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Salário Maternidade

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Salário-Maternidade - Aspectos trabalhistas e previdenciários - Roteiro de Procedimentos

Roteiro - Previdenciário/Trabalhista - 2010/4118

Sumário
Introdução I - Concessão II - Beneficiárias III - Prazo de duração III.1 - Mãe biológica III.2 - Mãe adotante III.3 - Prorrogação por mais duas semanas III.4 - Prorrogação por sessenta dias - Programa Empresa Cidadã III.4.1 - Adesão por parte da pessoa jurídica III.4.2 - Prazo para requerimento III.4.3 - Mãe adotante III.4.4 - Benefício fiscal IV - Carência V - Período de graça V.1 - Empregada V.2 - Manutenção da qualidade de segurada VI - Documentos comprobatórios VII - Trabalho temporário VIII - Renda mensal VIII.1 - Atividades concomitantes VIII.2 - Reajuste salarial IX - Cumulação de benefícios IX.1 - Auxílio-Doença X - Aborto

XI - Responsabilidade pelo pagamento do benefício XII - Revisão de benefício XIII - Recolhimento previdenciário XIII.1 - Empregada XIII.1.1 - Fração de mês XIII.2 - Doméstica XIII.3 - Seguradas contribuinte individual, facultativa e em prazo de manutenção da qualidade de segurada XIV - Dedução XV - Abono anual XVI - Salário-Família XVII - Obrigações acessórias XVII.1 - Documentos previdenciários XVII.2 - FGTS XVIII - Estabilidade provisória XIX - Férias XX - Jurisprudências

Introdução
O salário-maternidade foi criado como forma de proteção ao trabalho da mulher, tendo como início o nascimento da criança. Neste contexto, o art. 377 da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) definiu que a adoção de medidas de proteção ao trabalho das mulheres deveria ser considerada de ordem pública, não justificando, em hipótese alguma, a redução de salário. Anos mais tarde, com a publicação da Lei nº 10.421 de 15 de abril de 2002 a licençamaternidade foi estendida às mães adotivas, como forma de garantir a efetiva inserção da criança no seio familiar. Hoje, a proteção à trabalhadora gestante é garantia prevista tanto no Direito do Trabalho como no Direito Previdenciário. Fundamentação: art. 377 da CLT.

I - Concessão
O salário-maternidade é um benefício previdenciário devido à segurada empregada, à trabalhadora avulsa, à empregada doméstica, à contribuinte individual, à facultativa e à

segurada especial, durante 120 (cento e vinte) dias. Este benefício tem início até 28 (vinte e oito) dias anteriores ao parto e termina 91 (noventa e um) dias depois dele, considerando, inclusive, o dia do parto. A empregada que adotar ou obtiver guarda judicial para fins de adoção de criança também fará jus ao benefício. Desse modo, constituirá fato gerador para recebimento do salário-maternidade: a) o parto, inclusive o antecipado; b) o aborto não criminoso; c) a adoção de criança; e d) a obtenção de guarda judicial de criança para fins de adoção.

Considera-se parto, para fins de concessão de salário-maternidade, o evento ocorrido a partir da 23ª semana (6 meses) de gestação, inclusive em caso de natimorto, também considera-se parto o nascimento com vida antes dos 6 meses de gestação. Fundamentação: arts. 392 e 392-A da CLT; art. 71 e 71-A da Lei nº 8.213/1991; "caput" e §§ 4º e 5º do art. 93 e art. 93-A do Decreto nº 3.048/1999; "caput" e §§ 3º e 4º do art. 236 da Instrução Normativa INSS nº 20/2007.

II - Beneficiárias
Farão jus ao recebimento do salário-maternidade, desde que observadas as regras impostas pela legislação previdenciária, as seguintes seguradas: empregada, trabalhadora avulsa, empregada doméstica, contribuinte individual, segurada facultativa e segurada especial. Neste contexto, considera-se : a) segurada empregada: pessoa que presta serviço de natureza urbana ou rural a empresa, em caráter não eventual, sob sua subordinação e mediante remuneração, inclusive como diretora empregada; b) trabalhadora avulsa: a pessoa sindicalizada ou não, que presta serviço de natureza urbana ou rural, a diversas empresas, sem vínculo empregatício, com a intermediação obrigatória do órgão gestor de mão-de-obra, nos termos da Lei nº 8.630/1993, ou do sindicato da categoria; c) empregada doméstica: pessoa física que presta serviço de natureza contínua, mediante remuneração, a pessoa ou família, no âmbito residencial desta, em atividade sem fins lucrativos; d) contribuinte individual: pessoa física que presta serviço de natureza urbana ou rural, em caráter eventual, a uma ou mais empresas, ou ainda, a uma ou mais pessoas físicas; e) segurada facultativa: a pessoa física, maior de 16 anos de idade que se filiar ao Regime Geral de Previdência Social, mediante contribuição previdenciária, desde que não esteja exercendo atividade remunerada que o enquadre como segurado obrigatório da Previdência Social; f) segurada especial: produtora rural, a parceira, a meeira, a pescadora artesanal entre outras, que exerçam suas atividades, individualmente ou em regime de economia familiar, com ou sem

auxílio eventual de terceiros, bem como seus respectivos cônjuges ou companheiros e filhos 16 anos de idade ou a eles equiparados, desde que trabalhem comprovadamente com o grupo familiar respectivo. Fundamentação: incisos I, II, V, VI, VII do art. 11 e art. 13 da Lei nº 8.213/1991; incisos I, II, V, VI, VII do art. 9º, art. 11 do Decreto nº 3.048/1999; arts. 3º ao 8º e 11 da Instrução Normativa INSS nº 20/2007.

III - Prazo de duração
III.1 - Mãe biológica O salário-maternidade é devido à mãe biológica, durante 120 (cento e vinte) dias, com início até 28 (vinte e oito) dias anteriores ao parto e término 91 (noventa e um) dias depois dele, considerando, inclusive, o dia do parto. Fundamentação: art. 392 da CLT, art. 71 da Lei nº 8.213/1991; "caput" art. 93 do Decreto nº 3.048/1999; "caput" do art. 236 da Instrução Normativa INSS nº 20/2007. III.2 - Mãe adotante A Lei nº 10.421/2002 instituiu o direito do salário-maternidade à mãe adotiva, incluindo desse modo, o art. 392-A da CLT, que por sua vez, declara: Art. 392-A. À empregada que adotar ou obtiver guarda judicial para fins de adoção de criança será concedida licença-maternidade nos termos do art. 392, observado o disposto no seu § 5º. § 1º No caso de adoção ou guarda judicial de criança até 1 (um) ano de idade, o período de licença será de 120 (cento e vinte) dias. § 2º No caso de adoção ou guarda judicial de criança a partir de 1 (um) ano até 4 (quatro) anos de idade, o período de licença será de 60 (sessenta) dias. § 3º No caso de adoção ou guarda judicial de criança a partir de 4 (quatro) anos até 8 (oito) anos de idade, o período de licença será de 30 (trinta) dias. § 4º A licença-maternidade só será concedida mediante apresentação do termo judicial de guarda à adotante ou guardiã. Em 04.08.2009 foi publicada a Lei nº 12.010/2009, que por sua vez, revogou os §§ 1º, 2º e 3º da 392-A. Desse modo, o período do salário-maternidade das mães biológicas e adotantes foi equiparado. No caso de empregos concomitantes, a segurada fará jus ao salário-maternidade relativo a cada emprego. O salário-maternidade é devido à segurada adotante independentemente de a mãe biológica ter recebido o mesmo benefício quando do nascimento da criança. Fundamentação: arts 392-A da CLT, com redação dada pelo artigo 8º da Lei nº 12.010/2009; § 2º do art. 96, §§ 7º e 10 do art. 236 da Instrução Normativa INSS nº 20/2007. III.3 - Prorrogação por mais duas semanas Quando houver efetivo risco para a vida do feto, da criança ou da mãe, os períodos de repouso anteriores e posteriores ao parto poderão ser prorrogados, excepcionalmente, por duas semanas. Nesta hipótese, o atestado médico deverá ser apreciado pela Perícia Médica do INSS, exceto nos casos de segurada empregada em que o salário-maternidade é pago diretamente pela empresa.

desde que a empregada requeira a prorrogação do salário -maternidade até o final do 1º (primeiro) mês após o parto. a ser obtido nos sítios da RFB na Internet. e art.Programa Empresa Cidadã A Lei nº 11. 1º. totalizado 180 dias.1 . Fundamentação: arts. na mesma proporção. a empregada não poderá exercer qualquer atividade remunerada. e que esta seja concedida imediatamente após a fruição da licença -maternidade. e art. a empregada terá direito à sua remuneração integral.Para a segurada em prazo de manutenção da qualidade de segurada. pelo responsável perante o Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica (CNPJ).4 .2 . De acordo com a referida Lei. . e art. III.052/2009. Durante o período de prorrogação da licença-maternidade. Fundamentação: § 3º do art. poderá ser prorrogado por mais 60 (sessenta) dias. e art.770/2008 criou o Programa Empresa Cidadã. também à empregada que adotar ou obtiver guarda judicial para fins de adoção de criança.fazenda.Prorrogação por sessenta dias . no endereço http://www.Adesão por parte da pessoa jurídica A pessoa jurídica poderá aderir ao Programa Empresa Cidadã mediante Requerimento de Adesão formulado em nome do estabelecimento matriz. e a criança não poderá ser mantida em creche ou organização similar.770/2008. desde que a empregada a requeira até o final do primeiro mês após o parto. 6º da Instrução Normativa RFB nº 991/2010. Caso essa regra não seja observada. o prazo de 120 (cento e vinte dias) da licença-maternidade.gov.receita.Prazo para requerimento Será beneficiada pelo Programa Empresa Cidadã.4.4. A prorrogação de 60 (sessenta) dias será garantida à empregada da pessoa jurídica que aderir ao Programa Empresa Cidadã. O acesso ao endereço eletrônico dar-se-á por meio de código de acesso. No período de licença-maternidade e licença à adotante. fica assegurado o direito à prorrogação somente para repouso posterior ao parto. 1º do Decreto nº 7. O Requerimento de Adesão poderá ser formulado exclusivamente no sítio da Secretaria da Receita Federal do Brasil (RFB) na Internet. 3º da Instrução Normativa RFB nº 991/2010. Fundamentação: art.048/1999. 93 do Decreto nº 3. 239 da Instrução Normativa INSS nº 20/2007. III.br a partir do dia 25 de janeiro de 2010. III. salvo nos casos de contrato de trabalho simultâneo firmado previamente. 3º e 4º da Lei nº 11. 3º do Decreto nº 7. destinado à prorrogação da licençamaternidade mediante a concessão de incentivo fiscal. a empregada da pessoa jurídica que aderir ao Programa.052/2009. a beneficiária perderá o direito à prorrogação. ou mediante certificado digital válido. A prorrogação será garantida. nos mesmos moldes devidos no período de percepção do salário maternidade pago pelo Regime Geral de Previdência Social (RGPS).

para as seguradas contribuinte individual. vedada a dedução como despesa operacional de acordo com as regras estabelecidas pelosartigos 4º. em cada período de apuração. Para as seguradas empregada. 5º e 8º da Instrução Normativa RFB nº 991/2009. quando se tratar de criança a partir de 1 (um) até 4 (quatro) anos de idade completos. no mínimo. 5º e 8º da Instrução Normativa RFB nº 971/2009. e art. pelos seguintes períodos: a) por 60 (sessenta) dias. Caso tenha havido a perda da qualidade de segurada.Carência Para algumas seguradas da Previdência Social será necessário possuir um período mínimo de carência para fazer jus ao gozo do salário-maternidade. depois que a segurada contar.052/2009.052/2009. especial e facultativa.A prorrogação do salário-maternidade iniciar-se-á no dia subsequente ao término da vigência do salário-maternidade concedido pela Previdência Social. 1º do Decreto nº 7. empregada doméstica e trabalhadora avulsa não há período d e carência para a concessão do referido benefício. no mínimo. desde que tributada com base no lucro real poderá deduzir do imposto devido. 4º do Decreto nº 7.052/2009. Neste contexto. sendo devida. Todavia. Fundamentação: art. . o total da remuneração integral da empregada pago nos 60 (sessenta) dias de prorrogação de sua licença -maternidade. para efeito de carência. Fundamentação: art. as contribuições anteriores a essa perda somente serão computadas.4 . a partir da nova filiação ao RGPS (Regime Geral da Previdência Social). 1º da Instrução Normativa RFB nº 991/2010. IV . para ter direito ao recebimento do salário-maternidade. 1/3 (um terço) do número de contribuições exigidas como carência para a espécie. 2º do Decreto nº 7.Benefício fiscal A pessoa jurídica que aderir ao Programa. III. e c) por 15 (quinze) dias. com.4. quando se tratar de criança a partir de 4 (quatro) anos até completar 8 (oito) anos de idade. 5º da Lei nº 11. 2º da Instrução Normativa RFB nº 991/2010. 10 (dez) contribuições mensais. quando se tratar de criança de até 1 (um) ano de idade. 4º. b) por 30 (trinta) dias.Mãe adotante A prorrogação do salário-maternidade também aplica-se à empregada de pessoa jurídica que adotar ou obtiver guarda judicial para fins de adoção de criança. art. inclusive. é necessário ter realizado. no caso de parto antecipado.4. III. e art. e arts.770/2008. considera-se período de carência o tempo correspondente ao número mínimo de contribuições mensais indispensáveis para que a beneficiária faça jus ao recebimento da licença-maternidade.3 . Fundamentação: art.

