LEI COMPLEMENTAR N.º 10.990, DE 18 DE AGOSTO DE 1997.

Dispõe sobre o Estatuto dos Servidores Militares da Brigada Militar do Estado do Rio Grande do Sul e dá outras providências. (D.O.E. de 19.08.97)

Edição CORAG Assessoria de Publicações Técnicas Porto Alegre, 1998

SUMÁRIO
– – – – – – – – – – – – – – – – – – – – – – – – – – – – – – – Do Provimento – Arts. 9º ao 11 Da Hierarquia e da Disciplina – Arts. 12 ao 17 Do Cargo e da Função Policiais-Militares – Arts. 18 ao 23 Do Valor Policial-Militar – Art. 24 Da Ética Policial-Militar – Arts. 25 ao 28 Dos Deveres Policiais-Militares – Art.29 Do Compromisso Policial-Militar – Arts. 30 e 31 Do Comando e da Subordinação – Arts. 32 ao 34 Da Violação das Obrigações e dos Deveres – Arts.35 ao 39 Dos Crimes Militares – Art.40 Do Conselho de Justificação – Arts. 41 ao 43 Do Conselho de Disciplina – Arts. 44 e 45 Dos Direitos dos Servidores Militares – Arts. 46 e 47 Da Remuneração – Arts.48 ao 50 Assistência Médico-Hospitar – Arts. 51 ao 55 Da Promoção – Arts. 56 ao 58 Das Férias e Outros Afastamentos Temporários do Serviço – Arts. 59º ao 68º Das Licenças – Arts.69 ao 82. Da Pensão Policial-Militar – Arts. 83 ao 85 Das Prerrogativas – Arts. 86 e 87 Do Uso dos Uniformes da Brigada Militar – Arts. 88 a 91 Da Agregação – Arts. 92 ao 94 Da Reversão – Arts. 95 e 96 Do Excedente – Art. 97 Do Ausente – Art. 98 Do Desaparecimento e do Extravio – Arts. 99 ao 102 Do Desligamanto ou Exclusão do serviço Ativo – Arts. 100 ao 102 Da Reinclusão – Art. 103 Da Transferência para Reserva Remunerada – Arts. 104 ao 112 Da Reforma – Arts. 113 ao 121 Da Demissão, da Perda do Posto e da Patente e da Declaração de Indignidade ou Incompatibilidade com o Oficialato – Arts. 122 ao 127 – Do Licenciamento – Arts. 128 ao 130 – Da Anulação de Inclusão – Art.131 – Da Exclusão da Praça a Bem da Disciplina – Arts. 132 ao 134 – Da Deserção – Art. 135 – Do Falecimento e do Extravio – Arts. 136 ao 138 – Do Tempo de Serviço – Arts. 139 ao 147 – Da Licença para Acompanhar o Cônjuge – Arts. 148 a 149 – Das Recompensas e das Dispensas de Serviço – Arts. 150 a 152 – Das Prorrogação do Serviço Policial Militar – Art. 153 – Das Disposições Finais e Transitórias – Arts. 154 ao 163

LEGISLAÇÃO COMPLEMENTAR
LEI N.º 10.991, DE 18 DE AGOSTO DE 1997. Dispõe sobre a Organização Básica da Brigada Militar do Estado do RS e dá outras providências. LEI COMPLEMENTAR N.º 10.992, DE 18 DE AGOSTO DE 1997. Dispõe sobre a carreira dos Servidores Militares do Estado do RS e dá outras providências. LEI N.º 10.993, DE 18 DE AGOSTO DE 1997. Fixa o efetivo da Brigada Militar do Estado e dá outras providências. LEI N.º 10.996, DE 18 DE AGOSTO DE 1997. Estabelece benefício ao servidor integrante dos órgãos operacionais da Secretaria da Justiça e da Segurança, ou ao seu beneficiário, na ocorrência dos eventos “invalidez permanente, total ou parcial, ou morte”, ocorridos em serviço. LEI COMPLEMENTAR N.º 11.000, DE 18 DE AGOSTO DE 1997. Dispõe sobre a promoção extraordinária do Servidor Militar e do Servidor integrantes dos Quadros da Polícia Civil , do Instituto-Geral de Perícias e da Superintendência dos Serviços Penitenciários. DECRETO N.º 37.794, DE 22 DE SETEMBRO DE 1997. Dispõe sobre diárias devidas a policiais militares e dá outras providências. O “caput” do art.1º, alterado p/D 37.878/97, inseridas no texto deste Decreto. DECRETO N.º 38.107, DE 22 DE JANEIRO DE 1998. Regulamenta a Lei de Organização Básica e Qualificação das Carreiras dos Servidores Militares da Brigada Militar do Estado do RS e dá outras providências. DECRETO N.º 38.108, DE 22 DE JANEIRO DE 1998. Dispõe sobre o provimento de cargos e Qualificação das Carreiras do Servidores Militares da Brigada Militar do Estado do RS e dá outras providências. DECRETO N.º 38.480, DE 11 DE MAIO DE 1998. Regulamenta a Lei Complementar n.º 11.000, de 18 de agosto de 1997. DECRETO N.º 38.548, DE 08 DE JUNHO DE 1998. Distribui o efetivo da Brigada Militar, de acordo o fixado na Lei n.º 10.993/97. LEI COMPLEMENTAR N.º 11.170, DE 22 DE JUNHO DE 1998. Altera disposições do Estatuto dos Servidores Militares do Estado do Rio Grande do Sul e de sua Carreira, disciplinados, respectivamente, pelas Leis Complementares n.ºs. 10.990 e 10.992, ambas de 18 de agosto de 1997 e dá outras providências. DECRETO N.º 37.536, DE 08 DE JULHO DE 1997. Dispõe sobre as condições gerais e específicas para ingresso voluntário na Brigada Militar. DECRETO N.º 37.939, DE 17 DE NOVEMBRO DE 1997. Regulamenta a Comissão de Avaliação e Mérito da Brigada Militar e dá outras providências.

LEI COMPLEMENTAR N.º 10.990, DE 18 DE AGOSTO DE 1997. Dispõe sobre o Estatuto dos Servidores Militares da Brigada Militar do Estado do Rio Grande do Sul e dá outras providências.
O GOVERNADOR DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL. Faço saber, em cumprimento ao disposto no artigo 82, inciso IV, da Constituição do Estado, que a Assembléia Legislativa aprovou e eu sanciono e promulgo a Lei seguinte: Art. 1° – Este Estatuto regula a situação, obrigações, deveres, direitos e prerrogativas dos servidores militares do Estado. Art. 2° – A Brigada Militar, instituída para a preservação da ordem pública no Estado e considerada Força Auxiliar, reserva do Exército Brasileiro é instituição permanente e regular, organizada com base na hierarquia e na disciplina, sob a autoridade suprema do Governador do Estado. Art. 3° – Os integrantes da Brigada Militar do Estado, em razão da destinação constitucional da Corporação e em decorrência das leis vigentes, constituem uma categoria especial de servidores públicos estaduais, sendo denominados servidores militares. § 1° – Os servidores militares encontram-se em uma das seguintes situações: I – na ativa: a) os servidores militares de carreira; b) os servidores militares temporários; c) os componentes da reserva remunerada, quando convocados; d) os alunos de órgãos de formação de servidor militar da ativa. II – na inatividade: a) na reserva remunerada, quando pertencem à reserva da Corporação e percebem remuneração do Estado, porém sujeitos, ainda, à prestação de serviço na ativa, mediante convocação; b) reformados, quando, tendo passado por uma das situações anteriores, estão dispensados, definitivamente, da prestação de serviço na ativa, mas continuam a perceber remuneração do Estado; c) na reserva não remunerada, na forma da legislação específica. § 2° – Os servidores militares de carreira são os que, no desempenho voluntário e permanente do serviço policial-militar, têm vitaliciedade assegurada ou presumida. § 3° – Em casos especiais, regulados por lei, os servidores militares da reserva remunerada poderão, mediante aceitação voluntária, ser designados para o serviço ativo, em caráter transitório, por proposta do Comandante- Geral e ato do Governador do Estado. Art. 4° – O serviço policial-militar consiste no exercício de atividades inerentes à Brigada Militar e compreende todos os encargos previstos na legislação específica e peculiar. Art. 5° – A carreira policial-militar é caracterizada por atividade contínua e inteiramente devotada às finalidades da Brigada Militar, denominada atividade policial-militar. Parágrafo único – A carreira policial-militar é privativa do pessoal da ativa, iniciando-se com o ingresso na Brigada Militar e obedecendo à seqüência de graus hierárquicos.

Art. 6° – São equivalentes as expressões “na ativa”, “da ativa”, “em serviço ativo”, “em serviço na ativa”, “em serviço”, “em atividade” ou “em atividade policial-militar” referidas aos servidores militares no desempenho de cargo, comissão, encargo, incumbência ou missão, serviço ou atividade policial-militar ou considerada de natureza policial-militar, nas organizações policiais - militares, bem como, quando previsto em lei ou regulamento, em outros órgãos do Estado. Art. 7° – A condição jurídica dos servidores militares é definida pelos dispositivos constitucionais que lhes forem aplicáveis, por este Estatuto e pelas leis e regulamentos que lhes outorgam direitos e prerrogativas e lhes impõem deveres e obrigações. Art. 8° – O disposto neste Estatuto aplica-se, no que couber, aos servidores - militares da reserva remunerada e reformados. Parágrafo único – Os Oficiais nomeados Juízes do Tribunal Militar do Estado são regidos por legislação própria. DO PROVIMENTO Art. 9° – O ingresso na Brigada Militar é facultado a todos os brasileiros, sem distinção de raça, sexo ou de crença religiosa, mediante concurso público, observadas as condições prescritas em lei. Art. 10 – São requisitos para o ingresso na Brigada Militar: I – ser brasileiro; II – possuir ilibada conduta pública e privada; III – estar quite com as obrigações eleitorais e militares; IV – não ter sofrido condenação criminal com pena privativa de liberdade ou qualquer condenação incompatível com a função policial-militar; V – não estar respondendo processo criminal; VI – não ter sido isentado do serviço militar por incapacidade física definitiva; e VII – obter aprovação nos exames médico, físico, psicológico e intelectual, exigidos para inclusão, nomeação ou matrícula. Parágrafo único – As condições específicas, conforme o quadro ou qualificação, serão as previstas no regulamento de ingresso. Art. 11 – Para o cômputo do tempo correspondente ao período probatório será considerado o tempo de serviço do servidor militar como aluno - oficial. Parágrafo único – Excetuam-se do disposto no “caput” os atuais 1° e 2° Tenentes PM e os atuais Aspirantes-a-Oficial.

DA HIERARQUIA E DA DISCIPLINA
Art. 12 – A hierarquia e a disciplina militares são a base institucional da Brigada Militar, sendo que a autoridade e a responsabilidade crescem com o grau hierárquico. § 1° – A hierarquia militar é a ordenação da autoridade em níveis diferentes, dentro da estrutura da corporação, sendo que a ordenação se faz por postos ou graduações e, dentro de um mesmo posto ou de uma mesma graduação, se faz pela antigüidade no posto ou na graduação, consubstanciada no espírito de acatamento à seqüência de autoridade. § 2° – A disciplina militar é a rigorosa observância e o acatamento integral das leis, regulamentos, normas e disposições que fundamentam o organismo policial-militar e coordenam o seu funcionamento regular e harmônico, traduzindo-se pelo cumprimento do dever por parte de todos e de cada um dos seus componentes. § 3° – A disciplina militar e o respeito à hierarquia devem ser mantidos entre servidores militares da ativa, da reserva remunerada e reformados.

Art. e o último. sem prejuízo do respeito mútuo. de acordo com o regulamento do respectivo órgão. ainda assim.Geral da Brigada Militar. 15 – A precedência entre servidores militares da ativa. se. . II – nos demais casos. nomeação. a antigüidade é estabelecida através dos seguintes critérios: I – entre servidores militares do mesmo quadro. em: I – Círculos de Oficiais. do Subcomandante . § 4° – Os graus hierárquicos de Subtenente. subsistir a igualdade de antigüidade. se não estiverem especificamente enquadrados nas disposições dos incisos I e II. II – Círculos de Praças. freqüentam. III – entre os alunos de um mesmo órgão de formação de servidores militares. Art. recorrer-se-á. Art.Geral e do Chefe do Estado Maior. na forma regulamentar. ou inclusão. § 3° – Em igualdade de posto ou graduação. e a Graduação é o grau hierárquico da Praça. § 3° – Sempre que o servidor militar que fizer uso do posto ou graduação for da reserva remunerada ou reformado. 14 – Os círculos e a escala hierárquica na Brigada Militar são os constantes do quadro seguinte: CARREIRA dos Servidores militares de nível superior dos Servidores POSTOS E GRADUAÇÕES Coronel de Oficiais Superiores Tenente-Coronel Major de Oficiais Capitão Intermediários de Oficiais Subalternos Primeiro Tenente 1° Sargento de Sargentos 2° Sargento de Soldados Soldado CÍRCULO militares de nível médio § 1° – O Posto é o grau hierárquico do Oficial. neste último caso. aos graus hierárquicos anteriores. o Círculo de Sargentos. 3° Sargento e Cabo. deverá mencionar essa situação. salvo quando estiver taxativamente fixada outra data. § 2° – Os graus hierárquicos inicial e final dos Quadros e Classificações são os compreendidos nas carreiras de nível superior e médio. § 2° – No caso de igualdade na data referida no parágrafo anterior. para definir a precedência e. sucessivamente. conferido por ato do Comandante . 13 – Círculos hierárquicos são âmbitos de convivência entre os servidores militares da mesma categoria e têm a finalidade de desenvolver o espírito de camaradagem em ambiente de estima e confiança. pela antigüidade no posto ou na graduação anterior e. é assegurada pela antigüidade no posto ou na graduação. § 1° – A antigüidade em cada posto ou graduação é contada a partir da data da publicação do ato da respectiva promoção. os dois primeiros. os servidores militares na ativa têm precedência sobre os na inatividade. Parágrafo único – Os círculos hierárquicos serão disciplinados. definidos em lei complementar específica. pela posição nas respectivas escalas numéricas ou registro de que trata o artigo 17. do mesmo grau hierárquico. salvo nos casos de precedência funcional do Comandante Geral. o mais velho será considerado mais antigo. em extinção. respectivamente. o Círculo de Soldados. à data de inclusão e à data de nascimento. conferido por ato do Governador do Estado.

no exercício de cargo privativo de sua especialidade. e até que outro servidor militar. são estabelecidas na legislação específica e peculiar. 21 – A função policial-militar é o exercício das obrigações inerentes ao cargo policial-militar. § 1° – O servidor militar designado. ou dispensado. 23 – O servidor militar ocupante de cargo.§ 4° – Em igualdade de posto ou graduação. por período igual ou superior a 10 (dez) dias. bem como as normas. § 5° – Em caso de igualdade de posto. a seqüência de substituições para assumir cargo ou função. Art. 18 – O cargo policial-militar é aquele que só pode ser exercido por servidor militar em serviço ativo. 22 – Dentro de uma mesma Organização Policial Militar. atribuições e responsabilidades correspondentes. para exercer função de posto ou graduação superior a sua terá direito ao vencimento e vantagens correspondentes àquele posto ou graduação. Art.Geral da Corporação. conforme previsto em lei. os demais Oficiais. dele tome posse. II – desde o momento em que o servidor militar que o ocupa é exonerado. não poderão exercer Comando. observados os princípios regidos por este Estatuto. segundo as instruções baixadas pelo Comandante . a precedência entre os servidores militares na ativa e os na reserva remunerada que estiverem convocados é definida pelo tempo de efetivo serviço no posto ou na graduação. dentro das respectivas escalas numéricas. quando não possuírem Curso Superior de Polícia Militar. ou que tenha recebido determinação de autoridade competente. Chefia ou Direção sobre os Oficiais que o possuir.militares serão providos com pessoal que satisfaça aos requisitos de grau hierárquico e de qualificação exigidos para o seu desempenho. a contar do dia em que houver assumido tal função. respeitadas a precedência e as qualificações exigidas para o cargo ou para o exercício da função. Parágrafo único – O provimento de cargo policial-militar se faz por ato de nomeação ou de designação da autoridade competente. ou falece. 20 – O cargo policial-militar é considerado vago: I – a partir de sua criação e até que um servidor militar. 16 – A precedência entre as Praças especiais e demais Praças é a regulada por legislação federal específica. . Art. regularmente nomeado ou designado. DO CARGO E DA FUNÇÃO POLICIAIS-MILITARES Art. Art. Parágrafo único – As obrigações inerentes ao cargo policial-militar devem ser compatíveis com o correspondente grau hierárquico e definidas em legislação ou regulamentação específicas. Art. Art. 17 – A Brigada Militar manterá um registro de todos os dados referentes ao seu pessoal da ativa e da reserva remunerada. os Oficiais que possuírem o Curso Superior de Polícia Militar terão precedência sobre os demais. a cada cargo policial-militar um conjunto de atribuições. faz jus às gratificações e a outros direitos correspondentes. correspondendo. e respeitadas as restrições do presente artigo. § 6° – Excetuados os integrantes do Quadro de Oficiais Especialistas em Saúde – QOES. regularmente nomeado ou designado. dele tome posse. 19 – Os cargos policiais . provido de acordo com o parágrafo único do artigo 19. ou é considerado extraviado ou desertor. Art. deveres e responsabilidades que se constituem em obrigações do respectivo titular.

os regulamentos. XIII – proceder de maneira ilibada na vida pública e na particular. conduta moral e profissional irrepreensíveis. próprio e dos subordinados. de matéria sigilosa de que tenha conhecimento em virtude do cargo ou da função.§ 2° – As substituições temporárias. . cotista ou comanditário. de modo a que não sejam prejudicados os princípios da disciplina. desde que não infrinjam o disposto no presente artigo. 25 – O sentimento do dever. XIV – observar as normas da boa educação. eficiência e probidade as funções que lhe couberem em decorrência do cargo. quando convocados. V – cumprir e fazer cumprir as leis. entre funções atribuídas a postos ou entre funções atribuídas a graduações. DA ÉTICA POLICIAL-MILITAR Art. XI – abster-se de tratar. respectivamente. IV – acatar as autoridades civis. dos interesses de organizações ou empresas privadas de qualquer natureza. III – o espírito de corpo. a gestão de seus bens. VI – ser justo e imparcial no julgamento dos atos e na apreciação do mérito dos subordinados. tendo em vista o cumprimento da missão comum. com a observância dos seguintes preceitos de ética do servidor militar: I – amar a verdade e a responsabilidade como fundamento da dignidade pessoal. intelectual e físico. respeitando-se os princípios da antigüidade e qualificação para o exercício funcional. ficam proibidos de tratar. orgulho do servidor militar pela organização onde serve. a cada um dos integrantes da Brigada Militar.militares e nas repartições públicas civis. de sociedade civil ou exercer comércio. Art. DO VALOR POLICIAL-MILITAR Art. 24 – São manifestações essenciais do valor policial-militar: I – a dedicação ao serviço policial para preservação da segurança da comunidade e das prerrogativas da cidadania. II – a fé na elevada missão da Brigada Militar. XVII – zelar pelo bom nome da Brigada Militar e de cada um dos seus integrantes. IV – o amor à profissão policial-militar e o entusiasmo com que é exercida. maneiras e em sua linguagem escrita e falada. 26 – Ao servidor militar da ativa é vedado participar de gerência ou administração de empresa privada. obedecendo aos preceitos da ética do servidor militar. § 1° – Os servidores militares na reserva remunerada. X – ser discreto em suas atitudes. o brio e o decoro de classe impõem. nas organizações policiais . as instruções e as ordens das autoridades competentes. XVI – conduzir-se. exceto na qualidade de acionista. III – respeitar a dignidade da pessoa humana. VII – zelar pelo preparo moral. o permanente zelo ao patrimônio público e às instituições democráticas. diretamente. § 2° – Os servidores militares da ativa podem exercer. XV – abster-se de fazer uso do posto ou da graduação para obter facilidades pessoais de qualquer natureza ou para encaminhar negócios particulares ou de terceiros. fora do âmbito apropriado. VIII – empregar as suas energias em benefício do serviço. e V – o aprimoramento técnico profissional. mesmo fora do serviço ou na inatividade. XII – cumprir seus deveres de cidadão. somente poderão ocorrer. II – exercer com autoridade. a dignidade militar. IX – praticar a camaradagem e desenvolver permanentemente o espírito de cooperação. do respeito e decoro. mesmo com o risco da própria vida.

