Questões de Direito Tributário

A sociedade Magnólia Comercial Ltda. atuava no ramo de comércio varejista de roupas infantis, mantendo loja na cidade de São Paulo, denominada "O Bebê Feliz". Findo o prazo de locação, o estabelecimento comercial foi fechado e ali instalou-se estabelecimento de venda de lustres e abajures, denominado "Lustres do Manolo", mantido por Manolo e Irmãos Ltda. Porém, corria contra a Magnólia Comercial Ltda., execução fiscal para cobrança do ICMS relativo aos meses de junho a setembro de 1999, no valor total de R$ 100.000,00 (cem mil reais). O Exeqüente, constatando o fato, requereu a inclusão, no pólo passivo da execução fiscal, da Manolo e Irmãos Ltda., na qualidade de responsável tributário em virtude da aquisição de estabelecimento comercial, o que foi deferido pelo Juízo. Há 15 (quinze) dias, a Manolo e Irmãos Ltda. foi intimada da penhora de bens de sua propriedade. QUESTÃO: Na qualidade de advogado da Manolo e Irmãos Ltda., atue na defesa de seus interesses. Oposição de embargos à execução fiscal, dirigidos ao Juízo de Direito das Execuções Fiscais Estaduais de São Paulo, com observância dos requisitos do art. 282 do Código de Processo Civil e na forma do artigo 16 da lei nº 6.830/80. No mérito, deverá o candidato sustentar que não responde pelo tributo, nos ermos do Código Tributário Nacional. A t responsabilidade prevista no art. 133 desse Estatuto limita-se aos casos de alienação de fundo de comércio ou estabelecimento comercial. No caso concreto, além de não ter havido cessão do estabelecimento (não havia re lação entre o titular atual e o anterior), os estabelecimentos mantidos por ambas as sociedades são nitidamente distintos, explorando, a Manolo e Irmãos Ltda., outro ramo de atividade. Em fiscalização realizada em 12 de novembro de 1991, a empresa "Comérci de Óleo Vegetal S.A." teve contra si o lavrado Auto de Infração e Imposição de Multa porque a fiscalização entendeu que haviam sido praticadas as seguintes irregularidades: a) falta de pagamento do imposto sobre importação, referente a fato gerador ocorrid em 22.02.87; b) o falta de pagamento do IPI (imposto sobre produtos industrializados) relativo à fato gerador ocorrido em 05.03.89; c) falta de pagamento do IR (imposto sobre a renda) referente à venda de mercadorias sem nota fiscal (omissão de receita) em 01.07.90. Para os ítens "a" e "b" ingressou imediatamente com defesa administrativa cuja decisão, desfavorável a ela, transitou em julgado em 10.10.96. Não sendo pago o crédito tributário constante do referido Auto de Infração, após a inscrição na dívida ativa, foi o débito objeto de Execução Fiscal proposta pela União Federal, cuja inicial foi deferida pelo MM. Juízo em 09.08.97. Questão: Como advogado da Empresa "Comércio de Óleo Vegetal S.A.", propor a medida judicial cabível. Oferecer embargos à execução, endereçado ao Exmo. Sr. Dr. Juiz Federal da ..... MM. Vara das Execuções Fiscais da Seção Judiciária de São Paulo e ou Exmo. Sr. Dr. Juiz de Direito do Anexo Fiscal do Fórum da Comarca de ....., alegando prescrição, nos termos do artigo 174 do CTN, cc art. 8º, parágrafo 2º, da Lei das Execuções Fiscais nº . 6.380/80, relativamente ao IR, pois, nos termos do enunciado, nada há a requerer em relação aos demais impostos. O Presidente da República, em 03.10.94, expediu o Decreto nº 35.225, publicado na mesma data, que elevou a alíquota do IR (imposto sobre a renda), e a base de cálculo do IOF (imposto sobre operações de crédito, câmbio e seguro) sobre empréstimos rurais. Por sua vez, a Lei nº 2.289, publicada em 08.10.94, elevou a base de cálculo d o ITR incidente sobre imóveis rurais localizados no interior do Estado de São Paulo, com o que não concordou pessoa jurídica, sua cliente. Questão: Como advogado da referida pessoa jurídica, propor a medida judicial cabível. Ingressar com ação declaratória, com base no artigo 4º do CPC, contra a União Federal, ou Mandado de Segurança, com base na Lei nº 1.533/51, contra o delegado da Receita Federal de .... do Estado de São Paulo; as medidas judiciais serão endereçadas ao Exmo. Sr. Dr. Juiz Federal da MM. .... Vara da Justiça Federal, Seção Judiciária de São Paulo, alegando afronta ao princípio da legalidade, previsto no artigo 150, I, da CF, relativamente ao IR e ao IOF, e afronta ao princípio da uniformidade geográfica, previsto no artigo 151, I, da CF, relativamente ao ITR.

O Decreto n.; 57.927, de 22 de julho de 1997, publicado no Diário Oficial da União de 23.07.97, em seu artigo 5;, elevou a alíquota do IPI (imposto sobre produtos industrializados) incidente sobre tapetes fabricados no Estado de São P aulo, destinados a automóveis, sendo que em seu artigo 7; majorou a alíquota do Imposto sobre a Importação de Produtos Estrangeiros incidente sobre televisores, passando a exigir os referidos aumentos já a partir da publicação da referida norma. A empresa "AZ" não concordou com os referidos aumentos de tributo, razão pela qual o contratou para defender seus interesses. Questão: Como advogado da empresa "AZ", propor a medida judicial cabível. Ingressar com ação declaratória, com base no artigo 4º do CPC, contra a União Federal, ou Mandado de Segurança, com base na Lei nº 1.533/51, contra o Delegado da Receita de .... do Estado de São Paulo; medidas judiciais estas que serão endereçadas ao Exmo. Sr. Dr. Juiz Federal da MM. Vara da Justiça Federal, Seção Judic iária de São Paulo, alegando afronta ao princípio da uniformidade geográfica, previsto no artigo 151, I, da CF, não havendo nada mais a requerer em relação ao II, bem como em relação ao princípio da anterioridade previsto no artigo 150, III, "b", da CF, uma vez que ambos os tributos estão amparados pelo artigo 153, parágrafo 1º, da CF. A empresa "Casas de Madeira, Indústria e Comércio Ltda." deixou de recolher o ICMS (18%) em operação de venda de produto industrializado realizada em 24.05.79. Em 28.03.1985, a fiscalização identificou a irregularidade e lavrou Auto de Infração passando a exigir o pagamento do imposto, calculado pela aplicação da alíquota de 25%. Irresignada com a exigência, imediatamente ingressou com defesa administrativa, mas não teve suces sendo que a decisão, que lhe foi so, desfavorável, transitou em julgado em 31.12.91. Por falta de pagamento, o crédito tributário foi inscrito na Dívida Ativa e em 10.12.96 a Fazenda Pública propôs Execução Fiscal, sendo deferida a inicial pelo MM. Juízo, nesta mesma data.Questão: Como advogado da Empresa "Casas de Madeira, Indústria e Comércio Ltda.", propor a medida judicial cabível. Oferecer embargos à execução, endereçado ao Exmo. Sr. Dr. Juiz de Direito do Anexo Fiscal do Fórum da Comarca de ...., alegando decadência, nos termos do artigo 173 do CTN, e afronta ao princípio da irretroatividade da Lei, nos termos do artigo 150, III, "a", da CF, cc. artigo 144, do CTN. Em 01.06.93, em auditoria realizada em sua escrituração fiscal, foi constatado que, em face de má interpretação da legislação tributária vigente na data da ocorrência do fato gerador, por descuido dos funcionários encarregados da emissão das notas fiscais e da sua correspondente escrituração fiscal, a Empresa de Serviços de Vigilância Patri onial m Ltda., tinha efetuado pagamento indevido de ISS (imposto sobre serviços de qualquer natureza), nos meses de 12/87 a 04/93, relativamente aos meses de apuração 11/87 a 03/93. Questão: Como advogado da Empresa de Serviços de Vigilância Patrimonial Ltda., acionar a medida judicial cabível. Ingressar com ação de repetição do indébito, com fulcro nos artigos 165 e 168 do CTN, perante o Exmo. Sr. Dr. Juiz de Direito da MM. ..... Vara do Fórum da Comarca de ...., alegando decadência, nos termos do artigo 1 73, do CTN. A repetição somente poderá abranger o período de 01.06.88 em diante, em atendimento ao artigo 168, do CTN. 1. O cliente, em consulta, diz que a União exigiu-lhe o pagamento de um imposto extraordinário, nos termos do artigo 154, inciso II, da Constituição Federal. Apesar de compreender a situação da criação do referido imposto, quer saber por quanto tempo terá que o recolher. Esse tipo de imposto subsistirá o tempo necessário para atender a situação que ocorreu de forma imprevista. 2. Empresa sua cliente, prestadora de serviços, informa que o Município onde ela está sediada nunca instituiu o ISS (imposto sobre serviços de qualquer natureza). No entanto, o Estado resolveu suprir essa omissão cobrando o referido tributo. Qual a orientação ? Diria para não recolher o imposto, pois o não exercício da competência tributária não possibilita o seu exercício à pessoa jurídica de direito público diversa daquela a que a Constituição a tenha atribuído.

3. A Empresa XTZ, cliente de sua assessoria jurídica, comunica ter sido tributada sobre um ato jurídico nulo. Qual o aconselhamento ? Nada obsta a cobrança, o que interessa para o Direito Tributário é a ocorrência ou não da hipótese de incidência, sendo irrelevante a validade jurídica dos atos efetivamente praticados. 4. O cliente de sua banca advocatícia informa que sua empresa não registrou contrato social e nem possui alvará de funcionamento. Colocado isto, pergunta se mesmo assim passa a ter capacidade tributária. Qual a resposta pertinente ? Sim. Como dispõe o artigo 126 do CTN, a capacidade tributária passiva independe de estar a pessoa jurídica regularmente constituída, bastando que se configure como uma unidade econômica ou profissional. Contribuinte recebeu notificação de lançamento do imposto predial e territorial urbano, tendo por base de cálculo o valor venal do imóvel. Na mesma notificação consta o lançamento de taxas de limpeza e conservação tendo por base de cálculo também o valor venal do imóvel. Mandado de Segurança contra ato do Diretor de Rendas Imobiliárias ou autoridade municipal equivalente. Desenvolver tese da ilegalidade das taxas, a teor do art. 77, parágrafo único. Competência da Vara da Fazenda Pública, onde houver. Poderá ser proposta ainda ação cautelar e ação declaratória. João é proprietário de imóvel urbano não edificado. Sem que lhe .fosse exigido adequado aproveitamento do imóvel, recebeu notificação de lançamento do imposto, com alíquotas progressivas sobre a propriedade predial e territorial urbano - IPTU. João não concordou e se recusou a pagá-lo. Ajuizada a execução fiscal, João teve alguns de seus bens penhorados. A intimação da penhora foi efetivada em 12 de maio do corrente ano. QUESTÃO: Como advogado(a) de João, tomar a providência judicial cabível, fundamentando-a. Embargos à Execução, Juízo das Execuções Fiscais, onde houver. Desenvolver a tese da inconstitucionalidade da progressividade do IPTU, a teor do disposto no artigo 182, parágrafo 4º. e incisos, c/c o artigo 156, parágrafo 1º. , ambos da Constituição Federal. No dia 04.05.1998, um Agente Fiscal de Rendas do Estado de São Paulo interceptou, na BR -116, altura de Registro, uma remessa de 4.150 exemplares da Revista "O Apocalipse", editada pela Igreja do Último Milênio, com sede na Capital, tendo lavrado Auto de Infração e Imposição de Multa que descreve as seguintes irregularidades: remessa de mercadoria desacompanhada de documentação fiscal; falta de pagamento do imposto por ter escriturado a operação como não tributada; falta de pagamento do imposto ap urado por meio de levantamento fiscal (arbitrado por média e retroativo à março de 1990, data da criação da revista). Não aceitando a alegação de que se tratava de um instituição religiosa e não comercial, foi ainda lavrado o auto de apreensão da mercadoria. QUESTÃO: Como advogado(a) da Igreja, adote a medida judicial cabível, independentemente da defesa administrativa. Mandado de Segurança contra o Delegado Regional Tributário. Desenvolver a tese de ilegalidade da apreensão (só permitida para resguardo de provas até a lavratura do auto e não depois disso), bem como a presença de imunidade, não porque se trata de igreja (a imunidade só protege as atividades religiosas praticadas no templo), mas por se tratar de periódico (art. 150, VI, "d", da Constituição Federal). Poderá ser proposta ainda ação cautelar e ação anulatória de débito fiscal (e não ação declaratória, porque já existe lançamento). Quando da lavratura da escritura pública de venda e compra referente a imóvel que adquirira, José tomou conhecimento que o Imposto de Transmissão sobre Bens Imóveis - ITBI, incidente na hipótese, seria cobra do mediante aplicação de alíquotas progressivas. QUESTÃO: Não concordando com essa exigência, como advogado(a) de José tome a providência judicial cabível, fundamentando-a. Mandado de Segurança contra ato do Diretor de Rendas Imobiliárias ou autoridade municipal equivalente. Desenvolver a tese de inconstitucionalidade da progressividade do ITBI. Poderá ser proposta ainda ação cautelar e ação declaratória. Competência da Vara da Fazenda Pública, onde houver.

A alíquota é de 0.456. . conforme artigos 126. Ambas ações deverão ser propostas perante o MM. Concluída a partilha.00). parágrafo 2o.000. O Município de Arapiraca. Uma filha maior e um filho menor. arborizando-a e ajardinando-a. após haver tomado conhecimento de que muitas empresas conquistaram judicialmente o direito a restituição de pagamentos efetuados de INSS incidente sobre o pró labore de se diretores. esqueceu-se de escriturar no livro próprio a entrada de mercadorias importadas. porquanto só a União pode instituir empréstimo compulsório. seu cliente. João da Silva. receberam seus quinhões no montante de R$ 200. a fim de cobrir despesas com o atendimento de populações atingidas pela seca em seu Município. da Constituição Federal. ajuíze a ação competente. nos termos da Lei nº 1. A exigência ofende as disposições do artigo 145. Desenvolver a tese da possibilidade de compensação dos créditos decorrentes dos pagamentos efetuados com os débitos do PIS. estabelecendo os seguintes elementos do fato gerador: a. não c oncordando com a referida exigência. morador e proprietário de bem imóvel localizado no Município de Arapiraca. instituiu a Taxa de Lixo.00 cada. Medida cautelar (preventiva ou incidental).A empresa EXP. que foi publicada e que entrou em vigor nesta mesma data. por intermédio da lei nº 3. us pretende compensar estes créditos com seus débitos de PIS. O contribuinte da taxa é o proprietário de imóvel urbano. da Constituição Federal. de 15 de julho de 1997.001% sobre o valor venal do imóvel. I e 136. Ele quer saber se. c. procurou-o para defender seus interesses. em razão da valorização de sua propriedade.533/51. III. recebeu da Câmara de Vereadores um projeto de lei instituindo empréstimo compulsório devido pelos habitantes não atingidos pelo flagelo. Justifique. na consideração da falta. II: do CTN. por inconstitucional. a casa de seu cliente aumentou de preço. da Constituição Federal. terá que pagar outro tributo além do IPTU (Imposto Predial e Territorial Urbano). Sim. defronte a uma praça Municipal. A verdadeira natureza jurídica dessa exação é a de imposto.levando-se em consideração que lá não existem Varas Especializadas das Fazendas Públicas. Por conseqüência. devia à Fazenda Pública Municipal a quantia de R$ 10. estará sujeito ao pagamento de contribuição de melhoria . O filho meno também responde pelo crédito r tributário do falecido? Justifique. Também poderá ser impetrado Mandado de Segurança preventivo. Sim. conforme determina a legislação. embora tenha pago os respectivos impostos.000.00. conforme artigo 148. diz que reside em imóvel de sua propriedade. a meação da viúva atingiu o montante de R$ 400. O Prefeito não deve sancionar o projeto de lei. pela falta de escrituração.Como advogado de João da Silva. com sede em Ribeirão Preto. tomador do serviço de coleta e transporte do lixo domiciliar. b. Juiz de uma das Varas Cíveis da Comarca de Arapiraca . o Fisco poderá multá-lo. conforme artigos 136 e 157 do CTN. do Código de Processo Civil. O cliente. requerendo a declaração de inexistência relação jurídica.000. Um comerciante de artigos de procedência estrangeira. 2. na s qualidade de herdeiros. 1. O fato gerador é a utilização do serviço de coleta e transporte de lixo domiciliar. nos termos do artigo 4o. asfaltou as ruas adjacentes à praça. I. 3. pois. O Prefeito de uma cidade do interior do Nordeste. promova a medida judicial cabível para resguardar os direitos de seu cliente. poderá multá-lo.00. 4. quando faleceu. Ele o consulta perguntando se. referente a tributos. A Prefeitura local canalizou ali um córrego. nos termos do artigo 145. Competência da Justiça Federal de Ribeirão Preto. Qual seria a sua orientação ao Prefeito como advogado? Justifique. QUESTÃO: Como advogado(a) da empresa EXP. não se leva em conta a intenção nem o fato de haverem sido pagos os impostos. A medida judicial cabível seria uma Ação Declaratória. assoberbado com o excess de trabalho no mês o de março. o filho menor responde até o limite de seu quinhão (R$ 200. Justifique.000. QUESTÃO:. em consulta. Sim. "A".

tão somente à obrigação tributária e não aos deveres instrumentais. após inscrição na dívida ativa.000. por força de Lei. A medida cabível é a de Embargos à Execução nos termos do artigo 16 da Lei 6. Não sendo pago o crédito tributá rio. e que está isento do recolhimento do Imposto sobre a Circulação de Mercadorias e Sobre Prestações de Serviços de Transporte Inter stadual e Intermunicipal (ICMS). constatou a existência de débito para com o Fisco Estadual.589 de 12. Na data da ocorrência do fato gerador estava em vigor a lei nº 6. teve contra ele lavrado um auto de infração e imposição de multa (AIIM) relativo à falta de pagamento do imposto sobre a propriedade de veículo automotor (IPVA) cujo fato gerador ocorreu em 1o.500.1990. a Fazenda Pública. sediado na cidade de São Paulo.538 que fixava o valor originário do IPVA em R$ 1.800. orientaria o consulente a proceder a escrituração e manutenção dos livros contábeis.830/80.Como advogado de XPTO promova a medida judicial cabível para resguardar os interesses dos seus clientes. No entanto. está Pom pílio obrigado ao recolhimento do IPVA/96. poderá a Fazenda Estadual executá-lo objetivando a cobrança deste tributo? Se a resposta for afirmativa como poderá Pompílio agir? .7. Desta forma. e consulta com a finalidade de saber se continua obrigado pela escrituração e manutenção dos livros contábeis. bem como a emissão de notas fiscais. I do CTN. A medida judicial mais adequada é a propositura de Ação Anulatória de Débito Fiscal também denominada de Ação Anulatória de Lançamento Tributário. cuja petição inicial foi deferida pelo MM. Juiz de Direito de uma das Varas das Execuções Fiscais Federais. QUESTÃO:. bem como pela escrituração e manutenção dos livros contábeis.".750. conforme artigo 38 da Lei 6. através de fiscalização realizada pela Fazenda Estadual em 15.830/80. com base na legislação vigente nesta data.8. que transitou em definitiva em 24. no valor de R$ 2. Cliente que atua no ramo farmacêutico. há que se ressaltar o fato de Pompílio ter adquirido o indigitado automóvel em dezembro de 1996. conforme dispõe os artigos 194 e 195 do CTN. então seria cabível ação declaratória.8. ingressou com execução fiscal. de janeiro de 1989. Poderá. pelo fato de o lançamento ter sido efetuado de ofício.07. QUESTÃO:. de janeiro de 1996 (antigo proprietário) sujeito passivo direto deste tributo.00 (três mil e quinhentos reais) mais a multa de 20% (vinte por cento) com base na lei nº 4. O lançamento tributário ocorreu após o decurso do prazo para a constituição do crédito tributário previsto no artigo 173.3. proferida decisão a seu desfavor. Referidos embargos deverão ser propostos perante o MM.1995. imediata e tempestivamente. data em que o IPVA cobrado já deveria ter sido recolhido pelo proprietário do veículo em 1o. bem como pela emissão de notas fiscais.Não obstante ser inexigível o ICMS. Pela falta de pagamento do IPVA na data aprazada. do ano de 1995. por força da isenção. Pompílio. foi cobrado o valor originário de R$ 3. setecentos e cinqüenta reais) e a multa em 30% (trinta por cento) sobre o valor do imposto não pago. como advogado.00. A competência para tais ações será do Juízo da Vara da Fazenda Pública. exercício de 1996. que estava em vigor na data da fiscalização (15. a Receita Federal.00 (um mil. Não concordando com a referida exigência o contribuinte ingressou. Qual a orientação a ser prestada? 1. promova a medida judicial cabível para resguardar os direitos de seu cliente. ao tentar licenciar seu veículo em 1997. A isenção se refere. Através de fiscalização realizada em 25.533/51. 1.O contribuinte XPTO. lavrou auto de infração e imposição d multa (AIIM) e no valor de R$ 1. Juiz em 24.1993.1995). com a competente impugnação administrativa. Se fosse por homologação. referente ao IPVA. a empresa isenta continua obrigada pela emissão de notas fiscais.00 (um milhão e oitocentos mil reais) relativamente à falta de pagamento do imposto sobre a renda (IR) incidente sobre o lucro apurado em operação de vendas de mercadorias realizadas durante o ano de 1980. entretanto.8. sendo.Como advogado do contribuinte.1986 na empresa "Comércio de Materiais para Construção João de Barro Ltda. ser impetrado Mandado de Segurança. proprietário do veículo marca BMW . ainda. Encontra-se extinto o direito da Fazenda Pública Federal pelo decurso do prazo prescricional previsto no artigo 174 do CTN.Modelo M3. cujo contribuinte é o antigo proprietário? Na hipótese de uma resposta afirmativa. onde houver. Diante dessa situação.000. 2. com base na Lei 1.1996.

da Lei nº 6. podendo inclusive ser executado pela Fazenda Estadual. Sr. ingresse com a Medida Judicial cabível para a defesa do contribuinte. acione a medida judicial apropriada.906/94. Ou. A imunidade tributária é expressamente concedida pela Lei 8. Qual a resposta pertinente? 3. Dr. c) Aspecto Temporal: primeiro dia de cada exercício. sendo que em 03 de janeiro de 1999 a Fiscalização da Receita Federal lavrou Auto de Infração e Imposição de Multa (AIIM). seu cliente será solidariamente responsável pelo recolhimento do tributo mencionado. e conseqüente perda do direito da Fazenda Pública Municipal. a da CF cc art.11. prestou serviços de limpeza à Empresa WWW Ltda. e) Base de Cálculo: Valor venal do imóvel.93. ingressou imediata e tempestivamente. 4. sediada no mesmo Município. por declaração.87. publicada nesta mesma data. 3. considerando os seguintes aspectos. a fiscalização municipal identificou a falta de recolhimento. de ofício ou por arbitramento.606/89. Além do mais. a constituição do crédito encontra-se em desacordo com as disposições do artigo 150.777/98. O(A) Candidato(a) deverá fundamentar o seu direito de pleitear a nulidade do AIIM. não restando outra alternativa se não de efetuar o pagamento e pleitear a posterior restituição em face do contribuinte . QUESTÃO: Como advogado(a) da Contribuinte. pela ocorrência da decadência. CTN). III. 01 de janeiro de 1998. rejeitada por decisão desfavorável transitada em julgado em 03.999. homologação.830/80. aprovada pela Câmara Municipal. rendas e serviços? Justifique.. com fundamento no artigo 38 da Lei 6. Não se conformando comtal exigência.2. QUESTÃO: Como advogado(a) de João da Silva.Segundo dispõe o artigo 131. passando a exigir as diferenças do tributo. de 23. por in fração ao princípio constitucional tributário da estrita legalidade. 150. proponha a medida judicial adequada à defesa dos interesses do cliente. com a defesa administrativa. V. inciso I da Constitucional Federal. Embargos à Execução (ou Embargos do Devedor). Deverá ser demonstrada a inexigibilidade do crédito tributário em face da extinção da obrigação tributária (art. com estabelecimento e sede no Município de São Paulo. ruas e avenidas públicas. e sem o recolhimento do Imposto sobre Serviços de competência municipal (ISSQN). O constituinte pergunta-lhe se o lançamento espontâneo do ICMS é efetuado.. elevou a alíquota de 27.533/51 contra ato do Delegado da Receita Federal da localidade da sede da empresa do contribuinte. nos termos do art.5% para 30% do Imposto Sobre a Renda e Proventos de Qualquer Natureza (IR). passando a exigir o crédito tributário com base na Lei nº 7.. inciso I do Código Tributário Nacional. 144 CTN (princípio da irretroatividade da lei). dentro do perímetro urbano municipal. A Empresa XYZ Ltda. endereçado ao Exmo.10. b) Sujeito Ativo: Prefeitura Municipal de São Paulo Sujeito Passivo: Proprietário e possuidor de imóveis urbanos.rior. A Prefeitura do Município de São Paulo. ~ Ação Anulatória de Lançamento Tributário e/ou Ação Anulatória de Débito Fiscal. a saber: a) Fato Gerador: os serviços de limpeza e conservação das calçadas. . fez sancionar a Lei 2. QUESTÃO: Como advogado(a) da Empresa XYZ Ltda. ou seja. a Empresa "A" continuou a recolher os tributos com base na legislação ante.. em seu artigo 44. Juiz de Direito da MM. ainda. Vara de Execuções Fiscais em São Paulo. criando a taxa de conservação e limpeza de logradouros públicos. com personalidade jurídica. A OAB goza de imunidade tributária em relação aos seus bens. durante o mês de maio de 1982. bem como o artigo 4o.678 de 31 de dezembro de 1997.Responderia que o lançamento espontâneo do ICMS é efetuado por homologação. oportunidade em que lavrou o Auto de Infração e Imposição de Multa. proprietário de imóvel situado no perímetro urbano de São Paulo. passando a exigir a nova alíquota a partir do primeiro dia do exercício subseqüente. 156. O Presidente da República. Em 03 de maio de 1988. não concordando com as exigências. por constituir a Ordem serviço público.antigo proprietário. O Contribuinte. de constituir o referido crédito. por intermédio do Decreto nº 33. perante uma das Varas Cíveis da Justiça Federal. por meio de seu Prefeito. propor Mandado de Segurança nos termos da Lei 1. sem emissão de Nota Fiscal. parágrafo 5o. d) Alíquota: 1% (um por cento). 4.

Expresse e justifique sua orientação quanto ao caso. já totalmente integralizado. Informe à Empresa ZZZ Ltda.Ação declaratória de inexistência de relação jurídica. invocando o disposto no art. Nos termos do parágrafo 2º do artigo 161 do Código Tributário Nacional. O ato praticado pelos agentes fiscais.533/51. procurou -o(a) para solucionar o seguinte problema: Em data de 17 de novembro de 1997. razão pela qual deixou de efetuar o recolhimento do Imposto de Renda relativo ao ano -base de 1997... perante uma das Varas da Fazenda Pública em São Paulo. Em razão da conjuntura econômica fortemente recessiva. pessoa jurídica. prestou serviços à empresa XYZ Ltda. ou seja.. ZZZ Ltda. 135. o contribuinte pediu a liberação das mercadorias. Em 24 de janeiro de 1999. 1. contra ato do Senhor Diretor do Departamento de Rendas Imobiliárias da Prefeitura de São Paulo. prazo prescricional. Os sócios tiveram bens pessoais penhorados. o contribuinte foi notificado pela Receita Federal. sob alegação de que o imposto destacado nas notas fiscais era inferor ao devido. a urgência da deliberação de mercadorias. Após a lavratura i do AIIM. contra o ato praticado pelo Senhor Delegado Regional Tributário. Diante da falta de pagamento por parte da empresa. O(a) candidato(a) deverá fundamentar o direito do contribuinte no parágrafo segundo do artigo 145 da Constituição Federal. 4. declarado como devido. III. tais como juros e multas desde que o faça no prazo de 30 (trinta) dias. o contribuinte deverá pagar o valor do crédito tributário sem os acréscimos. Deduza e justifique a resposta. mediante celebração de contrato formalizado por escrito. que em conjunto detêm os restantes 90% do capital social.. WWW Ltda. 2. Como determinado no artigo 174 do CTN. após ser notificado.533/51). perante uma das Varas da Fazenda Pública de São Paulo. a taxa não poderá ter base de cálculo própria de impostos. sendo certo que a fiscalização condicionou tal liberação ao pagamento dos tributos. no sentido de que o referido produto não se encontrava abrigado pelo instituto da isenção. Nos termos do parágrafo 2º do artigo 161 do Código Tributário Nacional. cuja gerência é exercida em caráter exclusivo pelos outros dois sócios. inciso IV da Constituição Federal. A medida judicial mais apropriada. junto à Delegacia da Receita Federal. também. tais como juros e multas desde que o faça no prazo de 30 (trinta) dias. segundo reza o artigo 150. com fulcro na Lei 1. considerando. a empresa p assa por graves problemas financeiros. teve sua mercadoria apreendida por Agentes Fiscais do Estado de São Paulo. o contribuinte deverá pagar o valor do crédito tributário sem os acréscimos. foi lavrado auto de infração e imposição de multa. . Em 10 de janeiro de 1999. levando-se em consideração a ausência de causas suspensivas ou interruptivas. segundo o disposto no artigo 160 do CTN. segundo o disposto no artigo 160 do CTN. por seu representante legal. Indique e fundamente a sua sugestão. o prazo será de 5 (cinco) anos e começa a ser contado da data de sua constituição definitiva. A Prefeitura do Município de Acarajé. sustentando o entendimento de que o produto de sua fabricação era isento de IPI (Imposto Sobre Produtos Industrializados). evidentemente. em 30 de dezembro de 1998. a Fazenda Nacional direcionou a execução fiscal também contra os sócios. a Municipalidade consultou-o(a) sobre qual a medida judicial pertinente à cobrança das importâncias devidas. por uma de suas autarquias. 3. com lastro no artigo 4º (quarto) do Código de Processo Civil. por escrito. será a impetração de um mandado de segurança. ser impetrado mandado de segurança preventivo (Lei 1. Antônio detém 10% do capital social da sociedade por quotas de responsabilidade ilmitada. do Código Tributário Nacional. denominada ZYB LTDA. Poderá. Diante de uma execução fiscal aforada pela Fazenda Pública Feder o Executado indaga-lhe sobre a contagem do al. Com o intuito de agilitar a satisfação do referido crédito tributário. a respeito da questão e aponte o meio legal à sua solução. feriu o princípio constitucional da vedação do tributo como forma de confisco. após ser notificado. protocolizou consulta. exigindo do contribuinte o valor principal acrescido de juros moratórios e multas pela falta de recolhimento do referido imposto relativo ao período de dezembro de 1997 a dezembro de 1998.

comerciais ou profissionais. no início do ano. prestando serviços remunerados a terceiros. decidiu trabalhar como autônomo. A LMN S/A está sujeita ao recolhimento da Contribuição ao PIS . Contra a sentença terminativa o candidato deve apresentar recurso de apelação. sem análise do mérito. deverá sustentar que a responsabilidade prevista no art. QUESTÃO: Como advogado do contribuinte. De acordo com a Súmula nº 166 do Superior Tribunal de Justiça. Mesmo não sendo cobrada ou fiscalizada desde então. A Receita Federal acaba de expedir aviso de cobrança de diferenças do PIS relativo àquele exercício. Sim. a 1. preste -lhe orientação. A fábrica I produz insumos que são utilizados pela fábrica II e transportados por caminhão. bem como para assegurar a suspensão da exigência do respectivo crédito tributário. inciso II. possui duas instalações industriais situadas em endereços diferentes dentro do Município de São Paulo-SP.Programa de Integração Social. pois não embutiu o valor da multa moratória. efetuado o respectivo depósito judicial do montante constante no AIIM em questão. 20 do Código Civil) e que a responsabilidade subsidiária dos sócios na sociedade por quotas é limitada ao montante do capital ainda não integralizado (art.ICMS sobre essa operação. A cobrança é legítima? Explique. calculado sobre os pagamentos que receber por sua atividade. o contribuinte promoveu ação anulatória de dé bito fiscal. No último mês de março. A empresa ABC Ltda. no entanto. A empresa jamais efetuou o recolhimento do Imposto sobre a Circula ção de Mercadorias e Serviços . a fiscalização estadual lavrou auto de infração e imposição de multa contra a ABC Ltda. exigindo o recolhimento do imposto sobre essa operação relativamente aos últimos 10 (dez) anos. acione o meio judicial adequado para desconstituir o lançamento em questão. restritiva de suas atividades comerciais. . Cassiodoro informa que. Diante da ausência desse depósito. Além disso. que a empresa participa constantemente de licitações. Todavia. Como advogado. O artigo 126. 9º do Decreto nº 3. do Código Tributário Nacional restringe-se aos sócios gerentes e ainda depende da demonstração de fraude e não do mero inadimplemento por impossibilidade financeira. a empresa efetuou o recolhimento da contribuição atrasada. Com esse fundamento. Sabe-se. 2. deixou de efetuar o respectivo pagamento durante todo o exercício de 1996. dispõe que a capacidade tributária passiva da pessoa natural não será afetada se estiver sujeita a medidas que importe privação ou limitação do exercício de atividades civis. QUESTÃO: Como advogado da ABC Ltda. sob o fundamento de que o valor recolhido foi insuficiente. O contribuinte "A" foi autuado pelo Fisco Estadual por suposto não pagamento do ICMS relativo ao mês de outubro de 1998. A situação de falido. sem ter.. Deverá ainda formular pedido de antecipação de tutela. com a conseqüente remessa dos autos ao Juízo "a quo". 138 do Código Tributário Nacional a denúncia espontânea da infração exclui a penalidade que dela seria decorrente.. Assim o pagamento já efetuado não deveria realmente incluir multa. razão p qual a cobrança é ela ilegítima. Indaga se estará sujeito ao pagamento de Imposto Sobre Serviços de Qualquer Natureza (ISS).O examinando deverá apresentar Embargos à Execução. ainda. A circulação de mercadoria que enseja a cobrança do ICMS pressupõe a transferência da titularidade do bem. visando a anulação da sentença (e não a sua reforma). para suspensão da exigibilidade do crédito tributário e alternativamente comprome ter-se a realizar depósito judicial da importância questionada. tome a providência judicial cabível. Contra referida autuação.708/19). o MM. De acordo com o art. Não foi apresentada defesa administrativa e o débito está na iminência de ser inscrito na dívida ativa estadual. em nada afeta a capacidade tributária passiva do contribuinte. sendo imprescindível a manutenção de situação regular perante o fisco. não incide ICMS no simples deslocamento de mercadoria de um para outro estabelecimento do mesmo contribuinte. III. do CTN. 135. para a respectiv análise do mérito da questão. sustentando a autonomia patrimonial da p essoa jurídica (art. de um estabelecimento para outro. devidamente corrigida e acrescida de juros de mora. o ex aminando deverá propor ação anulatória de débito fiscal perante uma das varas da fazenda pública da comarca da capital. Juízo de 1ª instância extinguiu a ação promovida. sendo comerciante falido.

