Questões de Direito Tributário

A sociedade Magnólia Comercial Ltda. atuava no ramo de comércio varejista de roupas infantis, mantendo loja na cidade de São Paulo, denominada "O Bebê Feliz". Findo o prazo de locação, o estabelecimento comercial foi fechado e ali instalou-se estabelecimento de venda de lustres e abajures, denominado "Lustres do Manolo", mantido por Manolo e Irmãos Ltda. Porém, corria contra a Magnólia Comercial Ltda., execução fiscal para cobrança do ICMS relativo aos meses de junho a setembro de 1999, no valor total de R$ 100.000,00 (cem mil reais). O Exeqüente, constatando o fato, requereu a inclusão, no pólo passivo da execução fiscal, da Manolo e Irmãos Ltda., na qualidade de responsável tributário em virtude da aquisição de estabelecimento comercial, o que foi deferido pelo Juízo. Há 15 (quinze) dias, a Manolo e Irmãos Ltda. foi intimada da penhora de bens de sua propriedade. QUESTÃO: Na qualidade de advogado da Manolo e Irmãos Ltda., atue na defesa de seus interesses. Oposição de embargos à execução fiscal, dirigidos ao Juízo de Direito das Execuções Fiscais Estaduais de São Paulo, com observância dos requisitos do art. 282 do Código de Processo Civil e na forma do artigo 16 da lei nº 6.830/80. No mérito, deverá o candidato sustentar que não responde pelo tributo, nos ermos do Código Tributário Nacional. A t responsabilidade prevista no art. 133 desse Estatuto limita-se aos casos de alienação de fundo de comércio ou estabelecimento comercial. No caso concreto, além de não ter havido cessão do estabelecimento (não havia re lação entre o titular atual e o anterior), os estabelecimentos mantidos por ambas as sociedades são nitidamente distintos, explorando, a Manolo e Irmãos Ltda., outro ramo de atividade. Em fiscalização realizada em 12 de novembro de 1991, a empresa "Comérci de Óleo Vegetal S.A." teve contra si o lavrado Auto de Infração e Imposição de Multa porque a fiscalização entendeu que haviam sido praticadas as seguintes irregularidades: a) falta de pagamento do imposto sobre importação, referente a fato gerador ocorrid em 22.02.87; b) o falta de pagamento do IPI (imposto sobre produtos industrializados) relativo à fato gerador ocorrido em 05.03.89; c) falta de pagamento do IR (imposto sobre a renda) referente à venda de mercadorias sem nota fiscal (omissão de receita) em 01.07.90. Para os ítens "a" e "b" ingressou imediatamente com defesa administrativa cuja decisão, desfavorável a ela, transitou em julgado em 10.10.96. Não sendo pago o crédito tributário constante do referido Auto de Infração, após a inscrição na dívida ativa, foi o débito objeto de Execução Fiscal proposta pela União Federal, cuja inicial foi deferida pelo MM. Juízo em 09.08.97. Questão: Como advogado da Empresa "Comércio de Óleo Vegetal S.A.", propor a medida judicial cabível. Oferecer embargos à execução, endereçado ao Exmo. Sr. Dr. Juiz Federal da ..... MM. Vara das Execuções Fiscais da Seção Judiciária de São Paulo e ou Exmo. Sr. Dr. Juiz de Direito do Anexo Fiscal do Fórum da Comarca de ....., alegando prescrição, nos termos do artigo 174 do CTN, cc art. 8º, parágrafo 2º, da Lei das Execuções Fiscais nº . 6.380/80, relativamente ao IR, pois, nos termos do enunciado, nada há a requerer em relação aos demais impostos. O Presidente da República, em 03.10.94, expediu o Decreto nº 35.225, publicado na mesma data, que elevou a alíquota do IR (imposto sobre a renda), e a base de cálculo do IOF (imposto sobre operações de crédito, câmbio e seguro) sobre empréstimos rurais. Por sua vez, a Lei nº 2.289, publicada em 08.10.94, elevou a base de cálculo d o ITR incidente sobre imóveis rurais localizados no interior do Estado de São Paulo, com o que não concordou pessoa jurídica, sua cliente. Questão: Como advogado da referida pessoa jurídica, propor a medida judicial cabível. Ingressar com ação declaratória, com base no artigo 4º do CPC, contra a União Federal, ou Mandado de Segurança, com base na Lei nº 1.533/51, contra o delegado da Receita Federal de .... do Estado de São Paulo; as medidas judiciais serão endereçadas ao Exmo. Sr. Dr. Juiz Federal da MM. .... Vara da Justiça Federal, Seção Judiciária de São Paulo, alegando afronta ao princípio da legalidade, previsto no artigo 150, I, da CF, relativamente ao IR e ao IOF, e afronta ao princípio da uniformidade geográfica, previsto no artigo 151, I, da CF, relativamente ao ITR.

O Decreto n.; 57.927, de 22 de julho de 1997, publicado no Diário Oficial da União de 23.07.97, em seu artigo 5;, elevou a alíquota do IPI (imposto sobre produtos industrializados) incidente sobre tapetes fabricados no Estado de São P aulo, destinados a automóveis, sendo que em seu artigo 7; majorou a alíquota do Imposto sobre a Importação de Produtos Estrangeiros incidente sobre televisores, passando a exigir os referidos aumentos já a partir da publicação da referida norma. A empresa "AZ" não concordou com os referidos aumentos de tributo, razão pela qual o contratou para defender seus interesses. Questão: Como advogado da empresa "AZ", propor a medida judicial cabível. Ingressar com ação declaratória, com base no artigo 4º do CPC, contra a União Federal, ou Mandado de Segurança, com base na Lei nº 1.533/51, contra o Delegado da Receita de .... do Estado de São Paulo; medidas judiciais estas que serão endereçadas ao Exmo. Sr. Dr. Juiz Federal da MM. Vara da Justiça Federal, Seção Judic iária de São Paulo, alegando afronta ao princípio da uniformidade geográfica, previsto no artigo 151, I, da CF, não havendo nada mais a requerer em relação ao II, bem como em relação ao princípio da anterioridade previsto no artigo 150, III, "b", da CF, uma vez que ambos os tributos estão amparados pelo artigo 153, parágrafo 1º, da CF. A empresa "Casas de Madeira, Indústria e Comércio Ltda." deixou de recolher o ICMS (18%) em operação de venda de produto industrializado realizada em 24.05.79. Em 28.03.1985, a fiscalização identificou a irregularidade e lavrou Auto de Infração passando a exigir o pagamento do imposto, calculado pela aplicação da alíquota de 25%. Irresignada com a exigência, imediatamente ingressou com defesa administrativa, mas não teve suces sendo que a decisão, que lhe foi so, desfavorável, transitou em julgado em 31.12.91. Por falta de pagamento, o crédito tributário foi inscrito na Dívida Ativa e em 10.12.96 a Fazenda Pública propôs Execução Fiscal, sendo deferida a inicial pelo MM. Juízo, nesta mesma data.Questão: Como advogado da Empresa "Casas de Madeira, Indústria e Comércio Ltda.", propor a medida judicial cabível. Oferecer embargos à execução, endereçado ao Exmo. Sr. Dr. Juiz de Direito do Anexo Fiscal do Fórum da Comarca de ...., alegando decadência, nos termos do artigo 173 do CTN, e afronta ao princípio da irretroatividade da Lei, nos termos do artigo 150, III, "a", da CF, cc. artigo 144, do CTN. Em 01.06.93, em auditoria realizada em sua escrituração fiscal, foi constatado que, em face de má interpretação da legislação tributária vigente na data da ocorrência do fato gerador, por descuido dos funcionários encarregados da emissão das notas fiscais e da sua correspondente escrituração fiscal, a Empresa de Serviços de Vigilância Patri onial m Ltda., tinha efetuado pagamento indevido de ISS (imposto sobre serviços de qualquer natureza), nos meses de 12/87 a 04/93, relativamente aos meses de apuração 11/87 a 03/93. Questão: Como advogado da Empresa de Serviços de Vigilância Patrimonial Ltda., acionar a medida judicial cabível. Ingressar com ação de repetição do indébito, com fulcro nos artigos 165 e 168 do CTN, perante o Exmo. Sr. Dr. Juiz de Direito da MM. ..... Vara do Fórum da Comarca de ...., alegando decadência, nos termos do artigo 1 73, do CTN. A repetição somente poderá abranger o período de 01.06.88 em diante, em atendimento ao artigo 168, do CTN. 1. O cliente, em consulta, diz que a União exigiu-lhe o pagamento de um imposto extraordinário, nos termos do artigo 154, inciso II, da Constituição Federal. Apesar de compreender a situação da criação do referido imposto, quer saber por quanto tempo terá que o recolher. Esse tipo de imposto subsistirá o tempo necessário para atender a situação que ocorreu de forma imprevista. 2. Empresa sua cliente, prestadora de serviços, informa que o Município onde ela está sediada nunca instituiu o ISS (imposto sobre serviços de qualquer natureza). No entanto, o Estado resolveu suprir essa omissão cobrando o referido tributo. Qual a orientação ? Diria para não recolher o imposto, pois o não exercício da competência tributária não possibilita o seu exercício à pessoa jurídica de direito público diversa daquela a que a Constituição a tenha atribuído.

3. A Empresa XTZ, cliente de sua assessoria jurídica, comunica ter sido tributada sobre um ato jurídico nulo. Qual o aconselhamento ? Nada obsta a cobrança, o que interessa para o Direito Tributário é a ocorrência ou não da hipótese de incidência, sendo irrelevante a validade jurídica dos atos efetivamente praticados. 4. O cliente de sua banca advocatícia informa que sua empresa não registrou contrato social e nem possui alvará de funcionamento. Colocado isto, pergunta se mesmo assim passa a ter capacidade tributária. Qual a resposta pertinente ? Sim. Como dispõe o artigo 126 do CTN, a capacidade tributária passiva independe de estar a pessoa jurídica regularmente constituída, bastando que se configure como uma unidade econômica ou profissional. Contribuinte recebeu notificação de lançamento do imposto predial e territorial urbano, tendo por base de cálculo o valor venal do imóvel. Na mesma notificação consta o lançamento de taxas de limpeza e conservação tendo por base de cálculo também o valor venal do imóvel. Mandado de Segurança contra ato do Diretor de Rendas Imobiliárias ou autoridade municipal equivalente. Desenvolver tese da ilegalidade das taxas, a teor do art. 77, parágrafo único. Competência da Vara da Fazenda Pública, onde houver. Poderá ser proposta ainda ação cautelar e ação declaratória. João é proprietário de imóvel urbano não edificado. Sem que lhe .fosse exigido adequado aproveitamento do imóvel, recebeu notificação de lançamento do imposto, com alíquotas progressivas sobre a propriedade predial e territorial urbano - IPTU. João não concordou e se recusou a pagá-lo. Ajuizada a execução fiscal, João teve alguns de seus bens penhorados. A intimação da penhora foi efetivada em 12 de maio do corrente ano. QUESTÃO: Como advogado(a) de João, tomar a providência judicial cabível, fundamentando-a. Embargos à Execução, Juízo das Execuções Fiscais, onde houver. Desenvolver a tese da inconstitucionalidade da progressividade do IPTU, a teor do disposto no artigo 182, parágrafo 4º. e incisos, c/c o artigo 156, parágrafo 1º. , ambos da Constituição Federal. No dia 04.05.1998, um Agente Fiscal de Rendas do Estado de São Paulo interceptou, na BR -116, altura de Registro, uma remessa de 4.150 exemplares da Revista "O Apocalipse", editada pela Igreja do Último Milênio, com sede na Capital, tendo lavrado Auto de Infração e Imposição de Multa que descreve as seguintes irregularidades: remessa de mercadoria desacompanhada de documentação fiscal; falta de pagamento do imposto por ter escriturado a operação como não tributada; falta de pagamento do imposto ap urado por meio de levantamento fiscal (arbitrado por média e retroativo à março de 1990, data da criação da revista). Não aceitando a alegação de que se tratava de um instituição religiosa e não comercial, foi ainda lavrado o auto de apreensão da mercadoria. QUESTÃO: Como advogado(a) da Igreja, adote a medida judicial cabível, independentemente da defesa administrativa. Mandado de Segurança contra o Delegado Regional Tributário. Desenvolver a tese de ilegalidade da apreensão (só permitida para resguardo de provas até a lavratura do auto e não depois disso), bem como a presença de imunidade, não porque se trata de igreja (a imunidade só protege as atividades religiosas praticadas no templo), mas por se tratar de periódico (art. 150, VI, "d", da Constituição Federal). Poderá ser proposta ainda ação cautelar e ação anulatória de débito fiscal (e não ação declaratória, porque já existe lançamento). Quando da lavratura da escritura pública de venda e compra referente a imóvel que adquirira, José tomou conhecimento que o Imposto de Transmissão sobre Bens Imóveis - ITBI, incidente na hipótese, seria cobra do mediante aplicação de alíquotas progressivas. QUESTÃO: Não concordando com essa exigência, como advogado(a) de José tome a providência judicial cabível, fundamentando-a. Mandado de Segurança contra ato do Diretor de Rendas Imobiliárias ou autoridade municipal equivalente. Desenvolver a tese de inconstitucionalidade da progressividade do ITBI. Poderá ser proposta ainda ação cautelar e ação declaratória. Competência da Vara da Fazenda Pública, onde houver.

00. O Prefeito de uma cidade do interior do Nordeste. recebeu da Câmara de Vereadores um projeto de lei instituindo empréstimo compulsório devido pelos habitantes não atingidos pelo flagelo. a meação da viúva atingiu o montante de R$ 400. o Fisco poderá multá-lo. diz que reside em imóvel de sua propriedade. conforme artigos 126. a casa de seu cliente aumentou de preço. O Prefeito não deve sancionar o projeto de lei. Sim. procurou-o para defender seus interesses. na s qualidade de herdeiros. a fim de cobrir despesas com o atendimento de populações atingidas pela seca em seu Município. com sede em Ribeirão Preto. defronte a uma praça Municipal. esqueceu-se de escriturar no livro próprio a entrada de mercadorias importadas.00. quando faleceu. o filho menor responde até o limite de seu quinhão (R$ 200. Justifique.000. Ele o consulta perguntando se. b.000. I e 136. Por conseqüência. ajuíze a ação competente. porquanto só a União pode instituir empréstimo compulsório. em razão da valorização de sua propriedade. Ambas ações deverão ser propostas perante o MM. O cliente. . requerendo a declaração de inexistência relação jurídica. conforme artigo 148.levando-se em consideração que lá não existem Varas Especializadas das Fazendas Públicas. do Código de Processo Civil.456.000. por intermédio da lei nº 3. pois.000. 4. III. O filho meno também responde pelo crédito r tributário do falecido? Justifique. seu cliente. us pretende compensar estes créditos com seus débitos de PIS. tomador do serviço de coleta e transporte do lixo domiciliar. parágrafo 2o. A verdadeira natureza jurídica dessa exação é a de imposto. QUESTÃO: Como advogado(a) da empresa EXP. Sim. Competência da Justiça Federal de Ribeirão Preto. embora tenha pago os respectivos impostos. 1. da Constituição Federal. "A". da Constituição Federal. devia à Fazenda Pública Municipal a quantia de R$ 10. 2. pela falta de escrituração.00). A Prefeitura local canalizou ali um córrego. promova a medida judicial cabível para resguardar os direitos de seu cliente. Ele quer saber se. Também poderá ser impetrado Mandado de Segurança preventivo. O fato gerador é a utilização do serviço de coleta e transporte de lixo domiciliar. de 15 de julho de 1997. asfaltou as ruas adjacentes à praça. arborizando-a e ajardinando-a. nos termos do artigo 145. Um comerciante de artigos de procedência estrangeira. Juiz de uma das Varas Cíveis da Comarca de Arapiraca . terá que pagar outro tributo além do IPTU (Imposto Predial e Territorial Urbano). estará sujeito ao pagamento de contribuição de melhoria . em consulta. O Município de Arapiraca. conforme artigos 136 e 157 do CTN. Uma filha maior e um filho menor. após haver tomado conhecimento de que muitas empresas conquistaram judicialmente o direito a restituição de pagamentos efetuados de INSS incidente sobre o pró labore de se diretores.001% sobre o valor venal do imóvel. QUESTÃO:. não c oncordando com a referida exigência.00 cada. da Constituição Federal. II: do CTN. que foi publicada e que entrou em vigor nesta mesma data. referente a tributos. Justifique. O contribuinte da taxa é o proprietário de imóvel urbano. A exigência ofende as disposições do artigo 145.Como advogado de João da Silva. 3. por inconstitucional. não se leva em conta a intenção nem o fato de haverem sido pagos os impostos. na consideração da falta. Desenvolver a tese da possibilidade de compensação dos créditos decorrentes dos pagamentos efetuados com os débitos do PIS. nos termos da Lei nº 1. receberam seus quinhões no montante de R$ 200. morador e proprietário de bem imóvel localizado no Município de Arapiraca. poderá multá-lo. Concluída a partilha. instituiu a Taxa de Lixo. I. c. Sim. estabelecendo os seguintes elementos do fato gerador: a.A empresa EXP. assoberbado com o excess de trabalho no mês o de março. nos termos do artigo 4o. A medida judicial cabível seria uma Ação Declaratória. Medida cautelar (preventiva ou incidental). Qual seria a sua orientação ao Prefeito como advogado? Justifique. João da Silva. conforme determina a legislação.533/51. A alíquota é de 0.

1990. ser impetrado Mandado de Segurança. Desta forma. sendo. Na data da ocorrência do fato gerador estava em vigor a lei nº 6. conforme artigo 38 da Lei 6. cujo contribuinte é o antigo proprietário? Na hipótese de uma resposta afirmativa. com base na legislação vigente nesta data. No entanto. teve contra ele lavrado um auto de infração e imposição de multa (AIIM) relativo à falta de pagamento do imposto sobre a propriedade de veículo automotor (IPVA) cujo fato gerador ocorreu em 1o.8. imediata e tempestivamente. tão somente à obrigação tributária e não aos deveres instrumentais.7. ao tentar licenciar seu veículo em 1997.00 (um milhão e oitocentos mil reais) relativamente à falta de pagamento do imposto sobre a renda (IR) incidente sobre o lucro apurado em operação de vendas de mercadorias realizadas durante o ano de 1980. I do CTN. constatou a existência de débito para com o Fisco Estadual.000. setecentos e cinqüenta reais) e a multa em 30% (trinta por cento) sobre o valor do imposto não pago. lavrou auto de infração e imposição d multa (AIIM) e no valor de R$ 1. e consulta com a finalidade de saber se continua obrigado pela escrituração e manutenção dos livros contábeis.538 que fixava o valor originário do IPVA em R$ 1.8. exercício de 1996. QUESTÃO:. através de fiscalização realizada pela Fazenda Estadual em 15.750.Modelo M3. orientaria o consulente a proceder a escrituração e manutenção dos livros contábeis. A medida judicial mais adequada é a propositura de Ação Anulatória de Débito Fiscal também denominada de Ação Anulatória de Lançamento Tributário.O contribuinte XPTO. com base na Lei 1. de janeiro de 1989. no valor de R$ 2.Não obstante ser inexigível o ICMS. Qual a orientação a ser prestada? 1. bem como pela escrituração e manutenção dos livros contábeis. bem como a emissão de notas fiscais.1993. A isenção se refere. a empresa isenta continua obrigada pela emissão de notas fiscais. foi cobrado o valor originário de R$ 3.800. Não concordando com a referida exigência o contribuinte ingressou. Diante dessa situação. Juiz em 24. por força de Lei. Pela falta de pagamento do IPVA na data aprazada. referente ao IPVA. proprietário do veículo marca BMW . 1. Cliente que atua no ramo farmacêutico. a Fazenda Pública.3. A medida cabível é a de Embargos à Execução nos termos do artigo 16 da Lei 6. proferida decisão a seu desfavor.589 de 12.830/80.". QUESTÃO:. por força da isenção. como advogado. Através de fiscalização realizada em 25. pelo fato de o lançamento ter sido efetuado de ofício. data em que o IPVA cobrado já deveria ter sido recolhido pelo proprietário do veículo em 1o.1996.Como advogado de XPTO promova a medida judicial cabível para resguardar os interesses dos seus clientes.1995.000.830/80. sediado na cidade de São Paulo. entretanto. então seria cabível ação declaratória. ingressou com execução fiscal.Como advogado do contribuinte. ainda. Pompílio.1986 na empresa "Comércio de Materiais para Construção João de Barro Ltda.00 (três mil e quinhentos reais) mais a multa de 20% (vinte por cento) com base na lei nº 4. promova a medida judicial cabível para resguardar os direitos de seu cliente. com a competente impugnação administrativa. poderá a Fazenda Estadual executá-lo objetivando a cobrança deste tributo? Se a resposta for afirmativa como poderá Pompílio agir? . e que está isento do recolhimento do Imposto sobre a Circulação de Mercadorias e Sobre Prestações de Serviços de Transporte Inter stadual e Intermunicipal (ICMS). Se fosse por homologação. A competência para tais ações será do Juízo da Vara da Fazenda Pública. Encontra-se extinto o direito da Fazenda Pública Federal pelo decurso do prazo prescricional previsto no artigo 174 do CTN. está Pom pílio obrigado ao recolhimento do IPVA/96. Não sendo pago o crédito tributá rio.8. conforme dispõe os artigos 194 e 195 do CTN. O lançamento tributário ocorreu após o decurso do prazo para a constituição do crédito tributário previsto no artigo 173. Referidos embargos deverão ser propostos perante o MM. onde houver. que transitou em definitiva em 24. bem como pela emissão de notas fiscais. cuja petição inicial foi deferida pelo MM. há que se ressaltar o fato de Pompílio ter adquirido o indigitado automóvel em dezembro de 1996.07. Juiz de Direito de uma das Varas das Execuções Fiscais Federais.00. que estava em vigor na data da fiscalização (15. de janeiro de 1996 (antigo proprietário) sujeito passivo direto deste tributo.533/51. a Receita Federal.500. 2.1995).00 (um mil. Poderá. após inscrição na dívida ativa. do ano de 1995.

por declaração. com a defesa administrativa.Responderia que o lançamento espontâneo do ICMS é efetuado por homologação. Sr. A imunidade tributária é expressamente concedida pela Lei 8. Deverá ser demonstrada a inexigibilidade do crédito tributário em face da extinção da obrigação tributária (art. e conseqüente perda do direito da Fazenda Pública Municipal. considerando os seguintes aspectos. e sem o recolhimento do Imposto sobre Serviços de competência municipal (ISSQN). elevou a alíquota de 27. seu cliente será solidariamente responsável pelo recolhimento do tributo mencionado. bem como o artigo 4o. da Lei nº 6. e) Base de Cálculo: Valor venal do imóvel.2. c) Aspecto Temporal: primeiro dia de cada exercício.rior. ainda. aprovada pela Câmara Municipal. nos termos do art. a Empresa "A" continuou a recolher os tributos com base na legislação ante. CTN). com fundamento no artigo 38 da Lei 6. O Presidente da República. ingresse com a Medida Judicial cabível para a defesa do contribuinte. proponha a medida judicial adequada à defesa dos interesses do cliente. Vara de Execuções Fiscais em São Paulo. dentro do perímetro urbano municipal.. A Prefeitura do Município de São Paulo. a da CF cc art.11. endereçado ao Exmo.5% para 30% do Imposto Sobre a Renda e Proventos de Qualquer Natureza (IR). Além do mais. sediada no mesmo Município. O(A) Candidato(a) deverá fundamentar o seu direito de pleitear a nulidade do AIIM. a saber: a) Fato Gerador: os serviços de limpeza e conservação das calçadas.10. V.. 156.93. ingressou imediata e tempestivamente. 144 CTN (princípio da irretroatividade da lei). publicada nesta mesma data.87. parágrafo 5o. homologação. sendo que em 03 de janeiro de 1999 a Fiscalização da Receita Federal lavrou Auto de Infração e Imposição de Multa (AIIM). QUESTÃO: Como advogado(a) da Empresa XYZ Ltda.533/51 contra ato do Delegado da Receita Federal da localidade da sede da empresa do contribuinte. passando a exigir as diferenças do tributo.906/94. em seu artigo 44. sem emissão de Nota Fiscal.antigo proprietário. Embargos à Execução (ou Embargos do Devedor). por in fração ao princípio constitucional tributário da estrita legalidade. passando a exigir a nova alíquota a partir do primeiro dia do exercício subseqüente.999. ou seja. 4. Em 03 de maio de 1988. rejeitada por decisão desfavorável transitada em julgado em 03. propor Mandado de Segurança nos termos da Lei 1. Ou. com personalidade jurídica. prestou serviços de limpeza à Empresa WWW Ltda. A OAB goza de imunidade tributária em relação aos seus bens. inciso I da Constitucional Federal. 3. inciso I do Código Tributário Nacional. rendas e serviços? Justifique. III. 01 de janeiro de 1998. não concordando com as exigências. 4. durante o mês de maio de 1982. perante uma das Varas Cíveis da Justiça Federal. QUESTÃO: Como advogado(a) da Contribuinte. ruas e avenidas públicas.830/80. não restando outra alternativa se não de efetuar o pagamento e pleitear a posterior restituição em face do contribuinte . ~ Ação Anulatória de Lançamento Tributário e/ou Ação Anulatória de Débito Fiscal. Juiz de Direito da MM. O constituinte pergunta-lhe se o lançamento espontâneo do ICMS é efetuado. Dr.777/98. . 150. A Empresa XYZ Ltda. O Contribuinte. a constituição do crédito encontra-se em desacordo com as disposições do artigo 150.678 de 31 de dezembro de 1997. proprietário de imóvel situado no perímetro urbano de São Paulo. d) Alíquota: 1% (um por cento). oportunidade em que lavrou o Auto de Infração e Imposição de Multa. de constituir o referido crédito. criando a taxa de conservação e limpeza de logradouros públicos. de ofício ou por arbitramento.. Não se conformando comtal exigência. por meio de seu Prefeito. Qual a resposta pertinente? 3. b) Sujeito Ativo: Prefeitura Municipal de São Paulo Sujeito Passivo: Proprietário e possuidor de imóveis urbanos. por intermédio do Decreto nº 33. fez sancionar a Lei 2. acione a medida judicial apropriada. a fiscalização municipal identificou a falta de recolhimento. QUESTÃO: Como advogado(a) de João da Silva. de 23. pela ocorrência da decadência. com estabelecimento e sede no Município de São Paulo. podendo inclusive ser executado pela Fazenda Estadual. passando a exigir o crédito tributário com base na Lei nº 7. por constituir a Ordem serviço público..606/89.Segundo dispõe o artigo 131.

Informe à Empresa ZZZ Ltda. a Fazenda Nacional direcionou a execução fiscal também contra os sócios. em 30 de dezembro de 1998. a taxa não poderá ter base de cálculo própria de impostos. 135. declarado como devido. a urgência da deliberação de mercadorias. A medida judicial mais apropriada. após ser notificado. perante uma das Varas da Fazenda Pública em São Paulo. contra ato do Senhor Diretor do Departamento de Rendas Imobiliárias da Prefeitura de São Paulo. já totalmente integralizado. Os sócios tiveram bens pessoais penhorados. cuja gerência é exercida em caráter exclusivo pelos outros dois sócios. III. O ato praticado pelos agentes fiscais. sustentando o entendimento de que o produto de sua fabricação era isento de IPI (Imposto Sobre Produtos Industrializados). também. Após a lavratura i do AIIM. Em razão da conjuntura econômica fortemente recessiva.. teve sua mercadoria apreendida por Agentes Fiscais do Estado de São Paulo. o prazo será de 5 (cinco) anos e começa a ser contado da data de sua constituição definitiva.. que em conjunto detêm os restantes 90% do capital social. do Código Tributário Nacional. será a impetração de um mandado de segurança. Em 10 de janeiro de 1999. Em 24 de janeiro de 1999. procurou -o(a) para solucionar o seguinte problema: Em data de 17 de novembro de 1997. 1. exigindo do contribuinte o valor principal acrescido de juros moratórios e multas pela falta de recolhimento do referido imposto relativo ao período de dezembro de 1997 a dezembro de 1998. prestou serviços à empresa XYZ Ltda. a respeito da questão e aponte o meio legal à sua solução. 4. denominada ZYB LTDA. tais como juros e multas desde que o faça no prazo de 30 (trinta) dias. a Municipalidade consultou-o(a) sobre qual a medida judicial pertinente à cobrança das importâncias devidas. protocolizou consulta. ou seja. tais como juros e multas desde que o faça no prazo de 30 (trinta) dias. O(a) candidato(a) deverá fundamentar o direito do contribuinte no parágrafo segundo do artigo 145 da Constituição Federal. a empresa p assa por graves problemas financeiros. segundo o disposto no artigo 160 do CTN. WWW Ltda. no sentido de que o referido produto não se encontrava abrigado pelo instituto da isenção.533/51). Com o intuito de agilitar a satisfação do referido crédito tributário. levando-se em consideração a ausência de causas suspensivas ou interruptivas. segundo o disposto no artigo 160 do CTN. A Prefeitura do Município de Acarajé. junto à Delegacia da Receita Federal. sob alegação de que o imposto destacado nas notas fiscais era inferor ao devido. com lastro no artigo 4º (quarto) do Código de Processo Civil. razão pela qual deixou de efetuar o recolhimento do Imposto de Renda relativo ao ano -base de 1997. por uma de suas autarquias.Ação declaratória de inexistência de relação jurídica. ZZZ Ltda. foi lavrado auto de infração e imposição de multa. por seu representante legal. evidentemente. Poderá. contra o ato praticado pelo Senhor Delegado Regional Tributário. o contribuinte pediu a liberação das mercadorias. 2. Diante da falta de pagamento por parte da empresa. o contribuinte deverá pagar o valor do crédito tributário sem os acréscimos. Diante de uma execução fiscal aforada pela Fazenda Pública Feder o Executado indaga-lhe sobre a contagem do al. inciso IV da Constituição Federal. mediante celebração de contrato formalizado por escrito. o contribuinte foi notificado pela Receita Federal. Deduza e justifique a resposta. . invocando o disposto no art. com fulcro na Lei 1.. ser impetrado mandado de segurança preventivo (Lei 1.. Indique e fundamente a sua sugestão. Nos termos do parágrafo 2º do artigo 161 do Código Tributário Nacional. Expresse e justifique sua orientação quanto ao caso. considerando. 3. Nos termos do parágrafo 2º do artigo 161 do Código Tributário Nacional. por escrito. segundo reza o artigo 150. feriu o princípio constitucional da vedação do tributo como forma de confisco. pessoa jurídica. após ser notificado.533/51. Como determinado no artigo 174 do CTN. sendo certo que a fiscalização condicionou tal liberação ao pagamento dos tributos. perante uma das Varas da Fazenda Pública de São Paulo. Antônio detém 10% do capital social da sociedade por quotas de responsabilidade ilmitada. o contribuinte deverá pagar o valor do crédito tributário sem os acréscimos. prazo prescricional.