II – o culto aos símbolos nacionais e estaduais. mesmo com o sacrifício da própria vida. 32 – Comando é a soma de autoridade. Art. Art. DO COMPROMISSO POLICIAL-MILITAR Art. de acordo com os seguintes dizeres: “Perante a Bandeira do Brasil e pela minha honra. da estrutura hierárquica da Brigada Militar e não afeta a dignidade pessoal do servidor militar. prometo regular a minha conduta pelos preceitos da moral. DO COMANDO E DA SUBORDINAÇÃO Art. . 31 – O compromisso a que se refere o artigo anterior terá caráter solene e será prestado na presença da tropa. deveres e responsabilidades de que o servidor militar é investido legalmente. exclusivamente. Parágrafo único – Ao ser promovido ao seu primeiro posto. sendo vinculado ao grau hierárquico e constituindo prerrogativa impessoal. no interesse da salvaguarda da sua dignidade. segurança. não poderá estar filiado a partido político. VI – a obrigação de tratar o subordinado dignamente e com urbanidade. sempre que houver razões que recomendem tal medida. 33 – A subordinação decorre.militares e manifestará a sua firme disposição de bem os cumprir. após ingressar na Brigada Militar. Art. mesmo com o risco da própria vida”. tão logo o servidor militar tenha adquirido um grau de instrução compatível com o perfeito entendimento dos seus deveres como integrante da Brigada Militar. em solenidade especialmente programada. IV – a disciplina e o respeito à hierarquia. 29 – Os deveres policiais . prometo cumprir os deveres de Oficial da Brigada Militar do Estado e dedicarme inteiramente ao seu serviço”. à manutenção da ordem pública e à segurança da comunidade. cumprir rigorosamente as ordens das autoridades a que estiver subordinado e dedicar-me inteiramente ao serviço policial-militar. 28 – O servidor militar. DOS DEVERES POLICIAIS-MILITARES Art. o servidor militar prestará compromisso de Oficial. enquanto em efetivo serviço. V – o rigoroso cumprimento das obrigações e das ordens. prestará compromisso de honra. III – a probidade e a lealdade em todas as circunstâncias. e compreendem: I – a dedicação ao serviço policial-militar e a fidelidade à Pátria e à comunidade. informem sobre a origem e a natureza dos seus bens. 27 – O Comandante . instituições e integridade devem ser defendidas. conforme os seguintes dizeres: “Ao ingressar na Brigada Militar do Estado. cuja honra.Art. no qual afirmará a sua aceitação consciente das obrigações e dos deveres policiais .militares emanam do conjunto de vínculos que ligam o servidor militar à sua corporação e ao serviço que a mesma presta à comunidade. quando conduz homens ou dirige uma Organização Policial Militar. 34 – Cabe ao servidor militar a responsabilidade integral pelas decisões que tomar. Art. em cujo exercício o servidor militar se define e se caracteriza como chefe. pelas ordens que emitir e pelos atos que praticar. 30 – Todo o cidadão.Geral da Brigada Militar poderá determinar aos servidores militares da ativa que.

nos casos em que a lei determinar. se declarado indigno do Oficialato ou com ele incompatível. 36 – A inobservância dos deveres especificados nas leis e regulamentos. . pecuniária. 35 – A violação das obrigações ou dos deveres policiais . Art. Art. poderá concluir pela incompatibilidade do servidor militar com o cargo ou pela incapacidade para o exercício das funções policiais . sem prejuízo dos respectivos vencimentos e vantagens. desde que venha a ser condenado. salvo após decisão final do processo a que for submetido. 40 – O Código Penal Militar relaciona e classifica os crimes militares. 38 – Ao servidor militar são proibidas a sindicalização e a greve. ou a falta de exação no cumprimento dos mesmos. até a solução final do processo ou adoção das providências legais que couberem ao caso. acarreta. os Chefes e os Diretores. Parágrafo único – A apuração da responsabilidade funcional. e dispõe sobre a aplicação aos servidores militares das penas correspondentes aos crimes por eles cometidos. Art. responsabilidade funcional. § 2° – A responsabilidade disciplinar é independente das responsabilidades civil e penal. 37 – O servidor militar cuja atuação no serviço revelar-se incompatível com o cargo ou que demonstrar incapacidade para o exercício das funções policiais . Art. § 3° – Não se caracteriza como violação das obrigações e dos deveres do servidor militar o inadimplemento de obrigações pecuniárias assumidas na vida privada. 43 – O processo e julgamento pelo Conselho de Justificação serão regidos por lei especial. conforme dispuserem a legislação ou regulamentação específicas. pecuniária. ficará privado do exercício de qualquer função policial-militar. Art. 41 – O Oficial só perderá o posto e a patente por decisão do Tribunal Militar do Estado. para o servidor militar. disciplinar e penal. § 1° – A violação dos preceitos da ética policial-militar é tanto mais grave quanto mais elevado for o grau hierárquico de quem a cometer.militares constituirá crime. nas condições mencionadas neste artigo. II – Os Comandantes. disciplinar ou penal. DO CONSELHO DE JUSTIFICAÇÃO Art.Geral da Brigada Militar. em tempo de paz e em tempo de guerra. consoante legislação específica. DOS CRIMES MILITARES Art. submetido a Conselho de Justificação.DA VIOLAÇÃO DAS OBRIGAÇÕES E DOS DEVERES Art. 39 – São vedadas as manifestações coletivas que impliquem no descumprimento do dever ou que atentem contra a disciplina policial-militar. assegurada ampla defesa ao acusado. contravenção ou transgressão disciplinar. Art. 42 – O Oficial acusado de ser incapaz de permanecer como servidor militar será.militares a ele inerentes. § 2° – O servidor militar afastado do cargo. § 1° – São competentes para determinar o imediato afastamento do cargo ou o impedimento do exercício da função: I – O Comandante .militares a ele inerentes será do mesmo imediatamente afastado. na conformidade da legislação ou regulamentação da Corporação.

DA REMUNERAÇÃO Art. § 1° – Os servidores militares na ativa percebem remuneração constituída pelas seguintes parcelas: I – vencimentos. com as restrições impostas pela legislação específica. em toda a sua plenitude. b) em cento e vinte dias corridos. através da Brigada Militar. 44 – A Praça com estabilidade será submetida a Conselho de Disciplina na forma da legislação específica. quando movimentado por necessidade do serviço. pelas Praças. IV – a percepção de vencimentos. X – o porte de arma. V – o transporte para si e seus dependentes. exceto em matéria disciplinar. § 3° – A decisão sobre qualquer recurso será dada no prazo máximo de 60 (sessenta) dias. mediante indenização. VI – as promoções. o licenciamento voluntário da ativa. § 2° – A remuneração percebida pelos servidores militares em inatividade denomina-se proventos.hospitalar. em serviço ativo ou em inatividade. indenizações e outras vantagens e é devida em bases estabelecidas em lei . a queixa e a representação não podem ser feitos coletivamente. § 4° – Aos servidores militares em processo administrativo ou judicial são assegurados o contraditório e a ampla defesa. ouvido o Comandante . compreendendo soldo e gratificações. assegurada ampla defesa ao acusado. DOS DIREITOS DOS SERVIDORES MILITARES Art. 48 – A remuneração dos servidores militares compreende vencimentos ou proventos. prerrogativas e deveres a ela inerentes. 47 – O servidor militar que se julgar prejudicado ou ofendido por qualquer ato administrativo ou disciplinar de superior hierárquico poderá recorrer ou interpor pedido de reconsideração. Art. XV – a saúde. salvo aqueles Oficiais em inatividade por alienação mental ou condenação por crimes transitados em julgado ou por atividades que desaconselhem o porte de arma. VII – a transferência para a reserva remunerada ou a reforma. higiene e segurança do trabalho. 46 – São direitos dos servidores militares. quando Oficial. XIII – a assistência judiciária gratuita. IX – a demissão voluntária e. 45 – O processo e julgamento pelo conselho de Disciplina serão regidos por lei especial. com as vantagens. nos demais casos. a contar do recebimento de comunicação Oficial. inclusive mobília. II – indenizações. segundo legislação vigente na Corporação. II – o uso das designações hierárquicas. XII – a aquisição de uma arma de uso permitido.Geral. quando processado em razão de atos praticados em objeto de serviço. cujo prazo será de 8 (oito) dias. VIII – as férias e as licenças. XIV – a assistência social e médico . .DO CONSELHO DE DISCIPLINA Art. § 2° – O pedido de reconsideração. na forma regulamentar. seus bens pessoais. queixa ou representação. quanto a ato que decorra da composição de Quadro de Acesso. XI – o porte de armas. quando Oficial. III – o desempenho de cargos e funções correspondentes ao posto e de atribuições correspondentes à graduação. Art. proventos e outras vantagens pecuniárias. nos limites estabelecidos na legislação específica: I – a garantia da patente. na forma estabelecida no Código de Vencimentos e Vantagens da Brigada Militar. § 1° – O direito de recorrer na esfera administrativa prescreverá: a) em quinze dias úteis.

através do Departamento de Saúde da Brigada Militar. da reserva remunerada ou reformado. extraordinariamente. nos termos da lei. seqüestro ou penhora. inclusive quando decorrentes da transformação ou reclassificação do cargo ou função em que se deu a aposentadoria. § 2° – A promoção é ato administrativo e tem como finalidade básica a seleção dos servidores militares para o exercício de funções pertinentes ao grau hierárquico superior. sendo também estendidos aos inativos quaisquer benefícios e vantagens posteriormente concedidos aos servidores militares em atividade. 52 – Nas localidades onde não houver organizações de saúde da Brigada Militar. ao servidor militar e a seus dependentes. exceto nos casos previstos em lei federal. Art. § 5° – O servidor militar. Art. 54 – A assistência médico-hospitalar ao servidor militar da ativa. de modo a obter-se um fluxo regular e equilibrado da carreira para os servidores militares a que esses dispositivos se referem. fora do horário do expediente a que estiver sujeito. Art. . é atribuição do Comando--Geral da Brigada Militar. 57 – As promoções serão efetuadas pelos critérios de merecimento e de antigüidade. 56 – O acesso na hierarquia policial-militar é seletivo. quando acidentado em serviço ou acometido de doença adquirida em serviço ou dela decorrente. desde que implique alteração de seu domicílio. dentro das limitações dos recursos orçamentários próprios da Brigada Militar. no valor fixado em lei. perceberá gratificação de magistério. de conformidade com o disposto na legislação e regulamentação de promoções de Oficiais e de Praças. § 6° – O servidor militar fará jus a gratificação pelo exercício. gradual e sucessivo e será feito mediante promoções. 53 – O servidor militar em serviço ativo faz jus a hospitalização e tratamento custeado pelo Estado. DA PROMOÇÃO Art. § 4° – O servidor militar que exercer o magistério em curso ou estágio regularmente instituídos pela Brigada Militar. Art. haverá promoções em ressarcimento de preterição. assistência médicohospitalar. Art. ASSISTÊNCIA MÉDICO-HOSPITALAR Art. perceberá ajuda de custo para atender às despesas de sua instalação. conforme legislações específicas. 55 – As normas e condições de atendimento serão estabelecidas em regulamento próprio. através do Instituto de Previdência do Estado do Rio Grande do Sul – IPERGS e. os servidores militares nela sediados poderão ser atendidos por organizações das Forças Armadas ou civis. através de ato do Poder Executivo. ainda. ou. por aula proferida. mediante acordos previamente estabelecidos entre estas e o Departamento de Saúde da Corporação. observadas as disposições da legislação e regulamentação a que se refere este artigo. 50 – Os proventos de inatividade serão revistos na mesma proporção e na mesma data em que se modificar a remuneração dos servidores militares em atividade. ouvido o Secretário de Estado responsável pela área da segurança pública. de encargo em comissão de concurso público. § 1° – O planejamento da carreira dos Oficiais e das Praças. poderá ser prestada pelas organizações de saúde. § 1° – Em casos especiais. conforme fixado em lei. Parágrafo único – O Departamento de Saúde da Brigada Militar destina-se a atender o policial-militar e seus dependentes. os proventos e as pensões dos servidores militares e seus beneficiários não serão objeto de arresto. Art. ao ser movimentado por necessidade do serviço.§ 3° – Os servidores militares da ativa e na inatividade perceberão abono familiar de conformidade com a lei geral que rege essa vantagem. supletivamente. Art. postos à disposição do seu Departamento de Saúde. 49 – Os vencimentos. 51 – O Estado proporcionará.

para descanso. recebendo ele o número que lhe competir na escala hierárquica. . 63 – Se o servidor militar vier a falecer. § 6° – A concessão de férias não é prejudicada pelo gozo anterior de licença para tratamento de saúde. de extrema necessidade do serviço. por punição anterior decorrente de transgressão disciplinar. independentemente de solicitação. poderá o servidor militar indicar em qual dos períodos utilizará a faculdade de que trata este artigo. o servidor militar terá direito a todas as vantagens inerentes ao cargo. registrando-se o fato em seus assentamentos. 59 – As férias são afastamentos totais do serviço. de acordo com os incisos I.§ 2° – A promoção de servidor militar feita em ressarcimento de preterição será efetuada segundo os princípios de antigüidade ou merecimento. Art. será promovida ao grau hierárquico superior imediato. anual e obrigatoriamente concedidos aos servidores militares. com mais de 25 (vinte e cinco) anos de serviço público militar. 64 – O servidor exonerado fará jus ao pagamento da remuneração de férias proporcionalmente aos meses de efetivo exercício. pago antecipadamente. fará jus a férias. observado o princípio aplicável à sua promoção. para reserva remunerada. antes do início do referido período. pelo estado de guerra ou para que sejam cumpridos atos de serviço. por ocasião das férias. § 2° – Compete ao Comandante-Geral da Brigada Militar a regulamentação da concessão das férias anuais. § 5° – É facultado o gozo de férias em 2 (dois) períodos. § 2° – Na hipótese de férias parceladas. Art. descontadas eventuais parcelas já fruídas. Parágrafo único – O disposto no “caput” estende-se à praça que. for transferida. bem como não anula o direito àquelas licenças. Art. será paga aos dependentes legalmente constituídos. Art. a retribuição relativa ao período. Art. § 1° – O pagamento da remuneração de férias será efetuado antecipadamente ao servidor militar que o requerer. os servidores militares terão interrompido ou deixarão de gozar. Art. de manutenção da ordem. ao ser transferida. 60 – Será pago ao servidor militar. o período de férias a que tiverem direito. que lhe assegure o direito a férias.(1) DAS FÉRIAS E OUTROS AFASTAMENTOS TEMPORÁRIOS DO SERVIÇO Art. na época prevista. 61 – Por absoluta necessidade de serviço. para reserva remunerada ou ao ser transformada. a pedido. "ex-officio". ou de transferência para a inatividade. como se estivessem em exercício. as férias poderão ser acumuladas até o máximo de 2 (dois) períodos anuais. § 4° – É vedado levar à conta de férias qualquer falta ao serviço. § 3° – Para o primeiro período aquisitivo de férias será exigido 12 (doze) meses de exercício. juntamente com o acréscimo constitucional de 1/3 (um terço). 65 – O servidor militar que tiver gozado mais de 30 (trinta) dias para tratar de interesses particulares. 58 – A Praça que contar com mais de 25 (vinte e cinco) anos de serviço público militar. o acréscimo constitucional de 1/3 (um terço) da remuneração do período de férias. somente após um ano de efetivo exercício contado da data da apresentação. III e VII do artigo 106 desta Lei Complementar. descontadas eventuais parcelas correspondentes a antecipação. § 7° – Durante as férias. 62 – Somente em casos de interesse da segurança pública. como se houvesse sido promovido na época devida. não inferiores a 10 (dez) dias consecutivos. quando já implementado o período de um ano. Art. Parágrafo único – O pagamento de que trata este artigo corresponderá a 1/12 (um doze avos) da remuneração a que fizer jus o servidor militar. § 1° – As férias serão de trinta dias para todos os servidores-militares. na forma prevista no artigo 61.

V – à gestante e à adotante. será regulada em legislação própria.Art. 67 – É assegurado. irmãos. descendente. será concedido. concedida ao servidor militar que a requerer. de até 4 (quatro) meses. observadas as necessidades de serviço. sem prejuízo de sua remuneração. observadas as disposições legais e regulamentares. III – instalação. 1° e 2° graus. 66 – Os servidores militares têm direito. § 2° – O período de licença especial não interrompe a contagem de tempo de efetivo serviço. as licenças para tratamento de saúde própria. DAS LICENÇAS Art. bem como a licença para exercício de mandato classista. § 1° – A licença pode ser: I – especial. companheiro ou companheira. sogros. 69 – Licença é a autorização para afastamento total do serviço. de até 2 (dois) meses. sem que implique em qualquer restrição para a sua carreira. não se considerará como interrupção da prestação de serviços ao Estado os afastamentos previstos nos incisos V e VI do artigo 69. sem remuneração e com prejuízo da contagem do tempo de serviço público. bem como não anula o direito àquelas licenças. relativa a cada qüinqüênio de tempo de efetivo serviço prestado. 68 – As férias e os outros afastamentos mencionados são concedidos com a remuneração prevista na legislação peculiar e computados como tempo de efetivo serviço para todos os efeitos legais. II – luto. vedada a desconversão. Art. 70 – A licença especial é a autorização para afastamento total do serviço. por motivo de: I – núpcias. 71 – Ao servidor militar estável poderá ser concedida licença para tratar de interesses particulares. concedida ao servidor militar. III – para tratamento de saúde própria. pelo prazo de até 2 (dois) anos consecutivos. enteado e menor sob guarda ou tutela. para os estudantes de ensino superior. § 5° – Para os efeitos da concessão da licença especial. observadas as disposições legais e regulamentares. deverá comprovar perante seu superior imediato as datas em que se realizarão as diversas provas e seu comparecimento. em caráter temporário. Parágrafo único – O servidor militar. Art. o afastamento do servidor militar. . no segundo caso. se solicitado por antecipação à data do evento e. durante os dias de provas finais do ano ou semestre letivo. também. § 2° – A remuneração do servidor militar. Art. VI – à paternidade. cônjuge. sob pena de ser considerado faltoso ao serviço. ainda. § 3° – Compete ao Comandante-Geral da Brigada Militar conceder as licenças previstas no “caput”. aos períodos de afastamento total do serviço. Art. no primeiro caso. IV – trânsito. por até 8 (oito) dias consecutivos. § 3° – O tempo de licença especial não gozado pelo servidor militar será. IV – para tratamento de saúde de pessoa da família. mediante requerimento. tão logo a autoridade à qual estiver subordinado o servidor militar tenha conhecimento do óbito de seu ascendente. VII – para acompanhar o cônjuge. padrasto ou madrasta. e durante os dias de provas em exames supletivos e de habilitação a curso superior. § 1° – A licença especial tem a duração de três meses. computado em dobro para os efeitos da inatividade e de gratificações temporais. e as licenças para tratamento de saúde de pessoa da família. § 4° – A licença especial não é prejudicada pelo gozo anterior de qualquer licença para tratamento de saúde e para que sejam cumpridos atos de serviço. quando em qualquer das situações de licença constantes do parágrafo anterior. II – para tratar de interesses particulares. Parágrafo único – O afastamento do serviço por motivo de núpcias ou luto.

até 90 (noventa) dias. . Art. proporcional à idade do adotado: I – de zero a dois anos. na Capital ou no interior. quando seu regime de trabalho obedecer a turno único. Parágrafo único – A doença será comprovada através de inspeção de saúde a ser procedida pelo Departamento de Saúde da Brigada Militar. Parágrafo único – No caso de natimorto. II – com 2/3 (dois terços) da remuneração. salvo hipótese de imperiosa necessidade. § 3° – O resultado da inspeção médica será comunicado imediatamente ao servidor militar. 78 – À servidora militar gestante será concedida. 80 – À servidora militar adotante será concedida licença a partir da concessão do termo de guarda ou da adoção. devidamente comprovada à autoridade a que estiver subordinado. no período que exceder a 180 (cento e oitenta) e não ultrapassar a 365 (trezentos e sessenta e cinco) dias. reassumir o exercício do cargo. a servidora militar será submetida a inspeção médica e. reassumirá o exercício do cargo. sem prejuízo da remuneração. 79 – Ao término da licença a que se refere o artigo anterior. Art. Art. quando seu regime de trabalho obedecer a dois turnos. o servidor militar deverá reassumir imediatamente o exercício do cargo. é assegurado à servidora-militar lactante. se julgada apta. precedida de inspeção médica realizada pelo Departamento de Saúde da Brigada Militar. sob pena de ser considerado ausente. sem prejuízo da remuneração a que fizer jus. salvo se houver a necessidade de exames complementares. 120 (cento e vinte) dias. quando o afastamento for inconveniente ao interesse do serviço. Art. antes de decorridos 2 (dois) anos do término da anterior. § 4° – Não se concederá nova licença. simultaneamente. até o 2° grau. o laudo médico deverá estabelecer a sua rigorosa caracterização. o direito de comparecer ao serviço em um turno. quando então. contados desde a data em que tenha reassumido o exercício do cargo. serão consideradas como prorrogação. Art. decorridos 30 (trinta) dias do evento. Parágrafo único – Para a concessão de licença a servidor militar acometido de moléstia profissional. § 1° – Sempre que necessário. ficará o servidor militar à disposição do Departamento de Saúde da Brigada Militar. as licenças. 76 – O servidor militar poderá obter licença por motivo de doença do cônjuge. caso a licença seja negada. logo após a sua realização. Art. Art. a pedido ou “exofficio”. salvo prorrogação ou determinação constante em laudo pericial. 75 – O servidor militar em licença para tratamento de saúde própria deverá abster-se do exercício de atividades incompatíveis com o seu estado. com intervalos inferiores a 30 (trinta) dias. a inspeção médica poderá ser realizada na residência do servidor. descendente. 72 – Será concedida ao servidor militar licença para tratamento de saúde própria. ou no estabelecimento hospitalar em que se encontrar internado. com o exercício do cargo. de ascendente. sob pena de imediata suspensão da mesma.§ 1° – A licença poderá ser negada. Art. licença de 120 (cento e vinte) dias. 77 – A licença de que trata o artigo anterior será concedida: I – com a remuneração total. pela mesma moléstia. porém. 73 – Findo o período de licença. § 2° – O servidor militar não poderá recusar-se à inspeção médica. a qualquer tempo. no período que exceder a 90 (noventa) e não ultrapassar a 180 (cento e oitenta) dias. durante o período de 2 (dois) meses. III – com 1/3 (um terço) da remuneração. Parágrafo único – Para os efeitos deste artigo. enteado e colateral consangüíneo. 74 – O atestado e o laudo da junta médica não se referirão ao nome ou à natureza da doença. devendo. esta ser especificada através do respectivo código (CID). Art. considerando-se como faltas os dias de ausência ao serviço. § 3° – O servidor militar poderá. desde que comprove ser indispensável a sua assistência e esta não possa ser prestada. ou a três horas consecutivas por dia. mediante inspeção médica. § 2° – O servidor militar deverá aguardar em exercício a concessão da licença.

