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ROTEIRO_TCC_-_ADM

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  • 1 QUESTÕES INERENTES À REALIZAÇÃO DO TCC
  • 1.1 ESTRUTURA DO TCC
  • 1.2 A ESCOLHA DO MÉTODO
  • 1.2.1 Métodos de Abordagem
  • 1.2.1.1 Método dedutivo
  • 1.2.1.2 Método indutivo
  • 1.2.1.2.1 Indução formal
  • 1.2.1.2.2 Indução científica
  • 1.2.1.3 Método hipotético-dedutivo
  • 1.2.1.4 Método dialético
  • 1.2.1.5 Método fenomenológico
  • 2 A CONSTRUÇÃO DO PROJETO DE PESQUISA
  • 2.1 PLANEJAMENTO DA PESQUISA
  • 3.1 ELABORANDO A INTRODUÇÃO
  • 3.1.1 Delimitação do Tema
  • 3.1.2 Formulação do Problema da Pesquisa
  • 3.1.3 Definição dos Objetivos
  • 3.1.4 Justificativa – Consolidação da Relevância do Estudo
  • 3.1.5 Subsídios para a Elaboração do Desenvolvimento
  • 3.1.5.1 Fundamentação teórica – revisão bibliográfica
  • 3.1.6 Procedimentos Metodológicos
  • 3.1.6.1 A população da pesquisa
  • 3.1.6.1.1 Amostra
  • 3.1.6.1.2 Tipos de amostragem
  • 3.1.6.2 Técnica de coleta de dados
  • 3.1.6.2.1 Observação
  • 3.1.6.2.4 Pesquisa documental
  • 3.1.6.2.5 A pesquisa bibliográfica
  • 3.1.7 Análise e Interpretação dos Dados
  • 3.1.7.1 Classificação
  • 3.1.7.2 Codificação
  • 3.1.7.3 Tabulação
  • 3.1.7.4 Análise estatística
  • 3.1.8 Interpretação dos Dados
  • 3.1.9 Conclusões e Considerações Finais
  • 4 MODELOS DE TRABALHOS ACADÊMICOS
  • 4.1 POSITON PAPER
  • 4.2 ARTIGO
  • 4.2.1 Estrutura do Artigo
  • 4.3 TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO/ MONOGRAFIA
  • 4.3.1 Formatação do Trabalho de Conclusão de Curso
  • 4.3.1.1 Conteúdo
  • 4.3.1.2 Capa e Lombada
  • 4.3.1.3 Folha de Rosto
  • 4.3.1.5 Folha de aprovação
  • 4.3.1.6 Dedicatória
  • 4.3.1.7 Agradecimentos
  • 4.3.1.8 Epígrafe
  • 4.3.1.9 Resumo
  • 4.3.1.11 Lista de ilustrações e sumário
  • 4.3.1.12 Detalhamento dos elementos textuais
  • 4.3.1.13 Detalhamento dos elementos pós-textuais
  • 5 CITAÇÕES E REFERÊNCIAS
  • 5.1 TIPOS DE CITAÇÕES
  • 5.1.1 Citação Direta
  • 5.1.2 Citação Indireta
  • 5.1.3 Citação da Citação
  • 5.1.4 Particularidades nas Citações
  • 5.2 REFERÊNCIAS

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2011

ROTEIRO PARA O DESENVOLVIMENTO DE TRABALHOS CIENTÍFICOS
FACIERC
Orientações práticas ao desenvolvimento de Trabalhos Científicos na FACIERC

Prof. Thiago Francisco FACIERC 01/01/2011

APRESENTAÇÃO Desde a sua concepção, as sociedades ocidentais estão alicerçadas sobre uma base intelectual que se coaduna os objetivos sociais, os quais são dinâmicos e determinados de acordo com o contexto em que se vive. De fato, a contribuição da pesquisa se da no sentido de consolidar um cenário produtivo, orientando as práticas organizacionais, acadêmicas e, sobretudo, determinando uma nova percepção de mundo ao contexto educacional. Na Instituição de educação superior, independente de suas formações ideológicas, a criatividade, o talento e a produção literária se fazem determinantes à consolidação de uma nova realidade. Neste sentido, a instrumentação científica aparece como sendo uma ferramenta eficaz no sentido de promover a amplitude de conhecimentos neste ambiente. Parafraseando o Prof. Dr. Sebastião Salésio Herdt, Vice-Reitor da Universidade do Sul de Santa Catarina, a instituição de educação superior está imersa na sociedade do seu tempo e dela retira a matéria-prima de seus conhecimentos e pesquisas. Com efeito, ela absorve, estuda e elabora as principais tendências da nossa civilização e dos saberes por ela produzidos. E o faz de tal modo, que a universidade não apenas reflete e reproduz o conhecimento já existente, mas junta a este um valor agregado, perspectivas e deduções inéditas, que devem ser difundidas e compartilhadas com a comunidade científica e a sociedade em geral. É a este valor agregado que se dá o nome de “produção científica”. E o processo e o método que a garante como tal, se chama de “Ciência”. A produção científica, destarte, é um ato substantivo e criativo que é subsidiada pela relevante contribuição da instituição de educação superior que determina a difusão do saber por meio de práticas liberais e livres de ideologias. Espera-se, portanto, que este material seja útil no sentido de contribuir com a produção de trabalhos científicos e, com toda a certeza, à orientação de uma vida acadêmica consistente com os ensejos de uma sociedade que se posiciona na era do conhecimento. Sucesso! Prof. Thiago Francisco Metodologia da Pesquisa Científica

Disciplina Curso Professor Carga Horária Período E-mail Tel. 1. EMENTA

Trabalho de Conclusão de Curso Administração Thiago Francisco 72 H/A Noturno thiagofrancisco@fasc.com.br 48-3431-2029/ 48-9161-7521 PLANO DE ENSINO – 2011/2

A orientação à produção de trabalhos científicos com ênfase ao trabalho de conclusão de curso da FACIERC, implicando no estudo e conhecimento das técnicas de pesquisa e de instrumentação necessárias. 2. OBJETIVO GERAL Proporcionar ao acadêmico a orientação necessária ao aprofundamento dos conhecimentos técnicos aplicados à produção do trabalho de conclusão de curso. 3. OBJETIVOS ESPECÍFICOS • Orientar a aplicação dos métodos científicos aos trabalhos de conclusão de curso.

Delimitar as formas de apresentação do trabalho de conclusão de curso, com as respectivas peculiaridades de cada tema.

• Consolidar os conhecimentos vinculados a instrumentação científica, determinando a construção relevante de um trabalho de conclusão de curso. 4. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO

• • •
• •

Tipos de Trabalho de Conclusão de Curso; Orientações em Grupo e individuais Seminário de qualificação; Informações gerais sobre a produção de trabalhos científicos Artigo científico; Estrutura, organização. Redação e apresentação do Trabalho de Conclusão de Curso; Orientação para apresentação dana Banca examinadora.

Lousa e da Lousa Digital. 2005. 9. MARCONI. TCC métodos e técnicas. A. 2010. N. As orientações técnicas estão todas contidas no Manual do Trabalho de Conclusão de Curso. Como Elaborar Projetos de Pesquisa.A. FIALHO. ATENDIMENTO EXTRACLASSE Por e-mail e telefone a partir da necessidade dos acadêmicos. GIL. Rio de Janeiro. RECURSOS UTILIZADOS • • • • • Retroprojetor multimídia – Datashow. Biblioteca. 2002. Referências bibliográficas. Os acadêmicos matriculados na disciplina de Trabalho de Conclusão de Curso deverão construir um Trabalho de Conclusão de Curso sobre o tema escolhido. LAKATOS. ainda. OTANI. O trabalho deverá ser defendido perante a Banca que será composta por três (3) ou quatro (4) Docentes do corpo da Instituição.C. Marina de Andrade. Fundamentos de metodologia científica. . NBR6023. SOUZA. 5 ed. A. Visualbooks. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. 5. São Paulo: Atlas. São Paulo: Atlas. AVALIAÇÃO: PD1. Haverá. um seminário de qualificação que determinará a consistência do trabalho e atividades práticas de orientação técnica dentro do cronograma a ser estipulado em conjunto com os acadêmicos. Leitura de capítulos de livro Atividades Práticas Orientadas 6.F. ed. Internet. Florianópolis: 2007. Biblioteca virtual e pesquisas empíricas em bases de dados. C.5. Eva Maria.P. 8. METODO DE ENSINO • • • • • • Orientações em grupo Atividades livres e práticas na biblioteca Aulas expositivas e dialogadas Leitura e reflexão de artigos e estudos de casos. no máximo três (3) componentes e no mínimo dois (2) acadêmicos. desenvolvendo-o em equipe de. NE e PG. 7. PD2.

L.gov.teses. NBR6028. 2002.usp. Apresentação de livros.capes.org.ufsc. 5. NBR6029. Rio de Janeiro. _______. Apresentação de citações em documentos. Rio de Janeiro. _______. 2002.bu. Rio de Janeiro. Metodologia científica. CERVO. 10.br ._______. A. São Paulo: Prentice Hall. 2002.anped. SITES INDICADOS www.br www. Resumos. ed.br www. 2002.br www. NBR10520.

....7........ Codificação............ Análise e Interpretação dos Dados.............1...............................2.......2.. Indução científica..........................................................1............................ ELABORANDO A INTRODUÇÃO..................................................................2.1.. A ESCOLHA DO MÉTODO.......................... Classificação...1 1....1............3 3..2........5..............1.........................................................6........................................1 3..............1............................................. Questionário................................................1 4.....1...3 QUESTÕES INERENTES À REALIZAÇÃO DO TCC. TRABALHOS DE CONCLUSÃO DE CURSO – MONOGRAFIA.... PLANEJAMENTO DA PESQUISA........................................................................................................... ESTRUTURA DO TCC........................1..........1 1........ Interpretação dos Dados.............1. Análise estatística........2 3.................................... Tabulação...... Tipos de amostragem...................6.....2 3..1...................... Fundamentação teórica – revisão bibliográfica.............2.7............2...............................6........... Estrutura do Artigo................1.................... Indução formal..........1..........................1....1........ Métodos de Abordagem.1...............5 3............................6...7................4 1..........................7.................. Entervista......................................................................................................................................................4 3.....................6.....1 3...................... Técnica de coleta de dados.................................................1...................................1...................2 1..........................6 3.......1................. Conclusões e Considerações Finais................................................................................. Pesquisa documental...............1........1.......... 6 7 8 8 9 9 10 10 11 11 11 12 13 14 16 16 18 19 19 22 23 23 24 27 28 30 35 36 38 42 43 48 49 51 51 53 54 55 57 57 59 60 61 61 65 .................... Formulação do Problema da Pesquisa. MODELOS DE TRABALHOS ACADÊMICOS...... POSITION PAPER............2.................1 3................2..1................1..5 1................1 3..1.....................1 1..................1 1......................... Observação.......2 4..........................................................1...................................................................................... Método hipotético-dedutivo.......1........ Delimitação do Tema..1 3..... Método dialético......................................... Calculo da amostra...............9 4 4.................. ARTIGO..........................................................2.........................2.............2 3.....................2.............. PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS E DELIMITAÇÃO DA TECNICA............................................... A pesquisa bibliográfica.....6..................2...4 3......................................................................1... Subsídios para a Elaboração do Desenvolvimento.......1...................................... Justificativa – Consolidação da Relevância do Estudo....................1........2... Método indutivo.............8 3..5 3.....1 4......6..................................................1 3....1.................................2.....3 3................7 3.3 2 2......6........ Definição dos Objetivos..............................1........................................6..................................................... Método fenomenológico..................1......................6...... A população da pesquisa.....................1. A CONSTRUÇÃO LÓGICA DE UM TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO.....................1 3......................SUMÁRIO 1 1......................... Método dedutivo................................................3 3.......................... Procedimentos Metodológicos.....................1....1 1..3 1..........2 3................2........................................1..............1 3 3........... Amostra........3 3...............2 1......................4 3...................................................2...............................................2 3........... A CONSTRUÇÃO DO PROJETO DE PESQUISA.................................

..........3.................................................1................ 73 Epígrafe..1 4........1 4.............................. 76 Detalhamento dos elementos textuais.........................3............ 86 REFERÊNCIAS....................................................................................12 4...... 74 Abstract. 81 CITAÇÕES E REFERÊNCIAS............13 5 5....3................... 75 Lista de ilustrações e sumário..................................................3....1.......1....................5 4...1..........................................1...1................. 109 .................................. 83 Citação Direta....................................................2 5.......................................11 4.............................................................1...............................................................3..1........................................................................................ 69 Ficha catalografica.................3.................... 67 Capa e lombada...3..................................1.........8 4...................1...........4 5.................................. 70 Folha de aprovação.................3........2 4...............1.......... 73 Resumo.............................................3 4............................................................................3..................4..................1..................6 4..............7 4..1............3 5............................................. 100 APÊNCIDES............................ 85 Particularidades nas Citações...................4 4...3....................................2 6 Formatação do Trabalho de Conclusão de Curso.................................................... 72 Agradecimentos...... 85 Citação da Citação............................................................1 5..... 83 TIPOS DE CITAÇÃO..... 77 Detalhamento dos elementos pós-textuais...........3......................... 71 Dedicatória. 90 REGULAMENTO GERAL DO TRABALHO DE CONCLUSAO DE CURSO.............................1........................9 4............3.. 67 Folha de rosto........................................................................................................ 66 Conteúdo..............................1 5.3....1.......10 4........3...................1.........................................1................................................... 83 Citação Indireta............

descritivos ou explanatórios (causal). A partir desta orientação. Fialho e Otani (2007). onde se destacam os seguintes: • Utilizar-se de método próprio. por meio do que se chama de “anarquia epistemológica” já que se utiliza de alguns caminhos que consolidam as estratégias de coleta de dados. para que se consolidem as estratégias de pesquisa em Ciências Sociais partem de algumas premissas e se constituem sob a orientação de algumas estratégias. analise de informações de documentos (documental) e estudo de caso. Cada uma dessas estratégias pode ser utilizada para propósitos exploratórios. histórica. Neste sentido. A pesquisa científica parte de pressupostos evidenciados por Feyeraband (1979). Entre outros aspectos.6 1 QUESTÕES INERENTES À REALIZAÇÃO DO TCC Uma das considerações iniciais relativas à construção de um Trabalho de Conclusão de Curso está no sentido de se compreender os modos e o momento no qual se faz a pesquisa. como evidenciam Souza. • Estar voltada para a realidade empírica. pode-se afirmar que sempre em que se possui um conjunto de atividades que orientam a busca de um determinado conhecimento deve-se realizar uma investigação aprofundada no sentido de consolidar a coleta de dados que ampare os resultados. o método científico que consolida a construção do Trabalho de Conclusão de Curso. Neste caso. A pesquisa. é o fator preponderante para promover a compreensão de dados que comprovem a complexidade das ciências humanas e sociais. podem se destacar a pesquisa com ênfase à experimental. Nesta conjectura. sob a orientação de alguns aspectos. • Aplicar técnicas específicas. survey (levantamento). no qual destacam-se os seguintes: • Quanto a sua classificação. do grau de controle que o pesquisador tem sobre os eventos e do foco temporal baseado na relação entre eventos contemporâneos e fenômenos históricos. por sua vez. . a pesquisa passa a se caracterizar de acordo com alguns pressupostos. passam a depender do tipo de questão da pesquisa. • Apresentar formas de comunicação do conhecimento obtido. Estas.

• Quanto a natureza. bem como suas respectivas definições. • Quanto as fontes de informação e. • Quanto aos objetivos. Elementos do Trabalho de Conclusão de Curso Capa Folha de rosto (anverso) Ficha catalográfica (verso da folha de rosto) Pagina de aprovação (Banca Examinadora Elementos Pré-textuais Dedicatória (opcional) Agradecimentos (opcional) Epígrafes (opcional) Resumo Sumário Lista de ilustrações.14. textos de outros autores (opcional). Dissertações de Mestrado ou Teses de Doutorado é composta de elementos pré-textuais. elementos textuais e pós-textuais.7 • Quanto a técnica empregada. • Quanto aos procedimentos técnicos. os quais são destacados no quadro 1. As explanações sobre os pressupostos elencados. sejam eles monografias de TCC. Quadro 1: Elementos do Trabalho de Conclusão de Curso Adaptado de: Sousa. Fialho e Otani 2007. quadros e tabelas Lista de reduções (siglas e símbolos se houver) Elementos textuais Introdução Fundamentação teórica (corpo do trabalho – capítulos) Considerações finais – Conclusão Elementos pós-textuais Referências (obrigatório) Glossário (opcional) Apêndices (produzidos pelo próprio autor) Anexos: Cópia de outros: quadros ou tabelas.1 ESTRUTURA DO TCC Sob a orientação da ABNT (NBR. . encontram-se na parte que versa sobre a pesquisa no âmbito do Trabalho de Conclusão de Curso.724/2005) a estrutura dos Trabalhos de Conclusão de Cursos. • Quanto a abordagem do problema. 1.

neste contexto.2. onde se utilizam determinados objetivos. Neste sentido. os quais dependem de procedimentos intelectuais e técnicos. Fialho e Otani (2007). A despeito deste aspecto. o método passa a regular previamente uma série de operações que se devem realizar. Com base nestas evidências.2 A ESCOLHA DO MÉTODO A palavra método (do grego: metá+odo) significa “além de + caminho”: pelo qual se chega a um determinado fim ou resultado. determinada problemática. apontando erros evitáveis. para que seus objetivos sejam atingidos. em vista dos resultados ensejados com a pesquisa. tal como elencado por Gil (1995). Por meio destes pressupostos. passa a ser o agente principal nesta produção. o Trabalho de Conclusão de Curso passa a se compor de procedimentos que qualifiquem a produção no sentido de permitir uma construção teórico-metodológica de acordo com as intenções da investigação.8 A partir destas orientações. Neste caso. procedimentos ou. o método científico é um instrumento que passa a ser utilizado para explicar. propondo soluções no contexto das ciências sociais. 1. Tal como evidenciado por Souza. até mesmo. estes procedimentos devem se interar com os objetivos da pesquisa. O pesquisador. o método se configura como um conjunto de processos utilizados para conhecer uma determinada realidade. .1 Métodos de Abordagem Os métodos de abordagem partem de evidencias que consolidam a investigação científica. Lakatos e Marconi (1991) destacam os principais métodos que orientam o desenvolvimento da pesquisa e que se apresentam a seguir 1. sendo responsável pela condução dos procedimentos e as demais etapas da proposta da pesquisa. o conhecimento científico é certificado por seus resultados consolidados por meio de instrumentação científica que são aceitos e validados por um grupo. tal como elenca Oliveira (1997). comportamentos. de modo ordenado.

denominadas de conclusão. Neste caso. o método dedutivo é uma proposta evidenciada por Descartes. propondo uma conclusão específica e direcionada aos objetivos do trabalho. a saber: identificação de um problema. como evidenciam Hendrick e Vercruyssen.2. (1989) é um procedimento sistemático de investigação. por meio de duas premissas. Spinoza e Leibniz. Este método. utiliza-se do silogismo da construção lógica para. o método dedutivo. de análise do geral para o particular. a saber: observar e explicar. obtenção de dados. Fialho e Otani (2007). Estes . na busca por uma definição operacional que permita uma observação controlada. Fialho e Otani (2007). Observar. teste de hipóteses. Pedro é mortal Quadro 2: Método Dedutivo Adaptado de: Souza. Desse modo. generalização e replicação.9 1. Locke e Hume. torna-se possível consolidar os objetivos principais de qualquer ciência. seguida por uma generalização estatística. o quadro 2 identifica o método a partir de um clássico exemplo do raciocínio dedutivo: Método Dedutivo Todo homem mortal Pedro é homem Logo. consiste na verificação empírica de um fenômeno. pressupondo que só a razão é capaz de levar ao conhecimento verdadeiro.2 Método indutivo O método indutivo. formulação de uma hipótese. a partir das considerações de por Lakatos e Marconi (1993). o raciocino dedutivo tem o objetivo de explicar o conteúdo das premissas em ordem decrescente.1. retirar uma terceira decorrente das duas primeiras. estudos pilotos. tal como evidenciado por Souza. típico das ciências exatas.2. Hobbes. o qual envolve uma série de passos seqüenciais. Fialho e Otani 2007 Premissa maior Premissa menor Conclusão A partir deste conjunto de aspectos. Neste sentido.1. 1. por meio das contribuições de Gil (1995).1 Método dedutivo Nas bases propostas por Souza. é o método proposto pelos empiristas: Bacon.

