Questões de Direito Tributário

A sociedade Magnólia Comercial Ltda. atuava no ramo de comércio varejista de roupas infantis, mantendo loja na cidade de São Paulo, denominada "O Bebê Feliz". Findo o prazo de locação, o estabelecimento comercial foi fechado e ali instalou-se estabelecimento de venda de lustres e abajures, denominado "Lustres do Manolo", mantido por Manolo e Irmãos Ltda. Porém, corria contra a Magnólia Comercial Ltda., execução fiscal para cobrança do ICMS relativo aos meses de junho a setembro de 1999, no valor total de R$ 100.000,00 (cem mil reais). O Exeqüente, constatando o fato, requereu a inclusão, no pólo passivo da execução fiscal, da Manolo e Irmãos Ltda., na qualidade de responsável tributário em virtude da aquisição de estabelecimento comercial, o que foi deferido pelo Juízo. Há 15 (quinze) dias, a Manolo e Irmãos Ltda. foi intimada da penhora de bens de sua propriedade. QUESTÃO: Na qualidade de advogado da Manolo e Irmãos Ltda., atue na defesa de seus interesses. Oposição de embargos à execução fiscal, dirigidos ao Juízo de Direito das Execuções Fiscais Estaduais de São Paulo, com observância dos requisitos do art. 282 do Código de Processo Civil e na forma do artigo 16 da lei nº 6.830/80. No mérito, deverá o candidato sustentar que não responde pelo tributo, nos ermos do Código Tributário Nacional. A t responsabilidade prevista no art. 133 desse Estatuto limita-se aos casos de alienação de fundo de comércio ou estabelecimento comercial. No caso concreto, além de não ter havido cessão do estabelecimento (não havia re lação entre o titular atual e o anterior), os estabelecimentos mantidos por ambas as sociedades são nitidamente distintos, explorando, a Manolo e Irmãos Ltda., outro ramo de atividade. Em fiscalização realizada em 12 de novembro de 1991, a empresa "Comérci de Óleo Vegetal S.A." teve contra si o lavrado Auto de Infração e Imposição de Multa porque a fiscalização entendeu que haviam sido praticadas as seguintes irregularidades: a) falta de pagamento do imposto sobre importação, referente a fato gerador ocorrid em 22.02.87; b) o falta de pagamento do IPI (imposto sobre produtos industrializados) relativo à fato gerador ocorrido em 05.03.89; c) falta de pagamento do IR (imposto sobre a renda) referente à venda de mercadorias sem nota fiscal (omissão de receita) em 01.07.90. Para os ítens "a" e "b" ingressou imediatamente com defesa administrativa cuja decisão, desfavorável a ela, transitou em julgado em 10.10.96. Não sendo pago o crédito tributário constante do referido Auto de Infração, após a inscrição na dívida ativa, foi o débito objeto de Execução Fiscal proposta pela União Federal, cuja inicial foi deferida pelo MM. Juízo em 09.08.97. Questão: Como advogado da Empresa "Comércio de Óleo Vegetal S.A.", propor a medida judicial cabível. Oferecer embargos à execução, endereçado ao Exmo. Sr. Dr. Juiz Federal da ..... MM. Vara das Execuções Fiscais da Seção Judiciária de São Paulo e ou Exmo. Sr. Dr. Juiz de Direito do Anexo Fiscal do Fórum da Comarca de ....., alegando prescrição, nos termos do artigo 174 do CTN, cc art. 8º, parágrafo 2º, da Lei das Execuções Fiscais nº . 6.380/80, relativamente ao IR, pois, nos termos do enunciado, nada há a requerer em relação aos demais impostos. O Presidente da República, em 03.10.94, expediu o Decreto nº 35.225, publicado na mesma data, que elevou a alíquota do IR (imposto sobre a renda), e a base de cálculo do IOF (imposto sobre operações de crédito, câmbio e seguro) sobre empréstimos rurais. Por sua vez, a Lei nº 2.289, publicada em 08.10.94, elevou a base de cálculo d o ITR incidente sobre imóveis rurais localizados no interior do Estado de São Paulo, com o que não concordou pessoa jurídica, sua cliente. Questão: Como advogado da referida pessoa jurídica, propor a medida judicial cabível. Ingressar com ação declaratória, com base no artigo 4º do CPC, contra a União Federal, ou Mandado de Segurança, com base na Lei nº 1.533/51, contra o delegado da Receita Federal de .... do Estado de São Paulo; as medidas judiciais serão endereçadas ao Exmo. Sr. Dr. Juiz Federal da MM. .... Vara da Justiça Federal, Seção Judiciária de São Paulo, alegando afronta ao princípio da legalidade, previsto no artigo 150, I, da CF, relativamente ao IR e ao IOF, e afronta ao princípio da uniformidade geográfica, previsto no artigo 151, I, da CF, relativamente ao ITR.

O Decreto n.; 57.927, de 22 de julho de 1997, publicado no Diário Oficial da União de 23.07.97, em seu artigo 5;, elevou a alíquota do IPI (imposto sobre produtos industrializados) incidente sobre tapetes fabricados no Estado de São P aulo, destinados a automóveis, sendo que em seu artigo 7; majorou a alíquota do Imposto sobre a Importação de Produtos Estrangeiros incidente sobre televisores, passando a exigir os referidos aumentos já a partir da publicação da referida norma. A empresa "AZ" não concordou com os referidos aumentos de tributo, razão pela qual o contratou para defender seus interesses. Questão: Como advogado da empresa "AZ", propor a medida judicial cabível. Ingressar com ação declaratória, com base no artigo 4º do CPC, contra a União Federal, ou Mandado de Segurança, com base na Lei nº 1.533/51, contra o Delegado da Receita de .... do Estado de São Paulo; medidas judiciais estas que serão endereçadas ao Exmo. Sr. Dr. Juiz Federal da MM. Vara da Justiça Federal, Seção Judic iária de São Paulo, alegando afronta ao princípio da uniformidade geográfica, previsto no artigo 151, I, da CF, não havendo nada mais a requerer em relação ao II, bem como em relação ao princípio da anterioridade previsto no artigo 150, III, "b", da CF, uma vez que ambos os tributos estão amparados pelo artigo 153, parágrafo 1º, da CF. A empresa "Casas de Madeira, Indústria e Comércio Ltda." deixou de recolher o ICMS (18%) em operação de venda de produto industrializado realizada em 24.05.79. Em 28.03.1985, a fiscalização identificou a irregularidade e lavrou Auto de Infração passando a exigir o pagamento do imposto, calculado pela aplicação da alíquota de 25%. Irresignada com a exigência, imediatamente ingressou com defesa administrativa, mas não teve suces sendo que a decisão, que lhe foi so, desfavorável, transitou em julgado em 31.12.91. Por falta de pagamento, o crédito tributário foi inscrito na Dívida Ativa e em 10.12.96 a Fazenda Pública propôs Execução Fiscal, sendo deferida a inicial pelo MM. Juízo, nesta mesma data.Questão: Como advogado da Empresa "Casas de Madeira, Indústria e Comércio Ltda.", propor a medida judicial cabível. Oferecer embargos à execução, endereçado ao Exmo. Sr. Dr. Juiz de Direito do Anexo Fiscal do Fórum da Comarca de ...., alegando decadência, nos termos do artigo 173 do CTN, e afronta ao princípio da irretroatividade da Lei, nos termos do artigo 150, III, "a", da CF, cc. artigo 144, do CTN. Em 01.06.93, em auditoria realizada em sua escrituração fiscal, foi constatado que, em face de má interpretação da legislação tributária vigente na data da ocorrência do fato gerador, por descuido dos funcionários encarregados da emissão das notas fiscais e da sua correspondente escrituração fiscal, a Empresa de Serviços de Vigilância Patri onial m Ltda., tinha efetuado pagamento indevido de ISS (imposto sobre serviços de qualquer natureza), nos meses de 12/87 a 04/93, relativamente aos meses de apuração 11/87 a 03/93. Questão: Como advogado da Empresa de Serviços de Vigilância Patrimonial Ltda., acionar a medida judicial cabível. Ingressar com ação de repetição do indébito, com fulcro nos artigos 165 e 168 do CTN, perante o Exmo. Sr. Dr. Juiz de Direito da MM. ..... Vara do Fórum da Comarca de ...., alegando decadência, nos termos do artigo 1 73, do CTN. A repetição somente poderá abranger o período de 01.06.88 em diante, em atendimento ao artigo 168, do CTN. 1. O cliente, em consulta, diz que a União exigiu-lhe o pagamento de um imposto extraordinário, nos termos do artigo 154, inciso II, da Constituição Federal. Apesar de compreender a situação da criação do referido imposto, quer saber por quanto tempo terá que o recolher. Esse tipo de imposto subsistirá o tempo necessário para atender a situação que ocorreu de forma imprevista. 2. Empresa sua cliente, prestadora de serviços, informa que o Município onde ela está sediada nunca instituiu o ISS (imposto sobre serviços de qualquer natureza). No entanto, o Estado resolveu suprir essa omissão cobrando o referido tributo. Qual a orientação ? Diria para não recolher o imposto, pois o não exercício da competência tributária não possibilita o seu exercício à pessoa jurídica de direito público diversa daquela a que a Constituição a tenha atribuído.

3. A Empresa XTZ, cliente de sua assessoria jurídica, comunica ter sido tributada sobre um ato jurídico nulo. Qual o aconselhamento ? Nada obsta a cobrança, o que interessa para o Direito Tributário é a ocorrência ou não da hipótese de incidência, sendo irrelevante a validade jurídica dos atos efetivamente praticados. 4. O cliente de sua banca advocatícia informa que sua empresa não registrou contrato social e nem possui alvará de funcionamento. Colocado isto, pergunta se mesmo assim passa a ter capacidade tributária. Qual a resposta pertinente ? Sim. Como dispõe o artigo 126 do CTN, a capacidade tributária passiva independe de estar a pessoa jurídica regularmente constituída, bastando que se configure como uma unidade econômica ou profissional. Contribuinte recebeu notificação de lançamento do imposto predial e territorial urbano, tendo por base de cálculo o valor venal do imóvel. Na mesma notificação consta o lançamento de taxas de limpeza e conservação tendo por base de cálculo também o valor venal do imóvel. Mandado de Segurança contra ato do Diretor de Rendas Imobiliárias ou autoridade municipal equivalente. Desenvolver tese da ilegalidade das taxas, a teor do art. 77, parágrafo único. Competência da Vara da Fazenda Pública, onde houver. Poderá ser proposta ainda ação cautelar e ação declaratória. João é proprietário de imóvel urbano não edificado. Sem que lhe .fosse exigido adequado aproveitamento do imóvel, recebeu notificação de lançamento do imposto, com alíquotas progressivas sobre a propriedade predial e territorial urbano - IPTU. João não concordou e se recusou a pagá-lo. Ajuizada a execução fiscal, João teve alguns de seus bens penhorados. A intimação da penhora foi efetivada em 12 de maio do corrente ano. QUESTÃO: Como advogado(a) de João, tomar a providência judicial cabível, fundamentando-a. Embargos à Execução, Juízo das Execuções Fiscais, onde houver. Desenvolver a tese da inconstitucionalidade da progressividade do IPTU, a teor do disposto no artigo 182, parágrafo 4º. e incisos, c/c o artigo 156, parágrafo 1º. , ambos da Constituição Federal. No dia 04.05.1998, um Agente Fiscal de Rendas do Estado de São Paulo interceptou, na BR -116, altura de Registro, uma remessa de 4.150 exemplares da Revista "O Apocalipse", editada pela Igreja do Último Milênio, com sede na Capital, tendo lavrado Auto de Infração e Imposição de Multa que descreve as seguintes irregularidades: remessa de mercadoria desacompanhada de documentação fiscal; falta de pagamento do imposto por ter escriturado a operação como não tributada; falta de pagamento do imposto ap urado por meio de levantamento fiscal (arbitrado por média e retroativo à março de 1990, data da criação da revista). Não aceitando a alegação de que se tratava de um instituição religiosa e não comercial, foi ainda lavrado o auto de apreensão da mercadoria. QUESTÃO: Como advogado(a) da Igreja, adote a medida judicial cabível, independentemente da defesa administrativa. Mandado de Segurança contra o Delegado Regional Tributário. Desenvolver a tese de ilegalidade da apreensão (só permitida para resguardo de provas até a lavratura do auto e não depois disso), bem como a presença de imunidade, não porque se trata de igreja (a imunidade só protege as atividades religiosas praticadas no templo), mas por se tratar de periódico (art. 150, VI, "d", da Constituição Federal). Poderá ser proposta ainda ação cautelar e ação anulatória de débito fiscal (e não ação declaratória, porque já existe lançamento). Quando da lavratura da escritura pública de venda e compra referente a imóvel que adquirira, José tomou conhecimento que o Imposto de Transmissão sobre Bens Imóveis - ITBI, incidente na hipótese, seria cobra do mediante aplicação de alíquotas progressivas. QUESTÃO: Não concordando com essa exigência, como advogado(a) de José tome a providência judicial cabível, fundamentando-a. Mandado de Segurança contra ato do Diretor de Rendas Imobiliárias ou autoridade municipal equivalente. Desenvolver a tese de inconstitucionalidade da progressividade do ITBI. Poderá ser proposta ainda ação cautelar e ação declaratória. Competência da Vara da Fazenda Pública, onde houver.

O contribuinte da taxa é o proprietário de imóvel urbano. receberam seus quinhões no montante de R$ 200. tomador do serviço de coleta e transporte do lixo domiciliar. Competência da Justiça Federal de Ribeirão Preto. A verdadeira natureza jurídica dessa exação é a de imposto. por intermédio da lei nº 3. a casa de seu cliente aumentou de preço. Sim. Juiz de uma das Varas Cíveis da Comarca de Arapiraca . defronte a uma praça Municipal. c. O Prefeito de uma cidade do interior do Nordeste. requerendo a declaração de inexistência relação jurídica. b. O fato gerador é a utilização do serviço de coleta e transporte de lixo domiciliar. não se leva em conta a intenção nem o fato de haverem sido pagos os impostos. Sim. da Constituição Federal. Ambas ações deverão ser propostas perante o MM. na consideração da falta. Concluída a partilha. procurou-o para defender seus interesses.000. Por conseqüência. Desenvolver a tese da possibilidade de compensação dos créditos decorrentes dos pagamentos efetuados com os débitos do PIS.00). com sede em Ribeirão Preto. "A".levando-se em consideração que lá não existem Varas Especializadas das Fazendas Públicas. terá que pagar outro tributo além do IPTU (Imposto Predial e Territorial Urbano). em razão da valorização de sua propriedade. II: do CTN. após haver tomado conhecimento de que muitas empresas conquistaram judicialmente o direito a restituição de pagamentos efetuados de INSS incidente sobre o pró labore de se diretores. O Prefeito não deve sancionar o projeto de lei. nos termos do artigo 4o. A exigência ofende as disposições do artigo 145. não c oncordando com a referida exigência. Um comerciante de artigos de procedência estrangeira. João da Silva. o filho menor responde até o limite de seu quinhão (R$ 200. conforme artigos 126. da Constituição Federal. embora tenha pago os respectivos impostos. III. 3. 4. A alíquota é de 0. nos termos da Lei nº 1. seu cliente. Ele quer saber se.A empresa EXP.00. I. 2. a meação da viúva atingiu o montante de R$ 400. conforme artigo 148. a fim de cobrir despesas com o atendimento de populações atingidas pela seca em seu Município. em consulta. A medida judicial cabível seria uma Ação Declaratória. de 15 de julho de 1997. referente a tributos.456. por inconstitucional. conforme determina a legislação. o Fisco poderá multá-lo. Qual seria a sua orientação ao Prefeito como advogado? Justifique. parágrafo 2o. O cliente. esqueceu-se de escriturar no livro próprio a entrada de mercadorias importadas. I e 136. Medida cautelar (preventiva ou incidental). pois.001% sobre o valor venal do imóvel. pela falta de escrituração. instituiu a Taxa de Lixo. assoberbado com o excess de trabalho no mês o de março. poderá multá-lo. asfaltou as ruas adjacentes à praça. diz que reside em imóvel de sua propriedade. recebeu da Câmara de Vereadores um projeto de lei instituindo empréstimo compulsório devido pelos habitantes não atingidos pelo flagelo. . Sim.Como advogado de João da Silva. estabelecendo os seguintes elementos do fato gerador: a. arborizando-a e ajardinando-a. na s qualidade de herdeiros.00. Também poderá ser impetrado Mandado de Segurança preventivo. QUESTÃO: Como advogado(a) da empresa EXP. ajuíze a ação competente. da Constituição Federal. A Prefeitura local canalizou ali um córrego.000. devia à Fazenda Pública Municipal a quantia de R$ 10. us pretende compensar estes créditos com seus débitos de PIS.000. Justifique. Ele o consulta perguntando se. O Município de Arapiraca. conforme artigos 136 e 157 do CTN. morador e proprietário de bem imóvel localizado no Município de Arapiraca. quando faleceu. promova a medida judicial cabível para resguardar os direitos de seu cliente. QUESTÃO:.00 cada. O filho meno também responde pelo crédito r tributário do falecido? Justifique. Justifique. Uma filha maior e um filho menor. nos termos do artigo 145. que foi publicada e que entrou em vigor nesta mesma data.000. do Código de Processo Civil. 1. porquanto só a União pode instituir empréstimo compulsório.533/51. estará sujeito ao pagamento de contribuição de melhoria .

Na data da ocorrência do fato gerador estava em vigor a lei nº 6. com base na legislação vigente nesta data. exercício de 1996.533/51. cuja petição inicial foi deferida pelo MM. por força de Lei. ser impetrado Mandado de Segurança. Qual a orientação a ser prestada? 1. através de fiscalização realizada pela Fazenda Estadual em 15.8. Encontra-se extinto o direito da Fazenda Pública Federal pelo decurso do prazo prescricional previsto no artigo 174 do CTN. com a competente impugnação administrativa. Referidos embargos deverão ser propostos perante o MM. orientaria o consulente a proceder a escrituração e manutenção dos livros contábeis. A medida judicial mais adequada é a propositura de Ação Anulatória de Débito Fiscal também denominada de Ação Anulatória de Lançamento Tributário.3. a Fazenda Pública. A isenção se refere. então seria cabível ação declaratória.7. Desta forma.1996. bem como pela emissão de notas fiscais.1990. Não concordando com a referida exigência o contribuinte ingressou. Não sendo pago o crédito tributá rio. Cliente que atua no ramo farmacêutico. Se fosse por homologação.1995).000. onde houver. sendo. tão somente à obrigação tributária e não aos deveres instrumentais.000. conforme dispõe os artigos 194 e 195 do CTN. com base na Lei 1. após inscrição na dívida ativa. há que se ressaltar o fato de Pompílio ter adquirido o indigitado automóvel em dezembro de 1996. proferida decisão a seu desfavor. QUESTÃO:. constatou a existência de débito para com o Fisco Estadual.Como advogado do contribuinte. ingressou com execução fiscal. ao tentar licenciar seu veículo em 1997. cujo contribuinte é o antigo proprietário? Na hipótese de uma resposta afirmativa. Diante dessa situação. sediado na cidade de São Paulo. a Receita Federal.00 (um mil.830/80. está Pom pílio obrigado ao recolhimento do IPVA/96. teve contra ele lavrado um auto de infração e imposição de multa (AIIM) relativo à falta de pagamento do imposto sobre a propriedade de veículo automotor (IPVA) cujo fato gerador ocorreu em 1o. como advogado.500. a empresa isenta continua obrigada pela emissão de notas fiscais.00 (três mil e quinhentos reais) mais a multa de 20% (vinte por cento) com base na lei nº 4.750. I do CTN.1995.". Poderá. de janeiro de 1996 (antigo proprietário) sujeito passivo direto deste tributo. de janeiro de 1989.1986 na empresa "Comércio de Materiais para Construção João de Barro Ltda.Como advogado de XPTO promova a medida judicial cabível para resguardar os interesses dos seus clientes. data em que o IPVA cobrado já deveria ter sido recolhido pelo proprietário do veículo em 1o.800.8. O lançamento tributário ocorreu após o decurso do prazo para a constituição do crédito tributário previsto no artigo 173. foi cobrado o valor originário de R$ 3. Através de fiscalização realizada em 25. proprietário do veículo marca BMW .00 (um milhão e oitocentos mil reais) relativamente à falta de pagamento do imposto sobre a renda (IR) incidente sobre o lucro apurado em operação de vendas de mercadorias realizadas durante o ano de 1980.O contribuinte XPTO.1993. imediata e tempestivamente.Modelo M3. Juiz em 24.07. QUESTÃO:. Pela falta de pagamento do IPVA na data aprazada.538 que fixava o valor originário do IPVA em R$ 1.830/80. setecentos e cinqüenta reais) e a multa em 30% (trinta por cento) sobre o valor do imposto não pago. conforme artigo 38 da Lei 6. Pompílio. lavrou auto de infração e imposição d multa (AIIM) e no valor de R$ 1. A medida cabível é a de Embargos à Execução nos termos do artigo 16 da Lei 6.00. promova a medida judicial cabível para resguardar os direitos de seu cliente. referente ao IPVA.8. no valor de R$ 2. pelo fato de o lançamento ter sido efetuado de ofício. que transitou em definitiva em 24. No entanto. bem como a emissão de notas fiscais. 1. e consulta com a finalidade de saber se continua obrigado pela escrituração e manutenção dos livros contábeis. ainda.589 de 12. bem como pela escrituração e manutenção dos livros contábeis. Juiz de Direito de uma das Varas das Execuções Fiscais Federais. do ano de 1995. por força da isenção.Não obstante ser inexigível o ICMS. poderá a Fazenda Estadual executá-lo objetivando a cobrança deste tributo? Se a resposta for afirmativa como poderá Pompílio agir? . que estava em vigor na data da fiscalização (15. e que está isento do recolhimento do Imposto sobre a Circulação de Mercadorias e Sobre Prestações de Serviços de Transporte Inter stadual e Intermunicipal (ICMS). A competência para tais ações será do Juízo da Vara da Fazenda Pública. entretanto. 2.

678 de 31 de dezembro de 1997. Sr. III. 150.. em seu artigo 44. e conseqüente perda do direito da Fazenda Pública Municipal. passando a exigir a nova alíquota a partir do primeiro dia do exercício subseqüente. prestou serviços de limpeza à Empresa WWW Ltda. dentro do perímetro urbano municipal. propor Mandado de Segurança nos termos da Lei 1. O Contribuinte. oportunidade em que lavrou o Auto de Infração e Imposição de Multa.606/89. sediada no mesmo Município. O(A) Candidato(a) deverá fundamentar o seu direito de pleitear a nulidade do AIIM. 144 CTN (princípio da irretroatividade da lei). A OAB goza de imunidade tributária em relação aos seus bens. A imunidade tributária é expressamente concedida pela Lei 8. considerando os seguintes aspectos. inciso I do Código Tributário Nacional. e sem o recolhimento do Imposto sobre Serviços de competência municipal (ISSQN). 156. proponha a medida judicial adequada à defesa dos interesses do cliente.830/80. Qual a resposta pertinente? 3. QUESTÃO: Como advogado(a) da Contribuinte. com estabelecimento e sede no Município de São Paulo. O constituinte pergunta-lhe se o lançamento espontâneo do ICMS é efetuado. por constituir a Ordem serviço público.antigo proprietário. ruas e avenidas públicas. Ou. . publicada nesta mesma data. não concordando com as exigências. a constituição do crédito encontra-se em desacordo com as disposições do artigo 150.Segundo dispõe o artigo 131. a da CF cc art. de 23. proprietário de imóvel situado no perímetro urbano de São Paulo. por declaração. durante o mês de maio de 1982. Deverá ser demonstrada a inexigibilidade do crédito tributário em face da extinção da obrigação tributária (art..5% para 30% do Imposto Sobre a Renda e Proventos de Qualquer Natureza (IR). d) Alíquota: 1% (um por cento). O Presidente da República. fez sancionar a Lei 2. com fundamento no artigo 38 da Lei 6. c) Aspecto Temporal: primeiro dia de cada exercício. e) Base de Cálculo: Valor venal do imóvel. a fiscalização municipal identificou a falta de recolhimento. Embargos à Execução (ou Embargos do Devedor). A Empresa XYZ Ltda. rejeitada por decisão desfavorável transitada em julgado em 03. QUESTÃO: Como advogado(a) da Empresa XYZ Ltda. pela ocorrência da decadência. não restando outra alternativa se não de efetuar o pagamento e pleitear a posterior restituição em face do contribuinte . V. Em 03 de maio de 1988. bem como o artigo 4o.87. CTN). nos termos do art.999. rendas e serviços? Justifique. Além do mais.. 4. passando a exigir o crédito tributário com base na Lei nº 7. perante uma das Varas Cíveis da Justiça Federal. podendo inclusive ser executado pela Fazenda Estadual.777/98. a Empresa "A" continuou a recolher os tributos com base na legislação ante. ou seja.. Não se conformando comtal exigência. A Prefeitura do Município de São Paulo.rior. 3. da Lei nº 6. inciso I da Constitucional Federal. parágrafo 5o. a saber: a) Fato Gerador: os serviços de limpeza e conservação das calçadas. sem emissão de Nota Fiscal. de ofício ou por arbitramento.93.Responderia que o lançamento espontâneo do ICMS é efetuado por homologação. ingresse com a Medida Judicial cabível para a defesa do contribuinte. elevou a alíquota de 27. homologação. de constituir o referido crédito. por meio de seu Prefeito. ~ Ação Anulatória de Lançamento Tributário e/ou Ação Anulatória de Débito Fiscal. Vara de Execuções Fiscais em São Paulo. b) Sujeito Ativo: Prefeitura Municipal de São Paulo Sujeito Passivo: Proprietário e possuidor de imóveis urbanos. QUESTÃO: Como advogado(a) de João da Silva. ingressou imediata e tempestivamente. acione a medida judicial apropriada. seu cliente será solidariamente responsável pelo recolhimento do tributo mencionado. por in fração ao princípio constitucional tributário da estrita legalidade. ainda.10.533/51 contra ato do Delegado da Receita Federal da localidade da sede da empresa do contribuinte. por intermédio do Decreto nº 33. sendo que em 03 de janeiro de 1999 a Fiscalização da Receita Federal lavrou Auto de Infração e Imposição de Multa (AIIM).2. endereçado ao Exmo. Juiz de Direito da MM. com a defesa administrativa. 4.906/94. com personalidade jurídica. Dr. aprovada pela Câmara Municipal. passando a exigir as diferenças do tributo. criando a taxa de conservação e limpeza de logradouros públicos.11. 01 de janeiro de 1998.

perante uma das Varas da Fazenda Pública em São Paulo. feriu o princípio constitucional da vedação do tributo como forma de confisco. ou seja. Os sócios tiveram bens pessoais penhorados. 3.. o prazo será de 5 (cinco) anos e começa a ser contado da data de sua constituição definitiva. Deduza e justifique a resposta. .533/51). ser impetrado mandado de segurança preventivo (Lei 1. Diante de uma execução fiscal aforada pela Fazenda Pública Feder o Executado indaga-lhe sobre a contagem do al. perante uma das Varas da Fazenda Pública de São Paulo. razão pela qual deixou de efetuar o recolhimento do Imposto de Renda relativo ao ano -base de 1997. evidentemente. declarado como devido. 4.. mediante celebração de contrato formalizado por escrito. a Municipalidade consultou-o(a) sobre qual a medida judicial pertinente à cobrança das importâncias devidas. invocando o disposto no art. a urgência da deliberação de mercadorias. Com o intuito de agilitar a satisfação do referido crédito tributário. procurou -o(a) para solucionar o seguinte problema: Em data de 17 de novembro de 1997. III. cuja gerência é exercida em caráter exclusivo pelos outros dois sócios. Expresse e justifique sua orientação quanto ao caso. denominada ZYB LTDA. sustentando o entendimento de que o produto de sua fabricação era isento de IPI (Imposto Sobre Produtos Industrializados). o contribuinte deverá pagar o valor do crédito tributário sem os acréscimos. Após a lavratura i do AIIM. inciso IV da Constituição Federal. o contribuinte foi notificado pela Receita Federal. Em 24 de janeiro de 1999. Em razão da conjuntura econômica fortemente recessiva. tais como juros e multas desde que o faça no prazo de 30 (trinta) dias. por seu representante legal. a taxa não poderá ter base de cálculo própria de impostos. já totalmente integralizado. 2. por escrito. O(a) candidato(a) deverá fundamentar o direito do contribuinte no parágrafo segundo do artigo 145 da Constituição Federal. a empresa p assa por graves problemas financeiros. em 30 de dezembro de 1998. protocolizou consulta. foi lavrado auto de infração e imposição de multa. Em 10 de janeiro de 1999. ZZZ Ltda. junto à Delegacia da Receita Federal. a respeito da questão e aponte o meio legal à sua solução.Ação declaratória de inexistência de relação jurídica. após ser notificado. 1. Como determinado no artigo 174 do CTN. WWW Ltda. exigindo do contribuinte o valor principal acrescido de juros moratórios e multas pela falta de recolhimento do referido imposto relativo ao período de dezembro de 1997 a dezembro de 1998. do Código Tributário Nacional. prestou serviços à empresa XYZ Ltda. 135. prazo prescricional. com fulcro na Lei 1. Informe à Empresa ZZZ Ltda. teve sua mercadoria apreendida por Agentes Fiscais do Estado de São Paulo. segundo o disposto no artigo 160 do CTN. Diante da falta de pagamento por parte da empresa. o contribuinte deverá pagar o valor do crédito tributário sem os acréscimos. O ato praticado pelos agentes fiscais. Indique e fundamente a sua sugestão. Nos termos do parágrafo 2º do artigo 161 do Código Tributário Nacional. após ser notificado. sob alegação de que o imposto destacado nas notas fiscais era inferor ao devido. será a impetração de um mandado de segurança. o contribuinte pediu a liberação das mercadorias.533/51. Antônio detém 10% do capital social da sociedade por quotas de responsabilidade ilmitada. considerando. tais como juros e multas desde que o faça no prazo de 30 (trinta) dias. Nos termos do parágrafo 2º do artigo 161 do Código Tributário Nacional.. segundo reza o artigo 150. levando-se em consideração a ausência de causas suspensivas ou interruptivas. Poderá. que em conjunto detêm os restantes 90% do capital social. sendo certo que a fiscalização condicionou tal liberação ao pagamento dos tributos. A Prefeitura do Município de Acarajé. com lastro no artigo 4º (quarto) do Código de Processo Civil. também. no sentido de que o referido produto não se encontrava abrigado pelo instituto da isenção.. contra ato do Senhor Diretor do Departamento de Rendas Imobiliárias da Prefeitura de São Paulo. pessoa jurídica. por uma de suas autarquias. contra o ato praticado pelo Senhor Delegado Regional Tributário. a Fazenda Nacional direcionou a execução fiscal também contra os sócios. A medida judicial mais apropriada. segundo o disposto no artigo 160 do CTN.

