdade.. ela não induz a compreensão de um determinado fenômeno a partir somente de alguns casos..2. Por outro lado.1. 1. a generalização deriva de observações de casos de realidade concreta. a indução científica ou incompleta. estabelecida por Galileu e aperfeiçoada por Francis Bacon. como verifica-se no método dedutivo. Um clássico exemplo pode ser identificado nas evidências do quadro 3: Método Indutivo Antonio é mortal João é mortal Paulo é mortal Carlos é mortal Ora. mas sim a observação dos fatos e dos fenômenos.1. a indução não é um raciocínio único. Neste sentido. 1. Logo. indutivos. Fialho e Otani (2007). Neste caso. Quadro 3: Método Indutivo Fonte: Souza. Deste modo. o ponto de partida do método indutivo não são os princípios. Paulo. mas um conjunto de procedimentos. (todos) os homens são mortais. Antonio. mas de todos os casos observados. ora lógicos. seu ponto de chegada é a elaboração de modelos que regem o comportamento dos fatos e dos pontos de observação. onde as constatações particulares levam à elaboração de generalizações.

o método dialético. se fundamenta em uma proposta descrita por Hegel. Este método. 1. mas expressa uma parte dos fenômenos. Já pelo raciocínio analógico. No raciocínio indutivo busca-se alguma generalização ou abstração capaz de descrever um conjunto de dados. o fato de que o método hipotético-dedutivo.1.5 Método fenomenológico Este método. Confirma-se.4 Método dialético A partir da contribuição de Gil (1995). mas insuficientes.3 Método hipotético-dedutivo Nas considerações de Gil (1995) este método consiste no raciocínio baseado em conhecimentos disponíveis. político e econômico. procura evidencias empíricas para derrubar determinadas hipóteses pré-estabelecidas. deduzem-se conseqüências que devem ser validades ou descartadas. Neste caso. onde as contradições se transcendem dando origem a novas contradições que passam a requere soluções. 1. ele é empregado em pesquisa qualitativa e preocupa-se com a descrição direta da experiência tal como ela é. são estabelecidas relações de correspondência entre os elementos de dois sistemas distintos. 1. a partir da constituição das hipóteses.1.2. para concluir ou negar determinada proposição.2. A partir de um raciocínio dedutivo. já que a realidade . não é dedutivo nem indutivo. Com base nas preposições de Triviños (1994). nos quais a observação de um ou mais fatos particulares pode-se induzir a compreensão de todos os fatos semelhantes. parte-se de premissas que julga-se verdadeiras.11 exprime a totalidade. em sua concepção. considerando que os fatos não podem ser tratados fora de um contexto social. os quais torna-se fatores geradores dos problemas. portanto.1. aplicado sobretudo em pesquisas qualitativas. sobre as quais aplicam-se regras fornecidas por alguma lógica. ao contrario do método dedutivo.2. proposto por Husserl. é um método de interpretação dinâmica e totalizante da realidade. direcionados a compreensão de determinado assunto.

1. nas considerações de Oliveira (1997). produzir. possuindo um conjunto de normas utilizadas especificamente em cada área das ciências. Já a técnica.12 é construída socialmente e entendida como o compreendido. Neste caso. é a parte material e prática pela qual se desenvolve a habilidade de ensinar. Neste caso. entre outros aspectos. as diversas realidades passam a coexistir. descobrir e inventar. formulários. roteiros de entrevista e o rol de palavras-chave. os procedimentos metodológicos se consolidam no conjunto de métodos ou caminhos que devem ser estruturados e percorridos na busca pelo conhecimento.3 PROCEDIMENTOS METODOLOGICOS E DELIMITAÇÃO DA TÉCNICA Os procedimentos metodológicos e as técnicas de pesquisa coadunam-se no sentido de promover a instrumentação científica inerente aos ensejos da pesquisa. onde se destacam. onde o sujeito é reconhecidamente importante no processo de construção do conhecimento. assim como suas interpretações e comunicações. . os questionários. tal como direciona Andrade (1999). interpretado e comunicado.

deve responder as questões norteadores de qualquer trabalho científico (O que?. dissertações e teses que tratem do assunto de interesse do estudo. • Apresentar trabalhos acadêmicos à disciplinas inerentes a produção do projeto.Quanto?. . faz-se pertinente e substantivamente necessária a leitura de capítulos. sobretudo dentro do tema e problema que serão abordados.13 2 A CONSTRUÇÃO DO PROJETO DE PESQUISA O projeto de pesquisa é um texto que define e mostra. a criatividade torna-se imperativa. com detalhes. livros. torna-se necessária a observância de algumas etapas. Onde?. mas não sendo necessária a apresentação de detalhes do trabalho. Com a finalidade de consolidar e orientar a estruturação do projeto. Quando?. • Delimitar os recursos para o desenvolvimento da pesquisa. • Participar de aulas e encontros de orientação. Para que?. • Iniciar contatos com possíveis orientadores. Quem?. um projeto básico de pesquisa deve apresentar os seguintes pontos: • Título (ou título provisório) do trabalho. Nesta orientação. Com quanto?). • Participar de seminários e encontros científicos. Por que?. artigos. Para quem?. para que se trace uma perspectiva sobre o desenvolvimento do trabalho e evite a “queima de energias” em leituras ou no trato de materiais que nada tem a ver com o tema. qualificadamente mais detalhado que o anteprojeto. Neste caso. É a construção de um planejamento que determina ao autor a ordem e disciplina para execução da pesquisa. Como? Com que?. o planejamento do caminho a ser percorrido na construção de um trabalho científico de pesquisa. onde se destacam as seguintes: • Discussão das idéias com colegas e professores em reuniões apropriadas. O projeto de pesquisa. Neste caso. contendo as linhas básicas da pesquisa que se tem em mente. • Ser argüido por professores que estejam aptos a participar das bancas de apresentação dos trabalhos. consolidando prazos estabelecidos.

questionário ou formulário). • Levantamento bibliográfico ou revisão da bibliografia. • Teste dos instrumentos (teste piloto ou pré-teste) e procedimentos metodológicos. • Orçamento (estimativa dos custos quando este item for necessário). • Construção das hipóteses. • Justificativa (por que foi escolhido o tema em questão). • Bibliografia Básica (obras referentes aos pressupostos do tema).14 • Delimitação do assunto (a qual problema se pretende responder). . A partir destas orientações deve-se fazer a distinção do projeto de pesquisa com o planejamento da pesquisa. • Construção dos instrumentos da pesquisa (entrevista. 2. • Universo da pesquisa (sujeitos que serão investigados). iniciando-se pela parte teórica e consolidando-se no plano de coleta de dados abrangendo os seguintes pontos: • Escolha do tema. • Seleção dos métodos e técnicas. diferentemente do projeto. • Metodologia (quais são os métodos e técnicas. • Cronograma (qual o tempo necessário). há diferenças entre os conceitos de Projeto de Pesquisa e Planejamento da Pesquisa. • Delimitação do universo (amostragem).1 PLANEJAMENTO DA PESQUISA Confirmando a premissa já delineada. O planejamento. • Objetivos (esclarecer o que se pretende). • Hipótese (s). • Delimitação do assunto. instrumentos). consolidando a distinção que estes dois aspectos possuem e norteando de modo relevante a construção da pesquisa. • Formulação do problema. consiste no detalhamento de todas as etapas da pesquisa.

15 Neste sentido. . delineando operações pragmáticas no sentido de qualificar os resultados ensejados pelo trabalho. ao planejamento da pesquisa cabe uma orientação sistemática e prática no sentido de nortear a consecução dos objetivos.

Neste caso. contendo a caracterização do problema. Contudo a caracterização do conteúdo próprio de cada uma dessas subdivisões é insuficiente. A ABNT (14. na qual se apresentam as inferências correspondentes aos objetivos ou hipóteses.724/2005) contempla as partes fundamentais deste tipo de trabalho. especificamente por falta de subsídios técnicos-teóricos direcionados a elaboração do trabalho. desenvolvimento e conclusão do trabalho. dividindo-se em seções e subseções (capítulos) que variam em funções da abordagem do tema e do método e a conclusão (ou considerações finais) como parte final do texto. nos termos da Monografia ou Dissertação. julga-se importante extrapolar a condição de mera enumeração dos conteúdos integrantes da introdução. ofertando maiores subsídios para a elaboração de cada um deles. a apresentação gráfica do trabalho pode se comprometer. Neste sentido. os objetivos da pesquisa e outros elementos necessários para situar o tema do trabalho. Neste contexto. a justificativa. sobretudo para aqueles cujo curso se constitui em iniciação ao processo de produção do conhecimento. a ABNT (14. O processo de materialização da Monografia também não se revela tarefa fácil aos acadêmicos com insuficiente preparo metodológico do ponto de vista da lógica da exposição. e os tópicos-chave abordados em cada capítulo. Um detalhe relevante à Introdução é o fato de que ela é a penúltima (a última parte que se redige é o resumo) parte que se escreve em um trabalho científico. já . ela se constitui na apresentação dos tópicos básicos do trabalho. os objetivos. onde devem constar a delimitação do tema. metodologia.16 3 A CONSTRUÇÃO LÓGICA DE UM TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO Em termos de descrição da estrutura lógica de um Trabalho de Conclusão de Curso. hipótese (s). Neste caso.724/2005) enuncia que a Introdução se constitui na parte inicial do texto. 3.1 ELABORANDO A INTRODUÇÃO A Introdução deve ser produzida no sentido de se constituir uma lógica de exposição dentro de uma perspectiva norteadora da compreensão do trabalho. considera o desenvolvimento como a parte principal do texto e que contem a exposição pormenorizada do assunto.

alguns aspectos importantes que se consolidam nos seguintes pontos: • Estabelecimento da relevância e das razões de ser do trabalho. considerando uma síntese dos conceitos da literatura. Como a introdução se compõe da integração de vários conteúdos. expressando a opinião do pesquisador em relação aos achados da investigação. relevância do assunto. mas sem se tornar prolongada. Em um trabalho científico. Deve considerar. torna-se essencial que sejam consideradas as orientações para a sistematização de cada um deles. constituindo-se de modo abrangente. em alguns parágrafos. • Divisão de capítulos. assim como enfocar o assunto a ser abordado por meio das idéias-chave de cada capítulo. uma visão holística do trabalho. a ela se constitui em um discurso de abertura que o pesquisador oferta ao leitor. • As informações sobre a natureza e a relevância do problema.17 que engloba vários itens do corpo do trabalho. • A formulação e a delimitação do assunto tratado. identificando os seguintes aspectos: • O modo pelo qual o pesquisador encontra-se com o seu problema – delimitação. • Como o pesquisador organizou a lógica da exposição do trabalho – parte da fundamentação teórica. a partir da fundamentação teórica parafraseada. ou separadamente. com ênfase aos antecedentes da pesquisa e um breve histórico de sua trajetória. ainda. Em verdade. . a Introdução deve representar a essência do se pensamento com relação ao assunto que se pretende estudar. portanto. • Os objetivos da pesquisa. materiais e procedimentos. justificativa. que pode estar ao longo do discursos. • As relações com outros estudos sobre o mesmo assunto e. entre outros aspectos. • Como o pesquisador trabalhou para produzir a solução do problema metodologia. A Introdução deve conter. • As limitações da pesquisa. • A finalidade que permita ao leitor compreender os antecedentes que justificam o trabalho. • Idéia chave do trabalho.

apurar. A condição para que o processo de apuração do tema ocorra requer sua contextualização no âmbito do assunto que o encerra. identificando aspectos que particularmente interessam ao trabalho. uma vez que. dentro de um assunto. o que já se escreveu a respeito do assunto a que se pretende investigar. entre vários aspectos levantados. indicando as circunstancias de tempo e local onde o trabalho será realizado. delimitar significa fixar a extensão do tema.1. tornam-se requisitos fundamentais a contextualização do tema os seguintes pontos: • A definição do assunto de interesse. do termo que merece um estudo a uma investigação sistemática. isto é. • O registro das fontes pesquisadas. resultando em um texto e.1 Delimitação do Tema A delimitação do tema da pesquisa consiste em decidir a extensão e a profundidade dos aspectos do tema que serão problematizados. mesmo que sejam interessantes.18 3. Isto é uma imposição metódica para que a pesquisa não se perca em generalidades e superficialidades. sustentado na sua leitura e interpretação realizar-se-á a revisão bibliográfica e a fundamentação teórica do trabalho. analisando-se o estado da arte. então. garantindo o caráter monográfico do trabalho. de se proceder a uma análise profunda da teoria existente. este exercício não pode se resumir ao título do trabalho. mas a um processo de raciocínio que o contextualize. mas de localizar os fundamentos que possibilitem a contextualização macro e micro do tema. Em epítome. Em síntese. a delimitação do tema significa. a contextualização do tema e uma analise em profundidade que seria impossível de ser realizada com assuntos abrangentes. Desse modo. abrindo mão dos aspectos adjacentes. Não trata-se. Neste caso. não apenas. a delimitação do tema consiste na escolha. • A realização da pesquisa bibliográfica – neste momento deve-se entrar em contato com a literatura disponível sobre o assunto eleito. em um título. os limites dentro dos quais ele será desenvolvido. Dentro desta orientação. ainda. sugerindo a área de conhecimento a que pertence o assunto e contextualizando o tema no âmbito do argumento que o encerra. .

tornando-se os pontos centrais do desenvolvimento de um trabalho científico. • Facilidade de construir roteiros para o inicio da coleta de dados. eles orientam a fundamentação teórica e os procedimentos metodológicos do estudo. Neste caso.1. portanto.19 Pelo fato da formulação do problema da pesquisa ter sido entendida como um dos elementos que a ABNT indica (sem explicar) que também deve integrar a introdução. por ser necessária para situar o tema do trabalho e por determinar os objetivos. esta será abordada com maior relevância e propriedade a seguir.1. propor soluções. 3. problemas e situações que o tema envolve. alterar. inovar ou tratar de modo significativo as considerações propostas pelo tema. deficiências. as principais vantagens decorrentes da formulação do problema são as seguintes: • Facilidade de se buscar o tipo de resposta/solução pretendida e necessária e.2 Formulação do Problema da Pesquisa Ao se tratar do problema da pesquisa. Desse modo.3 Definição dos Objetivos O Objetivo é definido como alvo ou designo que se pretende atingir. as quais pretendam resolver. constroem-se afirmações iniciais e respostas provisórias que poderão ser corroboradas ou refutadas ao final do trabalho. a orientação é para que se constituam perguntas. Baseado nestes pressupostos. Entre outros aspectos. nos quais se destacam os seguintes: • Devem ser realistas. Neste caso. que o último passo é ter uma ou mais hipóteses em torno da qual vai se desenvolver a pesquisa. Pode-se afirmar. sugerir. 3. Neste sentido. a partir das perguntas. os objetivos devem atender a alguns requisitos. pode-se afirmar que este significa a identificação de dificuldades. um dos critérios mais importantes na validação do trabalho final é a consecução dos objetivos propostos em suas bases propedêuticas. . considerando tempo e recursos para sua consecução.

Sem esta cooperação. guiando o pesquisador nas direções ensejadas pelo trabalho. por conseguinte. operacionalizar e especificar o modo como se pretende atingir o objetivo geral. tornando-se amplo ao ponto de se consolidar como a espinha dorsal do trabalho. para que tenham validade junto aos stakeholders da pesquisa. Já os objetivos específicos devem qualificar. configuram-se como marcos de referência no caminho para se atingir aos pressupostos elencados pelo problema da pesquisa. sua formulação deve ser abstrata. . Na estruturação de um trabalho científico. da instituição alvo. quantificar. Desse modo. já que é preciso. neste sentido. os específicos.20 • Devem ser aderentes aos interesses da organização. dando voz ao fluxo de operações que determina a resposta ao problema elencado. antes de tudo. às vezes teórica. esta aderência. Neste caso. formas de visualizar o futuro. a partir da subdivisão de um problema intelectual expresso em um objetivo geral em tantas partes quantas sejam necessárias para que sua resolução se consolide. e devem se transformar em ações e práticas. torna-se impossível realizar o trabalho. propósitos. os objetivos se consolidam como visões norteadoras do que está por acontecer. ou do público-alvo da pesquisa. . O quadro 4 apresenta uma relação de verbos que permitem consolidar os objetivo geral e específicos de um trabalho científico. Sua estruturação deve considerar um enunciado com verbos no infinitivo e que indique uma ação intelectual. para que se consolide o acesso aos dados. a pesquisa deve possuir seu objetivo geral e. Os objetivos. detalhando as finalidades. O Objetivo Geral define o propósito do estudo. além de se colocarem como intenções sobre o propósito do trabalho.

21 Taxonomia dos objetivos de um trabalho científico Compreensão Aplicação Análise Concluir Aplicar Analisar Deduzir Demonstrar Calcular Demonstrar Desenvolver Categorizar Derivar Dramatizar Combinar Descrever Empregar Comparar Determinar Esboçar Contrastar Diferenciar Estruturar Correlacionar Discutir Generalizar Criticar Estimar Ilustrar Debater Exprimir Interpretar Deduzir Extrapolar Inventariar Diferenciar Ilustrar Operar Discriminar Induzir Organizar Discutir Inferir Praticar Distinguir Interpolar Relacionar Examinar Localizar Selecionar Experimentar Modificar Traçar Identificar Narrar Usar Investigar Preparar Provar Prever Reafirmar Relatar Reorganizar Representar Revisar Traduzir Transcrever Menos Complexidade complexo intermediaria Quadro 4:Taxonomia dos objetivos de um trabalho científico Fonte: Primária 2011 Conhecimento Apontar Calcular Classificar Definir Descrever Distinguir Enumerar Enunciar Evocar Especificar Estabelecer Exemplificar Expressar Identificar Inscrever Marcar Medir Nomear Ordenar Reconhecer Registrar Relacionar Relatar Repetir Sublinhar Síntese Compor Comunicar Conjugar Construir Coordenar Criar Desenvolver Dirigir Documentar Escrever Especificar Esquematizar Exigir Formular Modificar Organizar Originar Planejar Prestar Produzir Propor Reunir Sintetizar Avaliação Argumentar Avaliar Comparar Contrastar Decidir Escolher Estimar Julgar Medir Precisar Selecionar Taxar Validar Valorizar Complexo Com base nestes aspectos. cada um dos objetivos específicos dará origem a uma parte distinta da redação do trabalho. identificando sua contribuição à consecução do objetivo geral e não extrapolando a proposta da pesquisa e. antepondo um verbo que indique uma ação intelectual a cada enunciado. . • Verificação da suficiência dos objetivos específicos propostos. estruturando-os de acordo com os seguintes pontos: • Levantamento dos aspectos que compõe a parte relevante do problema – exame do objetivo geral procurando divisões possíveis. • Transformação de cada um dos aspectos escolhidos em um objetivo.

parte-se do pressuposto de que justificar é apresentar as razões à própria proposta do estudo por meio da relevância. é o convencimento de que o trabalho de pesquisa é fundamental e passível de ser efetivado. torna-se adequado.22 • Decisão quanto a melhor sequencia lógica dos objetivos e capítulos do trabalho. deve-se exaltar a importância do tema a ser estudado. na grande maioria dos casos. existem algumas distinções quanto a contribuição e a importância do projeto. Desse modo. 3.1. A Justificativa é um enfoque subjetivo que. um caminho para justificar a contribuição da pesquisa é recorrer aos seus objetivos. ainda em nível de introdução do trabalho. é importante delinear os pontos que qualificam o trabalho dentro de um contexto relevante. oportunidade e viabilidade. respondendo ou concluindo o que vai ser investigado no trabalho de pesquisa. como o próprio nome indica. com o bem estar da comunidade acadêmica. Neste caso. destacar a relevância do estudo. definindo a importância do projeto a partir do destaque para um questionamento específico: É importante para quem? As razões.4 Justificativa – Consolidação da Relevância do Estudo Em uma perspectiva onde a ciência deve ser tecnicamente útil e socialmente responsável. Apesar de interligadas por muitos pontos. com a sociedade e com o ambiente no qual se realiza a pesquisa. além da razão (elementos objetivos). Nesta orientação. Neste caso. Na elaboração da Justificativa deve-se tomar o cuidado para não justificar a hipótese levantada. destacando os pontos que despertaram o interesse do pesquisador. A partir da orientação destes aspectos. o tema e as hipóteses escolhidas pelo pesquisador são de fundamental importância para os stakeholdes da pesquisa. estruturando um marco conceitual e uma relação intrínseca entre cada conceito trabalhado. estão relacionadas com os objetivos da instituição de educação superior. justificando a necessidade imperiosa de levar a efeito tal empreendimento. no sentido de que é sempre importante melhorar uma prática. . Neste momento. a Justificativa. política ou processo de trabalho. envolve a descrição das causas da escolha do assunto. justificando-o segundo premissas que determinam a consolidação da pesquisa.

