Questões de Direito Tributário

A sociedade Magnólia Comercial Ltda. atuava no ramo de comércio varejista de roupas infantis, mantendo loja na cidade de São Paulo, denominada "O Bebê Feliz". Findo o prazo de locação, o estabelecimento comercial foi fechado e ali instalou-se estabelecimento de venda de lustres e abajures, denominado "Lustres do Manolo", mantido por Manolo e Irmãos Ltda. Porém, corria contra a Magnólia Comercial Ltda., execução fiscal para cobrança do ICMS relativo aos meses de junho a setembro de 1999, no valor total de R$ 100.000,00 (cem mil reais). O Exeqüente, constatando o fato, requereu a inclusão, no pólo passivo da execução fiscal, da Manolo e Irmãos Ltda., na qualidade de responsável tributário em virtude da aquisição de estabelecimento comercial, o que foi deferido pelo Juízo. Há 15 (quinze) dias, a Manolo e Irmãos Ltda. foi intimada da penhora de bens de sua propriedade. QUESTÃO: Na qualidade de advogado da Manolo e Irmãos Ltda., atue na defesa de seus interesses. Oposição de embargos à execução fiscal, dirigidos ao Juízo de Direito das Execuções Fiscais Estaduais de São Paulo, com observância dos requisitos do art. 282 do Código de Processo Civil e na forma do artigo 16 da lei nº 6.830/80. No mérito, deverá o candidato sustentar que não responde pelo tributo, nos ermos do Código Tributário Nacional. A t responsabilidade prevista no art. 133 desse Estatuto limita-se aos casos de alienação de fundo de comércio ou estabelecimento comercial. No caso concreto, além de não ter havido cessão do estabelecimento (não havia re lação entre o titular atual e o anterior), os estabelecimentos mantidos por ambas as sociedades são nitidamente distintos, explorando, a Manolo e Irmãos Ltda., outro ramo de atividade. Em fiscalização realizada em 12 de novembro de 1991, a empresa "Comérci de Óleo Vegetal S.A." teve contra si o lavrado Auto de Infração e Imposição de Multa porque a fiscalização entendeu que haviam sido praticadas as seguintes irregularidades: a) falta de pagamento do imposto sobre importação, referente a fato gerador ocorrid em 22.02.87; b) o falta de pagamento do IPI (imposto sobre produtos industrializados) relativo à fato gerador ocorrido em 05.03.89; c) falta de pagamento do IR (imposto sobre a renda) referente à venda de mercadorias sem nota fiscal (omissão de receita) em 01.07.90. Para os ítens "a" e "b" ingressou imediatamente com defesa administrativa cuja decisão, desfavorável a ela, transitou em julgado em 10.10.96. Não sendo pago o crédito tributário constante do referido Auto de Infração, após a inscrição na dívida ativa, foi o débito objeto de Execução Fiscal proposta pela União Federal, cuja inicial foi deferida pelo MM. Juízo em 09.08.97. Questão: Como advogado da Empresa "Comércio de Óleo Vegetal S.A.", propor a medida judicial cabível. Oferecer embargos à execução, endereçado ao Exmo. Sr. Dr. Juiz Federal da ..... MM. Vara das Execuções Fiscais da Seção Judiciária de São Paulo e ou Exmo. Sr. Dr. Juiz de Direito do Anexo Fiscal do Fórum da Comarca de ....., alegando prescrição, nos termos do artigo 174 do CTN, cc art. 8º, parágrafo 2º, da Lei das Execuções Fiscais nº . 6.380/80, relativamente ao IR, pois, nos termos do enunciado, nada há a requerer em relação aos demais impostos. O Presidente da República, em 03.10.94, expediu o Decreto nº 35.225, publicado na mesma data, que elevou a alíquota do IR (imposto sobre a renda), e a base de cálculo do IOF (imposto sobre operações de crédito, câmbio e seguro) sobre empréstimos rurais. Por sua vez, a Lei nº 2.289, publicada em 08.10.94, elevou a base de cálculo d o ITR incidente sobre imóveis rurais localizados no interior do Estado de São Paulo, com o que não concordou pessoa jurídica, sua cliente. Questão: Como advogado da referida pessoa jurídica, propor a medida judicial cabível. Ingressar com ação declaratória, com base no artigo 4º do CPC, contra a União Federal, ou Mandado de Segurança, com base na Lei nº 1.533/51, contra o delegado da Receita Federal de .... do Estado de São Paulo; as medidas judiciais serão endereçadas ao Exmo. Sr. Dr. Juiz Federal da MM. .... Vara da Justiça Federal, Seção Judiciária de São Paulo, alegando afronta ao princípio da legalidade, previsto no artigo 150, I, da CF, relativamente ao IR e ao IOF, e afronta ao princípio da uniformidade geográfica, previsto no artigo 151, I, da CF, relativamente ao ITR.

O Decreto n.; 57.927, de 22 de julho de 1997, publicado no Diário Oficial da União de 23.07.97, em seu artigo 5;, elevou a alíquota do IPI (imposto sobre produtos industrializados) incidente sobre tapetes fabricados no Estado de São P aulo, destinados a automóveis, sendo que em seu artigo 7; majorou a alíquota do Imposto sobre a Importação de Produtos Estrangeiros incidente sobre televisores, passando a exigir os referidos aumentos já a partir da publicação da referida norma. A empresa "AZ" não concordou com os referidos aumentos de tributo, razão pela qual o contratou para defender seus interesses. Questão: Como advogado da empresa "AZ", propor a medida judicial cabível. Ingressar com ação declaratória, com base no artigo 4º do CPC, contra a União Federal, ou Mandado de Segurança, com base na Lei nº 1.533/51, contra o Delegado da Receita de .... do Estado de São Paulo; medidas judiciais estas que serão endereçadas ao Exmo. Sr. Dr. Juiz Federal da MM. Vara da Justiça Federal, Seção Judic iária de São Paulo, alegando afronta ao princípio da uniformidade geográfica, previsto no artigo 151, I, da CF, não havendo nada mais a requerer em relação ao II, bem como em relação ao princípio da anterioridade previsto no artigo 150, III, "b", da CF, uma vez que ambos os tributos estão amparados pelo artigo 153, parágrafo 1º, da CF. A empresa "Casas de Madeira, Indústria e Comércio Ltda." deixou de recolher o ICMS (18%) em operação de venda de produto industrializado realizada em 24.05.79. Em 28.03.1985, a fiscalização identificou a irregularidade e lavrou Auto de Infração passando a exigir o pagamento do imposto, calculado pela aplicação da alíquota de 25%. Irresignada com a exigência, imediatamente ingressou com defesa administrativa, mas não teve suces sendo que a decisão, que lhe foi so, desfavorável, transitou em julgado em 31.12.91. Por falta de pagamento, o crédito tributário foi inscrito na Dívida Ativa e em 10.12.96 a Fazenda Pública propôs Execução Fiscal, sendo deferida a inicial pelo MM. Juízo, nesta mesma data.Questão: Como advogado da Empresa "Casas de Madeira, Indústria e Comércio Ltda.", propor a medida judicial cabível. Oferecer embargos à execução, endereçado ao Exmo. Sr. Dr. Juiz de Direito do Anexo Fiscal do Fórum da Comarca de ...., alegando decadência, nos termos do artigo 173 do CTN, e afronta ao princípio da irretroatividade da Lei, nos termos do artigo 150, III, "a", da CF, cc. artigo 144, do CTN. Em 01.06.93, em auditoria realizada em sua escrituração fiscal, foi constatado que, em face de má interpretação da legislação tributária vigente na data da ocorrência do fato gerador, por descuido dos funcionários encarregados da emissão das notas fiscais e da sua correspondente escrituração fiscal, a Empresa de Serviços de Vigilância Patri onial m Ltda., tinha efetuado pagamento indevido de ISS (imposto sobre serviços de qualquer natureza), nos meses de 12/87 a 04/93, relativamente aos meses de apuração 11/87 a 03/93. Questão: Como advogado da Empresa de Serviços de Vigilância Patrimonial Ltda., acionar a medida judicial cabível. Ingressar com ação de repetição do indébito, com fulcro nos artigos 165 e 168 do CTN, perante o Exmo. Sr. Dr. Juiz de Direito da MM. ..... Vara do Fórum da Comarca de ...., alegando decadência, nos termos do artigo 1 73, do CTN. A repetição somente poderá abranger o período de 01.06.88 em diante, em atendimento ao artigo 168, do CTN. 1. O cliente, em consulta, diz que a União exigiu-lhe o pagamento de um imposto extraordinário, nos termos do artigo 154, inciso II, da Constituição Federal. Apesar de compreender a situação da criação do referido imposto, quer saber por quanto tempo terá que o recolher. Esse tipo de imposto subsistirá o tempo necessário para atender a situação que ocorreu de forma imprevista. 2. Empresa sua cliente, prestadora de serviços, informa que o Município onde ela está sediada nunca instituiu o ISS (imposto sobre serviços de qualquer natureza). No entanto, o Estado resolveu suprir essa omissão cobrando o referido tributo. Qual a orientação ? Diria para não recolher o imposto, pois o não exercício da competência tributária não possibilita o seu exercício à pessoa jurídica de direito público diversa daquela a que a Constituição a tenha atribuído.

3. A Empresa XTZ, cliente de sua assessoria jurídica, comunica ter sido tributada sobre um ato jurídico nulo. Qual o aconselhamento ? Nada obsta a cobrança, o que interessa para o Direito Tributário é a ocorrência ou não da hipótese de incidência, sendo irrelevante a validade jurídica dos atos efetivamente praticados. 4. O cliente de sua banca advocatícia informa que sua empresa não registrou contrato social e nem possui alvará de funcionamento. Colocado isto, pergunta se mesmo assim passa a ter capacidade tributária. Qual a resposta pertinente ? Sim. Como dispõe o artigo 126 do CTN, a capacidade tributária passiva independe de estar a pessoa jurídica regularmente constituída, bastando que se configure como uma unidade econômica ou profissional. Contribuinte recebeu notificação de lançamento do imposto predial e territorial urbano, tendo por base de cálculo o valor venal do imóvel. Na mesma notificação consta o lançamento de taxas de limpeza e conservação tendo por base de cálculo também o valor venal do imóvel. Mandado de Segurança contra ato do Diretor de Rendas Imobiliárias ou autoridade municipal equivalente. Desenvolver tese da ilegalidade das taxas, a teor do art. 77, parágrafo único. Competência da Vara da Fazenda Pública, onde houver. Poderá ser proposta ainda ação cautelar e ação declaratória. João é proprietário de imóvel urbano não edificado. Sem que lhe .fosse exigido adequado aproveitamento do imóvel, recebeu notificação de lançamento do imposto, com alíquotas progressivas sobre a propriedade predial e territorial urbano - IPTU. João não concordou e se recusou a pagá-lo. Ajuizada a execução fiscal, João teve alguns de seus bens penhorados. A intimação da penhora foi efetivada em 12 de maio do corrente ano. QUESTÃO: Como advogado(a) de João, tomar a providência judicial cabível, fundamentando-a. Embargos à Execução, Juízo das Execuções Fiscais, onde houver. Desenvolver a tese da inconstitucionalidade da progressividade do IPTU, a teor do disposto no artigo 182, parágrafo 4º. e incisos, c/c o artigo 156, parágrafo 1º. , ambos da Constituição Federal. No dia 04.05.1998, um Agente Fiscal de Rendas do Estado de São Paulo interceptou, na BR -116, altura de Registro, uma remessa de 4.150 exemplares da Revista "O Apocalipse", editada pela Igreja do Último Milênio, com sede na Capital, tendo lavrado Auto de Infração e Imposição de Multa que descreve as seguintes irregularidades: remessa de mercadoria desacompanhada de documentação fiscal; falta de pagamento do imposto por ter escriturado a operação como não tributada; falta de pagamento do imposto ap urado por meio de levantamento fiscal (arbitrado por média e retroativo à março de 1990, data da criação da revista). Não aceitando a alegação de que se tratava de um instituição religiosa e não comercial, foi ainda lavrado o auto de apreensão da mercadoria. QUESTÃO: Como advogado(a) da Igreja, adote a medida judicial cabível, independentemente da defesa administrativa. Mandado de Segurança contra o Delegado Regional Tributário. Desenvolver a tese de ilegalidade da apreensão (só permitida para resguardo de provas até a lavratura do auto e não depois disso), bem como a presença de imunidade, não porque se trata de igreja (a imunidade só protege as atividades religiosas praticadas no templo), mas por se tratar de periódico (art. 150, VI, "d", da Constituição Federal). Poderá ser proposta ainda ação cautelar e ação anulatória de débito fiscal (e não ação declaratória, porque já existe lançamento). Quando da lavratura da escritura pública de venda e compra referente a imóvel que adquirira, José tomou conhecimento que o Imposto de Transmissão sobre Bens Imóveis - ITBI, incidente na hipótese, seria cobra do mediante aplicação de alíquotas progressivas. QUESTÃO: Não concordando com essa exigência, como advogado(a) de José tome a providência judicial cabível, fundamentando-a. Mandado de Segurança contra ato do Diretor de Rendas Imobiliárias ou autoridade municipal equivalente. Desenvolver a tese de inconstitucionalidade da progressividade do ITBI. Poderá ser proposta ainda ação cautelar e ação declaratória. Competência da Vara da Fazenda Pública, onde houver.

receberam seus quinhões no montante de R$ 200. 4. estabelecendo os seguintes elementos do fato gerador: a. estará sujeito ao pagamento de contribuição de melhoria . da Constituição Federal. Concluída a partilha. O Prefeito de uma cidade do interior do Nordeste. Também poderá ser impetrado Mandado de Segurança preventivo. instituiu a Taxa de Lixo. I. A Prefeitura local canalizou ali um córrego. da Constituição Federal. 2. Juiz de uma das Varas Cíveis da Comarca de Arapiraca . . após haver tomado conhecimento de que muitas empresas conquistaram judicialmente o direito a restituição de pagamentos efetuados de INSS incidente sobre o pró labore de se diretores. a casa de seu cliente aumentou de preço. morador e proprietário de bem imóvel localizado no Município de Arapiraca. o filho menor responde até o limite de seu quinhão (R$ 200. seu cliente. Justifique. Justifique. da Constituição Federal. Qual seria a sua orientação ao Prefeito como advogado? Justifique. em consulta. 1. João da Silva. A verdadeira natureza jurídica dessa exação é a de imposto. asfaltou as ruas adjacentes à praça.001% sobre o valor venal do imóvel. Sim. promova a medida judicial cabível para resguardar os direitos de seu cliente. por intermédio da lei nº 3.000. defronte a uma praça Municipal. O Prefeito não deve sancionar o projeto de lei. arborizando-a e ajardinando-a. terá que pagar outro tributo além do IPTU (Imposto Predial e Territorial Urbano).000. nos termos do artigo 4o. QUESTÃO: Como advogado(a) da empresa EXP. 3. ajuíze a ação competente.533/51. conforme artigos 126. Ele quer saber se. embora tenha pago os respectivos impostos. A alíquota é de 0. o Fisco poderá multá-lo. II: do CTN. não c oncordando com a referida exigência. parágrafo 2o. O filho meno também responde pelo crédito r tributário do falecido? Justifique. que foi publicada e que entrou em vigor nesta mesma data. na s qualidade de herdeiros. nos termos da Lei nº 1. Competência da Justiça Federal de Ribeirão Preto.00 cada. Medida cautelar (preventiva ou incidental). de 15 de julho de 1997.00. quando faleceu. na consideração da falta. requerendo a declaração de inexistência relação jurídica. O cliente. nos termos do artigo 145. conforme artigos 136 e 157 do CTN. Ele o consulta perguntando se.levando-se em consideração que lá não existem Varas Especializadas das Fazendas Públicas. conforme determina a legislação.000. c. conforme artigo 148. "A". pois.00). O contribuinte da taxa é o proprietário de imóvel urbano. porquanto só a União pode instituir empréstimo compulsório. por inconstitucional. III. referente a tributos. tomador do serviço de coleta e transporte do lixo domiciliar. assoberbado com o excess de trabalho no mês o de março. a fim de cobrir despesas com o atendimento de populações atingidas pela seca em seu Município. com sede em Ribeirão Preto. do Código de Processo Civil. procurou-o para defender seus interesses. us pretende compensar estes créditos com seus débitos de PIS. Um comerciante de artigos de procedência estrangeira. diz que reside em imóvel de sua propriedade. Uma filha maior e um filho menor. I e 136.Como advogado de João da Silva. recebeu da Câmara de Vereadores um projeto de lei instituindo empréstimo compulsório devido pelos habitantes não atingidos pelo flagelo. Sim. não se leva em conta a intenção nem o fato de haverem sido pagos os impostos. devia à Fazenda Pública Municipal a quantia de R$ 10. pela falta de escrituração. QUESTÃO:. Ambas ações deverão ser propostas perante o MM. O fato gerador é a utilização do serviço de coleta e transporte de lixo domiciliar. b. esqueceu-se de escriturar no livro próprio a entrada de mercadorias importadas. poderá multá-lo. em razão da valorização de sua propriedade.00.A empresa EXP. A medida judicial cabível seria uma Ação Declaratória. Desenvolver a tese da possibilidade de compensação dos créditos decorrentes dos pagamentos efetuados com os débitos do PIS. Por conseqüência. a meação da viúva atingiu o montante de R$ 400.456.000. Sim. O Município de Arapiraca. A exigência ofende as disposições do artigo 145.

de janeiro de 1989. há que se ressaltar o fato de Pompílio ter adquirido o indigitado automóvel em dezembro de 1996.00 (um milhão e oitocentos mil reais) relativamente à falta de pagamento do imposto sobre a renda (IR) incidente sobre o lucro apurado em operação de vendas de mercadorias realizadas durante o ano de 1980.1995. cujo contribuinte é o antigo proprietário? Na hipótese de uma resposta afirmativa.589 de 12. com base na legislação vigente nesta data. por força de Lei. ser impetrado Mandado de Segurança.538 que fixava o valor originário do IPVA em R$ 1. orientaria o consulente a proceder a escrituração e manutenção dos livros contábeis.Como advogado do contribuinte. Através de fiscalização realizada em 25.". a Receita Federal. que estava em vigor na data da fiscalização (15. por força da isenção. de janeiro de 1996 (antigo proprietário) sujeito passivo direto deste tributo. Juiz de Direito de uma das Varas das Execuções Fiscais Federais. poderá a Fazenda Estadual executá-lo objetivando a cobrança deste tributo? Se a resposta for afirmativa como poderá Pompílio agir? .Não obstante ser inexigível o ICMS.00. Referidos embargos deverão ser propostos perante o MM.00 (três mil e quinhentos reais) mais a multa de 20% (vinte por cento) com base na lei nº 4.533/51. Desta forma. sendo. QUESTÃO:. e que está isento do recolhimento do Imposto sobre a Circulação de Mercadorias e Sobre Prestações de Serviços de Transporte Inter stadual e Intermunicipal (ICMS). ainda. do ano de 1995. Não sendo pago o crédito tributá rio.7. Cliente que atua no ramo farmacêutico. então seria cabível ação declaratória. Pompílio. 2. que transitou em definitiva em 24. QUESTÃO:. Não concordando com a referida exigência o contribuinte ingressou.8.8. Poderá.3.Modelo M3. exercício de 1996. tão somente à obrigação tributária e não aos deveres instrumentais. está Pom pílio obrigado ao recolhimento do IPVA/96.1990. data em que o IPVA cobrado já deveria ter sido recolhido pelo proprietário do veículo em 1o.830/80.1996.00 (um mil. A competência para tais ações será do Juízo da Vara da Fazenda Pública. e consulta com a finalidade de saber se continua obrigado pela escrituração e manutenção dos livros contábeis. ao tentar licenciar seu veículo em 1997. após inscrição na dívida ativa. O lançamento tributário ocorreu após o decurso do prazo para a constituição do crédito tributário previsto no artigo 173. constatou a existência de débito para com o Fisco Estadual.830/80. através de fiscalização realizada pela Fazenda Estadual em 15.8.07.000. Se fosse por homologação. conforme artigo 38 da Lei 6.000. Na data da ocorrência do fato gerador estava em vigor a lei nº 6. onde houver.800. I do CTN. A medida judicial mais adequada é a propositura de Ação Anulatória de Débito Fiscal também denominada de Ação Anulatória de Lançamento Tributário. referente ao IPVA. promova a medida judicial cabível para resguardar os direitos de seu cliente. bem como pela emissão de notas fiscais.1986 na empresa "Comércio de Materiais para Construção João de Barro Ltda. com base na Lei 1.750. no valor de R$ 2. proferida decisão a seu desfavor. a empresa isenta continua obrigada pela emissão de notas fiscais. sediado na cidade de São Paulo.O contribuinte XPTO. setecentos e cinqüenta reais) e a multa em 30% (trinta por cento) sobre o valor do imposto não pago. A medida cabível é a de Embargos à Execução nos termos do artigo 16 da Lei 6.500. lavrou auto de infração e imposição d multa (AIIM) e no valor de R$ 1. Diante dessa situação. pelo fato de o lançamento ter sido efetuado de ofício. foi cobrado o valor originário de R$ 3. conforme dispõe os artigos 194 e 195 do CTN.1993.1995). proprietário do veículo marca BMW . 1. como advogado. imediata e tempestivamente. A isenção se refere. ingressou com execução fiscal. bem como pela escrituração e manutenção dos livros contábeis. a Fazenda Pública.Como advogado de XPTO promova a medida judicial cabível para resguardar os interesses dos seus clientes. Encontra-se extinto o direito da Fazenda Pública Federal pelo decurso do prazo prescricional previsto no artigo 174 do CTN. Pela falta de pagamento do IPVA na data aprazada. com a competente impugnação administrativa. teve contra ele lavrado um auto de infração e imposição de multa (AIIM) relativo à falta de pagamento do imposto sobre a propriedade de veículo automotor (IPVA) cujo fato gerador ocorreu em 1o. Juiz em 24. cuja petição inicial foi deferida pelo MM. Qual a orientação a ser prestada? 1. No entanto. bem como a emissão de notas fiscais. entretanto.

parágrafo 5o. QUESTÃO: Como advogado(a) da Empresa XYZ Ltda. a da CF cc art.830/80. em seu artigo 44. rendas e serviços? Justifique. d) Alíquota: 1% (um por cento). Dr. por intermédio do Decreto nº 33. publicada nesta mesma data. e conseqüente perda do direito da Fazenda Pública Municipal.678 de 31 de dezembro de 1997. sediada no mesmo Município.2. dentro do perímetro urbano municipal. inciso I da Constitucional Federal. perante uma das Varas Cíveis da Justiça Federal. da Lei nº 6.. proprietário de imóvel situado no perímetro urbano de São Paulo. sendo que em 03 de janeiro de 1999 a Fiscalização da Receita Federal lavrou Auto de Infração e Imposição de Multa (AIIM). por declaração. a Empresa "A" continuou a recolher os tributos com base na legislação ante. CTN). 4. III. QUESTÃO: Como advogado(a) de João da Silva. passando a exigir as diferenças do tributo. Deverá ser demonstrada a inexigibilidade do crédito tributário em face da extinção da obrigação tributária (art. Além do mais. endereçado ao Exmo.93. Qual a resposta pertinente? 3. 3. Sr. ruas e avenidas públicas. 01 de janeiro de 1998. O(A) Candidato(a) deverá fundamentar o seu direito de pleitear a nulidade do AIIM. por meio de seu Prefeito.10. acione a medida judicial apropriada. criando a taxa de conservação e limpeza de logradouros públicos. e sem o recolhimento do Imposto sobre Serviços de competência municipal (ISSQN). Juiz de Direito da MM. a constituição do crédito encontra-se em desacordo com as disposições do artigo 150. O constituinte pergunta-lhe se o lançamento espontâneo do ICMS é efetuado. seu cliente será solidariamente responsável pelo recolhimento do tributo mencionado. não concordando com as exigências. proponha a medida judicial adequada à defesa dos interesses do cliente. ingresse com a Medida Judicial cabível para a defesa do contribuinte. por in fração ao princípio constitucional tributário da estrita legalidade. Vara de Execuções Fiscais em São Paulo. 4. com estabelecimento e sede no Município de São Paulo. Embargos à Execução (ou Embargos do Devedor). com fundamento no artigo 38 da Lei 6. rejeitada por decisão desfavorável transitada em julgado em 03.. durante o mês de maio de 1982. O Presidente da República.. A imunidade tributária é expressamente concedida pela Lei 8. A Empresa XYZ Ltda. passando a exigir a nova alíquota a partir do primeiro dia do exercício subseqüente.. oportunidade em que lavrou o Auto de Infração e Imposição de Multa.11. 150. não restando outra alternativa se não de efetuar o pagamento e pleitear a posterior restituição em face do contribuinte . c) Aspecto Temporal: primeiro dia de cada exercício. bem como o artigo 4o. . com personalidade jurídica. Em 03 de maio de 1988. prestou serviços de limpeza à Empresa WWW Ltda. ~ Ação Anulatória de Lançamento Tributário e/ou Ação Anulatória de Débito Fiscal. ainda. aprovada pela Câmara Municipal. de 23. ingressou imediata e tempestivamente.Responderia que o lançamento espontâneo do ICMS é efetuado por homologação.606/89. considerando os seguintes aspectos. A Prefeitura do Município de São Paulo. podendo inclusive ser executado pela Fazenda Estadual. por constituir a Ordem serviço público. e) Base de Cálculo: Valor venal do imóvel.777/98. inciso I do Código Tributário Nacional. elevou a alíquota de 27. 144 CTN (princípio da irretroatividade da lei). A OAB goza de imunidade tributária em relação aos seus bens. O Contribuinte. de ofício ou por arbitramento. fez sancionar a Lei 2. QUESTÃO: Como advogado(a) da Contribuinte. de constituir o referido crédito. Não se conformando comtal exigência.Segundo dispõe o artigo 131. sem emissão de Nota Fiscal. com a defesa administrativa.906/94. V. Ou. pela ocorrência da decadência.533/51 contra ato do Delegado da Receita Federal da localidade da sede da empresa do contribuinte. nos termos do art.87. homologação. a saber: a) Fato Gerador: os serviços de limpeza e conservação das calçadas. passando a exigir o crédito tributário com base na Lei nº 7. 156. ou seja.antigo proprietário.999.5% para 30% do Imposto Sobre a Renda e Proventos de Qualquer Natureza (IR). a fiscalização municipal identificou a falta de recolhimento.rior. b) Sujeito Ativo: Prefeitura Municipal de São Paulo Sujeito Passivo: Proprietário e possuidor de imóveis urbanos. propor Mandado de Segurança nos termos da Lei 1.

prestou serviços à empresa XYZ Ltda. em 30 de dezembro de 1998. 4. com lastro no artigo 4º (quarto) do Código de Processo Civil.. a empresa p assa por graves problemas financeiros. o contribuinte deverá pagar o valor do crédito tributário sem os acréscimos. o contribuinte deverá pagar o valor do crédito tributário sem os acréscimos. a taxa não poderá ter base de cálculo própria de impostos. Deduza e justifique a resposta. do Código Tributário Nacional. A medida judicial mais apropriada. perante uma das Varas da Fazenda Pública de São Paulo. cuja gerência é exercida em caráter exclusivo pelos outros dois sócios.. Diante de uma execução fiscal aforada pela Fazenda Pública Feder o Executado indaga-lhe sobre a contagem do al. sustentando o entendimento de que o produto de sua fabricação era isento de IPI (Imposto Sobre Produtos Industrializados). o contribuinte foi notificado pela Receita Federal. inciso IV da Constituição Federal. . 2. que em conjunto detêm os restantes 90% do capital social. tais como juros e multas desde que o faça no prazo de 30 (trinta) dias.Ação declaratória de inexistência de relação jurídica.. Após a lavratura i do AIIM. mediante celebração de contrato formalizado por escrito. exigindo do contribuinte o valor principal acrescido de juros moratórios e multas pela falta de recolhimento do referido imposto relativo ao período de dezembro de 1997 a dezembro de 1998. levando-se em consideração a ausência de causas suspensivas ou interruptivas. no sentido de que o referido produto não se encontrava abrigado pelo instituto da isenção.. evidentemente. Poderá. 135. Em 24 de janeiro de 1999. declarado como devido. será a impetração de um mandado de segurança. contra ato do Senhor Diretor do Departamento de Rendas Imobiliárias da Prefeitura de São Paulo. perante uma das Varas da Fazenda Pública em São Paulo. ser impetrado mandado de segurança preventivo (Lei 1.533/51). prazo prescricional. protocolizou consulta. Diante da falta de pagamento por parte da empresa. teve sua mercadoria apreendida por Agentes Fiscais do Estado de São Paulo. foi lavrado auto de infração e imposição de multa. segundo reza o artigo 150. Em 10 de janeiro de 1999. procurou -o(a) para solucionar o seguinte problema: Em data de 17 de novembro de 1997. Com o intuito de agilitar a satisfação do referido crédito tributário. sob alegação de que o imposto destacado nas notas fiscais era inferor ao devido. por uma de suas autarquias. segundo o disposto no artigo 160 do CTN. WWW Ltda. O(a) candidato(a) deverá fundamentar o direito do contribuinte no parágrafo segundo do artigo 145 da Constituição Federal. A Prefeitura do Município de Acarajé.533/51. o prazo será de 5 (cinco) anos e começa a ser contado da data de sua constituição definitiva. ZZZ Ltda. Nos termos do parágrafo 2º do artigo 161 do Código Tributário Nacional. Indique e fundamente a sua sugestão. ou seja. Nos termos do parágrafo 2º do artigo 161 do Código Tributário Nacional. Antônio detém 10% do capital social da sociedade por quotas de responsabilidade ilmitada. Os sócios tiveram bens pessoais penhorados. a Municipalidade consultou-o(a) sobre qual a medida judicial pertinente à cobrança das importâncias devidas. Em razão da conjuntura econômica fortemente recessiva. denominada ZYB LTDA. por seu representante legal. razão pela qual deixou de efetuar o recolhimento do Imposto de Renda relativo ao ano -base de 1997. a urgência da deliberação de mercadorias. após ser notificado. III. junto à Delegacia da Receita Federal. pessoa jurídica. com fulcro na Lei 1. o contribuinte pediu a liberação das mercadorias. tais como juros e multas desde que o faça no prazo de 30 (trinta) dias. feriu o princípio constitucional da vedação do tributo como forma de confisco. segundo o disposto no artigo 160 do CTN. a respeito da questão e aponte o meio legal à sua solução. também. já totalmente integralizado. 3. invocando o disposto no art. por escrito. Informe à Empresa ZZZ Ltda. Como determinado no artigo 174 do CTN. considerando. a Fazenda Nacional direcionou a execução fiscal também contra os sócios. Expresse e justifique sua orientação quanto ao caso. sendo certo que a fiscalização condicionou tal liberação ao pagamento dos tributos. 1. contra o ato praticado pelo Senhor Delegado Regional Tributário. O ato praticado pelos agentes fiscais. após ser notificado.

dispõe que a capacidade tributária passiva da pessoa natural não será afetada se estiver sujeita a medidas que importe privação ou limitação do exercício de atividades civis. razão p qual a cobrança é ela ilegítima. para a respectiv análise do mérito da questão.. a empresa efetuou o recolhimento da contribuição atrasada. A fábrica I produz insumos que são utilizados pela fábrica II e transportados por caminhão. para suspensão da exigibilidade do crédito tributário e alternativamente comprome ter-se a realizar depósito judicial da importância questionada. que a empresa participa constantemente de licitações. do Código Tributário Nacional restringe-se aos sócios gerentes e ainda depende da demonstração de fraude e não do mero inadimplemento por impossibilidade financeira. A Receita Federal acaba de expedir aviso de cobrança de diferenças do PIS relativo àquele exercício. deixou de efetuar o respectivo pagamento durante todo o exercício de 1996.708/19). possui duas instalações industriais situadas em endereços diferentes dentro do Município de São Paulo-SP. restritiva de suas atividades comerciais. No último mês de março. não incide ICMS no simples deslocamento de mercadoria de um para outro estabelecimento do mesmo contribuinte. calculado sobre os pagamentos que receber por sua atividade. 135. Não foi apresentada defesa administrativa e o débito está na iminência de ser inscrito na dívida ativa estadual. 20 do Código Civil) e que a responsabilidade subsidiária dos sócios na sociedade por quotas é limitada ao montante do capital ainda não integralizado (art. sem ter. A empresa jamais efetuou o recolhimento do Imposto sobre a Circula ção de Mercadorias e Serviços . no início do ano. visando a anulação da sentença (e não a sua reforma). A situação de falido. o ex aminando deverá propor ação anulatória de débito fiscal perante uma das varas da fazenda pública da comarca da capital. sustentando a autonomia patrimonial da p essoa jurídica (art. A circulação de mercadoria que enseja a cobrança do ICMS pressupõe a transferência da titularidade do bem. 2. . sob o fundamento de que o valor recolhido foi insuficiente.O examinando deverá apresentar Embargos à Execução. tome a providência judicial cabível. sendo imprescindível a manutenção de situação regular perante o fisco. A cobrança é legítima? Explique. Juízo de 1ª instância extinguiu a ação promovida. Contra a sentença terminativa o candidato deve apresentar recurso de apelação. Cassiodoro informa que. Assim o pagamento já efetuado não deveria realmente incluir multa. QUESTÃO: Como advogado da ABC Ltda. no entanto. Deverá ainda formular pedido de antecipação de tutela. O artigo 126. pois não embutiu o valor da multa moratória. Todavia. sendo comerciante falido. A empresa ABC Ltda. 9º do Decreto nº 3. devidamente corrigida e acrescida de juros de mora. Como advogado. deverá sustentar que a responsabilidade prevista no art. Indaga se estará sujeito ao pagamento de Imposto Sobre Serviços de Qualquer Natureza (ISS). decidiu trabalhar como autônomo. bem como para assegurar a suspensão da exigência do respectivo crédito tributário.Programa de Integração Social. Além disso. de um estabelecimento para outro. O contribuinte "A" foi autuado pelo Fisco Estadual por suposto não pagamento do ICMS relativo ao mês de outubro de 1998. a 1. prestando serviços remunerados a terceiros. do CTN. efetuado o respectivo depósito judicial do montante constante no AIIM em questão. preste -lhe orientação. Diante da ausência desse depósito. Sabe-se. inciso II. a fiscalização estadual lavrou auto de infração e imposição de multa contra a ABC Ltda. III. Contra referida autuação. 138 do Código Tributário Nacional a denúncia espontânea da infração exclui a penalidade que dela seria decorrente. QUESTÃO: Como advogado do contribuinte. De acordo com o art.. exigindo o recolhimento do imposto sobre essa operação relativamente aos últimos 10 (dez) anos. De acordo com a Súmula nº 166 do Superior Tribunal de Justiça. ainda.ICMS sobre essa operação. Com esse fundamento. comerciais ou profissionais. com a conseqüente remessa dos autos ao Juízo "a quo". sem análise do mérito. acione o meio judicial adequado para desconstituir o lançamento em questão. em nada afeta a capacidade tributária passiva do contribuinte. Mesmo não sendo cobrada ou fiscalizada desde então. Sim. A LMN S/A está sujeita ao recolhimento da Contribuição ao PIS . o contribuinte promoveu ação anulatória de dé bito fiscal. o MM.