ela não induz a compreensão de um determinado fenômeno a partir somente de alguns casos. (todos) os homens são mortais.2. Neste caso. onde as constatações particulares levam à elaboração de generalizações..1. Deste modo. Fialho e Otani 2007 Nas bases propostas por Souza. indutivos.2. Antonio. como verifica-se no método dedutivo. Paulo. mas substitui por um termo geral uma série de termos singulares. Logo. consolida-se na causa ou na lei que rege os fenômenos ou fatos observados em um número significativo de casos. ora empíricos. a indução científica ou incompleta. a qual não leva a novos conhecimentos. e Carlos são homens. a lei não . ora lógicos. mas um conjunto de procedimentos. não levando em consideração os princípios preestabelecidos. estabelecida por Galileu e aperfeiçoada por Francis Bacon. mas sim a observação dos fatos e dos fenômenos. Neste sentido. mas não em todos os casos. a indução não é um raciocínio único. Na verdade. ou ainda. Um clássico exemplo pode ser identificado nas evidências do quadro 3: Método Indutivo Antonio é mortal João é mortal Paulo é mortal Carlos é mortal Ora. Por outro lado. a generalização deriva de observações de casos de realidade concreta. 1.10 pensadores consideram que o conhecimento é fundamentado na experiência.. da realidade objetiva. o ponto de partida do método indutivo não são os princípios. João. Fialho e Otani (2007).2. a lei que rege o ponto de chegada para a elaboração de um modelo expressa realmente a totalidade do comportamento dos fatos e fenômenos observados. Fialho e Otani (2007). a indução formal ou completa é aquela estabelecida por Aristóteles.2 Indução científica Conforme as indicações de Souza. No raciocínio indutivo.1. Fialho e Otani (20070. Quadro 3: Método Indutivo Fonte: Souza. mas de todos os casos observados.2.1 Indução formal Nas considerações de Souza. 1. seu ponto de chegada é a elaboração de modelos que regem o comportamento dos fatos e dos pontos de observação.

a partir da constituição das hipóteses.1. aplicado sobretudo em pesquisas qualitativas. sobre as quais aplicam-se regras fornecidas por alguma lógica. Já pelo raciocínio analógico. mas insuficientes.1. não é dedutivo nem indutivo. deduzem-se conseqüências que devem ser validades ou descartadas. Com base nas preposições de Triviños (1994). já que a realidade . mas expressa uma parte dos fenômenos. o fato de que o método hipotético-dedutivo. nos quais a observação de um ou mais fatos particulares pode-se induzir a compreensão de todos os fatos semelhantes. direcionados a compreensão de determinado assunto. 1. os quais torna-se fatores geradores dos problemas. procura evidencias empíricas para derrubar determinadas hipóteses pré-estabelecidas. parte-se de premissas que julga-se verdadeiras.2. No raciocínio indutivo busca-se alguma generalização ou abstração capaz de descrever um conjunto de dados. o método dialético.1. são estabelecidas relações de correspondência entre os elementos de dois sistemas distintos. ele é empregado em pesquisa qualitativa e preocupa-se com a descrição direta da experiência tal como ela é.2. se fundamenta em uma proposta descrita por Hegel. ao contrario do método dedutivo. proposto por Husserl.11 exprime a totalidade. 1. considerando que os fatos não podem ser tratados fora de um contexto social. Confirma-se. onde as contradições se transcendem dando origem a novas contradições que passam a requere soluções. é um método de interpretação dinâmica e totalizante da realidade.2. 1. portanto. A partir de um raciocínio dedutivo.3 Método hipotético-dedutivo Nas considerações de Gil (1995) este método consiste no raciocínio baseado em conhecimentos disponíveis. em sua concepção.5 Método fenomenológico Este método.4 Método dialético A partir da contribuição de Gil (1995). Neste caso. para concluir ou negar determinada proposição. Este método. político e econômico.

as diversas realidades passam a coexistir. os procedimentos metodológicos se consolidam no conjunto de métodos ou caminhos que devem ser estruturados e percorridos na busca pelo conhecimento. tal como direciona Andrade (1999). formulários. os questionários. Neste caso. Já a técnica. assim como suas interpretações e comunicações. descobrir e inventar. onde se destacam. possuindo um conjunto de normas utilizadas especificamente em cada área das ciências.3 PROCEDIMENTOS METODOLOGICOS E DELIMITAÇÃO DA TÉCNICA Os procedimentos metodológicos e as técnicas de pesquisa coadunam-se no sentido de promover a instrumentação científica inerente aos ensejos da pesquisa. nas considerações de Oliveira (1997).12 é construída socialmente e entendida como o compreendido. Neste caso. interpretado e comunicado. entre outros aspectos. é a parte material e prática pela qual se desenvolve a habilidade de ensinar. . roteiros de entrevista e o rol de palavras-chave. 1. onde o sujeito é reconhecidamente importante no processo de construção do conhecimento. produzir.

Com a finalidade de consolidar e orientar a estruturação do projeto. • Iniciar contatos com possíveis orientadores. a criatividade torna-se imperativa. • Participar de seminários e encontros científicos. faz-se pertinente e substantivamente necessária a leitura de capítulos. • Ser argüido por professores que estejam aptos a participar das bancas de apresentação dos trabalhos. Nesta orientação. sobretudo dentro do tema e problema que serão abordados. qualificadamente mais detalhado que o anteprojeto. • Participar de aulas e encontros de orientação. artigos. Com quanto?). É a construção de um planejamento que determina ao autor a ordem e disciplina para execução da pesquisa. Para que?. . Neste caso. onde se destacam as seguintes: • Discussão das idéias com colegas e professores em reuniões apropriadas.13 2 A CONSTRUÇÃO DO PROJETO DE PESQUISA O projeto de pesquisa é um texto que define e mostra. • Apresentar trabalhos acadêmicos à disciplinas inerentes a produção do projeto. com detalhes. Como? Com que?. Neste caso. para que se trace uma perspectiva sobre o desenvolvimento do trabalho e evite a “queima de energias” em leituras ou no trato de materiais que nada tem a ver com o tema. Quem?.Quanto?. contendo as linhas básicas da pesquisa que se tem em mente. um projeto básico de pesquisa deve apresentar os seguintes pontos: • Título (ou título provisório) do trabalho. torna-se necessária a observância de algumas etapas. Por que?. O projeto de pesquisa. dissertações e teses que tratem do assunto de interesse do estudo. Quando?. deve responder as questões norteadores de qualquer trabalho científico (O que?. Onde?. o planejamento do caminho a ser percorrido na construção de um trabalho científico de pesquisa. livros. Para quem?. mas não sendo necessária a apresentação de detalhes do trabalho. • Delimitar os recursos para o desenvolvimento da pesquisa. consolidando prazos estabelecidos.

2. consolidando a distinção que estes dois aspectos possuem e norteando de modo relevante a construção da pesquisa. • Justificativa (por que foi escolhido o tema em questão). • Metodologia (quais são os métodos e técnicas. • Levantamento bibliográfico ou revisão da bibliografia. A partir destas orientações deve-se fazer a distinção do projeto de pesquisa com o planejamento da pesquisa. • Teste dos instrumentos (teste piloto ou pré-teste) e procedimentos metodológicos.1 PLANEJAMENTO DA PESQUISA Confirmando a premissa já delineada. questionário ou formulário). • Formulação do problema. instrumentos). • Delimitação do assunto. • Objetivos (esclarecer o que se pretende). • Orçamento (estimativa dos custos quando este item for necessário). . • Universo da pesquisa (sujeitos que serão investigados). consiste no detalhamento de todas as etapas da pesquisa. • Bibliografia Básica (obras referentes aos pressupostos do tema). • Hipótese (s). • Construção dos instrumentos da pesquisa (entrevista. • Seleção dos métodos e técnicas. diferentemente do projeto. O planejamento. há diferenças entre os conceitos de Projeto de Pesquisa e Planejamento da Pesquisa. • Delimitação do universo (amostragem).14 • Delimitação do assunto (a qual problema se pretende responder). iniciando-se pela parte teórica e consolidando-se no plano de coleta de dados abrangendo os seguintes pontos: • Escolha do tema. • Cronograma (qual o tempo necessário). • Construção das hipóteses.

. delineando operações pragmáticas no sentido de qualificar os resultados ensejados pelo trabalho. ao planejamento da pesquisa cabe uma orientação sistemática e prática no sentido de nortear a consecução dos objetivos.15 Neste sentido.

onde devem constar a delimitação do tema. dividindo-se em seções e subseções (capítulos) que variam em funções da abordagem do tema e do método e a conclusão (ou considerações finais) como parte final do texto. sobretudo para aqueles cujo curso se constitui em iniciação ao processo de produção do conhecimento. e os tópicos-chave abordados em cada capítulo. os objetivos. O processo de materialização da Monografia também não se revela tarefa fácil aos acadêmicos com insuficiente preparo metodológico do ponto de vista da lógica da exposição. na qual se apresentam as inferências correspondentes aos objetivos ou hipóteses. hipótese (s). a apresentação gráfica do trabalho pode se comprometer. Neste contexto.16 3 A CONSTRUÇÃO LÓGICA DE UM TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO Em termos de descrição da estrutura lógica de um Trabalho de Conclusão de Curso. Um detalhe relevante à Introdução é o fato de que ela é a penúltima (a última parte que se redige é o resumo) parte que se escreve em um trabalho científico. a justificativa. desenvolvimento e conclusão do trabalho. especificamente por falta de subsídios técnicos-teóricos direcionados a elaboração do trabalho. Neste caso. 3. contendo a caracterização do problema. a ABNT (14. ela se constitui na apresentação dos tópicos básicos do trabalho. os objetivos da pesquisa e outros elementos necessários para situar o tema do trabalho. Neste caso. Neste sentido.724/2005) enuncia que a Introdução se constitui na parte inicial do texto. julga-se importante extrapolar a condição de mera enumeração dos conteúdos integrantes da introdução.724/2005) contempla as partes fundamentais deste tipo de trabalho. já . A ABNT (14. ofertando maiores subsídios para a elaboração de cada um deles. considera o desenvolvimento como a parte principal do texto e que contem a exposição pormenorizada do assunto. Contudo a caracterização do conteúdo próprio de cada uma dessas subdivisões é insuficiente. metodologia.1 ELABORANDO A INTRODUÇÃO A Introdução deve ser produzida no sentido de se constituir uma lógica de exposição dentro de uma perspectiva norteadora da compreensão do trabalho. nos termos da Monografia ou Dissertação.

mas sem se tornar prolongada. • As informações sobre a natureza e a relevância do problema. expressando a opinião do pesquisador em relação aos achados da investigação. a partir da fundamentação teórica parafraseada. identificando os seguintes aspectos: • O modo pelo qual o pesquisador encontra-se com o seu problema – delimitação. • Como o pesquisador organizou a lógica da exposição do trabalho – parte da fundamentação teórica. torna-se essencial que sejam consideradas as orientações para a sistematização de cada um deles. ou separadamente. Deve considerar. • Idéia chave do trabalho.17 que engloba vários itens do corpo do trabalho. portanto. Em verdade. entre outros aspectos. ainda. a Introdução deve representar a essência do se pensamento com relação ao assunto que se pretende estudar. uma visão holística do trabalho. • As limitações da pesquisa. a ela se constitui em um discurso de abertura que o pesquisador oferta ao leitor. com ênfase aos antecedentes da pesquisa e um breve histórico de sua trajetória. Como a introdução se compõe da integração de vários conteúdos. que pode estar ao longo do discursos. Em um trabalho científico. • Os objetivos da pesquisa. justificativa. • Divisão de capítulos. constituindo-se de modo abrangente. relevância do assunto. . A Introdução deve conter. assim como enfocar o assunto a ser abordado por meio das idéias-chave de cada capítulo. em alguns parágrafos. • As relações com outros estudos sobre o mesmo assunto e. materiais e procedimentos. considerando uma síntese dos conceitos da literatura. • Como o pesquisador trabalhou para produzir a solução do problema metodologia. alguns aspectos importantes que se consolidam nos seguintes pontos: • Estabelecimento da relevância e das razões de ser do trabalho. • A formulação e a delimitação do assunto tratado. • A finalidade que permita ao leitor compreender os antecedentes que justificam o trabalho.

tornam-se requisitos fundamentais a contextualização do tema os seguintes pontos: • A definição do assunto de interesse. este exercício não pode se resumir ao título do trabalho. a delimitação do tema consiste na escolha. mas de localizar os fundamentos que possibilitem a contextualização macro e micro do tema. • A realização da pesquisa bibliográfica – neste momento deve-se entrar em contato com a literatura disponível sobre o assunto eleito. Neste caso. uma vez que. abrindo mão dos aspectos adjacentes. do termo que merece um estudo a uma investigação sistemática. identificando aspectos que particularmente interessam ao trabalho. . Isto é uma imposição metódica para que a pesquisa não se perca em generalidades e superficialidades. o que já se escreveu a respeito do assunto a que se pretende investigar. A condição para que o processo de apuração do tema ocorra requer sua contextualização no âmbito do assunto que o encerra. delimitar significa fixar a extensão do tema. Não trata-se. sugerindo a área de conhecimento a que pertence o assunto e contextualizando o tema no âmbito do argumento que o encerra. isto é. mesmo que sejam interessantes. não apenas. de se proceder a uma análise profunda da teoria existente. analisando-se o estado da arte. sustentado na sua leitura e interpretação realizar-se-á a revisão bibliográfica e a fundamentação teórica do trabalho. Em síntese. indicando as circunstancias de tempo e local onde o trabalho será realizado. • O registro das fontes pesquisadas. Dentro desta orientação. então. dentro de um assunto. apurar. ainda. mas a um processo de raciocínio que o contextualize. entre vários aspectos levantados. Desse modo. resultando em um texto e.18 3.1. em um título. a contextualização do tema e uma analise em profundidade que seria impossível de ser realizada com assuntos abrangentes. a delimitação do tema significa. os limites dentro dos quais ele será desenvolvido. Em epítome.1 Delimitação do Tema A delimitação do tema da pesquisa consiste em decidir a extensão e a profundidade dos aspectos do tema que serão problematizados. garantindo o caráter monográfico do trabalho.

3 Definição dos Objetivos O Objetivo é definido como alvo ou designo que se pretende atingir. problemas e situações que o tema envolve. • Facilidade de construir roteiros para o inicio da coleta de dados. constroem-se afirmações iniciais e respostas provisórias que poderão ser corroboradas ou refutadas ao final do trabalho. um dos critérios mais importantes na validação do trabalho final é a consecução dos objetivos propostos em suas bases propedêuticas. eles orientam a fundamentação teórica e os procedimentos metodológicos do estudo. . tornando-se os pontos centrais do desenvolvimento de um trabalho científico. Entre outros aspectos. Neste caso. portanto. as principais vantagens decorrentes da formulação do problema são as seguintes: • Facilidade de se buscar o tipo de resposta/solução pretendida e necessária e.1. considerando tempo e recursos para sua consecução.19 Pelo fato da formulação do problema da pesquisa ter sido entendida como um dos elementos que a ABNT indica (sem explicar) que também deve integrar a introdução. as quais pretendam resolver. por ser necessária para situar o tema do trabalho e por determinar os objetivos. Desse modo.2 Formulação do Problema da Pesquisa Ao se tratar do problema da pesquisa. a orientação é para que se constituam perguntas. esta será abordada com maior relevância e propriedade a seguir. sugerir. Baseado nestes pressupostos. a partir das perguntas. 3. Neste caso. que o último passo é ter uma ou mais hipóteses em torno da qual vai se desenvolver a pesquisa. Pode-se afirmar. deficiências. nos quais se destacam os seguintes: • Devem ser realistas. alterar.1. os objetivos devem atender a alguns requisitos. 3. propor soluções. inovar ou tratar de modo significativo as considerações propostas pelo tema. Neste sentido. pode-se afirmar que este significa a identificação de dificuldades.

por conseguinte. Já os objetivos específicos devem qualificar. Neste caso. a partir da subdivisão de um problema intelectual expresso em um objetivo geral em tantas partes quantas sejam necessárias para que sua resolução se consolide. propósitos. além de se colocarem como intenções sobre o propósito do trabalho. Os objetivos. já que é preciso. esta aderência. às vezes teórica. da instituição alvo. formas de visualizar o futuro. operacionalizar e especificar o modo como se pretende atingir o objetivo geral. guiando o pesquisador nas direções ensejadas pelo trabalho. os específicos. configuram-se como marcos de referência no caminho para se atingir aos pressupostos elencados pelo problema da pesquisa. Sem esta cooperação. O Objetivo Geral define o propósito do estudo. . e devem se transformar em ações e práticas. detalhando as finalidades. Sua estruturação deve considerar um enunciado com verbos no infinitivo e que indique uma ação intelectual. antes de tudo. torna-se impossível realizar o trabalho. . quantificar. sua formulação deve ser abstrata. tornando-se amplo ao ponto de se consolidar como a espinha dorsal do trabalho. Na estruturação de um trabalho científico. os objetivos se consolidam como visões norteadoras do que está por acontecer. ou do público-alvo da pesquisa. neste sentido. Desse modo. O quadro 4 apresenta uma relação de verbos que permitem consolidar os objetivo geral e específicos de um trabalho científico. dando voz ao fluxo de operações que determina a resposta ao problema elencado.20 • Devem ser aderentes aos interesses da organização. para que tenham validade junto aos stakeholders da pesquisa. para que se consolide o acesso aos dados. a pesquisa deve possuir seu objetivo geral e.

antepondo um verbo que indique uma ação intelectual a cada enunciado. • Transformação de cada um dos aspectos escolhidos em um objetivo. • Verificação da suficiência dos objetivos específicos propostos. identificando sua contribuição à consecução do objetivo geral e não extrapolando a proposta da pesquisa e. cada um dos objetivos específicos dará origem a uma parte distinta da redação do trabalho. estruturando-os de acordo com os seguintes pontos: • Levantamento dos aspectos que compõe a parte relevante do problema – exame do objetivo geral procurando divisões possíveis.21 Taxonomia dos objetivos de um trabalho científico Compreensão Aplicação Análise Concluir Aplicar Analisar Deduzir Demonstrar Calcular Demonstrar Desenvolver Categorizar Derivar Dramatizar Combinar Descrever Empregar Comparar Determinar Esboçar Contrastar Diferenciar Estruturar Correlacionar Discutir Generalizar Criticar Estimar Ilustrar Debater Exprimir Interpretar Deduzir Extrapolar Inventariar Diferenciar Ilustrar Operar Discriminar Induzir Organizar Discutir Inferir Praticar Distinguir Interpolar Relacionar Examinar Localizar Selecionar Experimentar Modificar Traçar Identificar Narrar Usar Investigar Preparar Provar Prever Reafirmar Relatar Reorganizar Representar Revisar Traduzir Transcrever Menos Complexidade complexo intermediaria Quadro 4:Taxonomia dos objetivos de um trabalho científico Fonte: Primária 2011 Conhecimento Apontar Calcular Classificar Definir Descrever Distinguir Enumerar Enunciar Evocar Especificar Estabelecer Exemplificar Expressar Identificar Inscrever Marcar Medir Nomear Ordenar Reconhecer Registrar Relacionar Relatar Repetir Sublinhar Síntese Compor Comunicar Conjugar Construir Coordenar Criar Desenvolver Dirigir Documentar Escrever Especificar Esquematizar Exigir Formular Modificar Organizar Originar Planejar Prestar Produzir Propor Reunir Sintetizar Avaliação Argumentar Avaliar Comparar Contrastar Decidir Escolher Estimar Julgar Medir Precisar Selecionar Taxar Validar Valorizar Complexo Com base nestes aspectos. .

Na elaboração da Justificativa deve-se tomar o cuidado para não justificar a hipótese levantada. o tema e as hipóteses escolhidas pelo pesquisador são de fundamental importância para os stakeholdes da pesquisa. parte-se do pressuposto de que justificar é apresentar as razões à própria proposta do estudo por meio da relevância. torna-se adequado. oportunidade e viabilidade. na grande maioria dos casos. é o convencimento de que o trabalho de pesquisa é fundamental e passível de ser efetivado. estruturando um marco conceitual e uma relação intrínseca entre cada conceito trabalhado. política ou processo de trabalho. 3. justificando a necessidade imperiosa de levar a efeito tal empreendimento. além da razão (elementos objetivos). estão relacionadas com os objetivos da instituição de educação superior.22 • Decisão quanto a melhor sequencia lógica dos objetivos e capítulos do trabalho. Apesar de interligadas por muitos pontos. . Nesta orientação. envolve a descrição das causas da escolha do assunto. justificando-o segundo premissas que determinam a consolidação da pesquisa. ainda em nível de introdução do trabalho. como o próprio nome indica. respondendo ou concluindo o que vai ser investigado no trabalho de pesquisa. é importante delinear os pontos que qualificam o trabalho dentro de um contexto relevante. deve-se exaltar a importância do tema a ser estudado. Neste momento.1. destacando os pontos que despertaram o interesse do pesquisador. definindo a importância do projeto a partir do destaque para um questionamento específico: É importante para quem? As razões. com a sociedade e com o ambiente no qual se realiza a pesquisa. Desse modo. um caminho para justificar a contribuição da pesquisa é recorrer aos seus objetivos. A Justificativa é um enfoque subjetivo que. existem algumas distinções quanto a contribuição e a importância do projeto. Neste caso. destacar a relevância do estudo. A partir da orientação destes aspectos.4 Justificativa – Consolidação da Relevância do Estudo Em uma perspectiva onde a ciência deve ser tecnicamente útil e socialmente responsável. a Justificativa. Neste caso. no sentido de que é sempre importante melhorar uma prática. com o bem estar da comunidade acadêmica.