Indústria de Papéis e Celulose. portanto. foi a empresa WKS surpreendida com a exigência.3. WKS Importadora e Exportadora Ltda. a inscrição do débito na Dívida Ativa. 4. Assim é desaconselhável a estratégia. da espécie escolhida. O art. não constitui fato gerador da obrigação tributária do ICMS. A empresa XTD. que em seu inciso I veda a distribuição de qualquer p arcela do patrimônio ou da renda a título de participação nos lucros ou resultados. QUESTÃO: Como advogado de WKS. ou por Ação Anulatória de Débito Fiscal. XI. acione a medida judicial adequada à solução da questão. I. Por outro lado. nos termos do artigo 38 da Lei 6. ambas perante o juízo de uma das onze varas da Fazenda Pública Estadual da Cidade de São Paulo. A inicial deverá cumprir os requisitos jurídico-processuais. A Fazenda do Estado. 7º. importou da Alemanha. constantes de seu ativo imobilizado. pois entende não ter existido. em operação mercantil. foi autuada pelo Fisco Estadual por deixar de recolher ICMS sobre a venda de veículos de sua frota.1994 a Fazenda do Estado de São Paulo. No mês de abrildo mesmo ano. da Constituição Federal prevê a possibilidade de cobrança de contribuição social sobre a folha de salários. por isso mesmo. lavrou um Auto de Infração e Imposição de Multa contra a Empresa Importação e Exportação de Bolachas Nordeste Ltda. para tentar solução favorável à cliente. A peça deverá satisfazer os requisitos jurídicos processuais. o impasse causado na liberação do veículo importado. deflagrador da respectiva obrigação. no entanto. I. É certo que a contribuinte não concorda com tal exigência no momento do desembaraço aduaneiro. promoveu Execução Fiscal nos termos da Lei no 6 830/80.212/91 sobre os valores pagos a título de participação nos lucros. e o referido negócio jurídico não é realizado com habitualidade. sem fins lucrativos. 14 do Código Tributário Nacional. o fato gerador. Em 25. a fundação pretende efetuar o pagamento de participação nos resultados aos seus empregados.. contratar novos empregados. alegando violação ao princípio constitucional da tipicidade fechada da tributação (princípio da estrita legalidade).212/91 também exclui a possibilidade da cobrança.830/80. QUESTÃO: Como advogado da empresa XTD. a fiscalização do Instituto Nacional do Seguro Social lavrou auto de infração em virtude do não recolhimento da contribuição previdenciária prevista no art. 195. exigindo pagamento do ICMS e penalidade pecuniária relativa a saídas de mercadorias de seu estabelecimento sem emissão de nota fiscal. Fundamento : artigos 106. pois a venda de veículos não constitui objeto social de empresa. . contra a autoridade competente. O candidato poderá optar pela impetração de Mandado de Segurança. O conselho deliberativo da fundação questiona-o sobre se essa estratégia pode comprometer a imunidade tributária de que desfruta. acarretando. ainda. Ao tomar ciência do Auto de Infração. 144 do CTN. concedeu a seus empregados participação nos lucros relativos ao exercício de 1998. 150. No mês de janeiro de 1999.533/51. a empresa ABC Ltda. instituição educacional e de assistência social. renda e serviços. desde queatendidos os requisitos da lei. então. Oferecer Embargos à Execução Fiscal endereçado ao Foro das Execuções Fiscais Estaduais em São Paulo. Não. do pagamento do Imposto Sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) para que pudesse levar a efeito a sua liberação. um veículo da marca BMW. a empresa apresentou imediatamente a sua defesa administrativa. VI. O procedimento fiscal está correto? Esclareça. Segundo pacífico entendimento doutrinário e jurisprudencial. visto que a venda dos veículos da empresa (ativo imobilizado). intente a Medida Judicial apropriada. A fim de aumentar a produtividade. o acesso a imunidade está condicionado à observância dos requisitos do art. A empresa não se utilizou dos recursos administrativos cabíveis ao caso. não se caracterizando. da Constituição Federal exclui a natureza salarial da participação nos lucros. com fundamento na Lei 1. gerais e particulares. da Constituição Federal prevê que as entidades de educação e assistência social sem fins lucrativos estão imunes ao pagamento de impostos sobre o patrimônio.04. A Fundação Rouxinol. O art. Em 10 de janeiro de 1999. por parte da autoridade fiscal. deseja aumentar o nível de atendimento sem. 22 da Lei nº 8. 28. Qual o seu parecer? O art. ao tentar desembaraçá-lo do depósito alfandegário da cidade de Guarulhos. argumentando que o crédito tributário era inexigível. § 9º da Lei nº 8. o art. sendo certo que cada um recebeu o valor equivalente ao respectivo salário. c. gerais e particulares da espécie.

00. confor os me artigos 126. 3.07. do CF. Como advogado qual seria a sua orientação? A empresa referida é totalmente responsável pela infração fiscal e não o contador (art. inc. Concluída a partilha. Um constituinte informa residir em imóvel de sua propriedade.555. inclusive demitido por justa causa. todavia. Pergunta quem será responsabilizado por essa infração fiscal. a casa -a do consulente aumentou de valor. Em 15 de maio de 1999. Em face do exposto. Sim.00 cada. Uma filha maior e um filho menor. a exigibilidade é totalmente indevida. pois apesar da mercadoria ter saído do estabelecimento comercial não se deflagrou a mudança da titularidade e nem mesmo a repercussão econômica. permanecerá este como sucessor tributário da que foi alienada (art. O candidato(a) deverá opor Embargos do Devedor à Execução Fiscal. Determinada empresa afirma que o contador encarregado de sua e scrituração.10.00). defronte a uma praça municipal. quando faleceu. pois não ocorreram os elementos caracterizadores do fato gerador. sendo a empresacitada para pagar o referido débito em 23. receberam seus quinhões. Pela falta de pagamento. Ainda que alterada a razão social original pelo adquirente de empresa comercial. asfaltou as ruas adjacentes à praça.12.000. na qualidade de herdeiros. expõe o seguinte caso : "A". O furto. I e 136. do CTN). 4. quer particulares da espécie. o filho menor responde pelo crédito tributário do "de cujus" até o limite de seu quinhão (R$ 200. o crédito tributário foi inscrito na Dívida Ativa em 16. A Prefeitura local canalizou ali um córrego. de 16. Sim. com fulcro no artigo 16 da Lei 6. ingresse com a medida judicial cabível para defender os interesses da cliente. 2. Em 18. arborizando e ajardinando-a. a final. devia à Fazenda Pública Municipal a quantia de R$ 10.11. Por conseqüência. no entanto. mediante a inclusão do seu valor nas faturas .11. III. e no processo penal caracterizou a ocorrência de caso fortuito. A administração tributária. referente a tributos.1998. Sim.50 (dois reais e cinqüenta centavos). no valor fixo de R$ 2. cobrada do usuário da respectiva linha. A petição deverá atender aos requisitos jurídico -processuais. a meação da viúva atingiu o montante de R$ 400. II. Com relação ao mérito. conforme artigo 145. devidamente comprovado em Inquérito. foi publicada a Lei 7. cuja decisão administrativa l transitou em julgado em 05.99. QUESTÕES PRÁTICAS 1. se o filho menor também responde pelo crédito tributário do falecido. poderá ser civilmente responsabilizado por sua negligência.porque ficou provado em inquérito policial e em processo penal. do CTN fica perfeitamente caracterizada a responsabilidade pessoal do e mpregado. manteve a exigibilidade que também foi confirmada pelo Tribuna de Impostos e Taxas. o Oficial de Justiça levou a efeito a penhora de bens da empresa para garantia da execução.000. então a razão social original. que instituiu a Taxa de Segurança Pública no Estado de São Paulo. portanto. por haver descumprido sua obrigação contratual perante a empresa. deverá argumentar que referida cobrança é totalmente ilegal. 133. QUESTÃO: Como advogado da contribuinte. 136 do CTN). Além do mais. por haver furtado as mercadorias. o canditado(a) alegar a ilegitimidade de parte da empresa. uma vez que nos termos do artigo 135. A empresa Beta diz que cedeu seu controle acionário à empresa Gama. após o que a Fazenda Estadual ingressou com a Execução Fiscal. devida por telefone. II do CTN. Um cliente em consulta. recebeu dinheiro para efetuar o pagamento de tributo devido à Fazenda Nacional.000. devendo. pergunta se em razão de tal circunstância. I. Indaga. que a culpa pela irregularidade era de seu empregado Joaquim José. Perquire se a mudança da razão social permitirá que Gama se subrogue nos tributos devidos por Beta até a data do ato. no montante de R$ 200.1998.99.830/80. inc. mas perdeu o prazo para fazê -lo. quer gerais.1998. estará sujeito a outro tributo além do IPTU (Imposto Predial e Territorial Urbano). Referida exação passou a ser exigida a partir do mês de janeiro de 2. O contador.000. perante uma das Varas do Anexo das Execuções Fiscais.00. estará sujeito ao pagamento de contribuição de melhoria .000. que alterou.

de 29 de dezembro de 1995. ainda. exercite a providência judicial necessária para afastar a cobrança. foram realizados os depósitos judiciais das importâncias questionadas até o mês de competência relativa a fevereiro de 1999. conforme rezam os arts. Outrossim. 2º da Lei Complementar nº 70/91. O examinando deverá apresentar Recurso de Apelação. A Fazenda Municipal está. relativas às despesas com a utilização da linha. 81 do Código Tributário Nacional impedem a cobrança de contribuição de melhoria em razão de obra pública em montante superior ao da valorização do imóvel. assim considerado a receita bruta das vendas das mercadorias e dos serviç de os qualquer natureza". Sem outras formalidades ou previdências preliminares. o § único do artigo 77 do CTN). agora.000. Nesse sentido. a título de contribuição de melhoria. que contempla as hipóteses de isenção da contribuição. visando à declaração de inexistência de relação jurídico-tributária que a obrigue a efetuar o pagamento da Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social ± COFINS sobre o produto das vendas de imóveis. ingressar com Ação Declaratória com base no artigo 4º do Código de Processo Civil. asseverou o juízo singular que o art.00 (doze mil reais) em razão da pavimentação. utilize a medida judicial apropriada para defender os interesses da sua cliente. Caio é proprietário de um imóvel nessa região. A ação foi julgada improcedente. cujo valor venal passou de R$ 10. pela via executiva. o valor da contribuição corresponderia ao custo total da obra dividido pelo número de imóveis beneficiados.. com pedido de concessão de Medida Liminar. os moradores da região receberam um comunicado da Secretaria Municipal de Transportes e Vias Públicas. nada menciona a respeito da venda de imóveis. nos termos do artigo 7º da Lei nº 1533/51. a construtora ZYB Ltda. 6º do mesmo diploma. não concordando com referida cobrança. com a finalidade de custear a indigitada obra. Poderá. 145.000. procurou -o(a) buscando o meio judicial para impedir a referida cobrança. in verbis: "A contribuição de que trata o artigo anterior será de dois por cento e incidirá sobre o faturamento mensal. manipule a medida conducente à reforma dessa decisão. uma vez que os valores serão depositados judicialmente para os fins e os efeitos das disposições previstas no inciso II do artigo 150 do CTN. desde que nesta medida judicial haja referência à obtenção de medida liminar em ação cautelar inominada para que XYZ Telefônica Ltda. ajuizou ação de rito ordinário.00 (seis mil reais). com vencimento em todo dia 15 do mês subseqüente ao de referência. do qual constava apenas o período da consecução das obras e as conse qüentes mudanças no tráfego daquela área. O(A) candidato(a) deverá ingressar com Mandado de Segurança.000. que são utilizados para delimitação da obrigação tributária.. . igualmente. Deverá argum entar ainda que o art.00 (dez mil reais) para R$ 12. 109 e 110 do Código Tributário Nacional. considerando-se.mensais. as obras foram iniciadas no prazo previsto. considerando que já houve -se citação no bojo da execução fiscal e que o executado foi intimado da penhor que recaiu sobre o próprio imóvel há 15 a (quinze) dias. detentora do direito de uso de 50 linhas telefônicas no Estado de São Paulo. perante uma das Varas da Fazenda Pública na Cidade de São Paulo. Na vigência da Lei Complementar nº 70/91. Naquela oportunidade. ainda. sob argumento de que cobrança é inconstitucional o § 2º do arigo 145 da Constituição t Federal (Natureza Jurídica Específica do Tributo) que veda a instituição de taxa com base de cálculo própria de Imposto (verificar. III combinado com o art. No curso do processo. publicada há menos de 5 (cinco) dias. que o processo foi ajuizado em São Paulo-SP. sustentando que o intérprete e aplicador da lei tributária não pode se afastar das definições dos institutos jurídicos dos outros ramos do direito. a Prefeitura do Município de São José da Serra realizou obras de pavimentação asfáltica na zona norte da cidade. 82 do Código Tributário Nacional. não incide a QUESTÃO: Como advogado da contribuinte.. No exercício de 1996. sob o fundamento de que a alienação de imóveis enquadra na hipótese de incidência prevista -se no art. emitidas pela XYZ telefônica de São Paulo Ltda. Como advogado(a) de ABC Ltda. De acordo com esse diploma. ABC Ltda. sustentando o vício formal da cobrança. O examinando deverá apresentar Embargos à Execução. QUESTÃO: Na qualidade de advogado de Caio. se abstenha de realizar a cobrança da referida Taxa. da contribuição de melhoria que foi instituída pela Lei Municipal nº 12. efetuando a cobrança. e está sendo executado judicialmente para pagamento do montante equivalente a R$ 6. posto que não foi observado o procedimento previsto no art.

ingresse com a medida judicial cabível para defender os interesses de sua cliente. em que funciona o setor industrial e administrativo. pela Portaria nº 1. 4. Caso a tutela antecipada seja indeferida. A VXZ Ltda. teve contra si lavrado um Auto de Infração pela Fiscalização Estadual. Lúcio adquiriu de Caio um imóvel. uma vez que o art. As convenções entre particulares não são oponíveis ao Fisco. 33. A empresa poderá ajuizar ação declaratória de inexigibilidade da taxa. de 23. QUESTÃO: Como advogado (a) da contribuinte. uma vez que a alíquota a ser aplicada deve ser aquela vigente à época do fato gerador. responde pelo débito perante o Município. I da Constituição Federal e art. deverá a empresa efetuar o depósito judicial do montante em discussão. Tendo recebido. do mesmo código.. Não. em caso afirmativo. exonerando -se Lúcio de qualquer responsabilidade perante o Fisco Municipal. recentemente. Lúcio perquire se há possibilidade de transferir a Caio o ônus do seu pagamento e. em 05.COFINS sobre a venda de imóveis. com a finalidade de suspender a exigibilidade. De acordo com a Portaria. perante uma das Varas da Fazenda Pública em São Paulo ou perante uma das varas cíveis da comarca do interior. Caio comprometeu a quitar esse débito.05.03. sem emissão de nota fiscal. a partir da entrada em vigor da Lei Complementar nº 87/96.698.830/80. Qual seu aconselhamento? É possível o creditamento. com fulcro no artigo 38 da Lei 6. perquire se é possível creditar-se do valor total do ICMS destacado na fatura da energia elétrica utilizada no seu único estabelecimento. como proceder. 151. com pedido de antecipação de tutela. 3. questiona -o sobre a obrigatoriedade do pagamento da tax e sobre qual medida poderia adotar visando se eximir de futuras a autuações e garantir a expedição de certidões de regularidade fiscal.90.95. No contrato de compra e venda. o que implicou falta de pagamento do ICMS. 2. de 17. Qual seu parecer? A cobrança é ilegítima porque a taxa é espécie do gênero tributo. A indústria química QMB S/A. em 21. objetivando a anulação do lançamento realizado. No Auto de Infração e Imposição de Multa a fiscalização exigiu a cobrança do imposto calculado pela alíquota de 18% e da multa de 30% pela inadimplência. em seu artigo 177 a isenção não é extensiva: às taxas às contribuições de melhoria aos tributos instituídos posteriormente a sua concessão. 130 e 131. A empresa "Indústria e Comércio de Móveis de Madeira Santo Antônio Ltda". inclusive em grau de recurso.95. I . nos termos do art. nos . indistintamente. 123 do Código Tributário Nacional. poderá cobrar o valor de Caio por via regressiva. fixava a alíquota de 10% e multa de 40%. 150. relativo ao exercício de 1996. conforme o disposto no art. alegando que não despeja qualquer tipo de poluente no rio. todas as indústrias localizadas no município seriam contribuintes da referida taxa. Em 1998. mediante ação própria de caráter condenatório. empresa que se dedica à fabricação e comercialização de produtos de limpeza.88. do Código Tributário Nacional. 9º. 1. segundo estabelece o CTN. Ação Anulatória de débito fiscal e/ou de lançamento tributário. a teor dos arts. uma notificação de cobrança do tributo. O Secretário Municipal do Meio Ambiente de uma cidade localizada às margens do Rio Paranapanema instituiu. II. uma vez que foi identificada a realização de uma operação de venda de mercadorias. Um constituinte indaga se o Instituto da isenção é aplicável a todos os tributos. vigente na data de ocorrência do fato gerador. No entanto. publicada nesta mesma data. razão pela qual deve necessariamenteestar prevista em lei em sentido estrito. Lúcio. 191 do Código Comercial define como mercadoria apenas os bens móveis e semoventes. a cobrança de taxa visando custear a atividade de fiscalização e controle da emissão de poluentes no rio. sobre o qual pendia débito do Imposto Predial e Territorial Urbano ± IPTU. do Código Tributário Nacional.10. de 30 de dezembro de 1998. portanto.896. consoante permite expressamente o seu art.07. conforme previsto na Lei nº 7. nos termos do art. na qualidade de atual proprietário. sendo certo que a Lei nº 5.

o candidato deverá sustentar que a base de cálculo da taxa é idêntica à do Imposto de Importação II). Com relação a multa. contra ato do Ilmo. O candidato deverá ainda requerer a concessão de liminar. impedido de atracar porque a empresa recusa -se a pagar esse tributo.03.25% do valor FOB da totalidade das mercadorias transportadas pelo navio.533/51. apontar a falta de correlação lógica entre a atividade de polícia e o valor da taxa. QUESTÃO: Como advogado(a) do(a) contribuinte. transportando bens alimentícios perecíveis no valor de R$ 1. o pedido será de antecipação de tutela. os mesmos fundamentos do parágrafo anterior. No mérito. QUESTÃO: Como advogado(a) da empresa. Por meio de fiscalização realizada em 25. na qualidade de autoridade reponsável pela exigência indevida. ainda. subseção judiciária de Santos ou subseção judiciária de Fortaleza). proponha a medida judicial hábil a permitir o desembarque da mercadoria sem o pagamento do tributo. 78. utilizando em relação ao mérito. a Receita Federal. perante uma das Varas da Justiça Federal da Subseção Judiciária de Santos. Poderá o candidato.termos do artigo 144 do CTN. Não v sendo pago o crédito tributário. de acordo com os critérios de competência do art. ainda. Sr. com base na legislação vigente nesta data.99. 109. Não poderá. Admite-se também a propositura de ação ordinária. da Constituição Federal. A União Federal. órgão vinculado ao Ministério da Justiça.815/80 ( Estatuto do Estrangeiro) e pela definição do art. O candidato deverá sustentar que se encontra extinto o direito da Fazenda Pública Federal pelo decurso do prazo prescricional previsto no artigo 174 do CTN. com o pedido de declaração da inexistência de relação jurídico tributária que obrigue a empresa a pagar o tributo.00 (um milhão de reais). a ação deverá ser dirigida contra a União Federal. . já que amparado pelos arts. cuja petição inicial foi deferida pelo MM.". opostos perante uma das Varas das Execuções Fiscais Federais.93. Dr. Embargos do devedor à Execução Fiscal. após regularmente citado para o pagamento da referida execução. a Fazenda Pública.000. Nesta hipotése. por intermédio do Departamento de Polícia Federal. Em 15 de maio de 1999. encontra -se atualmente ao largo do porto de Santos. parágrafo único. foi efetuada a penhora de bens da empresa. do Código Tributário Nacional. com a competente impugnação administrativa.000.. a serviço da empresa "Lice ± Linhas Cearenses de Navegação S. 145. discutir a legalidade do procedimento de polícia. do Código Tributário Nacional.00 (um milhão e oitocentos mil reais) relativamente à falta de pagamento do Imposto Sobre a Renda (IR) incidente sobre o lucro apurado em operação de vendas de mercadorias realizadas durante o ano de 1983. nos termos do artigo 16 da Lei 6. §2º. II. Se optar por ação ordinária. lavrou Auto de Infração e Imposição de Multa (AIIM) no valor de R$ 1. contudo. da Constituição Federal (seção judiciária do Distrito Federal. contra ato do Delegado da Polícia Federal em Santos. ingressou com Execução Fiscal. nos termos do artigo 106 e incisos do CTN.800. imediata e tempestivamente. o que pode comprometer o requisito de referibilidade do tributo.08. após inscrição na dívida ativa. da Lei nº 6. Juiz em 24. invocando o periculum in mora consistente no perecimento dos alimentos transportados. impetrar mandado de segurança perante uma das Varas da Fazenda Pública Estadual ou uma das Varas Cíveis da comarca do interior. deverá ser ap licada a mais benéfica ao contribuinte.830/80. O navio "Aracati". Poderá. 22 e segs. ( conforme definido pelo art. conforme os r quisitos e do art. com fulcro na lei 1. §2º. incidindo portanto a vedação do art. Não concordando com a referida exigência. com pedido de liminar.000.A.08. passou a exigir dos transportadores de produtos por via marítima uma taxa. Delegado Regional Tributário. o contribuinte ingressou. 20. Mandado de segurança. rejeitada por decisão desfavorável que transitou em definiti a em 24. A taxa é cobrada a uma alíquota de 0. promova a medida judicial adequada a resguardar os direitos de sua constituinte. em virtude do exercício do poder de polícia consistente na fiscalização de embarcações para evitar a entrada irregular de estrangeiros no território nacional. 273 do Código de Processo Civil.89 na empresa "Comércio de Materiais para Construção João de Barro Ltda". com sede na cidade de Fortaleza.

nem a informou a respeito depois que a obra estava pronta. 33 do Código Tributário Nacional. Explique. I .. A empresa não apresentou defesa administrativa. do Código Tributário Nacional. 145. a medida judicial cabível para desconstituir o indigitado auto de infração e assegurar o direito do contribuinte de obter certidões d regularidade e fiscal durante o trâmite da ação. Tampou requereu à Prefeitura Municipal licença para co construção. realizou o lançamento suplementar do Imposto Predial e Territo Urbano ± IPTU dos rial exercícios de 1994 a 1999.Uma empresa consulta-o indagando do prazo para a consumação da prescrição dos tributos Estaduais. QUESTÃO: Considerando-se que o serviço em questão não consta da lista anexa ao Decreto-lei nº 406/68. Túlio construiu uma edícula em terreno de sua propriedade e deliberadamente deixou de efetuar a averbação da construção à margem da respectiva matrícula. A exação assim dimensionada é legítima? Explique. Além disso a limpeza pública não é um serviço divisível. em nome da contribuinte.999 aprovada em 31 de dezembro de 1998. é empresa prestadora de serviços de acesso à rede mundial de computadores (provedora de internet) e nessa qualidade foi autuada e multada pelo Fisco Municipal. contados da data da sua constituição definitiva.Em 1993. Assim. razão pela qual a exação em questão extrapola a competência atribuída ao Munic ípio pelo art. A Virtual Ltda. conforme artigo 148. da Constituição Federal. uma vez que é inconstitucional. Como advogado(a).. pois só a União pode instituir empréstimo compulsório. deverá se limitar àqueles exercícios em relação aos quais ainda não se operou a decadência. De acordo com o auto de infração lavrado no mês de janeiro pp. Como advogado (a).Determinado Município institui a cobrança de taxa visando remunerar se dos serviços de limpeza de vias e logradouros públicos. Deverá focalizar o entendimento doutrinário e jurisprudencial no sentido de que a competência tributária dos Municípios é condicionada pela . § 2º. VIII. o Município. seria de rigor o recolhimento do imposto sobre as receitas decorrentes das mensalidades pagas pelos associados. O examinando deverá confeccionar ação anulatória de débito fiscal endereçada a uma das varas da fazenda pública da comarca da capital. RESPOSTA: Não. Túlio indaga -lhe se esse lançamento suplementar é lícito e qual seu fundamento. Em fevereiro de 2000. localizada na cidade de São Paulo-SP. equivalente ao diferencial correspondente à construção clandestina.1 . com fundamento no art. as taxas não poderão ter base de cálculo própria de impostos. isto é. 4 . em sede de lei complementar. 146. Todavia. qual o aconselhamento ao Prefeito? RESPOSTA: O Prefeito não poderia sancionar o projeto de lei. recebeu da Câmara de Vereadores um projeto de lei institui do empréstimo compulsório n devido pelos habitantes não atingidos pelo flagelo. tendo em vista a previsão específica de tributação do serviço de acesso à internet na Lei Municipal nº 9. O valor venal do imóvel constitui base de cálculo do IPTU. da Constituição Federal prevê que a cobrança dos impostos discriminados na constituição está sujeita à prévia definição dos respectivos fatos geradores. Os objetivos deverão ser perseguidos em uma única ação. 145. aos exercícios de 1995 em diante. tem o Estado o prazo de cinco anos para impetrar a ação assecuratória do crédito tributário. II. a. RESPOSTA: O lançamento suplementar é possível em sede de revisão de lançamento. 3 . De acordo com o art.5% sobre o valor venal do imóvel. sustentando a ilegitimidade do lançamento em questão. descobrindo a existência da construção. III. Findo esse prazo. qual é sua orientação? RESPOSTA: O prazo prescricional está previsto no artigo 174 do CTN que dispõe: A ação para cobrança do crédito tributário prescreve em cinco anos. bases de cálculo e contribuintes. 2 . nem da Lei Complementar nº 56/87. conforme art. tendo em vista que o art. O valor dessa Taxa de Limpeza é obtido mediante a aplicação da alíquota de 0. ocorre a extinção do crédito mediante a prescrição. mas ainda não foi executada judicialmente. em razão do não recolhimento do Imposto Sobre Serviços ± ISS relativo aos meses de janeiro a dezembro de 1999. a fim de cobrir despesas com o atendimento da população atingida pela seca em seu Município. depois de completado o lançamento. da CF.O Prefeito de uma cidade do interior do Nordeste. qualificando como contribuintes todos os proprietários de imóvel. adote. 149.

para tanto. QUESTÃO: Na qualidade de advogado da "Almeirão e Filhos Ltda. no atacado. nos termos do art. A medida liminar foi negada. Pode-se. com pedido de liminar. subsidiariamente. documentos que comprovam tanto a falha no sistema quanto a permanência dos produtos tidos como vendidos em seu estoque. cobrando-lhe ainda o Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços . §1º da Constituição Federal). 150. propor ação declaratória negativa de débito fiscal. adote a medida adequada para viabilizar a outorga da escritura de compra e venda do imóvel no prazo fixado. não há que se cogitar na aplicação do art. na verdade." tem por atividade principal a comercialização. Deverá ainda observar os req uisitos formais de interposição do agravo de instrumento. a ser pago pelo adquirente. a alienação inter vivos de bem imóveis está sujeita à incidência do Imposto de Transmissão de Bens Imóveis ± ITBI. A sociedade "Almeirão e Filhos Ltda. Caio está adquirindo um bem imóvel situado no Município de São Paulo. sustentando a ilegitimidade da cobrança do ITBI pelo regime de alíquotas progressivas. atraindo a incidência das alíquotas superiores a 2%. mediante o pagamento do ITBI pela menor alíquota. §1º da Constituição Federal. desde que o candidato demonstre saber a quem deve a defesa ser dirigida). 4 e 6%. porquanto não há correlação necessária entre a capacidade contributiva e o valor do imóvel A gradação do imposto de acordo com a capacidade . Preferencialmente deverá o examinando indicar jurisprudência a respeito. tudo para viabilizar o acesso à certidões de regularidade fiscal. dirigida ao Serviço do Anexo Fiscal da Comarca de São Bernardo do Campo. À medida que não há previsão expressa do ITBI progressivo. a atividade possa ser caracterizada como serviço de qualquer natureza.374/89. contra o Diretor do Departamento de Rendas Imobiliárias da Prefeitura do Município de São Paulo. Deverá ainda ser formulado pedido de antecipação d tutela para e suspender a exigibilidade do crédito ou. o sistema informatizado de controle de estoque não registrou o cancelamento da operação. Possui. foi intimada da lavratura de Auto de Infração e Imposição de Multa pela Secretaria da Fazenda do Estado de São Paulo. ocasião em que. Por outro lado. da Lei Estadual nº 6. Há 20 (vinte) dias. inclusive no regime de alíquotas progressivas. para calcular e recolher o tributo à alíquota de 2% sobre o valor total da operação. ainda. QUESTÃO: Considerando que a decisão denegatória da medida liminar foi publicada na imprensa oficial há 5 (cinco) dias. § 1º. tendo em vista o princípio constitucional da capacidade contributiva (art. 206 do Código Tributário Nacional. 3. dirigida ao Delegado Regional Tributário do ABCD (ou outra autoridade equivalente. não sendo lícita a cob rança do imposto sobre serviços não constantes da lista. De acordo com a Lei nº 11. ainda que previsto em lei municipal e ainda que.". 145. da Constituição Federal. O caminho mais recomendável é a apresentação de defesa administrativa. dando baixa dos produtos vendidos. de material de limpeza. mas que por problemas internos. necessariamente.ICMS correspondente. O examinando deverá interpor Agravo de Instrumento endereçado ao 1º Tribunal de Alçada Civil de São Paulo. cuja escritura deverá ser outorgada em 10 dias. com base no art. a exação do Município de São Paulo fere o art. do ponto de vista econômico. pelo rito ordinário. deverá apresentar a competente guia de recolhimento do imposto devidamente quitada. que lhe aplicou penalidade por haver vendido mercadorias sem a emissão da correspondente nota fiscal de saída. sob o argumento de que o Município tem competência para definir a alíquota do imposto. pois trata desigualmente contribuintes que se encontram em situação semelhante. 145. deverá ser requerida a realização do depósito judicial com a mesma finalidade. tome a medida cabível para cancelar o Auto de Infração e Imposição de Multa lavrado contra a empresa. A "Almeirão e Filhos" sustenta que. contributiva somente seria lícita nos chamados impostos pessoais. em especial a Súmula nº 45 do 1º TAC.154/91 do Município de São Paulo.taxativa lista de serviços da lei complementar federal. Considere que a empresa tem sede em São Bernardo do Campo. II. Ciente de que o valor da operação supera o limite da menor faixa de valor. . Caio impetrou Mandado de Segurança. com pedido de efeito suspensivo ativo. incidentes sobre as parcelas do preço divididas em faixas de valor em tabela específica. a venda daqueles produtos foi cancelada antes que houvesse a sua efetiva saída do estabelecimento comercial. 89. A cobrança do imposto é feita sob o regime de alíquotas progressivas de 2. tendo em vista que não há permissão constitucional expressa para a instituição dessa fórmula de cobrança do ITBI.

