Questões de Direito Tributário

A sociedade Magnólia Comercial Ltda. atuava no ramo de comércio varejista de roupas infantis, mantendo loja na cidade de São Paulo, denominada "O Bebê Feliz". Findo o prazo de locação, o estabelecimento comercial foi fechado e ali instalou-se estabelecimento de venda de lustres e abajures, denominado "Lustres do Manolo", mantido por Manolo e Irmãos Ltda. Porém, corria contra a Magnólia Comercial Ltda., execução fiscal para cobrança do ICMS relativo aos meses de junho a setembro de 1999, no valor total de R$ 100.000,00 (cem mil reais). O Exeqüente, constatando o fato, requereu a inclusão, no pólo passivo da execução fiscal, da Manolo e Irmãos Ltda., na qualidade de responsável tributário em virtude da aquisição de estabelecimento comercial, o que foi deferido pelo Juízo. Há 15 (quinze) dias, a Manolo e Irmãos Ltda. foi intimada da penhora de bens de sua propriedade. QUESTÃO: Na qualidade de advogado da Manolo e Irmãos Ltda., atue na defesa de seus interesses. Oposição de embargos à execução fiscal, dirigidos ao Juízo de Direito das Execuções Fiscais Estaduais de São Paulo, com observância dos requisitos do art. 282 do Código de Processo Civil e na forma do artigo 16 da lei nº 6.830/80. No mérito, deverá o candidato sustentar que não responde pelo tributo, nos ermos do Código Tributário Nacional. A t responsabilidade prevista no art. 133 desse Estatuto limita-se aos casos de alienação de fundo de comércio ou estabelecimento comercial. No caso concreto, além de não ter havido cessão do estabelecimento (não havia re lação entre o titular atual e o anterior), os estabelecimentos mantidos por ambas as sociedades são nitidamente distintos, explorando, a Manolo e Irmãos Ltda., outro ramo de atividade. Em fiscalização realizada em 12 de novembro de 1991, a empresa "Comérci de Óleo Vegetal S.A." teve contra si o lavrado Auto de Infração e Imposição de Multa porque a fiscalização entendeu que haviam sido praticadas as seguintes irregularidades: a) falta de pagamento do imposto sobre importação, referente a fato gerador ocorrid em 22.02.87; b) o falta de pagamento do IPI (imposto sobre produtos industrializados) relativo à fato gerador ocorrido em 05.03.89; c) falta de pagamento do IR (imposto sobre a renda) referente à venda de mercadorias sem nota fiscal (omissão de receita) em 01.07.90. Para os ítens "a" e "b" ingressou imediatamente com defesa administrativa cuja decisão, desfavorável a ela, transitou em julgado em 10.10.96. Não sendo pago o crédito tributário constante do referido Auto de Infração, após a inscrição na dívida ativa, foi o débito objeto de Execução Fiscal proposta pela União Federal, cuja inicial foi deferida pelo MM. Juízo em 09.08.97. Questão: Como advogado da Empresa "Comércio de Óleo Vegetal S.A.", propor a medida judicial cabível. Oferecer embargos à execução, endereçado ao Exmo. Sr. Dr. Juiz Federal da ..... MM. Vara das Execuções Fiscais da Seção Judiciária de São Paulo e ou Exmo. Sr. Dr. Juiz de Direito do Anexo Fiscal do Fórum da Comarca de ....., alegando prescrição, nos termos do artigo 174 do CTN, cc art. 8º, parágrafo 2º, da Lei das Execuções Fiscais nº . 6.380/80, relativamente ao IR, pois, nos termos do enunciado, nada há a requerer em relação aos demais impostos. O Presidente da República, em 03.10.94, expediu o Decreto nº 35.225, publicado na mesma data, que elevou a alíquota do IR (imposto sobre a renda), e a base de cálculo do IOF (imposto sobre operações de crédito, câmbio e seguro) sobre empréstimos rurais. Por sua vez, a Lei nº 2.289, publicada em 08.10.94, elevou a base de cálculo d o ITR incidente sobre imóveis rurais localizados no interior do Estado de São Paulo, com o que não concordou pessoa jurídica, sua cliente. Questão: Como advogado da referida pessoa jurídica, propor a medida judicial cabível. Ingressar com ação declaratória, com base no artigo 4º do CPC, contra a União Federal, ou Mandado de Segurança, com base na Lei nº 1.533/51, contra o delegado da Receita Federal de .... do Estado de São Paulo; as medidas judiciais serão endereçadas ao Exmo. Sr. Dr. Juiz Federal da MM. .... Vara da Justiça Federal, Seção Judiciária de São Paulo, alegando afronta ao princípio da legalidade, previsto no artigo 150, I, da CF, relativamente ao IR e ao IOF, e afronta ao princípio da uniformidade geográfica, previsto no artigo 151, I, da CF, relativamente ao ITR.

O Decreto n.; 57.927, de 22 de julho de 1997, publicado no Diário Oficial da União de 23.07.97, em seu artigo 5;, elevou a alíquota do IPI (imposto sobre produtos industrializados) incidente sobre tapetes fabricados no Estado de São P aulo, destinados a automóveis, sendo que em seu artigo 7; majorou a alíquota do Imposto sobre a Importação de Produtos Estrangeiros incidente sobre televisores, passando a exigir os referidos aumentos já a partir da publicação da referida norma. A empresa "AZ" não concordou com os referidos aumentos de tributo, razão pela qual o contratou para defender seus interesses. Questão: Como advogado da empresa "AZ", propor a medida judicial cabível. Ingressar com ação declaratória, com base no artigo 4º do CPC, contra a União Federal, ou Mandado de Segurança, com base na Lei nº 1.533/51, contra o Delegado da Receita de .... do Estado de São Paulo; medidas judiciais estas que serão endereçadas ao Exmo. Sr. Dr. Juiz Federal da MM. Vara da Justiça Federal, Seção Judic iária de São Paulo, alegando afronta ao princípio da uniformidade geográfica, previsto no artigo 151, I, da CF, não havendo nada mais a requerer em relação ao II, bem como em relação ao princípio da anterioridade previsto no artigo 150, III, "b", da CF, uma vez que ambos os tributos estão amparados pelo artigo 153, parágrafo 1º, da CF. A empresa "Casas de Madeira, Indústria e Comércio Ltda." deixou de recolher o ICMS (18%) em operação de venda de produto industrializado realizada em 24.05.79. Em 28.03.1985, a fiscalização identificou a irregularidade e lavrou Auto de Infração passando a exigir o pagamento do imposto, calculado pela aplicação da alíquota de 25%. Irresignada com a exigência, imediatamente ingressou com defesa administrativa, mas não teve suces sendo que a decisão, que lhe foi so, desfavorável, transitou em julgado em 31.12.91. Por falta de pagamento, o crédito tributário foi inscrito na Dívida Ativa e em 10.12.96 a Fazenda Pública propôs Execução Fiscal, sendo deferida a inicial pelo MM. Juízo, nesta mesma data.Questão: Como advogado da Empresa "Casas de Madeira, Indústria e Comércio Ltda.", propor a medida judicial cabível. Oferecer embargos à execução, endereçado ao Exmo. Sr. Dr. Juiz de Direito do Anexo Fiscal do Fórum da Comarca de ...., alegando decadência, nos termos do artigo 173 do CTN, e afronta ao princípio da irretroatividade da Lei, nos termos do artigo 150, III, "a", da CF, cc. artigo 144, do CTN. Em 01.06.93, em auditoria realizada em sua escrituração fiscal, foi constatado que, em face de má interpretação da legislação tributária vigente na data da ocorrência do fato gerador, por descuido dos funcionários encarregados da emissão das notas fiscais e da sua correspondente escrituração fiscal, a Empresa de Serviços de Vigilância Patri onial m Ltda., tinha efetuado pagamento indevido de ISS (imposto sobre serviços de qualquer natureza), nos meses de 12/87 a 04/93, relativamente aos meses de apuração 11/87 a 03/93. Questão: Como advogado da Empresa de Serviços de Vigilância Patrimonial Ltda., acionar a medida judicial cabível. Ingressar com ação de repetição do indébito, com fulcro nos artigos 165 e 168 do CTN, perante o Exmo. Sr. Dr. Juiz de Direito da MM. ..... Vara do Fórum da Comarca de ...., alegando decadência, nos termos do artigo 1 73, do CTN. A repetição somente poderá abranger o período de 01.06.88 em diante, em atendimento ao artigo 168, do CTN. 1. O cliente, em consulta, diz que a União exigiu-lhe o pagamento de um imposto extraordinário, nos termos do artigo 154, inciso II, da Constituição Federal. Apesar de compreender a situação da criação do referido imposto, quer saber por quanto tempo terá que o recolher. Esse tipo de imposto subsistirá o tempo necessário para atender a situação que ocorreu de forma imprevista. 2. Empresa sua cliente, prestadora de serviços, informa que o Município onde ela está sediada nunca instituiu o ISS (imposto sobre serviços de qualquer natureza). No entanto, o Estado resolveu suprir essa omissão cobrando o referido tributo. Qual a orientação ? Diria para não recolher o imposto, pois o não exercício da competência tributária não possibilita o seu exercício à pessoa jurídica de direito público diversa daquela a que a Constituição a tenha atribuído.

3. A Empresa XTZ, cliente de sua assessoria jurídica, comunica ter sido tributada sobre um ato jurídico nulo. Qual o aconselhamento ? Nada obsta a cobrança, o que interessa para o Direito Tributário é a ocorrência ou não da hipótese de incidência, sendo irrelevante a validade jurídica dos atos efetivamente praticados. 4. O cliente de sua banca advocatícia informa que sua empresa não registrou contrato social e nem possui alvará de funcionamento. Colocado isto, pergunta se mesmo assim passa a ter capacidade tributária. Qual a resposta pertinente ? Sim. Como dispõe o artigo 126 do CTN, a capacidade tributária passiva independe de estar a pessoa jurídica regularmente constituída, bastando que se configure como uma unidade econômica ou profissional. Contribuinte recebeu notificação de lançamento do imposto predial e territorial urbano, tendo por base de cálculo o valor venal do imóvel. Na mesma notificação consta o lançamento de taxas de limpeza e conservação tendo por base de cálculo também o valor venal do imóvel. Mandado de Segurança contra ato do Diretor de Rendas Imobiliárias ou autoridade municipal equivalente. Desenvolver tese da ilegalidade das taxas, a teor do art. 77, parágrafo único. Competência da Vara da Fazenda Pública, onde houver. Poderá ser proposta ainda ação cautelar e ação declaratória. João é proprietário de imóvel urbano não edificado. Sem que lhe .fosse exigido adequado aproveitamento do imóvel, recebeu notificação de lançamento do imposto, com alíquotas progressivas sobre a propriedade predial e territorial urbano - IPTU. João não concordou e se recusou a pagá-lo. Ajuizada a execução fiscal, João teve alguns de seus bens penhorados. A intimação da penhora foi efetivada em 12 de maio do corrente ano. QUESTÃO: Como advogado(a) de João, tomar a providência judicial cabível, fundamentando-a. Embargos à Execução, Juízo das Execuções Fiscais, onde houver. Desenvolver a tese da inconstitucionalidade da progressividade do IPTU, a teor do disposto no artigo 182, parágrafo 4º. e incisos, c/c o artigo 156, parágrafo 1º. , ambos da Constituição Federal. No dia 04.05.1998, um Agente Fiscal de Rendas do Estado de São Paulo interceptou, na BR -116, altura de Registro, uma remessa de 4.150 exemplares da Revista "O Apocalipse", editada pela Igreja do Último Milênio, com sede na Capital, tendo lavrado Auto de Infração e Imposição de Multa que descreve as seguintes irregularidades: remessa de mercadoria desacompanhada de documentação fiscal; falta de pagamento do imposto por ter escriturado a operação como não tributada; falta de pagamento do imposto ap urado por meio de levantamento fiscal (arbitrado por média e retroativo à março de 1990, data da criação da revista). Não aceitando a alegação de que se tratava de um instituição religiosa e não comercial, foi ainda lavrado o auto de apreensão da mercadoria. QUESTÃO: Como advogado(a) da Igreja, adote a medida judicial cabível, independentemente da defesa administrativa. Mandado de Segurança contra o Delegado Regional Tributário. Desenvolver a tese de ilegalidade da apreensão (só permitida para resguardo de provas até a lavratura do auto e não depois disso), bem como a presença de imunidade, não porque se trata de igreja (a imunidade só protege as atividades religiosas praticadas no templo), mas por se tratar de periódico (art. 150, VI, "d", da Constituição Federal). Poderá ser proposta ainda ação cautelar e ação anulatória de débito fiscal (e não ação declaratória, porque já existe lançamento). Quando da lavratura da escritura pública de venda e compra referente a imóvel que adquirira, José tomou conhecimento que o Imposto de Transmissão sobre Bens Imóveis - ITBI, incidente na hipótese, seria cobra do mediante aplicação de alíquotas progressivas. QUESTÃO: Não concordando com essa exigência, como advogado(a) de José tome a providência judicial cabível, fundamentando-a. Mandado de Segurança contra ato do Diretor de Rendas Imobiliárias ou autoridade municipal equivalente. Desenvolver a tese de inconstitucionalidade da progressividade do ITBI. Poderá ser proposta ainda ação cautelar e ação declaratória. Competência da Vara da Fazenda Pública, onde houver.

instituiu a Taxa de Lixo. terá que pagar outro tributo além do IPTU (Imposto Predial e Territorial Urbano). a meação da viúva atingiu o montante de R$ 400. por inconstitucional. c. estabelecendo os seguintes elementos do fato gerador: a. O Município de Arapiraca. esqueceu-se de escriturar no livro próprio a entrada de mercadorias importadas. O cliente. Concluída a partilha. o filho menor responde até o limite de seu quinhão (R$ 200. do Código de Processo Civil. seu cliente.000.000. A medida judicial cabível seria uma Ação Declaratória. III. Por conseqüência. 1. Um comerciante de artigos de procedência estrangeira.levando-se em consideração que lá não existem Varas Especializadas das Fazendas Públicas. A Prefeitura local canalizou ali um córrego. QUESTÃO: Como advogado(a) da empresa EXP. I. Ambas ações deverão ser propostas perante o MM. asfaltou as ruas adjacentes à praça. porquanto só a União pode instituir empréstimo compulsório.000. referente a tributos. O Prefeito de uma cidade do interior do Nordeste. Sim.001% sobre o valor venal do imóvel. QUESTÃO:. procurou-o para defender seus interesses. O fato gerador é a utilização do serviço de coleta e transporte de lixo domiciliar. tomador do serviço de coleta e transporte do lixo domiciliar.00 cada. não se leva em conta a intenção nem o fato de haverem sido pagos os impostos. por intermédio da lei nº 3. 2. O contribuinte da taxa é o proprietário de imóvel urbano. assoberbado com o excess de trabalho no mês o de março. b. ajuíze a ação competente. Também poderá ser impetrado Mandado de Segurança preventivo. A verdadeira natureza jurídica dessa exação é a de imposto. 3. Sim. com sede em Ribeirão Preto. pois. A exigência ofende as disposições do artigo 145. Medida cautelar (preventiva ou incidental).456. Qual seria a sua orientação ao Prefeito como advogado? Justifique.00).533/51. "A". II: do CTN. Ele quer saber se. Desenvolver a tese da possibilidade de compensação dos créditos decorrentes dos pagamentos efetuados com os débitos do PIS.A empresa EXP. o Fisco poderá multá-lo. da Constituição Federal. A alíquota é de 0. quando faleceu. em consulta. diz que reside em imóvel de sua propriedade. devia à Fazenda Pública Municipal a quantia de R$ 10. embora tenha pago os respectivos impostos. receberam seus quinhões no montante de R$ 200. Ele o consulta perguntando se. 4. conforme determina a legislação. defronte a uma praça Municipal. conforme artigos 136 e 157 do CTN. promova a medida judicial cabível para resguardar os direitos de seu cliente. a casa de seu cliente aumentou de preço. requerendo a declaração de inexistência relação jurídica. nos termos da Lei nº 1.00. em razão da valorização de sua propriedade. Uma filha maior e um filho menor. não c oncordando com a referida exigência. Juiz de uma das Varas Cíveis da Comarca de Arapiraca . I e 136. . da Constituição Federal. na s qualidade de herdeiros.Como advogado de João da Silva. recebeu da Câmara de Vereadores um projeto de lei instituindo empréstimo compulsório devido pelos habitantes não atingidos pelo flagelo. João da Silva. após haver tomado conhecimento de que muitas empresas conquistaram judicialmente o direito a restituição de pagamentos efetuados de INSS incidente sobre o pró labore de se diretores. Competência da Justiça Federal de Ribeirão Preto. pela falta de escrituração. O filho meno também responde pelo crédito r tributário do falecido? Justifique. morador e proprietário de bem imóvel localizado no Município de Arapiraca. na consideração da falta. poderá multá-lo. parágrafo 2o. Justifique. arborizando-a e ajardinando-a. O Prefeito não deve sancionar o projeto de lei. a fim de cobrir despesas com o atendimento de populações atingidas pela seca em seu Município. que foi publicada e que entrou em vigor nesta mesma data. conforme artigos 126.000. nos termos do artigo 4o.00. de 15 de julho de 1997. da Constituição Federal. nos termos do artigo 145. us pretende compensar estes créditos com seus débitos de PIS. Justifique. conforme artigo 148. Sim. estará sujeito ao pagamento de contribuição de melhoria .

referente ao IPVA. e que está isento do recolhimento do Imposto sobre a Circulação de Mercadorias e Sobre Prestações de Serviços de Transporte Inter stadual e Intermunicipal (ICMS).Não obstante ser inexigível o ICMS. sediado na cidade de São Paulo.1990. Desta forma. a Fazenda Pública. lavrou auto de infração e imposição d multa (AIIM) e no valor de R$ 1. cujo contribuinte é o antigo proprietário? Na hipótese de uma resposta afirmativa. Na data da ocorrência do fato gerador estava em vigor a lei nº 6. ao tentar licenciar seu veículo em 1997.00. Referidos embargos deverão ser propostos perante o MM.00 (um milhão e oitocentos mil reais) relativamente à falta de pagamento do imposto sobre a renda (IR) incidente sobre o lucro apurado em operação de vendas de mercadorias realizadas durante o ano de 1980. e consulta com a finalidade de saber se continua obrigado pela escrituração e manutenção dos livros contábeis. através de fiscalização realizada pela Fazenda Estadual em 15. então seria cabível ação declaratória.000.1995. onde houver. Juiz de Direito de uma das Varas das Execuções Fiscais Federais.533/51. A medida cabível é a de Embargos à Execução nos termos do artigo 16 da Lei 6. 2. O lançamento tributário ocorreu após o decurso do prazo para a constituição do crédito tributário previsto no artigo 173. teve contra ele lavrado um auto de infração e imposição de multa (AIIM) relativo à falta de pagamento do imposto sobre a propriedade de veículo automotor (IPVA) cujo fato gerador ocorreu em 1o. Através de fiscalização realizada em 25.00 (um mil. I do CTN. pelo fato de o lançamento ter sido efetuado de ofício.000. imediata e tempestivamente.589 de 12. proferida decisão a seu desfavor.538 que fixava o valor originário do IPVA em R$ 1. a empresa isenta continua obrigada pela emissão de notas fiscais. data em que o IPVA cobrado já deveria ter sido recolhido pelo proprietário do veículo em 1o. Qual a orientação a ser prestada? 1. Poderá.00 (três mil e quinhentos reais) mais a multa de 20% (vinte por cento) com base na lei nº 4.1996.830/80.8.Como advogado de XPTO promova a medida judicial cabível para resguardar os interesses dos seus clientes. tão somente à obrigação tributária e não aos deveres instrumentais. bem como pela escrituração e manutenção dos livros contábeis. A medida judicial mais adequada é a propositura de Ação Anulatória de Débito Fiscal também denominada de Ação Anulatória de Lançamento Tributário. conforme artigo 38 da Lei 6. no valor de R$ 2. foi cobrado o valor originário de R$ 3.Como advogado do contribuinte.07. ingressou com execução fiscal.830/80.7. com base na Lei 1.800. com base na legislação vigente nesta data. bem como a emissão de notas fiscais. conforme dispõe os artigos 194 e 195 do CTN.8. que transitou em definitiva em 24. proprietário do veículo marca BMW . setecentos e cinqüenta reais) e a multa em 30% (trinta por cento) sobre o valor do imposto não pago. promova a medida judicial cabível para resguardar os direitos de seu cliente. como advogado. 1. orientaria o consulente a proceder a escrituração e manutenção dos livros contábeis. constatou a existência de débito para com o Fisco Estadual. por força de Lei. cuja petição inicial foi deferida pelo MM. Se fosse por homologação. por força da isenção.O contribuinte XPTO.500.1995). sendo. Diante dessa situação. QUESTÃO:. No entanto.Modelo M3. está Pom pílio obrigado ao recolhimento do IPVA/96. Pela falta de pagamento do IPVA na data aprazada.750. que estava em vigor na data da fiscalização (15. há que se ressaltar o fato de Pompílio ter adquirido o indigitado automóvel em dezembro de 1996. entretanto. Encontra-se extinto o direito da Fazenda Pública Federal pelo decurso do prazo prescricional previsto no artigo 174 do CTN. A isenção se refere. exercício de 1996. ser impetrado Mandado de Segurança. bem como pela emissão de notas fiscais. do ano de 1995. após inscrição na dívida ativa. Não concordando com a referida exigência o contribuinte ingressou. Pompílio.1993. Cliente que atua no ramo farmacêutico. poderá a Fazenda Estadual executá-lo objetivando a cobrança deste tributo? Se a resposta for afirmativa como poderá Pompílio agir? . de janeiro de 1996 (antigo proprietário) sujeito passivo direto deste tributo. com a competente impugnação administrativa. QUESTÃO:.8. ainda.3. Não sendo pago o crédito tributá rio.1986 na empresa "Comércio de Materiais para Construção João de Barro Ltda. a Receita Federal. de janeiro de 1989.". Juiz em 24. A competência para tais ações será do Juízo da Vara da Fazenda Pública.

por declaração. c) Aspecto Temporal: primeiro dia de cada exercício. . em seu artigo 44. Qual a resposta pertinente? 3. de 23. A OAB goza de imunidade tributária em relação aos seus bens. proponha a medida judicial adequada à defesa dos interesses do cliente. publicada nesta mesma data.533/51 contra ato do Delegado da Receita Federal da localidade da sede da empresa do contribuinte. O constituinte pergunta-lhe se o lançamento espontâneo do ICMS é efetuado. QUESTÃO: Como advogado(a) de João da Silva. perante uma das Varas Cíveis da Justiça Federal. 150. da Lei nº 6. Em 03 de maio de 1988. V. CTN). b) Sujeito Ativo: Prefeitura Municipal de São Paulo Sujeito Passivo: Proprietário e possuidor de imóveis urbanos. durante o mês de maio de 1982. ingressou imediata e tempestivamente. ainda. QUESTÃO: Como advogado(a) da Empresa XYZ Ltda.93. a fiscalização municipal identificou a falta de recolhimento. 4..rior. ~ Ação Anulatória de Lançamento Tributário e/ou Ação Anulatória de Débito Fiscal. A imunidade tributária é expressamente concedida pela Lei 8. sediada no mesmo Município. ruas e avenidas públicas. 156. nos termos do art. por meio de seu Prefeito. rendas e serviços? Justifique. QUESTÃO: Como advogado(a) da Contribuinte. A Prefeitura do Município de São Paulo. com estabelecimento e sede no Município de São Paulo. e) Base de Cálculo: Valor venal do imóvel.87. rejeitada por decisão desfavorável transitada em julgado em 03. oportunidade em que lavrou o Auto de Infração e Imposição de Multa. a da CF cc art. passando a exigir o crédito tributário com base na Lei nº 7. por constituir a Ordem serviço público.606/89.5% para 30% do Imposto Sobre a Renda e Proventos de Qualquer Natureza (IR).906/94.830/80. Vara de Execuções Fiscais em São Paulo. Sr.. passando a exigir as diferenças do tributo.11. de constituir o referido crédito. Deverá ser demonstrada a inexigibilidade do crédito tributário em face da extinção da obrigação tributária (art.678 de 31 de dezembro de 1997. não concordando com as exigências. bem como o artigo 4o. com fundamento no artigo 38 da Lei 6.10. a saber: a) Fato Gerador: os serviços de limpeza e conservação das calçadas. elevou a alíquota de 27. por intermédio do Decreto nº 33. não restando outra alternativa se não de efetuar o pagamento e pleitear a posterior restituição em face do contribuinte . endereçado ao Exmo. a Empresa "A" continuou a recolher os tributos com base na legislação ante. Juiz de Direito da MM. Embargos à Execução (ou Embargos do Devedor). considerando os seguintes aspectos. a constituição do crédito encontra-se em desacordo com as disposições do artigo 150. parágrafo 5o. passando a exigir a nova alíquota a partir do primeiro dia do exercício subseqüente. e sem o recolhimento do Imposto sobre Serviços de competência municipal (ISSQN). com a defesa administrativa. e conseqüente perda do direito da Fazenda Pública Municipal. proprietário de imóvel situado no perímetro urbano de São Paulo. prestou serviços de limpeza à Empresa WWW Ltda. d) Alíquota: 1% (um por cento). dentro do perímetro urbano municipal.antigo proprietário.777/98.Responderia que o lançamento espontâneo do ICMS é efetuado por homologação. sem emissão de Nota Fiscal. O Presidente da República.. 144 CTN (princípio da irretroatividade da lei). pela ocorrência da decadência. Dr. ou seja. aprovada pela Câmara Municipal. seu cliente será solidariamente responsável pelo recolhimento do tributo mencionado.. fez sancionar a Lei 2. Ou. 3. propor Mandado de Segurança nos termos da Lei 1. de ofício ou por arbitramento. acione a medida judicial apropriada. por in fração ao princípio constitucional tributário da estrita legalidade.999. 01 de janeiro de 1998. homologação. A Empresa XYZ Ltda. com personalidade jurídica. inciso I do Código Tributário Nacional. podendo inclusive ser executado pela Fazenda Estadual. inciso I da Constitucional Federal. sendo que em 03 de janeiro de 1999 a Fiscalização da Receita Federal lavrou Auto de Infração e Imposição de Multa (AIIM). O(A) Candidato(a) deverá fundamentar o seu direito de pleitear a nulidade do AIIM. Além do mais. ingresse com a Medida Judicial cabível para a defesa do contribuinte.2. O Contribuinte. III. Não se conformando comtal exigência. 4.Segundo dispõe o artigo 131. criando a taxa de conservação e limpeza de logradouros públicos.

Os sócios tiveram bens pessoais penhorados. exigindo do contribuinte o valor principal acrescido de juros moratórios e multas pela falta de recolhimento do referido imposto relativo ao período de dezembro de 1997 a dezembro de 1998. perante uma das Varas da Fazenda Pública de São Paulo. denominada ZYB LTDA.Ação declaratória de inexistência de relação jurídica. inciso IV da Constituição Federal. a Municipalidade consultou-o(a) sobre qual a medida judicial pertinente à cobrança das importâncias devidas. por uma de suas autarquias. sendo certo que a fiscalização condicionou tal liberação ao pagamento dos tributos. 135. protocolizou consulta. com fulcro na Lei 1. ou seja. ZZZ Ltda. perante uma das Varas da Fazenda Pública em São Paulo. razão pela qual deixou de efetuar o recolhimento do Imposto de Renda relativo ao ano -base de 1997. o prazo será de 5 (cinco) anos e começa a ser contado da data de sua constituição definitiva. evidentemente. pessoa jurídica. Expresse e justifique sua orientação quanto ao caso. foi lavrado auto de infração e imposição de multa. a respeito da questão e aponte o meio legal à sua solução. após ser notificado. com lastro no artigo 4º (quarto) do Código de Processo Civil. sustentando o entendimento de que o produto de sua fabricação era isento de IPI (Imposto Sobre Produtos Industrializados). segundo o disposto no artigo 160 do CTN. Diante da falta de pagamento por parte da empresa. contra ato do Senhor Diretor do Departamento de Rendas Imobiliárias da Prefeitura de São Paulo. Informe à Empresa ZZZ Ltda. mediante celebração de contrato formalizado por escrito. em 30 de dezembro de 1998. Diante de uma execução fiscal aforada pela Fazenda Pública Feder o Executado indaga-lhe sobre a contagem do al.. a empresa p assa por graves problemas financeiros. 4. o contribuinte pediu a liberação das mercadorias. a Fazenda Nacional direcionou a execução fiscal também contra os sócios.533/51. teve sua mercadoria apreendida por Agentes Fiscais do Estado de São Paulo. levando-se em consideração a ausência de causas suspensivas ou interruptivas. contra o ato praticado pelo Senhor Delegado Regional Tributário. do Código Tributário Nacional. prestou serviços à empresa XYZ Ltda. que em conjunto detêm os restantes 90% do capital social. 3. a taxa não poderá ter base de cálculo própria de impostos. III. a urgência da deliberação de mercadorias. Poderá. O ato praticado pelos agentes fiscais. Nos termos do parágrafo 2º do artigo 161 do Código Tributário Nacional. 1. A Prefeitura do Município de Acarajé. por seu representante legal. Após a lavratura i do AIIM. feriu o princípio constitucional da vedação do tributo como forma de confisco. o contribuinte deverá pagar o valor do crédito tributário sem os acréscimos. por escrito.. Em 10 de janeiro de 1999. já totalmente integralizado. tais como juros e multas desde que o faça no prazo de 30 (trinta) dias. no sentido de que o referido produto não se encontrava abrigado pelo instituto da isenção. . 2. Com o intuito de agilitar a satisfação do referido crédito tributário.533/51). O(a) candidato(a) deverá fundamentar o direito do contribuinte no parágrafo segundo do artigo 145 da Constituição Federal. também. Como determinado no artigo 174 do CTN. Em 24 de janeiro de 1999. sob alegação de que o imposto destacado nas notas fiscais era inferor ao devido. procurou -o(a) para solucionar o seguinte problema: Em data de 17 de novembro de 1997. A medida judicial mais apropriada. considerando. Deduza e justifique a resposta. Em razão da conjuntura econômica fortemente recessiva. declarado como devido.. o contribuinte foi notificado pela Receita Federal. Nos termos do parágrafo 2º do artigo 161 do Código Tributário Nacional. prazo prescricional. junto à Delegacia da Receita Federal. o contribuinte deverá pagar o valor do crédito tributário sem os acréscimos. segundo reza o artigo 150. Indique e fundamente a sua sugestão. tais como juros e multas desde que o faça no prazo de 30 (trinta) dias. invocando o disposto no art. Antônio detém 10% do capital social da sociedade por quotas de responsabilidade ilmitada. ser impetrado mandado de segurança preventivo (Lei 1.. após ser notificado. cuja gerência é exercida em caráter exclusivo pelos outros dois sócios. WWW Ltda. segundo o disposto no artigo 160 do CTN. será a impetração de um mandado de segurança.