QUESTÃO: Como advogado do contribuinte. a empresa efetuou o recolhimento da contribuição atrasada. o MM. que a empresa participa constantemente de licitações. Todavia. ainda. A circulação de mercadoria que enseja a cobrança do ICMS pressupõe a transferência da titularidade do bem. Indaga se estará sujeito ao pagamento de Imposto Sobre Serviços de Qualquer Natureza (ISS). possui duas instalações industriais situadas em endereços diferentes dentro do Município de São Paulo-SP. No último mês de março. do CTN. em nada afeta a capacidade tributária passiva do contribuinte. Com esse fundamento.ICMS sobre essa operação. Cassiodoro informa que. A Receita Federal acaba de expedir aviso de cobrança de diferenças do PIS relativo àquele exercício. Como advogado. sem análise do mérito. 9º do Decreto nº 3. sob o fundamento de que o valor recolhido foi insuficiente. calculado sobre os pagamentos que receber por sua atividade. com a conseqüente remessa dos autos ao Juízo "a quo". efetuado o respectivo depósito judicial do montante constante no AIIM em questão. 138 do Código Tributário Nacional a denúncia espontânea da infração exclui a penalidade que dela seria decorrente.708/19). inciso II. tome a providência judicial cabível. Juízo de 1ª instância extinguiu a ação promovida.. A fábrica I produz insumos que são utilizados pela fábrica II e transportados por caminhão. não incide ICMS no simples deslocamento de mercadoria de um para outro estabelecimento do mesmo contribuinte. III. deixou de efetuar o respectivo pagamento durante todo o exercício de 1996. O contribuinte "A" foi autuado pelo Fisco Estadual por suposto não pagamento do ICMS relativo ao mês de outubro de 1998. Contra a sentença terminativa o candidato deve apresentar recurso de apelação. bem como para assegurar a suspensão da exigência do respectivo crédito tributário. sendo imprescindível a manutenção de situação regular perante o fisco. restritiva de suas atividades comerciais. sustentando a autonomia patrimonial da p essoa jurídica (art. . de um estabelecimento para outro. razão p qual a cobrança é ela ilegítima. Diante da ausência desse depósito. no entanto. comerciais ou profissionais. dispõe que a capacidade tributária passiva da pessoa natural não será afetada se estiver sujeita a medidas que importe privação ou limitação do exercício de atividades civis. devidamente corrigida e acrescida de juros de mora. sem ter. Contra referida autuação. Além disso. QUESTÃO: Como advogado da ABC Ltda. Sim. Sabe-se. 135. Mesmo não sendo cobrada ou fiscalizada desde então. no início do ano. do Código Tributário Nacional restringe-se aos sócios gerentes e ainda depende da demonstração de fraude e não do mero inadimplemento por impossibilidade financeira. De acordo com o art. a 1. A empresa jamais efetuou o recolhimento do Imposto sobre a Circula ção de Mercadorias e Serviços . para a respectiv análise do mérito da questão.. A situação de falido. Deverá ainda formular pedido de antecipação de tutela. prestando serviços remunerados a terceiros. visando a anulação da sentença (e não a sua reforma). De acordo com a Súmula nº 166 do Superior Tribunal de Justiça. acione o meio judicial adequado para desconstituir o lançamento em questão. para suspensão da exigibilidade do crédito tributário e alternativamente comprome ter-se a realizar depósito judicial da importância questionada. a fiscalização estadual lavrou auto de infração e imposição de multa contra a ABC Ltda. A empresa ABC Ltda. O artigo 126. preste -lhe orientação. pois não embutiu o valor da multa moratória. decidiu trabalhar como autônomo. Não foi apresentada defesa administrativa e o débito está na iminência de ser inscrito na dívida ativa estadual. 2. Assim o pagamento já efetuado não deveria realmente incluir multa. sendo comerciante falido.Programa de Integração Social.O examinando deverá apresentar Embargos à Execução. A cobrança é legítima? Explique. 20 do Código Civil) e que a responsabilidade subsidiária dos sócios na sociedade por quotas é limitada ao montante do capital ainda não integralizado (art. A LMN S/A está sujeita ao recolhimento da Contribuição ao PIS . exigindo o recolhimento do imposto sobre essa operação relativamente aos últimos 10 (dez) anos. o contribuinte promoveu ação anulatória de dé bito fiscal. deverá sustentar que a responsabilidade prevista no art. o ex aminando deverá propor ação anulatória de débito fiscal perante uma das varas da fazenda pública da comarca da capital.

Segundo pacífico entendimento doutrinário e jurisprudencial. deseja aumentar o nível de atendimento sem. não constitui fato gerador da obrigação tributária do ICMS. WKS Importadora e Exportadora Ltda. concedeu a seus empregados participação nos lucros relativos ao exercício de 1998. foi a empresa WKS surpreendida com a exigência. 144 do CTN.212/91 sobre os valores pagos a título de participação nos lucros. a inscrição do débito na Dívida Ativa. importou da Alemanha. O procedimento fiscal está correto? Esclareça. O candidato poderá optar pela impetração de Mandado de Segurança. ao tentar desembaraçá-lo do depósito alfandegário da cidade de Guarulhos. da Constituição Federal exclui a natureza salarial da participação nos lucros. O art. pois entende não ter existido. ou por Ação Anulatória de Débito Fiscal. 28. A fim de aumentar a produtividade. . QUESTÃO: Como advogado da empresa XTD. exigindo pagamento do ICMS e penalidade pecuniária relativa a saídas de mercadorias de seu estabelecimento sem emissão de nota fiscal. promoveu Execução Fiscal nos termos da Lei no 6 830/80. O art. Assim é desaconselhável a estratégia. A Fundação Rouxinol. Fundamento : artigos 106. acione a medida judicial adequada à solução da questão. A inicial deverá cumprir os requisitos jurídico-processuais.3.212/91 também exclui a possibilidade da cobrança. intente a Medida Judicial apropriada. a fundação pretende efetuar o pagamento de participação nos resultados aos seus empregados. ambas perante o juízo de uma das onze varas da Fazenda Pública Estadual da Cidade de São Paulo. por parte da autoridade fiscal. 4. Não. XI. argumentando que o crédito tributário era inexigível. que em seu inciso I veda a distribuição de qualquer p arcela do patrimônio ou da renda a título de participação nos lucros ou resultados. lavrou um Auto de Infração e Imposição de Multa contra a Empresa Importação e Exportação de Bolachas Nordeste Ltda. 195. da Constituição Federal prevê que as entidades de educação e assistência social sem fins lucrativos estão imunes ao pagamento de impostos sobre o patrimônio. com fundamento na Lei 1. a fiscalização do Instituto Nacional do Seguro Social lavrou auto de infração em virtude do não recolhimento da contribuição previdenciária prevista no art. Por outro lado. o fato gerador. A empresa XTD. pois a venda de veículos não constitui objeto social de empresa. I. 7º. para tentar solução favorável à cliente. A peça deverá satisfazer os requisitos jurídicos processuais. QUESTÃO: Como advogado de WKS. da Constituição Federal prevê a possibilidade de cobrança de contribuição social sobre a folha de salários. Em 10 de janeiro de 1999. A empresa não se utilizou dos recursos administrativos cabíveis ao caso. contra a autoridade competente. no entanto. No mês de abrildo mesmo ano. 14 do Código Tributário Nacional. a empresa apresentou imediatamente a sua defesa administrativa. do pagamento do Imposto Sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) para que pudesse levar a efeito a sua liberação. sem fins lucrativos. em operação mercantil. o art. o acesso a imunidade está condicionado à observância dos requisitos do art. gerais e particulares da espécie. Qual o seu parecer? O art. constantes de seu ativo imobilizado. a empresa ABC Ltda. O conselho deliberativo da fundação questiona-o sobre se essa estratégia pode comprometer a imunidade tributária de que desfruta.. o impasse causado na liberação do veículo importado. alegando violação ao princípio constitucional da tipicidade fechada da tributação (princípio da estrita legalidade). gerais e particulares. deflagrador da respectiva obrigação. e o referido negócio jurídico não é realizado com habitualidade. foi autuada pelo Fisco Estadual por deixar de recolher ICMS sobre a venda de veículos de sua frota. da espécie escolhida. ainda. um veículo da marca BMW. por isso mesmo. 22 da Lei nº 8.04.533/51.830/80. Indústria de Papéis e Celulose. então. não se caracterizando. Oferecer Embargos à Execução Fiscal endereçado ao Foro das Execuções Fiscais Estaduais em São Paulo. § 9º da Lei nº 8. No mês de janeiro de 1999. Em 25. acarretando. nos termos do artigo 38 da Lei 6. portanto.1994 a Fazenda do Estado de São Paulo. sendo certo que cada um recebeu o valor equivalente ao respectivo salário. c. É certo que a contribuinte não concorda com tal exigência no momento do desembaraço aduaneiro. 150. Ao tomar ciência do Auto de Infração. renda e serviços. I. visto que a venda dos veículos da empresa (ativo imobilizado). desde queatendidos os requisitos da lei. instituição educacional e de assistência social. contratar novos empregados. A Fazenda do Estado. VI.

e no processo penal caracterizou a ocorrência de caso fortuito. A Prefeitura local canalizou ali um córrego. Além do mais. O furto. devia à Fazenda Pública Municipal a quantia de R$ 10.000.11. 3. a exigibilidade é totalmente indevida. na qualidade de herdeiros.12. do CF.000. com fulcro no artigo 16 da Lei 6. o crédito tributário foi inscrito na Dívida Ativa em 16. que instituiu a Taxa de Segurança Pública no Estado de São Paulo.50 (dois reais e cinqüenta centavos). do CTN fica perfeitamente caracterizada a responsabilidade pessoal do e mpregado. Um cliente em consulta. Sim. 136 do CTN). a casa -a do consulente aumentou de valor. perante uma das Varas do Anexo das Execuções Fiscais.000.00). conforme artigo 145. O candidato(a) deverá opor Embargos do Devedor à Execução Fiscal.11. devida por telefone.1998. poderá ser civilmente responsabilizado por sua negligência. inclusive demitido por justa causa. inc. Como advogado qual seria a sua orientação? A empresa referida é totalmente responsável pela infração fiscal e não o contador (art. Por conseqüência.00. Ainda que alterada a razão social original pelo adquirente de empresa comercial. no montante de R$ 200. permanecerá este como sucessor tributário da que foi alienada (art. por haver descumprido sua obrigação contratual perante a empresa.07. I e 136. a final.1998. inc. I. Referida exação passou a ser exigida a partir do mês de janeiro de 2. O contador. estará sujeito a outro tributo além do IPTU (Imposto Predial e Territorial Urbano). no valor fixo de R$ 2. o canditado(a) alegar a ilegitimidade de parte da empresa. A empresa Beta diz que cedeu seu controle acionário à empresa Gama. no entanto. sendo a empresacitada para pagar o referido débito em 23.1998. Perquire se a mudança da razão social permitirá que Gama se subrogue nos tributos devidos por Beta até a data do ato. 4. deverá argumentar que referida cobrança é totalmente ilegal. pois apesar da mercadoria ter saído do estabelecimento comercial não se deflagrou a mudança da titularidade e nem mesmo a repercussão econômica. estará sujeito ao pagamento de contribuição de melhoria .00 cada. QUESTÃO: Como advogado da contribuinte.99. II do CTN. Sim. de 16. a meação da viúva atingiu o montante de R$ 400.porque ficou provado em inquérito policial e em processo penal. mediante a inclusão do seu valor nas faturas . 2. o filho menor responde pelo crédito tributário do "de cujus" até o limite de seu quinhão (R$ 200. cuja decisão administrativa l transitou em julgado em 05. III. QUESTÕES PRÁTICAS 1. receberam seus quinhões. A petição deverá atender aos requisitos jurídico -processuais. Em 15 de maio de 1999. asfaltou as ruas adjacentes à praça.000. Com relação ao mérito. que a culpa pela irregularidade era de seu empregado Joaquim José.00. portanto. cobrada do usuário da respectiva linha. Uma filha maior e um filho menor. Concluída a partilha.10. Indaga. defronte a uma praça municipal. referente a tributos. foi publicada a Lei 7. Determinada empresa afirma que o contador encarregado de sua e scrituração.830/80. pergunta se em razão de tal circunstância. 133. mas perdeu o prazo para fazê -lo. II. uma vez que nos termos do artigo 135. após o que a Fazenda Estadual ingressou com a Execução Fiscal. expõe o seguinte caso : "A". devendo. quando faleceu. todavia. então a razão social original. pois não ocorreram os elementos caracterizadores do fato gerador. que alterou. manteve a exigibilidade que também foi confirmada pelo Tribuna de Impostos e Taxas. Pergunta quem será responsabilizado por essa infração fiscal. Pela falta de pagamento.99. Um constituinte informa residir em imóvel de sua propriedade. arborizando e ajardinando-a. A administração tributária. do CTN). Em face do exposto. se o filho menor também responde pelo crédito tributário do falecido.000. quer gerais. Em 18. Sim. recebeu dinheiro para efetuar o pagamento de tributo devido à Fazenda Nacional. devidamente comprovado em Inquérito. ingresse com a medida judicial cabível para defender os interesses da cliente. quer particulares da espécie. o Oficial de Justiça levou a efeito a penhora de bens da empresa para garantia da execução. confor os me artigos 126.555. por haver furtado as mercadorias.

visando à declaração de inexistência de relação jurídico-tributária que a obrigue a efetuar o pagamento da Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social ± COFINS sobre o produto das vendas de imóveis. nada menciona a respeito da venda de imóveis. a título de contribuição de melhoria. igualmente. 81 do Código Tributário Nacional impedem a cobrança de contribuição de melhoria em razão de obra pública em montante superior ao da valorização do imóvel. O examinando deverá apresentar Embargos à Execução. Sem outras formalidades ou previdências preliminares. o valor da contribuição corresponderia ao custo total da obra dividido pelo número de imóveis beneficiados. A ação foi julgada improcedente. desde que nesta medida judicial haja referência à obtenção de medida liminar em ação cautelar inominada para que XYZ Telefônica Ltda. os moradores da região receberam um comunicado da Secretaria Municipal de Transportes e Vias Públicas.. sob o fundamento de que a alienação de imóveis enquadra na hipótese de incidência prevista -se no art. as obras foram iniciadas no prazo previsto.00 (dez mil reais) para R$ 12. utilize a medida judicial apropriada para defender os interesses da sua cliente. ingressar com Ação Declaratória com base no artigo 4º do Código de Processo Civil. in verbis: "A contribuição de que trata o artigo anterior será de dois por cento e incidirá sobre o faturamento mensal. Como advogado(a) de ABC Ltda. a Prefeitura do Município de São José da Serra realizou obras de pavimentação asfáltica na zona norte da cidade.000. com a finalidade de custear a indigitada obra. cujo valor venal passou de R$ 10. No exercício de 1996. 109 e 110 do Código Tributário Nacional. da contribuição de melhoria que foi instituída pela Lei Municipal nº 12. sustentando que o intérprete e aplicador da lei tributária não pode se afastar das definições dos institutos jurídicos dos outros ramos do direito.000. do qual constava apenas o período da consecução das obras e as conse qüentes mudanças no tráfego daquela área. que contempla as hipóteses de isenção da contribuição. não concordando com referida cobrança. relativas às despesas com a utilização da linha. foram realizados os depósitos judiciais das importâncias questionadas até o mês de competência relativa a fevereiro de 1999. considerando que já houve -se citação no bojo da execução fiscal e que o executado foi intimado da penhor que recaiu sobre o próprio imóvel há 15 a (quinze) dias. emitidas pela XYZ telefônica de São Paulo Ltda.mensais. 6º do mesmo diploma. asseverou o juízo singular que o art. Deverá argum entar ainda que o art. se abstenha de realizar a cobrança da referida Taxa. Na vigência da Lei Complementar nº 70/91. com vencimento em todo dia 15 do mês subseqüente ao de referência. Poderá. . considerando-se. ainda. efetuando a cobrança. O(A) candidato(a) deverá ingressar com Mandado de Segurança. nos termos do artigo 7º da Lei nº 1533/51. ABC Ltda. que o processo foi ajuizado em São Paulo-SP. perante uma das Varas da Fazenda Pública na Cidade de São Paulo. o § único do artigo 77 do CTN). agora. sustentando o vício formal da cobrança.000. detentora do direito de uso de 50 linhas telefônicas no Estado de São Paulo. com pedido de concessão de Medida Liminar. e está sendo executado judicialmente para pagamento do montante equivalente a R$ 6. publicada há menos de 5 (cinco) dias. A Fazenda Municipal está. O examinando deverá apresentar Recurso de Apelação. pela via executiva. Outrossim.00 (doze mil reais) em razão da pavimentação. De acordo com esse diploma.00 (seis mil reais). 145.. Nesse sentido. manipule a medida conducente à reforma dessa decisão. procurou -o(a) buscando o meio judicial para impedir a referida cobrança. de 29 de dezembro de 1995. uma vez que os valores serão depositados judicialmente para os fins e os efeitos das disposições previstas no inciso II do artigo 150 do CTN. No curso do processo. ainda.. não incide a QUESTÃO: Como advogado da contribuinte. QUESTÃO: Na qualidade de advogado de Caio. exercite a providência judicial necessária para afastar a cobrança. Naquela oportunidade. posto que não foi observado o procedimento previsto no art. sob argumento de que cobrança é inconstitucional o § 2º do arigo 145 da Constituição t Federal (Natureza Jurídica Específica do Tributo) que veda a instituição de taxa com base de cálculo própria de Imposto (verificar. a construtora ZYB Ltda. 2º da Lei Complementar nº 70/91. assim considerado a receita bruta das vendas das mercadorias e dos serviç de os qualquer natureza". conforme rezam os arts. 82 do Código Tributário Nacional. Caio é proprietário de um imóvel nessa região. que são utilizados para delimitação da obrigação tributária. III combinado com o art. ajuizou ação de rito ordinário.

poderá cobrar o valor de Caio por via regressiva. sobre o qual pendia débito do Imposto Predial e Territorial Urbano ± IPTU.10. do Código Tributário Nacional. com a finalidade de suspender a exigibilidade. portanto. a teor dos arts.95. a partir da entrada em vigor da Lei Complementar nº 87/96. 4. 1.830/80. As convenções entre particulares não são oponíveis ao Fisco. conforme previsto na Lei nº 7. 130 e 131.88. inclusive em grau de recurso.95. 123 do Código Tributário Nacional. No contrato de compra e venda. objetivando a anulação do lançamento realizado. Caio comprometeu a quitar esse débito. 150. II. com fulcro no artigo 38 da Lei 6. 9º. consoante permite expressamente o seu art. nos . com pedido de antecipação de tutela. QUESTÃO: Como advogado (a) da contribuinte. I da Constituição Federal e art. recentemente.698. perquire se é possível creditar-se do valor total do ICMS destacado na fatura da energia elétrica utilizada no seu único estabelecimento. razão pela qual deve necessariamenteestar prevista em lei em sentido estrito. Lúcio perquire se há possibilidade de transferir a Caio o ônus do seu pagamento e. na qualidade de atual proprietário. sendo certo que a Lei nº 5. de 30 de dezembro de 1998. Lúcio. teve contra si lavrado um Auto de Infração pela Fiscalização Estadual. Qual seu parecer? A cobrança é ilegítima porque a taxa é espécie do gênero tributo. perante uma das Varas da Fazenda Pública em São Paulo ou perante uma das varas cíveis da comarca do interior. responde pelo débito perante o Município. uma vez que o art. De acordo com a Portaria. em 21. do mesmo código. 2. fixava a alíquota de 10% e multa de 40%. A empresa "Indústria e Comércio de Móveis de Madeira Santo Antônio Ltda". ingresse com a medida judicial cabível para defender os interesses de sua cliente. Caso a tutela antecipada seja indeferida.90. de 23. O Secretário Municipal do Meio Ambiente de uma cidade localizada às margens do Rio Paranapanema instituiu. Não. 151. o que implicou falta de pagamento do ICMS. em 05. Tendo recebido. em seu artigo 177 a isenção não é extensiva: às taxas às contribuições de melhoria aos tributos instituídos posteriormente a sua concessão.05. uma notificação de cobrança do tributo. 191 do Código Comercial define como mercadoria apenas os bens móveis e semoventes. Um constituinte indaga se o Instituto da isenção é aplicável a todos os tributos. publicada nesta mesma data. exonerando -se Lúcio de qualquer responsabilidade perante o Fisco Municipal. alegando que não despeja qualquer tipo de poluente no rio. deverá a empresa efetuar o depósito judicial do montante em discussão. A VXZ Ltda.896. em caso afirmativo. uma vez que a alíquota a ser aplicada deve ser aquela vigente à época do fato gerador. nos termos do art. I .. questiona -o sobre a obrigatoriedade do pagamento da tax e sobre qual medida poderia adotar visando se eximir de futuras a autuações e garantir a expedição de certidões de regularidade fiscal. todas as indústrias localizadas no município seriam contribuintes da referida taxa. 33. de 17. relativo ao exercício de 1996. empresa que se dedica à fabricação e comercialização de produtos de limpeza. No Auto de Infração e Imposição de Multa a fiscalização exigiu a cobrança do imposto calculado pela alíquota de 18% e da multa de 30% pela inadimplência. indistintamente. como proceder. pela Portaria nº 1.03. conforme o disposto no art. mediante ação própria de caráter condenatório. segundo estabelece o CTN. Ação Anulatória de débito fiscal e/ou de lançamento tributário. em que funciona o setor industrial e administrativo. Qual seu aconselhamento? É possível o creditamento.07. a cobrança de taxa visando custear a atividade de fiscalização e controle da emissão de poluentes no rio. 3. vigente na data de ocorrência do fato gerador.COFINS sobre a venda de imóveis. Lúcio adquiriu de Caio um imóvel. Em 1998. uma vez que foi identificada a realização de uma operação de venda de mercadorias. A indústria química QMB S/A. nos termos do art. A empresa poderá ajuizar ação declaratória de inexigibilidade da taxa. sem emissão de nota fiscal. do Código Tributário Nacional. No entanto.

encontra -se atualmente ao largo do porto de Santos.000.00 (um milhão de reais).000.termos do artigo 144 do CTN. II. 273 do Código de Processo Civil. proponha a medida judicial hábil a permitir o desembarque da mercadoria sem o pagamento do tributo. O candidato deverá ainda requerer a concessão de liminar. com pedido de liminar. incidindo portanto a vedação do art. foi efetuada a penhora de bens da empresa. promova a medida judicial adequada a resguardar os direitos de sua constituinte. transportando bens alimentícios perecíveis no valor de R$ 1.99. Nesta hipotése. nos termos do artigo 106 e incisos do CTN. a serviço da empresa "Lice ± Linhas Cearenses de Navegação S. rejeitada por decisão desfavorável que transitou em definiti a em 24. 145. a Fazenda Pública. Por meio de fiscalização realizada em 25. em virtude do exercício do poder de polícia consistente na fiscalização de embarcações para evitar a entrada irregular de estrangeiros no território nacional. .93. da Lei nº 6.A.800. com sede na cidade de Fortaleza. Embargos do devedor à Execução Fiscal. QUESTÃO: Como advogado(a) do(a) contribuinte. §2º. ingressou com Execução Fiscal. após inscrição na dívida ativa. deverá ser ap licada a mais benéfica ao contribuinte. impetrar mandado de segurança perante uma das Varas da Fazenda Pública Estadual ou uma das Varas Cíveis da comarca do interior. §2º.533/51.. Em 15 de maio de 1999. impedido de atracar porque a empresa recusa -se a pagar esse tributo. 78. ainda. Delegado Regional Tributário. Poderá. nos termos do artigo 16 da Lei 6. após regularmente citado para o pagamento da referida execução.08.08. No mérito. O navio "Aracati". a ação deverá ser dirigida contra a União Federal. o candidato deverá sustentar que a base de cálculo da taxa é idêntica à do Imposto de Importação II). Poderá o candidato. contudo. Não v sendo pago o crédito tributário. Admite-se também a propositura de ação ordinária. conforme os r quisitos e do art. Mandado de segurança. A União Federal. 20. de acordo com os critérios de competência do art. utilizando em relação ao mérito. parágrafo único. contra ato do Delegado da Polícia Federal em Santos. subseção judiciária de Santos ou subseção judiciária de Fortaleza). Se optar por ação ordinária.815/80 ( Estatuto do Estrangeiro) e pela definição do art. Juiz em 24. com a competente impugnação administrativa. com fulcro na lei 1. com o pedido de declaração da inexistência de relação jurídico tributária que obrigue a empresa a pagar o tributo. passou a exigir dos transportadores de produtos por via marítima uma taxa. contra ato do Ilmo. A taxa é cobrada a uma alíquota de 0. invocando o periculum in mora consistente no perecimento dos alimentos transportados. ( conforme definido pelo art. imediata e tempestivamente. apontar a falta de correlação lógica entre a atividade de polícia e o valor da taxa. discutir a legalidade do procedimento de polícia.". a Receita Federal. Sr. na qualidade de autoridade reponsável pela exigência indevida. já que amparado pelos arts.89 na empresa "Comércio de Materiais para Construção João de Barro Ltda". Dr. cuja petição inicial foi deferida pelo MM. QUESTÃO: Como advogado(a) da empresa. perante uma das Varas da Justiça Federal da Subseção Judiciária de Santos.000. ainda. com base na legislação vigente nesta data. o contribuinte ingressou. Não concordando com a referida exigência. Não poderá. da Constituição Federal. da Constituição Federal (seção judiciária do Distrito Federal.25% do valor FOB da totalidade das mercadorias transportadas pelo navio. opostos perante uma das Varas das Execuções Fiscais Federais. do Código Tributário Nacional. os mesmos fundamentos do parágrafo anterior. Com relação a multa. órgão vinculado ao Ministério da Justiça. 22 e segs. lavrou Auto de Infração e Imposição de Multa (AIIM) no valor de R$ 1.03.00 (um milhão e oitocentos mil reais) relativamente à falta de pagamento do Imposto Sobre a Renda (IR) incidente sobre o lucro apurado em operação de vendas de mercadorias realizadas durante o ano de 1983. o pedido será de antecipação de tutela. do Código Tributário Nacional.830/80. 109. O candidato deverá sustentar que se encontra extinto o direito da Fazenda Pública Federal pelo decurso do prazo prescricional previsto no artigo 174 do CTN. o que pode comprometer o requisito de referibilidade do tributo. por intermédio do Departamento de Polícia Federal.

4 . De acordo com o art. O examinando deverá confeccionar ação anulatória de débito fiscal endereçada a uma das varas da fazenda pública da comarca da capital. uma vez que é inconstitucional. Além disso a limpeza pública não é um serviço divisível. I . O valor venal do imóvel constitui base de cálculo do IPTU. tem o Estado o prazo de cinco anos para impetrar a ação assecuratória do crédito tributário. recebeu da Câmara de Vereadores um projeto de lei institui do empréstimo compulsório n devido pelos habitantes não atingidos pelo flagelo. realizou o lançamento suplementar do Imposto Predial e Territo Urbano ± IPTU dos rial exercícios de 1994 a 1999. do Código Tributário Nacional. a fim de cobrir despesas com o atendimento da população atingida pela seca em seu Município. Os objetivos deverão ser perseguidos em uma única ação. isto é.999 aprovada em 31 de dezembro de 1998. § 2º. Deverá focalizar o entendimento doutrinário e jurisprudencial no sentido de que a competência tributária dos Municípios é condicionada pela . 3 . RESPOSTA: O lançamento suplementar é possível em sede de revisão de lançamento. em razão do não recolhimento do Imposto Sobre Serviços ± ISS relativo aos meses de janeiro a dezembro de 1999. II.Em 1993. nem da Lei Complementar nº 56/87. bases de cálculo e contribuintes. contados da data da sua constituição definitiva. 149.Determinado Município institui a cobrança de taxa visando remunerar se dos serviços de limpeza de vias e logradouros públicos. descobrindo a existência da construção. qual é sua orientação? RESPOSTA: O prazo prescricional está previsto no artigo 174 do CTN que dispõe: A ação para cobrança do crédito tributário prescreve em cinco anos. da Constituição Federal. equivalente ao diferencial correspondente à construção clandestina. Como advogado (a). aos exercícios de 1995 em diante. Como advogado(a). Túlio indaga -lhe se esse lançamento suplementar é lícito e qual seu fundamento. qual o aconselhamento ao Prefeito? RESPOSTA: O Prefeito não poderia sancionar o projeto de lei. mas ainda não foi executada judicialmente. 145. depois de completado o lançamento. 33 do Código Tributário Nacional.Uma empresa consulta-o indagando do prazo para a consumação da prescrição dos tributos Estaduais. O valor dessa Taxa de Limpeza é obtido mediante a aplicação da alíquota de 0. Túlio construiu uma edícula em terreno de sua propriedade e deliberadamente deixou de efetuar a averbação da construção à margem da respectiva matrícula. localizada na cidade de São Paulo-SP.1 . A empresa não apresentou defesa administrativa. Explique. a. nem a informou a respeito depois que a obra estava pronta. em nome da contribuinte. A Virtual Ltda. RESPOSTA: Não. com fundamento no art. deverá se limitar àqueles exercícios em relação aos quais ainda não se operou a decadência. em sede de lei complementar. pois só a União pode instituir empréstimo compulsório. conforme art. Findo esse prazo. Todavia. razão pela qual a exação em questão extrapola a competência atribuída ao Munic ípio pelo art. QUESTÃO: Considerando-se que o serviço em questão não consta da lista anexa ao Decreto-lei nº 406/68. tendo em vista a previsão específica de tributação do serviço de acesso à internet na Lei Municipal nº 9. Assim. sustentando a ilegitimidade do lançamento em questão. qualificando como contribuintes todos os proprietários de imóvel. Tampou requereu à Prefeitura Municipal licença para co construção. 146. adote. o Município.O Prefeito de uma cidade do interior do Nordeste. De acordo com o auto de infração lavrado no mês de janeiro pp. tendo em vista que o art. da CF. III. 2 .. ocorre a extinção do crédito mediante a prescrição. VIII. conforme artigo 148. 145. Em fevereiro de 2000. da Constituição Federal prevê que a cobrança dos impostos discriminados na constituição está sujeita à prévia definição dos respectivos fatos geradores. seria de rigor o recolhimento do imposto sobre as receitas decorrentes das mensalidades pagas pelos associados.5% sobre o valor venal do imóvel. as taxas não poderão ter base de cálculo própria de impostos. A exação assim dimensionada é legítima? Explique. a medida judicial cabível para desconstituir o indigitado auto de infração e assegurar o direito do contribuinte de obter certidões d regularidade e fiscal durante o trâmite da ação.. é empresa prestadora de serviços de acesso à rede mundial de computadores (provedora de internet) e nessa qualidade foi autuada e multada pelo Fisco Municipal.