No curso dessa atividade. seu cliente constatou que existe disposição que exclui da base de cálculo dessa contribuição os valores a título de ICMS "retido pelo contribuin na condição de te substituto tributário" (Lei nº 9. como não é exigido imposto. o candidato deverá sustentar que." tem por objeto social a venda de pisos de madeira para residências. de ofício.A sociedade "Piso Maciço Revestimentos de Pisos e Paredes Ltda. do CTN. A defesa a ser apresentada deverá se basear no art. 3º. já que não foi descumprida a obrigação acessória de emitir nota fiscal. conforme a previsão específica para cada estado.Em agosto de 1998. visando à cobrança de diversas multas por inobservância da legislação tributária no período de vigência do regime especial. da Constituição Federal. foi lavrado auto de infração contra a empresa. 146 do Código Tributário Nacion que afirma que as alterações al. quanto a fato gerador ocorrido posteriormente à sua introdução". consulta à Secretaria da Receita Federal. 144. a sociedade "Sonho Meu Comércio de Alimentos Ltda. 1 . se não houve circulação das mercadorias. seu cliente tem dúvida sobre o exato sentido dessa expressão. Em virtude desse fato.A sociedade "Feliz Ano Novo Indústria e Comércio Ltda.02 . que impõe ao contribuinte o dever de recolher o ICMS incidente sobre operações que não praticou. A fiscalização detectou a omissão de declaração em março de 2000. Considerando que o -se serviço está compreendido na competência tributária dos Municípios e que a legislação re spectiva é silente quanto à matéria. 4 . É possível. em 01. fixando o entendimento de que aquele produto era tributado pelo IPI à alíquota de 5%. "em relação a um mesmo sujeito passivo. da Lei Complementar nº 87/96). já que a legislação do ISS não sujeita a operação à incidência exclusiva do ICMS. enquanto aguardava a resposta. a Receita Federal. 6º da Lei Complementar nº 87/96. 100. correspondente ao chamado "caixa dois". para apurar o imposto devido.715/98. por força do art. os critérios novos não são aplicados a fat s pretéritos. A sociedade pergunta-lhe se é possível que a fiscalização adote. 2º. Se as operações forem posteriores. em resposta à consulta formulada. porém. autorização para comercializar produtos com regime especial de recolhimento do ICMS.99. entendendo que um determinado produto por ela fabricado encontrava -se abrangido pela isenção do IPI. a Secretaria da Fazenda cancelou. não ocorreu o fato gerador do tributo (art. 2 . Nesta mesma data. cobrando de seus clientes um preço único pela venda de mercadorias e pelo serviço prestado. trata-se da hipótese de substituição tributária "para frente" a que se refere o art. Desta forma. I. o contribuinte recebeu o . tam bém presta o serviço de colocação dos pisos vendidos. Em 22. pergunta-se: na operação. que passou assim a se submeter às mesmas regras aplicáveis aos demais contribuintes.99. VI. Na qualidade de advogado da empresa. procedimento administrativo que não era permitido à época da ocorrência do fato gerador. o regime especial concedido à sociedade. dos critérios de lançamento de tributos deverão ser aplicadas. da Lei Complementar nº 87/96. A Indústria de Artefatos de Madeira Ltda. 3 . § 7º.. antes de qualquer manifestação do Fisco formulou. A falta de recolhimento deveu-se ao fato de a empresa não haver declarado à Receita Federal parcela substancial de seu faturamento.11. Porém.No mérito. incide apenas o ICMS. parágrafo único.Ao consultá-lo sobre os valores que compõem a base de cálculo do PIS. poderá invocar também o art. após confrontar a movimentação bancária da sociedade. Em dezembro de 1999. procedimento este que passou a ser permitido por lei promulgada em 1999. 2º. §1º. apenas o ISS ou ambos os impostos? Por quê? Incidem ambos os impostos. posicionou -se oficialmente." obteve. O que ela significa? A substituição tributária é instituto previsto no art. 150. o Além disso. continuou comercializando o referido produto ao abrigo da isenção. já que a orientação anterior da autoridade fazendária é norma complementar de direito tributário. que permite a aplicação de lei posterior ao fato gerador que amplie os poderes de fiscalização das autoridades administrativas. Dessa forma. sendo -lhe dadas condições de cálculo e pagamento do tributo mais adequadas a sua atividade comercial. da Secretaria da Fazenda do Estado de São Paulo. do Código Tributário Nacional. art. tampouco se faz devido o pagamento de multa. oriente-a quanto à linha de defesa possível neste caso. tendo em vista o art. parágrafo único)." deixou de recolher a COFINS incidente sobre seu faturamento. apenas multa.

A.12. notificou regularmente a empresa KLM Distribuidora de Produtos Alimentícios Ltda. O mandado de segurança deverá ser dirigido a alguma das Varas Federais da Subseção Judiciária de Santos e apontar como autoridade coatora o Inspetor da Alfândega do Porto de Santos. 150. pergunta se o espólio responde por tod os débitos tributários. nos termos do artigo 16 da Lei 6.DARF (Documento de Arrecadação de Receitas Federais).1999) fixado para pagamento.1999. para recolher. ao sujeito passivo. perante uma das Varas Cíveis da Justiça Federal. Atualmente. Deverá contest o prazo ar (15. de grande circulação. um lote de 1. ingresse com a medida judicial adequada à defesa dos interesses da constituinte. já que a inscrição na Dívida Ativa concretizou-se após o decurso do prazo de 05 anos contados da data da regular notificação. Citada da execução e penhorados bens da contribuinte. obrigando à redução da tiragem diária do jornal. visando a anulação do débito tributário ou do lançamento tributário. suspendendo de vez a impressão do jornal. para desembaraçar imediatamente a mercadoria sem o pagamento do . com Ação Anulatória fundamentada no artigo 38 da lei 6.12. acione o instituto judicial pertinente. da lavratura de Auto de Infração e Imposição de Multa (AIIM) contra a contribuinte. não podendo ser cobrado imposto sobre a sua importação.11. apenas corrigido monetariamente. por ter apurado a venda de mercadorias em 14. do lançamento tributário (artigo 174 CTN). emitido pela Receita Federal. juros de mora e multa moratória de 20%. QUESTÃO: Como advogado(a) da empresa.99. até 22.99 e a Execução Fiscal foi protocolizada em 18. até o dia 15. Em face da falta de pagamento do referido débito. O(A) candidato(a) deverá ingressar. com Embargos à Execução ou Embargos do Devedor. portanto. nos termos do § 1º do artigo 160 do CTN.94.". Deverá ser impetrado mandado de segurança. o mesmo foi devidamente nscrito na Dívida Ativa em i 12. o candidato deverá sustentar que o papel destinado à impressão de jornais beneficia-se da imunidade do art. sob o fundamento de que a Fazenda Pública perdeu o direito de Ação. VI. visto que.A. realiza periodicamente a importação de papel para impressão do jornal "Gazeta de São Paulo".09. ao consultá-lo. A Fiscalização Estadual de São Paulo.522/51. contratou-o(a) para defender seus interesses.830/80. No mérito. que exige para tanto o recolhimento do Imposto de Importação incidente na operação. com pedido de medida liminar. mesmo os desos conhecidos à data da abertura da sucessão. Estima-se que em 4 (quatro) dias o estoque de papel se esgotará. assim como o prazo fixado para pagamento é de 30 (trinta) dias contados da data em que o sujeito passivo foi notificado do lançamento. A sociedade "Editora São Paulo S.04. vez que se deu a extinção da obrigação tributária pela ocorrência da prescrição (inciso V." dedica-se à atividade jornalística e. o tributo devido acrescido de correção monetária. d. sendo desta mesma data o despacho do Juiz que deferiu a inicial. do artigo 150 do CTN). da Constituição Federal. sob os mesmos fundamentos jurídicos acima apontados. A exigência fiscal vem comprometendo seriamente o funcionamento das oficinas de impressão. não recolhido pela empresa.000 toneladas de papel.99 o contribuinte poderia levar a efeito o recolhimento do valor do tributo devido. encontra -se retido na alfândega do porto de Santos. o que implicou a falta de recolhimento do tributo devido. relativamente à cobrança de juros moratório e da multa de mora no percentual de 20 %. é indevida a cobrança de juros e da multa moratória. Caberá. em data de 23. 1 . visando ao imediato desembaraço da mercadoria importada sem a necessidade de pagar o imposto de importação. Como advogado(a) qual seria sua orientação? QUESTÃO: Na qualidade de advogado(a) da "Editora São Paulo S.1989. contestando a exigência. sem emissão de nota fiscal.Seu cliente. a impetração de Mandado de Segurança com base na Lei 1. perante o Juízo do Anexo das Execuções Fiscais Estaduais competente. nessa qualidade. também. proponha a medida judicial cabível. O(A) candidato(a) deverá ingressar. QUESTÃO: Como advogado(a) da empresa. a empresa KLM Distribuidora de Produtos Alimentíci s o Ltda.12.830/80.12. tributo. cujo desembaraço vem sendo obstado pela Inspetoria da Alfândega daquela localidade. na pendência de consulta..

A empresa Júpiter Ltda. incidentes sobre o valor venal do imóvel e . Conforme o art. em via de serem ". acredita ser vantajoso oferecer carta de fiança bancária como garantia da execução. III do CTN). que era de 40%. Para tanto. que determina a aplicação retroativa da lei tributária que comine penalidade menos severa que a lei vigente na época da infração. formalizada pelo ato respectivo. além da "data em que foi inscrita". O valor do auto de infração considerou o montante do imposto devido." recebeu mandado de citação para pagamento ou nomeação de bens à penhora em execução fiscal. lavrado o auto de penhora. ser totalmente irregular a qualidade do mesmo e dos demais sócios como sujeitos passivos da execução. Como tem bom relacionamento com o banco onde possui conta corrente. 135. 131. salvo no que diz respeito à responsabilidade pela atualização monetária e pelos juros moratórios.999/97.05. que previa a cobrança do tributo pelo regime de alíquotas progressivas. CTN). de 0. Qual sua resposta? A carta de fiança pode ser oferecida como garantia do juízo em execução fiscal e produz os mesmos efeitos do depósito em dinheiro. nem consta a data da sua inscrição. perante uma das Varas do Anexo das Execuções Fiscais. 4 . tempestivamente apurado e declarado ao Município de São Paulo. a empresa contribuinte foi au-tuada pela fiscalização. d eixou de ser pago porque a empresa não tinha disponibilidade financeira. foi promulgada lei estadual reduzindo a multa por não pagamento do imposto. em 15.5%. al. Ao analisar esta certidão. em razão da referida pendência de ICMS. Todavia. Existe fundamento para pleitear a nulidade do título executivo? Qual? Sim. nem ter sido praticado qualquer ato contra os estatutos e o contrato social (art. QUESTÃO: Como advogado do sócio José Antônio. 106. se tem o direito de fazê-lo mesmo que tenha saldo livre em conta corrente para prestar garantia em dinheiro. A sociedade executada indaga-lhe se é possível o oferecimento de carta de fiança bancária e. deixou de recolher o Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços ± ICMS. por alíquota superior a 0. vencido no decorrer do exercício de 1999. lançados. contra os sócios que não foram citados anteriormente como pessoas físicas. Um dos sócios. Além disto. 9º. No final daquele exercício. c do Código Tributário Nacional.830/80. referente a fatos geradores ocorridos em janeiro de 1990 que. CTN). há menos de cinco dias. e também. O candidato(a) deverá apresentar Embargos do Devedor à Execução Fisc com fulcro no artigo 16 da Lei 6.93. tendo em vista o disposto no art. alegando que na qualidade de sócio e por não ter sido a empresa extinta irregularmente (art. Qual a sua orientação? O contribuinte tem direito ao pagamento do débito com redução da multa para 20%. em caso afirmativo. §§ 3º e 4º). ofereceu um de seus imóveis em garantia. com arrematação dos bens penhorados. III.A empresa Alpha Ltda. mencionada especificamente a disposição da lei em que seja fundado". 174 do CTN. O espólio responde por todos os débitos tributários do "de cujus sejam eles conhecidos.2000 os sócios da executada foram citados para pagar o restante da dívida ou garantir a execução. visando à repetição dos valores recolhidos a título de IPTU. alegou-se a inconstitucionalidade da fórmula de cálculo introduzida pela Lei Municipal nº 9. ajuizou ação de rito ordinário. que continuam fluindo (Lei nº 6. art.12. inc. foram afinal julgados improcedentes os embargos da empresa. uma vez que os bens p enhorados não foram suficientes para liquidar o crédito em discussão e não possuindo a empresa outros bens. Oferecidos bens em garantia. pelos débitos desconhecidos à data de abertura da sucessão.03.5% a 3%. Nesta semana.. de nome José Antônio. 2 .830/80. ( art. a Certidão de Dívida Ativa deverá indicar "a origem e a natureza do crédito. Questiona-se sobre a possibilidade de o pagamento do débito com a redução da multa. 202 do Código Tributário Nacional. A empresa Marmoraria Ltda. no exercício de 1998. 134. para 20%.A sociedade "Cibus Ciborum Comércio de Alimentos Ltda. instrumente o meio adequado em prol do cliente.Seu constituinte recebeu citação para uma execução fiscal. em 31. III.com base no art.. que veio acompanhada por cópia da Certidã de Dívida o Ativa. proprietária de imóvel situado no Município de Pinheiros -SP. em d de ata 20. você verificou que não existe menção aos dispositivos legais em que se funda o crédito executado. foi regularmente citada em processo de execução para pagar ou garantir o juízo relativamente a débito de ISS. VII. que seja decretada a prescrição. se não for acatada a exclusão do polo passivo da execução. 3 .Sim. atualizado monetariamente e acrescido ainda da multa de 40% sobre o valor t tal.2001.

a empresa não vinha efetuando o recolhimento desse imposto. majoração da carga i tributária. sofreu autuação em 15 de julho de 1995.SP: a matriz. ainda ser impetrado mandado de segurança com base na Lei 1. I. publicado no Diário Oficial do Município desta semana. o novo Prefeito. Poderá. de 12/08/93. I do C. 178 do Código Tributário Nacional CTN. combinado com art. que fixava o valor originário do IPVA em R$ 1. pretende revogar aquele benefício fiscal. conforme artigo 38 da Lei 6. a tutela antecipatória para suspender a exigência da exação tributária em discussão. en dereçado a uma das Varas Cíveis da Justiça Estadual. nessa qualidade. exercite a medida judicial conveniente ao interesse des ta. e a filial. por fato gerador ocorrido em 1º de janeiro de 1989. QUESTÃO: Como advogado da o RLBO. foi cobrado o valor originário de R$ 3. 156. se baseada no desatendimento da função social da propriedade imóvel previamente definida em lei federal. 104.589. Alternativamente poderá o candidat ingressar com o uma ação declaratória de inexistência de relação jurídica objetivando através de sentença. Pela falta do pagamento do IPVA. 182. tendo em vista isenção específica concedida às empresas da região. sob o fundamento de qu o indigitado regime de alíquotas e progressivas tem respaldo constitucional e constitui importante instrumento de desenvolvimento social no Município.T. Se fosse por homolagação. a fim de angariar receita necessária para financiar projetos sociais. razão pela qual. da Constituição Federal. bem como a progressividade in casu foi instituída independentemente do fator tempo.N. para que. tendo em vista que a revogação da isenção signifca.O contribuinte Pirro. possui dois estabelecimentos situados no Município de São Paulo . O examinando deverá então impetrar Mandado de Segurança.variáveis em função da extensão e destinação. Perquirido por Pirro. Além disso é sustentável a aplicação do art. que positivam o princípio da anterioridade. parágrafo 1º e o art. 2 . só teria o necessário respaldo constitucional.700. A RLBO Ltda. a declaração da ilegalidade do ato praticado. 1 . QUESTÃO: Como advogado da empresa contribuinte. em sentença publicada há cinco dias. Além disso a diferenciação deveria ser progressiva no tempo e não imediata. a exação em questão ofende o art. ainda que o Decreto tivesse força para revogar a lei. Desde o exercício de 1999. decidiu-se pela cisão da sociedade. de parte da Fazenda do Estado. por força da Lei Municipal nº 98/98. a empresa não fique sujeita à imposição de multas e cobrança executiva. do ponto de vista econômico. II. dedica-se ao ramo de prestação de serviços técnicos de engenharia e estaria. julgou improcedente a demanda. em razão do não recolhimento já a partir do próximo mês. manipule o instituto judicial hábil a garantir à empresa o benefício da isenção. setecentos e cinqüenta reais) e multa de 30% (trinta por cento) sobre o valor do imposto não solvido. Considere para tanto que o fórum local não possui vara privativa da Fazenda Pública. I. Na data do fato gerador. baixou o Decreto nº 01/01.A Indústria Estrela do Norte Ltda.750. com a criação de uma nova pessoa jurídica. Para acomodar divergênciasentre os sócios. § 4º. em que se desenvolve a atividade produtiva. A revogação da isenção legal por Decreto viola o art. A medida judicial mais adequada é a propositura de ação anulatória de débito fiscal também denominada de ação anulatória de lançamento tributário. Para tanto. pelo não pagamento do IPVA. sujeita ao recolhimento do ISS.. com pedido de medida liminar.00 (três mil e setecentos reais) mais a multa de 20% (vinte por cento) com lastro na Lei nº 4. pleiteando ainda. 150. a Cruzeiro do Sul Indústria e . do CTN. da Constituição Federal. somente poderia gerar efeitos a partir do exercício de 2002. qual seria seu parecer e sua justificação? O lançamento tributário ocorreu após o decurso do prazo para a constituição do crédito tributário previsto no artigo 173. morador em São Paulo. II. vigia a Lei nº 6. O Juiz da Vara do Anexo Fiscal da Comarca de Pinheiros. então seria cabível ação declaratória. vigente à época da apuração da infração. como instrumento de estímulo ao desenvolvimento social. Como não existe lei federal definindo as funções sociais da propriedade dos diversos bens imóveis.. que tomou posse no dia 01 de janeiro de 2001.533/51. O examinando deverá interpor recurso de apelação dirigido à própria vara local.00 (um mil. em que se desenvolve o comércio. onde houver. que determinou a todas as empresas beneficiárias da isenção que voltassem a efetuar o recolhimento do ISS já a partir d próximo mês. A competência para tais ações será do Juízo da Vara da FazendaPública. Todavia. empresa situada no Município de Salto-SP.830/80 pe fato de o lançamento ter sido efetuado lo de ofício.538. sustentando que a utilização do IPTU. passando a viger no exercício imediatamente seguinte à lei instituidora.

pressupõe a transferência da titularidade do bem. A ação deverá ser endereçada a uma das varas da Justiça Federal de São Paulo . Caio e Tício são os únicos sócios da empresa XPTO S/A. data da sua publicação no Diário Oficial da União. além do art. 5º. No mais. 5º. com pedid de medida liminar. sem observância ao devido processo legal e à ampla defesa. o que viola o art. O ato coator representa ainda instrumento oblíquo de satisfação do crédito tributário. Diante das divergências administrativas entre ambos. 150. que atuava no ramo de industrialização e comércio varejista de tubos de plástico. adote a medida judicial adequada à obtenção imediata do referido registro. Qual seu aconselhamento à YYY Ltda. que estava no estabelecimento matriz. que se dedica à manufatura de artefatos de plástico. o que viola o art. a fiscalização estadual lavrou auto de infração e imposição de multa contra a Estrela do Norte Ltda. a inscrição vem sendo negada pela Delegacia da Receita Federal de São Paulo .Comércio Ltda. assumindo caráter de cobrança coativa.SP. não lhe sendo possível impor outros gravames ao contribuinte. deseja passar a atender o mercado externo. à liberdade de associação e à liberdade de iniciativa. da Constituição Federal. O examinando deverá impetrar Mandado de Segurança. 3 .A empresa Alpha S. Após a cisão. que é mantido pela Secretaria da Receita Federal. O examinando deverá sustentar que a conduta fazendária representa empecilho ao livre exercícioprofissional. à medida que se evitou a incidência do imposto antes da ocorrência do fato gerador. consultam-no para saber se é devido o imposto e se a operação. Na análise do ônus tributário da nova vertente do negócio.. foi deliberada a .? Nos termos do artigo 195. estaria respaldada em Instrução Normativa do Ministério da Fazenda. contra o ato do Delegado da o Receita Federal em São Paulo. consultou-o para saber se a noticiada exigência era devida e qual a medida judicial cabível no interesse da consulente. § 153. Todavia. inciso I.SP. 4 . sendo que para a defesa do contribuinte poderia ser utilizada a Ação Declaratória ou o Mandado de Segurança. para fins de fiscalização e controle da arrecadação dos tributos federais. Sendo certo. incisos XIII e XVIII. § 3º. Tal restrição. em 31 de dezembro de 2000.. parágrafo 6º da Constituição Federal.CNPJ. com a finalidade de suprir eventual ineficiência daqueles instrumentos legais. ainda. sob o argumento de que um dos seus sócios participa de outras empresas que estão em débito com o Fisco Federal. a inscrição no Cadastro Nacional de Pessoas Jurídicas . O CódigoTributário Nacional e a Lei nº 6. Os sócios da Estrela do Norte Ltda.. caracteriza fraude fiscal. da Carta. transferiu-se para a filial todo o estoque de produtos. afirmar que tal exigência desrespeita o princípio da legalidade tributária previ ta no artigo s 150. cujo capital social seria integralizado com os ativos constantes do estabelecimento filial. vem tentando obter. não incide ICMS no simples deslocamento de mercadoria de um para outro estabelecimento da mesma pessoa jurídica. sociedade com sede na cidade de São Paulo .SP. exigindo a partir do -a mês de dezembro de 1998. e diante do Decreto do Executvo.Com base na reforma previdenciária efetuada pelo Governo Federal.830/80 (Lei das Execuções Fiscais) conferem ao fisco arsenal jurídico suficiente para apuração e cobrança de seus créditos. Qual seu parecer? De acordo com o art. A empresa YYY Ltda. os diretores da companhia indagam para saber se -no estão sujeitos ao recolhimento do IPI sobre essas vendas. elevando a base de cálculo das contribuições para o INSS.. o Ministro da i Previdência Social expediu Portaria.A. eis que o contribuinte já vem operando e necessita regularizar a sua situação fiscal. III. II. além de não encontrar respaldo legal. a operação levada a efeito constitui legítimo planejamento tributário. De acordo com a Súmula nº 166 do Superior Tribunal de Justiça. Qual seu aconselhamento? Não é devido o imposto. nos últimos 30 dias. exigindo o recolhimento do imposto sobre a mencionada transferência do estoque. da forma como foi organizada. que enseja a cobrança do imposto. não há incidência de IPI sobre produtos industrializados destinados ao exterior. segundo a autoridade fiscal. Antes da formalização da cisão. A RLBO Ltda. sem recolhimento de ICMS. tendo em vista que a circulação de mercadorias. contribuinte da referida exação. 170 da Constituição Federal.. QUESTÃO: Como advogado da empresa. a instituição ou majoraç das contribuições para a ão seguridade social somente poderão ser exigidas a partir de 90 (noventa) dias da publicação da lei que as instituiu ou aumentou.

ajuizou ação de rito ordinário contra o Instituto Nacional da Seguridade Social ± INSS. acione o instrumento processual conveniente à tutela dos interesses de seu constituinte. 156. que passou a se dedicar exclusivamente à atividade de industrialização. Dec. não ocorreu o fato gerador do ICMS. está exigindo o imposto em razão do mesmo fato gerador. a qual deverá ser endereçada a uma das Varas da Fazenda Pública da Comarca da Capital. . 89. o ente tributante competente para efetuar a cobrança do imposto sobre serviços de construção civil é o Município do local da obra. Logo. O objeto da ação consiste ainda na repetição dos valores indevidamente recolhidos naquele período.032/95. I do Código Tributário Nacional e art. a fiscalização estadual lavrou auto de infração e imposição de multa contra a XPTO S/A. sustentando que a matéria está regulada no art. Caio o questiona se deverá efetuar o recolhimento do Imposto de Transmissão de Bens Imóveis. para tanto. 2 . ou seja. ra mediante a integralização de aumento de capital social no mesmo valor.cisão da companhia. o recolhimento está correto. construiu um prédio em São Paulo-SP. o que não é o caso da contribuição previdenciária. Tenha. embora tenha reconhecido a inconstitucionalidade da exação. pretende transferir seu imóvel pa a sociedade. A empresa ABC LTDA. pelo não recolhimento do ICMS na transferência daquelas mercadorias. Analisando a questão. tendo em vista o disposto no art. Alternativamente. o Município de São Bernardo do Campo -SP.212/91. com pedido de antecipação de tutela. O examinando deverá interpor recurso de apelação. 406/68. segundo o qual a prova da assunção do encargo econômico da exação somente é de rigor na repetição de tributos indiretos. QUESTÃO: Como advogado da Autora. QUESTÃO: Como advogado da empresa.Caio. que recolheu durante o exercício de 1996. parágrafo único. que todos os estabelecimentos das empresas localizam-se no Município de São Paulo. tratando-se de planejamento fiscal legítimo. negou o direito à repetição do indébito sob o fundamento de que a Autora deixou de comprovar que não repassou para o preço de seus produtos o custo da contribuição previdenciária recolhida indevidamente. que lhe impõe semelhante mister. que se encontrava no estoque da fábrica. 21.212/91. a medida adotada não tem cunho fraudulento. da Lei nº 8. Com base nesses argumentos. com a redação dada pela Lei nº 9. visando ao reconhecimento da ilegitimidade da cobrança da contribuição previdenciária incidente sobre remuneração de autônomos e administradores. para tanto. A empresa deverá efetuar novo recolhimento de ISS? O recolhimento efetuado para o Município de São Paulo é suficiente? De acordo com o art. visando afastar o impacto tributário antes da ocorrência do fato gerador. comportem a transferência do encargo econômico ao consumidor. como seria de rigor nos termos do art. tributos que. Questões Práticas 1 . onde se situa a sede da empresa. a RLBO LTDA. Preocupado com o custo tributário da operação. Suponha. que o ato judicial foi publicado na imprensa oficial há 7 dias. 166 do Código Tributário Nacional. §2º. 36. sob o argumento de ser a transferência fraudulenta. embora tenha havido a circulação física dos bens. Antes da data da operação. Além disso. instituída pela Lei no 8. portanto. não houve circulação jurídica (transferência de propriedade) e. o Juiz da 1a Vara Federal de São Bernardo do Campo ± SP. Deduza sua orientação.A Construtora ABC Ltda. com a versão dos ativos relacionados à atividade de comercialização para outra empresa controlada por Caio. Antes da cisão todos os estabelecimentos pertenciam ao mesmo titular (XPTO). utilize o meio judicial pertinente a afastar a cobrança do ICMS no caso concreto e assegurar à Autora o acesso desde logo a certidões de regularidade fiscal. pela sua própria natureza. I da Constituição Federal. b. Todavia. Tício permaneceu à frente da XPTO. tendo solvido o imposto sobre serviços relativo ao faturamento desta obra perante o Fisco da Capital. Neste caso não há incidência do imposto na transferência dos tubos. Em 01 de janeiro de 2001. o examinando deverá propor ação anulatória de débito fiscal. os sócios decidiram transferir para os estabelec imentos comerciais toda a produção excedente de tubos.. com exclusão daquele do local da sede. Não há incidência do imposto. poderá ser impetrado mandado de segurança com pedido de liminar. porque. sócio da empresa RLBO Comércio de Parafusos Ltda.