inciso II. a empresa efetuou o recolhimento da contribuição atrasada. sob o fundamento de que o valor recolhido foi insuficiente. tome a providência judicial cabível. 135. no início do ano. Sim. Mesmo não sendo cobrada ou fiscalizada desde então. o MM. 20 do Código Civil) e que a responsabilidade subsidiária dos sócios na sociedade por quotas é limitada ao montante do capital ainda não integralizado (art. Não foi apresentada defesa administrativa e o débito está na iminência de ser inscrito na dívida ativa estadual. com a conseqüente remessa dos autos ao Juízo "a quo". deixou de efetuar o respectivo pagamento durante todo o exercício de 1996. De acordo com a Súmula nº 166 do Superior Tribunal de Justiça. Todavia.. QUESTÃO: Como advogado do contribuinte. bem como para assegurar a suspensão da exigência do respectivo crédito tributário. A fábrica I produz insumos que são utilizados pela fábrica II e transportados por caminhão. A empresa ABC Ltda. para a respectiv análise do mérito da questão. Contra referida autuação. Assim o pagamento já efetuado não deveria realmente incluir multa. deverá sustentar que a responsabilidade prevista no art. no entanto. sendo comerciante falido. 2. sem análise do mérito. De acordo com o art. O artigo 126. a 1. Diante da ausência desse depósito. restritiva de suas atividades comerciais. prestando serviços remunerados a terceiros. Com esse fundamento. a fiscalização estadual lavrou auto de infração e imposição de multa contra a ABC Ltda. dispõe que a capacidade tributária passiva da pessoa natural não será afetada se estiver sujeita a medidas que importe privação ou limitação do exercício de atividades civis.. Cassiodoro informa que. 9º do Decreto nº 3. acione o meio judicial adequado para desconstituir o lançamento em questão. A situação de falido. de um estabelecimento para outro. sendo imprescindível a manutenção de situação regular perante o fisco. efetuado o respectivo depósito judicial do montante constante no AIIM em questão.O examinando deverá apresentar Embargos à Execução. possui duas instalações industriais situadas em endereços diferentes dentro do Município de São Paulo-SP. que a empresa participa constantemente de licitações.ICMS sobre essa operação. exigindo o recolhimento do imposto sobre essa operação relativamente aos últimos 10 (dez) anos. O contribuinte "A" foi autuado pelo Fisco Estadual por suposto não pagamento do ICMS relativo ao mês de outubro de 1998. Como advogado. Indaga se estará sujeito ao pagamento de Imposto Sobre Serviços de Qualquer Natureza (ISS). o contribuinte promoveu ação anulatória de dé bito fiscal. sem ter. Deverá ainda formular pedido de antecipação de tutela. Sabe-se. pois não embutiu o valor da multa moratória. para suspensão da exigibilidade do crédito tributário e alternativamente comprome ter-se a realizar depósito judicial da importância questionada. preste -lhe orientação. . sustentando a autonomia patrimonial da p essoa jurídica (art. A empresa jamais efetuou o recolhimento do Imposto sobre a Circula ção de Mercadorias e Serviços . ainda.Programa de Integração Social. decidiu trabalhar como autônomo. do Código Tributário Nacional restringe-se aos sócios gerentes e ainda depende da demonstração de fraude e não do mero inadimplemento por impossibilidade financeira. A LMN S/A está sujeita ao recolhimento da Contribuição ao PIS . III. Juízo de 1ª instância extinguiu a ação promovida. comerciais ou profissionais. calculado sobre os pagamentos que receber por sua atividade. No último mês de março. QUESTÃO: Como advogado da ABC Ltda. visando a anulação da sentença (e não a sua reforma). Além disso. devidamente corrigida e acrescida de juros de mora. A circulação de mercadoria que enseja a cobrança do ICMS pressupõe a transferência da titularidade do bem.708/19). não incide ICMS no simples deslocamento de mercadoria de um para outro estabelecimento do mesmo contribuinte. 138 do Código Tributário Nacional a denúncia espontânea da infração exclui a penalidade que dela seria decorrente. do CTN. A cobrança é legítima? Explique. razão p qual a cobrança é ela ilegítima. em nada afeta a capacidade tributária passiva do contribuinte. Contra a sentença terminativa o candidato deve apresentar recurso de apelação. o ex aminando deverá propor ação anulatória de débito fiscal perante uma das varas da fazenda pública da comarca da capital. A Receita Federal acaba de expedir aviso de cobrança de diferenças do PIS relativo àquele exercício.

a fiscalização do Instituto Nacional do Seguro Social lavrou auto de infração em virtude do não recolhimento da contribuição previdenciária prevista no art. 22 da Lei nº 8. visto que a venda dos veículos da empresa (ativo imobilizado). ou por Ação Anulatória de Débito Fiscal. renda e serviços. No mês de abrildo mesmo ano. 14 do Código Tributário Nacional. no entanto. c.533/51. e o referido negócio jurídico não é realizado com habitualidade. Em 25. Não. em operação mercantil. a empresa apresentou imediatamente a sua defesa administrativa. O procedimento fiscal está correto? Esclareça. A Fazenda do Estado. 195. ao tentar desembaraçá-lo do depósito alfandegário da cidade de Guarulhos. o impasse causado na liberação do veículo importado. A peça deverá satisfazer os requisitos jurídicos processuais. o fato gerador. da Constituição Federal prevê que as entidades de educação e assistência social sem fins lucrativos estão imunes ao pagamento de impostos sobre o patrimônio. XI. Qual o seu parecer? O art. que em seu inciso I veda a distribuição de qualquer p arcela do patrimônio ou da renda a título de participação nos lucros ou resultados. QUESTÃO: Como advogado da empresa XTD. da espécie escolhida. I. então. É certo que a contribuinte não concorda com tal exigência no momento do desembaraço aduaneiro. deflagrador da respectiva obrigação.212/91 também exclui a possibilidade da cobrança. alegando violação ao princípio constitucional da tipicidade fechada da tributação (princípio da estrita legalidade). do pagamento do Imposto Sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) para que pudesse levar a efeito a sua liberação. a inscrição do débito na Dívida Ativa. . contra a autoridade competente. pois entende não ter existido. portanto. VI. O candidato poderá optar pela impetração de Mandado de Segurança. gerais e particulares. A Fundação Rouxinol. A fim de aumentar a produtividade. da Constituição Federal exclui a natureza salarial da participação nos lucros. não se caracterizando. para tentar solução favorável à cliente. foi autuada pelo Fisco Estadual por deixar de recolher ICMS sobre a venda de veículos de sua frota. Assim é desaconselhável a estratégia. Em 10 de janeiro de 1999.3. pois a venda de veículos não constitui objeto social de empresa. No mês de janeiro de 1999.1994 a Fazenda do Estado de São Paulo. Indústria de Papéis e Celulose. sem fins lucrativos. O conselho deliberativo da fundação questiona-o sobre se essa estratégia pode comprometer a imunidade tributária de que desfruta. intente a Medida Judicial apropriada. O art. nos termos do artigo 38 da Lei 6. Por outro lado. ambas perante o juízo de uma das onze varas da Fazenda Pública Estadual da Cidade de São Paulo. A empresa não se utilizou dos recursos administrativos cabíveis ao caso. 28. importou da Alemanha. por parte da autoridade fiscal. não constitui fato gerador da obrigação tributária do ICMS. 7º. o art. I. desde queatendidos os requisitos da lei. O art. 150.. sendo certo que cada um recebeu o valor equivalente ao respectivo salário. QUESTÃO: Como advogado de WKS. A inicial deverá cumprir os requisitos jurídico-processuais. ainda. § 9º da Lei nº 8.830/80. Oferecer Embargos à Execução Fiscal endereçado ao Foro das Execuções Fiscais Estaduais em São Paulo. concedeu a seus empregados participação nos lucros relativos ao exercício de 1998. acarretando. Ao tomar ciência do Auto de Infração.212/91 sobre os valores pagos a título de participação nos lucros. gerais e particulares da espécie. por isso mesmo. lavrou um Auto de Infração e Imposição de Multa contra a Empresa Importação e Exportação de Bolachas Nordeste Ltda. a empresa ABC Ltda. deseja aumentar o nível de atendimento sem. o acesso a imunidade está condicionado à observância dos requisitos do art. Segundo pacífico entendimento doutrinário e jurisprudencial. acione a medida judicial adequada à solução da questão. argumentando que o crédito tributário era inexigível. 144 do CTN. A empresa XTD. constantes de seu ativo imobilizado. da Constituição Federal prevê a possibilidade de cobrança de contribuição social sobre a folha de salários.04. promoveu Execução Fiscal nos termos da Lei no 6 830/80. Fundamento : artigos 106. contratar novos empregados. com fundamento na Lei 1. um veículo da marca BMW. a fundação pretende efetuar o pagamento de participação nos resultados aos seus empregados. instituição educacional e de assistência social. foi a empresa WKS surpreendida com a exigência. WKS Importadora e Exportadora Ltda. 4. exigindo pagamento do ICMS e penalidade pecuniária relativa a saídas de mercadorias de seu estabelecimento sem emissão de nota fiscal.

O candidato(a) deverá opor Embargos do Devedor à Execução Fiscal. Ainda que alterada a razão social original pelo adquirente de empresa comercial. no entanto. Indaga. o filho menor responde pelo crédito tributário do "de cujus" até o limite de seu quinhão (R$ 200. pois apesar da mercadoria ter saído do estabelecimento comercial não se deflagrou a mudança da titularidade e nem mesmo a repercussão econômica. A administração tributária. Pergunta quem será responsabilizado por essa infração fiscal.000. II do CTN.99. no montante de R$ 200. defronte a uma praça municipal. estará sujeito a outro tributo além do IPTU (Imposto Predial e Territorial Urbano). portanto. Referida exação passou a ser exigida a partir do mês de janeiro de 2. 136 do CTN). Com relação ao mérito. QUESTÃO: Como advogado da contribuinte. recebeu dinheiro para efetuar o pagamento de tributo devido à Fazenda Nacional. 3.1998. de 16. se o filho menor também responde pelo crédito tributário do falecido.00 cada. Uma filha maior e um filho menor. estará sujeito ao pagamento de contribuição de melhoria . com fulcro no artigo 16 da Lei 6. manteve a exigibilidade que também foi confirmada pelo Tribuna de Impostos e Taxas. referente a tributos. foi publicada a Lei 7. receberam seus quinhões. todavia. Por conseqüência. Sim. 133. Um constituinte informa residir em imóvel de sua propriedade.00. do CF.000. Perquire se a mudança da razão social permitirá que Gama se subrogue nos tributos devidos por Beta até a data do ato.10. por haver furtado as mercadorias. Sim. devidamente comprovado em Inquérito. Concluída a partilha. do CTN).000. que a culpa pela irregularidade era de seu empregado Joaquim José. a meação da viúva atingiu o montante de R$ 400. A empresa Beta diz que cedeu seu controle acionário à empresa Gama.porque ficou provado em inquérito policial e em processo penal.1998. devia à Fazenda Pública Municipal a quantia de R$ 10. quer particulares da espécie. II. 2. após o que a Fazenda Estadual ingressou com a Execução Fiscal.12. asfaltou as ruas adjacentes à praça. Em 18. cobrada do usuário da respectiva linha. deverá argumentar que referida cobrança é totalmente ilegal.00).000. inclusive demitido por justa causa. Determinada empresa afirma que o contador encarregado de sua e scrituração. mas perdeu o prazo para fazê -lo. A petição deverá atender aos requisitos jurídico -processuais. devida por telefone. Em 15 de maio de 1999. sendo a empresacitada para pagar o referido débito em 23.07. a exigibilidade é totalmente indevida. inc. devendo.99. e no processo penal caracterizou a ocorrência de caso fortuito. permanecerá este como sucessor tributário da que foi alienada (art. III.00.830/80. quando faleceu. na qualidade de herdeiros. pois não ocorreram os elementos caracterizadores do fato gerador. I. cuja decisão administrativa l transitou em julgado em 05. a casa -a do consulente aumentou de valor. quer gerais. o canditado(a) alegar a ilegitimidade de parte da empresa. o crédito tributário foi inscrito na Dívida Ativa em 16. 4.50 (dois reais e cinqüenta centavos). que alterou. no valor fixo de R$ 2. Um cliente em consulta. o Oficial de Justiça levou a efeito a penhora de bens da empresa para garantia da execução. confor os me artigos 126. A Prefeitura local canalizou ali um córrego. inc. pergunta se em razão de tal circunstância. O furto. então a razão social original. Pela falta de pagamento. que instituiu a Taxa de Segurança Pública no Estado de São Paulo.555. I e 136. uma vez que nos termos do artigo 135. por haver descumprido sua obrigação contratual perante a empresa. Como advogado qual seria a sua orientação? A empresa referida é totalmente responsável pela infração fiscal e não o contador (art.1998. a final. Sim. ingresse com a medida judicial cabível para defender os interesses da cliente. poderá ser civilmente responsabilizado por sua negligência.000. QUESTÕES PRÁTICAS 1.11. perante uma das Varas do Anexo das Execuções Fiscais. do CTN fica perfeitamente caracterizada a responsabilidade pessoal do e mpregado. Além do mais. arborizando e ajardinando-a. mediante a inclusão do seu valor nas faturas . conforme artigo 145. expõe o seguinte caso : "A". O contador.11. Em face do exposto.

com a finalidade de custear a indigitada obra. No exercício de 1996. Outrossim.. O examinando deverá apresentar Recurso de Apelação. 6º do mesmo diploma. detentora do direito de uso de 50 linhas telefônicas no Estado de São Paulo.000. o valor da contribuição corresponderia ao custo total da obra dividido pelo número de imóveis beneficiados. De acordo com esse diploma.mensais. procurou -o(a) buscando o meio judicial para impedir a referida cobrança. que são utilizados para delimitação da obrigação tributária. exercite a providência judicial necessária para afastar a cobrança. Poderá. considerando-se. assim considerado a receita bruta das vendas das mercadorias e dos serviç de os qualquer natureza". perante uma das Varas da Fazenda Pública na Cidade de São Paulo. ainda. sob o fundamento de que a alienação de imóveis enquadra na hipótese de incidência prevista -se no art. relativas às despesas com a utilização da linha. se abstenha de realizar a cobrança da referida Taxa. nada menciona a respeito da venda de imóveis. emitidas pela XYZ telefônica de São Paulo Ltda. igualmente. 109 e 110 do Código Tributário Nacional. considerando que já houve -se citação no bojo da execução fiscal e que o executado foi intimado da penhor que recaiu sobre o próprio imóvel há 15 a (quinze) dias. pela via executiva. e está sendo executado judicialmente para pagamento do montante equivalente a R$ 6. utilize a medida judicial apropriada para defender os interesses da sua cliente. sob argumento de que cobrança é inconstitucional o § 2º do arigo 145 da Constituição t Federal (Natureza Jurídica Específica do Tributo) que veda a instituição de taxa com base de cálculo própria de Imposto (verificar. não incide a QUESTÃO: Como advogado da contribuinte. 2º da Lei Complementar nº 70/91.. asseverou o juízo singular que o art. agora. in verbis: "A contribuição de que trata o artigo anterior será de dois por cento e incidirá sobre o faturamento mensal. ajuizou ação de rito ordinário. III combinado com o art.000. do qual constava apenas o período da consecução das obras e as conse qüentes mudanças no tráfego daquela área. QUESTÃO: Na qualidade de advogado de Caio. visando à declaração de inexistência de relação jurídico-tributária que a obrigue a efetuar o pagamento da Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social ± COFINS sobre o produto das vendas de imóveis. que o processo foi ajuizado em São Paulo-SP.00 (dez mil reais) para R$ 12. No curso do processo. 82 do Código Tributário Nacional. publicada há menos de 5 (cinco) dias. A ação foi julgada improcedente. a Prefeitura do Município de São José da Serra realizou obras de pavimentação asfáltica na zona norte da cidade. foram realizados os depósitos judiciais das importâncias questionadas até o mês de competência relativa a fevereiro de 1999. ingressar com Ação Declaratória com base no artigo 4º do Código de Processo Civil. manipule a medida conducente à reforma dessa decisão. ainda. Sem outras formalidades ou previdências preliminares. 81 do Código Tributário Nacional impedem a cobrança de contribuição de melhoria em razão de obra pública em montante superior ao da valorização do imóvel. que contempla as hipóteses de isenção da contribuição. o § único do artigo 77 do CTN). uma vez que os valores serão depositados judicialmente para os fins e os efeitos das disposições previstas no inciso II do artigo 150 do CTN. Naquela oportunidade. sustentando o vício formal da cobrança. com vencimento em todo dia 15 do mês subseqüente ao de referência. cujo valor venal passou de R$ 10. ABC Ltda. da contribuição de melhoria que foi instituída pela Lei Municipal nº 12. O examinando deverá apresentar Embargos à Execução. Nesse sentido.00 (doze mil reais) em razão da pavimentação. as obras foram iniciadas no prazo previsto. a construtora ZYB Ltda.. A Fazenda Municipal está. nos termos do artigo 7º da Lei nº 1533/51. Como advogado(a) de ABC Ltda. conforme rezam os arts. Caio é proprietário de um imóvel nessa região. de 29 de dezembro de 1995. posto que não foi observado o procedimento previsto no art. Deverá argum entar ainda que o art. com pedido de concessão de Medida Liminar.000. a título de contribuição de melhoria. 145. Na vigência da Lei Complementar nº 70/91. efetuando a cobrança. desde que nesta medida judicial haja referência à obtenção de medida liminar em ação cautelar inominada para que XYZ Telefônica Ltda. sustentando que o intérprete e aplicador da lei tributária não pode se afastar das definições dos institutos jurídicos dos outros ramos do direito. O(A) candidato(a) deverá ingressar com Mandado de Segurança. . os moradores da região receberam um comunicado da Secretaria Municipal de Transportes e Vias Públicas. não concordando com referida cobrança.00 (seis mil reais).

razão pela qual deve necessariamenteestar prevista em lei em sentido estrito. A empresa "Indústria e Comércio de Móveis de Madeira Santo Antônio Ltda".. portanto. alegando que não despeja qualquer tipo de poluente no rio. De acordo com a Portaria. inclusive em grau de recurso. teve contra si lavrado um Auto de Infração pela Fiscalização Estadual. conforme o disposto no art. Lúcio. na qualidade de atual proprietário. em caso afirmativo. de 30 de dezembro de 1998. Caso a tutela antecipada seja indeferida. A VXZ Ltda. A empresa poderá ajuizar ação declaratória de inexigibilidade da taxa. Não. responde pelo débito perante o Município. do mesmo código. exonerando -se Lúcio de qualquer responsabilidade perante o Fisco Municipal. todas as indústrias localizadas no município seriam contribuintes da referida taxa. Um constituinte indaga se o Instituto da isenção é aplicável a todos os tributos. Qual seu parecer? A cobrança é ilegítima porque a taxa é espécie do gênero tributo. empresa que se dedica à fabricação e comercialização de produtos de limpeza. Caio comprometeu a quitar esse débito. deverá a empresa efetuar o depósito judicial do montante em discussão. O Secretário Municipal do Meio Ambiente de uma cidade localizada às margens do Rio Paranapanema instituiu. 4. II. sendo certo que a Lei nº 5. I da Constituição Federal e art. As convenções entre particulares não são oponíveis ao Fisco. uma vez que o art. nos .90.896. mediante ação própria de caráter condenatório. perante uma das Varas da Fazenda Pública em São Paulo ou perante uma das varas cíveis da comarca do interior. com a finalidade de suspender a exigibilidade.05.830/80. 191 do Código Comercial define como mercadoria apenas os bens móveis e semoventes. 1. recentemente. publicada nesta mesma data. No entanto. poderá cobrar o valor de Caio por via regressiva. perquire se é possível creditar-se do valor total do ICMS destacado na fatura da energia elétrica utilizada no seu único estabelecimento. uma vez que a alíquota a ser aplicada deve ser aquela vigente à época do fato gerador. do Código Tributário Nacional. sem emissão de nota fiscal.95. Lúcio perquire se há possibilidade de transferir a Caio o ônus do seu pagamento e. uma vez que foi identificada a realização de uma operação de venda de mercadorias. 3. conforme previsto na Lei nº 7. pela Portaria nº 1. Lúcio adquiriu de Caio um imóvel. relativo ao exercício de 1996. I . sobre o qual pendia débito do Imposto Predial e Territorial Urbano ± IPTU. segundo estabelece o CTN. em 21. vigente na data de ocorrência do fato gerador.03. No contrato de compra e venda. em seu artigo 177 a isenção não é extensiva: às taxas às contribuições de melhoria aos tributos instituídos posteriormente a sua concessão. o que implicou falta de pagamento do ICMS. 33. a partir da entrada em vigor da Lei Complementar nº 87/96. de 23. ingresse com a medida judicial cabível para defender os interesses de sua cliente. nos termos do art. consoante permite expressamente o seu art. indistintamente.10. 2. Tendo recebido. 9º. a teor dos arts. objetivando a anulação do lançamento realizado. em 05. Em 1998. 123 do Código Tributário Nacional. em que funciona o setor industrial e administrativo. Ação Anulatória de débito fiscal e/ou de lançamento tributário. do Código Tributário Nacional. nos termos do art. como proceder. QUESTÃO: Como advogado (a) da contribuinte.88.COFINS sobre a venda de imóveis. com fulcro no artigo 38 da Lei 6. uma notificação de cobrança do tributo. A indústria química QMB S/A. com pedido de antecipação de tutela. Qual seu aconselhamento? É possível o creditamento. a cobrança de taxa visando custear a atividade de fiscalização e controle da emissão de poluentes no rio.07. questiona -o sobre a obrigatoriedade do pagamento da tax e sobre qual medida poderia adotar visando se eximir de futuras a autuações e garantir a expedição de certidões de regularidade fiscal. 130 e 131. 151. No Auto de Infração e Imposição de Multa a fiscalização exigiu a cobrança do imposto calculado pela alíquota de 18% e da multa de 30% pela inadimplência. fixava a alíquota de 10% e multa de 40%. 150. de 17.698.95.

subseção judiciária de Santos ou subseção judiciária de Fortaleza). Não v sendo pago o crédito tributário. 145. Nesta hipotése. de acordo com os critérios de competência do art. da Lei nº 6. a Receita Federal. com pedido de liminar. a serviço da empresa "Lice ± Linhas Cearenses de Navegação S. A taxa é cobrada a uma alíquota de 0. da Constituição Federal (seção judiciária do Distrito Federal. foi efetuada a penhora de bens da empresa. contra ato do Delegado da Polícia Federal em Santos. invocando o periculum in mora consistente no perecimento dos alimentos transportados. do Código Tributário Nacional.08. Juiz em 24. . Poderá o candidato. nos termos do artigo 16 da Lei 6. QUESTÃO: Como advogado(a) da empresa.25% do valor FOB da totalidade das mercadorias transportadas pelo navio. lavrou Auto de Infração e Imposição de Multa (AIIM) no valor de R$ 1. Se optar por ação ordinária. contudo. deverá ser ap licada a mais benéfica ao contribuinte.000. Poderá. órgão vinculado ao Ministério da Justiça. promova a medida judicial adequada a resguardar os direitos de sua constituinte. impedido de atracar porque a empresa recusa -se a pagar esse tributo. após regularmente citado para o pagamento da referida execução. o contribuinte ingressou.93. §2º.000. O navio "Aracati". apontar a falta de correlação lógica entre a atividade de polícia e o valor da taxa. 273 do Código de Processo Civil. Sr. encontra -se atualmente ao largo do porto de Santos. 20. a Fazenda Pública. o pedido será de antecipação de tutela.A.830/80. o candidato deverá sustentar que a base de cálculo da taxa é idêntica à do Imposto de Importação II). Embargos do devedor à Execução Fiscal.89 na empresa "Comércio de Materiais para Construção João de Barro Ltda". ( conforme definido pelo art. 78.termos do artigo 144 do CTN. parágrafo único. Dr. Admite-se também a propositura de ação ordinária.00 (um milhão e oitocentos mil reais) relativamente à falta de pagamento do Imposto Sobre a Renda (IR) incidente sobre o lucro apurado em operação de vendas de mercadorias realizadas durante o ano de 1983. 109. §2º. com a competente impugnação administrativa. já que amparado pelos arts.99. incidindo portanto a vedação do art. conforme os r quisitos e do art. perante uma das Varas da Justiça Federal da Subseção Judiciária de Santos. Mandado de segurança. discutir a legalidade do procedimento de polícia. a ação deverá ser dirigida contra a União Federal. impetrar mandado de segurança perante uma das Varas da Fazenda Pública Estadual ou uma das Varas Cíveis da comarca do interior. por intermédio do Departamento de Polícia Federal. com o pedido de declaração da inexistência de relação jurídico tributária que obrigue a empresa a pagar o tributo. da Constituição Federal. utilizando em relação ao mérito. opostos perante uma das Varas das Execuções Fiscais Federais. A União Federal. rejeitada por decisão desfavorável que transitou em definiti a em 24.533/51. proponha a medida judicial hábil a permitir o desembarque da mercadoria sem o pagamento do tributo.. imediata e tempestivamente. O candidato deverá ainda requerer a concessão de liminar.815/80 ( Estatuto do Estrangeiro) e pela definição do art.08. ainda. com base na legislação vigente nesta data. passou a exigir dos transportadores de produtos por via marítima uma taxa. Em 15 de maio de 1999. após inscrição na dívida ativa. na qualidade de autoridade reponsável pela exigência indevida. em virtude do exercício do poder de polícia consistente na fiscalização de embarcações para evitar a entrada irregular de estrangeiros no território nacional. com sede na cidade de Fortaleza. cuja petição inicial foi deferida pelo MM. II. QUESTÃO: Como advogado(a) do(a) contribuinte. ainda. com fulcro na lei 1. 22 e segs. nos termos do artigo 106 e incisos do CTN. transportando bens alimentícios perecíveis no valor de R$ 1. Delegado Regional Tributário. Por meio de fiscalização realizada em 25. do Código Tributário Nacional. Com relação a multa. contra ato do Ilmo. O candidato deverá sustentar que se encontra extinto o direito da Fazenda Pública Federal pelo decurso do prazo prescricional previsto no artigo 174 do CTN. ingressou com Execução Fiscal. os mesmos fundamentos do parágrafo anterior. No mérito.800.00 (um milhão de reais).". o que pode comprometer o requisito de referibilidade do tributo.000.03. Não concordando com a referida exigência. Não poderá.

§ 2º. qual o aconselhamento ao Prefeito? RESPOSTA: O Prefeito não poderia sancionar o projeto de lei.O Prefeito de uma cidade do interior do Nordeste. A empresa não apresentou defesa administrativa. recebeu da Câmara de Vereadores um projeto de lei institui do empréstimo compulsório n devido pelos habitantes não atingidos pelo flagelo. RESPOSTA: O lançamento suplementar é possível em sede de revisão de lançamento. Explique. as taxas não poderão ter base de cálculo própria de impostos. 145. Túlio construiu uma edícula em terreno de sua propriedade e deliberadamente deixou de efetuar a averbação da construção à margem da respectiva matrícula. nem a informou a respeito depois que a obra estava pronta. ocorre a extinção do crédito mediante a prescrição. tendo em vista que o art. conforme art.. tendo em vista a previsão específica de tributação do serviço de acesso à internet na Lei Municipal nº 9. bases de cálculo e contribuintes.Determinado Município institui a cobrança de taxa visando remunerar se dos serviços de limpeza de vias e logradouros públicos. I . da Constituição Federal. seria de rigor o recolhimento do imposto sobre as receitas decorrentes das mensalidades pagas pelos associados. Tampou requereu à Prefeitura Municipal licença para co construção. mas ainda não foi executada judicialmente. De acordo com o art. é empresa prestadora de serviços de acesso à rede mundial de computadores (provedora de internet) e nessa qualidade foi autuada e multada pelo Fisco Municipal. uma vez que é inconstitucional. isto é.1 . QUESTÃO: Considerando-se que o serviço em questão não consta da lista anexa ao Decreto-lei nº 406/68. pois só a União pode instituir empréstimo compulsório. tem o Estado o prazo de cinco anos para impetrar a ação assecuratória do crédito tributário.Em 1993. 146. equivalente ao diferencial correspondente à construção clandestina..999 aprovada em 31 de dezembro de 1998. em nome da contribuinte. qual é sua orientação? RESPOSTA: O prazo prescricional está previsto no artigo 174 do CTN que dispõe: A ação para cobrança do crédito tributário prescreve em cinco anos. com fundamento no art. da CF. VIII. De acordo com o auto de infração lavrado no mês de janeiro pp. A exação assim dimensionada é legítima? Explique. Todavia. depois de completado o lançamento. da Constituição Federal prevê que a cobrança dos impostos discriminados na constituição está sujeita à prévia definição dos respectivos fatos geradores. Deverá focalizar o entendimento doutrinário e jurisprudencial no sentido de que a competência tributária dos Municípios é condicionada pela . Túlio indaga -lhe se esse lançamento suplementar é lícito e qual seu fundamento. contados da data da sua constituição definitiva. a. adote. III. a fim de cobrir despesas com o atendimento da população atingida pela seca em seu Município. O valor dessa Taxa de Limpeza é obtido mediante a aplicação da alíquota de 0. localizada na cidade de São Paulo-SP. RESPOSTA: Não. O examinando deverá confeccionar ação anulatória de débito fiscal endereçada a uma das varas da fazenda pública da comarca da capital. II. Como advogado(a). o Município. nem da Lei Complementar nº 56/87. realizou o lançamento suplementar do Imposto Predial e Territo Urbano ± IPTU dos rial exercícios de 1994 a 1999.Uma empresa consulta-o indagando do prazo para a consumação da prescrição dos tributos Estaduais. a medida judicial cabível para desconstituir o indigitado auto de infração e assegurar o direito do contribuinte de obter certidões d regularidade e fiscal durante o trâmite da ação. 145. do Código Tributário Nacional. Findo esse prazo. O valor venal do imóvel constitui base de cálculo do IPTU. razão pela qual a exação em questão extrapola a competência atribuída ao Munic ípio pelo art. Além disso a limpeza pública não é um serviço divisível. Os objetivos deverão ser perseguidos em uma única ação. em sede de lei complementar. qualificando como contribuintes todos os proprietários de imóvel. Como advogado (a).5% sobre o valor venal do imóvel. 4 . conforme artigo 148. 2 . A Virtual Ltda. em razão do não recolhimento do Imposto Sobre Serviços ± ISS relativo aos meses de janeiro a dezembro de 1999. 3 . deverá se limitar àqueles exercícios em relação aos quais ainda não se operou a decadência. 149. Assim. 33 do Código Tributário Nacional. descobrindo a existência da construção. aos exercícios de 1995 em diante. Em fevereiro de 2000. sustentando a ilegitimidade do lançamento em questão.