Indústria de Papéis e Celulose. ainda. Em 25. gerais e particulares. lavrou um Auto de Infração e Imposição de Multa contra a Empresa Importação e Exportação de Bolachas Nordeste Ltda. nos termos do artigo 38 da Lei 6. a fundação pretende efetuar o pagamento de participação nos resultados aos seus empregados. Assim é desaconselhável a estratégia. c. deflagrador da respectiva obrigação. o acesso a imunidade está condicionado à observância dos requisitos do art. desde queatendidos os requisitos da lei. I. 22 da Lei nº 8. foi autuada pelo Fisco Estadual por deixar de recolher ICMS sobre a venda de veículos de sua frota. instituição educacional e de assistência social. É certo que a contribuinte não concorda com tal exigência no momento do desembaraço aduaneiro. o art.1994 a Fazenda do Estado de São Paulo. I. O procedimento fiscal está correto? Esclareça. 14 do Código Tributário Nacional.04. No mês de janeiro de 1999. em operação mercantil. Não. . O conselho deliberativo da fundação questiona-o sobre se essa estratégia pode comprometer a imunidade tributária de que desfruta. A empresa não se utilizou dos recursos administrativos cabíveis ao caso. importou da Alemanha. o impasse causado na liberação do veículo importado. sendo certo que cada um recebeu o valor equivalente ao respectivo salário. o fato gerador. então. deseja aumentar o nível de atendimento sem. da espécie escolhida. ao tentar desembaraçá-lo do depósito alfandegário da cidade de Guarulhos. 195. O candidato poderá optar pela impetração de Mandado de Segurança. foi a empresa WKS surpreendida com a exigência. do pagamento do Imposto Sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) para que pudesse levar a efeito a sua liberação. A peça deverá satisfazer os requisitos jurídicos processuais. XI. 28. A inicial deverá cumprir os requisitos jurídico-processuais. VI.830/80. pois a venda de veículos não constitui objeto social de empresa. Segundo pacífico entendimento doutrinário e jurisprudencial. Oferecer Embargos à Execução Fiscal endereçado ao Foro das Execuções Fiscais Estaduais em São Paulo. acarretando. contra a autoridade competente.. alegando violação ao princípio constitucional da tipicidade fechada da tributação (princípio da estrita legalidade). acione a medida judicial adequada à solução da questão. que em seu inciso I veda a distribuição de qualquer p arcela do patrimônio ou da renda a título de participação nos lucros ou resultados.3. a empresa apresentou imediatamente a sua defesa administrativa. A Fazenda do Estado. sem fins lucrativos. da Constituição Federal prevê a possibilidade de cobrança de contribuição social sobre a folha de salários. e o referido negócio jurídico não é realizado com habitualidade. renda e serviços. com fundamento na Lei 1. A Fundação Rouxinol. constantes de seu ativo imobilizado. concedeu a seus empregados participação nos lucros relativos ao exercício de 1998. da Constituição Federal prevê que as entidades de educação e assistência social sem fins lucrativos estão imunes ao pagamento de impostos sobre o patrimônio. portanto. ambas perante o juízo de uma das onze varas da Fazenda Pública Estadual da Cidade de São Paulo. 144 do CTN.212/91 também exclui a possibilidade da cobrança. argumentando que o crédito tributário era inexigível. 7º. a inscrição do débito na Dívida Ativa.533/51. contratar novos empregados. intente a Medida Judicial apropriada. não constitui fato gerador da obrigação tributária do ICMS. Ao tomar ciência do Auto de Infração.212/91 sobre os valores pagos a título de participação nos lucros. no entanto. não se caracterizando. exigindo pagamento do ICMS e penalidade pecuniária relativa a saídas de mercadorias de seu estabelecimento sem emissão de nota fiscal. O art. Em 10 de janeiro de 1999. A fim de aumentar a produtividade. da Constituição Federal exclui a natureza salarial da participação nos lucros. para tentar solução favorável à cliente. um veículo da marca BMW. 4. pois entende não ter existido. WKS Importadora e Exportadora Ltda. Por outro lado. Qual o seu parecer? O art. QUESTÃO: Como advogado de WKS. No mês de abrildo mesmo ano. O art. § 9º da Lei nº 8. 150. Fundamento : artigos 106. promoveu Execução Fiscal nos termos da Lei no 6 830/80. a fiscalização do Instituto Nacional do Seguro Social lavrou auto de infração em virtude do não recolhimento da contribuição previdenciária prevista no art. A empresa XTD. a empresa ABC Ltda. visto que a venda dos veículos da empresa (ativo imobilizado). ou por Ação Anulatória de Débito Fiscal. gerais e particulares da espécie. QUESTÃO: Como advogado da empresa XTD. por parte da autoridade fiscal. por isso mesmo.

expõe o seguinte caso : "A". pergunta se em razão de tal circunstância. III. a final. confor os me artigos 126.99. Pela falta de pagamento. ingresse com a medida judicial cabível para defender os interesses da cliente.00). o canditado(a) alegar a ilegitimidade de parte da empresa. uma vez que nos termos do artigo 135. mediante a inclusão do seu valor nas faturas . Em 18.555. 2. se o filho menor também responde pelo crédito tributário do falecido. inc.830/80. devida por telefone.07.00. estará sujeito a outro tributo além do IPTU (Imposto Predial e Territorial Urbano).000. Concluída a partilha. A petição deverá atender aos requisitos jurídico -processuais. do CTN). Indaga. A administração tributária. QUESTÃO: Como advogado da contribuinte.12.1998. Ainda que alterada a razão social original pelo adquirente de empresa comercial.000. asfaltou as ruas adjacentes à praça. a meação da viúva atingiu o montante de R$ 400. que instituiu a Taxa de Segurança Pública no Estado de São Paulo. 133. manteve a exigibilidade que também foi confirmada pelo Tribuna de Impostos e Taxas. quando faleceu. II do CTN. inclusive demitido por justa causa. que alterou. após o que a Fazenda Estadual ingressou com a Execução Fiscal.000. conforme artigo 145. mas perdeu o prazo para fazê -lo. devia à Fazenda Pública Municipal a quantia de R$ 10. referente a tributos.000. do CF. I e 136. deverá argumentar que referida cobrança é totalmente ilegal. de 16. por haver furtado as mercadorias. Sim. Referida exação passou a ser exigida a partir do mês de janeiro de 2. por haver descumprido sua obrigação contratual perante a empresa. defronte a uma praça municipal. o crédito tributário foi inscrito na Dívida Ativa em 16. II. estará sujeito ao pagamento de contribuição de melhoria . A empresa Beta diz que cedeu seu controle acionário à empresa Gama. A Prefeitura local canalizou ali um córrego.porque ficou provado em inquérito policial e em processo penal. Determinada empresa afirma que o contador encarregado de sua e scrituração. Um constituinte informa residir em imóvel de sua propriedade. cobrada do usuário da respectiva linha. com fulcro no artigo 16 da Lei 6. a exigibilidade é totalmente indevida. Sim. poderá ser civilmente responsabilizado por sua negligência. no entanto. Sim.50 (dois reais e cinqüenta centavos). Como advogado qual seria a sua orientação? A empresa referida é totalmente responsável pela infração fiscal e não o contador (art. e no processo penal caracterizou a ocorrência de caso fortuito. o filho menor responde pelo crédito tributário do "de cujus" até o limite de seu quinhão (R$ 200. 4. então a razão social original. cuja decisão administrativa l transitou em julgado em 05. I. receberam seus quinhões. o Oficial de Justiça levou a efeito a penhora de bens da empresa para garantia da execução. quer particulares da espécie. permanecerá este como sucessor tributário da que foi alienada (art.00 cada. que a culpa pela irregularidade era de seu empregado Joaquim José.11. Em 15 de maio de 1999.11. pois apesar da mercadoria ter saído do estabelecimento comercial não se deflagrou a mudança da titularidade e nem mesmo a repercussão econômica. Um cliente em consulta.00.000. Por conseqüência. Pergunta quem será responsabilizado por essa infração fiscal. QUESTÕES PRÁTICAS 1. arborizando e ajardinando-a. Uma filha maior e um filho menor. 136 do CTN). Além do mais. pois não ocorreram os elementos caracterizadores do fato gerador.1998. do CTN fica perfeitamente caracterizada a responsabilidade pessoal do e mpregado. no valor fixo de R$ 2. na qualidade de herdeiros. O contador. recebeu dinheiro para efetuar o pagamento de tributo devido à Fazenda Nacional. Perquire se a mudança da razão social permitirá que Gama se subrogue nos tributos devidos por Beta até a data do ato.10. quer gerais. O candidato(a) deverá opor Embargos do Devedor à Execução Fiscal. perante uma das Varas do Anexo das Execuções Fiscais. devendo. devidamente comprovado em Inquérito. foi publicada a Lei 7. inc. portanto. Com relação ao mérito. a casa -a do consulente aumentou de valor.1998. todavia. no montante de R$ 200. 3.99. Em face do exposto. O furto. sendo a empresacitada para pagar o referido débito em 23.

uma vez que os valores serão depositados judicialmente para os fins e os efeitos das disposições previstas no inciso II do artigo 150 do CTN. procurou -o(a) buscando o meio judicial para impedir a referida cobrança. Sem outras formalidades ou previdências preliminares. efetuando a cobrança. que o processo foi ajuizado em São Paulo-SP. da contribuição de melhoria que foi instituída pela Lei Municipal nº 12. considerando que já houve -se citação no bojo da execução fiscal e que o executado foi intimado da penhor que recaiu sobre o próprio imóvel há 15 a (quinze) dias. Outrossim. A ação foi julgada improcedente. sustentando o vício formal da cobrança. publicada há menos de 5 (cinco) dias. conforme rezam os arts. Na vigência da Lei Complementar nº 70/91. O examinando deverá apresentar Recurso de Apelação. de 29 de dezembro de 1995. O examinando deverá apresentar Embargos à Execução. 6º do mesmo diploma. 145.. a Prefeitura do Município de São José da Serra realizou obras de pavimentação asfáltica na zona norte da cidade. não concordando com referida cobrança. nos termos do artigo 7º da Lei nº 1533/51. ainda. cujo valor venal passou de R$ 10. se abstenha de realizar a cobrança da referida Taxa. assim considerado a receita bruta das vendas das mercadorias e dos serviç de os qualquer natureza". 82 do Código Tributário Nacional. do qual constava apenas o período da consecução das obras e as conse qüentes mudanças no tráfego daquela área. considerando-se. Como advogado(a) de ABC Ltda. A Fazenda Municipal está. 81 do Código Tributário Nacional impedem a cobrança de contribuição de melhoria em razão de obra pública em montante superior ao da valorização do imóvel. visando à declaração de inexistência de relação jurídico-tributária que a obrigue a efetuar o pagamento da Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social ± COFINS sobre o produto das vendas de imóveis. Caio é proprietário de um imóvel nessa região. sob argumento de que cobrança é inconstitucional o § 2º do arigo 145 da Constituição t Federal (Natureza Jurídica Específica do Tributo) que veda a instituição de taxa com base de cálculo própria de Imposto (verificar.00 (seis mil reais). agora. ABC Ltda. desde que nesta medida judicial haja referência à obtenção de medida liminar em ação cautelar inominada para que XYZ Telefônica Ltda. perante uma das Varas da Fazenda Pública na Cidade de São Paulo. não incide a QUESTÃO: Como advogado da contribuinte..00 (dez mil reais) para R$ 12. Deverá argum entar ainda que o art.mensais. asseverou o juízo singular que o art. in verbis: "A contribuição de que trata o artigo anterior será de dois por cento e incidirá sobre o faturamento mensal. utilize a medida judicial apropriada para defender os interesses da sua cliente.000. O(A) candidato(a) deverá ingressar com Mandado de Segurança. Nesse sentido. No curso do processo. ainda. De acordo com esse diploma. exercite a providência judicial necessária para afastar a cobrança. Naquela oportunidade.000. No exercício de 1996. . QUESTÃO: Na qualidade de advogado de Caio. emitidas pela XYZ telefônica de São Paulo Ltda.. que são utilizados para delimitação da obrigação tributária.00 (doze mil reais) em razão da pavimentação. foram realizados os depósitos judiciais das importâncias questionadas até o mês de competência relativa a fevereiro de 1999.000. 109 e 110 do Código Tributário Nacional. e está sendo executado judicialmente para pagamento do montante equivalente a R$ 6. as obras foram iniciadas no prazo previsto. a construtora ZYB Ltda. pela via executiva. que contempla as hipóteses de isenção da contribuição. a título de contribuição de melhoria. posto que não foi observado o procedimento previsto no art. manipule a medida conducente à reforma dessa decisão. ajuizou ação de rito ordinário. o valor da contribuição corresponderia ao custo total da obra dividido pelo número de imóveis beneficiados. sob o fundamento de que a alienação de imóveis enquadra na hipótese de incidência prevista -se no art. ingressar com Ação Declaratória com base no artigo 4º do Código de Processo Civil. 2º da Lei Complementar nº 70/91. sustentando que o intérprete e aplicador da lei tributária não pode se afastar das definições dos institutos jurídicos dos outros ramos do direito. nada menciona a respeito da venda de imóveis. igualmente. com vencimento em todo dia 15 do mês subseqüente ao de referência. os moradores da região receberam um comunicado da Secretaria Municipal de Transportes e Vias Públicas. relativas às despesas com a utilização da linha. o § único do artigo 77 do CTN). III combinado com o art. com a finalidade de custear a indigitada obra. com pedido de concessão de Medida Liminar. Poderá. detentora do direito de uso de 50 linhas telefônicas no Estado de São Paulo.

indistintamente. No Auto de Infração e Imposição de Multa a fiscalização exigiu a cobrança do imposto calculado pela alíquota de 18% e da multa de 30% pela inadimplência. pela Portaria nº 1. QUESTÃO: Como advogado (a) da contribuinte. nos . 1.95. sem emissão de nota fiscal. com fulcro no artigo 38 da Lei 6.05. portanto. A empresa "Indústria e Comércio de Móveis de Madeira Santo Antônio Ltda". segundo estabelece o CTN. em seu artigo 177 a isenção não é extensiva: às taxas às contribuições de melhoria aos tributos instituídos posteriormente a sua concessão. do Código Tributário Nacional. Caso a tutela antecipada seja indeferida.896. uma vez que o art.. de 30 de dezembro de 1998. do mesmo código. No contrato de compra e venda. recentemente. exonerando -se Lúcio de qualquer responsabilidade perante o Fisco Municipal. Tendo recebido. deverá a empresa efetuar o depósito judicial do montante em discussão. A indústria química QMB S/A. No entanto. ingresse com a medida judicial cabível para defender os interesses de sua cliente. de 17. a cobrança de taxa visando custear a atividade de fiscalização e controle da emissão de poluentes no rio. 151. relativo ao exercício de 1996.10. a partir da entrada em vigor da Lei Complementar nº 87/96. responde pelo débito perante o Município. perante uma das Varas da Fazenda Pública em São Paulo ou perante uma das varas cíveis da comarca do interior. uma notificação de cobrança do tributo. Caio comprometeu a quitar esse débito. todas as indústrias localizadas no município seriam contribuintes da referida taxa. A empresa poderá ajuizar ação declaratória de inexigibilidade da taxa. II. com a finalidade de suspender a exigibilidade. uma vez que foi identificada a realização de uma operação de venda de mercadorias. mediante ação própria de caráter condenatório.88. O Secretário Municipal do Meio Ambiente de uma cidade localizada às margens do Rio Paranapanema instituiu.698. com pedido de antecipação de tutela. em caso afirmativo. em 21. Qual seu aconselhamento? É possível o creditamento. 130 e 131. Lúcio perquire se há possibilidade de transferir a Caio o ônus do seu pagamento e. Não. 9º. perquire se é possível creditar-se do valor total do ICMS destacado na fatura da energia elétrica utilizada no seu único estabelecimento. vigente na data de ocorrência do fato gerador. 123 do Código Tributário Nacional. como proceder. objetivando a anulação do lançamento realizado. A VXZ Ltda. do Código Tributário Nacional. 191 do Código Comercial define como mercadoria apenas os bens móveis e semoventes.90. o que implicou falta de pagamento do ICMS. Qual seu parecer? A cobrança é ilegítima porque a taxa é espécie do gênero tributo. a teor dos arts. 4. 33. I . em que funciona o setor industrial e administrativo. nos termos do art. conforme o disposto no art. Lúcio adquiriu de Caio um imóvel. poderá cobrar o valor de Caio por via regressiva. 3. empresa que se dedica à fabricação e comercialização de produtos de limpeza. na qualidade de atual proprietário. fixava a alíquota de 10% e multa de 40%.95. de 23. De acordo com a Portaria. Ação Anulatória de débito fiscal e/ou de lançamento tributário. 2. 150. Um constituinte indaga se o Instituto da isenção é aplicável a todos os tributos.COFINS sobre a venda de imóveis. teve contra si lavrado um Auto de Infração pela Fiscalização Estadual. em 05. conforme previsto na Lei nº 7. inclusive em grau de recurso. razão pela qual deve necessariamenteestar prevista em lei em sentido estrito.830/80. Lúcio. I da Constituição Federal e art. questiona -o sobre a obrigatoriedade do pagamento da tax e sobre qual medida poderia adotar visando se eximir de futuras a autuações e garantir a expedição de certidões de regularidade fiscal. consoante permite expressamente o seu art.03.07. uma vez que a alíquota a ser aplicada deve ser aquela vigente à época do fato gerador. sobre o qual pendia débito do Imposto Predial e Territorial Urbano ± IPTU. nos termos do art. publicada nesta mesma data. Em 1998. alegando que não despeja qualquer tipo de poluente no rio. As convenções entre particulares não são oponíveis ao Fisco. sendo certo que a Lei nº 5.

rejeitada por decisão desfavorável que transitou em definiti a em 24.99. Se optar por ação ordinária. Juiz em 24. após inscrição na dívida ativa. A taxa é cobrada a uma alíquota de 0. da Lei nº 6. parágrafo único. 78.815/80 ( Estatuto do Estrangeiro) e pela definição do art. Embargos do devedor à Execução Fiscal. encontra -se atualmente ao largo do porto de Santos.89 na empresa "Comércio de Materiais para Construção João de Barro Ltda". Não poderá.". Dr. imediata e tempestivamente. impedido de atracar porque a empresa recusa -se a pagar esse tributo.00 (um milhão e oitocentos mil reais) relativamente à falta de pagamento do Imposto Sobre a Renda (IR) incidente sobre o lucro apurado em operação de vendas de mercadorias realizadas durante o ano de 1983. Por meio de fiscalização realizada em 25. QUESTÃO: Como advogado(a) do(a) contribuinte. deverá ser ap licada a mais benéfica ao contribuinte. nos termos do artigo 106 e incisos do CTN. ainda. após regularmente citado para o pagamento da referida execução. conforme os r quisitos e do art. O candidato deverá ainda requerer a concessão de liminar. 20. O navio "Aracati". com o pedido de declaração da inexistência de relação jurídico tributária que obrigue a empresa a pagar o tributo. o pedido será de antecipação de tutela.830/80. Com relação a multa. com fulcro na lei 1. a Fazenda Pública. o contribuinte ingressou. Mandado de segurança. Em 15 de maio de 1999. do Código Tributário Nacional. Não v sendo pago o crédito tributário. II. contra ato do Delegado da Polícia Federal em Santos. a Receita Federal. opostos perante uma das Varas das Execuções Fiscais Federais. nos termos do artigo 16 da Lei 6. com pedido de liminar. a serviço da empresa "Lice ± Linhas Cearenses de Navegação S. 22 e segs. com sede na cidade de Fortaleza. por intermédio do Departamento de Polícia Federal. contudo. proponha a medida judicial hábil a permitir o desembarque da mercadoria sem o pagamento do tributo. contra ato do Ilmo. com base na legislação vigente nesta data. §2º. impetrar mandado de segurança perante uma das Varas da Fazenda Pública Estadual ou uma das Varas Cíveis da comarca do interior. ( conforme definido pelo art.08. invocando o periculum in mora consistente no perecimento dos alimentos transportados.00 (um milhão de reais). No mérito. 273 do Código de Processo Civil. O candidato deverá sustentar que se encontra extinto o direito da Fazenda Pública Federal pelo decurso do prazo prescricional previsto no artigo 174 do CTN. da Constituição Federal (seção judiciária do Distrito Federal. ingressou com Execução Fiscal. órgão vinculado ao Ministério da Justiça. o candidato deverá sustentar que a base de cálculo da taxa é idêntica à do Imposto de Importação II).A.termos do artigo 144 do CTN. a ação deverá ser dirigida contra a União Federal. em virtude do exercício do poder de polícia consistente na fiscalização de embarcações para evitar a entrada irregular de estrangeiros no território nacional.25% do valor FOB da totalidade das mercadorias transportadas pelo navio. já que amparado pelos arts.000. perante uma das Varas da Justiça Federal da Subseção Judiciária de Santos.93. incidindo portanto a vedação do art. Admite-se também a propositura de ação ordinária. promova a medida judicial adequada a resguardar os direitos de sua constituinte. Nesta hipotése. subseção judiciária de Santos ou subseção judiciária de Fortaleza). apontar a falta de correlação lógica entre a atividade de polícia e o valor da taxa. utilizando em relação ao mérito.533/51. 109. transportando bens alimentícios perecíveis no valor de R$ 1. QUESTÃO: Como advogado(a) da empresa. do Código Tributário Nacional. ainda. passou a exigir dos transportadores de produtos por via marítima uma taxa.000.000. de acordo com os critérios de competência do art.. com a competente impugnação administrativa. . Delegado Regional Tributário. os mesmos fundamentos do parágrafo anterior.800. A União Federal. Poderá. cuja petição inicial foi deferida pelo MM. foi efetuada a penhora de bens da empresa. Não concordando com a referida exigência. o que pode comprometer o requisito de referibilidade do tributo.03. Sr. lavrou Auto de Infração e Imposição de Multa (AIIM) no valor de R$ 1. Poderá o candidato. da Constituição Federal. 145. na qualidade de autoridade reponsável pela exigência indevida. discutir a legalidade do procedimento de polícia. §2º.08.

mas ainda não foi executada judicialmente. Explique. as taxas não poderão ter base de cálculo própria de impostos. Assim. em nome da contribuinte. recebeu da Câmara de Vereadores um projeto de lei institui do empréstimo compulsório n devido pelos habitantes não atingidos pelo flagelo. Em fevereiro de 2000. em sede de lei complementar. III. da Constituição Federal prevê que a cobrança dos impostos discriminados na constituição está sujeita à prévia definição dos respectivos fatos geradores. 4 . a fim de cobrir despesas com o atendimento da população atingida pela seca em seu Município. da CF. qual o aconselhamento ao Prefeito? RESPOSTA: O Prefeito não poderia sancionar o projeto de lei. em razão do não recolhimento do Imposto Sobre Serviços ± ISS relativo aos meses de janeiro a dezembro de 1999. razão pela qual a exação em questão extrapola a competência atribuída ao Munic ípio pelo art. 2 . De acordo com o auto de infração lavrado no mês de janeiro pp. deverá se limitar àqueles exercícios em relação aos quais ainda não se operou a decadência. A Virtual Ltda. seria de rigor o recolhimento do imposto sobre as receitas decorrentes das mensalidades pagas pelos associados.. descobrindo a existência da construção. nem da Lei Complementar nº 56/87. 3 . Como advogado (a). qualificando como contribuintes todos os proprietários de imóvel. é empresa prestadora de serviços de acesso à rede mundial de computadores (provedora de internet) e nessa qualidade foi autuada e multada pelo Fisco Municipal. nem a informou a respeito depois que a obra estava pronta. Todavia. com fundamento no art. 149.Determinado Município institui a cobrança de taxa visando remunerar se dos serviços de limpeza de vias e logradouros públicos. Túlio indaga -lhe se esse lançamento suplementar é lícito e qual seu fundamento. tendo em vista que o art.1 . conforme art. QUESTÃO: Considerando-se que o serviço em questão não consta da lista anexa ao Decreto-lei nº 406/68.Em 1993.999 aprovada em 31 de dezembro de 1998. o Município. O examinando deverá confeccionar ação anulatória de débito fiscal endereçada a uma das varas da fazenda pública da comarca da capital. adote. qual é sua orientação? RESPOSTA: O prazo prescricional está previsto no artigo 174 do CTN que dispõe: A ação para cobrança do crédito tributário prescreve em cinco anos. A exação assim dimensionada é legítima? Explique. Os objetivos deverão ser perseguidos em uma única ação. O valor dessa Taxa de Limpeza é obtido mediante a aplicação da alíquota de 0. do Código Tributário Nacional. De acordo com o art. O valor venal do imóvel constitui base de cálculo do IPTU. aos exercícios de 1995 em diante. 145. § 2º. contados da data da sua constituição definitiva. 146. Deverá focalizar o entendimento doutrinário e jurisprudencial no sentido de que a competência tributária dos Municípios é condicionada pela . Tampou requereu à Prefeitura Municipal licença para co construção. equivalente ao diferencial correspondente à construção clandestina. Além disso a limpeza pública não é um serviço divisível. a. sustentando a ilegitimidade do lançamento em questão. 33 do Código Tributário Nacional. RESPOSTA: Não. Túlio construiu uma edícula em terreno de sua propriedade e deliberadamente deixou de efetuar a averbação da construção à margem da respectiva matrícula. isto é. da Constituição Federal. Findo esse prazo. localizada na cidade de São Paulo-SP. tendo em vista a previsão específica de tributação do serviço de acesso à internet na Lei Municipal nº 9. pois só a União pode instituir empréstimo compulsório. Como advogado(a).5% sobre o valor venal do imóvel. conforme artigo 148. a medida judicial cabível para desconstituir o indigitado auto de infração e assegurar o direito do contribuinte de obter certidões d regularidade e fiscal durante o trâmite da ação..O Prefeito de uma cidade do interior do Nordeste. realizou o lançamento suplementar do Imposto Predial e Territo Urbano ± IPTU dos rial exercícios de 1994 a 1999. ocorre a extinção do crédito mediante a prescrição. VIII. II. tem o Estado o prazo de cinco anos para impetrar a ação assecuratória do crédito tributário. 145. uma vez que é inconstitucional.Uma empresa consulta-o indagando do prazo para a consumação da prescrição dos tributos Estaduais. I . bases de cálculo e contribuintes. A empresa não apresentou defesa administrativa. RESPOSTA: O lançamento suplementar é possível em sede de revisão de lançamento. depois de completado o lançamento.

