LEI COMPLEMENTAR N.º 10.990, DE 18 DE AGOSTO DE 1997.

Dispõe sobre o Estatuto dos Servidores Militares da Brigada Militar do Estado do Rio Grande do Sul e dá outras providências. (D.O.E. de 19.08.97)

Edição CORAG Assessoria de Publicações Técnicas Porto Alegre, 1998

SUMÁRIO
– – – – – – – – – – – – – – – – – – – – – – – – – – – – – – – Do Provimento – Arts. 9º ao 11 Da Hierarquia e da Disciplina – Arts. 12 ao 17 Do Cargo e da Função Policiais-Militares – Arts. 18 ao 23 Do Valor Policial-Militar – Art. 24 Da Ética Policial-Militar – Arts. 25 ao 28 Dos Deveres Policiais-Militares – Art.29 Do Compromisso Policial-Militar – Arts. 30 e 31 Do Comando e da Subordinação – Arts. 32 ao 34 Da Violação das Obrigações e dos Deveres – Arts.35 ao 39 Dos Crimes Militares – Art.40 Do Conselho de Justificação – Arts. 41 ao 43 Do Conselho de Disciplina – Arts. 44 e 45 Dos Direitos dos Servidores Militares – Arts. 46 e 47 Da Remuneração – Arts.48 ao 50 Assistência Médico-Hospitar – Arts. 51 ao 55 Da Promoção – Arts. 56 ao 58 Das Férias e Outros Afastamentos Temporários do Serviço – Arts. 59º ao 68º Das Licenças – Arts.69 ao 82. Da Pensão Policial-Militar – Arts. 83 ao 85 Das Prerrogativas – Arts. 86 e 87 Do Uso dos Uniformes da Brigada Militar – Arts. 88 a 91 Da Agregação – Arts. 92 ao 94 Da Reversão – Arts. 95 e 96 Do Excedente – Art. 97 Do Ausente – Art. 98 Do Desaparecimento e do Extravio – Arts. 99 ao 102 Do Desligamanto ou Exclusão do serviço Ativo – Arts. 100 ao 102 Da Reinclusão – Art. 103 Da Transferência para Reserva Remunerada – Arts. 104 ao 112 Da Reforma – Arts. 113 ao 121 Da Demissão, da Perda do Posto e da Patente e da Declaração de Indignidade ou Incompatibilidade com o Oficialato – Arts. 122 ao 127 – Do Licenciamento – Arts. 128 ao 130 – Da Anulação de Inclusão – Art.131 – Da Exclusão da Praça a Bem da Disciplina – Arts. 132 ao 134 – Da Deserção – Art. 135 – Do Falecimento e do Extravio – Arts. 136 ao 138 – Do Tempo de Serviço – Arts. 139 ao 147 – Da Licença para Acompanhar o Cônjuge – Arts. 148 a 149 – Das Recompensas e das Dispensas de Serviço – Arts. 150 a 152 – Das Prorrogação do Serviço Policial Militar – Art. 153 – Das Disposições Finais e Transitórias – Arts. 154 ao 163

LEGISLAÇÃO COMPLEMENTAR
LEI N.º 10.991, DE 18 DE AGOSTO DE 1997. Dispõe sobre a Organização Básica da Brigada Militar do Estado do RS e dá outras providências. LEI COMPLEMENTAR N.º 10.992, DE 18 DE AGOSTO DE 1997. Dispõe sobre a carreira dos Servidores Militares do Estado do RS e dá outras providências. LEI N.º 10.993, DE 18 DE AGOSTO DE 1997. Fixa o efetivo da Brigada Militar do Estado e dá outras providências. LEI N.º 10.996, DE 18 DE AGOSTO DE 1997. Estabelece benefício ao servidor integrante dos órgãos operacionais da Secretaria da Justiça e da Segurança, ou ao seu beneficiário, na ocorrência dos eventos “invalidez permanente, total ou parcial, ou morte”, ocorridos em serviço. LEI COMPLEMENTAR N.º 11.000, DE 18 DE AGOSTO DE 1997. Dispõe sobre a promoção extraordinária do Servidor Militar e do Servidor integrantes dos Quadros da Polícia Civil , do Instituto-Geral de Perícias e da Superintendência dos Serviços Penitenciários. DECRETO N.º 37.794, DE 22 DE SETEMBRO DE 1997. Dispõe sobre diárias devidas a policiais militares e dá outras providências. O “caput” do art.1º, alterado p/D 37.878/97, inseridas no texto deste Decreto. DECRETO N.º 38.107, DE 22 DE JANEIRO DE 1998. Regulamenta a Lei de Organização Básica e Qualificação das Carreiras dos Servidores Militares da Brigada Militar do Estado do RS e dá outras providências. DECRETO N.º 38.108, DE 22 DE JANEIRO DE 1998. Dispõe sobre o provimento de cargos e Qualificação das Carreiras do Servidores Militares da Brigada Militar do Estado do RS e dá outras providências. DECRETO N.º 38.480, DE 11 DE MAIO DE 1998. Regulamenta a Lei Complementar n.º 11.000, de 18 de agosto de 1997. DECRETO N.º 38.548, DE 08 DE JUNHO DE 1998. Distribui o efetivo da Brigada Militar, de acordo o fixado na Lei n.º 10.993/97. LEI COMPLEMENTAR N.º 11.170, DE 22 DE JUNHO DE 1998. Altera disposições do Estatuto dos Servidores Militares do Estado do Rio Grande do Sul e de sua Carreira, disciplinados, respectivamente, pelas Leis Complementares n.ºs. 10.990 e 10.992, ambas de 18 de agosto de 1997 e dá outras providências. DECRETO N.º 37.536, DE 08 DE JULHO DE 1997. Dispõe sobre as condições gerais e específicas para ingresso voluntário na Brigada Militar. DECRETO N.º 37.939, DE 17 DE NOVEMBRO DE 1997. Regulamenta a Comissão de Avaliação e Mérito da Brigada Militar e dá outras providências.

LEI COMPLEMENTAR N.º 10.990, DE 18 DE AGOSTO DE 1997. Dispõe sobre o Estatuto dos Servidores Militares da Brigada Militar do Estado do Rio Grande do Sul e dá outras providências.
O GOVERNADOR DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL. Faço saber, em cumprimento ao disposto no artigo 82, inciso IV, da Constituição do Estado, que a Assembléia Legislativa aprovou e eu sanciono e promulgo a Lei seguinte: Art. 1° – Este Estatuto regula a situação, obrigações, deveres, direitos e prerrogativas dos servidores militares do Estado. Art. 2° – A Brigada Militar, instituída para a preservação da ordem pública no Estado e considerada Força Auxiliar, reserva do Exército Brasileiro é instituição permanente e regular, organizada com base na hierarquia e na disciplina, sob a autoridade suprema do Governador do Estado. Art. 3° – Os integrantes da Brigada Militar do Estado, em razão da destinação constitucional da Corporação e em decorrência das leis vigentes, constituem uma categoria especial de servidores públicos estaduais, sendo denominados servidores militares. § 1° – Os servidores militares encontram-se em uma das seguintes situações: I – na ativa: a) os servidores militares de carreira; b) os servidores militares temporários; c) os componentes da reserva remunerada, quando convocados; d) os alunos de órgãos de formação de servidor militar da ativa. II – na inatividade: a) na reserva remunerada, quando pertencem à reserva da Corporação e percebem remuneração do Estado, porém sujeitos, ainda, à prestação de serviço na ativa, mediante convocação; b) reformados, quando, tendo passado por uma das situações anteriores, estão dispensados, definitivamente, da prestação de serviço na ativa, mas continuam a perceber remuneração do Estado; c) na reserva não remunerada, na forma da legislação específica. § 2° – Os servidores militares de carreira são os que, no desempenho voluntário e permanente do serviço policial-militar, têm vitaliciedade assegurada ou presumida. § 3° – Em casos especiais, regulados por lei, os servidores militares da reserva remunerada poderão, mediante aceitação voluntária, ser designados para o serviço ativo, em caráter transitório, por proposta do Comandante- Geral e ato do Governador do Estado. Art. 4° – O serviço policial-militar consiste no exercício de atividades inerentes à Brigada Militar e compreende todos os encargos previstos na legislação específica e peculiar. Art. 5° – A carreira policial-militar é caracterizada por atividade contínua e inteiramente devotada às finalidades da Brigada Militar, denominada atividade policial-militar. Parágrafo único – A carreira policial-militar é privativa do pessoal da ativa, iniciando-se com o ingresso na Brigada Militar e obedecendo à seqüência de graus hierárquicos.

Art. 6° – São equivalentes as expressões “na ativa”, “da ativa”, “em serviço ativo”, “em serviço na ativa”, “em serviço”, “em atividade” ou “em atividade policial-militar” referidas aos servidores militares no desempenho de cargo, comissão, encargo, incumbência ou missão, serviço ou atividade policial-militar ou considerada de natureza policial-militar, nas organizações policiais - militares, bem como, quando previsto em lei ou regulamento, em outros órgãos do Estado. Art. 7° – A condição jurídica dos servidores militares é definida pelos dispositivos constitucionais que lhes forem aplicáveis, por este Estatuto e pelas leis e regulamentos que lhes outorgam direitos e prerrogativas e lhes impõem deveres e obrigações. Art. 8° – O disposto neste Estatuto aplica-se, no que couber, aos servidores - militares da reserva remunerada e reformados. Parágrafo único – Os Oficiais nomeados Juízes do Tribunal Militar do Estado são regidos por legislação própria. DO PROVIMENTO Art. 9° – O ingresso na Brigada Militar é facultado a todos os brasileiros, sem distinção de raça, sexo ou de crença religiosa, mediante concurso público, observadas as condições prescritas em lei. Art. 10 – São requisitos para o ingresso na Brigada Militar: I – ser brasileiro; II – possuir ilibada conduta pública e privada; III – estar quite com as obrigações eleitorais e militares; IV – não ter sofrido condenação criminal com pena privativa de liberdade ou qualquer condenação incompatível com a função policial-militar; V – não estar respondendo processo criminal; VI – não ter sido isentado do serviço militar por incapacidade física definitiva; e VII – obter aprovação nos exames médico, físico, psicológico e intelectual, exigidos para inclusão, nomeação ou matrícula. Parágrafo único – As condições específicas, conforme o quadro ou qualificação, serão as previstas no regulamento de ingresso. Art. 11 – Para o cômputo do tempo correspondente ao período probatório será considerado o tempo de serviço do servidor militar como aluno - oficial. Parágrafo único – Excetuam-se do disposto no “caput” os atuais 1° e 2° Tenentes PM e os atuais Aspirantes-a-Oficial.

DA HIERARQUIA E DA DISCIPLINA
Art. 12 – A hierarquia e a disciplina militares são a base institucional da Brigada Militar, sendo que a autoridade e a responsabilidade crescem com o grau hierárquico. § 1° – A hierarquia militar é a ordenação da autoridade em níveis diferentes, dentro da estrutura da corporação, sendo que a ordenação se faz por postos ou graduações e, dentro de um mesmo posto ou de uma mesma graduação, se faz pela antigüidade no posto ou na graduação, consubstanciada no espírito de acatamento à seqüência de autoridade. § 2° – A disciplina militar é a rigorosa observância e o acatamento integral das leis, regulamentos, normas e disposições que fundamentam o organismo policial-militar e coordenam o seu funcionamento regular e harmônico, traduzindo-se pelo cumprimento do dever por parte de todos e de cada um dos seus componentes. § 3° – A disciplina militar e o respeito à hierarquia devem ser mantidos entre servidores militares da ativa, da reserva remunerada e reformados.

e o último. aos graus hierárquicos anteriores. subsistir a igualdade de antigüidade. III – entre os alunos de um mesmo órgão de formação de servidores militares. ainda assim. em: I – Círculos de Oficiais. pela posição nas respectivas escalas numéricas ou registro de que trata o artigo 17. Parágrafo único – Os círculos hierárquicos serão disciplinados. salvo nos casos de precedência funcional do Comandante Geral. II – Círculos de Praças. § 1° – A antigüidade em cada posto ou graduação é contada a partir da data da publicação do ato da respectiva promoção. respectivamente. na forma regulamentar. o Círculo de Soldados. conferido por ato do Governador do Estado. 14 – Os círculos e a escala hierárquica na Brigada Militar são os constantes do quadro seguinte: CARREIRA dos Servidores militares de nível superior dos Servidores POSTOS E GRADUAÇÕES Coronel de Oficiais Superiores Tenente-Coronel Major de Oficiais Capitão Intermediários de Oficiais Subalternos Primeiro Tenente 1° Sargento de Sargentos 2° Sargento de Soldados Soldado CÍRCULO militares de nível médio § 1° – O Posto é o grau hierárquico do Oficial. sucessivamente. e a Graduação é o grau hierárquico da Praça. se não estiverem especificamente enquadrados nas disposições dos incisos I e II.Geral e do Chefe do Estado Maior. 15 – A precedência entre servidores militares da ativa.Geral da Brigada Militar. para definir a precedência e. a antigüidade é estabelecida através dos seguintes critérios: I – entre servidores militares do mesmo quadro. deverá mencionar essa situação. § 3° – Em igualdade de posto ou graduação. Art. . sem prejuízo do respeito mútuo. § 2° – No caso de igualdade na data referida no parágrafo anterior. conferido por ato do Comandante . do Subcomandante . à data de inclusão e à data de nascimento. Art. definidos em lei complementar específica. 13 – Círculos hierárquicos são âmbitos de convivência entre os servidores militares da mesma categoria e têm a finalidade de desenvolver o espírito de camaradagem em ambiente de estima e confiança. em extinção. ou inclusão. o Círculo de Sargentos. § 4° – Os graus hierárquicos de Subtenente. o mais velho será considerado mais antigo. neste último caso. nomeação. pela antigüidade no posto ou na graduação anterior e. II – nos demais casos. recorrer-se-á.Art. 3° Sargento e Cabo. os dois primeiros. os servidores militares na ativa têm precedência sobre os na inatividade. se. § 2° – Os graus hierárquicos inicial e final dos Quadros e Classificações são os compreendidos nas carreiras de nível superior e médio. freqüentam. salvo quando estiver taxativamente fixada outra data. do mesmo grau hierárquico. § 3° – Sempre que o servidor militar que fizer uso do posto ou graduação for da reserva remunerada ou reformado. de acordo com o regulamento do respectivo órgão. é assegurada pela antigüidade no posto ou na graduação.

Art. e respeitadas as restrições do presente artigo. atribuições e responsabilidades correspondentes. e até que outro servidor militar. 16 – A precedência entre as Praças especiais e demais Praças é a regulada por legislação federal específica. dentro das respectivas escalas numéricas. conforme previsto em lei. correspondendo. regularmente nomeado ou designado. para exercer função de posto ou graduação superior a sua terá direito ao vencimento e vantagens correspondentes àquele posto ou graduação. segundo as instruções baixadas pelo Comandante .militares serão providos com pessoal que satisfaça aos requisitos de grau hierárquico e de qualificação exigidos para o seu desempenho.Geral da Corporação. faz jus às gratificações e a outros direitos correspondentes. Art. Parágrafo único – O provimento de cargo policial-militar se faz por ato de nomeação ou de designação da autoridade competente. a seqüência de substituições para assumir cargo ou função. deveres e responsabilidades que se constituem em obrigações do respectivo titular. 23 – O servidor militar ocupante de cargo. a contar do dia em que houver assumido tal função. § 5° – Em caso de igualdade de posto. os Oficiais que possuírem o Curso Superior de Polícia Militar terão precedência sobre os demais. . são estabelecidas na legislação específica e peculiar. 22 – Dentro de uma mesma Organização Policial Militar. ou é considerado extraviado ou desertor. DO CARGO E DA FUNÇÃO POLICIAIS-MILITARES Art. não poderão exercer Comando. 20 – O cargo policial-militar é considerado vago: I – a partir de sua criação e até que um servidor militar. Chefia ou Direção sobre os Oficiais que o possuir. Art. respeitadas a precedência e as qualificações exigidas para o cargo ou para o exercício da função. Parágrafo único – As obrigações inerentes ao cargo policial-militar devem ser compatíveis com o correspondente grau hierárquico e definidas em legislação ou regulamentação específicas. provido de acordo com o parágrafo único do artigo 19. ou dispensado. observados os princípios regidos por este Estatuto. Art. 21 – A função policial-militar é o exercício das obrigações inerentes ao cargo policial-militar. os demais Oficiais. no exercício de cargo privativo de sua especialidade. Art. ou que tenha recebido determinação de autoridade competente. dele tome posse. por período igual ou superior a 10 (dez) dias. 18 – O cargo policial-militar é aquele que só pode ser exercido por servidor militar em serviço ativo. bem como as normas.§ 4° – Em igualdade de posto ou graduação. dele tome posse. § 6° – Excetuados os integrantes do Quadro de Oficiais Especialistas em Saúde – QOES. § 1° – O servidor militar designado. quando não possuírem Curso Superior de Polícia Militar. a precedência entre os servidores militares na ativa e os na reserva remunerada que estiverem convocados é definida pelo tempo de efetivo serviço no posto ou na graduação. II – desde o momento em que o servidor militar que o ocupa é exonerado. Art. a cada cargo policial-militar um conjunto de atribuições. ou falece. regularmente nomeado ou designado. 19 – Os cargos policiais . Art. 17 – A Brigada Militar manterá um registro de todos os dados referentes ao seu pessoal da ativa e da reserva remunerada.

tendo em vista o cumprimento da missão comum. os regulamentos. X – ser discreto em suas atitudes. de matéria sigilosa de que tenha conhecimento em virtude do cargo ou da função. 26 – Ao servidor militar da ativa é vedado participar de gerência ou administração de empresa privada. exceto na qualidade de acionista. § 2° – Os servidores militares da ativa podem exercer. respectivamente. com a observância dos seguintes preceitos de ética do servidor militar: I – amar a verdade e a responsabilidade como fundamento da dignidade pessoal. V – cumprir e fazer cumprir as leis. XVII – zelar pelo bom nome da Brigada Militar e de cada um dos seus integrantes. . de sociedade civil ou exercer comércio. do respeito e decoro. a gestão de seus bens. orgulho do servidor militar pela organização onde serve. Art. VI – ser justo e imparcial no julgamento dos atos e na apreciação do mérito dos subordinados. 24 – São manifestações essenciais do valor policial-militar: I – a dedicação ao serviço policial para preservação da segurança da comunidade e das prerrogativas da cidadania. II – a fé na elevada missão da Brigada Militar. de modo a que não sejam prejudicados os princípios da disciplina. respeitando-se os princípios da antigüidade e qualificação para o exercício funcional. XIV – observar as normas da boa educação. DO VALOR POLICIAL-MILITAR Art. mesmo fora do serviço ou na inatividade. IX – praticar a camaradagem e desenvolver permanentemente o espírito de cooperação. a cada um dos integrantes da Brigada Militar. III – o espírito de corpo. DA ÉTICA POLICIAL-MILITAR Art. maneiras e em sua linguagem escrita e falada. VIII – empregar as suas energias em benefício do serviço. IV – o amor à profissão policial-militar e o entusiasmo com que é exercida. nas organizações policiais . obedecendo aos preceitos da ética do servidor militar. conduta moral e profissional irrepreensíveis. próprio e dos subordinados. quando convocados.§ 2° – As substituições temporárias. XII – cumprir seus deveres de cidadão. VII – zelar pelo preparo moral. o brio e o decoro de classe impõem. mesmo com o risco da própria vida. dos interesses de organizações ou empresas privadas de qualquer natureza. o permanente zelo ao patrimônio público e às instituições democráticas. intelectual e físico. § 1° – Os servidores militares na reserva remunerada. somente poderão ocorrer. III – respeitar a dignidade da pessoa humana. ficam proibidos de tratar. cotista ou comanditário. XI – abster-se de tratar. eficiência e probidade as funções que lhe couberem em decorrência do cargo. 25 – O sentimento do dever.militares e nas repartições públicas civis. desde que não infrinjam o disposto no presente artigo. II – exercer com autoridade. IV – acatar as autoridades civis. entre funções atribuídas a postos ou entre funções atribuídas a graduações. a dignidade militar. XVI – conduzir-se. XIII – proceder de maneira ilibada na vida pública e na particular. diretamente. e V – o aprimoramento técnico profissional. fora do âmbito apropriado. XV – abster-se de fazer uso do posto ou da graduação para obter facilidades pessoais de qualquer natureza ou para encaminhar negócios particulares ou de terceiros. as instruções e as ordens das autoridades competentes.