Com esse fundamento. ainda. Juízo de 1ª instância extinguiu a ação promovida.O examinando deverá apresentar Embargos à Execução.. sem ter. Cassiodoro informa que. no início do ano. O artigo 126. . A LMN S/A está sujeita ao recolhimento da Contribuição ao PIS . QUESTÃO: Como advogado do contribuinte. A situação de falido. de um estabelecimento para outro. a empresa efetuou o recolhimento da contribuição atrasada. 9º do Decreto nº 3. o MM. Indaga se estará sujeito ao pagamento de Imposto Sobre Serviços de Qualquer Natureza (ISS). sendo comerciante falido. Diante da ausência desse depósito. não incide ICMS no simples deslocamento de mercadoria de um para outro estabelecimento do mesmo contribuinte. efetuado o respectivo depósito judicial do montante constante no AIIM em questão. a fiscalização estadual lavrou auto de infração e imposição de multa contra a ABC Ltda. Não foi apresentada defesa administrativa e o débito está na iminência de ser inscrito na dívida ativa estadual. A fábrica I produz insumos que são utilizados pela fábrica II e transportados por caminhão. A empresa ABC Ltda. deverá sustentar que a responsabilidade prevista no art. calculado sobre os pagamentos que receber por sua atividade. com a conseqüente remessa dos autos ao Juízo "a quo". inciso II. restritiva de suas atividades comerciais. prestando serviços remunerados a terceiros. devidamente corrigida e acrescida de juros de mora. o contribuinte promoveu ação anulatória de dé bito fiscal. Contra a sentença terminativa o candidato deve apresentar recurso de apelação. De acordo com o art. A cobrança é legítima? Explique. do Código Tributário Nacional restringe-se aos sócios gerentes e ainda depende da demonstração de fraude e não do mero inadimplemento por impossibilidade financeira. no entanto. exigindo o recolhimento do imposto sobre essa operação relativamente aos últimos 10 (dez) anos. em nada afeta a capacidade tributária passiva do contribuinte. A Receita Federal acaba de expedir aviso de cobrança de diferenças do PIS relativo àquele exercício. 135. bem como para assegurar a suspensão da exigência do respectivo crédito tributário. QUESTÃO: Como advogado da ABC Ltda. o ex aminando deverá propor ação anulatória de débito fiscal perante uma das varas da fazenda pública da comarca da capital. O contribuinte "A" foi autuado pelo Fisco Estadual por suposto não pagamento do ICMS relativo ao mês de outubro de 1998. Deverá ainda formular pedido de antecipação de tutela. III. sustentando a autonomia patrimonial da p essoa jurídica (art. pois não embutiu o valor da multa moratória. deixou de efetuar o respectivo pagamento durante todo o exercício de 1996. visando a anulação da sentença (e não a sua reforma). para suspensão da exigibilidade do crédito tributário e alternativamente comprome ter-se a realizar depósito judicial da importância questionada. possui duas instalações industriais situadas em endereços diferentes dentro do Município de São Paulo-SP. preste -lhe orientação. que a empresa participa constantemente de licitações. Mesmo não sendo cobrada ou fiscalizada desde então. do CTN. De acordo com a Súmula nº 166 do Superior Tribunal de Justiça. sem análise do mérito. 138 do Código Tributário Nacional a denúncia espontânea da infração exclui a penalidade que dela seria decorrente. Além disso. 2. comerciais ou profissionais. 20 do Código Civil) e que a responsabilidade subsidiária dos sócios na sociedade por quotas é limitada ao montante do capital ainda não integralizado (art. Sabe-se. A circulação de mercadoria que enseja a cobrança do ICMS pressupõe a transferência da titularidade do bem. dispõe que a capacidade tributária passiva da pessoa natural não será afetada se estiver sujeita a medidas que importe privação ou limitação do exercício de atividades civis. Assim o pagamento já efetuado não deveria realmente incluir multa. acione o meio judicial adequado para desconstituir o lançamento em questão. tome a providência judicial cabível. a 1. Contra referida autuação. Como advogado. para a respectiv análise do mérito da questão.708/19). Todavia. A empresa jamais efetuou o recolhimento do Imposto sobre a Circula ção de Mercadorias e Serviços .Programa de Integração Social.ICMS sobre essa operação. Sim. decidiu trabalhar como autônomo. sendo imprescindível a manutenção de situação regular perante o fisco. razão p qual a cobrança é ela ilegítima. No último mês de março.. sob o fundamento de que o valor recolhido foi insuficiente.

Indústria de Papéis e Celulose. QUESTÃO: Como advogado de WKS. c. ainda.. a fiscalização do Instituto Nacional do Seguro Social lavrou auto de infração em virtude do não recolhimento da contribuição previdenciária prevista no art. contra a autoridade competente. O conselho deliberativo da fundação questiona-o sobre se essa estratégia pode comprometer a imunidade tributária de que desfruta. argumentando que o crédito tributário era inexigível. 195. da Constituição Federal exclui a natureza salarial da participação nos lucros. § 9º da Lei nº 8. A peça deverá satisfazer os requisitos jurídicos processuais. o impasse causado na liberação do veículo importado.3.533/51. promoveu Execução Fiscal nos termos da Lei no 6 830/80. pois entende não ter existido. A fim de aumentar a produtividade. para tentar solução favorável à cliente. o acesso a imunidade está condicionado à observância dos requisitos do art. Em 25. I.212/91 também exclui a possibilidade da cobrança. ou por Ação Anulatória de Débito Fiscal. 14 do Código Tributário Nacional. O procedimento fiscal está correto? Esclareça. Ao tomar ciência do Auto de Infração. A Fazenda do Estado. então. sem fins lucrativos. e o referido negócio jurídico não é realizado com habitualidade. Por outro lado. por parte da autoridade fiscal. É certo que a contribuinte não concorda com tal exigência no momento do desembaraço aduaneiro. o fato gerador. da espécie escolhida. Segundo pacífico entendimento doutrinário e jurisprudencial. nos termos do artigo 38 da Lei 6. A Fundação Rouxinol. da Constituição Federal prevê que as entidades de educação e assistência social sem fins lucrativos estão imunes ao pagamento de impostos sobre o patrimônio. VI. . 150. 4.212/91 sobre os valores pagos a título de participação nos lucros. em operação mercantil. No mês de janeiro de 1999. desde queatendidos os requisitos da lei.830/80. renda e serviços. ambas perante o juízo de uma das onze varas da Fazenda Pública Estadual da Cidade de São Paulo. um veículo da marca BMW. contratar novos empregados. deflagrador da respectiva obrigação. 7º. deseja aumentar o nível de atendimento sem. ao tentar desembaraçá-lo do depósito alfandegário da cidade de Guarulhos. a empresa ABC Ltda. QUESTÃO: Como advogado da empresa XTD. lavrou um Auto de Infração e Imposição de Multa contra a Empresa Importação e Exportação de Bolachas Nordeste Ltda. importou da Alemanha. no entanto. A inicial deverá cumprir os requisitos jurídico-processuais. A empresa não se utilizou dos recursos administrativos cabíveis ao caso. alegando violação ao princípio constitucional da tipicidade fechada da tributação (princípio da estrita legalidade). a fundação pretende efetuar o pagamento de participação nos resultados aos seus empregados. 28. não constitui fato gerador da obrigação tributária do ICMS. O art. gerais e particulares. Oferecer Embargos à Execução Fiscal endereçado ao Foro das Execuções Fiscais Estaduais em São Paulo.04. I. A empresa XTD. instituição educacional e de assistência social. pois a venda de veículos não constitui objeto social de empresa. O art. a empresa apresentou imediatamente a sua defesa administrativa. que em seu inciso I veda a distribuição de qualquer p arcela do patrimônio ou da renda a título de participação nos lucros ou resultados. a inscrição do débito na Dívida Ativa. No mês de abrildo mesmo ano. da Constituição Federal prevê a possibilidade de cobrança de contribuição social sobre a folha de salários. não se caracterizando. intente a Medida Judicial apropriada. Em 10 de janeiro de 1999. WKS Importadora e Exportadora Ltda. Não.1994 a Fazenda do Estado de São Paulo. foi autuada pelo Fisco Estadual por deixar de recolher ICMS sobre a venda de veículos de sua frota. portanto. constantes de seu ativo imobilizado. XI. 22 da Lei nº 8. com fundamento na Lei 1. gerais e particulares da espécie. O candidato poderá optar pela impetração de Mandado de Segurança. Qual o seu parecer? O art. visto que a venda dos veículos da empresa (ativo imobilizado). Assim é desaconselhável a estratégia. Fundamento : artigos 106. acarretando. do pagamento do Imposto Sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) para que pudesse levar a efeito a sua liberação. por isso mesmo. acione a medida judicial adequada à solução da questão. foi a empresa WKS surpreendida com a exigência. 144 do CTN. sendo certo que cada um recebeu o valor equivalente ao respectivo salário. exigindo pagamento do ICMS e penalidade pecuniária relativa a saídas de mercadorias de seu estabelecimento sem emissão de nota fiscal. concedeu a seus empregados participação nos lucros relativos ao exercício de 1998. o art.

arborizando e ajardinando-a. inclusive demitido por justa causa. conforme artigo 145. sendo a empresacitada para pagar o referido débito em 23. do CTN fica perfeitamente caracterizada a responsabilidade pessoal do e mpregado. o filho menor responde pelo crédito tributário do "de cujus" até o limite de seu quinhão (R$ 200. I e 136. o canditado(a) alegar a ilegitimidade de parte da empresa.50 (dois reais e cinqüenta centavos). pergunta se em razão de tal circunstância. pois não ocorreram os elementos caracterizadores do fato gerador. referente a tributos. Um constituinte informa residir em imóvel de sua propriedade. por haver furtado as mercadorias. no valor fixo de R$ 2. o crédito tributário foi inscrito na Dívida Ativa em 16.000. devendo.11. Um cliente em consulta. do CTN). portanto. Concluída a partilha.000. estará sujeito ao pagamento de contribuição de melhoria . A Prefeitura local canalizou ali um córrego. a casa -a do consulente aumentou de valor. do CF. O contador. perante uma das Varas do Anexo das Execuções Fiscais. por haver descumprido sua obrigação contratual perante a empresa. Ainda que alterada a razão social original pelo adquirente de empresa comercial. se o filho menor também responde pelo crédito tributário do falecido.99. QUESTÃO: Como advogado da contribuinte. Sim. 136 do CTN). A empresa Beta diz que cedeu seu controle acionário à empresa Gama. Sim. II do CTN. pois apesar da mercadoria ter saído do estabelecimento comercial não se deflagrou a mudança da titularidade e nem mesmo a repercussão econômica. a exigibilidade é totalmente indevida. Pela falta de pagamento.11. Perquire se a mudança da razão social permitirá que Gama se subrogue nos tributos devidos por Beta até a data do ato. quer particulares da espécie.00. confor os me artigos 126. recebeu dinheiro para efetuar o pagamento de tributo devido à Fazenda Nacional.1998. deverá argumentar que referida cobrança é totalmente ilegal.000. 133.830/80. Por conseqüência.00). que alterou. no montante de R$ 200. Em 18. Uma filha maior e um filho menor. Pergunta quem será responsabilizado por essa infração fiscal. de 16. inc. devidamente comprovado em Inquérito.99. III. devida por telefone. 4. manteve a exigibilidade que também foi confirmada pelo Tribuna de Impostos e Taxas. Com relação ao mérito. foi publicada a Lei 7. Referida exação passou a ser exigida a partir do mês de janeiro de 2. uma vez que nos termos do artigo 135.00 cada.1998. poderá ser civilmente responsabilizado por sua negligência. permanecerá este como sucessor tributário da que foi alienada (art. ingresse com a medida judicial cabível para defender os interesses da cliente. receberam seus quinhões. que a culpa pela irregularidade era de seu empregado Joaquim José. expõe o seguinte caso : "A". 2. o Oficial de Justiça levou a efeito a penhora de bens da empresa para garantia da execução. devia à Fazenda Pública Municipal a quantia de R$ 10. Determinada empresa afirma que o contador encarregado de sua e scrituração. quando faleceu. I. Indaga. que instituiu a Taxa de Segurança Pública no Estado de São Paulo. Em face do exposto. quer gerais. A petição deverá atender aos requisitos jurídico -processuais. Sim. cobrada do usuário da respectiva linha. com fulcro no artigo 16 da Lei 6. 3. asfaltou as ruas adjacentes à praça. Em 15 de maio de 1999. O furto. após o que a Fazenda Estadual ingressou com a Execução Fiscal. QUESTÕES PRÁTICAS 1. inc. então a razão social original. mas perdeu o prazo para fazê -lo. Como advogado qual seria a sua orientação? A empresa referida é totalmente responsável pela infração fiscal e não o contador (art.07. Além do mais. defronte a uma praça municipal. cuja decisão administrativa l transitou em julgado em 05. II.00. mediante a inclusão do seu valor nas faturas . na qualidade de herdeiros.porque ficou provado em inquérito policial e em processo penal. e no processo penal caracterizou a ocorrência de caso fortuito. a final.1998.000. estará sujeito a outro tributo além do IPTU (Imposto Predial e Territorial Urbano).555.12. A administração tributária. a meação da viúva atingiu o montante de R$ 400. todavia. no entanto.000.10. O candidato(a) deverá opor Embargos do Devedor à Execução Fiscal.

igualmente. que o processo foi ajuizado em São Paulo-SP. ingressar com Ação Declaratória com base no artigo 4º do Código de Processo Civil. e está sendo executado judicialmente para pagamento do montante equivalente a R$ 6. utilize a medida judicial apropriada para defender os interesses da sua cliente. relativas às despesas com a utilização da linha. efetuando a cobrança. A ação foi julgada improcedente. sustentando que o intérprete e aplicador da lei tributária não pode se afastar das definições dos institutos jurídicos dos outros ramos do direito. os moradores da região receberam um comunicado da Secretaria Municipal de Transportes e Vias Públicas. as obras foram iniciadas no prazo previsto.. O examinando deverá apresentar Recurso de Apelação. perante uma das Varas da Fazenda Pública na Cidade de São Paulo. ainda.. que são utilizados para delimitação da obrigação tributária. publicada há menos de 5 (cinco) dias. de 29 de dezembro de 1995. III combinado com o art. procurou -o(a) buscando o meio judicial para impedir a referida cobrança. 145. Deverá argum entar ainda que o art. foram realizados os depósitos judiciais das importâncias questionadas até o mês de competência relativa a fevereiro de 1999. Naquela oportunidade. 6º do mesmo diploma. considerando-se. sob o fundamento de que a alienação de imóveis enquadra na hipótese de incidência prevista -se no art. No exercício de 1996. Como advogado(a) de ABC Ltda. com vencimento em todo dia 15 do mês subseqüente ao de referência.mensais. do qual constava apenas o período da consecução das obras e as conse qüentes mudanças no tráfego daquela área. agora. não incide a QUESTÃO: Como advogado da contribuinte. 2º da Lei Complementar nº 70/91. com pedido de concessão de Medida Liminar. QUESTÃO: Na qualidade de advogado de Caio. emitidas pela XYZ telefônica de São Paulo Ltda.000. posto que não foi observado o procedimento previsto no art. Na vigência da Lei Complementar nº 70/91. nos termos do artigo 7º da Lei nº 1533/51. cujo valor venal passou de R$ 10. ajuizou ação de rito ordinário. 109 e 110 do Código Tributário Nacional. O(A) candidato(a) deverá ingressar com Mandado de Segurança. Poderá. conforme rezam os arts. No curso do processo. 82 do Código Tributário Nacional. a construtora ZYB Ltda. que contempla as hipóteses de isenção da contribuição. O examinando deverá apresentar Embargos à Execução. visando à declaração de inexistência de relação jurídico-tributária que a obrigue a efetuar o pagamento da Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social ± COFINS sobre o produto das vendas de imóveis. uma vez que os valores serão depositados judicialmente para os fins e os efeitos das disposições previstas no inciso II do artigo 150 do CTN. desde que nesta medida judicial haja referência à obtenção de medida liminar em ação cautelar inominada para que XYZ Telefônica Ltda. assim considerado a receita bruta das vendas das mercadorias e dos serviç de os qualquer natureza". A Fazenda Municipal está. da contribuição de melhoria que foi instituída pela Lei Municipal nº 12. Caio é proprietário de um imóvel nessa região. a Prefeitura do Município de São José da Serra realizou obras de pavimentação asfáltica na zona norte da cidade. sob argumento de que cobrança é inconstitucional o § 2º do arigo 145 da Constituição t Federal (Natureza Jurídica Específica do Tributo) que veda a instituição de taxa com base de cálculo própria de Imposto (verificar. exercite a providência judicial necessária para afastar a cobrança. . com a finalidade de custear a indigitada obra. detentora do direito de uso de 50 linhas telefônicas no Estado de São Paulo.000. nada menciona a respeito da venda de imóveis.000. manipule a medida conducente à reforma dessa decisão.00 (dez mil reais) para R$ 12. Outrossim. pela via executiva.. ainda. não concordando com referida cobrança.00 (doze mil reais) em razão da pavimentação.00 (seis mil reais). Nesse sentido. a título de contribuição de melhoria. in verbis: "A contribuição de que trata o artigo anterior será de dois por cento e incidirá sobre o faturamento mensal. o § único do artigo 77 do CTN). 81 do Código Tributário Nacional impedem a cobrança de contribuição de melhoria em razão de obra pública em montante superior ao da valorização do imóvel. Sem outras formalidades ou previdências preliminares. sustentando o vício formal da cobrança. asseverou o juízo singular que o art. considerando que já houve -se citação no bojo da execução fiscal e que o executado foi intimado da penhor que recaiu sobre o próprio imóvel há 15 a (quinze) dias. o valor da contribuição corresponderia ao custo total da obra dividido pelo número de imóveis beneficiados. De acordo com esse diploma. ABC Ltda. se abstenha de realizar a cobrança da referida Taxa.

Em 1998. do mesmo código.. a cobrança de taxa visando custear a atividade de fiscalização e controle da emissão de poluentes no rio.10. 4. como proceder. nos termos do art. Caio comprometeu a quitar esse débito. Qual seu aconselhamento? É possível o creditamento. deverá a empresa efetuar o depósito judicial do montante em discussão. mediante ação própria de caráter condenatório. 191 do Código Comercial define como mercadoria apenas os bens móveis e semoventes. relativo ao exercício de 1996. exonerando -se Lúcio de qualquer responsabilidade perante o Fisco Municipal. 3. O Secretário Municipal do Meio Ambiente de uma cidade localizada às margens do Rio Paranapanema instituiu. em caso afirmativo. A empresa "Indústria e Comércio de Móveis de Madeira Santo Antônio Ltda". Um constituinte indaga se o Instituto da isenção é aplicável a todos os tributos. No contrato de compra e venda. uma vez que o art. do Código Tributário Nacional. empresa que se dedica à fabricação e comercialização de produtos de limpeza. poderá cobrar o valor de Caio por via regressiva. Lúcio adquiriu de Caio um imóvel. sendo certo que a Lei nº 5. De acordo com a Portaria.95. conforme o disposto no art. uma vez que a alíquota a ser aplicada deve ser aquela vigente à época do fato gerador. As convenções entre particulares não são oponíveis ao Fisco. a teor dos arts. A empresa poderá ajuizar ação declaratória de inexigibilidade da taxa. 9º.88. Qual seu parecer? A cobrança é ilegítima porque a taxa é espécie do gênero tributo. inclusive em grau de recurso. 2. em que funciona o setor industrial e administrativo. 33. 151. com pedido de antecipação de tutela. perante uma das Varas da Fazenda Pública em São Paulo ou perante uma das varas cíveis da comarca do interior. indistintamente. I da Constituição Federal e art.896. Ação Anulatória de débito fiscal e/ou de lançamento tributário.07. teve contra si lavrado um Auto de Infração pela Fiscalização Estadual.03. a partir da entrada em vigor da Lei Complementar nº 87/96. A VXZ Ltda. com a finalidade de suspender a exigibilidade. sobre o qual pendia débito do Imposto Predial e Territorial Urbano ± IPTU.90. publicada nesta mesma data. 1. fixava a alíquota de 10% e multa de 40%. de 23. portanto. uma notificação de cobrança do tributo. em 05. conforme previsto na Lei nº 7. em seu artigo 177 a isenção não é extensiva: às taxas às contribuições de melhoria aos tributos instituídos posteriormente a sua concessão. sem emissão de nota fiscal. 150. segundo estabelece o CTN. perquire se é possível creditar-se do valor total do ICMS destacado na fatura da energia elétrica utilizada no seu único estabelecimento. vigente na data de ocorrência do fato gerador. II. Caso a tutela antecipada seja indeferida. Tendo recebido. todas as indústrias localizadas no município seriam contribuintes da referida taxa. No Auto de Infração e Imposição de Multa a fiscalização exigiu a cobrança do imposto calculado pela alíquota de 18% e da multa de 30% pela inadimplência. ingresse com a medida judicial cabível para defender os interesses de sua cliente.95. com fulcro no artigo 38 da Lei 6. responde pelo débito perante o Município. 123 do Código Tributário Nacional. de 30 de dezembro de 1998. No entanto. Lúcio perquire se há possibilidade de transferir a Caio o ônus do seu pagamento e. o que implicou falta de pagamento do ICMS.COFINS sobre a venda de imóveis. consoante permite expressamente o seu art.830/80. Lúcio. alegando que não despeja qualquer tipo de poluente no rio. de 17.05. em 21. pela Portaria nº 1. 130 e 131. uma vez que foi identificada a realização de uma operação de venda de mercadorias. questiona -o sobre a obrigatoriedade do pagamento da tax e sobre qual medida poderia adotar visando se eximir de futuras a autuações e garantir a expedição de certidões de regularidade fiscal. razão pela qual deve necessariamenteestar prevista em lei em sentido estrito. I .698. QUESTÃO: Como advogado (a) da contribuinte. objetivando a anulação do lançamento realizado. A indústria química QMB S/A. recentemente. Não. nos termos do art. do Código Tributário Nacional. na qualidade de atual proprietário. nos .

os mesmos fundamentos do parágrafo anterior. com o pedido de declaração da inexistência de relação jurídico tributária que obrigue a empresa a pagar o tributo. Embargos do devedor à Execução Fiscal. promova a medida judicial adequada a resguardar os direitos de sua constituinte.termos do artigo 144 do CTN. com sede na cidade de Fortaleza. apontar a falta de correlação lógica entre a atividade de polícia e o valor da taxa. perante uma das Varas da Justiça Federal da Subseção Judiciária de Santos. Com relação a multa. com base na legislação vigente nesta data. a Receita Federal. 145.03. após regularmente citado para o pagamento da referida execução.A. opostos perante uma das Varas das Execuções Fiscais Federais. incidindo portanto a vedação do art. na qualidade de autoridade reponsável pela exigência indevida. II. utilizando em relação ao mérito. com pedido de liminar. A União Federal. 20. Dr. A taxa é cobrada a uma alíquota de 0. imediata e tempestivamente. a Fazenda Pública. §2º. Nesta hipotése. Poderá o candidato. Poderá.. discutir a legalidade do procedimento de polícia. nos termos do artigo 106 e incisos do CTN. com a competente impugnação administrativa. §2º. parágrafo único. após inscrição na dívida ativa. contudo. Não concordando com a referida exigência.533/51. foi efetuada a penhora de bens da empresa.08. 109. nos termos do artigo 16 da Lei 6. QUESTÃO: Como advogado(a) do(a) contribuinte. do Código Tributário Nacional. lavrou Auto de Infração e Imposição de Multa (AIIM) no valor de R$ 1. em virtude do exercício do poder de polícia consistente na fiscalização de embarcações para evitar a entrada irregular de estrangeiros no território nacional. rejeitada por decisão desfavorável que transitou em definiti a em 24.815/80 ( Estatuto do Estrangeiro) e pela definição do art. passou a exigir dos transportadores de produtos por via marítima uma taxa. impetrar mandado de segurança perante uma das Varas da Fazenda Pública Estadual ou uma das Varas Cíveis da comarca do interior. QUESTÃO: Como advogado(a) da empresa. de acordo com os critérios de competência do art.830/80. com fulcro na lei 1. já que amparado pelos arts. Por meio de fiscalização realizada em 25. O navio "Aracati". encontra -se atualmente ao largo do porto de Santos.99. Sr. ingressou com Execução Fiscal.00 (um milhão e oitocentos mil reais) relativamente à falta de pagamento do Imposto Sobre a Renda (IR) incidente sobre o lucro apurado em operação de vendas de mercadorias realizadas durante o ano de 1983. O candidato deverá sustentar que se encontra extinto o direito da Fazenda Pública Federal pelo decurso do prazo prescricional previsto no artigo 174 do CTN. Juiz em 24. Mandado de segurança.800. Delegado Regional Tributário. . 78. transportando bens alimentícios perecíveis no valor de R$ 1. o pedido será de antecipação de tutela.93. Não poderá. da Constituição Federal.000. Em 15 de maio de 1999. órgão vinculado ao Ministério da Justiça.000. Admite-se também a propositura de ação ordinária.". Se optar por ação ordinária. contra ato do Ilmo. contra ato do Delegado da Polícia Federal em Santos. subseção judiciária de Santos ou subseção judiciária de Fortaleza).000. cuja petição inicial foi deferida pelo MM.25% do valor FOB da totalidade das mercadorias transportadas pelo navio. ( conforme definido pelo art. o candidato deverá sustentar que a base de cálculo da taxa é idêntica à do Imposto de Importação II). invocando o periculum in mora consistente no perecimento dos alimentos transportados. 273 do Código de Processo Civil. o que pode comprometer o requisito de referibilidade do tributo.00 (um milhão de reais). da Lei nº 6.08.89 na empresa "Comércio de Materiais para Construção João de Barro Ltda". Não v sendo pago o crédito tributário. impedido de atracar porque a empresa recusa -se a pagar esse tributo. conforme os r quisitos e do art. a ação deverá ser dirigida contra a União Federal. por intermédio do Departamento de Polícia Federal. 22 e segs. a serviço da empresa "Lice ± Linhas Cearenses de Navegação S. da Constituição Federal (seção judiciária do Distrito Federal. ainda. No mérito. do Código Tributário Nacional. deverá ser ap licada a mais benéfica ao contribuinte. proponha a medida judicial hábil a permitir o desembarque da mercadoria sem o pagamento do tributo. o contribuinte ingressou. O candidato deverá ainda requerer a concessão de liminar. ainda.

a. I . mas ainda não foi executada judicialmente. bases de cálculo e contribuintes. uma vez que é inconstitucional. Túlio construiu uma edícula em terreno de sua propriedade e deliberadamente deixou de efetuar a averbação da construção à margem da respectiva matrícula. 149. da Constituição Federal prevê que a cobrança dos impostos discriminados na constituição está sujeita à prévia definição dos respectivos fatos geradores. em razão do não recolhimento do Imposto Sobre Serviços ± ISS relativo aos meses de janeiro a dezembro de 1999.Em 1993. tendo em vista a previsão específica de tributação do serviço de acesso à internet na Lei Municipal nº 9. Findo esse prazo. Todavia. qual é sua orientação? RESPOSTA: O prazo prescricional está previsto no artigo 174 do CTN que dispõe: A ação para cobrança do crédito tributário prescreve em cinco anos.5% sobre o valor venal do imóvel.1 . Túlio indaga -lhe se esse lançamento suplementar é lícito e qual seu fundamento. isto é. razão pela qual a exação em questão extrapola a competência atribuída ao Munic ípio pelo art. recebeu da Câmara de Vereadores um projeto de lei institui do empréstimo compulsório n devido pelos habitantes não atingidos pelo flagelo. depois de completado o lançamento. conforme artigo 148. é empresa prestadora de serviços de acesso à rede mundial de computadores (provedora de internet) e nessa qualidade foi autuada e multada pelo Fisco Municipal. VIII. De acordo com o auto de infração lavrado no mês de janeiro pp. seria de rigor o recolhimento do imposto sobre as receitas decorrentes das mensalidades pagas pelos associados. em nome da contribuinte. Em fevereiro de 2000. A exação assim dimensionada é legítima? Explique. 33 do Código Tributário Nacional. do Código Tributário Nacional. Deverá focalizar o entendimento doutrinário e jurisprudencial no sentido de que a competência tributária dos Municípios é condicionada pela . da CF. 145. pois só a União pode instituir empréstimo compulsório. O valor venal do imóvel constitui base de cálculo do IPTU.Determinado Município institui a cobrança de taxa visando remunerar se dos serviços de limpeza de vias e logradouros públicos. Assim. tendo em vista que o art. O examinando deverá confeccionar ação anulatória de débito fiscal endereçada a uma das varas da fazenda pública da comarca da capital. em sede de lei complementar. equivalente ao diferencial correspondente à construção clandestina. Além disso a limpeza pública não é um serviço divisível. 4 . Explique. III.999 aprovada em 31 de dezembro de 1998. nem da Lei Complementar nº 56/87. adote. ocorre a extinção do crédito mediante a prescrição. o Município. II. RESPOSTA: O lançamento suplementar é possível em sede de revisão de lançamento. conforme art. RESPOSTA: Não. localizada na cidade de São Paulo-SP. Os objetivos deverão ser perseguidos em uma única ação. Tampou requereu à Prefeitura Municipal licença para co construção. 2 . § 2º.. 145. 146. A Virtual Ltda. aos exercícios de 1995 em diante. as taxas não poderão ter base de cálculo própria de impostos. tem o Estado o prazo de cinco anos para impetrar a ação assecuratória do crédito tributário. Como advogado(a).O Prefeito de uma cidade do interior do Nordeste. com fundamento no art. deverá se limitar àqueles exercícios em relação aos quais ainda não se operou a decadência. realizou o lançamento suplementar do Imposto Predial e Territo Urbano ± IPTU dos rial exercícios de 1994 a 1999. qual o aconselhamento ao Prefeito? RESPOSTA: O Prefeito não poderia sancionar o projeto de lei. O valor dessa Taxa de Limpeza é obtido mediante a aplicação da alíquota de 0. da Constituição Federal.Uma empresa consulta-o indagando do prazo para a consumação da prescrição dos tributos Estaduais. nem a informou a respeito depois que a obra estava pronta. A empresa não apresentou defesa administrativa. QUESTÃO: Considerando-se que o serviço em questão não consta da lista anexa ao Decreto-lei nº 406/68. descobrindo a existência da construção. De acordo com o art. Como advogado (a). qualificando como contribuintes todos os proprietários de imóvel. a medida judicial cabível para desconstituir o indigitado auto de infração e assegurar o direito do contribuinte de obter certidões d regularidade e fiscal durante o trâmite da ação.. contados da data da sua constituição definitiva. a fim de cobrir despesas com o atendimento da população atingida pela seca em seu Município. 3 . sustentando a ilegitimidade do lançamento em questão.