cobrando-lhe ainda o Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços . a ser pago pelo adquirente. no atacado. 4 e 6%. A sociedade "Almeirão e Filhos Ltda. Há 20 (vinte) dias. mas que por problemas internos. À medida que não há previsão expressa do ITBI progressivo. não há que se cogitar na aplicação do art. Caio impetrou Mandado de Segurança. Por outro lado. tome a medida cabível para cancelar o Auto de Infração e Imposição de Multa lavrado contra a empresa. ocasião em que. A medida liminar foi negada. propor ação declaratória negativa de débito fiscal. O examinando deverá interpor Agravo de Instrumento endereçado ao 1º Tribunal de Alçada Civil de São Paulo. desde que o candidato demonstre saber a quem deve a defesa ser dirigida). a exação do Município de São Paulo fere o art. De acordo com a Lei nº 11. com pedido de liminar. QUESTÃO: Considerando que a decisão denegatória da medida liminar foi publicada na imprensa oficial há 5 (cinco) dias. 3. pelo rito ordinário. Considere que a empresa tem sede em São Bernardo do Campo. deverá ser requerida a realização do depósito judicial com a mesma finalidade. 150. A "Almeirão e Filhos" sustenta que. Pode-se." tem por atividade principal a comercialização. sustentando a ilegitimidade da cobrança do ITBI pelo regime de alíquotas progressivas. da Constituição Federal. deverá apresentar a competente guia de recolhimento do imposto devidamente quitada. contributiva somente seria lícita nos chamados impostos pessoais.taxativa lista de serviços da lei complementar federal. . a venda daqueles produtos foi cancelada antes que houvesse a sua efetiva saída do estabelecimento comercial. tudo para viabilizar o acesso à certidões de regularidade fiscal. com pedido de efeito suspensivo ativo. da Lei Estadual nº 6. adote a medida adequada para viabilizar a outorga da escritura de compra e venda do imóvel no prazo fixado. § 1º. que lhe aplicou penalidade por haver vendido mercadorias sem a emissão da correspondente nota fiscal de saída. dirigida ao Delegado Regional Tributário do ABCD (ou outra autoridade equivalente. dirigida ao Serviço do Anexo Fiscal da Comarca de São Bernardo do Campo. dando baixa dos produtos vendidos. porquanto não há correlação necessária entre a capacidade contributiva e o valor do imóvel A gradação do imposto de acordo com a capacidade . 206 do Código Tributário Nacional. Deverá ainda observar os req uisitos formais de interposição do agravo de instrumento. tendo em vista que não há permissão constitucional expressa para a instituição dessa fórmula de cobrança do ITBI. em especial a Súmula nº 45 do 1º TAC. Preferencialmente deverá o examinando indicar jurisprudência a respeito. necessariamente. II. 89. documentos que comprovam tanto a falha no sistema quanto a permanência dos produtos tidos como vendidos em seu estoque. Ciente de que o valor da operação supera o limite da menor faixa de valor. §1º da Constituição Federal. contra o Diretor do Departamento de Rendas Imobiliárias da Prefeitura do Município de São Paulo. a atividade possa ser caracterizada como serviço de qualquer natureza. cuja escritura deverá ser outorgada em 10 dias. ainda. A cobrança do imposto é feita sob o regime de alíquotas progressivas de 2. não sendo lícita a cob rança do imposto sobre serviços não constantes da lista.". para tanto.374/89. O caminho mais recomendável é a apresentação de defesa administrativa. ainda que previsto em lei municipal e ainda que. na verdade. Caio está adquirindo um bem imóvel situado no Município de São Paulo. de material de limpeza. pois trata desigualmente contribuintes que se encontram em situação semelhante. mediante o pagamento do ITBI pela menor alíquota. do ponto de vista econômico. nos termos do art. a alienação inter vivos de bem imóveis está sujeita à incidência do Imposto de Transmissão de Bens Imóveis ± ITBI. foi intimada da lavratura de Auto de Infração e Imposição de Multa pela Secretaria da Fazenda do Estado de São Paulo. atraindo a incidência das alíquotas superiores a 2%. 145. subsidiariamente. incidentes sobre as parcelas do preço divididas em faixas de valor em tabela específica. Deverá ainda ser formulado pedido de antecipação d tutela para e suspender a exigibilidade do crédito ou.154/91 do Município de São Paulo. o sistema informatizado de controle de estoque não registrou o cancelamento da operação. para calcular e recolher o tributo à alíquota de 2% sobre o valor total da operação. Possui. com base no art. sob o argumento de que o Município tem competência para definir a alíquota do imposto. 145. tendo em vista o princípio constitucional da capacidade contributiva (art. inclusive no regime de alíquotas progressivas. §1º da Constituição Federal). QUESTÃO: Na qualidade de advogado da "Almeirão e Filhos Ltda.ICMS correspondente.

da Secretaria da Fazenda do Estado de São Paulo. 146 do Código Tributário Nacion que afirma que as alterações al. 150. A falta de recolhimento deveu-se ao fato de a empresa não haver declarado à Receita Federal parcela substancial de seu faturamento. por força do art. Em dezembro de 1999. de ofício. cobrando de seus clientes um preço único pela venda de mercadorias e pelo serviço prestado. Porém.Ao consultá-lo sobre os valores que compõem a base de cálculo do PIS. conforme a previsão específica para cada estado. 2 . continuou comercializando o referido produto ao abrigo da isenção. incide apenas o ICMS. foi lavrado auto de infração contra a empresa. "em relação a um mesmo sujeito passivo.99. posicionou -se oficialmente. procedimento administrativo que não era permitido à época da ocorrência do fato gerador. porém. 1 . da Lei Complementar nº 87/96.. visando à cobrança de diversas multas por inobservância da legislação tributária no período de vigência do regime especial. poderá invocar também o art. entendendo que um determinado produto por ela fabricado encontrava -se abrangido pela isenção do IPI. consulta à Secretaria da Receita Federal. trata-se da hipótese de substituição tributária "para frente" a que se refere o art. os critérios novos não são aplicados a fat s pretéritos. da Lei Complementar nº 87/96). se não houve circulação das mercadorias. Considerando que o -se serviço está compreendido na competência tributária dos Municípios e que a legislação re spectiva é silente quanto à matéria. 100.No mérito.A sociedade "Piso Maciço Revestimentos de Pisos e Paredes Ltda. o candidato deverá sustentar que. autorização para comercializar produtos com regime especial de recolhimento do ICMS. tampouco se faz devido o pagamento de multa. Em virtude desse fato." tem por objeto social a venda de pisos de madeira para residências.715/98. para apurar o imposto devido. parágrafo único). Dessa forma. o Além disso. 4 . pergunta-se: na operação. o regime especial concedido à sociedade.99. dos critérios de lançamento de tributos deverão ser aplicadas. do CTN.Em agosto de 1998.A sociedade "Feliz Ano Novo Indústria e Comércio Ltda. É possível. art. que passou assim a se submeter às mesmas regras aplicáveis aos demais contribuintes. não ocorreu o fato gerador do tributo (art. já que não foi descumprida a obrigação acessória de emitir nota fiscal. seu cliente constatou que existe disposição que exclui da base de cálculo dessa contribuição os valores a título de ICMS "retido pelo contribuin na condição de te substituto tributário" (Lei nº 9. em resposta à consulta formulada. após confrontar a movimentação bancária da sociedade. § 7º. que permite a aplicação de lei posterior ao fato gerador que amplie os poderes de fiscalização das autoridades administrativas. como não é exigido imposto. A sociedade pergunta-lhe se é possível que a fiscalização adote. antes de qualquer manifestação do Fisco formulou. I. parágrafo único." obteve. a sociedade "Sonho Meu Comércio de Alimentos Ltda. procedimento este que passou a ser permitido por lei promulgada em 1999. Se as operações forem posteriores. apenas multa. a Secretaria da Fazenda cancelou. apenas o ISS ou ambos os impostos? Por quê? Incidem ambos os impostos. fixando o entendimento de que aquele produto era tributado pelo IPI à alíquota de 5%. Em 22. 144. A defesa a ser apresentada deverá se basear no art. §1º. tendo em vista o art. que impõe ao contribuinte o dever de recolher o ICMS incidente sobre operações que não praticou. 3 . 2º.02 . sendo -lhe dadas condições de cálculo e pagamento do tributo mais adequadas a sua atividade comercial. da Constituição Federal. tam bém presta o serviço de colocação dos pisos vendidos. já que a orientação anterior da autoridade fazendária é norma complementar de direito tributário. oriente-a quanto à linha de defesa possível neste caso. VI. A fiscalização detectou a omissão de declaração em março de 2000. Na qualidade de advogado da empresa. correspondente ao chamado "caixa dois". Nesta mesma data. seu cliente tem dúvida sobre o exato sentido dessa expressão. quanto a fato gerador ocorrido posteriormente à sua introdução". do Código Tributário Nacional. enquanto aguardava a resposta. A Indústria de Artefatos de Madeira Ltda. 6º da Lei Complementar nº 87/96. 2º.11. O que ela significa? A substituição tributária é instituto previsto no art. a Receita Federal. No curso dessa atividade. 3º. o contribuinte recebeu o . já que a legislação do ISS não sujeita a operação à incidência exclusiva do ICMS. em 01." deixou de recolher a COFINS incidente sobre seu faturamento. Desta forma.

09. Caberá.A. do artigo 150 do CTN). Deverá ser impetrado mandado de segurança. cujo desembaraço vem sendo obstado pela Inspetoria da Alfândega daquela localidade. pergunta se o espólio responde por tod os débitos tributários. nos termos do artigo 16 da Lei 6. O mandado de segurança deverá ser dirigido a alguma das Varas Federais da Subseção Judiciária de Santos e apontar como autoridade coatora o Inspetor da Alfândega do Porto de Santos.830/80. para desembaraçar imediatamente a mercadoria sem o pagamento do . acione o instituto judicial pertinente.Seu cliente. portanto. O(A) candidato(a) deverá ingressar. visando ao imediato desembaraço da mercadoria importada sem a necessidade de pagar o imposto de importação. QUESTÃO: Como advogado(a) da empresa. também. ingresse com a medida judicial adequada à defesa dos interesses da constituinte. Em face da falta de pagamento do referido débito. já que a inscrição na Dívida Ativa concretizou-se após o decurso do prazo de 05 anos contados da data da regular notificação. perante uma das Varas Cíveis da Justiça Federal.DARF (Documento de Arrecadação de Receitas Federais). um lote de 1. com Ação Anulatória fundamentada no artigo 38 da lei 6. A sociedade "Editora São Paulo S. com pedido de medida liminar. Citada da execução e penhorados bens da contribuinte. proponha a medida judicial cabível. o mesmo foi devidamente nscrito na Dívida Ativa em i 12. encontra -se retido na alfândega do porto de Santos. sem emissão de nota fiscal. a impetração de Mandado de Segurança com base na Lei 1. relativamente à cobrança de juros moratório e da multa de mora no percentual de 20 %.830/80. da Constituição Federal. da lavratura de Auto de Infração e Imposição de Multa (AIIM) contra a contribuinte.. o que implicou a falta de recolhimento do tributo devido. ao consultá-lo.1999) fixado para pagamento. sendo desta mesma data o despacho do Juiz que deferiu a inicial. visto que. que exige para tanto o recolhimento do Imposto de Importação incidente na operação. o tributo devido acrescido de correção monetária. ao sujeito passivo. O(A) candidato(a) deverá ingressar. visando a anulação do débito tributário ou do lançamento tributário. QUESTÃO: Como advogado(a) da empresa. No mérito.11. juros de mora e multa moratória de 20%.12. do lançamento tributário (artigo 174 CTN). sob o fundamento de que a Fazenda Pública perdeu o direito de Ação.522/51.".99 e a Execução Fiscal foi protocolizada em 18.99 o contribuinte poderia levar a efeito o recolhimento do valor do tributo devido. obrigando à redução da tiragem diária do jornal.12. nessa qualidade. contratou-o(a) para defender seus interesses. na pendência de consulta. sob os mesmos fundamentos jurídicos acima apontados.99. Como advogado(a) qual seria sua orientação? QUESTÃO: Na qualidade de advogado(a) da "Editora São Paulo S. em data de 23. com Embargos à Execução ou Embargos do Devedor. emitido pela Receita Federal. 1 .12.000 toneladas de papel. não podendo ser cobrado imposto sobre a sua importação.A. suspendendo de vez a impressão do jornal. nos termos do § 1º do artigo 160 do CTN. por ter apurado a venda de mercadorias em 14. de grande circulação." dedica-se à atividade jornalística e. 150. VI.94. vez que se deu a extinção da obrigação tributária pela ocorrência da prescrição (inciso V. contestando a exigência. para recolher. realiza periodicamente a importação de papel para impressão do jornal "Gazeta de São Paulo". assim como o prazo fixado para pagamento é de 30 (trinta) dias contados da data em que o sujeito passivo foi notificado do lançamento. não recolhido pela empresa. Deverá contest o prazo ar (15. apenas corrigido monetariamente.12. perante o Juízo do Anexo das Execuções Fiscais Estaduais competente. Estima-se que em 4 (quatro) dias o estoque de papel se esgotará. notificou regularmente a empresa KLM Distribuidora de Produtos Alimentícios Ltda. o candidato deverá sustentar que o papel destinado à impressão de jornais beneficia-se da imunidade do art.04. até 22. A Fiscalização Estadual de São Paulo. é indevida a cobrança de juros e da multa moratória. mesmo os desos conhecidos à data da abertura da sucessão. tributo.1989. Atualmente. d. até o dia 15. a empresa KLM Distribuidora de Produtos Alimentíci s o Ltda. A exigência fiscal vem comprometendo seriamente o funcionamento das oficinas de impressão.1999.

al. A empresa Júpiter Ltda. O valor do auto de infração considerou o montante do imposto devido.com base no art. 131. CTN). que veio acompanhada por cópia da Certidã de Dívida o Ativa. III. O espólio responde por todos os débitos tributários do "de cujus sejam eles conhecidos. §§ 3º e 4º).830/80. foi regularmente citada em processo de execução para pagar ou garantir o juízo relativamente a débito de ISS. pelos débitos desconhecidos à data de abertura da sucessão. 135. Conforme o art. tempestivamente apurado e declarado ao Município de São Paulo. por alíquota superior a 0. em razão da referida pendência de ICMS. III do CTN). mencionada especificamente a disposição da lei em que seja fundado". Qual sua resposta? A carta de fiança pode ser oferecida como garantia do juízo em execução fiscal e produz os mesmos efeitos do depósito em dinheiro. Além disto. Como tem bom relacionamento com o banco onde possui conta corrente. c do Código Tributário Nacional. de 0. em caso afirmativo. que seja decretada a prescrição. que determina a aplicação retroativa da lei tributária que comine penalidade menos severa que a lei vigente na época da infração." recebeu mandado de citação para pagamento ou nomeação de bens à penhora em execução fiscal. em via de serem ".03. você verificou que não existe menção aos dispositivos legais em que se funda o crédito executado.830/80. ( art. em 31. 4 . para 20%.2000 os sócios da executada foram citados para pagar o restante da dívida ou garantir a execução.A empresa Alpha Ltda. 202 do Código Tributário Nacional. contra os sócios que não foram citados anteriormente como pessoas físicas. que continuam fluindo (Lei nº 6.2001. visando à repetição dos valores recolhidos a título de IPTU.Seu constituinte recebeu citação para uma execução fiscal. Um dos sócios. se tem o direito de fazê-lo mesmo que tenha saldo livre em conta corrente para prestar garantia em dinheiro. que previa a cobrança do tributo pelo regime de alíquotas progressivas. uma vez que os bens p enhorados não foram suficientes para liquidar o crédito em discussão e não possuindo a empresa outros bens. no exercício de 1998. CTN). art. acredita ser vantajoso oferecer carta de fiança bancária como garantia da execução. instrumente o meio adequado em prol do cliente. 3 . VII. foi promulgada lei estadual reduzindo a multa por não pagamento do imposto. lavrado o auto de penhora. 174 do CTN. com arrematação dos bens penhorados. perante uma das Varas do Anexo das Execuções Fiscais. deixou de recolher o Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços ± ICMS. Ao analisar esta certidão. 134. alegou-se a inconstitucionalidade da fórmula de cálculo introduzida pela Lei Municipal nº 9. Qual a sua orientação? O contribuinte tem direito ao pagamento do débito com redução da multa para 20%.. a Certidão de Dívida Ativa deverá indicar "a origem e a natureza do crédito. em 15.5% a 3%. Existe fundamento para pleitear a nulidade do título executivo? Qual? Sim. formalizada pelo ato respectivo. que era de 40%. A empresa Marmoraria Ltda. a empresa contribuinte foi au-tuada pela fiscalização. e também. III. A sociedade executada indaga-lhe se é possível o oferecimento de carta de fiança bancária e. Nesta semana. em d de ata 20. d eixou de ser pago porque a empresa não tinha disponibilidade financeira. proprietária de imóvel situado no Município de Pinheiros -SP. ofereceu um de seus imóveis em garantia. além da "data em que foi inscrita". nem consta a data da sua inscrição. QUESTÃO: Como advogado do sócio José Antônio.93. referente a fatos geradores ocorridos em janeiro de 1990 que. salvo no que diz respeito à responsabilidade pela atualização monetária e pelos juros moratórios. Oferecidos bens em garantia. O candidato(a) deverá apresentar Embargos do Devedor à Execução Fisc com fulcro no artigo 16 da Lei 6. se não for acatada a exclusão do polo passivo da execução. Todavia.999/97. há menos de cinco dias.12. foram afinal julgados improcedentes os embargos da empresa. nem ter sido praticado qualquer ato contra os estatutos e o contrato social (art. tendo em vista o disposto no art.05. inc. alegando que na qualidade de sócio e por não ter sido a empresa extinta irregularmente (art. incidentes sobre o valor venal do imóvel e .Sim.A sociedade "Cibus Ciborum Comércio de Alimentos Ltda. de nome José Antônio. 9º. Para tanto. 2 . ajuizou ação de rito ordinário. vencido no decorrer do exercício de 1999. 106. lançados.5%. Questiona-se sobre a possibilidade de o pagamento do débito com a redução da multa. atualizado monetariamente e acrescido ainda da multa de 40% sobre o valor t tal. No final daquele exercício.. ser totalmente irregular a qualidade do mesmo e dos demais sócios como sujeitos passivos da execução.

1 . II. QUESTÃO: Como advogado da empresa contribuinte. possui dois estabelecimentos situados no Município de São Paulo . empresa situada no Município de Salto-SP. Alternativamente poderá o candidat ingressar com o uma ação declaratória de inexistência de relação jurídica objetivando através de sentença.750. sustentando que a utilização do IPTU. vigente à época da apuração da infração. que tomou posse no dia 01 de janeiro de 2001. O Juiz da Vara do Anexo Fiscal da Comarca de Pinheiros. Desde o exercício de 1999. que determinou a todas as empresas beneficiárias da isenção que voltassem a efetuar o recolhimento do ISS já a partir d próximo mês. bem como a progressividade in casu foi instituída independentemente do fator tempo. em sentença publicada há cinco dias. Além disso a diferenciação deveria ser progressiva no tempo e não imediata. a empresa não fique sujeita à imposição de multas e cobrança executiva.00 (um mil. Pela falta do pagamento do IPVA. pretende revogar aquele benefício fiscal. parágrafo 1º e o art. Poderá. que positivam o princípio da anterioridade. a empresa não vinha efetuando o recolhimento desse imposto. somente poderia gerar efeitos a partir do exercício de 2002. em que se desenvolve o comércio. QUESTÃO: Como advogado da o RLBO. da Constituição Federal. O examinando deverá interpor recurso de apelação dirigido à própria vara local.533/51. A competência para tais ações será do Juízo da Vara da FazendaPública. a Cruzeiro do Sul Indústria e . a tutela antecipatória para suspender a exigência da exação tributária em discussão. se baseada no desatendimento da função social da propriedade imóvel previamente definida em lei federal. vigia a Lei nº 6. § 4º. en dereçado a uma das Varas Cíveis da Justiça Estadual. baixou o Decreto nº 01/01. como instrumento de estímulo ao desenvolvimento social. tendo em vista que a revogação da isenção signifca. ainda que o Decreto tivesse força para revogar a lei. a exação em questão ofende o art. por fato gerador ocorrido em 1º de janeiro de 1989. setecentos e cinqüenta reais) e multa de 30% (trinta por cento) sobre o valor do imposto não solvido. I. o novo Prefeito. do CTN.SP: a matriz. para que. de parte da Fazenda do Estado. do ponto de vista econômico. em razão do não recolhimento já a partir do próximo mês. Para tanto. O examinando deverá então impetrar Mandado de Segurança. morador em São Paulo. e a filial. publicado no Diário Oficial do Município desta semana. 178 do Código Tributário Nacional CTN. decidiu-se pela cisão da sociedade. Como não existe lei federal definindo as funções sociais da propriedade dos diversos bens imóveis. conforme artigo 38 da Lei 6. Considere para tanto que o fórum local não possui vara privativa da Fazenda Pública. ainda ser impetrado mandado de segurança com base na Lei 1.589. Além disso é sustentável a aplicação do art. 182.538.A Indústria Estrela do Norte Ltda.. exercite a medida judicial conveniente ao interesse des ta. A medida judicial mais adequada é a propositura de ação anulatória de débito fiscal também denominada de ação anulatória de lançamento tributário. majoração da carga i tributária. julgou improcedente a demanda. razão pela qual. I. 156. pleiteando ainda. dedica-se ao ramo de prestação de serviços técnicos de engenharia e estaria. a declaração da ilegalidade do ato praticado. foi cobrado o valor originário de R$ 3. II. qual seria seu parecer e sua justificação? O lançamento tributário ocorreu após o decurso do prazo para a constituição do crédito tributário previsto no artigo 173. 104. Para acomodar divergênciasentre os sócios.variáveis em função da extensão e destinação. tendo em vista isenção específica concedida às empresas da região. onde houver. sofreu autuação em 15 de julho de 1995.. só teria o necessário respaldo constitucional. então seria cabível ação declaratória. Se fosse por homolagação. Todavia. em que se desenvolve a atividade produtiva.T.700. da Constituição Federal. pelo não pagamento do IPVA. que fixava o valor originário do IPVA em R$ 1. de 12/08/93. passando a viger no exercício imediatamente seguinte à lei instituidora. sujeita ao recolhimento do ISS.00 (três mil e setecentos reais) mais a multa de 20% (vinte por cento) com lastro na Lei nº 4. manipule o instituto judicial hábil a garantir à empresa o benefício da isenção.830/80 pe fato de o lançamento ter sido efetuado lo de ofício. 2 . sob o fundamento de qu o indigitado regime de alíquotas e progressivas tem respaldo constitucional e constitui importante instrumento de desenvolvimento social no Município. A RLBO Ltda.N.O contribuinte Pirro. por força da Lei Municipal nº 98/98. com a criação de uma nova pessoa jurídica. nessa qualidade. combinado com art. 150. Na data do fato gerador. a fim de angariar receita necessária para financiar projetos sociais. Perquirido por Pirro. com pedido de medida liminar. I do C. A revogação da isenção legal por Decreto viola o art.

a inscrição vem sendo negada pela Delegacia da Receita Federal de São Paulo . da Carta. a operação levada a efeito constitui legítimo planejamento tributário. O ato coator representa ainda instrumento oblíquo de satisfação do crédito tributário. contra o ato do Delegado da o Receita Federal em São Paulo. Qual seu aconselhamento? Não é devido o imposto. que é mantido pela Secretaria da Receita Federal. afirmar que tal exigência desrespeita o princípio da legalidade tributária previ ta no artigo s 150.Com base na reforma previdenciária efetuada pelo Governo Federal. a inscrição no Cadastro Nacional de Pessoas Jurídicas . nos últimos 30 dias. Sendo certo. a instituição ou majoraç das contribuições para a ão seguridade social somente poderão ser exigidas a partir de 90 (noventa) dias da publicação da lei que as instituiu ou aumentou. e diante do Decreto do Executvo.. Todavia. foi deliberada a . o que viola o art.. Tal restrição. que se dedica à manufatura de artefatos de plástico. caracteriza fraude fiscal. estaria respaldada em Instrução Normativa do Ministério da Fazenda. a fiscalização estadual lavrou auto de infração e imposição de multa contra a Estrela do Norte Ltda. ainda.Comércio Ltda. que enseja a cobrança do imposto. o Ministro da i Previdência Social expediu Portaria. QUESTÃO: Como advogado da empresa.? Nos termos do artigo 195. além de não encontrar respaldo legal. o que viola o art. cujo capital social seria integralizado com os ativos constantes do estabelecimento filial. pressupõe a transferência da titularidade do bem. exigindo o recolhimento do imposto sobre a mencionada transferência do estoque. O CódigoTributário Nacional e a Lei nº 6. A RLBO Ltda. com pedid de medida liminar. Qual seu parecer? De acordo com o art. parágrafo 6º da Constituição Federal. da forma como foi organizada. não lhe sendo possível impor outros gravames ao contribuinte. sem observância ao devido processo legal e à ampla defesa. O examinando deverá impetrar Mandado de Segurança. elevando a base de cálculo das contribuições para o INSS. sendo que para a defesa do contribuinte poderia ser utilizada a Ação Declaratória ou o Mandado de Segurança.A empresa Alpha S. sem recolhimento de ICMS. § 153. Antes da formalização da cisão. 5º. contribuinte da referida exação. exigindo a partir do -a mês de dezembro de 1998. De acordo com a Súmula nº 166 do Superior Tribunal de Justiça. tendo em vista que a circulação de mercadorias. deseja passar a atender o mercado externo. transferiu-se para a filial todo o estoque de produtos. segundo a autoridade fiscal. 5º.. II. 3 . Diante das divergências administrativas entre ambos. Na análise do ônus tributário da nova vertente do negócio. inciso I. com a finalidade de suprir eventual ineficiência daqueles instrumentos legais. A ação deverá ser endereçada a uma das varas da Justiça Federal de São Paulo . em 31 de dezembro de 2000. A empresa YYY Ltda.CNPJ. à liberdade de associação e à liberdade de iniciativa. 170 da Constituição Federal. eis que o contribuinte já vem operando e necessita regularizar a sua situação fiscal. No mais. que estava no estabelecimento matriz. adote a medida judicial adequada à obtenção imediata do referido registro. sob o argumento de que um dos seus sócios participa de outras empresas que estão em débito com o Fisco Federal. não incide ICMS no simples deslocamento de mercadoria de um para outro estabelecimento da mesma pessoa jurídica. da Constituição Federal. Após a cisão. consultou-o para saber se a noticiada exigência era devida e qual a medida judicial cabível no interesse da consulente. O examinando deverá sustentar que a conduta fazendária representa empecilho ao livre exercícioprofissional.. sociedade com sede na cidade de São Paulo .SP. não há incidência de IPI sobre produtos industrializados destinados ao exterior.SP.830/80 (Lei das Execuções Fiscais) conferem ao fisco arsenal jurídico suficiente para apuração e cobrança de seus créditos. que atuava no ramo de industrialização e comércio varejista de tubos de plástico. além do art. consultam-no para saber se é devido o imposto e se a operação. Os sócios da Estrela do Norte Ltda. assumindo caráter de cobrança coativa. à medida que se evitou a incidência do imposto antes da ocorrência do fato gerador. 4 . 150.SP.A. para fins de fiscalização e controle da arrecadação dos tributos federais. Caio e Tício são os únicos sócios da empresa XPTO S/A. Qual seu aconselhamento à YYY Ltda.. vem tentando obter. III. § 3º. os diretores da companhia indagam para saber se -no estão sujeitos ao recolhimento do IPI sobre essas vendas. incisos XIII e XVIII. data da sua publicação no Diário Oficial da União.

b. construiu um prédio em São Paulo-SP. a qual deverá ser endereçada a uma das Varas da Fazenda Pública da Comarca da Capital. que o ato judicial foi publicado na imprensa oficial há 7 dias. QUESTÃO: Como advogado da empresa. como seria de rigor nos termos do art.032/95. parágrafo único. O examinando deverá interpor recurso de apelação. que se encontrava no estoque da fábrica. Suponha. visando afastar o impacto tributário antes da ocorrência do fato gerador.. Tenha. Logo. portanto. o Juiz da 1a Vara Federal de São Bernardo do Campo ± SP. 2 . que passou a se dedicar exclusivamente à atividade de industrialização. o examinando deverá propor ação anulatória de débito fiscal. Preocupado com o custo tributário da operação. tratando-se de planejamento fiscal legítimo. não ocorreu o fato gerador do ICMS. sócio da empresa RLBO Comércio de Parafusos Ltda. os sócios decidiram transferir para os estabelec imentos comerciais toda a produção excedente de tubos. para tanto. com a redação dada pela Lei nº 9. . negou o direito à repetição do indébito sob o fundamento de que a Autora deixou de comprovar que não repassou para o preço de seus produtos o custo da contribuição previdenciária recolhida indevidamente. com exclusão daquele do local da sede. 21. acione o instrumento processual conveniente à tutela dos interesses de seu constituinte. comportem a transferência do encargo econômico ao consumidor. Antes da data da operação. ajuizou ação de rito ordinário contra o Instituto Nacional da Seguridade Social ± INSS. está exigindo o imposto em razão do mesmo fato gerador. Alternativamente. Dec. Tício permaneceu à frente da XPTO.A Construtora ABC Ltda. §2º. o ente tributante competente para efetuar a cobrança do imposto sobre serviços de construção civil é o Município do local da obra. o recolhimento está correto. instituída pela Lei no 8. pela sua própria natureza. o que não é o caso da contribuição previdenciária.212/91. 36. tendo em vista o disposto no art. ra mediante a integralização de aumento de capital social no mesmo valor. 156. a RLBO LTDA. que recolheu durante o exercício de 1996. a medida adotada não tem cunho fraudulento. sob o argumento de ser a transferência fraudulenta. com pedido de antecipação de tutela. Analisando a questão. a fiscalização estadual lavrou auto de infração e imposição de multa contra a XPTO S/A. ou seja. embora tenha havido a circulação física dos bens. 89. Neste caso não há incidência do imposto na transferência dos tubos.cisão da companhia. 166 do Código Tributário Nacional. tributos que. porque. não houve circulação jurídica (transferência de propriedade) e. onde se situa a sede da empresa. Além disso. segundo o qual a prova da assunção do encargo econômico da exação somente é de rigor na repetição de tributos indiretos. sustentando que a matéria está regulada no art. para tanto.Caio. Não há incidência do imposto. Todavia. O objeto da ação consiste ainda na repetição dos valores indevidamente recolhidos naquele período. Antes da cisão todos os estabelecimentos pertenciam ao mesmo titular (XPTO). tendo solvido o imposto sobre serviços relativo ao faturamento desta obra perante o Fisco da Capital. visando ao reconhecimento da ilegitimidade da cobrança da contribuição previdenciária incidente sobre remuneração de autônomos e administradores. Com base nesses argumentos. embora tenha reconhecido a inconstitucionalidade da exação. 406/68. pretende transferir seu imóvel pa a sociedade. utilize o meio judicial pertinente a afastar a cobrança do ICMS no caso concreto e assegurar à Autora o acesso desde logo a certidões de regularidade fiscal. que lhe impõe semelhante mister. Deduza sua orientação. I da Constituição Federal. que todos os estabelecimentos das empresas localizam-se no Município de São Paulo. A empresa deverá efetuar novo recolhimento de ISS? O recolhimento efetuado para o Município de São Paulo é suficiente? De acordo com o art.212/91. com a versão dos ativos relacionados à atividade de comercialização para outra empresa controlada por Caio. QUESTÃO: Como advogado da Autora. I do Código Tributário Nacional e art. o Município de São Bernardo do Campo -SP. A empresa ABC LTDA. Caio o questiona se deverá efetuar o recolhimento do Imposto de Transmissão de Bens Imóveis. pelo não recolhimento do ICMS na transferência daquelas mercadorias. Questões Práticas 1 . da Lei nº 8. poderá ser impetrado mandado de segurança com pedido de liminar. Em 01 de janeiro de 2001.