salvo no caso do artigo seguinte. desde que menor. serão cumpridos em organização policial-militar. IV – de mais de seis anos. II – em caso de decretação de estado de sítio. quando em serviço de caráter urgente. tratamento e sinais de respeito que lhes são assegurados em leis ou regulamentos. 86 – As prerrogativas dos servidores militares são constituídas pelas honras. dignidades e distinções devidas aos graus hierárquicos e cargos. em objeto de serviço. a juízo da autoridade que efetivou a pronúncia ou a indiciação. Art. público ou privado. VII – carteira de identidade de acordo com modelo regulamentar. cujo Comandante. III – as penas de prisão. nos crimes militares. § 2° – A interrupção de licença para tratamento de saúde de pessoa da família e para cumprimento de pena disciplinar que importe em restrição da liberdade individual. Art. que consigne os direitos e prerrogativas instituídos em lei. distintivos. Parágrafo único – O disposto no “caput” sobre o valor da pensão não se aplica ao servidor militar que for promovido extraordinariamente. Art. respeitada a garantia constitucional da inviolabilidade do domicílio. 85 – O servidor militar morto em campanha ou em ato de serviço. 84 – A pensão policial-militar do pessoal do serviço ativo. V – para cumprimento de punição disciplinar. § 1° – A interrupção da licença especial e da licença para tratar de interesses particulares poderá ocorrer: I – em caso de mobilização e estado de guerra.II – de mais de dois até quatro anos. correspondentes ao posto ou à graduação. II – as honras. 30 (trinta) dias. no território estadual. . Parágrafo único – São prerrogativas dos servidores militares: I – o uso de títulos. conforme regulamento da Força. para o exercício funcional. III – de mais de quatro até seis anos. VIII – não confinamento em cela no caso de punição administrativa. DAS PRERROGATIVAS Art. em qualquer recinto público ou privado. 90 (noventa) dias. conforme legislação específica. DA PENSÃO POLICIAL-MILITAR Art. Chefe ou Diretor tenha precedência hierárquica sobre a pessoa do preso. detenção ou reclusão. ou em conseqüência de acidente em serviço. VI – em caso de pronúncia em processo criminal ou indiciação em Inquérito Policial-Militar. V – livre ingresso e trânsito. 81 – Pelo nascimento ou adoção de filho. insígnias e emblemas policiais-militares da Brigada Militar. 60 (sessenta) dias. Art. III – em caso de emergente necessidade e segurança pública. o servidor militar terá direito à licença-paternidade de 8 (oito) dias consecutivos. IV – julgamento em foro especial. será regulada em legislação própria. 83 – A pensão policial-militar destina-se a amparar os beneficiários do servidor militar falecido ou extraviado e será paga conforme o disposto em lei. VI – prioridade em qualquer serviço de transporte ou comunicação. da reserva ou reformado será a do Instituto de Previdência do Estado. fixadas em sentença judicial e os casos de prisão provisória. 82 – As licenças poderão ser interrompidas a pedido ou nas condições estabelecidas neste artigo. IV – para cumprimento de sentença que importe em restrição da liberdade individual. uniformes. deixará a seus dependentes pensão correspondente aos vencimentos integrais do grau hierárquico imediatamente superior ao que possuir na ativa.

com seus distintivos. por ter sido enquadrado em quaisquer dos requisitos que a motivam. após um ano contínuo de tratamento. descrição. b) ter sido julgado incapaz definitivamente. a cerimônias cívicas comemorativas das datas nacionais ou a atos sociais solenes de caráter particular. Art. 87 – Somente em caso de flagrante delito o servidor militar poderá ser preso por autoridade policial civil. empresas e institutos ou departamentos que tenham adotado ou consentido que sejam usados uniformes ou ostentados distintivos. são estabelecidos na regulamentação da Brigada Militar. II – na inatividade. III – no estrangeiro.Art. § 2° – Os servidores militares na inatividade. por decisão do ComandanteGeral da Brigada Militar. cuja conduta possa ser considerada como ofensiva à dignidade da classe. nela permanecendo sem número. quando autorizado. a autoridade policial-militar da localidade providenciará em entendimentos com a autoridade judiciária. quando em atividade não relacionada com a missão de servidor militar. com seus distintivos. Art. salvo quando expressamente determinado ou autorizado. criados em lei para provimento e desempenho privativos de servidores militares. visando à guarda do Foro ou Tribunal por força policial-militar. bem como os modelos. se for o caso. 92 – A agregação é a situação transitória na qual o servidor militar da ativa deixa de ocupar vaga na escala hierárquica de seu Quadro. insígnias e emblemas. propaganda ou qualquer outra manifestação de caráter político . insígnias e emblemas policiais-militares. DO USO DOS UNIFORMES DA BRIGADA MILITAR Art. § 1° – O servidor militar será agregado quando: I – exercer cargo ou função não previstos nos quadros de organização da Brigada Militar. DA AGREGAÇÃO Art. ficando esta obrigada a entregá-lo imediatamente à autoridade policial-militar mais próxima. enquanto tramita o processo de reforma. equipamentos. § 1° – É proibido ao servidor militar o uso de uniforme: I – em reuniões. acessórios e outras disposições. bem como seu uso por quem a ele não tiver direito. . insígnias ou emblemas que possam ser confundidos com os adotados na Brigada Militar. Parágrafo único – Serão responsabilizados pela infração das disposições deste artigo os diretores ou chefes de sociedades ou organizações de qualquer natureza. § 2° – Se durante o processo em julgamento no foro civil houver perigo de vida para qualquer preso servidor militar. Parágrafo único – Constituem crimes previstos na legislação específica o desrespeito aos uniformes. Art. insígnias e emblemas são privativos dos servidores militares e representam o símbolo da autoridade policial-militar. com as prerrogativas que lhe são inerentes. distintivos. 91 – É vedado a qualquer organização ou pessoa civil usar uniformes ou ostentar distintivos. salvo para comparecer a solenidades militares e policiaismilitares e. 88 – Os uniformes da Brigada Militar. empregadores. só podendo retê-lo na delegacia ou posto policial durante o tempo necessário à lavratura do flagrante. 90 – O servidor militar fardado tem as obrigações correspondentes ao uniforme que usa e aos distintivos. 89 – O uso dos uniformes. poderão ser definitivamente proibidos de usar uniformes. III – for afastado temporariamente do serviço ativo por motivo de: a) ter sido julgado incapaz temporariamente.partidário. emblemas e insígnias que ostenta. II – aguardar transferência “ ex-officio “ para a reserva remunerada. peças. § 1° – Cabe ao Comandante-Geral da Brigada Militar a iniciativa de responsabilizar a autoridade policial que não cumprir o disposto neste artigo e que maltratar ou consentir que seja maltratado qualquer preso servidor militar ou não lhe der o tratamento devido ao seu posto ou a sua graduação. insígnias ou emblemas iguais aos adotados na Brigada Militar ou que com eles possam ser confundidos. equipamentos.

função ou emprego público civil temporário. § 7° – Ultrapassados dois anos. r) ter-lhe sido concedida licença para acompanhar o cônjuge. do serviço ativo e agregado. o) ter-se candidatado a cargo eletivo. “g”. continuando a figurar no respectivo registro. “c”. § 5° – A agregação do servidor militar a que se refere o inciso II e as letras “b”. da União. em serviço ativo. o servidor militar ficará automaticamente transferido para a reserva. l) ter sido condenado a pena restritiva de liberdade superior a seis meses. dos Estados ou dos Territórios ou Municípios. com remuneração proporcional ao seu tempo de serviço. inclusive da administração indireta. f) ter sido considerado oficialmente extraviado. 93 – O servidor militar agregado ficará adido. salvo quando titular do cargo que lhe dê precedência funcional sobre outros servidores militares mais graduados ou mais antigos. “l”. do inciso III do parágrafo 1° é contada a partir do primeiro dia após os respectivos prazos e enquanto durarem o respectivo evento ou situação. q) haver ultrapassado seis meses contínuos. para exercer função de natureza civil. para efeito de alterações e remuneração. Art. nas mesmas condições do que houver aceito cargo público permanente. no lugar que até então ocupava. se eleito e diplomado. g) haver sido esgotado o prazo que caracteriza o crime de deserção previsto no Código Penal Militar. j) ter-lhe sido concedida a licença especial de que trata o parágrafo 1° do art. e. salvo se for do interesse da segurança pública. investido em cargo. p) ser afastado das funções de acordo com o previsto nesta lei ou condenado a pena de suspensão do exercício do posto. será afastado temporariamente. com mais de 10 (dez) anos de serviço. se não houver sido eleito. com prévia autorização ou mediante ato do Governador do Estado. e “j”. 102 desta Lei. § 8° – O servidor militar em atividade.c) haver ultrapassado um ano contínuo de licença para tratamento de saúde própria. “h”. § 2° – O servidor militar agregado de conformidade com os incisos I e II do parágrafo 1° continua a ser considerado. enquanto durar a execução. § 4° – A agregação do servidor militar a que se refere as letras “a”. “e”. ter-se apresentado voluntariamente. d) ter-lhe sido concedida licença para tratar de interesses particulares ou licença para desempenho de mandato em associação de classe. n) ter sido. § 9° – O servidor militar agregado fica sujeito às obrigações disciplinares concernentes às suas relações com outros servidores militares e autoridades civis. “f”. desde que conte com dez ou mais anos de efetivo serviço. na forma do artigo 148 desta Lei. m) ter passado à disposição de Secretaria do Governo ou de outro órgão do Estado. sem número. h) como desertor. “i”. enquanto aguarda transferência para a reserva remunerada. § 6° – A agregação do servidor militar a que se refere a letra “o” do inciso III do parágrafo 1° é contada a partir da data do registro como candidato e até sua diplomação ou seu regresso à corporação. ao candidatar-se a cargo eletivo. à organização policial-militar que lhe for designada. após ficar exclusivamente à disposição da justiça comum ou militar. de agregação. com a abreviatura “ Ag “ e anotações esclarecedoras de sua situação. ou ter sido capturado e reincluído a fim de se ver processar. . se Oficial ou Praça com estabilidade assegurada. para todos os efeitos. e “p” do inciso III do parágrafo 1° é contada a partir da data indicada no ato que torna público o respectivo evento. com sentença passada em julgado. contínuos ou não. e) haver ultrapassado seis meses contínuos de licença para tratamento de saúde de pessoa da família. “d”. i) se ver processar. na situação de convocado para funcionar como Juiz do Tribunal Militar do Estado. cargo ou função prevista em lei. § 3° – A agregação do servidor militar a que se refere o inciso I e as letras “m” e “n” do inciso III do parágrafo 1° é contada desde a posse do novo cargo e até o regresso à Corporação ou transferência “ exofficio “ para a reserva remunerada. graduação. será transferido para a reserva remunerada. nos termos da letra “n” do inciso III do parágrafo 1°.

“l”. estando este com o seu efetivo completo. ocupará a primeira vaga aberta. ultrapassa o efetivo de seu quadro. tiver paradeiro ignorado por mais de oito dias. III – é promovido por bravura. sem haver vaga. estando este com seu efetivo completo. II – ausentar-se. Parágrafo único – A qualquer tempo poderá ser determinada a reversão do militar agregado. sem haver vaga. na escala hierárquica . em igualdade de condições e sem nenhuma restrição a qualquer cargo policial-militar. 98 – É considerado ausente o servidor militar que. e receberá o número que lhe competir na escala hierárquica. “o”. “c”. com a abreviatura “Excd” e receberá o número que lhe competir em conseqüência da primeira vaga que se verificar. § 1° – O servidor militar cuja situação é a de excedente. 96 – A reversão será efetuada mediante ato do Governador do Estado para os Oficiais e do Comandante-Geral para as Praças. . em virtude de promoção de outro servidor militar em ressarcimento de preterição. § 2° – O servidor militar cuja situação é a de excedente é considerado como em efetivo serviço para todos os efeitos e concorre. 94 – A agregação se faz por ato do Governador do Estado para os Oficiais e do Comandante-Geral para as Praças. exceto nos casos previstos nas letras “a”. respeitados os requisitos legais. § 1° – A situação do desaparecido só será considerada quando não houver indício de deserção. e “p” do inciso III do parágrafo 1° do artigo 92. no desempenho de qualquer serviço. estando o mesmo com o seu efetivo completo. quando a vaga a ser preenchida corresponder ao princípio pelo qual deveria ter sido promovido. IV – é promovido indevidamente. reverte ao respectivo quadro. sem comunicar qualquer motivo de impedimento. Art. na primeira vaga que ocorrer. bem como à promoção. DO AUSENTE Art. salvo o indevidamente promovido. serão observadas as formalidades previstas em legislação específica. 99 – É considerado desaparecido o servidor militar da ativa que. deslocando para a vaga seguinte o princípio de promoção que deveria ter sido seguido. ocupa a mesma posição relativa em antigüidade que lhe cabe. “b”. “g”. por mais de vinte e quatro horas consecutivas: I – deixar de comparecer à sua Organização Policial-Militar. 95 – Reversão é o ato pelo qual o servidor militar agregado retorna ao respectivo quadro tão logo cesse o motivo que determinou a sua agregação. em viagem. 97 – Excedente é a situação transitória a que automaticamente passa o servidor militar que: I – tendo cessado o motivo que determinou a sua agregação. da Organização Policial-Militar onde serve ou do local onde deva permanecer. § 4° – O servidor militar promovido indevidamente só contará antigüidade. desde que satisfaça aos requisitos para a promoção. DA REVERSÃO Art. V – sendo o mais moderno na respectiva escala hierárquica. Parágrafo único – Decorrido o prazo mencionado neste artigo. voltando a ocupar o lugar que lhe competir na respectiva escala numérica. DO DESAPARECIMENTO E DO EXTRAVIO Art. “f”. após haver sido transferido de quadro. § 3° – O servidor militar promovido por bravura. DO EXCEDENTE Art. em operações policiais-militares ou em caso de calamidade pública.Art. retorna ao respectivo Quadro. II – aguarda a colocação a que faz jus na escala hierárquica. VI – tendo cessado o motivo que determinou sua reforma por incapacidade definitiva. sem licença.

II – “ ex-officio “. sem prejuízo da remuneração e da contagem de tempo de serviço. na forma do inciso I do artigo 100. que permanecer desaparecido por mais de trinta dias. e vinte e cinco anos. salvo se. IX – extravio. neste último caso desde que não seja a bem da disciplina. se mulher. ao servidor militar que conte. a transferência para a . § 2° – Nos demais casos previstos no “caput” deste artigo. DA TRANSFERÊNCIA PARA A RESERVA REMUNERADA Art. mediante requerimento. o servidor militar será considerado em licença especial. § 1° – Decorridos 30 (trinta) dias da data em que tiver sido protocolado. tiver sido cientificado do indeferimento do pedido. III – demissão. podendo afastar-se do serviço. 103 – A Praça licenciada a pedido ou “ex-officio “. com estabilidade assegurada. enquadrado nos incisos I ou V do artigo 100 ou demissionário a pedido. o requerimento de transferência para a reserva remunerada. serão aplicadas as disposições constantes nos parágrafos deste artigo. 101 – A transferência para a reserva remunerada ou a reforma não isentam o servidor militar de indenização dos prejuízos causados à Fazenda Estadual ou a terceiros. se efetua: I – a pedido. no Diário Oficial e no boletim da organização em que serve o servidor militar. no mínimo. será concedida. IV – perda do posto ou patente. no órgão encarregado da administração do pessoal. 102 – Ao servidor militar da ativa. a qual não poderá exceder de trinta dias da primeira publicação oficial. será oficialmente considerado extraviado. antes. Parágrafo único – Em hipótese alguma a Praça licenciada no comportamento “MAU” poderá ser incluída novamente. o desligamento será feito após a publicação do ato correspondente. sem haver decorrido três anos de seu término. se homem. DO DESLIGAMENTO OU EXCLUSÃO DO SERVIÇO ATIVO Art. Art. com trinta anos de serviço. 100 – O desligamento ou exclusão do serviço do servidor militar é feito em conseqüência de: I – transferência para a reserva remunerada. Parágrafo único – O desligamento do serviço será processado após a expedição de ato do Governador do Estado ou de autoridade à qual para tanto tenham sido delegados ou concedidos poderes.§ 2° – O servidor militar da ativa. DA REINCLUSÃO Art. mediante transferência para a reserva remunerada. mediante novo concurso público. poderá ser reincluída. 105 – A transferência para a reserva remunerada. VIII – falecimento. para todos os efeitos. Parágrafo único – No caso de o servidor militar haver realizado qualquer curso ou estágio por conta do Estado. a pedido. VI – exclusão a bem da disciplina. V – licenciamento. II – reforma. Art. enquanto aguarda o desligamento. de duração superior a seis meses. VII – deserção. 104 – A passagem do servidor militar à situação de inatividade. Art. nem do pagamento das pensões decorrentes de sentença judicial. com relação ao seu desligamento da Organização Policial-Militar em que serve.

observadas as disposições deste artigo e dos seguintes. III – ultrapassar 2 (dois) anos contínuos de licença para tratamento de saúde em pessoa da família. VI – quando Coronel. aos cálculos correspondentes dos períodos seguintes. Art. 108 o total de vagas abertas no ano-base. Major – 56 anos. ao equilíbrio. § 2° – Enquanto permanecer no cargo que trata o inciso IV: a) fica assegurada a opção entre a remuneração do cargo e a do posto ou graduação. por ano. VII – for abrangido pela Quota Compulsória. Art. for demitido por necessidade de serviço ou for dispensado da função de Comandante-Geral e não aceitar nomeação para outro cargo policial-militar. e permanecer afastado das funções por 2 (dois) anos. § 1° – O número de Oficiais a serem atingidos pela Quota Compulsória é calculado. IV – agregar para. inativar. 107 – A Quota compulsória que se refere o inciso VII do artigo 106 assegurará. de Coronel do QOES. III – 1/12 (um doze avos). à regularidade de acesso e à adequação dos efetivos de Oficiais da Brigada Militar. não eletivo. ou b) 35 (trinta e cinco) anos de efetivo exercício. então. Tenente-Coronel – 57 anos. de dois em dois anos. II – o Oficial. Art. na forma regulamentar. que. será computado para a obtenção de uma vaga para a promoção obrigatória. b) somente poderá ser promovido por antigüidade. § 3° – As frações que resultarem da aplicação das proporções estabelecidas neste artigo serão adicionadas. nas situações previstas no “caput” deste artigo. 109 – As vagas serão consideradas abertas na data da assinatura do ato que agregar. II – uma. contínuos ou não. b) Praças – 55 anos. V – for diplomado para desempenho de cargo eletivo. demitir ou reconhecer o óbito. inclusive na Administração Indireta. Tenente – 54 anos. § 1° – A transferência para a reserva remunerada processar-se-á à medida que o servidor militar for enquadrado em um dos itens deste artigo. 106 – A transferência “ex-officio” para a reserva remunerada verificar-se-á sempre que o servidor militar incidir em um dos seguintes casos: I – atingir as seguintes idades limites: a) Oficiais: Coronel – 59 anos. do ano imediatamente anterior. será fixado nas seguintes proporções: I – 1/5 (um quinto) por ano. do efetivo previsto para Tenente-Coronel do QOEM. em qualquer hipótese. excetuando-se as decorrentes dos incisos I. inclusive. § 2° – Considera-se ano-base o período de 1° de janeiro a 31 de dezembro. 108 – O número de vagas previsto no artigo anterior. c) o tempo de serviço será contado apenas para a promoção por antigüidade e para a transferência à inatividade. ao completar 30 (trinta) anos de serviço e: a) 6 (seis) anos ou mais de permanência no último posto de seu Quadro. do efetivo previsto para Coronel QOEM. Capitão – 55 anos. até completar-se. II e VII do artigo 106. assumir cargo público civil temporário. cumulativamente.reserva só será concedida mediante indenização de todas as despesas correspondentes à realização do referido curso ou estágio. pelo menos. se for Oficial de nível superior. anualmente. . inclusive as diferenças de vencimentos. deduzindo-se das proporções fixadas no art. com prévia autorização ou mediante ato do Governador do Estado. Art. o número fixo de vagas necessárias à renovação. um inteiro.