inciso II. inciso VI do art. nas hipóteses de dispensa por justa causa ou a pedido.122. para aquela que cessou as contribuições (contribuinte individual ou facultativa) e para a segurada especial.048/1999. b. durante a gestação. 39 da Lei nº 8. aprovado pelo Decreto nº 3. 27-A. art. 26 e parágrafo único art. Considerando que o art. art.Período de graça A licença-maternidade também será devida à segurada desempregada (empregada. situações em que o benefício será pago diretamente pela Previdência Social. art. observando que: a) o nascimento da criança. 97 do art.1) tratando-se de dispensa por justa causa ou a pedido. e inciso II do art. deverá ocorrer dentro do período de graça. . 26. alínea "b" do ato das Disposições Constitucionais Transitórias (ADCT). quando for o caso.1 . veda a dispensa arbitrária ou sem justa causa da empregada gestante. c) a requerente deverá assinar declaração específica com a finalidade de identificar a causa da extinção do contrato de trabalho. observar -se-á as normas seguintes: a) a responsabilidade pelo pagamento do salário-maternidade será da empresa. ou. mesmo que de forma descontínua.Na ocorrência de parto antecipado. Fundamentação: art. Será devido o salário-maternidade à segurada especial. o benefício será concedido pela Previdência Social. desde que comprove o exercício de atividade rural nos últimos 10 (dez) meses imediatamente anteriores à data do parto ou do requerimento do benefício. considerando tratar-se de obrigação da empresa/empregador. quando requerido antes do parto. trabalhadora avulsa e doméstica). desde a confirmação da gravidez até 5 (cinco) meses após o parto. aplicando-se. 25. a segurada desempregada fará jus ao recebimento do salário-maternidade nos casos de demissão antes da gravidez. V. inclusive em caso de natimorto ou a guarda judicial para fins de adoção ou a adoção ou aborto espontâneo. § 1º do art. b) o evento seja igual ou posterior a 14 de junho de 2007.048/1999.Empregada Durante o período de graça a que se refere o art.2) tratando-se de dispensa arbitrária ou sem justa causa ocorrida no período entre a confirmação da gravidez até cinco meses após o parto. o benefício não poderá ser concedido.048/1999. desde que mantida a qualidade de segurada. 236 e § 2º do art. b) ocorrido o fato gerador dentro do período de manutenção da qualidade de segurada. 15 da Lei nº 8. data da publicação do Decreto nº 6. 30 do Decreto nº 3.213/1991. a redução prevista no parágrafo anterior. art. 13 do RPS.048/1999. V . 24. 29. 241 da Instrução Normativa INSS nº 20/2007. 97 do Decreto 3. tendo em vista o parágrafo único. para a requerente cujo último vínculo seja de empregada deverá ser observado: b. inciso III e parágrafo único do art. inciso III do art. Fundamentação: art. que deverá responder pelos salários do período. a carência será reduzida em número de contribuições equivalente ao número de meses em que o parto foi antecipado.213/1991. 13 do Decreto nº 3. 10.

V. as contribuições anteriores a essa perda somente serão computadas para efeito de carência depois que o segurado contar.048/1999. no mínimo. o segurado incorporado às Forças Armadas para prestar serviço militar. O prazo da alínea "b" ou do parágrafo anterior será acrescido de 12 (doze) meses para a segurada desempregada. 13 e art.Manutenção da qualidade de segurada Para efeitos de concessão do salário-maternidade. o segurado conserva todos os seus direitos perante a Previdência Social Havendo perda da qualidade de segurado. o segurado detido ou recluso. independentemente de contribuições: a) sem limite de prazo. o segurado acometido de doença de segregação compulsória. se a segurada já tiver pago mais de cento e vinte contribuições mensais sem interrupção que acarrete a perda da qualidade de segurado. Durante os citados prazos. e f) até 6 (seis) meses após a cessação das contribuições. b) até 12 (doze) meses após a cessação de benefício por incapacidade ou após a cessação das contribuições. o servidor poderá encaminhar consulta à Vara do Trabalho local ou ao Tribunal Regional do Trabalho.Documentos comprobatórios Os documentos comprobatórios para requerimento do salário-maternidade da segurada são: a) atestado médico. Fundamentação: art. o segurado facultativo. 15 da Lei nº 8. VI . solicitando informação sobre a existência de reclamatória trabalhista ajuizada pela requerente contra o empregador. exceto nos casos de aborto espontâneo. desde que comprovada essa situação por registro no órgão próprio do Ministério do Trabalho e Emprego. 1/3 (um terço) do número de contribuições exigidas para o cumprimento da carência. quem está em gozo de benefício.d) havendo dúvida fundada. quando se tratar de mãe biológica. 2º e 3º do art. quando deverá ser apresentado atestado médico. d) até 12 (doze) meses após o livramento. c) até 12 (doze) meses após cessar a segregação. O prazo da alínea "b" será prorrogado para até 24 (vinte e quatro) meses. "caput" e §§ 1º.2 . 27-A do Decreto nº 3. Fundamentação: §§ 2º e 3º do art. b) certidão de nascimento do filho. se houver. a partir da nova filiação ao Regime Geral de Previdência Social. o segurado que deixar de exercer atividade remunerada abrangida pela previdência social ou estiver suspenso ou licenciado sem remuneração. ou .213/1991. mantêm a qualidade de segurada. com. 241 da Instrução Normativa INSS nº 20/2007. e) até 3 (três) meses após o licenciamento.

f) para a segurada especial. 236 da Instrução Normativa INSS nº 20/2007.Renda mensal A renda mensal do salário-maternidade. ou se for o caso de salário total ou parcialmente variável.048/1999. Fundamentação: §§ 1º ao 3º art. VII . adiantamento de férias e as rubricas constantes do § 9º do art. desde que comprovada na forma dos arts. corresponde ao valor do seu último salário-decontribuição conforme remuneração registrada na Carteira Profissional (CP) e/ou na Carteira de Trabalho e Previdência Social (CTPS).Trabalho temporário Para a segurada com contrato de trabalho temporário. sujeito ao limite máximo do salário-decontribuição. O salário-maternidade não é devido quando o termo de guarda não contiver a observação de que é para fins de adoção ou só contiver o nome do cônjuge ou companheiro. corresponde ao valor de sua última remuneração integral equivalente a um mês de trabalho não sujeito ao limite máximo do salário-decontribuição. b) nos casos de pedido de revisão ou de reabertura de benefício indeferido. 214 do Decreto 3.c) certidão de nascimento da criança ou termo de guarda. d) para a segurada empregada doméstica. tomando-se por base as informações constantes no CNIS (Cadastro Nacional de Informações Sociais). facultativa e para as que mantenham a qualidade de segurada. consiste numa renda mensal igual a sua remuneração devida no mês do seu afastamento. inclusão ou exclusão de informações constantes no CNIS (Cadastro Nacional de Informações Sociais). será calculada da seguinte forma: a) para a segurada empregada. b) parcialmente variável. as anotações salariais constantes nas CP (Carteira Profissional) ou CTPS (Carteira de Trabalho e Previdência Social) e. e § 2º do art. apurada de acordo com a lei salarial ou o dissídio coletivo da categoria. . é aquela constituída de valor fixo que varia em função dos reajustes salariais normais. e c) totalmente variável. VIII . Fundamentação: § 6º do art. 93-A do Decreto nº 3. c) para a segurada trabalhadora avulsa. 393 a 395 da IN INSS/PRES nº 20/2007 servem para subsidiar a alteração. é aquela constituída de parcelas fixas e variáveis. será devido o salário-maternidade somente enquanto existir a relação de emprego. excetuando-se o décimo terceiro-salário. quando se tratar de adoção ou guarda a fins de adoção. apurados em período não superior a 15 (quinze) meses. contendo o nome da segurada adotante ou guardiã. a partir de 1º de julho de 1994. e) para a segurada contribuinte individual. na igualdade da média aritmética simples dos seus 6 (seis) últimos salários. 236 da Instrução Normativa INSS nº 20/2007. corresponde à média aritmética dos doze últimos salários-de-contribuição. observado o disposto na alínea "a". corresponde ao valor de um salário mínimo. sujeito ao limite máximo do salário-de-contribuição. Entende-se por remuneração da segurada empregada: a) fixa.048/1999. é aquela constituída somente de parcelas variáveis.

g) o benefício de salário-maternidade. observando que: a) a carência exigida será conforme a atividade exercida. apurados em um período não superior a quinze meses. Fundamentação: "caput" e § 1º art. Aplica-se essa mesma regra quando se tratar de segurada em prazo de manutenção da qualidade de segurada. exercer atividade que a vincule como contribuinte individual terá direito ao salário-maternidade na condição de segurada empregada ou trabalhadora avulsa combase na remuneração integral e. inclusive. a partir de 29 de maio de 2002. considerando que a somatória de todos os benefícios dev idos não pode ultrapassar o limite máximo do salário de contribuição vigente na data do evento. h) O benefício de salário-maternidade. com remuneração inferior ao limite máximo do salário-de-contribuição e. a segurada fará jus ao saláriomaternidade relativo a cada emprego ou atividade. ser inferior ao salário mínimo. VIII. § 5º do art. em respeito ao limite máximo do salário-decontribuição como segurada empregada. devido às seguradas trabalhadora avulsa e empregada. às quais se somarão às de contribuinte individual ou facultativo e. O pagamento do salário-maternidade não pode ser cancelado. no valor correspondente à remuneração integral dela. b) a renda mensal inicial será apurada na forma do disposto no inciso I. b) se verteu contribuições em período inferior à carência exigida de dez contribuições. a partir de 29 de maio de 2002. terá a renda mensal sujeita ao limite máximo. terá direito ao benefício. após a extinção do vínculo empregatício. deverá: a) considerar as contribuições como empregada. terá a renda mensal sujeita ao limite máximo. salvo se após a concessão forem detectados fraude ou erro administrativo. podendo. fará jus ao benefício. podendo. nessas condições.Atividades concomitantes No caso de empregos concomitantes ou de atividade simultânea na condição de segurada empregada com contribuinte individual ou doméstica. 96 da Instrução Normativa INSS/PRES nº 20/2007. se completar a carência exigida. quanto ao benefício como segurada contribuinte individual. 248 da Constituição Federal de 1988. ser inferior ao salário mínimo. não fará jus ao benefício na condição de segurada contribuinte individual. observado o disposto abaixo: . 248 da Constituição Federal. concomitantemente. nos termos do art. deverá ser observado: a) se contribuiu há mais de dez meses na condição de contribuinte individual. Se a segurada estiver vinculada à Previdência Social na condição de empregada ou trabalhadora avulsa. exceto a doméstica. inclusive. 96 da Instrução Normativa INSS nº 20/2007. Se. a segurada tiver se filiado como segurada contribuinte individual ou facultativa e. inexistindo contribuição na condição de segurada contribuinte individual ou empregada doméstica. nos termos do art. contribuir há menos de dez meses. cujo valor corresponderá a um doze avos da soma dos últimos salários-decontribuição. data da publicação do Parecer/CJ nº 2854/2002. Na hipótese de atividades concomitantes.1 . o benefício será devido apenas nessa condição.

247 da Instrução Normativa INSS nº 20/2007.2) Pagamento Alternativo de Benefício (PAB). Fundamentação: art. respeitado o limite máximo de contribuição.1) Atualização Especial (AE). se o benefício estiver ativo. no extinto vínculo.a. deverão ser incluídas as contribuições vertidas na condição de segurada empregada. desde que observados os seguintes itens: a) se o aumento ocorreu desde a Data de Início do Benefício (DIB). tais como: aumentos salariais. conforme o caso. não fará jus ao benefício. inclusive o decorrente de acidente de trabalho. a. a segurada poderá pedir a revisão do benefício ao INSS. o benefício será concedido com o valor mínimo. deverá ser efetuada a alteração por meio de: b. b) se mesmo considerando a filiação do extinto vínculo.1 Auxílio-Doença A segurada em gozo de auxílio-doença. calculada automaticamente pelo sistema próprio.1) a renda mensal inicial consistirá em um doze avos da soma dos últimos salários-decontribuição.3) na hipótese da segurada contar com menos de dez contribuições.2 .. terá o benefício suspenso administrativamente enquanto perdurar o salário-maternidade. Quando ocorrer incapacidade em concomitância com o período de pagamento do saláriomaternidade. a soma dos salários-de-contribuição apurado será dividido por doze. no período de quinze meses. . o benefício por incapacidade. a. ou terá sua data de início adiada para o primeiro dia seguinte ao término do período de 120 (cento e vinte) dias. IX.Reajuste salarial Caso ocorram reajustes salariais. Fundamentação: § 7º do art. se o benefício estiver cessado. b) se o aumento ocorreu após a DIB do benefício.4) se o valor apurado for inferior ao salário mínimo. será efetuada revisão do benefício. dissídios coletivos etc. deverá ser suspenso enquanto perdurar o referido pagamento. Fundamentação: §§ 2º ao 6º do art. 96 da Instrução Normativa INSS nº 20/2007. apurados em um período não superior a quinze meses. limitado ao teto máximo de contribuição. a. IX . observando-se quanto à contribuição previdenciária.2) no cálculo. 96 da Instrução Normativa INSS nº 20/2007. devendo o benefício por incapacidade ser restabelecido a contar do primeiro dia seguinte ao término do período de 120 (cento e vinte) dias. de resíduo. no curso do período de concessão do salário-maternidade.Cumulação de benefícios O salário-maternidade não pode ser acumulado com benefício por incapacidade. não satisfizer o período de carência exigido. caso a Data Cessação do Benefício (DCB) tenha sido fixada em data posterior a este período. ou b. VIII.