5 Subsídios para a Elaboração do Desenvolvimento As orientações metodológicas que seguem especificadas visam oferecer subsídios para a construção da parte do trabalho que genericamente é reconhecida como Fundamentação Teórica.23 3. Na prática. Assim sendo. e portanto subsidiar a construção da estrutura do trabalho. os instrumentos de investigação e os demais aspectos que tornam-se relevantes para o trabalho. considerando que é por meio do processo de fundamentação teórica que se dá a identificação das bases teóricas que fundamentação o estudo.1. os resultados da pesquisa e as considerações finais. livros. Procedimentos metodológicos.5. sobretudo dissertações e teses. novos textos são acrescentados. com destaque para os seguintes pontos: • Os aspectos que sejam relevantes e necessários aos esclarecimentos do tema/problema em estudo: textos. o que geralmente acontece é o levantamento e o relato de uma série de textos com relaçao ao tema da pesquisa. A fundamentação teórica não é uma etapa com inicio e fim. Neste caso. artigos. a simples leitura das fontes selecionadas é insuficiente.1. mas que dificilmente serão utilizados no estudo final. Mantendo-se a lógica da exposição. Contudo. apresentação. a fundamentação teórica implica a seleção. bem como os procedimentos metodológicos. garantindo a coerência interna do discurso. Destarte. os instrumentos de pesquisa e os procedimentos de coleta e análise de dados: quais métodos e técnicas de pesquisa que mais se adaptam ao tema e aos objetivos propostos. leitura e análise de textos relevantes ao tema/problema de estudo.1 Fundamentação teórica – revisão bibliográfica No processo de fundamentação teórica devem ser levantados os aspectos referentes ao tema em pauta. 3. análise e interpretação (discussão) dos dados coletados. ao final de cada capítulo sugere-se um parágrafo “link” com o capítulo seguinte. é necessário proceder ao fichamento do . ou conclusões. • Os pontos que servem para orientar o método do trabalho. à medida que novas idéias vão surgindo e o projeto vai sendo redirecionado. De modo geral este item é integrado pela Fundamentação teórica.

. além de resumos e resenhas relacionadas com os materiais pesquisados. rigorosa e exata de toda a ação desenvolvida no método do trabalho de pesquisa. onde as referências passam a ser fonte de informação relevante para a construção de uma consistente base teórica. modelos. entrevista. do instrumental utilizado (questionário. os quais podem se estruturar em frases chamativas em uma epígrafe temática. É importante ressaltar que a expressão “Fundamentação Teórica” apresentase como um designativo geral do conjunto de capítulos e sub-capítulos. tornase possível realizar um pequeno resumo do conteúdo de um artigo. Sob estas orientações. ela deve aparecer apenas na estrutura formal do projeto. Neste sentido.6 Procedimentos Metodológicos Os procedimentos metodológicos configuram-se como a explicação minuciosa. do tempo previsto. é importante organizar-se a partir de um fichário pessoal. de um livro. em função das necessidades didáticas.1. fichas co dados considerados importantes pelo pesquisador. das bases teóricas anteriormente levantadas.24 conteúdo de interesse da pesquisa. Estes. Estes dados serão necessários na abordagem das citações do corpo do trabalho e deverão ser relacionados ao final. das formas de tabulação e tratamento dos dados e de tudo aquilo que se utiliza em um trabalho de pesquisa. 3. enquanto no relatório final da pesquisa ela se apresenta nos próprios capítulos do trabalho. da divisão do trabalho. de acordo com suas classificações. É o detalhamento do tipo da pesquisa. Esses dados também podem ser armazenados em um banco de dados. detalhada. entre outros). a fundamentação teórica trata da teorização do tema em termos de conceitos. sob esta nomenclatura. deverão apresentar coerência com o conteúdo e uma qualidade decorrente da abrangência e da profundidade da pesquisa bibliográfica e dos objetivos específicos previamente determinados pela pesquisa. nas Referências. constituído de positons papers. classificações e abordagens já que. por sua vez. estes itens poderão diluir-se nos capítulos e subcapítulos. Logo. Neste sentido. utilizando o resultado deste procedimento como escopo fundamental das decisões elencadas no corpo do trabalho.

por exemplo. entrevistas estruturadas. . deve-se apresentar a configuração da pesquisa e a classificação adotada. detalham-se os equipamentos utilizados. estatística. questionários. destacando os métodos abordados. experimental. Na prática. qualitativa. observação participante. não estruturadas. conteúdo. utilizando-se. Considerando a necessidade da compreensão desta parte do trabalho. entre outras – tendo em vista a manutenção e a identificação dos objetivos específicos a que se vinculam. Entre outros aspectos. este processo realiza-se a partir da indicação das atividades de coleta que foram desenvolvidas – pesquisa bibliográfica. é importante salientar que em um mesmo estudo diversas técnicas quantitativas e qualitativas podem convergir para a consecução dos objetivos do trabalho. Desse modo. bem como a população objeto de estudo e o plano piloto que foi desenvolvido. analise de discurso. os quais estão destacados no quadro 5. de levantamento. em uma pesquisa experimental. estudo de caso. Conforme o caso.25 É o momento no qual se justifica a abordagem metodológica adotada. pesquisa documental. entre outros métodos. Neste momento. os procedimentos e técnicas empregadas na investigação e as devidas explicações de como a pesquisa foi realizada e conduzida. é possível também descrever os instrumentos utilizados na coleta de dados e. tornase importante conhecer as taxonomias dos métodos de pesquisa que podem ser empregados no decorrer do projeto. deve-se traduzir todas as atividades práticas necessárias para a aquisição dos dados com os quais foram desenvolvidos os raciocínios e que resultaram em cada parte do trabalho final. entrevistas. coleta e analise de dados quantitativa. O questionamento que norteia a montagem dos procedimentos se refere a identificação das atividades concretas desenvolvidas pelo pesquisador para a obtenção das informações necessárias para o desenvolvimento de cada objetivo.

TCC métodos e técnicas. ZAPELINI.B. .P. Florianópolis: 2007. torna-se importante que o pesquisador. M.M. A. torna-se importante conhecer o processo de delimitação da população da pesquisa. Com a apropriação destas informações. Visualbooks. se aproprie das definições de cada ponto antes de transcrever seus procedimentos metodológicos para o documento final.A.F. (Pags: 81 a 153).C. ZAPELINI. N. Apostila do curso de Administração. Neste sentido. Fialho e Otani 2007 A partir do retrato elencado pelas classificações da pesquisa. Faculdade Energia de Administração e Negócios. (Pags.C. S.K.26 TAXONOMIA DA PESQUISA CIENTÍFICA Parâmetros de classificação Classificação da pesquisa Técnica empregada Natureza Objetivos Abordagem do problema Fontes de informação Procedimentos técnicos Tipos de Pesquisa Pesquisa acadêmica Pesquisa de Ponta Documentação indireta (fonte primária e secundária) Documentação direta Pesquisa básica Pesquisa aplicada Pesquisa exploratória Pesquisa descritiva Pesquisa explicativa Pesquisa qualitativa Pesquisa quantitativa Pesquisa quali-quantitativa Campo Laboratório Bibliografia Bibliográfica Etnográfica Documental Experimental Ex-post facto Estudo de corte Levantamento Estudo de campo Estudo de caso Pesquisa-ação Pesquisa participante Pesquisa Grounded Theory Pesquisa sistemática Quadro 5: Taxonomia da Pesquisa Científica Adaptado de : Souza. em conjunto com o Professor Orientador. com base nas orientações metodológicas designadas a consolidação do trabalho de pesquisa. a orientação do Manual de Trabalho de Conclusão de Curso da FACIERC é para que os pesquisadores utilizem-se dos seguintes materiais: • • SOUZA. OTANI. 35 a 43). Metodologia científica e da pesquisa para o curso de Administração. 2007. FIALHO.

.” Rosental e Frémontier-Murphy (2002) afirmam que a população consiste no conjunto sobre o qual incidem as observações. Malhotra (2001. consiste no universo a ser pesquisado. as faixas etárias. os operários filiados a um sindicato. Assim sendo. Na formulação de Rosental e FrémontierMurphy (2002). por exemplo. como ocorre com as outras. Comumente fala-se de população como referência ao total de habitantes de um determinado lugar. definido a partir do problema. segundo Rosental e Frémontier-Murphy (2002). ou seja.6. o total de indústrias de uma cidade. Na definição da população.. é possível assumir duas formas diferentes: variáveis contínuas.27 3. elas variam de um indivíduo para outro. no exemplo acima. devendo ser definida da forma mais precisa possível. Dentro das variáveis quantitativas. p. entre outros. dessa forma. que só podem assumir valores discretos. (GIL. o pesquisador deve ser cuidadoso na definição das características dos pesquisados. 1995. enquanto faixas etárias e de renda são características qualitativas. não permitem valores intermediários. a população pode ser entendida como Um conjunto definido de elementos que possuem determinadas características.1.1 A população da pesquisa Em linhas gerais. uma população pode ser definida como o conjunto de alunos matriculados numa escola. a escolaridade é uma característica quantitativa. A população. a escolaridade. Todavia. p. todos os integrantes de um rebanho de determinada localidade. ou a soma. em termos estatísticos.] agregado. de todos os elementos que compartilham algumas características comuns. Como essas características. toda a produção de televisores de uma fábrica etc. que podem assumir quaisquer valores numéricos dentro de um intervalo. e variáveis descontínuas.. já que estes poderão ser modificados a partir do que a população de fato apresenta como suas peculiaridades. as características são os aspectos distintivos da população como. das hipóteses e/ou dos objetivos da pesquisa. 301) conceitua população como “[. as faixas de renda. 91-92). Observar as características da população é essencial para definir instrumentos de coleta de dados. É importante observar que as características dos indivíduos podem ser tanto qualitativas quanto quantitativas: as primeiras não podem ser medidas em escalas numéricas. elas também podem ser chamadas variáveis. Numa formulação um pouco mais simples. da pergunta.

entende-se o subconjunto do universo ou da população.6.5 filhos). é. por exemplo. enquanto que a precisão admite previamente os erros e falhas da amostragem. de uma renda de R$ 545. é claro. Outros exemplos: uma quantidade definida de peixes retirados de determinado rio. dentro das considerações de Gil (1995). por meio do qual se estabelecem ou se estimam as características desse universo ou população. por cem empregados de uma população de 4000 que trabalham em uma fábrica. certo número de parafusos retirados do total da produção diária de uma indústria ou um cálice de vinho de um tonel. Como a amostra consiste num subgrupo da população da pesquisa. definindo assim o chamado erro padrão de estimativa.1 Amostra Por amostra.28 Por exemplo.00 a R$ 760. o que torna essencial para o sucesso da pesquisa planejar adequadamente a amostra a ser pesquisada. Por sua vez.1. O primeiro critério refere-se ao grau em que os vieses ficam de fora da amostra. segundo Cooper e Schindler (2003): acuidade e precisão. evitando valores que possam comprometer a qualidade da amostra. que é definida como “coleção de elementos ou objetos que possuem a informação procurada pelo pesquisador e sobre as quais devem ser . as características qualitativas podem assumir diversas modalidades diferentes o que vem a ser o equivalente qualitativo dos valores das variáveis quantitativas. o número de filhos de um casal não pode ser expresso continuamente (não se pode ter 2. Outro exemplo de amostra pode ser dado por determinado número de escolas que integram a rede estadual de ensino. por conseguinte. Uma amostra pode ser constituída. Este planejamento pode seguir o roteiro apresentado por Malhotra (2001): • Definição da população: a primeira etapa no processo de definição da amostra é simplesmente a definição da população-alvo do estudo.36 – diferente.1. essencial que a amostra tenha as características da população.00 pode possuir uma renda de R$ 544. enquanto que a renda de uma pessoa pode assumir qualquer valor expresso em unidades monetárias: um indivíduo localizado na faixa de renda de R$ 380.01. 3. Uma boa amostra obedece a dois critérios essenciais.

• Determinação da estrutura amostral: a estrutura.” (p. por exemplo). 302). no qual trabalha o elemento. Assim. verificando se haverá reposição ou não. a partir de informação prévia sobre parâmetros populacionais.29 feitas inferências. e somente os profissionais que têm mais de cinco anos de casa). o pesquisador avalia o .  Definição do alcance e do tempo: consiste nas fronteiras geográficas e temporais da unidade amostral (por exemplo. ou seja. é um exemplo de unidade amostral). a lista telefônica. constituem exemplos de arcabouços amostrais. A população-alvo é definida a partir de uma série de aspectos:  Definição dos elementos: consiste em determinar a fonte de informação (o entrevistado. uma lista de endereços de uma associação comercial. apenas o departamento financeiro das filiais de Santa Catarina da empresa. e será objeto de maior desenvolvimento no próximo subitem. custos e probabilidades modificando a amostra à medida em que ela é feita) ou tradicional (planeja-se a amostra inteiramente antes de coletar os dados). • Execução do processo de amostragem: a execução coroa o processo descrito até o momento. conforme lembram Cooper e Schindler (2003). Nesta etapa. • Escolha da(s) técnica(s) amostral (is): são as decisões a respeito de como será constituída a amostra. deve ser relevante. ou se a amostragem será bayesiana (em que os elementos são selecionados seqüencialmente.  Definição da unidade amostral: diz respeito à unidade na qual pode ser encontrado o elemento (um departamento da empresa. ou arcabouço. A população da amostra. a listagem dos profissionais empregados pela organização (obtida junto ao departamento de Recursos Humanos). • Determinação do tamanho da amostra: consiste na definição do número de elementos a serem incluídos no estudo. se será usada a forma probabilística ou não. amostral é uma listagem ou conjunto de instruções que permitem identificar a população-alvo. deve ser capaz de fornecer as informações que o pesquisador deseja obter.

A primeira segue as leis da estatística. permite expressão da probabilidade matemática de se encontrar na população as características da amostra e é rigorosamente científica. o método será a conveniência em termos de horário. Os vendedores serão chamados um a um.  Arcabouço amostral: listagem de empregados fornecida pelo departamento de Recursos Humanos da matriz. A partir destas orientações. a partir das definições feitas previamente. efetuando a pesquisa junto aos elementos selecionados. o pesquisador pode iniciar o contato com os elementos a serem pesquisados dentro da população. na região (alcance). Nesta fase. durante o período da pesquisa (tempo). tal como indica May (2001) e Malhorta (2001). Cada tipo tem suas vantagens e desvantagens: a amostra não-probabilística é mais rápida e mais barata.1. no setor de vendas (unidade amostral – o pesquisador irá ligar para as lojas durante o horário comercial). parte-se a compreensão do tipo de amostragem.  Tamanho da amostra: 237 vendedores.6. procurando determinar aqueles que estejam disponíveis para atendimento do pesquisador – ou seja. A forma de contato com os vendedores será a discagem para as lojas durante o horário comercial. 3.1. Por exemplo.  Técnica de amostragem: amostragem por conveniência.2 Tipos de amostragem Há dois tipos de amostragem: probabilística e não-probabilística. confiando no julgamento deste para a produção de uma amostra fiel à população.30 planejamento feito e o implementa. suponha uma pesquisa de clima organizacional com os empregados de uma grande empresa comercial. aleatoriamente. ao passo que a segunda depende do critério do pesquisador.  Execução: a primeira etapa será alocar a amostra entre as lojas. com filiais em todo o estado:  População-alvo: todos os empregados com mais de um ano de casa (elemento). enquanto que a probabilística confere maior . de acordo com a estratégia definida.

da forma mais completa possível. nesta. de ser incluído na amostra. identificar a amostra dentro de cada estrato. de acordo com Gil (1995) e Malhotra (2001). e estas sejam obedecidas. o acadêmico seleciona alguns números que comporão a amostra. 244. e a partir do intervalo amostra. Na amostragem estratificada é preciso dividir a população em estratos ou subgrupos (por exemplo. A amostragem aleatória simples consiste em atribuir um número aleatório para cada membro da população. Alguns cuidados na definição do tipo de amostra são dadas por Cooper e Schindler (2003): • Deve ser impossível modificar a seleção feita previamente (isso é muito importante quando são empregados outros indivíduos para a coleta de dados). classe social. na medida em que. probabilística. • Somente os elementos da amostra original podem ser incluídos. desconhecendo completamente a quem esses números são associados. por sexo. a não ser que se prevejam regras claras para as mesmas. suponha uma amostra de 100 elementos dentro de 10. é uma variação da aleatória simples. 144. confirmados por Gil (1995). identificados por fichas de inscrição.31 confiabilidade aos resultados obtidos. O primeiro passo na amostragem probabilística consiste em listar os elementos da população. Dentre os vários tipos de amostragem . Por exemplo. faixa etária. procura-se os candidatos 44. para. Já a amostragem sistemática. a partir dessa divisão. Um outro aspecto importante refere-se ao fato de que numa amostragem probabilística é possível extrair conclusões que podem ser generalizadas para toda a população – algo que não se pode fazer na não-probabilística. Dentro da tabela de números obtidos. cada elemento da população possui a mesma probabilidade. • Deve ser impossível fazer substituições. como por exemplo o conjunto de candidatos a um concurso. onde o que May (2004) chama “moldura de amostragem”. posição hierárquica).o que só pode ser feito em caso de se poder identificar a posição de cada membro num sistema ordenado. previamente conhecida e diferente de zero.000 candidatos aleatoriamente. que exige que cada elemento da população possa ser identificado de acordo com sua posição . escolhe-se o número 44. 344 e assim sucessivamente.