para compor o Conselho de Justificação. por abrangência da Quota Compulsória. no posto imediatamente inferior. § 1°. exceto quanto à promoção. Oficiais que satisfaçam as condições de acesso. requererem a sua inclusão na Quota Compulsória. em face da aplicação daquele dispositivo. nos termos da lei. por proposição do Comandante-Geral. Art. a lista dos Oficiais que foram abrangidos pela Quota Compulsória. II – se o número de Oficiais voluntários. Art. ser readaptado em decorrência de limitação que . por prioridade. a lista dos Oficiais destinados a integrar a Quota Compulsória. dando-se atendimento. na forma do inciso I. aos mais idosos. na forma do § 6° do artigo anterior. esse total será completado “ex-offício” entre os Oficiais de maior antigüidade no posto. não serão preenchidas por Oficiais excedentes ou desagregados em virtude de haver cessado as causas da agregação. II e VII do art. § 2° – A convocação de que trata este artigo terá a duração necessária ao cumprimento da atividade que a ela deu origem. com 30 (trinta) anos de serviço. sendo precedida de inspeção de saúde. Art. § 1° – Os Oficiais indicados para integrar a Quota Compulsória anual serão notificados imediatamente pelo Presidente do órgão competente. será publicada. a que não concorrerá. até 31 de dezembro do ano-base. não atingir o total de vagas da quota. § 5° – As Quotas Compulsórias só serão aplicadas quando houver. § 3° – A transferência para a reserva. efetivar-se-á dentro dos 60 (sessenta) dias seguintes ao da agregação. para ser encarregado de Inquérito Policial-Militar ou para ser incumbido de outros procedimentos administrativos. e contará como acréscimo esse tempo de serviço. no Boletim Geral da Corporação. baixando-se os atos de agregação. e terão. 106 e as resultantes das promoções efetivas nos diversos postos. 111 – A transferência do servidor militar para a reserva remunerada pode ser suspensa na vigência de estado de sítio. § 2° – Decorrido o prazo recursal. 112 – O Oficial da reserva remunerada poderá ser convocado para o serviço ativo por ato do Governador do Estado. § 1° – O Oficial convocado nos termos deste artigo terá os direitos e deveres dos Oficiais da ativa de igual situação hierárquica. o prazo previsto no artigo 47. de calamidade pública e nos casos de convocação e mobilização.§ 4° – As vagas decorrentes das inativações previstas nos incisos I. 114 – A reforma de que trata o artigo anterior será aplicada ao servidor militar que: I – atingir as seguintes idades-limites de permanência na reserva remunerada: a) para Oficial Superior – 64 anos b) para Capitão e Tenente – 60 anos c) para Praças – 56 anos II – for julgado incapaz definitivamente para o serviço ativo da Brigada Militar e não houver possibilidade de. III – deixarão de ser indicados os Oficiais agregados por extravio ou deserção. no mínimo. 113 – A passagem do servidor militar à situação de reformado efetua-se “ex-officio”. limitados ao número de vagas e desde que contem. 110 – O órgão competente organizará. DA REFORMA Art. não devendo ser superior ao prazo de doze meses e dependerá da anuência do convocado. § 6° – A indicação dos Oficiais para integrarem a Quota Compulsória obedecerá às seguintes prescrições: I – inicialmente serão apreciados os requerimentos apresentados até 31 de dezembro do ano-base. contando mais de 20 (vinte) anos de tempo de efetivo serviço. alínea “a”. na forma regulamentar. pelos Oficiais da ativa que. Art. para apresentar recurso contra esta medida. até o dia 31 de janeiro de cada ano. cujos efeitos se contarão a partir da data da publicação da lista. na falta de Oficial da ativa em situação hierárquica compatível com a do Oficial envolvido.

salvo quando se tratar de formas avançadas no conceito clínico e sem qualquer possibilidade de regressão completa. espondiloartrose anquilosante. papeletas de tratamento nas enfermarias e hospitais.tenha sofrido em sua capacidade física e mental. moléstia ou enfermidade adquirida com relação de causa e efeito a condições inerentes ao serviço. após acompanhar sua evolução até três períodos de seis meses de tratamento clínico-cirúrgico metódico. doença. o órgão responsável pelo pessoal da Corporação organizará a relação dos servidores militares que houverem atingido a idadelimite de permanência na reserva remunerada. II e III deste artigo serão provados por atestado de origem ou inquérito sanitário de origem. § 3° – O parecer definitivo a adotar. respectivamente. a fim de serem reformados. e d) em represália. sempre que necessário. as Juntas de Saúde deverão basear seus julgamentos. Art. ficará condicionado a um período de consolidação extranosocomial nunca inferior a seis meses contados a partir da época da cura. baixa ao hospital. 116 – A incapacidade definitiva pode sobrevir em conseqüência de: I – ferimento sofrido em ação policial ou enfermidade contraída nessa circunstância ou que nela tenha causa eficiente. . prevista em lei. com as atribuições do posto ou graduação. exceto quanto às condições de convocação. III – estiver agregado por mais de dois anos. por outra sentença do Tribunal Militar do Estado e nas condições nela estabelecidas. por sentença passada em julgado. com segurança. entendido como: a) por ato relacionado. nos casos de tuberculose. IV – for condenado à pena de reforma. em observações clínicas acompanhadas de repetidos exames subsidiários. Síndrome de Imunodeficiência Adquirida e outras que a lei indicar. não sofre solução de continuidade. atualizado e. neoplasia maligna. a pedido ou ex-offício. II – acidente em serviço. pênfigo. ou por decisão do Comandante-Geral da Brigada Militar. Parágrafo único – A situação de inatividade do servidor militar da reserva remunerada. por ter sido julgado incapaz temporariamente. em julgamento por ele efetuado. hanseníase. mediata ou imediatamente. aplica-se o disposto na alínea “b” do inciso I deste artigo. por sua condição de servidor militar. cegueira. moléstia ou enfermidade sem relação de causa e efeito com o serviço. conforme a avaliação médica a ser procedida por Junta Policial-Militar de Saúde. estados avançados do mal de Paget (osteíte deformante). V – acidente. b) por situação ocorrida no percurso da residência para o trabalho e vice-versa. em conseqüência de Conselho de Justificação a que foi submetido. 115 – Anualmente. a reforma tiver sido determinada pelo Tribunal Militar do Estado. a atividade da doença. ainda que ocorrido em horário ou local diverso daquele determinado para o exercício de suas funções. nefropatia grave. mediante homologação de Junta de Saúde ainda que se trate de moléstia curável. § 2° – Nos casos de tuberculose. utilizados como meios subsidiários para esclarecer a situação. para os portadores de lesões aparentemente inativas. cardiopatia grave. as quais terão parecer imediato da incapacidade definitiva. no mês de fevereiro. bem como os registros de baixa. § 1° – Aos atuais postos de 1° e 2° Tenentes. em extinção. no exercício de suas atribuições. bem como em decorrência da agressão sofrida e não provocada pelo serviço militar. quando reformado por limite de idade. § 1° – Os casos de que tratam os itens I. obrigatoriamente. c) em treinamento. esclerose múltipla. IV – tuberculose ativa. de modo a comprovar. § 2° – O servidor militar reformado na forma dos itens V e VI só poderá readquirir a situação de servidor militar anterior. em processo regular. VI – sendo Aluno-Oficial ou Praça com estabilidade assegurada. III – doença. V – sendo Oficial. sendo os termos do acidente. Art. males de Addison e de Parkinson. tal medida for indicada ao Comandante-Geral da Brigada Militar em julgamento de Conselho de Disciplina. alienação mental. com base na medicina especializada. paralisia irreversível e incapacitante. nosocomial.

até sessenta dias a contar da data do ato da reforma. será reformado com remuneração correspondente ao grau hierárquico imediatamente superior ao que possuir na ativa. permaneçam distúrbios extensos e definitivos. Art. permaneça alteração completa ou considerável na personalidade. quer secundários das funções nervosas. Art. com impossibilidade total e permanente para qualquer trabalho. 117 – O servidor militar da ativa. qualquer que seja o seu tempo de serviço. destruindo a autodeterminação do pragmatismo e tornando o indivíduo total e permanentemente impossibilitado para qualquer trabalho. reformado por incapacidade definitiva. terá a sua remuneração paga aos seus beneficiários. § 1° – O retorno ao serviço ativo ocorrerá se o tempo decorrido na situação de reformado não ultrapassar dois anos e na forma do § 1° do artigo 97. querósteo-músculo-articulares residuais.§ 4° – Considera-se alienação mental todo caso de distúrbio mental ou neuro-mental grave persistente. § 5° – Ficam excluídas do conceito de alienação mental as epilepsias psíquicas e neurológicas. III e IV do artigo 116. será promovido extraordinariamente. § 1° – A interdição judicial do servidor militar reformado por alienação mental deverá ser providenciada pelos beneficiários. com qualquer tempo de serviço. no qual. esgotados os meios habituais de tratamento permaneçam distúrbios graves. § 6° – Considera-se paralisia todo caso de neuropatia grave e definitiva que afeta a motilidade. progressiva e incurável que conduzirão à cegueira total. Parágrafo único – Nos casos previstos nos itens II. Art. § 8° – São equiparados à cegueira. seja considerado inválido. esgotados os meios habituais de tratamento. sensibilidade. com impossibilitante total e permanente para qualquer trabalho. observado o limite de idade para permanência nessa situação. troficidade e mais funções nervosas. será reformado: I – com remuneração proporcional ao tempo de serviço. extensos e definitivos. enquanto não ocorrer a designação judicial de curador. 120 – O servidor militar. poderá retornar ao serviço ativo ou ser transferido para a reserva remunerada. desde que o tenham sob sua guarda e responsabilidade e lhe dispensem tratamento humano e condigno. 121 – O servidor militar reformado por alienação mental. deverão ser providenciados pela Corporação quando: . assim julgadas pelas Juntas de Saúde. parentes ou responsáveis. julgado incapaz definitivamente por um dos motivos constantes do item I do artigo 116. § 2° – A transferência para a reserva remunerada. antes de ser reformado. julgado incapaz definitivamente por um dos motivos constantes do item V do artigo 116. que tornem o indivíduo total e permanentemente impossibilitado para qualquer trabalho. § 7° – São também equiparados a paralisias os casos de afecção ósteo-músculo-articulares graves e crônicos (reumatismos graves e crônicos ou progressivos e doenças similares). não só os casos de afecção crônica. julgado incapaz definitivamente por um dos motivos constantes dos itens I. 118 – O servidor militar da ativa. desde que. que for julgado apto em inspeção de saúde pela Junta Superior de Saúde. III e IV do artigo anterior. II. será reformado com remuneração integral. não suscetíveis de correção por lentes nem removíveis por tratamento médico-cirúrgico. troficidade ou mais funções. no qual. verificada a incapacidade definitiva. nos termos definidos em lei específica. sob a pena de suspensão do pagamento da remuneração respectiva. se Oficial ou Praça com estabilidade assegurada. como também os de visão rudimentar que apenas permitam a percepção de vultos. policial-militar ou não. 119 – O servidor militar da ativa. Art. § 2° – A interdição judicial do servidor militar e seu internamento em instituição apropriada. que tornem o indivíduo total e permanentemente impossibilitado para qualquer trabalho. Art. motilidade. II – com remuneração integral do seu posto ou graduação. o servidor militar considerado inválido. esgotados os meios habituais de tratamento. nos quais. ocorrerá se o tempo decorrido na situação de reformado ultrapassar dois anos. em grau de recurso ou revisão.

. § 3° – O Oficial demissionário a pedido não terá direito a qualquer remuneração. não podendo acumular qualquer proventos de inatividade com a remuneração do cargo público permanente. e terá a sua situação definida pela Lei do Serviço Militar. 125 – O Oficial que houver perdido o posto e a patente será demitido “ex-officio”. e nos casos de perturbação da ordem interna. ou de incompatibilidade com o mesmo. de mobilização ou de calamidade pública.I – não houver beneficiários. ou com ele incompatível. sendo a sua situação militar definida pela Lei de Serviço Militar. de sítio. acrescidas. DA DEMISSÃO. aplicar-se-á o disposto no parágrafo anterior. sem direito a qualquer remuneração ou indenização. ou com ele incompatível. em decorrência de sentença condenatória passada em julgado. por conta do Estado. que motivam o julgamento por Conselho de Justificação e neste for considerado culpado. Art. por decisão do Tribunal Militar do Estado. DA PERDA DO POSTO E DA PATENTE E DA DECLARAÇÃO DE INDIGNIDADE OU INCOMPATIBILIDADE COM O OFICIALATO Art. 122 – A demissão da Brigada Militar. 123 – A demissão a pedido será concedida. II – for condenado por sentença passada em julgado por crime para o qual a lei comine essa pena acessória. só poderá readquirir a situação de servidor militar anterior por outra sentença do Tribunal Militar do Estado e nas condições nela estabelecidas. III – incidir nos casos previstos em lei específica. onde ingressará com o posto que possuir na ativa e com as obrigações estabelecidas em lei. 126 – O Oficial perderá o posto e a patente se for declarado indigno do Oficialato. Art. II – não forem satisfeitas as condições de tratamento exigidas neste artigo. II – “ex-officio”. § 3° – Os processos e os atos de registro de interdição do servidor militar serão isentos de custas na Justiça Estadual. na vigência de estado de guerra. IV – tiver perdido a nacionalidade brasileira. a demissão só será concedida mediante indenização de todas as despesas correspondentes ao referido curso ou estágio. por julgamento do Tribunal Militar do Estado. estranho à sua carreira será imediatamente. quando contar menos de cinco anos de Oficialato. Art. Art. em decorrência de julgamento a que for submetido. quando contar com mais de cinco anos de Oficialato: II – com indenização das despesas feitas pelo Estado com a sua preparação e formação. mediante demissão “ex-officio”. diante de requerimento do interessado: I – sem indenização aos cofres públicos. parentes ou responsáveis. se ainda não houverem decorrido mais de cinco anos de seu término. Parágrafo único – O Oficial declarado indigno do Oficialato. transferido para a reserva. e não tendo decorrido mais de três anos de seu término. por conta do Estado. 124 – O Oficial da ativa empossado em cargo público permanente. § 1° – No caso de o Oficial ter feito qualquer curso ou estágio de duração igual ou superior a seis meses e inferior ou igual a dezoito meses. aplicada exclusivamente aos Oficiais. o Oficial que: I – for condenado por Tribunal Civil ou Militar a pena restritiva de liberdade individual superior a dois anos. se efetua: I – a pedido. § 2° – No caso de o Oficial ter feito qualquer curso ou estágio de duração superior a dezoito meses. das previstas no item II deste artigo a das diferenças de vencimentos. se for o caso. e condenado à perda de posto e patente. Art. § 4° – O direito à demissão a pedido pode ser suspenso. 127 – Fica sujeito a declaração de indignidade para o Oficialato.

a pena de qualquer duração. DA ANULAÇÃO DE INCLUSÃO Art. 131 – A anulação de inclusão. serão imediatamente licenciados “ex-officio”. DA EXCLUSÃO DA PRAÇA A BEM DA DISCIPLINA Art. desde que não haja prejuízo para o serviço. § 4° – O licenciado “ex-officio” a bem da disciplina receberá o Certificado de Isenção previsto na Lei do Serviço Militar. em sentença transitada em julgado. § 1° – O licenciamento a pedido poderá ser concedido. Parágrafo único – O Aluno-Oficial ou a Praça com estabilidade assegurada que houver sido excluído a bem da disciplina. para as Praças. só poderá readquirir a situação de servidor militar anterior: a) por outra sentença do Conselho Permanente de Justiça e nas condições nela estabelecidas. II – sobre as quais houver pronunciado tal sentença o Conselho Permanente de Justiça. sem remuneração. à Praça engajada ou reengajada que conte. aplicado somente às Praças. inclusive relacionada com a seleção. III – a bem da disciplina. 128 – O licenciamento do serviço ativo. nos crimes previstos na legislação especial concernente à Segurança Nacional. II – por conveniência do serviço. no mínimo. Parágrafo único – Às Praças que tiverem feito curso ou estágio aplicam-se as disposições dos parágrafo único do artigo 105. 130 – O direito ao licenciamento a pedido poderá ser suspenso na vigência do estado de guerra ou de sítio e nos casos de perturbado da ordem interna. Parágrafo único – Cabe ao Comandante-Geral determinar a anulação de Inclusão. a metade do tempo de serviço a que se obrigou. de mobilização ou de calamidade pública. II – de moléstia não adquirida em serviço. § 2° – O licenciamento “ex-officio” se dará: I – por conclusão de tempo de serviço. b) aos Alunos-Oficiais ou às Praças com estabilidade assegurada: I – sobre as quais houver pronunciado tal sentença o Conselho Permanente de Justiça. § 3° – O servidor militar licenciado não tem direito a qualquer remuneração e terá sua situação militar definida pela Lei do Serviço Militar. . III – incidirem nos casos que motivaram julgamento por Conselho de Disciplina e neste forem considerados culpados. § 5° – Compete ao Comandante-Geral o ato de licenciamento das Praças. 132 – A exclusão a bem da disciplina será aplicada “ex-officio” : a) às Praças sem estabilidade que forem condenadas a pena restritiva de liberdade superior a dois anos. Art. e terão sua situação militar definida pela Lei do Serviço Militar. por haverem perdido a nacionalidade brasileira. II – “ex-officio”. Art. por haverem sido condenadas em sentença passada em julgado por aquele Conselho ou pela Justiça Civil a pena restritiva de liberdade individual superior a dois anos. por ocasião da inspeção para a inclusão. em conseqüência da qual o voluntário venha a permanecer afastado do serviço durante noventa dias. III – se o voluntário for portador de moléstia que o incapacite para o serviço e que haja escapado à observação da Junta Policial-Militar de Saúde. 129 – O Aluno-Oficial e as demais Praças sem estabilidade assegurada. empossadas em cargo público permanente estranho à sua carreira.DO LICENCIAMENTO Art. consecutivos ou não. ocorrerá durante a prestação do serviço policialmilitar inicial nos seguintes casos: I – de irregularidade no recrutamento. se a exclusão for conseqüência de sentença daquele Conselho. no foro civil ou militar. ou. se efetua: I – a pedido.

a partir da data da ocorrência do óbito. Parágrafo único – A Praça excluída a bem da disciplina não terá direito a qualquer remuneração ou indenização e sua situação militar será definida pela Lei do Serviço Militar. no Diário Oficial do Estado. das Praças com estabilidade.b) por decisão do Comandante-Geral da Brigada Militar. resulta em sua reinclusão e nova agregação. Art. § 2° – O servidor militar reincluído recomeça a contar tempo de serviço na data de publicação. reincluído no serviço ativo e. § l° – A demissão do Oficial ou exclusão da Praça com estabilidade processar-se-á após um ano de agregação. § 2° – A Praça sem estabilidade assegurada será automaticamente excluída. a partir da data em que o mesmo foi oficialmente considerado extraviado. Art. 135 – A deserção do servidor militar acarreta a interrupção do serviço policial-militar. para fins deste artigo. DO TEMPO DE SERVIÇO Art. com a conseqüente demissão “ex-officio” para o Oficial ou exclusão do serviço ativo para a Praça. sinistro aéreo. 136 – O falecimento do servidor militar da ativa acarreta interrupção do serviço policial-militar. já desligado do serviço ativo. Art. Parágrafo único – O servidor militar reaparecido será submetido a Conselho de Justificação ou a Conselho de Disciplina. enquanto se apuram as causas que deram origem ao seu afastamento. § 1° – O desligamento do serviço ativo será feito seis meses após a agregação por motivo de extravio. DA DESERÇÃO Art. DO FALECIMENTO E DO EXTRAVIO Art. a data de publicação do respectivo ato no Diário Oficial do Estado. Art. § 1° – Considera-se como data de inclusão ou nomeação. se a exclusão for conseqüência de ter sido julgado culpado em Conselho de Disciplina. com o conseqüente desligamento ou exclusão do serviço ativo. se não houver captura ou apresentação voluntária antes do término desse prazo. do ato concernente a sua reinclusão. . 133 – Compete ao Comandante-Geral da Brigada Militar o ato de exclusão. será submetido a inspeção de saúde e. nem das pensões decorrentes de sentença judicial. agregado para se ver processar e. § 2° – Em caso de naufrágio. se julgado apto. 139 – Os servidores militares começam a contar tempo de serviço na Brigada Militar a partir da data de sua inclusão ou nomeação para o posto ou graduação. ao ser oficialmente declarada desertora. 138 – O reaparecimento do servidor militar extraviado ou desaparecido. § 3° – O servidor militar desertor que for capturado ou que se apresentar voluntariamente depois de haver sido demitido ou excluído. catástrofe. 137 – O extravio do servidor militar da ativa acarreta interrupção do serviço policial-militar com o conseqüente afastamento temporário do serviço ativo. em processo regular. a seguir. por decisão do Comandante-Geral da Brigada Militar. tão logo sejam esgotados os prazos máximos de possível sobrevivência ou se dêem por encerradas as providências de salvamento. para fins deste Estatuto. a sua situação será regulada na legislação específica. se assim julgar necessário. § 4° – A reinclusão em definitivo do servidor militar de que trata o parágrafo anterior dependerá de sentença do Conselho de Justiça. o extravio ou o desaparecimento do servidor militar da ativa será considerado como falecimento. a bem da disciplina. calamidade pública ou outros acidentes oficialmente reconhecidos. na hipótese de ser julgado incapaz. 134 – A exclusão da Praça a bem da disciplina acarreta a perda do seu grau hierárquico e não a isenta das indenizações dos prejuízos causados à Fazenda Estadual ou a terceiros.

de que trata este artigo. contínuo ou não. 141 – Tempo de efetivo serviço é o espaço de tempo computado dia a dia entre a inclusão ou nomeação e a data limite estabelecida para contagem ou data do desligamento do serviço ativo. cargo. § 2° – Não serão deduzidos do tempo de efetivo serviço. estadual ou municipal prestado pelo servidor militar anteriormente a sua inclusão. naufrágio. os períodos em que o servidor militar estiver afastado do exercício de suas funções. inundação ou outras calamidades. desde que não tenha sido concedida suspensão condicional da pena. sinistro aéreo. § 2° – Os acréscimos a que se refere o item II serão computados somente no momento da passagem do servidor militar a situação de inatividade e. 143 – O tempo que o servidor militar vier a passar afastado do exercício de suas funções. caberá ao Comandante-Geral arbitrar o tempo a ser computado. não gozada. para tratar de interesse particular.196. 144 – O tempo de serviço passado pelo servidor militar no exercício de atividades decorrentes ou dependentes de operações de guerra será regulado em legislação específica. no exercício de funções servidores militares na forma do artigo 112. ou função por sentença passada em julgado. II – passado em licença. matrícula. . nomeação ou reinclusão na Brigada Militar. ou graduação.° 7057. II – tempo relativo a cada licença-especial. de 15 de janeiro de 1971. Art. será feita a distinção entre: I – tempo de serviço efetivo. em licença para tratamento de saúde de pessoa da família. Art. apurados e totalizados em dias. nessa situação. V – decorrido em cumprimento de pena restrita da liberdade.§ 3° – Quando. Art. em conseqüência de ferimentos recebidos em acidente quando em serviço. será computado como se ele o tivesse passado no exercício daquelas funções. VI – decorrido após completada a idade limite de permanência no serviço ativo da força. ou de moléstia adquirida no exercício de qualquer função policial-militar. VII – decorrido após a data em que for julgado incapaz definitivamente para o serviço ativo. de acordo com os elementos disponíveis. de 30 de dezembro de 1976. ou parte dela. o tempo: I – que ultrapassar de um ano. § 3° – Ao tempo de efetivo serviço. § l° – Será. II – anos de serviço. IV – decorrido em cumprimento de pena de suspensão do exercício do posto. contado em dobro. também. III – passado como desertor. para efeito algum. na manutenção da ordem pública. § 3° – Não é computável. acrescido do tempo de serviço de que trata a Lei Estadual n. pelo servidor militar da reserva convocado ou mobilizado. mesmo que tal espaço de tempo seja parcelado. inclusive quanto à percepção definitiva de gratificação de tempo de serviço. 140 – Na apuração de tempo de serviço policial-militar. Art. para a correspondente obtenção dos anos de efetivo serviço. nas Organizações Policiais-Militares. § 4° – As restrições constantes dos §§ l° e 2° do presente artigo não prejudicarão a vigência dos artigos 15 a 17 da Lei n° 6. além dos afastamentos previstos no artigo 66. para cada caso particular. por motivo de força maior oficialmente reconhecido. como incêndio. § l° – Os acréscimos a que se refere o inciso I serão computados somente no momento da passagem do servidor militar à situação de inatividade. após as investigações que couberem. por sentença passado em julgado. para todos os efeitos legais. 142 – “Anos de serviço” é a expressão que designa o tempo de efetivo serviço a que se refere o artigo anterior. computado como tempo de efetivo serviço o tempo passado dia a dia. Art. com os seguintes acréscimos: I – tempo de serviço público federal. em gozo de licença especial. será aplicado o divisor trezentos e sessenta e cinco. faltarem dados para contagem de tempo de serviço.