o valor deste corresponderá: a) para a segurada empregada com remuneração fixa. facultativa e para as que mantenham a qualidade de segurado. segurada especial e empregada adotante.mps. incluídos. Fundamentação: § 5º do art. . e art. que esta permanece incapacitada para o trabalho pela mesma doença que originou o auxílio doença cessado. 240 da Instrução Normativa INSS nº 20/2007. se houve reajuste salarial da categoria. após o afastamento do trabalho que resultou no auxílio-doença.Aborto Caso a segurada seja vítima de aborto não criminoso. terá direito ao salário-maternidade correspondente a duas semanas. observando as seguintes situações: a) o requerimento do salário-maternidade junto ao INSS poderá ser feito por meio da Agência da Previdência Social (APS) ou via Internet no site www. a pedido da segurada. Nas situações previstas nas alíneas "a" e "b". fixando-se novo limite. o valor do salário-de-benefício do auxíliodoença. 247 da Instrução Normativa INSS nº 20/2007. contribuinte individual. Para comprovação do aborto não criminoso o atestado médico deverá informar o CID (Código Internacional de Doenças) específico. Nas situações em que a segurada estiver em gozo de auxílio-doença e requerer o saláriomaternidade. anteriores ao auxílio-doença. caberá à segurada comprovar o novo valor da parcela fixa da respectiva remuneração ou o índice de reajuste. 96 e art. mediante avaliação da Perícia Médica do INSS. reajustado nas mesmas épocas e bases dos benefícios pagos pela Previdência Social.Responsabilidade pelo pagamento do benefício O salário-maternidade será pago diretamente pelo INSS ou pela empresa contratante. se for o caso. à média aritmética s imples das seis últimas remunerações recebidas da empresa. Fundamentação: §§ 8º e 9º do art. comprovado mediante atestado médico. como se em atividade estivesse.Se fixada a DCB do benefício por incapacidade durante a vigência do salário-maternidade e ficar constatado. b) para a segurada empregada com remuneração variável. que deverá ser aplicado unicamente sobre a parcela fixa. 93 do Decreto nº 3. facultativa. à média dos doze últimos salários-de-contribuição apurados em período não superior a quinze meses.048/1999. Se na avaliação da Perícia Médica do INSS ficar constatada a incapacidade da segurada para o trabalho em razão de moléstia diversa do benefício de auxílio-doença cessado. devidamente corrigidas. devidamente legalizada. Esta regra aplica-se para as seguradas trabalhadora avulsa.gov. ao valor da remuneração que estaria recebendo. X . XI . c) para a segurada contribuinte individual. deverá ser concedido novo benefício.br. empregada doméstica. este será restabelecido.

bem como os comprovantes dos recolhimentos dos salários-de-contribuição efetuados a partir dos valores declarados na CP ou na CTPS. b) 20% (vinte por cento) sobre o total das remunerações pagas ou creditadas a qualquer título. quer pelos serviços efetivamente prestados. Fundamentação: art. de con venção ou acordo coletivo de trabalho ou sentença normativa. aos segurados contribuintes individuais que lhe prestem serviços. quando do pedido de revisão do valor da renda do salário-maternidade. exceto no caso de adoção ou de guarda judicial para fins de adoção. sobre o montante pago a título de salário-maternidade incidem as contribuições sociais previdenciárias.1 . deverá apresentar documentos que comprovem a alteração salarial. devidas ou creditadas a qualquer título. e art. durante o mês. § 2º do art. véspera da publicação da Lei nº 9.213/199. c) para requerimentos efetivados a partir de 1º de setembro de 2003. quer pelo tempo à disposição do empregador ou tomador de serviços. destinadas a retribuir o trabalho. será pago diretamente pela empresa. quando será pago diretamente pelo INSS. . quando o início do afastamento do trabalho tenha ocorrido até o dia 28 de nove mbro de 1999.Empregada Quando a segurada empregada estiver em gozo de salário-maternidade.876. XIII . A empregada doméstica. os ganhos habituais sob a forma de utilidades e os adiantamentos decorrentes de reajuste salarial.Recolhimento previdenciário Durante o período de percepção de salário-maternidade. quando for o caso. 244 do Decreto nº 3. qualquer que seja a sua forma. bem como as contribuições destinadas a outras entidades ou fundos (terceiros). 86 e 87 da Instrução Normativa RFB nº 971/2009. nos termos da lei ou do contrato ou.b) fica garantido o pagamento do salário-maternidade pela empresa à segurada empregada. Fundamentação: art. ainda. requerido a partir de 9 de janeiro de 2002.Revisão de benefício A segurada empregada ou a trabalhadora avulsa. 85 da Instrução Normativa RFB nº 971/2009. independentemente da data do afastamento ou do parto. o salário-maternidade devido à segurada empregada. Fundamentação: § 2º do art. 246 da Instrução Normativa INSS nº 20/2007. desde que esta possua convênio com tal finalidade.048/1999. deverá apresentar a CP (Carteira Profissional) ou a CTPS (Carteira de Trabalho e Previdência Social). será devida a contribuição previdenciária. Desse modo. 248 da Instrução Normativa INSS nº 20/2007. 28 da Lei nº 8. visto que este benefício é salário-de-contribuição. XIII. no decorrer do mês. XII . a empresa ou pessoa equiparada deverá efetuar as seguintes contribuições: a) 20% (vinte por cento) sobre o total das remunerações pagas. inclusive as gorjetas. e arts. aos segurados empregados e trabalhadores avulsos que lhe prestem serviços. ao requerer revisão de benefício. A segurada empregada que adotar ou obtiver guarda judicial para fins de adoção poderá requerer e receber o salário-maternidade via empresa.

financiamento e investimento. é devida a contribuição adicional de 2. d) 15% (quinze por cento) sobre o valor bruto da nota fiscal ou fatura de prestação de serviços. Esta alíquota será fixada de acordo com o enquadramento do Fundo de Previdência e Assistência Social (FPAS).5% (dois vírgula cinco por cento) sobre a base de cálculo definida nas linhas "a" e "b". que deverá ser realizado pela empresa levando em consideração sua atividade. empresas de seguros privados e de capitalização. c. correspondente à aplicação dos seguintes percentuais: c. relativamente a serviços que lhe são prestados por cooperados por intermédio de cooperativas de trabalho. 9% (nove por cento) e 6% (seis por cento). a contribuição descontada da empregada. aferido pelo Fator Acidentário de Prevenção (FAP). caixas econômicas. distribuidoras de títulos e valores mobiliários. durante o mês. No caso de bancos comerciais. a qualquer título. bancos de desenvolvimento.2) 2% (dois por cento) para as empresas em cuja atividade preponderante esse risco seja considerado médio. sociedades de crédito.1) 1% (um por cento) para as empresas em cuja atividade preponderante o risco de acidentes do trabalho seja considerado leve. 20 (vinte) ou 25 (vinte e cinco) anos de trabalho sob exposição a agentes nocivos prejudiciais à sua saúde e integridade física. é devida pela empresa ou equiparada a contribuição adicional destinada ao financiamento das aposentadorias especiais. e e) recolhimento destinado a outras entidades (terceiros).3) 3% (três por cento) para as empresas em cuja atividade preponderante esse risco seja considerado grave. Além disso. agentes autônomos de seguros privados e de crédito e entidades de previdência privada abertas e fechadas. sociedades corretoras. em razão do desempenho da empresa em relação à sua respectiva atividade. o empregador deverá repassar ao INSS. de acordo com os seguintes percentuais: respectivamente: 12% (doze por cento). As alíquotas constantes do GIIL-RAT serão reduzidas em até cinqüenta por cento ou aumentadas em até cem por cento. incidentes sobre o total das remunerações pagas. além das contribuições referidas. conforme tabela abaixo: SALÁRIO-DE-CONTRIBUIÇÃO (R$) ALÍQUOTA PARA FINS DE RECOLHIMENTO AO INSS . conforme regras contidas nos Anexos I e II da Instrução Normativa RFB nº 971/2009. empresas de arrendamento mercantil. para fatos geradores ocorridos a partir de 1º de março de 2000. cooperativas de crédito. aos segurados empregados e trabalhadores avulsos que lhe prestem serviços. bancos de investimentos. devidas ou creditadas. sociedades de crédito imobiliário.Roteiro de Procedimentos Exercendo o segurado atividade em condições especiais que possam ensejar aposentadoria especial após 15 (quinze). c. Para saber mais sobre o Fator Acidentário de Prevenção consulte o Roteiro Previdenciário/Trabalhista sob o título: O recolhimento previdenciário patronal e o Fator Acidentário de Prevenção (FAP) .c) para financiamento da aposentadoria especial e dos benefícios concedidos em razão do grau de incidência de incapacidade laborativa decorrente dos riscos ambientais do trabalho (GIIL-RAT).

tanto no início quanto no término do benefício. observado o limite máximo do salário-decontribuição.00% Quando o desconto na empresa ou no INSS atingir o limite máximo do salário-de-contribuição. Quando o desconto na empresa ou no INSS atingir o limite máximo do salário-de-contribuição. Anexo II da Portaria Interministerial MF/MPS nº 350/2009. sendo que a parcela devida pela empregada doméstica será descontada pelo INSS por ocasião do pagamento do benefício.024. caberá ao empregador recolher apenas a parcela da contribuição a seu cargo (12% do salário-de-contribuição do empregado doméstico a seu serviço).212/1991.048/1999. 13 da Lei Complementar nº 123/006.Previdenciário/Trabalhista sob o título: Simples Nacional .024.28 até 3. sobre o salário-maternidade relativo aos dias correspondentes.Fração de mês Quando o recebimento do salário-maternidade corresponder à fração de mês. conforme prevê o inciso VI do art. com os acrés cimos legais. será feito da seguinte forma: a) pela empresa. 72.1 . 22 da Lei nº 8.2 . Fundamentação: art.708. aplicando-se a alíquota devida sobre a remuneração mensal integral.1.Doméstica No período de salário-maternidade da segurada empregada doméstica. b) pelo INSS. 250 da Instrução Normativa INSS nº 20/2007.708. XIII. Para saber mais sobre as empresas optantes pelo Simples Nacional consulte o Roteiro . não caberá mais nenhum desconto pela outra parte A regra mencionada na alínea "d" não se aplica quando se tratar de mãe adotante que recebe o salário-maternidade diretamente do INSS.até 1. não caberá mais nenhum desconto pela outra parte.00% 11.Empresas optantes Aspectos previdenciários <PID=207553>. o desconto referente à contribuição da empregada. deverá recolher o valor correspondente a essa dedução indevida.54 8. cujo afastamento do trabalho da segurada tenha ocorrido após 28 de novembro de 1999. Algumas das empresas optantes pelo Simples Nacional estão isentas da contribuição previdenciária patronal (CPP). aplicando a alíquota -se que corresponde à remuneração mensal integral. Fundamentação §§ 1º ao 3º do art. XIII. inciso VI do art. 202-A do Decreto nº 3. 85. respeitado o limite máximo do salário-decontribuição. . 13 da Lei Complementar nº 123/2006. 109 e Anexos I e II da Instrução Normativa RFB nº 971/2009.27 de 1. sobre a remuneração relativa aos dias trabalhados. art. A empresa que efetuou dedução relativa ao salário-maternidade.416.98 até 1.97 de 1. arts.00% 9.

4) como empregada adotante . 252 da Instrução Normativa INSS nº 20/2007. .1) se contribuinte individual: 20% (vinte por cento) ou 11% (onze por cento). relativa à fração de mês. 214 do Decreto nº 3. § 2º do art. por motivo de início ou de término do salário-maternidade. facultativa e as em prazo de manutenção da qualidade de segurada: a) contribuinte individual e facultativa: 20% (vinte por cento) ou 11% (onze por cento). XIII. deve-se observar a seguinte regra: a) a remuneração correspondente ao décimo terceiro salário deverá ser dividida por 30 (trinta). 9% ou 11%). Fundamentação: § 2º do art. § 2º do art. b) o resultado da operação descrita na linha "a" deverá ser dividido pelo número de meses considerados no cálculo da remuneração do décimo terceiro.2) sendo empregada doméstica: percentual referente à empregada (8%.042/2007). poderá ser deduzido quando do pagamento das contribuições sociais previdenciáriasdevidas. 199-A. se optante pelo Plano Simplificado do INSS (art.048/1999.213/199.3) se facultativa: 20% (vinte por cento) ou 11% (onze por cento).048/1999. art.Dedução O salário-maternidade pago pela empresa ou pelo equiparado à segurada empregada. com redação dada pelo Decreto nº 6. não poderá ser computado para fins de tempo de contribuição em aposentadoria por tempo de contribuição e Certidão de Tempo de Contribuição (CTC). 214 do Decreto nº 3. art. 28 da Lei nº 8. deverá ser efetuada pela segurada em valor mensal integral e a contribuição devida no curso do benefício será descontada pelo INSS do valor do benefício. XIV . pelo INSS.048/1999. exceto das contribuições destinadas a outras entidades ou fundos. 251 da Instrução Normativa INSS nº 20/2007. b. A contribuição devida pela contribuinte individual e facultativa. conforme a última contribuição. O salário-maternidade da contribuinte individual. e art. e art. conforme a última contribuição. 91 da Instrução Normativa RFB nº 971/2009.212/1991.048/1999. inclusive a parcela do décimo terceiro salário correspondente ao período da licença. concedido como contribuinte optante pelos 11% (onze por cento).3 . 199-A do Decreto nº 3. art. durante a percepção do salário-maternidade as seguintes alíquotas de contribuição sobre o valor do benefício da segurada contribuinte individual. na forma estabelecida pelo art. 28 da Lei nº 8.parte referente à empregada (8%. b. 88 da Instrução Normativa RFB nº 971/2009. Para fins da dedução da parcela de 13º salário. 24. § 2º do art.Fundamentação: art. facultativa e em prazo de manutenção da qualidade de segurada Serão descontadas. facultativa e as em prazo de manutenção da qualidade de segurada em decorrência dessas atividades. 199-A do Decreto nº 3. b) para a segurada em prazo de manutenção da qualidade de segurada a contribuição devida será aquela correspondente à sua última categoria. 9% ou 11%).Seguradas contribuinte individual. conforme o valor do salário-maternidade: b. b.