150. nos termos do art. Deverá ainda observar os req uisitos formais de interposição do agravo de instrumento. dirigida ao Delegado Regional Tributário do ABCD (ou outra autoridade equivalente. II. dando baixa dos produtos vendidos. Ciente de que o valor da operação supera o limite da menor faixa de valor. na verdade. QUESTÃO: Considerando que a decisão denegatória da medida liminar foi publicada na imprensa oficial há 5 (cinco) dias. 145. tome a medida cabível para cancelar o Auto de Infração e Imposição de Multa lavrado contra a empresa.374/89. O caminho mais recomendável é a apresentação de defesa administrativa. da Lei Estadual nº 6. 145. cobrando-lhe ainda o Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços . contra o Diretor do Departamento de Rendas Imobiliárias da Prefeitura do Município de São Paulo. 206 do Código Tributário Nacional. QUESTÃO: Na qualidade de advogado da "Almeirão e Filhos Ltda. a ser pago pelo adquirente.154/91 do Município de São Paulo. subsidiariamente. desde que o candidato demonstre saber a quem deve a defesa ser dirigida). não há que se cogitar na aplicação do art. ainda que previsto em lei municipal e ainda que." tem por atividade principal a comercialização. para tanto. 89. Há 20 (vinte) dias. o sistema informatizado de controle de estoque não registrou o cancelamento da operação.". § 1º. O examinando deverá interpor Agravo de Instrumento endereçado ao 1º Tribunal de Alçada Civil de São Paulo.ICMS correspondente. não sendo lícita a cob rança do imposto sobre serviços não constantes da lista. tendo em vista que não há permissão constitucional expressa para a instituição dessa fórmula de cobrança do ITBI. Deverá ainda ser formulado pedido de antecipação d tutela para e suspender a exigibilidade do crédito ou. Caio está adquirindo um bem imóvel situado no Município de São Paulo. em especial a Súmula nº 45 do 1º TAC. deverá ser requerida a realização do depósito judicial com a mesma finalidade. a exação do Município de São Paulo fere o art. A medida liminar foi negada. adote a medida adequada para viabilizar a outorga da escritura de compra e venda do imóvel no prazo fixado. Considere que a empresa tem sede em São Bernardo do Campo. da Constituição Federal. com pedido de efeito suspensivo ativo. sustentando a ilegitimidade da cobrança do ITBI pelo regime de alíquotas progressivas. dirigida ao Serviço do Anexo Fiscal da Comarca de São Bernardo do Campo. Por outro lado. tudo para viabilizar o acesso à certidões de regularidade fiscal. documentos que comprovam tanto a falha no sistema quanto a permanência dos produtos tidos como vendidos em seu estoque. A "Almeirão e Filhos" sustenta que. 3. necessariamente. com base no art. porquanto não há correlação necessária entre a capacidade contributiva e o valor do imóvel A gradação do imposto de acordo com a capacidade . a atividade possa ser caracterizada como serviço de qualquer natureza. À medida que não há previsão expressa do ITBI progressivo. . inclusive no regime de alíquotas progressivas. a venda daqueles produtos foi cancelada antes que houvesse a sua efetiva saída do estabelecimento comercial. sob o argumento de que o Município tem competência para definir a alíquota do imposto. pois trata desigualmente contribuintes que se encontram em situação semelhante. cuja escritura deverá ser outorgada em 10 dias. mediante o pagamento do ITBI pela menor alíquota. 4 e 6%. pelo rito ordinário. §1º da Constituição Federal. deverá apresentar a competente guia de recolhimento do imposto devidamente quitada. Caio impetrou Mandado de Segurança. tendo em vista o princípio constitucional da capacidade contributiva (art. que lhe aplicou penalidade por haver vendido mercadorias sem a emissão da correspondente nota fiscal de saída. ocasião em que. A sociedade "Almeirão e Filhos Ltda. a alienação inter vivos de bem imóveis está sujeita à incidência do Imposto de Transmissão de Bens Imóveis ± ITBI. com pedido de liminar. de material de limpeza. De acordo com a Lei nº 11. A cobrança do imposto é feita sob o regime de alíquotas progressivas de 2. do ponto de vista econômico. no atacado. Preferencialmente deverá o examinando indicar jurisprudência a respeito. mas que por problemas internos. foi intimada da lavratura de Auto de Infração e Imposição de Multa pela Secretaria da Fazenda do Estado de São Paulo. §1º da Constituição Federal). atraindo a incidência das alíquotas superiores a 2%. propor ação declaratória negativa de débito fiscal.taxativa lista de serviços da lei complementar federal. contributiva somente seria lícita nos chamados impostos pessoais. Possui. incidentes sobre as parcelas do preço divididas em faixas de valor em tabela específica. Pode-se. para calcular e recolher o tributo à alíquota de 2% sobre o valor total da operação. ainda.

oriente-a quanto à linha de defesa possível neste caso. continuou comercializando o referido produto ao abrigo da isenção.A sociedade "Piso Maciço Revestimentos de Pisos e Paredes Ltda. seu cliente constatou que existe disposição que exclui da base de cálculo dessa contribuição os valores a título de ICMS "retido pelo contribuin na condição de te substituto tributário" (Lei nº 9. 146 do Código Tributário Nacion que afirma que as alterações al.11. em resposta à consulta formulada. procedimento administrativo que não era permitido à época da ocorrência do fato gerador. É possível. pergunta-se: na operação. posicionou -se oficialmente. da Secretaria da Fazenda do Estado de São Paulo. os critérios novos não são aplicados a fat s pretéritos. Na qualidade de advogado da empresa. consulta à Secretaria da Receita Federal. fixando o entendimento de que aquele produto era tributado pelo IPI à alíquota de 5%. parágrafo único). não ocorreu o fato gerador do tributo (art.Ao consultá-lo sobre os valores que compõem a base de cálculo do PIS. o regime especial concedido à sociedade. Em dezembro de 1999. para apurar o imposto devido. a sociedade "Sonho Meu Comércio de Alimentos Ltda.No mérito. conforme a previsão específica para cada estado. I. incide apenas o ICMS. tampouco se faz devido o pagamento de multa. seu cliente tem dúvida sobre o exato sentido dessa expressão. Nesta mesma data. A falta de recolhimento deveu-se ao fato de a empresa não haver declarado à Receita Federal parcela substancial de seu faturamento.. do CTN. O que ela significa? A substituição tributária é instituto previsto no art. apenas multa. a Receita Federal. procedimento este que passou a ser permitido por lei promulgada em 1999. enquanto aguardava a resposta. 4 . correspondente ao chamado "caixa dois". § 7º. 100. porém.A sociedade "Feliz Ano Novo Indústria e Comércio Ltda. 2º. Considerando que o -se serviço está compreendido na competência tributária dos Municípios e que a legislação re spectiva é silente quanto à matéria. 144. Desta forma. se não houve circulação das mercadorias. Se as operações forem posteriores.Em agosto de 1998. Dessa forma. A Indústria de Artefatos de Madeira Ltda.99. da Lei Complementar nº 87/96). entendendo que um determinado produto por ela fabricado encontrava -se abrangido pela isenção do IPI. antes de qualquer manifestação do Fisco formulou. A sociedade pergunta-lhe se é possível que a fiscalização adote. 6º da Lei Complementar nº 87/96. após confrontar a movimentação bancária da sociedade. em 01. da Constituição Federal. 3º. de ofício. por força do art. cobrando de seus clientes um preço único pela venda de mercadorias e pelo serviço prestado." tem por objeto social a venda de pisos de madeira para residências. que passou assim a se submeter às mesmas regras aplicáveis aos demais contribuintes. 150. já que a orientação anterior da autoridade fazendária é norma complementar de direito tributário. visando à cobrança de diversas multas por inobservância da legislação tributária no período de vigência do regime especial.715/98. 2º. tendo em vista o art. Porém.99." deixou de recolher a COFINS incidente sobre seu faturamento. No curso dessa atividade. "em relação a um mesmo sujeito passivo.02 . art. o candidato deverá sustentar que. já que não foi descumprida a obrigação acessória de emitir nota fiscal. o Além disso. parágrafo único. sendo -lhe dadas condições de cálculo e pagamento do tributo mais adequadas a sua atividade comercial. poderá invocar também o art. tam bém presta o serviço de colocação dos pisos vendidos. dos critérios de lançamento de tributos deverão ser aplicadas. já que a legislação do ISS não sujeita a operação à incidência exclusiva do ICMS. que impõe ao contribuinte o dever de recolher o ICMS incidente sobre operações que não praticou. foi lavrado auto de infração contra a empresa. da Lei Complementar nº 87/96. autorização para comercializar produtos com regime especial de recolhimento do ICMS. do Código Tributário Nacional. 3 . como não é exigido imposto. 1 . Em 22. 2 . §1º. a Secretaria da Fazenda cancelou. quanto a fato gerador ocorrido posteriormente à sua introdução". A defesa a ser apresentada deverá se basear no art." obteve. Em virtude desse fato. VI. apenas o ISS ou ambos os impostos? Por quê? Incidem ambos os impostos. o contribuinte recebeu o . trata-se da hipótese de substituição tributária "para frente" a que se refere o art. A fiscalização detectou a omissão de declaração em março de 2000. que permite a aplicação de lei posterior ao fato gerador que amplie os poderes de fiscalização das autoridades administrativas.

não podendo ser cobrado imposto sobre a sua importação.09.04. Deverá ser impetrado mandado de segurança. d. realiza periodicamente a importação de papel para impressão do jornal "Gazeta de São Paulo".94. apenas corrigido monetariamente. sendo desta mesma data o despacho do Juiz que deferiu a inicial. o mesmo foi devidamente nscrito na Dívida Ativa em i 12.A.522/51. Atualmente. notificou regularmente a empresa KLM Distribuidora de Produtos Alimentícios Ltda.A. ao consultá-lo. O(A) candidato(a) deverá ingressar.99. já que a inscrição na Dívida Ativa concretizou-se após o decurso do prazo de 05 anos contados da data da regular notificação. nos termos do § 1º do artigo 160 do CTN. mesmo os desos conhecidos à data da abertura da sucessão. a impetração de Mandado de Segurança com base na Lei 1.1999. visto que. relativamente à cobrança de juros moratório e da multa de mora no percentual de 20 %. obrigando à redução da tiragem diária do jornal.11. também.830/80. Como advogado(a) qual seria sua orientação? QUESTÃO: Na qualidade de advogado(a) da "Editora São Paulo S. tributo. para desembaraçar imediatamente a mercadoria sem o pagamento do . proponha a medida judicial cabível. visando ao imediato desembaraço da mercadoria importada sem a necessidade de pagar o imposto de importação. por ter apurado a venda de mercadorias em 14. a empresa KLM Distribuidora de Produtos Alimentíci s o Ltda. ingresse com a medida judicial adequada à defesa dos interesses da constituinte. Caberá. na pendência de consulta." dedica-se à atividade jornalística e. A Fiscalização Estadual de São Paulo.12.1999) fixado para pagamento. Estima-se que em 4 (quatro) dias o estoque de papel se esgotará. juros de mora e multa moratória de 20%. para recolher. é indevida a cobrança de juros e da multa moratória. um lote de 1. contestando a exigência. A sociedade "Editora São Paulo S. No mérito. nos termos do artigo 16 da Lei 6.1989. suspendendo de vez a impressão do jornal. que exige para tanto o recolhimento do Imposto de Importação incidente na operação.12. perante uma das Varas Cíveis da Justiça Federal. 1 . assim como o prazo fixado para pagamento é de 30 (trinta) dias contados da data em que o sujeito passivo foi notificado do lançamento. da Constituição Federal.000 toneladas de papel. O mandado de segurança deverá ser dirigido a alguma das Varas Federais da Subseção Judiciária de Santos e apontar como autoridade coatora o Inspetor da Alfândega do Porto de Santos. com Embargos à Execução ou Embargos do Devedor. o tributo devido acrescido de correção monetária. A exigência fiscal vem comprometendo seriamente o funcionamento das oficinas de impressão. com pedido de medida liminar.DARF (Documento de Arrecadação de Receitas Federais). o candidato deverá sustentar que o papel destinado à impressão de jornais beneficia-se da imunidade do art. QUESTÃO: Como advogado(a) da empresa. de grande circulação. sob os mesmos fundamentos jurídicos acima apontados. vez que se deu a extinção da obrigação tributária pela ocorrência da prescrição (inciso V. até o dia 15. em data de 23.12. até 22. com Ação Anulatória fundamentada no artigo 38 da lei 6. encontra -se retido na alfândega do porto de Santos. Citada da execução e penhorados bens da contribuinte. da lavratura de Auto de Infração e Imposição de Multa (AIIM) contra a contribuinte.830/80.12. o que implicou a falta de recolhimento do tributo devido.99 e a Execução Fiscal foi protocolizada em 18. perante o Juízo do Anexo das Execuções Fiscais Estaduais competente. pergunta se o espólio responde por tod os débitos tributários. acione o instituto judicial pertinente. do lançamento tributário (artigo 174 CTN). não recolhido pela empresa. Deverá contest o prazo ar (15.99 o contribuinte poderia levar a efeito o recolhimento do valor do tributo devido. do artigo 150 do CTN). ao sujeito passivo. cujo desembaraço vem sendo obstado pela Inspetoria da Alfândega daquela localidade. nessa qualidade.. QUESTÃO: Como advogado(a) da empresa. Em face da falta de pagamento do referido débito. sem emissão de nota fiscal.". visando a anulação do débito tributário ou do lançamento tributário. O(A) candidato(a) deverá ingressar. sob o fundamento de que a Fazenda Pública perdeu o direito de Ação. VI. contratou-o(a) para defender seus interesses. portanto. emitido pela Receita Federal.Seu cliente. 150.

III.. VII. foi regularmente citada em processo de execução para pagar ou garantir o juízo relativamente a débito de ISS.A empresa Alpha Ltda. para 20%. lançados.05. proprietária de imóvel situado no Município de Pinheiros -SP. em 31.93. deixou de recolher o Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços ± ICMS. pelos débitos desconhecidos à data de abertura da sucessão. Nesta semana.com base no art.Seu constituinte recebeu citação para uma execução fiscal. que continuam fluindo (Lei nº 6. referente a fatos geradores ocorridos em janeiro de 1990 que. por alíquota superior a 0. uma vez que os bens p enhorados não foram suficientes para liquidar o crédito em discussão e não possuindo a empresa outros bens.5% a 3%. CTN). no exercício de 1998. Para tanto." recebeu mandado de citação para pagamento ou nomeação de bens à penhora em execução fiscal. O valor do auto de infração considerou o montante do imposto devido. de nome José Antônio. instrumente o meio adequado em prol do cliente.. acredita ser vantajoso oferecer carta de fiança bancária como garantia da execução. você verificou que não existe menção aos dispositivos legais em que se funda o crédito executado. inc. tendo em vista o disposto no art. Qual sua resposta? A carta de fiança pode ser oferecida como garantia do juízo em execução fiscal e produz os mesmos efeitos do depósito em dinheiro. em razão da referida pendência de ICMS.5%. contra os sócios que não foram citados anteriormente como pessoas físicas. 106.830/80. foi promulgada lei estadual reduzindo a multa por não pagamento do imposto. Como tem bom relacionamento com o banco onde possui conta corrente. incidentes sobre o valor venal do imóvel e . se tem o direito de fazê-lo mesmo que tenha saldo livre em conta corrente para prestar garantia em dinheiro. nem consta a data da sua inscrição. III do CTN). em caso afirmativo. tempestivamente apurado e declarado ao Município de São Paulo. Qual a sua orientação? O contribuinte tem direito ao pagamento do débito com redução da multa para 20%. Um dos sócios. em via de serem ". 134. ofereceu um de seus imóveis em garantia. al. mencionada especificamente a disposição da lei em que seja fundado". que determina a aplicação retroativa da lei tributária que comine penalidade menos severa que a lei vigente na época da infração. No final daquele exercício. 3 . O candidato(a) deverá apresentar Embargos do Devedor à Execução Fisc com fulcro no artigo 16 da Lei 6. que veio acompanhada por cópia da Certidã de Dívida o Ativa.03. em 15. nem ter sido praticado qualquer ato contra os estatutos e o contrato social (art. A empresa Júpiter Ltda. alegou-se a inconstitucionalidade da fórmula de cálculo introduzida pela Lei Municipal nº 9. 202 do Código Tributário Nacional. Oferecidos bens em garantia.2000 os sócios da executada foram citados para pagar o restante da dívida ou garantir a execução.A sociedade "Cibus Ciborum Comércio de Alimentos Ltda. O espólio responde por todos os débitos tributários do "de cujus sejam eles conhecidos. 135. a empresa contribuinte foi au-tuada pela fiscalização. Todavia. foram afinal julgados improcedentes os embargos da empresa. Existe fundamento para pleitear a nulidade do título executivo? Qual? Sim. Questiona-se sobre a possibilidade de o pagamento do débito com a redução da multa. c do Código Tributário Nacional. art.2001. além da "data em que foi inscrita". de 0. formalizada pelo ato respectivo. que era de 40%. A sociedade executada indaga-lhe se é possível o oferecimento de carta de fiança bancária e.Sim. atualizado monetariamente e acrescido ainda da multa de 40% sobre o valor t tal. III. 2 . há menos de cinco dias. 174 do CTN. Conforme o art. que seja decretada a prescrição. 4 . visando à repetição dos valores recolhidos a título de IPTU. §§ 3º e 4º). a Certidão de Dívida Ativa deverá indicar "a origem e a natureza do crédito. com arrematação dos bens penhorados. Ao analisar esta certidão. salvo no que diz respeito à responsabilidade pela atualização monetária e pelos juros moratórios. perante uma das Varas do Anexo das Execuções Fiscais. 131. ajuizou ação de rito ordinário. A empresa Marmoraria Ltda. lavrado o auto de penhora.999/97. alegando que na qualidade de sócio e por não ter sido a empresa extinta irregularmente (art. d eixou de ser pago porque a empresa não tinha disponibilidade financeira.830/80. ( art. em d de ata 20. CTN). 9º. ser totalmente irregular a qualidade do mesmo e dos demais sócios como sujeitos passivos da execução. QUESTÃO: Como advogado do sócio José Antônio. Além disto.12. vencido no decorrer do exercício de 1999. que previa a cobrança do tributo pelo regime de alíquotas progressivas. e também. se não for acatada a exclusão do polo passivo da execução.

. manipule o instituto judicial hábil a garantir à empresa o benefício da isenção. morador em São Paulo. como instrumento de estímulo ao desenvolvimento social. sujeita ao recolhimento do ISS. empresa situada no Município de Salto-SP. A revogação da isenção legal por Decreto viola o art. A RLBO Ltda. ainda ser impetrado mandado de segurança com base na Lei 1.A Indústria Estrela do Norte Ltda.830/80 pe fato de o lançamento ter sido efetuado lo de ofício. O examinando deverá interpor recurso de apelação dirigido à própria vara local. O examinando deverá então impetrar Mandado de Segurança. Poderá. vigente à época da apuração da infração. a exação em questão ofende o art. en dereçado a uma das Varas Cíveis da Justiça Estadual. publicado no Diário Oficial do Município desta semana.538. conforme artigo 38 da Lei 6. sustentando que a utilização do IPTU. que positivam o princípio da anterioridade. que fixava o valor originário do IPVA em R$ 1. decidiu-se pela cisão da sociedade. Além disso é sustentável a aplicação do art. 2 . a empresa não vinha efetuando o recolhimento desse imposto. combinado com art. da Constituição Federal. Alternativamente poderá o candidat ingressar com o uma ação declaratória de inexistência de relação jurídica objetivando através de sentença. razão pela qual. que determinou a todas as empresas beneficiárias da isenção que voltassem a efetuar o recolhimento do ISS já a partir d próximo mês.589. Na data do fato gerador. setecentos e cinqüenta reais) e multa de 30% (trinta por cento) sobre o valor do imposto não solvido. bem como a progressividade in casu foi instituída independentemente do fator tempo. Se fosse por homolagação. 104. A competência para tais ações será do Juízo da Vara da FazendaPública. Para tanto. 178 do Código Tributário Nacional CTN. 182. em sentença publicada há cinco dias.533/51. exercite a medida judicial conveniente ao interesse des ta. Perquirido por Pirro. baixou o Decreto nº 01/01. Desde o exercício de 1999. com a criação de uma nova pessoa jurídica. a fim de angariar receita necessária para financiar projetos sociais.700. Como não existe lei federal definindo as funções sociais da propriedade dos diversos bens imóveis. da Constituição Federal. que tomou posse no dia 01 de janeiro de 2001. pretende revogar aquele benefício fiscal. do ponto de vista econômico. sofreu autuação em 15 de julho de 1995. 150. passando a viger no exercício imediatamente seguinte à lei instituidora. dedica-se ao ramo de prestação de serviços técnicos de engenharia e estaria. a Cruzeiro do Sul Indústria e . I. qual seria seu parecer e sua justificação? O lançamento tributário ocorreu após o decurso do prazo para a constituição do crédito tributário previsto no artigo 173.variáveis em função da extensão e destinação. por fato gerador ocorrido em 1º de janeiro de 1989. se baseada no desatendimento da função social da propriedade imóvel previamente definida em lei federal.O contribuinte Pirro. a empresa não fique sujeita à imposição de multas e cobrança executiva. Pela falta do pagamento do IPVA. ainda que o Decreto tivesse força para revogar a lei. o novo Prefeito. II. em razão do não recolhimento já a partir do próximo mês. só teria o necessário respaldo constitucional. tendo em vista que a revogação da isenção signifca. somente poderia gerar efeitos a partir do exercício de 2002. em que se desenvolve a atividade produtiva. QUESTÃO: Como advogado da o RLBO. Para acomodar divergênciasentre os sócios.SP: a matriz. julgou improcedente a demanda. por força da Lei Municipal nº 98/98. sob o fundamento de qu o indigitado regime de alíquotas e progressivas tem respaldo constitucional e constitui importante instrumento de desenvolvimento social no Município.. Considere para tanto que o fórum local não possui vara privativa da Fazenda Pública.T. possui dois estabelecimentos situados no Município de São Paulo . vigia a Lei nº 6. de 12/08/93. com pedido de medida liminar. A medida judicial mais adequada é a propositura de ação anulatória de débito fiscal também denominada de ação anulatória de lançamento tributário. pelo não pagamento do IPVA. para que. então seria cabível ação declaratória. do CTN. 1 . majoração da carga i tributária. I do C. QUESTÃO: Como advogado da empresa contribuinte. nessa qualidade. Todavia. 156.00 (um mil. II.750. O Juiz da Vara do Anexo Fiscal da Comarca de Pinheiros.N. parágrafo 1º e o art. onde houver. a tutela antecipatória para suspender a exigência da exação tributária em discussão. I. Além disso a diferenciação deveria ser progressiva no tempo e não imediata. a declaração da ilegalidade do ato praticado. tendo em vista isenção específica concedida às empresas da região. § 4º. foi cobrado o valor originário de R$ 3. e a filial. de parte da Fazenda do Estado. em que se desenvolve o comércio. pleiteando ainda.00 (três mil e setecentos reais) mais a multa de 20% (vinte por cento) com lastro na Lei nº 4.

Antes da formalização da cisão. afirmar que tal exigência desrespeita o princípio da legalidade tributária previ ta no artigo s 150. a instituição ou majoraç das contribuições para a ão seguridade social somente poderão ser exigidas a partir de 90 (noventa) dias da publicação da lei que as instituiu ou aumentou. com a finalidade de suprir eventual ineficiência daqueles instrumentos legais. que enseja a cobrança do imposto. foi deliberada a . além de não encontrar respaldo legal. sendo que para a defesa do contribuinte poderia ser utilizada a Ação Declaratória ou o Mandado de Segurança. a operação levada a efeito constitui legítimo planejamento tributário.A empresa Alpha S. 5º.. transferiu-se para a filial todo o estoque de produtos.SP. contra o ato do Delegado da o Receita Federal em São Paulo. 150. não há incidência de IPI sobre produtos industrializados destinados ao exterior. data da sua publicação no Diário Oficial da União. O examinando deverá sustentar que a conduta fazendária representa empecilho ao livre exercícioprofissional.A. contribuinte da referida exação. sob o argumento de que um dos seus sócios participa de outras empresas que estão em débito com o Fisco Federal. Na análise do ônus tributário da nova vertente do negócio. inciso I.. Todavia. e diante do Decreto do Executvo. A empresa YYY Ltda. o que viola o art. que estava no estabelecimento matriz. à medida que se evitou a incidência do imposto antes da ocorrência do fato gerador. exigindo o recolhimento do imposto sobre a mencionada transferência do estoque. estaria respaldada em Instrução Normativa do Ministério da Fazenda. Caio e Tício são os únicos sócios da empresa XPTO S/A. sem recolhimento de ICMS. O ato coator representa ainda instrumento oblíquo de satisfação do crédito tributário.CNPJ. tendo em vista que a circulação de mercadorias. Os sócios da Estrela do Norte Ltda. deseja passar a atender o mercado externo. elevando a base de cálculo das contribuições para o INSS. eis que o contribuinte já vem operando e necessita regularizar a sua situação fiscal. que se dedica à manufatura de artefatos de plástico. 170 da Constituição Federal. 3 .. nos últimos 30 dias. o Ministro da i Previdência Social expediu Portaria. consultam-no para saber se é devido o imposto e se a operação. não incide ICMS no simples deslocamento de mercadoria de um para outro estabelecimento da mesma pessoa jurídica. vem tentando obter. os diretores da companhia indagam para saber se -no estão sujeitos ao recolhimento do IPI sobre essas vendas. a inscrição vem sendo negada pela Delegacia da Receita Federal de São Paulo . com pedid de medida liminar. que atuava no ramo de industrialização e comércio varejista de tubos de plástico. De acordo com a Súmula nº 166 do Superior Tribunal de Justiça. O examinando deverá impetrar Mandado de Segurança. sem observância ao devido processo legal e à ampla defesa. a inscrição no Cadastro Nacional de Pessoas Jurídicas . exigindo a partir do -a mês de dezembro de 1998. além do art. O CódigoTributário Nacional e a Lei nº 6. Diante das divergências administrativas entre ambos.830/80 (Lei das Execuções Fiscais) conferem ao fisco arsenal jurídico suficiente para apuração e cobrança de seus créditos. em 31 de dezembro de 2000. caracteriza fraude fiscal. ainda. Sendo certo. A RLBO Ltda. II.SP. QUESTÃO: Como advogado da empresa. assumindo caráter de cobrança coativa.. Qual seu aconselhamento? Não é devido o imposto. da forma como foi organizada. que é mantido pela Secretaria da Receita Federal. não lhe sendo possível impor outros gravames ao contribuinte. Após a cisão. parágrafo 6º da Constituição Federal. pressupõe a transferência da titularidade do bem. a fiscalização estadual lavrou auto de infração e imposição de multa contra a Estrela do Norte Ltda. A ação deverá ser endereçada a uma das varas da Justiça Federal de São Paulo . Tal restrição.SP. III. sociedade com sede na cidade de São Paulo . consultou-o para saber se a noticiada exigência era devida e qual a medida judicial cabível no interesse da consulente. Qual seu aconselhamento à YYY Ltda. à liberdade de associação e à liberdade de iniciativa. 4 . No mais. § 153. o que viola o art. da Constituição Federal. Qual seu parecer? De acordo com o art.Com base na reforma previdenciária efetuada pelo Governo Federal. § 3º. incisos XIII e XVIII.Comércio Ltda. para fins de fiscalização e controle da arrecadação dos tributos federais. adote a medida judicial adequada à obtenção imediata do referido registro. segundo a autoridade fiscal. da Carta..? Nos termos do artigo 195. 5º. cujo capital social seria integralizado com os ativos constantes do estabelecimento filial.

a fiscalização estadual lavrou auto de infração e imposição de multa contra a XPTO S/A.032/95. pela sua própria natureza. ra mediante a integralização de aumento de capital social no mesmo valor. o recolhimento está correto. Deduza sua orientação. Tício permaneceu à frente da XPTO. I da Constituição Federal. tendo solvido o imposto sobre serviços relativo ao faturamento desta obra perante o Fisco da Capital. negou o direito à repetição do indébito sob o fundamento de que a Autora deixou de comprovar que não repassou para o preço de seus produtos o custo da contribuição previdenciária recolhida indevidamente. embora tenha reconhecido a inconstitucionalidade da exação. sob o argumento de ser a transferência fraudulenta. que recolheu durante o exercício de 1996. com exclusão daquele do local da sede. A empresa deverá efetuar novo recolhimento de ISS? O recolhimento efetuado para o Município de São Paulo é suficiente? De acordo com o art. . a qual deverá ser endereçada a uma das Varas da Fazenda Pública da Comarca da Capital. o Juiz da 1a Vara Federal de São Bernardo do Campo ± SP.A Construtora ABC Ltda. Tenha. com a redação dada pela Lei nº 9. b. Neste caso não há incidência do imposto na transferência dos tubos. porque. embora tenha havido a circulação física dos bens. segundo o qual a prova da assunção do encargo econômico da exação somente é de rigor na repetição de tributos indiretos.Caio. acione o instrumento processual conveniente à tutela dos interesses de seu constituinte. tendo em vista o disposto no art. instituída pela Lei no 8. ou seja. Antes da data da operação. ajuizou ação de rito ordinário contra o Instituto Nacional da Seguridade Social ± INSS. que se encontrava no estoque da fábrica. sustentando que a matéria está regulada no art. Antes da cisão todos os estabelecimentos pertenciam ao mesmo titular (XPTO). a medida adotada não tem cunho fraudulento. Analisando a questão. 89. não ocorreu o fato gerador do ICMS. 21. 36. tratando-se de planejamento fiscal legítimo. visando afastar o impacto tributário antes da ocorrência do fato gerador. Suponha. a RLBO LTDA. sócio da empresa RLBO Comércio de Parafusos Ltda. visando ao reconhecimento da ilegitimidade da cobrança da contribuição previdenciária incidente sobre remuneração de autônomos e administradores. não houve circulação jurídica (transferência de propriedade) e. com a versão dos ativos relacionados à atividade de comercialização para outra empresa controlada por Caio. 166 do Código Tributário Nacional. O examinando deverá interpor recurso de apelação. tributos que. I do Código Tributário Nacional e art. poderá ser impetrado mandado de segurança com pedido de liminar. Questões Práticas 1 . da Lei nº 8. QUESTÃO: Como advogado da empresa. Alternativamente. Dec. Com base nesses argumentos. A empresa ABC LTDA.cisão da companhia. para tanto. o Município de São Bernardo do Campo -SP. pretende transferir seu imóvel pa a sociedade. está exigindo o imposto em razão do mesmo fato gerador. 2 . utilize o meio judicial pertinente a afastar a cobrança do ICMS no caso concreto e assegurar à Autora o acesso desde logo a certidões de regularidade fiscal. Preocupado com o custo tributário da operação. Todavia. para tanto. o que não é o caso da contribuição previdenciária. que passou a se dedicar exclusivamente à atividade de industrialização. com pedido de antecipação de tutela. como seria de rigor nos termos do art. 406/68.212/91. Não há incidência do imposto. que lhe impõe semelhante mister. construiu um prédio em São Paulo-SP. Logo. §2º. QUESTÃO: Como advogado da Autora. onde se situa a sede da empresa. os sócios decidiram transferir para os estabelec imentos comerciais toda a produção excedente de tubos. parágrafo único. pelo não recolhimento do ICMS na transferência daquelas mercadorias. 156. comportem a transferência do encargo econômico ao consumidor. Caio o questiona se deverá efetuar o recolhimento do Imposto de Transmissão de Bens Imóveis. o examinando deverá propor ação anulatória de débito fiscal. O objeto da ação consiste ainda na repetição dos valores indevidamente recolhidos naquele período.212/91. Em 01 de janeiro de 2001.. que o ato judicial foi publicado na imprensa oficial há 7 dias. o ente tributante competente para efetuar a cobrança do imposto sobre serviços de construção civil é o Município do local da obra. Além disso. que todos os estabelecimentos das empresas localizam-se no Município de São Paulo. portanto.

