Questões de Direito Tributário

A sociedade Magnólia Comercial Ltda. atuava no ramo de comércio varejista de roupas infantis, mantendo loja na cidade de São Paulo, denominada "O Bebê Feliz". Findo o prazo de locação, o estabelecimento comercial foi fechado e ali instalou-se estabelecimento de venda de lustres e abajures, denominado "Lustres do Manolo", mantido por Manolo e Irmãos Ltda. Porém, corria contra a Magnólia Comercial Ltda., execução fiscal para cobrança do ICMS relativo aos meses de junho a setembro de 1999, no valor total de R$ 100.000,00 (cem mil reais). O Exeqüente, constatando o fato, requereu a inclusão, no pólo passivo da execução fiscal, da Manolo e Irmãos Ltda., na qualidade de responsável tributário em virtude da aquisição de estabelecimento comercial, o que foi deferido pelo Juízo. Há 15 (quinze) dias, a Manolo e Irmãos Ltda. foi intimada da penhora de bens de sua propriedade. QUESTÃO: Na qualidade de advogado da Manolo e Irmãos Ltda., atue na defesa de seus interesses. Oposição de embargos à execução fiscal, dirigidos ao Juízo de Direito das Execuções Fiscais Estaduais de São Paulo, com observância dos requisitos do art. 282 do Código de Processo Civil e na forma do artigo 16 da lei nº 6.830/80. No mérito, deverá o candidato sustentar que não responde pelo tributo, nos ermos do Código Tributário Nacional. A t responsabilidade prevista no art. 133 desse Estatuto limita-se aos casos de alienação de fundo de comércio ou estabelecimento comercial. No caso concreto, além de não ter havido cessão do estabelecimento (não havia re lação entre o titular atual e o anterior), os estabelecimentos mantidos por ambas as sociedades são nitidamente distintos, explorando, a Manolo e Irmãos Ltda., outro ramo de atividade. Em fiscalização realizada em 12 de novembro de 1991, a empresa "Comérci de Óleo Vegetal S.A." teve contra si o lavrado Auto de Infração e Imposição de Multa porque a fiscalização entendeu que haviam sido praticadas as seguintes irregularidades: a) falta de pagamento do imposto sobre importação, referente a fato gerador ocorrid em 22.02.87; b) o falta de pagamento do IPI (imposto sobre produtos industrializados) relativo à fato gerador ocorrido em 05.03.89; c) falta de pagamento do IR (imposto sobre a renda) referente à venda de mercadorias sem nota fiscal (omissão de receita) em 01.07.90. Para os ítens "a" e "b" ingressou imediatamente com defesa administrativa cuja decisão, desfavorável a ela, transitou em julgado em 10.10.96. Não sendo pago o crédito tributário constante do referido Auto de Infração, após a inscrição na dívida ativa, foi o débito objeto de Execução Fiscal proposta pela União Federal, cuja inicial foi deferida pelo MM. Juízo em 09.08.97. Questão: Como advogado da Empresa "Comércio de Óleo Vegetal S.A.", propor a medida judicial cabível. Oferecer embargos à execução, endereçado ao Exmo. Sr. Dr. Juiz Federal da ..... MM. Vara das Execuções Fiscais da Seção Judiciária de São Paulo e ou Exmo. Sr. Dr. Juiz de Direito do Anexo Fiscal do Fórum da Comarca de ....., alegando prescrição, nos termos do artigo 174 do CTN, cc art. 8º, parágrafo 2º, da Lei das Execuções Fiscais nº . 6.380/80, relativamente ao IR, pois, nos termos do enunciado, nada há a requerer em relação aos demais impostos. O Presidente da República, em 03.10.94, expediu o Decreto nº 35.225, publicado na mesma data, que elevou a alíquota do IR (imposto sobre a renda), e a base de cálculo do IOF (imposto sobre operações de crédito, câmbio e seguro) sobre empréstimos rurais. Por sua vez, a Lei nº 2.289, publicada em 08.10.94, elevou a base de cálculo d o ITR incidente sobre imóveis rurais localizados no interior do Estado de São Paulo, com o que não concordou pessoa jurídica, sua cliente. Questão: Como advogado da referida pessoa jurídica, propor a medida judicial cabível. Ingressar com ação declaratória, com base no artigo 4º do CPC, contra a União Federal, ou Mandado de Segurança, com base na Lei nº 1.533/51, contra o delegado da Receita Federal de .... do Estado de São Paulo; as medidas judiciais serão endereçadas ao Exmo. Sr. Dr. Juiz Federal da MM. .... Vara da Justiça Federal, Seção Judiciária de São Paulo, alegando afronta ao princípio da legalidade, previsto no artigo 150, I, da CF, relativamente ao IR e ao IOF, e afronta ao princípio da uniformidade geográfica, previsto no artigo 151, I, da CF, relativamente ao ITR.

O Decreto n.; 57.927, de 22 de julho de 1997, publicado no Diário Oficial da União de 23.07.97, em seu artigo 5;, elevou a alíquota do IPI (imposto sobre produtos industrializados) incidente sobre tapetes fabricados no Estado de São P aulo, destinados a automóveis, sendo que em seu artigo 7; majorou a alíquota do Imposto sobre a Importação de Produtos Estrangeiros incidente sobre televisores, passando a exigir os referidos aumentos já a partir da publicação da referida norma. A empresa "AZ" não concordou com os referidos aumentos de tributo, razão pela qual o contratou para defender seus interesses. Questão: Como advogado da empresa "AZ", propor a medida judicial cabível. Ingressar com ação declaratória, com base no artigo 4º do CPC, contra a União Federal, ou Mandado de Segurança, com base na Lei nº 1.533/51, contra o Delegado da Receita de .... do Estado de São Paulo; medidas judiciais estas que serão endereçadas ao Exmo. Sr. Dr. Juiz Federal da MM. Vara da Justiça Federal, Seção Judic iária de São Paulo, alegando afronta ao princípio da uniformidade geográfica, previsto no artigo 151, I, da CF, não havendo nada mais a requerer em relação ao II, bem como em relação ao princípio da anterioridade previsto no artigo 150, III, "b", da CF, uma vez que ambos os tributos estão amparados pelo artigo 153, parágrafo 1º, da CF. A empresa "Casas de Madeira, Indústria e Comércio Ltda." deixou de recolher o ICMS (18%) em operação de venda de produto industrializado realizada em 24.05.79. Em 28.03.1985, a fiscalização identificou a irregularidade e lavrou Auto de Infração passando a exigir o pagamento do imposto, calculado pela aplicação da alíquota de 25%. Irresignada com a exigência, imediatamente ingressou com defesa administrativa, mas não teve suces sendo que a decisão, que lhe foi so, desfavorável, transitou em julgado em 31.12.91. Por falta de pagamento, o crédito tributário foi inscrito na Dívida Ativa e em 10.12.96 a Fazenda Pública propôs Execução Fiscal, sendo deferida a inicial pelo MM. Juízo, nesta mesma data.Questão: Como advogado da Empresa "Casas de Madeira, Indústria e Comércio Ltda.", propor a medida judicial cabível. Oferecer embargos à execução, endereçado ao Exmo. Sr. Dr. Juiz de Direito do Anexo Fiscal do Fórum da Comarca de ...., alegando decadência, nos termos do artigo 173 do CTN, e afronta ao princípio da irretroatividade da Lei, nos termos do artigo 150, III, "a", da CF, cc. artigo 144, do CTN. Em 01.06.93, em auditoria realizada em sua escrituração fiscal, foi constatado que, em face de má interpretação da legislação tributária vigente na data da ocorrência do fato gerador, por descuido dos funcionários encarregados da emissão das notas fiscais e da sua correspondente escrituração fiscal, a Empresa de Serviços de Vigilância Patri onial m Ltda., tinha efetuado pagamento indevido de ISS (imposto sobre serviços de qualquer natureza), nos meses de 12/87 a 04/93, relativamente aos meses de apuração 11/87 a 03/93. Questão: Como advogado da Empresa de Serviços de Vigilância Patrimonial Ltda., acionar a medida judicial cabível. Ingressar com ação de repetição do indébito, com fulcro nos artigos 165 e 168 do CTN, perante o Exmo. Sr. Dr. Juiz de Direito da MM. ..... Vara do Fórum da Comarca de ...., alegando decadência, nos termos do artigo 1 73, do CTN. A repetição somente poderá abranger o período de 01.06.88 em diante, em atendimento ao artigo 168, do CTN. 1. O cliente, em consulta, diz que a União exigiu-lhe o pagamento de um imposto extraordinário, nos termos do artigo 154, inciso II, da Constituição Federal. Apesar de compreender a situação da criação do referido imposto, quer saber por quanto tempo terá que o recolher. Esse tipo de imposto subsistirá o tempo necessário para atender a situação que ocorreu de forma imprevista. 2. Empresa sua cliente, prestadora de serviços, informa que o Município onde ela está sediada nunca instituiu o ISS (imposto sobre serviços de qualquer natureza). No entanto, o Estado resolveu suprir essa omissão cobrando o referido tributo. Qual a orientação ? Diria para não recolher o imposto, pois o não exercício da competência tributária não possibilita o seu exercício à pessoa jurídica de direito público diversa daquela a que a Constituição a tenha atribuído.

3. A Empresa XTZ, cliente de sua assessoria jurídica, comunica ter sido tributada sobre um ato jurídico nulo. Qual o aconselhamento ? Nada obsta a cobrança, o que interessa para o Direito Tributário é a ocorrência ou não da hipótese de incidência, sendo irrelevante a validade jurídica dos atos efetivamente praticados. 4. O cliente de sua banca advocatícia informa que sua empresa não registrou contrato social e nem possui alvará de funcionamento. Colocado isto, pergunta se mesmo assim passa a ter capacidade tributária. Qual a resposta pertinente ? Sim. Como dispõe o artigo 126 do CTN, a capacidade tributária passiva independe de estar a pessoa jurídica regularmente constituída, bastando que se configure como uma unidade econômica ou profissional. Contribuinte recebeu notificação de lançamento do imposto predial e territorial urbano, tendo por base de cálculo o valor venal do imóvel. Na mesma notificação consta o lançamento de taxas de limpeza e conservação tendo por base de cálculo também o valor venal do imóvel. Mandado de Segurança contra ato do Diretor de Rendas Imobiliárias ou autoridade municipal equivalente. Desenvolver tese da ilegalidade das taxas, a teor do art. 77, parágrafo único. Competência da Vara da Fazenda Pública, onde houver. Poderá ser proposta ainda ação cautelar e ação declaratória. João é proprietário de imóvel urbano não edificado. Sem que lhe .fosse exigido adequado aproveitamento do imóvel, recebeu notificação de lançamento do imposto, com alíquotas progressivas sobre a propriedade predial e territorial urbano - IPTU. João não concordou e se recusou a pagá-lo. Ajuizada a execução fiscal, João teve alguns de seus bens penhorados. A intimação da penhora foi efetivada em 12 de maio do corrente ano. QUESTÃO: Como advogado(a) de João, tomar a providência judicial cabível, fundamentando-a. Embargos à Execução, Juízo das Execuções Fiscais, onde houver. Desenvolver a tese da inconstitucionalidade da progressividade do IPTU, a teor do disposto no artigo 182, parágrafo 4º. e incisos, c/c o artigo 156, parágrafo 1º. , ambos da Constituição Federal. No dia 04.05.1998, um Agente Fiscal de Rendas do Estado de São Paulo interceptou, na BR -116, altura de Registro, uma remessa de 4.150 exemplares da Revista "O Apocalipse", editada pela Igreja do Último Milênio, com sede na Capital, tendo lavrado Auto de Infração e Imposição de Multa que descreve as seguintes irregularidades: remessa de mercadoria desacompanhada de documentação fiscal; falta de pagamento do imposto por ter escriturado a operação como não tributada; falta de pagamento do imposto ap urado por meio de levantamento fiscal (arbitrado por média e retroativo à março de 1990, data da criação da revista). Não aceitando a alegação de que se tratava de um instituição religiosa e não comercial, foi ainda lavrado o auto de apreensão da mercadoria. QUESTÃO: Como advogado(a) da Igreja, adote a medida judicial cabível, independentemente da defesa administrativa. Mandado de Segurança contra o Delegado Regional Tributário. Desenvolver a tese de ilegalidade da apreensão (só permitida para resguardo de provas até a lavratura do auto e não depois disso), bem como a presença de imunidade, não porque se trata de igreja (a imunidade só protege as atividades religiosas praticadas no templo), mas por se tratar de periódico (art. 150, VI, "d", da Constituição Federal). Poderá ser proposta ainda ação cautelar e ação anulatória de débito fiscal (e não ação declaratória, porque já existe lançamento). Quando da lavratura da escritura pública de venda e compra referente a imóvel que adquirira, José tomou conhecimento que o Imposto de Transmissão sobre Bens Imóveis - ITBI, incidente na hipótese, seria cobra do mediante aplicação de alíquotas progressivas. QUESTÃO: Não concordando com essa exigência, como advogado(a) de José tome a providência judicial cabível, fundamentando-a. Mandado de Segurança contra ato do Diretor de Rendas Imobiliárias ou autoridade municipal equivalente. Desenvolver a tese de inconstitucionalidade da progressividade do ITBI. Poderá ser proposta ainda ação cautelar e ação declaratória. Competência da Vara da Fazenda Pública, onde houver.

456. I e 136. Ambas ações deverão ser propostas perante o MM. a fim de cobrir despesas com o atendimento de populações atingidas pela seca em seu Município. conforme artigos 136 e 157 do CTN. 3. A Prefeitura local canalizou ali um córrego. Qual seria a sua orientação ao Prefeito como advogado? Justifique. receberam seus quinhões no montante de R$ 200. 4. embora tenha pago os respectivos impostos. Sim. a casa de seu cliente aumentou de preço.000. conforme artigos 126. defronte a uma praça Municipal. 1. pela falta de escrituração. O cliente. Sim. Desenvolver a tese da possibilidade de compensação dos créditos decorrentes dos pagamentos efetuados com os débitos do PIS. da Constituição Federal. O Município de Arapiraca. a meação da viúva atingiu o montante de R$ 400. arborizando-a e ajardinando-a. I. conforme determina a legislação. Justifique. III. . Ele quer saber se. 2. do Código de Processo Civil. assoberbado com o excess de trabalho no mês o de março. terá que pagar outro tributo além do IPTU (Imposto Predial e Territorial Urbano).00 cada.levando-se em consideração que lá não existem Varas Especializadas das Fazendas Públicas. após haver tomado conhecimento de que muitas empresas conquistaram judicialmente o direito a restituição de pagamentos efetuados de INSS incidente sobre o pró labore de se diretores. da Constituição Federal.00.00. asfaltou as ruas adjacentes à praça. "A". A exigência ofende as disposições do artigo 145. com sede em Ribeirão Preto. por intermédio da lei nº 3. esqueceu-se de escriturar no livro próprio a entrada de mercadorias importadas. Competência da Justiça Federal de Ribeirão Preto.A empresa EXP. promova a medida judicial cabível para resguardar os direitos de seu cliente. devia à Fazenda Pública Municipal a quantia de R$ 10. Por conseqüência. c. QUESTÃO: Como advogado(a) da empresa EXP. Ele o consulta perguntando se. Medida cautelar (preventiva ou incidental). quando faleceu. A medida judicial cabível seria uma Ação Declaratória.001% sobre o valor venal do imóvel. procurou-o para defender seus interesses. O fato gerador é a utilização do serviço de coleta e transporte de lixo domiciliar. Um comerciante de artigos de procedência estrangeira. Justifique. estará sujeito ao pagamento de contribuição de melhoria . seu cliente. que foi publicada e que entrou em vigor nesta mesma data. na consideração da falta. Também poderá ser impetrado Mandado de Segurança preventivo.533/51. A alíquota é de 0. nos termos da Lei nº 1. não se leva em conta a intenção nem o fato de haverem sido pagos os impostos. Uma filha maior e um filho menor. O Prefeito de uma cidade do interior do Nordeste. nos termos do artigo 4o. b. requerendo a declaração de inexistência relação jurídica. Juiz de uma das Varas Cíveis da Comarca de Arapiraca . O contribuinte da taxa é o proprietário de imóvel urbano. parágrafo 2o. recebeu da Câmara de Vereadores um projeto de lei instituindo empréstimo compulsório devido pelos habitantes não atingidos pelo flagelo. por inconstitucional. diz que reside em imóvel de sua propriedade. O Prefeito não deve sancionar o projeto de lei. na s qualidade de herdeiros. poderá multá-lo. tomador do serviço de coleta e transporte do lixo domiciliar. o filho menor responde até o limite de seu quinhão (R$ 200. Sim. não c oncordando com a referida exigência. em consulta. conforme artigo 148.000. da Constituição Federal.Como advogado de João da Silva. O filho meno também responde pelo crédito r tributário do falecido? Justifique. de 15 de julho de 1997. porquanto só a União pode instituir empréstimo compulsório. nos termos do artigo 145. em razão da valorização de sua propriedade. II: do CTN.000. Concluída a partilha. us pretende compensar estes créditos com seus débitos de PIS. João da Silva.000. A verdadeira natureza jurídica dessa exação é a de imposto. o Fisco poderá multá-lo.00). estabelecendo os seguintes elementos do fato gerador: a. QUESTÃO:. ajuíze a ação competente. morador e proprietário de bem imóvel localizado no Município de Arapiraca. pois. referente a tributos. instituiu a Taxa de Lixo.

e que está isento do recolhimento do Imposto sobre a Circulação de Mercadorias e Sobre Prestações de Serviços de Transporte Inter stadual e Intermunicipal (ICMS). poderá a Fazenda Estadual executá-lo objetivando a cobrança deste tributo? Se a resposta for afirmativa como poderá Pompílio agir? . após inscrição na dívida ativa.000.538 que fixava o valor originário do IPVA em R$ 1.". A medida cabível é a de Embargos à Execução nos termos do artigo 16 da Lei 6. Poderá.Como advogado de XPTO promova a medida judicial cabível para resguardar os interesses dos seus clientes.750. proferida decisão a seu desfavor. O lançamento tributário ocorreu após o decurso do prazo para a constituição do crédito tributário previsto no artigo 173. Cliente que atua no ramo farmacêutico. cuja petição inicial foi deferida pelo MM. e consulta com a finalidade de saber se continua obrigado pela escrituração e manutenção dos livros contábeis.1993.00 (um mil.1995).Como advogado do contribuinte. onde houver. 1. por força da isenção. A competência para tais ações será do Juízo da Vara da Fazenda Pública.07. I do CTN. então seria cabível ação declaratória. conforme dispõe os artigos 194 e 195 do CTN. como advogado. que transitou em definitiva em 24. ainda. QUESTÃO:. referente ao IPVA. Não sendo pago o crédito tributá rio.1986 na empresa "Comércio de Materiais para Construção João de Barro Ltda.Não obstante ser inexigível o ICMS.00. A medida judicial mais adequada é a propositura de Ação Anulatória de Débito Fiscal também denominada de Ação Anulatória de Lançamento Tributário. setecentos e cinqüenta reais) e a multa em 30% (trinta por cento) sobre o valor do imposto não pago. foi cobrado o valor originário de R$ 3. do ano de 1995. Pela falta de pagamento do IPVA na data aprazada. QUESTÃO:. ingressou com execução fiscal.589 de 12.000. que estava em vigor na data da fiscalização (15.00 (um milhão e oitocentos mil reais) relativamente à falta de pagamento do imposto sobre a renda (IR) incidente sobre o lucro apurado em operação de vendas de mercadorias realizadas durante o ano de 1980. ser impetrado Mandado de Segurança.3.Modelo M3. Referidos embargos deverão ser propostos perante o MM. Diante dessa situação.8. constatou a existência de débito para com o Fisco Estadual.O contribuinte XPTO. a Fazenda Pública. sendo.7. Encontra-se extinto o direito da Fazenda Pública Federal pelo decurso do prazo prescricional previsto no artigo 174 do CTN. através de fiscalização realizada pela Fazenda Estadual em 15. orientaria o consulente a proceder a escrituração e manutenção dos livros contábeis.00 (três mil e quinhentos reais) mais a multa de 20% (vinte por cento) com base na lei nº 4. com a competente impugnação administrativa. há que se ressaltar o fato de Pompílio ter adquirido o indigitado automóvel em dezembro de 1996. lavrou auto de infração e imposição d multa (AIIM) e no valor de R$ 1. de janeiro de 1996 (antigo proprietário) sujeito passivo direto deste tributo. a empresa isenta continua obrigada pela emissão de notas fiscais.1996. bem como pela emissão de notas fiscais. cujo contribuinte é o antigo proprietário? Na hipótese de uma resposta afirmativa.8. A isenção se refere. conforme artigo 38 da Lei 6. exercício de 1996. Juiz em 24.830/80. promova a medida judicial cabível para resguardar os direitos de seu cliente. bem como pela escrituração e manutenção dos livros contábeis. data em que o IPVA cobrado já deveria ter sido recolhido pelo proprietário do veículo em 1o. Na data da ocorrência do fato gerador estava em vigor a lei nº 6. Desta forma. Não concordando com a referida exigência o contribuinte ingressou. Qual a orientação a ser prestada? 1.500.533/51.800.1995. está Pom pílio obrigado ao recolhimento do IPVA/96. proprietário do veículo marca BMW . sediado na cidade de São Paulo. Se fosse por homologação. no valor de R$ 2. ao tentar licenciar seu veículo em 1997. imediata e tempestivamente. tão somente à obrigação tributária e não aos deveres instrumentais. teve contra ele lavrado um auto de infração e imposição de multa (AIIM) relativo à falta de pagamento do imposto sobre a propriedade de veículo automotor (IPVA) cujo fato gerador ocorreu em 1o. bem como a emissão de notas fiscais. com base na Lei 1. a Receita Federal.8.830/80. Pompílio. Juiz de Direito de uma das Varas das Execuções Fiscais Federais. com base na legislação vigente nesta data. Através de fiscalização realizada em 25. 2. No entanto. pelo fato de o lançamento ter sido efetuado de ofício. por força de Lei.1990. entretanto. de janeiro de 1989.

da Lei nº 6. bem como o artigo 4o. considerando os seguintes aspectos. 01 de janeiro de 1998. por intermédio do Decreto nº 33. Juiz de Direito da MM. ingresse com a Medida Judicial cabível para a defesa do contribuinte. com estabelecimento e sede no Município de São Paulo. fez sancionar a Lei 2. A Empresa XYZ Ltda. CTN). ou seja. rendas e serviços? Justifique.906/94. inciso I do Código Tributário Nacional.606/89. ainda.11. sendo que em 03 de janeiro de 1999 a Fiscalização da Receita Federal lavrou Auto de Infração e Imposição de Multa (AIIM). passando a exigir a nova alíquota a partir do primeiro dia do exercício subseqüente. c) Aspecto Temporal: primeiro dia de cada exercício. com personalidade jurídica. e sem o recolhimento do Imposto sobre Serviços de competência municipal (ISSQN). parágrafo 5o. com a defesa administrativa.5% para 30% do Imposto Sobre a Renda e Proventos de Qualquer Natureza (IR).. perante uma das Varas Cíveis da Justiça Federal.93. Não se conformando comtal exigência. acione a medida judicial apropriada..999.678 de 31 de dezembro de 1997. ruas e avenidas públicas. O Presidente da República. d) Alíquota: 1% (um por cento). A Prefeitura do Município de São Paulo. com fundamento no artigo 38 da Lei 6. a saber: a) Fato Gerador: os serviços de limpeza e conservação das calçadas. rejeitada por decisão desfavorável transitada em julgado em 03. criando a taxa de conservação e limpeza de logradouros públicos. a constituição do crédito encontra-se em desacordo com as disposições do artigo 150. Além do mais. de 23. não concordando com as exigências. nos termos do art. endereçado ao Exmo. dentro do perímetro urbano municipal. 150. publicada nesta mesma data. não restando outra alternativa se não de efetuar o pagamento e pleitear a posterior restituição em face do contribuinte . por in fração ao princípio constitucional tributário da estrita legalidade. seu cliente será solidariamente responsável pelo recolhimento do tributo mencionado. por constituir a Ordem serviço público. 4. por meio de seu Prefeito. Ou. elevou a alíquota de 27.777/98. QUESTÃO: Como advogado(a) de João da Silva. por declaração. e conseqüente perda do direito da Fazenda Pública Municipal. 3. aprovada pela Câmara Municipal. durante o mês de maio de 1982. proponha a medida judicial adequada à defesa dos interesses do cliente. de constituir o referido crédito. de ofício ou por arbitramento. a Empresa "A" continuou a recolher os tributos com base na legislação ante.830/80. Embargos à Execução (ou Embargos do Devedor). ~ Ação Anulatória de Lançamento Tributário e/ou Ação Anulatória de Débito Fiscal. III. passando a exigir o crédito tributário com base na Lei nº 7.87. homologação. b) Sujeito Ativo: Prefeitura Municipal de São Paulo Sujeito Passivo: Proprietário e possuidor de imóveis urbanos. O constituinte pergunta-lhe se o lançamento espontâneo do ICMS é efetuado. propor Mandado de Segurança nos termos da Lei 1. oportunidade em que lavrou o Auto de Infração e Imposição de Multa. proprietário de imóvel situado no perímetro urbano de São Paulo.rior. Sr.Responderia que o lançamento espontâneo do ICMS é efetuado por homologação.10. O Contribuinte. sediada no mesmo Município. ingressou imediata e tempestivamente. 144 CTN (princípio da irretroatividade da lei). 4. V. Vara de Execuções Fiscais em São Paulo. Deverá ser demonstrada a inexigibilidade do crédito tributário em face da extinção da obrigação tributária (art. a fiscalização municipal identificou a falta de recolhimento.2. Em 03 de maio de 1988. QUESTÃO: Como advogado(a) da Empresa XYZ Ltda. pela ocorrência da decadência. . Dr. passando a exigir as diferenças do tributo. Qual a resposta pertinente? 3. A imunidade tributária é expressamente concedida pela Lei 8. e) Base de Cálculo: Valor venal do imóvel. inciso I da Constitucional Federal. A OAB goza de imunidade tributária em relação aos seus bens. sem emissão de Nota Fiscal. O(A) Candidato(a) deverá fundamentar o seu direito de pleitear a nulidade do AIIM.Segundo dispõe o artigo 131.. QUESTÃO: Como advogado(a) da Contribuinte. em seu artigo 44.. 156. a da CF cc art. prestou serviços de limpeza à Empresa WWW Ltda. podendo inclusive ser executado pela Fazenda Estadual.533/51 contra ato do Delegado da Receita Federal da localidade da sede da empresa do contribuinte.antigo proprietário.

prazo prescricional. declarado como devido. após ser notificado.Ação declaratória de inexistência de relação jurídica.. Nos termos do parágrafo 2º do artigo 161 do Código Tributário Nacional. ou seja. a taxa não poderá ter base de cálculo própria de impostos. O(a) candidato(a) deverá fundamentar o direito do contribuinte no parágrafo segundo do artigo 145 da Constituição Federal. após ser notificado. Diante de uma execução fiscal aforada pela Fazenda Pública Feder o Executado indaga-lhe sobre a contagem do al. protocolizou consulta. 1. A Prefeitura do Município de Acarajé. a empresa p assa por graves problemas financeiros. feriu o princípio constitucional da vedação do tributo como forma de confisco. será a impetração de um mandado de segurança. o contribuinte deverá pagar o valor do crédito tributário sem os acréscimos. o contribuinte pediu a liberação das mercadorias. 2.533/51). levando-se em consideração a ausência de causas suspensivas ou interruptivas. O ato praticado pelos agentes fiscais. Com o intuito de agilitar a satisfação do referido crédito tributário. segundo o disposto no artigo 160 do CTN. ZZZ Ltda. tais como juros e multas desde que o faça no prazo de 30 (trinta) dias. inciso IV da Constituição Federal. também. Como determinado no artigo 174 do CTN. segundo reza o artigo 150.. do Código Tributário Nacional. perante uma das Varas da Fazenda Pública de São Paulo. razão pela qual deixou de efetuar o recolhimento do Imposto de Renda relativo ao ano -base de 1997. Poderá. denominada ZYB LTDA. a Municipalidade consultou-o(a) sobre qual a medida judicial pertinente à cobrança das importâncias devidas. perante uma das Varas da Fazenda Pública em São Paulo. o prazo será de 5 (cinco) anos e começa a ser contado da data de sua constituição definitiva. a respeito da questão e aponte o meio legal à sua solução. o contribuinte deverá pagar o valor do crédito tributário sem os acréscimos. sob alegação de que o imposto destacado nas notas fiscais era inferor ao devido. com fulcro na Lei 1. Informe à Empresa ZZZ Ltda. Expresse e justifique sua orientação quanto ao caso. procurou -o(a) para solucionar o seguinte problema: Em data de 17 de novembro de 1997. pessoa jurídica. Em 24 de janeiro de 1999. ser impetrado mandado de segurança preventivo (Lei 1. o contribuinte foi notificado pela Receita Federal. 135. invocando o disposto no art. junto à Delegacia da Receita Federal. 3. sendo certo que a fiscalização condicionou tal liberação ao pagamento dos tributos. A medida judicial mais apropriada. WWW Ltda. com lastro no artigo 4º (quarto) do Código de Processo Civil. Nos termos do parágrafo 2º do artigo 161 do Código Tributário Nacional. . mediante celebração de contrato formalizado por escrito. por seu representante legal. foi lavrado auto de infração e imposição de multa. Em razão da conjuntura econômica fortemente recessiva. contra o ato praticado pelo Senhor Delegado Regional Tributário. prestou serviços à empresa XYZ Ltda. por uma de suas autarquias. que em conjunto detêm os restantes 90% do capital social. Após a lavratura i do AIIM. Diante da falta de pagamento por parte da empresa. Em 10 de janeiro de 1999. evidentemente. considerando. em 30 de dezembro de 1998. já totalmente integralizado. no sentido de que o referido produto não se encontrava abrigado pelo instituto da isenção. tais como juros e multas desde que o faça no prazo de 30 (trinta) dias. a urgência da deliberação de mercadorias. cuja gerência é exercida em caráter exclusivo pelos outros dois sócios. exigindo do contribuinte o valor principal acrescido de juros moratórios e multas pela falta de recolhimento do referido imposto relativo ao período de dezembro de 1997 a dezembro de 1998. Antônio detém 10% do capital social da sociedade por quotas de responsabilidade ilmitada. Os sócios tiveram bens pessoais penhorados. III. Indique e fundamente a sua sugestão.. por escrito. segundo o disposto no artigo 160 do CTN. teve sua mercadoria apreendida por Agentes Fiscais do Estado de São Paulo.533/51. 4. Deduza e justifique a resposta.. sustentando o entendimento de que o produto de sua fabricação era isento de IPI (Imposto Sobre Produtos Industrializados). contra ato do Senhor Diretor do Departamento de Rendas Imobiliárias da Prefeitura de São Paulo. a Fazenda Nacional direcionou a execução fiscal também contra os sócios.

deixou de efetuar o respectivo pagamento durante todo o exercício de 1996. O artigo 126. A empresa jamais efetuou o recolhimento do Imposto sobre a Circula ção de Mercadorias e Serviços . Com esse fundamento. Não foi apresentada defesa administrativa e o débito está na iminência de ser inscrito na dívida ativa estadual. sem análise do mérito. Diante da ausência desse depósito. 138 do Código Tributário Nacional a denúncia espontânea da infração exclui a penalidade que dela seria decorrente. calculado sobre os pagamentos que receber por sua atividade. QUESTÃO: Como advogado do contribuinte. possui duas instalações industriais situadas em endereços diferentes dentro do Município de São Paulo-SP. o contribuinte promoveu ação anulatória de dé bito fiscal. exigindo o recolhimento do imposto sobre essa operação relativamente aos últimos 10 (dez) anos. no entanto. com a conseqüente remessa dos autos ao Juízo "a quo". A situação de falido. deverá sustentar que a responsabilidade prevista no art. Como advogado. No último mês de março. Assim o pagamento já efetuado não deveria realmente incluir multa. 135. ainda. Todavia. dispõe que a capacidade tributária passiva da pessoa natural não será afetada se estiver sujeita a medidas que importe privação ou limitação do exercício de atividades civis. pois não embutiu o valor da multa moratória. do Código Tributário Nacional restringe-se aos sócios gerentes e ainda depende da demonstração de fraude e não do mero inadimplemento por impossibilidade financeira. efetuado o respectivo depósito judicial do montante constante no AIIM em questão. Contra a sentença terminativa o candidato deve apresentar recurso de apelação. 9º do Decreto nº 3. do CTN. 2. não incide ICMS no simples deslocamento de mercadoria de um para outro estabelecimento do mesmo contribuinte. devidamente corrigida e acrescida de juros de mora. sob o fundamento de que o valor recolhido foi insuficiente. no início do ano. que a empresa participa constantemente de licitações. sendo comerciante falido. tome a providência judicial cabível. para a respectiv análise do mérito da questão. acione o meio judicial adequado para desconstituir o lançamento em questão. A LMN S/A está sujeita ao recolhimento da Contribuição ao PIS . prestando serviços remunerados a terceiros. o MM. inciso II. Mesmo não sendo cobrada ou fiscalizada desde então. Indaga se estará sujeito ao pagamento de Imposto Sobre Serviços de Qualquer Natureza (ISS). o ex aminando deverá propor ação anulatória de débito fiscal perante uma das varas da fazenda pública da comarca da capital. em nada afeta a capacidade tributária passiva do contribuinte. A empresa ABC Ltda. O contribuinte "A" foi autuado pelo Fisco Estadual por suposto não pagamento do ICMS relativo ao mês de outubro de 1998. . razão p qual a cobrança é ela ilegítima. de um estabelecimento para outro. A circulação de mercadoria que enseja a cobrança do ICMS pressupõe a transferência da titularidade do bem.. III. sustentando a autonomia patrimonial da p essoa jurídica (art. a empresa efetuou o recolhimento da contribuição atrasada. Cassiodoro informa que. Além disso. comerciais ou profissionais. Deverá ainda formular pedido de antecipação de tutela. bem como para assegurar a suspensão da exigência do respectivo crédito tributário.ICMS sobre essa operação. Juízo de 1ª instância extinguiu a ação promovida. visando a anulação da sentença (e não a sua reforma).708/19). De acordo com o art. sendo imprescindível a manutenção de situação regular perante o fisco. a 1. De acordo com a Súmula nº 166 do Superior Tribunal de Justiça. A cobrança é legítima? Explique. 20 do Código Civil) e que a responsabilidade subsidiária dos sócios na sociedade por quotas é limitada ao montante do capital ainda não integralizado (art. decidiu trabalhar como autônomo.Programa de Integração Social. sem ter. QUESTÃO: Como advogado da ABC Ltda. Sabe-se. a fiscalização estadual lavrou auto de infração e imposição de multa contra a ABC Ltda.. restritiva de suas atividades comerciais. A Receita Federal acaba de expedir aviso de cobrança de diferenças do PIS relativo àquele exercício. Sim. preste -lhe orientação. Contra referida autuação. para suspensão da exigibilidade do crédito tributário e alternativamente comprome ter-se a realizar depósito judicial da importância questionada. A fábrica I produz insumos que são utilizados pela fábrica II e transportados por caminhão.O examinando deverá apresentar Embargos à Execução.

