LEI COMPLEMENTAR N.º 10.990, DE 18 DE AGOSTO DE 1997.

Dispõe sobre o Estatuto dos Servidores Militares da Brigada Militar do Estado do Rio Grande do Sul e dá outras providências. (D.O.E. de 19.08.97)

Edição CORAG Assessoria de Publicações Técnicas Porto Alegre, 1998

SUMÁRIO
– – – – – – – – – – – – – – – – – – – – – – – – – – – – – – – Do Provimento – Arts. 9º ao 11 Da Hierarquia e da Disciplina – Arts. 12 ao 17 Do Cargo e da Função Policiais-Militares – Arts. 18 ao 23 Do Valor Policial-Militar – Art. 24 Da Ética Policial-Militar – Arts. 25 ao 28 Dos Deveres Policiais-Militares – Art.29 Do Compromisso Policial-Militar – Arts. 30 e 31 Do Comando e da Subordinação – Arts. 32 ao 34 Da Violação das Obrigações e dos Deveres – Arts.35 ao 39 Dos Crimes Militares – Art.40 Do Conselho de Justificação – Arts. 41 ao 43 Do Conselho de Disciplina – Arts. 44 e 45 Dos Direitos dos Servidores Militares – Arts. 46 e 47 Da Remuneração – Arts.48 ao 50 Assistência Médico-Hospitar – Arts. 51 ao 55 Da Promoção – Arts. 56 ao 58 Das Férias e Outros Afastamentos Temporários do Serviço – Arts. 59º ao 68º Das Licenças – Arts.69 ao 82. Da Pensão Policial-Militar – Arts. 83 ao 85 Das Prerrogativas – Arts. 86 e 87 Do Uso dos Uniformes da Brigada Militar – Arts. 88 a 91 Da Agregação – Arts. 92 ao 94 Da Reversão – Arts. 95 e 96 Do Excedente – Art. 97 Do Ausente – Art. 98 Do Desaparecimento e do Extravio – Arts. 99 ao 102 Do Desligamanto ou Exclusão do serviço Ativo – Arts. 100 ao 102 Da Reinclusão – Art. 103 Da Transferência para Reserva Remunerada – Arts. 104 ao 112 Da Reforma – Arts. 113 ao 121 Da Demissão, da Perda do Posto e da Patente e da Declaração de Indignidade ou Incompatibilidade com o Oficialato – Arts. 122 ao 127 – Do Licenciamento – Arts. 128 ao 130 – Da Anulação de Inclusão – Art.131 – Da Exclusão da Praça a Bem da Disciplina – Arts. 132 ao 134 – Da Deserção – Art. 135 – Do Falecimento e do Extravio – Arts. 136 ao 138 – Do Tempo de Serviço – Arts. 139 ao 147 – Da Licença para Acompanhar o Cônjuge – Arts. 148 a 149 – Das Recompensas e das Dispensas de Serviço – Arts. 150 a 152 – Das Prorrogação do Serviço Policial Militar – Art. 153 – Das Disposições Finais e Transitórias – Arts. 154 ao 163

LEGISLAÇÃO COMPLEMENTAR
LEI N.º 10.991, DE 18 DE AGOSTO DE 1997. Dispõe sobre a Organização Básica da Brigada Militar do Estado do RS e dá outras providências. LEI COMPLEMENTAR N.º 10.992, DE 18 DE AGOSTO DE 1997. Dispõe sobre a carreira dos Servidores Militares do Estado do RS e dá outras providências. LEI N.º 10.993, DE 18 DE AGOSTO DE 1997. Fixa o efetivo da Brigada Militar do Estado e dá outras providências. LEI N.º 10.996, DE 18 DE AGOSTO DE 1997. Estabelece benefício ao servidor integrante dos órgãos operacionais da Secretaria da Justiça e da Segurança, ou ao seu beneficiário, na ocorrência dos eventos “invalidez permanente, total ou parcial, ou morte”, ocorridos em serviço. LEI COMPLEMENTAR N.º 11.000, DE 18 DE AGOSTO DE 1997. Dispõe sobre a promoção extraordinária do Servidor Militar e do Servidor integrantes dos Quadros da Polícia Civil , do Instituto-Geral de Perícias e da Superintendência dos Serviços Penitenciários. DECRETO N.º 37.794, DE 22 DE SETEMBRO DE 1997. Dispõe sobre diárias devidas a policiais militares e dá outras providências. O “caput” do art.1º, alterado p/D 37.878/97, inseridas no texto deste Decreto. DECRETO N.º 38.107, DE 22 DE JANEIRO DE 1998. Regulamenta a Lei de Organização Básica e Qualificação das Carreiras dos Servidores Militares da Brigada Militar do Estado do RS e dá outras providências. DECRETO N.º 38.108, DE 22 DE JANEIRO DE 1998. Dispõe sobre o provimento de cargos e Qualificação das Carreiras do Servidores Militares da Brigada Militar do Estado do RS e dá outras providências. DECRETO N.º 38.480, DE 11 DE MAIO DE 1998. Regulamenta a Lei Complementar n.º 11.000, de 18 de agosto de 1997. DECRETO N.º 38.548, DE 08 DE JUNHO DE 1998. Distribui o efetivo da Brigada Militar, de acordo o fixado na Lei n.º 10.993/97. LEI COMPLEMENTAR N.º 11.170, DE 22 DE JUNHO DE 1998. Altera disposições do Estatuto dos Servidores Militares do Estado do Rio Grande do Sul e de sua Carreira, disciplinados, respectivamente, pelas Leis Complementares n.ºs. 10.990 e 10.992, ambas de 18 de agosto de 1997 e dá outras providências. DECRETO N.º 37.536, DE 08 DE JULHO DE 1997. Dispõe sobre as condições gerais e específicas para ingresso voluntário na Brigada Militar. DECRETO N.º 37.939, DE 17 DE NOVEMBRO DE 1997. Regulamenta a Comissão de Avaliação e Mérito da Brigada Militar e dá outras providências.