DA PRORROGAÇÃO DO SERVIÇO POLICIAL-MILITAR Art. nem com os acréscimos de tempo. estadual ou municipal. devidamente instruído. sem remuneração e sem a contagem de tempo de serviço. referências elogiosas. 148 – O servidor militar estável terá direito à licença. b) condecorações por serviços prestados. c) elogios. 147 – Na contagem dos anos de serviço não poderá ser computada qualquer superposição entre si dos tempos de serviço público federal. 149 – A licença será concedida mediante pedido do servidor militar. Art.Art. 145 – O tempo de serviço dos servidores militares beneficiados por anistia será contado conforme estabelecer o ato legal que a conceder. Art. para fins de passagem para a inatividade. bem como os de engajamento e de reengajamento. II – em decorrência de prescrição médica. estadual. segundo as conveniências da Corporação e de acordo com a legislação pertinente. 151 – As dispensas do serviço são autorizações concedidas aos servidores militares para afastamento total do serviço. louvores. podendo ser renovada a cada dois anos. municipal ou passado em administração indireta. nem com tempo de serviço computável após a inclusão em Organização Policial-Militar ou órgão de formação de Polícia-Militar ou a nomeação para posto da Brigada Militar. independentemente de solicitação própria. § 2° – As recompensas serão concedidas de acordo com as normas estabelecidas nas leis e nos regulamentos da Brigada Militar. 146 – A data-limite estabelecida para o final de contagem dos anos de serviço. ser concedida prorrogação desse tempo. Art. Art. para o exterior ou para o exercício de mandato eletivo dos Poderes Executivo e Legislativo federal. . poderá. Art. desde que requeiram. 152 – As dispensas do serviço podem ser concedidas aos servidores militares: I – como recompensa. uma ou mais vezes. será de dois anos. d) dispensa do serviço. Parágrafo único – As dispensas de serviço serão concedidas com remuneração correspondente ao cargo ou função e computadas como tempo de efetivo serviço. para os possuidores de curso universitário. será a do desligamento do serviço ativo. 150 – As recompensas constituem reconhecimento de bons serviços prestados pelos servidores militares. como engajados ou reengajados. DAS RECOMPENSAS E DAS DISPENSAS DO SERVIÇO Art. em caráter temporário. para outro ponto do Estado ou do Território Nacional. 153 – Às Praças que concluírem o tempo de serviço a que estiverem obrigadas. quando este for transferido. Parágrafo único – O tempo de serviço policial-militar inicial. DA LICENÇA PARA ACOMPANHAR O CÔNJUGE Art. para acompanhar o cônjuge. § 1° – São recompensas aos servidores militares: a) prêmios de Honra ao Mérito.

mantendo-se inalterado o cálculo dos respectivos proventos. será. de designações que possam sugerir a sua vinculação à Brigada Militar. sendo servidor estadual. Art. 159 – Aplicam-se aos servidores militares. 158 – Não se aplicam as disposições deste Estatuto ao pessoal civil em serviço na Brigada Militar. 18 de agosto de 1997. sem prejuízo de qualquer dos seus direitos. nos casos omissos na presente Lei. 160 – Os servidores militares inativados na forma prevista pelo artigo 167. 156 – Aplicam-se à Brigada Militar. passando.836/72) e o Conselho de Disciplina (Decreto federal n° 71. em especial a Lei n° 7. incisos I. círculos e outros. se necessário. 154 – A assistência religiosa aos servidores militares será regulada em lei específica. Art.DAS DISPOSIÇÕES FINAIS E TRANSITÓRIAS Art. independente de vaga e em qualquer grau. excetuadas as associações. 155 – É vedado o uso. Art. 163 – Revogam-se as disposições em contrário.138. 161 – As Praças terão direito ao fardamento de serviço por conta do Estado. as disposições do Estatuto e Regime Jurídico Único dos Servidores Públicos Civis do Estado do Rio Grande do Sul. (DOE de 19/08/97) ANTÔNIO BRITTO. II e III da Lei n° 7. que congreguem membros da Brigada Militar. no que couberem. são considerados promovidos ao grau hierárquico imediato. clubes. por necessidade do serviço. terá assegurado o direito de transferência e matrícula. Art. § 1°. se o requerer. de 30 de janeiro de 1978. Art.500/72). Parágrafo único – Quando. Art. PALÁCIO PIRATINI. por parte de organizações civis. Honra e Sinais de Respeito das Forças Armadas (R/2). de 30 de janeiro de 1978. Governador do Estado. 157 – O cônjuge do servidor militar. à condição de adido ou posto à disposição de qualquer órgão do serviço público estadual. 162 – Esta lei entra em vigor no primeiro dia do mês seguinte ao de sua publicação.138. para si e seus dependentes. removido ou designado para a sede do município onde servir o servidor militar. o servidor militar mudar a sede do seu domicílio. o Conselho de Justificação (Lei n° 5. para qualquer estabelecimento de ensino do Estado. Art. . o Regulamento Interno e dos Serviços Gerais do Exército (R/1). o Regulamento de Correspondência do Exército. Art. em Porto Alegre. de acordo com a tabela de distribuição elaborada pela Brigada Militar. o Regulamento de Administração do Exército (R/3). Art. o Regulamento de Continências.

físico. f) não ter sido dispensado de incorporação das Forças Armadas por motivo considerado também incompatível com as exigências para o curso. IV – não ter sofrido condenação criminal com pena privativa de liberdade. psicológico e intelectual. inciso V. nomeação ou matrícula nos cursos da Brigada Militar. medida de segurança ou qualquer condenação incompatível com a função policial militar. idade inferior a 23 (vinte e três) anos. “d”. deverá apresentar as seguintes condições gerais: I – possuir ilibada conduta pública e privada.536. até 31 de dezembro do ano da inscrição. VII – ter obtido aprovação nos exames de saúde. DE 08 DE JULHO DE 1997. deverá ter sido licenciado. Parágrafo único – Quando se tratar de candidato reservista das Forças Armadas. e) possuir o 2º grau completo ou equivalente. DECRETA: Art. Dispõe sobre as condições gerais e específicas para ingresso voluntário na Brigada Militar. O GOVERNADOR DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL. “f” e “g” do inciso I. são exigidas também. . no comportamento “bom”. VI – não ter sido isentado do serviço militar por incapacidade física definitiva. as condições específicas estabelecidas nas letras “b”.65m (um metro e sessenta e cinco centímetros). h) ter. o candidato. exigidos para inclusão. no uso da atribuição que lhe confere o artigo 82. de acordo com a legislação de ensino em vigor. III – Curso de Formação de Soldado PM. d) possuir altura mínima de 1. II – estar quite com as obrigações eleitorais e militares. no mínimo. III – não figurar como indiciado em inquérito policial militar. “f” e “g” do inciso I. o candidato. “d”. “e”. g) não ter sido desligado de Estabelecimento de Ensino Militar ou Policial-Militar por motivo disciplinar. 1º – O ingresso na Brigada Militar será efetuado com observância do que dispõe o Estatuto dos Policiais Militares do Estado e do estabelecido no presente Decreto. para ingresso na Brigada Militar com destino a cursos. b) ser do sexo masculino.LEGISLAÇÃO COMPLEMENTAR DECRETO Nº 37. Art. da Qualificação Policial-Militar Geral: a) satisfazer. 3º – Além das condições gerais previstas no artigo anterior. c) ser solteiro e não possuir encargos de família. as condições específicas estabelecidas nas letras “b”. Art. 2º – O candidato a ingresso nos quadros da Brigada Militar.Militar: a) ser brasileiro nato. quadros ou qualificações. II – Curso de Formação de Sargentos da Qualificação Policial Militar Geral: a) satisfazer. as seguintes condições específicas: I – Curso de Formação de Oficiais do Quadro de Oficiais de Polícia. “e”. da Constituição do Estado. V – não estar respondendo a processo criminal.

4º – Compete ao Comandante-Geral da Brigada Militar baixar normas complementares a estas disposições. como força de dissuasão. classificada. onde se presuma ser possível a perturbação da ordem pública. a fim de assegurar o cumprimento da lei. até a data da inscrição para ingresso na Brigada Militar. d) ter altura mínima de 1. a candidata. no mínimo. ressalvada a competência das Forças Armadas.512. “c” e “d” do inciso IV. a polícia ostensiva. 08 de julho de 1997. à Secretaria de Estado responsável pela Segurança Pública no Estado do Rio Grande do Sul. condição exigida das candidatas ao oficialato. b) ser brasileira nata. a manutenção da ordem pública e o exercício dos poderes constituídos. PALÁCIO PIRATINI. é uma Instituição permanente e regular. em cumprimento ao disposto no artigo 82. VICENTE BOGO. com exclusividade. 2º – A Brigada Militar vincula-se. Art. e) possuir o 2º grau completo ou equivalente. de 29 de dezembro de 1981. destinada à preservação da ordem pública e à incolumidade das pessoas e do patrimônio. da Constituição do Estado. planejada pela autoridade policial-militar competente. b) satisfazer. Polícia Militar do Estado do Rio Grande do Sul. idade inferior a 28 anos. V – Quadro de Oficiais de Saúde: a) observar as disposições aplicáveis do Decreto nº 30. c) ter. Governador do Estado em exercício. em locais ou área específicas. DE 18 DE AGOSTO DE 1997. até a data da inscrição no concurso. Art. a idade de 25 anos. as condições das letras “c”. na categoria “B”. organizada com base na hierarquia e na disciplina. . no momento da inclusão. 5º – Este Decreto entra em vigor na data de sua publicação. para o Curso de Formação de Soldado PM. 1° – A Brigada Militar. 6º – Revogam-se as disposições em contrário. inciso IV.60m (um metro e sessenta centímetros). “g” e “h” do inciso I para o Curso de Formação de Oficiais. em Porto Alegre. Art. (DOE de DE 09/07/97) LEI Nº 10. Faço saber. quando do sexo feminino. O GOVERNADOR DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL. Art. e as letras “b” e “c” do inciso III. II – atuar preventivamente.b) possuir Carteira Nacional de Habilitação que lhe permita conduzir veículo automotor. 3° – Compete à Brigada Militar: I – executar. que a Assembléia Legislativa aprovou e eu sanciono e promulgo a Lei seguinte: Art. c) ter. as condições específicas estabelecidas nas letras “b”. IV – Cursos de Formação dos Quadros Especiais de Polícia-Militar Feminina: a) ser do sexo feminino. Dispõe sobre a Organização Básica da Brigada Militar do Estado e dá outras providências.991. c) satisfazer. Art. o candidato. administrativa e operacionalmente.

já inserida no texto) VI – executar o serviço de prevenção e combate a incêndio. VIII – realizar os serviços de busca e resgate aéreo. em caso de perturbação da ordem pública e no gerenciamento técnico de situações de alto risco. V – a Corregedoria-Geral. estrutura. Art. compete a administração da Instituição. extinção. o controle e a execução das diretrizes emanadas do comando da Instituição. e as Praças em comando de fração destacada. IV – exercer atividades de investigação criminal militar. que é o órgão de Direção Geral da Brigada Militar. aquático e terrestre no Estado. e VIII – a Comissão de Avaliação e Mérito Art. VII – fiscalizar e controlar os serviços civis auxiliares de combate a incêndio.III – atuar repressivamente. X – desempenhar outras atribuições previstas em lei. 4° – A Brigada Militar estrutura-se em órgãos de Direção. § 2° – Aos Departamentos. Art. os Oficiais. V – OPM de Saúde. III – a Direção do Conselho Superior. IV – o Estado Maior. Art. . 5° – Os OPM têm criação. que são os órgãos de Apoio da Brigada Militar. atribuições. de Apoio e de Execução.97. II – a Presidência da Comissão de Avaliação e Mérito. § 3° – Aos Comandos Regionais e aos órgãos de Polícia Militar (OPM). 6° – O Comandante-Geral. 7° – O Comando-Geral compreende: I – o Comandante-Geral. efetivo. competindo-lhe a sua administração. compete as atividades administrativo-operacionais indispensáveis ao cumprimento das finalidades da Instituição. subordinação e grau de comando fixados considerando-se os indicadores de segurança pública da respectiva circunscrição territorial e os indicadores específicos da Instituição. 8° – O Comandante-Geral é indicado pelo Secretário de Estado responsável pelos assuntos de segurança pública e nomeado pelo Chefe do Poder Executivo Estadual. a direção. § 4º – Os órgãos de Polícia Militar (OPM) compreendem: I – OPM de Polícia Ostensiva. nível.3º retificado no DOE de 27. III – o Conselho Superior.08. IX – executar as atividades de defesa civil no Estado. organização. com os poderes e deveres inerentes à função. VI – a Ajudância Geral. III – OPM de Ensino. no desempenho de atividade policial-militar no âmbito de suas circunscrições territoriais. VI – OPM Especiais. IV – OPM de Logística. competindo-lhe: I – a Coordenação geral das atividades da Instituição. (Inciso V do art. VII – o Gabinete do Comandante-Geral. Art. Oficial do último Posto da carreira do Quadro de Oficiais de EstadoMaior – QOEM. II – o Subcomandante-Geral. II – OPM de Bombeiros. V – atuar na fiscalização e controle dos serviços de vigilância particular no Estado. compete o planejamento. é a autoridade primeira da Instituição. que são os órgãos de Execução da Brigada Militar. Parágrafo único – São autoridades policiais-militares o Comandante-Geral da Brigada Militar. § 1° – Ao Comando-Geral.

compete o controle. diligências. dirigir e controlar os trabalhos do Estado Maior. Art. realizando inspeções e correições e sugerindo as medidas necessárias ou recomendáveis para a racionalização e eficiência dos serviços. compete o estudo e o planejamento estratégico da Instituição. II – exercer a apuração de responsabilidade criminal. e nomeado pelo Governador do Estado. e II – seções. diretamente subordinada ao Comandante-Geral é o órgão de disciplina. 15 – A Ajudância-Geral tem a seu cargo os serviços administrativos do Quartel do Comando-Geral e o atendimento de suas necessidades em pessoal e material. para encaminhamento posterior ao Comandante-Geral. cabe o assessoramento em assuntos de interesse da Corporação. compreendendo: . pessoal. patrimônio. Parágrafo único – Compete à Corregedoria-Geral: I – cumprir atividades que lhe sejam atribuídas pelo Comandante-Geral. logística. órgão de assessoramento permanente do Comandante-Geral nos assuntos relativos às carreiras de Oficiais e Praças da Instituição. pareceres técnicos e informações indispensáveis ao bom desempenho de sua função. Art. orientação e fiscalização das atividades funcionais e da conduta dos servidores da Instituição. 10 – Ao Conselho Superior. e II – coordenar. do ComandanteGeral da Corporação. que atendam às necessidades da segurança pública. em razão do efetivo e da sua destinação. conforme a respectiva circunscrição territorial de atuação. Art. saúde. os elementos coligidos sobre o estágio probatório de integrantes da carreira de Servidor-Militar. nos seus impedimentos eventuais. 19 – Os Departamentos organizam. Art. III – Secretaria Executiva. de acordo com as necessidades da Instituição. escalões intermediários de Comando. 9º – O Subcomandante-Geral é o substituto. 12 – O Estado Maior da Brigada Militar estrutura-se em: I – chefia. IV – avaliar. § 1°– Os Comandos Regionais. ouvido o Comandante-Geral. sob a forma de sistemas. constituído pelos Coronéis da ativa em exercício na Instituição. competindo-lhe igualmente as funções de assessorá-lo no cumprimento das atividades da Brigada Militar. Art. informática e outras. 13 – Ao Chefe do Estado Maior compete: I – assessorar o Comandante-Geral. V – requisitar. é composto por: I – Chefia. instrução e pesquisa. podem receber denominações diferenciadas. de qualquer autoridade. III – fiscalizar as atividades dos órgãos e servidores da Brigada Militar. exames. as atividades de ensino. 16 – O Gabinete do Comandante-Geral. Parágrafo único – O Subcomandante-Geral será indicado pelo Secretário de Estado responsável pelos assuntos de segurança pública. são os responsáveis em suas respectivas circunscrições territoriais pelas atividades administrativo-operacionais dos OPM que lhe são subordinados.Art. e VI – elaborar o regulamento do estágio probatório dos servidores-militares. 11 – Ao Estado-Maior da Brigada Militar. avaliação e processamento das promoções. Art. 18 – Os Comandos Regionais. § 2°– Os Comandos Regionais podem ser dotados de Centro de Operações Policiais Militares. II – Assessorias. órgão de assessoramento do Comando-Geral. certidões. ao qual compete o assessoramento direto ao ComandanteGeral. Art. 17 – À Comissão de Avaliação e Mérito. administrativa ou disciplinar. Art. Art. 14 – A Corregedoria-Geral. administração financeiro-contábil. Art.

auditoria e execução das atividades financeiro-orçamentário-contábeis do pessoal. Art. manutenção e a contratação de todos os serviços. órgão de planejamento. no prazo de 90 (noventa) dias. O GOVERNADOR DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL. a contar de sua vigência. Art. Dispõe sobre a carreira dos Servidores Militares do Estado do Rio Grande do Sul e dá outras providências. em especial a Lei nº 7. 1º – Os Quadros de Organização da Brigada Militar e as carreiras dos Oficiais e Praças passam a observar os preceitos estatuídos na presente Lei. DE 18 DE AGOSTO DE 1997. de que trata o “caput” deste artigo. órgão de planejamento. de Subcomandante-Geral. Governador do Estado.97) LEI COMPLEMENTAR Nº 10. Tenente-Coronel e Coronel. seção e setor. em cumprimento ao disposto no artigo 82. de Chefe do Estado-Maior. de Corregedor-Geral e de Diretores dos Departamentos são privativas do posto de Coronel do QOEM. da Constituição do Estado. estruturada através do Quadro de Oficiais de Estado Maior – QOEM e do Quadro de Oficiais Especialistas em Saúde – QOES. controle e fiscalização dos sistemas informatizados da Instituição. distribuição. V – Departamento de Informática. 22 – O Poder Executivo regulamentará a presente Lei no que couber. § 2° – VETADO Art. 20 – As funções de Comandante-Geral. com competências a serem discriminadas em regimento interno. . inciso IV. 2º – Fica instituída a carreira dos Servidores Militares Estaduais de Nível Superior. Major. IV – Departamento Administrativo. ANTÔNIO BRITTO. Faço saber. § 1º – A carreira dos Quadros de Oficiais. controle. III – Departamento de Saúde.I – Departamento de Ensino. em Porto Alegre. controle e fiscalização das atividades de ensino. é constituída dos postos de Capitão. órgão de planejamento.556.992. órgão de planejamento. 21 – Os Departamentos da Brigada Militar poderão dividir-se em divisão. Art. controle e fiscalização das atividades de saúde da Instituição. controle e fiscalização dos bens patrimoniais afetos à Instituição. nesta ordem de hierarquia. que a Assembléia Legislativa aprovou e eu sanciono e promulgo a Lei seguinte: Art. 18 de agosto de 1997. 23 – Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação. (DOE 19. Art. instrução e pesquisa. II – Departamento de Logística e Patrimônio. PALÁCIO PIRATINI. Art.08. órgão de planejamento. fiscalização. de 20 de novembro de 1981. competindo-lhe a aquisição. § 1° – A função de Diretor do Departamento de Saúde será exercida por um Coronel do Quadro de Oficiais Especialistas em Saúde – QOES. 24 – Revogam-se as disposições em contrário.