No mês de janeiro de 1999.04. por parte da autoridade fiscal. O art. Em 25. renda e serviços. Qual o seu parecer? O art. instituição educacional e de assistência social. pois entende não ter existido. em operação mercantil. por isso mesmo. 14 do Código Tributário Nacional. argumentando que o crédito tributário era inexigível. O procedimento fiscal está correto? Esclareça. A fim de aumentar a produtividade. da Constituição Federal prevê a possibilidade de cobrança de contribuição social sobre a folha de salários. A Fazenda do Estado. da Constituição Federal exclui a natureza salarial da participação nos lucros. gerais e particulares da espécie. 28. 144 do CTN. O art. A empresa não se utilizou dos recursos administrativos cabíveis ao caso. É certo que a contribuinte não concorda com tal exigência no momento do desembaraço aduaneiro. um veículo da marca BMW. a empresa ABC Ltda. contra a autoridade competente. 22 da Lei nº 8. WKS Importadora e Exportadora Ltda. que em seu inciso I veda a distribuição de qualquer p arcela do patrimônio ou da renda a título de participação nos lucros ou resultados. da Constituição Federal prevê que as entidades de educação e assistência social sem fins lucrativos estão imunes ao pagamento de impostos sobre o patrimônio. foi autuada pelo Fisco Estadual por deixar de recolher ICMS sobre a venda de veículos de sua frota. § 9º da Lei nº 8. alegando violação ao princípio constitucional da tipicidade fechada da tributação (princípio da estrita legalidade). Indústria de Papéis e Celulose. deflagrador da respectiva obrigação. visto que a venda dos veículos da empresa (ativo imobilizado). acarretando. portanto. ainda. gerais e particulares. Ao tomar ciência do Auto de Infração. . acione a medida judicial adequada à solução da questão. 150. deseja aumentar o nível de atendimento sem. concedeu a seus empregados participação nos lucros relativos ao exercício de 1998.830/80. Assim é desaconselhável a estratégia. A Fundação Rouxinol.212/91 sobre os valores pagos a título de participação nos lucros. Oferecer Embargos à Execução Fiscal endereçado ao Foro das Execuções Fiscais Estaduais em São Paulo. promoveu Execução Fiscal nos termos da Lei no 6 830/80. a fiscalização do Instituto Nacional do Seguro Social lavrou auto de infração em virtude do não recolhimento da contribuição previdenciária prevista no art. a inscrição do débito na Dívida Ativa. No mês de abrildo mesmo ano. 4. e o referido negócio jurídico não é realizado com habitualidade. o acesso a imunidade está condicionado à observância dos requisitos do art. a empresa apresentou imediatamente a sua defesa administrativa. desde queatendidos os requisitos da lei. importou da Alemanha. com fundamento na Lei 1. pois a venda de veículos não constitui objeto social de empresa. sem fins lucrativos. I. Não. I. nos termos do artigo 38 da Lei 6. para tentar solução favorável à cliente. no entanto. O conselho deliberativo da fundação questiona-o sobre se essa estratégia pode comprometer a imunidade tributária de que desfruta. o art. O candidato poderá optar pela impetração de Mandado de Segurança. do pagamento do Imposto Sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) para que pudesse levar a efeito a sua liberação. ao tentar desembaraçá-lo do depósito alfandegário da cidade de Guarulhos.212/91 também exclui a possibilidade da cobrança. não constitui fato gerador da obrigação tributária do ICMS. XI. então. ou por Ação Anulatória de Débito Fiscal.. Em 10 de janeiro de 1999. QUESTÃO: Como advogado da empresa XTD. o fato gerador. não se caracterizando. intente a Medida Judicial apropriada. Segundo pacífico entendimento doutrinário e jurisprudencial. lavrou um Auto de Infração e Imposição de Multa contra a Empresa Importação e Exportação de Bolachas Nordeste Ltda. foi a empresa WKS surpreendida com a exigência. c. Por outro lado. A peça deverá satisfazer os requisitos jurídicos processuais. contratar novos empregados. A empresa XTD. Fundamento : artigos 106. da espécie escolhida. VI. QUESTÃO: Como advogado de WKS.3.533/51. 195. o impasse causado na liberação do veículo importado. constantes de seu ativo imobilizado. a fundação pretende efetuar o pagamento de participação nos resultados aos seus empregados. A inicial deverá cumprir os requisitos jurídico-processuais. 7º. sendo certo que cada um recebeu o valor equivalente ao respectivo salário.1994 a Fazenda do Estado de São Paulo. ambas perante o juízo de uma das onze varas da Fazenda Pública Estadual da Cidade de São Paulo. exigindo pagamento do ICMS e penalidade pecuniária relativa a saídas de mercadorias de seu estabelecimento sem emissão de nota fiscal.

Ainda que alterada a razão social original pelo adquirente de empresa comercial. Com relação ao mérito. A Prefeitura local canalizou ali um córrego. 3. o canditado(a) alegar a ilegitimidade de parte da empresa. Além do mais. de 16. no entanto. inclusive demitido por justa causa.000. estará sujeito ao pagamento de contribuição de melhoria . I e 136.50 (dois reais e cinqüenta centavos).000.00). ingresse com a medida judicial cabível para defender os interesses da cliente. o crédito tributário foi inscrito na Dívida Ativa em 16. a casa -a do consulente aumentou de valor.1998. devendo. e no processo penal caracterizou a ocorrência de caso fortuito. no valor fixo de R$ 2. receberam seus quinhões.830/80. QUESTÕES PRÁTICAS 1. asfaltou as ruas adjacentes à praça. Em 15 de maio de 1999. Pergunta quem será responsabilizado por essa infração fiscal.11. A empresa Beta diz que cedeu seu controle acionário à empresa Gama. recebeu dinheiro para efetuar o pagamento de tributo devido à Fazenda Nacional. arborizando e ajardinando-a. do CTN fica perfeitamente caracterizada a responsabilidade pessoal do e mpregado. A administração tributária.00. a final. devidamente comprovado em Inquérito. por haver descumprido sua obrigação contratual perante a empresa. defronte a uma praça municipal. A petição deverá atender aos requisitos jurídico -processuais. portanto. sendo a empresacitada para pagar o referido débito em 23.1998. O candidato(a) deverá opor Embargos do Devedor à Execução Fiscal. inc. Como advogado qual seria a sua orientação? A empresa referida é totalmente responsável pela infração fiscal e não o contador (art. 2. na qualidade de herdeiros. o Oficial de Justiça levou a efeito a penhora de bens da empresa para garantia da execução. após o que a Fazenda Estadual ingressou com a Execução Fiscal. Sim.99. Sim. se o filho menor também responde pelo crédito tributário do falecido. o filho menor responde pelo crédito tributário do "de cujus" até o limite de seu quinhão (R$ 200. Indaga. devida por telefone. do CTN).555.1998. QUESTÃO: Como advogado da contribuinte. Perquire se a mudança da razão social permitirá que Gama se subrogue nos tributos devidos por Beta até a data do ato. uma vez que nos termos do artigo 135. mediante a inclusão do seu valor nas faturas .10. que instituiu a Taxa de Segurança Pública no Estado de São Paulo. Em 18. quando faleceu. estará sujeito a outro tributo além do IPTU (Imposto Predial e Territorial Urbano). perante uma das Varas do Anexo das Execuções Fiscais. II do CTN. Um cliente em consulta. a meação da viúva atingiu o montante de R$ 400. expõe o seguinte caso : "A". pergunta se em razão de tal circunstância. Um constituinte informa residir em imóvel de sua propriedade. todavia.000. confor os me artigos 126. mas perdeu o prazo para fazê -lo. conforme artigo 145. foi publicada a Lei 7.000. pois não ocorreram os elementos caracterizadores do fato gerador. I. com fulcro no artigo 16 da Lei 6. II. Concluída a partilha. cobrada do usuário da respectiva linha. Uma filha maior e um filho menor.99. quer gerais. Referida exação passou a ser exigida a partir do mês de janeiro de 2. Determinada empresa afirma que o contador encarregado de sua e scrituração. permanecerá este como sucessor tributário da que foi alienada (art. por haver furtado as mercadorias. inc. referente a tributos.00 cada.00. O contador.11. que a culpa pela irregularidade era de seu empregado Joaquim José. no montante de R$ 200. 4. a exigibilidade é totalmente indevida. Pela falta de pagamento.12. devia à Fazenda Pública Municipal a quantia de R$ 10. Em face do exposto. 136 do CTN).000. que alterou. manteve a exigibilidade que também foi confirmada pelo Tribuna de Impostos e Taxas. Sim. do CF. pois apesar da mercadoria ter saído do estabelecimento comercial não se deflagrou a mudança da titularidade e nem mesmo a repercussão econômica. III. poderá ser civilmente responsabilizado por sua negligência. O furto. Por conseqüência. cuja decisão administrativa l transitou em julgado em 05.07. deverá argumentar que referida cobrança é totalmente ilegal.porque ficou provado em inquérito policial e em processo penal. então a razão social original. 133. quer particulares da espécie.

da contribuição de melhoria que foi instituída pela Lei Municipal nº 12. visando à declaração de inexistência de relação jurídico-tributária que a obrigue a efetuar o pagamento da Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social ± COFINS sobre o produto das vendas de imóveis. e está sendo executado judicialmente para pagamento do montante equivalente a R$ 6. ainda. ainda. nos termos do artigo 7º da Lei nº 1533/51. procurou -o(a) buscando o meio judicial para impedir a referida cobrança. posto que não foi observado o procedimento previsto no art. Deverá argum entar ainda que o art.. detentora do direito de uso de 50 linhas telefônicas no Estado de São Paulo. igualmente. No exercício de 1996. conforme rezam os arts. sustentando o vício formal da cobrança. . sob o fundamento de que a alienação de imóveis enquadra na hipótese de incidência prevista -se no art. não incide a QUESTÃO: Como advogado da contribuinte.mensais. 2º da Lei Complementar nº 70/91. 109 e 110 do Código Tributário Nacional. considerando que já houve -se citação no bojo da execução fiscal e que o executado foi intimado da penhor que recaiu sobre o próprio imóvel há 15 a (quinze) dias. que contempla as hipóteses de isenção da contribuição. ingressar com Ação Declaratória com base no artigo 4º do Código de Processo Civil. A ação foi julgada improcedente. De acordo com esse diploma. sob argumento de que cobrança é inconstitucional o § 2º do arigo 145 da Constituição t Federal (Natureza Jurídica Específica do Tributo) que veda a instituição de taxa com base de cálculo própria de Imposto (verificar. do qual constava apenas o período da consecução das obras e as conse qüentes mudanças no tráfego daquela área.00 (dez mil reais) para R$ 12. as obras foram iniciadas no prazo previsto. o valor da contribuição corresponderia ao custo total da obra dividido pelo número de imóveis beneficiados. in verbis: "A contribuição de que trata o artigo anterior será de dois por cento e incidirá sobre o faturamento mensal. de 29 de dezembro de 1995. 145.. com a finalidade de custear a indigitada obra. utilize a medida judicial apropriada para defender os interesses da sua cliente. que o processo foi ajuizado em São Paulo-SP.. O(A) candidato(a) deverá ingressar com Mandado de Segurança. Naquela oportunidade.000. a título de contribuição de melhoria. com pedido de concessão de Medida Liminar. a Prefeitura do Município de São José da Serra realizou obras de pavimentação asfáltica na zona norte da cidade.000. Nesse sentido. exercite a providência judicial necessária para afastar a cobrança. QUESTÃO: Na qualidade de advogado de Caio. agora. Caio é proprietário de um imóvel nessa região. a construtora ZYB Ltda. considerando-se. No curso do processo. Como advogado(a) de ABC Ltda.000. pela via executiva. Na vigência da Lei Complementar nº 70/91. ABC Ltda. cujo valor venal passou de R$ 10. com vencimento em todo dia 15 do mês subseqüente ao de referência. nada menciona a respeito da venda de imóveis. 6º do mesmo diploma. que são utilizados para delimitação da obrigação tributária. foram realizados os depósitos judiciais das importâncias questionadas até o mês de competência relativa a fevereiro de 1999. emitidas pela XYZ telefônica de São Paulo Ltda. O examinando deverá apresentar Recurso de Apelação. assim considerado a receita bruta das vendas das mercadorias e dos serviç de os qualquer natureza". ajuizou ação de rito ordinário. manipule a medida conducente à reforma dessa decisão. desde que nesta medida judicial haja referência à obtenção de medida liminar em ação cautelar inominada para que XYZ Telefônica Ltda. se abstenha de realizar a cobrança da referida Taxa. perante uma das Varas da Fazenda Pública na Cidade de São Paulo. Poderá. uma vez que os valores serão depositados judicialmente para os fins e os efeitos das disposições previstas no inciso II do artigo 150 do CTN. relativas às despesas com a utilização da linha. 82 do Código Tributário Nacional. A Fazenda Municipal está. sustentando que o intérprete e aplicador da lei tributária não pode se afastar das definições dos institutos jurídicos dos outros ramos do direito.00 (seis mil reais). Outrossim. os moradores da região receberam um comunicado da Secretaria Municipal de Transportes e Vias Públicas.00 (doze mil reais) em razão da pavimentação. III combinado com o art. não concordando com referida cobrança. Sem outras formalidades ou previdências preliminares. publicada há menos de 5 (cinco) dias. O examinando deverá apresentar Embargos à Execução. o § único do artigo 77 do CTN). asseverou o juízo singular que o art. efetuando a cobrança. 81 do Código Tributário Nacional impedem a cobrança de contribuição de melhoria em razão de obra pública em montante superior ao da valorização do imóvel.

90. QUESTÃO: Como advogado (a) da contribuinte. 4. As convenções entre particulares não são oponíveis ao Fisco. nos termos do art. De acordo com a Portaria. conforme o disposto no art. 130 e 131. em 21. responde pelo débito perante o Município. inclusive em grau de recurso. No contrato de compra e venda. alegando que não despeja qualquer tipo de poluente no rio. 150. 151. mediante ação própria de caráter condenatório.. a partir da entrada em vigor da Lei Complementar nº 87/96. em caso afirmativo. No entanto. do Código Tributário Nacional. 3. A empresa poderá ajuizar ação declaratória de inexigibilidade da taxa. em 05. teve contra si lavrado um Auto de Infração pela Fiscalização Estadual. nos . Qual seu aconselhamento? É possível o creditamento. No Auto de Infração e Imposição de Multa a fiscalização exigiu a cobrança do imposto calculado pela alíquota de 18% e da multa de 30% pela inadimplência. exonerando -se Lúcio de qualquer responsabilidade perante o Fisco Municipal.COFINS sobre a venda de imóveis. ingresse com a medida judicial cabível para defender os interesses de sua cliente. de 23. consoante permite expressamente o seu art. perquire se é possível creditar-se do valor total do ICMS destacado na fatura da energia elétrica utilizada no seu único estabelecimento. perante uma das Varas da Fazenda Pública em São Paulo ou perante uma das varas cíveis da comarca do interior. A empresa "Indústria e Comércio de Móveis de Madeira Santo Antônio Ltda". razão pela qual deve necessariamenteestar prevista em lei em sentido estrito. uma vez que foi identificada a realização de uma operação de venda de mercadorias. com pedido de antecipação de tutela. do mesmo código. A VXZ Ltda. Lúcio. uma vez que o art.03. do Código Tributário Nacional. o que implicou falta de pagamento do ICMS.896. Qual seu parecer? A cobrança é ilegítima porque a taxa é espécie do gênero tributo. 123 do Código Tributário Nacional. poderá cobrar o valor de Caio por via regressiva. de 17. a cobrança de taxa visando custear a atividade de fiscalização e controle da emissão de poluentes no rio. publicada nesta mesma data. conforme previsto na Lei nº 7. II. recentemente. com a finalidade de suspender a exigibilidade. na qualidade de atual proprietário.95.698.10. deverá a empresa efetuar o depósito judicial do montante em discussão.88. em que funciona o setor industrial e administrativo. segundo estabelece o CTN. Em 1998. A indústria química QMB S/A. vigente na data de ocorrência do fato gerador. O Secretário Municipal do Meio Ambiente de uma cidade localizada às margens do Rio Paranapanema instituiu. uma notificação de cobrança do tributo. 191 do Código Comercial define como mercadoria apenas os bens móveis e semoventes. Ação Anulatória de débito fiscal e/ou de lançamento tributário. em seu artigo 177 a isenção não é extensiva: às taxas às contribuições de melhoria aos tributos instituídos posteriormente a sua concessão. Caso a tutela antecipada seja indeferida. de 30 de dezembro de 1998.07. Lúcio perquire se há possibilidade de transferir a Caio o ônus do seu pagamento e. I da Constituição Federal e art. empresa que se dedica à fabricação e comercialização de produtos de limpeza. como proceder. objetivando a anulação do lançamento realizado. sem emissão de nota fiscal. Caio comprometeu a quitar esse débito.05. fixava a alíquota de 10% e multa de 40%. uma vez que a alíquota a ser aplicada deve ser aquela vigente à época do fato gerador. questiona -o sobre a obrigatoriedade do pagamento da tax e sobre qual medida poderia adotar visando se eximir de futuras a autuações e garantir a expedição de certidões de regularidade fiscal. 1. 9º. Tendo recebido. 33. nos termos do art.830/80.95. Lúcio adquiriu de Caio um imóvel. a teor dos arts. com fulcro no artigo 38 da Lei 6. 2. sendo certo que a Lei nº 5. pela Portaria nº 1. Não. indistintamente. sobre o qual pendia débito do Imposto Predial e Territorial Urbano ± IPTU. I . portanto. todas as indústrias localizadas no município seriam contribuintes da referida taxa. relativo ao exercício de 1996. Um constituinte indaga se o Instituto da isenção é aplicável a todos os tributos.

perante uma das Varas da Justiça Federal da Subseção Judiciária de Santos. de acordo com os critérios de competência do art. 109. Se optar por ação ordinária. impedido de atracar porque a empresa recusa -se a pagar esse tributo. 20. ( conforme definido pelo art. nos termos do artigo 16 da Lei 6.800. deverá ser ap licada a mais benéfica ao contribuinte.830/80. o que pode comprometer o requisito de referibilidade do tributo. passou a exigir dos transportadores de produtos por via marítima uma taxa.99. por intermédio do Departamento de Polícia Federal. invocando o periculum in mora consistente no perecimento dos alimentos transportados. com a competente impugnação administrativa.89 na empresa "Comércio de Materiais para Construção João de Barro Ltda". após regularmente citado para o pagamento da referida execução. Mandado de segurança. 273 do Código de Processo Civil. A taxa é cobrada a uma alíquota de 0. foi efetuada a penhora de bens da empresa. o candidato deverá sustentar que a base de cálculo da taxa é idêntica à do Imposto de Importação II). 78. .000.00 (um milhão e oitocentos mil reais) relativamente à falta de pagamento do Imposto Sobre a Renda (IR) incidente sobre o lucro apurado em operação de vendas de mercadorias realizadas durante o ano de 1983. Dr.25% do valor FOB da totalidade das mercadorias transportadas pelo navio. discutir a legalidade do procedimento de polícia. a ação deverá ser dirigida contra a União Federal. promova a medida judicial adequada a resguardar os direitos de sua constituinte. Por meio de fiscalização realizada em 25. já que amparado pelos arts. 145. a serviço da empresa "Lice ± Linhas Cearenses de Navegação S. após inscrição na dívida ativa. O candidato deverá ainda requerer a concessão de liminar. com fulcro na lei 1. contra ato do Delegado da Polícia Federal em Santos. Admite-se também a propositura de ação ordinária. incidindo portanto a vedação do art. ainda. com sede na cidade de Fortaleza. nos termos do artigo 106 e incisos do CTN. §2º. Com relação a multa. impetrar mandado de segurança perante uma das Varas da Fazenda Pública Estadual ou uma das Varas Cíveis da comarca do interior.termos do artigo 144 do CTN. Poderá o candidato.08. ingressou com Execução Fiscal.". Nesta hipotése. Não v sendo pago o crédito tributário. encontra -se atualmente ao largo do porto de Santos.08.533/51. apontar a falta de correlação lógica entre a atividade de polícia e o valor da taxa.93. na qualidade de autoridade reponsável pela exigência indevida. imediata e tempestivamente. O candidato deverá sustentar que se encontra extinto o direito da Fazenda Pública Federal pelo decurso do prazo prescricional previsto no artigo 174 do CTN. ainda.00 (um milhão de reais).000. parágrafo único. transportando bens alimentícios perecíveis no valor de R$ 1.A. do Código Tributário Nacional. No mérito. proponha a medida judicial hábil a permitir o desembarque da mercadoria sem o pagamento do tributo. A União Federal. O navio "Aracati". opostos perante uma das Varas das Execuções Fiscais Federais.. contudo.000.815/80 ( Estatuto do Estrangeiro) e pela definição do art. órgão vinculado ao Ministério da Justiça. Poderá. rejeitada por decisão desfavorável que transitou em definiti a em 24. QUESTÃO: Como advogado(a) da empresa. os mesmos fundamentos do parágrafo anterior. com base na legislação vigente nesta data. conforme os r quisitos e do art. com pedido de liminar. da Constituição Federal. da Constituição Federal (seção judiciária do Distrito Federal. lavrou Auto de Infração e Imposição de Multa (AIIM) no valor de R$ 1. cuja petição inicial foi deferida pelo MM. o contribuinte ingressou. Não poderá. a Receita Federal. o pedido será de antecipação de tutela. a Fazenda Pública. contra ato do Ilmo. utilizando em relação ao mérito. 22 e segs. da Lei nº 6.03. Não concordando com a referida exigência. QUESTÃO: Como advogado(a) do(a) contribuinte. do Código Tributário Nacional. Delegado Regional Tributário. §2º. Sr. com o pedido de declaração da inexistência de relação jurídico tributária que obrigue a empresa a pagar o tributo. Embargos do devedor à Execução Fiscal. II. Em 15 de maio de 1999. em virtude do exercício do poder de polícia consistente na fiscalização de embarcações para evitar a entrada irregular de estrangeiros no território nacional. Juiz em 24. subseção judiciária de Santos ou subseção judiciária de Fortaleza).

§ 2º. O valor venal do imóvel constitui base de cálculo do IPTU. nem a informou a respeito depois que a obra estava pronta. qual é sua orientação? RESPOSTA: O prazo prescricional está previsto no artigo 174 do CTN que dispõe: A ação para cobrança do crédito tributário prescreve em cinco anos. 149. O valor dessa Taxa de Limpeza é obtido mediante a aplicação da alíquota de 0. 4 .. Como advogado(a). uma vez que é inconstitucional. Findo esse prazo. Assim.O Prefeito de uma cidade do interior do Nordeste. é empresa prestadora de serviços de acesso à rede mundial de computadores (provedora de internet) e nessa qualidade foi autuada e multada pelo Fisco Municipal. A Virtual Ltda. localizada na cidade de São Paulo-SP. 145. 145. com fundamento no art. mas ainda não foi executada judicialmente. I . Em fevereiro de 2000. tem o Estado o prazo de cinco anos para impetrar a ação assecuratória do crédito tributário.Determinado Município institui a cobrança de taxa visando remunerar se dos serviços de limpeza de vias e logradouros públicos.999 aprovada em 31 de dezembro de 1998. 2 . sustentando a ilegitimidade do lançamento em questão. QUESTÃO: Considerando-se que o serviço em questão não consta da lista anexa ao Decreto-lei nº 406/68. RESPOSTA: Não. a. em nome da contribuinte. RESPOSTA: O lançamento suplementar é possível em sede de revisão de lançamento. tendo em vista que o art. 146.. recebeu da Câmara de Vereadores um projeto de lei institui do empréstimo compulsório n devido pelos habitantes não atingidos pelo flagelo. Deverá focalizar o entendimento doutrinário e jurisprudencial no sentido de que a competência tributária dos Municípios é condicionada pela . Os objetivos deverão ser perseguidos em uma única ação. Túlio construiu uma edícula em terreno de sua propriedade e deliberadamente deixou de efetuar a averbação da construção à margem da respectiva matrícula. realizou o lançamento suplementar do Imposto Predial e Territo Urbano ± IPTU dos rial exercícios de 1994 a 1999. deverá se limitar àqueles exercícios em relação aos quais ainda não se operou a decadência. qualificando como contribuintes todos os proprietários de imóvel. equivalente ao diferencial correspondente à construção clandestina. conforme art. depois de completado o lançamento.Uma empresa consulta-o indagando do prazo para a consumação da prescrição dos tributos Estaduais. Todavia. A exação assim dimensionada é legítima? Explique. aos exercícios de 1995 em diante. Tampou requereu à Prefeitura Municipal licença para co construção. descobrindo a existência da construção. seria de rigor o recolhimento do imposto sobre as receitas decorrentes das mensalidades pagas pelos associados. Túlio indaga -lhe se esse lançamento suplementar é lícito e qual seu fundamento. Além disso a limpeza pública não é um serviço divisível. II. O examinando deverá confeccionar ação anulatória de débito fiscal endereçada a uma das varas da fazenda pública da comarca da capital. bases de cálculo e contribuintes. as taxas não poderão ter base de cálculo própria de impostos.5% sobre o valor venal do imóvel. Como advogado (a). III. pois só a União pode instituir empréstimo compulsório. A empresa não apresentou defesa administrativa. Explique. contados da data da sua constituição definitiva. 33 do Código Tributário Nacional. De acordo com o auto de infração lavrado no mês de janeiro pp. qual o aconselhamento ao Prefeito? RESPOSTA: O Prefeito não poderia sancionar o projeto de lei. ocorre a extinção do crédito mediante a prescrição. em sede de lei complementar. 3 . isto é. adote.Em 1993. da Constituição Federal prevê que a cobrança dos impostos discriminados na constituição está sujeita à prévia definição dos respectivos fatos geradores. conforme artigo 148. da CF. o Município. De acordo com o art. tendo em vista a previsão específica de tributação do serviço de acesso à internet na Lei Municipal nº 9. razão pela qual a exação em questão extrapola a competência atribuída ao Munic ípio pelo art. em razão do não recolhimento do Imposto Sobre Serviços ± ISS relativo aos meses de janeiro a dezembro de 1999. VIII. da Constituição Federal. do Código Tributário Nacional. a medida judicial cabível para desconstituir o indigitado auto de infração e assegurar o direito do contribuinte de obter certidões d regularidade e fiscal durante o trâmite da ação. nem da Lei Complementar nº 56/87.1 . a fim de cobrir despesas com o atendimento da população atingida pela seca em seu Município.