dirigida ao Delegado Regional Tributário do ABCD (ou outra autoridade equivalente. Caio impetrou Mandado de Segurança. Deverá ainda ser formulado pedido de antecipação d tutela para e suspender a exigibilidade do crédito ou. II. Há 20 (vinte) dias. A "Almeirão e Filhos" sustenta que. mas que por problemas internos. § 1º. tendo em vista que não há permissão constitucional expressa para a instituição dessa fórmula de cobrança do ITBI. A cobrança do imposto é feita sob o regime de alíquotas progressivas de 2. deverá ser requerida a realização do depósito judicial com a mesma finalidade.374/89. o sistema informatizado de controle de estoque não registrou o cancelamento da operação. para calcular e recolher o tributo à alíquota de 2% sobre o valor total da operação. ainda que previsto em lei municipal e ainda que. com pedido de efeito suspensivo ativo. Preferencialmente deverá o examinando indicar jurisprudência a respeito. Deverá ainda observar os req uisitos formais de interposição do agravo de instrumento. a ser pago pelo adquirente. À medida que não há previsão expressa do ITBI progressivo. em especial a Súmula nº 45 do 1º TAC. 4 e 6%. a exação do Município de São Paulo fere o art.ICMS correspondente. ainda. De acordo com a Lei nº 11. nos termos do art. O examinando deverá interpor Agravo de Instrumento endereçado ao 1º Tribunal de Alçada Civil de São Paulo. tendo em vista o princípio constitucional da capacidade contributiva (art. tome a medida cabível para cancelar o Auto de Infração e Imposição de Multa lavrado contra a empresa. para tanto. A sociedade "Almeirão e Filhos Ltda. Pode-se. propor ação declaratória negativa de débito fiscal. pelo rito ordinário.154/91 do Município de São Paulo. cuja escritura deverá ser outorgada em 10 dias.taxativa lista de serviços da lei complementar federal. QUESTÃO: Na qualidade de advogado da "Almeirão e Filhos Ltda. Caio está adquirindo um bem imóvel situado no Município de São Paulo. adote a medida adequada para viabilizar a outorga da escritura de compra e venda do imóvel no prazo fixado. ocasião em que. sustentando a ilegitimidade da cobrança do ITBI pelo regime de alíquotas progressivas. mediante o pagamento do ITBI pela menor alíquota. documentos que comprovam tanto a falha no sistema quanto a permanência dos produtos tidos como vendidos em seu estoque. §1º da Constituição Federal. tudo para viabilizar o acesso à certidões de regularidade fiscal. dirigida ao Serviço do Anexo Fiscal da Comarca de São Bernardo do Campo. 145. necessariamente. com base no art. não há que se cogitar na aplicação do art. Possui. subsidiariamente. 206 do Código Tributário Nacional. deverá apresentar a competente guia de recolhimento do imposto devidamente quitada. 145. 89. §1º da Constituição Federal). com pedido de liminar.". Considere que a empresa tem sede em São Bernardo do Campo." tem por atividade principal a comercialização. porquanto não há correlação necessária entre a capacidade contributiva e o valor do imóvel A gradação do imposto de acordo com a capacidade . incidentes sobre as parcelas do preço divididas em faixas de valor em tabela específica. desde que o candidato demonstre saber a quem deve a defesa ser dirigida). O caminho mais recomendável é a apresentação de defesa administrativa. que lhe aplicou penalidade por haver vendido mercadorias sem a emissão da correspondente nota fiscal de saída. dando baixa dos produtos vendidos. da Constituição Federal. da Lei Estadual nº 6. QUESTÃO: Considerando que a decisão denegatória da medida liminar foi publicada na imprensa oficial há 5 (cinco) dias. a venda daqueles produtos foi cancelada antes que houvesse a sua efetiva saída do estabelecimento comercial. 150. pois trata desigualmente contribuintes que se encontram em situação semelhante. inclusive no regime de alíquotas progressivas. sob o argumento de que o Município tem competência para definir a alíquota do imposto. atraindo a incidência das alíquotas superiores a 2%. no atacado. . Ciente de que o valor da operação supera o limite da menor faixa de valor. foi intimada da lavratura de Auto de Infração e Imposição de Multa pela Secretaria da Fazenda do Estado de São Paulo. contra o Diretor do Departamento de Rendas Imobiliárias da Prefeitura do Município de São Paulo. cobrando-lhe ainda o Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços . a alienação inter vivos de bem imóveis está sujeita à incidência do Imposto de Transmissão de Bens Imóveis ± ITBI. do ponto de vista econômico. 3. contributiva somente seria lícita nos chamados impostos pessoais. de material de limpeza. a atividade possa ser caracterizada como serviço de qualquer natureza. na verdade. A medida liminar foi negada. não sendo lícita a cob rança do imposto sobre serviços não constantes da lista. Por outro lado.

os critérios novos não são aplicados a fat s pretéritos. quanto a fato gerador ocorrido posteriormente à sua introdução". apenas o ISS ou ambos os impostos? Por quê? Incidem ambos os impostos. em 01.A sociedade "Feliz Ano Novo Indústria e Comércio Ltda. o candidato deverá sustentar que. A sociedade pergunta-lhe se é possível que a fiscalização adote. Nesta mesma data. Considerando que o -se serviço está compreendido na competência tributária dos Municípios e que a legislação re spectiva é silente quanto à matéria. 150. que impõe ao contribuinte o dever de recolher o ICMS incidente sobre operações que não praticou. poderá invocar também o art. da Constituição Federal. 1 . já que a orientação anterior da autoridade fazendária é norma complementar de direito tributário. autorização para comercializar produtos com regime especial de recolhimento do ICMS. 3 . Desta forma. § 7º. Em dezembro de 1999. a Receita Federal. o regime especial concedido à sociedade.99.715/98. procedimento este que passou a ser permitido por lei promulgada em 1999. É possível. do CTN. da Lei Complementar nº 87/96). Na qualidade de advogado da empresa. seu cliente tem dúvida sobre o exato sentido dessa expressão. 144. para apurar o imposto devido. em resposta à consulta formulada. após confrontar a movimentação bancária da sociedade.Ao consultá-lo sobre os valores que compõem a base de cálculo do PIS. procedimento administrativo que não era permitido à época da ocorrência do fato gerador." deixou de recolher a COFINS incidente sobre seu faturamento. fixando o entendimento de que aquele produto era tributado pelo IPI à alíquota de 5%. 6º da Lei Complementar nº 87/96. Em 22. porém.No mérito. A fiscalização detectou a omissão de declaração em março de 2000. trata-se da hipótese de substituição tributária "para frente" a que se refere o art. conforme a previsão específica para cada estado. seu cliente constatou que existe disposição que exclui da base de cálculo dessa contribuição os valores a título de ICMS "retido pelo contribuin na condição de te substituto tributário" (Lei nº 9. 2º. antes de qualquer manifestação do Fisco formulou. o contribuinte recebeu o .02 . continuou comercializando o referido produto ao abrigo da isenção. VI. a sociedade "Sonho Meu Comércio de Alimentos Ltda. enquanto aguardava a resposta. No curso dessa atividade. sendo -lhe dadas condições de cálculo e pagamento do tributo mais adequadas a sua atividade comercial." obteve. da Secretaria da Fazenda do Estado de São Paulo. consulta à Secretaria da Receita Federal. A Indústria de Artefatos de Madeira Ltda. Se as operações forem posteriores. não ocorreu o fato gerador do tributo (art. correspondente ao chamado "caixa dois". se não houve circulação das mercadorias.A sociedade "Piso Maciço Revestimentos de Pisos e Paredes Ltda. 4 . do Código Tributário Nacional. I. tampouco se faz devido o pagamento de multa. da Lei Complementar nº 87/96. entendendo que um determinado produto por ela fabricado encontrava -se abrangido pela isenção do IPI. §1º. tendo em vista o art. A defesa a ser apresentada deverá se basear no art. já que a legislação do ISS não sujeita a operação à incidência exclusiva do ICMS. cobrando de seus clientes um preço único pela venda de mercadorias e pelo serviço prestado. Dessa forma. incide apenas o ICMS. que passou assim a se submeter às mesmas regras aplicáveis aos demais contribuintes. 2º. Em virtude desse fato. 146 do Código Tributário Nacion que afirma que as alterações al. 3º. O que ela significa? A substituição tributária é instituto previsto no art. "em relação a um mesmo sujeito passivo. já que não foi descumprida a obrigação acessória de emitir nota fiscal. 100. A falta de recolhimento deveu-se ao fato de a empresa não haver declarado à Receita Federal parcela substancial de seu faturamento. foi lavrado auto de infração contra a empresa. o Além disso.99. parágrafo único. tam bém presta o serviço de colocação dos pisos vendidos. visando à cobrança de diversas multas por inobservância da legislação tributária no período de vigência do regime especial. a Secretaria da Fazenda cancelou. como não é exigido imposto. de ofício. posicionou -se oficialmente. oriente-a quanto à linha de defesa possível neste caso. por força do art. art.. 2 . pergunta-se: na operação. Porém." tem por objeto social a venda de pisos de madeira para residências. parágrafo único).Em agosto de 1998. dos critérios de lançamento de tributos deverão ser aplicadas.11. que permite a aplicação de lei posterior ao fato gerador que amplie os poderes de fiscalização das autoridades administrativas. apenas multa.

em data de 23.1999. apenas corrigido monetariamente.830/80. O(A) candidato(a) deverá ingressar. o mesmo foi devidamente nscrito na Dívida Ativa em i 12. ao sujeito passivo. notificou regularmente a empresa KLM Distribuidora de Produtos Alimentícios Ltda.99 e a Execução Fiscal foi protocolizada em 18. a impetração de Mandado de Segurança com base na Lei 1. Como advogado(a) qual seria sua orientação? QUESTÃO: Na qualidade de advogado(a) da "Editora São Paulo S." dedica-se à atividade jornalística e. até 22. do artigo 150 do CTN). a empresa KLM Distribuidora de Produtos Alimentíci s o Ltda. é indevida a cobrança de juros e da multa moratória. perante uma das Varas Cíveis da Justiça Federal. contratou-o(a) para defender seus interesses. Em face da falta de pagamento do referido débito. visto que.99. juros de mora e multa moratória de 20%.12. Estima-se que em 4 (quatro) dias o estoque de papel se esgotará. sob o fundamento de que a Fazenda Pública perdeu o direito de Ação. sendo desta mesma data o despacho do Juiz que deferiu a inicial. com Ação Anulatória fundamentada no artigo 38 da lei 6. até o dia 15. na pendência de consulta. Citada da execução e penhorados bens da contribuinte. portanto. mesmo os desos conhecidos à data da abertura da sucessão. relativamente à cobrança de juros moratório e da multa de mora no percentual de 20 %. para desembaraçar imediatamente a mercadoria sem o pagamento do . Atualmente.12. assim como o prazo fixado para pagamento é de 30 (trinta) dias contados da data em que o sujeito passivo foi notificado do lançamento. nessa qualidade. A sociedade "Editora São Paulo S. não recolhido pela empresa. o candidato deverá sustentar que o papel destinado à impressão de jornais beneficia-se da imunidade do art. acione o instituto judicial pertinente.94. 1 .1999) fixado para pagamento. com pedido de medida liminar.04. o tributo devido acrescido de correção monetária. nos termos do artigo 16 da Lei 6. proponha a medida judicial cabível. sem emissão de nota fiscal. realiza periodicamente a importação de papel para impressão do jornal "Gazeta de São Paulo". perante o Juízo do Anexo das Execuções Fiscais Estaduais competente. suspendendo de vez a impressão do jornal. O mandado de segurança deverá ser dirigido a alguma das Varas Federais da Subseção Judiciária de Santos e apontar como autoridade coatora o Inspetor da Alfândega do Porto de Santos. No mérito. d. da Constituição Federal. QUESTÃO: Como advogado(a) da empresa.000 toneladas de papel.A. por ter apurado a venda de mercadorias em 14. visando a anulação do débito tributário ou do lançamento tributário. Caberá. do lançamento tributário (artigo 174 CTN).DARF (Documento de Arrecadação de Receitas Federais).99 o contribuinte poderia levar a efeito o recolhimento do valor do tributo devido. emitido pela Receita Federal. visando ao imediato desembaraço da mercadoria importada sem a necessidade de pagar o imposto de importação.12. o que implicou a falta de recolhimento do tributo devido.A. contestando a exigência. obrigando à redução da tiragem diária do jornal.Seu cliente.11.. cujo desembaraço vem sendo obstado pela Inspetoria da Alfândega daquela localidade. VI. já que a inscrição na Dívida Ativa concretizou-se após o decurso do prazo de 05 anos contados da data da regular notificação. sob os mesmos fundamentos jurídicos acima apontados. não podendo ser cobrado imposto sobre a sua importação. para recolher. nos termos do § 1º do artigo 160 do CTN. pergunta se o espólio responde por tod os débitos tributários. O(A) candidato(a) deverá ingressar.522/51. QUESTÃO: Como advogado(a) da empresa. um lote de 1. com Embargos à Execução ou Embargos do Devedor. ingresse com a medida judicial adequada à defesa dos interesses da constituinte.830/80. 150. Deverá contest o prazo ar (15. também.12. de grande circulação. ao consultá-lo. encontra -se retido na alfândega do porto de Santos. que exige para tanto o recolhimento do Imposto de Importação incidente na operação. vez que se deu a extinção da obrigação tributária pela ocorrência da prescrição (inciso V.1989.09. A exigência fiscal vem comprometendo seriamente o funcionamento das oficinas de impressão. da lavratura de Auto de Infração e Imposição de Multa (AIIM) contra a contribuinte. A Fiscalização Estadual de São Paulo.". tributo. Deverá ser impetrado mandado de segurança.

foi regularmente citada em processo de execução para pagar ou garantir o juízo relativamente a débito de ISS. incidentes sobre o valor venal do imóvel e . com arrematação dos bens penhorados. lançados. contra os sócios que não foram citados anteriormente como pessoas físicas. Existe fundamento para pleitear a nulidade do título executivo? Qual? Sim. além da "data em que foi inscrita". Ao analisar esta certidão. III do CTN). O espólio responde por todos os débitos tributários do "de cujus sejam eles conhecidos. 131. QUESTÃO: Como advogado do sócio José Antônio. uma vez que os bens p enhorados não foram suficientes para liquidar o crédito em discussão e não possuindo a empresa outros bens. Conforme o art. se tem o direito de fazê-lo mesmo que tenha saldo livre em conta corrente para prestar garantia em dinheiro. III. Nesta semana.2001. lavrado o auto de penhora. A empresa Júpiter Ltda. ( art. tendo em vista o disposto no art.A sociedade "Cibus Ciborum Comércio de Alimentos Ltda. O valor do auto de infração considerou o montante do imposto devido. d eixou de ser pago porque a empresa não tinha disponibilidade financeira.. deixou de recolher o Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços ± ICMS. A sociedade executada indaga-lhe se é possível o oferecimento de carta de fiança bancária e.2000 os sócios da executada foram citados para pagar o restante da dívida ou garantir a execução. tempestivamente apurado e declarado ao Município de São Paulo.05.830/80. 202 do Código Tributário Nacional. art. Como tem bom relacionamento com o banco onde possui conta corrente.999/97. a empresa contribuinte foi au-tuada pela fiscalização. para 20%. al. foram afinal julgados improcedentes os embargos da empresa. 4 . Para tanto. Questiona-se sobre a possibilidade de o pagamento do débito com a redução da multa. O candidato(a) deverá apresentar Embargos do Devedor à Execução Fisc com fulcro no artigo 16 da Lei 6. em via de serem ". vencido no decorrer do exercício de 1999. em d de ata 20. nem ter sido praticado qualquer ato contra os estatutos e o contrato social (art. a Certidão de Dívida Ativa deverá indicar "a origem e a natureza do crédito.93. que determina a aplicação retroativa da lei tributária que comine penalidade menos severa que a lei vigente na época da infração. mencionada especificamente a disposição da lei em que seja fundado". em razão da referida pendência de ICMS. se não for acatada a exclusão do polo passivo da execução. que era de 40%. CTN). visando à repetição dos valores recolhidos a título de IPTU. que veio acompanhada por cópia da Certidã de Dívida o Ativa.03. há menos de cinco dias. §§ 3º e 4º). acredita ser vantajoso oferecer carta de fiança bancária como garantia da execução.12. Todavia. no exercício de 1998. 106. III. você verificou que não existe menção aos dispositivos legais em que se funda o crédito executado. ajuizou ação de rito ordinário.Seu constituinte recebeu citação para uma execução fiscal. pelos débitos desconhecidos à data de abertura da sucessão. referente a fatos geradores ocorridos em janeiro de 1990 que. que previa a cobrança do tributo pelo regime de alíquotas progressivas. c do Código Tributário Nacional. perante uma das Varas do Anexo das Execuções Fiscais. 174 do CTN.A empresa Alpha Ltda. Além disto. de 0. atualizado monetariamente e acrescido ainda da multa de 40% sobre o valor t tal. em 15. alegou-se a inconstitucionalidade da fórmula de cálculo introduzida pela Lei Municipal nº 9. CTN).Sim. 134. em caso afirmativo. A empresa Marmoraria Ltda. salvo no que diz respeito à responsabilidade pela atualização monetária e pelos juros moratórios. alegando que na qualidade de sócio e por não ter sido a empresa extinta irregularmente (art. por alíquota superior a 0. instrumente o meio adequado em prol do cliente.5% a 3%. 3 . Oferecidos bens em garantia. nem consta a data da sua inscrição. proprietária de imóvel situado no Município de Pinheiros -SP. VII. que seja decretada a prescrição. No final daquele exercício. foi promulgada lei estadual reduzindo a multa por não pagamento do imposto. ofereceu um de seus imóveis em garantia. em 31." recebeu mandado de citação para pagamento ou nomeação de bens à penhora em execução fiscal. 2 . ser totalmente irregular a qualidade do mesmo e dos demais sócios como sujeitos passivos da execução. Qual sua resposta? A carta de fiança pode ser oferecida como garantia do juízo em execução fiscal e produz os mesmos efeitos do depósito em dinheiro. Um dos sócios. Qual a sua orientação? O contribuinte tem direito ao pagamento do débito com redução da multa para 20%.830/80. que continuam fluindo (Lei nº 6.com base no art. 9º. inc.5%. e também. formalizada pelo ato respectivo. de nome José Antônio.. 135.

majoração da carga i tributária. Como não existe lei federal definindo as funções sociais da propriedade dos diversos bens imóveis. combinado com art. baixou o Decreto nº 01/01. por fato gerador ocorrido em 1º de janeiro de 1989. pelo não pagamento do IPVA. só teria o necessário respaldo constitucional.750. foi cobrado o valor originário de R$ 3.533/51. conforme artigo 38 da Lei 6.538. O Juiz da Vara do Anexo Fiscal da Comarca de Pinheiros. A RLBO Ltda. de 12/08/93. da Constituição Federal. como instrumento de estímulo ao desenvolvimento social. pretende revogar aquele benefício fiscal.830/80 pe fato de o lançamento ter sido efetuado lo de ofício. 150. 156. A competência para tais ações será do Juízo da Vara da FazendaPública. se baseada no desatendimento da função social da propriedade imóvel previamente definida em lei federal. passando a viger no exercício imediatamente seguinte à lei instituidora. que determinou a todas as empresas beneficiárias da isenção que voltassem a efetuar o recolhimento do ISS já a partir d próximo mês. A revogação da isenção legal por Decreto viola o art. bem como a progressividade in casu foi instituída independentemente do fator tempo. a empresa não vinha efetuando o recolhimento desse imposto. II. Todavia. do ponto de vista econômico. tendo em vista que a revogação da isenção signifca. vigente à época da apuração da infração.SP: a matriz. a empresa não fique sujeita à imposição de multas e cobrança executiva. onde houver. ainda que o Decreto tivesse força para revogar a lei. II. que fixava o valor originário do IPVA em R$ 1.T. § 4º. QUESTÃO: Como advogado da o RLBO. sustentando que a utilização do IPTU. O examinando deverá interpor recurso de apelação dirigido à própria vara local. para que. 104. 178 do Código Tributário Nacional CTN.00 (três mil e setecentos reais) mais a multa de 20% (vinte por cento) com lastro na Lei nº 4. de parte da Fazenda do Estado. somente poderia gerar efeitos a partir do exercício de 2002. en dereçado a uma das Varas Cíveis da Justiça Estadual.589.variáveis em função da extensão e destinação. Perquirido por Pirro. I do C. Se fosse por homolagação. que positivam o princípio da anterioridade. morador em São Paulo. em sentença publicada há cinco dias. 1 . manipule o instituto judicial hábil a garantir à empresa o benefício da isenção. e a filial. sob o fundamento de qu o indigitado regime de alíquotas e progressivas tem respaldo constitucional e constitui importante instrumento de desenvolvimento social no Município. Além disso é sustentável a aplicação do art. parágrafo 1º e o art. razão pela qual. nessa qualidade.O contribuinte Pirro. dedica-se ao ramo de prestação de serviços técnicos de engenharia e estaria. com a criação de uma nova pessoa jurídica. julgou improcedente a demanda. a declaração da ilegalidade do ato praticado. a Cruzeiro do Sul Indústria e . Para tanto. o novo Prefeito.N. com pedido de medida liminar. então seria cabível ação declaratória. QUESTÃO: Como advogado da empresa contribuinte. A medida judicial mais adequada é a propositura de ação anulatória de débito fiscal também denominada de ação anulatória de lançamento tributário. 182.700. Pela falta do pagamento do IPVA. da Constituição Federal. que tomou posse no dia 01 de janeiro de 2001. a tutela antecipatória para suspender a exigência da exação tributária em discussão. publicado no Diário Oficial do Município desta semana. Alternativamente poderá o candidat ingressar com o uma ação declaratória de inexistência de relação jurídica objetivando através de sentença. Poderá. 2 . vigia a Lei nº 6. por força da Lei Municipal nº 98/98. em que se desenvolve a atividade produtiva. O examinando deverá então impetrar Mandado de Segurança. qual seria seu parecer e sua justificação? O lançamento tributário ocorreu após o decurso do prazo para a constituição do crédito tributário previsto no artigo 173. pleiteando ainda. I. Na data do fato gerador. do CTN.00 (um mil.. ainda ser impetrado mandado de segurança com base na Lei 1. I. Considere para tanto que o fórum local não possui vara privativa da Fazenda Pública. decidiu-se pela cisão da sociedade. sujeita ao recolhimento do ISS. Além disso a diferenciação deveria ser progressiva no tempo e não imediata. tendo em vista isenção específica concedida às empresas da região. Para acomodar divergênciasentre os sócios. sofreu autuação em 15 de julho de 1995. empresa situada no Município de Salto-SP. em razão do não recolhimento já a partir do próximo mês. a fim de angariar receita necessária para financiar projetos sociais. em que se desenvolve o comércio. Desde o exercício de 1999..A Indústria Estrela do Norte Ltda. possui dois estabelecimentos situados no Município de São Paulo . exercite a medida judicial conveniente ao interesse des ta. setecentos e cinqüenta reais) e multa de 30% (trinta por cento) sobre o valor do imposto não solvido. a exação em questão ofende o art.

da forma como foi organizada. Após a cisão. ainda. O examinando deverá sustentar que a conduta fazendária representa empecilho ao livre exercícioprofissional. que é mantido pela Secretaria da Receita Federal. § 153. caracteriza fraude fiscal. estaria respaldada em Instrução Normativa do Ministério da Fazenda.A empresa Alpha S. vem tentando obter. sociedade com sede na cidade de São Paulo . a operação levada a efeito constitui legítimo planejamento tributário.? Nos termos do artigo 195. exigindo a partir do -a mês de dezembro de 1998. à liberdade de associação e à liberdade de iniciativa. parágrafo 6º da Constituição Federal. Os sócios da Estrela do Norte Ltda. além de não encontrar respaldo legal. da Carta. à medida que se evitou a incidência do imposto antes da ocorrência do fato gerador. a fiscalização estadual lavrou auto de infração e imposição de multa contra a Estrela do Norte Ltda. 3 . o que viola o art.. O examinando deverá impetrar Mandado de Segurança. em 31 de dezembro de 2000. não lhe sendo possível impor outros gravames ao contribuinte. da Constituição Federal. II.A. Caio e Tício são os únicos sócios da empresa XPTO S/A. 4 . No mais. cujo capital social seria integralizado com os ativos constantes do estabelecimento filial. Sendo certo. exigindo o recolhimento do imposto sobre a mencionada transferência do estoque. incisos XIII e XVIII. A RLBO Ltda. § 3º. para fins de fiscalização e controle da arrecadação dos tributos federais. 150. e diante do Decreto do Executvo. 5º.SP. Na análise do ônus tributário da nova vertente do negócio. QUESTÃO: Como advogado da empresa. com a finalidade de suprir eventual ineficiência daqueles instrumentos legais. que atuava no ramo de industrialização e comércio varejista de tubos de plástico. elevando a base de cálculo das contribuições para o INSS. Diante das divergências administrativas entre ambos. adote a medida judicial adequada à obtenção imediata do referido registro. Todavia. contra o ato do Delegado da o Receita Federal em São Paulo. inciso I. A ação deverá ser endereçada a uma das varas da Justiça Federal de São Paulo ... transferiu-se para a filial todo o estoque de produtos.SP. Antes da formalização da cisão. sem recolhimento de ICMS..SP.CNPJ. Qual seu aconselhamento à YYY Ltda. além do art. nos últimos 30 dias. sem observância ao devido processo legal e à ampla defesa. não há incidência de IPI sobre produtos industrializados destinados ao exterior. a inscrição no Cadastro Nacional de Pessoas Jurídicas . consultou-o para saber se a noticiada exigência era devida e qual a medida judicial cabível no interesse da consulente. data da sua publicação no Diário Oficial da União. que estava no estabelecimento matriz. sob o argumento de que um dos seus sócios participa de outras empresas que estão em débito com o Fisco Federal. sendo que para a defesa do contribuinte poderia ser utilizada a Ação Declaratória ou o Mandado de Segurança. tendo em vista que a circulação de mercadorias. que se dedica à manufatura de artefatos de plástico. deseja passar a atender o mercado externo. contribuinte da referida exação. que enseja a cobrança do imposto. De acordo com a Súmula nº 166 do Superior Tribunal de Justiça. pressupõe a transferência da titularidade do bem.830/80 (Lei das Execuções Fiscais) conferem ao fisco arsenal jurídico suficiente para apuração e cobrança de seus créditos. 170 da Constituição Federal.. assumindo caráter de cobrança coativa. eis que o contribuinte já vem operando e necessita regularizar a sua situação fiscal. foi deliberada a . não incide ICMS no simples deslocamento de mercadoria de um para outro estabelecimento da mesma pessoa jurídica. segundo a autoridade fiscal. 5º.Comércio Ltda. afirmar que tal exigência desrespeita o princípio da legalidade tributária previ ta no artigo s 150. com pedid de medida liminar. O CódigoTributário Nacional e a Lei nº 6. a inscrição vem sendo negada pela Delegacia da Receita Federal de São Paulo . O ato coator representa ainda instrumento oblíquo de satisfação do crédito tributário. Qual seu aconselhamento? Não é devido o imposto. III. o Ministro da i Previdência Social expediu Portaria. consultam-no para saber se é devido o imposto e se a operação. A empresa YYY Ltda. Qual seu parecer? De acordo com o art. a instituição ou majoraç das contribuições para a ão seguridade social somente poderão ser exigidas a partir de 90 (noventa) dias da publicação da lei que as instituiu ou aumentou. os diretores da companhia indagam para saber se -no estão sujeitos ao recolhimento do IPI sobre essas vendas. Tal restrição.Com base na reforma previdenciária efetuada pelo Governo Federal. o que viola o art.

A Construtora ABC Ltda.212/91. o examinando deverá propor ação anulatória de débito fiscal.Caio. Preocupado com o custo tributário da operação. Deduza sua orientação. com pedido de antecipação de tutela. sob o argumento de ser a transferência fraudulenta. b. para tanto. o Município de São Bernardo do Campo -SP. como seria de rigor nos termos do art. A empresa ABC LTDA. parágrafo único. o recolhimento está correto. Todavia. pelo não recolhimento do ICMS na transferência daquelas mercadorias. poderá ser impetrado mandado de segurança com pedido de liminar. não houve circulação jurídica (transferência de propriedade) e.212/91.. portanto. visando ao reconhecimento da ilegitimidade da cobrança da contribuição previdenciária incidente sobre remuneração de autônomos e administradores. com a redação dada pela Lei nº 9. embora tenha reconhecido a inconstitucionalidade da exação. visando afastar o impacto tributário antes da ocorrência do fato gerador. o que não é o caso da contribuição previdenciária. Em 01 de janeiro de 2001. 156. que o ato judicial foi publicado na imprensa oficial há 7 dias. 406/68. está exigindo o imposto em razão do mesmo fato gerador. O examinando deverá interpor recurso de apelação. Caio o questiona se deverá efetuar o recolhimento do Imposto de Transmissão de Bens Imóveis. Tício permaneceu à frente da XPTO. pela sua própria natureza. onde se situa a sede da empresa. comportem a transferência do encargo econômico ao consumidor. QUESTÃO: Como advogado da Autora. o Juiz da 1a Vara Federal de São Bernardo do Campo ± SP. pretende transferir seu imóvel pa a sociedade. tratando-se de planejamento fiscal legítimo. Antes da data da operação. §2º. Dec. que todos os estabelecimentos das empresas localizam-se no Município de São Paulo. ra mediante a integralização de aumento de capital social no mesmo valor. para tanto. com a versão dos ativos relacionados à atividade de comercialização para outra empresa controlada por Caio. Alternativamente. Logo. que lhe impõe semelhante mister. Suponha.032/95. os sócios decidiram transferir para os estabelec imentos comerciais toda a produção excedente de tubos. o ente tributante competente para efetuar a cobrança do imposto sobre serviços de construção civil é o Município do local da obra. ajuizou ação de rito ordinário contra o Instituto Nacional da Seguridade Social ± INSS. que recolheu durante o exercício de 1996. Questões Práticas 1 . . acione o instrumento processual conveniente à tutela dos interesses de seu constituinte. A empresa deverá efetuar novo recolhimento de ISS? O recolhimento efetuado para o Município de São Paulo é suficiente? De acordo com o art. tributos que. com exclusão daquele do local da sede. 21. Com base nesses argumentos. Antes da cisão todos os estabelecimentos pertenciam ao mesmo titular (XPTO). a RLBO LTDA. Não há incidência do imposto. I do Código Tributário Nacional e art. O objeto da ação consiste ainda na repetição dos valores indevidamente recolhidos naquele período. da Lei nº 8. segundo o qual a prova da assunção do encargo econômico da exação somente é de rigor na repetição de tributos indiretos. porque. QUESTÃO: Como advogado da empresa. tendo em vista o disposto no art. Neste caso não há incidência do imposto na transferência dos tubos. construiu um prédio em São Paulo-SP. I da Constituição Federal. que se encontrava no estoque da fábrica. tendo solvido o imposto sobre serviços relativo ao faturamento desta obra perante o Fisco da Capital. instituída pela Lei no 8. a qual deverá ser endereçada a uma das Varas da Fazenda Pública da Comarca da Capital. Além disso. 36. sócio da empresa RLBO Comércio de Parafusos Ltda. Tenha. 2 . negou o direito à repetição do indébito sob o fundamento de que a Autora deixou de comprovar que não repassou para o preço de seus produtos o custo da contribuição previdenciária recolhida indevidamente. sustentando que a matéria está regulada no art. 166 do Código Tributário Nacional. embora tenha havido a circulação física dos bens. que passou a se dedicar exclusivamente à atividade de industrialização. a fiscalização estadual lavrou auto de infração e imposição de multa contra a XPTO S/A. utilize o meio judicial pertinente a afastar a cobrança do ICMS no caso concreto e assegurar à Autora o acesso desde logo a certidões de regularidade fiscal. não ocorreu o fato gerador do ICMS. ou seja.cisão da companhia. 89. a medida adotada não tem cunho fraudulento. Analisando a questão.

