LEI COMPLEMENTAR N.º 10.990, DE 18 DE AGOSTO DE 1997.

Dispõe sobre o Estatuto dos Servidores Militares da Brigada Militar do Estado do Rio Grande do Sul e dá outras providências. (D.O.E. de 19.08.97)

Edição CORAG Assessoria de Publicações Técnicas Porto Alegre, 1998

SUMÁRIO
– – – – – – – – – – – – – – – – – – – – – – – – – – – – – – – Do Provimento – Arts. 9º ao 11 Da Hierarquia e da Disciplina – Arts. 12 ao 17 Do Cargo e da Função Policiais-Militares – Arts. 18 ao 23 Do Valor Policial-Militar – Art. 24 Da Ética Policial-Militar – Arts. 25 ao 28 Dos Deveres Policiais-Militares – Art.29 Do Compromisso Policial-Militar – Arts. 30 e 31 Do Comando e da Subordinação – Arts. 32 ao 34 Da Violação das Obrigações e dos Deveres – Arts.35 ao 39 Dos Crimes Militares – Art.40 Do Conselho de Justificação – Arts. 41 ao 43 Do Conselho de Disciplina – Arts. 44 e 45 Dos Direitos dos Servidores Militares – Arts. 46 e 47 Da Remuneração – Arts.48 ao 50 Assistência Médico-Hospitar – Arts. 51 ao 55 Da Promoção – Arts. 56 ao 58 Das Férias e Outros Afastamentos Temporários do Serviço – Arts. 59º ao 68º Das Licenças – Arts.69 ao 82. Da Pensão Policial-Militar – Arts. 83 ao 85 Das Prerrogativas – Arts. 86 e 87 Do Uso dos Uniformes da Brigada Militar – Arts. 88 a 91 Da Agregação – Arts. 92 ao 94 Da Reversão – Arts. 95 e 96 Do Excedente – Art. 97 Do Ausente – Art. 98 Do Desaparecimento e do Extravio – Arts. 99 ao 102 Do Desligamanto ou Exclusão do serviço Ativo – Arts. 100 ao 102 Da Reinclusão – Art. 103 Da Transferência para Reserva Remunerada – Arts. 104 ao 112 Da Reforma – Arts. 113 ao 121 Da Demissão, da Perda do Posto e da Patente e da Declaração de Indignidade ou Incompatibilidade com o Oficialato – Arts. 122 ao 127 – Do Licenciamento – Arts. 128 ao 130 – Da Anulação de Inclusão – Art.131 – Da Exclusão da Praça a Bem da Disciplina – Arts. 132 ao 134 – Da Deserção – Art. 135 – Do Falecimento e do Extravio – Arts. 136 ao 138 – Do Tempo de Serviço – Arts. 139 ao 147 – Da Licença para Acompanhar o Cônjuge – Arts. 148 a 149 – Das Recompensas e das Dispensas de Serviço – Arts. 150 a 152 – Das Prorrogação do Serviço Policial Militar – Art. 153 – Das Disposições Finais e Transitórias – Arts. 154 ao 163

LEGISLAÇÃO COMPLEMENTAR
LEI N.º 10.991, DE 18 DE AGOSTO DE 1997. Dispõe sobre a Organização Básica da Brigada Militar do Estado do RS e dá outras providências. LEI COMPLEMENTAR N.º 10.992, DE 18 DE AGOSTO DE 1997. Dispõe sobre a carreira dos Servidores Militares do Estado do RS e dá outras providências. LEI N.º 10.993, DE 18 DE AGOSTO DE 1997. Fixa o efetivo da Brigada Militar do Estado e dá outras providências. LEI N.º 10.996, DE 18 DE AGOSTO DE 1997. Estabelece benefício ao servidor integrante dos órgãos operacionais da Secretaria da Justiça e da Segurança, ou ao seu beneficiário, na ocorrência dos eventos “invalidez permanente, total ou parcial, ou morte”, ocorridos em serviço. LEI COMPLEMENTAR N.º 11.000, DE 18 DE AGOSTO DE 1997. Dispõe sobre a promoção extraordinária do Servidor Militar e do Servidor integrantes dos Quadros da Polícia Civil , do Instituto-Geral de Perícias e da Superintendência dos Serviços Penitenciários. DECRETO N.º 37.794, DE 22 DE SETEMBRO DE 1997. Dispõe sobre diárias devidas a policiais militares e dá outras providências. O “caput” do art.1º, alterado p/D 37.878/97, inseridas no texto deste Decreto. DECRETO N.º 38.107, DE 22 DE JANEIRO DE 1998. Regulamenta a Lei de Organização Básica e Qualificação das Carreiras dos Servidores Militares da Brigada Militar do Estado do RS e dá outras providências. DECRETO N.º 38.108, DE 22 DE JANEIRO DE 1998. Dispõe sobre o provimento de cargos e Qualificação das Carreiras do Servidores Militares da Brigada Militar do Estado do RS e dá outras providências. DECRETO N.º 38.480, DE 11 DE MAIO DE 1998. Regulamenta a Lei Complementar n.º 11.000, de 18 de agosto de 1997. DECRETO N.º 38.548, DE 08 DE JUNHO DE 1998. Distribui o efetivo da Brigada Militar, de acordo o fixado na Lei n.º 10.993/97. LEI COMPLEMENTAR N.º 11.170, DE 22 DE JUNHO DE 1998. Altera disposições do Estatuto dos Servidores Militares do Estado do Rio Grande do Sul e de sua Carreira, disciplinados, respectivamente, pelas Leis Complementares n.ºs. 10.990 e 10.992, ambas de 18 de agosto de 1997 e dá outras providências. DECRETO N.º 37.536, DE 08 DE JULHO DE 1997. Dispõe sobre as condições gerais e específicas para ingresso voluntário na Brigada Militar. DECRETO N.º 37.939, DE 17 DE NOVEMBRO DE 1997. Regulamenta a Comissão de Avaliação e Mérito da Brigada Militar e dá outras providências.

LEI COMPLEMENTAR N.º 10.990, DE 18 DE AGOSTO DE 1997. Dispõe sobre o Estatuto dos Servidores Militares da Brigada Militar do Estado do Rio Grande do Sul e dá outras providências.
O GOVERNADOR DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL. Faço saber, em cumprimento ao disposto no artigo 82, inciso IV, da Constituição do Estado, que a Assembléia Legislativa aprovou e eu sanciono e promulgo a Lei seguinte: Art. 1° – Este Estatuto regula a situação, obrigações, deveres, direitos e prerrogativas dos servidores militares do Estado. Art. 2° – A Brigada Militar, instituída para a preservação da ordem pública no Estado e considerada Força Auxiliar, reserva do Exército Brasileiro é instituição permanente e regular, organizada com base na hierarquia e na disciplina, sob a autoridade suprema do Governador do Estado. Art. 3° – Os integrantes da Brigada Militar do Estado, em razão da destinação constitucional da Corporação e em decorrência das leis vigentes, constituem uma categoria especial de servidores públicos estaduais, sendo denominados servidores militares. § 1° – Os servidores militares encontram-se em uma das seguintes situações: I – na ativa: a) os servidores militares de carreira; b) os servidores militares temporários; c) os componentes da reserva remunerada, quando convocados; d) os alunos de órgãos de formação de servidor militar da ativa. II – na inatividade: a) na reserva remunerada, quando pertencem à reserva da Corporação e percebem remuneração do Estado, porém sujeitos, ainda, à prestação de serviço na ativa, mediante convocação; b) reformados, quando, tendo passado por uma das situações anteriores, estão dispensados, definitivamente, da prestação de serviço na ativa, mas continuam a perceber remuneração do Estado; c) na reserva não remunerada, na forma da legislação específica. § 2° – Os servidores militares de carreira são os que, no desempenho voluntário e permanente do serviço policial-militar, têm vitaliciedade assegurada ou presumida. § 3° – Em casos especiais, regulados por lei, os servidores militares da reserva remunerada poderão, mediante aceitação voluntária, ser designados para o serviço ativo, em caráter transitório, por proposta do Comandante- Geral e ato do Governador do Estado. Art. 4° – O serviço policial-militar consiste no exercício de atividades inerentes à Brigada Militar e compreende todos os encargos previstos na legislação específica e peculiar. Art. 5° – A carreira policial-militar é caracterizada por atividade contínua e inteiramente devotada às finalidades da Brigada Militar, denominada atividade policial-militar. Parágrafo único – A carreira policial-militar é privativa do pessoal da ativa, iniciando-se com o ingresso na Brigada Militar e obedecendo à seqüência de graus hierárquicos.

Art. 6° – São equivalentes as expressões “na ativa”, “da ativa”, “em serviço ativo”, “em serviço na ativa”, “em serviço”, “em atividade” ou “em atividade policial-militar” referidas aos servidores militares no desempenho de cargo, comissão, encargo, incumbência ou missão, serviço ou atividade policial-militar ou considerada de natureza policial-militar, nas organizações policiais - militares, bem como, quando previsto em lei ou regulamento, em outros órgãos do Estado. Art. 7° – A condição jurídica dos servidores militares é definida pelos dispositivos constitucionais que lhes forem aplicáveis, por este Estatuto e pelas leis e regulamentos que lhes outorgam direitos e prerrogativas e lhes impõem deveres e obrigações. Art. 8° – O disposto neste Estatuto aplica-se, no que couber, aos servidores - militares da reserva remunerada e reformados. Parágrafo único – Os Oficiais nomeados Juízes do Tribunal Militar do Estado são regidos por legislação própria. DO PROVIMENTO Art. 9° – O ingresso na Brigada Militar é facultado a todos os brasileiros, sem distinção de raça, sexo ou de crença religiosa, mediante concurso público, observadas as condições prescritas em lei. Art. 10 – São requisitos para o ingresso na Brigada Militar: I – ser brasileiro; II – possuir ilibada conduta pública e privada; III – estar quite com as obrigações eleitorais e militares; IV – não ter sofrido condenação criminal com pena privativa de liberdade ou qualquer condenação incompatível com a função policial-militar; V – não estar respondendo processo criminal; VI – não ter sido isentado do serviço militar por incapacidade física definitiva; e VII – obter aprovação nos exames médico, físico, psicológico e intelectual, exigidos para inclusão, nomeação ou matrícula. Parágrafo único – As condições específicas, conforme o quadro ou qualificação, serão as previstas no regulamento de ingresso. Art. 11 – Para o cômputo do tempo correspondente ao período probatório será considerado o tempo de serviço do servidor militar como aluno - oficial. Parágrafo único – Excetuam-se do disposto no “caput” os atuais 1° e 2° Tenentes PM e os atuais Aspirantes-a-Oficial.

DA HIERARQUIA E DA DISCIPLINA
Art. 12 – A hierarquia e a disciplina militares são a base institucional da Brigada Militar, sendo que a autoridade e a responsabilidade crescem com o grau hierárquico. § 1° – A hierarquia militar é a ordenação da autoridade em níveis diferentes, dentro da estrutura da corporação, sendo que a ordenação se faz por postos ou graduações e, dentro de um mesmo posto ou de uma mesma graduação, se faz pela antigüidade no posto ou na graduação, consubstanciada no espírito de acatamento à seqüência de autoridade. § 2° – A disciplina militar é a rigorosa observância e o acatamento integral das leis, regulamentos, normas e disposições que fundamentam o organismo policial-militar e coordenam o seu funcionamento regular e harmônico, traduzindo-se pelo cumprimento do dever por parte de todos e de cada um dos seus componentes. § 3° – A disciplina militar e o respeito à hierarquia devem ser mantidos entre servidores militares da ativa, da reserva remunerada e reformados.

Art. se não estiverem especificamente enquadrados nas disposições dos incisos I e II.Geral da Brigada Militar. deverá mencionar essa situação. de acordo com o regulamento do respectivo órgão. Parágrafo único – Os círculos hierárquicos serão disciplinados. para definir a precedência e. se. III – entre os alunos de um mesmo órgão de formação de servidores militares. do mesmo grau hierárquico. . II – nos demais casos. Art. § 4° – Os graus hierárquicos de Subtenente. à data de inclusão e à data de nascimento. § 3° – Em igualdade de posto ou graduação. salvo quando estiver taxativamente fixada outra data. na forma regulamentar. a antigüidade é estabelecida através dos seguintes critérios: I – entre servidores militares do mesmo quadro. em: I – Círculos de Oficiais. definidos em lei complementar específica. respectivamente. Art. pela posição nas respectivas escalas numéricas ou registro de que trata o artigo 17. II – Círculos de Praças. ainda assim. ou inclusão. em extinção. sucessivamente. os dois primeiros. aos graus hierárquicos anteriores. o mais velho será considerado mais antigo. os servidores militares na ativa têm precedência sobre os na inatividade. § 1° – A antigüidade em cada posto ou graduação é contada a partir da data da publicação do ato da respectiva promoção. e a Graduação é o grau hierárquico da Praça. pela antigüidade no posto ou na graduação anterior e. salvo nos casos de precedência funcional do Comandante Geral. subsistir a igualdade de antigüidade. 14 – Os círculos e a escala hierárquica na Brigada Militar são os constantes do quadro seguinte: CARREIRA dos Servidores militares de nível superior dos Servidores POSTOS E GRADUAÇÕES Coronel de Oficiais Superiores Tenente-Coronel Major de Oficiais Capitão Intermediários de Oficiais Subalternos Primeiro Tenente 1° Sargento de Sargentos 2° Sargento de Soldados Soldado CÍRCULO militares de nível médio § 1° – O Posto é o grau hierárquico do Oficial. § 2° – Os graus hierárquicos inicial e final dos Quadros e Classificações são os compreendidos nas carreiras de nível superior e médio. é assegurada pela antigüidade no posto ou na graduação. neste último caso. recorrer-se-á. conferido por ato do Governador do Estado. do Subcomandante . sem prejuízo do respeito mútuo. 3° Sargento e Cabo. 13 – Círculos hierárquicos são âmbitos de convivência entre os servidores militares da mesma categoria e têm a finalidade de desenvolver o espírito de camaradagem em ambiente de estima e confiança. o Círculo de Soldados. 15 – A precedência entre servidores militares da ativa. freqüentam.Geral e do Chefe do Estado Maior. conferido por ato do Comandante . nomeação. § 2° – No caso de igualdade na data referida no parágrafo anterior. o Círculo de Sargentos. § 3° – Sempre que o servidor militar que fizer uso do posto ou graduação for da reserva remunerada ou reformado. e o último.

no exercício de cargo privativo de sua especialidade. Art. regularmente nomeado ou designado.militares serão providos com pessoal que satisfaça aos requisitos de grau hierárquico e de qualificação exigidos para o seu desempenho. 23 – O servidor militar ocupante de cargo. Parágrafo único – O provimento de cargo policial-militar se faz por ato de nomeação ou de designação da autoridade competente. e até que outro servidor militar. dentro das respectivas escalas numéricas. conforme previsto em lei. § 5° – Em caso de igualdade de posto. Art. correspondendo. ou que tenha recebido determinação de autoridade competente. DO CARGO E DA FUNÇÃO POLICIAIS-MILITARES Art. Art. II – desde o momento em que o servidor militar que o ocupa é exonerado. § 1° – O servidor militar designado. Art. 22 – Dentro de uma mesma Organização Policial Militar. Chefia ou Direção sobre os Oficiais que o possuir. não poderão exercer Comando. § 6° – Excetuados os integrantes do Quadro de Oficiais Especialistas em Saúde – QOES. segundo as instruções baixadas pelo Comandante . Art. deveres e responsabilidades que se constituem em obrigações do respectivo titular. quando não possuírem Curso Superior de Polícia Militar. atribuições e responsabilidades correspondentes.Geral da Corporação. para exercer função de posto ou graduação superior a sua terá direito ao vencimento e vantagens correspondentes àquele posto ou graduação. ou dispensado.§ 4° – Em igualdade de posto ou graduação. respeitadas a precedência e as qualificações exigidas para o cargo ou para o exercício da função. dele tome posse. a cada cargo policial-militar um conjunto de atribuições. a seqüência de substituições para assumir cargo ou função. a contar do dia em que houver assumido tal função. são estabelecidas na legislação específica e peculiar. faz jus às gratificações e a outros direitos correspondentes. . 18 – O cargo policial-militar é aquele que só pode ser exercido por servidor militar em serviço ativo. 20 – O cargo policial-militar é considerado vago: I – a partir de sua criação e até que um servidor militar. os Oficiais que possuírem o Curso Superior de Polícia Militar terão precedência sobre os demais. 21 – A função policial-militar é o exercício das obrigações inerentes ao cargo policial-militar. 17 – A Brigada Militar manterá um registro de todos os dados referentes ao seu pessoal da ativa e da reserva remunerada. os demais Oficiais. Art. e respeitadas as restrições do presente artigo. ou é considerado extraviado ou desertor. 19 – Os cargos policiais . dele tome posse. por período igual ou superior a 10 (dez) dias. bem como as normas. a precedência entre os servidores militares na ativa e os na reserva remunerada que estiverem convocados é definida pelo tempo de efetivo serviço no posto ou na graduação. 16 – A precedência entre as Praças especiais e demais Praças é a regulada por legislação federal específica. ou falece. regularmente nomeado ou designado. provido de acordo com o parágrafo único do artigo 19. observados os princípios regidos por este Estatuto. Art. Parágrafo único – As obrigações inerentes ao cargo policial-militar devem ser compatíveis com o correspondente grau hierárquico e definidas em legislação ou regulamentação específicas.

a gestão de seus bens. nas organizações policiais . mesmo com o risco da própria vida. de modo a que não sejam prejudicados os princípios da disciplina. § 2° – Os servidores militares da ativa podem exercer. Art. 24 – São manifestações essenciais do valor policial-militar: I – a dedicação ao serviço policial para preservação da segurança da comunidade e das prerrogativas da cidadania. VI – ser justo e imparcial no julgamento dos atos e na apreciação do mérito dos subordinados. III – o espírito de corpo. III – respeitar a dignidade da pessoa humana. eficiência e probidade as funções que lhe couberem em decorrência do cargo. DO VALOR POLICIAL-MILITAR Art. IX – praticar a camaradagem e desenvolver permanentemente o espírito de cooperação. XVI – conduzir-se. intelectual e físico. conduta moral e profissional irrepreensíveis. de sociedade civil ou exercer comércio. o permanente zelo ao patrimônio público e às instituições democráticas. XVII – zelar pelo bom nome da Brigada Militar e de cada um dos seus integrantes. a cada um dos integrantes da Brigada Militar. respectivamente. IV – o amor à profissão policial-militar e o entusiasmo com que é exercida. e V – o aprimoramento técnico profissional. cotista ou comanditário. fora do âmbito apropriado. XV – abster-se de fazer uso do posto ou da graduação para obter facilidades pessoais de qualquer natureza ou para encaminhar negócios particulares ou de terceiros. exceto na qualidade de acionista. VII – zelar pelo preparo moral. do respeito e decoro. quando convocados. V – cumprir e fazer cumprir as leis. dos interesses de organizações ou empresas privadas de qualquer natureza. com a observância dos seguintes preceitos de ética do servidor militar: I – amar a verdade e a responsabilidade como fundamento da dignidade pessoal. II – a fé na elevada missão da Brigada Militar. mesmo fora do serviço ou na inatividade. DA ÉTICA POLICIAL-MILITAR Art. próprio e dos subordinados. diretamente. respeitando-se os princípios da antigüidade e qualificação para o exercício funcional. VIII – empregar as suas energias em benefício do serviço. XIV – observar as normas da boa educação. as instruções e as ordens das autoridades competentes. § 1° – Os servidores militares na reserva remunerada. IV – acatar as autoridades civis. ficam proibidos de tratar. orgulho do servidor militar pela organização onde serve. 25 – O sentimento do dever. desde que não infrinjam o disposto no presente artigo. tendo em vista o cumprimento da missão comum. X – ser discreto em suas atitudes. de matéria sigilosa de que tenha conhecimento em virtude do cargo ou da função. obedecendo aos preceitos da ética do servidor militar. maneiras e em sua linguagem escrita e falada. 26 – Ao servidor militar da ativa é vedado participar de gerência ou administração de empresa privada. os regulamentos. somente poderão ocorrer. XII – cumprir seus deveres de cidadão. o brio e o decoro de classe impõem. II – exercer com autoridade.militares e nas repartições públicas civis. XIII – proceder de maneira ilibada na vida pública e na particular. . entre funções atribuídas a postos ou entre funções atribuídas a graduações. XI – abster-se de tratar. a dignidade militar.§ 2° – As substituições temporárias.

prestará compromisso de honra. mesmo com o risco da própria vida”.militares e manifestará a sua firme disposição de bem os cumprir. instituições e integridade devem ser defendidas. deveres e responsabilidades de que o servidor militar é investido legalmente. cumprir rigorosamente as ordens das autoridades a que estiver subordinado e dedicar-me inteiramente ao serviço policial-militar. da estrutura hierárquica da Brigada Militar e não afeta a dignidade pessoal do servidor militar.Art. e compreendem: I – a dedicação ao serviço policial-militar e a fidelidade à Pátria e à comunidade. 31 – O compromisso a que se refere o artigo anterior terá caráter solene e será prestado na presença da tropa.Geral da Brigada Militar poderá determinar aos servidores militares da ativa que. de acordo com os seguintes dizeres: “Perante a Bandeira do Brasil e pela minha honra. no qual afirmará a sua aceitação consciente das obrigações e dos deveres policiais . exclusivamente. VI – a obrigação de tratar o subordinado dignamente e com urbanidade. DO COMANDO E DA SUBORDINAÇÃO Art. conforme os seguintes dizeres: “Ao ingressar na Brigada Militar do Estado. o servidor militar prestará compromisso de Oficial. Art. . DOS DEVERES POLICIAIS-MILITARES Art. em solenidade especialmente programada. Parágrafo único – Ao ser promovido ao seu primeiro posto. quando conduz homens ou dirige uma Organização Policial Militar. 29 – Os deveres policiais . informem sobre a origem e a natureza dos seus bens. 27 – O Comandante . em cujo exercício o servidor militar se define e se caracteriza como chefe. Art. não poderá estar filiado a partido político. segurança. tão logo o servidor militar tenha adquirido um grau de instrução compatível com o perfeito entendimento dos seus deveres como integrante da Brigada Militar. 34 – Cabe ao servidor militar a responsabilidade integral pelas decisões que tomar. pelas ordens que emitir e pelos atos que praticar. II – o culto aos símbolos nacionais e estaduais. no interesse da salvaguarda da sua dignidade. Art. Art. mesmo com o sacrifício da própria vida. 33 – A subordinação decorre. 32 – Comando é a soma de autoridade. 28 – O servidor militar. sendo vinculado ao grau hierárquico e constituindo prerrogativa impessoal. cuja honra. sempre que houver razões que recomendem tal medida. IV – a disciplina e o respeito à hierarquia.militares emanam do conjunto de vínculos que ligam o servidor militar à sua corporação e ao serviço que a mesma presta à comunidade. à manutenção da ordem pública e à segurança da comunidade. III – a probidade e a lealdade em todas as circunstâncias. DO COMPROMISSO POLICIAL-MILITAR Art. 30 – Todo o cidadão. enquanto em efetivo serviço. prometo regular a minha conduta pelos preceitos da moral. V – o rigoroso cumprimento das obrigações e das ordens. após ingressar na Brigada Militar. prometo cumprir os deveres de Oficial da Brigada Militar do Estado e dedicarme inteiramente ao seu serviço”.