3 - A empresa ABC Ltda., dedicada ao ramo de fabricação e comercialização de calçados, vendeu um de seus estabelecimentos voltados ao comércio varejista para a sociedade RLBO Ltda. A ABC Ltda. continuou exercendo a atividade de fabricação de calçados, mantendo ainda outros estabelecimentos dirigidos ao comércio. A empresa RLBO Ltda., por sua vez, foi recentemente surpreendida com a citação para os termos de execução fiscal ajuizada pela Fazenda do Estado de São Paulo exclusivamente contra ela, objetivando a cobrança de débitos de ICMS, correspondentes ao estabelecimento por ela adquirido da empresa ABC, relativos a pe ríodo anterior à aquisição. Um dos diretores da RLBO perquire se deve desde logo efetuar o pagamento tendo em vista que é responsável, por , sucessão, pelos débitos gerados naquele estabelecimento, ou se há defesa possível na execução. Oferecer e justificar seu aconselhamento. A responsabilidade por sucessão neste caso é apenas subsidiária, tendo em vista que o alienante continuou a exploração do mesmo ramo do estabelecimento negociado. Vale dizer, a Fazenda Estadual, antes de demandar a RLBO, deveria ter executado a ABC Ltda. Dessa forma, a RLBO deverá oferecer bens à penhora, para em seguida, apresentarembargos à execução, em que deverá sustentar a responsabilidade da empresa alienante , nos termos do art. 133, II, do Código Tributário Nacional. 4 - Uma determinada empresa impetra mandado de segurança e obtém a concessão de medida liminar em conformidade com o pedido formulado. Durante o período de vigência da liminar, a referida empresa é fiscalizada por autoridade competente, que constata não estarem sendo cumpridas as obrigações acessórias atinentes à obrigação principal objeto da citada liminar. Assim, decide a autoridade autuar a empresa por descumprimento das obrigações acessórias. Comentar a situação. A autuação é procedente em virtude do parágrafo único do artigo 151 do CTN. A suspensão da exigibilidade do crédito tributário não dispensa o cumprimento das obrigações acessórias dependentes da obrigação principal cujo crédito esteja suspenso. No mês de abril de 1999, a sociedade Trás -os-Montes Participações Ltda. recolheu, com atraso, a Contribuição para Financiamento da Seguridade Social ± COFINS, do mês de competência março, do mesmo ano. O recolhimento extemporâneo foi efetuado com o acréscimo de multa e juros moratórios e a quantia devida foi corretamente informada à Secretaria da Receita Federal, por meio da declaração apropriada (DCTF). Contudo, em dezembro de 2000, a Receita Federal, revendo suas bases de dados, lavrou auto de infração contra a "Trás -os-Montes Participações Ltda.", no qual reconhecia a exatidão do crédito tributário declarado, bem como a regularidade do pagamento efetuado porém impôs à , contribuinte a multa de 75% prevista na Lei nº 9.430/96, relativa ao lançamento de ofício. Como a sociedade não apresentou impugnação administrativa, o crédito foi inscrito na dívida ativa e a União Federal moveu execução fiscal para cobrá-lo. QUESTÃO: Na qualidade de advogado da Trás-os-Montes Participações Ltda., aja em favor dos interesses da cliente. Considere que a empresa foi intimada da penhora realizada sobre bens de sua propriedade há 20 (vinte) dias e que o processo tramita perante a 15a Vara de Execuções Fiscais Federais da Seção Judiciária de São Paulo. Interposição de embargos à execução, com base nos arts. 16 e segs. da Lei nº 6.830/80. No mérito, deverá o candidato sustentar que a COFINS é tributo sujeito ao lançamento por homologação (art. 150 do Código Tributário Nacional) e que o lançamento de ofício apenas ocorreria se a autoridade administrativa verificasse a inexatidão da declaração do contribuinte, com valores a serem complementados. Por isso, não ocorreu a hipótese do ar 44, I, da Lei nº 9.430/96, que t. trata da multa imposta. A sociedade Mirassol Agroindustrial S.A. vendeu, em março de 1998, um imóvel integrante de seu ativo imobilizado, pelo valor de R$ 100.000,00 (cem mil reais). Esse imóvel estava registrado na contabilidade da sociedade pelo mesmo valor de R$ 100.000,00, que correspondia ao preço de sua aquisição pela sociedade. No mesmo ano -base de 1998, a empresa contabilizou um prejuízo fiscal de R$ 70.000,00 e, portanto, não pagou Imposto de Renda (IRPJ). Contudo, a fiscalização federal, revendo os livros contábeis, verificou que o valor da venda não foi lançado como receita e autuou a sociedade pelo valor correspondente, adicionando este ao resultado e cobrando o IRPJ no montante de R$ 4.500,00

(quatro mil e quinhentos reais), equivalente ao lucro líquido de R$ 30.000,00 (trinta mil reais). A sociedade não se defendeu do auto de infração e o crédito foi inscrito na dívida ativa, com a subseqüente propositura de execução fiscal. QUESTÃO: Na qualidade de advogado da empresa, atue em seu benefício. Considere que a constituinte tem sede na cidade de São José do Rio Pardo e que foi intimada da penhora de seus bens há 10 (dez) dias. Oposição de embargos à execução, com base nos arts. 16 e segs. da Lei nº 6.830/80. No méri o candidato deverá to, sustentar que a venda de bens do ativo fixo não constitui receita tributável, porque não implicou variação patrimonial para a sociedade (lucro), conforme compreendido no conceito de renda do art. 153, III, da Constituição Federal e d art. 43 do o Código Tributário Nacional. A ação deverá ser proposta perante o anexo fiscal da Comarca de São José do Rio Pardo (juízo estadual), por onde deve tramitar a execução. A Beija-Flor Revestimentos Ltda., com sede em São Paulo, é empresa que se de dica à comercialização de papéis de parede. Seus sócios pretendem aumentar o capital da sociedade, atualmente de R$ 100.000,00 (cem mil reais), para R$ 300.000,00 (trezentos mil reais), mediante a conferência de imóvel, avaliado pelo diferencial de R$ 200. 00,00 (duzentos 0 mil reais). Contudo, para realizar a transferência da propriedade do bem, exige -se a comprovação do recolhimento do Imposto sobre Transmissão de Bens Imóveis ± ITBI, conforme circular do Diretor do Departamento de Rendas Mobiliárias da Secretaria das Finanças do Município de São Paulo, que exige o pagamento do tributo na hipótese. A alteração contratual correspondente já foi arquivada pela JUCESP, restando apenas a integralização do aumento de capital. QUESTÃO: Na qualidade de advogado da Beija-Flor Revestimentos Ltda., acione o meio judicial adequado à solução do impasse. Mandado de segurança contra ato do Diretor do Departamento de Rendas Mobiliárias, endereçado a uma das Varas da Fazenda Pública da comarca de São Paulo, com pedido de limi ar, visando à dispensa do recolhimento do ITBI na n hipótese. Opcionalmente, poderá o candidato propor ação declaratória com tutela antecipada, formulando pedido similar. No mérito, deverá a ação basear-se no disposto no art. 156, § 2º, I, da Constituição Federal, que estabelece a nãoincidência do ITBI na hipótese, já que a sociedade não tem por objeto a compra e venda ou locação de bens imóveis, nem o arrendamento mercantil. QUESTÕES PRÁTICAS 1 - No momento da elaboração da folha de pagamento do mês de jan eiro de 2002, a ser paga em fevereiro, seu cliente, empregador, tem dúvidas a respeito da tabela a ser usada na retenção do Imposto de Renda dos empregados. Em 08.01.2002, foi publicada a Medida Provisória no 22, que corrigiu as faixas salariais de retençã resultando em redução o, do imposto devido. Ocorre que, no entender de seu cliente, as normas relativas a impostos apenas se aplicam no exercício fiscal seguinte ao de sua edição, com o agravante de que, em se tratando de Medida Provisória, a aplicação se dá no exercício fiscal seguinte ao de sua conversão em lei. A MP 22 ainda não foi convertida em lei. Deverá seu constituinte usar a tabela instituída pela MP 22 ou a antiga? Opine e explique. O princípio da anterioridade, previsto nos arts. 150, III, b, e 62, § 2º, da Constituição Federal, apenas se aplica a casos de instituição ou majoração de tributos. Como a nova tabela resulta em redução de tributo devido, pode ser aplicada imediatamente. 2 - Determinada sociedade de economia mista, instituída pelo Município de Cotia para a comercialização de alimentos, indaga-o a respeito da necessidade de oferecer à tributação o lucro auferido em sua atividade, por entender que é vedado à União Federal cobrar impostos sobre as rendas municipais. Formule e motive seu parecer. A imunidade recíproca conferida aos entes federativos aplica-se apenas às fundações e autarquias por eles mantidos, por força do art. 150, § 2º, da Constituição Federal. Além disso, às sociedades de economia mista que exercem atividade econômica aplica-se o regime tributário das pessoas jurídicas de direito privado (CF, art. 173, § 1º, II, e § 2º).

3 ± A aplicação de sanção tributária deve respeitar os princípios da legalidade, irretroatividade, vedação do confisco, capacidade contributiva, tipicidade, segurança jurídica e anterioridade? Deduza sua resposta, justificando sobre todos -a os princípios enumerados. A sanção tributária deve respeitar o direito de propriedade do contribuinte, não sendo lícito a tomada de seus bens (seu papel equivale a figura do não ± confisco tributário). Ainda é de ser verificado o princípio da tipicidade nas normas sancionadoras, pois, o enquadramento do ilícito, exige a concretização de fatos descritos em lei, excluindo a figura da -se presunção. Por outro lado, pela nítida distinção entre tributo e sanção tributária, entendemos que as normas sancionadoras tributárias não estão sujeitas aos princípios da anterioridade, não ± confisco, capacidade contributiva, pois estes são princípios atinentes à instituição, regulamentação e forma de cobrança dos tributos, nada acrescendo à figura das sanções tributárias. O princípio da segurança jurídica atinge as normas sancionadoras, assim como todas as demais normas jurídicas do ordenamento, e o princípio da irretroatividade das leis, vê-se aplicado também pelas normas sancionadoras, por ordem do Sistema Constitucional, com exceção das questões de interpretação da lei mais favorável ao infrator (retroatividade da lei benéfica). 4 - A "substituição tributária " prevista no artigo 128 do Código Tributário Nacional implica solidariedade entre substituto e substituído? Desenvolva sinteticamente o tema. A substituição tributária é um tipo de responsabilidade tributária, em que o dever de reter o tributo é atribuído a terceira pessoa, relacionada indiretamente com o fato jurídico tributário. O substituto tributário faz às vezes do contribuinte quando do pagamento do tributo, sendo responsável exclusivo pelo referido encargo. Na substituição tributária não existe solidariedade, pois a solidariedade expressa relação entre pessoas que compõe conjuntamente o pólo passivo da obrigação tributária, o que não acontece com relação ao substituto tributário. O dever de pagar o tributo é atribuído por lei ao responsável, de forma exclusiva. O substituto não recebe o papel do verdadeiro contribuinte, apenas compõe o pólo passivo indireto da relação jurídica tributária. Caio adquiriu de Túlio um imóvel, localizado no Município de São Paulo. Para tanto, celebrou contrato de compromisso de compra e venda, em caráter irrevogável e irretratável, por meio do qual se comprometeu a pagar o preço de R$ 100.000,00 (cem mil reais) em 10 prestações mensais, iguais e sucessivas de R$ 10.000,00 (dez mil reais), após o que seria outorgada a escritura definitiva de compra e venda. Era interesse de Caio registrar, no Cartório de Registro de Imóveis competente, o contrato de compromisso de compra e venda. Contudo, ao apresentar o contrato para registro, na última semana, Caio foi surpreendido com a exigência do pagamento do Impo sobre Transmissão de Bens Imóveis sto (ITBI) à alíquota de 2% (dois por cento) sobre o valor da transação, com respaldo em lei municipal a exigi-lo desde logo, no caso de compromissos irretratáveis e irrevogáveis. QUESTÃO: Como advogado de Caio, proponha a medida judicial conveniente aos interesses do cliente. O candidato deverá impetrar mandado de segurança, com pedido de liminar, contra ato do Diretor do Departamento de Rendas Imobiliárias da Secretaria das Finanças do Município de São Paulo, visando a dispensa do pagamento do ITBI. A ação poderá ser dirigida contra outra autoridade, desde que o candidato demonstre saber ser a coatora, aquela que tem a competência legal de exigir o tributo (o que não é o caso de nenhum servidor do Cartório de Registro de Imóveis). No mérito, o candidato deverá sustentar que o registro do compromisso de compra e venda não opera, por si só, a transferência de direito real, de modo a afastar a hipótese de incidência do ITBI. A transferência da propriedade apenas se daria no momento do registro da escritura definitva. Para tanto, deverá invocar os dispositivos concernentes à hipótese de incidência (art. 156, II, da Constituição Federal e art. 35 do Código Tributário Nacional), bem como o art. 110 do Código Tributário Nacional, que proíbe à lei tributária alterar conceitos de direito privado. O pedido de liminar deve ser justificado. Alternativamente, o candidato poderá interpor ação declaratória contra o Município de São Paulo para o reconhecimento da não-incidência do ITBI, pelos mesmos fundamentos. Nesse caso, deverá requerer tutela antecipada, devidamente justificada, que permita o registro do compromisso independente do pagamento do tributo questionado.

deverá o candidato pedir a exclusão de João do polo passivo da relação jurídico processual sob o fundamento de não ser sócio gerente (art. art. sob alguns possíveis argumentos: (a) a utilização da TR como indexador foi declarada inconstitucional pelo Supremo Tribunal Federal (ADIN 493-0). Oposição de embargos do executado João àquela execução fiscal. moveu. que os embargos tramitam perante a 25ª Vara Federal da Subseção Judiciária de São Paulo. sede da sociedade e domicílio de João. A Creche é entidade de assistência s ocial. QUESTÃO: Como constituído da Massas Presidente Ltda. visando obter recursos para sua manutenção. Considere ainda a jurisprudência e doutrina favoráveis à interpretação ampla das regras de imunidade. A Creche Bom Jesus de Pirapora. visando à cobrança da quantia de R$ 50. Determinado Município. 16 da lei nº 6. Esse critério. (b) existe critério legal expresso de atualização e cômputo dos juros (SELIC ± Lei nº 9. entidade filantrópica. O oficial de justiça. Considere que a execução fiscal corre perante o Anexo Fiscal da comarca de Itu. § 4º). aja em seu favor. Pelo contrato social. na falta de critério expresso constante do título executivo.A sociedade Massas Presidente Ltda. sem fins lucrativos (entidade filantrópica). pois este evadiu-se para evitar a citação. do Anexo Fiscal da comarca de Itu. O Estado exige-lhe o recolhimento do ICMS em razão do exercício de tal atividade.00 (ci qüenta mil reais) a título de Imposto sobre n Produtos Industrializados ± IPI. Rubens. João nunca soubera da existência dessa dívida. institui Imposto Predial e Territorial Urbano ± IPTU progressivo no tempo. para tanto. resolve vender à população local produtos por ela manipulados. 2.000. para imóveis não edificados. (c) desacordo com a jurisprudência dominante a respeito do tema. A sentença foi publicada no Diário Oficial há 10 (dez) dias. Transitada em julgado a sentença de procedência da ação. No mérito. que foi embargada pela parte contrária. nos termos do art. contra a União Federal. endereçado à 25ª Vara Federal de São Paulo.. No mérito.830/80) dirigidos ao Juízo competente. QUESTÕES PRÁTICAS 1. dando cumprimento ao mandado. QUESTÃO: Na qualidade de advogado exclusivo de João. O recurso não está sujeito ao pagamento de custas.. a gerência incumbe exclusivamente a Rubens. 165 do CTN) e impugnar o índice de atualização monetária acolhido pela sentença recorrida (TR). localizados no seu perímetro urbano. João foi surpreendido pelo recebimento de um mandado de citação. 39. . a ser calculado sobre o montante das operações. dando conta da propositura de execução fiscal movida contra a sociedade e ambos os seus sócios. que não possui Plano Diretor nem lei específica que regulamente a utilização da propriedade urbana. confiada ao sócio. iniciou a execução. no entender de seu cliente. III. (art. 150. com fundamento nos arts. "c" da C. nem se configurando qualquer causa de responsabilidade tributária. não obteve êxito. atue em prol de seu cliente. Ofereça parecer sobre a questão. Observe. do Código Tributário Nacional) e por não responder por obrigações da empresa decorrentes de atos que não p raticou ou de omissões a ele imputáveis. arrolando sua razões. não é satisfatório porque não representa a atualização do poder aquisitivo da moeda. intimação e penhora. estando portanto imune de impostos. o candidato deverá sustentar o direito à recomposição integral dos valores recolhidos a maior (art. intimando-o desse fato há 15 (quinze) dias. citou João e penhorou-lhe bens no valor suficiente para a garantia da dívida. João é sócio da sociedade Alpha Remédios Ltda. desprovida de qualquer interesse lucrativo. sob alegação de excesso nos cálculo de atualização s monetária apresentados. É lícita a instituição desse tributo? Responda e justifique. nunca se interessou pela administração da sociedade. Ademais a receita da venda dos produtos por ela manipulados é destinada à consecução de sua finalidade social. Sobreveio sentença de procedência dos embargos acolhendo os argumentos da União Federal no sentido de que. 135. O candidato deverá formular recurso de apelação. Ao procurar Rubens. o crédito exeqüendo deverá ser corrigido monetariamente pela variação da Taxa Referencial ± TR. 513 e seguintes do Código de Processo Civil.250/95.Federal. ação de repetição de indébito de contribuições ao PIS pagas a maior no período de janeiro a dezembro de 1997. VI. sem o acréscimo de juros moratórios. Apesar de possuir proporção significativa do capital. nem tem idéia da sua origem. detendo 50% (cinqüenta por cento) do capital da empresa.

da Constituição Federal. Certo Município exige dos proprietários de imóveis urbanos localizados em seu território o pagamento de Taxa de Limpeza e Conservação. com base no art. invocando o art. para impedir a exigência de multa por lançamento de ofício. 3. quitou os tributos exigíveis (PIS. do Código Tributário Nacional.00 (duzentos mil reais). Em 20 a Câmara Municipal 01. por sua vez. com base no art. seu cliente. denunciou espontaneamente o débito. a possibilidade de exigência de multa moratória). aprovou lei que alterou o perímetro urbano do Município. sendo ambos os tributos objeto da mesma notificação e do mesmo boleto de pagamento. quando na verdade ela foi de R$ 200. mas facultando à autoridade fiscal exigir multa simplesmente moratória. Seu cliente. como a tendência é que gere prejuízos neste ano e nos próximos. dirigido à 25ª Vara Federal de São Paulo. A declaração a menor deveu-se ao fato de que a sociedade não tinha recursos em caixa para pagar os tributos correspondentes Em julho de . Contudo. passando a incluir o imóvel de João. I. Nenhum agente arrecada -dor. não poderá compensar com IRPJ vincendo. descobriu que pagou Imposto de Renda (IRPJ) a maior nos anos de 1999 e 2000. 164. Considere. gostaria de compensar os créditos apurados com débitos tributários vincendos.00 (mil reais). pois a taxa é lançada conjuntamente com o IPTU. tem um problema prático. acrescidos de juros moratórios. imóvel então situado na zona rural do Município de Serra Negra. declarou à Secretaria da Receita Federal ter auferido. receita de R$ 100. O crédito apurado poderá ser compensado. QUESTÃO: Aja na qualidade de advogado de João. que o processo tramita perante a 25 a Vara Federal da Subseção Judiciária de São Paulo e que a intimação da sentença foi recebida há 10 (dez) dias. A sentença concedeu a segurança em parte. sob sua responsabilidade.. 4. sujeito passivo dessa taxa. 513 e seguintes do Código de Processo Civil. com os req uisitos dos arts. 182. Para não se sujeitar à demora da repetição de indébito. COFINS. deseja questioná judicialmente. QUESTÃO: Na qualidade de advogado da Pirandello S. A. No mérito. ambas vedadas na hipótese de denúncia espontânea. da hipótese da subordinação do pagamento de um tributo (IPTU) à quitação de outro (Taxa de Limpeza e Conservação). o que viabiliza a consignação judicial do IPTU nos termos do art. que é limitada a tributos da mesma espécie. 138 do Código Tributário Nacional e desenvolvendo sua interpretação. Qual o meio cabível para solver o IPTU. Contudo. a área manteve características típicas de zona rural. atue em seu favor. 74 da Lei nº 9.. A. saneamento básico ou calçamento. Após auditoria interna.430/96. iluminação pública.e. que não autoriza a distinção entre multas simplesmente moratórias e punitivas. em 1980. na verdade. mediante requerimento dirigido à Receita Federal. não pode ser objeto de depósito judicial para fins de suspender a sua exigib ilidade. Porém. a instituição do IPTU progressivo no tempo depende do descumprimento da função social da propriedade urbana.000. . no valor de R$ 1. e impetrou mandado de segurança com o objetivo de afastar a cobrança de multa. João adquiriu. João recebeu notificação de lançamento do IPTU relativo ao exercício de 2002.00 (cem mil reais).383/91. em setembro de 1999.000. já com capital de giro suficiente. com vencimento para daqui a 2 (duas) semanas. Como o IPTU não é questionado. Alternativamente ação visando o reconhecimento da inconstitucionalidade da taxa e pedido cautelar (medida liminar ou tutela antecipada) para possibilitar o pagamento do IPTU devido.000. deverá o recurso se voltar contra a parte que foi desfavorável à empresa (i. para tanto. pois entende ser ela -la inconstitucional. É possível que esse crédito seja compensado com tributos de outras espécies. IRPJ e CSLL). A sociedade Pirandello S. Não é possível a compensação sponte propria.Não. 2000. Trata-se. pois de acordo com o art. enquanto questiona judicialmente a Taxa de Limpeza e Conservação? Explicite e fundamente. está autorizado a receber parcialmente os tributos lançados. § 4º. conforme diretrizes estabelecidas pelo Plano Diretor e por lei específica para a área em que localizado o imóvel. Interposição de recurso de apelação. tais como PIS e COFINS? Dê seu parecer e motive. 66 da Lei nº 8. sem apresentar qualquer espécie de equipamento urbano. tal como água encanada. Recentemente. pessoa jurídica.

perante algum dos Juízos de Direito daquela Comarca.12345-6. Determinada Prefeitura concedeu. Agora. II do CTN. às empresas localizadas em certa área. mas apenas comunicou a Prefeitura a respeito. inciso LXIX. Não é recomendada a impetração de mandado de segurança. assim. que dispõe sobre as isenções condicionadas e concedidas a prazo certo. desde que contratassem menores aprendizes oferecidos pelo serviço social municipal. construiu ali um galpão. venda de peças e serviços. VIII. alegação da existência de depósitos judiciais art.533/51. ser exigida a referida exação. perante a Justiça Federal da Secção Judiciária de São Paulo / SP. cuja sentença transitada em julgado há mais de um mês. inciso XXXIV. dedicada ao comércio de veículos novos e usados. procedimento não realizado em razão da omissão da União Federal. isenção do Imposto Predial e Territorial Urbano ± IPTU. solicitando as medidas judiciais cabíveis.00. artigo 5º. Impetração de MANDADO DE SEGURANÇA COM PEDIDO DE LIMINAR. bem como cópia de todos os depósitos realizados naqueles autos. com fundamento nos artigos 5º. referem-se ao processo n o 000. uma vez que as pendências existentes em relação à contribuição ao PIS dos períodos de 07/91 a 11/91 e 03/93 a 07/93. Seu cliente é proprietário de imóvel urbano localizado no Município de São Bernardo do Campo. pedido negado pela Delegacia da Receita Federal em São Paulo/SP. A empresa Dragster Motors Ltda.. visando à anulação do ato de lançamento fiscal. FUNDAMENTOS DE DIREITO e PEDIDO: artigo 151. 38 da Lei nº 6. o que não é compatível com esse remédio judicial. No mérito. contra ato manifestamente ilegal e coator do Sr. Sim. Relata a empresa que a certidão foi negada sob alegação de que existem débitos pendentes. ALEGAÇÕES INDISPENSÁVEIS: pedido de liminar. § 1º. necessidade de certi ão d positiva com efeitos de negativa para licitação. perecimento de direito (licitação) QUESTÕES PRÁTICAS 1. revendo o lançamento anteriormente efetuado. Passados dois anos. II CTN. poderá ser questionada com fundamento no art. Poderá o candidato requerer a suspensão da exigibilidade do crédito tributário. Sim. mediante o depósito do valor correspondente. cc artigo 151 inciso II do CTN). tendo em vista que a comprovação dos fatos alegados dependerá de vistoria pericial. alínea "b" da CF/88 e artigo 206 do CTN. da Constituição Federal e disposições constantes da Lei nº 1. a fim de habilitar-se e participar de licitações públicas. poderá ser questionada? Motive seu posicionamento. cujo prazo para habilitar-se e participar da licitação pública encerrar-se-á amanhã. (art. a construção do galpão.00. . 178 do Código Tributário Nacional. (suspensão de exigibilidade). em 2001. que permite a revisão de lançamento para apreciação de fato não conhecido ou não provado por ocasião do lançamento anterior. Entende a empresa que a recusa é injustificada. -lo recebeu notificação de lançamento do IPTU de 2000. Delegado da Receita Federal em São Paulo / SP. a teor do art. qual seja. do Código Tributário Nacional. revogando a isenção. pelo prazo de 5 (cinco) anos. 32. opere no sentido de afastar o óbice à licitação cujo prazo de vencimento é iminente. por meio da qual a Prefeitura Municipal.João deverá propor ação ordinária contra o Município de Serra Negra. a Prefeitura se arrependeu do benefício e encaminhou à Câmara Municipal lei revogando a isenção. 151. Em 1999. exige a diferença correspondente à área construída do galpão. pretende a emissão de Certidão Positiva de Débitos com efeitos negativos. Pode a Prefeitura tomar essa atitude? Responda justificando adequadamente. não podendo. do Código Tributário Nacional.830/80. comprovando a existência dos autos da ação ordinára i n o 000. deverá sustentar que a cobrança do IPTU não atende os requisitos do art. prova pré-constituída "fumus boni iuris" e "periculum in mora". 149. QUESTÃO: Como advogado da empresa Dragster. aguarda conversão em renda da União de depósitos existentes. pois é necessária a presença dos melhoramentos urbanos ali descritos. A empresa procurao(a). Se essa lei for aprovada. distribuído e processado na 14 a Vara Cível Federal. alegações que configurem o bloqueio das atividades comerciais. embora devesse fazê de imediato. 2.12345-6. fornecendo a certidão de objeto e pé da 14 a Vara Cível Federal.

foi intimada da penhora de bens de sua propriedade.00 (dez mil reais). As relações jurídicas sancionadoras. Assim. fundamentando -o.830/80.000. CF ia e art. seus únicos herdeiros. logo que concretizado o evento previsto no antecedente da norma de incidência. no valor de R$ 50. Há 15 (quinze) dias. alternativamente. tendo em vista que as primeiras decorrem de fatos lícitos e. Processado o inventário. requereu a inclusão. Findo o prazo de locação. da Manolo e Irmãos Ltda. a propositura de ação anulatória de débito tributário. Jonas e Sofonias. Para o custeio. as segundas. nos termos do Código Tributário Nacional. O fato gerador da taxa é o serviço público específico e divisível ou o exercício regular do poder de políc (art. corresponde a R$ 10. 3º do CTN). II. cada um dos herdeiros recebeu bens no valor equivalente a R$ 10. denominada "O Bebê Feliz". do Código Tributário Nacional. CTN). transitada em julgado. em Vara da Subseção Judiciária de Santo André.000. atuava no ramo de comércio varejista de roupas infantis. Trata-se de prestação de serviço de vigilância à comunidade em geral. poderá integrar o conceito de obrigação tributária? São relações jurídico -tributárias ou não? Justifique e fundamente sua resposta.00. constatando o fato. As relações sancionatórias não cabem no conceito de obrigação tributária.. Impetração de Mandado de Segurança perante o Juízo Federal.00 (cem mil reais). II.000. não é legítima a instituiçã da o referida taxa. atue na defesa de seus interesses. As relações jurídicas tributárias sancionatórias não integram o conceito de obrigação tributária.000. corria contra a Magnólia Comercial Ltda. excluindo de seu campo os atos ilícitos (art. com observância dos requisitos do art. Jonas recebeu notificação cobrando débito tributário de responsabilidade do de cujus. de atos ilícitos. nos termos do art. É legítima essa cobrança? Justifique. No o mérito. QUESTÃO: Na qualidade de advogado de Jonas. O Exeqüente. aí entendida a própria inscrição na dívida ativa. a Manolo e Irmãos Ltda. o estabelecimento comercial foi fechado e ali instalou-se estabelecimento de venda de lustres e abajures. mantendo loja na cidade de São Paulo. No mérito. QUESTÃO: Na qualidade de advogado da Manolo e Irmãos Ltda. Por isso. Recentemente. já que o conceito de tributo somente comporta fatos lícitos. que se encontram nas ruas cobertas pela ronda policial. já em nome de Jonas. Admissível. instituiu a "taxa de vigilância " a ser cobrada de todos os estabelecim entos comerciais. 282 do Código de Processo Civil e na forma d artigo 16 da lei nº 6. mantido por Manolo e Irmãos Ltda.3. 131. conforme sentença hom ologatória de partilha amigável.. a cobrança integral do débito contraria a lei. meses de junho a setembro de 1999. execução fiscal para cobrança do ICMS relativo aos . proceda em seu favor. 145. sem a necessária especificidade com relação aos obrigados. As obrigações tributárias têm por objeto a imputação de direitos e deveres correspondentes aos sujeitos de uma rela ção jurídica tributária. A . o que foi deferido pelo Juízo. de impor ao impetrante sanções decorrentes do não pagamento.00. 4. Não se cuida no caso de exercício de poder de polícia. no caso de Jonas. deverá o candidato sustentar que não responde pelo tributo. o candidato deverá sustentar que a responsabilidade do sucessor limita-se ao montante de seu quinhão hereditário. dos últimos cinco anos. A sociedade Magnólia Comercial Ltda. e está prestes a ser inscrito na dívida ativa da União. requerendo liminar fundamentada. Esse débito diz respeito ao Imposto de Renda (URPF) de responsabilidade de Pompônio. Verifica-se que inexiste possibilidade para inclusão das relações sancionatórias no conceito de "obrigação tributária". O objeto das relações tributárias decorre de fato lícito. o que. Porém. no valor total de R$ 100. instaladas pelo descumprimento de obrigação tributária ou de relação jurídica de deveres instrumentais. com pedido de antecipação de tutela. na qualidade de responsável tributário em virtude da aquisição de estabelecimento comercial. industriais e prestadores de serviço. e ainda. tendo como autoridade coatora o Delegado da Receita Federal da mesma localidade. a Prefeitura de Nova Vista criou uma guarda municipal para vigilância das ruas e praças da cidade. O pedido deverá incluir a determinação à autoridade coatora para que se abstenha de praticar atos tendentes à cobrança. Constatando que o número de furtos e roubos em estabelecimentos comerciais aumentara muito. denominado "Lustres do Manolo". dirigidos ao Juízo de Direito das Execuções Fiscais Estaduais de São Paulo. no pólo passivo da execução fiscal. Pompônio faleceu e deixou dois filhos. 77. Considere que Jonas mora em Santo André. Oposição de embargos à execução fiscal.