3 - A empresa ABC Ltda., dedicada ao ramo de fabricação e comercialização de calçados, vendeu um de seus estabelecimentos voltados ao comércio varejista para a sociedade RLBO Ltda. A ABC Ltda. continuou exercendo a atividade de fabricação de calçados, mantendo ainda outros estabelecimentos dirigidos ao comércio. A empresa RLBO Ltda., por sua vez, foi recentemente surpreendida com a citação para os termos de execução fiscal ajuizada pela Fazenda do Estado de São Paulo exclusivamente contra ela, objetivando a cobrança de débitos de ICMS, correspondentes ao estabelecimento por ela adquirido da empresa ABC, relativos a pe ríodo anterior à aquisição. Um dos diretores da RLBO perquire se deve desde logo efetuar o pagamento tendo em vista que é responsável, por , sucessão, pelos débitos gerados naquele estabelecimento, ou se há defesa possível na execução. Oferecer e justificar seu aconselhamento. A responsabilidade por sucessão neste caso é apenas subsidiária, tendo em vista que o alienante continuou a exploração do mesmo ramo do estabelecimento negociado. Vale dizer, a Fazenda Estadual, antes de demandar a RLBO, deveria ter executado a ABC Ltda. Dessa forma, a RLBO deverá oferecer bens à penhora, para em seguida, apresentarembargos à execução, em que deverá sustentar a responsabilidade da empresa alienante , nos termos do art. 133, II, do Código Tributário Nacional. 4 - Uma determinada empresa impetra mandado de segurança e obtém a concessão de medida liminar em conformidade com o pedido formulado. Durante o período de vigência da liminar, a referida empresa é fiscalizada por autoridade competente, que constata não estarem sendo cumpridas as obrigações acessórias atinentes à obrigação principal objeto da citada liminar. Assim, decide a autoridade autuar a empresa por descumprimento das obrigações acessórias. Comentar a situação. A autuação é procedente em virtude do parágrafo único do artigo 151 do CTN. A suspensão da exigibilidade do crédito tributário não dispensa o cumprimento das obrigações acessórias dependentes da obrigação principal cujo crédito esteja suspenso. No mês de abril de 1999, a sociedade Trás -os-Montes Participações Ltda. recolheu, com atraso, a Contribuição para Financiamento da Seguridade Social ± COFINS, do mês de competência março, do mesmo ano. O recolhimento extemporâneo foi efetuado com o acréscimo de multa e juros moratórios e a quantia devida foi corretamente informada à Secretaria da Receita Federal, por meio da declaração apropriada (DCTF). Contudo, em dezembro de 2000, a Receita Federal, revendo suas bases de dados, lavrou auto de infração contra a "Trás -os-Montes Participações Ltda.", no qual reconhecia a exatidão do crédito tributário declarado, bem como a regularidade do pagamento efetuado porém impôs à , contribuinte a multa de 75% prevista na Lei nº 9.430/96, relativa ao lançamento de ofício. Como a sociedade não apresentou impugnação administrativa, o crédito foi inscrito na dívida ativa e a União Federal moveu execução fiscal para cobrá-lo. QUESTÃO: Na qualidade de advogado da Trás-os-Montes Participações Ltda., aja em favor dos interesses da cliente. Considere que a empresa foi intimada da penhora realizada sobre bens de sua propriedade há 20 (vinte) dias e que o processo tramita perante a 15a Vara de Execuções Fiscais Federais da Seção Judiciária de São Paulo. Interposição de embargos à execução, com base nos arts. 16 e segs. da Lei nº 6.830/80. No mérito, deverá o candidato sustentar que a COFINS é tributo sujeito ao lançamento por homologação (art. 150 do Código Tributário Nacional) e que o lançamento de ofício apenas ocorreria se a autoridade administrativa verificasse a inexatidão da declaração do contribuinte, com valores a serem complementados. Por isso, não ocorreu a hipótese do ar 44, I, da Lei nº 9.430/96, que t. trata da multa imposta. A sociedade Mirassol Agroindustrial S.A. vendeu, em março de 1998, um imóvel integrante de seu ativo imobilizado, pelo valor de R$ 100.000,00 (cem mil reais). Esse imóvel estava registrado na contabilidade da sociedade pelo mesmo valor de R$ 100.000,00, que correspondia ao preço de sua aquisição pela sociedade. No mesmo ano -base de 1998, a empresa contabilizou um prejuízo fiscal de R$ 70.000,00 e, portanto, não pagou Imposto de Renda (IRPJ). Contudo, a fiscalização federal, revendo os livros contábeis, verificou que o valor da venda não foi lançado como receita e autuou a sociedade pelo valor correspondente, adicionando este ao resultado e cobrando o IRPJ no montante de R$ 4.500,00

(quatro mil e quinhentos reais), equivalente ao lucro líquido de R$ 30.000,00 (trinta mil reais). A sociedade não se defendeu do auto de infração e o crédito foi inscrito na dívida ativa, com a subseqüente propositura de execução fiscal. QUESTÃO: Na qualidade de advogado da empresa, atue em seu benefício. Considere que a constituinte tem sede na cidade de São José do Rio Pardo e que foi intimada da penhora de seus bens há 10 (dez) dias. Oposição de embargos à execução, com base nos arts. 16 e segs. da Lei nº 6.830/80. No méri o candidato deverá to, sustentar que a venda de bens do ativo fixo não constitui receita tributável, porque não implicou variação patrimonial para a sociedade (lucro), conforme compreendido no conceito de renda do art. 153, III, da Constituição Federal e d art. 43 do o Código Tributário Nacional. A ação deverá ser proposta perante o anexo fiscal da Comarca de São José do Rio Pardo (juízo estadual), por onde deve tramitar a execução. A Beija-Flor Revestimentos Ltda., com sede em São Paulo, é empresa que se de dica à comercialização de papéis de parede. Seus sócios pretendem aumentar o capital da sociedade, atualmente de R$ 100.000,00 (cem mil reais), para R$ 300.000,00 (trezentos mil reais), mediante a conferência de imóvel, avaliado pelo diferencial de R$ 200. 00,00 (duzentos 0 mil reais). Contudo, para realizar a transferência da propriedade do bem, exige -se a comprovação do recolhimento do Imposto sobre Transmissão de Bens Imóveis ± ITBI, conforme circular do Diretor do Departamento de Rendas Mobiliárias da Secretaria das Finanças do Município de São Paulo, que exige o pagamento do tributo na hipótese. A alteração contratual correspondente já foi arquivada pela JUCESP, restando apenas a integralização do aumento de capital. QUESTÃO: Na qualidade de advogado da Beija-Flor Revestimentos Ltda., acione o meio judicial adequado à solução do impasse. Mandado de segurança contra ato do Diretor do Departamento de Rendas Mobiliárias, endereçado a uma das Varas da Fazenda Pública da comarca de São Paulo, com pedido de limi ar, visando à dispensa do recolhimento do ITBI na n hipótese. Opcionalmente, poderá o candidato propor ação declaratória com tutela antecipada, formulando pedido similar. No mérito, deverá a ação basear-se no disposto no art. 156, § 2º, I, da Constituição Federal, que estabelece a nãoincidência do ITBI na hipótese, já que a sociedade não tem por objeto a compra e venda ou locação de bens imóveis, nem o arrendamento mercantil. QUESTÕES PRÁTICAS 1 - No momento da elaboração da folha de pagamento do mês de jan eiro de 2002, a ser paga em fevereiro, seu cliente, empregador, tem dúvidas a respeito da tabela a ser usada na retenção do Imposto de Renda dos empregados. Em 08.01.2002, foi publicada a Medida Provisória no 22, que corrigiu as faixas salariais de retençã resultando em redução o, do imposto devido. Ocorre que, no entender de seu cliente, as normas relativas a impostos apenas se aplicam no exercício fiscal seguinte ao de sua edição, com o agravante de que, em se tratando de Medida Provisória, a aplicação se dá no exercício fiscal seguinte ao de sua conversão em lei. A MP 22 ainda não foi convertida em lei. Deverá seu constituinte usar a tabela instituída pela MP 22 ou a antiga? Opine e explique. O princípio da anterioridade, previsto nos arts. 150, III, b, e 62, § 2º, da Constituição Federal, apenas se aplica a casos de instituição ou majoração de tributos. Como a nova tabela resulta em redução de tributo devido, pode ser aplicada imediatamente. 2 - Determinada sociedade de economia mista, instituída pelo Município de Cotia para a comercialização de alimentos, indaga-o a respeito da necessidade de oferecer à tributação o lucro auferido em sua atividade, por entender que é vedado à União Federal cobrar impostos sobre as rendas municipais. Formule e motive seu parecer. A imunidade recíproca conferida aos entes federativos aplica-se apenas às fundações e autarquias por eles mantidos, por força do art. 150, § 2º, da Constituição Federal. Além disso, às sociedades de economia mista que exercem atividade econômica aplica-se o regime tributário das pessoas jurídicas de direito privado (CF, art. 173, § 1º, II, e § 2º).

3 ± A aplicação de sanção tributária deve respeitar os princípios da legalidade, irretroatividade, vedação do confisco, capacidade contributiva, tipicidade, segurança jurídica e anterioridade? Deduza sua resposta, justificando sobre todos -a os princípios enumerados. A sanção tributária deve respeitar o direito de propriedade do contribuinte, não sendo lícito a tomada de seus bens (seu papel equivale a figura do não ± confisco tributário). Ainda é de ser verificado o princípio da tipicidade nas normas sancionadoras, pois, o enquadramento do ilícito, exige a concretização de fatos descritos em lei, excluindo a figura da -se presunção. Por outro lado, pela nítida distinção entre tributo e sanção tributária, entendemos que as normas sancionadoras tributárias não estão sujeitas aos princípios da anterioridade, não ± confisco, capacidade contributiva, pois estes são princípios atinentes à instituição, regulamentação e forma de cobrança dos tributos, nada acrescendo à figura das sanções tributárias. O princípio da segurança jurídica atinge as normas sancionadoras, assim como todas as demais normas jurídicas do ordenamento, e o princípio da irretroatividade das leis, vê-se aplicado também pelas normas sancionadoras, por ordem do Sistema Constitucional, com exceção das questões de interpretação da lei mais favorável ao infrator (retroatividade da lei benéfica). 4 - A "substituição tributária " prevista no artigo 128 do Código Tributário Nacional implica solidariedade entre substituto e substituído? Desenvolva sinteticamente o tema. A substituição tributária é um tipo de responsabilidade tributária, em que o dever de reter o tributo é atribuído a terceira pessoa, relacionada indiretamente com o fato jurídico tributário. O substituto tributário faz às vezes do contribuinte quando do pagamento do tributo, sendo responsável exclusivo pelo referido encargo. Na substituição tributária não existe solidariedade, pois a solidariedade expressa relação entre pessoas que compõe conjuntamente o pólo passivo da obrigação tributária, o que não acontece com relação ao substituto tributário. O dever de pagar o tributo é atribuído por lei ao responsável, de forma exclusiva. O substituto não recebe o papel do verdadeiro contribuinte, apenas compõe o pólo passivo indireto da relação jurídica tributária. Caio adquiriu de Túlio um imóvel, localizado no Município de São Paulo. Para tanto, celebrou contrato de compromisso de compra e venda, em caráter irrevogável e irretratável, por meio do qual se comprometeu a pagar o preço de R$ 100.000,00 (cem mil reais) em 10 prestações mensais, iguais e sucessivas de R$ 10.000,00 (dez mil reais), após o que seria outorgada a escritura definitiva de compra e venda. Era interesse de Caio registrar, no Cartório de Registro de Imóveis competente, o contrato de compromisso de compra e venda. Contudo, ao apresentar o contrato para registro, na última semana, Caio foi surpreendido com a exigência do pagamento do Impo sobre Transmissão de Bens Imóveis sto (ITBI) à alíquota de 2% (dois por cento) sobre o valor da transação, com respaldo em lei municipal a exigi-lo desde logo, no caso de compromissos irretratáveis e irrevogáveis. QUESTÃO: Como advogado de Caio, proponha a medida judicial conveniente aos interesses do cliente. O candidato deverá impetrar mandado de segurança, com pedido de liminar, contra ato do Diretor do Departamento de Rendas Imobiliárias da Secretaria das Finanças do Município de São Paulo, visando a dispensa do pagamento do ITBI. A ação poderá ser dirigida contra outra autoridade, desde que o candidato demonstre saber ser a coatora, aquela que tem a competência legal de exigir o tributo (o que não é o caso de nenhum servidor do Cartório de Registro de Imóveis). No mérito, o candidato deverá sustentar que o registro do compromisso de compra e venda não opera, por si só, a transferência de direito real, de modo a afastar a hipótese de incidência do ITBI. A transferência da propriedade apenas se daria no momento do registro da escritura definitva. Para tanto, deverá invocar os dispositivos concernentes à hipótese de incidência (art. 156, II, da Constituição Federal e art. 35 do Código Tributário Nacional), bem como o art. 110 do Código Tributário Nacional, que proíbe à lei tributária alterar conceitos de direito privado. O pedido de liminar deve ser justificado. Alternativamente, o candidato poderá interpor ação declaratória contra o Município de São Paulo para o reconhecimento da não-incidência do ITBI, pelos mesmos fundamentos. Nesse caso, deverá requerer tutela antecipada, devidamente justificada, que permita o registro do compromisso independente do pagamento do tributo questionado.

deverá o candidato pedir a exclusão de João do polo passivo da relação jurídico processual sob o fundamento de não ser sócio gerente (art. "c" da C. João nunca soubera da existência dessa dívida. contra a União Federal. sem fins lucrativos (entidade filantrópica).. o crédito exeqüendo deverá ser corrigido monetariamente pela variação da Taxa Referencial ± TR. para imóveis não edificados. Observe. que os embargos tramitam perante a 25ª Vara Federal da Subseção Judiciária de São Paulo. A Creche é entidade de assistência s ocial. É lícita a instituição desse tributo? Responda e justifique. Pelo contrato social. institui Imposto Predial e Territorial Urbano ± IPTU progressivo no tempo. (c) desacordo com a jurisprudência dominante a respeito do tema. ação de repetição de indébito de contribuições ao PIS pagas a maior no período de janeiro a dezembro de 1997. sob alguns possíveis argumentos: (a) a utilização da TR como indexador foi declarada inconstitucional pelo Supremo Tribunal Federal (ADIN 493-0). 165 do CTN) e impugnar o índice de atualização monetária acolhido pela sentença recorrida (TR). QUESTÃO: Como constituído da Massas Presidente Ltda. Ademais a receita da venda dos produtos por ela manipulados é destinada à consecução de sua finalidade social. QUESTÕES PRÁTICAS 1. nunca se interessou pela administração da sociedade. Considere ainda a jurisprudência e doutrina favoráveis à interpretação ampla das regras de imunidade. A Creche Bom Jesus de Pirapora. No mérito. Oposição de embargos do executado João àquela execução fiscal. arrolando sua razões. visando obter recursos para sua manutenção. não é satisfatório porque não representa a atualização do poder aquisitivo da moeda. entidade filantrópica. O oficial de justiça. QUESTÃO: Na qualidade de advogado exclusivo de João. 2. § 4º). atue em prol de seu cliente. (art. VI. Ofereça parecer sobre a questão.Federal. a ser calculado sobre o montante das operações. pois este evadiu-se para evitar a citação.. 16 da lei nº 6. nem tem idéia da sua origem. o candidato deverá sustentar o direito à recomposição integral dos valores recolhidos a maior (art. não obteve êxito. Ao procurar Rubens. desprovida de qualquer interesse lucrativo. resolve vender à população local produtos por ela manipulados. (b) existe critério legal expresso de atualização e cômputo dos juros (SELIC ± Lei nº 9. visando à cobrança da quantia de R$ 50. intimando-o desse fato há 15 (quinze) dias.830/80) dirigidos ao Juízo competente. 135. com fundamento nos arts. Esse critério. iniciou a execução. aja em seu favor. intimação e penhora.00 (ci qüenta mil reais) a título de Imposto sobre n Produtos Industrializados ± IPI. art. moveu. João é sócio da sociedade Alpha Remédios Ltda. O recurso não está sujeito ao pagamento de custas. detendo 50% (cinqüenta por cento) do capital da empresa. Sobreveio sentença de procedência dos embargos acolhendo os argumentos da União Federal no sentido de que. 39. na falta de critério expresso constante do título executivo. No mérito. dando conta da propositura de execução fiscal movida contra a sociedade e ambos os seus sócios. confiada ao sócio.250/95. sem o acréscimo de juros moratórios. sob alegação de excesso nos cálculo de atualização s monetária apresentados. A sentença foi publicada no Diário Oficial há 10 (dez) dias. do Anexo Fiscal da comarca de Itu. endereçado à 25ª Vara Federal de São Paulo. para tanto. O candidato deverá formular recurso de apelação. no entender de seu cliente. nem se configurando qualquer causa de responsabilidade tributária. Rubens. Transitada em julgado a sentença de procedência da ação. III. Apesar de possuir proporção significativa do capital. Determinado Município. do Código Tributário Nacional) e por não responder por obrigações da empresa decorrentes de atos que não p raticou ou de omissões a ele imputáveis. sede da sociedade e domicílio de João. O Estado exige-lhe o recolhimento do ICMS em razão do exercício de tal atividade. a gerência incumbe exclusivamente a Rubens. João foi surpreendido pelo recebimento de um mandado de citação.000. citou João e penhorou-lhe bens no valor suficiente para a garantia da dívida. Considere que a execução fiscal corre perante o Anexo Fiscal da comarca de Itu. nos termos do art.A sociedade Massas Presidente Ltda. 513 e seguintes do Código de Processo Civil. 150. dando cumprimento ao mandado. localizados no seu perímetro urbano. estando portanto imune de impostos. que foi embargada pela parte contrária. que não possui Plano Diretor nem lei específica que regulamente a utilização da propriedade urbana. .

a instituição do IPTU progressivo no tempo depende do descumprimento da função social da propriedade urbana. tais como PIS e COFINS? Dê seu parecer e motive. tal como água encanada. Contudo. pois de acordo com o art. § 4º. em setembro de 1999. Certo Município exige dos proprietários de imóveis urbanos localizados em seu território o pagamento de Taxa de Limpeza e Conservação. para tanto. Nenhum agente arrecada -dor. iluminação pública.00 (duzentos mil reais).430/96. IRPJ e CSLL). Recentemente. pois a taxa é lançada conjuntamente com o IPTU. no valor de R$ 1. QUESTÃO: Aja na qualidade de advogado de João. seu cliente. com base no art. Seu cliente. Em 20 a Câmara Municipal 01. enquanto questiona judicialmente a Taxa de Limpeza e Conservação? Explicite e fundamente. COFINS.Não. quitou os tributos exigíveis (PIS. que o processo tramita perante a 25 a Vara Federal da Subseção Judiciária de São Paulo e que a intimação da sentença foi recebida há 10 (dez) dias. tem um problema prático. A sentença concedeu a segurança em parte. na verdade. como a tendência é que gere prejuízos neste ano e nos próximos.000. imóvel então situado na zona rural do Município de Serra Negra. 182. com os req uisitos dos arts. Após auditoria interna. conforme diretrizes estabelecidas pelo Plano Diretor e por lei específica para a área em que localizado o imóvel.00 (cem mil reais). e impetrou mandado de segurança com o objetivo de afastar a cobrança de multa. já com capital de giro suficiente. 4. deverá o recurso se voltar contra a parte que foi desfavorável à empresa (i. 138 do Código Tributário Nacional e desenvolvendo sua interpretação. Não é possível a compensação sponte propria. 3. Qual o meio cabível para solver o IPTU. saneamento básico ou calçamento. 66 da Lei nº 8. da Constituição Federal. Como o IPTU não é questionado. QUESTÃO: Na qualidade de advogado da Pirandello S. deseja questioná judicialmente. A. descobriu que pagou Imposto de Renda (IRPJ) a maior nos anos de 1999 e 2000. que é limitada a tributos da mesma espécie. A declaração a menor deveu-se ao fato de que a sociedade não tinha recursos em caixa para pagar os tributos correspondentes Em julho de . declarou à Secretaria da Receita Federal ter auferido. 164.383/91. João recebeu notificação de lançamento do IPTU relativo ao exercício de 2002. invocando o art. 2000. o que viabiliza a consignação judicial do IPTU nos termos do art. receita de R$ 100. pessoa jurídica. Alternativamente ação visando o reconhecimento da inconstitucionalidade da taxa e pedido cautelar (medida liminar ou tutela antecipada) para possibilitar o pagamento do IPTU devido. atue em seu favor. Para não se sujeitar à demora da repetição de indébito. Porém. A. O crédito apurado poderá ser compensado.000. Contudo. por sua vez. 513 e seguintes do Código de Processo Civil. pois entende ser ela -la inconstitucional. dirigido à 25ª Vara Federal de São Paulo. a área manteve características típicas de zona rural.000. João adquiriu. A sociedade Pirandello S. aprovou lei que alterou o perímetro urbano do Município. está autorizado a receber parcialmente os tributos lançados.. I. Trata-se.00 (mil reais). Considere. denunciou espontaneamente o débito. do Código Tributário Nacional. não pode ser objeto de depósito judicial para fins de suspender a sua exigib ilidade.e. mas facultando à autoridade fiscal exigir multa simplesmente moratória. com vencimento para daqui a 2 (duas) semanas. sujeito passivo dessa taxa. para impedir a exigência de multa por lançamento de ofício. acrescidos de juros moratórios. que não autoriza a distinção entre multas simplesmente moratórias e punitivas. da hipótese da subordinação do pagamento de um tributo (IPTU) à quitação de outro (Taxa de Limpeza e Conservação). sob sua responsabilidade. a possibilidade de exigência de multa moratória). mediante requerimento dirigido à Receita Federal. Interposição de recurso de apelação. gostaria de compensar os créditos apurados com débitos tributários vincendos. passando a incluir o imóvel de João. . com base no art.. não poderá compensar com IRPJ vincendo. ambas vedadas na hipótese de denúncia espontânea. sem apresentar qualquer espécie de equipamento urbano. em 1980. É possível que esse crédito seja compensado com tributos de outras espécies. quando na verdade ela foi de R$ 200. No mérito. sendo ambos os tributos objeto da mesma notificação e do mesmo boleto de pagamento. 74 da Lei nº 9.

830/80. cuja sentença transitada em julgado há mais de um mês. a teor do art. (suspensão de exigibilidade). perecimento de direito (licitação) QUESTÕES PRÁTICAS 1. cujo prazo para habilitar-se e participar da licitação pública encerrar-se-á amanhã. alínea "b" da CF/88 e artigo 206 do CTN. Determinada Prefeitura concedeu. embora devesse fazê de imediato. necessidade de certi ão d positiva com efeitos de negativa para licitação. mas apenas comunicou a Prefeitura a respeito. que permite a revisão de lançamento para apreciação de fato não conhecido ou não provado por ocasião do lançamento anterior. solicitando as medidas judiciais cabíveis. prova pré-constituída "fumus boni iuris" e "periculum in mora". às empresas localizadas em certa área. pelo prazo de 5 (cinco) anos.533/51. do Código Tributário Nacional. revendo o lançamento anteriormente efetuado. Sim. Delegado da Receita Federal em São Paulo / SP. do Código Tributário Nacional. perante algum dos Juízos de Direito daquela Comarca. A empresa procurao(a). referem-se ao processo n o 000. inciso XXXIV. . isenção do Imposto Predial e Territorial Urbano ± IPTU. em 2001.. ser exigida a referida exação.12345-6. exige a diferença correspondente à área construída do galpão. Impetração de MANDADO DE SEGURANÇA COM PEDIDO DE LIMINAR. da Constituição Federal e disposições constantes da Lei nº 1. A empresa Dragster Motors Ltda. perante a Justiça Federal da Secção Judiciária de São Paulo / SP. distribuído e processado na 14 a Vara Cível Federal. fornecendo a certidão de objeto e pé da 14 a Vara Cível Federal. Em 1999. Agora. Se essa lei for aprovada. Passados dois anos. 151. desde que contratassem menores aprendizes oferecidos pelo serviço social municipal. alegações que configurem o bloqueio das atividades comerciais. § 1º. No mérito. a construção do galpão.00. VIII.João deverá propor ação ordinária contra o Município de Serra Negra. pretende a emissão de Certidão Positiva de Débitos com efeitos negativos. 149. ALEGAÇÕES INDISPENSÁVEIS: pedido de liminar. por meio da qual a Prefeitura Municipal. inciso LXIX. construiu ali um galpão. 32. artigo 5º. Poderá o candidato requerer a suspensão da exigibilidade do crédito tributário. venda de peças e serviços. 2. contra ato manifestamente ilegal e coator do Sr. dedicada ao comércio de veículos novos e usados. -lo recebeu notificação de lançamento do IPTU de 2000. com fundamento nos artigos 5º. Relata a empresa que a certidão foi negada sob alegação de que existem débitos pendentes. não podendo. pois é necessária a presença dos melhoramentos urbanos ali descritos. QUESTÃO: Como advogado da empresa Dragster. procedimento não realizado em razão da omissão da União Federal. poderá ser questionada com fundamento no art. II do CTN. II CTN. alegação da existência de depósitos judiciais art. a fim de habilitar-se e participar de licitações públicas. poderá ser questionada? Motive seu posicionamento. Sim. Pode a Prefeitura tomar essa atitude? Responda justificando adequadamente. que dispõe sobre as isenções condicionadas e concedidas a prazo certo. 38 da Lei nº 6. mediante o depósito do valor correspondente. assim. Seu cliente é proprietário de imóvel urbano localizado no Município de São Bernardo do Campo. bem como cópia de todos os depósitos realizados naqueles autos. aguarda conversão em renda da União de depósitos existentes.12345-6. revogando a isenção. uma vez que as pendências existentes em relação à contribuição ao PIS dos períodos de 07/91 a 11/91 e 03/93 a 07/93. (art. pedido negado pela Delegacia da Receita Federal em São Paulo/SP. 178 do Código Tributário Nacional. o que não é compatível com esse remédio judicial. Entende a empresa que a recusa é injustificada. cc artigo 151 inciso II do CTN).00. comprovando a existência dos autos da ação ordinára i n o 000. deverá sustentar que a cobrança do IPTU não atende os requisitos do art. Não é recomendada a impetração de mandado de segurança. FUNDAMENTOS DE DIREITO e PEDIDO: artigo 151. tendo em vista que a comprovação dos fatos alegados dependerá de vistoria pericial. visando à anulação do ato de lançamento fiscal. qual seja. a Prefeitura se arrependeu do benefício e encaminhou à Câmara Municipal lei revogando a isenção. opere no sentido de afastar o óbice à licitação cujo prazo de vencimento é iminente.

que se encontram nas ruas cobertas pela ronda policial. instaladas pelo descumprimento de obrigação tributária ou de relação jurídica de deveres instrumentais. II. alternativamente.000. a propositura de ação anulatória de débito tributário. seus únicos herdeiros. o que. As relações jurídicas sancionadoras. conforme sentença hom ologatória de partilha amigável. instituiu a "taxa de vigilância " a ser cobrada de todos os estabelecim entos comerciais. tendo em vista que as primeiras decorrem de fatos lícitos e. na qualidade de responsável tributário em virtude da aquisição de estabelecimento comercial. Não se cuida no caso de exercício de poder de polícia. denominado "Lustres do Manolo". Considere que Jonas mora em Santo André. excluindo de seu campo os atos ilícitos (art. no valor total de R$ 100. mantido por Manolo e Irmãos Ltda.000. Assim. atuava no ramo de comércio varejista de roupas infantis. denominada "O Bebê Feliz". Esse débito diz respeito ao Imposto de Renda (URPF) de responsabilidade de Pompônio. As relações jurídicas tributárias sancionatórias não integram o conceito de obrigação tributária. Para o custeio. O fato gerador da taxa é o serviço público específico e divisível ou o exercício regular do poder de políc (art.00. nos termos do art. aí entendida a própria inscrição na dívida ativa. fundamentando -o. dirigidos ao Juízo de Direito das Execuções Fiscais Estaduais de São Paulo. nos termos do Código Tributário Nacional.3. O objeto das relações tributárias decorre de fato lícito.000. Oposição de embargos à execução fiscal.00 (cem mil reais). de impor ao impetrante sanções decorrentes do não pagamento. 4. requereu a inclusão. 145. dos últimos cinco anos. No mérito. O pedido deverá incluir a determinação à autoridade coatora para que se abstenha de praticar atos tendentes à cobrança. 131. com pedido de antecipação de tutela. poderá integrar o conceito de obrigação tributária? São relações jurídico -tributárias ou não? Justifique e fundamente sua resposta. o candidato deverá sustentar que a responsabilidade do sucessor limita-se ao montante de seu quinhão hereditário.00. QUESTÃO: Na qualidade de advogado da Manolo e Irmãos Ltda. Jonas e Sofonias. Recentemente. 77. As obrigações tributárias têm por objeto a imputação de direitos e deveres correspondentes aos sujeitos de uma rela ção jurídica tributária. transitada em julgado. deverá o candidato sustentar que não responde pelo tributo. No o mérito. o que foi deferido pelo Juízo. 282 do Código de Processo Civil e na forma d artigo 16 da lei nº 6. É legítima essa cobrança? Justifique. A . CF ia e art. II. a Prefeitura de Nova Vista criou uma guarda municipal para vigilância das ruas e praças da cidade. Trata-se de prestação de serviço de vigilância à comunidade em geral. Constatando que o número de furtos e roubos em estabelecimentos comerciais aumentara muito. As relações sancionatórias não cabem no conceito de obrigação tributária. foi intimada da penhora de bens de sua propriedade. Há 15 (quinze) dias. Processado o inventário. a Manolo e Irmãos Ltda. cada um dos herdeiros recebeu bens no valor equivalente a R$ 10. sem a necessária especificidade com relação aos obrigados. corresponde a R$ 10. já em nome de Jonas. Findo o prazo de locação. Admissível. atue na defesa de seus interesses. Porém. Jonas recebeu notificação cobrando débito tributário de responsabilidade do de cujus. e está prestes a ser inscrito na dívida ativa da União. QUESTÃO: Na qualidade de advogado de Jonas. do Código Tributário Nacional. industriais e prestadores de serviço..000. as segundas. o estabelecimento comercial foi fechado e ali instalou-se estabelecimento de venda de lustres e abajures. Pompônio faleceu e deixou dois filhos. Impetração de Mandado de Segurança perante o Juízo Federal. A sociedade Magnólia Comercial Ltda. com observância dos requisitos do art. de atos ilícitos. no pólo passivo da execução fiscal. proceda em seu favor. 3º do CTN). no valor de R$ 50. Verifica-se que inexiste possibilidade para inclusão das relações sancionatórias no conceito de "obrigação tributária". não é legítima a instituiçã da o referida taxa. requerendo liminar fundamentada.00 (dez mil reais). O Exeqüente. tendo como autoridade coatora o Delegado da Receita Federal da mesma localidade. da Manolo e Irmãos Ltda. logo que concretizado o evento previsto no antecedente da norma de incidência. mantendo loja na cidade de São Paulo. Por isso. e ainda.830/80. constatando o fato. CTN). no caso de Jonas.. em Vara da Subseção Judiciária de Santo André. meses de junho a setembro de 1999. corria contra a Magnólia Comercial Ltda. já que o conceito de tributo somente comporta fatos lícitos. a cobrança integral do débito contraria a lei. execução fiscal para cobrança do ICMS relativo aos .