29 – Os deveres policiais . à manutenção da ordem pública e à segurança da comunidade. conforme os seguintes dizeres: “Ao ingressar na Brigada Militar do Estado.Geral da Brigada Militar poderá determinar aos servidores militares da ativa que. 31 – O compromisso a que se refere o artigo anterior terá caráter solene e será prestado na presença da tropa. o servidor militar prestará compromisso de Oficial. no interesse da salvaguarda da sua dignidade.Art. cumprir rigorosamente as ordens das autoridades a que estiver subordinado e dedicar-me inteiramente ao serviço policial-militar.militares emanam do conjunto de vínculos que ligam o servidor militar à sua corporação e ao serviço que a mesma presta à comunidade. no qual afirmará a sua aceitação consciente das obrigações e dos deveres policiais . tão logo o servidor militar tenha adquirido um grau de instrução compatível com o perfeito entendimento dos seus deveres como integrante da Brigada Militar. quando conduz homens ou dirige uma Organização Policial Militar. mesmo com o sacrifício da própria vida. Art. informem sobre a origem e a natureza dos seus bens. III – a probidade e a lealdade em todas as circunstâncias. instituições e integridade devem ser defendidas. da estrutura hierárquica da Brigada Militar e não afeta a dignidade pessoal do servidor militar. pelas ordens que emitir e pelos atos que praticar. 33 – A subordinação decorre. em cujo exercício o servidor militar se define e se caracteriza como chefe. deveres e responsabilidades de que o servidor militar é investido legalmente. IV – a disciplina e o respeito à hierarquia. II – o culto aos símbolos nacionais e estaduais. V – o rigoroso cumprimento das obrigações e das ordens. e compreendem: I – a dedicação ao serviço policial-militar e a fidelidade à Pátria e à comunidade. prometo cumprir os deveres de Oficial da Brigada Militar do Estado e dedicarme inteiramente ao seu serviço”. sempre que houver razões que recomendem tal medida. em solenidade especialmente programada. de acordo com os seguintes dizeres: “Perante a Bandeira do Brasil e pela minha honra. DO COMANDO E DA SUBORDINAÇÃO Art. DOS DEVERES POLICIAIS-MILITARES Art. mesmo com o risco da própria vida”. 28 – O servidor militar. prestará compromisso de honra. segurança. Art. Art. cuja honra. DO COMPROMISSO POLICIAL-MILITAR Art. não poderá estar filiado a partido político. 30 – Todo o cidadão.militares e manifestará a sua firme disposição de bem os cumprir. prometo regular a minha conduta pelos preceitos da moral. sendo vinculado ao grau hierárquico e constituindo prerrogativa impessoal. 32 – Comando é a soma de autoridade. exclusivamente. VI – a obrigação de tratar o subordinado dignamente e com urbanidade. 34 – Cabe ao servidor militar a responsabilidade integral pelas decisões que tomar. enquanto em efetivo serviço. 27 – O Comandante . . Parágrafo único – Ao ser promovido ao seu primeiro posto. Art. após ingressar na Brigada Militar.

sem prejuízo dos respectivos vencimentos e vantagens. pecuniária. DO CONSELHO DE JUSTIFICAÇÃO Art. salvo após decisão final do processo a que for submetido. consoante legislação específica. conforme dispuserem a legislação ou regulamentação específicas. disciplinar e penal. Art. nas condições mencionadas neste artigo. § 1° – São competentes para determinar o imediato afastamento do cargo ou o impedimento do exercício da função: I – O Comandante . 41 – O Oficial só perderá o posto e a patente por decisão do Tribunal Militar do Estado. e dispõe sobre a aplicação aos servidores militares das penas correspondentes aos crimes por eles cometidos. Art. disciplinar ou penal. ou a falta de exação no cumprimento dos mesmos. submetido a Conselho de Justificação.militares a ele inerentes será do mesmo imediatamente afastado. na conformidade da legislação ou regulamentação da Corporação. DOS CRIMES MILITARES Art. até a solução final do processo ou adoção das providências legais que couberem ao caso.Geral da Brigada Militar. assegurada ampla defesa ao acusado. 37 – O servidor militar cuja atuação no serviço revelar-se incompatível com o cargo ou que demonstrar incapacidade para o exercício das funções policiais . § 2° – A responsabilidade disciplinar é independente das responsabilidades civil e penal.DA VIOLAÇÃO DAS OBRIGAÇÕES E DOS DEVERES Art. se declarado indigno do Oficialato ou com ele incompatível. desde que venha a ser condenado. 42 – O Oficial acusado de ser incapaz de permanecer como servidor militar será.militares a ele inerentes. os Chefes e os Diretores. . poderá concluir pela incompatibilidade do servidor militar com o cargo ou pela incapacidade para o exercício das funções policiais . 43 – O processo e julgamento pelo Conselho de Justificação serão regidos por lei especial. contravenção ou transgressão disciplinar. responsabilidade funcional.militares constituirá crime. nos casos em que a lei determinar. Art. Art. 35 – A violação das obrigações ou dos deveres policiais . Parágrafo único – A apuração da responsabilidade funcional. ficará privado do exercício de qualquer função policial-militar. 36 – A inobservância dos deveres especificados nas leis e regulamentos. em tempo de paz e em tempo de guerra. Art. acarreta. 38 – Ao servidor militar são proibidas a sindicalização e a greve. § 3° – Não se caracteriza como violação das obrigações e dos deveres do servidor militar o inadimplemento de obrigações pecuniárias assumidas na vida privada. pecuniária. 39 – São vedadas as manifestações coletivas que impliquem no descumprimento do dever ou que atentem contra a disciplina policial-militar. II – Os Comandantes. § 2° – O servidor militar afastado do cargo. Art. § 1° – A violação dos preceitos da ética policial-militar é tanto mais grave quanto mais elevado for o grau hierárquico de quem a cometer. para o servidor militar. 40 – O Código Penal Militar relaciona e classifica os crimes militares.

DA REMUNERAÇÃO Art.hospitalar. segundo legislação vigente na Corporação. IV – a percepção de vencimentos. na forma estabelecida no Código de Vencimentos e Vantagens da Brigada Militar. § 4° – Aos servidores militares em processo administrativo ou judicial são assegurados o contraditório e a ampla defesa. exceto em matéria disciplinar. II – indenizações. III – o desempenho de cargos e funções correspondentes ao posto e de atribuições correspondentes à graduação. Art. 44 – A Praça com estabilidade será submetida a Conselho de Disciplina na forma da legislação específica. mediante indenização. XII – a aquisição de uma arma de uso permitido. VII – a transferência para a reserva remunerada ou a reforma. XI – o porte de armas. o licenciamento voluntário da ativa. IX – a demissão voluntária e. 45 – O processo e julgamento pelo conselho de Disciplina serão regidos por lei especial. XIII – a assistência judiciária gratuita. queixa ou representação. prerrogativas e deveres a ela inerentes. 48 – A remuneração dos servidores militares compreende vencimentos ou proventos. inclusive mobília. § 1° – O direito de recorrer na esfera administrativa prescreverá: a) em quinze dias úteis. XIV – a assistência social e médico . a contar do recebimento de comunicação Oficial. pelas Praças.DO CONSELHO DE DISCIPLINA Art. quanto a ato que decorra da composição de Quadro de Acesso. nos limites estabelecidos na legislação específica: I – a garantia da patente. em toda a sua plenitude. V – o transporte para si e seus dependentes. higiene e segurança do trabalho. a queixa e a representação não podem ser feitos coletivamente. com as restrições impostas pela legislação específica. em serviço ativo ou em inatividade. § 2° – A remuneração percebida pelos servidores militares em inatividade denomina-se proventos. assegurada ampla defesa ao acusado. § 2° – O pedido de reconsideração. indenizações e outras vantagens e é devida em bases estabelecidas em lei . 46 – São direitos dos servidores militares. quando Oficial. quando processado em razão de atos praticados em objeto de serviço. § 3° – A decisão sobre qualquer recurso será dada no prazo máximo de 60 (sessenta) dias. com as vantagens. quando movimentado por necessidade do serviço. b) em cento e vinte dias corridos. através da Brigada Militar.Geral. compreendendo soldo e gratificações. cujo prazo será de 8 (oito) dias. nos demais casos. salvo aqueles Oficiais em inatividade por alienação mental ou condenação por crimes transitados em julgado ou por atividades que desaconselhem o porte de arma. II – o uso das designações hierárquicas. Art. DOS DIREITOS DOS SERVIDORES MILITARES Art. X – o porte de arma. XV – a saúde. ouvido o Comandante . . seus bens pessoais. na forma regulamentar. quando Oficial. § 1° – Os servidores militares na ativa percebem remuneração constituída pelas seguintes parcelas: I – vencimentos. proventos e outras vantagens pecuniárias. VIII – as férias e as licenças. VI – as promoções. 47 – O servidor militar que se julgar prejudicado ou ofendido por qualquer ato administrativo ou disciplinar de superior hierárquico poderá recorrer ou interpor pedido de reconsideração.

no valor fixado em lei. de modo a obter-se um fluxo regular e equilibrado da carreira para os servidores militares a que esses dispositivos se referem. através do Instituto de Previdência do Estado do Rio Grande do Sul – IPERGS e. § 6° – O servidor militar fará jus a gratificação pelo exercício. assistência médicohospitalar. 50 – Os proventos de inatividade serão revistos na mesma proporção e na mesma data em que se modificar a remuneração dos servidores militares em atividade. 57 – As promoções serão efetuadas pelos critérios de merecimento e de antigüidade. ainda. 56 – O acesso na hierarquia policial-militar é seletivo. 55 – As normas e condições de atendimento serão estabelecidas em regulamento próprio. ouvido o Secretário de Estado responsável pela área da segurança pública. 52 – Nas localidades onde não houver organizações de saúde da Brigada Militar. § 5° – O servidor militar. desde que implique alteração de seu domicílio. seqüestro ou penhora. ou. de encargo em comissão de concurso público. Art. sendo também estendidos aos inativos quaisquer benefícios e vantagens posteriormente concedidos aos servidores militares em atividade. Art.§ 3° – Os servidores militares da ativa e na inatividade perceberão abono familiar de conformidade com a lei geral que rege essa vantagem. poderá ser prestada pelas organizações de saúde. 53 – O servidor militar em serviço ativo faz jus a hospitalização e tratamento custeado pelo Estado. DA PROMOÇÃO Art. haverá promoções em ressarcimento de preterição. exceto nos casos previstos em lei federal. mediante acordos previamente estabelecidos entre estas e o Departamento de Saúde da Corporação. Parágrafo único – O Departamento de Saúde da Brigada Militar destina-se a atender o policial-militar e seus dependentes. inclusive quando decorrentes da transformação ou reclassificação do cargo ou função em que se deu a aposentadoria. gradual e sucessivo e será feito mediante promoções. através do Departamento de Saúde da Brigada Militar. Art. quando acidentado em serviço ou acometido de doença adquirida em serviço ou dela decorrente. § 4° – O servidor militar que exercer o magistério em curso ou estágio regularmente instituídos pela Brigada Militar. observadas as disposições da legislação e regulamentação a que se refere este artigo. através de ato do Poder Executivo. perceberá ajuda de custo para atender às despesas de sua instalação. ao ser movimentado por necessidade do serviço. fora do horário do expediente a que estiver sujeito. conforme legislações específicas. dentro das limitações dos recursos orçamentários próprios da Brigada Militar. supletivamente. § 1° – Em casos especiais. por aula proferida. da reserva remunerada ou reformado. ASSISTÊNCIA MÉDICO-HOSPITALAR Art. 49 – Os vencimentos. postos à disposição do seu Departamento de Saúde. 54 – A assistência médico-hospitalar ao servidor militar da ativa. os proventos e as pensões dos servidores militares e seus beneficiários não serão objeto de arresto. § 2° – A promoção é ato administrativo e tem como finalidade básica a seleção dos servidores militares para o exercício de funções pertinentes ao grau hierárquico superior. é atribuição do Comando--Geral da Brigada Militar. de conformidade com o disposto na legislação e regulamentação de promoções de Oficiais e de Praças. os servidores militares nela sediados poderão ser atendidos por organizações das Forças Armadas ou civis. extraordinariamente. perceberá gratificação de magistério. § 1° – O planejamento da carreira dos Oficiais e das Praças. conforme fixado em lei. Art. ao servidor militar e a seus dependentes. Art. Art. nos termos da lei. Art. . 51 – O Estado proporcionará.

64 – O servidor exonerado fará jus ao pagamento da remuneração de férias proporcionalmente aos meses de efetivo exercício. III e VII do artigo 106 desta Lei Complementar. registrando-se o fato em seus assentamentos. independentemente de solicitação. 60 – Será pago ao servidor militar. juntamente com o acréscimo constitucional de 1/3 (um terço). § 2° – Na hipótese de férias parceladas. "ex-officio". antes do início do referido período. § 3° – Para o primeiro período aquisitivo de férias será exigido 12 (doze) meses de exercício. para descanso. 63 – Se o servidor militar vier a falecer. as férias poderão ser acumuladas até o máximo de 2 (dois) períodos anuais. § 4° – É vedado levar à conta de férias qualquer falta ao serviço. pago antecipadamente. 61 – Por absoluta necessidade de serviço. de manutenção da ordem. na forma prevista no artigo 61. o período de férias a que tiverem direito. § 5° – É facultado o gozo de férias em 2 (dois) períodos. para reserva remunerada ou ao ser transformada. 58 – A Praça que contar com mais de 25 (vinte e cinco) anos de serviço público militar. descontadas eventuais parcelas correspondentes a antecipação. Parágrafo único – O disposto no “caput” estende-se à praça que. como se estivessem em exercício. não inferiores a 10 (dez) dias consecutivos. § 1° – O pagamento da remuneração de férias será efetuado antecipadamente ao servidor militar que o requerer. como se houvesse sido promovido na época devida. de acordo com os incisos I. Art. bem como não anula o direito àquelas licenças. § 7° – Durante as férias. § 6° – A concessão de férias não é prejudicada pelo gozo anterior de licença para tratamento de saúde. de extrema necessidade do serviço. . Art. § 1° – As férias serão de trinta dias para todos os servidores-militares. com mais de 25 (vinte e cinco) anos de serviço público militar. que lhe assegure o direito a férias. Art. será paga aos dependentes legalmente constituídos. a pedido. poderá o servidor militar indicar em qual dos períodos utilizará a faculdade de que trata este artigo. Parágrafo único – O pagamento de que trata este artigo corresponderá a 1/12 (um doze avos) da remuneração a que fizer jus o servidor militar. na época prevista. for transferida. o acréscimo constitucional de 1/3 (um terço) da remuneração do período de férias. § 2° – Compete ao Comandante-Geral da Brigada Militar a regulamentação da concessão das férias anuais. para reserva remunerada. ou de transferência para a inatividade. somente após um ano de efetivo exercício contado da data da apresentação.§ 2° – A promoção de servidor militar feita em ressarcimento de preterição será efetuada segundo os princípios de antigüidade ou merecimento. quando já implementado o período de um ano. descontadas eventuais parcelas já fruídas. por punição anterior decorrente de transgressão disciplinar. será promovida ao grau hierárquico superior imediato. a retribuição relativa ao período. anual e obrigatoriamente concedidos aos servidores militares. os servidores militares terão interrompido ou deixarão de gozar. Art. 62 – Somente em casos de interesse da segurança pública.(1) DAS FÉRIAS E OUTROS AFASTAMENTOS TEMPORÁRIOS DO SERVIÇO Art. 65 – O servidor militar que tiver gozado mais de 30 (trinta) dias para tratar de interesses particulares. Art. 59 – As férias são afastamentos totais do serviço. recebendo ele o número que lhe competir na escala hierárquica. observado o princípio aplicável à sua promoção. fará jus a férias. ao ser transferida. Art. o servidor militar terá direito a todas as vantagens inerentes ao cargo. por ocasião das férias. Art. pelo estado de guerra ou para que sejam cumpridos atos de serviço.

bem como a licença para exercício de mandato classista. será regulada em legislação própria. II – para tratar de interesses particulares. Parágrafo único – O servidor militar. Art. 1° e 2° graus. de até 4 (quatro) meses. III – para tratamento de saúde própria. para os estudantes de ensino superior. no segundo caso. Parágrafo único – O afastamento do serviço por motivo de núpcias ou luto. § 3° – O tempo de licença especial não gozado pelo servidor militar será. 66 – Os servidores militares têm direito. Art. sem que implique em qualquer restrição para a sua carreira. sem remuneração e com prejuízo da contagem do tempo de serviço público. pelo prazo de até 2 (dois) anos consecutivos. concedida ao servidor militar que a requerer. mediante requerimento. II – luto. sob pena de ser considerado faltoso ao serviço. aos períodos de afastamento total do serviço. 70 – A licença especial é a autorização para afastamento total do serviço. observadas as disposições legais e regulamentares. observadas as disposições legais e regulamentares. § 4° – A licença especial não é prejudicada pelo gozo anterior de qualquer licença para tratamento de saúde e para que sejam cumpridos atos de serviço. VII – para acompanhar o cônjuge. padrasto ou madrasta. § 1° – A licença pode ser: I – especial. 69 – Licença é a autorização para afastamento total do serviço. § 3° – Compete ao Comandante-Geral da Brigada Militar conceder as licenças previstas no “caput”. § 2° – A remuneração do servidor militar. descendente. o afastamento do servidor militar. irmãos. VI – à paternidade. § 1° – A licença especial tem a duração de três meses. IV – para tratamento de saúde de pessoa da família. e as licenças para tratamento de saúde de pessoa da família. durante os dias de provas finais do ano ou semestre letivo. de até 2 (dois) meses. relativa a cada qüinqüênio de tempo de efetivo serviço prestado. V – à gestante e à adotante. vedada a desconversão. será concedido. III – instalação. ainda. DAS LICENÇAS Art. IV – trânsito. concedida ao servidor militar. computado em dobro para os efeitos da inatividade e de gratificações temporais. . deverá comprovar perante seu superior imediato as datas em que se realizarão as diversas provas e seu comparecimento. sogros. 71 – Ao servidor militar estável poderá ser concedida licença para tratar de interesses particulares. as licenças para tratamento de saúde própria. por motivo de: I – núpcias. § 5° – Para os efeitos da concessão da licença especial. cônjuge. sem prejuízo de sua remuneração. enteado e menor sob guarda ou tutela. Art. quando em qualquer das situações de licença constantes do parágrafo anterior. 67 – É assegurado. se solicitado por antecipação à data do evento e. no primeiro caso. em caráter temporário. por até 8 (oito) dias consecutivos. e durante os dias de provas em exames supletivos e de habilitação a curso superior. tão logo a autoridade à qual estiver subordinado o servidor militar tenha conhecimento do óbito de seu ascendente. também.Art. Art. § 2° – O período de licença especial não interrompe a contagem de tempo de efetivo serviço. bem como não anula o direito àquelas licenças. observadas as necessidades de serviço. 68 – As férias e os outros afastamentos mencionados são concedidos com a remuneração prevista na legislação peculiar e computados como tempo de efetivo serviço para todos os efeitos legais. companheiro ou companheira. não se considerará como interrupção da prestação de serviços ao Estado os afastamentos previstos nos incisos V e VI do artigo 69.

Art. sob pena de ser considerado ausente. Art. durante o período de 2 (dois) meses. § 3° – O resultado da inspeção médica será comunicado imediatamente ao servidor militar. Art. 76 – O servidor militar poderá obter licença por motivo de doença do cônjuge. 73 – Findo o período de licença. é assegurado à servidora-militar lactante. simultaneamente. sem prejuízo da remuneração. sem prejuízo da remuneração a que fizer jus. devendo. o servidor militar deverá reassumir imediatamente o exercício do cargo. a servidora militar será submetida a inspeção médica e. II – com 2/3 (dois terços) da remuneração. licença de 120 (cento e vinte) dias. Art. quando o afastamento for inconveniente ao interesse do serviço. Parágrafo único – Para os efeitos deste artigo. até o 2° grau. a pedido ou “exofficio”. § 2° – O servidor militar deverá aguardar em exercício a concessão da licença. 79 – Ao término da licença a que se refere o artigo anterior. ou a três horas consecutivas por dia. o laudo médico deverá estabelecer a sua rigorosa caracterização. no período que exceder a 90 (noventa) e não ultrapassar a 180 (cento e oitenta) dias. mediante inspeção médica. reassumir o exercício do cargo.§ 1° – A licença poderá ser negada. Parágrafo único – A doença será comprovada através de inspeção de saúde a ser procedida pelo Departamento de Saúde da Brigada Militar. com o exercício do cargo. enteado e colateral consangüíneo. sob pena de imediata suspensão da mesma. Art. decorridos 30 (trinta) dias do evento. a qualquer tempo. salvo hipótese de imperiosa necessidade. com intervalos inferiores a 30 (trinta) dias. salvo se houver a necessidade de exames complementares. descendente. precedida de inspeção médica realizada pelo Departamento de Saúde da Brigada Militar. o direito de comparecer ao serviço em um turno. quando então. porém. Art. § 4° – Não se concederá nova licença. contados desde a data em que tenha reassumido o exercício do cargo. até 90 (noventa) dias. salvo prorrogação ou determinação constante em laudo pericial. considerando-se como faltas os dias de ausência ao serviço. antes de decorridos 2 (dois) anos do término da anterior. 72 – Será concedida ao servidor militar licença para tratamento de saúde própria. Art. reassumirá o exercício do cargo. logo após a sua realização. a inspeção médica poderá ser realizada na residência do servidor. na Capital ou no interior. 120 (cento e vinte) dias. § 2° – O servidor militar não poderá recusar-se à inspeção médica. Parágrafo único – No caso de natimorto. devidamente comprovada à autoridade a que estiver subordinado. pela mesma moléstia. Art. 77 – A licença de que trata o artigo anterior será concedida: I – com a remuneração total. . proporcional à idade do adotado: I – de zero a dois anos. desde que comprove ser indispensável a sua assistência e esta não possa ser prestada. caso a licença seja negada. esta ser especificada através do respectivo código (CID). de ascendente. ficará o servidor militar à disposição do Departamento de Saúde da Brigada Militar. se julgada apta. quando seu regime de trabalho obedecer a dois turnos. 74 – O atestado e o laudo da junta médica não se referirão ao nome ou à natureza da doença. § 1° – Sempre que necessário. § 3° – O servidor militar poderá. 75 – O servidor militar em licença para tratamento de saúde própria deverá abster-se do exercício de atividades incompatíveis com o seu estado. Parágrafo único – Para a concessão de licença a servidor militar acometido de moléstia profissional. quando seu regime de trabalho obedecer a turno único. 78 – À servidora militar gestante será concedida. no período que exceder a 180 (cento e oitenta) e não ultrapassar a 365 (trezentos e sessenta e cinco) dias. 80 – À servidora militar adotante será concedida licença a partir da concessão do termo de guarda ou da adoção. ou no estabelecimento hospitalar em que se encontrar internado. Art. as licenças. III – com 1/3 (um terço) da remuneração. serão consideradas como prorrogação.