3 - A empresa ABC Ltda., dedicada ao ramo de fabricação e comercialização de calçados, vendeu um de seus estabelecimentos voltados ao comércio varejista para a sociedade RLBO Ltda. A ABC Ltda. continuou exercendo a atividade de fabricação de calçados, mantendo ainda outros estabelecimentos dirigidos ao comércio. A empresa RLBO Ltda., por sua vez, foi recentemente surpreendida com a citação para os termos de execução fiscal ajuizada pela Fazenda do Estado de São Paulo exclusivamente contra ela, objetivando a cobrança de débitos de ICMS, correspondentes ao estabelecimento por ela adquirido da empresa ABC, relativos a pe ríodo anterior à aquisição. Um dos diretores da RLBO perquire se deve desde logo efetuar o pagamento tendo em vista que é responsável, por , sucessão, pelos débitos gerados naquele estabelecimento, ou se há defesa possível na execução. Oferecer e justificar seu aconselhamento. A responsabilidade por sucessão neste caso é apenas subsidiária, tendo em vista que o alienante continuou a exploração do mesmo ramo do estabelecimento negociado. Vale dizer, a Fazenda Estadual, antes de demandar a RLBO, deveria ter executado a ABC Ltda. Dessa forma, a RLBO deverá oferecer bens à penhora, para em seguida, apresentarembargos à execução, em que deverá sustentar a responsabilidade da empresa alienante , nos termos do art. 133, II, do Código Tributário Nacional. 4 - Uma determinada empresa impetra mandado de segurança e obtém a concessão de medida liminar em conformidade com o pedido formulado. Durante o período de vigência da liminar, a referida empresa é fiscalizada por autoridade competente, que constata não estarem sendo cumpridas as obrigações acessórias atinentes à obrigação principal objeto da citada liminar. Assim, decide a autoridade autuar a empresa por descumprimento das obrigações acessórias. Comentar a situação. A autuação é procedente em virtude do parágrafo único do artigo 151 do CTN. A suspensão da exigibilidade do crédito tributário não dispensa o cumprimento das obrigações acessórias dependentes da obrigação principal cujo crédito esteja suspenso. No mês de abril de 1999, a sociedade Trás -os-Montes Participações Ltda. recolheu, com atraso, a Contribuição para Financiamento da Seguridade Social ± COFINS, do mês de competência março, do mesmo ano. O recolhimento extemporâneo foi efetuado com o acréscimo de multa e juros moratórios e a quantia devida foi corretamente informada à Secretaria da Receita Federal, por meio da declaração apropriada (DCTF). Contudo, em dezembro de 2000, a Receita Federal, revendo suas bases de dados, lavrou auto de infração contra a "Trás -os-Montes Participações Ltda.", no qual reconhecia a exatidão do crédito tributário declarado, bem como a regularidade do pagamento efetuado porém impôs à , contribuinte a multa de 75% prevista na Lei nº 9.430/96, relativa ao lançamento de ofício. Como a sociedade não apresentou impugnação administrativa, o crédito foi inscrito na dívida ativa e a União Federal moveu execução fiscal para cobrá-lo. QUESTÃO: Na qualidade de advogado da Trás-os-Montes Participações Ltda., aja em favor dos interesses da cliente. Considere que a empresa foi intimada da penhora realizada sobre bens de sua propriedade há 20 (vinte) dias e que o processo tramita perante a 15a Vara de Execuções Fiscais Federais da Seção Judiciária de São Paulo. Interposição de embargos à execução, com base nos arts. 16 e segs. da Lei nº 6.830/80. No mérito, deverá o candidato sustentar que a COFINS é tributo sujeito ao lançamento por homologação (art. 150 do Código Tributário Nacional) e que o lançamento de ofício apenas ocorreria se a autoridade administrativa verificasse a inexatidão da declaração do contribuinte, com valores a serem complementados. Por isso, não ocorreu a hipótese do ar 44, I, da Lei nº 9.430/96, que t. trata da multa imposta. A sociedade Mirassol Agroindustrial S.A. vendeu, em março de 1998, um imóvel integrante de seu ativo imobilizado, pelo valor de R$ 100.000,00 (cem mil reais). Esse imóvel estava registrado na contabilidade da sociedade pelo mesmo valor de R$ 100.000,00, que correspondia ao preço de sua aquisição pela sociedade. No mesmo ano -base de 1998, a empresa contabilizou um prejuízo fiscal de R$ 70.000,00 e, portanto, não pagou Imposto de Renda (IRPJ). Contudo, a fiscalização federal, revendo os livros contábeis, verificou que o valor da venda não foi lançado como receita e autuou a sociedade pelo valor correspondente, adicionando este ao resultado e cobrando o IRPJ no montante de R$ 4.500,00

(quatro mil e quinhentos reais), equivalente ao lucro líquido de R$ 30.000,00 (trinta mil reais). A sociedade não se defendeu do auto de infração e o crédito foi inscrito na dívida ativa, com a subseqüente propositura de execução fiscal. QUESTÃO: Na qualidade de advogado da empresa, atue em seu benefício. Considere que a constituinte tem sede na cidade de São José do Rio Pardo e que foi intimada da penhora de seus bens há 10 (dez) dias. Oposição de embargos à execução, com base nos arts. 16 e segs. da Lei nº 6.830/80. No méri o candidato deverá to, sustentar que a venda de bens do ativo fixo não constitui receita tributável, porque não implicou variação patrimonial para a sociedade (lucro), conforme compreendido no conceito de renda do art. 153, III, da Constituição Federal e d art. 43 do o Código Tributário Nacional. A ação deverá ser proposta perante o anexo fiscal da Comarca de São José do Rio Pardo (juízo estadual), por onde deve tramitar a execução. A Beija-Flor Revestimentos Ltda., com sede em São Paulo, é empresa que se de dica à comercialização de papéis de parede. Seus sócios pretendem aumentar o capital da sociedade, atualmente de R$ 100.000,00 (cem mil reais), para R$ 300.000,00 (trezentos mil reais), mediante a conferência de imóvel, avaliado pelo diferencial de R$ 200. 00,00 (duzentos 0 mil reais). Contudo, para realizar a transferência da propriedade do bem, exige -se a comprovação do recolhimento do Imposto sobre Transmissão de Bens Imóveis ± ITBI, conforme circular do Diretor do Departamento de Rendas Mobiliárias da Secretaria das Finanças do Município de São Paulo, que exige o pagamento do tributo na hipótese. A alteração contratual correspondente já foi arquivada pela JUCESP, restando apenas a integralização do aumento de capital. QUESTÃO: Na qualidade de advogado da Beija-Flor Revestimentos Ltda., acione o meio judicial adequado à solução do impasse. Mandado de segurança contra ato do Diretor do Departamento de Rendas Mobiliárias, endereçado a uma das Varas da Fazenda Pública da comarca de São Paulo, com pedido de limi ar, visando à dispensa do recolhimento do ITBI na n hipótese. Opcionalmente, poderá o candidato propor ação declaratória com tutela antecipada, formulando pedido similar. No mérito, deverá a ação basear-se no disposto no art. 156, § 2º, I, da Constituição Federal, que estabelece a nãoincidência do ITBI na hipótese, já que a sociedade não tem por objeto a compra e venda ou locação de bens imóveis, nem o arrendamento mercantil. QUESTÕES PRÁTICAS 1 - No momento da elaboração da folha de pagamento do mês de jan eiro de 2002, a ser paga em fevereiro, seu cliente, empregador, tem dúvidas a respeito da tabela a ser usada na retenção do Imposto de Renda dos empregados. Em 08.01.2002, foi publicada a Medida Provisória no 22, que corrigiu as faixas salariais de retençã resultando em redução o, do imposto devido. Ocorre que, no entender de seu cliente, as normas relativas a impostos apenas se aplicam no exercício fiscal seguinte ao de sua edição, com o agravante de que, em se tratando de Medida Provisória, a aplicação se dá no exercício fiscal seguinte ao de sua conversão em lei. A MP 22 ainda não foi convertida em lei. Deverá seu constituinte usar a tabela instituída pela MP 22 ou a antiga? Opine e explique. O princípio da anterioridade, previsto nos arts. 150, III, b, e 62, § 2º, da Constituição Federal, apenas se aplica a casos de instituição ou majoração de tributos. Como a nova tabela resulta em redução de tributo devido, pode ser aplicada imediatamente. 2 - Determinada sociedade de economia mista, instituída pelo Município de Cotia para a comercialização de alimentos, indaga-o a respeito da necessidade de oferecer à tributação o lucro auferido em sua atividade, por entender que é vedado à União Federal cobrar impostos sobre as rendas municipais. Formule e motive seu parecer. A imunidade recíproca conferida aos entes federativos aplica-se apenas às fundações e autarquias por eles mantidos, por força do art. 150, § 2º, da Constituição Federal. Além disso, às sociedades de economia mista que exercem atividade econômica aplica-se o regime tributário das pessoas jurídicas de direito privado (CF, art. 173, § 1º, II, e § 2º).

3 ± A aplicação de sanção tributária deve respeitar os princípios da legalidade, irretroatividade, vedação do confisco, capacidade contributiva, tipicidade, segurança jurídica e anterioridade? Deduza sua resposta, justificando sobre todos -a os princípios enumerados. A sanção tributária deve respeitar o direito de propriedade do contribuinte, não sendo lícito a tomada de seus bens (seu papel equivale a figura do não ± confisco tributário). Ainda é de ser verificado o princípio da tipicidade nas normas sancionadoras, pois, o enquadramento do ilícito, exige a concretização de fatos descritos em lei, excluindo a figura da -se presunção. Por outro lado, pela nítida distinção entre tributo e sanção tributária, entendemos que as normas sancionadoras tributárias não estão sujeitas aos princípios da anterioridade, não ± confisco, capacidade contributiva, pois estes são princípios atinentes à instituição, regulamentação e forma de cobrança dos tributos, nada acrescendo à figura das sanções tributárias. O princípio da segurança jurídica atinge as normas sancionadoras, assim como todas as demais normas jurídicas do ordenamento, e o princípio da irretroatividade das leis, vê-se aplicado também pelas normas sancionadoras, por ordem do Sistema Constitucional, com exceção das questões de interpretação da lei mais favorável ao infrator (retroatividade da lei benéfica). 4 - A "substituição tributária " prevista no artigo 128 do Código Tributário Nacional implica solidariedade entre substituto e substituído? Desenvolva sinteticamente o tema. A substituição tributária é um tipo de responsabilidade tributária, em que o dever de reter o tributo é atribuído a terceira pessoa, relacionada indiretamente com o fato jurídico tributário. O substituto tributário faz às vezes do contribuinte quando do pagamento do tributo, sendo responsável exclusivo pelo referido encargo. Na substituição tributária não existe solidariedade, pois a solidariedade expressa relação entre pessoas que compõe conjuntamente o pólo passivo da obrigação tributária, o que não acontece com relação ao substituto tributário. O dever de pagar o tributo é atribuído por lei ao responsável, de forma exclusiva. O substituto não recebe o papel do verdadeiro contribuinte, apenas compõe o pólo passivo indireto da relação jurídica tributária. Caio adquiriu de Túlio um imóvel, localizado no Município de São Paulo. Para tanto, celebrou contrato de compromisso de compra e venda, em caráter irrevogável e irretratável, por meio do qual se comprometeu a pagar o preço de R$ 100.000,00 (cem mil reais) em 10 prestações mensais, iguais e sucessivas de R$ 10.000,00 (dez mil reais), após o que seria outorgada a escritura definitiva de compra e venda. Era interesse de Caio registrar, no Cartório de Registro de Imóveis competente, o contrato de compromisso de compra e venda. Contudo, ao apresentar o contrato para registro, na última semana, Caio foi surpreendido com a exigência do pagamento do Impo sobre Transmissão de Bens Imóveis sto (ITBI) à alíquota de 2% (dois por cento) sobre o valor da transação, com respaldo em lei municipal a exigi-lo desde logo, no caso de compromissos irretratáveis e irrevogáveis. QUESTÃO: Como advogado de Caio, proponha a medida judicial conveniente aos interesses do cliente. O candidato deverá impetrar mandado de segurança, com pedido de liminar, contra ato do Diretor do Departamento de Rendas Imobiliárias da Secretaria das Finanças do Município de São Paulo, visando a dispensa do pagamento do ITBI. A ação poderá ser dirigida contra outra autoridade, desde que o candidato demonstre saber ser a coatora, aquela que tem a competência legal de exigir o tributo (o que não é o caso de nenhum servidor do Cartório de Registro de Imóveis). No mérito, o candidato deverá sustentar que o registro do compromisso de compra e venda não opera, por si só, a transferência de direito real, de modo a afastar a hipótese de incidência do ITBI. A transferência da propriedade apenas se daria no momento do registro da escritura definitva. Para tanto, deverá invocar os dispositivos concernentes à hipótese de incidência (art. 156, II, da Constituição Federal e art. 35 do Código Tributário Nacional), bem como o art. 110 do Código Tributário Nacional, que proíbe à lei tributária alterar conceitos de direito privado. O pedido de liminar deve ser justificado. Alternativamente, o candidato poderá interpor ação declaratória contra o Município de São Paulo para o reconhecimento da não-incidência do ITBI, pelos mesmos fundamentos. Nesse caso, deverá requerer tutela antecipada, devidamente justificada, que permita o registro do compromisso independente do pagamento do tributo questionado.

art. João foi surpreendido pelo recebimento de um mandado de citação. o crédito exeqüendo deverá ser corrigido monetariamente pela variação da Taxa Referencial ± TR. QUESTÕES PRÁTICAS 1.Federal. sede da sociedade e domicílio de João. localizados no seu perímetro urbano. a gerência incumbe exclusivamente a Rubens. atue em prol de seu cliente. Ademais a receita da venda dos produtos por ela manipulados é destinada à consecução de sua finalidade social. A Creche é entidade de assistência s ocial. sob alegação de excesso nos cálculo de atualização s monetária apresentados. dando cumprimento ao mandado. citou João e penhorou-lhe bens no valor suficiente para a garantia da dívida. sem o acréscimo de juros moratórios. Pelo contrato social. na falta de critério expresso constante do título executivo. o candidato deverá sustentar o direito à recomposição integral dos valores recolhidos a maior (art. (art.00 (ci qüenta mil reais) a título de Imposto sobre n Produtos Industrializados ± IPI. No mérito.000. Rubens. confiada ao sócio. do Código Tributário Nacional) e por não responder por obrigações da empresa decorrentes de atos que não p raticou ou de omissões a ele imputáveis. Considere ainda a jurisprudência e doutrina favoráveis à interpretação ampla das regras de imunidade. Observe. III. Considere que a execução fiscal corre perante o Anexo Fiscal da comarca de Itu. dando conta da propositura de execução fiscal movida contra a sociedade e ambos os seus sócios. não obteve êxito. § 4º). deverá o candidato pedir a exclusão de João do polo passivo da relação jurídico processual sob o fundamento de não ser sócio gerente (art. 2. O oficial de justiça. (c) desacordo com a jurisprudência dominante a respeito do tema. O recurso não está sujeito ao pagamento de custas. do Anexo Fiscal da comarca de Itu. João é sócio da sociedade Alpha Remédios Ltda. nunca se interessou pela administração da sociedade. O candidato deverá formular recurso de apelação.A sociedade Massas Presidente Ltda. que foi embargada pela parte contrária. desprovida de qualquer interesse lucrativo. João nunca soubera da existência dessa dívida. 135. É lícita a instituição desse tributo? Responda e justifique. contra a União Federal. Esse critério. Transitada em julgado a sentença de procedência da ação. visando obter recursos para sua manutenção. Sobreveio sentença de procedência dos embargos acolhendo os argumentos da União Federal no sentido de que. para imóveis não edificados. resolve vender à população local produtos por ela manipulados. 150.. VI. entidade filantrópica. iniciou a execução. intimação e penhora. Ao procurar Rubens. que os embargos tramitam perante a 25ª Vara Federal da Subseção Judiciária de São Paulo. A Creche Bom Jesus de Pirapora. "c" da C. Determinado Município. para tanto. estando portanto imune de impostos. O Estado exige-lhe o recolhimento do ICMS em razão do exercício de tal atividade. nem tem idéia da sua origem. nem se configurando qualquer causa de responsabilidade tributária. 39. no entender de seu cliente.. pois este evadiu-se para evitar a citação.250/95. 513 e seguintes do Código de Processo Civil. . (b) existe critério legal expresso de atualização e cômputo dos juros (SELIC ± Lei nº 9. sem fins lucrativos (entidade filantrópica). 165 do CTN) e impugnar o índice de atualização monetária acolhido pela sentença recorrida (TR).830/80) dirigidos ao Juízo competente. QUESTÃO: Como constituído da Massas Presidente Ltda. detendo 50% (cinqüenta por cento) do capital da empresa. ação de repetição de indébito de contribuições ao PIS pagas a maior no período de janeiro a dezembro de 1997. Oposição de embargos do executado João àquela execução fiscal. institui Imposto Predial e Territorial Urbano ± IPTU progressivo no tempo. com fundamento nos arts. Ofereça parecer sobre a questão. A sentença foi publicada no Diário Oficial há 10 (dez) dias. não é satisfatório porque não representa a atualização do poder aquisitivo da moeda. QUESTÃO: Na qualidade de advogado exclusivo de João. moveu. aja em seu favor. 16 da lei nº 6. arrolando sua razões. No mérito. sob alguns possíveis argumentos: (a) a utilização da TR como indexador foi declarada inconstitucional pelo Supremo Tribunal Federal (ADIN 493-0). Apesar de possuir proporção significativa do capital. que não possui Plano Diretor nem lei específica que regulamente a utilização da propriedade urbana. nos termos do art. a ser calculado sobre o montante das operações. intimando-o desse fato há 15 (quinze) dias. visando à cobrança da quantia de R$ 50. endereçado à 25ª Vara Federal de São Paulo.

Nenhum agente arrecada -dor. o que viabiliza a consignação judicial do IPTU nos termos do art. na verdade. Em 20 a Câmara Municipal 01. em 1980. § 4º. que o processo tramita perante a 25 a Vara Federal da Subseção Judiciária de São Paulo e que a intimação da sentença foi recebida há 10 (dez) dias. pois de acordo com o art. sem apresentar qualquer espécie de equipamento urbano. É possível que esse crédito seja compensado com tributos de outras espécies. para tanto. pois a taxa é lançada conjuntamente com o IPTU. pessoa jurídica. não poderá compensar com IRPJ vincendo. Porém. Seu cliente. deseja questioná judicialmente. Para não se sujeitar à demora da repetição de indébito. ambas vedadas na hipótese de denúncia espontânea. No mérito. que não autoriza a distinção entre multas simplesmente moratórias e punitivas. Recentemente. para impedir a exigência de multa por lançamento de ofício. a possibilidade de exigência de multa moratória). COFINS. . iluminação pública. Qual o meio cabível para solver o IPTU. A. da hipótese da subordinação do pagamento de um tributo (IPTU) à quitação de outro (Taxa de Limpeza e Conservação). 138 do Código Tributário Nacional e desenvolvendo sua interpretação. A declaração a menor deveu-se ao fato de que a sociedade não tinha recursos em caixa para pagar os tributos correspondentes Em julho de . A. Considere. descobriu que pagou Imposto de Renda (IRPJ) a maior nos anos de 1999 e 2000. denunciou espontaneamente o débito. 2000. atue em seu favor. a área manteve características típicas de zona rural. mediante requerimento dirigido à Receita Federal. com vencimento para daqui a 2 (duas) semanas. 3. receita de R$ 100. sob sua responsabilidade. seu cliente. do Código Tributário Nacional. a instituição do IPTU progressivo no tempo depende do descumprimento da função social da propriedade urbana. A sentença concedeu a segurança em parte.000.383/91. aprovou lei que alterou o perímetro urbano do Município. por sua vez. conforme diretrizes estabelecidas pelo Plano Diretor e por lei específica para a área em que localizado o imóvel. que é limitada a tributos da mesma espécie. Interposição de recurso de apelação. com os req uisitos dos arts. Como o IPTU não é questionado. tais como PIS e COFINS? Dê seu parecer e motive. está autorizado a receber parcialmente os tributos lançados.. Contudo. passando a incluir o imóvel de João. acrescidos de juros moratórios.. I. 164. 66 da Lei nº 8. com base no art.Não. saneamento básico ou calçamento. João adquiriu. imóvel então situado na zona rural do Município de Serra Negra. Certo Município exige dos proprietários de imóveis urbanos localizados em seu território o pagamento de Taxa de Limpeza e Conservação. 513 e seguintes do Código de Processo Civil. A sociedade Pirandello S. QUESTÃO: Aja na qualidade de advogado de João. Contudo. tal como água encanada. 182. Não é possível a compensação sponte propria. deverá o recurso se voltar contra a parte que foi desfavorável à empresa (i. enquanto questiona judicialmente a Taxa de Limpeza e Conservação? Explicite e fundamente. já com capital de giro suficiente. e impetrou mandado de segurança com o objetivo de afastar a cobrança de multa. 4. Trata-se. João recebeu notificação de lançamento do IPTU relativo ao exercício de 2002.000. da Constituição Federal. em setembro de 1999. declarou à Secretaria da Receita Federal ter auferido. Após auditoria interna. dirigido à 25ª Vara Federal de São Paulo. invocando o art. mas facultando à autoridade fiscal exigir multa simplesmente moratória.430/96. pois entende ser ela -la inconstitucional. 74 da Lei nº 9.00 (mil reais). Alternativamente ação visando o reconhecimento da inconstitucionalidade da taxa e pedido cautelar (medida liminar ou tutela antecipada) para possibilitar o pagamento do IPTU devido. quitou os tributos exigíveis (PIS. sujeito passivo dessa taxa. tem um problema prático. QUESTÃO: Na qualidade de advogado da Pirandello S. gostaria de compensar os créditos apurados com débitos tributários vincendos. não pode ser objeto de depósito judicial para fins de suspender a sua exigib ilidade.000. com base no art.e.00 (duzentos mil reais). O crédito apurado poderá ser compensado. quando na verdade ela foi de R$ 200.00 (cem mil reais). como a tendência é que gere prejuízos neste ano e nos próximos. sendo ambos os tributos objeto da mesma notificação e do mesmo boleto de pagamento. no valor de R$ 1. IRPJ e CSLL).

pretende a emissão de Certidão Positiva de Débitos com efeitos negativos. Relata a empresa que a certidão foi negada sob alegação de que existem débitos pendentes. referem-se ao processo n o 000. isenção do Imposto Predial e Territorial Urbano ± IPTU. Pode a Prefeitura tomar essa atitude? Responda justificando adequadamente. Passados dois anos. cujo prazo para habilitar-se e participar da licitação pública encerrar-se-á amanhã. ser exigida a referida exação. aguarda conversão em renda da União de depósitos existentes. cuja sentença transitada em julgado há mais de um mês. por meio da qual a Prefeitura Municipal.830/80. 32. Seu cliente é proprietário de imóvel urbano localizado no Município de São Bernardo do Campo. prova pré-constituída "fumus boni iuris" e "periculum in mora". A empresa procurao(a). contra ato manifestamente ilegal e coator do Sr. Delegado da Receita Federal em São Paulo / SP. com fundamento nos artigos 5º.12345-6. bem como cópia de todos os depósitos realizados naqueles autos. Determinada Prefeitura concedeu. No mérito. Entende a empresa que a recusa é injustificada.João deverá propor ação ordinária contra o Município de Serra Negra. Não é recomendada a impetração de mandado de segurança. Poderá o candidato requerer a suspensão da exigibilidade do crédito tributário. a Prefeitura se arrependeu do benefício e encaminhou à Câmara Municipal lei revogando a isenção. alínea "b" da CF/88 e artigo 206 do CTN. (art. da Constituição Federal e disposições constantes da Lei nº 1. qual seja. II do CTN. embora devesse fazê de imediato. não podendo. II CTN. pois é necessária a presença dos melhoramentos urbanos ali descritos. inciso XXXIV.533/51. procedimento não realizado em razão da omissão da União Federal. . Agora. Sim. QUESTÃO: Como advogado da empresa Dragster. A empresa Dragster Motors Ltda..00. Se essa lei for aprovada. distribuído e processado na 14 a Vara Cível Federal. 38 da Lei nº 6. desde que contratassem menores aprendizes oferecidos pelo serviço social municipal. poderá ser questionada? Motive seu posicionamento. perante a Justiça Federal da Secção Judiciária de São Paulo / SP. necessidade de certi ão d positiva com efeitos de negativa para licitação. pelo prazo de 5 (cinco) anos. Em 1999. VIII. a fim de habilitar-se e participar de licitações públicas. opere no sentido de afastar o óbice à licitação cujo prazo de vencimento é iminente. exige a diferença correspondente à área construída do galpão. pedido negado pela Delegacia da Receita Federal em São Paulo/SP. revendo o lançamento anteriormente efetuado.12345-6. § 1º. (suspensão de exigibilidade). alegação da existência de depósitos judiciais art. FUNDAMENTOS DE DIREITO e PEDIDO: artigo 151. a teor do art. cc artigo 151 inciso II do CTN). mediante o depósito do valor correspondente. alegações que configurem o bloqueio das atividades comerciais. às empresas localizadas em certa área. 151. do Código Tributário Nacional. solicitando as medidas judiciais cabíveis.00. 2. Impetração de MANDADO DE SEGURANÇA COM PEDIDO DE LIMINAR. 149. artigo 5º. deverá sustentar que a cobrança do IPTU não atende os requisitos do art. perante algum dos Juízos de Direito daquela Comarca. que dispõe sobre as isenções condicionadas e concedidas a prazo certo. visando à anulação do ato de lançamento fiscal. assim. inciso LXIX. construiu ali um galpão. -lo recebeu notificação de lançamento do IPTU de 2000. perecimento de direito (licitação) QUESTÕES PRÁTICAS 1. uma vez que as pendências existentes em relação à contribuição ao PIS dos períodos de 07/91 a 11/91 e 03/93 a 07/93. o que não é compatível com esse remédio judicial. tendo em vista que a comprovação dos fatos alegados dependerá de vistoria pericial. Sim. poderá ser questionada com fundamento no art. que permite a revisão de lançamento para apreciação de fato não conhecido ou não provado por ocasião do lançamento anterior. comprovando a existência dos autos da ação ordinára i n o 000. do Código Tributário Nacional. mas apenas comunicou a Prefeitura a respeito. ALEGAÇÕES INDISPENSÁVEIS: pedido de liminar. dedicada ao comércio de veículos novos e usados. fornecendo a certidão de objeto e pé da 14 a Vara Cível Federal. venda de peças e serviços. em 2001. revogando a isenção. 178 do Código Tributário Nacional. a construção do galpão.

o estabelecimento comercial foi fechado e ali instalou-se estabelecimento de venda de lustres e abajures. Assim. a Manolo e Irmãos Ltda. O objeto das relações tributárias decorre de fato lícito. CTN). O Exeqüente. constatando o fato. com observância dos requisitos do art. atue na defesa de seus interesses. a cobrança integral do débito contraria a lei. denominada "O Bebê Feliz". Para o custeio. A . sem a necessária especificidade com relação aos obrigados. deverá o candidato sustentar que não responde pelo tributo. Findo o prazo de locação. Considere que Jonas mora em Santo André. dirigidos ao Juízo de Direito das Execuções Fiscais Estaduais de São Paulo. tendo como autoridade coatora o Delegado da Receita Federal da mesma localidade. 77. 3º do CTN).000. o que. excluindo de seu campo os atos ilícitos (art. do Código Tributário Nacional. Não se cuida no caso de exercício de poder de polícia. as segundas. Processado o inventário. de atos ilícitos. Porém. logo que concretizado o evento previsto no antecedente da norma de incidência. requerendo liminar fundamentada. 145. conforme sentença hom ologatória de partilha amigável. instituiu a "taxa de vigilância " a ser cobrada de todos os estabelecim entos comerciais. já em nome de Jonas. o que foi deferido pelo Juízo. II. o candidato deverá sustentar que a responsabilidade do sucessor limita-se ao montante de seu quinhão hereditário. Verifica-se que inexiste possibilidade para inclusão das relações sancionatórias no conceito de "obrigação tributária".00.00 (dez mil reais). O pedido deverá incluir a determinação à autoridade coatora para que se abstenha de praticar atos tendentes à cobrança. e ainda. mantido por Manolo e Irmãos Ltda. Recentemente. As obrigações tributárias têm por objeto a imputação de direitos e deveres correspondentes aos sujeitos de uma rela ção jurídica tributária. Impetração de Mandado de Segurança perante o Juízo Federal. No o mérito. As relações jurídicas tributárias sancionatórias não integram o conceito de obrigação tributária. Oposição de embargos à execução fiscal. 131. seus únicos herdeiros. poderá integrar o conceito de obrigação tributária? São relações jurídico -tributárias ou não? Justifique e fundamente sua resposta. Constatando que o número de furtos e roubos em estabelecimentos comerciais aumentara muito. foi intimada da penhora de bens de sua propriedade. tendo em vista que as primeiras decorrem de fatos lícitos e. alternativamente. industriais e prestadores de serviço. da Manolo e Irmãos Ltda.000. nos termos do art. no pólo passivo da execução fiscal. O fato gerador da taxa é o serviço público específico e divisível ou o exercício regular do poder de políc (art. aí entendida a própria inscrição na dívida ativa.00 (cem mil reais). É legítima essa cobrança? Justifique.000. 282 do Código de Processo Civil e na forma d artigo 16 da lei nº 6. QUESTÃO: Na qualidade de advogado de Jonas. já que o conceito de tributo somente comporta fatos lícitos. Há 15 (quinze) dias. proceda em seu favor. CF ia e art. Jonas e Sofonias. QUESTÃO: Na qualidade de advogado da Manolo e Irmãos Ltda. a Prefeitura de Nova Vista criou uma guarda municipal para vigilância das ruas e praças da cidade. denominado "Lustres do Manolo". no valor total de R$ 100. com pedido de antecipação de tutela. fundamentando -o. meses de junho a setembro de 1999. execução fiscal para cobrança do ICMS relativo aos . corresponde a R$ 10. na qualidade de responsável tributário em virtude da aquisição de estabelecimento comercial. instaladas pelo descumprimento de obrigação tributária ou de relação jurídica de deveres instrumentais. No mérito. Trata-se de prestação de serviço de vigilância à comunidade em geral. Esse débito diz respeito ao Imposto de Renda (URPF) de responsabilidade de Pompônio.000. mantendo loja na cidade de São Paulo. Jonas recebeu notificação cobrando débito tributário de responsabilidade do de cujus. requereu a inclusão. em Vara da Subseção Judiciária de Santo André. Por isso. As relações sancionatórias não cabem no conceito de obrigação tributária. no caso de Jonas. de impor ao impetrante sanções decorrentes do não pagamento. que se encontram nas ruas cobertas pela ronda policial. cada um dos herdeiros recebeu bens no valor equivalente a R$ 10. a propositura de ação anulatória de débito tributário.. As relações jurídicas sancionadoras.. nos termos do Código Tributário Nacional. não é legítima a instituiçã da o referida taxa. A sociedade Magnólia Comercial Ltda. corria contra a Magnólia Comercial Ltda. II.830/80. 4.00. no valor de R$ 50. e está prestes a ser inscrito na dívida ativa da União. Pompônio faleceu e deixou dois filhos. transitada em julgado. atuava no ramo de comércio varejista de roupas infantis.3. Admissível. dos últimos cinco anos.