Na data da conferência. bem como das disposições do artigo 144 do Código Tributário Nacional. Qual sua posição? Responda e fundamente. para regularizar a situação. a 5% (cinco por cento) para outros cujo valor supere o montante de R$ 150. por meio da Lei n o 4455/01. não prevê qualquer espécie de progressividade. publicada em 20.10.00. a Constituição Federal. nos termos do seu art.C. uma vez que esta legislação lhe era mais benéfica. O(a) candidato(a) deverá impetrar mandado de segurança com pedido liminar. QUESTÕES PRÁTICAS 1. de 01. ingressar com ação declaratória de inexistência de relação jurídica. antes que a fiscalização identificasse a irregularidade e lhe aplicasse penalidade onerosa. explorando. os estabelecimentos mantidos por ambas as sociedades são nitidamente distintos. objetivando a consumação da doação do referido imóvel ao filho. de 66 anos.11. A Empresa. inconformado com a disparidade de alíquotas sobre o fato gerador. razão pela qual é responsável pelo pagamento do tributo integral que. A segurança deverá ser impetrada perante Vara da Fazenda Pública em São Paulo. a Manolo e Irmãos Ltda. cobrando 100% do valor do IPTU de Maria. o Município de Várzea Nobre procedeu ao lançamento tributário. o contribuinte consultou-o(a) para saber se poderia utilizar a alíquota de ICMS de 16% para recolher o tributo. estranhou a cobrança e procurou (a) para saber se -o estava obrigada ao pagamento integral do IPTU. todavia. Este é o entendimento do Supremo Tribunal Federal (STF) ao julgar inconstitucional a progressividade das alíquotas do IPTU antes da Emenda Constitucional nº 29/00. deverá recolher o imposto calculado pela alíquota de 17%. é coproprietário de 1% de bem imóvel no referido Município.12. respectiva mente.12. uma vez que deve ser aplicada a lei vigente na data da ocorrência do fato gerador.12.000. que fixava a alíquota do imposto em 16%. não poderá ser de .000. 5%. além de não ter havido cessão do estabelecimento (não havia relação entre o titular atual e o anterior). concedendo isenção do IPTU para todos os proprietários de imóveis localizados em seu território. No caso concreto. vigorava a Lei n o 10. João e Carlos que detêm. sendo autoridade coatora o Delegado Regional Tributário em São Paulo. 133 desse Estatuto limita-se aos casos de alienação de fundo de comércio ou estabelecimento comercial. ocasião em que vigia a Lei n o 8. todavia.01. uma vez que.. A Empresa de Metais Nordeste Ltda.489.responsabilidade prevista no art.99. a Empresa constatou a falta de recolhimento do ICMS relativo àquela operação.777. Antônio da Silva. Como advogado (a). e também a progressividade do ITBI. sobre quaisquer bens e direitos (ITCMED). o procurou para saber da legitimidade ou não de tal cobrança. O Estado de São Paulo. QUESTÃO: Como advogado(a) de Ricardo Altruísta.00 (duzentos mil reais).000. juntamente com Maria. de 10. alternativamente.00.97. por ocasião de conferência dos procedimentos adotados. Em 21. Desejoso de regularizar a situação. outro ramo de atividade. 90% e 4% da referida propriedade. Como Maria só detinha 5% de participação na propriedade do imóvel. Em 1998. realizou venda de mercadorias cuja saída do estabeleciment comercial ocorreu o em 01. ambos de competência municipal. 273. por ser tri uto incidente sobre valor b patrimonial do bem e não sobre a pessoa. Não se aplica. maiores de 65 anos de idade. O doador. calculando o ITCMD com alíquota de 1%. objetivando a realização da doação com o pagamento da exação pela alíquota de 1% (um por cento). ingressar com a medida ou medidas pertinentes a proteção dos interesses do cliente. neste caso.P.236. aplicando sobre os respectivos fatos geradores alíqu otas progressivas que variam de 1. uma vez que era a única que residia naquele Município. Ricardo Altruísta deseja doar ao filho Tércio imóvel de sua propriedade no valor de R$ 200. a retroatividade benéfica.0 % (um por cento) para bens no valor de até R$ 10. Poderá. 2. O Município de Várzea Nobre fez publicar a Lei n o 5. em face da estrita legalidade prevista na Constituição Federal. realizando-se o princípio da capacidade contributiva proporcionalmente ao valor do imóvel. que previa a alíquota de 17% para o ICMS. instituiu a cobrança do Imposto Sobre Transmissão causa mortis e doação.02. no caso. com fulcro no artigo 4º do C. sendo certo de que a responsabilidade tributária solidária não comporta benefício de ordem.00. que orientação daria à sua cliente? Maria é responsável tributária por solidariedade. com pedido de tutela antecipada.

cc artigo 125. em junho do mesmo ano..01.08. inclusive em razão de ter sido o papel de sua impressão fornecido pela própria Copiadora do Mestre Ltda. Sendo norma geral de direito tributário. em 18. nessa qualidade. com fulcro no artigo 16 da Lei 6. uma vez que o recolhimento é amparado pelo artigo 138 do Código Tributário Nacional. confecciona e fabrica produtos cujo lucro é totalmente revertido para as suas finalidades sociais. argumentando que a cliente é imune àquele tributo.94. A sociedade Copiadora do Mestre Ltda.830/80. II do Código Tributário Nacional.. I. 173. além de multa. inscrita no cadastro específico do Município de São Paulo. nos termos da alínea "c". Assim. Deverá ainda. FUNDAÇÃO MISERICORDIOSA DE SÃO PAULO. recebeu encomenda excepcionalmente vultosa de c liente. Roberto de Carvalho adquiriu. entidade de assistência social sem finalidade lucrativa e como tal reconhecida. levando em conta que não constou da escritura pública a prova da quitação dos tributos. dedica-se à atividade de reprodução de documentos e. ingresse com via judicial mais adequada à defesa dos seus interesses. operação de venda dos panfletos. Antonio da Silva. que entendeu ter havido. a Fundação foi intimada da penhora sobre bens de sua propriedade. Procurado por Roberto de Carvalho. em janeiro último. é contribuinte do ISS (Imposto sobre Serviços). proponha a medida pertinente à defesa de seus interesses. conforme preceituam os artigos 123 e 130 do Código Tributário Nacional. 3. a aplicação de qu aisquer penalidades. A empresa Vida Feliz Ltda. não impugnada na esfera administrativa e geradora da inscrição do débito respectivo como dívida ativa. referentes ao período de janeiro de 1995 a março de 2002. O(A) candidato(a) deverá ingressar com embargos à execução fiscal. o não pode ser oposto à Fazenda Pública para modificar a definição legal do sujeito passivo da obrigação tributária. recolheu o imposto referente ao período de janeiro de 2000. Essa operação levantou suspeita perante a fiscalização estadual. bem imóvel de Mario de Assis. de fato. registrando-se que o imóvel estava sendo alienado livre e desembaraçado de quaisquer ônus reais. argüir decadência relativamente ao débito vencido em período anterior a 1997. Pergunta-se: Está correto seu procedimento? Não está correto o procedimento relativo ao pagamento da multa. que exclui. juros e correção monetária. mas de 99% em face da isenção a que faz jus o Sr. após citada. quando se trata -se de crédito tributário relativo a impostos cujo fato gerador seja a propriedade. A escritura pública foi celebrada na mesma data.000. para reprodução de 100. QUESTÃO: Como advogado da Fundação Misericordiosa de São Paulo. Três anos depois Roberto de Carvalho foi notificado sobre a existência de débito tributário cujo fato gerador teria ocorrido em 01. independente de iniciativa do FISCO. contribuinte do ICMS. pretendendo o pagamento da quantia de R$ 200.000 cópias de panfleto publicitário. a Fundação foi autuada pela Secretaria da Fazenda do Estado de São Paulo. O fato da escritura prever expressamente que a responsabilidade dos débit s existentes até a data da celebração da escritura fosse do vendedor. conforme art. com "status" de lei complementar.100%. 4.1993. acrescido de juros pela taxa SELIC e multa moratória. em razão da execução fiscal do débito. Em maio de 1997. e acordado expressamente que os débitos tributários existentes até a data da celebração da escritura seriam de responsabilidade do vendedor.00 (duzentos mil reais) a título de Imposto Sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS). QUESTÃO: Na qualidade de advogado da Copiadora do Mestre Ltda. não pode a lei estadual contrariar a regra ali instituída. o domínio útil ou a posse de bens imóveis. Em 20 de maio de 2003. em data anterior à celebração da escritura de compra e venda. sobre as operações de venda dos produtos por ela fabricados. e seu parágrafo único. Em 30 de maio de 2002. como exige a lei estadual. cujo termo final do quinqüênio decadencial ocorreu em 2001. do artigo 150 da Constituição Federal de 1988. I do Código Tributário Nacional. conforme preceitua o artigo 124. portanto. recebeu autuação por falta de recolhimento do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços ± ICMS. inciso VI. onde tem sede. nos casos de denúncia espontânea. qual seu parecer? Roberto de Carvalho é o responsável tributário porque a obrigação subroga na pessoa do adquirente. .

Sérgio faleceu em São Paulo. mas deixou a seus herdeiros uma fazenda situada em Goiás. localizado no Município de Itavocaba da Serra. quanto à inobservância do conceito de "portador de deficiência" veic ulado pelo direito privado. I. 2. proporcionalmente. 38 da Lei nº 6. em razão de disposição expressa na lei municipal. Júlio e Bernardo são co-proprietários de imóvel e. atualmente com isenção de IPI. faz-se necessária a concorrência de dois pressupostos. manipule o meio judicial à garantia de seus direitos. tem o condão de elidir a exigência da multa de mora. passa a gozar de isenção para todos os imóveis de que for proprietário. por ser o local da situação do imóvel. mesmo assim. contra a Fazenda do Estado de São Paulo. José Maria. entretanto. Assim. 173. QUESTÕES PRÁTICAS 1. soube que sofreria incidência do IPI. Júlio completa 65 anos de idade e. por isso. do Código Tributário Nacional. Neste ano. II. A ocorrência da denúncia espontânea. para portadores de deficiência física. relativamente ao imóvel comum? Justifique. portador de cegueira congênita. Acredita ele que. Qual Estado da federação será competente para cobrar o imposto sobre transmissão causa mortis. contratando motorista particular para dirigi-lo e. Deverá. Oriente Manuel a respeito de sua situação. segundo o art. conforme art. contemplado no artigo 5º CF/88. relativamente à fazenda? Desenvolva. não se sujeita ao pagamento de impostos. Impetrar mandado de segurança preventivo em relação ao Delegado da Administração Tributária em São Paulo perante o Juízo Federal da Secção Judiciária de São Paulo. pleiteando liminar e concessão da segurança visando afastar a incidência do IPI na operação em destaque ou ação de proc edimento comum ordinário. Surpreendeu-se. O inventário de Sérgio tramita perante vara competente central de São Paulo. descrita no item 76 da lista de serviços anexa ao Decreto-Lei nº 406/68 e que. QUESTÃO: Como advogado de José Maria. com pedido de tutela antecipada com o mesmo fito. 3. na qualidade de compromissário comprador de imóvel registrado em nome da União. conforme o art.Propositura de ação anulatória de débito fiscal. 138 do CTN. afastando desta definição as pessoas que possuem deficiência visual (cegueira e outras doenças de visão). Manuel deve recolher o IPTU e o ITBI relativos ao imóvel. quer adquirir veículo da Concessionária Bassan para uso pessoal. Bernardo continuaria devendo o tributo. a isenção concedida em caráter pessoal beneficia apenas Júlio. uma vez que decorrido o qüinqüênio legal a contar do primeiro dia do exercício seguinte àquele em que o lançamento poderia ter sido efetuado. argüir decadência. Não. cidade onde era domiciliado. Manuel assinou contrato de compromisso de compra e venda de imóvel pertencente à União. o que não é desnaturado pelo fato de os materiais serem fornecidos pelo próprio prestador de serviços. deverá o candidato sustentar que a operação em questão efetivamente corresponde a prestação de serviços.fictícia) define como "portador de deficiência física" toda pessoa que possuir deficiência motora nos membros inferiores e superiores. sediada no Município de São Paulo. da Constituição Federal. também. do Código Tributário Nacional. nos termos do art. perante alguma das varas da Fazenda Pública da Capital. A legislação do IPI (Lei n.º 3333/03 . solidariamente responsáveis pelo pagamento do Imposto Predial e Territorial Urbano ± IPTU. Por força da regra do art. Bernardoestá também exonerado do pagamento do imposto.830/80. a denúncia espontânea elide a exigência de multa d mora? Atraso no e pagamento de tributo (mora) pode ser considerado como infração tributária? Motive as respostas. 155.. Para a concretização desta figura. No mérito. exclui-se a incidência do imposto de competência estadual. a auto - . § 3º da Constituição Federal. com a informação de que deveria recolher ao referido município o ITBI "inter-vivos" e o IPTU relativos ao imóvel. quais sejam. I. nessa qualidade. Empresa do ramo automotivo denominada Concessionária Bassan Distribuidora de Veículos S/A. alegando quebra do princípio da isonomia. prevista no artigo 138 do CTN. 125. Goiás. bem como invocar o artigo 110 do CTN. A imunidade recíproca não atinge o promitente comprador em virtude da regra expressa do artigo 150. § 1º. 4. recebe veículos da montadora Lopes do Brasil LTDA.

332. QUESTÃO: Como advogado da A&C Serviços de Limpeza Ltda. No entanto. somado ao pagamento do tributo devido com acréscimo de juros e correção monetária. Para defesa do contribuinte. aja para defender seus interesses e. No entanto. Como há dúvida quanto ao . de que doravante deverá recolher aos cofres municipais também o imposto relativo aos serviços prestados em Taboão da Serra. O candidato deverá expor os motivos da dúvida. III. 1998. exigiu IPTU relativo aos exercícios de 1997. Impetração de mandado de segurança preventivo para impedir a autoridade fiscal (Secretário Municipal das Finanças.denúncia (confissão do ilícito) do infrator antes de qualquer procedimento fiscal. 200 e 2002. do CTN. 2000. do Decreto-lei nº 406/68. § 1º. Em janeiro de 2003. art. inscreveu-se no Cadastro de Contribuintes Mobiliários do Município de São Paulo (cidade onde ministra seus cursos) para efeito do pagamento do Imposto sobre Serviços ± ISS. Para exercer esta última atividade. Como fundamentos jurídicos deverá alegar: a) inconstitucionalidade da progressividade instituída pela destinação do imóvel. 3º da Lei Complementar nº 116/03 a respeito do local do pagamento do ISS. alterando lançamentos anteriores. elabore a medida judicial apropriada para defender os interesses da Empresa "Carlos Ferreira ± ME". Para efeitos fiscais. e que impeça eventual execução fiscal por parte da Fazenda Pública Municipal. 149 do CTN. que também deverá ser combatido por falta de razoabilidade. 1999.º 222. em que o imposto questionado atinge o valor de R$ 10. o candidato deverá impugnar o dever de manutenção de escrituração fiscal. A sociedade A&C Serviços de Limpeza Ltda.. art. 151.000/00 (fictícia) incidiria exclusivamente sobre as receitas auferidas em decorrência da atividade.00 (dez mil reais).) Alcebíades é professor universitário e ministra cursos livres em caráter autônomo. acompanhada de depósito do valor do débito conforme artigo 38 da lei nº 6. pois Alcebíades tem o direito de recolhê-lo na forma do art. com fundamento no art. c) inalterabilidade do lançamento tributário relativamente aos exercícios de 1997 a 2002.c. uma vez que a sede da contribuinte é em São Paulo. uma vez que. não sendo pago. 9º. atue em seu prol. tem sede em São Paulo e filial na cidade de Taboão da Serra. argumentado com as regras do art. a Municipalidade de São Paulo. à alíquota de 5%. logo após a inscrição. ocasião em que constatou que a alíquota utilizada para apuração do valor do imposto era de 2%. compreendendo o pedido a citação de ambos os Municípios para comparecer aos autos e exercitar a pretensão ao recebimento do valor consignado. o estabelecimento de São Paulo recebeu notificação da Prefeitura. recebeu correspondência da Secretaria Municipal das Finanças.830/80 ou. 164. nos termos do art. do Código Tributário Nacional. foi regularmente notificada de lançamento relativo a crédito tributário de IPTU. A ação deverá ser impetrada perante alguma das varas da Fazenda Pública da Comarca de São Paulo e deverá ser requerida liminar para impedir desde logo: a) a cobrança do tributo na forma pretendida pela Municipalidade. Na mesma ocasião. o candidato deverá elaborar Ação Anulatória de Lançamento Fiscal. Em conseqüência. e. de acordo com a lei municipal nº 10. diante das pretensões contempladas na hipótese. específica para imóveis destinados a fins comerciais. O candidato deverá mover ação de consignação em pagamento. pois não estabelecido no interesse da arrecadação dos tributos (CTN. orientando-o a manter regular escrituração fiscal para apuração do tributo que. fora adotada por 1 engano a alíquota de 1% específica para imóveis residenciais. Os requisitos da ação deverão observar o disposto nos arts.444-0001-00. § 2º). procederá à inscrição do débito na dívida ativa e conseqüente execução fiscal. 890 e seguintes do Código de Processo Civil. têm inscrições nos respectivos municípios e apenas pretam s serviços dentro dos territórios municipais em que estão localizados. inciso V. QUESTÃO: Diante dessa situação. em especial o art. nos lançamentos anteriores. a Prefeitura de Taboão da Serra exige o tributo e. 113. alternativamente. não revogado pela Lei Complementar nº 116/03.ou outra autoridade competente na estrutura do órgão) que lance o imposto com base em percentual das receitas auferidas. b) a tomada de medidas sancionatórias pelo descumprimento das obrigações acessórias. manter sua regularidade fiscal já a partir deste mês. De seu turno. (Gabarito do ponto 1 de Direito Tributário corrigido em 25/09/2003. inscrita no CNPJ sob n. a Sociedade "Carlos Ferreira ± ME".000. de pedido de tutela antecipada nos termos do artigo 273 do CPC c. QUESTÃO: Como advogado de Alcebíades. ambos os estabelecimentos são autônomos. b) decadên em relação ao exercício de cia 1997. referente ao exercício de 2003. 898.

III) e. 3. sendo inconstitucional a pretensão em face do princípio da estrita legalidade da tributação. o IPTU de alguns imóveis em virtude da precária condição de moradia do local. Prefeitura interiorana isenta. ins tituindo contribuição de melhoria em virtude de asfaltamento das ruas onde estão localizados os ditos imóveis. Sócio de empresa comercial procura-o. Opine considerando as possíveis conseqüências da conclusão adotada. Certa empresa adquire imóvel industrial em hasta pública realizada em 2002. Alfredo foi eleito para exercer o cargo de Diretor Administrativo da Transportes Seabra S. Ainda. o crédito ser lançado para compensação. a sub-rogação ocorre sobre o respectivo preço". a sociedade foi autuada l pelo não recolhimento do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços devido por seus clientes. A questão deve ser considerada com invocação do artigo 150. Art. I da C. Alguns meses após a publicação da lei de isenção. que o intimou da penhora de bens de sua propriedade para pagamento da dívida. por meio de lei ordinária. Alfredo recebeu. . art.1996 e desempenhou essa função até abri de 2003. ocorre a publicação de nova lei. Como advogado da a rrematante. a Fazenda do Estado moveu execução fiscal contra a sociedade e vários de seus diretores. Desse modo. O Poder Legislativo paulista. tome a medida necessária para defender seus interesses. b) estar expressamente autorizado pelo contribuinte de fato a recebê-los.F.A. 166 do CTN. instituiu alíquota do ICMS em 18%. em virtude do parágrafo único do artigo 130 do CTN: "No caso de arrematação em hasta pública. (. Qual a sua posição? Responda e fundamente. eventualmente. facultando ao Executivo fixála em até dois pontos percentuais a maior.04. 135. Só poderá haver restituição de tributos que comportem transferência do encargo fiscal para terceiro se o contribuinte de direito provar: a) ter assumido o ônus não repassando o tributo ou..)". 4. Pouco depois de assumir o cargo.. O proprietário de imóvel beneficiado pela isenção do IPTU pede a sua opinião sobre a instituição da contribuição de melhoria. a isenção não é extensiva: I ± às taxas e às contribuições de melhoria. No mérito. Pode haver a cobrança da contribuição de melhoria em questão. como dispõe o artigo 177 do CTN: "Salvo disposição de lei em contrário. podem ser objeto de compensação e. QUESTÕES PRÁTICAS 1. na assembléia geral ordinária de 29. por determinado prazo. paracobrança do mencionado débito. destacados em suas notas fiscais e julgados inconstitucionais pelo Supremo Tribunal Federal. está sendo responsabilizada como sucessora. Após referida aquisição. dirigidos ao juízo da Vara de Execuções Fiscais de São Paulo. 2.. contra a Fazenda do Estado de São Paulo. em operação pela qual era responsável tributária nos anos 1994 e 1995. cujo fato gerador ocorreu em data anterior à da hasta pública. a ação pode ser proposta tanto em São Paulo (Vara da Fazenda Pública) quanto em Taboão da Serra. a inconstitucionalidade se manifesta em razão da indevida delegação de poderes ao Executivo. dentre os quais Alfredo. Considere que a execução fiscal foi proposta em São Paulo.local do pagamento. por prazo indeterminado. sede da sociedade. após a apresentação de defesa da autuada. Em seguida. Aprecie a matéria sob o prisma da Lei maior. O auto de infra ção fora lavrado em maio de 1996 e foi definitivamente julgado na esfera administrativa em novembro de 2001. a visita de um oficial de justiça. quais as possibilidades jurídicas a serem consideradas? A empresa não poderá ser responsabilizada pelo débito tributário já existente. QUESTÃO: Na qualidade de advogado de Alfredo. há 10 (dez) dias. deverá o candidato sustentar que a responsabilidade dos administradores de pessoas jurídicas de direito privado depende da prática de atos contrários à lei ou ao estatuto (CTN. indagando se os valores pagos a maior a título de ICMS. é notificada sobre a existência de débito tributário relativo ao bem arrematado. Propositura de embargos à execução.

Propositura de ação anulatória de lançamento fiscal. deseja vender esse imóvel por R$ 130. ao passo que a Bits Informática Ltda.000. Opcionalmente. sustentar que. de competência municipal. arts. QUESTÃO: Na qualidade de advogado do Banco Industrial S.º 9. sob o manto do IGF.00 (cento e trinta mil reais). a União está exigindo Imposto sobre a Propriedade Territorial Urbana (IPTU). nem cargo de direção. com requerimento de antecipação de tutela ou de realização de depósito da quantia discutida para evitar a sua inscrição na dívida ativa. na hipótese de sociedade de pessoas (CTN.000.000. § 4º . no valor atual de R$ 200. mediante a incidência da alíquota de 0. subseção judiciária de Santo André. passando a exigir. em razão de não ter recolhido a citada contribuição nos anos de 2002 e 2003. 150. em caso de liqüidação. de 31 de agosto de 2003 (lei fic tícia).A. sem procedimento formal de liquidação e sem quitar suas obrigações tributárias. Com base nesse permissivo legal. a própria autarquia federal (INSS). a cargo do tomador. como se trata de sociedade anônima. Deve. ³c´ (imunidade do patrimônio adquiridos por Partidos Políticos). não é automática. A ação deverá seguir o procedimento ordinário e indicar. art. está prestes a ser inscrito na dívida ativa. elegendo como base de cálculo exclusivamente o valor da aquisição de imóveis urbanos adquiridos que supere. A competência em ambos os casos. VII). Agora.00 (duzentos mil reais).A. QUESTÃO: Como advogado. mensalmente. tome as medidas judiciais necessárias para defesa de seus interesses. é da Justiça Federal.portanto. 134. A notificação fiscal de lançamento de débito (NFLD) não foi impugnada na esfera administrativa e o débito. dentre os quais um de R$ 100. 195. 195. nunca tendo exercido poder de controle. qual e por quê? . à base de 20% (vinte por cento) do montante efetivamente pago. no pólo passivo. sustentando afronta a Constituição Federal: art. das pessoas jurídicas e físicas. o candidato deverá sustentar que a lei instituidora de semelhante contribuição previdenciária é inconstitucional. No caso. pois o art. e 154. QUESTÕES PRÁTICAS 1. poderá o candidato optar por mandado de segurança. O Partido Político ABC. visando à anulação da NFLD em questão.000. No mérito. por meio da Lei n. o Banco Industrial S.. VI. a partir de 01 de janeiro de 2004. o importe de R$ 100. A União Federal. ajuíze medida cabível para defesa dos interesses de seu cliente.999/01 (fictícia). empresa responsável pela manutenção de sistemas do banco. Carlos deverá pagar algum tributo em razão dessa operação? Em caso positivo. 2. incidente sobre os pagamentos efetuados à Bits Informática Ltda. sediado em São Paulo ± Capital. Alfredo não poderá responder porque o crédito tributário foi gerado antes de seu ingresso como diretor da sociedade. por intermédio da Lei Complementar n. instituiu o Imposto Sobre Grandes Fortunas (IGF).00 (cem mil reais). Agora..00 (cem milhões de reais). esse tributo. em face da União Federal. No caso. Edmundo questiona-o se desse fato poderá advir-lhe alguma responsabilidade pessoal pelos débitos fiscais. Edmundo é acionista minoritário de uma sociedade anônima. I da Constituição Federal apenas autoriza a instituição de contribuições sobre valores creditados a pessoas físicas. Considere que o Banco tem sede em Santo André. a instituição de contribuição sobre a remuneração de serviços prestados por pessoas jurídicas dependeria de lei complementar (CF.3% sobre o montante estimado a esse título. I).222. Carlos é proprietário de vários imóveis que constam da relação de bens anexa a sua declaração de imposto de renda. O Presidente da República.º 22. foi autuado pelo Instituto Nacional do Seguro Social ± INSS. não haverá responsabilização pessoal do acionista a esse título. Apenas se cogita da responsabilidade pessoal dos sócios. caso em que o pólo passivo deverá indicar a autoridade competente (Gerente Regionalde Arrecadação e Fiscalização ou quem lhe faça as vezes). Qual sua orientação? Justifique e fundamente a resposta. ou Mandado de Segurança preventivo com pedido liminar. Soube que a sociedade encerrou as suas atividades.000. tem sede em São Paulo. O advogado deverá propor Ação Declaratória de Inexistência de relação jurídica-tributária. ainda. não concorda com esta incidência tributária sobre imóveis que adquire para o exercício de suas atividades. instituiu contribuição previdenciária incidente sobre pagamentos efetuados a pessoas jurídicas prestadoras de serviços.

com pedido de liminar.º de janeiro de 2004. o valor recolhido a título de antecipações de imposto de renda e de contribuição social foi muito menor que o agora apurado com base no lucro presumido. vedando a cobrança de tributos ³ ntes de a decorridos noventa dias da data em que haja sido publicada a lei que os instituiu ou aumentou´. do texto constitucional. na sistemática do lucro real. como já era de se esperar. com pedido de liminar. balancetes para apurar o valor das antecipações mensais. tendo em vista que a Emenda Constitucional nº 42 introduziu a alínea ³c´ no art. art. § 2º. inconformado. equivalente à diferença entre o preço da venda e o valor declarado ( R$ 30. que passa a ser exigido. Tendo em vista que o período de apuração do imposto de renda com base no lucro presumido é trimestral. que veda que as taxas tenham base de cálculo próprio de impostos. aplicável a -se impostos. 145. II da CF ou art.000. alegando: (i) que não é justo que seu lote. determinando que as empresas cujo faturamento no ano imediatamente anterior tenha sido inferior a R$ 60. ou (a. Proprietário de um terreno de pequenas proporções procura-o. pague tanto quanto os terrenos de grande valor venal. à luz do art. 150. independentemente de os terrenos serem edificados ou não. mensalmente. 150. Ambos os argumentos não prosperam. poderia a exigência ser afastada por outro fundamento? Não é possível alegar a imunidade recíproca. 3. VI. Você concordaria com a existência de tal direito? Justifique.00 (sessenta milhões de reais) passam a sujeitar-se à sistemática de apuração com base no lucro presumido. perante o mesmo Juízo e em face da União Federal ou.12.00). a União Federal modificou a disciplina da tributação do imposto de renda e da contribuição social sobre o lucro das pessoas jurídicas.000. perante o mesmo Juízo e mesma Ré. 4. procura-o relatando que.000. ou em que haja contraprestação ou pagamento de preços ou tarifas pel usuário´ (art. Em caso negativo. QUESTÃO: Na qualidade de advogado da XPTO S/A. o valor venal não poderia ser usado como base de cálculo da taxa. O primeiro argumento baseia na idéia de capacidade contributiva.00 (cento e cinqüenta reais) ao ano. e (ii) que ele sequer utiliza o serviço. O segundo argumento também é falho. De qualquer modo. com pedido de tutela antecipada. finalmente. Acredita que esta situação não se alterará nos próximos meses desse exercício. em caráter preventivo. imposto sobre serviços de qualquer natureza. de que trata o art. publicada em 1º de abril de 2004. 150. da Constituição. as empresas que se enquadravam naquelas condições ficaram obrigadas a recolher o tributo relativo ao primeiro trimestre do presente ano já em 30 de abril último. levantando.2003.Deverá escolher o imposto de renda sobre o ganho de capital obtido na venda.2) ação declaratória de inexistência de relação jurídica.1) mandado de segurança. já que a imunidade não se estende aos serviços ³relacionados com exploração de atividades econômicas regidas pelas normas aplicáveis a empreendimentos privados. Comente os argumentos do prop rietário. Não é pacífica sua extensão às taxas. 77 e 79 do CTN). Lei do Município de Valetas instituiu. (a . proponha a medida judicial que julgar cabível para proteger os interesses da empresa. Os terrenos são servidos por caminhões de lixo. ainda. proposto perante a Justiça Federal da Seção Judiciária de São Paulo. regularmente. já que as taxas podem ser cobradas por serviços postos à disposição do contribuinte (art.000. cobrada pelo valor de R$ 150. apenas se a respectiva legislação municipal imputar esse ônus ao vendedor (CTN. ³a´. exigindo dos proprietários de terrenos naquele Município. Fundação instituída e mantida pelo Governo Estadual consulta-o sobre a possibilidade de afastar a exigência sobre seus serviços prestados em janeiro e fevereiro. 145. III. 42). a partir de 1. com base na imunidade recíproca. pretendia recolher o imposto de renda com base no lucro real anual. O Município de Rio das Piranhas instituiu taxa de coleta de lixo. em 31.3) ação cau telar. estão eles livres da tributação. § 3 CF) o Com relação aos faturamentos de janeiro e fevereiro. quitar o Imposto de Transmissão sobre Bens Imóveis. tendo em vista sua mínima margem de lucro. .000. já que o terreno foi adquirido recentemente e ainda não se iniciou sua edificação. facultando-se a opção pelo lucro real apenas para as empresas cujo faturamento tenha ultrapassado aquele montante. a) Meio processual: (a. dos prestadores de serviços de assessoria em informática. Por meio da Lei nº 9. sediada na Capital do Estado de São Paulo. em face do Delegado da Administração Tributária da Secretaria da Receita Federal em São Paulo.00 (cinqüenta milhões de reais). de pequenas proporções.999. Deverá. A empresa XPTO S/A. cujo faturamento no último ano foi de R$ 50.