37 – O servidor militar cuja atuação no serviço revelar-se incompatível com o cargo ou que demonstrar incapacidade para o exercício das funções policiais . nos casos em que a lei determinar. acarreta. 43 – O processo e julgamento pelo Conselho de Justificação serão regidos por lei especial.Geral da Brigada Militar. Art.DA VIOLAÇÃO DAS OBRIGAÇÕES E DOS DEVERES Art. conforme dispuserem a legislação ou regulamentação específicas. desde que venha a ser condenado. consoante legislação específica. contravenção ou transgressão disciplinar. II – Os Comandantes. responsabilidade funcional. poderá concluir pela incompatibilidade do servidor militar com o cargo ou pela incapacidade para o exercício das funções policiais . ficará privado do exercício de qualquer função policial-militar. Art. na conformidade da legislação ou regulamentação da Corporação. se declarado indigno do Oficialato ou com ele incompatível. sem prejuízo dos respectivos vencimentos e vantagens. Parágrafo único – A apuração da responsabilidade funcional. 35 – A violação das obrigações ou dos deveres policiais . 40 – O Código Penal Militar relaciona e classifica os crimes militares. § 2° – A responsabilidade disciplinar é independente das responsabilidades civil e penal. DO CONSELHO DE JUSTIFICAÇÃO Art. DOS CRIMES MILITARES Art. nas condições mencionadas neste artigo. os Chefes e os Diretores. disciplinar e penal. Art. § 1° – São competentes para determinar o imediato afastamento do cargo ou o impedimento do exercício da função: I – O Comandante . 36 – A inobservância dos deveres especificados nas leis e regulamentos. 38 – Ao servidor militar são proibidas a sindicalização e a greve. assegurada ampla defesa ao acusado. Art. até a solução final do processo ou adoção das providências legais que couberem ao caso. disciplinar ou penal. em tempo de paz e em tempo de guerra. § 3° – Não se caracteriza como violação das obrigações e dos deveres do servidor militar o inadimplemento de obrigações pecuniárias assumidas na vida privada. ou a falta de exação no cumprimento dos mesmos.militares a ele inerentes.militares a ele inerentes será do mesmo imediatamente afastado. . submetido a Conselho de Justificação. 41 – O Oficial só perderá o posto e a patente por decisão do Tribunal Militar do Estado. § 2° – O servidor militar afastado do cargo. 39 – São vedadas as manifestações coletivas que impliquem no descumprimento do dever ou que atentem contra a disciplina policial-militar. e dispõe sobre a aplicação aos servidores militares das penas correspondentes aos crimes por eles cometidos. 42 – O Oficial acusado de ser incapaz de permanecer como servidor militar será. Art. Art. pecuniária. para o servidor militar. pecuniária. § 1° – A violação dos preceitos da ética policial-militar é tanto mais grave quanto mais elevado for o grau hierárquico de quem a cometer.militares constituirá crime. salvo após decisão final do processo a que for submetido.

XI – o porte de armas. nos limites estabelecidos na legislação específica: I – a garantia da patente. 48 – A remuneração dos servidores militares compreende vencimentos ou proventos. § 2° – A remuneração percebida pelos servidores militares em inatividade denomina-se proventos.Geral. quanto a ato que decorra da composição de Quadro de Acesso. IV – a percepção de vencimentos. III – o desempenho de cargos e funções correspondentes ao posto e de atribuições correspondentes à graduação. IX – a demissão voluntária e. § 1° – Os servidores militares na ativa percebem remuneração constituída pelas seguintes parcelas: I – vencimentos. § 2° – O pedido de reconsideração. pelas Praças. Art. XIV – a assistência social e médico . com as restrições impostas pela legislação específica.DO CONSELHO DE DISCIPLINA Art. DOS DIREITOS DOS SERVIDORES MILITARES Art. a contar do recebimento de comunicação Oficial. VII – a transferência para a reserva remunerada ou a reforma. § 1° – O direito de recorrer na esfera administrativa prescreverá: a) em quinze dias úteis. VIII – as férias e as licenças. compreendendo soldo e gratificações. ouvido o Comandante . V – o transporte para si e seus dependentes. através da Brigada Militar. indenizações e outras vantagens e é devida em bases estabelecidas em lei . o licenciamento voluntário da ativa. proventos e outras vantagens pecuniárias. XIII – a assistência judiciária gratuita. higiene e segurança do trabalho. 46 – São direitos dos servidores militares. nos demais casos. na forma regulamentar. quando Oficial. em serviço ativo ou em inatividade.hospitalar. 44 – A Praça com estabilidade será submetida a Conselho de Disciplina na forma da legislação específica. 45 – O processo e julgamento pelo conselho de Disciplina serão regidos por lei especial. II – indenizações. quando Oficial. XV – a saúde. na forma estabelecida no Código de Vencimentos e Vantagens da Brigada Militar. inclusive mobília. b) em cento e vinte dias corridos. quando processado em razão de atos praticados em objeto de serviço. em toda a sua plenitude. Art. quando movimentado por necessidade do serviço. exceto em matéria disciplinar. seus bens pessoais. mediante indenização. II – o uso das designações hierárquicas. com as vantagens. assegurada ampla defesa ao acusado. § 3° – A decisão sobre qualquer recurso será dada no prazo máximo de 60 (sessenta) dias. XII – a aquisição de uma arma de uso permitido. VI – as promoções. queixa ou representação. cujo prazo será de 8 (oito) dias. 47 – O servidor militar que se julgar prejudicado ou ofendido por qualquer ato administrativo ou disciplinar de superior hierárquico poderá recorrer ou interpor pedido de reconsideração. salvo aqueles Oficiais em inatividade por alienação mental ou condenação por crimes transitados em julgado ou por atividades que desaconselhem o porte de arma. X – o porte de arma. segundo legislação vigente na Corporação. . prerrogativas e deveres a ela inerentes. a queixa e a representação não podem ser feitos coletivamente. DA REMUNERAÇÃO Art. § 4° – Aos servidores militares em processo administrativo ou judicial são assegurados o contraditório e a ampla defesa.

de encargo em comissão de concurso público. § 5° – O servidor militar. § 1° – O planejamento da carreira dos Oficiais e das Praças. assistência médicohospitalar. perceberá gratificação de magistério. extraordinariamente. 50 – Os proventos de inatividade serão revistos na mesma proporção e na mesma data em que se modificar a remuneração dos servidores militares em atividade. no valor fixado em lei. os proventos e as pensões dos servidores militares e seus beneficiários não serão objeto de arresto. . quando acidentado em serviço ou acometido de doença adquirida em serviço ou dela decorrente. Art. postos à disposição do seu Departamento de Saúde. ASSISTÊNCIA MÉDICO-HOSPITALAR Art. 52 – Nas localidades onde não houver organizações de saúde da Brigada Militar. de modo a obter-se um fluxo regular e equilibrado da carreira para os servidores militares a que esses dispositivos se referem. poderá ser prestada pelas organizações de saúde. observadas as disposições da legislação e regulamentação a que se refere este artigo. perceberá ajuda de custo para atender às despesas de sua instalação. da reserva remunerada ou reformado. Art. Parágrafo único – O Departamento de Saúde da Brigada Militar destina-se a atender o policial-militar e seus dependentes. através do Departamento de Saúde da Brigada Militar. § 2° – A promoção é ato administrativo e tem como finalidade básica a seleção dos servidores militares para o exercício de funções pertinentes ao grau hierárquico superior. sendo também estendidos aos inativos quaisquer benefícios e vantagens posteriormente concedidos aos servidores militares em atividade. ao ser movimentado por necessidade do serviço. é atribuição do Comando--Geral da Brigada Militar. através de ato do Poder Executivo. seqüestro ou penhora. fora do horário do expediente a que estiver sujeito. 56 – O acesso na hierarquia policial-militar é seletivo. DA PROMOÇÃO Art. inclusive quando decorrentes da transformação ou reclassificação do cargo ou função em que se deu a aposentadoria. 53 – O servidor militar em serviço ativo faz jus a hospitalização e tratamento custeado pelo Estado. Art. Art.§ 3° – Os servidores militares da ativa e na inatividade perceberão abono familiar de conformidade com a lei geral que rege essa vantagem. ouvido o Secretário de Estado responsável pela área da segurança pública. 51 – O Estado proporcionará. 54 – A assistência médico-hospitalar ao servidor militar da ativa. por aula proferida. conforme fixado em lei. dentro das limitações dos recursos orçamentários próprios da Brigada Militar. ainda. mediante acordos previamente estabelecidos entre estas e o Departamento de Saúde da Corporação. desde que implique alteração de seu domicílio. Art. supletivamente. gradual e sucessivo e será feito mediante promoções. § 1° – Em casos especiais. através do Instituto de Previdência do Estado do Rio Grande do Sul – IPERGS e. nos termos da lei. ou. § 4° – O servidor militar que exercer o magistério em curso ou estágio regularmente instituídos pela Brigada Militar. 49 – Os vencimentos. Art. de conformidade com o disposto na legislação e regulamentação de promoções de Oficiais e de Praças. 55 – As normas e condições de atendimento serão estabelecidas em regulamento próprio. conforme legislações específicas. exceto nos casos previstos em lei federal. § 6° – O servidor militar fará jus a gratificação pelo exercício. Art. os servidores militares nela sediados poderão ser atendidos por organizações das Forças Armadas ou civis. haverá promoções em ressarcimento de preterição. ao servidor militar e a seus dependentes. 57 – As promoções serão efetuadas pelos critérios de merecimento e de antigüidade.

§ 5° – É facultado o gozo de férias em 2 (dois) períodos. § 3° – Para o primeiro período aquisitivo de férias será exigido 12 (doze) meses de exercício. juntamente com o acréscimo constitucional de 1/3 (um terço). 61 – Por absoluta necessidade de serviço. o acréscimo constitucional de 1/3 (um terço) da remuneração do período de férias. o período de férias a que tiverem direito. de manutenção da ordem. § 1° – O pagamento da remuneração de férias será efetuado antecipadamente ao servidor militar que o requerer. pelo estado de guerra ou para que sejam cumpridos atos de serviço. Art. 62 – Somente em casos de interesse da segurança pública. § 1° – As férias serão de trinta dias para todos os servidores-militares. pago antecipadamente. na época prevista. 60 – Será pago ao servidor militar. anual e obrigatoriamente concedidos aos servidores militares. Parágrafo único – O pagamento de que trata este artigo corresponderá a 1/12 (um doze avos) da remuneração a que fizer jus o servidor militar. na forma prevista no artigo 61. registrando-se o fato em seus assentamentos. ou de transferência para a inatividade. . as férias poderão ser acumuladas até o máximo de 2 (dois) períodos anuais. a pedido. para reserva remunerada ou ao ser transformada. § 4° – É vedado levar à conta de férias qualquer falta ao serviço. § 6° – A concessão de férias não é prejudicada pelo gozo anterior de licença para tratamento de saúde. Art. poderá o servidor militar indicar em qual dos períodos utilizará a faculdade de que trata este artigo. descontadas eventuais parcelas já fruídas. Art. com mais de 25 (vinte e cinco) anos de serviço público militar. for transferida. fará jus a férias. somente após um ano de efetivo exercício contado da data da apresentação. "ex-officio".§ 2° – A promoção de servidor militar feita em ressarcimento de preterição será efetuada segundo os princípios de antigüidade ou merecimento. a retribuição relativa ao período. § 2° – Compete ao Comandante-Geral da Brigada Militar a regulamentação da concessão das férias anuais. para reserva remunerada. recebendo ele o número que lhe competir na escala hierárquica. Parágrafo único – O disposto no “caput” estende-se à praça que. Art. 63 – Se o servidor militar vier a falecer. 65 – O servidor militar que tiver gozado mais de 30 (trinta) dias para tratar de interesses particulares. bem como não anula o direito àquelas licenças. III e VII do artigo 106 desta Lei Complementar. Art. 64 – O servidor exonerado fará jus ao pagamento da remuneração de férias proporcionalmente aos meses de efetivo exercício. § 2° – Na hipótese de férias parceladas. quando já implementado o período de um ano. 58 – A Praça que contar com mais de 25 (vinte e cinco) anos de serviço público militar.(1) DAS FÉRIAS E OUTROS AFASTAMENTOS TEMPORÁRIOS DO SERVIÇO Art. não inferiores a 10 (dez) dias consecutivos. § 7° – Durante as férias. antes do início do referido período. será promovida ao grau hierárquico superior imediato. para descanso. descontadas eventuais parcelas correspondentes a antecipação. será paga aos dependentes legalmente constituídos. observado o princípio aplicável à sua promoção. os servidores militares terão interrompido ou deixarão de gozar. Art. de acordo com os incisos I. independentemente de solicitação. de extrema necessidade do serviço. como se houvesse sido promovido na época devida. o servidor militar terá direito a todas as vantagens inerentes ao cargo. 59 – As férias são afastamentos totais do serviço. como se estivessem em exercício. por punição anterior decorrente de transgressão disciplinar. ao ser transferida. por ocasião das férias. que lhe assegure o direito a férias. Art.

sem que implique em qualquer restrição para a sua carreira. concedida ao servidor militar que a requerer. será regulada em legislação própria. vedada a desconversão. tão logo a autoridade à qual estiver subordinado o servidor militar tenha conhecimento do óbito de seu ascendente. deverá comprovar perante seu superior imediato as datas em que se realizarão as diversas provas e seu comparecimento. mediante requerimento. relativa a cada qüinqüênio de tempo de efetivo serviço prestado. 68 – As férias e os outros afastamentos mencionados são concedidos com a remuneração prevista na legislação peculiar e computados como tempo de efetivo serviço para todos os efeitos legais. § 3° – O tempo de licença especial não gozado pelo servidor militar será. 1° e 2° graus.Art. observadas as disposições legais e regulamentares. por motivo de: I – núpcias. computado em dobro para os efeitos da inatividade e de gratificações temporais. sob pena de ser considerado faltoso ao serviço. observadas as necessidades de serviço. também. III – para tratamento de saúde própria. V – à gestante e à adotante. 67 – É assegurado. VII – para acompanhar o cônjuge. no primeiro caso. enteado e menor sob guarda ou tutela. Art. . por até 8 (oito) dias consecutivos. as licenças para tratamento de saúde própria. § 3° – Compete ao Comandante-Geral da Brigada Militar conceder as licenças previstas no “caput”. aos períodos de afastamento total do serviço. bem como a licença para exercício de mandato classista. IV – para tratamento de saúde de pessoa da família. para os estudantes de ensino superior. ainda. 71 – Ao servidor militar estável poderá ser concedida licença para tratar de interesses particulares. no segundo caso. observadas as disposições legais e regulamentares. 70 – A licença especial é a autorização para afastamento total do serviço. padrasto ou madrasta. 69 – Licença é a autorização para afastamento total do serviço. em caráter temporário. VI – à paternidade. o afastamento do servidor militar. II – luto. Art. § 4° – A licença especial não é prejudicada pelo gozo anterior de qualquer licença para tratamento de saúde e para que sejam cumpridos atos de serviço. DAS LICENÇAS Art. concedida ao servidor militar. irmãos. IV – trânsito. § 1° – A licença pode ser: I – especial. companheiro ou companheira. de até 4 (quatro) meses. de até 2 (dois) meses. se solicitado por antecipação à data do evento e. § 2° – O período de licença especial não interrompe a contagem de tempo de efetivo serviço. § 5° – Para os efeitos da concessão da licença especial. 66 – Os servidores militares têm direito. não se considerará como interrupção da prestação de serviços ao Estado os afastamentos previstos nos incisos V e VI do artigo 69. bem como não anula o direito àquelas licenças. Art. pelo prazo de até 2 (dois) anos consecutivos. sem prejuízo de sua remuneração. Parágrafo único – O afastamento do serviço por motivo de núpcias ou luto. Parágrafo único – O servidor militar. e durante os dias de provas em exames supletivos e de habilitação a curso superior. cônjuge. e as licenças para tratamento de saúde de pessoa da família. será concedido. durante os dias de provas finais do ano ou semestre letivo. descendente. II – para tratar de interesses particulares. § 2° – A remuneração do servidor militar. sogros. § 1° – A licença especial tem a duração de três meses. Art. sem remuneração e com prejuízo da contagem do tempo de serviço público. quando em qualquer das situações de licença constantes do parágrafo anterior. III – instalação.

§ 3° – O resultado da inspeção médica será comunicado imediatamente ao servidor militar. devendo. as licenças. desde que comprove ser indispensável a sua assistência e esta não possa ser prestada. Art. 75 – O servidor militar em licença para tratamento de saúde própria deverá abster-se do exercício de atividades incompatíveis com o seu estado. sob pena de imediata suspensão da mesma. devidamente comprovada à autoridade a que estiver subordinado. é assegurado à servidora-militar lactante. caso a licença seja negada. Parágrafo único – A doença será comprovada através de inspeção de saúde a ser procedida pelo Departamento de Saúde da Brigada Militar. 74 – O atestado e o laudo da junta médica não se referirão ao nome ou à natureza da doença. sob pena de ser considerado ausente. licença de 120 (cento e vinte) dias. logo após a sua realização. § 2° – O servidor militar deverá aguardar em exercício a concessão da licença. a pedido ou “exofficio”. proporcional à idade do adotado: I – de zero a dois anos. quando seu regime de trabalho obedecer a turno único. sem prejuízo da remuneração a que fizer jus. contados desde a data em que tenha reassumido o exercício do cargo. reassumir o exercício do cargo. salvo prorrogação ou determinação constante em laudo pericial. Art. antes de decorridos 2 (dois) anos do término da anterior. mediante inspeção médica. quando seu regime de trabalho obedecer a dois turnos. 79 – Ao término da licença a que se refere o artigo anterior.§ 1° – A licença poderá ser negada. salvo se houver a necessidade de exames complementares. ou a três horas consecutivas por dia. com intervalos inferiores a 30 (trinta) dias. quando o afastamento for inconveniente ao interesse do serviço. pela mesma moléstia. 77 – A licença de que trata o artigo anterior será concedida: I – com a remuneração total. Art. o direito de comparecer ao serviço em um turno. a inspeção médica poderá ser realizada na residência do servidor. até 90 (noventa) dias. ficará o servidor militar à disposição do Departamento de Saúde da Brigada Militar. § 3° – O servidor militar poderá. salvo hipótese de imperiosa necessidade. na Capital ou no interior. Art. Art. 76 – O servidor militar poderá obter licença por motivo de doença do cônjuge. porém. Art. precedida de inspeção médica realizada pelo Departamento de Saúde da Brigada Militar. o servidor militar deverá reassumir imediatamente o exercício do cargo. no período que exceder a 180 (cento e oitenta) e não ultrapassar a 365 (trezentos e sessenta e cinco) dias. serão consideradas como prorrogação. se julgada apta. simultaneamente. Parágrafo único – Para a concessão de licença a servidor militar acometido de moléstia profissional. reassumirá o exercício do cargo. a servidora militar será submetida a inspeção médica e. de ascendente. Parágrafo único – No caso de natimorto. Art. § 2° – O servidor militar não poderá recusar-se à inspeção médica. com o exercício do cargo. enteado e colateral consangüíneo. § 1° – Sempre que necessário. 120 (cento e vinte) dias. a qualquer tempo. esta ser especificada através do respectivo código (CID). considerando-se como faltas os dias de ausência ao serviço. 78 – À servidora militar gestante será concedida. 80 – À servidora militar adotante será concedida licença a partir da concessão do termo de guarda ou da adoção. 73 – Findo o período de licença. Art. sem prejuízo da remuneração. no período que exceder a 90 (noventa) e não ultrapassar a 180 (cento e oitenta) dias. III – com 1/3 (um terço) da remuneração. § 4° – Não se concederá nova licença. Art. até o 2° grau. descendente. . II – com 2/3 (dois terços) da remuneração. decorridos 30 (trinta) dias do evento. durante o período de 2 (dois) meses. quando então. Parágrafo único – Para os efeitos deste artigo. ou no estabelecimento hospitalar em que se encontrar internado. 72 – Será concedida ao servidor militar licença para tratamento de saúde própria. o laudo médico deverá estabelecer a sua rigorosa caracterização.