273. explorando. antes que a fiscalização identificasse a irregularidade e lhe aplicasse penalidade onerosa. O Município de Várzea Nobre fez publicar a Lei n o 5. alternativamente. de 01.00. ambos de competência municipal.000. Não se aplica. o procurou para saber da legitimidade ou não de tal cobrança. de 66 anos. 2. bem como das disposições do artigo 144 do Código Tributário Nacional. A Empresa de Metais Nordeste Ltda. juntamente com Maria. nos termos do seu art. o contribuinte consultou-o(a) para saber se poderia utilizar a alíquota de ICMS de 16% para recolher o tributo. realizando-se o princípio da capacidade contributiva proporcionalmente ao valor do imóvel. a Empresa constatou a falta de recolhimento do ICMS relativo àquela operação. que orientação daria à sua cliente? Maria é responsável tributária por solidariedade. objetivando a consumação da doação do referido imóvel ao filho. neste caso.12. Em 1998.11.99. A Empresa.02. de 10. cobrando 100% do valor do IPTU de Maria. a Constituição Federal. ocasião em que vigia a Lei n o 8.236.00. é coproprietário de 1% de bem imóvel no referido Município. respectiva mente. Em 21. Desejoso de regularizar a situação. 133 desse Estatuto limita-se aos casos de alienação de fundo de comércio ou estabelecimento comercial. ingressar com a medida ou medidas pertinentes a proteção dos interesses do cliente.97. razão pela qual é responsável pelo pagamento do tributo integral que. Ricardo Altruísta deseja doar ao filho Tércio imóvel de sua propriedade no valor de R$ 200. maiores de 65 anos de idade. não prevê qualquer espécie de progressividade.00. todavia. Antônio da Silva.10. todavia. calculando o ITCMD com alíquota de 1%. outro ramo de atividade. João e Carlos que detêm. Como advogado (a). que fixava a alíquota do imposto em 16%. publicada em 20. no caso. 90% e 4% da referida propriedade. uma vez que. uma vez que esta legislação lhe era mais benéfica. com fulcro no artigo 4º do C. além de não ter havido cessão do estabelecimento (não havia relação entre o titular atual e o anterior). a 5% (cinco por cento) para outros cujo valor supere o montante de R$ 150. No caso concreto.489. a retroatividade benéfica. aplicando sobre os respectivos fatos geradores alíqu otas progressivas que variam de 1. em face da estrita legalidade prevista na Constituição Federal. realizou venda de mercadorias cuja saída do estabeleciment comercial ocorreu o em 01.12. sobre quaisquer bens e direitos (ITCMED). a Manolo e Irmãos Ltda. não poderá ser de . O Estado de São Paulo. vigorava a Lei n o 10.00 (duzentos mil reais). inconformado com a disparidade de alíquotas sobre o fato gerador. por ser tri uto incidente sobre valor b patrimonial do bem e não sobre a pessoa. Este é o entendimento do Supremo Tribunal Federal (STF) ao julgar inconstitucional a progressividade das alíquotas do IPTU antes da Emenda Constitucional nº 29/00.C. uma vez que deve ser aplicada a lei vigente na data da ocorrência do fato gerador. o Município de Várzea Nobre procedeu ao lançamento tributário. instituiu a cobrança do Imposto Sobre Transmissão causa mortis e doação. concedendo isenção do IPTU para todos os proprietários de imóveis localizados em seu território.000. que previa a alíquota de 17% para o ICMS. O(a) candidato(a) deverá impetrar mandado de segurança com pedido liminar. por meio da Lei n o 4455/01. O doador.P. os estabelecimentos mantidos por ambas as sociedades são nitidamente distintos. Como Maria só detinha 5% de participação na propriedade do imóvel. para regularizar a situação. QUESTÕES PRÁTICAS 1. objetivando a realização da doação com o pagamento da exação pela alíquota de 1% (um por cento). Poderá. sendo autoridade coatora o Delegado Regional Tributário em São Paulo. estranhou a cobrança e procurou (a) para saber se -o estava obrigada ao pagamento integral do IPTU.responsabilidade prevista no art.777. sendo certo de que a responsabilidade tributária solidária não comporta benefício de ordem. QUESTÃO: Como advogado(a) de Ricardo Altruísta.000. ingressar com ação declaratória de inexistência de relação jurídica. Qual sua posição? Responda e fundamente. deverá recolher o imposto calculado pela alíquota de 17%..12.01. Na data da conferência. por ocasião de conferência dos procedimentos adotados. uma vez que era a única que residia naquele Município. A segurança deverá ser impetrada perante Vara da Fazenda Pública em São Paulo. 5%. com pedido de tutela antecipada. e também a progressividade do ITBI.0 % (um por cento) para bens no valor de até R$ 10.

e acordado expressamente que os débitos tributários existentes até a data da celebração da escritura seriam de responsabilidade do vendedor. quando se trata -se de crédito tributário relativo a impostos cujo fato gerador seja a propriedade. entidade de assistência social sem finalidade lucrativa e como tal reconhecida. onde tem sede. uma vez que o recolhimento é amparado pelo artigo 138 do Código Tributário Nacional. QUESTÃO: Na qualidade de advogado da Copiadora do Mestre Ltda. II do Código Tributário Nacional. como exige a lei estadual. nos termos da alínea "c". argüir decadência relativamente ao débito vencido em período anterior a 1997. em janeiro último. com "status" de lei complementar. . Essa operação levantou suspeita perante a fiscalização estadual. em data anterior à celebração da escritura de compra e venda. Três anos depois Roberto de Carvalho foi notificado sobre a existência de débito tributário cujo fato gerador teria ocorrido em 01. portanto. e seu parágrafo único. O(A) candidato(a) deverá ingressar com embargos à execução fiscal. Em 30 de maio de 2002. 4.94. sobre as operações de venda dos produtos por ela fabricados. qual seu parecer? Roberto de Carvalho é o responsável tributário porque a obrigação subroga na pessoa do adquirente. Assim. nessa qualidade. confecciona e fabrica produtos cujo lucro é totalmente revertido para as suas finalidades sociais. 3. o não pode ser oposto à Fazenda Pública para modificar a definição legal do sujeito passivo da obrigação tributária. QUESTÃO: Como advogado da Fundação Misericordiosa de São Paulo. inclusive em razão de ter sido o papel de sua impressão fornecido pela própria Copiadora do Mestre Ltda. que exclui.. dedica-se à atividade de reprodução de documentos e. Antonio da Silva. a Fundação foi intimada da penhora sobre bens de sua propriedade.00 (duzentos mil reais) a título de Imposto Sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS). cc artigo 125. de fato.. O fato da escritura prever expressamente que a responsabilidade dos débit s existentes até a data da celebração da escritura fosse do vendedor. independente de iniciativa do FISCO. referentes ao período de janeiro de 1995 a março de 2002. em razão da execução fiscal do débito. A empresa Vida Feliz Ltda. ingresse com via judicial mais adequada à defesa dos seus interesses. I.000 cópias de panfleto publicitário. a Fundação foi autuada pela Secretaria da Fazenda do Estado de São Paulo. conforme preceitua o artigo 124. que entendeu ter havido. nos casos de denúncia espontânea. A sociedade Copiadora do Mestre Ltda. I do Código Tributário Nacional.100%.01. cujo termo final do quinqüênio decadencial ocorreu em 2001. não impugnada na esfera administrativa e geradora da inscrição do débito respectivo como dívida ativa. contribuinte do ICMS. após citada. Roberto de Carvalho adquiriu. Pergunta-se: Está correto seu procedimento? Não está correto o procedimento relativo ao pagamento da multa. mas de 99% em face da isenção a que faz jus o Sr. em 18. Em 20 de maio de 2003. recebeu autuação por falta de recolhimento do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços ± ICMS. conforme preceituam os artigos 123 e 130 do Código Tributário Nacional. levando em conta que não constou da escritura pública a prova da quitação dos tributos. com fulcro no artigo 16 da Lei 6.1993. 173. em junho do mesmo ano. pretendendo o pagamento da quantia de R$ 200. proponha a medida pertinente à defesa de seus interesses. Em maio de 1997. recolheu o imposto referente ao período de janeiro de 2000. é contribuinte do ISS (Imposto sobre Serviços). juros e correção monetária. inscrita no cadastro específico do Município de São Paulo. argumentando que a cliente é imune àquele tributo. A escritura pública foi celebrada na mesma data. operação de venda dos panfletos.08. conforme art. o domínio útil ou a posse de bens imóveis. Deverá ainda.000. recebeu encomenda excepcionalmente vultosa de c liente. FUNDAÇÃO MISERICORDIOSA DE SÃO PAULO. Sendo norma geral de direito tributário.830/80. não pode a lei estadual contrariar a regra ali instituída. inciso VI. acrescido de juros pela taxa SELIC e multa moratória. do artigo 150 da Constituição Federal de 1988. a aplicação de qu aisquer penalidades. registrando-se que o imóvel estava sendo alienado livre e desembaraçado de quaisquer ônus reais. para reprodução de 100. além de multa. Procurado por Roberto de Carvalho. bem imóvel de Mario de Assis.

para portadores de deficiência física. descrita no item 76 da lista de serviços anexa ao Decreto-Lei nº 406/68 e que. na qualidade de compromissário comprador de imóvel registrado em nome da União. relativamente à fazenda? Desenvolva. conforme o art. Bernardoestá também exonerado do pagamento do imposto. por ser o local da situação do imóvel. faz-se necessária a concorrência de dois pressupostos. Qual Estado da federação será competente para cobrar o imposto sobre transmissão causa mortis. uma vez que decorrido o qüinqüênio legal a contar do primeiro dia do exercício seguinte àquele em que o lançamento poderia ter sido efetuado. sediada no Município de São Paulo. Goiás. A ocorrência da denúncia espontânea. contratando motorista particular para dirigi-lo e. Para a concretização desta figura. Deverá. alegando quebra do princípio da isonomia. 3. tem o condão de elidir a exigência da multa de mora. quanto à inobservância do conceito de "portador de deficiência" veic ulado pelo direito privado. nos termos do art. José Maria. argüir decadência. quer adquirir veículo da Concessionária Bassan para uso pessoal.. Manuel deve recolher o IPTU e o ITBI relativos ao imóvel. prevista no artigo 138 do CTN. A imunidade recíproca não atinge o promitente comprador em virtude da regra expressa do artigo 150. 138 do CTN. da Constituição Federal.fictícia) define como "portador de deficiência física" toda pessoa que possuir deficiência motora nos membros inferiores e superiores. Não. entretanto. 155. do Código Tributário Nacional. QUESTÃO: Como advogado de José Maria. deverá o candidato sustentar que a operação em questão efetivamente corresponde a prestação de serviços. não se sujeita ao pagamento de impostos. Júlio e Bernardo são co-proprietários de imóvel e. a denúncia espontânea elide a exigência de multa d mora? Atraso no e pagamento de tributo (mora) pode ser considerado como infração tributária? Motive as respostas. O inventário de Sérgio tramita perante vara competente central de São Paulo. atualmente com isenção de IPI. também. localizado no Município de Itavocaba da Serra. relativamente ao imóvel comum? Justifique. QUESTÕES PRÁTICAS 1. Assim. perante alguma das varas da Fazenda Pública da Capital. A legislação do IPI (Lei n.Propositura de ação anulatória de débito fiscal. portador de cegueira congênita. o que não é desnaturado pelo fato de os materiais serem fornecidos pelo próprio prestador de serviços. nessa qualidade. bem como invocar o artigo 110 do CTN. Acredita ele que. contemplado no artigo 5º CF/88. cidade onde era domiciliado. quais sejam. Empresa do ramo automotivo denominada Concessionária Bassan Distribuidora de Veículos S/A. Oriente Manuel a respeito de sua situação. em razão de disposição expressa na lei municipal. com pedido de tutela antecipada com o mesmo fito. passa a gozar de isenção para todos os imóveis de que for proprietário.º 3333/03 . Júlio completa 65 anos de idade e. proporcionalmente. Neste ano. Surpreendeu-se. 4. a auto - . 2. soube que sofreria incidência do IPI. contra a Fazenda do Estado de São Paulo. § 3º da Constituição Federal. Por força da regra do art. solidariamente responsáveis pelo pagamento do Imposto Predial e Territorial Urbano ± IPTU. No mérito. conforme art. Bernardo continuaria devendo o tributo. mas deixou a seus herdeiros uma fazenda situada em Goiás. recebe veículos da montadora Lopes do Brasil LTDA. Sérgio faleceu em São Paulo. exclui-se a incidência do imposto de competência estadual. 38 da Lei nº 6. 173. Manuel assinou contrato de compromisso de compra e venda de imóvel pertencente à União. pleiteando liminar e concessão da segurança visando afastar a incidência do IPI na operação em destaque ou ação de proc edimento comum ordinário. com a informação de que deveria recolher ao referido município o ITBI "inter-vivos" e o IPTU relativos ao imóvel. manipule o meio judicial à garantia de seus direitos. § 1º. Impetrar mandado de segurança preventivo em relação ao Delegado da Administração Tributária em São Paulo perante o Juízo Federal da Secção Judiciária de São Paulo. do Código Tributário Nacional. por isso. mesmo assim.830/80. a isenção concedida em caráter pessoal beneficia apenas Júlio. I. 125. I. segundo o art. afastando desta definição as pessoas que possuem deficiência visual (cegueira e outras doenças de visão). II.

pois não estabelecido no interesse da arrecadação dos tributos (CTN. b) decadên em relação ao exercício de cia 1997. Para exercer esta última atividade. somado ao pagamento do tributo devido com acréscimo de juros e correção monetária. fora adotada por 1 engano a alíquota de 1% específica para imóveis residenciais. 164. O candidato deverá mover ação de consignação em pagamento. O candidato deverá expor os motivos da dúvida. do Decreto-lei nº 406/68. de que doravante deverá recolher aos cofres municipais também o imposto relativo aos serviços prestados em Taboão da Serra. do CTN. não revogado pela Lei Complementar nº 116/03. De seu turno. § 2º). Na mesma ocasião. 898. a Municipalidade de São Paulo. 200 e 2002. elabore a medida judicial apropriada para defender os interesses da Empresa "Carlos Ferreira ± ME". b) a tomada de medidas sancionatórias pelo descumprimento das obrigações acessórias. art. específica para imóveis destinados a fins comerciais. de acordo com a lei municipal nº 10. alternativamente. compreendendo o pedido a citação de ambos os Municípios para comparecer aos autos e exercitar a pretensão ao recebimento do valor consignado. manter sua regularidade fiscal já a partir deste mês. ocasião em que constatou que a alíquota utilizada para apuração do valor do imposto era de 2%. QUESTÃO: Como advogado da A&C Serviços de Limpeza Ltda. art. com fundamento no art.00 (dez mil reais).830/80 ou. nos termos do art. 113. nos lançamentos anteriores. Os requisitos da ação deverão observar o disposto nos arts. 149 do CTN. o candidato deverá elaborar Ação Anulatória de Lançamento Fiscal. têm inscrições nos respectivos municípios e apenas pretam s serviços dentro dos territórios municipais em que estão localizados. inscreveu-se no Cadastro de Contribuintes Mobiliários do Município de São Paulo (cidade onde ministra seus cursos) para efeito do pagamento do Imposto sobre Serviços ± ISS. (Gabarito do ponto 1 de Direito Tributário corrigido em 25/09/2003. que também deverá ser combatido por falta de razoabilidade.000. orientando-o a manter regular escrituração fiscal para apuração do tributo que. inciso V. recebeu correspondência da Secretaria Municipal das Finanças. No entanto. em que o imposto questionado atinge o valor de R$ 10.. argumentado com as regras do art. a Sociedade "Carlos Ferreira ± ME". aja para defender seus interesses e. c) inalterabilidade do lançamento tributário relativamente aos exercícios de 1997 a 2002. 3º da Lei Complementar nº 116/03 a respeito do local do pagamento do ISS. QUESTÃO: Diante dessa situação.332. em especial o art. 2000. QUESTÃO: Como advogado de Alcebíades. A ação deverá ser impetrada perante alguma das varas da Fazenda Pública da Comarca de São Paulo e deverá ser requerida liminar para impedir desde logo: a) a cobrança do tributo na forma pretendida pela Municipalidade. 9º. diante das pretensões contempladas na hipótese.denúncia (confissão do ilícito) do infrator antes de qualquer procedimento fiscal.ou outra autoridade competente na estrutura do órgão) que lance o imposto com base em percentual das receitas auferidas.444-0001-00. de pedido de tutela antecipada nos termos do artigo 273 do CPC c.000/00 (fictícia) incidiria exclusivamente sobre as receitas auferidas em decorrência da atividade. uma vez que a sede da contribuinte é em São Paulo. alterando lançamentos anteriores. o candidato deverá impugnar o dever de manutenção de escrituração fiscal. Para efeitos fiscais. inscrita no CNPJ sob n. procederá à inscrição do débito na dívida ativa e conseqüente execução fiscal. não sendo pago.) Alcebíades é professor universitário e ministra cursos livres em caráter autônomo. 1999. o estabelecimento de São Paulo recebeu notificação da Prefeitura. a Prefeitura de Taboão da Serra exige o tributo e. tem sede em São Paulo e filial na cidade de Taboão da Serra. uma vez que. foi regularmente notificada de lançamento relativo a crédito tributário de IPTU. referente ao exercício de 2003. 151. No entanto. e. A sociedade A&C Serviços de Limpeza Ltda. Como há dúvida quanto ao . à alíquota de 5%. § 1º. do Código Tributário Nacional. Impetração de mandado de segurança preventivo para impedir a autoridade fiscal (Secretário Municipal das Finanças. Como fundamentos jurídicos deverá alegar: a) inconstitucionalidade da progressividade instituída pela destinação do imóvel. ambos os estabelecimentos são autônomos. Em conseqüência. 890 e seguintes do Código de Processo Civil. e que impeça eventual execução fiscal por parte da Fazenda Pública Municipal. Em janeiro de 2003. Para defesa do contribuinte. III.º 222. atue em seu prol. logo após a inscrição. pois Alcebíades tem o direito de recolhê-lo na forma do art. 1998. acompanhada de depósito do valor do débito conforme artigo 38 da lei nº 6. exigiu IPTU relativo aos exercícios de 1997.c.

indagando se os valores pagos a maior a título de ICMS. o crédito ser lançado para compensação. como dispõe o artigo 177 do CTN: "Salvo disposição de lei em contrário. Prefeitura interiorana isenta. contra a Fazenda do Estado de São Paulo. Certa empresa adquire imóvel industrial em hasta pública realizada em 2002.F. na assembléia geral ordinária de 29. eventualmente. 4. . QUESTÕES PRÁTICAS 1. sendo inconstitucional a pretensão em face do princípio da estrita legalidade da tributação. Pode haver a cobrança da contribuição de melhoria em questão. Qual a sua posição? Responda e fundamente. há 10 (dez) dias.A.local do pagamento. tome a medida necessária para defender seus interesses. ocorre a publicação de nova lei. Aprecie a matéria sob o prisma da Lei maior. dirigidos ao juízo da Vara de Execuções Fiscais de São Paulo. Considere que a execução fiscal foi proposta em São Paulo. a Fazenda do Estado moveu execução fiscal contra a sociedade e vários de seus diretores. a isenção não é extensiva: I ± às taxas e às contribuições de melhoria. Pouco depois de assumir o cargo. A questão deve ser considerada com invocação do artigo 150. Opine considerando as possíveis conseqüências da conclusão adotada. cujo fato gerador ocorreu em data anterior à da hasta pública. Como advogado da a rrematante. O auto de infra ção fora lavrado em maio de 1996 e foi definitivamente julgado na esfera administrativa em novembro de 2001.)". deverá o candidato sustentar que a responsabilidade dos administradores de pessoas jurídicas de direito privado depende da prática de atos contrários à lei ou ao estatuto (CTN. (. sede da sociedade. art. Ainda. por prazo indeterminado. 3. III) e. Só poderá haver restituição de tributos que comportem transferência do encargo fiscal para terceiro se o contribuinte de direito provar: a) ter assumido o ônus não repassando o tributo ou. podem ser objeto de compensação e. Propositura de embargos à execução. que o intimou da penhora de bens de sua propriedade para pagamento da dívida. a visita de um oficial de justiça. paracobrança do mencionado débito. Sócio de empresa comercial procura-o. é notificada sobre a existência de débito tributário relativo ao bem arrematado. está sendo responsabilizada como sucessora. QUESTÃO: Na qualidade de advogado de Alfredo. em virtude do parágrafo único do artigo 130 do CTN: "No caso de arrematação em hasta pública. quais as possibilidades jurídicas a serem consideradas? A empresa não poderá ser responsabilizada pelo débito tributário já existente. a sociedade foi autuada l pelo não recolhimento do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços devido por seus clientes. ins tituindo contribuição de melhoria em virtude de asfaltamento das ruas onde estão localizados os ditos imóveis. 2.04. dentre os quais Alfredo. destacados em suas notas fiscais e julgados inconstitucionais pelo Supremo Tribunal Federal. I da C.1996 e desempenhou essa função até abri de 2003. 166 do CTN. 135. a inconstitucionalidade se manifesta em razão da indevida delegação de poderes ao Executivo. O Poder Legislativo paulista. facultando ao Executivo fixála em até dois pontos percentuais a maior. Alfredo recebeu.. o IPTU de alguns imóveis em virtude da precária condição de moradia do local. instituiu alíquota do ICMS em 18%. No mérito. em operação pela qual era responsável tributária nos anos 1994 e 1995. Após referida aquisição. Alfredo foi eleito para exercer o cargo de Diretor Administrativo da Transportes Seabra S.. a sub-rogação ocorre sobre o respectivo preço". por determinado prazo. O proprietário de imóvel beneficiado pela isenção do IPTU pede a sua opinião sobre a instituição da contribuição de melhoria. Desse modo. após a apresentação de defesa da autuada.. por meio de lei ordinária. Em seguida. b) estar expressamente autorizado pelo contribuinte de fato a recebê-los. a ação pode ser proposta tanto em São Paulo (Vara da Fazenda Pública) quanto em Taboão da Serra. Alguns meses após a publicação da lei de isenção. Art.

000. por intermédio da Lei Complementar n. Propositura de ação anulatória de lançamento fiscal. incidente sobre os pagamentos efetuados à Bits Informática Ltda. 134. das pessoas jurídicas e físicas. mensalmente. subseção judiciária de Santo André. em caso de liqüidação. Carlos é proprietário de vários imóveis que constam da relação de bens anexa a sua declaração de imposto de renda. Com base nesse permissivo legal. ao passo que a Bits Informática Ltda. ou Mandado de Segurança preventivo com pedido liminar. a União está exigindo Imposto sobre a Propriedade Territorial Urbana (IPTU). em face da União Federal. dentre os quais um de R$ 100.000. não concorda com esta incidência tributária sobre imóveis que adquire para o exercício de suas atividades. sustentar que. foi autuado pelo Instituto Nacional do Seguro Social ± INSS. o Banco Industrial S. de 31 de agosto de 2003 (lei fic tícia).00 (cento e trinta mil reais). não é automática. caso em que o pólo passivo deverá indicar a autoridade competente (Gerente Regionalde Arrecadação e Fiscalização ou quem lhe faça as vezes). VII). ³c´ (imunidade do patrimônio adquiridos por Partidos Políticos).000. Deve. instituiu o Imposto Sobre Grandes Fortunas (IGF).A. QUESTÃO: Como advogado. elegendo como base de cálculo exclusivamente o valor da aquisição de imóveis urbanos adquiridos que supere. A competência em ambos os casos.º 9. a instituição de contribuição sobre a remuneração de serviços prestados por pessoas jurídicas dependeria de lei complementar (CF.000.00 (cem milhões de reais). I). o importe de R$ 100. sob o manto do IGF. Agora.. VI. § 4º .222. passando a exigir. 2. ainda. a própria autarquia federal (INSS).00 (duzentos mil reais). o candidato deverá sustentar que a lei instituidora de semelhante contribuição previdenciária é inconstitucional.portanto. Edmundo é acionista minoritário de uma sociedade anônima. Alfredo não poderá responder porque o crédito tributário foi gerado antes de seu ingresso como diretor da sociedade. Apenas se cogita da responsabilidade pessoal dos sócios. em razão de não ter recolhido a citada contribuição nos anos de 2002 e 2003. deseja vender esse imóvel por R$ 130. por meio da Lei n.. art. arts.999/01 (fictícia). O Partido Político ABC. na hipótese de sociedade de pessoas (CTN. QUESTÃO: Na qualidade de advogado do Banco Industrial S. A União Federal. mediante a incidência da alíquota de 0. 150. no valor atual de R$ 200. Qual sua orientação? Justifique e fundamente a resposta. QUESTÕES PRÁTICAS 1.º 22. No caso. visando à anulação da NFLD em questão. No caso. Carlos deverá pagar algum tributo em razão dessa operação? Em caso positivo. à base de 20% (vinte por cento) do montante efetivamente pago. tem sede em São Paulo. No mérito. instituiu contribuição previdenciária incidente sobre pagamentos efetuados a pessoas jurídicas prestadoras de serviços. poderá o candidato optar por mandado de segurança. Soube que a sociedade encerrou as suas atividades. sustentando afronta a Constituição Federal: art. nunca tendo exercido poder de controle. qual e por quê? . 195. está prestes a ser inscrito na dívida ativa. O Presidente da República.3% sobre o montante estimado a esse título. esse tributo. empresa responsável pela manutenção de sistemas do banco. Edmundo questiona-o se desse fato poderá advir-lhe alguma responsabilidade pessoal pelos débitos fiscais. com requerimento de antecipação de tutela ou de realização de depósito da quantia discutida para evitar a sua inscrição na dívida ativa. não haverá responsabilização pessoal do acionista a esse título. e 154. como se trata de sociedade anônima. a partir de 01 de janeiro de 2004. é da Justiça Federal. a cargo do tomador. de competência municipal. 195. pois o art. ajuíze medida cabível para defesa dos interesses de seu cliente. tome as medidas judiciais necessárias para defesa de seus interesses. Agora. sem procedimento formal de liquidação e sem quitar suas obrigações tributárias. Considere que o Banco tem sede em Santo André. O advogado deverá propor Ação Declaratória de Inexistência de relação jurídica-tributária. A ação deverá seguir o procedimento ordinário e indicar.00 (cem mil reais).000. Opcionalmente. I da Constituição Federal apenas autoriza a instituição de contribuições sobre valores creditados a pessoas físicas. A notificação fiscal de lançamento de débito (NFLD) não foi impugnada na esfera administrativa e o débito. nem cargo de direção. no pólo passivo.A. sediado em São Paulo ± Capital.

4. 145. Os terrenos são servidos por caminhões de lixo.1) mandado de segurança. QUESTÃO: Na qualidade de advogado da XPTO S/A. 42). perante o mesmo Juízo e em face da União Federal ou. as empresas que se enquadravam naquelas condições ficaram obrigadas a recolher o tributo relativo ao primeiro trimestre do presente ano já em 30 de abril último. facultando-se a opção pelo lucro real apenas para as empresas cujo faturamento tenha ultrapassado aquele montante.Deverá escolher o imposto de renda sobre o ganho de capital obtido na venda. Deverá. balancetes para apurar o valor das antecipações mensais.00 (sessenta milhões de reais) passam a sujeitar-se à sistemática de apuração com base no lucro presumido. Ambos os argumentos não prosperam. Proprietário de um terreno de pequenas proporções procura-o.00 (cinqüenta milhões de reais). à luz do art. ou em que haja contraprestação ou pagamento de preços ou tarifas pel usuário´ (art. § 2º. em caráter preventivo. da Constituição. alegando: (i) que não é justo que seu lote. inconformado.3) ação cau telar. (a . já que a imunidade não se estende aos serviços ³relacionados com exploração de atividades econômicas regidas pelas normas aplicáveis a empreendimentos privados.000. De qualquer modo.12. sediada na Capital do Estado de São Paulo. que veda que as taxas tenham base de cálculo próprio de impostos. independentemente de os terrenos serem edificados ou não. II da CF ou art. O segundo argumento também é falho.00 (cento e cinqüenta reais) ao ano. 77 e 79 do CTN). com pedido de liminar. Em caso negativo. determinando que as empresas cujo faturamento no ano imediatamente anterior tenha sido inferior a R$ 60. VI. apenas se a respectiva legislação municipal imputar esse ônus ao vendedor (CTN. tendo em vista que a Emenda Constitucional nº 42 introduziu a alínea ³c´ no art.000. Comente os argumentos do prop rietário. Por meio da Lei nº 9. poderia a exigência ser afastada por outro fundamento? Não é possível alegar a imunidade recíproca. § 3 CF) o Com relação aos faturamentos de janeiro e fevereiro. Você concordaria com a existência de tal direito? Justifique. O primeiro argumento baseia na idéia de capacidade contributiva. Lei do Município de Valetas instituiu. regularmente.000. A empresa XPTO S/A. estão eles livres da tributação. cujo faturamento no último ano foi de R$ 50. Tendo em vista que o período de apuração do imposto de renda com base no lucro presumido é trimestral. mensalmente. com pedido de tutela antecipada. vedando a cobrança de tributos ³ ntes de a decorridos noventa dias da data em que haja sido publicada a lei que os instituiu ou aumentou´. que passa a ser exigido. 150. 145. equivalente à diferença entre o preço da venda e o valor declarado ( R$ 30. a partir de 1. tendo em vista sua mínima margem de lucro. quitar o Imposto de Transmissão sobre Bens Imóveis. levantando. cobrada pelo valor de R$ 150. ainda. ou (a.2003. finalmente. Não é pacífica sua extensão às taxas. proponha a medida judicial que julgar cabível para proteger os interesses da empresa. III.º de janeiro de 2004. do texto constitucional. o valor recolhido a título de antecipações de imposto de renda e de contribuição social foi muito menor que o agora apurado com base no lucro presumido. exigindo dos proprietários de terrenos naquele Município.000.000. e (ii) que ele sequer utiliza o serviço. pretendia recolher o imposto de renda com base no lucro real anual. . já que as taxas podem ser cobradas por serviços postos à disposição do contribuinte (art. a) Meio processual: (a. em face do Delegado da Administração Tributária da Secretaria da Receita Federal em São Paulo. o valor venal não poderia ser usado como base de cálculo da taxa. imposto sobre serviços de qualquer natureza.00).999. na sistemática do lucro real. O Município de Rio das Piranhas instituiu taxa de coleta de lixo. 3. pague tanto quanto os terrenos de grande valor venal. em 31. art. proposto perante a Justiça Federal da Seção Judiciária de São Paulo. a União Federal modificou a disciplina da tributação do imposto de renda e da contribuição social sobre o lucro das pessoas jurídicas. procura-o relatando que. de que trata o art. com pedido de liminar.2) ação declaratória de inexistência de relação jurídica. dos prestadores de serviços de assessoria em informática. publicada em 1º de abril de 2004. 150. como já era de se esperar. 150. com base na imunidade recíproca. aplicável a -se impostos. Fundação instituída e mantida pelo Governo Estadual consulta-o sobre a possibilidade de afastar a exigência sobre seus serviços prestados em janeiro e fevereiro. perante o mesmo Juízo e mesma Ré. de pequenas proporções. Acredita que esta situação não se alterará nos próximos meses desse exercício. ³a´. já que o terreno foi adquirido recentemente e ainda não se iniciou sua edificação.

para efeitos tributários. que pressupõe a existência de lucro como índice de tributação. O Mandado de Segurança foi impetrado em dezembro de 2003. impetrou m Mandado de Segurança contra ato a ser praticado pelo Secretário Municipal das Finanças. Mérito: (b. os alugueres pagos à Leão S/A. ingresse com a medida cabível. Os especialistas do escritório contratado sugerem a cisão da Moura e Leão S/A (em perfeita concordância com os dispositivos da Lei 6. inexistindo qualquer outro propósito gerencial ou comercial e. tendo em vista que a Moura S/A poderia deduzir. que aloca a competência ao município onde o prestador do serviço possui estabelecimento. sobrevindo sentença de mérito no último dia 20 de maio. argumentação semelhante. denegando a segurança com base nos argumentos a seguir resumidos: (i) a lista de serviços anexa à Lei Municipal n.º 406/68. (b. se admitida. Os sócios da Moura e Leão S/A. a lei tributária considera dedutível do lucro real o pagamento de aluguéis de imóveis utilizados pela pessoa jurídica e a Moura S/A precisa do imóvel para as suas atividades. a preços de mercado. 195. QUESTÃO: Na qualidade de advogado da Rode Bem S/A.000. III. ³b´). pode ser mencionado o princípio da igualdade. (b. e I. Rode Bem S/A.1) incompatibilidade da Lei Municipal nº 9. tendo em vista não configurar obrigação de fazer. a qualificação da locação perante o direito civil. de 31 de julho de 2003. 3º da Lei Complementar nº 116/2003.1) a lei contraria o conceito de renda. que seria alugado à Moura S/A.b) Mérito: O advogado deverá considerar os seguintes aspectos: (b. (b. de 1999. decidem contratar um renomado escritório de advocacia para elaborar um planejamento tributário e. a Moura S/A sofreu um processo de fiscalização promovido por autoridades federais. a) b) Meio Processual: Recurso de Apelação ao 1º Tribunal de Alçada Civil do Estado de São Paulo. em seu relatório. no art. prevendo. contrariando-se. reduzir o impacto tributário. tendo em vista que os caminhões locados são vistos com freqüência naquela municipalidade.5) a nova sistemática somente poderia ser aplicada à contribuição social passados 90 dias da edição da Lei 9. já que outros contribuintes (com faturamento superior a R$ 60. (b. A Leão S/A ficaria com o imóvel da sociedade. além disso. reflete aquela lista anexa ao Decreto-Lei n.2) inconstitucionalidade da tributação da locação de bens móveis. ambas. ao impor a exigência do imposto de renda com base no lucro presumido mesmo diante da comprovação de que o lucro real da XPTO S/A foi muito inferior ao lucro presumido.º 9999. assim. ³a´ da CF). que culminou na lavratura de um auto de infração fundamentado no parágrafo único do artigo 116 do Código Tributário Nacional. no cálculo de seu lucro real. (b. (b. 43 do CTN. alegando o fiscal responsável.999 (art. Após a implementação do planejamento. mas desta f ita citando o art. que o processo de cisão da sociedade Moura e Leão S/A teve por fim exclusivo a economia tributária. seria atingida uma economia tributária significativa. 150. sociedade anônima de capital fechado sediada na Cidade de São Paulo.000. a locação de bem móvel como serviço sujeito ao ISS.00) têm a faculdade de optar pelo lucro real. (ii) o Município de São Paulo é competente para exigir o ISS sobre a locação. a nova sistemática. somente poderia valer para fatos geradores ocorridos a partir de 1º de janeiro do ano subseqüente (art. 150. com sede e único .A) em duas outras sociedades ± Moura S/A e Leão S/A. daí se justificando o emprego da analogia par se tributar a Moura S/A. por conta de um contrato de locação de doze caminhões. ³c´ da CF. obrigando a reter o Imposto -a sobre Serviços de Qualquer Natureza (ISS) sobre as importâncias devidas a Delírio Locações Ltda. o que precipitou a inscrição do lançamento na . desta feita não contemplando a locação de bens móveis. Optando a Leão S/A pela tributação com base no lucro presumido e a Moura S/A pelo lucro real.3) incompetência da municipalidade do ISS para exigir o ISS de empresa não estabelecida naquele município. parágrafo 6º da CF).999 com a Lei Complementar nº 116.404/76 ± Lei das S. III.2) no que tange à contribuição social. inconformados com a elevada carga fiscal sobre ela incidente. que trouxe nova lista de serviços. estabelecimento em Barueri ± SP. mediante a utilização de formas jurídicas lícitas. já que sociedades na mesma situação que a empresa Moura e Leão S/A eram obrigadas a arcar com uma carga tributária mais elevada do que as sociedades Moura S/A e Leão S/A. empresa transportadora com sede e único estabeleci ento no município de São Paulo. 195. Irrelevante.3) a lei contraria o princípio da irretroatividade (art. O prazo para defesa a administrativa transcorreu sem que a Moura S/A oferecesse impugnação. tendo em vista a regra do art. a definição do fato gerador do imposto de renda. De fato. que haveria ofensa ao princípio da igualdade.6) finalmente.4) com relação ao imposto de renda. (b.

a renda do contribuinte é tributada a cada faixa por alíquota diversa. QUESTÕES PRÁTICAS 1.115. conforme segue: Situação anterior Salário R$ 2.052 157.058 = 1.058.00 0 De 1. veda o emprego da analogia gravosa.00 até 15% 2.00 Acima de 2. 108. o que não é o caso. b) Mérito: (b.110.110 1.058.00: (2.dívida ativa e a promoção do processo de execução.00 e inferior a 2. (b.115.058. Considere a seguinte tabela progressiva para o cálculo do imposto de renda das pessoas físicas: Base de cálculo R$ Alíquota Até 1.4) o art. o aumento real do salário do contribuinte será tributado. Assim.00 27. em consonância com a Lei 6. afastar o princípio da legalidade. a) Meio Processual: embargos à execução fiscal propostos perante a Vara das Execuções Fiscais Federais± Seção Judiciária de São Paulo. 116 do CTN encontra-se pendente de regulamentação.00 Parcela superior a 1. (b.80 .80 = R$ 157.830/80.058.00 para R$ 2.110. parágrafo 1º. daí descabendo. sofreria uma redução no valor líquido que seu empregador deposita em sua conta -corrente. ela apenas cobre os casos de dissimulação.00 Tributação Até 1.3) o princípio da legalidade assegura o direito de o contribuinte escolher a estrutura (desde que lícita) que lhe for mais benéfica. entristecido pelo fato de que por conta de um aumento em seu salário.5% Um contribuinte procura-o.115. em nome do princípio da igualdade.2) ainda que assim não fosse.160.052): 15% Total de imposto Isento 15% de 1. QUESTÃO: Na qualidade de advogado da MouraS/A. apresente as medidas necessárias e cabíveis. que passou de R$ 2. do CTN.1) a norma do art. sem que isso implique redução em relação ao valor que recebia.00. Tratando-se de uma tributação progressiva. Você concorda com a preocupação externada pelo contribuinte? Por que? Não. (b.