Fundamentação: § 7º do art. em espécie. . Assim. a cargo da Perícia Médica do INSS. ainda que a empregada esteja em gozo de salário-maternidade. XVI . contados a partir de 2000. b) no campo 4 da GPS. "caput" do art. é a base de cálculo para a contribuição previdenciária e para o depósito de FGTS (Fundo de Garantia por Tempo de Serviço). 28. quando dependente maior de quatorze anos. art. a ser quitada até o dia 20 de dezembro do ano a que se referir o respectivo recolhimento. quando dependente a partir de 7 (sete) anos.212/1991. quando se tratar de empregada. 40 da Lei nº 8. 254 e "caput" do art. 248 da Constituição Federal de 1988.036/1990. nos meses de maio e novembro.c) a parcela referente ao décimo terceiro salário proporcional ao período de licençamaternidade corresponde ao produto da multiplicação do resultado da operação descrita na linha "b" pelo número de dias de gozo de licença-maternidade no ano. ainda que parte dele tenha sido paga pelo INSS. O décimo terceiro salário (abono anual) pago pelo INSS. e) comprovante de freqüência à escola. e Ato Declaratório Executivo nº 69/2009. 301 da Instrução Normativa INSS nº 20/2007. b) Certidão de Nascimento do filho (original e cópia). XV .Salário-Família O salário-família será devido à segurada em gozo de salário-maternidade. sendo obrigatória nos meses de novembro. da seguinte forma: a) no campo 3 da GPS. c) caderneta de vacinação ou equivalente. fazer constar o mês de competência do décimo terceiro salário a que se refere o respectivo recolhimento. informar o código de recolhimento normal da empresa. 15 da Lei nº 8. correspondente ao período em que a segurada esteve em gozo de salário-maternidade. 253. "caput" do art. 4º da Portaria Interministerial MF/MPS nº 350/2009. por meio de Guia da Previdência Social (GPS). desde que atendidas as regras contidas no art. 120 do Decreto nº 3. Para efeito de dedução. conforme dispõe o art. a empregada deve apresentar à empresa: a) CP ou CTPS. arts. o valor pago a título de salário-maternidade não poderá ser superior ao subsídio mensal. contados a partir de 2000. Para tanto. dos Ministros do Supremo Tribunal Federal. O valor do recolhimento previdenciário relativo ao décimo terceiro salário (abono anual) do salário-maternidade da empregada deverá ser efetuado pelo empregador. quando dependente menor de 7 (sete) anos.Abono anual O abono anual (décimo terceiro salário ou gratificação natalina) corresponde ao valor da renda mensal do benefício no mês de dezembro ou no mês da alta ou da cessação do benefício.048/1999. Fundamentação: §§ 1º e 2º do art. caberá à empresa realizar o pagamento da cota do salário-família. 86 da Instrução Normativa RFB nº 971/2009. para o segurado que recebeu salário-maternidade. d) comprovação de invalidez.

2 . . Fundamentação: art. A empresa. à disposição da fiscalização da Secretaria da Receita Federal do Brasil (RFB). o salário-família será pago diretamente pelo INSS. durante 05 (cinco) anos. respeitado o privilégio do FGTS à prescrição trintenária. e art. entendemos que o prazo de guarda dos documentos previdenciários é de 05 (cinco) anos.FGTS Toda a documentação relativa ao Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) deverá permanecer guardada por período mínimo de 30 anos. e Súmula do STF nº 8. Vale frisar todavia.A empresa poderá deduzir o valor pago à título de salário-família e salário-maternidade por ocasião dos recolhimentos previdenciários incidentes sobre a folha de pagamento. Isto significa afirmar que.Obrigações acessórias XVII.12. Fundamentação: art. de autuação e de imposição de multas reger-se-á pelo disposto no Título VII da CLT. os comprovantes de pagamento do salário -maternidade e os correspondentes atestados médicos ou certidões de nascimento.Documentos previdenciários A segurada empregada deverá dar quitação à empresa do recebimento do salário maternidade. que de acordo com a antiga redação do artigo 45 da Lei nº 8. o direito da Seguridade Social de apurar e constituir seus créditos extinguia-se após 10 (dez) anos. Para as demais seguradas. Salientamos porém. o Supremo Tribunal Federal (STF) já havia se posicionado ao editar. 234 da Instrução Normativa INSS nº 20/2007. 30 da Instrução Normativa RFB nº 900/2008 .036/1990: "O processo de fiscalização. art.212/1991. pelo prazo de até 30 (trinta) anos os depósitos devidos. Todavia. com a seguinte redação: "São inconstitucionais os parágrafo único do artigo 5º do Decreto-lei 1569/1977 e os artigos 45 e 46 da Lei nº 8. 23 da Lei nº 8. XVII .06.1 . que pagar o salário-maternidade diretamente à empregada.2008 revogou expressamente esta regra. a Súmula Vinculante nº 8. 4º da Portaria Interministerial MF/MPS nº 350/2009. quando for o caso. Antes desta revogação. 13 da Lei Complementar nº 128/2008. deverá manter arquivados.212/1991. o art. em 16. XVII. de modo que o pagamento do benefício fique plenamente caracterizado.2008. É vedada a dedução ou compensação do valor das quotas de salário -família ou de salário-maternidade das contribuições arrecadadas pela Receita Federal do Brasil (RFB) para outras entidades ou fundos. prevê § 5º do art. Neste sentido. que tratam de prescrição e decadência de crédito tributário" Diante do exposto. que este entendimento não está totalmente pacificado. a fiscalização poderá exigir do empregador.". 13 da Lei Complementar nº 128 de 19. a partir da data da obrigação perante o FGTS. cabendo exclusivamente à empresa adotar o entendimento que julgar mais acertad o. sob pena de autuação.

a estabilidade provisória de emprego. b . existem posicionamentos doutrinários e decisões jurisprudenciais sustentando que a prescrição em relação ao FGTS é de 5 (cinco) anos. erigindo-se em genuíno direito fundamental. DJ . desde a confirmação da gravidez até 5 (cinco) meses após o parto. 135 da CLT. de 30 anos.859/1972. garantindo desse modo. a seu exercício não pode se opor o mero direito potestativo atribuído ao empregador por força de norma infraconstitucional. por prazo mínimo. 4º-A da Lei 5.036/1990. XIX . cujo escopo é não somente a proteção à gestante. 130 e 135 da CLT. mesmo que as férias sejam gozadas dentro do período de estabilidade legal. também prevê que constitui circunstância impeditiva de rescisão contratual arbitrária ou sem justa causa a gestação da empregada. sem prejuízo dos salários. 13. XX .324/2006. conforme define o art. Uma vez atendidos os requisitos anteriormente declarados. O interesse em assegurar a vida desde seu estágio inicial é da sociedade. Em se tratando de direito tutelado por normas de ordem pública e.GMLBC. 10 do Ato das Disposições Constitucionais Transitória (ADCT). XVIII .Relator . prevista no artigo 10. sob pena de sujeitar-se às reparações legais. conseqüentemente. Atualmente. Fundamentação: arts. por sua vez.Jurisprudências "GESTANTE. desde a confirmação da gravidez até 5 (cinco) meses após o parto. preventivamente.14/12/2007). II.Entretanto. portanto.918/2003-038-15-00. Fundamentação: alínea "b" do inciso II do art. O inciso I do art. salvo quando houver documento coletivo da categoria profissional que estabeleça regra mais benéfica à empregada. .Férias A legislação atual não veda a concessão de férias individuais após o término do gozo do salário-maternidade. com conseqüente restrição ao direito de resilição unilateral do contrato pelo empregador. 23 da Lei nº 8. 13 da Instrução Normativa SRT/MTE nº 3/2002. nada impede que o gozo de férias da empregada coincida com o período de estabilidade provisória. ESTABILIDADE PROVISÓRIA. Recurso de revista conhecido e provido. e art. a citada garantia também é estendida à empregada doméstica por meio da Lei nº 11. dada sua natureza tributária e. 4º-A à Lei nº 5. sujeita ao prazo para cobrança relativo a tributos. revestido do caráter de indisponibilidade." (TST 1ª Turma . Todavia.RR . Trata-se de garantia constitucional.Estabilidade provisória É vedada a dispensa arbitrária ou sem justa causa da empregada.859/1972 que dispõe sobre a respectiva profissão. do Ato das Disposições Constitucionais Transitórias. da Instrução Normativa da Secretaria das Relações do Trabalho (SRT) nº 3/2002. é necessário que as férias sejam concedidas dentro do período concessivo e que. O direito de a empregada gestante manter-se no emprego. inciso I do art. Todavia. mas assegurar o bem-estar do nascituro. orientamos que as empresas guardem os documentos relacionados ao FGTS. cumprindo ao Estado outorgar ao nascituro proteção ampla e eficaz. Fundamentação: § 5º do art. a qual acrescentou o art. a empresa tenha realizado o aviso dessas férias com 30 dias de antecedência. nasce com a concepção e projeta-se até 5 meses após o parto.

cujo gozo dependeria sempre da boa-fé do empregador. Recurso provido. II. decorrentes da contratação de mão-de-obra.Data da publicação: 19/06/2009). Portanto. da trabalhadora grávida. Data de Publicação: 30/04/1999).PREVALÊNCIA DE ACORDO COLETIVO. com intuito de fraudar terceiros (Previdência Social. da Carta Constitucional. em visão estreita e egoística. nos termos do dispositivo constitucional mencionado.RO 20070064509 . ADCT. Data de Julgamento: 08/04/1999. da criança e. a teor do disposto no artigo 7º. Data de Julgamento: 23/06/1999.PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS NO PERÍODO MEDIANTE AJUSTE COM O EMPREGADOR . GARANTIA INCONDICIONADA. em norma coletiva. Fisco).14/12/2007). tendo em vista a responsabilidade objetiva resultante dos riscos inerentes à condição de empregador. GESTANTE. A proteção objetiva dimana da lei civil e da Constituição Federal.RR ."GESTANTE. e se harmoniza à teoria da responsabilidade em face do risco da atividade (art.Relator: Ricardo Artur Costa e Trigueiros . quis o legislador referir-se à data da concepção. 4º.312494/1996. afastamentos. gravidez e outros. TST consagrou a tese objetivista. logicamente antes da extinção do contrato de emprego. doenças profissionais. em que a empregada. II. "EMPREGADA EM LICENÇA -MATERNIDADE . qual seja. a confirmação da gravidez. "b") decorre de fato objetivo. Relator Ministro: José Carlos Perret Schulte. se alguém resolve explorar atividade econômica. o desconhecimento do estado gravídico pelo empregador não afasta o direito ao pagamento da indenização decorrente da estabilidade. pouco importando a ciência do empregador quanto ao fato. 4ª Turma. "DOMÉSTICA GESTANTE. A alínea "b".8 .RO 20090462178 .GMEMP DJ . DISPENSA ANTERIOR À LEI 11. Recurso de Revista conhecido e provido. Esta Corte firmou entendimento no sentido de que o desconhecimento da gravidez por parte do empregador. STF. 2º da CLT). não se prestando a derrogações pela vontade dos contratantes.Relator(a): Maria Inês Moura Santos Alves da Cunha . ESTABILIDADE PROVISÓRIA. Aplicável o artigo 104 do Código Civil de 1916 (vigente à época dos fatos). Portanto. o C. Com efeito. do art. e art. também os direitos do nascituro encontram-se preservados desde a concepção (art. o escopo da norma é mesmo o de impedir a dispensa. de um determinado prazo para que a empregada apre sente-se à empresa para readmissão. em última análise. 2º do NCC). 3ª Turma. acidentes. em perda do direito à estabilidade. DIREITO À INDENIZAÇÃO DO SALÁRIO -MATERNIDADE. "ESTABILIDADE PROVISÓRIA.324/06. não o exime da obrigação de efetuar o pagamento da indenização decorrente da estabilidade provisória. A estabilidade provisória da gestante prevista na Constituição Federal de 1988 (CF/88. Data de Publicação: 13/08/1999). o direito em questão pressupõe tão-somente o estado gravídico da empregada na vigência do contrato de trabalho. implica. vez que o instituto visa à proteção da maternidade. A estabilidade provisória da gestante não pode.369/2004006-20-00 Relator . deve assumir os riscos dessa iniciativa. Com a expressão "confirmação"." (TRT 2ª região . assim. Cerrando fileiras com o E. se não observado este. estar condicionada à comprovação de ciência. da família. A existência de previsão. inclusive através de norma coletiva. na ocasião da dispensa da empregada. XXVI. Simulação de ato jurídico contrário à lei. CCB/1916. sob pena de se inviabilizar esse direito fundamental. FGTS. Relator Ministro: Márcio Rabelo. afastando qualquer possibilidade de restrição do direito indisponível da gestante à garantia em tela. sem justo motivo. Assim. ESTABILIDADE INDEVIDA.1ª Turma . porque além da óbvia proteção à gestante. DESCONHECIMENTO DO ESTADO GRAVÍDICO. RESPONSABILIDADE OBJETIVA DO EMPREGADOR. O afastamento compulsório em razão da maternidade é norma de ordem pública. através da Súmula nº 244. percebendo salários do empregador concomitantemente com o benefício previdenciário do salário-maternidade.5ª Turma . 10º do ADCT da CF.7 . Recurso a que se dá provimento. "ESTABILIDADE DA GESTANTE . Precedentes da SDI do Tribunal Superior do Trabalho. 10."( RR . Recurso a que se nega provimento.Data de julgamento: 08/02/2007). A responsabilidade da empresa é objetiva. É certo que a Lei . art." (TST . que é o caso. presta serviços no período de afastamento." (TRT 2ª Região . confere garantia objetiva de emprego à gestante desde a confirmação da gravidez.4ª Turma . "ESTABILIDADE DA GESTANTE.ILEGALIDADE."( RR 315555/1996. inciso I e OJ nº 30 da SDC.

Adesão por parte da pessoa jurídica III.4ª Turma . obstando assim.4.1 . desde a concepção da gravidez até cinco meses após o parto. conforme dispõe o art.Prorrogação por mais duas semanas III.Período de graça V.3 . veio acrescentar o artigo 4º . de 19. Recurso da reclamante ao qual por maioria se dá provimento parcial. ficando a cargo do empregador o pagamento do período acrescido pela Carta". Salário-Maternidade . parágrafo único e inciso XVIII."A" à Lei 5.2 .324. 7º.Prazo de duração III.2010/4118 Sumário Introdução I .Benefício fiscal IV .Beneficiárias III .Documentos comprobatórios . a reclamante.3 .Mãe biológica III.Concessão II . de 120 dias.1 .2006. faz jus.7.1 . in casu tais disposições são inaplicáveis à autora vez que os fatos consumaram-se na vigência da lei anterior.4 . todavia.RO 20080212306 ." (TRT 2ª Região . face ao princípio da irretroatividade. da Constituição Federal.Carência V . o gozo da licença a que teria direito.2 .4. desde a promulgação da CF/1988.Empregada V.2 .Programa Empresa Cidadã III.Manutenção da qualidade de segurada VI . Todavia.Aspectos trabalhistas e previdenciários . Incidência do artigo 927 do NCC e Orientação Jurisprudencial nº 44 da SDI -1:"É devido o salário maternidade.Mãe adotante III.Prorrogação por sessenta dias . não podendo ser afetados pela lei nova.Previdenciário/Trabalhista .Data de julgamento: 04/04/2008).4 . à indenização correspondente ao salário-maternidade vez que a empregadora dispensou-a quando grávida.Prazo para requerimento III.4.4. tornando vedada a dispensa arbitrária ou sem justa causa da empregada doméstica gestante.11. Embora indevida a estabilidade.Relator(a) Designado(a): Ricardo Artur Costa e Trigueiros .859/72 (que trata da profissão de empregado doméstico).Mãe adotante III.Roteiro de Procedimentos Roteiro .

