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LC 10990_97 Estatuto Dos Servidores BM

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LEI COMPLEMENTAR N.º 10.990, DE 18 DE AGOSTO DE 1997.

Dispõe sobre o Estatuto dos Servidores Militares da Brigada Militar do Estado do Rio Grande do Sul e dá outras providências. (D.O.E. de 19.08.97)

Edição CORAG Assessoria de Publicações Técnicas Porto Alegre, 1998

SUMÁRIO
– – – – – – – – – – – – – – – – – – – – – – – – – – – – – – – Do Provimento – Arts. 9º ao 11 Da Hierarquia e da Disciplina – Arts. 12 ao 17 Do Cargo e da Função Policiais-Militares – Arts. 18 ao 23 Do Valor Policial-Militar – Art. 24 Da Ética Policial-Militar – Arts. 25 ao 28 Dos Deveres Policiais-Militares – Art.29 Do Compromisso Policial-Militar – Arts. 30 e 31 Do Comando e da Subordinação – Arts. 32 ao 34 Da Violação das Obrigações e dos Deveres – Arts.35 ao 39 Dos Crimes Militares – Art.40 Do Conselho de Justificação – Arts. 41 ao 43 Do Conselho de Disciplina – Arts. 44 e 45 Dos Direitos dos Servidores Militares – Arts. 46 e 47 Da Remuneração – Arts.48 ao 50 Assistência Médico-Hospitar – Arts. 51 ao 55 Da Promoção – Arts. 56 ao 58 Das Férias e Outros Afastamentos Temporários do Serviço – Arts. 59º ao 68º Das Licenças – Arts.69 ao 82. Da Pensão Policial-Militar – Arts. 83 ao 85 Das Prerrogativas – Arts. 86 e 87 Do Uso dos Uniformes da Brigada Militar – Arts. 88 a 91 Da Agregação – Arts. 92 ao 94 Da Reversão – Arts. 95 e 96 Do Excedente – Art. 97 Do Ausente – Art. 98 Do Desaparecimento e do Extravio – Arts. 99 ao 102 Do Desligamanto ou Exclusão do serviço Ativo – Arts. 100 ao 102 Da Reinclusão – Art. 103 Da Transferência para Reserva Remunerada – Arts. 104 ao 112 Da Reforma – Arts. 113 ao 121 Da Demissão, da Perda do Posto e da Patente e da Declaração de Indignidade ou Incompatibilidade com o Oficialato – Arts. 122 ao 127 – Do Licenciamento – Arts. 128 ao 130 – Da Anulação de Inclusão – Art.131 – Da Exclusão da Praça a Bem da Disciplina – Arts. 132 ao 134 – Da Deserção – Art. 135 – Do Falecimento e do Extravio – Arts. 136 ao 138 – Do Tempo de Serviço – Arts. 139 ao 147 – Da Licença para Acompanhar o Cônjuge – Arts. 148 a 149 – Das Recompensas e das Dispensas de Serviço – Arts. 150 a 152 – Das Prorrogação do Serviço Policial Militar – Art. 153 – Das Disposições Finais e Transitórias – Arts. 154 ao 163

LEGISLAÇÃO COMPLEMENTAR
LEI N.º 10.991, DE 18 DE AGOSTO DE 1997. Dispõe sobre a Organização Básica da Brigada Militar do Estado do RS e dá outras providências. LEI COMPLEMENTAR N.º 10.992, DE 18 DE AGOSTO DE 1997. Dispõe sobre a carreira dos Servidores Militares do Estado do RS e dá outras providências. LEI N.º 10.993, DE 18 DE AGOSTO DE 1997. Fixa o efetivo da Brigada Militar do Estado e dá outras providências. LEI N.º 10.996, DE 18 DE AGOSTO DE 1997. Estabelece benefício ao servidor integrante dos órgãos operacionais da Secretaria da Justiça e da Segurança, ou ao seu beneficiário, na ocorrência dos eventos “invalidez permanente, total ou parcial, ou morte”, ocorridos em serviço. LEI COMPLEMENTAR N.º 11.000, DE 18 DE AGOSTO DE 1997. Dispõe sobre a promoção extraordinária do Servidor Militar e do Servidor integrantes dos Quadros da Polícia Civil , do Instituto-Geral de Perícias e da Superintendência dos Serviços Penitenciários. DECRETO N.º 37.794, DE 22 DE SETEMBRO DE 1997. Dispõe sobre diárias devidas a policiais militares e dá outras providências. O “caput” do art.1º, alterado p/D 37.878/97, inseridas no texto deste Decreto. DECRETO N.º 38.107, DE 22 DE JANEIRO DE 1998. Regulamenta a Lei de Organização Básica e Qualificação das Carreiras dos Servidores Militares da Brigada Militar do Estado do RS e dá outras providências. DECRETO N.º 38.108, DE 22 DE JANEIRO DE 1998. Dispõe sobre o provimento de cargos e Qualificação das Carreiras do Servidores Militares da Brigada Militar do Estado do RS e dá outras providências. DECRETO N.º 38.480, DE 11 DE MAIO DE 1998. Regulamenta a Lei Complementar n.º 11.000, de 18 de agosto de 1997. DECRETO N.º 38.548, DE 08 DE JUNHO DE 1998. Distribui o efetivo da Brigada Militar, de acordo o fixado na Lei n.º 10.993/97. LEI COMPLEMENTAR N.º 11.170, DE 22 DE JUNHO DE 1998. Altera disposições do Estatuto dos Servidores Militares do Estado do Rio Grande do Sul e de sua Carreira, disciplinados, respectivamente, pelas Leis Complementares n.ºs. 10.990 e 10.992, ambas de 18 de agosto de 1997 e dá outras providências. DECRETO N.º 37.536, DE 08 DE JULHO DE 1997. Dispõe sobre as condições gerais e específicas para ingresso voluntário na Brigada Militar. DECRETO N.º 37.939, DE 17 DE NOVEMBRO DE 1997. Regulamenta a Comissão de Avaliação e Mérito da Brigada Militar e dá outras providências.

LEI COMPLEMENTAR N.º 10.990, DE 18 DE AGOSTO DE 1997. Dispõe sobre o Estatuto dos Servidores Militares da Brigada Militar do Estado do Rio Grande do Sul e dá outras providências.
O GOVERNADOR DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL. Faço saber, em cumprimento ao disposto no artigo 82, inciso IV, da Constituição do Estado, que a Assembléia Legislativa aprovou e eu sanciono e promulgo a Lei seguinte: Art. 1° – Este Estatuto regula a situação, obrigações, deveres, direitos e prerrogativas dos servidores militares do Estado. Art. 2° – A Brigada Militar, instituída para a preservação da ordem pública no Estado e considerada Força Auxiliar, reserva do Exército Brasileiro é instituição permanente e regular, organizada com base na hierarquia e na disciplina, sob a autoridade suprema do Governador do Estado. Art. 3° – Os integrantes da Brigada Militar do Estado, em razão da destinação constitucional da Corporação e em decorrência das leis vigentes, constituem uma categoria especial de servidores públicos estaduais, sendo denominados servidores militares. § 1° – Os servidores militares encontram-se em uma das seguintes situações: I – na ativa: a) os servidores militares de carreira; b) os servidores militares temporários; c) os componentes da reserva remunerada, quando convocados; d) os alunos de órgãos de formação de servidor militar da ativa. II – na inatividade: a) na reserva remunerada, quando pertencem à reserva da Corporação e percebem remuneração do Estado, porém sujeitos, ainda, à prestação de serviço na ativa, mediante convocação; b) reformados, quando, tendo passado por uma das situações anteriores, estão dispensados, definitivamente, da prestação de serviço na ativa, mas continuam a perceber remuneração do Estado; c) na reserva não remunerada, na forma da legislação específica. § 2° – Os servidores militares de carreira são os que, no desempenho voluntário e permanente do serviço policial-militar, têm vitaliciedade assegurada ou presumida. § 3° – Em casos especiais, regulados por lei, os servidores militares da reserva remunerada poderão, mediante aceitação voluntária, ser designados para o serviço ativo, em caráter transitório, por proposta do Comandante- Geral e ato do Governador do Estado. Art. 4° – O serviço policial-militar consiste no exercício de atividades inerentes à Brigada Militar e compreende todos os encargos previstos na legislação específica e peculiar. Art. 5° – A carreira policial-militar é caracterizada por atividade contínua e inteiramente devotada às finalidades da Brigada Militar, denominada atividade policial-militar. Parágrafo único – A carreira policial-militar é privativa do pessoal da ativa, iniciando-se com o ingresso na Brigada Militar e obedecendo à seqüência de graus hierárquicos.

Art. 6° – São equivalentes as expressões “na ativa”, “da ativa”, “em serviço ativo”, “em serviço na ativa”, “em serviço”, “em atividade” ou “em atividade policial-militar” referidas aos servidores militares no desempenho de cargo, comissão, encargo, incumbência ou missão, serviço ou atividade policial-militar ou considerada de natureza policial-militar, nas organizações policiais - militares, bem como, quando previsto em lei ou regulamento, em outros órgãos do Estado. Art. 7° – A condição jurídica dos servidores militares é definida pelos dispositivos constitucionais que lhes forem aplicáveis, por este Estatuto e pelas leis e regulamentos que lhes outorgam direitos e prerrogativas e lhes impõem deveres e obrigações. Art. 8° – O disposto neste Estatuto aplica-se, no que couber, aos servidores - militares da reserva remunerada e reformados. Parágrafo único – Os Oficiais nomeados Juízes do Tribunal Militar do Estado são regidos por legislação própria. DO PROVIMENTO Art. 9° – O ingresso na Brigada Militar é facultado a todos os brasileiros, sem distinção de raça, sexo ou de crença religiosa, mediante concurso público, observadas as condições prescritas em lei. Art. 10 – São requisitos para o ingresso na Brigada Militar: I – ser brasileiro; II – possuir ilibada conduta pública e privada; III – estar quite com as obrigações eleitorais e militares; IV – não ter sofrido condenação criminal com pena privativa de liberdade ou qualquer condenação incompatível com a função policial-militar; V – não estar respondendo processo criminal; VI – não ter sido isentado do serviço militar por incapacidade física definitiva; e VII – obter aprovação nos exames médico, físico, psicológico e intelectual, exigidos para inclusão, nomeação ou matrícula. Parágrafo único – As condições específicas, conforme o quadro ou qualificação, serão as previstas no regulamento de ingresso. Art. 11 – Para o cômputo do tempo correspondente ao período probatório será considerado o tempo de serviço do servidor militar como aluno - oficial. Parágrafo único – Excetuam-se do disposto no “caput” os atuais 1° e 2° Tenentes PM e os atuais Aspirantes-a-Oficial.

DA HIERARQUIA E DA DISCIPLINA
Art. 12 – A hierarquia e a disciplina militares são a base institucional da Brigada Militar, sendo que a autoridade e a responsabilidade crescem com o grau hierárquico. § 1° – A hierarquia militar é a ordenação da autoridade em níveis diferentes, dentro da estrutura da corporação, sendo que a ordenação se faz por postos ou graduações e, dentro de um mesmo posto ou de uma mesma graduação, se faz pela antigüidade no posto ou na graduação, consubstanciada no espírito de acatamento à seqüência de autoridade. § 2° – A disciplina militar é a rigorosa observância e o acatamento integral das leis, regulamentos, normas e disposições que fundamentam o organismo policial-militar e coordenam o seu funcionamento regular e harmônico, traduzindo-se pelo cumprimento do dever por parte de todos e de cada um dos seus componentes. § 3° – A disciplina militar e o respeito à hierarquia devem ser mantidos entre servidores militares da ativa, da reserva remunerada e reformados.

pela antigüidade no posto ou na graduação anterior e. pela posição nas respectivas escalas numéricas ou registro de que trata o artigo 17. à data de inclusão e à data de nascimento.Geral da Brigada Militar. é assegurada pela antigüidade no posto ou na graduação. Art.Art.Geral e do Chefe do Estado Maior. Art. neste último caso. salvo nos casos de precedência funcional do Comandante Geral. freqüentam. § 2° – Os graus hierárquicos inicial e final dos Quadros e Classificações são os compreendidos nas carreiras de nível superior e médio. Parágrafo único – Os círculos hierárquicos serão disciplinados. de acordo com o regulamento do respectivo órgão. conferido por ato do Comandante . sucessivamente. § 4° – Os graus hierárquicos de Subtenente. salvo quando estiver taxativamente fixada outra data. se não estiverem especificamente enquadrados nas disposições dos incisos I e II. 13 – Círculos hierárquicos são âmbitos de convivência entre os servidores militares da mesma categoria e têm a finalidade de desenvolver o espírito de camaradagem em ambiente de estima e confiança. se. respectivamente. ou inclusão. o Círculo de Sargentos. nomeação. 3° Sargento e Cabo. do Subcomandante . definidos em lei complementar específica. o Círculo de Soldados. recorrer-se-á. § 3° – Sempre que o servidor militar que fizer uso do posto ou graduação for da reserva remunerada ou reformado. e o último. subsistir a igualdade de antigüidade. os servidores militares na ativa têm precedência sobre os na inatividade. na forma regulamentar. deverá mencionar essa situação. o mais velho será considerado mais antigo. § 3° – Em igualdade de posto ou graduação. para definir a precedência e. a antigüidade é estabelecida através dos seguintes critérios: I – entre servidores militares do mesmo quadro. em: I – Círculos de Oficiais. II – Círculos de Praças. em extinção. os dois primeiros. II – nos demais casos. do mesmo grau hierárquico. ainda assim. conferido por ato do Governador do Estado. § 2° – No caso de igualdade na data referida no parágrafo anterior. e a Graduação é o grau hierárquico da Praça. 15 – A precedência entre servidores militares da ativa. § 1° – A antigüidade em cada posto ou graduação é contada a partir da data da publicação do ato da respectiva promoção. III – entre os alunos de um mesmo órgão de formação de servidores militares. . 14 – Os círculos e a escala hierárquica na Brigada Militar são os constantes do quadro seguinte: CARREIRA dos Servidores militares de nível superior dos Servidores POSTOS E GRADUAÇÕES Coronel de Oficiais Superiores Tenente-Coronel Major de Oficiais Capitão Intermediários de Oficiais Subalternos Primeiro Tenente 1° Sargento de Sargentos 2° Sargento de Soldados Soldado CÍRCULO militares de nível médio § 1° – O Posto é o grau hierárquico do Oficial. aos graus hierárquicos anteriores. sem prejuízo do respeito mútuo.

21 – A função policial-militar é o exercício das obrigações inerentes ao cargo policial-militar. 20 – O cargo policial-militar é considerado vago: I – a partir de sua criação e até que um servidor militar. segundo as instruções baixadas pelo Comandante .Geral da Corporação. por período igual ou superior a 10 (dez) dias. observados os princípios regidos por este Estatuto. e até que outro servidor militar. Art. DO CARGO E DA FUNÇÃO POLICIAIS-MILITARES Art. provido de acordo com o parágrafo único do artigo 19. Art. regularmente nomeado ou designado. correspondendo. Art. bem como as normas. Art. dele tome posse. são estabelecidas na legislação específica e peculiar. e respeitadas as restrições do presente artigo. 16 – A precedência entre as Praças especiais e demais Praças é a regulada por legislação federal específica. Art. atribuições e responsabilidades correspondentes. quando não possuírem Curso Superior de Polícia Militar. respeitadas a precedência e as qualificações exigidas para o cargo ou para o exercício da função. § 5° – Em caso de igualdade de posto. Art. 19 – Os cargos policiais . dentro das respectivas escalas numéricas. conforme previsto em lei. § 6° – Excetuados os integrantes do Quadro de Oficiais Especialistas em Saúde – QOES. deveres e responsabilidades que se constituem em obrigações do respectivo titular. para exercer função de posto ou graduação superior a sua terá direito ao vencimento e vantagens correspondentes àquele posto ou graduação. ou é considerado extraviado ou desertor. ou falece. dele tome posse. Art. 23 – O servidor militar ocupante de cargo. os demais Oficiais. § 1° – O servidor militar designado. faz jus às gratificações e a outros direitos correspondentes. II – desde o momento em que o servidor militar que o ocupa é exonerado. ou dispensado. Parágrafo único – As obrigações inerentes ao cargo policial-militar devem ser compatíveis com o correspondente grau hierárquico e definidas em legislação ou regulamentação específicas. ou que tenha recebido determinação de autoridade competente. regularmente nomeado ou designado. os Oficiais que possuírem o Curso Superior de Polícia Militar terão precedência sobre os demais. 18 – O cargo policial-militar é aquele que só pode ser exercido por servidor militar em serviço ativo. a seqüência de substituições para assumir cargo ou função. a cada cargo policial-militar um conjunto de atribuições. . 22 – Dentro de uma mesma Organização Policial Militar. Chefia ou Direção sobre os Oficiais que o possuir.§ 4° – Em igualdade de posto ou graduação. 17 – A Brigada Militar manterá um registro de todos os dados referentes ao seu pessoal da ativa e da reserva remunerada. não poderão exercer Comando. a contar do dia em que houver assumido tal função.militares serão providos com pessoal que satisfaça aos requisitos de grau hierárquico e de qualificação exigidos para o seu desempenho. Parágrafo único – O provimento de cargo policial-militar se faz por ato de nomeação ou de designação da autoridade competente. no exercício de cargo privativo de sua especialidade. a precedência entre os servidores militares na ativa e os na reserva remunerada que estiverem convocados é definida pelo tempo de efetivo serviço no posto ou na graduação.

XI – abster-se de tratar. IV – o amor à profissão policial-militar e o entusiasmo com que é exercida. IV – acatar as autoridades civis. o brio e o decoro de classe impõem. XVII – zelar pelo bom nome da Brigada Militar e de cada um dos seus integrantes. XII – cumprir seus deveres de cidadão. orgulho do servidor militar pela organização onde serve. mesmo fora do serviço ou na inatividade. do respeito e decoro. II – a fé na elevada missão da Brigada Militar. de matéria sigilosa de que tenha conhecimento em virtude do cargo ou da função. DA ÉTICA POLICIAL-MILITAR Art. XIV – observar as normas da boa educação. conduta moral e profissional irrepreensíveis. com a observância dos seguintes preceitos de ética do servidor militar: I – amar a verdade e a responsabilidade como fundamento da dignidade pessoal. . somente poderão ocorrer. de sociedade civil ou exercer comércio. 26 – Ao servidor militar da ativa é vedado participar de gerência ou administração de empresa privada. respeitando-se os princípios da antigüidade e qualificação para o exercício funcional. XIII – proceder de maneira ilibada na vida pública e na particular. DO VALOR POLICIAL-MILITAR Art. XVI – conduzir-se. as instruções e as ordens das autoridades competentes. quando convocados. II – exercer com autoridade. entre funções atribuídas a postos ou entre funções atribuídas a graduações. próprio e dos subordinados. cotista ou comanditário. mesmo com o risco da própria vida. ficam proibidos de tratar. V – cumprir e fazer cumprir as leis. 25 – O sentimento do dever. nas organizações policiais . os regulamentos. maneiras e em sua linguagem escrita e falada.§ 2° – As substituições temporárias. dos interesses de organizações ou empresas privadas de qualquer natureza. a gestão de seus bens. III – respeitar a dignidade da pessoa humana. X – ser discreto em suas atitudes. VII – zelar pelo preparo moral. tendo em vista o cumprimento da missão comum. VIII – empregar as suas energias em benefício do serviço. XV – abster-se de fazer uso do posto ou da graduação para obter facilidades pessoais de qualquer natureza ou para encaminhar negócios particulares ou de terceiros. fora do âmbito apropriado. VI – ser justo e imparcial no julgamento dos atos e na apreciação do mérito dos subordinados. intelectual e físico. § 2° – Os servidores militares da ativa podem exercer. eficiência e probidade as funções que lhe couberem em decorrência do cargo. desde que não infrinjam o disposto no presente artigo. III – o espírito de corpo. IX – praticar a camaradagem e desenvolver permanentemente o espírito de cooperação. exceto na qualidade de acionista. de modo a que não sejam prejudicados os princípios da disciplina. § 1° – Os servidores militares na reserva remunerada. Art. respectivamente.militares e nas repartições públicas civis. 24 – São manifestações essenciais do valor policial-militar: I – a dedicação ao serviço policial para preservação da segurança da comunidade e das prerrogativas da cidadania. a cada um dos integrantes da Brigada Militar. a dignidade militar. diretamente. obedecendo aos preceitos da ética do servidor militar. o permanente zelo ao patrimônio público e às instituições democráticas. e V – o aprimoramento técnico profissional.

