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Questões de Direito tributario

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Questões de Direito Tributário

A sociedade Magnólia Comercial Ltda. atuava no ramo de comércio varejista de roupas infantis, mantendo loja na cidade de São Paulo, denominada "O Bebê Feliz". Findo o prazo de locação, o estabelecimento comercial foi fechado e ali instalou-se estabelecimento de venda de lustres e abajures, denominado "Lustres do Manolo", mantido por Manolo e Irmãos Ltda. Porém, corria contra a Magnólia Comercial Ltda., execução fiscal para cobrança do ICMS relativo aos meses de junho a setembro de 1999, no valor total de R$ 100.000,00 (cem mil reais). O Exeqüente, constatando o fato, requereu a inclusão, no pólo passivo da execução fiscal, da Manolo e Irmãos Ltda., na qualidade de responsável tributário em virtude da aquisição de estabelecimento comercial, o que foi deferido pelo Juízo. Há 15 (quinze) dias, a Manolo e Irmãos Ltda. foi intimada da penhora de bens de sua propriedade. QUESTÃO: Na qualidade de advogado da Manolo e Irmãos Ltda., atue na defesa de seus interesses. Oposição de embargos à execução fiscal, dirigidos ao Juízo de Direito das Execuções Fiscais Estaduais de São Paulo, com observância dos requisitos do art. 282 do Código de Processo Civil e na forma do artigo 16 da lei nº 6.830/80. No mérito, deverá o candidato sustentar que não responde pelo tributo, nos ermos do Código Tributário Nacional. A t responsabilidade prevista no art. 133 desse Estatuto limita-se aos casos de alienação de fundo de comércio ou estabelecimento comercial. No caso concreto, além de não ter havido cessão do estabelecimento (não havia re lação entre o titular atual e o anterior), os estabelecimentos mantidos por ambas as sociedades são nitidamente distintos, explorando, a Manolo e Irmãos Ltda., outro ramo de atividade. Em fiscalização realizada em 12 de novembro de 1991, a empresa "Comérci de Óleo Vegetal S.A." teve contra si o lavrado Auto de Infração e Imposição de Multa porque a fiscalização entendeu que haviam sido praticadas as seguintes irregularidades: a) falta de pagamento do imposto sobre importação, referente a fato gerador ocorrid em 22.02.87; b) o falta de pagamento do IPI (imposto sobre produtos industrializados) relativo à fato gerador ocorrido em 05.03.89; c) falta de pagamento do IR (imposto sobre a renda) referente à venda de mercadorias sem nota fiscal (omissão de receita) em 01.07.90. Para os ítens "a" e "b" ingressou imediatamente com defesa administrativa cuja decisão, desfavorável a ela, transitou em julgado em 10.10.96. Não sendo pago o crédito tributário constante do referido Auto de Infração, após a inscrição na dívida ativa, foi o débito objeto de Execução Fiscal proposta pela União Federal, cuja inicial foi deferida pelo MM. Juízo em 09.08.97. Questão: Como advogado da Empresa "Comércio de Óleo Vegetal S.A.", propor a medida judicial cabível. Oferecer embargos à execução, endereçado ao Exmo. Sr. Dr. Juiz Federal da ..... MM. Vara das Execuções Fiscais da Seção Judiciária de São Paulo e ou Exmo. Sr. Dr. Juiz de Direito do Anexo Fiscal do Fórum da Comarca de ....., alegando prescrição, nos termos do artigo 174 do CTN, cc art. 8º, parágrafo 2º, da Lei das Execuções Fiscais nº . 6.380/80, relativamente ao IR, pois, nos termos do enunciado, nada há a requerer em relação aos demais impostos. O Presidente da República, em 03.10.94, expediu o Decreto nº 35.225, publicado na mesma data, que elevou a alíquota do IR (imposto sobre a renda), e a base de cálculo do IOF (imposto sobre operações de crédito, câmbio e seguro) sobre empréstimos rurais. Por sua vez, a Lei nº 2.289, publicada em 08.10.94, elevou a base de cálculo d o ITR incidente sobre imóveis rurais localizados no interior do Estado de São Paulo, com o que não concordou pessoa jurídica, sua cliente. Questão: Como advogado da referida pessoa jurídica, propor a medida judicial cabível. Ingressar com ação declaratória, com base no artigo 4º do CPC, contra a União Federal, ou Mandado de Segurança, com base na Lei nº 1.533/51, contra o delegado da Receita Federal de .... do Estado de São Paulo; as medidas judiciais serão endereçadas ao Exmo. Sr. Dr. Juiz Federal da MM. .... Vara da Justiça Federal, Seção Judiciária de São Paulo, alegando afronta ao princípio da legalidade, previsto no artigo 150, I, da CF, relativamente ao IR e ao IOF, e afronta ao princípio da uniformidade geográfica, previsto no artigo 151, I, da CF, relativamente ao ITR.

O Decreto n.; 57.927, de 22 de julho de 1997, publicado no Diário Oficial da União de 23.07.97, em seu artigo 5;, elevou a alíquota do IPI (imposto sobre produtos industrializados) incidente sobre tapetes fabricados no Estado de São P aulo, destinados a automóveis, sendo que em seu artigo 7; majorou a alíquota do Imposto sobre a Importação de Produtos Estrangeiros incidente sobre televisores, passando a exigir os referidos aumentos já a partir da publicação da referida norma. A empresa "AZ" não concordou com os referidos aumentos de tributo, razão pela qual o contratou para defender seus interesses. Questão: Como advogado da empresa "AZ", propor a medida judicial cabível. Ingressar com ação declaratória, com base no artigo 4º do CPC, contra a União Federal, ou Mandado de Segurança, com base na Lei nº 1.533/51, contra o Delegado da Receita de .... do Estado de São Paulo; medidas judiciais estas que serão endereçadas ao Exmo. Sr. Dr. Juiz Federal da MM. Vara da Justiça Federal, Seção Judic iária de São Paulo, alegando afronta ao princípio da uniformidade geográfica, previsto no artigo 151, I, da CF, não havendo nada mais a requerer em relação ao II, bem como em relação ao princípio da anterioridade previsto no artigo 150, III, "b", da CF, uma vez que ambos os tributos estão amparados pelo artigo 153, parágrafo 1º, da CF. A empresa "Casas de Madeira, Indústria e Comércio Ltda." deixou de recolher o ICMS (18%) em operação de venda de produto industrializado realizada em 24.05.79. Em 28.03.1985, a fiscalização identificou a irregularidade e lavrou Auto de Infração passando a exigir o pagamento do imposto, calculado pela aplicação da alíquota de 25%. Irresignada com a exigência, imediatamente ingressou com defesa administrativa, mas não teve suces sendo que a decisão, que lhe foi so, desfavorável, transitou em julgado em 31.12.91. Por falta de pagamento, o crédito tributário foi inscrito na Dívida Ativa e em 10.12.96 a Fazenda Pública propôs Execução Fiscal, sendo deferida a inicial pelo MM. Juízo, nesta mesma data.Questão: Como advogado da Empresa "Casas de Madeira, Indústria e Comércio Ltda.", propor a medida judicial cabível. Oferecer embargos à execução, endereçado ao Exmo. Sr. Dr. Juiz de Direito do Anexo Fiscal do Fórum da Comarca de ...., alegando decadência, nos termos do artigo 173 do CTN, e afronta ao princípio da irretroatividade da Lei, nos termos do artigo 150, III, "a", da CF, cc. artigo 144, do CTN. Em 01.06.93, em auditoria realizada em sua escrituração fiscal, foi constatado que, em face de má interpretação da legislação tributária vigente na data da ocorrência do fato gerador, por descuido dos funcionários encarregados da emissão das notas fiscais e da sua correspondente escrituração fiscal, a Empresa de Serviços de Vigilância Patri onial m Ltda., tinha efetuado pagamento indevido de ISS (imposto sobre serviços de qualquer natureza), nos meses de 12/87 a 04/93, relativamente aos meses de apuração 11/87 a 03/93. Questão: Como advogado da Empresa de Serviços de Vigilância Patrimonial Ltda., acionar a medida judicial cabível. Ingressar com ação de repetição do indébito, com fulcro nos artigos 165 e 168 do CTN, perante o Exmo. Sr. Dr. Juiz de Direito da MM. ..... Vara do Fórum da Comarca de ...., alegando decadência, nos termos do artigo 1 73, do CTN. A repetição somente poderá abranger o período de 01.06.88 em diante, em atendimento ao artigo 168, do CTN. 1. O cliente, em consulta, diz que a União exigiu-lhe o pagamento de um imposto extraordinário, nos termos do artigo 154, inciso II, da Constituição Federal. Apesar de compreender a situação da criação do referido imposto, quer saber por quanto tempo terá que o recolher. Esse tipo de imposto subsistirá o tempo necessário para atender a situação que ocorreu de forma imprevista. 2. Empresa sua cliente, prestadora de serviços, informa que o Município onde ela está sediada nunca instituiu o ISS (imposto sobre serviços de qualquer natureza). No entanto, o Estado resolveu suprir essa omissão cobrando o referido tributo. Qual a orientação ? Diria para não recolher o imposto, pois o não exercício da competência tributária não possibilita o seu exercício à pessoa jurídica de direito público diversa daquela a que a Constituição a tenha atribuído.

3. A Empresa XTZ, cliente de sua assessoria jurídica, comunica ter sido tributada sobre um ato jurídico nulo. Qual o aconselhamento ? Nada obsta a cobrança, o que interessa para o Direito Tributário é a ocorrência ou não da hipótese de incidência, sendo irrelevante a validade jurídica dos atos efetivamente praticados. 4. O cliente de sua banca advocatícia informa que sua empresa não registrou contrato social e nem possui alvará de funcionamento. Colocado isto, pergunta se mesmo assim passa a ter capacidade tributária. Qual a resposta pertinente ? Sim. Como dispõe o artigo 126 do CTN, a capacidade tributária passiva independe de estar a pessoa jurídica regularmente constituída, bastando que se configure como uma unidade econômica ou profissional. Contribuinte recebeu notificação de lançamento do imposto predial e territorial urbano, tendo por base de cálculo o valor venal do imóvel. Na mesma notificação consta o lançamento de taxas de limpeza e conservação tendo por base de cálculo também o valor venal do imóvel. Mandado de Segurança contra ato do Diretor de Rendas Imobiliárias ou autoridade municipal equivalente. Desenvolver tese da ilegalidade das taxas, a teor do art. 77, parágrafo único. Competência da Vara da Fazenda Pública, onde houver. Poderá ser proposta ainda ação cautelar e ação declaratória. João é proprietário de imóvel urbano não edificado. Sem que lhe .fosse exigido adequado aproveitamento do imóvel, recebeu notificação de lançamento do imposto, com alíquotas progressivas sobre a propriedade predial e territorial urbano - IPTU. João não concordou e se recusou a pagá-lo. Ajuizada a execução fiscal, João teve alguns de seus bens penhorados. A intimação da penhora foi efetivada em 12 de maio do corrente ano. QUESTÃO: Como advogado(a) de João, tomar a providência judicial cabível, fundamentando-a. Embargos à Execução, Juízo das Execuções Fiscais, onde houver. Desenvolver a tese da inconstitucionalidade da progressividade do IPTU, a teor do disposto no artigo 182, parágrafo 4º. e incisos, c/c o artigo 156, parágrafo 1º. , ambos da Constituição Federal. No dia 04.05.1998, um Agente Fiscal de Rendas do Estado de São Paulo interceptou, na BR -116, altura de Registro, uma remessa de 4.150 exemplares da Revista "O Apocalipse", editada pela Igreja do Último Milênio, com sede na Capital, tendo lavrado Auto de Infração e Imposição de Multa que descreve as seguintes irregularidades: remessa de mercadoria desacompanhada de documentação fiscal; falta de pagamento do imposto por ter escriturado a operação como não tributada; falta de pagamento do imposto ap urado por meio de levantamento fiscal (arbitrado por média e retroativo à março de 1990, data da criação da revista). Não aceitando a alegação de que se tratava de um instituição religiosa e não comercial, foi ainda lavrado o auto de apreensão da mercadoria. QUESTÃO: Como advogado(a) da Igreja, adote a medida judicial cabível, independentemente da defesa administrativa. Mandado de Segurança contra o Delegado Regional Tributário. Desenvolver a tese de ilegalidade da apreensão (só permitida para resguardo de provas até a lavratura do auto e não depois disso), bem como a presença de imunidade, não porque se trata de igreja (a imunidade só protege as atividades religiosas praticadas no templo), mas por se tratar de periódico (art. 150, VI, "d", da Constituição Federal). Poderá ser proposta ainda ação cautelar e ação anulatória de débito fiscal (e não ação declaratória, porque já existe lançamento). Quando da lavratura da escritura pública de venda e compra referente a imóvel que adquirira, José tomou conhecimento que o Imposto de Transmissão sobre Bens Imóveis - ITBI, incidente na hipótese, seria cobra do mediante aplicação de alíquotas progressivas. QUESTÃO: Não concordando com essa exigência, como advogado(a) de José tome a providência judicial cabível, fundamentando-a. Mandado de Segurança contra ato do Diretor de Rendas Imobiliárias ou autoridade municipal equivalente. Desenvolver a tese de inconstitucionalidade da progressividade do ITBI. Poderá ser proposta ainda ação cautelar e ação declaratória. Competência da Vara da Fazenda Pública, onde houver.

00. que foi publicada e que entrou em vigor nesta mesma data. O fato gerador é a utilização do serviço de coleta e transporte de lixo domiciliar. morador e proprietário de bem imóvel localizado no Município de Arapiraca. Qual seria a sua orientação ao Prefeito como advogado? Justifique. por intermédio da lei nº 3. procurou-o para defender seus interesses. Ele o consulta perguntando se. O cliente. da Constituição Federal. parágrafo 2o. A exigência ofende as disposições do artigo 145. arborizando-a e ajardinando-a. Por conseqüência. receberam seus quinhões no montante de R$ 200. Sim.000. esqueceu-se de escriturar no livro próprio a entrada de mercadorias importadas. do Código de Processo Civil. tomador do serviço de coleta e transporte do lixo domiciliar.000. A medida judicial cabível seria uma Ação Declaratória.533/51. . a fim de cobrir despesas com o atendimento de populações atingidas pela seca em seu Município. Uma filha maior e um filho menor. Justifique. A alíquota é de 0. estará sujeito ao pagamento de contribuição de melhoria .A empresa EXP.000. III. Medida cautelar (preventiva ou incidental). Ambas ações deverão ser propostas perante o MM. nos termos do artigo 4o. c. ajuíze a ação competente. 1.456. I e 136. A Prefeitura local canalizou ali um córrego. devia à Fazenda Pública Municipal a quantia de R$ 10. nos termos da Lei nº 1. referente a tributos. da Constituição Federal. recebeu da Câmara de Vereadores um projeto de lei instituindo empréstimo compulsório devido pelos habitantes não atingidos pelo flagelo. Ele quer saber se. 4. O Prefeito não deve sancionar o projeto de lei. O contribuinte da taxa é o proprietário de imóvel urbano. promova a medida judicial cabível para resguardar os direitos de seu cliente.00). Sim. com sede em Ribeirão Preto. QUESTÃO:. us pretende compensar estes créditos com seus débitos de PIS. O filho meno também responde pelo crédito r tributário do falecido? Justifique. b.Como advogado de João da Silva. assoberbado com o excess de trabalho no mês o de março. requerendo a declaração de inexistência relação jurídica. conforme artigo 148. nos termos do artigo 145. Competência da Justiça Federal de Ribeirão Preto.00 cada. Sim. defronte a uma praça Municipal. da Constituição Federal. A verdadeira natureza jurídica dessa exação é a de imposto. João da Silva. após haver tomado conhecimento de que muitas empresas conquistaram judicialmente o direito a restituição de pagamentos efetuados de INSS incidente sobre o pró labore de se diretores. QUESTÃO: Como advogado(a) da empresa EXP. seu cliente. pois. o filho menor responde até o limite de seu quinhão (R$ 200. instituiu a Taxa de Lixo. poderá multá-lo. terá que pagar outro tributo além do IPTU (Imposto Predial e Territorial Urbano). não c oncordando com a referida exigência. "A". O Município de Arapiraca. conforme artigos 136 e 157 do CTN. Um comerciante de artigos de procedência estrangeira.001% sobre o valor venal do imóvel. Desenvolver a tese da possibilidade de compensação dos créditos decorrentes dos pagamentos efetuados com os débitos do PIS. Concluída a partilha. de 15 de julho de 1997. asfaltou as ruas adjacentes à praça. 3. a casa de seu cliente aumentou de preço. O Prefeito de uma cidade do interior do Nordeste. o Fisco poderá multá-lo. por inconstitucional. Justifique. a meação da viúva atingiu o montante de R$ 400. Também poderá ser impetrado Mandado de Segurança preventivo. porquanto só a União pode instituir empréstimo compulsório. conforme determina a legislação. conforme artigos 126. na consideração da falta.000. pela falta de escrituração. diz que reside em imóvel de sua propriedade. na s qualidade de herdeiros. em razão da valorização de sua propriedade. 2. II: do CTN.00. em consulta. Juiz de uma das Varas Cíveis da Comarca de Arapiraca . estabelecendo os seguintes elementos do fato gerador: a.levando-se em consideração que lá não existem Varas Especializadas das Fazendas Públicas. não se leva em conta a intenção nem o fato de haverem sido pagos os impostos. embora tenha pago os respectivos impostos. I. quando faleceu.

então seria cabível ação declaratória. Encontra-se extinto o direito da Fazenda Pública Federal pelo decurso do prazo prescricional previsto no artigo 174 do CTN. por força de Lei. no valor de R$ 2. sendo.".8.1995. No entanto. conforme artigo 38 da Lei 6.1990. e que está isento do recolhimento do Imposto sobre a Circulação de Mercadorias e Sobre Prestações de Serviços de Transporte Inter stadual e Intermunicipal (ICMS). foi cobrado o valor originário de R$ 3. I do CTN.Como advogado de XPTO promova a medida judicial cabível para resguardar os interesses dos seus clientes. com a competente impugnação administrativa. 1. Pela falta de pagamento do IPVA na data aprazada. A medida judicial mais adequada é a propositura de Ação Anulatória de Débito Fiscal também denominada de Ação Anulatória de Lançamento Tributário. com base na Lei 1. Pompílio.Como advogado do contribuinte.000. a empresa isenta continua obrigada pela emissão de notas fiscais. bem como pela emissão de notas fiscais. A competência para tais ações será do Juízo da Vara da Fazenda Pública. poderá a Fazenda Estadual executá-lo objetivando a cobrança deste tributo? Se a resposta for afirmativa como poderá Pompílio agir? .589 de 12. referente ao IPVA.8.7. bem como a emissão de notas fiscais. Qual a orientação a ser prestada? 1. a Receita Federal. ser impetrado Mandado de Segurança. constatou a existência de débito para com o Fisco Estadual. QUESTÃO:.8. Na data da ocorrência do fato gerador estava em vigor a lei nº 6.1993.830/80. Juiz de Direito de uma das Varas das Execuções Fiscais Federais. como advogado. proferida decisão a seu desfavor.07. A medida cabível é a de Embargos à Execução nos termos do artigo 16 da Lei 6. bem como pela escrituração e manutenção dos livros contábeis. cuja petição inicial foi deferida pelo MM.00 (um milhão e oitocentos mil reais) relativamente à falta de pagamento do imposto sobre a renda (IR) incidente sobre o lucro apurado em operação de vendas de mercadorias realizadas durante o ano de 1980. entretanto. teve contra ele lavrado um auto de infração e imposição de multa (AIIM) relativo à falta de pagamento do imposto sobre a propriedade de veículo automotor (IPVA) cujo fato gerador ocorreu em 1o. imediata e tempestivamente. ao tentar licenciar seu veículo em 1997.Não obstante ser inexigível o ICMS. ainda.Modelo M3. e consulta com a finalidade de saber se continua obrigado pela escrituração e manutenção dos livros contábeis. Não sendo pago o crédito tributá rio.00 (um mil. Não concordando com a referida exigência o contribuinte ingressou.533/51. tão somente à obrigação tributária e não aos deveres instrumentais. com base na legislação vigente nesta data. está Pom pílio obrigado ao recolhimento do IPVA/96. por força da isenção. setecentos e cinqüenta reais) e a multa em 30% (trinta por cento) sobre o valor do imposto não pago. de janeiro de 1996 (antigo proprietário) sujeito passivo direto deste tributo. que transitou em definitiva em 24. sediado na cidade de São Paulo.830/80. Diante dessa situação. lavrou auto de infração e imposição d multa (AIIM) e no valor de R$ 1.000. que estava em vigor na data da fiscalização (15. Cliente que atua no ramo farmacêutico. pelo fato de o lançamento ter sido efetuado de ofício. Juiz em 24.O contribuinte XPTO.1986 na empresa "Comércio de Materiais para Construção João de Barro Ltda. após inscrição na dívida ativa. Desta forma. Através de fiscalização realizada em 25.1996. Se fosse por homologação.00 (três mil e quinhentos reais) mais a multa de 20% (vinte por cento) com base na lei nº 4. orientaria o consulente a proceder a escrituração e manutenção dos livros contábeis. data em que o IPVA cobrado já deveria ter sido recolhido pelo proprietário do veículo em 1o. conforme dispõe os artigos 194 e 195 do CTN. ingressou com execução fiscal. Poderá.800. de janeiro de 1989. promova a medida judicial cabível para resguardar os direitos de seu cliente. há que se ressaltar o fato de Pompílio ter adquirido o indigitado automóvel em dezembro de 1996. Referidos embargos deverão ser propostos perante o MM. a Fazenda Pública.750. exercício de 1996.3. onde houver. através de fiscalização realizada pela Fazenda Estadual em 15. do ano de 1995. cujo contribuinte é o antigo proprietário? Na hipótese de uma resposta afirmativa.500.1995). A isenção se refere. QUESTÃO:. proprietário do veículo marca BMW . 2.00. O lançamento tributário ocorreu após o decurso do prazo para a constituição do crédito tributário previsto no artigo 173.538 que fixava o valor originário do IPVA em R$ 1.

Qual a resposta pertinente? 3. da Lei nº 6.Segundo dispõe o artigo 131.678 de 31 de dezembro de 1997. com fundamento no artigo 38 da Lei 6. Sr. e conseqüente perda do direito da Fazenda Pública Municipal. parágrafo 5o. com estabelecimento e sede no Município de São Paulo. III.999. proprietário de imóvel situado no perímetro urbano de São Paulo.5% para 30% do Imposto Sobre a Renda e Proventos de Qualquer Natureza (IR). a saber: a) Fato Gerador: os serviços de limpeza e conservação das calçadas. passando a exigir as diferenças do tributo. acione a medida judicial apropriada. c) Aspecto Temporal: primeiro dia de cada exercício. Além do mais. V. por meio de seu Prefeito. fez sancionar a Lei 2.2. e sem o recolhimento do Imposto sobre Serviços de competência municipal (ISSQN). Embargos à Execução (ou Embargos do Devedor). por in fração ao princípio constitucional tributário da estrita legalidade. a fiscalização municipal identificou a falta de recolhimento. proponha a medida judicial adequada à defesa dos interesses do cliente. sendo que em 03 de janeiro de 1999 a Fiscalização da Receita Federal lavrou Auto de Infração e Imposição de Multa (AIIM). e) Base de Cálculo: Valor venal do imóvel. com a defesa administrativa. de 23. Juiz de Direito da MM. inciso I da Constitucional Federal. criando a taxa de conservação e limpeza de logradouros públicos. endereçado ao Exmo. O(A) Candidato(a) deverá fundamentar o seu direito de pleitear a nulidade do AIIM. nos termos do art. Deverá ser demonstrada a inexigibilidade do crédito tributário em face da extinção da obrigação tributária (art. a constituição do crédito encontra-se em desacordo com as disposições do artigo 150.antigo proprietário. 156.830/80. em seu artigo 44. de constituir o referido crédito.533/51 contra ato do Delegado da Receita Federal da localidade da sede da empresa do contribuinte. a Empresa "A" continuou a recolher os tributos com base na legislação ante. elevou a alíquota de 27.93. ~ Ação Anulatória de Lançamento Tributário e/ou Ação Anulatória de Débito Fiscal.. A Prefeitura do Município de São Paulo. d) Alíquota: 1% (um por cento).606/89. podendo inclusive ser executado pela Fazenda Estadual. 01 de janeiro de 1998.. bem como o artigo 4o. sem emissão de Nota Fiscal. não concordando com as exigências. 150. aprovada pela Câmara Municipal. pela ocorrência da decadência.87.rior. ruas e avenidas públicas. oportunidade em que lavrou o Auto de Infração e Imposição de Multa. de ofício ou por arbitramento. . prestou serviços de limpeza à Empresa WWW Ltda. sediada no mesmo Município. seu cliente será solidariamente responsável pelo recolhimento do tributo mencionado. 4. O Contribuinte. CTN). O Presidente da República. QUESTÃO: Como advogado(a) da Empresa XYZ Ltda.10.777/98. por intermédio do Decreto nº 33. O constituinte pergunta-lhe se o lançamento espontâneo do ICMS é efetuado. 3. homologação.Responderia que o lançamento espontâneo do ICMS é efetuado por homologação. QUESTÃO: Como advogado(a) de João da Silva. QUESTÃO: Como advogado(a) da Contribuinte. com personalidade jurídica. ingresse com a Medida Judicial cabível para a defesa do contribuinte. A Empresa XYZ Ltda. Em 03 de maio de 1988. A OAB goza de imunidade tributária em relação aos seus bens.11. passando a exigir o crédito tributário com base na Lei nº 7. ingressou imediata e tempestivamente. por declaração. b) Sujeito Ativo: Prefeitura Municipal de São Paulo Sujeito Passivo: Proprietário e possuidor de imóveis urbanos. durante o mês de maio de 1982. rejeitada por decisão desfavorável transitada em julgado em 03. 144 CTN (princípio da irretroatividade da lei). não restando outra alternativa se não de efetuar o pagamento e pleitear a posterior restituição em face do contribuinte .906/94. perante uma das Varas Cíveis da Justiça Federal. considerando os seguintes aspectos.. rendas e serviços? Justifique. ou seja. Dr. Vara de Execuções Fiscais em São Paulo. Ou. propor Mandado de Segurança nos termos da Lei 1. A imunidade tributária é expressamente concedida pela Lei 8. dentro do perímetro urbano municipal. por constituir a Ordem serviço público. a da CF cc art. passando a exigir a nova alíquota a partir do primeiro dia do exercício subseqüente. inciso I do Código Tributário Nacional. publicada nesta mesma data.. ainda. 4. Não se conformando comtal exigência.

considerando. inciso IV da Constituição Federal. Como determinado no artigo 174 do CTN. Nos termos do parágrafo 2º do artigo 161 do Código Tributário Nacional. Poderá. também. segundo o disposto no artigo 160 do CTN. Expresse e justifique sua orientação quanto ao caso. exigindo do contribuinte o valor principal acrescido de juros moratórios e multas pela falta de recolhimento do referido imposto relativo ao período de dezembro de 1997 a dezembro de 1998. feriu o princípio constitucional da vedação do tributo como forma de confisco. o contribuinte pediu a liberação das mercadorias. cuja gerência é exercida em caráter exclusivo pelos outros dois sócios. 4. ou seja. Diante de uma execução fiscal aforada pela Fazenda Pública Feder o Executado indaga-lhe sobre a contagem do al. segundo o disposto no artigo 160 do CTN. O(a) candidato(a) deverá fundamentar o direito do contribuinte no parágrafo segundo do artigo 145 da Constituição Federal. prestou serviços à empresa XYZ Ltda. tais como juros e multas desde que o faça no prazo de 30 (trinta) dias. ser impetrado mandado de segurança preventivo (Lei 1. Antônio detém 10% do capital social da sociedade por quotas de responsabilidade ilmitada. invocando o disposto no art. a respeito da questão e aponte o meio legal à sua solução. protocolizou consulta. foi lavrado auto de infração e imposição de multa. O ato praticado pelos agentes fiscais. A medida judicial mais apropriada. denominada ZYB LTDA. Indique e fundamente a sua sugestão. 3. perante uma das Varas da Fazenda Pública em São Paulo. Deduza e justifique a resposta. Em razão da conjuntura econômica fortemente recessiva. por seu representante legal. Com o intuito de agilitar a satisfação do referido crédito tributário.533/51). a Municipalidade consultou-o(a) sobre qual a medida judicial pertinente à cobrança das importâncias devidas. a Fazenda Nacional direcionou a execução fiscal também contra os sócios. prazo prescricional. 1.Ação declaratória de inexistência de relação jurídica. contra o ato praticado pelo Senhor Delegado Regional Tributário. o contribuinte deverá pagar o valor do crédito tributário sem os acréscimos. contra ato do Senhor Diretor do Departamento de Rendas Imobiliárias da Prefeitura de São Paulo.. sob alegação de que o imposto destacado nas notas fiscais era inferor ao devido. Informe à Empresa ZZZ Ltda. 135. que em conjunto detêm os restantes 90% do capital social. em 30 de dezembro de 1998.533/51. no sentido de que o referido produto não se encontrava abrigado pelo instituto da isenção. Em 24 de janeiro de 1999. Em 10 de janeiro de 1999. após ser notificado. já totalmente integralizado. Os sócios tiveram bens pessoais penhorados. com lastro no artigo 4º (quarto) do Código de Processo Civil. procurou -o(a) para solucionar o seguinte problema: Em data de 17 de novembro de 1997. junto à Delegacia da Receita Federal.. levando-se em consideração a ausência de causas suspensivas ou interruptivas. Após a lavratura i do AIIM. WWW Ltda. Diante da falta de pagamento por parte da empresa. . ZZZ Ltda. 2. a taxa não poderá ter base de cálculo própria de impostos. razão pela qual deixou de efetuar o recolhimento do Imposto de Renda relativo ao ano -base de 1997. A Prefeitura do Município de Acarajé. Nos termos do parágrafo 2º do artigo 161 do Código Tributário Nacional. perante uma das Varas da Fazenda Pública de São Paulo... mediante celebração de contrato formalizado por escrito. o prazo será de 5 (cinco) anos e começa a ser contado da data de sua constituição definitiva. sustentando o entendimento de que o produto de sua fabricação era isento de IPI (Imposto Sobre Produtos Industrializados). segundo reza o artigo 150. III. será a impetração de um mandado de segurança. sendo certo que a fiscalização condicionou tal liberação ao pagamento dos tributos. o contribuinte foi notificado pela Receita Federal. por escrito. a empresa p assa por graves problemas financeiros. a urgência da deliberação de mercadorias. evidentemente. tais como juros e multas desde que o faça no prazo de 30 (trinta) dias. com fulcro na Lei 1. o contribuinte deverá pagar o valor do crédito tributário sem os acréscimos. declarado como devido. por uma de suas autarquias. após ser notificado. teve sua mercadoria apreendida por Agentes Fiscais do Estado de São Paulo. pessoa jurídica. do Código Tributário Nacional.

exigindo o recolhimento do imposto sobre essa operação relativamente aos últimos 10 (dez) anos. De acordo com a Súmula nº 166 do Superior Tribunal de Justiça. Deverá ainda formular pedido de antecipação de tutela. preste -lhe orientação. deixou de efetuar o respectivo pagamento durante todo o exercício de 1996. A situação de falido. para a respectiv análise do mérito da questão.708/19). A cobrança é legítima? Explique. sustentando a autonomia patrimonial da p essoa jurídica (art. não incide ICMS no simples deslocamento de mercadoria de um para outro estabelecimento do mesmo contribuinte. Além disso. razão p qual a cobrança é ela ilegítima. devidamente corrigida e acrescida de juros de mora. do Código Tributário Nacional restringe-se aos sócios gerentes e ainda depende da demonstração de fraude e não do mero inadimplemento por impossibilidade financeira. III. de um estabelecimento para outro. no início do ano. Diante da ausência desse depósito. 138 do Código Tributário Nacional a denúncia espontânea da infração exclui a penalidade que dela seria decorrente. sendo imprescindível a manutenção de situação regular perante o fisco. De acordo com o art. Com esse fundamento. que a empresa participa constantemente de licitações. 20 do Código Civil) e que a responsabilidade subsidiária dos sócios na sociedade por quotas é limitada ao montante do capital ainda não integralizado (art. Mesmo não sendo cobrada ou fiscalizada desde então. em nada afeta a capacidade tributária passiva do contribuinte. possui duas instalações industriais situadas em endereços diferentes dentro do Município de São Paulo-SP. Assim o pagamento já efetuado não deveria realmente incluir multa. Não foi apresentada defesa administrativa e o débito está na iminência de ser inscrito na dívida ativa estadual. a 1.ICMS sobre essa operação. Contra a sentença terminativa o candidato deve apresentar recurso de apelação. no entanto. QUESTÃO: Como advogado da ABC Ltda. decidiu trabalhar como autônomo.Programa de Integração Social. A Receita Federal acaba de expedir aviso de cobrança de diferenças do PIS relativo àquele exercício. Como advogado. bem como para assegurar a suspensão da exigência do respectivo crédito tributário. Juízo de 1ª instância extinguiu a ação promovida. A LMN S/A está sujeita ao recolhimento da Contribuição ao PIS . A empresa jamais efetuou o recolhimento do Imposto sobre a Circula ção de Mercadorias e Serviços .. efetuado o respectivo depósito judicial do montante constante no AIIM em questão. Todavia. sob o fundamento de que o valor recolhido foi insuficiente. sendo comerciante falido. acione o meio judicial adequado para desconstituir o lançamento em questão. o ex aminando deverá propor ação anulatória de débito fiscal perante uma das varas da fazenda pública da comarca da capital. 9º do Decreto nº 3. 135. deverá sustentar que a responsabilidade prevista no art. A fábrica I produz insumos que são utilizados pela fábrica II e transportados por caminhão. prestando serviços remunerados a terceiros. calculado sobre os pagamentos que receber por sua atividade. 2. com a conseqüente remessa dos autos ao Juízo "a quo".. O contribuinte "A" foi autuado pelo Fisco Estadual por suposto não pagamento do ICMS relativo ao mês de outubro de 1998. Contra referida autuação.O examinando deverá apresentar Embargos à Execução. sem análise do mérito. O artigo 126. inciso II. restritiva de suas atividades comerciais. Sim. A circulação de mercadoria que enseja a cobrança do ICMS pressupõe a transferência da titularidade do bem. A empresa ABC Ltda. visando a anulação da sentença (e não a sua reforma). do CTN. QUESTÃO: Como advogado do contribuinte. Cassiodoro informa que. para suspensão da exigibilidade do crédito tributário e alternativamente comprome ter-se a realizar depósito judicial da importância questionada. o MM. a empresa efetuou o recolhimento da contribuição atrasada. . o contribuinte promoveu ação anulatória de dé bito fiscal. sem ter. tome a providência judicial cabível. Indaga se estará sujeito ao pagamento de Imposto Sobre Serviços de Qualquer Natureza (ISS). pois não embutiu o valor da multa moratória. dispõe que a capacidade tributária passiva da pessoa natural não será afetada se estiver sujeita a medidas que importe privação ou limitação do exercício de atividades civis. comerciais ou profissionais. No último mês de março. Sabe-se. a fiscalização estadual lavrou auto de infração e imposição de multa contra a ABC Ltda. ainda.