Considere que a empresa tem sede em São Bernardo do Campo. a atividade possa ser caracterizada como serviço de qualquer natureza.154/91 do Município de São Paulo. A sociedade "Almeirão e Filhos Ltda. dirigida ao Serviço do Anexo Fiscal da Comarca de São Bernardo do Campo. ainda que previsto em lei municipal e ainda que. a venda daqueles produtos foi cancelada antes que houvesse a sua efetiva saída do estabelecimento comercial. pelo rito ordinário. ainda. cuja escritura deverá ser outorgada em 10 dias. A cobrança do imposto é feita sob o regime de alíquotas progressivas de 2. para calcular e recolher o tributo à alíquota de 2% sobre o valor total da operação. tome a medida cabível para cancelar o Auto de Infração e Imposição de Multa lavrado contra a empresa. no atacado. da Constituição Federal. adote a medida adequada para viabilizar a outorga da escritura de compra e venda do imóvel no prazo fixado.". QUESTÃO: Considerando que a decisão denegatória da medida liminar foi publicada na imprensa oficial há 5 (cinco) dias. cobrando-lhe ainda o Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços . propor ação declaratória negativa de débito fiscal. dirigida ao Delegado Regional Tributário do ABCD (ou outra autoridade equivalente. 4 e 6%. tendo em vista que não há permissão constitucional expressa para a instituição dessa fórmula de cobrança do ITBI. 145. porquanto não há correlação necessária entre a capacidade contributiva e o valor do imóvel A gradação do imposto de acordo com a capacidade . para tanto. Por outro lado. de material de limpeza. 206 do Código Tributário Nacional. . inclusive no regime de alíquotas progressivas. QUESTÃO: Na qualidade de advogado da "Almeirão e Filhos Ltda. Possui.374/89. na verdade.ICMS correspondente. Deverá ainda ser formulado pedido de antecipação d tutela para e suspender a exigibilidade do crédito ou. 89. 3. Deverá ainda observar os req uisitos formais de interposição do agravo de instrumento. necessariamente. do ponto de vista econômico. tudo para viabilizar o acesso à certidões de regularidade fiscal. O examinando deverá interpor Agravo de Instrumento endereçado ao 1º Tribunal de Alçada Civil de São Paulo. a ser pago pelo adquirente. deverá apresentar a competente guia de recolhimento do imposto devidamente quitada. nos termos do art. §1º da Constituição Federal). sustentando a ilegitimidade da cobrança do ITBI pelo regime de alíquotas progressivas. dando baixa dos produtos vendidos. pois trata desigualmente contribuintes que se encontram em situação semelhante. desde que o candidato demonstre saber a quem deve a defesa ser dirigida). II. com pedido de liminar. atraindo a incidência das alíquotas superiores a 2%. Pode-se. Há 20 (vinte) dias. incidentes sobre as parcelas do preço divididas em faixas de valor em tabela específica. a alienação inter vivos de bem imóveis está sujeita à incidência do Imposto de Transmissão de Bens Imóveis ± ITBI. que lhe aplicou penalidade por haver vendido mercadorias sem a emissão da correspondente nota fiscal de saída. A medida liminar foi negada. O caminho mais recomendável é a apresentação de defesa administrativa. deverá ser requerida a realização do depósito judicial com a mesma finalidade. a exação do Município de São Paulo fere o art. 150. documentos que comprovam tanto a falha no sistema quanto a permanência dos produtos tidos como vendidos em seu estoque." tem por atividade principal a comercialização. De acordo com a Lei nº 11. sob o argumento de que o Município tem competência para definir a alíquota do imposto. não há que se cogitar na aplicação do art. não sendo lícita a cob rança do imposto sobre serviços não constantes da lista. da Lei Estadual nº 6. o sistema informatizado de controle de estoque não registrou o cancelamento da operação.taxativa lista de serviços da lei complementar federal. A "Almeirão e Filhos" sustenta que. Preferencialmente deverá o examinando indicar jurisprudência a respeito. subsidiariamente. §1º da Constituição Federal. com base no art. Ciente de que o valor da operação supera o limite da menor faixa de valor. contributiva somente seria lícita nos chamados impostos pessoais. Caio está adquirindo um bem imóvel situado no Município de São Paulo. em especial a Súmula nº 45 do 1º TAC. § 1º. À medida que não há previsão expressa do ITBI progressivo. Caio impetrou Mandado de Segurança. mas que por problemas internos. foi intimada da lavratura de Auto de Infração e Imposição de Multa pela Secretaria da Fazenda do Estado de São Paulo. tendo em vista o princípio constitucional da capacidade contributiva (art. com pedido de efeito suspensivo ativo. contra o Diretor do Departamento de Rendas Imobiliárias da Prefeitura do Município de São Paulo. 145. ocasião em que. mediante o pagamento do ITBI pela menor alíquota.

quanto a fato gerador ocorrido posteriormente à sua introdução". 2º. seu cliente constatou que existe disposição que exclui da base de cálculo dessa contribuição os valores a título de ICMS "retido pelo contribuin na condição de te substituto tributário" (Lei nº 9. 150. Considerando que o -se serviço está compreendido na competência tributária dos Municípios e que a legislação re spectiva é silente quanto à matéria. Nesta mesma data. 2º. da Secretaria da Fazenda do Estado de São Paulo. a Receita Federal. art. procedimento este que passou a ser permitido por lei promulgada em 1999.02 . consulta à Secretaria da Receita Federal. § 7º. cobrando de seus clientes um preço único pela venda de mercadorias e pelo serviço prestado. o candidato deverá sustentar que. Porém. Se as operações forem posteriores. apenas multa. continuou comercializando o referido produto ao abrigo da isenção. Desta forma. Na qualidade de advogado da empresa. de ofício. fixando o entendimento de que aquele produto era tributado pelo IPI à alíquota de 5%. 4 . 3º. procedimento administrativo que não era permitido à época da ocorrência do fato gerador. seu cliente tem dúvida sobre o exato sentido dessa expressão. que passou assim a se submeter às mesmas regras aplicáveis aos demais contribuintes. 3 . em 01. No curso dessa atividade. A fiscalização detectou a omissão de declaração em março de 2000. A sociedade pergunta-lhe se é possível que a fiscalização adote." obteve. I.99. VI. 2 . A Indústria de Artefatos de Madeira Ltda. conforme a previsão específica para cada estado. O que ela significa? A substituição tributária é instituto previsto no art. parágrafo único). após confrontar a movimentação bancária da sociedade. 100. trata-se da hipótese de substituição tributária "para frente" a que se refere o art.No mérito. do CTN. o contribuinte recebeu o . Em virtude desse fato. tampouco se faz devido o pagamento de multa. a Secretaria da Fazenda cancelou. pergunta-se: na operação. por força do art. porém. dos critérios de lançamento de tributos deverão ser aplicadas. tendo em vista o art. correspondente ao chamado "caixa dois". autorização para comercializar produtos com regime especial de recolhimento do ICMS. parágrafo único. Em dezembro de 1999. que impõe ao contribuinte o dever de recolher o ICMS incidente sobre operações que não praticou." tem por objeto social a venda de pisos de madeira para residências. poderá invocar também o art. A defesa a ser apresentada deverá se basear no art. como não é exigido imposto. É possível..A sociedade "Feliz Ano Novo Indústria e Comércio Ltda.99. já que não foi descumprida a obrigação acessória de emitir nota fiscal. Dessa forma. o regime especial concedido à sociedade.715/98. A falta de recolhimento deveu-se ao fato de a empresa não haver declarado à Receita Federal parcela substancial de seu faturamento. 6º da Lei Complementar nº 87/96. já que a orientação anterior da autoridade fazendária é norma complementar de direito tributário. §1º. entendendo que um determinado produto por ela fabricado encontrava -se abrangido pela isenção do IPI. já que a legislação do ISS não sujeita a operação à incidência exclusiva do ICMS.11. sendo -lhe dadas condições de cálculo e pagamento do tributo mais adequadas a sua atividade comercial. visando à cobrança de diversas multas por inobservância da legislação tributária no período de vigência do regime especial. 144. em resposta à consulta formulada. não ocorreu o fato gerador do tributo (art. a sociedade "Sonho Meu Comércio de Alimentos Ltda. da Lei Complementar nº 87/96. o Além disso. enquanto aguardava a resposta." deixou de recolher a COFINS incidente sobre seu faturamento. Em 22. apenas o ISS ou ambos os impostos? Por quê? Incidem ambos os impostos. que permite a aplicação de lei posterior ao fato gerador que amplie os poderes de fiscalização das autoridades administrativas. antes de qualquer manifestação do Fisco formulou. "em relação a um mesmo sujeito passivo. 1 . tam bém presta o serviço de colocação dos pisos vendidos. 146 do Código Tributário Nacion que afirma que as alterações al. da Lei Complementar nº 87/96). posicionou -se oficialmente. do Código Tributário Nacional.Ao consultá-lo sobre os valores que compõem a base de cálculo do PIS. oriente-a quanto à linha de defesa possível neste caso. os critérios novos não são aplicados a fat s pretéritos. incide apenas o ICMS. da Constituição Federal.Em agosto de 1998. para apurar o imposto devido. foi lavrado auto de infração contra a empresa.A sociedade "Piso Maciço Revestimentos de Pisos e Paredes Ltda. se não houve circulação das mercadorias.

o candidato deverá sustentar que o papel destinado à impressão de jornais beneficia-se da imunidade do art. Caberá. pergunta se o espólio responde por tod os débitos tributários.1999) fixado para pagamento. QUESTÃO: Como advogado(a) da empresa. vez que se deu a extinção da obrigação tributária pela ocorrência da prescrição (inciso V. não podendo ser cobrado imposto sobre a sua importação. assim como o prazo fixado para pagamento é de 30 (trinta) dias contados da data em que o sujeito passivo foi notificado do lançamento. que exige para tanto o recolhimento do Imposto de Importação incidente na operação.94.12.09. até o dia 15. Como advogado(a) qual seria sua orientação? QUESTÃO: Na qualidade de advogado(a) da "Editora São Paulo S. para recolher. sob os mesmos fundamentos jurídicos acima apontados. Deverá contest o prazo ar (15.04. O mandado de segurança deverá ser dirigido a alguma das Varas Federais da Subseção Judiciária de Santos e apontar como autoridade coatora o Inspetor da Alfândega do Porto de Santos.830/80." dedica-se à atividade jornalística e. nos termos do artigo 16 da Lei 6. cujo desembaraço vem sendo obstado pela Inspetoria da Alfândega daquela localidade. até 22. Em face da falta de pagamento do referido débito..99 o contribuinte poderia levar a efeito o recolhimento do valor do tributo devido. mesmo os desos conhecidos à data da abertura da sucessão.12. QUESTÃO: Como advogado(a) da empresa. um lote de 1.1989.522/51. A Fiscalização Estadual de São Paulo. do artigo 150 do CTN). de grande circulação. Estima-se que em 4 (quatro) dias o estoque de papel se esgotará. contratou-o(a) para defender seus interesses.DARF (Documento de Arrecadação de Receitas Federais). da lavratura de Auto de Infração e Imposição de Multa (AIIM) contra a contribuinte. ingresse com a medida judicial adequada à defesa dos interesses da constituinte. A exigência fiscal vem comprometendo seriamente o funcionamento das oficinas de impressão.000 toneladas de papel. perante o Juízo do Anexo das Execuções Fiscais Estaduais competente.99. ao consultá-lo. 1 . da Constituição Federal. obrigando à redução da tiragem diária do jornal. juros de mora e multa moratória de 20%. No mérito. em data de 23. a impetração de Mandado de Segurança com base na Lei 1. proponha a medida judicial cabível. não recolhido pela empresa. nos termos do § 1º do artigo 160 do CTN.99 e a Execução Fiscal foi protocolizada em 18. Atualmente. emitido pela Receita Federal. com Ação Anulatória fundamentada no artigo 38 da lei 6. notificou regularmente a empresa KLM Distribuidora de Produtos Alimentícios Ltda. do lançamento tributário (artigo 174 CTN). visando a anulação do débito tributário ou do lançamento tributário. portanto. suspendendo de vez a impressão do jornal. relativamente à cobrança de juros moratório e da multa de mora no percentual de 20 %.Seu cliente. é indevida a cobrança de juros e da multa moratória. encontra -se retido na alfândega do porto de Santos. A sociedade "Editora São Paulo S.A. contestando a exigência. também.12. ao sujeito passivo. tributo. o que implicou a falta de recolhimento do tributo devido. já que a inscrição na Dívida Ativa concretizou-se após o decurso do prazo de 05 anos contados da data da regular notificação.". por ter apurado a venda de mercadorias em 14. O(A) candidato(a) deverá ingressar. para desembaraçar imediatamente a mercadoria sem o pagamento do . 150. a empresa KLM Distribuidora de Produtos Alimentíci s o Ltda. O(A) candidato(a) deverá ingressar. Citada da execução e penhorados bens da contribuinte. realiza periodicamente a importação de papel para impressão do jornal "Gazeta de São Paulo". acione o instituto judicial pertinente. visto que. d. nessa qualidade.830/80. VI. com pedido de medida liminar. sendo desta mesma data o despacho do Juiz que deferiu a inicial. sob o fundamento de que a Fazenda Pública perdeu o direito de Ação. o tributo devido acrescido de correção monetária. na pendência de consulta. sem emissão de nota fiscal.11.A. o mesmo foi devidamente nscrito na Dívida Ativa em i 12. visando ao imediato desembaraço da mercadoria importada sem a necessidade de pagar o imposto de importação.12. com Embargos à Execução ou Embargos do Devedor. apenas corrigido monetariamente. perante uma das Varas Cíveis da Justiça Federal. Deverá ser impetrado mandado de segurança.1999.

lavrado o auto de penhora. Qual sua resposta? A carta de fiança pode ser oferecida como garantia do juízo em execução fiscal e produz os mesmos efeitos do depósito em dinheiro. ser totalmente irregular a qualidade do mesmo e dos demais sócios como sujeitos passivos da execução. 4 . III. contra os sócios que não foram citados anteriormente como pessoas físicas. 174 do CTN. que continuam fluindo (Lei nº 6. Um dos sócios. CTN). Existe fundamento para pleitear a nulidade do título executivo? Qual? Sim. ofereceu um de seus imóveis em garantia. O espólio responde por todos os débitos tributários do "de cujus sejam eles conhecidos. foi regularmente citada em processo de execução para pagar ou garantir o juízo relativamente a débito de ISS.2001.Sim.A empresa Alpha Ltda. Como tem bom relacionamento com o banco onde possui conta corrente. por alíquota superior a 0. 3 . uma vez que os bens p enhorados não foram suficientes para liquidar o crédito em discussão e não possuindo a empresa outros bens. inc.93. em via de serem ". III. A empresa Júpiter Ltda. QUESTÃO: Como advogado do sócio José Antônio. de nome José Antônio. referente a fatos geradores ocorridos em janeiro de 1990 que. 131. tempestivamente apurado e declarado ao Município de São Paulo. mencionada especificamente a disposição da lei em que seja fundado". que era de 40%. O valor do auto de infração considerou o montante do imposto devido. além da "data em que foi inscrita".830/80. Questiona-se sobre a possibilidade de o pagamento do débito com a redução da multa.. 202 do Código Tributário Nacional. CTN). que determina a aplicação retroativa da lei tributária que comine penalidade menos severa que a lei vigente na época da infração. visando à repetição dos valores recolhidos a título de IPTU.5% a 3%. Oferecidos bens em garantia. a empresa contribuinte foi au-tuada pela fiscalização. em 15. Conforme o art. que veio acompanhada por cópia da Certidã de Dívida o Ativa. alegou-se a inconstitucionalidade da fórmula de cálculo introduzida pela Lei Municipal nº 9. atualizado monetariamente e acrescido ainda da multa de 40% sobre o valor t tal.03.999/97. O candidato(a) deverá apresentar Embargos do Devedor à Execução Fisc com fulcro no artigo 16 da Lei 6. No final daquele exercício. e também.2000 os sócios da executada foram citados para pagar o restante da dívida ou garantir a execução. 9º. al. acredita ser vantajoso oferecer carta de fiança bancária como garantia da execução. III do CTN). instrumente o meio adequado em prol do cliente.com base no art. em d de ata 20. Além disto.830/80. que seja decretada a prescrição. 106. 135. A empresa Marmoraria Ltda.5%.A sociedade "Cibus Ciborum Comércio de Alimentos Ltda. que previa a cobrança do tributo pelo regime de alíquotas progressivas. Nesta semana. você verificou que não existe menção aos dispositivos legais em que se funda o crédito executado." recebeu mandado de citação para pagamento ou nomeação de bens à penhora em execução fiscal. em razão da referida pendência de ICMS. alegando que na qualidade de sócio e por não ter sido a empresa extinta irregularmente (art. de 0. se tem o direito de fazê-lo mesmo que tenha saldo livre em conta corrente para prestar garantia em dinheiro. foi promulgada lei estadual reduzindo a multa por não pagamento do imposto. no exercício de 1998. VII.. art. para 20%. com arrematação dos bens penhorados. vencido no decorrer do exercício de 1999. §§ 3º e 4º). se não for acatada a exclusão do polo passivo da execução. proprietária de imóvel situado no Município de Pinheiros -SP. lançados. tendo em vista o disposto no art.12. A sociedade executada indaga-lhe se é possível o oferecimento de carta de fiança bancária e. salvo no que diz respeito à responsabilidade pela atualização monetária e pelos juros moratórios. Para tanto. 134. Todavia. deixou de recolher o Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços ± ICMS. d eixou de ser pago porque a empresa não tinha disponibilidade financeira. c do Código Tributário Nacional. há menos de cinco dias. em 31. pelos débitos desconhecidos à data de abertura da sucessão. foram afinal julgados improcedentes os embargos da empresa. Ao analisar esta certidão. perante uma das Varas do Anexo das Execuções Fiscais.Seu constituinte recebeu citação para uma execução fiscal.05. 2 . Qual a sua orientação? O contribuinte tem direito ao pagamento do débito com redução da multa para 20%. incidentes sobre o valor venal do imóvel e . ( art. nem consta a data da sua inscrição. nem ter sido praticado qualquer ato contra os estatutos e o contrato social (art. em caso afirmativo. formalizada pelo ato respectivo. ajuizou ação de rito ordinário. a Certidão de Dívida Ativa deverá indicar "a origem e a natureza do crédito.

tendo em vista isenção específica concedida às empresas da região. de parte da Fazenda do Estado. que tomou posse no dia 01 de janeiro de 2001. pretende revogar aquele benefício fiscal. II. somente poderia gerar efeitos a partir do exercício de 2002. I do C. 150. Como não existe lei federal definindo as funções sociais da propriedade dos diversos bens imóveis. en dereçado a uma das Varas Cíveis da Justiça Estadual. que determinou a todas as empresas beneficiárias da isenção que voltassem a efetuar o recolhimento do ISS já a partir d próximo mês. Alternativamente poderá o candidat ingressar com o uma ação declaratória de inexistência de relação jurídica objetivando através de sentença. sustentando que a utilização do IPTU. da Constituição Federal. por fato gerador ocorrido em 1º de janeiro de 1989. a declaração da ilegalidade do ato praticado. II. conforme artigo 38 da Lei 6. empresa situada no Município de Salto-SP. do ponto de vista econômico. A medida judicial mais adequada é a propositura de ação anulatória de débito fiscal também denominada de ação anulatória de lançamento tributário. do CTN. parágrafo 1º e o art. a tutela antecipatória para suspender a exigência da exação tributária em discussão. e a filial. A competência para tais ações será do Juízo da Vara da FazendaPública. a empresa não fique sujeita à imposição de multas e cobrança executiva. nessa qualidade. onde houver. 2 .533/51..SP: a matriz. para que. 104. foi cobrado o valor originário de R$ 3. Além disso a diferenciação deveria ser progressiva no tempo e não imediata. o novo Prefeito. Perquirido por Pirro.750. exercite a medida judicial conveniente ao interesse des ta. publicado no Diário Oficial do Município desta semana. que fixava o valor originário do IPVA em R$ 1. sujeita ao recolhimento do ISS. da Constituição Federal. vigente à época da apuração da infração. que positivam o princípio da anterioridade. manipule o instituto judicial hábil a garantir à empresa o benefício da isenção. Pela falta do pagamento do IPVA. Desde o exercício de 1999. QUESTÃO: Como advogado da empresa contribuinte. passando a viger no exercício imediatamente seguinte à lei instituidora.. em razão do não recolhimento já a partir do próximo mês. a exação em questão ofende o art. O Juiz da Vara do Anexo Fiscal da Comarca de Pinheiros. a Cruzeiro do Sul Indústria e .00 (um mil.variáveis em função da extensão e destinação. Para acomodar divergênciasentre os sócios.00 (três mil e setecentos reais) mais a multa de 20% (vinte por cento) com lastro na Lei nº 4. Além disso é sustentável a aplicação do art. pelo não pagamento do IPVA.589. a fim de angariar receita necessária para financiar projetos sociais. Considere para tanto que o fórum local não possui vara privativa da Fazenda Pública. 1 . Na data do fato gerador. possui dois estabelecimentos situados no Município de São Paulo . 156. O examinando deverá então impetrar Mandado de Segurança. a empresa não vinha efetuando o recolhimento desse imposto. Se fosse por homolagação. tendo em vista que a revogação da isenção signifca. de 12/08/93.700. em que se desenvolve o comércio.T. setecentos e cinqüenta reais) e multa de 30% (trinta por cento) sobre o valor do imposto não solvido. em sentença publicada há cinco dias. morador em São Paulo. 178 do Código Tributário Nacional CTN. A RLBO Ltda. com a criação de uma nova pessoa jurídica.O contribuinte Pirro. I. qual seria seu parecer e sua justificação? O lançamento tributário ocorreu após o decurso do prazo para a constituição do crédito tributário previsto no artigo 173. razão pela qual. dedica-se ao ramo de prestação de serviços técnicos de engenharia e estaria. bem como a progressividade in casu foi instituída independentemente do fator tempo. ainda ser impetrado mandado de segurança com base na Lei 1.830/80 pe fato de o lançamento ter sido efetuado lo de ofício. pleiteando ainda. como instrumento de estímulo ao desenvolvimento social. julgou improcedente a demanda. baixou o Decreto nº 01/01. Todavia. sob o fundamento de qu o indigitado regime de alíquotas e progressivas tem respaldo constitucional e constitui importante instrumento de desenvolvimento social no Município. então seria cabível ação declaratória. 182. combinado com art. se baseada no desatendimento da função social da propriedade imóvel previamente definida em lei federal. QUESTÃO: Como advogado da o RLBO. vigia a Lei nº 6. só teria o necessário respaldo constitucional. § 4º. em que se desenvolve a atividade produtiva.A Indústria Estrela do Norte Ltda. ainda que o Decreto tivesse força para revogar a lei.538. O examinando deverá interpor recurso de apelação dirigido à própria vara local. com pedido de medida liminar. I. sofreu autuação em 15 de julho de 1995. majoração da carga i tributária. por força da Lei Municipal nº 98/98. decidiu-se pela cisão da sociedade. A revogação da isenção legal por Decreto viola o art.N. Poderá. Para tanto.

exigindo a partir do -a mês de dezembro de 1998. que enseja a cobrança do imposto..SP.830/80 (Lei das Execuções Fiscais) conferem ao fisco arsenal jurídico suficiente para apuração e cobrança de seus créditos. segundo a autoridade fiscal. A empresa YYY Ltda.? Nos termos do artigo 195. o que viola o art. ainda. que estava no estabelecimento matriz. 5º. da Constituição Federal. Qual seu parecer? De acordo com o art. data da sua publicação no Diário Oficial da União. que atuava no ramo de industrialização e comércio varejista de tubos de plástico. 3 . a instituição ou majoraç das contribuições para a ão seguridade social somente poderão ser exigidas a partir de 90 (noventa) dias da publicação da lei que as instituiu ou aumentou. não incide ICMS no simples deslocamento de mercadoria de um para outro estabelecimento da mesma pessoa jurídica. parágrafo 6º da Constituição Federal. § 3º. o que viola o art..CNPJ. estaria respaldada em Instrução Normativa do Ministério da Fazenda. tendo em vista que a circulação de mercadorias. O examinando deverá impetrar Mandado de Segurança. o Ministro da i Previdência Social expediu Portaria. exigindo o recolhimento do imposto sobre a mencionada transferência do estoque. sem observância ao devido processo legal e à ampla defesa. em 31 de dezembro de 2000. De acordo com a Súmula nº 166 do Superior Tribunal de Justiça. assumindo caráter de cobrança coativa. deseja passar a atender o mercado externo. a operação levada a efeito constitui legítimo planejamento tributário. inciso I.SP.. a inscrição vem sendo negada pela Delegacia da Receita Federal de São Paulo . Após a cisão. 150. Na análise do ônus tributário da nova vertente do negócio. Todavia. eis que o contribuinte já vem operando e necessita regularizar a sua situação fiscal. cujo capital social seria integralizado com os ativos constantes do estabelecimento filial. A ação deverá ser endereçada a uma das varas da Justiça Federal de São Paulo . para fins de fiscalização e controle da arrecadação dos tributos federais. a fiscalização estadual lavrou auto de infração e imposição de multa contra a Estrela do Norte Ltda. à medida que se evitou a incidência do imposto antes da ocorrência do fato gerador. não há incidência de IPI sobre produtos industrializados destinados ao exterior. Antes da formalização da cisão. da forma como foi organizada.A. e diante do Decreto do Executvo.Com base na reforma previdenciária efetuada pelo Governo Federal. à liberdade de associação e à liberdade de iniciativa.SP. sendo que para a defesa do contribuinte poderia ser utilizada a Ação Declaratória ou o Mandado de Segurança. consultam-no para saber se é devido o imposto e se a operação. pressupõe a transferência da titularidade do bem. contribuinte da referida exação. transferiu-se para a filial todo o estoque de produtos. caracteriza fraude fiscal. O ato coator representa ainda instrumento oblíquo de satisfação do crédito tributário. sociedade com sede na cidade de São Paulo . § 153. além do art. da Carta. Sendo certo.. foi deliberada a . contra o ato do Delegado da o Receita Federal em São Paulo. Qual seu aconselhamento à YYY Ltda. adote a medida judicial adequada à obtenção imediata do referido registro. Diante das divergências administrativas entre ambos. II. 5º. A RLBO Ltda. O CódigoTributário Nacional e a Lei nº 6. incisos XIII e XVIII. a inscrição no Cadastro Nacional de Pessoas Jurídicas . Qual seu aconselhamento? Não é devido o imposto. III. elevando a base de cálculo das contribuições para o INSS..A empresa Alpha S.Comércio Ltda. consultou-o para saber se a noticiada exigência era devida e qual a medida judicial cabível no interesse da consulente. além de não encontrar respaldo legal. Tal restrição. que é mantido pela Secretaria da Receita Federal. os diretores da companhia indagam para saber se -no estão sujeitos ao recolhimento do IPI sobre essas vendas. QUESTÃO: Como advogado da empresa. com a finalidade de suprir eventual ineficiência daqueles instrumentos legais. que se dedica à manufatura de artefatos de plástico. No mais. 170 da Constituição Federal. sob o argumento de que um dos seus sócios participa de outras empresas que estão em débito com o Fisco Federal. sem recolhimento de ICMS. 4 . nos últimos 30 dias. O examinando deverá sustentar que a conduta fazendária representa empecilho ao livre exercícioprofissional. não lhe sendo possível impor outros gravames ao contribuinte. Os sócios da Estrela do Norte Ltda. com pedid de medida liminar. Caio e Tício são os únicos sócios da empresa XPTO S/A. afirmar que tal exigência desrespeita o princípio da legalidade tributária previ ta no artigo s 150. vem tentando obter.

sustentando que a matéria está regulada no art. embora tenha havido a circulação física dos bens. poderá ser impetrado mandado de segurança com pedido de liminar. 89. Em 01 de janeiro de 2001. a qual deverá ser endereçada a uma das Varas da Fazenda Pública da Comarca da Capital.032/95. não ocorreu o fato gerador do ICMS. segundo o qual a prova da assunção do encargo econômico da exação somente é de rigor na repetição de tributos indiretos. A empresa deverá efetuar novo recolhimento de ISS? O recolhimento efetuado para o Município de São Paulo é suficiente? De acordo com o art. Todavia. o examinando deverá propor ação anulatória de débito fiscal. O objeto da ação consiste ainda na repetição dos valores indevidamente recolhidos naquele período. O examinando deverá interpor recurso de apelação. tendo em vista o disposto no art. Suponha. Além disso. A empresa ABC LTDA. sob o argumento de ser a transferência fraudulenta. pelo não recolhimento do ICMS na transferência daquelas mercadorias. 36. Caio o questiona se deverá efetuar o recolhimento do Imposto de Transmissão de Bens Imóveis. instituída pela Lei no 8. ra mediante a integralização de aumento de capital social no mesmo valor. o ente tributante competente para efetuar a cobrança do imposto sobre serviços de construção civil é o Município do local da obra. visando ao reconhecimento da ilegitimidade da cobrança da contribuição previdenciária incidente sobre remuneração de autônomos e administradores.Caio. Deduza sua orientação. Com base nesses argumentos. tendo solvido o imposto sobre serviços relativo ao faturamento desta obra perante o Fisco da Capital. negou o direito à repetição do indébito sob o fundamento de que a Autora deixou de comprovar que não repassou para o preço de seus produtos o custo da contribuição previdenciária recolhida indevidamente. embora tenha reconhecido a inconstitucionalidade da exação. tributos que. .cisão da companhia. para tanto. QUESTÃO: Como advogado da Autora.A Construtora ABC Ltda. pretende transferir seu imóvel pa a sociedade. Logo. Preocupado com o custo tributário da operação. 21. com pedido de antecipação de tutela. que se encontrava no estoque da fábrica. para tanto. I do Código Tributário Nacional e art. 166 do Código Tributário Nacional. parágrafo único. Neste caso não há incidência do imposto na transferência dos tubos. com exclusão daquele do local da sede. o que não é o caso da contribuição previdenciária. sócio da empresa RLBO Comércio de Parafusos Ltda. visando afastar o impacto tributário antes da ocorrência do fato gerador. Antes da cisão todos os estabelecimentos pertenciam ao mesmo titular (XPTO). Dec. o recolhimento está correto. a fiscalização estadual lavrou auto de infração e imposição de multa contra a XPTO S/A. com a versão dos ativos relacionados à atividade de comercialização para outra empresa controlada por Caio. tratando-se de planejamento fiscal legítimo. Alternativamente. a medida adotada não tem cunho fraudulento. que lhe impõe semelhante mister. §2º. onde se situa a sede da empresa. está exigindo o imposto em razão do mesmo fato gerador. o Município de São Bernardo do Campo -SP. que o ato judicial foi publicado na imprensa oficial há 7 dias. Não há incidência do imposto. porque. ajuizou ação de rito ordinário contra o Instituto Nacional da Seguridade Social ± INSS. acione o instrumento processual conveniente à tutela dos interesses de seu constituinte. como seria de rigor nos termos do art. que passou a se dedicar exclusivamente à atividade de industrialização. Analisando a questão. Questões Práticas 1 . QUESTÃO: Como advogado da empresa. 2 . I da Constituição Federal. ou seja. 406/68. que todos os estabelecimentos das empresas localizam-se no Município de São Paulo. os sócios decidiram transferir para os estabelec imentos comerciais toda a produção excedente de tubos. com a redação dada pela Lei nº 9. Tício permaneceu à frente da XPTO. da Lei nº 8. a RLBO LTDA. 156.. utilize o meio judicial pertinente a afastar a cobrança do ICMS no caso concreto e assegurar à Autora o acesso desde logo a certidões de regularidade fiscal. Antes da data da operação. o Juiz da 1a Vara Federal de São Bernardo do Campo ± SP. não houve circulação jurídica (transferência de propriedade) e. b. pela sua própria natureza. portanto. comportem a transferência do encargo econômico ao consumidor.212/91.212/91. construiu um prédio em São Paulo-SP. que recolheu durante o exercício de 1996. Tenha.