A fundamentação teórica não é uma etapa com inicio e fim. artigos. os instrumentos de pesquisa e os procedimentos de coleta e análise de dados: quais métodos e técnicas de pesquisa que mais se adaptam ao tema e aos objetivos propostos. 3.23 3.1 Fundamentação teórica – revisão bibliográfica No processo de fundamentação teórica devem ser levantados os aspectos referentes ao tema em pauta. os instrumentos de investigação e os demais aspectos que tornam-se relevantes para o trabalho. os resultados da pesquisa e as considerações finais. à medida que novas idéias vão surgindo e o projeto vai sendo redirecionado. garantindo a coerência interna do discurso.5. Assim sendo.5 Subsídios para a Elaboração do Desenvolvimento As orientações metodológicas que seguem especificadas visam oferecer subsídios para a construção da parte do trabalho que genericamente é reconhecida como Fundamentação Teórica. Mantendo-se a lógica da exposição. Na prática. ou conclusões. bem como os procedimentos metodológicos.1. novos textos são acrescentados. De modo geral este item é integrado pela Fundamentação teórica. é necessário proceder ao fichamento do . Neste caso.1. mas que dificilmente serão utilizados no estudo final. Contudo. a simples leitura das fontes selecionadas é insuficiente. Procedimentos metodológicos. e portanto subsidiar a construção da estrutura do trabalho. considerando que é por meio do processo de fundamentação teórica que se dá a identificação das bases teóricas que fundamentação o estudo. sobretudo dissertações e teses. livros. apresentação. o que geralmente acontece é o levantamento e o relato de uma série de textos com relaçao ao tema da pesquisa. análise e interpretação (discussão) dos dados coletados. leitura e análise de textos relevantes ao tema/problema de estudo. com destaque para os seguintes pontos: • Os aspectos que sejam relevantes e necessários aos esclarecimentos do tema/problema em estudo: textos. a fundamentação teórica implica a seleção. • Os pontos que servem para orientar o método do trabalho. Destarte. ao final de cada capítulo sugere-se um parágrafo “link” com o capítulo seguinte.

Estes. das bases teóricas anteriormente levantadas.24 conteúdo de interesse da pesquisa. modelos. de um livro. nas Referências. os quais podem se estruturar em frases chamativas em uma epígrafe temática. entrevista. 3. constituído de positons papers. É importante ressaltar que a expressão “Fundamentação Teórica” apresentase como um designativo geral do conjunto de capítulos e sub-capítulos. além de resumos e resenhas relacionadas com os materiais pesquisados. . detalhada. Neste sentido. por sua vez.6 Procedimentos Metodológicos Os procedimentos metodológicos configuram-se como a explicação minuciosa. onde as referências passam a ser fonte de informação relevante para a construção de uma consistente base teórica. a fundamentação teórica trata da teorização do tema em termos de conceitos. estes itens poderão diluir-se nos capítulos e subcapítulos. de acordo com suas classificações. da divisão do trabalho. classificações e abordagens já que. enquanto no relatório final da pesquisa ela se apresenta nos próprios capítulos do trabalho. ela deve aparecer apenas na estrutura formal do projeto. tornase possível realizar um pequeno resumo do conteúdo de um artigo. Esses dados também podem ser armazenados em um banco de dados. Neste sentido. fichas co dados considerados importantes pelo pesquisador. Sob estas orientações. é importante organizar-se a partir de um fichário pessoal. do tempo previsto. sob esta nomenclatura. rigorosa e exata de toda a ação desenvolvida no método do trabalho de pesquisa. Logo. Estes dados serão necessários na abordagem das citações do corpo do trabalho e deverão ser relacionados ao final. do instrumental utilizado (questionário. É o detalhamento do tipo da pesquisa. das formas de tabulação e tratamento dos dados e de tudo aquilo que se utiliza em um trabalho de pesquisa. deverão apresentar coerência com o conteúdo e uma qualidade decorrente da abrangência e da profundidade da pesquisa bibliográfica e dos objetivos específicos previamente determinados pela pesquisa. utilizando o resultado deste procedimento como escopo fundamental das decisões elencadas no corpo do trabalho. em função das necessidades didáticas. entre outros).1.

entre outras – tendo em vista a manutenção e a identificação dos objetivos específicos a que se vinculam. destacando os métodos abordados. Desse modo. Considerando a necessidade da compreensão desta parte do trabalho. estudo de caso. este processo realiza-se a partir da indicação das atividades de coleta que foram desenvolvidas – pesquisa bibliográfica. experimental. é importante salientar que em um mesmo estudo diversas técnicas quantitativas e qualitativas podem convergir para a consecução dos objetivos do trabalho. . é possível também descrever os instrumentos utilizados na coleta de dados e. detalham-se os equipamentos utilizados. Neste momento. por exemplo. deve-se apresentar a configuração da pesquisa e a classificação adotada. entrevistas. de levantamento. tornase importante conhecer as taxonomias dos métodos de pesquisa que podem ser empregados no decorrer do projeto. não estruturadas. observação participante. pesquisa documental. qualitativa. utilizando-se. conteúdo. Entre outros aspectos. questionários. bem como a população objeto de estudo e o plano piloto que foi desenvolvido. deve-se traduzir todas as atividades práticas necessárias para a aquisição dos dados com os quais foram desenvolvidos os raciocínios e que resultaram em cada parte do trabalho final. O questionamento que norteia a montagem dos procedimentos se refere a identificação das atividades concretas desenvolvidas pelo pesquisador para a obtenção das informações necessárias para o desenvolvimento de cada objetivo. os quais estão destacados no quadro 5. coleta e analise de dados quantitativa. entre outros métodos. Conforme o caso. entrevistas estruturadas. analise de discurso. os procedimentos e técnicas empregadas na investigação e as devidas explicações de como a pesquisa foi realizada e conduzida. estatística.25 É o momento no qual se justifica a abordagem metodológica adotada. Na prática. em uma pesquisa experimental.

TCC métodos e técnicas.A. 2007. com base nas orientações metodológicas designadas a consolidação do trabalho de pesquisa.C.F. Fialho e Otani 2007 A partir do retrato elencado pelas classificações da pesquisa.B. em conjunto com o Professor Orientador. N. . A. Faculdade Energia de Administração e Negócios. 35 a 43). a orientação do Manual de Trabalho de Conclusão de Curso da FACIERC é para que os pesquisadores utilizem-se dos seguintes materiais: • • SOUZA. M. ZAPELINI. S. Apostila do curso de Administração. Metodologia científica e da pesquisa para o curso de Administração. OTANI.26 TAXONOMIA DA PESQUISA CIENTÍFICA Parâmetros de classificação Classificação da pesquisa Técnica empregada Natureza Objetivos Abordagem do problema Fontes de informação Procedimentos técnicos Tipos de Pesquisa Pesquisa acadêmica Pesquisa de Ponta Documentação indireta (fonte primária e secundária) Documentação direta Pesquisa básica Pesquisa aplicada Pesquisa exploratória Pesquisa descritiva Pesquisa explicativa Pesquisa qualitativa Pesquisa quantitativa Pesquisa quali-quantitativa Campo Laboratório Bibliografia Bibliográfica Etnográfica Documental Experimental Ex-post facto Estudo de corte Levantamento Estudo de campo Estudo de caso Pesquisa-ação Pesquisa participante Pesquisa Grounded Theory Pesquisa sistemática Quadro 5: Taxonomia da Pesquisa Científica Adaptado de : Souza.C. FIALHO. Com a apropriação destas informações. se aproprie das definições de cada ponto antes de transcrever seus procedimentos metodológicos para o documento final. torna-se importante que o pesquisador. (Pags. (Pags: 81 a 153). ZAPELINI.K.M. Florianópolis: 2007.P. Neste sentido. Visualbooks. torna-se importante conhecer o processo de delimitação da população da pesquisa.

é possível assumir duas formas diferentes: variáveis contínuas. elas variam de um indivíduo para outro. que podem assumir quaisquer valores numéricos dentro de um intervalo. de todos os elementos que compartilham algumas características comuns.6. a escolaridade é uma característica quantitativa. Observar as características da população é essencial para definir instrumentos de coleta de dados. como ocorre com as outras.] agregado. A população. toda a produção de televisores de uma fábrica etc. Dentro das variáveis quantitativas. Na formulação de Rosental e FrémontierMurphy (2002). e variáveis descontínuas. em termos estatísticos. a escolaridade. que só podem assumir valores discretos. definido a partir do problema. dessa forma. Todavia.1 A população da pesquisa Em linhas gerais. Assim sendo. devendo ser definida da forma mais precisa possível. uma população pode ser definida como o conjunto de alunos matriculados numa escola. os operários filiados a um sindicato. É importante observar que as características dos indivíduos podem ser tanto qualitativas quanto quantitativas: as primeiras não podem ser medidas em escalas numéricas. entre outros. Comumente fala-se de população como referência ao total de habitantes de um determinado lugar. 301) conceitua população como “[. Numa formulação um pouco mais simples. o total de indústrias de uma cidade. por exemplo. as características são os aspectos distintivos da população como. elas também podem ser chamadas variáveis.” Rosental e Frémontier-Murphy (2002) afirmam que a população consiste no conjunto sobre o qual incidem as observações. p..27 3. segundo Rosental e Frémontier-Murphy (2002). já que estes poderão ser modificados a partir do que a população de fato apresenta como suas peculiaridades. (GIL. enquanto faixas etárias e de renda são características qualitativas. da pergunta.. não permitem valores intermediários. 1995. Como essas características. as faixas etárias. a população pode ser entendida como Um conjunto definido de elementos que possuem determinadas características. o pesquisador deve ser cuidadoso na definição das características dos pesquisados. as faixas de renda. ou seja. Malhotra (2001.1. todos os integrantes de um rebanho de determinada localidade. consiste no universo a ser pesquisado. das hipóteses e/ou dos objetivos da pesquisa. ou a soma. 91-92). Na definição da população. no exemplo acima. . p.

essencial que a amostra tenha as características da população. Uma boa amostra obedece a dois critérios essenciais.1 Amostra Por amostra. que é definida como “coleção de elementos ou objetos que possuem a informação procurada pelo pesquisador e sobre as quais devem ser .5 filhos).00 a R$ 760. Uma amostra pode ser constituída. as características qualitativas podem assumir diversas modalidades diferentes o que vem a ser o equivalente qualitativo dos valores das variáveis quantitativas.01.1.1. é claro. definindo assim o chamado erro padrão de estimativa. o número de filhos de um casal não pode ser expresso continuamente (não se pode ter 2. por meio do qual se estabelecem ou se estimam as características desse universo ou população. Outros exemplos: uma quantidade definida de peixes retirados de determinado rio.6. por cem empregados de uma população de 4000 que trabalham em uma fábrica. 3. Como a amostra consiste num subgrupo da população da pesquisa. por exemplo.00 pode possuir uma renda de R$ 544. certo número de parafusos retirados do total da produção diária de uma indústria ou um cálice de vinho de um tonel. dentro das considerações de Gil (1995).28 Por exemplo. enquanto que a renda de uma pessoa pode assumir qualquer valor expresso em unidades monetárias: um indivíduo localizado na faixa de renda de R$ 380.36 – diferente. por conseguinte. Por sua vez. Este planejamento pode seguir o roteiro apresentado por Malhotra (2001): • Definição da população: a primeira etapa no processo de definição da amostra é simplesmente a definição da população-alvo do estudo. é. evitando valores que possam comprometer a qualidade da amostra. o que torna essencial para o sucesso da pesquisa planejar adequadamente a amostra a ser pesquisada. Outro exemplo de amostra pode ser dado por determinado número de escolas que integram a rede estadual de ensino. O primeiro critério refere-se ao grau em que os vieses ficam de fora da amostra. entende-se o subconjunto do universo ou da população. segundo Cooper e Schindler (2003): acuidade e precisão. de uma renda de R$ 545. enquanto que a precisão admite previamente os erros e falhas da amostragem.

uma lista de endereços de uma associação comercial. • Determinação do tamanho da amostra: consiste na definição do número de elementos a serem incluídos no estudo. é um exemplo de unidade amostral). deve ser capaz de fornecer as informações que o pesquisador deseja obter.” (p. e somente os profissionais que têm mais de cinco anos de casa). apenas o departamento financeiro das filiais de Santa Catarina da empresa. deve ser relevante. o pesquisador avalia o . a listagem dos profissionais empregados pela organização (obtida junto ao departamento de Recursos Humanos). • Determinação da estrutura amostral: a estrutura. A população-alvo é definida a partir de uma série de aspectos:  Definição dos elementos: consiste em determinar a fonte de informação (o entrevistado. se será usada a forma probabilística ou não. ou seja. 302). a partir de informação prévia sobre parâmetros populacionais. Assim. amostral é uma listagem ou conjunto de instruções que permitem identificar a população-alvo. conforme lembram Cooper e Schindler (2003). a lista telefônica. • Escolha da(s) técnica(s) amostral (is): são as decisões a respeito de como será constituída a amostra. ou arcabouço. custos e probabilidades modificando a amostra à medida em que ela é feita) ou tradicional (planeja-se a amostra inteiramente antes de coletar os dados). verificando se haverá reposição ou não. e será objeto de maior desenvolvimento no próximo subitem.  Definição da unidade amostral: diz respeito à unidade na qual pode ser encontrado o elemento (um departamento da empresa.  Definição do alcance e do tempo: consiste nas fronteiras geográficas e temporais da unidade amostral (por exemplo. A população da amostra. constituem exemplos de arcabouços amostrais. ou se a amostragem será bayesiana (em que os elementos são selecionados seqüencialmente. • Execução do processo de amostragem: a execução coroa o processo descrito até o momento. Nesta etapa.29 feitas inferências. no qual trabalha o elemento. por exemplo).

1. no setor de vendas (unidade amostral – o pesquisador irá ligar para as lojas durante o horário comercial).2 Tipos de amostragem Há dois tipos de amostragem: probabilística e não-probabilística. permite expressão da probabilidade matemática de se encontrar na população as características da amostra e é rigorosamente científica. parte-se a compreensão do tipo de amostragem.  Arcabouço amostral: listagem de empregados fornecida pelo departamento de Recursos Humanos da matriz. Nesta fase. o pesquisador pode iniciar o contato com os elementos a serem pesquisados dentro da população. Por exemplo. enquanto que a probabilística confere maior . a partir das definições feitas previamente. aleatoriamente. ao passo que a segunda depende do critério do pesquisador. A forma de contato com os vendedores será a discagem para as lojas durante o horário comercial.  Técnica de amostragem: amostragem por conveniência.  Tamanho da amostra: 237 vendedores.6. na região (alcance). efetuando a pesquisa junto aos elementos selecionados. durante o período da pesquisa (tempo). A primeira segue as leis da estatística. Cada tipo tem suas vantagens e desvantagens: a amostra não-probabilística é mais rápida e mais barata. 3.  Execução: a primeira etapa será alocar a amostra entre as lojas. tal como indica May (2001) e Malhorta (2001).1. suponha uma pesquisa de clima organizacional com os empregados de uma grande empresa comercial. Os vendedores serão chamados um a um. confiando no julgamento deste para a produção de uma amostra fiel à população. de acordo com a estratégia definida. A partir destas orientações.30 planejamento feito e o implementa. com filiais em todo o estado:  População-alvo: todos os empregados com mais de um ano de casa (elemento). procurando determinar aqueles que estejam disponíveis para atendimento do pesquisador – ou seja. o método será a conveniência em termos de horário.

e a partir do intervalo amostra. A amostragem aleatória simples consiste em atribuir um número aleatório para cada membro da população. • Somente os elementos da amostra original podem ser incluídos. 344 e assim sucessivamente. suponha uma amostra de 100 elementos dentro de 10. Alguns cuidados na definição do tipo de amostra são dadas por Cooper e Schindler (2003): • Deve ser impossível modificar a seleção feita previamente (isso é muito importante quando são empregados outros indivíduos para a coleta de dados). escolhe-se o número 44. de ser incluído na amostra. desconhecendo completamente a quem esses números são associados. Por exemplo. confirmados por Gil (1995). o acadêmico seleciona alguns números que comporão a amostra. para. da forma mais completa possível. a não ser que se prevejam regras claras para as mesmas. Um outro aspecto importante refere-se ao fato de que numa amostragem probabilística é possível extrair conclusões que podem ser generalizadas para toda a população – algo que não se pode fazer na não-probabilística. • Deve ser impossível fazer substituições. 144. Dentro da tabela de números obtidos. de acordo com Gil (1995) e Malhotra (2001). identificados por fichas de inscrição.o que só pode ser feito em caso de se poder identificar a posição de cada membro num sistema ordenado. é uma variação da aleatória simples. Dentre os vários tipos de amostragem . nesta. e estas sejam obedecidas. como por exemplo o conjunto de candidatos a um concurso. 244. que exige que cada elemento da população possa ser identificado de acordo com sua posição . Já a amostragem sistemática. probabilística. faixa etária.000 candidatos aleatoriamente. por sexo. onde o que May (2004) chama “moldura de amostragem”. posição hierárquica). identificar a amostra dentro de cada estrato. O primeiro passo na amostragem probabilística consiste em listar os elementos da população. previamente conhecida e diferente de zero. cada elemento da população possui a mesma probabilidade. classe social. a partir dessa divisão.31 confiabilidade aos resultados obtidos. procura-se os candidatos 44. na medida em que. Na amostragem estratificada é preciso dividir a população em estratos ou subgrupos (por exemplo.

em que se busca uma amostra similar à composição da população (por exemplo. em muitos subgrupos homogêneos (selecionados a partir da facilidade ou disponibilidade de acesso) com poucos elementos (heterogêneos). A amostragem por conglomerados é utilizada em casos nos quais a população é muito extensa.32 pesquisador utiliza normalmente a amostragem aleatória simples para selecionar cada elemento. essa forma de amostragem é bastante útil. sendo feitas as amostras de cada departamento a partir da própria listagem de pessoas que nele trabalham. o estágio será realizado numa empresa que possui diversas unidades de produção. Na amostragem por etapas normalmente se aplica aos casos em que a população está muito dispersa em uma grande área. sendo que na estratificada os elementos dentro de cada subgrupo são selecionados aleatoriamente e na por conglomerados os subgrupos é que são selecionados aleatoriamente. A primeira etapa consiste em distinguir a população em subpopulações mutuamente excludentes (os conglomerados). na segunda etapa. não o total da empresa. os conglomerados serão os diferentes departamentos. O modo mais comum de se fazer amostragem por conglomerados é dividindo a população por áreas geográficas. Há duas formas de se efetuar a amostragem estratificada. e nãoproporcional. os elementos em cada conglomerado. enquanto que aquela. Por exemplo. pois esta divide a população em poucos subgrupos heterogêneos (selecionados por critérios relacionados às variáveis em estudo) com muitos elementos (homogêneos). a proporcional. espalhadas pelo país. . Por exemplo. embora também se possa fazer a amostragem a partir do tamanho. uma amostra estratificada por sexo deve ser composta por 50% de mulheres). A amostragem por conglomerados não deve ser confundida com a estratificada. o acadêmico poderia tomar amostras de departamentos e níveis hierárquicos em diferentes unidades produtivas. se entre os funcionários do departamento metade são mulheres. São tomadas amostras aleatórias em subdivisões. para se ter uma amostra geral da população. em que não se observa a extensão dos estratos em relação à população. se o estágio será realizado numa grande empresa. pressupondo-se que cada uma seja representativa do todo (o que nem sempre ocorre na prática). selecionando-se estatisticamente.

é representativo da mesma . encontram-se os seguintes: • Amostragem por acessibilidade: trata-se do processo menos rigoroso. ainda de acordo com Gil (1995) e May (2004). fazendo com que o processo de amostragem. Essa forma é definida por Malhotra (2001) como amostragem por julgamento. seleciona-se um subgrupo da população. que.o que. de modo que cada elemento da pesquisa indicará outros elementos. Encontrando-se um membro da população. classifica-se a população conforme as propriedades consideradas relevantes para o fenômeno a ser estudado. o segundo passo consiste em determinar qual é a proporção da população a ser colocada em cada classe. • Amostragem “bola de neve”: é utilizada em casos em que a população se encontra muito distribuída ou é difícil de ser localizada. em que o pesquisador seleciona os elementos simplesmente porque eles são acessíveis. sendo portanto rápida e barata. Não surpreenderia ninguém se essa opinião fosse favorável ao que o apresentador do programa divulgou. finalmente. pede-se a ele que apresente outras pessoas que também façam parte dela. • Amostragem por cotas: é um processo composto por três etapas: em primeiro lugar. de acordo com as informações disponíveis a respeito desta. fixa-se uma cota proporcional à . evidentemente. e pressupõe que os mesmos sejam representativos.33 Dentre os tipos de amostragem não-probabilística. só será possível por meio de profundo conhecimento da população. • Amostragem proposital: a amostra é selecionada de acordo com uma determinada • característica. Esta amostra baseia-se na conveniência do pesquisador – o que nas palavras de Malhotra (2001) significa que o elemento da pesquisa se encontrava na hora certa e no local certo. a partir da idéia de que o pesquisador confia em seu juízo para definir quem será ou não apto a ser pesquisado. • Amostragem por tipicidade: neste caso. definida previamente pelo pesquisador – por exemplo. os ouvintes de um programa religioso de rádio poderiam ser convidados a telefonar para a estação e dar sua opinião a respeito daquela religião. conquanto excessivamente limitada.