22 da Lei nº 8. a empresa apresentou imediatamente a sua defesa administrativa. pois a venda de veículos não constitui objeto social de empresa. o acesso a imunidade está condicionado à observância dos requisitos do art. WKS Importadora e Exportadora Ltda. ou por Ação Anulatória de Débito Fiscal. Em 25.04. A empresa não se utilizou dos recursos administrativos cabíveis ao caso.212/91 também exclui a possibilidade da cobrança. lavrou um Auto de Infração e Imposição de Multa contra a Empresa Importação e Exportação de Bolachas Nordeste Ltda. concedeu a seus empregados participação nos lucros relativos ao exercício de 1998. ainda. No mês de janeiro de 1999. gerais e particulares da espécie. VI. ambas perante o juízo de uma das onze varas da Fazenda Pública Estadual da Cidade de São Paulo. 150. 4. A peça deverá satisfazer os requisitos jurídicos processuais. para tentar solução favorável à cliente. 7º. por parte da autoridade fiscal. contratar novos empregados. § 9º da Lei nº 8. a inscrição do débito na Dívida Ativa. O conselho deliberativo da fundação questiona-o sobre se essa estratégia pode comprometer a imunidade tributária de que desfruta. É certo que a contribuinte não concorda com tal exigência no momento do desembaraço aduaneiro. no entanto. não se caracterizando. desde queatendidos os requisitos da lei. . da espécie escolhida. O candidato poderá optar pela impetração de Mandado de Segurança. Assim é desaconselhável a estratégia. I.3. Em 10 de janeiro de 1999. sem fins lucrativos. acione a medida judicial adequada à solução da questão. O art. QUESTÃO: Como advogado de WKS. ao tentar desembaraçá-lo do depósito alfandegário da cidade de Guarulhos. e o referido negócio jurídico não é realizado com habitualidade. não constitui fato gerador da obrigação tributária do ICMS. O art.. exigindo pagamento do ICMS e penalidade pecuniária relativa a saídas de mercadorias de seu estabelecimento sem emissão de nota fiscal. instituição educacional e de assistência social. promoveu Execução Fiscal nos termos da Lei no 6 830/80. A inicial deverá cumprir os requisitos jurídico-processuais. com fundamento na Lei 1.830/80. deseja aumentar o nível de atendimento sem. O procedimento fiscal está correto? Esclareça.533/51.212/91 sobre os valores pagos a título de participação nos lucros. constantes de seu ativo imobilizado. acarretando. Oferecer Embargos à Execução Fiscal endereçado ao Foro das Execuções Fiscais Estaduais em São Paulo. Por outro lado. da Constituição Federal exclui a natureza salarial da participação nos lucros. I. a fundação pretende efetuar o pagamento de participação nos resultados aos seus empregados. 195. foi a empresa WKS surpreendida com a exigência. a empresa ABC Ltda. deflagrador da respectiva obrigação. A fim de aumentar a produtividade. da Constituição Federal prevê que as entidades de educação e assistência social sem fins lucrativos estão imunes ao pagamento de impostos sobre o patrimônio. sendo certo que cada um recebeu o valor equivalente ao respectivo salário. Não. No mês de abrildo mesmo ano. QUESTÃO: Como advogado da empresa XTD. importou da Alemanha. da Constituição Federal prevê a possibilidade de cobrança de contribuição social sobre a folha de salários. Segundo pacífico entendimento doutrinário e jurisprudencial. o impasse causado na liberação do veículo importado. em operação mercantil. pois entende não ter existido. Qual o seu parecer? O art. o fato gerador. gerais e particulares. a fiscalização do Instituto Nacional do Seguro Social lavrou auto de infração em virtude do não recolhimento da contribuição previdenciária prevista no art. foi autuada pelo Fisco Estadual por deixar de recolher ICMS sobre a venda de veículos de sua frota. argumentando que o crédito tributário era inexigível. alegando violação ao princípio constitucional da tipicidade fechada da tributação (princípio da estrita legalidade). então. o art. 14 do Código Tributário Nacional.1994 a Fazenda do Estado de São Paulo. nos termos do artigo 38 da Lei 6. Fundamento : artigos 106. Ao tomar ciência do Auto de Infração. 144 do CTN. por isso mesmo. A empresa XTD. um veículo da marca BMW. visto que a venda dos veículos da empresa (ativo imobilizado). XI. Indústria de Papéis e Celulose. c. que em seu inciso I veda a distribuição de qualquer p arcela do patrimônio ou da renda a título de participação nos lucros ou resultados. 28. portanto. A Fundação Rouxinol. renda e serviços. intente a Medida Judicial apropriada. contra a autoridade competente. do pagamento do Imposto Sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) para que pudesse levar a efeito a sua liberação. A Fazenda do Estado.

inc. Sim. Com relação ao mérito. perante uma das Varas do Anexo das Execuções Fiscais. Ainda que alterada a razão social original pelo adquirente de empresa comercial. asfaltou as ruas adjacentes à praça. que instituiu a Taxa de Segurança Pública no Estado de São Paulo. que a culpa pela irregularidade era de seu empregado Joaquim José. A petição deverá atender aos requisitos jurídico -processuais. Pergunta quem será responsabilizado por essa infração fiscal. devidamente comprovado em Inquérito. Concluída a partilha. deverá argumentar que referida cobrança é totalmente ilegal. Um constituinte informa residir em imóvel de sua propriedade. pergunta se em razão de tal circunstância. mediante a inclusão do seu valor nas faturas .1998. A empresa Beta diz que cedeu seu controle acionário à empresa Gama. poderá ser civilmente responsabilizado por sua negligência. arborizando e ajardinando-a. Além do mais.12. Determinada empresa afirma que o contador encarregado de sua e scrituração. Perquire se a mudança da razão social permitirá que Gama se subrogue nos tributos devidos por Beta até a data do ato. expõe o seguinte caso : "A".000. sendo a empresacitada para pagar o referido débito em 23. II. de 16. o filho menor responde pelo crédito tributário do "de cujus" até o limite de seu quinhão (R$ 200. 4. Referida exação passou a ser exigida a partir do mês de janeiro de 2. ingresse com a medida judicial cabível para defender os interesses da cliente. a exigibilidade é totalmente indevida.00 cada. Sim.1998.11. O candidato(a) deverá opor Embargos do Devedor à Execução Fiscal. receberam seus quinhões. com fulcro no artigo 16 da Lei 6. 136 do CTN). permanecerá este como sucessor tributário da que foi alienada (art. então a razão social original. a meação da viúva atingiu o montante de R$ 400. 2.00. QUESTÃO: Como advogado da contribuinte. Em face do exposto.porque ficou provado em inquérito policial e em processo penal. no entanto. O furto. se o filho menor também responde pelo crédito tributário do falecido. Indaga.00.00). III. confor os me artigos 126. a final. devida por telefone. foi publicada a Lei 7. do CTN fica perfeitamente caracterizada a responsabilidade pessoal do e mpregado. 133. Por conseqüência.000. Pela falta de pagamento. A Prefeitura local canalizou ali um córrego. I. 3.11. devendo.830/80. quer particulares da espécie. inc. estará sujeito ao pagamento de contribuição de melhoria . o canditado(a) alegar a ilegitimidade de parte da empresa. Em 15 de maio de 1999.555. Uma filha maior e um filho menor. pois não ocorreram os elementos caracterizadores do fato gerador. Um cliente em consulta. quer gerais. na qualidade de herdeiros. referente a tributos. O contador. do CF.07. todavia. e no processo penal caracterizou a ocorrência de caso fortuito. Sim. pois apesar da mercadoria ter saído do estabelecimento comercial não se deflagrou a mudança da titularidade e nem mesmo a repercussão econômica. QUESTÕES PRÁTICAS 1. portanto. no montante de R$ 200.99. após o que a Fazenda Estadual ingressou com a Execução Fiscal. uma vez que nos termos do artigo 135. no valor fixo de R$ 2.99. cobrada do usuário da respectiva linha. devia à Fazenda Pública Municipal a quantia de R$ 10. manteve a exigibilidade que também foi confirmada pelo Tribuna de Impostos e Taxas.1998. a casa -a do consulente aumentou de valor. I e 136. Em 18.50 (dois reais e cinqüenta centavos). mas perdeu o prazo para fazê -lo.10. o Oficial de Justiça levou a efeito a penhora de bens da empresa para garantia da execução. Como advogado qual seria a sua orientação? A empresa referida é totalmente responsável pela infração fiscal e não o contador (art. recebeu dinheiro para efetuar o pagamento de tributo devido à Fazenda Nacional. por haver descumprido sua obrigação contratual perante a empresa. defronte a uma praça municipal. inclusive demitido por justa causa.000. estará sujeito a outro tributo além do IPTU (Imposto Predial e Territorial Urbano). por haver furtado as mercadorias.000. o crédito tributário foi inscrito na Dívida Ativa em 16. conforme artigo 145. A administração tributária.000. do CTN). cuja decisão administrativa l transitou em julgado em 05. II do CTN. quando faleceu. que alterou.

ainda. sustentando que o intérprete e aplicador da lei tributária não pode se afastar das definições dos institutos jurídicos dos outros ramos do direito. efetuando a cobrança.. 109 e 110 do Código Tributário Nacional. III combinado com o art. relativas às despesas com a utilização da linha. ingressar com Ação Declaratória com base no artigo 4º do Código de Processo Civil. in verbis: "A contribuição de que trata o artigo anterior será de dois por cento e incidirá sobre o faturamento mensal. De acordo com esse diploma. as obras foram iniciadas no prazo previsto. emitidas pela XYZ telefônica de São Paulo Ltda. com a finalidade de custear a indigitada obra. sob argumento de que cobrança é inconstitucional o § 2º do arigo 145 da Constituição t Federal (Natureza Jurídica Específica do Tributo) que veda a instituição de taxa com base de cálculo própria de Imposto (verificar. e está sendo executado judicialmente para pagamento do montante equivalente a R$ 6. Como advogado(a) de ABC Ltda.00 (doze mil reais) em razão da pavimentação. a construtora ZYB Ltda. com vencimento em todo dia 15 do mês subseqüente ao de referência. cujo valor venal passou de R$ 10. Outrossim. A Fazenda Municipal está. No curso do processo. que são utilizados para delimitação da obrigação tributária. O(A) candidato(a) deverá ingressar com Mandado de Segurança. ajuizou ação de rito ordinário. que contempla as hipóteses de isenção da contribuição. utilize a medida judicial apropriada para defender os interesses da sua cliente. Poderá. que o processo foi ajuizado em São Paulo-SP. da contribuição de melhoria que foi instituída pela Lei Municipal nº 12. Nesse sentido. se abstenha de realizar a cobrança da referida Taxa. manipule a medida conducente à reforma dessa decisão. perante uma das Varas da Fazenda Pública na Cidade de São Paulo. 81 do Código Tributário Nacional impedem a cobrança de contribuição de melhoria em razão de obra pública em montante superior ao da valorização do imóvel. a Prefeitura do Município de São José da Serra realizou obras de pavimentação asfáltica na zona norte da cidade. pela via executiva.00 (seis mil reais).. considerando-se. posto que não foi observado o procedimento previsto no art. agora. do qual constava apenas o período da consecução das obras e as conse qüentes mudanças no tráfego daquela área. o valor da contribuição corresponderia ao custo total da obra dividido pelo número de imóveis beneficiados. ainda. conforme rezam os arts. .. A ação foi julgada improcedente.000. No exercício de 1996. nada menciona a respeito da venda de imóveis. ABC Ltda. 82 do Código Tributário Nacional. Naquela oportunidade. uma vez que os valores serão depositados judicialmente para os fins e os efeitos das disposições previstas no inciso II do artigo 150 do CTN. sob o fundamento de que a alienação de imóveis enquadra na hipótese de incidência prevista -se no art. QUESTÃO: Na qualidade de advogado de Caio.00 (dez mil reais) para R$ 12. não incide a QUESTÃO: Como advogado da contribuinte. O examinando deverá apresentar Embargos à Execução. publicada há menos de 5 (cinco) dias. o § único do artigo 77 do CTN). 145.000. considerando que já houve -se citação no bojo da execução fiscal e que o executado foi intimado da penhor que recaiu sobre o próprio imóvel há 15 a (quinze) dias. 2º da Lei Complementar nº 70/91. asseverou o juízo singular que o art.mensais. a título de contribuição de melhoria. nos termos do artigo 7º da Lei nº 1533/51. visando à declaração de inexistência de relação jurídico-tributária que a obrigue a efetuar o pagamento da Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social ± COFINS sobre o produto das vendas de imóveis. desde que nesta medida judicial haja referência à obtenção de medida liminar em ação cautelar inominada para que XYZ Telefônica Ltda. os moradores da região receberam um comunicado da Secretaria Municipal de Transportes e Vias Públicas.000. assim considerado a receita bruta das vendas das mercadorias e dos serviç de os qualquer natureza". com pedido de concessão de Medida Liminar. detentora do direito de uso de 50 linhas telefônicas no Estado de São Paulo. igualmente. foram realizados os depósitos judiciais das importâncias questionadas até o mês de competência relativa a fevereiro de 1999. Caio é proprietário de um imóvel nessa região. 6º do mesmo diploma. sustentando o vício formal da cobrança. procurou -o(a) buscando o meio judicial para impedir a referida cobrança. Na vigência da Lei Complementar nº 70/91. Sem outras formalidades ou previdências preliminares. não concordando com referida cobrança. exercite a providência judicial necessária para afastar a cobrança. Deverá argum entar ainda que o art. O examinando deverá apresentar Recurso de Apelação. de 29 de dezembro de 1995.

publicada nesta mesma data. A indústria química QMB S/A. segundo estabelece o CTN. Não. 2. 130 e 131. De acordo com a Portaria. A VXZ Ltda.COFINS sobre a venda de imóveis. poderá cobrar o valor de Caio por via regressiva. deverá a empresa efetuar o depósito judicial do montante em discussão.88. No Auto de Infração e Imposição de Multa a fiscalização exigiu a cobrança do imposto calculado pela alíquota de 18% e da multa de 30% pela inadimplência.10. conforme o disposto no art. 151. Qual seu parecer? A cobrança é ilegítima porque a taxa é espécie do gênero tributo. vigente na data de ocorrência do fato gerador. de 17. As convenções entre particulares não são oponíveis ao Fisco. sendo certo que a Lei nº 5. relativo ao exercício de 1996. A empresa "Indústria e Comércio de Móveis de Madeira Santo Antônio Ltda". fixava a alíquota de 10% e multa de 40%. do Código Tributário Nacional.. conforme previsto na Lei nº 7. uma vez que foi identificada a realização de uma operação de venda de mercadorias. uma vez que a alíquota a ser aplicada deve ser aquela vigente à época do fato gerador. em seu artigo 177 a isenção não é extensiva: às taxas às contribuições de melhoria aos tributos instituídos posteriormente a sua concessão. 150. I da Constituição Federal e art. em 21. com fulcro no artigo 38 da Lei 6. Em 1998. 4. A empresa poderá ajuizar ação declaratória de inexigibilidade da taxa. ingresse com a medida judicial cabível para defender os interesses de sua cliente. perquire se é possível creditar-se do valor total do ICMS destacado na fatura da energia elétrica utilizada no seu único estabelecimento.95. QUESTÃO: Como advogado (a) da contribuinte. consoante permite expressamente o seu art. 9º. com pedido de antecipação de tutela. a teor dos arts. a partir da entrada em vigor da Lei Complementar nº 87/96. 3. sem emissão de nota fiscal. exonerando -se Lúcio de qualquer responsabilidade perante o Fisco Municipal. 33. objetivando a anulação do lançamento realizado. com a finalidade de suspender a exigibilidade. portanto. Qual seu aconselhamento? É possível o creditamento.90. Caio comprometeu a quitar esse débito. nos termos do art. de 30 de dezembro de 1998. do Código Tributário Nacional. Um constituinte indaga se o Instituto da isenção é aplicável a todos os tributos. inclusive em grau de recurso. Lúcio adquiriu de Caio um imóvel. Tendo recebido.05.830/80. em 05.95. No contrato de compra e venda.896. em caso afirmativo. Caso a tutela antecipada seja indeferida. No entanto. na qualidade de atual proprietário. 191 do Código Comercial define como mercadoria apenas os bens móveis e semoventes. 1.698. Lúcio perquire se há possibilidade de transferir a Caio o ônus do seu pagamento e. I . todas as indústrias localizadas no município seriam contribuintes da referida taxa. Lúcio. de 23. teve contra si lavrado um Auto de Infração pela Fiscalização Estadual. como proceder. O Secretário Municipal do Meio Ambiente de uma cidade localizada às margens do Rio Paranapanema instituiu. 123 do Código Tributário Nacional. Ação Anulatória de débito fiscal e/ou de lançamento tributário. nos termos do art. responde pelo débito perante o Município. uma vez que o art.07. indistintamente. recentemente. pela Portaria nº 1. perante uma das Varas da Fazenda Pública em São Paulo ou perante uma das varas cíveis da comarca do interior.03. em que funciona o setor industrial e administrativo. o que implicou falta de pagamento do ICMS. sobre o qual pendia débito do Imposto Predial e Territorial Urbano ± IPTU. nos . empresa que se dedica à fabricação e comercialização de produtos de limpeza. questiona -o sobre a obrigatoriedade do pagamento da tax e sobre qual medida poderia adotar visando se eximir de futuras a autuações e garantir a expedição de certidões de regularidade fiscal. a cobrança de taxa visando custear a atividade de fiscalização e controle da emissão de poluentes no rio. do mesmo código. II. mediante ação própria de caráter condenatório. uma notificação de cobrança do tributo. alegando que não despeja qualquer tipo de poluente no rio. razão pela qual deve necessariamenteestar prevista em lei em sentido estrito.

Com relação a multa. a ação deverá ser dirigida contra a União Federal.. em virtude do exercício do poder de polícia consistente na fiscalização de embarcações para evitar a entrada irregular de estrangeiros no território nacional. parágrafo único. com o pedido de declaração da inexistência de relação jurídico tributária que obrigue a empresa a pagar o tributo. da Constituição Federal (seção judiciária do Distrito Federal. transportando bens alimentícios perecíveis no valor de R$ 1. rejeitada por decisão desfavorável que transitou em definiti a em 24.03. a Fazenda Pública. imediata e tempestivamente. Se optar por ação ordinária. ingressou com Execução Fiscal. 109. impedido de atracar porque a empresa recusa -se a pagar esse tributo.". o contribuinte ingressou. após inscrição na dívida ativa. do Código Tributário Nacional. subseção judiciária de Santos ou subseção judiciária de Fortaleza).08. cuja petição inicial foi deferida pelo MM.99. com pedido de liminar. contudo. QUESTÃO: Como advogado(a) da empresa. nos termos do artigo 16 da Lei 6. A taxa é cobrada a uma alíquota de 0. deverá ser ap licada a mais benéfica ao contribuinte. Embargos do devedor à Execução Fiscal. §2º. . por intermédio do Departamento de Polícia Federal. Delegado Regional Tributário. a serviço da empresa "Lice ± Linhas Cearenses de Navegação S.93. incidindo portanto a vedação do art. Mandado de segurança. ainda. ainda.000. contra ato do Delegado da Polícia Federal em Santos.815/80 ( Estatuto do Estrangeiro) e pela definição do art.89 na empresa "Comércio de Materiais para Construção João de Barro Ltda". com sede na cidade de Fortaleza. 145. os mesmos fundamentos do parágrafo anterior. O navio "Aracati". após regularmente citado para o pagamento da referida execução.00 (um milhão de reais). passou a exigir dos transportadores de produtos por via marítima uma taxa. com fulcro na lei 1. lavrou Auto de Infração e Imposição de Multa (AIIM) no valor de R$ 1. da Lei nº 6. órgão vinculado ao Ministério da Justiça. Por meio de fiscalização realizada em 25. Não v sendo pago o crédito tributário. 20. A União Federal.A. impetrar mandado de segurança perante uma das Varas da Fazenda Pública Estadual ou uma das Varas Cíveis da comarca do interior.000.830/80. opostos perante uma das Varas das Execuções Fiscais Federais. na qualidade de autoridade reponsável pela exigência indevida. II. encontra -se atualmente ao largo do porto de Santos.800. invocando o periculum in mora consistente no perecimento dos alimentos transportados.25% do valor FOB da totalidade das mercadorias transportadas pelo navio. proponha a medida judicial hábil a permitir o desembarque da mercadoria sem o pagamento do tributo. do Código Tributário Nacional. Juiz em 24.08. o que pode comprometer o requisito de referibilidade do tributo. Poderá.termos do artigo 144 do CTN. Em 15 de maio de 1999.00 (um milhão e oitocentos mil reais) relativamente à falta de pagamento do Imposto Sobre a Renda (IR) incidente sobre o lucro apurado em operação de vendas de mercadorias realizadas durante o ano de 1983. nos termos do artigo 106 e incisos do CTN. promova a medida judicial adequada a resguardar os direitos de sua constituinte. Dr. Nesta hipotése. ( conforme definido pelo art. com a competente impugnação administrativa. Não poderá. §2º. 22 e segs. utilizando em relação ao mérito.533/51. Sr. 273 do Código de Processo Civil. 78. apontar a falta de correlação lógica entre a atividade de polícia e o valor da taxa. No mérito. já que amparado pelos arts. a Receita Federal. com base na legislação vigente nesta data. de acordo com os critérios de competência do art. perante uma das Varas da Justiça Federal da Subseção Judiciária de Santos. Não concordando com a referida exigência. contra ato do Ilmo. conforme os r quisitos e do art. O candidato deverá ainda requerer a concessão de liminar.000. O candidato deverá sustentar que se encontra extinto o direito da Fazenda Pública Federal pelo decurso do prazo prescricional previsto no artigo 174 do CTN. o candidato deverá sustentar que a base de cálculo da taxa é idêntica à do Imposto de Importação II). discutir a legalidade do procedimento de polícia. QUESTÃO: Como advogado(a) do(a) contribuinte. Admite-se também a propositura de ação ordinária. o pedido será de antecipação de tutela. Poderá o candidato. da Constituição Federal. foi efetuada a penhora de bens da empresa.

Findo esse prazo. seria de rigor o recolhimento do imposto sobre as receitas decorrentes das mensalidades pagas pelos associados. ocorre a extinção do crédito mediante a prescrição. tendo em vista que o art.. nem a informou a respeito depois que a obra estava pronta. a fim de cobrir despesas com o atendimento da população atingida pela seca em seu Município. mas ainda não foi executada judicialmente. Todavia. RESPOSTA: Não. recebeu da Câmara de Vereadores um projeto de lei institui do empréstimo compulsório n devido pelos habitantes não atingidos pelo flagelo. Tampou requereu à Prefeitura Municipal licença para co construção. qualificando como contribuintes todos os proprietários de imóvel. é empresa prestadora de serviços de acesso à rede mundial de computadores (provedora de internet) e nessa qualidade foi autuada e multada pelo Fisco Municipal. da Constituição Federal. Assim. descobrindo a existência da construção. Túlio construiu uma edícula em terreno de sua propriedade e deliberadamente deixou de efetuar a averbação da construção à margem da respectiva matrícula. De acordo com o art. adote.. o Município. Em fevereiro de 2000. Como advogado(a). em sede de lei complementar. § 2º. da Constituição Federal prevê que a cobrança dos impostos discriminados na constituição está sujeita à prévia definição dos respectivos fatos geradores. a medida judicial cabível para desconstituir o indigitado auto de infração e assegurar o direito do contribuinte de obter certidões d regularidade e fiscal durante o trâmite da ação. Túlio indaga -lhe se esse lançamento suplementar é lícito e qual seu fundamento.O Prefeito de uma cidade do interior do Nordeste. em nome da contribuinte. III. equivalente ao diferencial correspondente à construção clandestina. realizou o lançamento suplementar do Imposto Predial e Territo Urbano ± IPTU dos rial exercícios de 1994 a 1999. em razão do não recolhimento do Imposto Sobre Serviços ± ISS relativo aos meses de janeiro a dezembro de 1999. razão pela qual a exação em questão extrapola a competência atribuída ao Munic ípio pelo art. aos exercícios de 1995 em diante. tendo em vista a previsão específica de tributação do serviço de acesso à internet na Lei Municipal nº 9. conforme artigo 148. 145. A empresa não apresentou defesa administrativa. Deverá focalizar o entendimento doutrinário e jurisprudencial no sentido de que a competência tributária dos Municípios é condicionada pela . A exação assim dimensionada é legítima? Explique. Os objetivos deverão ser perseguidos em uma única ação. O valor dessa Taxa de Limpeza é obtido mediante a aplicação da alíquota de 0.Uma empresa consulta-o indagando do prazo para a consumação da prescrição dos tributos Estaduais.Em 1993.5% sobre o valor venal do imóvel. A Virtual Ltda. Como advogado (a). Explique. I . 2 . 145. da CF. O examinando deverá confeccionar ação anulatória de débito fiscal endereçada a uma das varas da fazenda pública da comarca da capital. com fundamento no art. deverá se limitar àqueles exercícios em relação aos quais ainda não se operou a decadência. 33 do Código Tributário Nacional. sustentando a ilegitimidade do lançamento em questão. QUESTÃO: Considerando-se que o serviço em questão não consta da lista anexa ao Decreto-lei nº 406/68. depois de completado o lançamento. VIII.999 aprovada em 31 de dezembro de 1998. qual é sua orientação? RESPOSTA: O prazo prescricional está previsto no artigo 174 do CTN que dispõe: A ação para cobrança do crédito tributário prescreve em cinco anos. isto é. De acordo com o auto de infração lavrado no mês de janeiro pp. 3 . 146. pois só a União pode instituir empréstimo compulsório. bases de cálculo e contribuintes. 4 . 149. conforme art. contados da data da sua constituição definitiva. RESPOSTA: O lançamento suplementar é possível em sede de revisão de lançamento. do Código Tributário Nacional. a. Além disso a limpeza pública não é um serviço divisível. as taxas não poderão ter base de cálculo própria de impostos. uma vez que é inconstitucional. tem o Estado o prazo de cinco anos para impetrar a ação assecuratória do crédito tributário. qual o aconselhamento ao Prefeito? RESPOSTA: O Prefeito não poderia sancionar o projeto de lei. O valor venal do imóvel constitui base de cálculo do IPTU. II.Determinado Município institui a cobrança de taxa visando remunerar se dos serviços de limpeza de vias e logradouros públicos.1 . localizada na cidade de São Paulo-SP. nem da Lei Complementar nº 56/87.