150. a exação do Município de São Paulo fere o art. atraindo a incidência das alíquotas superiores a 2%. sustentando a ilegitimidade da cobrança do ITBI pelo regime de alíquotas progressivas. do ponto de vista econômico. Possui. propor ação declaratória negativa de débito fiscal. II. Caio impetrou Mandado de Segurança. incidentes sobre as parcelas do preço divididas em faixas de valor em tabela específica. QUESTÃO: Na qualidade de advogado da "Almeirão e Filhos Ltda. não há que se cogitar na aplicação do art. deverá ser requerida a realização do depósito judicial com a mesma finalidade. cuja escritura deverá ser outorgada em 10 dias.ICMS correspondente. §1º da Constituição Federal. 145. pois trata desigualmente contribuintes que se encontram em situação semelhante. com base no art. 3. a venda daqueles produtos foi cancelada antes que houvesse a sua efetiva saída do estabelecimento comercial. Preferencialmente deverá o examinando indicar jurisprudência a respeito. Pode-se. 206 do Código Tributário Nacional. Deverá ainda observar os req uisitos formais de interposição do agravo de instrumento. foi intimada da lavratura de Auto de Infração e Imposição de Multa pela Secretaria da Fazenda do Estado de São Paulo. contributiva somente seria lícita nos chamados impostos pessoais. adote a medida adequada para viabilizar a outorga da escritura de compra e venda do imóvel no prazo fixado.374/89. a ser pago pelo adquirente. Considere que a empresa tem sede em São Bernardo do Campo. QUESTÃO: Considerando que a decisão denegatória da medida liminar foi publicada na imprensa oficial há 5 (cinco) dias. Por outro lado. com pedido de liminar. necessariamente. para calcular e recolher o tributo à alíquota de 2% sobre o valor total da operação. . § 1º.154/91 do Município de São Paulo. ainda. cobrando-lhe ainda o Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços . deverá apresentar a competente guia de recolhimento do imposto devidamente quitada. em especial a Súmula nº 45 do 1º TAC. dando baixa dos produtos vendidos. dirigida ao Serviço do Anexo Fiscal da Comarca de São Bernardo do Campo. subsidiariamente. a alienação inter vivos de bem imóveis está sujeita à incidência do Imposto de Transmissão de Bens Imóveis ± ITBI. o sistema informatizado de controle de estoque não registrou o cancelamento da operação. 89. a atividade possa ser caracterizada como serviço de qualquer natureza. Ciente de que o valor da operação supera o limite da menor faixa de valor. desde que o candidato demonstre saber a quem deve a defesa ser dirigida). Deverá ainda ser formulado pedido de antecipação d tutela para e suspender a exigibilidade do crédito ou. com pedido de efeito suspensivo ativo. dirigida ao Delegado Regional Tributário do ABCD (ou outra autoridade equivalente. ocasião em que. tome a medida cabível para cancelar o Auto de Infração e Imposição de Multa lavrado contra a empresa. mediante o pagamento do ITBI pela menor alíquota. O examinando deverá interpor Agravo de Instrumento endereçado ao 1º Tribunal de Alçada Civil de São Paulo. que lhe aplicou penalidade por haver vendido mercadorias sem a emissão da correspondente nota fiscal de saída. da Constituição Federal. mas que por problemas internos. pelo rito ordinário. na verdade. para tanto. À medida que não há previsão expressa do ITBI progressivo. tendo em vista que não há permissão constitucional expressa para a instituição dessa fórmula de cobrança do ITBI. porquanto não há correlação necessária entre a capacidade contributiva e o valor do imóvel A gradação do imposto de acordo com a capacidade . documentos que comprovam tanto a falha no sistema quanto a permanência dos produtos tidos como vendidos em seu estoque. 4 e 6%. De acordo com a Lei nº 11. 145. Caio está adquirindo um bem imóvel situado no Município de São Paulo. A medida liminar foi negada. tudo para viabilizar o acesso à certidões de regularidade fiscal. da Lei Estadual nº 6. ainda que previsto em lei municipal e ainda que.taxativa lista de serviços da lei complementar federal. sob o argumento de que o Município tem competência para definir a alíquota do imposto.". A "Almeirão e Filhos" sustenta que. A sociedade "Almeirão e Filhos Ltda. contra o Diretor do Departamento de Rendas Imobiliárias da Prefeitura do Município de São Paulo. no atacado. tendo em vista o princípio constitucional da capacidade contributiva (art. não sendo lícita a cob rança do imposto sobre serviços não constantes da lista. inclusive no regime de alíquotas progressivas." tem por atividade principal a comercialização. nos termos do art. A cobrança do imposto é feita sob o regime de alíquotas progressivas de 2. §1º da Constituição Federal). Há 20 (vinte) dias. de material de limpeza. O caminho mais recomendável é a apresentação de defesa administrativa.

procedimento este que passou a ser permitido por lei promulgada em 1999. posicionou -se oficialmente. seu cliente tem dúvida sobre o exato sentido dessa expressão. da Lei Complementar nº 87/96). os critérios novos não são aplicados a fat s pretéritos. 100. parágrafo único). 150. 6º da Lei Complementar nº 87/96. 2º.A sociedade "Feliz Ano Novo Indústria e Comércio Ltda. oriente-a quanto à linha de defesa possível neste caso. por força do art. que permite a aplicação de lei posterior ao fato gerador que amplie os poderes de fiscalização das autoridades administrativas. antes de qualquer manifestação do Fisco formulou. porém. cobrando de seus clientes um preço único pela venda de mercadorias e pelo serviço prestado. No curso dessa atividade. pergunta-se: na operação. o candidato deverá sustentar que. tendo em vista o art. correspondente ao chamado "caixa dois". a sociedade "Sonho Meu Comércio de Alimentos Ltda. Em virtude desse fato. I. o regime especial concedido à sociedade. de ofício. A defesa a ser apresentada deverá se basear no art. Considerando que o -se serviço está compreendido na competência tributária dos Municípios e que a legislação re spectiva é silente quanto à matéria. Na qualidade de advogado da empresa.715/98.11. autorização para comercializar produtos com regime especial de recolhimento do ICMS. já que a orientação anterior da autoridade fazendária é norma complementar de direito tributário. visando à cobrança de diversas multas por inobservância da legislação tributária no período de vigência do regime especial. A falta de recolhimento deveu-se ao fato de a empresa não haver declarado à Receita Federal parcela substancial de seu faturamento. em 01. 146 do Código Tributário Nacion que afirma que as alterações al. da Lei Complementar nº 87/96. Nesta mesma data. É possível.99. §1º. se não houve circulação das mercadorias. 1 .No mérito. art. entendendo que um determinado produto por ela fabricado encontrava -se abrangido pela isenção do IPI. incide apenas o ICMS. 2 .02 . seu cliente constatou que existe disposição que exclui da base de cálculo dessa contribuição os valores a título de ICMS "retido pelo contribuin na condição de te substituto tributário" (Lei nº 9. 144. não ocorreu o fato gerador do tributo (art. conforme a previsão específica para cada estado. o contribuinte recebeu o . tampouco se faz devido o pagamento de multa. Porém. em resposta à consulta formulada. Dessa forma. trata-se da hipótese de substituição tributária "para frente" a que se refere o art. 2º. a Secretaria da Fazenda cancelou. VI. tam bém presta o serviço de colocação dos pisos vendidos. enquanto aguardava a resposta. § 7º. Desta forma." tem por objeto social a venda de pisos de madeira para residências. do Código Tributário Nacional. Em 22. 4 . como não é exigido imposto. fixando o entendimento de que aquele produto era tributado pelo IPI à alíquota de 5%. que impõe ao contribuinte o dever de recolher o ICMS incidente sobre operações que não praticou. Em dezembro de 1999." deixou de recolher a COFINS incidente sobre seu faturamento. A Indústria de Artefatos de Madeira Ltda. sendo -lhe dadas condições de cálculo e pagamento do tributo mais adequadas a sua atividade comercial.Ao consultá-lo sobre os valores que compõem a base de cálculo do PIS. da Secretaria da Fazenda do Estado de São Paulo. A sociedade pergunta-lhe se é possível que a fiscalização adote. dos critérios de lançamento de tributos deverão ser aplicadas. o Além disso. 3º. "em relação a um mesmo sujeito passivo. Se as operações forem posteriores. a Receita Federal.Em agosto de 1998. já que não foi descumprida a obrigação acessória de emitir nota fiscal. procedimento administrativo que não era permitido à época da ocorrência do fato gerador. foi lavrado auto de infração contra a empresa. A fiscalização detectou a omissão de declaração em março de 2000.99. parágrafo único. continuou comercializando o referido produto ao abrigo da isenção. O que ela significa? A substituição tributária é instituto previsto no art. apenas multa.. poderá invocar também o art. da Constituição Federal. já que a legislação do ISS não sujeita a operação à incidência exclusiva do ICMS. para apurar o imposto devido. após confrontar a movimentação bancária da sociedade. consulta à Secretaria da Receita Federal." obteve. quanto a fato gerador ocorrido posteriormente à sua introdução". que passou assim a se submeter às mesmas regras aplicáveis aos demais contribuintes. do CTN. 3 .A sociedade "Piso Maciço Revestimentos de Pisos e Paredes Ltda. apenas o ISS ou ambos os impostos? Por quê? Incidem ambos os impostos.

Como advogado(a) qual seria sua orientação? QUESTÃO: Na qualidade de advogado(a) da "Editora São Paulo S. O(A) candidato(a) deverá ingressar. do lançamento tributário (artigo 174 CTN). nos termos do § 1º do artigo 160 do CTN. em data de 23.09. emitido pela Receita Federal. portanto. O(A) candidato(a) deverá ingressar. visando ao imediato desembaraço da mercadoria importada sem a necessidade de pagar o imposto de importação.94. do artigo 150 do CTN). cujo desembaraço vem sendo obstado pela Inspetoria da Alfândega daquela localidade. com Ação Anulatória fundamentada no artigo 38 da lei 6. notificou regularmente a empresa KLM Distribuidora de Produtos Alimentícios Ltda. contestando a exigência. a impetração de Mandado de Segurança com base na Lei 1. o candidato deverá sustentar que o papel destinado à impressão de jornais beneficia-se da imunidade do art. 1 . o que implicou a falta de recolhimento do tributo devido. contratou-o(a) para defender seus interesses. nos termos do artigo 16 da Lei 6. até 22. Atualmente.DARF (Documento de Arrecadação de Receitas Federais). até o dia 15. visando a anulação do débito tributário ou do lançamento tributário.A. ao consultá-lo. de grande circulação. QUESTÃO: Como advogado(a) da empresa. apenas corrigido monetariamente. vez que se deu a extinção da obrigação tributária pela ocorrência da prescrição (inciso V. não recolhido pela empresa.12. nessa qualidade. não podendo ser cobrado imposto sobre a sua importação.830/80. QUESTÃO: Como advogado(a) da empresa. com pedido de medida liminar.12. sob os mesmos fundamentos jurídicos acima apontados. acione o instituto judicial pertinente. perante o Juízo do Anexo das Execuções Fiscais Estaduais competente. relativamente à cobrança de juros moratório e da multa de mora no percentual de 20 %.1999. pergunta se o espólio responde por tod os débitos tributários. o tributo devido acrescido de correção monetária.A. por ter apurado a venda de mercadorias em 14.11.1999) fixado para pagamento. Deverá ser impetrado mandado de segurança. Citada da execução e penhorados bens da contribuinte.99. da Constituição Federal. VI. encontra -se retido na alfândega do porto de Santos. proponha a medida judicial cabível. sem emissão de nota fiscal. Estima-se que em 4 (quatro) dias o estoque de papel se esgotará. é indevida a cobrança de juros e da multa moratória. Caberá. ingresse com a medida judicial adequada à defesa dos interesses da constituinte. A exigência fiscal vem comprometendo seriamente o funcionamento das oficinas de impressão. A Fiscalização Estadual de São Paulo." dedica-se à atividade jornalística e.99 e a Execução Fiscal foi protocolizada em 18.12. suspendendo de vez a impressão do jornal. A sociedade "Editora São Paulo S. também. assim como o prazo fixado para pagamento é de 30 (trinta) dias contados da data em que o sujeito passivo foi notificado do lançamento. ao sujeito passivo.12.99 o contribuinte poderia levar a efeito o recolhimento do valor do tributo devido.Seu cliente. com Embargos à Execução ou Embargos do Devedor. juros de mora e multa moratória de 20%. tributo. um lote de 1.04. mesmo os desos conhecidos à data da abertura da sucessão. perante uma das Varas Cíveis da Justiça Federal. realiza periodicamente a importação de papel para impressão do jornal "Gazeta de São Paulo". Em face da falta de pagamento do referido débito. obrigando à redução da tiragem diária do jornal. O mandado de segurança deverá ser dirigido a alguma das Varas Federais da Subseção Judiciária de Santos e apontar como autoridade coatora o Inspetor da Alfândega do Porto de Santos. para recolher. visto que. No mérito. Deverá contest o prazo ar (15. já que a inscrição na Dívida Ativa concretizou-se após o decurso do prazo de 05 anos contados da data da regular notificação.1989. o mesmo foi devidamente nscrito na Dívida Ativa em i 12.522/51. a empresa KLM Distribuidora de Produtos Alimentíci s o Ltda.830/80. para desembaraçar imediatamente a mercadoria sem o pagamento do .".. 150. sendo desta mesma data o despacho do Juiz que deferiu a inicial. da lavratura de Auto de Infração e Imposição de Multa (AIIM) contra a contribuinte. que exige para tanto o recolhimento do Imposto de Importação incidente na operação. sob o fundamento de que a Fazenda Pública perdeu o direito de Ação.000 toneladas de papel. d. na pendência de consulta.

se tem o direito de fazê-lo mesmo que tenha saldo livre em conta corrente para prestar garantia em dinheiro. O valor do auto de infração considerou o montante do imposto devido. CTN). III. ajuizou ação de rito ordinário. 174 do CTN. 131. formalizada pelo ato respectivo. lavrado o auto de penhora. Ao analisar esta certidão.05. Um dos sócios. incidentes sobre o valor venal do imóvel e . d eixou de ser pago porque a empresa não tinha disponibilidade financeira. instrumente o meio adequado em prol do cliente. uma vez que os bens p enhorados não foram suficientes para liquidar o crédito em discussão e não possuindo a empresa outros bens. nem ter sido praticado qualquer ato contra os estatutos e o contrato social (art. contra os sócios que não foram citados anteriormente como pessoas físicas. tempestivamente apurado e declarado ao Município de São Paulo. no exercício de 1998. CTN). que continuam fluindo (Lei nº 6. com arrematação dos bens penhorados. para 20%. 134.2001. nem consta a data da sua inscrição. c do Código Tributário Nacional. que era de 40%.5% a 3%.999/97.12. A empresa Júpiter Ltda. Como tem bom relacionamento com o banco onde possui conta corrente. Nesta semana.A sociedade "Cibus Ciborum Comércio de Alimentos Ltda. Além disto. alegou-se a inconstitucionalidade da fórmula de cálculo introduzida pela Lei Municipal nº 9. ofereceu um de seus imóveis em garantia. foi promulgada lei estadual reduzindo a multa por não pagamento do imposto. visando à repetição dos valores recolhidos a título de IPTU. 2 . deixou de recolher o Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços ± ICMS. por alíquota superior a 0. em 15. Questiona-se sobre a possibilidade de o pagamento do débito com a redução da multa. inc. 3 .830/80. lançados. A sociedade executada indaga-lhe se é possível o oferecimento de carta de fiança bancária e. atualizado monetariamente e acrescido ainda da multa de 40% sobre o valor t tal. Todavia. al. foi regularmente citada em processo de execução para pagar ou garantir o juízo relativamente a débito de ISS. de 0.A empresa Alpha Ltda. Qual a sua orientação? O contribuinte tem direito ao pagamento do débito com redução da multa para 20%. Para tanto.Sim. que veio acompanhada por cópia da Certidã de Dívida o Ativa. a empresa contribuinte foi au-tuada pela fiscalização.93. No final daquele exercício.5%. salvo no que diz respeito à responsabilidade pela atualização monetária e pelos juros moratórios. O candidato(a) deverá apresentar Embargos do Devedor à Execução Fisc com fulcro no artigo 16 da Lei 6. em via de serem ". além da "data em que foi inscrita". há menos de cinco dias. 106. em 31.. Oferecidos bens em garantia.830/80. pelos débitos desconhecidos à data de abertura da sucessão. Qual sua resposta? A carta de fiança pode ser oferecida como garantia do juízo em execução fiscal e produz os mesmos efeitos do depósito em dinheiro.Seu constituinte recebeu citação para uma execução fiscal. de nome José Antônio. e também. acredita ser vantajoso oferecer carta de fiança bancária como garantia da execução. que previa a cobrança do tributo pelo regime de alíquotas progressivas. VII. se não for acatada a exclusão do polo passivo da execução. 135. a Certidão de Dívida Ativa deverá indicar "a origem e a natureza do crédito. Conforme o art. mencionada especificamente a disposição da lei em que seja fundado". ser totalmente irregular a qualidade do mesmo e dos demais sócios como sujeitos passivos da execução. III do CTN). em caso afirmativo. que determina a aplicação retroativa da lei tributária que comine penalidade menos severa que a lei vigente na época da infração. 9º. que seja decretada a prescrição. A empresa Marmoraria Ltda.. você verificou que não existe menção aos dispositivos legais em que se funda o crédito executado. O espólio responde por todos os débitos tributários do "de cujus sejam eles conhecidos.2000 os sócios da executada foram citados para pagar o restante da dívida ou garantir a execução. foram afinal julgados improcedentes os embargos da empresa. alegando que na qualidade de sócio e por não ter sido a empresa extinta irregularmente (art. perante uma das Varas do Anexo das Execuções Fiscais.com base no art. tendo em vista o disposto no art. vencido no decorrer do exercício de 1999. 202 do Código Tributário Nacional. em d de ata 20. §§ 3º e 4º). 4 . art.03." recebeu mandado de citação para pagamento ou nomeação de bens à penhora em execução fiscal. ( art. III. em razão da referida pendência de ICMS. proprietária de imóvel situado no Município de Pinheiros -SP. QUESTÃO: Como advogado do sócio José Antônio. Existe fundamento para pleitear a nulidade do título executivo? Qual? Sim. referente a fatos geradores ocorridos em janeiro de 1990 que.

sob o fundamento de qu o indigitado regime de alíquotas e progressivas tem respaldo constitucional e constitui importante instrumento de desenvolvimento social no Município. sujeita ao recolhimento do ISS. 1 .A Indústria Estrela do Norte Ltda.538.700. § 4º.00 (um mil. o novo Prefeito. Como não existe lei federal definindo as funções sociais da propriedade dos diversos bens imóveis. Todavia. por fato gerador ocorrido em 1º de janeiro de 1989.SP: a matriz. A medida judicial mais adequada é a propositura de ação anulatória de débito fiscal também denominada de ação anulatória de lançamento tributário. en dereçado a uma das Varas Cíveis da Justiça Estadual. I do C. do CTN. somente poderia gerar efeitos a partir do exercício de 2002. Além disso a diferenciação deveria ser progressiva no tempo e não imediata. 178 do Código Tributário Nacional CTN. a empresa não fique sujeita à imposição de multas e cobrança executiva. ainda que o Decreto tivesse força para revogar a lei.O contribuinte Pirro. do ponto de vista econômico. que positivam o princípio da anterioridade. por força da Lei Municipal nº 98/98. da Constituição Federal. em sentença publicada há cinco dias. exercite a medida judicial conveniente ao interesse des ta. bem como a progressividade in casu foi instituída independentemente do fator tempo. publicado no Diário Oficial do Município desta semana. possui dois estabelecimentos situados no Município de São Paulo . que determinou a todas as empresas beneficiárias da isenção que voltassem a efetuar o recolhimento do ISS já a partir d próximo mês. vigente à época da apuração da infração. julgou improcedente a demanda. a empresa não vinha efetuando o recolhimento desse imposto. pleiteando ainda. para que. tendo em vista que a revogação da isenção signifca. conforme artigo 38 da Lei 6. a declaração da ilegalidade do ato praticado. 104.830/80 pe fato de o lançamento ter sido efetuado lo de ofício. manipule o instituto judicial hábil a garantir à empresa o benefício da isenção. A revogação da isenção legal por Decreto viola o art. em razão do não recolhimento já a partir do próximo mês. majoração da carga i tributária. Para tanto. sofreu autuação em 15 de julho de 1995. pelo não pagamento do IPVA. de parte da Fazenda do Estado. II. 182. QUESTÃO: Como advogado da o RLBO. Se fosse por homolagação. 150. nessa qualidade. setecentos e cinqüenta reais) e multa de 30% (trinta por cento) sobre o valor do imposto não solvido. qual seria seu parecer e sua justificação? O lançamento tributário ocorreu após o decurso do prazo para a constituição do crédito tributário previsto no artigo 173. a Cruzeiro do Sul Indústria e .00 (três mil e setecentos reais) mais a multa de 20% (vinte por cento) com lastro na Lei nº 4. que fixava o valor originário do IPVA em R$ 1.589. O Juiz da Vara do Anexo Fiscal da Comarca de Pinheiros. combinado com art.750.N. Alternativamente poderá o candidat ingressar com o uma ação declaratória de inexistência de relação jurídica objetivando através de sentença. baixou o Decreto nº 01/01. com a criação de uma nova pessoa jurídica. 2 . Perquirido por Pirro.. onde houver. se baseada no desatendimento da função social da propriedade imóvel previamente definida em lei federal. O examinando deverá então impetrar Mandado de Segurança. como instrumento de estímulo ao desenvolvimento social. parágrafo 1º e o art. a tutela antecipatória para suspender a exigência da exação tributária em discussão. foi cobrado o valor originário de R$ 3. vigia a Lei nº 6. dedica-se ao ramo de prestação de serviços técnicos de engenharia e estaria. só teria o necessário respaldo constitucional. morador em São Paulo. I. razão pela qual. Pela falta do pagamento do IPVA. QUESTÃO: Como advogado da empresa contribuinte. ainda ser impetrado mandado de segurança com base na Lei 1. Além disso é sustentável a aplicação do art. decidiu-se pela cisão da sociedade. pretende revogar aquele benefício fiscal. em que se desenvolve o comércio. Poderá. da Constituição Federal.T. Desde o exercício de 1999. O examinando deverá interpor recurso de apelação dirigido à própria vara local. a fim de angariar receita necessária para financiar projetos sociais. que tomou posse no dia 01 de janeiro de 2001. 156. sustentando que a utilização do IPTU. empresa situada no Município de Salto-SP. Considere para tanto que o fórum local não possui vara privativa da Fazenda Pública.variáveis em função da extensão e destinação. A RLBO Ltda. e a filial. tendo em vista isenção específica concedida às empresas da região. com pedido de medida liminar. Na data do fato gerador. em que se desenvolve a atividade produtiva.533/51. Para acomodar divergênciasentre os sócios. a exação em questão ofende o art. de 12/08/93. A competência para tais ações será do Juízo da Vara da FazendaPública. então seria cabível ação declaratória. I. II. passando a viger no exercício imediatamente seguinte à lei instituidora..

da Carta. consultam-no para saber se é devido o imposto e se a operação. De acordo com a Súmula nº 166 do Superior Tribunal de Justiça. não há incidência de IPI sobre produtos industrializados destinados ao exterior.. da Constituição Federal.CNPJ. Antes da formalização da cisão. afirmar que tal exigência desrespeita o princípio da legalidade tributária previ ta no artigo s 150. não lhe sendo possível impor outros gravames ao contribuinte. 150. O examinando deverá impetrar Mandado de Segurança. para fins de fiscalização e controle da arrecadação dos tributos federais. Os sócios da Estrela do Norte Ltda. pressupõe a transferência da titularidade do bem. que atuava no ramo de industrialização e comércio varejista de tubos de plástico.SP. exigindo o recolhimento do imposto sobre a mencionada transferência do estoque. Caio e Tício são os únicos sócios da empresa XPTO S/A. contribuinte da referida exação. caracteriza fraude fiscal. sob o argumento de que um dos seus sócios participa de outras empresas que estão em débito com o Fisco Federal.? Nos termos do artigo 195. Tal restrição. transferiu-se para a filial todo o estoque de produtos. 170 da Constituição Federal.A. incisos XIII e XVIII. além do art. foi deliberada a . nos últimos 30 dias.A empresa Alpha S. deseja passar a atender o mercado externo. que estava no estabelecimento matriz. à liberdade de associação e à liberdade de iniciativa. contra o ato do Delegado da o Receita Federal em São Paulo. assumindo caráter de cobrança coativa. tendo em vista que a circulação de mercadorias. 5º. Qual seu aconselhamento à YYY Ltda. § 3º. os diretores da companhia indagam para saber se -no estão sujeitos ao recolhimento do IPI sobre essas vendas. Após a cisão. a instituição ou majoraç das contribuições para a ão seguridade social somente poderão ser exigidas a partir de 90 (noventa) dias da publicação da lei que as instituiu ou aumentou. O CódigoTributário Nacional e a Lei nº 6. data da sua publicação no Diário Oficial da União. não incide ICMS no simples deslocamento de mercadoria de um para outro estabelecimento da mesma pessoa jurídica.830/80 (Lei das Execuções Fiscais) conferem ao fisco arsenal jurídico suficiente para apuração e cobrança de seus créditos.. da forma como foi organizada. a fiscalização estadual lavrou auto de infração e imposição de multa contra a Estrela do Norte Ltda. a inscrição vem sendo negada pela Delegacia da Receita Federal de São Paulo . sem observância ao devido processo legal e à ampla defesa. eis que o contribuinte já vem operando e necessita regularizar a sua situação fiscal. que se dedica à manufatura de artefatos de plástico. consultou-o para saber se a noticiada exigência era devida e qual a medida judicial cabível no interesse da consulente. e diante do Decreto do Executvo. vem tentando obter.SP. 4 . inciso I. QUESTÃO: Como advogado da empresa. a operação levada a efeito constitui legítimo planejamento tributário. No mais. Qual seu parecer? De acordo com o art. à medida que se evitou a incidência do imposto antes da ocorrência do fato gerador. sendo que para a defesa do contribuinte poderia ser utilizada a Ação Declaratória ou o Mandado de Segurança. 3 . 5º. Todavia.SP. Na análise do ônus tributário da nova vertente do negócio. estaria respaldada em Instrução Normativa do Ministério da Fazenda. Diante das divergências administrativas entre ambos. cujo capital social seria integralizado com os ativos constantes do estabelecimento filial. sociedade com sede na cidade de São Paulo . ainda. que é mantido pela Secretaria da Receita Federal. A empresa YYY Ltda. III. adote a medida judicial adequada à obtenção imediata do referido registro..Comércio Ltda. Qual seu aconselhamento? Não é devido o imposto. o que viola o art. II. em 31 de dezembro de 2000. sem recolhimento de ICMS. que enseja a cobrança do imposto.. além de não encontrar respaldo legal. exigindo a partir do -a mês de dezembro de 1998. Sendo certo. § 153. O ato coator representa ainda instrumento oblíquo de satisfação do crédito tributário. elevando a base de cálculo das contribuições para o INSS. A RLBO Ltda. com a finalidade de suprir eventual ineficiência daqueles instrumentos legais. o Ministro da i Previdência Social expediu Portaria. a inscrição no Cadastro Nacional de Pessoas Jurídicas . segundo a autoridade fiscal. O examinando deverá sustentar que a conduta fazendária representa empecilho ao livre exercícioprofissional. com pedid de medida liminar..Com base na reforma previdenciária efetuada pelo Governo Federal. A ação deverá ser endereçada a uma das varas da Justiça Federal de São Paulo . o que viola o art. parágrafo 6º da Constituição Federal.

166 do Código Tributário Nacional. pela sua própria natureza. §2º. segundo o qual a prova da assunção do encargo econômico da exação somente é de rigor na repetição de tributos indiretos. A empresa ABC LTDA. Tício permaneceu à frente da XPTO. sob o argumento de ser a transferência fraudulenta. Além disso. . tributos que. Alternativamente. para tanto. tendo solvido o imposto sobre serviços relativo ao faturamento desta obra perante o Fisco da Capital. Analisando a questão. com a redação dada pela Lei nº 9. ra mediante a integralização de aumento de capital social no mesmo valor. 36. como seria de rigor nos termos do art. Em 01 de janeiro de 2001. que recolheu durante o exercício de 1996.A Construtora ABC Ltda. que todos os estabelecimentos das empresas localizam-se no Município de São Paulo. negou o direito à repetição do indébito sob o fundamento de que a Autora deixou de comprovar que não repassou para o preço de seus produtos o custo da contribuição previdenciária recolhida indevidamente.212/91. o Município de São Bernardo do Campo -SP. poderá ser impetrado mandado de segurança com pedido de liminar. Suponha. QUESTÃO: Como advogado da empresa. acione o instrumento processual conveniente à tutela dos interesses de seu constituinte. está exigindo o imposto em razão do mesmo fato gerador. 89. a fiscalização estadual lavrou auto de infração e imposição de multa contra a XPTO S/A. 156. a qual deverá ser endereçada a uma das Varas da Fazenda Pública da Comarca da Capital. sócio da empresa RLBO Comércio de Parafusos Ltda. não houve circulação jurídica (transferência de propriedade) e. construiu um prédio em São Paulo-SP. Caio o questiona se deverá efetuar o recolhimento do Imposto de Transmissão de Bens Imóveis. 2 . QUESTÃO: Como advogado da Autora. pretende transferir seu imóvel pa a sociedade. 406/68. para tanto. ou seja. O objeto da ação consiste ainda na repetição dos valores indevidamente recolhidos naquele período. Antes da cisão todos os estabelecimentos pertenciam ao mesmo titular (XPTO). o ente tributante competente para efetuar a cobrança do imposto sobre serviços de construção civil é o Município do local da obra.. parágrafo único. Questões Práticas 1 . embora tenha reconhecido a inconstitucionalidade da exação. Preocupado com o custo tributário da operação.032/95. embora tenha havido a circulação física dos bens. que o ato judicial foi publicado na imprensa oficial há 7 dias. Logo.cisão da companhia. comportem a transferência do encargo econômico ao consumidor. o Juiz da 1a Vara Federal de São Bernardo do Campo ± SP. Tenha. Antes da data da operação. porque. que passou a se dedicar exclusivamente à atividade de industrialização. Com base nesses argumentos. Não há incidência do imposto. sustentando que a matéria está regulada no art. Dec.Caio. 21. instituída pela Lei no 8. I da Constituição Federal. O examinando deverá interpor recurso de apelação.212/91. a medida adotada não tem cunho fraudulento. não ocorreu o fato gerador do ICMS. o recolhimento está correto. os sócios decidiram transferir para os estabelec imentos comerciais toda a produção excedente de tubos. da Lei nº 8. pelo não recolhimento do ICMS na transferência daquelas mercadorias. que lhe impõe semelhante mister. onde se situa a sede da empresa. portanto. ajuizou ação de rito ordinário contra o Instituto Nacional da Seguridade Social ± INSS. o que não é o caso da contribuição previdenciária. visando ao reconhecimento da ilegitimidade da cobrança da contribuição previdenciária incidente sobre remuneração de autônomos e administradores. visando afastar o impacto tributário antes da ocorrência do fato gerador. Todavia. que se encontrava no estoque da fábrica. com a versão dos ativos relacionados à atividade de comercialização para outra empresa controlada por Caio. Neste caso não há incidência do imposto na transferência dos tubos. A empresa deverá efetuar novo recolhimento de ISS? O recolhimento efetuado para o Município de São Paulo é suficiente? De acordo com o art. a RLBO LTDA. I do Código Tributário Nacional e art. com pedido de antecipação de tutela. tendo em vista o disposto no art. Deduza sua orientação. utilize o meio judicial pertinente a afastar a cobrança do ICMS no caso concreto e assegurar à Autora o acesso desde logo a certidões de regularidade fiscal. tratando-se de planejamento fiscal legítimo. o examinando deverá propor ação anulatória de débito fiscal. b. com exclusão daquele do local da sede.