Abono anual XVI . .Renda mensal VIII.Revisão de benefício XIII .Doméstica XIII.Cumulação de benefícios IX.Trabalho temporário VIII . o art.Fração de mês XIII.Responsabilidade pelo pagamento do benefício XII . não justificando.1. em hipótese alguma.Auxílio-Doença X .1 . a redução de salário.Atividades concomitantes VIII.Dedução XV . facultativa e em prazo de manutenção da qualidade de segurada XIV .Férias XX .Estabilidade provisória XIX .VII .Obrigações acessórias XVII. tendo como início o nascimento da criança.1 .FGTS XVIII .1 .2 .2 .Documentos previdenciários XVII.2 .Salário-Família XVII .Empregada XIII.Seguradas contribuinte individual.Reajuste salarial IX .Aborto XI . 377 da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) definiu que a adoção de medidas de proteção ao trabalho das mulheres deveria ser considerada de ordem pública.Jurisprudências Introdução O salário-maternidade foi criado como forma de proteção ao trabalho da mulher.1 . Neste contexto.3 .Recolhimento previdenciário XIII.1 .

a proteção à trabalhadora gestante é garantia prevista tanto no Direito do Trabalho como no Direito Previdenciário. para fins de concessão de salário-maternidade. 93-A do Decreto nº 3. II . segurada facultativa e segurada especial. c) a adoção de criança. Fundamentação: art.630/1993. Considera-se parto. "caput" e §§ 4º e 5º do art. "caput" e §§ 3º e 4º do art. desde que observadas as regras impostas pela legislação previdenciária. 377 da CLT. inclusive o antecipado. 236 da Instrução Normativa INSS nº 20/2007.048/1999. 392 e 392-A da CLT. ou do sindicato da categoria. A empregada que adotar ou obtiver guarda judicial para fins de adoção de criança também fará jus ao benefício. constituirá fato gerador para recebimento do salário-maternidade: a) o parto. as seguintes seguradas: empregada. à contribuinte individual. b) o aborto não criminoso. em caráter não eventual. o evento ocorrido a partir da 23ª semana (6 meses) de gestação. inclusive como diretora empregada. b) trabalhadora avulsa: a pessoa sindicalizada ou não. com a publicação da Lei nº 10. o dia do parto. também considera-se parto o nascimento com vida antes dos 6 meses de gestação. Hoje.Beneficiárias Farão jus ao recebimento do salário-maternidade. à empregada doméstica. Este benefício tem início até 28 (vinte e oito) dias anteriores ao parto e termina 91 (noventa e um) dias depois dele. inclusive em caso de natimorto. art. como forma de garantir a efetiva inserção da criança no seio familiar. com a intermediação obrigatória do órgão gestor de mão-de-obra. contribuinte individual. sem vínculo empregatício. durante 120 (cento e vinte) dias. 93 e art.Anos mais tarde.213/1991.421 de 15 de abril de 2002 a licençamaternidade foi estendida às mães adotivas. trabalhadora avulsa. empregada doméstica. I . sob sua subordinação e mediante remuneração. nos termos da Lei nº 8. inclusive. considerando. Neste contexto. à trabalhadora avulsa. a diversas empresas. .Concessão O salário-maternidade é um benefício previdenciário devido à segurada empregada. e d) a obtenção de guarda judicial de criança para fins de adoção. que presta serviço de natureza urbana ou rural. considera-se : a) segurada empregada: pessoa que presta serviço de natureza urbana ou rural a empresa. 71 e 71-A da Lei nº 8. Desse modo. à facultativa e à segurada especial. Fundamentação: arts.

392-A da CLT. a parceira. o período de licença será de 120 (cento e vinte) dias. 93 do Decreto nº 3. bem como seus respectivos cônjuges ou companheiros e filhos 16 anos de idade ou a eles equiparados. a segurada fará jus ao salário-maternidade relativo a cada emprego. 392 da CLT.010/2009.421/2002 instituiu o direito do salário-maternidade à mãe adotiva. desde que não esteja exercendo atividade remunerada que o enquadre como segurado obrigatório da Previdência Social.Mãe biológica O salário-maternidade é devido à mãe biológica. 392-A. que exerçam suas atividades. declara: Art. incluindo desse modo. VII do art.213/1991. considerando. II. art. Fundamentação: incisos I. incisos I. revogou os §§ 1º. § 1º No caso de adoção ou guarda judicial de criança até 1 (um) ano de idade. em atividade sem fins lucrativos. em caráter eventual. 236 da Instrução Normativa INSS nº 20/2007. art. que por sua vez. e) segurada facultativa: a pessoa física. a meeira. no âmbito residencial desta.048/1999. que por sua vez. 11 e art. arts. VI.08. ou ainda. a uma ou mais pessoas físicas. mediante contribuição previdenciária. o dia do parto. o período de licença será de 30 (trinta) dias.2 . inclusive. a pescadora artesanal entre outras. V. V. o período do salário-maternidade das mães biológicas e adotantes foi equiparado. No caso de empregos concomitantes. 2º e 3º da 392-A.Mãe adotante A Lei nº 10. desde que trabalhem comprovadamente com o grupo familiar respectivo. mediante remuneração.213/1991.Prazo de duração III. d) contribuinte individual: pessoa física que presta serviço de natureza urbana ou rural. Desse modo. "caput" art. individualmente ou em regime de economia familiar. 392. II.2009 foi publicada a Lei nº 12.c) empregada doméstica: pessoa física que presta serviço de natureza contínua. VI. observado o disposto no seu § 5º.048/1999. . 3º ao 8º e 11 da Instrução Normativa INSS nº 20/2007. § 3º No caso de adoção ou guarda judicial de criança a partir de 4 (quatro) anos até 8 (oito) anos de idade. com ou sem auxílio eventual de terceiros. À empregada que adotar ou obtiver guarda judicial para fins de adoção de criança será concedida licença-maternidade nos termos do art. "caput" do art. o período de licença será de 60 (sessenta) dias. durante 120 (cento e vinte) dias. Fundamentação: art. f) segurada especial: produtora rural. III. VII do art. a pessoa ou família. o art. III . § 2º No caso de adoção ou guarda judicial de criança a partir de 1 (um) ano até 4 (quatro) anos de idade. 71 da Lei nº 8. Em 04. com início até 28 (vinte e oito) dias anteriores ao parto e término 91 (noventa e um) dias depois dele. § 4º A licença-maternidade só será concedida mediante apresentação do termo judicial de guarda à adotante ou guardiã. maior de 16 anos de idade que se filiar ao Regime Geral de Previdência Social. 13 da Lei nº 8. 11 do Decreto nº 3. 9º.1 . a uma ou mais empresas.

052/2009.048/1999. No período de licença-maternidade e licença à adotante. 1º. A prorrogação de 60 (sessenta) dias será garantida à empregada da pessoa jurídica que aderir ao Programa Empresa Cidadã. 236 da Instrução Normativa INSS nº 20/2007. e art. Para a segurada em prazo de manutenção da qualidade de segurada. por duas semanas. Durante o período de prorrogação da licença-maternidade. e a criança não poderá ser mantida em creche ou organização similar. na mesma proporção.3 . 6º da Instrução Normativa RFB nº 991/2010. a empregada terá direito à sua remuneração integral. poderá ser prorrogado por mais 60 (sessenta) dias. De acordo com a referida Lei. os períodos de repouso anteriores e posteriores ao parto poderão ser prorrogados.770/2008. o atestado médico deverá ser apreciado pela Perícia Médica do INSS. III. excepcionalmente. totalizado 180 dias. 93 do Decreto nº 3.Prorrogação por sessenta dias . A prorrogação será garantida. Nesta hipótese. III. com redação dada pelo artigo 8º da Lei nº 12. Fundamentação: arts 392-A da CLT. também à empregada que adotar ou obtiver guarda judicial para fins de adoção de criança.1 . a beneficiária perderá o direito à prorrogação. nos mesmos moldes devidos no período de percepção do salário maternidade pago pelo Regime Geral de Previdência Social (RGPS). Fundamentação: § 3º do art. Caso essa regra não seja observada. 1º do Decreto nº 7.4. pelo responsável perante o Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica (CNPJ). da criança ou da mãe. e art. .010/2009.Prorrogação por mais duas semanas Quando houver efetivo risco para a vida do feto.Programa Empresa Cidadã A Lei nº 11. a empregada não poderá exercer qualquer atividade remunerada. §§ 7º e 10 do art. 3º e 4º da Lei nº 11.Adesão por parte da pessoa jurídica A pessoa jurídica poderá aderir ao Programa Empresa Cidadã mediante Requerimento de Adesão formulado em nome do estabelecimento matriz.4 . Fundamentação: arts. desde que a empregada a requeira até o final do primeiro mês após o parto. exceto nos casos de segurada empregada em que o salário-maternidade é pago diretamente pela empresa. § 2º do art. 239 da Instrução Normativa INSS nº 20/2007. 96. III.770/2008 criou o Programa Empresa Cidadã. salvo nos casos de contrato de trabalho simultâneo firmado previamente.O salário-maternidade é devido à segurada adotante independentemente de a mãe biológica ter recebido o mesmo benefício quando do nascimento da criança. e art. e que esta seja concedida imediatamente após a fruição da licença -maternidade. fica assegurado o direito à prorrogação somente para repouso posterior ao parto. destinado à prorrogação da licençamaternidade mediante a concessão de incentivo fiscal. o prazo de 120 (cento e vinte dias) da licença-maternidade.

O acesso ao endereço eletrônico dar-se-á por meio de código de acesso. Fundamentação: art.Mãe adotante A prorrogação do salário-maternidade também aplica-se à empregada de pessoa jurídica que adotar ou obtiver guarda judicial para fins de adoção de criança. no endereço http://www. quando se tratar de criança a partir de 1 (um) até 4 (quatro) anos de idade completos. a empregada da pessoa jurídica que aderir ao Programa. e art. 1º do Decreto nº 7. vedada a dedução como despesa operacional de acordo co as regras estabelecidas pelos artigos 4º. no caso de parto antecipado. 3º do Decreto nº 7.Benefício fiscal A pessoa jurídica que aderir ao Programa. pelos seguintes períodos: a) por 60 (sessenta) dias. 5º m e 8º da Instrução Normativa RFB nº 971/2009.gov. 5º da Lei nº 11.052/2009. IV . 2º da Instrução Normativa RFB nº 991/2010. art. desde que a empregada requeira a prorrogação do salário -maternidade até o final do 1º (primeiro) mês após o parto.4. o total da remuneração integral da empregada pago nos 60 (sessenta) dias de prorrogação de sua licença -maternidade.4 .770/2008.Carência Para algumas seguradas da Previdência Social será necessário possuir um período mínimo de carência para fazer jus ao gozo do salário-maternidade.receita.4. 4º.Prazo para requerimento Será beneficiada pelo Programa Empresa Cidadã.O Requerimento de Adesão poderá ser formulado exclusivamente no sítio da Secretaria da Receita Federal do Brasil (RFB) na Internet. e art. Fundamentação: art. 4º do Decreto nº 7. A prorrogação do salário-maternidade iniciar-se-á no dia subsequente ao término da vigência do salário-maternidade concedido pela Previdência Social. III.3 . 3º da Instrução Normativa RFB nº 991/2010. desde que tributada com base no lucro real poderá deduzir do imposto devido. e art.052/2009. quando se tratar de criança a partir de 4 (quatro) anos até completar 8 (oito) anos de idade. 5º e 8º da Instrução Normativa RFB nº 991/2009. quando se tratar de criança de até 1 (um) ano de idade.052/2009. 2º do Decreto nº 7. ou mediante certificado digital válido.4.2 .052/2009. Fundamentação: art. sendo devida. e c) por 15 (quinze) dias. b) por 30 (trinta) dias. a ser obtido nos sítios da RFB na Internet.br a partir do dia 25 de janeiro de 2010. III.fazenda. III. . Fundamentação: art. 1º da Instrução Normativa RFB nº 991/2010. inclusive. e arts. em cada período de apuração.