• Quando maior a precisão desejada. maior a amostra.1. maior a amostra. tal como elenca Gil (1995). acima de 100. é estimado pela distribuição normal e se expressa de acordo com o número de desvios-padrão relativos à media. o universo é considerado infinito e o número de amostra será sempre o mesmo. • Se o tamanho da amostra for maior do que 5% da população. dentro deste contexto.34 população para cada pesquisador.3 Calculo da amostra No tocante as formas utilizadas para selecionar os elementos da amostra. torna-se necessário um determinado cuidado com os aspectos vinculados ao seu tamanho. maior a amostra. O nível de confiança. • Quanto menor a amplitude de intervalo. ou seja. a percentagem com que o fenômeno se verifica refere-se a uma estimativa prévia sobre como determinado fato ocorre na população. Por fim. maior deve ser a amostra. Já abaixo deste número. a amostra deve ser fidedigna. normalmente se trabalha com estimativas de 3 a 5%. Esse tipo de amostragem exige que o pesquisador conheça de antemão as características da população. Neste caso. • Quanto maior o número de subgrupos de interesse na população. Neste sentido. pelo nível de confiança. ele poderá ser reduzido sem que isso implique em perda de precisão. as dimensões do universo seguem uma regra simples. e são os seguintes: • Quanto maior a dispersão ou as variáveis da população. compondo-se de um número suficiente de elementos e que seja determinado pelas dimensões do universo da pesquisa. Um exemplo pode ilustrar o calculo da amostra a partir da seguinte orientação: . De acordo com as preposições de Gil (1995).6. pelo erro máximo permitido e pela percentagem com a qual o fenômeno pesquisado se verifica. 3. Já. ele é finito do ponto de vista estatístico.000 elementos. alguns princípios influenciam e ajudam a definir o tamanho da amostra.1. maior a amostra. quanto ao erro. • Quanto maior o nível de confiança na estimativa.

o desconhecimento da freqüência exigiria a pesquisa com 345 pessoas.02 -----------------------32. portanto. Pesquisas prévias indicaram que cerca de 10% dos colaboradores faltam ao trabalho. identifica-se que: • n: tamanho da amostra. ao invés dos 3% calculados.35 Considere a situação em que uma empresa com 500 colaboradores deseja reduzir o nível de absenteísmo de seu quadro.N ------------------------------------------------e2. Neste caso. tem-se: n = 22. o pesquisador deveria coletar os dados com aproximadamente 223 colaboradores para poder determinar quais seriam as principais causas do absenteísmo entre o corpo funcional da empresa.50. Caso não houvesse uma pesquisa previa que permitisse identificar as freqüências de p e q.50. cada um dos valores teria o valor de 50%. . para tal.10. • p = porcentagem com a qual o fenômeno se verifica (10) • q = porcentagem complementar (90) • N = tamanho da população (500) • e2 = erro máximo permitido (3) A fórmula utilizada para o cálculo é a seguinte: n = σ2. • σ2 = nível de confiança escolhido.50.500 = 222.90 Partindo do pressuposto descrito. O pesquisador decide buscar as razões mais comuns para as ausências e.(N-1) + σ2.90.q.47 ----------------------32. em número de desvios-padrão (2).p.50 Desse modo.(500-1) + 22.p. mas não determinaram as causas deste fator.10.500 = 345.(500-1) + 22. Dessa forma. se o pesquisador considerar um erro de 5%. percebe-se que: n = 22. estimou o nível de confiança de cerca de 95% e um erro máximo de 3%.q Substituindo-se os números na fórmula.

A partir das ações decorrentes da pesquisa. Desse modo. enquanto a técnica representa “por meio de que” se pesquisa. os dados se apresentam de três formas: • Dados primários: os que se originam de trabalhos originais de pesquisa ou dados brutos. etapas ou métodos. Dentro desta conjectura. torna-se fundamental considerar os métodos e técnicas que designam diversas realidades.6. onde se posicionam os roteiros de entrevista. que seria o meio físico para se investigar. Nas bases propostas por Triviños (1995). dando ênfase aos indícios de Ruiz (1995) o método busca designar um significado traçado as etapas fundamentais da pesquisa. enquanto a técnica se relaciona com os procedimentos e a utilização dos recursos peculiares a cada objeto pesquisado em diferentes perspectivas. seria a partir dos dados que o pesquisador tem a possibilidade de consolidar as informações que estruturam o conhecimento. a distinção entre dados primários e secundários ocorre por meio do pesquisador. “dado” é a reunião de informações que o próprio pesquisador reúne para analisar e estudar determinado fenômeno social. Ainda há um destaque para um terceiro elemento. tornando-se um sinônimo de material de pesquisa. sem interpretação ou pronunciamentos. que representam uma opinião ou posição oficial. Praticamente todos os materiais de referencia entram nessa categoria. Neste sentido. Um segundo conceito relevante e direcionado a compreensão da sistemática da investigação refere-se à definição de “dado”. tornando-se a unidade básica do conhecimento a ser investigado. Por meio das considerações de Malhotra (2001). já que este é o responsável pela coleta.1.36 3. • Dados terciários: São dados que originam-se da interpretação de uma fonte secundária. o pesquisador . mas geralmente são representados por índices. bibliografias e outros auxiliares de busca. • Dados secundários: são as interpretações dos dados primários. As considerações de Soriano (2004) corroboram as definições de método apresentadas por Ruiz (1995) e salientam que o método passa também a representar como se pesquisa.2 Técnica de coleta de dados Nas questões propedêuticas. os questionários e os demais instrumentos relacionados.

observação direta e participante. entrevistas. . com atenção para uma premissa relevante: nas coletas de dados. Por diversas vezes. o pesquisador nunca deve confiar em apenas uma técnica de levantamento de dados e. Já Yin (1984). documentação interna. Em verdade. ou se ainda requerem algum tratamento.37 indica os que são recolhidos pelo próprio pesquisador tendo por base os objetivos da investigação. • Confiabilidade: as credenciais do autor. definindo se a fonte pesquisada apresenta informações completas. • Formato: referindo-se à forma geral pela qual é apresentada a informação e a facilidade com que se consegue obtê-la. definindo se são uteis ao propósito do pesquisador. além dos artefatos físicos. da bibliografia pesquisada por ele. Cooper e Shindler (20030 destacam critérios aplicados às analises. o que ocorre por meio da entrevistas e questionários. portanto. • Público-alvo: determinando para quem a fonte escrita é relevante e se a obra foi produzida por especialistas. o pesquisador participa de modo ativo na realidade da organização pesquisada. o período de tempo coberto por ela. contratos. e por meio de pessoas que atuam na organização pesquisada. considerando relatórios. • Escopo: consiste em dimensões como a data da fonte. Desse modo. determina que seis fontes de evidência permitem a realização de pesquisas. arquivos. onde se destacam os seguintes: • Objetivo: diz respeito à intenção do pesquisador quando da preparação do documento. quanto as fontes de informação documentais e bibliográficas. requerendo um cuidado específico do pesquisador em termos de tratamento das fontes. considerando os que foram coletados por outras pessoas com objetivos diferentes. atentando de modo importante a sua estrutura funcional. entre outros aspectos. a grande maioria das produções científicas de pesquisa realizadas no contexto das Ciências Sociais aplicadas consiste na utilização dos dados obtidos por meio de documentos escritos. editora. deve utilizar fontes múltiplas. a profundidade do tratamento. considerando a documentação escrita. Essas seis fontes permitem coletar dados para a realização de investigações de variados tipos.

Dentro das considerações de Gil (1995). definindo quais são os instrumentos de medição de cada uma delas e. enquanto técnica de pesquisa consiste na utilização dos sentidos para a aquisição de conhecimento científico. existem outras nas quais o pesquisador não participa diretamente das atividades. embora necessite de uma interação com o ambiente pesquisado. • O pesquisador deve realizar a revisão dos conceitos e dos significados de cada uma das variáveis. neste momento. • A revisão operacional das variáveis.2. pressupõem uma interação direta entre o pesquisador e o objetivo de estudo. identificando. Martins (2006) propõe procedimentos aplicados à definição de instrumentos de coleta de dados. também deve gerar informações confiáveis e validas no sentido de esclarecer o ocorrido. • A escolha da técnica e a definição do instrumento de coleta de dados. A atenção. Contudo. De igual modo. tal como indica Gil (1995). sem a necessidade de intermediários e sem a subjetividade na compreensão das ocorrências.1. considerando que duas.1 Observação A observação.6. a observação determina vantagens competitivas na construção da pesquisa. . comportamentos e documentos disponibilizados e aderentes aos objetivos da pesquisa. entre outros aspectos. consolidando as informações decorrentes do fenômeno de interesse do pesquisador.38 Neste caso. Ela deve estar associada a proposições gerais e deve ser submetida a controles de validades e precisão. está na definição de algumas das principais técnicas de pesquisa que podem ser utilizadas pelo pesquisador na realização de seu trabalho. já que o pesquisador percebe diretamente os fatos. desde que se direcione a um objetivo previamente formulado e tenha sido sistematicamente planejada e registrada. 3. a entrevista e o questionário. onde se destacam os seguintes: • O pesquisador deve preparar uma lista das variáveis que pretende pesquisar.

dos dados e os processos de atividades. e não comportamentais. observar cientificamente exige um roteiro ou guia previamente definido que permita ao observador concentrar sua atenção em uma finalidade pré-determinada. Desse modo. no sentido da compreensão da observação enquanto técnica de pesquisa. . onde o mais importante é a relação a ser estabelecida entre o pesquisador e o objeto de estudo. realizada por meios mecânicos. tais com o questionário e a entrevistas. Neste sentido. o pesquisador pode confiar exclusivamente na observação como instrumento de coleta de dados. que existem algumas classificações que são baseadas em diferentes critérios. que analisam apenas as estruturas. devem conceber o conhecimento. de condições físicas e de processos de atividades. enquanto técnica de pesquisa. Deve-se considerar. Neste caso. lingüística e não lingüística e espacial. provavelmente. pode-se afirmar que o pesquisador dificilmente terá dificuldade de realizar um trabalho que prescinda dos procedimentos de observação. e indireta. a observação é uma capacidade inata do ser humano. onde dificilmente a observação poderia ser realizada com o devido sucesso. da presença do pesquisador. é preciso lembrar que. em hipótese alguma. devendo complementá-lo com outras técnicas. contudo. tal como elencado por Yin (1984) se refere ao fato de que o fenômeno a ser pesquisado. a presença do pesquisador pode provocar alterações de comportamento nas pessoas. sobretudo para possuir uma melhor percepção de como as demais relações com o objeto pesquisado possam ser estudadas. Com as bases na definição de Soriano (2004). subdividindo-se em análises de registro. é influenciada por uma séria de fatores. Em todo o caso. com a presença do pesquisador. por parte dos indivíduos pesquisados. de acordo com Cooper e Schindler (2003). possui uma base histórica. quando voltadas para a analise de comportamento e que é subdividida em analise não verbal. como filmagens e fotografias.39 Por outro lado. A observação. Cooper e Schindler (20030. exigindo o conhecimento de regras científicas. os aspectos referentes à categorização da observação direta. diminuindo as possibilidades do realismo e da construção do significado a pesquisa. dividem as observações em comportamentais. Outra desvantagem.

Nas pesquisas em que se busca compreender a dinâmica de uma interação social ou de rotinas cotidianas. portanto. a natural. fazendo com que o planejamento da observação se reduza de modo considerável. em que o observador pertence a comunidade na qual a .. Já Soriano (2004). Observação participante: A observação participante consiste em um modo ativo. o pesquisador permanece alheio a comunidade. é importante considerar a definição dos sujeitos – participantes da pesquisa . com o propósito de desenvolver um entendimento científico da associação. tornando o primeiro uma parte ativa do segundo. participando de suas manifestações sociais. Com base nas exposições de Gil (1995). definindo-a como uma técnica em que o observador está fora do grupo observado. classifica está técnica como sendo uma observação ordinária. e em segundo plano. do cenário – local no qual as pessoas se situam – e do comportamento social. observando de maneira espontânea os fatos que ocorrem. tornando-se uma espécie de espectador. grupo ou situação determinada. Essa técnica não prescinde de planejamento cuidadoso e da definição de objetivos da pesquisa. existem duas formas de observação participante. sendo adequada para casos em que os fatos são de conhecimento público. tal como destacada por Gil (1995) abrange três tipos: observação simples. a observação participante é importante por permite ao investigador o estabelecimento de um relacionamento multilateral e de prazo relativamente longo. baseado na participação real do pesquisador na vida da comunidade. onde o observador torna-se membro ativo do grupo. participante e sistemática. serve para verificar hipóteses e preparar uma observação melhor planejada. envolvendo-se em suas práticas diárias. grupo ou situação que pretende estudar.40 A classificação dos estudos baseados em observação. servindo em primeiro plano para verificar hipóteses e definir técnicas de coleta de dados. A observação participante. pressupõe um relacionamento do observador com o grupo social. Observação Simples: Na observação simples. A partir das considerações de Gil (1995).

A observação participante distancia-se profundamente do positivismo. na medida em que os pesquisadores. • Permite entender melhor as ações e mudanças dos pesquisados. deve-se observar que a presença de uma pessoa estranha no grupo acaba conduzindo a barreiras sociais que reduzem e limitam a qualidade das informações colhidas. também apresenta algumas desvantagens: • O pesquisador pode ser obrigado a ficar muito tempo em um contexto com o qual está pouco. sendo que algumas podem não ter muita utilidade.41 pesquisa será realizada. Observação sistemática: . quando o pesquisador se integra a comunidade para realizar seu estudo. já que normalmente se toma nota de tudo o que se observa. ao invés de assumirem uma postura neutra e distante do objetivo de pesquisa. • Obriga o pesquisador a manter relacionamento com pessoas com as quais pode não ter nenhuma finidade • Obriga a manter grande número de anotações. • Permite ao pesquisador compreender melhor o universo cultural e a linguagem dos pesquisados. Com base nestes aspectos. O problema maior que se pode identificar diz respeito à objetividade do pesquisador. ou nada. envolvem-se diretamente com ele. esta técnica de pesquisa apresenta algumas características. • As analises do material coletado podem ser muito demoradas devido ao grande volume de informações e dados coletados. quando ele se insere em determinado grupo social. e a artificial. mas em qualquer dos casos. Na observação artificial. Contudo. sendo as principais vantagens as seguintes: • É pouco provável que o pesquisador tente impor suas próprias realidades ao mundo social pesquisado. • O pesquisador pode correr alguns riscos em seu trabalho de campo. fazendo com que o investigador tome partido e chegue a conclusões prévias. sem revelar sua condição de pesquisar. existem situações em que o observador precisa se disfarçar. no entanto. com influencias de determinadas ideologias. familiarizado.

1. com base nos expostos de Gil (1995) é uma forma de comunicação entre duas pessoas com o propósito de alcançar um objetivo. o pesquisador planeja a coleta de dados e estabelece categorias de analise em relação às práticas que pretende observar. Nas ciências sociais aplicadas. . onde suas principais vantagens se colocam como sendo as seguintes: • Atingem com mais facilidade respondentes com um baixo nível intelectual. dentro de um grupo ou comunidade. dada as categorias analíticas e os meios e instrumentos de registros. trata-se de um “quase-experimento”. • Ajudam os agentes que possuem dificuldade de leitura e compreesão em relação ao questionário. 3. coletando dados bem definidos e com precisão. pois não é possível esconder-se entre os pesquisados. realizando uma observação precisa. • Impedem equívocos e mantém controle sobre a sequencia das questões. são relevantes para seus objetivos definidos. uma vez que o trabalho do pesquisador consiste basicamente em testar hipóteses a respeito do grupo ou comunidade. É preciso considerar que a relação entre o pesquisador e os membros do grupo precisa ser cuidadosamente planejada.2. a qual também pode ser definida como uma técnica em que o pesquisador se coloca frente ao objeto de estudo e lhe formula perguntas de modo que ocorra uma interação social a partir de um dialogo assimétrico em função dos objetivos estabelecidos. Desse modo. • Oferecem explicações padronizadas para certos tipos de problemas e. a entrevista é utilizada em uma série de situações. tendo suas principais classificações descritas no quadro 6. Inicialmente. Neste caso. o pesquisador tem um conhecimento prévio dos fatos ou fenômenos que.6.2 Entrevista A entrevista.42 Neste técnica.

a ser abordado com mais profundidade no decorrer desta unidade).43 CLASSIFICAÇÃO DAS ENTREVISTAS Entrevista informal Entrevista menos estruturada possível. fazendo umas poucas perguntas diretamente e concentrando-se no que o entrevistado vai falando. em que se encoraja a discussão entr os seus integrantes. o entrevistador focaliza a conversa em um determinado assunto. sem se envolver de modo algum com o entrevistado. procurando manter-se na rota mesmo quando o entrevistado se desvia. Esse grupo pode assumir o formato de grupo focal (focus group. Entrevista estruturada O entrevistador prepara com antecedência uma relação de perguntas (um questionário). Neste tipo de entrevista. Entrevista focalizada É muito útil em casos em que se procura explorar com maior profundidade as experiências de alguém em relação a um determinado fato ou fenômeno. nas quais o entrevistador apresenta uma série de opções para o entrevistado. cabendo ao entrevistador somente apresentar as perguntas. além de ter um objetivo de pesquisa. Apesar de ser mais formalizada que as anteriores. para explorar os assuntos à medida em que surgem. em que o entrevistador tem apenas o objetivo básico da pesquisa em sua mente. O grupo deve ser grande o bastante para que se possa obter Entrevista em grupo . Normalmente é utilizada quando há um grande número de entrevistados. Refere-se à técnica em que o entrevistador prepara um grupo que será entrevistado simultaneamente. mas. mantida fixa e invariável independentemente de quem quer que esteja sendo entrevistado. para facilitar a tabulação dos dados. ou perguntas fechadas. buscando obter a visão geral do entrevistado sobre o assunto Também se trata de uma técnica pouco estruturada. Ela possui caráter aberto e permite ao entrevistado responder tendo em mente seu próprio quadro de referência. em que se admite ampla variedade de respostas. Entrevistas por pautas O entrevistador prepara uma pauta de assuntos com antecedência. pressupõe-se que a repetição das mesmas perguntas produzam diferenças baseadas não na situação da entrevista. mas na pessoa entrevistada. Utilizam-se perguntas abertas. a entrevista por pautas não pode ser considerada inteiramente estruturada.

avisando o entrevistado com antecedência e reservando um local adequado e que proporcione a privacidade correta e necessária. Quadro 6: Classificação das pesquisas Fonte: Zapelini e Zapelini 2007 No processo da entrevista. Desta maneira. realize algumas atividades prévias. reservando horários para a entrevista. que interessam à pesquisa. e que. é importante detalhar a contribuição do focus group. fruto de novas hipóteses que vão surgindo à medida que se recebem as respostas do informante. é importante considerar alguns aspectos. em seguida.44 dados e informações úteis. evitando marcá-la em períodos que venham a interromper as atividades do entrevistado. começa a participar na elaboração do conteúdo da entrevista. apoiados em teorias e hipóteses. mas também precisa ser suficientemente pequeno para que o entrevistador possa estudar seu comportamento e todos tenham chance de participar e contribuir. o informante. sendo que os principais são os seguintes: • Defina com clareza o propósito exato da entrevista. seja lá qual classificação for utilizada. definindo os comentários e perguntas que você venha a fazer. Entrevista semi-estruturada Aquela que parte de certos questionamentos básicos. • Planeje o tempo. oferecem amplo campo de interrogativas. considerada uma técnica utilizada por muitos pesquisadores com sucesso e que consiste em entrevistas em profundidade com um grupo de pessoas que trata de um assunto específico. • Antes do processo. seguindo espontaneamente a linha de seu pensamento e de suas experiências dentro do foco principal colocado pelo investigador. Ainda considerando a entrevista. Neste caso. o pesquisador assume o papel de moderador da pesquisa. • Faça um rascunho da entrevista. reunindo informações e fatos que auxiliem na condição. apresentando perguntas e mediando a interação entre os componentes do grupo. • Avise aos superiores que estará realizando o procedimento no horário e local detalhado. .