3 - A empresa ABC Ltda., dedicada ao ramo de fabricação e comercialização de calçados, vendeu um de seus estabelecimentos voltados ao comércio varejista para a sociedade RLBO Ltda. A ABC Ltda. continuou exercendo a atividade de fabricação de calçados, mantendo ainda outros estabelecimentos dirigidos ao comércio. A empresa RLBO Ltda., por sua vez, foi recentemente surpreendida com a citação para os termos de execução fiscal ajuizada pela Fazenda do Estado de São Paulo exclusivamente contra ela, objetivando a cobrança de débitos de ICMS, correspondentes ao estabelecimento por ela adquirido da empresa ABC, relativos a pe ríodo anterior à aquisição. Um dos diretores da RLBO perquire se deve desde logo efetuar o pagamento tendo em vista que é responsável, por , sucessão, pelos débitos gerados naquele estabelecimento, ou se há defesa possível na execução. Oferecer e justificar seu aconselhamento. A responsabilidade por sucessão neste caso é apenas subsidiária, tendo em vista que o alienante continuou a exploração do mesmo ramo do estabelecimento negociado. Vale dizer, a Fazenda Estadual, antes de demandar a RLBO, deveria ter executado a ABC Ltda. Dessa forma, a RLBO deverá oferecer bens à penhora, para em seguida, apresentarembargos à execução, em que deverá sustentar a responsabilidade da empresa alienante , nos termos do art. 133, II, do Código Tributário Nacional. 4 - Uma determinada empresa impetra mandado de segurança e obtém a concessão de medida liminar em conformidade com o pedido formulado. Durante o período de vigência da liminar, a referida empresa é fiscalizada por autoridade competente, que constata não estarem sendo cumpridas as obrigações acessórias atinentes à obrigação principal objeto da citada liminar. Assim, decide a autoridade autuar a empresa por descumprimento das obrigações acessórias. Comentar a situação. A autuação é procedente em virtude do parágrafo único do artigo 151 do CTN. A suspensão da exigibilidade do crédito tributário não dispensa o cumprimento das obrigações acessórias dependentes da obrigação principal cujo crédito esteja suspenso. No mês de abril de 1999, a sociedade Trás -os-Montes Participações Ltda. recolheu, com atraso, a Contribuição para Financiamento da Seguridade Social ± COFINS, do mês de competência março, do mesmo ano. O recolhimento extemporâneo foi efetuado com o acréscimo de multa e juros moratórios e a quantia devida foi corretamente informada à Secretaria da Receita Federal, por meio da declaração apropriada (DCTF). Contudo, em dezembro de 2000, a Receita Federal, revendo suas bases de dados, lavrou auto de infração contra a "Trás -os-Montes Participações Ltda.", no qual reconhecia a exatidão do crédito tributário declarado, bem como a regularidade do pagamento efetuado porém impôs à , contribuinte a multa de 75% prevista na Lei nº 9.430/96, relativa ao lançamento de ofício. Como a sociedade não apresentou impugnação administrativa, o crédito foi inscrito na dívida ativa e a União Federal moveu execução fiscal para cobrá-lo. QUESTÃO: Na qualidade de advogado da Trás-os-Montes Participações Ltda., aja em favor dos interesses da cliente. Considere que a empresa foi intimada da penhora realizada sobre bens de sua propriedade há 20 (vinte) dias e que o processo tramita perante a 15a Vara de Execuções Fiscais Federais da Seção Judiciária de São Paulo. Interposição de embargos à execução, com base nos arts. 16 e segs. da Lei nº 6.830/80. No mérito, deverá o candidato sustentar que a COFINS é tributo sujeito ao lançamento por homologação (art. 150 do Código Tributário Nacional) e que o lançamento de ofício apenas ocorreria se a autoridade administrativa verificasse a inexatidão da declaração do contribuinte, com valores a serem complementados. Por isso, não ocorreu a hipótese do ar 44, I, da Lei nº 9.430/96, que t. trata da multa imposta. A sociedade Mirassol Agroindustrial S.A. vendeu, em março de 1998, um imóvel integrante de seu ativo imobilizado, pelo valor de R$ 100.000,00 (cem mil reais). Esse imóvel estava registrado na contabilidade da sociedade pelo mesmo valor de R$ 100.000,00, que correspondia ao preço de sua aquisição pela sociedade. No mesmo ano -base de 1998, a empresa contabilizou um prejuízo fiscal de R$ 70.000,00 e, portanto, não pagou Imposto de Renda (IRPJ). Contudo, a fiscalização federal, revendo os livros contábeis, verificou que o valor da venda não foi lançado como receita e autuou a sociedade pelo valor correspondente, adicionando este ao resultado e cobrando o IRPJ no montante de R$ 4.500,00

(quatro mil e quinhentos reais), equivalente ao lucro líquido de R$ 30.000,00 (trinta mil reais). A sociedade não se defendeu do auto de infração e o crédito foi inscrito na dívida ativa, com a subseqüente propositura de execução fiscal. QUESTÃO: Na qualidade de advogado da empresa, atue em seu benefício. Considere que a constituinte tem sede na cidade de São José do Rio Pardo e que foi intimada da penhora de seus bens há 10 (dez) dias. Oposição de embargos à execução, com base nos arts. 16 e segs. da Lei nº 6.830/80. No méri o candidato deverá to, sustentar que a venda de bens do ativo fixo não constitui receita tributável, porque não implicou variação patrimonial para a sociedade (lucro), conforme compreendido no conceito de renda do art. 153, III, da Constituição Federal e d art. 43 do o Código Tributário Nacional. A ação deverá ser proposta perante o anexo fiscal da Comarca de São José do Rio Pardo (juízo estadual), por onde deve tramitar a execução. A Beija-Flor Revestimentos Ltda., com sede em São Paulo, é empresa que se de dica à comercialização de papéis de parede. Seus sócios pretendem aumentar o capital da sociedade, atualmente de R$ 100.000,00 (cem mil reais), para R$ 300.000,00 (trezentos mil reais), mediante a conferência de imóvel, avaliado pelo diferencial de R$ 200. 00,00 (duzentos 0 mil reais). Contudo, para realizar a transferência da propriedade do bem, exige -se a comprovação do recolhimento do Imposto sobre Transmissão de Bens Imóveis ± ITBI, conforme circular do Diretor do Departamento de Rendas Mobiliárias da Secretaria das Finanças do Município de São Paulo, que exige o pagamento do tributo na hipótese. A alteração contratual correspondente já foi arquivada pela JUCESP, restando apenas a integralização do aumento de capital. QUESTÃO: Na qualidade de advogado da Beija-Flor Revestimentos Ltda., acione o meio judicial adequado à solução do impasse. Mandado de segurança contra ato do Diretor do Departamento de Rendas Mobiliárias, endereçado a uma das Varas da Fazenda Pública da comarca de São Paulo, com pedido de limi ar, visando à dispensa do recolhimento do ITBI na n hipótese. Opcionalmente, poderá o candidato propor ação declaratória com tutela antecipada, formulando pedido similar. No mérito, deverá a ação basear-se no disposto no art. 156, § 2º, I, da Constituição Federal, que estabelece a nãoincidência do ITBI na hipótese, já que a sociedade não tem por objeto a compra e venda ou locação de bens imóveis, nem o arrendamento mercantil. QUESTÕES PRÁTICAS 1 - No momento da elaboração da folha de pagamento do mês de jan eiro de 2002, a ser paga em fevereiro, seu cliente, empregador, tem dúvidas a respeito da tabela a ser usada na retenção do Imposto de Renda dos empregados. Em 08.01.2002, foi publicada a Medida Provisória no 22, que corrigiu as faixas salariais de retençã resultando em redução o, do imposto devido. Ocorre que, no entender de seu cliente, as normas relativas a impostos apenas se aplicam no exercício fiscal seguinte ao de sua edição, com o agravante de que, em se tratando de Medida Provisória, a aplicação se dá no exercício fiscal seguinte ao de sua conversão em lei. A MP 22 ainda não foi convertida em lei. Deverá seu constituinte usar a tabela instituída pela MP 22 ou a antiga? Opine e explique. O princípio da anterioridade, previsto nos arts. 150, III, b, e 62, § 2º, da Constituição Federal, apenas se aplica a casos de instituição ou majoração de tributos. Como a nova tabela resulta em redução de tributo devido, pode ser aplicada imediatamente. 2 - Determinada sociedade de economia mista, instituída pelo Município de Cotia para a comercialização de alimentos, indaga-o a respeito da necessidade de oferecer à tributação o lucro auferido em sua atividade, por entender que é vedado à União Federal cobrar impostos sobre as rendas municipais. Formule e motive seu parecer. A imunidade recíproca conferida aos entes federativos aplica-se apenas às fundações e autarquias por eles mantidos, por força do art. 150, § 2º, da Constituição Federal. Além disso, às sociedades de economia mista que exercem atividade econômica aplica-se o regime tributário das pessoas jurídicas de direito privado (CF, art. 173, § 1º, II, e § 2º).

3 ± A aplicação de sanção tributária deve respeitar os princípios da legalidade, irretroatividade, vedação do confisco, capacidade contributiva, tipicidade, segurança jurídica e anterioridade? Deduza sua resposta, justificando sobre todos -a os princípios enumerados. A sanção tributária deve respeitar o direito de propriedade do contribuinte, não sendo lícito a tomada de seus bens (seu papel equivale a figura do não ± confisco tributário). Ainda é de ser verificado o princípio da tipicidade nas normas sancionadoras, pois, o enquadramento do ilícito, exige a concretização de fatos descritos em lei, excluindo a figura da -se presunção. Por outro lado, pela nítida distinção entre tributo e sanção tributária, entendemos que as normas sancionadoras tributárias não estão sujeitas aos princípios da anterioridade, não ± confisco, capacidade contributiva, pois estes são princípios atinentes à instituição, regulamentação e forma de cobrança dos tributos, nada acrescendo à figura das sanções tributárias. O princípio da segurança jurídica atinge as normas sancionadoras, assim como todas as demais normas jurídicas do ordenamento, e o princípio da irretroatividade das leis, vê-se aplicado também pelas normas sancionadoras, por ordem do Sistema Constitucional, com exceção das questões de interpretação da lei mais favorável ao infrator (retroatividade da lei benéfica). 4 - A "substituição tributária " prevista no artigo 128 do Código Tributário Nacional implica solidariedade entre substituto e substituído? Desenvolva sinteticamente o tema. A substituição tributária é um tipo de responsabilidade tributária, em que o dever de reter o tributo é atribuído a terceira pessoa, relacionada indiretamente com o fato jurídico tributário. O substituto tributário faz às vezes do contribuinte quando do pagamento do tributo, sendo responsável exclusivo pelo referido encargo. Na substituição tributária não existe solidariedade, pois a solidariedade expressa relação entre pessoas que compõe conjuntamente o pólo passivo da obrigação tributária, o que não acontece com relação ao substituto tributário. O dever de pagar o tributo é atribuído por lei ao responsável, de forma exclusiva. O substituto não recebe o papel do verdadeiro contribuinte, apenas compõe o pólo passivo indireto da relação jurídica tributária. Caio adquiriu de Túlio um imóvel, localizado no Município de São Paulo. Para tanto, celebrou contrato de compromisso de compra e venda, em caráter irrevogável e irretratável, por meio do qual se comprometeu a pagar o preço de R$ 100.000,00 (cem mil reais) em 10 prestações mensais, iguais e sucessivas de R$ 10.000,00 (dez mil reais), após o que seria outorgada a escritura definitiva de compra e venda. Era interesse de Caio registrar, no Cartório de Registro de Imóveis competente, o contrato de compromisso de compra e venda. Contudo, ao apresentar o contrato para registro, na última semana, Caio foi surpreendido com a exigência do pagamento do Impo sobre Transmissão de Bens Imóveis sto (ITBI) à alíquota de 2% (dois por cento) sobre o valor da transação, com respaldo em lei municipal a exigi-lo desde logo, no caso de compromissos irretratáveis e irrevogáveis. QUESTÃO: Como advogado de Caio, proponha a medida judicial conveniente aos interesses do cliente. O candidato deverá impetrar mandado de segurança, com pedido de liminar, contra ato do Diretor do Departamento de Rendas Imobiliárias da Secretaria das Finanças do Município de São Paulo, visando a dispensa do pagamento do ITBI. A ação poderá ser dirigida contra outra autoridade, desde que o candidato demonstre saber ser a coatora, aquela que tem a competência legal de exigir o tributo (o que não é o caso de nenhum servidor do Cartório de Registro de Imóveis). No mérito, o candidato deverá sustentar que o registro do compromisso de compra e venda não opera, por si só, a transferência de direito real, de modo a afastar a hipótese de incidência do ITBI. A transferência da propriedade apenas se daria no momento do registro da escritura definitva. Para tanto, deverá invocar os dispositivos concernentes à hipótese de incidência (art. 156, II, da Constituição Federal e art. 35 do Código Tributário Nacional), bem como o art. 110 do Código Tributário Nacional, que proíbe à lei tributária alterar conceitos de direito privado. O pedido de liminar deve ser justificado. Alternativamente, o candidato poderá interpor ação declaratória contra o Município de São Paulo para o reconhecimento da não-incidência do ITBI, pelos mesmos fundamentos. Nesse caso, deverá requerer tutela antecipada, devidamente justificada, que permita o registro do compromisso independente do pagamento do tributo questionado.

moveu. o candidato deverá sustentar o direito à recomposição integral dos valores recolhidos a maior (art.830/80) dirigidos ao Juízo competente. A sentença foi publicada no Diário Oficial há 10 (dez) dias. atue em prol de seu cliente. Esse critério. João é sócio da sociedade Alpha Remédios Ltda. (art.000. desprovida de qualquer interesse lucrativo. sem fins lucrativos (entidade filantrópica). QUESTÕES PRÁTICAS 1. para tanto. entidade filantrópica. a gerência incumbe exclusivamente a Rubens. sede da sociedade e domicílio de João. art.250/95. Oposição de embargos do executado João àquela execução fiscal. localizados no seu perímetro urbano. confiada ao sócio. visando obter recursos para sua manutenção. Considere ainda a jurisprudência e doutrina favoráveis à interpretação ampla das regras de imunidade. Observe. visando à cobrança da quantia de R$ 50. É lícita a instituição desse tributo? Responda e justifique. O Estado exige-lhe o recolhimento do ICMS em razão do exercício de tal atividade. pois este evadiu-se para evitar a citação. aja em seu favor. O oficial de justiça. . intimando-o desse fato há 15 (quinze) dias. (b) existe critério legal expresso de atualização e cômputo dos juros (SELIC ± Lei nº 9. a ser calculado sobre o montante das operações. No mérito. ação de repetição de indébito de contribuições ao PIS pagas a maior no período de janeiro a dezembro de 1997. No mérito.. não obteve êxito. Apesar de possuir proporção significativa do capital.00 (ci qüenta mil reais) a título de Imposto sobre n Produtos Industrializados ± IPI. citou João e penhorou-lhe bens no valor suficiente para a garantia da dívida. QUESTÃO: Na qualidade de advogado exclusivo de João. contra a União Federal. no entender de seu cliente. A Creche é entidade de assistência s ocial. para imóveis não edificados. 165 do CTN) e impugnar o índice de atualização monetária acolhido pela sentença recorrida (TR). 150. Considere que a execução fiscal corre perante o Anexo Fiscal da comarca de Itu. intimação e penhora. Determinado Município. Transitada em julgado a sentença de procedência da ação. Sobreveio sentença de procedência dos embargos acolhendo os argumentos da União Federal no sentido de que. QUESTÃO: Como constituído da Massas Presidente Ltda. detendo 50% (cinqüenta por cento) do capital da empresa.. O recurso não está sujeito ao pagamento de custas. 16 da lei nº 6. arrolando sua razões. deverá o candidato pedir a exclusão de João do polo passivo da relação jurídico processual sob o fundamento de não ser sócio gerente (art. O candidato deverá formular recurso de apelação. Rubens.Federal. institui Imposto Predial e Territorial Urbano ± IPTU progressivo no tempo. Ao procurar Rubens. com fundamento nos arts. nem se configurando qualquer causa de responsabilidade tributária. (c) desacordo com a jurisprudência dominante a respeito do tema. do Anexo Fiscal da comarca de Itu. dando conta da propositura de execução fiscal movida contra a sociedade e ambos os seus sócios. 513 e seguintes do Código de Processo Civil.A sociedade Massas Presidente Ltda. iniciou a execução. nem tem idéia da sua origem. Pelo contrato social. que os embargos tramitam perante a 25ª Vara Federal da Subseção Judiciária de São Paulo. sob alguns possíveis argumentos: (a) a utilização da TR como indexador foi declarada inconstitucional pelo Supremo Tribunal Federal (ADIN 493-0). III. João foi surpreendido pelo recebimento de um mandado de citação. dando cumprimento ao mandado. Ademais a receita da venda dos produtos por ela manipulados é destinada à consecução de sua finalidade social. A Creche Bom Jesus de Pirapora. nos termos do art. na falta de critério expresso constante do título executivo. Ofereça parecer sobre a questão. estando portanto imune de impostos. João nunca soubera da existência dessa dívida. resolve vender à população local produtos por ela manipulados. não é satisfatório porque não representa a atualização do poder aquisitivo da moeda. nunca se interessou pela administração da sociedade. do Código Tributário Nacional) e por não responder por obrigações da empresa decorrentes de atos que não p raticou ou de omissões a ele imputáveis. 2. sob alegação de excesso nos cálculo de atualização s monetária apresentados. o crédito exeqüendo deverá ser corrigido monetariamente pela variação da Taxa Referencial ± TR. que foi embargada pela parte contrária. "c" da C. VI. endereçado à 25ª Vara Federal de São Paulo. 39. 135. sem o acréscimo de juros moratórios. que não possui Plano Diretor nem lei específica que regulamente a utilização da propriedade urbana. § 4º).

COFINS. pois entende ser ela -la inconstitucional. da Constituição Federal. iluminação pública.00 (mil reais). sendo ambos os tributos objeto da mesma notificação e do mesmo boleto de pagamento. com vencimento para daqui a 2 (duas) semanas. conforme diretrizes estabelecidas pelo Plano Diretor e por lei específica para a área em que localizado o imóvel. O crédito apurado poderá ser compensado. Qual o meio cabível para solver o IPTU. Alternativamente ação visando o reconhecimento da inconstitucionalidade da taxa e pedido cautelar (medida liminar ou tutela antecipada) para possibilitar o pagamento do IPTU devido. imóvel então situado na zona rural do Município de Serra Negra. dirigido à 25ª Vara Federal de São Paulo. Porém. 164.000.00 (cem mil reais). Considere. atue em seu favor. sob sua responsabilidade. Certo Município exige dos proprietários de imóveis urbanos localizados em seu território o pagamento de Taxa de Limpeza e Conservação. É possível que esse crédito seja compensado com tributos de outras espécies. que o processo tramita perante a 25 a Vara Federal da Subseção Judiciária de São Paulo e que a intimação da sentença foi recebida há 10 (dez) dias. sem apresentar qualquer espécie de equipamento urbano. Nenhum agente arrecada -dor. tal como água encanada. Após auditoria interna. na verdade. 66 da Lei nº 8. mediante requerimento dirigido à Receita Federal. 4. invocando o art.00 (duzentos mil reais). no valor de R$ 1. enquanto questiona judicialmente a Taxa de Limpeza e Conservação? Explicite e fundamente. 138 do Código Tributário Nacional e desenvolvendo sua interpretação. quitou os tributos exigíveis (PIS. Para não se sujeitar à demora da repetição de indébito. passando a incluir o imóvel de João.. ambas vedadas na hipótese de denúncia espontânea. Não é possível a compensação sponte propria. por sua vez. sujeito passivo dessa taxa.. não poderá compensar com IRPJ vincendo. Como o IPTU não é questionado. . Recentemente. acrescidos de juros moratórios. deseja questioná judicialmente. descobriu que pagou Imposto de Renda (IRPJ) a maior nos anos de 1999 e 2000. o que viabiliza a consignação judicial do IPTU nos termos do art. pessoa jurídica. A sentença concedeu a segurança em parte. deverá o recurso se voltar contra a parte que foi desfavorável à empresa (i.383/91. da hipótese da subordinação do pagamento de um tributo (IPTU) à quitação de outro (Taxa de Limpeza e Conservação). como a tendência é que gere prejuízos neste ano e nos próximos. com os req uisitos dos arts. No mérito. tais como PIS e COFINS? Dê seu parecer e motive. que é limitada a tributos da mesma espécie. Trata-se. QUESTÃO: Aja na qualidade de advogado de João.e. a área manteve características típicas de zona rural. com base no art. pois de acordo com o art. denunciou espontaneamente o débito. mas facultando à autoridade fiscal exigir multa simplesmente moratória. seu cliente. A declaração a menor deveu-se ao fato de que a sociedade não tinha recursos em caixa para pagar os tributos correspondentes Em julho de . quando na verdade ela foi de R$ 200. A. pois a taxa é lançada conjuntamente com o IPTU. 2000. I. em setembro de 1999. com base no art. 74 da Lei nº 9. Seu cliente. já com capital de giro suficiente. 513 e seguintes do Código de Processo Civil. gostaria de compensar os créditos apurados com débitos tributários vincendos. em 1980. Contudo. João adquiriu. Em 20 a Câmara Municipal 01. A sociedade Pirandello S. Contudo. a possibilidade de exigência de multa moratória).430/96. que não autoriza a distinção entre multas simplesmente moratórias e punitivas. do Código Tributário Nacional. aprovou lei que alterou o perímetro urbano do Município. QUESTÃO: Na qualidade de advogado da Pirandello S.000. 3. IRPJ e CSLL). saneamento básico ou calçamento. a instituição do IPTU progressivo no tempo depende do descumprimento da função social da propriedade urbana. está autorizado a receber parcialmente os tributos lançados. João recebeu notificação de lançamento do IPTU relativo ao exercício de 2002. A. e impetrou mandado de segurança com o objetivo de afastar a cobrança de multa. para impedir a exigência de multa por lançamento de ofício. não pode ser objeto de depósito judicial para fins de suspender a sua exigib ilidade. 182.000.Não. declarou à Secretaria da Receita Federal ter auferido. para tanto. tem um problema prático. receita de R$ 100. § 4º. Interposição de recurso de apelação.

151. qual seja. Seu cliente é proprietário de imóvel urbano localizado no Município de São Bernardo do Campo. 178 do Código Tributário Nacional. embora devesse fazê de imediato. alegações que configurem o bloqueio das atividades comerciais. isenção do Imposto Predial e Territorial Urbano ± IPTU. venda de peças e serviços. Impetração de MANDADO DE SEGURANÇA COM PEDIDO DE LIMINAR. artigo 5º. II do CTN. contra ato manifestamente ilegal e coator do Sr. mediante o depósito do valor correspondente. necessidade de certi ão d positiva com efeitos de negativa para licitação. do Código Tributário Nacional. deverá sustentar que a cobrança do IPTU não atende os requisitos do art. II CTN. cc artigo 151 inciso II do CTN). poderá ser questionada? Motive seu posicionamento. referem-se ao processo n o 000. inciso XXXIV. aguarda conversão em renda da União de depósitos existentes. Em 1999. distribuído e processado na 14 a Vara Cível Federal. perecimento de direito (licitação) QUESTÕES PRÁTICAS 1. 149. comprovando a existência dos autos da ação ordinára i n o 000. perante a Justiça Federal da Secção Judiciária de São Paulo / SP. alegação da existência de depósitos judiciais art. prova pré-constituída "fumus boni iuris" e "periculum in mora". § 1º. pretende a emissão de Certidão Positiva de Débitos com efeitos negativos. Se essa lei for aprovada. Entende a empresa que a recusa é injustificada. Determinada Prefeitura concedeu. dedicada ao comércio de veículos novos e usados.. com fundamento nos artigos 5º. A empresa Dragster Motors Ltda. 2. (art. Relata a empresa que a certidão foi negada sob alegação de que existem débitos pendentes. inciso LXIX. Poderá o candidato requerer a suspensão da exigibilidade do crédito tributário. que permite a revisão de lançamento para apreciação de fato não conhecido ou não provado por ocasião do lançamento anterior.533/51. No mérito. em 2001. -lo recebeu notificação de lançamento do IPTU de 2000. Sim.12345-6. (suspensão de exigibilidade). ALEGAÇÕES INDISPENSÁVEIS: pedido de liminar. tendo em vista que a comprovação dos fatos alegados dependerá de vistoria pericial. Sim. às empresas localizadas em certa área. Pode a Prefeitura tomar essa atitude? Responda justificando adequadamente. o que não é compatível com esse remédio judicial. por meio da qual a Prefeitura Municipal. assim. revogando a isenção. cujo prazo para habilitar-se e participar da licitação pública encerrar-se-á amanhã. revendo o lançamento anteriormente efetuado.João deverá propor ação ordinária contra o Município de Serra Negra. alínea "b" da CF/88 e artigo 206 do CTN. FUNDAMENTOS DE DIREITO e PEDIDO: artigo 151.00. pelo prazo de 5 (cinco) anos. QUESTÃO: Como advogado da empresa Dragster. a Prefeitura se arrependeu do benefício e encaminhou à Câmara Municipal lei revogando a isenção. Delegado da Receita Federal em São Paulo / SP. a construção do galpão. visando à anulação do ato de lançamento fiscal. a fim de habilitar-se e participar de licitações públicas. exige a diferença correspondente à área construída do galpão. Não é recomendada a impetração de mandado de segurança. desde que contratassem menores aprendizes oferecidos pelo serviço social municipal. . uma vez que as pendências existentes em relação à contribuição ao PIS dos períodos de 07/91 a 11/91 e 03/93 a 07/93.00.12345-6. da Constituição Federal e disposições constantes da Lei nº 1. que dispõe sobre as isenções condicionadas e concedidas a prazo certo. Passados dois anos.830/80. procedimento não realizado em razão da omissão da União Federal. cuja sentença transitada em julgado há mais de um mês. não podendo. A empresa procurao(a). do Código Tributário Nacional. construiu ali um galpão. Agora. ser exigida a referida exação. 32. poderá ser questionada com fundamento no art. fornecendo a certidão de objeto e pé da 14 a Vara Cível Federal. solicitando as medidas judiciais cabíveis. a teor do art. VIII. pedido negado pela Delegacia da Receita Federal em São Paulo/SP. bem como cópia de todos os depósitos realizados naqueles autos. mas apenas comunicou a Prefeitura a respeito. perante algum dos Juízos de Direito daquela Comarca. pois é necessária a presença dos melhoramentos urbanos ali descritos. opere no sentido de afastar o óbice à licitação cujo prazo de vencimento é iminente. 38 da Lei nº 6.

foi intimada da penhora de bens de sua propriedade. cada um dos herdeiros recebeu bens no valor equivalente a R$ 10. do Código Tributário Nacional. QUESTÃO: Na qualidade de advogado de Jonas. a Manolo e Irmãos Ltda. Impetração de Mandado de Segurança perante o Juízo Federal. Admissível.000.3. requerendo liminar fundamentada. dos últimos cinco anos. deverá o candidato sustentar que não responde pelo tributo. industriais e prestadores de serviço. no pólo passivo da execução fiscal. no valor total de R$ 100. Jonas recebeu notificação cobrando débito tributário de responsabilidade do de cujus. QUESTÃO: Na qualidade de advogado da Manolo e Irmãos Ltda. Pompônio faleceu e deixou dois filhos. meses de junho a setembro de 1999. de impor ao impetrante sanções decorrentes do não pagamento. na qualidade de responsável tributário em virtude da aquisição de estabelecimento comercial. a propositura de ação anulatória de débito tributário. sem a necessária especificidade com relação aos obrigados. atue na defesa de seus interesses. A . transitada em julgado. corria contra a Magnólia Comercial Ltda.00 (cem mil reais). denominada "O Bebê Feliz". CTN). Processado o inventário. É legítima essa cobrança? Justifique. corresponde a R$ 10. o candidato deverá sustentar que a responsabilidade do sucessor limita-se ao montante de seu quinhão hereditário. O fato gerador da taxa é o serviço público específico e divisível ou o exercício regular do poder de políc (art. não é legítima a instituiçã da o referida taxa. no valor de R$ 50.000. Findo o prazo de locação. requereu a inclusão.00. o estabelecimento comercial foi fechado e ali instalou-se estabelecimento de venda de lustres e abajures. As relações jurídicas sancionadoras. tendo em vista que as primeiras decorrem de fatos lícitos e. instaladas pelo descumprimento de obrigação tributária ou de relação jurídica de deveres instrumentais. 4. de atos ilícitos. e ainda..830/80. No o mérito. a cobrança integral do débito contraria a lei. Não se cuida no caso de exercício de poder de polícia.00 (dez mil reais). logo que concretizado o evento previsto no antecedente da norma de incidência. em Vara da Subseção Judiciária de Santo André. 282 do Código de Processo Civil e na forma d artigo 16 da lei nº 6. conforme sentença hom ologatória de partilha amigável. Considere que Jonas mora em Santo André. poderá integrar o conceito de obrigação tributária? São relações jurídico -tributárias ou não? Justifique e fundamente sua resposta. no caso de Jonas. Para o custeio. Há 15 (quinze) dias. Recentemente. mantido por Manolo e Irmãos Ltda. O pedido deverá incluir a determinação à autoridade coatora para que se abstenha de praticar atos tendentes à cobrança. 77. proceda em seu favor. Esse débito diz respeito ao Imposto de Renda (URPF) de responsabilidade de Pompônio. As obrigações tributárias têm por objeto a imputação de direitos e deveres correspondentes aos sujeitos de uma rela ção jurídica tributária. Trata-se de prestação de serviço de vigilância à comunidade em geral. 145. Constatando que o número de furtos e roubos em estabelecimentos comerciais aumentara muito. fundamentando -o. Verifica-se que inexiste possibilidade para inclusão das relações sancionatórias no conceito de "obrigação tributária". seus únicos herdeiros. CF ia e art. com pedido de antecipação de tutela. O objeto das relações tributárias decorre de fato lícito. nos termos do Código Tributário Nacional. No mérito. A sociedade Magnólia Comercial Ltda. II. alternativamente. Por isso. e está prestes a ser inscrito na dívida ativa da União. com observância dos requisitos do art. execução fiscal para cobrança do ICMS relativo aos . denominado "Lustres do Manolo".. tendo como autoridade coatora o Delegado da Receita Federal da mesma localidade. instituiu a "taxa de vigilância " a ser cobrada de todos os estabelecim entos comerciais. nos termos do art. 131. As relações sancionatórias não cabem no conceito de obrigação tributária. da Manolo e Irmãos Ltda. já que o conceito de tributo somente comporta fatos lícitos. Oposição de embargos à execução fiscal. 3º do CTN). As relações jurídicas tributárias sancionatórias não integram o conceito de obrigação tributária. O Exeqüente. as segundas. já em nome de Jonas.00. dirigidos ao Juízo de Direito das Execuções Fiscais Estaduais de São Paulo. Porém. excluindo de seu campo os atos ilícitos (art. atuava no ramo de comércio varejista de roupas infantis. a Prefeitura de Nova Vista criou uma guarda municipal para vigilância das ruas e praças da cidade. que se encontram nas ruas cobertas pela ronda policial. o que foi deferido pelo Juízo. Jonas e Sofonias. o que. II.000. Assim.000. aí entendida a própria inscrição na dívida ativa. mantendo loja na cidade de São Paulo. constatando o fato.