LEI COMPLEMENTAR N.º 10.990, DE 18 DE AGOSTO DE 1997. Dispõe sobre o Estatuto dos Servidores Militares da Brigada Militar do Estado do Rio Grande do Sul e dá outras providências.
O GOVERNADOR DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL. Faço saber, em cumprimento ao disposto no artigo 82, inciso IV, da Constituição do Estado, que a Assembléia Legislativa aprovou e eu sanciono e promulgo a Lei seguinte: Art. 1° – Este Estatuto regula a situação, obrigações, deveres, direitos e prerrogativas dos servidores militares do Estado. Art. 2° – A Brigada Militar, instituída para a preservação da ordem pública no Estado e considerada Força Auxiliar, reserva do Exército Brasileiro é instituição permanente e regular, organizada com base na hierarquia e na disciplina, sob a autoridade suprema do Governador do Estado. Art. 3° – Os integrantes da Brigada Militar do Estado, em razão da destinação constitucional da Corporação e em decorrência das leis vigentes, constituem uma categoria especial de servidores públicos estaduais, sendo denominados servidores militares. § 1° – Os servidores militares encontram-se em uma das seguintes situações: I – na ativa: a) os servidores militares de carreira; b) os servidores militares temporários; c) os componentes da reserva remunerada, quando convocados; d) os alunos de órgãos de formação de servidor militar da ativa. II – na inatividade: a) na reserva remunerada, quando pertencem à reserva da Corporação e percebem remuneração do Estado, porém sujeitos, ainda, à prestação de serviço na ativa, mediante convocação; b) reformados, quando, tendo passado por uma das situações anteriores, estão dispensados, definitivamente, da prestação de serviço na ativa, mas continuam a perceber remuneração do Estado; c) na reserva não remunerada, na forma da legislação específica. § 2° – Os servidores militares de carreira são os que, no desempenho voluntário e permanente do serviço policial-militar, têm vitaliciedade assegurada ou presumida. § 3° – Em casos especiais, regulados por lei, os servidores militares da reserva remunerada poderão, mediante aceitação voluntária, ser designados para o serviço ativo, em caráter transitório, por proposta do Comandante- Geral e ato do Governador do Estado. Art. 4° – O serviço policial-militar consiste no exercício de atividades inerentes à Brigada Militar e compreende todos os encargos previstos na legislação específica e peculiar. Art. 5° – A carreira policial-militar é caracterizada por atividade contínua e inteiramente devotada às finalidades da Brigada Militar, denominada atividade policial-militar. Parágrafo único – A carreira policial-militar é privativa do pessoal da ativa, iniciando-se com o ingresso na Brigada Militar e obedecendo à seqüência de graus hierárquicos.

Art. 6° – São equivalentes as expressões “na ativa”, “da ativa”, “em serviço ativo”, “em serviço na ativa”, “em serviço”, “em atividade” ou “em atividade policial-militar” referidas aos servidores militares no desempenho de cargo, comissão, encargo, incumbência ou missão, serviço ou atividade policial-militar ou considerada de natureza policial-militar, nas organizações policiais - militares, bem como, quando previsto em lei ou regulamento, em outros órgãos do Estado. Art. 7° – A condição jurídica dos servidores militares é definida pelos dispositivos constitucionais que lhes forem aplicáveis, por este Estatuto e pelas leis e regulamentos que lhes outorgam direitos e prerrogativas e lhes impõem deveres e obrigações. Art. 8° – O disposto neste Estatuto aplica-se, no que couber, aos servidores - militares da reserva remunerada e reformados. Parágrafo único – Os Oficiais nomeados Juízes do Tribunal Militar do Estado são regidos por legislação própria. DO PROVIMENTO Art. 9° – O ingresso na Brigada Militar é facultado a todos os brasileiros, sem distinção de raça, sexo ou de crença religiosa, mediante concurso público, observadas as condições prescritas em lei. Art. 10 – São requisitos para o ingresso na Brigada Militar: I – ser brasileiro; II – possuir ilibada conduta pública e privada; III – estar quite com as obrigações eleitorais e militares; IV – não ter sofrido condenação criminal com pena privativa de liberdade ou qualquer condenação incompatível com a função policial-militar; V – não estar respondendo processo criminal; VI – não ter sido isentado do serviço militar por incapacidade física definitiva; e VII – obter aprovação nos exames médico, físico, psicológico e intelectual, exigidos para inclusão, nomeação ou matrícula. Parágrafo único – As condições específicas, conforme o quadro ou qualificação, serão as previstas no regulamento de ingresso. Art. 11 – Para o cômputo do tempo correspondente ao período probatório será considerado o tempo de serviço do servidor militar como aluno - oficial. Parágrafo único – Excetuam-se do disposto no “caput” os atuais 1° e 2° Tenentes PM e os atuais Aspirantes-a-Oficial.

DA HIERARQUIA E DA DISCIPLINA
Art. 12 – A hierarquia e a disciplina militares são a base institucional da Brigada Militar, sendo que a autoridade e a responsabilidade crescem com o grau hierárquico. § 1° – A hierarquia militar é a ordenação da autoridade em níveis diferentes, dentro da estrutura da corporação, sendo que a ordenação se faz por postos ou graduações e, dentro de um mesmo posto ou de uma mesma graduação, se faz pela antigüidade no posto ou na graduação, consubstanciada no espírito de acatamento à seqüência de autoridade. § 2° – A disciplina militar é a rigorosa observância e o acatamento integral das leis, regulamentos, normas e disposições que fundamentam o organismo policial-militar e coordenam o seu funcionamento regular e harmônico, traduzindo-se pelo cumprimento do dever por parte de todos e de cada um dos seus componentes. § 3° – A disciplina militar e o respeito à hierarquia devem ser mantidos entre servidores militares da ativa, da reserva remunerada e reformados.

salvo quando estiver taxativamente fixada outra data. na forma regulamentar. sem prejuízo do respeito mútuo. se não estiverem especificamente enquadrados nas disposições dos incisos I e II. para definir a precedência e. 14 – Os círculos e a escala hierárquica na Brigada Militar são os constantes do quadro seguinte: CARREIRA dos Servidores militares de nível superior dos Servidores POSTOS E GRADUAÇÕES Coronel de Oficiais Superiores Tenente-Coronel Major de Oficiais Capitão Intermediários de Oficiais Subalternos Primeiro Tenente 1° Sargento de Sargentos 2° Sargento de Soldados Soldado CÍRCULO militares de nível médio § 1° – O Posto é o grau hierárquico do Oficial. § 2° – Os graus hierárquicos inicial e final dos Quadros e Classificações são os compreendidos nas carreiras de nível superior e médio. freqüentam.Art. a antigüidade é estabelecida através dos seguintes critérios: I – entre servidores militares do mesmo quadro. aos graus hierárquicos anteriores. ou inclusão. respectivamente. é assegurada pela antigüidade no posto ou na graduação. os dois primeiros. § 4° – Os graus hierárquicos de Subtenente. subsistir a igualdade de antigüidade. § 3° – Sempre que o servidor militar que fizer uso do posto ou graduação for da reserva remunerada ou reformado. do Subcomandante . e a Graduação é o grau hierárquico da Praça. pela posição nas respectivas escalas numéricas ou registro de que trata o artigo 17. 13 – Círculos hierárquicos são âmbitos de convivência entre os servidores militares da mesma categoria e têm a finalidade de desenvolver o espírito de camaradagem em ambiente de estima e confiança.Geral e do Chefe do Estado Maior. o mais velho será considerado mais antigo.Geral da Brigada Militar. de acordo com o regulamento do respectivo órgão. Parágrafo único – Os círculos hierárquicos serão disciplinados. III – entre os alunos de um mesmo órgão de formação de servidores militares. pela antigüidade no posto ou na graduação anterior e. deverá mencionar essa situação. § 2° – No caso de igualdade na data referida no parágrafo anterior. . sucessivamente. os servidores militares na ativa têm precedência sobre os na inatividade. II – Círculos de Praças. salvo nos casos de precedência funcional do Comandante Geral. recorrer-se-á. o Círculo de Soldados. à data de inclusão e à data de nascimento. nomeação. neste último caso. 3° Sargento e Cabo. Art. e o último. § 3° – Em igualdade de posto ou graduação. se. ainda assim. em: I – Círculos de Oficiais. o Círculo de Sargentos. conferido por ato do Comandante . do mesmo grau hierárquico. 15 – A precedência entre servidores militares da ativa. conferido por ato do Governador do Estado. em extinção. Art. § 1° – A antigüidade em cada posto ou graduação é contada a partir da data da publicação do ato da respectiva promoção. II – nos demais casos. definidos em lei complementar específica.