3 - A empresa ABC Ltda., dedicada ao ramo de fabricação e comercialização de calçados, vendeu um de seus estabelecimentos voltados ao comércio varejista para a sociedade RLBO Ltda. A ABC Ltda. continuou exercendo a atividade de fabricação de calçados, mantendo ainda outros estabelecimentos dirigidos ao comércio. A empresa RLBO Ltda., por sua vez, foi recentemente surpreendida com a citação para os termos de execução fiscal ajuizada pela Fazenda do Estado de São Paulo exclusivamente contra ela, objetivando a cobrança de débitos de ICMS, correspondentes ao estabelecimento por ela adquirido da empresa ABC, relativos a pe ríodo anterior à aquisição. Um dos diretores da RLBO perquire se deve desde logo efetuar o pagamento tendo em vista que é responsável, por , sucessão, pelos débitos gerados naquele estabelecimento, ou se há defesa possível na execução. Oferecer e justificar seu aconselhamento. A responsabilidade por sucessão neste caso é apenas subsidiária, tendo em vista que o alienante continuou a exploração do mesmo ramo do estabelecimento negociado. Vale dizer, a Fazenda Estadual, antes de demandar a RLBO, deveria ter executado a ABC Ltda. Dessa forma, a RLBO deverá oferecer bens à penhora, para em seguida, apresentarembargos à execução, em que deverá sustentar a responsabilidade da empresa alienante , nos termos do art. 133, II, do Código Tributário Nacional. 4 - Uma determinada empresa impetra mandado de segurança e obtém a concessão de medida liminar em conformidade com o pedido formulado. Durante o período de vigência da liminar, a referida empresa é fiscalizada por autoridade competente, que constata não estarem sendo cumpridas as obrigações acessórias atinentes à obrigação principal objeto da citada liminar. Assim, decide a autoridade autuar a empresa por descumprimento das obrigações acessórias. Comentar a situação. A autuação é procedente em virtude do parágrafo único do artigo 151 do CTN. A suspensão da exigibilidade do crédito tributário não dispensa o cumprimento das obrigações acessórias dependentes da obrigação principal cujo crédito esteja suspenso. No mês de abril de 1999, a sociedade Trás -os-Montes Participações Ltda. recolheu, com atraso, a Contribuição para Financiamento da Seguridade Social ± COFINS, do mês de competência março, do mesmo ano. O recolhimento extemporâneo foi efetuado com o acréscimo de multa e juros moratórios e a quantia devida foi corretamente informada à Secretaria da Receita Federal, por meio da declaração apropriada (DCTF). Contudo, em dezembro de 2000, a Receita Federal, revendo suas bases de dados, lavrou auto de infração contra a "Trás -os-Montes Participações Ltda.", no qual reconhecia a exatidão do crédito tributário declarado, bem como a regularidade do pagamento efetuado porém impôs à , contribuinte a multa de 75% prevista na Lei nº 9.430/96, relativa ao lançamento de ofício. Como a sociedade não apresentou impugnação administrativa, o crédito foi inscrito na dívida ativa e a União Federal moveu execução fiscal para cobrá-lo. QUESTÃO: Na qualidade de advogado da Trás-os-Montes Participações Ltda., aja em favor dos interesses da cliente. Considere que a empresa foi intimada da penhora realizada sobre bens de sua propriedade há 20 (vinte) dias e que o processo tramita perante a 15a Vara de Execuções Fiscais Federais da Seção Judiciária de São Paulo. Interposição de embargos à execução, com base nos arts. 16 e segs. da Lei nº 6.830/80. No mérito, deverá o candidato sustentar que a COFINS é tributo sujeito ao lançamento por homologação (art. 150 do Código Tributário Nacional) e que o lançamento de ofício apenas ocorreria se a autoridade administrativa verificasse a inexatidão da declaração do contribuinte, com valores a serem complementados. Por isso, não ocorreu a hipótese do ar 44, I, da Lei nº 9.430/96, que t. trata da multa imposta. A sociedade Mirassol Agroindustrial S.A. vendeu, em março de 1998, um imóvel integrante de seu ativo imobilizado, pelo valor de R$ 100.000,00 (cem mil reais). Esse imóvel estava registrado na contabilidade da sociedade pelo mesmo valor de R$ 100.000,00, que correspondia ao preço de sua aquisição pela sociedade. No mesmo ano -base de 1998, a empresa contabilizou um prejuízo fiscal de R$ 70.000,00 e, portanto, não pagou Imposto de Renda (IRPJ). Contudo, a fiscalização federal, revendo os livros contábeis, verificou que o valor da venda não foi lançado como receita e autuou a sociedade pelo valor correspondente, adicionando este ao resultado e cobrando o IRPJ no montante de R$ 4.500,00

(quatro mil e quinhentos reais), equivalente ao lucro líquido de R$ 30.000,00 (trinta mil reais). A sociedade não se defendeu do auto de infração e o crédito foi inscrito na dívida ativa, com a subseqüente propositura de execução fiscal. QUESTÃO: Na qualidade de advogado da empresa, atue em seu benefício. Considere que a constituinte tem sede na cidade de São José do Rio Pardo e que foi intimada da penhora de seus bens há 10 (dez) dias. Oposição de embargos à execução, com base nos arts. 16 e segs. da Lei nº 6.830/80. No méri o candidato deverá to, sustentar que a venda de bens do ativo fixo não constitui receita tributável, porque não implicou variação patrimonial para a sociedade (lucro), conforme compreendido no conceito de renda do art. 153, III, da Constituição Federal e d art. 43 do o Código Tributário Nacional. A ação deverá ser proposta perante o anexo fiscal da Comarca de São José do Rio Pardo (juízo estadual), por onde deve tramitar a execução. A Beija-Flor Revestimentos Ltda., com sede em São Paulo, é empresa que se de dica à comercialização de papéis de parede. Seus sócios pretendem aumentar o capital da sociedade, atualmente de R$ 100.000,00 (cem mil reais), para R$ 300.000,00 (trezentos mil reais), mediante a conferência de imóvel, avaliado pelo diferencial de R$ 200. 00,00 (duzentos 0 mil reais). Contudo, para realizar a transferência da propriedade do bem, exige -se a comprovação do recolhimento do Imposto sobre Transmissão de Bens Imóveis ± ITBI, conforme circular do Diretor do Departamento de Rendas Mobiliárias da Secretaria das Finanças do Município de São Paulo, que exige o pagamento do tributo na hipótese. A alteração contratual correspondente já foi arquivada pela JUCESP, restando apenas a integralização do aumento de capital. QUESTÃO: Na qualidade de advogado da Beija-Flor Revestimentos Ltda., acione o meio judicial adequado à solução do impasse. Mandado de segurança contra ato do Diretor do Departamento de Rendas Mobiliárias, endereçado a uma das Varas da Fazenda Pública da comarca de São Paulo, com pedido de limi ar, visando à dispensa do recolhimento do ITBI na n hipótese. Opcionalmente, poderá o candidato propor ação declaratória com tutela antecipada, formulando pedido similar. No mérito, deverá a ação basear-se no disposto no art. 156, § 2º, I, da Constituição Federal, que estabelece a nãoincidência do ITBI na hipótese, já que a sociedade não tem por objeto a compra e venda ou locação de bens imóveis, nem o arrendamento mercantil. QUESTÕES PRÁTICAS 1 - No momento da elaboração da folha de pagamento do mês de jan eiro de 2002, a ser paga em fevereiro, seu cliente, empregador, tem dúvidas a respeito da tabela a ser usada na retenção do Imposto de Renda dos empregados. Em 08.01.2002, foi publicada a Medida Provisória no 22, que corrigiu as faixas salariais de retençã resultando em redução o, do imposto devido. Ocorre que, no entender de seu cliente, as normas relativas a impostos apenas se aplicam no exercício fiscal seguinte ao de sua edição, com o agravante de que, em se tratando de Medida Provisória, a aplicação se dá no exercício fiscal seguinte ao de sua conversão em lei. A MP 22 ainda não foi convertida em lei. Deverá seu constituinte usar a tabela instituída pela MP 22 ou a antiga? Opine e explique. O princípio da anterioridade, previsto nos arts. 150, III, b, e 62, § 2º, da Constituição Federal, apenas se aplica a casos de instituição ou majoração de tributos. Como a nova tabela resulta em redução de tributo devido, pode ser aplicada imediatamente. 2 - Determinada sociedade de economia mista, instituída pelo Município de Cotia para a comercialização de alimentos, indaga-o a respeito da necessidade de oferecer à tributação o lucro auferido em sua atividade, por entender que é vedado à União Federal cobrar impostos sobre as rendas municipais. Formule e motive seu parecer. A imunidade recíproca conferida aos entes federativos aplica-se apenas às fundações e autarquias por eles mantidos, por força do art. 150, § 2º, da Constituição Federal. Além disso, às sociedades de economia mista que exercem atividade econômica aplica-se o regime tributário das pessoas jurídicas de direito privado (CF, art. 173, § 1º, II, e § 2º).

3 ± A aplicação de sanção tributária deve respeitar os princípios da legalidade, irretroatividade, vedação do confisco, capacidade contributiva, tipicidade, segurança jurídica e anterioridade? Deduza sua resposta, justificando sobre todos -a os princípios enumerados. A sanção tributária deve respeitar o direito de propriedade do contribuinte, não sendo lícito a tomada de seus bens (seu papel equivale a figura do não ± confisco tributário). Ainda é de ser verificado o princípio da tipicidade nas normas sancionadoras, pois, o enquadramento do ilícito, exige a concretização de fatos descritos em lei, excluindo a figura da -se presunção. Por outro lado, pela nítida distinção entre tributo e sanção tributária, entendemos que as normas sancionadoras tributárias não estão sujeitas aos princípios da anterioridade, não ± confisco, capacidade contributiva, pois estes são princípios atinentes à instituição, regulamentação e forma de cobrança dos tributos, nada acrescendo à figura das sanções tributárias. O princípio da segurança jurídica atinge as normas sancionadoras, assim como todas as demais normas jurídicas do ordenamento, e o princípio da irretroatividade das leis, vê-se aplicado também pelas normas sancionadoras, por ordem do Sistema Constitucional, com exceção das questões de interpretação da lei mais favorável ao infrator (retroatividade da lei benéfica). 4 - A "substituição tributária " prevista no artigo 128 do Código Tributário Nacional implica solidariedade entre substituto e substituído? Desenvolva sinteticamente o tema. A substituição tributária é um tipo de responsabilidade tributária, em que o dever de reter o tributo é atribuído a terceira pessoa, relacionada indiretamente com o fato jurídico tributário. O substituto tributário faz às vezes do contribuinte quando do pagamento do tributo, sendo responsável exclusivo pelo referido encargo. Na substituição tributária não existe solidariedade, pois a solidariedade expressa relação entre pessoas que compõe conjuntamente o pólo passivo da obrigação tributária, o que não acontece com relação ao substituto tributário. O dever de pagar o tributo é atribuído por lei ao responsável, de forma exclusiva. O substituto não recebe o papel do verdadeiro contribuinte, apenas compõe o pólo passivo indireto da relação jurídica tributária. Caio adquiriu de Túlio um imóvel, localizado no Município de São Paulo. Para tanto, celebrou contrato de compromisso de compra e venda, em caráter irrevogável e irretratável, por meio do qual se comprometeu a pagar o preço de R$ 100.000,00 (cem mil reais) em 10 prestações mensais, iguais e sucessivas de R$ 10.000,00 (dez mil reais), após o que seria outorgada a escritura definitiva de compra e venda. Era interesse de Caio registrar, no Cartório de Registro de Imóveis competente, o contrato de compromisso de compra e venda. Contudo, ao apresentar o contrato para registro, na última semana, Caio foi surpreendido com a exigência do pagamento do Impo sobre Transmissão de Bens Imóveis sto (ITBI) à alíquota de 2% (dois por cento) sobre o valor da transação, com respaldo em lei municipal a exigi-lo desde logo, no caso de compromissos irretratáveis e irrevogáveis. QUESTÃO: Como advogado de Caio, proponha a medida judicial conveniente aos interesses do cliente. O candidato deverá impetrar mandado de segurança, com pedido de liminar, contra ato do Diretor do Departamento de Rendas Imobiliárias da Secretaria das Finanças do Município de São Paulo, visando a dispensa do pagamento do ITBI. A ação poderá ser dirigida contra outra autoridade, desde que o candidato demonstre saber ser a coatora, aquela que tem a competência legal de exigir o tributo (o que não é o caso de nenhum servidor do Cartório de Registro de Imóveis). No mérito, o candidato deverá sustentar que o registro do compromisso de compra e venda não opera, por si só, a transferência de direito real, de modo a afastar a hipótese de incidência do ITBI. A transferência da propriedade apenas se daria no momento do registro da escritura definitva. Para tanto, deverá invocar os dispositivos concernentes à hipótese de incidência (art. 156, II, da Constituição Federal e art. 35 do Código Tributário Nacional), bem como o art. 110 do Código Tributário Nacional, que proíbe à lei tributária alterar conceitos de direito privado. O pedido de liminar deve ser justificado. Alternativamente, o candidato poderá interpor ação declaratória contra o Município de São Paulo para o reconhecimento da não-incidência do ITBI, pelos mesmos fundamentos. Nesse caso, deverá requerer tutela antecipada, devidamente justificada, que permita o registro do compromisso independente do pagamento do tributo questionado.

do Código Tributário Nacional) e por não responder por obrigações da empresa decorrentes de atos que não p raticou ou de omissões a ele imputáveis. sede da sociedade e domicílio de João. no entender de seu cliente.00 (ci qüenta mil reais) a título de Imposto sobre n Produtos Industrializados ± IPI. visando obter recursos para sua manutenção. Esse critério. a ser calculado sobre o montante das operações.000. 513 e seguintes do Código de Processo Civil. desprovida de qualquer interesse lucrativo. do Anexo Fiscal da comarca de Itu. João é sócio da sociedade Alpha Remédios Ltda. O candidato deverá formular recurso de apelação. João foi surpreendido pelo recebimento de um mandado de citação. QUESTÃO: Como constituído da Massas Presidente Ltda. sob alguns possíveis argumentos: (a) a utilização da TR como indexador foi declarada inconstitucional pelo Supremo Tribunal Federal (ADIN 493-0). Determinado Município. localizados no seu perímetro urbano. resolve vender à população local produtos por ela manipulados.250/95. com fundamento nos arts. que os embargos tramitam perante a 25ª Vara Federal da Subseção Judiciária de São Paulo. para imóveis não edificados. dando conta da propositura de execução fiscal movida contra a sociedade e ambos os seus sócios. 2. A sentença foi publicada no Diário Oficial há 10 (dez) dias. No mérito. arrolando sua razões. Oposição de embargos do executado João àquela execução fiscal. VI. III. que não possui Plano Diretor nem lei específica que regulamente a utilização da propriedade urbana. citou João e penhorou-lhe bens no valor suficiente para a garantia da dívida. sem fins lucrativos (entidade filantrópica). que foi embargada pela parte contrária. Considere ainda a jurisprudência e doutrina favoráveis à interpretação ampla das regras de imunidade. Pelo contrato social. Considere que a execução fiscal corre perante o Anexo Fiscal da comarca de Itu. 165 do CTN) e impugnar o índice de atualização monetária acolhido pela sentença recorrida (TR). deverá o candidato pedir a exclusão de João do polo passivo da relação jurídico processual sob o fundamento de não ser sócio gerente (art. estando portanto imune de impostos. sob alegação de excesso nos cálculo de atualização s monetária apresentados. dando cumprimento ao mandado. institui Imposto Predial e Territorial Urbano ± IPTU progressivo no tempo. 135. Rubens. não obteve êxito. "c" da C. intimando-o desse fato há 15 (quinze) dias. para tanto. Observe. A Creche é entidade de assistência s ocial.830/80) dirigidos ao Juízo competente. atue em prol de seu cliente. contra a União Federal. iniciou a execução. intimação e penhora. não é satisfatório porque não representa a atualização do poder aquisitivo da moeda. confiada ao sócio. o crédito exeqüendo deverá ser corrigido monetariamente pela variação da Taxa Referencial ± TR. nem tem idéia da sua origem. O oficial de justiça. No mérito.A sociedade Massas Presidente Ltda. É lícita a instituição desse tributo? Responda e justifique. visando à cobrança da quantia de R$ 50. nos termos do art. Transitada em julgado a sentença de procedência da ação.Federal. moveu. Sobreveio sentença de procedência dos embargos acolhendo os argumentos da União Federal no sentido de que. 39. A Creche Bom Jesus de Pirapora. João nunca soubera da existência dessa dívida. QUESTÃO: Na qualidade de advogado exclusivo de João. nem se configurando qualquer causa de responsabilidade tributária. sem o acréscimo de juros moratórios. 150. Apesar de possuir proporção significativa do capital. Ademais a receita da venda dos produtos por ela manipulados é destinada à consecução de sua finalidade social.. (c) desacordo com a jurisprudência dominante a respeito do tema. (b) existe critério legal expresso de atualização e cômputo dos juros (SELIC ± Lei nº 9. pois este evadiu-se para evitar a citação. (art. § 4º). Ao procurar Rubens.. art. ação de repetição de indébito de contribuições ao PIS pagas a maior no período de janeiro a dezembro de 1997. nunca se interessou pela administração da sociedade. entidade filantrópica. 16 da lei nº 6. na falta de critério expresso constante do título executivo. QUESTÕES PRÁTICAS 1. o candidato deverá sustentar o direito à recomposição integral dos valores recolhidos a maior (art. detendo 50% (cinqüenta por cento) do capital da empresa. O Estado exige-lhe o recolhimento do ICMS em razão do exercício de tal atividade. . Ofereça parecer sobre a questão. aja em seu favor. endereçado à 25ª Vara Federal de São Paulo. O recurso não está sujeito ao pagamento de custas. a gerência incumbe exclusivamente a Rubens.

para tanto. na verdade. É possível que esse crédito seja compensado com tributos de outras espécies. § 4º.00 (cem mil reais). Nenhum agente arrecada -dor. enquanto questiona judicialmente a Taxa de Limpeza e Conservação? Explicite e fundamente. tais como PIS e COFINS? Dê seu parecer e motive.Não. tal como água encanada. pois entende ser ela -la inconstitucional. descobriu que pagou Imposto de Renda (IRPJ) a maior nos anos de 1999 e 2000. que é limitada a tributos da mesma espécie. já com capital de giro suficiente.000. sujeito passivo dessa taxa. deverá o recurso se voltar contra a parte que foi desfavorável à empresa (i.. dirigido à 25ª Vara Federal de São Paulo. não poderá compensar com IRPJ vincendo. . como a tendência é que gere prejuízos neste ano e nos próximos. Porém. saneamento básico ou calçamento. para impedir a exigência de multa por lançamento de ofício. Certo Município exige dos proprietários de imóveis urbanos localizados em seu território o pagamento de Taxa de Limpeza e Conservação. No mérito.000. tem um problema prático. 182. 4. 74 da Lei nº 9. A. A declaração a menor deveu-se ao fato de que a sociedade não tinha recursos em caixa para pagar os tributos correspondentes Em julho de . Trata-se. o que viabiliza a consignação judicial do IPTU nos termos do art. 3. QUESTÃO: Aja na qualidade de advogado de João. 138 do Código Tributário Nacional e desenvolvendo sua interpretação. Alternativamente ação visando o reconhecimento da inconstitucionalidade da taxa e pedido cautelar (medida liminar ou tutela antecipada) para possibilitar o pagamento do IPTU devido. COFINS. com base no art. quando na verdade ela foi de R$ 200. acrescidos de juros moratórios. mediante requerimento dirigido à Receita Federal. passando a incluir o imóvel de João. Para não se sujeitar à demora da repetição de indébito. sendo ambos os tributos objeto da mesma notificação e do mesmo boleto de pagamento. sem apresentar qualquer espécie de equipamento urbano. O crédito apurado poderá ser compensado. a possibilidade de exigência de multa moratória). atue em seu favor. ambas vedadas na hipótese de denúncia espontânea. João adquiriu. pessoa jurídica. sob sua responsabilidade. 66 da Lei nº 8. que o processo tramita perante a 25 a Vara Federal da Subseção Judiciária de São Paulo e que a intimação da sentença foi recebida há 10 (dez) dias. seu cliente. quitou os tributos exigíveis (PIS. com os req uisitos dos arts.e. deseja questioná judicialmente. com base no art. que não autoriza a distinção entre multas simplesmente moratórias e punitivas. do Código Tributário Nacional. Recentemente. Considere. João recebeu notificação de lançamento do IPTU relativo ao exercício de 2002. da Constituição Federal.00 (mil reais). conforme diretrizes estabelecidas pelo Plano Diretor e por lei específica para a área em que localizado o imóvel. Seu cliente. Contudo. mas facultando à autoridade fiscal exigir multa simplesmente moratória.00 (duzentos mil reais). gostaria de compensar os créditos apurados com débitos tributários vincendos. a área manteve características típicas de zona rural. Interposição de recurso de apelação. está autorizado a receber parcialmente os tributos lançados. em setembro de 1999. pois de acordo com o art. invocando o art. aprovou lei que alterou o perímetro urbano do Município. I..383/91. IRPJ e CSLL). e impetrou mandado de segurança com o objetivo de afastar a cobrança de multa. da hipótese da subordinação do pagamento de um tributo (IPTU) à quitação de outro (Taxa de Limpeza e Conservação). Não é possível a compensação sponte propria. 2000. pois a taxa é lançada conjuntamente com o IPTU. A. Contudo.430/96. com vencimento para daqui a 2 (duas) semanas. não pode ser objeto de depósito judicial para fins de suspender a sua exigib ilidade. A sociedade Pirandello S. imóvel então situado na zona rural do Município de Serra Negra. A sentença concedeu a segurança em parte. receita de R$ 100. em 1980. declarou à Secretaria da Receita Federal ter auferido. no valor de R$ 1. iluminação pública. por sua vez. QUESTÃO: Na qualidade de advogado da Pirandello S. 164. Em 20 a Câmara Municipal 01.000. denunciou espontaneamente o débito. Como o IPTU não é questionado. Após auditoria interna. 513 e seguintes do Código de Processo Civil. Qual o meio cabível para solver o IPTU. a instituição do IPTU progressivo no tempo depende do descumprimento da função social da propriedade urbana.

perecimento de direito (licitação) QUESTÕES PRÁTICAS 1. Pode a Prefeitura tomar essa atitude? Responda justificando adequadamente. que permite a revisão de lançamento para apreciação de fato não conhecido ou não provado por ocasião do lançamento anterior. que dispõe sobre as isenções condicionadas e concedidas a prazo certo.. às empresas localizadas em certa área. construiu ali um galpão. Determinada Prefeitura concedeu. o que não é compatível com esse remédio judicial. desde que contratassem menores aprendizes oferecidos pelo serviço social municipal. deverá sustentar que a cobrança do IPTU não atende os requisitos do art. referem-se ao processo n o 000. A empresa procurao(a). Sim. No mérito. poderá ser questionada com fundamento no art.12345-6. perante algum dos Juízos de Direito daquela Comarca. 149. revogando a isenção. 151. da Constituição Federal e disposições constantes da Lei nº 1. artigo 5º. FUNDAMENTOS DE DIREITO e PEDIDO: artigo 151. II CTN. revendo o lançamento anteriormente efetuado. 38 da Lei nº 6. uma vez que as pendências existentes em relação à contribuição ao PIS dos períodos de 07/91 a 11/91 e 03/93 a 07/93. 178 do Código Tributário Nacional. ser exigida a referida exação. inciso XXXIV. Poderá o candidato requerer a suspensão da exigibilidade do crédito tributário. alínea "b" da CF/88 e artigo 206 do CTN. pretende a emissão de Certidão Positiva de Débitos com efeitos negativos. 32. Delegado da Receita Federal em São Paulo / SP. do Código Tributário Nacional. (art. . § 1º. prova pré-constituída "fumus boni iuris" e "periculum in mora". a teor do art. contra ato manifestamente ilegal e coator do Sr. cujo prazo para habilitar-se e participar da licitação pública encerrar-se-á amanhã. poderá ser questionada? Motive seu posicionamento.12345-6. mediante o depósito do valor correspondente. A empresa Dragster Motors Ltda. não podendo.830/80. comprovando a existência dos autos da ação ordinára i n o 000. fornecendo a certidão de objeto e pé da 14 a Vara Cível Federal. alegações que configurem o bloqueio das atividades comerciais.João deverá propor ação ordinária contra o Município de Serra Negra.00. (suspensão de exigibilidade). visando à anulação do ato de lançamento fiscal. alegação da existência de depósitos judiciais art. Entende a empresa que a recusa é injustificada. isenção do Imposto Predial e Territorial Urbano ± IPTU. dedicada ao comércio de veículos novos e usados. distribuído e processado na 14 a Vara Cível Federal. opere no sentido de afastar o óbice à licitação cujo prazo de vencimento é iminente. assim. cc artigo 151 inciso II do CTN). pelo prazo de 5 (cinco) anos. em 2001. a fim de habilitar-se e participar de licitações públicas. pois é necessária a presença dos melhoramentos urbanos ali descritos. do Código Tributário Nacional. com fundamento nos artigos 5º. Seu cliente é proprietário de imóvel urbano localizado no Município de São Bernardo do Campo. tendo em vista que a comprovação dos fatos alegados dependerá de vistoria pericial. qual seja. cuja sentença transitada em julgado há mais de um mês. necessidade de certi ão d positiva com efeitos de negativa para licitação. solicitando as medidas judiciais cabíveis. venda de peças e serviços. Se essa lei for aprovada. Relata a empresa que a certidão foi negada sob alegação de que existem débitos pendentes. Sim.00. inciso LXIX. Impetração de MANDADO DE SEGURANÇA COM PEDIDO DE LIMINAR. procedimento não realizado em razão da omissão da União Federal. ALEGAÇÕES INDISPENSÁVEIS: pedido de liminar. pedido negado pela Delegacia da Receita Federal em São Paulo/SP. por meio da qual a Prefeitura Municipal. QUESTÃO: Como advogado da empresa Dragster. Não é recomendada a impetração de mandado de segurança. 2. Em 1999.533/51. exige a diferença correspondente à área construída do galpão. embora devesse fazê de imediato. aguarda conversão em renda da União de depósitos existentes. Passados dois anos. Agora. a construção do galpão. mas apenas comunicou a Prefeitura a respeito. perante a Justiça Federal da Secção Judiciária de São Paulo / SP. bem como cópia de todos os depósitos realizados naqueles autos. VIII. a Prefeitura se arrependeu do benefício e encaminhou à Câmara Municipal lei revogando a isenção. -lo recebeu notificação de lançamento do IPTU de 2000. II do CTN.

de atos ilícitos.00.3. tendo em vista que as primeiras decorrem de fatos lícitos e. Por isso. logo que concretizado o evento previsto no antecedente da norma de incidência. sem a necessária especificidade com relação aos obrigados. O objeto das relações tributárias decorre de fato lícito.00 (cem mil reais). a Prefeitura de Nova Vista criou uma guarda municipal para vigilância das ruas e praças da cidade. da Manolo e Irmãos Ltda. deverá o candidato sustentar que não responde pelo tributo. em Vara da Subseção Judiciária de Santo André. transitada em julgado. que se encontram nas ruas cobertas pela ronda policial. não é legítima a instituiçã da o referida taxa. QUESTÃO: Na qualidade de advogado da Manolo e Irmãos Ltda. instaladas pelo descumprimento de obrigação tributária ou de relação jurídica de deveres instrumentais. 131.830/80. 145. mantendo loja na cidade de São Paulo. Há 15 (quinze) dias. corria contra a Magnólia Comercial Ltda. Jonas recebeu notificação cobrando débito tributário de responsabilidade do de cujus. No o mérito. Jonas e Sofonias. no pólo passivo da execução fiscal. Considere que Jonas mora em Santo André. 4. Findo o prazo de locação. No mérito. do Código Tributário Nacional. II.00. Porém. o candidato deverá sustentar que a responsabilidade do sucessor limita-se ao montante de seu quinhão hereditário. As relações jurídicas tributárias sancionatórias não integram o conceito de obrigação tributária. com observância dos requisitos do art. Oposição de embargos à execução fiscal. no valor de R$ 50. CF ia e art. e ainda. cada um dos herdeiros recebeu bens no valor equivalente a R$ 10. já em nome de Jonas. industriais e prestadores de serviço. 282 do Código de Processo Civil e na forma d artigo 16 da lei nº 6. as segundas. o que foi deferido pelo Juízo. 77. Processado o inventário. Não se cuida no caso de exercício de poder de polícia. II. dirigidos ao Juízo de Direito das Execuções Fiscais Estaduais de São Paulo.000. excluindo de seu campo os atos ilícitos (art. no valor total de R$ 100. Admissível. tendo como autoridade coatora o Delegado da Receita Federal da mesma localidade.. conforme sentença hom ologatória de partilha amigável. e está prestes a ser inscrito na dívida ativa da União. É legítima essa cobrança? Justifique. A . O pedido deverá incluir a determinação à autoridade coatora para que se abstenha de praticar atos tendentes à cobrança. a cobrança integral do débito contraria a lei. atue na defesa de seus interesses.00 (dez mil reais).000. fundamentando -o. Constatando que o número de furtos e roubos em estabelecimentos comerciais aumentara muito. A sociedade Magnólia Comercial Ltda. Esse débito diz respeito ao Imposto de Renda (URPF) de responsabilidade de Pompônio. As relações jurídicas sancionadoras. Trata-se de prestação de serviço de vigilância à comunidade em geral. corresponde a R$ 10. dos últimos cinco anos. 3º do CTN).000. nos termos do Código Tributário Nacional. nos termos do art. Verifica-se que inexiste possibilidade para inclusão das relações sancionatórias no conceito de "obrigação tributária". meses de junho a setembro de 1999. CTN). na qualidade de responsável tributário em virtude da aquisição de estabelecimento comercial. constatando o fato. o estabelecimento comercial foi fechado e ali instalou-se estabelecimento de venda de lustres e abajures. O fato gerador da taxa é o serviço público específico e divisível ou o exercício regular do poder de políc (art. As obrigações tributárias têm por objeto a imputação de direitos e deveres correspondentes aos sujeitos de uma rela ção jurídica tributária. Para o custeio. denominado "Lustres do Manolo". a propositura de ação anulatória de débito tributário. Impetração de Mandado de Segurança perante o Juízo Federal. QUESTÃO: Na qualidade de advogado de Jonas.. de impor ao impetrante sanções decorrentes do não pagamento. instituiu a "taxa de vigilância " a ser cobrada de todos os estabelecim entos comerciais. a Manolo e Irmãos Ltda. aí entendida a própria inscrição na dívida ativa. alternativamente. proceda em seu favor. Assim. com pedido de antecipação de tutela. Pompônio faleceu e deixou dois filhos. denominada "O Bebê Feliz". requerendo liminar fundamentada.000. execução fiscal para cobrança do ICMS relativo aos . já que o conceito de tributo somente comporta fatos lícitos. foi intimada da penhora de bens de sua propriedade. mantido por Manolo e Irmãos Ltda. seus únicos herdeiros. o que. poderá integrar o conceito de obrigação tributária? São relações jurídico -tributárias ou não? Justifique e fundamente sua resposta. Recentemente. As relações sancionatórias não cabem no conceito de obrigação tributária. no caso de Jonas. atuava no ramo de comércio varejista de roupas infantis. O Exeqüente. requereu a inclusão.

o contribuinte consultou-o(a) para saber se poderia utilizar a alíquota de ICMS de 16% para recolher o tributo. no caso. não poderá ser de . antes que a fiscalização identificasse a irregularidade e lhe aplicasse penalidade onerosa.00.10. além de não ter havido cessão do estabelecimento (não havia relação entre o titular atual e o anterior).000. os estabelecimentos mantidos por ambas as sociedades são nitidamente distintos. que orientação daria à sua cliente? Maria é responsável tributária por solidariedade. QUESTÕES PRÁTICAS 1. aplicando sobre os respectivos fatos geradores alíqu otas progressivas que variam de 1. que previa a alíquota de 17% para o ICMS. neste caso. a retroatividade benéfica.00 (duzentos mil reais). instituiu a cobrança do Imposto Sobre Transmissão causa mortis e doação. Desejoso de regularizar a situação. respectiva mente. sendo autoridade coatora o Delegado Regional Tributário em São Paulo. João e Carlos que detêm. com pedido de tutela antecipada. A Empresa de Metais Nordeste Ltda. Antônio da Silva. é coproprietário de 1% de bem imóvel no referido Município. Como advogado (a). ingressar com ação declaratória de inexistência de relação jurídica. razão pela qual é responsável pelo pagamento do tributo integral que. Poderá. 5%.489. por ocasião de conferência dos procedimentos adotados.97.236.00. explorando. ocasião em que vigia a Lei n o 8.12.01. concedendo isenção do IPTU para todos os proprietários de imóveis localizados em seu território. 133 desse Estatuto limita-se aos casos de alienação de fundo de comércio ou estabelecimento comercial. maiores de 65 anos de idade. 273.11.12. estranhou a cobrança e procurou (a) para saber se -o estava obrigada ao pagamento integral do IPTU. com fulcro no artigo 4º do C. A segurança deverá ser impetrada perante Vara da Fazenda Pública em São Paulo. uma vez que. o Município de Várzea Nobre procedeu ao lançamento tributário. objetivando a consumação da doação do referido imóvel ao filho. vigorava a Lei n o 10. O Estado de São Paulo. bem como das disposições do artigo 144 do Código Tributário Nacional. Qual sua posição? Responda e fundamente.000. a Manolo e Irmãos Ltda. todavia. em face da estrita legalidade prevista na Constituição Federal. O doador. ingressar com a medida ou medidas pertinentes a proteção dos interesses do cliente. uma vez que era a única que residia naquele Município. No caso concreto. O Município de Várzea Nobre fez publicar a Lei n o 5. a Constituição Federal. calculando o ITCMD com alíquota de 1%. de 66 anos. Este é o entendimento do Supremo Tribunal Federal (STF) ao julgar inconstitucional a progressividade das alíquotas do IPTU antes da Emenda Constitucional nº 29/00.responsabilidade prevista no art.00. o procurou para saber da legitimidade ou não de tal cobrança. por meio da Lei n o 4455/01.0 % (um por cento) para bens no valor de até R$ 10. Em 21. outro ramo de atividade. A Empresa. Como Maria só detinha 5% de participação na propriedade do imóvel.P. uma vez que esta legislação lhe era mais benéfica. que fixava a alíquota do imposto em 16%. 90% e 4% da referida propriedade. para regularizar a situação. Em 1998.777. de 01. realizando-se o princípio da capacidade contributiva proporcionalmente ao valor do imóvel. uma vez que deve ser aplicada a lei vigente na data da ocorrência do fato gerador.. alternativamente. não prevê qualquer espécie de progressividade. deverá recolher o imposto calculado pela alíquota de 17%. 2. juntamente com Maria.000. sobre quaisquer bens e direitos (ITCMED). inconformado com a disparidade de alíquotas sobre o fato gerador.02. Não se aplica. a 5% (cinco por cento) para outros cujo valor supere o montante de R$ 150. e também a progressividade do ITBI. sendo certo de que a responsabilidade tributária solidária não comporta benefício de ordem. Ricardo Altruísta deseja doar ao filho Tércio imóvel de sua propriedade no valor de R$ 200.99. ambos de competência municipal. O(a) candidato(a) deverá impetrar mandado de segurança com pedido liminar. QUESTÃO: Como advogado(a) de Ricardo Altruísta. de 10. objetivando a realização da doação com o pagamento da exação pela alíquota de 1% (um por cento).12. nos termos do seu art. todavia. cobrando 100% do valor do IPTU de Maria. a Empresa constatou a falta de recolhimento do ICMS relativo àquela operação. realizou venda de mercadorias cuja saída do estabeleciment comercial ocorreu o em 01. por ser tri uto incidente sobre valor b patrimonial do bem e não sobre a pessoa.C. Na data da conferência. publicada em 20.