neste caso. é coproprietário de 1% de bem imóvel no referido Município.000. A Empresa.777. O doador. Como advogado (a). por meio da Lei n o 4455/01. em face da estrita legalidade prevista na Constituição Federal.02.01. Na data da conferência. todavia. que fixava a alíquota do imposto em 16%.12. maiores de 65 anos de idade. com fulcro no artigo 4º do C. inconformado com a disparidade de alíquotas sobre o fato gerador. uma vez que esta legislação lhe era mais benéfica. uma vez que deve ser aplicada a lei vigente na data da ocorrência do fato gerador. cobrando 100% do valor do IPTU de Maria. O(a) candidato(a) deverá impetrar mandado de segurança com pedido liminar. realizou venda de mercadorias cuja saída do estabeleciment comercial ocorreu o em 01. 5%. de 10.000. sendo autoridade coatora o Delegado Regional Tributário em São Paulo. por ser tri uto incidente sobre valor b patrimonial do bem e não sobre a pessoa. ingressar com a medida ou medidas pertinentes a proteção dos interesses do cliente. bem como das disposições do artigo 144 do Código Tributário Nacional.99. O Município de Várzea Nobre fez publicar a Lei n o 5. a Constituição Federal. vigorava a Lei n o 10. Antônio da Silva.12. não prevê qualquer espécie de progressividade. calculando o ITCMD com alíquota de 1%. publicada em 20. Como Maria só detinha 5% de participação na propriedade do imóvel. objetivando a consumação da doação do referido imóvel ao filho. ambos de competência municipal. para regularizar a situação.236. de 01. e também a progressividade do ITBI. Qual sua posição? Responda e fundamente. Em 1998. A segurança deverá ser impetrada perante Vara da Fazenda Pública em São Paulo.00. o Município de Várzea Nobre procedeu ao lançamento tributário. 273. com pedido de tutela antecipada. alternativamente. por ocasião de conferência dos procedimentos adotados. ingressar com ação declaratória de inexistência de relação jurídica. além de não ter havido cessão do estabelecimento (não havia relação entre o titular atual e o anterior).000.responsabilidade prevista no art.C. o procurou para saber da legitimidade ou não de tal cobrança. todavia. estranhou a cobrança e procurou (a) para saber se -o estava obrigada ao pagamento integral do IPTU. antes que a fiscalização identificasse a irregularidade e lhe aplicasse penalidade onerosa.97.489. de 66 anos. o contribuinte consultou-o(a) para saber se poderia utilizar a alíquota de ICMS de 16% para recolher o tributo. QUESTÃO: Como advogado(a) de Ricardo Altruísta.00. uma vez que era a única que residia naquele Município. O Estado de São Paulo. juntamente com Maria. a Empresa constatou a falta de recolhimento do ICMS relativo àquela operação. João e Carlos que detêm..11. Poderá. explorando.P. que previa a alíquota de 17% para o ICMS. os estabelecimentos mantidos por ambas as sociedades são nitidamente distintos. A Empresa de Metais Nordeste Ltda. Não se aplica. aplicando sobre os respectivos fatos geradores alíqu otas progressivas que variam de 1. Este é o entendimento do Supremo Tribunal Federal (STF) ao julgar inconstitucional a progressividade das alíquotas do IPTU antes da Emenda Constitucional nº 29/00. que orientação daria à sua cliente? Maria é responsável tributária por solidariedade. 133 desse Estatuto limita-se aos casos de alienação de fundo de comércio ou estabelecimento comercial. realizando-se o princípio da capacidade contributiva proporcionalmente ao valor do imóvel.12. ocasião em que vigia a Lei n o 8. no caso. instituiu a cobrança do Imposto Sobre Transmissão causa mortis e doação. Ricardo Altruísta deseja doar ao filho Tércio imóvel de sua propriedade no valor de R$ 200. sobre quaisquer bens e direitos (ITCMED). QUESTÕES PRÁTICAS 1. deverá recolher o imposto calculado pela alíquota de 17%. No caso concreto. Em 21. objetivando a realização da doação com o pagamento da exação pela alíquota de 1% (um por cento). não poderá ser de . a retroatividade benéfica. a Manolo e Irmãos Ltda. respectiva mente. uma vez que. razão pela qual é responsável pelo pagamento do tributo integral que. Desejoso de regularizar a situação. nos termos do seu art. 2. concedendo isenção do IPTU para todos os proprietários de imóveis localizados em seu território.00. 90% e 4% da referida propriedade. a 5% (cinco por cento) para outros cujo valor supere o montante de R$ 150. sendo certo de que a responsabilidade tributária solidária não comporta benefício de ordem. outro ramo de atividade.10.0 % (um por cento) para bens no valor de até R$ 10.00 (duzentos mil reais).

argumentando que a cliente é imune àquele tributo. bem imóvel de Mario de Assis. contribuinte do ICMS. Procurado por Roberto de Carvalho. com fulcro no artigo 16 da Lei 6. Em 20 de maio de 2003. além de multa. mas de 99% em face da isenção a que faz jus o Sr. inciso VI. Em maio de 1997. II do Código Tributário Nacional. confecciona e fabrica produtos cujo lucro é totalmente revertido para as suas finalidades sociais. uma vez que o recolhimento é amparado pelo artigo 138 do Código Tributário Nacional.000. A empresa Vida Feliz Ltda. O fato da escritura prever expressamente que a responsabilidade dos débit s existentes até a data da celebração da escritura fosse do vendedor. levando em conta que não constou da escritura pública a prova da quitação dos tributos. o domínio útil ou a posse de bens imóveis. referentes ao período de janeiro de 1995 a março de 2002. independente de iniciativa do FISCO. em razão da execução fiscal do débito. qual seu parecer? Roberto de Carvalho é o responsável tributário porque a obrigação subroga na pessoa do adquirente. de fato. Sendo norma geral de direito tributário. como exige a lei estadual. cujo termo final do quinqüênio decadencial ocorreu em 2001. juros e correção monetária. que exclui. portanto.01. operação de venda dos panfletos. Antonio da Silva. inscrita no cadastro específico do Município de São Paulo. quando se trata -se de crédito tributário relativo a impostos cujo fato gerador seja a propriedade. conforme preceitua o artigo 124. e acordado expressamente que os débitos tributários existentes até a data da celebração da escritura seriam de responsabilidade do vendedor.1993. o não pode ser oposto à Fazenda Pública para modificar a definição legal do sujeito passivo da obrigação tributária.94.. e seu parágrafo único. é contribuinte do ISS (Imposto sobre Serviços).000 cópias de panfleto publicitário. recolheu o imposto referente ao período de janeiro de 2000. sobre as operações de venda dos produtos por ela fabricados. em data anterior à celebração da escritura de compra e venda. em 18. após citada. proponha a medida pertinente à defesa de seus interesses. a Fundação foi intimada da penhora sobre bens de sua propriedade. ingresse com via judicial mais adequada à defesa dos seus interesses. Deverá ainda. acrescido de juros pela taxa SELIC e multa moratória.00 (duzentos mil reais) a título de Imposto Sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS).830/80. pretendendo o pagamento da quantia de R$ 200. para reprodução de 100. a Fundação foi autuada pela Secretaria da Fazenda do Estado de São Paulo. Assim.. 4.08. QUESTÃO: Na qualidade de advogado da Copiadora do Mestre Ltda. a aplicação de qu aisquer penalidades. com "status" de lei complementar. em junho do mesmo ano. nessa qualidade. recebeu encomenda excepcionalmente vultosa de c liente. Pergunta-se: Está correto seu procedimento? Não está correto o procedimento relativo ao pagamento da multa. onde tem sede. 3. I do Código Tributário Nacional. cc artigo 125. FUNDAÇÃO MISERICORDIOSA DE SÃO PAULO. A sociedade Copiadora do Mestre Ltda. conforme preceituam os artigos 123 e 130 do Código Tributário Nacional. do artigo 150 da Constituição Federal de 1988. não impugnada na esfera administrativa e geradora da inscrição do débito respectivo como dívida ativa. . A escritura pública foi celebrada na mesma data.100%. não pode a lei estadual contrariar a regra ali instituída. que entendeu ter havido. Roberto de Carvalho adquiriu. O(A) candidato(a) deverá ingressar com embargos à execução fiscal. recebeu autuação por falta de recolhimento do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços ± ICMS. dedica-se à atividade de reprodução de documentos e. conforme art. entidade de assistência social sem finalidade lucrativa e como tal reconhecida. nos termos da alínea "c". Três anos depois Roberto de Carvalho foi notificado sobre a existência de débito tributário cujo fato gerador teria ocorrido em 01. Essa operação levantou suspeita perante a fiscalização estadual. argüir decadência relativamente ao débito vencido em período anterior a 1997. QUESTÃO: Como advogado da Fundação Misericordiosa de São Paulo. inclusive em razão de ter sido o papel de sua impressão fornecido pela própria Copiadora do Mestre Ltda. 173. registrando-se que o imóvel estava sendo alienado livre e desembaraçado de quaisquer ônus reais. nos casos de denúncia espontânea. Em 30 de maio de 2002. em janeiro último. I.

segundo o art. contemplado no artigo 5º CF/88. Bernardo continuaria devendo o tributo. exclui-se a incidência do imposto de competência estadual. Júlio e Bernardo são co-proprietários de imóvel e. A legislação do IPI (Lei n. a isenção concedida em caráter pessoal beneficia apenas Júlio. nessa qualidade. § 1º. Não. Goiás. 4. prevista no artigo 138 do CTN. com pedido de tutela antecipada com o mesmo fito. contratando motorista particular para dirigi-lo e. Empresa do ramo automotivo denominada Concessionária Bassan Distribuidora de Veículos S/A.fictícia) define como "portador de deficiência física" toda pessoa que possuir deficiência motora nos membros inferiores e superiores. relativamente ao imóvel comum? Justifique. localizado no Município de Itavocaba da Serra. 38 da Lei nº 6. mesmo assim.Propositura de ação anulatória de débito fiscal. do Código Tributário Nacional. em razão de disposição expressa na lei municipal. Júlio completa 65 anos de idade e. conforme o art. deverá o candidato sustentar que a operação em questão efetivamente corresponde a prestação de serviços. sediada no Município de São Paulo. tem o condão de elidir a exigência da multa de mora. atualmente com isenção de IPI. a auto - . Impetrar mandado de segurança preventivo em relação ao Delegado da Administração Tributária em São Paulo perante o Juízo Federal da Secção Judiciária de São Paulo. quais sejam. uma vez que decorrido o qüinqüênio legal a contar do primeiro dia do exercício seguinte àquele em que o lançamento poderia ter sido efetuado. Manuel deve recolher o IPTU e o ITBI relativos ao imóvel. 138 do CTN. nos termos do art. § 3º da Constituição Federal. Sérgio faleceu em São Paulo. da Constituição Federal. também. mas deixou a seus herdeiros uma fazenda situada em Goiás. Manuel assinou contrato de compromisso de compra e venda de imóvel pertencente à União. Deverá. No mérito. I. soube que sofreria incidência do IPI. recebe veículos da montadora Lopes do Brasil LTDA. perante alguma das varas da Fazenda Pública da Capital. não se sujeita ao pagamento de impostos. Assim. proporcionalmente. por isso. solidariamente responsáveis pelo pagamento do Imposto Predial e Territorial Urbano ± IPTU. conforme art.º 3333/03 . descrita no item 76 da lista de serviços anexa ao Decreto-Lei nº 406/68 e que. relativamente à fazenda? Desenvolva.. do Código Tributário Nacional. manipule o meio judicial à garantia de seus direitos. quanto à inobservância do conceito de "portador de deficiência" veic ulado pelo direito privado. alegando quebra do princípio da isonomia. A imunidade recíproca não atinge o promitente comprador em virtude da regra expressa do artigo 150. 155. portador de cegueira congênita. Oriente Manuel a respeito de sua situação. cidade onde era domiciliado. entretanto. Acredita ele que. com a informação de que deveria recolher ao referido município o ITBI "inter-vivos" e o IPTU relativos ao imóvel. 173. afastando desta definição as pessoas que possuem deficiência visual (cegueira e outras doenças de visão). Bernardoestá também exonerado do pagamento do imposto. José Maria. 2. Qual Estado da federação será competente para cobrar o imposto sobre transmissão causa mortis. O inventário de Sérgio tramita perante vara competente central de São Paulo. quer adquirir veículo da Concessionária Bassan para uso pessoal. Neste ano. Surpreendeu-se. bem como invocar o artigo 110 do CTN. passa a gozar de isenção para todos os imóveis de que for proprietário. o que não é desnaturado pelo fato de os materiais serem fornecidos pelo próprio prestador de serviços. por ser o local da situação do imóvel. contra a Fazenda do Estado de São Paulo.830/80. Por força da regra do art. QUESTÕES PRÁTICAS 1. 3. pleiteando liminar e concessão da segurança visando afastar a incidência do IPI na operação em destaque ou ação de proc edimento comum ordinário. A ocorrência da denúncia espontânea. a denúncia espontânea elide a exigência de multa d mora? Atraso no e pagamento de tributo (mora) pode ser considerado como infração tributária? Motive as respostas. II. Para a concretização desta figura. faz-se necessária a concorrência de dois pressupostos. I. para portadores de deficiência física. na qualidade de compromissário comprador de imóvel registrado em nome da União. 125. argüir decadência. QUESTÃO: Como advogado de José Maria.

que também deverá ser combatido por falta de razoabilidade.332. elabore a medida judicial apropriada para defender os interesses da Empresa "Carlos Ferreira ± ME". de pedido de tutela antecipada nos termos do artigo 273 do CPC c. art. nos lançamentos anteriores. à alíquota de 5%. logo após a inscrição. § 1º. 9º. A sociedade A&C Serviços de Limpeza Ltda. do CTN. manter sua regularidade fiscal já a partir deste mês. QUESTÃO: Como advogado de Alcebíades. Como há dúvida quanto ao . QUESTÃO: Diante dessa situação. pois não estabelecido no interesse da arrecadação dos tributos (CTN. Em janeiro de 2003. De seu turno. aja para defender seus interesses e. 3º da Lei Complementar nº 116/03 a respeito do local do pagamento do ISS.830/80 ou. do Código Tributário Nacional. a Sociedade "Carlos Ferreira ± ME". em especial o art.ou outra autoridade competente na estrutura do órgão) que lance o imposto com base em percentual das receitas auferidas. fora adotada por 1 engano a alíquota de 1% específica para imóveis residenciais. Para defesa do contribuinte. não sendo pago. nos termos do art. argumentado com as regras do art. 898. art.000/00 (fictícia) incidiria exclusivamente sobre as receitas auferidas em decorrência da atividade.) Alcebíades é professor universitário e ministra cursos livres em caráter autônomo. Impetração de mandado de segurança preventivo para impedir a autoridade fiscal (Secretário Municipal das Finanças. somado ao pagamento do tributo devido com acréscimo de juros e correção monetária. No entanto. Na mesma ocasião. recebeu correspondência da Secretaria Municipal das Finanças. orientando-o a manter regular escrituração fiscal para apuração do tributo que. inscreveu-se no Cadastro de Contribuintes Mobiliários do Município de São Paulo (cidade onde ministra seus cursos) para efeito do pagamento do Imposto sobre Serviços ± ISS. com fundamento no art. 149 do CTN. o candidato deverá elaborar Ação Anulatória de Lançamento Fiscal.º 222. 2000. específica para imóveis destinados a fins comerciais. de acordo com a lei municipal nº 10.000. b) decadên em relação ao exercício de cia 1997. tem sede em São Paulo e filial na cidade de Taboão da Serra. acompanhada de depósito do valor do débito conforme artigo 38 da lei nº 6. ambos os estabelecimentos são autônomos. QUESTÃO: Como advogado da A&C Serviços de Limpeza Ltda. (Gabarito do ponto 1 de Direito Tributário corrigido em 25/09/2003. c) inalterabilidade do lançamento tributário relativamente aos exercícios de 1997 a 2002. alternativamente.444-0001-00. não revogado pela Lei Complementar nº 116/03. exigiu IPTU relativo aos exercícios de 1997. O candidato deverá expor os motivos da dúvida.00 (dez mil reais). foi regularmente notificada de lançamento relativo a crédito tributário de IPTU. O candidato deverá mover ação de consignação em pagamento. a Municipalidade de São Paulo. Como fundamentos jurídicos deverá alegar: a) inconstitucionalidade da progressividade instituída pela destinação do imóvel. Para efeitos fiscais. inscrita no CNPJ sob n. a Prefeitura de Taboão da Serra exige o tributo e. inciso V.c.denúncia (confissão do ilícito) do infrator antes de qualquer procedimento fiscal. 200 e 2002. 113. 164. do Decreto-lei nº 406/68. e que impeça eventual execução fiscal por parte da Fazenda Pública Municipal.. III. uma vez que. referente ao exercício de 2003. atue em seu prol. Em conseqüência. ocasião em que constatou que a alíquota utilizada para apuração do valor do imposto era de 2%. b) a tomada de medidas sancionatórias pelo descumprimento das obrigações acessórias. pois Alcebíades tem o direito de recolhê-lo na forma do art. A ação deverá ser impetrada perante alguma das varas da Fazenda Pública da Comarca de São Paulo e deverá ser requerida liminar para impedir desde logo: a) a cobrança do tributo na forma pretendida pela Municipalidade. uma vez que a sede da contribuinte é em São Paulo. Para exercer esta última atividade. de que doravante deverá recolher aos cofres municipais também o imposto relativo aos serviços prestados em Taboão da Serra. § 2º). Os requisitos da ação deverão observar o disposto nos arts. o candidato deverá impugnar o dever de manutenção de escrituração fiscal. diante das pretensões contempladas na hipótese. compreendendo o pedido a citação de ambos os Municípios para comparecer aos autos e exercitar a pretensão ao recebimento do valor consignado. No entanto. em que o imposto questionado atinge o valor de R$ 10. 1999. o estabelecimento de São Paulo recebeu notificação da Prefeitura. procederá à inscrição do débito na dívida ativa e conseqüente execução fiscal. 890 e seguintes do Código de Processo Civil. têm inscrições nos respectivos municípios e apenas pretam s serviços dentro dos territórios municipais em que estão localizados. 1998. alterando lançamentos anteriores. 151. e.

Alfredo foi eleito para exercer o cargo de Diretor Administrativo da Transportes Seabra S. eventualmente. em virtude do parágrafo único do artigo 130 do CTN: "No caso de arrematação em hasta pública. 135. Pouco depois de assumir o cargo. O Poder Legislativo paulista. é notificada sobre a existência de débito tributário relativo ao bem arrematado. Só poderá haver restituição de tributos que comportem transferência do encargo fiscal para terceiro se o contribuinte de direito provar: a) ter assumido o ônus não repassando o tributo ou. a sub-rogação ocorre sobre o respectivo preço". I da C. facultando ao Executivo fixála em até dois pontos percentuais a maior. A questão deve ser considerada com invocação do artigo 150. tome a medida necessária para defender seus interesses.1996 e desempenhou essa função até abri de 2003. quais as possibilidades jurídicas a serem consideradas? A empresa não poderá ser responsabilizada pelo débito tributário já existente. dirigidos ao juízo da Vara de Execuções Fiscais de São Paulo. Em seguida.)". em operação pela qual era responsável tributária nos anos 1994 e 1995. III) e. 3. (. por determinado prazo. Desse modo. a Fazenda do Estado moveu execução fiscal contra a sociedade e vários de seus diretores. paracobrança do mencionado débito.. deverá o candidato sustentar que a responsabilidade dos administradores de pessoas jurídicas de direito privado depende da prática de atos contrários à lei ou ao estatuto (CTN. Certa empresa adquire imóvel industrial em hasta pública realizada em 2002. sede da sociedade. ins tituindo contribuição de melhoria em virtude de asfaltamento das ruas onde estão localizados os ditos imóveis. a sociedade foi autuada l pelo não recolhimento do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços devido por seus clientes. Prefeitura interiorana isenta. . Pode haver a cobrança da contribuição de melhoria em questão. indagando se os valores pagos a maior a título de ICMS. Qual a sua posição? Responda e fundamente. 166 do CTN. Após referida aquisição. está sendo responsabilizada como sucessora. QUESTÕES PRÁTICAS 1. Como advogado da a rrematante.04. No mérito.F. instituiu alíquota do ICMS em 18%.local do pagamento. Sócio de empresa comercial procura-o. QUESTÃO: Na qualidade de advogado de Alfredo.. b) estar expressamente autorizado pelo contribuinte de fato a recebê-los. na assembléia geral ordinária de 29. Propositura de embargos à execução.A. 4. Considere que a execução fiscal foi proposta em São Paulo. como dispõe o artigo 177 do CTN: "Salvo disposição de lei em contrário. Alfredo recebeu. a inconstitucionalidade se manifesta em razão da indevida delegação de poderes ao Executivo. após a apresentação de defesa da autuada. podem ser objeto de compensação e. cujo fato gerador ocorreu em data anterior à da hasta pública. por prazo indeterminado. O proprietário de imóvel beneficiado pela isenção do IPTU pede a sua opinião sobre a instituição da contribuição de melhoria. O auto de infra ção fora lavrado em maio de 1996 e foi definitivamente julgado na esfera administrativa em novembro de 2001. Opine considerando as possíveis conseqüências da conclusão adotada. dentre os quais Alfredo. o crédito ser lançado para compensação. a visita de um oficial de justiça. a ação pode ser proposta tanto em São Paulo (Vara da Fazenda Pública) quanto em Taboão da Serra. por meio de lei ordinária.. a isenção não é extensiva: I ± às taxas e às contribuições de melhoria. ocorre a publicação de nova lei. que o intimou da penhora de bens de sua propriedade para pagamento da dívida. Alguns meses após a publicação da lei de isenção. Art. art. há 10 (dez) dias. destacados em suas notas fiscais e julgados inconstitucionais pelo Supremo Tribunal Federal. 2. o IPTU de alguns imóveis em virtude da precária condição de moradia do local. contra a Fazenda do Estado de São Paulo. Aprecie a matéria sob o prisma da Lei maior. Ainda. sendo inconstitucional a pretensão em face do princípio da estrita legalidade da tributação.

222. com requerimento de antecipação de tutela ou de realização de depósito da quantia discutida para evitar a sua inscrição na dívida ativa.00 (cem milhões de reais).00 (cem mil reais). o candidato deverá sustentar que a lei instituidora de semelhante contribuição previdenciária é inconstitucional. pois o art. 150. Soube que a sociedade encerrou as suas atividades. arts. incidente sobre os pagamentos efetuados à Bits Informática Ltda. sob o manto do IGF. esse tributo. passando a exigir. sediado em São Paulo ± Capital. a União está exigindo Imposto sobre a Propriedade Territorial Urbana (IPTU). dentre os quais um de R$ 100. A União Federal. O Partido Político ABC. Com base nesse permissivo legal. Carlos é proprietário de vários imóveis que constam da relação de bens anexa a sua declaração de imposto de renda. na hipótese de sociedade de pessoas (CTN. a própria autarquia federal (INSS). Agora.00 (duzentos mil reais). QUESTÕES PRÁTICAS 1. empresa responsável pela manutenção de sistemas do banco. a cargo do tomador. sustentar que. ainda. I). Alfredo não poderá responder porque o crédito tributário foi gerado antes de seu ingresso como diretor da sociedade. ajuíze medida cabível para defesa dos interesses de seu cliente. A ação deverá seguir o procedimento ordinário e indicar. foi autuado pelo Instituto Nacional do Seguro Social ± INSS. instituiu contribuição previdenciária incidente sobre pagamentos efetuados a pessoas jurídicas prestadoras de serviços. QUESTÃO: Na qualidade de advogado do Banco Industrial S. deseja vender esse imóvel por R$ 130. no pólo passivo. VI. Carlos deverá pagar algum tributo em razão dessa operação? Em caso positivo. § 4º . I da Constituição Federal apenas autoriza a instituição de contribuições sobre valores creditados a pessoas físicas. qual e por quê? . QUESTÃO: Como advogado. em razão de não ter recolhido a citada contribuição nos anos de 2002 e 2003. o importe de R$ 100. Edmundo é acionista minoritário de uma sociedade anônima. nunca tendo exercido poder de controle. O advogado deverá propor Ação Declaratória de Inexistência de relação jurídica-tributária. 195. por meio da Lei n.000. sustentando afronta a Constituição Federal: art. VII). poderá o candidato optar por mandado de segurança. No caso. em caso de liqüidação. Considere que o Banco tem sede em Santo André. a partir de 01 de janeiro de 2004. e 154. em face da União Federal. como se trata de sociedade anônima. 2. 134.000. caso em que o pólo passivo deverá indicar a autoridade competente (Gerente Regionalde Arrecadação e Fiscalização ou quem lhe faça as vezes). nem cargo de direção.. não concorda com esta incidência tributária sobre imóveis que adquire para o exercício de suas atividades. ou Mandado de Segurança preventivo com pedido liminar. não haverá responsabilização pessoal do acionista a esse título.A. de competência municipal. subseção judiciária de Santo André. de 31 de agosto de 2003 (lei fic tícia).portanto. visando à anulação da NFLD em questão. Propositura de ação anulatória de lançamento fiscal. tome as medidas judiciais necessárias para defesa de seus interesses. tem sede em São Paulo.000. Deve. art.999/01 (fictícia). Opcionalmente. 195. Qual sua orientação? Justifique e fundamente a resposta. No mérito. ³c´ (imunidade do patrimônio adquiridos por Partidos Políticos). O Presidente da República.000. Edmundo questiona-o se desse fato poderá advir-lhe alguma responsabilidade pessoal pelos débitos fiscais. Apenas se cogita da responsabilidade pessoal dos sócios. à base de 20% (vinte por cento) do montante efetivamente pago.º 9. instituiu o Imposto Sobre Grandes Fortunas (IGF). é da Justiça Federal. por intermédio da Lei Complementar n. ao passo que a Bits Informática Ltda. mediante a incidência da alíquota de 0. está prestes a ser inscrito na dívida ativa. sem procedimento formal de liquidação e sem quitar suas obrigações tributárias. A competência em ambos os casos. No caso. o Banco Industrial S.. mensalmente. a instituição de contribuição sobre a remuneração de serviços prestados por pessoas jurídicas dependeria de lei complementar (CF.00 (cento e trinta mil reais).3% sobre o montante estimado a esse título. não é automática.000. elegendo como base de cálculo exclusivamente o valor da aquisição de imóveis urbanos adquiridos que supere. das pessoas jurídicas e físicas. Agora. no valor atual de R$ 200.º 22. A notificação fiscal de lançamento de débito (NFLD) não foi impugnada na esfera administrativa e o débito.A.

O primeiro argumento baseia na idéia de capacidade contributiva. levantando. em 31. ou (a. Tendo em vista que o período de apuração do imposto de renda com base no lucro presumido é trimestral. Proprietário de um terreno de pequenas proporções procura-o. estão eles livres da tributação. determinando que as empresas cujo faturamento no ano imediatamente anterior tenha sido inferior a R$ 60. com base na imunidade recíproca. já que o terreno foi adquirido recentemente e ainda não se iniciou sua edificação. Fundação instituída e mantida pelo Governo Estadual consulta-o sobre a possibilidade de afastar a exigência sobre seus serviços prestados em janeiro e fevereiro. perante o mesmo Juízo e em face da União Federal ou. a partir de 1. com pedido de liminar. 150. exigindo dos proprietários de terrenos naquele Município.000.Deverá escolher o imposto de renda sobre o ganho de capital obtido na venda. do texto constitucional. Você concordaria com a existência de tal direito? Justifique. mensalmente. § 2º. em caráter preventivo. . O segundo argumento também é falho. ³a´. A empresa XPTO S/A. ou em que haja contraprestação ou pagamento de preços ou tarifas pel usuário´ (art. facultando-se a opção pelo lucro real apenas para as empresas cujo faturamento tenha ultrapassado aquele montante.000. Os terrenos são servidos por caminhões de lixo. da Constituição. que passa a ser exigido. VI. cujo faturamento no último ano foi de R$ 50. Comente os argumentos do prop rietário. o valor recolhido a título de antecipações de imposto de renda e de contribuição social foi muito menor que o agora apurado com base no lucro presumido. as empresas que se enquadravam naquelas condições ficaram obrigadas a recolher o tributo relativo ao primeiro trimestre do presente ano já em 30 de abril último. equivalente à diferença entre o preço da venda e o valor declarado ( R$ 30. poderia a exigência ser afastada por outro fundamento? Não é possível alegar a imunidade recíproca. procura-o relatando que. Ambos os argumentos não prosperam. balancetes para apurar o valor das antecipações mensais. O Município de Rio das Piranhas instituiu taxa de coleta de lixo. tendo em vista sua mínima margem de lucro. perante o mesmo Juízo e mesma Ré. publicada em 1º de abril de 2004.000. com pedido de liminar. proponha a medida judicial que julgar cabível para proteger os interesses da empresa. apenas se a respectiva legislação municipal imputar esse ônus ao vendedor (CTN. 77 e 79 do CTN).00 (cinqüenta milhões de reais). de que trata o art. inconformado. Por meio da Lei nº 9. § 3 CF) o Com relação aos faturamentos de janeiro e fevereiro. o valor venal não poderia ser usado como base de cálculo da taxa. como já era de se esperar. a) Meio processual: (a. vedando a cobrança de tributos ³ ntes de a decorridos noventa dias da data em que haja sido publicada a lei que os instituiu ou aumentou´. 150. ainda. já que as taxas podem ser cobradas por serviços postos à disposição do contribuinte (art.000.00 (cento e cinqüenta reais) ao ano. 145. 3. Em caso negativo. 145. que veda que as taxas tenham base de cálculo próprio de impostos. já que a imunidade não se estende aos serviços ³relacionados com exploração de atividades econômicas regidas pelas normas aplicáveis a empreendimentos privados. e (ii) que ele sequer utiliza o serviço. sediada na Capital do Estado de São Paulo. De qualquer modo. quitar o Imposto de Transmissão sobre Bens Imóveis. aplicável a -se impostos.3) ação cau telar. proposto perante a Justiça Federal da Seção Judiciária de São Paulo. Lei do Município de Valetas instituiu. de pequenas proporções. II da CF ou art.999. cobrada pelo valor de R$ 150. na sistemática do lucro real.2) ação declaratória de inexistência de relação jurídica. 42). dos prestadores de serviços de assessoria em informática. Deverá. alegando: (i) que não é justo que seu lote. imposto sobre serviços de qualquer natureza. (a .12. com pedido de tutela antecipada. Não é pacífica sua extensão às taxas. regularmente. a União Federal modificou a disciplina da tributação do imposto de renda e da contribuição social sobre o lucro das pessoas jurídicas. III. pretendia recolher o imposto de renda com base no lucro real anual. art. pague tanto quanto os terrenos de grande valor venal. independentemente de os terrenos serem edificados ou não. em face do Delegado da Administração Tributária da Secretaria da Receita Federal em São Paulo.2003. 150. 4.000.00).00 (sessenta milhões de reais) passam a sujeitar-se à sistemática de apuração com base no lucro presumido. finalmente.1) mandado de segurança. à luz do art. Acredita que esta situação não se alterará nos próximos meses desse exercício. tendo em vista que a Emenda Constitucional nº 42 introduziu a alínea ³c´ no art.º de janeiro de 2004. QUESTÃO: Na qualidade de advogado da XPTO S/A.

999 com a Lei Complementar nº 116. a preços de mercado. (b. já que outros contribuintes (com faturamento superior a R$ 60. o que precipitou a inscrição do lançamento na . reduzir o impacto tributário. sociedade anônima de capital fechado sediada na Cidade de São Paulo. por conta de um contrato de locação de doze caminhões. Irrelevante. III. tendo em vista que os caminhões locados são vistos com freqüência naquela municipalidade. a definição do fato gerador do imposto de renda. tendo em vista que a Moura S/A poderia deduzir. se admitida.2) inconstitucionalidade da tributação da locação de bens móveis. tendo em vista a regra do art. somente poderia valer para fatos geradores ocorridos a partir de 1º de janeiro do ano subseqüente (art. a lei tributária considera dedutível do lucro real o pagamento de aluguéis de imóveis utilizados pela pessoa jurídica e a Moura S/A precisa do imóvel para as suas atividades. que seria alugado à Moura S/A. (b. Optando a Leão S/A pela tributação com base no lucro presumido e a Moura S/A pelo lucro real. (b. em seu relatório. 43 do CTN. no art. com sede e único . mas desta f ita citando o art. 150. que trouxe nova lista de serviços. argumentação semelhante. 150. 195. a nova sistemática. ³c´ da CF. a qualificação da locação perante o direito civil. III. O Mandado de Segurança foi impetrado em dezembro de 2003. A Leão S/A ficaria com o imóvel da sociedade.4) com relação ao imposto de renda. sobrevindo sentença de mérito no último dia 20 de maio. mediante a utilização de formas jurídicas lícitas. pode ser mencionado o princípio da igualdade. que aloca a competência ao município onde o prestador do serviço possui estabelecimento.b) Mérito: O advogado deverá considerar os seguintes aspectos: (b. ³a´ da CF). decidem contratar um renomado escritório de advocacia para elaborar um planejamento tributário e. ao impor a exigência do imposto de renda com base no lucro presumido mesmo diante da comprovação de que o lucro real da XPTO S/A foi muito inferior ao lucro presumido.000. a locação de bem móvel como serviço sujeito ao ISS.2) no que tange à contribuição social.999 (art.º 406/68. QUESTÃO: Na qualidade de advogado da Rode Bem S/A.6) finalmente. que o processo de cisão da sociedade Moura e Leão S/A teve por fim exclusivo a economia tributária. (b.404/76 ± Lei das S. 3º da Lei Complementar nº 116/2003.3) a lei contraria o princípio da irretroatividade (art. Os especialistas do escritório contratado sugerem a cisão da Moura e Leão S/A (em perfeita concordância com os dispositivos da Lei 6. estabelecimento em Barueri ± SP.1) a lei contraria o conceito de renda.5) a nova sistemática somente poderia ser aplicada à contribuição social passados 90 dias da edição da Lei 9. contrariando-se. De fato. daí se justificando o emprego da analogia par se tributar a Moura S/A. ³b´). a Moura S/A sofreu um processo de fiscalização promovido por autoridades federais. O prazo para defesa a administrativa transcorreu sem que a Moura S/A oferecesse impugnação. (b. desta feita não contemplando a locação de bens móveis. no cálculo de seu lucro real. ambas. (ii) o Município de São Paulo é competente para exigir o ISS sobre a locação. impetrou m Mandado de Segurança contra ato a ser praticado pelo Secretário Municipal das Finanças. obrigando a reter o Imposto -a sobre Serviços de Qualquer Natureza (ISS) sobre as importâncias devidas a Delírio Locações Ltda. Mérito: (b. assim. além disso. os alugueres pagos à Leão S/A.A) em duas outras sociedades ± Moura S/A e Leão S/A. parágrafo 6º da CF). 195. para efeitos tributários.1) incompatibilidade da Lei Municipal nº 9. empresa transportadora com sede e único estabeleci ento no município de São Paulo. Após a implementação do planejamento. de 1999.00) têm a faculdade de optar pelo lucro real. Rode Bem S/A. Os sócios da Moura e Leão S/A. que culminou na lavratura de um auto de infração fundamentado no parágrafo único do artigo 116 do Código Tributário Nacional. inexistindo qualquer outro propósito gerencial ou comercial e. e I.3) incompetência da municipalidade do ISS para exigir o ISS de empresa não estabelecida naquele município. seria atingida uma economia tributária significativa. já que sociedades na mesma situação que a empresa Moura e Leão S/A eram obrigadas a arcar com uma carga tributária mais elevada do que as sociedades Moura S/A e Leão S/A. a) b) Meio Processual: Recurso de Apelação ao 1º Tribunal de Alçada Civil do Estado de São Paulo. reflete aquela lista anexa ao Decreto-Lei n.000. ingresse com a medida cabível. que haveria ofensa ao princípio da igualdade. (b. inconformados com a elevada carga fiscal sobre ela incidente. de 31 de julho de 2003. alegando o fiscal responsável. que pressupõe a existência de lucro como índice de tributação. prevendo. denegando a segurança com base nos argumentos a seguir resumidos: (i) a lista de serviços anexa à Lei Municipal n. tendo em vista não configurar obrigação de fazer.º 9999. (b.