se entre os funcionários do departamento metade são mulheres. embora também se possa fazer a amostragem a partir do tamanho. A amostragem por conglomerados é utilizada em casos nos quais a população é muito extensa. enquanto que aquela. Por exemplo. uma amostra estratificada por sexo deve ser composta por 50% de mulheres). os conglomerados serão os diferentes departamentos. Na amostragem por etapas normalmente se aplica aos casos em que a população está muito dispersa em uma grande área. espalhadas pelo país. pressupondo-se que cada uma seja representativa do todo (o que nem sempre ocorre na prática). em muitos subgrupos homogêneos (selecionados a partir da facilidade ou disponibilidade de acesso) com poucos elementos (heterogêneos). o estágio será realizado numa empresa que possui diversas unidades de produção. em que não se observa a extensão dos estratos em relação à população. pois esta divide a população em poucos subgrupos heterogêneos (selecionados por critérios relacionados às variáveis em estudo) com muitos elementos (homogêneos). selecionando-se estatisticamente. na segunda etapa. o acadêmico poderia tomar amostras de departamentos e níveis hierárquicos em diferentes unidades produtivas. em que se busca uma amostra similar à composição da população (por exemplo. Há duas formas de se efetuar a amostragem estratificada. sendo feitas as amostras de cada departamento a partir da própria listagem de pessoas que nele trabalham. se o estágio será realizado numa grande empresa. A amostragem por conglomerados não deve ser confundida com a estratificada. sendo que na estratificada os elementos dentro de cada subgrupo são selecionados aleatoriamente e na por conglomerados os subgrupos é que são selecionados aleatoriamente. e nãoproporcional. Por exemplo. a proporcional. São tomadas amostras aleatórias em subdivisões. A primeira etapa consiste em distinguir a população em subpopulações mutuamente excludentes (os conglomerados). os elementos em cada conglomerado.32 pesquisador utiliza normalmente a amostragem aleatória simples para selecionar cada elemento. não o total da empresa. para se ter uma amostra geral da população. O modo mais comum de se fazer amostragem por conglomerados é dividindo a população por áreas geográficas. . essa forma de amostragem é bastante útil.

de modo que cada elemento da pesquisa indicará outros elementos. de acordo com as informações disponíveis a respeito desta. Essa forma é definida por Malhotra (2001) como amostragem por julgamento. definida previamente pelo pesquisador – por exemplo. evidentemente. encontram-se os seguintes: • Amostragem por acessibilidade: trata-se do processo menos rigoroso. fixa-se uma cota proporcional à . os ouvintes de um programa religioso de rádio poderiam ser convidados a telefonar para a estação e dar sua opinião a respeito daquela religião. só será possível por meio de profundo conhecimento da população. que. fazendo com que o processo de amostragem.33 Dentre os tipos de amostragem não-probabilística.o que. sendo portanto rápida e barata. • Amostragem proposital: a amostra é selecionada de acordo com uma determinada • característica. • Amostragem “bola de neve”: é utilizada em casos em que a população se encontra muito distribuída ou é difícil de ser localizada. Encontrando-se um membro da população. conquanto excessivamente limitada. • Amostragem por cotas: é um processo composto por três etapas: em primeiro lugar. Não surpreenderia ninguém se essa opinião fosse favorável ao que o apresentador do programa divulgou. classifica-se a população conforme as propriedades consideradas relevantes para o fenômeno a ser estudado. e pressupõe que os mesmos sejam representativos. a partir da idéia de que o pesquisador confia em seu juízo para definir quem será ou não apto a ser pesquisado. finalmente. Esta amostra baseia-se na conveniência do pesquisador – o que nas palavras de Malhotra (2001) significa que o elemento da pesquisa se encontrava na hora certa e no local certo. pede-se a ele que apresente outras pessoas que também façam parte dela. • Amostragem por tipicidade: neste caso. é representativo da mesma . o segundo passo consiste em determinar qual é a proporção da população a ser colocada em cada classe. seleciona-se um subgrupo da população. ainda de acordo com Gil (1995) e May (2004). em que o pesquisador seleciona os elementos simplesmente porque eles são acessíveis.

Neste caso. dentro deste contexto. alguns princípios influenciam e ajudam a definir o tamanho da amostra. maior a amostra. quanto ao erro.3 Calculo da amostra No tocante as formas utilizadas para selecionar os elementos da amostra. o universo é considerado infinito e o número de amostra será sempre o mesmo. Por fim. maior a amostra. Já abaixo deste número. as dimensões do universo seguem uma regra simples. • Quanto maior o número de subgrupos de interesse na população. ou seja. maior deve ser a amostra. ele poderá ser reduzido sem que isso implique em perda de precisão. torna-se necessário um determinado cuidado com os aspectos vinculados ao seu tamanho.1. • Quanto menor a amplitude de intervalo. pelo erro máximo permitido e pela percentagem com a qual o fenômeno pesquisado se verifica. maior a amostra. maior a amostra. • Quando maior a precisão desejada. ele é finito do ponto de vista estatístico. e são os seguintes: • Quanto maior a dispersão ou as variáveis da população. • Se o tamanho da amostra for maior do que 5% da população.6. é estimado pela distribuição normal e se expressa de acordo com o número de desvios-padrão relativos à media. De acordo com as preposições de Gil (1995). compondo-se de um número suficiente de elementos e que seja determinado pelas dimensões do universo da pesquisa. a amostra deve ser fidedigna. a percentagem com que o fenômeno se verifica refere-se a uma estimativa prévia sobre como determinado fato ocorre na população. pelo nível de confiança. O nível de confiança.34 população para cada pesquisador. 3.1. normalmente se trabalha com estimativas de 3 a 5%.000 elementos. Esse tipo de amostragem exige que o pesquisador conheça de antemão as características da população. acima de 100. Já. • Quanto maior o nível de confiança na estimativa. Neste sentido. Um exemplo pode ilustrar o calculo da amostra a partir da seguinte orientação: . tal como elenca Gil (1995).

p. ao invés dos 3% calculados. • σ2 = nível de confiança escolhido.50.q Substituindo-se os números na fórmula.p.500 = 222. • p = porcentagem com a qual o fenômeno se verifica (10) • q = porcentagem complementar (90) • N = tamanho da população (500) • e2 = erro máximo permitido (3) A fórmula utilizada para o cálculo é a seguinte: n = σ2. . tem-se: n = 22.90 Partindo do pressuposto descrito.50.10. percebe-se que: n = 22.(N-1) + σ2. Neste caso.50 Desse modo.10. em número de desvios-padrão (2). o pesquisador deveria coletar os dados com aproximadamente 223 colaboradores para poder determinar quais seriam as principais causas do absenteísmo entre o corpo funcional da empresa. Caso não houvesse uma pesquisa previa que permitisse identificar as freqüências de p e q. identifica-se que: • n: tamanho da amostra.N ------------------------------------------------e2. Dessa forma.50.(500-1) + 22.q.(500-1) + 22.02 -----------------------32. se o pesquisador considerar um erro de 5%. o desconhecimento da freqüência exigiria a pesquisa com 345 pessoas. para tal. portanto. estimou o nível de confiança de cerca de 95% e um erro máximo de 3%. Pesquisas prévias indicaram que cerca de 10% dos colaboradores faltam ao trabalho. cada um dos valores teria o valor de 50%.47 ----------------------32. mas não determinaram as causas deste fator. O pesquisador decide buscar as razões mais comuns para as ausências e.500 = 345.35 Considere a situação em que uma empresa com 500 colaboradores deseja reduzir o nível de absenteísmo de seu quadro.90.

Por meio das considerações de Malhotra (2001). Dentro desta conjectura. Desse modo. • Dados terciários: São dados que originam-se da interpretação de uma fonte secundária. sem interpretação ou pronunciamentos. bibliografias e outros auxiliares de busca. o pesquisador . torna-se fundamental considerar os métodos e técnicas que designam diversas realidades. “dado” é a reunião de informações que o próprio pesquisador reúne para analisar e estudar determinado fenômeno social. tornando-se um sinônimo de material de pesquisa. As considerações de Soriano (2004) corroboram as definições de método apresentadas por Ruiz (1995) e salientam que o método passa também a representar como se pesquisa. já que este é o responsável pela coleta. Um segundo conceito relevante e direcionado a compreensão da sistemática da investigação refere-se à definição de “dado”.36 3.2 Técnica de coleta de dados Nas questões propedêuticas. tornando-se a unidade básica do conhecimento a ser investigado. a distinção entre dados primários e secundários ocorre por meio do pesquisador. seria a partir dos dados que o pesquisador tem a possibilidade de consolidar as informações que estruturam o conhecimento. • Dados secundários: são as interpretações dos dados primários. Ainda há um destaque para um terceiro elemento. A partir das ações decorrentes da pesquisa. Praticamente todos os materiais de referencia entram nessa categoria. que representam uma opinião ou posição oficial.1. enquanto a técnica representa “por meio de que” se pesquisa. onde se posicionam os roteiros de entrevista. que seria o meio físico para se investigar.6. enquanto a técnica se relaciona com os procedimentos e a utilização dos recursos peculiares a cada objeto pesquisado em diferentes perspectivas. os dados se apresentam de três formas: • Dados primários: os que se originam de trabalhos originais de pesquisa ou dados brutos. os questionários e os demais instrumentos relacionados. Nas bases propostas por Triviños (1995). mas geralmente são representados por índices. Neste sentido. dando ênfase aos indícios de Ruiz (1995) o método busca designar um significado traçado as etapas fundamentais da pesquisa. etapas ou métodos.

o período de tempo coberto por ela. a grande maioria das produções científicas de pesquisa realizadas no contexto das Ciências Sociais aplicadas consiste na utilização dos dados obtidos por meio de documentos escritos. definindo se são uteis ao propósito do pesquisador. • Confiabilidade: as credenciais do autor. quanto as fontes de informação documentais e bibliográficas. • Escopo: consiste em dimensões como a data da fonte. o que ocorre por meio da entrevistas e questionários. Essas seis fontes permitem coletar dados para a realização de investigações de variados tipos. requerendo um cuidado específico do pesquisador em termos de tratamento das fontes. observação direta e participante. com atenção para uma premissa relevante: nas coletas de dados. definindo se a fonte pesquisada apresenta informações completas. determina que seis fontes de evidência permitem a realização de pesquisas. ou se ainda requerem algum tratamento. o pesquisador nunca deve confiar em apenas uma técnica de levantamento de dados e. documentação interna. Cooper e Shindler (20030 destacam critérios aplicados às analises. onde se destacam os seguintes: • Objetivo: diz respeito à intenção do pesquisador quando da preparação do documento. Desse modo. editora. Em verdade. deve utilizar fontes múltiplas. • Formato: referindo-se à forma geral pela qual é apresentada a informação e a facilidade com que se consegue obtê-la.37 indica os que são recolhidos pelo próprio pesquisador tendo por base os objetivos da investigação. considerando a documentação escrita. entrevistas. além dos artefatos físicos. entre outros aspectos. Por diversas vezes. considerando os que foram coletados por outras pessoas com objetivos diferentes. e por meio de pessoas que atuam na organização pesquisada. • Público-alvo: determinando para quem a fonte escrita é relevante e se a obra foi produzida por especialistas. da bibliografia pesquisada por ele. portanto. Já Yin (1984). arquivos. atentando de modo importante a sua estrutura funcional. a profundidade do tratamento. contratos. o pesquisador participa de modo ativo na realidade da organização pesquisada. considerando relatórios. .

a observação determina vantagens competitivas na construção da pesquisa. enquanto técnica de pesquisa consiste na utilização dos sentidos para a aquisição de conhecimento científico. pressupõem uma interação direta entre o pesquisador e o objetivo de estudo. considerando que duas. entre outros aspectos. • O pesquisador deve realizar a revisão dos conceitos e dos significados de cada uma das variáveis. Ela deve estar associada a proposições gerais e deve ser submetida a controles de validades e precisão. neste momento. está na definição de algumas das principais técnicas de pesquisa que podem ser utilizadas pelo pesquisador na realização de seu trabalho. a entrevista e o questionário. definindo quais são os instrumentos de medição de cada uma delas e. A atenção. embora necessite de uma interação com o ambiente pesquisado. comportamentos e documentos disponibilizados e aderentes aos objetivos da pesquisa. • A revisão operacional das variáveis. desde que se direcione a um objetivo previamente formulado e tenha sido sistematicamente planejada e registrada. existem outras nas quais o pesquisador não participa diretamente das atividades.2. Martins (2006) propõe procedimentos aplicados à definição de instrumentos de coleta de dados. 3.6. tal como indica Gil (1995). consolidando as informações decorrentes do fenômeno de interesse do pesquisador. Dentro das considerações de Gil (1995). • A escolha da técnica e a definição do instrumento de coleta de dados. identificando. .1 Observação A observação. onde se destacam os seguintes: • O pesquisador deve preparar uma lista das variáveis que pretende pesquisar. Contudo. também deve gerar informações confiáveis e validas no sentido de esclarecer o ocorrido. sem a necessidade de intermediários e sem a subjetividade na compreensão das ocorrências.1.38 Neste caso. já que o pesquisador percebe diretamente os fatos. De igual modo.

A observação. Neste caso. diminuindo as possibilidades do realismo e da construção do significado a pesquisa. que analisam apenas as estruturas. de acordo com Cooper e Schindler (2003). realizada por meios mecânicos. e não comportamentais. subdividindo-se em análises de registro. os aspectos referentes à categorização da observação direta. em hipótese alguma. provavelmente. sobretudo para possuir uma melhor percepção de como as demais relações com o objeto pesquisado possam ser estudadas. por parte dos indivíduos pesquisados. Neste sentido. a observação é uma capacidade inata do ser humano. onde dificilmente a observação poderia ser realizada com o devido sucesso.39 Por outro lado. Cooper e Schindler (20030. que existem algumas classificações que são baseadas em diferentes critérios. no sentido da compreensão da observação enquanto técnica de pesquisa. pode-se afirmar que o pesquisador dificilmente terá dificuldade de realizar um trabalho que prescinda dos procedimentos de observação. contudo. é influenciada por uma séria de fatores. e indireta. a presença do pesquisador pode provocar alterações de comportamento nas pessoas. possui uma base histórica. da presença do pesquisador. Com as bases na definição de Soriano (2004). dividem as observações em comportamentais. onde o mais importante é a relação a ser estabelecida entre o pesquisador e o objeto de estudo. é preciso lembrar que. lingüística e não lingüística e espacial. devem conceber o conhecimento. Desse modo. . devendo complementá-lo com outras técnicas. exigindo o conhecimento de regras científicas. como filmagens e fotografias. quando voltadas para a analise de comportamento e que é subdividida em analise não verbal. enquanto técnica de pesquisa. observar cientificamente exige um roteiro ou guia previamente definido que permita ao observador concentrar sua atenção em uma finalidade pré-determinada. Deve-se considerar. tal como elencado por Yin (1984) se refere ao fato de que o fenômeno a ser pesquisado. Em todo o caso. de condições físicas e de processos de atividades. com a presença do pesquisador. Outra desvantagem. dos dados e os processos de atividades. tais com o questionário e a entrevistas. o pesquisador pode confiar exclusivamente na observação como instrumento de coleta de dados.

é importante considerar a definição dos sujeitos – participantes da pesquisa . a natural. em que o observador pertence a comunidade na qual a . Observação participante: A observação participante consiste em um modo ativo. servindo em primeiro plano para verificar hipóteses e definir técnicas de coleta de dados. tal como destacada por Gil (1995) abrange três tipos: observação simples. onde o observador torna-se membro ativo do grupo.. A observação participante. portanto. tornando o primeiro uma parte ativa do segundo. grupo ou situação determinada. participante e sistemática. pressupõe um relacionamento do observador com o grupo social. baseado na participação real do pesquisador na vida da comunidade. envolvendo-se em suas práticas diárias. a observação participante é importante por permite ao investigador o estabelecimento de um relacionamento multilateral e de prazo relativamente longo. Essa técnica não prescinde de planejamento cuidadoso e da definição de objetivos da pesquisa. e em segundo plano. Já Soriano (2004).40 A classificação dos estudos baseados em observação. fazendo com que o planejamento da observação se reduza de modo considerável. Nas pesquisas em que se busca compreender a dinâmica de uma interação social ou de rotinas cotidianas. tornando-se uma espécie de espectador. o pesquisador permanece alheio a comunidade. com o propósito de desenvolver um entendimento científico da associação. Com base nas exposições de Gil (1995). participando de suas manifestações sociais. classifica está técnica como sendo uma observação ordinária. grupo ou situação que pretende estudar. A partir das considerações de Gil (1995). sendo adequada para casos em que os fatos são de conhecimento público. Observação Simples: Na observação simples. existem duas formas de observação participante. definindo-a como uma técnica em que o observador está fora do grupo observado. serve para verificar hipóteses e preparar uma observação melhor planejada. do cenário – local no qual as pessoas se situam – e do comportamento social. observando de maneira espontânea os fatos que ocorrem.

deve-se observar que a presença de uma pessoa estranha no grupo acaba conduzindo a barreiras sociais que reduzem e limitam a qualidade das informações colhidas. O problema maior que se pode identificar diz respeito à objetividade do pesquisador. • O pesquisador pode correr alguns riscos em seu trabalho de campo. quando o pesquisador se integra a comunidade para realizar seu estudo. com influencias de determinadas ideologias. sem revelar sua condição de pesquisar. envolvem-se diretamente com ele. ou nada. ao invés de assumirem uma postura neutra e distante do objetivo de pesquisa. quando ele se insere em determinado grupo social. • Permite entender melhor as ações e mudanças dos pesquisados. Observação sistemática: . e a artificial. existem situações em que o observador precisa se disfarçar. Contudo. também apresenta algumas desvantagens: • O pesquisador pode ser obrigado a ficar muito tempo em um contexto com o qual está pouco. já que normalmente se toma nota de tudo o que se observa. Na observação artificial. no entanto. Com base nestes aspectos. esta técnica de pesquisa apresenta algumas características. sendo as principais vantagens as seguintes: • É pouco provável que o pesquisador tente impor suas próprias realidades ao mundo social pesquisado. • As analises do material coletado podem ser muito demoradas devido ao grande volume de informações e dados coletados. sendo que algumas podem não ter muita utilidade. na medida em que os pesquisadores. A observação participante distancia-se profundamente do positivismo.41 pesquisa será realizada. • Obriga o pesquisador a manter relacionamento com pessoas com as quais pode não ter nenhuma finidade • Obriga a manter grande número de anotações. mas em qualquer dos casos. • Permite ao pesquisador compreender melhor o universo cultural e a linguagem dos pesquisados. familiarizado. fazendo com que o investigador tome partido e chegue a conclusões prévias.