mesmo com o sacrifício da própria vida. 32 – Comando é a soma de autoridade.Geral da Brigada Militar poderá determinar aos servidores militares da ativa que. informem sobre a origem e a natureza dos seus bens. segurança. III – a probidade e a lealdade em todas as circunstâncias. . 27 – O Comandante . 29 – Os deveres policiais . IV – a disciplina e o respeito à hierarquia. à manutenção da ordem pública e à segurança da comunidade. VI – a obrigação de tratar o subordinado dignamente e com urbanidade.militares e manifestará a sua firme disposição de bem os cumprir. sendo vinculado ao grau hierárquico e constituindo prerrogativa impessoal. em solenidade especialmente programada. prestará compromisso de honra. enquanto em efetivo serviço. Art. não poderá estar filiado a partido político. de acordo com os seguintes dizeres: “Perante a Bandeira do Brasil e pela minha honra. Art.militares emanam do conjunto de vínculos que ligam o servidor militar à sua corporação e ao serviço que a mesma presta à comunidade.Art. após ingressar na Brigada Militar. cumprir rigorosamente as ordens das autoridades a que estiver subordinado e dedicar-me inteiramente ao serviço policial-militar. II – o culto aos símbolos nacionais e estaduais. deveres e responsabilidades de que o servidor militar é investido legalmente. cuja honra. prometo cumprir os deveres de Oficial da Brigada Militar do Estado e dedicarme inteiramente ao seu serviço”. sempre que houver razões que recomendem tal medida. em cujo exercício o servidor militar se define e se caracteriza como chefe. 30 – Todo o cidadão. no interesse da salvaguarda da sua dignidade. mesmo com o risco da própria vida”. DO COMPROMISSO POLICIAL-MILITAR Art. da estrutura hierárquica da Brigada Militar e não afeta a dignidade pessoal do servidor militar. V – o rigoroso cumprimento das obrigações e das ordens. 33 – A subordinação decorre. tão logo o servidor militar tenha adquirido um grau de instrução compatível com o perfeito entendimento dos seus deveres como integrante da Brigada Militar. prometo regular a minha conduta pelos preceitos da moral. pelas ordens que emitir e pelos atos que praticar. Parágrafo único – Ao ser promovido ao seu primeiro posto. DOS DEVERES POLICIAIS-MILITARES Art. Art. 31 – O compromisso a que se refere o artigo anterior terá caráter solene e será prestado na presença da tropa. 28 – O servidor militar. DO COMANDO E DA SUBORDINAÇÃO Art. instituições e integridade devem ser defendidas. no qual afirmará a sua aceitação consciente das obrigações e dos deveres policiais . exclusivamente. conforme os seguintes dizeres: “Ao ingressar na Brigada Militar do Estado. 34 – Cabe ao servidor militar a responsabilidade integral pelas decisões que tomar. e compreendem: I – a dedicação ao serviço policial-militar e a fidelidade à Pátria e à comunidade. o servidor militar prestará compromisso de Oficial. Art. quando conduz homens ou dirige uma Organização Policial Militar.

os Chefes e os Diretores. II – Os Comandantes. nos casos em que a lei determinar. assegurada ampla defesa ao acusado. 40 – O Código Penal Militar relaciona e classifica os crimes militares. pecuniária. DOS CRIMES MILITARES Art.militares a ele inerentes será do mesmo imediatamente afastado. 38 – Ao servidor militar são proibidas a sindicalização e a greve. se declarado indigno do Oficialato ou com ele incompatível. ou a falta de exação no cumprimento dos mesmos. 41 – O Oficial só perderá o posto e a patente por decisão do Tribunal Militar do Estado. 43 – O processo e julgamento pelo Conselho de Justificação serão regidos por lei especial. 37 – O servidor militar cuja atuação no serviço revelar-se incompatível com o cargo ou que demonstrar incapacidade para o exercício das funções policiais . disciplinar ou penal. contravenção ou transgressão disciplinar. Art. 39 – São vedadas as manifestações coletivas que impliquem no descumprimento do dever ou que atentem contra a disciplina policial-militar.militares a ele inerentes. pecuniária. § 1° – A violação dos preceitos da ética policial-militar é tanto mais grave quanto mais elevado for o grau hierárquico de quem a cometer. desde que venha a ser condenado. ficará privado do exercício de qualquer função policial-militar. Art. . para o servidor militar.DA VIOLAÇÃO DAS OBRIGAÇÕES E DOS DEVERES Art. DO CONSELHO DE JUSTIFICAÇÃO Art. acarreta.militares constituirá crime. 36 – A inobservância dos deveres especificados nas leis e regulamentos. Art. Art. em tempo de paz e em tempo de guerra. § 1° – São competentes para determinar o imediato afastamento do cargo ou o impedimento do exercício da função: I – O Comandante . disciplinar e penal. na conformidade da legislação ou regulamentação da Corporação. até a solução final do processo ou adoção das providências legais que couberem ao caso. § 3° – Não se caracteriza como violação das obrigações e dos deveres do servidor militar o inadimplemento de obrigações pecuniárias assumidas na vida privada.Geral da Brigada Militar. § 2° – A responsabilidade disciplinar é independente das responsabilidades civil e penal. submetido a Conselho de Justificação. Art. nas condições mencionadas neste artigo. § 2° – O servidor militar afastado do cargo. 42 – O Oficial acusado de ser incapaz de permanecer como servidor militar será. poderá concluir pela incompatibilidade do servidor militar com o cargo ou pela incapacidade para o exercício das funções policiais . sem prejuízo dos respectivos vencimentos e vantagens. e dispõe sobre a aplicação aos servidores militares das penas correspondentes aos crimes por eles cometidos. salvo após decisão final do processo a que for submetido. responsabilidade funcional. consoante legislação específica. Parágrafo único – A apuração da responsabilidade funcional. conforme dispuserem a legislação ou regulamentação específicas. Art. 35 – A violação das obrigações ou dos deveres policiais .

quando Oficial. o licenciamento voluntário da ativa. § 1° – Os servidores militares na ativa percebem remuneração constituída pelas seguintes parcelas: I – vencimentos. proventos e outras vantagens pecuniárias. quando Oficial. indenizações e outras vantagens e é devida em bases estabelecidas em lei . com as vantagens. XI – o porte de armas. DOS DIREITOS DOS SERVIDORES MILITARES Art. pelas Praças. prerrogativas e deveres a ela inerentes. § 2° – A remuneração percebida pelos servidores militares em inatividade denomina-se proventos. segundo legislação vigente na Corporação.Geral. na forma regulamentar. III – o desempenho de cargos e funções correspondentes ao posto e de atribuições correspondentes à graduação. b) em cento e vinte dias corridos. X – o porte de arma. quando processado em razão de atos praticados em objeto de serviço. mediante indenização. II – o uso das designações hierárquicas. § 2° – O pedido de reconsideração. em serviço ativo ou em inatividade. higiene e segurança do trabalho. Art. VIII – as férias e as licenças. com as restrições impostas pela legislação específica. queixa ou representação. XIV – a assistência social e médico . § 4° – Aos servidores militares em processo administrativo ou judicial são assegurados o contraditório e a ampla defesa. nos limites estabelecidos na legislação específica: I – a garantia da patente. XV – a saúde. compreendendo soldo e gratificações. 48 – A remuneração dos servidores militares compreende vencimentos ou proventos. através da Brigada Militar. a queixa e a representação não podem ser feitos coletivamente. IV – a percepção de vencimentos. VI – as promoções. XII – a aquisição de uma arma de uso permitido. § 1° – O direito de recorrer na esfera administrativa prescreverá: a) em quinze dias úteis. Art. . inclusive mobília. quando movimentado por necessidade do serviço. quanto a ato que decorra da composição de Quadro de Acesso. assegurada ampla defesa ao acusado. ouvido o Comandante . DA REMUNERAÇÃO Art.hospitalar. exceto em matéria disciplinar. na forma estabelecida no Código de Vencimentos e Vantagens da Brigada Militar. seus bens pessoais. XIII – a assistência judiciária gratuita. 47 – O servidor militar que se julgar prejudicado ou ofendido por qualquer ato administrativo ou disciplinar de superior hierárquico poderá recorrer ou interpor pedido de reconsideração. nos demais casos.DO CONSELHO DE DISCIPLINA Art. IX – a demissão voluntária e. 44 – A Praça com estabilidade será submetida a Conselho de Disciplina na forma da legislação específica. § 3° – A decisão sobre qualquer recurso será dada no prazo máximo de 60 (sessenta) dias. 45 – O processo e julgamento pelo conselho de Disciplina serão regidos por lei especial. 46 – São direitos dos servidores militares. VII – a transferência para a reserva remunerada ou a reforma. II – indenizações. a contar do recebimento de comunicação Oficial. salvo aqueles Oficiais em inatividade por alienação mental ou condenação por crimes transitados em julgado ou por atividades que desaconselhem o porte de arma. em toda a sua plenitude. V – o transporte para si e seus dependentes. cujo prazo será de 8 (oito) dias.

Art. Art. de conformidade com o disposto na legislação e regulamentação de promoções de Oficiais e de Praças. 52 – Nas localidades onde não houver organizações de saúde da Brigada Militar. postos à disposição do seu Departamento de Saúde. ouvido o Secretário de Estado responsável pela área da segurança pública. de encargo em comissão de concurso público. 55 – As normas e condições de atendimento serão estabelecidas em regulamento próprio. . observadas as disposições da legislação e regulamentação a que se refere este artigo. ao ser movimentado por necessidade do serviço. Art. § 2° – A promoção é ato administrativo e tem como finalidade básica a seleção dos servidores militares para o exercício de funções pertinentes ao grau hierárquico superior. por aula proferida. exceto nos casos previstos em lei federal. gradual e sucessivo e será feito mediante promoções. haverá promoções em ressarcimento de preterição. Art. é atribuição do Comando--Geral da Brigada Militar. § 6° – O servidor militar fará jus a gratificação pelo exercício. perceberá gratificação de magistério. através de ato do Poder Executivo. poderá ser prestada pelas organizações de saúde. ao servidor militar e a seus dependentes. sendo também estendidos aos inativos quaisquer benefícios e vantagens posteriormente concedidos aos servidores militares em atividade. conforme legislações específicas. nos termos da lei. seqüestro ou penhora. mediante acordos previamente estabelecidos entre estas e o Departamento de Saúde da Corporação. 54 – A assistência médico-hospitalar ao servidor militar da ativa. 49 – Os vencimentos. desde que implique alteração de seu domicílio. dentro das limitações dos recursos orçamentários próprios da Brigada Militar. DA PROMOÇÃO Art. Parágrafo único – O Departamento de Saúde da Brigada Militar destina-se a atender o policial-militar e seus dependentes. fora do horário do expediente a que estiver sujeito. ASSISTÊNCIA MÉDICO-HOSPITALAR Art. os proventos e as pensões dos servidores militares e seus beneficiários não serão objeto de arresto. assistência médicohospitalar. conforme fixado em lei. perceberá ajuda de custo para atender às despesas de sua instalação. 51 – O Estado proporcionará. ou. de modo a obter-se um fluxo regular e equilibrado da carreira para os servidores militares a que esses dispositivos se referem. através do Departamento de Saúde da Brigada Militar. § 4° – O servidor militar que exercer o magistério em curso ou estágio regularmente instituídos pela Brigada Militar. inclusive quando decorrentes da transformação ou reclassificação do cargo ou função em que se deu a aposentadoria. Art. no valor fixado em lei.§ 3° – Os servidores militares da ativa e na inatividade perceberão abono familiar de conformidade com a lei geral que rege essa vantagem. Art. § 5° – O servidor militar. quando acidentado em serviço ou acometido de doença adquirida em serviço ou dela decorrente. da reserva remunerada ou reformado. 50 – Os proventos de inatividade serão revistos na mesma proporção e na mesma data em que se modificar a remuneração dos servidores militares em atividade. ainda. supletivamente. os servidores militares nela sediados poderão ser atendidos por organizações das Forças Armadas ou civis. § 1° – O planejamento da carreira dos Oficiais e das Praças. Art. 57 – As promoções serão efetuadas pelos critérios de merecimento e de antigüidade. através do Instituto de Previdência do Estado do Rio Grande do Sul – IPERGS e. § 1° – Em casos especiais. 56 – O acesso na hierarquia policial-militar é seletivo. extraordinariamente. 53 – O servidor militar em serviço ativo faz jus a hospitalização e tratamento custeado pelo Estado.

registrando-se o fato em seus assentamentos. § 6° – A concessão de férias não é prejudicada pelo gozo anterior de licença para tratamento de saúde. as férias poderão ser acumuladas até o máximo de 2 (dois) períodos anuais. a pedido. o acréscimo constitucional de 1/3 (um terço) da remuneração do período de férias. a retribuição relativa ao período. na forma prevista no artigo 61. . somente após um ano de efetivo exercício contado da data da apresentação. recebendo ele o número que lhe competir na escala hierárquica. de extrema necessidade do serviço. Parágrafo único – O disposto no “caput” estende-se à praça que. 62 – Somente em casos de interesse da segurança pública. fará jus a férias. 65 – O servidor militar que tiver gozado mais de 30 (trinta) dias para tratar de interesses particulares. 64 – O servidor exonerado fará jus ao pagamento da remuneração de férias proporcionalmente aos meses de efetivo exercício. ao ser transferida. poderá o servidor militar indicar em qual dos períodos utilizará a faculdade de que trata este artigo. 63 – Se o servidor militar vier a falecer. § 5° – É facultado o gozo de férias em 2 (dois) períodos. ou de transferência para a inatividade. § 1° – O pagamento da remuneração de férias será efetuado antecipadamente ao servidor militar que o requerer. Art. § 2° – Na hipótese de férias parceladas. para reserva remunerada. será promovida ao grau hierárquico superior imediato. pago antecipadamente. 59 – As férias são afastamentos totais do serviço. na época prevista. como se estivessem em exercício. quando já implementado o período de um ano. descontadas eventuais parcelas correspondentes a antecipação. § 2° – Compete ao Comandante-Geral da Brigada Militar a regulamentação da concessão das férias anuais. 61 – Por absoluta necessidade de serviço. § 3° – Para o primeiro período aquisitivo de férias será exigido 12 (doze) meses de exercício. anual e obrigatoriamente concedidos aos servidores militares. o período de férias a que tiverem direito. de manutenção da ordem. por punição anterior decorrente de transgressão disciplinar. § 1° – As férias serão de trinta dias para todos os servidores-militares. 58 – A Praça que contar com mais de 25 (vinte e cinco) anos de serviço público militar. § 7° – Durante as férias. os servidores militares terão interrompido ou deixarão de gozar. para reserva remunerada ou ao ser transformada. que lhe assegure o direito a férias. Art. Art. como se houvesse sido promovido na época devida. § 4° – É vedado levar à conta de férias qualquer falta ao serviço. Art. pelo estado de guerra ou para que sejam cumpridos atos de serviço. antes do início do referido período. não inferiores a 10 (dez) dias consecutivos. Art. III e VII do artigo 106 desta Lei Complementar. "ex-officio". Art. será paga aos dependentes legalmente constituídos. juntamente com o acréscimo constitucional de 1/3 (um terço).(1) DAS FÉRIAS E OUTROS AFASTAMENTOS TEMPORÁRIOS DO SERVIÇO Art. o servidor militar terá direito a todas as vantagens inerentes ao cargo. independentemente de solicitação. por ocasião das férias. for transferida. bem como não anula o direito àquelas licenças. 60 – Será pago ao servidor militar. observado o princípio aplicável à sua promoção. de acordo com os incisos I.§ 2° – A promoção de servidor militar feita em ressarcimento de preterição será efetuada segundo os princípios de antigüidade ou merecimento. descontadas eventuais parcelas já fruídas. Parágrafo único – O pagamento de que trata este artigo corresponderá a 1/12 (um doze avos) da remuneração a que fizer jus o servidor militar. para descanso. Art. com mais de 25 (vinte e cinco) anos de serviço público militar.

cônjuge. o afastamento do servidor militar. III – para tratamento de saúde própria. V – à gestante e à adotante. 66 – Os servidores militares têm direito. observadas as disposições legais e regulamentares. sob pena de ser considerado faltoso ao serviço. será regulada em legislação própria. sogros. observadas as disposições legais e regulamentares. Art. 69 – Licença é a autorização para afastamento total do serviço. II – luto. por até 8 (oito) dias consecutivos. observadas as necessidades de serviço. Parágrafo único – O afastamento do serviço por motivo de núpcias ou luto. enteado e menor sob guarda ou tutela. § 2° – O período de licença especial não interrompe a contagem de tempo de efetivo serviço. quando em qualquer das situações de licença constantes do parágrafo anterior. 1° e 2° graus. sem que implique em qualquer restrição para a sua carreira. mediante requerimento. sem remuneração e com prejuízo da contagem do tempo de serviço público. § 2° – A remuneração do servidor militar. será concedido. as licenças para tratamento de saúde própria. . bem como não anula o direito àquelas licenças. § 1° – A licença pode ser: I – especial. § 1° – A licença especial tem a duração de três meses. concedida ao servidor militar.Art. não se considerará como interrupção da prestação de serviços ao Estado os afastamentos previstos nos incisos V e VI do artigo 69. computado em dobro para os efeitos da inatividade e de gratificações temporais. companheiro ou companheira. pelo prazo de até 2 (dois) anos consecutivos. Parágrafo único – O servidor militar. VII – para acompanhar o cônjuge. e as licenças para tratamento de saúde de pessoa da família. 70 – A licença especial é a autorização para afastamento total do serviço. durante os dias de provas finais do ano ou semestre letivo. Art. 71 – Ao servidor militar estável poderá ser concedida licença para tratar de interesses particulares. § 5° – Para os efeitos da concessão da licença especial. Art. para os estudantes de ensino superior. aos períodos de afastamento total do serviço. de até 4 (quatro) meses. descendente. VI – à paternidade. no segundo caso. padrasto ou madrasta. por motivo de: I – núpcias. de até 2 (dois) meses. 67 – É assegurado. tão logo a autoridade à qual estiver subordinado o servidor militar tenha conhecimento do óbito de seu ascendente. ainda. e durante os dias de provas em exames supletivos e de habilitação a curso superior. IV – para tratamento de saúde de pessoa da família. no primeiro caso. IV – trânsito. concedida ao servidor militar que a requerer. DAS LICENÇAS Art. III – instalação. § 4° – A licença especial não é prejudicada pelo gozo anterior de qualquer licença para tratamento de saúde e para que sejam cumpridos atos de serviço. vedada a desconversão. bem como a licença para exercício de mandato classista. em caráter temporário. relativa a cada qüinqüênio de tempo de efetivo serviço prestado. deverá comprovar perante seu superior imediato as datas em que se realizarão as diversas provas e seu comparecimento. se solicitado por antecipação à data do evento e. sem prejuízo de sua remuneração. Art. § 3° – Compete ao Comandante-Geral da Brigada Militar conceder as licenças previstas no “caput”. irmãos. II – para tratar de interesses particulares. § 3° – O tempo de licença especial não gozado pelo servidor militar será. também. 68 – As férias e os outros afastamentos mencionados são concedidos com a remuneração prevista na legislação peculiar e computados como tempo de efetivo serviço para todos os efeitos legais.

com o exercício do cargo. ou a três horas consecutivas por dia. sob pena de imediata suspensão da mesma. contados desde a data em que tenha reassumido o exercício do cargo. de ascendente. Art. salvo prorrogação ou determinação constante em laudo pericial. descendente. II – com 2/3 (dois terços) da remuneração. licença de 120 (cento e vinte) dias. reassumirá o exercício do cargo. porém. até 90 (noventa) dias. salvo se houver a necessidade de exames complementares. mediante inspeção médica. § 2° – O servidor militar não poderá recusar-se à inspeção médica. Art. esta ser especificada através do respectivo código (CID). decorridos 30 (trinta) dias do evento. Parágrafo único – A doença será comprovada através de inspeção de saúde a ser procedida pelo Departamento de Saúde da Brigada Militar. ou no estabelecimento hospitalar em que se encontrar internado. Art. quando seu regime de trabalho obedecer a turno único. no período que exceder a 90 (noventa) e não ultrapassar a 180 (cento e oitenta) dias. a inspeção médica poderá ser realizada na residência do servidor. serão consideradas como prorrogação. Art. o laudo médico deverá estabelecer a sua rigorosa caracterização. caso a licença seja negada. no período que exceder a 180 (cento e oitenta) e não ultrapassar a 365 (trezentos e sessenta e cinco) dias. 72 – Será concedida ao servidor militar licença para tratamento de saúde própria. na Capital ou no interior. a qualquer tempo. 74 – O atestado e o laudo da junta médica não se referirão ao nome ou à natureza da doença. precedida de inspeção médica realizada pelo Departamento de Saúde da Brigada Militar. é assegurado à servidora-militar lactante. Art. considerando-se como faltas os dias de ausência ao serviço. a servidora militar será submetida a inspeção médica e. sem prejuízo da remuneração a que fizer jus. 77 – A licença de que trata o artigo anterior será concedida: I – com a remuneração total. proporcional à idade do adotado: I – de zero a dois anos. a pedido ou “exofficio”. 76 – O servidor militar poderá obter licença por motivo de doença do cônjuge. ficará o servidor militar à disposição do Departamento de Saúde da Brigada Militar. 75 – O servidor militar em licença para tratamento de saúde própria deverá abster-se do exercício de atividades incompatíveis com o seu estado. § 3° – O resultado da inspeção médica será comunicado imediatamente ao servidor militar. até o 2° grau. devendo. se julgada apta. salvo hipótese de imperiosa necessidade. 80 – À servidora militar adotante será concedida licença a partir da concessão do termo de guarda ou da adoção. Parágrafo único – Para os efeitos deste artigo. devidamente comprovada à autoridade a que estiver subordinado. Art. quando o afastamento for inconveniente ao interesse do serviço. simultaneamente. sob pena de ser considerado ausente. o servidor militar deverá reassumir imediatamente o exercício do cargo. quando então. as licenças. durante o período de 2 (dois) meses. logo após a sua realização. quando seu regime de trabalho obedecer a dois turnos. Parágrafo único – No caso de natimorto. Art. Parágrafo único – Para a concessão de licença a servidor militar acometido de moléstia profissional. III – com 1/3 (um terço) da remuneração. 73 – Findo o período de licença. 79 – Ao término da licença a que se refere o artigo anterior. § 3° – O servidor militar poderá. § 2° – O servidor militar deverá aguardar em exercício a concessão da licença. § 1° – Sempre que necessário. sem prejuízo da remuneração. 78 – À servidora militar gestante será concedida. com intervalos inferiores a 30 (trinta) dias. Art. enteado e colateral consangüíneo. pela mesma moléstia.§ 1° – A licença poderá ser negada. § 4° – Não se concederá nova licença. o direito de comparecer ao serviço em um turno. Art. reassumir o exercício do cargo. antes de decorridos 2 (dois) anos do término da anterior. . 120 (cento e vinte) dias. desde que comprove ser indispensável a sua assistência e esta não possa ser prestada.

insígnias e emblemas policiais-militares da Brigada Militar. 83 – A pensão policial-militar destina-se a amparar os beneficiários do servidor militar falecido ou extraviado e será paga conforme o disposto em lei. Chefe ou Diretor tenha precedência hierárquica sobre a pessoa do preso. para o exercício funcional. III – as penas de prisão. correspondentes ao posto ou à graduação. III – em caso de emergente necessidade e segurança pública. serão cumpridos em organização policial-militar. VII – carteira de identidade de acordo com modelo regulamentar. 81 – Pelo nascimento ou adoção de filho. fixadas em sentença judicial e os casos de prisão provisória. IV – julgamento em foro especial. em qualquer recinto público ou privado. II – as honras. 82 – As licenças poderão ser interrompidas a pedido ou nas condições estabelecidas neste artigo. 84 – A pensão policial-militar do pessoal do serviço ativo. 30 (trinta) dias. conforme regulamento da Força. Art. dignidades e distinções devidas aos graus hierárquicos e cargos. detenção ou reclusão. a juízo da autoridade que efetivou a pronúncia ou a indiciação. Art. VIII – não confinamento em cela no caso de punição administrativa. IV – para cumprimento de sentença que importe em restrição da liberdade individual. ou em conseqüência de acidente em serviço. respeitada a garantia constitucional da inviolabilidade do domicílio. 86 – As prerrogativas dos servidores militares são constituídas pelas honras. V – para cumprimento de punição disciplinar. Art. nos crimes militares. em objeto de serviço. desde que menor. 85 – O servidor militar morto em campanha ou em ato de serviço. V – livre ingresso e trânsito. § 1° – A interrupção da licença especial e da licença para tratar de interesses particulares poderá ocorrer: I – em caso de mobilização e estado de guerra. IV – de mais de seis anos. DA PENSÃO POLICIAL-MILITAR Art. distintivos. Art. que consigne os direitos e prerrogativas instituídos em lei. será regulada em legislação própria.II – de mais de dois até quatro anos. da reserva ou reformado será a do Instituto de Previdência do Estado. quando em serviço de caráter urgente. uniformes. Parágrafo único – O disposto no “caput” sobre o valor da pensão não se aplica ao servidor militar que for promovido extraordinariamente. cujo Comandante. público ou privado. . II – em caso de decretação de estado de sítio. o servidor militar terá direito à licença-paternidade de 8 (oito) dias consecutivos. § 2° – A interrupção de licença para tratamento de saúde de pessoa da família e para cumprimento de pena disciplinar que importe em restrição da liberdade individual. III – de mais de quatro até seis anos. conforme legislação específica. 90 (noventa) dias. deixará a seus dependentes pensão correspondente aos vencimentos integrais do grau hierárquico imediatamente superior ao que possuir na ativa. VI – prioridade em qualquer serviço de transporte ou comunicação. VI – em caso de pronúncia em processo criminal ou indiciação em Inquérito Policial-Militar. 60 (sessenta) dias. Parágrafo único – São prerrogativas dos servidores militares: I – o uso de títulos. no território estadual. DAS PRERROGATIVAS Art. salvo no caso do artigo seguinte. tratamento e sinais de respeito que lhes são assegurados em leis ou regulamentos.