110. (b. daí descabendo.058. ela apenas cobre os casos de dissimulação.80 = R$ 157. o que não é o caso.052): 15% Total de imposto Isento 15% de 1.00 até 15% 2. que passou de R$ 2. do CTN.4) o art. veda o emprego da analogia gravosa. conforme segue: Situação anterior Salário R$ 2.00: (2. a) Meio Processual: embargos à execução fiscal propostos perante a Vara das Execuções Fiscais Federais± Seção Judiciária de São Paulo. Considere a seguinte tabela progressiva para o cálculo do imposto de renda das pessoas físicas: Base de cálculo R$ Alíquota Até 1.2) ainda que assim não fosse. (b.115.5% Um contribuinte procura-o. QUESTÃO: Na qualidade de advogado da MouraS/A.00 Acima de 2. b) Mérito: (b.052 157. Tratando-se de uma tributação progressiva. a renda do contribuinte é tributada a cada faixa por alíquota diversa.1) a norma do art.00 para R$ 2. sem que isso implique redução em relação ao valor que recebia. apresente as medidas necessárias e cabíveis.058 = 1.110. Você concorda com a preocupação externada pelo contribuinte? Por que? Não.058. (b. QUESTÕES PRÁTICAS 1.058.115.160.830/80. 116 do CTN encontra-se pendente de regulamentação.00 0 De 1. entristecido pelo fato de que por conta de um aumento em seu salário. sofreria uma redução no valor líquido que seu empregador deposita em sua conta -corrente.00 Parcela superior a 1. em nome do princípio da igualdade.00 Tributação Até 1. o aumento real do salário do contribuinte será tributado.3) o princípio da legalidade assegura o direito de o contribuinte escolher a estrutura (desde que lícita) que lhe for mais benéfica.00 27.110 1. em consonância com a Lei 6. afastar o princípio da legalidade. 108. Assim.115.00.80 . parágrafo 1º.dívida ativa e a promoção do processo de execução.058.00 e inferior a 2.

989.00 (2. Estas. Especialmente. relata-lhe que vem sofrendo dificuldades em suas vendas.00 Parcela superior a 1. localizada a menos de 500 metros da porteira da propriedade.058. que já conta com luz elétrica e asfalto até a porta.5% Total de imposto Rendimento Líquido do imposto Isento 15% de 1.115. atuando no comércio de tecidos. de acordo com a sistemática do imposto. apesar da nova tributação. 3.00: (2.38 de 45 = R$ 170.115.07 Como se vê. não têm como tomar qualquer crédito de imposto.55 = 27.115 = 45): 27.5% 12. pois.058. Há duas ou três famílias de colonos que estudam na escola municipal. Ele lhe diz que sua paciência esgotou -se quando. Na opinião de seu amigo.Rendimento Líquido do imposto Nova situação Salário R$ 2.057): 15% Parcela superior a 2. Em sua conversa. seus clientes sistematicamente preferem comprar tecidos diretamente dos fabricantes. A solução a ser proposta à empresa é que ela opte por ser estabelecimento equiparado a industrial. não aceitando adquirir tais produtos de comerciante. já basta o Imposto sobre a Propriedade Territorial Rural ± ITR que ele . recebeu notificação da Prefeitura do Município de Estrela Grande do Mato. explique a razão da dificuldade enfrentada pelo contribuinte e proponha uma solução.057 158. seus produtos não são tributados pelo IPI. Tendo em vista a sistemática do imposto.93 2. para o problema que lhe foi exposto. Nota sobre o gabarito: não se exigirá a exatidão do cálculo. por isso. preferindo. A oposição apresentada pelos clientes relaciona-se com a sistemática de não cumulatividade do IPI. a ter suas saídas tributadas pelo imposto. adquirir tecidos de outras indústrias. o candidato deve mostrar saber que a alíquota mai elevada incidirá apenas s sobre pequena parcela de seu rendimento. Segundo informam.110 ± 157.93 = R$ 1.00 e inferior a 2. dando margem a crédito para seus clie ntes.115 ± 1. Você foi procurado por um amigo. que lhe relata sua revolta pela fúria arrecadatória que vem se espalhando pelo mais longínquos rincões do País. sendo a empresa mera comerciante. tendo em vista que seus principais clientes são indústrias de confecção. todas contribuintes do Imposto sobre Produtos Industrializados. mas o candidato deve demonstrar conhecer o conceito de progressividade e seus reflexos no caso em tela. passando.952.80 = R$ 1. que exigia o pagamento do IPTU sobre seu sítio. o contribuinte não deixará de se beneficiar do aumento. por sua vez.20 Tributação Até 1. quando vendidos às indústrias. recentemente. Empresa.160 2. senão mediante um abatimento no preço total. você descobre que o sítio destina-se exclusivamente a atividades agropastoris.160 ± 2.160 ± 170. 2.058 = 1. visando a creditar-se do imposto pago.

que submete os rendimentos ao imposto. mas fica surpreso por ter de ali incluir o valor que. justifique a posição de seu contador. condição jurídica ou nacionalidade da fonte. 150. D. não é consumido imediatamente no processo produtivo. parágrafo 1º. O acórdão porta a seguinte ementa: Tributos ± ICMS ± Declaratória ± Imunidade ± Filme de laminação de capas de livros (Polímero de Polipropileno. já que o polímero de polipropileno (filme de laminação para capa de livro) não é consumido no processo de impressão de livros. negou m provimento à apelação interposta pelo Estado de São Paulo ao entendimento de que é aplicável a imunidade tributária à importação de filmes de laminação para capas de livros (Polímero de Polipropileno. tem a mesma natureza deste. VI. integrando-se a este e adquirindo sua natureza. importação e exportação de livros. Você está familiarizado com aquele tipo de recolhimento. contempla os princípios da generalidade e da universalidade. cobradas de seus hóspedes juntamente com o valor dos serviços. à luz do art. Honorários fixados de acordo com o tempo e trabalho exigidos do advogado ± Negado provimento aos recursos. da família dos plásticos. Den Tist.Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo. pleiteou. o seguinte: (i) que foi ofendido mandamento constitucional de imunidade. em sua base de cálculo. parágrafo 2º. Conversando com seu contador. jornais e revistas. Você concorda com seu amigo? Por que? Seu amigo está errado. (ii) que a decisão contraria a jurisprudência. Tendo em vista os melhoramentos públicos descritos. além da exportação de livros. que. este lhe informa que você deve recolher imposto de renda sobre aquele rendimento. é material assimilável a papel. que vem excluindo da proteção constitucional máquinas e mercadorias que tecnicamente são consideradas da família dos plásticos. tendo em vista haver incluído. (iv) que as atividades praticadas pela empresa não se restringem à edição. gozando de sua imunidade. A ementa da decisão proferida pelo Tribunal Regional Federal da 3ª Região tinha o seguinte teor: . mas desgasta-se paulatinamente na produção. Determinada Câmara de Direito Público do Eg. a seu ver abusiva. da Constituição Federal. A Constituição Federal. Conteúdo: (i) falta de prequestionamento: o acórdão recorrido não versa sobre o mérito de o contribuinte dedicarse a outras atividades. QUESTÃO: Na qualidade de advogado do contribuinte. 153. Assim. Filme BOPP). assegurando -se. tempestivamente. decorre de um serviço prestado fora dos limites territoriais brasileiros. ou filme BOPP. na modalidade de Recolhimento Mensal Obrigatório (carnê -leão). incorporado ao papel das capas dos livros. O Estado de São Paulo interpõe Recurso Extraordinário. dirigidas ao Supremo Tribunal Federal. a imunidade do art. o valor das gorjetas. P outro lado. A Hotel da Manhã Ltda. 43 do CTN. em síntese. informado de sua estada naquele país. no art. alegar que o laminado de polímero de polipropileno. o ITR vem sendo recolhido or indevidamente.00 dos Estados Unidos. você recebe uma remessa de US$ 100. dirigida ao Presidente ou ao Vice-Presidente do Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo. a área em que se encontra o sitio é zona urbana. daí. comercialização. I. consultara-o acerca do tratamento tributário a que ele estaria sujeito caso resolvesse mudar para o Brasil. é devido o IPTU. independentemente da localização.vem recolhendo. Esses princípios estão hoje regulados no 1º do art. (iii) que o insumo ³polímero de polipropileno´. (ii) no mérito. e ação ordinária. não se justificando a pretensão da pre feitura. em que você informa o valor que recebe por serviços prestados a pessoas físicas no País. sustentando. 4. Filme BOPP) ± Material que se integra no produto final. com petição de encaminhamento. em juízo. mas também à exploração da indústria gráfica em suas diversas modalidades. afinal. a restituição de PIS e Cofins. 32. que entendia ter sido recolhido em excesso. efetuada pelo Dr. Com base na Constituição Federal e no CTN. O contador está certo. do CTN. Retornando de uma viagem ao exterior. elabore a peça adequada para apreciação pelo tribunal competente. Instrumento: Contra-Razões de Recurso Extraordinário.

ainda. por serem parte integrante do salário. foi elaborado d Agravo de Instrumento. Honorários reduzidos. perante o Tribunal de Justiça de São Paulo. alega que as parcelas do PIS e da Cofins. este foi admitido exclusivamente em seu efeito devolutivo. com petição de encaminhamento. Entende que as leis que tratam do PIS e Cofins. por serem leis especiais. prevalecem sobre a legislação trabalhista. pendentes de desembaraço. 1. dirigida ao Presidente ou ao Vice-Presidente do Tribunal Regional Federal da 3ª Região. Afastar o argumento da especialidade da lei tributária. sem o pagamento do ICMS. QUESTÃO: Na qualidade de advogado da Hotel da Manhã Ltda. Conteúdo: (i) falta de prequestionamento: o acórdão recorrido não versa sobre o pretendido caráter geral da legislação trabalhista. Juros calculados pela taxa Selic. Tendo e vista m que as aeronaves se encontram. recolhidas há mais de cinco anos da propositura da ação. com a aplicação da taxa Selic. dirigidas ao Superior Tribunal de Jus tiça.250/95) A JET Transportes Aéreos Ltda. em acórdão assim ementado: Agravo de Instrumento ± ICMS ± Desembaraço aduaneiro de uma aeronave Boeing 737 -400 e dois motores ± alegada ilegalidade da incidência do ICMS ± Indeferimento da tutela antecipada ± Ausência dos requisitos da verossimilhança da tese e do dano de difícil reparação ± Recurso não provido. elabore o instrumento processual adequado. Prescrição qüinqüenal que. ainda. No tocante à taxa Selic. da data do fato gerador (precedentes majoritários do STJ). Quanto à prescrição. in casu. Recurso e remessa oficial parcialmente providos. a JET Transportes Aéreos Ltda.. e sim remuneratória. mas apenas remuneração dos seus empregados (sujeita aos tributos próprios: imposto de renda na fonte e contribuição ao INSS) e que a base de cálculo do PIS e Cofins inclui apenas as receitas do contribuinte. que tem um caráter geral. mesmo antes do julgamento do recurso proposto. Expurgos inflacionários que integram os índices de correção monetária (precedente da Corte Especial). inciso I c/c 156. Embora tenha sido efetuado o recurso próprio. A Fazenda Nacional. Não obtendo a medida liminar pretendi a. o prazo para requerer a restituição dos pagamentos indevidos será de cinco anos da extinção do crédito tributário. tendo em vista tratar-se de operação internacional de arrendamento mercantil. inciso I. Instrumento: Contra-Razões de Recurso Especial. vem tendo constantes vôos cancelados. o diploma tributário não alcança as verbas trabalhistas. (ii) no mérito. em relação às exações autolançadas. alegar que a gorjeta não é receita do Hotel da Manhã. do Código Tributário Nacional. 5. impetrou Mandado de Segurança visando a obter provimento assegurando o desembaraço aduaneiro de uma aeronave Boeing 737 -400 e dois motores. parágrafo 4º da Lei 9. dez anos. estão prescritas. alegar que o entendimento do STJ é que o prazo de prescrição de cinco anos somente começa a contar a partir da data da homologação do pagamento e que. . tem prazo contado em dobro.Tributário ± Gorjetas: Não-integração à Base de Cálculo de Exações Fiscais ± Prescrição ± Correção Monetária e Juros: Taxa Selic. tendo em vista que a relação de especialidade exigiria que os dois diplomas legais versassem sobre a mesma matéria. sem o p agamento do imposto. não integram a base de cálculo das exações fiscais que oneram as empresas (precedentes do STF). sua cliente. 39. eis que os índices a ela referentes não possuem natureza moratória. nos termos do artigo 168 do Código Tributário Nacional. 4. Inconforma-se. QUESTÃO: Elabore medida judicial adequada para pleitear o imediato desembaraço das aeronaves. 3. afirmar que sua incidência é matéria de lei (art. em recurso próprio. As gorjetas. nos termos do artigo 168. Sustenta que o fato de as gorjetas integrarem o salário não as excluem da base de cálculo do PIS e da Cofins. 2. 6.

visando a conferir efeito suspensivo ao recurso especial interposto. a Indústria Brasileira de Carimbos para Escritórios Ltda. e justifique.28 (18% de 96) Plásticos Carioca Ltda. São Paulo 96 São Paulo 100 18 (18% 100) 17. deve considerar o montante de crédito de ICMS sobre suas aquisições. Plásticos Potiguar Ltda. possui apenas clientes em seu Estado. 87/96. assim. pautado no risco de prejuízo irreparável a que estaria sujeita. Plásticos Bandeirantes Ltda. A Indústria Brasileira de Carimbos para Escritórios Ltda.. Como a Indústria Brasileira de Carimbos para Escritórios Ltda. Plásticos Carioca Ltda. vê -se que suas saídas são tributadas pelo ICMS à alíquota de 18%.Instrumento: Medida cautelar ajuizada. São Paulo São Paulo Rio de Janeiro Rio Grande do Norte 100 96 96 90 Tendo em vista exclusivamente os aspectos tributários da questão. já que esse será compensado com o devido no momento de suas saídas. Plásticos Bandeirantes Ltda. Salientar a presença do periculum in mora. os seguintes valores líquidos de ICMS: Fornecedor Estado de Origem Preço (valor da nota) (R$) Plásticos Paulista Ltda. tendo em vista que o acórdão recorrido negou vigência ao art. da Lei Complementar no. em face da Fazenda do Estado de São Paulo. ao calcular o efetivo custo de um insumo. informe qual a melhor oferta para a Indústria Brasileira de Carimbos para Escritórios Ltda. inciso VIII. A Indústria Brasileira de Carimbos para Escritórios Ltda. em face da retenção da aeronave e conseqüente cancelamento de vôos. localizada em São Paulo. QUESTÕES PRÁTICAS 1. abriu concorrência entre diversos fornecedores nacionais para o suprimento de material plástico utilizado como insumo em seus produtos. apontando os seguintes preços: Fornecedor Estado de Origem Preço (R$) Plásticos Paulista Ltda. 3º. Conteúdo: Alegar estar presente o requisito do fumus boni juris. efetuadas por fornecedores.48 78. viu-se o departamento de compras diante de quatro ofertas.72 82 CRÉDITO DE ICMS PREÇO LÍQUIDO DO ICMS . Na data de abertura das propostas.52 (12% de 96) 84. Assim. Temos. pela JET Transportes Aéreos Ltda. Rio de Janeiro 96 11. perante o Superior Tribunal de Justiça. efetua vendas apenas para clientes de seu estado.

da Constituição.833/2003 arrola as hipóteses em que se conferem créditos.Plásticos Potiguar Ltda. alertado de que a lei municipal não fixara o prazo para o recolhimento do Imposto sobre Serviços de Qualquer Natureza. tendo em vista terem os pagamentos sido efetuados a pessoas jurídicas domiciliadas no País. efetuando gastos substanciais com a propaganda de seus produtos. desde que o valor dos aluguéis seja aplicado nas atividades essenciais de tais entidades. decide. adquirem o direito de uso do apartamento. (i) mediante o pagamento de um valor único (lump sum). Havendo unidades vagas. passando a dez dias do fato gerador. A sentença de 1a instância foi de procedência. está correto o raciocínio da Comercial Canta Galo S. voltada ao amparo aos idosos.718/98. Os administradores do lar formulam consulta. não m dando direito a crédito. 3º da Lei 10. segundo a sistemática do lucro real. No caso de serviços. a Comercial Canta Galo S. eles somente darão direito a crédito se utilizados como insumo na prestação de serviços e na produção ou fabricação de bens ou produtos destinados a venda. (b) anterioridade: A Súmula 669 do STF pacificou o entendimento de que norma legal que altera o prazo de recolhimento da obrigação tributária não se sujeita ao princípio da anterioridade. os serviços não se relaciona com a produção. tendo a União Federal interposto o competent recurso de e . ocupado por idosos que. No mês de setembro de 2004. que equiparou o faturamento à receita bruta. sem possibilidade de transferência a terceiros. daí. estas são alugadas a terceiros. já que o art. 160 deixa claro que o prazo é matéria da ³legislação tributária´. no mercado.20 Tendo em vista a tabela acima. de regra. A empresa Emporium ingressou em juízo com o objetivo de afastar a alteração da base de cálculo da Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social ± COFINS. Segundo seus cálculos. mantém um conjunto residencial.A. não incide o IPTU. indagando-lhe: (a) embora tenham ciência de que não haveria imposto de renda sobre os ganhos obtidos na cessão de uso dos imóveis aos idosos. permanece imune ao IPTU o imóvel pertencente a qualquer das entidades referidas pelo art. em vista sua projeção de resultados. VI. Rio Grande do Norte 90 10. e caráter vitalício. veiculada pelo art.? Por quê? Não está correto: O art.A. (a) Legalidade: não se estende ao prazo para recolhimento do tributo. para fins do imposto de renda. Comente. por Decreto. a melhor oferta é a de Plásticos Bandeirantes. 97 do CTN não estende o princípio à questão do prazo e o art. a valores de mercado. A Comercial Canta Galo S. já que o Lar mantém a propriedade (não transferida pelo contrato de uso). c. ocupam suas unidades. os gastos assim efetuados teriam seu impacto reduzido. do ponto de vista dos princípios da legalidade e anterioridade. O Lar dos Idosos da Irmã Teodora. entidade civil sem fins lucrativos. Passados alguns meses e ainda no mesmo exercício. 4. Nos termos da legislação em vigor. (a) A imunidade se estende às unidades alugadas a terceiros. o Prefeito decide alterar aquele prazo. 3o da Lei no 9. desde que inequívoca a compreensão do raciocínio jurídico. as receitas obtidas no aluguel de unida des. 150. a sociedade optou pela tributação. O Prefeito de determinado município. a redução do prazo promovida p elo Prefeito. 2.80 (12% de 90) 79.A decidiu efetuar uma agressiva política de vendas. também estariam protegidas daquele imposto? (b) incide o IPTU sobre as unidades cedidas a título vitalício? Fundamente. aplicando-se a imunidade da entidade de assistência social. crédito relativo à Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social ± COFINS. subsidiado. é uma empresa que se dedica ao comércio atacadista de artigos para decoração Tendo . É o que dispõe a Súmula 724 do STF: Ainda quando alugado a terceiros. conferindo-lhe. (b) sobre as unidades cedidas. 3. vêse que. voltando-se a renda à manutenção do conjunto residencial. não da lei. OBS: Serão aceitos erros algébricos. fixar o prazo para trinta dias após o fato gerador. (ii) m mediante o pagamento de alugueres mensais simbólicos. No caso.

o que somente poderia ser feito pela Corte Especial do tribunal regional. 97 da Constituição Federal. O art. QUESTÃO: Como advogado da empresa Emporium. emitida pela Secretaria dos Negócios da Fazenda do Estado de São Paulo. 2o e 3o da Lei no 9. destarte. Inconformada com a exigência do imposto. EQUIPARAÇÃO DA ESPÉCIE FATURAMENTO AO GÊNERO RECEITA. restando afastada a oportunidade de se instaurar o incidente de argüição de inconstitucionalidade. 475 do Código de Processo Civil) e do recurso de apelação interposto pelo Estado .172/66. No julgamento da remessa oficial (art. em sua redação original. com os seguintes fundamentos: (i) o Tribunal Regional Federal não poderia afastar a aplicação da lei sem declarar a sua inconstitucionalidade. sendo a intimação pessoal do procurador da União realizada nesta mesma data. ILEGAL ELASTÉRIO NA BASE DE CÁLCULO. em sua redação original. VIOLAÇÃO DO ART. A empresa Péricles Táxi Aéreo. so v) mérito: não há necessidade de submeter o julgamento do Plenário do Tribunal Regional Federal quando o fundamento é legal. 2o E 3o. iv) preliminar: não-cabimento do recurso extraordinário. porque o fundamento do acórdão da apelação para afastar a aplicação do art. 3o da Lei no 9. iii) preliminar: ausência de prequestionamento do art. Com apoio no princípio iuri novit curia. Ilegalidade qualificada dos arts. 195. o próprio texto constitucional prefigura. a que inerente o valor de norma de lei complementar. 110 do Código Tributário Nacional veda a equiparação do conceito de faturamento ao de receita bruta. inserindo-se. recebeu a notificação de lançamento do Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores ± IPVA relativo ao exercício de 2004. por afronta a disposição da Lei no 5. 110 DO CTN. LEI 9718/98. e vi) mérito: impossibilidade de equiparação dos conceitos de faturamento e receita bruta. em acórdão assim ementado: ³TRIBUTÁRIO. i) endereçamento ao Presidente ou Vice-Presidente do Tribunal Regional Federal da 3ª Região. de modo que o recurso cabível seria o recur especial. proprietária de três aeronaves.718/98 não é inconstitucional. ii) preliminar: intempestividade do recurso. elabore a peça processual adequada. em 28 de outubro de 2004. CONTENÇÃO DE COMPETÊNCIA TRIBUTÁRIA CONSTI TUCIONALMENTE FIXADA A PARTIR DE CONCEITO JÁ ESTABILIZADO NO DIREITO PRIVADO.apelação. IV. DESNECESSIDADE DE QUESTIONAMENTO EM NÍVEL CONSTITUCIONAL. e (ii) o art. o colegiado acolheu por fundamento de ilegalidade ambos os pedidos da apelante. I. COFINS. tendo realizado o devido registro junto às autoridades aeroportuárias competentes. porque somente esclareceu o conteúdo do conceito de faturamento. nos termos do art. uma segunda feira.´ O acórdão do julgamento da apelação foi publicado no Diário de Justiça do dia 27 de setembro de 2004. previsto no art. O procurador da União Federal interpôs somente recurso extraordinário. III. 480 do CPC. II. ARTS. equiparando-o ao de receita bruta. ademais. da Constituição Federal. 110 do CTN garante a preservação de uma tipicidade cerrada em relação a hipóteses de incidência tributária cuja instituição a Constituição autoriza e cujo conteúdo. A empresa Péricles vendeu uma das aeronaves em 2003. a empresa ajuizou ação anulatória de débito fiscal em face do Estado de São Paulo. I. O Tribunal Regional Federal da 3a Região negou provimento ao recurso de apelação da União Federal e à remessa oficial. 3° da Lei n° 9. I.718/98 é legal. 195. da Constituição Federal. que foi julgada improcedente pelo juiz de 1a instância. no art. somente quando é constitucional. sob o fundamento de que o art. Leis complementares que veiculam normas gerais em matéria de legislação tributária são normas sobre normas e têm por finalidade dar consistência ao sistema tributário.718/98.

O lançamento do imposto deve indicar o sujeito passivo previsto em lei. CONSTITUCIONAL. Neste sentido. p/ acórdão.2002. 155. dispõe o Código Brasileiro do Ar s (Decreto-lei nº 32. Marco Aurélio. a começar pela contida no § 13 do mesmo art. 60). o campo de competência dos impostos. dispõe que cinqüenta por cento constituirá receita do Município onde estiver licenciado o veícul .05. 57. No tocante às aeronaves nacionai . j. Também cabível o argumento de que os Estados são competentes para o registro de veículos. CF 69.05. àquele que é licenciado em determinado Município (art. rel. EC 27/85): campo de incidência que não inclui embarcações e aeronaves (STF. p. Sepúlveda Pertence.09. como a expressão já o indica. 2.2002. j. 158. Pleno. ii) recurso cabível: recurso extraordinário. também acrescentado pela Emenda nº 27. A Constituição define.Imposto sobre Propriedade de Veículos Automotores (CF. red. O art. interponha o recurso competente.Imposto sobre Propriedade de Veículos Automotores (CF.´ QUESTÃO: Como advogado da empresa Péricles Táxi Aéreo.2002. 155. Recurso Extraordinário nº 134. confiram-se os seguintes julgados: EMENTA: IPVA . de propulsão humana ou tração animal. Pleno. 64). 29. AERONAVES. Recurso Extraordinário nº 255. 23. porque estes. não para o registro de aeronaves. III da CF). em face da legislação e pela ordem natural das coisas. Do voto do Ministro red. DJU 13. Sepúlveda Pertence. i) endereçamento ao presidente ou vice-presidente do Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo. nos termos da legislação relativa. de 18/11/66) que são bens registráveis para efeito de sua condição jurídica. Os veículos automotores. 155. de forma genérica. por maioria de votos. III e § 13. Min. II da Constituição Federal é norma de Direito Financeiro. o Apelante vendera uma de suas aeronaves antes da ocorrência do fato gerador. em circulação pelas vias terrestres do País. no que tange à aeronave vendida. 4.111/SP. estão sujeitos a licenciamento nos municípios de domicílio ou de residência dos respectivos proprietários. rel. a Câmara de Direito Público do Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo manteve parcialmente a sentença recorrida. red. In casu. Inteligência do Art. iii) mérito: pleitear que a exigência do IPVA sobre a propriedade de aeronaves extrapola o campo de competência tributária estadual.509/AM. pronunciando Acórdão com a seguinte ementa: ³TRIBUTÁRIO. p/ acórdão Min. 29.2002. CF 69. EC 27/85): campo de incidência que não inclui embarcações e aeronaves (STF. p. DJU 13. já que a expressão ³veículo automotor´ refere-se. 1. 158. irrelevante para a matéria tributária. nos termos constitucionais. III. 3. estão sujeitos a licenciamento no muni ípio de seu domicílio ou residência de seus c proprietários. III e § 13. Já as aeronaves e embarcações devem ser registradas no Registro Aeronáutica Brasileiro e no Tribunal Marítimo. p/ acórdão Min. reboques. extraímos o seguinte trecho: Esse campo material de incidência do imposto sobre propriedade de veículos automotores resulta ainda de outras normas constitucionais. IMPOSTO SOBRE A PROPRIEDADE DE VEÍCULOS AUTOMOTORES. III.12. art. Vencido o Desembargador Fulano de Tal. art. cf. Exigência descabida do imposto. EMENTA: IPVA . 23 da Constituição Federal. art. Essa locução adverbial de lugar somente o pode ser referida aos veículos terrestres.de São Paulo. carretas e similares. tratando da destinação do produto da arrecadação do imposto. que. só podendo constituir . cf. Min. Recurso parcialmente provido. III da Constituição Federal. de 1985. 57 do Código Nacional de Trânsito: Art. o art. O termo ³Veículo Automotor´ abrange. art. Dispõe. qualquer veículo que possua motor e se locomova. com efeito. Marco Aurélio. 23. respectivamente.

na qualidade de empregador. não há incidência do ITCMD nesta hipótese. Desta forma. QUESTÃO: Elabore a medida judicial adequada para defender os interesses de Antonio. no interior. As ações que foram doadas para Antonio são levadas à colação no processo de inventário.. órgão encarregado de emitir os certificados de matrícula. Antonio. constitucional e administrativo. inclusive os que haviam sido objeto da antecipação de legítima. porque se apresentam frontalmente conflitantes com as regras constitucionais que declaram a competência legislativa exclusiva da União. 3ª Câmara de Direito Privado. possuam pelo menos 30% de seus empregados com idade superior a 40 anos. Des. ´n´. de 10 de janeiro de 2002. redigindo a fundamentação e o pedido nos termos que entend aplicáveis. I ± tributário.495/2.01.objeto de direito através de assentamentos no Registro Aeronáutico Brasileiro do Ministério da Aeroná utica.2002. a partir de seus efeitos. que instituiu o Im posto sobre Transmissão Causa Mortis e Doações de Quaisquer Bens ou Direitos ± ITCMD. daquele d Estado. assim. inviabilizando a tese de que caberá recolher imposto causa mortis também sobre o valor dos bens doados ± Bitributação inadmissível ± Provimento (TJSP. na forma a ser fixada em decreto do Poder Executivo. único). 8º. DJ SP I 28. constitui simples indicação nos autos do processo de inventário. 1/18809. n. O Governador do Estado de São Paulo propôs ação direta de inconstitucionali ade contra a Lei no 9. A competência para legislar sobre direito aeronáutico e marítimo é exclusiva da União (Constituição. dependendo da Comarca). er i) elaborar ação de repetição de indébito. 10 e 12). Ênio Santarelli Zuliani. portanto.12. 2002 e seguintes do Código Civil de 2002. art.992. Em janeiro de 2004. Antonio lê uma entrevista de um advogado no jornal. ações de uma empresa situada no Estado de São Paulo. por parte da pessoa jurídica referida no caput deste artigo.406. de modo que os valores já recolhidos poderiam ser restituídos ou compensados com outros débitos de tributos estaduais. § 1o O incentivo fiscal de que trata esta lei corresponderá ao recebimento. XVII. depois da edição do novo Código Civil ± Lei no 10. 675). sendo natural. XVII. e foi recolhido o ITCMD sobre todos os bens arrolados no inventário. a atribuição constitucional de competência impositiva sobre a propriedade de veículos automotores. p. que defende a não-incidência do ITCMD nesta hipótese específica. b). § 2 Os portadores dos certificados poderão utilizá-los para pagamento dos seguintes impostos: o o .085/95. confira-se o seguinte julgado: Inventário ± Herdeiros que informam as doações que o pai fez em vida (adiantamentos de legítima) para.) Os Estados-membros têm competência para legislar supletivamente sobre tráfego e trânsito nas vias terrestres (Constituição. rel. não têm qualquer validade. (. José doa para seu primeiro filho. A colação. apresentarem plano de partilha proporcional sobre os bens que remanescem ± Hipótese de partilha justa ou eqüânime que se fez em vida (art. Neste sentido.. a autonomia estadual se estende ao campo da navegação marítima ou aérea. 1 Fica instituído incentivo fiscal para as pessoas jurídicas domiciliadas no Estado que. art. j. Agravo de instrumento nº 272. 8º. porque a doação ocorreu antes da edição da lei que instituiu o referido imposto no Estado de São Paulo. requerendo a repetição do indébito do tributo (tendo em vista que não há possibilidade legal de compensação). vol. p. Normas locais que impõem o registro e licenciamento de embarcações e aeronaves em cadastros dos Estados interessados. Antes de ser editada a Lei paulista no 10. em nenhum ponto. Mas. de certificados expedidos pelo Poder Público. com o intuito de igualar a legítima dos descendentes e do cônjuge.2003. para obter sua opinião legal sobre o caso. 36 ± Repertório IOB de Jurisprudência. nos termos do art. para fins de cobrança do IPVA. e par. Vara Cível ou Vara Única. do valor dos bens doados pelo de cujus ainda em vida. 1776 do CC). dirigida ao juízo competente (na Capital. correspondentes ao valor do incentivo. José falece em 15 de janeiro de 2003. 03. que é condição para sua utilização (arts. O diploma em análise dispõe sobre incentivo fiscal para pessoas jurídicas que possuam empregados com mais de 40 anos e está assim redigido: Art. de 21 de dezembro de 2001. uma das Varas da Fazenda Pública. Antonio consulta-o/a como advogado/a. ii) No mérito.