II do Código Tributário Nacional.01. nos casos de denúncia espontânea. recebeu encomenda excepcionalmente vultosa de c liente. que entendeu ter havido. com fulcro no artigo 16 da Lei 6. levando em conta que não constou da escritura pública a prova da quitação dos tributos.08. Em 20 de maio de 2003. Pergunta-se: Está correto seu procedimento? Não está correto o procedimento relativo ao pagamento da multa. quando se trata -se de crédito tributário relativo a impostos cujo fato gerador seja a propriedade. Assim. QUESTÃO: Na qualidade de advogado da Copiadora do Mestre Ltda. portanto. conforme preceituam os artigos 123 e 130 do Código Tributário Nacional. é contribuinte do ISS (Imposto sobre Serviços). Sendo norma geral de direito tributário. Antonio da Silva.. a Fundação foi autuada pela Secretaria da Fazenda do Estado de São Paulo. de fato. acrescido de juros pela taxa SELIC e multa moratória. recolheu o imposto referente ao período de janeiro de 2000. bem imóvel de Mario de Assis. não pode a lei estadual contrariar a regra ali instituída. com "status" de lei complementar. após citada. sobre as operações de venda dos produtos por ela fabricados. dedica-se à atividade de reprodução de documentos e. e acordado expressamente que os débitos tributários existentes até a data da celebração da escritura seriam de responsabilidade do vendedor. mas de 99% em face da isenção a que faz jus o Sr. Roberto de Carvalho adquiriu.830/80. que exclui.100%. onde tem sede. registrando-se que o imóvel estava sendo alienado livre e desembaraçado de quaisquer ônus reais. 3. O(A) candidato(a) deverá ingressar com embargos à execução fiscal. proponha a medida pertinente à defesa de seus interesses. O fato da escritura prever expressamente que a responsabilidade dos débit s existentes até a data da celebração da escritura fosse do vendedor. argüir decadência relativamente ao débito vencido em período anterior a 1997. contribuinte do ICMS. referentes ao período de janeiro de 1995 a março de 2002. Deverá ainda. em janeiro último. não impugnada na esfera administrativa e geradora da inscrição do débito respectivo como dívida ativa. 4. entidade de assistência social sem finalidade lucrativa e como tal reconhecida. 173. inclusive em razão de ter sido o papel de sua impressão fornecido pela própria Copiadora do Mestre Ltda. I do Código Tributário Nacional. A sociedade Copiadora do Mestre Ltda. Em 30 de maio de 2002.00 (duzentos mil reais) a título de Imposto Sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS). o domínio útil ou a posse de bens imóveis. nessa qualidade. em 18.000 cópias de panfleto publicitário. nos termos da alínea "c". recebeu autuação por falta de recolhimento do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços ± ICMS. pretendendo o pagamento da quantia de R$ 200. uma vez que o recolhimento é amparado pelo artigo 138 do Código Tributário Nacional. em data anterior à celebração da escritura de compra e venda. conforme preceitua o artigo 124. e seu parágrafo único. Essa operação levantou suspeita perante a fiscalização estadual. argumentando que a cliente é imune àquele tributo.000. conforme art.1993. juros e correção monetária. em junho do mesmo ano. Procurado por Roberto de Carvalho. operação de venda dos panfletos. cujo termo final do quinqüênio decadencial ocorreu em 2001. confecciona e fabrica produtos cujo lucro é totalmente revertido para as suas finalidades sociais. independente de iniciativa do FISCO. para reprodução de 100. QUESTÃO: Como advogado da Fundação Misericordiosa de São Paulo. Três anos depois Roberto de Carvalho foi notificado sobre a existência de débito tributário cujo fato gerador teria ocorrido em 01. o não pode ser oposto à Fazenda Pública para modificar a definição legal do sujeito passivo da obrigação tributária. A escritura pública foi celebrada na mesma data. ingresse com via judicial mais adequada à defesa dos seus interesses. I. em razão da execução fiscal do débito. a Fundação foi intimada da penhora sobre bens de sua propriedade. do artigo 150 da Constituição Federal de 1988. inciso VI.94.. Em maio de 1997. qual seu parecer? Roberto de Carvalho é o responsável tributário porque a obrigação subroga na pessoa do adquirente. a aplicação de qu aisquer penalidades. como exige a lei estadual. FUNDAÇÃO MISERICORDIOSA DE SÃO PAULO. . inscrita no cadastro específico do Município de São Paulo. cc artigo 125. A empresa Vida Feliz Ltda. além de multa.

Manuel assinou contrato de compromisso de compra e venda de imóvel pertencente à União. contratando motorista particular para dirigi-lo e. do Código Tributário Nacional. com a informação de que deveria recolher ao referido município o ITBI "inter-vivos" e o IPTU relativos ao imóvel. também. não se sujeita ao pagamento de impostos. manipule o meio judicial à garantia de seus direitos. § 1º. argüir decadência. 2. José Maria. em razão de disposição expressa na lei municipal. Impetrar mandado de segurança preventivo em relação ao Delegado da Administração Tributária em São Paulo perante o Juízo Federal da Secção Judiciária de São Paulo. A legislação do IPI (Lei n. QUESTÕES PRÁTICAS 1. I. 173. § 3º da Constituição Federal. 38 da Lei nº 6. conforme art. bem como invocar o artigo 110 do CTN. Goiás. O inventário de Sérgio tramita perante vara competente central de São Paulo. nos termos do art. Neste ano. Sérgio faleceu em São Paulo. contra a Fazenda do Estado de São Paulo. Manuel deve recolher o IPTU e o ITBI relativos ao imóvel. Júlio e Bernardo são co-proprietários de imóvel e. Empresa do ramo automotivo denominada Concessionária Bassan Distribuidora de Veículos S/A. relativamente à fazenda? Desenvolva. quais sejam. II. com pedido de tutela antecipada com o mesmo fito. I. nessa qualidade. do Código Tributário Nacional. solidariamente responsáveis pelo pagamento do Imposto Predial e Territorial Urbano ± IPTU. Para a concretização desta figura. Qual Estado da federação será competente para cobrar o imposto sobre transmissão causa mortis.. Bernardo continuaria devendo o tributo.Propositura de ação anulatória de débito fiscal. entretanto. localizado no Município de Itavocaba da Serra. 3. afastando desta definição as pessoas que possuem deficiência visual (cegueira e outras doenças de visão). Não. na qualidade de compromissário comprador de imóvel registrado em nome da União. No mérito. mesmo assim. a denúncia espontânea elide a exigência de multa d mora? Atraso no e pagamento de tributo (mora) pode ser considerado como infração tributária? Motive as respostas. prevista no artigo 138 do CTN. alegando quebra do princípio da isonomia. Acredita ele que. a isenção concedida em caráter pessoal beneficia apenas Júlio. 155. proporcionalmente. relativamente ao imóvel comum? Justifique. uma vez que decorrido o qüinqüênio legal a contar do primeiro dia do exercício seguinte àquele em que o lançamento poderia ter sido efetuado. Oriente Manuel a respeito de sua situação. Surpreendeu-se. por isso. contemplado no artigo 5º CF/88. atualmente com isenção de IPI. por ser o local da situação do imóvel. 125. quer adquirir veículo da Concessionária Bassan para uso pessoal. quanto à inobservância do conceito de "portador de deficiência" veic ulado pelo direito privado.º 3333/03 .fictícia) define como "portador de deficiência física" toda pessoa que possuir deficiência motora nos membros inferiores e superiores. portador de cegueira congênita. para portadores de deficiência física. a auto - . o que não é desnaturado pelo fato de os materiais serem fornecidos pelo próprio prestador de serviços. 4. exclui-se a incidência do imposto de competência estadual. faz-se necessária a concorrência de dois pressupostos.830/80. mas deixou a seus herdeiros uma fazenda situada em Goiás. Júlio completa 65 anos de idade e. A imunidade recíproca não atinge o promitente comprador em virtude da regra expressa do artigo 150. tem o condão de elidir a exigência da multa de mora. pleiteando liminar e concessão da segurança visando afastar a incidência do IPI na operação em destaque ou ação de proc edimento comum ordinário. sediada no Município de São Paulo. QUESTÃO: Como advogado de José Maria. conforme o art. perante alguma das varas da Fazenda Pública da Capital. soube que sofreria incidência do IPI. passa a gozar de isenção para todos os imóveis de que for proprietário. Bernardoestá também exonerado do pagamento do imposto. A ocorrência da denúncia espontânea. Deverá. Por força da regra do art. recebe veículos da montadora Lopes do Brasil LTDA. Assim. segundo o art. da Constituição Federal. deverá o candidato sustentar que a operação em questão efetivamente corresponde a prestação de serviços. cidade onde era domiciliado. 138 do CTN. descrita no item 76 da lista de serviços anexa ao Decreto-Lei nº 406/68 e que.

que também deverá ser combatido por falta de razoabilidade. não sendo pago.444-0001-00. b) a tomada de medidas sancionatórias pelo descumprimento das obrigações acessórias. Como fundamentos jurídicos deverá alegar: a) inconstitucionalidade da progressividade instituída pela destinação do imóvel. Impetração de mandado de segurança preventivo para impedir a autoridade fiscal (Secretário Municipal das Finanças. QUESTÃO: Diante dessa situação. QUESTÃO: Como advogado de Alcebíades. manter sua regularidade fiscal já a partir deste mês. nos termos do art.332. 898. ocasião em que constatou que a alíquota utilizada para apuração do valor do imposto era de 2%. Os requisitos da ação deverão observar o disposto nos arts. Em conseqüência. não revogado pela Lei Complementar nº 116/03. fora adotada por 1 engano a alíquota de 1% específica para imóveis residenciais. a Municipalidade de São Paulo. a Prefeitura de Taboão da Serra exige o tributo e. § 1º. 149 do CTN. em especial o art. O candidato deverá mover ação de consignação em pagamento. acompanhada de depósito do valor do débito conforme artigo 38 da lei nº 6. art. art. o candidato deverá impugnar o dever de manutenção de escrituração fiscal.º 222. recebeu correspondência da Secretaria Municipal das Finanças. logo após a inscrição. 3º da Lei Complementar nº 116/03 a respeito do local do pagamento do ISS. 890 e seguintes do Código de Processo Civil. o estabelecimento de São Paulo recebeu notificação da Prefeitura. aja para defender seus interesses e. em que o imposto questionado atinge o valor de R$ 10. foi regularmente notificada de lançamento relativo a crédito tributário de IPTU. pois Alcebíades tem o direito de recolhê-lo na forma do art. § 2º). (Gabarito do ponto 1 de Direito Tributário corrigido em 25/09/2003.00 (dez mil reais). inscreveu-se no Cadastro de Contribuintes Mobiliários do Município de São Paulo (cidade onde ministra seus cursos) para efeito do pagamento do Imposto sobre Serviços ± ISS. somado ao pagamento do tributo devido com acréscimo de juros e correção monetária. inscrita no CNPJ sob n. Como há dúvida quanto ao . nos lançamentos anteriores.) Alcebíades é professor universitário e ministra cursos livres em caráter autônomo. compreendendo o pedido a citação de ambos os Municípios para comparecer aos autos e exercitar a pretensão ao recebimento do valor consignado. tem sede em São Paulo e filial na cidade de Taboão da Serra. específica para imóveis destinados a fins comerciais. Para efeitos fiscais. do Decreto-lei nº 406/68. 113. III. inciso V. de pedido de tutela antecipada nos termos do artigo 273 do CPC c.000. Para defesa do contribuinte. à alíquota de 5%. alternativamente. De seu turno. b) decadên em relação ao exercício de cia 1997. alterando lançamentos anteriores. 151. a Sociedade "Carlos Ferreira ± ME". o candidato deverá elaborar Ação Anulatória de Lançamento Fiscal. 164. 2000. Em janeiro de 2003. O candidato deverá expor os motivos da dúvida. do CTN.denúncia (confissão do ilícito) do infrator antes de qualquer procedimento fiscal. atue em seu prol. ambos os estabelecimentos são autônomos. procederá à inscrição do débito na dívida ativa e conseqüente execução fiscal. diante das pretensões contempladas na hipótese. pois não estabelecido no interesse da arrecadação dos tributos (CTN.000/00 (fictícia) incidiria exclusivamente sobre as receitas auferidas em decorrência da atividade. 200 e 2002. No entanto. e que impeça eventual execução fiscal por parte da Fazenda Pública Municipal. QUESTÃO: Como advogado da A&C Serviços de Limpeza Ltda. exigiu IPTU relativo aos exercícios de 1997. A sociedade A&C Serviços de Limpeza Ltda.c.. elabore a medida judicial apropriada para defender os interesses da Empresa "Carlos Ferreira ± ME".ou outra autoridade competente na estrutura do órgão) que lance o imposto com base em percentual das receitas auferidas. uma vez que a sede da contribuinte é em São Paulo. c) inalterabilidade do lançamento tributário relativamente aos exercícios de 1997 a 2002. do Código Tributário Nacional. argumentado com as regras do art. 9º. 1999.830/80 ou. 1998. No entanto. A ação deverá ser impetrada perante alguma das varas da Fazenda Pública da Comarca de São Paulo e deverá ser requerida liminar para impedir desde logo: a) a cobrança do tributo na forma pretendida pela Municipalidade. com fundamento no art. Para exercer esta última atividade. referente ao exercício de 2003. e. têm inscrições nos respectivos municípios e apenas pretam s serviços dentro dos territórios municipais em que estão localizados. de que doravante deverá recolher aos cofres municipais também o imposto relativo aos serviços prestados em Taboão da Serra. orientando-o a manter regular escrituração fiscal para apuração do tributo que. Na mesma ocasião. uma vez que. de acordo com a lei municipal nº 10.

a isenção não é extensiva: I ± às taxas e às contribuições de melhoria. (. Alfredo foi eleito para exercer o cargo de Diretor Administrativo da Transportes Seabra S. a visita de um oficial de justiça. Qual a sua posição? Responda e fundamente. sendo inconstitucional a pretensão em face do princípio da estrita legalidade da tributação.04. . facultando ao Executivo fixála em até dois pontos percentuais a maior. No mérito. Sócio de empresa comercial procura-o. Prefeitura interiorana isenta. indagando se os valores pagos a maior a título de ICMS. Só poderá haver restituição de tributos que comportem transferência do encargo fiscal para terceiro se o contribuinte de direito provar: a) ter assumido o ônus não repassando o tributo ou. deverá o candidato sustentar que a responsabilidade dos administradores de pessoas jurídicas de direito privado depende da prática de atos contrários à lei ou ao estatuto (CTN. na assembléia geral ordinária de 29. O Poder Legislativo paulista. 135. a sociedade foi autuada l pelo não recolhimento do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços devido por seus clientes. por meio de lei ordinária. sede da sociedade. 3. a ação pode ser proposta tanto em São Paulo (Vara da Fazenda Pública) quanto em Taboão da Serra. Ainda. Considere que a execução fiscal foi proposta em São Paulo. O proprietário de imóvel beneficiado pela isenção do IPTU pede a sua opinião sobre a instituição da contribuição de melhoria.local do pagamento. Pouco depois de assumir o cargo.A. cujo fato gerador ocorreu em data anterior à da hasta pública. está sendo responsabilizada como sucessora. como dispõe o artigo 177 do CTN: "Salvo disposição de lei em contrário. o IPTU de alguns imóveis em virtude da precária condição de moradia do local. por determinado prazo. a sub-rogação ocorre sobre o respectivo preço". instituiu alíquota do ICMS em 18%. Art. contra a Fazenda do Estado de São Paulo. O auto de infra ção fora lavrado em maio de 1996 e foi definitivamente julgado na esfera administrativa em novembro de 2001. art. Aprecie a matéria sob o prisma da Lei maior. paracobrança do mencionado débito. ocorre a publicação de nova lei. destacados em suas notas fiscais e julgados inconstitucionais pelo Supremo Tribunal Federal.. o crédito ser lançado para compensação. Certa empresa adquire imóvel industrial em hasta pública realizada em 2002. 2. eventualmente. em virtude do parágrafo único do artigo 130 do CTN: "No caso de arrematação em hasta pública. A questão deve ser considerada com invocação do artigo 150. dentre os quais Alfredo. por prazo indeterminado. a inconstitucionalidade se manifesta em razão da indevida delegação de poderes ao Executivo. que o intimou da penhora de bens de sua propriedade para pagamento da dívida. Desse modo. 4.1996 e desempenhou essa função até abri de 2003. Opine considerando as possíveis conseqüências da conclusão adotada. há 10 (dez) dias. I da C. III) e. b) estar expressamente autorizado pelo contribuinte de fato a recebê-los. tome a medida necessária para defender seus interesses. Como advogado da a rrematante. QUESTÕES PRÁTICAS 1. Alguns meses após a publicação da lei de isenção. a Fazenda do Estado moveu execução fiscal contra a sociedade e vários de seus diretores.. é notificada sobre a existência de débito tributário relativo ao bem arrematado. Propositura de embargos à execução.F. 166 do CTN. quais as possibilidades jurídicas a serem consideradas? A empresa não poderá ser responsabilizada pelo débito tributário já existente. Em seguida.)".. Após referida aquisição. ins tituindo contribuição de melhoria em virtude de asfaltamento das ruas onde estão localizados os ditos imóveis. em operação pela qual era responsável tributária nos anos 1994 e 1995. podem ser objeto de compensação e. Alfredo recebeu. após a apresentação de defesa da autuada. Pode haver a cobrança da contribuição de melhoria em questão. QUESTÃO: Na qualidade de advogado de Alfredo. dirigidos ao juízo da Vara de Execuções Fiscais de São Paulo.

QUESTÃO: Na qualidade de advogado do Banco Industrial S. o importe de R$ 100. por intermédio da Lei Complementar n. à base de 20% (vinte por cento) do montante efetivamente pago.portanto. sustentando afronta a Constituição Federal: art. como se trata de sociedade anônima. elegendo como base de cálculo exclusivamente o valor da aquisição de imóveis urbanos adquiridos que supere. foi autuado pelo Instituto Nacional do Seguro Social ± INSS.. Agora. 195.00 (duzentos mil reais). o Banco Industrial S. No mérito.A. em face da União Federal. O advogado deverá propor Ação Declaratória de Inexistência de relação jurídica-tributária. I da Constituição Federal apenas autoriza a instituição de contribuições sobre valores creditados a pessoas físicas. 2. ainda. a cargo do tomador. qual e por quê? . no pólo passivo. de competência municipal. ajuíze medida cabível para defesa dos interesses de seu cliente.º 22. Propositura de ação anulatória de lançamento fiscal. No caso. não é automática. Carlos é proprietário de vários imóveis que constam da relação de bens anexa a sua declaração de imposto de renda. é da Justiça Federal. arts. esse tributo. ³c´ (imunidade do patrimônio adquiridos por Partidos Políticos). de 31 de agosto de 2003 (lei fic tícia). Edmundo questiona-o se desse fato poderá advir-lhe alguma responsabilidade pessoal pelos débitos fiscais. das pessoas jurídicas e físicas. nunca tendo exercido poder de controle. QUESTÃO: Como advogado. ou Mandado de Segurança preventivo com pedido liminar. VII). sob o manto do IGF. empresa responsável pela manutenção de sistemas do banco.999/01 (fictícia). sustentar que. nem cargo de direção. está prestes a ser inscrito na dívida ativa.3% sobre o montante estimado a esse título. A notificação fiscal de lançamento de débito (NFLD) não foi impugnada na esfera administrativa e o débito. I). A ação deverá seguir o procedimento ordinário e indicar. Considere que o Banco tem sede em Santo André. Edmundo é acionista minoritário de uma sociedade anônima. Opcionalmente. pois o art. subseção judiciária de Santo André. a União está exigindo Imposto sobre a Propriedade Territorial Urbana (IPTU). instituiu o Imposto Sobre Grandes Fortunas (IGF).. Agora.000. tome as medidas judiciais necessárias para defesa de seus interesses. mediante a incidência da alíquota de 0. a partir de 01 de janeiro de 2004. caso em que o pólo passivo deverá indicar a autoridade competente (Gerente Regionalde Arrecadação e Fiscalização ou quem lhe faça as vezes). não haverá responsabilização pessoal do acionista a esse título.00 (cem mil reais).222. Qual sua orientação? Justifique e fundamente a resposta. ao passo que a Bits Informática Ltda. por meio da Lei n. 150. poderá o candidato optar por mandado de segurança. o candidato deverá sustentar que a lei instituidora de semelhante contribuição previdenciária é inconstitucional.000. sediado em São Paulo ± Capital. Com base nesse permissivo legal.000. não concorda com esta incidência tributária sobre imóveis que adquire para o exercício de suas atividades.000. com requerimento de antecipação de tutela ou de realização de depósito da quantia discutida para evitar a sua inscrição na dívida ativa. O Presidente da República. a instituição de contribuição sobre a remuneração de serviços prestados por pessoas jurídicas dependeria de lei complementar (CF. A competência em ambos os casos. A União Federal. O Partido Político ABC. 134.000. Soube que a sociedade encerrou as suas atividades.A. incidente sobre os pagamentos efetuados à Bits Informática Ltda. dentre os quais um de R$ 100. no valor atual de R$ 200. em caso de liqüidação. Alfredo não poderá responder porque o crédito tributário foi gerado antes de seu ingresso como diretor da sociedade. em razão de não ter recolhido a citada contribuição nos anos de 2002 e 2003. Carlos deverá pagar algum tributo em razão dessa operação? Em caso positivo. mensalmente. Apenas se cogita da responsabilidade pessoal dos sócios. VI.00 (cem milhões de reais). No caso. tem sede em São Paulo. a própria autarquia federal (INSS). visando à anulação da NFLD em questão. na hipótese de sociedade de pessoas (CTN.00 (cento e trinta mil reais). sem procedimento formal de liquidação e sem quitar suas obrigações tributárias. instituiu contribuição previdenciária incidente sobre pagamentos efetuados a pessoas jurídicas prestadoras de serviços. QUESTÕES PRÁTICAS 1. passando a exigir. deseja vender esse imóvel por R$ 130. Deve. § 4º .º 9. 195. art. e 154.

como já era de se esperar.Deverá escolher o imposto de renda sobre o ganho de capital obtido na venda. § 3 CF) o Com relação aos faturamentos de janeiro e fevereiro. De qualquer modo. facultando-se a opção pelo lucro real apenas para as empresas cujo faturamento tenha ultrapassado aquele montante.00 (cinqüenta milhões de reais). § 2º. já que a imunidade não se estende aos serviços ³relacionados com exploração de atividades econômicas regidas pelas normas aplicáveis a empreendimentos privados. regularmente. QUESTÃO: Na qualidade de advogado da XPTO S/A. . (a . a) Meio processual: (a.2) ação declaratória de inexistência de relação jurídica. já que o terreno foi adquirido recentemente e ainda não se iniciou sua edificação. ou em que haja contraprestação ou pagamento de preços ou tarifas pel usuário´ (art. 145. 150. proposto perante a Justiça Federal da Seção Judiciária de São Paulo. O segundo argumento também é falho. com pedido de liminar. aplicável a -se impostos. vedando a cobrança de tributos ³ ntes de a decorridos noventa dias da data em que haja sido publicada a lei que os instituiu ou aumentou´. balancetes para apurar o valor das antecipações mensais. poderia a exigência ser afastada por outro fundamento? Não é possível alegar a imunidade recíproca. finalmente. que passa a ser exigido. cujo faturamento no último ano foi de R$ 50. publicada em 1º de abril de 2004.000. e (ii) que ele sequer utiliza o serviço. na sistemática do lucro real. exigindo dos proprietários de terrenos naquele Município. dos prestadores de serviços de assessoria em informática. ou (a. Acredita que esta situação não se alterará nos próximos meses desse exercício.000. da Constituição. apenas se a respectiva legislação municipal imputar esse ônus ao vendedor (CTN. em 31. independentemente de os terrenos serem edificados ou não. 77 e 79 do CTN). Fundação instituída e mantida pelo Governo Estadual consulta-o sobre a possibilidade de afastar a exigência sobre seus serviços prestados em janeiro e fevereiro. Os terrenos são servidos por caminhões de lixo. Você concordaria com a existência de tal direito? Justifique. Comente os argumentos do prop rietário. proponha a medida judicial que julgar cabível para proteger os interesses da empresa. VI.00 (cento e cinqüenta reais) ao ano.000.00). pague tanto quanto os terrenos de grande valor venal. 42). ainda. Não é pacífica sua extensão às taxas. III. cobrada pelo valor de R$ 150.000. Em caso negativo. de que trata o art.2003.1) mandado de segurança. 150.00 (sessenta milhões de reais) passam a sujeitar-se à sistemática de apuração com base no lucro presumido.999.000. em face do Delegado da Administração Tributária da Secretaria da Receita Federal em São Paulo. o valor venal não poderia ser usado como base de cálculo da taxa. tendo em vista que a Emenda Constitucional nº 42 introduziu a alínea ³c´ no art. já que as taxas podem ser cobradas por serviços postos à disposição do contribuinte (art. Ambos os argumentos não prosperam. com pedido de liminar. imposto sobre serviços de qualquer natureza. estão eles livres da tributação. 3. perante o mesmo Juízo e em face da União Federal ou. procura-o relatando que. Tendo em vista que o período de apuração do imposto de renda com base no lucro presumido é trimestral. 145. art. Deverá. II da CF ou art. a partir de 1.12. pretendia recolher o imposto de renda com base no lucro real anual. alegando: (i) que não é justo que seu lote. A empresa XPTO S/A. inconformado. mensalmente. O Município de Rio das Piranhas instituiu taxa de coleta de lixo. Proprietário de um terreno de pequenas proporções procura-o. 4. levantando. de pequenas proporções. determinando que as empresas cujo faturamento no ano imediatamente anterior tenha sido inferior a R$ 60. equivalente à diferença entre o preço da venda e o valor declarado ( R$ 30. Lei do Município de Valetas instituiu. perante o mesmo Juízo e mesma Ré.º de janeiro de 2004. 150. Por meio da Lei nº 9. do texto constitucional.3) ação cau telar. o valor recolhido a título de antecipações de imposto de renda e de contribuição social foi muito menor que o agora apurado com base no lucro presumido. em caráter preventivo. a União Federal modificou a disciplina da tributação do imposto de renda e da contribuição social sobre o lucro das pessoas jurídicas. quitar o Imposto de Transmissão sobre Bens Imóveis. com base na imunidade recíproca. as empresas que se enquadravam naquelas condições ficaram obrigadas a recolher o tributo relativo ao primeiro trimestre do presente ano já em 30 de abril último. que veda que as taxas tenham base de cálculo próprio de impostos. sediada na Capital do Estado de São Paulo. tendo em vista sua mínima margem de lucro. à luz do art. ³a´. com pedido de tutela antecipada. O primeiro argumento baseia na idéia de capacidade contributiva.

e I.5) a nova sistemática somente poderia ser aplicada à contribuição social passados 90 dias da edição da Lei 9. alegando o fiscal responsável. o que precipitou a inscrição do lançamento na .1) a lei contraria o conceito de renda. a preços de mercado. 195.b) Mérito: O advogado deverá considerar os seguintes aspectos: (b. reflete aquela lista anexa ao Decreto-Lei n.1) incompatibilidade da Lei Municipal nº 9. a lei tributária considera dedutível do lucro real o pagamento de aluguéis de imóveis utilizados pela pessoa jurídica e a Moura S/A precisa do imóvel para as suas atividades. ³a´ da CF).3) a lei contraria o princípio da irretroatividade (art. 150. 43 do CTN. tendo em vista que a Moura S/A poderia deduzir. já que outros contribuintes (com faturamento superior a R$ 60. (b. empresa transportadora com sede e único estabeleci ento no município de São Paulo. QUESTÃO: Na qualidade de advogado da Rode Bem S/A. (b. decidem contratar um renomado escritório de advocacia para elaborar um planejamento tributário e. prevendo. inconformados com a elevada carga fiscal sobre ela incidente. A Leão S/A ficaria com o imóvel da sociedade. 150. ³c´ da CF. no art. a Moura S/A sofreu um processo de fiscalização promovido por autoridades federais. O Mandado de Segurança foi impetrado em dezembro de 2003. que pressupõe a existência de lucro como índice de tributação. ambas. impetrou m Mandado de Segurança contra ato a ser praticado pelo Secretário Municipal das Finanças. (b. no cálculo de seu lucro real. a) b) Meio Processual: Recurso de Apelação ao 1º Tribunal de Alçada Civil do Estado de São Paulo. denegando a segurança com base nos argumentos a seguir resumidos: (i) a lista de serviços anexa à Lei Municipal n. em seu relatório.A) em duas outras sociedades ± Moura S/A e Leão S/A. que haveria ofensa ao princípio da igualdade. assim. desta feita não contemplando a locação de bens móveis. ingresse com a medida cabível. Os sócios da Moura e Leão S/A. III. Mérito: (b. seria atingida uma economia tributária significativa.000. que culminou na lavratura de um auto de infração fundamentado no parágrafo único do artigo 116 do Código Tributário Nacional. parágrafo 6º da CF).º 406/68. pode ser mencionado o princípio da igualdade. O prazo para defesa a administrativa transcorreu sem que a Moura S/A oferecesse impugnação. a definição do fato gerador do imposto de renda. que aloca a competência ao município onde o prestador do serviço possui estabelecimento. De fato. Irrelevante. 195. argumentação semelhante.999 (art. por conta de um contrato de locação de doze caminhões. Após a implementação do planejamento.2) inconstitucionalidade da tributação da locação de bens móveis. Rode Bem S/A. Optando a Leão S/A pela tributação com base no lucro presumido e a Moura S/A pelo lucro real. de 1999. tendo em vista a regra do art. se admitida.3) incompetência da municipalidade do ISS para exigir o ISS de empresa não estabelecida naquele município.º 9999. mas desta f ita citando o art. estabelecimento em Barueri ± SP. contrariando-se.00) têm a faculdade de optar pelo lucro real. (ii) o Município de São Paulo é competente para exigir o ISS sobre a locação. a qualificação da locação perante o direito civil.6) finalmente. os alugueres pagos à Leão S/A. tendo em vista não configurar obrigação de fazer.2) no que tange à contribuição social.4) com relação ao imposto de renda. a nova sistemática. para efeitos tributários.404/76 ± Lei das S. reduzir o impacto tributário. que trouxe nova lista de serviços. ao impor a exigência do imposto de renda com base no lucro presumido mesmo diante da comprovação de que o lucro real da XPTO S/A foi muito inferior ao lucro presumido. (b. com sede e único .999 com a Lei Complementar nº 116. (b. obrigando a reter o Imposto -a sobre Serviços de Qualquer Natureza (ISS) sobre as importâncias devidas a Delírio Locações Ltda. a locação de bem móvel como serviço sujeito ao ISS. (b. que o processo de cisão da sociedade Moura e Leão S/A teve por fim exclusivo a economia tributária.000. somente poderia valer para fatos geradores ocorridos a partir de 1º de janeiro do ano subseqüente (art. Os especialistas do escritório contratado sugerem a cisão da Moura e Leão S/A (em perfeita concordância com os dispositivos da Lei 6. além disso. que seria alugado à Moura S/A. sobrevindo sentença de mérito no último dia 20 de maio. de 31 de julho de 2003. (b. mediante a utilização de formas jurídicas lícitas. III. já que sociedades na mesma situação que a empresa Moura e Leão S/A eram obrigadas a arcar com uma carga tributária mais elevada do que as sociedades Moura S/A e Leão S/A. sociedade anônima de capital fechado sediada na Cidade de São Paulo. daí se justificando o emprego da analogia par se tributar a Moura S/A. ³b´). inexistindo qualquer outro propósito gerencial ou comercial e. 3º da Lei Complementar nº 116/2003. tendo em vista que os caminhões locados são vistos com freqüência naquela municipalidade.