88 – Os uniformes da Brigada Militar. § 1° – É proibido ao servidor militar o uso de uniforme: I – em reuniões. insígnias ou emblemas iguais aos adotados na Brigada Militar ou que com eles possam ser confundidos. nela permanecendo sem número. bem como seu uso por quem a ele não tiver direito. após um ano contínuo de tratamento. salvo quando expressamente determinado ou autorizado. Parágrafo único – Constituem crimes previstos na legislação específica o desrespeito aos uniformes. equipamentos. cuja conduta possa ser considerada como ofensiva à dignidade da classe. 92 – A agregação é a situação transitória na qual o servidor militar da ativa deixa de ocupar vaga na escala hierárquica de seu Quadro.Art. III – no estrangeiro. ficando esta obrigada a entregá-lo imediatamente à autoridade policial-militar mais próxima. insígnias ou emblemas que possam ser confundidos com os adotados na Brigada Militar. quando em atividade não relacionada com a missão de servidor militar. 90 – O servidor militar fardado tem as obrigações correspondentes ao uniforme que usa e aos distintivos. § 1° – Cabe ao Comandante-Geral da Brigada Militar a iniciativa de responsabilizar a autoridade policial que não cumprir o disposto neste artigo e que maltratar ou consentir que seja maltratado qualquer preso servidor militar ou não lhe der o tratamento devido ao seu posto ou a sua graduação. DO USO DOS UNIFORMES DA BRIGADA MILITAR Art. 91 – É vedado a qualquer organização ou pessoa civil usar uniformes ou ostentar distintivos.partidário. Parágrafo único – Serão responsabilizados pela infração das disposições deste artigo os diretores ou chefes de sociedades ou organizações de qualquer natureza. quando autorizado. insígnias e emblemas. por ter sido enquadrado em quaisquer dos requisitos que a motivam. poderão ser definitivamente proibidos de usar uniformes. acessórios e outras disposições. . b) ter sido julgado incapaz definitivamente. propaganda ou qualquer outra manifestação de caráter político . § 1° – O servidor militar será agregado quando: I – exercer cargo ou função não previstos nos quadros de organização da Brigada Militar. descrição. com seus distintivos. Art. criados em lei para provimento e desempenho privativos de servidores militares. 89 – O uso dos uniformes. empregadores. insígnias e emblemas são privativos dos servidores militares e representam o símbolo da autoridade policial-militar. peças. se for o caso. enquanto tramita o processo de reforma. com seus distintivos. insígnias e emblemas policiais-militares. 87 – Somente em caso de flagrante delito o servidor militar poderá ser preso por autoridade policial civil. a cerimônias cívicas comemorativas das datas nacionais ou a atos sociais solenes de caráter particular. a autoridade policial-militar da localidade providenciará em entendimentos com a autoridade judiciária. empresas e institutos ou departamentos que tenham adotado ou consentido que sejam usados uniformes ou ostentados distintivos. com as prerrogativas que lhe são inerentes. salvo para comparecer a solenidades militares e policiaismilitares e. por decisão do ComandanteGeral da Brigada Militar. Art. DA AGREGAÇÃO Art. Art. bem como os modelos. só podendo retê-lo na delegacia ou posto policial durante o tempo necessário à lavratura do flagrante. emblemas e insígnias que ostenta. § 2° – Os servidores militares na inatividade. II – aguardar transferência “ ex-officio “ para a reserva remunerada. equipamentos. distintivos. § 2° – Se durante o processo em julgamento no foro civil houver perigo de vida para qualquer preso servidor militar. III – for afastado temporariamente do serviço ativo por motivo de: a) ter sido julgado incapaz temporariamente. são estabelecidos na regulamentação da Brigada Militar. visando à guarda do Foro ou Tribunal por força policial-militar. II – na inatividade.

será transferido para a reserva remunerada. enquanto durar a execução. l) ter sido condenado a pena restritiva de liberdade superior a seis meses. com remuneração proporcional ao seu tempo de serviço. d) ter-lhe sido concedida licença para tratar de interesses particulares ou licença para desempenho de mandato em associação de classe. n) ter sido. . “i”. para exercer função de natureza civil. Art. “f”. à organização policial-militar que lhe for designada. h) como desertor. na forma do artigo 148 desta Lei. função ou emprego público civil temporário. p) ser afastado das funções de acordo com o previsto nesta lei ou condenado a pena de suspensão do exercício do posto. § 7° – Ultrapassados dois anos. nas mesmas condições do que houver aceito cargo público permanente. será afastado temporariamente. inclusive da administração indireta. na situação de convocado para funcionar como Juiz do Tribunal Militar do Estado. m) ter passado à disposição de Secretaria do Governo ou de outro órgão do Estado. cargo ou função prevista em lei. com sentença passada em julgado. “l”. salvo se for do interesse da segurança pública. 102 desta Lei. § 3° – A agregação do servidor militar a que se refere o inciso I e as letras “m” e “n” do inciso III do parágrafo 1° é contada desde a posse do novo cargo e até o regresso à Corporação ou transferência “ exofficio “ para a reserva remunerada. graduação. i) se ver processar. e. § 6° – A agregação do servidor militar a que se refere a letra “o” do inciso III do parágrafo 1° é contada a partir da data do registro como candidato e até sua diplomação ou seu regresso à corporação. § 5° – A agregação do servidor militar a que se refere o inciso II e as letras “b”. q) haver ultrapassado seis meses contínuos. com prévia autorização ou mediante ato do Governador do Estado. da União. se não houver sido eleito. salvo quando titular do cargo que lhe dê precedência funcional sobre outros servidores militares mais graduados ou mais antigos. ter-se apresentado voluntariamente. e “j”. e “p” do inciso III do parágrafo 1° é contada a partir da data indicada no ato que torna público o respectivo evento. o servidor militar ficará automaticamente transferido para a reserva. dos Estados ou dos Territórios ou Municípios. desde que conte com dez ou mais anos de efetivo serviço. ou ter sido capturado e reincluído a fim de se ver processar. “g”. “h”. de agregação. § 4° – A agregação do servidor militar a que se refere as letras “a”. “e”. enquanto aguarda transferência para a reserva remunerada. do inciso III do parágrafo 1° é contada a partir do primeiro dia após os respectivos prazos e enquanto durarem o respectivo evento ou situação.c) haver ultrapassado um ano contínuo de licença para tratamento de saúde própria. com a abreviatura “ Ag “ e anotações esclarecedoras de sua situação. para efeito de alterações e remuneração. § 9° – O servidor militar agregado fica sujeito às obrigações disciplinares concernentes às suas relações com outros servidores militares e autoridades civis. g) haver sido esgotado o prazo que caracteriza o crime de deserção previsto no Código Penal Militar. o) ter-se candidatado a cargo eletivo. contínuos ou não. ao candidatar-se a cargo eletivo. e) haver ultrapassado seis meses contínuos de licença para tratamento de saúde de pessoa da família. com mais de 10 (dez) anos de serviço. nos termos da letra “n” do inciso III do parágrafo 1°. § 2° – O servidor militar agregado de conformidade com os incisos I e II do parágrafo 1° continua a ser considerado. em serviço ativo. § 8° – O servidor militar em atividade. r) ter-lhe sido concedida licença para acompanhar o cônjuge. j) ter-lhe sido concedida a licença especial de que trata o parágrafo 1° do art. “d”. se eleito e diplomado. 93 – O servidor militar agregado ficará adido. investido em cargo. continuando a figurar no respectivo registro. no lugar que até então ocupava. para todos os efeitos. “c”. sem número. do serviço ativo e agregado. f) ter sido considerado oficialmente extraviado. após ficar exclusivamente à disposição da justiça comum ou militar. se Oficial ou Praça com estabilidade assegurada.

deslocando para a vaga seguinte o princípio de promoção que deveria ter sido seguido. em viagem. estando este com o seu efetivo completo. 99 – É considerado desaparecido o servidor militar da ativa que.Art. em operações policiais-militares ou em caso de calamidade pública. VI – tendo cessado o motivo que determinou sua reforma por incapacidade definitiva. exceto nos casos previstos nas letras “a”. DO AUSENTE Art. e receberá o número que lhe competir na escala hierárquica. respeitados os requisitos legais. Parágrafo único – Decorrido o prazo mencionado neste artigo. 96 – A reversão será efetuada mediante ato do Governador do Estado para os Oficiais e do Comandante-Geral para as Praças. Art. na escala hierárquica . retorna ao respectivo Quadro. IV – é promovido indevidamente. III – é promovido por bravura. § 4° – O servidor militar promovido indevidamente só contará antigüidade. II – aguarda a colocação a que faz jus na escala hierárquica. por mais de vinte e quatro horas consecutivas: I – deixar de comparecer à sua Organização Policial-Militar. estando o mesmo com o seu efetivo completo. salvo o indevidamente promovido. reverte ao respectivo quadro. § 1° – A situação do desaparecido só será considerada quando não houver indício de deserção. § 1° – O servidor militar cuja situação é a de excedente. sem haver vaga. “c”. § 3° – O servidor militar promovido por bravura. 95 – Reversão é o ato pelo qual o servidor militar agregado retorna ao respectivo quadro tão logo cesse o motivo que determinou a sua agregação. estando este com seu efetivo completo. DO EXCEDENTE Art. “l”. § 2° – O servidor militar cuja situação é a de excedente é considerado como em efetivo serviço para todos os efeitos e concorre. DA REVERSÃO Art. ocupará a primeira vaga aberta. com a abreviatura “Excd” e receberá o número que lhe competir em conseqüência da primeira vaga que se verificar. 97 – Excedente é a situação transitória a que automaticamente passa o servidor militar que: I – tendo cessado o motivo que determinou a sua agregação. . na primeira vaga que ocorrer. 94 – A agregação se faz por ato do Governador do Estado para os Oficiais e do Comandante-Geral para as Praças. desde que satisfaça aos requisitos para a promoção. sem comunicar qualquer motivo de impedimento. no desempenho de qualquer serviço. em igualdade de condições e sem nenhuma restrição a qualquer cargo policial-militar. da Organização Policial-Militar onde serve ou do local onde deva permanecer. II – ausentar-se. quando a vaga a ser preenchida corresponder ao princípio pelo qual deveria ter sido promovido. ultrapassa o efetivo de seu quadro. 98 – É considerado ausente o servidor militar que. serão observadas as formalidades previstas em legislação específica. “o”. DO DESAPARECIMENTO E DO EXTRAVIO Art. e “p” do inciso III do parágrafo 1° do artigo 92. tiver paradeiro ignorado por mais de oito dias. sem licença. voltando a ocupar o lugar que lhe competir na respectiva escala numérica. “b”. após haver sido transferido de quadro. em virtude de promoção de outro servidor militar em ressarcimento de preterição. V – sendo o mais moderno na respectiva escala hierárquica. ocupa a mesma posição relativa em antigüidade que lhe cabe. sem haver vaga. “g”. Parágrafo único – A qualquer tempo poderá ser determinada a reversão do militar agregado. “f”. bem como à promoção.

o desligamento será feito após a publicação do ato correspondente. II – “ ex-officio “. antes. se homem. VI – exclusão a bem da disciplina. no mínimo. Parágrafo único – O desligamento do serviço será processado após a expedição de ato do Governador do Estado ou de autoridade à qual para tanto tenham sido delegados ou concedidos poderes. IV – perda do posto ou patente. com trinta anos de serviço. se mulher. será oficialmente considerado extraviado. serão aplicadas as disposições constantes nos parágrafos deste artigo. Parágrafo único – No caso de o servidor militar haver realizado qualquer curso ou estágio por conta do Estado. salvo se. 101 – A transferência para a reserva remunerada ou a reforma não isentam o servidor militar de indenização dos prejuízos causados à Fazenda Estadual ou a terceiros. DA TRANSFERÊNCIA PARA A RESERVA REMUNERADA Art. mediante novo concurso público. § 1° – Decorridos 30 (trinta) dias da data em que tiver sido protocolado. DO DESLIGAMENTO OU EXCLUSÃO DO SERVIÇO ATIVO Art. 102 – Ao servidor militar da ativa. VIII – falecimento. com relação ao seu desligamento da Organização Policial-Militar em que serve. 104 – A passagem do servidor militar à situação de inatividade. mediante requerimento. na forma do inciso I do artigo 100. neste último caso desde que não seja a bem da disciplina. DA REINCLUSÃO Art. II – reforma. que permanecer desaparecido por mais de trinta dias. IX – extravio. Art. Parágrafo único – Em hipótese alguma a Praça licenciada no comportamento “MAU” poderá ser incluída novamente. o servidor militar será considerado em licença especial. § 2° – Nos demais casos previstos no “caput” deste artigo. a transferência para a . enquanto aguarda o desligamento. Art. com estabilidade assegurada. 103 – A Praça licenciada a pedido ou “ex-officio “. para todos os efeitos. podendo afastar-se do serviço. mediante transferência para a reserva remunerada. ao servidor militar que conte. a pedido. poderá ser reincluída. e vinte e cinco anos.§ 2° – O servidor militar da ativa. III – demissão. V – licenciamento. Art. sem haver decorrido três anos de seu término. se efetua: I – a pedido. no órgão encarregado da administração do pessoal. VII – deserção. nem do pagamento das pensões decorrentes de sentença judicial. 100 – O desligamento ou exclusão do serviço do servidor militar é feito em conseqüência de: I – transferência para a reserva remunerada. no Diário Oficial e no boletim da organização em que serve o servidor militar. enquadrado nos incisos I ou V do artigo 100 ou demissionário a pedido. 105 – A transferência para a reserva remunerada. a qual não poderá exceder de trinta dias da primeira publicação oficial. de duração superior a seis meses. o requerimento de transferência para a reserva remunerada. tiver sido cientificado do indeferimento do pedido. sem prejuízo da remuneração e da contagem de tempo de serviço. será concedida.

108 – O número de vagas previsto no artigo anterior. um inteiro. anualmente. § 1° – A transferência para a reserva remunerada processar-se-á à medida que o servidor militar for enquadrado em um dos itens deste artigo. então. à regularidade de acesso e à adequação dos efetivos de Oficiais da Brigada Militar. contínuos ou não. será fixado nas seguintes proporções: I – 1/5 (um quinto) por ano. II – o Oficial. cumulativamente. for demitido por necessidade de serviço ou for dispensado da função de Comandante-Geral e não aceitar nomeação para outro cargo policial-militar. . pelo menos. ou b) 35 (trinta e cinco) anos de efetivo exercício. aos cálculos correspondentes dos períodos seguintes. do efetivo previsto para Coronel QOEM. ao equilíbrio. inclusive na Administração Indireta. excetuando-se as decorrentes dos incisos I. o número fixo de vagas necessárias à renovação. não eletivo. III – 1/12 (um doze avos). III – ultrapassar 2 (dois) anos contínuos de licença para tratamento de saúde em pessoa da família. VII – for abrangido pela Quota Compulsória. observadas as disposições deste artigo e dos seguintes. com prévia autorização ou mediante ato do Governador do Estado. § 2° – Enquanto permanecer no cargo que trata o inciso IV: a) fica assegurada a opção entre a remuneração do cargo e a do posto ou graduação. inclusive as diferenças de vencimentos. de Coronel do QOES. deduzindo-se das proporções fixadas no art. Capitão – 55 anos. Tenente – 54 anos. 106 – A transferência “ex-officio” para a reserva remunerada verificar-se-á sempre que o servidor militar incidir em um dos seguintes casos: I – atingir as seguintes idades limites: a) Oficiais: Coronel – 59 anos. se for Oficial de nível superior. IV – agregar para. Art. de dois em dois anos. que. assumir cargo público civil temporário. na forma regulamentar. § 3° – As frações que resultarem da aplicação das proporções estabelecidas neste artigo serão adicionadas. VI – quando Coronel. 109 – As vagas serão consideradas abertas na data da assinatura do ato que agregar. § 1° – O número de Oficiais a serem atingidos pela Quota Compulsória é calculado. do efetivo previsto para Tenente-Coronel do QOEM. II e VII do artigo 106. será computado para a obtenção de uma vaga para a promoção obrigatória. § 2° – Considera-se ano-base o período de 1° de janeiro a 31 de dezembro. inclusive. Art. ao completar 30 (trinta) anos de serviço e: a) 6 (seis) anos ou mais de permanência no último posto de seu Quadro. do ano imediatamente anterior. até completar-se. Art. demitir ou reconhecer o óbito. 107 – A Quota compulsória que se refere o inciso VII do artigo 106 assegurará. Tenente-Coronel – 57 anos.reserva só será concedida mediante indenização de todas as despesas correspondentes à realização do referido curso ou estágio. em qualquer hipótese. por ano. c) o tempo de serviço será contado apenas para a promoção por antigüidade e para a transferência à inatividade. b) somente poderá ser promovido por antigüidade. 108 o total de vagas abertas no ano-base. b) Praças – 55 anos. nas situações previstas no “caput” deste artigo. Art. II – uma. V – for diplomado para desempenho de cargo eletivo. Major – 56 anos. e permanecer afastado das funções por 2 (dois) anos. inativar.