de 01. O Estado de São Paulo. Desejoso de regularizar a situação. Em 1998. os estabelecimentos mantidos por ambas as sociedades são nitidamente distintos. O doador. Não se aplica. a retroatividade benéfica. Em 21.. por meio da Lei n o 4455/01. sobre quaisquer bens e direitos (ITCMED). todavia. ingressar com ação declaratória de inexistência de relação jurídica. QUESTÕES PRÁTICAS 1. A Empresa. cobrando 100% do valor do IPTU de Maria.11. uma vez que. O Município de Várzea Nobre fez publicar a Lei n o 5. maiores de 65 anos de idade. Na data da conferência. Como advogado (a). todavia. instituiu a cobrança do Imposto Sobre Transmissão causa mortis e doação. o Município de Várzea Nobre procedeu ao lançamento tributário.00 (duzentos mil reais). ingressar com a medida ou medidas pertinentes a proteção dos interesses do cliente. o procurou para saber da legitimidade ou não de tal cobrança. vigorava a Lei n o 10. ocasião em que vigia a Lei n o 8. sendo certo de que a responsabilidade tributária solidária não comporta benefício de ordem.00. a 5% (cinco por cento) para outros cujo valor supere o montante de R$ 150. 133 desse Estatuto limita-se aos casos de alienação de fundo de comércio ou estabelecimento comercial. que orientação daria à sua cliente? Maria é responsável tributária por solidariedade. no caso.000.000. respectiva mente.0 % (um por cento) para bens no valor de até R$ 10. Antônio da Silva. objetivando a realização da doação com o pagamento da exação pela alíquota de 1% (um por cento). que fixava a alíquota do imposto em 16%. nos termos do seu art. QUESTÃO: Como advogado(a) de Ricardo Altruísta. a Manolo e Irmãos Ltda. antes que a fiscalização identificasse a irregularidade e lhe aplicasse penalidade onerosa. de 10. juntamente com Maria. O(a) candidato(a) deverá impetrar mandado de segurança com pedido liminar. objetivando a consumação da doação do referido imóvel ao filho. aplicando sobre os respectivos fatos geradores alíqu otas progressivas que variam de 1. 5%. uma vez que deve ser aplicada a lei vigente na data da ocorrência do fato gerador. outro ramo de atividade. Ricardo Altruísta deseja doar ao filho Tércio imóvel de sua propriedade no valor de R$ 200.12. a Constituição Federal. alternativamente.P. que previa a alíquota de 17% para o ICMS. de 66 anos. publicada em 20. ambos de competência municipal. 2.responsabilidade prevista no art. não prevê qualquer espécie de progressividade. deverá recolher o imposto calculado pela alíquota de 17%.12.489.000. neste caso. 273.02. uma vez que era a única que residia naquele Município. uma vez que esta legislação lhe era mais benéfica. e também a progressividade do ITBI. a Empresa constatou a falta de recolhimento do ICMS relativo àquela operação. estranhou a cobrança e procurou (a) para saber se -o estava obrigada ao pagamento integral do IPTU. Como Maria só detinha 5% de participação na propriedade do imóvel. por ser tri uto incidente sobre valor b patrimonial do bem e não sobre a pessoa. Este é o entendimento do Supremo Tribunal Federal (STF) ao julgar inconstitucional a progressividade das alíquotas do IPTU antes da Emenda Constitucional nº 29/00. Qual sua posição? Responda e fundamente.99. bem como das disposições do artigo 144 do Código Tributário Nacional.01.00.777.10. A segurança deverá ser impetrada perante Vara da Fazenda Pública em São Paulo. para regularizar a situação. No caso concreto. explorando. além de não ter havido cessão do estabelecimento (não havia relação entre o titular atual e o anterior). o contribuinte consultou-o(a) para saber se poderia utilizar a alíquota de ICMS de 16% para recolher o tributo. sendo autoridade coatora o Delegado Regional Tributário em São Paulo.12. com pedido de tutela antecipada.C.97.236. realizou venda de mercadorias cuja saída do estabeleciment comercial ocorreu o em 01. calculando o ITCMD com alíquota de 1%. concedendo isenção do IPTU para todos os proprietários de imóveis localizados em seu território. por ocasião de conferência dos procedimentos adotados.00. não poderá ser de . 90% e 4% da referida propriedade. é coproprietário de 1% de bem imóvel no referido Município. em face da estrita legalidade prevista na Constituição Federal. realizando-se o princípio da capacidade contributiva proporcionalmente ao valor do imóvel. A Empresa de Metais Nordeste Ltda. razão pela qual é responsável pelo pagamento do tributo integral que. com fulcro no artigo 4º do C. inconformado com a disparidade de alíquotas sobre o fato gerador. João e Carlos que detêm. Poderá.

inclusive em razão de ter sido o papel de sua impressão fornecido pela própria Copiadora do Mestre Ltda.000 cópias de panfleto publicitário. QUESTÃO: Como advogado da Fundação Misericordiosa de São Paulo.000.08. recolheu o imposto referente ao período de janeiro de 2000. conforme preceituam os artigos 123 e 130 do Código Tributário Nacional. levando em conta que não constou da escritura pública a prova da quitação dos tributos. Assim. quando se trata -se de crédito tributário relativo a impostos cujo fato gerador seja a propriedade. nessa qualidade. recebeu autuação por falta de recolhimento do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços ± ICMS. em janeiro último. conforme art. proponha a medida pertinente à defesa de seus interesses. de fato. é contribuinte do ISS (Imposto sobre Serviços). 4. Procurado por Roberto de Carvalho. com "status" de lei complementar. dedica-se à atividade de reprodução de documentos e. bem imóvel de Mario de Assis.01. inscrita no cadastro específico do Município de São Paulo. registrando-se que o imóvel estava sendo alienado livre e desembaraçado de quaisquer ônus reais. do artigo 150 da Constituição Federal de 1988. Essa operação levantou suspeita perante a fiscalização estadual. independente de iniciativa do FISCO. operação de venda dos panfletos. FUNDAÇÃO MISERICORDIOSA DE SÃO PAULO. . a Fundação foi intimada da penhora sobre bens de sua propriedade. juros e correção monetária. argumentando que a cliente é imune àquele tributo. nos casos de denúncia espontânea. argüir decadência relativamente ao débito vencido em período anterior a 1997. onde tem sede. II do Código Tributário Nacional. uma vez que o recolhimento é amparado pelo artigo 138 do Código Tributário Nacional. a aplicação de qu aisquer penalidades. mas de 99% em face da isenção a que faz jus o Sr. e acordado expressamente que os débitos tributários existentes até a data da celebração da escritura seriam de responsabilidade do vendedor. ingresse com via judicial mais adequada à defesa dos seus interesses. confecciona e fabrica produtos cujo lucro é totalmente revertido para as suas finalidades sociais. Antonio da Silva. não pode a lei estadual contrariar a regra ali instituída. recebeu encomenda excepcionalmente vultosa de c liente. referentes ao período de janeiro de 1995 a março de 2002. inciso VI. O fato da escritura prever expressamente que a responsabilidade dos débit s existentes até a data da celebração da escritura fosse do vendedor. e seu parágrafo único. contribuinte do ICMS. que exclui. Deverá ainda. entidade de assistência social sem finalidade lucrativa e como tal reconhecida. Sendo norma geral de direito tributário. 173. Em 20 de maio de 2003. A empresa Vida Feliz Ltda.. Em 30 de maio de 2002. após citada.94. O(A) candidato(a) deverá ingressar com embargos à execução fiscal. em data anterior à celebração da escritura de compra e venda.100%. Pergunta-se: Está correto seu procedimento? Não está correto o procedimento relativo ao pagamento da multa. sobre as operações de venda dos produtos por ela fabricados. o domínio útil ou a posse de bens imóveis. A sociedade Copiadora do Mestre Ltda. pretendendo o pagamento da quantia de R$ 200. em razão da execução fiscal do débito. qual seu parecer? Roberto de Carvalho é o responsável tributário porque a obrigação subroga na pessoa do adquirente. a Fundação foi autuada pela Secretaria da Fazenda do Estado de São Paulo. cc artigo 125. conforme preceitua o artigo 124. portanto. 3. cujo termo final do quinqüênio decadencial ocorreu em 2001. Em maio de 1997. QUESTÃO: Na qualidade de advogado da Copiadora do Mestre Ltda.00 (duzentos mil reais) a título de Imposto Sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS). A escritura pública foi celebrada na mesma data.830/80..1993. I do Código Tributário Nacional. I. para reprodução de 100. não impugnada na esfera administrativa e geradora da inscrição do débito respectivo como dívida ativa. como exige a lei estadual. com fulcro no artigo 16 da Lei 6. além de multa. o não pode ser oposto à Fazenda Pública para modificar a definição legal do sujeito passivo da obrigação tributária. Roberto de Carvalho adquiriu. em 18. Três anos depois Roberto de Carvalho foi notificado sobre a existência de débito tributário cujo fato gerador teria ocorrido em 01. em junho do mesmo ano. acrescido de juros pela taxa SELIC e multa moratória. nos termos da alínea "c". que entendeu ter havido.

com pedido de tutela antecipada com o mesmo fito. afastando desta definição as pessoas que possuem deficiência visual (cegueira e outras doenças de visão). bem como invocar o artigo 110 do CTN. Por força da regra do art.830/80. contemplado no artigo 5º CF/88. exclui-se a incidência do imposto de competência estadual. por ser o local da situação do imóvel. descrita no item 76 da lista de serviços anexa ao Decreto-Lei nº 406/68 e que. Bernardo continuaria devendo o tributo. Não.Propositura de ação anulatória de débito fiscal. 138 do CTN. cidade onde era domiciliado. a auto - . passa a gozar de isenção para todos os imóveis de que for proprietário. soube que sofreria incidência do IPI. sediada no Município de São Paulo. Empresa do ramo automotivo denominada Concessionária Bassan Distribuidora de Veículos S/A. Goiás. também. O inventário de Sérgio tramita perante vara competente central de São Paulo. nos termos do art. Sérgio faleceu em São Paulo. No mérito. Manuel assinou contrato de compromisso de compra e venda de imóvel pertencente à União. Acredita ele que. na qualidade de compromissário comprador de imóvel registrado em nome da União. localizado no Município de Itavocaba da Serra. entretanto. mas deixou a seus herdeiros uma fazenda situada em Goiás. a isenção concedida em caráter pessoal beneficia apenas Júlio. quer adquirir veículo da Concessionária Bassan para uso pessoal. com a informação de que deveria recolher ao referido município o ITBI "inter-vivos" e o IPTU relativos ao imóvel. QUESTÃO: Como advogado de José Maria. José Maria. 125. portador de cegueira congênita. perante alguma das varas da Fazenda Pública da Capital. faz-se necessária a concorrência de dois pressupostos.. não se sujeita ao pagamento de impostos. contra a Fazenda do Estado de São Paulo. a denúncia espontânea elide a exigência de multa d mora? Atraso no e pagamento de tributo (mora) pode ser considerado como infração tributária? Motive as respostas. 155. o que não é desnaturado pelo fato de os materiais serem fornecidos pelo próprio prestador de serviços. recebe veículos da montadora Lopes do Brasil LTDA. Assim. segundo o art. 3. A legislação do IPI (Lei n. do Código Tributário Nacional. quanto à inobservância do conceito de "portador de deficiência" veic ulado pelo direito privado. alegando quebra do princípio da isonomia. manipule o meio judicial à garantia de seus direitos. em razão de disposição expressa na lei municipal. Surpreendeu-se. Júlio e Bernardo são co-proprietários de imóvel e. § 3º da Constituição Federal. solidariamente responsáveis pelo pagamento do Imposto Predial e Territorial Urbano ± IPTU. pleiteando liminar e concessão da segurança visando afastar a incidência do IPI na operação em destaque ou ação de proc edimento comum ordinário.fictícia) define como "portador de deficiência física" toda pessoa que possuir deficiência motora nos membros inferiores e superiores. Deverá. por isso. 4. do Código Tributário Nacional. tem o condão de elidir a exigência da multa de mora. contratando motorista particular para dirigi-lo e. I. II. 2. deverá o candidato sustentar que a operação em questão efetivamente corresponde a prestação de serviços. 38 da Lei nº 6. Bernardoestá também exonerado do pagamento do imposto. Oriente Manuel a respeito de sua situação. relativamente à fazenda? Desenvolva. conforme o art. proporcionalmente. atualmente com isenção de IPI. Qual Estado da federação será competente para cobrar o imposto sobre transmissão causa mortis. Para a concretização desta figura. para portadores de deficiência física. relativamente ao imóvel comum? Justifique. 173. Impetrar mandado de segurança preventivo em relação ao Delegado da Administração Tributária em São Paulo perante o Juízo Federal da Secção Judiciária de São Paulo. Júlio completa 65 anos de idade e. uma vez que decorrido o qüinqüênio legal a contar do primeiro dia do exercício seguinte àquele em que o lançamento poderia ter sido efetuado. quais sejam. da Constituição Federal. Neste ano. nessa qualidade. QUESTÕES PRÁTICAS 1. prevista no artigo 138 do CTN.º 3333/03 . Manuel deve recolher o IPTU e o ITBI relativos ao imóvel. mesmo assim. § 1º. I. conforme art. argüir decadência. A ocorrência da denúncia espontânea. A imunidade recíproca não atinge o promitente comprador em virtude da regra expressa do artigo 150.

inscrita no CNPJ sob n. específica para imóveis destinados a fins comerciais. a Prefeitura de Taboão da Serra exige o tributo e. Para defesa do contribuinte. QUESTÃO: Como advogado da A&C Serviços de Limpeza Ltda. a Sociedade "Carlos Ferreira ± ME". compreendendo o pedido a citação de ambos os Municípios para comparecer aos autos e exercitar a pretensão ao recebimento do valor consignado. logo após a inscrição. Impetração de mandado de segurança preventivo para impedir a autoridade fiscal (Secretário Municipal das Finanças. § 2º). pois não estabelecido no interesse da arrecadação dos tributos (CTN. o candidato deverá elaborar Ação Anulatória de Lançamento Fiscal. inciso V. pois Alcebíades tem o direito de recolhê-lo na forma do art.000/00 (fictícia) incidiria exclusivamente sobre as receitas auferidas em decorrência da atividade.00 (dez mil reais). somado ao pagamento do tributo devido com acréscimo de juros e correção monetária. (Gabarito do ponto 1 de Direito Tributário corrigido em 25/09/2003. de pedido de tutela antecipada nos termos do artigo 273 do CPC c. fora adotada por 1 engano a alíquota de 1% específica para imóveis residenciais. A sociedade A&C Serviços de Limpeza Ltda.º 222. exigiu IPTU relativo aos exercícios de 1997. Como há dúvida quanto ao . No entanto. b) decadên em relação ao exercício de cia 1997. de acordo com a lei municipal nº 10. manter sua regularidade fiscal já a partir deste mês. QUESTÃO: Como advogado de Alcebíades. O candidato deverá mover ação de consignação em pagamento. com fundamento no art. III. art. 9º. e que impeça eventual execução fiscal por parte da Fazenda Pública Municipal.444-0001-00. recebeu correspondência da Secretaria Municipal das Finanças. 149 do CTN. Em janeiro de 2003. alternativamente. uma vez que. 164. O candidato deverá expor os motivos da dúvida. 151. que também deverá ser combatido por falta de razoabilidade. atue em seu prol. não revogado pela Lei Complementar nº 116/03. em especial o art. elabore a medida judicial apropriada para defender os interesses da Empresa "Carlos Ferreira ± ME". de que doravante deverá recolher aos cofres municipais também o imposto relativo aos serviços prestados em Taboão da Serra. ambos os estabelecimentos são autônomos.830/80 ou. ocasião em que constatou que a alíquota utilizada para apuração do valor do imposto era de 2%. 890 e seguintes do Código de Processo Civil. orientando-o a manter regular escrituração fiscal para apuração do tributo que. do Decreto-lei nº 406/68. alterando lançamentos anteriores.ou outra autoridade competente na estrutura do órgão) que lance o imposto com base em percentual das receitas auferidas. referente ao exercício de 2003. 1998. têm inscrições nos respectivos municípios e apenas pretam s serviços dentro dos territórios municipais em que estão localizados. c) inalterabilidade do lançamento tributário relativamente aos exercícios de 1997 a 2002. em que o imposto questionado atinge o valor de R$ 10. Para efeitos fiscais.) Alcebíades é professor universitário e ministra cursos livres em caráter autônomo.000. 898. 113. Para exercer esta última atividade. QUESTÃO: Diante dessa situação. 3º da Lei Complementar nº 116/03 a respeito do local do pagamento do ISS. acompanhada de depósito do valor do débito conforme artigo 38 da lei nº 6. art. à alíquota de 5%. aja para defender seus interesses e. a Municipalidade de São Paulo. Na mesma ocasião. b) a tomada de medidas sancionatórias pelo descumprimento das obrigações acessórias..denúncia (confissão do ilícito) do infrator antes de qualquer procedimento fiscal. inscreveu-se no Cadastro de Contribuintes Mobiliários do Município de São Paulo (cidade onde ministra seus cursos) para efeito do pagamento do Imposto sobre Serviços ± ISS. 1999. De seu turno. não sendo pago. Os requisitos da ação deverão observar o disposto nos arts. tem sede em São Paulo e filial na cidade de Taboão da Serra. foi regularmente notificada de lançamento relativo a crédito tributário de IPTU. § 1º. Como fundamentos jurídicos deverá alegar: a) inconstitucionalidade da progressividade instituída pela destinação do imóvel. Em conseqüência. 2000. 200 e 2002. do CTN. A ação deverá ser impetrada perante alguma das varas da Fazenda Pública da Comarca de São Paulo e deverá ser requerida liminar para impedir desde logo: a) a cobrança do tributo na forma pretendida pela Municipalidade.c. nos lançamentos anteriores. No entanto. procederá à inscrição do débito na dívida ativa e conseqüente execução fiscal. nos termos do art. e. o estabelecimento de São Paulo recebeu notificação da Prefeitura. o candidato deverá impugnar o dever de manutenção de escrituração fiscal. argumentado com as regras do art. uma vez que a sede da contribuinte é em São Paulo. diante das pretensões contempladas na hipótese. do Código Tributário Nacional.332.

Desse modo. a sub-rogação ocorre sobre o respectivo preço". ins tituindo contribuição de melhoria em virtude de asfaltamento das ruas onde estão localizados os ditos imóveis. A questão deve ser considerada com invocação do artigo 150. a visita de um oficial de justiça. por determinado prazo. dentre os quais Alfredo. a inconstitucionalidade se manifesta em razão da indevida delegação de poderes ao Executivo.A. .)". a sociedade foi autuada l pelo não recolhimento do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços devido por seus clientes. Considere que a execução fiscal foi proposta em São Paulo. sendo inconstitucional a pretensão em face do princípio da estrita legalidade da tributação. O proprietário de imóvel beneficiado pela isenção do IPTU pede a sua opinião sobre a instituição da contribuição de melhoria. ocorre a publicação de nova lei. instituiu alíquota do ICMS em 18%. tome a medida necessária para defender seus interesses. Certa empresa adquire imóvel industrial em hasta pública realizada em 2002. indagando se os valores pagos a maior a título de ICMS. 135. que o intimou da penhora de bens de sua propriedade para pagamento da dívida. por meio de lei ordinária. Art. em virtude do parágrafo único do artigo 130 do CTN: "No caso de arrematação em hasta pública. Alfredo foi eleito para exercer o cargo de Diretor Administrativo da Transportes Seabra S. em operação pela qual era responsável tributária nos anos 1994 e 1995. Prefeitura interiorana isenta. por prazo indeterminado. paracobrança do mencionado débito. a isenção não é extensiva: I ± às taxas e às contribuições de melhoria. como dispõe o artigo 177 do CTN: "Salvo disposição de lei em contrário. na assembléia geral ordinária de 29.F. Em seguida. após a apresentação de defesa da autuada. Qual a sua posição? Responda e fundamente. O Poder Legislativo paulista. Ainda. Alguns meses após a publicação da lei de isenção. cujo fato gerador ocorreu em data anterior à da hasta pública. destacados em suas notas fiscais e julgados inconstitucionais pelo Supremo Tribunal Federal. QUESTÃO: Na qualidade de advogado de Alfredo. Pouco depois de assumir o cargo. quais as possibilidades jurídicas a serem consideradas? A empresa não poderá ser responsabilizada pelo débito tributário já existente.. b) estar expressamente autorizado pelo contribuinte de fato a recebê-los. contra a Fazenda do Estado de São Paulo. é notificada sobre a existência de débito tributário relativo ao bem arrematado. QUESTÕES PRÁTICAS 1. podem ser objeto de compensação e.local do pagamento. I da C. Alfredo recebeu. há 10 (dez) dias. Pode haver a cobrança da contribuição de melhoria em questão. 166 do CTN. eventualmente.04. Propositura de embargos à execução. Como advogado da a rrematante. Aprecie a matéria sob o prisma da Lei maior. facultando ao Executivo fixála em até dois pontos percentuais a maior. deverá o candidato sustentar que a responsabilidade dos administradores de pessoas jurídicas de direito privado depende da prática de atos contrários à lei ou ao estatuto (CTN. art. o IPTU de alguns imóveis em virtude da precária condição de moradia do local. 4. 2. está sendo responsabilizada como sucessora. Opine considerando as possíveis conseqüências da conclusão adotada... Sócio de empresa comercial procura-o. a Fazenda do Estado moveu execução fiscal contra a sociedade e vários de seus diretores. 3. (. Só poderá haver restituição de tributos que comportem transferência do encargo fiscal para terceiro se o contribuinte de direito provar: a) ter assumido o ônus não repassando o tributo ou. a ação pode ser proposta tanto em São Paulo (Vara da Fazenda Pública) quanto em Taboão da Serra. III) e. Após referida aquisição.1996 e desempenhou essa função até abri de 2003. dirigidos ao juízo da Vara de Execuções Fiscais de São Paulo. O auto de infra ção fora lavrado em maio de 1996 e foi definitivamente julgado na esfera administrativa em novembro de 2001. o crédito ser lançado para compensação. No mérito. sede da sociedade.

poderá o candidato optar por mandado de segurança. não é automática. em razão de não ter recolhido a citada contribuição nos anos de 2002 e 2003. em caso de liqüidação. ou Mandado de Segurança preventivo com pedido liminar. sediado em São Paulo ± Capital.A. está prestes a ser inscrito na dívida ativa. VI. no valor atual de R$ 200. sob o manto do IGF.00 (duzentos mil reais). é da Justiça Federal.. Carlos deverá pagar algum tributo em razão dessa operação? Em caso positivo. ainda. Edmundo é acionista minoritário de uma sociedade anônima. sustentar que.000. 195. qual e por quê? .. das pessoas jurídicas e físicas. na hipótese de sociedade de pessoas (CTN. não concorda com esta incidência tributária sobre imóveis que adquire para o exercício de suas atividades.000. nem cargo de direção. foi autuado pelo Instituto Nacional do Seguro Social ± INSS. QUESTÕES PRÁTICAS 1. § 4º .00 (cem mil reais). Soube que a sociedade encerrou as suas atividades. em face da União Federal. ao passo que a Bits Informática Ltda.000. Considere que o Banco tem sede em Santo André. No mérito.portanto. O Partido Político ABC. Propositura de ação anulatória de lançamento fiscal.00 (cento e trinta mil reais). como se trata de sociedade anônima. No caso. caso em que o pólo passivo deverá indicar a autoridade competente (Gerente Regionalde Arrecadação e Fiscalização ou quem lhe faça as vezes). 2. a União está exigindo Imposto sobre a Propriedade Territorial Urbana (IPTU).000. sustentando afronta a Constituição Federal: art. ajuíze medida cabível para defesa dos interesses de seu cliente. Alfredo não poderá responder porque o crédito tributário foi gerado antes de seu ingresso como diretor da sociedade. O Presidente da República. sem procedimento formal de liquidação e sem quitar suas obrigações tributárias. 134. A competência em ambos os casos. no pólo passivo. I da Constituição Federal apenas autoriza a instituição de contribuições sobre valores creditados a pessoas físicas. Carlos é proprietário de vários imóveis que constam da relação de bens anexa a sua declaração de imposto de renda. 150. I). incidente sobre os pagamentos efetuados à Bits Informática Ltda. a partir de 01 de janeiro de 2004. art. dentre os quais um de R$ 100. a cargo do tomador. o candidato deverá sustentar que a lei instituidora de semelhante contribuição previdenciária é inconstitucional. de competência municipal. o Banco Industrial S. Edmundo questiona-o se desse fato poderá advir-lhe alguma responsabilidade pessoal pelos débitos fiscais. Apenas se cogita da responsabilidade pessoal dos sócios. VII). 195. com requerimento de antecipação de tutela ou de realização de depósito da quantia discutida para evitar a sua inscrição na dívida ativa. esse tributo. o importe de R$ 100. Agora.º 9. mensalmente. de 31 de agosto de 2003 (lei fic tícia). QUESTÃO: Como advogado. QUESTÃO: Na qualidade de advogado do Banco Industrial S.º 22. Qual sua orientação? Justifique e fundamente a resposta. O advogado deverá propor Ação Declaratória de Inexistência de relação jurídica-tributária. visando à anulação da NFLD em questão. A notificação fiscal de lançamento de débito (NFLD) não foi impugnada na esfera administrativa e o débito. instituiu contribuição previdenciária incidente sobre pagamentos efetuados a pessoas jurídicas prestadoras de serviços. a própria autarquia federal (INSS). a instituição de contribuição sobre a remuneração de serviços prestados por pessoas jurídicas dependeria de lei complementar (CF. não haverá responsabilização pessoal do acionista a esse título. nunca tendo exercido poder de controle. subseção judiciária de Santo André. arts. elegendo como base de cálculo exclusivamente o valor da aquisição de imóveis urbanos adquiridos que supere. Com base nesse permissivo legal. No caso. A União Federal. mediante a incidência da alíquota de 0. passando a exigir. e 154.A. por meio da Lei n. tome as medidas judiciais necessárias para defesa de seus interesses. pois o art.000. tem sede em São Paulo.222. Agora. à base de 20% (vinte por cento) do montante efetivamente pago. deseja vender esse imóvel por R$ 130. empresa responsável pela manutenção de sistemas do banco. por intermédio da Lei Complementar n. instituiu o Imposto Sobre Grandes Fortunas (IGF). ³c´ (imunidade do patrimônio adquiridos por Partidos Políticos). A ação deverá seguir o procedimento ordinário e indicar.3% sobre o montante estimado a esse título. Opcionalmente. Deve.999/01 (fictícia).00 (cem milhões de reais).

tendo em vista que a Emenda Constitucional nº 42 introduziu a alínea ³c´ no art. O Município de Rio das Piranhas instituiu taxa de coleta de lixo. publicada em 1º de abril de 2004. perante o mesmo Juízo e mesma Ré. perante o mesmo Juízo e em face da União Federal ou. Você concordaria com a existência de tal direito? Justifique. apenas se a respectiva legislação municipal imputar esse ônus ao vendedor (CTN. Ambos os argumentos não prosperam. da Constituição. QUESTÃO: Na qualidade de advogado da XPTO S/A. III. 145. art. proponha a medida judicial que julgar cabível para proteger os interesses da empresa. de que trata o art. A empresa XPTO S/A. Os terrenos são servidos por caminhões de lixo. Em caso negativo.999. vedando a cobrança de tributos ³ ntes de a decorridos noventa dias da data em que haja sido publicada a lei que os instituiu ou aumentou´. mensalmente. sediada na Capital do Estado de São Paulo. 4. procura-o relatando que. 145. que veda que as taxas tenham base de cálculo próprio de impostos.º de janeiro de 2004. em 31. já que as taxas podem ser cobradas por serviços postos à disposição do contribuinte (art. 150. dos prestadores de serviços de assessoria em informática. 150. 3.3) ação cau telar.000.00 (cento e cinqüenta reais) ao ano. O primeiro argumento baseia na idéia de capacidade contributiva. as empresas que se enquadravam naquelas condições ficaram obrigadas a recolher o tributo relativo ao primeiro trimestre do presente ano já em 30 de abril último. VI. regularmente. como já era de se esperar. e (ii) que ele sequer utiliza o serviço.2003. com pedido de liminar.000. com pedido de tutela antecipada.Deverá escolher o imposto de renda sobre o ganho de capital obtido na venda. Comente os argumentos do prop rietário. cobrada pelo valor de R$ 150. com base na imunidade recíproca. Proprietário de um terreno de pequenas proporções procura-o. 150. (a . já que a imunidade não se estende aos serviços ³relacionados com exploração de atividades econômicas regidas pelas normas aplicáveis a empreendimentos privados. de pequenas proporções. De qualquer modo.00 (cinqüenta milhões de reais). equivalente à diferença entre o preço da venda e o valor declarado ( R$ 30. tendo em vista sua mínima margem de lucro. § 3 CF) o Com relação aos faturamentos de janeiro e fevereiro.00 (sessenta milhões de reais) passam a sujeitar-se à sistemática de apuração com base no lucro presumido. a partir de 1. Fundação instituída e mantida pelo Governo Estadual consulta-o sobre a possibilidade de afastar a exigência sobre seus serviços prestados em janeiro e fevereiro. quitar o Imposto de Transmissão sobre Bens Imóveis. o valor venal não poderia ser usado como base de cálculo da taxa. inconformado.00). Tendo em vista que o período de apuração do imposto de renda com base no lucro presumido é trimestral. Lei do Município de Valetas instituiu. aplicável a -se impostos. que passa a ser exigido. levantando. independentemente de os terrenos serem edificados ou não. ou em que haja contraprestação ou pagamento de preços ou tarifas pel usuário´ (art. finalmente.12. O segundo argumento também é falho. ³a´. pague tanto quanto os terrenos de grande valor venal. cujo faturamento no último ano foi de R$ 50.1) mandado de segurança. já que o terreno foi adquirido recentemente e ainda não se iniciou sua edificação. à luz do art. em face do Delegado da Administração Tributária da Secretaria da Receita Federal em São Paulo. em caráter preventivo.000.000.2) ação declaratória de inexistência de relação jurídica. do texto constitucional. Acredita que esta situação não se alterará nos próximos meses desse exercício. a) Meio processual: (a. com pedido de liminar. balancetes para apurar o valor das antecipações mensais. poderia a exigência ser afastada por outro fundamento? Não é possível alegar a imunidade recíproca. proposto perante a Justiça Federal da Seção Judiciária de São Paulo. Deverá. alegando: (i) que não é justo que seu lote. 42). na sistemática do lucro real. ainda. a União Federal modificou a disciplina da tributação do imposto de renda e da contribuição social sobre o lucro das pessoas jurídicas. ou (a. Por meio da Lei nº 9. imposto sobre serviços de qualquer natureza. § 2º. exigindo dos proprietários de terrenos naquele Município. Não é pacífica sua extensão às taxas. facultando-se a opção pelo lucro real apenas para as empresas cujo faturamento tenha ultrapassado aquele montante. determinando que as empresas cujo faturamento no ano imediatamente anterior tenha sido inferior a R$ 60. II da CF ou art. . o valor recolhido a título de antecipações de imposto de renda e de contribuição social foi muito menor que o agora apurado com base no lucro presumido. pretendia recolher o imposto de renda com base no lucro real anual. estão eles livres da tributação.000. 77 e 79 do CTN).

que pressupõe a existência de lucro como índice de tributação. mas desta f ita citando o art. a locação de bem móvel como serviço sujeito ao ISS. inexistindo qualquer outro propósito gerencial ou comercial e.00) têm a faculdade de optar pelo lucro real.5) a nova sistemática somente poderia ser aplicada à contribuição social passados 90 dias da edição da Lei 9. De fato. a preços de mercado. e I. em seu relatório. no cálculo de seu lucro real. que o processo de cisão da sociedade Moura e Leão S/A teve por fim exclusivo a economia tributária. Após a implementação do planejamento. tendo em vista não configurar obrigação de fazer. (b. (b. que seria alugado à Moura S/A. O Mandado de Segurança foi impetrado em dezembro de 2003. O prazo para defesa a administrativa transcorreu sem que a Moura S/A oferecesse impugnação. QUESTÃO: Na qualidade de advogado da Rode Bem S/A.6) finalmente. 195. argumentação semelhante. ³b´). parágrafo 6º da CF).A) em duas outras sociedades ± Moura S/A e Leão S/A. a Moura S/A sofreu um processo de fiscalização promovido por autoridades federais.º 406/68. Os especialistas do escritório contratado sugerem a cisão da Moura e Leão S/A (em perfeita concordância com os dispositivos da Lei 6. 150.404/76 ± Lei das S. estabelecimento em Barueri ± SP.b) Mérito: O advogado deverá considerar os seguintes aspectos: (b. empresa transportadora com sede e único estabeleci ento no município de São Paulo. reduzir o impacto tributário. inconformados com a elevada carga fiscal sobre ela incidente. contrariando-se.999 com a Lei Complementar nº 116.000. que aloca a competência ao município onde o prestador do serviço possui estabelecimento. tendo em vista que os caminhões locados são vistos com freqüência naquela municipalidade. Optando a Leão S/A pela tributação com base no lucro presumido e a Moura S/A pelo lucro real. a nova sistemática. no art. já que sociedades na mesma situação que a empresa Moura e Leão S/A eram obrigadas a arcar com uma carga tributária mais elevada do que as sociedades Moura S/A e Leão S/A. decidem contratar um renomado escritório de advocacia para elaborar um planejamento tributário e. III. ³a´ da CF). 43 do CTN. que culminou na lavratura de um auto de infração fundamentado no parágrafo único do artigo 116 do Código Tributário Nacional. de 31 de julho de 2003. a lei tributária considera dedutível do lucro real o pagamento de aluguéis de imóveis utilizados pela pessoa jurídica e a Moura S/A precisa do imóvel para as suas atividades. prevendo.4) com relação ao imposto de renda. somente poderia valer para fatos geradores ocorridos a partir de 1º de janeiro do ano subseqüente (art. 3º da Lei Complementar nº 116/2003. os alugueres pagos à Leão S/A. de 1999. para efeitos tributários. tendo em vista a regra do art. (b. a) b) Meio Processual: Recurso de Apelação ao 1º Tribunal de Alçada Civil do Estado de São Paulo.3) a lei contraria o princípio da irretroatividade (art.000. já que outros contribuintes (com faturamento superior a R$ 60.1) incompatibilidade da Lei Municipal nº 9. assim.1) a lei contraria o conceito de renda. 150.º 9999. ao impor a exigência do imposto de renda com base no lucro presumido mesmo diante da comprovação de que o lucro real da XPTO S/A foi muito inferior ao lucro presumido. por conta de um contrato de locação de doze caminhões. sociedade anônima de capital fechado sediada na Cidade de São Paulo. A Leão S/A ficaria com o imóvel da sociedade. Rode Bem S/A.2) no que tange à contribuição social.999 (art. daí se justificando o emprego da analogia par se tributar a Moura S/A. Mérito: (b. mediante a utilização de formas jurídicas lícitas. reflete aquela lista anexa ao Decreto-Lei n. alegando o fiscal responsável. Os sócios da Moura e Leão S/A. o que precipitou a inscrição do lançamento na . se admitida. que trouxe nova lista de serviços. III. ambas. (b. seria atingida uma economia tributária significativa. ingresse com a medida cabível. tendo em vista que a Moura S/A poderia deduzir. (b. a qualificação da locação perante o direito civil. impetrou m Mandado de Segurança contra ato a ser praticado pelo Secretário Municipal das Finanças. pode ser mencionado o princípio da igualdade. obrigando a reter o Imposto -a sobre Serviços de Qualquer Natureza (ISS) sobre as importâncias devidas a Delírio Locações Ltda. (b. denegando a segurança com base nos argumentos a seguir resumidos: (i) a lista de serviços anexa à Lei Municipal n.2) inconstitucionalidade da tributação da locação de bens móveis. desta feita não contemplando a locação de bens móveis. com sede e único . a definição do fato gerador do imposto de renda.3) incompetência da municipalidade do ISS para exigir o ISS de empresa não estabelecida naquele município. ³c´ da CF. que haveria ofensa ao princípio da igualdade. (b. (ii) o Município de São Paulo é competente para exigir o ISS sobre a locação. além disso. Irrelevante. sobrevindo sentença de mérito no último dia 20 de maio. 195.