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3.1.6.2.3 Questionário O questionário consiste em uma técnica de investigação composta por um número consideravelmente elevado de questões apresentadas por escrito aos participantes do estudo e que tem por objetivo o conhecimento de opiniões, crenças, sentimentos, interesses, expectativas, situações vivenciadas, entre outros aspectos. Nas bases de Roesch (1999), o instrumento é relevante na coleta de dados, já que procura mensurar alguma coisa, exigindo esforço prévio de planejamento no sentido de definir o problema a ser pesquisado. De acordo com Gil (1995), o questionário apresenta uma série de vantagens, permitindo que o pesquisador atinja um grande número de pessoas, mesmo dispersas, não exigindo gastos com treinamento de entrevistadores. Destaca-se, ainda, que a entrevista garante o anonimato dos respondentes, abrindo a possibilidade das pessoas responderem no momento mais conveniente, diminuindo o viés do pesquisador sobre o objeto de estudo e os pesquisados. Por outro lado, o questionário também apresenta desvantagens, as quais se relacionam com a exclusão de analfabetos da pesquisa e a impossibilidade de tirar dúvidas em relação ao instrumento. Neste caso, o pesquisador pouco, ou nada, sabe sobre o contexto em que o questionário foi respondido, não havendo garantia de que as pessoas o devolvam preenchido e com o devido comprometimento. Neste sentido, Gil (1995), destaca algumas regras práticas na elaboração do questionário, onde se destacam as seguintes: • As questões devem ser, preferencialmente, fechadas, mas com alternativas suficientemente exaustivas para abrigar a ampla gama de respostas possíveis; • Devem ser incluídas apenas as perguntas relacionadas ao problema proposto; • Não devem ser incluídas perguntas cujas respostas possam ser obtidas de forma mais precisa por outros procedimentos; • Deve-se levar em conta as implicações da pergunta com os procedimentos de tabulação e analise de dados;

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• Deve-se levar

em

consideração o sistema

de

referencia

do

entrevistado, bem como o nível de informação dos mesmos; • A pergunta deve possibilitar uma única interpretação; • A pergunta não deve sugerir respostas’ • As perguntas devem referir-se a uma única idéia de cada vez; • O número de perguntas deve ser limitado; • O questionário deve ser iniciado com perguntas mais simples e finalizado com as mais complexas; • As perguntas devem ser dispersas sempre que houver possibilidade de “contágio”; • Convém evitar as perguntas que provoquem respostas defensivas, estereotipadas ou socialmente indesejáveis, que acabam por encobrir sua real percepção acerca do fato; • Na medida do possível, devem ser evitadas as perguntas personalizadas, diretas, que geralmente se iniciam por expressões do tipo “o que você pensa a respeito de...”, ou ainda “na sua opinião...” • Deve ser evitada a inclusão, nas perguntas, de palavras estereotipadas, bem como a menção a personalidades de destaque, que podem influenciar nas respostas, tanto em sentido positivo ou negativo; • Cuidados especiais devem ser tomados em relação a apresentação gráfica do questionário, tendo em vista facilitar o seu preenchimento; • O instrumento deve contar uma introdução que informe acerca da entidade patrocinadora da pesquisa, ou das razões que determinam a realização da pesquisa e da importância das respostas para atingir aos objetivos propostos; • O questionário deve contar instruções acerca do preenchimento correto das questões, preferencialmente com caracteres gráficos diferenciados. O quadro 7 traz alguns outros aspectos que permitem desenvolver um questionário adequado ao teor da pesquisa:

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INSTRUÇÕES COMPLEMENTARES A ELABORAÇÃO DO QUESTIONÁRIO Forma das perguntas Há três formas de elaborar as perguntas do questionário, as abertas (sem qualquer restrição), as fechadas (na qual se apresenta uma escala de resposta) e as duplas (em que se coloca primeiro uma pergunta fechada e, no segundo momento, uma aberta - normalmente um "por quê"). Cada uma delas atende a um objetivo específico e portanto possui uma aplicação específica Conteúdo das perguntas As questões podem ser feitas sobre fatos concretos, crenças, sobre sentimentos, padrões de ação, comportamentos presentes ou passados, razões conscientes sobre crenças, sentimentos, padrões de ação ou comportamentos. Escolha das perguntas: Há algumas regras básicas, quais sejam, só se deve fazer perguntas sobre o problema pesquisado, não se deve incluir pergunta que possa ser melhor respondida por outro procedimento, deve-se tomar em consideração a tabulação dos dados, não se deve incluir questões que permitam dupla interpretação ou penetrem na intimidade do pesquisado; Formulação da perguntas É preciso cuidar da concisão, da apropriação da pergunta ao nível de informação do pesquisado, evitar a dupla interpretação, evitar dupla resposta, e as perguntas devem referir-se a uma só idéia por vez; Número de perguntas Questionários muito extensos diminuem as possibilidades de se obter respostas; Ordem das perguntas Deve-se evitar mudanças bruscas de tema, e também evitar o "efeito de contágio", em que a resposta de uma pergunta é influenciada pela de outra Prevenção de deformações Existem mecanismos de defesa social por parte das pessoas, que dificultam a aplicação do questionário. As pessoas muitas vezes reagem mal a perguntas pessoais, ou que envolvam preconceitos, estereótipos, mudanças, ou abram a possibilidade de julgamentos por parte do pesquisador. Também é preciso evitar incluir menções a personalidades destacadas, que possam induzir à resposta; Apresentação do questionário É preciso cuidar não somente de aspectos gráficos (papel, fonte, diagramação, espaço para as respostas), mas também das instruções do preenchimento, que devem ser claras e precisas, e da introdução do questionário, que apresente informações sobre quem está realizando a pesquisa, e porquê, bem como sublinhar a importância de questionários bem respondidos Quadro 7: Informações Complementares a elaboração do questionário Fonte: Zapelini e Zapelini 2007

6. sempre tomando-se o cuidado de apresentar as questões na mesma ordem em todos os questionários. que esclarecem dúvidas que porventura surjam partir das respostas. quando respondidas permitem aos pesquisadores decidir. 3. facilitando a tabulação das respostas. podem existir as perguntas de controle.2. as variáveis introduzidas nas perguntas devem ser adequadamente operacionalizadas. Desse modo. a forma pela qual elas são apresentada e se desmembram em perguntas adicionais.48 Com base nestas orientações. As considerações de May (2004) salientam que os questionários podem incluir “perguntas-filtro” que. ou seja.4 Pesquisa documental A investigação por meio de documentos disponíveis é uma técnica extremamente importante para o pesquisador. Um exemplo. bem como leituras particulares de eventos sociais que pode estar indisponíveis para o pesquisador. o questionário deve ser testado antes de aplicado. no caso de uma pesquisa a respeito dos resultados do treinamento. busca identificar se o questionário foi bem elaborado em termos da clareza e precisão com que os termos são utilizados nas questões. De igual modo. e a introdução dada ao questionário. se o entrevistado poderá fornecer as informações necessárias. ou ainda. por meio da resposta.1. ambigüidades. um questionário deve estimular a memória do entrevistado. a ordenação das questões. visto que se constitui em uma preciosa fonte de informações. Neste sentido. . devem ser definidas de modo que se possa identificá-las ou mensurá-las na resposta. Um exemplo pode ser identificado no momento em que se busca verificar quantas vezes “o entrevistado passou por programas de treinamento na empresa”. pode ser identificado em uma pergunta do tipo “você já recebeu treinamento na empresa”. Da mesma forma que a entrevista. ou pré-teste. de modo que as perguntas não induzam a uma resposta e nem tragam dificuldades de interpretação. Essa prova preliminar. May (2004) afirma que os documentos passam a sedimentar práticas sociais e fornecem informações sobre as decisões tomadas por pessoas.

Marconi e Lakatos (1999) apresentam algumas fontes que podem contribuir. canções folclóricas. onde se destacam os seguintes: • Documentos escritos: documentos oficiais. documentos internos da administração. o pesquisador poderá . • Tratar os dados. papers que abordem o tema da pesquisa. a pesquisa documental em ciências sociais aplicadas parte de pressupostos nos quais as informações estariam detalhadas nos seguintes documentos: memorandos. Neste caso. arquivos particulares e fontes estatísticas. onde se destacam as seguintes: • Determinar os objetivos da pesquisa. fontes estatísticas. fotografia. vestuários e folclore em geral. publicações administrativas e documentações particulares. com destaque para: arquivos públicos. estampas). diz respeito a onde encontrar estes documentos. Por meio das contribuições de Yin (1984). • Elaboração de um plano de trabalho. estudos e análises formais a respeito da mesma realidade que esta sendo pesquisada. • Identificar as fontes de dados. • Localizar e obter as fontes. agendas. publicações parlamentares. Para o delineamento deste tipo de pesquisa. 3. desenhos. • Outros tipos: iconografia (imagens. mas sim utilizá-los como reforço para o seu trabalho. atas e minutas de encontros e reuniões. Independentemente deste processo. Gil (1996) recomenda algumas etapas. Uma segunda questão. documentos jurídicos. • Partir para a redação do trabalho. artigos.6. objetos.49 O primeiro passo para o desenvolvimento deste tipo de investigação é identificar quais tipos de documentos buscar.1.2.5 A pesquisa bibliográfica Um trabalho de pesquisa precisa de uma fundamentação teórica que implica na exigência de consulta e investigação em livros. comunicados. além de clippings de imprensa e artigos de mídia sobre o objeto pesquisado. O delineamento deste tipo de pesquisa como investigação científica pode considerar o fato de que o pesquisador não vai se ater aos documentos relativos ao objeto de estudo.

Marconi e Lakatos (1999) chamam tal etapa de identificação. • Definir de que modo elas serão registradas. com base nos expostos de Marconi e Lakatos (1999). pode-se proceder a leitura do material.50 necessitar deste método de investigação em diversos momentos diferentes na consolidação de seu trabalho. monográficas e publicações avulsas. rádio. deve seguir um roteiro definido por Macedo (1994). delimitando-se o assunto. • Meios audiovisuais. com base nos dados e informações obtidas – recomenda-se o fechamento dos textos. • Por fim. deve-se preparar um sumário do trabalho. o tema e o problema que serão trabalhados. • A partir destas informações. como filmes. na forma de jornais e revistas. já que ela auxilia na definição dos resultados que podem ser esperados e das melhores técnicas para se atingir aos objetivos. . as principais fontes bibliográficas utilizadas são as seguintes: • Imprensa escrita. Neste caso. • Publicação. • Selecionar fontes bibliográficas e os locais onde elas poderão ser obtidas. Neste caso. Convém lembrar que o orientador desempenha um papel relevante nesta fase da pesquisa. a seleção e a organização dos dados. televisão. indicando sugestões de livros. onde se realiza o reconhecimento do que for pertinente ao tema da pesquisa. O delineamento da pesquisa bibliográfica. dissertações. discutindo idéias desenvolvidas pelos autores e revisando o material produzido pelo acadêmico. • Material cartográfico. é recomendável que a pesquisa bibliográfica nunca seja deixada para o final do trabalho. no qual seja feito um esquema provisório e complementado por um rascunho inicial a ser revisado em termos de conteúdo e de forma. tais como livros. proposta ao desenvolvimento de um trabalho científico. Neste caso. com destaque para os seguintes pontos: • Ter os parâmetros da pesquisa bem definidos. teses.

enquanto os qualitativos podem se consolidar por meio de uma análise descritiva. de modo que seja possível constituir respostas ao problema da pesquisa. .51 3. os dados devem ser colocados de modo que se consolidem as categorias de análise que permitam uma compreensão significativa dos conhecimentos ensejados. assim como evidencia Dencker (2000). de maneira geral.1 Classificação O processo de classificação dos dados consiste em dividir o conjunto de dados coletados em partes ordenadas e colocadas em locais específicos. pode-se afirmar que este processo refere-se a um esforço de sumarização dos dados para que haja a possibilidade de fornecimento das respostas ao problema proposto. Neste caso.7 Análise e Interpretação dos Dados A análise e interpretação dos dados caminham juntas na pesquisa. Neste caso. algumas etapas são necessárias. • Codificação. • Análise estatística dos dados É sempre importante definir a forma de apresentação dos dados. para facilitar sua visualização e sua compreensão por parte do leitor. configurando-se na construção do conhecimento com base nos objetivos propostos pela pesquisa. o objetivo deste procedimento é reunir as observações de maneira coerente e organizada. Os processos de análise e interpretação de dados devem ser considerados como o resultado final da pesquisa.7. quadros e gráficos. 3. considerando os dados quantitativos e qualitativos. com destaque para as seguintes: • Classificação dos dados. já que. Os quantitativos exigem a apresentação em tabelas. Neste caso. • Tabulação e.1.1. por intermédio das considerações de Dencker (2000). além de dar um sentido amplo aos dados coletados. fazendo o elo entre o conhecimento já existente.

com a meta de agrupá-los em classes. com o cuidado para que estas sejam mutuamente exclusivas. Corroborase. Um exemplo se configura quando o pesquisador estiver investigando o absenteísmo de uma empresa. as categorias podem ser identificadas como “gavetas”. por exemplo. • Sexo. • Nível de instrução.52 Assim como descrito nas evidências de Gil (1995). • Cargo ocupado. Este processo. facilitando a compreensão posterior. criando um conjunto exaustivo de categorias. tendo em mente os objetivos do sobre “tempo de serviço”. a classificação é uma maneira de discriminação e seleção dos dados. podem ser colocadas as seguintes classes ou categorias de análise: . inicialmente deve-se estabelecer um principio de classificação. já que o número de categorias deve ser determinado pelas características significativas da realidade pesquisada. as quais devem ser diferentes e identificáveis. sendo diferenciados de maneira que não se coloque o mesmo dado na mesma “gaveta”. portanto. nas quais os dados são colocados. as quais abrangem as seguintes informações: • Tempo de serviço. Em outros termos. permite o melhor tratamento dos dados. além de metodologicamente rigorosa. Os objetivos da pesquisa são um lembrete para a definição da categoria já que. o que Marconi e Lakatos (1999) colocam como sendo um aspecto relevante. apresentando aos respondentes uma série de perguntas que permitem respostas em diversas categorias. Dentro da pergunta • Menos de 1 ano • 1 a 5 anos • 5 a 10 anos • 10 a 15 anos • 15 a 20 anos • Mais de 20 anos. • Idade. tecnicamente.

• A soma das freqüências dos dados em cada categoria deve ser igual ao total da população ou amostra pesquisada. baseando-se na presença ou ausência de uma determinada característica ou propriedade. ou mesmo depois.7. focalizando uma grandeza ou quantidade do fator presente. da aplicação do instrumento de coleta de dados. destaca outros aspectos fundamentais à classificação: • Deve-se utilizar somente um critério para a classificação dos dados. 3. codificar é a organização dos dados em classes ou categorias.53 trabalho. classificar-se de modo qualitativo. adequadas ao problema investigado e interligadas. Neste sentido. Além destes princípios. De acordo com Gil (1995). Rauen (2002). este procedimento pode ser realizado antes.1. a alocação de códigos para cada classe ou categoria permite a consolidação de uma síntese dos dados. para Lakatos (1999) os dados podem ser classificados de modo quantitativo. • As classes não podem ser minuciosas ao ponto de não permitirem ao pesquisador uma visão do todo da população. pode-se verificar o seguinte: • Tempo de serviço:  1-5 anos ( ) 01  6 – 10 anos ( ) 02  11 – 15 anos ( ) 04  16 – 20 anos ( ) 05 .2 Codificação Este processo pode ser definido como sendo a transformação de dados brutos em símbolos que permitem a tabulação. Desse modo. Como exemplo. • As classes devem ser excludentes. atribuindo a cada uma um símbolo específico de acordo com os objetivos da pesquisa. também. de modo a facilitar a compreensão. Podem. a otimização e a interpretação dos dados coletados. com base nos expostos de Dencker (2000). devendo ser sempre realizado após a definição das categorias de analise. Desse modo.

Um exemplo. A tabulação simples. é a contagem das freqüências das categorias de cada conjunto. e assim por diante. Os números de 01 a 06 referem-se ao código de cada resposta.54  Mais de 20 anos ( ) 06. Neste caso. tendo um total de 35 respostas até um ano de serviço. a tabulação cruzada descreve duas ou mais variáveis simultaneamente. devendo. combinando em uma só tabela as distribuições de freqüência de duas ou mais variáveis.7. onde a operação essencial consiste na contagem para a determinação do número de casos das várias categorias. além das já arroladas. Tabulação Simples Tempo de serviço na empresa Menos de 1 ano 1 a 5 anos 6 a 10 anos 11 a 15 anos 16 a 20 anos Mais de 20 anos Total Quadro 8: Tabulação Simples Fonte: Zapelini e Zapelini 2007 Frequencia 35 105 200 120 30 10 500 O segundo tipo consiste na tabulação cruzada.3 Tabulação O processo de tabulação é aquele que permite agrupar e contar os casos que estão nas varias categorias de analise. ou seja. 105 para um a cinco anos. 3. configura-se no cruzamento das respostas . São dois os tipos de tabulação.1. considerando a contagem de frequencias que ocorrem em dois ou mais conjuntos de categorias. tal como indica Malhorta (2001). Um exemplo. torna-se relevante mencionar que as respostas apresentadas às perguntas devem ser mutuamente exclusivas e exaustivas. facilitando o processo de tabulação. não podendo relacionar outras alternativas de resposta. a determinação da incidência das respostas em cada categoria. Contudo. não permitindo a possibilidade de se marcar mais de uma resposta à determinada questão. se configura a partir de um universo de 500 respondentes à questão sobre o tempo de serviço. identificado no quadro 8.

7. o quartis.1. a moda. a análise lança mão das medidas estatísticas. a amplitude. distribuição na curva normal. ou com a pergunta que o pesquisador julgar necessária. esclarecendo e descrevendo os dados levantados. enquanto a funcional procura as relações . • A relação das diferentes variáveis entre si. • A variação dentro do grupo. Nestes casos. antes da tabulação cruzada. • A descrição das diferenças entre dois ou mais grupos de indivíduos. entre outros. Desse modo. Neste caso é importante. Tabulação Cruzada Tempo de serviço na empresa Menos de 1 ano 1 a 5 anos Quadro 9: Tabulação Cruzada Fonte: Zapelini e Zapelini 2007 Sexo Masculino Feminino Masculino Feminino Total Frequencia 8 27 43 63 140 A tabulação pode ser realizada de maneira manual. o desvio padrão. correlação. verificar cuidadosamente a existência de relações entre as variáveis. permitindo vários graus de complexidade nas análises. A análise condicional busca identificar os fatores que determinam a ocorrência de um fenômeno ou situação.55 obtidas na pergunta sobre tempo de serviço com as informações da pergunta sobre nível de escolaridade. configuram-se dois tipos de análise. utilizando-se de programas estatísticos que permitem uma tabulação rápida e precisa. tais como a média.4 Análise estatística Este método consiste na descrição dos dados e na avaliação das generalizações obtidas por meio dos dados. O quadro 9 identifica um modelo deste tipo de tabulação. mecânica e eletrônica. 3. de acordo com Dencker (2000). • As distribuições dentro do grupo em relação a determinadas variáveis. tem como norte os seguintes aspectos: • A tipicidade de um grupo. polígono de freqüência. a mediana.

dentro do contexto estudado e tendo como base o objeto de estudo e os objetivos traçados para elucidar a problemática. realizada a partir do estudo das variáveis dentro dessa amostra. • Mediana: Representa o valor que divide exatamente ao meio a distribuição. • Extensão (amplitude): consiste na diferença entre o maior e o menor dentre os valores assumidos pela variável. • Desvios médios: que consistem na média aritmética dos desvios das observações em relação a população total. Calculando-se a raiz quadrada da variância. tal como elencam Zapelini e Zapelini (2007) consistem na avaliação e na generalização dos resultados obtidos a partir de uma amostra da população. na amostra ou na população estudada. Desse modo. • Variância: é a média aritmética dos quadrados dos desvios das observações em relação a média aritmética. • Média: consiste no valor obtido. que muitos outros podem contribuir com qualquer trabalho de pesquisa. As inferências estatísticas. com base nos instrumentos apresentados. a avaliação das generalizações obtidas com os dados passa a determinar se as conclusões obtidas com a pesquisa podem ser generalizadas. deixando 50% acima e abaixo do valor encontrado. a definição do mais adequado deve ser uma ação conjunta entre o pesquisador e o professor orientador. multiplicando o número observado na classe pela diferença entre o valor da classe e a média. Há de se salientar.56 que os vários fenômenos estabelecem entre si. utilizando-se dos seguintes instrumentos: • Moda: Consiste no valor que surge com maior freqüência. permitindo a obtenção de uma visão mais adequada da distribuição da população. • Quantis: representam a divisão da população total estudada em n grupos de efetivos exatamente iguais. Porém. que consiste na média quadrática dos desvios das observações em relação à média. . dividindo-se a soma de todos os valores observados na característica definida para a análise da população total. gerando conclusões sobre a população. utilizando-se testes estatísticos que permitam esta consolidação. tem-se o desvio padrão.

Neste caso. deve se encarar a interpretação dos dados como a busca de um sentido mais amplo aos resultados da pesquisa. tentando criar conceitos explicativos. estes não podem ser consideradas como principal aspecto. Neste sentido. a fase final da pesquisa. Dencker (2000) sugere ao pesquisador que ocorra a elaboração de modelos de análise de dados. como destaca Gil (1995). De igual modo. abordando os pontos-chave do que se produziu em cada capitulo e realizando a articulação com o que se redigiu nas abordagens teóricas do trabalho.57 3.8 Interpretação dos Dados A interpretação dos dados consiste no processo de expressão do verdadeiro significado do material em termos de propósito do estudo. ao invés de se procurar formas prontas.9 Conclusões e Considerações Finais Neste momento são colocados os comentários e as reflexões que determinam a consecução dos objetivos do trabalho e. que este processo pode ser facilmente dissociado da analise. Contudo. enunciando os princípios que determinam as generalizações. tal como elenca Dencker (2000). dados empíricos coletados e a teoria subjacente aos mesmos.1. contudo. O principal aspecto que deve ser considerado neste processo é a ligação entre as informações. 3. o processo de interpretação determina que o pesquisador faça as ligações lógicas e comparações. sobretudo. à resposta para a problemática elencada. portanto. . já que estas são essenciais para o estabelecimento das generalizações.1. já que é preciso ter em mente que os construtos passam pelas inferências da interpretação da menta humana e podem apresentar falhas. procurando estabelecer a continuidade dos resultados de uma investigação com os de outro. Este processo é. onde os dados coletados são convenientemente tratados e analisados. Há de se salientar. uma vez que esta pode ser considerada como uma preparação à interpretação.

limitações e dificuldades enfrentadas e recomendações de melhorias. A conclusão deve ser baseada na proposta da pesquisa. ou simplesmente a uma reformulação de conhecimentos já existentes. valorizando a exposição do pesquisador sobre suas inferências e considerações sobre sua experiência com a pesquisa. determinando a originalidade vinculada a um conhecimento novo.58 Desse modo. . deve-se evitar citações de autores. deixando evidente uma consistência entre o objetivo e a conclusão resultante da análise dos dados. É o momento no qual a pesquisa ganha a marca do pesquisador. além de depoimentos pessoais. este item apresenta os resultados alcançados pelo estudo. Em linhas gerais. podendo incluir sugestões práticas para o problema estudado e que determinem a continuidade do estudo.