93 2. a ter suas saídas tributadas pelo imposto. Há duas ou três famílias de colonos que estudam na escola municipal.952.5% Total de imposto Rendimento Líquido do imposto Isento 15% de 1. preferindo. localizada a menos de 500 metros da porteira da propriedade. 2.07 Como se vê. dando margem a crédito para seus clie ntes. senão mediante um abatimento no preço total. tendo em vista que seus principais clientes são indústrias de confecção. todas contribuintes do Imposto sobre Produtos Industrializados. não aceitando adquirir tais produtos de comerciante. 3.160 2.989. Segundo informam.115 ± 1.93 = R$ 1. A solução a ser proposta à empresa é que ela opte por ser estabelecimento equiparado a industrial. A oposição apresentada pelos clientes relaciona-se com a sistemática de não cumulatividade do IPI. o candidato deve mostrar saber que a alíquota mai elevada incidirá apenas s sobre pequena parcela de seu rendimento. adquirir tecidos de outras indústrias. recentemente. Empresa. o contribuinte não deixará de se beneficiar do aumento. relata-lhe que vem sofrendo dificuldades em suas vendas. para o problema que lhe foi exposto. Especialmente.00 Parcela superior a 1.38 de 45 = R$ 170.115. passando. não têm como tomar qualquer crédito de imposto.55 = 27.058 = 1.058. por sua vez.115 = 45): 27.00: (2.5% 12. já basta o Imposto sobre a Propriedade Territorial Rural ± ITR que ele . pois. recebeu notificação da Prefeitura do Município de Estrela Grande do Mato.160 ± 170. apesar da nova tributação. atuando no comércio de tecidos. você descobre que o sítio destina-se exclusivamente a atividades agropastoris. Em sua conversa.110 ± 157. que já conta com luz elétrica e asfalto até a porta. visando a creditar-se do imposto pago.Rendimento Líquido do imposto Nova situação Salário R$ 2.057 158. por isso.80 = R$ 1. que lhe relata sua revolta pela fúria arrecadatória que vem se espalhando pelo mais longínquos rincões do País. quando vendidos às indústrias.115. Na opinião de seu amigo.20 Tributação Até 1.057): 15% Parcela superior a 2.00 e inferior a 2. Estas. Ele lhe diz que sua paciência esgotou -se quando. Nota sobre o gabarito: não se exigirá a exatidão do cálculo. seus clientes sistematicamente preferem comprar tecidos diretamente dos fabricantes. de acordo com a sistemática do imposto. que exigia o pagamento do IPTU sobre seu sítio. explique a razão da dificuldade enfrentada pelo contribuinte e proponha uma solução. sendo a empresa mera comerciante.00 (2. Tendo em vista a sistemática do imposto. Você foi procurado por um amigo. mas o candidato deve demonstrar conhecer o conceito de progressividade e seus reflexos no caso em tela.160 ± 2. seus produtos não são tributados pelo IPI.058.

daí. Determinada Câmara de Direito Público do Eg. parágrafo 2º. o ITR vem sendo recolhido or indevidamente. que vem excluindo da proteção constitucional máquinas e mercadorias que tecnicamente são consideradas da família dos plásticos. incorporado ao papel das capas dos livros. em sua base de cálculo. você recebe uma remessa de US$ 100. contempla os princípios da generalidade e da universalidade. importação e exportação de livros. A Hotel da Manhã Ltda. gozando de sua imunidade. Retornando de uma viagem ao exterior. I. 153. jornais e revistas. A Constituição Federal. Você concorda com seu amigo? Por que? Seu amigo está errado. que entendia ter sido recolhido em excesso. tendo em vista haver incluído. pleiteou. tem a mesma natureza deste. ou filme BOPP. (ii) que a decisão contraria a jurisprudência. comercialização. no art. negou m provimento à apelação interposta pelo Estado de São Paulo ao entendimento de que é aplicável a imunidade tributária à importação de filmes de laminação para capas de livros (Polímero de Polipropileno. integrando-se a este e adquirindo sua natureza. Conteúdo: (i) falta de prequestionamento: o acórdão recorrido não versa sobre o mérito de o contribuinte dedicarse a outras atividades. a imunidade do art. não é consumido imediatamente no processo produtivo.vem recolhendo. a restituição de PIS e Cofins. dirigidas ao Supremo Tribunal Federal. Conversando com seu contador. Honorários fixados de acordo com o tempo e trabalho exigidos do advogado ± Negado provimento aos recursos.00 dos Estados Unidos. VI. A ementa da decisão proferida pelo Tribunal Regional Federal da 3ª Região tinha o seguinte teor: . é material assimilável a papel. que submete os rendimentos ao imposto. 43 do CTN. Com base na Constituição Federal e no CTN. Você está familiarizado com aquele tipo de recolhimento. à luz do art. com petição de encaminhamento. do CTN. e ação ordinária. Den Tist. 32. em juízo. dirigida ao Presidente ou ao Vice-Presidente do Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo. (iv) que as atividades praticadas pela empresa não se restringem à edição. a área em que se encontra o sitio é zona urbana. não se justificando a pretensão da pre feitura. informado de sua estada naquele país. alegar que o laminado de polímero de polipropileno. assegurando -se. da família dos plásticos. sustentando. cobradas de seus hóspedes juntamente com o valor dos serviços. Esses princípios estão hoje regulados no 1º do art. da Constituição Federal. O Estado de São Paulo interpõe Recurso Extraordinário.Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo. condição jurídica ou nacionalidade da fonte. já que o polímero de polipropileno (filme de laminação para capa de livro) não é consumido no processo de impressão de livros. este lhe informa que você deve recolher imposto de renda sobre aquele rendimento. na modalidade de Recolhimento Mensal Obrigatório (carnê -leão). (iii) que o insumo ³polímero de polipropileno´. parágrafo 1º. independentemente da localização. justifique a posição de seu contador. além da exportação de livros. 150. é devido o IPTU. Assim. mas também à exploração da indústria gráfica em suas diversas modalidades. Instrumento: Contra-Razões de Recurso Extraordinário. elabore a peça adequada para apreciação pelo tribunal competente. em que você informa o valor que recebe por serviços prestados a pessoas físicas no País. decorre de um serviço prestado fora dos limites territoriais brasileiros. Tendo em vista os melhoramentos públicos descritos. a seu ver abusiva. Filme BOPP) ± Material que se integra no produto final. consultara-o acerca do tratamento tributário a que ele estaria sujeito caso resolvesse mudar para o Brasil. que. o valor das gorjetas. Filme BOPP). P outro lado. (ii) no mérito. 4. afinal. em síntese. tempestivamente. O contador está certo. mas desgasta-se paulatinamente na produção. o seguinte: (i) que foi ofendido mandamento constitucional de imunidade. efetuada pelo Dr. O acórdão porta a seguinte ementa: Tributos ± ICMS ± Declaratória ± Imunidade ± Filme de laminação de capas de livros (Polímero de Polipropileno. D. QUESTÃO: Na qualidade de advogado do contribuinte. mas fica surpreso por ter de ali incluir o valor que.

dez anos. este foi admitido exclusivamente em seu efeito devolutivo. afirmar que sua incidência é matéria de lei (art. Embora tenha sido efetuado o recurso próprio. alega que as parcelas do PIS e da Cofins. mesmo antes do julgamento do recurso proposto. Recurso e remessa oficial parcialmente providos. ainda. ainda. sua cliente. por serem parte integrante do salário. Entende que as leis que tratam do PIS e Cofins. nos termos do artigo 168. a JET Transportes Aéreos Ltda. elabore o instrumento processual adequado. tem prazo contado em dobro. dirigida ao Presidente ou ao Vice-Presidente do Tribunal Regional Federal da 3ª Região. com petição de encaminhamento. Juros calculados pela taxa Selic. 2. nos termos do artigo 168 do Código Tributário Nacional. Quanto à prescrição. Prescrição qüinqüenal que. dirigidas ao Superior Tribunal de Jus tiça. o prazo para requerer a restituição dos pagamentos indevidos será de cinco anos da extinção do crédito tributário. que tem um caráter geral. QUESTÃO: Na qualidade de advogado da Hotel da Manhã Ltda.Tributário ± Gorjetas: Não-integração à Base de Cálculo de Exações Fiscais ± Prescrição ± Correção Monetária e Juros: Taxa Selic. (ii) no mérito. inciso I. impetrou Mandado de Segurança visando a obter provimento assegurando o desembaraço aduaneiro de uma aeronave Boeing 737 -400 e dois motores. da data do fato gerador (precedentes majoritários do STJ). 4. em acórdão assim ementado: Agravo de Instrumento ± ICMS ± Desembaraço aduaneiro de uma aeronave Boeing 737 -400 e dois motores ± alegada ilegalidade da incidência do ICMS ± Indeferimento da tutela antecipada ± Ausência dos requisitos da verossimilhança da tese e do dano de difícil reparação ± Recurso não provido. alegar que a gorjeta não é receita do Hotel da Manhã. não integram a base de cálculo das exações fiscais que oneram as empresas (precedentes do STF). Sustenta que o fato de as gorjetas integrarem o salário não as excluem da base de cálculo do PIS e da Cofins. tendo em vista que a relação de especialidade exigiria que os dois diplomas legais versassem sobre a mesma matéria. Não obtendo a medida liminar pretendi a. Honorários reduzidos. As gorjetas. perante o Tribunal de Justiça de São Paulo. inciso I c/c 156. Conteúdo: (i) falta de prequestionamento: o acórdão recorrido não versa sobre o pretendido caráter geral da legislação trabalhista. sem o pagamento do ICMS. 39. recolhidas há mais de cinco anos da propositura da ação. . tendo em vista tratar-se de operação internacional de arrendamento mercantil.250/95) A JET Transportes Aéreos Ltda. 6. QUESTÃO: Elabore medida judicial adequada para pleitear o imediato desembaraço das aeronaves. 1. do Código Tributário Nacional. por serem leis especiais. A Fazenda Nacional. estão prescritas. eis que os índices a ela referentes não possuem natureza moratória. parágrafo 4º da Lei 9. Tendo e vista m que as aeronaves se encontram. vem tendo constantes vôos cancelados. 3. Afastar o argumento da especialidade da lei tributária. mas apenas remuneração dos seus empregados (sujeita aos tributos próprios: imposto de renda na fonte e contribuição ao INSS) e que a base de cálculo do PIS e Cofins inclui apenas as receitas do contribuinte. Expurgos inflacionários que integram os índices de correção monetária (precedente da Corte Especial). em relação às exações autolançadas. alegar que o entendimento do STJ é que o prazo de prescrição de cinco anos somente começa a contar a partir da data da homologação do pagamento e que. foi elaborado d Agravo de Instrumento. em recurso próprio. No tocante à taxa Selic. e sim remuneratória. in casu. com a aplicação da taxa Selic. 5. pendentes de desembaraço. sem o p agamento do imposto. Inconforma-se. prevalecem sobre a legislação trabalhista. o diploma tributário não alcança as verbas trabalhistas. Instrumento: Contra-Razões de Recurso Especial..

abriu concorrência entre diversos fornecedores nacionais para o suprimento de material plástico utilizado como insumo em seus produtos. Conteúdo: Alegar estar presente o requisito do fumus boni juris.72 82 CRÉDITO DE ICMS PREÇO LÍQUIDO DO ICMS . inciso VIII. pautado no risco de prejuízo irreparável a que estaria sujeita. Assim. em face da retenção da aeronave e conseqüente cancelamento de vôos. Plásticos Carioca Ltda.. os seguintes valores líquidos de ICMS: Fornecedor Estado de Origem Preço (valor da nota) (R$) Plásticos Paulista Ltda. Rio de Janeiro 96 11. Plásticos Potiguar Ltda. a Indústria Brasileira de Carimbos para Escritórios Ltda. tendo em vista que o acórdão recorrido negou vigência ao art. assim. viu-se o departamento de compras diante de quatro ofertas. Plásticos Bandeirantes Ltda. Plásticos Bandeirantes Ltda.52 (12% de 96) 84. efetuadas por fornecedores.Instrumento: Medida cautelar ajuizada. São Paulo São Paulo Rio de Janeiro Rio Grande do Norte 100 96 96 90 Tendo em vista exclusivamente os aspectos tributários da questão. pela JET Transportes Aéreos Ltda. A Indústria Brasileira de Carimbos para Escritórios Ltda. Como a Indústria Brasileira de Carimbos para Escritórios Ltda. Salientar a presença do periculum in mora. 87/96. em face da Fazenda do Estado de São Paulo. deve considerar o montante de crédito de ICMS sobre suas aquisições. e justifique. já que esse será compensado com o devido no momento de suas saídas. Temos. localizada em São Paulo. da Lei Complementar no. visando a conferir efeito suspensivo ao recurso especial interposto. apontando os seguintes preços: Fornecedor Estado de Origem Preço (R$) Plásticos Paulista Ltda. A Indústria Brasileira de Carimbos para Escritórios Ltda.48 78. vê -se que suas saídas são tributadas pelo ICMS à alíquota de 18%. informe qual a melhor oferta para a Indústria Brasileira de Carimbos para Escritórios Ltda. perante o Superior Tribunal de Justiça. Na data de abertura das propostas. QUESTÕES PRÁTICAS 1. São Paulo 96 São Paulo 100 18 (18% 100) 17.28 (18% de 96) Plásticos Carioca Ltda. efetua vendas apenas para clientes de seu estado. 3º. ao calcular o efetivo custo de um insumo. possui apenas clientes em seu Estado.

conferindo-lhe. (ii) m mediante o pagamento de alugueres mensais simbólicos. não incide o IPTU. tendo em vista terem os pagamentos sido efetuados a pessoas jurídicas domiciliadas no País. indagando-lhe: (a) embora tenham ciência de que não haveria imposto de renda sobre os ganhos obtidos na cessão de uso dos imóveis aos idosos. A sentença de 1a instância foi de procedência. tendo a União Federal interposto o competent recurso de e . No mês de setembro de 2004. que equiparou o faturamento à receita bruta. A Comercial Canta Galo S. c. VI. entidade civil sem fins lucrativos. decide. as receitas obtidas no aluguel de unida des. adquirem o direito de uso do apartamento. 150. O Lar dos Idosos da Irmã Teodora. alertado de que a lei municipal não fixara o prazo para o recolhimento do Imposto sobre Serviços de Qualquer Natureza. no mercado. fixar o prazo para trinta dias após o fato gerador. já que o art. ocupado por idosos que. 4. Havendo unidades vagas. É o que dispõe a Súmula 724 do STF: Ainda quando alugado a terceiros. os gastos assim efetuados teriam seu impacto reduzido. (a) A imunidade se estende às unidades alugadas a terceiros. a valores de mercado. (a) Legalidade: não se estende ao prazo para recolhimento do tributo. OBS: Serão aceitos erros algébricos. a redução do prazo promovida p elo Prefeito. veiculada pelo art. O Prefeito de determinado município.20 Tendo em vista a tabela acima. Os administradores do lar formulam consulta. 3o da Lei no 9. vêse que. a Comercial Canta Galo S. 3. efetuando gastos substanciais com a propaganda de seus produtos. passando a dez dias do fato gerador. por Decreto. do ponto de vista dos princípios da legalidade e anterioridade. da Constituição.718/98. desde que inequívoca a compreensão do raciocínio jurídico.A. voltada ao amparo aos idosos. estas são alugadas a terceiros. Segundo seus cálculos. sem possibilidade de transferência a terceiros. Passados alguns meses e ainda no mesmo exercício. 2. Comente.A. está correto o raciocínio da Comercial Canta Galo S. No caso. Nos termos da legislação em vigor. mantém um conjunto residencial. segundo a sistemática do lucro real. No caso de serviços. crédito relativo à Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social ± COFINS. (i) mediante o pagamento de um valor único (lump sum). ocupam suas unidades. o Prefeito decide alterar aquele prazo. A empresa Emporium ingressou em juízo com o objetivo de afastar a alteração da base de cálculo da Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social ± COFINS. subsidiado. eles somente darão direito a crédito se utilizados como insumo na prestação de serviços e na produção ou fabricação de bens ou produtos destinados a venda. (b) sobre as unidades cedidas. para fins do imposto de renda. voltando-se a renda à manutenção do conjunto residencial. (b) anterioridade: A Súmula 669 do STF pacificou o entendimento de que norma legal que altera o prazo de recolhimento da obrigação tributária não se sujeita ao princípio da anterioridade.80 (12% de 90) 79. 160 deixa claro que o prazo é matéria da ³legislação tributária´. 3º da Lei 10. em vista sua projeção de resultados. de regra. aplicando-se a imunidade da entidade de assistência social.A decidiu efetuar uma agressiva política de vendas.833/2003 arrola as hipóteses em que se conferem créditos. 97 do CTN não estende o princípio à questão do prazo e o art. a melhor oferta é a de Plásticos Bandeirantes. a sociedade optou pela tributação. já que o Lar mantém a propriedade (não transferida pelo contrato de uso). não m dando direito a crédito. desde que o valor dos aluguéis seja aplicado nas atividades essenciais de tais entidades.? Por quê? Não está correto: O art.Plásticos Potiguar Ltda. e caráter vitalício. permanece imune ao IPTU o imóvel pertencente a qualquer das entidades referidas pelo art. daí. também estariam protegidas daquele imposto? (b) incide o IPTU sobre as unidades cedidas a título vitalício? Fundamente. é uma empresa que se dedica ao comércio atacadista de artigos para decoração Tendo . os serviços não se relaciona com a produção. não da lei. Rio Grande do Norte 90 10.

ii) preliminar: intempestividade do recurso. iv) preliminar: não-cabimento do recurso extraordinário. o colegiado acolheu por fundamento de ilegalidade ambos os pedidos da apelante. QUESTÃO: Como advogado da empresa Emporium. i) endereçamento ao Presidente ou Vice-Presidente do Tribunal Regional Federal da 3ª Região. da Constituição Federal. e vi) mérito: impossibilidade de equiparação dos conceitos de faturamento e receita bruta. O procurador da União Federal interpôs somente recurso extraordinário. recebeu a notificação de lançamento do Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores ± IPVA relativo ao exercício de 2004. 3o da Lei no 9. 2o e 3o da Lei no 9. equiparando-o ao de receita bruta. o próprio texto constitucional prefigura. Leis complementares que veiculam normas gerais em matéria de legislação tributária são normas sobre normas e têm por finalidade dar consistência ao sistema tributário. ILEGAL ELASTÉRIO NA BASE DE CÁLCULO. e (ii) o art. No julgamento da remessa oficial (art. II. VIOLAÇÃO DO ART. em sua redação original. 110 DO CTN. destarte. I. em acórdão assim ementado: ³TRIBUTÁRIO. 3° da Lei n° 9. que foi julgada improcedente pelo juiz de 1a instância. I. ademais. IV. a que inerente o valor de norma de lei complementar. CONTENÇÃO DE COMPETÊNCIA TRIBUTÁRIA CONSTI TUCIONALMENTE FIXADA A PARTIR DE CONCEITO JÁ ESTABILIZADO NO DIREITO PRIVADO. em sua redação original. uma segunda feira.718/98 é legal. 97 da Constituição Federal. I. 110 do CTN garante a preservação de uma tipicidade cerrada em relação a hipóteses de incidência tributária cuja instituição a Constituição autoriza e cujo conteúdo. elabore a peça processual adequada. em 28 de outubro de 2004. DESNECESSIDADE DE QUESTIONAMENTO EM NÍVEL CONSTITUCIONAL. restando afastada a oportunidade de se instaurar o incidente de argüição de inconstitucionalidade. Ilegalidade qualificada dos arts. O Tribunal Regional Federal da 3a Região negou provimento ao recurso de apelação da União Federal e à remessa oficial. O art. III. 110 do Código Tributário Nacional veda a equiparação do conceito de faturamento ao de receita bruta. por afronta a disposição da Lei no 5. sob o fundamento de que o art. iii) preliminar: ausência de prequestionamento do art. ARTS. de modo que o recurso cabível seria o recur especial. so v) mérito: não há necessidade de submeter o julgamento do Plenário do Tribunal Regional Federal quando o fundamento é legal. COFINS. proprietária de três aeronaves. EQUIPARAÇÃO DA ESPÉCIE FATURAMENTO AO GÊNERO RECEITA. nos termos do art. com os seguintes fundamentos: (i) o Tribunal Regional Federal não poderia afastar a aplicação da lei sem declarar a sua inconstitucionalidade. porque somente esclareceu o conteúdo do conceito de faturamento. LEI 9718/98. 480 do CPC. Inconformada com a exigência do imposto. porque o fundamento do acórdão da apelação para afastar a aplicação do art. somente quando é constitucional.apelação. inserindo-se. o que somente poderia ser feito pela Corte Especial do tribunal regional. a empresa ajuizou ação anulatória de débito fiscal em face do Estado de São Paulo. previsto no art. 2o E 3o. no art. 195. sendo a intimação pessoal do procurador da União realizada nesta mesma data. da Constituição Federal. A empresa Péricles vendeu uma das aeronaves em 2003. Com apoio no princípio iuri novit curia. tendo realizado o devido registro junto às autoridades aeroportuárias competentes. 475 do Código de Processo Civil) e do recurso de apelação interposto pelo Estado .´ O acórdão do julgamento da apelação foi publicado no Diário de Justiça do dia 27 de setembro de 2004.172/66. emitida pela Secretaria dos Negócios da Fazenda do Estado de São Paulo.718/98. 195.718/98 não é inconstitucional. A empresa Péricles Táxi Aéreo.

que. 29. O lançamento do imposto deve indicar o sujeito passivo previsto em lei. III. de 18/11/66) que são bens registráveis para efeito de sua condição jurídica. II da Constituição Federal é norma de Direito Financeiro. red. 57 do Código Nacional de Trânsito: Art. III e § 13. de forma genérica. porque estes. j. art. Os veículos automotores. só podendo constituir . 23. rel. a começar pela contida no § 13 do mesmo art. Neste sentido. a Câmara de Direito Público do Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo manteve parcialmente a sentença recorrida. 23 da Constituição Federal.Imposto sobre Propriedade de Veículos Automotores (CF. com efeito.111/SP. i) endereçamento ao presidente ou vice-presidente do Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo. DJU 13.509/AM. Marco Aurélio. no que tange à aeronave vendida. Pleno. 155. CF 69. art. EC 27/85): campo de incidência que não inclui embarcações e aeronaves (STF. p. não para o registro de aeronaves.Imposto sobre Propriedade de Veículos Automotores (CF. Já as aeronaves e embarcações devem ser registradas no Registro Aeronáutica Brasileiro e no Tribunal Marítimo.05. p/ acórdão. CF 69. In casu. III da CF). 155. já que a expressão ³veículo automotor´ refere-se. Marco Aurélio. Essa locução adverbial de lugar somente o pode ser referida aos veículos terrestres. AERONAVES. de propulsão humana ou tração animal. 57. nos termos constitucionais. estão sujeitos a licenciamento nos municípios de domicílio ou de residência dos respectivos proprietários. 23. Min. também acrescentado pela Emenda nº 27. 60). III e § 13. dispõe o Código Brasileiro do Ar s (Decreto-lei nº 32. carretas e similares. em circulação pelas vias terrestres do País. dispõe que cinqüenta por cento constituirá receita do Município onde estiver licenciado o veícul . respectivamente. 3. rel. tratando da destinação do produto da arrecadação do imposto. EC 27/85): campo de incidência que não inclui embarcações e aeronaves (STF. O termo ³Veículo Automotor´ abrange. 2. ii) recurso cabível: recurso extraordinário. Do voto do Ministro red. p/ acórdão Min. cf.09. IMPOSTO SOBRE A PROPRIEDADE DE VEÍCULOS AUTOMOTORES. Dispõe. art. o campo de competência dos impostos. qualquer veículo que possua motor e se locomova. p/ acórdão Min. o art. Recurso parcialmente provido. em face da legislação e pela ordem natural das coisas. red. nos termos da legislação relativa.2002. Sepúlveda Pertence.12. EMENTA: IPVA . Recurso Extraordinário nº 255.´ QUESTÃO: Como advogado da empresa Péricles Táxi Aéreo. de 1985. DJU 13. A Constituição define. 29. 158. 158. 4. o Apelante vendera uma de suas aeronaves antes da ocorrência do fato gerador. j.2002. O art. Min. p. 64). interponha o recurso competente. No tocante às aeronaves nacionai . confiram-se os seguintes julgados: EMENTA: IPVA . 155.de São Paulo.05. àquele que é licenciado em determinado Município (art. pronunciando Acórdão com a seguinte ementa: ³TRIBUTÁRIO. cf. III da Constituição Federal. Exigência descabida do imposto. 1. reboques. Recurso Extraordinário nº 134. art. Pleno. irrelevante para a matéria tributária. extraímos o seguinte trecho: Esse campo material de incidência do imposto sobre propriedade de veículos automotores resulta ainda de outras normas constitucionais. iii) mérito: pleitear que a exigência do IPVA sobre a propriedade de aeronaves extrapola o campo de competência tributária estadual. CONSTITUCIONAL. Inteligência do Art. por maioria de votos. como a expressão já o indica. estão sujeitos a licenciamento no muni ípio de seu domicílio ou residência de seus c proprietários.2002. Vencido o Desembargador Fulano de Tal. III. Sepúlveda Pertence. Também cabível o argumento de que os Estados são competentes para o registro de veículos.2002.

O diploma em análise dispõe sobre incentivo fiscal para pessoas jurídicas que possuam empregados com mais de 40 anos e está assim redigido: Art. sendo natural. constitucional e administrativo. depois da edição do novo Código Civil ± Lei no 10. Antonio. inviabilizando a tese de que caberá recolher imposto causa mortis também sobre o valor dos bens doados ± Bitributação inadmissível ± Provimento (TJSP. de certificados expedidos pelo Poder Público. art.) Os Estados-membros têm competência para legislar supletivamente sobre tráfego e trânsito nas vias terrestres (Constituição. no interior. que defende a não-incidência do ITCMD nesta hipótese específica. daquele d Estado.992. 03. porque a doação ocorreu antes da edição da lei que instituiu o referido imposto no Estado de São Paulo. I ± tributário. na forma a ser fixada em decreto do Poder Executivo. 10 e 12). na qualidade de empregador. assim. DJ SP I 28. Vara Cível ou Vara Única. José falece em 15 de janeiro de 2003. a autonomia estadual se estende ao campo da navegação marítima ou aérea. e foi recolhido o ITCMD sobre todos os bens arrolados no inventário.2003. em nenhum ponto. 36 ± Repertório IOB de Jurisprudência. art. vol. de 21 de dezembro de 2001. para obter sua opinião legal sobre o caso. uma das Varas da Fazenda Pública. com o intuito de igualar a legítima dos descendentes e do cônjuge. § 2 Os portadores dos certificados poderão utilizá-los para pagamento dos seguintes impostos: o o . porque se apresentam frontalmente conflitantes com as regras constitucionais que declaram a competência legislativa exclusiva da União. Desta forma. Agravo de instrumento nº 272. A competência para legislar sobre direito aeronáutico e marítimo é exclusiva da União (Constituição.12. (. que é condição para sua utilização (arts. 8º. n.495/2. não há incidência do ITCMD nesta hipótese. 3ª Câmara de Direito Privado. Des. a partir de seus efeitos. QUESTÃO: Elabore a medida judicial adequada para defender os interesses de Antonio. rel. 2002 e seguintes do Código Civil de 2002. constitui simples indicação nos autos do processo de inventário. p.01. Ênio Santarelli Zuliani. ´n´. de modo que os valores já recolhidos poderiam ser restituídos ou compensados com outros débitos de tributos estaduais.objeto de direito através de assentamentos no Registro Aeronáutico Brasileiro do Ministério da Aeroná utica.2002. Mas..406. 1776 do CC). José doa para seu primeiro filho. inclusive os que haviam sido objeto da antecipação de legítima. que instituiu o Im posto sobre Transmissão Causa Mortis e Doações de Quaisquer Bens ou Direitos ± ITCMD. 675). órgão encarregado de emitir os certificados de matrícula. não têm qualquer validade. 1/18809. ações de uma empresa situada no Estado de São Paulo. As ações que foram doadas para Antonio são levadas à colação no processo de inventário. correspondentes ao valor do incentivo.085/95. A colação. e par. apresentarem plano de partilha proporcional sobre os bens que remanescem ± Hipótese de partilha justa ou eqüânime que se fez em vida (art. requerendo a repetição do indébito do tributo (tendo em vista que não há possibilidade legal de compensação). Antonio consulta-o/a como advogado/a. Neste sentido. 1 Fica instituído incentivo fiscal para as pessoas jurídicas domiciliadas no Estado que. Antonio lê uma entrevista de um advogado no jornal. único). a atribuição constitucional de competência impositiva sobre a propriedade de veículos automotores. ii) No mérito. confira-se o seguinte julgado: Inventário ± Herdeiros que informam as doações que o pai fez em vida (adiantamentos de legítima) para. XVII. er i) elaborar ação de repetição de indébito. 8º. do valor dos bens doados pelo de cujus ainda em vida. possuam pelo menos 30% de seus empregados com idade superior a 40 anos. O Governador do Estado de São Paulo propôs ação direta de inconstitucionali ade contra a Lei no 9. p. b). por parte da pessoa jurídica referida no caput deste artigo. Em janeiro de 2004. Normas locais que impõem o registro e licenciamento de embarcações e aeronaves em cadastros dos Estados interessados. redigindo a fundamentação e o pedido nos termos que entend aplicáveis. para fins de cobrança do IPVA. dirigida ao juízo competente (na Capital. portanto. nos termos do art. dependendo da Comarca).. XVII. § 1o O incentivo fiscal de que trata esta lei corresponderá ao recebimento. Antes de ser editada a Lei paulista no 10. de 10 de janeiro de 2002. j.