§ 5° – As Quotas Compulsórias só serão aplicadas quando houver. para ser encarregado de Inquérito Policial-Militar ou para ser incumbido de outros procedimentos administrativos. esse total será completado “ex-offício” entre os Oficiais de maior antigüidade no posto. com 30 (trinta) anos de serviço. alínea “a”. 106 e as resultantes das promoções efetivas nos diversos postos. de calamidade pública e nos casos de convocação e mobilização. pelos Oficiais da ativa que. II e VII do art. na forma regulamentar. no Boletim Geral da Corporação. Oficiais que satisfaçam as condições de acesso. § 1°. Art. cujos efeitos se contarão a partir da data da publicação da lista. § 1° – Os Oficiais indicados para integrar a Quota Compulsória anual serão notificados imediatamente pelo Presidente do órgão competente. no mínimo. e terão.§ 4° – As vagas decorrentes das inativações previstas nos incisos I. para compor o Conselho de Justificação. § 3° – A transferência para a reserva. 111 – A transferência do servidor militar para a reserva remunerada pode ser suspensa na vigência de estado de sítio. até 31 de dezembro do ano-base. por prioridade. e contará como acréscimo esse tempo de serviço. 112 – O Oficial da reserva remunerada poderá ser convocado para o serviço ativo por ato do Governador do Estado. exceto quanto à promoção. na forma do inciso I. a lista dos Oficiais que foram abrangidos pela Quota Compulsória. 113 – A passagem do servidor militar à situação de reformado efetua-se “ex-officio”. a que não concorrerá. Art. na falta de Oficial da ativa em situação hierárquica compatível com a do Oficial envolvido. 110 – O órgão competente organizará. para apresentar recurso contra esta medida. § 6° – A indicação dos Oficiais para integrarem a Quota Compulsória obedecerá às seguintes prescrições: I – inicialmente serão apreciados os requerimentos apresentados até 31 de dezembro do ano-base. baixando-se os atos de agregação. não devendo ser superior ao prazo de doze meses e dependerá da anuência do convocado. requererem a sua inclusão na Quota Compulsória. efetivar-se-á dentro dos 60 (sessenta) dias seguintes ao da agregação. § 2° – Decorrido o prazo recursal. em face da aplicação daquele dispositivo. no posto imediatamente inferior. a lista dos Oficiais destinados a integrar a Quota Compulsória. será publicada. dando-se atendimento. nos termos da lei. por abrangência da Quota Compulsória. § 1° – O Oficial convocado nos termos deste artigo terá os direitos e deveres dos Oficiais da ativa de igual situação hierárquica. II – se o número de Oficiais voluntários. Art. sendo precedida de inspeção de saúde. por proposição do Comandante-Geral. na forma do § 6° do artigo anterior. Art. não atingir o total de vagas da quota. ser readaptado em decorrência de limitação que . 114 – A reforma de que trata o artigo anterior será aplicada ao servidor militar que: I – atingir as seguintes idades-limites de permanência na reserva remunerada: a) para Oficial Superior – 64 anos b) para Capitão e Tenente – 60 anos c) para Praças – 56 anos II – for julgado incapaz definitivamente para o serviço ativo da Brigada Militar e não houver possibilidade de. III – deixarão de ser indicados os Oficiais agregados por extravio ou deserção. aos mais idosos. o prazo previsto no artigo 47. não serão preenchidas por Oficiais excedentes ou desagregados em virtude de haver cessado as causas da agregação. limitados ao número de vagas e desde que contem. § 2° – A convocação de que trata este artigo terá a duração necessária ao cumprimento da atividade que a ela deu origem. DA REFORMA Art. até o dia 31 de janeiro de cada ano. contando mais de 20 (vinte) anos de tempo de efetivo serviço.

obrigatoriamente. moléstia ou enfermidade adquirida com relação de causa e efeito a condições inerentes ao serviço. respectivamente. IV – for condenado à pena de reforma. alienação mental. sendo os termos do acidente. prevista em lei. paralisia irreversível e incapacitante. II e III deste artigo serão provados por atestado de origem ou inquérito sanitário de origem. as Juntas de Saúde deverão basear seus julgamentos. entendido como: a) por ato relacionado. por sua condição de servidor militar. em processo regular. e d) em represália. pênfigo. aplica-se o disposto na alínea “b” do inciso I deste artigo. tal medida for indicada ao Comandante-Geral da Brigada Militar em julgamento de Conselho de Disciplina. exceto quanto às condições de convocação. para os portadores de lesões aparentemente inativas. bem como em decorrência da agressão sofrida e não provocada pelo serviço militar. utilizados como meios subsidiários para esclarecer a situação. esclerose múltipla. por sentença passada em julgado. II – acidente em serviço. doença. as quais terão parecer imediato da incapacidade definitiva. moléstia ou enfermidade sem relação de causa e efeito com o serviço. no mês de fevereiro. c) em treinamento. § 3° – O parecer definitivo a adotar. espondiloartrose anquilosante. estados avançados do mal de Paget (osteíte deformante). IV – tuberculose ativa. de modo a comprovar. mediata ou imediatamente. sempre que necessário. em conseqüência de Conselho de Justificação a que foi submetido. Síndrome de Imunodeficiência Adquirida e outras que a lei indicar. nefropatia grave. com base na medicina especializada. conforme a avaliação médica a ser procedida por Junta Policial-Militar de Saúde. por ter sido julgado incapaz temporariamente. Parágrafo único – A situação de inatividade do servidor militar da reserva remunerada. com segurança. não sofre solução de continuidade. a fim de serem reformados. cegueira. § 2° – O servidor militar reformado na forma dos itens V e VI só poderá readquirir a situação de servidor militar anterior. papeletas de tratamento nas enfermarias e hospitais. ainda que ocorrido em horário ou local diverso daquele determinado para o exercício de suas funções. III – estiver agregado por mais de dois anos. a pedido ou ex-offício. bem como os registros de baixa. b) por situação ocorrida no percurso da residência para o trabalho e vice-versa. 116 – A incapacidade definitiva pode sobrevir em conseqüência de: I – ferimento sofrido em ação policial ou enfermidade contraída nessa circunstância ou que nela tenha causa eficiente. nosocomial. por outra sentença do Tribunal Militar do Estado e nas condições nela estabelecidas. 115 – Anualmente. Art. males de Addison e de Parkinson. V – sendo Oficial. em extinção. Art. mediante homologação de Junta de Saúde ainda que se trate de moléstia curável. ou por decisão do Comandante-Geral da Brigada Militar.tenha sofrido em sua capacidade física e mental. após acompanhar sua evolução até três períodos de seis meses de tratamento clínico-cirúrgico metódico. . o órgão responsável pelo pessoal da Corporação organizará a relação dos servidores militares que houverem atingido a idadelimite de permanência na reserva remunerada. § 1° – Os casos de que tratam os itens I. atualizado e. ficará condicionado a um período de consolidação extranosocomial nunca inferior a seis meses contados a partir da época da cura. § 2° – Nos casos de tuberculose. em julgamento por ele efetuado. salvo quando se tratar de formas avançadas no conceito clínico e sem qualquer possibilidade de regressão completa. V – acidente. III – doença. hanseníase. baixa ao hospital. no exercício de suas atribuições. com as atribuições do posto ou graduação. neoplasia maligna. a reforma tiver sido determinada pelo Tribunal Militar do Estado. cardiopatia grave. VI – sendo Aluno-Oficial ou Praça com estabilidade assegurada. quando reformado por limite de idade. em observações clínicas acompanhadas de repetidos exames subsidiários. § 1° – Aos atuais postos de 1° e 2° Tenentes. nos casos de tuberculose. a atividade da doença.

que for julgado apto em inspeção de saúde pela Junta Superior de Saúde. que tornem o indivíduo total e permanentemente impossibilitado para qualquer trabalho. § 2° – A transferência para a reserva remunerada. sob a pena de suspensão do pagamento da remuneração respectiva. III e IV do artigo 116. com impossibilitante total e permanente para qualquer trabalho. § 7° – São também equiparados a paralisias os casos de afecção ósteo-músculo-articulares graves e crônicos (reumatismos graves e crônicos ou progressivos e doenças similares). parentes ou responsáveis. sensibilidade. Art. extensos e definitivos. permaneça alteração completa ou considerável na personalidade. será reformado: I – com remuneração proporcional ao tempo de serviço. motilidade. destruindo a autodeterminação do pragmatismo e tornando o indivíduo total e permanentemente impossibilitado para qualquer trabalho. enquanto não ocorrer a designação judicial de curador. § 1° – A interdição judicial do servidor militar reformado por alienação mental deverá ser providenciada pelos beneficiários. reformado por incapacidade definitiva. verificada a incapacidade definitiva. em grau de recurso ou revisão. troficidade ou mais funções. § 6° – Considera-se paralisia todo caso de neuropatia grave e definitiva que afeta a motilidade. quer secundários das funções nervosas. que tornem o indivíduo total e permanentemente impossibilitado para qualquer trabalho. não só os casos de afecção crônica. 120 – O servidor militar. antes de ser reformado. no qual. deverão ser providenciados pela Corporação quando: . Art. § 1° – O retorno ao serviço ativo ocorrerá se o tempo decorrido na situação de reformado não ultrapassar dois anos e na forma do § 1° do artigo 97. com impossibilidade total e permanente para qualquer trabalho. § 8° – São equiparados à cegueira. desde que o tenham sob sua guarda e responsabilidade e lhe dispensem tratamento humano e condigno. qualquer que seja o seu tempo de serviço. o servidor militar considerado inválido. esgotados os meios habituais de tratamento permaneçam distúrbios graves. 117 – O servidor militar da ativa. julgado incapaz definitivamente por um dos motivos constantes dos itens I. seja considerado inválido. troficidade e mais funções nervosas. 118 – O servidor militar da ativa. esgotados os meios habituais de tratamento. será promovido extraordinariamente. até sessenta dias a contar da data do ato da reforma. será reformado com remuneração integral. ocorrerá se o tempo decorrido na situação de reformado ultrapassar dois anos. Art. querósteo-músculo-articulares residuais. se Oficial ou Praça com estabilidade assegurada. 121 – O servidor militar reformado por alienação mental. nos quais. não suscetíveis de correção por lentes nem removíveis por tratamento médico-cirúrgico. III e IV do artigo anterior. progressiva e incurável que conduzirão à cegueira total. § 2° – A interdição judicial do servidor militar e seu internamento em instituição apropriada. permaneçam distúrbios extensos e definitivos. como também os de visão rudimentar que apenas permitam a percepção de vultos. II. policial-militar ou não. julgado incapaz definitivamente por um dos motivos constantes do item I do artigo 116. nos termos definidos em lei específica.§ 4° – Considera-se alienação mental todo caso de distúrbio mental ou neuro-mental grave persistente. Parágrafo único – Nos casos previstos nos itens II. julgado incapaz definitivamente por um dos motivos constantes do item V do artigo 116. terá a sua remuneração paga aos seus beneficiários. no qual. assim julgadas pelas Juntas de Saúde. observado o limite de idade para permanência nessa situação. esgotados os meios habituais de tratamento. 119 – O servidor militar da ativa. Art. com qualquer tempo de serviço. desde que. poderá retornar ao serviço ativo ou ser transferido para a reserva remunerada. II – com remuneração integral do seu posto ou graduação. será reformado com remuneração correspondente ao grau hierárquico imediatamente superior ao que possuir na ativa. Art. § 5° – Ficam excluídas do conceito de alienação mental as epilepsias psíquicas e neurológicas.

de sítio. e condenado à perda de posto e patente. DA PERDA DO POSTO E DA PATENTE E DA DECLARAÇÃO DE INDIGNIDADE OU INCOMPATIBILIDADE COM O OFICIALATO Art. diante de requerimento do interessado: I – sem indenização aos cofres públicos. . § 1° – No caso de o Oficial ter feito qualquer curso ou estágio de duração igual ou superior a seis meses e inferior ou igual a dezoito meses. e terá a sua situação definida pela Lei do Serviço Militar. quando contar com mais de cinco anos de Oficialato: II – com indenização das despesas feitas pelo Estado com a sua preparação e formação. § 3° – O Oficial demissionário a pedido não terá direito a qualquer remuneração. sem direito a qualquer remuneração ou indenização. 122 – A demissão da Brigada Militar. 127 – Fica sujeito a declaração de indignidade para o Oficialato. § 3° – Os processos e os atos de registro de interdição do servidor militar serão isentos de custas na Justiça Estadual. II – “ex-officio”. das previstas no item II deste artigo a das diferenças de vencimentos. Art. a demissão só será concedida mediante indenização de todas as despesas correspondentes ao referido curso ou estágio. o Oficial que: I – for condenado por Tribunal Civil ou Militar a pena restritiva de liberdade individual superior a dois anos. se ainda não houverem decorrido mais de cinco anos de seu término. aplicada exclusivamente aos Oficiais. Art. Art. transferido para a reserva. que motivam o julgamento por Conselho de Justificação e neste for considerado culpado. 125 – O Oficial que houver perdido o posto e a patente será demitido “ex-officio”. estranho à sua carreira será imediatamente. por conta do Estado. não podendo acumular qualquer proventos de inatividade com a remuneração do cargo público permanente. § 2° – No caso de o Oficial ter feito qualquer curso ou estágio de duração superior a dezoito meses. se for o caso. § 4° – O direito à demissão a pedido pode ser suspenso. ou com ele incompatível. Parágrafo único – O Oficial declarado indigno do Oficialato. parentes ou responsáveis. Art. em decorrência de julgamento a que for submetido. acrescidas. por decisão do Tribunal Militar do Estado. na vigência de estado de guerra.I – não houver beneficiários. se efetua: I – a pedido. II – não forem satisfeitas as condições de tratamento exigidas neste artigo. 126 – O Oficial perderá o posto e a patente se for declarado indigno do Oficialato. só poderá readquirir a situação de servidor militar anterior por outra sentença do Tribunal Militar do Estado e nas condições nela estabelecidas. e não tendo decorrido mais de três anos de seu término. II – for condenado por sentença passada em julgado por crime para o qual a lei comine essa pena acessória. DA DEMISSÃO. aplicar-se-á o disposto no parágrafo anterior. sendo a sua situação militar definida pela Lei de Serviço Militar. por conta do Estado. III – incidir nos casos previstos em lei específica. quando contar menos de cinco anos de Oficialato. onde ingressará com o posto que possuir na ativa e com as obrigações estabelecidas em lei. ou de incompatibilidade com o mesmo. Art. de mobilização ou de calamidade pública. por julgamento do Tribunal Militar do Estado. e nos casos de perturbação da ordem interna. ou com ele incompatível. 124 – O Oficial da ativa empossado em cargo público permanente. 123 – A demissão a pedido será concedida. IV – tiver perdido a nacionalidade brasileira. em decorrência de sentença condenatória passada em julgado. mediante demissão “ex-officio”.

130 – O direito ao licenciamento a pedido poderá ser suspenso na vigência do estado de guerra ou de sítio e nos casos de perturbado da ordem interna. ocorrerá durante a prestação do serviço policialmilitar inicial nos seguintes casos: I – de irregularidade no recrutamento. desde que não haja prejuízo para o serviço. nos crimes previstos na legislação especial concernente à Segurança Nacional. para as Praças. consecutivos ou não. III – se o voluntário for portador de moléstia que o incapacite para o serviço e que haja escapado à observação da Junta Policial-Militar de Saúde. em sentença transitada em julgado. serão imediatamente licenciados “ex-officio”. § 2° – O licenciamento “ex-officio” se dará: I – por conclusão de tempo de serviço. § 3° – O servidor militar licenciado não tem direito a qualquer remuneração e terá sua situação militar definida pela Lei do Serviço Militar. só poderá readquirir a situação de servidor militar anterior: a) por outra sentença do Conselho Permanente de Justiça e nas condições nela estabelecidas.DO LICENCIAMENTO Art. no foro civil ou militar. se efetua: I – a pedido. II – por conveniência do serviço. II – de moléstia não adquirida em serviço. III – a bem da disciplina. DA EXCLUSÃO DA PRAÇA A BEM DA DISCIPLINA Art. de mobilização ou de calamidade pública. 131 – A anulação de inclusão. ou. § 1° – O licenciamento a pedido poderá ser concedido. Parágrafo único – Cabe ao Comandante-Geral determinar a anulação de Inclusão. inclusive relacionada com a seleção. DA ANULAÇÃO DE INCLUSÃO Art. por haverem sido condenadas em sentença passada em julgado por aquele Conselho ou pela Justiça Civil a pena restritiva de liberdade individual superior a dois anos. aplicado somente às Praças. § 5° – Compete ao Comandante-Geral o ato de licenciamento das Praças. 132 – A exclusão a bem da disciplina será aplicada “ex-officio” : a) às Praças sem estabilidade que forem condenadas a pena restritiva de liberdade superior a dois anos. se a exclusão for conseqüência de sentença daquele Conselho. Art. 128 – O licenciamento do serviço ativo. por haverem perdido a nacionalidade brasileira. 129 – O Aluno-Oficial e as demais Praças sem estabilidade assegurada. por ocasião da inspeção para a inclusão. b) aos Alunos-Oficiais ou às Praças com estabilidade assegurada: I – sobre as quais houver pronunciado tal sentença o Conselho Permanente de Justiça. a metade do tempo de serviço a que se obrigou. em conseqüência da qual o voluntário venha a permanecer afastado do serviço durante noventa dias. Parágrafo único – Às Praças que tiverem feito curso ou estágio aplicam-se as disposições dos parágrafo único do artigo 105. à Praça engajada ou reengajada que conte. II – “ex-officio”. e terão sua situação militar definida pela Lei do Serviço Militar. . sem remuneração. Art. § 4° – O licenciado “ex-officio” a bem da disciplina receberá o Certificado de Isenção previsto na Lei do Serviço Militar. II – sobre as quais houver pronunciado tal sentença o Conselho Permanente de Justiça. no mínimo. Parágrafo único – O Aluno-Oficial ou a Praça com estabilidade assegurada que houver sido excluído a bem da disciplina. III – incidirem nos casos que motivaram julgamento por Conselho de Disciplina e neste forem considerados culpados. empossadas em cargo público permanente estranho à sua carreira. a pena de qualquer duração.

do ato concernente a sua reinclusão. § l° – A demissão do Oficial ou exclusão da Praça com estabilidade processar-se-á após um ano de agregação. catástrofe. já desligado do serviço ativo. se julgado apto. § 4° – A reinclusão em definitivo do servidor militar de que trata o parágrafo anterior dependerá de sentença do Conselho de Justiça. enquanto se apuram as causas que deram origem ao seu afastamento.b) por decisão do Comandante-Geral da Brigada Militar. sinistro aéreo. a partir da data em que o mesmo foi oficialmente considerado extraviado. para fins deste Estatuto. a seguir. Art. DO FALECIMENTO E DO EXTRAVIO Art. a sua situação será regulada na legislação específica. se assim julgar necessário. agregado para se ver processar e. calamidade pública ou outros acidentes oficialmente reconhecidos. . no Diário Oficial do Estado. Art. 138 – O reaparecimento do servidor militar extraviado ou desaparecido. 139 – Os servidores militares começam a contar tempo de serviço na Brigada Militar a partir da data de sua inclusão ou nomeação para o posto ou graduação. a data de publicação do respectivo ato no Diário Oficial do Estado. DO TEMPO DE SERVIÇO Art. a partir da data da ocorrência do óbito. 136 – O falecimento do servidor militar da ativa acarreta interrupção do serviço policial-militar. § 2° – O servidor militar reincluído recomeça a contar tempo de serviço na data de publicação. § 3° – O servidor militar desertor que for capturado ou que se apresentar voluntariamente depois de haver sido demitido ou excluído. § 2° – A Praça sem estabilidade assegurada será automaticamente excluída. 133 – Compete ao Comandante-Geral da Brigada Militar o ato de exclusão. nem das pensões decorrentes de sentença judicial. se a exclusão for conseqüência de ter sido julgado culpado em Conselho de Disciplina. com a conseqüente demissão “ex-officio” para o Oficial ou exclusão do serviço ativo para a Praça. com o conseqüente desligamento ou exclusão do serviço ativo. será submetido a inspeção de saúde e. a bem da disciplina. o extravio ou o desaparecimento do servidor militar da ativa será considerado como falecimento. Art. em processo regular. na hipótese de ser julgado incapaz. Parágrafo único – O servidor militar reaparecido será submetido a Conselho de Justificação ou a Conselho de Disciplina. se não houver captura ou apresentação voluntária antes do término desse prazo. para fins deste artigo. tão logo sejam esgotados os prazos máximos de possível sobrevivência ou se dêem por encerradas as providências de salvamento. por decisão do Comandante-Geral da Brigada Militar. das Praças com estabilidade. 135 – A deserção do servidor militar acarreta a interrupção do serviço policial-militar. Parágrafo único – A Praça excluída a bem da disciplina não terá direito a qualquer remuneração ou indenização e sua situação militar será definida pela Lei do Serviço Militar. § 1° – O desligamento do serviço ativo será feito seis meses após a agregação por motivo de extravio. § 1° – Considera-se como data de inclusão ou nomeação. resulta em sua reinclusão e nova agregação. 137 – O extravio do servidor militar da ativa acarreta interrupção do serviço policial-militar com o conseqüente afastamento temporário do serviço ativo. reincluído no serviço ativo e. ao ser oficialmente declarada desertora. Art. DA DESERÇÃO Art. § 2° – Em caso de naufrágio. 134 – A exclusão da Praça a bem da disciplina acarreta a perda do seu grau hierárquico e não a isenta das indenizações dos prejuízos causados à Fazenda Estadual ou a terceiros.