. buscando padronizar as exigências em termos de qualidade e conteúdo. portanto. os objetivos andragógicos variam de acordo com a percepção de cada professor. pautando as características e os objetivos que permitam uma visão geral da relevância de cada trabalho. os quais podem incluir aspectos adicionais nas produções. que tal padronização é valiosa e relevante no sentido de evitar interpretações dúbias e trabalhos desnecessários. respeitando os padrões mínimos exigidos dentro do contexto institucional. passa-se a identificar o padrão para a elaboração e apresentação dos principais tipos de trabalhos usualmente solicitados pelos professores da FACIERC. Entende-se.59 4 MODELOS DE TRABALHOS ACADÊMICOS Neste momento. A partir do arcabouço determinado.

reflexiva e interpretativa do texto.60 4. fluxos de transformação e instrumentos de dominação. O aluno deve fundamentar seu ponto de vista. tamanho 12. Aqui se deve deixar claro como o objetivo do trabalho foi alcançado. Nesta parte do documento o aluno deve deixar claro qual é o seu posicionamento em relação aos conceitos/argumentos do autor do texto. 2 (duas) páginas. Fonte Arial. recomenda-se a utilização de outros artigos/textos reconhecidos cientificamente. Dica: usar verbos no infinitivo. São Paulo: Atlas. culturas. espaçamento simples. destacando aquelas que o próprio aluno acredita ser mais relevantes. cérebros. tendo como base o trabalho de Morgan (1996) que permitem vê-las como máquinas. identificando os termos chaves (contrutos) utilizados pelo autor e refletindo sobre qual é a sua própria posição em relação ao assunto. Um exemplo ilustrativo é: “Neste position paper procura-se discutir a abordagem sobre as organizações a partir de metáforas. Imagens da Organização.1 POSITON PAPER TÍTULO Acadêmico/a do curso de graduação em (Administração. no máximo. NÃO É uma descrição ou resumo do texto. A partir do questionamento em termos de concordância e/ou discordância o aluno fundamenta o seu posicionamento. Antes de escrever. Pedagogia. Conclusão (ou notas conclusivas) Nesta última seção devem-se apresentar as principais posições assumidas no transcorrer do trabalho. prisões psíquicas. O position paper deve conter. E-mail: Objetivo: no primeiro parágrafo do position paper o acadêmico deve deixar claro qual é o objetivo que pretende alcançar. por isso. Gareth. sugere-se que o aluno realize uma leitura exploratória. sistemas políticos. Ciências Contábeis ou Sistemas de Informação). Essa reflexão deve girar em torno da percepção da forma como o assunto foi apresentado pelo autor em termos de concordância e/ou discordância (o aluno pode concordar e/ou discordar em parte como pode concordar e/ou discordar na íntegra dos argumentos apresentados pelo autor). 1996. Desenvolvimento O position paper deve ser um texto com uma posição do aluno em relação aos argumentos apresentados sobre um determinado assunto. Referências MORGAN. . organismos. O posicionamento não pode ficar no “achismo”.

com todas as letras maiúsculas e em espaçamento simples. métodos. 1 INTRODUÇÃO Os originais devem ser redigidos na ortografia oficial e digitados em folhas de papel tamanho A4. artigos em inglês devem ter título e subtítulo em . Artigos em português devem ter título e subtítulo em português e inglês.2. ele trata de um problema científico de pesquisa e é produzido como uma abordagem mais ou menos completa desse problema.0 cm e a lateral direita e inferior devem ter 2. ou constituir-se numa revisão de contribuições e informações já publicadas.0 cm. As margens superior e esquerda devem ter devem ter 3. Os artigos devem ser enviados em formato doc. FACIERC. Título e subtítulo: deve estar na primeira linha da primeira página.000 e 12. em posição centralizada. de acordo com a ABNT.0 ou superior.000 palavras. O artigo deve ser escrito no programa Word for Windows. Como tal. 4.2 ARTIGO Um artigo. FACIERC. Keywords: TCC. pode ser definido como um texto que apresenta de modo organizado e sistemático um conjunto de idéias. com tipo de fonte Arial. Palavras-Chave: TCC. processos e resultados de uma área de conhecimento. técnicas. incluindo as referências bibliográficas.61 4. Se você está lendo este documento. tamanho 14. podendo trazer uma contribuição original ao desenvolvimento desses conhecimentos. Sugere-se a utilização deste arquivo para digitar o trabalho. Formatação de Artigo. Os trabalhos deverão conter entre 4. Abstract The objective of this document is to present the model of article formatting as partial requirement of the Work of Conclusion of Course for the Courses of Masters degree of FACIERC. em negrito. Estes não devem ser enviados em formato pdf (Adobe). Article Formatting. em versão 6. significa que você possui a versão correta do programa.1 Estrutura do Artigo Resumo O objetivo deste documento é apresentar o modelo de formatação de artigo como requisito parcial do Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) para os Cursos de PósGraduação da FACIERC.

em negrito. tamanho 12. separadas por ponto-e-vírgula. devem ser informadas as palavras-chave. Não coloque ponto final nos títulos. Para numerar as seções. destacando seus aspectos de maior relevância. Entre uma seção e outra. Fialho. Utilize fonte tipo Arial. Deve-se utilizar texto com fonte Arial. tamanho 12. justificado. Palavras chave: imediatamente abaixo do resumo. Key-words: imediatamente abaixo do abstract. separadas por ponto-e-vírgula. artigos em espanhol devem título e subtítulo em espanhol e inglês.1 A estrutura dos modelos 3 PRINCIPAIS RESULTADOS 4 CONCLUSÕES Quadro 10: Seções – numeração e recursos gráficos Fonte: Souza. com no máximo 250 palavras. tamanho 12. Deve-se utilizar texto com fonte Arial. com espaçamento entre linhas simples. com todas as letras em minúscula. Otani (2007). fonte Arial. Não devem ser utilizadas abreviaturas nos nomes dos autores.1. com letra Arial. justificado. Seção primária Seção primária Seção secundária Seção Terciária Seção Quaternária Seção Quinária Seção Primária Seção Primária Corpo do texto: o texto deve iniciar na linha abaixo do título das seções. com espaçamento entre linhas simples. O abstract consiste na apresentação concisa do texto.1 Fatos Históricos 2. devem ser informadas as keywords. espaçamento simples. em negrito.1. com espaçamento entre linhas simples Títulos das sessões: os títulos das sessões devem ser posicionados à esquerda. sugere-se o seguinte modelo: 1 INTRODUÇÃO 2 FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA 2. tamanho 12.1. tamanho 12. tamanho 12. justificado. o resumo deve ser na própria língua do trabalho.1. em no máximo 250 palavras. tamanho 10. considerar uma linha de intervalo. com espaçamento entre linhas simples. em inglês. Nomes dos autores: o nome do primeiro autor deve vir duas linhas abaixo do título alinhado a direita. em português. numerados com algarismos arábicos. Abstract: deve vir duas linhas abaixo do resumo. justificado.62 inglês e português.1. O título da primeira seção deve ser posicionado duas linhas abaixo das palavras chaves. Deve-se utilizar texto com fonte Arial.1 Modelos de Sistemas de Informação 2. Sugerem-se três palavras-chave no mínimo e cinco no máximo. Resumo: duas linhas abaixo do nome dos autores.1. com todas as letras em minúscula. O “Resumo” deste documento inclui a formatação correta do Resumo e das Palavras-chave.1 SISTEMAS DE INFORMAÇÃO 2. com espaçamento entre linhas . com primeira letra de cada nome em maiúscula e o restante em minúsculo. O nome dos demais autores (caso houver) deve constar na linha abaixo do primeiro autor. fonte Arial. justificado.

As notas não devem ser utilizadas para referência bibliográfica. seja inédita e pertencente aos autores do próprio artigo. Itálico deverá ser utilizado apenas para palavras em língua estrangeira (for exemple). centralizado. 3 CITAÇÕES E REFERÊNCIAS As citações devem obedecer ao sistema autor-data e estar de acordo com a norma NBR 10520 da ABNT. TABELAS E QUADROS As ilustrações. da mesma maneira que os trechos de corpo de texto. o uso de alíneas. seguido pelo ano do estudo essa especificação deve constar na Primária (2009). desenvolvimento e conclusão. Deve ser utilizada fonte tipo Arial tamanho 10 e espaçamento entre linhas simples em citações com mais de três linhas. apresentar título e fonte na parte inferior. ou ainda a ilustração não retrate uma pesquisa de campo. o texto é estruturado de maneira distinta. entrelinhas de quadros e tabelas e legendas das ilustrações. As abreviaturas dos títulos dos periódicos citados deverão estar de acordo com as normas internacionais. diagramas e quadros. ela receberá asterisco e não numeração.5 cm Os itens de alínea são separados entre si por ponto-e-vírgula. Arial. Notas: As notas devem ser reduzidas ao mínimo e digitadas em pé de página. Todas as ilustrações devem obrigatoriamente conter legenda e fonte. O último item de alínea termina com ponto. não necessariamente com esta divisão e denominação. Conforme a metodologia adotada ou finalidade que se destina. notas de rodapé. As tabelas devem ser numeradas em algarismos arábicos.5 cm. mas geralmente consiste em introdução. DIAGRAMAS. fonte Arial. isso também ser especificado. também.Com recuo a esquerda de 2 cm e deslocamento de 0. numeradas a partir de 1. apresentar título na parte superior de modo centralizado e fonte na parte inferior alinhado a esquerda. 2 FORMATAÇÃO DE ILUSTRAÇÕES. É possível. tamanho 10. Usar fonte 10. O estilo “Alínea” constante deste documento pode ser usado para a aplicação automática da formatação correta de alíneas. bem como ser referenciados no corpo do texto. mas ainda assim. Se houver nota no título.63 simples. Negrito deve ser utilizado para dar ênfase a termos. que obedecem às seguintes indicações: Cada item de alínea deve ser ordenado alfabeticamente por letras minúsculas seguidas de parênteses com o mesmo parâmetro das listas . frases ou símbolos. Caso os dados da ilustração sejam inéditos e provenientes uma pesquisa de campo realizada pelos próprios autores do artigo. No caso do uso de listas. justificado. . referências. As listas devem ser justificadas na direita e na esquerda. mas nesta seqüência. deve-se usar o marcador que aparece no início desta frase – Com recuo a esquerda de 2 cm e deslocamento de 0. devem ser numerados em algarismos arábicos.

2008. Citações diretas de até 03 linhas acompanham o corpo do texto e se destacam com dupla aspa. BELTRANO.0 cm na margem esquerda. 150). seguido da expressão et al (FULANO et al. deve-se utilizar texto com fonte Arial. p. pode ser caracterizado plágio” (FULANO. Para as citações com mais 03 linhas. Deve haver uma linha em branco antes e depois da citação (FULANO. Para citar obras escritas por dois autores no corpo do texto. devem ser incluídas ao final. Rio de Janeiro. 2008). 2003. 2008. 20). Caso o texto original já contenha aspas. em parágrafo distinto. terminando na margem direita. na seção Referências. Rio de Janeiro. Não se deve utilizar o caractere &. estas devem ser substituídas por aspa simples. conforme ilustrado neste exemplo. estas devem ser referenciadas pelo último sobrenome do primeiro autor seguido da expressão et al. estas devem ser transcritas em parágrafo distinto. seguindo os padrões da norma NBR 6023 da ABNT. 2008). Quando estiver entre parênteses. A exatidão das referências é de responsabilidade dos autores. mencionar somente o primeiro autor. Exemplo: Toda citação direta com mais de 03 linhas é considerada uma citação direta longa. REFERÊNCIAS ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. Exemplos: a) Fulano (2008. Todas as referências citadas no texto. Deve ser utilizada fonte tamanho 10 e sem as aspas. NBR 6023: informação e documentação: referências: elaboração. exatamente conforme aparece nas referências aleatórias incluídas a seguir. 2005. espaçamento simples. terminando na margem direita.0 cm da margem esquerda. BELTRANO. A citação com mais de 03 linhas deve ser escrita sem aspas. tamanho 12. Comunicações pessoais. com fonte menor e com recuo de 4. e apenas estas.64 Quando o autor citado estiver no corpo do texto. . ______. estes devem ser separados por ponto-evírgula (FULANO. Quando a citação de dois autores estiver entre parênteses. NBR 14724: informação e documentação: trabalhos acadêmicos: apresentação. Rio de Janeiro. As referências devem aparecer em ordem alfabética e não devem ser numeradas. a grafia deve possuir a primeira letra em maiúsculo e as seguintes em minúsculo. prevendo 12 pontos (ou uma linha) depois de cada referência. A citação deve vir logo abaixo texto que a antecede e a sucede por 12 pontos (ou uma linha). deve-se citar Fulano e Beltrano (2008). trabalhos em andamento e trabalhos não publicados não devem ser incluídos na lista de referências bibliográficas. 2002. a grafia deve ser em maiúsculo. p. b) "Citar trechos de ‘outros autores’ sem referenciá-los. 10) afirma que “é importante a utilização das citações corretamente”. Para citar obras escritas por três ou mais autores. Para as referências. Deve-se utilizar um recuo de 4. mas citados em notas de rodapé. Em obras escritas por mais de três autores. p. ______. NBR 6024: informação e documentação: numeração progressiva das seções de um documento escrito: apresentação. As referências devem ser ordenadas alfabeticamente pelo sobrenome do autor.

tratando de um assunto particular de maneira sistemática. Rio de Janeiro. 2003. dissertando sobre o mesmo em diversos graus crescentes e de originalidade. 2003. isso ocorrem com o propósito de definir e estruturar estes trabalhos acadêmicos. até a dissertação de mestrado ou a tese doutoral. FIALHO. 2007. 1. ______. Neste caso. além de considerar a profundidade e a extensão. completa e rigorosa. Ed.65 ______. ele aborda apenas um assunto por vez. Florianópolis/SC: Visual Books. Em sua estrutura. Francisco Antonio Pereira. Nilo. TCC: métodos e técnicas. Rio de Janeiro. . NBR 10520: informação e documentação: citações em documento apresentação.3 TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO/ MONOGRAFIA Os trabalhos de conclusão de curso na forma de monografias são os mais extensos e formais dos trabalhos acadêmicos. NBR 6028: informação e documentação: resumo: apresentação. é necessário e recomendável uma consulta a cada modelo com maior profundidade. NBR 6027: informação e documentação: sumário: apresentação. utilizadas em trabalhos de conclusão de curso de graduação ou de especialização. portanto. pois a monografia deve ser detalhada ao ponto de atender aos objetivos institucionais. 2002. ______. OTANI. Antonio Carlos de. Isso ocorre em um continuum que vai da monografia propriamente dita. 4. Rio de Janeiro. Existem muitas obras na forma de monográficas e. SOUZA.

Deve-se utilizar texto com fonte 12.66 4.25 cm.1 Formatação do Trabalho de Conclusão de Curso Os Trabalhos de Conclusão de Curso (TCC) na modalidade Monografia seguem as seguintes normas quanto à sua formatação: • Folha no formato A4 (210 x 297 mm). Entre uma seção e outra. em negrito. • A numeração das páginas deve ser arábica e aparecer no canto superior direito da página a partir da “Introdução”. numerados com algarismos arábicos. considerar duas linhas de intervalo. e 2 cm inferior e à direita. 3 cm 1 3 cm 2 cm 2 cm .3. • A folha deve apresentar margem de 3 cm superior e à esquerda. Não coloque ponto final nos títulos. porém a contagem começa na Folha de Rosto. • Fonte Arial do Microsoft Windows ou equivalente. Vide exemplos em “Sumário”. • Títulos: os títulos devem ser posicionados à esquerda. • O tamanho da fonte deve ser 12 para o texto e para os títulos.5 cm e os parágrafos iniciados com margem de 1. • Espaço entrelinhas de 1. em negrito. • O trabalho deve ter entre de 85 a 150 paginas.

• Lombada: Deve constar na parte superior o termo TCC.67 4. conforme exemplo. Resumo (obrigatório). • CAPÍTULO 5: Conclusão.1.1. Agradecimentos (opcional).3.2 Capa e Lombada • Capa: Devem constar os elementos essenciais necessários à identificação do documento. • CAPÍTULO 2: Fundamentação Teórica. Sumário (obrigatório). Folha de rosto (obrigatório). Apêndices (opcional). • CAPÍTULO 4: Resultados da Pesquisa. Epígrafe (opcional). Objetivos Específicos. No meio. A capa deve ser preta com letras douradas. Lista de reduções (siglas e símbolos se houver) • CAPÍTULO 1: Introdução. Pergunta de Pesquisa. Abstract (obrigatório).3. Anexos (opcional). . conforme exemplo. Na parte inferior. a área da Pós-Graduação e o titulo do trabalho. 4. Justificativa da Escolha do Tema. Glossário. Listas de Tabelas/Ilustrações. (opcional).1 Conteúdo Em conformidade com a norma NBR 6029:2005 da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) os relatórios de pesquisas científicas devem conter os seguintes elementos: • Elementos Pré-Textuais: Dedicatória Capa (obrigatório). Objetivo Geral. • Elementos Pós-Textuais: Referências (obrigatório). o ano da defesa. • CAPÍTULO 3: Procedimentos Metodológicos. Ficha catalográfica (obrigatória) Folha de aprovação (obrigatório).

ANO .68 TCC FACULDADES DE CIÊNCIAS ECONÔMICAS DA REGIÃO CARBONÍFERA – FACIERC FACULDADES ASSOCIADAS DE SANTA CATARINA .FASC CURSO DE GRADUAÇÃO EM --------------- AUTOR (ES) TÍTULO DO TRABALHO ANO LOCAL.

3 Folha de Rosto [AUTORES ] TÍTULO Trabalho de Conclusão de Curso apresentado à Coordenação do Curso de xxxxxxxxxxxxxx para a obtenção do título de Bacharel em xxxxxxxxxxx Prof.3.1. orientador: LOCAL. ANO .69 4.

Orientador: Trabalho de Conclusão de Curso: Graduação em XXXXXX. FACIERC. Prof.4 Ficha catolográfica A ficha catalografica deve estar no verso da folha de rosto.3. Ano Referências: Paginas: Palavras-chave . Autores Título do trabalho/ autores/ Cidade/ Estado/ Instituição/ Ano/ Número de paginas.1.70 4.

1.3. [ Titulação e nome] Coordenador do Curso [_ Titulação e nome] Orientador Banca Examinadora [Titulação e nome] [Titulação e nome] [Titulação e nome] . Criciúma. [dia] [mês] de [ano].5 Folha de aprovação [ Autores ] [ Título ] Este trabalho de conclusão de curso foi avaliado e aprovada para a conclusão do curso de Graduação em XXXXXXXXXXXXX pelas Faculdades de Ciências Econômicas da Região Carbonífera – FACIERC.71 4.

1.3.6 Dedicatória Aos meus pais e irmãos .72 4.

.................................... ................... 4...... AGRADECIMENTOS ......... ............. .......... .......... . .................1.....................1............ Aos meus colegas de classe pela constante troca de conhecimentos.......... .7 Agradecimentos Aos meus familiares pelo apoio durante estes anos de estudo....................3........................73 4.. AGRADECIMENTOS .3...............8 Epígrafe “É a teoria que determina a forma como a qual entendemos o mundo” Albert Einstein ............. .............

Palavras–chaves: (3 a 5). no máximo. 250 palavras.9 Resumo Acima do resumo e do abstract. separadas por ponto final. Janaína Rosa. O texto deverá ser desenvolvido em espaço simples e sem parágrafos.3. P. Criciúma. FACIERC. sem a utilização de adjetivos. tal como no exemplo que segue: Francisco. Resumo informativo em português com. deve-se constituir a referência do trabalho.74 4. Dar preferência pela voz ativa.1. . Thiago Henrique Almino. 2009. com uma RESUMO RESUMO linguagem impessoal. Schenkel. Ana Paula de Oliveira. Curso de Administração. Pinheiro. Trabalho de Conclusão de Curso. A IDENTIFICAÇÃO DAS COMPETÊNCIAS ESSENCIAIS DA FACIERC COM BASE NA PERCEPÇÃO DE SEUS GESTORES.171.