VI – em caso de pronúncia em processo criminal ou indiciação em Inquérito Policial-Militar. o servidor militar terá direito à licença-paternidade de 8 (oito) dias consecutivos. Parágrafo único – São prerrogativas dos servidores militares: I – o uso de títulos. uniformes. Chefe ou Diretor tenha precedência hierárquica sobre a pessoa do preso. a juízo da autoridade que efetivou a pronúncia ou a indiciação. IV – julgamento em foro especial. . Art. para o exercício funcional. fixadas em sentença judicial e os casos de prisão provisória. II – em caso de decretação de estado de sítio. Art. nos crimes militares. ou em conseqüência de acidente em serviço. III – de mais de quatro até seis anos. respeitada a garantia constitucional da inviolabilidade do domicílio. IV – de mais de seis anos. da reserva ou reformado será a do Instituto de Previdência do Estado. Parágrafo único – O disposto no “caput” sobre o valor da pensão não se aplica ao servidor militar que for promovido extraordinariamente. IV – para cumprimento de sentença que importe em restrição da liberdade individual. salvo no caso do artigo seguinte. 30 (trinta) dias. VII – carteira de identidade de acordo com modelo regulamentar. tratamento e sinais de respeito que lhes são assegurados em leis ou regulamentos. em qualquer recinto público ou privado. será regulada em legislação própria. deixará a seus dependentes pensão correspondente aos vencimentos integrais do grau hierárquico imediatamente superior ao que possuir na ativa. VIII – não confinamento em cela no caso de punição administrativa. V – livre ingresso e trânsito. conforme legislação específica. Art. 82 – As licenças poderão ser interrompidas a pedido ou nas condições estabelecidas neste artigo. no território estadual. público ou privado. correspondentes ao posto ou à graduação. DAS PRERROGATIVAS Art. III – em caso de emergente necessidade e segurança pública. detenção ou reclusão.II – de mais de dois até quatro anos. 90 (noventa) dias. Art. V – para cumprimento de punição disciplinar. insígnias e emblemas policiais-militares da Brigada Militar. 81 – Pelo nascimento ou adoção de filho. § 1° – A interrupção da licença especial e da licença para tratar de interesses particulares poderá ocorrer: I – em caso de mobilização e estado de guerra. DA PENSÃO POLICIAL-MILITAR Art. que consigne os direitos e prerrogativas instituídos em lei. quando em serviço de caráter urgente. 60 (sessenta) dias. desde que menor. III – as penas de prisão. 86 – As prerrogativas dos servidores militares são constituídas pelas honras. § 2° – A interrupção de licença para tratamento de saúde de pessoa da família e para cumprimento de pena disciplinar que importe em restrição da liberdade individual. 83 – A pensão policial-militar destina-se a amparar os beneficiários do servidor militar falecido ou extraviado e será paga conforme o disposto em lei. VI – prioridade em qualquer serviço de transporte ou comunicação. cujo Comandante. em objeto de serviço. conforme regulamento da Força. 84 – A pensão policial-militar do pessoal do serviço ativo. distintivos. II – as honras. dignidades e distinções devidas aos graus hierárquicos e cargos. serão cumpridos em organização policial-militar. 85 – O servidor militar morto em campanha ou em ato de serviço.

nela permanecendo sem número. distintivos. § 1° – É proibido ao servidor militar o uso de uniforme: I – em reuniões. b) ter sido julgado incapaz definitivamente. 91 – É vedado a qualquer organização ou pessoa civil usar uniformes ou ostentar distintivos. são estabelecidos na regulamentação da Brigada Militar. com as prerrogativas que lhe são inerentes. empregadores. insígnias e emblemas policiais-militares. criados em lei para provimento e desempenho privativos de servidores militares. enquanto tramita o processo de reforma.partidário. II – na inatividade. Parágrafo único – Constituem crimes previstos na legislação específica o desrespeito aos uniformes. insígnias ou emblemas iguais aos adotados na Brigada Militar ou que com eles possam ser confundidos. 88 – Os uniformes da Brigada Militar. DA AGREGAÇÃO Art. insígnias ou emblemas que possam ser confundidos com os adotados na Brigada Militar. após um ano contínuo de tratamento. salvo quando expressamente determinado ou autorizado. propaganda ou qualquer outra manifestação de caráter político . bem como seu uso por quem a ele não tiver direito. com seus distintivos. § 2° – Se durante o processo em julgamento no foro civil houver perigo de vida para qualquer preso servidor militar. emblemas e insígnias que ostenta. se for o caso. III – for afastado temporariamente do serviço ativo por motivo de: a) ter sido julgado incapaz temporariamente. só podendo retê-lo na delegacia ou posto policial durante o tempo necessário à lavratura do flagrante. DO USO DOS UNIFORMES DA BRIGADA MILITAR Art. quando em atividade não relacionada com a missão de servidor militar. III – no estrangeiro. . § 2° – Os servidores militares na inatividade. bem como os modelos. descrição. equipamentos. § 1° – Cabe ao Comandante-Geral da Brigada Militar a iniciativa de responsabilizar a autoridade policial que não cumprir o disposto neste artigo e que maltratar ou consentir que seja maltratado qualquer preso servidor militar ou não lhe der o tratamento devido ao seu posto ou a sua graduação. II – aguardar transferência “ ex-officio “ para a reserva remunerada. acessórios e outras disposições. a autoridade policial-militar da localidade providenciará em entendimentos com a autoridade judiciária. por decisão do ComandanteGeral da Brigada Militar. 87 – Somente em caso de flagrante delito o servidor militar poderá ser preso por autoridade policial civil. Parágrafo único – Serão responsabilizados pela infração das disposições deste artigo os diretores ou chefes de sociedades ou organizações de qualquer natureza. 90 – O servidor militar fardado tem as obrigações correspondentes ao uniforme que usa e aos distintivos. salvo para comparecer a solenidades militares e policiaismilitares e. equipamentos. insígnias e emblemas são privativos dos servidores militares e representam o símbolo da autoridade policial-militar. Art. por ter sido enquadrado em quaisquer dos requisitos que a motivam. quando autorizado. insígnias e emblemas. 89 – O uso dos uniformes. § 1° – O servidor militar será agregado quando: I – exercer cargo ou função não previstos nos quadros de organização da Brigada Militar. 92 – A agregação é a situação transitória na qual o servidor militar da ativa deixa de ocupar vaga na escala hierárquica de seu Quadro.Art. peças. visando à guarda do Foro ou Tribunal por força policial-militar. a cerimônias cívicas comemorativas das datas nacionais ou a atos sociais solenes de caráter particular. com seus distintivos. Art. Art. ficando esta obrigada a entregá-lo imediatamente à autoridade policial-militar mais próxima. empresas e institutos ou departamentos que tenham adotado ou consentido que sejam usados uniformes ou ostentados distintivos. poderão ser definitivamente proibidos de usar uniformes. cuja conduta possa ser considerada como ofensiva à dignidade da classe.

dos Estados ou dos Territórios ou Municípios. inclusive da administração indireta. para todos os efeitos. “d”. “i”. se eleito e diplomado. § 9° – O servidor militar agregado fica sujeito às obrigações disciplinares concernentes às suas relações com outros servidores militares e autoridades civis. da União. h) como desertor. na situação de convocado para funcionar como Juiz do Tribunal Militar do Estado. r) ter-lhe sido concedida licença para acompanhar o cônjuge. § 8° – O servidor militar em atividade. e) haver ultrapassado seis meses contínuos de licença para tratamento de saúde de pessoa da família. com remuneração proporcional ao seu tempo de serviço. f) ter sido considerado oficialmente extraviado. “e”. cargo ou função prevista em lei. salvo quando titular do cargo que lhe dê precedência funcional sobre outros servidores militares mais graduados ou mais antigos. continuando a figurar no respectivo registro. .c) haver ultrapassado um ano contínuo de licença para tratamento de saúde própria. com mais de 10 (dez) anos de serviço. § 3° – A agregação do servidor militar a que se refere o inciso I e as letras “m” e “n” do inciso III do parágrafo 1° é contada desde a posse do novo cargo e até o regresso à Corporação ou transferência “ exofficio “ para a reserva remunerada. e “p” do inciso III do parágrafo 1° é contada a partir da data indicada no ato que torna público o respectivo evento. função ou emprego público civil temporário. o) ter-se candidatado a cargo eletivo. “f”. com prévia autorização ou mediante ato do Governador do Estado. ao candidatar-se a cargo eletivo. Art. graduação. § 2° – O servidor militar agregado de conformidade com os incisos I e II do parágrafo 1° continua a ser considerado. ter-se apresentado voluntariamente. à organização policial-militar que lhe for designada. n) ter sido. § 4° – A agregação do servidor militar a que se refere as letras “a”. d) ter-lhe sido concedida licença para tratar de interesses particulares ou licença para desempenho de mandato em associação de classe. i) se ver processar. g) haver sido esgotado o prazo que caracteriza o crime de deserção previsto no Código Penal Militar. § 7° – Ultrapassados dois anos. será afastado temporariamente. j) ter-lhe sido concedida a licença especial de que trata o parágrafo 1° do art. em serviço ativo. o servidor militar ficará automaticamente transferido para a reserva. sem número. para efeito de alterações e remuneração. nos termos da letra “n” do inciso III do parágrafo 1°. na forma do artigo 148 desta Lei. § 6° – A agregação do servidor militar a que se refere a letra “o” do inciso III do parágrafo 1° é contada a partir da data do registro como candidato e até sua diplomação ou seu regresso à corporação. “l”. “c”. enquanto aguarda transferência para a reserva remunerada. com sentença passada em julgado. q) haver ultrapassado seis meses contínuos. p) ser afastado das funções de acordo com o previsto nesta lei ou condenado a pena de suspensão do exercício do posto. 93 – O servidor militar agregado ficará adido. desde que conte com dez ou mais anos de efetivo serviço. m) ter passado à disposição de Secretaria do Governo ou de outro órgão do Estado. l) ter sido condenado a pena restritiva de liberdade superior a seis meses. nas mesmas condições do que houver aceito cargo público permanente. com a abreviatura “ Ag “ e anotações esclarecedoras de sua situação. e. “g”. 102 desta Lei. se não houver sido eleito. de agregação. contínuos ou não. ou ter sido capturado e reincluído a fim de se ver processar. investido em cargo. § 5° – A agregação do servidor militar a que se refere o inciso II e as letras “b”. salvo se for do interesse da segurança pública. será transferido para a reserva remunerada. e “j”. do serviço ativo e agregado. para exercer função de natureza civil. enquanto durar a execução. após ficar exclusivamente à disposição da justiça comum ou militar. se Oficial ou Praça com estabilidade assegurada. no lugar que até então ocupava. “h”. do inciso III do parágrafo 1° é contada a partir do primeiro dia após os respectivos prazos e enquanto durarem o respectivo evento ou situação.

V – sendo o mais moderno na respectiva escala hierárquica. na escala hierárquica . “f”. exceto nos casos previstos nas letras “a”. respeitados os requisitos legais. ultrapassa o efetivo de seu quadro. por mais de vinte e quatro horas consecutivas: I – deixar de comparecer à sua Organização Policial-Militar. com a abreviatura “Excd” e receberá o número que lhe competir em conseqüência da primeira vaga que se verificar. Parágrafo único – A qualquer tempo poderá ser determinada a reversão do militar agregado. em operações policiais-militares ou em caso de calamidade pública. § 4° – O servidor militar promovido indevidamente só contará antigüidade. em viagem. 98 – É considerado ausente o servidor militar que. estando o mesmo com o seu efetivo completo. 95 – Reversão é o ato pelo qual o servidor militar agregado retorna ao respectivo quadro tão logo cesse o motivo que determinou a sua agregação. reverte ao respectivo quadro. ocupará a primeira vaga aberta. no desempenho de qualquer serviço. sem licença. § 1° – A situação do desaparecido só será considerada quando não houver indício de deserção. após haver sido transferido de quadro. retorna ao respectivo Quadro. DO AUSENTE Art. DO DESAPARECIMENTO E DO EXTRAVIO Art. sem haver vaga. serão observadas as formalidades previstas em legislação específica. bem como à promoção. tiver paradeiro ignorado por mais de oito dias. desde que satisfaça aos requisitos para a promoção. Art. II – aguarda a colocação a que faz jus na escala hierárquica. em igualdade de condições e sem nenhuma restrição a qualquer cargo policial-militar. § 1° – O servidor militar cuja situação é a de excedente. 99 – É considerado desaparecido o servidor militar da ativa que. e receberá o número que lhe competir na escala hierárquica. VI – tendo cessado o motivo que determinou sua reforma por incapacidade definitiva.Art. e “p” do inciso III do parágrafo 1° do artigo 92. da Organização Policial-Militar onde serve ou do local onde deva permanecer. salvo o indevidamente promovido. II – ausentar-se. § 3° – O servidor militar promovido por bravura. IV – é promovido indevidamente. sem haver vaga. estando este com o seu efetivo completo. “l”. § 2° – O servidor militar cuja situação é a de excedente é considerado como em efetivo serviço para todos os efeitos e concorre. 96 – A reversão será efetuada mediante ato do Governador do Estado para os Oficiais e do Comandante-Geral para as Praças. . 94 – A agregação se faz por ato do Governador do Estado para os Oficiais e do Comandante-Geral para as Praças. sem comunicar qualquer motivo de impedimento. “c”. III – é promovido por bravura. voltando a ocupar o lugar que lhe competir na respectiva escala numérica. 97 – Excedente é a situação transitória a que automaticamente passa o servidor militar que: I – tendo cessado o motivo que determinou a sua agregação. Parágrafo único – Decorrido o prazo mencionado neste artigo. deslocando para a vaga seguinte o princípio de promoção que deveria ter sido seguido. “b”. quando a vaga a ser preenchida corresponder ao princípio pelo qual deveria ter sido promovido. estando este com seu efetivo completo. DO EXCEDENTE Art. ocupa a mesma posição relativa em antigüidade que lhe cabe. “g”. em virtude de promoção de outro servidor militar em ressarcimento de preterição. “o”. na primeira vaga que ocorrer. DA REVERSÃO Art.

o servidor militar será considerado em licença especial. ao servidor militar que conte. 101 – A transferência para a reserva remunerada ou a reforma não isentam o servidor militar de indenização dos prejuízos causados à Fazenda Estadual ou a terceiros. podendo afastar-se do serviço. enquadrado nos incisos I ou V do artigo 100 ou demissionário a pedido. 102 – Ao servidor militar da ativa. de duração superior a seis meses. VII – deserção. na forma do inciso I do artigo 100. tiver sido cientificado do indeferimento do pedido. nem do pagamento das pensões decorrentes de sentença judicial. no órgão encarregado da administração do pessoal. Art. serão aplicadas as disposições constantes nos parágrafos deste artigo. a qual não poderá exceder de trinta dias da primeira publicação oficial. com trinta anos de serviço. a transferência para a . a pedido. antes. Parágrafo único – Em hipótese alguma a Praça licenciada no comportamento “MAU” poderá ser incluída novamente. III – demissão. 100 – O desligamento ou exclusão do serviço do servidor militar é feito em conseqüência de: I – transferência para a reserva remunerada. sem haver decorrido três anos de seu término. § 2° – Nos demais casos previstos no “caput” deste artigo. Art. sem prejuízo da remuneração e da contagem de tempo de serviço. V – licenciamento. 104 – A passagem do servidor militar à situação de inatividade. que permanecer desaparecido por mais de trinta dias. II – reforma. DA REINCLUSÃO Art. o desligamento será feito após a publicação do ato correspondente. mediante requerimento. II – “ ex-officio “. 105 – A transferência para a reserva remunerada. 103 – A Praça licenciada a pedido ou “ex-officio “. VI – exclusão a bem da disciplina. VIII – falecimento. DA TRANSFERÊNCIA PARA A RESERVA REMUNERADA Art. com relação ao seu desligamento da Organização Policial-Militar em que serve. mediante transferência para a reserva remunerada. será concedida. Parágrafo único – No caso de o servidor militar haver realizado qualquer curso ou estágio por conta do Estado. IX – extravio. se mulher. IV – perda do posto ou patente. mediante novo concurso público. no Diário Oficial e no boletim da organização em que serve o servidor militar. no mínimo. com estabilidade assegurada. se efetua: I – a pedido. enquanto aguarda o desligamento. o requerimento de transferência para a reserva remunerada. Parágrafo único – O desligamento do serviço será processado após a expedição de ato do Governador do Estado ou de autoridade à qual para tanto tenham sido delegados ou concedidos poderes. DO DESLIGAMENTO OU EXCLUSÃO DO SERVIÇO ATIVO Art. se homem. § 1° – Decorridos 30 (trinta) dias da data em que tiver sido protocolado. neste último caso desde que não seja a bem da disciplina. salvo se. será oficialmente considerado extraviado. Art. e vinte e cinco anos.§ 2° – O servidor militar da ativa. para todos os efeitos. poderá ser reincluída.

III – 1/12 (um doze avos). Tenente-Coronel – 57 anos. será computado para a obtenção de uma vaga para a promoção obrigatória. contínuos ou não. V – for diplomado para desempenho de cargo eletivo. se for Oficial de nível superior. ao equilíbrio. e permanecer afastado das funções por 2 (dois) anos. demitir ou reconhecer o óbito. à regularidade de acesso e à adequação dos efetivos de Oficiais da Brigada Militar. III – ultrapassar 2 (dois) anos contínuos de licença para tratamento de saúde em pessoa da família. IV – agregar para. anualmente. excetuando-se as decorrentes dos incisos I. II – o Oficial. na forma regulamentar. VI – quando Coronel. o número fixo de vagas necessárias à renovação. de Coronel do QOES. Art. aos cálculos correspondentes dos períodos seguintes. de dois em dois anos. b) somente poderá ser promovido por antigüidade. deduzindo-se das proporções fixadas no art. ou b) 35 (trinta e cinco) anos de efetivo exercício. Tenente – 54 anos. será fixado nas seguintes proporções: I – 1/5 (um quinto) por ano. do efetivo previsto para Coronel QOEM. b) Praças – 55 anos. observadas as disposições deste artigo e dos seguintes. § 3° – As frações que resultarem da aplicação das proporções estabelecidas neste artigo serão adicionadas. § 2° – Considera-se ano-base o período de 1° de janeiro a 31 de dezembro. VII – for abrangido pela Quota Compulsória. for demitido por necessidade de serviço ou for dispensado da função de Comandante-Geral e não aceitar nomeação para outro cargo policial-militar. 108 – O número de vagas previsto no artigo anterior. ao completar 30 (trinta) anos de serviço e: a) 6 (seis) anos ou mais de permanência no último posto de seu Quadro. c) o tempo de serviço será contado apenas para a promoção por antigüidade e para a transferência à inatividade. em qualquer hipótese. então. com prévia autorização ou mediante ato do Governador do Estado. do ano imediatamente anterior. por ano. Capitão – 55 anos. Art. que. do efetivo previsto para Tenente-Coronel do QOEM. inclusive as diferenças de vencimentos. até completar-se. 106 – A transferência “ex-officio” para a reserva remunerada verificar-se-á sempre que o servidor militar incidir em um dos seguintes casos: I – atingir as seguintes idades limites: a) Oficiais: Coronel – 59 anos. Art. cumulativamente. § 1° – A transferência para a reserva remunerada processar-se-á à medida que o servidor militar for enquadrado em um dos itens deste artigo. 109 – As vagas serão consideradas abertas na data da assinatura do ato que agregar. inativar. § 1° – O número de Oficiais a serem atingidos pela Quota Compulsória é calculado. II – uma. Art. inclusive na Administração Indireta. não eletivo. . Major – 56 anos. assumir cargo público civil temporário. § 2° – Enquanto permanecer no cargo que trata o inciso IV: a) fica assegurada a opção entre a remuneração do cargo e a do posto ou graduação. II e VII do artigo 106. um inteiro. 108 o total de vagas abertas no ano-base. inclusive. 107 – A Quota compulsória que se refere o inciso VII do artigo 106 assegurará.reserva só será concedida mediante indenização de todas as despesas correspondentes à realização do referido curso ou estágio. nas situações previstas no “caput” deste artigo. pelo menos.