145. De acordo com a Lei nº 11. a exação do Município de São Paulo fere o art. §1º da Constituição Federal). QUESTÃO: Na qualidade de advogado da "Almeirão e Filhos Ltda. foi intimada da lavratura de Auto de Infração e Imposição de Multa pela Secretaria da Fazenda do Estado de São Paulo. dando baixa dos produtos vendidos. a atividade possa ser caracterizada como serviço de qualquer natureza. para tanto. pelo rito ordinário. incidentes sobre as parcelas do preço divididas em faixas de valor em tabela específica.374/89. A sociedade "Almeirão e Filhos Ltda.taxativa lista de serviços da lei complementar federal. contra o Diretor do Departamento de Rendas Imobiliárias da Prefeitura do Município de São Paulo. ocasião em que. com base no art. 150. a venda daqueles produtos foi cancelada antes que houvesse a sua efetiva saída do estabelecimento comercial. contributiva somente seria lícita nos chamados impostos pessoais. adote a medida adequada para viabilizar a outorga da escritura de compra e venda do imóvel no prazo fixado. Caio impetrou Mandado de Segurança. propor ação declaratória negativa de débito fiscal." tem por atividade principal a comercialização. ainda que previsto em lei municipal e ainda que. II.ICMS correspondente.154/91 do Município de São Paulo. documentos que comprovam tanto a falha no sistema quanto a permanência dos produtos tidos como vendidos em seu estoque. Há 20 (vinte) dias. da Lei Estadual nº 6. § 1º. com pedido de efeito suspensivo ativo. Deverá ainda observar os req uisitos formais de interposição do agravo de instrumento. porquanto não há correlação necessária entre a capacidade contributiva e o valor do imóvel A gradação do imposto de acordo com a capacidade . deverá apresentar a competente guia de recolhimento do imposto devidamente quitada. sustentando a ilegitimidade da cobrança do ITBI pelo regime de alíquotas progressivas. 4 e 6%. dirigida ao Serviço do Anexo Fiscal da Comarca de São Bernardo do Campo. do ponto de vista econômico. de material de limpeza. tendo em vista que não há permissão constitucional expressa para a instituição dessa fórmula de cobrança do ITBI.". O caminho mais recomendável é a apresentação de defesa administrativa. deverá ser requerida a realização do depósito judicial com a mesma finalidade. não há que se cogitar na aplicação do art. Preferencialmente deverá o examinando indicar jurisprudência a respeito. A "Almeirão e Filhos" sustenta que. 89. não sendo lícita a cob rança do imposto sobre serviços não constantes da lista. Caio está adquirindo um bem imóvel situado no Município de São Paulo. dirigida ao Delegado Regional Tributário do ABCD (ou outra autoridade equivalente. tendo em vista o princípio constitucional da capacidade contributiva (art. 206 do Código Tributário Nacional. A medida liminar foi negada. que lhe aplicou penalidade por haver vendido mercadorias sem a emissão da correspondente nota fiscal de saída. sob o argumento de que o Município tem competência para definir a alíquota do imposto. A cobrança do imposto é feita sob o regime de alíquotas progressivas de 2. a alienação inter vivos de bem imóveis está sujeita à incidência do Imposto de Transmissão de Bens Imóveis ± ITBI. cobrando-lhe ainda o Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços . 3. atraindo a incidência das alíquotas superiores a 2%. a ser pago pelo adquirente. o sistema informatizado de controle de estoque não registrou o cancelamento da operação. . 145. para calcular e recolher o tributo à alíquota de 2% sobre o valor total da operação. cuja escritura deverá ser outorgada em 10 dias. Deverá ainda ser formulado pedido de antecipação d tutela para e suspender a exigibilidade do crédito ou. da Constituição Federal. inclusive no regime de alíquotas progressivas. Possui. §1º da Constituição Federal. À medida que não há previsão expressa do ITBI progressivo. necessariamente. O examinando deverá interpor Agravo de Instrumento endereçado ao 1º Tribunal de Alçada Civil de São Paulo. ainda. Pode-se. mas que por problemas internos. Ciente de que o valor da operação supera o limite da menor faixa de valor. no atacado. desde que o candidato demonstre saber a quem deve a defesa ser dirigida). pois trata desigualmente contribuintes que se encontram em situação semelhante. nos termos do art. Considere que a empresa tem sede em São Bernardo do Campo. Por outro lado. na verdade. subsidiariamente. tudo para viabilizar o acesso à certidões de regularidade fiscal. QUESTÃO: Considerando que a decisão denegatória da medida liminar foi publicada na imprensa oficial há 5 (cinco) dias. tome a medida cabível para cancelar o Auto de Infração e Imposição de Multa lavrado contra a empresa. em especial a Súmula nº 45 do 1º TAC. com pedido de liminar. mediante o pagamento do ITBI pela menor alíquota.

que passou assim a se submeter às mesmas regras aplicáveis aos demais contribuintes. Porém. art. para apurar o imposto devido. Em dezembro de 1999. já que não foi descumprida a obrigação acessória de emitir nota fiscal. procedimento este que passou a ser permitido por lei promulgada em 1999. Em virtude desse fato. A sociedade pergunta-lhe se é possível que a fiscalização adote. o Além disso. entendendo que um determinado produto por ela fabricado encontrava -se abrangido pela isenção do IPI. seu cliente tem dúvida sobre o exato sentido dessa expressão. pergunta-se: na operação." deixou de recolher a COFINS incidente sobre seu faturamento. Nesta mesma data. 144. porém. que permite a aplicação de lei posterior ao fato gerador que amplie os poderes de fiscalização das autoridades administrativas. O que ela significa? A substituição tributária é instituto previsto no art.Em agosto de 1998. Considerando que o -se serviço está compreendido na competência tributária dos Municípios e que a legislação re spectiva é silente quanto à matéria.. da Lei Complementar nº 87/96. I. 1 . já que a orientação anterior da autoridade fazendária é norma complementar de direito tributário. continuou comercializando o referido produto ao abrigo da isenção. o candidato deverá sustentar que. de ofício.11. antes de qualquer manifestação do Fisco formulou. Se as operações forem posteriores. da Constituição Federal. A falta de recolhimento deveu-se ao fato de a empresa não haver declarado à Receita Federal parcela substancial de seu faturamento. Desta forma. quanto a fato gerador ocorrido posteriormente à sua introdução". se não houve circulação das mercadorias. o regime especial concedido à sociedade. visando à cobrança de diversas multas por inobservância da legislação tributária no período de vigência do regime especial.715/98. parágrafo único. não ocorreu o fato gerador do tributo (art. da Lei Complementar nº 87/96). 2º.99. os critérios novos não são aplicados a fat s pretéritos. cobrando de seus clientes um preço único pela venda de mercadorias e pelo serviço prestado. em resposta à consulta formulada. autorização para comercializar produtos com regime especial de recolhimento do ICMS. enquanto aguardava a resposta. 146 do Código Tributário Nacion que afirma que as alterações al. 4 . "em relação a um mesmo sujeito passivo. o contribuinte recebeu o . tendo em vista o art. 2º. posicionou -se oficialmente. após confrontar a movimentação bancária da sociedade.02 . em 01.99.No mérito. correspondente ao chamado "caixa dois".Ao consultá-lo sobre os valores que compõem a base de cálculo do PIS. já que a legislação do ISS não sujeita a operação à incidência exclusiva do ICMS. fixando o entendimento de que aquele produto era tributado pelo IPI à alíquota de 5%. apenas o ISS ou ambos os impostos? Por quê? Incidem ambos os impostos. Na qualidade de advogado da empresa. § 7º. como não é exigido imposto. consulta à Secretaria da Receita Federal. 3 . A fiscalização detectou a omissão de declaração em março de 2000." obteve.A sociedade "Feliz Ano Novo Indústria e Comércio Ltda. É possível. 150. procedimento administrativo que não era permitido à época da ocorrência do fato gerador. Em 22. parágrafo único). VI. incide apenas o ICMS. da Secretaria da Fazenda do Estado de São Paulo. oriente-a quanto à linha de defesa possível neste caso. trata-se da hipótese de substituição tributária "para frente" a que se refere o art. tampouco se faz devido o pagamento de multa. por força do art. seu cliente constatou que existe disposição que exclui da base de cálculo dessa contribuição os valores a título de ICMS "retido pelo contribuin na condição de te substituto tributário" (Lei nº 9. conforme a previsão específica para cada estado. No curso dessa atividade. A Indústria de Artefatos de Madeira Ltda. 2 . A defesa a ser apresentada deverá se basear no art. do Código Tributário Nacional." tem por objeto social a venda de pisos de madeira para residências. 3º. a Secretaria da Fazenda cancelou. §1º. apenas multa. poderá invocar também o art. tam bém presta o serviço de colocação dos pisos vendidos. 6º da Lei Complementar nº 87/96. 100. que impõe ao contribuinte o dever de recolher o ICMS incidente sobre operações que não praticou. Dessa forma. a Receita Federal. foi lavrado auto de infração contra a empresa. a sociedade "Sonho Meu Comércio de Alimentos Ltda.A sociedade "Piso Maciço Revestimentos de Pisos e Paredes Ltda. do CTN. dos critérios de lançamento de tributos deverão ser aplicadas. sendo -lhe dadas condições de cálculo e pagamento do tributo mais adequadas a sua atividade comercial.

o que implicou a falta de recolhimento do tributo devido. não podendo ser cobrado imposto sobre a sua importação. por ter apurado a venda de mercadorias em 14. para recolher. mesmo os desos conhecidos à data da abertura da sucessão. é indevida a cobrança de juros e da multa moratória. d. tributo. sob os mesmos fundamentos jurídicos acima apontados. sendo desta mesma data o despacho do Juiz que deferiu a inicial. ao sujeito passivo. realiza periodicamente a importação de papel para impressão do jornal "Gazeta de São Paulo".A. QUESTÃO: Como advogado(a) da empresa. Deverá ser impetrado mandado de segurança.09. contestando a exigência. encontra -se retido na alfândega do porto de Santos.A. do artigo 150 do CTN). de grande circulação. Estima-se que em 4 (quatro) dias o estoque de papel se esgotará. Atualmente.12. a empresa KLM Distribuidora de Produtos Alimentíci s o Ltda. para desembaraçar imediatamente a mercadoria sem o pagamento do .000 toneladas de papel. Em face da falta de pagamento do referido débito. O(A) candidato(a) deverá ingressar. o mesmo foi devidamente nscrito na Dívida Ativa em i 12. da Constituição Federal.DARF (Documento de Arrecadação de Receitas Federais).". já que a inscrição na Dívida Ativa concretizou-se após o decurso do prazo de 05 anos contados da data da regular notificação. não recolhido pela empresa. Como advogado(a) qual seria sua orientação? QUESTÃO: Na qualidade de advogado(a) da "Editora São Paulo S. com Embargos à Execução ou Embargos do Devedor. No mérito. A Fiscalização Estadual de São Paulo. sem emissão de nota fiscal.Seu cliente. Deverá contest o prazo ar (15. assim como o prazo fixado para pagamento é de 30 (trinta) dias contados da data em que o sujeito passivo foi notificado do lançamento. até o dia 15.830/80. ingresse com a medida judicial adequada à defesa dos interesses da constituinte. pergunta se o espólio responde por tod os débitos tributários. 1 . um lote de 1. QUESTÃO: Como advogado(a) da empresa.830/80." dedica-se à atividade jornalística e. apenas corrigido monetariamente. nos termos do artigo 16 da Lei 6. com pedido de medida liminar.04.12. Caberá. da lavratura de Auto de Infração e Imposição de Multa (AIIM) contra a contribuinte.99 e a Execução Fiscal foi protocolizada em 18. visando ao imediato desembaraço da mercadoria importada sem a necessidade de pagar o imposto de importação. também. até 22. proponha a medida judicial cabível. obrigando à redução da tiragem diária do jornal.11. vez que se deu a extinção da obrigação tributária pela ocorrência da prescrição (inciso V. com Ação Anulatória fundamentada no artigo 38 da lei 6. que exige para tanto o recolhimento do Imposto de Importação incidente na operação. sob o fundamento de que a Fazenda Pública perdeu o direito de Ação.. visando a anulação do débito tributário ou do lançamento tributário. em data de 23.522/51. o candidato deverá sustentar que o papel destinado à impressão de jornais beneficia-se da imunidade do art. perante uma das Varas Cíveis da Justiça Federal. cujo desembaraço vem sendo obstado pela Inspetoria da Alfândega daquela localidade. contratou-o(a) para defender seus interesses. portanto.12. a impetração de Mandado de Segurança com base na Lei 1.1999. nos termos do § 1º do artigo 160 do CTN.1989. acione o instituto judicial pertinente. na pendência de consulta. visto que.99 o contribuinte poderia levar a efeito o recolhimento do valor do tributo devido. notificou regularmente a empresa KLM Distribuidora de Produtos Alimentícios Ltda. O mandado de segurança deverá ser dirigido a alguma das Varas Federais da Subseção Judiciária de Santos e apontar como autoridade coatora o Inspetor da Alfândega do Porto de Santos. 150.12. juros de mora e multa moratória de 20%. O(A) candidato(a) deverá ingressar. A sociedade "Editora São Paulo S. VI. do lançamento tributário (artigo 174 CTN). Citada da execução e penhorados bens da contribuinte.1999) fixado para pagamento.94. nessa qualidade. relativamente à cobrança de juros moratório e da multa de mora no percentual de 20 %. suspendendo de vez a impressão do jornal. perante o Juízo do Anexo das Execuções Fiscais Estaduais competente. o tributo devido acrescido de correção monetária.99. ao consultá-lo. emitido pela Receita Federal. A exigência fiscal vem comprometendo seriamente o funcionamento das oficinas de impressão.

salvo no que diz respeito à responsabilidade pela atualização monetária e pelos juros moratórios. III do CTN).05. al. art. em 15. ajuizou ação de rito ordinário. Questiona-se sobre a possibilidade de o pagamento do débito com a redução da multa. Qual a sua orientação? O contribuinte tem direito ao pagamento do débito com redução da multa para 20%. No final daquele exercício. em razão da referida pendência de ICMS. contra os sócios que não foram citados anteriormente como pessoas físicas. 3 . acredita ser vantajoso oferecer carta de fiança bancária como garantia da execução. visando à repetição dos valores recolhidos a título de IPTU. Conforme o art. 106. em 31. que era de 40%. Nesta semana.93. em d de ata 20. CTN). CTN).999/97. atualizado monetariamente e acrescido ainda da multa de 40% sobre o valor t tal. d eixou de ser pago porque a empresa não tinha disponibilidade financeira. 134. perante uma das Varas do Anexo das Execuções Fiscais. proprietária de imóvel situado no Município de Pinheiros -SP. mencionada especificamente a disposição da lei em que seja fundado". que seja decretada a prescrição.A sociedade "Cibus Ciborum Comércio de Alimentos Ltda. ( art. Todavia. §§ 3º e 4º). com arrematação dos bens penhorados. incidentes sobre o valor venal do imóvel e .A empresa Alpha Ltda. que previa a cobrança do tributo pelo regime de alíquotas progressivas. por alíquota superior a 0. 2 . em caso afirmativo. O candidato(a) deverá apresentar Embargos do Devedor à Execução Fisc com fulcro no artigo 16 da Lei 6. 4 . lavrado o auto de penhora. O espólio responde por todos os débitos tributários do "de cujus sejam eles conhecidos. 9º. c do Código Tributário Nacional. 202 do Código Tributário Nacional. QUESTÃO: Como advogado do sócio José Antônio.. III.830/80. 135. deixou de recolher o Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços ± ICMS. A empresa Júpiter Ltda. Além disto. em via de serem ". 131. III. há menos de cinco dias." recebeu mandado de citação para pagamento ou nomeação de bens à penhora em execução fiscal. alegando que na qualidade de sócio e por não ter sido a empresa extinta irregularmente (art.. Qual sua resposta? A carta de fiança pode ser oferecida como garantia do juízo em execução fiscal e produz os mesmos efeitos do depósito em dinheiro. vencido no decorrer do exercício de 1999. foi promulgada lei estadual reduzindo a multa por não pagamento do imposto. referente a fatos geradores ocorridos em janeiro de 1990 que.03. Ao analisar esta certidão. A sociedade executada indaga-lhe se é possível o oferecimento de carta de fiança bancária e. A empresa Marmoraria Ltda. ofereceu um de seus imóveis em garantia. se tem o direito de fazê-lo mesmo que tenha saldo livre em conta corrente para prestar garantia em dinheiro. se não for acatada a exclusão do polo passivo da execução. nem ter sido praticado qualquer ato contra os estatutos e o contrato social (art. foram afinal julgados improcedentes os embargos da empresa. VII. 174 do CTN. pelos débitos desconhecidos à data de abertura da sucessão.830/80. alegou-se a inconstitucionalidade da fórmula de cálculo introduzida pela Lei Municipal nº 9. Um dos sócios. Como tem bom relacionamento com o banco onde possui conta corrente. Existe fundamento para pleitear a nulidade do título executivo? Qual? Sim. ser totalmente irregular a qualidade do mesmo e dos demais sócios como sujeitos passivos da execução. no exercício de 1998. lançados.com base no art. tendo em vista o disposto no art. Oferecidos bens em garantia.Sim. O valor do auto de infração considerou o montante do imposto devido.2001. inc. foi regularmente citada em processo de execução para pagar ou garantir o juízo relativamente a débito de ISS. Para tanto. e também.5%.Seu constituinte recebeu citação para uma execução fiscal. você verificou que não existe menção aos dispositivos legais em que se funda o crédito executado.2000 os sócios da executada foram citados para pagar o restante da dívida ou garantir a execução.5% a 3%. uma vez que os bens p enhorados não foram suficientes para liquidar o crédito em discussão e não possuindo a empresa outros bens. instrumente o meio adequado em prol do cliente. a Certidão de Dívida Ativa deverá indicar "a origem e a natureza do crédito. de nome José Antônio. além da "data em que foi inscrita". que continuam fluindo (Lei nº 6. formalizada pelo ato respectivo.12. que veio acompanhada por cópia da Certidã de Dívida o Ativa. de 0. nem consta a data da sua inscrição. tempestivamente apurado e declarado ao Município de São Paulo. para 20%. a empresa contribuinte foi au-tuada pela fiscalização. que determina a aplicação retroativa da lei tributária que comine penalidade menos severa que a lei vigente na época da infração.

ainda ser impetrado mandado de segurança com base na Lei 1. passando a viger no exercício imediatamente seguinte à lei instituidora. O examinando deverá interpor recurso de apelação dirigido à própria vara local.variáveis em função da extensão e destinação. A competência para tais ações será do Juízo da Vara da FazendaPública.SP: a matriz. o novo Prefeito. Para tanto. que fixava o valor originário do IPVA em R$ 1. em que se desenvolve a atividade produtiva. Na data do fato gerador. II.T. de 12/08/93. Alternativamente poderá o candidat ingressar com o uma ação declaratória de inexistência de relação jurídica objetivando através de sentença. com pedido de medida liminar. I. 1 . Perquirido por Pirro. 178 do Código Tributário Nacional CTN. só teria o necessário respaldo constitucional. en dereçado a uma das Varas Cíveis da Justiça Estadual. Como não existe lei federal definindo as funções sociais da propriedade dos diversos bens imóveis.538. Além disso a diferenciação deveria ser progressiva no tempo e não imediata. pretende revogar aquele benefício fiscal. II. em que se desenvolve o comércio. da Constituição Federal. Poderá. QUESTÃO: Como advogado da empresa contribuinte. tendo em vista que a revogação da isenção signifca. Se fosse por homolagação. Para acomodar divergênciasentre os sócios. julgou improcedente a demanda. 2 . vigia a Lei nº 6.830/80 pe fato de o lançamento ter sido efetuado lo de ofício. bem como a progressividade in casu foi instituída independentemente do fator tempo. QUESTÃO: Como advogado da o RLBO. e a filial. dedica-se ao ramo de prestação de serviços técnicos de engenharia e estaria. empresa situada no Município de Salto-SP. setecentos e cinqüenta reais) e multa de 30% (trinta por cento) sobre o valor do imposto não solvido. foi cobrado o valor originário de R$ 3. vigente à época da apuração da infração. Desde o exercício de 1999. nessa qualidade. em sentença publicada há cinco dias. Considere para tanto que o fórum local não possui vara privativa da Fazenda Pública. como instrumento de estímulo ao desenvolvimento social. da Constituição Federal. então seria cabível ação declaratória. a tutela antecipatória para suspender a exigência da exação tributária em discussão.589. sustentando que a utilização do IPTU. Pela falta do pagamento do IPVA. I.N. Além disso é sustentável a aplicação do art. I do C. exercite a medida judicial conveniente ao interesse des ta. sofreu autuação em 15 de julho de 1995. a empresa não vinha efetuando o recolhimento desse imposto.750. do CTN. A revogação da isenção legal por Decreto viola o art. publicado no Diário Oficial do Município desta semana. somente poderia gerar efeitos a partir do exercício de 2002. de parte da Fazenda do Estado. razão pela qual.700. Todavia. onde houver. por fato gerador ocorrido em 1º de janeiro de 1989. qual seria seu parecer e sua justificação? O lançamento tributário ocorreu após o decurso do prazo para a constituição do crédito tributário previsto no artigo 173.O contribuinte Pirro. conforme artigo 38 da Lei 6. a fim de angariar receita necessária para financiar projetos sociais. A RLBO Ltda. pleiteando ainda.A Indústria Estrela do Norte Ltda. decidiu-se pela cisão da sociedade. a Cruzeiro do Sul Indústria e . a exação em questão ofende o art. ainda que o Decreto tivesse força para revogar a lei. O examinando deverá então impetrar Mandado de Segurança. A medida judicial mais adequada é a propositura de ação anulatória de débito fiscal também denominada de ação anulatória de lançamento tributário. que tomou posse no dia 01 de janeiro de 2001. manipule o instituto judicial hábil a garantir à empresa o benefício da isenção. parágrafo 1º e o art.00 (um mil. sujeita ao recolhimento do ISS. que positivam o princípio da anterioridade. para que. morador em São Paulo. § 4º. tendo em vista isenção específica concedida às empresas da região.. possui dois estabelecimentos situados no Município de São Paulo . por força da Lei Municipal nº 98/98. O Juiz da Vara do Anexo Fiscal da Comarca de Pinheiros. combinado com art. do ponto de vista econômico. com a criação de uma nova pessoa jurídica. 182. a empresa não fique sujeita à imposição de multas e cobrança executiva. 156.533/51. em razão do não recolhimento já a partir do próximo mês.. majoração da carga i tributária. a declaração da ilegalidade do ato praticado. que determinou a todas as empresas beneficiárias da isenção que voltassem a efetuar o recolhimento do ISS já a partir d próximo mês. 150. baixou o Decreto nº 01/01. 104.00 (três mil e setecentos reais) mais a multa de 20% (vinte por cento) com lastro na Lei nº 4. sob o fundamento de qu o indigitado regime de alíquotas e progressivas tem respaldo constitucional e constitui importante instrumento de desenvolvimento social no Município. pelo não pagamento do IPVA. se baseada no desatendimento da função social da propriedade imóvel previamente definida em lei federal.

a inscrição no Cadastro Nacional de Pessoas Jurídicas . data da sua publicação no Diário Oficial da União. 5º.Comércio Ltda. pressupõe a transferência da titularidade do bem. para fins de fiscalização e controle da arrecadação dos tributos federais. sob o argumento de que um dos seus sócios participa de outras empresas que estão em débito com o Fisco Federal. O ato coator representa ainda instrumento oblíquo de satisfação do crédito tributário. 5º. elevando a base de cálculo das contribuições para o INSS. 150. além do art. a fiscalização estadual lavrou auto de infração e imposição de multa contra a Estrela do Norte Ltda. em 31 de dezembro de 2000.. o que viola o art. De acordo com a Súmula nº 166 do Superior Tribunal de Justiça. estaria respaldada em Instrução Normativa do Ministério da Fazenda.Com base na reforma previdenciária efetuada pelo Governo Federal.A. sem observância ao devido processo legal e à ampla defesa. parágrafo 6º da Constituição Federal. 3 .? Nos termos do artigo 195.. sociedade com sede na cidade de São Paulo . com pedid de medida liminar. sendo que para a defesa do contribuinte poderia ser utilizada a Ação Declaratória ou o Mandado de Segurança. O examinando deverá sustentar que a conduta fazendária representa empecilho ao livre exercícioprofissional. da Carta. a operação levada a efeito constitui legítimo planejamento tributário. não lhe sendo possível impor outros gravames ao contribuinte. que estava no estabelecimento matriz. eis que o contribuinte já vem operando e necessita regularizar a sua situação fiscal. consultam-no para saber se é devido o imposto e se a operação. que é mantido pela Secretaria da Receita Federal. assumindo caráter de cobrança coativa. exigindo a partir do -a mês de dezembro de 1998.SP.SP. contribuinte da referida exação.830/80 (Lei das Execuções Fiscais) conferem ao fisco arsenal jurídico suficiente para apuração e cobrança de seus créditos. O CódigoTributário Nacional e a Lei nº 6. foi deliberada a . Tal restrição. transferiu-se para a filial todo o estoque de produtos. cujo capital social seria integralizado com os ativos constantes do estabelecimento filial. contra o ato do Delegado da o Receita Federal em São Paulo. o Ministro da i Previdência Social expediu Portaria. da forma como foi organizada. e diante do Decreto do Executvo. Qual seu aconselhamento à YYY Ltda.. Qual seu parecer? De acordo com o art.SP. nos últimos 30 dias. o que viola o art.CNPJ. 170 da Constituição Federal. A empresa YYY Ltda. Sendo certo. Antes da formalização da cisão. O examinando deverá impetrar Mandado de Segurança. ainda. a inscrição vem sendo negada pela Delegacia da Receita Federal de São Paulo . inciso I. sem recolhimento de ICMS. § 153. Todavia. No mais. Após a cisão. afirmar que tal exigência desrespeita o princípio da legalidade tributária previ ta no artigo s 150. que enseja a cobrança do imposto. caracteriza fraude fiscal. não incide ICMS no simples deslocamento de mercadoria de um para outro estabelecimento da mesma pessoa jurídica. 4 . consultou-o para saber se a noticiada exigência era devida e qual a medida judicial cabível no interesse da consulente. II. os diretores da companhia indagam para saber se -no estão sujeitos ao recolhimento do IPI sobre essas vendas. que se dedica à manufatura de artefatos de plástico. à liberdade de associação e à liberdade de iniciativa. a instituição ou majoraç das contribuições para a ão seguridade social somente poderão ser exigidas a partir de 90 (noventa) dias da publicação da lei que as instituiu ou aumentou.A empresa Alpha S. não há incidência de IPI sobre produtos industrializados destinados ao exterior. exigindo o recolhimento do imposto sobre a mencionada transferência do estoque. A RLBO Ltda. Na análise do ônus tributário da nova vertente do negócio. QUESTÃO: Como advogado da empresa. Diante das divergências administrativas entre ambos. incisos XIII e XVIII. da Constituição Federal. III.. com a finalidade de suprir eventual ineficiência daqueles instrumentos legais. § 3º. Caio e Tício são os únicos sócios da empresa XPTO S/A.. à medida que se evitou a incidência do imposto antes da ocorrência do fato gerador. além de não encontrar respaldo legal. deseja passar a atender o mercado externo. adote a medida judicial adequada à obtenção imediata do referido registro. Qual seu aconselhamento? Não é devido o imposto. Os sócios da Estrela do Norte Ltda. que atuava no ramo de industrialização e comércio varejista de tubos de plástico. vem tentando obter. A ação deverá ser endereçada a uma das varas da Justiça Federal de São Paulo . segundo a autoridade fiscal. tendo em vista que a circulação de mercadorias.

a medida adotada não tem cunho fraudulento. que todos os estabelecimentos das empresas localizam-se no Município de São Paulo.212/91. parágrafo único. Questões Práticas 1 . I do Código Tributário Nacional e art. 406/68. Tenha.cisão da companhia. 36. não ocorreu o fato gerador do ICMS.212/91. Além disso. tendo em vista o disposto no art. QUESTÃO: Como advogado da empresa. Suponha. A empresa ABC LTDA. o ente tributante competente para efetuar a cobrança do imposto sobre serviços de construção civil é o Município do local da obra. pretende transferir seu imóvel pa a sociedade. Alternativamente. Com base nesses argumentos. a RLBO LTDA. segundo o qual a prova da assunção do encargo econômico da exação somente é de rigor na repetição de tributos indiretos. onde se situa a sede da empresa. acione o instrumento processual conveniente à tutela dos interesses de seu constituinte. ajuizou ação de rito ordinário contra o Instituto Nacional da Seguridade Social ± INSS. 21. para tanto. O examinando deverá interpor recurso de apelação. a qual deverá ser endereçada a uma das Varas da Fazenda Pública da Comarca da Capital. instituída pela Lei no 8. comportem a transferência do encargo econômico ao consumidor. Neste caso não há incidência do imposto na transferência dos tubos. O objeto da ação consiste ainda na repetição dos valores indevidamente recolhidos naquele período. tratando-se de planejamento fiscal legítimo. ou seja. pela sua própria natureza. como seria de rigor nos termos do art. Antes da cisão todos os estabelecimentos pertenciam ao mesmo titular (XPTO). Antes da data da operação. o recolhimento está correto. 166 do Código Tributário Nacional. os sócios decidiram transferir para os estabelec imentos comerciais toda a produção excedente de tubos. sustentando que a matéria está regulada no art. com a redação dada pela Lei nº 9. com pedido de antecipação de tutela. tributos que. b. ra mediante a integralização de aumento de capital social no mesmo valor. Logo. construiu um prédio em São Paulo-SP. da Lei nº 8. embora tenha reconhecido a inconstitucionalidade da exação. §2º.. para tanto. está exigindo o imposto em razão do mesmo fato gerador. que se encontrava no estoque da fábrica. o examinando deverá propor ação anulatória de débito fiscal. poderá ser impetrado mandado de segurança com pedido de liminar. que passou a se dedicar exclusivamente à atividade de industrialização. tendo solvido o imposto sobre serviços relativo ao faturamento desta obra perante o Fisco da Capital. que recolheu durante o exercício de 1996. Tício permaneceu à frente da XPTO. Todavia. o Juiz da 1a Vara Federal de São Bernardo do Campo ± SP.032/95. que o ato judicial foi publicado na imprensa oficial há 7 dias. Não há incidência do imposto. A empresa deverá efetuar novo recolhimento de ISS? O recolhimento efetuado para o Município de São Paulo é suficiente? De acordo com o art. que lhe impõe semelhante mister. pelo não recolhimento do ICMS na transferência daquelas mercadorias. 89. não houve circulação jurídica (transferência de propriedade) e. Deduza sua orientação. Preocupado com o custo tributário da operação.A Construtora ABC Ltda. Dec. com a versão dos ativos relacionados à atividade de comercialização para outra empresa controlada por Caio. I da Constituição Federal. portanto. visando ao reconhecimento da ilegitimidade da cobrança da contribuição previdenciária incidente sobre remuneração de autônomos e administradores. o que não é o caso da contribuição previdenciária. 156. a fiscalização estadual lavrou auto de infração e imposição de multa contra a XPTO S/A. visando afastar o impacto tributário antes da ocorrência do fato gerador. QUESTÃO: Como advogado da Autora. utilize o meio judicial pertinente a afastar a cobrança do ICMS no caso concreto e assegurar à Autora o acesso desde logo a certidões de regularidade fiscal. 2 . embora tenha havido a circulação física dos bens. Caio o questiona se deverá efetuar o recolhimento do Imposto de Transmissão de Bens Imóveis. .Caio. negou o direito à repetição do indébito sob o fundamento de que a Autora deixou de comprovar que não repassou para o preço de seus produtos o custo da contribuição previdenciária recolhida indevidamente. sob o argumento de ser a transferência fraudulenta. Em 01 de janeiro de 2001. o Município de São Bernardo do Campo -SP. com exclusão daquele do local da sede. porque. Analisando a questão. sócio da empresa RLBO Comércio de Parafusos Ltda.