é equivalente e substituído pelo Curso Superior de Polícia Militar. pelos Cursos previstos nos parágrafos 1º e 2º deste artigo. com aprovação. após concluída a formação específica. Major. e os atuais postos de Primeiro e Segundo-Tenentes do QOS passam também a constituir o Quadro Especial de Oficiais de Saúde da Brigada Militar em Extinção – QEOSBMEx. sendo exigido diploma de nível superior na respectiva área da saúde. cujo prazo de duração não excederá a dois anos. previstos no § 1º do artigo anterior. por ato do Governador do Estado. do Curso Básico de Oficiais de Saúde – CBOS. igualmente previstos na mencionada Lei. do QEOPMFem e do QOS. § 2º – Os aprovados no concurso público de que trata o parágrafo anterior. de 20 de outubro de 1992. § 1º – Os atuais postos de Primeiro e Segundo-Tenentes do QOPM e do QEOPMFem passam a constituir o Quadro Especial de Oficiais da Brigada Militar em Extinção – QEOBMEx. § 4º – Os atuais Alunos-Oficiais. § 3º – A incorporação dos Oficiais oriundos dos Quadros extintos por esta Lei. Tenente-Coronel e Coronel da atual carreira do Quadro de Oficiais de Polícia Militar – QOPM e o posto de Capitão da atual carreira do Quadro Especial de Oficiais de Polícia Militar Feminina – QEOPMFem. mediante ato do Governador do Estado. 6º – Os postos de Capitão. com ingresso até a data de vigência desta Lei. § 5º – O Curso Superior de Formação de Oficiais da Brigada Militar (CSFO/BM). sendo que estes postos serão extintos à medida que vagarem os respectivos cargos. pelo ocupante do posto de Tenente-Coronel. nos Quadros de origem. § 1º – Para a promoção ao posto de Major. bem como os integrantes dos Quadros Especiais em extinção. ficam incorporados à carreira do QOEM.§ 2º – A inclusão no quadro de acesso para a promoção ao posto de Coronel poderá ser recusada pelo servidor. exige a conclusão. assim como os postos mencionados neste artigo. do Curso de Especialização em Políticas e Gestão de Segurança Pública – CEPGSP. por ato do Governador do Estado. . Art. com aprovação. 3º – O ingresso no QOEM dar-se-á no posto de Capitão. far-se-á de acordo com as respectivas antigüidades e na ordem de precedência que entre si detinham seus integrantes. serão declarados Segundo-Tenentes do QEOBMEx. independentemente do interstício e tempo de serviço em órgão de execução previstos no artigo 5º desta Lei. Art. da atual carreira do Quadro de Oficiais de Saúde – QOS. de. enquanto estiverem freqüentando o Curso Superior de Polícia Militar. § 1º – O ingresso no Curso Superior de Polícia Militar dar-se-á mediante concurso público de provas e títulos com exigência de diplomação no Curso de Ciências Jurídicas e Sociais. três anos e ter concluído. com vigência anterior a esta Lei. § 2º – Não haverá ingressos no posto inicial da carreira do QOEM e do QOES. 4º – O ingresso no QOES dar-se-á no posto de Capitão. mediante concurso público de provas e títulos e conclusão. Art. 5º – A ascensão funcional nos postos do QOEM e do QOES ocorrerá após decorrido o interstício mínimo de oito anos de efetivo serviço em cada posto imediatamente anterior ao correspondente à promoção. respectivamente. § 2º – O acesso à promoção ao posto de Coronel. têm assegurado o direito à ascensão hierárquica. 7º – Os integrantes do QOPM. o Curso Avançado de Administração Policial Militar – CAAPM. aos novos Quadros por ela criados.741. até a sua extinção. com aprovação. são equivalentes e substituídos. enquanto não forem promovidos ao posto de Capitão os integrantes dos Quadros Especiais previstos no parágrafo anterior. previstos na Lei nº 9. cursados pelos integrantes do Quadro de Oficiais de Polícia Militar – QOPM. Art. com vigência anterior a esta Lei. passam a integrar a carreira do QOES. através de aprovação no Curso Superior de Polícia Militar. o ocupante do posto de Capitão deverá ter prestado serviços em órgão de execução por um período. decorrentes da conclusão dos Cursos instituídos nos artigos 3º e 4º desta Lei. por ocasião da formatura no respectivo Curso Superior de Formação de Oficiais – CSFO. § 3º – O Curso de Aperfeiçoamento de Oficiais e o Curso Superior de Polícia Militar. serão considerados Alunos-Oficiais. aplicando-se-lhes o Estatuto dos Servidores Militares do Estado do Rio Grande do Sul e o Regulamento de Promoções. consecutivo ou não. no mínimo. Art.741. previstos na Lei nº 9. de 20 de outubro de 1992.

de 20 de outubro de 1992. 11 – Fica instituída a carreira dos Servidores Militares Estaduais de Nível Médio. para o provimento referido no parágrafo anterior. serão extintos à medida que vagarem os respectivos cargos. bem como o planejamento. pesquisa. § 2° – Em caso de empate. com exigência da escolaridade de 2º Grau do ensino médio. revertendo os cargos. Art. previstas na Lei nº 9. na forma da legislação pertinente. composta. criado por esta Lei. os cargos do Quadro de Primeiro-Tenentes de Polícia Militar – QTPM. por posto e graduações. mediante a formação em serviço dos atuais Soldados e Cabos que contarem com mais de 20 (vinte) anos de serviço militar e tiverem classificação. instrução e treinamento. respeitado o efetivo para ela fixado na Lei citada. integrada pelo Quadro de Primeiro-Tenentes de Polícia Militar – QTPM e pelas Qualificações Policiais-Militares – QPM – para Praças. após a aprovação em concurso público e no Curso Básico de Formação Policial-Militar – CBFPM. Art. Art. ou da reforma. em ordem sucessiva.741. poderão ser providos. 15 – A inclusão em quadro de acesso para as promoções na carreira instituída no artigo 11 poderá ser recusada pelo servidor.14. à medida que vagarem os respectivos cargos. na área afeta à Brigada Militar. voltadas ao desenvolvimento da segurança pública. previstos na Lei nº 9. a pedido. Art. 10 – Os Quadros de Oficiais de Administração (QOA) e de Oficiais Especialistas (QOE). Art. no comportamento “Bom”. 8º – O Oficial do Quadro de Oficiais de Estado Maior – QOEM exerce o Comando. para a graduação de Soldado. o servidor militar que for mais antigo e o que apresentar melhor desempenho.Parágrafo único – À medida que vagarem os cargos dos postos de Primeiro-Tenente do QEOBMEx. (Art. a partir da edição desta Lei. aplicando-lhes as disposições do artigo anterior. § 6° – Não havendo mais candidatos passíveis de formação em serviço. II – Qualificação Policial-Militar 2 (QPM–2): Praças Bombeiros. no mínimo. a graduação de TerceiroSargento entrará em extinção. Art. ficam extintas. de 20 de outubro de 1992. Segundo Sargento e Primeiro Sargento. respectivamente. na forma regulamentar. por ato do Comandante-Geral da Brigada Militar.170/98. § 5° – As vagas preenchidas na graduação de Terceiro-Sargento. em igual número. a qual possibilitará o acesso ao grau hierárquico de Primeiro-Tenente. ficando assegurado aos seus atuais integrantes a ascensão hierárquica. preservado o disposto no § 4º do artigo anterior. § 1° – A graduação de Terceiro-Sargento será provida. 14 – O ingresso nas Qualificações Policiais-Militares dar-se-á na graduação de Soldado de 1ª classe. alterado p/LC nº 11. incumbindo-lhe o planejamento. são constituídas pelas graduações de Soldado de 1ª classe. Art. terá preferência. já inserido no texto) Art. de acordo com as suas peculiaridades. § 3° – O provimento das vagas previstas conforme o parágrafo 1° dar-se-á mediante autorização do Chefe do Poder Executivo. 12 – As Qualificações Policiais-Militares (QPM) da Brigada Militar passam a ser as seguintes: I – Qualificação Policial-Militar 1 (QPM–1): Praças de Polícia Ostensiva.741. ouvido o Secretário de Estado da Justiça e da Segurança. 16 – As graduações de Cabo e Subtenente. a direção e a execução das atividades de ensino. 9º – O Oficial do Quadro de Oficiais Especialistas em Saúde – QOES atuará nas atividades de saúde da Instituição. à medida em que vagarem. . 13 – As Qualificações Policiais-Militares a que se refere o artigo anterior. Art. integram o total do efetivo fixado para a graduação de Soldado. a coordenação e o controle das atividades a seu nível. § 4° – Aos servidores militares beneficiados pelo parágrafo 1° deste artigo não se aplica a regra de promoção à graduação imediatamente superior quando da transferência para a reserva remunerada. conforme os parágrafos anteriores. Chefia ou Direção dos órgãos administrativos de média e alta complexidade da estrutura organizacional da Corporação e das médias e grandes frações de tropa de atividade operacional.

instrução e treinamento. § 1º – As Praças oriundas das extintas Qualificações Policiais-Militares Particulares (QPMP). por promoções. § 2º – As Praças oriundas das extintas Qualificações Policiais-Militares Particulares (QPMP) da Qualificação Policial-Militar Geral-2 (QPMG–2) passam a integrar a Qualificação Policial-Militar 2 (QPM– 2). é equivalente e substituído pelo Curso previsto no “caput” deste artigo. a ordem de antigüidade na graduação e a ordem de precedência que seus integrantes detinham nas Qualificações extintas. 18 – As promoções ao posto e às graduações da carreira instituída no artigo 11 terão interstício mínimo de cinco anos. Art. previstos nesta Lei. 25 – Ficam mantidos os padrões remuneratórios dos cargos correspondentes aos postos e graduações extintos por esta Lei. 26 – Os períodos de tempo de serviço prestados em órgãos de execução. elementos de execução das atividades administrativas e operacionais. Art. desde que já se tenham extinguido. . Art. 23 – Fica extinta a graduação de Aspirantes-a-Oficial. mediante proposta do Comandante-Geral da Brigada Militar ao Secretário de Estado responsável pelos assuntos da segurança pública. 17 – Poderão concorrer às promoções à graduação de Segundo-Sargento os Cabos e Soldados que tiverem sido incluídos na Brigada Militar anteriormente à vigência desta Lei e que tenham concluído. com aprovação. exercidas por Praças. § 4º – As especialidades de interesse da Brigada Militar. 22 – Ficam extintas as Qualificações Policiais Militares Gerais e Particulares e a Qualificação Especial de Praças de Polícia Militar Feminina. dos quais pelo menos quatro anos em serviço em órgãos de execução. o Curso Técnico em Segurança Pública – CTSP. as graduações de Terceiro-Sargento. Art. assim como auxiliar nas tarefas de planejamento. por excelência. da Qualificação Policial-Militar Geral-1 (QPMG–1) e da Qualificação Especial de Praças de Polícia-Militar Feminina (QEPPMFem) passam a integrar a Qualificação Policial-Militar 1 (QPM–1). 20 – Os Servidores Militares Estaduais de Nível Médio são. o Curso Técnico em Segurança Pública – CTSP. Art. de 20 de outubro de 1992. sobre os quais incidirá a política salarial do Estado. executar a coordenação e o controle das atividades em seu nível. serão exigidos em sua plenitude a partir de três anos da data de vigência desta Lei. observarão.741. na forma regulamentar. Art. Habilitação e Aperfeiçoamento instituídos para Oficiais e Praças anteriormente à vigência desta Lei. 24 – Ficam extintos os Cursos de Formação. 28 – As despesas decorrentes da aplicação desta Lei correrão à conta de dotações orçamentárias próprias. Art. 21 – Ao Curso Básico de Administração Policial Militar concorrerão os Subtenentes e PrimeiroSargentos que tenham concluído. Art.Art. 27 – VETADO Art. Art. Parágrafo único – O Curso de Formação de Sargentos. Art. serão criadas e reguladas por ato do Chefe do Poder Executivo. cursado anteriormente à vigência desta Lei. e ainda auxiliar na execução das atividades de ensino. podendo exercer o Comando e Chefia de órgãos administrativos de menor complexidade e das pequenas frações de tropa da atividade operacional da estrutura organizacional da Corporação. Art. 29 – Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação. 19 – A promoção dos concludentes do Curso Básico de Administração Policial Militar – CBAPM ao posto de Primeiro Tenente do Quadro de Tenentes de Polícia Militar – QTPM dar-se-á por ato do Governador do Estado. com vistas à formação das Qualificações criadas por esta Lei. § 3º – As fusões das extintas Qualificações Policiais-Militares. para a organização das novas escalas hierárquicas. instituídas pela Lei nº 9. com aprovação. pesquisa.

– 3.609 Soldados. – 659 Capitães. em cumprimento ao disposto no artigo 82. da Constituição do Estado. assim distribuídos: I – Oficiais: a) Quadro de Oficiais de Estado-Maior (QOEM): – 24 Coronéis. Art. – 89 Tenentes-Coronéis.97) LEI Nº 10. – 300 Terceiros-Sargentos. – 06 Tenentes-Coronéis. do Estado e dá outras .993. O GOVERNADOR DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL.432 Soldados. Fixa o efetivo da Brigada Militar providências. 18 de agosto de 1997. – 2. c) Bombeiros – Qualificação Policial-Militar 2 (QPM–2): – 183 Primeiros-Sargentos. – 546 Segundos-Sargentos.356. – 103 Capitães. ANTÔNIO BRITTO. inciso IV. de 1º de fevereiro de 1980. Faço saber. entre Oficiais e Praças.08. seiscentos e cinqüenta) cargos de servidores militares. que a Assembléia Legislativa aprovou e eu sanciono e promulgo a Lei seguinte: Art. é constituído de quatro cargos de Coronel. 30 – Revogam-se as disposições em contrário. Parágrafo único – O efetivo de Terceiro-Sargento reverterá à graduação de Soldado. em Porto Alegre. escolhidos dentre os integrantes do Quadro de Oficiais de Estado-Maior e nomeados Juízes Militares para a composição do Tribunal Militar do Estado. b) Quadro de Oficiais Especialistas em Saúde (QOES): – 02 Coronéis. Governador do Estado. quando extinto em decorrência das disposições da Carreira dos Servidores Militares Estaduais.700 Terceiros-Sargentos. – 17 Majores. DE 18 DE AGOSTO DE 1997. 2º – O Quadro Especial a que se refere o parágrafo 1º do artigo 232 da Lei nº 7. – 19. c) Quadro de Tenentes de Polícia Militar (QTPM): – 760 Primeiros-Tenentes II – Praças: a) Especiais: – Até 200 Alunos-Oficiais b) De Polícia Ostensiva – Qualificação Policial-Militar 1 (QPM–1): – 2.650 (trinta e três mil.443 Primeiros-Sargentos. – 259 Majores.518 Segundos-Sargentos. PALÁCIO PIRATINI. (DOE de 19. 1º – O efetivo da Brigada Militar do Estado é fixado em 33.Art. – 2.

em 1997. § 2° – São considerados órgãos operacionais da Secretaria da Justiça e da Segurança. Faço saber. ANTÔNIO BRITTO. ou seu beneficiário. em cumprimento ao disposto no artigo 82. inciso IV. § 2º – Quando o percentual mínimo de provimento de vagas corresponder à fração do respectivo posto ou graduação. da Constituição do Estado. Art. para os efeitos desta Lei.97) LEI N. PALÁCIO PIRATINI. de 20 de outubro de 1992. passando o efetivo da Lei nº 9. Art. 6º – As despesas decorrentes da execução da presente Lei correrão à conta de dotações orçamentárias próprias. em 1999. para os fins de provimento. a Brigada Militar.594. e V – 30% (trinta por cento). 8º – Revogam-se as disposições em contrário. que a Assembléia Legislativa aprovou e eu sanciono e promulgo a Lei seguinte: Art. IV – 25% (vinte e cinco por cento). 7º – Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação. 3º – As Praças Especiais não estão computadas no total do efetivo.00 (dez mil reais). sendo consideradas até o limite máximo. ou ao seu beneficiário. o servidor. de 11 de dezembro de 1995. Art.000. § 1º – As disposições deste artigo não se aplicam para o provimento da graduação de Soldado. a Polícia Civil. em 2000. § 1° – Serão considerados acidentes em serviço aqueles ocorridos nas circunstâncias previstas na Lei n° 10.08.Art. 4º – O provimento do efetivo será gradual. Estabelece benefício ao servidor integrante dos órgãos operacionais da Secretaria da Justiça e da Segurança. o preenchimento dos seguintes percentuais mínimos de vagas acrescidas em decorrência da presente Lei.º 10. Governador do Estado. desde que atendidos os requisitos legais para os respectivos provimentos: I – 10% (dez por cento). III – 20% (vinte por cento). a constar de acordo com o disposto no artigo 1º desta Lei. em 1998. 18 de agosto de 1997. Art. faz jus ao benefício financeiro de R$ 10. nos respectivos postos e graduações. e os respectivos totais serão fixados anualmente por ato do Comandante-Geral da Brigada Militar. ocorridos em serviço. a referida fração será computada como se vaga fosse. O GOVERNADOR DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL. DE 18 DE AGOSTO DE 1997. . na ocorrência dos eventos “invalidez permanente. a Superintendência dos Serviços Penitenciários – SUSEPE e o Instituto-Geral de Perícias. ou morte”. em 2001. ocorridos em serviço. (DOE de 19. ou morte”. 5º – VETADO Art. II – 15% (quinze por cento).741. § 3º – Os provimentos referidos neste artigo serão efetivados no dia 18 de novembro de cada ano e observarão os quantitativos fixados no artigo 1º desta Lei.996. total ou parcial. em Porto Alegre. 1º – Na ocorrência dos eventos “invalidez permanente. observado. total ou parcial.

3° – As despesas decorrentes da execução desta Lei correrão por conta de dotação orçamentária própria. Parágrafo único – Na hipótese de falecimento. para as carreiras de nível superior. Dispõe sobre a promoção extraordinária do servidor militar e do servidor integrante dos quadros da Polícia Civil. corresponderá à percepção de parcela adicional. 2° – O benefício de que trata o “caput” do artigo 1° não prejudica outros direitos previstos em lei.000. de 1° de fevereiro de 1991. e para os Monitores Penitenciários e Técnicos Penitenciários do Quadro dos Funcionários Penitenciários em extinção. II – na Brigada Militar – para os Postos e Graduações da hierarquia militar de Soldado de 2ª Classe a Capitão.§ 3° – O benefício de que trata este artigo será concedido somente aos servidores abaixo relacionados. DE 18 DE AGOSTO DE 1997. Art. em cumprimento ao disposto no artigo 82. na mesma situação. bem como para as promoções decorrentes de ato de bravura. inciso IV. 2° – A promoção extraordinária a que se refere esta Lei. LEI COMPLEMENTAR N. será promovido extraordinariamente. que a Assembléia Legislativa aprovou e eu sanciono e promulgo a Lei Complementar seguinte: Art. Art.97). PALÁCIO PIRATINI. Art. (DOE de 19. e em decorrência de agressão sofrida e não provocada pelo servidor. 5° – Revogam-se as disposições em contrário. em valor equivalente à diferença entre o vencimento ou soldo inicial e o final das respectivas carreiras. inclusive. que observará o disposto no artigo anterior. em virtude de ferimento sofrido em ação ou de enfermidade contraída nessa circunstância ou que nela tenha causa eficiente. Art.228. Escrivães de Polícia. que desempenham suas atividades em situação permanente de risco: I – na Polícia Civil – para os Investigadores de Polícia. do Instituto-Geral de Perícias e da Superintendência dos Serviços Penitenciários. O GOVERNADOR DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL. em Porto Alegre. 18 de agosto de 1997. 3° – Para os servidores das carreiras de nível médio dos quadros referidos no artigo 1° desta Lei Complementar. no exercício de suas atribuições. Comissários de Polícia e Comissários de Diversões Públicas. Art. dar-se-ão para o grau hierárquico imediatamente superior da respectiva carreira. independentemente da Classe titulada. bem como. e IV – no Instituto-Geral de Perícias – para os Auxiliares de Perícia. da Constituição do Estado. a promoção extraordinária. 4° – Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação. exceto a decorrente de ato de bravura. do Instituto-Geral de Perícias e da Superintendência dos Serviços Penitenciários que morrer ou ficar permanentemente inválido. III – na Superintendência dos Serviços Penitenciários – SUSEPE – para os Auxiliares de Serviços Penitenciários e para os Agentes Penitenciários do Quadro dos Funcionários Penitenciários.º 11. . a promoção será “post-mortem”. instituído pela Lei n° 9. Faço saber. 1° – O servidor militar e o servidor integrante dos quadros da Polícia Civil. Inspetores de Polícia. para os Papiloscopistas e para os Fotógrafos Criminalistas. na forma desta Lei. Art. praticar ato de bravura.08.

sobre o valor básico das diárias fixado em lei. Art.1º.Parágrafo único – Quando o servidor ocupar cargo isolado.97) DECRETO Nº 37. quando as diárias forem vencidas nos estabelecimentos penais e repartições fazendárias do interior do Estado. Parágrafo único – O ato de bravura será destacado como forma de valorizar as posturas que. inciso V.46 (um vírgula quarenta e seis). dos índices correspondentes aos cargos titulados. a promoção igualmente corresponderá à percepção de parcela adicional.37. Governador do Estado. periciais ou penitenciárias. 8° – Esta Lei Complementar entra em vigor na data de sua publicação.08. no desempenho de suas atribuições e para a preservação de vida de outrem. 9° – Revogam-se as disposições em contrário. O GOVERNADOR DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL. . 1º – O valor das diárias dos policiais militares empregados na força tarefa das casas prisionais será obtido mediante a incidência. demonstrando coragem. quando as diárias forem vencidas nos estabelecimentos penais e repartições fazendárias da Capital do Estado. PALÁCIO PIRATINI. DE 22 DE SETEMBRO DE 1997. 7° – As despesas decorrentes da execução desta Lei Complementar correrão à conta de dotação orçamentária própria. considerar-se-ão em ação os servidores que realizem ou participem de atividades-fins policiais. do Instituto-Geral de Perícias e da Superintendência dos Serviços Penitenciários.878/97) I – 1. 6° – A promoção efetuada com base nesta Lei dependerá. 5° – Considera-se ato de bravura em serviço a conduta do servidor que. audácia e a presença de qualidades morais extraordinárias.19 (um vírgula dezenove). revelem a presença de um espírito público responsável pela superação do estrito cumprimento do dever. em cada caso. Art. atendendo às peculiaridades das carreiras do servidor militar e do servidor integrante dos quadros da Polícia Civil.794. II – 1. que serão apurados independentemente de requerimento por parte do interessado ou de seus sucessores. bem como de atividades para manutenção da ordem pública. Art. da Constituição do Estado. em Porto Alegre. 4° – Para os efeitos desta Lei. de comprovação dos fatos que a justifiquem. multiplicados pelos seguintes fatores: (O “caput” do art. ANTÔNIO BRITTO. (DOE de 19. respeitando os direitos fundamentais e os princípios gerais do direito. Art. no uso da atribuição que lhe confere o artigo 82. Art. redação dada p/D. 18 de agosto de 1997. coloque em risco incomum a sua própria vida. Parágrafo único – O Poder Executivo regulamentará o disposto neste artigo. Art. Dispõe sobre diárias devidas a policiais militares e dá outras providências. em valor correspondente a 20% (vinte por cento) do seu padrão de vencimento ou soldo. DECRETA: “Art.