3 - A empresa ABC Ltda., dedicada ao ramo de fabricação e comercialização de calçados, vendeu um de seus estabelecimentos voltados ao comércio varejista para a sociedade RLBO Ltda. A ABC Ltda. continuou exercendo a atividade de fabricação de calçados, mantendo ainda outros estabelecimentos dirigidos ao comércio. A empresa RLBO Ltda., por sua vez, foi recentemente surpreendida com a citação para os termos de execução fiscal ajuizada pela Fazenda do Estado de São Paulo exclusivamente contra ela, objetivando a cobrança de débitos de ICMS, correspondentes ao estabelecimento por ela adquirido da empresa ABC, relativos a pe ríodo anterior à aquisição. Um dos diretores da RLBO perquire se deve desde logo efetuar o pagamento tendo em vista que é responsável, por , sucessão, pelos débitos gerados naquele estabelecimento, ou se há defesa possível na execução. Oferecer e justificar seu aconselhamento. A responsabilidade por sucessão neste caso é apenas subsidiária, tendo em vista que o alienante continuou a exploração do mesmo ramo do estabelecimento negociado. Vale dizer, a Fazenda Estadual, antes de demandar a RLBO, deveria ter executado a ABC Ltda. Dessa forma, a RLBO deverá oferecer bens à penhora, para em seguida, apresentarembargos à execução, em que deverá sustentar a responsabilidade da empresa alienante , nos termos do art. 133, II, do Código Tributário Nacional. 4 - Uma determinada empresa impetra mandado de segurança e obtém a concessão de medida liminar em conformidade com o pedido formulado. Durante o período de vigência da liminar, a referida empresa é fiscalizada por autoridade competente, que constata não estarem sendo cumpridas as obrigações acessórias atinentes à obrigação principal objeto da citada liminar. Assim, decide a autoridade autuar a empresa por descumprimento das obrigações acessórias. Comentar a situação. A autuação é procedente em virtude do parágrafo único do artigo 151 do CTN. A suspensão da exigibilidade do crédito tributário não dispensa o cumprimento das obrigações acessórias dependentes da obrigação principal cujo crédito esteja suspenso. No mês de abril de 1999, a sociedade Trás -os-Montes Participações Ltda. recolheu, com atraso, a Contribuição para Financiamento da Seguridade Social ± COFINS, do mês de competência março, do mesmo ano. O recolhimento extemporâneo foi efetuado com o acréscimo de multa e juros moratórios e a quantia devida foi corretamente informada à Secretaria da Receita Federal, por meio da declaração apropriada (DCTF). Contudo, em dezembro de 2000, a Receita Federal, revendo suas bases de dados, lavrou auto de infração contra a "Trás -os-Montes Participações Ltda.", no qual reconhecia a exatidão do crédito tributário declarado, bem como a regularidade do pagamento efetuado porém impôs à , contribuinte a multa de 75% prevista na Lei nº 9.430/96, relativa ao lançamento de ofício. Como a sociedade não apresentou impugnação administrativa, o crédito foi inscrito na dívida ativa e a União Federal moveu execução fiscal para cobrá-lo. QUESTÃO: Na qualidade de advogado da Trás-os-Montes Participações Ltda., aja em favor dos interesses da cliente. Considere que a empresa foi intimada da penhora realizada sobre bens de sua propriedade há 20 (vinte) dias e que o processo tramita perante a 15a Vara de Execuções Fiscais Federais da Seção Judiciária de São Paulo. Interposição de embargos à execução, com base nos arts. 16 e segs. da Lei nº 6.830/80. No mérito, deverá o candidato sustentar que a COFINS é tributo sujeito ao lançamento por homologação (art. 150 do Código Tributário Nacional) e que o lançamento de ofício apenas ocorreria se a autoridade administrativa verificasse a inexatidão da declaração do contribuinte, com valores a serem complementados. Por isso, não ocorreu a hipótese do ar 44, I, da Lei nº 9.430/96, que t. trata da multa imposta. A sociedade Mirassol Agroindustrial S.A. vendeu, em março de 1998, um imóvel integrante de seu ativo imobilizado, pelo valor de R$ 100.000,00 (cem mil reais). Esse imóvel estava registrado na contabilidade da sociedade pelo mesmo valor de R$ 100.000,00, que correspondia ao preço de sua aquisição pela sociedade. No mesmo ano -base de 1998, a empresa contabilizou um prejuízo fiscal de R$ 70.000,00 e, portanto, não pagou Imposto de Renda (IRPJ). Contudo, a fiscalização federal, revendo os livros contábeis, verificou que o valor da venda não foi lançado como receita e autuou a sociedade pelo valor correspondente, adicionando este ao resultado e cobrando o IRPJ no montante de R$ 4.500,00

(quatro mil e quinhentos reais), equivalente ao lucro líquido de R$ 30.000,00 (trinta mil reais). A sociedade não se defendeu do auto de infração e o crédito foi inscrito na dívida ativa, com a subseqüente propositura de execução fiscal. QUESTÃO: Na qualidade de advogado da empresa, atue em seu benefício. Considere que a constituinte tem sede na cidade de São José do Rio Pardo e que foi intimada da penhora de seus bens há 10 (dez) dias. Oposição de embargos à execução, com base nos arts. 16 e segs. da Lei nº 6.830/80. No méri o candidato deverá to, sustentar que a venda de bens do ativo fixo não constitui receita tributável, porque não implicou variação patrimonial para a sociedade (lucro), conforme compreendido no conceito de renda do art. 153, III, da Constituição Federal e d art. 43 do o Código Tributário Nacional. A ação deverá ser proposta perante o anexo fiscal da Comarca de São José do Rio Pardo (juízo estadual), por onde deve tramitar a execução. A Beija-Flor Revestimentos Ltda., com sede em São Paulo, é empresa que se de dica à comercialização de papéis de parede. Seus sócios pretendem aumentar o capital da sociedade, atualmente de R$ 100.000,00 (cem mil reais), para R$ 300.000,00 (trezentos mil reais), mediante a conferência de imóvel, avaliado pelo diferencial de R$ 200. 00,00 (duzentos 0 mil reais). Contudo, para realizar a transferência da propriedade do bem, exige -se a comprovação do recolhimento do Imposto sobre Transmissão de Bens Imóveis ± ITBI, conforme circular do Diretor do Departamento de Rendas Mobiliárias da Secretaria das Finanças do Município de São Paulo, que exige o pagamento do tributo na hipótese. A alteração contratual correspondente já foi arquivada pela JUCESP, restando apenas a integralização do aumento de capital. QUESTÃO: Na qualidade de advogado da Beija-Flor Revestimentos Ltda., acione o meio judicial adequado à solução do impasse. Mandado de segurança contra ato do Diretor do Departamento de Rendas Mobiliárias, endereçado a uma das Varas da Fazenda Pública da comarca de São Paulo, com pedido de limi ar, visando à dispensa do recolhimento do ITBI na n hipótese. Opcionalmente, poderá o candidato propor ação declaratória com tutela antecipada, formulando pedido similar. No mérito, deverá a ação basear-se no disposto no art. 156, § 2º, I, da Constituição Federal, que estabelece a nãoincidência do ITBI na hipótese, já que a sociedade não tem por objeto a compra e venda ou locação de bens imóveis, nem o arrendamento mercantil. QUESTÕES PRÁTICAS 1 - No momento da elaboração da folha de pagamento do mês de jan eiro de 2002, a ser paga em fevereiro, seu cliente, empregador, tem dúvidas a respeito da tabela a ser usada na retenção do Imposto de Renda dos empregados. Em 08.01.2002, foi publicada a Medida Provisória no 22, que corrigiu as faixas salariais de retençã resultando em redução o, do imposto devido. Ocorre que, no entender de seu cliente, as normas relativas a impostos apenas se aplicam no exercício fiscal seguinte ao de sua edição, com o agravante de que, em se tratando de Medida Provisória, a aplicação se dá no exercício fiscal seguinte ao de sua conversão em lei. A MP 22 ainda não foi convertida em lei. Deverá seu constituinte usar a tabela instituída pela MP 22 ou a antiga? Opine e explique. O princípio da anterioridade, previsto nos arts. 150, III, b, e 62, § 2º, da Constituição Federal, apenas se aplica a casos de instituição ou majoração de tributos. Como a nova tabela resulta em redução de tributo devido, pode ser aplicada imediatamente. 2 - Determinada sociedade de economia mista, instituída pelo Município de Cotia para a comercialização de alimentos, indaga-o a respeito da necessidade de oferecer à tributação o lucro auferido em sua atividade, por entender que é vedado à União Federal cobrar impostos sobre as rendas municipais. Formule e motive seu parecer. A imunidade recíproca conferida aos entes federativos aplica-se apenas às fundações e autarquias por eles mantidos, por força do art. 150, § 2º, da Constituição Federal. Além disso, às sociedades de economia mista que exercem atividade econômica aplica-se o regime tributário das pessoas jurídicas de direito privado (CF, art. 173, § 1º, II, e § 2º).

3 ± A aplicação de sanção tributária deve respeitar os princípios da legalidade, irretroatividade, vedação do confisco, capacidade contributiva, tipicidade, segurança jurídica e anterioridade? Deduza sua resposta, justificando sobre todos -a os princípios enumerados. A sanção tributária deve respeitar o direito de propriedade do contribuinte, não sendo lícito a tomada de seus bens (seu papel equivale a figura do não ± confisco tributário). Ainda é de ser verificado o princípio da tipicidade nas normas sancionadoras, pois, o enquadramento do ilícito, exige a concretização de fatos descritos em lei, excluindo a figura da -se presunção. Por outro lado, pela nítida distinção entre tributo e sanção tributária, entendemos que as normas sancionadoras tributárias não estão sujeitas aos princípios da anterioridade, não ± confisco, capacidade contributiva, pois estes são princípios atinentes à instituição, regulamentação e forma de cobrança dos tributos, nada acrescendo à figura das sanções tributárias. O princípio da segurança jurídica atinge as normas sancionadoras, assim como todas as demais normas jurídicas do ordenamento, e o princípio da irretroatividade das leis, vê-se aplicado também pelas normas sancionadoras, por ordem do Sistema Constitucional, com exceção das questões de interpretação da lei mais favorável ao infrator (retroatividade da lei benéfica). 4 - A "substituição tributária " prevista no artigo 128 do Código Tributário Nacional implica solidariedade entre substituto e substituído? Desenvolva sinteticamente o tema. A substituição tributária é um tipo de responsabilidade tributária, em que o dever de reter o tributo é atribuído a terceira pessoa, relacionada indiretamente com o fato jurídico tributário. O substituto tributário faz às vezes do contribuinte quando do pagamento do tributo, sendo responsável exclusivo pelo referido encargo. Na substituição tributária não existe solidariedade, pois a solidariedade expressa relação entre pessoas que compõe conjuntamente o pólo passivo da obrigação tributária, o que não acontece com relação ao substituto tributário. O dever de pagar o tributo é atribuído por lei ao responsável, de forma exclusiva. O substituto não recebe o papel do verdadeiro contribuinte, apenas compõe o pólo passivo indireto da relação jurídica tributária. Caio adquiriu de Túlio um imóvel, localizado no Município de São Paulo. Para tanto, celebrou contrato de compromisso de compra e venda, em caráter irrevogável e irretratável, por meio do qual se comprometeu a pagar o preço de R$ 100.000,00 (cem mil reais) em 10 prestações mensais, iguais e sucessivas de R$ 10.000,00 (dez mil reais), após o que seria outorgada a escritura definitiva de compra e venda. Era interesse de Caio registrar, no Cartório de Registro de Imóveis competente, o contrato de compromisso de compra e venda. Contudo, ao apresentar o contrato para registro, na última semana, Caio foi surpreendido com a exigência do pagamento do Impo sobre Transmissão de Bens Imóveis sto (ITBI) à alíquota de 2% (dois por cento) sobre o valor da transação, com respaldo em lei municipal a exigi-lo desde logo, no caso de compromissos irretratáveis e irrevogáveis. QUESTÃO: Como advogado de Caio, proponha a medida judicial conveniente aos interesses do cliente. O candidato deverá impetrar mandado de segurança, com pedido de liminar, contra ato do Diretor do Departamento de Rendas Imobiliárias da Secretaria das Finanças do Município de São Paulo, visando a dispensa do pagamento do ITBI. A ação poderá ser dirigida contra outra autoridade, desde que o candidato demonstre saber ser a coatora, aquela que tem a competência legal de exigir o tributo (o que não é o caso de nenhum servidor do Cartório de Registro de Imóveis). No mérito, o candidato deverá sustentar que o registro do compromisso de compra e venda não opera, por si só, a transferência de direito real, de modo a afastar a hipótese de incidência do ITBI. A transferência da propriedade apenas se daria no momento do registro da escritura definitva. Para tanto, deverá invocar os dispositivos concernentes à hipótese de incidência (art. 156, II, da Constituição Federal e art. 35 do Código Tributário Nacional), bem como o art. 110 do Código Tributário Nacional, que proíbe à lei tributária alterar conceitos de direito privado. O pedido de liminar deve ser justificado. Alternativamente, o candidato poderá interpor ação declaratória contra o Município de São Paulo para o reconhecimento da não-incidência do ITBI, pelos mesmos fundamentos. Nesse caso, deverá requerer tutela antecipada, devidamente justificada, que permita o registro do compromisso independente do pagamento do tributo questionado.

A sentença foi publicada no Diário Oficial há 10 (dez) dias. contra a União Federal. 165 do CTN) e impugnar o índice de atualização monetária acolhido pela sentença recorrida (TR). VI. moveu. art. a ser calculado sobre o montante das operações. João foi surpreendido pelo recebimento de um mandado de citação. com fundamento nos arts. 135. Pelo contrato social. (c) desacordo com a jurisprudência dominante a respeito do tema. que os embargos tramitam perante a 25ª Vara Federal da Subseção Judiciária de São Paulo. deverá o candidato pedir a exclusão de João do polo passivo da relação jurídico processual sob o fundamento de não ser sócio gerente (art.Federal. 150. 16 da lei nº 6. para imóveis não edificados. do Código Tributário Nacional) e por não responder por obrigações da empresa decorrentes de atos que não p raticou ou de omissões a ele imputáveis. O recurso não está sujeito ao pagamento de custas. Esse critério. § 4º). QUESTÃO: Na qualidade de advogado exclusivo de João. estando portanto imune de impostos. intimando-o desse fato há 15 (quinze) dias. QUESTÃO: Como constituído da Massas Presidente Ltda. O candidato deverá formular recurso de apelação. Apesar de possuir proporção significativa do capital. endereçado à 25ª Vara Federal de São Paulo. detendo 50% (cinqüenta por cento) do capital da empresa. No mérito. visando à cobrança da quantia de R$ 50. Considere que a execução fiscal corre perante o Anexo Fiscal da comarca de Itu. O Estado exige-lhe o recolhimento do ICMS em razão do exercício de tal atividade. João é sócio da sociedade Alpha Remédios Ltda. A Creche Bom Jesus de Pirapora. que foi embargada pela parte contrária. o candidato deverá sustentar o direito à recomposição integral dos valores recolhidos a maior (art. no entender de seu cliente. entidade filantrópica. aja em seu favor. nem se configurando qualquer causa de responsabilidade tributária. citou João e penhorou-lhe bens no valor suficiente para a garantia da dívida. sede da sociedade e domicílio de João.A sociedade Massas Presidente Ltda. Ao procurar Rubens. sob alegação de excesso nos cálculo de atualização s monetária apresentados. (b) existe critério legal expresso de atualização e cômputo dos juros (SELIC ± Lei nº 9. ação de repetição de indébito de contribuições ao PIS pagas a maior no período de janeiro a dezembro de 1997. localizados no seu perímetro urbano. na falta de critério expresso constante do título executivo. sob alguns possíveis argumentos: (a) a utilização da TR como indexador foi declarada inconstitucional pelo Supremo Tribunal Federal (ADIN 493-0). Transitada em julgado a sentença de procedência da ação. iniciou a execução. que não possui Plano Diretor nem lei específica que regulamente a utilização da propriedade urbana. a gerência incumbe exclusivamente a Rubens. não obteve êxito. Considere ainda a jurisprudência e doutrina favoráveis à interpretação ampla das regras de imunidade. desprovida de qualquer interesse lucrativo.000. nunca se interessou pela administração da sociedade. 39. institui Imposto Predial e Territorial Urbano ± IPTU progressivo no tempo. o crédito exeqüendo deverá ser corrigido monetariamente pela variação da Taxa Referencial ± TR. QUESTÕES PRÁTICAS 1. 2. pois este evadiu-se para evitar a citação. Ofereça parecer sobre a questão. não é satisfatório porque não representa a atualização do poder aquisitivo da moeda.. . 513 e seguintes do Código de Processo Civil. nos termos do art. O oficial de justiça. Observe. Ademais a receita da venda dos produtos por ela manipulados é destinada à consecução de sua finalidade social. arrolando sua razões. sem o acréscimo de juros moratórios. nem tem idéia da sua origem. confiada ao sócio.. É lícita a instituição desse tributo? Responda e justifique. Sobreveio sentença de procedência dos embargos acolhendo os argumentos da União Federal no sentido de que. visando obter recursos para sua manutenção. para tanto. Oposição de embargos do executado João àquela execução fiscal.00 (ci qüenta mil reais) a título de Imposto sobre n Produtos Industrializados ± IPI. João nunca soubera da existência dessa dívida.830/80) dirigidos ao Juízo competente. do Anexo Fiscal da comarca de Itu. III. Rubens. dando conta da propositura de execução fiscal movida contra a sociedade e ambos os seus sócios. A Creche é entidade de assistência s ocial.250/95. "c" da C. (art. dando cumprimento ao mandado. sem fins lucrativos (entidade filantrópica). Determinado Município. intimação e penhora. atue em prol de seu cliente. resolve vender à população local produtos por ela manipulados. No mérito.

. A. dirigido à 25ª Vara Federal de São Paulo. iluminação pública. I. § 4º.000. que não autoriza a distinção entre multas simplesmente moratórias e punitivas. tem um problema prático. que o processo tramita perante a 25 a Vara Federal da Subseção Judiciária de São Paulo e que a intimação da sentença foi recebida há 10 (dez) dias.000. pessoa jurídica. em setembro de 1999. do Código Tributário Nacional.Não. passando a incluir o imóvel de João. pois a taxa é lançada conjuntamente com o IPTU. por sua vez. e impetrou mandado de segurança com o objetivo de afastar a cobrança de multa. Certo Município exige dos proprietários de imóveis urbanos localizados em seu território o pagamento de Taxa de Limpeza e Conservação. João adquiriu. sujeito passivo dessa taxa. O crédito apurado poderá ser compensado. COFINS. no valor de R$ 1. denunciou espontaneamente o débito. deverá o recurso se voltar contra a parte que foi desfavorável à empresa (i. Considere. Contudo. Não é possível a compensação sponte propria.000. declarou à Secretaria da Receita Federal ter auferido. 66 da Lei nº 8. tal como água encanada. receita de R$ 100. imóvel então situado na zona rural do Município de Serra Negra. 4. 182. 513 e seguintes do Código de Processo Civil. A declaração a menor deveu-se ao fato de que a sociedade não tinha recursos em caixa para pagar os tributos correspondentes Em julho de . É possível que esse crédito seja compensado com tributos de outras espécies. Em 20 a Câmara Municipal 01. não poderá compensar com IRPJ vincendo. descobriu que pagou Imposto de Renda (IRPJ) a maior nos anos de 1999 e 2000. a área manteve características típicas de zona rural. 2000. seu cliente. para tanto. Interposição de recurso de apelação. sob sua responsabilidade. não pode ser objeto de depósito judicial para fins de suspender a sua exigib ilidade. 164. da Constituição Federal. pois entende ser ela -la inconstitucional. está autorizado a receber parcialmente os tributos lançados. Alternativamente ação visando o reconhecimento da inconstitucionalidade da taxa e pedido cautelar (medida liminar ou tutela antecipada) para possibilitar o pagamento do IPTU devido. a possibilidade de exigência de multa moratória). enquanto questiona judicialmente a Taxa de Limpeza e Conservação? Explicite e fundamente. pois de acordo com o art. deseja questioná judicialmente. como a tendência é que gere prejuízos neste ano e nos próximos. QUESTÃO: Aja na qualidade de advogado de João. em 1980. No mérito. Como o IPTU não é questionado. da hipótese da subordinação do pagamento de um tributo (IPTU) à quitação de outro (Taxa de Limpeza e Conservação). a instituição do IPTU progressivo no tempo depende do descumprimento da função social da propriedade urbana. com os req uisitos dos arts. já com capital de giro suficiente. Qual o meio cabível para solver o IPTU. Contudo. saneamento básico ou calçamento. que é limitada a tributos da mesma espécie.e. ambas vedadas na hipótese de denúncia espontânea. com base no art.00 (cem mil reais). quando na verdade ela foi de R$ 200. Recentemente. mas facultando à autoridade fiscal exigir multa simplesmente moratória. João recebeu notificação de lançamento do IPTU relativo ao exercício de 2002. Porém. Nenhum agente arrecada -dor.00 (mil reais). 3. tais como PIS e COFINS? Dê seu parecer e motive. 74 da Lei nº 9. invocando o art. acrescidos de juros moratórios.. Após auditoria interna. A sentença concedeu a segurança em parte. com base no art. aprovou lei que alterou o perímetro urbano do Município. para impedir a exigência de multa por lançamento de ofício.383/91. IRPJ e CSLL). QUESTÃO: Na qualidade de advogado da Pirandello S. gostaria de compensar os créditos apurados com débitos tributários vincendos. na verdade. mediante requerimento dirigido à Receita Federal.00 (duzentos mil reais). conforme diretrizes estabelecidas pelo Plano Diretor e por lei específica para a área em que localizado o imóvel. quitou os tributos exigíveis (PIS. com vencimento para daqui a 2 (duas) semanas. Trata-se. A sociedade Pirandello S.. 138 do Código Tributário Nacional e desenvolvendo sua interpretação. Para não se sujeitar à demora da repetição de indébito. sem apresentar qualquer espécie de equipamento urbano. o que viabiliza a consignação judicial do IPTU nos termos do art.430/96. A. sendo ambos os tributos objeto da mesma notificação e do mesmo boleto de pagamento. atue em seu favor. Seu cliente.

perecimento de direito (licitação) QUESTÕES PRÁTICAS 1. No mérito. (art. tendo em vista que a comprovação dos fatos alegados dependerá de vistoria pericial. 149. ALEGAÇÕES INDISPENSÁVEIS: pedido de liminar. do Código Tributário Nacional. 32. Relata a empresa que a certidão foi negada sob alegação de que existem débitos pendentes. a fim de habilitar-se e participar de licitações públicas. aguarda conversão em renda da União de depósitos existentes. mas apenas comunicou a Prefeitura a respeito. FUNDAMENTOS DE DIREITO e PEDIDO: artigo 151. Passados dois anos.12345-6. Sim. venda de peças e serviços. inciso LXIX. opere no sentido de afastar o óbice à licitação cujo prazo de vencimento é iminente. (suspensão de exigibilidade). Seu cliente é proprietário de imóvel urbano localizado no Município de São Bernardo do Campo. Em 1999. bem como cópia de todos os depósitos realizados naqueles autos. com fundamento nos artigos 5º. A empresa procurao(a). da Constituição Federal e disposições constantes da Lei nº 1. Poderá o candidato requerer a suspensão da exigibilidade do crédito tributário. perante algum dos Juízos de Direito daquela Comarca. pretende a emissão de Certidão Positiva de Débitos com efeitos negativos. cuja sentença transitada em julgado há mais de um mês. por meio da qual a Prefeitura Municipal. VIII. cc artigo 151 inciso II do CTN). A empresa Dragster Motors Ltda. do Código Tributário Nacional. procedimento não realizado em razão da omissão da União Federal. distribuído e processado na 14 a Vara Cível Federal. Agora. cujo prazo para habilitar-se e participar da licitação pública encerrar-se-á amanhã. dedicada ao comércio de veículos novos e usados. comprovando a existência dos autos da ação ordinára i n o 000. a teor do art. alegação da existência de depósitos judiciais art. artigo 5º. pois é necessária a presença dos melhoramentos urbanos ali descritos. necessidade de certi ão d positiva com efeitos de negativa para licitação. alegações que configurem o bloqueio das atividades comerciais. perante a Justiça Federal da Secção Judiciária de São Paulo / SP. -lo recebeu notificação de lançamento do IPTU de 2000.830/80. § 1º. mediante o depósito do valor correspondente. construiu ali um galpão.12345-6. 38 da Lei nº 6. Pode a Prefeitura tomar essa atitude? Responda justificando adequadamente. contra ato manifestamente ilegal e coator do Sr. Entende a empresa que a recusa é injustificada. fornecendo a certidão de objeto e pé da 14 a Vara Cível Federal. poderá ser questionada? Motive seu posicionamento. a Prefeitura se arrependeu do benefício e encaminhou à Câmara Municipal lei revogando a isenção. revendo o lançamento anteriormente efetuado. poderá ser questionada com fundamento no art. pedido negado pela Delegacia da Receita Federal em São Paulo/SP. assim.João deverá propor ação ordinária contra o Município de Serra Negra. que dispõe sobre as isenções condicionadas e concedidas a prazo certo.00. Sim. isenção do Imposto Predial e Territorial Urbano ± IPTU. o que não é compatível com esse remédio judicial. ser exigida a referida exação. que permite a revisão de lançamento para apreciação de fato não conhecido ou não provado por ocasião do lançamento anterior.. 178 do Código Tributário Nacional.533/51. desde que contratassem menores aprendizes oferecidos pelo serviço social municipal. em 2001. 151. 2. visando à anulação do ato de lançamento fiscal. Impetração de MANDADO DE SEGURANÇA COM PEDIDO DE LIMINAR. embora devesse fazê de imediato. II do CTN. a construção do galpão. Delegado da Receita Federal em São Paulo / SP. não podendo. solicitando as medidas judiciais cabíveis. QUESTÃO: Como advogado da empresa Dragster. às empresas localizadas em certa área.00. deverá sustentar que a cobrança do IPTU não atende os requisitos do art. qual seja. Se essa lei for aprovada. prova pré-constituída "fumus boni iuris" e "periculum in mora". pelo prazo de 5 (cinco) anos. revogando a isenção. Determinada Prefeitura concedeu. exige a diferença correspondente à área construída do galpão. referem-se ao processo n o 000. . uma vez que as pendências existentes em relação à contribuição ao PIS dos períodos de 07/91 a 11/91 e 03/93 a 07/93. II CTN. alínea "b" da CF/88 e artigo 206 do CTN. inciso XXXIV. Não é recomendada a impetração de mandado de segurança.

do Código Tributário Nacional. em Vara da Subseção Judiciária de Santo André. com observância dos requisitos do art. execução fiscal para cobrança do ICMS relativo aos . as segundas. dirigidos ao Juízo de Direito das Execuções Fiscais Estaduais de São Paulo. a cobrança integral do débito contraria a lei. logo que concretizado o evento previsto no antecedente da norma de incidência. Impetração de Mandado de Segurança perante o Juízo Federal. 77. II. tendo como autoridade coatora o Delegado da Receita Federal da mesma localidade. 282 do Código de Processo Civil e na forma d artigo 16 da lei nº 6. que se encontram nas ruas cobertas pela ronda policial. Porém. transitada em julgado. Assim. deverá o candidato sustentar que não responde pelo tributo.. já em nome de Jonas.3. instituiu a "taxa de vigilância " a ser cobrada de todos os estabelecim entos comerciais. As relações jurídicas sancionadoras. denominado "Lustres do Manolo". industriais e prestadores de serviço. a Manolo e Irmãos Ltda.00. aí entendida a própria inscrição na dívida ativa. O fato gerador da taxa é o serviço público específico e divisível ou o exercício regular do poder de políc (art. excluindo de seu campo os atos ilícitos (art. poderá integrar o conceito de obrigação tributária? São relações jurídico -tributárias ou não? Justifique e fundamente sua resposta. corria contra a Magnólia Comercial Ltda. fundamentando -o. no valor de R$ 50.00 (dez mil reais). Constatando que o número de furtos e roubos em estabelecimentos comerciais aumentara muito. a Prefeitura de Nova Vista criou uma guarda municipal para vigilância das ruas e praças da cidade.000. Recentemente. e está prestes a ser inscrito na dívida ativa da União. nos termos do Código Tributário Nacional. sem a necessária especificidade com relação aos obrigados. Para o custeio. dos últimos cinco anos. As relações sancionatórias não cabem no conceito de obrigação tributária. não é legítima a instituiçã da o referida taxa. no valor total de R$ 100. com pedido de antecipação de tutela. 145. o candidato deverá sustentar que a responsabilidade do sucessor limita-se ao montante de seu quinhão hereditário. atue na defesa de seus interesses. QUESTÃO: Na qualidade de advogado de Jonas. tendo em vista que as primeiras decorrem de fatos lícitos e. atuava no ramo de comércio varejista de roupas infantis. 4. denominada "O Bebê Feliz".. Esse débito diz respeito ao Imposto de Renda (URPF) de responsabilidade de Pompônio. CTN). corresponde a R$ 10. Verifica-se que inexiste possibilidade para inclusão das relações sancionatórias no conceito de "obrigação tributária". O pedido deverá incluir a determinação à autoridade coatora para que se abstenha de praticar atos tendentes à cobrança. Por isso. O Exeqüente. foi intimada da penhora de bens de sua propriedade. Trata-se de prestação de serviço de vigilância à comunidade em geral. CF ia e art.00 (cem mil reais). seus únicos herdeiros. proceda em seu favor. A .000. alternativamente. Findo o prazo de locação. de impor ao impetrante sanções decorrentes do não pagamento. 131. QUESTÃO: Na qualidade de advogado da Manolo e Irmãos Ltda. As relações jurídicas tributárias sancionatórias não integram o conceito de obrigação tributária. no caso de Jonas. conforme sentença hom ologatória de partilha amigável. Jonas e Sofonias. As obrigações tributárias têm por objeto a imputação de direitos e deveres correspondentes aos sujeitos de uma rela ção jurídica tributária. II. o estabelecimento comercial foi fechado e ali instalou-se estabelecimento de venda de lustres e abajures.830/80. o que. Pompônio faleceu e deixou dois filhos. cada um dos herdeiros recebeu bens no valor equivalente a R$ 10. constatando o fato. e ainda. mantido por Manolo e Irmãos Ltda. já que o conceito de tributo somente comporta fatos lícitos.000. requereu a inclusão. no pólo passivo da execução fiscal. de atos ilícitos. requerendo liminar fundamentada. Não se cuida no caso de exercício de poder de polícia. a propositura de ação anulatória de débito tributário.000. mantendo loja na cidade de São Paulo. 3º do CTN). Oposição de embargos à execução fiscal. Admissível. instaladas pelo descumprimento de obrigação tributária ou de relação jurídica de deveres instrumentais. meses de junho a setembro de 1999. No o mérito. Considere que Jonas mora em Santo André. da Manolo e Irmãos Ltda. o que foi deferido pelo Juízo. Jonas recebeu notificação cobrando débito tributário de responsabilidade do de cujus. Há 15 (quinze) dias. O objeto das relações tributárias decorre de fato lícito.00. A sociedade Magnólia Comercial Ltda. No mérito. nos termos do art. na qualidade de responsável tributário em virtude da aquisição de estabelecimento comercial. Processado o inventário. É legítima essa cobrança? Justifique.