3 - A empresa ABC Ltda., dedicada ao ramo de fabricação e comercialização de calçados, vendeu um de seus estabelecimentos voltados ao comércio varejista para a sociedade RLBO Ltda. A ABC Ltda. continuou exercendo a atividade de fabricação de calçados, mantendo ainda outros estabelecimentos dirigidos ao comércio. A empresa RLBO Ltda., por sua vez, foi recentemente surpreendida com a citação para os termos de execução fiscal ajuizada pela Fazenda do Estado de São Paulo exclusivamente contra ela, objetivando a cobrança de débitos de ICMS, correspondentes ao estabelecimento por ela adquirido da empresa ABC, relativos a pe ríodo anterior à aquisição. Um dos diretores da RLBO perquire se deve desde logo efetuar o pagamento tendo em vista que é responsável, por , sucessão, pelos débitos gerados naquele estabelecimento, ou se há defesa possível na execução. Oferecer e justificar seu aconselhamento. A responsabilidade por sucessão neste caso é apenas subsidiária, tendo em vista que o alienante continuou a exploração do mesmo ramo do estabelecimento negociado. Vale dizer, a Fazenda Estadual, antes de demandar a RLBO, deveria ter executado a ABC Ltda. Dessa forma, a RLBO deverá oferecer bens à penhora, para em seguida, apresentarembargos à execução, em que deverá sustentar a responsabilidade da empresa alienante , nos termos do art. 133, II, do Código Tributário Nacional. 4 - Uma determinada empresa impetra mandado de segurança e obtém a concessão de medida liminar em conformidade com o pedido formulado. Durante o período de vigência da liminar, a referida empresa é fiscalizada por autoridade competente, que constata não estarem sendo cumpridas as obrigações acessórias atinentes à obrigação principal objeto da citada liminar. Assim, decide a autoridade autuar a empresa por descumprimento das obrigações acessórias. Comentar a situação. A autuação é procedente em virtude do parágrafo único do artigo 151 do CTN. A suspensão da exigibilidade do crédito tributário não dispensa o cumprimento das obrigações acessórias dependentes da obrigação principal cujo crédito esteja suspenso. No mês de abril de 1999, a sociedade Trás -os-Montes Participações Ltda. recolheu, com atraso, a Contribuição para Financiamento da Seguridade Social ± COFINS, do mês de competência março, do mesmo ano. O recolhimento extemporâneo foi efetuado com o acréscimo de multa e juros moratórios e a quantia devida foi corretamente informada à Secretaria da Receita Federal, por meio da declaração apropriada (DCTF). Contudo, em dezembro de 2000, a Receita Federal, revendo suas bases de dados, lavrou auto de infração contra a "Trás -os-Montes Participações Ltda.", no qual reconhecia a exatidão do crédito tributário declarado, bem como a regularidade do pagamento efetuado porém impôs à , contribuinte a multa de 75% prevista na Lei nº 9.430/96, relativa ao lançamento de ofício. Como a sociedade não apresentou impugnação administrativa, o crédito foi inscrito na dívida ativa e a União Federal moveu execução fiscal para cobrá-lo. QUESTÃO: Na qualidade de advogado da Trás-os-Montes Participações Ltda., aja em favor dos interesses da cliente. Considere que a empresa foi intimada da penhora realizada sobre bens de sua propriedade há 20 (vinte) dias e que o processo tramita perante a 15a Vara de Execuções Fiscais Federais da Seção Judiciária de São Paulo. Interposição de embargos à execução, com base nos arts. 16 e segs. da Lei nº 6.830/80. No mérito, deverá o candidato sustentar que a COFINS é tributo sujeito ao lançamento por homologação (art. 150 do Código Tributário Nacional) e que o lançamento de ofício apenas ocorreria se a autoridade administrativa verificasse a inexatidão da declaração do contribuinte, com valores a serem complementados. Por isso, não ocorreu a hipótese do ar 44, I, da Lei nº 9.430/96, que t. trata da multa imposta. A sociedade Mirassol Agroindustrial S.A. vendeu, em março de 1998, um imóvel integrante de seu ativo imobilizado, pelo valor de R$ 100.000,00 (cem mil reais). Esse imóvel estava registrado na contabilidade da sociedade pelo mesmo valor de R$ 100.000,00, que correspondia ao preço de sua aquisição pela sociedade. No mesmo ano -base de 1998, a empresa contabilizou um prejuízo fiscal de R$ 70.000,00 e, portanto, não pagou Imposto de Renda (IRPJ). Contudo, a fiscalização federal, revendo os livros contábeis, verificou que o valor da venda não foi lançado como receita e autuou a sociedade pelo valor correspondente, adicionando este ao resultado e cobrando o IRPJ no montante de R$ 4.500,00

(quatro mil e quinhentos reais), equivalente ao lucro líquido de R$ 30.000,00 (trinta mil reais). A sociedade não se defendeu do auto de infração e o crédito foi inscrito na dívida ativa, com a subseqüente propositura de execução fiscal. QUESTÃO: Na qualidade de advogado da empresa, atue em seu benefício. Considere que a constituinte tem sede na cidade de São José do Rio Pardo e que foi intimada da penhora de seus bens há 10 (dez) dias. Oposição de embargos à execução, com base nos arts. 16 e segs. da Lei nº 6.830/80. No méri o candidato deverá to, sustentar que a venda de bens do ativo fixo não constitui receita tributável, porque não implicou variação patrimonial para a sociedade (lucro), conforme compreendido no conceito de renda do art. 153, III, da Constituição Federal e d art. 43 do o Código Tributário Nacional. A ação deverá ser proposta perante o anexo fiscal da Comarca de São José do Rio Pardo (juízo estadual), por onde deve tramitar a execução. A Beija-Flor Revestimentos Ltda., com sede em São Paulo, é empresa que se de dica à comercialização de papéis de parede. Seus sócios pretendem aumentar o capital da sociedade, atualmente de R$ 100.000,00 (cem mil reais), para R$ 300.000,00 (trezentos mil reais), mediante a conferência de imóvel, avaliado pelo diferencial de R$ 200. 00,00 (duzentos 0 mil reais). Contudo, para realizar a transferência da propriedade do bem, exige -se a comprovação do recolhimento do Imposto sobre Transmissão de Bens Imóveis ± ITBI, conforme circular do Diretor do Departamento de Rendas Mobiliárias da Secretaria das Finanças do Município de São Paulo, que exige o pagamento do tributo na hipótese. A alteração contratual correspondente já foi arquivada pela JUCESP, restando apenas a integralização do aumento de capital. QUESTÃO: Na qualidade de advogado da Beija-Flor Revestimentos Ltda., acione o meio judicial adequado à solução do impasse. Mandado de segurança contra ato do Diretor do Departamento de Rendas Mobiliárias, endereçado a uma das Varas da Fazenda Pública da comarca de São Paulo, com pedido de limi ar, visando à dispensa do recolhimento do ITBI na n hipótese. Opcionalmente, poderá o candidato propor ação declaratória com tutela antecipada, formulando pedido similar. No mérito, deverá a ação basear-se no disposto no art. 156, § 2º, I, da Constituição Federal, que estabelece a nãoincidência do ITBI na hipótese, já que a sociedade não tem por objeto a compra e venda ou locação de bens imóveis, nem o arrendamento mercantil. QUESTÕES PRÁTICAS 1 - No momento da elaboração da folha de pagamento do mês de jan eiro de 2002, a ser paga em fevereiro, seu cliente, empregador, tem dúvidas a respeito da tabela a ser usada na retenção do Imposto de Renda dos empregados. Em 08.01.2002, foi publicada a Medida Provisória no 22, que corrigiu as faixas salariais de retençã resultando em redução o, do imposto devido. Ocorre que, no entender de seu cliente, as normas relativas a impostos apenas se aplicam no exercício fiscal seguinte ao de sua edição, com o agravante de que, em se tratando de Medida Provisória, a aplicação se dá no exercício fiscal seguinte ao de sua conversão em lei. A MP 22 ainda não foi convertida em lei. Deverá seu constituinte usar a tabela instituída pela MP 22 ou a antiga? Opine e explique. O princípio da anterioridade, previsto nos arts. 150, III, b, e 62, § 2º, da Constituição Federal, apenas se aplica a casos de instituição ou majoração de tributos. Como a nova tabela resulta em redução de tributo devido, pode ser aplicada imediatamente. 2 - Determinada sociedade de economia mista, instituída pelo Município de Cotia para a comercialização de alimentos, indaga-o a respeito da necessidade de oferecer à tributação o lucro auferido em sua atividade, por entender que é vedado à União Federal cobrar impostos sobre as rendas municipais. Formule e motive seu parecer. A imunidade recíproca conferida aos entes federativos aplica-se apenas às fundações e autarquias por eles mantidos, por força do art. 150, § 2º, da Constituição Federal. Além disso, às sociedades de economia mista que exercem atividade econômica aplica-se o regime tributário das pessoas jurídicas de direito privado (CF, art. 173, § 1º, II, e § 2º).

3 ± A aplicação de sanção tributária deve respeitar os princípios da legalidade, irretroatividade, vedação do confisco, capacidade contributiva, tipicidade, segurança jurídica e anterioridade? Deduza sua resposta, justificando sobre todos -a os princípios enumerados. A sanção tributária deve respeitar o direito de propriedade do contribuinte, não sendo lícito a tomada de seus bens (seu papel equivale a figura do não ± confisco tributário). Ainda é de ser verificado o princípio da tipicidade nas normas sancionadoras, pois, o enquadramento do ilícito, exige a concretização de fatos descritos em lei, excluindo a figura da -se presunção. Por outro lado, pela nítida distinção entre tributo e sanção tributária, entendemos que as normas sancionadoras tributárias não estão sujeitas aos princípios da anterioridade, não ± confisco, capacidade contributiva, pois estes são princípios atinentes à instituição, regulamentação e forma de cobrança dos tributos, nada acrescendo à figura das sanções tributárias. O princípio da segurança jurídica atinge as normas sancionadoras, assim como todas as demais normas jurídicas do ordenamento, e o princípio da irretroatividade das leis, vê-se aplicado também pelas normas sancionadoras, por ordem do Sistema Constitucional, com exceção das questões de interpretação da lei mais favorável ao infrator (retroatividade da lei benéfica). 4 - A "substituição tributária " prevista no artigo 128 do Código Tributário Nacional implica solidariedade entre substituto e substituído? Desenvolva sinteticamente o tema. A substituição tributária é um tipo de responsabilidade tributária, em que o dever de reter o tributo é atribuído a terceira pessoa, relacionada indiretamente com o fato jurídico tributário. O substituto tributário faz às vezes do contribuinte quando do pagamento do tributo, sendo responsável exclusivo pelo referido encargo. Na substituição tributária não existe solidariedade, pois a solidariedade expressa relação entre pessoas que compõe conjuntamente o pólo passivo da obrigação tributária, o que não acontece com relação ao substituto tributário. O dever de pagar o tributo é atribuído por lei ao responsável, de forma exclusiva. O substituto não recebe o papel do verdadeiro contribuinte, apenas compõe o pólo passivo indireto da relação jurídica tributária. Caio adquiriu de Túlio um imóvel, localizado no Município de São Paulo. Para tanto, celebrou contrato de compromisso de compra e venda, em caráter irrevogável e irretratável, por meio do qual se comprometeu a pagar o preço de R$ 100.000,00 (cem mil reais) em 10 prestações mensais, iguais e sucessivas de R$ 10.000,00 (dez mil reais), após o que seria outorgada a escritura definitiva de compra e venda. Era interesse de Caio registrar, no Cartório de Registro de Imóveis competente, o contrato de compromisso de compra e venda. Contudo, ao apresentar o contrato para registro, na última semana, Caio foi surpreendido com a exigência do pagamento do Impo sobre Transmissão de Bens Imóveis sto (ITBI) à alíquota de 2% (dois por cento) sobre o valor da transação, com respaldo em lei municipal a exigi-lo desde logo, no caso de compromissos irretratáveis e irrevogáveis. QUESTÃO: Como advogado de Caio, proponha a medida judicial conveniente aos interesses do cliente. O candidato deverá impetrar mandado de segurança, com pedido de liminar, contra ato do Diretor do Departamento de Rendas Imobiliárias da Secretaria das Finanças do Município de São Paulo, visando a dispensa do pagamento do ITBI. A ação poderá ser dirigida contra outra autoridade, desde que o candidato demonstre saber ser a coatora, aquela que tem a competência legal de exigir o tributo (o que não é o caso de nenhum servidor do Cartório de Registro de Imóveis). No mérito, o candidato deverá sustentar que o registro do compromisso de compra e venda não opera, por si só, a transferência de direito real, de modo a afastar a hipótese de incidência do ITBI. A transferência da propriedade apenas se daria no momento do registro da escritura definitva. Para tanto, deverá invocar os dispositivos concernentes à hipótese de incidência (art. 156, II, da Constituição Federal e art. 35 do Código Tributário Nacional), bem como o art. 110 do Código Tributário Nacional, que proíbe à lei tributária alterar conceitos de direito privado. O pedido de liminar deve ser justificado. Alternativamente, o candidato poderá interpor ação declaratória contra o Município de São Paulo para o reconhecimento da não-incidência do ITBI, pelos mesmos fundamentos. Nesse caso, deverá requerer tutela antecipada, devidamente justificada, que permita o registro do compromisso independente do pagamento do tributo questionado.

não é satisfatório porque não representa a atualização do poder aquisitivo da moeda.. a gerência incumbe exclusivamente a Rubens. A sentença foi publicada no Diário Oficial há 10 (dez) dias. intimação e penhora. na falta de critério expresso constante do título executivo. sem o acréscimo de juros moratórios.A sociedade Massas Presidente Ltda. Ao procurar Rubens. para imóveis não edificados. João é sócio da sociedade Alpha Remédios Ltda. não obteve êxito. pois este evadiu-se para evitar a citação. aja em seu favor. 39. No mérito.. ação de repetição de indébito de contribuições ao PIS pagas a maior no período de janeiro a dezembro de 1997. Ademais a receita da venda dos produtos por ela manipulados é destinada à consecução de sua finalidade social. arrolando sua razões.830/80) dirigidos ao Juízo competente. João nunca soubera da existência dessa dívida.000. que os embargos tramitam perante a 25ª Vara Federal da Subseção Judiciária de São Paulo. (b) existe critério legal expresso de atualização e cômputo dos juros (SELIC ± Lei nº 9. Oposição de embargos do executado João àquela execução fiscal. endereçado à 25ª Vara Federal de São Paulo. o candidato deverá sustentar o direito à recomposição integral dos valores recolhidos a maior (art. QUESTÃO: Como constituído da Massas Presidente Ltda. sob alguns possíveis argumentos: (a) a utilização da TR como indexador foi declarada inconstitucional pelo Supremo Tribunal Federal (ADIN 493-0). confiada ao sócio. QUESTÃO: Na qualidade de advogado exclusivo de João. .Federal. O oficial de justiça. nos termos do art.00 (ci qüenta mil reais) a título de Imposto sobre n Produtos Industrializados ± IPI. resolve vender à população local produtos por ela manipulados. sob alegação de excesso nos cálculo de atualização s monetária apresentados. III. A Creche Bom Jesus de Pirapora. Observe. desprovida de qualquer interesse lucrativo. O candidato deverá formular recurso de apelação. 150. detendo 50% (cinqüenta por cento) do capital da empresa.250/95. § 4º). do Anexo Fiscal da comarca de Itu. 513 e seguintes do Código de Processo Civil. atue em prol de seu cliente. o crédito exeqüendo deverá ser corrigido monetariamente pela variação da Taxa Referencial ± TR. estando portanto imune de impostos. nunca se interessou pela administração da sociedade. Considere ainda a jurisprudência e doutrina favoráveis à interpretação ampla das regras de imunidade. Ofereça parecer sobre a questão. Rubens. sede da sociedade e domicílio de João. (c) desacordo com a jurisprudência dominante a respeito do tema. nem tem idéia da sua origem. O recurso não está sujeito ao pagamento de custas. O Estado exige-lhe o recolhimento do ICMS em razão do exercício de tal atividade. No mérito. Transitada em julgado a sentença de procedência da ação. É lícita a instituição desse tributo? Responda e justifique. do Código Tributário Nacional) e por não responder por obrigações da empresa decorrentes de atos que não p raticou ou de omissões a ele imputáveis. com fundamento nos arts. 165 do CTN) e impugnar o índice de atualização monetária acolhido pela sentença recorrida (TR). "c" da C. visando obter recursos para sua manutenção. 2. João foi surpreendido pelo recebimento de um mandado de citação. dando conta da propositura de execução fiscal movida contra a sociedade e ambos os seus sócios. deverá o candidato pedir a exclusão de João do polo passivo da relação jurídico processual sob o fundamento de não ser sócio gerente (art. QUESTÕES PRÁTICAS 1. institui Imposto Predial e Territorial Urbano ± IPTU progressivo no tempo. Considere que a execução fiscal corre perante o Anexo Fiscal da comarca de Itu. no entender de seu cliente. que foi embargada pela parte contrária. Apesar de possuir proporção significativa do capital. a ser calculado sobre o montante das operações. citou João e penhorou-lhe bens no valor suficiente para a garantia da dívida. contra a União Federal. sem fins lucrativos (entidade filantrópica). localizados no seu perímetro urbano. visando à cobrança da quantia de R$ 50. iniciou a execução. moveu. Sobreveio sentença de procedência dos embargos acolhendo os argumentos da União Federal no sentido de que. para tanto. que não possui Plano Diretor nem lei específica que regulamente a utilização da propriedade urbana. dando cumprimento ao mandado. VI. A Creche é entidade de assistência s ocial. entidade filantrópica. 16 da lei nº 6. 135. intimando-o desse fato há 15 (quinze) dias. nem se configurando qualquer causa de responsabilidade tributária. Pelo contrato social. Esse critério. art. (art. Determinado Município.

pois de acordo com o art. Recentemente.000. com base no art. conforme diretrizes estabelecidas pelo Plano Diretor e por lei específica para a área em que localizado o imóvel. sem apresentar qualquer espécie de equipamento urbano. do Código Tributário Nacional. Seu cliente. Em 20 a Câmara Municipal 01. imóvel então situado na zona rural do Município de Serra Negra. João recebeu notificação de lançamento do IPTU relativo ao exercício de 2002. Alternativamente ação visando o reconhecimento da inconstitucionalidade da taxa e pedido cautelar (medida liminar ou tutela antecipada) para possibilitar o pagamento do IPTU devido. em 1980. sob sua responsabilidade. para impedir a exigência de multa por lançamento de ofício. a possibilidade de exigência de multa moratória). pessoa jurídica. sendo ambos os tributos objeto da mesma notificação e do mesmo boleto de pagamento. para tanto. como a tendência é que gere prejuízos neste ano e nos próximos. que não autoriza a distinção entre multas simplesmente moratórias e punitivas. Após auditoria interna. ambas vedadas na hipótese de denúncia espontânea. Como o IPTU não é questionado. A sociedade Pirandello S. pois entende ser ela -la inconstitucional. 3. com base no art. A. dirigido à 25ª Vara Federal de São Paulo. . Considere. passando a incluir o imóvel de João. aprovou lei que alterou o perímetro urbano do Município. mediante requerimento dirigido à Receita Federal. na verdade. 4. 66 da Lei nº 8. deseja questioná judicialmente. 513 e seguintes do Código de Processo Civil. acrescidos de juros moratórios. Contudo. quitou os tributos exigíveis (PIS. I. mas facultando à autoridade fiscal exigir multa simplesmente moratória. pois a taxa é lançada conjuntamente com o IPTU. receita de R$ 100. sujeito passivo dessa taxa. a instituição do IPTU progressivo no tempo depende do descumprimento da função social da propriedade urbana.e. Interposição de recurso de apelação. A. em setembro de 1999. no valor de R$ 1. deverá o recurso se voltar contra a parte que foi desfavorável à empresa (i. 2000. IRPJ e CSLL). está autorizado a receber parcialmente os tributos lançados. não poderá compensar com IRPJ vincendo. COFINS. tais como PIS e COFINS? Dê seu parecer e motive. com vencimento para daqui a 2 (duas) semanas. atue em seu favor. Porém.. Para não se sujeitar à demora da repetição de indébito. invocando o art. que o processo tramita perante a 25 a Vara Federal da Subseção Judiciária de São Paulo e que a intimação da sentença foi recebida há 10 (dez) dias. que é limitada a tributos da mesma espécie. O crédito apurado poderá ser compensado. 164. não pode ser objeto de depósito judicial para fins de suspender a sua exigib ilidade. saneamento básico ou calçamento. Qual o meio cabível para solver o IPTU. QUESTÃO: Aja na qualidade de advogado de João. A sentença concedeu a segurança em parte. já com capital de giro suficiente. A declaração a menor deveu-se ao fato de que a sociedade não tinha recursos em caixa para pagar os tributos correspondentes Em julho de . Não é possível a compensação sponte propria.00 (mil reais). Certo Município exige dos proprietários de imóveis urbanos localizados em seu território o pagamento de Taxa de Limpeza e Conservação. João adquiriu.383/91. declarou à Secretaria da Receita Federal ter auferido. 182. a área manteve características típicas de zona rural.00 (duzentos mil reais). iluminação pública. por sua vez. No mérito. gostaria de compensar os créditos apurados com débitos tributários vincendos. § 4º.430/96. o que viabiliza a consignação judicial do IPTU nos termos do art.Não. e impetrou mandado de segurança com o objetivo de afastar a cobrança de multa.000.. com os req uisitos dos arts. seu cliente. Contudo. Nenhum agente arrecada -dor.00 (cem mil reais). Trata-se. 138 do Código Tributário Nacional e desenvolvendo sua interpretação. da Constituição Federal. 74 da Lei nº 9. enquanto questiona judicialmente a Taxa de Limpeza e Conservação? Explicite e fundamente. da hipótese da subordinação do pagamento de um tributo (IPTU) à quitação de outro (Taxa de Limpeza e Conservação).000. denunciou espontaneamente o débito. descobriu que pagou Imposto de Renda (IRPJ) a maior nos anos de 1999 e 2000. quando na verdade ela foi de R$ 200. É possível que esse crédito seja compensado com tributos de outras espécies. tem um problema prático. QUESTÃO: Na qualidade de advogado da Pirandello S. tal como água encanada.

exige a diferença correspondente à área construída do galpão. revogando a isenção. Sim. ser exigida a referida exação. em 2001.533/51. por meio da qual a Prefeitura Municipal. deverá sustentar que a cobrança do IPTU não atende os requisitos do art. venda de peças e serviços. poderá ser questionada com fundamento no art. 151.João deverá propor ação ordinária contra o Município de Serra Negra. bem como cópia de todos os depósitos realizados naqueles autos. cujo prazo para habilitar-se e participar da licitação pública encerrar-se-á amanhã. A empresa procurao(a). Poderá o candidato requerer a suspensão da exigibilidade do crédito tributário.. necessidade de certi ão d positiva com efeitos de negativa para licitação. alegação da existência de depósitos judiciais art. Impetração de MANDADO DE SEGURANÇA COM PEDIDO DE LIMINAR. perante algum dos Juízos de Direito daquela Comarca. procedimento não realizado em razão da omissão da União Federal. solicitando as medidas judiciais cabíveis. fornecendo a certidão de objeto e pé da 14 a Vara Cível Federal. inciso LXIX. Delegado da Receita Federal em São Paulo / SP. II do CTN. poderá ser questionada? Motive seu posicionamento. aguarda conversão em renda da União de depósitos existentes. Determinada Prefeitura concedeu. pelo prazo de 5 (cinco) anos. referem-se ao processo n o 000. do Código Tributário Nacional. a Prefeitura se arrependeu do benefício e encaminhou à Câmara Municipal lei revogando a isenção. com fundamento nos artigos 5º. mas apenas comunicou a Prefeitura a respeito. distribuído e processado na 14 a Vara Cível Federal. assim. que dispõe sobre as isenções condicionadas e concedidas a prazo certo. prova pré-constituída "fumus boni iuris" e "periculum in mora". pretende a emissão de Certidão Positiva de Débitos com efeitos negativos.12345-6. a fim de habilitar-se e participar de licitações públicas. pedido negado pela Delegacia da Receita Federal em São Paulo/SP. contra ato manifestamente ilegal e coator do Sr. do Código Tributário Nacional. Agora. mediante o depósito do valor correspondente. a construção do galpão. Passados dois anos.830/80. (suspensão de exigibilidade). 32. cc artigo 151 inciso II do CTN). construiu ali um galpão. 2. alegações que configurem o bloqueio das atividades comerciais. Relata a empresa que a certidão foi negada sob alegação de que existem débitos pendentes. que permite a revisão de lançamento para apreciação de fato não conhecido ou não provado por ocasião do lançamento anterior. opere no sentido de afastar o óbice à licitação cujo prazo de vencimento é iminente. A empresa Dragster Motors Ltda. § 1º. isenção do Imposto Predial e Territorial Urbano ± IPTU.12345-6. No mérito. Entende a empresa que a recusa é injustificada. II CTN.00. uma vez que as pendências existentes em relação à contribuição ao PIS dos períodos de 07/91 a 11/91 e 03/93 a 07/93. a teor do art. pois é necessária a presença dos melhoramentos urbanos ali descritos. ALEGAÇÕES INDISPENSÁVEIS: pedido de liminar. revendo o lançamento anteriormente efetuado. Pode a Prefeitura tomar essa atitude? Responda justificando adequadamente. visando à anulação do ato de lançamento fiscal. alínea "b" da CF/88 e artigo 206 do CTN. 38 da Lei nº 6. (art. Se essa lei for aprovada. QUESTÃO: Como advogado da empresa Dragster. FUNDAMENTOS DE DIREITO e PEDIDO: artigo 151. o que não é compatível com esse remédio judicial. tendo em vista que a comprovação dos fatos alegados dependerá de vistoria pericial. perecimento de direito (licitação) QUESTÕES PRÁTICAS 1. qual seja. perante a Justiça Federal da Secção Judiciária de São Paulo / SP. às empresas localizadas em certa área. desde que contratassem menores aprendizes oferecidos pelo serviço social municipal. 149. Seu cliente é proprietário de imóvel urbano localizado no Município de São Bernardo do Campo. cuja sentença transitada em julgado há mais de um mês. Em 1999. dedicada ao comércio de veículos novos e usados.00. Sim. não podendo. da Constituição Federal e disposições constantes da Lei nº 1. Não é recomendada a impetração de mandado de segurança. . -lo recebeu notificação de lançamento do IPTU de 2000. artigo 5º. 178 do Código Tributário Nacional. VIII. comprovando a existência dos autos da ação ordinára i n o 000. inciso XXXIV. embora devesse fazê de imediato.

proceda em seu favor. denominada "O Bebê Feliz". nos termos do Código Tributário Nacional. denominado "Lustres do Manolo". poderá integrar o conceito de obrigação tributária? São relações jurídico -tributárias ou não? Justifique e fundamente sua resposta. instituiu a "taxa de vigilância " a ser cobrada de todos os estabelecim entos comerciais. O pedido deverá incluir a determinação à autoridade coatora para que se abstenha de praticar atos tendentes à cobrança. No mérito. meses de junho a setembro de 1999. mantido por Manolo e Irmãos Ltda. 77. 282 do Código de Processo Civil e na forma d artigo 16 da lei nº 6. sem a necessária especificidade com relação aos obrigados. II. deverá o candidato sustentar que não responde pelo tributo. Esse débito diz respeito ao Imposto de Renda (URPF) de responsabilidade de Pompônio. Recentemente. II. 131. de impor ao impetrante sanções decorrentes do não pagamento. seus únicos herdeiros.000. que se encontram nas ruas cobertas pela ronda policial. Considere que Jonas mora em Santo André. requereu a inclusão. industriais e prestadores de serviço. já que o conceito de tributo somente comporta fatos lícitos. Findo o prazo de locação. alternativamente. o que foi deferido pelo Juízo. o que. o estabelecimento comercial foi fechado e ali instalou-se estabelecimento de venda de lustres e abajures. Jonas e Sofonias. nos termos do art. Processado o inventário. O fato gerador da taxa é o serviço público específico e divisível ou o exercício regular do poder de políc (art.00. tendo em vista que as primeiras decorrem de fatos lícitos e. com pedido de antecipação de tutela. É legítima essa cobrança? Justifique. aí entendida a própria inscrição na dívida ativa. atuava no ramo de comércio varejista de roupas infantis.830/80. A sociedade Magnólia Comercial Ltda.000.3. 145. As relações jurídicas tributárias sancionatórias não integram o conceito de obrigação tributária. já em nome de Jonas. execução fiscal para cobrança do ICMS relativo aos . O objeto das relações tributárias decorre de fato lícito.. Verifica-se que inexiste possibilidade para inclusão das relações sancionatórias no conceito de "obrigação tributária". Há 15 (quinze) dias.000. O Exeqüente. Não se cuida no caso de exercício de poder de polícia. QUESTÃO: Na qualidade de advogado de Jonas. a cobrança integral do débito contraria a lei. transitada em julgado. Jonas recebeu notificação cobrando débito tributário de responsabilidade do de cujus. excluindo de seu campo os atos ilícitos (art. A . instaladas pelo descumprimento de obrigação tributária ou de relação jurídica de deveres instrumentais. fundamentando -o. logo que concretizado o evento previsto no antecedente da norma de incidência.00 (dez mil reais). no valor total de R$ 100. foi intimada da penhora de bens de sua propriedade. Constatando que o número de furtos e roubos em estabelecimentos comerciais aumentara muito.. da Manolo e Irmãos Ltda. No o mérito. a propositura de ação anulatória de débito tributário. 3º do CTN). requerendo liminar fundamentada. no pólo passivo da execução fiscal. corria contra a Magnólia Comercial Ltda. o candidato deverá sustentar que a responsabilidade do sucessor limita-se ao montante de seu quinhão hereditário. no valor de R$ 50.00. não é legítima a instituiçã da o referida taxa. na qualidade de responsável tributário em virtude da aquisição de estabelecimento comercial. em Vara da Subseção Judiciária de Santo André. tendo como autoridade coatora o Delegado da Receita Federal da mesma localidade. Por isso. As obrigações tributárias têm por objeto a imputação de direitos e deveres correspondentes aos sujeitos de uma rela ção jurídica tributária. de atos ilícitos. QUESTÃO: Na qualidade de advogado da Manolo e Irmãos Ltda.00 (cem mil reais). As relações sancionatórias não cabem no conceito de obrigação tributária. conforme sentença hom ologatória de partilha amigável. e ainda. Oposição de embargos à execução fiscal. Admissível. a Prefeitura de Nova Vista criou uma guarda municipal para vigilância das ruas e praças da cidade. cada um dos herdeiros recebeu bens no valor equivalente a R$ 10. CTN). e está prestes a ser inscrito na dívida ativa da União. no caso de Jonas. atue na defesa de seus interesses. dirigidos ao Juízo de Direito das Execuções Fiscais Estaduais de São Paulo. Pompônio faleceu e deixou dois filhos. a Manolo e Irmãos Ltda. corresponde a R$ 10. 4. Trata-se de prestação de serviço de vigilância à comunidade em geral. as segundas. Porém. mantendo loja na cidade de São Paulo. Assim. CF ia e art. do Código Tributário Nacional. As relações jurídicas sancionadoras. Impetração de Mandado de Segurança perante o Juízo Federal. com observância dos requisitos do art. dos últimos cinco anos.000. constatando o fato. Para o custeio.