A) em duas outras sociedades ± Moura S/A e Leão S/A.4) com relação ao imposto de renda. contrariando-se. sobrevindo sentença de mérito no último dia 20 de maio. no cálculo de seu lucro real. 3º da Lei Complementar nº 116/2003. desta feita não contemplando a locação de bens móveis. prevendo. tendo em vista a regra do art. os alugueres pagos à Leão S/A. inconformados com a elevada carga fiscal sobre ela incidente. ³a´ da CF). tendo em vista que a Moura S/A poderia deduzir. (b.b) Mérito: O advogado deverá considerar os seguintes aspectos: (b. somente poderia valer para fatos geradores ocorridos a partir de 1º de janeiro do ano subseqüente (art.2) no que tange à contribuição social. Optando a Leão S/A pela tributação com base no lucro presumido e a Moura S/A pelo lucro real. 150. a qualificação da locação perante o direito civil. que haveria ofensa ao princípio da igualdade. mediante a utilização de formas jurídicas lícitas. tendo em vista não configurar obrigação de fazer.1) incompatibilidade da Lei Municipal nº 9. a) b) Meio Processual: Recurso de Apelação ao 1º Tribunal de Alçada Civil do Estado de São Paulo. Os sócios da Moura e Leão S/A. (b. alegando o fiscal responsável. tendo em vista que os caminhões locados são vistos com freqüência naquela municipalidade. reflete aquela lista anexa ao Decreto-Lei n. que aloca a competência ao município onde o prestador do serviço possui estabelecimento. que trouxe nova lista de serviços. se admitida. A Leão S/A ficaria com o imóvel da sociedade. III. Os especialistas do escritório contratado sugerem a cisão da Moura e Leão S/A (em perfeita concordância com os dispositivos da Lei 6. a Moura S/A sofreu um processo de fiscalização promovido por autoridades federais. a lei tributária considera dedutível do lucro real o pagamento de aluguéis de imóveis utilizados pela pessoa jurídica e a Moura S/A precisa do imóvel para as suas atividades. no art. III. O prazo para defesa a administrativa transcorreu sem que a Moura S/A oferecesse impugnação. De fato. impetrou m Mandado de Segurança contra ato a ser praticado pelo Secretário Municipal das Finanças.404/76 ± Lei das S. a definição do fato gerador do imposto de renda. que culminou na lavratura de um auto de infração fundamentado no parágrafo único do artigo 116 do Código Tributário Nacional. empresa transportadora com sede e único estabeleci ento no município de São Paulo. Após a implementação do planejamento. reduzir o impacto tributário.000. Irrelevante. com sede e único . que o processo de cisão da sociedade Moura e Leão S/A teve por fim exclusivo a economia tributária. (b. Rode Bem S/A. daí se justificando o emprego da analogia par se tributar a Moura S/A. 150. já que outros contribuintes (com faturamento superior a R$ 60. decidem contratar um renomado escritório de advocacia para elaborar um planejamento tributário e. (b.000. ao impor a exigência do imposto de renda com base no lucro presumido mesmo diante da comprovação de que o lucro real da XPTO S/A foi muito inferior ao lucro presumido. de 1999. 195. seria atingida uma economia tributária significativa.1) a lei contraria o conceito de renda. para efeitos tributários. parágrafo 6º da CF).3) incompetência da municipalidade do ISS para exigir o ISS de empresa não estabelecida naquele município.999 (art.2) inconstitucionalidade da tributação da locação de bens móveis. a nova sistemática. 43 do CTN. O Mandado de Segurança foi impetrado em dezembro de 2003. a locação de bem móvel como serviço sujeito ao ISS. argumentação semelhante.3) a lei contraria o princípio da irretroatividade (art. que seria alugado à Moura S/A. ingresse com a medida cabível. mas desta f ita citando o art. (ii) o Município de São Paulo é competente para exigir o ISS sobre a locação.º 9999. e I. em seu relatório.6) finalmente. assim. (b.00) têm a faculdade de optar pelo lucro real. obrigando a reter o Imposto -a sobre Serviços de Qualquer Natureza (ISS) sobre as importâncias devidas a Delírio Locações Ltda. pode ser mencionado o princípio da igualdade.º 406/68. (b. o que precipitou a inscrição do lançamento na . já que sociedades na mesma situação que a empresa Moura e Leão S/A eram obrigadas a arcar com uma carga tributária mais elevada do que as sociedades Moura S/A e Leão S/A. 195.999 com a Lei Complementar nº 116. por conta de um contrato de locação de doze caminhões. de 31 de julho de 2003. ³c´ da CF. estabelecimento em Barueri ± SP. ambas. além disso. sociedade anônima de capital fechado sediada na Cidade de São Paulo. (b.5) a nova sistemática somente poderia ser aplicada à contribuição social passados 90 dias da edição da Lei 9. denegando a segurança com base nos argumentos a seguir resumidos: (i) a lista de serviços anexa à Lei Municipal n. QUESTÃO: Na qualidade de advogado da Rode Bem S/A. inexistindo qualquer outro propósito gerencial ou comercial e. que pressupõe a existência de lucro como índice de tributação. ³b´). Mérito: (b. a preços de mercado.

afastar o princípio da legalidade. parágrafo 1º.052): 15% Total de imposto Isento 15% de 1.80 = R$ 157.5% Um contribuinte procura-o.00 e inferior a 2. a) Meio Processual: embargos à execução fiscal propostos perante a Vara das Execuções Fiscais Federais± Seção Judiciária de São Paulo. em consonância com a Lei 6. (b. o aumento real do salário do contribuinte será tributado. que passou de R$ 2.115.2) ainda que assim não fosse.00 27.00 Acima de 2. sem que isso implique redução em relação ao valor que recebia. o que não é o caso. Tratando-se de uma tributação progressiva. conforme segue: Situação anterior Salário R$ 2.00 Parcela superior a 1. 116 do CTN encontra-se pendente de regulamentação.80 . b) Mérito: (b.110.dívida ativa e a promoção do processo de execução. do CTN. Assim. Você concorda com a preocupação externada pelo contribuinte? Por que? Não.3) o princípio da legalidade assegura o direito de o contribuinte escolher a estrutura (desde que lícita) que lhe for mais benéfica. Considere a seguinte tabela progressiva para o cálculo do imposto de renda das pessoas físicas: Base de cálculo R$ Alíquota Até 1.110 1.052 157.058.058 = 1.00.00 0 De 1.115. a renda do contribuinte é tributada a cada faixa por alíquota diversa.115. 108. (b. em nome do princípio da igualdade. QUESTÃO: Na qualidade de advogado da MouraS/A.830/80.00 até 15% 2.160.4) o art. apresente as medidas necessárias e cabíveis.110.00: (2.00 Tributação Até 1.1) a norma do art.00 para R$ 2. sofreria uma redução no valor líquido que seu empregador deposita em sua conta -corrente. veda o emprego da analogia gravosa. (b. ela apenas cobre os casos de dissimulação.058. daí descabendo.058. QUESTÕES PRÁTICAS 1.058. entristecido pelo fato de que por conta de um aumento em seu salário.

por sua vez. recebeu notificação da Prefeitura do Município de Estrela Grande do Mato. seus produtos não são tributados pelo IPI. adquirir tecidos de outras indústrias. Na opinião de seu amigo. tendo em vista que seus principais clientes são indústrias de confecção. seus clientes sistematicamente preferem comprar tecidos diretamente dos fabricantes. A solução a ser proposta à empresa é que ela opte por ser estabelecimento equiparado a industrial. o candidato deve mostrar saber que a alíquota mai elevada incidirá apenas s sobre pequena parcela de seu rendimento. Nota sobre o gabarito: não se exigirá a exatidão do cálculo. recentemente.80 = R$ 1. A oposição apresentada pelos clientes relaciona-se com a sistemática de não cumulatividade do IPI. Tendo em vista a sistemática do imposto.989. Em sua conversa.Rendimento Líquido do imposto Nova situação Salário R$ 2.057): 15% Parcela superior a 2. o contribuinte não deixará de se beneficiar do aumento.00 Parcela superior a 1. relata-lhe que vem sofrendo dificuldades em suas vendas. quando vendidos às indústrias. que lhe relata sua revolta pela fúria arrecadatória que vem se espalhando pelo mais longínquos rincões do País. dando margem a crédito para seus clie ntes. Ele lhe diz que sua paciência esgotou -se quando. Especialmente. preferindo. localizada a menos de 500 metros da porteira da propriedade.00 (2. não aceitando adquirir tais produtos de comerciante. passando.07 Como se vê.058 = 1. que exigia o pagamento do IPTU sobre seu sítio. você descobre que o sítio destina-se exclusivamente a atividades agropastoris. explique a razão da dificuldade enfrentada pelo contribuinte e proponha uma solução. senão mediante um abatimento no preço total. por isso. atuando no comércio de tecidos.115. não têm como tomar qualquer crédito de imposto.93 = R$ 1. pois. Você foi procurado por um amigo.00 e inferior a 2.952. Segundo informam. 2. mas o candidato deve demonstrar conhecer o conceito de progressividade e seus reflexos no caso em tela.5% 12. sendo a empresa mera comerciante.160 ± 170.058. Empresa. para o problema que lhe foi exposto.058.160 2. já basta o Imposto sobre a Propriedade Territorial Rural ± ITR que ele .00: (2. que já conta com luz elétrica e asfalto até a porta.20 Tributação Até 1.057 158. 3.115 ± 1. Há duas ou três famílias de colonos que estudam na escola municipal. Estas. de acordo com a sistemática do imposto. a ter suas saídas tributadas pelo imposto.115 = 45): 27.38 de 45 = R$ 170.5% Total de imposto Rendimento Líquido do imposto Isento 15% de 1. visando a creditar-se do imposto pago.160 ± 2. apesar da nova tributação. todas contribuintes do Imposto sobre Produtos Industrializados.110 ± 157.55 = 27.115.93 2.

Você concorda com seu amigo? Por que? Seu amigo está errado. Conversando com seu contador. 150. informado de sua estada naquele país. Honorários fixados de acordo com o tempo e trabalho exigidos do advogado ± Negado provimento aos recursos. pleiteou. a seu ver abusiva. em síntese. efetuada pelo Dr. alegar que o laminado de polímero de polipropileno. A Constituição Federal. você recebe uma remessa de US$ 100. parágrafo 2º. consultara-o acerca do tratamento tributário a que ele estaria sujeito caso resolvesse mudar para o Brasil. Filme BOPP) ± Material que se integra no produto final. elabore a peça adequada para apreciação pelo tribunal competente. este lhe informa que você deve recolher imposto de renda sobre aquele rendimento. Assim. jornais e revistas. tem a mesma natureza deste. Den Tist. negou m provimento à apelação interposta pelo Estado de São Paulo ao entendimento de que é aplicável a imunidade tributária à importação de filmes de laminação para capas de livros (Polímero de Polipropileno. D. em sua base de cálculo. a imunidade do art. em que você informa o valor que recebe por serviços prestados a pessoas físicas no País. integrando-se a este e adquirindo sua natureza. mas fica surpreso por ter de ali incluir o valor que. cobradas de seus hóspedes juntamente com o valor dos serviços. à luz do art. O acórdão porta a seguinte ementa: Tributos ± ICMS ± Declaratória ± Imunidade ± Filme de laminação de capas de livros (Polímero de Polipropileno. em juízo. Retornando de uma viagem ao exterior. O Estado de São Paulo interpõe Recurso Extraordinário. parágrafo 1º. O contador está certo. e ação ordinária. a área em que se encontra o sitio é zona urbana. afinal. da família dos plásticos. sustentando. no art. na modalidade de Recolhimento Mensal Obrigatório (carnê -leão). tempestivamente. ou filme BOPP. dirigidas ao Supremo Tribunal Federal.Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo. incorporado ao papel das capas dos livros. A ementa da decisão proferida pelo Tribunal Regional Federal da 3ª Região tinha o seguinte teor: . (iii) que o insumo ³polímero de polipropileno´. Conteúdo: (i) falta de prequestionamento: o acórdão recorrido não versa sobre o mérito de o contribuinte dedicarse a outras atividades. é material assimilável a papel. não se justificando a pretensão da pre feitura. Você está familiarizado com aquele tipo de recolhimento. Tendo em vista os melhoramentos públicos descritos.00 dos Estados Unidos. independentemente da localização. além da exportação de livros. 43 do CTN. mas também à exploração da indústria gráfica em suas diversas modalidades.vem recolhendo. do CTN. não é consumido imediatamente no processo produtivo. justifique a posição de seu contador. o ITR vem sendo recolhido or indevidamente. condição jurídica ou nacionalidade da fonte. gozando de sua imunidade. Com base na Constituição Federal e no CTN. que vem excluindo da proteção constitucional máquinas e mercadorias que tecnicamente são consideradas da família dos plásticos. contempla os princípios da generalidade e da universalidade. tendo em vista haver incluído. (iv) que as atividades praticadas pela empresa não se restringem à edição. (ii) no mérito. mas desgasta-se paulatinamente na produção. que entendia ter sido recolhido em excesso. Filme BOPP). que submete os rendimentos ao imposto. P outro lado. 153. assegurando -se. (ii) que a decisão contraria a jurisprudência. decorre de um serviço prestado fora dos limites territoriais brasileiros. importação e exportação de livros. VI. com petição de encaminhamento. já que o polímero de polipropileno (filme de laminação para capa de livro) não é consumido no processo de impressão de livros. é devido o IPTU. o valor das gorjetas. comercialização. I. Determinada Câmara de Direito Público do Eg. Esses princípios estão hoje regulados no 1º do art. Instrumento: Contra-Razões de Recurso Extraordinário. 32. que. o seguinte: (i) que foi ofendido mandamento constitucional de imunidade. da Constituição Federal. daí. A Hotel da Manhã Ltda. QUESTÃO: Na qualidade de advogado do contribuinte. a restituição de PIS e Cofins. 4. dirigida ao Presidente ou ao Vice-Presidente do Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo.

inciso I c/c 156. alegar que o entendimento do STJ é que o prazo de prescrição de cinco anos somente começa a contar a partir da data da homologação do pagamento e que. não integram a base de cálculo das exações fiscais que oneram as empresas (precedentes do STF). Sustenta que o fato de as gorjetas integrarem o salário não as excluem da base de cálculo do PIS e da Cofins. tendo em vista que a relação de especialidade exigiria que os dois diplomas legais versassem sobre a mesma matéria. elabore o instrumento processual adequado. Recurso e remessa oficial parcialmente providos. afirmar que sua incidência é matéria de lei (art. foi elaborado d Agravo de Instrumento. dirigidas ao Superior Tribunal de Jus tiça. 4. perante o Tribunal de Justiça de São Paulo. dirigida ao Presidente ou ao Vice-Presidente do Tribunal Regional Federal da 3ª Região. sua cliente. Juros calculados pela taxa Selic. pendentes de desembaraço. com petição de encaminhamento. em relação às exações autolançadas. tem prazo contado em dobro. nos termos do artigo 168. QUESTÃO: Elabore medida judicial adequada para pleitear o imediato desembaraço das aeronaves. inciso I. mas apenas remuneração dos seus empregados (sujeita aos tributos próprios: imposto de renda na fonte e contribuição ao INSS) e que a base de cálculo do PIS e Cofins inclui apenas as receitas do contribuinte. eis que os índices a ela referentes não possuem natureza moratória. (ii) no mérito. in casu. Embora tenha sido efetuado o recurso próprio.Tributário ± Gorjetas: Não-integração à Base de Cálculo de Exações Fiscais ± Prescrição ± Correção Monetária e Juros: Taxa Selic. Honorários reduzidos.250/95) A JET Transportes Aéreos Ltda. mesmo antes do julgamento do recurso proposto. o prazo para requerer a restituição dos pagamentos indevidos será de cinco anos da extinção do crédito tributário. Entende que as leis que tratam do PIS e Cofins. Tendo e vista m que as aeronaves se encontram. Instrumento: Contra-Razões de Recurso Especial. o diploma tributário não alcança as verbas trabalhistas. Prescrição qüinqüenal que. QUESTÃO: Na qualidade de advogado da Hotel da Manhã Ltda. recolhidas há mais de cinco anos da propositura da ação. com a aplicação da taxa Selic. que tem um caráter geral. dez anos. por serem leis especiais.. em acórdão assim ementado: Agravo de Instrumento ± ICMS ± Desembaraço aduaneiro de uma aeronave Boeing 737 -400 e dois motores ± alegada ilegalidade da incidência do ICMS ± Indeferimento da tutela antecipada ± Ausência dos requisitos da verossimilhança da tese e do dano de difícil reparação ± Recurso não provido. A Fazenda Nacional. parágrafo 4º da Lei 9. . nos termos do artigo 168 do Código Tributário Nacional. e sim remuneratória. em recurso próprio. ainda. 2. estão prescritas. alegar que a gorjeta não é receita do Hotel da Manhã. por serem parte integrante do salário. 1. 6. 5. Não obtendo a medida liminar pretendi a. vem tendo constantes vôos cancelados. 39. a JET Transportes Aéreos Ltda. da data do fato gerador (precedentes majoritários do STJ). No tocante à taxa Selic. tendo em vista tratar-se de operação internacional de arrendamento mercantil. ainda. do Código Tributário Nacional. Afastar o argumento da especialidade da lei tributária. alega que as parcelas do PIS e da Cofins. Conteúdo: (i) falta de prequestionamento: o acórdão recorrido não versa sobre o pretendido caráter geral da legislação trabalhista. Quanto à prescrição. 3. prevalecem sobre a legislação trabalhista. sem o pagamento do ICMS. impetrou Mandado de Segurança visando a obter provimento assegurando o desembaraço aduaneiro de uma aeronave Boeing 737 -400 e dois motores. Expurgos inflacionários que integram os índices de correção monetária (precedente da Corte Especial). este foi admitido exclusivamente em seu efeito devolutivo. As gorjetas. Inconforma-se. sem o p agamento do imposto.

Plásticos Bandeirantes Ltda.52 (12% de 96) 84. Assim. possui apenas clientes em seu Estado. Conteúdo: Alegar estar presente o requisito do fumus boni juris. efetua vendas apenas para clientes de seu estado. deve considerar o montante de crédito de ICMS sobre suas aquisições. assim. já que esse será compensado com o devido no momento de suas saídas. da Lei Complementar no. visando a conferir efeito suspensivo ao recurso especial interposto. A Indústria Brasileira de Carimbos para Escritórios Ltda.72 82 CRÉDITO DE ICMS PREÇO LÍQUIDO DO ICMS . Na data de abertura das propostas. perante o Superior Tribunal de Justiça. 87/96. ao calcular o efetivo custo de um insumo. São Paulo 96 São Paulo 100 18 (18% 100) 17. 3º. localizada em São Paulo. São Paulo São Paulo Rio de Janeiro Rio Grande do Norte 100 96 96 90 Tendo em vista exclusivamente os aspectos tributários da questão. pela JET Transportes Aéreos Ltda. a Indústria Brasileira de Carimbos para Escritórios Ltda.28 (18% de 96) Plásticos Carioca Ltda. efetuadas por fornecedores. Plásticos Bandeirantes Ltda. QUESTÕES PRÁTICAS 1.48 78. Como a Indústria Brasileira de Carimbos para Escritórios Ltda. informe qual a melhor oferta para a Indústria Brasileira de Carimbos para Escritórios Ltda.. Salientar a presença do periculum in mora. Temos. apontando os seguintes preços: Fornecedor Estado de Origem Preço (R$) Plásticos Paulista Ltda.Instrumento: Medida cautelar ajuizada. inciso VIII. viu-se o departamento de compras diante de quatro ofertas. os seguintes valores líquidos de ICMS: Fornecedor Estado de Origem Preço (valor da nota) (R$) Plásticos Paulista Ltda. vê -se que suas saídas são tributadas pelo ICMS à alíquota de 18%. A Indústria Brasileira de Carimbos para Escritórios Ltda. Plásticos Potiguar Ltda. Plásticos Carioca Ltda. em face da retenção da aeronave e conseqüente cancelamento de vôos. tendo em vista que o acórdão recorrido negou vigência ao art. abriu concorrência entre diversos fornecedores nacionais para o suprimento de material plástico utilizado como insumo em seus produtos. em face da Fazenda do Estado de São Paulo. Rio de Janeiro 96 11. e justifique. pautado no risco de prejuízo irreparável a que estaria sujeita.

Havendo unidades vagas. a valores de mercado. No caso de serviços. entidade civil sem fins lucrativos. 3º da Lei 10.A. O Prefeito de determinado município. a Comercial Canta Galo S. 160 deixa claro que o prazo é matéria da ³legislação tributária´. permanece imune ao IPTU o imóvel pertencente a qualquer das entidades referidas pelo art. decide. já que o Lar mantém a propriedade (não transferida pelo contrato de uso).A decidiu efetuar uma agressiva política de vendas. mantém um conjunto residencial. está correto o raciocínio da Comercial Canta Galo S. Segundo seus cálculos. (a) Legalidade: não se estende ao prazo para recolhimento do tributo. É o que dispõe a Súmula 724 do STF: Ainda quando alugado a terceiros. voltando-se a renda à manutenção do conjunto residencial. daí. sem possibilidade de transferência a terceiros. não incide o IPTU. indagando-lhe: (a) embora tenham ciência de que não haveria imposto de renda sobre os ganhos obtidos na cessão de uso dos imóveis aos idosos. vêse que. segundo a sistemática do lucro real. veiculada pelo art. da Constituição. não da lei. (a) A imunidade se estende às unidades alugadas a terceiros. alertado de que a lei municipal não fixara o prazo para o recolhimento do Imposto sobre Serviços de Qualquer Natureza. ocupam suas unidades. (i) mediante o pagamento de um valor único (lump sum). 2. voltada ao amparo aos idosos.Plásticos Potiguar Ltda. em vista sua projeção de resultados. 3o da Lei no 9. A Comercial Canta Galo S.833/2003 arrola as hipóteses em que se conferem créditos. efetuando gastos substanciais com a propaganda de seus produtos. a sociedade optou pela tributação. por Decreto. desde que o valor dos aluguéis seja aplicado nas atividades essenciais de tais entidades. 97 do CTN não estende o princípio à questão do prazo e o art. ocupado por idosos que. os gastos assim efetuados teriam seu impacto reduzido. A sentença de 1a instância foi de procedência. Comente. também estariam protegidas daquele imposto? (b) incide o IPTU sobre as unidades cedidas a título vitalício? Fundamente. o Prefeito decide alterar aquele prazo. tendo em vista terem os pagamentos sido efetuados a pessoas jurídicas domiciliadas no País. OBS: Serão aceitos erros algébricos. tendo a União Federal interposto o competent recurso de e .718/98. No mês de setembro de 2004. aplicando-se a imunidade da entidade de assistência social. Rio Grande do Norte 90 10. as receitas obtidas no aluguel de unida des. a melhor oferta é a de Plásticos Bandeirantes. Os administradores do lar formulam consulta. para fins do imposto de renda. (ii) m mediante o pagamento de alugueres mensais simbólicos. (b) sobre as unidades cedidas. desde que inequívoca a compreensão do raciocínio jurídico.20 Tendo em vista a tabela acima. subsidiado. eles somente darão direito a crédito se utilizados como insumo na prestação de serviços e na produção ou fabricação de bens ou produtos destinados a venda. do ponto de vista dos princípios da legalidade e anterioridade. é uma empresa que se dedica ao comércio atacadista de artigos para decoração Tendo . a redução do prazo promovida p elo Prefeito.? Por quê? Não está correto: O art. Passados alguns meses e ainda no mesmo exercício. que equiparou o faturamento à receita bruta. O Lar dos Idosos da Irmã Teodora. no mercado. já que o art. No caso. os serviços não se relaciona com a produção. e caráter vitalício.A. fixar o prazo para trinta dias após o fato gerador.80 (12% de 90) 79. passando a dez dias do fato gerador. adquirem o direito de uso do apartamento. de regra. Nos termos da legislação em vigor. c. 4. crédito relativo à Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social ± COFINS. VI. 3. A empresa Emporium ingressou em juízo com o objetivo de afastar a alteração da base de cálculo da Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social ± COFINS. (b) anterioridade: A Súmula 669 do STF pacificou o entendimento de que norma legal que altera o prazo de recolhimento da obrigação tributária não se sujeita ao princípio da anterioridade. não m dando direito a crédito. estas são alugadas a terceiros. conferindo-lhe. 150.

e vi) mérito: impossibilidade de equiparação dos conceitos de faturamento e receita bruta. o que somente poderia ser feito pela Corte Especial do tribunal regional. i) endereçamento ao Presidente ou Vice-Presidente do Tribunal Regional Federal da 3ª Região. 97 da Constituição Federal.718/98 é legal. em acórdão assim ementado: ³TRIBUTÁRIO. 3° da Lei n° 9. 110 DO CTN. o próprio texto constitucional prefigura. porque somente esclareceu o conteúdo do conceito de faturamento. e (ii) o art. I. ademais. a empresa ajuizou ação anulatória de débito fiscal em face do Estado de São Paulo. No julgamento da remessa oficial (art. previsto no art. 2o e 3o da Lei no 9. ARTS. I. A empresa Péricles vendeu uma das aeronaves em 2003. uma segunda feira. destarte. so v) mérito: não há necessidade de submeter o julgamento do Plenário do Tribunal Regional Federal quando o fundamento é legal. no art. DESNECESSIDADE DE QUESTIONAMENTO EM NÍVEL CONSTITUCIONAL. somente quando é constitucional. 110 do Código Tributário Nacional veda a equiparação do conceito de faturamento ao de receita bruta. Com apoio no princípio iuri novit curia. II. ii) preliminar: intempestividade do recurso. IV.apelação. LEI 9718/98. iv) preliminar: não-cabimento do recurso extraordinário. ILEGAL ELASTÉRIO NA BASE DE CÁLCULO. III.172/66.718/98 não é inconstitucional. o colegiado acolheu por fundamento de ilegalidade ambos os pedidos da apelante. 480 do CPC. em 28 de outubro de 2004. VIOLAÇÃO DO ART. em sua redação original. 2o E 3o. QUESTÃO: Como advogado da empresa Emporium. iii) preliminar: ausência de prequestionamento do art. da Constituição Federal. 195. da Constituição Federal. I. por afronta a disposição da Lei no 5. Inconformada com a exigência do imposto. com os seguintes fundamentos: (i) o Tribunal Regional Federal não poderia afastar a aplicação da lei sem declarar a sua inconstitucionalidade. nos termos do art. O Tribunal Regional Federal da 3a Região negou provimento ao recurso de apelação da União Federal e à remessa oficial. COFINS. sob o fundamento de que o art. porque o fundamento do acórdão da apelação para afastar a aplicação do art. a que inerente o valor de norma de lei complementar. Leis complementares que veiculam normas gerais em matéria de legislação tributária são normas sobre normas e têm por finalidade dar consistência ao sistema tributário. EQUIPARAÇÃO DA ESPÉCIE FATURAMENTO AO GÊNERO RECEITA. em sua redação original. emitida pela Secretaria dos Negócios da Fazenda do Estado de São Paulo.718/98. sendo a intimação pessoal do procurador da União realizada nesta mesma data.´ O acórdão do julgamento da apelação foi publicado no Diário de Justiça do dia 27 de setembro de 2004. que foi julgada improcedente pelo juiz de 1a instância. CONTENÇÃO DE COMPETÊNCIA TRIBUTÁRIA CONSTI TUCIONALMENTE FIXADA A PARTIR DE CONCEITO JÁ ESTABILIZADO NO DIREITO PRIVADO. 110 do CTN garante a preservação de uma tipicidade cerrada em relação a hipóteses de incidência tributária cuja instituição a Constituição autoriza e cujo conteúdo. 475 do Código de Processo Civil) e do recurso de apelação interposto pelo Estado . A empresa Péricles Táxi Aéreo. elabore a peça processual adequada. recebeu a notificação de lançamento do Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores ± IPVA relativo ao exercício de 2004. 3o da Lei no 9. inserindo-se. O procurador da União Federal interpôs somente recurso extraordinário. 195. Ilegalidade qualificada dos arts. tendo realizado o devido registro junto às autoridades aeroportuárias competentes. equiparando-o ao de receita bruta. restando afastada a oportunidade de se instaurar o incidente de argüição de inconstitucionalidade. de modo que o recurso cabível seria o recur especial. O art. proprietária de três aeronaves.

09. como a expressão já o indica.2002. Recurso parcialmente provido. AERONAVES. Recurso Extraordinário nº 255. não para o registro de aeronaves. em circulação pelas vias terrestres do País. nos termos da legislação relativa. de forma genérica. carretas e similares. Recurso Extraordinário nº 134. Vencido o Desembargador Fulano de Tal. red. EMENTA: IPVA . 4. o campo de competência dos impostos. EC 27/85): campo de incidência que não inclui embarcações e aeronaves (STF. art. 29. 1. de propulsão humana ou tração animal. art. rel. porque estes. Min. iii) mérito: pleitear que a exigência do IPVA sobre a propriedade de aeronaves extrapola o campo de competência tributária estadual. No tocante às aeronaves nacionai . Do voto do Ministro red. dispõe o Código Brasileiro do Ar s (Decreto-lei nº 32.Imposto sobre Propriedade de Veículos Automotores (CF. III. red. 3. 23. em face da legislação e pela ordem natural das coisas. p. 23 da Constituição Federal. 155. EC 27/85): campo de incidência que não inclui embarcações e aeronaves (STF. por maioria de votos. Também cabível o argumento de que os Estados são competentes para o registro de veículos. 29. rel.2002. reboques. 155. p/ acórdão Min. respectivamente. tratando da destinação do produto da arrecadação do imposto. Exigência descabida do imposto. Min. Os veículos automotores. j. Dispõe.´ QUESTÃO: Como advogado da empresa Péricles Táxi Aéreo. III. de 1985. Marco Aurélio. a Câmara de Direito Público do Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo manteve parcialmente a sentença recorrida. estão sujeitos a licenciamento no muni ípio de seu domicílio ou residência de seus c proprietários. p/ acórdão.2002. IMPOSTO SOBRE A PROPRIEDADE DE VEÍCULOS AUTOMOTORES. Essa locução adverbial de lugar somente o pode ser referida aos veículos terrestres.509/AM. àquele que é licenciado em determinado Município (art. Marco Aurélio. extraímos o seguinte trecho: Esse campo material de incidência do imposto sobre propriedade de veículos automotores resulta ainda de outras normas constitucionais. cf. O art. 60). irrelevante para a matéria tributária. Pleno. 158. i) endereçamento ao presidente ou vice-presidente do Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo. confiram-se os seguintes julgados: EMENTA: IPVA . DJU 13. A Constituição define. O termo ³Veículo Automotor´ abrange. dispõe que cinqüenta por cento constituirá receita do Município onde estiver licenciado o veícul . 155. 158. 2. III da Constituição Federal. 57 do Código Nacional de Trânsito: Art. interponha o recurso competente. art. 23. CF 69. já que a expressão ³veículo automotor´ refere-se. Sepúlveda Pertence. CF 69.12.2002. com efeito. III e § 13. II da Constituição Federal é norma de Direito Financeiro. III e § 13. III da CF). CONSTITUCIONAL. ii) recurso cabível: recurso extraordinário. p. a começar pela contida no § 13 do mesmo art. Sepúlveda Pertence. O lançamento do imposto deve indicar o sujeito passivo previsto em lei. Neste sentido. Pleno. de 18/11/66) que são bens registráveis para efeito de sua condição jurídica. o art. que. no que tange à aeronave vendida. 57. DJU 13. p/ acórdão Min. só podendo constituir . Já as aeronaves e embarcações devem ser registradas no Registro Aeronáutica Brasileiro e no Tribunal Marítimo.05. cf. Inteligência do Art. também acrescentado pela Emenda nº 27. 64).111/SP. nos termos constitucionais. j.de São Paulo. qualquer veículo que possua motor e se locomova. art. o Apelante vendera uma de suas aeronaves antes da ocorrência do fato gerador. In casu. pronunciando Acórdão com a seguinte ementa: ³TRIBUTÁRIO.Imposto sobre Propriedade de Veículos Automotores (CF. estão sujeitos a licenciamento nos municípios de domicílio ou de residência dos respectivos proprietários.05.

3ª Câmara de Direito Privado. possuam pelo menos 30% de seus empregados com idade superior a 40 anos. (. confira-se o seguinte julgado: Inventário ± Herdeiros que informam as doações que o pai fez em vida (adiantamentos de legítima) para. As ações que foram doadas para Antonio são levadas à colação no processo de inventário. art. único). de 21 de dezembro de 2001. daquele d Estado. ações de uma empresa situada no Estado de São Paulo. er i) elaborar ação de repetição de indébito.. não têm qualquer validade. inviabilizando a tese de que caberá recolher imposto causa mortis também sobre o valor dos bens doados ± Bitributação inadmissível ± Provimento (TJSP. j. nos termos do art. que defende a não-incidência do ITCMD nesta hipótese específica. A competência para legislar sobre direito aeronáutico e marítimo é exclusiva da União (Constituição. e par. Agravo de instrumento nº 272.objeto de direito através de assentamentos no Registro Aeronáutico Brasileiro do Ministério da Aeroná utica. Normas locais que impõem o registro e licenciamento de embarcações e aeronaves em cadastros dos Estados interessados. Ênio Santarelli Zuliani. 1/18809. QUESTÃO: Elabore a medida judicial adequada para defender os interesses de Antonio. José doa para seu primeiro filho. do valor dos bens doados pelo de cujus ainda em vida. § 1o O incentivo fiscal de que trata esta lei corresponderá ao recebimento. Antonio lê uma entrevista de um advogado no jornal. apresentarem plano de partilha proporcional sobre os bens que remanescem ± Hipótese de partilha justa ou eqüânime que se fez em vida (art.) Os Estados-membros têm competência para legislar supletivamente sobre tráfego e trânsito nas vias terrestres (Constituição. uma das Varas da Fazenda Pública. art. 8º. I ± tributário. por parte da pessoa jurídica referida no caput deste artigo. 8º. para fins de cobrança do IPVA. Em janeiro de 2004. assim. com o intuito de igualar a legítima dos descendentes e do cônjuge. A colação. DJ SP I 28.085/95. órgão encarregado de emitir os certificados de matrícula. que instituiu o Im posto sobre Transmissão Causa Mortis e Doações de Quaisquer Bens ou Direitos ± ITCMD. Vara Cível ou Vara Única. b). p. requerendo a repetição do indébito do tributo (tendo em vista que não há possibilidade legal de compensação). na forma a ser fixada em decreto do Poder Executivo. Antes de ser editada a Lei paulista no 10. porque a doação ocorreu antes da edição da lei que instituiu o referido imposto no Estado de São Paulo. rel.406. constitui simples indicação nos autos do processo de inventário. constitucional e administrativo.2003.01. 1776 do CC). inclusive os que haviam sido objeto da antecipação de legítima. de certificados expedidos pelo Poder Público. 36 ± Repertório IOB de Jurisprudência.495/2. na qualidade de empregador. em nenhum ponto. de modo que os valores já recolhidos poderiam ser restituídos ou compensados com outros débitos de tributos estaduais. p. dependendo da Comarca). redigindo a fundamentação e o pedido nos termos que entend aplicáveis. dirigida ao juízo competente (na Capital.12. a partir de seus efeitos. no interior. 2002 e seguintes do Código Civil de 2002.992. Desta forma. Antonio consulta-o/a como advogado/a. a autonomia estadual se estende ao campo da navegação marítima ou aérea. para obter sua opinião legal sobre o caso. 10 e 12). § 2 Os portadores dos certificados poderão utilizá-los para pagamento dos seguintes impostos: o o . correspondentes ao valor do incentivo. 03. 1 Fica instituído incentivo fiscal para as pessoas jurídicas domiciliadas no Estado que. não há incidência do ITCMD nesta hipótese. José falece em 15 de janeiro de 2003. 675). Neste sentido. O diploma em análise dispõe sobre incentivo fiscal para pessoas jurídicas que possuam empregados com mais de 40 anos e está assim redigido: Art. vol. XVII. sendo natural. porque se apresentam frontalmente conflitantes com as regras constitucionais que declaram a competência legislativa exclusiva da União. a atribuição constitucional de competência impositiva sobre a propriedade de veículos automotores. depois da edição do novo Código Civil ± Lei no 10. Mas. e foi recolhido o ITCMD sobre todos os bens arrolados no inventário.2002. de 10 de janeiro de 2002. Des. ´n´. O Governador do Estado de São Paulo propôs ação direta de inconstitucionali ade contra a Lei no 9. n. ii) No mérito.. que é condição para sua utilização (arts. XVII. Antonio. portanto.