quando em serviço de caráter urgente. para o exercício funcional. a juízo da autoridade que efetivou a pronúncia ou a indiciação. salvo no caso do artigo seguinte. ou em conseqüência de acidente em serviço. conforme regulamento da Força. 82 – As licenças poderão ser interrompidas a pedido ou nas condições estabelecidas neste artigo. § 2° – A interrupção de licença para tratamento de saúde de pessoa da família e para cumprimento de pena disciplinar que importe em restrição da liberdade individual. insígnias e emblemas policiais-militares da Brigada Militar. será regulada em legislação própria. correspondentes ao posto ou à graduação. Art. tratamento e sinais de respeito que lhes são assegurados em leis ou regulamentos. desde que menor. Parágrafo único – O disposto no “caput” sobre o valor da pensão não se aplica ao servidor militar que for promovido extraordinariamente. nos crimes militares. Art. 60 (sessenta) dias. o servidor militar terá direito à licença-paternidade de 8 (oito) dias consecutivos. § 1° – A interrupção da licença especial e da licença para tratar de interesses particulares poderá ocorrer: I – em caso de mobilização e estado de guerra. V – livre ingresso e trânsito. IV – julgamento em foro especial. fixadas em sentença judicial e os casos de prisão provisória. deixará a seus dependentes pensão correspondente aos vencimentos integrais do grau hierárquico imediatamente superior ao que possuir na ativa. IV – para cumprimento de sentença que importe em restrição da liberdade individual. 86 – As prerrogativas dos servidores militares são constituídas pelas honras. VIII – não confinamento em cela no caso de punição administrativa. 90 (noventa) dias. II – em caso de decretação de estado de sítio. serão cumpridos em organização policial-militar. que consigne os direitos e prerrogativas instituídos em lei.II – de mais de dois até quatro anos. VI – prioridade em qualquer serviço de transporte ou comunicação. Art. detenção ou reclusão. em qualquer recinto público ou privado. VI – em caso de pronúncia em processo criminal ou indiciação em Inquérito Policial-Militar. DAS PRERROGATIVAS Art. Chefe ou Diretor tenha precedência hierárquica sobre a pessoa do preso. VII – carteira de identidade de acordo com modelo regulamentar. conforme legislação específica. uniformes. 81 – Pelo nascimento ou adoção de filho. II – as honras. distintivos. . Parágrafo único – São prerrogativas dos servidores militares: I – o uso de títulos. III – em caso de emergente necessidade e segurança pública. IV – de mais de seis anos. 30 (trinta) dias. III – de mais de quatro até seis anos. em objeto de serviço. dignidades e distinções devidas aos graus hierárquicos e cargos. Art. cujo Comandante. no território estadual. III – as penas de prisão. DA PENSÃO POLICIAL-MILITAR Art. da reserva ou reformado será a do Instituto de Previdência do Estado. V – para cumprimento de punição disciplinar. 84 – A pensão policial-militar do pessoal do serviço ativo. público ou privado. 83 – A pensão policial-militar destina-se a amparar os beneficiários do servidor militar falecido ou extraviado e será paga conforme o disposto em lei. respeitada a garantia constitucional da inviolabilidade do domicílio. 85 – O servidor militar morto em campanha ou em ato de serviço.

enquanto tramita o processo de reforma. DA AGREGAÇÃO Art. a cerimônias cívicas comemorativas das datas nacionais ou a atos sociais solenes de caráter particular. por ter sido enquadrado em quaisquer dos requisitos que a motivam. peças. Art. descrição. com as prerrogativas que lhe são inerentes.Art. . ficando esta obrigada a entregá-lo imediatamente à autoridade policial-militar mais próxima. quando autorizado. salvo quando expressamente determinado ou autorizado. poderão ser definitivamente proibidos de usar uniformes. Art. equipamentos. visando à guarda do Foro ou Tribunal por força policial-militar. cuja conduta possa ser considerada como ofensiva à dignidade da classe. empresas e institutos ou departamentos que tenham adotado ou consentido que sejam usados uniformes ou ostentados distintivos. insígnias e emblemas. § 1° – Cabe ao Comandante-Geral da Brigada Militar a iniciativa de responsabilizar a autoridade policial que não cumprir o disposto neste artigo e que maltratar ou consentir que seja maltratado qualquer preso servidor militar ou não lhe der o tratamento devido ao seu posto ou a sua graduação. são estabelecidos na regulamentação da Brigada Militar. com seus distintivos. § 1° – O servidor militar será agregado quando: I – exercer cargo ou função não previstos nos quadros de organização da Brigada Militar. § 2° – Se durante o processo em julgamento no foro civil houver perigo de vida para qualquer preso servidor militar. se for o caso. III – no estrangeiro. 90 – O servidor militar fardado tem as obrigações correspondentes ao uniforme que usa e aos distintivos. quando em atividade não relacionada com a missão de servidor militar. 92 – A agregação é a situação transitória na qual o servidor militar da ativa deixa de ocupar vaga na escala hierárquica de seu Quadro. insígnias ou emblemas que possam ser confundidos com os adotados na Brigada Militar. 91 – É vedado a qualquer organização ou pessoa civil usar uniformes ou ostentar distintivos. criados em lei para provimento e desempenho privativos de servidores militares. com seus distintivos. III – for afastado temporariamente do serviço ativo por motivo de: a) ter sido julgado incapaz temporariamente. Parágrafo único – Serão responsabilizados pela infração das disposições deste artigo os diretores ou chefes de sociedades ou organizações de qualquer natureza. salvo para comparecer a solenidades militares e policiaismilitares e. por decisão do ComandanteGeral da Brigada Militar. bem como os modelos. após um ano contínuo de tratamento. equipamentos. 88 – Os uniformes da Brigada Militar. só podendo retê-lo na delegacia ou posto policial durante o tempo necessário à lavratura do flagrante. bem como seu uso por quem a ele não tiver direito. emblemas e insígnias que ostenta. Parágrafo único – Constituem crimes previstos na legislação específica o desrespeito aos uniformes. 89 – O uso dos uniformes. insígnias ou emblemas iguais aos adotados na Brigada Militar ou que com eles possam ser confundidos. propaganda ou qualquer outra manifestação de caráter político . § 2° – Os servidores militares na inatividade. a autoridade policial-militar da localidade providenciará em entendimentos com a autoridade judiciária. 87 – Somente em caso de flagrante delito o servidor militar poderá ser preso por autoridade policial civil.partidário. distintivos. DO USO DOS UNIFORMES DA BRIGADA MILITAR Art. insígnias e emblemas policiais-militares. insígnias e emblemas são privativos dos servidores militares e representam o símbolo da autoridade policial-militar. II – aguardar transferência “ ex-officio “ para a reserva remunerada. § 1° – É proibido ao servidor militar o uso de uniforme: I – em reuniões. nela permanecendo sem número. b) ter sido julgado incapaz definitivamente. acessórios e outras disposições. empregadores. II – na inatividade. Art.

em serviço ativo. função ou emprego público civil temporário. se não houver sido eleito. será afastado temporariamente. r) ter-lhe sido concedida licença para acompanhar o cônjuge. § 5° – A agregação do servidor militar a que se refere o inciso II e as letras “b”. contínuos ou não. § 3° – A agregação do servidor militar a que se refere o inciso I e as letras “m” e “n” do inciso III do parágrafo 1° é contada desde a posse do novo cargo e até o regresso à Corporação ou transferência “ exofficio “ para a reserva remunerada. § 6° – A agregação do servidor militar a que se refere a letra “o” do inciso III do parágrafo 1° é contada a partir da data do registro como candidato e até sua diplomação ou seu regresso à corporação. 102 desta Lei. ou ter sido capturado e reincluído a fim de se ver processar. graduação. “h”. e “j”. l) ter sido condenado a pena restritiva de liberdade superior a seis meses. para exercer função de natureza civil. p) ser afastado das funções de acordo com o previsto nesta lei ou condenado a pena de suspensão do exercício do posto. dos Estados ou dos Territórios ou Municípios. § 8° – O servidor militar em atividade. “g”. do serviço ativo e agregado. enquanto durar a execução. h) como desertor. f) ter sido considerado oficialmente extraviado. e) haver ultrapassado seis meses contínuos de licença para tratamento de saúde de pessoa da família. § 7° – Ultrapassados dois anos. m) ter passado à disposição de Secretaria do Governo ou de outro órgão do Estado. inclusive da administração indireta. “c”. da União. se eleito e diplomado. “f”. com mais de 10 (dez) anos de serviço. q) haver ultrapassado seis meses contínuos. o servidor militar ficará automaticamente transferido para a reserva. § 9° – O servidor militar agregado fica sujeito às obrigações disciplinares concernentes às suas relações com outros servidores militares e autoridades civis. para todos os efeitos. continuando a figurar no respectivo registro. do inciso III do parágrafo 1° é contada a partir do primeiro dia após os respectivos prazos e enquanto durarem o respectivo evento ou situação. na forma do artigo 148 desta Lei. Art. e “p” do inciso III do parágrafo 1° é contada a partir da data indicada no ato que torna público o respectivo evento. enquanto aguarda transferência para a reserva remunerada. se Oficial ou Praça com estabilidade assegurada.c) haver ultrapassado um ano contínuo de licença para tratamento de saúde própria. de agregação. à organização policial-militar que lhe for designada. i) se ver processar. . nas mesmas condições do que houver aceito cargo público permanente. com sentença passada em julgado. g) haver sido esgotado o prazo que caracteriza o crime de deserção previsto no Código Penal Militar. § 2° – O servidor militar agregado de conformidade com os incisos I e II do parágrafo 1° continua a ser considerado. após ficar exclusivamente à disposição da justiça comum ou militar. sem número. “l”. no lugar que até então ocupava. cargo ou função prevista em lei. n) ter sido. e. ter-se apresentado voluntariamente. para efeito de alterações e remuneração. 93 – O servidor militar agregado ficará adido. desde que conte com dez ou mais anos de efetivo serviço. ao candidatar-se a cargo eletivo. será transferido para a reserva remunerada. o) ter-se candidatado a cargo eletivo. com prévia autorização ou mediante ato do Governador do Estado. salvo se for do interesse da segurança pública. salvo quando titular do cargo que lhe dê precedência funcional sobre outros servidores militares mais graduados ou mais antigos. § 4° – A agregação do servidor militar a que se refere as letras “a”. nos termos da letra “n” do inciso III do parágrafo 1°. com remuneração proporcional ao seu tempo de serviço. investido em cargo. j) ter-lhe sido concedida a licença especial de que trata o parágrafo 1° do art. “d”. “e”. com a abreviatura “ Ag “ e anotações esclarecedoras de sua situação. “i”. d) ter-lhe sido concedida licença para tratar de interesses particulares ou licença para desempenho de mandato em associação de classe. na situação de convocado para funcionar como Juiz do Tribunal Militar do Estado.

IV – é promovido indevidamente. tiver paradeiro ignorado por mais de oito dias. II – aguarda a colocação a que faz jus na escala hierárquica. desde que satisfaça aos requisitos para a promoção. 99 – É considerado desaparecido o servidor militar da ativa que. “o”. Art. e receberá o número que lhe competir na escala hierárquica. § 3° – O servidor militar promovido por bravura. § 1° – O servidor militar cuja situação é a de excedente. e “p” do inciso III do parágrafo 1° do artigo 92. 95 – Reversão é o ato pelo qual o servidor militar agregado retorna ao respectivo quadro tão logo cesse o motivo que determinou a sua agregação. “l”. § 4° – O servidor militar promovido indevidamente só contará antigüidade. V – sendo o mais moderno na respectiva escala hierárquica. deslocando para a vaga seguinte o princípio de promoção que deveria ter sido seguido. reverte ao respectivo quadro. quando a vaga a ser preenchida corresponder ao princípio pelo qual deveria ter sido promovido. ocupa a mesma posição relativa em antigüidade que lhe cabe. 94 – A agregação se faz por ato do Governador do Estado para os Oficiais e do Comandante-Geral para as Praças. III – é promovido por bravura. “f”. DO EXCEDENTE Art. ocupará a primeira vaga aberta. em operações policiais-militares ou em caso de calamidade pública. salvo o indevidamente promovido. DO AUSENTE Art. da Organização Policial-Militar onde serve ou do local onde deva permanecer. sem comunicar qualquer motivo de impedimento. em viagem. Parágrafo único – A qualquer tempo poderá ser determinada a reversão do militar agregado. DA REVERSÃO Art. II – ausentar-se. 96 – A reversão será efetuada mediante ato do Governador do Estado para os Oficiais e do Comandante-Geral para as Praças. com a abreviatura “Excd” e receberá o número que lhe competir em conseqüência da primeira vaga que se verificar. . “c”. respeitados os requisitos legais. no desempenho de qualquer serviço. 98 – É considerado ausente o servidor militar que. estando o mesmo com o seu efetivo completo. estando este com o seu efetivo completo. na primeira vaga que ocorrer. “g”. VI – tendo cessado o motivo que determinou sua reforma por incapacidade definitiva. DO DESAPARECIMENTO E DO EXTRAVIO Art. § 1° – A situação do desaparecido só será considerada quando não houver indício de deserção. sem haver vaga.Art. em virtude de promoção de outro servidor militar em ressarcimento de preterição. serão observadas as formalidades previstas em legislação específica. retorna ao respectivo Quadro. estando este com seu efetivo completo. “b”. ultrapassa o efetivo de seu quadro. exceto nos casos previstos nas letras “a”. 97 – Excedente é a situação transitória a que automaticamente passa o servidor militar que: I – tendo cessado o motivo que determinou a sua agregação. Parágrafo único – Decorrido o prazo mencionado neste artigo. § 2° – O servidor militar cuja situação é a de excedente é considerado como em efetivo serviço para todos os efeitos e concorre. sem haver vaga. por mais de vinte e quatro horas consecutivas: I – deixar de comparecer à sua Organização Policial-Militar. após haver sido transferido de quadro. sem licença. bem como à promoção. na escala hierárquica . em igualdade de condições e sem nenhuma restrição a qualquer cargo policial-militar. voltando a ocupar o lugar que lhe competir na respectiva escala numérica.

mediante transferência para a reserva remunerada. tiver sido cientificado do indeferimento do pedido. § 2° – Nos demais casos previstos no “caput” deste artigo. na forma do inciso I do artigo 100. com estabilidade assegurada. Parágrafo único – O desligamento do serviço será processado após a expedição de ato do Governador do Estado ou de autoridade à qual para tanto tenham sido delegados ou concedidos poderes. de duração superior a seis meses. para todos os efeitos. e vinte e cinco anos. sem prejuízo da remuneração e da contagem de tempo de serviço. a qual não poderá exceder de trinta dias da primeira publicação oficial. será oficialmente considerado extraviado. serão aplicadas as disposições constantes nos parágrafos deste artigo. II – “ ex-officio “. II – reforma. ao servidor militar que conte. DO DESLIGAMENTO OU EXCLUSÃO DO SERVIÇO ATIVO Art. IX – extravio. antes. se efetua: I – a pedido. o servidor militar será considerado em licença especial. Art. VIII – falecimento. IV – perda do posto ou patente. Art. no Diário Oficial e no boletim da organização em que serve o servidor militar. mediante novo concurso público. 101 – A transferência para a reserva remunerada ou a reforma não isentam o servidor militar de indenização dos prejuízos causados à Fazenda Estadual ou a terceiros. sem haver decorrido três anos de seu término.§ 2° – O servidor militar da ativa. neste último caso desde que não seja a bem da disciplina. mediante requerimento. Parágrafo único – Em hipótese alguma a Praça licenciada no comportamento “MAU” poderá ser incluída novamente. III – demissão. enquadrado nos incisos I ou V do artigo 100 ou demissionário a pedido. se homem. a pedido. no órgão encarregado da administração do pessoal. salvo se. com relação ao seu desligamento da Organização Policial-Militar em que serve. o requerimento de transferência para a reserva remunerada. o desligamento será feito após a publicação do ato correspondente. com trinta anos de serviço. no mínimo. a transferência para a . DA REINCLUSÃO Art. que permanecer desaparecido por mais de trinta dias. V – licenciamento. 105 – A transferência para a reserva remunerada. Parágrafo único – No caso de o servidor militar haver realizado qualquer curso ou estágio por conta do Estado. 103 – A Praça licenciada a pedido ou “ex-officio “. 102 – Ao servidor militar da ativa. VI – exclusão a bem da disciplina. se mulher. enquanto aguarda o desligamento. será concedida. § 1° – Decorridos 30 (trinta) dias da data em que tiver sido protocolado. DA TRANSFERÊNCIA PARA A RESERVA REMUNERADA Art. nem do pagamento das pensões decorrentes de sentença judicial. podendo afastar-se do serviço. VII – deserção. Art. poderá ser reincluída. 104 – A passagem do servidor militar à situação de inatividade. 100 – O desligamento ou exclusão do serviço do servidor militar é feito em conseqüência de: I – transferência para a reserva remunerada.

II – o Oficial. Art. pelo menos. demitir ou reconhecer o óbito. então. de Coronel do QOES.reserva só será concedida mediante indenização de todas as despesas correspondentes à realização do referido curso ou estágio. e permanecer afastado das funções por 2 (dois) anos. contínuos ou não. Art. que. 109 – As vagas serão consideradas abertas na data da assinatura do ato que agregar. b) Praças – 55 anos. excetuando-se as decorrentes dos incisos I. 108 – O número de vagas previsto no artigo anterior. do ano imediatamente anterior. VI – quando Coronel. um inteiro. será fixado nas seguintes proporções: I – 1/5 (um quinto) por ano. § 3° – As frações que resultarem da aplicação das proporções estabelecidas neste artigo serão adicionadas. Major – 56 anos. II e VII do artigo 106. Capitão – 55 anos. se for Oficial de nível superior. Tenente-Coronel – 57 anos. 107 – A Quota compulsória que se refere o inciso VII do artigo 106 assegurará. for demitido por necessidade de serviço ou for dispensado da função de Comandante-Geral e não aceitar nomeação para outro cargo policial-militar. do efetivo previsto para Tenente-Coronel do QOEM. § 1° – A transferência para a reserva remunerada processar-se-á à medida que o servidor militar for enquadrado em um dos itens deste artigo. nas situações previstas no “caput” deste artigo. até completar-se. na forma regulamentar. inclusive na Administração Indireta. com prévia autorização ou mediante ato do Governador do Estado. b) somente poderá ser promovido por antigüidade. ou b) 35 (trinta e cinco) anos de efetivo exercício. II – uma. Art. V – for diplomado para desempenho de cargo eletivo. por ano. § 1° – O número de Oficiais a serem atingidos pela Quota Compulsória é calculado. c) o tempo de serviço será contado apenas para a promoção por antigüidade e para a transferência à inatividade. Art. IV – agregar para. . assumir cargo público civil temporário. do efetivo previsto para Coronel QOEM. 106 – A transferência “ex-officio” para a reserva remunerada verificar-se-á sempre que o servidor militar incidir em um dos seguintes casos: I – atingir as seguintes idades limites: a) Oficiais: Coronel – 59 anos. VII – for abrangido pela Quota Compulsória. à regularidade de acesso e à adequação dos efetivos de Oficiais da Brigada Militar. ao equilíbrio. 108 o total de vagas abertas no ano-base. o número fixo de vagas necessárias à renovação. inclusive. § 2° – Considera-se ano-base o período de 1° de janeiro a 31 de dezembro. Tenente – 54 anos. será computado para a obtenção de uma vaga para a promoção obrigatória. não eletivo. ao completar 30 (trinta) anos de serviço e: a) 6 (seis) anos ou mais de permanência no último posto de seu Quadro. III – 1/12 (um doze avos). § 2° – Enquanto permanecer no cargo que trata o inciso IV: a) fica assegurada a opção entre a remuneração do cargo e a do posto ou graduação. inativar. em qualquer hipótese. observadas as disposições deste artigo e dos seguintes. de dois em dois anos. aos cálculos correspondentes dos períodos seguintes. cumulativamente. deduzindo-se das proporções fixadas no art. inclusive as diferenças de vencimentos. III – ultrapassar 2 (dois) anos contínuos de licença para tratamento de saúde em pessoa da família. anualmente.