058. apresente as medidas necessárias e cabíveis. o aumento real do salário do contribuinte será tributado.80 = R$ 157.dívida ativa e a promoção do processo de execução.058 = 1. QUESTÃO: Na qualidade de advogado da MouraS/A. sofreria uma redução no valor líquido que seu empregador deposita em sua conta -corrente.110 1.830/80. a) Meio Processual: embargos à execução fiscal propostos perante a Vara das Execuções Fiscais Federais± Seção Judiciária de São Paulo. 116 do CTN encontra-se pendente de regulamentação.058.058.00. que passou de R$ 2. em consonância com a Lei 6. entristecido pelo fato de que por conta de um aumento em seu salário.00: (2. Tratando-se de uma tributação progressiva.80 . do CTN. parágrafo 1º.115. conforme segue: Situação anterior Salário R$ 2. daí descabendo. b) Mérito: (b.110.1) a norma do art. (b. em nome do princípio da igualdade.00 0 De 1.00 Tributação Até 1. Assim.115.00 27.160.2) ainda que assim não fosse.00 para R$ 2. (b. Considere a seguinte tabela progressiva para o cálculo do imposto de renda das pessoas físicas: Base de cálculo R$ Alíquota Até 1.115. ela apenas cobre os casos de dissimulação.00 e inferior a 2.4) o art.3) o princípio da legalidade assegura o direito de o contribuinte escolher a estrutura (desde que lícita) que lhe for mais benéfica.058. veda o emprego da analogia gravosa. (b. QUESTÕES PRÁTICAS 1. Você concorda com a preocupação externada pelo contribuinte? Por que? Não.00 Parcela superior a 1.052 157.110. o que não é o caso.052): 15% Total de imposto Isento 15% de 1.00 Acima de 2. a renda do contribuinte é tributada a cada faixa por alíquota diversa.5% Um contribuinte procura-o. 108.00 até 15% 2. sem que isso implique redução em relação ao valor que recebia. afastar o princípio da legalidade.

115 ± 1. A solução a ser proposta à empresa é que ela opte por ser estabelecimento equiparado a industrial. adquirir tecidos de outras indústrias. mas o candidato deve demonstrar conhecer o conceito de progressividade e seus reflexos no caso em tela.952. explique a razão da dificuldade enfrentada pelo contribuinte e proponha uma solução.989.00 e inferior a 2. recentemente.115.20 Tributação Até 1. visando a creditar-se do imposto pago.160 ± 2. Estas.93 2.38 de 45 = R$ 170. dando margem a crédito para seus clie ntes. atuando no comércio de tecidos.07 Como se vê. que lhe relata sua revolta pela fúria arrecadatória que vem se espalhando pelo mais longínquos rincões do País.115. para o problema que lhe foi exposto.160 ± 170. Tendo em vista a sistemática do imposto.55 = 27. a ter suas saídas tributadas pelo imposto.057 158. sendo a empresa mera comerciante. pois.058. o candidato deve mostrar saber que a alíquota mai elevada incidirá apenas s sobre pequena parcela de seu rendimento. já basta o Imposto sobre a Propriedade Territorial Rural ± ITR que ele .93 = R$ 1.00: (2.00 Parcela superior a 1. quando vendidos às indústrias. por isso. 3. todas contribuintes do Imposto sobre Produtos Industrializados. apesar da nova tributação. por sua vez. não aceitando adquirir tais produtos de comerciante.115 = 45): 27. Ele lhe diz que sua paciência esgotou -se quando. o contribuinte não deixará de se beneficiar do aumento. 2.5% Total de imposto Rendimento Líquido do imposto Isento 15% de 1.058 = 1.057): 15% Parcela superior a 2. Nota sobre o gabarito: não se exigirá a exatidão do cálculo. senão mediante um abatimento no preço total. Na opinião de seu amigo.Rendimento Líquido do imposto Nova situação Salário R$ 2. A oposição apresentada pelos clientes relaciona-se com a sistemática de não cumulatividade do IPI. seus clientes sistematicamente preferem comprar tecidos diretamente dos fabricantes. tendo em vista que seus principais clientes são indústrias de confecção. localizada a menos de 500 metros da porteira da propriedade. Você foi procurado por um amigo. Segundo informam. Empresa. seus produtos não são tributados pelo IPI. de acordo com a sistemática do imposto. recebeu notificação da Prefeitura do Município de Estrela Grande do Mato. passando. que já conta com luz elétrica e asfalto até a porta. Especialmente.160 2. preferindo. não têm como tomar qualquer crédito de imposto.058. que exigia o pagamento do IPTU sobre seu sítio.110 ± 157. você descobre que o sítio destina-se exclusivamente a atividades agropastoris. Há duas ou três famílias de colonos que estudam na escola municipal.80 = R$ 1. Em sua conversa.00 (2. relata-lhe que vem sofrendo dificuldades em suas vendas.5% 12.

incorporado ao papel das capas dos livros. à luz do art. 150. você recebe uma remessa de US$ 100. (ii) que a decisão contraria a jurisprudência. o ITR vem sendo recolhido or indevidamente. da Constituição Federal. ou filme BOPP. que. negou m provimento à apelação interposta pelo Estado de São Paulo ao entendimento de que é aplicável a imunidade tributária à importação de filmes de laminação para capas de livros (Polímero de Polipropileno. efetuada pelo Dr. que vem excluindo da proteção constitucional máquinas e mercadorias que tecnicamente são consideradas da família dos plásticos. na modalidade de Recolhimento Mensal Obrigatório (carnê -leão). da família dos plásticos. alegar que o laminado de polímero de polipropileno. decorre de um serviço prestado fora dos limites territoriais brasileiros. VI. Retornando de uma viagem ao exterior. em que você informa o valor que recebe por serviços prestados a pessoas físicas no País. mas desgasta-se paulatinamente na produção. tem a mesma natureza deste. (iii) que o insumo ³polímero de polipropileno´. informado de sua estada naquele país. O contador está certo. a restituição de PIS e Cofins. em síntese. o seguinte: (i) que foi ofendido mandamento constitucional de imunidade. Conversando com seu contador. Honorários fixados de acordo com o tempo e trabalho exigidos do advogado ± Negado provimento aos recursos. tempestivamente. Conteúdo: (i) falta de prequestionamento: o acórdão recorrido não versa sobre o mérito de o contribuinte dedicarse a outras atividades. este lhe informa que você deve recolher imposto de renda sobre aquele rendimento. daí. 153. dirigidas ao Supremo Tribunal Federal. sustentando. a imunidade do art. elabore a peça adequada para apreciação pelo tribunal competente. não se justificando a pretensão da pre feitura. assegurando -se. não é consumido imediatamente no processo produtivo. com petição de encaminhamento. pleiteou. é devido o IPTU.Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo. (iv) que as atividades praticadas pela empresa não se restringem à edição. afinal. D. A Hotel da Manhã Ltda. (ii) no mérito. parágrafo 1º. Esses princípios estão hoje regulados no 1º do art. Você concorda com seu amigo? Por que? Seu amigo está errado. 32. justifique a posição de seu contador. contempla os princípios da generalidade e da universalidade. e ação ordinária. QUESTÃO: Na qualidade de advogado do contribuinte. a seu ver abusiva. do CTN. em sua base de cálculo. Assim. I. além da exportação de livros. o valor das gorjetas. que submete os rendimentos ao imposto. Com base na Constituição Federal e no CTN. P outro lado. é material assimilável a papel. dirigida ao Presidente ou ao Vice-Presidente do Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo. 43 do CTN. parágrafo 2º. no art. condição jurídica ou nacionalidade da fonte. Filme BOPP) ± Material que se integra no produto final. tendo em vista haver incluído.vem recolhendo. independentemente da localização. A Constituição Federal. cobradas de seus hóspedes juntamente com o valor dos serviços. jornais e revistas. A ementa da decisão proferida pelo Tribunal Regional Federal da 3ª Região tinha o seguinte teor: .00 dos Estados Unidos. Determinada Câmara de Direito Público do Eg. Você está familiarizado com aquele tipo de recolhimento. Den Tist. mas fica surpreso por ter de ali incluir o valor que. Instrumento: Contra-Razões de Recurso Extraordinário. gozando de sua imunidade. comercialização. que entendia ter sido recolhido em excesso. consultara-o acerca do tratamento tributário a que ele estaria sujeito caso resolvesse mudar para o Brasil. O acórdão porta a seguinte ementa: Tributos ± ICMS ± Declaratória ± Imunidade ± Filme de laminação de capas de livros (Polímero de Polipropileno. 4. a área em que se encontra o sitio é zona urbana. Filme BOPP). mas também à exploração da indústria gráfica em suas diversas modalidades. O Estado de São Paulo interpõe Recurso Extraordinário. já que o polímero de polipropileno (filme de laminação para capa de livro) não é consumido no processo de impressão de livros. integrando-se a este e adquirindo sua natureza. importação e exportação de livros. em juízo. Tendo em vista os melhoramentos públicos descritos.

sem o pagamento do ICMS. QUESTÃO: Na qualidade de advogado da Hotel da Manhã Ltda. com petição de encaminhamento. estão prescritas. elabore o instrumento processual adequado. nos termos do artigo 168 do Código Tributário Nacional. em relação às exações autolançadas. 39. inciso I c/c 156. Instrumento: Contra-Razões de Recurso Especial. sua cliente. eis que os índices a ela referentes não possuem natureza moratória. vem tendo constantes vôos cancelados. ainda. parágrafo 4º da Lei 9. Conteúdo: (i) falta de prequestionamento: o acórdão recorrido não versa sobre o pretendido caráter geral da legislação trabalhista. nos termos do artigo 168. tendo em vista que a relação de especialidade exigiria que os dois diplomas legais versassem sobre a mesma matéria. 2. o diploma tributário não alcança as verbas trabalhistas. ainda. A Fazenda Nacional. do Código Tributário Nacional. Expurgos inflacionários que integram os índices de correção monetária (precedente da Corte Especial). por serem parte integrante do salário. dez anos. o prazo para requerer a restituição dos pagamentos indevidos será de cinco anos da extinção do crédito tributário. e sim remuneratória. alegar que o entendimento do STJ é que o prazo de prescrição de cinco anos somente começa a contar a partir da data da homologação do pagamento e que. 6. Recurso e remessa oficial parcialmente providos. em recurso próprio. alega que as parcelas do PIS e da Cofins. mesmo antes do julgamento do recurso proposto. em acórdão assim ementado: Agravo de Instrumento ± ICMS ± Desembaraço aduaneiro de uma aeronave Boeing 737 -400 e dois motores ± alegada ilegalidade da incidência do ICMS ± Indeferimento da tutela antecipada ± Ausência dos requisitos da verossimilhança da tese e do dano de difícil reparação ± Recurso não provido. dirigidas ao Superior Tribunal de Jus tiça.250/95) A JET Transportes Aéreos Ltda. a JET Transportes Aéreos Ltda. Embora tenha sido efetuado o recurso próprio.Tributário ± Gorjetas: Não-integração à Base de Cálculo de Exações Fiscais ± Prescrição ± Correção Monetária e Juros: Taxa Selic. 5. Entende que as leis que tratam do PIS e Cofins. tem prazo contado em dobro. As gorjetas. da data do fato gerador (precedentes majoritários do STJ). este foi admitido exclusivamente em seu efeito devolutivo. que tem um caráter geral. Quanto à prescrição. (ii) no mérito.. Juros calculados pela taxa Selic. Prescrição qüinqüenal que. Sustenta que o fato de as gorjetas integrarem o salário não as excluem da base de cálculo do PIS e da Cofins. tendo em vista tratar-se de operação internacional de arrendamento mercantil. foi elaborado d Agravo de Instrumento. Inconforma-se. 3. afirmar que sua incidência é matéria de lei (art. Tendo e vista m que as aeronaves se encontram. prevalecem sobre a legislação trabalhista. inciso I. pendentes de desembaraço. impetrou Mandado de Segurança visando a obter provimento assegurando o desembaraço aduaneiro de uma aeronave Boeing 737 -400 e dois motores. recolhidas há mais de cinco anos da propositura da ação. 1. Honorários reduzidos. 4. Não obtendo a medida liminar pretendi a. . mas apenas remuneração dos seus empregados (sujeita aos tributos próprios: imposto de renda na fonte e contribuição ao INSS) e que a base de cálculo do PIS e Cofins inclui apenas as receitas do contribuinte. com a aplicação da taxa Selic. dirigida ao Presidente ou ao Vice-Presidente do Tribunal Regional Federal da 3ª Região. sem o p agamento do imposto. por serem leis especiais. perante o Tribunal de Justiça de São Paulo. QUESTÃO: Elabore medida judicial adequada para pleitear o imediato desembaraço das aeronaves. Afastar o argumento da especialidade da lei tributária. não integram a base de cálculo das exações fiscais que oneram as empresas (precedentes do STF). alegar que a gorjeta não é receita do Hotel da Manhã. in casu. No tocante à taxa Selic.

a Indústria Brasileira de Carimbos para Escritórios Ltda.. A Indústria Brasileira de Carimbos para Escritórios Ltda.52 (12% de 96) 84. pautado no risco de prejuízo irreparável a que estaria sujeita. efetuadas por fornecedores. visando a conferir efeito suspensivo ao recurso especial interposto. Temos. os seguintes valores líquidos de ICMS: Fornecedor Estado de Origem Preço (valor da nota) (R$) Plásticos Paulista Ltda. em face da retenção da aeronave e conseqüente cancelamento de vôos. Plásticos Bandeirantes Ltda. localizada em São Paulo. informe qual a melhor oferta para a Indústria Brasileira de Carimbos para Escritórios Ltda. São Paulo São Paulo Rio de Janeiro Rio Grande do Norte 100 96 96 90 Tendo em vista exclusivamente os aspectos tributários da questão. A Indústria Brasileira de Carimbos para Escritórios Ltda. Assim. viu-se o departamento de compras diante de quatro ofertas. deve considerar o montante de crédito de ICMS sobre suas aquisições. apontando os seguintes preços: Fornecedor Estado de Origem Preço (R$) Plásticos Paulista Ltda. efetua vendas apenas para clientes de seu estado. São Paulo 96 São Paulo 100 18 (18% 100) 17. da Lei Complementar no. já que esse será compensado com o devido no momento de suas saídas. 87/96. perante o Superior Tribunal de Justiça. Plásticos Bandeirantes Ltda. tendo em vista que o acórdão recorrido negou vigência ao art.48 78. QUESTÕES PRÁTICAS 1. Como a Indústria Brasileira de Carimbos para Escritórios Ltda. e justifique.Instrumento: Medida cautelar ajuizada.72 82 CRÉDITO DE ICMS PREÇO LÍQUIDO DO ICMS . Plásticos Potiguar Ltda. assim. Plásticos Carioca Ltda. abriu concorrência entre diversos fornecedores nacionais para o suprimento de material plástico utilizado como insumo em seus produtos. Salientar a presença do periculum in mora. ao calcular o efetivo custo de um insumo. pela JET Transportes Aéreos Ltda. inciso VIII. Rio de Janeiro 96 11. 3º. possui apenas clientes em seu Estado. Na data de abertura das propostas. vê -se que suas saídas são tributadas pelo ICMS à alíquota de 18%. em face da Fazenda do Estado de São Paulo.28 (18% de 96) Plásticos Carioca Ltda. Conteúdo: Alegar estar presente o requisito do fumus boni juris.

3. No caso. está correto o raciocínio da Comercial Canta Galo S. Segundo seus cálculos. para fins do imposto de renda. ocupado por idosos que. aplicando-se a imunidade da entidade de assistência social. fixar o prazo para trinta dias após o fato gerador. voltando-se a renda à manutenção do conjunto residencial. é uma empresa que se dedica ao comércio atacadista de artigos para decoração Tendo . também estariam protegidas daquele imposto? (b) incide o IPTU sobre as unidades cedidas a título vitalício? Fundamente. conferindo-lhe. segundo a sistemática do lucro real. tendo a União Federal interposto o competent recurso de e .718/98. No caso de serviços. a Comercial Canta Galo S. A empresa Emporium ingressou em juízo com o objetivo de afastar a alteração da base de cálculo da Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social ± COFINS. Havendo unidades vagas. efetuando gastos substanciais com a propaganda de seus produtos. ocupam suas unidades. O Prefeito de determinado município. passando a dez dias do fato gerador. veiculada pelo art. decide. Nos termos da legislação em vigor. da Constituição. a valores de mercado. A Comercial Canta Galo S.A decidiu efetuar uma agressiva política de vendas. (a) A imunidade se estende às unidades alugadas a terceiros. (b) anterioridade: A Súmula 669 do STF pacificou o entendimento de que norma legal que altera o prazo de recolhimento da obrigação tributária não se sujeita ao princípio da anterioridade. 160 deixa claro que o prazo é matéria da ³legislação tributária´. de regra. subsidiado. eles somente darão direito a crédito se utilizados como insumo na prestação de serviços e na produção ou fabricação de bens ou produtos destinados a venda. tendo em vista terem os pagamentos sido efetuados a pessoas jurídicas domiciliadas no País. 3o da Lei no 9. do ponto de vista dos princípios da legalidade e anterioridade. 97 do CTN não estende o princípio à questão do prazo e o art. a redução do prazo promovida p elo Prefeito. No mês de setembro de 2004. OBS: Serão aceitos erros algébricos. 150. É o que dispõe a Súmula 724 do STF: Ainda quando alugado a terceiros. sem possibilidade de transferência a terceiros. A sentença de 1a instância foi de procedência. Comente.A. no mercado. 4.? Por quê? Não está correto: O art. as receitas obtidas no aluguel de unida des.A. 3º da Lei 10. Os administradores do lar formulam consulta. voltada ao amparo aos idosos. (ii) m mediante o pagamento de alugueres mensais simbólicos.833/2003 arrola as hipóteses em que se conferem créditos. VI. (i) mediante o pagamento de um valor único (lump sum). em vista sua projeção de resultados. o Prefeito decide alterar aquele prazo. a sociedade optou pela tributação. crédito relativo à Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social ± COFINS. vêse que. (a) Legalidade: não se estende ao prazo para recolhimento do tributo. c. já que o Lar mantém a propriedade (não transferida pelo contrato de uso). não da lei. alertado de que a lei municipal não fixara o prazo para o recolhimento do Imposto sobre Serviços de Qualquer Natureza. os gastos assim efetuados teriam seu impacto reduzido.80 (12% de 90) 79. que equiparou o faturamento à receita bruta. não incide o IPTU. Rio Grande do Norte 90 10. adquirem o direito de uso do apartamento. indagando-lhe: (a) embora tenham ciência de que não haveria imposto de renda sobre os ganhos obtidos na cessão de uso dos imóveis aos idosos. estas são alugadas a terceiros. permanece imune ao IPTU o imóvel pertencente a qualquer das entidades referidas pelo art.Plásticos Potiguar Ltda. daí. 2. e caráter vitalício. por Decreto. entidade civil sem fins lucrativos.20 Tendo em vista a tabela acima. não m dando direito a crédito. O Lar dos Idosos da Irmã Teodora. os serviços não se relaciona com a produção. desde que o valor dos aluguéis seja aplicado nas atividades essenciais de tais entidades. já que o art. (b) sobre as unidades cedidas. mantém um conjunto residencial. desde que inequívoca a compreensão do raciocínio jurídico. a melhor oferta é a de Plásticos Bandeirantes. Passados alguns meses e ainda no mesmo exercício.

ILEGAL ELASTÉRIO NA BASE DE CÁLCULO. so v) mérito: não há necessidade de submeter o julgamento do Plenário do Tribunal Regional Federal quando o fundamento é legal. O procurador da União Federal interpôs somente recurso extraordinário. 110 do Código Tributário Nacional veda a equiparação do conceito de faturamento ao de receita bruta.apelação. elabore a peça processual adequada. I. o colegiado acolheu por fundamento de ilegalidade ambos os pedidos da apelante. ademais. Ilegalidade qualificada dos arts. 2o E 3o. previsto no art. Inconformada com a exigência do imposto. porque o fundamento do acórdão da apelação para afastar a aplicação do art. I. VIOLAÇÃO DO ART.718/98 não é inconstitucional. 480 do CPC. 195. LEI 9718/98. em acórdão assim ementado: ³TRIBUTÁRIO.172/66. inserindo-se. o que somente poderia ser feito pela Corte Especial do tribunal regional. ARTS. iii) preliminar: ausência de prequestionamento do art. no art. II. QUESTÃO: Como advogado da empresa Emporium. em sua redação original. i) endereçamento ao Presidente ou Vice-Presidente do Tribunal Regional Federal da 3ª Região. porque somente esclareceu o conteúdo do conceito de faturamento.718/98 é legal. e (ii) o art. emitida pela Secretaria dos Negócios da Fazenda do Estado de São Paulo. A empresa Péricles Táxi Aéreo. com os seguintes fundamentos: (i) o Tribunal Regional Federal não poderia afastar a aplicação da lei sem declarar a sua inconstitucionalidade. sendo a intimação pessoal do procurador da União realizada nesta mesma data. a que inerente o valor de norma de lei complementar. O art. 2o e 3o da Lei no 9. que foi julgada improcedente pelo juiz de 1a instância. 110 do CTN garante a preservação de uma tipicidade cerrada em relação a hipóteses de incidência tributária cuja instituição a Constituição autoriza e cujo conteúdo. III. COFINS. 3o da Lei no 9. CONTENÇÃO DE COMPETÊNCIA TRIBUTÁRIA CONSTI TUCIONALMENTE FIXADA A PARTIR DE CONCEITO JÁ ESTABILIZADO NO DIREITO PRIVADO. EQUIPARAÇÃO DA ESPÉCIE FATURAMENTO AO GÊNERO RECEITA. A empresa Péricles vendeu uma das aeronaves em 2003. e vi) mérito: impossibilidade de equiparação dos conceitos de faturamento e receita bruta. 97 da Constituição Federal. em 28 de outubro de 2004. ii) preliminar: intempestividade do recurso.718/98. 3° da Lei n° 9. I. DESNECESSIDADE DE QUESTIONAMENTO EM NÍVEL CONSTITUCIONAL.´ O acórdão do julgamento da apelação foi publicado no Diário de Justiça do dia 27 de setembro de 2004. tendo realizado o devido registro junto às autoridades aeroportuárias competentes. por afronta a disposição da Lei no 5. recebeu a notificação de lançamento do Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores ± IPVA relativo ao exercício de 2004. No julgamento da remessa oficial (art. 195. equiparando-o ao de receita bruta. em sua redação original. o próprio texto constitucional prefigura. da Constituição Federal. sob o fundamento de que o art. uma segunda feira. destarte. iv) preliminar: não-cabimento do recurso extraordinário. a empresa ajuizou ação anulatória de débito fiscal em face do Estado de São Paulo. 110 DO CTN. Com apoio no princípio iuri novit curia. da Constituição Federal. restando afastada a oportunidade de se instaurar o incidente de argüição de inconstitucionalidade. nos termos do art. de modo que o recurso cabível seria o recur especial. 475 do Código de Processo Civil) e do recurso de apelação interposto pelo Estado . O Tribunal Regional Federal da 3a Região negou provimento ao recurso de apelação da União Federal e à remessa oficial. proprietária de três aeronaves. somente quando é constitucional. IV. Leis complementares que veiculam normas gerais em matéria de legislação tributária são normas sobre normas e têm por finalidade dar consistência ao sistema tributário.

Exigência descabida do imposto. só podendo constituir . dispõe que cinqüenta por cento constituirá receita do Município onde estiver licenciado o veícul . Pleno. de propulsão humana ou tração animal.´ QUESTÃO: Como advogado da empresa Péricles Táxi Aéreo.111/SP. Os veículos automotores. p/ acórdão Min. III. 64). o Apelante vendera uma de suas aeronaves antes da ocorrência do fato gerador. EC 27/85): campo de incidência que não inclui embarcações e aeronaves (STF.12. III da CF). por maioria de votos. o art. IMPOSTO SOBRE A PROPRIEDADE DE VEÍCULOS AUTOMOTORES. de forma genérica. nos termos constitucionais. red. p. Pleno. O termo ³Veículo Automotor´ abrange.2002.09. Recurso Extraordinário nº 255. i) endereçamento ao presidente ou vice-presidente do Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo. 1. como a expressão já o indica. que. iii) mérito: pleitear que a exigência do IPVA sobre a propriedade de aeronaves extrapola o campo de competência tributária estadual. Min. j. 158. II da Constituição Federal é norma de Direito Financeiro. Neste sentido. 155. também acrescentado pela Emenda nº 27. art. rel. O lançamento do imposto deve indicar o sujeito passivo previsto em lei. Já as aeronaves e embarcações devem ser registradas no Registro Aeronáutica Brasileiro e no Tribunal Marítimo. estão sujeitos a licenciamento no muni ípio de seu domicílio ou residência de seus c proprietários. estão sujeitos a licenciamento nos municípios de domicílio ou de residência dos respectivos proprietários. 57. 155. art. art. 158. 2. Recurso Extraordinário nº 134. III e § 13.2002. In casu. o campo de competência dos impostos.05. EMENTA: IPVA . em face da legislação e pela ordem natural das coisas. extraímos o seguinte trecho: Esse campo material de incidência do imposto sobre propriedade de veículos automotores resulta ainda de outras normas constitucionais. de 1985. porque estes. III da Constituição Federal. no que tange à aeronave vendida.2002. CF 69. respectivamente. irrelevante para a matéria tributária. em circulação pelas vias terrestres do País. A Constituição define. interponha o recurso competente. 60). 23. Min. art. reboques.05. CONSTITUCIONAL. p. àquele que é licenciado em determinado Município (art. 23 da Constituição Federal. DJU 13. rel. nos termos da legislação relativa. Marco Aurélio. cf. EC 27/85): campo de incidência que não inclui embarcações e aeronaves (STF. ii) recurso cabível: recurso extraordinário. pronunciando Acórdão com a seguinte ementa: ³TRIBUTÁRIO. j. Inteligência do Art.2002. já que a expressão ³veículo automotor´ refere-se. 57 do Código Nacional de Trânsito: Art. Essa locução adverbial de lugar somente o pode ser referida aos veículos terrestres. III e § 13. não para o registro de aeronaves. 29.de São Paulo.Imposto sobre Propriedade de Veículos Automotores (CF. de 18/11/66) que são bens registráveis para efeito de sua condição jurídica. dispõe o Código Brasileiro do Ar s (Decreto-lei nº 32. confiram-se os seguintes julgados: EMENTA: IPVA . No tocante às aeronaves nacionai . O art. Dispõe. 23.509/AM. III. DJU 13. Vencido o Desembargador Fulano de Tal. com efeito. a Câmara de Direito Público do Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo manteve parcialmente a sentença recorrida. 3. Do voto do Ministro red. 4. p/ acórdão. Também cabível o argumento de que os Estados são competentes para o registro de veículos. Marco Aurélio. Sepúlveda Pertence. 29. AERONAVES. carretas e similares. Sepúlveda Pertence. qualquer veículo que possua motor e se locomova. Recurso parcialmente provido. red.Imposto sobre Propriedade de Veículos Automotores (CF. CF 69. cf. p/ acórdão Min. 155. a começar pela contida no § 13 do mesmo art. tratando da destinação do produto da arrecadação do imposto.

Des. portanto. porque a doação ocorreu antes da edição da lei que instituiu o referido imposto no Estado de São Paulo. José falece em 15 de janeiro de 2003. 03. no interior. Mas. 8º. depois da edição do novo Código Civil ± Lei no 10. a autonomia estadual se estende ao campo da navegação marítima ou aérea.objeto de direito através de assentamentos no Registro Aeronáutico Brasileiro do Ministério da Aeroná utica. Em janeiro de 2004. com o intuito de igualar a legítima dos descendentes e do cônjuge. requerendo a repetição do indébito do tributo (tendo em vista que não há possibilidade legal de compensação). Antonio consulta-o/a como advogado/a.085/95. rel. vol. que instituiu o Im posto sobre Transmissão Causa Mortis e Doações de Quaisquer Bens ou Direitos ± ITCMD.2002. art. O Governador do Estado de São Paulo propôs ação direta de inconstitucionali ade contra a Lei no 9. Ênio Santarelli Zuliani. José doa para seu primeiro filho. p. na forma a ser fixada em decreto do Poder Executivo. possuam pelo menos 30% de seus empregados com idade superior a 40 anos. do valor dos bens doados pelo de cujus ainda em vida. A colação. 2002 e seguintes do Código Civil de 2002. 10 e 12). para obter sua opinião legal sobre o caso. As ações que foram doadas para Antonio são levadas à colação no processo de inventário. XVII. confira-se o seguinte julgado: Inventário ± Herdeiros que informam as doações que o pai fez em vida (adiantamentos de legítima) para. por parte da pessoa jurídica referida no caput deste artigo. de 21 de dezembro de 2001.12. a atribuição constitucional de competência impositiva sobre a propriedade de veículos automotores. assim. n. de modo que os valores já recolhidos poderiam ser restituídos ou compensados com outros débitos de tributos estaduais. A competência para legislar sobre direito aeronáutico e marítimo é exclusiva da União (Constituição. constitucional e administrativo. e par. não têm qualquer validade. O diploma em análise dispõe sobre incentivo fiscal para pessoas jurídicas que possuam empregados com mais de 40 anos e está assim redigido: Art.) Os Estados-membros têm competência para legislar supletivamente sobre tráfego e trânsito nas vias terrestres (Constituição. § 1o O incentivo fiscal de que trata esta lei corresponderá ao recebimento. Desta forma. nos termos do art. art. 1/18809. Agravo de instrumento nº 272. dependendo da Comarca). ´n´. de certificados expedidos pelo Poder Público.406. (. órgão encarregado de emitir os certificados de matrícula.992. DJ SP I 28. Normas locais que impõem o registro e licenciamento de embarcações e aeronaves em cadastros dos Estados interessados. Antes de ser editada a Lei paulista no 10. b). Vara Cível ou Vara Única. p. j. e foi recolhido o ITCMD sobre todos os bens arrolados no inventário. er i) elaborar ação de repetição de indébito. para fins de cobrança do IPVA. I ± tributário. que é condição para sua utilização (arts.. não há incidência do ITCMD nesta hipótese. correspondentes ao valor do incentivo. QUESTÃO: Elabore a medida judicial adequada para defender os interesses de Antonio. 1776 do CC).01. ii) No mérito. Neste sentido. uma das Varas da Fazenda Pública. de 10 de janeiro de 2002. daquele d Estado. que defende a não-incidência do ITCMD nesta hipótese específica. em nenhum ponto. inviabilizando a tese de que caberá recolher imposto causa mortis também sobre o valor dos bens doados ± Bitributação inadmissível ± Provimento (TJSP.2003. 8º. apresentarem plano de partilha proporcional sobre os bens que remanescem ± Hipótese de partilha justa ou eqüânime que se fez em vida (art. na qualidade de empregador. Antonio lê uma entrevista de um advogado no jornal.495/2. 3ª Câmara de Direito Privado. XVII. a partir de seus efeitos. porque se apresentam frontalmente conflitantes com as regras constitucionais que declaram a competência legislativa exclusiva da União. ações de uma empresa situada no Estado de São Paulo. 36 ± Repertório IOB de Jurisprudência. § 2 Os portadores dos certificados poderão utilizá-los para pagamento dos seguintes impostos: o o . inclusive os que haviam sido objeto da antecipação de legítima. único). Antonio.. redigindo a fundamentação e o pedido nos termos que entend aplicáveis. sendo natural. constitui simples indicação nos autos do processo de inventário. dirigida ao juízo competente (na Capital. 675). 1 Fica instituído incentivo fiscal para as pessoas jurídicas domiciliadas no Estado que.