O Estado de São Paulo. calculando o ITCMD com alíquota de 1%. que orientação daria à sua cliente? Maria é responsável tributária por solidariedade. juntamente com Maria. Ricardo Altruísta deseja doar ao filho Tércio imóvel de sua propriedade no valor de R$ 200. respectiva mente. A Empresa de Metais Nordeste Ltda. sendo certo de que a responsabilidade tributária solidária não comporta benefício de ordem.000. todavia. explorando. antes que a fiscalização identificasse a irregularidade e lhe aplicasse penalidade onerosa. de 66 anos. QUESTÃO: Como advogado(a) de Ricardo Altruísta. por ser tri uto incidente sobre valor b patrimonial do bem e não sobre a pessoa. é coproprietário de 1% de bem imóvel no referido Município.C. e também a progressividade do ITBI. não prevê qualquer espécie de progressividade. A segurança deverá ser impetrada perante Vara da Fazenda Pública em São Paulo. QUESTÕES PRÁTICAS 1. cobrando 100% do valor do IPTU de Maria.000. ocasião em que vigia a Lei n o 8. Em 21. aplicando sobre os respectivos fatos geradores alíqu otas progressivas que variam de 1. por meio da Lei n o 4455/01. a 5% (cinco por cento) para outros cujo valor supere o montante de R$ 150.97. Poderá. João e Carlos que detêm. instituiu a cobrança do Imposto Sobre Transmissão causa mortis e doação.489. não poderá ser de .responsabilidade prevista no art. o Município de Várzea Nobre procedeu ao lançamento tributário. Desejoso de regularizar a situação. Não se aplica.01. 5%. por ocasião de conferência dos procedimentos adotados. os estabelecimentos mantidos por ambas as sociedades são nitidamente distintos.. Na data da conferência. deverá recolher o imposto calculado pela alíquota de 17%. uma vez que esta legislação lhe era mais benéfica. de 10. a Empresa constatou a falta de recolhimento do ICMS relativo àquela operação. vigorava a Lei n o 10. com pedido de tutela antecipada. O Município de Várzea Nobre fez publicar a Lei n o 5. ambos de competência municipal. Como advogado (a).236.12.00 (duzentos mil reais). sendo autoridade coatora o Delegado Regional Tributário em São Paulo. concedendo isenção do IPTU para todos os proprietários de imóveis localizados em seu território. O(a) candidato(a) deverá impetrar mandado de segurança com pedido liminar. razão pela qual é responsável pelo pagamento do tributo integral que. sobre quaisquer bens e direitos (ITCMED). todavia. outro ramo de atividade. 273. O doador. a retroatividade benéfica. a Constituição Federal.12. alternativamente. No caso concreto. que previa a alíquota de 17% para o ICMS. neste caso. realizando-se o princípio da capacidade contributiva proporcionalmente ao valor do imóvel. Este é o entendimento do Supremo Tribunal Federal (STF) ao julgar inconstitucional a progressividade das alíquotas do IPTU antes da Emenda Constitucional nº 29/00. com fulcro no artigo 4º do C. realizou venda de mercadorias cuja saída do estabeleciment comercial ocorreu o em 01. Antônio da Silva. uma vez que. bem como das disposições do artigo 144 do Código Tributário Nacional. maiores de 65 anos de idade. 133 desse Estatuto limita-se aos casos de alienação de fundo de comércio ou estabelecimento comercial. para regularizar a situação. no caso. Como Maria só detinha 5% de participação na propriedade do imóvel. uma vez que deve ser aplicada a lei vigente na data da ocorrência do fato gerador. o procurou para saber da legitimidade ou não de tal cobrança. além de não ter havido cessão do estabelecimento (não havia relação entre o titular atual e o anterior). ingressar com a medida ou medidas pertinentes a proteção dos interesses do cliente. Qual sua posição? Responda e fundamente.10. nos termos do seu art. ingressar com ação declaratória de inexistência de relação jurídica. que fixava a alíquota do imposto em 16%. o contribuinte consultou-o(a) para saber se poderia utilizar a alíquota de ICMS de 16% para recolher o tributo. em face da estrita legalidade prevista na Constituição Federal. 2.11. uma vez que era a única que residia naquele Município. inconformado com a disparidade de alíquotas sobre o fato gerador.0 % (um por cento) para bens no valor de até R$ 10.P. objetivando a consumação da doação do referido imóvel ao filho.02. 90% e 4% da referida propriedade. estranhou a cobrança e procurou (a) para saber se -o estava obrigada ao pagamento integral do IPTU.00. de 01.12. Em 1998.000.00. publicada em 20.99.777. objetivando a realização da doação com o pagamento da exação pela alíquota de 1% (um por cento). A Empresa.00. a Manolo e Irmãos Ltda.

quando se trata -se de crédito tributário relativo a impostos cujo fato gerador seja a propriedade. confecciona e fabrica produtos cujo lucro é totalmente revertido para as suas finalidades sociais. Essa operação levantou suspeita perante a fiscalização estadual. uma vez que o recolhimento é amparado pelo artigo 138 do Código Tributário Nacional. com "status" de lei complementar.000. 173. Roberto de Carvalho adquiriu. que entendeu ter havido. Três anos depois Roberto de Carvalho foi notificado sobre a existência de débito tributário cujo fato gerador teria ocorrido em 01. a Fundação foi intimada da penhora sobre bens de sua propriedade.01. cc artigo 125. Em 20 de maio de 2003. recebeu autuação por falta de recolhimento do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços ± ICMS. mas de 99% em face da isenção a que faz jus o Sr. QUESTÃO: Como advogado da Fundação Misericordiosa de São Paulo. I. é contribuinte do ISS (Imposto sobre Serviços). em 18. Em maio de 1997. Deverá ainda. cujo termo final do quinqüênio decadencial ocorreu em 2001.. 4.100%. levando em conta que não constou da escritura pública a prova da quitação dos tributos. que exclui. Em 30 de maio de 2002. 3. a Fundação foi autuada pela Secretaria da Fazenda do Estado de São Paulo. de fato. não impugnada na esfera administrativa e geradora da inscrição do débito respectivo como dívida ativa. QUESTÃO: Na qualidade de advogado da Copiadora do Mestre Ltda. o não pode ser oposto à Fazenda Pública para modificar a definição legal do sujeito passivo da obrigação tributária. como exige a lei estadual. conforme preceituam os artigos 123 e 130 do Código Tributário Nacional. Assim. do artigo 150 da Constituição Federal de 1988. além de multa. inciso VI. bem imóvel de Mario de Assis. registrando-se que o imóvel estava sendo alienado livre e desembaraçado de quaisquer ônus reais. nessa qualidade.94. Sendo norma geral de direito tributário. independente de iniciativa do FISCO. Procurado por Roberto de Carvalho. inclusive em razão de ter sido o papel de sua impressão fornecido pela própria Copiadora do Mestre Ltda. dedica-se à atividade de reprodução de documentos e. operação de venda dos panfletos. em janeiro último. nos termos da alínea "c". recebeu encomenda excepcionalmente vultosa de c liente. para reprodução de 100. conforme art. nos casos de denúncia espontânea. sobre as operações de venda dos produtos por ela fabricados. com fulcro no artigo 16 da Lei 6. referentes ao período de janeiro de 1995 a março de 2002. FUNDAÇÃO MISERICORDIOSA DE SÃO PAULO.08. A sociedade Copiadora do Mestre Ltda. pretendendo o pagamento da quantia de R$ 200. o domínio útil ou a posse de bens imóveis. O fato da escritura prever expressamente que a responsabilidade dos débit s existentes até a data da celebração da escritura fosse do vendedor. contribuinte do ICMS. inscrita no cadastro específico do Município de São Paulo. em data anterior à celebração da escritura de compra e venda. recolheu o imposto referente ao período de janeiro de 2000. e seu parágrafo único. e acordado expressamente que os débitos tributários existentes até a data da celebração da escritura seriam de responsabilidade do vendedor. não pode a lei estadual contrariar a regra ali instituída.00 (duzentos mil reais) a título de Imposto Sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS). . O(A) candidato(a) deverá ingressar com embargos à execução fiscal. conforme preceitua o artigo 124. argüir decadência relativamente ao débito vencido em período anterior a 1997.1993. A empresa Vida Feliz Ltda.000 cópias de panfleto publicitário. onde tem sede.. A escritura pública foi celebrada na mesma data. proponha a medida pertinente à defesa de seus interesses. Pergunta-se: Está correto seu procedimento? Não está correto o procedimento relativo ao pagamento da multa. em razão da execução fiscal do débito. acrescido de juros pela taxa SELIC e multa moratória. a aplicação de qu aisquer penalidades. após citada. portanto. II do Código Tributário Nacional. entidade de assistência social sem finalidade lucrativa e como tal reconhecida.830/80. argumentando que a cliente é imune àquele tributo. I do Código Tributário Nacional. juros e correção monetária. qual seu parecer? Roberto de Carvalho é o responsável tributário porque a obrigação subroga na pessoa do adquirente. Antonio da Silva. ingresse com via judicial mais adequada à defesa dos seus interesses. em junho do mesmo ano.

Propositura de ação anulatória de débito fiscal. Oriente Manuel a respeito de sua situação. não se sujeita ao pagamento de impostos. 38 da Lei nº 6. Impetrar mandado de segurança preventivo em relação ao Delegado da Administração Tributária em São Paulo perante o Juízo Federal da Secção Judiciária de São Paulo. Bernardoestá também exonerado do pagamento do imposto. Qual Estado da federação será competente para cobrar o imposto sobre transmissão causa mortis. 2. mas deixou a seus herdeiros uma fazenda situada em Goiás. soube que sofreria incidência do IPI. localizado no Município de Itavocaba da Serra. Manuel assinou contrato de compromisso de compra e venda de imóvel pertencente à União. exclui-se a incidência do imposto de competência estadual. 3. na qualidade de compromissário comprador de imóvel registrado em nome da União. mesmo assim. uma vez que decorrido o qüinqüênio legal a contar do primeiro dia do exercício seguinte àquele em que o lançamento poderia ter sido efetuado.fictícia) define como "portador de deficiência física" toda pessoa que possuir deficiência motora nos membros inferiores e superiores. Empresa do ramo automotivo denominada Concessionária Bassan Distribuidora de Veículos S/A. A legislação do IPI (Lei n. com a informação de que deveria recolher ao referido município o ITBI "inter-vivos" e o IPTU relativos ao imóvel. conforme o art. faz-se necessária a concorrência de dois pressupostos. I. II. por ser o local da situação do imóvel. a denúncia espontânea elide a exigência de multa d mora? Atraso no e pagamento de tributo (mora) pode ser considerado como infração tributária? Motive as respostas. Sérgio faleceu em São Paulo. Manuel deve recolher o IPTU e o ITBI relativos ao imóvel. nos termos do art. cidade onde era domiciliado. I. proporcionalmente. atualmente com isenção de IPI. a isenção concedida em caráter pessoal beneficia apenas Júlio. 155. Assim. Por força da regra do art. também. quer adquirir veículo da Concessionária Bassan para uso pessoal. 173. Bernardo continuaria devendo o tributo. solidariamente responsáveis pelo pagamento do Imposto Predial e Territorial Urbano ± IPTU. contemplado no artigo 5º CF/88. pleiteando liminar e concessão da segurança visando afastar a incidência do IPI na operação em destaque ou ação de proc edimento comum ordinário. quais sejam. tem o condão de elidir a exigência da multa de mora. perante alguma das varas da Fazenda Pública da Capital. Júlio completa 65 anos de idade e. QUESTÕES PRÁTICAS 1.º 3333/03 . 125. para portadores de deficiência física. José Maria. a auto - . O inventário de Sérgio tramita perante vara competente central de São Paulo. Deverá. relativamente à fazenda? Desenvolva. Goiás. deverá o candidato sustentar que a operação em questão efetivamente corresponde a prestação de serviços. § 3º da Constituição Federal. passa a gozar de isenção para todos os imóveis de que for proprietário. o que não é desnaturado pelo fato de os materiais serem fornecidos pelo próprio prestador de serviços. Júlio e Bernardo são co-proprietários de imóvel e. prevista no artigo 138 do CTN. segundo o art. A ocorrência da denúncia espontânea. Para a concretização desta figura. Acredita ele que. entretanto. da Constituição Federal.. alegando quebra do princípio da isonomia. No mérito. contra a Fazenda do Estado de São Paulo. conforme art. A imunidade recíproca não atinge o promitente comprador em virtude da regra expressa do artigo 150. descrita no item 76 da lista de serviços anexa ao Decreto-Lei nº 406/68 e que. portador de cegueira congênita. contratando motorista particular para dirigi-lo e. do Código Tributário Nacional. nessa qualidade. Não. 4. QUESTÃO: Como advogado de José Maria. manipule o meio judicial à garantia de seus direitos. relativamente ao imóvel comum? Justifique. com pedido de tutela antecipada com o mesmo fito. em razão de disposição expressa na lei municipal. argüir decadência.830/80. por isso. sediada no Município de São Paulo. Surpreendeu-se. do Código Tributário Nacional. bem como invocar o artigo 110 do CTN. quanto à inobservância do conceito de "portador de deficiência" veic ulado pelo direito privado. Neste ano. § 1º. recebe veículos da montadora Lopes do Brasil LTDA. 138 do CTN. afastando desta definição as pessoas que possuem deficiência visual (cegueira e outras doenças de visão).

não revogado pela Lei Complementar nº 116/03. inscrita no CNPJ sob n.c. do Código Tributário Nacional. a Prefeitura de Taboão da Serra exige o tributo e. b) decadên em relação ao exercício de cia 1997. o candidato deverá impugnar o dever de manutenção de escrituração fiscal. Para exercer esta última atividade. Para efeitos fiscais.000. o candidato deverá elaborar Ação Anulatória de Lançamento Fiscal. Em conseqüência. 1999. a Sociedade "Carlos Ferreira ± ME". 164. têm inscrições nos respectivos municípios e apenas pretam s serviços dentro dos territórios municipais em que estão localizados. argumentado com as regras do art. 113. 151. § 1º. a Municipalidade de São Paulo. elabore a medida judicial apropriada para defender os interesses da Empresa "Carlos Ferreira ± ME". Como fundamentos jurídicos deverá alegar: a) inconstitucionalidade da progressividade instituída pela destinação do imóvel. pois Alcebíades tem o direito de recolhê-lo na forma do art. compreendendo o pedido a citação de ambos os Municípios para comparecer aos autos e exercitar a pretensão ao recebimento do valor consignado. No entanto. referente ao exercício de 2003. exigiu IPTU relativo aos exercícios de 1997. b) a tomada de medidas sancionatórias pelo descumprimento das obrigações acessórias. 898. 2000. nos termos do art. aja para defender seus interesses e. em especial o art. foi regularmente notificada de lançamento relativo a crédito tributário de IPTU. o estabelecimento de São Paulo recebeu notificação da Prefeitura. orientando-o a manter regular escrituração fiscal para apuração do tributo que. tem sede em São Paulo e filial na cidade de Taboão da Serra. Na mesma ocasião. procederá à inscrição do débito na dívida ativa e conseqüente execução fiscal. No entanto. inciso V. III. Impetração de mandado de segurança preventivo para impedir a autoridade fiscal (Secretário Municipal das Finanças. ambos os estabelecimentos são autônomos. uma vez que a sede da contribuinte é em São Paulo.444-0001-00. (Gabarito do ponto 1 de Direito Tributário corrigido em 25/09/2003. § 2º).000/00 (fictícia) incidiria exclusivamente sobre as receitas auferidas em decorrência da atividade. atue em seu prol. de que doravante deverá recolher aos cofres municipais também o imposto relativo aos serviços prestados em Taboão da Serra. do Decreto-lei nº 406/68. art. art. recebeu correspondência da Secretaria Municipal das Finanças. ocasião em que constatou que a alíquota utilizada para apuração do valor do imposto era de 2%. acompanhada de depósito do valor do débito conforme artigo 38 da lei nº 6. alterando lançamentos anteriores. em que o imposto questionado atinge o valor de R$ 10.denúncia (confissão do ilícito) do infrator antes de qualquer procedimento fiscal. A ação deverá ser impetrada perante alguma das varas da Fazenda Pública da Comarca de São Paulo e deverá ser requerida liminar para impedir desde logo: a) a cobrança do tributo na forma pretendida pela Municipalidade. Como há dúvida quanto ao . Os requisitos da ação deverão observar o disposto nos arts. inscreveu-se no Cadastro de Contribuintes Mobiliários do Município de São Paulo (cidade onde ministra seus cursos) para efeito do pagamento do Imposto sobre Serviços ± ISS. QUESTÃO: Como advogado da A&C Serviços de Limpeza Ltda. 1998. diante das pretensões contempladas na hipótese. De seu turno. com fundamento no art. de pedido de tutela antecipada nos termos do artigo 273 do CPC c. fora adotada por 1 engano a alíquota de 1% específica para imóveis residenciais. que também deverá ser combatido por falta de razoabilidade. 149 do CTN. 3º da Lei Complementar nº 116/03 a respeito do local do pagamento do ISS. de acordo com a lei municipal nº 10. nos lançamentos anteriores. 200 e 2002. à alíquota de 5%. O candidato deverá expor os motivos da dúvida. pois não estabelecido no interesse da arrecadação dos tributos (CTN. Em janeiro de 2003. e.830/80 ou. alternativamente. QUESTÃO: Diante dessa situação. QUESTÃO: Como advogado de Alcebíades.) Alcebíades é professor universitário e ministra cursos livres em caráter autônomo.ou outra autoridade competente na estrutura do órgão) que lance o imposto com base em percentual das receitas auferidas. específica para imóveis destinados a fins comerciais. logo após a inscrição.00 (dez mil reais)..º 222. 9º. Para defesa do contribuinte. não sendo pago. e que impeça eventual execução fiscal por parte da Fazenda Pública Municipal. A sociedade A&C Serviços de Limpeza Ltda. uma vez que.332. manter sua regularidade fiscal já a partir deste mês. 890 e seguintes do Código de Processo Civil. somado ao pagamento do tributo devido com acréscimo de juros e correção monetária. do CTN. c) inalterabilidade do lançamento tributário relativamente aos exercícios de 1997 a 2002. O candidato deverá mover ação de consignação em pagamento.

QUESTÃO: Na qualidade de advogado de Alfredo. como dispõe o artigo 177 do CTN: "Salvo disposição de lei em contrário. art. A questão deve ser considerada com invocação do artigo 150. eventualmente. Qual a sua posição? Responda e fundamente. Propositura de embargos à execução. Pode haver a cobrança da contribuição de melhoria em questão. paracobrança do mencionado débito. por meio de lei ordinária. dirigidos ao juízo da Vara de Execuções Fiscais de São Paulo. por prazo indeterminado. (. 135. a visita de um oficial de justiça. QUESTÕES PRÁTICAS 1. instituiu alíquota do ICMS em 18%. Prefeitura interiorana isenta.. sendo inconstitucional a pretensão em face do princípio da estrita legalidade da tributação. Após referida aquisição. Como advogado da a rrematante. sede da sociedade. a sociedade foi autuada l pelo não recolhimento do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços devido por seus clientes. deverá o candidato sustentar que a responsabilidade dos administradores de pessoas jurídicas de direito privado depende da prática de atos contrários à lei ou ao estatuto (CTN. No mérito. em operação pela qual era responsável tributária nos anos 1994 e 1995. O Poder Legislativo paulista. Alfredo foi eleito para exercer o cargo de Diretor Administrativo da Transportes Seabra S. Certa empresa adquire imóvel industrial em hasta pública realizada em 2002. ins tituindo contribuição de melhoria em virtude de asfaltamento das ruas onde estão localizados os ditos imóveis. na assembléia geral ordinária de 29. que o intimou da penhora de bens de sua propriedade para pagamento da dívida. contra a Fazenda do Estado de São Paulo. há 10 (dez) dias. 2. a isenção não é extensiva: I ± às taxas e às contribuições de melhoria. indagando se os valores pagos a maior a título de ICMS. Em seguida. em virtude do parágrafo único do artigo 130 do CTN: "No caso de arrematação em hasta pública.A. por determinado prazo. . a Fazenda do Estado moveu execução fiscal contra a sociedade e vários de seus diretores. Alguns meses após a publicação da lei de isenção. 3. 4. Ainda.04. Aprecie a matéria sob o prisma da Lei maior. Sócio de empresa comercial procura-o. O proprietário de imóvel beneficiado pela isenção do IPTU pede a sua opinião sobre a instituição da contribuição de melhoria. o IPTU de alguns imóveis em virtude da precária condição de moradia do local. tome a medida necessária para defender seus interesses.. cujo fato gerador ocorreu em data anterior à da hasta pública..local do pagamento. Considere que a execução fiscal foi proposta em São Paulo. a sub-rogação ocorre sobre o respectivo preço". Art. quais as possibilidades jurídicas a serem consideradas? A empresa não poderá ser responsabilizada pelo débito tributário já existente. I da C. está sendo responsabilizada como sucessora. Alfredo recebeu. III) e. Pouco depois de assumir o cargo. podem ser objeto de compensação e. ocorre a publicação de nova lei.1996 e desempenhou essa função até abri de 2003. b) estar expressamente autorizado pelo contribuinte de fato a recebê-los. é notificada sobre a existência de débito tributário relativo ao bem arrematado. Opine considerando as possíveis conseqüências da conclusão adotada. O auto de infra ção fora lavrado em maio de 1996 e foi definitivamente julgado na esfera administrativa em novembro de 2001. 166 do CTN. após a apresentação de defesa da autuada.)". dentre os quais Alfredo. a inconstitucionalidade se manifesta em razão da indevida delegação de poderes ao Executivo. a ação pode ser proposta tanto em São Paulo (Vara da Fazenda Pública) quanto em Taboão da Serra. destacados em suas notas fiscais e julgados inconstitucionais pelo Supremo Tribunal Federal. Só poderá haver restituição de tributos que comportem transferência do encargo fiscal para terceiro se o contribuinte de direito provar: a) ter assumido o ônus não repassando o tributo ou. o crédito ser lançado para compensação.F. facultando ao Executivo fixála em até dois pontos percentuais a maior. Desse modo.

instituiu contribuição previdenciária incidente sobre pagamentos efetuados a pessoas jurídicas prestadoras de serviços. com requerimento de antecipação de tutela ou de realização de depósito da quantia discutida para evitar a sua inscrição na dívida ativa. VI. § 4º . QUESTÃO: Na qualidade de advogado do Banco Industrial S. No caso. QUESTÕES PRÁTICAS 1. o candidato deverá sustentar que a lei instituidora de semelhante contribuição previdenciária é inconstitucional. é da Justiça Federal.00 (cem milhões de reais). Com base nesse permissivo legal. VII). tem sede em São Paulo. visando à anulação da NFLD em questão. ³c´ (imunidade do patrimônio adquiridos por Partidos Políticos). instituiu o Imposto Sobre Grandes Fortunas (IGF).º 9. 150. no valor atual de R$ 200. QUESTÃO: Como advogado. A notificação fiscal de lançamento de débito (NFLD) não foi impugnada na esfera administrativa e o débito. I). tome as medidas judiciais necessárias para defesa de seus interesses. nunca tendo exercido poder de controle. o importe de R$ 100. a partir de 01 de janeiro de 2004. Alfredo não poderá responder porque o crédito tributário foi gerado antes de seu ingresso como diretor da sociedade. a própria autarquia federal (INSS). Deve. 2. Carlos deverá pagar algum tributo em razão dessa operação? Em caso positivo. incidente sobre os pagamentos efetuados à Bits Informática Ltda.000. A ação deverá seguir o procedimento ordinário e indicar. O Presidente da República. Carlos é proprietário de vários imóveis que constam da relação de bens anexa a sua declaração de imposto de renda. e 154. deseja vender esse imóvel por R$ 130. à base de 20% (vinte por cento) do montante efetivamente pago. qual e por quê? . Propositura de ação anulatória de lançamento fiscal. a União está exigindo Imposto sobre a Propriedade Territorial Urbana (IPTU). em face da União Federal. esse tributo. Apenas se cogita da responsabilidade pessoal dos sócios. A União Federal. ajuíze medida cabível para defesa dos interesses de seu cliente. ou Mandado de Segurança preventivo com pedido liminar. Opcionalmente. 195.00 (duzentos mil reais). Edmundo é acionista minoritário de uma sociedade anônima. O Partido Político ABC. O advogado deverá propor Ação Declaratória de Inexistência de relação jurídica-tributária.portanto. de competência municipal. passando a exigir. sustentando afronta a Constituição Federal: art. elegendo como base de cálculo exclusivamente o valor da aquisição de imóveis urbanos adquiridos que supere. Soube que a sociedade encerrou as suas atividades. art. em caso de liqüidação. empresa responsável pela manutenção de sistemas do banco. Agora. No mérito.. não concorda com esta incidência tributária sobre imóveis que adquire para o exercício de suas atividades.00 (cento e trinta mil reais). das pessoas jurídicas e físicas.000. como se trata de sociedade anônima. a instituição de contribuição sobre a remuneração de serviços prestados por pessoas jurídicas dependeria de lei complementar (CF. ainda. sustentar que. sob o manto do IGF. dentre os quais um de R$ 100. Qual sua orientação? Justifique e fundamente a resposta. o Banco Industrial S. mediante a incidência da alíquota de 0. sem procedimento formal de liquidação e sem quitar suas obrigações tributárias. No caso.º 22. não é automática.000. A competência em ambos os casos. 134.A. 195.999/01 (fictícia). Agora. por intermédio da Lei Complementar n. foi autuado pelo Instituto Nacional do Seguro Social ± INSS. no pólo passivo. I da Constituição Federal apenas autoriza a instituição de contribuições sobre valores creditados a pessoas físicas. Considere que o Banco tem sede em Santo André. em razão de não ter recolhido a citada contribuição nos anos de 2002 e 2003. nem cargo de direção. arts. por meio da Lei n. a cargo do tomador.000. ao passo que a Bits Informática Ltda. está prestes a ser inscrito na dívida ativa. Edmundo questiona-o se desse fato poderá advir-lhe alguma responsabilidade pessoal pelos débitos fiscais.A.00 (cem mil reais). pois o art. subseção judiciária de Santo André. não haverá responsabilização pessoal do acionista a esse título. de 31 de agosto de 2003 (lei fic tícia). poderá o candidato optar por mandado de segurança..000.3% sobre o montante estimado a esse título. caso em que o pólo passivo deverá indicar a autoridade competente (Gerente Regionalde Arrecadação e Fiscalização ou quem lhe faça as vezes). mensalmente.222. sediado em São Paulo ± Capital. na hipótese de sociedade de pessoas (CTN.

cobrada pelo valor de R$ 150. independentemente de os terrenos serem edificados ou não. regularmente. Os terrenos são servidos por caminhões de lixo.Deverá escolher o imposto de renda sobre o ganho de capital obtido na venda. mensalmente. de pequenas proporções.000. O Município de Rio das Piranhas instituiu taxa de coleta de lixo. Proprietário de um terreno de pequenas proporções procura-o. 4. poderia a exigência ser afastada por outro fundamento? Não é possível alegar a imunidade recíproca. a União Federal modificou a disciplina da tributação do imposto de renda e da contribuição social sobre o lucro das pessoas jurídicas. 145. sediada na Capital do Estado de São Paulo. O primeiro argumento baseia na idéia de capacidade contributiva. § 2º. e (ii) que ele sequer utiliza o serviço. procura-o relatando que. já que o terreno foi adquirido recentemente e ainda não se iniciou sua edificação. tendo em vista que a Emenda Constitucional nº 42 introduziu a alínea ³c´ no art. finalmente. equivalente à diferença entre o preço da venda e o valor declarado ( R$ 30. imposto sobre serviços de qualquer natureza.00 (sessenta milhões de reais) passam a sujeitar-se à sistemática de apuração com base no lucro presumido. Comente os argumentos do prop rietário. 150. apenas se a respectiva legislação municipal imputar esse ônus ao vendedor (CTN. em face do Delegado da Administração Tributária da Secretaria da Receita Federal em São Paulo. que passa a ser exigido. pretendia recolher o imposto de renda com base no lucro real anual. QUESTÃO: Na qualidade de advogado da XPTO S/A. tendo em vista sua mínima margem de lucro.00 (cinqüenta milhões de reais). 150.00). cujo faturamento no último ano foi de R$ 50. na sistemática do lucro real. publicada em 1º de abril de 2004. com base na imunidade recíproca.00 (cento e cinqüenta reais) ao ano. o valor recolhido a título de antecipações de imposto de renda e de contribuição social foi muito menor que o agora apurado com base no lucro presumido. estão eles livres da tributação. II da CF ou art. em 31. de que trata o art. facultando-se a opção pelo lucro real apenas para as empresas cujo faturamento tenha ultrapassado aquele montante. quitar o Imposto de Transmissão sobre Bens Imóveis. balancetes para apurar o valor das antecipações mensais. dos prestadores de serviços de assessoria em informática. como já era de se esperar. do texto constitucional.3) ação cau telar. Por meio da Lei nº 9. pague tanto quanto os terrenos de grande valor venal. alegando: (i) que não é justo que seu lote. já que a imunidade não se estende aos serviços ³relacionados com exploração de atividades econômicas regidas pelas normas aplicáveis a empreendimentos privados. perante o mesmo Juízo e mesma Ré. § 3 CF) o Com relação aos faturamentos de janeiro e fevereiro. perante o mesmo Juízo e em face da União Federal ou. ³a´. ainda. 145. determinando que as empresas cujo faturamento no ano imediatamente anterior tenha sido inferior a R$ 60. inconformado. com pedido de liminar. à luz do art. aplicável a -se impostos. art. proposto perante a Justiça Federal da Seção Judiciária de São Paulo.1) mandado de segurança. ou (a. Não é pacífica sua extensão às taxas.2) ação declaratória de inexistência de relação jurídica. da Constituição. VI. Ambos os argumentos não prosperam. a) Meio processual: (a. Tendo em vista que o período de apuração do imposto de renda com base no lucro presumido é trimestral. levantando.999.2003. III. Acredita que esta situação não se alterará nos próximos meses desse exercício. A empresa XPTO S/A. . O segundo argumento também é falho. Fundação instituída e mantida pelo Governo Estadual consulta-o sobre a possibilidade de afastar a exigência sobre seus serviços prestados em janeiro e fevereiro. Você concordaria com a existência de tal direito? Justifique. De qualquer modo.000. 42). com pedido de liminar.12. em caráter preventivo. vedando a cobrança de tributos ³ ntes de a decorridos noventa dias da data em que haja sido publicada a lei que os instituiu ou aumentou´.000.000. exigindo dos proprietários de terrenos naquele Município. Em caso negativo. Deverá. ou em que haja contraprestação ou pagamento de preços ou tarifas pel usuário´ (art. 77 e 79 do CTN). as empresas que se enquadravam naquelas condições ficaram obrigadas a recolher o tributo relativo ao primeiro trimestre do presente ano já em 30 de abril último. (a . o valor venal não poderia ser usado como base de cálculo da taxa. a partir de 1. que veda que as taxas tenham base de cálculo próprio de impostos.º de janeiro de 2004. Lei do Município de Valetas instituiu. 150.000. já que as taxas podem ser cobradas por serviços postos à disposição do contribuinte (art. proponha a medida judicial que julgar cabível para proteger os interesses da empresa. 3. com pedido de tutela antecipada.

sobrevindo sentença de mérito no último dia 20 de maio. a lei tributária considera dedutível do lucro real o pagamento de aluguéis de imóveis utilizados pela pessoa jurídica e a Moura S/A precisa do imóvel para as suas atividades. tendo em vista que a Moura S/A poderia deduzir. argumentação semelhante. a qualificação da locação perante o direito civil. 195.1) a lei contraria o conceito de renda. (ii) o Município de São Paulo é competente para exigir o ISS sobre a locação. O Mandado de Segurança foi impetrado em dezembro de 2003. no art. Rode Bem S/A. obrigando a reter o Imposto -a sobre Serviços de Qualquer Natureza (ISS) sobre as importâncias devidas a Delírio Locações Ltda. empresa transportadora com sede e único estabeleci ento no município de São Paulo. ³c´ da CF.º 9999. A Leão S/A ficaria com o imóvel da sociedade. a Moura S/A sofreu um processo de fiscalização promovido por autoridades federais. (b. ingresse com a medida cabível. III. por conta de um contrato de locação de doze caminhões. mediante a utilização de formas jurídicas lícitas. 150. tendo em vista não configurar obrigação de fazer. denegando a segurança com base nos argumentos a seguir resumidos: (i) a lista de serviços anexa à Lei Municipal n. já que sociedades na mesma situação que a empresa Moura e Leão S/A eram obrigadas a arcar com uma carga tributária mais elevada do que as sociedades Moura S/A e Leão S/A. pode ser mencionado o princípio da igualdade. ambas. (b. QUESTÃO: Na qualidade de advogado da Rode Bem S/A. além disso. tendo em vista que os caminhões locados são vistos com freqüência naquela municipalidade. assim.000. reflete aquela lista anexa ao Decreto-Lei n.3) a lei contraria o princípio da irretroatividade (art. que aloca a competência ao município onde o prestador do serviço possui estabelecimento. no cálculo de seu lucro real. Após a implementação do planejamento. (b. para efeitos tributários.2) no que tange à contribuição social. que o processo de cisão da sociedade Moura e Leão S/A teve por fim exclusivo a economia tributária. De fato. (b.999 (art. daí se justificando o emprego da analogia par se tributar a Moura S/A. impetrou m Mandado de Segurança contra ato a ser praticado pelo Secretário Municipal das Finanças. parágrafo 6º da CF). Os especialistas do escritório contratado sugerem a cisão da Moura e Leão S/A (em perfeita concordância com os dispositivos da Lei 6. 195. ao impor a exigência do imposto de renda com base no lucro presumido mesmo diante da comprovação de que o lucro real da XPTO S/A foi muito inferior ao lucro presumido.6) finalmente. de 31 de julho de 2003. reduzir o impacto tributário. o que precipitou a inscrição do lançamento na .1) incompatibilidade da Lei Municipal nº 9. em seu relatório. já que outros contribuintes (com faturamento superior a R$ 60. a nova sistemática. (b. somente poderia valer para fatos geradores ocorridos a partir de 1º de janeiro do ano subseqüente (art. inexistindo qualquer outro propósito gerencial ou comercial e. com sede e único . Mérito: (b. Optando a Leão S/A pela tributação com base no lucro presumido e a Moura S/A pelo lucro real. que haveria ofensa ao princípio da igualdade. prevendo. alegando o fiscal responsável.00) têm a faculdade de optar pelo lucro real. estabelecimento em Barueri ± SP. III.4) com relação ao imposto de renda.2) inconstitucionalidade da tributação da locação de bens móveis. seria atingida uma economia tributária significativa. sociedade anônima de capital fechado sediada na Cidade de São Paulo.A) em duas outras sociedades ± Moura S/A e Leão S/A. a locação de bem móvel como serviço sujeito ao ISS. 150. que trouxe nova lista de serviços. a definição do fato gerador do imposto de renda.000. Irrelevante. O prazo para defesa a administrativa transcorreu sem que a Moura S/A oferecesse impugnação.5) a nova sistemática somente poderia ser aplicada à contribuição social passados 90 dias da edição da Lei 9. que seria alugado à Moura S/A. ³a´ da CF).º 406/68.3) incompetência da municipalidade do ISS para exigir o ISS de empresa não estabelecida naquele município. desta feita não contemplando a locação de bens móveis. 3º da Lei Complementar nº 116/2003. que pressupõe a existência de lucro como índice de tributação. tendo em vista a regra do art. e I. de 1999. se admitida. inconformados com a elevada carga fiscal sobre ela incidente. (b.404/76 ± Lei das S. a) b) Meio Processual: Recurso de Apelação ao 1º Tribunal de Alçada Civil do Estado de São Paulo. ³b´). mas desta f ita citando o art. os alugueres pagos à Leão S/A. Os sócios da Moura e Leão S/A. 43 do CTN. decidem contratar um renomado escritório de advocacia para elaborar um planejamento tributário e. a preços de mercado. que culminou na lavratura de um auto de infração fundamentado no parágrafo único do artigo 116 do Código Tributário Nacional. contrariando-se. (b.999 com a Lei Complementar nº 116.b) Mérito: O advogado deverá considerar os seguintes aspectos: (b.