3. o pesquisador planeja a coleta de dados e estabelece categorias de analise em relação às práticas que pretende observar. com base nos expostos de Gil (1995) é uma forma de comunicação entre duas pessoas com o propósito de alcançar um objetivo. • Impedem equívocos e mantém controle sobre a sequencia das questões. Inicialmente.1. Nas ciências sociais aplicadas.42 Neste técnica.6. É preciso considerar que a relação entre o pesquisador e os membros do grupo precisa ser cuidadosamente planejada.2 Entrevista A entrevista. a entrevista é utilizada em uma série de situações. coletando dados bem definidos e com precisão.2. trata-se de um “quase-experimento”. a qual também pode ser definida como uma técnica em que o pesquisador se coloca frente ao objeto de estudo e lhe formula perguntas de modo que ocorra uma interação social a partir de um dialogo assimétrico em função dos objetivos estabelecidos. uma vez que o trabalho do pesquisador consiste basicamente em testar hipóteses a respeito do grupo ou comunidade. • Oferecem explicações padronizadas para certos tipos de problemas e. . tendo suas principais classificações descritas no quadro 6. o pesquisador tem um conhecimento prévio dos fatos ou fenômenos que. • Ajudam os agentes que possuem dificuldade de leitura e compreesão em relação ao questionário. dada as categorias analíticas e os meios e instrumentos de registros. realizando uma observação precisa. Desse modo. pois não é possível esconder-se entre os pesquisados. dentro de um grupo ou comunidade. Neste caso. onde suas principais vantagens se colocam como sendo as seguintes: • Atingem com mais facilidade respondentes com um baixo nível intelectual. são relevantes para seus objetivos definidos.

em que se admite ampla variedade de respostas. Esse grupo pode assumir o formato de grupo focal (focus group. em que se encoraja a discussão entr os seus integrantes. para explorar os assuntos à medida em que surgem. mas.43 CLASSIFICAÇÃO DAS ENTREVISTAS Entrevista informal Entrevista menos estruturada possível. procurando manter-se na rota mesmo quando o entrevistado se desvia. a entrevista por pautas não pode ser considerada inteiramente estruturada. mantida fixa e invariável independentemente de quem quer que esteja sendo entrevistado. Utilizam-se perguntas abertas. além de ter um objetivo de pesquisa. Apesar de ser mais formalizada que as anteriores. Ela possui caráter aberto e permite ao entrevistado responder tendo em mente seu próprio quadro de referência. em que o entrevistador tem apenas o objetivo básico da pesquisa em sua mente. Entrevista estruturada O entrevistador prepara com antecedência uma relação de perguntas (um questionário). nas quais o entrevistador apresenta uma série de opções para o entrevistado. buscando obter a visão geral do entrevistado sobre o assunto Também se trata de uma técnica pouco estruturada. mas na pessoa entrevistada. O grupo deve ser grande o bastante para que se possa obter Entrevista em grupo . Refere-se à técnica em que o entrevistador prepara um grupo que será entrevistado simultaneamente. ou perguntas fechadas. para facilitar a tabulação dos dados. sem se envolver de modo algum com o entrevistado. Entrevistas por pautas O entrevistador prepara uma pauta de assuntos com antecedência. a ser abordado com mais profundidade no decorrer desta unidade). fazendo umas poucas perguntas diretamente e concentrando-se no que o entrevistado vai falando. Entrevista focalizada É muito útil em casos em que se procura explorar com maior profundidade as experiências de alguém em relação a um determinado fato ou fenômeno. Neste tipo de entrevista. cabendo ao entrevistador somente apresentar as perguntas. o entrevistador focaliza a conversa em um determinado assunto. pressupõe-se que a repetição das mesmas perguntas produzam diferenças baseadas não na situação da entrevista. Normalmente é utilizada quando há um grande número de entrevistados.

Ainda considerando a entrevista. seja lá qual classificação for utilizada. apoiados em teorias e hipóteses. apresentando perguntas e mediando a interação entre os componentes do grupo.44 dados e informações úteis. • Planeje o tempo. Quadro 6: Classificação das pesquisas Fonte: Zapelini e Zapelini 2007 No processo da entrevista. o informante. reunindo informações e fatos que auxiliem na condição. Neste caso. • Avise aos superiores que estará realizando o procedimento no horário e local detalhado. • Faça um rascunho da entrevista. . é importante considerar alguns aspectos. oferecem amplo campo de interrogativas. e que. mas também precisa ser suficientemente pequeno para que o entrevistador possa estudar seu comportamento e todos tenham chance de participar e contribuir. considerada uma técnica utilizada por muitos pesquisadores com sucesso e que consiste em entrevistas em profundidade com um grupo de pessoas que trata de um assunto específico. avisando o entrevistado com antecedência e reservando um local adequado e que proporcione a privacidade correta e necessária. Desta maneira. Entrevista semi-estruturada Aquela que parte de certos questionamentos básicos. realize algumas atividades prévias. evitando marcá-la em períodos que venham a interromper as atividades do entrevistado. • Antes do processo. definindo os comentários e perguntas que você venha a fazer. começa a participar na elaboração do conteúdo da entrevista. em seguida. é importante detalhar a contribuição do focus group. reservando horários para a entrevista. que interessam à pesquisa. fruto de novas hipóteses que vão surgindo à medida que se recebem as respostas do informante. seguindo espontaneamente a linha de seu pensamento e de suas experiências dentro do foco principal colocado pelo investigador. sendo que os principais são os seguintes: • Defina com clareza o propósito exato da entrevista. o pesquisador assume o papel de moderador da pesquisa.

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3.1.6.2.3 Questionário O questionário consiste em uma técnica de investigação composta por um número consideravelmente elevado de questões apresentadas por escrito aos participantes do estudo e que tem por objetivo o conhecimento de opiniões, crenças, sentimentos, interesses, expectativas, situações vivenciadas, entre outros aspectos. Nas bases de Roesch (1999), o instrumento é relevante na coleta de dados, já que procura mensurar alguma coisa, exigindo esforço prévio de planejamento no sentido de definir o problema a ser pesquisado. De acordo com Gil (1995), o questionário apresenta uma série de vantagens, permitindo que o pesquisador atinja um grande número de pessoas, mesmo dispersas, não exigindo gastos com treinamento de entrevistadores. Destaca-se, ainda, que a entrevista garante o anonimato dos respondentes, abrindo a possibilidade das pessoas responderem no momento mais conveniente, diminuindo o viés do pesquisador sobre o objeto de estudo e os pesquisados. Por outro lado, o questionário também apresenta desvantagens, as quais se relacionam com a exclusão de analfabetos da pesquisa e a impossibilidade de tirar dúvidas em relação ao instrumento. Neste caso, o pesquisador pouco, ou nada, sabe sobre o contexto em que o questionário foi respondido, não havendo garantia de que as pessoas o devolvam preenchido e com o devido comprometimento. Neste sentido, Gil (1995), destaca algumas regras práticas na elaboração do questionário, onde se destacam as seguintes: • As questões devem ser, preferencialmente, fechadas, mas com alternativas suficientemente exaustivas para abrigar a ampla gama de respostas possíveis; • Devem ser incluídas apenas as perguntas relacionadas ao problema proposto; • Não devem ser incluídas perguntas cujas respostas possam ser obtidas de forma mais precisa por outros procedimentos; • Deve-se levar em conta as implicações da pergunta com os procedimentos de tabulação e analise de dados;

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• Deve-se levar

em

consideração o sistema

de

referencia

do

entrevistado, bem como o nível de informação dos mesmos; • A pergunta deve possibilitar uma única interpretação; • A pergunta não deve sugerir respostas’ • As perguntas devem referir-se a uma única idéia de cada vez; • O número de perguntas deve ser limitado; • O questionário deve ser iniciado com perguntas mais simples e finalizado com as mais complexas; • As perguntas devem ser dispersas sempre que houver possibilidade de “contágio”; • Convém evitar as perguntas que provoquem respostas defensivas, estereotipadas ou socialmente indesejáveis, que acabam por encobrir sua real percepção acerca do fato; • Na medida do possível, devem ser evitadas as perguntas personalizadas, diretas, que geralmente se iniciam por expressões do tipo “o que você pensa a respeito de...”, ou ainda “na sua opinião...” • Deve ser evitada a inclusão, nas perguntas, de palavras estereotipadas, bem como a menção a personalidades de destaque, que podem influenciar nas respostas, tanto em sentido positivo ou negativo; • Cuidados especiais devem ser tomados em relação a apresentação gráfica do questionário, tendo em vista facilitar o seu preenchimento; • O instrumento deve contar uma introdução que informe acerca da entidade patrocinadora da pesquisa, ou das razões que determinam a realização da pesquisa e da importância das respostas para atingir aos objetivos propostos; • O questionário deve contar instruções acerca do preenchimento correto das questões, preferencialmente com caracteres gráficos diferenciados. O quadro 7 traz alguns outros aspectos que permitem desenvolver um questionário adequado ao teor da pesquisa:

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INSTRUÇÕES COMPLEMENTARES A ELABORAÇÃO DO QUESTIONÁRIO Forma das perguntas Há três formas de elaborar as perguntas do questionário, as abertas (sem qualquer restrição), as fechadas (na qual se apresenta uma escala de resposta) e as duplas (em que se coloca primeiro uma pergunta fechada e, no segundo momento, uma aberta - normalmente um "por quê"). Cada uma delas atende a um objetivo específico e portanto possui uma aplicação específica Conteúdo das perguntas As questões podem ser feitas sobre fatos concretos, crenças, sobre sentimentos, padrões de ação, comportamentos presentes ou passados, razões conscientes sobre crenças, sentimentos, padrões de ação ou comportamentos. Escolha das perguntas: Há algumas regras básicas, quais sejam, só se deve fazer perguntas sobre o problema pesquisado, não se deve incluir pergunta que possa ser melhor respondida por outro procedimento, deve-se tomar em consideração a tabulação dos dados, não se deve incluir questões que permitam dupla interpretação ou penetrem na intimidade do pesquisado; Formulação da perguntas É preciso cuidar da concisão, da apropriação da pergunta ao nível de informação do pesquisado, evitar a dupla interpretação, evitar dupla resposta, e as perguntas devem referir-se a uma só idéia por vez; Número de perguntas Questionários muito extensos diminuem as possibilidades de se obter respostas; Ordem das perguntas Deve-se evitar mudanças bruscas de tema, e também evitar o "efeito de contágio", em que a resposta de uma pergunta é influenciada pela de outra Prevenção de deformações Existem mecanismos de defesa social por parte das pessoas, que dificultam a aplicação do questionário. As pessoas muitas vezes reagem mal a perguntas pessoais, ou que envolvam preconceitos, estereótipos, mudanças, ou abram a possibilidade de julgamentos por parte do pesquisador. Também é preciso evitar incluir menções a personalidades destacadas, que possam induzir à resposta; Apresentação do questionário É preciso cuidar não somente de aspectos gráficos (papel, fonte, diagramação, espaço para as respostas), mas também das instruções do preenchimento, que devem ser claras e precisas, e da introdução do questionário, que apresente informações sobre quem está realizando a pesquisa, e porquê, bem como sublinhar a importância de questionários bem respondidos Quadro 7: Informações Complementares a elaboração do questionário Fonte: Zapelini e Zapelini 2007

no caso de uma pesquisa a respeito dos resultados do treinamento. May (2004) afirma que os documentos passam a sedimentar práticas sociais e fornecem informações sobre as decisões tomadas por pessoas. podem existir as perguntas de controle.1. ou ainda. por meio da resposta. de modo que as perguntas não induzam a uma resposta e nem tragam dificuldades de interpretação. Neste sentido. e a introdução dada ao questionário. Essa prova preliminar. De igual modo.4 Pesquisa documental A investigação por meio de documentos disponíveis é uma técnica extremamente importante para o pesquisador. a ordenação das questões. pode ser identificado em uma pergunta do tipo “você já recebeu treinamento na empresa”.2. devem ser definidas de modo que se possa identificá-las ou mensurá-las na resposta. facilitando a tabulação das respostas. ou pré-teste. o questionário deve ser testado antes de aplicado. As considerações de May (2004) salientam que os questionários podem incluir “perguntas-filtro” que. se o entrevistado poderá fornecer as informações necessárias. busca identificar se o questionário foi bem elaborado em termos da clareza e precisão com que os termos são utilizados nas questões. visto que se constitui em uma preciosa fonte de informações.48 Com base nestas orientações. Um exemplo. ambigüidades. . um questionário deve estimular a memória do entrevistado. Um exemplo pode ser identificado no momento em que se busca verificar quantas vezes “o entrevistado passou por programas de treinamento na empresa”. ou seja. quando respondidas permitem aos pesquisadores decidir. as variáveis introduzidas nas perguntas devem ser adequadamente operacionalizadas. Desse modo. sempre tomando-se o cuidado de apresentar as questões na mesma ordem em todos os questionários.6. Da mesma forma que a entrevista. a forma pela qual elas são apresentada e se desmembram em perguntas adicionais. que esclarecem dúvidas que porventura surjam partir das respostas. bem como leituras particulares de eventos sociais que pode estar indisponíveis para o pesquisador. 3.

mas sim utilizá-los como reforço para o seu trabalho. agendas.2. Independentemente deste processo. com destaque para: arquivos públicos. publicações parlamentares.49 O primeiro passo para o desenvolvimento deste tipo de investigação é identificar quais tipos de documentos buscar. fontes estatísticas. comunicados. O delineamento deste tipo de pesquisa como investigação científica pode considerar o fato de que o pesquisador não vai se ater aos documentos relativos ao objeto de estudo. • Partir para a redação do trabalho. publicações administrativas e documentações particulares. diz respeito a onde encontrar estes documentos. Gil (1996) recomenda algumas etapas. Marconi e Lakatos (1999) apresentam algumas fontes que podem contribuir. Uma segunda questão. • Tratar os dados. o pesquisador poderá .1. fotografia. Para o delineamento deste tipo de pesquisa. documentos internos da administração. objetos. • Identificar as fontes de dados. artigos. • Elaboração de um plano de trabalho. a pesquisa documental em ciências sociais aplicadas parte de pressupostos nos quais as informações estariam detalhadas nos seguintes documentos: memorandos. onde se destacam as seguintes: • Determinar os objetivos da pesquisa. estudos e análises formais a respeito da mesma realidade que esta sendo pesquisada. vestuários e folclore em geral. atas e minutas de encontros e reuniões. papers que abordem o tema da pesquisa.5 A pesquisa bibliográfica Um trabalho de pesquisa precisa de uma fundamentação teórica que implica na exigência de consulta e investigação em livros. • Localizar e obter as fontes. além de clippings de imprensa e artigos de mídia sobre o objeto pesquisado. • Outros tipos: iconografia (imagens. desenhos. arquivos particulares e fontes estatísticas. 3. canções folclóricas. Por meio das contribuições de Yin (1984). Neste caso. estampas). documentos jurídicos.6. onde se destacam os seguintes: • Documentos escritos: documentos oficiais.

Neste caso. proposta ao desenvolvimento de um trabalho científico. teses. O delineamento da pesquisa bibliográfica. discutindo idéias desenvolvidas pelos autores e revisando o material produzido pelo acadêmico. é recomendável que a pesquisa bibliográfica nunca seja deixada para o final do trabalho. já que ela auxilia na definição dos resultados que podem ser esperados e das melhores técnicas para se atingir aos objetivos. • Por fim. rádio. Marconi e Lakatos (1999) chamam tal etapa de identificação. • Selecionar fontes bibliográficas e os locais onde elas poderão ser obtidas. com base nos dados e informações obtidas – recomenda-se o fechamento dos textos. dissertações. Neste caso. • Definir de que modo elas serão registradas.50 necessitar deste método de investigação em diversos momentos diferentes na consolidação de seu trabalho. televisão. • Material cartográfico. na forma de jornais e revistas. • A partir destas informações. Neste caso. . indicando sugestões de livros. com base nos expostos de Marconi e Lakatos (1999). deve-se preparar um sumário do trabalho. a seleção e a organização dos dados. no qual seja feito um esquema provisório e complementado por um rascunho inicial a ser revisado em termos de conteúdo e de forma. • Meios audiovisuais. como filmes. as principais fontes bibliográficas utilizadas são as seguintes: • Imprensa escrita. monográficas e publicações avulsas. pode-se proceder a leitura do material. deve seguir um roteiro definido por Macedo (1994). o tema e o problema que serão trabalhados. • Publicação. tais como livros. com destaque para os seguintes pontos: • Ter os parâmetros da pesquisa bem definidos. Convém lembrar que o orientador desempenha um papel relevante nesta fase da pesquisa. onde se realiza o reconhecimento do que for pertinente ao tema da pesquisa. delimitando-se o assunto.

de maneira geral. • Codificação.1. para facilitar sua visualização e sua compreensão por parte do leitor.1 Classificação O processo de classificação dos dados consiste em dividir o conjunto de dados coletados em partes ordenadas e colocadas em locais específicos. os dados devem ser colocados de modo que se consolidem as categorias de análise que permitam uma compreensão significativa dos conhecimentos ensejados. 3. de modo que seja possível constituir respostas ao problema da pesquisa. Os processos de análise e interpretação de dados devem ser considerados como o resultado final da pesquisa.7. quadros e gráficos. assim como evidencia Dencker (2000). por intermédio das considerações de Dencker (2000). Os quantitativos exigem a apresentação em tabelas. considerando os dados quantitativos e qualitativos. pode-se afirmar que este processo refere-se a um esforço de sumarização dos dados para que haja a possibilidade de fornecimento das respostas ao problema proposto. já que. enquanto os qualitativos podem se consolidar por meio de uma análise descritiva.7 Análise e Interpretação dos Dados A análise e interpretação dos dados caminham juntas na pesquisa. Neste caso. com destaque para as seguintes: • Classificação dos dados. configurando-se na construção do conhecimento com base nos objetivos propostos pela pesquisa. Neste caso. o objetivo deste procedimento é reunir as observações de maneira coerente e organizada.51 3. Neste caso. além de dar um sentido amplo aos dados coletados. fazendo o elo entre o conhecimento já existente. • Tabulação e.1. • Análise estatística dos dados É sempre importante definir a forma de apresentação dos dados. . algumas etapas são necessárias.