112 – O Oficial da reserva remunerada poderá ser convocado para o serviço ativo por ato do Governador do Estado. exceto quanto à promoção. dando-se atendimento. Art. II e VII do art. não atingir o total de vagas da quota. para ser encarregado de Inquérito Policial-Militar ou para ser incumbido de outros procedimentos administrativos. 110 – O órgão competente organizará. e terão. por proposição do Comandante-Geral. pelos Oficiais da ativa que. até o dia 31 de janeiro de cada ano. não serão preenchidas por Oficiais excedentes ou desagregados em virtude de haver cessado as causas da agregação. sendo precedida de inspeção de saúde. requererem a sua inclusão na Quota Compulsória. de calamidade pública e nos casos de convocação e mobilização. a lista dos Oficiais que foram abrangidos pela Quota Compulsória. até 31 de dezembro do ano-base. alínea “a”. 114 – A reforma de que trata o artigo anterior será aplicada ao servidor militar que: I – atingir as seguintes idades-limites de permanência na reserva remunerada: a) para Oficial Superior – 64 anos b) para Capitão e Tenente – 60 anos c) para Praças – 56 anos II – for julgado incapaz definitivamente para o serviço ativo da Brigada Militar e não houver possibilidade de. II – se o número de Oficiais voluntários. em face da aplicação daquele dispositivo. § 1° – Os Oficiais indicados para integrar a Quota Compulsória anual serão notificados imediatamente pelo Presidente do órgão competente. ser readaptado em decorrência de limitação que . o prazo previsto no artigo 47. na falta de Oficial da ativa em situação hierárquica compatível com a do Oficial envolvido. a lista dos Oficiais destinados a integrar a Quota Compulsória. § 1° – O Oficial convocado nos termos deste artigo terá os direitos e deveres dos Oficiais da ativa de igual situação hierárquica. baixando-se os atos de agregação. a que não concorrerá. aos mais idosos. efetivar-se-á dentro dos 60 (sessenta) dias seguintes ao da agregação. com 30 (trinta) anos de serviço. por prioridade. no Boletim Geral da Corporação. § 3° – A transferência para a reserva. § 1°. § 2° – A convocação de que trata este artigo terá a duração necessária ao cumprimento da atividade que a ela deu origem. 113 – A passagem do servidor militar à situação de reformado efetua-se “ex-officio”. esse total será completado “ex-offício” entre os Oficiais de maior antigüidade no posto. 111 – A transferência do servidor militar para a reserva remunerada pode ser suspensa na vigência de estado de sítio.§ 4° – As vagas decorrentes das inativações previstas nos incisos I. III – deixarão de ser indicados os Oficiais agregados por extravio ou deserção. limitados ao número de vagas e desde que contem. § 6° – A indicação dos Oficiais para integrarem a Quota Compulsória obedecerá às seguintes prescrições: I – inicialmente serão apreciados os requerimentos apresentados até 31 de dezembro do ano-base. Art. e contará como acréscimo esse tempo de serviço. cujos efeitos se contarão a partir da data da publicação da lista. para compor o Conselho de Justificação. por abrangência da Quota Compulsória. na forma regulamentar. será publicada. 106 e as resultantes das promoções efetivas nos diversos postos. para apresentar recurso contra esta medida. Art. nos termos da lei. na forma do § 6° do artigo anterior. não devendo ser superior ao prazo de doze meses e dependerá da anuência do convocado. no posto imediatamente inferior. Oficiais que satisfaçam as condições de acesso. § 5° – As Quotas Compulsórias só serão aplicadas quando houver. DA REFORMA Art. na forma do inciso I. no mínimo. Art. § 2° – Decorrido o prazo recursal. contando mais de 20 (vinte) anos de tempo de efetivo serviço.

§ 3° – O parecer definitivo a adotar. bem como em decorrência da agressão sofrida e não provocada pelo serviço militar. em processo regular. por sentença passada em julgado. sendo os termos do acidente. quando reformado por limite de idade. sempre que necessário. em conseqüência de Conselho de Justificação a que foi submetido. atualizado e. bem como os registros de baixa. aplica-se o disposto na alínea “b” do inciso I deste artigo. Parágrafo único – A situação de inatividade do servidor militar da reserva remunerada. IV – for condenado à pena de reforma. c) em treinamento. mediante homologação de Junta de Saúde ainda que se trate de moléstia curável. por ter sido julgado incapaz temporariamente. ficará condicionado a um período de consolidação extranosocomial nunca inferior a seis meses contados a partir da época da cura. tal medida for indicada ao Comandante-Geral da Brigada Militar em julgamento de Conselho de Disciplina. ainda que ocorrido em horário ou local diverso daquele determinado para o exercício de suas funções. VI – sendo Aluno-Oficial ou Praça com estabilidade assegurada. nos casos de tuberculose. exceto quanto às condições de convocação. III – doença. ou por decisão do Comandante-Geral da Brigada Militar. estados avançados do mal de Paget (osteíte deformante). o órgão responsável pelo pessoal da Corporação organizará a relação dos servidores militares que houverem atingido a idadelimite de permanência na reserva remunerada. a atividade da doença. IV – tuberculose ativa. mediata ou imediatamente. pênfigo. com segurança. no mês de fevereiro. com as atribuições do posto ou graduação. de modo a comprovar. esclerose múltipla. 115 – Anualmente. e d) em represália. após acompanhar sua evolução até três períodos de seis meses de tratamento clínico-cirúrgico metódico. a fim de serem reformados. papeletas de tratamento nas enfermarias e hospitais. Síndrome de Imunodeficiência Adquirida e outras que a lei indicar. nosocomial. respectivamente. hanseníase. . por sua condição de servidor militar. Art. no exercício de suas atribuições. moléstia ou enfermidade sem relação de causa e efeito com o serviço. cegueira. em extinção. nefropatia grave. II e III deste artigo serão provados por atestado de origem ou inquérito sanitário de origem. alienação mental. males de Addison e de Parkinson. não sofre solução de continuidade. as Juntas de Saúde deverão basear seus julgamentos. § 2° – O servidor militar reformado na forma dos itens V e VI só poderá readquirir a situação de servidor militar anterior. conforme a avaliação médica a ser procedida por Junta Policial-Militar de Saúde. a pedido ou ex-offício. V – sendo Oficial. para os portadores de lesões aparentemente inativas. § 2° – Nos casos de tuberculose. paralisia irreversível e incapacitante. b) por situação ocorrida no percurso da residência para o trabalho e vice-versa. 116 – A incapacidade definitiva pode sobrevir em conseqüência de: I – ferimento sofrido em ação policial ou enfermidade contraída nessa circunstância ou que nela tenha causa eficiente. cardiopatia grave.tenha sofrido em sua capacidade física e mental. em julgamento por ele efetuado. moléstia ou enfermidade adquirida com relação de causa e efeito a condições inerentes ao serviço. a reforma tiver sido determinada pelo Tribunal Militar do Estado. espondiloartrose anquilosante. § 1° – Aos atuais postos de 1° e 2° Tenentes. baixa ao hospital. obrigatoriamente. salvo quando se tratar de formas avançadas no conceito clínico e sem qualquer possibilidade de regressão completa. V – acidente. § 1° – Os casos de que tratam os itens I. neoplasia maligna. em observações clínicas acompanhadas de repetidos exames subsidiários. III – estiver agregado por mais de dois anos. por outra sentença do Tribunal Militar do Estado e nas condições nela estabelecidas. as quais terão parecer imediato da incapacidade definitiva. com base na medicina especializada. Art. II – acidente em serviço. utilizados como meios subsidiários para esclarecer a situação. doença. entendido como: a) por ato relacionado. prevista em lei.

no qual.§ 4° – Considera-se alienação mental todo caso de distúrbio mental ou neuro-mental grave persistente. Art. Art. julgado incapaz definitivamente por um dos motivos constantes do item I do artigo 116. com impossibilidade total e permanente para qualquer trabalho. observado o limite de idade para permanência nessa situação. será promovido extraordinariamente. em grau de recurso ou revisão. que tornem o indivíduo total e permanentemente impossibilitado para qualquer trabalho. sensibilidade. 117 – O servidor militar da ativa. esgotados os meios habituais de tratamento. com impossibilitante total e permanente para qualquer trabalho. 119 – O servidor militar da ativa. com qualquer tempo de serviço. § 2° – A transferência para a reserva remunerada. § 2° – A interdição judicial do servidor militar e seu internamento em instituição apropriada. no qual. § 8° – São equiparados à cegueira. § 6° – Considera-se paralisia todo caso de neuropatia grave e definitiva que afeta a motilidade. seja considerado inválido. 118 – O servidor militar da ativa. como também os de visão rudimentar que apenas permitam a percepção de vultos. o servidor militar considerado inválido. permaneça alteração completa ou considerável na personalidade. Art. motilidade. Art. não só os casos de afecção crônica. troficidade e mais funções nervosas. Parágrafo único – Nos casos previstos nos itens II. Art. esgotados os meios habituais de tratamento. parentes ou responsáveis. querósteo-músculo-articulares residuais. verificada a incapacidade definitiva. que for julgado apto em inspeção de saúde pela Junta Superior de Saúde. nos quais. progressiva e incurável que conduzirão à cegueira total. assim julgadas pelas Juntas de Saúde. até sessenta dias a contar da data do ato da reforma. § 1° – O retorno ao serviço ativo ocorrerá se o tempo decorrido na situação de reformado não ultrapassar dois anos e na forma do § 1° do artigo 97. desde que. policial-militar ou não. extensos e definitivos. destruindo a autodeterminação do pragmatismo e tornando o indivíduo total e permanentemente impossibilitado para qualquer trabalho. III e IV do artigo anterior. julgado incapaz definitivamente por um dos motivos constantes dos itens I. quer secundários das funções nervosas. terá a sua remuneração paga aos seus beneficiários. não suscetíveis de correção por lentes nem removíveis por tratamento médico-cirúrgico. permaneçam distúrbios extensos e definitivos. 120 – O servidor militar. enquanto não ocorrer a designação judicial de curador. § 5° – Ficam excluídas do conceito de alienação mental as epilepsias psíquicas e neurológicas. será reformado: I – com remuneração proporcional ao tempo de serviço. desde que o tenham sob sua guarda e responsabilidade e lhe dispensem tratamento humano e condigno. será reformado com remuneração integral. poderá retornar ao serviço ativo ou ser transferido para a reserva remunerada. se Oficial ou Praça com estabilidade assegurada. ocorrerá se o tempo decorrido na situação de reformado ultrapassar dois anos. será reformado com remuneração correspondente ao grau hierárquico imediatamente superior ao que possuir na ativa. reformado por incapacidade definitiva. nos termos definidos em lei específica. 121 – O servidor militar reformado por alienação mental. que tornem o indivíduo total e permanentemente impossibilitado para qualquer trabalho. antes de ser reformado. II – com remuneração integral do seu posto ou graduação. § 1° – A interdição judicial do servidor militar reformado por alienação mental deverá ser providenciada pelos beneficiários. sob a pena de suspensão do pagamento da remuneração respectiva. julgado incapaz definitivamente por um dos motivos constantes do item V do artigo 116. III e IV do artigo 116. esgotados os meios habituais de tratamento permaneçam distúrbios graves. qualquer que seja o seu tempo de serviço. § 7° – São também equiparados a paralisias os casos de afecção ósteo-músculo-articulares graves e crônicos (reumatismos graves e crônicos ou progressivos e doenças similares). deverão ser providenciados pela Corporação quando: . II. troficidade ou mais funções.

III – incidir nos casos previstos em lei específica. § 3° – O Oficial demissionário a pedido não terá direito a qualquer remuneração. II – não forem satisfeitas as condições de tratamento exigidas neste artigo. que motivam o julgamento por Conselho de Justificação e neste for considerado culpado. § 2° – No caso de o Oficial ter feito qualquer curso ou estágio de duração superior a dezoito meses. por conta do Estado. estranho à sua carreira será imediatamente. e condenado à perda de posto e patente. DA DEMISSÃO. § 4° – O direito à demissão a pedido pode ser suspenso. 126 – O Oficial perderá o posto e a patente se for declarado indigno do Oficialato. se ainda não houverem decorrido mais de cinco anos de seu término. DA PERDA DO POSTO E DA PATENTE E DA DECLARAÇÃO DE INDIGNIDADE OU INCOMPATIBILIDADE COM O OFICIALATO Art.I – não houver beneficiários. sendo a sua situação militar definida pela Lei de Serviço Militar. diante de requerimento do interessado: I – sem indenização aos cofres públicos. em decorrência de julgamento a que for submetido. ou com ele incompatível. por julgamento do Tribunal Militar do Estado. Art. o Oficial que: I – for condenado por Tribunal Civil ou Militar a pena restritiva de liberdade individual superior a dois anos. e não tendo decorrido mais de três anos de seu término. 124 – O Oficial da ativa empossado em cargo público permanente. transferido para a reserva. Parágrafo único – O Oficial declarado indigno do Oficialato. se efetua: I – a pedido. a demissão só será concedida mediante indenização de todas as despesas correspondentes ao referido curso ou estágio. aplicar-se-á o disposto no parágrafo anterior. por decisão do Tribunal Militar do Estado. 125 – O Oficial que houver perdido o posto e a patente será demitido “ex-officio”. de sítio. sem direito a qualquer remuneração ou indenização. acrescidas. II – “ex-officio”. Art. IV – tiver perdido a nacionalidade brasileira. e terá a sua situação definida pela Lei do Serviço Militar. Art. quando contar com mais de cinco anos de Oficialato: II – com indenização das despesas feitas pelo Estado com a sua preparação e formação. 123 – A demissão a pedido será concedida. § 3° – Os processos e os atos de registro de interdição do servidor militar serão isentos de custas na Justiça Estadual. em decorrência de sentença condenatória passada em julgado. aplicada exclusivamente aos Oficiais. só poderá readquirir a situação de servidor militar anterior por outra sentença do Tribunal Militar do Estado e nas condições nela estabelecidas. § 1° – No caso de o Oficial ter feito qualquer curso ou estágio de duração igual ou superior a seis meses e inferior ou igual a dezoito meses. ou de incompatibilidade com o mesmo. quando contar menos de cinco anos de Oficialato. parentes ou responsáveis. 122 – A demissão da Brigada Militar. de mobilização ou de calamidade pública. . por conta do Estado. na vigência de estado de guerra. e nos casos de perturbação da ordem interna. não podendo acumular qualquer proventos de inatividade com a remuneração do cargo público permanente. Art. onde ingressará com o posto que possuir na ativa e com as obrigações estabelecidas em lei. 127 – Fica sujeito a declaração de indignidade para o Oficialato. mediante demissão “ex-officio”. ou com ele incompatível. II – for condenado por sentença passada em julgado por crime para o qual a lei comine essa pena acessória. se for o caso. Art. das previstas no item II deste artigo a das diferenças de vencimentos.

se a exclusão for conseqüência de sentença daquele Conselho. Parágrafo único – O Aluno-Oficial ou a Praça com estabilidade assegurada que houver sido excluído a bem da disciplina. empossadas em cargo público permanente estranho à sua carreira. 131 – A anulação de inclusão. 128 – O licenciamento do serviço ativo. III – a bem da disciplina. ocorrerá durante a prestação do serviço policialmilitar inicial nos seguintes casos: I – de irregularidade no recrutamento. DA EXCLUSÃO DA PRAÇA A BEM DA DISCIPLINA Art. por haverem sido condenadas em sentença passada em julgado por aquele Conselho ou pela Justiça Civil a pena restritiva de liberdade individual superior a dois anos. a metade do tempo de serviço a que se obrigou. § 1° – O licenciamento a pedido poderá ser concedido.DO LICENCIAMENTO Art. DA ANULAÇÃO DE INCLUSÃO Art. § 5° – Compete ao Comandante-Geral o ato de licenciamento das Praças. 130 – O direito ao licenciamento a pedido poderá ser suspenso na vigência do estado de guerra ou de sítio e nos casos de perturbado da ordem interna. III – incidirem nos casos que motivaram julgamento por Conselho de Disciplina e neste forem considerados culpados. III – se o voluntário for portador de moléstia que o incapacite para o serviço e que haja escapado à observação da Junta Policial-Militar de Saúde. de mobilização ou de calamidade pública. por haverem perdido a nacionalidade brasileira. à Praça engajada ou reengajada que conte. § 2° – O licenciamento “ex-officio” se dará: I – por conclusão de tempo de serviço. nos crimes previstos na legislação especial concernente à Segurança Nacional. § 3° – O servidor militar licenciado não tem direito a qualquer remuneração e terá sua situação militar definida pela Lei do Serviço Militar. no mínimo. em sentença transitada em julgado. a pena de qualquer duração. II – “ex-officio”. em conseqüência da qual o voluntário venha a permanecer afastado do serviço durante noventa dias. II – por conveniência do serviço. ou. b) aos Alunos-Oficiais ou às Praças com estabilidade assegurada: I – sobre as quais houver pronunciado tal sentença o Conselho Permanente de Justiça. sem remuneração. II – de moléstia não adquirida em serviço. por ocasião da inspeção para a inclusão. Art. Art. § 4° – O licenciado “ex-officio” a bem da disciplina receberá o Certificado de Isenção previsto na Lei do Serviço Militar. e terão sua situação militar definida pela Lei do Serviço Militar. II – sobre as quais houver pronunciado tal sentença o Conselho Permanente de Justiça. consecutivos ou não. inclusive relacionada com a seleção. . 129 – O Aluno-Oficial e as demais Praças sem estabilidade assegurada. Parágrafo único – Às Praças que tiverem feito curso ou estágio aplicam-se as disposições dos parágrafo único do artigo 105. desde que não haja prejuízo para o serviço. serão imediatamente licenciados “ex-officio”. se efetua: I – a pedido. para as Praças. só poderá readquirir a situação de servidor militar anterior: a) por outra sentença do Conselho Permanente de Justiça e nas condições nela estabelecidas. 132 – A exclusão a bem da disciplina será aplicada “ex-officio” : a) às Praças sem estabilidade que forem condenadas a pena restritiva de liberdade superior a dois anos. no foro civil ou militar. Parágrafo único – Cabe ao Comandante-Geral determinar a anulação de Inclusão. aplicado somente às Praças.

será submetido a inspeção de saúde e. a sua situação será regulada na legislação específica. a bem da disciplina. Art. catástrofe. em processo regular. se assim julgar necessário. a data de publicação do respectivo ato no Diário Oficial do Estado. agregado para se ver processar e. com o conseqüente desligamento ou exclusão do serviço ativo. a partir da data da ocorrência do óbito. § l° – A demissão do Oficial ou exclusão da Praça com estabilidade processar-se-á após um ano de agregação. Parágrafo único – O servidor militar reaparecido será submetido a Conselho de Justificação ou a Conselho de Disciplina. § 1° – Considera-se como data de inclusão ou nomeação. 139 – Os servidores militares começam a contar tempo de serviço na Brigada Militar a partir da data de sua inclusão ou nomeação para o posto ou graduação. § 2° – O servidor militar reincluído recomeça a contar tempo de serviço na data de publicação. sinistro aéreo. tão logo sejam esgotados os prazos máximos de possível sobrevivência ou se dêem por encerradas as providências de salvamento.b) por decisão do Comandante-Geral da Brigada Militar. 134 – A exclusão da Praça a bem da disciplina acarreta a perda do seu grau hierárquico e não a isenta das indenizações dos prejuízos causados à Fazenda Estadual ou a terceiros. na hipótese de ser julgado incapaz. já desligado do serviço ativo. por decisão do Comandante-Geral da Brigada Militar. DO FALECIMENTO E DO EXTRAVIO Art. DO TEMPO DE SERVIÇO Art. ao ser oficialmente declarada desertora. § 1° – O desligamento do serviço ativo será feito seis meses após a agregação por motivo de extravio. a seguir. Art. se a exclusão for conseqüência de ter sido julgado culpado em Conselho de Disciplina. Art. das Praças com estabilidade. no Diário Oficial do Estado. . enquanto se apuram as causas que deram origem ao seu afastamento. do ato concernente a sua reinclusão. calamidade pública ou outros acidentes oficialmente reconhecidos. reincluído no serviço ativo e. se julgado apto. § 2° – A Praça sem estabilidade assegurada será automaticamente excluída. § 4° – A reinclusão em definitivo do servidor militar de que trata o parágrafo anterior dependerá de sentença do Conselho de Justiça. 135 – A deserção do servidor militar acarreta a interrupção do serviço policial-militar. Parágrafo único – A Praça excluída a bem da disciplina não terá direito a qualquer remuneração ou indenização e sua situação militar será definida pela Lei do Serviço Militar. DA DESERÇÃO Art. com a conseqüente demissão “ex-officio” para o Oficial ou exclusão do serviço ativo para a Praça. 133 – Compete ao Comandante-Geral da Brigada Militar o ato de exclusão. a partir da data em que o mesmo foi oficialmente considerado extraviado. § 3° – O servidor militar desertor que for capturado ou que se apresentar voluntariamente depois de haver sido demitido ou excluído. para fins deste artigo. para fins deste Estatuto. se não houver captura ou apresentação voluntária antes do término desse prazo. resulta em sua reinclusão e nova agregação. 138 – O reaparecimento do servidor militar extraviado ou desaparecido. Art. o extravio ou o desaparecimento do servidor militar da ativa será considerado como falecimento. 137 – O extravio do servidor militar da ativa acarreta interrupção do serviço policial-militar com o conseqüente afastamento temporário do serviço ativo. nem das pensões decorrentes de sentença judicial. 136 – O falecimento do servidor militar da ativa acarreta interrupção do serviço policial-militar. § 2° – Em caso de naufrágio.