111 – A transferência do servidor militar para a reserva remunerada pode ser suspensa na vigência de estado de sítio. para apresentar recurso contra esta medida. 113 – A passagem do servidor militar à situação de reformado efetua-se “ex-officio”. não serão preenchidas por Oficiais excedentes ou desagregados em virtude de haver cessado as causas da agregação. II e VII do art. esse total será completado “ex-offício” entre os Oficiais de maior antigüidade no posto. não atingir o total de vagas da quota. por proposição do Comandante-Geral. § 2° – Decorrido o prazo recursal. a que não concorrerá. 110 – O órgão competente organizará. não devendo ser superior ao prazo de doze meses e dependerá da anuência do convocado. § 6° – A indicação dos Oficiais para integrarem a Quota Compulsória obedecerá às seguintes prescrições: I – inicialmente serão apreciados os requerimentos apresentados até 31 de dezembro do ano-base. com 30 (trinta) anos de serviço. § 1° – O Oficial convocado nos termos deste artigo terá os direitos e deveres dos Oficiais da ativa de igual situação hierárquica. § 2° – A convocação de que trata este artigo terá a duração necessária ao cumprimento da atividade que a ela deu origem. será publicada. e contará como acréscimo esse tempo de serviço. ser readaptado em decorrência de limitação que . pelos Oficiais da ativa que. no Boletim Geral da Corporação. 114 – A reforma de que trata o artigo anterior será aplicada ao servidor militar que: I – atingir as seguintes idades-limites de permanência na reserva remunerada: a) para Oficial Superior – 64 anos b) para Capitão e Tenente – 60 anos c) para Praças – 56 anos II – for julgado incapaz definitivamente para o serviço ativo da Brigada Militar e não houver possibilidade de. em face da aplicação daquele dispositivo. cujos efeitos se contarão a partir da data da publicação da lista. de calamidade pública e nos casos de convocação e mobilização. na forma do § 6° do artigo anterior. Oficiais que satisfaçam as condições de acesso. DA REFORMA Art. até 31 de dezembro do ano-base. na forma do inciso I. 112 – O Oficial da reserva remunerada poderá ser convocado para o serviço ativo por ato do Governador do Estado. até o dia 31 de janeiro de cada ano. a lista dos Oficiais destinados a integrar a Quota Compulsória. nos termos da lei. Art. para ser encarregado de Inquérito Policial-Militar ou para ser incumbido de outros procedimentos administrativos. Art. e terão. contando mais de 20 (vinte) anos de tempo de efetivo serviço. por prioridade. no posto imediatamente inferior. § 1° – Os Oficiais indicados para integrar a Quota Compulsória anual serão notificados imediatamente pelo Presidente do órgão competente. na forma regulamentar. a lista dos Oficiais que foram abrangidos pela Quota Compulsória. por abrangência da Quota Compulsória. efetivar-se-á dentro dos 60 (sessenta) dias seguintes ao da agregação. II – se o número de Oficiais voluntários. sendo precedida de inspeção de saúde. na falta de Oficial da ativa em situação hierárquica compatível com a do Oficial envolvido. § 1°. exceto quanto à promoção. o prazo previsto no artigo 47. aos mais idosos. para compor o Conselho de Justificação. § 3° – A transferência para a reserva. III – deixarão de ser indicados os Oficiais agregados por extravio ou deserção.§ 4° – As vagas decorrentes das inativações previstas nos incisos I. § 5° – As Quotas Compulsórias só serão aplicadas quando houver. 106 e as resultantes das promoções efetivas nos diversos postos. dando-se atendimento. requererem a sua inclusão na Quota Compulsória. Art. alínea “a”. limitados ao número de vagas e desde que contem. Art. baixando-se os atos de agregação. no mínimo.

males de Addison e de Parkinson. ficará condicionado a um período de consolidação extranosocomial nunca inferior a seis meses contados a partir da época da cura. II – acidente em serviço. em julgamento por ele efetuado. nos casos de tuberculose.tenha sofrido em sua capacidade física e mental. II e III deste artigo serão provados por atestado de origem ou inquérito sanitário de origem. nefropatia grave. a pedido ou ex-offício. Parágrafo único – A situação de inatividade do servidor militar da reserva remunerada. por sua condição de servidor militar. em extinção. no exercício de suas atribuições. hanseníase. no mês de fevereiro. exceto quanto às condições de convocação. entendido como: a) por ato relacionado. em observações clínicas acompanhadas de repetidos exames subsidiários. espondiloartrose anquilosante. de modo a comprovar. 115 – Anualmente. e d) em represália. VI – sendo Aluno-Oficial ou Praça com estabilidade assegurada. o órgão responsável pelo pessoal da Corporação organizará a relação dos servidores militares que houverem atingido a idadelimite de permanência na reserva remunerada. cardiopatia grave. Art. mediante homologação de Junta de Saúde ainda que se trate de moléstia curável. não sofre solução de continuidade. aplica-se o disposto na alínea “b” do inciso I deste artigo. após acompanhar sua evolução até três períodos de seis meses de tratamento clínico-cirúrgico metódico. . doença. as quais terão parecer imediato da incapacidade definitiva. para os portadores de lesões aparentemente inativas. com base na medicina especializada. Síndrome de Imunodeficiência Adquirida e outras que a lei indicar. Art. III – estiver agregado por mais de dois anos. em processo regular. bem como os registros de baixa. prevista em lei. baixa ao hospital. as Juntas de Saúde deverão basear seus julgamentos. b) por situação ocorrida no percurso da residência para o trabalho e vice-versa. § 1° – Aos atuais postos de 1° e 2° Tenentes. alienação mental. utilizados como meios subsidiários para esclarecer a situação. respectivamente. a reforma tiver sido determinada pelo Tribunal Militar do Estado. IV – for condenado à pena de reforma. § 2° – Nos casos de tuberculose. a atividade da doença. a fim de serem reformados. por sentença passada em julgado. c) em treinamento. V – acidente. III – doença. salvo quando se tratar de formas avançadas no conceito clínico e sem qualquer possibilidade de regressão completa. conforme a avaliação médica a ser procedida por Junta Policial-Militar de Saúde. ou por decisão do Comandante-Geral da Brigada Militar. moléstia ou enfermidade adquirida com relação de causa e efeito a condições inerentes ao serviço. § 1° – Os casos de que tratam os itens I. quando reformado por limite de idade. tal medida for indicada ao Comandante-Geral da Brigada Militar em julgamento de Conselho de Disciplina. bem como em decorrência da agressão sofrida e não provocada pelo serviço militar. § 3° – O parecer definitivo a adotar. por ter sido julgado incapaz temporariamente. por outra sentença do Tribunal Militar do Estado e nas condições nela estabelecidas. em conseqüência de Conselho de Justificação a que foi submetido. V – sendo Oficial. 116 – A incapacidade definitiva pode sobrevir em conseqüência de: I – ferimento sofrido em ação policial ou enfermidade contraída nessa circunstância ou que nela tenha causa eficiente. IV – tuberculose ativa. moléstia ou enfermidade sem relação de causa e efeito com o serviço. papeletas de tratamento nas enfermarias e hospitais. cegueira. sempre que necessário. esclerose múltipla. com segurança. sendo os termos do acidente. ainda que ocorrido em horário ou local diverso daquele determinado para o exercício de suas funções. obrigatoriamente. estados avançados do mal de Paget (osteíte deformante). com as atribuições do posto ou graduação. § 2° – O servidor militar reformado na forma dos itens V e VI só poderá readquirir a situação de servidor militar anterior. atualizado e. pênfigo. paralisia irreversível e incapacitante. mediata ou imediatamente. nosocomial. neoplasia maligna.

no qual. será promovido extraordinariamente. observado o limite de idade para permanência nessa situação. julgado incapaz definitivamente por um dos motivos constantes do item I do artigo 116. quer secundários das funções nervosas. II. nos quais. destruindo a autodeterminação do pragmatismo e tornando o indivíduo total e permanentemente impossibilitado para qualquer trabalho. em grau de recurso ou revisão. até sessenta dias a contar da data do ato da reforma. no qual. que tornem o indivíduo total e permanentemente impossibilitado para qualquer trabalho. será reformado: I – com remuneração proporcional ao tempo de serviço. que for julgado apto em inspeção de saúde pela Junta Superior de Saúde. § 1° – A interdição judicial do servidor militar reformado por alienação mental deverá ser providenciada pelos beneficiários. terá a sua remuneração paga aos seus beneficiários. III e IV do artigo 116. seja considerado inválido. verificada a incapacidade definitiva. nos termos definidos em lei específica. não suscetíveis de correção por lentes nem removíveis por tratamento médico-cirúrgico. Art. Art. permaneça alteração completa ou considerável na personalidade. se Oficial ou Praça com estabilidade assegurada. 121 – O servidor militar reformado por alienação mental. § 1° – O retorno ao serviço ativo ocorrerá se o tempo decorrido na situação de reformado não ultrapassar dois anos e na forma do § 1° do artigo 97. esgotados os meios habituais de tratamento. enquanto não ocorrer a designação judicial de curador. com impossibilitante total e permanente para qualquer trabalho.§ 4° – Considera-se alienação mental todo caso de distúrbio mental ou neuro-mental grave persistente. com qualquer tempo de serviço. motilidade. permaneçam distúrbios extensos e definitivos. antes de ser reformado. 118 – O servidor militar da ativa. § 6° – Considera-se paralisia todo caso de neuropatia grave e definitiva que afeta a motilidade. progressiva e incurável que conduzirão à cegueira total. como também os de visão rudimentar que apenas permitam a percepção de vultos. desde que. reformado por incapacidade definitiva. julgado incapaz definitivamente por um dos motivos constantes do item V do artigo 116. policial-militar ou não. poderá retornar ao serviço ativo ou ser transferido para a reserva remunerada. deverão ser providenciados pela Corporação quando: . julgado incapaz definitivamente por um dos motivos constantes dos itens I. esgotados os meios habituais de tratamento. 117 – O servidor militar da ativa. 119 – O servidor militar da ativa. querósteo-músculo-articulares residuais. Art. Parágrafo único – Nos casos previstos nos itens II. extensos e definitivos. sensibilidade. troficidade e mais funções nervosas. 120 – O servidor militar. § 2° – A interdição judicial do servidor militar e seu internamento em instituição apropriada. III e IV do artigo anterior. será reformado com remuneração integral. § 7° – São também equiparados a paralisias os casos de afecção ósteo-músculo-articulares graves e crônicos (reumatismos graves e crônicos ou progressivos e doenças similares). Art. Art. qualquer que seja o seu tempo de serviço. com impossibilidade total e permanente para qualquer trabalho. ocorrerá se o tempo decorrido na situação de reformado ultrapassar dois anos. § 8° – São equiparados à cegueira. assim julgadas pelas Juntas de Saúde. § 2° – A transferência para a reserva remunerada. esgotados os meios habituais de tratamento permaneçam distúrbios graves. § 5° – Ficam excluídas do conceito de alienação mental as epilepsias psíquicas e neurológicas. troficidade ou mais funções. o servidor militar considerado inválido. não só os casos de afecção crônica. parentes ou responsáveis. será reformado com remuneração correspondente ao grau hierárquico imediatamente superior ao que possuir na ativa. desde que o tenham sob sua guarda e responsabilidade e lhe dispensem tratamento humano e condigno. sob a pena de suspensão do pagamento da remuneração respectiva. II – com remuneração integral do seu posto ou graduação. que tornem o indivíduo total e permanentemente impossibilitado para qualquer trabalho.

e terá a sua situação definida pela Lei do Serviço Militar. e nos casos de perturbação da ordem interna. Art. IV – tiver perdido a nacionalidade brasileira. ou com ele incompatível. 123 – A demissão a pedido será concedida. na vigência de estado de guerra. se for o caso. aplicada exclusivamente aos Oficiais. o Oficial que: I – for condenado por Tribunal Civil ou Militar a pena restritiva de liberdade individual superior a dois anos. por conta do Estado. só poderá readquirir a situação de servidor militar anterior por outra sentença do Tribunal Militar do Estado e nas condições nela estabelecidas. quando contar menos de cinco anos de Oficialato. acrescidas. . estranho à sua carreira será imediatamente. 125 – O Oficial que houver perdido o posto e a patente será demitido “ex-officio”. § 4° – O direito à demissão a pedido pode ser suspenso. II – não forem satisfeitas as condições de tratamento exigidas neste artigo. por decisão do Tribunal Militar do Estado. II – “ex-officio”.I – não houver beneficiários. se efetua: I – a pedido. quando contar com mais de cinco anos de Oficialato: II – com indenização das despesas feitas pelo Estado com a sua preparação e formação. Parágrafo único – O Oficial declarado indigno do Oficialato. 127 – Fica sujeito a declaração de indignidade para o Oficialato. que motivam o julgamento por Conselho de Justificação e neste for considerado culpado. DA DEMISSÃO. sem direito a qualquer remuneração ou indenização. onde ingressará com o posto que possuir na ativa e com as obrigações estabelecidas em lei. diante de requerimento do interessado: I – sem indenização aos cofres públicos. Art. § 3° – O Oficial demissionário a pedido não terá direito a qualquer remuneração. e não tendo decorrido mais de três anos de seu término. Art. por julgamento do Tribunal Militar do Estado. em decorrência de sentença condenatória passada em julgado. Art. 124 – O Oficial da ativa empossado em cargo público permanente. ou com ele incompatível. em decorrência de julgamento a que for submetido. não podendo acumular qualquer proventos de inatividade com a remuneração do cargo público permanente. ou de incompatibilidade com o mesmo. § 2° – No caso de o Oficial ter feito qualquer curso ou estágio de duração superior a dezoito meses. Art. das previstas no item II deste artigo a das diferenças de vencimentos. § 1° – No caso de o Oficial ter feito qualquer curso ou estágio de duração igual ou superior a seis meses e inferior ou igual a dezoito meses. e condenado à perda de posto e patente. se ainda não houverem decorrido mais de cinco anos de seu término. sendo a sua situação militar definida pela Lei de Serviço Militar. de mobilização ou de calamidade pública. III – incidir nos casos previstos em lei específica. por conta do Estado. § 3° – Os processos e os atos de registro de interdição do servidor militar serão isentos de custas na Justiça Estadual. de sítio. parentes ou responsáveis. 126 – O Oficial perderá o posto e a patente se for declarado indigno do Oficialato. 122 – A demissão da Brigada Militar. transferido para a reserva. DA PERDA DO POSTO E DA PATENTE E DA DECLARAÇÃO DE INDIGNIDADE OU INCOMPATIBILIDADE COM O OFICIALATO Art. II – for condenado por sentença passada em julgado por crime para o qual a lei comine essa pena acessória. aplicar-se-á o disposto no parágrafo anterior. a demissão só será concedida mediante indenização de todas as despesas correspondentes ao referido curso ou estágio. mediante demissão “ex-officio”.

III – incidirem nos casos que motivaram julgamento por Conselho de Disciplina e neste forem considerados culpados. II – sobre as quais houver pronunciado tal sentença o Conselho Permanente de Justiça. no foro civil ou militar. II – de moléstia não adquirida em serviço. DA ANULAÇÃO DE INCLUSÃO Art. ocorrerá durante a prestação do serviço policialmilitar inicial nos seguintes casos: I – de irregularidade no recrutamento. Parágrafo único – O Aluno-Oficial ou a Praça com estabilidade assegurada que houver sido excluído a bem da disciplina. por ocasião da inspeção para a inclusão. para as Praças. se a exclusão for conseqüência de sentença daquele Conselho. no mínimo. 132 – A exclusão a bem da disciplina será aplicada “ex-officio” : a) às Praças sem estabilidade que forem condenadas a pena restritiva de liberdade superior a dois anos. de mobilização ou de calamidade pública. a metade do tempo de serviço a que se obrigou. b) aos Alunos-Oficiais ou às Praças com estabilidade assegurada: I – sobre as quais houver pronunciado tal sentença o Conselho Permanente de Justiça. II – por conveniência do serviço. § 1° – O licenciamento a pedido poderá ser concedido. se efetua: I – a pedido. DA EXCLUSÃO DA PRAÇA A BEM DA DISCIPLINA Art.DO LICENCIAMENTO Art. 128 – O licenciamento do serviço ativo. Art. § 5° – Compete ao Comandante-Geral o ato de licenciamento das Praças. consecutivos ou não. serão imediatamente licenciados “ex-officio”. . 131 – A anulação de inclusão. por haverem sido condenadas em sentença passada em julgado por aquele Conselho ou pela Justiça Civil a pena restritiva de liberdade individual superior a dois anos. III – se o voluntário for portador de moléstia que o incapacite para o serviço e que haja escapado à observação da Junta Policial-Militar de Saúde. e terão sua situação militar definida pela Lei do Serviço Militar. em sentença transitada em julgado. § 2° – O licenciamento “ex-officio” se dará: I – por conclusão de tempo de serviço. nos crimes previstos na legislação especial concernente à Segurança Nacional. ou. II – “ex-officio”. sem remuneração. inclusive relacionada com a seleção. § 4° – O licenciado “ex-officio” a bem da disciplina receberá o Certificado de Isenção previsto na Lei do Serviço Militar. empossadas em cargo público permanente estranho à sua carreira. aplicado somente às Praças. Art. § 3° – O servidor militar licenciado não tem direito a qualquer remuneração e terá sua situação militar definida pela Lei do Serviço Militar. só poderá readquirir a situação de servidor militar anterior: a) por outra sentença do Conselho Permanente de Justiça e nas condições nela estabelecidas. à Praça engajada ou reengajada que conte. a pena de qualquer duração. 130 – O direito ao licenciamento a pedido poderá ser suspenso na vigência do estado de guerra ou de sítio e nos casos de perturbado da ordem interna. desde que não haja prejuízo para o serviço. em conseqüência da qual o voluntário venha a permanecer afastado do serviço durante noventa dias. III – a bem da disciplina. por haverem perdido a nacionalidade brasileira. 129 – O Aluno-Oficial e as demais Praças sem estabilidade assegurada. Parágrafo único – Às Praças que tiverem feito curso ou estágio aplicam-se as disposições dos parágrafo único do artigo 105. Parágrafo único – Cabe ao Comandante-Geral determinar a anulação de Inclusão.

para fins deste artigo. a sua situação será regulada na legislação específica. por decisão do Comandante-Geral da Brigada Militar. catástrofe. 136 – O falecimento do servidor militar da ativa acarreta interrupção do serviço policial-militar. enquanto se apuram as causas que deram origem ao seu afastamento. § 2° – A Praça sem estabilidade assegurada será automaticamente excluída. Art. já desligado do serviço ativo. § 3° – O servidor militar desertor que for capturado ou que se apresentar voluntariamente depois de haver sido demitido ou excluído. Art. a seguir. 135 – A deserção do servidor militar acarreta a interrupção do serviço policial-militar. a partir da data em que o mesmo foi oficialmente considerado extraviado. Art. sinistro aéreo. das Praças com estabilidade. tão logo sejam esgotados os prazos máximos de possível sobrevivência ou se dêem por encerradas as providências de salvamento. se julgado apto. a bem da disciplina. com a conseqüente demissão “ex-officio” para o Oficial ou exclusão do serviço ativo para a Praça. em processo regular. calamidade pública ou outros acidentes oficialmente reconhecidos. DO TEMPO DE SERVIÇO Art. 137 – O extravio do servidor militar da ativa acarreta interrupção do serviço policial-militar com o conseqüente afastamento temporário do serviço ativo. Art. na hipótese de ser julgado incapaz. § 2° – O servidor militar reincluído recomeça a contar tempo de serviço na data de publicação. Parágrafo único – O servidor militar reaparecido será submetido a Conselho de Justificação ou a Conselho de Disciplina.b) por decisão do Comandante-Geral da Brigada Militar. para fins deste Estatuto. reincluído no serviço ativo e. nem das pensões decorrentes de sentença judicial. a partir da data da ocorrência do óbito. o extravio ou o desaparecimento do servidor militar da ativa será considerado como falecimento. § 1° – Considera-se como data de inclusão ou nomeação. § 2° – Em caso de naufrágio. com o conseqüente desligamento ou exclusão do serviço ativo. DA DESERÇÃO Art. . Parágrafo único – A Praça excluída a bem da disciplina não terá direito a qualquer remuneração ou indenização e sua situação militar será definida pela Lei do Serviço Militar. 138 – O reaparecimento do servidor militar extraviado ou desaparecido. 133 – Compete ao Comandante-Geral da Brigada Militar o ato de exclusão. agregado para se ver processar e. DO FALECIMENTO E DO EXTRAVIO Art. § 4° – A reinclusão em definitivo do servidor militar de que trata o parágrafo anterior dependerá de sentença do Conselho de Justiça. § l° – A demissão do Oficial ou exclusão da Praça com estabilidade processar-se-á após um ano de agregação. se não houver captura ou apresentação voluntária antes do término desse prazo. ao ser oficialmente declarada desertora. se assim julgar necessário. a data de publicação do respectivo ato no Diário Oficial do Estado. 139 – Os servidores militares começam a contar tempo de serviço na Brigada Militar a partir da data de sua inclusão ou nomeação para o posto ou graduação. § 1° – O desligamento do serviço ativo será feito seis meses após a agregação por motivo de extravio. será submetido a inspeção de saúde e. resulta em sua reinclusão e nova agregação. do ato concernente a sua reinclusão. no Diário Oficial do Estado. 134 – A exclusão da Praça a bem da disciplina acarreta a perda do seu grau hierárquico e não a isenta das indenizações dos prejuízos causados à Fazenda Estadual ou a terceiros. se a exclusão for conseqüência de ter sido julgado culpado em Conselho de Disciplina.