A IDENTIFICAÇÃO DAS COMPETÊNCIAS ESSENCIAIS DA FACIERC COM BASE NA PERCEPÇÃO DE SEUS GESTORES. Dar ABSTRACT preferência ABSTRACT pela voz ativa. Criciúma. Trabalho de Conclusão de Curso. P. . Janaína Rosa.171. no máximo. Key-words: (3 a 5). Pinheiro. sem a utilização de adjetivos. FACIERC. O texto deverá ser desenvolvido em espaço simples e sem parágrafos.1. Thiago Henrique Almino. Schenkel.3. com uma linguagem impessoal. Ana Paula de Oliveira.10 Abstract: (é o Resumo no idioma Inglês ou espanhol) Francisco. separadas por ponto final.75 4. 2009. 250 palavras. Resumo informativo em inglês ou espanhol com. Curso de Administração.

.................... figuras.................1................. Elas devem se posicionar antes do sumário e se posicionar em paginas diferentes e seqüenciais......................1..... tabelas...1 Fatos Históricos 2...1.... deve ser seguido o formato a seguir especificado..1 A estrutura dos modelos Quadro 11: Seções – numeração e recursos gráficos Fonte: Souza......1.................... Para o sumário e consequentemente os títulos e subtítulos do corpo do TCC.... Pag Pag Pag Pag O sumário.......................................11 Lista de ilustrações e sumário A lista de ilustrações elenca os quadros....1..................... Lista de Figuras Figura 1 Título da Figura........................1..........76 4........ Lista de tabelas Tabela 1 Título da tabela......... a partir do exemplo que seguem...1 Modelos de Sistemas de Informação 2............ fotos e demais ilustrações que compõem o trabalho................................................ 1 INTRODUÇÃO 2 FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA 2. enumera as partes do documento na mesma ordem em que se apresentam no texto........ Lista de Gráficos Gráfico 1 Título do gráfico..........3..1 SISTEMAS DE INFORMAÇÃO 2.....1. Fialho e Otani 2007 Seção primária Seção primária SEÇÃO SECUNDÁRIA Seção Terciária Seção Quaternária Seção Quinária .... Lista de quadros Quadro 1 Título do quadro.

............... ......................... ............................................... .................. a introdução é primeira parte do trabalho............................................................................... ................. Deve ser mantida a fonte (autoria)........................................................................................... ...................................................................... ......................... .................................................................................. ........................ por meio da compilação crítica e retrospectiva de várias publicações.........................1..................................... Neste item.... .. ......................................................... ............................................... ............ 8 8 INTRODUÇÃO INTRODUÇÃO .................................... ................................... .................... ..................................... ........................... ........................... Fundamentação Teórica Mostra-se............................................................................................................. ..................12 Detalhamento dos elementos textuais Como já visto anteriormente......... ....... ........... ............................................................ .............77 4... se justifica o que se vai fazer............ Apresenta o tema de pesquisa o problema a ser pesquisado e seus objetivos.......................... Aqui se deve fazer uso de paráfrases e citações literais (NBR 10520).............3................................................. ............................................................ o estágio de desenvolvimento do tema da pesquisa e estabelece um referencial teórico para dar suporte ao desenvolvimento do trabalho.................................................................................................................................................... .................... ........... • Paráfrases: síntese das idéias de algum autor................. argumentando a pertinência de seu estudo.............................. É a primeira pagina que será numerada no trabalho OBJETIVOS OBJETIVOS .............

........... ......................... ..................... • Paráfrase (3) Com 3 ou mais autores........... p..................................................................... .. (NBR 6023.. a partir da segunda linha da mesma referência.....................1 [Sub-título] .............. .......................... .................... 2.......................................... . Deve ser mantida a fonte e a página de onde foi retirada a citação....... • Paráfrase (1) Quando no decorrer do texto............. TÍTULO ............................. Quando aparecerem em notas de rodapé........................................ • Paráfrase (2) quando em mais de um autor.............1.... . .... ................ • Citações com mais de 3 linhas: reentrada com margem de 4cm..................................................1 [SUB2..............................................]................ os nomes devem ser separados pela letra e: Com base em Fulano e Beltrano (2009)......78 • Citação literal (ibisis litteris): cópia fiel da frase ou parágrafo....................... fonte 10............................................................1...................................... ...................................................... .. (SILVA.......................... p........ 2002... deve-se usar a expressão et al: Com base nas contribuições de Fulano et al (2009).... .............................. ................ em espaço simples e separadas entre si por espaço duplo................ 3) 12 12 REVISÃO BIBLIOGRÁFICA REVISÃO BIBLIOGRÁFICA ................................................. 2002.............................................. 21)................................................... ......................................................... ...........2 [SUB2....................................................... ....... ....1 [SUBTÍTULO] .... Deve estar situada duas linhas abaixo do texto As referências são alinhadas somente à margem esquerda do texto e de forma a se identificar individualmente cada documento... • Citações com menos de 3 linhas: no corpo do trabalho entre aspas: “A Segurança do Trabalho é definida por normas e leis”.....1 [Sub-título] 2.......... ..........2 [SUBTÍTULO]] ............. TÍTULO] ........... [............ 2......... serão alinhadas................... sem aspas. ................ este deve obedecer ao seguinte principio: Com base em Fulano (2009).......... 2......

............... ............................................ ele terá como seguir os passos adotados..............).................. Caso o leitor queira reproduzir a pesquisa...............1 Sub-título ..................................................................... ..........................................................1 Sub-título 3. ...................... ....................................... Indicar como foi selecionada a amostra e o percentual em relação à população estudada........................1 SUB-TÍTULO 3........ ...........................1 SUB-TÍTULO ..... entrevista.................... Deve mostrar como os dados foram tratados e como foram analisados...................... Apontar os instrumentos de pesquisa utilizados (questionário.......................... ................................................................... ...................... Apresentar todas as especificações técnicas materiais e dos equipamentos empregados......................................................... . ................................................................79 Procedimentos Metodológicos Os procedimentos Metodológicos devem ser desenvolvidos de forma à: • • • • • • Fornecer o detalhamento da pesquisa.............. etc....... ............ 3............................................... 3............................ ......1............................2 SUB-TÍTULO .....2 SUB-TÍTULO 3.......................................... Esclarecer os caminhos que foram percorridos para chegar aos objetivos propostos............................. ... 73 73 3 PROCEDIMENTO METODOLÓGICOS 3 PROCEDIMENTO METODOLÓGICOS 3.................1................

..................................................... EX1: 5............................................... ............................................................1 SUGESTÕES PARA FUTUROS TRABALHOS......... .............................................................................. ... ..................................................... sugere-se um novo subitem......................................... Nesta etapa não se deve introduzir novos argumentos. ................. ..... ........ .... onde será mostrado se os objetivos foram atingidos................... porém................... .. ................................................................................................... ....................... Podem-se apresentar sugestões sobre o tema abordado no trabalho........................... A conclusão deve resgatar a consecução dos objetivos do trabaalho.......................................... .............. ................................................. .................. ..............................................................1 SUGESTÕES PARA FUTUROS TRABALHOS TRABALHOS .. para isso......... apenas ater-se ao que já foi estudado e apresentado no trabalho....................80 Conclusão Apresenta a síntese interpretativa dos principais argumentos usados................................................................................. Podem constar na conclusão uma recapitulação sintetizada dos capítulos e a autocrítica...... ........................................................ 5...................... onde você fará um balanço dos resultados obtidos pela pesquisa.................................... ou EX2: SUGESTÕES PARA A EMPRESA 80 80 5 CONCLUSÃO 5 CONCLUSÃO ........ .......................................... .......... ................1 SUGESTÕES PARA FUTUROS 5.......

Disponível em: <http://www. XI e XI. II. Instituto Paulo Freire. 2002. SEVERINO. VII. & BERVIAN. de 2008. A. Marina de Andrade. Acesso: mar.paulofreire.1. IV. 4a Edição. Discurso do Método. A. Vol. CERVO. Thomas A. de em:<http://www. P. Metodologia Científica em Ciências DEMO. 2009. Marina de LAKATOS. científica. São Paulo: McGraw-Hill. 2001.. Metodologia Científica em Ciências Sociais.. Metodologia CERVO. 1995. Listam-se todas as obras citadas no texto que de alguma forneceram subsídios a sua elaboração da monografia. 85 85 REFERÊNCIAS REFERÊNCIAS ABBAGNANO.. Nicola . ________Fundamentos da Metodologia Científica. Paulo: Atlas. Leda Miranda. Metodologia do Trabalho Científico . Sociais. Acesso: fev. São Paulo: Cortez. Disponível EDISON. São Paulo: McGraw-Hill. ________Fundamentos da Metodologia Científica. Metodologia científica. São Paulo: Cortez. 2000. René. 1996. 2002. 2001.org/>. DESCARTES. A. EDISON. Leda Miranda. 2001. Disponível em:<http://www. AGIR. V. René. Eva Maria e MARCONI. 1996. São Paulo: Atlas. 2008. Metodologia Cientifica. Paulo R. V. de 2009. III. São Paulo: Atlas. 4a Edição. Metodologia Cientifica.3. Presença. 1995. História da Filosofia.81 4. FREIRE.org >. N. São DESCARTES. P.L. ABBAGNANO. trabalho científico. 1992. VI. A. Disponível FREIRE. Antônio Joaquim. São Paulo: Martins Fontes. . HUHNE. de em: <http://www.tomedison. III. Pedro.tomedison. 1. XI e XI. DEMO. 1999. IV. 1992. Pedro.. Acesso: mar. Paulo R. Edison Museum.13 Detalhamento dos elementos pós-textuais REFERÊNCIAS (centralizada e sem numeração) Elemento pós-textual onde são listadas as referências em ordem alfabética de sobrenome de autor com espaço entre linhas simples e entre referências. VII. 2000.paulofreire. São Andrade. Thomas A. Discurso do Método. 1999. Metodologia do trabalho científico. Nicola História da Filosofia. Acesso: fev.org/>.5. 2001. AGIR. Vol. Metodologia do SEVERINO. Paulo: Martins Fontes.L. II. São Paulo: Atlas.org >. N. LAKATOS. Presença. & BERVIAN. Eva Maria e MARCONI. Metodologia do Trabalho Científico São Paulo: Atlas. VI. Edison Museum. Antônio Joaquim. HUHNE. Instituto Paulo Freire. São Paulo: Atlas.

É o documento elaborado pelo autor a fim de complementar sua argumentação.82 APÊNDICE e ANEXO(S) As definições já foram tratadas anteriormente.Questionário APÊNDICE A Questionário colaboradores da empresa x colaboradores da empresa x aplicado aplicado 88 88 aos aos . que serve de fundamentação. Exemplo: APÊNDICE A – Questionário aplicado aos colaboradores da empresa x APÊNDICE B – modelo de documento para os colaboradores ANEXO(S): Texto ou documento não elaborado pelo autor. comprovação e ilustração. Exemplo: ANEXO A – Mapa do setor de extrusão da empresa x ANEXO B – Quadro de horários de funcionários do setor de montagem da empresa x Para cada apêndice ou anexo deverá ser utilizada uma página nova. APÊNDICE A -.

preservando a apresentação (conteúdo e forma) da fonte pesquisada. É natural. as citações tornam-se relevante já que permitem que ocorram contribuições de informações extraídas de outra fonte. no texto de um projeto de pesquisa. as citações são utilizadas para apresentação de conceitos. As citações. podendo ser apresentada no sistema numérico. elementos principais. no caso da citação indireta. ou autor-data. A autoria pode ser informada dentro ou fora do parênteses. de acordo com a proposta da NBR 10520:2002.83 5 CITAÇÕES E REFERÊNCIAS Com a intenção de consolidar o projeto de pesquisa. jamais.1 TIPOS DE CITAÇÕES 5. Em um texto científico. quando a transcrição não é literal. ela deve ser especificada entre parênteses com as informações de autoria. sendo obrigatório o uso de letras maiúsculas para a opção “dentro do parênteses” . assim como salienta Vergara (2000). evitando a distorção do conteúdo. as citações são elementos adicionais ao texto e. Desse modo. quando se referem a uma transcrição literal – cópia fiel – do texto do autor consultado. modificando-se o texto original com a manutenção das informações base da contribuição. 5. sobretudo no sentido de contar com a contribuição da busca pelo estado da arte do conceito pesquisado. que se tome o devido cuidado com a utilização das palavras. apresentação de elementos adicionais para aumentar a força do argumento e valorizar os aspectos trabalhados ao longo da pesquisa. . comprovação de pontos de vista. ou indiretas.1. podem ser diretas. devendo-se preservar o significado original pretendido pelo autor. ano.1 Citação Direta As citações diretas são as transcrições das informações citadas. No sistema autor-data. pagina separados por vírgula.

17). Em outro exemplo. Entre o texto e a citação deve-se utilizar um espaço de 1.]” (FEDELI et al.17) “a condição da orientação a objetos desencoraja o desenvolvedor a pensar em uma aplicação de forma hierárquica [. enquanto o galho que procura para atingir o seu objetivo será um valor de uso”. devem ser destacadas com recuo de 4 cm da margem esquerda.]” Este tipo de citação também pode utilizar a autoria no final do texto entre parênteses. enquanto o galho que procura para atingir o seu objetivo será um valor de uso” (GREIMES. p. Em um exemplo de autoria indicada no texto. COURTÉS. P. Ou ainda: “A condição da orientação a objetos desencoraja o desenvolvedor a pensar em uma aplicação de forma hierárquica [. espaço entre linhas simples e sem aspas.. teses e anais de congressos). 76). “a banana que o macaco tenta atingir é seu valor de base.5 cm. 2002. 1979. Já as citações com mais de três (3) linhas..84 A citação direta pode se apresentar de duas maneiras: com até três (3) linhas. em fonte 10. Greimes e Courtês (1979.. assim como no exemplo que segue: O Comut permite às comunidades acadêmica e de pesquisa o acesso a documento em todas as áreas do conhecimento (mediante cópias de artigos de revistas técnico-científicas. 378).378) escrevem: “a banana que o macaco tenta atingir é seu valor de base. 2002. p. p. ou com mais de três (3) linhas. exclusivamente para fins acadêmicos e de pesquisa. pode-se observar o seguinte: A este propósito. (GIL. tal como no exemplo que segue: A este propósito. identifica-se outra forma de se utilizar este método de citação: Para Fideli (2002. A citação com até três (3) linhas são destacadas no texto por aspas duplas (“ “). p.. .. respeitando-se rigorosamente a Lei dos Direitos Autorias.

Ela pode ocorrer com a autoria indicada no texto. deve-se colocar na indicação da fonte a expressão latina apud. 5.1. Neste caso. além da insatisfação dos incorporadores com os corretores imobiliários quanto ao aspecto de falta de conhecimento sobre as necessidades dos clientes.1.2 Citação Indireta A citação indireta se refere a referencia do contexto. as estações ecológicas encontram-se agrupadas às categorias de manejo de uso indireto dos recursos. sendo necessária apenas a data da fonte consultada. Elas apresentam o sintoma típico de empresas que não acordam para o atendimento ao cliente. às vezes. tal como no exemplo que segue: . fica a recomendação para que o pesquisador escolha um dos modelos e utilize-o como referência em todo o trabalho. Já em um exemplo de autoria no final do texto. Neste caso. as imobiliárias são internamente administradas em processos fragmentados e. Ela pode aparecer com a autoria indicada no texto. tal como no exemplo que segue: Segundo Almeida (2001). Aqui. não bem racionalizados. a indicação da pagina é suprimida. evitando utilizar os dois. p.3 Citação da Citação É a citação direta ou indireta de um texto em que não se teve acesso ao original. Constata-se que ela é a exposição da idéia da fonte pesquisada escrita com as próprias palavras do autor do trabalho acadêmico. (INSTITUTO BRASILEIRO DO MEIO AMBIENTE E DOS RECURSOS NATURAIS RENOVÁVEIS. tendo como base um texto na obra do autor consultado. 25). identifica-se a citação da seguinte forma: Na classificação da União Internacional para a Conservação da Natureza (UICN).85 5. 1995.

5. A ABNT trata algumas de modo específico. Também são utilizados com a expressão “sic” (assim mesmo).” (CHALMERS. 1990. comentário. para indicar que houve erro de grafia no texto original. tal como identifica-se no exemplo que segue: “A ciência é baseada no que podemos ver.1. 1978. ouvir.” Mas pode aparecer. p. ou explicação necessária ao texto mencionado. 2002. etc. p.4 Particularidades nas Citações No âmbito das citações existem algumas peculiaridades. até saber-se tudo de nada.” . do mesmo modo que generalismo é saber-se cada vez mais. é fundamental que seja feito previamente um plano instrucional detalhado do curso. 1993 apud GIL. no final do texto entre parênteses. 53).86 James (1970 apud MEDINA. 168). até não se saber nada de tudo. sendo as principais destacadas nos pontos que seguem: • As aspas simples – ‘exemplo’ devem aparecer quando constar no texto original frase ou palavras entre aspas duplas. No exemplo que segue há a possibilidade de identificar esta utilização “Para que um custo via rede [internet] seja desenvolvido. 143) afirma que “especialismo é saberse cada vez mais de cada vez menos. p. Opiniões ou preferências pessoais e suposições especulativas não têm lugar na ciência. tocar. • Os colchetes [ ] são utilizados para acréscimo.” (SANTOS. sendo estas substituídas por aspas simples na citação direta com até três (3) linhas. tal como no exemplo que segue: “Se você for esperto perceberá que aquela ‘senhora’ não é quem ela diz ser. também.

4. p.... 77). p.. 2005a) ou Pena (2005a) .. publicadas no mesmo ano. ódio de si mesmo [. 1943. meio ou no fim da frase.. • Os colchetes e reticências [. traduzido pelo autor. 203) a atividade do “[. 18. pode ser utilizado no inicio. quando não se menciona o parágrafo todo. • Já no caso de erro de digitação. 29)... 1962. assim como no exemplo que segue: De acordo com Cardoso (2003. como as de grifo do autor ou grifo nosso. [. Exemplo do grifo nosso ou grifo do autor: De acordo Gil (2002.] são utilizados para supressão. v. grifo nosso) “[. o exemplo é o seguinte: “Todas as cazas [sic] daquela rua eram com certesa [sic] de Dom Joaquim Passos. perversão..] qualidades pessoais do pesquisador no processo de criação científica. • As citações de um mesmo autor. Estes aspectos devem ser mencionados após a citação...] pode julgar-se pecador e identificar-se com seu pecado. Neste caso..” Exemplo de tradução nossa: “Ao fazê-lo pode estar envolto em culpa.” (FERNANDES.] o cirurgiãodentista está relacionada não só ao trabalho de lesões decorridas de traumas bucofaciais [.]” • Os parênteses ( ) são utilizados para inclusão de expressões. em ordem alfabética crescente e sem espacejamento conforme a lista de referências.. Um exemplo pode ser identificado a seguir: (PENA. tradução nossa).87 (KUNHEN.]bem como a disseminação de informações sobre traumatismos dentais em atletas [.] desempenhado pelos recursos de que dispõe o pesquisador no desenvolvimento e na qualidade dos resultados da pesquisa. são diferenciadas pelo acréscimo de letras minúsculas após o ano. 463.” (RAHNER. p.. p. p. 2001.

seguida de reticências.. tal como no exemplo: “Os mecanismos serão implementados conforme detectada necessidade de mudanças no estabelecimento.. 2002) (SILVA. separadas por vírgula e entre parênteses.. estas devem ser inclusas na indicação da fonte. 1990) (SILVA. 34). .. Álvaro. 2005b) ou Pena (2005b) • Quando houver a coincidência de autores com o mesmo sobrenome e data. tempos de plenitude estão por chegar. 2001) (SOUZA. data da publicação e das paginas. 2001) (SILVA. p.” (SISTEMA. p. Afonso. deve-se acrescentar as iniciais de seus prenomes. Caso haja a coincidência nas letras iniciais dos prenomes. Antônio.88 (PENA.. deve-se utilizar a primeira palavra do titulo.. 1990) (SILVA. 8).” (OS NOVOS. Caso o título se inicie com palavra que seja artigo ou monossílaba. F... deve-se escrever os nomes por extenso. “Tempos de dor estão por extinguir-se. Alberto. 1977. 2004. tal como nos exemplos: (SOUZA. J. 2002) • Quando as citações diretas e indiretas de fonte sem indicação de autoria ocorrerem.