e II – Subcomissão de Avaliação e Mérito de Praças (SAMP). Regulamenta a Comissão de Avaliação e Mérito da Brigada Militar e dá outras providências. DE 17 DE NOVEMBRO DE 1997. de 18 de agosto de 1997. PALÁCIO PIRATINI. 2º – A Comissão de Avaliação e Mérito da Brigada Militar estrutura-se em: I – Subcomissão de Avaliação e Mérito de Oficiais (SAMO). em exercício. Parágrafo único – A Presidência da CAM compete ao Comandante-Geral da Brigada Militar. 3º – As Subcomissões de Avaliação e Mérito de Oficiais e de Praças.09. Art.939. DECRETA: Art. avaliação e processamento das promoções e dos méritos. (DOE de 23. Governador do Estado. § 1º – A Presidência da SAMO compete ao Subcomandante-Geral da Brigada Militar. previstas pela Lei nº 10. deverá levar em conta as informações computáveis até 19 de agosto de 1997. O GOVERNADOR DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL. Art. 17 de novembro de 1997. administrar-se-ão de acordo com os regulamento e alterações previstas para as extintas Comissão de Promoções e Mérito de Oficiais e Comissão de Promoções e Mérito de Praças naquilo que couber. compete: I – o assessoramento permanente do Comandante-Geral nos assuntos relativos às carreiras de Oficiais e Praças. ANTÔNIO BRITTO. 4º – A confecção dos quadros de Acesso de Oficiais e Praças para efetivação de promoções em 18 de novembro de 1997. da Constituição do Estado. retroagindo seus efeitos a 10 de outubro de 1997. Art. Governador do Estado. Art. 1º – À Comissão de Avaliação e Mérito da Brigada Militar (CAM) prevista no artigo 17. 3° – Revogam-se as disposições em contrário. II – o controle.Art. Art. § 2º – A Presidência da SAMP compete ao Chefe do Estado-Maior da Brigada Militar. 22 de setembro de 1997. 5º – Este Decreto entra em vigor na data de sua publicação.97) DECRETO Nº 37. no uso da atribuição que lhe confere o artigo 82.993/97. (DOE de 18/11/97) . 2° – Este Decreto entra em vigor na data de sua publicação. inciso V. PALÁCIO PIRATINI. Art. em Porto Alegre. da Lei nº 10. 6º – Revogam-se as disposições em contrário. VICENTE BOGO. em Porto Alegre.991.

tem as seguintes competências: I – executar. 3º – A Brigada Militar. com exclusividade. no uso da atribuição que lhe confere o artigo 82. ressalvada a competência das Forças Armadas. f) a Ajudância-Geral. nos termos da Lei n. II – os Departamentos. VIII – realizar os serviços de busca e resgate aéreo. onde se presuma ser possível a perturbação da ordem pública. compreendendo: a) o Departamento de Ensino. as atribuições. nos termos de sua Lei de Organização Básica. conforme segue: I – o Comando-Geral. c) o Departamento de Saúde. IX – executar as atividades de defesa civil no Estado. de 18 de agosto de 1997. em locais ou áreas específicas. compreendendo: a) o Comandante-Geral da Brigada Militar. II – atuar preventivamente.991.º 10. de apoio e de execução. VII – fiscalizar e controlar os serviços civis auxiliares de combate a incêndio. e) a Corregedoria-Geral. e X – desempenhar outras atividades previstas em lei. V – atuar na fiscalização e controle dos serviços de vigilância particular no Estado. TÍTULO I DA COMPETÊNCIA E DA ESTRUTURA GERAL Art. instituição permanente e regular. d) o Departamento Administrativo. Regulamenta a Lei de Organização Básica da Brigada Militar do Estado.º 10. vinculada administrativa e operacionalmente à Secretaria da Justiça e da Segurança. b) o Subcomandante-Geral. DECRETA: Art. 1º – O presente Decreto regulamenta a estrutura. de 18 de agosto de 1997. d) o Estado-Maior da Brigada Militar. órgão de direção-geral da Brigada Militar. e e) o Departamento de Informática. o nível. em caso de perturbação da ordem pública e no gerenciamento técnico de situações de alto risco. VI – executar o serviço de prevenção e combate a incêndio. órgãos de apoio da Brigada Militar. planejada pela autoridade policial militar competente.107. o efetivo. a denominação. estrutura-se em órgãos de direção. g) o Gabinete do Comandante-Geral. DE 22 DE JANEIRO DE 1998. O GOVERNADOR DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL. aquático e terrestre no Estado. e h) a Comissão de Avaliação e Mérito.991. incisos V e VII da Constituição do Estado e de conformidade com o artigo 22 da Lei n. Art. c) o Conselho Superior. como força de dissuasão. a manutenção da ordem pública e o exercício dos poderes constituídos. a polícia ostensiva. a subordinação e o grau de comando dos órgãos da Polícia Militar do Estado do Rio Grande do Sul.DECRETO Nº 38. organizada com base na hierarquia e na disciplina. 2º – A Brigada Militar do Estado do Rio Grande do Sul. IV – exercer atividades de investigação criminal militar. a fim de assegurar o cumprimento da lei. . b) o Departamento de Logística e Patrimônio. III – atuar repressivamente.

e contará com as Seções de Justiça e Disciplina. de Correição e a Seção Administrativa. e h) os OPM Especiais. será exercida pelo Corregedor-Geral. indicado. que será exercida diretamente pelo Comandante-Geral e pelos demais órgãos que compõem o referido Comando. é o substituto do Comandante-Geral nos impedimentos eventuais deste. no desempenho de atividade policial-militar no âmbito de suas circunscrições territoriais. Art. d) os OPM de Bombeiros. igualmente. compete a administração da Instituição. § 1º – O Estado-Maior da Brigada Militar será chefiado por Coronel da ativa subordinado ao Comandante-Geral e será estruturado em: I – Seção de Efetivo e Legislação. 6º – O Subcomandante-Geral da Brigada Militar. Art. pelo Secretário de Estado da Justiça e Segurança e nomeado pelo Chefe do Poder Executivo. IV – Seção de Comunicação Social. orientação e fiscalização das atividades funcionais e da conduta dos servidores da Instituição. Art. c) os OPM de Polícia Ostensiva. g) os OPM de Saúde. Operações e Treinamento. responsável pela disciplina. TÍTULO II DOS ÓRGÃOS DE DIREÇÃO-GERAL Art. compete: I – a coordenação geral das atividades da Instituição. órgãos de execução da Brigada Militar. assessoramento e suporte administrativo. § 2º – Para o cumprimento de suas missões. compreendendo: a) os Comandos Regionais de Polícia Ostensiva. 4º – Ao Comando-Geral. 9º – A Corregedoria-Geral (Cor-G). e III – a direção do Conselho Superior. órgão de direção-geral da Brigada Militar. o EMBM poderá requisitar informações dos demais órgãos componentes da estrutura da Brigada Militar. III – Seção de Logística. em assessoramento direto ao Comandante-Geral. os Oficiais. 5º – Ao Comandante-Geral. o acompanhamento e manifestação em assuntos relevantes da Instituição. . compete o estudo e o planejamento estratégico de todas as atividades da Instituição. 8º – Ao Estado-Maior da Brigada Militar (EMBM). competindo-lhe. Patrimônio e Orçamento. Parágrafo único – O Conselho Superior será secretariado pelo Coronel de menor precedência hierárquica. 7º – O Conselho Superior é constituído pelos coronéis da ativa em exercício na Corporação.III – os Comandos Regionais e os Órgãos de Polícia Militar (OPM). em assessoramento direto ao ComandanteGeral. competindo-lhe. Art. f) os OPM de Logística. Art. ouvido o Comandante-Geral. e) os OPM de Ensino. as funções que lhe forem por ele delegadas. e as Praças em comando de fração destacada. de Feitos Especiais. II – Seção de Inteligência. b) os Comandos Regionais de Bombeiros. Parágrafo único – São autoridades policiais-militares o Comandante-Geral da Brigada Militar. II – a presidência da Comissão de Avaliação e Mérito. e V – Seção Administrativa. com funções específicas de disciplinamento. com vistas ao fornecimento de subsídios para a tomada de decisão. indicado pelo Secretário de Estado da Justiça e Segurança e nomeado pelo Chefe do Poder Executivo. Coronel da ativa subordinado ao Comandante-Geral.

e V – o controle das Bandas de Música. diligências. Art. será chefiado por Oficial Superior a ele subordinado. para encaminhamento posterior ao Comandante-Geral. saúde. a avaliação e o processamento das promoções das carreiras de Oficial e Praça. escolhidos dentre os Coronéis da ativa integrantes do QOEM. IV – a segurança e serviços gerais do QCG. presidida pelo Subcomandante-Geral. à qual compete o controle. 10 – A Ajudância-Geral será exercida pelo Ajudante-Geral. ao qual compete o assessoramento direto ao Comandante-Geral. 11 – O Gabinete do Comandante-Geral (Gab Cmt-G). administrativa ou disciplinar. § 1º – Os Departamentos organizarão em forma de sistema as atividades de ensino. e II – Subcomissão de Avaliação e Mérito de Praças. Parágrafo único – Compõem o Quartel do Comando-Geral os órgãos de direção-geral. administração. contando em sua estrutura com: I – Assessoria Jurídica. III – fiscalizar as atividades dos órgãos e servidores da Brigada Militar. e IV – Secretaria Executiva. exceto a Corregedoria-Geral. e contará com as Seções Administrativa e de Pessoal. estruturando-se em: I – Divisão de Supervisão. competindo-lhe: I – a administração do Quartel do Comando Geral (QCG). e VI – elaborar o regulamento do estágio probatório dos servidores militares. 12 – A Comissão de Avaliação e Mérito (CAM). e III – Divisão Administrativa. exceto para o Departamento de Saúde. o controle e a execução das diretrizes emanadas do comando da Instituição. TÍTULO III DOS ÓRGÃOS DE APOIO Art. . Art. II – o arquivo geral e o boletim diário da Corporação. pareceres técnicos e informações indispensáveis ao bom desempenho de sua função. II – Assessoria Parlamentar. cuja escolha recairá em coronel do QOES. controle e fiscalização das atividades de ensino. IV – avaliar. além do previsto em Lei. presidida pelo Chefe do Estado-Maior. logística. exames. II – Divisão de Treinamento. instrução e pesquisa. III – Assessoria da Qualidade. regulado em legislação própria e estruturado em: I – Subcomissão de Avaliação e Mérito de Oficiais. é órgão de assessoramento permanente do Comandante-Geral. patrimônio.Parágrafo único – Compete à Corregedoria: I – cumprir atividades que lhe sejam atribuídas pelo Comandante-Geral. os elementos coligidos sobre o estágio probatório de integrantes de carreira de servidores militares. subordinados ao Comandante-Geral. V – providenciar junto a qualquer autoridade certidões. instrução e pesquisa. II – exercer a apuração de responsabilidade criminal. competindo-lhes o planejamento. assessorar as ações do Subcomandante-Geral da Brigada Militar. § 2º – Os Departamentos serão dirigidos pelos Diretores de Departamento. Oficial do Círculo dos Oficiais Superiores subordinado ao Comandante-Geral. Art. Art. Parágrafo único – Ao Gabinete do Comandante-Geral compete. a direção. 13 – Os órgãos de apoio da Brigada Militar são constituídos pelos Departamentos a que se refere o inciso II do artigo 2º deste Decreto. realizando inspeções e correições e sugerindo as medidas necessárias ou recomendáveis para a racionalização e eficiência dos serviços. 14 – O Departamento de Ensino (DE) é responsável pelo planejamento. III – o apoio de praças e de material a todos os Órgãos sediados no QCG. recursos humanos e informática.

e IV – Divisão Administrativa. II – Divisão de Saúde Animal. competindo-lhe a aquisição. de auditoria e de pessoal. controle e fiscalização dos sistemas informatizados da Instituição. II – Seção de Inteligência. 20 – Os Comandos Regionais. II – Divisão de Gerência de Informações. a substituição eventual deste. 18 – O Departamento de Informática (DI) é o responsável pelo planejamento. TÍTULO IV DOS ÓRGÃOS DE EXECUÇÃO Art. controle e fiscalização dos bens patrimoniais afetos à Instituição. e IV – Divisão Técnica. constituídos pelos Comandos Regionais e pelos Órgãos de Polícia Militar (OPM). estruturando-se em: I – Divisão de Saúde Humana. distribuição. pelas atividades administrativo-operacionais dos OPM que lhes são subordinados. competem a responsabilidade e a execução das atividades administrativo-operacionais indispensáveis ao cumprimento das finalidades da Instituição. 16 – O Departamento de Saúde (DS) é responsável pelo planejamento. Art. em suas respectivas circunscrições territoriais. de controle. III – Divisão de Patrimônio. 17 – O Departamento Administrativo (DA) é responsável pela execução das atividades de planejamento. manutenção e contratação de todos os serviços. estruturando-se em: I – Divisão de Pessoal. e IV – Divisão Técnica. bem como pela execução das atividades financeiro-orçamentário-contábeis da Instituição. e III – Divisão Administrativa. . subordinados ao Comandante-Geral. e III – Seção de Logística. 15 – O Departamento de Logística e Patrimônio (DLP) é responsável pelo planejamento.Art. de fiscalização. são responsáveis. III – Divisão de Auditorias. estruturando-se em: I – Divisão Administrativa. escalões intermediários de comando. II – Divisão de Finanças. Operações e Treinamento. o estudo e planejamento estratégico e a coordenação da estrutura do respectivo Comando. podendo ser dotados de Centros de Operações Policiais Militares. II – Divisão de Logística. § 1º – Os Comandos Regionais serão comandados por Oficiais Superiores. Art. controle e fiscalização das atividades de saúde da Instituição. § 2º – Os Comandos Regionais contarão com Chefes de Estado-Maior. III – Divisão de Gerência de Redes. estruturando-se em: I – Divisão de Gerência Técnico-Operacional. Art. estruturando-se em: I – Seção de Efetivo e Legislação. Patrimônio e Orçamento. aos quais compete o assessoramento direto ao Comandante. CAPÍTULO I Dos Comandos Regionais Art. 19 – Aos órgãos de execução. classificando-se em Comandos Regionais de Polícia Ostensiva e em Comandos Regionais de Bombeiros.

SEÇÃO I Dos Comandos Regionais de Polícia Ostensiva Art. 24 – Aos OPM de Polícia Ostensiva compete a execução das atividades de polícia ostensiva no espaço de responsabilidade territorial. responsáveis pela execução das atividades administrativooperacionais indispensáveis ao cumprimento das finalidades da Instituição são classificadas em OPM de Polícia Ostensiva. Esquadrões ou Subgrupamentos. quando os indicadores de segurança pública. podendo. § 2º – Os OPM de Polícia Ostensiva e de Bombeiros são subordinados aos respectivos Comandos Regionais ou a outro OPM. a função deve . existir mais de um OPM por município. assim o recomendarem. respondendo perante o Comando-Geral da Corporação pela realização de suas atividades na correspondente circunscrição. de Logística e Patrimônio e de Saúde. e IV – Grupo. sendo que. 21 – Aos Comandos Regionais de Polícia Ostensiva compete administrar a execução das atividades de polícia ostensiva no respectivo espaço de responsabilidade territorial. de acordo com as necessidades administrativas e operacionais da Instituição. de Saúde e de Logística terão denominação própria. respondendo perante o ComandoGeral da Corporação pelo grau de segurança pública de sua circunscrição. de Logística e de Saúde são. de Saúde e Especiais. II – Companhias. de Bombeiros e Especiais terão denominação própria. SEÇÃO I Dos OPM de Polícia Ostensiva Art. 23 – Os Órgãos de Polícia Militar (OPM). Grupamentos. respondendo perante o Comando Regional pelo grau de segurança pública de sua circunscrição. constituídos de 02 a 07 Companhias ou Esquadrões. III – Pelotão ou Seção. entretanto. de Bombeiros. conforme os indicadores de segurança pública da respectiva circunscrição territorial e os indicadores específicos da Instituição: I – Batalhão. Art. subordinado ao respectivo Comando Regional. 25 – Os OPM de Polícia Ostensiva tem circunscrição territorial normal correspondente ao município. Art. Destacamentos Especiais. subordinados aos Departamentos de Ensino. SEÇÃO II Dos Comandos Regionais de Bombeiros Art. § 1º – Os OPM de Ensino. quando nele enquadrado. Regimento ou Destacamento Especial. Regimentos. de Logística. relacionados nas disposições finais deste Decreto. para o comando. tendo seus Comandante e Subcomandante escolhidos dentre os Oficiais. de Ensino. § 3º – Os OPM Especiais são subordinados ao Comandante-Geral. respectivamente. podendo constituir-se como: I – Batalhões. 22 – Aos Comandos Regionais de Bombeiros compete administrar a execução das atividades de bombeiros no âmbito de sua responsabilidade territorial. § 4º – Os OPM de Polícias Ostensiva. conforme seu nível hierárquico. § 5º – Os OPM de Ensino. 26 – Os OPM de Polícia Ostensiva serão constituídos nos seguintes níveis. CAPÍTULO II Dos Órgãos de Polícia Militar Art. conforme estabelecido neste Decreto. o qual poderá delegar esta subordinação.

II – Companhia ou Esquadrão. ser constituída como Seção de Busca e Resgate e. quando nele enquadrado. contando com assessorias de Análise Técnica. para o comando. II – Subgrupamento de Bombeiros. subordinados ao respectivo Comando Regional ou ao comandante do respectivo Batalhão ou Regimento. constituído de 02 a 07 Subgrupamentos de Bombeiros e 01 Subgrupamento de Busca e Resgate e que terá Comandante e Subcomandante. criados a partir deste Decreto. e VI – Grupo de Combate a Incêndio e Grupo de Busca e Resgate. quando nele enquadrado. III – Subgrupamento de Busca e Resgate. quando couber. que será constituído de 06 a 10 Servidores Militares Estaduais e que terá como Comandante servidor militar do Círculo de Oficiais ou do Círculo de Sargentos. quando nele enquadrado. SEÇÃO II Dos OPM de Bombeiros Art. que terá como Comandante servidor militar do Círculo de Oficiais. constituídos de 02 a 07 Seções de Bombeiros. conforme os indicadores de segurança pública da respectiva circunscrição territorial e os indicadores específicos da Instituição: I – Grupamento de Bombeiros. subordinado ao respectivo Comando Regional ou ao comandante do respectivo Grupamento de Bombeiros. a função deve recair nos postos do Círculo de Oficiais Superiores. e IV – Grupo de Polícia Militar. 28 – Os OPM de Bombeiros serão constituídos nos seguintes níveis. subordinado ao Comando Regional ou ao respectivo comandante de companhia ou esquadrão. subordinado ao respectivo Comando Regional ou ao comandante do respectivo Pelotão. com assessorias de Efetivo e Logística e de Inteligência e Operações. constituído de 06 a 10 Servidores Militares Estaduais e que terá como Comandante servidor militar do Círculo de Oficiais ou do Círculo de Sargentos. respondendo perante o Comando Regional pela execução destas atividades no âmbito de sua circunscrição. Art. escolhidos dentre os Oficiais.recair nos postos do Círculo de Oficiais Superiores. constituídos de 02 a 07 Pelotões. constituídas de 02 a 07 Grupos de Busca e Resgate Terrestre e/ou de Busca e Resgate Aquático. § 1º – Os OPM constantes no Inciso I deste artigo. se necessário. . 27 – Aos OPM de Bombeiros compete a execução das atividades de bombeiros no espaço de responsabilidade territorial. constituído de 02 a 07 Grupos Policial Militar e que terá como Comandante servidor militar do Círculo de Oficiais. quando nele enquadrado. contar com assessoria de Análise Técnica. quando neles enquadrados. quando couber. quando neles enquadrados. sendo que. § 2º – Os atuais Batalhões e Regimentos deverão adaptar sua estrutura organizacional ao disposto neste artigo. ainda. serão denominados Destacamentos Especiais. subordinado ao respectivo Comando Regional ou ao comandante do respectivo Subgrupamento. quando nele enquadrado. quando nele enquadrado. ser constituído como Grupo de Busca e Resgate e. que terá como Comandante servidor militar do Círculo de Oficiais. contando. contar com assessoria de Análise Técnica. que terá como Comandante servidor militar do Círculo de Oficiais e será constituída de 02 a 07 Grupos de Combate a Incêndio podendo um deles. que terá como Comandante servidor militar do Círculo de Oficiais. III – Pelotão. subordinado ao respectivo Comando Regional ou ao comandante do respectivo Subgrupamento. subordinado ao respectivo Comando Regional. constituídos de 02 a 07 Seções de Busca e Resgate Terrestre e/ou de Busca e Resgate Aquático. e terão como Comandante servidor militar do Círculo de Oficiais. subordinado ao respectivo Comando Regional ou ao comandante da respectiva Seção. podendo uma delas. de Efetivo e Logística e de Inteligência e Operações. V – Seção de Busca e Resgate. subordinado ao respectivo Comando Regional ou ao comandante do respectivo Grupamento de Bombeiros. IV – Seção de Bombeiros. se necessário.