97 do art. 236 e § 2º do art. para as seguradas contribuinte individual.1 .213/1991. Para as seguradas empregada. 30 do Decreto nº 3. inciso III do art. ou. a partir da nova filiação ao RGPS (Regime Geral da Previdência Social). observar -se-á as normas seguintes: . desde que mantida a qualidade de segurada. 1/3 (um terço) do número de contribuições exigidas como carência para a espécie.048/1999. 13 do RPS.Neste contexto. 26. para efeito de carência. Fundamentação: art. as contribuições anteriores a essa perda somente serão computadas.Período de graça A licença-maternidade também será devida à segurada desempregada (empregada. considera-se período de carência o tempo correspondente ao número mínimo de contribuições mensais indispensáveis para que a beneficiária faça jus ao recebimento da licença-maternidade. 26 e parágrafo único art.122. 13 do Decreto nº 3. mesmo que de forma descontínua. 15 da Lei nº 8. é necessário ter realizado. inciso VI do art. especial e facultativa. § 1º do art. aplicando-se. 241 da Instrução Normativa INSS nº 20/2007. trabalhadora avulsa e doméstica). a carência será reduzida em número de contribuições equivalente ao número de meses em que o parto foi antecipado. Caso tenha havido a perda da qualidade de segurada. 24. depois que a segurada contar. e inciso II do art. 10 (dez) contribuições mensais. aprovado pelo Decreto nº 3. inciso III e parágrafo único do art. 25.048/1999. 27-A. data da publicação do Decreto nº 6. no mínimo.048/1999. art. veda a dispensa arbitrária ou sem justa causa da empregada gestante. Fundamentação: art. 29. empregada doméstica e trabalhadora avulsa não há período de carência para a concessão do referido benefício. quando for o caso. 39 da Lei nº 8. V . b) o evento seja igual ou posterior a 14 de junho de 2007. para ter direito ao recebimento do salário-maternidade. Será devido o salário-maternidade à segurada especial. alínea "b" do ato das Disposições Constitucionais Transitórias (ADCT). Considerando que o art. nas hipóteses de dispensa por justa causa ou a pedido. Todavia. durante a gestação. a redução prevista no parágrafo anterior. inciso II. 10. observando que: a) o nascimento da criança. art. no mínimo. desde que comprove o exercício de atividade rural nos últimos 10 (dez) meses imediatamente anteriores à data do parto ou do requerimento do benefício. deverá ocorrer dentro do período de graça. desde a confirmação da gravidez até 5 (cinco) meses após o parto. art.213/1991. quando requerido antes do parto. para aquela que cessou as contribuições (contribuinte individual ou facultativa) e para a segurada especial. situações em que o benefício será pago diretamente pela Previdência Social. a segurada desempregada fará jus ao recebimento do salário-maternidade nos casos de demissão antes da gravidez. Na ocorrência de parto antecipado. com. V. inclusive em caso de natimorto ou a guarda judicial para fins de adoção ou a adoção ou aborto espontâneo.Empregada Durante o período de graça a que se refere o art.

V.2 . e f) até 6 (seis) meses após a cessação das contribuições. o segurado incorporado às Forças Armadas para prestar serviço militar. d) até 12 (doze) meses após o livramento. para a requerente cujo último vínculo seja de empregada deverá ser observado: b. c) até 12 (doze) meses após cessar a segregação. o segurado detido ou recluso. o benefício não poderá ser concedido. solicitando informação sobre a existência de reclamatória trabalhista ajuizada pela requerente contra o empregador. desde que comprovada essa situação por registro no órgão próprio do Ministério do Trabalho e Emprego.Manutenção da qualidade de segurada Para efeitos de concessão do salário-maternidade. o benefício será concedido pela Previdência Social. independentemente de contribuições: a) sem limite de prazo. b. O prazo da alínea "b" ou do parágrafo anterior será acrescido de 12 (doze) meses para a segurada desempregada. o segurado facultativo. o segurado conserva todos os seus direitos perante a Previdência Social . b) ocorrido o fato gerador dentro do período de manutenção da qualidade de segurada.1) tratando-se de dispensa por justa causa ou a pedido. 241 da Instrução Normativa INSS nº 20/2007. c) a requerente deverá assinar declaração específica com a finalidade de identificar a causa da extinção do contrato de trabalho.2) tratando-se de dispensa arbitrária ou sem justa causa ocorrida no período entre a confirmação da gravidez até cinco meses após o parto. O prazo da alínea "b" será prorrogado para até 24 (vinte e quatro) meses.a) a responsabilidade pelo pagamento do salário-maternidade será da empresa. b) até 12 (doze) meses após a cessação de benefício por incapacidade ou após a cessação das contribuições. considerando tratar-se de obrigação da empresa/empregador. que deverá responder pelos salários do período. mantêm a qualidade de segurada. Fundamentação: §§ 2º e 3º do art. o segurado que deixar de exercer atividade remunerada abrangida pela previdência social ou estiver suspenso ou licenciado sem remuneração. Durante os citados prazos.048/1999. tendo em vista o parágrafo único. e) até 3 (três) meses após o licenciamento. d) havendo dúvida fundada. art. o segurado acometido de doença de segregação compulsória. quem está em gozo de benefício. se a segurada já tiver pago mais de cento e vinte contribuições mensais sem interrupção que acarrete a perda da qualidade de segurado. o servidor poderá encaminhar consulta à Vara do Trabalho local ou ao Tribunal Regional do Trabalho. 97 do Decreto 3.

na igualdade da média aritmética simples dos seus 6 (seis) últimos salários. 393 a 395 da IN INSS/PRES . com. 27-A do Decreto nº 3. apurada de acordo com a lei salarial ou o dissídio coletivo da categoria. Fundamentação: art. será devido o salário-maternidade somente enquanto existir a relação de emprego. adiantamento de férias e as rubricas constantes do § 9º do art. 236 da Instrução Normativa INSS nº 20/2007. 15 da Lei nº 8. b) nos casos de pedido de revisão ou de reabertura de benefício indeferido. "caput" e §§ 1º. b) certidão de nascimento do filho. desde que comprovada na forma dos arts. contendo o nome da segurada adotante ou guardiã. O salário-maternidade não é devido quando o termo de guarda não contiver a observação de que é para fins de adoção ou só contiver o nome do cônjuge ou companheiro. VIII .Trabalho temporário Para a segurada com contrato de trabalho temporário. quando deverá ser apresentado atestado médico. b) parcialmente variável. ou se for o caso de salário total ou parcialmente variável. Fundamentação: § 6º do art.048/1999. no mínimo. 214 do Decreto 3. VI . 1/3 (um terço) do número de contribuições exigidas para o cumprimento da carência. ou c) certidão de nascimento da criança ou termo de guarda. a partir de 1º de julho de 1994.Havendo perda da qualidade de segurado. é aque constituída de la valor fixo que varia em função dos reajustes salariais normais. a partir da nova filiação ao Regime Geral de Previdência Social. quando se tratar de adoção ou guarda a fins de adoção.213/1991. 13 e art.048/1999. excetuando-se o décimo terceiro-salário. é aquela constituída de parcelas fixas e variáveis. 93-A do Decreto nº 3.Documentos comprobatórios Os documentos comprobatórios para requerimento do salário-maternidade da segurada são: a) atestado médico. Entende-se por remuneração da segurada empregada: a) fixa. tomando-se por base as informações constantes no CNIS (Cadastro Nacional de Informações Sociais). se houver. Fundamentação: §§ 1º ao 3º art. as anotações salariais constantes nas CP (Carteira Profissional) ou CTPS (Carteira de Trabalho e Previdência Social) e. consiste numa renda mensal igual a sua remuneração devida no mês do seu afastamento. e § 2º do art. 2º e 3º do art. quando se tratar de mãe biológica. 236 da Instrução Normativa INSS nº 20/2007.Renda mensal A renda mensal do salário-maternidade. exceto nos casos de aborto espontâneo.048/1999. será calculada da seguinte forma: a) para a segurada empregada. VII . é aquela constituída somente de parcelas variáveis. e c) totalmente variável. as contribuições anteriores a essa perda somente serão computadas para efeito de carência depois que o segurado contar.

Se a segurada estiver vinculada à Previdência Social na condição de empregada ou trabalhadora avulsa. exercer atividade que a vincule como contribuinte individual terá direito ao salário-maternidade na condição de segurada empregada ou trabalhadora avulsa com base na . 248 da Constituição Federal. 96 da Instrução Normativa INSS/PRES nº 20/2007. c) para a segurada trabalhadora avulsa. VIII. ser inferior ao salário mínimo. inexistindo contribuição na condição de segurada contribuinte individual ou empregada doméstica. apurados em período não superior a 15 (quinze) meses. em respeito ao limite máximo do salário-decontribuição como segurada empregada. inclusive. salvo se após a concessão forem detectados fraude ou erro administrativo. 96 da Instrução Normativa INSS nº 20/2007. concomitantemente. com remuneração inferior ao limite máximo do salário-de-contribuição e. devido às seguradas trabalhadora avulsa e empregada. 248 da Constituição Federal de 1988. o benefício será devido apenas nessa condição. corresponde ao valor do seu último salário -decontribuição conforme remuneração registrada na Carteira Profissional (CP) e/ou na Carteira de Trabalho e Previdência Social (CTPS). nos termos do art.nº 20/2007 servem para subsidiar a alteração. a partir de 29 de maio de 2002. observando que: a) a carência exigida será conforme a atividade exercida. Aplica-se essa mesma regra quando se tratar de segurada em prazo de manutenção da qualidade de segurada. no valor correspondente à remuneração integral dela. f) para a segurada especial. terá a renda mensal sujeita ao limite máximo. a segurada fará jus ao saláriomaternidade relativo a cada emprego ou atividade. corresponde ao valor de um salário mínimo. e) para a segurada contribuinte individual. Fundamentação: "caput" e § 1º art. considerando que a somatória de todos os benefícios devidos não pode u ltrapassar o limite máximo do salário de contribuição vigente na data do evento. terá a renda mensal sujeita ao limite máximo. corresponde à média aritmética dos doze últimos salários-de-contribuição. a partir de 29 de maio de 2002. sujeito ao limite máximo do salário-decontribuição. b) a renda mensal inicial será apurada na forma do disposto no inciso I. g) o benefício de salário-maternidade. exceto a doméstica. observado o disposto na alínea "a". corresponde ao valor de sua última remuneração integral equivalente a um mês de trabalho não sujeito ao limite máximo do salário-decontribuição. data da publicação do Parecer/CJ nº 2854/2002. O pagamento do salário-maternidade não pode ser cancelado. Na hipótese de atividades concomitantes. h) O benefício de salário-maternidade. podendo. sujeito ao limite máximo do salário-de-contribuição. inclusão ou exclusão de informações constantes no CNIS (Cadastro Nacional de Informações Sociais). facultativa e para as que mantenham a qualidade de segurada. d) para a segurada empregada doméstica.1 . nos termos do art. § 5º do art.Atividades concomitantes No caso de empregos concomitantes ou de atividade simultânea na condição de segurada empregada com contribuinte individual ou doméstica.

ser inferior ao salário mínimo. a. não satisfizer o período de carência exigido. observando-se quanto à contribuição previdenciária.. Fundamentação: §§ 2º ao 6º do art. dissídios coletivos etc. fará jus ao benefício.2) Pagamento Alternativo de Benefício (PAB). deverá ser efetuada a alteração por meio de: b. 96 da Instrução Normativa INSS nº 20/2007.Cumulação de benefícios . observado o disposto abaixo: a. o benefício será concedido com o valor mínimo.1) Atualização Especial (AE). VIII. deverão ser incluídas as contribuições vertidas na condição de segurada empregada.3) na hipótese da segurada contar com menos de dez contribuições. IX .2 . 96 da Instrução Normativa INSS nº 20/2007. será efetuada revisão do benefício.2) no cálculo. a soma dos salários-de-contribuição apurado será dividido por doze. às quais se somarão às de contribuinte individual ou facultativo e. inclusive. após a extinção do vínculo empregatício. no período de quinze meses.remuneração integral e. b) se mesmo considerando a filiação do extinto vínculo. a segurada poderá pedir a revisão do benefício ao INSS. apurados em um período não superior a quinze meses. no curso do período de concessão do salário-maternidade. ou b.1) a renda mensal inicial consistirá em um doze avos da soma dos últimos salários-decontribuição. deverá: a) considerar as contribuições como empregada. se o benefício estiver ativo.Reajuste salarial Caso ocorram reajustes salariais. terá direito ao benefício. limitado ao teto máximo de contribuição. a. contribuir há menos de dez meses. não fará jus ao benefício. calculada automaticamente pelo sistema próprio. nessas condições. de resíduo. Fundamentação: § 7º do art. quanto ao benefício como segurada contribuinte individual. b) se o aumento ocorreu após a DIB do benefício. podendo. a. cujo valor corresponderá a um doze avos da soma dos últimos salários-decontribuição. respeitado o limite máximo de contribuição. no extinto vínculo. se completar a carência exigida. tais como: aumentos salariais. se o benefício estiver cessado. desde que observados os seguintes itens: a) se o aumento ocorreu desde a Data de Início do Benefício (DIB). deverá ser observado: a) se contribuiu há mais de dez meses na condição de contribuinte individual. a segurada tiver se filiado como segurada contribuinte individual ou facultativa e. não fará jus ao benefício na condição de segurada contribuinte individual. b) se verteu contribuições em período inferior à carência exigida de dez contribuições.4) se o valor apurado for inferior ao salário mínimo. Se. apurados em um período não superior a quinze meses.