577. No caso.1) sobre operações relativas à circulação de mercadorias e sobre prestações de transporte interestadual e intermunicipal e de comunicação. relatora do caso. (. na medida em que é inegável que o incentivo financeiro. do caráter extrafiscal que pode ser conferido aos tributos. da Constituição Federal. a Casa Legislativa Paulista utilizou-se.. § 2º. que o incentivo foi dado de forma abstrata e totalmente impessoal. finca-se na natureza do Superior Tribunal de Justiça. a preferência de. de 1% e 5%. e 2) sobre propriedade de veículos automotores até o limite de 15% do valor dev ido. A sabedoria gerada no estudo e na experiência nos tornou condutores da jurisprudência nacional. da CF. Nos últimos tempos. Observe o seguinte trecho do Voto-Vista pronunciado pelo Ministro Humberto Gomes de Barros. Saber jurídico a que se refere a CF é a sabedoria que a vida nos dá.fiscal desencadeia. XXX. letra ³g´. Vejam a situação em que nos encontramos: se perguntarem a algum dos integrantes desta Seção especializada em Direito Tributário. em decisão unânime (ADIn 1. legitimamente. que poderá ser ampliado. XII.. Saber jurídico não é conhecer livros escritos por outros. 155. unilateralmente. para estimular uma conduta por parte do contribuinte. abrindo mão de uma parte da receita do Estado. Quando digo que não podemos tomar lição. 155. respectivamente. no caso ora em análise.736-SC: Outra razão. animado desmesuradamente o efeito financeiro. II. previsto no artigo 155. relativo ao ICMS. no dizer da Ministra Ellen Gracie. ditas extrafiscais. sobretudo quando a lei. do texto constitucional. A presente questão foi examinada pelo Plenário do Supremo Tribunal Federal. sem nenhuma vaidade. por certo estabelece uma segregação não permitida pela Constituição. o compromisso de que somos notáveis conhecedores do Direito. Ofensa ao Princípio Federativo: No que tange ao IPVA.08. ou pode acarretar. conforme a regra do art. por parte dos Estados ou do Distrito Federal. prevista na Lei Complementar 24/75. Rel. de benefício fiscal. que temos notável saber jurídico. pelo menos. qual é o termo inicial para a prescrição da ação de repetição de indébito nos casos de empréstimo compulsório sobre aquisição de . o precedente da ADIMC 1.276-2 São Paulo (DJU 29. temos demonstrado profunda e constante insegurança.) O autor da ação aduz que esta norma viola o disposto nos artigos 5o. sua ampliação de forma progressiva. segundo o número e a idade dos empregados. no que se refere ao ICMS. descabe cogitar de ofensa o princípio federativo ou a qualquer outra limitação constitucional. depende da autorização do CONFAZ. de receita proveniente daqueles tributos. ressaltando. Néri da Silveira (DJU 31. XII. Ofensa ao princípio da Igualdade: não se configura a ofensa: o princípio da igualdade não se opõe à existência de normas indutoras. É admissível a pretensão do autor quanto às ofensas aos dois princípios constitucionais alegados? Fundamentar. mínimo e máximo. g. assumimos. de forma progressiva. e 7o. em relação ao imposto sobre a propriedade de veículos automotores. que adoto como fundamento de voto. diante da regra do art. caput. que decidiu: Inviável a concessão. a Assembléia Legislativa fixará o montante global a ser utilizado como incentivo. ainda. quando do julgamento do Agravo Regimental no Recurso Especial no 382. segundo o número e a idade dos empregados. § 2º.2001). excitado pelo benefício tributário. para equilibrar uma situação de desigualdade social. ainda. admite. da Constituição Federal. significativo segmento do mercado de trabalho pelos trabalhadores com mais de 40 anos de idade e que o encorajamento. o incentivo fiscal.11. Assim faz o STF. já que o tema não foi objeto de deliber ação do Conselho Nacional de Política Fazendária ± Confaz.. Min. a cada incidência. entretanto. Aduz. A própria Ministra Ellen Gracie citou. para ser validamente concedido. respeitados os limites. que a lei em comento fere o princípio federativo. Somos condutores e não podemos vacilar. § 4o Os benefícios de que trata esta lei deverão ser previstos na elaboração do projeto de lei orçamentária. § 3o Anualmente.2002). não podemos confessar que a tomamos. Quando chegamos ao Tribunal e assinamos o termo de posse.

1º.veículo ou combustível. porque alguém nos deu uma lição dizendo que essa Súmula não devia ter sido feita assim. 6º. em síntese. Hoje.12.989. cheia de pessoas é arrastada por uma lancha. a discussão ainda não versava acerca da revogação. como condutor daqueles que pagam. adotando interpretação restritiva das normas acima. ou não.430/96. cada um haverá de dizer que não sabe. Em matéria tributária. ninguém sabe mais. por exemplo. (. Para tanto. entendia que as sociedades civis deveriam ser. Daí o STJ. pelas sociedades civis de prestação de serviços profissionais relativos ao exercício de profissão legalmente regulamentada. dobrava para a direita e os passageiros sem saber nada.. e eu ± Ministro de um Tribunal cujas decisões os próprios Ministros não respeitam ± sinto-me triste.1987. por diversos precedentes. Nosso papel tem sido derrubar os jurisdicionados. Agora dizemos que está errada. Nas praias de Turismo. Garcia Vieira. até o advento da Lei no 9. registradas no Registro Civil das Pessoas Jurídicas e constituídas exclusivamente por pessoas físicas domiciliadas no País. Naquela época. Pois bem.430/96. optantes pelo regime de tributação pelo lucro real.) O Superior Tribunal de Justiça existe e foi criado para dizer o que é a lei infraconstitucional. Qual a controvérsia jurídica existente anteriormente à edição da Lei no 9. daria à Sumula a seguinte nova redação: As sociedades civis de prestação de serviços profissionais. em seu art. Relator Min. São isentas da contribuição: I ± omissis II ± As sociedades civis de que trata o artigo 1º do Decreto-Lei nº 2.397 assim dispunha: Art. independentemente do regime de tributação escolhido para fins de imposto de renda. cujo enunciado é: As sociedades civis de prestação de serviços profissionais são isentas da Cofins.) Nós somos os condutores.430/96. a revisão da Súmula 276/STJ. que também sou. aquelas sociedades teriam o direito à isenção.851/RS. o Resp 144. 6º da Lei Complementar nº 70/91. não incidirá o Imposto de Renda das pessoas jurídicas sobre o lucro apurado. Ministro Castro Meira. pelo artigo 56 da Lei nº 9. A função do piloto dessa lancha é fazer derrubar as pessoas montadas no dorso da bóia. (ii) o novo debate que se passou a travar tem a ver com a revogação da isenção veiculada pelo art. existe um brinquedo em que uma enorme bóia. a lancha desloca-se em linha reta e. fixou norma de isenção da COFINS nos seguintes termos: Art. daquela isenção. pelo mundo afora. Há dez anos que o Tribunal vem afirmando que o prazo é decenal (cinco mais cinco anos). Agora estamos a rever uma Súmula que fixamos há menos de um trimestre. irrelevante o regime tributário adotado. que levou à edição da Súmula 276. quando todos os passageiros da bóia estão dentro do mar. A revisão. Quando da edição da Súmula. o STJ pa rece ter assumido o papel do piloto dessa lancha. Por sua vez.397/87. no encerramento de cada período-base. a pesar de já existirem dezenas. necessariamente. (. acerca da questão mencionada? (i) A Lei Complementar nº 70/91.. 6º. dos contribuintes. descreve curvas de quase noventa graus. até que eles de repente descobriram que estavam perdidos: O avião com o Superior Tribunal de Justiça está extremamente perdido. sob pena de perder o direito à isenção. de repente. e porque depois se iniciou novo debate. a discussão era de outro jaez: a Fazenda Nacional. como. são isentas da Cofins. ter decidido que. .. O jogo só termina.. irrelevante o regime tributário adotado. o referido art. proposta pelo Relator. mergulho em insegurança como um passageiro daquele vôo trágico em que o piloto que se perdeu no meio da noite em cima da Selva Amazônica: ele se virava para a esquerda. Como contribuinte. O Voto acima foi proferido por ocasião de um julgamento. de 22. Ele foi concebido como condutor dos tribunais e dos cidadãos. até centenas de precedentes. A partir do exercício financeiro de 1. no qual se discutia. 1º do Decreto-Lei nº 2.

85 X = 0. disciplinada pelo art. de regra. tendo transcorrido o quadriênio a que se fez referência acima.15)/ 0. já não mais tendo como cobrar o imposto da locadora.000 x 0. a partir da data da alienação. 725 do mesmo Regulamento. a título os de aluguel do imóvel que a primeira ocupa. o valor que foi recebido. com exatidão. Ou seja: a empresa perde o crédito relativo à parcela ainda não creditada. sua aquisição dera direito à empresa de se creditar do imposto (que incidira à alíquota de 18%) na razão de 1/48 (um quarenta e oito avos) por mês. ser a isenção por ela concedida revogada por lei ordinária. decide a locatária assumir o ônus do imposto. efetua uma remessa de R$ 1. para o estabelecimento paulista. resolvendo-se a questão pela seguinte regra de três: R$ 1. Trata-se de transferência interestadual de bens do ativo permanente. estão. nos termos do art. com o bloqueio e transferência. superou em muito a expectativa inicial. no Brasil. A fim de iniciar as operações da nova filial. de ambas as operações. tendo a isenção sido veiculada por uma lei complementar. o estabelecimento paulista transfere outros 100 carrinhos. Informada de que haveria incidência de imposto de renda na operaçã e o. por maioria de votos. Apurar o montante de imposto devido sobre a apuração (não será exigido o ac erto do cálculo aritmético.000. Como a demanda. o valor informado foi líquido do imposto. que são cedidos a autônomos (os sorveteiros). a empresa possui carrinhos de sorvete. Empresa fabricante de sorvetes. por o Juiz de Direito haver determinado a expedição de ofício ao Banco Central. em nome do princípio da hierarquia das leis. então. para o transporte de sorvetes a serem vendidos nas praias. das quantias ou . a Seção decidiu pela manutenção da Súmula. ocorrendo a operação antes de decorrido o prazo de quatro anos contado da data de sua aquisiçã não se permite. em caso positivo. solicitando que você informe o montante que deverá ser recolhido. prevalecendo. a Distribuidora Igreji Ltda. a empresa remete ao novo estabelecimento 200 carrinhos de sorvete adquiridos em junho de 2003 pelo estabelecimento paulista de um fornecedor local.000.A discussão então travada passou a ser se. imposto.e. em moeda corrente. na última sexta-feira. de sua propriedade. Pessoa jurídica. naquele Tribunal. Aplica-se. em relação à fração que corresponderia ao restante do quadriênio (art. conquanto formalmente complementar. No caso. apenas outra lei complementar a poderia revogar. desde que indicada. que se encarregará da distribuição de sorvetes a vendedores autônomos. no Brasil. apresente as conseqüências. entretanto. No caso dos bens adquiridos em 2003.. a operação). 685 do vigente Regulamento do Imposto de Renda. resolve abrir uma filial na Capital do Estado do Rio de Janeiro. pela locadora. seria materialmente ordinária. Tendo em vista a legislação do ICMS. Como é comum nesse ramo de atividades. Os pagamentos a não residentes. sediada na Capital do Estado de São Paulo. o creditamento do o. sujeitos à retenção de 15% (quinze por cento). No julgamento acima relatado. sediada no Brasil. i. já que não se trata de mercadoria. adquiridos em 1o de janeiro de 2001. na alta temporada. não localizados em países com tributação favorecida. daí. V da Lei Complementar 87/96).15 Donde se extrai a seguinte fórmula para apuração do imposto devido: X = (1. O valor acima referido é o efetivamente remetido. requisitando informações sobre a existência de ativos financeiros em nome da executada. nada obstando. o entendimento de que seria necessária uma lei complementar para revogar a isenção.47 Em sede de Execução Fiscal ajuizada pela Fazenda do Estado de São Paulo perante o Juízo de Direito da Vara das Execuções Fiscais da Comarca de São Paulo. § 5o. Já quanto aos bens adquiridos em 2001. na fonte. a técnica de gross up.00 a empresa sediada nos Estad Unidos. foi surpreendida. buscou-se sustentar que a Lei Complementar nº 70/91. 20. com seu teor ori ginal. não cabe mais falar em perda de valor a creditar. A operação de transferência de bens do ativo permanente não é tributada pelo ICMS.85 X = R$ 176.00 = 0.

110 do CTN). O Juiz de primeiro grau julgou improcedente o . Recurso Ordinário em MS 11. QUESTÃO: Na qualidade de advogado da Telecelular S/A. já que se trata de conceito empregado para a demarcação de competências tributárias (art. de queijo prato. inexistindo razão para procurar outros bens já que é notório que a atividade da Executada implica grande movimentação financeira. sediada na Capital do Estado de São Paulo. 60. e o Secretário de Estado da Fazenda. na qual buscava o cancelamento de crédito tributário decorrente de auto de infração lavrado em seu desfavor. Juiz de Direito da Vara das Execuções Fiscais da Comarca de São Paulo. permitindo rápida e eficaz garantia do crédito tributário. A Telecelular S/A. com o ac obertamento de nota fiscal de valor aquém da pauta mínima estabelecida na região. § 1º do CTN). Além disso a definição de serviços de telecomunicações (art. não há razão para não se dar à habilitação o tratamento tributário dos serviços de comunicação a ela relacionados. para efeitos tributários. Ademais. no segundo. apontar ato coator do MM. (3) a definição de prestação de serviços de comunicação não pode ser alterada exclusivamente para fins tributários. de bens imóveis na Capital. da Constituição Federal) Mérito: (1) inexistência de prestação de serviço no mero ato de habilitação: o ICMS pressupõe a efetiva prestação do serviço de comunicações. endereçado ao Superior Tribunal de Justiça (art. 105. visando a não ser constrangida ao pagamento de ICMS sobre o valor cobrado de seus assinantesa título de habilitação do aparelho móvel celular. O acórdão recentemente proferido pelo Tribunal denegou a ordem. perante o Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo. Precedente: STJ. não havia notícia de que os referidos bens não despertariam o interesse de eventuais arrematantes. A referida ordem foi dada não obstante a existência de penhora. Ademais.2. impetrou Mandado de Segurança preventivo. QUESTÃO: Na qualidade de advogado da Distribuidora Igreji Ltda.300 kg. em tudo semelhante ao bloqueio de contas bancárias. no próprio processo. Alternativamente: Mandado de Segurança. Relator Ministro Francisco Falcão (DJU 9. Medida Judicial cabível: Agravo de Instrumento. ao nosso ordenamento não arrepia a penhora de faturamento. que impede a extensão do tratamento tributário dado aos serviços de comunicação à habilitação que os precede. se o respectivo serviço é justamente o conjunto de atividades que possibilitam a respectiva oferta. segundo se argumenta na decisão. que dispõe a esse respeito. II. já não dispondo de crédito na praça. com pedido de med liminar. executor da política tributária e financeira do Estado. por transportar 12. No primeiro caso. com os fundamentos jurídicos para sustentar a não incidência do ICMS sobre a taxa de habilitação dos aparelhos móveis celulares. o que inocorre quando da mera disponibilização do serviço ao usuário (2) proibição de analogia gravosa em matéria tributária (art.2005) A Cooperativa Mista Dos Produtores Rurais Do Estado De São Paulo impetrou ação anulatória de débito em que contende com a Fazenda Pública do Estado de São Paulo. onde opera serviços de telefonia móvel. perante o mesmo ida Tribunal. alegando que o legislador ordinário pode definir prestação de serviços decomunicação. com pedido de efeito suspensivo. b. apresente o recurso cabível contra a decisão. tome a medida judicial cabível para permitir que ela possa movimentar livremente seus recursos. 108.importâncias depositadas até o limite do débito exeqüendo. esta informou nos autos que quando aceitara a primeira penhora. baseando-se no Convênio ICMS no 69/98. Medida Judicial Cabível: Recurso Ordinário em Mandado de Segurança. perante o Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo.472/97) não impede a compreensão da habilitação como uma de suas modalidades. Lei no 9. acolhendo manifestação da Exeqüente. Com efeito.368-MT.. exceto pelos ent aves burocráticos que a primeira impõe. a agravada é a Fazenda Pública do Estado de São Paulo. A referida Distribuidora r depende de recursos financeiros para a sua atividade. pode determinar a imposição tributária em relação ao fato gerador estabelecido no Convênio ICMS no 69/98.

entidade assistencial sem fins lucrativos. do Convênio ICMS 66?88 possibilitam ao Fisco valer-se de arbitramento para estabelecer valores´.pedido. 97 do CTN. É devido o IPTU nas circunstâncias relatadas? Fundamente a sua resposta. a base imponível (base de cálculo). no qual exerce atividade hospitalar a pessoas carentes. 148 do CTN. apresente o recurso cabível. o § 4º do mesmo art. e explora parte de seu terreno como estacionamento. b) ³O art. ocorrido após a remessa das mercadorias. dirigido ao Superior Tribunal de Justiça Mérito: (1) violação do art. fato posterior ao surgimento da obrigação tributária. ficou evidente que a exploração do imóvel estava relacionada com a obtenção de recursos para a própria Santa Casa atingir sua finalidade. Procedem os argumentos do contribuinte? Por quê? O argumento do contribuinte não procede. afastando-se. 150. ademais. é possível sua aplicação´. A Santa Casa de determinada localidade. promoveu campanha de rifas. Sendo o IPTU um imposto sobre a propriedade. 13 da Lei Complementar 87/96 é claro ao dispor: Nas operações e prestações interestaduais entre estabelecimentos de contribuintes diferentes. em Acórdão publicado há dez dias. Não é devido o IPTU. Em sua defesa. em benefício de suas finalidades. ³c´ da Constituição Federal). 97. é detentora de um imóvel. O § 5º do art. foi autuado em virtude de não haver recolhido ICMS sobre reajuste de preço. O ganhador resolveu utilizar o referido terreno para estacionamento de seus familiares. o Tribunal a quo manteve a sentença. A posse por um contrato de uso. argumentando que: a) ³Ocorrendo o fato gerador na saída da mercadoria. (2) Violação do art. caso haja reajuste do valor . Segundo o contribuinte. visando à reforma do acórdão acima referido. em adequação da base imponível sobre a qual incidirá a alíquota´. não caracteriza aquele animus. na região central da cidade. a ser considerada. com prazo determinado. já que o arbitramento pressupõe processo regular. 150 CF). QUESTÃO: Na qualidade de advogado da Cooperativa. 148 do CTN. na qualidade de possuidor do imóvel a título de direito de uso (art. VI. 34 do CTN). tendo em vista que a Santa Casa é imune ao imposto (art. a autoridade administrativa pode valer -se do arbitramento somente quando não merecer fé ou for omissa a declaração do contribuinte. por um ano. sem qualquer ônus. do Decreto-lei no 406?1968 e 8o. daí. mas. II. dando ao vencedor o direito de uso do terreno do estacionamento. é a existente quando da aludida saída. I. Se tal base de cálculo for inferior à da pauta de valores já vigente. do CTN). O Armazém San Genaro Ltda. c) ³Há previsão legal no Estado de São Paulo para a utilização de pauta de valores. Aviado recurso de apelação. sendo. pois. nos termos do mesmo dispositivo. a indicação de um possuidor como contribuinte apenas é possível se a posse se faz com animus dominis. já que somente a lei pode fixar a base de cálculo do tributo. d) ³Não há qualquer incompatibilidade das pautas com a CF?88. No início do ano foi notificado pela Prefeitura Municipal para pagar o IPTU. alegou o contribuinte que o reajuste de preç o foi acertado com seu cliente após a saída da mercadoria e até mesmo depois de a mercadoria ter entrado no estabelecimento destinatário. incompatível com o regime de pauta de valores mínimos. I . pois sua utilização não importa em aumento de tributo (art. bem como os artigos 2o. em venda interestadual. como já dito alhures. podendo o Fisco valer-se dela sempre que o preço declarado pelo contribuinte for consideravelmente inferior ao de mercado´. sendo considerado contribuinte. No caso. Para obter recursos de maior monta. Medida Judicial Cabível: Recurso Especial. o valor do reajuste poderia estar sujeito à tributação no Estado onde já se encontrava a mercadoria por ocasião do pagamento do reajuste.

sociedade que se dedica ao comércio de automóveis tem o capital social detido.depois da remessa ou da prestação. recaindo. a diferença fica sujeita ao imposto no estabelecimento do remetente ou do prestador. daí.000. Uma empresa sofre execução fiscal promovida pela Procuradoria da Fazenda do Estado de São Paulo e.00 a cada mês. a AUTOLÁ S/A pretende analisar a alteração dessa sistemática com o fim de pagar menos IR e consulta-o a respeito da tributação pelo lucro presumido. No início do ano de 2005. não há óbice à opção pelo lucro presumido. Todavia. Identifique qual dos contribuintes possui maior recurso em caixa. Sendo cinco pessoas jurídicas.000.00. QUESTÃO: Considerando a penhora de 30% do faturamento da executada. para dar aulas aos respectivos diretores presidentes.000. adotando a base de cálculo de R$ 5. já que está sujeit à retenção na o fonte.recurso especial perante o Superior Tribunal de Justiça. perante o Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo. o que poderia comprometer as suas atividades e o fato de ter a executada indicado outros bens que julga terem liquidez. Nenhum deles possui dependentes nem efetua gastos com previdência social ou educação. No final de cada mês. A atividade descrita não afasta a opção.000. . pedido que é integralmente deferido pelo juiz. como advogado da empresa. pois. ao recolhimento do imposto. a executada oferece à penhora bens de sua propriedade. como máquinas utilizadas em sua linha de produção. . de cada aluno. dep de atendidas as obrigações tributárias do mês. em iguais proporções. solicita a penhora de 30% do faturamento da executada.00 (mil reais).00 (cem mil reais).000. explicando a diferença. por: (i) pessoa jurídica sediada no País. a empresa executada permanece inerte. A AUTOLÁ S/A. Cada um deles possui cinco alunos e recebe. tributada pelo lucro real e cujo faturamento anual é de R$ 100. a quantia de R$ 1. As receitas da sociedade decorrem exclusivamente do comércio de automóveis no País. a AUTOLÁ S/A pagou o imposto de renda pela sistemática de tributação do lucro real. e (ii) por sociedade residente em país com tributação favorecida (paraíso fiscal). argüindo a baixa liquidez destes bens no mercado e.5%. Dois professores de inglês cobram de seus alunos valores idênticos. no ano anterior. que o ois outro. Exclusivamente do ponto de vista da legislação do imposto de renda.00.000. a Fazenda Pública protocola petição rejeitando os bens oferecidos. cada uma adotará a base de cálculo de R$ 1. nos cinco d ias indicados pelo juiz para quitar a dívida ou oferecer bens à penhora. nem tampouco a circunstância de seus sócios serem pessoa jurídica com faturamento superior àquele montante ou residente em paraíso fiscal. em separado. na tabela progressiva. é possível a opção pelo lucro presumido? Observado o limite de faturamento. Um deles ministra aulas a cinco pessoas físicas diferentes. transcorrido o prazo indicado. tomar as medidas cabíveis nos autos do agravo de instrumento. agravo de instrumento contestando a falta de liquidez e pedindo o levantamento da penhora sobre o faturament . por votação unânime da turma o julgadora. recurso que. a executada interpõe. No ano base de 2004. Após tomar ciência da relação de bens indicados pela executada. inferior a R$ 48.000.000.00 (seis milhões de reais). pelas pessoas jurídicas envolvidas. apresentando no respectivo ano faturamento de R$ 6. O contribuinte que ministra aulas a pessoas jurídicas terá maior recurso em caixa. foi declarado improcedente. na faixa de isenção e não havendo imposto a recolher. sujeitando-se. Contra a referida decisão. paralelamente. enquanto o outro é contratado por cinco pessoas jurídicas diversas. eles constatam que um deles possui maior recurso em caixa. Já aquele contribuinte que presta serviços a pessoas físicas sujeita-se ao Recolhimento Mensal Obrigatório (carnê-leão). que chega a 27.

.Ingressar com Ação Anulatória de Débito Fiscal. ação de repetição de indébito ou ação anulatória do ato declaratório da dívida. tendo sido então o débito inscrito em Dívida Ativa há cinco meses.) Se houver penhora do faturamento ou do rendimento.requerer a declaração de inexistência da relação jurídica e a anulação do crédito inscrito em dívida ativa. é autuada em decorrência do não pagamento de Imposto Sobre Serviços de Qualquer Natureza (ISSQN) em relação aos valores recebidos pela prestação de serviços de comunicação. no momento em que o contribuinte requereu o levantamento do depósito judicial. Municipais. .a lei não pode retroagir para atingir a coisa julgada ± a lei não poderia ter efeitos sobre os precatórios já expedidos ou com pagamento em curso.os serviços de comunicação devem ser tributados pelo ICMS e não pelo ISS.efetuar o depósito do montante discutido . O prazo para impugnação administrativa expira. mas. que poderia comprometer os seus negócios. Tomar as providências cabíveis. Contudo. apresentando a adequada fundamentação.e sem que a empresa autuada tome qualquer iniciativa.. adquirida pelo ³Estabelecimento Y´.trata-se de um ato coercitivo para cobrança de tributos (cobrança indireta) e que fere os princípios da legalidade. a empresa o constitui como advogado para defender os seus interesses. na iminência de sofrer uma execução fiscal.Trecho do Julgado: ³Inicialmente. Estaduais. a empresa pode ficar inviável. o ³Estabelecimento X´. . .´ A Empresa Globalcomunications Ltda. Após o trânsito em julgado de decisão favorável ao contribuinte em ação de repetição de indé bito. além do ICMS. . .a penhora sobre o faturamento poderá conduzir a empresa à insolvência .830/80 ± ³A discussão judicial da Dívida Ativa da Fazenda Pública só é admissível em execução. QUESTÃO: Como advogado do contribuinte. esta Turma entendeu que poderia penhorar 30% do rendimento da empresa. bem como a certidão de regularidade para com a Seguridade Social. salvo as hipóteses de mandado de segurança. ingresse com a medida cabível para reformar o despacho que indeferiu o levantamento do depósito judicial do precatório. a Turma e a própria Seção mudaram a orientação e não permitem mais a penhora do rendimento da empresa.. esta precedida do depósito preparatório do valor do débito. localizado no estado de São Paulo. suponha-se que as alíquotas internas (hipotéticas) de ICMS para o produto mencionado no caso acima. . pelos seguintes montantes: (ii) meramente para fins desta questão.033/2004.´ . especificamente do STJ. sediada no Município de São Paulo. QUESTÃO: Por julgar indevido o ISS sobre serviços de comunicação e. vende uma máquina para a produção de fósforos. monetariamente corrigido e acrescido dos juros e multa de mora e demais encargos.artigo 38 da Lei 6. Em hipótese alguma será considerada a redação escrita neste espaço. depois. . em 2003.Interposição de Agravo de Instrumento dirigido ao Tribunal Regional Federal da 3ª Região. localizado no estado do Ceará e que faz referida aquisição para incorporação no seu ativo fixo.segundo entendimento de grande parte da jurisprudência. O valor é composto. sejam as seguintes: . uma vez que o gravame deverá importar o menor ônus ao contribuinte executado. em cada um dos estados mencionados. igualdade e coisa julgada. nos termos do artigo 19 da Lei 11. na forma desta Lei. Em 10/06/2004. o juiz da Xa Vara Federal de São Paul o indeferiu o pedido alegando não ter o contribuinte apresentado as certidões negativas de Tributos Federais. foi expedido precatório tendo a União Federal. porque isso equivale a penhorar a própria empresa (. depositado integralmente o valor a que havia sido condenada a pagar. a penhora sobre o faturamento somente tem cabimento na ausência de oferecimento de bens alternativos.

000.77 .00 R$ 438.000.Operação 1: Alíquotas: (i) interestadual ± 7% (ii) interna do CE (destino) ± 15% (iii) diferencial de alíquotas ± 8% Valor base para Cálculo: R$ 408. 1) . neste caso ± aquisição para ativo fixo ± entra na B.Estado São Paulo Produto Máquinas em geral Alíquota 12% Ceará Máquinas em geral 15% Componente Valor da Mercadoria Valor (em R$) 400.000. Nogueira faleceu deixando ao seu único herdeiro um lote de um milhão de ações de um grande banco brasileiro.45 Erros de mero cálculo serão desconsiderados desde que indicadas corretamente as operações aritméticas.68 x 0.000. não deve ser recalculado para fins de resolução desta.00 IPI* 8.000.096.709.07) ± R$ 408.00 R$ 408.50 cada.68 ICMS total recolhido na operação: R$ 65.20 (um real e vinte centavos) a unidade e. estas ações tinham um valor de R$ 1. Nogueira.806.) ICMS a ser recolhido: Em SP (pelo produtor de máquinas) No CE (pelo produtor de fios) R$ 408.000.00 / 0. calcular o ICMS devido em cada um dos Estados envolvidos.709. pergunta-se: Qual será a tributação de Imposto de Renda e R$ 438. por ocasião da homologação do formal de partilha. Total 408.00 * Trata-se de dado da questão. considerando as alíquotas interestaduais vigentes.709. cada uma delas valia R$ 1.000.00 (um real) cada.93 ± R$ 408.00 Com base nos dados acima. No momento do falecimento estas ações valiam R$ 1. Considerando que as ações ingressaram no -se patrimônio particular do herdeiro pelo valor de R$ 1.68 ± R$ 408.08 R$ 35.00 R$ 30. Na última declaração do imposto de renda elaborada pelo Sr.C. O Sr.000.000.50.00 (IPI.00 / (1-0.