estrutura-se em: I – Seção Administrativa. Seção de Administração e Seção de Pesquisa e Extensão. .SEÇÃO III Dos OPM de Ensino Art. 29 – Os OPM de Ensino. Estudos Técnicos e Obras quanto a sua pertinência. Art. serão comandados e dirigidos por Oficiais Superiores e correspondem: I – à Academia de Polícia Militar (APM). II – acompanhar e avaliar os Projetos de Pesquisas. estruturando-se em Secretaria. III – Seção de Ensino. 31 – O Instituto de Pesquisas da Brigada Militar (IPBM) é responsável pela pesquisa científica na Instituição. instrução e pesquisa. buscando sua aplicação no exercício da Polícia Ostensiva e na preservação da ordem pública. validade. pesquisas e entidades afins. Parágrafo único – O Colégio Tiradentes fornecerá condições de ensino aos filhos de servidores militares estaduais que forem transferidos para Porto Alegre. funcionarão como laboratório de ensino. V – difundir o conhecimento produzido para a comunidade. IV – efetuar intercâmbio técnico-científico com organizações de pesquisa. com garantia de vagas na forma do seu Regimento Interno. utilidade. além da habilitação e especialização das Praças. Art. em todas as áreas de conhecimentos afins às competências e à administração da Instituição. responsáveis pelas atividades de ensino. aplicabilidade e ineditismo. Art. e VII – A Escola de Educação Física da Brigada Militar (EsEFBM). II – Seção de Ensino. no âmbito da Corporação. competindo-lhe: I – manter cadastro dos pesquisadores. os Comandos Regionais de Polícia Ostensiva e os Comandos Regionais de Bombeiros poderão habilitar as praças para o exercício das atividades da Brigada Militar. § 1º – As Escolas referidas nos incisos V e VI deste artigo. III – ao Colégio Tiradentes (CT). 32 – O Colégio Tiradentes (CT). e III – Corpo de Alunos. sob a coordenação das respectivas escolas. VI – Escola de Bombeiros (EsBo). formalística. V – Escola de Habilitação e Especialização de Praças (EsHEP). II – ao Instituto de Pesquisas da Brigada Militar (IPBM). 30 – A Academia de Polícia Militar (APM) será responsável pelas atividade de ensino das escolas. III – elaborar projetos e proceder à pesquisas encomendadas pelo escalão superior ou de iniciativa da unidade. responsável pelo acervo histórico e cultural da Brigada Militar. escola de 2º Grau integrante do Sistema Estadual de Ensino. § 2º – Excepcionalmente. VI – estimular e desenvolver o comportamento investigativo e científico na Instituição. e II – Seção Administrativa. II – Seção de Administração. estrutura-se em: I – Seção de Acervo. Art. e IV – ao Museu da Brigada Militar (MusBM). estruturando-se em: I – Secretaria. 33 – O Museu da Brigada Militar (MusBM). e VII – apoiar e coordenar as investigações científicas. IV – Escola Superior de Oficiais (ESO).

recebimento. Art.SEÇÃO IV Dos OPM de Logística Art. II – Centro de Obras. recebimento. . e V – o recebimento. serão chefiados por Oficiais Superiores. de Recebimento e Distribuição e de Manutenção e Redes. Administrativa. recebimento. 37 – Ao Centro de Comunicações. padronização de material e frota. e III – a padronização e a atualização das especificações dos materiais de obras. recebimento. II – a instalação e manutenção dos meios de comunicações. VI – Centro de Motomecanização. distribuição e manutenção dos materiais de motomecanização. III – Centro de Comunicações. II – a produção de materiais destinados ao treinamento da tropa. compete a previsão. estruturado em 3 (três) Seções. e IV – a padronização e atualização das especificações dos materiais de motomecanização. recebimento. compete: I – a previsão. compete: I – a previsão. Administrativa. a armazenagem e a distribuição de material de subsistência. e IV – a padronização e atualização das especificações do material bélico. estruturado em 2 (duas) Seções. distribuição. distribuição e manutenção dos suprimentos de material de intendência. Art. 36 – Ao Centro de Obras. estruturado em 3 (três ) Seções. II – a avaliação. armazenagem. III – a organização e controle individual da prática de tiro. II – o planejamento. e II – a padronização. distribuição e manutenção de material bélico. armazenagem e distribuição dos meios de comunicações. execução e fiscalização dos serviços de engenharia. armazenagem. V – Centro de Subsistência. Administrativa. de Recebimento e Distribuição e de Manutenção. compete: I – a previsão. III – a padronização e atualização das especificações dos materiais de comunicações. manutenção e contratação de todos os serviços. III – o acompanhamento estatístico sobre a frota e sua manutenção. 39 – Ao Centro de Subsistência. 35 – Ao Centro de Intendência. de Recebimento e Distribuição e de Oficinas. instalação e manutenção dos meios de informática. estruturado em 3 (três) Seções. IV – a execução de projeto básico para instalações de redes e controle dos registros de redes e licenças do funcionamento das estações junto ao órgão competente. compete: I – a previsão. Administrativa. armazenagem. de obras e manutenção predial. 40 – Ao Centro de Motomecanização. e VII – Companhia Logística. de Recebimento e Distribuição e de Patrimônio e Obras. Administrativa e de Recebimento e Distribuição. Art. estruturado em 3 (três) Seções. responsáveis pelas atividades de controle e fiscalização dos bens patrimoniais afetos à Instituição e de aquisição. armazenagem. parecer técnico. o controle individual do vestuário e uniformes e a atualização das especificações dos materiais de intendência. o recebimento. 38 – Ao Centro de Material Bélico. Art. estruturado em 3 (três) seções. confecção. perícia. compete: I – a previsão. Administrativa. projeto. IV – Centro de Material Bélico. distribuição. 34 – Os OPM de Logística. de Recebimento e Distribuição e de Oficinas. Art. Art. correspondendo a: I – Centro de Intendência. armazenagem e distribuição de materiais de obras.

42 – Os OPM de Saúde responsáveis pela assistência e prevenção médico-hospitalar e odontológica aos servidores militares e civis. e III – ao Centro Médico-Odontológico da Brigada Militar (CMOBM). e II – a execução de ações de apoio à unidades empregadas em operações. da Corporação. Parágrafo único – O Batalhão de Polícia Ambiental estrutura-se em: I – Seção de Efetivo e Legislação. 44 – Ao Batalhão de Polícia Rodoviária Estadual compete a execução das atividades de polícia ostensiva nas rodovias estaduais e outras atribuições previstas em Leis e Regulamentos. em eventuais impedimentos. III – Seção de Logística. SEÇÃO V Dos OPM de Saúde Art. estruturando-se em: I – Seção de Efetivo e Legislação. os seus Comandantes serão assessorados e substituídos.Art. II – Seção de Inteligência. estruturada em 2 (duas) seções. . 45 – Ao Batalhão de Polícia Ambiental compete cumprir e fazer cumprir a legislação ambiental. e seus dependentes. III – Seção de Logística. § 2º – O Centro Médico-Odontológico da Brigada Militar (CMOBM) estrutura-se na Seção TécnicoAdministrativa e em Policlínicas. Operações e Treinamento. e IV – Companhias de Polícia Ambiental. e correspondem: I – ao Hospital da Brigada Militar de Porto Alegre (HBM/PA). pelos respectivos Subcomandantes integrantes do Círculo de Oficiais. a Administrativa e a Técnica. VI – Grupamento de Polícia Militar Aéreo (GPMA). §1º – O Hospital da Brigada Militar de Porto Alegre (HBM/PA) e o Hospital da Brigada Militar de Santa Maria (HBM/SM) estruturam-se em 2 (duas) Seções. serão dirigidos por Oficiais Superiores. na forma estabelecida para os órgãos de igual denominação dos OPM de Polícia Ostensiva. SEÇÃO VI Dos OPM Especiais Art. compreendem os seguintes Batalhões. § 2º – Os Batalhões e o Esquadrão mencionados nos incisos I a IV e VII. IV – Batalhão de Polícia Fazendária (BPF). com sua competência delegada em áreas especializadas. II – Batalhão de Polícia Ambiental (BPA). Patrimônio e Orçamento. Grupamentos e Esquadrão. § 1º – Nos Batalhões. V – Grupamento de Supervisão. ativos e inativos. deste artigo. por intermédio da proposição de convênios. aplicando-se-lhes a disposição do artigo 25 deste Decreto. Operações e Treinamento. II – ao Hospital da Brigada Militar de Santa Maria (HBM/SM). Administrativa e de Operações. Patrimônio e Orçamento. em termos de efetivo. comandados por Oficiais Superiores: I – Batalhão de Polícia Rodoviária Estadual (BPRv). de Vigilância e Guardas (GSVG). Art. III – Batalhão de Operações Especiais (BOE). serão organizados. Art. representar a Brigada Militar nas atividades atinentes à área e promover o intercâmbio com outros órgãos governamentais e não governamentais. observado o disposto nos artigos posteriores. 41 – À Companhia Logística. e VII – Esquadrão de Guarda Externa de Presídio de Porto Alegre (EGEPPOA). e IV – Companhias de Polícia Rodoviária. II – Seção de Inteligência. compete: I – o transporte e fornecimento de materiais de campanha. salvo disposições em convênio. 43 – Os OPM Especiais.

é constituído de 02 a 07 Pelotões. de Vigilância e Guardas terá sua competência definida em legislação própria. II – Seção de Inteligência. subordinado ao Comando Regional da Área Metropolitana de Porto Alegre. Art. Operações e Treinamento. de Vigilância e Guardas estrutura-se em: I – Seção Administrativa. II – Seção de Registro e Licenciamento. que terão como Comandante servidor militar do Círculo de Oficiais. de Subcomandante-Geral. de Chefe do Estado-Maior. mediante indicação do Comandante-Geral. de Corregedor-Geral e de Diretores dos Departamentos são privativos do posto de Coronel do QOEM. 46 – Ao Batalhão de Operações Especiais compete: I – executar ações de manutenção da ordem pública. II – apoiar as ações dos OPM. Art. 54 – Ao exercício de funções de Comando pelas Praças corresponderá a percepção de função gratificada. II – Seção de Inteligência. Parágrafo único – O Batalhão de Polícia Fazendária estrutura-se em: I – Seção Administrativa. 52 – As funções de Comandante-Geral. limitada ao estabelecido em lei. Art. e III – Companhias de Polícia Fazendária. Administrativa e Técnica. 49 – Ao Grupamento de Polícia Militar Aérea compete executar ações de policiamento aéreo e apoiar os OPM no cumprimento de suas missões.Art. nos demais casos. Operações e Treinamento. 50 – O Esquadrão de Guarda Externa de Presídio de Porto Alegre. e III – Companhias de Operações Especiais. 51 – O exercício das funções da estrutura hierárquica estabelecida neste Decreto por titulares de postos de Oficial Superior será efetivada por nomeação do Chefe do Poder Executivo. III – atuar nas ações de alto risco. e IV – manter-se como OPM reserva de manobra do Comandante-Geral. por designação do Comandante-Geral. 47 – Ao Batalhão de Polícia Fazendária compete apoiar os órgãos governamentais nas ações necessárias à execução das atividades de fiscalização fazendária. e. 53 – Observado o disposto neste Decreto. Parágrafo único – O Grupamento de Supervisão. com exceção da função de Diretor do Departamento de Saúde. . inclusive quanto aos demais níveis de organização administrativa. e III – Seção de Controle e Fiscalização. Art. proposto pelo Comandante-Geral e aprovado pelo Secretário de Estado da Justiça e da Segurança. Art. Art. TÍTULO V DAS DISPOSIÇÕES FINAIS Art. a estrutura interna e a respectiva competência dos órgãos integrantes da Brigada Militar. Parágrafo único – O Batalhão de Operações Especiais estrutura-se em: I – Seção Administrativa. Art. 48 – O Grupamento de Supervisão. conforme definido no Regimento Interno. serão regulados por Regimento Interno. ressalvado o disposto nos artigos 4º e 5º deste Decreto. que será exercida por um Coronel do Quadro de Oficiais Especialistas em Saúde – QOES. estruturando-se em 2 (duas) Seções.

constituem indicadores de segurança pública básicos a população urbana e rural. realizando-se. O GOVERNADOR DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL. de conformidade com as disposições da Lei n° 10.98) DECRETO Nº 38. Parágrafo único – A cada indicador aplica-se um fator numérico. até a normalização da regularidade de seus provimentos de acordo com as regras deste artigo. as promoções. 2° – O provimento de graduações de 3° Sargento é autorizado de acordo com os quantitativos previstos no Quadro Anexo a este Decreto. alínea “c”. da Lei n° 10. § 2° – O exercício de funções previstas em quadros de organização e distribuição do efetivo da Brigada Militar para cargos de 1° Tenente do QTPM. de 08 de dezembro de 1981. Art.108. a ser definido pelo Estado-Maior da Brigada Militar e aprovado por Portaria do Secretário de Estado da Justiça e da Segurança que definirá a proporção dos recursos humanos a serem disponibilizados para cada Município do Estado. da Lei n° 10. ANTÔNIO BRITTO. ambos em extinção. parágrafos 1° a 6°. passarão a ser providos. Art. PALÁCIO PIRATINI. no período compreendido entre os anos de 1997 a 2001. Art. observadas as condições e o procedimento previsto no artigo 7°. da subordinação e do grau de comando dos órgãos da Brigada Militar. e indicadores específicos da Instituição relacionados no Anexo Único deste Decreto. § 1º – Os cargos de 1º Tenente do Quadro de Tenentes de Polícia Militar – QTPM –.993 de 18 de agosto de 1997. de 18 de agosto de 1997.993 de 18 de agosto de 1997.992. Governador do Estado. dos níveis. parágrafo único. inciso I. os quantitativos por postos e graduações constantes do Quadro Anexo a este Decreto. Art. Art. observará. 56 – Este Decreto entra em vigor na data de sua publicação. em Porto Alegre. 4° – Este Decreto entra em vigor na data de sua publicação.992 de 18 de agosto de 1997. fixados de acordo com o artigo 1º. DECRETA: Art. através de promoções nos quantitativos discriminados para cada ano.º 30.992 de 18 de agosto de 1997. é compatível para oficiais integrantes do Quadro Especial de Oficiais da Brigada Militar em Extinção – QEOBMEx – e do Quadro de Oficiais de Administração – QOA –. nas condições estabelecidas no artigo 16. 1º – O provimento gradual das vagas acrescidas ao efetivo da Brigada Militar a que se refere o artigo 4º da Lei nº 10. 57 – Revogam-se as disposições em contrário. de acordo com o artigo 19 da Lei n° 10. Dispõe sobre o provimento de cargos dos Quadros e Qualificações das carreiras dos Servidores Militares da Brigada Militar do Estado e dá outras providências. será realizado. Art. no dia 18 de novembro. inciso V. (DOE de 23. 3° – O provimento dos cargos discriminados no Quadro Anexo a este Decreto. 5º – Revogam-se as disposições em contrário. 55 – Para os fins de fixação do efetivo. no uso de atribuição que lhe confere o artigo 82. da referida Lei.01. . em especial o Decreto de n.462. DE 22 DE JANEIRO DE 1998. da Constituição do Estado.Art.

Governador do Estado.01. DECRETA: Art. de acordo com o disposto no art. 22 de janeiro de 1998. de 18 de agosto de 1997. II – o mesmo procedimento previsto no inciso anterior será adotado no caso de reconhecimento de ato de bravura. b) laudo oficial que ateste a invalidez permanente ou no caso de morte. decorrente de ato de bravura. c) publicação de declaração mencionada na alínea “a” no Diário Oficial do Estado. DECRETO N. ex officio ou mediante provocação. caput. 1º – A concessão do benefício de que trata o art. . certidão de óbito.º 38.PALÁCIO PIRATINI. 3º– O procedimento a que se refere este Decreto não substitui ou exclui outros referentes a direitos e vantagens dos servidores e seus dependentes.000. Art. que oficializará o ato de promoção extraordinária ou remeterá ao exame do Governador do Estado.1º. devendo ser examinada a ocorrência dos requisitos previstos no artigo 5º da mencionada Lei Complementar. § 1º– Nas hipóteses regradas pelo artigo 3º da Lei Complementar n. (DOE de 23.º 11. se dará ao grau hierarquicamente superior da respectiva carreira. DE 11 DE MAIO DE 1998.480. o expediente será remetido ao Secretário da Justiça e da Segurança. 2º– A promoção extraordinária dos servidores das carreiras de nível médio. no uso da atribuição que lhe confere o artigo 82. fazendo constar no mesmo: a) apreciação das circunstâncias em que se deu o evento. § 2º– O benefício constante no parágrafo único do dispositivo legal mencionado no parágrafo anterior corresponderá à percepção de parcela adicional em valor equivalente à vinte por cento de vencimento ou soldo percebido. 1º obedecerá ao seguinte procedimento administrativo: I – o órgão de locação do servidor iniciará procedimento administrativo próprio. o benefício corresponderá à percepção de parcela adicional no valor equivalente entre o vencimento ou soldo inicial e o final das respectivas carreiras.000. III – atendido o disposto no inciso I deste artigo. O GOVERNADOR DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL. da Constituição do Estado.992 DE 18 DE AGOSTO DE 1997). Art. inciso V. ANTÔNIO BRITTO.98) ANEXO ÚNICO PROVIMENTO GRADUAL DAS VAGAS ACRESCIDAS AO EFETIVO DA BRIGADA MILITAR PERÍODO DE 1997 E 2001 (LEI N° 10. do mencionado diploma legal. em Porto Alegre. de 18 de agosto de 1997. com declaração de sua ocorrência. a ser calculado pela Comissão de Pensões Vitalícias da Secretaria da Justiça e da Segurança. Regulamenta a Lei Complementar nº 11.

de acordo com o fixado na Lei nº 10. PALÁCIO PIRATINI. Polícia Civil e Superintendências de Serviços Penitenciários. de 5 de junho de 1998. Apoio e Execução previstos na Lei nº 10. instituiu Grupo de Trabalho com a finalidade de racionalizar as áreas de apoio administrativo da Brigada Militar. 1º– O efetivo de servidores militares do Estado. fixado através da Lei n º 10.98) DECRETO Nº 38. 4º – O Secretário de Estado da Justiça e da Segurança emitirá Portaria estabelecendo os procedimentos administrativos necessários ao cumprimento deste Decreto. Considerando que o Poder Executivo. Distribui o efetivo da Brigada Militar. (DOE de 09. visando modernizar seus métodos de trabalho. DE 08 DE JUNHO DE 1998. que dispõe sobre a organização básica da Brigada Militar e sua respectiva regulamentação. Art.2º – Este Decreto entra em vigor na data de sua publicação. em Porto Alegre.06. de 5 de junho de 1998. através da informatização dos seus procedimentos. da Constituição do Estado. de 18 de agosto de 1997.993. 6º – Revogam-se as disposições em contrário. PALÁCIO PIRATINI. Art. de 18 de agosto de 1997. de 18 de agosto de 1997. 11 de maio de 1998 (DOE de 12. conforme o Quadro em anexo a este Decreto. Parágrafo único – A distribuição do efetivo de que trata o “caput”.Art.993. Art. Considerando que as organizações policiais devem colocar o máximo possível de seu efetivo em atividades operacionais. é distribuído nos órgãos de Direção.98) .547.548. 5º – Este Decreto entra em vigor na data de sua publicação. através do Decreto nº 38. inciso V. 3º – Revogam-se as disposições em contrário.05.permanecerá inalterada até a conclusão dos estudos realizados pelo Grupo de Trabalho instituído pelo Decreto n º 38. Art. DECRETA: Art. 08 de junho de 1998. O GOVERNADOR DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL.991. Porto Alegre. no uso da atribuição que lhe confere o artigo 82.547.

...................... em Porto Alegre............................ 5º – Revogam-se as disposições em contrário..............º 11...............98) ..... (As alterações foram inseridas na LC nº 10............. que a Assembléia Legislativa aprovou e eu sanciono e promulgo a Lei Complementar seguinte: Art...170..06...........990/97) ......... 2º – O artigo 14 da Lei Complementar nº 10...... Altera disposições do Estatuto dos Servidores Militares do Estado do Rio Grande do Sul e de sua Carreira..990......... passa a ter a seguinte redação: ...........992.......... e dá outras providências. O GOVERNADOR DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL.......... pelas Leis Complementares nºs 10.. Art................ Art.........990 e 10..... (As alterações foram inseridas na LC nº 10...............1º – O artigo 58 da Lei Complementar nº 10.......992/97) ....... respectivamente... disciplinados. inciso IV.............. em cumprimento ao disposto no artigo 82... de 18 de agosto de 1997... 22 de junho de 1998.. da Constituição do Estado.......992...... DE 22 DE JUNHO DE 1998...LEI COMPLEMENTAR N......... PALÁCIO PIRATINI................................ produzindo efeitos a contar de 18 de agosto de 1997. Art............. passa a vigorar com a seguinte redação: .......... de 18 de agosto de 1997. ambas de 18 de agosto de 1997................. (DOE de 23... 3º – As despesas decorrentes da execução desta Lei correrão à conta de dotações orçamentárias próprias.................... Art.......... 4º – Esta Lei Complementar entra em vigor na data de sua publicação.................. Faço saber............................

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