Este processo. podem ser colocadas as seguintes classes ou categorias de análise: . por exemplo. o que Marconi e Lakatos (1999) colocam como sendo um aspecto relevante. sendo diferenciados de maneira que não se coloque o mesmo dado na mesma “gaveta”. criando um conjunto exaustivo de categorias. inicialmente deve-se estabelecer um principio de classificação. • Nível de instrução. portanto. Os objetivos da pesquisa são um lembrete para a definição da categoria já que. tecnicamente. • Cargo ocupado. a classificação é uma maneira de discriminação e seleção dos dados. permite o melhor tratamento dos dados. as quais abrangem as seguintes informações: • Tempo de serviço. além de metodologicamente rigorosa. nas quais os dados são colocados. já que o número de categorias deve ser determinado pelas características significativas da realidade pesquisada. as categorias podem ser identificadas como “gavetas”. Um exemplo se configura quando o pesquisador estiver investigando o absenteísmo de uma empresa. facilitando a compreensão posterior. Corroborase.52 Assim como descrito nas evidências de Gil (1995). • Sexo. apresentando aos respondentes uma série de perguntas que permitem respostas em diversas categorias. Em outros termos. com o cuidado para que estas sejam mutuamente exclusivas. as quais devem ser diferentes e identificáveis. tendo em mente os objetivos do sobre “tempo de serviço”. • Idade. Dentro da pergunta • Menos de 1 ano • 1 a 5 anos • 5 a 10 anos • 10 a 15 anos • 15 a 20 anos • Mais de 20 anos. com a meta de agrupá-los em classes.

de modo a facilitar a compreensão. De acordo com Gil (1995). Como exemplo. ou mesmo depois. Além destes princípios. focalizando uma grandeza ou quantidade do fator presente. a alocação de códigos para cada classe ou categoria permite a consolidação de uma síntese dos dados.1. destaca outros aspectos fundamentais à classificação: • Deve-se utilizar somente um critério para a classificação dos dados. • As classes devem ser excludentes. classificar-se de modo qualitativo. Rauen (2002).2 Codificação Este processo pode ser definido como sendo a transformação de dados brutos em símbolos que permitem a tabulação. codificar é a organização dos dados em classes ou categorias. baseando-se na presença ou ausência de uma determinada característica ou propriedade.53 trabalho. para Lakatos (1999) os dados podem ser classificados de modo quantitativo. também. Podem. atribuindo a cada uma um símbolo específico de acordo com os objetivos da pesquisa. este procedimento pode ser realizado antes. devendo ser sempre realizado após a definição das categorias de analise. • As classes não podem ser minuciosas ao ponto de não permitirem ao pesquisador uma visão do todo da população. • A soma das freqüências dos dados em cada categoria deve ser igual ao total da população ou amostra pesquisada. da aplicação do instrumento de coleta de dados. Desse modo. a otimização e a interpretação dos dados coletados.7. adequadas ao problema investigado e interligadas. com base nos expostos de Dencker (2000). 3. Desse modo. Neste sentido. pode-se verificar o seguinte: • Tempo de serviço:  1-5 anos ( ) 01  6 – 10 anos ( ) 02  11 – 15 anos ( ) 04  16 – 20 anos ( ) 05 .

combinando em uma só tabela as distribuições de freqüência de duas ou mais variáveis. é a contagem das freqüências das categorias de cada conjunto. Um exemplo. a determinação da incidência das respostas em cada categoria. Neste caso. tendo um total de 35 respostas até um ano de serviço. a tabulação cruzada descreve duas ou mais variáveis simultaneamente. onde a operação essencial consiste na contagem para a determinação do número de casos das várias categorias. São dois os tipos de tabulação. e assim por diante. torna-se relevante mencionar que as respostas apresentadas às perguntas devem ser mutuamente exclusivas e exaustivas. Contudo. facilitando o processo de tabulação. 3. ou seja. considerando a contagem de frequencias que ocorrem em dois ou mais conjuntos de categorias. A tabulação simples.54  Mais de 20 anos ( ) 06. Os números de 01 a 06 referem-se ao código de cada resposta. 105 para um a cinco anos. identificado no quadro 8. não podendo relacionar outras alternativas de resposta. tal como indica Malhorta (2001). configura-se no cruzamento das respostas .1. não permitindo a possibilidade de se marcar mais de uma resposta à determinada questão. se configura a partir de um universo de 500 respondentes à questão sobre o tempo de serviço. além das já arroladas.3 Tabulação O processo de tabulação é aquele que permite agrupar e contar os casos que estão nas varias categorias de analise. Um exemplo. Tabulação Simples Tempo de serviço na empresa Menos de 1 ano 1 a 5 anos 6 a 10 anos 11 a 15 anos 16 a 20 anos Mais de 20 anos Total Quadro 8: Tabulação Simples Fonte: Zapelini e Zapelini 2007 Frequencia 35 105 200 120 30 10 500 O segundo tipo consiste na tabulação cruzada. devendo.7.

o quartis.55 obtidas na pergunta sobre tempo de serviço com as informações da pergunta sobre nível de escolaridade. a mediana. 3. • A variação dentro do grupo.7. A análise condicional busca identificar os fatores que determinam a ocorrência de um fenômeno ou situação. • As distribuições dentro do grupo em relação a determinadas variáveis. verificar cuidadosamente a existência de relações entre as variáveis. a amplitude. configuram-se dois tipos de análise. • A relação das diferentes variáveis entre si. mecânica e eletrônica. O quadro 9 identifica um modelo deste tipo de tabulação. distribuição na curva normal. Tabulação Cruzada Tempo de serviço na empresa Menos de 1 ano 1 a 5 anos Quadro 9: Tabulação Cruzada Fonte: Zapelini e Zapelini 2007 Sexo Masculino Feminino Masculino Feminino Total Frequencia 8 27 43 63 140 A tabulação pode ser realizada de maneira manual. enquanto a funcional procura as relações . antes da tabulação cruzada. entre outros. • A descrição das diferenças entre dois ou mais grupos de indivíduos. utilizando-se de programas estatísticos que permitem uma tabulação rápida e precisa.4 Análise estatística Este método consiste na descrição dos dados e na avaliação das generalizações obtidas por meio dos dados. Desse modo. Nestes casos. esclarecendo e descrevendo os dados levantados. correlação. tais como a média.1. tem como norte os seguintes aspectos: • A tipicidade de um grupo. permitindo vários graus de complexidade nas análises. Neste caso é importante. a análise lança mão das medidas estatísticas. a moda. o desvio padrão. ou com a pergunta que o pesquisador julgar necessária. de acordo com Dencker (2000). polígono de freqüência.

dividindo-se a soma de todos os valores observados na característica definida para a análise da população total. • Mediana: Representa o valor que divide exatamente ao meio a distribuição.56 que os vários fenômenos estabelecem entre si. Porém. Desse modo. na amostra ou na população estudada. • Média: consiste no valor obtido. Há de se salientar. As inferências estatísticas. a definição do mais adequado deve ser uma ação conjunta entre o pesquisador e o professor orientador. • Desvios médios: que consistem na média aritmética dos desvios das observações em relação a população total. • Extensão (amplitude): consiste na diferença entre o maior e o menor dentre os valores assumidos pela variável. • Quantis: representam a divisão da população total estudada em n grupos de efetivos exatamente iguais. utilizando-se testes estatísticos que permitam esta consolidação. multiplicando o número observado na classe pela diferença entre o valor da classe e a média. . a avaliação das generalizações obtidas com os dados passa a determinar se as conclusões obtidas com a pesquisa podem ser generalizadas. gerando conclusões sobre a população. que consiste na média quadrática dos desvios das observações em relação à média. tal como elencam Zapelini e Zapelini (2007) consistem na avaliação e na generalização dos resultados obtidos a partir de uma amostra da população. permitindo a obtenção de uma visão mais adequada da distribuição da população. utilizando-se dos seguintes instrumentos: • Moda: Consiste no valor que surge com maior freqüência. Calculando-se a raiz quadrada da variância. dentro do contexto estudado e tendo como base o objeto de estudo e os objetivos traçados para elucidar a problemática. que muitos outros podem contribuir com qualquer trabalho de pesquisa. com base nos instrumentos apresentados. tem-se o desvio padrão. • Variância: é a média aritmética dos quadrados dos desvios das observações em relação a média aritmética. deixando 50% acima e abaixo do valor encontrado. realizada a partir do estudo das variáveis dentro dessa amostra.

que este processo pode ser facilmente dissociado da analise.9 Conclusões e Considerações Finais Neste momento são colocados os comentários e as reflexões que determinam a consecução dos objetivos do trabalho e.57 3. Neste sentido. tentando criar conceitos explicativos. como destaca Gil (1995). a fase final da pesquisa. enunciando os princípios que determinam as generalizações. Há de se salientar. . onde os dados coletados são convenientemente tratados e analisados. dados empíricos coletados e a teoria subjacente aos mesmos. sobretudo. abordando os pontos-chave do que se produziu em cada capitulo e realizando a articulação com o que se redigiu nas abordagens teóricas do trabalho. O principal aspecto que deve ser considerado neste processo é a ligação entre as informações. já que estas são essenciais para o estabelecimento das generalizações. estes não podem ser consideradas como principal aspecto.8 Interpretação dos Dados A interpretação dos dados consiste no processo de expressão do verdadeiro significado do material em termos de propósito do estudo.1. De igual modo. já que é preciso ter em mente que os construtos passam pelas inferências da interpretação da menta humana e podem apresentar falhas. Neste caso. contudo. à resposta para a problemática elencada. Este processo é. tal como elenca Dencker (2000). o processo de interpretação determina que o pesquisador faça as ligações lógicas e comparações. Contudo. ao invés de se procurar formas prontas. procurando estabelecer a continuidade dos resultados de uma investigação com os de outro. 3. uma vez que esta pode ser considerada como uma preparação à interpretação. deve se encarar a interpretação dos dados como a busca de um sentido mais amplo aos resultados da pesquisa. Dencker (2000) sugere ao pesquisador que ocorra a elaboração de modelos de análise de dados.1. portanto.

deixando evidente uma consistência entre o objetivo e a conclusão resultante da análise dos dados. Em linhas gerais. . É o momento no qual a pesquisa ganha a marca do pesquisador.58 Desse modo. deve-se evitar citações de autores. podendo incluir sugestões práticas para o problema estudado e que determinem a continuidade do estudo. limitações e dificuldades enfrentadas e recomendações de melhorias. este item apresenta os resultados alcançados pelo estudo. determinando a originalidade vinculada a um conhecimento novo. A conclusão deve ser baseada na proposta da pesquisa. ou simplesmente a uma reformulação de conhecimentos já existentes. além de depoimentos pessoais. valorizando a exposição do pesquisador sobre suas inferências e considerações sobre sua experiência com a pesquisa.

que tal padronização é valiosa e relevante no sentido de evitar interpretações dúbias e trabalhos desnecessários. . os objetivos andragógicos variam de acordo com a percepção de cada professor.59 4 MODELOS DE TRABALHOS ACADÊMICOS Neste momento. os quais podem incluir aspectos adicionais nas produções. A partir do arcabouço determinado. passa-se a identificar o padrão para a elaboração e apresentação dos principais tipos de trabalhos usualmente solicitados pelos professores da FACIERC. portanto. respeitando os padrões mínimos exigidos dentro do contexto institucional. pautando as características e os objetivos que permitam uma visão geral da relevância de cada trabalho. Entende-se. buscando padronizar as exigências em termos de qualidade e conteúdo.

Antes de escrever. Ciências Contábeis ou Sistemas de Informação).60 4. Desenvolvimento O position paper deve ser um texto com uma posição do aluno em relação aos argumentos apresentados sobre um determinado assunto. por isso. O position paper deve conter. Dica: usar verbos no infinitivo. Conclusão (ou notas conclusivas) Nesta última seção devem-se apresentar as principais posições assumidas no transcorrer do trabalho. Pedagogia. no máximo. 1996. São Paulo: Atlas. Aqui se deve deixar claro como o objetivo do trabalho foi alcançado. identificando os termos chaves (contrutos) utilizados pelo autor e refletindo sobre qual é a sua própria posição em relação ao assunto. Essa reflexão deve girar em torno da percepção da forma como o assunto foi apresentado pelo autor em termos de concordância e/ou discordância (o aluno pode concordar e/ou discordar em parte como pode concordar e/ou discordar na íntegra dos argumentos apresentados pelo autor). sistemas políticos. 2 (duas) páginas. O posicionamento não pode ficar no “achismo”. . Fonte Arial. destacando aquelas que o próprio aluno acredita ser mais relevantes. cérebros. sugere-se que o aluno realize uma leitura exploratória. culturas. Referências MORGAN. espaçamento simples. Imagens da Organização. recomenda-se a utilização de outros artigos/textos reconhecidos cientificamente. organismos. Um exemplo ilustrativo é: “Neste position paper procura-se discutir a abordagem sobre as organizações a partir de metáforas. tamanho 12.1 POSITON PAPER TÍTULO Acadêmico/a do curso de graduação em (Administração. O aluno deve fundamentar seu ponto de vista. fluxos de transformação e instrumentos de dominação. reflexiva e interpretativa do texto. prisões psíquicas. Nesta parte do documento o aluno deve deixar claro qual é o seu posicionamento em relação aos conceitos/argumentos do autor do texto. NÃO É uma descrição ou resumo do texto. tendo como base o trabalho de Morgan (1996) que permitem vê-las como máquinas. E-mail: Objetivo: no primeiro parágrafo do position paper o acadêmico deve deixar claro qual é o objetivo que pretende alcançar. A partir do questionamento em termos de concordância e/ou discordância o aluno fundamenta o seu posicionamento. Gareth.

com tipo de fonte Arial.0 cm e a lateral direita e inferior devem ter 2. métodos. em versão 6. Como tal. ou constituir-se numa revisão de contribuições e informações já publicadas. Os artigos devem ser enviados em formato doc.61 4. com todas as letras maiúsculas e em espaçamento simples.2. Artigos em português devem ter título e subtítulo em português e inglês.1 Estrutura do Artigo Resumo O objetivo deste documento é apresentar o modelo de formatação de artigo como requisito parcial do Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) para os Cursos de PósGraduação da FACIERC. Palavras-Chave: TCC. Article Formatting. Se você está lendo este documento. FACIERC. podendo trazer uma contribuição original ao desenvolvimento desses conhecimentos. incluindo as referências bibliográficas. em negrito. As margens superior e esquerda devem ter devem ter 3. Título e subtítulo: deve estar na primeira linha da primeira página. 1 INTRODUÇÃO Os originais devem ser redigidos na ortografia oficial e digitados em folhas de papel tamanho A4.2 ARTIGO Um artigo. O artigo deve ser escrito no programa Word for Windows. Formatação de Artigo. Abstract The objective of this document is to present the model of article formatting as partial requirement of the Work of Conclusion of Course for the Courses of Masters degree of FACIERC. Keywords: TCC. em posição centralizada. FACIERC. de acordo com a ABNT.000 e 12.0 cm. significa que você possui a versão correta do programa. pode ser definido como um texto que apresenta de modo organizado e sistemático um conjunto de idéias. Sugere-se a utilização deste arquivo para digitar o trabalho. tamanho 14. ele trata de um problema científico de pesquisa e é produzido como uma abordagem mais ou menos completa desse problema. processos e resultados de uma área de conhecimento. Os trabalhos deverão conter entre 4.000 palavras. artigos em inglês devem ter título e subtítulo em . 4. técnicas.0 ou superior. Estes não devem ser enviados em formato pdf (Adobe).

Key-words: imediatamente abaixo do abstract. fonte Arial. devem ser informadas as keywords. com espaçamento entre linhas simples. tamanho 12. tamanho 12.1 Modelos de Sistemas de Informação 2. Sugerem-se três palavras-chave no mínimo e cinco no máximo. justificado. justificado. Utilize fonte tipo Arial. O abstract consiste na apresentação concisa do texto. Nomes dos autores: o nome do primeiro autor deve vir duas linhas abaixo do título alinhado a direita. com espaçamento entre linhas . tamanho 12. tamanho 12. O “Resumo” deste documento inclui a formatação correta do Resumo e das Palavras-chave. tamanho 10. devem ser informadas as palavras-chave. separadas por ponto-e-vírgula. em negrito. Otani (2007). com espaçamento entre linhas simples Títulos das sessões: os títulos das sessões devem ser posicionados à esquerda.1 A estrutura dos modelos 3 PRINCIPAIS RESULTADOS 4 CONCLUSÕES Quadro 10: Seções – numeração e recursos gráficos Fonte: Souza. justificado. em inglês.1.1. Abstract: deve vir duas linhas abaixo do resumo. com espaçamento entre linhas simples. em negrito. Deve-se utilizar texto com fonte Arial. Entre uma seção e outra. justificado. considerar uma linha de intervalo. numerados com algarismos arábicos. tamanho 12. Deve-se utilizar texto com fonte Arial. tamanho 12. O nome dos demais autores (caso houver) deve constar na linha abaixo do primeiro autor.1.62 inglês e português. com todas as letras em minúscula. Não coloque ponto final nos títulos. O título da primeira seção deve ser posicionado duas linhas abaixo das palavras chaves. sugere-se o seguinte modelo: 1 INTRODUÇÃO 2 FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA 2. com todas as letras em minúscula.1 SISTEMAS DE INFORMAÇÃO 2. com primeira letra de cada nome em maiúscula e o restante em minúsculo. fonte Arial. artigos em espanhol devem título e subtítulo em espanhol e inglês. Resumo: duas linhas abaixo do nome dos autores. Não devem ser utilizadas abreviaturas nos nomes dos autores. espaçamento simples. com espaçamento entre linhas simples. justificado. separadas por ponto-e-vírgula.1. Palavras chave: imediatamente abaixo do resumo.1 Fatos Históricos 2. com no máximo 250 palavras. destacando seus aspectos de maior relevância. Para numerar as seções. Seção primária Seção primária Seção secundária Seção Terciária Seção Quaternária Seção Quinária Seção Primária Seção Primária Corpo do texto: o texto deve iniciar na linha abaixo do título das seções. em no máximo 250 palavras.1. Fialho. o resumo deve ser na própria língua do trabalho. em português. com letra Arial. Deve-se utilizar texto com fonte Arial.1.

No caso do uso de listas. seja inédita e pertencente aos autores do próprio artigo. numeradas a partir de 1. O estilo “Alínea” constante deste documento pode ser usado para a aplicação automática da formatação correta de alíneas. deve-se usar o marcador que aparece no início desta frase – Com recuo a esquerda de 2 cm e deslocamento de 0. notas de rodapé. As abreviaturas dos títulos dos periódicos citados deverão estar de acordo com as normas internacionais. fonte Arial. isso também ser especificado. tamanho 10. 2 FORMATAÇÃO DE ILUSTRAÇÕES. Caso os dados da ilustração sejam inéditos e provenientes uma pesquisa de campo realizada pelos próprios autores do artigo. diagramas e quadros. o texto é estruturado de maneira distinta. Arial. apresentar título na parte superior de modo centralizado e fonte na parte inferior alinhado a esquerda. Deve ser utilizada fonte tipo Arial tamanho 10 e espaçamento entre linhas simples em citações com mais de três linhas.5 cm Os itens de alínea são separados entre si por ponto-e-vírgula. seguido pelo ano do estudo essa especificação deve constar na Primária (2009). O último item de alínea termina com ponto. Negrito deve ser utilizado para dar ênfase a termos. também. mas geralmente consiste em introdução. centralizado. Notas: As notas devem ser reduzidas ao mínimo e digitadas em pé de página. As listas devem ser justificadas na direita e na esquerda. que obedecem às seguintes indicações: Cada item de alínea deve ser ordenado alfabeticamente por letras minúsculas seguidas de parênteses com o mesmo parâmetro das listas . É possível. frases ou símbolos. desenvolvimento e conclusão. da mesma maneira que os trechos de corpo de texto. TABELAS E QUADROS As ilustrações. Usar fonte 10.63 simples.5 cm. Conforme a metodologia adotada ou finalidade que se destina. As tabelas devem ser numeradas em algarismos arábicos. ou ainda a ilustração não retrate uma pesquisa de campo. justificado. Itálico deverá ser utilizado apenas para palavras em língua estrangeira (for exemple). Todas as ilustrações devem obrigatoriamente conter legenda e fonte. referências.Com recuo a esquerda de 2 cm e deslocamento de 0. o uso de alíneas. ela receberá asterisco e não numeração. apresentar título e fonte na parte inferior. As notas não devem ser utilizadas para referência bibliográfica. não necessariamente com esta divisão e denominação. devem ser numerados em algarismos arábicos. bem como ser referenciados no corpo do texto. mas nesta seqüência. . DIAGRAMAS. 3 CITAÇÕES E REFERÊNCIAS As citações devem obedecer ao sistema autor-data e estar de acordo com a norma NBR 10520 da ABNT. mas ainda assim. Se houver nota no título. entrelinhas de quadros e tabelas e legendas das ilustrações.