(b. Assim.80 = R$ 157. que passou de R$ 2.830/80. veda o emprego da analogia gravosa. o aumento real do salário do contribuinte será tributado. 116 do CTN encontra-se pendente de regulamentação.00 27.3) o princípio da legalidade assegura o direito de o contribuinte escolher a estrutura (desde que lícita) que lhe for mais benéfica. a renda do contribuinte é tributada a cada faixa por alíquota diversa. do CTN. em nome do princípio da igualdade. (b.80 .1) a norma do art. sem que isso implique redução em relação ao valor que recebia.dívida ativa e a promoção do processo de execução.5% Um contribuinte procura-o. 108. conforme segue: Situação anterior Salário R$ 2. Considere a seguinte tabela progressiva para o cálculo do imposto de renda das pessoas físicas: Base de cálculo R$ Alíquota Até 1.052): 15% Total de imposto Isento 15% de 1.160. QUESTÕES PRÁTICAS 1.2) ainda que assim não fosse. parágrafo 1º. o que não é o caso. daí descabendo.115. b) Mérito: (b.115.052 157.110. Tratando-se de uma tributação progressiva.4) o art.00.058.115. a) Meio Processual: embargos à execução fiscal propostos perante a Vara das Execuções Fiscais Federais± Seção Judiciária de São Paulo. ela apenas cobre os casos de dissimulação.00 até 15% 2. (b.00 Acima de 2.00 0 De 1. apresente as medidas necessárias e cabíveis. afastar o princípio da legalidade.058 = 1.058. em consonância com a Lei 6.110 1. entristecido pelo fato de que por conta de um aumento em seu salário.00 e inferior a 2.110.00 Tributação Até 1.00 Parcela superior a 1.00 para R$ 2.058. QUESTÃO: Na qualidade de advogado da MouraS/A. Você concorda com a preocupação externada pelo contribuinte? Por que? Não.00: (2. sofreria uma redução no valor líquido que seu empregador deposita em sua conta -corrente.058.

quando vendidos às indústrias. preferindo.00 Parcela superior a 1.058 = 1.057 158. recebeu notificação da Prefeitura do Município de Estrela Grande do Mato. todas contribuintes do Imposto sobre Produtos Industrializados. que já conta com luz elétrica e asfalto até a porta. senão mediante um abatimento no preço total. passando.93 2.058.Rendimento Líquido do imposto Nova situação Salário R$ 2. mas o candidato deve demonstrar conhecer o conceito de progressividade e seus reflexos no caso em tela. atuando no comércio de tecidos.989. não têm como tomar qualquer crédito de imposto.160 ± 2. adquirir tecidos de outras indústrias. para o problema que lhe foi exposto. Tendo em vista a sistemática do imposto.5% Total de imposto Rendimento Líquido do imposto Isento 15% de 1.115 ± 1. A solução a ser proposta à empresa é que ela opte por ser estabelecimento equiparado a industrial.5% 12.80 = R$ 1. tendo em vista que seus principais clientes são indústrias de confecção. Em sua conversa. dando margem a crédito para seus clie ntes.00: (2. que exigia o pagamento do IPTU sobre seu sítio. você descobre que o sítio destina-se exclusivamente a atividades agropastoris. o candidato deve mostrar saber que a alíquota mai elevada incidirá apenas s sobre pequena parcela de seu rendimento.38 de 45 = R$ 170. não aceitando adquirir tais produtos de comerciante. recentemente. Segundo informam.93 = R$ 1. Nota sobre o gabarito: não se exigirá a exatidão do cálculo.160 ± 170.07 Como se vê.20 Tributação Até 1.160 2.058.115. de acordo com a sistemática do imposto. sendo a empresa mera comerciante. 2. Ele lhe diz que sua paciência esgotou -se quando. Estas.952. a ter suas saídas tributadas pelo imposto.00 (2. visando a creditar-se do imposto pago. por isso.00 e inferior a 2. apesar da nova tributação. A oposição apresentada pelos clientes relaciona-se com a sistemática de não cumulatividade do IPI.55 = 27. por sua vez. que lhe relata sua revolta pela fúria arrecadatória que vem se espalhando pelo mais longínquos rincões do País. Você foi procurado por um amigo. já basta o Imposto sobre a Propriedade Territorial Rural ± ITR que ele . Empresa.115. relata-lhe que vem sofrendo dificuldades em suas vendas. Na opinião de seu amigo.115 = 45): 27. 3. Há duas ou três famílias de colonos que estudam na escola municipal. o contribuinte não deixará de se beneficiar do aumento. localizada a menos de 500 metros da porteira da propriedade. seus produtos não são tributados pelo IPI. explique a razão da dificuldade enfrentada pelo contribuinte e proponha uma solução.057): 15% Parcela superior a 2. seus clientes sistematicamente preferem comprar tecidos diretamente dos fabricantes. Especialmente. pois.110 ± 157.

Determinada Câmara de Direito Público do Eg. decorre de um serviço prestado fora dos limites territoriais brasileiros. mas desgasta-se paulatinamente na produção. na modalidade de Recolhimento Mensal Obrigatório (carnê -leão). tempestivamente. efetuada pelo Dr. contempla os princípios da generalidade e da universalidade. o ITR vem sendo recolhido or indevidamente.00 dos Estados Unidos. (iv) que as atividades praticadas pela empresa não se restringem à edição. 43 do CTN. P outro lado. não é consumido imediatamente no processo produtivo. jornais e revistas. tendo em vista haver incluído. Den Tist. que vem excluindo da proteção constitucional máquinas e mercadorias que tecnicamente são consideradas da família dos plásticos. este lhe informa que você deve recolher imposto de renda sobre aquele rendimento. (iii) que o insumo ³polímero de polipropileno´. elabore a peça adequada para apreciação pelo tribunal competente. mas também à exploração da indústria gráfica em suas diversas modalidades. Tendo em vista os melhoramentos públicos descritos. que entendia ter sido recolhido em excesso. é material assimilável a papel. à luz do art. com petição de encaminhamento. e ação ordinária. do CTN. O Estado de São Paulo interpõe Recurso Extraordinário. não se justificando a pretensão da pre feitura. o seguinte: (i) que foi ofendido mandamento constitucional de imunidade. I. dirigidas ao Supremo Tribunal Federal. tem a mesma natureza deste. assegurando -se. alegar que o laminado de polímero de polipropileno. QUESTÃO: Na qualidade de advogado do contribuinte. a restituição de PIS e Cofins. incorporado ao papel das capas dos livros. D. Instrumento: Contra-Razões de Recurso Extraordinário. ou filme BOPP. Esses princípios estão hoje regulados no 1º do art. A Constituição Federal. parágrafo 2º. 153. (ii) no mérito. condição jurídica ou nacionalidade da fonte. Conversando com seu contador. Filme BOPP) ± Material que se integra no produto final. Filme BOPP). já que o polímero de polipropileno (filme de laminação para capa de livro) não é consumido no processo de impressão de livros. a seu ver abusiva. O acórdão porta a seguinte ementa: Tributos ± ICMS ± Declaratória ± Imunidade ± Filme de laminação de capas de livros (Polímero de Polipropileno. gozando de sua imunidade. A ementa da decisão proferida pelo Tribunal Regional Federal da 3ª Região tinha o seguinte teor: . em juízo. que. afinal. em que você informa o valor que recebe por serviços prestados a pessoas físicas no País. integrando-se a este e adquirindo sua natureza. A Hotel da Manhã Ltda. daí.vem recolhendo. a área em que se encontra o sitio é zona urbana. Você está familiarizado com aquele tipo de recolhimento. 4. da Constituição Federal. informado de sua estada naquele país. 32. que submete os rendimentos ao imposto. o valor das gorjetas. Com base na Constituição Federal e no CTN. (ii) que a decisão contraria a jurisprudência. VI. 150. em síntese. Honorários fixados de acordo com o tempo e trabalho exigidos do advogado ± Negado provimento aos recursos.Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo. O contador está certo. mas fica surpreso por ter de ali incluir o valor que. no art. Conteúdo: (i) falta de prequestionamento: o acórdão recorrido não versa sobre o mérito de o contribuinte dedicarse a outras atividades. comercialização. cobradas de seus hóspedes juntamente com o valor dos serviços. consultara-o acerca do tratamento tributário a que ele estaria sujeito caso resolvesse mudar para o Brasil. dirigida ao Presidente ou ao Vice-Presidente do Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo. em sua base de cálculo. Retornando de uma viagem ao exterior. parágrafo 1º. importação e exportação de livros. da família dos plásticos. a imunidade do art. Assim. Você concorda com seu amigo? Por que? Seu amigo está errado. pleiteou. é devido o IPTU. independentemente da localização. justifique a posição de seu contador. você recebe uma remessa de US$ 100. negou m provimento à apelação interposta pelo Estado de São Paulo ao entendimento de que é aplicável a imunidade tributária à importação de filmes de laminação para capas de livros (Polímero de Polipropileno. além da exportação de livros. sustentando.

Não obtendo a medida liminar pretendi a. em recurso próprio. No tocante à taxa Selic. prevalecem sobre a legislação trabalhista. inciso I c/c 156. tem prazo contado em dobro. Quanto à prescrição. dirigida ao Presidente ou ao Vice-Presidente do Tribunal Regional Federal da 3ª Região. 6. com a aplicação da taxa Selic. da data do fato gerador (precedentes majoritários do STJ). Afastar o argumento da especialidade da lei tributária. impetrou Mandado de Segurança visando a obter provimento assegurando o desembaraço aduaneiro de uma aeronave Boeing 737 -400 e dois motores. Tendo e vista m que as aeronaves se encontram. o prazo para requerer a restituição dos pagamentos indevidos será de cinco anos da extinção do crédito tributário. nos termos do artigo 168 do Código Tributário Nacional. As gorjetas. não integram a base de cálculo das exações fiscais que oneram as empresas (precedentes do STF). alegar que a gorjeta não é receita do Hotel da Manhã. estão prescritas. inciso I. ainda. Sustenta que o fato de as gorjetas integrarem o salário não as excluem da base de cálculo do PIS e da Cofins. Juros calculados pela taxa Selic. mesmo antes do julgamento do recurso proposto. por serem leis especiais. 4. in casu. a JET Transportes Aéreos Ltda. tendo em vista tratar-se de operação internacional de arrendamento mercantil. vem tendo constantes vôos cancelados. 39. Inconforma-se. Entende que as leis que tratam do PIS e Cofins. dirigidas ao Superior Tribunal de Jus tiça. (ii) no mérito. parágrafo 4º da Lei 9.Tributário ± Gorjetas: Não-integração à Base de Cálculo de Exações Fiscais ± Prescrição ± Correção Monetária e Juros: Taxa Selic. Honorários reduzidos. sua cliente.250/95) A JET Transportes Aéreos Ltda. Embora tenha sido efetuado o recurso próprio. tendo em vista que a relação de especialidade exigiria que os dois diplomas legais versassem sobre a mesma matéria. mas apenas remuneração dos seus empregados (sujeita aos tributos próprios: imposto de renda na fonte e contribuição ao INSS) e que a base de cálculo do PIS e Cofins inclui apenas as receitas do contribuinte. alega que as parcelas do PIS e da Cofins. afirmar que sua incidência é matéria de lei (art. pendentes de desembaraço. recolhidas há mais de cinco anos da propositura da ação.. eis que os índices a ela referentes não possuem natureza moratória. perante o Tribunal de Justiça de São Paulo. dez anos. em relação às exações autolançadas. este foi admitido exclusivamente em seu efeito devolutivo. elabore o instrumento processual adequado. 5. QUESTÃO: Elabore medida judicial adequada para pleitear o imediato desembaraço das aeronaves. em acórdão assim ementado: Agravo de Instrumento ± ICMS ± Desembaraço aduaneiro de uma aeronave Boeing 737 -400 e dois motores ± alegada ilegalidade da incidência do ICMS ± Indeferimento da tutela antecipada ± Ausência dos requisitos da verossimilhança da tese e do dano de difícil reparação ± Recurso não provido. e sim remuneratória. 1. ainda. sem o p agamento do imposto. sem o pagamento do ICMS. alegar que o entendimento do STJ é que o prazo de prescrição de cinco anos somente começa a contar a partir da data da homologação do pagamento e que. Prescrição qüinqüenal que. o diploma tributário não alcança as verbas trabalhistas. do Código Tributário Nacional. com petição de encaminhamento. nos termos do artigo 168. por serem parte integrante do salário. 2. que tem um caráter geral. A Fazenda Nacional. . Conteúdo: (i) falta de prequestionamento: o acórdão recorrido não versa sobre o pretendido caráter geral da legislação trabalhista. 3. Expurgos inflacionários que integram os índices de correção monetária (precedente da Corte Especial). Instrumento: Contra-Razões de Recurso Especial. foi elaborado d Agravo de Instrumento. Recurso e remessa oficial parcialmente providos. QUESTÃO: Na qualidade de advogado da Hotel da Manhã Ltda.

visando a conferir efeito suspensivo ao recurso especial interposto. tendo em vista que o acórdão recorrido negou vigência ao art. Rio de Janeiro 96 11. 87/96. Plásticos Potiguar Ltda. Como a Indústria Brasileira de Carimbos para Escritórios Ltda. localizada em São Paulo. Assim. inciso VIII. perante o Superior Tribunal de Justiça. São Paulo 96 São Paulo 100 18 (18% 100) 17. QUESTÕES PRÁTICAS 1. já que esse será compensado com o devido no momento de suas saídas. em face da Fazenda do Estado de São Paulo. 3º. Plásticos Bandeirantes Ltda.28 (18% de 96) Plásticos Carioca Ltda. Plásticos Bandeirantes Ltda. A Indústria Brasileira de Carimbos para Escritórios Ltda.Instrumento: Medida cautelar ajuizada. da Lei Complementar no. efetua vendas apenas para clientes de seu estado. Salientar a presença do periculum in mora. Plásticos Carioca Ltda..52 (12% de 96) 84.48 78. viu-se o departamento de compras diante de quatro ofertas. informe qual a melhor oferta para a Indústria Brasileira de Carimbos para Escritórios Ltda. abriu concorrência entre diversos fornecedores nacionais para o suprimento de material plástico utilizado como insumo em seus produtos. a Indústria Brasileira de Carimbos para Escritórios Ltda. pela JET Transportes Aéreos Ltda. em face da retenção da aeronave e conseqüente cancelamento de vôos.72 82 CRÉDITO DE ICMS PREÇO LÍQUIDO DO ICMS . possui apenas clientes em seu Estado. ao calcular o efetivo custo de um insumo. Na data de abertura das propostas. Conteúdo: Alegar estar presente o requisito do fumus boni juris. deve considerar o montante de crédito de ICMS sobre suas aquisições. efetuadas por fornecedores. os seguintes valores líquidos de ICMS: Fornecedor Estado de Origem Preço (valor da nota) (R$) Plásticos Paulista Ltda. vê -se que suas saídas são tributadas pelo ICMS à alíquota de 18%. pautado no risco de prejuízo irreparável a que estaria sujeita. apontando os seguintes preços: Fornecedor Estado de Origem Preço (R$) Plásticos Paulista Ltda. São Paulo São Paulo Rio de Janeiro Rio Grande do Norte 100 96 96 90 Tendo em vista exclusivamente os aspectos tributários da questão. A Indústria Brasileira de Carimbos para Escritórios Ltda. assim. e justifique. Temos.

efetuando gastos substanciais com a propaganda de seus produtos. a valores de mercado. aplicando-se a imunidade da entidade de assistência social. tendo em vista terem os pagamentos sido efetuados a pessoas jurídicas domiciliadas no País. é uma empresa que se dedica ao comércio atacadista de artigos para decoração Tendo . por Decreto. passando a dez dias do fato gerador. o Prefeito decide alterar aquele prazo. e caráter vitalício. ocupado por idosos que. não incide o IPTU. eles somente darão direito a crédito se utilizados como insumo na prestação de serviços e na produção ou fabricação de bens ou produtos destinados a venda. a sociedade optou pela tributação. da Constituição. estas são alugadas a terceiros. a Comercial Canta Galo S. tendo a União Federal interposto o competent recurso de e . O Lar dos Idosos da Irmã Teodora. É o que dispõe a Súmula 724 do STF: Ainda quando alugado a terceiros. c. já que o art. 4.80 (12% de 90) 79. do ponto de vista dos princípios da legalidade e anterioridade. Passados alguns meses e ainda no mesmo exercício. 2. Rio Grande do Norte 90 10. a melhor oferta é a de Plásticos Bandeirantes. A empresa Emporium ingressou em juízo com o objetivo de afastar a alteração da base de cálculo da Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social ± COFINS. 3º da Lei 10. desde que o valor dos aluguéis seja aplicado nas atividades essenciais de tais entidades.833/2003 arrola as hipóteses em que se conferem créditos. A sentença de 1a instância foi de procedência. (a) Legalidade: não se estende ao prazo para recolhimento do tributo.Plásticos Potiguar Ltda. que equiparou o faturamento à receita bruta. voltando-se a renda à manutenção do conjunto residencial. mantém um conjunto residencial. segundo a sistemática do lucro real. O Prefeito de determinado município. os serviços não se relaciona com a produção. está correto o raciocínio da Comercial Canta Galo S. já que o Lar mantém a propriedade (não transferida pelo contrato de uso). em vista sua projeção de resultados. A Comercial Canta Galo S. 3o da Lei no 9.A. veiculada pelo art. (b) sobre as unidades cedidas. também estariam protegidas daquele imposto? (b) incide o IPTU sobre as unidades cedidas a título vitalício? Fundamente. Comente. Nos termos da legislação em vigor.718/98. Os administradores do lar formulam consulta. (i) mediante o pagamento de um valor único (lump sum). 150. fixar o prazo para trinta dias após o fato gerador. subsidiado. (a) A imunidade se estende às unidades alugadas a terceiros. para fins do imposto de renda. (b) anterioridade: A Súmula 669 do STF pacificou o entendimento de que norma legal que altera o prazo de recolhimento da obrigação tributária não se sujeita ao princípio da anterioridade. No caso. adquirem o direito de uso do apartamento. crédito relativo à Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social ± COFINS. 3. desde que inequívoca a compreensão do raciocínio jurídico. No mês de setembro de 2004. Havendo unidades vagas. Segundo seus cálculos. não m dando direito a crédito. a redução do prazo promovida p elo Prefeito.A. permanece imune ao IPTU o imóvel pertencente a qualquer das entidades referidas pelo art. os gastos assim efetuados teriam seu impacto reduzido. voltada ao amparo aos idosos. OBS: Serão aceitos erros algébricos. de regra. indagando-lhe: (a) embora tenham ciência de que não haveria imposto de renda sobre os ganhos obtidos na cessão de uso dos imóveis aos idosos. (ii) m mediante o pagamento de alugueres mensais simbólicos. vêse que. sem possibilidade de transferência a terceiros.20 Tendo em vista a tabela acima. ocupam suas unidades. 97 do CTN não estende o princípio à questão do prazo e o art. alertado de que a lei municipal não fixara o prazo para o recolhimento do Imposto sobre Serviços de Qualquer Natureza. conferindo-lhe.? Por quê? Não está correto: O art. as receitas obtidas no aluguel de unida des. decide. daí. 160 deixa claro que o prazo é matéria da ³legislação tributária´.A decidiu efetuar uma agressiva política de vendas. no mercado. entidade civil sem fins lucrativos. VI. No caso de serviços. não da lei.

sob o fundamento de que o art. I. em sua redação original. 110 DO CTN. ILEGAL ELASTÉRIO NA BASE DE CÁLCULO. CONTENÇÃO DE COMPETÊNCIA TRIBUTÁRIA CONSTI TUCIONALMENTE FIXADA A PARTIR DE CONCEITO JÁ ESTABILIZADO NO DIREITO PRIVADO. e vi) mérito: impossibilidade de equiparação dos conceitos de faturamento e receita bruta. sendo a intimação pessoal do procurador da União realizada nesta mesma data. Com apoio no princípio iuri novit curia. 475 do Código de Processo Civil) e do recurso de apelação interposto pelo Estado . A empresa Péricles Táxi Aéreo. nos termos do art.718/98. a que inerente o valor de norma de lei complementar. em sua redação original. e (ii) o art. Ilegalidade qualificada dos arts. 2o e 3o da Lei no 9. so v) mérito: não há necessidade de submeter o julgamento do Plenário do Tribunal Regional Federal quando o fundamento é legal. I. por afronta a disposição da Lei no 5. VIOLAÇÃO DO ART. DESNECESSIDADE DE QUESTIONAMENTO EM NÍVEL CONSTITUCIONAL. destarte. em acórdão assim ementado: ³TRIBUTÁRIO. elabore a peça processual adequada. II. ii) preliminar: intempestividade do recurso. 110 do CTN garante a preservação de uma tipicidade cerrada em relação a hipóteses de incidência tributária cuja instituição a Constituição autoriza e cujo conteúdo. no art. da Constituição Federal. O art. emitida pela Secretaria dos Negócios da Fazenda do Estado de São Paulo. QUESTÃO: Como advogado da empresa Emporium. 195. iv) preliminar: não-cabimento do recurso extraordinário. o que somente poderia ser feito pela Corte Especial do tribunal regional. o colegiado acolheu por fundamento de ilegalidade ambos os pedidos da apelante. EQUIPARAÇÃO DA ESPÉCIE FATURAMENTO AO GÊNERO RECEITA. inserindo-se. recebeu a notificação de lançamento do Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores ± IPVA relativo ao exercício de 2004. de modo que o recurso cabível seria o recur especial. Leis complementares que veiculam normas gerais em matéria de legislação tributária são normas sobre normas e têm por finalidade dar consistência ao sistema tributário. o próprio texto constitucional prefigura. em 28 de outubro de 2004. somente quando é constitucional. 2o E 3o. A empresa Péricles vendeu uma das aeronaves em 2003. 480 do CPC. I. 195. 3° da Lei n° 9. restando afastada a oportunidade de se instaurar o incidente de argüição de inconstitucionalidade. i) endereçamento ao Presidente ou Vice-Presidente do Tribunal Regional Federal da 3ª Região. LEI 9718/98. O Tribunal Regional Federal da 3a Região negou provimento ao recurso de apelação da União Federal e à remessa oficial.172/66. 97 da Constituição Federal.718/98 é legal. iii) preliminar: ausência de prequestionamento do art.apelação.718/98 não é inconstitucional. equiparando-o ao de receita bruta. porque somente esclareceu o conteúdo do conceito de faturamento. ARTS. a empresa ajuizou ação anulatória de débito fiscal em face do Estado de São Paulo. com os seguintes fundamentos: (i) o Tribunal Regional Federal não poderia afastar a aplicação da lei sem declarar a sua inconstitucionalidade. da Constituição Federal. previsto no art. uma segunda feira. No julgamento da remessa oficial (art. 110 do Código Tributário Nacional veda a equiparação do conceito de faturamento ao de receita bruta. que foi julgada improcedente pelo juiz de 1a instância. proprietária de três aeronaves. tendo realizado o devido registro junto às autoridades aeroportuárias competentes. Inconformada com a exigência do imposto. III. ademais. porque o fundamento do acórdão da apelação para afastar a aplicação do art. O procurador da União Federal interpôs somente recurso extraordinário. COFINS.´ O acórdão do julgamento da apelação foi publicado no Diário de Justiça do dia 27 de setembro de 2004. IV. 3o da Lei no 9.

1. 155. já que a expressão ³veículo automotor´ refere-se. Recurso Extraordinário nº 134. p. por maioria de votos. art. nos termos constitucionais. In casu. Exigência descabida do imposto.05. em circulação pelas vias terrestres do País. Já as aeronaves e embarcações devem ser registradas no Registro Aeronáutica Brasileiro e no Tribunal Marítimo. não para o registro de aeronaves.de São Paulo. 23. Também cabível o argumento de que os Estados são competentes para o registro de veículos. 23 da Constituição Federal. j. estão sujeitos a licenciamento no muni ípio de seu domicílio ou residência de seus c proprietários. 155. p/ acórdão Min. Pleno. tratando da destinação do produto da arrecadação do imposto.09. Sepúlveda Pertence. p. DJU 13. EMENTA: IPVA . como a expressão já o indica. CF 69. Marco Aurélio. Neste sentido. 158. O termo ³Veículo Automotor´ abrange. CF 69. III da CF). III e § 13. dispõe o Código Brasileiro do Ar s (Decreto-lei nº 32. O lançamento do imposto deve indicar o sujeito passivo previsto em lei. Do voto do Ministro red. 23. que. confiram-se os seguintes julgados: EMENTA: IPVA . Dispõe.2002. Min. a começar pela contida no § 13 do mesmo art. red. II da Constituição Federal é norma de Direito Financeiro.05. III.2002. iii) mérito: pleitear que a exigência do IPVA sobre a propriedade de aeronaves extrapola o campo de competência tributária estadual. Inteligência do Art. EC 27/85): campo de incidência que não inclui embarcações e aeronaves (STF. extraímos o seguinte trecho: Esse campo material de incidência do imposto sobre propriedade de veículos automotores resulta ainda de outras normas constitucionais. só podendo constituir . no que tange à aeronave vendida. III. rel. 3. com efeito. j.Imposto sobre Propriedade de Veículos Automotores (CF. 57 do Código Nacional de Trânsito: Art. carretas e similares. p/ acórdão. interponha o recurso competente. O art.2002. art. também acrescentado pela Emenda nº 27. cf. Essa locução adverbial de lugar somente o pode ser referida aos veículos terrestres. i) endereçamento ao presidente ou vice-presidente do Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo. estão sujeitos a licenciamento nos municípios de domicílio ou de residência dos respectivos proprietários.´ QUESTÃO: Como advogado da empresa Péricles Táxi Aéreo. o art.111/SP. 4. 29. ii) recurso cabível: recurso extraordinário. CONSTITUCIONAL. art. rel. em face da legislação e pela ordem natural das coisas. 64). III da Constituição Federal. pronunciando Acórdão com a seguinte ementa: ³TRIBUTÁRIO. 158. nos termos da legislação relativa. àquele que é licenciado em determinado Município (art. III e § 13.12. de propulsão humana ou tração animal. EC 27/85): campo de incidência que não inclui embarcações e aeronaves (STF.Imposto sobre Propriedade de Veículos Automotores (CF. 57. 60). 2. A Constituição define. p/ acórdão Min. o Apelante vendera uma de suas aeronaves antes da ocorrência do fato gerador. No tocante às aeronaves nacionai . qualquer veículo que possua motor e se locomova. Sepúlveda Pertence. Recurso Extraordinário nº 255. AERONAVES. Marco Aurélio. Recurso parcialmente provido. cf. reboques. Vencido o Desembargador Fulano de Tal. a Câmara de Direito Público do Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo manteve parcialmente a sentença recorrida. respectivamente. porque estes. Min.509/AM. de 1985. dispõe que cinqüenta por cento constituirá receita do Município onde estiver licenciado o veícul . 155. IMPOSTO SOBRE A PROPRIEDADE DE VEÍCULOS AUTOMOTORES. DJU 13. Pleno. 29. de 18/11/66) que são bens registráveis para efeito de sua condição jurídica.2002. Os veículos automotores. art. red. o campo de competência dos impostos. irrelevante para a matéria tributária. de forma genérica.

ii) No mérito. vol. nos termos do art. em nenhum ponto. 3ª Câmara de Direito Privado. Normas locais que impõem o registro e licenciamento de embarcações e aeronaves em cadastros dos Estados interessados. 36 ± Repertório IOB de Jurisprudência.085/95. p. Antonio consulta-o/a como advogado/a. ações de uma empresa situada no Estado de São Paulo. no interior. porque a doação ocorreu antes da edição da lei que instituiu o referido imposto no Estado de São Paulo.12. O diploma em análise dispõe sobre incentivo fiscal para pessoas jurídicas que possuam empregados com mais de 40 anos e está assim redigido: Art.objeto de direito através de assentamentos no Registro Aeronáutico Brasileiro do Ministério da Aeroná utica.992. p. órgão encarregado de emitir os certificados de matrícula. na forma a ser fixada em decreto do Poder Executivo. por parte da pessoa jurídica referida no caput deste artigo. art. de 21 de dezembro de 2001. Antes de ser editada a Lei paulista no 10. er i) elaborar ação de repetição de indébito. 03.) Os Estados-membros têm competência para legislar supletivamente sobre tráfego e trânsito nas vias terrestres (Constituição. para obter sua opinião legal sobre o caso. b). A competência para legislar sobre direito aeronáutico e marítimo é exclusiva da União (Constituição. 8º. ´n´. 10 e 12). Em janeiro de 2004. As ações que foram doadas para Antonio são levadas à colação no processo de inventário. inviabilizando a tese de que caberá recolher imposto causa mortis também sobre o valor dos bens doados ± Bitributação inadmissível ± Provimento (TJSP. daquele d Estado. que defende a não-incidência do ITCMD nesta hipótese específica. constitui simples indicação nos autos do processo de inventário. Ênio Santarelli Zuliani. XVII. José doa para seu primeiro filho. 2002 e seguintes do Código Civil de 2002. Vara Cível ou Vara Única. não têm qualquer validade. Des. Neste sentido. não há incidência do ITCMD nesta hipótese.495/2. a partir de seus efeitos. I ± tributário. inclusive os que haviam sido objeto da antecipação de legítima. § 1o O incentivo fiscal de que trata esta lei corresponderá ao recebimento. Agravo de instrumento nº 272.2002. possuam pelo menos 30% de seus empregados com idade superior a 40 anos. de modo que os valores já recolhidos poderiam ser restituídos ou compensados com outros débitos de tributos estaduais. A colação. Antonio lê uma entrevista de um advogado no jornal.. j. com o intuito de igualar a legítima dos descendentes e do cônjuge. confira-se o seguinte julgado: Inventário ± Herdeiros que informam as doações que o pai fez em vida (adiantamentos de legítima) para. portanto. José falece em 15 de janeiro de 2003. rel. art. depois da edição do novo Código Civil ± Lei no 10. uma das Varas da Fazenda Pública. 675). que instituiu o Im posto sobre Transmissão Causa Mortis e Doações de Quaisquer Bens ou Direitos ± ITCMD. a autonomia estadual se estende ao campo da navegação marítima ou aérea. constitucional e administrativo. n. QUESTÃO: Elabore a medida judicial adequada para defender os interesses de Antonio. DJ SP I 28. dirigida ao juízo competente (na Capital. 1/18809. redigindo a fundamentação e o pedido nos termos que entend aplicáveis. apresentarem plano de partilha proporcional sobre os bens que remanescem ± Hipótese de partilha justa ou eqüânime que se fez em vida (art. porque se apresentam frontalmente conflitantes com as regras constitucionais que declaram a competência legislativa exclusiva da União.01. 1776 do CC). § 2 Os portadores dos certificados poderão utilizá-los para pagamento dos seguintes impostos: o o . correspondentes ao valor do incentivo. e par.406. que é condição para sua utilização (arts. e foi recolhido o ITCMD sobre todos os bens arrolados no inventário. de 10 de janeiro de 2002. (. Antonio. de certificados expedidos pelo Poder Público. dependendo da Comarca). XVII. requerendo a repetição do indébito do tributo (tendo em vista que não há possibilidade legal de compensação). do valor dos bens doados pelo de cujus ainda em vida. 8º. Mas. 1 Fica instituído incentivo fiscal para as pessoas jurídicas domiciliadas no Estado que. assim. a atribuição constitucional de competência impositiva sobre a propriedade de veículos automotores. na qualidade de empregador. sendo natural. único). Desta forma.. O Governador do Estado de São Paulo propôs ação direta de inconstitucionali ade contra a Lei no 9. para fins de cobrança do IPVA.2003.