para a correspondente obtenção dos anos de efetivo serviço. IV – decorrido em cumprimento de pena de suspensão do exercício do posto. em gozo de licença especial. ou parte dela. apurados e totalizados em dias. desde que não tenha sido concedida suspensão condicional da pena. Art. VI – decorrido após completada a idade limite de permanência no serviço ativo da força.§ 3° – Quando. para cada caso particular. será aplicado o divisor trezentos e sessenta e cinco. . de acordo com os elementos disponíveis. 142 – “Anos de serviço” é a expressão que designa o tempo de efetivo serviço a que se refere o artigo anterior. nessa situação. 141 – Tempo de efetivo serviço é o espaço de tempo computado dia a dia entre a inclusão ou nomeação e a data limite estabelecida para contagem ou data do desligamento do serviço ativo. § 3° – Não é computável. por motivo de força maior oficialmente reconhecido. faltarem dados para contagem de tempo de serviço. contado em dobro. inclusive quanto à percepção definitiva de gratificação de tempo de serviço. caberá ao Comandante-Geral arbitrar o tempo a ser computado. sinistro aéreo. inundação ou outras calamidades. § l° – Os acréscimos a que se refere o inciso I serão computados somente no momento da passagem do servidor militar à situação de inatividade. Art. como incêndio. 140 – Na apuração de tempo de serviço policial-militar. nomeação ou reinclusão na Brigada Militar. VII – decorrido após a data em que for julgado incapaz definitivamente para o serviço ativo. cargo. ou graduação. 144 – O tempo de serviço passado pelo servidor militar no exercício de atividades decorrentes ou dependentes de operações de guerra será regulado em legislação específica. § 4° – As restrições constantes dos §§ l° e 2° do presente artigo não prejudicarão a vigência dos artigos 15 a 17 da Lei n° 6. matrícula. de 30 de dezembro de 1976. o tempo: I – que ultrapassar de um ano. ou função por sentença passada em julgado.° 7057. naufrágio. § 3° – Ao tempo de efetivo serviço. não gozada. será computado como se ele o tivesse passado no exercício daquelas funções. mesmo que tal espaço de tempo seja parcelado. pelo servidor militar da reserva convocado ou mobilizado. em conseqüência de ferimentos recebidos em acidente quando em serviço. V – decorrido em cumprimento de pena restrita da liberdade. Art. além dos afastamentos previstos no artigo 66. ou de moléstia adquirida no exercício de qualquer função policial-militar. Art. com os seguintes acréscimos: I – tempo de serviço público federal. os períodos em que o servidor militar estiver afastado do exercício de suas funções. 143 – O tempo que o servidor militar vier a passar afastado do exercício de suas funções. por sentença passado em julgado. § l° – Será. para tratar de interesse particular. II – anos de serviço. estadual ou municipal prestado pelo servidor militar anteriormente a sua inclusão. nas Organizações Policiais-Militares. de que trata este artigo. após as investigações que couberem.196. de 15 de janeiro de 1971. § 2° – Os acréscimos a que se refere o item II serão computados somente no momento da passagem do servidor militar a situação de inatividade e. para todos os efeitos legais. na manutenção da ordem pública. II – passado em licença. em licença para tratamento de saúde de pessoa da família. para efeito algum. no exercício de funções servidores militares na forma do artigo 112. II – tempo relativo a cada licença-especial. § 2° – Não serão deduzidos do tempo de efetivo serviço. será feita a distinção entre: I – tempo de serviço efetivo. computado como tempo de efetivo serviço o tempo passado dia a dia. acrescido do tempo de serviço de que trata a Lei Estadual n. Art. III – passado como desertor. também. contínuo ou não.

municipal ou passado em administração indireta. . para outro ponto do Estado ou do Território Nacional. será de dois anos. será a do desligamento do serviço ativo. 146 – A data-limite estabelecida para o final de contagem dos anos de serviço. 145 – O tempo de serviço dos servidores militares beneficiados por anistia será contado conforme estabelecer o ato legal que a conceder. 150 – As recompensas constituem reconhecimento de bons serviços prestados pelos servidores militares. Art. como engajados ou reengajados. ser concedida prorrogação desse tempo. em caráter temporário. para acompanhar o cônjuge. estadual ou municipal. Parágrafo único – As dispensas de serviço serão concedidas com remuneração correspondente ao cargo ou função e computadas como tempo de efetivo serviço. d) dispensa do serviço. c) elogios. nem com os acréscimos de tempo. segundo as conveniências da Corporação e de acordo com a legislação pertinente. § 2° – As recompensas serão concedidas de acordo com as normas estabelecidas nas leis e nos regulamentos da Brigada Militar. II – em decorrência de prescrição médica. devidamente instruído. Art. 147 – Na contagem dos anos de serviço não poderá ser computada qualquer superposição entre si dos tempos de serviço público federal. referências elogiosas. nem com tempo de serviço computável após a inclusão em Organização Policial-Militar ou órgão de formação de Polícia-Militar ou a nomeação para posto da Brigada Militar. independentemente de solicitação própria. uma ou mais vezes. b) condecorações por serviços prestados. DAS RECOMPENSAS E DAS DISPENSAS DO SERVIÇO Art. 153 – Às Praças que concluírem o tempo de serviço a que estiverem obrigadas. poderá. podendo ser renovada a cada dois anos. § 1° – São recompensas aos servidores militares: a) prêmios de Honra ao Mérito. 152 – As dispensas do serviço podem ser concedidas aos servidores militares: I – como recompensa. Art. estadual. DA LICENÇA PARA ACOMPANHAR O CÔNJUGE Art. 148 – O servidor militar estável terá direito à licença. 151 – As dispensas do serviço são autorizações concedidas aos servidores militares para afastamento total do serviço. Parágrafo único – O tempo de serviço policial-militar inicial.Art. Art. sem remuneração e sem a contagem de tempo de serviço. louvores. desde que requeiram. 149 – A licença será concedida mediante pedido do servidor militar. quando este for transferido. DA PRORROGAÇÃO DO SERVIÇO POLICIAL-MILITAR Art. bem como os de engajamento e de reengajamento. para fins de passagem para a inatividade. para os possuidores de curso universitário. Art. para o exterior ou para o exercício de mandato eletivo dos Poderes Executivo e Legislativo federal.

162 – Esta lei entra em vigor no primeiro dia do mês seguinte ao de sua publicação. em Porto Alegre. Art. o Conselho de Justificação (Lei n° 5. . 160 – Os servidores militares inativados na forma prevista pelo artigo 167. por necessidade do serviço. de 30 de janeiro de 1978. 157 – O cônjuge do servidor militar. são considerados promovidos ao grau hierárquico imediato. para qualquer estabelecimento de ensino do Estado.836/72) e o Conselho de Disciplina (Decreto federal n° 71. removido ou designado para a sede do município onde servir o servidor militar. 154 – A assistência religiosa aos servidores militares será regulada em lei específica. incisos I.500/72). no que couberem. sem prejuízo de qualquer dos seus direitos. à condição de adido ou posto à disposição de qualquer órgão do serviço público estadual. se o requerer. o Regulamento de Continências. Parágrafo único – Quando. 155 – É vedado o uso. o servidor militar mudar a sede do seu domicílio. terá assegurado o direito de transferência e matrícula. Art.138. 161 – As Praças terão direito ao fardamento de serviço por conta do Estado. Honra e Sinais de Respeito das Forças Armadas (R/2). as disposições do Estatuto e Regime Jurídico Único dos Servidores Públicos Civis do Estado do Rio Grande do Sul. em especial a Lei n° 7. nos casos omissos na presente Lei. de 30 de janeiro de 1978. (DOE de 19/08/97) ANTÔNIO BRITTO. o Regulamento Interno e dos Serviços Gerais do Exército (R/1). por parte de organizações civis.138. 156 – Aplicam-se à Brigada Militar. PALÁCIO PIRATINI. Art. se necessário. o Regulamento de Administração do Exército (R/3). 159 – Aplicam-se aos servidores militares.DAS DISPOSIÇÕES FINAIS E TRANSITÓRIAS Art. Art. o Regulamento de Correspondência do Exército. para si e seus dependentes. independente de vaga e em qualquer grau. Art. clubes. § 1°. passando. Art. de acordo com a tabela de distribuição elaborada pela Brigada Militar. será. círculos e outros. Art. sendo servidor estadual. 18 de agosto de 1997. mantendo-se inalterado o cálculo dos respectivos proventos. Art. excetuadas as associações. Governador do Estado. Art. 163 – Revogam-se as disposições em contrário. II e III da Lei n° 7. que congreguem membros da Brigada Militar. 158 – Não se aplicam as disposições deste Estatuto ao pessoal civil em serviço na Brigada Militar. de designações que possam sugerir a sua vinculação à Brigada Militar.

quadros ou qualificações. são exigidas também. Parágrafo único – Quando se tratar de candidato reservista das Forças Armadas. h) ter. “d”. . psicológico e intelectual. O GOVERNADOR DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL. deverá ter sido licenciado. II – estar quite com as obrigações eleitorais e militares. as seguintes condições específicas: I – Curso de Formação de Oficiais do Quadro de Oficiais de Polícia. 1º – O ingresso na Brigada Militar será efetuado com observância do que dispõe o Estatuto dos Policiais Militares do Estado e do estabelecido no presente Decreto. VI – não ter sido isentado do serviço militar por incapacidade física definitiva. até 31 de dezembro do ano da inscrição. Art. “f” e “g” do inciso I. o candidato. da Constituição do Estado. DE 08 DE JULHO DE 1997. no comportamento “bom”. 3º – Além das condições gerais previstas no artigo anterior. b) ser do sexo masculino. deverá apresentar as seguintes condições gerais: I – possuir ilibada conduta pública e privada. V – não estar respondendo a processo criminal. Dispõe sobre as condições gerais e específicas para ingresso voluntário na Brigada Militar. as condições específicas estabelecidas nas letras “b”. para ingresso na Brigada Militar com destino a cursos.65m (um metro e sessenta e cinco centímetros). IV – não ter sofrido condenação criminal com pena privativa de liberdade. físico. 2º – O candidato a ingresso nos quadros da Brigada Militar. III – Curso de Formação de Soldado PM. exigidos para inclusão. e) possuir o 2º grau completo ou equivalente. as condições específicas estabelecidas nas letras “b”. Art. “e”. de acordo com a legislação de ensino em vigor.Militar: a) ser brasileiro nato. d) possuir altura mínima de 1. “e”. medida de segurança ou qualquer condenação incompatível com a função policial militar. “d”. inciso V. DECRETA: Art. da Qualificação Policial-Militar Geral: a) satisfazer. III – não figurar como indiciado em inquérito policial militar. g) não ter sido desligado de Estabelecimento de Ensino Militar ou Policial-Militar por motivo disciplinar.LEGISLAÇÃO COMPLEMENTAR DECRETO Nº 37. no uso da atribuição que lhe confere o artigo 82. II – Curso de Formação de Sargentos da Qualificação Policial Militar Geral: a) satisfazer. nomeação ou matrícula nos cursos da Brigada Militar. idade inferior a 23 (vinte e três) anos. o candidato.536. VII – ter obtido aprovação nos exames de saúde. c) ser solteiro e não possuir encargos de família. no mínimo. “f” e “g” do inciso I. f) não ter sido dispensado de incorporação das Forças Armadas por motivo considerado também incompatível com as exigências para o curso.

Art. 3° – Compete à Brigada Militar: I – executar. b) satisfazer. onde se presuma ser possível a perturbação da ordem pública. PALÁCIO PIRATINI. na categoria “B”. Art. em Porto Alegre. inciso IV. para o Curso de Formação de Soldado PM. as condições das letras “c”. a candidata. planejada pela autoridade policial-militar competente. “g” e “h” do inciso I para o Curso de Formação de Oficiais. classificada. destinada à preservação da ordem pública e à incolumidade das pessoas e do patrimônio. 1° – A Brigada Militar. em cumprimento ao disposto no artigo 82. O GOVERNADOR DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL. quando do sexo feminino. b) ser brasileira nata. como força de dissuasão. é uma Instituição permanente e regular. Dispõe sobre a Organização Básica da Brigada Militar do Estado e dá outras providências. V – Quadro de Oficiais de Saúde: a) observar as disposições aplicáveis do Decreto nº 30. 08 de julho de 1997. ressalvada a competência das Forças Armadas. IV – Cursos de Formação dos Quadros Especiais de Polícia-Militar Feminina: a) ser do sexo feminino. à Secretaria de Estado responsável pela Segurança Pública no Estado do Rio Grande do Sul. e as letras “b” e “c” do inciso III. condição exigida das candidatas ao oficialato. de 29 de dezembro de 1981. . administrativa e operacionalmente.b) possuir Carteira Nacional de Habilitação que lhe permita conduzir veículo automotor. 6º – Revogam-se as disposições em contrário. em locais ou área específicas. idade inferior a 28 anos. Art. a manutenção da ordem pública e o exercício dos poderes constituídos.60m (um metro e sessenta centímetros). 2º – A Brigada Militar vincula-se. o candidato. Polícia Militar do Estado do Rio Grande do Sul. a polícia ostensiva. “c” e “d” do inciso IV. com exclusividade. (DOE de DE 09/07/97) LEI Nº 10. até a data da inscrição para ingresso na Brigada Militar.512. e) possuir o 2º grau completo ou equivalente. 4º – Compete ao Comandante-Geral da Brigada Militar baixar normas complementares a estas disposições. até a data da inscrição no concurso. c) ter. DE 18 DE AGOSTO DE 1997. a fim de assegurar o cumprimento da lei. que a Assembléia Legislativa aprovou e eu sanciono e promulgo a Lei seguinte: Art. 5º – Este Decreto entra em vigor na data de sua publicação. organizada com base na hierarquia e na disciplina. Governador do Estado em exercício. Faço saber. VICENTE BOGO. Art.991. c) ter. as condições específicas estabelecidas nas letras “b”. Art. no mínimo. a idade de 25 anos. da Constituição do Estado. d) ter altura mínima de 1. c) satisfazer. no momento da inclusão. II – atuar preventivamente.

4° – A Brigada Militar estrutura-se em órgãos de Direção. no desempenho de atividade policial-militar no âmbito de suas circunscrições territoriais. Parágrafo único – São autoridades policiais-militares o Comandante-Geral da Brigada Militar. com os poderes e deveres inerentes à função. VI – OPM Especiais. II – OPM de Bombeiros. os Oficiais. efetivo. 6° – O Comandante-Geral. III – OPM de Ensino. § 4º – Os órgãos de Polícia Militar (OPM) compreendem: I – OPM de Polícia Ostensiva. VII – o Gabinete do Comandante-Geral. . Art. V – OPM de Saúde. competindo-lhe: I – a Coordenação geral das atividades da Instituição. organização. já inserida no texto) VI – executar o serviço de prevenção e combate a incêndio. IX – executar as atividades de defesa civil no Estado. competindo-lhe a sua administração. (Inciso V do art. VI – a Ajudância Geral.3º retificado no DOE de 27. que são os órgãos de Apoio da Brigada Militar. compete as atividades administrativo-operacionais indispensáveis ao cumprimento das finalidades da Instituição. IV – OPM de Logística. § 3° – Aos Comandos Regionais e aos órgãos de Polícia Militar (OPM). estrutura. o controle e a execução das diretrizes emanadas do comando da Instituição. § 1° – Ao Comando-Geral. IV – exercer atividades de investigação criminal militar. X – desempenhar outras atribuições previstas em lei.III – atuar repressivamente. III – a Direção do Conselho Superior. § 2° – Aos Departamentos. Art. nível. II – a Presidência da Comissão de Avaliação e Mérito. V – a Corregedoria-Geral.08. extinção. III – o Conselho Superior. e VIII – a Comissão de Avaliação e Mérito Art. atribuições. 7° – O Comando-Geral compreende: I – o Comandante-Geral. é a autoridade primeira da Instituição. V – atuar na fiscalização e controle dos serviços de vigilância particular no Estado. 5° – Os OPM têm criação. compete a administração da Instituição. 8° – O Comandante-Geral é indicado pelo Secretário de Estado responsável pelos assuntos de segurança pública e nomeado pelo Chefe do Poder Executivo Estadual. VII – fiscalizar e controlar os serviços civis auxiliares de combate a incêndio. aquático e terrestre no Estado. compete o planejamento. Art. Art. subordinação e grau de comando fixados considerando-se os indicadores de segurança pública da respectiva circunscrição territorial e os indicadores específicos da Instituição. a direção. em caso de perturbação da ordem pública e no gerenciamento técnico de situações de alto risco. de Apoio e de Execução. IV – o Estado Maior. II – o Subcomandante-Geral. VIII – realizar os serviços de busca e resgate aéreo. Oficial do último Posto da carreira do Quadro de Oficiais de EstadoMaior – QOEM. que é o órgão de Direção Geral da Brigada Militar.97. que são os órgãos de Execução da Brigada Militar. e as Praças em comando de fração destacada.

10 – Ao Conselho Superior. 11 – Ao Estado-Maior da Brigada Militar. compete o estudo e o planejamento estratégico da Instituição. instrução e pesquisa.Art. V – requisitar. são os responsáveis em suas respectivas circunscrições territoriais pelas atividades administrativo-operacionais dos OPM que lhe são subordinados. IV – avaliar. que atendam às necessidades da segurança pública. Art. Art. 19 – Os Departamentos organizam. 17 – À Comissão de Avaliação e Mérito. Art. órgão de assessoramento permanente do Comandante-Geral nos assuntos relativos às carreiras de Oficiais e Praças da Instituição. Parágrafo único – Compete à Corregedoria-Geral: I – cumprir atividades que lhe sejam atribuídas pelo Comandante-Geral. § 1°– Os Comandos Regionais. diretamente subordinada ao Comandante-Geral é o órgão de disciplina. 16 – O Gabinete do Comandante-Geral. 9º – O Subcomandante-Geral é o substituto. competindo-lhe igualmente as funções de assessorá-lo no cumprimento das atividades da Brigada Militar. pareceres técnicos e informações indispensáveis ao bom desempenho de sua função. do ComandanteGeral da Corporação. em razão do efetivo e da sua destinação. os elementos coligidos sobre o estágio probatório de integrantes da carreira de Servidor-Militar. e II – coordenar. podem receber denominações diferenciadas. de acordo com as necessidades da Instituição. Parágrafo único – O Subcomandante-Geral será indicado pelo Secretário de Estado responsável pelos assuntos de segurança pública. pessoal. ao qual compete o assessoramento direto ao ComandanteGeral. diligências. conforme a respectiva circunscrição territorial de atuação. Art. Art. 12 – O Estado Maior da Brigada Militar estrutura-se em: I – chefia. compete o controle. compreendendo: . para encaminhamento posterior ao Comandante-Geral. e II – seções. as atividades de ensino. saúde. informática e outras. sob a forma de sistemas. escalões intermediários de Comando. 15 – A Ajudância-Geral tem a seu cargo os serviços administrativos do Quartel do Comando-Geral e o atendimento de suas necessidades em pessoal e material. II – Assessorias. dirigir e controlar os trabalhos do Estado Maior. é composto por: I – Chefia. administração financeiro-contábil. § 2°– Os Comandos Regionais podem ser dotados de Centro de Operações Policiais Militares. 18 – Os Comandos Regionais. Art. realizando inspeções e correições e sugerindo as medidas necessárias ou recomendáveis para a racionalização e eficiência dos serviços. III – Secretaria Executiva. Art. Art. nos seus impedimentos eventuais. 14 – A Corregedoria-Geral. de qualquer autoridade. II – exercer a apuração de responsabilidade criminal. ouvido o Comandante-Geral. constituído pelos Coronéis da ativa em exercício na Instituição. avaliação e processamento das promoções. Art. certidões. orientação e fiscalização das atividades funcionais e da conduta dos servidores da Instituição. III – fiscalizar as atividades dos órgãos e servidores da Brigada Militar. logística. Art. e nomeado pelo Governador do Estado. 13 – Ao Chefe do Estado Maior compete: I – assessorar o Comandante-Geral. patrimônio. cabe o assessoramento em assuntos de interesse da Corporação. administrativa ou disciplinar. exames. órgão de assessoramento do Comando-Geral. e VI – elaborar o regulamento do estágio probatório dos servidores-militares.

Dispõe sobre a carreira dos Servidores Militares do Estado do Rio Grande do Sul e dá outras providências. fiscalização. 21 – Os Departamentos da Brigada Militar poderão dividir-se em divisão. manutenção e a contratação de todos os serviços. a contar de sua vigência. Art. Faço saber. 22 – O Poder Executivo regulamentará a presente Lei no que couber. controle e fiscalização das atividades de saúde da Instituição. ANTÔNIO BRITTO. órgão de planejamento. inciso IV. controle e fiscalização dos sistemas informatizados da Instituição. de Chefe do Estado-Maior. no prazo de 90 (noventa) dias. auditoria e execução das atividades financeiro-orçamentário-contábeis do pessoal. nesta ordem de hierarquia. competindo-lhe a aquisição. de que trata o “caput” deste artigo. 18 de agosto de 1997. § 1° – A função de Diretor do Departamento de Saúde será exercida por um Coronel do Quadro de Oficiais Especialistas em Saúde – QOES. 24 – Revogam-se as disposições em contrário. controle e fiscalização dos bens patrimoniais afetos à Instituição. Art. de Corregedor-Geral e de Diretores dos Departamentos são privativas do posto de Coronel do QOEM. IV – Departamento Administrativo.97) LEI COMPLEMENTAR Nº 10. 2º – Fica instituída a carreira dos Servidores Militares Estaduais de Nível Superior. órgão de planejamento. seção e setor. controle. de 20 de novembro de 1981.I – Departamento de Ensino. órgão de planejamento. Art. (DOE 19. de Subcomandante-Geral. em especial a Lei nº 7. da Constituição do Estado. 20 – As funções de Comandante-Geral. é constituída dos postos de Capitão. III – Departamento de Saúde.992. em Porto Alegre. 23 – Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação. distribuição. O GOVERNADOR DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL. V – Departamento de Informática. instrução e pesquisa. órgão de planejamento. § 1º – A carreira dos Quadros de Oficiais. Art. estruturada através do Quadro de Oficiais de Estado Maior – QOEM e do Quadro de Oficiais Especialistas em Saúde – QOES. Tenente-Coronel e Coronel. controle e fiscalização das atividades de ensino. . com competências a serem discriminadas em regimento interno. Art. 1º – Os Quadros de Organização da Brigada Militar e as carreiras dos Oficiais e Praças passam a observar os preceitos estatuídos na presente Lei. § 2° – VETADO Art. PALÁCIO PIRATINI. Governador do Estado. em cumprimento ao disposto no artigo 82. órgão de planejamento. II – Departamento de Logística e Patrimônio. que a Assembléia Legislativa aprovou e eu sanciono e promulgo a Lei seguinte: Art.08.556. Major. DE 18 DE AGOSTO DE 1997.