000. com pedido de tutela antecipada. por ser tri uto incidente sobre valor b patrimonial do bem e não sobre a pessoa. uma vez que esta legislação lhe era mais benéfica. por ocasião de conferência dos procedimentos adotados.P. QUESTÕES PRÁTICAS 1. concedendo isenção do IPTU para todos os proprietários de imóveis localizados em seu território. a 5% (cinco por cento) para outros cujo valor supere o montante de R$ 150. ingressar com a medida ou medidas pertinentes a proteção dos interesses do cliente.00 (duzentos mil reais).000. Qual sua posição? Responda e fundamente.0 % (um por cento) para bens no valor de até R$ 10. o Município de Várzea Nobre procedeu ao lançamento tributário.12. publicada em 20.489.12. Ricardo Altruísta deseja doar ao filho Tércio imóvel de sua propriedade no valor de R$ 200. sendo autoridade coatora o Delegado Regional Tributário em São Paulo. QUESTÃO: Como advogado(a) de Ricardo Altruísta. neste caso. a Manolo e Irmãos Ltda. O doador. todavia.. juntamente com Maria. maiores de 65 anos de idade. explorando. sendo certo de que a responsabilidade tributária solidária não comporta benefício de ordem. ingressar com ação declaratória de inexistência de relação jurídica. que orientação daria à sua cliente? Maria é responsável tributária por solidariedade. deverá recolher o imposto calculado pela alíquota de 17%. realizando-se o princípio da capacidade contributiva proporcionalmente ao valor do imóvel. Este é o entendimento do Supremo Tribunal Federal (STF) ao julgar inconstitucional a progressividade das alíquotas do IPTU antes da Emenda Constitucional nº 29/00. 273. Como Maria só detinha 5% de participação na propriedade do imóvel. razão pela qual é responsável pelo pagamento do tributo integral que. aplicando sobre os respectivos fatos geradores alíqu otas progressivas que variam de 1. de 66 anos.00.00. objetivando a realização da doação com o pagamento da exação pela alíquota de 1% (um por cento). é coproprietário de 1% de bem imóvel no referido Município.000. antes que a fiscalização identificasse a irregularidade e lhe aplicasse penalidade onerosa. para regularizar a situação.97. o procurou para saber da legitimidade ou não de tal cobrança. Não se aplica. em face da estrita legalidade prevista na Constituição Federal. calculando o ITCMD com alíquota de 1%. não prevê qualquer espécie de progressividade. Na data da conferência.11.responsabilidade prevista no art. objetivando a consumação da doação do referido imóvel ao filho. nos termos do seu art. Desejoso de regularizar a situação.236. todavia. e também a progressividade do ITBI.02. 133 desse Estatuto limita-se aos casos de alienação de fundo de comércio ou estabelecimento comercial. vigorava a Lei n o 10.12. A Empresa.777. A segurança deverá ser impetrada perante Vara da Fazenda Pública em São Paulo. O(a) candidato(a) deverá impetrar mandado de segurança com pedido liminar. uma vez que deve ser aplicada a lei vigente na data da ocorrência do fato gerador. Em 1998. inconformado com a disparidade de alíquotas sobre o fato gerador.00. Em 21. A Empresa de Metais Nordeste Ltda. alternativamente. sobre quaisquer bens e direitos (ITCMED). de 10. no caso. que fixava a alíquota do imposto em 16%. O Estado de São Paulo. a Empresa constatou a falta de recolhimento do ICMS relativo àquela operação. que previa a alíquota de 17% para o ICMS. ocasião em que vigia a Lei n o 8. por meio da Lei n o 4455/01. realizou venda de mercadorias cuja saída do estabeleciment comercial ocorreu o em 01. de 01. 2. Antônio da Silva. O Município de Várzea Nobre fez publicar a Lei n o 5. uma vez que. ambos de competência municipal. respectiva mente. além de não ter havido cessão do estabelecimento (não havia relação entre o titular atual e o anterior). Poderá.C. No caso concreto. a Constituição Federal. estranhou a cobrança e procurou (a) para saber se -o estava obrigada ao pagamento integral do IPTU. bem como das disposições do artigo 144 do Código Tributário Nacional. João e Carlos que detêm. não poderá ser de . com fulcro no artigo 4º do C. uma vez que era a única que residia naquele Município.99. 90% e 4% da referida propriedade.10. o contribuinte consultou-o(a) para saber se poderia utilizar a alíquota de ICMS de 16% para recolher o tributo. os estabelecimentos mantidos por ambas as sociedades são nitidamente distintos. a retroatividade benéfica. outro ramo de atividade. 5%. cobrando 100% do valor do IPTU de Maria.01. instituiu a cobrança do Imposto Sobre Transmissão causa mortis e doação. Como advogado (a).

Deverá ainda. uma vez que o recolhimento é amparado pelo artigo 138 do Código Tributário Nacional. QUESTÃO: Como advogado da Fundação Misericordiosa de São Paulo. recolheu o imposto referente ao período de janeiro de 2000.94. inciso VI. para reprodução de 100.000. com "status" de lei complementar. nessa qualidade. o não pode ser oposto à Fazenda Pública para modificar a definição legal do sujeito passivo da obrigação tributária. recebeu encomenda excepcionalmente vultosa de c liente. e seu parágrafo único. e acordado expressamente que os débitos tributários existentes até a data da celebração da escritura seriam de responsabilidade do vendedor. 3. Assim. Três anos depois Roberto de Carvalho foi notificado sobre a existência de débito tributário cujo fato gerador teria ocorrido em 01. conforme preceituam os artigos 123 e 130 do Código Tributário Nacional. Em 30 de maio de 2002. Em 20 de maio de 2003. O fato da escritura prever expressamente que a responsabilidade dos débit s existentes até a data da celebração da escritura fosse do vendedor. o domínio útil ou a posse de bens imóveis. como exige a lei estadual.. sobre as operações de venda dos produtos por ela fabricados. Procurado por Roberto de Carvalho. ingresse com via judicial mais adequada à defesa dos seus interesses. nos termos da alínea "c". que entendeu ter havido. independente de iniciativa do FISCO. A escritura pública foi celebrada na mesma data. argüir decadência relativamente ao débito vencido em período anterior a 1997. O(A) candidato(a) deverá ingressar com embargos à execução fiscal. quando se trata -se de crédito tributário relativo a impostos cujo fato gerador seja a propriedade. nos casos de denúncia espontânea. pretendendo o pagamento da quantia de R$ 200.100%. cc artigo 125. em razão da execução fiscal do débito.00 (duzentos mil reais) a título de Imposto Sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS). QUESTÃO: Na qualidade de advogado da Copiadora do Mestre Ltda. que exclui. Sendo norma geral de direito tributário. portanto. . inscrita no cadastro específico do Município de São Paulo. argumentando que a cliente é imune àquele tributo. a Fundação foi intimada da penhora sobre bens de sua propriedade.. do artigo 150 da Constituição Federal de 1988. Roberto de Carvalho adquiriu. conforme art. registrando-se que o imóvel estava sendo alienado livre e desembaraçado de quaisquer ônus reais. A sociedade Copiadora do Mestre Ltda. contribuinte do ICMS. entidade de assistência social sem finalidade lucrativa e como tal reconhecida. FUNDAÇÃO MISERICORDIOSA DE SÃO PAULO.01.000 cópias de panfleto publicitário. em junho do mesmo ano. referentes ao período de janeiro de 1995 a março de 2002. Pergunta-se: Está correto seu procedimento? Não está correto o procedimento relativo ao pagamento da multa. 4. qual seu parecer? Roberto de Carvalho é o responsável tributário porque a obrigação subroga na pessoa do adquirente.1993. Essa operação levantou suspeita perante a fiscalização estadual. além de multa. acrescido de juros pela taxa SELIC e multa moratória. não pode a lei estadual contrariar a regra ali instituída. proponha a medida pertinente à defesa de seus interesses. juros e correção monetária. onde tem sede. II do Código Tributário Nacional. confecciona e fabrica produtos cujo lucro é totalmente revertido para as suas finalidades sociais. Em maio de 1997. I. em janeiro último. 173. em data anterior à celebração da escritura de compra e venda.830/80. recebeu autuação por falta de recolhimento do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços ± ICMS.08. bem imóvel de Mario de Assis. operação de venda dos panfletos. Antonio da Silva. após citada. dedica-se à atividade de reprodução de documentos e. I do Código Tributário Nacional. cujo termo final do quinqüênio decadencial ocorreu em 2001. inclusive em razão de ter sido o papel de sua impressão fornecido pela própria Copiadora do Mestre Ltda. A empresa Vida Feliz Ltda. a Fundação foi autuada pela Secretaria da Fazenda do Estado de São Paulo. conforme preceitua o artigo 124. em 18. não impugnada na esfera administrativa e geradora da inscrição do débito respectivo como dívida ativa. é contribuinte do ISS (Imposto sobre Serviços). de fato. mas de 99% em face da isenção a que faz jus o Sr. com fulcro no artigo 16 da Lei 6. levando em conta que não constou da escritura pública a prova da quitação dos tributos. a aplicação de qu aisquer penalidades.

nessa qualidade. manipule o meio judicial à garantia de seus direitos. localizado no Município de Itavocaba da Serra. por ser o local da situação do imóvel. perante alguma das varas da Fazenda Pública da Capital. A ocorrência da denúncia espontânea. Oriente Manuel a respeito de sua situação. recebe veículos da montadora Lopes do Brasil LTDA. contra a Fazenda do Estado de São Paulo. Assim. deverá o candidato sustentar que a operação em questão efetivamente corresponde a prestação de serviços. Surpreendeu-se. também. sediada no Município de São Paulo. proporcionalmente. José Maria. conforme art. Sérgio faleceu em São Paulo. quanto à inobservância do conceito de "portador de deficiência" veic ulado pelo direito privado. exclui-se a incidência do imposto de competência estadual. Deverá. Impetrar mandado de segurança preventivo em relação ao Delegado da Administração Tributária em São Paulo perante o Juízo Federal da Secção Judiciária de São Paulo. em razão de disposição expressa na lei municipal. a isenção concedida em caráter pessoal beneficia apenas Júlio. com a informação de que deveria recolher ao referido município o ITBI "inter-vivos" e o IPTU relativos ao imóvel. por isso. Júlio completa 65 anos de idade e. A legislação do IPI (Lei n. Manuel deve recolher o IPTU e o ITBI relativos ao imóvel. Manuel assinou contrato de compromisso de compra e venda de imóvel pertencente à União. Empresa do ramo automotivo denominada Concessionária Bassan Distribuidora de Veículos S/A. Bernardoestá também exonerado do pagamento do imposto. uma vez que decorrido o qüinqüênio legal a contar do primeiro dia do exercício seguinte àquele em que o lançamento poderia ter sido efetuado. QUESTÃO: Como advogado de José Maria. I. Bernardo continuaria devendo o tributo. Qual Estado da federação será competente para cobrar o imposto sobre transmissão causa mortis. 2. Acredita ele que. descrita no item 76 da lista de serviços anexa ao Decreto-Lei nº 406/68 e que.fictícia) define como "portador de deficiência física" toda pessoa que possuir deficiência motora nos membros inferiores e superiores. O inventário de Sérgio tramita perante vara competente central de São Paulo. alegando quebra do princípio da isonomia. prevista no artigo 138 do CTN. argüir decadência. mesmo assim. contemplado no artigo 5º CF/88. a denúncia espontânea elide a exigência de multa d mora? Atraso no e pagamento de tributo (mora) pode ser considerado como infração tributária? Motive as respostas. cidade onde era domiciliado. solidariamente responsáveis pelo pagamento do Imposto Predial e Territorial Urbano ± IPTU. quer adquirir veículo da Concessionária Bassan para uso pessoal. entretanto. não se sujeita ao pagamento de impostos. 3. pleiteando liminar e concessão da segurança visando afastar a incidência do IPI na operação em destaque ou ação de proc edimento comum ordinário.Propositura de ação anulatória de débito fiscal. Não. relativamente ao imóvel comum? Justifique. para portadores de deficiência física. faz-se necessária a concorrência de dois pressupostos. Para a concretização desta figura. do Código Tributário Nacional. 125.º 3333/03 . Neste ano. conforme o art. 173. a auto - . quais sejam. portador de cegueira congênita. da Constituição Federal. do Código Tributário Nacional. § 1º. A imunidade recíproca não atinge o promitente comprador em virtude da regra expressa do artigo 150. tem o condão de elidir a exigência da multa de mora. Goiás. 38 da Lei nº 6. segundo o art. Por força da regra do art. atualmente com isenção de IPI. 155. Júlio e Bernardo são co-proprietários de imóvel e.830/80. QUESTÕES PRÁTICAS 1. II. afastando desta definição as pessoas que possuem deficiência visual (cegueira e outras doenças de visão). mas deixou a seus herdeiros uma fazenda situada em Goiás. com pedido de tutela antecipada com o mesmo fito.. relativamente à fazenda? Desenvolva. soube que sofreria incidência do IPI. passa a gozar de isenção para todos os imóveis de que for proprietário. 138 do CTN. bem como invocar o artigo 110 do CTN. o que não é desnaturado pelo fato de os materiais serem fornecidos pelo próprio prestador de serviços. contratando motorista particular para dirigi-lo e. 4. I. No mérito. nos termos do art. na qualidade de compromissário comprador de imóvel registrado em nome da União. § 3º da Constituição Federal.

§ 2º). Em conseqüência. do Código Tributário Nacional. Para exercer esta última atividade. argumentado com as regras do art. do Decreto-lei nº 406/68.830/80 ou. Impetração de mandado de segurança preventivo para impedir a autoridade fiscal (Secretário Municipal das Finanças. QUESTÃO: Diante dessa situação. recebeu correspondência da Secretaria Municipal das Finanças. e. ambos os estabelecimentos são autônomos. atue em seu prol. 2000. inscreveu-se no Cadastro de Contribuintes Mobiliários do Município de São Paulo (cidade onde ministra seus cursos) para efeito do pagamento do Imposto sobre Serviços ± ISS. de acordo com a lei municipal nº 10. diante das pretensões contempladas na hipótese. O candidato deverá mover ação de consignação em pagamento. a Municipalidade de São Paulo. não sendo pago. somado ao pagamento do tributo devido com acréscimo de juros e correção monetária. b) decadên em relação ao exercício de cia 1997. nos lançamentos anteriores. compreendendo o pedido a citação de ambos os Municípios para comparecer aos autos e exercitar a pretensão ao recebimento do valor consignado. manter sua regularidade fiscal já a partir deste mês. 200 e 2002. em especial o art. ocasião em que constatou que a alíquota utilizada para apuração do valor do imposto era de 2%. tem sede em São Paulo e filial na cidade de Taboão da Serra. 1998.denúncia (confissão do ilícito) do infrator antes de qualquer procedimento fiscal. 113. com fundamento no art. 149 do CTN. de que doravante deverá recolher aos cofres municipais também o imposto relativo aos serviços prestados em Taboão da Serra. procederá à inscrição do débito na dívida ativa e conseqüente execução fiscal.000. pois Alcebíades tem o direito de recolhê-lo na forma do art.. exigiu IPTU relativo aos exercícios de 1997. b) a tomada de medidas sancionatórias pelo descumprimento das obrigações acessórias. 898. No entanto. foi regularmente notificada de lançamento relativo a crédito tributário de IPTU. referente ao exercício de 2003.º 222. (Gabarito do ponto 1 de Direito Tributário corrigido em 25/09/2003. acompanhada de depósito do valor do débito conforme artigo 38 da lei nº 6. 3º da Lei Complementar nº 116/03 a respeito do local do pagamento do ISS. a Prefeitura de Taboão da Serra exige o tributo e. III. a Sociedade "Carlos Ferreira ± ME". Na mesma ocasião. § 1º. em que o imposto questionado atinge o valor de R$ 10. inscrita no CNPJ sob n. 164. Em janeiro de 2003. art.444-0001-00. A ação deverá ser impetrada perante alguma das varas da Fazenda Pública da Comarca de São Paulo e deverá ser requerida liminar para impedir desde logo: a) a cobrança do tributo na forma pretendida pela Municipalidade. QUESTÃO: Como advogado da A&C Serviços de Limpeza Ltda. que também deverá ser combatido por falta de razoabilidade. QUESTÃO: Como advogado de Alcebíades. à alíquota de 5%. No entanto. alternativamente. O candidato deverá expor os motivos da dúvida. Os requisitos da ação deverão observar o disposto nos arts. uma vez que. específica para imóveis destinados a fins comerciais.000/00 (fictícia) incidiria exclusivamente sobre as receitas auferidas em decorrência da atividade. elabore a medida judicial apropriada para defender os interesses da Empresa "Carlos Ferreira ± ME".c. 9º. De seu turno. A sociedade A&C Serviços de Limpeza Ltda. aja para defender seus interesses e. logo após a inscrição. uma vez que a sede da contribuinte é em São Paulo. orientando-o a manter regular escrituração fiscal para apuração do tributo que. nos termos do art. e que impeça eventual execução fiscal por parte da Fazenda Pública Municipal. não revogado pela Lei Complementar nº 116/03. Para efeitos fiscais. c) inalterabilidade do lançamento tributário relativamente aos exercícios de 1997 a 2002.00 (dez mil reais).332. 890 e seguintes do Código de Processo Civil.ou outra autoridade competente na estrutura do órgão) que lance o imposto com base em percentual das receitas auferidas. de pedido de tutela antecipada nos termos do artigo 273 do CPC c. Como fundamentos jurídicos deverá alegar: a) inconstitucionalidade da progressividade instituída pela destinação do imóvel. inciso V. do CTN.) Alcebíades é professor universitário e ministra cursos livres em caráter autônomo. pois não estabelecido no interesse da arrecadação dos tributos (CTN. o candidato deverá elaborar Ação Anulatória de Lançamento Fiscal. art. Para defesa do contribuinte. têm inscrições nos respectivos municípios e apenas pretam s serviços dentro dos territórios municipais em que estão localizados. Como há dúvida quanto ao . o estabelecimento de São Paulo recebeu notificação da Prefeitura. o candidato deverá impugnar o dever de manutenção de escrituração fiscal. alterando lançamentos anteriores. 151. fora adotada por 1 engano a alíquota de 1% específica para imóveis residenciais. 1999.

há 10 (dez) dias.04. indagando se os valores pagos a maior a título de ICMS. Prefeitura interiorana isenta. eventualmente. dirigidos ao juízo da Vara de Execuções Fiscais de São Paulo. III) e. por meio de lei ordinária. a sociedade foi autuada l pelo não recolhimento do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços devido por seus clientes.. Sócio de empresa comercial procura-o.)". Em seguida. a visita de um oficial de justiça. No mérito. Certa empresa adquire imóvel industrial em hasta pública realizada em 2002. destacados em suas notas fiscais e julgados inconstitucionais pelo Supremo Tribunal Federal. cujo fato gerador ocorreu em data anterior à da hasta pública. A questão deve ser considerada com invocação do artigo 150. O proprietário de imóvel beneficiado pela isenção do IPTU pede a sua opinião sobre a instituição da contribuição de melhoria. Aprecie a matéria sob o prisma da Lei maior. o IPTU de alguns imóveis em virtude da precária condição de moradia do local. Como advogado da a rrematante. paracobrança do mencionado débito. QUESTÃO: Na qualidade de advogado de Alfredo. quais as possibilidades jurídicas a serem consideradas? A empresa não poderá ser responsabilizada pelo débito tributário já existente. Desse modo. Considere que a execução fiscal foi proposta em São Paulo. ins tituindo contribuição de melhoria em virtude de asfaltamento das ruas onde estão localizados os ditos imóveis. a isenção não é extensiva: I ± às taxas e às contribuições de melhoria. Após referida aquisição. tome a medida necessária para defender seus interesses. Alguns meses após a publicação da lei de isenção. na assembléia geral ordinária de 29. Propositura de embargos à execução. . ocorre a publicação de nova lei.A. o crédito ser lançado para compensação. após a apresentação de defesa da autuada. 3. a Fazenda do Estado moveu execução fiscal contra a sociedade e vários de seus diretores.. Alfredo recebeu. art. (.local do pagamento. facultando ao Executivo fixála em até dois pontos percentuais a maior. Alfredo foi eleito para exercer o cargo de Diretor Administrativo da Transportes Seabra S. sendo inconstitucional a pretensão em face do princípio da estrita legalidade da tributação. podem ser objeto de compensação e. Qual a sua posição? Responda e fundamente. como dispõe o artigo 177 do CTN: "Salvo disposição de lei em contrário. Pode haver a cobrança da contribuição de melhoria em questão. Só poderá haver restituição de tributos que comportem transferência do encargo fiscal para terceiro se o contribuinte de direito provar: a) ter assumido o ônus não repassando o tributo ou. por determinado prazo. por prazo indeterminado.F. b) estar expressamente autorizado pelo contribuinte de fato a recebê-los. instituiu alíquota do ICMS em 18%. em virtude do parágrafo único do artigo 130 do CTN: "No caso de arrematação em hasta pública. dentre os quais Alfredo.1996 e desempenhou essa função até abri de 2003. QUESTÕES PRÁTICAS 1. deverá o candidato sustentar que a responsabilidade dos administradores de pessoas jurídicas de direito privado depende da prática de atos contrários à lei ou ao estatuto (CTN. 166 do CTN. a ação pode ser proposta tanto em São Paulo (Vara da Fazenda Pública) quanto em Taboão da Serra. O auto de infra ção fora lavrado em maio de 1996 e foi definitivamente julgado na esfera administrativa em novembro de 2001. 135. a inconstitucionalidade se manifesta em razão da indevida delegação de poderes ao Executivo. é notificada sobre a existência de débito tributário relativo ao bem arrematado. está sendo responsabilizada como sucessora. que o intimou da penhora de bens de sua propriedade para pagamento da dívida. Art. Ainda. sede da sociedade. Pouco depois de assumir o cargo. O Poder Legislativo paulista. Opine considerando as possíveis conseqüências da conclusão adotada. contra a Fazenda do Estado de São Paulo. em operação pela qual era responsável tributária nos anos 1994 e 1995.. 4. a sub-rogação ocorre sobre o respectivo preço". I da C. 2.

A. elegendo como base de cálculo exclusivamente o valor da aquisição de imóveis urbanos adquiridos que supere. ou Mandado de Segurança preventivo com pedido liminar. caso em que o pólo passivo deverá indicar a autoridade competente (Gerente Regionalde Arrecadação e Fiscalização ou quem lhe faça as vezes). Alfredo não poderá responder porque o crédito tributário foi gerado antes de seu ingresso como diretor da sociedade. visando à anulação da NFLD em questão. a própria autarquia federal (INSS). A competência em ambos os casos.A. não concorda com esta incidência tributária sobre imóveis que adquire para o exercício de suas atividades.000. a partir de 01 de janeiro de 2004. no pólo passivo. Soube que a sociedade encerrou as suas atividades. § 4º . é da Justiça Federal. QUESTÕES PRÁTICAS 1. sediado em São Paulo ± Capital. no valor atual de R$ 200. O Partido Político ABC. e 154. qual e por quê? . a cargo do tomador..º 9. 150. Qual sua orientação? Justifique e fundamente a resposta. de competência municipal. esse tributo. instituiu o Imposto Sobre Grandes Fortunas (IGF). Agora.00 (cem milhões de reais). Opcionalmente. art. ainda. de 31 de agosto de 2003 (lei fic tícia). Carlos deverá pagar algum tributo em razão dessa operação? Em caso positivo.000. dentre os quais um de R$ 100. No mérito. das pessoas jurídicas e físicas. a instituição de contribuição sobre a remuneração de serviços prestados por pessoas jurídicas dependeria de lei complementar (CF. mensalmente. na hipótese de sociedade de pessoas (CTN. o candidato deverá sustentar que a lei instituidora de semelhante contribuição previdenciária é inconstitucional. sustentando afronta a Constituição Federal: art. deseja vender esse imóvel por R$ 130. sem procedimento formal de liquidação e sem quitar suas obrigações tributárias. 2.º 22.999/01 (fictícia). em face da União Federal. Deve. Com base nesse permissivo legal. o importe de R$ 100. com requerimento de antecipação de tutela ou de realização de depósito da quantia discutida para evitar a sua inscrição na dívida ativa. por intermédio da Lei Complementar n.portanto. está prestes a ser inscrito na dívida ativa. mediante a incidência da alíquota de 0. não é automática. o Banco Industrial S. Apenas se cogita da responsabilidade pessoal dos sócios. sob o manto do IGF. a União está exigindo Imposto sobre a Propriedade Territorial Urbana (IPTU). 195. nem cargo de direção. instituiu contribuição previdenciária incidente sobre pagamentos efetuados a pessoas jurídicas prestadoras de serviços. pois o art. I). à base de 20% (vinte por cento) do montante efetivamente pago. não haverá responsabilização pessoal do acionista a esse título.. 134. ³c´ (imunidade do patrimônio adquiridos por Partidos Políticos). A ação deverá seguir o procedimento ordinário e indicar. em razão de não ter recolhido a citada contribuição nos anos de 2002 e 2003. tem sede em São Paulo.000. 195. nunca tendo exercido poder de controle. QUESTÃO: Na qualidade de advogado do Banco Industrial S. No caso. poderá o candidato optar por mandado de segurança. Agora. empresa responsável pela manutenção de sistemas do banco.00 (duzentos mil reais). O Presidente da República. QUESTÃO: Como advogado. arts. Edmundo é acionista minoritário de uma sociedade anônima. A notificação fiscal de lançamento de débito (NFLD) não foi impugnada na esfera administrativa e o débito. passando a exigir. VII). ao passo que a Bits Informática Ltda. O advogado deverá propor Ação Declaratória de Inexistência de relação jurídica-tributária. Carlos é proprietário de vários imóveis que constam da relação de bens anexa a sua declaração de imposto de renda.222. tome as medidas judiciais necessárias para defesa de seus interesses. A União Federal. Considere que o Banco tem sede em Santo André. como se trata de sociedade anônima. sustentar que. foi autuado pelo Instituto Nacional do Seguro Social ± INSS. incidente sobre os pagamentos efetuados à Bits Informática Ltda. por meio da Lei n. VI. Edmundo questiona-o se desse fato poderá advir-lhe alguma responsabilidade pessoal pelos débitos fiscais.00 (cem mil reais). I da Constituição Federal apenas autoriza a instituição de contribuições sobre valores creditados a pessoas físicas.3% sobre o montante estimado a esse título. subseção judiciária de Santo André. Propositura de ação anulatória de lançamento fiscal. No caso.000.000. em caso de liqüidação. ajuíze medida cabível para defesa dos interesses de seu cliente.00 (cento e trinta mil reais).

exigindo dos proprietários de terrenos naquele Município.3) ação cau telar.000. Ambos os argumentos não prosperam. independentemente de os terrenos serem edificados ou não. . já que o terreno foi adquirido recentemente e ainda não se iniciou sua edificação. a) Meio processual: (a. facultando-se a opção pelo lucro real apenas para as empresas cujo faturamento tenha ultrapassado aquele montante. 145. inconformado.1) mandado de segurança. 4. Você concordaria com a existência de tal direito? Justifique. A empresa XPTO S/A. II da CF ou art. e (ii) que ele sequer utiliza o serviço. na sistemática do lucro real. da Constituição. levantando.º de janeiro de 2004. De qualquer modo. 150. O Município de Rio das Piranhas instituiu taxa de coleta de lixo. aplicável a -se impostos. dos prestadores de serviços de assessoria em informática. § 2º. ainda. alegando: (i) que não é justo que seu lote. Lei do Município de Valetas instituiu. que passa a ser exigido. poderia a exigência ser afastada por outro fundamento? Não é possível alegar a imunidade recíproca. em 31. Proprietário de um terreno de pequenas proporções procura-o. Não é pacífica sua extensão às taxas. ³a´. proponha a medida judicial que julgar cabível para proteger os interesses da empresa. sediada na Capital do Estado de São Paulo. as empresas que se enquadravam naquelas condições ficaram obrigadas a recolher o tributo relativo ao primeiro trimestre do presente ano já em 30 de abril último. tendo em vista que a Emenda Constitucional nº 42 introduziu a alínea ³c´ no art. § 3 CF) o Com relação aos faturamentos de janeiro e fevereiro. Por meio da Lei nº 9. com pedido de liminar. com base na imunidade recíproca. Em caso negativo. 150. perante o mesmo Juízo e em face da União Federal ou. tendo em vista sua mínima margem de lucro. o valor recolhido a título de antecipações de imposto de renda e de contribuição social foi muito menor que o agora apurado com base no lucro presumido.00 (sessenta milhões de reais) passam a sujeitar-se à sistemática de apuração com base no lucro presumido.000. 3. do texto constitucional. proposto perante a Justiça Federal da Seção Judiciária de São Paulo.Deverá escolher o imposto de renda sobre o ganho de capital obtido na venda. VI.000.000.00 (cinqüenta milhões de reais). ou (a. O segundo argumento também é falho. com pedido de tutela antecipada. mensalmente. pague tanto quanto os terrenos de grande valor venal.12. já que a imunidade não se estende aos serviços ³relacionados com exploração de atividades econômicas regidas pelas normas aplicáveis a empreendimentos privados. Acredita que esta situação não se alterará nos próximos meses desse exercício. apenas se a respectiva legislação municipal imputar esse ônus ao vendedor (CTN. determinando que as empresas cujo faturamento no ano imediatamente anterior tenha sido inferior a R$ 60. que veda que as taxas tenham base de cálculo próprio de impostos. (a . 42).00 (cento e cinqüenta reais) ao ano.999. vedando a cobrança de tributos ³ ntes de a decorridos noventa dias da data em que haja sido publicada a lei que os instituiu ou aumentou´.2) ação declaratória de inexistência de relação jurídica. QUESTÃO: Na qualidade de advogado da XPTO S/A. estão eles livres da tributação. regularmente. cujo faturamento no último ano foi de R$ 50. ou em que haja contraprestação ou pagamento de preços ou tarifas pel usuário´ (art. Deverá. já que as taxas podem ser cobradas por serviços postos à disposição do contribuinte (art. III.000. balancetes para apurar o valor das antecipações mensais. com pedido de liminar.00). procura-o relatando que. Tendo em vista que o período de apuração do imposto de renda com base no lucro presumido é trimestral. O primeiro argumento baseia na idéia de capacidade contributiva. à luz do art. em face do Delegado da Administração Tributária da Secretaria da Receita Federal em São Paulo. art. a partir de 1. o valor venal não poderia ser usado como base de cálculo da taxa. quitar o Imposto de Transmissão sobre Bens Imóveis. a União Federal modificou a disciplina da tributação do imposto de renda e da contribuição social sobre o lucro das pessoas jurídicas. de pequenas proporções. publicada em 1º de abril de 2004. Os terrenos são servidos por caminhões de lixo. de que trata o art. 150. pretendia recolher o imposto de renda com base no lucro real anual. cobrada pelo valor de R$ 150. Comente os argumentos do prop rietário. finalmente.2003. Fundação instituída e mantida pelo Governo Estadual consulta-o sobre a possibilidade de afastar a exigência sobre seus serviços prestados em janeiro e fevereiro. equivalente à diferença entre o preço da venda e o valor declarado ( R$ 30. perante o mesmo Juízo e mesma Ré. imposto sobre serviços de qualquer natureza. 145. em caráter preventivo. como já era de se esperar. 77 e 79 do CTN).

que pressupõe a existência de lucro como índice de tributação. que aloca a competência ao município onde o prestador do serviço possui estabelecimento. empresa transportadora com sede e único estabeleci ento no município de São Paulo. já que outros contribuintes (com faturamento superior a R$ 60. 150. (b.404/76 ± Lei das S. Mérito: (b.A) em duas outras sociedades ± Moura S/A e Leão S/A. além disso.4) com relação ao imposto de renda. QUESTÃO: Na qualidade de advogado da Rode Bem S/A. a preços de mercado.2) inconstitucionalidade da tributação da locação de bens móveis. tendo em vista que os caminhões locados são vistos com freqüência naquela municipalidade. 3º da Lei Complementar nº 116/2003.b) Mérito: O advogado deverá considerar os seguintes aspectos: (b.5) a nova sistemática somente poderia ser aplicada à contribuição social passados 90 dias da edição da Lei 9. a definição do fato gerador do imposto de renda. a qualificação da locação perante o direito civil. os alugueres pagos à Leão S/A. argumentação semelhante. A Leão S/A ficaria com o imóvel da sociedade. inconformados com a elevada carga fiscal sobre ela incidente. em seu relatório.1) incompatibilidade da Lei Municipal nº 9. Optando a Leão S/A pela tributação com base no lucro presumido e a Moura S/A pelo lucro real. por conta de um contrato de locação de doze caminhões. tendo em vista não configurar obrigação de fazer. a) b) Meio Processual: Recurso de Apelação ao 1º Tribunal de Alçada Civil do Estado de São Paulo.1) a lei contraria o conceito de renda. Os sócios da Moura e Leão S/A. no cálculo de seu lucro real. que o processo de cisão da sociedade Moura e Leão S/A teve por fim exclusivo a economia tributária. se admitida. ambas. (b. impetrou m Mandado de Segurança contra ato a ser praticado pelo Secretário Municipal das Finanças.999 (art. decidem contratar um renomado escritório de advocacia para elaborar um planejamento tributário e. prevendo. Rode Bem S/A. que culminou na lavratura de um auto de infração fundamentado no parágrafo único do artigo 116 do Código Tributário Nacional. (b. mediante a utilização de formas jurídicas lícitas. com sede e único . estabelecimento em Barueri ± SP. O Mandado de Segurança foi impetrado em dezembro de 2003. reduzir o impacto tributário. III. no art. inexistindo qualquer outro propósito gerencial ou comercial e. Irrelevante. seria atingida uma economia tributária significativa. já que sociedades na mesma situação que a empresa Moura e Leão S/A eram obrigadas a arcar com uma carga tributária mais elevada do que as sociedades Moura S/A e Leão S/A.999 com a Lei Complementar nº 116. 195.º 406/68. pode ser mencionado o princípio da igualdade. ³c´ da CF. ³b´). ³a´ da CF). ao impor a exigência do imposto de renda com base no lucro presumido mesmo diante da comprovação de que o lucro real da XPTO S/A foi muito inferior ao lucro presumido.00) têm a faculdade de optar pelo lucro real. (b. ingresse com a medida cabível. (b. daí se justificando o emprego da analogia par se tributar a Moura S/A. de 1999. a Moura S/A sofreu um processo de fiscalização promovido por autoridades federais. tendo em vista que a Moura S/A poderia deduzir. desta feita não contemplando a locação de bens móveis. contrariando-se. a nova sistemática. reflete aquela lista anexa ao Decreto-Lei n.2) no que tange à contribuição social. 195. assim. 43 do CTN. mas desta f ita citando o art. a lei tributária considera dedutível do lucro real o pagamento de aluguéis de imóveis utilizados pela pessoa jurídica e a Moura S/A precisa do imóvel para as suas atividades. (ii) o Município de São Paulo é competente para exigir o ISS sobre a locação. (b. III. tendo em vista a regra do art. alegando o fiscal responsável. Os especialistas do escritório contratado sugerem a cisão da Moura e Leão S/A (em perfeita concordância com os dispositivos da Lei 6.3) a lei contraria o princípio da irretroatividade (art. que seria alugado à Moura S/A. a locação de bem móvel como serviço sujeito ao ISS. De fato. Após a implementação do planejamento. O prazo para defesa a administrativa transcorreu sem que a Moura S/A oferecesse impugnação. (b. somente poderia valer para fatos geradores ocorridos a partir de 1º de janeiro do ano subseqüente (art. parágrafo 6º da CF).3) incompetência da municipalidade do ISS para exigir o ISS de empresa não estabelecida naquele município. que haveria ofensa ao princípio da igualdade.º 9999. sobrevindo sentença de mérito no último dia 20 de maio. o que precipitou a inscrição do lançamento na . 150. sociedade anônima de capital fechado sediada na Cidade de São Paulo. denegando a segurança com base nos argumentos a seguir resumidos: (i) a lista de serviços anexa à Lei Municipal n. que trouxe nova lista de serviços. e I. obrigando a reter o Imposto -a sobre Serviços de Qualquer Natureza (ISS) sobre as importâncias devidas a Delírio Locações Ltda.000. para efeitos tributários.000. de 31 de julho de 2003.6) finalmente.

parágrafo 1º. que passou de R$ 2. 108. sofreria uma redução no valor líquido que seu empregador deposita em sua conta -corrente. conforme segue: Situação anterior Salário R$ 2. QUESTÕES PRÁTICAS 1. (b.5% Um contribuinte procura-o. o que não é o caso. ela apenas cobre os casos de dissimulação. Assim.160. b) Mérito: (b.80 = R$ 157.115.00 Acima de 2.110.00 até 15% 2. a renda do contribuinte é tributada a cada faixa por alíquota diversa. Considere a seguinte tabela progressiva para o cálculo do imposto de renda das pessoas físicas: Base de cálculo R$ Alíquota Até 1.4) o art. Tratando-se de uma tributação progressiva. o aumento real do salário do contribuinte será tributado.1) a norma do art. entristecido pelo fato de que por conta de um aumento em seu salário. em consonância com a Lei 6.058 = 1.115. veda o emprego da analogia gravosa. afastar o princípio da legalidade. apresente as medidas necessárias e cabíveis.dívida ativa e a promoção do processo de execução.110 1.80 . (b. Você concorda com a preocupação externada pelo contribuinte? Por que? Não.830/80. QUESTÃO: Na qualidade de advogado da MouraS/A.00 Tributação Até 1.00 0 De 1.00: (2.052): 15% Total de imposto Isento 15% de 1. a) Meio Processual: embargos à execução fiscal propostos perante a Vara das Execuções Fiscais Federais± Seção Judiciária de São Paulo.3) o princípio da legalidade assegura o direito de o contribuinte escolher a estrutura (desde que lícita) que lhe for mais benéfica.00 e inferior a 2.110. 116 do CTN encontra-se pendente de regulamentação. daí descabendo.115.058. sem que isso implique redução em relação ao valor que recebia.058.00 para R$ 2. em nome do princípio da igualdade.052 157.058.00 Parcela superior a 1.2) ainda que assim não fosse. (b.058.00 27.00. do CTN.