quando não possuírem Curso Superior de Polícia Militar. 16 – A precedência entre as Praças especiais e demais Praças é a regulada por legislação federal específica. ou que tenha recebido determinação de autoridade competente. a cada cargo policial-militar um conjunto de atribuições. Art. II – desde o momento em que o servidor militar que o ocupa é exonerado. conforme previsto em lei. provido de acordo com o parágrafo único do artigo 19. Art. 22 – Dentro de uma mesma Organização Policial Militar. 20 – O cargo policial-militar é considerado vago: I – a partir de sua criação e até que um servidor militar. § 1° – O servidor militar designado. e respeitadas as restrições do presente artigo. 21 – A função policial-militar é o exercício das obrigações inerentes ao cargo policial-militar. ou é considerado extraviado ou desertor. Art. para exercer função de posto ou graduação superior a sua terá direito ao vencimento e vantagens correspondentes àquele posto ou graduação. não poderão exercer Comando. os demais Oficiais. dele tome posse. DO CARGO E DA FUNÇÃO POLICIAIS-MILITARES Art. Chefia ou Direção sobre os Oficiais que o possuir. a contar do dia em que houver assumido tal função. a precedência entre os servidores militares na ativa e os na reserva remunerada que estiverem convocados é definida pelo tempo de efetivo serviço no posto ou na graduação. . regularmente nomeado ou designado. Art. observados os princípios regidos por este Estatuto. 17 – A Brigada Militar manterá um registro de todos os dados referentes ao seu pessoal da ativa e da reserva remunerada. regularmente nomeado ou designado. § 5° – Em caso de igualdade de posto. dentro das respectivas escalas numéricas. ou dispensado. atribuições e responsabilidades correspondentes. 18 – O cargo policial-militar é aquele que só pode ser exercido por servidor militar em serviço ativo. Art. faz jus às gratificações e a outros direitos correspondentes. Parágrafo único – O provimento de cargo policial-militar se faz por ato de nomeação ou de designação da autoridade competente. § 6° – Excetuados os integrantes do Quadro de Oficiais Especialistas em Saúde – QOES. por período igual ou superior a 10 (dez) dias. segundo as instruções baixadas pelo Comandante . os Oficiais que possuírem o Curso Superior de Polícia Militar terão precedência sobre os demais. deveres e responsabilidades que se constituem em obrigações do respectivo titular. são estabelecidas na legislação específica e peculiar. a seqüência de substituições para assumir cargo ou função. respeitadas a precedência e as qualificações exigidas para o cargo ou para o exercício da função. bem como as normas. dele tome posse. correspondendo. Parágrafo único – As obrigações inerentes ao cargo policial-militar devem ser compatíveis com o correspondente grau hierárquico e definidas em legislação ou regulamentação específicas. ou falece. 23 – O servidor militar ocupante de cargo.Geral da Corporação. Art. Art.militares serão providos com pessoal que satisfaça aos requisitos de grau hierárquico e de qualificação exigidos para o seu desempenho.§ 4° – Em igualdade de posto ou graduação. 19 – Os cargos policiais . e até que outro servidor militar. no exercício de cargo privativo de sua especialidade.

respeitando-se os princípios da antigüidade e qualificação para o exercício funcional. 24 – São manifestações essenciais do valor policial-militar: I – a dedicação ao serviço policial para preservação da segurança da comunidade e das prerrogativas da cidadania. eficiência e probidade as funções que lhe couberem em decorrência do cargo. intelectual e físico. somente poderão ocorrer. o brio e o decoro de classe impõem. desde que não infrinjam o disposto no presente artigo. os regulamentos. . III – respeitar a dignidade da pessoa humana. as instruções e as ordens das autoridades competentes. § 1° – Os servidores militares na reserva remunerada. e V – o aprimoramento técnico profissional. orgulho do servidor militar pela organização onde serve. nas organizações policiais . IV – acatar as autoridades civis. XIV – observar as normas da boa educação. maneiras e em sua linguagem escrita e falada. II – exercer com autoridade. mesmo com o risco da própria vida. XIII – proceder de maneira ilibada na vida pública e na particular. próprio e dos subordinados. a gestão de seus bens. de matéria sigilosa de que tenha conhecimento em virtude do cargo ou da função. entre funções atribuídas a postos ou entre funções atribuídas a graduações. de sociedade civil ou exercer comércio. quando convocados. dos interesses de organizações ou empresas privadas de qualquer natureza. com a observância dos seguintes preceitos de ética do servidor militar: I – amar a verdade e a responsabilidade como fundamento da dignidade pessoal. conduta moral e profissional irrepreensíveis. tendo em vista o cumprimento da missão comum. XII – cumprir seus deveres de cidadão. obedecendo aos preceitos da ética do servidor militar. XV – abster-se de fazer uso do posto ou da graduação para obter facilidades pessoais de qualquer natureza ou para encaminhar negócios particulares ou de terceiros. VIII – empregar as suas energias em benefício do serviço. 25 – O sentimento do dever. diretamente. IX – praticar a camaradagem e desenvolver permanentemente o espírito de cooperação.militares e nas repartições públicas civis. de modo a que não sejam prejudicados os princípios da disciplina. fora do âmbito apropriado. VII – zelar pelo preparo moral. XVI – conduzir-se.§ 2° – As substituições temporárias. DO VALOR POLICIAL-MILITAR Art. mesmo fora do serviço ou na inatividade. XI – abster-se de tratar. X – ser discreto em suas atitudes. respectivamente. IV – o amor à profissão policial-militar e o entusiasmo com que é exercida. 26 – Ao servidor militar da ativa é vedado participar de gerência ou administração de empresa privada. o permanente zelo ao patrimônio público e às instituições democráticas. DA ÉTICA POLICIAL-MILITAR Art. III – o espírito de corpo. ficam proibidos de tratar. § 2° – Os servidores militares da ativa podem exercer. XVII – zelar pelo bom nome da Brigada Militar e de cada um dos seus integrantes. Art. II – a fé na elevada missão da Brigada Militar. VI – ser justo e imparcial no julgamento dos atos e na apreciação do mérito dos subordinados. V – cumprir e fazer cumprir as leis. do respeito e decoro. exceto na qualidade de acionista. a cada um dos integrantes da Brigada Militar. a dignidade militar. cotista ou comanditário.