contínuo ou não. naufrágio. em licença para tratamento de saúde de pessoa da família. o tempo: I – que ultrapassar de um ano. § 3° – Não é computável. ou graduação. 142 – “Anos de serviço” é a expressão que designa o tempo de efetivo serviço a que se refere o artigo anterior. para a correspondente obtenção dos anos de efetivo serviço. será feita a distinção entre: I – tempo de serviço efetivo.° 7057. 144 – O tempo de serviço passado pelo servidor militar no exercício de atividades decorrentes ou dependentes de operações de guerra será regulado em legislação específica. matrícula. de 30 de dezembro de 1976. de que trata este artigo. Art. . também. mesmo que tal espaço de tempo seja parcelado. Art. para cada caso particular. para todos os efeitos legais. será aplicado o divisor trezentos e sessenta e cinco.196. ou função por sentença passada em julgado. VII – decorrido após a data em que for julgado incapaz definitivamente para o serviço ativo. 141 – Tempo de efetivo serviço é o espaço de tempo computado dia a dia entre a inclusão ou nomeação e a data limite estabelecida para contagem ou data do desligamento do serviço ativo. ou parte dela. contado em dobro. § 3° – Ao tempo de efetivo serviço. inundação ou outras calamidades. § 4° – As restrições constantes dos §§ l° e 2° do presente artigo não prejudicarão a vigência dos artigos 15 a 17 da Lei n° 6. acrescido do tempo de serviço de que trata a Lei Estadual n. inclusive quanto à percepção definitiva de gratificação de tempo de serviço. computado como tempo de efetivo serviço o tempo passado dia a dia. de 15 de janeiro de 1971. os períodos em que o servidor militar estiver afastado do exercício de suas funções. IV – decorrido em cumprimento de pena de suspensão do exercício do posto. II – anos de serviço. Art. cargo. V – decorrido em cumprimento de pena restrita da liberdade. para efeito algum. pelo servidor militar da reserva convocado ou mobilizado. será computado como se ele o tivesse passado no exercício daquelas funções. por sentença passado em julgado. estadual ou municipal prestado pelo servidor militar anteriormente a sua inclusão. com os seguintes acréscimos: I – tempo de serviço público federal. II – passado em licença. 140 – Na apuração de tempo de serviço policial-militar. Art. VI – decorrido após completada a idade limite de permanência no serviço ativo da força. sinistro aéreo. § l° – Será. § 2° – Não serão deduzidos do tempo de efetivo serviço. II – tempo relativo a cada licença-especial. Art. após as investigações que couberem. nessa situação. 143 – O tempo que o servidor militar vier a passar afastado do exercício de suas funções. além dos afastamentos previstos no artigo 66.§ 3° – Quando. como incêndio. para tratar de interesse particular. caberá ao Comandante-Geral arbitrar o tempo a ser computado. em conseqüência de ferimentos recebidos em acidente quando em serviço. § l° – Os acréscimos a que se refere o inciso I serão computados somente no momento da passagem do servidor militar à situação de inatividade. desde que não tenha sido concedida suspensão condicional da pena. na manutenção da ordem pública. por motivo de força maior oficialmente reconhecido. em gozo de licença especial. nomeação ou reinclusão na Brigada Militar. apurados e totalizados em dias. § 2° – Os acréscimos a que se refere o item II serão computados somente no momento da passagem do servidor militar a situação de inatividade e. no exercício de funções servidores militares na forma do artigo 112. de acordo com os elementos disponíveis. ou de moléstia adquirida no exercício de qualquer função policial-militar. III – passado como desertor. faltarem dados para contagem de tempo de serviço. nas Organizações Policiais-Militares. não gozada.

em caráter temporário. estadual ou municipal. quando este for transferido. § 2° – As recompensas serão concedidas de acordo com as normas estabelecidas nas leis e nos regulamentos da Brigada Militar. . d) dispensa do serviço. b) condecorações por serviços prestados. 153 – Às Praças que concluírem o tempo de serviço a que estiverem obrigadas. Art. para os possuidores de curso universitário. desde que requeiram. será de dois anos. uma ou mais vezes. Parágrafo único – O tempo de serviço policial-militar inicial.Art. estadual. podendo ser renovada a cada dois anos. municipal ou passado em administração indireta. Art. 147 – Na contagem dos anos de serviço não poderá ser computada qualquer superposição entre si dos tempos de serviço público federal. como engajados ou reengajados. poderá. para acompanhar o cônjuge. nem com tempo de serviço computável após a inclusão em Organização Policial-Militar ou órgão de formação de Polícia-Militar ou a nomeação para posto da Brigada Militar. segundo as conveniências da Corporação e de acordo com a legislação pertinente. DA PRORROGAÇÃO DO SERVIÇO POLICIAL-MILITAR Art. será a do desligamento do serviço ativo. DA LICENÇA PARA ACOMPANHAR O CÔNJUGE Art. nem com os acréscimos de tempo. Art. bem como os de engajamento e de reengajamento. II – em decorrência de prescrição médica. Art. 150 – As recompensas constituem reconhecimento de bons serviços prestados pelos servidores militares. § 1° – São recompensas aos servidores militares: a) prêmios de Honra ao Mérito. 152 – As dispensas do serviço podem ser concedidas aos servidores militares: I – como recompensa. 145 – O tempo de serviço dos servidores militares beneficiados por anistia será contado conforme estabelecer o ato legal que a conceder. 148 – O servidor militar estável terá direito à licença. DAS RECOMPENSAS E DAS DISPENSAS DO SERVIÇO Art. 146 – A data-limite estabelecida para o final de contagem dos anos de serviço. 149 – A licença será concedida mediante pedido do servidor militar. devidamente instruído. sem remuneração e sem a contagem de tempo de serviço. para outro ponto do Estado ou do Território Nacional. Parágrafo único – As dispensas de serviço serão concedidas com remuneração correspondente ao cargo ou função e computadas como tempo de efetivo serviço. ser concedida prorrogação desse tempo. para o exterior ou para o exercício de mandato eletivo dos Poderes Executivo e Legislativo federal. independentemente de solicitação própria. para fins de passagem para a inatividade. louvores. Art. 151 – As dispensas do serviço são autorizações concedidas aos servidores militares para afastamento total do serviço. c) elogios. referências elogiosas.

o Regulamento de Continências. 154 – A assistência religiosa aos servidores militares será regulada em lei específica. removido ou designado para a sede do município onde servir o servidor militar. 160 – Os servidores militares inativados na forma prevista pelo artigo 167. Honra e Sinais de Respeito das Forças Armadas (R/2). 157 – O cônjuge do servidor militar. círculos e outros. se o requerer. independente de vaga e em qualquer grau. Art. Art. de acordo com a tabela de distribuição elaborada pela Brigada Militar. que congreguem membros da Brigada Militar. Art. 159 – Aplicam-se aos servidores militares. em especial a Lei n° 7. Art. terá assegurado o direito de transferência e matrícula. Art. o servidor militar mudar a sede do seu domicílio. Parágrafo único – Quando. 163 – Revogam-se as disposições em contrário. o Regulamento de Correspondência do Exército. Art. PALÁCIO PIRATINI. sendo servidor estadual. o Conselho de Justificação (Lei n° 5. 18 de agosto de 1997. mantendo-se inalterado o cálculo dos respectivos proventos. será. Art. passando. são considerados promovidos ao grau hierárquico imediato. 155 – É vedado o uso. II e III da Lei n° 7. à condição de adido ou posto à disposição de qualquer órgão do serviço público estadual. excetuadas as associações. o Regulamento de Administração do Exército (R/3). 158 – Não se aplicam as disposições deste Estatuto ao pessoal civil em serviço na Brigada Militar. 162 – Esta lei entra em vigor no primeiro dia do mês seguinte ao de sua publicação. clubes. sem prejuízo de qualquer dos seus direitos. (DOE de 19/08/97) ANTÔNIO BRITTO. nos casos omissos na presente Lei.836/72) e o Conselho de Disciplina (Decreto federal n° 71. por parte de organizações civis.138. o Regulamento Interno e dos Serviços Gerais do Exército (R/1). as disposições do Estatuto e Regime Jurídico Único dos Servidores Públicos Civis do Estado do Rio Grande do Sul. se necessário. 161 – As Praças terão direito ao fardamento de serviço por conta do Estado. Art.138. Art. 156 – Aplicam-se à Brigada Militar. de 30 de janeiro de 1978. por necessidade do serviço.500/72).DAS DISPOSIÇÕES FINAIS E TRANSITÓRIAS Art. para qualquer estabelecimento de ensino do Estado. para si e seus dependentes. § 1°. Governador do Estado. de designações que possam sugerir a sua vinculação à Brigada Militar. em Porto Alegre. incisos I. de 30 de janeiro de 1978. . no que couberem.

“f” e “g” do inciso I. exigidos para inclusão. são exigidas também. 3º – Além das condições gerais previstas no artigo anterior. DE 08 DE JULHO DE 1997. da Qualificação Policial-Militar Geral: a) satisfazer. 2º – O candidato a ingresso nos quadros da Brigada Militar. . medida de segurança ou qualquer condenação incompatível com a função policial militar. VII – ter obtido aprovação nos exames de saúde. as condições específicas estabelecidas nas letras “b”. VI – não ter sido isentado do serviço militar por incapacidade física definitiva. Art. nomeação ou matrícula nos cursos da Brigada Militar. DECRETA: Art. IV – não ter sofrido condenação criminal com pena privativa de liberdade.65m (um metro e sessenta e cinco centímetros). “f” e “g” do inciso I. V – não estar respondendo a processo criminal. o candidato. g) não ter sido desligado de Estabelecimento de Ensino Militar ou Policial-Militar por motivo disciplinar. 1º – O ingresso na Brigada Militar será efetuado com observância do que dispõe o Estatuto dos Policiais Militares do Estado e do estabelecido no presente Decreto. no mínimo. inciso V. até 31 de dezembro do ano da inscrição. de acordo com a legislação de ensino em vigor. f) não ter sido dispensado de incorporação das Forças Armadas por motivo considerado também incompatível com as exigências para o curso. III – Curso de Formação de Soldado PM. físico. “e”. no comportamento “bom”. psicológico e intelectual. II – Curso de Formação de Sargentos da Qualificação Policial Militar Geral: a) satisfazer. “e”. e) possuir o 2º grau completo ou equivalente. “d”. Parágrafo único – Quando se tratar de candidato reservista das Forças Armadas. b) ser do sexo masculino. “d”. III – não figurar como indiciado em inquérito policial militar. d) possuir altura mínima de 1. deverá ter sido licenciado.Militar: a) ser brasileiro nato. as condições específicas estabelecidas nas letras “b”.LEGISLAÇÃO COMPLEMENTAR DECRETO Nº 37. O GOVERNADOR DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL. c) ser solteiro e não possuir encargos de família. no uso da atribuição que lhe confere o artigo 82. II – estar quite com as obrigações eleitorais e militares. as seguintes condições específicas: I – Curso de Formação de Oficiais do Quadro de Oficiais de Polícia. para ingresso na Brigada Militar com destino a cursos. Dispõe sobre as condições gerais e específicas para ingresso voluntário na Brigada Militar. quadros ou qualificações. o candidato. h) ter. deverá apresentar as seguintes condições gerais: I – possuir ilibada conduta pública e privada. da Constituição do Estado. Art.536. idade inferior a 23 (vinte e três) anos.

PALÁCIO PIRATINI. 4º – Compete ao Comandante-Geral da Brigada Militar baixar normas complementares a estas disposições. no momento da inclusão. Art. organizada com base na hierarquia e na disciplina. inciso IV. no mínimo. Polícia Militar do Estado do Rio Grande do Sul. Art. b) satisfazer. as condições específicas estabelecidas nas letras “b”. c) satisfazer. IV – Cursos de Formação dos Quadros Especiais de Polícia-Militar Feminina: a) ser do sexo feminino. 1° – A Brigada Militar. c) ter. (DOE de DE 09/07/97) LEI Nº 10. 3° – Compete à Brigada Militar: I – executar. Faço saber. ressalvada a competência das Forças Armadas. planejada pela autoridade policial-militar competente. na categoria “B”. da Constituição do Estado.60m (um metro e sessenta centímetros). “g” e “h” do inciso I para o Curso de Formação de Oficiais. a manutenção da ordem pública e o exercício dos poderes constituídos. V – Quadro de Oficiais de Saúde: a) observar as disposições aplicáveis do Decreto nº 30. d) ter altura mínima de 1. 2º – A Brigada Militar vincula-se. condição exigida das candidatas ao oficialato.512. idade inferior a 28 anos. de 29 de dezembro de 1981. a polícia ostensiva. destinada à preservação da ordem pública e à incolumidade das pessoas e do patrimônio. até a data da inscrição no concurso. “c” e “d” do inciso IV. Governador do Estado em exercício. o candidato. II – atuar preventivamente. como força de dissuasão. O GOVERNADOR DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL. 5º – Este Decreto entra em vigor na data de sua publicação. Art. para o Curso de Formação de Soldado PM. c) ter. e as letras “b” e “c” do inciso III. Art. quando do sexo feminino. com exclusividade. em Porto Alegre.b) possuir Carteira Nacional de Habilitação que lhe permita conduzir veículo automotor. Dispõe sobre a Organização Básica da Brigada Militar do Estado e dá outras providências. onde se presuma ser possível a perturbação da ordem pública. que a Assembléia Legislativa aprovou e eu sanciono e promulgo a Lei seguinte: Art. administrativa e operacionalmente. as condições das letras “c”. a candidata. em locais ou área específicas. classificada. a idade de 25 anos. . a fim de assegurar o cumprimento da lei.991. em cumprimento ao disposto no artigo 82. DE 18 DE AGOSTO DE 1997. até a data da inscrição para ingresso na Brigada Militar. Art. 08 de julho de 1997. VICENTE BOGO. b) ser brasileira nata. e) possuir o 2º grau completo ou equivalente. à Secretaria de Estado responsável pela Segurança Pública no Estado do Rio Grande do Sul. é uma Instituição permanente e regular. 6º – Revogam-se as disposições em contrário.

97. subordinação e grau de comando fixados considerando-se os indicadores de segurança pública da respectiva circunscrição territorial e os indicadores específicos da Instituição.3º retificado no DOE de 27. nível. em caso de perturbação da ordem pública e no gerenciamento técnico de situações de alto risco. e as Praças em comando de fração destacada. IV – o Estado Maior. II – a Presidência da Comissão de Avaliação e Mérito. competindo-lhe a sua administração. estrutura. é a autoridade primeira da Instituição. com os poderes e deveres inerentes à função. IV – exercer atividades de investigação criminal militar. Art. VI – a Ajudância Geral. VII – o Gabinete do Comandante-Geral. a direção. que são os órgãos de Execução da Brigada Militar. no desempenho de atividade policial-militar no âmbito de suas circunscrições territoriais. V – OPM de Saúde. compete o planejamento.08. o controle e a execução das diretrizes emanadas do comando da Instituição. atribuições. compete a administração da Instituição. extinção. de Apoio e de Execução. aquático e terrestre no Estado. V – atuar na fiscalização e controle dos serviços de vigilância particular no Estado. que são os órgãos de Apoio da Brigada Militar. § 1° – Ao Comando-Geral. efetivo. 5° – Os OPM têm criação. II – o Subcomandante-Geral. V – a Corregedoria-Geral. que é o órgão de Direção Geral da Brigada Militar. VIII – realizar os serviços de busca e resgate aéreo. III – OPM de Ensino. VI – OPM Especiais. (Inciso V do art. 6° – O Comandante-Geral. Parágrafo único – São autoridades policiais-militares o Comandante-Geral da Brigada Militar. 4° – A Brigada Militar estrutura-se em órgãos de Direção. III – a Direção do Conselho Superior. . os Oficiais. III – o Conselho Superior. § 2° – Aos Departamentos. VII – fiscalizar e controlar os serviços civis auxiliares de combate a incêndio. e VIII – a Comissão de Avaliação e Mérito Art. já inserida no texto) VI – executar o serviço de prevenção e combate a incêndio. Art. 7° – O Comando-Geral compreende: I – o Comandante-Geral. § 4º – Os órgãos de Polícia Militar (OPM) compreendem: I – OPM de Polícia Ostensiva. compete as atividades administrativo-operacionais indispensáveis ao cumprimento das finalidades da Instituição. II – OPM de Bombeiros.III – atuar repressivamente. IV – OPM de Logística. Art. IX – executar as atividades de defesa civil no Estado. Art. organização. competindo-lhe: I – a Coordenação geral das atividades da Instituição. 8° – O Comandante-Geral é indicado pelo Secretário de Estado responsável pelos assuntos de segurança pública e nomeado pelo Chefe do Poder Executivo Estadual. § 3° – Aos Comandos Regionais e aos órgãos de Polícia Militar (OPM). X – desempenhar outras atribuições previstas em lei. Oficial do último Posto da carreira do Quadro de Oficiais de EstadoMaior – QOEM.

III – Secretaria Executiva. constituído pelos Coronéis da ativa em exercício na Instituição. em razão do efetivo e da sua destinação. Art. pessoal. escalões intermediários de Comando. e II – seções. e II – coordenar. V – requisitar. e VI – elaborar o regulamento do estágio probatório dos servidores-militares. conforme a respectiva circunscrição territorial de atuação. 18 – Os Comandos Regionais. cabe o assessoramento em assuntos de interesse da Corporação. II – Assessorias. para encaminhamento posterior ao Comandante-Geral. administração financeiro-contábil. 15 – A Ajudância-Geral tem a seu cargo os serviços administrativos do Quartel do Comando-Geral e o atendimento de suas necessidades em pessoal e material. Art. patrimônio. 13 – Ao Chefe do Estado Maior compete: I – assessorar o Comandante-Geral. Art. 16 – O Gabinete do Comandante-Geral. 9º – O Subcomandante-Geral é o substituto. órgão de assessoramento do Comando-Geral. Parágrafo único – Compete à Corregedoria-Geral: I – cumprir atividades que lhe sejam atribuídas pelo Comandante-Geral. diligências. Art. Art. de qualquer autoridade. diretamente subordinada ao Comandante-Geral é o órgão de disciplina. compreendendo: . realizando inspeções e correições e sugerindo as medidas necessárias ou recomendáveis para a racionalização e eficiência dos serviços. 11 – Ao Estado-Maior da Brigada Militar. 10 – Ao Conselho Superior. saúde. 17 – À Comissão de Avaliação e Mérito. Art. § 1°– Os Comandos Regionais. Art. instrução e pesquisa. 12 – O Estado Maior da Brigada Militar estrutura-se em: I – chefia. as atividades de ensino. é composto por: I – Chefia.Art. do ComandanteGeral da Corporação. e nomeado pelo Governador do Estado. Parágrafo único – O Subcomandante-Geral será indicado pelo Secretário de Estado responsável pelos assuntos de segurança pública. 19 – Os Departamentos organizam. compete o controle. são os responsáveis em suas respectivas circunscrições territoriais pelas atividades administrativo-operacionais dos OPM que lhe são subordinados. § 2°– Os Comandos Regionais podem ser dotados de Centro de Operações Policiais Militares. ao qual compete o assessoramento direto ao ComandanteGeral. Art. dirigir e controlar os trabalhos do Estado Maior. informática e outras. Art. logística. 14 – A Corregedoria-Geral. exames. IV – avaliar. II – exercer a apuração de responsabilidade criminal. competindo-lhe igualmente as funções de assessorá-lo no cumprimento das atividades da Brigada Militar. III – fiscalizar as atividades dos órgãos e servidores da Brigada Militar. de acordo com as necessidades da Instituição. pareceres técnicos e informações indispensáveis ao bom desempenho de sua função. Art. podem receber denominações diferenciadas. administrativa ou disciplinar. compete o estudo e o planejamento estratégico da Instituição. órgão de assessoramento permanente do Comandante-Geral nos assuntos relativos às carreiras de Oficiais e Praças da Instituição. ouvido o Comandante-Geral. certidões. avaliação e processamento das promoções. nos seus impedimentos eventuais. orientação e fiscalização das atividades funcionais e da conduta dos servidores da Instituição. os elementos coligidos sobre o estágio probatório de integrantes da carreira de Servidor-Militar. que atendam às necessidades da segurança pública. sob a forma de sistemas.

manutenção e a contratação de todos os serviços. Dispõe sobre a carreira dos Servidores Militares do Estado do Rio Grande do Sul e dá outras providências. § 1º – A carreira dos Quadros de Oficiais. 1º – Os Quadros de Organização da Brigada Militar e as carreiras dos Oficiais e Praças passam a observar os preceitos estatuídos na presente Lei. 2º – Fica instituída a carreira dos Servidores Militares Estaduais de Nível Superior. 24 – Revogam-se as disposições em contrário. é constituída dos postos de Capitão. Faço saber.I – Departamento de Ensino. Art. órgão de planejamento. de que trata o “caput” deste artigo. auditoria e execução das atividades financeiro-orçamentário-contábeis do pessoal. V – Departamento de Informática. fiscalização. nesta ordem de hierarquia.992. inciso IV. órgão de planejamento.08. controle. Art. 20 – As funções de Comandante-Geral. § 2° – VETADO Art. PALÁCIO PIRATINI. controle e fiscalização dos bens patrimoniais afetos à Instituição. órgão de planejamento. 18 de agosto de 1997. 22 – O Poder Executivo regulamentará a presente Lei no que couber. Tenente-Coronel e Coronel. controle e fiscalização dos sistemas informatizados da Instituição. da Constituição do Estado. de Chefe do Estado-Maior. de 20 de novembro de 1981. com competências a serem discriminadas em regimento interno. IV – Departamento Administrativo. 23 – Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação. a contar de sua vigência. seção e setor.556. controle e fiscalização das atividades de ensino. em especial a Lei nº 7. Major. estruturada através do Quadro de Oficiais de Estado Maior – QOEM e do Quadro de Oficiais Especialistas em Saúde – QOES. Governador do Estado. . III – Departamento de Saúde. II – Departamento de Logística e Patrimônio. ANTÔNIO BRITTO. O GOVERNADOR DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL. instrução e pesquisa. distribuição.97) LEI COMPLEMENTAR Nº 10. Art. Art. de Subcomandante-Geral. em cumprimento ao disposto no artigo 82. órgão de planejamento. órgão de planejamento. no prazo de 90 (noventa) dias. que a Assembléia Legislativa aprovou e eu sanciono e promulgo a Lei seguinte: Art. de Corregedor-Geral e de Diretores dos Departamentos são privativas do posto de Coronel do QOEM. controle e fiscalização das atividades de saúde da Instituição. DE 18 DE AGOSTO DE 1997. Art. (DOE 19. § 1° – A função de Diretor do Departamento de Saúde será exercida por um Coronel do Quadro de Oficiais Especialistas em Saúde – QOES. competindo-lhe a aquisição. 21 – Os Departamentos da Brigada Militar poderão dividir-se em divisão. em Porto Alegre.