276-2 São Paulo (DJU 29. que o incentivo foi dado de forma abstrata e totalmente impessoal. para estimular uma conduta por parte do contribuinte. § 2º. Saber jurídico a que se refere a CF é a sabedoria que a vida nos dá. relativo ao ICMS. ainda. no caso ora em análise. de receita proveniente daqueles tributos. a preferência de.) O autor da ação aduz que esta norma viola o disposto nos artigos 5o. sua ampliação de forma progressiva. que temos notável saber jurídico. que decidiu: Inviável a concessão.2001). a cada incidência. respectivamente. ditas extrafiscais. que a lei em comento fere o princípio federativo. no que se refere ao ICMS.. entretanto. 155. Quando chegamos ao Tribunal e assinamos o termo de posse. Ofensa ao princípio da Igualdade: não se configura a ofensa: o princípio da igualdade não se opõe à existência de normas indutoras.fiscal desencadeia. depende da autorização do CONFAZ. XII. qual é o termo inicial para a prescrição da ação de repetição de indébito nos casos de empréstimo compulsório sobre aquisição de . segundo o número e a idade dos empregados. Ofensa ao Princípio Federativo: No que tange ao IPVA. quando do julgamento do Agravo Regimental no Recurso Especial no 382.08. A própria Ministra Ellen Gracie citou. Nos últimos tempos. diante da regra do art. § 3o Anualmente. em decisão unânime (ADIn 1. para ser validamente concedido. § 4o Os benefícios de que trata esta lei deverão ser previstos na elaboração do projeto de lei orçamentária.736-SC: Outra razão. caput. e 2) sobre propriedade de veículos automotores até o limite de 15% do valor dev ido. previsto no artigo 155. ressaltando. sem nenhuma vaidade. segundo o número e a idade dos empregados. temos demonstrado profunda e constante insegurança. Min. É admissível a pretensão do autor quanto às ofensas aos dois princípios constitucionais alegados? Fundamentar. A presente questão foi examinada pelo Plenário do Supremo Tribunal Federal. sobretudo quando a lei. Néri da Silveira (DJU 31. respeitados os limites. descabe cogitar de ofensa o princípio federativo ou a qualquer outra limitação constitucional. (. o incentivo fiscal. Vejam a situação em que nos encontramos: se perguntarem a algum dos integrantes desta Seção especializada em Direito Tributário.2002). no dizer da Ministra Ellen Gracie. da Constituição Federal. legitimamente. na medida em que é inegável que o incentivo financeiro. abrindo mão de uma parte da receita do Estado.11. da Constituição Federal. significativo segmento do mercado de trabalho pelos trabalhadores com mais de 40 anos de idade e que o encorajamento. No caso. assumimos. II. ainda. em relação ao imposto sobre a propriedade de veículos automotores. animado desmesuradamente o efeito financeiro. para equilibrar uma situação de desigualdade social. unilateralmente. por parte dos Estados ou do Distrito Federal.. Somos condutores e não podemos vacilar. letra ³g´. o compromisso de que somos notáveis conhecedores do Direito. o precedente da ADIMC 1.1) sobre operações relativas à circulação de mercadorias e sobre prestações de transporte interestadual e intermunicipal e de comunicação. Aduz. de forma progressiva. do texto constitucional. de 1% e 5%. g. a Casa Legislativa Paulista utilizou-se. do caráter extrafiscal que pode ser conferido aos tributos. excitado pelo benefício tributário. da CF. a Assembléia Legislativa fixará o montante global a ser utilizado como incentivo. Observe o seguinte trecho do Voto-Vista pronunciado pelo Ministro Humberto Gomes de Barros. Quando digo que não podemos tomar lição. 155. ou pode acarretar. finca-se na natureza do Superior Tribunal de Justiça. que adoto como fundamento de voto. Saber jurídico não é conhecer livros escritos por outros. de benefício fiscal. já que o tema não foi objeto de deliber ação do Conselho Nacional de Política Fazendária ± Confaz. mínimo e máximo. conforme a regra do art. por certo estabelece uma segregação não permitida pela Constituição. A sabedoria gerada no estudo e na experiência nos tornou condutores da jurisprudência nacional. § 2º. XII. XXX. e 7o. pelo menos. relatora do caso. que poderá ser ampliado. prevista na Lei Complementar 24/75. admite. Rel.577. Assim faz o STF. não podemos confessar que a tomamos..

cada um haverá de dizer que não sabe. que levou à edição da Súmula 276. Garcia Vieira. sob pena de perder o direito à isenção. que também sou. São isentas da contribuição: I ± omissis II ± As sociedades civis de que trata o artigo 1º do Decreto-Lei nº 2. Ele foi concebido como condutor dos tribunais e dos cidadãos. existe um brinquedo em que uma enorme bóia. (. aquelas sociedades teriam o direito à isenção. Nas praias de Turismo. porque alguém nos deu uma lição dizendo que essa Súmula não devia ter sido feita assim.. Naquela época. acerca da questão mencionada? (i) A Lei Complementar nº 70/91. cujo enunciado é: As sociedades civis de prestação de serviços profissionais são isentas da Cofins. o Resp 144. em seu art. a lancha desloca-se em linha reta e. em síntese.veículo ou combustível. Nosso papel tem sido derrubar os jurisdicionados.430/96. como. fixou norma de isenção da COFINS nos seguintes termos: Art. a revisão da Súmula 276/STJ. e eu ± Ministro de um Tribunal cujas decisões os próprios Ministros não respeitam ± sinto-me triste.) O Superior Tribunal de Justiça existe e foi criado para dizer o que é a lei infraconstitucional. Por sua vez. 6º.1987. de repente. irrelevante o regime tributário adotado. entendia que as sociedades civis deveriam ser. A função do piloto dessa lancha é fazer derrubar as pessoas montadas no dorso da bóia. necessariamente. Quando da edição da Súmula. (ii) o novo debate que se passou a travar tem a ver com a revogação da isenção veiculada pelo art. irrelevante o regime tributário adotado.851/RS.12. Hoje. Há dez anos que o Tribunal vem afirmando que o prazo é decenal (cinco mais cinco anos). Daí o STJ. registradas no Registro Civil das Pessoas Jurídicas e constituídas exclusivamente por pessoas físicas domiciliadas no País. daquela isenção. . o STJ pa rece ter assumido o papel do piloto dessa lancha. (. e porque depois se iniciou novo debate. pelo mundo afora. 1º. Em matéria tributária. ou não. por exemplo.430/96.430/96. optantes pelo regime de tributação pelo lucro real.989. Qual a controvérsia jurídica existente anteriormente à edição da Lei no 9.. proposta pelo Relator. ter decidido que. Como contribuinte. quando todos os passageiros da bóia estão dentro do mar. a pesar de já existirem dezenas. A revisão. no qual se discutia. até o advento da Lei no 9. daria à Sumula a seguinte nova redação: As sociedades civis de prestação de serviços profissionais. não incidirá o Imposto de Renda das pessoas jurídicas sobre o lucro apurado. independentemente do regime de tributação escolhido para fins de imposto de renda.397 assim dispunha: Art.) Nós somos os condutores. o referido art. 6º da Lei Complementar nº 70/91. pelo artigo 56 da Lei nº 9. 1º do Decreto-Lei nº 2. descreve curvas de quase noventa graus. Pois bem. O jogo só termina. cheia de pessoas é arrastada por uma lancha. de 22.. como condutor daqueles que pagam. Agora estamos a rever uma Súmula que fixamos há menos de um trimestre. Ministro Castro Meira. Relator Min. a discussão era de outro jaez: a Fazenda Nacional. por diversos precedentes. A partir do exercício financeiro de 1. Agora dizemos que está errada. são isentas da Cofins. O Voto acima foi proferido por ocasião de um julgamento. mergulho em insegurança como um passageiro daquele vôo trágico em que o piloto que se perdeu no meio da noite em cima da Selva Amazônica: ele se virava para a esquerda. a discussão ainda não versava acerca da revogação. no encerramento de cada período-base. até que eles de repente descobriram que estavam perdidos: O avião com o Superior Tribunal de Justiça está extremamente perdido. pelas sociedades civis de prestação de serviços profissionais relativos ao exercício de profissão legalmente regulamentada. adotando interpretação restritiva das normas acima. 6º. até centenas de precedentes.397/87. ninguém sabe mais.. dos contribuintes. Para tanto. dobrava para a direita e os passageiros sem saber nada.

No julgamento acima relatado. tendo transcorrido o quadriênio a que se fez referência acima. seria materialmente ordinária. Aplica-se. então. a título os de aluguel do imóvel que a primeira ocupa. sua aquisição dera direito à empresa de se creditar do imposto (que incidira à alíquota de 18%) na razão de 1/48 (um quarenta e oito avos) por mês. no Brasil.000. em caso positivo. a empresa remete ao novo estabelecimento 200 carrinhos de sorvete adquiridos em junho de 2003 pelo estabelecimento paulista de um fornecedor local.47 Em sede de Execução Fiscal ajuizada pela Fazenda do Estado de São Paulo perante o Juízo de Direito da Vara das Execuções Fiscais da Comarca de São Paulo. o valor que foi recebido. o creditamento do o.85 X = R$ 176.15)/ 0. com o bloqueio e transferência. a Seção decidiu pela manutenção da Súmula. estão.. naquele Tribunal. No caso dos bens adquiridos em 2003. em moeda corrente. das quantias ou . já que não se trata de mercadoria. de ambas as operações. nos termos do art. Já quanto aos bens adquiridos em 2001. de sua propriedade. 725 do mesmo Regulamento. No caso. na fonte. ser a isenção por ela concedida revogada por lei ordinária. Empresa fabricante de sorvetes. solicitando que você informe o montante que deverá ser recolhido. de regra. entretanto. Trata-se de transferência interestadual de bens do ativo permanente. ocorrendo a operação antes de decorrido o prazo de quatro anos contado da data de sua aquisiçã não se permite. para o transporte de sorvetes a serem vendidos nas praias. a Distribuidora Igreji Ltda.15 Donde se extrai a seguinte fórmula para apuração do imposto devido: X = (1. já não mais tendo como cobrar o imposto da locadora. A fim de iniciar as operações da nova filial. Como é comum nesse ramo de atividades. Informada de que haveria incidência de imposto de renda na operaçã e o. foi surpreendida. daí. efetua uma remessa de R$ 1.A discussão então travada passou a ser se. o valor informado foi líquido do imposto. por o Juiz de Direito haver determinado a expedição de ofício ao Banco Central. a empresa possui carrinhos de sorvete. sediada na Capital do Estado de São Paulo. tendo a isenção sido veiculada por uma lei complementar. que são cedidos a autônomos (os sorveteiros). O valor acima referido é o efetivamente remetido. o estabelecimento paulista transfere outros 100 carrinhos. 685 do vigente Regulamento do Imposto de Renda. superou em muito a expectativa inicial. resolve abrir uma filial na Capital do Estado do Rio de Janeiro. em nome do princípio da hierarquia das leis. com seu teor ori ginal. sujeitos à retenção de 15% (quinze por cento). prevalecendo. a partir da data da alienação. Como a demanda. no Brasil.00 = 0. disciplinada pelo art. resolvendo-se a questão pela seguinte regra de três: R$ 1. requisitando informações sobre a existência de ativos financeiros em nome da executada.00 a empresa sediada nos Estad Unidos. A operação de transferência de bens do ativo permanente não é tributada pelo ICMS. na alta temporada. i. pela locadora. em relação à fração que corresponderia ao restante do quadriênio (art. adquiridos em 1o de janeiro de 2001. não localizados em países com tributação favorecida. desde que indicada. não cabe mais falar em perda de valor a creditar. a técnica de gross up.85 X = 0. Tendo em vista a legislação do ICMS. 20. Ou seja: a empresa perde o crédito relativo à parcela ainda não creditada. buscou-se sustentar que a Lei Complementar nº 70/91.000. o entendimento de que seria necessária uma lei complementar para revogar a isenção. apenas outra lei complementar a poderia revogar. Os pagamentos a não residentes. que se encarregará da distribuição de sorvetes a vendedores autônomos. com exatidão. § 5o.000 x 0. Pessoa jurídica. para o estabelecimento paulista. apresente as conseqüências. a operação).e. conquanto formalmente complementar. na última sexta-feira. sediada no Brasil. Apurar o montante de imposto devido sobre a apuração (não será exigido o ac erto do cálculo aritmético. por maioria de votos. V da Lei Complementar 87/96). nada obstando. imposto. decide a locatária assumir o ônus do imposto.

perante o Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo. A referida Distribuidora r depende de recursos financeiros para a sua atividade. II. Com efeito. 105. de bens imóveis na Capital.importâncias depositadas até o limite do débito exeqüendo. não há razão para não se dar à habilitação o tratamento tributário dos serviços de comunicação a ela relacionados.368-MT. apresente o recurso cabível contra a decisão. A referida ordem foi dada não obstante a existência de penhora. § 1º do CTN). O acórdão recentemente proferido pelo Tribunal denegou a ordem. Relator Ministro Francisco Falcão (DJU 9.. no segundo. o que inocorre quando da mera disponibilização do serviço ao usuário (2) proibição de analogia gravosa em matéria tributária (art. tome a medida judicial cabível para permitir que ela possa movimentar livremente seus recursos. a agravada é a Fazenda Pública do Estado de São Paulo. endereçado ao Superior Tribunal de Justiça (art. Além disso a definição de serviços de telecomunicações (art. executor da política tributária e financeira do Estado. Alternativamente: Mandado de Segurança. pode determinar a imposição tributária em relação ao fato gerador estabelecido no Convênio ICMS no 69/98. perante o Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo. permitindo rápida e eficaz garantia do crédito tributário. visando a não ser constrangida ao pagamento de ICMS sobre o valor cobrado de seus assinantesa título de habilitação do aparelho móvel celular. 110 do CTN). 60. por transportar 12. em tudo semelhante ao bloqueio de contas bancárias.2005) A Cooperativa Mista Dos Produtores Rurais Do Estado De São Paulo impetrou ação anulatória de débito em que contende com a Fazenda Pública do Estado de São Paulo. para efeitos tributários. já que se trata de conceito empregado para a demarcação de competências tributárias (art. e o Secretário de Estado da Fazenda. exceto pelos ent aves burocráticos que a primeira impõe. de queijo prato. baseando-se no Convênio ICMS no 69/98. A Telecelular S/A. acolhendo manifestação da Exeqüente. já não dispondo de crédito na praça. esta informou nos autos que quando aceitara a primeira penhora. que dispõe a esse respeito. impetrou Mandado de Segurança preventivo. Recurso Ordinário em MS 11. (3) a definição de prestação de serviços de comunicação não pode ser alterada exclusivamente para fins tributários. ao nosso ordenamento não arrepia a penhora de faturamento. QUESTÃO: Na qualidade de advogado da Telecelular S/A. b. 108. Medida Judicial cabível: Agravo de Instrumento. perante o mesmo ida Tribunal. com pedido de med liminar. segundo se argumenta na decisão.300 kg. alegando que o legislador ordinário pode definir prestação de serviços decomunicação. não havia notícia de que os referidos bens não despertariam o interesse de eventuais arrematantes. onde opera serviços de telefonia móvel. Lei no 9. Ademais. No primeiro caso. que impede a extensão do tratamento tributário dado aos serviços de comunicação à habilitação que os precede. no próprio processo. Juiz de Direito da Vara das Execuções Fiscais da Comarca de São Paulo. Precedente: STJ. sediada na Capital do Estado de São Paulo. com os fundamentos jurídicos para sustentar a não incidência do ICMS sobre a taxa de habilitação dos aparelhos móveis celulares. se o respectivo serviço é justamente o conjunto de atividades que possibilitam a respectiva oferta. apontar ato coator do MM. da Constituição Federal) Mérito: (1) inexistência de prestação de serviço no mero ato de habilitação: o ICMS pressupõe a efetiva prestação do serviço de comunicações.472/97) não impede a compreensão da habilitação como uma de suas modalidades. na qual buscava o cancelamento de crédito tributário decorrente de auto de infração lavrado em seu desfavor. Ademais. inexistindo razão para procurar outros bens já que é notório que a atividade da Executada implica grande movimentação financeira. Medida Judicial Cabível: Recurso Ordinário em Mandado de Segurança. QUESTÃO: Na qualidade de advogado da Distribuidora Igreji Ltda. com pedido de efeito suspensivo.2. O Juiz de primeiro grau julgou improcedente o . com o ac obertamento de nota fiscal de valor aquém da pauta mínima estabelecida na região.

caso haja reajuste do valor . A Santa Casa de determinada localidade. foi autuado em virtude de não haver recolhido ICMS sobre reajuste de preço. a base imponível (base de cálculo). já que somente a lei pode fixar a base de cálculo do tributo. Sendo o IPTU um imposto sobre a propriedade. argumentando que: a) ³Ocorrendo o fato gerador na saída da mercadoria. em benefício de suas finalidades. fato posterior ao surgimento da obrigação tributária. (2) Violação do art. afastando-se. d) ³Não há qualquer incompatibilidade das pautas com a CF?88. em adequação da base imponível sobre a qual incidirá a alíquota´. apresente o recurso cabível. O § 5º do art. na região central da cidade. ademais. pois. O Armazém San Genaro Ltda. ocorrido após a remessa das mercadorias. 148 do CTN. I. o Tribunal a quo manteve a sentença. Aviado recurso de apelação. já que o arbitramento pressupõe processo regular. 34 do CTN). não caracteriza aquele animus. do Decreto-lei no 406?1968 e 8o. alegou o contribuinte que o reajuste de preç o foi acertado com seu cliente após a saída da mercadoria e até mesmo depois de a mercadoria ter entrado no estabelecimento destinatário. o valor do reajuste poderia estar sujeito à tributação no Estado onde já se encontrava a mercadoria por ocasião do pagamento do reajuste. b) ³O art. na qualidade de possuidor do imóvel a título de direito de uso (art. é detentora de um imóvel.pedido. 97 do CTN. incompatível com o regime de pauta de valores mínimos. O ganhador resolveu utilizar o referido terreno para estacionamento de seus familiares. É devido o IPTU nas circunstâncias relatadas? Fundamente a sua resposta. sendo considerado contribuinte. dando ao vencedor o direito de uso do terreno do estacionamento. do Convênio ICMS 66?88 possibilitam ao Fisco valer-se de arbitramento para estabelecer valores´. em Acórdão publicado há dez dias. o § 4º do mesmo art. podendo o Fisco valer-se dela sempre que o preço declarado pelo contribuinte for consideravelmente inferior ao de mercado´. com prazo determinado. Procedem os argumentos do contribuinte? Por quê? O argumento do contribuinte não procede. bem como os artigos 2o. promoveu campanha de rifas. 150 CF). I . é possível sua aplicação´. do CTN). Medida Judicial Cabível: Recurso Especial. a autoridade administrativa pode valer -se do arbitramento somente quando não merecer fé ou for omissa a declaração do contribuinte. VI. pois sua utilização não importa em aumento de tributo (art. mas. a indicação de um possuidor como contribuinte apenas é possível se a posse se faz com animus dominis. ³c´ da Constituição Federal). A posse por um contrato de uso. entidade assistencial sem fins lucrativos. e explora parte de seu terreno como estacionamento. Se tal base de cálculo for inferior à da pauta de valores já vigente. Não é devido o IPTU. 148 do CTN. 13 da Lei Complementar 87/96 é claro ao dispor: Nas operações e prestações interestaduais entre estabelecimentos de contribuintes diferentes. como já dito alhures. Segundo o contribuinte. ficou evidente que a exploração do imóvel estava relacionada com a obtenção de recursos para a própria Santa Casa atingir sua finalidade. QUESTÃO: Na qualidade de advogado da Cooperativa. visando à reforma do acórdão acima referido. No início do ano foi notificado pela Prefeitura Municipal para pagar o IPTU. sendo. No caso. no qual exerce atividade hospitalar a pessoas carentes. daí. II. dirigido ao Superior Tribunal de Justiça Mérito: (1) violação do art. a ser considerada. c) ³Há previsão legal no Estado de São Paulo para a utilização de pauta de valores. sem qualquer ônus. é a existente quando da aludida saída. tendo em vista que a Santa Casa é imune ao imposto (art. nos termos do mesmo dispositivo. 150. Em sua defesa. por um ano. 97. em venda interestadual. Para obter recursos de maior monta.

argüindo a baixa liquidez destes bens no mercado e. adotando a base de cálculo de R$ 5. Exclusivamente do ponto de vista da legislação do imposto de renda. a AUTOLÁ S/A pagou o imposto de renda pela sistemática de tributação do lucro real. Cada um deles possui cinco alunos e recebe. transcorrido o prazo indicado.000. . QUESTÃO: Considerando a penhora de 30% do faturamento da executada. a executada interpõe. cada uma adotará a base de cálculo de R$ 1. No final de cada mês. a Fazenda Pública protocola petição rejeitando os bens oferecidos.000. Após tomar ciência da relação de bens indicados pela executada. a quantia de R$ 1. . nem tampouco a circunstância de seus sócios serem pessoa jurídica com faturamento superior àquele montante ou residente em paraíso fiscal. pedido que é integralmente deferido pelo juiz.00. como advogado da empresa. No início do ano de 2005. perante o Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo. e (ii) por sociedade residente em país com tributação favorecida (paraíso fiscal).depois da remessa ou da prestação. de cada aluno. a AUTOLÁ S/A pretende analisar a alteração dessa sistemática com o fim de pagar menos IR e consulta-o a respeito da tributação pelo lucro presumido. Um deles ministra aulas a cinco pessoas físicas diferentes. agravo de instrumento contestando a falta de liquidez e pedindo o levantamento da penhora sobre o faturament .00 (cem mil reais). nos cinco d ias indicados pelo juiz para quitar a dívida ou oferecer bens à penhora. não há óbice à opção pelo lucro presumido. recaindo. Identifique qual dos contribuintes possui maior recurso em caixa. sujeitando-se. recurso que. em iguais proporções. pelas pessoas jurídicas envolvidas. em separado.000. Dois professores de inglês cobram de seus alunos valores idênticos.recurso especial perante o Superior Tribunal de Justiça. por: (i) pessoa jurídica sediada no País.00 (mil reais). explicando a diferença. que o ois outro. dep de atendidas as obrigações tributárias do mês. paralelamente. Sendo cinco pessoas jurídicas.000. Contra a referida decisão. a empresa executada permanece inerte.00 a cada mês. que chega a 27. para dar aulas aos respectivos diretores presidentes. a executada oferece à penhora bens de sua propriedade.00. Nenhum deles possui dependentes nem efetua gastos com previdência social ou educação. Uma empresa sofre execução fiscal promovida pela Procuradoria da Fazenda do Estado de São Paulo e. No ano base de 2004.000. tomar as medidas cabíveis nos autos do agravo de instrumento. daí. tributada pelo lucro real e cujo faturamento anual é de R$ 100. ao recolhimento do imposto. foi declarado improcedente.000. Já aquele contribuinte que presta serviços a pessoas físicas sujeita-se ao Recolhimento Mensal Obrigatório (carnê-leão). já que está sujeit à retenção na o fonte. o que poderia comprometer as suas atividades e o fato de ter a executada indicado outros bens que julga terem liquidez.000. na tabela progressiva. Todavia. no ano anterior. na faixa de isenção e não havendo imposto a recolher. pois. As receitas da sociedade decorrem exclusivamente do comércio de automóveis no País. A atividade descrita não afasta a opção. como máquinas utilizadas em sua linha de produção. apresentando no respectivo ano faturamento de R$ 6. solicita a penhora de 30% do faturamento da executada. inferior a R$ 48. A AUTOLÁ S/A. a diferença fica sujeita ao imposto no estabelecimento do remetente ou do prestador.000. eles constatam que um deles possui maior recurso em caixa. enquanto o outro é contratado por cinco pessoas jurídicas diversas. sociedade que se dedica ao comércio de automóveis tem o capital social detido. O contribuinte que ministra aulas a pessoas jurídicas terá maior recurso em caixa. por votação unânime da turma o julgadora.00 (seis milhões de reais).5%. é possível a opção pelo lucro presumido? Observado o limite de faturamento.

depois. sediada no Município de São Paulo. QUESTÃO: Como advogado do contribuinte. ingresse com a medida cabível para reformar o despacho que indeferiu o levantamento do depósito judicial do precatório. uma vez que o gravame deverá importar o menor ônus ao contribuinte executado. localizado no estado do Ceará e que faz referida aquisição para incorporação no seu ativo fixo.Trecho do Julgado: ³Inicialmente. especificamente do STJ.. na iminência de sofrer uma execução fiscal.´ A Empresa Globalcomunications Ltda. . . o ³Estabelecimento X´.033/2004. QUESTÃO: Por julgar indevido o ISS sobre serviços de comunicação e. igualdade e coisa julgada. depositado integralmente o valor a que havia sido condenada a pagar. . vende uma máquina para a produção de fósforos.a penhora sobre o faturamento poderá conduzir a empresa à insolvência . a empresa o constitui como advogado para defender os seus interesses.a lei não pode retroagir para atingir a coisa julgada ± a lei não poderia ter efeitos sobre os precatórios já expedidos ou com pagamento em curso. nos termos do artigo 19 da Lei 11. monetariamente corrigido e acrescido dos juros e multa de mora e demais encargos. ação de repetição de indébito ou ação anulatória do ato declaratório da dívida.e sem que a empresa autuada tome qualquer iniciativa. Em 10/06/2004.. tendo sido então o débito inscrito em Dívida Ativa há cinco meses.requerer a declaração de inexistência da relação jurídica e a anulação do crédito inscrito em dívida ativa. suponha-se que as alíquotas internas (hipotéticas) de ICMS para o produto mencionado no caso acima. bem como a certidão de regularidade para com a Seguridade Social. a penhora sobre o faturamento somente tem cabimento na ausência de oferecimento de bens alternativos. Contudo. foi expedido precatório tendo a União Federal.segundo entendimento de grande parte da jurisprudência. Estaduais.artigo 38 da Lei 6.830/80 ± ³A discussão judicial da Dívida Ativa da Fazenda Pública só é admissível em execução. em 2003. a empresa pode ficar inviável. . . adquirida pelo ³Estabelecimento Y´. Em hipótese alguma será considerada a redação escrita neste espaço. porque isso equivale a penhorar a própria empresa (. o juiz da Xa Vara Federal de São Paul o indeferiu o pedido alegando não ter o contribuinte apresentado as certidões negativas de Tributos Federais. esta Turma entendeu que poderia penhorar 30% do rendimento da empresa. sejam as seguintes: . salvo as hipóteses de mandado de segurança.´ . localizado no estado de São Paulo. Após o trânsito em julgado de decisão favorável ao contribuinte em ação de repetição de indé bito. no momento em que o contribuinte requereu o levantamento do depósito judicial.) Se houver penhora do faturamento ou do rendimento.Ingressar com Ação Anulatória de Débito Fiscal. em cada um dos estados mencionados. é autuada em decorrência do não pagamento de Imposto Sobre Serviços de Qualquer Natureza (ISSQN) em relação aos valores recebidos pela prestação de serviços de comunicação.Interposição de Agravo de Instrumento dirigido ao Tribunal Regional Federal da 3ª Região. Tomar as providências cabíveis. esta precedida do depósito preparatório do valor do débito. Municipais. . O valor é composto. a Turma e a própria Seção mudaram a orientação e não permitem mais a penhora do rendimento da empresa. mas.trata-se de um ato coercitivo para cobrança de tributos (cobrança indireta) e que fere os princípios da legalidade. além do ICMS. pelos seguintes montantes: (ii) meramente para fins desta questão. que poderia comprometer os seus negócios. O prazo para impugnação administrativa expira. apresentando a adequada fundamentação.efetuar o depósito do montante discutido ..os serviços de comunicação devem ser tributados pelo ICMS e não pelo ISS. . na forma desta Lei.

000.00 / 0.709. neste caso ± aquisição para ativo fixo ± entra na B.00 R$ 30.68 ± R$ 408. 1) .000.C.000.000. Nogueira faleceu deixando ao seu único herdeiro um lote de um milhão de ações de um grande banco brasileiro.50 cada.00 IPI* 8.000. Nogueira. O Sr.000.000. não deve ser recalculado para fins de resolução desta.Estado São Paulo Produto Máquinas em geral Alíquota 12% Ceará Máquinas em geral 15% Componente Valor da Mercadoria Valor (em R$) 400.00 / (1-0.709.709. pergunta-se: Qual será a tributação de Imposto de Renda e R$ 438. No momento do falecimento estas ações valiam R$ 1.68 ICMS total recolhido na operação: R$ 65.07) ± R$ 408.00 (IPI.00 Com base nos dados acima.68 x 0.00 R$ 438.806. estas ações tinham um valor de R$ 1.50. por ocasião da homologação do formal de partilha.096.00 (um real) cada.00 * Trata-se de dado da questão.) ICMS a ser recolhido: Em SP (pelo produtor de máquinas) No CE (pelo produtor de fios) R$ 408.000. Na última declaração do imposto de renda elaborada pelo Sr.93 ± R$ 408. considerando as alíquotas interestaduais vigentes.000.45 Erros de mero cálculo serão desconsiderados desde que indicadas corretamente as operações aritméticas.00 R$ 408. Considerando que as ações ingressaram no -se patrimônio particular do herdeiro pelo valor de R$ 1.20 (um real e vinte centavos) a unidade e. calcular o ICMS devido em cada um dos Estados envolvidos.08 R$ 35. cada uma delas valia R$ 1.77 . Total 408.Operação 1: Alíquotas: (i) interestadual ± 7% (ii) interna do CE (destino) ± 15% (iii) diferencial de alíquotas ± 8% Valor base para Cálculo: R$ 408.