Nas situações em que a segurada estiver em gozo de auxílio-doença e requerer o saláriomaternidade. Fundamentação: art. deverá ser concedido novo benefício. deverá ser suspenso enquanto perdurar o referido pagamento. caberá à segurada comprovar o novo valor da parcela fixa da respectiva remuneração ou o índice de reajuste. 247 da Instrução Normativa INSS nº 20/2007. Fundamentação: §§ 8º e 9º do art. anteriores ao auxílio-doença. 247 da Instrução Normativa INSS nº 20/2007. caso a Data Cessação do Benefício (DCB) tenha sido fixada em data posterior a este período. à média dos doze últimos salários-de-contribuição apurados em período não superior a quinze meses. .O salário-maternidade não pode ser acumulado com benefício por incapacidade.1 Auxílio-Doença A segurada em gozo de auxílio-doença. após o afastamento do trabalho que resultou no auxílio-doença. inclusive o decorrente de acidente de trabalho. Para comprovação do aborto não criminoso o atestado médico deverá informar o CID (Código Internacional de Doenças) específico. este será restabelecido. à média aritmética simples das seis últimas remunerações recebidas da empresa. se houve reajuste salarial da categoria. IX. se for o caso. fixando-se novo limite. ao valor da remuneração que estaria recebendo.Aborto Caso a segurada seja vítima de aborto não criminoso. comprovado mediante atestado médico. reajustado nas mesmas épocas e bases dos benefícios pagos pela Previdência Social. terá o benefício suspenso administrativamente enquanto perdurar o salário-maternidade. conforme o caso. o benefício por incapacidade. a pedido da segurada. o valor deste corresponderá: a) para a segurada empregada com remuneração fixa. mediante avaliação da Perícia Médica do INSS. Nas situações previstas nas alíneas "a" e "b". c) para a segurada contribuinte individual. devendo o benefício por incapacidade ser restabelecido a contar do primeiro dia seguinte ao término do período de 120 (cento e vinte) dias. X . facultativa e para as que mantenham a qualidade de segurado. como se em atividade estivesse. o valor do salário-de-benefício do auxíliodoença. que esta permanece incapacitada para o trabalho pela mesma doença que originou o auxíliodoença cessado. 96 e art. devidamente corrigidas. Se fixada a DCB do benefício por incapacidade durante a vigência do salário-maternidade e ficar constatado. b) para a segurada empregada com remuneração variável. Quando ocorrer incapacidade em concomitância com o período de pagamento do salário maternidade. terá direito ao salário-maternidade correspondente a duas semanas. incluídos. Se na avaliação da Perícia Médica do INSS ficar constatada a incapacidade da segurada para o trabalho em razão de moléstia diversa do benefício de auxílio-doença cessado. que deverá ser aplicado unicamente sobre a parcela fixa. ou terá sua data de início adiada para o primeiro dia seguinte ao término do período de 120 (cento e vinte) dias.

br. quando for o caso. . segurada especial e empregada adotante. e arts. 85 da Instrução Normativa RFB nº 971/2009.876. facultativa.Recolhimento previdenciário Durante o período de percepção de salário-maternidade. bem como as contribuições destinadas a outras entidades ou fundos (terceiros). e art. empregada doméstica. Fundamentação: art. requerido a partir de 9 de janeiro de 2002. deverá apresentar a CP (Carteira Profissional) ou a CTPS (Carteira de Trabalho e Previdência Social). 93 do Decreto nº 3. XII . bem como os comprovantes dos recolhimentos dos salários-de-contribuição efetuados a partir dos valores declarados na CP ou na CTPS.Responsabilidade pelo pagamento do benefício O salário-maternidade será pago diretamente pelo INSS ou pela empresa contratante. contribuinte individual.Revisão de benefício A segurada empregada ou a trabalhadora avulsa.213/199. e art. independentemente da data do afastamento ou do parto. 244 do Decreto nº 3. Fundamentação: art. quando do pedido de revisão do valor da renda do salário-maternidade. deverá apresentar documentos que comprovem a alteração salarial. Esta regra aplica-se para as seguradas trabalhadora avulsa. XIII . quando o início do afastamento do trabalho tenha ocorrido até o dia 28 de novembro de 1999. devidamente legalizada. o salário-maternidade devido à segurada empregada. 86 e 87 da Instrução Normativa RFB nº 971/2009. § 2º do art.048/1999. sobre o montante pago a título de salário-maternidade incidem as contribuições sociais previdenciárias. desde que esta possua convênio com tal finalidade.Fundamentação: § 5º do art.mps. observando as seguintes situações: a) o requerimento do salário-maternidade junto ao INSS poderá ser feito por meio da Agência da Previdência Social (APS) ou via Internet no site www. XI . 240 da Instrução Normativa INSS nº 20/2007. A segurada empregada que adotar ou obtiver guarda judicial para fins de adoção poderá requerer e receber o salário-maternidade via empresa. quando será pago diretamente pelo INSS. ao requerer revisão de benefício. b) fica garantido o pagamento do salário-maternidade pela empresa à segurada empregada. véspera da publicação da Lei nº 9. Fundamentação: § 2º do art. será pago diretamente pela empresa.048/1999.gov. exceto no caso de adoção ou de guarda judicial para fins de adoção. Desse modo. 246 da Instrução Normativa INSS nº 20/2007. A empregada doméstica. 28 da Lei nº 8. visto que este benefício é salário-de-contribuição. será devida a contribuição previdenciária. c) para requerimentos efetivados a partir de 1º de setembro de 2003. 248 da Instrução Normativa INSS nº 20/2007.

durante o mês.1) 1% (um por cento) para as empresas em cuja atividade preponderante o risco de acidentes do trabalho seja considerado leve. inclusive as gorjetas. para fatos geradores ocorridos a partir de 1º de março de 2000. Esta alíquota será fixada de acordo com o enquadramento do Fundo de Previdência e Assistência Social (FPAS). aos segurados contribuintes individuais que lhe prestem serviços. c. devidas ou creditadas. é devida pela empresa ou equiparada a contribuição adicional destinada ao financiamento das aposentadorias especiais. correspondente à aplicação dos seguintes percentuais: c. nos termos da lei ou do contrato ou. no decorrer do mês. a empresa ou pessoa equiparada deverá efetuar as seguintes contribuições: a) 20% (vinte por cento) sobre o total das remunerações pagas. de acordo com os seguintes percentuais: respectivamente: 12% (doze por cento). aos segurados empregados e trabalhadores avulsos que lhe prestem serviços. aos segurados empregados e trabalhadores avulsos que lhe prestem serviços. b) 20% (vinte por cento) sobre o total das remunerações pagas ou creditadas a qualquer título. devidas ou creditadas a qualquer título. e e) recolhimento destinado a outras entidades (terceiros). quer pelo tempo à disposição do empregador ou tomador de serviços.Empregada Quando a segurada empregada estiver em gozo de salário-maternidade. destinadas a retribuir o trabalho.3) 3% (três por cento) para as empresas em cuja atividade preponderante esse risco seja considerado grave. a qualquer título.2) 2% (dois por cento) para as empresas em cuja atividade preponderante esse risco seja considerado médio. 9% (nove por cento) e 6% (seis por cento). ainda. relativamente a serviços que lhe são prestados por cooperados por intermédio de cooperativas de trabalho. em razão do desempenho da empresa em relação à sua respectiva atividade.Roteiro de Procedimentos Exercendo o segurado atividade em condições especiais que possam ensejar aposentadoria especial após 15 (quinze).1 . de convenção ou acordo coletivo de trabalho ou sentença normativa. Para saber mais sobre o Fator Acidentário de Prevenção consulte o Roteiro Previdenciário/Trabalhista sob o título: O recolhimento previdenciário patronal e o Fator Acidentário de Prevenção (FAP) . que deverá ser realizado pela empresa levando em consideração sua atividade. aferido pelo Fator Acidentário de Prevenção (FAP). conforme regras contidas nos Anexos I e II da Instrução Normativa RFB nº 971/2009. c) para financiamento da aposentadoria especial e dos benefícios concedido em razão do s grau de incidência de incapacidade laborativa decorrente dos riscos ambientais do trabalho (GIIL-RAT). quer pelos serviços efetivamente prestados. os ganhos habituais sob a forma de utilidades e os adiantamentos decorrentes de reajuste salarial. 20 (vinte) ou 25 (vinte e cinco) anos de trabalho sob exposição a agentes nocivos prejudiciais à sua saúde e integridade física. As alíquotas constantes do GIIL-RAT serão reduzidas em até cinqüenta por cento ou aumentadas em até cem por cento.XIII. incidentes sobre o total das remunerações pagas. d) 15% (quinze por cento) sobre o valor bruto da nota fiscal ou fatura de prestação de serviços. . durante o mês. qualquer que seja a sua forma. c.

Além disso. cooperativas de crédito.1.28 até 3. Fundamentação: art. XIII. . observado o limite máximo do salário-decontribuição. distribuidoras de títulos e valores mobiliários. Quando o desconto na empresa ou no INSS atingir o limite máximo do salário-de-contribuição. sociedades de crédito.54 ALÍQUOTA PARA FINS DE RECOLHIMENTO AO INSS 8. agentes autônomos de seguros privados e de crédito e entidades de previdência privada abertas e fechadas.Previdenciário/Trabalhista sob o título: Simples Nacional .1 . respeitado o limite máximo do salário-decontribuição.708. aplicando-se a alíquota devida sobre a remuneração mensal integral. será feito da seguinte forma: a) pela empresa. além das contribuições referidas.024.212/1991.No caso de bancos comerciais.708.00% 11.Empresas optantes Aspectos previdenciários <PID=207553>. 72.00% 9. sobre a remuneração relativa aos dias trabalhados. 85. empresas de seguros privados e de capitalização.97 de 1. financiamento e investimento.27 de 1. 22 da Lei nº 8. Para saber mais sobre as empresas optantes pelo Simples Nacional consulte o Roteiro . bancos de investimentos. não caberá mais nenhum desconto pela outra parte. 109 e Anexos I e II da Instrução Normativa RFB nº 971/2009. empresas de arrendamento mercantil.5% (dois vírgula cinco por cento) sobre a base de cálculo definida nas linhas "a" e "b". bancos de desenvolvimento. Algumas das empresas optantes pelo Simples Nacional estão isentas da contribuição previdenciária patronal (CPP). inciso VI do art.00% Quando o desconto na empresa ou no INSS atingir o limite máximo do salário-de-contribuição. sociedades de crédito imobiliário.98 até 1. o desconto referente à contribuição da empregada. a contribuição descontada da empregada. 13 da Lei Complementar nº 123/006. arts. sociedades corretoras. conforme tabela abaixo: SALÁRIO-DE-CONTRIBUIÇÃO (R$) até 1. aplicando a alíquota -se que corresponde à remuneração mensal integral.048/1999. art. b) pelo INSS. sobre o salário-maternidade relativo aos dias correspondentes. tanto no início quanto no término do benefício. conforme prevê o inciso VI do art. caixas econômicas. é devida a contribuição adicional de 2.416.024. não caberá mais nenhum desconto pela outra parte A regra mencionada na alínea "d" não se aplica quando se tratar de mãe adotante que recebe o salário-maternidade diretamente do INSS. o empregador deverá repassar ao INSS. 202-A do Decreto nº 3. Anexo II da Portaria Interministerial MF/MPS nº 350/2009.Fração de mês Quando o recebimento do salário-maternidade corresponder à fração de mês. 13 da Lei Complementar nº 123/2006.

Fundamentação §§ 1º ao 3º do art.Seguradas contribuinte individual. 214 do Decreto nº 3. art. 91 da Instrução Normativa RFB nº 971/2009. e art. XIV . pelo INSS. durante a percepção do salário-maternidade as seguintes alíquotas de contribuição sobre o valor do benefício da segurada contribuinte individual. facultativa e as em prazo de manutenção da qualidade de segurada: a) contribuinte individual e facultativa: 20% (vinte por cento) ou 11% (onze por cento). 9% ou 11%). relativa à fração de mês. XIII. 28 da Lei nº 8. A contribuição devida pela contribuinte individual e facultativa.1) se contribuinte individual: 20% (vinte por cento) ou 11% (onze por cento). conforme o valor do salário-maternidade: b.4) como empregada adotante . Fundamentação: art. O salário-maternidade da contribuinte individual. conforme a última contribuição. 88 da Instrução Normativa RFB nº 971/2009. facu ltativa e em prazo de manutenção da qualidade de segurada Serão descontadas. XIII.048/1999. deverá recolher o valor correspondente a essa dedução indevida.213/199.048/1999. e art.3) se facultativa: 20% (vinte por cento) ou 11% (onze por cento). 252 da Instrução Normativa INSS nº 20/2007. 24. sendo que a parcela devida pela empregada doméstica será descontada pelo INSS por ocasião do pagamento do benefício.048/1999.3 . conforme a última contribuição. na forma estabelecida pelo art. § 2º do art.2 . deverá ser efetuada pela segurada em valor mensal integral e a contribuição devida no curso do benefício será descontada pelo INSS do valor do benefício. caberá ao empregador recolher apenas a parcela da contribuição a seu cargo (12% do salário-de-contribuição do empregado doméstico a seu serviço). § 2º do art.parte referente à empregada (8%. não poderá ser computado para fins de tempo de contribuição em aposentadoria p tempo de or contribuição e Certidão de Tempo de Contribuição (CTC). b. Fundamentação: § 2º do art.042/2007). art. com os acréscimos legais. art. por motivo de início ou de término do salário-maternidade. b. b. 199-A do Decreto nº 3. 28 da Lei nº 8. 214 do Decreto nº 3. concedido como contribuinte optante pelos 11% (onze por cento). 199-A.A empresa que efetuou dedução relativa ao salário-maternidade. b) para a segurada em prazo de manutenção da qualidade de segur da a contribuição devida a será aquela correspondente à sua última categoria. 199-A do Decreto nº 3. 251 da Instrução Normativa INSS nº 20/2007. se optante pelo Plano Simplificado do INSS (art.212/1991. facultativa e as em prazo de manutenção da qualidade de segurada em decorrência dessas atividades. com redação dada pelo Decreto nº 6. § 2º do art. 9% ou 11%).048/1999. 250 da Instrução Normativa INSS nº 20/2007. cujo afastamento do trabalho da segurada tenha ocorrido após 28 de novembro de 1999.Doméstica No período de salário-maternidade da segurada empregada doméstica.2) sendo empregada doméstica: percentual referente à empregada (8%.Dedução .

40 da Lei nº 8. b) no campo 4 da GPS. a empregada deve apresentar à empresa: a) CP ou CTPS. conforme dispõe o art.Abono anual O abono anual (décimo terceiro salário ou gratificação natalina) corresponde ao valor da renda mensal do benefício no mês de dezembro ou no mês da alta ou da cessação do benefício. 248 da Constituição Federal de 1988. é a base de cálculo para a contribuição previdenciária e para o depósito de FGTS (Fundo de Garantia por Tempo de Serviço). Fundamentação: §§ 1º e 2º do art. caberá à empresa realizar o pagamento da cota do salário-família. O décimo terceiro salário (abono anual) pago pelo INSS. XVI . 15 da Lei nº 8. O valor do recolhimento previdenciário relativo ao décimo terceiro salário (abono anual) do salário-maternidade da empregada deverá ser efetuado pelo empregador. em espécie. Para tanto. dos Ministros do Supremo Tribunal Federal. "caput" do art. Fundamentação: § 7º do art. informar o código de recolhimento normal da empresa. da seguinte forma: a) no campo 3 da GPS.048/1999. correspondente ao período em que a segurada esteve em gozo de salário-maternidade. . 253. a ser quitada até o dia 20 de dezembro do ano a que se referir o respectivo recolhimento. e Ato Declaratório Executivo nº 69/2009. o valor pago a título de salário-maternidade não poderá ser superior ao subsídio mensal. art. Para efeito de dedução.Salário-Família O salário-família será devido à segurada em gozo de salário-maternidade. fazer constar o mês de competência do décimo terceiro salário a que se refere o respectivo recolhimento. deve-se observar a seguinte regra: a) a remuneração correspondente ao décimo terceiro salário deverá ser dividida por 30 (trinta).212/1991. desde que atendidas as regras contidas no art. 4º da Portaria Interministerial MF/MPS nº 350/2009.O salário-maternidade pago pela empresa ou pelo equiparado à segurada empregada. para o segurado que recebeu salário-maternidade. ainda que a empregada esteja em gozo de salário-maternidade. Para fins da dedução da parcela de 13º salário. c) a parcela referente ao décimo terceiro salário proporcional ao período de licençamaternidade corresponde ao produto da multiplicação do resultado da operação descrita na linha "b" pelo número de dias de gozo de licença-maternidade no ano. arts. b) o resultado da operação descrita na linha "a" deverá ser dividido pelo número de meses considerados no cálculo da remuneração do décimo terceiro. XV . "caput" do art. Assim. 254 e "caput" do art. poderá ser deduzido quando do pagamento das contribuições sociais previdenciárias devidas. 120 do Decreto nº 3. exceto das contribuições destinadas a outras entidades ou fundos. 28. ainda que parte dele tenha sido paga pelo INSS.036/1990. quando se tratar de empregada. por meio de Guia da Previdência Social (GPS). inclusive a parcela do décimo terceiro salário correspondente ao período da licença. 301 da Instrução Normativa INSS nº 20/2007. 86 da Instrução Normativa RFB nº 971/2009.