30 – Todo o cidadão. 31 – O compromisso a que se refere o artigo anterior terá caráter solene e será prestado na presença da tropa. prestará compromisso de honra. exclusivamente. em solenidade especialmente programada. mesmo com o risco da própria vida”. em cujo exercício o servidor militar se define e se caracteriza como chefe. sendo vinculado ao grau hierárquico e constituindo prerrogativa impessoal. segurança. 33 – A subordinação decorre. II – o culto aos símbolos nacionais e estaduais. Art. e compreendem: I – a dedicação ao serviço policial-militar e a fidelidade à Pátria e à comunidade. IV – a disciplina e o respeito à hierarquia. Art. cumprir rigorosamente as ordens das autoridades a que estiver subordinado e dedicar-me inteiramente ao serviço policial-militar.Geral da Brigada Militar poderá determinar aos servidores militares da ativa que. Parágrafo único – Ao ser promovido ao seu primeiro posto. VI – a obrigação de tratar o subordinado dignamente e com urbanidade. no qual afirmará a sua aceitação consciente das obrigações e dos deveres policiais .Art. 27 – O Comandante . prometo regular a minha conduta pelos preceitos da moral. Art. prometo cumprir os deveres de Oficial da Brigada Militar do Estado e dedicarme inteiramente ao seu serviço”. no interesse da salvaguarda da sua dignidade.militares emanam do conjunto de vínculos que ligam o servidor militar à sua corporação e ao serviço que a mesma presta à comunidade. quando conduz homens ou dirige uma Organização Policial Militar. sempre que houver razões que recomendem tal medida. V – o rigoroso cumprimento das obrigações e das ordens. instituições e integridade devem ser defendidas. informem sobre a origem e a natureza dos seus bens. à manutenção da ordem pública e à segurança da comunidade. 32 – Comando é a soma de autoridade. tão logo o servidor militar tenha adquirido um grau de instrução compatível com o perfeito entendimento dos seus deveres como integrante da Brigada Militar. DO COMPROMISSO POLICIAL-MILITAR Art. conforme os seguintes dizeres: “Ao ingressar na Brigada Militar do Estado. DO COMANDO E DA SUBORDINAÇÃO Art. Art. 29 – Os deveres policiais . pelas ordens que emitir e pelos atos que praticar. 28 – O servidor militar. DOS DEVERES POLICIAIS-MILITARES Art. após ingressar na Brigada Militar. de acordo com os seguintes dizeres: “Perante a Bandeira do Brasil e pela minha honra. mesmo com o sacrifício da própria vida. III – a probidade e a lealdade em todas as circunstâncias. não poderá estar filiado a partido político. enquanto em efetivo serviço. da estrutura hierárquica da Brigada Militar e não afeta a dignidade pessoal do servidor militar. o servidor militar prestará compromisso de Oficial. 34 – Cabe ao servidor militar a responsabilidade integral pelas decisões que tomar.militares e manifestará a sua firme disposição de bem os cumprir. cuja honra. . deveres e responsabilidades de que o servidor militar é investido legalmente.

DO CONSELHO DE JUSTIFICAÇÃO Art. Art. conforme dispuserem a legislação ou regulamentação específicas.militares constituirá crime. submetido a Conselho de Justificação. para o servidor militar. Parágrafo único – A apuração da responsabilidade funcional. ou a falta de exação no cumprimento dos mesmos.militares a ele inerentes. 40 – O Código Penal Militar relaciona e classifica os crimes militares. ficará privado do exercício de qualquer função policial-militar. consoante legislação específica. § 1° – A violação dos preceitos da ética policial-militar é tanto mais grave quanto mais elevado for o grau hierárquico de quem a cometer. em tempo de paz e em tempo de guerra.Geral da Brigada Militar. § 3° – Não se caracteriza como violação das obrigações e dos deveres do servidor militar o inadimplemento de obrigações pecuniárias assumidas na vida privada. e dispõe sobre a aplicação aos servidores militares das penas correspondentes aos crimes por eles cometidos. pecuniária. Art. sem prejuízo dos respectivos vencimentos e vantagens. 41 – O Oficial só perderá o posto e a patente por decisão do Tribunal Militar do Estado. 42 – O Oficial acusado de ser incapaz de permanecer como servidor militar será. Art. acarreta. . DOS CRIMES MILITARES Art. desde que venha a ser condenado. até a solução final do processo ou adoção das providências legais que couberem ao caso. § 2° – O servidor militar afastado do cargo.DA VIOLAÇÃO DAS OBRIGAÇÕES E DOS DEVERES Art. os Chefes e os Diretores. nas condições mencionadas neste artigo. II – Os Comandantes. contravenção ou transgressão disciplinar. Art. se declarado indigno do Oficialato ou com ele incompatível. disciplinar ou penal. salvo após decisão final do processo a que for submetido. disciplinar e penal. na conformidade da legislação ou regulamentação da Corporação. pecuniária. § 1° – São competentes para determinar o imediato afastamento do cargo ou o impedimento do exercício da função: I – O Comandante . 38 – Ao servidor militar são proibidas a sindicalização e a greve. 39 – São vedadas as manifestações coletivas que impliquem no descumprimento do dever ou que atentem contra a disciplina policial-militar. 35 – A violação das obrigações ou dos deveres policiais . 36 – A inobservância dos deveres especificados nas leis e regulamentos. Art. 43 – O processo e julgamento pelo Conselho de Justificação serão regidos por lei especial. responsabilidade funcional. § 2° – A responsabilidade disciplinar é independente das responsabilidades civil e penal. nos casos em que a lei determinar. 37 – O servidor militar cuja atuação no serviço revelar-se incompatível com o cargo ou que demonstrar incapacidade para o exercício das funções policiais .militares a ele inerentes será do mesmo imediatamente afastado. poderá concluir pela incompatibilidade do servidor militar com o cargo ou pela incapacidade para o exercício das funções policiais . assegurada ampla defesa ao acusado. Art.

na forma regulamentar. com as restrições impostas pela legislação específica. IX – a demissão voluntária e. através da Brigada Militar. proventos e outras vantagens pecuniárias. higiene e segurança do trabalho. X – o porte de arma. queixa ou representação. V – o transporte para si e seus dependentes. seus bens pessoais. a queixa e a representação não podem ser feitos coletivamente. compreendendo soldo e gratificações. II – o uso das designações hierárquicas. em toda a sua plenitude. a contar do recebimento de comunicação Oficial. quando movimentado por necessidade do serviço. § 1° – O direito de recorrer na esfera administrativa prescreverá: a) em quinze dias úteis. VIII – as férias e as licenças.DO CONSELHO DE DISCIPLINA Art. . Art. § 3° – A decisão sobre qualquer recurso será dada no prazo máximo de 60 (sessenta) dias. DA REMUNERAÇÃO Art. ouvido o Comandante .Geral. quando Oficial. salvo aqueles Oficiais em inatividade por alienação mental ou condenação por crimes transitados em julgado ou por atividades que desaconselhem o porte de arma. § 1° – Os servidores militares na ativa percebem remuneração constituída pelas seguintes parcelas: I – vencimentos. quanto a ato que decorra da composição de Quadro de Acesso. exceto em matéria disciplinar. XIV – a assistência social e médico . mediante indenização. II – indenizações. § 2° – A remuneração percebida pelos servidores militares em inatividade denomina-se proventos. assegurada ampla defesa ao acusado. b) em cento e vinte dias corridos. § 4° – Aos servidores militares em processo administrativo ou judicial são assegurados o contraditório e a ampla defesa. inclusive mobília. cujo prazo será de 8 (oito) dias. XV – a saúde. em serviço ativo ou em inatividade. VII – a transferência para a reserva remunerada ou a reforma. DOS DIREITOS DOS SERVIDORES MILITARES Art. XI – o porte de armas. IV – a percepção de vencimentos.hospitalar. quando processado em razão de atos praticados em objeto de serviço. 45 – O processo e julgamento pelo conselho de Disciplina serão regidos por lei especial. indenizações e outras vantagens e é devida em bases estabelecidas em lei . pelas Praças. Art. XIII – a assistência judiciária gratuita. com as vantagens. XII – a aquisição de uma arma de uso permitido. o licenciamento voluntário da ativa. 47 – O servidor militar que se julgar prejudicado ou ofendido por qualquer ato administrativo ou disciplinar de superior hierárquico poderá recorrer ou interpor pedido de reconsideração. III – o desempenho de cargos e funções correspondentes ao posto e de atribuições correspondentes à graduação. 46 – São direitos dos servidores militares. 44 – A Praça com estabilidade será submetida a Conselho de Disciplina na forma da legislação específica. quando Oficial. nos demais casos. nos limites estabelecidos na legislação específica: I – a garantia da patente. VI – as promoções. na forma estabelecida no Código de Vencimentos e Vantagens da Brigada Militar. § 2° – O pedido de reconsideração. segundo legislação vigente na Corporação. 48 – A remuneração dos servidores militares compreende vencimentos ou proventos. prerrogativas e deveres a ela inerentes.