§ 2° – Não serão deduzidos do tempo de efetivo serviço. ou função por sentença passada em julgado. de acordo com os elementos disponíveis. caberá ao Comandante-Geral arbitrar o tempo a ser computado. VI – decorrido após completada a idade limite de permanência no serviço ativo da força. o tempo: I – que ultrapassar de um ano. para efeito algum. pelo servidor militar da reserva convocado ou mobilizado. nas Organizações Policiais-Militares. 142 – “Anos de serviço” é a expressão que designa o tempo de efetivo serviço a que se refere o artigo anterior. IV – decorrido em cumprimento de pena de suspensão do exercício do posto. Art.§ 3° – Quando. 143 – O tempo que o servidor militar vier a passar afastado do exercício de suas funções. nessa situação. por motivo de força maior oficialmente reconhecido. 141 – Tempo de efetivo serviço é o espaço de tempo computado dia a dia entre a inclusão ou nomeação e a data limite estabelecida para contagem ou data do desligamento do serviço ativo. mesmo que tal espaço de tempo seja parcelado. § l° – Os acréscimos a que se refere o inciso I serão computados somente no momento da passagem do servidor militar à situação de inatividade. de 30 de dezembro de 1976. Art. ou de moléstia adquirida no exercício de qualquer função policial-militar. II – tempo relativo a cada licença-especial. contado em dobro. III – passado como desertor. de que trata este artigo. II – passado em licença. inundação ou outras calamidades. § 2° – Os acréscimos a que se refere o item II serão computados somente no momento da passagem do servidor militar a situação de inatividade e. por sentença passado em julgado. apurados e totalizados em dias. § l° – Será. faltarem dados para contagem de tempo de serviço. de 15 de janeiro de 1971. como incêndio. estadual ou municipal prestado pelo servidor militar anteriormente a sua inclusão. no exercício de funções servidores militares na forma do artigo 112. acrescido do tempo de serviço de que trata a Lei Estadual n. Art. além dos afastamentos previstos no artigo 66. nomeação ou reinclusão na Brigada Militar.° 7057. § 3° – Não é computável. naufrágio. inclusive quanto à percepção definitiva de gratificação de tempo de serviço.196. 140 – Na apuração de tempo de serviço policial-militar. para a correspondente obtenção dos anos de efetivo serviço. computado como tempo de efetivo serviço o tempo passado dia a dia. desde que não tenha sido concedida suspensão condicional da pena. § 4° – As restrições constantes dos §§ l° e 2° do presente artigo não prejudicarão a vigência dos artigos 15 a 17 da Lei n° 6. 144 – O tempo de serviço passado pelo servidor militar no exercício de atividades decorrentes ou dependentes de operações de guerra será regulado em legislação específica. matrícula. V – decorrido em cumprimento de pena restrita da liberdade. com os seguintes acréscimos: I – tempo de serviço público federal. em gozo de licença especial. Art. para todos os efeitos legais. contínuo ou não. . será feita a distinção entre: I – tempo de serviço efetivo. será computado como se ele o tivesse passado no exercício daquelas funções. VII – decorrido após a data em que for julgado incapaz definitivamente para o serviço ativo. para cada caso particular. na manutenção da ordem pública. os períodos em que o servidor militar estiver afastado do exercício de suas funções. será aplicado o divisor trezentos e sessenta e cinco. em licença para tratamento de saúde de pessoa da família. em conseqüência de ferimentos recebidos em acidente quando em serviço. Art. para tratar de interesse particular. § 3° – Ao tempo de efetivo serviço. após as investigações que couberem. também. II – anos de serviço. cargo. não gozada. ou graduação. sinistro aéreo. ou parte dela.

148 – O servidor militar estável terá direito à licença. para fins de passagem para a inatividade. nem com tempo de serviço computável após a inclusão em Organização Policial-Militar ou órgão de formação de Polícia-Militar ou a nomeação para posto da Brigada Militar. DA PRORROGAÇÃO DO SERVIÇO POLICIAL-MILITAR Art. para acompanhar o cônjuge. Art. poderá. c) elogios. devidamente instruído. será a do desligamento do serviço ativo. estadual ou municipal. desde que requeiram. 153 – Às Praças que concluírem o tempo de serviço a que estiverem obrigadas. será de dois anos. 149 – A licença será concedida mediante pedido do servidor militar. bem como os de engajamento e de reengajamento. 146 – A data-limite estabelecida para o final de contagem dos anos de serviço. sem remuneração e sem a contagem de tempo de serviço. quando este for transferido. em caráter temporário. Art. § 1° – São recompensas aos servidores militares: a) prêmios de Honra ao Mérito. louvores. Parágrafo único – O tempo de serviço policial-militar inicial. DA LICENÇA PARA ACOMPANHAR O CÔNJUGE Art. referências elogiosas. Art. nem com os acréscimos de tempo. 151 – As dispensas do serviço são autorizações concedidas aos servidores militares para afastamento total do serviço. d) dispensa do serviço. independentemente de solicitação própria. municipal ou passado em administração indireta. como engajados ou reengajados. 150 – As recompensas constituem reconhecimento de bons serviços prestados pelos servidores militares. segundo as conveniências da Corporação e de acordo com a legislação pertinente. Parágrafo único – As dispensas de serviço serão concedidas com remuneração correspondente ao cargo ou função e computadas como tempo de efetivo serviço. § 2° – As recompensas serão concedidas de acordo com as normas estabelecidas nas leis e nos regulamentos da Brigada Militar. para o exterior ou para o exercício de mandato eletivo dos Poderes Executivo e Legislativo federal. 147 – Na contagem dos anos de serviço não poderá ser computada qualquer superposição entre si dos tempos de serviço público federal. uma ou mais vezes. 152 – As dispensas do serviço podem ser concedidas aos servidores militares: I – como recompensa. DAS RECOMPENSAS E DAS DISPENSAS DO SERVIÇO Art. Art. II – em decorrência de prescrição médica. para outro ponto do Estado ou do Território Nacional. Art. .Art. estadual. para os possuidores de curso universitário. ser concedida prorrogação desse tempo. 145 – O tempo de serviço dos servidores militares beneficiados por anistia será contado conforme estabelecer o ato legal que a conceder. podendo ser renovada a cada dois anos. b) condecorações por serviços prestados.

o servidor militar mudar a sede do seu domicílio. 159 – Aplicam-se aos servidores militares. o Regulamento Interno e dos Serviços Gerais do Exército (R/1). 155 – É vedado o uso. independente de vaga e em qualquer grau. de 30 de janeiro de 1978. PALÁCIO PIRATINI. Art. por parte de organizações civis. em especial a Lei n° 7.DAS DISPOSIÇÕES FINAIS E TRANSITÓRIAS Art. que congreguem membros da Brigada Militar. Art. clubes. para qualquer estabelecimento de ensino do Estado.500/72). passando. Art. o Regulamento de Administração do Exército (R/3). 160 – Os servidores militares inativados na forma prevista pelo artigo 167. à condição de adido ou posto à disposição de qualquer órgão do serviço público estadual. 154 – A assistência religiosa aos servidores militares será regulada em lei específica. Art. de acordo com a tabela de distribuição elaborada pela Brigada Militar. o Conselho de Justificação (Lei n° 5. sendo servidor estadual. 18 de agosto de 1997. o Regulamento de Continências. mantendo-se inalterado o cálculo dos respectivos proventos. excetuadas as associações. círculos e outros. será. Honra e Sinais de Respeito das Forças Armadas (R/2).836/72) e o Conselho de Disciplina (Decreto federal n° 71. de 30 de janeiro de 1978. por necessidade do serviço. de designações que possam sugerir a sua vinculação à Brigada Militar. terá assegurado o direito de transferência e matrícula. 158 – Não se aplicam as disposições deste Estatuto ao pessoal civil em serviço na Brigada Militar. no que couberem. (DOE de 19/08/97) ANTÔNIO BRITTO. 163 – Revogam-se as disposições em contrário. as disposições do Estatuto e Regime Jurídico Único dos Servidores Públicos Civis do Estado do Rio Grande do Sul. se necessário. são considerados promovidos ao grau hierárquico imediato. incisos I. § 1°. Art. Art. II e III da Lei n° 7.138. se o requerer. Art. sem prejuízo de qualquer dos seus direitos. removido ou designado para a sede do município onde servir o servidor militar. em Porto Alegre. Governador do Estado. 156 – Aplicam-se à Brigada Militar. 162 – Esta lei entra em vigor no primeiro dia do mês seguinte ao de sua publicação. Parágrafo único – Quando. o Regulamento de Correspondência do Exército. nos casos omissos na presente Lei. para si e seus dependentes.138. 161 – As Praças terão direito ao fardamento de serviço por conta do Estado. . 157 – O cônjuge do servidor militar. Art. Art.

e) possuir o 2º grau completo ou equivalente.Militar: a) ser brasileiro nato. de acordo com a legislação de ensino em vigor. no uso da atribuição que lhe confere o artigo 82. idade inferior a 23 (vinte e três) anos. da Qualificação Policial-Militar Geral: a) satisfazer. VI – não ter sido isentado do serviço militar por incapacidade física definitiva. 3º – Além das condições gerais previstas no artigo anterior. DE 08 DE JULHO DE 1997. b) ser do sexo masculino. 2º – O candidato a ingresso nos quadros da Brigada Militar. físico. o candidato. Dispõe sobre as condições gerais e específicas para ingresso voluntário na Brigada Militar. d) possuir altura mínima de 1. deverá apresentar as seguintes condições gerais: I – possuir ilibada conduta pública e privada. Art. “f” e “g” do inciso I. inciso V. são exigidas também. Art. DECRETA: Art. nomeação ou matrícula nos cursos da Brigada Militar. Parágrafo único – Quando se tratar de candidato reservista das Forças Armadas. no comportamento “bom”. “f” e “g” do inciso I.65m (um metro e sessenta e cinco centímetros). c) ser solteiro e não possuir encargos de família. VII – ter obtido aprovação nos exames de saúde. “d”. f) não ter sido dispensado de incorporação das Forças Armadas por motivo considerado também incompatível com as exigências para o curso. g) não ter sido desligado de Estabelecimento de Ensino Militar ou Policial-Militar por motivo disciplinar. para ingresso na Brigada Militar com destino a cursos. IV – não ter sofrido condenação criminal com pena privativa de liberdade. h) ter. O GOVERNADOR DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL.536. “e”. III – não figurar como indiciado em inquérito policial militar. exigidos para inclusão. “d”. . quadros ou qualificações. deverá ter sido licenciado. 1º – O ingresso na Brigada Militar será efetuado com observância do que dispõe o Estatuto dos Policiais Militares do Estado e do estabelecido no presente Decreto. o candidato. da Constituição do Estado. no mínimo. “e”. V – não estar respondendo a processo criminal. II – estar quite com as obrigações eleitorais e militares. as condições específicas estabelecidas nas letras “b”. III – Curso de Formação de Soldado PM. psicológico e intelectual. as seguintes condições específicas: I – Curso de Formação de Oficiais do Quadro de Oficiais de Polícia.LEGISLAÇÃO COMPLEMENTAR DECRETO Nº 37. as condições específicas estabelecidas nas letras “b”. medida de segurança ou qualquer condenação incompatível com a função policial militar. até 31 de dezembro do ano da inscrição. II – Curso de Formação de Sargentos da Qualificação Policial Militar Geral: a) satisfazer.

da Constituição do Estado. 6º – Revogam-se as disposições em contrário. 3° – Compete à Brigada Militar: I – executar. o candidato. a manutenção da ordem pública e o exercício dos poderes constituídos. c) satisfazer. 5º – Este Decreto entra em vigor na data de sua publicação. em locais ou área específicas. no momento da inclusão. “g” e “h” do inciso I para o Curso de Formação de Oficiais. a fim de assegurar o cumprimento da lei. de 29 de dezembro de 1981. inciso IV. 2º – A Brigada Militar vincula-se. 4º – Compete ao Comandante-Geral da Brigada Militar baixar normas complementares a estas disposições.512. c) ter. para o Curso de Formação de Soldado PM. 1° – A Brigada Militar. que a Assembléia Legislativa aprovou e eu sanciono e promulgo a Lei seguinte: Art. a candidata. VICENTE BOGO. Polícia Militar do Estado do Rio Grande do Sul. IV – Cursos de Formação dos Quadros Especiais de Polícia-Militar Feminina: a) ser do sexo feminino. DE 18 DE AGOSTO DE 1997. b) satisfazer. Governador do Estado em exercício. onde se presuma ser possível a perturbação da ordem pública. condição exigida das candidatas ao oficialato. é uma Instituição permanente e regular. II – atuar preventivamente. a idade de 25 anos. quando do sexo feminino. d) ter altura mínima de 1.b) possuir Carteira Nacional de Habilitação que lhe permita conduzir veículo automotor. c) ter. (DOE de DE 09/07/97) LEI Nº 10. em Porto Alegre. Art. com exclusividade. V – Quadro de Oficiais de Saúde: a) observar as disposições aplicáveis do Decreto nº 30. 08 de julho de 1997. como força de dissuasão.60m (um metro e sessenta centímetros). as condições das letras “c”. e) possuir o 2º grau completo ou equivalente. à Secretaria de Estado responsável pela Segurança Pública no Estado do Rio Grande do Sul. destinada à preservação da ordem pública e à incolumidade das pessoas e do patrimônio. e as letras “b” e “c” do inciso III. classificada. Art. b) ser brasileira nata. Art. O GOVERNADOR DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL. até a data da inscrição no concurso. organizada com base na hierarquia e na disciplina. administrativa e operacionalmente. até a data da inscrição para ingresso na Brigada Militar. no mínimo. as condições específicas estabelecidas nas letras “b”. na categoria “B”. PALÁCIO PIRATINI. idade inferior a 28 anos. Dispõe sobre a Organização Básica da Brigada Militar do Estado e dá outras providências. Faço saber. Art. ressalvada a competência das Forças Armadas.991. “c” e “d” do inciso IV. . em cumprimento ao disposto no artigo 82. planejada pela autoridade policial-militar competente. Art. a polícia ostensiva.

VII – fiscalizar e controlar os serviços civis auxiliares de combate a incêndio. que é o órgão de Direção Geral da Brigada Militar. e as Praças em comando de fração destacada. 7° – O Comando-Geral compreende: I – o Comandante-Geral. Art. que são os órgãos de Execução da Brigada Militar. § 2° – Aos Departamentos. IV – o Estado Maior. em caso de perturbação da ordem pública e no gerenciamento técnico de situações de alto risco. no desempenho de atividade policial-militar no âmbito de suas circunscrições territoriais. organização. II – a Presidência da Comissão de Avaliação e Mérito. 5° – Os OPM têm criação. VI – a Ajudância Geral. 8° – O Comandante-Geral é indicado pelo Secretário de Estado responsável pelos assuntos de segurança pública e nomeado pelo Chefe do Poder Executivo Estadual. extinção. estrutura. o controle e a execução das diretrizes emanadas do comando da Instituição.3º retificado no DOE de 27. de Apoio e de Execução. aquático e terrestre no Estado. é a autoridade primeira da Instituição. 6° – O Comandante-Geral. § 3° – Aos Comandos Regionais e aos órgãos de Polícia Militar (OPM). Art. X – desempenhar outras atribuições previstas em lei. e VIII – a Comissão de Avaliação e Mérito Art. VIII – realizar os serviços de busca e resgate aéreo.08. subordinação e grau de comando fixados considerando-se os indicadores de segurança pública da respectiva circunscrição territorial e os indicadores específicos da Instituição. V – a Corregedoria-Geral. III – a Direção do Conselho Superior.III – atuar repressivamente. com os poderes e deveres inerentes à função. que são os órgãos de Apoio da Brigada Militar. II – OPM de Bombeiros. II – o Subcomandante-Geral. III – OPM de Ensino. . V – OPM de Saúde. 4° – A Brigada Militar estrutura-se em órgãos de Direção. IV – OPM de Logística. IX – executar as atividades de defesa civil no Estado. efetivo. compete o planejamento. § 4º – Os órgãos de Polícia Militar (OPM) compreendem: I – OPM de Polícia Ostensiva. VI – OPM Especiais. III – o Conselho Superior. Oficial do último Posto da carreira do Quadro de Oficiais de EstadoMaior – QOEM. Parágrafo único – São autoridades policiais-militares o Comandante-Geral da Brigada Militar. IV – exercer atividades de investigação criminal militar. § 1° – Ao Comando-Geral. Art. atribuições. a direção. compete a administração da Instituição. Art. VII – o Gabinete do Comandante-Geral. competindo-lhe: I – a Coordenação geral das atividades da Instituição. V – atuar na fiscalização e controle dos serviços de vigilância particular no Estado. nível.97. compete as atividades administrativo-operacionais indispensáveis ao cumprimento das finalidades da Instituição. (Inciso V do art. competindo-lhe a sua administração. já inserida no texto) VI – executar o serviço de prevenção e combate a incêndio. os Oficiais.

instrução e pesquisa. III – fiscalizar as atividades dos órgãos e servidores da Brigada Militar. que atendam às necessidades da segurança pública. 15 – A Ajudância-Geral tem a seu cargo os serviços administrativos do Quartel do Comando-Geral e o atendimento de suas necessidades em pessoal e material. realizando inspeções e correições e sugerindo as medidas necessárias ou recomendáveis para a racionalização e eficiência dos serviços. Art. 11 – Ao Estado-Maior da Brigada Militar. patrimônio. pareceres técnicos e informações indispensáveis ao bom desempenho de sua função. e VI – elaborar o regulamento do estágio probatório dos servidores-militares. órgão de assessoramento permanente do Comandante-Geral nos assuntos relativos às carreiras de Oficiais e Praças da Instituição. são os responsáveis em suas respectivas circunscrições territoriais pelas atividades administrativo-operacionais dos OPM que lhe são subordinados. ao qual compete o assessoramento direto ao ComandanteGeral. é composto por: I – Chefia. § 1°– Os Comandos Regionais. II – exercer a apuração de responsabilidade criminal. Art. do ComandanteGeral da Corporação. em razão do efetivo e da sua destinação. e nomeado pelo Governador do Estado. órgão de assessoramento do Comando-Geral. e II – seções. Art. avaliação e processamento das promoções. administrativa ou disciplinar. Parágrafo único – O Subcomandante-Geral será indicado pelo Secretário de Estado responsável pelos assuntos de segurança pública. Art. as atividades de ensino. administração financeiro-contábil. 18 – Os Comandos Regionais. e II – coordenar. IV – avaliar. competindo-lhe igualmente as funções de assessorá-lo no cumprimento das atividades da Brigada Militar. de qualquer autoridade. de acordo com as necessidades da Instituição. pessoal. saúde. ouvido o Comandante-Geral. 17 – À Comissão de Avaliação e Mérito. Art. Parágrafo único – Compete à Corregedoria-Geral: I – cumprir atividades que lhe sejam atribuídas pelo Comandante-Geral. III – Secretaria Executiva. § 2°– Os Comandos Regionais podem ser dotados de Centro de Operações Policiais Militares. constituído pelos Coronéis da ativa em exercício na Instituição. diretamente subordinada ao Comandante-Geral é o órgão de disciplina.Art. compete o estudo e o planejamento estratégico da Instituição. 12 – O Estado Maior da Brigada Militar estrutura-se em: I – chefia. 9º – O Subcomandante-Geral é o substituto. 19 – Os Departamentos organizam. nos seus impedimentos eventuais. os elementos coligidos sobre o estágio probatório de integrantes da carreira de Servidor-Militar. conforme a respectiva circunscrição territorial de atuação. podem receber denominações diferenciadas. 14 – A Corregedoria-Geral. dirigir e controlar os trabalhos do Estado Maior. logística. certidões. Art. orientação e fiscalização das atividades funcionais e da conduta dos servidores da Instituição. Art. sob a forma de sistemas. diligências. escalões intermediários de Comando. Art. II – Assessorias. compete o controle. V – requisitar. Art. exames. 13 – Ao Chefe do Estado Maior compete: I – assessorar o Comandante-Geral. cabe o assessoramento em assuntos de interesse da Corporação. 10 – Ao Conselho Superior. compreendendo: . Art. 16 – O Gabinete do Comandante-Geral. para encaminhamento posterior ao Comandante-Geral. informática e outras.

controle e fiscalização dos bens patrimoniais afetos à Instituição.08. Major.556. Faço saber. DE 18 DE AGOSTO DE 1997. III – Departamento de Saúde. Art. O GOVERNADOR DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL. da Constituição do Estado. auditoria e execução das atividades financeiro-orçamentário-contábeis do pessoal. órgão de planejamento. § 1° – A função de Diretor do Departamento de Saúde será exercida por um Coronel do Quadro de Oficiais Especialistas em Saúde – QOES. instrução e pesquisa. controle e fiscalização das atividades de ensino. órgão de planejamento. ANTÔNIO BRITTO. Art. § 1º – A carreira dos Quadros de Oficiais. de 20 de novembro de 1981. .I – Departamento de Ensino. IV – Departamento Administrativo. órgão de planejamento. 23 – Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação. Art. PALÁCIO PIRATINI. que a Assembléia Legislativa aprovou e eu sanciono e promulgo a Lei seguinte: Art. de Corregedor-Geral e de Diretores dos Departamentos são privativas do posto de Coronel do QOEM. controle. fiscalização. manutenção e a contratação de todos os serviços. 24 – Revogam-se as disposições em contrário. estruturada através do Quadro de Oficiais de Estado Maior – QOEM e do Quadro de Oficiais Especialistas em Saúde – QOES. Tenente-Coronel e Coronel. competindo-lhe a aquisição. distribuição. inciso IV. 20 – As funções de Comandante-Geral.97) LEI COMPLEMENTAR Nº 10. II – Departamento de Logística e Patrimônio. a contar de sua vigência. 1º – Os Quadros de Organização da Brigada Militar e as carreiras dos Oficiais e Praças passam a observar os preceitos estatuídos na presente Lei. V – Departamento de Informática. 21 – Os Departamentos da Brigada Militar poderão dividir-se em divisão. em especial a Lei nº 7. Art. de Subcomandante-Geral. Governador do Estado. (DOE 19. em Porto Alegre. seção e setor. Dispõe sobre a carreira dos Servidores Militares do Estado do Rio Grande do Sul e dá outras providências. controle e fiscalização dos sistemas informatizados da Instituição. controle e fiscalização das atividades de saúde da Instituição. 2º – Fica instituída a carreira dos Servidores Militares Estaduais de Nível Superior. no prazo de 90 (noventa) dias. órgão de planejamento. órgão de planejamento. nesta ordem de hierarquia. de que trata o “caput” deste artigo. 22 – O Poder Executivo regulamentará a presente Lei no que couber. § 2° – VETADO Art. Art. 18 de agosto de 1997. de Chefe do Estado-Maior. é constituída dos postos de Capitão.992. em cumprimento ao disposto no artigo 82. com competências a serem discriminadas em regimento interno.