Art. Art. previstos no § 1º do artigo anterior. no mínimo. passam a integrar a carreira do QOES. far-se-á de acordo com as respectivas antigüidades e na ordem de precedência que entre si detinham seus integrantes.741. § 2º – Não haverá ingressos no posto inicial da carreira do QOEM e do QOES. têm assegurado o direito à ascensão hierárquica. por ato do Governador do Estado. cujo prazo de duração não excederá a dois anos. 3º – O ingresso no QOEM dar-se-á no posto de Capitão. § 1º – O ingresso no Curso Superior de Polícia Militar dar-se-á mediante concurso público de provas e títulos com exigência de diplomação no Curso de Ciências Jurídicas e Sociais. Art. por ato do Governador do Estado. com aprovação. previstos na Lei nº 9. aos novos Quadros por ela criados. serão declarados Segundo-Tenentes do QEOBMEx. o ocupante do posto de Capitão deverá ter prestado serviços em órgão de execução por um período. . decorrentes da conclusão dos Cursos instituídos nos artigos 3º e 4º desta Lei. enquanto estiverem freqüentando o Curso Superior de Polícia Militar. § 3º – O Curso de Aperfeiçoamento de Oficiais e o Curso Superior de Polícia Militar. com aprovação. do Curso Básico de Oficiais de Saúde – CBOS. mediante concurso público de provas e títulos e conclusão. respectivamente. sendo exigido diploma de nível superior na respectiva área da saúde. ficam incorporados à carreira do QOEM. previstos na Lei nº 9. cursados pelos integrantes do Quadro de Oficiais de Polícia Militar – QOPM. aplicando-se-lhes o Estatuto dos Servidores Militares do Estado do Rio Grande do Sul e o Regulamento de Promoções. de. § 5º – O Curso Superior de Formação de Oficiais da Brigada Militar (CSFO/BM). através de aprovação no Curso Superior de Polícia Militar. pelo ocupante do posto de Tenente-Coronel. do Curso de Especialização em Políticas e Gestão de Segurança Pública – CEPGSP. consecutivo ou não. sendo que estes postos serão extintos à medida que vagarem os respectivos cargos. Tenente-Coronel e Coronel da atual carreira do Quadro de Oficiais de Polícia Militar – QOPM e o posto de Capitão da atual carreira do Quadro Especial de Oficiais de Polícia Militar Feminina – QEOPMFem. § 1º – Para a promoção ao posto de Major. 7º – Os integrantes do QOPM. do QEOPMFem e do QOS. 6º – Os postos de Capitão. de 20 de outubro de 1992. da atual carreira do Quadro de Oficiais de Saúde – QOS. três anos e ter concluído. por ocasião da formatura no respectivo Curso Superior de Formação de Oficiais – CSFO. com ingresso até a data de vigência desta Lei. o Curso Avançado de Administração Policial Militar – CAAPM. 4º – O ingresso no QOES dar-se-á no posto de Capitão. assim como os postos mencionados neste artigo. nos Quadros de origem. § 2º – Os aprovados no concurso público de que trata o parágrafo anterior. Major. serão considerados Alunos-Oficiais. e os atuais postos de Primeiro e Segundo-Tenentes do QOS passam também a constituir o Quadro Especial de Oficiais de Saúde da Brigada Militar em Extinção – QEOSBMEx. 5º – A ascensão funcional nos postos do QOEM e do QOES ocorrerá após decorrido o interstício mínimo de oito anos de efetivo serviço em cada posto imediatamente anterior ao correspondente à promoção. bem como os integrantes dos Quadros Especiais em extinção.§ 2º – A inclusão no quadro de acesso para a promoção ao posto de Coronel poderá ser recusada pelo servidor. após concluída a formação específica. § 3º – A incorporação dos Oficiais oriundos dos Quadros extintos por esta Lei. § 4º – Os atuais Alunos-Oficiais. § 1º – Os atuais postos de Primeiro e Segundo-Tenentes do QOPM e do QEOPMFem passam a constituir o Quadro Especial de Oficiais da Brigada Militar em Extinção – QEOBMEx. com vigência anterior a esta Lei. igualmente previstos na mencionada Lei. independentemente do interstício e tempo de serviço em órgão de execução previstos no artigo 5º desta Lei. com vigência anterior a esta Lei. exige a conclusão. de 20 de outubro de 1992. são equivalentes e substituídos. com aprovação.741. pelos Cursos previstos nos parágrafos 1º e 2º deste artigo. § 2º – O acesso à promoção ao posto de Coronel. até a sua extinção. Art. enquanto não forem promovidos ao posto de Capitão os integrantes dos Quadros Especiais previstos no parágrafo anterior. mediante ato do Governador do Estado. Art. é equivalente e substituído pelo Curso Superior de Polícia Militar.

13 – As Qualificações Policiais-Militares a que se refere o artigo anterior. após a aprovação em concurso público e no Curso Básico de Formação Policial-Militar – CBFPM. no mínimo. Art. Art. (Art. conforme os parágrafos anteriores. previstas na Lei nº 9. integram o total do efetivo fixado para a graduação de Soldado. em ordem sucessiva. composta. § 4° – Aos servidores militares beneficiados pelo parágrafo 1° deste artigo não se aplica a regra de promoção à graduação imediatamente superior quando da transferência para a reserva remunerada. 11 – Fica instituída a carreira dos Servidores Militares Estaduais de Nível Médio. preservado o disposto no § 4º do artigo anterior. voltadas ao desenvolvimento da segurança pública. de 20 de outubro de 1992. ficando assegurado aos seus atuais integrantes a ascensão hierárquica. § 5° – As vagas preenchidas na graduação de Terceiro-Sargento. respeitado o efetivo para ela fixado na Lei citada. ficam extintas. Art. mediante a formação em serviço dos atuais Soldados e Cabos que contarem com mais de 20 (vinte) anos de serviço militar e tiverem classificação. 10 – Os Quadros de Oficiais de Administração (QOA) e de Oficiais Especialistas (QOE). criado por esta Lei.741. revertendo os cargos. 8º – O Oficial do Quadro de Oficiais de Estado Maior – QOEM exerce o Comando. pesquisa. Chefia ou Direção dos órgãos administrativos de média e alta complexidade da estrutura organizacional da Corporação e das médias e grandes frações de tropa de atividade operacional. os cargos do Quadro de Primeiro-Tenentes de Polícia Militar – QTPM. Art.741. aplicando-lhes as disposições do artigo anterior. integrada pelo Quadro de Primeiro-Tenentes de Polícia Militar – QTPM e pelas Qualificações Policiais-Militares – QPM – para Praças. ouvido o Secretário de Estado da Justiça e da Segurança. § 1° – A graduação de Terceiro-Sargento será provida. são constituídas pelas graduações de Soldado de 1ª classe. para o provimento referido no parágrafo anterior. em igual número. Art. para a graduação de Soldado. poderão ser providos. alterado p/LC nº 11. incumbindo-lhe o planejamento. ou da reforma. Art. Segundo Sargento e Primeiro Sargento. de 20 de outubro de 1992. à medida em que vagarem. na forma regulamentar. no comportamento “Bom”. a direção e a execução das atividades de ensino. 16 – As graduações de Cabo e Subtenente. Art. respectivamente.170/98. por ato do Comandante-Geral da Brigada Militar. com exigência da escolaridade de 2º Grau do ensino médio. § 6° – Não havendo mais candidatos passíveis de formação em serviço. Art. a graduação de TerceiroSargento entrará em extinção. serão extintos à medida que vagarem os respectivos cargos. 12 – As Qualificações Policiais-Militares (QPM) da Brigada Militar passam a ser as seguintes: I – Qualificação Policial-Militar 1 (QPM–1): Praças de Polícia Ostensiva. .Parágrafo único – À medida que vagarem os cargos dos postos de Primeiro-Tenente do QEOBMEx. já inserido no texto) Art. 9º – O Oficial do Quadro de Oficiais Especialistas em Saúde – QOES atuará nas atividades de saúde da Instituição. terá preferência. bem como o planejamento. § 2° – Em caso de empate. § 3° – O provimento das vagas previstas conforme o parágrafo 1° dar-se-á mediante autorização do Chefe do Poder Executivo. o servidor militar que for mais antigo e o que apresentar melhor desempenho. de acordo com as suas peculiaridades. previstos na Lei nº 9.14. na forma da legislação pertinente. II – Qualificação Policial-Militar 2 (QPM–2): Praças Bombeiros. a coordenação e o controle das atividades a seu nível. à medida que vagarem os respectivos cargos. a qual possibilitará o acesso ao grau hierárquico de Primeiro-Tenente. a partir da edição desta Lei. instrução e treinamento. na área afeta à Brigada Militar. a pedido. por posto e graduações. 15 – A inclusão em quadro de acesso para as promoções na carreira instituída no artigo 11 poderá ser recusada pelo servidor. 14 – O ingresso nas Qualificações Policiais-Militares dar-se-á na graduação de Soldado de 1ª classe.

por excelência. 28 – As despesas decorrentes da aplicação desta Lei correrão à conta de dotações orçamentárias próprias. 26 – Os períodos de tempo de serviço prestados em órgãos de execução. Art. exercidas por Praças. 18 – As promoções ao posto e às graduações da carreira instituída no artigo 11 terão interstício mínimo de cinco anos. Art. 27 – VETADO Art. da Qualificação Policial-Militar Geral-1 (QPMG–1) e da Qualificação Especial de Praças de Polícia-Militar Feminina (QEPPMFem) passam a integrar a Qualificação Policial-Militar 1 (QPM–1). assim como auxiliar nas tarefas de planejamento. 22 – Ficam extintas as Qualificações Policiais Militares Gerais e Particulares e a Qualificação Especial de Praças de Polícia Militar Feminina. serão criadas e reguladas por ato do Chefe do Poder Executivo. cursado anteriormente à vigência desta Lei. previstos nesta Lei. com aprovação. 29 – Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação. Art. pesquisa. é equivalente e substituído pelo Curso previsto no “caput” deste artigo. 24 – Ficam extintos os Cursos de Formação. observarão. dos quais pelo menos quatro anos em serviço em órgãos de execução. 17 – Poderão concorrer às promoções à graduação de Segundo-Sargento os Cabos e Soldados que tiverem sido incluídos na Brigada Militar anteriormente à vigência desta Lei e que tenham concluído. Art. 21 – Ao Curso Básico de Administração Policial Militar concorrerão os Subtenentes e PrimeiroSargentos que tenham concluído. na forma regulamentar. serão exigidos em sua plenitude a partir de três anos da data de vigência desta Lei. as graduações de Terceiro-Sargento. com aprovação. Art. Art. elementos de execução das atividades administrativas e operacionais. sobre os quais incidirá a política salarial do Estado. para a organização das novas escalas hierárquicas. Parágrafo único – O Curso de Formação de Sargentos.Art. mediante proposta do Comandante-Geral da Brigada Militar ao Secretário de Estado responsável pelos assuntos da segurança pública.741. Habilitação e Aperfeiçoamento instituídos para Oficiais e Praças anteriormente à vigência desta Lei. Art. podendo exercer o Comando e Chefia de órgãos administrativos de menor complexidade e das pequenas frações de tropa da atividade operacional da estrutura organizacional da Corporação. o Curso Técnico em Segurança Pública – CTSP. Art. 19 – A promoção dos concludentes do Curso Básico de Administração Policial Militar – CBAPM ao posto de Primeiro Tenente do Quadro de Tenentes de Polícia Militar – QTPM dar-se-á por ato do Governador do Estado. instrução e treinamento. 20 – Os Servidores Militares Estaduais de Nível Médio são. § 4º – As especialidades de interesse da Brigada Militar. instituídas pela Lei nº 9. § 3º – As fusões das extintas Qualificações Policiais-Militares. e ainda auxiliar na execução das atividades de ensino. a ordem de antigüidade na graduação e a ordem de precedência que seus integrantes detinham nas Qualificações extintas. de 20 de outubro de 1992. executar a coordenação e o controle das atividades em seu nível. por promoções. Art. 25 – Ficam mantidos os padrões remuneratórios dos cargos correspondentes aos postos e graduações extintos por esta Lei. desde que já se tenham extinguido. Art. Art. 23 – Fica extinta a graduação de Aspirantes-a-Oficial. o Curso Técnico em Segurança Pública – CTSP. § 1º – As Praças oriundas das extintas Qualificações Policiais-Militares Particulares (QPMP). . § 2º – As Praças oriundas das extintas Qualificações Policiais-Militares Particulares (QPMP) da Qualificação Policial-Militar Geral-2 (QPMG–2) passam a integrar a Qualificação Policial-Militar 2 (QPM– 2). com vistas à formação das Qualificações criadas por esta Lei.

que a Assembléia Legislativa aprovou e eu sanciono e promulgo a Lei seguinte: Art. – 259 Majores.650 (trinta e três mil. – 300 Terceiros-Sargentos.08. Fixa o efetivo da Brigada Militar providências.609 Soldados. Art. PALÁCIO PIRATINI. entre Oficiais e Praças.97) LEI Nº 10. – 3.993. em cumprimento ao disposto no artigo 82. em Porto Alegre. 18 de agosto de 1997.700 Terceiros-Sargentos.356. quando extinto em decorrência das disposições da Carreira dos Servidores Militares Estaduais. 30 – Revogam-se as disposições em contrário. – 659 Capitães. Parágrafo único – O efetivo de Terceiro-Sargento reverterá à graduação de Soldado. DE 18 DE AGOSTO DE 1997. seiscentos e cinqüenta) cargos de servidores militares. ANTÔNIO BRITTO. – 17 Majores. – 19. escolhidos dentre os integrantes do Quadro de Oficiais de Estado-Maior e nomeados Juízes Militares para a composição do Tribunal Militar do Estado. inciso IV.443 Primeiros-Sargentos.432 Soldados. assim distribuídos: I – Oficiais: a) Quadro de Oficiais de Estado-Maior (QOEM): – 24 Coronéis. Governador do Estado. 2º – O Quadro Especial a que se refere o parágrafo 1º do artigo 232 da Lei nº 7. – 2. é constituído de quatro cargos de Coronel. – 103 Capitães. de 1º de fevereiro de 1980. Faço saber.518 Segundos-Sargentos. b) Quadro de Oficiais Especialistas em Saúde (QOES): – 02 Coronéis.Art. – 2. O GOVERNADOR DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL. (DOE de 19. 1º – O efetivo da Brigada Militar do Estado é fixado em 33. da Constituição do Estado. – 546 Segundos-Sargentos. c) Quadro de Tenentes de Polícia Militar (QTPM): – 760 Primeiros-Tenentes II – Praças: a) Especiais: – Até 200 Alunos-Oficiais b) De Polícia Ostensiva – Qualificação Policial-Militar 1 (QPM–1): – 2. – 89 Tenentes-Coronéis. – 06 Tenentes-Coronéis. c) Bombeiros – Qualificação Policial-Militar 2 (QPM–2): – 183 Primeiros-Sargentos. do Estado e dá outras .

e V – 30% (trinta por cento). IV – 25% (vinte e cinco por cento). total ou parcial. ou morte”. o servidor. em 1997. a Superintendência dos Serviços Penitenciários – SUSEPE e o Instituto-Geral de Perícias. em cumprimento ao disposto no artigo 82. III – 20% (vinte por cento). 18 de agosto de 1997. ANTÔNIO BRITTO. o preenchimento dos seguintes percentuais mínimos de vagas acrescidas em decorrência da presente Lei. na ocorrência dos eventos “invalidez permanente. Governador do Estado. (DOE de 19. observado. nos respectivos postos e graduações. 7º – Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação. que a Assembléia Legislativa aprovou e eu sanciono e promulgo a Lei seguinte: Art. total ou parcial. ocorridos em serviço. Art. ou seu beneficiário. II – 15% (quinze por cento). a constar de acordo com o disposto no artigo 1º desta Lei. DE 18 DE AGOSTO DE 1997. § 2° – São considerados órgãos operacionais da Secretaria da Justiça e da Segurança. desde que atendidos os requisitos legais para os respectivos provimentos: I – 10% (dez por cento). § 1º – As disposições deste artigo não se aplicam para o provimento da graduação de Soldado. sendo consideradas até o limite máximo.Art. § 2º – Quando o percentual mínimo de provimento de vagas corresponder à fração do respectivo posto ou graduação. em Porto Alegre. ou morte”.97) LEI N. de 20 de outubro de 1992. e os respectivos totais serão fixados anualmente por ato do Comandante-Geral da Brigada Militar. em 1999. Faço saber.08. a Brigada Militar.594.996. O GOVERNADOR DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL. Art. 3º – As Praças Especiais não estão computadas no total do efetivo. de 11 de dezembro de 1995. da Constituição do Estado. ou ao seu beneficiário. 8º – Revogam-se as disposições em contrário. 6º – As despesas decorrentes da execução da presente Lei correrão à conta de dotações orçamentárias próprias. em 2001. PALÁCIO PIRATINI. inciso IV. para os fins de provimento. a Polícia Civil.00 (dez mil reais). 4º – O provimento do efetivo será gradual. § 1° – Serão considerados acidentes em serviço aqueles ocorridos nas circunstâncias previstas na Lei n° 10. . faz jus ao benefício financeiro de R$ 10. § 3º – Os provimentos referidos neste artigo serão efetivados no dia 18 de novembro de cada ano e observarão os quantitativos fixados no artigo 1º desta Lei. a referida fração será computada como se vaga fosse. Art. em 1998.º 10. passando o efetivo da Lei nº 9. Estabelece benefício ao servidor integrante dos órgãos operacionais da Secretaria da Justiça e da Segurança. 1º – Na ocorrência dos eventos “invalidez permanente.000. 5º – VETADO Art. ocorridos em serviço. para os efeitos desta Lei. em 2000.741. Art.

2° – O benefício de que trata o “caput” do artigo 1° não prejudica outros direitos previstos em lei. DE 18 DE AGOSTO DE 1997. para os Papiloscopistas e para os Fotógrafos Criminalistas. II – na Brigada Militar – para os Postos e Graduações da hierarquia militar de Soldado de 2ª Classe a Capitão. exceto a decorrente de ato de bravura. será promovido extraordinariamente. em valor equivalente à diferença entre o vencimento ou soldo inicial e o final das respectivas carreiras. dar-se-ão para o grau hierárquico imediatamente superior da respectiva carreira. bem como. praticar ato de bravura. . 5° – Revogam-se as disposições em contrário. (DOE de 19. Parágrafo único – Na hipótese de falecimento. Art. e para os Monitores Penitenciários e Técnicos Penitenciários do Quadro dos Funcionários Penitenciários em extinção. O GOVERNADOR DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL. bem como para as promoções decorrentes de ato de bravura. 3° – As despesas decorrentes da execução desta Lei correrão por conta de dotação orçamentária própria. no exercício de suas atribuições. inciso IV. PALÁCIO PIRATINI. instituído pela Lei n° 9. Dispõe sobre a promoção extraordinária do servidor militar e do servidor integrante dos quadros da Polícia Civil. em cumprimento ao disposto no artigo 82. que a Assembléia Legislativa aprovou e eu sanciono e promulgo a Lei Complementar seguinte: Art. que observará o disposto no artigo anterior. corresponderá à percepção de parcela adicional.08. da Constituição do Estado.97). 2° – A promoção extraordinária a que se refere esta Lei. Art. 18 de agosto de 1997. e IV – no Instituto-Geral de Perícias – para os Auxiliares de Perícia. inclusive. Art.000. a promoção será “post-mortem”. em virtude de ferimento sofrido em ação ou de enfermidade contraída nessa circunstância ou que nela tenha causa eficiente. Faço saber. independentemente da Classe titulada. na mesma situação. do Instituto-Geral de Perícias e da Superintendência dos Serviços Penitenciários que morrer ou ficar permanentemente inválido. Escrivães de Polícia.§ 3° – O benefício de que trata este artigo será concedido somente aos servidores abaixo relacionados. para as carreiras de nível superior. Art. Comissários de Polícia e Comissários de Diversões Públicas. na forma desta Lei. de 1° de fevereiro de 1991. a promoção extraordinária.228. III – na Superintendência dos Serviços Penitenciários – SUSEPE – para os Auxiliares de Serviços Penitenciários e para os Agentes Penitenciários do Quadro dos Funcionários Penitenciários. que desempenham suas atividades em situação permanente de risco: I – na Polícia Civil – para os Investigadores de Polícia. 3° – Para os servidores das carreiras de nível médio dos quadros referidos no artigo 1° desta Lei Complementar. e em decorrência de agressão sofrida e não provocada pelo servidor. LEI COMPLEMENTAR N. Art. em Porto Alegre. do Instituto-Geral de Perícias e da Superintendência dos Serviços Penitenciários. 4° – Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação.º 11. Inspetores de Polícia. 1° – O servidor militar e o servidor integrante dos quadros da Polícia Civil. Art.

37. demonstrando coragem. Parágrafo único – O ato de bravura será destacado como forma de valorizar as posturas que. em cada caso. Dispõe sobre diárias devidas a policiais militares e dá outras providências. DE 22 DE SETEMBRO DE 1997. ANTÔNIO BRITTO. sobre o valor básico das diárias fixado em lei. II – 1.Parágrafo único – Quando o servidor ocupar cargo isolado.97) DECRETO Nº 37. em Porto Alegre. 9° – Revogam-se as disposições em contrário. PALÁCIO PIRATINI. inciso V. 8° – Esta Lei Complementar entra em vigor na data de sua publicação. audácia e a presença de qualidades morais extraordinárias. Parágrafo único – O Poder Executivo regulamentará o disposto neste artigo. redação dada p/D. coloque em risco incomum a sua própria vida.1º. no uso da atribuição que lhe confere o artigo 82. da Constituição do Estado. Art. que serão apurados independentemente de requerimento por parte do interessado ou de seus sucessores. bem como de atividades para manutenção da ordem pública. 1º – O valor das diárias dos policiais militares empregados na força tarefa das casas prisionais será obtido mediante a incidência. multiplicados pelos seguintes fatores: (O “caput” do art. periciais ou penitenciárias. DECRETA: “Art. Art. quando as diárias forem vencidas nos estabelecimentos penais e repartições fazendárias da Capital do Estado. a promoção igualmente corresponderá à percepção de parcela adicional. de comprovação dos fatos que a justifiquem. Art. em valor correspondente a 20% (vinte por cento) do seu padrão de vencimento ou soldo. dos índices correspondentes aos cargos titulados. O GOVERNADOR DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL. (DOE de 19. 6° – A promoção efetuada com base nesta Lei dependerá.878/97) I – 1. no desempenho de suas atribuições e para a preservação de vida de outrem. respeitando os direitos fundamentais e os princípios gerais do direito. . Art. considerar-se-ão em ação os servidores que realizem ou participem de atividades-fins policiais.08. 4° – Para os efeitos desta Lei. atendendo às peculiaridades das carreiras do servidor militar e do servidor integrante dos quadros da Polícia Civil. Governador do Estado. Art. Art. 5° – Considera-se ato de bravura em serviço a conduta do servidor que. revelem a presença de um espírito público responsável pela superação do estrito cumprimento do dever. 18 de agosto de 1997. 7° – As despesas decorrentes da execução desta Lei Complementar correrão à conta de dotação orçamentária própria. do Instituto-Geral de Perícias e da Superintendência dos Serviços Penitenciários.46 (um vírgula quarenta e seis).794. quando as diárias forem vencidas nos estabelecimentos penais e repartições fazendárias do interior do Estado.19 (um vírgula dezenove).