2007) as novas tecnologias têm contribuído para o processo de aprendizagem no ensino a distância. 2005. SILVA JÚNIOR. MARTIGNAGO. tornando as pessoas inclusivas na sociedade. Exemplo de autoria indicada no texto: De acordo com Machado (2007). Martignago (2002) e Silva Júnior (1999) o hábito da leitura desenvolve a capacidade de reflexão. 2001. indicada no texto: De acordo com Medeiros (2001. entre parênteses: As novas tecnologias têm contribuído para o processo de aprendizagem no ensino a distância. . 1999). assim como no exemplo que segue. tornando as pessoas inclusivas na sociedade. no final do texto. no final do texto. entre parênteses: O hábito da leitura desenvolve a capacidade de reflexão. existem duas formas. (MACHADO. 2002. 2007). Exemplo de autoria. • Quando houverem citações indiretas de mais de um documento com autoria diferente. estas devem ser separadas por ponto e virgula e ordenadas alfabeticamente. no final do texto. 2005.89 • Quando houverem citações diretas e indiretas de mais de um documento com a mesma autoria. identificadas nos exemplos que seguem: Exemplo de autoria. (MEDEIROS. 2007. Exemplo de autoria.

não indicada na obra (PHILIPPI. • Autoria repetida: Substitui-se a indicação da autoria por um traço sublinear equivalente a seis (6) underline. São Paulo: LTr. As referências apresentam-se logo após a conclusão do trabalho. Número da edição (quando houver). A seguir. 5.90 • Já nas citações diretas e indiretas sem data. ano. Exemplo de citação no final do texto com data certa. p. Benedito Rodrigues. • Livro no todo: AUTORIA (PESSOA. Cidade: Editora. recrutamento e seleção de pessoal. 2005. Título: subtítulo. Planejamento. . A palavra “referências” deve ser apresentada em letra maiúscula e em negrito. [2009?]. [2009]. p. PONTES. Fazem parte desta lista todos os documentos utilizados no trabalho.2 REFERÊNCIAS A elaboração das referências segue as considerações da NBR 6023. ed. 9).31). segue-se o seguinte exemplo: Exemplo de citação no final do texto com data provável: (PHILIPPI. da ABNT. ENTIDADE ou JURISDIÇÃO). há um CD nas dependências da biblioteca com os originais da NBR 6023. digitadas em espaço simples e separadas entre si por dois espaços simples. Para as devidas consultas. os quais são representados por meio de citações diretas ou indiretas. seguem-se os exemplos das principais referencias utilizadas em um trabalho de pesquisa. alinhadas somente a margem esquerda. 4. com alinhamento centralizado. onde as duvidas poderão ser dirimidas.

As leis da abolição. 3. Regina A. ed. e ampl. 2. 1976. 1987. Geomorfologia. São Paulo: Martin Claret. 1995a. 2000. Marina de Andrade. Secretaria da Educação. • Mais de três (3) autores – indicar o primeiro autor seguido da expressão et al. Rio de Janeiro. Câmara Municipal. Antônio. São Paulo: E. 1995b. Eva Maria. ______ (Org. BONJORNO. 1990. 6. São Paulo: Hucitec. c2001. estado ou país) SOMBRIO. 1 v.91 CHRISTOFOLETTI. 2002 • Dicionário HOUAISS. SANTA CATARINA. Geografia e meio ambiente no Brasil. Ministério da Indústria e do Comércio. rev. Dicionário Houaiss da língua portuguesa. et al. Etanol: combustível e matéria-prima. [199-?]. ______. São Paulo: FTD. rev. ed.). ed. MARCONI. ed. 3. Lei orgânica do município de Sombrio. Física completa: ensino médio. • Coincidências de obras do mesmo autor e mesma data LAKATOS. • Jurisdição (cidade. Antonio. BRASIL. Sociologia geral. Rio de Janeiro: Objetiva. • Livro sem autoria O PODER da PNL: (programa neurolingüística). Secretaria de Tecnologia e Indústria. São Paulo: Atlas. • Livro em meio eletrônico . São Paulo: Atlas. Florianópolis: Imprensa Universitária. Sombrio. e ampl. Fundamentos de metodologia científica. Blücher. 2000.

Acesso em: 5 dez. São Paulo: Atlas. 2009. • Parte de livro (capítulo) com autoria . ed. José de. Damásio E. Aguinaldo. Cidade: Editora. 2008. atual. 2003. 1. ano. A trajetória de um sonho. ed. e ampl. 7 v.terra. Disponível em: <http://virtualbooks. • Livro em vários volumes VENOSA. Título da obra: subtítulo. 19. • Código comentado JESUS. • Livro com duas editoras AUGUSTINHO. 2007. 2000.l. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan. Páginas inicial-final da parte. • Parte de livro AUTORIA (PESSOA. atual.]: VirtualBooks.com.. Código penal anotado. • Uso de um dos volumes de livro composto de vários volumes SOBOTTO. Johannes. O garatuja. ENTIDADE ou JURISDIÇÃO) da parte. 21. Silvio de Salvo. Florianópolis: Ed. Número da edição (quando houver). de. ENTIDADE ou JURISDIÇÃO) da obra. In: AUTORIA (PESSOA. 3.br>.92 ALENCAR. 2003. rev. Unisul. Atlas de anatomia humana. Samec. Título da parte: subtítulo. v. [S. São Paulo: Saraiva. Direito civil. ed.

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Constituição da República Federativa do Brasil.99 JURISDIÇÃO (PAÍS OU ESTADO). Número da edição (quando houver). ano. Diretor. Notas. • DVD TÍTULO: subtítulo. Pedagogia das séries iniciais. 6 REGULAMENTO GERAL DO TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO . Jaqueline. Título: subtítulo. DF: Senado Federal. Especificação do suporte em unidades físicas. 1 mapa. Constituição (1988). BRASIL. 2000. Brasília. Escala.000. Cidade. 1 DVD. • Mapa AUTORIA (PESSOA. Número da edição (quando houver). Cidade: Editora. AMÉRICA do Sul: mapa visográfico. produtor. ENTIDADE ou JURISDIÇÃO). ano. Apostila da disciplina de Didática do curso de Pedagogia da Unisul. 2006. São Paulo : SIAMAR. ano. São Paulo: Geomapas. GONÇALVES. ENTIDADE ou JURISDIÇÃO). Constituição (ano da promulgação). Cidade: Editora. Designação da quantidade e do tipo de material usado. [19-?].000. Título: subtítulo. Florianópolis. • Apostila AUTORIA (PESSOA. Escala 1:7. Cidade. Título: subtítulo. A QUESTÃO dos paradigmas. Produção de Charthouse International Learning CO. 1988. ano.

§ 1º . • Desenvolver a capacidade de planejamento e disciplina para resolver problemas dentro das diversas áreas de formação. • Intensificar a extensão acadêmica. • Estimular o espírito empreendedor. ou de acordo com as indicações do Professor Orientador . Art. obedecendo as normas estabelecidas pelo Roteiro para a elaboração de trabalhos científicos da Instituição. que constitui componente curricular obrigatório dos cursos de graduação da FACIERC e tem como objetivos: • Desenvolver a capacidade de aplicação dos conceitos e teorias adquiridas durante o curso de forma integrada.100 REGULAMENTO DO TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO PARA OS CURSOS DE GRADUAÇÃO DA FACIERC CAPÍTULO I DOS OBJETIVOS E CARACTERÍSTICAS Art. • Despertar o interesse pela pesquisa como meio para a resolução de problemas. por intermédio da resolução de problemas existentes nos diversos setores da sociedade. • Estimular a interdisciplinaridade. tecnológica aplicada.1º . três (3) acadêmicos do curso. • Estimular a construção do conhecimento coletivo.O TCC será caracterizado por uma pesquisa científica. • Estimular a formação continuada. por meio da execução de um projeto de pesquisa. • Estimular o espírito crítico e reflexivo no meio social onde está inserido. • Estimular a inovação tecnológica.O Trabalho de Conclusão de Curso é uma atividade obrigatória. por meio da execução de projetos que levem ao desenvolvimento de produtos. no máximo. os quais possam ser patenteados e/ou comercializados. 2º O TCC poderá ser desenvolvido em equipes de dois (2) a.

• Organizar e operacionalizar as diversas atividades de desenvolvimento e avaliação do TCC que se constituem na apresentação do projeto de pesquisa.Compete ao Professor Responsável pelo TCC: • Apoiar a Coordenação de Curso no desenvolvimento das atividades relativas ao TCC.8ª fase – dos cursos de Graduação da Instituição. Seção II – Do Professor Responsável pelo TCC Art. o credenciamento e a homologação dos Professores Orientadores do TCC. • Efetuar a divulgação e o lançamento das avaliações referentes ao TCC.Homologar as decisões referentes ao TCC. Art. CAPÍTULO II DAS ATRIBUIÇÕES Seção I – Do Coordenador de Curso Art. IV . III . II – Providenciar.Estabelecer.101 § 2º . 3º .É vedada a convalidação de TCC realizado em outro curso de graduação. que se encarregará pelas ações do processo ensino-aprendizagem e orientações metodológicas do Trabalho de Conclusão de Curso. em consonância com o Professor Responsável. apresentação parcial e defesa final. doravante denominado Professor Responsável. 4º . 5. normas e instruções complementares no âmbito do seu curso.Compete ao Coordenador de Curso I . . em consonância com o Professor Responsável.Indicar o professor responsável pela disciplina de TCC.O TCC constitui-se de uma atividade desenvolvida com o apoio da disciplina de Trabalho de Conclusão de Curso .o .

102

• Promover reuniões de orientação e acompanhamento com os alunos que estão desenvolvendo o TCC. • Definir, juntamente com a Coordenação de Curso, as datas das atividades de acompanhamento e de avaliação do TCC. • Promover, juntamente com a Coordenação de Curso, a integração com a Pós-Graduação, empresas e organizações, de forma a levantar possíveis temas de trabalhos e fontes de financiamento.  Constituir as bancas de avaliação dos TCC. Seção III Do Professor Orientador Art. 6º - O acompanhamento dos alunos no TCC será efetuado por um Professor Orientador, com a anuência do Professor Responsável, observando-se sempre a vinculação entre a área de conhecimento na qual será desenvolvido o projeto e a área de atuação do Professor Orientador. • § 1º - O Professor Orientador deverá, obrigatoriamente, pertencer ao corpo docente da FACIERC, podendo existir coorientador(es).
• § 2.o - O(s) co-orientador(es) terá(ão) por função auxiliar no

desenvolvimento do trabalho, podendo ser qualquer profissional com conhecimento aprofundado e reconhecido no assunto em questão. Art. 7º - Será permitida substituição de orientador, que deverá ser solicitada por escrito com justificativa(s) e entregue ao Professor Responsável, até 60 (sessenta) dias antes da data prevista para o Seminário de Apresentação Final. Parágrafo único - Caberá ao Coordenador de Curso analisar a justificativa e decidir sobre a substituição do Professor Orientador. Art. 8º - Compete ao Professor Orientador:
• Orientar o(s) aluno(s) na elaboração do TCC em todas as suas fases,

do projeto de pesquisa até a defesa e entrega da versão final da monografia.
• Realizar reuniões periódicas de orientação com os alunos e emitir

relatório de acompanhamento e avaliações ao Professor Responsável. • Participar das reuniões com o Coordenador do Curso e/ou Professor Responsável.

103

• Participar da banca de avaliação final. • Orientar o aluno na aplicação de conteúdos e normas técnicas para a elaboração do TCC, conforme metodologia da pesquisa científica. • Efetuar a revisão dos documentos e componentes do TCC, e autorizar os alunos a fazerem as apresentações previstas e a entrega de toda a documentação solicitada. • Acompanhar as atividades de TCC desenvolvidas nas empresas ou em organizações.
• Indicar, se necessário, ao Professor Responsável a nomeação de

coorientador Seção IV – Dos Acadêmicos Art. 9º - São obrigações do(s) Aluno(s): • Ter cursado as disciplina pré-requisito do Trabalho de Conclusão de Curso no respectivo curso • Elaborar e apresentar o projeto de pesquisa e monografia do TCC em conformidade com este Regulamento. • Requerer a sua matrícula na Secretária Acadêmica nos períodos de matrícula estabelecidos no Calendário Acadêmico • Apresentar toda a documentação solicitada pelo Professor Responsável e pelo Professor Orientador. • Participar das reuniões periódicas de orientação com o Professor Orientador do TCC. • Seguir as recomendações do Professor Orientador concernentes ao TCC. • Participar das reuniões periódicas com o Professor Responsável pelo TCC. • Participar de todos os seminários referentes ao TCC.
• Entregar ao Professor Responsável pelo TCC a monografia corrigida

(de acordo com as recomendações da banca examinadora) nas versões impressa e eletrônica, incluindo arquivos de resultados experimentais, tais como: planilhas, gráficos, softwares e outros.

104

• Tomar ciência e cumprir os prazos estabelecidos pela Coordenação de Curso. • Respeitar os direitos autorais sobre artigos técnicos, artigos científicos, textos de livros, sítios da Internet, entre outros, evitando todas as formas e tipos de plágio acadêmico CAPÍTULO III DA MATRICULA E ACOMPANHAMENTO SEÇÃO I – Da Matrícula Art. 10º - A matrícula no TCC será operacionalizada pela Secretária Acadêmica conforme o disposto na instrução de matrícula descrita no Calendário Acadêmico. • § 1º - Somente apresentará seu trabalho nos seminários de avaliação de TCC o aluno efetivamente matriculado nesta atividade naquele período letivo. Art. 11º - Os alunos que pretendam desenvolver o TCC no exterior ou em instituição conveniada, dentro dos programas de intercâmbio institucional, deverão apresentar proposta de trabalho para prévia aprovação pela Coordenação.

§ 1º- A proposta de trabalho de que trata o caput deste artigo deverá ser acompanhada de parecer do Professor Orientador da instituição conveniada onde o estudante desenvolverá o trabalho.

§ 2º - Os trabalhos citados neste artigo, cujas propostas tenham sido aprovadas pela Coordenação e tenham sido defendidas na instituição conveniada, poderão ter seu crédito consignado, via processo de equivalência, após a entrega da documentação referente ao trabalho realizado, redigido em Língua Portuguesa, à Coordenação do Curso.

Seção II - DO ACOMPANHAMENTO

de acordo com o estabelecido em normas complementares. previamente agendadas entre orientador e . CAPÍTULO IV DO DESENVOLVIMENTO DA DISCIPLINA DE TCC Art.A avaliação do Projeto de Pesquisa será organizada pelo Professor Responsável. com ciência do Professor Orientador da instituição conveniada.O tema para o TCC deverá estar inserido em um dos campos de atuação do curso do aluno. 15 .o deverá conter a concordância do Professor Orientador proposto. Parágrafo único . quando houver. 17º . elaborada de acordo com os padrões da FACIERC mínima mensal. 14 – A disciplina de TCC constitui-se atividade e condição obrigatória para a apresentação do trabalho final em banca de defesa. o(s) aluno(s) deverá(ao) comunicar por escrito.Após cada reunião de orientação deverá ser feito um relatório simplificado dos assuntos tratados na reunião. 13º . • Apresentação da monografia. Art.O acompanhamento dos trabalhos será feito por meio de reuniões com periodicidade orientando(s).Para os alunos que desenvolverem o TCC em instituições conveniadas. 18º – São condições necessárias para aprovação na disciplina de TCC: • Freqüência maior ou igual a regimental nas atividades programadas pelo Professor Responsável e Professor Orientador. ao Professor Responsável.A defesa final constitui-se requisito obrigatório para aprovação e será realizada em forma de seminário público.105 Art.O documento citado no parágrafo 1. § 2º . o acompanhamento se dará por meio de relatórios bimestrais a serem enviados ao Professor Responsável. 16 .Quando da apresentação da proposta do Projeto de Pesquisa. e a sugestão do Professor Orientador. Art. o qual deverá ser assinado pelo(s) aluno(s) e orientador que os entregará na Secretária da FACIERC no período prédeterminado pela Instituição Art. Art. Art. § 1º . 12º . a composição de sua equipe.

§ 2. ou considerações finais. § 1º A avaliação final do TCC será feita por uma banca composta de pelo menos 3 (três) professores. • Apresentação de Projeto de Pesquisa por escrito. em conjunto com a carta de autorização da defesa do final assinada pelo Professor Orientador. 20 .106 • Defesa e aprovação no seminário público de defesa final do TCC. organizada pelo Professor Responsável e homologada pelo Coordenador de Curso. Art. 19º . relevantes e constam na Bibliografia VI – Anexos e apêndices são adequados (Quando houver) VII . 21º .Metodologia coerente ao exposto no manual metodológico da FACIERC III – Delimitação correta dos objetivos e conclusões IV – Continuidade de idéias V – Citações oportunas. . trazem sugestões e possibilidades para novas pesquisas VIII -Os procedimentos metodológicos enriqueceram o desenvolvimento do trabalho IX – O tema é relevante para a pesquisa X – O trabalho apresenta correção ortográfica e gramatical Art.Os Projetos de Pesquisa serão avaliados com base nos seguintes critérios: I – Sequencia lógica. o aluno deverá entregar quatro (4) cópias do trabalho prévio no prazo estabelecido pelo Professor responsável da disciplina de TCC. elaborado de acordo com os padrões da FACIERC • Defesa e aprovação da Proposta do Projeto de Pesquisa.o.São condições necessárias para aprovação na disciplina de TCC: • Freqüência igual ou superior a 75% nas atividades programadas pelo Professor Responsável e Professor Orientador. incluindo o Professor Orientador.A conclusão. coerente e encadeada às partes do TCC II . Art. a Coordenação do Curso indicará um professor substituto.Em caso de impedimento do Professor Orientador.Para participar do(s) Seminário(s) de Defesa Final do TCC .

Art. no mínimo. • Comprovação de ter cursado com êxito conteúdos de metodologia científica e/ou ou correlatos. CAPÍTULO VI .A FACIERC reserva-se o direito de disponibilizar as monografias em cópia material. as assinaturas dos membros da banca e do Coordenador do Curso. quando houver. serão feitas por uma banca composta de pelo menos 3 (três) professores. devidamente encadernados com capa dura preta e um CD. § 1º .Os trabalhos possuirão folha de aprovação na qual constarão. CAPÍTULO V DA DISPONIBILIZAÇÃO E DIVULGAÇÃO DOS TRABALHOS Art.O trabalho deverá obrigatoriamente obedecer aos padrões pela FACIERC para apresentação de trabalhos estabelecidos acadêmicos. Parágrafo único . ou por intermédio de mídias diversas.Quando da necessidade de sigilo em determinados dados ou resultados do trabalho. § 2º . em que se verificará a qualidade do trabalho desenvolvido até aquele momento e o cumprimento do cronograma proposto. a Coordenação do Curso indicará um professor substituto. 23º .As avaliações da proposta do Projeto de Pesquisa e da avaliação parcial (quando houver). organizada pelo Professor Responsável e homologada pelo Coordenador de Curso.107 • Defesa e aprovação em avaliação parcial. incluindo o Professor Orientador. nas bibliotecas e na Internet. estes não serão divulgados eletronicamente ou via trabalho disponibilizada na biblioteca e na Internet. 22º – Após a defesa os acadêmicos deverão entregar ao Professor responsável duas (2) cópias do trabalho corrigido de acordo com as considerações da banca. junto com a autorização para a publicação do trabalho em meio eletrônico § 1º . § 2º Em caso de impedimento do Professor Orientador.

As coordenações de curso poderão estabelecer normas operacionais complementares para as atividades de TCC. deverá ser formado termo de compromisso próprio. definindo as atribuições. 24º .Os casos omissos a este regulamento serão resolvidos pelos Coordenadores de Curso Apêndice A – AUTORIZAÇÃO PARA DEFESA . 23º . inclusive a autorização da divulgação do nome da empresa na publicação do trabalho. 25º . Art. Art.Quando o TCC for realizado em parceria com empresas ou outras organizações.108 DAS DISPOSIÇÕES GERAIS Art. Art.Poderão ser disponibilizados meios alternativos para acompanhamento e avaliação de alunos que desenvolvem o TCC fora da localidade onde o aluno estiver matriculado. 26º . direitos e deveres das partes envolvidas. a critério do Coordenador.

109 FACULDADES DE CIÊNCIAS ECONÔMICAS DA REGIÃO CARBONÍFEIRA FACULDADES ASSOCIADAS DE SANTA CATARINA COORDENAÇÃO DE TRABALHOS DE CONCLUSÃO DE CURSO DECLARAÇÃO Para os devidos fins e efeitos legais. Coordenador de Curso Apêndice B– CREDENCIAMENTO DE ORIENTADORES . Orientador: Prof. Orientador ____________________ Prof. declaro que o Trabalho de Conclusão de Curso cujos dados seguem descritos está apto à participar da Banca de Defesa Pública. me coloco a disposição para os esclarecimentos que se fizerem pertinentes. da Disciplina de TCC ______________________ Prof. a qual terá sua data marcada de acordo com o calendário prévio. Título do Trabalho: Equipe: Prof. como professor orientador. ____________________ Prof. submetendo esta declaração ao Professor da Disciplina de Trabalho de Conclusão de Curso e ao Coordenador do Curso a qual pertencem os acadêmicos. Co-orientador (Se houver): Ademais. Sem mais.

110 CREDENCIAMENTO DE ORIENTADORES Professor Titulação Disciplina Curso Tel.* E-mail* Área de Atuação Texto inicial do Lattes Experiência Profissional *Contatos que serão disponibilizados aos acadêmicos A partir da oferta das informações descritas no documento. Orientador . o Professor Orientador se compromete a tomar ciência de todas as orientações pertinentes a consecução dos objetivos do Trabalho de Conclusão de Curso na FACIERC. comprometendo-se a respeitar os indícios designados no Roteiro para trabalhos de pesquisa da Instituição e as demais orientações descritas no regulamento. ____________________ Prof. ou em data divulgada com antecedência pela Instituição. o Professor Orientador está a disposição da Instituição para a participação das bancas de defesa que ocorrem na ultima semana de aula do semestre letivo. De igual modo. Sem mais.

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