inclusive quando decorrentes da transformação ou reclassificação do cargo ou função em que se deu a aposentadoria. § 5° – O servidor militar. gradual e sucessivo e será feito mediante promoções. através de ato do Poder Executivo. nos termos da lei. ao servidor militar e a seus dependentes. postos à disposição do seu Departamento de Saúde. ou. através do Instituto de Previdência do Estado do Rio Grande do Sul – IPERGS e. DA PROMOÇÃO Art. 50 – Os proventos de inatividade serão revistos na mesma proporção e na mesma data em que se modificar a remuneração dos servidores militares em atividade. por aula proferida. sendo também estendidos aos inativos quaisquer benefícios e vantagens posteriormente concedidos aos servidores militares em atividade. poderá ser prestada pelas organizações de saúde. ainda. supletivamente. de modo a obter-se um fluxo regular e equilibrado da carreira para os servidores militares a que esses dispositivos se referem. os proventos e as pensões dos servidores militares e seus beneficiários não serão objeto de arresto. perceberá ajuda de custo para atender às despesas de sua instalação. ASSISTÊNCIA MÉDICO-HOSPITALAR Art. ouvido o Secretário de Estado responsável pela área da segurança pública. § 6° – O servidor militar fará jus a gratificação pelo exercício. 51 – O Estado proporcionará. . 56 – O acesso na hierarquia policial-militar é seletivo. Art. assistência médicohospitalar. 52 – Nas localidades onde não houver organizações de saúde da Brigada Militar. 54 – A assistência médico-hospitalar ao servidor militar da ativa. 53 – O servidor militar em serviço ativo faz jus a hospitalização e tratamento custeado pelo Estado. Art. de encargo em comissão de concurso público. exceto nos casos previstos em lei federal. Art. de conformidade com o disposto na legislação e regulamentação de promoções de Oficiais e de Praças. no valor fixado em lei. extraordinariamente. seqüestro ou penhora. Art. Art. § 2° – A promoção é ato administrativo e tem como finalidade básica a seleção dos servidores militares para o exercício de funções pertinentes ao grau hierárquico superior. 57 – As promoções serão efetuadas pelos critérios de merecimento e de antigüidade. é atribuição do Comando--Geral da Brigada Militar. conforme fixado em lei. haverá promoções em ressarcimento de preterição. Art. 49 – Os vencimentos. § 4° – O servidor militar que exercer o magistério em curso ou estágio regularmente instituídos pela Brigada Militar. observadas as disposições da legislação e regulamentação a que se refere este artigo. perceberá gratificação de magistério. mediante acordos previamente estabelecidos entre estas e o Departamento de Saúde da Corporação. 55 – As normas e condições de atendimento serão estabelecidas em regulamento próprio. da reserva remunerada ou reformado. conforme legislações específicas. ao ser movimentado por necessidade do serviço. quando acidentado em serviço ou acometido de doença adquirida em serviço ou dela decorrente. os servidores militares nela sediados poderão ser atendidos por organizações das Forças Armadas ou civis. dentro das limitações dos recursos orçamentários próprios da Brigada Militar. § 1° – Em casos especiais. § 1° – O planejamento da carreira dos Oficiais e das Praças. através do Departamento de Saúde da Brigada Militar. desde que implique alteração de seu domicílio.§ 3° – Os servidores militares da ativa e na inatividade perceberão abono familiar de conformidade com a lei geral que rege essa vantagem. fora do horário do expediente a que estiver sujeito. Art. Parágrafo único – O Departamento de Saúde da Brigada Militar destina-se a atender o policial-militar e seus dependentes.

. com mais de 25 (vinte e cinco) anos de serviço público militar. para reserva remunerada. a pedido. na época prevista. para reserva remunerada ou ao ser transformada. "ex-officio". Parágrafo único – O pagamento de que trata este artigo corresponderá a 1/12 (um doze avos) da remuneração a que fizer jus o servidor militar. como se estivessem em exercício. § 2° – Na hipótese de férias parceladas. para descanso. bem como não anula o direito àquelas licenças. por ocasião das férias. somente após um ano de efetivo exercício contado da data da apresentação. § 4° – É vedado levar à conta de férias qualquer falta ao serviço. por punição anterior decorrente de transgressão disciplinar. juntamente com o acréscimo constitucional de 1/3 (um terço). os servidores militares terão interrompido ou deixarão de gozar. ao ser transferida. ou de transferência para a inatividade. for transferida. de manutenção da ordem. Art. anual e obrigatoriamente concedidos aos servidores militares. Art. o acréscimo constitucional de 1/3 (um terço) da remuneração do período de férias. descontadas eventuais parcelas correspondentes a antecipação. Art. 65 – O servidor militar que tiver gozado mais de 30 (trinta) dias para tratar de interesses particulares. 58 – A Praça que contar com mais de 25 (vinte e cinco) anos de serviço público militar. será paga aos dependentes legalmente constituídos. § 5° – É facultado o gozo de férias em 2 (dois) períodos. § 7° – Durante as férias. 62 – Somente em casos de interesse da segurança pública. 63 – Se o servidor militar vier a falecer. pago antecipadamente. as férias poderão ser acumuladas até o máximo de 2 (dois) períodos anuais. Art. o período de férias a que tiverem direito. § 6° – A concessão de férias não é prejudicada pelo gozo anterior de licença para tratamento de saúde. na forma prevista no artigo 61. Art. quando já implementado o período de um ano. § 1° – O pagamento da remuneração de férias será efetuado antecipadamente ao servidor militar que o requerer. não inferiores a 10 (dez) dias consecutivos. fará jus a férias. Art. Parágrafo único – O disposto no “caput” estende-se à praça que. como se houvesse sido promovido na época devida. § 3° – Para o primeiro período aquisitivo de férias será exigido 12 (doze) meses de exercício. antes do início do referido período. registrando-se o fato em seus assentamentos. § 1° – As férias serão de trinta dias para todos os servidores-militares. pelo estado de guerra ou para que sejam cumpridos atos de serviço. independentemente de solicitação. será promovida ao grau hierárquico superior imediato. recebendo ele o número que lhe competir na escala hierárquica. de extrema necessidade do serviço. 64 – O servidor exonerado fará jus ao pagamento da remuneração de férias proporcionalmente aos meses de efetivo exercício. 61 – Por absoluta necessidade de serviço. de acordo com os incisos I. 60 – Será pago ao servidor militar. poderá o servidor militar indicar em qual dos períodos utilizará a faculdade de que trata este artigo. descontadas eventuais parcelas já fruídas. o servidor militar terá direito a todas as vantagens inerentes ao cargo. que lhe assegure o direito a férias. § 2° – Compete ao Comandante-Geral da Brigada Militar a regulamentação da concessão das férias anuais. III e VII do artigo 106 desta Lei Complementar. a retribuição relativa ao período. 59 – As férias são afastamentos totais do serviço. Art.§ 2° – A promoção de servidor militar feita em ressarcimento de preterição será efetuada segundo os princípios de antigüidade ou merecimento. observado o princípio aplicável à sua promoção.(1) DAS FÉRIAS E OUTROS AFASTAMENTOS TEMPORÁRIOS DO SERVIÇO Art.