A citação deve vir logo abaixo texto que a antecede e a sucede por 12 pontos (ou uma linha). terminando na margem direita. 10) afirma que “é importante a utilização das citações corretamente”. Exemplo: Toda citação direta com mais de 03 linhas é considerada uma citação direta longa. Comunicações pessoais. A citação com mais de 03 linhas deve ser escrita sem aspas. p. 2008. 20). A exatidão das referências é de responsabilidade dos autores. 150). As referências devem ser ordenadas alfabeticamente pelo sobrenome do autor. mas citados em notas de rodapé. Rio de Janeiro. Não se deve utilizar o caractere &. Caso o texto original já contenha aspas. 2008. na seção Referências.64 Quando o autor citado estiver no corpo do texto. estas devem ser referenciadas pelo último sobrenome do primeiro autor seguido da expressão et al. espaçamento simples. Para as citações com mais 03 linhas. Para citar obras escritas por três ou mais autores. Todas as referências citadas no texto. . NBR 14724: informação e documentação: trabalhos acadêmicos: apresentação. NBR 6024: informação e documentação: numeração progressiva das seções de um documento escrito: apresentação. a grafia deve possuir a primeira letra em maiúsculo e as seguintes em minúsculo. 2002. exatamente conforme aparece nas referências aleatórias incluídas a seguir. BELTRANO.0 cm na margem esquerda. 2003. prevendo 12 pontos (ou uma linha) depois de cada referência. Para citar obras escritas por dois autores no corpo do texto. trabalhos em andamento e trabalhos não publicados não devem ser incluídos na lista de referências bibliográficas. Deve ser utilizada fonte tamanho 10 e sem as aspas. com fonte menor e com recuo de 4. pode ser caracterizado plágio” (FULANO. Deve-se utilizar um recuo de 4. em parágrafo distinto. b) "Citar trechos de ‘outros autores’ sem referenciá-los. Quando estiver entre parênteses. Para as referências. p. Exemplos: a) Fulano (2008. Quando a citação de dois autores estiver entre parênteses. Deve haver uma linha em branco antes e depois da citação (FULANO. estas devem ser substituídas por aspa simples. Em obras escritas por mais de três autores. NBR 6023: informação e documentação: referências: elaboração. 2005. conforme ilustrado neste exemplo. ______. mencionar somente o primeiro autor. As referências devem aparecer em ordem alfabética e não devem ser numeradas. a grafia deve ser em maiúsculo. REFERÊNCIAS ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. tamanho 12. seguido da expressão et al (FULANO et al. estes devem ser separados por ponto-evírgula (FULANO. terminando na margem direita. 2008). deve-se utilizar texto com fonte Arial. Rio de Janeiro. BELTRANO.0 cm da margem esquerda. ______. devem ser incluídas ao final. Rio de Janeiro. e apenas estas. Citações diretas de até 03 linhas acompanham o corpo do texto e se destacam com dupla aspa. seguindo os padrões da norma NBR 6023 da ABNT. 2008). p. estas devem ser transcritas em parágrafo distinto. deve-se citar Fulano e Beltrano (2008).

2002. FIALHO. 2003. Em sua estrutura. Francisco Antonio Pereira. OTANI. ______. completa e rigorosa. NBR 6027: informação e documentação: sumário: apresentação. Ed. Nilo. 1. tratando de um assunto particular de maneira sistemática. Antonio Carlos de. 4. . SOUZA. Rio de Janeiro.3 TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO/ MONOGRAFIA Os trabalhos de conclusão de curso na forma de monografias são os mais extensos e formais dos trabalhos acadêmicos. utilizadas em trabalhos de conclusão de curso de graduação ou de especialização. 2003. dissertando sobre o mesmo em diversos graus crescentes e de originalidade. NBR 10520: informação e documentação: citações em documento apresentação. Rio de Janeiro. isso ocorrem com o propósito de definir e estruturar estes trabalhos acadêmicos. portanto. ele aborda apenas um assunto por vez. além de considerar a profundidade e a extensão. Florianópolis/SC: Visual Books. Isso ocorre em um continuum que vai da monografia propriamente dita. Rio de Janeiro. pois a monografia deve ser detalhada ao ponto de atender aos objetivos institucionais.65 ______. NBR 6028: informação e documentação: resumo: apresentação. é necessário e recomendável uma consulta a cada modelo com maior profundidade. 2007. ______. TCC: métodos e técnicas. até a dissertação de mestrado ou a tese doutoral. Existem muitas obras na forma de monográficas e. Neste caso.

• Espaço entrelinhas de 1. Entre uma seção e outra.3. • O trabalho deve ter entre de 85 a 150 paginas. considerar duas linhas de intervalo.1 Formatação do Trabalho de Conclusão de Curso Os Trabalhos de Conclusão de Curso (TCC) na modalidade Monografia seguem as seguintes normas quanto à sua formatação: • Folha no formato A4 (210 x 297 mm). Não coloque ponto final nos títulos.66 4. em negrito. 3 cm 1 3 cm 2 cm 2 cm .5 cm e os parágrafos iniciados com margem de 1. numerados com algarismos arábicos. • Fonte Arial do Microsoft Windows ou equivalente. e 2 cm inferior e à direita. • A folha deve apresentar margem de 3 cm superior e à esquerda. • A numeração das páginas deve ser arábica e aparecer no canto superior direito da página a partir da “Introdução”. • O tamanho da fonte deve ser 12 para o texto e para os títulos. porém a contagem começa na Folha de Rosto. em negrito. Deve-se utilizar texto com fonte 12.25 cm. Vide exemplos em “Sumário”. • Títulos: os títulos devem ser posicionados à esquerda.

• Elementos Pós-Textuais: Referências (obrigatório).3. Na parte inferior. Epígrafe (opcional). Ficha catalográfica (obrigatória) Folha de aprovação (obrigatório). Resumo (obrigatório). conforme exemplo.2 Capa e Lombada • Capa: Devem constar os elementos essenciais necessários à identificação do documento. • Lombada: Deve constar na parte superior o termo TCC. 4. Anexos (opcional). Listas de Tabelas/Ilustrações. • CAPÍTULO 2: Fundamentação Teórica. Sumário (obrigatório). a área da Pós-Graduação e o titulo do trabalho. Abstract (obrigatório).67 4. • CAPÍTULO 3: Procedimentos Metodológicos. Lista de reduções (siglas e símbolos se houver) • CAPÍTULO 1: Introdução. o ano da defesa. Agradecimentos (opcional). .3. Objetivos Específicos. A capa deve ser preta com letras douradas. Justificativa da Escolha do Tema. Glossário. (opcional).1. No meio.1. Pergunta de Pesquisa. conforme exemplo. Apêndices (opcional). • CAPÍTULO 5: Conclusão.1 Conteúdo Em conformidade com a norma NBR 6029:2005 da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) os relatórios de pesquisas científicas devem conter os seguintes elementos: • Elementos Pré-Textuais: Dedicatória Capa (obrigatório). Objetivo Geral. Folha de rosto (obrigatório). • CAPÍTULO 4: Resultados da Pesquisa.

ANO .68 TCC FACULDADES DE CIÊNCIAS ECONÔMICAS DA REGIÃO CARBONÍFERA – FACIERC FACULDADES ASSOCIADAS DE SANTA CATARINA .FASC CURSO DE GRADUAÇÃO EM --------------- AUTOR (ES) TÍTULO DO TRABALHO ANO LOCAL.

3 Folha de Rosto [AUTORES ] TÍTULO Trabalho de Conclusão de Curso apresentado à Coordenação do Curso de xxxxxxxxxxxxxx para a obtenção do título de Bacharel em xxxxxxxxxxx Prof.1. orientador: LOCAL.3.69 4. ANO .

4 Ficha catolográfica A ficha catalografica deve estar no verso da folha de rosto. Prof. FACIERC. Orientador: Trabalho de Conclusão de Curso: Graduação em XXXXXX.70 4. Ano Referências: Paginas: Palavras-chave . Autores Título do trabalho/ autores/ Cidade/ Estado/ Instituição/ Ano/ Número de paginas.1.3.

1. Criciúma. [ Titulação e nome] Coordenador do Curso [_ Titulação e nome] Orientador Banca Examinadora [Titulação e nome] [Titulação e nome] [Titulação e nome] . [dia] [mês] de [ano].71 4.3.5 Folha de aprovação [ Autores ] [ Título ] Este trabalho de conclusão de curso foi avaliado e aprovada para a conclusão do curso de Graduação em XXXXXXXXXXXXX pelas Faculdades de Ciências Econômicas da Região Carbonífera – FACIERC.

6 Dedicatória Aos meus pais e irmãos .3.1.72 4.

............ ............................... .............................8 Epígrafe “É a teoria que determina a forma como a qual entendemos o mundo” Albert Einstein ..... .. ...........................7 Agradecimentos Aos meus familiares pelo apoio durante estes anos de estudo....... .................. AGRADECIMENTOS .3.............................73 4... AGRADECIMENTOS ......... Aos meus colegas de classe pela constante troca de conhecimentos...... ........1.................. ........ ........1..3......................... 4.....

Thiago Henrique Almino. deve-se constituir a referência do trabalho. Janaína Rosa. tal como no exemplo que segue: Francisco. Schenkel. FACIERC. sem a utilização de adjetivos. com uma RESUMO RESUMO linguagem impessoal. Pinheiro.74 4. Trabalho de Conclusão de Curso. . P.1. A IDENTIFICAÇÃO DAS COMPETÊNCIAS ESSENCIAIS DA FACIERC COM BASE NA PERCEPÇÃO DE SEUS GESTORES. separadas por ponto final. Resumo informativo em português com. Criciúma. no máximo. 250 palavras. 2009.171.9 Resumo Acima do resumo e do abstract. Ana Paula de Oliveira. O texto deverá ser desenvolvido em espaço simples e sem parágrafos. Dar preferência pela voz ativa. Palavras–chaves: (3 a 5).3. Curso de Administração.

Pinheiro. A IDENTIFICAÇÃO DAS COMPETÊNCIAS ESSENCIAIS DA FACIERC COM BASE NA PERCEPÇÃO DE SEUS GESTORES.1.171. Resumo informativo em inglês ou espanhol com. com uma linguagem impessoal. 2009.75 4. 250 palavras. O texto deverá ser desenvolvido em espaço simples e sem parágrafos. sem a utilização de adjetivos. Ana Paula de Oliveira. FACIERC. Criciúma. Dar ABSTRACT preferência ABSTRACT pela voz ativa.10 Abstract: (é o Resumo no idioma Inglês ou espanhol) Francisco. . separadas por ponto final.3. Trabalho de Conclusão de Curso. Janaína Rosa. P. Curso de Administração. Thiago Henrique Almino. Schenkel. no máximo. Key-words: (3 a 5).

...... Lista de quadros Quadro 1 Título do quadro......1........ a partir do exemplo que seguem.11 Lista de ilustrações e sumário A lista de ilustrações elenca os quadros....... Fialho e Otani 2007 Seção primária Seção primária SEÇÃO SECUNDÁRIA Seção Terciária Seção Quaternária Seção Quinária ....................1 Modelos de Sistemas de Informação 2...................................1............................. Elas devem se posicionar antes do sumário e se posicionar em paginas diferentes e seqüenciais................... enumera as partes do documento na mesma ordem em que se apresentam no texto.. Lista de tabelas Tabela 1 Título da tabela........................................ Lista de Figuras Figura 1 Título da Figura.1 Fatos Históricos 2.......................................1.................1..... Lista de Gráficos Gráfico 1 Título do gráfico.....76 4..... figuras. tabelas..... deve ser seguido o formato a seguir especificado...............1........3.........1 SISTEMAS DE INFORMAÇÃO 2....1 A estrutura dos modelos Quadro 11: Seções – numeração e recursos gráficos Fonte: Souza....... fotos e demais ilustrações que compõem o trabalho.. 1 INTRODUÇÃO 2 FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA 2.................. Para o sumário e consequentemente os títulos e subtítulos do corpo do TCC......... Pag Pag Pag Pag O sumário....1....1..

... ... a introdução é primeira parte do trabalho.................................... Aqui se deve fazer uso de paráfrases e citações literais (NBR 10520)................. É a primeira pagina que será numerada no trabalho OBJETIVOS OBJETIVOS .................................................. ............................... .......................................................................................... Apresenta o tema de pesquisa o problema a ser pesquisado e seus objetivos........... . ............................................... ...................................................................12 Detalhamento dos elementos textuais Como já visto anteriormente.... .................... ........................................................................................................................................................................................... ....... argumentando a pertinência de seu estudo................................ .. ............................... se justifica o que se vai fazer................. ......................................................................3...... ........................................................... Neste item................. Fundamentação Teórica Mostra-se............................................... ........ por meio da compilação crítica e retrospectiva de várias publicações............. .................................................. . .................................................................................. Deve ser mantida a fonte (autoria)....................................................................................................... ... ........................................................................................................................................ ... ................................. o estágio de desenvolvimento do tema da pesquisa e estabelece um referencial teórico para dar suporte ao desenvolvimento do trabalho.........77 4........................................ ............................................ ...1................................................. ..................... ................ • Paráfrases: síntese das idéias de algum autor......... 8 8 INTRODUÇÃO INTRODUÇÃO ..........

................................... ...................................... ............................................1 [Sub-título] .......... 2................ 2..2 [SUB2............ Deve ser mantida a fonte e a página de onde foi retirada a citação....... ............ os nomes devem ser separados pela letra e: Com base em Fulano e Beltrano (2009)............................................................. . sem aspas..... deve-se usar a expressão et al: Com base nas contribuições de Fulano et al (2009)...1 [SUB2. (NBR 6023.................... [..... 2002. TÍTULO ....................... • Citações com mais de 3 linhas: reentrada com margem de 4cm...... ..................................78 • Citação literal (ibisis litteris): cópia fiel da frase ou parágrafo........ 2002......................... 2............................................................. a partir da segunda linha da mesma referência........... ................... ....... TÍTULO] ....................1.................................................. serão alinhadas........................................ ....................................................... 21)....................2 [SUBTÍTULO]] ..... • Paráfrase (3) Com 3 ou mais autores.................. ...............................1 [Sub-título] 2.............................................................. • Citações com menos de 3 linhas: no corpo do trabalho entre aspas: “A Segurança do Trabalho é definida por normas e leis”................ ..............1 [SUBTÍTULO] ............................................................. ........ em espaço simples e separadas entre si por espaço duplo.................... ................ ............................. .. .........]........................................... Deve estar situada duas linhas abaixo do texto As referências são alinhadas somente à margem esquerda do texto e de forma a se identificar individualmente cada documento................................................. • Paráfrase (2) quando em mais de um autor....1............. Quando aparecerem em notas de rodapé........ ............... p. .. .................... este deve obedecer ao seguinte principio: Com base em Fulano (2009)... (SILVA. p....................................... • Paráfrase (1) Quando no decorrer do texto... ...... fonte 10............................... 3) 12 12 REVISÃO BIBLIOGRÁFICA REVISÃO BIBLIOGRÁFICA ..................

....................... ...... Apresentar todas as especificações técnicas materiais e dos equipamentos empregados................ 3....................... ..1 SUB-TÍTULO 3........... Esclarecer os caminhos que foram percorridos para chegar aos objetivos propostos............2 SUB-TÍTULO ............................... .................................................................... Indicar como foi selecionada a amostra e o percentual em relação à população estudada...............2 SUB-TÍTULO 3....... etc............. Apontar os instrumentos de pesquisa utilizados (questionário.........................79 Procedimentos Metodológicos Os procedimentos Metodológicos devem ser desenvolvidos de forma à: • • • • • • Fornecer o detalhamento da pesquisa......... entrevista.... ............................................................................................................................. ............ Caso o leitor queira reproduzir a pesquisa.......................... ..........................1. Deve mostrar como os dados foram tratados e como foram analisados..... ........................................................ .... 3....................1 SUB-TÍTULO ............................................................1............................ ................................ .. 73 73 3 PROCEDIMENTO METODOLÓGICOS 3 PROCEDIMENTO METODOLÓGICOS 3................................).............................1 Sub-título ......................................................................................................................... ele terá como seguir os passos adotados...................... ............. ..1 Sub-título 3...........

.... .1 SUGESTÕES PARA FUTUROS TRABALHOS TRABALHOS .................................. porém........................... ............... 5............................ ..... Nesta etapa não se deve introduzir novos argumentos............................. .............................. onde você fará um balanço dos resultados obtidos pela pesquisa.................... onde será mostrado se os objetivos foram atingidos................1 SUGESTÕES PARA FUTUROS 5............. ....................... ....................................................................................... ......... Podem-se apresentar sugestões sobre o tema abordado no trabalho.............................. EX1: 5........................................................................................................................1 SUGESTÕES PARA FUTUROS TRABALHOS......... para isso................................................... apenas ater-se ao que já foi estudado e apresentado no trabalho......................................... .............................. .... ou EX2: SUGESTÕES PARA A EMPRESA 80 80 5 CONCLUSÃO 5 CONCLUSÃO . ...................................... ... Podem constar na conclusão uma recapitulação sintetizada dos capítulos e a autocrítica.............. ..... sugere-se um novo subitem...................80 Conclusão Apresenta a síntese interpretativa dos principais argumentos usados................................................................................................... ................... ....................................................................................... .... ......... .. ...................................................... .................................................................................... A conclusão deve resgatar a consecução dos objetivos do trabaalho....