Fundamentação: art.212/1991. Fundamentação: art. durante 05 (cinco) anos. nos meses de maio e novembro. a cargo da Perícia Médica do INSS. o Supremo Tribunal Federal (STF) já havia se posicionado ao editar. XVII. Todavia. entendemos que o prazo de guarda dos documentos previdenciários é de 05 (cinco) anos. 13 da Lei Complementar nº 128 de 19. que tratam de prescrição e decadência de crédito tributário" Diante do exposto. quando for o caso. cabendo exclusivamente à empresa adotar o entendimento que julgar mais acertad o. É vedada a dedução ou compensação do valor das quotas de salário -família ou de salário-maternidade das contribuições arrecadadas pela Receita Federal do Brasil (RFB) para outras entidades ou fundos.FGTS .2008. c) caderneta de vacinação ou equivalente. de modo que o pagamento do benefício fique plenamente caracterizado. quando dependente maior de quatorze anos. Para as demais seguradas. e) comprovante de freqüência à escola. contados a partir de 2000. 30 da Instrução Normativa RFB nº 900/2008 . quando dependente menor de 7 (sete) anos. 4º da Portaria Interministerial MF/MPS nº 350/2009. Vale frisar todavia. o art.2008 revogou expressamente esta regra. com a seguinte redação: "São inconstitucionais os parágrafo único do artigo 5º do Decreto-lei 1569/1977 e os artigos 45 e 46 da Lei nº 8. que pagar o salário-maternidade diretamente à empregada.212/1991. a Súmula Vinculante nº 8. contados a partir de 2000.Obrigações acessórias XVII. e art. sendo obrigatória nos meses de novembro.06.12.2 . Salientamos porém. A empresa.1 . quando dependente a partir de 7 (sete) anos. art. Antes desta revogação. e Súmula do STF nº 8. à disposição da fiscalização da Secretaria da Receita Federal do Brasil (RFB). que de acordo com a antiga redação do artigo 45 da Lei nº 8. d) comprovação de invalidez.Documentos previdenciários A segurada empregada deverá dar quitação à empresa do recebimento do saláriomaternidade. os comprovantes de pagamento do salário-maternidade e os correspondentes atestados médicos ou certidões de nascimento. em 16. 234 da Instrução Normativa INSS nº 20/2007. A empresa poderá deduzir o valor pago à título de salário-família e salário-maternidade por ocasião dos recolhimentos previdenciários incidentes sobre a folha de pagamento. deverá manter arquivados.b) Certidão de Nascimento do filho (original e cópia). 13 da Lei Complementar nº 128/2008. o salário-família será pago diretamente pelo INSS. o direito da Seguridade Social de apurar e constituir seus créditos extinguia-se após 10 (dez) anos. que este entendimento não está totalmente pacificado. XVII .

Uma vez atendidos os requisitos anteriormente declarados. a fiscalização poderá exigir do empregador.". 10 do Ato das Disposições Constitucionais Transitória (ADCT). e art. orientamos que as empresas guardem os documentos relacionados ao FGTS. Fundamentação: arts. desde a confirmação da gravidez até 5 (cinco) meses após o parto. preventivamente.036/1990: "O processo de fiscalização.859/1972 que dispõe sobre a respectiva profissão.036/1990. existem posicionamentos doutrinários e decisões jurisprudenciais sustentando que a prescrição em relação ao FGTS é de 5 (cinco) anos. também prevê que constitui circunstância impeditiva de rescisão contratual arbitrária ou sem justa causa a gestação da empregada. 23 da Lei nº 8. Todavia. XX . inciso I do art.Férias A legislação atual não veda a concessão de férias individuais após o término do gozo do salário-maternidade. XIX .Jurisprudências . desde a confirmação da gravidez até 5 (cinco) meses após o parto. salvo quando houver documento coletivo da categoria profissional que estabeleça regra mais benéfica à empregada.Estabilidade provisória É vedada a dispensa arbitrária ou sem justa causa da empregada. dada sua natureza tributária e. sujeita ao prazo para cobrança relativo a tributos. Fundamentação: alínea "b" do inciso II do art. de 30 anos. a partir da data da obrigação perante o FGTS. é necessário que as férias sejam concedidas dentro do período concessivo e que. O inciso I do art. 135 da CLT. por sua vez. a estabilidade provisória de emprego. conforme define o art. a empresa tenha realizado o aviso dessas férias com 30 dias de antecedência.859/1972. sob pena de autuação. prevê § 5º do art. 4º-A da Lei 5. nada impede que o gozo de férias da empregada coincida com o período de estabilidade provisória. respeitado o privilégio do FGTS à prescrição trintenária. mesmo que as férias sejam gozadas dentro do período de estabilidade legal. Neste sentido. Fundamentação: § 5º do art. Atualmente. 13. Isto significa afirmar que. a qual acrescentou o art.Toda a documentação relativa ao Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) deverá permanecer guardada por período mínimo de 30 anos. a citada garantia também é estendida à empregada doméstica por meio da Lei nº 11. Todavia. 13 da Instrução Normativa SRT/MTE nº 3/2002. Entretanto. de autuação e de imposição de multas reger-se-á pelo disposto no Título VII da CLT. 4º-A à Lei nº 5. da Instrução Normativa da Secretaria das Relações do Trabalho (SRT) nº 3/2002. portanto.324/2006. garantindo desse modo. pelo prazo de até 30 (trinta) anos os depósitos devidos. 130 e 135 da CLT. XVIII . por prazo mínimo. 23 da Lei nº 8.

7 .14/12/2007). Recurso a que se nega provimento. Data de Publicação: 30/04/1999). o desconhecimento do estado gravídico pelo empregador não afasta o direito ao pagamento da indenização decorrente da estabilidade." (TST . sob pena de sujeitar-se às reparações legais. Data de Julgamento: 08/04/1999. qual seja. em visão estreita e egoística. o direito em questão pressupõe tão-somente o estado gravídico da empregada na vigência do contrato de trabalho. Fisco). o escopo da norma é mesmo o de impedir a dispensa. II. conseqüentemente. Recurso de revista conhecido e provido. "b") decorre de fato objetivo.8 . Portanto. O afastamento compulsório em razão da maternidade é norma de ordem pública. tendo em vista a responsabilidade objetiva resultante dos riscos inerentes à condição de empregador. cujo escopo é não somente a proteção à gestante. de um determinado prazo para que a empregada apre sente-se à empresa para readmissão. nos termos do dispositivo constitucional mencionado.RR . b .5ª Turma ."GESTANTE. Relator Ministro: Márcio Rabelo. A responsabilidade da empresa é objetiva. O direito de a empregada gestante manter-se no emprego. GARANTIA INCONDICIONADA. "GESTANTE. Com a expressão "confirmação". II. em última análise. em que a empregada. logicamente antes da extinção do contrato de emprego. sem justo motivo.312494/1996. porque além da óbvia proteção à gestante. em norma coletiva. a confirmação da gravidez. A al ínea "b". com conseqüente restrição ao direito de resilição unilateral do contrato pelo empregador."( RR 315555/1996. presta serviços no período de afastamento. pouco importando a ciência do empregador quanto ao fato. II. Data de Publicação: 13/08/1999).RR . em perda do direito à estabilidade. erigindo-se em genuíno direito fundamental.Relator(a): Maria Inês Moura Santos Alves da Cunha . e se harmoniza à teoria da responsabilidade em face do risco . A proteção objetiva dimana da lei civil e da Constituição Federal.14/12/2007). 2º do NCC). ESTABILIDADE PROVISÓRIA.918/2003-038-15-00. revestido do caráter de indisponibilidade. A estabilidade provisória da gestante prevista na Constituição Federal de 1988 (CF/88.1ª Turma . 10º do ADCT da CF. Simulação de ato jurídico contrário à lei. Assim.Relator . da família. DJ . Relator Ministro: José Carlos Perret Schulte. 10.369/2004006-20-00 Relator . confere garantia objetiva de emprego à gestante desde a confirmação da gravidez. art. não o exime da obrigação de efetuar o pagamento da indenização decorrente da estabilidade provisória. FGTS.GMEMP DJ . percebendo salários do empregador concomitantemente com o benefício previdenciário do salário-maternidade. quis o legislador referir-se à data da concepção. 4º.Data de julgamento: 08/02/2007). A existência de previsão. Trata-se de garantia constitucional.RO 20070064509 .ILEGALIDADE. O interesse em assegurar a vida desde seu estágio inicial é da sociedade. Recurso de Revista conhecido e provido.GMLBC. Data de Julgamento: 23/06/1999. Recurso provido. a seu exercício não pode se opor o mero direito potestativo atribuído ao empregador por força de norma infraconstitucional." (TST 1ª Turma . GESTANTE. do art. se não observado este. Esta Corte firmou entendimento no sentido de que o desconhecimento da gravidez por parte do empregador. na ocasião da dispensa da empregada. "ESTABILIDADE DA GESTANTE . Portanto. nasce com a concepção e projeta-se até 5 meses após o parto. cumprindo ao Estado outorgar ao nascituro proteção ampla e eficaz. 3ª Turma. do Ato das Disposições Constitucionais Transitórias. vez que o instituto visa à proteção da maternidade. sem prejuízo dos salários. da criança e. e art. prevista no artigo 10. da trabalhadora grávida. mas assegurar o bem-estar do nascituro. 4ª Turma. RESPONSABILIDADE OBJETIVA DO EMPREGADOR. "EMPREGADA EM LICENÇA -MATERNIDADE . DESCONHECIMENTO DO ESTADO GRAVÍDICO. também os direitos do nascituro encontram-se preservados desde a concepção (art. a teor do disposto no artigo 7º. ESTABILIDADE PROVISÓRIA." (TRT 2ª Região . não se prestando a derrogações pela vontade dos contratantes. Precedentes da SDI do Tribunal Superior do Trabalho. que é o caso.PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS NO PERÍODO MEDIANTE AJUSTE COM O EMPREGADOR . "ESTABILIDADE PROVISÓRIA.PREVALÊNCIA DE ACORDO COLETIVO."( RR . CCB/1916. XXVI. implica. com intuito de fraudar terceiros (Previdência Social. da Carta Constitucional. ADCT. Em se tratando de direito tutelado por normas de ordem pública e. "ESTABILIDADE DA GESTANTE. Aplicável o artigo 104 do Código Civil de 1916 (vigente à época dos fatos).

Recurso da reclamante ao qual por maioria se dá provimento parcial. "DOMÉSTICA GESTANTE. faz jus. de 19.Relator: Ricardo Artur Costa e Trigueiros .2006. acidentes.859/72 (que trata da profissão de empregado doméstico). todavia. ESTABILIDADE INDEVIDA. o gozo da licença a que teria direito. É certo que a Lei 11. tornando vedada a dispensa arbitrária ou sem justa caus da a empregada doméstica gestante.324/06. a reclamante. obstando assim. Com efeito. Todavia. desde a promulgação da CF/1988. de 120 dias. afastamentos. TST consagrou a tese objetivista. 7º. afastando qualquer possibilidade de restrição do direito indisponível da gestante à garantia em tela. A estabilidade provisória da gestante não pode.Data da publicação: 19/06/2009). ficando a cargo do empregador o pagamento do período acrescido pela Carta". assim. estar condicionada à comprovação de ciência. através da Súmula nº 244. gravidez e outros. face ao princípio da irretroatividade.Relator(a) Designado(a): Ricardo Artur Costa e Trigueiros . desde a concepção da gravidez até cinco meses após o parto.4ª Turma . Embora indevida a estabilidade. parágrafo único e inciso XVIII. sob pena de se inviabilizar esse direito fundamental. in casu tais disposições são inaplicáveis à autora vez que os fatos consumaram-se na vigência da lei anterior." (TRT 2ª região . ." (TRT 2ª Região .7. doenças profissionais. cujo gozo dependeria sempre da boa-fé do empregador. DIREITO À INDENIZAÇÃO DO SALÁRIO -MATERNIDADE. inclusive através de norma coletiva. se alguém resolve explorar atividade econômica. não podendo ser afetados pela lei nova.Data de julgamento: 04/04/2008). STF. o C. 2º da CLT). DISPENSA ANTERIOR À LEI 11.324. deve assumir os riscos dessa iniciativa. conforme dispõe o art. à indenização correspondente ao salário-maternidade vez que a empregadora dispensou-a quando grávida. da Constituição Federal. inciso I e OJ nº 30 da SDC. Incidência do artigo 927 do NCC e Orientação Jurisprudencial nº 44 da SDI -1:"É devido o salário maternidade.4ª Turma . decorrentes da contratação de mão-de-obra. veio acrescentar o artigo 4º .RO 20080212306 . Recurso a que se dá provimento.RO 20090462178 .da atividade (art. Cerrando fileiras com o E."A" à Lei 5.

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