enteado e menor sob guarda ou tutela. 1° e 2° graus. de até 4 (quatro) meses. computado em dobro para os efeitos da inatividade e de gratificações temporais. de até 2 (dois) meses. sem que implique em qualquer restrição para a sua carreira. § 5° – Para os efeitos da concessão da licença especial. § 3° – Compete ao Comandante-Geral da Brigada Militar conceder as licenças previstas no “caput”. bem como a licença para exercício de mandato classista. II – para tratar de interesses particulares. e durante os dias de provas em exames supletivos e de habilitação a curso superior. em caráter temporário. pelo prazo de até 2 (dois) anos consecutivos. VI – à paternidade. § 1° – A licença pode ser: I – especial. o afastamento do servidor militar. II – luto. sem prejuízo de sua remuneração. para os estudantes de ensino superior. § 3° – O tempo de licença especial não gozado pelo servidor militar será. § 2° – O período de licença especial não interrompe a contagem de tempo de efetivo serviço. 66 – Os servidores militares têm direito. concedida ao servidor militar. descendente. 70 – A licença especial é a autorização para afastamento total do serviço. no segundo caso. por motivo de: I – núpcias. VII – para acompanhar o cônjuge. III – para tratamento de saúde própria. quando em qualquer das situações de licença constantes do parágrafo anterior. III – instalação.Art. não se considerará como interrupção da prestação de serviços ao Estado os afastamentos previstos nos incisos V e VI do artigo 69. . no primeiro caso. as licenças para tratamento de saúde própria. IV – trânsito. IV – para tratamento de saúde de pessoa da família. vedada a desconversão. Art. § 1° – A licença especial tem a duração de três meses. observadas as disposições legais e regulamentares. aos períodos de afastamento total do serviço. Parágrafo único – O afastamento do serviço por motivo de núpcias ou luto. Art. companheiro ou companheira. sob pena de ser considerado faltoso ao serviço. tão logo a autoridade à qual estiver subordinado o servidor militar tenha conhecimento do óbito de seu ascendente. e as licenças para tratamento de saúde de pessoa da família. padrasto ou madrasta. sem remuneração e com prejuízo da contagem do tempo de serviço público. concedida ao servidor militar que a requerer. também. observadas as necessidades de serviço. V – à gestante e à adotante. sogros. mediante requerimento. será concedido. bem como não anula o direito àquelas licenças. ainda. 71 – Ao servidor militar estável poderá ser concedida licença para tratar de interesses particulares. se solicitado por antecipação à data do evento e. § 4° – A licença especial não é prejudicada pelo gozo anterior de qualquer licença para tratamento de saúde e para que sejam cumpridos atos de serviço. Parágrafo único – O servidor militar. Art. DAS LICENÇAS Art. § 2° – A remuneração do servidor militar. durante os dias de provas finais do ano ou semestre letivo. observadas as disposições legais e regulamentares. relativa a cada qüinqüênio de tempo de efetivo serviço prestado. cônjuge. por até 8 (oito) dias consecutivos. 68 – As férias e os outros afastamentos mencionados são concedidos com a remuneração prevista na legislação peculiar e computados como tempo de efetivo serviço para todos os efeitos legais. Art. será regulada em legislação própria. 67 – É assegurado. deverá comprovar perante seu superior imediato as datas em que se realizarão as diversas provas e seu comparecimento. 69 – Licença é a autorização para afastamento total do serviço. irmãos.

a qualquer tempo. Art. o direito de comparecer ao serviço em um turno. a inspeção médica poderá ser realizada na residência do servidor. precedida de inspeção médica realizada pelo Departamento de Saúde da Brigada Militar. pela mesma moléstia. no período que exceder a 180 (cento e oitenta) e não ultrapassar a 365 (trezentos e sessenta e cinco) dias. Parágrafo único – A doença será comprovada através de inspeção de saúde a ser procedida pelo Departamento de Saúde da Brigada Militar. sob pena de ser considerado ausente. ficará o servidor militar à disposição do Departamento de Saúde da Brigada Militar. salvo hipótese de imperiosa necessidade. na Capital ou no interior. sem prejuízo da remuneração. § 4° – Não se concederá nova licença. Art. quando seu regime de trabalho obedecer a turno único. descendente. enteado e colateral consangüíneo. ou no estabelecimento hospitalar em que se encontrar internado. § 2° – O servidor militar não poderá recusar-se à inspeção médica. Parágrafo único – Para os efeitos deste artigo. § 1° – Sempre que necessário. ou a três horas consecutivas por dia. a servidora militar será submetida a inspeção médica e. esta ser especificada através do respectivo código (CID). § 3° – O servidor militar poderá. o laudo médico deverá estabelecer a sua rigorosa caracterização. mediante inspeção médica. antes de decorridos 2 (dois) anos do término da anterior. § 2° – O servidor militar deverá aguardar em exercício a concessão da licença. 120 (cento e vinte) dias. o servidor militar deverá reassumir imediatamente o exercício do cargo. 77 – A licença de que trata o artigo anterior será concedida: I – com a remuneração total. § 3° – O resultado da inspeção médica será comunicado imediatamente ao servidor militar. porém. a pedido ou “exofficio”. quando seu regime de trabalho obedecer a dois turnos. simultaneamente. 72 – Será concedida ao servidor militar licença para tratamento de saúde própria. salvo prorrogação ou determinação constante em laudo pericial. as licenças. 75 – O servidor militar em licença para tratamento de saúde própria deverá abster-se do exercício de atividades incompatíveis com o seu estado. se julgada apta. é assegurado à servidora-militar lactante. desde que comprove ser indispensável a sua assistência e esta não possa ser prestada. contados desde a data em que tenha reassumido o exercício do cargo. com intervalos inferiores a 30 (trinta) dias. Art. 79 – Ao término da licença a que se refere o artigo anterior. devidamente comprovada à autoridade a que estiver subordinado. reassumirá o exercício do cargo. no período que exceder a 90 (noventa) e não ultrapassar a 180 (cento e oitenta) dias. até 90 (noventa) dias. considerando-se como faltas os dias de ausência ao serviço. Art. decorridos 30 (trinta) dias do evento. devendo. licença de 120 (cento e vinte) dias. sem prejuízo da remuneração a que fizer jus.§ 1° – A licença poderá ser negada. 80 – À servidora militar adotante será concedida licença a partir da concessão do termo de guarda ou da adoção. 73 – Findo o período de licença. serão consideradas como prorrogação. quando então. salvo se houver a necessidade de exames complementares. quando o afastamento for inconveniente ao interesse do serviço. 74 – O atestado e o laudo da junta médica não se referirão ao nome ou à natureza da doença. logo após a sua realização. Art. reassumir o exercício do cargo. 76 – O servidor militar poderá obter licença por motivo de doença do cônjuge. até o 2° grau. proporcional à idade do adotado: I – de zero a dois anos. caso a licença seja negada. II – com 2/3 (dois terços) da remuneração. . Art. sob pena de imediata suspensão da mesma. Art. com o exercício do cargo. Parágrafo único – No caso de natimorto. Art. III – com 1/3 (um terço) da remuneração. de ascendente. 78 – À servidora militar gestante será concedida. durante o período de 2 (dois) meses. Art. Parágrafo único – Para a concessão de licença a servidor militar acometido de moléstia profissional.