Art. enquanto estiverem freqüentando o Curso Superior de Polícia Militar. 4º – O ingresso no QOES dar-se-á no posto de Capitão. pelos Cursos previstos nos parágrafos 1º e 2º deste artigo. são equivalentes e substituídos. por ocasião da formatura no respectivo Curso Superior de Formação de Oficiais – CSFO. Tenente-Coronel e Coronel da atual carreira do Quadro de Oficiais de Polícia Militar – QOPM e o posto de Capitão da atual carreira do Quadro Especial de Oficiais de Polícia Militar Feminina – QEOPMFem. mediante concurso público de provas e títulos e conclusão. com aprovação. § 1º – Os atuais postos de Primeiro e Segundo-Tenentes do QOPM e do QEOPMFem passam a constituir o Quadro Especial de Oficiais da Brigada Militar em Extinção – QEOBMEx. previstos na Lei nº 9. após concluída a formação específica. é equivalente e substituído pelo Curso Superior de Polícia Militar. decorrentes da conclusão dos Cursos instituídos nos artigos 3º e 4º desta Lei. 3º – O ingresso no QOEM dar-se-á no posto de Capitão. igualmente previstos na mencionada Lei. com vigência anterior a esta Lei. § 5º – O Curso Superior de Formação de Oficiais da Brigada Militar (CSFO/BM). § 2º – Não haverá ingressos no posto inicial da carreira do QOEM e do QOES. serão considerados Alunos-Oficiais. consecutivo ou não. 5º – A ascensão funcional nos postos do QOEM e do QOES ocorrerá após decorrido o interstício mínimo de oito anos de efetivo serviço em cada posto imediatamente anterior ao correspondente à promoção. § 1º – O ingresso no Curso Superior de Polícia Militar dar-se-á mediante concurso público de provas e títulos com exigência de diplomação no Curso de Ciências Jurídicas e Sociais. pelo ocupante do posto de Tenente-Coronel. serão declarados Segundo-Tenentes do QEOBMEx. de. previstos na Lei nº 9. Art. Major. independentemente do interstício e tempo de serviço em órgão de execução previstos no artigo 5º desta Lei. do Curso de Especialização em Políticas e Gestão de Segurança Pública – CEPGSP. no mínimo.741. nos Quadros de origem. aplicando-se-lhes o Estatuto dos Servidores Militares do Estado do Rio Grande do Sul e o Regulamento de Promoções. com aprovação. sendo que estes postos serão extintos à medida que vagarem os respectivos cargos. com vigência anterior a esta Lei. através de aprovação no Curso Superior de Polícia Militar. têm assegurado o direito à ascensão hierárquica. mediante ato do Governador do Estado. passam a integrar a carreira do QOES. . § 3º – O Curso de Aperfeiçoamento de Oficiais e o Curso Superior de Polícia Militar. § 1º – Para a promoção ao posto de Major. de 20 de outubro de 1992. Art. por ato do Governador do Estado. com aprovação. do QEOPMFem e do QOS. o ocupante do posto de Capitão deverá ter prestado serviços em órgão de execução por um período. enquanto não forem promovidos ao posto de Capitão os integrantes dos Quadros Especiais previstos no parágrafo anterior. exige a conclusão. § 2º – O acesso à promoção ao posto de Coronel. e os atuais postos de Primeiro e Segundo-Tenentes do QOS passam também a constituir o Quadro Especial de Oficiais de Saúde da Brigada Militar em Extinção – QEOSBMEx. Art. aos novos Quadros por ela criados. § 2º – Os aprovados no concurso público de que trata o parágrafo anterior. por ato do Governador do Estado. de 20 de outubro de 1992. cujo prazo de duração não excederá a dois anos. 7º – Os integrantes do QOPM. § 4º – Os atuais Alunos-Oficiais.§ 2º – A inclusão no quadro de acesso para a promoção ao posto de Coronel poderá ser recusada pelo servidor.741. respectivamente. cursados pelos integrantes do Quadro de Oficiais de Polícia Militar – QOPM. da atual carreira do Quadro de Oficiais de Saúde – QOS. três anos e ter concluído. do Curso Básico de Oficiais de Saúde – CBOS. assim como os postos mencionados neste artigo. Art. com ingresso até a data de vigência desta Lei. até a sua extinção. § 3º – A incorporação dos Oficiais oriundos dos Quadros extintos por esta Lei. previstos no § 1º do artigo anterior. bem como os integrantes dos Quadros Especiais em extinção. sendo exigido diploma de nível superior na respectiva área da saúde. ficam incorporados à carreira do QOEM. o Curso Avançado de Administração Policial Militar – CAAPM. far-se-á de acordo com as respectivas antigüidades e na ordem de precedência que entre si detinham seus integrantes. 6º – Os postos de Capitão.

são constituídas pelas graduações de Soldado de 1ª classe. 9º – O Oficial do Quadro de Oficiais Especialistas em Saúde – QOES atuará nas atividades de saúde da Instituição. § 1° – A graduação de Terceiro-Sargento será provida. na forma da legislação pertinente. a pedido. à medida em que vagarem. voltadas ao desenvolvimento da segurança pública. mediante a formação em serviço dos atuais Soldados e Cabos que contarem com mais de 20 (vinte) anos de serviço militar e tiverem classificação. o servidor militar que for mais antigo e o que apresentar melhor desempenho. Segundo Sargento e Primeiro Sargento. de 20 de outubro de 1992. (Art. II – Qualificação Policial-Militar 2 (QPM–2): Praças Bombeiros.Parágrafo único – À medida que vagarem os cargos dos postos de Primeiro-Tenente do QEOBMEx. Art. preservado o disposto no § 4º do artigo anterior. § 5° – As vagas preenchidas na graduação de Terceiro-Sargento. pesquisa. § 3° – O provimento das vagas previstas conforme o parágrafo 1° dar-se-á mediante autorização do Chefe do Poder Executivo. composta. de acordo com as suas peculiaridades. ouvido o Secretário de Estado da Justiça e da Segurança. ficam extintas. Art. de 20 de outubro de 1992. para a graduação de Soldado. bem como o planejamento. Art. no comportamento “Bom”. a partir da edição desta Lei. Art. com exigência da escolaridade de 2º Grau do ensino médio. instrução e treinamento. respeitado o efetivo para ela fixado na Lei citada. em ordem sucessiva.170/98. 14 – O ingresso nas Qualificações Policiais-Militares dar-se-á na graduação de Soldado de 1ª classe.741. na forma regulamentar. 15 – A inclusão em quadro de acesso para as promoções na carreira instituída no artigo 11 poderá ser recusada pelo servidor. respectivamente. 8º – O Oficial do Quadro de Oficiais de Estado Maior – QOEM exerce o Comando. § 6° – Não havendo mais candidatos passíveis de formação em serviço. Art. Art. a direção e a execução das atividades de ensino. a graduação de TerceiroSargento entrará em extinção. em igual número. revertendo os cargos. Art. previstos na Lei nº 9. 10 – Os Quadros de Oficiais de Administração (QOA) e de Oficiais Especialistas (QOE). Chefia ou Direção dos órgãos administrativos de média e alta complexidade da estrutura organizacional da Corporação e das médias e grandes frações de tropa de atividade operacional. 11 – Fica instituída a carreira dos Servidores Militares Estaduais de Nível Médio. 13 – As Qualificações Policiais-Militares a que se refere o artigo anterior. serão extintos à medida que vagarem os respectivos cargos. por ato do Comandante-Geral da Brigada Militar. incumbindo-lhe o planejamento. previstas na Lei nº 9. § 4° – Aos servidores militares beneficiados pelo parágrafo 1° deste artigo não se aplica a regra de promoção à graduação imediatamente superior quando da transferência para a reserva remunerada. aplicando-lhes as disposições do artigo anterior. após a aprovação em concurso público e no Curso Básico de Formação Policial-Militar – CBFPM. no mínimo. os cargos do Quadro de Primeiro-Tenentes de Polícia Militar – QTPM. já inserido no texto) Art. criado por esta Lei. por posto e graduações. terá preferência. à medida que vagarem os respectivos cargos. a qual possibilitará o acesso ao grau hierárquico de Primeiro-Tenente. integrada pelo Quadro de Primeiro-Tenentes de Polícia Militar – QTPM e pelas Qualificações Policiais-Militares – QPM – para Praças. ou da reforma. § 2° – Em caso de empate. 12 – As Qualificações Policiais-Militares (QPM) da Brigada Militar passam a ser as seguintes: I – Qualificação Policial-Militar 1 (QPM–1): Praças de Polícia Ostensiva. alterado p/LC nº 11. poderão ser providos. conforme os parágrafos anteriores. para o provimento referido no parágrafo anterior.14.741. ficando assegurado aos seus atuais integrantes a ascensão hierárquica. 16 – As graduações de Cabo e Subtenente. integram o total do efetivo fixado para a graduação de Soldado. . Art. na área afeta à Brigada Militar. a coordenação e o controle das atividades a seu nível.

Parágrafo único – O Curso de Formação de Sargentos. Art. é equivalente e substituído pelo Curso previsto no “caput” deste artigo. Habilitação e Aperfeiçoamento instituídos para Oficiais e Praças anteriormente à vigência desta Lei. Art. pesquisa. por promoções. Art. Art. 17 – Poderão concorrer às promoções à graduação de Segundo-Sargento os Cabos e Soldados que tiverem sido incluídos na Brigada Militar anteriormente à vigência desta Lei e que tenham concluído. 25 – Ficam mantidos os padrões remuneratórios dos cargos correspondentes aos postos e graduações extintos por esta Lei. mediante proposta do Comandante-Geral da Brigada Militar ao Secretário de Estado responsável pelos assuntos da segurança pública. 19 – A promoção dos concludentes do Curso Básico de Administração Policial Militar – CBAPM ao posto de Primeiro Tenente do Quadro de Tenentes de Polícia Militar – QTPM dar-se-á por ato do Governador do Estado. exercidas por Praças. elementos de execução das atividades administrativas e operacionais.741. assim como auxiliar nas tarefas de planejamento. previstos nesta Lei. Art. § 3º – As fusões das extintas Qualificações Policiais-Militares. por excelência. § 2º – As Praças oriundas das extintas Qualificações Policiais-Militares Particulares (QPMP) da Qualificação Policial-Militar Geral-2 (QPMG–2) passam a integrar a Qualificação Policial-Militar 2 (QPM– 2). com aprovação. instituídas pela Lei nº 9. Art. executar a coordenação e o controle das atividades em seu nível. com aprovação. com vistas à formação das Qualificações criadas por esta Lei. podendo exercer o Comando e Chefia de órgãos administrativos de menor complexidade e das pequenas frações de tropa da atividade operacional da estrutura organizacional da Corporação. instrução e treinamento. dos quais pelo menos quatro anos em serviço em órgãos de execução. da Qualificação Policial-Militar Geral-1 (QPMG–1) e da Qualificação Especial de Praças de Polícia-Militar Feminina (QEPPMFem) passam a integrar a Qualificação Policial-Militar 1 (QPM–1). e ainda auxiliar na execução das atividades de ensino. 21 – Ao Curso Básico de Administração Policial Militar concorrerão os Subtenentes e PrimeiroSargentos que tenham concluído. 18 – As promoções ao posto e às graduações da carreira instituída no artigo 11 terão interstício mínimo de cinco anos. Art. 24 – Ficam extintos os Cursos de Formação.Art. 23 – Fica extinta a graduação de Aspirantes-a-Oficial. 29 – Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação. 27 – VETADO Art. . na forma regulamentar. 26 – Os períodos de tempo de serviço prestados em órgãos de execução. § 4º – As especialidades de interesse da Brigada Militar. Art. a ordem de antigüidade na graduação e a ordem de precedência que seus integrantes detinham nas Qualificações extintas. observarão. 22 – Ficam extintas as Qualificações Policiais Militares Gerais e Particulares e a Qualificação Especial de Praças de Polícia Militar Feminina. cursado anteriormente à vigência desta Lei. desde que já se tenham extinguido. de 20 de outubro de 1992. § 1º – As Praças oriundas das extintas Qualificações Policiais-Militares Particulares (QPMP). o Curso Técnico em Segurança Pública – CTSP. sobre os quais incidirá a política salarial do Estado. as graduações de Terceiro-Sargento. 20 – Os Servidores Militares Estaduais de Nível Médio são. para a organização das novas escalas hierárquicas. Art. Art. serão exigidos em sua plenitude a partir de três anos da data de vigência desta Lei. o Curso Técnico em Segurança Pública – CTSP. Art. 28 – As despesas decorrentes da aplicação desta Lei correrão à conta de dotações orçamentárias próprias. serão criadas e reguladas por ato do Chefe do Poder Executivo.

inciso IV.609 Soldados. c) Quadro de Tenentes de Polícia Militar (QTPM): – 760 Primeiros-Tenentes II – Praças: a) Especiais: – Até 200 Alunos-Oficiais b) De Polícia Ostensiva – Qualificação Policial-Militar 1 (QPM–1): – 2.700 Terceiros-Sargentos. O GOVERNADOR DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL.432 Soldados. DE 18 DE AGOSTO DE 1997. – 19. da Constituição do Estado.443 Primeiros-Sargentos. seiscentos e cinqüenta) cargos de servidores militares. b) Quadro de Oficiais Especialistas em Saúde (QOES): – 02 Coronéis. do Estado e dá outras .Art. entre Oficiais e Praças. 1º – O efetivo da Brigada Militar do Estado é fixado em 33. (DOE de 19. Faço saber. – 300 Terceiros-Sargentos.518 Segundos-Sargentos. – 546 Segundos-Sargentos. – 3.650 (trinta e três mil. que a Assembléia Legislativa aprovou e eu sanciono e promulgo a Lei seguinte: Art. assim distribuídos: I – Oficiais: a) Quadro de Oficiais de Estado-Maior (QOEM): – 24 Coronéis. 18 de agosto de 1997. ANTÔNIO BRITTO. – 259 Majores. escolhidos dentre os integrantes do Quadro de Oficiais de Estado-Maior e nomeados Juízes Militares para a composição do Tribunal Militar do Estado. – 103 Capitães. 30 – Revogam-se as disposições em contrário. Governador do Estado. Fixa o efetivo da Brigada Militar providências. – 89 Tenentes-Coronéis. em Porto Alegre. PALÁCIO PIRATINI. – 2.08. de 1º de fevereiro de 1980. – 06 Tenentes-Coronéis. quando extinto em decorrência das disposições da Carreira dos Servidores Militares Estaduais. – 17 Majores. – 2. Art.356. c) Bombeiros – Qualificação Policial-Militar 2 (QPM–2): – 183 Primeiros-Sargentos. Parágrafo único – O efetivo de Terceiro-Sargento reverterá à graduação de Soldado.97) LEI Nº 10. em cumprimento ao disposto no artigo 82. 2º – O Quadro Especial a que se refere o parágrafo 1º do artigo 232 da Lei nº 7. – 659 Capitães.993. é constituído de quatro cargos de Coronel.

observado.08. em 1998. (DOE de 19. de 20 de outubro de 1992. o servidor. § 1° – Serão considerados acidentes em serviço aqueles ocorridos nas circunstâncias previstas na Lei n° 10. e os respectivos totais serão fixados anualmente por ato do Comandante-Geral da Brigada Militar. DE 18 DE AGOSTO DE 1997. para os efeitos desta Lei. em 2001. 18 de agosto de 1997. em 1997. Art. sendo consideradas até o limite máximo. Faço saber. a Polícia Civil. IV – 25% (vinte e cinco por cento). II – 15% (quinze por cento). 7º – Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação. PALÁCIO PIRATINI. passando o efetivo da Lei nº 9. faz jus ao benefício financeiro de R$ 10. o preenchimento dos seguintes percentuais mínimos de vagas acrescidas em decorrência da presente Lei. § 1º – As disposições deste artigo não se aplicam para o provimento da graduação de Soldado.996.594. total ou parcial. ou morte”. § 2º – Quando o percentual mínimo de provimento de vagas corresponder à fração do respectivo posto ou graduação. a constar de acordo com o disposto no artigo 1º desta Lei. em 1999. 5º – VETADO Art. a referida fração será computada como se vaga fosse. 3º – As Praças Especiais não estão computadas no total do efetivo. ou ao seu beneficiário. a Brigada Militar.º 10. para os fins de provimento. III – 20% (vinte por cento). desde que atendidos os requisitos legais para os respectivos provimentos: I – 10% (dez por cento). e V – 30% (trinta por cento). 8º – Revogam-se as disposições em contrário.00 (dez mil reais). de 11 de dezembro de 1995. § 2° – São considerados órgãos operacionais da Secretaria da Justiça e da Segurança. que a Assembléia Legislativa aprovou e eu sanciono e promulgo a Lei seguinte: Art. 6º – As despesas decorrentes da execução da presente Lei correrão à conta de dotações orçamentárias próprias. 1º – Na ocorrência dos eventos “invalidez permanente. nos respectivos postos e graduações. 4º – O provimento do efetivo será gradual. ocorridos em serviço. O GOVERNADOR DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL. inciso IV. a Superintendência dos Serviços Penitenciários – SUSEPE e o Instituto-Geral de Perícias. ou morte”.000. Estabelece benefício ao servidor integrante dos órgãos operacionais da Secretaria da Justiça e da Segurança. ocorridos em serviço. Governador do Estado. Art. na ocorrência dos eventos “invalidez permanente. em Porto Alegre. ou seu beneficiário. ANTÔNIO BRITTO. em cumprimento ao disposto no artigo 82.97) LEI N. total ou parcial. § 3º – Os provimentos referidos neste artigo serão efetivados no dia 18 de novembro de cada ano e observarão os quantitativos fixados no artigo 1º desta Lei.741. Art. da Constituição do Estado.Art. . em 2000. Art.

dar-se-ão para o grau hierárquico imediatamente superior da respectiva carreira. a promoção extraordinária. Comissários de Polícia e Comissários de Diversões Públicas. na mesma situação. Art. da Constituição do Estado. que a Assembléia Legislativa aprovou e eu sanciono e promulgo a Lei Complementar seguinte: Art. do Instituto-Geral de Perícias e da Superintendência dos Serviços Penitenciários que morrer ou ficar permanentemente inválido. do Instituto-Geral de Perícias e da Superintendência dos Serviços Penitenciários. na forma desta Lei. que desempenham suas atividades em situação permanente de risco: I – na Polícia Civil – para os Investigadores de Polícia. DE 18 DE AGOSTO DE 1997. Dispõe sobre a promoção extraordinária do servidor militar e do servidor integrante dos quadros da Polícia Civil.228. 18 de agosto de 1997. que observará o disposto no artigo anterior. 3° – Para os servidores das carreiras de nível médio dos quadros referidos no artigo 1° desta Lei Complementar. II – na Brigada Militar – para os Postos e Graduações da hierarquia militar de Soldado de 2ª Classe a Capitão. e para os Monitores Penitenciários e Técnicos Penitenciários do Quadro dos Funcionários Penitenciários em extinção. em cumprimento ao disposto no artigo 82.000. em Porto Alegre. e em decorrência de agressão sofrida e não provocada pelo servidor. O GOVERNADOR DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL. LEI COMPLEMENTAR N. III – na Superintendência dos Serviços Penitenciários – SUSEPE – para os Auxiliares de Serviços Penitenciários e para os Agentes Penitenciários do Quadro dos Funcionários Penitenciários. em valor equivalente à diferença entre o vencimento ou soldo inicial e o final das respectivas carreiras. Art. (DOE de 19. 5° – Revogam-se as disposições em contrário. Art.§ 3° – O benefício de que trata este artigo será concedido somente aos servidores abaixo relacionados. Art.08. Art. em virtude de ferimento sofrido em ação ou de enfermidade contraída nessa circunstância ou que nela tenha causa eficiente. a promoção será “post-mortem”. será promovido extraordinariamente. exceto a decorrente de ato de bravura. 3° – As despesas decorrentes da execução desta Lei correrão por conta de dotação orçamentária própria. 4° – Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação. instituído pela Lei n° 9. praticar ato de bravura. 2° – O benefício de que trata o “caput” do artigo 1° não prejudica outros direitos previstos em lei. Faço saber. para as carreiras de nível superior.º 11. inciso IV. de 1° de fevereiro de 1991. Inspetores de Polícia. . independentemente da Classe titulada. 1° – O servidor militar e o servidor integrante dos quadros da Polícia Civil. e IV – no Instituto-Geral de Perícias – para os Auxiliares de Perícia. corresponderá à percepção de parcela adicional. inclusive. no exercício de suas atribuições. Escrivães de Polícia. 2° – A promoção extraordinária a que se refere esta Lei. PALÁCIO PIRATINI. Art. bem como para as promoções decorrentes de ato de bravura. bem como. Parágrafo único – Na hipótese de falecimento.97). para os Papiloscopistas e para os Fotógrafos Criminalistas.

revelem a presença de um espírito público responsável pela superação do estrito cumprimento do dever. PALÁCIO PIRATINI. que serão apurados independentemente de requerimento por parte do interessado ou de seus sucessores. em valor correspondente a 20% (vinte por cento) do seu padrão de vencimento ou soldo. atendendo às peculiaridades das carreiras do servidor militar e do servidor integrante dos quadros da Polícia Civil.08. . Dispõe sobre diárias devidas a policiais militares e dá outras providências.878/97) I – 1. 18 de agosto de 1997. dos índices correspondentes aos cargos titulados. redação dada p/D. 9° – Revogam-se as disposições em contrário.37. respeitando os direitos fundamentais e os princípios gerais do direito. 6° – A promoção efetuada com base nesta Lei dependerá. 4° – Para os efeitos desta Lei. DECRETA: “Art.97) DECRETO Nº 37. no desempenho de suas atribuições e para a preservação de vida de outrem. inciso V.19 (um vírgula dezenove). 5° – Considera-se ato de bravura em serviço a conduta do servidor que. demonstrando coragem. Parágrafo único – O Poder Executivo regulamentará o disposto neste artigo. periciais ou penitenciárias. O GOVERNADOR DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL.1º. em Porto Alegre. Governador do Estado. quando as diárias forem vencidas nos estabelecimentos penais e repartições fazendárias da Capital do Estado. coloque em risco incomum a sua própria vida. bem como de atividades para manutenção da ordem pública. Art. Art. da Constituição do Estado. sobre o valor básico das diárias fixado em lei. Art. do Instituto-Geral de Perícias e da Superintendência dos Serviços Penitenciários. Art. (DOE de 19. Art. Art. multiplicados pelos seguintes fatores: (O “caput” do art. no uso da atribuição que lhe confere o artigo 82. DE 22 DE SETEMBRO DE 1997. ANTÔNIO BRITTO. Parágrafo único – O ato de bravura será destacado como forma de valorizar as posturas que.Parágrafo único – Quando o servidor ocupar cargo isolado. de comprovação dos fatos que a justifiquem.46 (um vírgula quarenta e seis). 7° – As despesas decorrentes da execução desta Lei Complementar correrão à conta de dotação orçamentária própria. considerar-se-ão em ação os servidores que realizem ou participem de atividades-fins policiais. em cada caso. a promoção igualmente corresponderá à percepção de parcela adicional. II – 1.794. 1º – O valor das diárias dos policiais militares empregados na força tarefa das casas prisionais será obtido mediante a incidência. audácia e a presença de qualidades morais extraordinárias. quando as diárias forem vencidas nos estabelecimentos penais e repartições fazendárias do interior do Estado. 8° – Esta Lei Complementar entra em vigor na data de sua publicação.