a renda do contribuinte é tributada a cada faixa por alíquota diversa.5% Um contribuinte procura-o.160.052 157. apresente as medidas necessárias e cabíveis.110 1.2) ainda que assim não fosse.115. Assim.115.110.00 27.00 Parcela superior a 1. (b.1) a norma do art.80 = R$ 157. o aumento real do salário do contribuinte será tributado.dívida ativa e a promoção do processo de execução.110. Você concorda com a preocupação externada pelo contribuinte? Por que? Não. QUESTÃO: Na qualidade de advogado da MouraS/A.058 = 1.80 . a) Meio Processual: embargos à execução fiscal propostos perante a Vara das Execuções Fiscais Federais± Seção Judiciária de São Paulo.4) o art. sem que isso implique redução em relação ao valor que recebia. conforme segue: Situação anterior Salário R$ 2. (b. o que não é o caso. Tratando-se de uma tributação progressiva. em nome do princípio da igualdade. 116 do CTN encontra-se pendente de regulamentação. b) Mérito: (b. ela apenas cobre os casos de dissimulação.115.00 Acima de 2. daí descabendo.830/80.058. (b. afastar o princípio da legalidade.058. sofreria uma redução no valor líquido que seu empregador deposita em sua conta -corrente. veda o emprego da analogia gravosa. do CTN.00: (2. entristecido pelo fato de que por conta de um aumento em seu salário. 108.3) o princípio da legalidade assegura o direito de o contribuinte escolher a estrutura (desde que lícita) que lhe for mais benéfica.00 e inferior a 2.00 até 15% 2.058.00. que passou de R$ 2. QUESTÕES PRÁTICAS 1.058. em consonância com a Lei 6.00 Tributação Até 1. parágrafo 1º. Considere a seguinte tabela progressiva para o cálculo do imposto de renda das pessoas físicas: Base de cálculo R$ Alíquota Até 1.052): 15% Total de imposto Isento 15% de 1.00 para R$ 2.00 0 De 1.

preferindo. Empresa. por sua vez. recebeu notificação da Prefeitura do Município de Estrela Grande do Mato.5% 12.07 Como se vê. não têm como tomar qualquer crédito de imposto. a ter suas saídas tributadas pelo imposto.00: (2. apesar da nova tributação. A solução a ser proposta à empresa é que ela opte por ser estabelecimento equiparado a industrial. por isso. explique a razão da dificuldade enfrentada pelo contribuinte e proponha uma solução.93 = R$ 1. todas contribuintes do Imposto sobre Produtos Industrializados.38 de 45 = R$ 170. não aceitando adquirir tais produtos de comerciante.Rendimento Líquido do imposto Nova situação Salário R$ 2. Na opinião de seu amigo.160 ± 170.00 e inferior a 2. localizada a menos de 500 metros da porteira da propriedade. quando vendidos às indústrias. passando.80 = R$ 1. seus produtos não são tributados pelo IPI. Tendo em vista a sistemática do imposto.115 = 45): 27. 3.058 = 1.55 = 27.058. que exigia o pagamento do IPTU sobre seu sítio.5% Total de imposto Rendimento Líquido do imposto Isento 15% de 1. Em sua conversa. recentemente.952. Há duas ou três famílias de colonos que estudam na escola municipal.058. atuando no comércio de tecidos. adquirir tecidos de outras indústrias. dando margem a crédito para seus clie ntes. Você foi procurado por um amigo.110 ± 157.160 ± 2.115. de acordo com a sistemática do imposto.115.93 2. relata-lhe que vem sofrendo dificuldades em suas vendas. Ele lhe diz que sua paciência esgotou -se quando. 2.00 Parcela superior a 1. o contribuinte não deixará de se beneficiar do aumento.057): 15% Parcela superior a 2. pois. Especialmente. mas o candidato deve demonstrar conhecer o conceito de progressividade e seus reflexos no caso em tela.00 (2. Segundo informam. você descobre que o sítio destina-se exclusivamente a atividades agropastoris.20 Tributação Até 1. que já conta com luz elétrica e asfalto até a porta. Nota sobre o gabarito: não se exigirá a exatidão do cálculo. Estas. já basta o Imposto sobre a Propriedade Territorial Rural ± ITR que ele .160 2. senão mediante um abatimento no preço total.057 158. visando a creditar-se do imposto pago. A oposição apresentada pelos clientes relaciona-se com a sistemática de não cumulatividade do IPI. seus clientes sistematicamente preferem comprar tecidos diretamente dos fabricantes. tendo em vista que seus principais clientes são indústrias de confecção. que lhe relata sua revolta pela fúria arrecadatória que vem se espalhando pelo mais longínquos rincões do País.115 ± 1.989. sendo a empresa mera comerciante. para o problema que lhe foi exposto. o candidato deve mostrar saber que a alíquota mai elevada incidirá apenas s sobre pequena parcela de seu rendimento.

Den Tist. não é consumido imediatamente no processo produtivo. VI. você recebe uma remessa de US$ 100. sustentando. 32. é devido o IPTU. não se justificando a pretensão da pre feitura. que. e ação ordinária. (iii) que o insumo ³polímero de polipropileno´. este lhe informa que você deve recolher imposto de renda sobre aquele rendimento. com petição de encaminhamento. o valor das gorjetas. A ementa da decisão proferida pelo Tribunal Regional Federal da 3ª Região tinha o seguinte teor: . Determinada Câmara de Direito Público do Eg. a imunidade do art. a restituição de PIS e Cofins. 43 do CTN. em sua base de cálculo. independentemente da localização. do CTN. QUESTÃO: Na qualidade de advogado do contribuinte. D. O contador está certo. (ii) que a decisão contraria a jurisprudência. alegar que o laminado de polímero de polipropileno. A Hotel da Manhã Ltda. Você está familiarizado com aquele tipo de recolhimento. 150. a área em que se encontra o sitio é zona urbana. a seu ver abusiva. 153. condição jurídica ou nacionalidade da fonte. é material assimilável a papel.vem recolhendo. integrando-se a este e adquirindo sua natureza. além da exportação de livros. negou m provimento à apelação interposta pelo Estado de São Paulo ao entendimento de que é aplicável a imunidade tributária à importação de filmes de laminação para capas de livros (Polímero de Polipropileno. consultara-o acerca do tratamento tributário a que ele estaria sujeito caso resolvesse mudar para o Brasil. em que você informa o valor que recebe por serviços prestados a pessoas físicas no País. Conteúdo: (i) falta de prequestionamento: o acórdão recorrido não versa sobre o mérito de o contribuinte dedicarse a outras atividades. tendo em vista haver incluído. Instrumento: Contra-Razões de Recurso Extraordinário. efetuada pelo Dr. dirigidas ao Supremo Tribunal Federal. o seguinte: (i) que foi ofendido mandamento constitucional de imunidade. importação e exportação de livros. parágrafo 1º. em síntese. à luz do art. daí. Filme BOPP) ± Material que se integra no produto final. decorre de um serviço prestado fora dos limites territoriais brasileiros. na modalidade de Recolhimento Mensal Obrigatório (carnê -leão). mas também à exploração da indústria gráfica em suas diversas modalidades.Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo. gozando de sua imunidade. pleiteou. cobradas de seus hóspedes juntamente com o valor dos serviços. Esses princípios estão hoje regulados no 1º do art. assegurando -se. Tendo em vista os melhoramentos públicos descritos.00 dos Estados Unidos. comercialização. o ITR vem sendo recolhido or indevidamente. Retornando de uma viagem ao exterior. que vem excluindo da proteção constitucional máquinas e mercadorias que tecnicamente são consideradas da família dos plásticos. contempla os princípios da generalidade e da universalidade. Conversando com seu contador. ou filme BOPP. jornais e revistas. Você concorda com seu amigo? Por que? Seu amigo está errado. tem a mesma natureza deste. incorporado ao papel das capas dos livros. P outro lado. que submete os rendimentos ao imposto. parágrafo 2º. justifique a posição de seu contador. elabore a peça adequada para apreciação pelo tribunal competente. I. que entendia ter sido recolhido em excesso. em juízo. (ii) no mérito. já que o polímero de polipropileno (filme de laminação para capa de livro) não é consumido no processo de impressão de livros. 4. O acórdão porta a seguinte ementa: Tributos ± ICMS ± Declaratória ± Imunidade ± Filme de laminação de capas de livros (Polímero de Polipropileno. dirigida ao Presidente ou ao Vice-Presidente do Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo. Assim. (iv) que as atividades praticadas pela empresa não se restringem à edição. Honorários fixados de acordo com o tempo e trabalho exigidos do advogado ± Negado provimento aos recursos. A Constituição Federal. no art. mas fica surpreso por ter de ali incluir o valor que. O Estado de São Paulo interpõe Recurso Extraordinário. da Constituição Federal. Filme BOPP). da família dos plásticos. tempestivamente. Com base na Constituição Federal e no CTN. informado de sua estada naquele país. afinal. mas desgasta-se paulatinamente na produção.

recolhidas há mais de cinco anos da propositura da ação. Inconforma-se. em relação às exações autolançadas. parágrafo 4º da Lei 9. alegar que o entendimento do STJ é que o prazo de prescrição de cinco anos somente começa a contar a partir da data da homologação do pagamento e que. vem tendo constantes vôos cancelados. sua cliente. (ii) no mérito. inciso I c/c 156. Conteúdo: (i) falta de prequestionamento: o acórdão recorrido não versa sobre o pretendido caráter geral da legislação trabalhista. prevalecem sobre a legislação trabalhista. Afastar o argumento da especialidade da lei tributária. Juros calculados pela taxa Selic. Instrumento: Contra-Razões de Recurso Especial. Recurso e remessa oficial parcialmente providos. Não obtendo a medida liminar pretendi a. QUESTÃO: Elabore medida judicial adequada para pleitear o imediato desembaraço das aeronaves. que tem um caráter geral. eis que os índices a ela referentes não possuem natureza moratória. ainda. impetrou Mandado de Segurança visando a obter provimento assegurando o desembaraço aduaneiro de uma aeronave Boeing 737 -400 e dois motores. tem prazo contado em dobro. 1. em acórdão assim ementado: Agravo de Instrumento ± ICMS ± Desembaraço aduaneiro de uma aeronave Boeing 737 -400 e dois motores ± alegada ilegalidade da incidência do ICMS ± Indeferimento da tutela antecipada ± Ausência dos requisitos da verossimilhança da tese e do dano de difícil reparação ± Recurso não provido. alegar que a gorjeta não é receita do Hotel da Manhã. A Fazenda Nacional. As gorjetas. este foi admitido exclusivamente em seu efeito devolutivo. 5. Tendo e vista m que as aeronaves se encontram. em recurso próprio. in casu. o prazo para requerer a restituição dos pagamentos indevidos será de cinco anos da extinção do crédito tributário. Honorários reduzidos. sem o p agamento do imposto. QUESTÃO: Na qualidade de advogado da Hotel da Manhã Ltda. e sim remuneratória. alega que as parcelas do PIS e da Cofins. por serem leis especiais. elabore o instrumento processual adequado. Expurgos inflacionários que integram os índices de correção monetária (precedente da Corte Especial). não integram a base de cálculo das exações fiscais que oneram as empresas (precedentes do STF). foi elaborado d Agravo de Instrumento.Tributário ± Gorjetas: Não-integração à Base de Cálculo de Exações Fiscais ± Prescrição ± Correção Monetária e Juros: Taxa Selic. dirigida ao Presidente ou ao Vice-Presidente do Tribunal Regional Federal da 3ª Região. Entende que as leis que tratam do PIS e Cofins. nos termos do artigo 168. 4. a JET Transportes Aéreos Ltda. com a aplicação da taxa Selic. No tocante à taxa Selic. estão prescritas. . Prescrição qüinqüenal que. dirigidas ao Superior Tribunal de Jus tiça. sem o pagamento do ICMS. 6. inciso I. mas apenas remuneração dos seus empregados (sujeita aos tributos próprios: imposto de renda na fonte e contribuição ao INSS) e que a base de cálculo do PIS e Cofins inclui apenas as receitas do contribuinte. por serem parte integrante do salário.. Quanto à prescrição. tendo em vista que a relação de especialidade exigiria que os dois diplomas legais versassem sobre a mesma matéria. dez anos. pendentes de desembaraço. nos termos do artigo 168 do Código Tributário Nacional. mesmo antes do julgamento do recurso proposto. perante o Tribunal de Justiça de São Paulo. da data do fato gerador (precedentes majoritários do STJ). o diploma tributário não alcança as verbas trabalhistas. Embora tenha sido efetuado o recurso próprio. com petição de encaminhamento.250/95) A JET Transportes Aéreos Ltda. 3. do Código Tributário Nacional. 39. ainda. tendo em vista tratar-se de operação internacional de arrendamento mercantil. afirmar que sua incidência é matéria de lei (art. Sustenta que o fato de as gorjetas integrarem o salário não as excluem da base de cálculo do PIS e da Cofins. 2.

em face da retenção da aeronave e conseqüente cancelamento de vôos. localizada em São Paulo. Temos.. abriu concorrência entre diversos fornecedores nacionais para o suprimento de material plástico utilizado como insumo em seus produtos. ao calcular o efetivo custo de um insumo. Como a Indústria Brasileira de Carimbos para Escritórios Ltda. efetua vendas apenas para clientes de seu estado. Conteúdo: Alegar estar presente o requisito do fumus boni juris.Instrumento: Medida cautelar ajuizada. visando a conferir efeito suspensivo ao recurso especial interposto. informe qual a melhor oferta para a Indústria Brasileira de Carimbos para Escritórios Ltda. a Indústria Brasileira de Carimbos para Escritórios Ltda. perante o Superior Tribunal de Justiça. assim. em face da Fazenda do Estado de São Paulo. possui apenas clientes em seu Estado. Assim. apontando os seguintes preços: Fornecedor Estado de Origem Preço (R$) Plásticos Paulista Ltda. viu-se o departamento de compras diante de quatro ofertas.48 78. os seguintes valores líquidos de ICMS: Fornecedor Estado de Origem Preço (valor da nota) (R$) Plásticos Paulista Ltda. São Paulo São Paulo Rio de Janeiro Rio Grande do Norte 100 96 96 90 Tendo em vista exclusivamente os aspectos tributários da questão. São Paulo 96 São Paulo 100 18 (18% 100) 17. já que esse será compensado com o devido no momento de suas saídas. Plásticos Carioca Ltda. pautado no risco de prejuízo irreparável a que estaria sujeita. A Indústria Brasileira de Carimbos para Escritórios Ltda. Plásticos Bandeirantes Ltda. deve considerar o montante de crédito de ICMS sobre suas aquisições. e justifique. QUESTÕES PRÁTICAS 1.52 (12% de 96) 84. Salientar a presença do periculum in mora. da Lei Complementar no. vê -se que suas saídas são tributadas pelo ICMS à alíquota de 18%. pela JET Transportes Aéreos Ltda. Rio de Janeiro 96 11. Plásticos Bandeirantes Ltda. Plásticos Potiguar Ltda. A Indústria Brasileira de Carimbos para Escritórios Ltda. 3º.28 (18% de 96) Plásticos Carioca Ltda. Na data de abertura das propostas. inciso VIII. 87/96. efetuadas por fornecedores.72 82 CRÉDITO DE ICMS PREÇO LÍQUIDO DO ICMS . tendo em vista que o acórdão recorrido negou vigência ao art.

No caso. Nos termos da legislação em vigor. Rio Grande do Norte 90 10. aplicando-se a imunidade da entidade de assistência social. 97 do CTN não estende o princípio à questão do prazo e o art. c. permanece imune ao IPTU o imóvel pertencente a qualquer das entidades referidas pelo art. Comente. Passados alguns meses e ainda no mesmo exercício.833/2003 arrola as hipóteses em que se conferem créditos. O Prefeito de determinado município. (ii) m mediante o pagamento de alugueres mensais simbólicos. voltando-se a renda à manutenção do conjunto residencial. as receitas obtidas no aluguel de unida des. daí. a Comercial Canta Galo S. a redução do prazo promovida p elo Prefeito. não incide o IPTU. A empresa Emporium ingressou em juízo com o objetivo de afastar a alteração da base de cálculo da Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social ± COFINS. e caráter vitalício. 150. estas são alugadas a terceiros. O Lar dos Idosos da Irmã Teodora. adquirem o direito de uso do apartamento. não m dando direito a crédito. o Prefeito decide alterar aquele prazo. conferindo-lhe. Os administradores do lar formulam consulta. também estariam protegidas daquele imposto? (b) incide o IPTU sobre as unidades cedidas a título vitalício? Fundamente. tendo em vista terem os pagamentos sido efetuados a pessoas jurídicas domiciliadas no País. ocupam suas unidades. ocupado por idosos que. A Comercial Canta Galo S. (i) mediante o pagamento de um valor único (lump sum).A decidiu efetuar uma agressiva política de vendas. sem possibilidade de transferência a terceiros. No mês de setembro de 2004. 4. indagando-lhe: (a) embora tenham ciência de que não haveria imposto de renda sobre os ganhos obtidos na cessão de uso dos imóveis aos idosos. A sentença de 1a instância foi de procedência. a melhor oferta é a de Plásticos Bandeirantes. não da lei. alertado de que a lei municipal não fixara o prazo para o recolhimento do Imposto sobre Serviços de Qualquer Natureza. 3º da Lei 10. (a) A imunidade se estende às unidades alugadas a terceiros. passando a dez dias do fato gerador. OBS: Serão aceitos erros algébricos. desde que o valor dos aluguéis seja aplicado nas atividades essenciais de tais entidades. os gastos assim efetuados teriam seu impacto reduzido. que equiparou o faturamento à receita bruta. (a) Legalidade: não se estende ao prazo para recolhimento do tributo. decide. do ponto de vista dos princípios da legalidade e anterioridade.A. 3. mantém um conjunto residencial. fixar o prazo para trinta dias após o fato gerador. (b) anterioridade: A Súmula 669 do STF pacificou o entendimento de que norma legal que altera o prazo de recolhimento da obrigação tributária não se sujeita ao princípio da anterioridade. desde que inequívoca a compreensão do raciocínio jurídico.? Por quê? Não está correto: O art. tendo a União Federal interposto o competent recurso de e . já que o art. a sociedade optou pela tributação. No caso de serviços. crédito relativo à Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social ± COFINS. eles somente darão direito a crédito se utilizados como insumo na prestação de serviços e na produção ou fabricação de bens ou produtos destinados a venda. efetuando gastos substanciais com a propaganda de seus produtos. a valores de mercado. Havendo unidades vagas. já que o Lar mantém a propriedade (não transferida pelo contrato de uso). da Constituição.A. no mercado. Segundo seus cálculos. voltada ao amparo aos idosos. VI.718/98. está correto o raciocínio da Comercial Canta Galo S.20 Tendo em vista a tabela acima. em vista sua projeção de resultados. é uma empresa que se dedica ao comércio atacadista de artigos para decoração Tendo . de regra. segundo a sistemática do lucro real. veiculada pelo art. 3o da Lei no 9. entidade civil sem fins lucrativos. subsidiado. É o que dispõe a Súmula 724 do STF: Ainda quando alugado a terceiros. 2. (b) sobre as unidades cedidas. vêse que.Plásticos Potiguar Ltda. por Decreto. os serviços não se relaciona com a produção. para fins do imposto de renda.80 (12% de 90) 79. 160 deixa claro que o prazo é matéria da ³legislação tributária´.

I.´ O acórdão do julgamento da apelação foi publicado no Diário de Justiça do dia 27 de setembro de 2004. destarte. tendo realizado o devido registro junto às autoridades aeroportuárias competentes. proprietária de três aeronaves. No julgamento da remessa oficial (art. I. IV. CONTENÇÃO DE COMPETÊNCIA TRIBUTÁRIA CONSTI TUCIONALMENTE FIXADA A PARTIR DE CONCEITO JÁ ESTABILIZADO NO DIREITO PRIVADO. 195. e vi) mérito: impossibilidade de equiparação dos conceitos de faturamento e receita bruta. A empresa Péricles vendeu uma das aeronaves em 2003. ILEGAL ELASTÉRIO NA BASE DE CÁLCULO. LEI 9718/98. 2o E 3o. de modo que o recurso cabível seria o recur especial. I. ii) preliminar: intempestividade do recurso. em acórdão assim ementado: ³TRIBUTÁRIO. em sua redação original. 195. 3o da Lei no 9. da Constituição Federal. so v) mérito: não há necessidade de submeter o julgamento do Plenário do Tribunal Regional Federal quando o fundamento é legal. QUESTÃO: Como advogado da empresa Emporium. porque o fundamento do acórdão da apelação para afastar a aplicação do art. que foi julgada improcedente pelo juiz de 1a instância. iv) preliminar: não-cabimento do recurso extraordinário. 110 do Código Tributário Nacional veda a equiparação do conceito de faturamento ao de receita bruta. Com apoio no princípio iuri novit curia. COFINS. e (ii) o art. sob o fundamento de que o art. restando afastada a oportunidade de se instaurar o incidente de argüição de inconstitucionalidade. 110 DO CTN. i) endereçamento ao Presidente ou Vice-Presidente do Tribunal Regional Federal da 3ª Região. o que somente poderia ser feito pela Corte Especial do tribunal regional. com os seguintes fundamentos: (i) o Tribunal Regional Federal não poderia afastar a aplicação da lei sem declarar a sua inconstitucionalidade.718/98. uma segunda feira.718/98 é legal. O procurador da União Federal interpôs somente recurso extraordinário. o colegiado acolheu por fundamento de ilegalidade ambos os pedidos da apelante. ademais. da Constituição Federal. O art. EQUIPARAÇÃO DA ESPÉCIE FATURAMENTO AO GÊNERO RECEITA. o próprio texto constitucional prefigura.172/66. 110 do CTN garante a preservação de uma tipicidade cerrada em relação a hipóteses de incidência tributária cuja instituição a Constituição autoriza e cujo conteúdo. emitida pela Secretaria dos Negócios da Fazenda do Estado de São Paulo. O Tribunal Regional Federal da 3a Região negou provimento ao recurso de apelação da União Federal e à remessa oficial. DESNECESSIDADE DE QUESTIONAMENTO EM NÍVEL CONSTITUCIONAL. Ilegalidade qualificada dos arts. 480 do CPC. ARTS. a que inerente o valor de norma de lei complementar. em 28 de outubro de 2004. a empresa ajuizou ação anulatória de débito fiscal em face do Estado de São Paulo. III. inserindo-se.718/98 não é inconstitucional. 97 da Constituição Federal. sendo a intimação pessoal do procurador da União realizada nesta mesma data. elabore a peça processual adequada. Leis complementares que veiculam normas gerais em matéria de legislação tributária são normas sobre normas e têm por finalidade dar consistência ao sistema tributário. VIOLAÇÃO DO ART. nos termos do art. iii) preliminar: ausência de prequestionamento do art. em sua redação original. A empresa Péricles Táxi Aéreo. 2o e 3o da Lei no 9. II. previsto no art. porque somente esclareceu o conteúdo do conceito de faturamento. 475 do Código de Processo Civil) e do recurso de apelação interposto pelo Estado . somente quando é constitucional. equiparando-o ao de receita bruta. Inconformada com a exigência do imposto.apelação. no art. por afronta a disposição da Lei no 5. 3° da Lei n° 9. recebeu a notificação de lançamento do Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores ± IPVA relativo ao exercício de 2004.

confiram-se os seguintes julgados: EMENTA: IPVA . 155. p/ acórdão. j. EC 27/85): campo de incidência que não inclui embarcações e aeronaves (STF. rel. de 18/11/66) que são bens registráveis para efeito de sua condição jurídica. com efeito. Sepúlveda Pertence. Os veículos automotores.2002.2002. Neste sentido. respectivamente. 155. rel. Pleno. IMPOSTO SOBRE A PROPRIEDADE DE VEÍCULOS AUTOMOTORES. III. III e § 13. Exigência descabida do imposto. iii) mérito: pleitear que a exigência do IPVA sobre a propriedade de aeronaves extrapola o campo de competência tributária estadual. O art. 2. o art. j. O lançamento do imposto deve indicar o sujeito passivo previsto em lei. art. Do voto do Ministro red. já que a expressão ³veículo automotor´ refere-se. 57. DJU 13. cf. Marco Aurélio. In casu. cf. art. Recurso Extraordinário nº 255. ii) recurso cabível: recurso extraordinário. 29. red. dispõe que cinqüenta por cento constituirá receita do Município onde estiver licenciado o veícul .12. CF 69. tratando da destinação do produto da arrecadação do imposto. III da Constituição Federal. No tocante às aeronaves nacionai . Sepúlveda Pertence. CF 69. Já as aeronaves e embarcações devem ser registradas no Registro Aeronáutica Brasileiro e no Tribunal Marítimo. interponha o recurso competente. p/ acórdão Min. Recurso parcialmente provido. Vencido o Desembargador Fulano de Tal. art.509/AM. o Apelante vendera uma de suas aeronaves antes da ocorrência do fato gerador.Imposto sobre Propriedade de Veículos Automotores (CF. àquele que é licenciado em determinado Município (art.05. EMENTA: IPVA . II da Constituição Federal é norma de Direito Financeiro. DJU 13. não para o registro de aeronaves.Imposto sobre Propriedade de Veículos Automotores (CF. 155. Essa locução adverbial de lugar somente o pode ser referida aos veículos terrestres. A Constituição define.09.111/SP. também acrescentado pela Emenda nº 27. de propulsão humana ou tração animal. irrelevante para a matéria tributária. CONSTITUCIONAL. de 1985.de São Paulo.´ QUESTÃO: Como advogado da empresa Péricles Táxi Aéreo. III. i) endereçamento ao presidente ou vice-presidente do Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo. EC 27/85): campo de incidência que não inclui embarcações e aeronaves (STF.2002. p. p/ acórdão Min. Inteligência do Art. em face da legislação e pela ordem natural das coisas. carretas e similares. como a expressão já o indica. dispõe o Código Brasileiro do Ar s (Decreto-lei nº 32. a começar pela contida no § 13 do mesmo art. em circulação pelas vias terrestres do País. nos termos da legislação relativa. só podendo constituir . extraímos o seguinte trecho: Esse campo material de incidência do imposto sobre propriedade de veículos automotores resulta ainda de outras normas constitucionais. AERONAVES. 64). 60). III da CF). a Câmara de Direito Público do Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo manteve parcialmente a sentença recorrida. Min. 1. estão sujeitos a licenciamento no muni ípio de seu domicílio ou residência de seus c proprietários. 23. red. por maioria de votos. 57 do Código Nacional de Trânsito: Art.2002. porque estes. p. 158. estão sujeitos a licenciamento nos municípios de domicílio ou de residência dos respectivos proprietários. nos termos constitucionais. O termo ³Veículo Automotor´ abrange. 23 da Constituição Federal. 23. qualquer veículo que possua motor e se locomova. Também cabível o argumento de que os Estados são competentes para o registro de veículos. pronunciando Acórdão com a seguinte ementa: ³TRIBUTÁRIO. reboques. III e § 13. Recurso Extraordinário nº 134. Dispõe. art. Marco Aurélio.05. 3. o campo de competência dos impostos. 158. no que tange à aeronave vendida. 4. Min. Pleno. 29. que. de forma genérica.