pelo ocupante do posto de Tenente-Coronel. e os atuais postos de Primeiro e Segundo-Tenentes do QOS passam também a constituir o Quadro Especial de Oficiais de Saúde da Brigada Militar em Extinção – QEOSBMEx. sendo exigido diploma de nível superior na respectiva área da saúde. três anos e ter concluído. enquanto não forem promovidos ao posto de Capitão os integrantes dos Quadros Especiais previstos no parágrafo anterior. com vigência anterior a esta Lei. § 4º – Os atuais Alunos-Oficiais. 5º – A ascensão funcional nos postos do QOEM e do QOES ocorrerá após decorrido o interstício mínimo de oito anos de efetivo serviço em cada posto imediatamente anterior ao correspondente à promoção. pelos Cursos previstos nos parágrafos 1º e 2º deste artigo. nos Quadros de origem. previstos na Lei nº 9. com aprovação. da atual carreira do Quadro de Oficiais de Saúde – QOS. igualmente previstos na mencionada Lei. independentemente do interstício e tempo de serviço em órgão de execução previstos no artigo 5º desta Lei. § 2º – Não haverá ingressos no posto inicial da carreira do QOEM e do QOES. exige a conclusão. Art. cujo prazo de duração não excederá a dois anos. aplicando-se-lhes o Estatuto dos Servidores Militares do Estado do Rio Grande do Sul e o Regulamento de Promoções. § 1º – Para a promoção ao posto de Major. Art. mediante concurso público de provas e títulos e conclusão. 3º – O ingresso no QOEM dar-se-á no posto de Capitão. Major. previstos no § 1º do artigo anterior. serão considerados Alunos-Oficiais. com vigência anterior a esta Lei. do Curso Básico de Oficiais de Saúde – CBOS. de 20 de outubro de 1992. § 5º – O Curso Superior de Formação de Oficiais da Brigada Militar (CSFO/BM). respectivamente. Art.741. por ocasião da formatura no respectivo Curso Superior de Formação de Oficiais – CSFO. com aprovação. far-se-á de acordo com as respectivas antigüidades e na ordem de precedência que entre si detinham seus integrantes. enquanto estiverem freqüentando o Curso Superior de Polícia Militar. Tenente-Coronel e Coronel da atual carreira do Quadro de Oficiais de Polícia Militar – QOPM e o posto de Capitão da atual carreira do Quadro Especial de Oficiais de Polícia Militar Feminina – QEOPMFem. com aprovação. consecutivo ou não. § 2º – O acesso à promoção ao posto de Coronel. o ocupante do posto de Capitão deverá ter prestado serviços em órgão de execução por um período. mediante ato do Governador do Estado. 7º – Os integrantes do QOPM.741. é equivalente e substituído pelo Curso Superior de Polícia Militar. são equivalentes e substituídos.§ 2º – A inclusão no quadro de acesso para a promoção ao posto de Coronel poderá ser recusada pelo servidor. § 3º – O Curso de Aperfeiçoamento de Oficiais e o Curso Superior de Polícia Militar. Art. bem como os integrantes dos Quadros Especiais em extinção. § 1º – O ingresso no Curso Superior de Polícia Militar dar-se-á mediante concurso público de provas e títulos com exigência de diplomação no Curso de Ciências Jurídicas e Sociais. sendo que estes postos serão extintos à medida que vagarem os respectivos cargos. por ato do Governador do Estado. após concluída a formação específica. serão declarados Segundo-Tenentes do QEOBMEx. com ingresso até a data de vigência desta Lei. § 3º – A incorporação dos Oficiais oriundos dos Quadros extintos por esta Lei. aos novos Quadros por ela criados. previstos na Lei nº 9. ficam incorporados à carreira do QOEM. o Curso Avançado de Administração Policial Militar – CAAPM. 6º – Os postos de Capitão. do Curso de Especialização em Políticas e Gestão de Segurança Pública – CEPGSP. 4º – O ingresso no QOES dar-se-á no posto de Capitão. através de aprovação no Curso Superior de Polícia Militar. de 20 de outubro de 1992. por ato do Governador do Estado. passam a integrar a carreira do QOES. até a sua extinção. cursados pelos integrantes do Quadro de Oficiais de Polícia Militar – QOPM. do QEOPMFem e do QOS. no mínimo. de. § 2º – Os aprovados no concurso público de que trata o parágrafo anterior. têm assegurado o direito à ascensão hierárquica. § 1º – Os atuais postos de Primeiro e Segundo-Tenentes do QOPM e do QEOPMFem passam a constituir o Quadro Especial de Oficiais da Brigada Militar em Extinção – QEOBMEx. . Art. assim como os postos mencionados neste artigo. decorrentes da conclusão dos Cursos instituídos nos artigos 3º e 4º desta Lei.

§ 4° – Aos servidores militares beneficiados pelo parágrafo 1° deste artigo não se aplica a regra de promoção à graduação imediatamente superior quando da transferência para a reserva remunerada. previstas na Lei nº 9. . à medida em que vagarem. serão extintos à medida que vagarem os respectivos cargos. 9º – O Oficial do Quadro de Oficiais Especialistas em Saúde – QOES atuará nas atividades de saúde da Instituição. ficando assegurado aos seus atuais integrantes a ascensão hierárquica. mediante a formação em serviço dos atuais Soldados e Cabos que contarem com mais de 20 (vinte) anos de serviço militar e tiverem classificação. integrada pelo Quadro de Primeiro-Tenentes de Polícia Militar – QTPM e pelas Qualificações Policiais-Militares – QPM – para Praças. terá preferência. § 1° – A graduação de Terceiro-Sargento será provida. à medida que vagarem os respectivos cargos. 11 – Fica instituída a carreira dos Servidores Militares Estaduais de Nível Médio. poderão ser providos. com exigência da escolaridade de 2º Grau do ensino médio. na forma da legislação pertinente. Art. de 20 de outubro de 1992. no comportamento “Bom”. para o provimento referido no parágrafo anterior. II – Qualificação Policial-Militar 2 (QPM–2): Praças Bombeiros. Art. voltadas ao desenvolvimento da segurança pública. de acordo com as suas peculiaridades. 10 – Os Quadros de Oficiais de Administração (QOA) e de Oficiais Especialistas (QOE). § 6° – Não havendo mais candidatos passíveis de formação em serviço. respeitado o efetivo para ela fixado na Lei citada. já inserido no texto) Art.14. 15 – A inclusão em quadro de acesso para as promoções na carreira instituída no artigo 11 poderá ser recusada pelo servidor.741. 12 – As Qualificações Policiais-Militares (QPM) da Brigada Militar passam a ser as seguintes: I – Qualificação Policial-Militar 1 (QPM–1): Praças de Polícia Ostensiva.Parágrafo único – À medida que vagarem os cargos dos postos de Primeiro-Tenente do QEOBMEx. Chefia ou Direção dos órgãos administrativos de média e alta complexidade da estrutura organizacional da Corporação e das médias e grandes frações de tropa de atividade operacional. a graduação de TerceiroSargento entrará em extinção. são constituídas pelas graduações de Soldado de 1ª classe. Art. no mínimo. para a graduação de Soldado. o servidor militar que for mais antigo e o que apresentar melhor desempenho. Segundo Sargento e Primeiro Sargento. § 3° – O provimento das vagas previstas conforme o parágrafo 1° dar-se-á mediante autorização do Chefe do Poder Executivo. composta. ou da reforma. Art. alterado p/LC nº 11. a direção e a execução das atividades de ensino. 13 – As Qualificações Policiais-Militares a que se refere o artigo anterior. respectivamente. bem como o planejamento. em ordem sucessiva. preservado o disposto no § 4º do artigo anterior. Art. na forma regulamentar. 14 – O ingresso nas Qualificações Policiais-Militares dar-se-á na graduação de Soldado de 1ª classe. Art. ficam extintas. por ato do Comandante-Geral da Brigada Militar. por posto e graduações. a coordenação e o controle das atividades a seu nível. revertendo os cargos. ouvido o Secretário de Estado da Justiça e da Segurança. a pedido.170/98. Art. § 2° – Em caso de empate. instrução e treinamento. em igual número.741. (Art. § 5° – As vagas preenchidas na graduação de Terceiro-Sargento. integram o total do efetivo fixado para a graduação de Soldado. após a aprovação em concurso público e no Curso Básico de Formação Policial-Militar – CBFPM. os cargos do Quadro de Primeiro-Tenentes de Polícia Militar – QTPM. aplicando-lhes as disposições do artigo anterior. a qual possibilitará o acesso ao grau hierárquico de Primeiro-Tenente. de 20 de outubro de 1992. incumbindo-lhe o planejamento. 16 – As graduações de Cabo e Subtenente. na área afeta à Brigada Militar. criado por esta Lei. Art. pesquisa. a partir da edição desta Lei. 8º – O Oficial do Quadro de Oficiais de Estado Maior – QOEM exerce o Comando. previstos na Lei nº 9. conforme os parágrafos anteriores.

e ainda auxiliar na execução das atividades de ensino. dos quais pelo menos quatro anos em serviço em órgãos de execução. o Curso Técnico em Segurança Pública – CTSP. instrução e treinamento. Art. 28 – As despesas decorrentes da aplicação desta Lei correrão à conta de dotações orçamentárias próprias. 17 – Poderão concorrer às promoções à graduação de Segundo-Sargento os Cabos e Soldados que tiverem sido incluídos na Brigada Militar anteriormente à vigência desta Lei e que tenham concluído. na forma regulamentar. elementos de execução das atividades administrativas e operacionais. Art. por excelência. . é equivalente e substituído pelo Curso previsto no “caput” deste artigo. 27 – VETADO Art. exercidas por Praças. com aprovação. § 2º – As Praças oriundas das extintas Qualificações Policiais-Militares Particulares (QPMP) da Qualificação Policial-Militar Geral-2 (QPMG–2) passam a integrar a Qualificação Policial-Militar 2 (QPM– 2). assim como auxiliar nas tarefas de planejamento. Art. a ordem de antigüidade na graduação e a ordem de precedência que seus integrantes detinham nas Qualificações extintas. por promoções. com aprovação. Art. 21 – Ao Curso Básico de Administração Policial Militar concorrerão os Subtenentes e PrimeiroSargentos que tenham concluído. 18 – As promoções ao posto e às graduações da carreira instituída no artigo 11 terão interstício mínimo de cinco anos. Art. 26 – Os períodos de tempo de serviço prestados em órgãos de execução. mediante proposta do Comandante-Geral da Brigada Militar ao Secretário de Estado responsável pelos assuntos da segurança pública. 20 – Os Servidores Militares Estaduais de Nível Médio são. § 3º – As fusões das extintas Qualificações Policiais-Militares. 24 – Ficam extintos os Cursos de Formação. Habilitação e Aperfeiçoamento instituídos para Oficiais e Praças anteriormente à vigência desta Lei. Art. desde que já se tenham extinguido. executar a coordenação e o controle das atividades em seu nível. pesquisa. para a organização das novas escalas hierárquicas. da Qualificação Policial-Militar Geral-1 (QPMG–1) e da Qualificação Especial de Praças de Polícia-Militar Feminina (QEPPMFem) passam a integrar a Qualificação Policial-Militar 1 (QPM–1). 25 – Ficam mantidos os padrões remuneratórios dos cargos correspondentes aos postos e graduações extintos por esta Lei. Art. 29 – Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação. Parágrafo único – O Curso de Formação de Sargentos. de 20 de outubro de 1992. previstos nesta Lei. observarão. 19 – A promoção dos concludentes do Curso Básico de Administração Policial Militar – CBAPM ao posto de Primeiro Tenente do Quadro de Tenentes de Polícia Militar – QTPM dar-se-á por ato do Governador do Estado. serão exigidos em sua plenitude a partir de três anos da data de vigência desta Lei. 22 – Ficam extintas as Qualificações Policiais Militares Gerais e Particulares e a Qualificação Especial de Praças de Polícia Militar Feminina. serão criadas e reguladas por ato do Chefe do Poder Executivo. com vistas à formação das Qualificações criadas por esta Lei. Art. Art. Art. § 1º – As Praças oriundas das extintas Qualificações Policiais-Militares Particulares (QPMP). 23 – Fica extinta a graduação de Aspirantes-a-Oficial. instituídas pela Lei nº 9. o Curso Técnico em Segurança Pública – CTSP.741. § 4º – As especialidades de interesse da Brigada Militar. sobre os quais incidirá a política salarial do Estado. podendo exercer o Comando e Chefia de órgãos administrativos de menor complexidade e das pequenas frações de tropa da atividade operacional da estrutura organizacional da Corporação.Art. as graduações de Terceiro-Sargento. Art. cursado anteriormente à vigência desta Lei.

– 2.518 Segundos-Sargentos. Parágrafo único – O efetivo de Terceiro-Sargento reverterá à graduação de Soldado.Art.609 Soldados. que a Assembléia Legislativa aprovou e eu sanciono e promulgo a Lei seguinte: Art. seiscentos e cinqüenta) cargos de servidores militares. de 1º de fevereiro de 1980. – 17 Majores. Art.356. entre Oficiais e Praças. em cumprimento ao disposto no artigo 82. é constituído de quatro cargos de Coronel. ANTÔNIO BRITTO. c) Bombeiros – Qualificação Policial-Militar 2 (QPM–2): – 183 Primeiros-Sargentos. c) Quadro de Tenentes de Polícia Militar (QTPM): – 760 Primeiros-Tenentes II – Praças: a) Especiais: – Até 200 Alunos-Oficiais b) De Polícia Ostensiva – Qualificação Policial-Militar 1 (QPM–1): – 2.993.650 (trinta e três mil. – 89 Tenentes-Coronéis. – 546 Segundos-Sargentos. – 300 Terceiros-Sargentos. assim distribuídos: I – Oficiais: a) Quadro de Oficiais de Estado-Maior (QOEM): – 24 Coronéis. O GOVERNADOR DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL. 1º – O efetivo da Brigada Militar do Estado é fixado em 33. – 659 Capitães. DE 18 DE AGOSTO DE 1997. – 103 Capitães. 18 de agosto de 1997. – 2.443 Primeiros-Sargentos. inciso IV. – 19. do Estado e dá outras .08. escolhidos dentre os integrantes do Quadro de Oficiais de Estado-Maior e nomeados Juízes Militares para a composição do Tribunal Militar do Estado.700 Terceiros-Sargentos. Fixa o efetivo da Brigada Militar providências. Governador do Estado. – 259 Majores. quando extinto em decorrência das disposições da Carreira dos Servidores Militares Estaduais. PALÁCIO PIRATINI.432 Soldados. da Constituição do Estado. (DOE de 19. – 06 Tenentes-Coronéis. – 3. Faço saber. 2º – O Quadro Especial a que se refere o parágrafo 1º do artigo 232 da Lei nº 7. 30 – Revogam-se as disposições em contrário.97) LEI Nº 10. em Porto Alegre. b) Quadro de Oficiais Especialistas em Saúde (QOES): – 02 Coronéis.

§ 2° – São considerados órgãos operacionais da Secretaria da Justiça e da Segurança.Art. faz jus ao benefício financeiro de R$ 10.º 10. de 20 de outubro de 1992. 3º – As Praças Especiais não estão computadas no total do efetivo. o servidor. para os efeitos desta Lei. em 1998. ocorridos em serviço. em 2000. Art. passando o efetivo da Lei nº 9. (DOE de 19. total ou parcial. ou morte”. 5º – VETADO Art.000. 7º – Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação. em Porto Alegre. desde que atendidos os requisitos legais para os respectivos provimentos: I – 10% (dez por cento).594. Governador do Estado. § 1º – As disposições deste artigo não se aplicam para o provimento da graduação de Soldado. o preenchimento dos seguintes percentuais mínimos de vagas acrescidas em decorrência da presente Lei. 6º – As despesas decorrentes da execução da presente Lei correrão à conta de dotações orçamentárias próprias. DE 18 DE AGOSTO DE 1997. PALÁCIO PIRATINI. que a Assembléia Legislativa aprovou e eu sanciono e promulgo a Lei seguinte: Art. § 2º – Quando o percentual mínimo de provimento de vagas corresponder à fração do respectivo posto ou graduação. 4º – O provimento do efetivo será gradual. a Polícia Civil. O GOVERNADOR DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL. IV – 25% (vinte e cinco por cento). III – 20% (vinte por cento). em 1997. a referida fração será computada como se vaga fosse.08. da Constituição do Estado. para os fins de provimento. observado. 1º – Na ocorrência dos eventos “invalidez permanente. 18 de agosto de 1997. inciso IV. ou morte”. a constar de acordo com o disposto no artigo 1º desta Lei. sendo consideradas até o limite máximo.97) LEI N. Art. de 11 de dezembro de 1995. 8º – Revogam-se as disposições em contrário. e os respectivos totais serão fixados anualmente por ato do Comandante-Geral da Brigada Militar. Estabelece benefício ao servidor integrante dos órgãos operacionais da Secretaria da Justiça e da Segurança. § 3º – Os provimentos referidos neste artigo serão efetivados no dia 18 de novembro de cada ano e observarão os quantitativos fixados no artigo 1º desta Lei. ANTÔNIO BRITTO. em 2001. e V – 30% (trinta por cento). ou seu beneficiário. a Superintendência dos Serviços Penitenciários – SUSEPE e o Instituto-Geral de Perícias. Art.996.741. § 1° – Serão considerados acidentes em serviço aqueles ocorridos nas circunstâncias previstas na Lei n° 10. em cumprimento ao disposto no artigo 82. total ou parcial. Art. a Brigada Militar. II – 15% (quinze por cento). ocorridos em serviço.00 (dez mil reais). . nos respectivos postos e graduações. Faço saber. ou ao seu beneficiário. em 1999. na ocorrência dos eventos “invalidez permanente.

em virtude de ferimento sofrido em ação ou de enfermidade contraída nessa circunstância ou que nela tenha causa eficiente. Parágrafo único – Na hipótese de falecimento.228. 18 de agosto de 1997. para os Papiloscopistas e para os Fotógrafos Criminalistas. Art. III – na Superintendência dos Serviços Penitenciários – SUSEPE – para os Auxiliares de Serviços Penitenciários e para os Agentes Penitenciários do Quadro dos Funcionários Penitenciários. 1° – O servidor militar e o servidor integrante dos quadros da Polícia Civil. que desempenham suas atividades em situação permanente de risco: I – na Polícia Civil – para os Investigadores de Polícia. inciso IV. será promovido extraordinariamente. 4° – Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação. inclusive. . Art.08. de 1° de fevereiro de 1991. na mesma situação. Faço saber. Art. II – na Brigada Militar – para os Postos e Graduações da hierarquia militar de Soldado de 2ª Classe a Capitão. 3° – As despesas decorrentes da execução desta Lei correrão por conta de dotação orçamentária própria. para as carreiras de nível superior. da Constituição do Estado. Art. Art.º 11. e para os Monitores Penitenciários e Técnicos Penitenciários do Quadro dos Funcionários Penitenciários em extinção. Escrivães de Polícia. que observará o disposto no artigo anterior. do Instituto-Geral de Perícias e da Superintendência dos Serviços Penitenciários. em Porto Alegre. na forma desta Lei. corresponderá à percepção de parcela adicional. praticar ato de bravura. LEI COMPLEMENTAR N. a promoção será “post-mortem”. 3° – Para os servidores das carreiras de nível médio dos quadros referidos no artigo 1° desta Lei Complementar. exceto a decorrente de ato de bravura. 2° – A promoção extraordinária a que se refere esta Lei. que a Assembléia Legislativa aprovou e eu sanciono e promulgo a Lei Complementar seguinte: Art. DE 18 DE AGOSTO DE 1997. Comissários de Polícia e Comissários de Diversões Públicas. O GOVERNADOR DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL. em cumprimento ao disposto no artigo 82. do Instituto-Geral de Perícias e da Superintendência dos Serviços Penitenciários que morrer ou ficar permanentemente inválido.000. bem como. em valor equivalente à diferença entre o vencimento ou soldo inicial e o final das respectivas carreiras. 2° – O benefício de que trata o “caput” do artigo 1° não prejudica outros direitos previstos em lei. no exercício de suas atribuições. instituído pela Lei n° 9. PALÁCIO PIRATINI. Dispõe sobre a promoção extraordinária do servidor militar e do servidor integrante dos quadros da Polícia Civil. independentemente da Classe titulada. a promoção extraordinária. 5° – Revogam-se as disposições em contrário. e em decorrência de agressão sofrida e não provocada pelo servidor. bem como para as promoções decorrentes de ato de bravura. Inspetores de Polícia.97). Art. dar-se-ão para o grau hierárquico imediatamente superior da respectiva carreira. e IV – no Instituto-Geral de Perícias – para os Auxiliares de Perícia.§ 3° – O benefício de que trata este artigo será concedido somente aos servidores abaixo relacionados. (DOE de 19.

periciais ou penitenciárias. Art. de comprovação dos fatos que a justifiquem. a promoção igualmente corresponderá à percepção de parcela adicional. 5° – Considera-se ato de bravura em serviço a conduta do servidor que. 9° – Revogam-se as disposições em contrário. audácia e a presença de qualidades morais extraordinárias. revelem a presença de um espírito público responsável pela superação do estrito cumprimento do dever. Art. atendendo às peculiaridades das carreiras do servidor militar e do servidor integrante dos quadros da Polícia Civil. em valor correspondente a 20% (vinte por cento) do seu padrão de vencimento ou soldo. demonstrando coragem. inciso V. no uso da atribuição que lhe confere o artigo 82. Dispõe sobre diárias devidas a policiais militares e dá outras providências. ANTÔNIO BRITTO. quando as diárias forem vencidas nos estabelecimentos penais e repartições fazendárias do interior do Estado.37.Parágrafo único – Quando o servidor ocupar cargo isolado. DECRETA: “Art. Governador do Estado. do Instituto-Geral de Perícias e da Superintendência dos Serviços Penitenciários. redação dada p/D. coloque em risco incomum a sua própria vida. que serão apurados independentemente de requerimento por parte do interessado ou de seus sucessores. Art. Parágrafo único – O ato de bravura será destacado como forma de valorizar as posturas que. bem como de atividades para manutenção da ordem pública. respeitando os direitos fundamentais e os princípios gerais do direito. 4° – Para os efeitos desta Lei. 8° – Esta Lei Complementar entra em vigor na data de sua publicação.46 (um vírgula quarenta e seis). 6° – A promoção efetuada com base nesta Lei dependerá. 1º – O valor das diárias dos policiais militares empregados na força tarefa das casas prisionais será obtido mediante a incidência. 7° – As despesas decorrentes da execução desta Lei Complementar correrão à conta de dotação orçamentária própria. no desempenho de suas atribuições e para a preservação de vida de outrem. Parágrafo único – O Poder Executivo regulamentará o disposto neste artigo. Art. PALÁCIO PIRATINI.1º.878/97) I – 1. dos índices correspondentes aos cargos titulados. (DOE de 19. multiplicados pelos seguintes fatores: (O “caput” do art.08. Art. considerar-se-ão em ação os servidores que realizem ou participem de atividades-fins policiais. DE 22 DE SETEMBRO DE 1997. II – 1. 18 de agosto de 1997.794. em cada caso. Art. .97) DECRETO Nº 37. sobre o valor básico das diárias fixado em lei.19 (um vírgula dezenove). quando as diárias forem vencidas nos estabelecimentos penais e repartições fazendárias da Capital do Estado. O GOVERNADOR DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL. em Porto Alegre. da Constituição do Estado.