que o incentivo foi dado de forma abstrata e totalmente impessoal. A sabedoria gerada no estudo e na experiência nos tornou condutores da jurisprudência nacional. relatora do caso. a Casa Legislativa Paulista utilizou-se. temos demonstrado profunda e constante insegurança. qual é o termo inicial para a prescrição da ação de repetição de indébito nos casos de empréstimo compulsório sobre aquisição de . Ofensa ao princípio da Igualdade: não se configura a ofensa: o princípio da igualdade não se opõe à existência de normas indutoras. Saber jurídico a que se refere a CF é a sabedoria que a vida nos dá. do texto constitucional. a cada incidência. depende da autorização do CONFAZ. no dizer da Ministra Ellen Gracie. do caráter extrafiscal que pode ser conferido aos tributos. de 1% e 5%. da CF. ou pode acarretar. segundo o número e a idade dos empregados. No caso. relativo ao ICMS. descabe cogitar de ofensa o princípio federativo ou a qualquer outra limitação constitucional. para equilibrar uma situação de desigualdade social. sobretudo quando a lei. por certo estabelece uma segregação não permitida pela Constituição. Somos condutores e não podemos vacilar. ainda. para ser validamente concedido. respeitados os limites. em relação ao imposto sobre a propriedade de veículos automotores. por parte dos Estados ou do Distrito Federal. caput. a preferência de. para estimular uma conduta por parte do contribuinte. que poderá ser ampliado. na medida em que é inegável que o incentivo financeiro. XII.08. Aduz. É admissível a pretensão do autor quanto às ofensas aos dois princípios constitucionais alegados? Fundamentar. no caso ora em análise. da Constituição Federal. assumimos. da Constituição Federal.2001). respectivamente. e 7o. mínimo e máximo..577. o precedente da ADIMC 1. XXX. entretanto. pelo menos. significativo segmento do mercado de trabalho pelos trabalhadores com mais de 40 anos de idade e que o encorajamento. excitado pelo benefício tributário. g.2002). A própria Ministra Ellen Gracie citou.736-SC: Outra razão. o compromisso de que somos notáveis conhecedores do Direito. Vejam a situação em que nos encontramos: se perguntarem a algum dos integrantes desta Seção especializada em Direito Tributário. Saber jurídico não é conhecer livros escritos por outros. quando do julgamento do Agravo Regimental no Recurso Especial no 382. XII. Ofensa ao Princípio Federativo: No que tange ao IPVA. de receita proveniente daqueles tributos. previsto no artigo 155. A presente questão foi examinada pelo Plenário do Supremo Tribunal Federal. conforme a regra do art. Min. admite. não podemos confessar que a tomamos. Assim faz o STF. abrindo mão de uma parte da receita do Estado. 155.fiscal desencadeia. letra ³g´. ditas extrafiscais. o incentivo fiscal. que adoto como fundamento de voto. que a lei em comento fere o princípio federativo. prevista na Lei Complementar 24/75. finca-se na natureza do Superior Tribunal de Justiça. Néri da Silveira (DJU 31. ainda. (.) O autor da ação aduz que esta norma viola o disposto nos artigos 5o. Quando chegamos ao Tribunal e assinamos o termo de posse. Observe o seguinte trecho do Voto-Vista pronunciado pelo Ministro Humberto Gomes de Barros. sua ampliação de forma progressiva.276-2 São Paulo (DJU 29.. 155. Rel. que decidiu: Inviável a concessão. ressaltando. legitimamente. segundo o número e a idade dos empregados. animado desmesuradamente o efeito financeiro. § 2º. II. em decisão unânime (ADIn 1. que temos notável saber jurídico.1) sobre operações relativas à circulação de mercadorias e sobre prestações de transporte interestadual e intermunicipal e de comunicação. já que o tema não foi objeto de deliber ação do Conselho Nacional de Política Fazendária ± Confaz. sem nenhuma vaidade.11. § 4o Os benefícios de que trata esta lei deverão ser previstos na elaboração do projeto de lei orçamentária. § 2º. Quando digo que não podemos tomar lição.. de forma progressiva. § 3o Anualmente. de benefício fiscal. e 2) sobre propriedade de veículos automotores até o limite de 15% do valor dev ido. Nos últimos tempos. no que se refere ao ICMS. unilateralmente. a Assembléia Legislativa fixará o montante global a ser utilizado como incentivo. diante da regra do art.

a discussão ainda não versava acerca da revogação. Nas praias de Turismo. aquelas sociedades teriam o direito à isenção. 1º do Decreto-Lei nº 2.. São isentas da contribuição: I ± omissis II ± As sociedades civis de que trata o artigo 1º do Decreto-Lei nº 2.397 assim dispunha: Art.430/96. 6º da Lei Complementar nº 70/91. adotando interpretação restritiva das normas acima. Quando da edição da Súmula. Agora estamos a rever uma Súmula que fixamos há menos de um trimestre. (ii) o novo debate que se passou a travar tem a ver com a revogação da isenção veiculada pelo art. o referido art. A partir do exercício financeiro de 1. quando todos os passageiros da bóia estão dentro do mar. no qual se discutia. como condutor daqueles que pagam. Hoje. dos contribuintes. daquela isenção. Naquela época. por exemplo. ninguém sabe mais. Agora dizemos que está errada. pelo mundo afora. Garcia Vieira. por diversos precedentes. Por sua vez. entendia que as sociedades civis deveriam ser. (. porque alguém nos deu uma lição dizendo que essa Súmula não devia ter sido feita assim. são isentas da Cofins. (. a lancha desloca-se em linha reta e. Relator Min. até centenas de precedentes. acerca da questão mencionada? (i) A Lei Complementar nº 70/91. ou não. não incidirá o Imposto de Renda das pessoas jurídicas sobre o lucro apurado.397/87. existe um brinquedo em que uma enorme bóia. Para tanto. Há dez anos que o Tribunal vem afirmando que o prazo é decenal (cinco mais cinco anos). o Resp 144. A revisão. e porque depois se iniciou novo debate. até o advento da Lei no 9.. irrelevante o regime tributário adotado.veículo ou combustível.12.) Nós somos os condutores. que também sou. cada um haverá de dizer que não sabe. a revisão da Súmula 276/STJ. dobrava para a direita e os passageiros sem saber nada. ter decidido que. descreve curvas de quase noventa graus. sob pena de perder o direito à isenção. Ministro Castro Meira. proposta pelo Relator. 6º..989. O Voto acima foi proferido por ocasião de um julgamento. o STJ pa rece ter assumido o papel do piloto dessa lancha. cheia de pessoas é arrastada por uma lancha.430/96. em seu art. Daí o STJ. 6º. e eu ± Ministro de um Tribunal cujas decisões os próprios Ministros não respeitam ± sinto-me triste.. Como contribuinte. . de repente. optantes pelo regime de tributação pelo lucro real.430/96. Ele foi concebido como condutor dos tribunais e dos cidadãos. em síntese. a discussão era de outro jaez: a Fazenda Nacional. Nosso papel tem sido derrubar os jurisdicionados. irrelevante o regime tributário adotado. O jogo só termina. 1º. a pesar de já existirem dezenas. necessariamente. independentemente do regime de tributação escolhido para fins de imposto de renda. de 22. registradas no Registro Civil das Pessoas Jurídicas e constituídas exclusivamente por pessoas físicas domiciliadas no País.) O Superior Tribunal de Justiça existe e foi criado para dizer o que é a lei infraconstitucional. pelo artigo 56 da Lei nº 9. como. Pois bem. daria à Sumula a seguinte nova redação: As sociedades civis de prestação de serviços profissionais. no encerramento de cada período-base.851/RS. Qual a controvérsia jurídica existente anteriormente à edição da Lei no 9. cujo enunciado é: As sociedades civis de prestação de serviços profissionais são isentas da Cofins. até que eles de repente descobriram que estavam perdidos: O avião com o Superior Tribunal de Justiça está extremamente perdido. Em matéria tributária. pelas sociedades civis de prestação de serviços profissionais relativos ao exercício de profissão legalmente regulamentada. que levou à edição da Súmula 276.1987. mergulho em insegurança como um passageiro daquele vôo trágico em que o piloto que se perdeu no meio da noite em cima da Selva Amazônica: ele se virava para a esquerda. fixou norma de isenção da COFINS nos seguintes termos: Art. A função do piloto dessa lancha é fazer derrubar as pessoas montadas no dorso da bóia.

o entendimento de que seria necessária uma lei complementar para revogar a isenção. decide a locatária assumir o ônus do imposto. resolve abrir uma filial na Capital do Estado do Rio de Janeiro. A fim de iniciar as operações da nova filial. desde que indicada. nada obstando. ocorrendo a operação antes de decorrido o prazo de quatro anos contado da data de sua aquisiçã não se permite. Como é comum nesse ramo de atividades. sujeitos à retenção de 15% (quinze por cento).000. na última sexta-feira. i. O valor acima referido é o efetivamente remetido.00 = 0.000 x 0. conquanto formalmente complementar. Apurar o montante de imposto devido sobre a apuração (não será exigido o ac erto do cálculo aritmético. a Seção decidiu pela manutenção da Súmula.. No julgamento acima relatado. solicitando que você informe o montante que deverá ser recolhido. prevalecendo. sediada no Brasil. sediada na Capital do Estado de São Paulo. das quantias ou . 685 do vigente Regulamento do Imposto de Renda. em moeda corrente. o estabelecimento paulista transfere outros 100 carrinhos. na fonte. No caso dos bens adquiridos em 2003. para o transporte de sorvetes a serem vendidos nas praias. para o estabelecimento paulista. por o Juiz de Direito haver determinado a expedição de ofício ao Banco Central. daí. nos termos do art. no Brasil. Os pagamentos a não residentes. Pessoa jurídica. que se encarregará da distribuição de sorvetes a vendedores autônomos. seria materialmente ordinária. a empresa remete ao novo estabelecimento 200 carrinhos de sorvete adquiridos em junho de 2003 pelo estabelecimento paulista de um fornecedor local. sua aquisição dera direito à empresa de se creditar do imposto (que incidira à alíquota de 18%) na razão de 1/48 (um quarenta e oito avos) por mês. apenas outra lei complementar a poderia revogar. estão. apresente as conseqüências. de sua propriedade. buscou-se sustentar que a Lei Complementar nº 70/91. Trata-se de transferência interestadual de bens do ativo permanente. Aplica-se. a empresa possui carrinhos de sorvete. já não mais tendo como cobrar o imposto da locadora.00 a empresa sediada nos Estad Unidos. na alta temporada. efetua uma remessa de R$ 1. A operação de transferência de bens do ativo permanente não é tributada pelo ICMS. em caso positivo. entretanto. de ambas as operações. não cabe mais falar em perda de valor a creditar. Empresa fabricante de sorvetes. com o bloqueio e transferência. tendo transcorrido o quadriênio a que se fez referência acima. de regra. naquele Tribunal. requisitando informações sobre a existência de ativos financeiros em nome da executada. a partir da data da alienação. o creditamento do o.47 Em sede de Execução Fiscal ajuizada pela Fazenda do Estado de São Paulo perante o Juízo de Direito da Vara das Execuções Fiscais da Comarca de São Paulo. resolvendo-se a questão pela seguinte regra de três: R$ 1. Como a demanda. Já quanto aos bens adquiridos em 2001. adquiridos em 1o de janeiro de 2001. Ou seja: a empresa perde o crédito relativo à parcela ainda não creditada. a operação). com seu teor ori ginal. não localizados em países com tributação favorecida. por maioria de votos. foi surpreendida. § 5o. 725 do mesmo Regulamento. a Distribuidora Igreji Ltda. ser a isenção por ela concedida revogada por lei ordinária. em relação à fração que corresponderia ao restante do quadriênio (art. superou em muito a expectativa inicial. a técnica de gross up. Tendo em vista a legislação do ICMS. com exatidão. Informada de que haveria incidência de imposto de renda na operaçã e o. imposto. 20. no Brasil.15 Donde se extrai a seguinte fórmula para apuração do imposto devido: X = (1. o valor informado foi líquido do imposto. V da Lei Complementar 87/96). disciplinada pelo art. tendo a isenção sido veiculada por uma lei complementar.A discussão então travada passou a ser se. o valor que foi recebido.e. então. a título os de aluguel do imóvel que a primeira ocupa. em nome do princípio da hierarquia das leis.85 X = 0. No caso. que são cedidos a autônomos (os sorveteiros). já que não se trata de mercadoria.000. pela locadora.85 X = R$ 176.15)/ 0.

300 kg. alegando que o legislador ordinário pode definir prestação de serviços decomunicação. QUESTÃO: Na qualidade de advogado da Distribuidora Igreji Ltda. sediada na Capital do Estado de São Paulo. No primeiro caso. para efeitos tributários. Lei no 9. onde opera serviços de telefonia móvel. A Telecelular S/A. tome a medida judicial cabível para permitir que ela possa movimentar livremente seus recursos. Ademais. segundo se argumenta na decisão. com os fundamentos jurídicos para sustentar a não incidência do ICMS sobre a taxa de habilitação dos aparelhos móveis celulares. Precedente: STJ. Medida Judicial cabível: Agravo de Instrumento. b. Juiz de Direito da Vara das Execuções Fiscais da Comarca de São Paulo. impetrou Mandado de Segurança preventivo. já que se trata de conceito empregado para a demarcação de competências tributárias (art. no próprio processo. Relator Ministro Francisco Falcão (DJU 9. perante o mesmo ida Tribunal. se o respectivo serviço é justamente o conjunto de atividades que possibilitam a respectiva oferta. de bens imóveis na Capital. pode determinar a imposição tributária em relação ao fato gerador estabelecido no Convênio ICMS no 69/98. baseando-se no Convênio ICMS no 69/98. 105. § 1º do CTN). de queijo prato. 60. O Juiz de primeiro grau julgou improcedente o . exceto pelos ent aves burocráticos que a primeira impõe. perante o Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo.. inexistindo razão para procurar outros bens já que é notório que a atividade da Executada implica grande movimentação financeira. não há razão para não se dar à habilitação o tratamento tributário dos serviços de comunicação a ela relacionados. com o ac obertamento de nota fiscal de valor aquém da pauta mínima estabelecida na região. com pedido de efeito suspensivo.472/97) não impede a compreensão da habilitação como uma de suas modalidades. Com efeito. na qual buscava o cancelamento de crédito tributário decorrente de auto de infração lavrado em seu desfavor. da Constituição Federal) Mérito: (1) inexistência de prestação de serviço no mero ato de habilitação: o ICMS pressupõe a efetiva prestação do serviço de comunicações.2005) A Cooperativa Mista Dos Produtores Rurais Do Estado De São Paulo impetrou ação anulatória de débito em que contende com a Fazenda Pública do Estado de São Paulo. perante o Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo. A referida ordem foi dada não obstante a existência de penhora. não havia notícia de que os referidos bens não despertariam o interesse de eventuais arrematantes. por transportar 12. esta informou nos autos que quando aceitara a primeira penhora. QUESTÃO: Na qualidade de advogado da Telecelular S/A. II. e o Secretário de Estado da Fazenda. Medida Judicial Cabível: Recurso Ordinário em Mandado de Segurança.368-MT. 108. já não dispondo de crédito na praça. em tudo semelhante ao bloqueio de contas bancárias. com pedido de med liminar. apresente o recurso cabível contra a decisão. Recurso Ordinário em MS 11. endereçado ao Superior Tribunal de Justiça (art. apontar ato coator do MM. no segundo. executor da política tributária e financeira do Estado. ao nosso ordenamento não arrepia a penhora de faturamento. acolhendo manifestação da Exeqüente.2. permitindo rápida e eficaz garantia do crédito tributário. Alternativamente: Mandado de Segurança. que dispõe a esse respeito. que impede a extensão do tratamento tributário dado aos serviços de comunicação à habilitação que os precede. a agravada é a Fazenda Pública do Estado de São Paulo. visando a não ser constrangida ao pagamento de ICMS sobre o valor cobrado de seus assinantesa título de habilitação do aparelho móvel celular. Além disso a definição de serviços de telecomunicações (art. Ademais. 110 do CTN). (3) a definição de prestação de serviços de comunicação não pode ser alterada exclusivamente para fins tributários.importâncias depositadas até o limite do débito exeqüendo. O acórdão recentemente proferido pelo Tribunal denegou a ordem. o que inocorre quando da mera disponibilização do serviço ao usuário (2) proibição de analogia gravosa em matéria tributária (art. A referida Distribuidora r depende de recursos financeiros para a sua atividade.

ficou evidente que a exploração do imóvel estava relacionada com a obtenção de recursos para a própria Santa Casa atingir sua finalidade. 148 do CTN. pois. No caso. 97 do CTN. d) ³Não há qualquer incompatibilidade das pautas com a CF?88. A posse por um contrato de uso. ³c´ da Constituição Federal). do Decreto-lei no 406?1968 e 8o. afastando-se. Em sua defesa. Aviado recurso de apelação. na região central da cidade. O § 5º do art. daí. a autoridade administrativa pode valer -se do arbitramento somente quando não merecer fé ou for omissa a declaração do contribuinte. nos termos do mesmo dispositivo. entidade assistencial sem fins lucrativos. com prazo determinado. (2) Violação do art. no qual exerce atividade hospitalar a pessoas carentes. Sendo o IPTU um imposto sobre a propriedade. tendo em vista que a Santa Casa é imune ao imposto (art. do CTN). A Santa Casa de determinada localidade. do Convênio ICMS 66?88 possibilitam ao Fisco valer-se de arbitramento para estabelecer valores´. é possível sua aplicação´. I . foi autuado em virtude de não haver recolhido ICMS sobre reajuste de preço. a base imponível (base de cálculo). I. podendo o Fisco valer-se dela sempre que o preço declarado pelo contribuinte for consideravelmente inferior ao de mercado´. O Armazém San Genaro Ltda. II. em Acórdão publicado há dez dias. caso haja reajuste do valor . Não é devido o IPTU. argumentando que: a) ³Ocorrendo o fato gerador na saída da mercadoria. pois sua utilização não importa em aumento de tributo (art. é a existente quando da aludida saída. dirigido ao Superior Tribunal de Justiça Mérito: (1) violação do art. apresente o recurso cabível. mas. por um ano. sendo considerado contribuinte. dando ao vencedor o direito de uso do terreno do estacionamento.pedido. visando à reforma do acórdão acima referido. alegou o contribuinte que o reajuste de preç o foi acertado com seu cliente após a saída da mercadoria e até mesmo depois de a mercadoria ter entrado no estabelecimento destinatário. bem como os artigos 2o. Para obter recursos de maior monta. QUESTÃO: Na qualidade de advogado da Cooperativa. o Tribunal a quo manteve a sentença. Medida Judicial Cabível: Recurso Especial. Procedem os argumentos do contribuinte? Por quê? O argumento do contribuinte não procede. promoveu campanha de rifas. fato posterior ao surgimento da obrigação tributária. o valor do reajuste poderia estar sujeito à tributação no Estado onde já se encontrava a mercadoria por ocasião do pagamento do reajuste. já que o arbitramento pressupõe processo regular. em benefício de suas finalidades. a indicação de um possuidor como contribuinte apenas é possível se a posse se faz com animus dominis. O ganhador resolveu utilizar o referido terreno para estacionamento de seus familiares. sem qualquer ônus. 148 do CTN. Segundo o contribuinte. na qualidade de possuidor do imóvel a título de direito de uso (art. incompatível com o regime de pauta de valores mínimos. É devido o IPTU nas circunstâncias relatadas? Fundamente a sua resposta. como já dito alhures. em venda interestadual. é detentora de um imóvel. já que somente a lei pode fixar a base de cálculo do tributo. ademais. ocorrido após a remessa das mercadorias. a ser considerada. b) ³O art. 13 da Lei Complementar 87/96 é claro ao dispor: Nas operações e prestações interestaduais entre estabelecimentos de contribuintes diferentes. VI. 150. sendo. em adequação da base imponível sobre a qual incidirá a alíquota´. 97. 150 CF). e explora parte de seu terreno como estacionamento. 34 do CTN). o § 4º do mesmo art. No início do ano foi notificado pela Prefeitura Municipal para pagar o IPTU. Se tal base de cálculo for inferior à da pauta de valores já vigente. não caracteriza aquele animus. c) ³Há previsão legal no Estado de São Paulo para a utilização de pauta de valores.

O contribuinte que ministra aulas a pessoas jurídicas terá maior recurso em caixa. pelas pessoas jurídicas envolvidas. QUESTÃO: Considerando a penhora de 30% do faturamento da executada. para dar aulas aos respectivos diretores presidentes. dep de atendidas as obrigações tributárias do mês. Uma empresa sofre execução fiscal promovida pela Procuradoria da Fazenda do Estado de São Paulo e. de cada aluno. inferior a R$ 48. . a empresa executada permanece inerte. No ano base de 2004.00 a cada mês. por: (i) pessoa jurídica sediada no País. que o ois outro. em iguais proporções. em separado.depois da remessa ou da prestação.000. A atividade descrita não afasta a opção.00 (seis milhões de reais).00. o que poderia comprometer as suas atividades e o fato de ter a executada indicado outros bens que julga terem liquidez. No final de cada mês. que chega a 27.000. pois. Dois professores de inglês cobram de seus alunos valores idênticos. a executada oferece à penhora bens de sua propriedade. recurso que.00 (cem mil reais). Todavia. perante o Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo. ao recolhimento do imposto. a AUTOLÁ S/A pretende analisar a alteração dessa sistemática com o fim de pagar menos IR e consulta-o a respeito da tributação pelo lucro presumido. a executada interpõe. sujeitando-se. como máquinas utilizadas em sua linha de produção. agravo de instrumento contestando a falta de liquidez e pedindo o levantamento da penhora sobre o faturament . As receitas da sociedade decorrem exclusivamente do comércio de automóveis no País. argüindo a baixa liquidez destes bens no mercado e. apresentando no respectivo ano faturamento de R$ 6. é possível a opção pelo lucro presumido? Observado o limite de faturamento.recurso especial perante o Superior Tribunal de Justiça. a quantia de R$ 1.000. tomar as medidas cabíveis nos autos do agravo de instrumento. e (ii) por sociedade residente em país com tributação favorecida (paraíso fiscal).000. cada uma adotará a base de cálculo de R$ 1. a Fazenda Pública protocola petição rejeitando os bens oferecidos.00. Exclusivamente do ponto de vista da legislação do imposto de renda. foi declarado improcedente.000. explicando a diferença. adotando a base de cálculo de R$ 5.000. pedido que é integralmente deferido pelo juiz. Sendo cinco pessoas jurídicas. a AUTOLÁ S/A pagou o imposto de renda pela sistemática de tributação do lucro real. eles constatam que um deles possui maior recurso em caixa. na faixa de isenção e não havendo imposto a recolher.000. sociedade que se dedica ao comércio de automóveis tem o capital social detido.5%. Contra a referida decisão. no ano anterior. recaindo. enquanto o outro é contratado por cinco pessoas jurídicas diversas. nem tampouco a circunstância de seus sócios serem pessoa jurídica com faturamento superior àquele montante ou residente em paraíso fiscal. A AUTOLÁ S/A.000. Após tomar ciência da relação de bens indicados pela executada. como advogado da empresa. nos cinco d ias indicados pelo juiz para quitar a dívida ou oferecer bens à penhora. transcorrido o prazo indicado. na tabela progressiva. . daí. paralelamente. não há óbice à opção pelo lucro presumido. Identifique qual dos contribuintes possui maior recurso em caixa. por votação unânime da turma o julgadora. No início do ano de 2005. a diferença fica sujeita ao imposto no estabelecimento do remetente ou do prestador. solicita a penhora de 30% do faturamento da executada.00 (mil reais). Nenhum deles possui dependentes nem efetua gastos com previdência social ou educação. Cada um deles possui cinco alunos e recebe. Já aquele contribuinte que presta serviços a pessoas físicas sujeita-se ao Recolhimento Mensal Obrigatório (carnê-leão). Um deles ministra aulas a cinco pessoas físicas diferentes. tributada pelo lucro real e cujo faturamento anual é de R$ 100. já que está sujeit à retenção na o fonte.

foi expedido precatório tendo a União Federal. salvo as hipóteses de mandado de segurança. QUESTÃO: Por julgar indevido o ISS sobre serviços de comunicação e. ingresse com a medida cabível para reformar o despacho que indeferiu o levantamento do depósito judicial do precatório. localizado no estado de São Paulo. esta Turma entendeu que poderia penhorar 30% do rendimento da empresa. Estaduais.Ingressar com Ação Anulatória de Débito Fiscal. porque isso equivale a penhorar a própria empresa (. . Após o trânsito em julgado de decisão favorável ao contribuinte em ação de repetição de indé bito. . nos termos do artigo 19 da Lei 11.. .artigo 38 da Lei 6. além do ICMS. .trata-se de um ato coercitivo para cobrança de tributos (cobrança indireta) e que fere os princípios da legalidade. Em 10/06/2004.requerer a declaração de inexistência da relação jurídica e a anulação do crédito inscrito em dívida ativa. a penhora sobre o faturamento somente tem cabimento na ausência de oferecimento de bens alternativos. na iminência de sofrer uma execução fiscal.033/2004.830/80 ± ³A discussão judicial da Dívida Ativa da Fazenda Pública só é admissível em execução. o ³Estabelecimento X´.. . depositado integralmente o valor a que havia sido condenada a pagar. .a lei não pode retroagir para atingir a coisa julgada ± a lei não poderia ter efeitos sobre os precatórios já expedidos ou com pagamento em curso.Trecho do Julgado: ³Inicialmente. Tomar as providências cabíveis. QUESTÃO: Como advogado do contribuinte. O valor é composto. que poderia comprometer os seus negócios. a empresa o constitui como advogado para defender os seus interesses. a empresa pode ficar inviável. Contudo. apresentando a adequada fundamentação. Em hipótese alguma será considerada a redação escrita neste espaço. O prazo para impugnação administrativa expira..segundo entendimento de grande parte da jurisprudência. especificamente do STJ.) Se houver penhora do faturamento ou do rendimento. no momento em que o contribuinte requereu o levantamento do depósito judicial. sediada no Município de São Paulo. em 2003. é autuada em decorrência do não pagamento de Imposto Sobre Serviços de Qualquer Natureza (ISSQN) em relação aos valores recebidos pela prestação de serviços de comunicação. na forma desta Lei. mas. monetariamente corrigido e acrescido dos juros e multa de mora e demais encargos. o juiz da Xa Vara Federal de São Paul o indeferiu o pedido alegando não ter o contribuinte apresentado as certidões negativas de Tributos Federais. localizado no estado do Ceará e que faz referida aquisição para incorporação no seu ativo fixo. depois.´ A Empresa Globalcomunications Ltda. uma vez que o gravame deverá importar o menor ônus ao contribuinte executado.Interposição de Agravo de Instrumento dirigido ao Tribunal Regional Federal da 3ª Região. pelos seguintes montantes: (ii) meramente para fins desta questão. sejam as seguintes: . esta precedida do depósito preparatório do valor do débito. ação de repetição de indébito ou ação anulatória do ato declaratório da dívida.efetuar o depósito do montante discutido . vende uma máquina para a produção de fósforos. suponha-se que as alíquotas internas (hipotéticas) de ICMS para o produto mencionado no caso acima.a penhora sobre o faturamento poderá conduzir a empresa à insolvência . a Turma e a própria Seção mudaram a orientação e não permitem mais a penhora do rendimento da empresa.e sem que a empresa autuada tome qualquer iniciativa. bem como a certidão de regularidade para com a Seguridade Social. Municipais. igualdade e coisa julgada.os serviços de comunicação devem ser tributados pelo ICMS e não pelo ISS. em cada um dos estados mencionados. tendo sido então o débito inscrito em Dívida Ativa há cinco meses. . adquirida pelo ³Estabelecimento Y´.´ .

07) ± R$ 408.000.709.000.00 (IPI.000.93 ± R$ 408. Considerando que as ações ingressaram no -se patrimônio particular do herdeiro pelo valor de R$ 1. não deve ser recalculado para fins de resolução desta.00 R$ 30.08 R$ 35. neste caso ± aquisição para ativo fixo ± entra na B.68 ± R$ 408. calcular o ICMS devido em cada um dos Estados envolvidos.000. Na última declaração do imposto de renda elaborada pelo Sr.Estado São Paulo Produto Máquinas em geral Alíquota 12% Ceará Máquinas em geral 15% Componente Valor da Mercadoria Valor (em R$) 400.806.00 / (1-0.45 Erros de mero cálculo serão desconsiderados desde que indicadas corretamente as operações aritméticas.50 cada.000. cada uma delas valia R$ 1.00 Com base nos dados acima. 1) .000.Operação 1: Alíquotas: (i) interestadual ± 7% (ii) interna do CE (destino) ± 15% (iii) diferencial de alíquotas ± 8% Valor base para Cálculo: R$ 408.000.709.) ICMS a ser recolhido: Em SP (pelo produtor de máquinas) No CE (pelo produtor de fios) R$ 408. por ocasião da homologação do formal de partilha.00 (um real) cada. considerando as alíquotas interestaduais vigentes. Total 408. Nogueira faleceu deixando ao seu único herdeiro um lote de um milhão de ações de um grande banco brasileiro.68 x 0. O Sr.000.20 (um real e vinte centavos) a unidade e.50.709.00 * Trata-se de dado da questão.C. Nogueira. No momento do falecimento estas ações valiam R$ 1.00 IPI* 8.096.68 ICMS total recolhido na operação: R$ 65.00 R$ 408.00 / 0.00 R$ 438.000. estas ações tinham um valor de R$ 1. pergunta-se: Qual será a tributação de Imposto de Renda e R$ 438.77 .