Néri da Silveira (DJU 31. que poderá ser ampliado. segundo o número e a idade dos empregados. abrindo mão de uma parte da receita do Estado..08. no dizer da Ministra Ellen Gracie.. do texto constitucional. caput. por parte dos Estados ou do Distrito Federal. relatora do caso. XII. entretanto. que decidiu: Inviável a concessão. Ofensa ao Princípio Federativo: No que tange ao IPVA.276-2 São Paulo (DJU 29. pelo menos. XII. ditas extrafiscais. depende da autorização do CONFAZ. a preferência de. Saber jurídico não é conhecer livros escritos por outros. em relação ao imposto sobre a propriedade de veículos automotores. no que se refere ao ICMS. a cada incidência. de receita proveniente daqueles tributos. o incentivo fiscal. do caráter extrafiscal que pode ser conferido aos tributos. ressaltando. de benefício fiscal. No caso. o compromisso de que somos notáveis conhecedores do Direito. por certo estabelece uma segregação não permitida pela Constituição. A sabedoria gerada no estudo e na experiência nos tornou condutores da jurisprudência nacional. que a lei em comento fere o princípio federativo. ainda. de 1% e 5%. Saber jurídico a que se refere a CF é a sabedoria que a vida nos dá. ou pode acarretar. no caso ora em análise.fiscal desencadeia. A própria Ministra Ellen Gracie citou. e 2) sobre propriedade de veículos automotores até o limite de 15% do valor dev ido. respeitados os limites. sua ampliação de forma progressiva. já que o tema não foi objeto de deliber ação do Conselho Nacional de Política Fazendária ± Confaz. que o incentivo foi dado de forma abstrata e totalmente impessoal.2002). unilateralmente. letra ³g´. § 3o Anualmente. em decisão unânime (ADIn 1. g. para estimular uma conduta por parte do contribuinte. § 2º. 155.. o precedente da ADIMC 1. segundo o número e a idade dos empregados. Assim faz o STF. que adoto como fundamento de voto. quando do julgamento do Agravo Regimental no Recurso Especial no 382.1) sobre operações relativas à circulação de mercadorias e sobre prestações de transporte interestadual e intermunicipal e de comunicação. legitimamente. Observe o seguinte trecho do Voto-Vista pronunciado pelo Ministro Humberto Gomes de Barros.2001). § 2º. temos demonstrado profunda e constante insegurança. de forma progressiva. 155. admite. qual é o termo inicial para a prescrição da ação de repetição de indébito nos casos de empréstimo compulsório sobre aquisição de . não podemos confessar que a tomamos. a Assembléia Legislativa fixará o montante global a ser utilizado como incentivo. Somos condutores e não podemos vacilar. sobretudo quando a lei. A presente questão foi examinada pelo Plenário do Supremo Tribunal Federal. Ofensa ao princípio da Igualdade: não se configura a ofensa: o princípio da igualdade não se opõe à existência de normas indutoras.11. É admissível a pretensão do autor quanto às ofensas aos dois princípios constitucionais alegados? Fundamentar. Nos últimos tempos. conforme a regra do art. a Casa Legislativa Paulista utilizou-se. da CF. para ser validamente concedido. que temos notável saber jurídico. relativo ao ICMS. descabe cogitar de ofensa o princípio federativo ou a qualquer outra limitação constitucional. assumimos. animado desmesuradamente o efeito financeiro. da Constituição Federal. II. prevista na Lei Complementar 24/75. ainda. XXX. excitado pelo benefício tributário. Aduz. diante da regra do art. mínimo e máximo. finca-se na natureza do Superior Tribunal de Justiça. e 7o. para equilibrar uma situação de desigualdade social. na medida em que é inegável que o incentivo financeiro. Vejam a situação em que nos encontramos: se perguntarem a algum dos integrantes desta Seção especializada em Direito Tributário.736-SC: Outra razão. da Constituição Federal.) O autor da ação aduz que esta norma viola o disposto nos artigos 5o. § 4o Os benefícios de que trata esta lei deverão ser previstos na elaboração do projeto de lei orçamentária. (. significativo segmento do mercado de trabalho pelos trabalhadores com mais de 40 anos de idade e que o encorajamento. Rel. Quando digo que não podemos tomar lição.577. previsto no artigo 155. Min. Quando chegamos ao Tribunal e assinamos o termo de posse. sem nenhuma vaidade. respectivamente.

6º. Naquela época. cheia de pessoas é arrastada por uma lancha. ter decidido que. a revisão da Súmula 276/STJ. irrelevante o regime tributário adotado. até que eles de repente descobriram que estavam perdidos: O avião com o Superior Tribunal de Justiça está extremamente perdido. (ii) o novo debate que se passou a travar tem a ver com a revogação da isenção veiculada pelo art. ninguém sabe mais. descreve curvas de quase noventa graus. Ele foi concebido como condutor dos tribunais e dos cidadãos. o referido art. entendia que as sociedades civis deveriam ser. A partir do exercício financeiro de 1. optantes pelo regime de tributação pelo lucro real. Daí o STJ.851/RS. Nosso papel tem sido derrubar os jurisdicionados. Pois bem. 1º. que levou à edição da Súmula 276. Agora dizemos que está errada..) Nós somos os condutores.397 assim dispunha: Art. como. a discussão era de outro jaez: a Fazenda Nacional. são isentas da Cofins. (.1987. Qual a controvérsia jurídica existente anteriormente à edição da Lei no 9. A função do piloto dessa lancha é fazer derrubar as pessoas montadas no dorso da bóia.. cada um haverá de dizer que não sabe. O jogo só termina.397/87. mergulho em insegurança como um passageiro daquele vôo trágico em que o piloto que se perdeu no meio da noite em cima da Selva Amazônica: ele se virava para a esquerda. Como contribuinte. proposta pelo Relator.veículo ou combustível. e eu ± Ministro de um Tribunal cujas decisões os próprios Ministros não respeitam ± sinto-me triste. Ministro Castro Meira. 6º da Lei Complementar nº 70/91. registradas no Registro Civil das Pessoas Jurídicas e constituídas exclusivamente por pessoas físicas domiciliadas no País. ou não. Por sua vez. fixou norma de isenção da COFINS nos seguintes termos: Art. existe um brinquedo em que uma enorme bóia. daria à Sumula a seguinte nova redação: As sociedades civis de prestação de serviços profissionais. Há dez anos que o Tribunal vem afirmando que o prazo é decenal (cinco mais cinco anos). . Relator Min. e porque depois se iniciou novo debate. cujo enunciado é: As sociedades civis de prestação de serviços profissionais são isentas da Cofins. pelas sociedades civis de prestação de serviços profissionais relativos ao exercício de profissão legalmente regulamentada. Quando da edição da Súmula. no encerramento de cada período-base.12.430/96. independentemente do regime de tributação escolhido para fins de imposto de renda. Em matéria tributária. irrelevante o regime tributário adotado. pelo artigo 56 da Lei nº 9. como condutor daqueles que pagam. a pesar de já existirem dezenas. em síntese. Para tanto. até centenas de precedentes. O Voto acima foi proferido por ocasião de um julgamento.430/96. em seu art. Garcia Vieira. acerca da questão mencionada? (i) A Lei Complementar nº 70/91. de repente.989. aquelas sociedades teriam o direito à isenção.) O Superior Tribunal de Justiça existe e foi criado para dizer o que é a lei infraconstitucional. daquela isenção. necessariamente. por diversos precedentes. não incidirá o Imposto de Renda das pessoas jurídicas sobre o lucro apurado. o Resp 144. no qual se discutia. a discussão ainda não versava acerca da revogação. 1º do Decreto-Lei nº 2. dobrava para a direita e os passageiros sem saber nada. pelo mundo afora. dos contribuintes. Nas praias de Turismo. São isentas da contribuição: I ± omissis II ± As sociedades civis de que trata o artigo 1º do Decreto-Lei nº 2. de 22. adotando interpretação restritiva das normas acima. (. que também sou. porque alguém nos deu uma lição dizendo que essa Súmula não devia ter sido feita assim. por exemplo. sob pena de perder o direito à isenção.. 6º. a lancha desloca-se em linha reta e. o STJ pa rece ter assumido o papel do piloto dessa lancha.. até o advento da Lei no 9. A revisão. quando todos os passageiros da bóia estão dentro do mar.430/96. Agora estamos a rever uma Súmula que fixamos há menos de um trimestre. Hoje.

tendo transcorrido o quadriênio a que se fez referência acima. a operação). de regra.000.000 x 0. no Brasil. na alta temporada. em nome do princípio da hierarquia das leis. de ambas as operações. a empresa possui carrinhos de sorvete. estão. o creditamento do o. naquele Tribunal. A operação de transferência de bens do ativo permanente não é tributada pelo ICMS. Informada de que haveria incidência de imposto de renda na operaçã e o. na fonte. Apurar o montante de imposto devido sobre a apuração (não será exigido o ac erto do cálculo aritmético. Como é comum nesse ramo de atividades. a Distribuidora Igreji Ltda. 20. resolve abrir uma filial na Capital do Estado do Rio de Janeiro. V da Lei Complementar 87/96). o estabelecimento paulista transfere outros 100 carrinhos. a técnica de gross up. a partir da data da alienação. foi surpreendida. no Brasil. para o transporte de sorvetes a serem vendidos nas praias.00 a empresa sediada nos Estad Unidos. desde que indicada. em relação à fração que corresponderia ao restante do quadriênio (art. Tendo em vista a legislação do ICMS. de sua propriedade.. a empresa remete ao novo estabelecimento 200 carrinhos de sorvete adquiridos em junho de 2003 pelo estabelecimento paulista de um fornecedor local. nada obstando.47 Em sede de Execução Fiscal ajuizada pela Fazenda do Estado de São Paulo perante o Juízo de Direito da Vara das Execuções Fiscais da Comarca de São Paulo. disciplinada pelo art. em moeda corrente. 685 do vigente Regulamento do Imposto de Renda. conquanto formalmente complementar. adquiridos em 1o de janeiro de 2001. o entendimento de que seria necessária uma lei complementar para revogar a isenção. Empresa fabricante de sorvetes.15)/ 0. com o bloqueio e transferência. que se encarregará da distribuição de sorvetes a vendedores autônomos. a Seção decidiu pela manutenção da Súmula.85 X = R$ 176. superou em muito a expectativa inicial. requisitando informações sobre a existência de ativos financeiros em nome da executada. A fim de iniciar as operações da nova filial. Ou seja: a empresa perde o crédito relativo à parcela ainda não creditada. tendo a isenção sido veiculada por uma lei complementar. No caso dos bens adquiridos em 2003. Pessoa jurídica. Aplica-se. das quantias ou . a título os de aluguel do imóvel que a primeira ocupa. sujeitos à retenção de 15% (quinze por cento). sua aquisição dera direito à empresa de se creditar do imposto (que incidira à alíquota de 18%) na razão de 1/48 (um quarenta e oito avos) por mês. já não mais tendo como cobrar o imposto da locadora. decide a locatária assumir o ônus do imposto.15 Donde se extrai a seguinte fórmula para apuração do imposto devido: X = (1. não cabe mais falar em perda de valor a creditar. imposto. ocorrendo a operação antes de decorrido o prazo de quatro anos contado da data de sua aquisiçã não se permite. sediada na Capital do Estado de São Paulo. entretanto. No julgamento acima relatado. No caso. daí. efetua uma remessa de R$ 1.e. o valor que foi recebido. pela locadora. prevalecendo. Já quanto aos bens adquiridos em 2001. que são cedidos a autônomos (os sorveteiros). por o Juiz de Direito haver determinado a expedição de ofício ao Banco Central. por maioria de votos. apresente as conseqüências. Trata-se de transferência interestadual de bens do ativo permanente. para o estabelecimento paulista. na última sexta-feira. 725 do mesmo Regulamento. O valor acima referido é o efetivamente remetido. com exatidão. resolvendo-se a questão pela seguinte regra de três: R$ 1. solicitando que você informe o montante que deverá ser recolhido.00 = 0. seria materialmente ordinária.A discussão então travada passou a ser se. Como a demanda.000. i. o valor informado foi líquido do imposto. ser a isenção por ela concedida revogada por lei ordinária. buscou-se sustentar que a Lei Complementar nº 70/91.85 X = 0. Os pagamentos a não residentes. sediada no Brasil. com seu teor ori ginal. apenas outra lei complementar a poderia revogar. então. já que não se trata de mercadoria. § 5o. nos termos do art. em caso positivo. não localizados em países com tributação favorecida.

já que se trata de conceito empregado para a demarcação de competências tributárias (art. sediada na Capital do Estado de São Paulo. A referida Distribuidora r depende de recursos financeiros para a sua atividade.2.300 kg. Ademais. segundo se argumenta na decisão. Alternativamente: Mandado de Segurança. Lei no 9. impetrou Mandado de Segurança preventivo.368-MT. com pedido de efeito suspensivo. 110 do CTN). esta informou nos autos que quando aceitara a primeira penhora. para efeitos tributários. no segundo. QUESTÃO: Na qualidade de advogado da Telecelular S/A. no próprio processo.472/97) não impede a compreensão da habilitação como uma de suas modalidades. baseando-se no Convênio ICMS no 69/98. endereçado ao Superior Tribunal de Justiça (art. § 1º do CTN). O acórdão recentemente proferido pelo Tribunal denegou a ordem. visando a não ser constrangida ao pagamento de ICMS sobre o valor cobrado de seus assinantesa título de habilitação do aparelho móvel celular. Com efeito. perante o mesmo ida Tribunal. ao nosso ordenamento não arrepia a penhora de faturamento. que impede a extensão do tratamento tributário dado aos serviços de comunicação à habilitação que os precede. com os fundamentos jurídicos para sustentar a não incidência do ICMS sobre a taxa de habilitação dos aparelhos móveis celulares. Recurso Ordinário em MS 11. da Constituição Federal) Mérito: (1) inexistência de prestação de serviço no mero ato de habilitação: o ICMS pressupõe a efetiva prestação do serviço de comunicações. com pedido de med liminar. de queijo prato. Medida Judicial Cabível: Recurso Ordinário em Mandado de Segurança. A referida ordem foi dada não obstante a existência de penhora. o que inocorre quando da mera disponibilização do serviço ao usuário (2) proibição de analogia gravosa em matéria tributária (art. na qual buscava o cancelamento de crédito tributário decorrente de auto de infração lavrado em seu desfavor. já não dispondo de crédito na praça. perante o Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo. Ademais.. 108. 60. permitindo rápida e eficaz garantia do crédito tributário. No primeiro caso. A Telecelular S/A. com o ac obertamento de nota fiscal de valor aquém da pauta mínima estabelecida na região. onde opera serviços de telefonia móvel. inexistindo razão para procurar outros bens já que é notório que a atividade da Executada implica grande movimentação financeira. exceto pelos ent aves burocráticos que a primeira impõe. acolhendo manifestação da Exeqüente. (3) a definição de prestação de serviços de comunicação não pode ser alterada exclusivamente para fins tributários. por transportar 12. pode determinar a imposição tributária em relação ao fato gerador estabelecido no Convênio ICMS no 69/98. O Juiz de primeiro grau julgou improcedente o . a agravada é a Fazenda Pública do Estado de São Paulo. Relator Ministro Francisco Falcão (DJU 9. que dispõe a esse respeito. II. b. apontar ato coator do MM. 105. QUESTÃO: Na qualidade de advogado da Distribuidora Igreji Ltda. e o Secretário de Estado da Fazenda. Além disso a definição de serviços de telecomunicações (art. de bens imóveis na Capital. executor da política tributária e financeira do Estado. em tudo semelhante ao bloqueio de contas bancárias. não há razão para não se dar à habilitação o tratamento tributário dos serviços de comunicação a ela relacionados.2005) A Cooperativa Mista Dos Produtores Rurais Do Estado De São Paulo impetrou ação anulatória de débito em que contende com a Fazenda Pública do Estado de São Paulo. apresente o recurso cabível contra a decisão. Juiz de Direito da Vara das Execuções Fiscais da Comarca de São Paulo. Precedente: STJ. não havia notícia de que os referidos bens não despertariam o interesse de eventuais arrematantes. Medida Judicial cabível: Agravo de Instrumento.importâncias depositadas até o limite do débito exeqüendo. perante o Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo. se o respectivo serviço é justamente o conjunto de atividades que possibilitam a respectiva oferta. alegando que o legislador ordinário pode definir prestação de serviços decomunicação. tome a medida judicial cabível para permitir que ela possa movimentar livremente seus recursos.

foi autuado em virtude de não haver recolhido ICMS sobre reajuste de preço. o § 4º do mesmo art. afastando-se. a autoridade administrativa pode valer -se do arbitramento somente quando não merecer fé ou for omissa a declaração do contribuinte. por um ano. QUESTÃO: Na qualidade de advogado da Cooperativa. II. daí. Se tal base de cálculo for inferior à da pauta de valores já vigente. pois sua utilização não importa em aumento de tributo (art. Segundo o contribuinte. é detentora de um imóvel. do Decreto-lei no 406?1968 e 8o. caso haja reajuste do valor . VI. no qual exerce atividade hospitalar a pessoas carentes. já que somente a lei pode fixar a base de cálculo do tributo. fato posterior ao surgimento da obrigação tributária. nos termos do mesmo dispositivo. A posse por um contrato de uso. a base imponível (base de cálculo). Medida Judicial Cabível: Recurso Especial. Em sua defesa. ³c´ da Constituição Federal). 148 do CTN. dirigido ao Superior Tribunal de Justiça Mérito: (1) violação do art. entidade assistencial sem fins lucrativos. argumentando que: a) ³Ocorrendo o fato gerador na saída da mercadoria. ademais. c) ³Há previsão legal no Estado de São Paulo para a utilização de pauta de valores. 150 CF). sendo considerado contribuinte. sendo. bem como os artigos 2o. Para obter recursos de maior monta. podendo o Fisco valer-se dela sempre que o preço declarado pelo contribuinte for consideravelmente inferior ao de mercado´. d) ³Não há qualquer incompatibilidade das pautas com a CF?88. em adequação da base imponível sobre a qual incidirá a alíquota´. No início do ano foi notificado pela Prefeitura Municipal para pagar o IPTU. 97 do CTN. 13 da Lei Complementar 87/96 é claro ao dispor: Nas operações e prestações interestaduais entre estabelecimentos de contribuintes diferentes. com prazo determinado. em Acórdão publicado há dez dias. promoveu campanha de rifas. o valor do reajuste poderia estar sujeito à tributação no Estado onde já se encontrava a mercadoria por ocasião do pagamento do reajuste. dando ao vencedor o direito de uso do terreno do estacionamento. a ser considerada. 150. O ganhador resolveu utilizar o referido terreno para estacionamento de seus familiares. alegou o contribuinte que o reajuste de preç o foi acertado com seu cliente após a saída da mercadoria e até mesmo depois de a mercadoria ter entrado no estabelecimento destinatário. Sendo o IPTU um imposto sobre a propriedade. Não é devido o IPTU. do Convênio ICMS 66?88 possibilitam ao Fisco valer-se de arbitramento para estabelecer valores´. I . como já dito alhures. b) ³O art. o Tribunal a quo manteve a sentença. 34 do CTN). não caracteriza aquele animus. na qualidade de possuidor do imóvel a título de direito de uso (art. A Santa Casa de determinada localidade. em benefício de suas finalidades. em venda interestadual. (2) Violação do art. apresente o recurso cabível. mas. na região central da cidade. 97. já que o arbitramento pressupõe processo regular. ficou evidente que a exploração do imóvel estava relacionada com a obtenção de recursos para a própria Santa Casa atingir sua finalidade. é a existente quando da aludida saída. do CTN). tendo em vista que a Santa Casa é imune ao imposto (art. a indicação de um possuidor como contribuinte apenas é possível se a posse se faz com animus dominis. 148 do CTN. Procedem os argumentos do contribuinte? Por quê? O argumento do contribuinte não procede. visando à reforma do acórdão acima referido. É devido o IPTU nas circunstâncias relatadas? Fundamente a sua resposta. Aviado recurso de apelação. No caso. O § 5º do art. ocorrido após a remessa das mercadorias. é possível sua aplicação´. e explora parte de seu terreno como estacionamento. incompatível com o regime de pauta de valores mínimos. sem qualquer ônus.pedido. O Armazém San Genaro Ltda. I. pois.

enquanto o outro é contratado por cinco pessoas jurídicas diversas.00 (seis milhões de reais). inferior a R$ 48. já que está sujeit à retenção na o fonte. em separado. sociedade que se dedica ao comércio de automóveis tem o capital social detido.000. No início do ano de 2005.00 (mil reais). Cada um deles possui cinco alunos e recebe. a AUTOLÁ S/A pretende analisar a alteração dessa sistemática com o fim de pagar menos IR e consulta-o a respeito da tributação pelo lucro presumido. pedido que é integralmente deferido pelo juiz. O contribuinte que ministra aulas a pessoas jurídicas terá maior recurso em caixa. nem tampouco a circunstância de seus sócios serem pessoa jurídica com faturamento superior àquele montante ou residente em paraíso fiscal. por: (i) pessoa jurídica sediada no País. No ano base de 2004. Dois professores de inglês cobram de seus alunos valores idênticos. na faixa de isenção e não havendo imposto a recolher. pois. daí. por votação unânime da turma o julgadora.00. adotando a base de cálculo de R$ 5. transcorrido o prazo indicado. dep de atendidas as obrigações tributárias do mês. . a Fazenda Pública protocola petição rejeitando os bens oferecidos. pelas pessoas jurídicas envolvidas. . Já aquele contribuinte que presta serviços a pessoas físicas sujeita-se ao Recolhimento Mensal Obrigatório (carnê-leão). paralelamente.recurso especial perante o Superior Tribunal de Justiça. explicando a diferença. para dar aulas aos respectivos diretores presidentes. A atividade descrita não afasta a opção. tomar as medidas cabíveis nos autos do agravo de instrumento. a AUTOLÁ S/A pagou o imposto de renda pela sistemática de tributação do lucro real.000. ao recolhimento do imposto. Identifique qual dos contribuintes possui maior recurso em caixa. QUESTÃO: Considerando a penhora de 30% do faturamento da executada.000. apresentando no respectivo ano faturamento de R$ 6. solicita a penhora de 30% do faturamento da executada. sujeitando-se. não há óbice à opção pelo lucro presumido. Sendo cinco pessoas jurídicas. As receitas da sociedade decorrem exclusivamente do comércio de automóveis no País. no ano anterior. o que poderia comprometer as suas atividades e o fato de ter a executada indicado outros bens que julga terem liquidez.000. Todavia. de cada aluno. Após tomar ciência da relação de bens indicados pela executada. é possível a opção pelo lucro presumido? Observado o limite de faturamento. foi declarado improcedente. e (ii) por sociedade residente em país com tributação favorecida (paraíso fiscal). a quantia de R$ 1. a executada interpõe.000. Uma empresa sofre execução fiscal promovida pela Procuradoria da Fazenda do Estado de São Paulo e. A AUTOLÁ S/A. como máquinas utilizadas em sua linha de produção. Contra a referida decisão. perante o Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo.depois da remessa ou da prestação. como advogado da empresa.000. Exclusivamente do ponto de vista da legislação do imposto de renda.00 a cada mês. recaindo. na tabela progressiva. eles constatam que um deles possui maior recurso em caixa. Um deles ministra aulas a cinco pessoas físicas diferentes. que chega a 27. que o ois outro. a empresa executada permanece inerte. No final de cada mês.00. Nenhum deles possui dependentes nem efetua gastos com previdência social ou educação. argüindo a baixa liquidez destes bens no mercado e. nos cinco d ias indicados pelo juiz para quitar a dívida ou oferecer bens à penhora.000.5%.00 (cem mil reais). a executada oferece à penhora bens de sua propriedade. tributada pelo lucro real e cujo faturamento anual é de R$ 100. a diferença fica sujeita ao imposto no estabelecimento do remetente ou do prestador. em iguais proporções. recurso que. cada uma adotará a base de cálculo de R$ 1. agravo de instrumento contestando a falta de liquidez e pedindo o levantamento da penhora sobre o faturament .000.

na forma desta Lei. ingresse com a medida cabível para reformar o despacho que indeferiu o levantamento do depósito judicial do precatório. sejam as seguintes: . igualdade e coisa julgada. tendo sido então o débito inscrito em Dívida Ativa há cinco meses. Em hipótese alguma será considerada a redação escrita neste espaço. pelos seguintes montantes: (ii) meramente para fins desta questão.Interposição de Agravo de Instrumento dirigido ao Tribunal Regional Federal da 3ª Região. além do ICMS. depois. .trata-se de um ato coercitivo para cobrança de tributos (cobrança indireta) e que fere os princípios da legalidade. nos termos do artigo 19 da Lei 11. Em 10/06/2004. na iminência de sofrer uma execução fiscal. a empresa pode ficar inviável.segundo entendimento de grande parte da jurisprudência. QUESTÃO: Por julgar indevido o ISS sobre serviços de comunicação e..´ . .artigo 38 da Lei 6. em cada um dos estados mencionados. sediada no Município de São Paulo. esta precedida do depósito preparatório do valor do débito. Contudo.. o ³Estabelecimento X´. porque isso equivale a penhorar a própria empresa (. localizado no estado do Ceará e que faz referida aquisição para incorporação no seu ativo fixo.. monetariamente corrigido e acrescido dos juros e multa de mora e demais encargos.efetuar o depósito do montante discutido . no momento em que o contribuinte requereu o levantamento do depósito judicial. O prazo para impugnação administrativa expira. .´ A Empresa Globalcomunications Ltda. . uma vez que o gravame deverá importar o menor ônus ao contribuinte executado. . a penhora sobre o faturamento somente tem cabimento na ausência de oferecimento de bens alternativos. bem como a certidão de regularidade para com a Seguridade Social. foi expedido precatório tendo a União Federal.e sem que a empresa autuada tome qualquer iniciativa. a Turma e a própria Seção mudaram a orientação e não permitem mais a penhora do rendimento da empresa. adquirida pelo ³Estabelecimento Y´. em 2003.830/80 ± ³A discussão judicial da Dívida Ativa da Fazenda Pública só é admissível em execução. mas. O valor é composto. ação de repetição de indébito ou ação anulatória do ato declaratório da dívida.033/2004.requerer a declaração de inexistência da relação jurídica e a anulação do crédito inscrito em dívida ativa. o juiz da Xa Vara Federal de São Paul o indeferiu o pedido alegando não ter o contribuinte apresentado as certidões negativas de Tributos Federais. QUESTÃO: Como advogado do contribuinte. esta Turma entendeu que poderia penhorar 30% do rendimento da empresa.) Se houver penhora do faturamento ou do rendimento.a lei não pode retroagir para atingir a coisa julgada ± a lei não poderia ter efeitos sobre os precatórios já expedidos ou com pagamento em curso. que poderia comprometer os seus negócios. Municipais. vende uma máquina para a produção de fósforos. especificamente do STJ. suponha-se que as alíquotas internas (hipotéticas) de ICMS para o produto mencionado no caso acima.Ingressar com Ação Anulatória de Débito Fiscal. a empresa o constitui como advogado para defender os seus interesses. Estaduais. Após o trânsito em julgado de decisão favorável ao contribuinte em ação de repetição de indé bito. .a penhora sobre o faturamento poderá conduzir a empresa à insolvência .Trecho do Julgado: ³Inicialmente. é autuada em decorrência do não pagamento de Imposto Sobre Serviços de Qualquer Natureza (ISSQN) em relação aos valores recebidos pela prestação de serviços de comunicação. salvo as hipóteses de mandado de segurança. depositado integralmente o valor a que havia sido condenada a pagar.os serviços de comunicação devem ser tributados pelo ICMS e não pelo ISS. . localizado no estado de São Paulo. Tomar as providências cabíveis. apresentando a adequada fundamentação.

por ocasião da homologação do formal de partilha. neste caso ± aquisição para ativo fixo ± entra na B. pergunta-se: Qual será a tributação de Imposto de Renda e R$ 438.00 R$ 30.50. Total 408.C.000.806. No momento do falecimento estas ações valiam R$ 1.000. Considerando que as ações ingressaram no -se patrimônio particular do herdeiro pelo valor de R$ 1. estas ações tinham um valor de R$ 1.00 (IPI.Operação 1: Alíquotas: (i) interestadual ± 7% (ii) interna do CE (destino) ± 15% (iii) diferencial de alíquotas ± 8% Valor base para Cálculo: R$ 408.07) ± R$ 408.709.000.50 cada.00 * Trata-se de dado da questão.709.Estado São Paulo Produto Máquinas em geral Alíquota 12% Ceará Máquinas em geral 15% Componente Valor da Mercadoria Valor (em R$) 400. Nogueira faleceu deixando ao seu único herdeiro um lote de um milhão de ações de um grande banco brasileiro.00 / 0.68 ± R$ 408.000.00 / (1-0.000.00 (um real) cada.) ICMS a ser recolhido: Em SP (pelo produtor de máquinas) No CE (pelo produtor de fios) R$ 408.08 R$ 35. considerando as alíquotas interestaduais vigentes.000. não deve ser recalculado para fins de resolução desta.45 Erros de mero cálculo serão desconsiderados desde que indicadas corretamente as operações aritméticas.93 ± R$ 408.000. 1) .77 . cada uma delas valia R$ 1.096.000.68 ICMS total recolhido na operação: R$ 65.00 Com base nos dados acima.000.68 x 0.00 R$ 408.20 (um real e vinte centavos) a unidade e. calcular o ICMS devido em cada um dos Estados envolvidos. Na última declaração do imposto de renda elaborada pelo Sr.709.00 IPI* 8. Nogueira. O Sr.00 R$ 438.