Metodologia Cientifica. DEMO. René. História da Filosofia. LAKATOS. 1992. Metodologia do SEVERINO. 2002. V. 1996. Listam-se todas as obras citadas no texto que de alguma forneceram subsídios a sua elaboração da monografia. ________Fundamentos da Metodologia Científica. DESCARTES.org/>.L. Leda Miranda. Disponível em: <http://www. São Paulo: Atlas. XI e XI. Acesso: fev.3. II. Antônio Joaquim. SEVERINO. Metodologia Científica em Ciências DEMO.81 4. São Andrade. FREIRE.. trabalho científico. & BERVIAN. de em:<http://www. Acesso: fev. EDISON. São DESCARTES. Pedro. Metodologia CERVO. Acesso: mar. Thomas A. VII. Marina de LAKATOS. Metodologia do Trabalho Científico São Paulo: Atlas.. Instituto Paulo Freire.. 1992. Eva Maria e MARCONI. N.tomedison. VI. Pedro.paulofreire. VII. 2001. 2001. Eva Maria e MARCONI. 1995.tomedison. . II. Vol. Disponível em:<http://www. 1999. São Paulo: McGraw-Hill. & BERVIAN. de 2009. Nicola . Edison Museum. de 2008. A. ________Fundamentos da Metodologia Científica.org >. XI e XI.13 Detalhamento dos elementos pós-textuais REFERÊNCIAS (centralizada e sem numeração) Elemento pós-textual onde são listadas as referências em ordem alfabética de sobrenome de autor com espaço entre linhas simples e entre referências. São Paulo: McGraw-Hill. São Paulo: Atlas. Antônio Joaquim. VI. N. 1999. Metodologia científica. III.org >. Edison Museum. Marina de Andrade.5. Paulo: Martins Fontes. IV. São Paulo: Martins Fontes. A. AGIR. A. Discurso do Método. AGIR. 2000. Thomas A. Metodologia do trabalho científico. Acesso: mar. V.paulofreire. científica. ABBAGNANO. CERVO. 2009.1. 1.L. HUHNE. 2001. de em: <http://www. São Paulo: Atlas. Disponível EDISON. 4a Edição. Presença. Leda Miranda. Paulo R. Metodologia do Trabalho Científico . 2000. São Paulo: Cortez. 1996. 4a Edição. Paulo R. 85 85 REFERÊNCIAS REFERÊNCIAS ABBAGNANO. P. Discurso do Método. Presença. 2002. IV. Paulo: Atlas. III. Nicola História da Filosofia. Disponível FREIRE. Vol. Metodologia Científica em Ciências Sociais. 1995. René. 2001. 2008..org/>. Metodologia Cientifica. São Paulo: Atlas. São Paulo: Cortez. P. A. Instituto Paulo Freire. Sociais. HUHNE.

82 APÊNDICE e ANEXO(S) As definições já foram tratadas anteriormente. Exemplo: ANEXO A – Mapa do setor de extrusão da empresa x ANEXO B – Quadro de horários de funcionários do setor de montagem da empresa x Para cada apêndice ou anexo deverá ser utilizada uma página nova. Exemplo: APÊNDICE A – Questionário aplicado aos colaboradores da empresa x APÊNDICE B – modelo de documento para os colaboradores ANEXO(S): Texto ou documento não elaborado pelo autor. que serve de fundamentação. comprovação e ilustração. É o documento elaborado pelo autor a fim de complementar sua argumentação. APÊNDICE A -.Questionário APÊNDICE A Questionário colaboradores da empresa x colaboradores da empresa x aplicado aplicado 88 88 aos aos .

podem ser diretas. pagina separados por vírgula. A autoria pode ser informada dentro ou fora do parênteses. no caso da citação indireta. preservando a apresentação (conteúdo e forma) da fonte pesquisada. As citações. Em um texto científico. as citações tornam-se relevante já que permitem que ocorram contribuições de informações extraídas de outra fonte. quando se referem a uma transcrição literal – cópia fiel – do texto do autor consultado. quando a transcrição não é literal. apresentação de elementos adicionais para aumentar a força do argumento e valorizar os aspectos trabalhados ao longo da pesquisa. assim como salienta Vergara (2000). sobretudo no sentido de contar com a contribuição da busca pelo estado da arte do conceito pesquisado. . Desse modo. podendo ser apresentada no sistema numérico. No sistema autor-data.1 Citação Direta As citações diretas são as transcrições das informações citadas. no texto de um projeto de pesquisa. modificando-se o texto original com a manutenção das informações base da contribuição. É natural. sendo obrigatório o uso de letras maiúsculas para a opção “dentro do parênteses” . devendo-se preservar o significado original pretendido pelo autor. 5.1 TIPOS DE CITAÇÕES 5. ou indiretas.83 5 CITAÇÕES E REFERÊNCIAS Com a intenção de consolidar o projeto de pesquisa. as citações são utilizadas para apresentação de conceitos.1. ela deve ser especificada entre parênteses com as informações de autoria. de acordo com a proposta da NBR 10520:2002. as citações são elementos adicionais ao texto e. que se tome o devido cuidado com a utilização das palavras. elementos principais. ou autor-data. ano. comprovação de pontos de vista. evitando a distorção do conteúdo. jamais.

em fonte 10. Greimes e Courtês (1979.]” Este tipo de citação também pode utilizar a autoria no final do texto entre parênteses. Já as citações com mais de três (3) linhas. 17). Entre o texto e a citação deve-se utilizar um espaço de 1. tal como no exemplo que segue: A este propósito. Em outro exemplo. enquanto o galho que procura para atingir o seu objetivo será um valor de uso”. p.. A citação com até três (3) linhas são destacadas no texto por aspas duplas (“ “).5 cm. exclusivamente para fins acadêmicos e de pesquisa.. 2002.. Ou ainda: “A condição da orientação a objetos desencoraja o desenvolvedor a pensar em uma aplicação de forma hierárquica [.]” (FEDELI et al. 76). respeitando-se rigorosamente a Lei dos Direitos Autorias. espaço entre linhas simples e sem aspas.. 378).378) escrevem: “a banana que o macaco tenta atingir é seu valor de base. (GIL. Em um exemplo de autoria indicada no texto. p.84 A citação direta pode se apresentar de duas maneiras: com até três (3) linhas. enquanto o galho que procura para atingir o seu objetivo será um valor de uso” (GREIMES.17) “a condição da orientação a objetos desencoraja o desenvolvedor a pensar em uma aplicação de forma hierárquica [. P. teses e anais de congressos). “a banana que o macaco tenta atingir é seu valor de base. p. assim como no exemplo que segue: O Comut permite às comunidades acadêmica e de pesquisa o acesso a documento em todas as áreas do conhecimento (mediante cópias de artigos de revistas técnico-científicas. 2002. 1979. . devem ser destacadas com recuo de 4 cm da margem esquerda. p. pode-se observar o seguinte: A este propósito. identifica-se outra forma de se utilizar este método de citação: Para Fideli (2002. COURTÉS.. ou com mais de três (3) linhas.

(INSTITUTO BRASILEIRO DO MEIO AMBIENTE E DOS RECURSOS NATURAIS RENOVÁVEIS.2 Citação Indireta A citação indireta se refere a referencia do contexto. tal como no exemplo que segue: Segundo Almeida (2001). Neste caso. tal como no exemplo que segue: . p. Neste caso. deve-se colocar na indicação da fonte a expressão latina apud.85 5. 5. às vezes. sendo necessária apenas a data da fonte consultada. Constata-se que ela é a exposição da idéia da fonte pesquisada escrita com as próprias palavras do autor do trabalho acadêmico. além da insatisfação dos incorporadores com os corretores imobiliários quanto ao aspecto de falta de conhecimento sobre as necessidades dos clientes. as imobiliárias são internamente administradas em processos fragmentados e.1. Aqui. Ela pode aparecer com a autoria indicada no texto. Elas apresentam o sintoma típico de empresas que não acordam para o atendimento ao cliente.3 Citação da Citação É a citação direta ou indireta de um texto em que não se teve acesso ao original. a indicação da pagina é suprimida. Já em um exemplo de autoria no final do texto. não bem racionalizados. 1995. Ela pode ocorrer com a autoria indicada no texto. as estações ecológicas encontram-se agrupadas às categorias de manejo de uso indireto dos recursos.1. identifica-se a citação da seguinte forma: Na classificação da União Internacional para a Conservação da Natureza (UICN). fica a recomendação para que o pesquisador escolha um dos modelos e utilize-o como referência em todo o trabalho. evitando utilizar os dois. tendo como base um texto na obra do autor consultado. 25).

comentário. 1990. é fundamental que seja feito previamente um plano instrucional detalhado do curso.” Mas pode aparecer. tocar. tal como no exemplo que segue: “Se você for esperto perceberá que aquela ‘senhora’ não é quem ela diz ser. até saber-se tudo de nada.” (SANTOS.” . ouvir. sendo estas substituídas por aspas simples na citação direta com até três (3) linhas. Também são utilizados com a expressão “sic” (assim mesmo). 1978. 53). 1993 apud GIL. 2002. p. p. • Os colchetes [ ] são utilizados para acréscimo. ou explicação necessária ao texto mencionado. p. no final do texto entre parênteses. Opiniões ou preferências pessoais e suposições especulativas não têm lugar na ciência.1. No exemplo que segue há a possibilidade de identificar esta utilização “Para que um custo via rede [internet] seja desenvolvido. etc.4 Particularidades nas Citações No âmbito das citações existem algumas peculiaridades. sendo as principais destacadas nos pontos que seguem: • As aspas simples – ‘exemplo’ devem aparecer quando constar no texto original frase ou palavras entre aspas duplas.86 James (1970 apud MEDINA. 5. do mesmo modo que generalismo é saber-se cada vez mais. também.” (CHALMERS. 143) afirma que “especialismo é saberse cada vez mais de cada vez menos. tal como identifica-se no exemplo que segue: “A ciência é baseada no que podemos ver. até não se saber nada de tudo. 168). A ABNT trata algumas de modo específico. para indicar que houve erro de grafia no texto original.

p. v. tradução nossa). quando não se menciona o parágrafo todo. 29).] qualidades pessoais do pesquisador no processo de criação científica.] o cirurgiãodentista está relacionada não só ao trabalho de lesões decorridas de traumas bucofaciais [. 4. p.” (RAHNER. [. Estes aspectos devem ser mencionados após a citação. • As citações de um mesmo autor. em ordem alfabética crescente e sem espacejamento conforme a lista de referências. 1962.. 77).] são utilizados para supressão.. 2005a) ou Pena (2005a) . p... meio ou no fim da frase... traduzido pelo autor. grifo nosso) “[. 2001. • Os colchetes e reticências [.]” • Os parênteses ( ) são utilizados para inclusão de expressões.] pode julgar-se pecador e identificar-se com seu pecado. publicadas no mesmo ano. p. como as de grifo do autor ou grifo nosso. pode ser utilizado no inicio..]bem como a disseminação de informações sobre traumatismos dentais em atletas [.. assim como no exemplo que segue: De acordo com Cardoso (2003. o exemplo é o seguinte: “Todas as cazas [sic] daquela rua eram com certesa [sic] de Dom Joaquim Passos.] desempenhado pelos recursos de que dispõe o pesquisador no desenvolvimento e na qualidade dos resultados da pesquisa. Neste caso..87 (KUNHEN. Um exemplo pode ser identificado a seguir: (PENA. Exemplo do grifo nosso ou grifo do autor: De acordo Gil (2002.. p. perversão.. 463.. são diferenciadas pelo acréscimo de letras minúsculas após o ano.” (FERNANDES. ódio de si mesmo [. 1943. 18..” Exemplo de tradução nossa: “Ao fazê-lo pode estar envolto em culpa. 203) a atividade do “[.. • Já no caso de erro de digitação.

tempos de plenitude estão por chegar.. 2001) (SOUZA. Antônio... deve-se utilizar a primeira palavra do titulo. data da publicação e das paginas. 2002) • Quando as citações diretas e indiretas de fonte sem indicação de autoria ocorrerem.” (OS NOVOS.88 (PENA. 1990) (SILVA. deve-se acrescentar as iniciais de seus prenomes.. 1990) (SILVA. Álvaro. Afonso. deve-se escrever os nomes por extenso. Caso haja a coincidência nas letras iniciais dos prenomes. Alberto.” (SISTEMA. tal como no exemplo: “Os mecanismos serão implementados conforme detectada necessidade de mudanças no estabelecimento. J. F. p. tal como nos exemplos: (SOUZA. 2005b) ou Pena (2005b) • Quando houver a coincidência de autores com o mesmo sobrenome e data. 2002) (SILVA... seguida de reticências. separadas por vírgula e entre parênteses. . 2004. “Tempos de dor estão por extinguir-se. 1977. 2001) (SILVA.. Caso o título se inicie com palavra que seja artigo ou monossílaba. 34). 8). p. estas devem ser inclusas na indicação da fonte..

tornando as pessoas inclusivas na sociedade. 2007) as novas tecnologias têm contribuído para o processo de aprendizagem no ensino a distância. Exemplo de autoria. Exemplo de autoria. 2005. MARTIGNAGO. . Martignago (2002) e Silva Júnior (1999) o hábito da leitura desenvolve a capacidade de reflexão. (MACHADO. no final do texto. SILVA JÚNIOR. 2007. tornando as pessoas inclusivas na sociedade. entre parênteses: As novas tecnologias têm contribuído para o processo de aprendizagem no ensino a distância. no final do texto. 2005. estas devem ser separadas por ponto e virgula e ordenadas alfabeticamente. Exemplo de autoria indicada no texto: De acordo com Machado (2007). no final do texto.89 • Quando houverem citações diretas e indiretas de mais de um documento com a mesma autoria. assim como no exemplo que segue. 2007). • Quando houverem citações indiretas de mais de um documento com autoria diferente. indicada no texto: De acordo com Medeiros (2001. 1999). entre parênteses: O hábito da leitura desenvolve a capacidade de reflexão. 2002. identificadas nos exemplos que seguem: Exemplo de autoria. (MEDEIROS. existem duas formas. 2001.

PONTES. • Autoria repetida: Substitui-se a indicação da autoria por um traço sublinear equivalente a seis (6) underline. 2005. ENTIDADE ou JURISDIÇÃO). segue-se o seguinte exemplo: Exemplo de citação no final do texto com data provável: (PHILIPPI. São Paulo: LTr. ed. Exemplo de citação no final do texto com data certa.90 • Já nas citações diretas e indiretas sem data. Fazem parte desta lista todos os documentos utilizados no trabalho. onde as duvidas poderão ser dirimidas. Número da edição (quando houver). [2009]. Benedito Rodrigues. A palavra “referências” deve ser apresentada em letra maiúscula e em negrito. p. 9). Para as devidas consultas. digitadas em espaço simples e separadas entre si por dois espaços simples.2 REFERÊNCIAS A elaboração das referências segue as considerações da NBR 6023.31). há um CD nas dependências da biblioteca com os originais da NBR 6023. Planejamento. • Livro no todo: AUTORIA (PESSOA. da ABNT. . alinhadas somente a margem esquerda. Título: subtítulo. As referências apresentam-se logo após a conclusão do trabalho. A seguir. Cidade: Editora. 5. 4. ano. não indicada na obra (PHILIPPI. recrutamento e seleção de pessoal. seguem-se os exemplos das principais referencias utilizadas em um trabalho de pesquisa. [2009?]. com alinhamento centralizado. os quais são representados por meio de citações diretas ou indiretas. p.

1990. 2000. São Paulo: Atlas. c2001. rev. ed. ed. • Mais de três (3) autores – indicar o primeiro autor seguido da expressão et al. 3. ed. 3. Câmara Municipal. 1976. ______. Geografia e meio ambiente no Brasil. Antonio. Marina de Andrade. 1 v. Blücher. SANTA CATARINA. 2000. 6. • Coincidências de obras do mesmo autor e mesma data LAKATOS. rev. Regina A. Fundamentos de metodologia científica. ______ (Org. 2002 • Dicionário HOUAISS. Etanol: combustível e matéria-prima. • Livro em meio eletrônico . • Jurisdição (cidade. Lei orgânica do município de Sombrio. 2. Geomorfologia. 1995b. Sombrio. São Paulo: E. Eva Maria. estado ou país) SOMBRIO. 1987. e ampl. • Livro sem autoria O PODER da PNL: (programa neurolingüística). BONJORNO. São Paulo: Martin Claret. e ampl. 1995a. São Paulo: FTD. Dicionário Houaiss da língua portuguesa. ed.). Antônio. Rio de Janeiro. et al. Secretaria da Educação.91 CHRISTOFOLETTI. Florianópolis: Imprensa Universitária. São Paulo: Hucitec. Secretaria de Tecnologia e Indústria. Sociologia geral. Física completa: ensino médio. [199-?]. São Paulo: Atlas. Ministério da Indústria e do Comércio. As leis da abolição. Rio de Janeiro: Objetiva. MARCONI. BRASIL.

Damásio E. Código penal anotado. • Livro com duas editoras AUGUSTINHO. 2007. 2000. ENTIDADE ou JURISDIÇÃO) da obra. 2003. Aguinaldo. ano. [S. • Código comentado JESUS. rev. v. • Livro em vários volumes VENOSA.l. A trajetória de um sonho. Atlas de anatomia humana. Unisul. 7 v. atual. Título da obra: subtítulo. Disponível em: <http://virtualbooks. 21. José de. • Parte de livro AUTORIA (PESSOA. Páginas inicial-final da parte. 2003.terra. atual. ed. São Paulo: Atlas.. ENTIDADE ou JURISDIÇÃO) da parte. ed. de. In: AUTORIA (PESSOA. Direito civil. 2009. Samec. 1. Cidade: Editora. 2008. • Parte de livro (capítulo) com autoria . O garatuja. ed. Acesso em: 5 dez. 19. Silvio de Salvo. e ampl. Johannes.br>. Número da edição (quando houver).com. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan.92 ALENCAR. Florianópolis: Ed. Título da parte: subtítulo. • Uso de um dos volumes de livro composto de vários volumes SOBOTTO. São Paulo: Saraiva. 3.]: VirtualBooks.

Farmácia homeopática: teoria e prática.225.).123/dicaureliopos/login. In: ______. 2005. SILVA. Português brasileiro: contato lingüístico.asp>. 2003. (Projeto Conservação Preventiva em Bibliotecas e Arquivos). e atual. 4. 2007. Patrícia Lupion. 2005.157. ed.152. Olney Leite et al. p. heterogenidade e história. 81-250. 55-65 CESAR. Disponível em: <http://200. In: FERREIRA. 215. TORRES. Ingrid (Coord. p. p. João. In: GRANDE enciclopédia barsa. São Paulo: Barsa Planeta Internacional. In: GRANDE enciclopédia barsa. • Parte de livro (capítulo) sem autoria A PROTEÇÃO de livros e papel contra o mofo. CD-ROM 14. • Parte de livro (capitulo) com autoria igual a do livro VIANNEY. Jussara (Org. Amarilys de Toledo. p. Caderno técnico: emergências com pragas em arquivos e bibliotecas. Rio de Janeiro: 7 Letras. 13-20. 2006. cap. São Paulo: Barsa Planeta Internacional. Curitiba: Positivo. ed. ABRAÇADO. O formal e o funcional na teoria variacionista. 12. In: FONTES. 2005. VERBETE. • Periódico no todo . Aurélio Buarque de Holanda. Redes de cooperação: os consórcios em direção à universidade virtual. ANTISSOCIAL. 2009. In: BECK. Tubarão: Ed. 2. A universidade virtual no Brasil: o ensino superior a distância no país. Novo dicionário Aurélio da língua portuguesa. Elizabeth Farias da. rev. p. 95-108. 2002. Curitiba: Positivo. 1997. Cláudia. Rio de Janeiro: Arquivo Nacional. 5.). p. cap. Unisul. • Verbete em meio eletrônico TURQUESA. • Verbete TURQUESA. Acesso em: 6 dez. Roberto Gomes. In: DICIONÁRIO da língua portuguesa. In: RONCARATI.93 CAMACHO. Farmácia homeopática. São Paulo: Manole.