4º – A confecção dos quadros de Acesso de Oficiais e Praças para efetivação de promoções em 18 de novembro de 1997. em Porto Alegre. 17 de novembro de 1997. 2° – Este Decreto entra em vigor na data de sua publicação. de 18 de agosto de 1997. Parágrafo único – A Presidência da CAM compete ao Comandante-Geral da Brigada Militar. ANTÔNIO BRITTO. no uso da atribuição que lhe confere o artigo 82.939. (DOE de 18/11/97) . administrar-se-ão de acordo com os regulamento e alterações previstas para as extintas Comissão de Promoções e Mérito de Oficiais e Comissão de Promoções e Mérito de Praças naquilo que couber.Art. Governador do Estado. em Porto Alegre. DECRETA: Art. Art. PALÁCIO PIRATINI. VICENTE BOGO. e II – Subcomissão de Avaliação e Mérito de Praças (SAMP). deverá levar em conta as informações computáveis até 19 de agosto de 1997. previstas pela Lei nº 10.993/97. O GOVERNADOR DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL. 22 de setembro de 1997. em exercício. da Lei nº 10. 3° – Revogam-se as disposições em contrário. Art. avaliação e processamento das promoções e dos méritos. § 2º – A Presidência da SAMP compete ao Chefe do Estado-Maior da Brigada Militar. 3º – As Subcomissões de Avaliação e Mérito de Oficiais e de Praças. Art. Art. § 1º – A Presidência da SAMO compete ao Subcomandante-Geral da Brigada Militar.97) DECRETO Nº 37. 5º – Este Decreto entra em vigor na data de sua publicação. Art. PALÁCIO PIRATINI. Governador do Estado. compete: I – o assessoramento permanente do Comandante-Geral nos assuntos relativos às carreiras de Oficiais e Praças. 2º – A Comissão de Avaliação e Mérito da Brigada Militar estrutura-se em: I – Subcomissão de Avaliação e Mérito de Oficiais (SAMO). (DOE de 23. Art. 1º – À Comissão de Avaliação e Mérito da Brigada Militar (CAM) prevista no artigo 17.09. II – o controle. inciso V. retroagindo seus efeitos a 10 de outubro de 1997. da Constituição do Estado. DE 17 DE NOVEMBRO DE 1997.991. 6º – Revogam-se as disposições em contrário. Regulamenta a Comissão de Avaliação e Mérito da Brigada Militar e dá outras providências.

2º – A Brigada Militar do Estado do Rio Grande do Sul.º 10. a denominação. compreendendo: a) o Comandante-Geral da Brigada Militar. a polícia ostensiva.º 10. o efetivo. o nível. a fim de assegurar o cumprimento da lei. de apoio e de execução. nos termos da Lei n. e h) a Comissão de Avaliação e Mérito. com exclusividade. 3º – A Brigada Militar. d) o Departamento Administrativo. nos termos de sua Lei de Organização Básica. aquático e terrestre no Estado. e X – desempenhar outras atividades previstas em lei. instituição permanente e regular. como força de dissuasão. ressalvada a competência das Forças Armadas. estrutura-se em órgãos de direção. 1º – O presente Decreto regulamenta a estrutura. f) a Ajudância-Geral. II – os Departamentos. de 18 de agosto de 1997. c) o Departamento de Saúde. III – atuar repressivamente. no uso da atribuição que lhe confere o artigo 82. DECRETA: Art.991.991. Art. IV – exercer atividades de investigação criminal militar. IX – executar as atividades de defesa civil no Estado. c) o Conselho Superior. conforme segue: I – o Comando-Geral. DE 22 DE JANEIRO DE 1998. g) o Gabinete do Comandante-Geral. VII – fiscalizar e controlar os serviços civis auxiliares de combate a incêndio. em locais ou áreas específicas. O GOVERNADOR DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL. compreendendo: a) o Departamento de Ensino. vinculada administrativa e operacionalmente à Secretaria da Justiça e da Segurança. TÍTULO I DA COMPETÊNCIA E DA ESTRUTURA GERAL Art. onde se presuma ser possível a perturbação da ordem pública. a manutenção da ordem pública e o exercício dos poderes constituídos. V – atuar na fiscalização e controle dos serviços de vigilância particular no Estado. em caso de perturbação da ordem pública e no gerenciamento técnico de situações de alto risco. organizada com base na hierarquia e na disciplina. Regulamenta a Lei de Organização Básica da Brigada Militar do Estado. órgãos de apoio da Brigada Militar. b) o Subcomandante-Geral. VIII – realizar os serviços de busca e resgate aéreo. de 18 de agosto de 1997. tem as seguintes competências: I – executar. VI – executar o serviço de prevenção e combate a incêndio. e) a Corregedoria-Geral. e e) o Departamento de Informática. II – atuar preventivamente. b) o Departamento de Logística e Patrimônio. as atribuições. . d) o Estado-Maior da Brigada Militar. planejada pela autoridade policial militar competente. incisos V e VII da Constituição do Estado e de conformidade com o artigo 22 da Lei n. a subordinação e o grau de comando dos órgãos da Polícia Militar do Estado do Rio Grande do Sul. órgão de direção-geral da Brigada Militar.DECRETO Nº 38.107.

que será exercida diretamente pelo Comandante-Geral e pelos demais órgãos que compõem o referido Comando. as funções que lhe forem por ele delegadas. indicado. orientação e fiscalização das atividades funcionais e da conduta dos servidores da Instituição. Patrimônio e Orçamento. em assessoramento direto ao Comandante-Geral. com funções específicas de disciplinamento. 7º – O Conselho Superior é constituído pelos coronéis da ativa em exercício na Corporação. indicado pelo Secretário de Estado da Justiça e Segurança e nomeado pelo Chefe do Poder Executivo. compete: I – a coordenação geral das atividades da Instituição. Art. . e as Praças em comando de fração destacada. os Oficiais. Art. 8º – Ao Estado-Maior da Brigada Militar (EMBM). TÍTULO II DOS ÓRGÃOS DE DIREÇÃO-GERAL Art. no desempenho de atividade policial-militar no âmbito de suas circunscrições territoriais. órgãos de execução da Brigada Militar. compete a administração da Instituição. competindo-lhe. com vistas ao fornecimento de subsídios para a tomada de decisão. Operações e Treinamento. e III – a direção do Conselho Superior.III – os Comandos Regionais e os Órgãos de Polícia Militar (OPM). Art. § 2º – Para o cumprimento de suas missões. II – a presidência da Comissão de Avaliação e Mérito. g) os OPM de Saúde. e contará com as Seções de Justiça e Disciplina. b) os Comandos Regionais de Bombeiros. § 1º – O Estado-Maior da Brigada Militar será chefiado por Coronel da ativa subordinado ao Comandante-Geral e será estruturado em: I – Seção de Efetivo e Legislação. compreendendo: a) os Comandos Regionais de Polícia Ostensiva. igualmente. é o substituto do Comandante-Geral nos impedimentos eventuais deste. ouvido o Comandante-Geral. III – Seção de Logística. responsável pela disciplina. c) os OPM de Polícia Ostensiva. 6º – O Subcomandante-Geral da Brigada Militar. Parágrafo único – São autoridades policiais-militares o Comandante-Geral da Brigada Militar. Parágrafo único – O Conselho Superior será secretariado pelo Coronel de menor precedência hierárquica. e) os OPM de Ensino. II – Seção de Inteligência. assessoramento e suporte administrativo. órgão de direção-geral da Brigada Militar. 4º – Ao Comando-Geral. Art. compete o estudo e o planejamento estratégico de todas as atividades da Instituição. de Correição e a Seção Administrativa. 5º – Ao Comandante-Geral. o EMBM poderá requisitar informações dos demais órgãos componentes da estrutura da Brigada Militar. d) os OPM de Bombeiros. o acompanhamento e manifestação em assuntos relevantes da Instituição. de Feitos Especiais. 9º – A Corregedoria-Geral (Cor-G). pelo Secretário de Estado da Justiça e Segurança e nomeado pelo Chefe do Poder Executivo. e h) os OPM Especiais. e V – Seção Administrativa. Art. será exercida pelo Corregedor-Geral. f) os OPM de Logística. Coronel da ativa subordinado ao Comandante-Geral. em assessoramento direto ao ComandanteGeral. competindo-lhe. IV – Seção de Comunicação Social.

e IV – Secretaria Executiva. assessorar as ações do Subcomandante-Geral da Brigada Militar. exames. pareceres técnicos e informações indispensáveis ao bom desempenho de sua função. III – fiscalizar as atividades dos órgãos e servidores da Brigada Militar. II – Assessoria Parlamentar. . 13 – Os órgãos de apoio da Brigada Militar são constituídos pelos Departamentos a que se refere o inciso II do artigo 2º deste Decreto. será chefiado por Oficial Superior a ele subordinado. subordinados ao Comandante-Geral. e II – Subcomissão de Avaliação e Mérito de Praças. escolhidos dentre os Coronéis da ativa integrantes do QOEM. realizando inspeções e correições e sugerindo as medidas necessárias ou recomendáveis para a racionalização e eficiência dos serviços. II – exercer a apuração de responsabilidade criminal. logística. recursos humanos e informática. III – Assessoria da Qualidade. Parágrafo único – Compõem o Quartel do Comando-Geral os órgãos de direção-geral. Art. a avaliação e o processamento das promoções das carreiras de Oficial e Praça. instrução e pesquisa. controle e fiscalização das atividades de ensino.Parágrafo único – Compete à Corregedoria: I – cumprir atividades que lhe sejam atribuídas pelo Comandante-Geral. estruturando-se em: I – Divisão de Supervisão. 11 – O Gabinete do Comandante-Geral (Gab Cmt-G). regulado em legislação própria e estruturado em: I – Subcomissão de Avaliação e Mérito de Oficiais. além do previsto em Lei. II – o arquivo geral e o boletim diário da Corporação. e VI – elaborar o regulamento do estágio probatório dos servidores militares. instrução e pesquisa. administração. TÍTULO III DOS ÓRGÃOS DE APOIO Art. Art. presidida pelo Chefe do Estado-Maior. III – o apoio de praças e de material a todos os Órgãos sediados no QCG. e III – Divisão Administrativa. saúde. diligências. cuja escolha recairá em coronel do QOES. e contará com as Seções Administrativa e de Pessoal. presidida pelo Subcomandante-Geral. à qual compete o controle. 12 – A Comissão de Avaliação e Mérito (CAM). § 1º – Os Departamentos organizarão em forma de sistema as atividades de ensino. contando em sua estrutura com: I – Assessoria Jurídica. o controle e a execução das diretrizes emanadas do comando da Instituição. IV – avaliar. a direção. e V – o controle das Bandas de Música. para encaminhamento posterior ao Comandante-Geral. exceto a Corregedoria-Geral. competindo-lhe: I – a administração do Quartel do Comando Geral (QCG). Parágrafo único – Ao Gabinete do Comandante-Geral compete. Art. 14 – O Departamento de Ensino (DE) é responsável pelo planejamento. Oficial do Círculo dos Oficiais Superiores subordinado ao Comandante-Geral. V – providenciar junto a qualquer autoridade certidões. IV – a segurança e serviços gerais do QCG. administrativa ou disciplinar. II – Divisão de Treinamento. exceto para o Departamento de Saúde. competindo-lhes o planejamento. Art. ao qual compete o assessoramento direto ao Comandante-Geral. 10 – A Ajudância-Geral será exercida pelo Ajudante-Geral. § 2º – Os Departamentos serão dirigidos pelos Diretores de Departamento. patrimônio. é órgão de assessoramento permanente do Comandante-Geral. os elementos coligidos sobre o estágio probatório de integrantes de carreira de servidores militares.

Patrimônio e Orçamento. CAPÍTULO I Dos Comandos Regionais Art. . III – Divisão de Gerência de Redes. classificando-se em Comandos Regionais de Polícia Ostensiva e em Comandos Regionais de Bombeiros. Art. em suas respectivas circunscrições territoriais. pelas atividades administrativo-operacionais dos OPM que lhes são subordinados. III – Divisão de Patrimônio. e III – Seção de Logística. competem a responsabilidade e a execução das atividades administrativo-operacionais indispensáveis ao cumprimento das finalidades da Instituição. a substituição eventual deste. 17 – O Departamento Administrativo (DA) é responsável pela execução das atividades de planejamento. manutenção e contratação de todos os serviços. § 1º – Os Comandos Regionais serão comandados por Oficiais Superiores. subordinados ao Comandante-Geral. e IV – Divisão Administrativa. estruturando-se em: I – Seção de Efetivo e Legislação. controle e fiscalização dos bens patrimoniais afetos à Instituição. são responsáveis. de fiscalização. Art. controle e fiscalização das atividades de saúde da Instituição. estruturando-se em: I – Divisão de Gerência Técnico-Operacional. e IV – Divisão Técnica. estruturando-se em: I – Divisão de Pessoal. podendo ser dotados de Centros de Operações Policiais Militares. e III – Divisão Administrativa.Art. 15 – O Departamento de Logística e Patrimônio (DLP) é responsável pelo planejamento. competindo-lhe a aquisição. o estudo e planejamento estratégico e a coordenação da estrutura do respectivo Comando. Art. estruturando-se em: I – Divisão Administrativa. bem como pela execução das atividades financeiro-orçamentário-contábeis da Instituição. 19 – Aos órgãos de execução. de controle. 18 – O Departamento de Informática (DI) é o responsável pelo planejamento. aos quais compete o assessoramento direto ao Comandante. Operações e Treinamento. II – Divisão de Logística. estruturando-se em: I – Divisão de Saúde Humana. controle e fiscalização dos sistemas informatizados da Instituição. constituídos pelos Comandos Regionais e pelos Órgãos de Polícia Militar (OPM). II – Divisão de Saúde Animal. TÍTULO IV DOS ÓRGÃOS DE EXECUÇÃO Art. § 2º – Os Comandos Regionais contarão com Chefes de Estado-Maior. III – Divisão de Auditorias. II – Seção de Inteligência. e IV – Divisão Técnica. II – Divisão de Finanças. 16 – O Departamento de Saúde (DS) é responsável pelo planejamento. de auditoria e de pessoal. 20 – Os Comandos Regionais. escalões intermediários de comando. II – Divisão de Gerência de Informações. distribuição.

de Saúde e de Logística terão denominação própria. respectivamente. Art. SEÇÃO II Dos Comandos Regionais de Bombeiros Art. quando os indicadores de segurança pública. 21 – Aos Comandos Regionais de Polícia Ostensiva compete administrar a execução das atividades de polícia ostensiva no respectivo espaço de responsabilidade territorial. respondendo perante o Comando-Geral da Corporação pela realização de suas atividades na correspondente circunscrição. SEÇÃO I Dos OPM de Polícia Ostensiva Art. para o comando. de Saúde e Especiais. sendo que. respondendo perante o Comando Regional pelo grau de segurança pública de sua circunscrição. a função deve . de acordo com as necessidades administrativas e operacionais da Instituição. de Bombeiros. podendo constituir-se como: I – Batalhões. 26 – Os OPM de Polícia Ostensiva serão constituídos nos seguintes níveis. subordinados aos Departamentos de Ensino. o qual poderá delegar esta subordinação. Regimentos. 25 – Os OPM de Polícia Ostensiva tem circunscrição territorial normal correspondente ao município. § 2º – Os OPM de Polícia Ostensiva e de Bombeiros são subordinados aos respectivos Comandos Regionais ou a outro OPM. quando nele enquadrado. entretanto. de Logística e Patrimônio e de Saúde. conforme seu nível hierárquico. CAPÍTULO II Dos Órgãos de Polícia Militar Art. § 5º – Os OPM de Ensino. 23 – Os Órgãos de Polícia Militar (OPM). Grupamentos. constituídos de 02 a 07 Companhias ou Esquadrões. existir mais de um OPM por município. podendo.SEÇÃO I Dos Comandos Regionais de Polícia Ostensiva Art. respondendo perante o ComandoGeral da Corporação pelo grau de segurança pública de sua circunscrição. e IV – Grupo. Esquadrões ou Subgrupamentos. § 4º – Os OPM de Polícias Ostensiva. Destacamentos Especiais. III – Pelotão ou Seção. tendo seus Comandante e Subcomandante escolhidos dentre os Oficiais. Art. responsáveis pela execução das atividades administrativooperacionais indispensáveis ao cumprimento das finalidades da Instituição são classificadas em OPM de Polícia Ostensiva. de Logística e de Saúde são. § 1º – Os OPM de Ensino. de Bombeiros e Especiais terão denominação própria. 24 – Aos OPM de Polícia Ostensiva compete a execução das atividades de polícia ostensiva no espaço de responsabilidade territorial. § 3º – Os OPM Especiais são subordinados ao Comandante-Geral. de Logística. assim o recomendarem. subordinado ao respectivo Comando Regional. relacionados nas disposições finais deste Decreto. conforme estabelecido neste Decreto. Regimento ou Destacamento Especial. conforme os indicadores de segurança pública da respectiva circunscrição territorial e os indicadores específicos da Instituição: I – Batalhão. de Ensino. 22 – Aos Comandos Regionais de Bombeiros compete administrar a execução das atividades de bombeiros no âmbito de sua responsabilidade territorial. II – Companhias.

27 – Aos OPM de Bombeiros compete a execução das atividades de bombeiros no espaço de responsabilidade territorial. que terá como Comandante servidor militar do Círculo de Oficiais. subordinado ao respectivo Comando Regional ou ao comandante do respectivo Subgrupamento. II – Subgrupamento de Bombeiros. subordinado ao respectivo Comando Regional. subordinado ao respectivo Comando Regional ou ao comandante do respectivo Pelotão. e terão como Comandante servidor militar do Círculo de Oficiais. quando nele enquadrado. e IV – Grupo de Polícia Militar. constituído de 06 a 10 Servidores Militares Estaduais e que terá como Comandante servidor militar do Círculo de Oficiais ou do Círculo de Sargentos. que terá como Comandante servidor militar do Círculo de Oficiais e será constituída de 02 a 07 Grupos de Combate a Incêndio podendo um deles. quando neles enquadrados. III – Subgrupamento de Busca e Resgate. escolhidos dentre os Oficiais. Art. subordinado ao respectivo Comando Regional ou ao comandante do respectivo Grupamento de Bombeiros. constituído de 02 a 07 Subgrupamentos de Bombeiros e 01 Subgrupamento de Busca e Resgate e que terá Comandante e Subcomandante. ainda. subordinado ao respectivo Comando Regional ou ao comandante da respectiva Seção. § 1º – Os OPM constantes no Inciso I deste artigo. criados a partir deste Decreto. IV – Seção de Bombeiros. quando couber. constituídas de 02 a 07 Grupos de Busca e Resgate Terrestre e/ou de Busca e Resgate Aquático. sendo que. . subordinado ao Comando Regional ou ao respectivo comandante de companhia ou esquadrão. se necessário. subordinados ao respectivo Comando Regional ou ao comandante do respectivo Batalhão ou Regimento. quando couber. a função deve recair nos postos do Círculo de Oficiais Superiores. contando. 28 – Os OPM de Bombeiros serão constituídos nos seguintes níveis. II – Companhia ou Esquadrão. constituídos de 02 a 07 Pelotões. que terá como Comandante servidor militar do Círculo de Oficiais. conforme os indicadores de segurança pública da respectiva circunscrição territorial e os indicadores específicos da Instituição: I – Grupamento de Bombeiros. quando nele enquadrado. subordinado ao respectivo Comando Regional ou ao comandante do respectivo Subgrupamento. que será constituído de 06 a 10 Servidores Militares Estaduais e que terá como Comandante servidor militar do Círculo de Oficiais ou do Círculo de Sargentos. quando nele enquadrado. podendo uma delas. constituído de 02 a 07 Grupos Policial Militar e que terá como Comandante servidor militar do Círculo de Oficiais. subordinado ao respectivo Comando Regional ou ao comandante do respectivo Grupamento de Bombeiros. contar com assessoria de Análise Técnica. ser constituída como Seção de Busca e Resgate e. § 2º – Os atuais Batalhões e Regimentos deverão adaptar sua estrutura organizacional ao disposto neste artigo. quando nele enquadrado. III – Pelotão. V – Seção de Busca e Resgate. com assessorias de Efetivo e Logística e de Inteligência e Operações. ser constituído como Grupo de Busca e Resgate e. quando nele enquadrado. quando neles enquadrados. quando nele enquadrado. contando com assessorias de Análise Técnica. constituídos de 02 a 07 Seções de Bombeiros. que terá como Comandante servidor militar do Círculo de Oficiais. de Efetivo e Logística e de Inteligência e Operações. SEÇÃO II Dos OPM de Bombeiros Art. para o comando. respondendo perante o Comando Regional pela execução destas atividades no âmbito de sua circunscrição. constituídos de 02 a 07 Seções de Busca e Resgate Terrestre e/ou de Busca e Resgate Aquático. serão denominados Destacamentos Especiais. contar com assessoria de Análise Técnica. se necessário. e VI – Grupo de Combate a Incêndio e Grupo de Busca e Resgate.recair nos postos do Círculo de Oficiais Superiores.