5% 12.00 (2. quando vendidos às indústrias.057 158. Estas.80 = R$ 1.952. visando a creditar-se do imposto pago. Você foi procurado por um amigo.058.20 Tributação Até 1. A oposição apresentada pelos clientes relaciona-se com a sistemática de não cumulatividade do IPI. apesar da nova tributação. atuando no comércio de tecidos.115 ± 1.989.110 ± 157. por sua vez. seus produtos não são tributados pelo IPI.057): 15% Parcela superior a 2. que já conta com luz elétrica e asfalto até a porta. o candidato deve mostrar saber que a alíquota mai elevada incidirá apenas s sobre pequena parcela de seu rendimento. você descobre que o sítio destina-se exclusivamente a atividades agropastoris.93 = R$ 1. Tendo em vista a sistemática do imposto. Na opinião de seu amigo. não aceitando adquirir tais produtos de comerciante. que exigia o pagamento do IPTU sobre seu sítio. recebeu notificação da Prefeitura do Município de Estrela Grande do Mato. de acordo com a sistemática do imposto. seus clientes sistematicamente preferem comprar tecidos diretamente dos fabricantes. preferindo.160 2.058 = 1. pois. recentemente. Há duas ou três famílias de colonos que estudam na escola municipal.115 = 45): 27. todas contribuintes do Imposto sobre Produtos Industrializados. Especialmente. 2.00 Parcela superior a 1.160 ± 170. mas o candidato deve demonstrar conhecer o conceito de progressividade e seus reflexos no caso em tela.160 ± 2.00 e inferior a 2. explique a razão da dificuldade enfrentada pelo contribuinte e proponha uma solução.115. adquirir tecidos de outras indústrias.07 Como se vê.115. senão mediante um abatimento no preço total.38 de 45 = R$ 170.93 2. já basta o Imposto sobre a Propriedade Territorial Rural ± ITR que ele . a ter suas saídas tributadas pelo imposto. sendo a empresa mera comerciante. Nota sobre o gabarito: não se exigirá a exatidão do cálculo.55 = 27. para o problema que lhe foi exposto. dando margem a crédito para seus clie ntes. por isso. tendo em vista que seus principais clientes são indústrias de confecção. Segundo informam. localizada a menos de 500 metros da porteira da propriedade.5% Total de imposto Rendimento Líquido do imposto Isento 15% de 1. Ele lhe diz que sua paciência esgotou -se quando. Em sua conversa. não têm como tomar qualquer crédito de imposto. Empresa. que lhe relata sua revolta pela fúria arrecadatória que vem se espalhando pelo mais longínquos rincões do País.Rendimento Líquido do imposto Nova situação Salário R$ 2. A solução a ser proposta à empresa é que ela opte por ser estabelecimento equiparado a industrial.00: (2. 3. o contribuinte não deixará de se beneficiar do aumento. relata-lhe que vem sofrendo dificuldades em suas vendas.058. passando.

já que o polímero de polipropileno (filme de laminação para capa de livro) não é consumido no processo de impressão de livros. A Constituição Federal. Den Tist. Conteúdo: (i) falta de prequestionamento: o acórdão recorrido não versa sobre o mérito de o contribuinte dedicarse a outras atividades. em síntese. o valor das gorjetas. em que você informa o valor que recebe por serviços prestados a pessoas físicas no País. (ii) no mérito. que entendia ter sido recolhido em excesso. importação e exportação de livros. 43 do CTN. em sua base de cálculo. consultara-o acerca do tratamento tributário a que ele estaria sujeito caso resolvesse mudar para o Brasil. A Hotel da Manhã Ltda. dirigidas ao Supremo Tribunal Federal. Esses princípios estão hoje regulados no 1º do art. efetuada pelo Dr. que vem excluindo da proteção constitucional máquinas e mercadorias que tecnicamente são consideradas da família dos plásticos. (iii) que o insumo ³polímero de polipropileno´. ou filme BOPP. condição jurídica ou nacionalidade da fonte. I. Honorários fixados de acordo com o tempo e trabalho exigidos do advogado ± Negado provimento aos recursos. é devido o IPTU. o seguinte: (i) que foi ofendido mandamento constitucional de imunidade. negou m provimento à apelação interposta pelo Estado de São Paulo ao entendimento de que é aplicável a imunidade tributária à importação de filmes de laminação para capas de livros (Polímero de Polipropileno. em juízo. além da exportação de livros. pleiteou. contempla os princípios da generalidade e da universalidade. que submete os rendimentos ao imposto. Instrumento: Contra-Razões de Recurso Extraordinário. 32. D. A ementa da decisão proferida pelo Tribunal Regional Federal da 3ª Região tinha o seguinte teor: . O contador está certo. que. mas fica surpreso por ter de ali incluir o valor que. comercialização.00 dos Estados Unidos. P outro lado. 153. com petição de encaminhamento. a restituição de PIS e Cofins. afinal. independentemente da localização. decorre de um serviço prestado fora dos limites territoriais brasileiros. Filme BOPP).Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo. Você concorda com seu amigo? Por que? Seu amigo está errado. assegurando -se. não é consumido imediatamente no processo produtivo. é material assimilável a papel. jornais e revistas. do CTN. na modalidade de Recolhimento Mensal Obrigatório (carnê -leão). mas também à exploração da indústria gráfica em suas diversas modalidades. Filme BOPP) ± Material que se integra no produto final. a área em que se encontra o sitio é zona urbana. a seu ver abusiva. integrando-se a este e adquirindo sua natureza. tendo em vista haver incluído. você recebe uma remessa de US$ 100. Retornando de uma viagem ao exterior. o ITR vem sendo recolhido or indevidamente. informado de sua estada naquele país. da Constituição Federal. tem a mesma natureza deste. (iv) que as atividades praticadas pela empresa não se restringem à edição. VI. (ii) que a decisão contraria a jurisprudência.vem recolhendo. justifique a posição de seu contador. Assim. Conversando com seu contador. dirigida ao Presidente ou ao Vice-Presidente do Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo. daí. Determinada Câmara de Direito Público do Eg. tempestivamente. à luz do art. parágrafo 1º. elabore a peça adequada para apreciação pelo tribunal competente. Tendo em vista os melhoramentos públicos descritos. este lhe informa que você deve recolher imposto de renda sobre aquele rendimento. 4. gozando de sua imunidade. parágrafo 2º. no art. O acórdão porta a seguinte ementa: Tributos ± ICMS ± Declaratória ± Imunidade ± Filme de laminação de capas de livros (Polímero de Polipropileno. e ação ordinária. mas desgasta-se paulatinamente na produção. sustentando. não se justificando a pretensão da pre feitura. 150. alegar que o laminado de polímero de polipropileno. Com base na Constituição Federal e no CTN. incorporado ao papel das capas dos livros. O Estado de São Paulo interpõe Recurso Extraordinário. cobradas de seus hóspedes juntamente com o valor dos serviços. Você está familiarizado com aquele tipo de recolhimento. QUESTÃO: Na qualidade de advogado do contribuinte. da família dos plásticos. a imunidade do art.

por serem parte integrante do salário. foi elaborado d Agravo de Instrumento. sem o pagamento do ICMS. Instrumento: Contra-Razões de Recurso Especial. o prazo para requerer a restituição dos pagamentos indevidos será de cinco anos da extinção do crédito tributário. este foi admitido exclusivamente em seu efeito devolutivo. tendo em vista que a relação de especialidade exigiria que os dois diplomas legais versassem sobre a mesma matéria. parágrafo 4º da Lei 9. em recurso próprio. inciso I. o diploma tributário não alcança as verbas trabalhistas. Honorários reduzidos. perante o Tribunal de Justiça de São Paulo.Tributário ± Gorjetas: Não-integração à Base de Cálculo de Exações Fiscais ± Prescrição ± Correção Monetária e Juros: Taxa Selic. (ii) no mérito. recolhidas há mais de cinco anos da propositura da ação. dirigida ao Presidente ou ao Vice-Presidente do Tribunal Regional Federal da 3ª Região. 6. com a aplicação da taxa Selic. ainda. não integram a base de cálculo das exações fiscais que oneram as empresas (precedentes do STF). vem tendo constantes vôos cancelados. que tem um caráter geral. mas apenas remuneração dos seus empregados (sujeita aos tributos próprios: imposto de renda na fonte e contribuição ao INSS) e que a base de cálculo do PIS e Cofins inclui apenas as receitas do contribuinte. Sustenta que o fato de as gorjetas integrarem o salário não as excluem da base de cálculo do PIS e da Cofins. alegar que o entendimento do STJ é que o prazo de prescrição de cinco anos somente começa a contar a partir da data da homologação do pagamento e que. QUESTÃO: Elabore medida judicial adequada para pleitear o imediato desembaraço das aeronaves. estão prescritas. Embora tenha sido efetuado o recurso próprio. nos termos do artigo 168. dez anos.250/95) A JET Transportes Aéreos Ltda. Prescrição qüinqüenal que. inciso I c/c 156. do Código Tributário Nacional. eis que os índices a ela referentes não possuem natureza moratória. em acórdão assim ementado: Agravo de Instrumento ± ICMS ± Desembaraço aduaneiro de uma aeronave Boeing 737 -400 e dois motores ± alegada ilegalidade da incidência do ICMS ± Indeferimento da tutela antecipada ± Ausência dos requisitos da verossimilhança da tese e do dano de difícil reparação ± Recurso não provido. por serem leis especiais. em relação às exações autolançadas. Tendo e vista m que as aeronaves se encontram. tem prazo contado em dobro. a JET Transportes Aéreos Ltda. nos termos do artigo 168 do Código Tributário Nacional.. Inconforma-se. As gorjetas. No tocante à taxa Selic. Afastar o argumento da especialidade da lei tributária. impetrou Mandado de Segurança visando a obter provimento assegurando o desembaraço aduaneiro de uma aeronave Boeing 737 -400 e dois motores. Recurso e remessa oficial parcialmente providos. dirigidas ao Superior Tribunal de Jus tiça. 3. A Fazenda Nacional. Não obtendo a medida liminar pretendi a. tendo em vista tratar-se de operação internacional de arrendamento mercantil. mesmo antes do julgamento do recurso proposto. ainda. Juros calculados pela taxa Selic. com petição de encaminhamento. sem o p agamento do imposto. 39. elabore o instrumento processual adequado. 4. in casu. pendentes de desembaraço. da data do fato gerador (precedentes majoritários do STJ). 2. sua cliente. afirmar que sua incidência é matéria de lei (art. QUESTÃO: Na qualidade de advogado da Hotel da Manhã Ltda. Conteúdo: (i) falta de prequestionamento: o acórdão recorrido não versa sobre o pretendido caráter geral da legislação trabalhista. Quanto à prescrição. alegar que a gorjeta não é receita do Hotel da Manhã. e sim remuneratória. alega que as parcelas do PIS e da Cofins. prevalecem sobre a legislação trabalhista. Expurgos inflacionários que integram os índices de correção monetária (precedente da Corte Especial). 5. Entende que as leis que tratam do PIS e Cofins. 1. .

Plásticos Bandeirantes Ltda. A Indústria Brasileira de Carimbos para Escritórios Ltda. pautado no risco de prejuízo irreparável a que estaria sujeita. vê -se que suas saídas são tributadas pelo ICMS à alíquota de 18%. pela JET Transportes Aéreos Ltda.52 (12% de 96) 84. abriu concorrência entre diversos fornecedores nacionais para o suprimento de material plástico utilizado como insumo em seus produtos. e justifique. visando a conferir efeito suspensivo ao recurso especial interposto. QUESTÕES PRÁTICAS 1. os seguintes valores líquidos de ICMS: Fornecedor Estado de Origem Preço (valor da nota) (R$) Plásticos Paulista Ltda. Plásticos Bandeirantes Ltda. já que esse será compensado com o devido no momento de suas saídas.48 78. possui apenas clientes em seu Estado. da Lei Complementar no. tendo em vista que o acórdão recorrido negou vigência ao art. A Indústria Brasileira de Carimbos para Escritórios Ltda. 87/96.28 (18% de 96) Plásticos Carioca Ltda. assim. efetuadas por fornecedores. ao calcular o efetivo custo de um insumo. viu-se o departamento de compras diante de quatro ofertas. efetua vendas apenas para clientes de seu estado. Temos.. São Paulo São Paulo Rio de Janeiro Rio Grande do Norte 100 96 96 90 Tendo em vista exclusivamente os aspectos tributários da questão. localizada em São Paulo. perante o Superior Tribunal de Justiça. em face da retenção da aeronave e conseqüente cancelamento de vôos. Salientar a presença do periculum in mora.Instrumento: Medida cautelar ajuizada. Conteúdo: Alegar estar presente o requisito do fumus boni juris. Rio de Janeiro 96 11. Na data de abertura das propostas. Plásticos Potiguar Ltda. deve considerar o montante de crédito de ICMS sobre suas aquisições. São Paulo 96 São Paulo 100 18 (18% 100) 17. inciso VIII. 3º. Plásticos Carioca Ltda. apontando os seguintes preços: Fornecedor Estado de Origem Preço (R$) Plásticos Paulista Ltda. informe qual a melhor oferta para a Indústria Brasileira de Carimbos para Escritórios Ltda.72 82 CRÉDITO DE ICMS PREÇO LÍQUIDO DO ICMS . a Indústria Brasileira de Carimbos para Escritórios Ltda. em face da Fazenda do Estado de São Paulo. Assim. Como a Indústria Brasileira de Carimbos para Escritórios Ltda.

os gastos assim efetuados teriam seu impacto reduzido. (ii) m mediante o pagamento de alugueres mensais simbólicos. 3.A decidiu efetuar uma agressiva política de vendas. O Prefeito de determinado município. vêse que. ocupado por idosos que. alertado de que a lei municipal não fixara o prazo para o recolhimento do Imposto sobre Serviços de Qualquer Natureza. entidade civil sem fins lucrativos. que equiparou o faturamento à receita bruta. a melhor oferta é a de Plásticos Bandeirantes. tendo em vista terem os pagamentos sido efetuados a pessoas jurídicas domiciliadas no País. a Comercial Canta Galo S.A. permanece imune ao IPTU o imóvel pertencente a qualquer das entidades referidas pelo art. de regra. eles somente darão direito a crédito se utilizados como insumo na prestação de serviços e na produção ou fabricação de bens ou produtos destinados a venda. 4. ocupam suas unidades. e caráter vitalício. Rio Grande do Norte 90 10. desde que o valor dos aluguéis seja aplicado nas atividades essenciais de tais entidades. é uma empresa que se dedica ao comércio atacadista de artigos para decoração Tendo . adquirem o direito de uso do apartamento. 150. aplicando-se a imunidade da entidade de assistência social. indagando-lhe: (a) embora tenham ciência de que não haveria imposto de renda sobre os ganhos obtidos na cessão de uso dos imóveis aos idosos. daí. está correto o raciocínio da Comercial Canta Galo S. voltada ao amparo aos idosos. estas são alugadas a terceiros. (b) anterioridade: A Súmula 669 do STF pacificou o entendimento de que norma legal que altera o prazo de recolhimento da obrigação tributária não se sujeita ao princípio da anterioridade. (i) mediante o pagamento de um valor único (lump sum). desde que inequívoca a compreensão do raciocínio jurídico. segundo a sistemática do lucro real. para fins do imposto de renda. crédito relativo à Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social ± COFINS. também estariam protegidas daquele imposto? (b) incide o IPTU sobre as unidades cedidas a título vitalício? Fundamente. VI. No mês de setembro de 2004. 97 do CTN não estende o princípio à questão do prazo e o art.A. as receitas obtidas no aluguel de unida des. efetuando gastos substanciais com a propaganda de seus produtos. já que o art. 160 deixa claro que o prazo é matéria da ³legislação tributária´. 2. no mercado. (b) sobre as unidades cedidas. Segundo seus cálculos. sem possibilidade de transferência a terceiros. mantém um conjunto residencial. a redução do prazo promovida p elo Prefeito. do ponto de vista dos princípios da legalidade e anterioridade. c. o Prefeito decide alterar aquele prazo. voltando-se a renda à manutenção do conjunto residencial. já que o Lar mantém a propriedade (não transferida pelo contrato de uso). a valores de mercado. decide. 3º da Lei 10. 3o da Lei no 9. da Constituição. O Lar dos Idosos da Irmã Teodora. não da lei.718/98. (a) A imunidade se estende às unidades alugadas a terceiros. em vista sua projeção de resultados. passando a dez dias do fato gerador. Nos termos da legislação em vigor. não m dando direito a crédito. É o que dispõe a Súmula 724 do STF: Ainda quando alugado a terceiros. a sociedade optou pela tributação. subsidiado. tendo a União Federal interposto o competent recurso de e . não incide o IPTU.20 Tendo em vista a tabela acima. (a) Legalidade: não se estende ao prazo para recolhimento do tributo. No caso de serviços. Havendo unidades vagas. A empresa Emporium ingressou em juízo com o objetivo de afastar a alteração da base de cálculo da Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social ± COFINS.? Por quê? Não está correto: O art. Comente.Plásticos Potiguar Ltda. No caso. os serviços não se relaciona com a produção. conferindo-lhe. A sentença de 1a instância foi de procedência. OBS: Serão aceitos erros algébricos.80 (12% de 90) 79. Passados alguns meses e ainda no mesmo exercício. veiculada pelo art.833/2003 arrola as hipóteses em que se conferem créditos. fixar o prazo para trinta dias após o fato gerador. A Comercial Canta Galo S. por Decreto. Os administradores do lar formulam consulta.

i) endereçamento ao Presidente ou Vice-Presidente do Tribunal Regional Federal da 3ª Região. 3o da Lei no 9. Inconformada com a exigência do imposto. O art. porque somente esclareceu o conteúdo do conceito de faturamento. 475 do Código de Processo Civil) e do recurso de apelação interposto pelo Estado . sendo a intimação pessoal do procurador da União realizada nesta mesma data. restando afastada a oportunidade de se instaurar o incidente de argüição de inconstitucionalidade. nos termos do art.´ O acórdão do julgamento da apelação foi publicado no Diário de Justiça do dia 27 de setembro de 2004. Ilegalidade qualificada dos arts. II. em sua redação original. 195. QUESTÃO: Como advogado da empresa Emporium. No julgamento da remessa oficial (art. iii) preliminar: ausência de prequestionamento do art. da Constituição Federal. por afronta a disposição da Lei no 5. o que somente poderia ser feito pela Corte Especial do tribunal regional. IV. ii) preliminar: intempestividade do recurso. previsto no art. 97 da Constituição Federal. equiparando-o ao de receita bruta. somente quando é constitucional. que foi julgada improcedente pelo juiz de 1a instância. III. 110 do CTN garante a preservação de uma tipicidade cerrada em relação a hipóteses de incidência tributária cuja instituição a Constituição autoriza e cujo conteúdo. 110 do Código Tributário Nacional veda a equiparação do conceito de faturamento ao de receita bruta.apelação. e vi) mérito: impossibilidade de equiparação dos conceitos de faturamento e receita bruta. 2o e 3o da Lei no 9. 3° da Lei n° 9.718/98 é legal. I. A empresa Péricles Táxi Aéreo. A empresa Péricles vendeu uma das aeronaves em 2003. Com apoio no princípio iuri novit curia. tendo realizado o devido registro junto às autoridades aeroportuárias competentes. ILEGAL ELASTÉRIO NA BASE DE CÁLCULO. sob o fundamento de que o art. 2o E 3o. Leis complementares que veiculam normas gerais em matéria de legislação tributária são normas sobre normas e têm por finalidade dar consistência ao sistema tributário. ARTS. DESNECESSIDADE DE QUESTIONAMENTO EM NÍVEL CONSTITUCIONAL. em sua redação original. ademais. com os seguintes fundamentos: (i) o Tribunal Regional Federal não poderia afastar a aplicação da lei sem declarar a sua inconstitucionalidade. I. proprietária de três aeronaves. inserindo-se. da Constituição Federal. CONTENÇÃO DE COMPETÊNCIA TRIBUTÁRIA CONSTI TUCIONALMENTE FIXADA A PARTIR DE CONCEITO JÁ ESTABILIZADO NO DIREITO PRIVADO. EQUIPARAÇÃO DA ESPÉCIE FATURAMENTO AO GÊNERO RECEITA. 110 DO CTN. VIOLAÇÃO DO ART. e (ii) o art. uma segunda feira. a empresa ajuizou ação anulatória de débito fiscal em face do Estado de São Paulo. o próprio texto constitucional prefigura. de modo que o recurso cabível seria o recur especial. elabore a peça processual adequada. O Tribunal Regional Federal da 3a Região negou provimento ao recurso de apelação da União Federal e à remessa oficial.718/98. porque o fundamento do acórdão da apelação para afastar a aplicação do art. O procurador da União Federal interpôs somente recurso extraordinário.172/66. destarte. a que inerente o valor de norma de lei complementar. so v) mérito: não há necessidade de submeter o julgamento do Plenário do Tribunal Regional Federal quando o fundamento é legal. em 28 de outubro de 2004. COFINS. recebeu a notificação de lançamento do Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores ± IPVA relativo ao exercício de 2004. LEI 9718/98. iv) preliminar: não-cabimento do recurso extraordinário. 195. em acórdão assim ementado: ³TRIBUTÁRIO. o colegiado acolheu por fundamento de ilegalidade ambos os pedidos da apelante.718/98 não é inconstitucional. 480 do CPC. emitida pela Secretaria dos Negócios da Fazenda do Estado de São Paulo. I. no art.

no que tange à aeronave vendida. Pleno. O termo ³Veículo Automotor´ abrange. cf. p. 29. DJU 13. 23 da Constituição Federal. p/ acórdão Min. Recurso Extraordinário nº 255. respectivamente. Recurso parcialmente provido. art. Min. p/ acórdão. em circulação pelas vias terrestres do País. o campo de competência dos impostos. 158. Sepúlveda Pertence. a começar pela contida no § 13 do mesmo art. Os veículos automotores. de propulsão humana ou tração animal.de São Paulo. red. Recurso Extraordinário nº 134. 64). qualquer veículo que possua motor e se locomova. j. III. Essa locução adverbial de lugar somente o pode ser referida aos veículos terrestres.09. nos termos constitucionais. já que a expressão ³veículo automotor´ refere-se. não para o registro de aeronaves. 60). 155. só podendo constituir . O art.05. 3. estão sujeitos a licenciamento nos municípios de domicílio ou de residência dos respectivos proprietários. CONSTITUCIONAL. DJU 13. Pleno. porque estes. carretas e similares. reboques. Dispõe. também acrescentado pela Emenda nº 27.2002. III da Constituição Federal. 155. com efeito. confiram-se os seguintes julgados: EMENTA: IPVA .111/SP. estão sujeitos a licenciamento no muni ípio de seu domicílio ou residência de seus c proprietários. No tocante às aeronaves nacionai . Exigência descabida do imposto. rel. j. 57.509/AM. II da Constituição Federal é norma de Direito Financeiro. p/ acórdão Min. que. a Câmara de Direito Público do Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo manteve parcialmente a sentença recorrida. como a expressão já o indica. 23. interponha o recurso competente. Do voto do Ministro red.05. Marco Aurélio. art.Imposto sobre Propriedade de Veículos Automotores (CF. irrelevante para a matéria tributária. dispõe o Código Brasileiro do Ar s (Decreto-lei nº 32. CF 69.2002. 158. Min. In casu. EMENTA: IPVA . III da CF). 1.12. de 1985. por maioria de votos. iii) mérito: pleitear que a exigência do IPVA sobre a propriedade de aeronaves extrapola o campo de competência tributária estadual. III. III e § 13. Também cabível o argumento de que os Estados são competentes para o registro de veículos. Inteligência do Art. cf. o art. 4. dispõe que cinqüenta por cento constituirá receita do Município onde estiver licenciado o veícul . Marco Aurélio.´ QUESTÃO: Como advogado da empresa Péricles Táxi Aéreo. o Apelante vendera uma de suas aeronaves antes da ocorrência do fato gerador. 2. de forma genérica. em face da legislação e pela ordem natural das coisas. 155. EC 27/85): campo de incidência que não inclui embarcações e aeronaves (STF.2002. art. Vencido o Desembargador Fulano de Tal. Neste sentido. extraímos o seguinte trecho: Esse campo material de incidência do imposto sobre propriedade de veículos automotores resulta ainda de outras normas constitucionais. pronunciando Acórdão com a seguinte ementa: ³TRIBUTÁRIO. IMPOSTO SOBRE A PROPRIEDADE DE VEÍCULOS AUTOMOTORES. de 18/11/66) que são bens registráveis para efeito de sua condição jurídica. rel. ii) recurso cabível: recurso extraordinário. i) endereçamento ao presidente ou vice-presidente do Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo. 57 do Código Nacional de Trânsito: Art. AERONAVES. III e § 13. EC 27/85): campo de incidência que não inclui embarcações e aeronaves (STF. Sepúlveda Pertence. Já as aeronaves e embarcações devem ser registradas no Registro Aeronáutica Brasileiro e no Tribunal Marítimo. A Constituição define. 23. p. art. tratando da destinação do produto da arrecadação do imposto.Imposto sobre Propriedade de Veículos Automotores (CF. 29. àquele que é licenciado em determinado Município (art. nos termos da legislação relativa. O lançamento do imposto deve indicar o sujeito passivo previsto em lei. CF 69.2002. red.