83 – A pensão policial-militar destina-se a amparar os beneficiários do servidor militar falecido ou extraviado e será paga conforme o disposto em lei. cujo Comandante. conforme legislação específica. Chefe ou Diretor tenha precedência hierárquica sobre a pessoa do preso. Art. DAS PRERROGATIVAS Art. 82 – As licenças poderão ser interrompidas a pedido ou nas condições estabelecidas neste artigo. III – de mais de quatro até seis anos. no território estadual. IV – de mais de seis anos. VI – em caso de pronúncia em processo criminal ou indiciação em Inquérito Policial-Militar. para o exercício funcional. conforme regulamento da Força. V – livre ingresso e trânsito. VI – prioridade em qualquer serviço de transporte ou comunicação.II – de mais de dois até quatro anos. 90 (noventa) dias. uniformes. o servidor militar terá direito à licença-paternidade de 8 (oito) dias consecutivos. será regulada em legislação própria. IV – julgamento em foro especial. público ou privado. nos crimes militares. 85 – O servidor militar morto em campanha ou em ato de serviço. . a juízo da autoridade que efetivou a pronúncia ou a indiciação. Parágrafo único – O disposto no “caput” sobre o valor da pensão não se aplica ao servidor militar que for promovido extraordinariamente. Art. § 2° – A interrupção de licença para tratamento de saúde de pessoa da família e para cumprimento de pena disciplinar que importe em restrição da liberdade individual. ou em conseqüência de acidente em serviço. § 1° – A interrupção da licença especial e da licença para tratar de interesses particulares poderá ocorrer: I – em caso de mobilização e estado de guerra. tratamento e sinais de respeito que lhes são assegurados em leis ou regulamentos. 60 (sessenta) dias. III – as penas de prisão. II – as honras. quando em serviço de caráter urgente. fixadas em sentença judicial e os casos de prisão provisória. correspondentes ao posto ou à graduação. 81 – Pelo nascimento ou adoção de filho. da reserva ou reformado será a do Instituto de Previdência do Estado. IV – para cumprimento de sentença que importe em restrição da liberdade individual. 84 – A pensão policial-militar do pessoal do serviço ativo. dignidades e distinções devidas aos graus hierárquicos e cargos. salvo no caso do artigo seguinte. VII – carteira de identidade de acordo com modelo regulamentar. respeitada a garantia constitucional da inviolabilidade do domicílio. em qualquer recinto público ou privado. Art. III – em caso de emergente necessidade e segurança pública. Parágrafo único – São prerrogativas dos servidores militares: I – o uso de títulos. que consigne os direitos e prerrogativas instituídos em lei. 86 – As prerrogativas dos servidores militares são constituídas pelas honras. DA PENSÃO POLICIAL-MILITAR Art. deixará a seus dependentes pensão correspondente aos vencimentos integrais do grau hierárquico imediatamente superior ao que possuir na ativa. serão cumpridos em organização policial-militar. Art. II – em caso de decretação de estado de sítio. distintivos. V – para cumprimento de punição disciplinar. insígnias e emblemas policiais-militares da Brigada Militar. 30 (trinta) dias. desde que menor. detenção ou reclusão. VIII – não confinamento em cela no caso de punição administrativa. em objeto de serviço.

90 – O servidor militar fardado tem as obrigações correspondentes ao uniforme que usa e aos distintivos. são estabelecidos na regulamentação da Brigada Militar. insígnias ou emblemas que possam ser confundidos com os adotados na Brigada Militar. só podendo retê-lo na delegacia ou posto policial durante o tempo necessário à lavratura do flagrante. bem como seu uso por quem a ele não tiver direito. 91 – É vedado a qualquer organização ou pessoa civil usar uniformes ou ostentar distintivos. § 2° – Os servidores militares na inatividade. . Parágrafo único – Constituem crimes previstos na legislação específica o desrespeito aos uniformes. equipamentos. salvo para comparecer a solenidades militares e policiaismilitares e. § 1° – O servidor militar será agregado quando: I – exercer cargo ou função não previstos nos quadros de organização da Brigada Militar. Parágrafo único – Serão responsabilizados pela infração das disposições deste artigo os diretores ou chefes de sociedades ou organizações de qualquer natureza. nela permanecendo sem número. com seus distintivos. III – no estrangeiro. § 1° – Cabe ao Comandante-Geral da Brigada Militar a iniciativa de responsabilizar a autoridade policial que não cumprir o disposto neste artigo e que maltratar ou consentir que seja maltratado qualquer preso servidor militar ou não lhe der o tratamento devido ao seu posto ou a sua graduação. DO USO DOS UNIFORMES DA BRIGADA MILITAR Art. 87 – Somente em caso de flagrante delito o servidor militar poderá ser preso por autoridade policial civil. enquanto tramita o processo de reforma.Art. com as prerrogativas que lhe são inerentes. se for o caso. visando à guarda do Foro ou Tribunal por força policial-militar. II – na inatividade. II – aguardar transferência “ ex-officio “ para a reserva remunerada. empregadores. § 1° – É proibido ao servidor militar o uso de uniforme: I – em reuniões. por ter sido enquadrado em quaisquer dos requisitos que a motivam. Art. com seus distintivos. DA AGREGAÇÃO Art. III – for afastado temporariamente do serviço ativo por motivo de: a) ter sido julgado incapaz temporariamente. 88 – Os uniformes da Brigada Militar. salvo quando expressamente determinado ou autorizado. a cerimônias cívicas comemorativas das datas nacionais ou a atos sociais solenes de caráter particular. distintivos. peças. b) ter sido julgado incapaz definitivamente. cuja conduta possa ser considerada como ofensiva à dignidade da classe. por decisão do ComandanteGeral da Brigada Militar. bem como os modelos. 92 – A agregação é a situação transitória na qual o servidor militar da ativa deixa de ocupar vaga na escala hierárquica de seu Quadro. empresas e institutos ou departamentos que tenham adotado ou consentido que sejam usados uniformes ou ostentados distintivos. após um ano contínuo de tratamento. quando autorizado. Art. acessórios e outras disposições. equipamentos. ficando esta obrigada a entregá-lo imediatamente à autoridade policial-militar mais próxima. insígnias e emblemas. propaganda ou qualquer outra manifestação de caráter político . § 2° – Se durante o processo em julgamento no foro civil houver perigo de vida para qualquer preso servidor militar. descrição.partidário. Art. a autoridade policial-militar da localidade providenciará em entendimentos com a autoridade judiciária. insígnias e emblemas policiais-militares. criados em lei para provimento e desempenho privativos de servidores militares. quando em atividade não relacionada com a missão de servidor militar. insígnias ou emblemas iguais aos adotados na Brigada Militar ou que com eles possam ser confundidos. insígnias e emblemas são privativos dos servidores militares e representam o símbolo da autoridade policial-militar. emblemas e insígnias que ostenta. 89 – O uso dos uniformes. poderão ser definitivamente proibidos de usar uniformes.