da Lei nº 10. e II – Subcomissão de Avaliação e Mérito de Praças (SAMP). deverá levar em conta as informações computáveis até 19 de agosto de 1997.09. 6º – Revogam-se as disposições em contrário. em Porto Alegre. 3º – As Subcomissões de Avaliação e Mérito de Oficiais e de Praças.97) DECRETO Nº 37. em exercício.Art. Governador do Estado. § 1º – A Presidência da SAMO compete ao Subcomandante-Geral da Brigada Militar. 5º – Este Decreto entra em vigor na data de sua publicação. no uso da atribuição que lhe confere o artigo 82. Regulamenta a Comissão de Avaliação e Mérito da Brigada Militar e dá outras providências. 1º – À Comissão de Avaliação e Mérito da Brigada Militar (CAM) prevista no artigo 17. Art.991. 4º – A confecção dos quadros de Acesso de Oficiais e Praças para efetivação de promoções em 18 de novembro de 1997. 2º – A Comissão de Avaliação e Mérito da Brigada Militar estrutura-se em: I – Subcomissão de Avaliação e Mérito de Oficiais (SAMO). VICENTE BOGO. ANTÔNIO BRITTO. compete: I – o assessoramento permanente do Comandante-Geral nos assuntos relativos às carreiras de Oficiais e Praças. Art.993/97. 3° – Revogam-se as disposições em contrário. II – o controle. em Porto Alegre. 22 de setembro de 1997. Art. Art. Art. Governador do Estado. da Constituição do Estado.939. PALÁCIO PIRATINI. Parágrafo único – A Presidência da CAM compete ao Comandante-Geral da Brigada Militar. § 2º – A Presidência da SAMP compete ao Chefe do Estado-Maior da Brigada Militar. (DOE de 18/11/97) . administrar-se-ão de acordo com os regulamento e alterações previstas para as extintas Comissão de Promoções e Mérito de Oficiais e Comissão de Promoções e Mérito de Praças naquilo que couber. inciso V. 17 de novembro de 1997. retroagindo seus efeitos a 10 de outubro de 1997. previstas pela Lei nº 10. Art. DECRETA: Art. 2° – Este Decreto entra em vigor na data de sua publicação. PALÁCIO PIRATINI. DE 17 DE NOVEMBRO DE 1997. (DOE de 23. de 18 de agosto de 1997. avaliação e processamento das promoções e dos méritos. O GOVERNADOR DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL.

órgão de direção-geral da Brigada Militar. aquático e terrestre no Estado. 3º – A Brigada Militar. o efetivo. 1º – O presente Decreto regulamenta a estrutura. compreendendo: a) o Comandante-Geral da Brigada Militar. III – atuar repressivamente. 2º – A Brigada Militar do Estado do Rio Grande do Sul. IV – exercer atividades de investigação criminal militar. e h) a Comissão de Avaliação e Mérito. a subordinação e o grau de comando dos órgãos da Polícia Militar do Estado do Rio Grande do Sul. Regulamenta a Lei de Organização Básica da Brigada Militar do Estado. a polícia ostensiva. instituição permanente e regular. TÍTULO I DA COMPETÊNCIA E DA ESTRUTURA GERAL Art.DECRETO Nº 38. de 18 de agosto de 1997. a fim de assegurar o cumprimento da lei. vinculada administrativa e operacionalmente à Secretaria da Justiça e da Segurança. VI – executar o serviço de prevenção e combate a incêndio. em locais ou áreas específicas. conforme segue: I – o Comando-Geral. c) o Departamento de Saúde.107. tem as seguintes competências: I – executar. V – atuar na fiscalização e controle dos serviços de vigilância particular no Estado. nos termos de sua Lei de Organização Básica. nos termos da Lei n.991. VII – fiscalizar e controlar os serviços civis auxiliares de combate a incêndio. a manutenção da ordem pública e o exercício dos poderes constituídos. b) o Subcomandante-Geral. como força de dissuasão. Art. estrutura-se em órgãos de direção. DECRETA: Art. e) a Corregedoria-Geral. DE 22 DE JANEIRO DE 1998. organizada com base na hierarquia e na disciplina. c) o Conselho Superior. b) o Departamento de Logística e Patrimônio.º 10. O GOVERNADOR DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL. d) o Estado-Maior da Brigada Militar. de apoio e de execução. planejada pela autoridade policial militar competente. de 18 de agosto de 1997. a denominação. ressalvada a competência das Forças Armadas. d) o Departamento Administrativo. e e) o Departamento de Informática. em caso de perturbação da ordem pública e no gerenciamento técnico de situações de alto risco. órgãos de apoio da Brigada Militar. f) a Ajudância-Geral. VIII – realizar os serviços de busca e resgate aéreo. II – os Departamentos. g) o Gabinete do Comandante-Geral. II – atuar preventivamente. com exclusividade. e X – desempenhar outras atividades previstas em lei. o nível. IX – executar as atividades de defesa civil no Estado. as atribuições. incisos V e VII da Constituição do Estado e de conformidade com o artigo 22 da Lei n.º 10. . onde se presuma ser possível a perturbação da ordem pública. no uso da atribuição que lhe confere o artigo 82.991. compreendendo: a) o Departamento de Ensino.

Parágrafo único – São autoridades policiais-militares o Comandante-Geral da Brigada Militar. 8º – Ao Estado-Maior da Brigada Militar (EMBM). b) os Comandos Regionais de Bombeiros. competindo-lhe. indicado pelo Secretário de Estado da Justiça e Segurança e nomeado pelo Chefe do Poder Executivo. § 1º – O Estado-Maior da Brigada Militar será chefiado por Coronel da ativa subordinado ao Comandante-Geral e será estruturado em: I – Seção de Efetivo e Legislação. II – a presidência da Comissão de Avaliação e Mérito. compete: I – a coordenação geral das atividades da Instituição. g) os OPM de Saúde. e V – Seção Administrativa. d) os OPM de Bombeiros. que será exercida diretamente pelo Comandante-Geral e pelos demais órgãos que compõem o referido Comando. competindo-lhe. e) os OPM de Ensino. Coronel da ativa subordinado ao Comandante-Geral. c) os OPM de Polícia Ostensiva. com funções específicas de disciplinamento. de Correição e a Seção Administrativa. com vistas ao fornecimento de subsídios para a tomada de decisão. IV – Seção de Comunicação Social. indicado. os Oficiais. . o acompanhamento e manifestação em assuntos relevantes da Instituição. e contará com as Seções de Justiça e Disciplina. Patrimônio e Orçamento. no desempenho de atividade policial-militar no âmbito de suas circunscrições territoriais. órgãos de execução da Brigada Militar. 9º – A Corregedoria-Geral (Cor-G). 7º – O Conselho Superior é constituído pelos coronéis da ativa em exercício na Corporação. 4º – Ao Comando-Geral. 5º – Ao Comandante-Geral. § 2º – Para o cumprimento de suas missões. o EMBM poderá requisitar informações dos demais órgãos componentes da estrutura da Brigada Militar. f) os OPM de Logística. órgão de direção-geral da Brigada Militar. compete a administração da Instituição. Art. em assessoramento direto ao Comandante-Geral. será exercida pelo Corregedor-Geral. pelo Secretário de Estado da Justiça e Segurança e nomeado pelo Chefe do Poder Executivo. e as Praças em comando de fração destacada. compete o estudo e o planejamento estratégico de todas as atividades da Instituição. III – Seção de Logística. TÍTULO II DOS ÓRGÃOS DE DIREÇÃO-GERAL Art. orientação e fiscalização das atividades funcionais e da conduta dos servidores da Instituição. é o substituto do Comandante-Geral nos impedimentos eventuais deste. em assessoramento direto ao ComandanteGeral. compreendendo: a) os Comandos Regionais de Polícia Ostensiva.III – os Comandos Regionais e os Órgãos de Polícia Militar (OPM). assessoramento e suporte administrativo. Art. Operações e Treinamento. II – Seção de Inteligência. e h) os OPM Especiais. Art. Parágrafo único – O Conselho Superior será secretariado pelo Coronel de menor precedência hierárquica. igualmente. Art. e III – a direção do Conselho Superior. responsável pela disciplina. as funções que lhe forem por ele delegadas. de Feitos Especiais. Art. ouvido o Comandante-Geral. 6º – O Subcomandante-Geral da Brigada Militar.

Art. assessorar as ações do Subcomandante-Geral da Brigada Militar. instrução e pesquisa. Parágrafo único – Compõem o Quartel do Comando-Geral os órgãos de direção-geral. a direção. patrimônio. 13 – Os órgãos de apoio da Brigada Militar são constituídos pelos Departamentos a que se refere o inciso II do artigo 2º deste Decreto. controle e fiscalização das atividades de ensino. Oficial do Círculo dos Oficiais Superiores subordinado ao Comandante-Geral. o controle e a execução das diretrizes emanadas do comando da Instituição. exames. diligências.Parágrafo único – Compete à Corregedoria: I – cumprir atividades que lhe sejam atribuídas pelo Comandante-Geral. § 2º – Os Departamentos serão dirigidos pelos Diretores de Departamento. competindo-lhes o planejamento. 14 – O Departamento de Ensino (DE) é responsável pelo planejamento. II – Assessoria Parlamentar. ao qual compete o assessoramento direto ao Comandante-Geral. os elementos coligidos sobre o estágio probatório de integrantes de carreira de servidores militares. Art. a avaliação e o processamento das promoções das carreiras de Oficial e Praça. 11 – O Gabinete do Comandante-Geral (Gab Cmt-G). e VI – elaborar o regulamento do estágio probatório dos servidores militares. e V – o controle das Bandas de Música. e contará com as Seções Administrativa e de Pessoal. . e IV – Secretaria Executiva. recursos humanos e informática. e II – Subcomissão de Avaliação e Mérito de Praças. III – o apoio de praças e de material a todos os Órgãos sediados no QCG. exceto para o Departamento de Saúde. e III – Divisão Administrativa. II – exercer a apuração de responsabilidade criminal. escolhidos dentre os Coronéis da ativa integrantes do QOEM. regulado em legislação própria e estruturado em: I – Subcomissão de Avaliação e Mérito de Oficiais. é órgão de assessoramento permanente do Comandante-Geral. Art. presidida pelo Chefe do Estado-Maior. saúde. à qual compete o controle. III – fiscalizar as atividades dos órgãos e servidores da Brigada Militar. 10 – A Ajudância-Geral será exercida pelo Ajudante-Geral. além do previsto em Lei. logística. pareceres técnicos e informações indispensáveis ao bom desempenho de sua função. § 1º – Os Departamentos organizarão em forma de sistema as atividades de ensino. contando em sua estrutura com: I – Assessoria Jurídica. V – providenciar junto a qualquer autoridade certidões. realizando inspeções e correições e sugerindo as medidas necessárias ou recomendáveis para a racionalização e eficiência dos serviços. administração. competindo-lhe: I – a administração do Quartel do Comando Geral (QCG). IV – a segurança e serviços gerais do QCG. para encaminhamento posterior ao Comandante-Geral. subordinados ao Comandante-Geral. Parágrafo único – Ao Gabinete do Comandante-Geral compete. instrução e pesquisa. exceto a Corregedoria-Geral. será chefiado por Oficial Superior a ele subordinado. II – Divisão de Treinamento. TÍTULO III DOS ÓRGÃOS DE APOIO Art. 12 – A Comissão de Avaliação e Mérito (CAM). cuja escolha recairá em coronel do QOES. estruturando-se em: I – Divisão de Supervisão. administrativa ou disciplinar. presidida pelo Subcomandante-Geral. II – o arquivo geral e o boletim diário da Corporação. Art. IV – avaliar. III – Assessoria da Qualidade.

Patrimônio e Orçamento. estruturando-se em: I – Divisão de Gerência Técnico-Operacional. de controle. III – Divisão de Gerência de Redes. Art. constituídos pelos Comandos Regionais e pelos Órgãos de Polícia Militar (OPM). a substituição eventual deste. e IV – Divisão Administrativa. competem a responsabilidade e a execução das atividades administrativo-operacionais indispensáveis ao cumprimento das finalidades da Instituição. e IV – Divisão Técnica. II – Divisão de Saúde Animal. e IV – Divisão Técnica. de fiscalização. de auditoria e de pessoal. estruturando-se em: I – Divisão de Saúde Humana. controle e fiscalização das atividades de saúde da Instituição. 15 – O Departamento de Logística e Patrimônio (DLP) é responsável pelo planejamento. III – Divisão de Patrimônio. Operações e Treinamento. . são responsáveis. 17 – O Departamento Administrativo (DA) é responsável pela execução das atividades de planejamento. o estudo e planejamento estratégico e a coordenação da estrutura do respectivo Comando.Art. pelas atividades administrativo-operacionais dos OPM que lhes são subordinados. estruturando-se em: I – Seção de Efetivo e Legislação. II – Divisão de Finanças. II – Divisão de Logística. distribuição. e III – Divisão Administrativa. podendo ser dotados de Centros de Operações Policiais Militares. § 2º – Os Comandos Regionais contarão com Chefes de Estado-Maior. estruturando-se em: I – Divisão de Pessoal. II – Divisão de Gerência de Informações. controle e fiscalização dos bens patrimoniais afetos à Instituição. Art. competindo-lhe a aquisição. III – Divisão de Auditorias. Art. subordinados ao Comandante-Geral. 16 – O Departamento de Saúde (DS) é responsável pelo planejamento. bem como pela execução das atividades financeiro-orçamentário-contábeis da Instituição. 19 – Aos órgãos de execução. e III – Seção de Logística. 20 – Os Comandos Regionais. 18 – O Departamento de Informática (DI) é o responsável pelo planejamento. manutenção e contratação de todos os serviços. classificando-se em Comandos Regionais de Polícia Ostensiva e em Comandos Regionais de Bombeiros. em suas respectivas circunscrições territoriais. controle e fiscalização dos sistemas informatizados da Instituição. estruturando-se em: I – Divisão Administrativa. TÍTULO IV DOS ÓRGÃOS DE EXECUÇÃO Art. II – Seção de Inteligência. CAPÍTULO I Dos Comandos Regionais Art. § 1º – Os Comandos Regionais serão comandados por Oficiais Superiores. escalões intermediários de comando. aos quais compete o assessoramento direto ao Comandante.

o qual poderá delegar esta subordinação. SEÇÃO II Dos Comandos Regionais de Bombeiros Art. assim o recomendarem. de Logística e Patrimônio e de Saúde. 24 – Aos OPM de Polícia Ostensiva compete a execução das atividades de polícia ostensiva no espaço de responsabilidade territorial. Esquadrões ou Subgrupamentos. respondendo perante o Comando Regional pelo grau de segurança pública de sua circunscrição. para o comando. quando nele enquadrado. podendo constituir-se como: I – Batalhões. quando os indicadores de segurança pública. § 5º – Os OPM de Ensino. Art. entretanto. respondendo perante o ComandoGeral da Corporação pelo grau de segurança pública de sua circunscrição. conforme estabelecido neste Decreto. § 4º – Os OPM de Polícias Ostensiva. 23 – Os Órgãos de Polícia Militar (OPM). Regimento ou Destacamento Especial. 21 – Aos Comandos Regionais de Polícia Ostensiva compete administrar a execução das atividades de polícia ostensiva no respectivo espaço de responsabilidade territorial. sendo que. respectivamente. 22 – Aos Comandos Regionais de Bombeiros compete administrar a execução das atividades de bombeiros no âmbito de sua responsabilidade territorial. Grupamentos.SEÇÃO I Dos Comandos Regionais de Polícia Ostensiva Art. CAPÍTULO II Dos Órgãos de Polícia Militar Art. de Bombeiros. podendo. Regimentos. II – Companhias. III – Pelotão ou Seção. conforme os indicadores de segurança pública da respectiva circunscrição territorial e os indicadores específicos da Instituição: I – Batalhão. de Logística e de Saúde são. de Saúde e de Logística terão denominação própria. respondendo perante o Comando-Geral da Corporação pela realização de suas atividades na correspondente circunscrição. de Bombeiros e Especiais terão denominação própria. tendo seus Comandante e Subcomandante escolhidos dentre os Oficiais. Destacamentos Especiais. relacionados nas disposições finais deste Decreto. § 1º – Os OPM de Ensino. subordinados aos Departamentos de Ensino. 26 – Os OPM de Polícia Ostensiva serão constituídos nos seguintes níveis. constituídos de 02 a 07 Companhias ou Esquadrões. § 2º – Os OPM de Polícia Ostensiva e de Bombeiros são subordinados aos respectivos Comandos Regionais ou a outro OPM. 25 – Os OPM de Polícia Ostensiva tem circunscrição territorial normal correspondente ao município. SEÇÃO I Dos OPM de Polícia Ostensiva Art. de acordo com as necessidades administrativas e operacionais da Instituição. conforme seu nível hierárquico. Art. responsáveis pela execução das atividades administrativooperacionais indispensáveis ao cumprimento das finalidades da Instituição são classificadas em OPM de Polícia Ostensiva. a função deve . de Logística. e IV – Grupo. § 3º – Os OPM Especiais são subordinados ao Comandante-Geral. subordinado ao respectivo Comando Regional. de Saúde e Especiais. existir mais de um OPM por município. de Ensino.

para o comando. ainda. 28 – Os OPM de Bombeiros serão constituídos nos seguintes níveis. que terá como Comandante servidor militar do Círculo de Oficiais e será constituída de 02 a 07 Grupos de Combate a Incêndio podendo um deles.recair nos postos do Círculo de Oficiais Superiores. serão denominados Destacamentos Especiais. subordinado ao Comando Regional ou ao respectivo comandante de companhia ou esquadrão. § 1º – Os OPM constantes no Inciso I deste artigo. quando nele enquadrado. e IV – Grupo de Polícia Militar. e VI – Grupo de Combate a Incêndio e Grupo de Busca e Resgate. contar com assessoria de Análise Técnica. contando com assessorias de Análise Técnica. constituídos de 02 a 07 Seções de Bombeiros. contando. subordinado ao respectivo Comando Regional ou ao comandante do respectivo Pelotão. subordinado ao respectivo Comando Regional. constituídos de 02 a 07 Pelotões. escolhidos dentre os Oficiais. e terão como Comandante servidor militar do Círculo de Oficiais. quando nele enquadrado. quando nele enquadrado. § 2º – Os atuais Batalhões e Regimentos deverão adaptar sua estrutura organizacional ao disposto neste artigo. podendo uma delas. quando nele enquadrado. quando nele enquadrado. com assessorias de Efetivo e Logística e de Inteligência e Operações. que será constituído de 06 a 10 Servidores Militares Estaduais e que terá como Comandante servidor militar do Círculo de Oficiais ou do Círculo de Sargentos. conforme os indicadores de segurança pública da respectiva circunscrição territorial e os indicadores específicos da Instituição: I – Grupamento de Bombeiros. quando couber. quando neles enquadrados. subordinado ao respectivo Comando Regional ou ao comandante do respectivo Grupamento de Bombeiros. SEÇÃO II Dos OPM de Bombeiros Art. constituídas de 02 a 07 Grupos de Busca e Resgate Terrestre e/ou de Busca e Resgate Aquático. IV – Seção de Bombeiros. ser constituído como Grupo de Busca e Resgate e. subordinados ao respectivo Comando Regional ou ao comandante do respectivo Batalhão ou Regimento. constituído de 02 a 07 Grupos Policial Militar e que terá como Comandante servidor militar do Círculo de Oficiais. a função deve recair nos postos do Círculo de Oficiais Superiores. III – Pelotão. sendo que. se necessário. II – Subgrupamento de Bombeiros. subordinado ao respectivo Comando Regional ou ao comandante do respectivo Grupamento de Bombeiros. quando nele enquadrado. contar com assessoria de Análise Técnica. criados a partir deste Decreto. II – Companhia ou Esquadrão. constituídos de 02 a 07 Seções de Busca e Resgate Terrestre e/ou de Busca e Resgate Aquático. que terá como Comandante servidor militar do Círculo de Oficiais. subordinado ao respectivo Comando Regional ou ao comandante do respectivo Subgrupamento. constituído de 02 a 07 Subgrupamentos de Bombeiros e 01 Subgrupamento de Busca e Resgate e que terá Comandante e Subcomandante. quando neles enquadrados. . 27 – Aos OPM de Bombeiros compete a execução das atividades de bombeiros no espaço de responsabilidade territorial. Art. subordinado ao respectivo Comando Regional ou ao comandante da respectiva Seção. ser constituída como Seção de Busca e Resgate e. se necessário. respondendo perante o Comando Regional pela execução destas atividades no âmbito de sua circunscrição. III – Subgrupamento de Busca e Resgate. que terá como Comandante servidor militar do Círculo de Oficiais. constituído de 06 a 10 Servidores Militares Estaduais e que terá como Comandante servidor militar do Círculo de Oficiais ou do Círculo de Sargentos. subordinado ao respectivo Comando Regional ou ao comandante do respectivo Subgrupamento. que terá como Comandante servidor militar do Círculo de Oficiais. de Efetivo e Logística e de Inteligência e Operações. V – Seção de Busca e Resgate. quando couber.