000. III.00 ± R$ 1.20.000.IR ± contribuinte .000. Todavia. na celebração dos tratados internacionais. . apenas o seu representante pode celebrar tratados internacionais desta natureza. sob a mesma ou outra razão .. tais como os defendidos por Ives Gandra Silva Martins e Roque Carrazza. obrigando a todos os entes da federação. a Pães & Bolos é surpreendida com a cobrança de valores referentes a tributos federais não pagos pela Panificadora Doces & Salgados. uma outra panificadora (Doces & Salgados) da mesma região. . Após a ratificação do acordo.Trata-se de responsabilidade por sucessão tributária por aquisição de estabelecimento.200. Estados. Todavia.o ITCMD será calculado com base no valor das ações por ocasião do falecimento ± R$ 1. sujeitos a referendo do Congresso Nacional. e não apenas como representante da União. 21. O Presidente da República. englobados União.apenas a União goza da soberania e. em meados de maio de 2005.00 .³A pessoa natural ou jurídica de direito privado que adquirir de outra. e continuar a respectiva exploração.) VIII ± celebrar tratados.ITCMD ± R$1. é expedido. completando-se assim o processo de celebração do acordo internacional.00 = R$ 1. é promulgado o Decreto Legislativo nO 100/2004. Indaga -se: procede esta cobrança. Compete privativamente ao Presidente da República: (.00 = R$ 500.. 84.000.000.³Art. em seguida.previsão no artigo 133 do Código Tributário Nacional.142/2004. .000. a doutrina dominante entende tratar-se de lei de caráter nacional. especificamente da incidência do ICMS. Referido acordo internacional tem o seu texto referendado pelo Congresso Nacional e. decide questionar a sua constitucionalidade.000. em dezembro de 2004.500. . no período compreendido entre novembro de 2002 e dezembro de 2003. Analise a questão à luz do disposto no artigo 151. . industrial ou profissional. Compete à União: I ± manter relações com Estados estrangeiros e participar de organizações internacionais (..ITCMD ± contribuinte . . convenções e atos internacionais.000. fundo de comércio ou estabelecimento comercial. pelo Presidente d República.00 x 4% = R$ 48.00.IR incidirá sobre a diferença entre R$ 1.ITCMD incidentes sobre a operação acima descrita? Como deverão ser determinadas as bases de cálculo e quem serão os contribuintes? Haverá a incidência de dois tributos ± ITCMD e Imposto de Renda. da Constituição Federal.Espólio O Brasil firma um acordo internacional com país vizinho visando assegurar a isenção de impostos incidentes sobre um empreendimento de grande importância estratégica para os dois países.Herdeiro . considerando-se que os sócios da Panificadora Pães & Bolos não tinham qualquer influência sobre as decisões que eram tomadas na Panificadora Doces & Salgados? Fundamente. o Decreto nO a 2. age como representante da República Federativa do Brasil.) Art. vislumbrando a perda de receitas tributárias por força da isenção concedida pelo acordo internacional.00 x 15% = R$ 75. Um determinado Estado da República Federativa do Brasil.000. ..´ Há entendimentos no sentido de que tratados internacionais não podem conceder isenções de tributos municipais e estaduais.20 x R$ 1. já que os antigos sócios desta última resolveram aposentar-se. por qualquer título. . Distrito Federal e Municípios. portanto. A Panificadora Pães & Bolos adquire.

O parágrafo 1º deste artigo determinou a atualização periódica do valor venal. inciso II e parágrafo 1º . ferindo o princípio da legalidade . responde pelos tributos. devidos até a data do ato: I ± integralmente.000.princípio da legalidade . utilizada no exercício da transação.o artigo 8º do Decreto. se o alienante cessar a exploração d comércio. não deram seguimento à atividade. QUESTÃO: Como advogado. bem como pela Portaria no 81/05. para efeitos deste imposto. Parágrafo 1 o o : Os valores venais dos imóveis serão atualizados periodicamente. em condições normais de mercado.impossibilidade de fixação da base de cálculo por decreto. o que só seria possível por lei. II ± o subsidiariamente com o alienante. pois os sócios desta última. mas não se trata de mera atualização monetária da base de cálculo . Recentemente. Propriedade Predial e Territorial Urbana ² IPTU. reaproveitar uma antiga regra contida no artigo 32 da Lei 4. por meio de seu artigo 17. dispositivos estes que promoveram a alteração da b ase de cálculo do tributo mencionado.A Panificadora Pães e Bolos terá que arcar integralmente com o débito da Panificadora Doces e Salgados. a contar da data da alienação.228/05.artigo 150. de um imóvel seu para o Sr. mediante pesquisa e coleta perm anente. As partes têm interesse em fazer o registro da transmissão da propriedade no cartório de registro de imóveis o mais rápido possível.00 (setecentos mil reais). inciso I.00 ( quinhentos mil reais).´ .357/64.social ou sob firma ou nome individual. tendo se aposentado. Parágrafo 1o : Considera-se valor venal.´ O Sr. Parágrafo 3o : O valor venal divulgado. Todavia. o valor pelo qual o bem ou direito seria negociado à vista.esta atualização implica verdadeira majoração da base de cálculo.051. em nenhuma hipótes será inferior à base de cálculo do Imposto sobre a e. indústria ou profissão. Guimarães acabou de negociar a venda. inclusive com a participação da sociedade representada no Conselho de Valores Imobiliários.000. se este prosseguir na exploração ou iniciar dentro de 6 meses. com valor fixado em R$ 500. da Constituição Federal . nova atividade no mesmo ou em outro ramo de comércio. O referido decreto estabelece: ³Artigo 7 : A base de cálculo do imposto é o valor venal dos bens ou direitos transmitidos.154/91) foi substancialmente alterada pelo Decreto Municipal no 46. de forma a assegurar sua compatibilização com os valores praticados no Município. por amostragem. buscou. que passou a ser fixada pelo Município com base na Planta Genérica de Valores.Mandado de Segurança . indústria ou atividade. A Lei no 11.228/05. mediante contrato formal e regular.00 (seiscentos mil reais). de 29 de dezembro de 2004. segundo a Planta Genérica de Valores. este imóvel valeria R$ 700. dos preços correntes das transações e das ofertas à venda no mercado imobiliário. da Secretaria de Finanças do Município de São Paulo.artigo 9. mas acabou prescrevendo a publicação do valor venal de cada imóvel em concreto. sob pena de multa. tome as medidas judiciais cabíveis visando assegurar o pagamento do tributo da forma menos onerosa possível. mas sabem que este ato não será consumado na hipótese de o ITBI não ser recolhido consoante o Decreto Municipal no 46. . Machado. inciso I. artigo 97. relativos ao fundo ou estabelecimento adquirido. a legislação do Município de São Paulo referente ao Imposto sobre a Transmissão de Bens Imóveis (Lei 11. segundo a qual fica a pessoa jurídica que possui débitos não garantido junto à União e/ou s INSS impedida de efetuar a distribuição de lucros aos sócios ou quotistas. não fixou apenas critérios genéricos e abstratos para apuração do valor venal. Artigo 8o: A Secretaria Municipal de Finanças tornará públicos os valores venais atualizados dos imóveis insc ritos no Cadastro Imobiliário Fiscal do Município de São Paulo. . e cujo valor venal no carnê de IPTU é de R$ 600.000.

o Sr. foi contratado para o cargo de diretor da Tokiofly Ltda. As pessoas jurídicas. alterado pelo artigo 17 da Lei no 11.. § 2 A multa referida nos incisos I e II do § 1o deste artigo fica limitada.. QUESTÃO: Na qualidade de advogado do Sr. taxa ou contribuição. segundo a nova redação do artigo 32. ingressado com recurso administrativo que pudesse suspender a exigibilidade do débito envolvido. sem ter.) b) dar ou distribuir participação de lucros a seus sócios ou quotistas. não garantido. acabou-se por não pagar a contribuição previdenciária. pretende distribuir dividendos a seus sócios. respectivamente. como forma indireta de obrigá-lo . do Código Tributário Nacional o .há cerceamento dos direitos fundamentais dos contribuintes. contudo. .restrições ou proibições impostas ao contribuinte.desobedecem a adequação dos meios. LIV) é suprimido . nos exercícios de 2000 e 2001. . Em vista do delicado quadro financeiro da empresa e para que fossem adimplidos os compromissos com empregados e fornecedores. Ubaldo.pode-se também alegar violação ao princípio da proporcionalidade . A empresa sofreu autuação fiscal em setembro de 2005.051/04.Assim. Para o exercício da sua delicada função. prevê. art.. II ± aos diretores e demais membros da administração superior que receberem as importâncias indevidas. a 50% (cinqüenta por cento) do valor total do débito não garantido da pessoa jurídica. mas teme que este procedimento venha a lhe acarretar algum tipo de autuação fiscal. por falta de recolhimento de imposto. Seguiu -se a execução fiscal com a penhora dos bens pessoais do Sr.sanções indiretas . em janeiro de 2006. Ubaldo. que possui débitos não garantidos perante a União. empresa do segmento de helicópteros e que passa por graves dificuldades financeiras.devido processo legal (CF. bem como a seus diretores e demais membros de órgãos dirigentes. III. tome as medidas cabíveis. O Sr. como o devido processo legal. em montante igual a 50% (cinqüenta por cento) das quantias distribuídas ou pagas indevidamente. apenas excepcionalmente a sanção indireta tributária. no prazo legal.artigo 135. iniciada em janeiro de 2000. da Lei 4. não poderão: (.Embargos à execução . desrespeita o princípio de menor ingerência possível nos direitos do cidadão . enquanto estiverem em débito.´ QUESTÃO: Considerando que a empresa Beta Gama S/A. fiscais ou consultivos.. (. artigo 195.Mandado de Segurança . estabeleceu se que: ³Art.a CF. 5. para com a União e suas autarquias de Previdência e Assistência Social. como advogado tome as providências cabíveis defendendo os interesses da empresa. 32. . executivo consagrado no mercado. em montante igual a 50% (cinqüenta por cento) dessas importâncias. parágrafo 3º..357/64. Ubaldo recebeu amplos poderes dos sócios.) § 1o A inobservância do disposto neste artigo importa em multa que será imposta: I ± às pessoas jurídicas que distribuírem ou pagarem bonificações ou remunerações. Ubaldo. parte patronal. para promover o seu saneamento e torná -la novamente lucrativa. uma vez que ele figurava no pólo passivo da execução fiscal.

aproveitando o bom momento do mercado financeiro. Oriente o Sr. porquanto a referida empresa passava por sérias dificuldades financeiras. que o serviço prestado pela empresa Y esteja previsto no Decreto Municipal no 46. uma vez que o a rtigo 10 da Lei 9. Considerando que. pretende investir no mercado de ações. Andrade. garante a isenção tributária dos dividendos distribuídos às pessoas físicas.00 por mês. Orientar a Empresa X a fazer a retenção do ISS sob pena de responsabilidade. contratou os serviços da empresa Y. o Sr. 07/2004. inscreveu os citados débitos de PIS e COFINS em Dívida Ativa da União Federal em 01/01/2004. Considere. a menor tributação possível. terão que se cadastrar na Prefeitura deste município para não sofrerem a retenção. o Sr. Pierre passará a ser tributado segundo o princípio da universalidade . Todavia.598/05. Tendo fixado a residência no Brasil.00. Pierre recebe um salário de R$ 20. conforme determina a legislação tributária aplicável.. oriente o Sr. Ocorre que. o que significa que a contagem do prazo prescricional voltou a ocorrer 180 dias após a data de inscrição em dívida ativa. § 3º.000. . pelo tomador. Lei 6.000. Em 05/07/2005 foi ajuizada execução fiscal para cobrança da dívida.598/05. como regra. No Brasil.00 da subsidiária da empresa francesa onde trabalha. Neste contexto. tendo a empresa sido citada em 06/07/05. O Sr. no regular exercício de suas prerrogativas. Andrade a investir como pessoa física ou como pessoa jurídica. o Sr. os a respectivos valores não foram recolhidos em favor da União Federal. O prazo prescricional não foi respeitado. os ganhos com ações são tributados na fonte a 15% pelo imposto de renda e projetando um resultado estimado de ganho no valor de R$ 100. Considerando que os serviços serão prestados para a empresa X em São Paulo e observado o disposto na Portaria SF no 101/2005.830/80). tributada pelo lucro presumido. sócio majoritário de uma sociedade limitada. obviamente.sustentar que mero não pagamento de tributo não configura excesso de poder ou infração de lei suficiente para responsabilizar pessoalmente o diretor A empresa X auferiu receitas ao longo do exercício de 1999. A execução foi ajuizada quase um ano e meio após a inscrição em dívida ativa (05/07/2005). está em Barueri. em São Paulo. declarado às autoridades fiscais os valores devidos a título de PIS e de COFINS. ele tem dúvidas a respeito da forma fiscalmente menos onerosa de efetuar os seus investimentos. do Município de São Paulo. mudou-se há três anos de Paris para São Paulo para viver com a sua esposa brasileira. segundo a qual empresas de outros municípios que prestam serviços especificados no Decreto Municipal no 46. oriente a I empresa X na hipótese de a prestadora de serviços (empresa Y) não ter efetuado o cadastro exigido junto à Prefeitura de São Paulo. A empresa X.o imposto pago na França (sobre os rendimentos lá auferidos) poderá ser compensado com o imposto devido no Brasil sobre estes rendimentos. nos termos de seu contrato social. A inscrição em dívida ativa suspende o prazo prescricional por 180 dias (artigo 2º. Portanto. Justifique a sua resposta indicando a base legal aplicável.000. Pierre continua a receber uma série de rendimentos pagos por fontes situadas na França e que somam cerca de R$ 50. ou seja. na resposta.249/95. efetuar a aplicação através da pessoa jurídica. tomando-se as datas de ocorrência dos fatos geradores até a distribuição da ação de execução fiscal. O Sr. visando obter. Pierre a respeito da tributação dos referidos rendimentos no Brasil. de 5% (cinco por cento) referente ao SS. indaga se foi -se respeitado o prazo prescricional para a cobrança (ajuizamento da ação de execução fiscal) em tela. Todavia. ou seja. Ver também artigo 174 do Código Tributário Nacional. tendo. Pierre. terá sido consumada a prescrição.deverá pagar imposto sobre o rendimento auferido no Brasil e na França . descontados os 180 dias de suspensão. A Procuradoria da Fazenda Nacional. se deve investir como pessoa física ou capitalizar a sua empresa e. observando a existência de um tratado internacional contra a bitributação firmado entre o Brasil e a França. francês. cuja sede. então. embora declar dos. com sede em São Paulo.

prestados ao contribuinte ou postos a sua disposição. em março de 2000. visando assegurar a reinclusão da empresa no REFIS. tome as medidas judiciais cabíveis para questionar a exigência dessa taxa. da Constituição Federal. também. com pedido de liminar. visando assegurar o patrimônio do ex -procurador da empresa.º de janeiro do próximo ano. com pedido de antecipação dos efeitos da tutela jurisdicional. A sentença nos autos da execução transitou em julgado. Ao apreciar os autos da execução fiscal. com os cód igos de receita invertidos. sem possibilidade de individualização dos respectivos usuários e. Interposição de exceção de pré-executividade com pedido de exclusão do nome do ex -procurador do pólo passivo da execução fiscal. Além do recolhimento das parcelas mensais do REFIS. Igualmente é cabível o argumento de que a taxa em questão implica na utilização de tributo com efeito de confisco. sob pena de exclusão do REFIS. QUESTÃO: Como advogado. a empresa foi notificada da lavratura de auto de infração relativo à falta de recolhimento integral da COFINS. Ocorre que a empresa recolheu pontualmente. QUESTÃO: Como advogado. o ex -procurador de empresa estrangeira. QUESTÃO: Na qualidade de advogado da empresa X. Quando da solicitação de relatório de informações de apoio para emissão de certidão junto à Secretaria da Receita . também vedada pelo artigo 150. ou mandado de segurança repressivo. controlada pela empresa estrangeira da qual foi procurador. PONTO 1 O município em que está estabelecida a empresa X editou lei instituindo taxa de limpeza pública para o custeio do serviço público municipal de limpeza de logradouros públicos.É menos onerosa a aplicação feita por pessoa física. A impugnação ao auto de infração foi protocolada extemporaneamente.Os serviços públicos em questão são executados em benefício da população em geral.5%. embora o valor retido de 15% possa ser compensado posteriormente. jamais o faturamento das empresas estabelecidas no município.no caso de se investir como pessoa jurídica. Por tal motivo.Mandado de segurança preventivo ou ação declaratória de inexistência de relação jurídico-tributária. pleiteando a anulação do ato de inscrição do débito em dívida ativa. a empresa deveria manter o pagamento regular dos demais tributos em dia. A empresa X pretende participar de processo licitatório para a prestação de serviços de engenharia para uma empresa pública. Sua base de cálculo é o faturamento das empresas estabelecidas no município e sua alíquota é de 0. PIS e Cofins. por 4 (quatro) meses consecutivos. conseqüentemente. como determina a Constituição Federal no §2º do artigo 145 e confirma a jurisprudência do Supre mo Tribunal Federal. constata-se a revelia da empresa brasileira que. cuj prova a deve ser feita mediante a apresentação de certidão negativa de débito ou certidão positiva com efeito de negativa. Ex-procurador de empresa estrangeira foi citado por edital para pagar dívida fiscal de empresa sediada no Brasil. porém. adote as medidas judiciais cabíveis. .A base de cálculo eleita pela lei em questão não é própria de taxa. haverá a incidência das alíquotas de 15% e adicional de 10%. o juiz acatou petição da Procuradoria do Estado e determinou fosse citado. 1. . da referibilidade a contribuintes determinados. não se prestando para custeio mediante taxa. resultando na inscrição do débito em dívida ativa e intimação da empresa para imediato pagamento do débito. PIS e COFINS. adote as medidas judiciais cabíveis. teve seus bens penhorados e silenciou. Diante da insuficiência de bens da executada. que deve ser o valor suficiente para ressarcir o Estado pelo exercício do poder de polícia ou pela prestação de serviços públicos específicos e divisíveis. pois haverá apenas a retenção de 15% a título de mposto de renda i . IV. decorrente de falta de recolhimento de ICMS. . conforme entendimento jurisprudencial. A empresa X aderiu ao Programa de Recuperação Fiscal ± REFIS. Referida taxa passará a ser exigida no dia 1. porém. Uma das exigências legais para a sua habilitação na licitação em questão é a regularidade fiscal. Ajuizamento da ação anulatória de débito em divida ativa. citada.

a empresa X foi fiscalizada e o agente fiscal lavrou auto de infração referente ao não recolhimento do referido tributo. portanto. se é devida a Contribuição Provisória sobre Movimentação ou Transmissão de Valores e de Créditos e Direitos de Natureza Financeira ± CPMF sobre os valores envolvidos na transferência em questão. A empresa X ingressou com mandado de segurança para questionar a exigênci de um determinado tributo e obteve a medida liminar. A suspensão da exigibilidade do crédito tributário por meio de medida liminar concedida em mandado de segurança não impede o Fisco de proceder à constituição do crédito tributário para prevenir a decadência do direito de lançar. As modalidades de suspensão do crédito tributário previstas no artigo 151 do Código Tributário Nacional ± CTN permitem a obtenção de certidão positiva com efeito de negativa. declarado e não pago.Federal ± SRF. que se refere a ³lançamento a crédito. da Constituição Federal. No entanto. . pois este último ofereceu à empresa isenção de tarifas bancárias. II da Lei nº 9. exige dela o pagamento do ISS devido sobre idêntico fato gerador. porém. A empresa X contratou os serviços da empresa Y para costura de etiquetas em confecções suas. com garantia hipotecária que mantinha com X. não foi lavrada. dos mesmos titulares. Além da alienação do imóvel. embora a emp resa X estivesse desobrigada de seu pagamento por força da mencionada liminar. a empresa X deparou-se com a existência de um débito em aberto de COFINS. Posteriormente. Sobre o valor dos serviços de beneficiamento. 3. A empresa X pretende transferir recursos financeiros mantidos em conta corrente de depósito no Banco A para conta de idêntica natureza no Banco B. A escritura definitiva de venda e compra. caso descrito no enunciado da questão. A empresa X prometeu a venda de imóvel seu para a empresa Y. onde já possui conta corrente aberta. 4. Passados três anos. ao fiscalizar a empresa tomadora dos serviços. o tabelião exige o pagamento do imposto de transmissão relativo aos três atos. Sob a ótica do disposto no artigo 156. exceto nos casos de lançamentos a crédito na hipótese de que trata o inciso II do art. estará correta essa exigência? Por quê? O Município pode exigir imposto de transmissão inter vivos dos dois atos de alienação de bem imóvel. A empresa Y receberia. O Município local. oriente o departamento fiscal sobre a alternativa ou as alternativas existentes para a obtenção de certidão positiva com efeito de negativa. 2°´. O artigo 8º. A certidão negativa de débito poderia ser obtida em qualquer das hipóteses de extinção do crédito tributário previstas no artigo 156 do Código Tributário Nacional. O preço foi parcialmente pago. cede a dívida. por peça costurada. Nesse contexto. conforme jurisprudência pacífica e maioria doutrinária. em contas correntes que apresentem saldo negativ até o limite de valor da redução do saldo devedor´. foi pago IPI. Ao lavrar a escritura definitiva da operação imobiliária. o que não é o o. Não é devida CPMF sobre os valores envolvidos na transferência em questão. Como advogado da empresa. que orientação você daria ao seu cliente quanto ao pagamento dos mencionados tributos? Orientar o cliente a recolher o ISS sobre os serviços de beneficiamento. para conta de idêntica natureza. na qualidade de consultor tributário da empresa. II. nos termos da legislação vigente. sem que haja a necessidade de a empresa X ingressar com medida judicial. O diretor jurídico da empresa X consulta para saber -o se o procedimento do agente fiscal está correto. O diretor financeiro da empresa X questiona-o. 2.311/96 estabelece que a alíquota dessa contribuição fica reduzida a zero ³nos lançamentos relativos a movimentação de valores de conta corrente de depósito. a empresa Y resolve vender o imóvel para a empresa Z. a única das hipóteses previstas no referido artigo que depende de uma iniciativa da empresa X e que não envolve uma medida judicial é o parcelamento do débito em questão. desobrigando-a do recolhimento do tributo em questão. 5. por instituição financeira . preço relativo aos serviços prestados. mas o enunciado da questão faz referência apenas à certidão positiva com efeito de negativa.

vem sofrendo problemas financeiros. Até o momento. dando-se início às execuções fiscais correspondentes. Como resultado dessa circunstância. de 2003. e sua controladora refere -se à licença para uso da marca da empresa.A.Mérito: Da análise dos elementos característicos do contrato de licença para uso da marca decorr a conclusão lógica de que este e consubstancia uma obrigação de dar e não uma obrigação de fazer. porém. apura a COFINS pelo regime da cumulatividade. elabore a medida judicial solicitada por seu cliente. Embargos de devedor com fulcro no artigo 736 e seguintes. QUESTÃO: Na qualidade de advogado da empresa. porém atuante no ramo tecnológico em mecânica de máquinas.. Os débitos fiscais da Procomputer foram inscritos na Dívida Ativa da União. de que o Imposto sobre Serviços ± ISS tem como fato gerador a prestação de serviços constantes de sua lista anexa. de 27 de novembro de 1998).º 9. ABC Industrial e Comercial Ltda. visto que os minis tros ainda podem alterar seus votos. Mandado de Segurança ou Ação Declaratória de Inexistência de Relação Jurídico -Tributária. é uma subsidiária de um grupo italiano do setor automotivo recém constituída no Brasil.Mérito: A empresa deve alegar que se aplica a regra da prescrição do direito do Fisco com . Sua cliente. sucessora de outra empresa do mesmo grupo. este negócio jurídico. de 22 de setembro de 1.980. Inerte no prazo legal. . sua cliente o contrata para propor uma medida judicial que afaste tal exigência. teve bens penhorados para garantia do débito e intimado o representante legal da penhora realizada. QUESTÃO: Na qualidade de advogado da empresa. previsto na Lei n. Não obstante impontual no cumprimento das obrigações principais. deparou-se com a previsão da Lei Complementar n. interessou-se por essa discussão jurídica e solicitou a elaboração de uma medida judicial que lhe assegure a não inclusão do ICMS na base de cálculo da COFINS daqui pra fre nte. de 2003. Por não concordar com a exigência do ISS sobre a cessão de direito de uso da marca em questão. o departamento a jurídico da Fabbrica Automobili Ltda.º 116.. tome as medidas judiciais cabíveis. do Código de Processo Civil. Entre os serviços constantes na lista anexa à Lei Complementar n. a Procomputer se viu obrigada a atrasar o pagamento de tributos federais de modo deliberado. há seis votos favoráveis à empresa recorrente e um voto negando provimento ao recurso extraordinário em questão. com o intuito de poupar caixa para fazer frente às despesas com empregados e fornecedores. A empresa de engenharia de informação Procomputer S. . pelo Supremo Tribunal Federal ± STF. efetuando os lançamentos fiscais e prestando as informações sobre os tributos impagos. encontra o -se seguinte item ³3. sendo que este imposto incide também sobre o serviço proveniente do exterior do País ou cuja prestação se tenha iniciado no exterior do País. verificou . bem assim o reconhecimento do direito ao crédito dos valores pagos a maior no passado.. A Procomputer foi citada nas mencionadas execuções fiscais. na qualidade de depositário legal Seu departamento contábil. QUESTÃO: Na qualidade de advogado da empresa. sua cliente.. levando -se em conta que sua cliente solicitou uma medida judicial que não implique na sua condenação em honorários de sucumbência. Fabbrica Automobili Ltda. agravada sua situação em virtude da falta de investimento por parte dos sócios estrangeiros. Ao analisar as incidências tributárias aplicáveis sobre esse contr to. Embora a questão não esteja definitivamente julgada. (Observação: a ABC Industrial e Comercial Ltda.02 ± Cessão de direito de uso de marcas e de sinais de propaganda´.830.A imprensa publicou recentemente diversas notícias acerca do julgamento. evidenciando a impropriedade de se querer tributar. que determinados tributos federais lançados há mais de seis anos foram inscritos na dívida ativa extemporaneamente. via ISS. Súmula 105 do STJ: ³Na ação de mandado de segurança não se admite condenação em honorários advocatícios´ e Súmula 512 do STF: ³Não cabe condenação em honorários de advogado na ação de mandado de segurança´). Mandado de Segurança (Cf.718. a empresa manteve as obrigações acessórias em dia. de um recurso extraordinário que trata da inconstitucionalidade da inclusão do ICMS na base de cálculo da COFINS. elabore a medida judicial solicitada por seu cliente.º 116. Protecmaq Ltda. e no artigo 16 da Lei n° 6. Um dos primeiros contratos celebrados entre a Fabbrica Automobili Ltda.

Na sua opinião. 24 .constituição do crédito pelo contribuinte. sem pagamento antecipado. sediada e constituída nos EUA.STF declarou. tiverem sido computados como despesas dedutíveis do lucro real e da base de cálculo da CSLL. de 24 de dezembro de 2003. também. GIA. 150 e 174 do CTN. acompanhada. Elabore uma resposta ao cliente acerca da tributação ou não dos valores restituídos a título de PIS e COFINS pagos indevidamente pelo Imposto sobre a Renda das Pessoas Jurídicas (IRPJ) e pela Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL). mas. se for o caso. 18 da Lei nº 9. houve a extinção do direito de ação do Fisco cobrar judicialmente o crédito tributário.249/1995. 2. O ganho de capital auferido por residente ou domiciliado no exterior será apurado e tributado de acordo com as regras aplicáveis aos residentes no País. A empresa ABC Industrial e Comercial Ltda. com base no art. por equívoco. . em períodos anteriores. A empresa XPTO deixou. 4.718/98 que instituiu nova base de cálculo para a incidência da contribuição ao Programa de Integração Social ± PIS e da Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social ± COFINS. 1. apura esses tributos pelo regime do lucro real. que está informado em sua Declara ção do Imposto de Renda Pessoa Física pelo valor histórico de R$ 100. sediada e constituída na Alemanha.º da Lei n. de 2001. etc. aplique o produto da venda na aquisição de imóveis residenciais localizados no País. de recolher a contribuição para o Programa de Integração Social ± PIS referente ao mês de maio.000. Nesse caso.00 (cem mil reais).). bem como sobre a existência de algum incentivo aplicável à operação por ela pretendida. correspondentes aos juros equivalentes à taxa referencial do Sistema Especial de Liquidação e de Custódia ± SELIC. ingressou com ação de repetição de indébito em re lação ao PIS e à COFINS. ou do depósito da importância arbitrada pela autoridade administrativa. a renda decorrente dessa operação pode ser tributada no Brasil? Justifique sua resposta.172. de 1966) ³A responsabilidade é excluída pela denúncia espontânea da infração. contados da data da entrega do documento de formalização do crédito ao Fisco (DCTF. realiza a venda de participação societária com ágio em empresa brasileira ³Y´ para a empresa ³Z´. de 2005. fica isento do imposto de renda o ganho auferido por pessoa física residente no País na venda de imóveis residenciais. Nos termos do artigo 1º do Ato Declaratório Interpretativo SRF nº 25. os valores restituídos a título de tributo pago indevidamente serão tributados pelo Imposto sobre a Renda das Pessoas Jurídicas (IRPJ) e pela Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL). da multa moratória. da Instrução Normativa SRF nº 84.º do artigo 3. à alíquota de quinze por cento. O Supremo Tribunal Federal . a inconstitucionalidade do parágrafo 1.00 (duzentos e cinqüenta mil reais) e aplicar o produto da venda na aquisição de um outro imóvel nesse valor.Nos termos do artigo 39 da Lei nº 11. considerando que a ABC Industrial e Comercial Ltda. Dessa forma. razão pela qual o consulta acerca da tributação desses valores. Maria é proprietária do imóvel onde reside. sob a forma de tributação definitiva. sobre os débitos denunciados espontaneamente há apenas a incidência de juros moratórios. Diante disso. conforme estabelece o art. Nos termos do artigo 138 do Código Tributário Nacional ± CTN (Lei nº 5. A denúncia espontânea afasta a exigência não só da multa punitiva.196. se. recolhidos a maior. desde que o alienante. elabore uma resposta à consulta do cliente sobre os encargos devidos no procedimento de denúncia espontânea. quando o montante do tributo dependa de apuração´. Maria o consulta sobre a alíquota do imposto de renda incidente sobre o ganho de capital a ser apurado. no prazo de 180 (cento e oitenta) dias contado da celebração do contrato. por maioria. Ela pretende vender esse imóvel por R$ 250. que foi julgada procedente. ex vi dos arts. assim como sobre o entendimento das autoridades fiscais federais acerca da extensão desse instituto.º 9. Conseqüentemente. Considerando que a empresa tem a intenção de pagar esse valor à vista. do pagamento do tributo devido e dos juros de mora. Nos termos do artigo 27. 3. Indique a sua orientação e a fundamentação legal. cuja hipótese supõe o fluxo de cinco anos.000. o ganho de capital sujeita -se à incidência do imposto de renda. A empresa ³X´.

quando o adquirente for residente ou domiciliado no exterior. 14 do CTN fixou as condições para gozo da imunidade. O art. uma vez atendidos os requisitos legais. presidente de instituição de educação sem fins lucrativos. auferido por pessoa física ou jurídica residente ou domiciliada no exterior que alienar bens localizados no Brasil. fica responsável pela retenção e recolhimento do imposto de renda incidente sobre o ganho de capital. Que orientação você daria ao cliente? A CF. Imagine que você é consultado por um cliente. . 150 concede imunidade de impostos sobre patrimônio. reitor e vice -reitor da universidade que mantém na Cidade de Ouro Preto. comprovada a atividade administrativa e pedagógica ligada exclusivamente aos objetivos da entidade não configura infração ao disp osto no art. renda e serviços das instituições de educação sem fins lucrativos.833/2003. 14. Minas Gerais. ou o procurador. do CTN.da Lei nº 10. em busca de informações quanto ao pagamento regular de salários aos dirigentes. 5. o adquirente. art. pessoa física ou jurídica residente ou domiciliada no Brasil. Os pagamentos realizados aos mencionados dirigentes da instituição de ensino.

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