O diploma em análise dispõe sobre incentivo fiscal para pessoas jurídicas que possuam empregados com mais de 40 anos e está assim redigido: Art. 36 ± Repertório IOB de Jurisprudência. requerendo a repetição do indébito do tributo (tendo em vista que não há possibilidade legal de compensação). não têm qualquer validade. inviabilizando a tese de que caberá recolher imposto causa mortis também sobre o valor dos bens doados ± Bitributação inadmissível ± Provimento (TJSP. vol. n. j. único). 1776 do CC). e foi recolhido o ITCMD sobre todos os bens arrolados no inventário. § 1o O incentivo fiscal de que trata esta lei corresponderá ao recebimento. portanto. correspondentes ao valor do incentivo. depois da edição do novo Código Civil ± Lei no 10. ii) No mérito.406. no interior. dirigida ao juízo competente (na Capital. 3ª Câmara de Direito Privado.992. redigindo a fundamentação e o pedido nos termos que entend aplicáveis. 8º. 1 Fica instituído incentivo fiscal para as pessoas jurídicas domiciliadas no Estado que. Desta forma. rel. Mas. As ações que foram doadas para Antonio são levadas à colação no processo de inventário. de 21 de dezembro de 2001. nos termos do art. inclusive os que haviam sido objeto da antecipação de legítima. constitucional e administrativo. a partir de seus efeitos. constitui simples indicação nos autos do processo de inventário. que instituiu o Im posto sobre Transmissão Causa Mortis e Doações de Quaisquer Bens ou Direitos ± ITCMD. dependendo da Comarca). ações de uma empresa situada no Estado de São Paulo. XVII. e par. p. para fins de cobrança do IPVA. em nenhum ponto. porque a doação ocorreu antes da edição da lei que instituiu o referido imposto no Estado de São Paulo. art.objeto de direito através de assentamentos no Registro Aeronáutico Brasileiro do Ministério da Aeroná utica. QUESTÃO: Elabore a medida judicial adequada para defender os interesses de Antonio. porque se apresentam frontalmente conflitantes com as regras constitucionais que declaram a competência legislativa exclusiva da União. art. José falece em 15 de janeiro de 2003. confira-se o seguinte julgado: Inventário ± Herdeiros que informam as doações que o pai fez em vida (adiantamentos de legítima) para. Normas locais que impõem o registro e licenciamento de embarcações e aeronaves em cadastros dos Estados interessados. Antonio consulta-o/a como advogado/a.495/2. 675). Vara Cível ou Vara Única. A competência para legislar sobre direito aeronáutico e marítimo é exclusiva da União (Constituição. Em janeiro de 2004. I ± tributário. Antonio. que é condição para sua utilização (arts. p. Des. Neste sentido. a autonomia estadual se estende ao campo da navegação marítima ou aérea. na forma a ser fixada em decreto do Poder Executivo. § 2 Os portadores dos certificados poderão utilizá-los para pagamento dos seguintes impostos: o o . Antes de ser editada a Lei paulista no 10. com o intuito de igualar a legítima dos descendentes e do cônjuge. a atribuição constitucional de competência impositiva sobre a propriedade de veículos automotores. 8º.12. de 10 de janeiro de 2002. do valor dos bens doados pelo de cujus ainda em vida. Agravo de instrumento nº 272. para obter sua opinião legal sobre o caso. 03. apresentarem plano de partilha proporcional sobre os bens que remanescem ± Hipótese de partilha justa ou eqüânime que se fez em vida (art. na qualidade de empregador. daquele d Estado. de modo que os valores já recolhidos poderiam ser restituídos ou compensados com outros débitos de tributos estaduais. A colação.) Os Estados-membros têm competência para legislar supletivamente sobre tráfego e trânsito nas vias terrestres (Constituição.. er i) elaborar ação de repetição de indébito.01. sendo natural. 10 e 12). (. Ênio Santarelli Zuliani. José doa para seu primeiro filho. não há incidência do ITCMD nesta hipótese. b). DJ SP I 28.2003. 1/18809. Antonio lê uma entrevista de um advogado no jornal. O Governador do Estado de São Paulo propôs ação direta de inconstitucionali ade contra a Lei no 9. que defende a não-incidência do ITCMD nesta hipótese específica. 2002 e seguintes do Código Civil de 2002. de certificados expedidos pelo Poder Público. por parte da pessoa jurídica referida no caput deste artigo. assim.085/95. ´n´. uma das Varas da Fazenda Pública.2002. órgão encarregado de emitir os certificados de matrícula. possuam pelo menos 30% de seus empregados com idade superior a 40 anos. XVII..

que a lei em comento fere o princípio federativo. no que se refere ao ICMS. Quando chegamos ao Tribunal e assinamos o termo de posse. segundo o número e a idade dos empregados.. § 2º. Aduz. que decidiu: Inviável a concessão.fiscal desencadeia. Somos condutores e não podemos vacilar. não podemos confessar que a tomamos. de receita proveniente daqueles tributos. do texto constitucional. Saber jurídico a que se refere a CF é a sabedoria que a vida nos dá. 155. No caso. ainda. segundo o número e a idade dos empregados. de forma progressiva. que temos notável saber jurídico. sua ampliação de forma progressiva. da CF. do caráter extrafiscal que pode ser conferido aos tributos. § 2º.1) sobre operações relativas à circulação de mercadorias e sobre prestações de transporte interestadual e intermunicipal e de comunicação. II. respeitados os limites.577. a preferência de. § 3o Anualmente. XXX. que o incentivo foi dado de forma abstrata e totalmente impessoal. no dizer da Ministra Ellen Gracie. Rel. ressaltando. descabe cogitar de ofensa o princípio federativo ou a qualquer outra limitação constitucional. prevista na Lei Complementar 24/75. A sabedoria gerada no estudo e na experiência nos tornou condutores da jurisprudência nacional. a cada incidência. na medida em que é inegável que o incentivo financeiro. XII. depende da autorização do CONFAZ. temos demonstrado profunda e constante insegurança. o incentivo fiscal. ainda. respectivamente. entretanto. em decisão unânime (ADIn 1. em relação ao imposto sobre a propriedade de veículos automotores. por certo estabelece uma segregação não permitida pela Constituição. A própria Ministra Ellen Gracie citou. assumimos. ou pode acarretar.276-2 São Paulo (DJU 29.. Quando digo que não podemos tomar lição.) O autor da ação aduz que esta norma viola o disposto nos artigos 5o. e 2) sobre propriedade de veículos automotores até o limite de 15% do valor dev ido. que adoto como fundamento de voto. A presente questão foi examinada pelo Plenário do Supremo Tribunal Federal. para ser validamente concedido.2001). por parte dos Estados ou do Distrito Federal. admite. caput. XII. de benefício fiscal. Vejam a situação em que nos encontramos: se perguntarem a algum dos integrantes desta Seção especializada em Direito Tributário. da Constituição Federal. a Casa Legislativa Paulista utilizou-se. quando do julgamento do Agravo Regimental no Recurso Especial no 382. (. Nos últimos tempos. É admissível a pretensão do autor quanto às ofensas aos dois princípios constitucionais alegados? Fundamentar.2002). Observe o seguinte trecho do Voto-Vista pronunciado pelo Ministro Humberto Gomes de Barros. Min. finca-se na natureza do Superior Tribunal de Justiça. animado desmesuradamente o efeito financeiro. Ofensa ao Princípio Federativo: No que tange ao IPVA. Saber jurídico não é conhecer livros escritos por outros. legitimamente. Assim faz o STF. g. a Assembléia Legislativa fixará o montante global a ser utilizado como incentivo. mínimo e máximo. abrindo mão de uma parte da receita do Estado. já que o tema não foi objeto de deliber ação do Conselho Nacional de Política Fazendária ± Confaz. sem nenhuma vaidade. de 1% e 5%. no caso ora em análise. letra ³g´. para estimular uma conduta por parte do contribuinte. pelo menos. da Constituição Federal. Ofensa ao princípio da Igualdade: não se configura a ofensa: o princípio da igualdade não se opõe à existência de normas indutoras. relativo ao ICMS. excitado pelo benefício tributário. Néri da Silveira (DJU 31. ditas extrafiscais. § 4o Os benefícios de que trata esta lei deverão ser previstos na elaboração do projeto de lei orçamentária. 155. sobretudo quando a lei.08. relatora do caso. para equilibrar uma situação de desigualdade social. e 7o. significativo segmento do mercado de trabalho pelos trabalhadores com mais de 40 anos de idade e que o encorajamento. unilateralmente. conforme a regra do art.. o precedente da ADIMC 1. previsto no artigo 155. diante da regra do art.11.736-SC: Outra razão. qual é o termo inicial para a prescrição da ação de repetição de indébito nos casos de empréstimo compulsório sobre aquisição de . o compromisso de que somos notáveis conhecedores do Direito. que poderá ser ampliado.

Naquela época. irrelevante o regime tributário adotado. o Resp 144. Qual a controvérsia jurídica existente anteriormente à edição da Lei no 9. dobrava para a direita e os passageiros sem saber nada. (. registradas no Registro Civil das Pessoas Jurídicas e constituídas exclusivamente por pessoas físicas domiciliadas no País. cheia de pessoas é arrastada por uma lancha. Há dez anos que o Tribunal vem afirmando que o prazo é decenal (cinco mais cinco anos). A função do piloto dessa lancha é fazer derrubar as pessoas montadas no dorso da bóia. Hoje. Em matéria tributária. por diversos precedentes. dos contribuintes. A partir do exercício financeiro de 1. A revisão.) O Superior Tribunal de Justiça existe e foi criado para dizer o que é a lei infraconstitucional. proposta pelo Relator. pelas sociedades civis de prestação de serviços profissionais relativos ao exercício de profissão legalmente regulamentada. a lancha desloca-se em linha reta e. Quando da edição da Súmula. são isentas da Cofins. pelo artigo 56 da Lei nº 9..12.. que levou à edição da Súmula 276. o referido art. até que eles de repente descobriram que estavam perdidos: O avião com o Superior Tribunal de Justiça está extremamente perdido. necessariamente. de 22. que também sou. aquelas sociedades teriam o direito à isenção.) Nós somos os condutores. cujo enunciado é: As sociedades civis de prestação de serviços profissionais são isentas da Cofins. mergulho em insegurança como um passageiro daquele vôo trágico em que o piloto que se perdeu no meio da noite em cima da Selva Amazônica: ele se virava para a esquerda. ou não. por exemplo. Ministro Castro Meira. Como contribuinte. 6º da Lei Complementar nº 70/91. (ii) o novo debate que se passou a travar tem a ver com a revogação da isenção veiculada pelo art. 6º. sob pena de perder o direito à isenção.430/96.1987.851/RS. adotando interpretação restritiva das normas acima. não incidirá o Imposto de Renda das pessoas jurídicas sobre o lucro apurado. Agora estamos a rever uma Súmula que fixamos há menos de um trimestre. São isentas da contribuição: I ± omissis II ± As sociedades civis de que trata o artigo 1º do Decreto-Lei nº 2. a pesar de já existirem dezenas. como condutor daqueles que pagam.397/87. daquela isenção. e eu ± Ministro de um Tribunal cujas decisões os próprios Ministros não respeitam ± sinto-me triste. de repente. Nosso papel tem sido derrubar os jurisdicionados.430/96. acerca da questão mencionada? (i) A Lei Complementar nº 70/91. O jogo só termina. Por sua vez. porque alguém nos deu uma lição dizendo que essa Súmula não devia ter sido feita assim. entendia que as sociedades civis deveriam ser. a revisão da Súmula 276/STJ.veículo ou combustível. no encerramento de cada período-base. quando todos os passageiros da bóia estão dentro do mar. fixou norma de isenção da COFINS nos seguintes termos: Art. descreve curvas de quase noventa graus..430/96. até o advento da Lei no 9. Daí o STJ. até centenas de precedentes..397 assim dispunha: Art. cada um haverá de dizer que não sabe. 6º. no qual se discutia. Relator Min. em síntese. ter decidido que. Para tanto. (. Pois bem. . 1º. a discussão era de outro jaez: a Fazenda Nacional. independentemente do regime de tributação escolhido para fins de imposto de renda. daria à Sumula a seguinte nova redação: As sociedades civis de prestação de serviços profissionais. 1º do Decreto-Lei nº 2. Garcia Vieira. como.989. Ele foi concebido como condutor dos tribunais e dos cidadãos. optantes pelo regime de tributação pelo lucro real. Agora dizemos que está errada. irrelevante o regime tributário adotado. o STJ pa rece ter assumido o papel do piloto dessa lancha. Nas praias de Turismo. pelo mundo afora. em seu art. existe um brinquedo em que uma enorme bóia. O Voto acima foi proferido por ocasião de um julgamento. e porque depois se iniciou novo debate. ninguém sabe mais. a discussão ainda não versava acerca da revogação.

ocorrendo a operação antes de decorrido o prazo de quatro anos contado da data de sua aquisiçã não se permite. o estabelecimento paulista transfere outros 100 carrinhos. foi surpreendida. superou em muito a expectativa inicial. V da Lei Complementar 87/96). a Seção decidiu pela manutenção da Súmula. O valor acima referido é o efetivamente remetido. resolvendo-se a questão pela seguinte regra de três: R$ 1. No caso. na última sexta-feira. naquele Tribunal. imposto. em nome do princípio da hierarquia das leis.000. a título os de aluguel do imóvel que a primeira ocupa. 685 do vigente Regulamento do Imposto de Renda. Pessoa jurídica. tendo a isenção sido veiculada por uma lei complementar. desde que indicada. disciplinada pelo art. Aplica-se. o creditamento do o. Já quanto aos bens adquiridos em 2001. de regra. tendo transcorrido o quadriênio a que se fez referência acima. conquanto formalmente complementar.000. a partir da data da alienação. o valor que foi recebido.85 X = 0. pela locadora.85 X = R$ 176. No caso dos bens adquiridos em 2003. para o estabelecimento paulista. das quantias ou . entretanto. que são cedidos a autônomos (os sorveteiros). que se encarregará da distribuição de sorvetes a vendedores autônomos. resolve abrir uma filial na Capital do Estado do Rio de Janeiro. na alta temporada. o valor informado foi líquido do imposto.000 x 0. sua aquisição dera direito à empresa de se creditar do imposto (que incidira à alíquota de 18%) na razão de 1/48 (um quarenta e oito avos) por mês. por maioria de votos. Os pagamentos a não residentes. de ambas as operações. por o Juiz de Direito haver determinado a expedição de ofício ao Banco Central. então. sediada no Brasil. solicitando que você informe o montante que deverá ser recolhido. Tendo em vista a legislação do ICMS. 725 do mesmo Regulamento. com o bloqueio e transferência. em caso positivo. Ou seja: a empresa perde o crédito relativo à parcela ainda não creditada.15)/ 0.00 = 0. prevalecendo. a operação). a técnica de gross up. o entendimento de que seria necessária uma lei complementar para revogar a isenção. a Distribuidora Igreji Ltda. Trata-se de transferência interestadual de bens do ativo permanente. Empresa fabricante de sorvetes. com exatidão. em moeda corrente. estão.A discussão então travada passou a ser se.00 a empresa sediada nos Estad Unidos. adquiridos em 1o de janeiro de 2001. 20. nos termos do art. na fonte. Como é comum nesse ramo de atividades. Como a demanda. i. seria materialmente ordinária. buscou-se sustentar que a Lei Complementar nº 70/91. No julgamento acima relatado. efetua uma remessa de R$ 1. sujeitos à retenção de 15% (quinze por cento). no Brasil. apresente as conseqüências. A fim de iniciar as operações da nova filial.e. com seu teor ori ginal. Apurar o montante de imposto devido sobre a apuração (não será exigido o ac erto do cálculo aritmético. requisitando informações sobre a existência de ativos financeiros em nome da executada. não cabe mais falar em perda de valor a creditar. para o transporte de sorvetes a serem vendidos nas praias. a empresa remete ao novo estabelecimento 200 carrinhos de sorvete adquiridos em junho de 2003 pelo estabelecimento paulista de um fornecedor local. a empresa possui carrinhos de sorvete. Informada de que haveria incidência de imposto de renda na operaçã e o. A operação de transferência de bens do ativo permanente não é tributada pelo ICMS. nada obstando. no Brasil. decide a locatária assumir o ônus do imposto. já não mais tendo como cobrar o imposto da locadora.47 Em sede de Execução Fiscal ajuizada pela Fazenda do Estado de São Paulo perante o Juízo de Direito da Vara das Execuções Fiscais da Comarca de São Paulo. não localizados em países com tributação favorecida. já que não se trata de mercadoria.. sediada na Capital do Estado de São Paulo. de sua propriedade. § 5o. apenas outra lei complementar a poderia revogar. em relação à fração que corresponderia ao restante do quadriênio (art.15 Donde se extrai a seguinte fórmula para apuração do imposto devido: X = (1. daí. ser a isenção por ela concedida revogada por lei ordinária.

visando a não ser constrangida ao pagamento de ICMS sobre o valor cobrado de seus assinantesa título de habilitação do aparelho móvel celular. Com efeito. por transportar 12. Juiz de Direito da Vara das Execuções Fiscais da Comarca de São Paulo.2. com pedido de med liminar. sediada na Capital do Estado de São Paulo. ao nosso ordenamento não arrepia a penhora de faturamento. que dispõe a esse respeito. baseando-se no Convênio ICMS no 69/98. Ademais. Precedente: STJ.importâncias depositadas até o limite do débito exeqüendo. b. no próprio processo. com o ac obertamento de nota fiscal de valor aquém da pauta mínima estabelecida na região. acolhendo manifestação da Exeqüente. se o respectivo serviço é justamente o conjunto de atividades que possibilitam a respectiva oferta. perante o Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo. exceto pelos ent aves burocráticos que a primeira impõe. na qual buscava o cancelamento de crédito tributário decorrente de auto de infração lavrado em seu desfavor.2005) A Cooperativa Mista Dos Produtores Rurais Do Estado De São Paulo impetrou ação anulatória de débito em que contende com a Fazenda Pública do Estado de São Paulo. 108. da Constituição Federal) Mérito: (1) inexistência de prestação de serviço no mero ato de habilitação: o ICMS pressupõe a efetiva prestação do serviço de comunicações. que impede a extensão do tratamento tributário dado aos serviços de comunicação à habilitação que os precede. a agravada é a Fazenda Pública do Estado de São Paulo. permitindo rápida e eficaz garantia do crédito tributário. tome a medida judicial cabível para permitir que ela possa movimentar livremente seus recursos.472/97) não impede a compreensão da habilitação como uma de suas modalidades. QUESTÃO: Na qualidade de advogado da Telecelular S/A. de bens imóveis na Capital. A referida ordem foi dada não obstante a existência de penhora. não havia notícia de que os referidos bens não despertariam o interesse de eventuais arrematantes. Medida Judicial Cabível: Recurso Ordinário em Mandado de Segurança. endereçado ao Superior Tribunal de Justiça (art. em tudo semelhante ao bloqueio de contas bancárias. já que se trata de conceito empregado para a demarcação de competências tributárias (art.368-MT. impetrou Mandado de Segurança preventivo. alegando que o legislador ordinário pode definir prestação de serviços decomunicação.300 kg. já não dispondo de crédito na praça. II. Ademais. inexistindo razão para procurar outros bens já que é notório que a atividade da Executada implica grande movimentação financeira. apontar ato coator do MM. no segundo. executor da política tributária e financeira do Estado. 60. Recurso Ordinário em MS 11. segundo se argumenta na decisão. apresente o recurso cabível contra a decisão. para efeitos tributários. QUESTÃO: Na qualidade de advogado da Distribuidora Igreji Ltda. o que inocorre quando da mera disponibilização do serviço ao usuário (2) proibição de analogia gravosa em matéria tributária (art. A referida Distribuidora r depende de recursos financeiros para a sua atividade. pode determinar a imposição tributária em relação ao fato gerador estabelecido no Convênio ICMS no 69/98. não há razão para não se dar à habilitação o tratamento tributário dos serviços de comunicação a ela relacionados. Lei no 9. Medida Judicial cabível: Agravo de Instrumento. onde opera serviços de telefonia móvel. perante o Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo. O Juiz de primeiro grau julgou improcedente o . 105. com pedido de efeito suspensivo. (3) a definição de prestação de serviços de comunicação não pode ser alterada exclusivamente para fins tributários. A Telecelular S/A. O acórdão recentemente proferido pelo Tribunal denegou a ordem. de queijo prato. No primeiro caso. § 1º do CTN). Além disso a definição de serviços de telecomunicações (art. perante o mesmo ida Tribunal.. esta informou nos autos que quando aceitara a primeira penhora. 110 do CTN). Alternativamente: Mandado de Segurança. e o Secretário de Estado da Fazenda. Relator Ministro Francisco Falcão (DJU 9. com os fundamentos jurídicos para sustentar a não incidência do ICMS sobre a taxa de habilitação dos aparelhos móveis celulares.

Medida Judicial Cabível: Recurso Especial. incompatível com o regime de pauta de valores mínimos. No início do ano foi notificado pela Prefeitura Municipal para pagar o IPTU. pois.pedido. sem qualquer ônus. o valor do reajuste poderia estar sujeito à tributação no Estado onde já se encontrava a mercadoria por ocasião do pagamento do reajuste. com prazo determinado. 150. alegou o contribuinte que o reajuste de preç o foi acertado com seu cliente após a saída da mercadoria e até mesmo depois de a mercadoria ter entrado no estabelecimento destinatário. c) ³Há previsão legal no Estado de São Paulo para a utilização de pauta de valores. não caracteriza aquele animus. ademais. fato posterior ao surgimento da obrigação tributária. nos termos do mesmo dispositivo. a autoridade administrativa pode valer -se do arbitramento somente quando não merecer fé ou for omissa a declaração do contribuinte. do CTN). visando à reforma do acórdão acima referido. a indicação de um possuidor como contribuinte apenas é possível se a posse se faz com animus dominis. na região central da cidade. Em sua defesa. O § 5º do art. é a existente quando da aludida saída. QUESTÃO: Na qualidade de advogado da Cooperativa. sendo. VI. ocorrido após a remessa das mercadorias. do Decreto-lei no 406?1968 e 8o. a base imponível (base de cálculo). tendo em vista que a Santa Casa é imune ao imposto (art. promoveu campanha de rifas. sendo considerado contribuinte. 97 do CTN. é possível sua aplicação´. A Santa Casa de determinada localidade. A posse por um contrato de uso. em venda interestadual. em adequação da base imponível sobre a qual incidirá a alíquota´. I. afastando-se. o § 4º do mesmo art. 148 do CTN. Se tal base de cálculo for inferior à da pauta de valores já vigente. mas. em Acórdão publicado há dez dias. Sendo o IPTU um imposto sobre a propriedade. caso haja reajuste do valor . I . ficou evidente que a exploração do imóvel estava relacionada com a obtenção de recursos para a própria Santa Casa atingir sua finalidade. d) ³Não há qualquer incompatibilidade das pautas com a CF?88. dando ao vencedor o direito de uso do terreno do estacionamento. 97. Aviado recurso de apelação. O ganhador resolveu utilizar o referido terreno para estacionamento de seus familiares. e explora parte de seu terreno como estacionamento. 150 CF). por um ano. dirigido ao Superior Tribunal de Justiça Mérito: (1) violação do art. (2) Violação do art. em benefício de suas finalidades. como já dito alhures. Segundo o contribuinte. bem como os artigos 2o. entidade assistencial sem fins lucrativos. do Convênio ICMS 66?88 possibilitam ao Fisco valer-se de arbitramento para estabelecer valores´. na qualidade de possuidor do imóvel a título de direito de uso (art. apresente o recurso cabível. argumentando que: a) ³Ocorrendo o fato gerador na saída da mercadoria. 13 da Lei Complementar 87/96 é claro ao dispor: Nas operações e prestações interestaduais entre estabelecimentos de contribuintes diferentes. a ser considerada. o Tribunal a quo manteve a sentença. b) ³O art. pois sua utilização não importa em aumento de tributo (art. 34 do CTN). ³c´ da Constituição Federal). 148 do CTN. é detentora de um imóvel. daí. podendo o Fisco valer-se dela sempre que o preço declarado pelo contribuinte for consideravelmente inferior ao de mercado´. O Armazém San Genaro Ltda. Procedem os argumentos do contribuinte? Por quê? O argumento do contribuinte não procede. já que o arbitramento pressupõe processo regular. já que somente a lei pode fixar a base de cálculo do tributo. Não é devido o IPTU. É devido o IPTU nas circunstâncias relatadas? Fundamente a sua resposta. foi autuado em virtude de não haver recolhido ICMS sobre reajuste de preço. Para obter recursos de maior monta. No caso. no qual exerce atividade hospitalar a pessoas carentes. II.

de cada aluno. As receitas da sociedade decorrem exclusivamente do comércio de automóveis no País. a quantia de R$ 1.000.000.recurso especial perante o Superior Tribunal de Justiça. ao recolhimento do imposto. que chega a 27. a AUTOLÁ S/A pretende analisar a alteração dessa sistemática com o fim de pagar menos IR e consulta-o a respeito da tributação pelo lucro presumido. recaindo. já que está sujeit à retenção na o fonte. agravo de instrumento contestando a falta de liquidez e pedindo o levantamento da penhora sobre o faturament .5%. perante o Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo. a diferença fica sujeita ao imposto no estabelecimento do remetente ou do prestador.00 (cem mil reais). pedido que é integralmente deferido pelo juiz. Nenhum deles possui dependentes nem efetua gastos com previdência social ou educação. .00 (mil reais). por: (i) pessoa jurídica sediada no País. inferior a R$ 48.00. Exclusivamente do ponto de vista da legislação do imposto de renda. a executada oferece à penhora bens de sua propriedade. daí. paralelamente. explicando a diferença.000. a executada interpõe. Identifique qual dos contribuintes possui maior recurso em caixa. a AUTOLÁ S/A pagou o imposto de renda pela sistemática de tributação do lucro real. eles constatam que um deles possui maior recurso em caixa. como advogado da empresa. e (ii) por sociedade residente em país com tributação favorecida (paraíso fiscal).00 a cada mês. Um deles ministra aulas a cinco pessoas físicas diferentes. é possível a opção pelo lucro presumido? Observado o limite de faturamento. na tabela progressiva. Já aquele contribuinte que presta serviços a pessoas físicas sujeita-se ao Recolhimento Mensal Obrigatório (carnê-leão). Todavia. Dois professores de inglês cobram de seus alunos valores idênticos. cada uma adotará a base de cálculo de R$ 1. dep de atendidas as obrigações tributárias do mês. Após tomar ciência da relação de bens indicados pela executada.000. apresentando no respectivo ano faturamento de R$ 6. solicita a penhora de 30% do faturamento da executada. No ano base de 2004. nos cinco d ias indicados pelo juiz para quitar a dívida ou oferecer bens à penhora. adotando a base de cálculo de R$ 5.000. sujeitando-se. A AUTOLÁ S/A.000. para dar aulas aos respectivos diretores presidentes. nem tampouco a circunstância de seus sócios serem pessoa jurídica com faturamento superior àquele montante ou residente em paraíso fiscal. A atividade descrita não afasta a opção. tomar as medidas cabíveis nos autos do agravo de instrumento. no ano anterior. No início do ano de 2005. Uma empresa sofre execução fiscal promovida pela Procuradoria da Fazenda do Estado de São Paulo e.000. pois. . por votação unânime da turma o julgadora. na faixa de isenção e não havendo imposto a recolher. foi declarado improcedente. a Fazenda Pública protocola petição rejeitando os bens oferecidos. enquanto o outro é contratado por cinco pessoas jurídicas diversas.00. em separado. transcorrido o prazo indicado. como máquinas utilizadas em sua linha de produção. recurso que. QUESTÃO: Considerando a penhora de 30% do faturamento da executada. Cada um deles possui cinco alunos e recebe. Contra a referida decisão.00 (seis milhões de reais). No final de cada mês. que o ois outro. argüindo a baixa liquidez destes bens no mercado e.000. pelas pessoas jurídicas envolvidas. O contribuinte que ministra aulas a pessoas jurídicas terá maior recurso em caixa. sociedade que se dedica ao comércio de automóveis tem o capital social detido. a empresa executada permanece inerte. o que poderia comprometer as suas atividades e o fato de ter a executada indicado outros bens que julga terem liquidez. não há óbice à opção pelo lucro presumido. em iguais proporções.depois da remessa ou da prestação. tributada pelo lucro real e cujo faturamento anual é de R$ 100. Sendo cinco pessoas jurídicas.

..a lei não pode retroagir para atingir a coisa julgada ± a lei não poderia ter efeitos sobre os precatórios já expedidos ou com pagamento em curso.´ A Empresa Globalcomunications Ltda. Em hipótese alguma será considerada a redação escrita neste espaço. ingresse com a medida cabível para reformar o despacho que indeferiu o levantamento do depósito judicial do precatório. porque isso equivale a penhorar a própria empresa (. Contudo. bem como a certidão de regularidade para com a Seguridade Social. adquirida pelo ³Estabelecimento Y´. a penhora sobre o faturamento somente tem cabimento na ausência de oferecimento de bens alternativos.Interposição de Agravo de Instrumento dirigido ao Tribunal Regional Federal da 3ª Região. esta precedida do depósito preparatório do valor do débito. Tomar as providências cabíveis. ação de repetição de indébito ou ação anulatória do ato declaratório da dívida. é autuada em decorrência do não pagamento de Imposto Sobre Serviços de Qualquer Natureza (ISSQN) em relação aos valores recebidos pela prestação de serviços de comunicação. . QUESTÃO: Como advogado do contribuinte. especificamente do STJ. o juiz da Xa Vara Federal de São Paul o indeferiu o pedido alegando não ter o contribuinte apresentado as certidões negativas de Tributos Federais.033/2004.a penhora sobre o faturamento poderá conduzir a empresa à insolvência . tendo sido então o débito inscrito em Dívida Ativa há cinco meses. que poderia comprometer os seus negócios. em 2003. em cada um dos estados mencionados. Municipais. suponha-se que as alíquotas internas (hipotéticas) de ICMS para o produto mencionado no caso acima. salvo as hipóteses de mandado de segurança. Estaduais. depositado integralmente o valor a que havia sido condenada a pagar. . pelos seguintes montantes: (ii) meramente para fins desta questão. a empresa o constitui como advogado para defender os seus interesses. . O valor é composto. foi expedido precatório tendo a União Federal. QUESTÃO: Por julgar indevido o ISS sobre serviços de comunicação e.. uma vez que o gravame deverá importar o menor ônus ao contribuinte executado. . além do ICMS.efetuar o depósito do montante discutido . apresentando a adequada fundamentação. vende uma máquina para a produção de fósforos.e sem que a empresa autuada tome qualquer iniciativa. mas. sejam as seguintes: .Ingressar com Ação Anulatória de Débito Fiscal. no momento em que o contribuinte requereu o levantamento do depósito judicial. igualdade e coisa julgada. . sediada no Município de São Paulo. localizado no estado de São Paulo. localizado no estado do Ceará e que faz referida aquisição para incorporação no seu ativo fixo. esta Turma entendeu que poderia penhorar 30% do rendimento da empresa. na iminência de sofrer uma execução fiscal. nos termos do artigo 19 da Lei 11.´ . a Turma e a própria Seção mudaram a orientação e não permitem mais a penhora do rendimento da empresa. monetariamente corrigido e acrescido dos juros e multa de mora e demais encargos.segundo entendimento de grande parte da jurisprudência.) Se houver penhora do faturamento ou do rendimento. O prazo para impugnação administrativa expira. . . Em 10/06/2004. depois. na forma desta Lei.artigo 38 da Lei 6.trata-se de um ato coercitivo para cobrança de tributos (cobrança indireta) e que fere os princípios da legalidade.requerer a declaração de inexistência da relação jurídica e a anulação do crédito inscrito em dívida ativa.Trecho do Julgado: ³Inicialmente.os serviços de comunicação devem ser tributados pelo ICMS e não pelo ISS. o ³Estabelecimento X´. a empresa pode ficar inviável.830/80 ± ³A discussão judicial da Dívida Ativa da Fazenda Pública só é admissível em execução. Após o trânsito em julgado de decisão favorável ao contribuinte em ação de repetição de indé bito.

68 ± R$ 408. estas ações tinham um valor de R$ 1.709.000. Considerando que as ações ingressaram no -se patrimônio particular do herdeiro pelo valor de R$ 1.20 (um real e vinte centavos) a unidade e.00 * Trata-se de dado da questão.000.000. 1) .00 IPI* 8.000. não deve ser recalculado para fins de resolução desta.C. neste caso ± aquisição para ativo fixo ± entra na B.806.000. No momento do falecimento estas ações valiam R$ 1.00 / 0. por ocasião da homologação do formal de partilha. Nogueira.68 ICMS total recolhido na operação: R$ 65. calcular o ICMS devido em cada um dos Estados envolvidos.93 ± R$ 408. Total 408.709.50. cada uma delas valia R$ 1.000.709.07) ± R$ 408. considerando as alíquotas interestaduais vigentes.00 (IPI.) ICMS a ser recolhido: Em SP (pelo produtor de máquinas) No CE (pelo produtor de fios) R$ 408.096.00 (um real) cada. pergunta-se: Qual será a tributação de Imposto de Renda e R$ 438.Estado São Paulo Produto Máquinas em geral Alíquota 12% Ceará Máquinas em geral 15% Componente Valor da Mercadoria Valor (em R$) 400.Operação 1: Alíquotas: (i) interestadual ± 7% (ii) interna do CE (destino) ± 15% (iii) diferencial de alíquotas ± 8% Valor base para Cálculo: R$ 408.000.00 R$ 438.77 .000.08 R$ 35.50 cada.00 Com base nos dados acima. Na última declaração do imposto de renda elaborada pelo Sr.00 R$ 30.45 Erros de mero cálculo serão desconsiderados desde que indicadas corretamente as operações aritméticas. O Sr.68 x 0.000. Nogueira faleceu deixando ao seu único herdeiro um lote de um milhão de ações de um grande banco brasileiro.00 / (1-0.00 R$ 408.