com garantia de vagas na forma do seu Regimento Interno. funcionarão como laboratório de ensino. estrutura-se em: I – Seção de Acervo. III – ao Colégio Tiradentes (CT). 29 – Os OPM de Ensino. Art. 32 – O Colégio Tiradentes (CT). III – Seção de Ensino. II – Seção de Administração. . III – elaborar projetos e proceder à pesquisas encomendadas pelo escalão superior ou de iniciativa da unidade. § 1º – As Escolas referidas nos incisos V e VI deste artigo. escola de 2º Grau integrante do Sistema Estadual de Ensino. II – ao Instituto de Pesquisas da Brigada Militar (IPBM). Estudos Técnicos e Obras quanto a sua pertinência. VI – estimular e desenvolver o comportamento investigativo e científico na Instituição. Art. § 2º – Excepcionalmente. Art. 31 – O Instituto de Pesquisas da Brigada Militar (IPBM) é responsável pela pesquisa científica na Instituição. e IV – ao Museu da Brigada Militar (MusBM). V – difundir o conhecimento produzido para a comunidade. estruturando-se em Secretaria. instrução e pesquisa. em todas as áreas de conhecimentos afins às competências e à administração da Instituição. estrutura-se em: I – Seção Administrativa. aplicabilidade e ineditismo. II – Seção de Ensino. IV – efetuar intercâmbio técnico-científico com organizações de pesquisa. serão comandados e dirigidos por Oficiais Superiores e correspondem: I – à Academia de Polícia Militar (APM). validade. Seção de Administração e Seção de Pesquisa e Extensão. utilidade. V – Escola de Habilitação e Especialização de Praças (EsHEP). II – acompanhar e avaliar os Projetos de Pesquisas. além da habilitação e especialização das Praças.SEÇÃO III Dos OPM de Ensino Art. pesquisas e entidades afins. estruturando-se em: I – Secretaria. responsáveis pelas atividades de ensino. buscando sua aplicação no exercício da Polícia Ostensiva e na preservação da ordem pública. responsável pelo acervo histórico e cultural da Brigada Militar. sob a coordenação das respectivas escolas. 30 – A Academia de Polícia Militar (APM) será responsável pelas atividade de ensino das escolas. e II – Seção Administrativa. Parágrafo único – O Colégio Tiradentes fornecerá condições de ensino aos filhos de servidores militares estaduais que forem transferidos para Porto Alegre. os Comandos Regionais de Polícia Ostensiva e os Comandos Regionais de Bombeiros poderão habilitar as praças para o exercício das atividades da Brigada Militar. competindo-lhe: I – manter cadastro dos pesquisadores. e VII – apoiar e coordenar as investigações científicas. IV – Escola Superior de Oficiais (ESO). Art. no âmbito da Corporação. e VII – A Escola de Educação Física da Brigada Militar (EsEFBM). e III – Corpo de Alunos. 33 – O Museu da Brigada Militar (MusBM). formalística. VI – Escola de Bombeiros (EsBo).

III – a padronização e atualização das especificações dos materiais de comunicações. de Recebimento e Distribuição e de Oficinas. II – a avaliação. e V – o recebimento.SEÇÃO IV Dos OPM de Logística Art. Administrativa e de Recebimento e Distribuição. estruturado em 3 (três) Seções. execução e fiscalização dos serviços de engenharia. parecer técnico. Art. compete a previsão. de Recebimento e Distribuição e de Patrimônio e Obras. armazenagem. V – Centro de Subsistência. 38 – Ao Centro de Material Bélico. correspondendo a: I – Centro de Intendência. Art. Art. compete: I – a previsão. de Recebimento e Distribuição e de Manutenção. 40 – Ao Centro de Motomecanização. recebimento. III – Centro de Comunicações. recebimento. compete: I – a previsão. de Recebimento e Distribuição e de Manutenção e Redes. 34 – Os OPM de Logística. Administrativa. a armazenagem e a distribuição de material de subsistência. e IV – a padronização e atualização das especificações do material bélico. Art. armazenagem e distribuição de materiais de obras. 36 – Ao Centro de Obras. Art. distribuição. Art. . distribuição e manutenção dos materiais de motomecanização. II – a instalação e manutenção dos meios de comunicações. distribuição e manutenção dos suprimentos de material de intendência. estruturado em 3 (três) Seções. recebimento. distribuição. compete: I – a previsão. VI – Centro de Motomecanização. instalação e manutenção dos meios de informática. II – a produção de materiais destinados ao treinamento da tropa. Administrativa. compete: I – a previsão. o controle individual do vestuário e uniformes e a atualização das especificações dos materiais de intendência. Administrativa. padronização de material e frota. 37 – Ao Centro de Comunicações. armazenagem e distribuição dos meios de comunicações. II – Centro de Obras. 35 – Ao Centro de Intendência. e II – a padronização. de obras e manutenção predial. Administrativa. estruturado em 3 (três) Seções. armazenagem. estruturado em 2 (duas) Seções. confecção. de Recebimento e Distribuição e de Oficinas. compete: I – a previsão. armazenagem. o recebimento. e VII – Companhia Logística. IV – Centro de Material Bélico. 39 – Ao Centro de Subsistência. distribuição e manutenção de material bélico. perícia. IV – a execução de projeto básico para instalações de redes e controle dos registros de redes e licenças do funcionamento das estações junto ao órgão competente. manutenção e contratação de todos os serviços. estruturado em 3 (três) seções. armazenagem. recebimento. II – o planejamento. projeto. responsáveis pelas atividades de controle e fiscalização dos bens patrimoniais afetos à Instituição e de aquisição. III – a organização e controle individual da prática de tiro. Administrativa. e III – a padronização e a atualização das especificações dos materiais de obras. III – o acompanhamento estatístico sobre a frota e sua manutenção. recebimento. estruturado em 3 (três ) Seções. e IV – a padronização e atualização das especificações dos materiais de motomecanização. serão chefiados por Oficiais Superiores.

observado o disposto nos artigos posteriores. e IV – Companhias de Polícia Rodoviária. os seus Comandantes serão assessorados e substituídos. . e IV – Companhias de Polícia Ambiental. comandados por Oficiais Superiores: I – Batalhão de Polícia Rodoviária Estadual (BPRv). serão dirigidos por Oficiais Superiores. com sua competência delegada em áreas especializadas. salvo disposições em convênio. 41 – À Companhia Logística. VI – Grupamento de Polícia Militar Aéreo (GPMA). 44 – Ao Batalhão de Polícia Rodoviária Estadual compete a execução das atividades de polícia ostensiva nas rodovias estaduais e outras atribuições previstas em Leis e Regulamentos. Art. a Administrativa e a Técnica. §1º – O Hospital da Brigada Militar de Porto Alegre (HBM/PA) e o Hospital da Brigada Militar de Santa Maria (HBM/SM) estruturam-se em 2 (duas) Seções. IV – Batalhão de Polícia Fazendária (BPF). Art. III – Seção de Logística. estruturando-se em: I – Seção de Efetivo e Legislação. SEÇÃO V Dos OPM de Saúde Art. § 2º – Os Batalhões e o Esquadrão mencionados nos incisos I a IV e VII. SEÇÃO VI Dos OPM Especiais Art. III – Seção de Logística. Operações e Treinamento. 43 – Os OPM Especiais. 45 – Ao Batalhão de Polícia Ambiental compete cumprir e fazer cumprir a legislação ambiental. pelos respectivos Subcomandantes integrantes do Círculo de Oficiais. II – Seção de Inteligência. e VII – Esquadrão de Guarda Externa de Presídio de Porto Alegre (EGEPPOA). Grupamentos e Esquadrão. Patrimônio e Orçamento. compete: I – o transporte e fornecimento de materiais de campanha. e II – a execução de ações de apoio à unidades empregadas em operações. Parágrafo único – O Batalhão de Polícia Ambiental estrutura-se em: I – Seção de Efetivo e Legislação. em termos de efetivo. serão organizados. 42 – Os OPM de Saúde responsáveis pela assistência e prevenção médico-hospitalar e odontológica aos servidores militares e civis. na forma estabelecida para os órgãos de igual denominação dos OPM de Polícia Ostensiva. e correspondem: I – ao Hospital da Brigada Militar de Porto Alegre (HBM/PA). compreendem os seguintes Batalhões. deste artigo. Operações e Treinamento. ativos e inativos. e III – ao Centro Médico-Odontológico da Brigada Militar (CMOBM). Administrativa e de Operações. Patrimônio e Orçamento. da Corporação. aplicando-se-lhes a disposição do artigo 25 deste Decreto. § 2º – O Centro Médico-Odontológico da Brigada Militar (CMOBM) estrutura-se na Seção TécnicoAdministrativa e em Policlínicas. e seus dependentes. representar a Brigada Militar nas atividades atinentes à área e promover o intercâmbio com outros órgãos governamentais e não governamentais.Art. de Vigilância e Guardas (GSVG). V – Grupamento de Supervisão. § 1º – Nos Batalhões. II – Seção de Inteligência. em eventuais impedimentos. II – ao Hospital da Brigada Militar de Santa Maria (HBM/SM). II – Batalhão de Polícia Ambiental (BPA). por intermédio da proposição de convênios. III – Batalhão de Operações Especiais (BOE). estruturada em 2 (duas) seções.

e III – Companhias de Operações Especiais. Operações e Treinamento. limitada ao estabelecido em lei. .Art. por designação do Comandante-Geral. Art. e III – Companhias de Polícia Fazendária. e. de Corregedor-Geral e de Diretores dos Departamentos são privativos do posto de Coronel do QOEM. subordinado ao Comando Regional da Área Metropolitana de Porto Alegre. conforme definido no Regimento Interno. 49 – Ao Grupamento de Polícia Militar Aérea compete executar ações de policiamento aéreo e apoiar os OPM no cumprimento de suas missões. Art. e IV – manter-se como OPM reserva de manobra do Comandante-Geral. 50 – O Esquadrão de Guarda Externa de Presídio de Porto Alegre. Art. 47 – Ao Batalhão de Polícia Fazendária compete apoiar os órgãos governamentais nas ações necessárias à execução das atividades de fiscalização fazendária. inclusive quanto aos demais níveis de organização administrativa. de Subcomandante-Geral. II – apoiar as ações dos OPM. Art. Art. Parágrafo único – O Grupamento de Supervisão. 46 – Ao Batalhão de Operações Especiais compete: I – executar ações de manutenção da ordem pública. a estrutura interna e a respectiva competência dos órgãos integrantes da Brigada Militar. que será exercida por um Coronel do Quadro de Oficiais Especialistas em Saúde – QOES. proposto pelo Comandante-Geral e aprovado pelo Secretário de Estado da Justiça e da Segurança. Art. com exceção da função de Diretor do Departamento de Saúde. que terão como Comandante servidor militar do Círculo de Oficiais. II – Seção de Inteligência. Operações e Treinamento. Administrativa e Técnica. nos demais casos. 48 – O Grupamento de Supervisão. II – Seção de Registro e Licenciamento. de Vigilância e Guardas estrutura-se em: I – Seção Administrativa. 52 – As funções de Comandante-Geral. 54 – Ao exercício de funções de Comando pelas Praças corresponderá a percepção de função gratificada. de Vigilância e Guardas terá sua competência definida em legislação própria. ressalvado o disposto nos artigos 4º e 5º deste Decreto. III – atuar nas ações de alto risco. Art. TÍTULO V DAS DISPOSIÇÕES FINAIS Art. mediante indicação do Comandante-Geral. e III – Seção de Controle e Fiscalização. 51 – O exercício das funções da estrutura hierárquica estabelecida neste Decreto por titulares de postos de Oficial Superior será efetivada por nomeação do Chefe do Poder Executivo. estruturando-se em 2 (duas) Seções. Parágrafo único – O Batalhão de Operações Especiais estrutura-se em: I – Seção Administrativa. é constituído de 02 a 07 Pelotões. Parágrafo único – O Batalhão de Polícia Fazendária estrutura-se em: I – Seção Administrativa. serão regulados por Regimento Interno. de Chefe do Estado-Maior. II – Seção de Inteligência. 53 – Observado o disposto neste Decreto.

realizando-se. § 2° – O exercício de funções previstas em quadros de organização e distribuição do efetivo da Brigada Militar para cargos de 1° Tenente do QTPM. no uso de atribuição que lhe confere o artigo 82. Parágrafo único – A cada indicador aplica-se um fator numérico. em Porto Alegre. no período compreendido entre os anos de 1997 a 2001. parágrafos 1° a 6°. e indicadores específicos da Instituição relacionados no Anexo Único deste Decreto.992. parágrafo único.993 de 18 de agosto de 1997. de 08 de dezembro de 1981. de conformidade com as disposições da Lei n° 10. é compatível para oficiais integrantes do Quadro Especial de Oficiais da Brigada Militar em Extinção – QEOBMEx – e do Quadro de Oficiais de Administração – QOA –. dos níveis. da referida Lei. de acordo com o artigo 19 da Lei n° 10. constituem indicadores de segurança pública básicos a população urbana e rural. Art. 57 – Revogam-se as disposições em contrário. ANTÔNIO BRITTO. Art. da Constituição do Estado. PALÁCIO PIRATINI. da subordinação e do grau de comando dos órgãos da Brigada Militar. fixados de acordo com o artigo 1º. 56 – Este Decreto entra em vigor na data de sua publicação. as promoções.108. 2° – O provimento de graduações de 3° Sargento é autorizado de acordo com os quantitativos previstos no Quadro Anexo a este Decreto. 55 – Para os fins de fixação do efetivo. em especial o Decreto de n. no dia 18 de novembro.º 30. Art. . Art. da Lei n° 10. alínea “c”. observadas as condições e o procedimento previsto no artigo 7°. os quantitativos por postos e graduações constantes do Quadro Anexo a este Decreto. DE 22 DE JANEIRO DE 1998. Art. será realizado. inciso V. DECRETA: Art.992 de 18 de agosto de 1997. Governador do Estado. O GOVERNADOR DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL. da Lei n° 10. inciso I. nas condições estabelecidas no artigo 16. 5º – Revogam-se as disposições em contrário. 3° – O provimento dos cargos discriminados no Quadro Anexo a este Decreto.992 de 18 de agosto de 1997.98) DECRETO Nº 38.Art. a ser definido pelo Estado-Maior da Brigada Militar e aprovado por Portaria do Secretário de Estado da Justiça e da Segurança que definirá a proporção dos recursos humanos a serem disponibilizados para cada Município do Estado. passarão a ser providos.462. § 1º – Os cargos de 1º Tenente do Quadro de Tenentes de Polícia Militar – QTPM –. (DOE de 23. 1º – O provimento gradual das vagas acrescidas ao efetivo da Brigada Militar a que se refere o artigo 4º da Lei nº 10. 4° – Este Decreto entra em vigor na data de sua publicação. Art. Dispõe sobre o provimento de cargos dos Quadros e Qualificações das carreiras dos Servidores Militares da Brigada Militar do Estado e dá outras providências. até a normalização da regularidade de seus provimentos de acordo com as regras deste artigo. ambos em extinção. através de promoções nos quantitativos discriminados para cada ano.993 de 18 de agosto de 1997.01. de 18 de agosto de 1997. observará.

01.000. da Constituição do Estado. Art.º 11. c) publicação de declaração mencionada na alínea “a” no Diário Oficial do Estado. de 18 de agosto de 1997. que oficializará o ato de promoção extraordinária ou remeterá ao exame do Governador do Estado. 22 de janeiro de 1998. ex officio ou mediante provocação. DE 11 DE MAIO DE 1998. Governador do Estado. a ser calculado pela Comissão de Pensões Vitalícias da Secretaria da Justiça e da Segurança. § 1º– Nas hipóteses regradas pelo artigo 3º da Lei Complementar n. Regulamenta a Lei Complementar nº 11. Art. de 18 de agosto de 1997.PALÁCIO PIRATINI. o benefício corresponderá à percepção de parcela adicional no valor equivalente entre o vencimento ou soldo inicial e o final das respectivas carreiras. DECRETO N. fazendo constar no mesmo: a) apreciação das circunstâncias em que se deu o evento. ANTÔNIO BRITTO. devendo ser examinada a ocorrência dos requisitos previstos no artigo 5º da mencionada Lei Complementar.98) ANEXO ÚNICO PROVIMENTO GRADUAL DAS VAGAS ACRESCIDAS AO EFETIVO DA BRIGADA MILITAR PERÍODO DE 1997 E 2001 (LEI N° 10. do mencionado diploma legal. DECRETA: Art. de acordo com o disposto no art. se dará ao grau hierarquicamente superior da respectiva carreira.480. 1º – A concessão do benefício de que trata o art. (DOE de 23. no uso da atribuição que lhe confere o artigo 82. b) laudo oficial que ateste a invalidez permanente ou no caso de morte. com declaração de sua ocorrência. § 2º– O benefício constante no parágrafo único do dispositivo legal mencionado no parágrafo anterior corresponderá à percepção de parcela adicional em valor equivalente à vinte por cento de vencimento ou soldo percebido. II – o mesmo procedimento previsto no inciso anterior será adotado no caso de reconhecimento de ato de bravura. inciso V. caput.1º.992 DE 18 DE AGOSTO DE 1997). III – atendido o disposto no inciso I deste artigo. certidão de óbito. 2º– A promoção extraordinária dos servidores das carreiras de nível médio. . O GOVERNADOR DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL. o expediente será remetido ao Secretário da Justiça e da Segurança.º 38.000. decorrente de ato de bravura. 1º obedecerá ao seguinte procedimento administrativo: I – o órgão de locação do servidor iniciará procedimento administrativo próprio. 3º– O procedimento a que se refere este Decreto não substitui ou exclui outros referentes a direitos e vantagens dos servidores e seus dependentes. em Porto Alegre.

Polícia Civil e Superintendências de Serviços Penitenciários. DECRETA: Art. DE 08 DE JUNHO DE 1998. da Constituição do Estado. Considerando que as organizações policiais devem colocar o máximo possível de seu efetivo em atividades operacionais. Apoio e Execução previstos na Lei nº 10. através da informatização dos seus procedimentos. em Porto Alegre.991.993. visando modernizar seus métodos de trabalho. fixado através da Lei n º 10. instituiu Grupo de Trabalho com a finalidade de racionalizar as áreas de apoio administrativo da Brigada Militar.Art.548. PALÁCIO PIRATINI. 08 de junho de 1998.2º – Este Decreto entra em vigor na data de sua publicação. através do Decreto nº 38.547.permanecerá inalterada até a conclusão dos estudos realizados pelo Grupo de Trabalho instituído pelo Decreto n º 38.547. Distribui o efetivo da Brigada Militar. de 18 de agosto de 1997. é distribuído nos órgãos de Direção. 4º – O Secretário de Estado da Justiça e da Segurança emitirá Portaria estabelecendo os procedimentos administrativos necessários ao cumprimento deste Decreto. 3º – Revogam-se as disposições em contrário.993. conforme o Quadro em anexo a este Decreto. (DOE de 09. Art. 11 de maio de 1998 (DOE de 12. 6º – Revogam-se as disposições em contrário. de acordo com o fixado na Lei nº 10. PALÁCIO PIRATINI. inciso V.05. Considerando que o Poder Executivo. de 5 de junho de 1998. Art.98) DECRETO Nº 38. 1º– O efetivo de servidores militares do Estado.98) . de 18 de agosto de 1997. no uso da atribuição que lhe confere o artigo 82. O GOVERNADOR DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL. Art. Art. de 5 de junho de 1998. Parágrafo único – A distribuição do efetivo de que trata o “caput”. Porto Alegre. que dispõe sobre a organização básica da Brigada Militar e sua respectiva regulamentação.06. 5º – Este Decreto entra em vigor na data de sua publicação. de 18 de agosto de 1997.

......992.. (DOE de 23. e dá outras providências.........................98) .......... (As alterações foram inseridas na LC nº 10............................ passa a vigorar com a seguinte redação: ............ de 18 de agosto de 1997.......................................... que a Assembléia Legislativa aprovou e eu sanciono e promulgo a Lei Complementar seguinte: Art....... 4º – Esta Lei Complementar entra em vigor na data de sua publicação............990...........992/97) . (As alterações foram inseridas na LC nº 10............. inciso IV.......... DE 22 DE JUNHO DE 1998.....06.......... O GOVERNADOR DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL......... passa a ter a seguinte redação: ...........990 e 10.. produzindo efeitos a contar de 18 de agosto de 1997. 22 de junho de 1998.........LEI COMPLEMENTAR N.... Art.. disciplinados.... 3º – As despesas decorrentes da execução desta Lei correrão à conta de dotações orçamentárias próprias........ Art...... em cumprimento ao disposto no artigo 82.... Art......................... 2º – O artigo 14 da Lei Complementar nº 10........ de 18 de agosto de 1997... Faço saber. 5º – Revogam-se as disposições em contrário...990/97) ... Art...... respectivamente..................1º – O artigo 58 da Lei Complementar nº 10......... da Constituição do Estado... em Porto Alegre............ PALÁCIO PIRATINI.................... Altera disposições do Estatuto dos Servidores Militares do Estado do Rio Grande do Sul e de sua Carreira....................... pelas Leis Complementares nºs 10.. ambas de 18 de agosto de 1997..............º 11..........992..170...................

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