1º – À Comissão de Avaliação e Mérito da Brigada Militar (CAM) prevista no artigo 17. no uso da atribuição que lhe confere o artigo 82. Parágrafo único – A Presidência da CAM compete ao Comandante-Geral da Brigada Militar. e II – Subcomissão de Avaliação e Mérito de Praças (SAMP). 5º – Este Decreto entra em vigor na data de sua publicação. da Constituição do Estado. II – o controle. de 18 de agosto de 1997. VICENTE BOGO. retroagindo seus efeitos a 10 de outubro de 1997. Art. O GOVERNADOR DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL. 2° – Este Decreto entra em vigor na data de sua publicação. ANTÔNIO BRITTO. Art.97) DECRETO Nº 37. deverá levar em conta as informações computáveis até 19 de agosto de 1997.939. Art. da Lei nº 10. em exercício. Art. PALÁCIO PIRATINI. em Porto Alegre.Art. 2º – A Comissão de Avaliação e Mérito da Brigada Militar estrutura-se em: I – Subcomissão de Avaliação e Mérito de Oficiais (SAMO). 4º – A confecção dos quadros de Acesso de Oficiais e Praças para efetivação de promoções em 18 de novembro de 1997. 22 de setembro de 1997.991.09. § 2º – A Presidência da SAMP compete ao Chefe do Estado-Maior da Brigada Militar. avaliação e processamento das promoções e dos méritos. administrar-se-ão de acordo com os regulamento e alterações previstas para as extintas Comissão de Promoções e Mérito de Oficiais e Comissão de Promoções e Mérito de Praças naquilo que couber. 6º – Revogam-se as disposições em contrário. Governador do Estado. (DOE de 18/11/97) .993/97. 17 de novembro de 1997. inciso V. em Porto Alegre. 3º – As Subcomissões de Avaliação e Mérito de Oficiais e de Praças. compete: I – o assessoramento permanente do Comandante-Geral nos assuntos relativos às carreiras de Oficiais e Praças. Art. PALÁCIO PIRATINI. Governador do Estado. DE 17 DE NOVEMBRO DE 1997. DECRETA: Art. previstas pela Lei nº 10. (DOE de 23. Art. Regulamenta a Comissão de Avaliação e Mérito da Brigada Militar e dá outras providências. 3° – Revogam-se as disposições em contrário. § 1º – A Presidência da SAMO compete ao Subcomandante-Geral da Brigada Militar.

a manutenção da ordem pública e o exercício dos poderes constituídos. de 18 de agosto de 1997. DECRETA: Art. VIII – realizar os serviços de busca e resgate aéreo. V – atuar na fiscalização e controle dos serviços de vigilância particular no Estado. b) o Subcomandante-Geral. 2º – A Brigada Militar do Estado do Rio Grande do Sul. a polícia ostensiva.991. a subordinação e o grau de comando dos órgãos da Polícia Militar do Estado do Rio Grande do Sul. órgão de direção-geral da Brigada Militar. . como força de dissuasão. Regulamenta a Lei de Organização Básica da Brigada Militar do Estado. f) a Ajudância-Geral. compreendendo: a) o Departamento de Ensino. VII – fiscalizar e controlar os serviços civis auxiliares de combate a incêndio. d) o Departamento Administrativo. de 18 de agosto de 1997. compreendendo: a) o Comandante-Geral da Brigada Militar. o efetivo. III – atuar repressivamente. IV – exercer atividades de investigação criminal militar.107. g) o Gabinete do Comandante-Geral. as atribuições. e e) o Departamento de Informática. O GOVERNADOR DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL. e) a Corregedoria-Geral. planejada pela autoridade policial militar competente. c) o Departamento de Saúde. c) o Conselho Superior. 1º – O presente Decreto regulamenta a estrutura. estrutura-se em órgãos de direção. organizada com base na hierarquia e na disciplina. b) o Departamento de Logística e Patrimônio. instituição permanente e regular.º 10. conforme segue: I – o Comando-Geral. no uso da atribuição que lhe confere o artigo 82. onde se presuma ser possível a perturbação da ordem pública. a denominação.º 10. II – os Departamentos. d) o Estado-Maior da Brigada Militar. em caso de perturbação da ordem pública e no gerenciamento técnico de situações de alto risco. II – atuar preventivamente. aquático e terrestre no Estado. TÍTULO I DA COMPETÊNCIA E DA ESTRUTURA GERAL Art. vinculada administrativa e operacionalmente à Secretaria da Justiça e da Segurança. de apoio e de execução. ressalvada a competência das Forças Armadas. nos termos de sua Lei de Organização Básica. e X – desempenhar outras atividades previstas em lei. a fim de assegurar o cumprimento da lei. com exclusividade. DE 22 DE JANEIRO DE 1998. VI – executar o serviço de prevenção e combate a incêndio. o nível. tem as seguintes competências: I – executar. nos termos da Lei n. e h) a Comissão de Avaliação e Mérito. 3º – A Brigada Militar.DECRETO Nº 38. em locais ou áreas específicas. Art. órgãos de apoio da Brigada Militar. incisos V e VII da Constituição do Estado e de conformidade com o artigo 22 da Lei n. IX – executar as atividades de defesa civil no Estado.991.

competindo-lhe. as funções que lhe forem por ele delegadas. o acompanhamento e manifestação em assuntos relevantes da Instituição. compete: I – a coordenação geral das atividades da Instituição. 9º – A Corregedoria-Geral (Cor-G). 4º – Ao Comando-Geral. II – Seção de Inteligência. em assessoramento direto ao Comandante-Geral. que será exercida diretamente pelo Comandante-Geral e pelos demais órgãos que compõem o referido Comando. em assessoramento direto ao ComandanteGeral. § 1º – O Estado-Maior da Brigada Militar será chefiado por Coronel da ativa subordinado ao Comandante-Geral e será estruturado em: I – Seção de Efetivo e Legislação. f) os OPM de Logística. Art. Patrimônio e Orçamento. g) os OPM de Saúde. Coronel da ativa subordinado ao Comandante-Geral. e) os OPM de Ensino. indicado. igualmente. Art. compete a administração da Instituição. órgão de direção-geral da Brigada Militar. pelo Secretário de Estado da Justiça e Segurança e nomeado pelo Chefe do Poder Executivo. Parágrafo único – São autoridades policiais-militares o Comandante-Geral da Brigada Militar. responsável pela disciplina. será exercida pelo Corregedor-Geral. no desempenho de atividade policial-militar no âmbito de suas circunscrições territoriais. TÍTULO II DOS ÓRGÃOS DE DIREÇÃO-GERAL Art.III – os Comandos Regionais e os Órgãos de Polícia Militar (OPM). d) os OPM de Bombeiros. de Correição e a Seção Administrativa. b) os Comandos Regionais de Bombeiros. Operações e Treinamento. III – Seção de Logística. IV – Seção de Comunicação Social. e h) os OPM Especiais. órgãos de execução da Brigada Militar. Art. e V – Seção Administrativa. orientação e fiscalização das atividades funcionais e da conduta dos servidores da Instituição. 5º – Ao Comandante-Geral. Art. o EMBM poderá requisitar informações dos demais órgãos componentes da estrutura da Brigada Militar. e as Praças em comando de fração destacada. de Feitos Especiais. ouvido o Comandante-Geral. com funções específicas de disciplinamento. e III – a direção do Conselho Superior. os Oficiais. Art. compreendendo: a) os Comandos Regionais de Polícia Ostensiva. e contará com as Seções de Justiça e Disciplina. indicado pelo Secretário de Estado da Justiça e Segurança e nomeado pelo Chefe do Poder Executivo. é o substituto do Comandante-Geral nos impedimentos eventuais deste. 7º – O Conselho Superior é constituído pelos coronéis da ativa em exercício na Corporação. § 2º – Para o cumprimento de suas missões. 6º – O Subcomandante-Geral da Brigada Militar. assessoramento e suporte administrativo. . c) os OPM de Polícia Ostensiva. Parágrafo único – O Conselho Superior será secretariado pelo Coronel de menor precedência hierárquica. compete o estudo e o planejamento estratégico de todas as atividades da Instituição. 8º – Ao Estado-Maior da Brigada Militar (EMBM). II – a presidência da Comissão de Avaliação e Mérito. com vistas ao fornecimento de subsídios para a tomada de decisão. competindo-lhe.

competindo-lhes o planejamento. . 14 – O Departamento de Ensino (DE) é responsável pelo planejamento. Art. pareceres técnicos e informações indispensáveis ao bom desempenho de sua função. III – o apoio de praças e de material a todos os Órgãos sediados no QCG. IV – a segurança e serviços gerais do QCG. administração. à qual compete o controle. ao qual compete o assessoramento direto ao Comandante-Geral. instrução e pesquisa. III – fiscalizar as atividades dos órgãos e servidores da Brigada Militar. III – Assessoria da Qualidade. e III – Divisão Administrativa. escolhidos dentre os Coronéis da ativa integrantes do QOEM. II – o arquivo geral e o boletim diário da Corporação. e II – Subcomissão de Avaliação e Mérito de Praças. § 2º – Os Departamentos serão dirigidos pelos Diretores de Departamento. será chefiado por Oficial Superior a ele subordinado. IV – avaliar. administrativa ou disciplinar. 12 – A Comissão de Avaliação e Mérito (CAM). logística. Art. § 1º – Os Departamentos organizarão em forma de sistema as atividades de ensino. controle e fiscalização das atividades de ensino. a avaliação e o processamento das promoções das carreiras de Oficial e Praça. recursos humanos e informática. além do previsto em Lei. 11 – O Gabinete do Comandante-Geral (Gab Cmt-G). II – Divisão de Treinamento. exceto a Corregedoria-Geral. cuja escolha recairá em coronel do QOES. assessorar as ações do Subcomandante-Geral da Brigada Militar.Parágrafo único – Compete à Corregedoria: I – cumprir atividades que lhe sejam atribuídas pelo Comandante-Geral. e IV – Secretaria Executiva. instrução e pesquisa. presidida pelo Subcomandante-Geral. diligências. II – exercer a apuração de responsabilidade criminal. subordinados ao Comandante-Geral. realizando inspeções e correições e sugerindo as medidas necessárias ou recomendáveis para a racionalização e eficiência dos serviços. os elementos coligidos sobre o estágio probatório de integrantes de carreira de servidores militares. a direção. exames. Parágrafo único – Compõem o Quartel do Comando-Geral os órgãos de direção-geral. regulado em legislação própria e estruturado em: I – Subcomissão de Avaliação e Mérito de Oficiais. presidida pelo Chefe do Estado-Maior. estruturando-se em: I – Divisão de Supervisão. Parágrafo único – Ao Gabinete do Comandante-Geral compete. competindo-lhe: I – a administração do Quartel do Comando Geral (QCG). e V – o controle das Bandas de Música. Art. contando em sua estrutura com: I – Assessoria Jurídica. para encaminhamento posterior ao Comandante-Geral. 10 – A Ajudância-Geral será exercida pelo Ajudante-Geral. e contará com as Seções Administrativa e de Pessoal. V – providenciar junto a qualquer autoridade certidões. saúde. patrimônio. é órgão de assessoramento permanente do Comandante-Geral. Art. II – Assessoria Parlamentar. exceto para o Departamento de Saúde. o controle e a execução das diretrizes emanadas do comando da Instituição. TÍTULO III DOS ÓRGÃOS DE APOIO Art. 13 – Os órgãos de apoio da Brigada Militar são constituídos pelos Departamentos a que se refere o inciso II do artigo 2º deste Decreto. Oficial do Círculo dos Oficiais Superiores subordinado ao Comandante-Geral. e VI – elaborar o regulamento do estágio probatório dos servidores militares.

e IV – Divisão Técnica. competem a responsabilidade e a execução das atividades administrativo-operacionais indispensáveis ao cumprimento das finalidades da Instituição. de controle. II – Divisão de Gerência de Informações. § 1º – Os Comandos Regionais serão comandados por Oficiais Superiores. III – Divisão de Auditorias. classificando-se em Comandos Regionais de Polícia Ostensiva e em Comandos Regionais de Bombeiros. constituídos pelos Comandos Regionais e pelos Órgãos de Polícia Militar (OPM). controle e fiscalização dos bens patrimoniais afetos à Instituição. 18 – O Departamento de Informática (DI) é o responsável pelo planejamento. Art. são responsáveis. e IV – Divisão Administrativa. competindo-lhe a aquisição. CAPÍTULO I Dos Comandos Regionais Art. e III – Divisão Administrativa. e III – Seção de Logística. podendo ser dotados de Centros de Operações Policiais Militares. Operações e Treinamento. e IV – Divisão Técnica. controle e fiscalização das atividades de saúde da Instituição. II – Seção de Inteligência. 15 – O Departamento de Logística e Patrimônio (DLP) é responsável pelo planejamento. estruturando-se em: I – Divisão de Saúde Humana. estruturando-se em: I – Divisão de Pessoal. aos quais compete o assessoramento direto ao Comandante. de auditoria e de pessoal. II – Divisão de Logística. estruturando-se em: I – Divisão de Gerência Técnico-Operacional. Patrimônio e Orçamento. III – Divisão de Patrimônio. II – Divisão de Saúde Animal. de fiscalização. 16 – O Departamento de Saúde (DS) é responsável pelo planejamento. controle e fiscalização dos sistemas informatizados da Instituição. Art. TÍTULO IV DOS ÓRGÃOS DE EXECUÇÃO Art. 19 – Aos órgãos de execução. o estudo e planejamento estratégico e a coordenação da estrutura do respectivo Comando. II – Divisão de Finanças. subordinados ao Comandante-Geral.Art. Art. estruturando-se em: I – Divisão Administrativa. § 2º – Os Comandos Regionais contarão com Chefes de Estado-Maior. 20 – Os Comandos Regionais. escalões intermediários de comando. a substituição eventual deste. distribuição. estruturando-se em: I – Seção de Efetivo e Legislação. pelas atividades administrativo-operacionais dos OPM que lhes são subordinados. . bem como pela execução das atividades financeiro-orçamentário-contábeis da Instituição. III – Divisão de Gerência de Redes. em suas respectivas circunscrições territoriais. 17 – O Departamento Administrativo (DA) é responsável pela execução das atividades de planejamento. manutenção e contratação de todos os serviços.

respondendo perante o Comando Regional pelo grau de segurança pública de sua circunscrição. SEÇÃO II Dos Comandos Regionais de Bombeiros Art. Regimentos. conforme os indicadores de segurança pública da respectiva circunscrição territorial e os indicadores específicos da Instituição: I – Batalhão. 22 – Aos Comandos Regionais de Bombeiros compete administrar a execução das atividades de bombeiros no âmbito de sua responsabilidade territorial. de Logística. de Saúde e Especiais. Grupamentos. respectivamente. assim o recomendarem. relacionados nas disposições finais deste Decreto. existir mais de um OPM por município. SEÇÃO I Dos OPM de Polícia Ostensiva Art. de Logística e Patrimônio e de Saúde. para o comando. § 3º – Os OPM Especiais são subordinados ao Comandante-Geral. de Logística e de Saúde são. a função deve . de Ensino. § 1º – Os OPM de Ensino. sendo que. de Saúde e de Logística terão denominação própria. constituídos de 02 a 07 Companhias ou Esquadrões. 24 – Aos OPM de Polícia Ostensiva compete a execução das atividades de polícia ostensiva no espaço de responsabilidade territorial. e IV – Grupo. conforme estabelecido neste Decreto. § 2º – Os OPM de Polícia Ostensiva e de Bombeiros são subordinados aos respectivos Comandos Regionais ou a outro OPM. III – Pelotão ou Seção. respondendo perante o ComandoGeral da Corporação pelo grau de segurança pública de sua circunscrição. de Bombeiros e Especiais terão denominação própria. 21 – Aos Comandos Regionais de Polícia Ostensiva compete administrar a execução das atividades de polícia ostensiva no respectivo espaço de responsabilidade territorial. Art. quando os indicadores de segurança pública. tendo seus Comandante e Subcomandante escolhidos dentre os Oficiais. 26 – Os OPM de Polícia Ostensiva serão constituídos nos seguintes níveis. o qual poderá delegar esta subordinação. II – Companhias. de Bombeiros. § 5º – Os OPM de Ensino. conforme seu nível hierárquico. de acordo com as necessidades administrativas e operacionais da Instituição. entretanto. § 4º – Os OPM de Polícias Ostensiva. Destacamentos Especiais. responsáveis pela execução das atividades administrativooperacionais indispensáveis ao cumprimento das finalidades da Instituição são classificadas em OPM de Polícia Ostensiva. Esquadrões ou Subgrupamentos. subordinados aos Departamentos de Ensino. subordinado ao respectivo Comando Regional. podendo constituir-se como: I – Batalhões. respondendo perante o Comando-Geral da Corporação pela realização de suas atividades na correspondente circunscrição.SEÇÃO I Dos Comandos Regionais de Polícia Ostensiva Art. CAPÍTULO II Dos Órgãos de Polícia Militar Art. podendo. 23 – Os Órgãos de Polícia Militar (OPM). quando nele enquadrado. Art. 25 – Os OPM de Polícia Ostensiva tem circunscrição territorial normal correspondente ao município. Regimento ou Destacamento Especial.

V – Seção de Busca e Resgate. quando nele enquadrado. 28 – Os OPM de Bombeiros serão constituídos nos seguintes níveis. ainda. constituído de 02 a 07 Grupos Policial Militar e que terá como Comandante servidor militar do Círculo de Oficiais. contar com assessoria de Análise Técnica. IV – Seção de Bombeiros. II – Subgrupamento de Bombeiros. II – Companhia ou Esquadrão. que terá como Comandante servidor militar do Círculo de Oficiais. quando couber. 27 – Aos OPM de Bombeiros compete a execução das atividades de bombeiros no espaço de responsabilidade territorial. com assessorias de Efetivo e Logística e de Inteligência e Operações. que terá como Comandante servidor militar do Círculo de Oficiais. subordinado ao respectivo Comando Regional ou ao comandante do respectivo Pelotão. a função deve recair nos postos do Círculo de Oficiais Superiores. subordinado ao respectivo Comando Regional ou ao comandante do respectivo Subgrupamento. quando nele enquadrado. ser constituída como Seção de Busca e Resgate e. que será constituído de 06 a 10 Servidores Militares Estaduais e que terá como Comandante servidor militar do Círculo de Oficiais ou do Círculo de Sargentos. . subordinado ao respectivo Comando Regional. subordinado ao respectivo Comando Regional ou ao comandante do respectivo Subgrupamento. contando com assessorias de Análise Técnica. quando nele enquadrado. para o comando. e terão como Comandante servidor militar do Círculo de Oficiais. quando nele enquadrado. III – Subgrupamento de Busca e Resgate. quando neles enquadrados. III – Pelotão.recair nos postos do Círculo de Oficiais Superiores. e IV – Grupo de Polícia Militar. subordinado ao respectivo Comando Regional ou ao comandante do respectivo Grupamento de Bombeiros. Art. quando couber. se necessário. constituído de 02 a 07 Subgrupamentos de Bombeiros e 01 Subgrupamento de Busca e Resgate e que terá Comandante e Subcomandante. constituídos de 02 a 07 Seções de Bombeiros. de Efetivo e Logística e de Inteligência e Operações. subordinado ao respectivo Comando Regional ou ao comandante do respectivo Grupamento de Bombeiros. que terá como Comandante servidor militar do Círculo de Oficiais e será constituída de 02 a 07 Grupos de Combate a Incêndio podendo um deles. podendo uma delas. quando nele enquadrado. ser constituído como Grupo de Busca e Resgate e. que terá como Comandante servidor militar do Círculo de Oficiais. constituídas de 02 a 07 Grupos de Busca e Resgate Terrestre e/ou de Busca e Resgate Aquático. § 2º – Os atuais Batalhões e Regimentos deverão adaptar sua estrutura organizacional ao disposto neste artigo. SEÇÃO II Dos OPM de Bombeiros Art. quando neles enquadrados. subordinado ao Comando Regional ou ao respectivo comandante de companhia ou esquadrão. escolhidos dentre os Oficiais. conforme os indicadores de segurança pública da respectiva circunscrição territorial e os indicadores específicos da Instituição: I – Grupamento de Bombeiros. constituídos de 02 a 07 Seções de Busca e Resgate Terrestre e/ou de Busca e Resgate Aquático. constituídos de 02 a 07 Pelotões. serão denominados Destacamentos Especiais. sendo que. subordinado ao respectivo Comando Regional ou ao comandante da respectiva Seção. respondendo perante o Comando Regional pela execução destas atividades no âmbito de sua circunscrição. se necessário. contar com assessoria de Análise Técnica. criados a partir deste Decreto. e VI – Grupo de Combate a Incêndio e Grupo de Busca e Resgate. § 1º – Os OPM constantes no Inciso I deste artigo. subordinados ao respectivo Comando Regional ou ao comandante do respectivo Batalhão ou Regimento. quando nele enquadrado. contando. constituído de 06 a 10 Servidores Militares Estaduais e que terá como Comandante servidor militar do Círculo de Oficiais ou do Círculo de Sargentos.