considerando-se que os sócios da Panificadora Pães & Bolos não tinham qualquer influência sobre as decisões que eram tomadas na Panificadora Doces & Salgados? Fundamente. fundo de comércio ou estabelecimento comercial.500.apenas a União goza da soberania e.ITCMD incidentes sobre a operação acima descrita? Como deverão ser determinadas as bases de cálculo e quem serão os contribuintes? Haverá a incidência de dois tributos ± ITCMD e Imposto de Renda. . 21.000. englobados União.00 x 15% = R$ 75. é expedido. Indaga -se: procede esta cobrança. Todavia. e não apenas como representante da União. A Panificadora Pães & Bolos adquire.) VIII ± celebrar tratados.) Art. em seguida.000.00 = R$ 1. .142/2004. age como representante da República Federativa do Brasil. é promulgado o Decreto Legislativo nO 100/2004. . e continuar a respectiva exploração.o ITCMD será calculado com base no valor das ações por ocasião do falecimento ± R$ 1.´ Há entendimentos no sentido de que tratados internacionais não podem conceder isenções de tributos municipais e estaduais.000. no período compreendido entre novembro de 2002 e dezembro de 2003.Espólio O Brasil firma um acordo internacional com país vizinho visando assegurar a isenção de impostos incidentes sobre um empreendimento de grande importância estratégica para os dois países.IR incidirá sobre a diferença entre R$ 1. industrial ou profissional. pelo Presidente d República. a doutrina dominante entende tratar-se de lei de caráter nacional. .000. sob a mesma ou outra razão .00. já que os antigos sócios desta última resolveram aposentar-se. a Pães & Bolos é surpreendida com a cobrança de valores referentes a tributos federais não pagos pela Panificadora Doces & Salgados.Trata-se de responsabilidade por sucessão tributária por aquisição de estabelecimento. por qualquer título.. Após a ratificação do acordo. obrigando a todos os entes da federação. portanto.000. Analise a questão à luz do disposto no artigo 151. especificamente da incidência do ICMS. apenas o seu representante pode celebrar tratados internacionais desta natureza. uma outra panificadora (Doces & Salgados) da mesma região.³Art. em dezembro de 2004. na celebração dos tratados internacionais.20. . convenções e atos internacionais. tais como os defendidos por Ives Gandra Silva Martins e Roque Carrazza. sujeitos a referendo do Congresso Nacional.ITCMD ± R$1.IR ± contribuinte . em meados de maio de 2005. ... o Decreto nO a 2.. 84. vislumbrando a perda de receitas tributárias por força da isenção concedida pelo acordo internacional. . Todavia.00 . . da Constituição Federal.00 ± R$ 1. O Presidente da República. completando-se assim o processo de celebração do acordo internacional.previsão no artigo 133 do Código Tributário Nacional.000. Um determinado Estado da República Federativa do Brasil. Distrito Federal e Municípios. Referido acordo internacional tem o seu texto referendado pelo Congresso Nacional e. Estados.000.000. Compete privativamente ao Presidente da República: (.00 = R$ 500.20 x R$ 1.200.³A pessoa natural ou jurídica de direito privado que adquirir de outra.Herdeiro . Compete à União: I ± manter relações com Estados estrangeiros e participar de organizações internacionais (. decide questionar a sua constitucionalidade.000. III.ITCMD ± contribuinte .00 x 4% = R$ 48.

responde pelos tributos.princípio da legalidade . reaproveitar uma antiga regra contida no artigo 32 da Lei 4. segundo a qual fica a pessoa jurídica que possui débitos não garantido junto à União e/ou s INSS impedida de efetuar a distribuição de lucros aos sócios ou quotistas. pois os sócios desta última. artigo 97.A Panificadora Pães e Bolos terá que arcar integralmente com o débito da Panificadora Doces e Salgados.Mandado de Segurança . Parágrafo 3o : O valor venal divulgado.154/91) foi substancialmente alterada pelo Decreto Municipal no 46.artigo 150. .impossibilidade de fixação da base de cálculo por decreto. mediante contrato formal e regular. o que só seria possível por lei. Artigo 8o: A Secretaria Municipal de Finanças tornará públicos os valores venais atualizados dos imóveis insc ritos no Cadastro Imobiliário Fiscal do Município de São Paulo. indústria ou atividade.00 (setecentos mil reais). utilizada no exercício da transação.000. de um imóvel seu para o Sr.social ou sob firma ou nome individual. se o alienante cessar a exploração d comércio. para efeitos deste imposto. Parágrafo 1 o o : Os valores venais dos imóveis serão atualizados periodicamente. dispositivos estes que promoveram a alteração da b ase de cálculo do tributo mencionado. Todavia.esta atualização implica verdadeira majoração da base de cálculo.00 (seiscentos mil reais). segundo a Planta Genérica de Valores.00 ( quinhentos mil reais).000. não deram seguimento à atividade. dos preços correntes das transações e das ofertas à venda no mercado imobiliário. Guimarães acabou de negociar a venda. A Lei no 11. Propriedade Predial e Territorial Urbana ² IPTU. mas não se trata de mera atualização monetária da base de cálculo . O parágrafo 1º deste artigo determinou a atualização periódica do valor venal. se este prosseguir na exploração ou iniciar dentro de 6 meses. da Constituição Federal . QUESTÃO: Como advogado.´ O Sr. o valor pelo qual o bem ou direito seria negociado à vista. Parágrafo 1o : Considera-se valor venal.o artigo 8º do Decreto.000. . As partes têm interesse em fazer o registro da transmissão da propriedade no cartório de registro de imóveis o mais rápido possível. buscou. devidos até a data do ato: I ± integralmente. em condições normais de mercado. inciso II e parágrafo 1º .228/05.´ . que passou a ser fixada pelo Município com base na Planta Genérica de Valores. mas sabem que este ato não será consumado na hipótese de o ITBI não ser recolhido consoante o Decreto Municipal no 46. inclusive com a participação da sociedade representada no Conselho de Valores Imobiliários. Machado.051. a legislação do Município de São Paulo referente ao Imposto sobre a Transmissão de Bens Imóveis (Lei 11. a contar da data da alienação. tendo se aposentado. sob pena de multa. não fixou apenas critérios genéricos e abstratos para apuração do valor venal. de 29 de dezembro de 2004. nova atividade no mesmo ou em outro ramo de comércio. inciso I. com valor fixado em R$ 500. II ± o subsidiariamente com o alienante. relativos ao fundo ou estabelecimento adquirido. da Secretaria de Finanças do Município de São Paulo.artigo 9. em nenhuma hipótes será inferior à base de cálculo do Imposto sobre a e. e cujo valor venal no carnê de IPTU é de R$ 600.228/05. tome as medidas judiciais cabíveis visando assegurar o pagamento do tributo da forma menos onerosa possível. de forma a assegurar sua compatibilização com os valores praticados no Município. ferindo o princípio da legalidade . bem como pela Portaria no 81/05. mediante pesquisa e coleta perm anente. por amostragem. inciso I. este imóvel valeria R$ 700. por meio de seu artigo 17. mas acabou prescrevendo a publicação do valor venal de cada imóvel em concreto. indústria ou profissão.357/64. O referido decreto estabelece: ³Artigo 7 : A base de cálculo do imposto é o valor venal dos bens ou direitos transmitidos. Recentemente.

QUESTÃO: Na qualidade de advogado do Sr. (. prevê. do Código Tributário Nacional o .Embargos à execução .Mandado de Segurança .há cerceamento dos direitos fundamentais dos contribuintes. como advogado tome as providências cabíveis defendendo os interesses da empresa. uma vez que ele figurava no pólo passivo da execução fiscal.artigo 135.restrições ou proibições impostas ao contribuinte. II ± aos diretores e demais membros da administração superior que receberem as importâncias indevidas.a CF. § 2 A multa referida nos incisos I e II do § 1o deste artigo fica limitada. art. Para o exercício da sua delicada função. fiscais ou consultivos. não poderão: (. parte patronal. . o Sr.. para promover o seu saneamento e torná -la novamente lucrativa. respectivamente. por falta de recolhimento de imposto. empresa do segmento de helicópteros e que passa por graves dificuldades financeiras. sem ter. iniciada em janeiro de 2000.´ QUESTÃO: Considerando que a empresa Beta Gama S/A. A empresa sofreu autuação fiscal em setembro de 2005. apenas excepcionalmente a sanção indireta tributária. executivo consagrado no mercado. Ubaldo. LIV) é suprimido . acabou-se por não pagar a contribuição previdenciária..Assim. estabeleceu se que: ³Art. . no prazo legal. da Lei 4. nos exercícios de 2000 e 2001. 5. segundo a nova redação do artigo 32. O Sr.) § 1o A inobservância do disposto neste artigo importa em multa que será imposta: I ± às pessoas jurídicas que distribuírem ou pagarem bonificações ou remunerações. em janeiro de 2006. não garantido. . Ubaldo. desrespeita o princípio de menor ingerência possível nos direitos do cidadão . foi contratado para o cargo de diretor da Tokiofly Ltda. em montante igual a 50% (cinqüenta por cento) das quantias distribuídas ou pagas indevidamente. para com a União e suas autarquias de Previdência e Assistência Social. bem como a seus diretores e demais membros de órgãos dirigentes.sanções indiretas . III. Ubaldo recebeu amplos poderes dos sócios. 32. Seguiu -se a execução fiscal com a penhora dos bens pessoais do Sr. alterado pelo artigo 17 da Lei no 11. enquanto estiverem em débito. artigo 195. Em vista do delicado quadro financeiro da empresa e para que fossem adimplidos os compromissos com empregados e fornecedores. ingressado com recurso administrativo que pudesse suspender a exigibilidade do débito envolvido. a 50% (cinqüenta por cento) do valor total do débito não garantido da pessoa jurídica. parágrafo 3º. mas teme que este procedimento venha a lhe acarretar algum tipo de autuação fiscal. taxa ou contribuição. As pessoas jurídicas.) b) dar ou distribuir participação de lucros a seus sócios ou quotistas. Ubaldo.devido processo legal (CF. pretende distribuir dividendos a seus sócios.357/64. que possui débitos não garantidos perante a União.pode-se também alegar violação ao princípio da proporcionalidade .051/04.. tome as medidas cabíveis. em montante igual a 50% (cinqüenta por cento) dessas importâncias. contudo.. como forma indireta de obrigá-lo .desobedecem a adequação dos meios.. como o devido processo legal.

sócio majoritário de uma sociedade limitada. na resposta. terão que se cadastrar na Prefeitura deste município para não sofrerem a retenção. Pierre a respeito da tributação dos referidos rendimentos no Brasil. Justifique a sua resposta indicando a base legal aplicável. A inscrição em dívida ativa suspende o prazo prescricional por 180 dias (artigo 2º. do Município de São Paulo. Portanto. no regular exercício de suas prerrogativas. O prazo prescricional não foi respeitado.00 da subsidiária da empresa francesa onde trabalha. Todavia. o Sr.249/95. oriente a I empresa X na hipótese de a prestadora de serviços (empresa Y) não ter efetuado o cadastro exigido junto à Prefeitura de São Paulo. observando a existência de um tratado internacional contra a bitributação firmado entre o Brasil e a França. Neste contexto. . No Brasil.000. pretende investir no mercado de ações.598/05. Ocorre que. Tendo fixado a residência no Brasil. terá sido consumada a prescrição. a menor tributação possível. A execução foi ajuizada quase um ano e meio após a inscrição em dívida ativa (05/07/2005). efetuar a aplicação através da pessoa jurídica.830/80). A Procuradoria da Fazenda Nacional. nos termos de seu contrato social. Ver também artigo 174 do Código Tributário Nacional. contratou os serviços da empresa Y. o que significa que a contagem do prazo prescricional voltou a ocorrer 180 dias após a data de inscrição em dívida ativa. segundo a qual empresas de outros municípios que prestam serviços especificados no Decreto Municipal no 46. tendo. tributada pelo lucro presumido. que o serviço prestado pela empresa Y esteja previsto no Decreto Municipal no 46. de 5% (cinco por cento) referente ao SS. cuja sede. O Sr. garante a isenção tributária dos dividendos distribuídos às pessoas físicas. A empresa X.sustentar que mero não pagamento de tributo não configura excesso de poder ou infração de lei suficiente para responsabilizar pessoalmente o diretor A empresa X auferiu receitas ao longo do exercício de 1999.00.deverá pagar imposto sobre o rendimento auferido no Brasil e na França . visando obter. em São Paulo. 07/2004.. Considerando que os serviços serão prestados para a empresa X em São Paulo e observado o disposto na Portaria SF no 101/2005. então. Considere. ele tem dúvidas a respeito da forma fiscalmente menos onerosa de efetuar os seus investimentos. ou seja. uma vez que o a rtigo 10 da Lei 9. Oriente o Sr. Todavia. indaga se foi -se respeitado o prazo prescricional para a cobrança (ajuizamento da ação de execução fiscal) em tela. com sede em São Paulo. Andrade. o Sr. declarado às autoridades fiscais os valores devidos a título de PIS e de COFINS. conforme determina a legislação tributária aplicável. Andrade a investir como pessoa física ou como pessoa jurídica. tendo a empresa sido citada em 06/07/05. inscreveu os citados débitos de PIS e COFINS em Dívida Ativa da União Federal em 01/01/2004. mudou-se há três anos de Paris para São Paulo para viver com a sua esposa brasileira. Orientar a Empresa X a fazer a retenção do ISS sob pena de responsabilidade. Em 05/07/2005 foi ajuizada execução fiscal para cobrança da dívida. se deve investir como pessoa física ou capitalizar a sua empresa e. porquanto a referida empresa passava por sérias dificuldades financeiras. oriente o Sr. está em Barueri. francês. descontados os 180 dias de suspensão. como regra. pelo tomador.598/05.o imposto pago na França (sobre os rendimentos lá auferidos) poderá ser compensado com o imposto devido no Brasil sobre estes rendimentos. obviamente. os a respectivos valores não foram recolhidos em favor da União Federal. Pierre recebe um salário de R$ 20. O Sr. tomando-se as datas de ocorrência dos fatos geradores até a distribuição da ação de execução fiscal. o Sr. Pierre passará a ser tributado segundo o princípio da universalidade .000. Considerando que. Lei 6. Pierre. § 3º. ou seja.00 por mês. os ganhos com ações são tributados na fonte a 15% pelo imposto de renda e projetando um resultado estimado de ganho no valor de R$ 100. aproveitando o bom momento do mercado financeiro.000. Pierre continua a receber uma série de rendimentos pagos por fontes situadas na França e que somam cerca de R$ 50. embora declar dos.

Referida taxa passará a ser exigida no dia 1. PIS e Cofins. por 4 (quatro) meses consecutivos. prestados ao contribuinte ou postos a sua disposição. resultando na inscrição do débito em dívida ativa e intimação da empresa para imediato pagamento do débito. IV. com pedido de antecipação dos efeitos da tutela jurisdicional. visando assegurar a reinclusão da empresa no REFIS. controlada pela empresa estrangeira da qual foi procurador. também vedada pelo artigo 150. que deve ser o valor suficiente para ressarcir o Estado pelo exercício do poder de polícia ou pela prestação de serviços públicos específicos e divisíveis. constata-se a revelia da empresa brasileira que.Os serviços públicos em questão são executados em benefício da população em geral. Ao apreciar os autos da execução fiscal. pois haverá apenas a retenção de 15% a título de mposto de renda i . conseqüentemente. Ocorre que a empresa recolheu pontualmente. sob pena de exclusão do REFIS. o ex -procurador de empresa estrangeira. porém. a empresa foi notificada da lavratura de auto de infração relativo à falta de recolhimento integral da COFINS. adote as medidas judiciais cabíveis.A base de cálculo eleita pela lei em questão não é própria de taxa. .no caso de se investir como pessoa jurídica. Diante da insuficiência de bens da executada. embora o valor retido de 15% possa ser compensado posteriormente. QUESTÃO: Na qualidade de advogado da empresa X. . da Constituição Federal. cuj prova a deve ser feita mediante a apresentação de certidão negativa de débito ou certidão positiva com efeito de negativa. não se prestando para custeio mediante taxa. citada.º de janeiro do próximo ano. ou mandado de segurança repressivo. porém. com os cód igos de receita invertidos. A empresa X pretende participar de processo licitatório para a prestação de serviços de engenharia para uma empresa pública. Uma das exigências legais para a sua habilitação na licitação em questão é a regularidade fiscal.5%. adote as medidas judiciais cabíveis.Mandado de segurança preventivo ou ação declaratória de inexistência de relação jurídico-tributária. em março de 2000. Ajuizamento da ação anulatória de débito em divida ativa. Ex-procurador de empresa estrangeira foi citado por edital para pagar dívida fiscal de empresa sediada no Brasil. QUESTÃO: Como advogado. A impugnação ao auto de infração foi protocolada extemporaneamente. Além do recolhimento das parcelas mensais do REFIS. PIS e COFINS. 1. A sentença nos autos da execução transitou em julgado. visando assegurar o patrimônio do ex -procurador da empresa. conforme entendimento jurisprudencial. . jamais o faturamento das empresas estabelecidas no município. PONTO 1 O município em que está estabelecida a empresa X editou lei instituindo taxa de limpeza pública para o custeio do serviço público municipal de limpeza de logradouros públicos. pleiteando a anulação do ato de inscrição do débito em dívida ativa. também. Sua base de cálculo é o faturamento das empresas estabelecidas no município e sua alíquota é de 0. decorrente de falta de recolhimento de ICMS. Igualmente é cabível o argumento de que a taxa em questão implica na utilização de tributo com efeito de confisco. a empresa deveria manter o pagamento regular dos demais tributos em dia. como determina a Constituição Federal no §2º do artigo 145 e confirma a jurisprudência do Supre mo Tribunal Federal. QUESTÃO: Como advogado. A empresa X aderiu ao Programa de Recuperação Fiscal ± REFIS. Por tal motivo. da referibilidade a contribuintes determinados. teve seus bens penhorados e silenciou. Quando da solicitação de relatório de informações de apoio para emissão de certidão junto à Secretaria da Receita . Interposição de exceção de pré-executividade com pedido de exclusão do nome do ex -procurador do pólo passivo da execução fiscal. com pedido de liminar. sem possibilidade de individualização dos respectivos usuários e. haverá a incidência das alíquotas de 15% e adicional de 10%. o juiz acatou petição da Procuradoria do Estado e determinou fosse citado. tome as medidas judiciais cabíveis para questionar a exigência dessa taxa.É menos onerosa a aplicação feita por pessoa física.

por instituição financeira . O artigo 8º. sem que haja a necessidade de a empresa X ingressar com medida judicial. exige dela o pagamento do ISS devido sobre idêntico fato gerador. conforme jurisprudência pacífica e maioria doutrinária. O diretor jurídico da empresa X consulta para saber -o se o procedimento do agente fiscal está correto. se é devida a Contribuição Provisória sobre Movimentação ou Transmissão de Valores e de Créditos e Direitos de Natureza Financeira ± CPMF sobre os valores envolvidos na transferência em questão.311/96 estabelece que a alíquota dessa contribuição fica reduzida a zero ³nos lançamentos relativos a movimentação de valores de conta corrente de depósito. declarado e não pago. Não é devida CPMF sobre os valores envolvidos na transferência em questão. 4. 5. Nesse contexto. II da Lei nº 9. na qualidade de consultor tributário da empresa.Federal ± SRF. pois este último ofereceu à empresa isenção de tarifas bancárias. o tabelião exige o pagamento do imposto de transmissão relativo aos três atos. 2°´. nos termos da legislação vigente. A empresa X prometeu a venda de imóvel seu para a empresa Y. Como advogado da empresa. por peça costurada. a empresa X deparou-se com a existência de um débito em aberto de COFINS. II. A empresa X contratou os serviços da empresa Y para costura de etiquetas em confecções suas. com garantia hipotecária que mantinha com X. A escritura definitiva de venda e compra. preço relativo aos serviços prestados. desobrigando-a do recolhimento do tributo em questão. caso descrito no enunciado da questão. onde já possui conta corrente aberta. exceto nos casos de lançamentos a crédito na hipótese de que trata o inciso II do art. o que não é o o. A empresa X pretende transferir recursos financeiros mantidos em conta corrente de depósito no Banco A para conta de idêntica natureza no Banco B. embora a emp resa X estivesse desobrigada de seu pagamento por força da mencionada liminar. Ao lavrar a escritura definitiva da operação imobiliária. O preço foi parcialmente pago. que orientação você daria ao seu cliente quanto ao pagamento dos mencionados tributos? Orientar o cliente a recolher o ISS sobre os serviços de beneficiamento. A suspensão da exigibilidade do crédito tributário por meio de medida liminar concedida em mandado de segurança não impede o Fisco de proceder à constituição do crédito tributário para prevenir a decadência do direito de lançar. Passados três anos. Sobre o valor dos serviços de beneficiamento. A empresa X ingressou com mandado de segurança para questionar a exigênci de um determinado tributo e obteve a medida liminar. A certidão negativa de débito poderia ser obtida em qualquer das hipóteses de extinção do crédito tributário previstas no artigo 156 do Código Tributário Nacional. a única das hipóteses previstas no referido artigo que depende de uma iniciativa da empresa X e que não envolve uma medida judicial é o parcelamento do débito em questão. . que se refere a ³lançamento a crédito. Sob a ótica do disposto no artigo 156. cede a dívida. No entanto. estará correta essa exigência? Por quê? O Município pode exigir imposto de transmissão inter vivos dos dois atos de alienação de bem imóvel. A empresa Y receberia. mas o enunciado da questão faz referência apenas à certidão positiva com efeito de negativa. a empresa Y resolve vender o imóvel para a empresa Z. Além da alienação do imóvel. para conta de idêntica natureza. a empresa X foi fiscalizada e o agente fiscal lavrou auto de infração referente ao não recolhimento do referido tributo. As modalidades de suspensão do crédito tributário previstas no artigo 151 do Código Tributário Nacional ± CTN permitem a obtenção de certidão positiva com efeito de negativa. O diretor financeiro da empresa X questiona-o. ao fiscalizar a empresa tomadora dos serviços. 3. oriente o departamento fiscal sobre a alternativa ou as alternativas existentes para a obtenção de certidão positiva com efeito de negativa. portanto. foi pago IPI. O Município local. porém. em contas correntes que apresentem saldo negativ até o limite de valor da redução do saldo devedor´. dos mesmos titulares. Posteriormente. 2. da Constituição Federal. não foi lavrada.

A Procomputer foi citada nas mencionadas execuções fiscais. sua cliente. de 27 de novembro de 1998). previsto na Lei n. e no artigo 16 da Lei n° 6. Inerte no prazo legal. de que o Imposto sobre Serviços ± ISS tem como fato gerador a prestação de serviços constantes de sua lista anexa. a Procomputer se viu obrigada a atrasar o pagamento de tributos federais de modo deliberado. agravada sua situação em virtude da falta de investimento por parte dos sócios estrangeiros. QUESTÃO: Na qualidade de advogado da empresa. porém. Até o momento. QUESTÃO: Na qualidade de advogado da empresa. este negócio jurídico. dando-se início às execuções fiscais correspondentes. há seis votos favoráveis à empresa recorrente e um voto negando provimento ao recurso extraordinário em questão. Não obstante impontual no cumprimento das obrigações principais.830.º 116. Ao analisar as incidências tributárias aplicáveis sobre esse contr to.º 116.. de 2003. Fabbrica Automobili Ltda. encontra o -se seguinte item ³3. porém atuante no ramo tecnológico em mecânica de máquinas. é uma subsidiária de um grupo italiano do setor automotivo recém constituída no Brasil. e sua controladora refere -se à licença para uso da marca da empresa. efetuando os lançamentos fiscais e prestando as informações sobre os tributos impagos. de 2003. Entre os serviços constantes na lista anexa à Lei Complementar n. de 22 de setembro de 1. do Código de Processo Civil. teve bens penhorados para garantia do débito e intimado o representante legal da penhora realizada.A. Embora a questão não esteja definitivamente julgada. Súmula 105 do STJ: ³Na ação de mandado de segurança não se admite condenação em honorários advocatícios´ e Súmula 512 do STF: ³Não cabe condenação em honorários de advogado na ação de mandado de segurança´).. sendo que este imposto incide também sobre o serviço proveniente do exterior do País ou cuja prestação se tenha iniciado no exterior do País. Mandado de Segurança (Cf. via ISS.Mérito: A empresa deve alegar que se aplica a regra da prescrição do direito do Fisco com . interessou-se por essa discussão jurídica e solicitou a elaboração de uma medida judicial que lhe assegure a não inclusão do ICMS na base de cálculo da COFINS daqui pra fre nte. elabore a medida judicial solicitada por seu cliente. evidenciando a impropriedade de se querer tributar. a empresa manteve as obrigações acessórias em dia. Os débitos fiscais da Procomputer foram inscritos na Dívida Ativa da União. vem sofrendo problemas financeiros. de um recurso extraordinário que trata da inconstitucionalidade da inclusão do ICMS na base de cálculo da COFINS. visto que os minis tros ainda podem alterar seus votos.º 9. com o intuito de poupar caixa para fazer frente às despesas com empregados e fornecedores. pelo Supremo Tribunal Federal ± STF. Sua cliente. apura a COFINS pelo regime da cumulatividade. levando -se em conta que sua cliente solicitou uma medida judicial que não implique na sua condenação em honorários de sucumbência. A empresa de engenharia de informação Procomputer S. bem assim o reconhecimento do direito ao crédito dos valores pagos a maior no passado.Mérito: Da análise dos elementos característicos do contrato de licença para uso da marca decorr a conclusão lógica de que este e consubstancia uma obrigação de dar e não uma obrigação de fazer. elabore a medida judicial solicitada por seu cliente. tome as medidas judiciais cabíveis. o departamento a jurídico da Fabbrica Automobili Ltda.A imprensa publicou recentemente diversas notícias acerca do julgamento. deparou-se com a previsão da Lei Complementar n.02 ± Cessão de direito de uso de marcas e de sinais de propaganda´.718. verificou . ABC Industrial e Comercial Ltda. QUESTÃO: Na qualidade de advogado da empresa. Um dos primeiros contratos celebrados entre a Fabbrica Automobili Ltda. Mandado de Segurança ou Ação Declaratória de Inexistência de Relação Jurídico -Tributária. que determinados tributos federais lançados há mais de seis anos foram inscritos na dívida ativa extemporaneamente. . Protecmaq Ltda.. na qualidade de depositário legal Seu departamento contábil. Por não concordar com a exigência do ISS sobre a cessão de direito de uso da marca em questão. . sua cliente o contrata para propor uma medida judicial que afaste tal exigência. Como resultado dessa circunstância. sucessora de outra empresa do mesmo grupo..980. Embargos de devedor com fulcro no artigo 736 e seguintes. (Observação: a ABC Industrial e Comercial Ltda.

acompanhada.000.00 (cem mil reais). 2. se. cuja hipótese supõe o fluxo de cinco anos. bem como sobre a existência de algum incentivo aplicável à operação por ela pretendida. 1.º do artigo 3. sobre os débitos denunciados espontaneamente há apenas a incidência de juros moratórios. do pagamento do tributo devido e dos juros de mora. em períodos anteriores. de recolher a contribuição para o Programa de Integração Social ± PIS referente ao mês de maio. 150 e 174 do CTN. quando o montante do tributo dependa de apuração´. apura esses tributos pelo regime do lucro real. tiverem sido computados como despesas dedutíveis do lucro real e da base de cálculo da CSLL. sem pagamento antecipado. mas. etc. Na sua opinião. a renda decorrente dessa operação pode ser tributada no Brasil? Justifique sua resposta. da Instrução Normativa SRF nº 84. Considerando que a empresa tem a intenção de pagar esse valor à vista. fica isento do imposto de renda o ganho auferido por pessoa física residente no País na venda de imóveis residenciais. desde que o alienante. à alíquota de quinze por cento.STF declarou. A empresa XPTO deixou. A empresa ABC Industrial e Comercial Ltda. a inconstitucionalidade do parágrafo 1. sediada e constituída na Alemanha.º 9. de 24 de dezembro de 2003. Maria é proprietária do imóvel onde reside. 4. com base no art. Ela pretende vender esse imóvel por R$ 250. por equívoco. conforme estabelece o art. 3. aplique o produto da venda na aquisição de imóveis residenciais localizados no País.172. recolhidos a maior. 24 . no prazo de 180 (cento e oitenta) dias contado da celebração do contrato. de 2001. GIA. correspondentes aos juros equivalentes à taxa referencial do Sistema Especial de Liquidação e de Custódia ± SELIC. Nesse caso.00 (duzentos e cinqüenta mil reais) e aplicar o produto da venda na aquisição de um outro imóvel nesse valor. sediada e constituída nos EUA. Nos termos do artigo 1º do Ato Declaratório Interpretativo SRF nº 25. Elabore uma resposta ao cliente acerca da tributação ou não dos valores restituídos a título de PIS e COFINS pagos indevidamente pelo Imposto sobre a Renda das Pessoas Jurídicas (IRPJ) e pela Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL). de 2005. razão pela qual o consulta acerca da tributação desses valores.196. por maioria.000.718/98 que instituiu nova base de cálculo para a incidência da contribuição ao Programa de Integração Social ± PIS e da Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social ± COFINS. o ganho de capital sujeita -se à incidência do imposto de renda. que está informado em sua Declara ção do Imposto de Renda Pessoa Física pelo valor histórico de R$ 100. sob a forma de tributação definitiva. Indique a sua orientação e a fundamentação legal. contados da data da entrega do documento de formalização do crédito ao Fisco (DCTF.249/1995. assim como sobre o entendimento das autoridades fiscais federais acerca da extensão desse instituto. ex vi dos arts.Nos termos do artigo 39 da Lei nº 11.º da Lei n. da multa moratória. Dessa forma. considerando que a ABC Industrial e Comercial Ltda. Nos termos do artigo 27. Maria o consulta sobre a alíquota do imposto de renda incidente sobre o ganho de capital a ser apurado. realiza a venda de participação societária com ágio em empresa brasileira ³Y´ para a empresa ³Z´. ou do depósito da importância arbitrada pela autoridade administrativa. . Conseqüentemente. Diante disso. houve a extinção do direito de ação do Fisco cobrar judicialmente o crédito tributário. A empresa ³X´. Nos termos do artigo 138 do Código Tributário Nacional ± CTN (Lei nº 5. A denúncia espontânea afasta a exigência não só da multa punitiva.constituição do crédito pelo contribuinte. se for o caso. que foi julgada procedente. O ganho de capital auferido por residente ou domiciliado no exterior será apurado e tributado de acordo com as regras aplicáveis aos residentes no País. ingressou com ação de repetição de indébito em re lação ao PIS e à COFINS. também.). O Supremo Tribunal Federal . os valores restituídos a título de tributo pago indevidamente serão tributados pelo Imposto sobre a Renda das Pessoas Jurídicas (IRPJ) e pela Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL). de 1966) ³A responsabilidade é excluída pela denúncia espontânea da infração. elabore uma resposta à consulta do cliente sobre os encargos devidos no procedimento de denúncia espontânea. 18 da Lei nº 9.

reitor e vice -reitor da universidade que mantém na Cidade de Ouro Preto. quando o adquirente for residente ou domiciliado no exterior. Os pagamentos realizados aos mencionados dirigentes da instituição de ensino. 5. 150 concede imunidade de impostos sobre patrimônio. auferido por pessoa física ou jurídica residente ou domiciliada no exterior que alienar bens localizados no Brasil. fica responsável pela retenção e recolhimento do imposto de renda incidente sobre o ganho de capital. art. . ou o procurador. pessoa física ou jurídica residente ou domiciliada no Brasil. renda e serviços das instituições de educação sem fins lucrativos. Minas Gerais. Imagine que você é consultado por um cliente. 14 do CTN fixou as condições para gozo da imunidade. o adquirente. presidente de instituição de educação sem fins lucrativos. uma vez atendidos os requisitos legais.da Lei nº 10. 14.833/2003. O art. comprovada a atividade administrativa e pedagógica ligada exclusivamente aos objetivos da entidade não configura infração ao disp osto no art. Que orientação você daria ao cliente? A CF. do CTN. em busca de informações quanto ao pagamento regular de salários aos dirigentes.

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