Estudos Técnicos e Obras quanto a sua pertinência. com garantia de vagas na forma do seu Regimento Interno. validade. IV – Escola Superior de Oficiais (ESO).SEÇÃO III Dos OPM de Ensino Art. e III – Corpo de Alunos. V – Escola de Habilitação e Especialização de Praças (EsHEP). estrutura-se em: I – Seção Administrativa. os Comandos Regionais de Polícia Ostensiva e os Comandos Regionais de Bombeiros poderão habilitar as praças para o exercício das atividades da Brigada Militar. Art. no âmbito da Corporação. II – ao Instituto de Pesquisas da Brigada Militar (IPBM). § 1º – As Escolas referidas nos incisos V e VI deste artigo. e IV – ao Museu da Brigada Militar (MusBM). buscando sua aplicação no exercício da Polícia Ostensiva e na preservação da ordem pública. responsável pelo acervo histórico e cultural da Brigada Militar. Art. IV – efetuar intercâmbio técnico-científico com organizações de pesquisa. II – Seção de Administração. estrutura-se em: I – Seção de Acervo. II – Seção de Ensino. 32 – O Colégio Tiradentes (CT). 30 – A Academia de Polícia Militar (APM) será responsável pelas atividade de ensino das escolas. pesquisas e entidades afins. . § 2º – Excepcionalmente. responsáveis pelas atividades de ensino. Art. formalística. V – difundir o conhecimento produzido para a comunidade. e VII – A Escola de Educação Física da Brigada Militar (EsEFBM). VI – Escola de Bombeiros (EsBo). utilidade. serão comandados e dirigidos por Oficiais Superiores e correspondem: I – à Academia de Polícia Militar (APM). além da habilitação e especialização das Praças. e II – Seção Administrativa. III – elaborar projetos e proceder à pesquisas encomendadas pelo escalão superior ou de iniciativa da unidade. aplicabilidade e ineditismo. 31 – O Instituto de Pesquisas da Brigada Militar (IPBM) é responsável pela pesquisa científica na Instituição. sob a coordenação das respectivas escolas. Seção de Administração e Seção de Pesquisa e Extensão. competindo-lhe: I – manter cadastro dos pesquisadores. em todas as áreas de conhecimentos afins às competências e à administração da Instituição. estruturando-se em Secretaria. 33 – O Museu da Brigada Militar (MusBM). Art. 29 – Os OPM de Ensino. e VII – apoiar e coordenar as investigações científicas. III – ao Colégio Tiradentes (CT). II – acompanhar e avaliar os Projetos de Pesquisas. funcionarão como laboratório de ensino. instrução e pesquisa. estruturando-se em: I – Secretaria. Parágrafo único – O Colégio Tiradentes fornecerá condições de ensino aos filhos de servidores militares estaduais que forem transferidos para Porto Alegre. escola de 2º Grau integrante do Sistema Estadual de Ensino. VI – estimular e desenvolver o comportamento investigativo e científico na Instituição. III – Seção de Ensino.

estruturado em 3 (três) Seções. o controle individual do vestuário e uniformes e a atualização das especificações dos materiais de intendência. Art. Art. de Recebimento e Distribuição e de Oficinas. de Recebimento e Distribuição e de Manutenção e Redes. o recebimento. IV – Centro de Material Bélico. compete a previsão. estruturado em 3 (três) Seções. Art. recebimento. perícia. distribuição. II – Centro de Obras. III – a organização e controle individual da prática de tiro. armazenagem. III – o acompanhamento estatístico sobre a frota e sua manutenção. e IV – a padronização e atualização das especificações dos materiais de motomecanização. compete: I – a previsão. estruturado em 3 (três) Seções. e II – a padronização. Art. Art. V – Centro de Subsistência. execução e fiscalização dos serviços de engenharia. armazenagem. serão chefiados por Oficiais Superiores. Art. de obras e manutenção predial. 39 – Ao Centro de Subsistência. Administrativa. estruturado em 2 (duas) Seções.SEÇÃO IV Dos OPM de Logística Art. e VII – Companhia Logística. e V – o recebimento. estruturado em 3 (três ) Seções. distribuição. VI – Centro de Motomecanização. recebimento. recebimento. recebimento. estruturado em 3 (três) seções. Administrativa e de Recebimento e Distribuição. Administrativa. distribuição e manutenção dos suprimentos de material de intendência. 37 – Ao Centro de Comunicações. parecer técnico. correspondendo a: I – Centro de Intendência. distribuição e manutenção dos materiais de motomecanização. responsáveis pelas atividades de controle e fiscalização dos bens patrimoniais afetos à Instituição e de aquisição. . III – Centro de Comunicações. distribuição e manutenção de material bélico. e III – a padronização e a atualização das especificações dos materiais de obras. manutenção e contratação de todos os serviços. II – a produção de materiais destinados ao treinamento da tropa. de Recebimento e Distribuição e de Manutenção. Administrativa. instalação e manutenção dos meios de informática. II – a instalação e manutenção dos meios de comunicações. projeto. de Recebimento e Distribuição e de Patrimônio e Obras. 36 – Ao Centro de Obras. e IV – a padronização e atualização das especificações do material bélico. II – o planejamento. armazenagem e distribuição de materiais de obras. compete: I – a previsão. III – a padronização e atualização das especificações dos materiais de comunicações. recebimento. armazenagem e distribuição dos meios de comunicações. armazenagem. 35 – Ao Centro de Intendência. compete: I – a previsão. compete: I – a previsão. compete: I – a previsão. 34 – Os OPM de Logística. 40 – Ao Centro de Motomecanização. de Recebimento e Distribuição e de Oficinas. padronização de material e frota. armazenagem. confecção. Administrativa. Administrativa. a armazenagem e a distribuição de material de subsistência. II – a avaliação. IV – a execução de projeto básico para instalações de redes e controle dos registros de redes e licenças do funcionamento das estações junto ao órgão competente. 38 – Ao Centro de Material Bélico.

deste artigo. 42 – Os OPM de Saúde responsáveis pela assistência e prevenção médico-hospitalar e odontológica aos servidores militares e civis. VI – Grupamento de Polícia Militar Aéreo (GPMA). III – Seção de Logística. Parágrafo único – O Batalhão de Polícia Ambiental estrutura-se em: I – Seção de Efetivo e Legislação. Operações e Treinamento. III – Seção de Logística. a Administrativa e a Técnica. observado o disposto nos artigos posteriores. . Administrativa e de Operações. ativos e inativos. SEÇÃO VI Dos OPM Especiais Art. da Corporação. II – Seção de Inteligência. III – Batalhão de Operações Especiais (BOE). §1º – O Hospital da Brigada Militar de Porto Alegre (HBM/PA) e o Hospital da Brigada Militar de Santa Maria (HBM/SM) estruturam-se em 2 (duas) Seções. V – Grupamento de Supervisão. II – Seção de Inteligência. 44 – Ao Batalhão de Polícia Rodoviária Estadual compete a execução das atividades de polícia ostensiva nas rodovias estaduais e outras atribuições previstas em Leis e Regulamentos. salvo disposições em convênio. na forma estabelecida para os órgãos de igual denominação dos OPM de Polícia Ostensiva. serão organizados. Patrimônio e Orçamento. 45 – Ao Batalhão de Polícia Ambiental compete cumprir e fazer cumprir a legislação ambiental. pelos respectivos Subcomandantes integrantes do Círculo de Oficiais. e VII – Esquadrão de Guarda Externa de Presídio de Porto Alegre (EGEPPOA). em eventuais impedimentos. estruturada em 2 (duas) seções. II – ao Hospital da Brigada Militar de Santa Maria (HBM/SM). Patrimônio e Orçamento. SEÇÃO V Dos OPM de Saúde Art. Grupamentos e Esquadrão. § 2º – O Centro Médico-Odontológico da Brigada Militar (CMOBM) estrutura-se na Seção TécnicoAdministrativa e em Policlínicas.Art. Art. estruturando-se em: I – Seção de Efetivo e Legislação. compete: I – o transporte e fornecimento de materiais de campanha. os seus Comandantes serão assessorados e substituídos. serão dirigidos por Oficiais Superiores. e correspondem: I – ao Hospital da Brigada Militar de Porto Alegre (HBM/PA). IV – Batalhão de Polícia Fazendária (BPF). compreendem os seguintes Batalhões. e III – ao Centro Médico-Odontológico da Brigada Militar (CMOBM). § 2º – Os Batalhões e o Esquadrão mencionados nos incisos I a IV e VII. comandados por Oficiais Superiores: I – Batalhão de Polícia Rodoviária Estadual (BPRv). 41 – À Companhia Logística. § 1º – Nos Batalhões. por intermédio da proposição de convênios. e seus dependentes. representar a Brigada Militar nas atividades atinentes à área e promover o intercâmbio com outros órgãos governamentais e não governamentais. e II – a execução de ações de apoio à unidades empregadas em operações. 43 – Os OPM Especiais. Operações e Treinamento. e IV – Companhias de Polícia Ambiental. de Vigilância e Guardas (GSVG). com sua competência delegada em áreas especializadas. e IV – Companhias de Polícia Rodoviária. em termos de efetivo. Art. II – Batalhão de Polícia Ambiental (BPA). aplicando-se-lhes a disposição do artigo 25 deste Decreto.

II – Seção de Registro e Licenciamento. limitada ao estabelecido em lei. conforme definido no Regimento Interno. é constituído de 02 a 07 Pelotões. 52 – As funções de Comandante-Geral. serão regulados por Regimento Interno. Art. 53 – Observado o disposto neste Decreto. a estrutura interna e a respectiva competência dos órgãos integrantes da Brigada Militar. II – apoiar as ações dos OPM.Art. proposto pelo Comandante-Geral e aprovado pelo Secretário de Estado da Justiça e da Segurança. 46 – Ao Batalhão de Operações Especiais compete: I – executar ações de manutenção da ordem pública. e III – Companhias de Operações Especiais. Parágrafo único – O Batalhão de Operações Especiais estrutura-se em: I – Seção Administrativa. e. Art. inclusive quanto aos demais níveis de organização administrativa. e III – Seção de Controle e Fiscalização. de Vigilância e Guardas estrutura-se em: I – Seção Administrativa. II – Seção de Inteligência. e IV – manter-se como OPM reserva de manobra do Comandante-Geral. Administrativa e Técnica. TÍTULO V DAS DISPOSIÇÕES FINAIS Art. de Chefe do Estado-Maior. 47 – Ao Batalhão de Polícia Fazendária compete apoiar os órgãos governamentais nas ações necessárias à execução das atividades de fiscalização fazendária. Parágrafo único – O Grupamento de Supervisão. Art. que será exercida por um Coronel do Quadro de Oficiais Especialistas em Saúde – QOES. . que terão como Comandante servidor militar do Círculo de Oficiais. II – Seção de Inteligência. nos demais casos. estruturando-se em 2 (duas) Seções. com exceção da função de Diretor do Departamento de Saúde. Operações e Treinamento. por designação do Comandante-Geral. Art. Art. 49 – Ao Grupamento de Polícia Militar Aérea compete executar ações de policiamento aéreo e apoiar os OPM no cumprimento de suas missões. 51 – O exercício das funções da estrutura hierárquica estabelecida neste Decreto por titulares de postos de Oficial Superior será efetivada por nomeação do Chefe do Poder Executivo. 50 – O Esquadrão de Guarda Externa de Presídio de Porto Alegre. mediante indicação do Comandante-Geral. subordinado ao Comando Regional da Área Metropolitana de Porto Alegre. ressalvado o disposto nos artigos 4º e 5º deste Decreto. Art. e III – Companhias de Polícia Fazendária. de Vigilância e Guardas terá sua competência definida em legislação própria. Operações e Treinamento. 54 – Ao exercício de funções de Comando pelas Praças corresponderá a percepção de função gratificada. III – atuar nas ações de alto risco. Parágrafo único – O Batalhão de Polícia Fazendária estrutura-se em: I – Seção Administrativa. de Subcomandante-Geral. de Corregedor-Geral e de Diretores dos Departamentos são privativos do posto de Coronel do QOEM. Art. 48 – O Grupamento de Supervisão.

Art. 56 – Este Decreto entra em vigor na data de sua publicação. da Lei n° 10. é compatível para oficiais integrantes do Quadro Especial de Oficiais da Brigada Militar em Extinção – QEOBMEx – e do Quadro de Oficiais de Administração – QOA –. até a normalização da regularidade de seus provimentos de acordo com as regras deste artigo. de acordo com o artigo 19 da Lei n° 10.993 de 18 de agosto de 1997. PALÁCIO PIRATINI. da referida Lei. de conformidade com as disposições da Lei n° 10. .Art. passarão a ser providos. Art. da Lei n° 10.992 de 18 de agosto de 1997. alínea “c”.98) DECRETO Nº 38. parágrafo único. 5º – Revogam-se as disposições em contrário. as promoções.º 30. 2° – O provimento de graduações de 3° Sargento é autorizado de acordo com os quantitativos previstos no Quadro Anexo a este Decreto. observará. 4° – Este Decreto entra em vigor na data de sua publicação. será realizado. ambos em extinção. Art. observadas as condições e o procedimento previsto no artigo 7°.993 de 18 de agosto de 1997. 1º – O provimento gradual das vagas acrescidas ao efetivo da Brigada Militar a que se refere o artigo 4º da Lei nº 10. O GOVERNADOR DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL. e indicadores específicos da Instituição relacionados no Anexo Único deste Decreto. ANTÔNIO BRITTO.992 de 18 de agosto de 1997. Art. no uso de atribuição que lhe confere o artigo 82. dos níveis. § 1º – Os cargos de 1º Tenente do Quadro de Tenentes de Polícia Militar – QTPM –. através de promoções nos quantitativos discriminados para cada ano. a ser definido pelo Estado-Maior da Brigada Militar e aprovado por Portaria do Secretário de Estado da Justiça e da Segurança que definirá a proporção dos recursos humanos a serem disponibilizados para cada Município do Estado. Art.01.108. Dispõe sobre o provimento de cargos dos Quadros e Qualificações das carreiras dos Servidores Militares da Brigada Militar do Estado e dá outras providências. fixados de acordo com o artigo 1º. DECRETA: Art. 3° – O provimento dos cargos discriminados no Quadro Anexo a este Decreto.462. 57 – Revogam-se as disposições em contrário. da subordinação e do grau de comando dos órgãos da Brigada Militar. DE 22 DE JANEIRO DE 1998. Governador do Estado. os quantitativos por postos e graduações constantes do Quadro Anexo a este Decreto. no dia 18 de novembro. (DOE de 23. no período compreendido entre os anos de 1997 a 2001. realizando-se. § 2° – O exercício de funções previstas em quadros de organização e distribuição do efetivo da Brigada Militar para cargos de 1° Tenente do QTPM. em Porto Alegre. da Constituição do Estado. de 18 de agosto de 1997. em especial o Decreto de n. Parágrafo único – A cada indicador aplica-se um fator numérico. constituem indicadores de segurança pública básicos a população urbana e rural. Art. inciso V. inciso I. de 08 de dezembro de 1981. nas condições estabelecidas no artigo 16. 55 – Para os fins de fixação do efetivo.992. parágrafos 1° a 6°.

com declaração de sua ocorrência. . certidão de óbito. 1º obedecerá ao seguinte procedimento administrativo: I – o órgão de locação do servidor iniciará procedimento administrativo próprio. de 18 de agosto de 1997. de acordo com o disposto no art. c) publicação de declaração mencionada na alínea “a” no Diário Oficial do Estado. de 18 de agosto de 1997. III – atendido o disposto no inciso I deste artigo. decorrente de ato de bravura.992 DE 18 DE AGOSTO DE 1997). ex officio ou mediante provocação. Art. DECRETA: Art.º 11.1º. no uso da atribuição que lhe confere o artigo 82. (DOE de 23.º 38. o benefício corresponderá à percepção de parcela adicional no valor equivalente entre o vencimento ou soldo inicial e o final das respectivas carreiras. DE 11 DE MAIO DE 1998.000. Governador do Estado. 1º – A concessão do benefício de que trata o art. da Constituição do Estado. o expediente será remetido ao Secretário da Justiça e da Segurança. fazendo constar no mesmo: a) apreciação das circunstâncias em que se deu o evento. devendo ser examinada a ocorrência dos requisitos previstos no artigo 5º da mencionada Lei Complementar. Regulamenta a Lei Complementar nº 11.000. 22 de janeiro de 1998. 3º– O procedimento a que se refere este Decreto não substitui ou exclui outros referentes a direitos e vantagens dos servidores e seus dependentes. do mencionado diploma legal. O GOVERNADOR DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL. se dará ao grau hierarquicamente superior da respectiva carreira. caput.480. Art. § 2º– O benefício constante no parágrafo único do dispositivo legal mencionado no parágrafo anterior corresponderá à percepção de parcela adicional em valor equivalente à vinte por cento de vencimento ou soldo percebido. ANTÔNIO BRITTO. 2º– A promoção extraordinária dos servidores das carreiras de nível médio. II – o mesmo procedimento previsto no inciso anterior será adotado no caso de reconhecimento de ato de bravura. que oficializará o ato de promoção extraordinária ou remeterá ao exame do Governador do Estado. b) laudo oficial que ateste a invalidez permanente ou no caso de morte. § 1º– Nas hipóteses regradas pelo artigo 3º da Lei Complementar n. em Porto Alegre. DECRETO N. inciso V.01.PALÁCIO PIRATINI.98) ANEXO ÚNICO PROVIMENTO GRADUAL DAS VAGAS ACRESCIDAS AO EFETIVO DA BRIGADA MILITAR PERÍODO DE 1997 E 2001 (LEI N° 10. a ser calculado pela Comissão de Pensões Vitalícias da Secretaria da Justiça e da Segurança.

2º – Este Decreto entra em vigor na data de sua publicação.548. Distribui o efetivo da Brigada Militar.991. de acordo com o fixado na Lei nº 10.993. Art.Art.permanecerá inalterada até a conclusão dos estudos realizados pelo Grupo de Trabalho instituído pelo Decreto n º 38. no uso da atribuição que lhe confere o artigo 82. através da informatização dos seus procedimentos. Porto Alegre. Art. 3º – Revogam-se as disposições em contrário. é distribuído nos órgãos de Direção. visando modernizar seus métodos de trabalho. inciso V. em Porto Alegre. 11 de maio de 1998 (DOE de 12.05. DE 08 DE JUNHO DE 1998.98) . Art. de 5 de junho de 1998. da Constituição do Estado. O GOVERNADOR DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL. de 18 de agosto de 1997. PALÁCIO PIRATINI.993. Considerando que as organizações policiais devem colocar o máximo possível de seu efetivo em atividades operacionais. Art. através do Decreto nº 38. Considerando que o Poder Executivo. DECRETA: Art. Parágrafo único – A distribuição do efetivo de que trata o “caput”. 6º – Revogam-se as disposições em contrário.547. fixado através da Lei n º 10. (DOE de 09. 1º– O efetivo de servidores militares do Estado. 08 de junho de 1998. de 18 de agosto de 1997.98) DECRETO Nº 38. de 5 de junho de 1998. 4º – O Secretário de Estado da Justiça e da Segurança emitirá Portaria estabelecendo os procedimentos administrativos necessários ao cumprimento deste Decreto.06. instituiu Grupo de Trabalho com a finalidade de racionalizar as áreas de apoio administrativo da Brigada Militar. Apoio e Execução previstos na Lei nº 10. 5º – Este Decreto entra em vigor na data de sua publicação. conforme o Quadro em anexo a este Decreto.547. que dispõe sobre a organização básica da Brigada Militar e sua respectiva regulamentação. PALÁCIO PIRATINI. de 18 de agosto de 1997. Polícia Civil e Superintendências de Serviços Penitenciários.

......990......................... (As alterações foram inseridas na LC nº 10. que a Assembléia Legislativa aprovou e eu sanciono e promulgo a Lei Complementar seguinte: Art................... 2º – O artigo 14 da Lei Complementar nº 10..................................... Art........... 4º – Esta Lei Complementar entra em vigor na data de sua publicação................... respectivamente.. PALÁCIO PIRATINI.. passa a ter a seguinte redação: .. e dá outras providências.. ambas de 18 de agosto de 1997............... passa a vigorar com a seguinte redação: .......... de 18 de agosto de 1997...........990 e 10. 22 de junho de 1998..... 5º – Revogam-se as disposições em contrário............1º – O artigo 58 da Lei Complementar nº 10...... 3º – As despesas decorrentes da execução desta Lei correrão à conta de dotações orçamentárias próprias........................06... em cumprimento ao disposto no artigo 82.... disciplinados. inciso IV...... (As alterações foram inseridas na LC nº 10....... pelas Leis Complementares nºs 10...........992/97) . da Constituição do Estado.....................170.................................... (DOE de 23...... em Porto Alegre...... Art.......... de 18 de agosto de 1997...992..................................98) ........ Altera disposições do Estatuto dos Servidores Militares do Estado do Rio Grande do Sul e de sua Carreira... DE 22 DE JUNHO DE 1998......... produzindo efeitos a contar de 18 de agosto de 1997. O GOVERNADOR DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL.........992....... Faço saber.......LEI COMPLEMENTAR N...º 11............ Art............990/97) .. Art....

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