Referido acordo internacional tem o seu texto referendado pelo Congresso Nacional e. industrial ou profissional. sob a mesma ou outra razão . age como representante da República Federativa do Brasil. Todavia.000.IR incidirá sobre a diferença entre R$ 1.00 x 15% = R$ 75.³Art. Compete à União: I ± manter relações com Estados estrangeiros e participar de organizações internacionais (. Compete privativamente ao Presidente da República: (.ITCMD ± R$1. 84.20 x R$ 1.20.Trata-se de responsabilidade por sucessão tributária por aquisição de estabelecimento.Espólio O Brasil firma um acordo internacional com país vizinho visando assegurar a isenção de impostos incidentes sobre um empreendimento de grande importância estratégica para os dois países. . O Presidente da República. em dezembro de 2004.000.00 ± R$ 1.000. . por qualquer título.00 = R$ 1. englobados União.³A pessoa natural ou jurídica de direito privado que adquirir de outra.000.00. pelo Presidente d República. e continuar a respectiva exploração. .000. a doutrina dominante entende tratar-se de lei de caráter nacional. a Pães & Bolos é surpreendida com a cobrança de valores referentes a tributos federais não pagos pela Panificadora Doces & Salgados. portanto. sujeitos a referendo do Congresso Nacional.500. convenções e atos internacionais. em meados de maio de 2005. uma outra panificadora (Doces & Salgados) da mesma região. . no período compreendido entre novembro de 2002 e dezembro de 2003.000. III. especificamente da incidência do ICMS.ITCMD ± contribuinte . Todavia.) VIII ± celebrar tratados. fundo de comércio ou estabelecimento comercial. o Decreto nO a 2.ITCMD incidentes sobre a operação acima descrita? Como deverão ser determinadas as bases de cálculo e quem serão os contribuintes? Haverá a incidência de dois tributos ± ITCMD e Imposto de Renda.000. é expedido.200.apenas a União goza da soberania e. completando-se assim o processo de celebração do acordo internacional. . Um determinado Estado da República Federativa do Brasil. . da Constituição Federal. obrigando a todos os entes da federação.) Art.00 = R$ 500. 21. considerando-se que os sócios da Panificadora Pães & Bolos não tinham qualquer influência sobre as decisões que eram tomadas na Panificadora Doces & Salgados? Fundamente. Indaga -se: procede esta cobrança.Herdeiro .000.´ Há entendimentos no sentido de que tratados internacionais não podem conceder isenções de tributos municipais e estaduais. na celebração dos tratados internacionais. Após a ratificação do acordo. Analise a questão à luz do disposto no artigo 151. é promulgado o Decreto Legislativo nO 100/2004.00 .. apenas o seu representante pode celebrar tratados internacionais desta natureza. decide questionar a sua constitucionalidade.000.142/2004.. ...IR ± contribuinte . . A Panificadora Pães & Bolos adquire.o ITCMD será calculado com base no valor das ações por ocasião do falecimento ± R$ 1. em seguida. e não apenas como representante da União. vislumbrando a perda de receitas tributárias por força da isenção concedida pelo acordo internacional. tais como os defendidos por Ives Gandra Silva Martins e Roque Carrazza. Distrito Federal e Municípios.previsão no artigo 133 do Código Tributário Nacional.00 x 4% = R$ 48. já que os antigos sócios desta última resolveram aposentar-se. Estados.

bem como pela Portaria no 81/05. Parágrafo 1 o o : Os valores venais dos imóveis serão atualizados periodicamente. dispositivos estes que promoveram a alteração da b ase de cálculo do tributo mencionado. para efeitos deste imposto. em nenhuma hipótes será inferior à base de cálculo do Imposto sobre a e. por amostragem.´ . inciso I. buscou. da Secretaria de Finanças do Município de São Paulo. que passou a ser fixada pelo Município com base na Planta Genérica de Valores. mas sabem que este ato não será consumado na hipótese de o ITBI não ser recolhido consoante o Decreto Municipal no 46. com valor fixado em R$ 500. de 29 de dezembro de 2004. Artigo 8o: A Secretaria Municipal de Finanças tornará públicos os valores venais atualizados dos imóveis insc ritos no Cadastro Imobiliário Fiscal do Município de São Paulo. o que só seria possível por lei.00 (setecentos mil reais). sob pena de multa.000.A Panificadora Pães e Bolos terá que arcar integralmente com o débito da Panificadora Doces e Salgados. responde pelos tributos. em condições normais de mercado. Propriedade Predial e Territorial Urbana ² IPTU.00 ( quinhentos mil reais). por meio de seu artigo 17. devidos até a data do ato: I ± integralmente. QUESTÃO: Como advogado.00 (seiscentos mil reais).228/05. II ± o subsidiariamente com o alienante.051. Recentemente.esta atualização implica verdadeira majoração da base de cálculo.000.o artigo 8º do Decreto. mediante pesquisa e coleta perm anente. O parágrafo 1º deste artigo determinou a atualização periódica do valor venal. utilizada no exercício da transação. o valor pelo qual o bem ou direito seria negociado à vista. inciso I.´ O Sr. artigo 97. indústria ou profissão. Parágrafo 3o : O valor venal divulgado. e cujo valor venal no carnê de IPTU é de R$ 600.228/05. não fixou apenas critérios genéricos e abstratos para apuração do valor venal. As partes têm interesse em fazer o registro da transmissão da propriedade no cartório de registro de imóveis o mais rápido possível. segundo a qual fica a pessoa jurídica que possui débitos não garantido junto à União e/ou s INSS impedida de efetuar a distribuição de lucros aos sócios ou quotistas. nova atividade no mesmo ou em outro ramo de comércio. Guimarães acabou de negociar a venda. inclusive com a participação da sociedade representada no Conselho de Valores Imobiliários. reaproveitar uma antiga regra contida no artigo 32 da Lei 4.artigo 9. dos preços correntes das transações e das ofertas à venda no mercado imobiliário. a contar da data da alienação. tendo se aposentado. a legislação do Município de São Paulo referente ao Imposto sobre a Transmissão de Bens Imóveis (Lei 11.princípio da legalidade . relativos ao fundo ou estabelecimento adquirido. de um imóvel seu para o Sr. mas não se trata de mera atualização monetária da base de cálculo .000. tome as medidas judiciais cabíveis visando assegurar o pagamento do tributo da forma menos onerosa possível. Todavia. . mediante contrato formal e regular. segundo a Planta Genérica de Valores. não deram seguimento à atividade. mas acabou prescrevendo a publicação do valor venal de cada imóvel em concreto. indústria ou atividade. da Constituição Federal .impossibilidade de fixação da base de cálculo por decreto. Parágrafo 1o : Considera-se valor venal. O referido decreto estabelece: ³Artigo 7 : A base de cálculo do imposto é o valor venal dos bens ou direitos transmitidos. este imóvel valeria R$ 700.357/64. se este prosseguir na exploração ou iniciar dentro de 6 meses. ferindo o princípio da legalidade . Machado. inciso II e parágrafo 1º . A Lei no 11. de forma a assegurar sua compatibilização com os valores praticados no Município.artigo 150.154/91) foi substancialmente alterada pelo Decreto Municipal no 46. pois os sócios desta última. se o alienante cessar a exploração d comércio.social ou sob firma ou nome individual. .Mandado de Segurança .

. em janeiro de 2006. . segundo a nova redação do artigo 32. 32. enquanto estiverem em débito. .´ QUESTÃO: Considerando que a empresa Beta Gama S/A. taxa ou contribuição. por falta de recolhimento de imposto. não garantido. Seguiu -se a execução fiscal com a penhora dos bens pessoais do Sr. empresa do segmento de helicópteros e que passa por graves dificuldades financeiras. da Lei 4. Em vista do delicado quadro financeiro da empresa e para que fossem adimplidos os compromissos com empregados e fornecedores.há cerceamento dos direitos fundamentais dos contribuintes. contudo. como o devido processo legal. A empresa sofreu autuação fiscal em setembro de 2005. Para o exercício da sua delicada função. a 50% (cinqüenta por cento) do valor total do débito não garantido da pessoa jurídica. art.357/64. para promover o seu saneamento e torná -la novamente lucrativa.) § 1o A inobservância do disposto neste artigo importa em multa que será imposta: I ± às pessoas jurídicas que distribuírem ou pagarem bonificações ou remunerações. executivo consagrado no mercado. fiscais ou consultivos. como forma indireta de obrigá-lo . As pessoas jurídicas. respectivamente. no prazo legal.pode-se também alegar violação ao princípio da proporcionalidade .051/04. Ubaldo.. uma vez que ele figurava no pólo passivo da execução fiscal. O Sr. tome as medidas cabíveis. em montante igual a 50% (cinqüenta por cento) das quantias distribuídas ou pagas indevidamente. (. acabou-se por não pagar a contribuição previdenciária. foi contratado para o cargo de diretor da Tokiofly Ltda. desrespeita o princípio de menor ingerência possível nos direitos do cidadão .Assim. que possui débitos não garantidos perante a União. o Sr.) b) dar ou distribuir participação de lucros a seus sócios ou quotistas. Ubaldo recebeu amplos poderes dos sócios. III.devido processo legal (CF. em montante igual a 50% (cinqüenta por cento) dessas importâncias. QUESTÃO: Na qualidade de advogado do Sr. ingressado com recurso administrativo que pudesse suspender a exigibilidade do débito envolvido. LIV) é suprimido . para com a União e suas autarquias de Previdência e Assistência Social. artigo 195.restrições ou proibições impostas ao contribuinte.Embargos à execução .Mandado de Segurança . iniciada em janeiro de 2000.. parágrafo 3º. do Código Tributário Nacional o ..artigo 135. apenas excepcionalmente a sanção indireta tributária.sanções indiretas . pretende distribuir dividendos a seus sócios. estabeleceu se que: ³Art. Ubaldo. 5. bem como a seus diretores e demais membros de órgãos dirigentes. alterado pelo artigo 17 da Lei no 11. § 2 A multa referida nos incisos I e II do § 1o deste artigo fica limitada.desobedecem a adequação dos meios. II ± aos diretores e demais membros da administração superior que receberem as importâncias indevidas. não poderão: (. mas teme que este procedimento venha a lhe acarretar algum tipo de autuação fiscal. nos exercícios de 2000 e 2001. parte patronal. prevê. sem ter. . como advogado tome as providências cabíveis defendendo os interesses da empresa.. Ubaldo.a CF.

conforme determina a legislação tributária aplicável. efetuar a aplicação através da pessoa jurídica. visando obter. O Sr. no regular exercício de suas prerrogativas. A execução foi ajuizada quase um ano e meio após a inscrição em dívida ativa (05/07/2005). tendo a empresa sido citada em 06/07/05. Considerando que. então. aproveitando o bom momento do mercado financeiro. O prazo prescricional não foi respeitado. Pierre recebe um salário de R$ 20. Considerando que os serviços serão prestados para a empresa X em São Paulo e observado o disposto na Portaria SF no 101/2005.deverá pagar imposto sobre o rendimento auferido no Brasil e na França .000. No Brasil.00 da subsidiária da empresa francesa onde trabalha. Pierre a respeito da tributação dos referidos rendimentos no Brasil. Portanto..00. indaga se foi -se respeitado o prazo prescricional para a cobrança (ajuizamento da ação de execução fiscal) em tela. os ganhos com ações são tributados na fonte a 15% pelo imposto de renda e projetando um resultado estimado de ganho no valor de R$ 100. Pierre continua a receber uma série de rendimentos pagos por fontes situadas na França e que somam cerca de R$ 50. Justifique a sua resposta indicando a base legal aplicável. como regra. Ver também artigo 174 do Código Tributário Nacional. a menor tributação possível. inscreveu os citados débitos de PIS e COFINS em Dívida Ativa da União Federal em 01/01/2004. O Sr. A empresa X. descontados os 180 dias de suspensão. oriente a I empresa X na hipótese de a prestadora de serviços (empresa Y) não ter efetuado o cadastro exigido junto à Prefeitura de São Paulo. embora declar dos. oriente o Sr. Orientar a Empresa X a fazer a retenção do ISS sob pena de responsabilidade. tributada pelo lucro presumido. tomando-se as datas de ocorrência dos fatos geradores até a distribuição da ação de execução fiscal. Neste contexto.o imposto pago na França (sobre os rendimentos lá auferidos) poderá ser compensado com o imposto devido no Brasil sobre estes rendimentos.00 por mês. francês. se deve investir como pessoa física ou capitalizar a sua empresa e. Em 05/07/2005 foi ajuizada execução fiscal para cobrança da dívida. sócio majoritário de uma sociedade limitada. Andrade a investir como pessoa física ou como pessoa jurídica. o Sr. na resposta. de 5% (cinco por cento) referente ao SS. ele tem dúvidas a respeito da forma fiscalmente menos onerosa de efetuar os seus investimentos. o que significa que a contagem do prazo prescricional voltou a ocorrer 180 dias após a data de inscrição em dívida ativa. garante a isenção tributária dos dividendos distribuídos às pessoas físicas. obviamente. com sede em São Paulo. Todavia. Pierre passará a ser tributado segundo o princípio da universalidade . terão que se cadastrar na Prefeitura deste município para não sofrerem a retenção. nos termos de seu contrato social. ou seja. A inscrição em dívida ativa suspende o prazo prescricional por 180 dias (artigo 2º.249/95. Lei 6.000. tendo. que o serviço prestado pela empresa Y esteja previsto no Decreto Municipal no 46. contratou os serviços da empresa Y. 07/2004. uma vez que o a rtigo 10 da Lei 9. mudou-se há três anos de Paris para São Paulo para viver com a sua esposa brasileira. ou seja. os a respectivos valores não foram recolhidos em favor da União Federal. § 3º. o Sr. pelo tomador. do Município de São Paulo. Pierre.000. porquanto a referida empresa passava por sérias dificuldades financeiras. pretende investir no mercado de ações. Andrade. observando a existência de um tratado internacional contra a bitributação firmado entre o Brasil e a França. está em Barueri. declarado às autoridades fiscais os valores devidos a título de PIS e de COFINS. Tendo fixado a residência no Brasil. em São Paulo.598/05.598/05. Ocorre que. Considere. . segundo a qual empresas de outros municípios que prestam serviços especificados no Decreto Municipal no 46. A Procuradoria da Fazenda Nacional. Todavia. o Sr.830/80).sustentar que mero não pagamento de tributo não configura excesso de poder ou infração de lei suficiente para responsabilizar pessoalmente o diretor A empresa X auferiu receitas ao longo do exercício de 1999. Oriente o Sr. terá sido consumada a prescrição. cuja sede.

conseqüentemente. A empresa X pretende participar de processo licitatório para a prestação de serviços de engenharia para uma empresa pública. adote as medidas judiciais cabíveis. porém. PIS e COFINS.Mandado de segurança preventivo ou ação declaratória de inexistência de relação jurídico-tributária. em março de 2000. que deve ser o valor suficiente para ressarcir o Estado pelo exercício do poder de polícia ou pela prestação de serviços públicos específicos e divisíveis. jamais o faturamento das empresas estabelecidas no município. também. com pedido de liminar. conforme entendimento jurisprudencial. como determina a Constituição Federal no §2º do artigo 145 e confirma a jurisprudência do Supre mo Tribunal Federal. Ocorre que a empresa recolheu pontualmente. Quando da solicitação de relatório de informações de apoio para emissão de certidão junto à Secretaria da Receita . Ajuizamento da ação anulatória de débito em divida ativa.no caso de se investir como pessoa jurídica.º de janeiro do próximo ano. adote as medidas judiciais cabíveis. ou mandado de segurança repressivo. também vedada pelo artigo 150. A sentença nos autos da execução transitou em julgado. por 4 (quatro) meses consecutivos. citada.5%. pleiteando a anulação do ato de inscrição do débito em dívida ativa. haverá a incidência das alíquotas de 15% e adicional de 10%. teve seus bens penhorados e silenciou. constata-se a revelia da empresa brasileira que. cuj prova a deve ser feita mediante a apresentação de certidão negativa de débito ou certidão positiva com efeito de negativa. com os cód igos de receita invertidos. Ex-procurador de empresa estrangeira foi citado por edital para pagar dívida fiscal de empresa sediada no Brasil. Interposição de exceção de pré-executividade com pedido de exclusão do nome do ex -procurador do pólo passivo da execução fiscal.A base de cálculo eleita pela lei em questão não é própria de taxa. QUESTÃO: Como advogado. visando assegurar a reinclusão da empresa no REFIS. porém. a empresa deveria manter o pagamento regular dos demais tributos em dia. Por tal motivo. QUESTÃO: Como advogado. Igualmente é cabível o argumento de que a taxa em questão implica na utilização de tributo com efeito de confisco. com pedido de antecipação dos efeitos da tutela jurisdicional. PONTO 1 O município em que está estabelecida a empresa X editou lei instituindo taxa de limpeza pública para o custeio do serviço público municipal de limpeza de logradouros públicos. visando assegurar o patrimônio do ex -procurador da empresa. controlada pela empresa estrangeira da qual foi procurador. da referibilidade a contribuintes determinados. Além do recolhimento das parcelas mensais do REFIS. o juiz acatou petição da Procuradoria do Estado e determinou fosse citado.Os serviços públicos em questão são executados em benefício da população em geral. decorrente de falta de recolhimento de ICMS. PIS e Cofins. IV. Sua base de cálculo é o faturamento das empresas estabelecidas no município e sua alíquota é de 0. A impugnação ao auto de infração foi protocolada extemporaneamente. embora o valor retido de 15% possa ser compensado posteriormente.É menos onerosa a aplicação feita por pessoa física. 1. QUESTÃO: Na qualidade de advogado da empresa X. . tome as medidas judiciais cabíveis para questionar a exigência dessa taxa. pois haverá apenas a retenção de 15% a título de mposto de renda i . da Constituição Federal. . Referida taxa passará a ser exigida no dia 1. resultando na inscrição do débito em dívida ativa e intimação da empresa para imediato pagamento do débito. A empresa X aderiu ao Programa de Recuperação Fiscal ± REFIS. Ao apreciar os autos da execução fiscal. sob pena de exclusão do REFIS. sem possibilidade de individualização dos respectivos usuários e. Uma das exigências legais para a sua habilitação na licitação em questão é a regularidade fiscal. o ex -procurador de empresa estrangeira. . não se prestando para custeio mediante taxa. a empresa foi notificada da lavratura de auto de infração relativo à falta de recolhimento integral da COFINS. prestados ao contribuinte ou postos a sua disposição. Diante da insuficiência de bens da executada.

O diretor jurídico da empresa X consulta para saber -o se o procedimento do agente fiscal está correto. a empresa X deparou-se com a existência de um débito em aberto de COFINS.311/96 estabelece que a alíquota dessa contribuição fica reduzida a zero ³nos lançamentos relativos a movimentação de valores de conta corrente de depósito. exceto nos casos de lançamentos a crédito na hipótese de que trata o inciso II do art. na qualidade de consultor tributário da empresa. A empresa X prometeu a venda de imóvel seu para a empresa Y. preço relativo aos serviços prestados. 4. . II da Lei nº 9. Nesse contexto. a única das hipóteses previstas no referido artigo que depende de uma iniciativa da empresa X e que não envolve uma medida judicial é o parcelamento do débito em questão. Como advogado da empresa. A suspensão da exigibilidade do crédito tributário por meio de medida liminar concedida em mandado de segurança não impede o Fisco de proceder à constituição do crédito tributário para prevenir a decadência do direito de lançar. O artigo 8º. A empresa X pretende transferir recursos financeiros mantidos em conta corrente de depósito no Banco A para conta de idêntica natureza no Banco B. nos termos da legislação vigente. A empresa X ingressou com mandado de segurança para questionar a exigênci de um determinado tributo e obteve a medida liminar. Sobre o valor dos serviços de beneficiamento. Não é devida CPMF sobre os valores envolvidos na transferência em questão. porém. caso descrito no enunciado da questão. mas o enunciado da questão faz referência apenas à certidão positiva com efeito de negativa. a empresa Y resolve vender o imóvel para a empresa Z. da Constituição Federal. A empresa Y receberia. Ao lavrar a escritura definitiva da operação imobiliária. com garantia hipotecária que mantinha com X. por instituição financeira . Sob a ótica do disposto no artigo 156. 5. sem que haja a necessidade de a empresa X ingressar com medida judicial. O Município local. O preço foi parcialmente pago. O diretor financeiro da empresa X questiona-o. ao fiscalizar a empresa tomadora dos serviços. Além da alienação do imóvel. A empresa X contratou os serviços da empresa Y para costura de etiquetas em confecções suas. embora a emp resa X estivesse desobrigada de seu pagamento por força da mencionada liminar. II. que orientação você daria ao seu cliente quanto ao pagamento dos mencionados tributos? Orientar o cliente a recolher o ISS sobre os serviços de beneficiamento. Passados três anos. declarado e não pago. não foi lavrada. foi pago IPI. portanto. o que não é o o. exige dela o pagamento do ISS devido sobre idêntico fato gerador. o tabelião exige o pagamento do imposto de transmissão relativo aos três atos. por peça costurada. dos mesmos titulares. oriente o departamento fiscal sobre a alternativa ou as alternativas existentes para a obtenção de certidão positiva com efeito de negativa. se é devida a Contribuição Provisória sobre Movimentação ou Transmissão de Valores e de Créditos e Direitos de Natureza Financeira ± CPMF sobre os valores envolvidos na transferência em questão. em contas correntes que apresentem saldo negativ até o limite de valor da redução do saldo devedor´. estará correta essa exigência? Por quê? O Município pode exigir imposto de transmissão inter vivos dos dois atos de alienação de bem imóvel. onde já possui conta corrente aberta. 2°´. para conta de idêntica natureza. conforme jurisprudência pacífica e maioria doutrinária. Posteriormente. desobrigando-a do recolhimento do tributo em questão.Federal ± SRF. pois este último ofereceu à empresa isenção de tarifas bancárias. As modalidades de suspensão do crédito tributário previstas no artigo 151 do Código Tributário Nacional ± CTN permitem a obtenção de certidão positiva com efeito de negativa. que se refere a ³lançamento a crédito. 3. A escritura definitiva de venda e compra. No entanto. A certidão negativa de débito poderia ser obtida em qualquer das hipóteses de extinção do crédito tributário previstas no artigo 156 do Código Tributário Nacional. 2. cede a dívida. a empresa X foi fiscalizada e o agente fiscal lavrou auto de infração referente ao não recolhimento do referido tributo.

sucessora de outra empresa do mesmo grupo. tome as medidas judiciais cabíveis. encontra o -se seguinte item ³3.830.. Não obstante impontual no cumprimento das obrigações principais. Protecmaq Ltda. bem assim o reconhecimento do direito ao crédito dos valores pagos a maior no passado. de 2003. Os débitos fiscais da Procomputer foram inscritos na Dívida Ativa da União. Até o momento. visto que os minis tros ainda podem alterar seus votos. previsto na Lei n. do Código de Processo Civil. Sua cliente. A Procomputer foi citada nas mencionadas execuções fiscais. . Um dos primeiros contratos celebrados entre a Fabbrica Automobili Ltda.Mérito: A empresa deve alegar que se aplica a regra da prescrição do direito do Fisco com . QUESTÃO: Na qualidade de advogado da empresa. (Observação: a ABC Industrial e Comercial Ltda. Entre os serviços constantes na lista anexa à Lei Complementar n. o departamento a jurídico da Fabbrica Automobili Ltda. porém atuante no ramo tecnológico em mecânica de máquinas. Mandado de Segurança (Cf.A imprensa publicou recentemente diversas notícias acerca do julgamento. Embargos de devedor com fulcro no artigo 736 e seguintes. Embora a questão não esteja definitivamente julgada. na qualidade de depositário legal Seu departamento contábil. sua cliente. Inerte no prazo legal.A. efetuando os lançamentos fiscais e prestando as informações sobre os tributos impagos. deparou-se com a previsão da Lei Complementar n. Súmula 105 do STJ: ³Na ação de mandado de segurança não se admite condenação em honorários advocatícios´ e Súmula 512 do STF: ³Não cabe condenação em honorários de advogado na ação de mandado de segurança´). pelo Supremo Tribunal Federal ± STF. levando -se em conta que sua cliente solicitou uma medida judicial que não implique na sua condenação em honorários de sucumbência. de 2003. evidenciando a impropriedade de se querer tributar. QUESTÃO: Na qualidade de advogado da empresa. elabore a medida judicial solicitada por seu cliente. verificou .º 9.º 116. a Procomputer se viu obrigada a atrasar o pagamento de tributos federais de modo deliberado. sendo que este imposto incide também sobre o serviço proveniente do exterior do País ou cuja prestação se tenha iniciado no exterior do País. há seis votos favoráveis à empresa recorrente e um voto negando provimento ao recurso extraordinário em questão. Por não concordar com a exigência do ISS sobre a cessão de direito de uso da marca em questão. com o intuito de poupar caixa para fazer frente às despesas com empregados e fornecedores.Mérito: Da análise dos elementos característicos do contrato de licença para uso da marca decorr a conclusão lógica de que este e consubstancia uma obrigação de dar e não uma obrigação de fazer.º 116. de um recurso extraordinário que trata da inconstitucionalidade da inclusão do ICMS na base de cálculo da COFINS.. QUESTÃO: Na qualidade de advogado da empresa. é uma subsidiária de um grupo italiano do setor automotivo recém constituída no Brasil. ABC Industrial e Comercial Ltda. vem sofrendo problemas financeiros. Ao analisar as incidências tributárias aplicáveis sobre esse contr to. teve bens penhorados para garantia do débito e intimado o representante legal da penhora realizada. . e sua controladora refere -se à licença para uso da marca da empresa. via ISS. dando-se início às execuções fiscais correspondentes. Fabbrica Automobili Ltda.. A empresa de engenharia de informação Procomputer S. sua cliente o contrata para propor uma medida judicial que afaste tal exigência. Como resultado dessa circunstância. e no artigo 16 da Lei n° 6. que determinados tributos federais lançados há mais de seis anos foram inscritos na dívida ativa extemporaneamente. porém. Mandado de Segurança ou Ação Declaratória de Inexistência de Relação Jurídico -Tributária.. de 27 de novembro de 1998). a empresa manteve as obrigações acessórias em dia.980. de 22 de setembro de 1.718. de que o Imposto sobre Serviços ± ISS tem como fato gerador a prestação de serviços constantes de sua lista anexa. interessou-se por essa discussão jurídica e solicitou a elaboração de uma medida judicial que lhe assegure a não inclusão do ICMS na base de cálculo da COFINS daqui pra fre nte. elabore a medida judicial solicitada por seu cliente.02 ± Cessão de direito de uso de marcas e de sinais de propaganda´. agravada sua situação em virtude da falta de investimento por parte dos sócios estrangeiros. apura a COFINS pelo regime da cumulatividade. este negócio jurídico.

realiza a venda de participação societária com ágio em empresa brasileira ³Y´ para a empresa ³Z´. sobre os débitos denunciados espontaneamente há apenas a incidência de juros moratórios. apura esses tributos pelo regime do lucro real.000. 1.constituição do crédito pelo contribuinte. os valores restituídos a título de tributo pago indevidamente serão tributados pelo Imposto sobre a Renda das Pessoas Jurídicas (IRPJ) e pela Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL).718/98 que instituiu nova base de cálculo para a incidência da contribuição ao Programa de Integração Social ± PIS e da Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social ± COFINS. de 1966) ³A responsabilidade é excluída pela denúncia espontânea da infração. de 2005. Maria o consulta sobre a alíquota do imposto de renda incidente sobre o ganho de capital a ser apurado.Nos termos do artigo 39 da Lei nº 11. O Supremo Tribunal Federal . fica isento do imposto de renda o ganho auferido por pessoa física residente no País na venda de imóveis residenciais. por equívoco. acompanhada. de 24 de dezembro de 2003. sob a forma de tributação definitiva. A empresa ABC Industrial e Comercial Ltda. com base no art. Considerando que a empresa tem a intenção de pagar esse valor à vista.00 (cem mil reais).000. da multa moratória. Elabore uma resposta ao cliente acerca da tributação ou não dos valores restituídos a título de PIS e COFINS pagos indevidamente pelo Imposto sobre a Renda das Pessoas Jurídicas (IRPJ) e pela Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL). também. Na sua opinião. houve a extinção do direito de ação do Fisco cobrar judicialmente o crédito tributário. por maioria. elabore uma resposta à consulta do cliente sobre os encargos devidos no procedimento de denúncia espontânea. a inconstitucionalidade do parágrafo 1. A empresa XPTO deixou. ex vi dos arts. etc. a renda decorrente dessa operação pode ser tributada no Brasil? Justifique sua resposta. se. 150 e 174 do CTN. 3. em períodos anteriores.196. recolhidos a maior. de 2001. Nos termos do artigo 1º do Ato Declaratório Interpretativo SRF nº 25. aplique o produto da venda na aquisição de imóveis residenciais localizados no País. A denúncia espontânea afasta a exigência não só da multa punitiva. à alíquota de quinze por cento. correspondentes aos juros equivalentes à taxa referencial do Sistema Especial de Liquidação e de Custódia ± SELIC. 2.00 (duzentos e cinqüenta mil reais) e aplicar o produto da venda na aquisição de um outro imóvel nesse valor. o ganho de capital sujeita -se à incidência do imposto de renda.172. tiverem sido computados como despesas dedutíveis do lucro real e da base de cálculo da CSLL. ingressou com ação de repetição de indébito em re lação ao PIS e à COFINS.). cuja hipótese supõe o fluxo de cinco anos. do pagamento do tributo devido e dos juros de mora. Indique a sua orientação e a fundamentação legal. Nos termos do artigo 138 do Código Tributário Nacional ± CTN (Lei nº 5. de recolher a contribuição para o Programa de Integração Social ± PIS referente ao mês de maio. O ganho de capital auferido por residente ou domiciliado no exterior será apurado e tributado de acordo com as regras aplicáveis aos residentes no País. assim como sobre o entendimento das autoridades fiscais federais acerca da extensão desse instituto. ou do depósito da importância arbitrada pela autoridade administrativa. considerando que a ABC Industrial e Comercial Ltda. 24 . sediada e constituída nos EUA. razão pela qual o consulta acerca da tributação desses valores. Nesse caso. A empresa ³X´. . quando o montante do tributo dependa de apuração´. conforme estabelece o art. contados da data da entrega do documento de formalização do crédito ao Fisco (DCTF. mas. desde que o alienante. Diante disso.º 9.249/1995.º da Lei n. 18 da Lei nº 9. GIA. se for o caso. Ela pretende vender esse imóvel por R$ 250.º do artigo 3. que foi julgada procedente. Maria é proprietária do imóvel onde reside. sem pagamento antecipado. 4. Dessa forma. Nos termos do artigo 27.STF declarou. bem como sobre a existência de algum incentivo aplicável à operação por ela pretendida. que está informado em sua Declara ção do Imposto de Renda Pessoa Física pelo valor histórico de R$ 100. no prazo de 180 (cento e oitenta) dias contado da celebração do contrato. sediada e constituída na Alemanha. Conseqüentemente. da Instrução Normativa SRF nº 84.

da Lei nº 10. do CTN.833/2003. renda e serviços das instituições de educação sem fins lucrativos. Que orientação você daria ao cliente? A CF. Imagine que você é consultado por um cliente. 14 do CTN fixou as condições para gozo da imunidade. fica responsável pela retenção e recolhimento do imposto de renda incidente sobre o ganho de capital. presidente de instituição de educação sem fins lucrativos. auferido por pessoa física ou jurídica residente ou domiciliada no exterior que alienar bens localizados no Brasil. . quando o adquirente for residente ou domiciliado no exterior. 5. em busca de informações quanto ao pagamento regular de salários aos dirigentes. Minas Gerais. reitor e vice -reitor da universidade que mantém na Cidade de Ouro Preto. 14. art. pessoa física ou jurídica residente ou domiciliada no Brasil. comprovada a atividade administrativa e pedagógica ligada exclusivamente aos objetivos da entidade não configura infração ao disp osto no art. uma vez atendidos os requisitos legais. Os pagamentos realizados aos mencionados dirigentes da instituição de ensino. O art. ou o procurador. o adquirente. 150 concede imunidade de impostos sobre patrimônio.