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• Legislação AUTORIA (JURISDIÇÃO OU ENTIDADE). Cidade: Editora. ano. Especificação do suporte em unidades físicas. Lei n° 9. São Paulo: Saraiva. 11. Estatuto da criança e do adolescente. José da. BRASIL. • Imagem em movimento (DVD.069. 38. 2 cassetes sonoros. Disponível em: <http://www. 2001. Entrevistador: J. BRASIL. etc) TÍTULO da imagem: subtítulo. ed. Título: subtítulo. Cidade. Machado. Produtor: pessoa(s).planalto. 1946. filme. data. de 13 de julho de 1990. Pesquisa científica: depoimento. e dá outras providências.ANA. Dispõe sobre a criação da Agência Nacional de Águas . Designação da quantidade e do tipo de material usado na gravação SILVA. Lei ou Decreto e número. 2004. 1 DVD. Lei nº 8. de 17 de julho de 2000.br/ccivil_03/Leis/L9984. videocassete. 2008 • Legislação publicada em periódico. Diretor: pessoa(s). São Paulo: Saraiva. ano. em meio eletrônico . entidade federal de implementação da Política Nacional de Recursos Hídricos e de coordenação do Sistema Nacional de Gerenciamento de Recursos Hídricos. Cidade: Editora. Direção: Jean Cocteau. A BELA e a fera. BRASIL. Entrevistador(es): pessoa(s). ed. São Paulo: Continental Home Vídeo. e aum. ano. L. 2007. Número da edição (quando houver).htm>.gov. atual. Código de processo civil e Constituição federal.97 AUTORIA (PESSOA ENTREVISTADA).984. Acesso em: 25 nov. Título: subtítulo. Gravadora. Florianópolis: SESC.

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Apostila da disciplina de Didática do curso de Pedagogia da Unisul. • Apostila AUTORIA (PESSOA. 1 DVD. • DVD TÍTULO: subtítulo. ano. Escala. 1 mapa. Cidade: Editora. Pedagogia das séries iniciais. Notas. Especificação do suporte em unidades físicas. Brasília. ano. AMÉRICA do Sul: mapa visográfico. Diretor. BRASIL. GONÇALVES. Cidade. Constituição da República Federativa do Brasil. 2000. [19-?]. • Mapa AUTORIA (PESSOA. ano. Designação da quantidade e do tipo de material usado. 2006.000. Constituição (1988). DF: Senado Federal. Número da edição (quando houver). Número da edição (quando houver). ENTIDADE ou JURISDIÇÃO). 1988. Constituição (ano da promulgação).99 JURISDIÇÃO (PAÍS OU ESTADO). Título: subtítulo. São Paulo: Geomapas. Título: subtítulo. Cidade: Editora. Jaqueline. Florianópolis. A QUESTÃO dos paradigmas.000. ano. Produção de Charthouse International Learning CO. Título: subtítulo. Escala 1:7. São Paulo : SIAMAR. produtor. Cidade. ENTIDADE ou JURISDIÇÃO). 6 REGULAMENTO GERAL DO TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO .

obedecendo as normas estabelecidas pelo Roteiro para a elaboração de trabalhos científicos da Instituição. tecnológica aplicada. Art. • Estimular a inovação tecnológica.1º . • Despertar o interesse pela pesquisa como meio para a resolução de problemas. por meio da execução de um projeto de pesquisa. • Estimular o espírito empreendedor. • Estimular a interdisciplinaridade. ou de acordo com as indicações do Professor Orientador .100 REGULAMENTO DO TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO PARA OS CURSOS DE GRADUAÇÃO DA FACIERC CAPÍTULO I DOS OBJETIVOS E CARACTERÍSTICAS Art. por intermédio da resolução de problemas existentes nos diversos setores da sociedade. três (3) acadêmicos do curso.O TCC será caracterizado por uma pesquisa científica. no máximo. • Estimular a construção do conhecimento coletivo. § 1º . por meio da execução de projetos que levem ao desenvolvimento de produtos. que constitui componente curricular obrigatório dos cursos de graduação da FACIERC e tem como objetivos: • Desenvolver a capacidade de aplicação dos conceitos e teorias adquiridas durante o curso de forma integrada. • Intensificar a extensão acadêmica.O Trabalho de Conclusão de Curso é uma atividade obrigatória. • Estimular o espírito crítico e reflexivo no meio social onde está inserido. • Desenvolver a capacidade de planejamento e disciplina para resolver problemas dentro das diversas áreas de formação. os quais possam ser patenteados e/ou comercializados. 2º O TCC poderá ser desenvolvido em equipes de dois (2) a. • Estimular a formação continuada.

• Efetuar a divulgação e o lançamento das avaliações referentes ao TCC.O TCC constitui-se de uma atividade desenvolvida com o apoio da disciplina de Trabalho de Conclusão de Curso .8ª fase – dos cursos de Graduação da Instituição.o . 4º . III . . • Organizar e operacionalizar as diversas atividades de desenvolvimento e avaliação do TCC que se constituem na apresentação do projeto de pesquisa. 3º . em consonância com o Professor Responsável.Homologar as decisões referentes ao TCC.Estabelecer. o credenciamento e a homologação dos Professores Orientadores do TCC.101 § 2º .É vedada a convalidação de TCC realizado em outro curso de graduação. apresentação parcial e defesa final. Seção II – Do Professor Responsável pelo TCC Art.Compete ao Professor Responsável pelo TCC: • Apoiar a Coordenação de Curso no desenvolvimento das atividades relativas ao TCC. IV . CAPÍTULO II DAS ATRIBUIÇÕES Seção I – Do Coordenador de Curso Art. normas e instruções complementares no âmbito do seu curso. que se encarregará pelas ações do processo ensino-aprendizagem e orientações metodológicas do Trabalho de Conclusão de Curso. em consonância com o Professor Responsável. Art.Compete ao Coordenador de Curso I . doravante denominado Professor Responsável.Indicar o professor responsável pela disciplina de TCC. 5. II – Providenciar.

102

• Promover reuniões de orientação e acompanhamento com os alunos que estão desenvolvendo o TCC. • Definir, juntamente com a Coordenação de Curso, as datas das atividades de acompanhamento e de avaliação do TCC. • Promover, juntamente com a Coordenação de Curso, a integração com a Pós-Graduação, empresas e organizações, de forma a levantar possíveis temas de trabalhos e fontes de financiamento.  Constituir as bancas de avaliação dos TCC. Seção III Do Professor Orientador Art. 6º - O acompanhamento dos alunos no TCC será efetuado por um Professor Orientador, com a anuência do Professor Responsável, observando-se sempre a vinculação entre a área de conhecimento na qual será desenvolvido o projeto e a área de atuação do Professor Orientador. • § 1º - O Professor Orientador deverá, obrigatoriamente, pertencer ao corpo docente da FACIERC, podendo existir coorientador(es).
• § 2.o - O(s) co-orientador(es) terá(ão) por função auxiliar no

desenvolvimento do trabalho, podendo ser qualquer profissional com conhecimento aprofundado e reconhecido no assunto em questão. Art. 7º - Será permitida substituição de orientador, que deverá ser solicitada por escrito com justificativa(s) e entregue ao Professor Responsável, até 60 (sessenta) dias antes da data prevista para o Seminário de Apresentação Final. Parágrafo único - Caberá ao Coordenador de Curso analisar a justificativa e decidir sobre a substituição do Professor Orientador. Art. 8º - Compete ao Professor Orientador:
• Orientar o(s) aluno(s) na elaboração do TCC em todas as suas fases,

do projeto de pesquisa até a defesa e entrega da versão final da monografia.
• Realizar reuniões periódicas de orientação com os alunos e emitir

relatório de acompanhamento e avaliações ao Professor Responsável. • Participar das reuniões com o Coordenador do Curso e/ou Professor Responsável.

103

• Participar da banca de avaliação final. • Orientar o aluno na aplicação de conteúdos e normas técnicas para a elaboração do TCC, conforme metodologia da pesquisa científica. • Efetuar a revisão dos documentos e componentes do TCC, e autorizar os alunos a fazerem as apresentações previstas e a entrega de toda a documentação solicitada. • Acompanhar as atividades de TCC desenvolvidas nas empresas ou em organizações.
• Indicar, se necessário, ao Professor Responsável a nomeação de

coorientador Seção IV – Dos Acadêmicos Art. 9º - São obrigações do(s) Aluno(s): • Ter cursado as disciplina pré-requisito do Trabalho de Conclusão de Curso no respectivo curso • Elaborar e apresentar o projeto de pesquisa e monografia do TCC em conformidade com este Regulamento. • Requerer a sua matrícula na Secretária Acadêmica nos períodos de matrícula estabelecidos no Calendário Acadêmico • Apresentar toda a documentação solicitada pelo Professor Responsável e pelo Professor Orientador. • Participar das reuniões periódicas de orientação com o Professor Orientador do TCC. • Seguir as recomendações do Professor Orientador concernentes ao TCC. • Participar das reuniões periódicas com o Professor Responsável pelo TCC. • Participar de todos os seminários referentes ao TCC.
• Entregar ao Professor Responsável pelo TCC a monografia corrigida

(de acordo com as recomendações da banca examinadora) nas versões impressa e eletrônica, incluindo arquivos de resultados experimentais, tais como: planilhas, gráficos, softwares e outros.

104

• Tomar ciência e cumprir os prazos estabelecidos pela Coordenação de Curso. • Respeitar os direitos autorais sobre artigos técnicos, artigos científicos, textos de livros, sítios da Internet, entre outros, evitando todas as formas e tipos de plágio acadêmico CAPÍTULO III DA MATRICULA E ACOMPANHAMENTO SEÇÃO I – Da Matrícula Art. 10º - A matrícula no TCC será operacionalizada pela Secretária Acadêmica conforme o disposto na instrução de matrícula descrita no Calendário Acadêmico. • § 1º - Somente apresentará seu trabalho nos seminários de avaliação de TCC o aluno efetivamente matriculado nesta atividade naquele período letivo. Art. 11º - Os alunos que pretendam desenvolver o TCC no exterior ou em instituição conveniada, dentro dos programas de intercâmbio institucional, deverão apresentar proposta de trabalho para prévia aprovação pela Coordenação.

§ 1º- A proposta de trabalho de que trata o caput deste artigo deverá ser acompanhada de parecer do Professor Orientador da instituição conveniada onde o estudante desenvolverá o trabalho.

§ 2º - Os trabalhos citados neste artigo, cujas propostas tenham sido aprovadas pela Coordenação e tenham sido defendidas na instituição conveniada, poderão ter seu crédito consignado, via processo de equivalência, após a entrega da documentação referente ao trabalho realizado, redigido em Língua Portuguesa, à Coordenação do Curso.

Seção II - DO ACOMPANHAMENTO

O acompanhamento dos trabalhos será feito por meio de reuniões com periodicidade orientando(s). 14 – A disciplina de TCC constitui-se atividade e condição obrigatória para a apresentação do trabalho final em banca de defesa. 16 .105 Art. de acordo com o estabelecido em normas complementares. previamente agendadas entre orientador e . ao Professor Responsável. 18º – São condições necessárias para aprovação na disciplina de TCC: • Freqüência maior ou igual a regimental nas atividades programadas pelo Professor Responsável e Professor Orientador. 15 . Art.Quando da apresentação da proposta do Projeto de Pesquisa. Parágrafo único . elaborada de acordo com os padrões da FACIERC mínima mensal. Art. • Apresentação da monografia. quando houver. e a sugestão do Professor Orientador. § 2º . 12º . Art. a composição de sua equipe.A avaliação do Projeto de Pesquisa será organizada pelo Professor Responsável. o(s) aluno(s) deverá(ao) comunicar por escrito. 17º . CAPÍTULO IV DO DESENVOLVIMENTO DA DISCIPLINA DE TCC Art. 13º . o acompanhamento se dará por meio de relatórios bimestrais a serem enviados ao Professor Responsável.O documento citado no parágrafo 1.Após cada reunião de orientação deverá ser feito um relatório simplificado dos assuntos tratados na reunião. o qual deverá ser assinado pelo(s) aluno(s) e orientador que os entregará na Secretária da FACIERC no período prédeterminado pela Instituição Art.O tema para o TCC deverá estar inserido em um dos campos de atuação do curso do aluno. Art.Para os alunos que desenvolverem o TCC em instituições conveniadas.A defesa final constitui-se requisito obrigatório para aprovação e será realizada em forma de seminário público.o deverá conter a concordância do Professor Orientador proposto. com ciência do Professor Orientador da instituição conveniada. § 1º .

Em caso de impedimento do Professor Orientador. § 2. incluindo o Professor Orientador. ou considerações finais.A conclusão. relevantes e constam na Bibliografia VI – Anexos e apêndices são adequados (Quando houver) VII .São condições necessárias para aprovação na disciplina de TCC: • Freqüência igual ou superior a 75% nas atividades programadas pelo Professor Responsável e Professor Orientador. . § 1º A avaliação final do TCC será feita por uma banca composta de pelo menos 3 (três) professores.Metodologia coerente ao exposto no manual metodológico da FACIERC III – Delimitação correta dos objetivos e conclusões IV – Continuidade de idéias V – Citações oportunas. o aluno deverá entregar quatro (4) cópias do trabalho prévio no prazo estabelecido pelo Professor responsável da disciplina de TCC. 21º . 19º .106 • Defesa e aprovação no seminário público de defesa final do TCC. em conjunto com a carta de autorização da defesa do final assinada pelo Professor Orientador. elaborado de acordo com os padrões da FACIERC • Defesa e aprovação da Proposta do Projeto de Pesquisa. trazem sugestões e possibilidades para novas pesquisas VIII -Os procedimentos metodológicos enriqueceram o desenvolvimento do trabalho IX – O tema é relevante para a pesquisa X – O trabalho apresenta correção ortográfica e gramatical Art. Art.Para participar do(s) Seminário(s) de Defesa Final do TCC . organizada pelo Professor Responsável e homologada pelo Coordenador de Curso. 20 . coerente e encadeada às partes do TCC II .o. Art.Os Projetos de Pesquisa serão avaliados com base nos seguintes critérios: I – Sequencia lógica. a Coordenação do Curso indicará um professor substituto. • Apresentação de Projeto de Pesquisa por escrito.

Art.A FACIERC reserva-se o direito de disponibilizar as monografias em cópia material. incluindo o Professor Orientador. CAPÍTULO VI . § 1º . serão feitas por uma banca composta de pelo menos 3 (três) professores. estes não serão divulgados eletronicamente ou via trabalho disponibilizada na biblioteca e na Internet.As avaliações da proposta do Projeto de Pesquisa e da avaliação parcial (quando houver). em que se verificará a qualidade do trabalho desenvolvido até aquele momento e o cumprimento do cronograma proposto. nas bibliotecas e na Internet.Quando da necessidade de sigilo em determinados dados ou resultados do trabalho. devidamente encadernados com capa dura preta e um CD.O trabalho deverá obrigatoriamente obedecer aos padrões pela FACIERC para apresentação de trabalhos estabelecidos acadêmicos. ou por intermédio de mídias diversas. a Coordenação do Curso indicará um professor substituto. junto com a autorização para a publicação do trabalho em meio eletrônico § 1º . as assinaturas dos membros da banca e do Coordenador do Curso. CAPÍTULO V DA DISPONIBILIZAÇÃO E DIVULGAÇÃO DOS TRABALHOS Art. 22º – Após a defesa os acadêmicos deverão entregar ao Professor responsável duas (2) cópias do trabalho corrigido de acordo com as considerações da banca. § 2º Em caso de impedimento do Professor Orientador. no mínimo. § 2º . • Comprovação de ter cursado com êxito conteúdos de metodologia científica e/ou ou correlatos. quando houver. 23º .107 • Defesa e aprovação em avaliação parcial.Os trabalhos possuirão folha de aprovação na qual constarão. organizada pelo Professor Responsável e homologada pelo Coordenador de Curso. Parágrafo único .

23º . Art. inclusive a autorização da divulgação do nome da empresa na publicação do trabalho.As coordenações de curso poderão estabelecer normas operacionais complementares para as atividades de TCC.Os casos omissos a este regulamento serão resolvidos pelos Coordenadores de Curso Apêndice A – AUTORIZAÇÃO PARA DEFESA .108 DAS DISPOSIÇÕES GERAIS Art. deverá ser formado termo de compromisso próprio. 26º .Poderão ser disponibilizados meios alternativos para acompanhamento e avaliação de alunos que desenvolvem o TCC fora da localidade onde o aluno estiver matriculado. direitos e deveres das partes envolvidas. definindo as atribuições. 24º . 25º . Art. Art.Quando o TCC for realizado em parceria com empresas ou outras organizações. a critério do Coordenador.

Título do Trabalho: Equipe: Prof.109 FACULDADES DE CIÊNCIAS ECONÔMICAS DA REGIÃO CARBONÍFEIRA FACULDADES ASSOCIADAS DE SANTA CATARINA COORDENAÇÃO DE TRABALHOS DE CONCLUSÃO DE CURSO DECLARAÇÃO Para os devidos fins e efeitos legais. declaro que o Trabalho de Conclusão de Curso cujos dados seguem descritos está apto à participar da Banca de Defesa Pública. Orientador ____________________ Prof. me coloco a disposição para os esclarecimentos que se fizerem pertinentes. Coordenador de Curso Apêndice B– CREDENCIAMENTO DE ORIENTADORES . da Disciplina de TCC ______________________ Prof. Co-orientador (Se houver): Ademais. submetendo esta declaração ao Professor da Disciplina de Trabalho de Conclusão de Curso e ao Coordenador do Curso a qual pertencem os acadêmicos. Sem mais. ____________________ Prof. como professor orientador. a qual terá sua data marcada de acordo com o calendário prévio. Orientador: Prof.

o Professor Orientador está a disposição da Instituição para a participação das bancas de defesa que ocorrem na ultima semana de aula do semestre letivo. comprometendo-se a respeitar os indícios designados no Roteiro para trabalhos de pesquisa da Instituição e as demais orientações descritas no regulamento. ____________________ Prof.110 CREDENCIAMENTO DE ORIENTADORES Professor Titulação Disciplina Curso Tel. Orientador . De igual modo. o Professor Orientador se compromete a tomar ciência de todas as orientações pertinentes a consecução dos objetivos do Trabalho de Conclusão de Curso na FACIERC. ou em data divulgada com antecedência pela Instituição. Sem mais.* E-mail* Área de Atuação Texto inicial do Lattes Experiência Profissional *Contatos que serão disponibilizados aos acadêmicos A partir da oferta das informações descritas no documento.

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