Neste sentido. 2002 e seguintes do Código Civil de 2002. requerendo a repetição do indébito do tributo (tendo em vista que não há possibilidade legal de compensação). a partir de seus efeitos. 10 e 12). ações de uma empresa situada no Estado de São Paulo. § 2 Os portadores dos certificados poderão utilizá-los para pagamento dos seguintes impostos: o o . 03. que instituiu o Im posto sobre Transmissão Causa Mortis e Doações de Quaisquer Bens ou Direitos ± ITCMD. no interior. As ações que foram doadas para Antonio são levadas à colação no processo de inventário. possuam pelo menos 30% de seus empregados com idade superior a 40 anos. e par. correspondentes ao valor do incentivo. inviabilizando a tese de que caberá recolher imposto causa mortis também sobre o valor dos bens doados ± Bitributação inadmissível ± Provimento (TJSP.12. na qualidade de empregador. para obter sua opinião legal sobre o caso. A colação. na forma a ser fixada em decreto do Poder Executivo. 8º. depois da edição do novo Código Civil ± Lei no 10. § 1o O incentivo fiscal de que trata esta lei corresponderá ao recebimento. Antonio lê uma entrevista de um advogado no jornal. Mas. a atribuição constitucional de competência impositiva sobre a propriedade de veículos automotores. constitucional e administrativo. Vara Cível ou Vara Única. daquele d Estado. Ênio Santarelli Zuliani. Antonio. José falece em 15 de janeiro de 2003. 1/18809. com o intuito de igualar a legítima dos descendentes e do cônjuge. I ± tributário. porque a doação ocorreu antes da edição da lei que instituiu o referido imposto no Estado de São Paulo. 8º. portanto. b). art. 36 ± Repertório IOB de Jurisprudência. p. 3ª Câmara de Direito Privado. rel.495/2.085/95. vol. O Governador do Estado de São Paulo propôs ação direta de inconstitucionali ade contra a Lei no 9. a autonomia estadual se estende ao campo da navegação marítima ou aérea. Em janeiro de 2004.) Os Estados-membros têm competência para legislar supletivamente sobre tráfego e trânsito nas vias terrestres (Constituição. redigindo a fundamentação e o pedido nos termos que entend aplicáveis. apresentarem plano de partilha proporcional sobre os bens que remanescem ± Hipótese de partilha justa ou eqüânime que se fez em vida (art. Antes de ser editada a Lei paulista no 10.01. porque se apresentam frontalmente conflitantes com as regras constitucionais que declaram a competência legislativa exclusiva da União. dependendo da Comarca). por parte da pessoa jurídica referida no caput deste artigo. Desta forma.992. sendo natural. constitui simples indicação nos autos do processo de inventário. José doa para seu primeiro filho. de certificados expedidos pelo Poder Público.2003. do valor dos bens doados pelo de cujus ainda em vida. 1776 do CC). assim. Des. p.406. XVII. 1 Fica instituído incentivo fiscal para as pessoas jurídicas domiciliadas no Estado que. único). em nenhum ponto. j. Normas locais que impõem o registro e licenciamento de embarcações e aeronaves em cadastros dos Estados interessados. não têm qualquer validade. 675).. não há incidência do ITCMD nesta hipótese. e foi recolhido o ITCMD sobre todos os bens arrolados no inventário. (. XVII. de 10 de janeiro de 2002. QUESTÃO: Elabore a medida judicial adequada para defender os interesses de Antonio. Antonio consulta-o/a como advogado/a. que defende a não-incidência do ITCMD nesta hipótese específica. confira-se o seguinte julgado: Inventário ± Herdeiros que informam as doações que o pai fez em vida (adiantamentos de legítima) para. que é condição para sua utilização (arts. A competência para legislar sobre direito aeronáutico e marítimo é exclusiva da União (Constituição. para fins de cobrança do IPVA. er i) elaborar ação de repetição de indébito. de 21 de dezembro de 2001. ii) No mérito. n. dirigida ao juízo competente (na Capital. uma das Varas da Fazenda Pública. órgão encarregado de emitir os certificados de matrícula. O diploma em análise dispõe sobre incentivo fiscal para pessoas jurídicas que possuam empregados com mais de 40 anos e está assim redigido: Art. inclusive os que haviam sido objeto da antecipação de legítima. DJ SP I 28. nos termos do art. Agravo de instrumento nº 272. ´n´.objeto de direito através de assentamentos no Registro Aeronáutico Brasileiro do Ministério da Aeroná utica..2002. art. de modo que os valores já recolhidos poderiam ser restituídos ou compensados com outros débitos de tributos estaduais.

ou pode acarretar. no caso ora em análise.fiscal desencadeia. assumimos. § 3o Anualmente. II. que adoto como fundamento de voto. que poderá ser ampliado. de forma progressiva. excitado pelo benefício tributário. no que se refere ao ICMS. sem nenhuma vaidade. abrindo mão de uma parte da receita do Estado. prevista na Lei Complementar 24/75. do texto constitucional. previsto no artigo 155. da CF. a Casa Legislativa Paulista utilizou-se. Nos últimos tempos. que temos notável saber jurídico. para estimular uma conduta por parte do contribuinte.736-SC: Outra razão. o incentivo fiscal. É admissível a pretensão do autor quanto às ofensas aos dois princípios constitucionais alegados? Fundamentar. Min. Ofensa ao princípio da Igualdade: não se configura a ofensa: o princípio da igualdade não se opõe à existência de normas indutoras.2001)..276-2 São Paulo (DJU 29. e 7o. pelo menos. Observe o seguinte trecho do Voto-Vista pronunciado pelo Ministro Humberto Gomes de Barros. já que o tema não foi objeto de deliber ação do Conselho Nacional de Política Fazendária ± Confaz. Saber jurídico a que se refere a CF é a sabedoria que a vida nos dá. segundo o número e a idade dos empregados. na medida em que é inegável que o incentivo financeiro. Quando chegamos ao Tribunal e assinamos o termo de posse. não podemos confessar que a tomamos. caput. de benefício fiscal. depende da autorização do CONFAZ. 155. unilateralmente. por parte dos Estados ou do Distrito Federal. quando do julgamento do Agravo Regimental no Recurso Especial no 382. conforme a regra do art. qual é o termo inicial para a prescrição da ação de repetição de indébito nos casos de empréstimo compulsório sobre aquisição de . de 1% e 5%. g.) O autor da ação aduz que esta norma viola o disposto nos artigos 5o.577. respeitados os limites. admite. Vejam a situação em que nos encontramos: se perguntarem a algum dos integrantes desta Seção especializada em Direito Tributário. Assim faz o STF. letra ³g´.2002). a preferência de. legitimamente. ditas extrafiscais.11. segundo o número e a idade dos empregados. temos demonstrado profunda e constante insegurança. XXX. sobretudo quando a lei. e 2) sobre propriedade de veículos automotores até o limite de 15% do valor dev ido. por certo estabelece uma segregação não permitida pela Constituição. descabe cogitar de ofensa o princípio federativo ou a qualquer outra limitação constitucional. relativo ao ICMS. da Constituição Federal. que a lei em comento fere o princípio federativo. para ser validamente concedido. (. Rel.. 155. XII.1) sobre operações relativas à circulação de mercadorias e sobre prestações de transporte interestadual e intermunicipal e de comunicação.08. ressaltando.. em decisão unânime (ADIn 1. sua ampliação de forma progressiva. respectivamente. para equilibrar uma situação de desigualdade social. ainda. animado desmesuradamente o efeito financeiro. § 2º. diante da regra do art. Ofensa ao Princípio Federativo: No que tange ao IPVA. a cada incidência. A própria Ministra Ellen Gracie citou. no dizer da Ministra Ellen Gracie. do caráter extrafiscal que pode ser conferido aos tributos. mínimo e máximo. Néri da Silveira (DJU 31. relatora do caso. No caso. em relação ao imposto sobre a propriedade de veículos automotores. de receita proveniente daqueles tributos. XII. que decidiu: Inviável a concessão. § 2º. entretanto. a Assembléia Legislativa fixará o montante global a ser utilizado como incentivo. o precedente da ADIMC 1. que o incentivo foi dado de forma abstrata e totalmente impessoal. Aduz. significativo segmento do mercado de trabalho pelos trabalhadores com mais de 40 anos de idade e que o encorajamento. A sabedoria gerada no estudo e na experiência nos tornou condutores da jurisprudência nacional. Saber jurídico não é conhecer livros escritos por outros. finca-se na natureza do Superior Tribunal de Justiça. ainda. A presente questão foi examinada pelo Plenário do Supremo Tribunal Federal. o compromisso de que somos notáveis conhecedores do Direito. da Constituição Federal. § 4o Os benefícios de que trata esta lei deverão ser previstos na elaboração do projeto de lei orçamentária. Somos condutores e não podemos vacilar. Quando digo que não podemos tomar lição.

necessariamente. daria à Sumula a seguinte nova redação: As sociedades civis de prestação de serviços profissionais. ou não. 6º. cujo enunciado é: As sociedades civis de prestação de serviços profissionais são isentas da Cofins. em síntese. existe um brinquedo em que uma enorme bóia. por diversos precedentes. entendia que as sociedades civis deveriam ser.. ter decidido que. fixou norma de isenção da COFINS nos seguintes termos: Art.) O Superior Tribunal de Justiça existe e foi criado para dizer o que é a lei infraconstitucional. a revisão da Súmula 276/STJ. 1º.430/96. por exemplo. cada um haverá de dizer que não sabe. dos contribuintes. em seu art. proposta pelo Relator. Em matéria tributária. de 22. Nosso papel tem sido derrubar os jurisdicionados.1987. registradas no Registro Civil das Pessoas Jurídicas e constituídas exclusivamente por pessoas físicas domiciliadas no País. sob pena de perder o direito à isenção. dobrava para a direita e os passageiros sem saber nada. Qual a controvérsia jurídica existente anteriormente à edição da Lei no 9. Por sua vez. irrelevante o regime tributário adotado.851/RS... 6º. quando todos os passageiros da bóia estão dentro do mar.397/87. Pois bem. (. não incidirá o Imposto de Renda das pessoas jurídicas sobre o lucro apurado. até o advento da Lei no 9. independentemente do regime de tributação escolhido para fins de imposto de renda. Naquela época. O jogo só termina. Para tanto. Agora dizemos que está errada. irrelevante o regime tributário adotado. 1º do Decreto-Lei nº 2. Garcia Vieira. como. até centenas de precedentes. O Voto acima foi proferido por ocasião de um julgamento.12. Ministro Castro Meira. porque alguém nos deu uma lição dizendo que essa Súmula não devia ter sido feita assim. Nas praias de Turismo. aquelas sociedades teriam o direito à isenção. que também sou. de repente. Daí o STJ. o referido art.veículo ou combustível. Agora estamos a rever uma Súmula que fixamos há menos de um trimestre. a pesar de já existirem dezenas. até que eles de repente descobriram que estavam perdidos: O avião com o Superior Tribunal de Justiça está extremamente perdido.430/96. pelo mundo afora. e porque depois se iniciou novo debate. São isentas da contribuição: I ± omissis II ± As sociedades civis de que trata o artigo 1º do Decreto-Lei nº 2. daquela isenção. ninguém sabe mais. e eu ± Ministro de um Tribunal cujas decisões os próprios Ministros não respeitam ± sinto-me triste. no encerramento de cada período-base.397 assim dispunha: Art. mergulho em insegurança como um passageiro daquele vôo trágico em que o piloto que se perdeu no meio da noite em cima da Selva Amazônica: ele se virava para a esquerda. pelo artigo 56 da Lei nº 9. Hoje. Relator Min. pelas sociedades civis de prestação de serviços profissionais relativos ao exercício de profissão legalmente regulamentada. Como contribuinte. a lancha desloca-se em linha reta e. como condutor daqueles que pagam. Ele foi concebido como condutor dos tribunais e dos cidadãos. o STJ pa rece ter assumido o papel do piloto dessa lancha. a discussão era de outro jaez: a Fazenda Nacional. descreve curvas de quase noventa graus. optantes pelo regime de tributação pelo lucro real. A partir do exercício financeiro de 1. 6º da Lei Complementar nº 70/91. cheia de pessoas é arrastada por uma lancha. adotando interpretação restritiva das normas acima. Há dez anos que o Tribunal vem afirmando que o prazo é decenal (cinco mais cinco anos). no qual se discutia. acerca da questão mencionada? (i) A Lei Complementar nº 70/91. A função do piloto dessa lancha é fazer derrubar as pessoas montadas no dorso da bóia. (. o Resp 144. (ii) o novo debate que se passou a travar tem a ver com a revogação da isenção veiculada pelo art. que levou à edição da Súmula 276.430/96. A revisão.989. . Quando da edição da Súmula. são isentas da Cofins. a discussão ainda não versava acerca da revogação.) Nós somos os condutores..

efetua uma remessa de R$ 1. A fim de iniciar as operações da nova filial. foi surpreendida. desde que indicada. Aplica-se. de regra. nada obstando. pela locadora. 685 do vigente Regulamento do Imposto de Renda. daí. entretanto. em relação à fração que corresponderia ao restante do quadriênio (art. o valor que foi recebido. tendo transcorrido o quadriênio a que se fez referência acima.000. sua aquisição dera direito à empresa de se creditar do imposto (que incidira à alíquota de 18%) na razão de 1/48 (um quarenta e oito avos) por mês. estão.85 X = R$ 176. com seu teor ori ginal. em moeda corrente. Tendo em vista a legislação do ICMS. requisitando informações sobre a existência de ativos financeiros em nome da executada. por maioria de votos.47 Em sede de Execução Fiscal ajuizada pela Fazenda do Estado de São Paulo perante o Juízo de Direito da Vara das Execuções Fiscais da Comarca de São Paulo. Ou seja: a empresa perde o crédito relativo à parcela ainda não creditada. A operação de transferência de bens do ativo permanente não é tributada pelo ICMS. sujeitos à retenção de 15% (quinze por cento). resolve abrir uma filial na Capital do Estado do Rio de Janeiro. sediada no Brasil. buscou-se sustentar que a Lei Complementar nº 70/91. prevalecendo. Já quanto aos bens adquiridos em 2001. Pessoa jurídica. 725 do mesmo Regulamento. o valor informado foi líquido do imposto. O valor acima referido é o efetivamente remetido. a Seção decidiu pela manutenção da Súmula. então. apenas outra lei complementar a poderia revogar. no Brasil. a partir da data da alienação. ocorrendo a operação antes de decorrido o prazo de quatro anos contado da data de sua aquisiçã não se permite. apresente as conseqüências. adquiridos em 1o de janeiro de 2001.15 Donde se extrai a seguinte fórmula para apuração do imposto devido: X = (1. superou em muito a expectativa inicial. Como a demanda. já que não se trata de mercadoria.85 X = 0. não cabe mais falar em perda de valor a creditar. § 5o. o creditamento do o. No caso. tendo a isenção sido veiculada por uma lei complementar. Empresa fabricante de sorvetes. 20. que se encarregará da distribuição de sorvetes a vendedores autônomos. a Distribuidora Igreji Ltda. com exatidão. No julgamento acima relatado. no Brasil. nos termos do art.000 x 0. a empresa possui carrinhos de sorvete. para o estabelecimento paulista. Os pagamentos a não residentes. imposto. na última sexta-feira. Trata-se de transferência interestadual de bens do ativo permanente. seria materialmente ordinária. o estabelecimento paulista transfere outros 100 carrinhos. a empresa remete ao novo estabelecimento 200 carrinhos de sorvete adquiridos em junho de 2003 pelo estabelecimento paulista de um fornecedor local. Apurar o montante de imposto devido sobre a apuração (não será exigido o ac erto do cálculo aritmético. i. resolvendo-se a questão pela seguinte regra de três: R$ 1. de sua propriedade. solicitando que você informe o montante que deverá ser recolhido. já não mais tendo como cobrar o imposto da locadora. com o bloqueio e transferência.000. das quantias ou . por o Juiz de Direito haver determinado a expedição de ofício ao Banco Central.15)/ 0. de ambas as operações. V da Lei Complementar 87/96). em caso positivo. a técnica de gross up. na fonte. não localizados em países com tributação favorecida. decide a locatária assumir o ônus do imposto. sediada na Capital do Estado de São Paulo. a título os de aluguel do imóvel que a primeira ocupa. a operação). conquanto formalmente complementar.00 a empresa sediada nos Estad Unidos. Informada de que haveria incidência de imposto de renda na operaçã e o. naquele Tribunal. No caso dos bens adquiridos em 2003. disciplinada pelo art. que são cedidos a autônomos (os sorveteiros).. na alta temporada. Como é comum nesse ramo de atividades.00 = 0. ser a isenção por ela concedida revogada por lei ordinária.e. o entendimento de que seria necessária uma lei complementar para revogar a isenção.A discussão então travada passou a ser se. para o transporte de sorvetes a serem vendidos nas praias. em nome do princípio da hierarquia das leis.

Com efeito. com os fundamentos jurídicos para sustentar a não incidência do ICMS sobre a taxa de habilitação dos aparelhos móveis celulares. QUESTÃO: Na qualidade de advogado da Distribuidora Igreji Ltda. apontar ato coator do MM. onde opera serviços de telefonia móvel. Recurso Ordinário em MS 11. esta informou nos autos que quando aceitara a primeira penhora. inexistindo razão para procurar outros bens já que é notório que a atividade da Executada implica grande movimentação financeira.300 kg. o que inocorre quando da mera disponibilização do serviço ao usuário (2) proibição de analogia gravosa em matéria tributária (art. a agravada é a Fazenda Pública do Estado de São Paulo. da Constituição Federal) Mérito: (1) inexistência de prestação de serviço no mero ato de habilitação: o ICMS pressupõe a efetiva prestação do serviço de comunicações. O acórdão recentemente proferido pelo Tribunal denegou a ordem. endereçado ao Superior Tribunal de Justiça (art. A Telecelular S/A.2. com o ac obertamento de nota fiscal de valor aquém da pauta mínima estabelecida na região. em tudo semelhante ao bloqueio de contas bancárias. já não dispondo de crédito na praça. Medida Judicial Cabível: Recurso Ordinário em Mandado de Segurança. que dispõe a esse respeito. com pedido de efeito suspensivo. segundo se argumenta na decisão. b. na qual buscava o cancelamento de crédito tributário decorrente de auto de infração lavrado em seu desfavor. perante o Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo. Ademais.368-MT. acolhendo manifestação da Exeqüente. não há razão para não se dar à habilitação o tratamento tributário dos serviços de comunicação a ela relacionados. No primeiro caso. 60. Ademais. para efeitos tributários. (3) a definição de prestação de serviços de comunicação não pode ser alterada exclusivamente para fins tributários. sediada na Capital do Estado de São Paulo. ao nosso ordenamento não arrepia a penhora de faturamento. de bens imóveis na Capital. 108. Alternativamente: Mandado de Segurança. Precedente: STJ. se o respectivo serviço é justamente o conjunto de atividades que possibilitam a respectiva oferta. Juiz de Direito da Vara das Execuções Fiscais da Comarca de São Paulo. pode determinar a imposição tributária em relação ao fato gerador estabelecido no Convênio ICMS no 69/98. 110 do CTN). QUESTÃO: Na qualidade de advogado da Telecelular S/A.. apresente o recurso cabível contra a decisão. O Juiz de primeiro grau julgou improcedente o . Relator Ministro Francisco Falcão (DJU 9. no segundo. perante o mesmo ida Tribunal. já que se trata de conceito empregado para a demarcação de competências tributárias (art. por transportar 12. Medida Judicial cabível: Agravo de Instrumento. executor da política tributária e financeira do Estado.472/97) não impede a compreensão da habilitação como uma de suas modalidades. II. perante o Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo. exceto pelos ent aves burocráticos que a primeira impõe. no próprio processo.importâncias depositadas até o limite do débito exeqüendo.2005) A Cooperativa Mista Dos Produtores Rurais Do Estado De São Paulo impetrou ação anulatória de débito em que contende com a Fazenda Pública do Estado de São Paulo. e o Secretário de Estado da Fazenda. tome a medida judicial cabível para permitir que ela possa movimentar livremente seus recursos. permitindo rápida e eficaz garantia do crédito tributário. alegando que o legislador ordinário pode definir prestação de serviços decomunicação. § 1º do CTN). impetrou Mandado de Segurança preventivo. visando a não ser constrangida ao pagamento de ICMS sobre o valor cobrado de seus assinantesa título de habilitação do aparelho móvel celular. 105. que impede a extensão do tratamento tributário dado aos serviços de comunicação à habilitação que os precede. não havia notícia de que os referidos bens não despertariam o interesse de eventuais arrematantes. A referida Distribuidora r depende de recursos financeiros para a sua atividade. com pedido de med liminar. A referida ordem foi dada não obstante a existência de penhora. Além disso a definição de serviços de telecomunicações (art. baseando-se no Convênio ICMS no 69/98. Lei no 9. de queijo prato.

Medida Judicial Cabível: Recurso Especial. o Tribunal a quo manteve a sentença. daí. Sendo o IPTU um imposto sobre a propriedade. 97. Não é devido o IPTU. dando ao vencedor o direito de uso do terreno do estacionamento. No caso. apresente o recurso cabível. mas. do Convênio ICMS 66?88 possibilitam ao Fisco valer-se de arbitramento para estabelecer valores´. bem como os artigos 2o. afastando-se. em venda interestadual. na região central da cidade. é detentora de um imóvel. por um ano. A posse por um contrato de uso. 148 do CTN. A Santa Casa de determinada localidade. em Acórdão publicado há dez dias. pois sua utilização não importa em aumento de tributo (art. alegou o contribuinte que o reajuste de preç o foi acertado com seu cliente após a saída da mercadoria e até mesmo depois de a mercadoria ter entrado no estabelecimento destinatário. Se tal base de cálculo for inferior à da pauta de valores já vigente. É devido o IPTU nas circunstâncias relatadas? Fundamente a sua resposta. sendo. QUESTÃO: Na qualidade de advogado da Cooperativa. do CTN). tendo em vista que a Santa Casa é imune ao imposto (art. podendo o Fisco valer-se dela sempre que o preço declarado pelo contribuinte for consideravelmente inferior ao de mercado´. No início do ano foi notificado pela Prefeitura Municipal para pagar o IPTU. a indicação de um possuidor como contribuinte apenas é possível se a posse se faz com animus dominis. argumentando que: a) ³Ocorrendo o fato gerador na saída da mercadoria. como já dito alhures. 97 do CTN. não caracteriza aquele animus. pois. a ser considerada. com prazo determinado. ocorrido após a remessa das mercadorias. ficou evidente que a exploração do imóvel estava relacionada com a obtenção de recursos para a própria Santa Casa atingir sua finalidade. O ganhador resolveu utilizar o referido terreno para estacionamento de seus familiares. promoveu campanha de rifas. b) ³O art. e explora parte de seu terreno como estacionamento. 148 do CTN. I. Segundo o contribuinte. o § 4º do mesmo art. já que somente a lei pode fixar a base de cálculo do tributo. do Decreto-lei no 406?1968 e 8o. 150. Procedem os argumentos do contribuinte? Por quê? O argumento do contribuinte não procede. Em sua defesa. 13 da Lei Complementar 87/96 é claro ao dispor: Nas operações e prestações interestaduais entre estabelecimentos de contribuintes diferentes. II. c) ³Há previsão legal no Estado de São Paulo para a utilização de pauta de valores. ademais. Aviado recurso de apelação. é possível sua aplicação´. Para obter recursos de maior monta. O Armazém San Genaro Ltda. sem qualquer ônus. entidade assistencial sem fins lucrativos. I . foi autuado em virtude de não haver recolhido ICMS sobre reajuste de preço. fato posterior ao surgimento da obrigação tributária.pedido. O § 5º do art. o valor do reajuste poderia estar sujeito à tributação no Estado onde já se encontrava a mercadoria por ocasião do pagamento do reajuste. (2) Violação do art. d) ³Não há qualquer incompatibilidade das pautas com a CF?88. em adequação da base imponível sobre a qual incidirá a alíquota´. na qualidade de possuidor do imóvel a título de direito de uso (art. VI. é a existente quando da aludida saída. a base imponível (base de cálculo). incompatível com o regime de pauta de valores mínimos. caso haja reajuste do valor . nos termos do mesmo dispositivo. 150 CF). dirigido ao Superior Tribunal de Justiça Mérito: (1) violação do art. a autoridade administrativa pode valer -se do arbitramento somente quando não merecer fé ou for omissa a declaração do contribuinte. em benefício de suas finalidades. no qual exerce atividade hospitalar a pessoas carentes. 34 do CTN). sendo considerado contribuinte. já que o arbitramento pressupõe processo regular. ³c´ da Constituição Federal). visando à reforma do acórdão acima referido.

adotando a base de cálculo de R$ 5. a quantia de R$ 1. enquanto o outro é contratado por cinco pessoas jurídicas diversas. sociedade que se dedica ao comércio de automóveis tem o capital social detido. já que está sujeit à retenção na o fonte.00. nos cinco d ias indicados pelo juiz para quitar a dívida ou oferecer bens à penhora. argüindo a baixa liquidez destes bens no mercado e. sujeitando-se.recurso especial perante o Superior Tribunal de Justiça. na faixa de isenção e não havendo imposto a recolher. No ano base de 2004. Nenhum deles possui dependentes nem efetua gastos com previdência social ou educação.00. na tabela progressiva. paralelamente. pois. de cada aluno. tomar as medidas cabíveis nos autos do agravo de instrumento. nem tampouco a circunstância de seus sócios serem pessoa jurídica com faturamento superior àquele montante ou residente em paraíso fiscal. a executada oferece à penhora bens de sua propriedade. As receitas da sociedade decorrem exclusivamente do comércio de automóveis no País. a AUTOLÁ S/A pagou o imposto de renda pela sistemática de tributação do lucro real. Um deles ministra aulas a cinco pessoas físicas diferentes. não há óbice à opção pelo lucro presumido.00 (seis milhões de reais). Identifique qual dos contribuintes possui maior recurso em caixa. pedido que é integralmente deferido pelo juiz. dep de atendidas as obrigações tributárias do mês. ao recolhimento do imposto. a empresa executada permanece inerte. agravo de instrumento contestando a falta de liquidez e pedindo o levantamento da penhora sobre o faturament . e (ii) por sociedade residente em país com tributação favorecida (paraíso fiscal). eles constatam que um deles possui maior recurso em caixa. no ano anterior. O contribuinte que ministra aulas a pessoas jurídicas terá maior recurso em caixa. Dois professores de inglês cobram de seus alunos valores idênticos.00 (cem mil reais). é possível a opção pelo lucro presumido? Observado o limite de faturamento. A atividade descrita não afasta a opção.000. a executada interpõe. apresentando no respectivo ano faturamento de R$ 6. tributada pelo lucro real e cujo faturamento anual é de R$ 100. Cada um deles possui cinco alunos e recebe. como máquinas utilizadas em sua linha de produção.000.000. a diferença fica sujeita ao imposto no estabelecimento do remetente ou do prestador. recaindo. perante o Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo. solicita a penhora de 30% do faturamento da executada. que o ois outro. recurso que.000. . pelas pessoas jurídicas envolvidas.depois da remessa ou da prestação. Contra a referida decisão.00 (mil reais). inferior a R$ 48. Após tomar ciência da relação de bens indicados pela executada. QUESTÃO: Considerando a penhora de 30% do faturamento da executada. Uma empresa sofre execução fiscal promovida pela Procuradoria da Fazenda do Estado de São Paulo e. que chega a 27. em iguais proporções. a Fazenda Pública protocola petição rejeitando os bens oferecidos. Sendo cinco pessoas jurídicas.00 a cada mês. Exclusivamente do ponto de vista da legislação do imposto de renda.000. o que poderia comprometer as suas atividades e o fato de ter a executada indicado outros bens que julga terem liquidez. cada uma adotará a base de cálculo de R$ 1. por: (i) pessoa jurídica sediada no País. No início do ano de 2005. transcorrido o prazo indicado.000. explicando a diferença. No final de cada mês. a AUTOLÁ S/A pretende analisar a alteração dessa sistemática com o fim de pagar menos IR e consulta-o a respeito da tributação pelo lucro presumido. como advogado da empresa. foi declarado improcedente.000. para dar aulas aos respectivos diretores presidentes. em separado. A AUTOLÁ S/A. Todavia. Já aquele contribuinte que presta serviços a pessoas físicas sujeita-se ao Recolhimento Mensal Obrigatório (carnê-leão).5%.000. por votação unânime da turma o julgadora. daí. .

´ A Empresa Globalcomunications Ltda.segundo entendimento de grande parte da jurisprudência. o juiz da Xa Vara Federal de São Paul o indeferiu o pedido alegando não ter o contribuinte apresentado as certidões negativas de Tributos Federais. Em hipótese alguma será considerada a redação escrita neste espaço. salvo as hipóteses de mandado de segurança. . .e sem que a empresa autuada tome qualquer iniciativa. depositado integralmente o valor a que havia sido condenada a pagar. apresentando a adequada fundamentação. a empresa pode ficar inviável.Ingressar com Ação Anulatória de Débito Fiscal. sediada no Município de São Paulo. tendo sido então o débito inscrito em Dívida Ativa há cinco meses. em cada um dos estados mencionados.requerer a declaração de inexistência da relação jurídica e a anulação do crédito inscrito em dívida ativa. nos termos do artigo 19 da Lei 11. adquirida pelo ³Estabelecimento Y´.) Se houver penhora do faturamento ou do rendimento. além do ICMS. . Em 10/06/2004.a lei não pode retroagir para atingir a coisa julgada ± a lei não poderia ter efeitos sobre os precatórios já expedidos ou com pagamento em curso. .trata-se de um ato coercitivo para cobrança de tributos (cobrança indireta) e que fere os princípios da legalidade. .830/80 ± ³A discussão judicial da Dívida Ativa da Fazenda Pública só é admissível em execução.´ . igualdade e coisa julgada. pelos seguintes montantes: (ii) meramente para fins desta questão. a Turma e a própria Seção mudaram a orientação e não permitem mais a penhora do rendimento da empresa. esta Turma entendeu que poderia penhorar 30% do rendimento da empresa. Municipais. localizado no estado de São Paulo. localizado no estado do Ceará e que faz referida aquisição para incorporação no seu ativo fixo..os serviços de comunicação devem ser tributados pelo ICMS e não pelo ISS. Tomar as providências cabíveis. O valor é composto. uma vez que o gravame deverá importar o menor ônus ao contribuinte executado. ingresse com a medida cabível para reformar o despacho que indeferiu o levantamento do depósito judicial do precatório. vende uma máquina para a produção de fósforos. a penhora sobre o faturamento somente tem cabimento na ausência de oferecimento de bens alternativos. é autuada em decorrência do não pagamento de Imposto Sobre Serviços de Qualquer Natureza (ISSQN) em relação aos valores recebidos pela prestação de serviços de comunicação. O prazo para impugnação administrativa expira. porque isso equivale a penhorar a própria empresa (. monetariamente corrigido e acrescido dos juros e multa de mora e demais encargos.Trecho do Julgado: ³Inicialmente. Contudo. QUESTÃO: Como advogado do contribuinte.efetuar o depósito do montante discutido .artigo 38 da Lei 6. QUESTÃO: Por julgar indevido o ISS sobre serviços de comunicação e. que poderia comprometer os seus negócios. especificamente do STJ. em 2003.. mas. no momento em que o contribuinte requereu o levantamento do depósito judicial. bem como a certidão de regularidade para com a Seguridade Social. esta precedida do depósito preparatório do valor do débito. na iminência de sofrer uma execução fiscal. o ³Estabelecimento X´. ação de repetição de indébito ou ação anulatória do ato declaratório da dívida. suponha-se que as alíquotas internas (hipotéticas) de ICMS para o produto mencionado no caso acima. foi expedido precatório tendo a União Federal. na forma desta Lei.Interposição de Agravo de Instrumento dirigido ao Tribunal Regional Federal da 3ª Região..a penhora sobre o faturamento poderá conduzir a empresa à insolvência .033/2004. a empresa o constitui como advogado para defender os seus interesses. Após o trânsito em julgado de decisão favorável ao contribuinte em ação de repetição de indé bito. sejam as seguintes: . . . depois. Estaduais.