000.IR ± contribuinte .Herdeiro . tais como os defendidos por Ives Gandra Silva Martins e Roque Carrazza.000.000. especificamente da incidência do ICMS.00 = R$ 500. industrial ou profissional. convenções e atos internacionais.000. por qualquer título.20. A Panificadora Pães & Bolos adquire.00 ± R$ 1.Trata-se de responsabilidade por sucessão tributária por aquisição de estabelecimento. III. em dezembro de 2004.000. da Constituição Federal.³Art. sob a mesma ou outra razão .00. a Pães & Bolos é surpreendida com a cobrança de valores referentes a tributos federais não pagos pela Panificadora Doces & Salgados..o ITCMD será calculado com base no valor das ações por ocasião do falecimento ± R$ 1. Referido acordo internacional tem o seu texto referendado pelo Congresso Nacional e.apenas a União goza da soberania e. sujeitos a referendo do Congresso Nacional.00 x 4% = R$ 48..´ Há entendimentos no sentido de que tratados internacionais não podem conceder isenções de tributos municipais e estaduais.200. decide questionar a sua constitucionalidade. .000. O Presidente da República. completando-se assim o processo de celebração do acordo internacional. a doutrina dominante entende tratar-se de lei de caráter nacional. em meados de maio de 2005. Todavia. uma outra panificadora (Doces & Salgados) da mesma região. . Estados. age como representante da República Federativa do Brasil. Um determinado Estado da República Federativa do Brasil.. .00 x 15% = R$ 75.ITCMD ± contribuinte . Compete privativamente ao Presidente da República: (. .00 . obrigando a todos os entes da federação. pelo Presidente d República.000.20 x R$ 1. englobados União. 21. .ITCMD incidentes sobre a operação acima descrita? Como deverão ser determinadas as bases de cálculo e quem serão os contribuintes? Haverá a incidência de dois tributos ± ITCMD e Imposto de Renda.000. é promulgado o Decreto Legislativo nO 100/2004. e continuar a respectiva exploração. .142/2004.Espólio O Brasil firma um acordo internacional com país vizinho visando assegurar a isenção de impostos incidentes sobre um empreendimento de grande importância estratégica para os dois países. Distrito Federal e Municípios. fundo de comércio ou estabelecimento comercial. já que os antigos sócios desta última resolveram aposentar-se.) VIII ± celebrar tratados. Analise a questão à luz do disposto no artigo 151. é expedido.previsão no artigo 133 do Código Tributário Nacional.00 = R$ 1. Compete à União: I ± manter relações com Estados estrangeiros e participar de organizações internacionais (. o Decreto nO a 2. portanto. Indaga -se: procede esta cobrança. vislumbrando a perda de receitas tributárias por força da isenção concedida pelo acordo internacional..500.) Art. e não apenas como representante da União. . . no período compreendido entre novembro de 2002 e dezembro de 2003.000. na celebração dos tratados internacionais. considerando-se que os sócios da Panificadora Pães & Bolos não tinham qualquer influência sobre as decisões que eram tomadas na Panificadora Doces & Salgados? Fundamente.ITCMD ± R$1. em seguida. Todavia.IR incidirá sobre a diferença entre R$ 1. 84.³A pessoa natural ou jurídica de direito privado que adquirir de outra. apenas o seu representante pode celebrar tratados internacionais desta natureza. Após a ratificação do acordo.

000.´ O Sr. por amostragem. devidos até a data do ato: I ± integralmente. segundo a Planta Genérica de Valores. da Secretaria de Finanças do Município de São Paulo. O referido decreto estabelece: ³Artigo 7 : A base de cálculo do imposto é o valor venal dos bens ou direitos transmitidos. indústria ou profissão. O parágrafo 1º deste artigo determinou a atualização periódica do valor venal.357/64. em condições normais de mercado. Recentemente. inclusive com a participação da sociedade representada no Conselho de Valores Imobiliários. Parágrafo 3o : O valor venal divulgado.esta atualização implica verdadeira majoração da base de cálculo. artigo 97.Mandado de Segurança . QUESTÃO: Como advogado.artigo 9.´ . utilizada no exercício da transação. e cujo valor venal no carnê de IPTU é de R$ 600. . se este prosseguir na exploração ou iniciar dentro de 6 meses. dos preços correntes das transações e das ofertas à venda no mercado imobiliário.artigo 150. As partes têm interesse em fazer o registro da transmissão da propriedade no cartório de registro de imóveis o mais rápido possível. com valor fixado em R$ 500. relativos ao fundo ou estabelecimento adquirido.228/05.00 (seiscentos mil reais). responde pelos tributos. indústria ou atividade. de 29 de dezembro de 2004. Propriedade Predial e Territorial Urbana ² IPTU.o artigo 8º do Decreto. para efeitos deste imposto. sob pena de multa. mediante contrato formal e regular. II ± o subsidiariamente com o alienante. não deram seguimento à atividade. que passou a ser fixada pelo Município com base na Planta Genérica de Valores.impossibilidade de fixação da base de cálculo por decreto.00 (setecentos mil reais). tome as medidas judiciais cabíveis visando assegurar o pagamento do tributo da forma menos onerosa possível. Todavia. segundo a qual fica a pessoa jurídica que possui débitos não garantido junto à União e/ou s INSS impedida de efetuar a distribuição de lucros aos sócios ou quotistas. a legislação do Município de São Paulo referente ao Imposto sobre a Transmissão de Bens Imóveis (Lei 11. o valor pelo qual o bem ou direito seria negociado à vista.154/91) foi substancialmente alterada pelo Decreto Municipal no 46. este imóvel valeria R$ 700. não fixou apenas critérios genéricos e abstratos para apuração do valor venal. de forma a assegurar sua compatibilização com os valores praticados no Município. mediante pesquisa e coleta perm anente. reaproveitar uma antiga regra contida no artigo 32 da Lei 4.00 ( quinhentos mil reais). de um imóvel seu para o Sr. inciso I. buscou. dispositivos estes que promoveram a alteração da b ase de cálculo do tributo mencionado. Machado.051. por meio de seu artigo 17. A Lei no 11.social ou sob firma ou nome individual. em nenhuma hipótes será inferior à base de cálculo do Imposto sobre a e. mas acabou prescrevendo a publicação do valor venal de cada imóvel em concreto. inciso I. Guimarães acabou de negociar a venda. mas sabem que este ato não será consumado na hipótese de o ITBI não ser recolhido consoante o Decreto Municipal no 46. pois os sócios desta última. nova atividade no mesmo ou em outro ramo de comércio. Artigo 8o: A Secretaria Municipal de Finanças tornará públicos os valores venais atualizados dos imóveis insc ritos no Cadastro Imobiliário Fiscal do Município de São Paulo.000.A Panificadora Pães e Bolos terá que arcar integralmente com o débito da Panificadora Doces e Salgados.princípio da legalidade . se o alienante cessar a exploração d comércio.000. . da Constituição Federal . Parágrafo 1 o o : Os valores venais dos imóveis serão atualizados periodicamente. o que só seria possível por lei. mas não se trata de mera atualização monetária da base de cálculo . a contar da data da alienação.228/05. inciso II e parágrafo 1º . Parágrafo 1o : Considera-se valor venal. bem como pela Portaria no 81/05. tendo se aposentado. ferindo o princípio da legalidade .

Ubaldo recebeu amplos poderes dos sócios. o Sr. pretende distribuir dividendos a seus sócios. para promover o seu saneamento e torná -la novamente lucrativa. em montante igual a 50% (cinqüenta por cento) dessas importâncias. fiscais ou consultivos. Ubaldo. § 2 A multa referida nos incisos I e II do § 1o deste artigo fica limitada. art. mas teme que este procedimento venha a lhe acarretar algum tipo de autuação fiscal. QUESTÃO: Na qualidade de advogado do Sr.. As pessoas jurídicas. Seguiu -se a execução fiscal com a penhora dos bens pessoais do Sr. LIV) é suprimido . alterado pelo artigo 17 da Lei no 11. foi contratado para o cargo de diretor da Tokiofly Ltda. por falta de recolhimento de imposto. acabou-se por não pagar a contribuição previdenciária. empresa do segmento de helicópteros e que passa por graves dificuldades financeiras. (. estabeleceu se que: ³Art. artigo 195. no prazo legal. 5.Mandado de Segurança . em montante igual a 50% (cinqüenta por cento) das quantias distribuídas ou pagas indevidamente. iniciada em janeiro de 2000. . do Código Tributário Nacional o . em janeiro de 2006.sanções indiretas ..357/64..desobedecem a adequação dos meios.devido processo legal (CF. A empresa sofreu autuação fiscal em setembro de 2005. 32.´ QUESTÃO: Considerando que a empresa Beta Gama S/A. .) § 1o A inobservância do disposto neste artigo importa em multa que será imposta: I ± às pessoas jurídicas que distribuírem ou pagarem bonificações ou remunerações.051/04. que possui débitos não garantidos perante a União. da Lei 4. parte patronal. prevê. contudo. nos exercícios de 2000 e 2001. não poderão: (.) b) dar ou distribuir participação de lucros a seus sócios ou quotistas. desrespeita o princípio de menor ingerência possível nos direitos do cidadão . como advogado tome as providências cabíveis defendendo os interesses da empresa.Assim.restrições ou proibições impostas ao contribuinte.a CF.pode-se também alegar violação ao princípio da proporcionalidade . executivo consagrado no mercado. ingressado com recurso administrativo que pudesse suspender a exigibilidade do débito envolvido. respectivamente. parágrafo 3º. Para o exercício da sua delicada função.Embargos à execução . como o devido processo legal. enquanto estiverem em débito. segundo a nova redação do artigo 32. sem ter. Ubaldo. O Sr. bem como a seus diretores e demais membros de órgãos dirigentes. uma vez que ele figurava no pólo passivo da execução fiscal. como forma indireta de obrigá-lo . não garantido. tome as medidas cabíveis. a 50% (cinqüenta por cento) do valor total do débito não garantido da pessoa jurídica.há cerceamento dos direitos fundamentais dos contribuintes. apenas excepcionalmente a sanção indireta tributária. taxa ou contribuição. para com a União e suas autarquias de Previdência e Assistência Social.artigo 135. Em vista do delicado quadro financeiro da empresa e para que fossem adimplidos os compromissos com empregados e fornecedores. II ± aos diretores e demais membros da administração superior que receberem as importâncias indevidas. Ubaldo.. .. III.

Ver também artigo 174 do Código Tributário Nacional. Pierre. Neste contexto.598/05. ele tem dúvidas a respeito da forma fiscalmente menos onerosa de efetuar os seus investimentos. que o serviço prestado pela empresa Y esteja previsto no Decreto Municipal no 46. Justifique a sua resposta indicando a base legal aplicável.000.249/95. tendo. . terão que se cadastrar na Prefeitura deste município para não sofrerem a retenção. o Sr. como regra. inscreveu os citados débitos de PIS e COFINS em Dívida Ativa da União Federal em 01/01/2004. Considerando que. oriente o Sr. na resposta. o Sr. sócio majoritário de uma sociedade limitada. ou seja. contratou os serviços da empresa Y.sustentar que mero não pagamento de tributo não configura excesso de poder ou infração de lei suficiente para responsabilizar pessoalmente o diretor A empresa X auferiu receitas ao longo do exercício de 1999. Pierre continua a receber uma série de rendimentos pagos por fontes situadas na França e que somam cerca de R$ 50. A inscrição em dívida ativa suspende o prazo prescricional por 180 dias (artigo 2º. § 3º. A empresa X. o Sr. No Brasil. Todavia. Considerando que os serviços serão prestados para a empresa X em São Paulo e observado o disposto na Portaria SF no 101/2005.000. terá sido consumada a prescrição. no regular exercício de suas prerrogativas. Pierre recebe um salário de R$ 20.. pelo tomador. Pierre a respeito da tributação dos referidos rendimentos no Brasil. de 5% (cinco por cento) referente ao SS. O Sr.00 da subsidiária da empresa francesa onde trabalha.00. visando obter.830/80).00 por mês. 07/2004. tendo a empresa sido citada em 06/07/05. os ganhos com ações são tributados na fonte a 15% pelo imposto de renda e projetando um resultado estimado de ganho no valor de R$ 100. mudou-se há três anos de Paris para São Paulo para viver com a sua esposa brasileira.deverá pagar imposto sobre o rendimento auferido no Brasil e na França . porquanto a referida empresa passava por sérias dificuldades financeiras. em São Paulo. A execução foi ajuizada quase um ano e meio após a inscrição em dívida ativa (05/07/2005). segundo a qual empresas de outros municípios que prestam serviços especificados no Decreto Municipal no 46. Ocorre que. a menor tributação possível. Tendo fixado a residência no Brasil. então. descontados os 180 dias de suspensão. Andrade a investir como pessoa física ou como pessoa jurídica. do Município de São Paulo. oriente a I empresa X na hipótese de a prestadora de serviços (empresa Y) não ter efetuado o cadastro exigido junto à Prefeitura de São Paulo. declarado às autoridades fiscais os valores devidos a título de PIS e de COFINS. conforme determina a legislação tributária aplicável. Em 05/07/2005 foi ajuizada execução fiscal para cobrança da dívida. com sede em São Paulo. Todavia. obviamente. observando a existência de um tratado internacional contra a bitributação firmado entre o Brasil e a França. Lei 6. Orientar a Empresa X a fazer a retenção do ISS sob pena de responsabilidade. aproveitando o bom momento do mercado financeiro. Pierre passará a ser tributado segundo o princípio da universalidade . garante a isenção tributária dos dividendos distribuídos às pessoas físicas. se deve investir como pessoa física ou capitalizar a sua empresa e. Portanto. os a respectivos valores não foram recolhidos em favor da União Federal. o que significa que a contagem do prazo prescricional voltou a ocorrer 180 dias após a data de inscrição em dívida ativa. uma vez que o a rtigo 10 da Lei 9. tomando-se as datas de ocorrência dos fatos geradores até a distribuição da ação de execução fiscal. está em Barueri. nos termos de seu contrato social. pretende investir no mercado de ações. francês. tributada pelo lucro presumido. O Sr. cuja sede. A Procuradoria da Fazenda Nacional. ou seja. embora declar dos. indaga se foi -se respeitado o prazo prescricional para a cobrança (ajuizamento da ação de execução fiscal) em tela. Oriente o Sr. Andrade. Considere.598/05.o imposto pago na França (sobre os rendimentos lá auferidos) poderá ser compensado com o imposto devido no Brasil sobre estes rendimentos.000. O prazo prescricional não foi respeitado. efetuar a aplicação através da pessoa jurídica.

. Uma das exigências legais para a sua habilitação na licitação em questão é a regularidade fiscal. Ao apreciar os autos da execução fiscal. Quando da solicitação de relatório de informações de apoio para emissão de certidão junto à Secretaria da Receita . com os cód igos de receita invertidos. . Diante da insuficiência de bens da executada.A base de cálculo eleita pela lei em questão não é própria de taxa. Ajuizamento da ação anulatória de débito em divida ativa. visando assegurar o patrimônio do ex -procurador da empresa. porém. prestados ao contribuinte ou postos a sua disposição. que deve ser o valor suficiente para ressarcir o Estado pelo exercício do poder de polícia ou pela prestação de serviços públicos específicos e divisíveis. sob pena de exclusão do REFIS. Além do recolhimento das parcelas mensais do REFIS. . com pedido de liminar. com pedido de antecipação dos efeitos da tutela jurisdicional.5%. conseqüentemente. também. haverá a incidência das alíquotas de 15% e adicional de 10%. Referida taxa passará a ser exigida no dia 1. o ex -procurador de empresa estrangeira. não se prestando para custeio mediante taxa. visando assegurar a reinclusão da empresa no REFIS.Os serviços públicos em questão são executados em benefício da população em geral. cuj prova a deve ser feita mediante a apresentação de certidão negativa de débito ou certidão positiva com efeito de negativa. por 4 (quatro) meses consecutivos. Ocorre que a empresa recolheu pontualmente. pois haverá apenas a retenção de 15% a título de mposto de renda i . o juiz acatou petição da Procuradoria do Estado e determinou fosse citado. IV. citada. Interposição de exceção de pré-executividade com pedido de exclusão do nome do ex -procurador do pólo passivo da execução fiscal. A impugnação ao auto de infração foi protocolada extemporaneamente. teve seus bens penhorados e silenciou. também vedada pelo artigo 150. PONTO 1 O município em que está estabelecida a empresa X editou lei instituindo taxa de limpeza pública para o custeio do serviço público municipal de limpeza de logradouros públicos. em março de 2000. sem possibilidade de individualização dos respectivos usuários e.no caso de se investir como pessoa jurídica. adote as medidas judiciais cabíveis. Igualmente é cabível o argumento de que a taxa em questão implica na utilização de tributo com efeito de confisco. QUESTÃO: Como advogado. QUESTÃO: Na qualidade de advogado da empresa X. pleiteando a anulação do ato de inscrição do débito em dívida ativa. da referibilidade a contribuintes determinados. resultando na inscrição do débito em dívida ativa e intimação da empresa para imediato pagamento do débito. A empresa X pretende participar de processo licitatório para a prestação de serviços de engenharia para uma empresa pública. PIS e Cofins. tome as medidas judiciais cabíveis para questionar a exigência dessa taxa. porém. controlada pela empresa estrangeira da qual foi procurador.É menos onerosa a aplicação feita por pessoa física. a empresa deveria manter o pagamento regular dos demais tributos em dia. A empresa X aderiu ao Programa de Recuperação Fiscal ± REFIS. QUESTÃO: Como advogado.º de janeiro do próximo ano. a empresa foi notificada da lavratura de auto de infração relativo à falta de recolhimento integral da COFINS. adote as medidas judiciais cabíveis. 1. Ex-procurador de empresa estrangeira foi citado por edital para pagar dívida fiscal de empresa sediada no Brasil. jamais o faturamento das empresas estabelecidas no município. embora o valor retido de 15% possa ser compensado posteriormente. constata-se a revelia da empresa brasileira que. Sua base de cálculo é o faturamento das empresas estabelecidas no município e sua alíquota é de 0. ou mandado de segurança repressivo. como determina a Constituição Federal no §2º do artigo 145 e confirma a jurisprudência do Supre mo Tribunal Federal. Por tal motivo. A sentença nos autos da execução transitou em julgado. da Constituição Federal. PIS e COFINS. conforme entendimento jurisprudencial.Mandado de segurança preventivo ou ação declaratória de inexistência de relação jurídico-tributária. decorrente de falta de recolhimento de ICMS.

A empresa X contratou os serviços da empresa Y para costura de etiquetas em confecções suas. por peça costurada. preço relativo aos serviços prestados. 2°´. O preço foi parcialmente pago. Sobre o valor dos serviços de beneficiamento. A escritura definitiva de venda e compra. As modalidades de suspensão do crédito tributário previstas no artigo 151 do Código Tributário Nacional ± CTN permitem a obtenção de certidão positiva com efeito de negativa.Federal ± SRF. O diretor financeiro da empresa X questiona-o. O artigo 8º. A empresa X pretende transferir recursos financeiros mantidos em conta corrente de depósito no Banco A para conta de idêntica natureza no Banco B. conforme jurisprudência pacífica e maioria doutrinária. 4. No entanto. 5. não foi lavrada. dos mesmos titulares. Posteriormente. Passados três anos. a empresa X foi fiscalizada e o agente fiscal lavrou auto de infração referente ao não recolhimento do referido tributo. . 3. a empresa Y resolve vender o imóvel para a empresa Z. por instituição financeira . 2. ao fiscalizar a empresa tomadora dos serviços. caso descrito no enunciado da questão. A certidão negativa de débito poderia ser obtida em qualquer das hipóteses de extinção do crédito tributário previstas no artigo 156 do Código Tributário Nacional. nos termos da legislação vigente. o que não é o o. foi pago IPI. II da Lei nº 9. exige dela o pagamento do ISS devido sobre idêntico fato gerador. exceto nos casos de lançamentos a crédito na hipótese de que trata o inciso II do art. declarado e não pago. porém. para conta de idêntica natureza. sem que haja a necessidade de a empresa X ingressar com medida judicial. a única das hipóteses previstas no referido artigo que depende de uma iniciativa da empresa X e que não envolve uma medida judicial é o parcelamento do débito em questão. na qualidade de consultor tributário da empresa. com garantia hipotecária que mantinha com X. mas o enunciado da questão faz referência apenas à certidão positiva com efeito de negativa. pois este último ofereceu à empresa isenção de tarifas bancárias. O Município local. portanto. A empresa Y receberia. Não é devida CPMF sobre os valores envolvidos na transferência em questão. desobrigando-a do recolhimento do tributo em questão. cede a dívida. Ao lavrar a escritura definitiva da operação imobiliária. o tabelião exige o pagamento do imposto de transmissão relativo aos três atos. se é devida a Contribuição Provisória sobre Movimentação ou Transmissão de Valores e de Créditos e Direitos de Natureza Financeira ± CPMF sobre os valores envolvidos na transferência em questão. O diretor jurídico da empresa X consulta para saber -o se o procedimento do agente fiscal está correto. A suspensão da exigibilidade do crédito tributário por meio de medida liminar concedida em mandado de segurança não impede o Fisco de proceder à constituição do crédito tributário para prevenir a decadência do direito de lançar. II. A empresa X prometeu a venda de imóvel seu para a empresa Y.311/96 estabelece que a alíquota dessa contribuição fica reduzida a zero ³nos lançamentos relativos a movimentação de valores de conta corrente de depósito. que se refere a ³lançamento a crédito. onde já possui conta corrente aberta. oriente o departamento fiscal sobre a alternativa ou as alternativas existentes para a obtenção de certidão positiva com efeito de negativa. Nesse contexto. Sob a ótica do disposto no artigo 156. estará correta essa exigência? Por quê? O Município pode exigir imposto de transmissão inter vivos dos dois atos de alienação de bem imóvel. a empresa X deparou-se com a existência de um débito em aberto de COFINS. que orientação você daria ao seu cliente quanto ao pagamento dos mencionados tributos? Orientar o cliente a recolher o ISS sobre os serviços de beneficiamento. Além da alienação do imóvel. da Constituição Federal. A empresa X ingressou com mandado de segurança para questionar a exigênci de um determinado tributo e obteve a medida liminar. Como advogado da empresa. em contas correntes que apresentem saldo negativ até o limite de valor da redução do saldo devedor´. embora a emp resa X estivesse desobrigada de seu pagamento por força da mencionada liminar.

Mandado de Segurança ou Ação Declaratória de Inexistência de Relação Jurídico -Tributária. verificou . de 2003. que determinados tributos federais lançados há mais de seis anos foram inscritos na dívida ativa extemporaneamente. a Procomputer se viu obrigada a atrasar o pagamento de tributos federais de modo deliberado. QUESTÃO: Na qualidade de advogado da empresa. há seis votos favoráveis à empresa recorrente e um voto negando provimento ao recurso extraordinário em questão. dando-se início às execuções fiscais correspondentes. na qualidade de depositário legal Seu departamento contábil. de 22 de setembro de 1. encontra o -se seguinte item ³3. via ISS. apura a COFINS pelo regime da cumulatividade. A Procomputer foi citada nas mencionadas execuções fiscais. previsto na Lei n. ABC Industrial e Comercial Ltda. Por não concordar com a exigência do ISS sobre a cessão de direito de uso da marca em questão. Fabbrica Automobili Ltda.º 116. sendo que este imposto incide também sobre o serviço proveniente do exterior do País ou cuja prestação se tenha iniciado no exterior do País. é uma subsidiária de um grupo italiano do setor automotivo recém constituída no Brasil. este negócio jurídico. vem sofrendo problemas financeiros. Embargos de devedor com fulcro no artigo 736 e seguintes. de 27 de novembro de 1998). de 2003. Inerte no prazo legal.Mérito: Da análise dos elementos característicos do contrato de licença para uso da marca decorr a conclusão lógica de que este e consubstancia uma obrigação de dar e não uma obrigação de fazer. sucessora de outra empresa do mesmo grupo. Um dos primeiros contratos celebrados entre a Fabbrica Automobili Ltda. porém. . . Protecmaq Ltda. evidenciando a impropriedade de se querer tributar. levando -se em conta que sua cliente solicitou uma medida judicial que não implique na sua condenação em honorários de sucumbência.º 9.A. QUESTÃO: Na qualidade de advogado da empresa.A imprensa publicou recentemente diversas notícias acerca do julgamento. sua cliente o contrata para propor uma medida judicial que afaste tal exigência.. de que o Imposto sobre Serviços ± ISS tem como fato gerador a prestação de serviços constantes de sua lista anexa. Mandado de Segurança (Cf. Até o momento. interessou-se por essa discussão jurídica e solicitou a elaboração de uma medida judicial que lhe assegure a não inclusão do ICMS na base de cálculo da COFINS daqui pra fre nte. Ao analisar as incidências tributárias aplicáveis sobre esse contr to. efetuando os lançamentos fiscais e prestando as informações sobre os tributos impagos. tome as medidas judiciais cabíveis. Como resultado dessa circunstância.Mérito: A empresa deve alegar que se aplica a regra da prescrição do direito do Fisco com .02 ± Cessão de direito de uso de marcas e de sinais de propaganda´. de um recurso extraordinário que trata da inconstitucionalidade da inclusão do ICMS na base de cálculo da COFINS. pelo Supremo Tribunal Federal ± STF. porém atuante no ramo tecnológico em mecânica de máquinas. do Código de Processo Civil. teve bens penhorados para garantia do débito e intimado o representante legal da penhora realizada. e sua controladora refere -se à licença para uso da marca da empresa.º 116. com o intuito de poupar caixa para fazer frente às despesas com empregados e fornecedores. elabore a medida judicial solicitada por seu cliente.. Os débitos fiscais da Procomputer foram inscritos na Dívida Ativa da União.980. A empresa de engenharia de informação Procomputer S. visto que os minis tros ainda podem alterar seus votos. Entre os serviços constantes na lista anexa à Lei Complementar n. (Observação: a ABC Industrial e Comercial Ltda. QUESTÃO: Na qualidade de advogado da empresa. deparou-se com a previsão da Lei Complementar n. e no artigo 16 da Lei n° 6. sua cliente.. a empresa manteve as obrigações acessórias em dia. o departamento a jurídico da Fabbrica Automobili Ltda. bem assim o reconhecimento do direito ao crédito dos valores pagos a maior no passado. Sua cliente.718. Não obstante impontual no cumprimento das obrigações principais. elabore a medida judicial solicitada por seu cliente.830.. Embora a questão não esteja definitivamente julgada. agravada sua situação em virtude da falta de investimento por parte dos sócios estrangeiros. Súmula 105 do STJ: ³Na ação de mandado de segurança não se admite condenação em honorários advocatícios´ e Súmula 512 do STF: ³Não cabe condenação em honorários de advogado na ação de mandado de segurança´).

Maria o consulta sobre a alíquota do imposto de renda incidente sobre o ganho de capital a ser apurado. houve a extinção do direito de ação do Fisco cobrar judicialmente o crédito tributário. Nesse caso.º 9. contados da data da entrega do documento de formalização do crédito ao Fisco (DCTF. bem como sobre a existência de algum incentivo aplicável à operação por ela pretendida. fica isento do imposto de renda o ganho auferido por pessoa física residente no País na venda de imóveis residenciais.). a inconstitucionalidade do parágrafo 1. 2. Nos termos do artigo 27. 1. por equívoco. . A empresa ABC Industrial e Comercial Ltda. o ganho de capital sujeita -se à incidência do imposto de renda. 18 da Lei nº 9. de 1966) ³A responsabilidade é excluída pela denúncia espontânea da infração. se for o caso. 150 e 174 do CTN. correspondentes aos juros equivalentes à taxa referencial do Sistema Especial de Liquidação e de Custódia ± SELIC. Considerando que a empresa tem a intenção de pagar esse valor à vista.STF declarou. recolhidos a maior. à alíquota de quinze por cento.196. Indique a sua orientação e a fundamentação legal. ou do depósito da importância arbitrada pela autoridade administrativa. de recolher a contribuição para o Programa de Integração Social ± PIS referente ao mês de maio. que está informado em sua Declara ção do Imposto de Renda Pessoa Física pelo valor histórico de R$ 100. 24 . sem pagamento antecipado. A empresa ³X´. tiverem sido computados como despesas dedutíveis do lucro real e da base de cálculo da CSLL.00 (duzentos e cinqüenta mil reais) e aplicar o produto da venda na aquisição de um outro imóvel nesse valor.172. de 2005. Diante disso. Nos termos do artigo 1º do Ato Declaratório Interpretativo SRF nº 25. por maioria. assim como sobre o entendimento das autoridades fiscais federais acerca da extensão desse instituto. A empresa XPTO deixou. da multa moratória. GIA. ex vi dos arts. sob a forma de tributação definitiva.000. cuja hipótese supõe o fluxo de cinco anos. conforme estabelece o art. da Instrução Normativa SRF nº 84. 3. com base no art. Conseqüentemente. Elabore uma resposta ao cliente acerca da tributação ou não dos valores restituídos a título de PIS e COFINS pagos indevidamente pelo Imposto sobre a Renda das Pessoas Jurídicas (IRPJ) e pela Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL).º do artigo 3. elabore uma resposta à consulta do cliente sobre os encargos devidos no procedimento de denúncia espontânea. 4. de 2001.249/1995. apura esses tributos pelo regime do lucro real. quando o montante do tributo dependa de apuração´. Ela pretende vender esse imóvel por R$ 250. Na sua opinião. sediada e constituída nos EUA. que foi julgada procedente. O Supremo Tribunal Federal . desde que o alienante.718/98 que instituiu nova base de cálculo para a incidência da contribuição ao Programa de Integração Social ± PIS e da Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social ± COFINS. de 24 de dezembro de 2003. Dessa forma.00 (cem mil reais). a renda decorrente dessa operação pode ser tributada no Brasil? Justifique sua resposta. os valores restituídos a título de tributo pago indevidamente serão tributados pelo Imposto sobre a Renda das Pessoas Jurídicas (IRPJ) e pela Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL). Maria é proprietária do imóvel onde reside. O ganho de capital auferido por residente ou domiciliado no exterior será apurado e tributado de acordo com as regras aplicáveis aos residentes no País.000. sediada e constituída na Alemanha. em períodos anteriores. no prazo de 180 (cento e oitenta) dias contado da celebração do contrato.constituição do crédito pelo contribuinte. considerando que a ABC Industrial e Comercial Ltda. Nos termos do artigo 138 do Código Tributário Nacional ± CTN (Lei nº 5. realiza a venda de participação societária com ágio em empresa brasileira ³Y´ para a empresa ³Z´. também. A denúncia espontânea afasta a exigência não só da multa punitiva. etc. aplique o produto da venda na aquisição de imóveis residenciais localizados no País. mas.º da Lei n. sobre os débitos denunciados espontaneamente há apenas a incidência de juros moratórios. ingressou com ação de repetição de indébito em re lação ao PIS e à COFINS. razão pela qual o consulta acerca da tributação desses valores. do pagamento do tributo devido e dos juros de mora. se. acompanhada.Nos termos do artigo 39 da Lei nº 11.

art. Imagine que você é consultado por um cliente. 14. em busca de informações quanto ao pagamento regular de salários aos dirigentes. o adquirente. Os pagamentos realizados aos mencionados dirigentes da instituição de ensino.da Lei nº 10. 150 concede imunidade de impostos sobre patrimônio. fica responsável pela retenção e recolhimento do imposto de renda incidente sobre o ganho de capital. do CTN. presidente de instituição de educação sem fins lucrativos. 14 do CTN fixou as condições para gozo da imunidade. Minas Gerais.833/2003. ou o procurador. quando o adquirente for residente ou domiciliado no exterior. comprovada a atividade administrativa e pedagógica ligada exclusivamente aos objetivos da entidade não configura infração ao disp osto no art. uma vez atendidos os requisitos legais. renda e serviços das instituições de educação sem fins lucrativos. O art. reitor e vice -reitor da universidade que mantém na Cidade de Ouro Preto. auferido por pessoa física ou jurídica residente ou domiciliada no exterior que alienar bens localizados no Brasil. Que orientação você daria ao cliente? A CF. pessoa física ou jurídica residente ou domiciliada no Brasil. 5. .

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