Ofensa ao Princípio Federativo: No que tange ao IPVA. depende da autorização do CONFAZ. da Constituição Federal.736-SC: Outra razão. diante da regra do art. excitado pelo benefício tributário. de benefício fiscal. § 3o Anualmente. e 2) sobre propriedade de veículos automotores até o limite de 15% do valor dev ido. unilateralmente. XII. a Assembléia Legislativa fixará o montante global a ser utilizado como incentivo. finca-se na natureza do Superior Tribunal de Justiça. que a lei em comento fere o princípio federativo. no que se refere ao ICMS. qual é o termo inicial para a prescrição da ação de repetição de indébito nos casos de empréstimo compulsório sobre aquisição de . temos demonstrado profunda e constante insegurança. (. que adoto como fundamento de voto. sobretudo quando a lei.08. por parte dos Estados ou do Distrito Federal. a Casa Legislativa Paulista utilizou-se. admite. abrindo mão de uma parte da receita do Estado. em relação ao imposto sobre a propriedade de veículos automotores. Nos últimos tempos. mínimo e máximo. para estimular uma conduta por parte do contribuinte. que decidiu: Inviável a concessão.2001). segundo o número e a idade dos empregados. § 4o Os benefícios de que trata esta lei deverão ser previstos na elaboração do projeto de lei orçamentária. entretanto.fiscal desencadeia. que poderá ser ampliado. Ofensa ao princípio da Igualdade: não se configura a ofensa: o princípio da igualdade não se opõe à existência de normas indutoras.276-2 São Paulo (DJU 29. a preferência de. por certo estabelece uma segregação não permitida pela Constituição. II. Néri da Silveira (DJU 31. relativo ao ICMS. Somos condutores e não podemos vacilar. 155. Min. quando do julgamento do Agravo Regimental no Recurso Especial no 382. Observe o seguinte trecho do Voto-Vista pronunciado pelo Ministro Humberto Gomes de Barros. XXX.. de forma progressiva. no dizer da Ministra Ellen Gracie. ressaltando. Quando chegamos ao Tribunal e assinamos o termo de posse. § 2º. sem nenhuma vaidade. no caso ora em análise. g. para equilibrar uma situação de desigualdade social. ainda. da Constituição Federal. É admissível a pretensão do autor quanto às ofensas aos dois princípios constitucionais alegados? Fundamentar. respectivamente. XII. Vejam a situação em que nos encontramos: se perguntarem a algum dos integrantes desta Seção especializada em Direito Tributário. letra ³g´. sua ampliação de forma progressiva. na medida em que é inegável que o incentivo financeiro. animado desmesuradamente o efeito financeiro. ou pode acarretar. em decisão unânime (ADIn 1. Assim faz o STF. Rel. Quando digo que não podemos tomar lição. 155. A sabedoria gerada no estudo e na experiência nos tornou condutores da jurisprudência nacional. não podemos confessar que a tomamos. Aduz. e 7o. da CF. legitimamente.2002). o precedente da ADIMC 1. No caso. ainda. ditas extrafiscais. de 1% e 5%. que temos notável saber jurídico. já que o tema não foi objeto de deliber ação do Conselho Nacional de Política Fazendária ± Confaz.) O autor da ação aduz que esta norma viola o disposto nos artigos 5o..577. A própria Ministra Ellen Gracie citou.11. prevista na Lei Complementar 24/75. o compromisso de que somos notáveis conhecedores do Direito. caput. a cada incidência.. do texto constitucional. pelo menos. respeitados os limites. para ser validamente concedido. § 2º. Saber jurídico não é conhecer livros escritos por outros. A presente questão foi examinada pelo Plenário do Supremo Tribunal Federal. descabe cogitar de ofensa o princípio federativo ou a qualquer outra limitação constitucional. do caráter extrafiscal que pode ser conferido aos tributos. assumimos. Saber jurídico a que se refere a CF é a sabedoria que a vida nos dá. segundo o número e a idade dos empregados. significativo segmento do mercado de trabalho pelos trabalhadores com mais de 40 anos de idade e que o encorajamento. o incentivo fiscal. conforme a regra do art. relatora do caso. que o incentivo foi dado de forma abstrata e totalmente impessoal. de receita proveniente daqueles tributos.1) sobre operações relativas à circulação de mercadorias e sobre prestações de transporte interestadual e intermunicipal e de comunicação. previsto no artigo 155.

cheia de pessoas é arrastada por uma lancha.. o Resp 144. dos contribuintes. Pois bem. pelo artigo 56 da Lei nº 9.. a pesar de já existirem dezenas. mergulho em insegurança como um passageiro daquele vôo trágico em que o piloto que se perdeu no meio da noite em cima da Selva Amazônica: ele se virava para a esquerda. Em matéria tributária. até o advento da Lei no 9.430/96. Ministro Castro Meira.430/96. O Voto acima foi proferido por ocasião de um julgamento.. (. de repente. fixou norma de isenção da COFINS nos seguintes termos: Art. cada um haverá de dizer que não sabe. pelo mundo afora. Por sua vez. por exemplo. acerca da questão mencionada? (i) A Lei Complementar nº 70/91. até centenas de precedentes. Para tanto. Ele foi concebido como condutor dos tribunais e dos cidadãos. Relator Min. como. a lancha desloca-se em linha reta e.430/96. Naquela época. Nas praias de Turismo. a discussão era de outro jaez: a Fazenda Nacional. 1º. 6º. Daí o STJ. que levou à edição da Súmula 276. . registradas no Registro Civil das Pessoas Jurídicas e constituídas exclusivamente por pessoas físicas domiciliadas no País. a revisão da Súmula 276/STJ. até que eles de repente descobriram que estavam perdidos: O avião com o Superior Tribunal de Justiça está extremamente perdido. existe um brinquedo em que uma enorme bóia. aquelas sociedades teriam o direito à isenção.12. são isentas da Cofins. descreve curvas de quase noventa graus. daria à Sumula a seguinte nova redação: As sociedades civis de prestação de serviços profissionais.989. dobrava para a direita e os passageiros sem saber nada.) O Superior Tribunal de Justiça existe e foi criado para dizer o que é a lei infraconstitucional. como condutor daqueles que pagam. Quando da edição da Súmula. Garcia Vieira. em síntese. São isentas da contribuição: I ± omissis II ± As sociedades civis de que trata o artigo 1º do Decreto-Lei nº 2. por diversos precedentes. A revisão. pelas sociedades civis de prestação de serviços profissionais relativos ao exercício de profissão legalmente regulamentada. daquela isenção. O jogo só termina. quando todos os passageiros da bóia estão dentro do mar. 6º da Lei Complementar nº 70/91. Nosso papel tem sido derrubar os jurisdicionados. a discussão ainda não versava acerca da revogação. Agora dizemos que está errada. Hoje. no qual se discutia.. (ii) o novo debate que se passou a travar tem a ver com a revogação da isenção veiculada pelo art. 6º. que também sou. sob pena de perder o direito à isenção. (. e porque depois se iniciou novo debate. adotando interpretação restritiva das normas acima. Agora estamos a rever uma Súmula que fixamos há menos de um trimestre. não incidirá o Imposto de Renda das pessoas jurídicas sobre o lucro apurado. ninguém sabe mais. no encerramento de cada período-base.851/RS. Como contribuinte.veículo ou combustível. entendia que as sociedades civis deveriam ser. optantes pelo regime de tributação pelo lucro real. o referido art.) Nós somos os condutores. o STJ pa rece ter assumido o papel do piloto dessa lancha. 1º do Decreto-Lei nº 2. necessariamente.397/87. e eu ± Ministro de um Tribunal cujas decisões os próprios Ministros não respeitam ± sinto-me triste. proposta pelo Relator. de 22. Há dez anos que o Tribunal vem afirmando que o prazo é decenal (cinco mais cinco anos). cujo enunciado é: As sociedades civis de prestação de serviços profissionais são isentas da Cofins. em seu art. A partir do exercício financeiro de 1. ter decidido que. Qual a controvérsia jurídica existente anteriormente à edição da Lei no 9.397 assim dispunha: Art. A função do piloto dessa lancha é fazer derrubar as pessoas montadas no dorso da bóia. ou não. porque alguém nos deu uma lição dizendo que essa Súmula não devia ter sido feita assim. irrelevante o regime tributário adotado.1987. independentemente do regime de tributação escolhido para fins de imposto de renda. irrelevante o regime tributário adotado.

buscou-se sustentar que a Lei Complementar nº 70/91. em nome do princípio da hierarquia das leis.000. 20. O valor acima referido é o efetivamente remetido. de sua propriedade. então. a Seção decidiu pela manutenção da Súmula. das quantias ou . i. em relação à fração que corresponderia ao restante do quadriênio (art. já não mais tendo como cobrar o imposto da locadora.000 x 0.15)/ 0. já que não se trata de mercadoria. a partir da data da alienação. Tendo em vista a legislação do ICMS. na última sexta-feira. o valor que foi recebido. no Brasil. o creditamento do o. em caso positivo. sediada na Capital do Estado de São Paulo. § 5o. Empresa fabricante de sorvetes.47 Em sede de Execução Fiscal ajuizada pela Fazenda do Estado de São Paulo perante o Juízo de Direito da Vara das Execuções Fiscais da Comarca de São Paulo. por maioria de votos. na fonte. decide a locatária assumir o ônus do imposto. entretanto.A discussão então travada passou a ser se. o entendimento de que seria necessária uma lei complementar para revogar a isenção. resolvendo-se a questão pela seguinte regra de três: R$ 1. Os pagamentos a não residentes. para o estabelecimento paulista. ser a isenção por ela concedida revogada por lei ordinária. foi surpreendida. a Distribuidora Igreji Ltda. Pessoa jurídica. apenas outra lei complementar a poderia revogar. ocorrendo a operação antes de decorrido o prazo de quatro anos contado da data de sua aquisiçã não se permite. sua aquisição dera direito à empresa de se creditar do imposto (que incidira à alíquota de 18%) na razão de 1/48 (um quarenta e oito avos) por mês. Já quanto aos bens adquiridos em 2001. No caso dos bens adquiridos em 2003. com exatidão. não cabe mais falar em perda de valor a creditar.000. Trata-se de transferência interestadual de bens do ativo permanente.e. com o bloqueio e transferência. nada obstando. prevalecendo. sediada no Brasil. V da Lei Complementar 87/96). 725 do mesmo Regulamento. a empresa possui carrinhos de sorvete. desde que indicada. o estabelecimento paulista transfere outros 100 carrinhos. superou em muito a expectativa inicial. a título os de aluguel do imóvel que a primeira ocupa.15 Donde se extrai a seguinte fórmula para apuração do imposto devido: X = (1. sujeitos à retenção de 15% (quinze por cento). tendo transcorrido o quadriênio a que se fez referência acima. requisitando informações sobre a existência de ativos financeiros em nome da executada. por o Juiz de Direito haver determinado a expedição de ofício ao Banco Central. para o transporte de sorvetes a serem vendidos nas praias. efetua uma remessa de R$ 1. Como é comum nesse ramo de atividades. solicitando que você informe o montante que deverá ser recolhido. de ambas as operações. disciplinada pelo art. Informada de que haveria incidência de imposto de renda na operaçã e o. apresente as conseqüências.00 a empresa sediada nos Estad Unidos. seria materialmente ordinária. no Brasil. A operação de transferência de bens do ativo permanente não é tributada pelo ICMS. daí. que se encarregará da distribuição de sorvetes a vendedores autônomos. pela locadora. a técnica de gross up. 685 do vigente Regulamento do Imposto de Renda.00 = 0. Aplica-se. Apurar o montante de imposto devido sobre a apuração (não será exigido o ac erto do cálculo aritmético. estão.85 X = R$ 176. adquiridos em 1o de janeiro de 2001. não localizados em países com tributação favorecida. imposto. Ou seja: a empresa perde o crédito relativo à parcela ainda não creditada. a empresa remete ao novo estabelecimento 200 carrinhos de sorvete adquiridos em junho de 2003 pelo estabelecimento paulista de um fornecedor local. A fim de iniciar as operações da nova filial.. tendo a isenção sido veiculada por uma lei complementar. de regra. a operação). o valor informado foi líquido do imposto. em moeda corrente. Como a demanda. No julgamento acima relatado. nos termos do art. na alta temporada. com seu teor ori ginal. conquanto formalmente complementar. No caso. que são cedidos a autônomos (os sorveteiros).85 X = 0. resolve abrir uma filial na Capital do Estado do Rio de Janeiro. naquele Tribunal.

A referida Distribuidora r depende de recursos financeiros para a sua atividade. já que se trata de conceito empregado para a demarcação de competências tributárias (art. apontar ato coator do MM. de queijo prato. no segundo. Ademais. não há razão para não se dar à habilitação o tratamento tributário dos serviços de comunicação a ela relacionados. exceto pelos ent aves burocráticos que a primeira impõe. alegando que o legislador ordinário pode definir prestação de serviços decomunicação. O acórdão recentemente proferido pelo Tribunal denegou a ordem. executor da política tributária e financeira do Estado.368-MT. endereçado ao Superior Tribunal de Justiça (art. Recurso Ordinário em MS 11. 110 do CTN). Precedente: STJ. com os fundamentos jurídicos para sustentar a não incidência do ICMS sobre a taxa de habilitação dos aparelhos móveis celulares. ao nosso ordenamento não arrepia a penhora de faturamento. acolhendo manifestação da Exeqüente. o que inocorre quando da mera disponibilização do serviço ao usuário (2) proibição de analogia gravosa em matéria tributária (art. e o Secretário de Estado da Fazenda. no próprio processo. que dispõe a esse respeito. Alternativamente: Mandado de Segurança. não havia notícia de que os referidos bens não despertariam o interesse de eventuais arrematantes. sediada na Capital do Estado de São Paulo. que impede a extensão do tratamento tributário dado aos serviços de comunicação à habilitação que os precede. visando a não ser constrangida ao pagamento de ICMS sobre o valor cobrado de seus assinantesa título de habilitação do aparelho móvel celular. esta informou nos autos que quando aceitara a primeira penhora. A Telecelular S/A. baseando-se no Convênio ICMS no 69/98. com pedido de efeito suspensivo. Medida Judicial cabível: Agravo de Instrumento. se o respectivo serviço é justamente o conjunto de atividades que possibilitam a respectiva oferta..importâncias depositadas até o limite do débito exeqüendo. b. permitindo rápida e eficaz garantia do crédito tributário. inexistindo razão para procurar outros bens já que é notório que a atividade da Executada implica grande movimentação financeira. No primeiro caso. QUESTÃO: Na qualidade de advogado da Telecelular S/A. onde opera serviços de telefonia móvel. já não dispondo de crédito na praça. tome a medida judicial cabível para permitir que ela possa movimentar livremente seus recursos. de bens imóveis na Capital. apresente o recurso cabível contra a decisão.2005) A Cooperativa Mista Dos Produtores Rurais Do Estado De São Paulo impetrou ação anulatória de débito em que contende com a Fazenda Pública do Estado de São Paulo.472/97) não impede a compreensão da habilitação como uma de suas modalidades. em tudo semelhante ao bloqueio de contas bancárias. Lei no 9. O Juiz de primeiro grau julgou improcedente o . 105. 108. § 1º do CTN). Relator Ministro Francisco Falcão (DJU 9. Além disso a definição de serviços de telecomunicações (art. com o ac obertamento de nota fiscal de valor aquém da pauta mínima estabelecida na região. para efeitos tributários. Com efeito. pode determinar a imposição tributária em relação ao fato gerador estabelecido no Convênio ICMS no 69/98. QUESTÃO: Na qualidade de advogado da Distribuidora Igreji Ltda. Medida Judicial Cabível: Recurso Ordinário em Mandado de Segurança. a agravada é a Fazenda Pública do Estado de São Paulo. da Constituição Federal) Mérito: (1) inexistência de prestação de serviço no mero ato de habilitação: o ICMS pressupõe a efetiva prestação do serviço de comunicações. A referida ordem foi dada não obstante a existência de penhora. perante o Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo. segundo se argumenta na decisão. perante o mesmo ida Tribunal. II.2. 60. com pedido de med liminar. (3) a definição de prestação de serviços de comunicação não pode ser alterada exclusivamente para fins tributários. impetrou Mandado de Segurança preventivo. na qual buscava o cancelamento de crédito tributário decorrente de auto de infração lavrado em seu desfavor. perante o Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo.300 kg. Ademais. por transportar 12. Juiz de Direito da Vara das Execuções Fiscais da Comarca de São Paulo.

é possível sua aplicação´. No início do ano foi notificado pela Prefeitura Municipal para pagar o IPTU. dando ao vencedor o direito de uso do terreno do estacionamento. sem qualquer ônus. ocorrido após a remessa das mercadorias. Medida Judicial Cabível: Recurso Especial. Para obter recursos de maior monta. O Armazém San Genaro Ltda. promoveu campanha de rifas. 34 do CTN). pois sua utilização não importa em aumento de tributo (art. a indicação de um possuidor como contribuinte apenas é possível se a posse se faz com animus dominis. Sendo o IPTU um imposto sobre a propriedade. a ser considerada. a base imponível (base de cálculo). sendo. Em sua defesa. mas. c) ³Há previsão legal no Estado de São Paulo para a utilização de pauta de valores. QUESTÃO: Na qualidade de advogado da Cooperativa. do CTN). I. o valor do reajuste poderia estar sujeito à tributação no Estado onde já se encontrava a mercadoria por ocasião do pagamento do reajuste. A posse por um contrato de uso. visando à reforma do acórdão acima referido. já que somente a lei pode fixar a base de cálculo do tributo. I . e explora parte de seu terreno como estacionamento. a autoridade administrativa pode valer -se do arbitramento somente quando não merecer fé ou for omissa a declaração do contribuinte. no qual exerce atividade hospitalar a pessoas carentes. sendo considerado contribuinte. do Decreto-lei no 406?1968 e 8o. É devido o IPTU nas circunstâncias relatadas? Fundamente a sua resposta. ademais.pedido. é detentora de um imóvel. Não é devido o IPTU. O § 5º do art. em venda interestadual. com prazo determinado. como já dito alhures. podendo o Fisco valer-se dela sempre que o preço declarado pelo contribuinte for consideravelmente inferior ao de mercado´. b) ³O art. em Acórdão publicado há dez dias. já que o arbitramento pressupõe processo regular. d) ³Não há qualquer incompatibilidade das pautas com a CF?88. na qualidade de possuidor do imóvel a título de direito de uso (art. não caracteriza aquele animus. dirigido ao Superior Tribunal de Justiça Mérito: (1) violação do art. O ganhador resolveu utilizar o referido terreno para estacionamento de seus familiares. nos termos do mesmo dispositivo. Procedem os argumentos do contribuinte? Por quê? O argumento do contribuinte não procede. foi autuado em virtude de não haver recolhido ICMS sobre reajuste de preço. A Santa Casa de determinada localidade. II. do Convênio ICMS 66?88 possibilitam ao Fisco valer-se de arbitramento para estabelecer valores´. fato posterior ao surgimento da obrigação tributária. (2) Violação do art. caso haja reajuste do valor . pois. Segundo o contribuinte. afastando-se. 148 do CTN. o § 4º do mesmo art. Aviado recurso de apelação. argumentando que: a) ³Ocorrendo o fato gerador na saída da mercadoria. bem como os artigos 2o. 150. 150 CF). tendo em vista que a Santa Casa é imune ao imposto (art. é a existente quando da aludida saída. incompatível com o regime de pauta de valores mínimos. daí. alegou o contribuinte que o reajuste de preç o foi acertado com seu cliente após a saída da mercadoria e até mesmo depois de a mercadoria ter entrado no estabelecimento destinatário. 148 do CTN. 13 da Lei Complementar 87/96 é claro ao dispor: Nas operações e prestações interestaduais entre estabelecimentos de contribuintes diferentes. na região central da cidade. Se tal base de cálculo for inferior à da pauta de valores já vigente. apresente o recurso cabível. em benefício de suas finalidades. No caso. o Tribunal a quo manteve a sentença. entidade assistencial sem fins lucrativos. por um ano. ficou evidente que a exploração do imóvel estava relacionada com a obtenção de recursos para a própria Santa Casa atingir sua finalidade. 97 do CTN. 97. VI. em adequação da base imponível sobre a qual incidirá a alíquota´. ³c´ da Constituição Federal).

Já aquele contribuinte que presta serviços a pessoas físicas sujeita-se ao Recolhimento Mensal Obrigatório (carnê-leão).000. Nenhum deles possui dependentes nem efetua gastos com previdência social ou educação. a executada oferece à penhora bens de sua propriedade.00. agravo de instrumento contestando a falta de liquidez e pedindo o levantamento da penhora sobre o faturament .000. no ano anterior.00. recurso que. A AUTOLÁ S/A.recurso especial perante o Superior Tribunal de Justiça. foi declarado improcedente. que o ois outro. A atividade descrita não afasta a opção. a AUTOLÁ S/A pretende analisar a alteração dessa sistemática com o fim de pagar menos IR e consulta-o a respeito da tributação pelo lucro presumido. solicita a penhora de 30% do faturamento da executada. como máquinas utilizadas em sua linha de produção. nos cinco d ias indicados pelo juiz para quitar a dívida ou oferecer bens à penhora. No ano base de 2004. o que poderia comprometer as suas atividades e o fato de ter a executada indicado outros bens que julga terem liquidez. de cada aluno.00 (seis milhões de reais). pedido que é integralmente deferido pelo juiz. Exclusivamente do ponto de vista da legislação do imposto de renda.000. na faixa de isenção e não havendo imposto a recolher. em iguais proporções. Contra a referida decisão. nem tampouco a circunstância de seus sócios serem pessoa jurídica com faturamento superior àquele montante ou residente em paraíso fiscal. daí. tributada pelo lucro real e cujo faturamento anual é de R$ 100. Dois professores de inglês cobram de seus alunos valores idênticos. e (ii) por sociedade residente em país com tributação favorecida (paraíso fiscal). Um deles ministra aulas a cinco pessoas físicas diferentes. na tabela progressiva. O contribuinte que ministra aulas a pessoas jurídicas terá maior recurso em caixa. que chega a 27. Identifique qual dos contribuintes possui maior recurso em caixa.000.000. Cada um deles possui cinco alunos e recebe. apresentando no respectivo ano faturamento de R$ 6. argüindo a baixa liquidez destes bens no mercado e. As receitas da sociedade decorrem exclusivamente do comércio de automóveis no País. sujeitando-se. Uma empresa sofre execução fiscal promovida pela Procuradoria da Fazenda do Estado de São Paulo e. explicando a diferença. eles constatam que um deles possui maior recurso em caixa. a AUTOLÁ S/A pagou o imposto de renda pela sistemática de tributação do lucro real. a quantia de R$ 1. transcorrido o prazo indicado. QUESTÃO: Considerando a penhora de 30% do faturamento da executada. adotando a base de cálculo de R$ 5. cada uma adotará a base de cálculo de R$ 1. a executada interpõe. paralelamente. como advogado da empresa. é possível a opção pelo lucro presumido? Observado o limite de faturamento.5%.depois da remessa ou da prestação. por votação unânime da turma o julgadora. pelas pessoas jurídicas envolvidas. a diferença fica sujeita ao imposto no estabelecimento do remetente ou do prestador. a Fazenda Pública protocola petição rejeitando os bens oferecidos. . inferior a R$ 48.000. enquanto o outro é contratado por cinco pessoas jurídicas diversas. por: (i) pessoa jurídica sediada no País. ao recolhimento do imposto. . para dar aulas aos respectivos diretores presidentes. sociedade que se dedica ao comércio de automóveis tem o capital social detido. a empresa executada permanece inerte.000.000. não há óbice à opção pelo lucro presumido. No final de cada mês. já que está sujeit à retenção na o fonte. Todavia. em separado. Após tomar ciência da relação de bens indicados pela executada.00 (mil reais). perante o Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo. recaindo. tomar as medidas cabíveis nos autos do agravo de instrumento.00 a cada mês. dep de atendidas as obrigações tributárias do mês.00 (cem mil reais). pois. Sendo cinco pessoas jurídicas. No início do ano de 2005.

porque isso equivale a penhorar a própria empresa (.segundo entendimento de grande parte da jurisprudência. em cada um dos estados mencionados.. Estaduais. o ³Estabelecimento X´.Trecho do Julgado: ³Inicialmente. .e sem que a empresa autuada tome qualquer iniciativa.033/2004. Contudo. igualdade e coisa julgada. na iminência de sofrer uma execução fiscal. . esta precedida do depósito preparatório do valor do débito. sejam as seguintes: .) Se houver penhora do faturamento ou do rendimento. monetariamente corrigido e acrescido dos juros e multa de mora e demais encargos. especificamente do STJ. localizado no estado de São Paulo. depois. além do ICMS.a lei não pode retroagir para atingir a coisa julgada ± a lei não poderia ter efeitos sobre os precatórios já expedidos ou com pagamento em curso. na forma desta Lei. Após o trânsito em julgado de decisão favorável ao contribuinte em ação de repetição de indé bito. ação de repetição de indébito ou ação anulatória do ato declaratório da dívida.. vende uma máquina para a produção de fósforos. . salvo as hipóteses de mandado de segurança. bem como a certidão de regularidade para com a Seguridade Social. adquirida pelo ³Estabelecimento Y´. é autuada em decorrência do não pagamento de Imposto Sobre Serviços de Qualquer Natureza (ISSQN) em relação aos valores recebidos pela prestação de serviços de comunicação. a penhora sobre o faturamento somente tem cabimento na ausência de oferecimento de bens alternativos. em 2003. no momento em que o contribuinte requereu o levantamento do depósito judicial.artigo 38 da Lei 6. O prazo para impugnação administrativa expira. uma vez que o gravame deverá importar o menor ônus ao contribuinte executado. . sediada no Município de São Paulo. QUESTÃO: Por julgar indevido o ISS sobre serviços de comunicação e.Interposição de Agravo de Instrumento dirigido ao Tribunal Regional Federal da 3ª Região.trata-se de um ato coercitivo para cobrança de tributos (cobrança indireta) e que fere os princípios da legalidade. . Municipais. nos termos do artigo 19 da Lei 11.efetuar o depósito do montante discutido .. localizado no estado do Ceará e que faz referida aquisição para incorporação no seu ativo fixo. . Tomar as providências cabíveis. o juiz da Xa Vara Federal de São Paul o indeferiu o pedido alegando não ter o contribuinte apresentado as certidões negativas de Tributos Federais. que poderia comprometer os seus negócios. Em 10/06/2004.requerer a declaração de inexistência da relação jurídica e a anulação do crédito inscrito em dívida ativa.´ . . a empresa o constitui como advogado para defender os seus interesses. a Turma e a própria Seção mudaram a orientação e não permitem mais a penhora do rendimento da empresa. pelos seguintes montantes: (ii) meramente para fins desta questão.´ A Empresa Globalcomunications Ltda. tendo sido então o débito inscrito em Dívida Ativa há cinco meses. foi expedido precatório tendo a União Federal.os serviços de comunicação devem ser tributados pelo ICMS e não pelo ISS.830/80 ± ³A discussão judicial da Dívida Ativa da Fazenda Pública só é admissível em execução. apresentando a adequada fundamentação. suponha-se que as alíquotas internas (hipotéticas) de ICMS para o produto mencionado no caso acima. esta Turma entendeu que poderia penhorar 30% do rendimento da empresa.Ingressar com Ação Anulatória de Débito Fiscal. mas. QUESTÃO: Como advogado do contribuinte.a penhora sobre o faturamento poderá conduzir a empresa à insolvência . O valor é composto. depositado integralmente o valor a que havia sido condenada a pagar. ingresse com a medida cabível para reformar o despacho que indeferiu o levantamento do depósito judicial do precatório. Em hipótese alguma será considerada a redação escrita neste espaço. a empresa pode ficar inviável.

1) .00 / 0. Nogueira faleceu deixando ao seu único herdeiro um lote de um milhão de ações de um grande banco brasileiro.77 .000.00 R$ 30.) ICMS a ser recolhido: Em SP (pelo produtor de máquinas) No CE (pelo produtor de fios) R$ 408. por ocasião da homologação do formal de partilha.000.00 (um real) cada.096. neste caso ± aquisição para ativo fixo ± entra na B.07) ± R$ 408.68 ICMS total recolhido na operação: R$ 65.C.Operação 1: Alíquotas: (i) interestadual ± 7% (ii) interna do CE (destino) ± 15% (iii) diferencial de alíquotas ± 8% Valor base para Cálculo: R$ 408.000. O Sr.00 / (1-0.709. Considerando que as ações ingressaram no -se patrimônio particular do herdeiro pelo valor de R$ 1. No momento do falecimento estas ações valiam R$ 1.00 Com base nos dados acima. considerando as alíquotas interestaduais vigentes.000.00 R$ 408.00 IPI* 8.000.806.68 ± R$ 408. Na última declaração do imposto de renda elaborada pelo Sr.50 cada.000.709.68 x 0.00 * Trata-se de dado da questão.45 Erros de mero cálculo serão desconsiderados desde que indicadas corretamente as operações aritméticas.00 R$ 438.000. não deve ser recalculado para fins de resolução desta. calcular o ICMS devido em cada um dos Estados envolvidos. Nogueira.709.Estado São Paulo Produto Máquinas em geral Alíquota 12% Ceará Máquinas em geral 15% Componente Valor da Mercadoria Valor (em R$) 400.93 ± R$ 408.08 R$ 35.50. Total 408. pergunta-se: Qual será a tributação de Imposto de Renda e R$ 438.00 (IPI. estas ações tinham um valor de R$ 1.20 (um real e vinte centavos) a unidade e. cada uma delas valia R$ 1.000.000.