000.00 Com base nos dados acima.000.00 R$ 438. calcular o ICMS devido em cada um dos Estados envolvidos.68 ICMS total recolhido na operação: R$ 65.50 cada.000. 1) .000. Na última declaração do imposto de renda elaborada pelo Sr.709.00 R$ 408.000.45 Erros de mero cálculo serão desconsiderados desde que indicadas corretamente as operações aritméticas.000.00 / 0. por ocasião da homologação do formal de partilha.000.93 ± R$ 408.08 R$ 35.096.C.68 x 0.00 IPI* 8. Considerando que as ações ingressaram no -se patrimônio particular do herdeiro pelo valor de R$ 1.00 / (1-0. Total 408.50.709. não deve ser recalculado para fins de resolução desta.806. considerando as alíquotas interestaduais vigentes. No momento do falecimento estas ações valiam R$ 1.00 R$ 30.Estado São Paulo Produto Máquinas em geral Alíquota 12% Ceará Máquinas em geral 15% Componente Valor da Mercadoria Valor (em R$) 400.68 ± R$ 408. cada uma delas valia R$ 1.) ICMS a ser recolhido: Em SP (pelo produtor de máquinas) No CE (pelo produtor de fios) R$ 408.07) ± R$ 408.000. neste caso ± aquisição para ativo fixo ± entra na B. pergunta-se: Qual será a tributação de Imposto de Renda e R$ 438.20 (um real e vinte centavos) a unidade e.77 . Nogueira faleceu deixando ao seu único herdeiro um lote de um milhão de ações de um grande banco brasileiro.Operação 1: Alíquotas: (i) interestadual ± 7% (ii) interna do CE (destino) ± 15% (iii) diferencial de alíquotas ± 8% Valor base para Cálculo: R$ 408. Nogueira.000.00 (um real) cada. O Sr. estas ações tinham um valor de R$ 1.709.00 * Trata-se de dado da questão.00 (IPI.

e não apenas como representante da União.ITCMD ± contribuinte .. 21.00 . da Constituição Federal. . Todavia.00 = R$ 1. .200.000.00 ± R$ 1. . O Presidente da República. .00 = R$ 500. age como representante da República Federativa do Brasil. Todavia.IR incidirá sobre a diferença entre R$ 1. Um determinado Estado da República Federativa do Brasil.000.) VIII ± celebrar tratados. A Panificadora Pães & Bolos adquire.000. no período compreendido entre novembro de 2002 e dezembro de 2003. portanto. considerando-se que os sócios da Panificadora Pães & Bolos não tinham qualquer influência sobre as decisões que eram tomadas na Panificadora Doces & Salgados? Fundamente. a Pães & Bolos é surpreendida com a cobrança de valores referentes a tributos federais não pagos pela Panificadora Doces & Salgados. na celebração dos tratados internacionais. . obrigando a todos os entes da federação. completando-se assim o processo de celebração do acordo internacional.20 x R$ 1.000.500.142/2004. . Distrito Federal e Municípios. Compete à União: I ± manter relações com Estados estrangeiros e participar de organizações internacionais (.) Art. industrial ou profissional.000.Espólio O Brasil firma um acordo internacional com país vizinho visando assegurar a isenção de impostos incidentes sobre um empreendimento de grande importância estratégica para os dois países.. em seguida. fundo de comércio ou estabelecimento comercial.³Art. Compete privativamente ao Presidente da República: (. em dezembro de 2004.apenas a União goza da soberania e. apenas o seu representante pode celebrar tratados internacionais desta natureza. III.o ITCMD será calculado com base no valor das ações por ocasião do falecimento ± R$ 1. já que os antigos sócios desta última resolveram aposentar-se. é promulgado o Decreto Legislativo nO 100/2004. e continuar a respectiva exploração. tais como os defendidos por Ives Gandra Silva Martins e Roque Carrazza. convenções e atos internacionais.previsão no artigo 133 do Código Tributário Nacional. sujeitos a referendo do Congresso Nacional.ITCMD ± R$1.´ Há entendimentos no sentido de que tratados internacionais não podem conceder isenções de tributos municipais e estaduais. sob a mesma ou outra razão . pelo Presidente d República. Estados.Herdeiro . decide questionar a sua constitucionalidade. Indaga -se: procede esta cobrança.. é expedido. englobados União.000.IR ± contribuinte .000.20. o Decreto nO a 2.³A pessoa natural ou jurídica de direito privado que adquirir de outra. 84.000. especificamente da incidência do ICMS.00.Trata-se de responsabilidade por sucessão tributária por aquisição de estabelecimento. Analise a questão à luz do disposto no artigo 151. Referido acordo internacional tem o seu texto referendado pelo Congresso Nacional e. . uma outra panificadora (Doces & Salgados) da mesma região. a doutrina dominante entende tratar-se de lei de caráter nacional. por qualquer título.. Após a ratificação do acordo. .000. vislumbrando a perda de receitas tributárias por força da isenção concedida pelo acordo internacional.00 x 15% = R$ 75.00 x 4% = R$ 48. em meados de maio de 2005.ITCMD incidentes sobre a operação acima descrita? Como deverão ser determinadas as bases de cálculo e quem serão os contribuintes? Haverá a incidência de dois tributos ± ITCMD e Imposto de Renda.

inciso I. devidos até a data do ato: I ± integralmente. mas acabou prescrevendo a publicação do valor venal de cada imóvel em concreto. este imóvel valeria R$ 700. por meio de seu artigo 17.000. tendo se aposentado. O referido decreto estabelece: ³Artigo 7 : A base de cálculo do imposto é o valor venal dos bens ou direitos transmitidos. buscou.051. inclusive com a participação da sociedade representada no Conselho de Valores Imobiliários. da Constituição Federal . nova atividade no mesmo ou em outro ramo de comércio. mas sabem que este ato não será consumado na hipótese de o ITBI não ser recolhido consoante o Decreto Municipal no 46. dispositivos estes que promoveram a alteração da b ase de cálculo do tributo mencionado. e cujo valor venal no carnê de IPTU é de R$ 600.artigo 150. a legislação do Município de São Paulo referente ao Imposto sobre a Transmissão de Bens Imóveis (Lei 11.esta atualização implica verdadeira majoração da base de cálculo. inciso II e parágrafo 1º . que passou a ser fixada pelo Município com base na Planta Genérica de Valores. inciso I. Parágrafo 3o : O valor venal divulgado. da Secretaria de Finanças do Município de São Paulo. em condições normais de mercado. ferindo o princípio da legalidade .´ O Sr.A Panificadora Pães e Bolos terá que arcar integralmente com o débito da Panificadora Doces e Salgados. de forma a assegurar sua compatibilização com os valores praticados no Município. pois os sócios desta última. Todavia. segundo a qual fica a pessoa jurídica que possui débitos não garantido junto à União e/ou s INSS impedida de efetuar a distribuição de lucros aos sócios ou quotistas. reaproveitar uma antiga regra contida no artigo 32 da Lei 4. dos preços correntes das transações e das ofertas à venda no mercado imobiliário.´ . com valor fixado em R$ 500. .00 (setecentos mil reais). de 29 de dezembro de 2004. II ± o subsidiariamente com o alienante. Machado. mediante contrato formal e regular. Artigo 8o: A Secretaria Municipal de Finanças tornará públicos os valores venais atualizados dos imóveis insc ritos no Cadastro Imobiliário Fiscal do Município de São Paulo. bem como pela Portaria no 81/05.princípio da legalidade . Parágrafo 1 o o : Os valores venais dos imóveis serão atualizados periodicamente. não deram seguimento à atividade.000. indústria ou atividade.00 ( quinhentos mil reais).00 (seiscentos mil reais). tome as medidas judiciais cabíveis visando assegurar o pagamento do tributo da forma menos onerosa possível. se este prosseguir na exploração ou iniciar dentro de 6 meses. a contar da data da alienação.228/05. Propriedade Predial e Territorial Urbana ² IPTU. por amostragem. sob pena de multa. segundo a Planta Genérica de Valores. se o alienante cessar a exploração d comércio. mas não se trata de mera atualização monetária da base de cálculo . A Lei no 11.357/64. Recentemente. artigo 97. As partes têm interesse em fazer o registro da transmissão da propriedade no cartório de registro de imóveis o mais rápido possível.impossibilidade de fixação da base de cálculo por decreto.000.artigo 9. mediante pesquisa e coleta perm anente. em nenhuma hipótes será inferior à base de cálculo do Imposto sobre a e. QUESTÃO: Como advogado. Guimarães acabou de negociar a venda. para efeitos deste imposto. . o que só seria possível por lei. de um imóvel seu para o Sr. utilizada no exercício da transação.154/91) foi substancialmente alterada pelo Decreto Municipal no 46.social ou sob firma ou nome individual. Parágrafo 1o : Considera-se valor venal.o artigo 8º do Decreto. responde pelos tributos. relativos ao fundo ou estabelecimento adquirido. O parágrafo 1º deste artigo determinou a atualização periódica do valor venal.Mandado de Segurança . não fixou apenas critérios genéricos e abstratos para apuração do valor venal. o valor pelo qual o bem ou direito seria negociado à vista. indústria ou profissão.228/05.

pretende distribuir dividendos a seus sócios. em montante igual a 50% (cinqüenta por cento) das quantias distribuídas ou pagas indevidamente.sanções indiretas . Para o exercício da sua delicada função.Assim. uma vez que ele figurava no pólo passivo da execução fiscal. O Sr. a 50% (cinqüenta por cento) do valor total do débito não garantido da pessoa jurídica. segundo a nova redação do artigo 32. contudo. parte patronal. empresa do segmento de helicópteros e que passa por graves dificuldades financeiras. apenas excepcionalmente a sanção indireta tributária. não garantido.357/64.´ QUESTÃO: Considerando que a empresa Beta Gama S/A. Ubaldo. bem como a seus diretores e demais membros de órgãos dirigentes. como o devido processo legal.Mandado de Segurança . por falta de recolhimento de imposto. para com a União e suas autarquias de Previdência e Assistência Social. . para promover o seu saneamento e torná -la novamente lucrativa. do Código Tributário Nacional o .. QUESTÃO: Na qualidade de advogado do Sr. não poderão: (. em montante igual a 50% (cinqüenta por cento) dessas importâncias. estabeleceu se que: ³Art. sem ter. da Lei 4. Ubaldo. 32.restrições ou proibições impostas ao contribuinte. Ubaldo recebeu amplos poderes dos sócios. (.pode-se também alegar violação ao princípio da proporcionalidade . o Sr. . prevê. tome as medidas cabíveis. como forma indireta de obrigá-lo .051/04.. art. alterado pelo artigo 17 da Lei no 11. nos exercícios de 2000 e 2001. § 2 A multa referida nos incisos I e II do § 1o deste artigo fica limitada.) § 1o A inobservância do disposto neste artigo importa em multa que será imposta: I ± às pessoas jurídicas que distribuírem ou pagarem bonificações ou remunerações. 5. no prazo legal. As pessoas jurídicas. ingressado com recurso administrativo que pudesse suspender a exigibilidade do débito envolvido.) b) dar ou distribuir participação de lucros a seus sócios ou quotistas. enquanto estiverem em débito.artigo 135. fiscais ou consultivos.há cerceamento dos direitos fundamentais dos contribuintes. III. acabou-se por não pagar a contribuição previdenciária.desobedecem a adequação dos meios.. LIV) é suprimido .. Seguiu -se a execução fiscal com a penhora dos bens pessoais do Sr. II ± aos diretores e demais membros da administração superior que receberem as importâncias indevidas. em janeiro de 2006. artigo 195. A empresa sofreu autuação fiscal em setembro de 2005. desrespeita o princípio de menor ingerência possível nos direitos do cidadão . Em vista do delicado quadro financeiro da empresa e para que fossem adimplidos os compromissos com empregados e fornecedores. iniciada em janeiro de 2000.devido processo legal (CF. parágrafo 3º. que possui débitos não garantidos perante a União.Embargos à execução . foi contratado para o cargo de diretor da Tokiofly Ltda. executivo consagrado no mercado. respectivamente. taxa ou contribuição. Ubaldo. ..a CF. como advogado tome as providências cabíveis defendendo os interesses da empresa. mas teme que este procedimento venha a lhe acarretar algum tipo de autuação fiscal.

pelo tomador.sustentar que mero não pagamento de tributo não configura excesso de poder ou infração de lei suficiente para responsabilizar pessoalmente o diretor A empresa X auferiu receitas ao longo do exercício de 1999. oriente o Sr. Tendo fixado a residência no Brasil. contratou os serviços da empresa Y. declarado às autoridades fiscais os valores devidos a título de PIS e de COFINS. porquanto a referida empresa passava por sérias dificuldades financeiras.249/95. o que significa que a contagem do prazo prescricional voltou a ocorrer 180 dias após a data de inscrição em dívida ativa. 07/2004. sócio majoritário de uma sociedade limitada. oriente a I empresa X na hipótese de a prestadora de serviços (empresa Y) não ter efetuado o cadastro exigido junto à Prefeitura de São Paulo. o Sr. mudou-se há três anos de Paris para São Paulo para viver com a sua esposa brasileira. está em Barueri. de 5% (cinco por cento) referente ao SS. Orientar a Empresa X a fazer a retenção do ISS sob pena de responsabilidade. A Procuradoria da Fazenda Nacional. tendo a empresa sido citada em 06/07/05.598/05.deverá pagar imposto sobre o rendimento auferido no Brasil e na França . Oriente o Sr. ou seja. então. Justifique a sua resposta indicando a base legal aplicável. Pierre passará a ser tributado segundo o princípio da universalidade . O prazo prescricional não foi respeitado. Pierre recebe um salário de R$ 20.. visando obter. uma vez que o a rtigo 10 da Lei 9. do Município de São Paulo. Considerando que.000. se deve investir como pessoa física ou capitalizar a sua empresa e. pretende investir no mercado de ações.00 da subsidiária da empresa francesa onde trabalha. como regra. Pierre. terão que se cadastrar na Prefeitura deste município para não sofrerem a retenção. os a respectivos valores não foram recolhidos em favor da União Federal. ele tem dúvidas a respeito da forma fiscalmente menos onerosa de efetuar os seus investimentos. Andrade a investir como pessoa física ou como pessoa jurídica. cuja sede. Considere. Portanto. em São Paulo. segundo a qual empresas de outros municípios que prestam serviços especificados no Decreto Municipal no 46. efetuar a aplicação através da pessoa jurídica. com sede em São Paulo. os ganhos com ações são tributados na fonte a 15% pelo imposto de renda e projetando um resultado estimado de ganho no valor de R$ 100. No Brasil. Ver também artigo 174 do Código Tributário Nacional. Todavia. Ocorre que. aproveitando o bom momento do mercado financeiro.00 por mês. inscreveu os citados débitos de PIS e COFINS em Dívida Ativa da União Federal em 01/01/2004. no regular exercício de suas prerrogativas. tomando-se as datas de ocorrência dos fatos geradores até a distribuição da ação de execução fiscal. Andrade.000. Neste contexto. o Sr. A empresa X.000. tributada pelo lucro presumido.00. embora declar dos. conforme determina a legislação tributária aplicável. terá sido consumada a prescrição. Todavia. observando a existência de um tratado internacional contra a bitributação firmado entre o Brasil e a França. indaga se foi -se respeitado o prazo prescricional para a cobrança (ajuizamento da ação de execução fiscal) em tela. Pierre a respeito da tributação dos referidos rendimentos no Brasil. a menor tributação possível. Pierre continua a receber uma série de rendimentos pagos por fontes situadas na França e que somam cerca de R$ 50. O Sr. A execução foi ajuizada quase um ano e meio após a inscrição em dívida ativa (05/07/2005). que o serviço prestado pela empresa Y esteja previsto no Decreto Municipal no 46. ou seja. § 3º.598/05. O Sr. francês. o Sr. A inscrição em dívida ativa suspende o prazo prescricional por 180 dias (artigo 2º. nos termos de seu contrato social.830/80). tendo. obviamente. na resposta. Em 05/07/2005 foi ajuizada execução fiscal para cobrança da dívida. Lei 6. . garante a isenção tributária dos dividendos distribuídos às pessoas físicas. descontados os 180 dias de suspensão.o imposto pago na França (sobre os rendimentos lá auferidos) poderá ser compensado com o imposto devido no Brasil sobre estes rendimentos. Considerando que os serviços serão prestados para a empresa X em São Paulo e observado o disposto na Portaria SF no 101/2005.

. 1. da Constituição Federal.É menos onerosa a aplicação feita por pessoa física. que deve ser o valor suficiente para ressarcir o Estado pelo exercício do poder de polícia ou pela prestação de serviços públicos específicos e divisíveis. teve seus bens penhorados e silenciou. porém. PIS e COFINS. por 4 (quatro) meses consecutivos. constata-se a revelia da empresa brasileira que. com pedido de antecipação dos efeitos da tutela jurisdicional. Referida taxa passará a ser exigida no dia 1. decorrente de falta de recolhimento de ICMS. . pois haverá apenas a retenção de 15% a título de mposto de renda i . com pedido de liminar. haverá a incidência das alíquotas de 15% e adicional de 10%. PIS e Cofins. Quando da solicitação de relatório de informações de apoio para emissão de certidão junto à Secretaria da Receita . PONTO 1 O município em que está estabelecida a empresa X editou lei instituindo taxa de limpeza pública para o custeio do serviço público municipal de limpeza de logradouros públicos. citada.5%.no caso de se investir como pessoa jurídica. A empresa X aderiu ao Programa de Recuperação Fiscal ± REFIS. QUESTÃO: Como advogado. pleiteando a anulação do ato de inscrição do débito em dívida ativa. também. não se prestando para custeio mediante taxa.Mandado de segurança preventivo ou ação declaratória de inexistência de relação jurídico-tributária. jamais o faturamento das empresas estabelecidas no município. Ex-procurador de empresa estrangeira foi citado por edital para pagar dívida fiscal de empresa sediada no Brasil. visando assegurar o patrimônio do ex -procurador da empresa. Sua base de cálculo é o faturamento das empresas estabelecidas no município e sua alíquota é de 0. Interposição de exceção de pré-executividade com pedido de exclusão do nome do ex -procurador do pólo passivo da execução fiscal. também vedada pelo artigo 150. A sentença nos autos da execução transitou em julgado.º de janeiro do próximo ano.A base de cálculo eleita pela lei em questão não é própria de taxa. controlada pela empresa estrangeira da qual foi procurador. sem possibilidade de individualização dos respectivos usuários e.Os serviços públicos em questão são executados em benefício da população em geral. o ex -procurador de empresa estrangeira. adote as medidas judiciais cabíveis. resultando na inscrição do débito em dívida ativa e intimação da empresa para imediato pagamento do débito. prestados ao contribuinte ou postos a sua disposição. QUESTÃO: Na qualidade de advogado da empresa X. visando assegurar a reinclusão da empresa no REFIS. Por tal motivo. . Igualmente é cabível o argumento de que a taxa em questão implica na utilização de tributo com efeito de confisco. da referibilidade a contribuintes determinados. A impugnação ao auto de infração foi protocolada extemporaneamente. adote as medidas judiciais cabíveis. Ajuizamento da ação anulatória de débito em divida ativa. Além do recolhimento das parcelas mensais do REFIS. conseqüentemente. Uma das exigências legais para a sua habilitação na licitação em questão é a regularidade fiscal. porém. IV. a empresa deveria manter o pagamento regular dos demais tributos em dia. QUESTÃO: Como advogado. em março de 2000. Diante da insuficiência de bens da executada. ou mandado de segurança repressivo. Ao apreciar os autos da execução fiscal. embora o valor retido de 15% possa ser compensado posteriormente. sob pena de exclusão do REFIS. a empresa foi notificada da lavratura de auto de infração relativo à falta de recolhimento integral da COFINS. com os cód igos de receita invertidos. o juiz acatou petição da Procuradoria do Estado e determinou fosse citado. A empresa X pretende participar de processo licitatório para a prestação de serviços de engenharia para uma empresa pública. tome as medidas judiciais cabíveis para questionar a exigência dessa taxa. cuj prova a deve ser feita mediante a apresentação de certidão negativa de débito ou certidão positiva com efeito de negativa. como determina a Constituição Federal no §2º do artigo 145 e confirma a jurisprudência do Supre mo Tribunal Federal. Ocorre que a empresa recolheu pontualmente. conforme entendimento jurisprudencial.

ao fiscalizar a empresa tomadora dos serviços. Não é devida CPMF sobre os valores envolvidos na transferência em questão. o tabelião exige o pagamento do imposto de transmissão relativo aos três atos. exceto nos casos de lançamentos a crédito na hipótese de que trata o inciso II do art. A empresa Y receberia. com garantia hipotecária que mantinha com X. dos mesmos titulares. preço relativo aos serviços prestados.Federal ± SRF. A empresa X pretende transferir recursos financeiros mantidos em conta corrente de depósito no Banco A para conta de idêntica natureza no Banco B. O Município local. em contas correntes que apresentem saldo negativ até o limite de valor da redução do saldo devedor´. No entanto. desobrigando-a do recolhimento do tributo em questão. que se refere a ³lançamento a crédito. A escritura definitiva de venda e compra. 2°´. por instituição financeira . 3. A certidão negativa de débito poderia ser obtida em qualquer das hipóteses de extinção do crédito tributário previstas no artigo 156 do Código Tributário Nacional. por peça costurada. a empresa X foi fiscalizada e o agente fiscal lavrou auto de infração referente ao não recolhimento do referido tributo. oriente o departamento fiscal sobre a alternativa ou as alternativas existentes para a obtenção de certidão positiva com efeito de negativa. cede a dívida. onde já possui conta corrente aberta. 5. foi pago IPI. Como advogado da empresa. a empresa Y resolve vender o imóvel para a empresa Z. O artigo 8º. Ao lavrar a escritura definitiva da operação imobiliária. que orientação você daria ao seu cliente quanto ao pagamento dos mencionados tributos? Orientar o cliente a recolher o ISS sobre os serviços de beneficiamento. a única das hipóteses previstas no referido artigo que depende de uma iniciativa da empresa X e que não envolve uma medida judicial é o parcelamento do débito em questão. se é devida a Contribuição Provisória sobre Movimentação ou Transmissão de Valores e de Créditos e Direitos de Natureza Financeira ± CPMF sobre os valores envolvidos na transferência em questão. O diretor jurídico da empresa X consulta para saber -o se o procedimento do agente fiscal está correto. exige dela o pagamento do ISS devido sobre idêntico fato gerador. nos termos da legislação vigente. porém. A empresa X prometeu a venda de imóvel seu para a empresa Y. Sobre o valor dos serviços de beneficiamento. conforme jurisprudência pacífica e maioria doutrinária. na qualidade de consultor tributário da empresa. Posteriormente. A suspensão da exigibilidade do crédito tributário por meio de medida liminar concedida em mandado de segurança não impede o Fisco de proceder à constituição do crédito tributário para prevenir a decadência do direito de lançar. . Sob a ótica do disposto no artigo 156. sem que haja a necessidade de a empresa X ingressar com medida judicial. 2. para conta de idêntica natureza. caso descrito no enunciado da questão. II. A empresa X ingressou com mandado de segurança para questionar a exigênci de um determinado tributo e obteve a medida liminar. embora a emp resa X estivesse desobrigada de seu pagamento por força da mencionada liminar. A empresa X contratou os serviços da empresa Y para costura de etiquetas em confecções suas. não foi lavrada. o que não é o o. portanto. mas o enunciado da questão faz referência apenas à certidão positiva com efeito de negativa. As modalidades de suspensão do crédito tributário previstas no artigo 151 do Código Tributário Nacional ± CTN permitem a obtenção de certidão positiva com efeito de negativa. II da Lei nº 9. estará correta essa exigência? Por quê? O Município pode exigir imposto de transmissão inter vivos dos dois atos de alienação de bem imóvel. declarado e não pago. da Constituição Federal. 4. a empresa X deparou-se com a existência de um débito em aberto de COFINS. O preço foi parcialmente pago. O diretor financeiro da empresa X questiona-o. Passados três anos.311/96 estabelece que a alíquota dessa contribuição fica reduzida a zero ³nos lançamentos relativos a movimentação de valores de conta corrente de depósito. Nesse contexto. Além da alienação do imóvel. pois este último ofereceu à empresa isenção de tarifas bancárias.

de 2003. de que o Imposto sobre Serviços ± ISS tem como fato gerador a prestação de serviços constantes de sua lista anexa. Até o momento. de um recurso extraordinário que trata da inconstitucionalidade da inclusão do ICMS na base de cálculo da COFINS. a Procomputer se viu obrigada a atrasar o pagamento de tributos federais de modo deliberado. bem assim o reconhecimento do direito ao crédito dos valores pagos a maior no passado.02 ± Cessão de direito de uso de marcas e de sinais de propaganda´. evidenciando a impropriedade de se querer tributar. é uma subsidiária de um grupo italiano do setor automotivo recém constituída no Brasil. na qualidade de depositário legal Seu departamento contábil. sendo que este imposto incide também sobre o serviço proveniente do exterior do País ou cuja prestação se tenha iniciado no exterior do País. Um dos primeiros contratos celebrados entre a Fabbrica Automobili Ltda. e no artigo 16 da Lei n° 6. efetuando os lançamentos fiscais e prestando as informações sobre os tributos impagos. vem sofrendo problemas financeiros.A. via ISS. e sua controladora refere -se à licença para uso da marca da empresa. com o intuito de poupar caixa para fazer frente às despesas com empregados e fornecedores. porém atuante no ramo tecnológico em mecânica de máquinas. verificou .Mérito: Da análise dos elementos característicos do contrato de licença para uso da marca decorr a conclusão lógica de que este e consubstancia uma obrigação de dar e não uma obrigação de fazer. ABC Industrial e Comercial Ltda. Entre os serviços constantes na lista anexa à Lei Complementar n. sucessora de outra empresa do mesmo grupo. (Observação: a ABC Industrial e Comercial Ltda. Não obstante impontual no cumprimento das obrigações principais. Fabbrica Automobili Ltda.º 116. A empresa de engenharia de informação Procomputer S. a empresa manteve as obrigações acessórias em dia. Embora a questão não esteja definitivamente julgada. Mandado de Segurança (Cf.830. sua cliente. Por não concordar com a exigência do ISS sobre a cessão de direito de uso da marca em questão.º 116.. pelo Supremo Tribunal Federal ± STF. Mandado de Segurança ou Ação Declaratória de Inexistência de Relação Jurídico -Tributária. este negócio jurídico. QUESTÃO: Na qualidade de advogado da empresa. de 27 de novembro de 1998). elabore a medida judicial solicitada por seu cliente. há seis votos favoráveis à empresa recorrente e um voto negando provimento ao recurso extraordinário em questão. o departamento a jurídico da Fabbrica Automobili Ltda. Inerte no prazo legal.Mérito: A empresa deve alegar que se aplica a regra da prescrição do direito do Fisco com . Ao analisar as incidências tributárias aplicáveis sobre esse contr to. tome as medidas judiciais cabíveis. Os débitos fiscais da Procomputer foram inscritos na Dívida Ativa da União. .A imprensa publicou recentemente diversas notícias acerca do julgamento. QUESTÃO: Na qualidade de advogado da empresa. visto que os minis tros ainda podem alterar seus votos. Sua cliente. Como resultado dessa circunstância. deparou-se com a previsão da Lei Complementar n. Súmula 105 do STJ: ³Na ação de mandado de segurança não se admite condenação em honorários advocatícios´ e Súmula 512 do STF: ³Não cabe condenação em honorários de advogado na ação de mandado de segurança´). agravada sua situação em virtude da falta de investimento por parte dos sócios estrangeiros. de 22 de setembro de 1. interessou-se por essa discussão jurídica e solicitou a elaboração de uma medida judicial que lhe assegure a não inclusão do ICMS na base de cálculo da COFINS daqui pra fre nte.. previsto na Lei n. de 2003. sua cliente o contrata para propor uma medida judicial que afaste tal exigência. elabore a medida judicial solicitada por seu cliente. apura a COFINS pelo regime da cumulatividade. dando-se início às execuções fiscais correspondentes. QUESTÃO: Na qualidade de advogado da empresa. do Código de Processo Civil. Embargos de devedor com fulcro no artigo 736 e seguintes. . Protecmaq Ltda.. levando -se em conta que sua cliente solicitou uma medida judicial que não implique na sua condenação em honorários de sucumbência.º 9. teve bens penhorados para garantia do débito e intimado o representante legal da penhora realizada. A Procomputer foi citada nas mencionadas execuções fiscais.718.. encontra o -se seguinte item ³3. que determinados tributos federais lançados há mais de seis anos foram inscritos na dívida ativa extemporaneamente.980. porém.

2. Considerando que a empresa tem a intenção de pagar esse valor à vista. Conseqüentemente. A empresa ABC Industrial e Comercial Ltda. assim como sobre o entendimento das autoridades fiscais federais acerca da extensão desse instituto.00 (duzentos e cinqüenta mil reais) e aplicar o produto da venda na aquisição de um outro imóvel nesse valor. sem pagamento antecipado. de 24 de dezembro de 2003.00 (cem mil reais). etc. apura esses tributos pelo regime do lucro real. elabore uma resposta à consulta do cliente sobre os encargos devidos no procedimento de denúncia espontânea. O ganho de capital auferido por residente ou domiciliado no exterior será apurado e tributado de acordo com as regras aplicáveis aos residentes no País.000. Nesse caso. A empresa XPTO deixou. . A empresa ³X´. da multa moratória. por equívoco. ex vi dos arts. bem como sobre a existência de algum incentivo aplicável à operação por ela pretendida. cuja hipótese supõe o fluxo de cinco anos. se for o caso. Diante disso. realiza a venda de participação societária com ágio em empresa brasileira ³Y´ para a empresa ³Z´. Elabore uma resposta ao cliente acerca da tributação ou não dos valores restituídos a título de PIS e COFINS pagos indevidamente pelo Imposto sobre a Renda das Pessoas Jurídicas (IRPJ) e pela Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL). com base no art.249/1995. Dessa forma. correspondentes aos juros equivalentes à taxa referencial do Sistema Especial de Liquidação e de Custódia ± SELIC. 3. à alíquota de quinze por cento.Nos termos do artigo 39 da Lei nº 11. sobre os débitos denunciados espontaneamente há apenas a incidência de juros moratórios. mas. Nos termos do artigo 27. 150 e 174 do CTN. da Instrução Normativa SRF nº 84. 1. GIA. a renda decorrente dessa operação pode ser tributada no Brasil? Justifique sua resposta. O Supremo Tribunal Federal . 4. considerando que a ABC Industrial e Comercial Ltda. também. no prazo de 180 (cento e oitenta) dias contado da celebração do contrato. fica isento do imposto de renda o ganho auferido por pessoa física residente no País na venda de imóveis residenciais. acompanhada. de 2005. que está informado em sua Declara ção do Imposto de Renda Pessoa Física pelo valor histórico de R$ 100. o ganho de capital sujeita -se à incidência do imposto de renda. aplique o produto da venda na aquisição de imóveis residenciais localizados no País.718/98 que instituiu nova base de cálculo para a incidência da contribuição ao Programa de Integração Social ± PIS e da Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social ± COFINS. do pagamento do tributo devido e dos juros de mora. conforme estabelece o art. houve a extinção do direito de ação do Fisco cobrar judicialmente o crédito tributário.). de 2001.196. por maioria. de recolher a contribuição para o Programa de Integração Social ± PIS referente ao mês de maio. ingressou com ação de repetição de indébito em re lação ao PIS e à COFINS.000. 24 . sediada e constituída nos EUA. em períodos anteriores.º 9. Na sua opinião. 18 da Lei nº 9. sediada e constituída na Alemanha. se. Nos termos do artigo 138 do Código Tributário Nacional ± CTN (Lei nº 5.º do artigo 3. de 1966) ³A responsabilidade é excluída pela denúncia espontânea da infração. quando o montante do tributo dependa de apuração´.º da Lei n. ou do depósito da importância arbitrada pela autoridade administrativa. Ela pretende vender esse imóvel por R$ 250. que foi julgada procedente. Maria o consulta sobre a alíquota do imposto de renda incidente sobre o ganho de capital a ser apurado. A denúncia espontânea afasta a exigência não só da multa punitiva. desde que o alienante.STF declarou. Maria é proprietária do imóvel onde reside. contados da data da entrega do documento de formalização do crédito ao Fisco (DCTF. sob a forma de tributação definitiva.172. razão pela qual o consulta acerca da tributação desses valores. tiverem sido computados como despesas dedutíveis do lucro real e da base de cálculo da CSLL. os valores restituídos a título de tributo pago indevidamente serão tributados pelo Imposto sobre a Renda das Pessoas Jurídicas (IRPJ) e pela Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL). Indique a sua orientação e a fundamentação legal. recolhidos a maior. a inconstitucionalidade do parágrafo 1. Nos termos do artigo 1º do Ato Declaratório Interpretativo SRF nº 25.constituição do crédito pelo contribuinte.

Minas Gerais. . fica responsável pela retenção e recolhimento do imposto de renda incidente sobre o ganho de capital. 150 concede imunidade de impostos sobre patrimônio. Os pagamentos realizados aos mencionados dirigentes da instituição de ensino. art. auferido por pessoa física ou jurídica residente ou domiciliada no exterior que alienar bens localizados no Brasil. renda e serviços das instituições de educação sem fins lucrativos. Imagine que você é consultado por um cliente.da Lei nº 10. quando o adquirente for residente ou domiciliado no exterior.833/2003. 5. reitor e vice -reitor da universidade que mantém na Cidade de Ouro Preto. em busca de informações quanto ao pagamento regular de salários aos dirigentes. O art. ou o procurador. o adquirente. uma vez atendidos os requisitos legais. pessoa física ou jurídica residente ou domiciliada no Brasil. 14. comprovada a atividade administrativa e pedagógica ligada exclusivamente aos objetivos da entidade não configura infração ao disp osto no art. 14 do CTN fixou as condições para gozo da imunidade. do CTN. presidente de instituição de educação sem fins lucrativos. Que orientação você daria ao cliente? A CF.

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