. 84.³Art.000. especificamente da incidência do ICMS. vislumbrando a perda de receitas tributárias por força da isenção concedida pelo acordo internacional. Estados. Indaga -se: procede esta cobrança.00 = R$ 500..000..) Art.20 x R$ 1.00 x 4% = R$ 48.00 ± R$ 1.500. uma outra panificadora (Doces & Salgados) da mesma região. portanto. completando-se assim o processo de celebração do acordo internacional. .ITCMD ± R$1. em seguida. o Decreto nO a 2.IR ± contribuinte . . O Presidente da República.IR incidirá sobre a diferença entre R$ 1. .) VIII ± celebrar tratados. decide questionar a sua constitucionalidade. considerando-se que os sócios da Panificadora Pães & Bolos não tinham qualquer influência sobre as decisões que eram tomadas na Panificadora Doces & Salgados? Fundamente. A Panificadora Pães & Bolos adquire. Distrito Federal e Municípios. é expedido.000.00 . . sob a mesma ou outra razão . age como representante da República Federativa do Brasil. e continuar a respectiva exploração. tais como os defendidos por Ives Gandra Silva Martins e Roque Carrazza. sujeitos a referendo do Congresso Nacional. III. englobados União. da Constituição Federal.00 x 15% = R$ 75.200. 21. Analise a questão à luz do disposto no artigo 151. industrial ou profissional. Compete à União: I ± manter relações com Estados estrangeiros e participar de organizações internacionais (. Todavia.´ Há entendimentos no sentido de que tratados internacionais não podem conceder isenções de tributos municipais e estaduais.Trata-se de responsabilidade por sucessão tributária por aquisição de estabelecimento.000.20.o ITCMD será calculado com base no valor das ações por ocasião do falecimento ± R$ 1. já que os antigos sócios desta última resolveram aposentar-se.142/2004.000. obrigando a todos os entes da federação. Após a ratificação do acordo. . Referido acordo internacional tem o seu texto referendado pelo Congresso Nacional e. é promulgado o Decreto Legislativo nO 100/2004. Compete privativamente ao Presidente da República: (. pelo Presidente d República.ITCMD incidentes sobre a operação acima descrita? Como deverão ser determinadas as bases de cálculo e quem serão os contribuintes? Haverá a incidência de dois tributos ± ITCMD e Imposto de Renda.previsão no artigo 133 do Código Tributário Nacional.apenas a União goza da soberania e. fundo de comércio ou estabelecimento comercial. convenções e atos internacionais. Um determinado Estado da República Federativa do Brasil.00 = R$ 1.Herdeiro .000.Espólio O Brasil firma um acordo internacional com país vizinho visando assegurar a isenção de impostos incidentes sobre um empreendimento de grande importância estratégica para os dois países..000. por qualquer título.000. em meados de maio de 2005. no período compreendido entre novembro de 2002 e dezembro de 2003..³A pessoa natural ou jurídica de direito privado que adquirir de outra. em dezembro de 2004. a doutrina dominante entende tratar-se de lei de caráter nacional. e não apenas como representante da União.00.ITCMD ± contribuinte . . a Pães & Bolos é surpreendida com a cobrança de valores referentes a tributos federais não pagos pela Panificadora Doces & Salgados. . Todavia. na celebração dos tratados internacionais.000. apenas o seu representante pode celebrar tratados internacionais desta natureza.

inciso I. mediante pesquisa e coleta perm anente. o valor pelo qual o bem ou direito seria negociado à vista. de um imóvel seu para o Sr. artigo 97. . de forma a assegurar sua compatibilização com os valores praticados no Município.000. para efeitos deste imposto. ferindo o princípio da legalidade . a legislação do Município de São Paulo referente ao Imposto sobre a Transmissão de Bens Imóveis (Lei 11.000. indústria ou profissão. tome as medidas judiciais cabíveis visando assegurar o pagamento do tributo da forma menos onerosa possível.00 (setecentos mil reais). Parágrafo 1 o o : Os valores venais dos imóveis serão atualizados periodicamente.artigo 150. de 29 de dezembro de 2004.228/05. pois os sócios desta última. se este prosseguir na exploração ou iniciar dentro de 6 meses.´ . e cujo valor venal no carnê de IPTU é de R$ 600.impossibilidade de fixação da base de cálculo por decreto. Propriedade Predial e Territorial Urbana ² IPTU.00 (seiscentos mil reais). em condições normais de mercado. II ± o subsidiariamente com o alienante. tendo se aposentado. não deram seguimento à atividade. As partes têm interesse em fazer o registro da transmissão da propriedade no cartório de registro de imóveis o mais rápido possível. mediante contrato formal e regular. utilizada no exercício da transação. não fixou apenas critérios genéricos e abstratos para apuração do valor venal. com valor fixado em R$ 500. reaproveitar uma antiga regra contida no artigo 32 da Lei 4. . dispositivos estes que promoveram a alteração da b ase de cálculo do tributo mencionado. dos preços correntes das transações e das ofertas à venda no mercado imobiliário. se o alienante cessar a exploração d comércio. devidos até a data do ato: I ± integralmente. o que só seria possível por lei. QUESTÃO: Como advogado. O referido decreto estabelece: ³Artigo 7 : A base de cálculo do imposto é o valor venal dos bens ou direitos transmitidos. responde pelos tributos. por amostragem.000. Guimarães acabou de negociar a venda. indústria ou atividade. segundo a Planta Genérica de Valores. nova atividade no mesmo ou em outro ramo de comércio. Parágrafo 1o : Considera-se valor venal. por meio de seu artigo 17. relativos ao fundo ou estabelecimento adquirido. inciso I.artigo 9.o artigo 8º do Decreto.154/91) foi substancialmente alterada pelo Decreto Municipal no 46.A Panificadora Pães e Bolos terá que arcar integralmente com o débito da Panificadora Doces e Salgados. da Secretaria de Finanças do Município de São Paulo. inclusive com a participação da sociedade representada no Conselho de Valores Imobiliários. inciso II e parágrafo 1º .esta atualização implica verdadeira majoração da base de cálculo. Artigo 8o: A Secretaria Municipal de Finanças tornará públicos os valores venais atualizados dos imóveis insc ritos no Cadastro Imobiliário Fiscal do Município de São Paulo. O parágrafo 1º deste artigo determinou a atualização periódica do valor venal. Parágrafo 3o : O valor venal divulgado. em nenhuma hipótes será inferior à base de cálculo do Imposto sobre a e. mas não se trata de mera atualização monetária da base de cálculo . da Constituição Federal . Todavia. A Lei no 11. buscou.228/05. a contar da data da alienação.social ou sob firma ou nome individual. Machado. bem como pela Portaria no 81/05. Recentemente. segundo a qual fica a pessoa jurídica que possui débitos não garantido junto à União e/ou s INSS impedida de efetuar a distribuição de lucros aos sócios ou quotistas. este imóvel valeria R$ 700. que passou a ser fixada pelo Município com base na Planta Genérica de Valores. mas acabou prescrevendo a publicação do valor venal de cada imóvel em concreto.princípio da legalidade . sob pena de multa.357/64. mas sabem que este ato não será consumado na hipótese de o ITBI não ser recolhido consoante o Decreto Municipal no 46.Mandado de Segurança .00 ( quinhentos mil reais).´ O Sr.051.

.. nos exercícios de 2000 e 2001. a 50% (cinqüenta por cento) do valor total do débito não garantido da pessoa jurídica.. mas teme que este procedimento venha a lhe acarretar algum tipo de autuação fiscal. iniciada em janeiro de 2000. foi contratado para o cargo de diretor da Tokiofly Ltda.devido processo legal (CF. que possui débitos não garantidos perante a União. 32. em montante igual a 50% (cinqüenta por cento) das quantias distribuídas ou pagas indevidamente. em janeiro de 2006. do Código Tributário Nacional o .desobedecem a adequação dos meios.Embargos à execução . O Sr. alterado pelo artigo 17 da Lei no 11. estabeleceu se que: ³Art. QUESTÃO: Na qualidade de advogado do Sr. (.´ QUESTÃO: Considerando que a empresa Beta Gama S/A.pode-se também alegar violação ao princípio da proporcionalidade . . Ubaldo. por falta de recolhimento de imposto. o Sr.051/04. III. parte patronal. respectivamente... As pessoas jurídicas.a CF. contudo. uma vez que ele figurava no pólo passivo da execução fiscal. não garantido. executivo consagrado no mercado. fiscais ou consultivos. como o devido processo legal. artigo 195. segundo a nova redação do artigo 32.há cerceamento dos direitos fundamentais dos contribuintes. para com a União e suas autarquias de Previdência e Assistência Social. no prazo legal. desrespeita o princípio de menor ingerência possível nos direitos do cidadão .restrições ou proibições impostas ao contribuinte. taxa ou contribuição. II ± aos diretores e demais membros da administração superior que receberem as importâncias indevidas. Ubaldo. ingressado com recurso administrativo que pudesse suspender a exigibilidade do débito envolvido. tome as medidas cabíveis. . pretende distribuir dividendos a seus sócios. A empresa sofreu autuação fiscal em setembro de 2005. Ubaldo recebeu amplos poderes dos sócios. não poderão: (.) § 1o A inobservância do disposto neste artigo importa em multa que será imposta: I ± às pessoas jurídicas que distribuírem ou pagarem bonificações ou remunerações. apenas excepcionalmente a sanção indireta tributária. enquanto estiverem em débito. 5.Mandado de Segurança . parágrafo 3º..artigo 135. empresa do segmento de helicópteros e que passa por graves dificuldades financeiras. sem ter.357/64.sanções indiretas . como advogado tome as providências cabíveis defendendo os interesses da empresa.) b) dar ou distribuir participação de lucros a seus sócios ou quotistas. Seguiu -se a execução fiscal com a penhora dos bens pessoais do Sr. Em vista do delicado quadro financeiro da empresa e para que fossem adimplidos os compromissos com empregados e fornecedores. art. prevê. da Lei 4. bem como a seus diretores e demais membros de órgãos dirigentes. Para o exercício da sua delicada função. em montante igual a 50% (cinqüenta por cento) dessas importâncias. para promover o seu saneamento e torná -la novamente lucrativa. LIV) é suprimido . como forma indireta de obrigá-lo . acabou-se por não pagar a contribuição previdenciária. Ubaldo.Assim. § 2 A multa referida nos incisos I e II do § 1o deste artigo fica limitada.

tendo a empresa sido citada em 06/07/05. . os ganhos com ações são tributados na fonte a 15% pelo imposto de renda e projetando um resultado estimado de ganho no valor de R$ 100. tendo. se deve investir como pessoa física ou capitalizar a sua empresa e. Oriente o Sr. O Sr. os a respectivos valores não foram recolhidos em favor da União Federal. Todavia. Orientar a Empresa X a fazer a retenção do ISS sob pena de responsabilidade. Considere. oriente a I empresa X na hipótese de a prestadora de serviços (empresa Y) não ter efetuado o cadastro exigido junto à Prefeitura de São Paulo. O Sr. Em 05/07/2005 foi ajuizada execução fiscal para cobrança da dívida. Pierre passará a ser tributado segundo o princípio da universalidade . efetuar a aplicação através da pessoa jurídica. Ocorre que.598/05. do Município de São Paulo.deverá pagar imposto sobre o rendimento auferido no Brasil e na França . pelo tomador.249/95. mudou-se há três anos de Paris para São Paulo para viver com a sua esposa brasileira. ou seja. tomando-se as datas de ocorrência dos fatos geradores até a distribuição da ação de execução fiscal. A execução foi ajuizada quase um ano e meio após a inscrição em dívida ativa (05/07/2005). que o serviço prestado pela empresa Y esteja previsto no Decreto Municipal no 46. Andrade. nos termos de seu contrato social. obviamente.sustentar que mero não pagamento de tributo não configura excesso de poder ou infração de lei suficiente para responsabilizar pessoalmente o diretor A empresa X auferiu receitas ao longo do exercício de 1999. terão que se cadastrar na Prefeitura deste município para não sofrerem a retenção. contratou os serviços da empresa Y. Considerando que os serviços serão prestados para a empresa X em São Paulo e observado o disposto na Portaria SF no 101/2005. está em Barueri. Pierre continua a receber uma série de rendimentos pagos por fontes situadas na França e que somam cerca de R$ 50. inscreveu os citados débitos de PIS e COFINS em Dívida Ativa da União Federal em 01/01/2004. No Brasil. garante a isenção tributária dos dividendos distribuídos às pessoas físicas. A empresa X. terá sido consumada a prescrição. Pierre a respeito da tributação dos referidos rendimentos no Brasil.00 por mês. Andrade a investir como pessoa física ou como pessoa jurídica. Tendo fixado a residência no Brasil. Pierre recebe um salário de R$ 20. uma vez que o a rtigo 10 da Lei 9.00 da subsidiária da empresa francesa onde trabalha. ele tem dúvidas a respeito da forma fiscalmente menos onerosa de efetuar os seus investimentos. oriente o Sr.000. Pierre. Neste contexto. Lei 6. com sede em São Paulo. § 3º. observando a existência de um tratado internacional contra a bitributação firmado entre o Brasil e a França. na resposta. francês.o imposto pago na França (sobre os rendimentos lá auferidos) poderá ser compensado com o imposto devido no Brasil sobre estes rendimentos.. no regular exercício de suas prerrogativas. embora declar dos. então. o que significa que a contagem do prazo prescricional voltou a ocorrer 180 dias após a data de inscrição em dívida ativa. aproveitando o bom momento do mercado financeiro. descontados os 180 dias de suspensão.00. a menor tributação possível.000. A inscrição em dívida ativa suspende o prazo prescricional por 180 dias (artigo 2º. em São Paulo. declarado às autoridades fiscais os valores devidos a título de PIS e de COFINS. como regra. A Procuradoria da Fazenda Nacional. o Sr. Ver também artigo 174 do Código Tributário Nacional. de 5% (cinco por cento) referente ao SS. visando obter. conforme determina a legislação tributária aplicável. Portanto. Considerando que. segundo a qual empresas de outros municípios que prestam serviços especificados no Decreto Municipal no 46. O prazo prescricional não foi respeitado. ou seja. porquanto a referida empresa passava por sérias dificuldades financeiras. Justifique a sua resposta indicando a base legal aplicável. o Sr. 07/2004. o Sr. Todavia.000. tributada pelo lucro presumido.830/80). sócio majoritário de uma sociedade limitada. cuja sede. indaga se foi -se respeitado o prazo prescricional para a cobrança (ajuizamento da ação de execução fiscal) em tela.598/05. pretende investir no mercado de ações.

visando assegurar o patrimônio do ex -procurador da empresa. A sentença nos autos da execução transitou em julgado. por 4 (quatro) meses consecutivos. Ex-procurador de empresa estrangeira foi citado por edital para pagar dívida fiscal de empresa sediada no Brasil. porém. . QUESTÃO: Como advogado. Referida taxa passará a ser exigida no dia 1. Ao apreciar os autos da execução fiscal. tome as medidas judiciais cabíveis para questionar a exigência dessa taxa. Interposição de exceção de pré-executividade com pedido de exclusão do nome do ex -procurador do pólo passivo da execução fiscal. cuj prova a deve ser feita mediante a apresentação de certidão negativa de débito ou certidão positiva com efeito de negativa. A impugnação ao auto de infração foi protocolada extemporaneamente. QUESTÃO: Como advogado. a empresa foi notificada da lavratura de auto de infração relativo à falta de recolhimento integral da COFINS. sob pena de exclusão do REFIS. A empresa X aderiu ao Programa de Recuperação Fiscal ± REFIS. sem possibilidade de individualização dos respectivos usuários e.Mandado de segurança preventivo ou ação declaratória de inexistência de relação jurídico-tributária.Os serviços públicos em questão são executados em benefício da população em geral. embora o valor retido de 15% possa ser compensado posteriormente. citada. ou mandado de segurança repressivo. Diante da insuficiência de bens da executada. da Constituição Federal. conseqüentemente. prestados ao contribuinte ou postos a sua disposição. Uma das exigências legais para a sua habilitação na licitação em questão é a regularidade fiscal. com os cód igos de receita invertidos. o ex -procurador de empresa estrangeira. decorrente de falta de recolhimento de ICMS. adote as medidas judiciais cabíveis. porém. Quando da solicitação de relatório de informações de apoio para emissão de certidão junto à Secretaria da Receita . A empresa X pretende participar de processo licitatório para a prestação de serviços de engenharia para uma empresa pública. PONTO 1 O município em que está estabelecida a empresa X editou lei instituindo taxa de limpeza pública para o custeio do serviço público municipal de limpeza de logradouros públicos. teve seus bens penhorados e silenciou. também. não se prestando para custeio mediante taxa. a empresa deveria manter o pagamento regular dos demais tributos em dia. PIS e Cofins. resultando na inscrição do débito em dívida ativa e intimação da empresa para imediato pagamento do débito. Igualmente é cabível o argumento de que a taxa em questão implica na utilização de tributo com efeito de confisco. . como determina a Constituição Federal no §2º do artigo 145 e confirma a jurisprudência do Supre mo Tribunal Federal. haverá a incidência das alíquotas de 15% e adicional de 10%. Sua base de cálculo é o faturamento das empresas estabelecidas no município e sua alíquota é de 0. da referibilidade a contribuintes determinados. com pedido de liminar. conforme entendimento jurisprudencial. adote as medidas judiciais cabíveis.É menos onerosa a aplicação feita por pessoa física.A base de cálculo eleita pela lei em questão não é própria de taxa. o juiz acatou petição da Procuradoria do Estado e determinou fosse citado.º de janeiro do próximo ano. Além do recolhimento das parcelas mensais do REFIS. em março de 2000. Ajuizamento da ação anulatória de débito em divida ativa. IV. QUESTÃO: Na qualidade de advogado da empresa X. com pedido de antecipação dos efeitos da tutela jurisdicional. também vedada pelo artigo 150. PIS e COFINS. controlada pela empresa estrangeira da qual foi procurador. constata-se a revelia da empresa brasileira que. que deve ser o valor suficiente para ressarcir o Estado pelo exercício do poder de polícia ou pela prestação de serviços públicos específicos e divisíveis. jamais o faturamento das empresas estabelecidas no município. 1. .no caso de se investir como pessoa jurídica.5%. pois haverá apenas a retenção de 15% a título de mposto de renda i . Ocorre que a empresa recolheu pontualmente. visando assegurar a reinclusão da empresa no REFIS. Por tal motivo. pleiteando a anulação do ato de inscrição do débito em dívida ativa.

desobrigando-a do recolhimento do tributo em questão. mas o enunciado da questão faz referência apenas à certidão positiva com efeito de negativa. 3. por peça costurada. em contas correntes que apresentem saldo negativ até o limite de valor da redução do saldo devedor´. A escritura definitiva de venda e compra. exceto nos casos de lançamentos a crédito na hipótese de que trata o inciso II do art. se é devida a Contribuição Provisória sobre Movimentação ou Transmissão de Valores e de Créditos e Direitos de Natureza Financeira ± CPMF sobre os valores envolvidos na transferência em questão. oriente o departamento fiscal sobre a alternativa ou as alternativas existentes para a obtenção de certidão positiva com efeito de negativa. foi pago IPI. . que orientação você daria ao seu cliente quanto ao pagamento dos mencionados tributos? Orientar o cliente a recolher o ISS sobre os serviços de beneficiamento. sem que haja a necessidade de a empresa X ingressar com medida judicial. o que não é o o. com garantia hipotecária que mantinha com X. embora a emp resa X estivesse desobrigada de seu pagamento por força da mencionada liminar. porém. não foi lavrada. II. O diretor jurídico da empresa X consulta para saber -o se o procedimento do agente fiscal está correto. A empresa X pretende transferir recursos financeiros mantidos em conta corrente de depósito no Banco A para conta de idêntica natureza no Banco B. caso descrito no enunciado da questão.311/96 estabelece que a alíquota dessa contribuição fica reduzida a zero ³nos lançamentos relativos a movimentação de valores de conta corrente de depósito. Como advogado da empresa. declarado e não pago. exige dela o pagamento do ISS devido sobre idêntico fato gerador. A empresa Y receberia. a empresa X deparou-se com a existência de um débito em aberto de COFINS. 5. As modalidades de suspensão do crédito tributário previstas no artigo 151 do Código Tributário Nacional ± CTN permitem a obtenção de certidão positiva com efeito de negativa. pois este último ofereceu à empresa isenção de tarifas bancárias. onde já possui conta corrente aberta. preço relativo aos serviços prestados. na qualidade de consultor tributário da empresa. Sobre o valor dos serviços de beneficiamento. II da Lei nº 9. 4. A empresa X ingressou com mandado de segurança para questionar a exigênci de um determinado tributo e obteve a medida liminar. A certidão negativa de débito poderia ser obtida em qualquer das hipóteses de extinção do crédito tributário previstas no artigo 156 do Código Tributário Nacional. o tabelião exige o pagamento do imposto de transmissão relativo aos três atos. O artigo 8º. 2. Não é devida CPMF sobre os valores envolvidos na transferência em questão. portanto. a única das hipóteses previstas no referido artigo que depende de uma iniciativa da empresa X e que não envolve uma medida judicial é o parcelamento do débito em questão. por instituição financeira . Nesse contexto. para conta de idêntica natureza. No entanto. que se refere a ³lançamento a crédito. A empresa X contratou os serviços da empresa Y para costura de etiquetas em confecções suas. estará correta essa exigência? Por quê? O Município pode exigir imposto de transmissão inter vivos dos dois atos de alienação de bem imóvel. da Constituição Federal. cede a dívida. Sob a ótica do disposto no artigo 156. A suspensão da exigibilidade do crédito tributário por meio de medida liminar concedida em mandado de segurança não impede o Fisco de proceder à constituição do crédito tributário para prevenir a decadência do direito de lançar. Ao lavrar a escritura definitiva da operação imobiliária. 2°´. dos mesmos titulares. Além da alienação do imóvel. nos termos da legislação vigente. Passados três anos.Federal ± SRF. O diretor financeiro da empresa X questiona-o. a empresa X foi fiscalizada e o agente fiscal lavrou auto de infração referente ao não recolhimento do referido tributo. O preço foi parcialmente pago. ao fiscalizar a empresa tomadora dos serviços. O Município local. conforme jurisprudência pacífica e maioria doutrinária. a empresa Y resolve vender o imóvel para a empresa Z. Posteriormente. A empresa X prometeu a venda de imóvel seu para a empresa Y.

Entre os serviços constantes na lista anexa à Lei Complementar n.º 9. Como resultado dessa circunstância.980. Os débitos fiscais da Procomputer foram inscritos na Dívida Ativa da União..Mérito: Da análise dos elementos característicos do contrato de licença para uso da marca decorr a conclusão lógica de que este e consubstancia uma obrigação de dar e não uma obrigação de fazer. tome as medidas judiciais cabíveis. bem assim o reconhecimento do direito ao crédito dos valores pagos a maior no passado. Um dos primeiros contratos celebrados entre a Fabbrica Automobili Ltda. evidenciando a impropriedade de se querer tributar. Embargos de devedor com fulcro no artigo 736 e seguintes. é uma subsidiária de um grupo italiano do setor automotivo recém constituída no Brasil. pelo Supremo Tribunal Federal ± STF. Fabbrica Automobili Ltda. sendo que este imposto incide também sobre o serviço proveniente do exterior do País ou cuja prestação se tenha iniciado no exterior do País.A..Mérito: A empresa deve alegar que se aplica a regra da prescrição do direito do Fisco com . encontra o -se seguinte item ³3. deparou-se com a previsão da Lei Complementar n. teve bens penhorados para garantia do débito e intimado o representante legal da penhora realizada. sua cliente o contrata para propor uma medida judicial que afaste tal exigência. e sua controladora refere -se à licença para uso da marca da empresa. o departamento a jurídico da Fabbrica Automobili Ltda. este negócio jurídico. do Código de Processo Civil. de um recurso extraordinário que trata da inconstitucionalidade da inclusão do ICMS na base de cálculo da COFINS. verificou . elabore a medida judicial solicitada por seu cliente..º 116. visto que os minis tros ainda podem alterar seus votos. de 22 de setembro de 1. A empresa de engenharia de informação Procomputer S. vem sofrendo problemas financeiros. porém atuante no ramo tecnológico em mecânica de máquinas. sua cliente. dando-se início às execuções fiscais correspondentes. na qualidade de depositário legal Seu departamento contábil. Mandado de Segurança ou Ação Declaratória de Inexistência de Relação Jurídico -Tributária. apura a COFINS pelo regime da cumulatividade. a Procomputer se viu obrigada a atrasar o pagamento de tributos federais de modo deliberado. Sua cliente. sucessora de outra empresa do mesmo grupo. previsto na Lei n.718. agravada sua situação em virtude da falta de investimento por parte dos sócios estrangeiros. elabore a medida judicial solicitada por seu cliente. de 2003. ABC Industrial e Comercial Ltda. via ISS.830. Súmula 105 do STJ: ³Na ação de mandado de segurança não se admite condenação em honorários advocatícios´ e Súmula 512 do STF: ³Não cabe condenação em honorários de advogado na ação de mandado de segurança´). levando -se em conta que sua cliente solicitou uma medida judicial que não implique na sua condenação em honorários de sucumbência. Ao analisar as incidências tributárias aplicáveis sobre esse contr to. Mandado de Segurança (Cf. Até o momento. há seis votos favoráveis à empresa recorrente e um voto negando provimento ao recurso extraordinário em questão. e no artigo 16 da Lei n° 6. (Observação: a ABC Industrial e Comercial Ltda. Por não concordar com a exigência do ISS sobre a cessão de direito de uso da marca em questão. . interessou-se por essa discussão jurídica e solicitou a elaboração de uma medida judicial que lhe assegure a não inclusão do ICMS na base de cálculo da COFINS daqui pra fre nte.. . a empresa manteve as obrigações acessórias em dia. QUESTÃO: Na qualidade de advogado da empresa. QUESTÃO: Na qualidade de advogado da empresa. porém. efetuando os lançamentos fiscais e prestando as informações sobre os tributos impagos. que determinados tributos federais lançados há mais de seis anos foram inscritos na dívida ativa extemporaneamente.02 ± Cessão de direito de uso de marcas e de sinais de propaganda´. Embora a questão não esteja definitivamente julgada. A Procomputer foi citada nas mencionadas execuções fiscais.º 116.A imprensa publicou recentemente diversas notícias acerca do julgamento. de que o Imposto sobre Serviços ± ISS tem como fato gerador a prestação de serviços constantes de sua lista anexa. de 27 de novembro de 1998). Não obstante impontual no cumprimento das obrigações principais. QUESTÃO: Na qualidade de advogado da empresa. de 2003. com o intuito de poupar caixa para fazer frente às despesas com empregados e fornecedores. Inerte no prazo legal. Protecmaq Ltda.

00 (cem mil reais). aplique o produto da venda na aquisição de imóveis residenciais localizados no País. realiza a venda de participação societária com ágio em empresa brasileira ³Y´ para a empresa ³Z´. por maioria. cuja hipótese supõe o fluxo de cinco anos. de 24 de dezembro de 2003. em períodos anteriores. 2. por equívoco. o ganho de capital sujeita -se à incidência do imposto de renda. contados da data da entrega do documento de formalização do crédito ao Fisco (DCTF. tiverem sido computados como despesas dedutíveis do lucro real e da base de cálculo da CSLL. ou do depósito da importância arbitrada pela autoridade administrativa. Nesse caso. O ganho de capital auferido por residente ou domiciliado no exterior será apurado e tributado de acordo com as regras aplicáveis aos residentes no País. A empresa ABC Industrial e Comercial Ltda. elabore uma resposta à consulta do cliente sobre os encargos devidos no procedimento de denúncia espontânea. conforme estabelece o art. da Instrução Normativa SRF nº 84.000. sediada e constituída nos EUA. 24 . Conseqüentemente. 4. bem como sobre a existência de algum incentivo aplicável à operação por ela pretendida. os valores restituídos a título de tributo pago indevidamente serão tributados pelo Imposto sobre a Renda das Pessoas Jurídicas (IRPJ) e pela Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL).STF declarou. que está informado em sua Declara ção do Imposto de Renda Pessoa Física pelo valor histórico de R$ 100. com base no art. 1. correspondentes aos juros equivalentes à taxa referencial do Sistema Especial de Liquidação e de Custódia ± SELIC. Considerando que a empresa tem a intenção de pagar esse valor à vista. Maria é proprietária do imóvel onde reside.º da Lei n. Elabore uma resposta ao cliente acerca da tributação ou não dos valores restituídos a título de PIS e COFINS pagos indevidamente pelo Imposto sobre a Renda das Pessoas Jurídicas (IRPJ) e pela Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL). Nos termos do artigo 27. 18 da Lei nº 9. à alíquota de quinze por cento. a inconstitucionalidade do parágrafo 1. 150 e 174 do CTN.718/98 que instituiu nova base de cálculo para a incidência da contribuição ao Programa de Integração Social ± PIS e da Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social ± COFINS. mas. da multa moratória. .172. Ela pretende vender esse imóvel por R$ 250.196. de recolher a contribuição para o Programa de Integração Social ± PIS referente ao mês de maio. sem pagamento antecipado. Na sua opinião. também.000. sediada e constituída na Alemanha. fica isento do imposto de renda o ganho auferido por pessoa física residente no País na venda de imóveis residenciais. considerando que a ABC Industrial e Comercial Ltda. O Supremo Tribunal Federal .º do artigo 3. que foi julgada procedente. A empresa ³X´. 3. houve a extinção do direito de ação do Fisco cobrar judicialmente o crédito tributário. GIA. sob a forma de tributação definitiva. Nos termos do artigo 1º do Ato Declaratório Interpretativo SRF nº 25. etc. acompanhada.constituição do crédito pelo contribuinte. se for o caso. razão pela qual o consulta acerca da tributação desses valores. apura esses tributos pelo regime do lucro real. se. Diante disso. no prazo de 180 (cento e oitenta) dias contado da celebração do contrato. A empresa XPTO deixou. ex vi dos arts. a renda decorrente dessa operação pode ser tributada no Brasil? Justifique sua resposta. quando o montante do tributo dependa de apuração´. Nos termos do artigo 138 do Código Tributário Nacional ± CTN (Lei nº 5.249/1995. ingressou com ação de repetição de indébito em re lação ao PIS e à COFINS. recolhidos a maior. Indique a sua orientação e a fundamentação legal. A denúncia espontânea afasta a exigência não só da multa punitiva. desde que o alienante. de 2001.). assim como sobre o entendimento das autoridades fiscais federais acerca da extensão desse instituto. Dessa forma. Maria o consulta sobre a alíquota do imposto de renda incidente sobre o ganho de capital a ser apurado. sobre os débitos denunciados espontaneamente há apenas a incidência de juros moratórios.00 (duzentos e cinqüenta mil reais) e aplicar o produto da venda na aquisição de um outro imóvel nesse valor. de 1966) ³A responsabilidade é excluída pela denúncia espontânea da infração.Nos termos do artigo 39 da Lei nº 11. de 2005. do pagamento do tributo devido e dos juros de mora.º 9.

Que orientação você daria ao cliente? A CF. do CTN. em busca de informações quanto ao pagamento regular de salários aos dirigentes. comprovada a atividade administrativa e pedagógica ligada exclusivamente aos objetivos da entidade não configura infração ao disp osto no art. presidente de instituição de educação sem fins lucrativos. Minas Gerais. ou o procurador. Os pagamentos realizados aos mencionados dirigentes da instituição de ensino. 14 do CTN fixou as condições para gozo da imunidade.da Lei nº 10. uma vez atendidos os requisitos legais. o adquirente. Imagine que você é consultado por um cliente. auferido por pessoa física ou jurídica residente ou domiciliada no exterior que alienar bens localizados no Brasil. art. fica responsável pela retenção e recolhimento do imposto de renda incidente sobre o ganho de capital. O art. 14. pessoa física ou jurídica residente ou domiciliada no Brasil. quando o adquirente for residente ou domiciliado no exterior. . renda e serviços das instituições de educação sem fins lucrativos. 5. 150 concede imunidade de impostos sobre patrimônio.833/2003. reitor e vice -reitor da universidade que mantém na Cidade de Ouro Preto.