VI – estimular e desenvolver o comportamento investigativo e científico na Instituição. pesquisas e entidades afins. e III – Corpo de Alunos. § 2º – Excepcionalmente. funcionarão como laboratório de ensino. serão comandados e dirigidos por Oficiais Superiores e correspondem: I – à Academia de Polícia Militar (APM). 30 – A Academia de Polícia Militar (APM) será responsável pelas atividade de ensino das escolas. Seção de Administração e Seção de Pesquisa e Extensão. III – elaborar projetos e proceder à pesquisas encomendadas pelo escalão superior ou de iniciativa da unidade. aplicabilidade e ineditismo. escola de 2º Grau integrante do Sistema Estadual de Ensino. Art. II – ao Instituto de Pesquisas da Brigada Militar (IPBM). IV – efetuar intercâmbio técnico-científico com organizações de pesquisa. estrutura-se em: I – Seção Administrativa. 31 – O Instituto de Pesquisas da Brigada Militar (IPBM) é responsável pela pesquisa científica na Instituição. II – acompanhar e avaliar os Projetos de Pesquisas.SEÇÃO III Dos OPM de Ensino Art. além da habilitação e especialização das Praças. utilidade. e II – Seção Administrativa. IV – Escola Superior de Oficiais (ESO). V – difundir o conhecimento produzido para a comunidade. 33 – O Museu da Brigada Militar (MusBM). e VII – apoiar e coordenar as investigações científicas. Art. responsáveis pelas atividades de ensino. Parágrafo único – O Colégio Tiradentes fornecerá condições de ensino aos filhos de servidores militares estaduais que forem transferidos para Porto Alegre. Art. responsável pelo acervo histórico e cultural da Brigada Militar. III – Seção de Ensino. formalística. VI – Escola de Bombeiros (EsBo). Art. II – Seção de Ensino. estruturando-se em Secretaria. 29 – Os OPM de Ensino. estruturando-se em: I – Secretaria. II – Seção de Administração. V – Escola de Habilitação e Especialização de Praças (EsHEP). Estudos Técnicos e Obras quanto a sua pertinência. e IV – ao Museu da Brigada Militar (MusBM). validade. III – ao Colégio Tiradentes (CT). 32 – O Colégio Tiradentes (CT). no âmbito da Corporação. com garantia de vagas na forma do seu Regimento Interno. § 1º – As Escolas referidas nos incisos V e VI deste artigo. instrução e pesquisa. buscando sua aplicação no exercício da Polícia Ostensiva e na preservação da ordem pública. e VII – A Escola de Educação Física da Brigada Militar (EsEFBM). . competindo-lhe: I – manter cadastro dos pesquisadores. em todas as áreas de conhecimentos afins às competências e à administração da Instituição. sob a coordenação das respectivas escolas. estrutura-se em: I – Seção de Acervo. os Comandos Regionais de Polícia Ostensiva e os Comandos Regionais de Bombeiros poderão habilitar as praças para o exercício das atividades da Brigada Militar.

e VII – Companhia Logística. Art. Art. Administrativa. recebimento. III – a padronização e atualização das especificações dos materiais de comunicações. estruturado em 3 (três) seções. IV – a execução de projeto básico para instalações de redes e controle dos registros de redes e licenças do funcionamento das estações junto ao órgão competente. armazenagem. recebimento. Administrativa. estruturado em 3 (três) Seções. de Recebimento e Distribuição e de Manutenção. Art. e II – a padronização. Art. compete: I – a previsão. de Recebimento e Distribuição e de Oficinas. de obras e manutenção predial. compete: I – a previsão. armazenagem e distribuição dos meios de comunicações. estruturado em 3 (três) Seções. IV – Centro de Material Bélico. distribuição e manutenção de material bélico. Administrativa. armazenagem. II – a instalação e manutenção dos meios de comunicações. VI – Centro de Motomecanização. responsáveis pelas atividades de controle e fiscalização dos bens patrimoniais afetos à Instituição e de aquisição. III – o acompanhamento estatístico sobre a frota e sua manutenção. compete: I – a previsão. estruturado em 2 (duas) Seções. armazenagem. e III – a padronização e a atualização das especificações dos materiais de obras. compete: I – a previsão. a armazenagem e a distribuição de material de subsistência. serão chefiados por Oficiais Superiores. padronização de material e frota. Administrativa. de Recebimento e Distribuição e de Patrimônio e Obras. distribuição e manutenção dos suprimentos de material de intendência. II – a produção de materiais destinados ao treinamento da tropa. recebimento. confecção. armazenagem. compete: I – a previsão. II – o planejamento. correspondendo a: I – Centro de Intendência. Administrativa. compete a previsão. armazenagem e distribuição de materiais de obras. distribuição. de Recebimento e Distribuição e de Oficinas. 35 – Ao Centro de Intendência. o controle individual do vestuário e uniformes e a atualização das especificações dos materiais de intendência. 40 – Ao Centro de Motomecanização. recebimento. estruturado em 3 (três) Seções. 37 – Ao Centro de Comunicações. instalação e manutenção dos meios de informática. o recebimento. execução e fiscalização dos serviços de engenharia. distribuição. estruturado em 3 (três ) Seções. e V – o recebimento. perícia. 39 – Ao Centro de Subsistência. de Recebimento e Distribuição e de Manutenção e Redes. III – Centro de Comunicações. 36 – Ao Centro de Obras. e IV – a padronização e atualização das especificações dos materiais de motomecanização. projeto. 34 – Os OPM de Logística. e IV – a padronização e atualização das especificações do material bélico. III – a organização e controle individual da prática de tiro. II – a avaliação. manutenção e contratação de todos os serviços. Art. recebimento. . Art. V – Centro de Subsistência.SEÇÃO IV Dos OPM de Logística Art. distribuição e manutenção dos materiais de motomecanização. II – Centro de Obras. parecer técnico. Administrativa e de Recebimento e Distribuição. 38 – Ao Centro de Material Bélico.

com sua competência delegada em áreas especializadas. Art. comandados por Oficiais Superiores: I – Batalhão de Polícia Rodoviária Estadual (BPRv). Art. estruturando-se em: I – Seção de Efetivo e Legislação. e VII – Esquadrão de Guarda Externa de Presídio de Porto Alegre (EGEPPOA). compreendem os seguintes Batalhões. em eventuais impedimentos. §1º – O Hospital da Brigada Militar de Porto Alegre (HBM/PA) e o Hospital da Brigada Militar de Santa Maria (HBM/SM) estruturam-se em 2 (duas) Seções. § 1º – Nos Batalhões. e seus dependentes. e IV – Companhias de Polícia Rodoviária. na forma estabelecida para os órgãos de igual denominação dos OPM de Polícia Ostensiva. SEÇÃO VI Dos OPM Especiais Art. compete: I – o transporte e fornecimento de materiais de campanha. da Corporação. e IV – Companhias de Polícia Ambiental. Administrativa e de Operações. os seus Comandantes serão assessorados e substituídos. 43 – Os OPM Especiais. estruturada em 2 (duas) seções. deste artigo. em termos de efetivo. Operações e Treinamento.Art. 44 – Ao Batalhão de Polícia Rodoviária Estadual compete a execução das atividades de polícia ostensiva nas rodovias estaduais e outras atribuições previstas em Leis e Regulamentos. aplicando-se-lhes a disposição do artigo 25 deste Decreto. Patrimônio e Orçamento. Grupamentos e Esquadrão. III – Seção de Logística. a Administrativa e a Técnica. salvo disposições em convênio. e III – ao Centro Médico-Odontológico da Brigada Militar (CMOBM). observado o disposto nos artigos posteriores. III – Batalhão de Operações Especiais (BOE). de Vigilância e Guardas (GSVG). SEÇÃO V Dos OPM de Saúde Art. § 2º – O Centro Médico-Odontológico da Brigada Militar (CMOBM) estrutura-se na Seção TécnicoAdministrativa e em Policlínicas. III – Seção de Logística. Parágrafo único – O Batalhão de Polícia Ambiental estrutura-se em: I – Seção de Efetivo e Legislação. serão organizados. serão dirigidos por Oficiais Superiores. II – Batalhão de Polícia Ambiental (BPA). § 2º – Os Batalhões e o Esquadrão mencionados nos incisos I a IV e VII. e correspondem: I – ao Hospital da Brigada Militar de Porto Alegre (HBM/PA). 45 – Ao Batalhão de Polícia Ambiental compete cumprir e fazer cumprir a legislação ambiental. II – ao Hospital da Brigada Militar de Santa Maria (HBM/SM). ativos e inativos. 41 – À Companhia Logística. Operações e Treinamento. V – Grupamento de Supervisão. II – Seção de Inteligência. II – Seção de Inteligência. 42 – Os OPM de Saúde responsáveis pela assistência e prevenção médico-hospitalar e odontológica aos servidores militares e civis. IV – Batalhão de Polícia Fazendária (BPF). pelos respectivos Subcomandantes integrantes do Círculo de Oficiais. por intermédio da proposição de convênios. VI – Grupamento de Polícia Militar Aéreo (GPMA). . representar a Brigada Militar nas atividades atinentes à área e promover o intercâmbio com outros órgãos governamentais e não governamentais. Patrimônio e Orçamento. e II – a execução de ações de apoio à unidades empregadas em operações.

51 – O exercício das funções da estrutura hierárquica estabelecida neste Decreto por titulares de postos de Oficial Superior será efetivada por nomeação do Chefe do Poder Executivo. e III – Seção de Controle e Fiscalização. Administrativa e Técnica. e. 47 – Ao Batalhão de Polícia Fazendária compete apoiar os órgãos governamentais nas ações necessárias à execução das atividades de fiscalização fazendária. 53 – Observado o disposto neste Decreto. a estrutura interna e a respectiva competência dos órgãos integrantes da Brigada Militar. Art. com exceção da função de Diretor do Departamento de Saúde. é constituído de 02 a 07 Pelotões. Operações e Treinamento. Art. TÍTULO V DAS DISPOSIÇÕES FINAIS Art. e III – Companhias de Operações Especiais. de Vigilância e Guardas terá sua competência definida em legislação própria. Parágrafo único – O Grupamento de Supervisão. II – Seção de Inteligência. nos demais casos. de Corregedor-Geral e de Diretores dos Departamentos são privativos do posto de Coronel do QOEM. limitada ao estabelecido em lei. . e III – Companhias de Polícia Fazendária. Art. 52 – As funções de Comandante-Geral. 48 – O Grupamento de Supervisão. 46 – Ao Batalhão de Operações Especiais compete: I – executar ações de manutenção da ordem pública. que será exercida por um Coronel do Quadro de Oficiais Especialistas em Saúde – QOES. serão regulados por Regimento Interno. II – Seção de Inteligência. e IV – manter-se como OPM reserva de manobra do Comandante-Geral. Parágrafo único – O Batalhão de Operações Especiais estrutura-se em: I – Seção Administrativa. 54 – Ao exercício de funções de Comando pelas Praças corresponderá a percepção de função gratificada. Art. que terão como Comandante servidor militar do Círculo de Oficiais. de Vigilância e Guardas estrutura-se em: I – Seção Administrativa. mediante indicação do Comandante-Geral. 49 – Ao Grupamento de Polícia Militar Aérea compete executar ações de policiamento aéreo e apoiar os OPM no cumprimento de suas missões. Art. 50 – O Esquadrão de Guarda Externa de Presídio de Porto Alegre. III – atuar nas ações de alto risco. II – Seção de Registro e Licenciamento. estruturando-se em 2 (duas) Seções. Art. Art. de Subcomandante-Geral. proposto pelo Comandante-Geral e aprovado pelo Secretário de Estado da Justiça e da Segurança. ressalvado o disposto nos artigos 4º e 5º deste Decreto. Parágrafo único – O Batalhão de Polícia Fazendária estrutura-se em: I – Seção Administrativa. de Chefe do Estado-Maior. subordinado ao Comando Regional da Área Metropolitana de Porto Alegre. inclusive quanto aos demais níveis de organização administrativa.Art. II – apoiar as ações dos OPM. Operações e Treinamento. conforme definido no Regimento Interno. por designação do Comandante-Geral.

em especial o Decreto de n. 1º – O provimento gradual das vagas acrescidas ao efetivo da Brigada Militar a que se refere o artigo 4º da Lei nº 10.º 30. inciso V.993 de 18 de agosto de 1997. DECRETA: Art. Dispõe sobre o provimento de cargos dos Quadros e Qualificações das carreiras dos Servidores Militares da Brigada Militar do Estado e dá outras providências. alínea “c”. observará. Art.98) DECRETO Nº 38. a ser definido pelo Estado-Maior da Brigada Militar e aprovado por Portaria do Secretário de Estado da Justiça e da Segurança que definirá a proporção dos recursos humanos a serem disponibilizados para cada Município do Estado. constituem indicadores de segurança pública básicos a população urbana e rural. 3° – O provimento dos cargos discriminados no Quadro Anexo a este Decreto. dos níveis. .108. Art. através de promoções nos quantitativos discriminados para cada ano. § 2° – O exercício de funções previstas em quadros de organização e distribuição do efetivo da Brigada Militar para cargos de 1° Tenente do QTPM.993 de 18 de agosto de 1997.992 de 18 de agosto de 1997. Governador do Estado.01. da Lei n° 10.Art.992 de 18 de agosto de 1997. Art. inciso I. 56 – Este Decreto entra em vigor na data de sua publicação. no período compreendido entre os anos de 1997 a 2001. Art. e indicadores específicos da Instituição relacionados no Anexo Único deste Decreto. passarão a ser providos. observadas as condições e o procedimento previsto no artigo 7°. 55 – Para os fins de fixação do efetivo. da referida Lei. da Constituição do Estado. no uso de atribuição que lhe confere o artigo 82. 5º – Revogam-se as disposições em contrário. O GOVERNADOR DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL. da subordinação e do grau de comando dos órgãos da Brigada Militar. parágrafos 1° a 6°. 2° – O provimento de graduações de 3° Sargento é autorizado de acordo com os quantitativos previstos no Quadro Anexo a este Decreto. § 1º – Os cargos de 1º Tenente do Quadro de Tenentes de Polícia Militar – QTPM –. ANTÔNIO BRITTO. de acordo com o artigo 19 da Lei n° 10. no dia 18 de novembro. as promoções. até a normalização da regularidade de seus provimentos de acordo com as regras deste artigo.462. será realizado.992. de 18 de agosto de 1997. em Porto Alegre. nas condições estabelecidas no artigo 16. de 08 de dezembro de 1981. de conformidade com as disposições da Lei n° 10. é compatível para oficiais integrantes do Quadro Especial de Oficiais da Brigada Militar em Extinção – QEOBMEx – e do Quadro de Oficiais de Administração – QOA –. Art. realizando-se. da Lei n° 10. ambos em extinção. PALÁCIO PIRATINI. os quantitativos por postos e graduações constantes do Quadro Anexo a este Decreto. (DOE de 23. 4° – Este Decreto entra em vigor na data de sua publicação. fixados de acordo com o artigo 1º. 57 – Revogam-se as disposições em contrário. Parágrafo único – A cada indicador aplica-se um fator numérico. DE 22 DE JANEIRO DE 1998. parágrafo único. Art.

DE 11 DE MAIO DE 1998.000. Art.01. que oficializará o ato de promoção extraordinária ou remeterá ao exame do Governador do Estado. c) publicação de declaração mencionada na alínea “a” no Diário Oficial do Estado.º 11. com declaração de sua ocorrência. a ser calculado pela Comissão de Pensões Vitalícias da Secretaria da Justiça e da Segurança. decorrente de ato de bravura.992 DE 18 DE AGOSTO DE 1997). o benefício corresponderá à percepção de parcela adicional no valor equivalente entre o vencimento ou soldo inicial e o final das respectivas carreiras. devendo ser examinada a ocorrência dos requisitos previstos no artigo 5º da mencionada Lei Complementar. Regulamenta a Lei Complementar nº 11. em Porto Alegre. 2º– A promoção extraordinária dos servidores das carreiras de nível médio.º 38. DECRETO N.PALÁCIO PIRATINI. III – atendido o disposto no inciso I deste artigo. certidão de óbito. II – o mesmo procedimento previsto no inciso anterior será adotado no caso de reconhecimento de ato de bravura. inciso V. O GOVERNADOR DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL. ex officio ou mediante provocação. de 18 de agosto de 1997. fazendo constar no mesmo: a) apreciação das circunstâncias em que se deu o evento. 1º obedecerá ao seguinte procedimento administrativo: I – o órgão de locação do servidor iniciará procedimento administrativo próprio. da Constituição do Estado.000. no uso da atribuição que lhe confere o artigo 82. § 2º– O benefício constante no parágrafo único do dispositivo legal mencionado no parágrafo anterior corresponderá à percepção de parcela adicional em valor equivalente à vinte por cento de vencimento ou soldo percebido. caput.98) ANEXO ÚNICO PROVIMENTO GRADUAL DAS VAGAS ACRESCIDAS AO EFETIVO DA BRIGADA MILITAR PERÍODO DE 1997 E 2001 (LEI N° 10. o expediente será remetido ao Secretário da Justiça e da Segurança. 1º – A concessão do benefício de que trata o art. Art.480. se dará ao grau hierarquicamente superior da respectiva carreira. b) laudo oficial que ateste a invalidez permanente ou no caso de morte. ANTÔNIO BRITTO. de 18 de agosto de 1997. . § 1º– Nas hipóteses regradas pelo artigo 3º da Lei Complementar n. de acordo com o disposto no art. DECRETA: Art. Governador do Estado. do mencionado diploma legal. 22 de janeiro de 1998. 3º– O procedimento a que se refere este Decreto não substitui ou exclui outros referentes a direitos e vantagens dos servidores e seus dependentes.1º. (DOE de 23.

em Porto Alegre. 5º – Este Decreto entra em vigor na data de sua publicação.06.2º – Este Decreto entra em vigor na data de sua publicação.993. DECRETA: Art. conforme o Quadro em anexo a este Decreto.993.548. através da informatização dos seus procedimentos.permanecerá inalterada até a conclusão dos estudos realizados pelo Grupo de Trabalho instituído pelo Decreto n º 38.98) DECRETO Nº 38. O GOVERNADOR DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL. PALÁCIO PIRATINI. de acordo com o fixado na Lei nº 10. Parágrafo único – A distribuição do efetivo de que trata o “caput”. através do Decreto nº 38. Art.547. fixado através da Lei n º 10.547. Considerando que as organizações policiais devem colocar o máximo possível de seu efetivo em atividades operacionais. PALÁCIO PIRATINI. 4º – O Secretário de Estado da Justiça e da Segurança emitirá Portaria estabelecendo os procedimentos administrativos necessários ao cumprimento deste Decreto. é distribuído nos órgãos de Direção. no uso da atribuição que lhe confere o artigo 82. Art. (DOE de 09.98) . visando modernizar seus métodos de trabalho.Art. 6º – Revogam-se as disposições em contrário. de 5 de junho de 1998. Apoio e Execução previstos na Lei nº 10. inciso V. 08 de junho de 1998. Polícia Civil e Superintendências de Serviços Penitenciários. de 5 de junho de 1998. de 18 de agosto de 1997. de 18 de agosto de 1997. instituiu Grupo de Trabalho com a finalidade de racionalizar as áreas de apoio administrativo da Brigada Militar. 3º – Revogam-se as disposições em contrário. Art.991.05. DE 08 DE JUNHO DE 1998. Distribui o efetivo da Brigada Militar. Art. que dispõe sobre a organização básica da Brigada Militar e sua respectiva regulamentação. de 18 de agosto de 1997. Considerando que o Poder Executivo. da Constituição do Estado. Porto Alegre. 11 de maio de 1998 (DOE de 12. 1º– O efetivo de servidores militares do Estado.

... O GOVERNADOR DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL.. produzindo efeitos a contar de 18 de agosto de 1997....... passa a ter a seguinte redação: . de 18 de agosto de 1997.................... da Constituição do Estado..992................. disciplinados........................... e dá outras providências.............. Faço saber........... pelas Leis Complementares nºs 10.... Art........... respectivamente....990 e 10.. 3º – As despesas decorrentes da execução desta Lei correrão à conta de dotações orçamentárias próprias..... Art...990/97) ....................º 11...........1º – O artigo 58 da Lei Complementar nº 10................. Art......LEI COMPLEMENTAR N.......... (As alterações foram inseridas na LC nº 10.... em Porto Alegre.................. PALÁCIO PIRATINI......170...990...................... passa a vigorar com a seguinte redação: ............992/97) .. ambas de 18 de agosto de 1997... (As alterações foram inseridas na LC nº 10... 4º – Esta Lei Complementar entra em vigor na data de sua publicação. inciso IV.............. 2º – O artigo 14 da Lei Complementar nº 10.... de 18 de agosto de 1997..... 22 de junho de 1998........ Altera disposições do Estatuto dos Servidores Militares do Estado do Rio Grande do Sul e de sua Carreira............ (DOE de 23...............98) ................ 5º – Revogam-se as disposições em contrário................................ em cumprimento ao disposto no artigo 82..................... que a Assembléia Legislativa aprovou e eu sanciono e promulgo a Lei Complementar seguinte: Art... Art...... DE 22 DE JUNHO DE 1998......................992..06.....

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