00. . apenas o seu representante pode celebrar tratados internacionais desta natureza.´ Há entendimentos no sentido de que tratados internacionais não podem conceder isenções de tributos municipais e estaduais.. .Espólio O Brasil firma um acordo internacional com país vizinho visando assegurar a isenção de impostos incidentes sobre um empreendimento de grande importância estratégica para os dois países. . tais como os defendidos por Ives Gandra Silva Martins e Roque Carrazza.20.000. .000. 21. Após a ratificação do acordo.000. englobados União. . .³Art. pelo Presidente d República.ITCMD incidentes sobre a operação acima descrita? Como deverão ser determinadas as bases de cálculo e quem serão os contribuintes? Haverá a incidência de dois tributos ± ITCMD e Imposto de Renda. em meados de maio de 2005. Compete à União: I ± manter relações com Estados estrangeiros e participar de organizações internacionais (.previsão no artigo 133 do Código Tributário Nacional. Indaga -se: procede esta cobrança. Compete privativamente ao Presidente da República: (. O Presidente da República. uma outra panificadora (Doces & Salgados) da mesma região. obrigando a todos os entes da federação. na celebração dos tratados internacionais. Um determinado Estado da República Federativa do Brasil.20 x R$ 1.) VIII ± celebrar tratados. considerando-se que os sócios da Panificadora Pães & Bolos não tinham qualquer influência sobre as decisões que eram tomadas na Panificadora Doces & Salgados? Fundamente. no período compreendido entre novembro de 2002 e dezembro de 2003. Todavia. completando-se assim o processo de celebração do acordo internacional. fundo de comércio ou estabelecimento comercial.200.00 ± R$ 1.apenas a União goza da soberania e. vislumbrando a perda de receitas tributárias por força da isenção concedida pelo acordo internacional. em dezembro de 2004. convenções e atos internacionais.00 = R$ 1.142/2004.000.000.Trata-se de responsabilidade por sucessão tributária por aquisição de estabelecimento. já que os antigos sócios desta última resolveram aposentar-se. III. industrial ou profissional.) Art.. sujeitos a referendo do Congresso Nacional. Estados. Todavia.IR incidirá sobre a diferença entre R$ 1..o ITCMD será calculado com base no valor das ações por ocasião do falecimento ± R$ 1.000. por qualquer título. e continuar a respectiva exploração.00 = R$ 500.00 x 4% = R$ 48.³A pessoa natural ou jurídica de direito privado que adquirir de outra. é promulgado o Decreto Legislativo nO 100/2004. a Pães & Bolos é surpreendida com a cobrança de valores referentes a tributos federais não pagos pela Panificadora Doces & Salgados.000. . especificamente da incidência do ICMS. em seguida.Herdeiro . decide questionar a sua constitucionalidade.00 x 15% = R$ 75.00 . a doutrina dominante entende tratar-se de lei de caráter nacional.. Distrito Federal e Municípios.500. age como representante da República Federativa do Brasil. .ITCMD ± R$1.000.000. e não apenas como representante da União. o Decreto nO a 2. Referido acordo internacional tem o seu texto referendado pelo Congresso Nacional e. é expedido. Analise a questão à luz do disposto no artigo 151. portanto. A Panificadora Pães & Bolos adquire. sob a mesma ou outra razão . 84.ITCMD ± contribuinte . da Constituição Federal.IR ± contribuinte .

para efeitos deste imposto.o artigo 8º do Decreto. artigo 97.Mandado de Segurança . Parágrafo 1o : Considera-se valor venal. dos preços correntes das transações e das ofertas à venda no mercado imobiliário. mas não se trata de mera atualização monetária da base de cálculo . QUESTÃO: Como advogado. pois os sócios desta última. As partes têm interesse em fazer o registro da transmissão da propriedade no cartório de registro de imóveis o mais rápido possível. reaproveitar uma antiga regra contida no artigo 32 da Lei 4. indústria ou profissão. segundo a qual fica a pessoa jurídica que possui débitos não garantido junto à União e/ou s INSS impedida de efetuar a distribuição de lucros aos sócios ou quotistas.artigo 150. não deram seguimento à atividade. mediante contrato formal e regular. indústria ou atividade. com valor fixado em R$ 500. responde pelos tributos. tendo se aposentado.154/91) foi substancialmente alterada pelo Decreto Municipal no 46.00 (seiscentos mil reais).000. inciso I. O referido decreto estabelece: ³Artigo 7 : A base de cálculo do imposto é o valor venal dos bens ou direitos transmitidos. buscou. O parágrafo 1º deste artigo determinou a atualização periódica do valor venal.228/05.00 (setecentos mil reais).´ . segundo a Planta Genérica de Valores. Artigo 8o: A Secretaria Municipal de Finanças tornará públicos os valores venais atualizados dos imóveis insc ritos no Cadastro Imobiliário Fiscal do Município de São Paulo. mas acabou prescrevendo a publicação do valor venal de cada imóvel em concreto. e cujo valor venal no carnê de IPTU é de R$ 600. Todavia.228/05.esta atualização implica verdadeira majoração da base de cálculo. a contar da data da alienação. mas sabem que este ato não será consumado na hipótese de o ITBI não ser recolhido consoante o Decreto Municipal no 46. tome as medidas judiciais cabíveis visando assegurar o pagamento do tributo da forma menos onerosa possível.artigo 9. . por meio de seu artigo 17.princípio da legalidade . mediante pesquisa e coleta perm anente. o que só seria possível por lei. este imóvel valeria R$ 700.00 ( quinhentos mil reais). Parágrafo 3o : O valor venal divulgado. Guimarães acabou de negociar a venda. Machado.000. da Constituição Federal . inciso I. ferindo o princípio da legalidade . relativos ao fundo ou estabelecimento adquirido. bem como pela Portaria no 81/05. inciso II e parágrafo 1º .social ou sob firma ou nome individual.051. Parágrafo 1 o o : Os valores venais dos imóveis serão atualizados periodicamente. da Secretaria de Finanças do Município de São Paulo. dispositivos estes que promoveram a alteração da b ase de cálculo do tributo mencionado. por amostragem. o valor pelo qual o bem ou direito seria negociado à vista. sob pena de multa. de 29 de dezembro de 2004. Recentemente.000.impossibilidade de fixação da base de cálculo por decreto. em condições normais de mercado. A Lei no 11. devidos até a data do ato: I ± integralmente. nova atividade no mesmo ou em outro ramo de comércio. que passou a ser fixada pelo Município com base na Planta Genérica de Valores. de forma a assegurar sua compatibilização com os valores praticados no Município. a legislação do Município de São Paulo referente ao Imposto sobre a Transmissão de Bens Imóveis (Lei 11. em nenhuma hipótes será inferior à base de cálculo do Imposto sobre a e.´ O Sr. não fixou apenas critérios genéricos e abstratos para apuração do valor venal. inclusive com a participação da sociedade representada no Conselho de Valores Imobiliários. Propriedade Predial e Territorial Urbana ² IPTU.357/64. utilizada no exercício da transação.A Panificadora Pães e Bolos terá que arcar integralmente com o débito da Panificadora Doces e Salgados. se o alienante cessar a exploração d comércio. se este prosseguir na exploração ou iniciar dentro de 6 meses. II ± o subsidiariamente com o alienante. de um imóvel seu para o Sr. .

restrições ou proibições impostas ao contribuinte. alterado pelo artigo 17 da Lei no 11. 5.há cerceamento dos direitos fundamentais dos contribuintes. da Lei 4. em montante igual a 50% (cinqüenta por cento) das quantias distribuídas ou pagas indevidamente. para com a União e suas autarquias de Previdência e Assistência Social. QUESTÃO: Na qualidade de advogado do Sr. não poderão: (. empresa do segmento de helicópteros e que passa por graves dificuldades financeiras.Assim. tome as medidas cabíveis. enquanto estiverem em débito. bem como a seus diretores e demais membros de órgãos dirigentes. § 2 A multa referida nos incisos I e II do § 1o deste artigo fica limitada. contudo.´ QUESTÃO: Considerando que a empresa Beta Gama S/A. iniciada em janeiro de 2000. acabou-se por não pagar a contribuição previdenciária.051/04. fiscais ou consultivos. . como forma indireta de obrigá-lo . ingressado com recurso administrativo que pudesse suspender a exigibilidade do débito envolvido. como advogado tome as providências cabíveis defendendo os interesses da empresa. mas teme que este procedimento venha a lhe acarretar algum tipo de autuação fiscal. II ± aos diretores e demais membros da administração superior que receberem as importâncias indevidas. Ubaldo.. taxa ou contribuição. prevê. 32. pretende distribuir dividendos a seus sócios. do Código Tributário Nacional o .Embargos à execução .sanções indiretas .a CF.. a 50% (cinqüenta por cento) do valor total do débito não garantido da pessoa jurídica. não garantido. LIV) é suprimido .Mandado de Segurança . artigo 195. sem ter. executivo consagrado no mercado. Ubaldo recebeu amplos poderes dos sócios. estabeleceu se que: ³Art. O Sr. parte patronal. A empresa sofreu autuação fiscal em setembro de 2005.desobedecem a adequação dos meios. Seguiu -se a execução fiscal com a penhora dos bens pessoais do Sr.) b) dar ou distribuir participação de lucros a seus sócios ou quotistas. por falta de recolhimento de imposto. como o devido processo legal. uma vez que ele figurava no pólo passivo da execução fiscal.) § 1o A inobservância do disposto neste artigo importa em multa que será imposta: I ± às pessoas jurídicas que distribuírem ou pagarem bonificações ou remunerações. Ubaldo. III. Para o exercício da sua delicada função. As pessoas jurídicas. foi contratado para o cargo de diretor da Tokiofly Ltda. para promover o seu saneamento e torná -la novamente lucrativa. (. respectivamente. apenas excepcionalmente a sanção indireta tributária. art. Em vista do delicado quadro financeiro da empresa e para que fossem adimplidos os compromissos com empregados e fornecedores. segundo a nova redação do artigo 32. desrespeita o princípio de menor ingerência possível nos direitos do cidadão . nos exercícios de 2000 e 2001. . Ubaldo.. em janeiro de 2006. no prazo legal. em montante igual a 50% (cinqüenta por cento) dessas importâncias.pode-se também alegar violação ao princípio da proporcionalidade . ...artigo 135.devido processo legal (CF. que possui débitos não garantidos perante a União. o Sr.357/64. parágrafo 3º.

oriente a I empresa X na hipótese de a prestadora de serviços (empresa Y) não ter efetuado o cadastro exigido junto à Prefeitura de São Paulo. A inscrição em dívida ativa suspende o prazo prescricional por 180 dias (artigo 2º. Andrade. do Município de São Paulo. o Sr. A Procuradoria da Fazenda Nacional. nos termos de seu contrato social. porquanto a referida empresa passava por sérias dificuldades financeiras. descontados os 180 dias de suspensão. aproveitando o bom momento do mercado financeiro.000.598/05. tomando-se as datas de ocorrência dos fatos geradores até a distribuição da ação de execução fiscal. no regular exercício de suas prerrogativas. terão que se cadastrar na Prefeitura deste município para não sofrerem a retenção. A execução foi ajuizada quase um ano e meio após a inscrição em dívida ativa (05/07/2005). Portanto. segundo a qual empresas de outros municípios que prestam serviços especificados no Decreto Municipal no 46.249/95. pretende investir no mercado de ações. ou seja. O Sr. Em 05/07/2005 foi ajuizada execução fiscal para cobrança da dívida.o imposto pago na França (sobre os rendimentos lá auferidos) poderá ser compensado com o imposto devido no Brasil sobre estes rendimentos. Considerando que os serviços serão prestados para a empresa X em São Paulo e observado o disposto na Portaria SF no 101/2005. ele tem dúvidas a respeito da forma fiscalmente menos onerosa de efetuar os seus investimentos. francês. o Sr. Ver também artigo 174 do Código Tributário Nacional. a menor tributação possível. se deve investir como pessoa física ou capitalizar a sua empresa e. Oriente o Sr. tendo. 07/2004. § 3º.598/05.. como regra. indaga se foi -se respeitado o prazo prescricional para a cobrança (ajuizamento da ação de execução fiscal) em tela. Neste contexto. Justifique a sua resposta indicando a base legal aplicável. ou seja. Tendo fixado a residência no Brasil.00. embora declar dos. Todavia.00 da subsidiária da empresa francesa onde trabalha. Pierre recebe um salário de R$ 20. . tributada pelo lucro presumido. observando a existência de um tratado internacional contra a bitributação firmado entre o Brasil e a França. Lei 6. oriente o Sr. Orientar a Empresa X a fazer a retenção do ISS sob pena de responsabilidade. A empresa X. garante a isenção tributária dos dividendos distribuídos às pessoas físicas. Todavia. Pierre a respeito da tributação dos referidos rendimentos no Brasil. contratou os serviços da empresa Y. Andrade a investir como pessoa física ou como pessoa jurídica. Pierre. Pierre passará a ser tributado segundo o princípio da universalidade . o que significa que a contagem do prazo prescricional voltou a ocorrer 180 dias após a data de inscrição em dívida ativa.000. uma vez que o a rtigo 10 da Lei 9. terá sido consumada a prescrição.deverá pagar imposto sobre o rendimento auferido no Brasil e na França . na resposta. O prazo prescricional não foi respeitado. inscreveu os citados débitos de PIS e COFINS em Dívida Ativa da União Federal em 01/01/2004. em São Paulo. pelo tomador. que o serviço prestado pela empresa Y esteja previsto no Decreto Municipal no 46. os a respectivos valores não foram recolhidos em favor da União Federal. efetuar a aplicação através da pessoa jurídica. está em Barueri. conforme determina a legislação tributária aplicável. então.830/80).00 por mês. Considerando que. obviamente. mudou-se há três anos de Paris para São Paulo para viver com a sua esposa brasileira. Ocorre que. Pierre continua a receber uma série de rendimentos pagos por fontes situadas na França e que somam cerca de R$ 50. visando obter. declarado às autoridades fiscais os valores devidos a título de PIS e de COFINS. No Brasil. de 5% (cinco por cento) referente ao SS. tendo a empresa sido citada em 06/07/05. O Sr. o Sr. cuja sede. os ganhos com ações são tributados na fonte a 15% pelo imposto de renda e projetando um resultado estimado de ganho no valor de R$ 100.000. com sede em São Paulo. sócio majoritário de uma sociedade limitada.sustentar que mero não pagamento de tributo não configura excesso de poder ou infração de lei suficiente para responsabilizar pessoalmente o diretor A empresa X auferiu receitas ao longo do exercício de 1999. Considere.

jamais o faturamento das empresas estabelecidas no município. com pedido de liminar. Ex-procurador de empresa estrangeira foi citado por edital para pagar dívida fiscal de empresa sediada no Brasil. PIS e COFINS. por 4 (quatro) meses consecutivos. também. Diante da insuficiência de bens da executada.É menos onerosa a aplicação feita por pessoa física. 1. QUESTÃO: Como advogado. Ao apreciar os autos da execução fiscal. decorrente de falta de recolhimento de ICMS. a empresa deveria manter o pagamento regular dos demais tributos em dia. Além do recolhimento das parcelas mensais do REFIS. Ajuizamento da ação anulatória de débito em divida ativa. Por tal motivo. também vedada pelo artigo 150. ou mandado de segurança repressivo. PONTO 1 O município em que está estabelecida a empresa X editou lei instituindo taxa de limpeza pública para o custeio do serviço público municipal de limpeza de logradouros públicos. PIS e Cofins. tome as medidas judiciais cabíveis para questionar a exigência dessa taxa.Mandado de segurança preventivo ou ação declaratória de inexistência de relação jurídico-tributária. constata-se a revelia da empresa brasileira que. Quando da solicitação de relatório de informações de apoio para emissão de certidão junto à Secretaria da Receita . Referida taxa passará a ser exigida no dia 1. o ex -procurador de empresa estrangeira. com os cód igos de receita invertidos. adote as medidas judiciais cabíveis. sem possibilidade de individualização dos respectivos usuários e. da Constituição Federal. porém. citada.A base de cálculo eleita pela lei em questão não é própria de taxa. resultando na inscrição do débito em dívida ativa e intimação da empresa para imediato pagamento do débito. Interposição de exceção de pré-executividade com pedido de exclusão do nome do ex -procurador do pólo passivo da execução fiscal. Igualmente é cabível o argumento de que a taxa em questão implica na utilização de tributo com efeito de confisco. Uma das exigências legais para a sua habilitação na licitação em questão é a regularidade fiscal. teve seus bens penhorados e silenciou. da referibilidade a contribuintes determinados. visando assegurar a reinclusão da empresa no REFIS. QUESTÃO: Como advogado. . conseqüentemente. o juiz acatou petição da Procuradoria do Estado e determinou fosse citado. com pedido de antecipação dos efeitos da tutela jurisdicional. prestados ao contribuinte ou postos a sua disposição. IV. conforme entendimento jurisprudencial. A empresa X aderiu ao Programa de Recuperação Fiscal ± REFIS. pois haverá apenas a retenção de 15% a título de mposto de renda i . que deve ser o valor suficiente para ressarcir o Estado pelo exercício do poder de polícia ou pela prestação de serviços públicos específicos e divisíveis. . visando assegurar o patrimônio do ex -procurador da empresa. embora o valor retido de 15% possa ser compensado posteriormente.no caso de se investir como pessoa jurídica.5%. QUESTÃO: Na qualidade de advogado da empresa X.º de janeiro do próximo ano. controlada pela empresa estrangeira da qual foi procurador. a empresa foi notificada da lavratura de auto de infração relativo à falta de recolhimento integral da COFINS. porém. como determina a Constituição Federal no §2º do artigo 145 e confirma a jurisprudência do Supre mo Tribunal Federal. A sentença nos autos da execução transitou em julgado. Sua base de cálculo é o faturamento das empresas estabelecidas no município e sua alíquota é de 0.Os serviços públicos em questão são executados em benefício da população em geral. . sob pena de exclusão do REFIS. não se prestando para custeio mediante taxa. adote as medidas judiciais cabíveis. A empresa X pretende participar de processo licitatório para a prestação de serviços de engenharia para uma empresa pública. em março de 2000. pleiteando a anulação do ato de inscrição do débito em dívida ativa. A impugnação ao auto de infração foi protocolada extemporaneamente. Ocorre que a empresa recolheu pontualmente. cuj prova a deve ser feita mediante a apresentação de certidão negativa de débito ou certidão positiva com efeito de negativa. haverá a incidência das alíquotas de 15% e adicional de 10%.

conforme jurisprudência pacífica e maioria doutrinária. As modalidades de suspensão do crédito tributário previstas no artigo 151 do Código Tributário Nacional ± CTN permitem a obtenção de certidão positiva com efeito de negativa. sem que haja a necessidade de a empresa X ingressar com medida judicial. A certidão negativa de débito poderia ser obtida em qualquer das hipóteses de extinção do crédito tributário previstas no artigo 156 do Código Tributário Nacional. Não é devida CPMF sobre os valores envolvidos na transferência em questão. A empresa Y receberia. II da Lei nº 9. onde já possui conta corrente aberta. Posteriormente. A empresa X pretende transferir recursos financeiros mantidos em conta corrente de depósito no Banco A para conta de idêntica natureza no Banco B. mas o enunciado da questão faz referência apenas à certidão positiva com efeito de negativa. desobrigando-a do recolhimento do tributo em questão. porém. 5. declarado e não pago. a única das hipóteses previstas no referido artigo que depende de uma iniciativa da empresa X e que não envolve uma medida judicial é o parcelamento do débito em questão. a empresa X foi fiscalizada e o agente fiscal lavrou auto de infração referente ao não recolhimento do referido tributo. exige dela o pagamento do ISS devido sobre idêntico fato gerador. . Sob a ótica do disposto no artigo 156. o tabelião exige o pagamento do imposto de transmissão relativo aos três atos. A empresa X contratou os serviços da empresa Y para costura de etiquetas em confecções suas. O Município local. 2°´.311/96 estabelece que a alíquota dessa contribuição fica reduzida a zero ³nos lançamentos relativos a movimentação de valores de conta corrente de depósito. Sobre o valor dos serviços de beneficiamento. O preço foi parcialmente pago. que se refere a ³lançamento a crédito. foi pago IPI. Além da alienação do imóvel. por instituição financeira . por peça costurada. dos mesmos titulares. embora a emp resa X estivesse desobrigada de seu pagamento por força da mencionada liminar. na qualidade de consultor tributário da empresa. oriente o departamento fiscal sobre a alternativa ou as alternativas existentes para a obtenção de certidão positiva com efeito de negativa. A suspensão da exigibilidade do crédito tributário por meio de medida liminar concedida em mandado de segurança não impede o Fisco de proceder à constituição do crédito tributário para prevenir a decadência do direito de lançar. portanto. Nesse contexto. A escritura definitiva de venda e compra. A empresa X ingressou com mandado de segurança para questionar a exigênci de um determinado tributo e obteve a medida liminar. Como advogado da empresa. ao fiscalizar a empresa tomadora dos serviços. O diretor jurídico da empresa X consulta para saber -o se o procedimento do agente fiscal está correto. nos termos da legislação vigente. 3. 2. No entanto. não foi lavrada. estará correta essa exigência? Por quê? O Município pode exigir imposto de transmissão inter vivos dos dois atos de alienação de bem imóvel. O artigo 8º. a empresa X deparou-se com a existência de um débito em aberto de COFINS. pois este último ofereceu à empresa isenção de tarifas bancárias. Passados três anos. caso descrito no enunciado da questão. o que não é o o. preço relativo aos serviços prestados. para conta de idêntica natureza. que orientação você daria ao seu cliente quanto ao pagamento dos mencionados tributos? Orientar o cliente a recolher o ISS sobre os serviços de beneficiamento. A empresa X prometeu a venda de imóvel seu para a empresa Y. O diretor financeiro da empresa X questiona-o. com garantia hipotecária que mantinha com X. se é devida a Contribuição Provisória sobre Movimentação ou Transmissão de Valores e de Créditos e Direitos de Natureza Financeira ± CPMF sobre os valores envolvidos na transferência em questão. da Constituição Federal. cede a dívida. Ao lavrar a escritura definitiva da operação imobiliária. II. exceto nos casos de lançamentos a crédito na hipótese de que trata o inciso II do art. em contas correntes que apresentem saldo negativ até o limite de valor da redução do saldo devedor´. 4. a empresa Y resolve vender o imóvel para a empresa Z.Federal ± SRF.

de 22 de setembro de 1. levando -se em conta que sua cliente solicitou uma medida judicial que não implique na sua condenação em honorários de sucumbência.º 116. verificou . com o intuito de poupar caixa para fazer frente às despesas com empregados e fornecedores. de 2003. e sua controladora refere -se à licença para uso da marca da empresa. interessou-se por essa discussão jurídica e solicitou a elaboração de uma medida judicial que lhe assegure a não inclusão do ICMS na base de cálculo da COFINS daqui pra fre nte. porém. Mandado de Segurança ou Ação Declaratória de Inexistência de Relação Jurídico -Tributária.º 9.A imprensa publicou recentemente diversas notícias acerca do julgamento. porém atuante no ramo tecnológico em mecânica de máquinas. do Código de Processo Civil. agravada sua situação em virtude da falta de investimento por parte dos sócios estrangeiros.02 ± Cessão de direito de uso de marcas e de sinais de propaganda´.. Ao analisar as incidências tributárias aplicáveis sobre esse contr to. a Procomputer se viu obrigada a atrasar o pagamento de tributos federais de modo deliberado. previsto na Lei n. é uma subsidiária de um grupo italiano do setor automotivo recém constituída no Brasil. Como resultado dessa circunstância. o departamento a jurídico da Fabbrica Automobili Ltda. apura a COFINS pelo regime da cumulatividade. via ISS. Fabbrica Automobili Ltda. Não obstante impontual no cumprimento das obrigações principais. Os débitos fiscais da Procomputer foram inscritos na Dívida Ativa da União.A. sendo que este imposto incide também sobre o serviço proveniente do exterior do País ou cuja prestação se tenha iniciado no exterior do País. dando-se início às execuções fiscais correspondentes. Mandado de Segurança (Cf. Por não concordar com a exigência do ISS sobre a cessão de direito de uso da marca em questão. Embargos de devedor com fulcro no artigo 736 e seguintes. a empresa manteve as obrigações acessórias em dia. vem sofrendo problemas financeiros. de 2003. QUESTÃO: Na qualidade de advogado da empresa. e no artigo 16 da Lei n° 6. bem assim o reconhecimento do direito ao crédito dos valores pagos a maior no passado.. A empresa de engenharia de informação Procomputer S.º 116.. Até o momento. encontra o -se seguinte item ³3.. sua cliente o contrata para propor uma medida judicial que afaste tal exigência. Protecmaq Ltda. este negócio jurídico. de um recurso extraordinário que trata da inconstitucionalidade da inclusão do ICMS na base de cálculo da COFINS.Mérito: A empresa deve alegar que se aplica a regra da prescrição do direito do Fisco com .980. Súmula 105 do STJ: ³Na ação de mandado de segurança não se admite condenação em honorários advocatícios´ e Súmula 512 do STF: ³Não cabe condenação em honorários de advogado na ação de mandado de segurança´). elabore a medida judicial solicitada por seu cliente. QUESTÃO: Na qualidade de advogado da empresa. tome as medidas judiciais cabíveis. elabore a medida judicial solicitada por seu cliente. . deparou-se com a previsão da Lei Complementar n. . ABC Industrial e Comercial Ltda. Sua cliente. evidenciando a impropriedade de se querer tributar. (Observação: a ABC Industrial e Comercial Ltda. Entre os serviços constantes na lista anexa à Lei Complementar n. Inerte no prazo legal. teve bens penhorados para garantia do débito e intimado o representante legal da penhora realizada.830. efetuando os lançamentos fiscais e prestando as informações sobre os tributos impagos. pelo Supremo Tribunal Federal ± STF.Mérito: Da análise dos elementos característicos do contrato de licença para uso da marca decorr a conclusão lógica de que este e consubstancia uma obrigação de dar e não uma obrigação de fazer. sucessora de outra empresa do mesmo grupo. A Procomputer foi citada nas mencionadas execuções fiscais. há seis votos favoráveis à empresa recorrente e um voto negando provimento ao recurso extraordinário em questão. sua cliente. de 27 de novembro de 1998). Embora a questão não esteja definitivamente julgada. Um dos primeiros contratos celebrados entre a Fabbrica Automobili Ltda. que determinados tributos federais lançados há mais de seis anos foram inscritos na dívida ativa extemporaneamente. QUESTÃO: Na qualidade de advogado da empresa. de que o Imposto sobre Serviços ± ISS tem como fato gerador a prestação de serviços constantes de sua lista anexa. visto que os minis tros ainda podem alterar seus votos. na qualidade de depositário legal Seu departamento contábil.718.

conforme estabelece o art. os valores restituídos a título de tributo pago indevidamente serão tributados pelo Imposto sobre a Renda das Pessoas Jurídicas (IRPJ) e pela Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL). sediada e constituída na Alemanha. de 24 de dezembro de 2003. sob a forma de tributação definitiva.º da Lei n. Dessa forma. sem pagamento antecipado. 1. ou do depósito da importância arbitrada pela autoridade administrativa. em períodos anteriores. Nos termos do artigo 1º do Ato Declaratório Interpretativo SRF nº 25. mas. que foi julgada procedente. apura esses tributos pelo regime do lucro real. A empresa XPTO deixou. A denúncia espontânea afasta a exigência não só da multa punitiva. correspondentes aos juros equivalentes à taxa referencial do Sistema Especial de Liquidação e de Custódia ± SELIC. contados da data da entrega do documento de formalização do crédito ao Fisco (DCTF. de 2001. se. de 1966) ³A responsabilidade é excluída pela denúncia espontânea da infração. Considerando que a empresa tem a intenção de pagar esse valor à vista. 150 e 174 do CTN. ex vi dos arts. bem como sobre a existência de algum incentivo aplicável à operação por ela pretendida. tiverem sido computados como despesas dedutíveis do lucro real e da base de cálculo da CSLL. 18 da Lei nº 9. sediada e constituída nos EUA. Nos termos do artigo 27. cuja hipótese supõe o fluxo de cinco anos.STF declarou. que está informado em sua Declara ção do Imposto de Renda Pessoa Física pelo valor histórico de R$ 100. por equívoco. 2. sobre os débitos denunciados espontaneamente há apenas a incidência de juros moratórios. realiza a venda de participação societária com ágio em empresa brasileira ³Y´ para a empresa ³Z´. aplique o produto da venda na aquisição de imóveis residenciais localizados no País.249/1995. 4. Nos termos do artigo 138 do Código Tributário Nacional ± CTN (Lei nº 5. o ganho de capital sujeita -se à incidência do imposto de renda. Diante disso.º 9. A empresa ³X´. Conseqüentemente. a renda decorrente dessa operação pode ser tributada no Brasil? Justifique sua resposta. da multa moratória.196. GIA. houve a extinção do direito de ação do Fisco cobrar judicialmente o crédito tributário. Maria o consulta sobre a alíquota do imposto de renda incidente sobre o ganho de capital a ser apurado. a inconstitucionalidade do parágrafo 1.º do artigo 3. O ganho de capital auferido por residente ou domiciliado no exterior será apurado e tributado de acordo com as regras aplicáveis aos residentes no País. Na sua opinião.00 (cem mil reais). por maioria. etc. A empresa ABC Industrial e Comercial Ltda. Nesse caso. de 2005. da Instrução Normativa SRF nº 84. do pagamento do tributo devido e dos juros de mora. 3.). assim como sobre o entendimento das autoridades fiscais federais acerca da extensão desse instituto. também. ingressou com ação de repetição de indébito em re lação ao PIS e à COFINS. Indique a sua orientação e a fundamentação legal. acompanhada. quando o montante do tributo dependa de apuração´. no prazo de 180 (cento e oitenta) dias contado da celebração do contrato.constituição do crédito pelo contribuinte. considerando que a ABC Industrial e Comercial Ltda. Maria é proprietária do imóvel onde reside.Nos termos do artigo 39 da Lei nº 11.00 (duzentos e cinqüenta mil reais) e aplicar o produto da venda na aquisição de um outro imóvel nesse valor. de recolher a contribuição para o Programa de Integração Social ± PIS referente ao mês de maio. O Supremo Tribunal Federal . 24 . Elabore uma resposta ao cliente acerca da tributação ou não dos valores restituídos a título de PIS e COFINS pagos indevidamente pelo Imposto sobre a Renda das Pessoas Jurídicas (IRPJ) e pela Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL). à alíquota de quinze por cento. Ela pretende vender esse imóvel por R$ 250.000. com base no art. .172.718/98 que instituiu nova base de cálculo para a incidência da contribuição ao Programa de Integração Social ± PIS e da Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social ± COFINS. se for o caso. fica isento do imposto de renda o ganho auferido por pessoa física residente no País na venda de imóveis residenciais. elabore uma resposta à consulta do cliente sobre os encargos devidos no procedimento de denúncia espontânea. recolhidos a maior. razão pela qual o consulta acerca da tributação desses valores.000. desde que o alienante.

da Lei nº 10. Minas Gerais. presidente de instituição de educação sem fins lucrativos. auferido por pessoa física ou jurídica residente ou domiciliada no exterior que alienar bens localizados no Brasil. O art. Que orientação você daria ao cliente? A CF. ou o procurador. 14 do CTN fixou as condições para gozo da imunidade. renda e serviços das instituições de educação sem fins lucrativos. Os pagamentos realizados aos mencionados dirigentes da instituição de ensino. 150 concede imunidade de impostos sobre patrimônio. 5. o adquirente. art. do CTN. . quando o adquirente for residente ou domiciliado no exterior. pessoa física ou jurídica residente ou domiciliada no Brasil. comprovada a atividade administrativa e pedagógica ligada exclusivamente aos objetivos da entidade não configura infração ao disp osto no art. em busca de informações quanto ao pagamento regular de salários aos dirigentes. Imagine que você é consultado por um cliente. reitor e vice -reitor da universidade que mantém na Cidade de Ouro Preto.833/2003. 14. fica responsável pela retenção e recolhimento do imposto de renda incidente sobre o ganho de capital. uma vez atendidos os requisitos legais.

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