“h”. se não houver sido eleito. ao candidatar-se a cargo eletivo. com sentença passada em julgado. ter-se apresentado voluntariamente. § 8° – O servidor militar em atividade. e. da União. e “j”. § 9° – O servidor militar agregado fica sujeito às obrigações disciplinares concernentes às suas relações com outros servidores militares e autoridades civis. após ficar exclusivamente à disposição da justiça comum ou militar. “i”. ou ter sido capturado e reincluído a fim de se ver processar. o) ter-se candidatado a cargo eletivo. para todos os efeitos. para exercer função de natureza civil. salvo se for do interesse da segurança pública. na situação de convocado para funcionar como Juiz do Tribunal Militar do Estado. j) ter-lhe sido concedida a licença especial de que trata o parágrafo 1° do art. 102 desta Lei. § 3° – A agregação do servidor militar a que se refere o inciso I e as letras “m” e “n” do inciso III do parágrafo 1° é contada desde a posse do novo cargo e até o regresso à Corporação ou transferência “ exofficio “ para a reserva remunerada. inclusive da administração indireta. no lugar que até então ocupava. enquanto durar a execução. p) ser afastado das funções de acordo com o previsto nesta lei ou condenado a pena de suspensão do exercício do posto. e) haver ultrapassado seis meses contínuos de licença para tratamento de saúde de pessoa da família. dos Estados ou dos Territórios ou Municípios. com remuneração proporcional ao seu tempo de serviço. investido em cargo. contínuos ou não. se Oficial ou Praça com estabilidade assegurada. será transferido para a reserva remunerada. . do serviço ativo e agregado. enquanto aguarda transferência para a reserva remunerada. “c”. com a abreviatura “ Ag “ e anotações esclarecedoras de sua situação. 93 – O servidor militar agregado ficará adido. cargo ou função prevista em lei. § 6° – A agregação do servidor militar a que se refere a letra “o” do inciso III do parágrafo 1° é contada a partir da data do registro como candidato e até sua diplomação ou seu regresso à corporação. e “p” do inciso III do parágrafo 1° é contada a partir da data indicada no ato que torna público o respectivo evento. “l”. nas mesmas condições do que houver aceito cargo público permanente.c) haver ultrapassado um ano contínuo de licença para tratamento de saúde própria. l) ter sido condenado a pena restritiva de liberdade superior a seis meses. r) ter-lhe sido concedida licença para acompanhar o cônjuge. Art. h) como desertor. “f”. de agregação. nos termos da letra “n” do inciso III do parágrafo 1°. função ou emprego público civil temporário. § 5° – A agregação do servidor militar a que se refere o inciso II e as letras “b”. para efeito de alterações e remuneração. sem número. continuando a figurar no respectivo registro. graduação. f) ter sido considerado oficialmente extraviado. “e”. § 2° – O servidor militar agregado de conformidade com os incisos I e II do parágrafo 1° continua a ser considerado. g) haver sido esgotado o prazo que caracteriza o crime de deserção previsto no Código Penal Militar. será afastado temporariamente. “g”. q) haver ultrapassado seis meses contínuos. “d”. em serviço ativo. n) ter sido. o servidor militar ficará automaticamente transferido para a reserva. m) ter passado à disposição de Secretaria do Governo ou de outro órgão do Estado. na forma do artigo 148 desta Lei. i) se ver processar. do inciso III do parágrafo 1° é contada a partir do primeiro dia após os respectivos prazos e enquanto durarem o respectivo evento ou situação. com mais de 10 (dez) anos de serviço. com prévia autorização ou mediante ato do Governador do Estado. salvo quando titular do cargo que lhe dê precedência funcional sobre outros servidores militares mais graduados ou mais antigos. § 7° – Ultrapassados dois anos. à organização policial-militar que lhe for designada. desde que conte com dez ou mais anos de efetivo serviço. d) ter-lhe sido concedida licença para tratar de interesses particulares ou licença para desempenho de mandato em associação de classe. se eleito e diplomado. § 4° – A agregação do servidor militar a que se refere as letras “a”.

e receberá o número que lhe competir na escala hierárquica. estando este com o seu efetivo completo. sem licença. sem haver vaga. “c”. Parágrafo único – Decorrido o prazo mencionado neste artigo. desde que satisfaça aos requisitos para a promoção. ultrapassa o efetivo de seu quadro. . 99 – É considerado desaparecido o servidor militar da ativa que. 95 – Reversão é o ato pelo qual o servidor militar agregado retorna ao respectivo quadro tão logo cesse o motivo que determinou a sua agregação. § 1° – O servidor militar cuja situação é a de excedente. II – aguarda a colocação a que faz jus na escala hierárquica. § 2° – O servidor militar cuja situação é a de excedente é considerado como em efetivo serviço para todos os efeitos e concorre. na escala hierárquica . “f”. e “p” do inciso III do parágrafo 1° do artigo 92. na primeira vaga que ocorrer. sem haver vaga. em viagem. V – sendo o mais moderno na respectiva escala hierárquica. em operações policiais-militares ou em caso de calamidade pública. “o”.Art. com a abreviatura “Excd” e receberá o número que lhe competir em conseqüência da primeira vaga que se verificar. IV – é promovido indevidamente. estando o mesmo com o seu efetivo completo. DO AUSENTE Art. “l”. estando este com seu efetivo completo. exceto nos casos previstos nas letras “a”. DO EXCEDENTE Art. em igualdade de condições e sem nenhuma restrição a qualquer cargo policial-militar. deslocando para a vaga seguinte o princípio de promoção que deveria ter sido seguido. no desempenho de qualquer serviço. 94 – A agregação se faz por ato do Governador do Estado para os Oficiais e do Comandante-Geral para as Praças. bem como à promoção. 98 – É considerado ausente o servidor militar que. § 1° – A situação do desaparecido só será considerada quando não houver indício de deserção. III – é promovido por bravura. sem comunicar qualquer motivo de impedimento. 96 – A reversão será efetuada mediante ato do Governador do Estado para os Oficiais e do Comandante-Geral para as Praças. DO DESAPARECIMENTO E DO EXTRAVIO Art. “b”. por mais de vinte e quatro horas consecutivas: I – deixar de comparecer à sua Organização Policial-Militar. retorna ao respectivo Quadro. DA REVERSÃO Art. § 3° – O servidor militar promovido por bravura. voltando a ocupar o lugar que lhe competir na respectiva escala numérica. tiver paradeiro ignorado por mais de oito dias. Parágrafo único – A qualquer tempo poderá ser determinada a reversão do militar agregado. quando a vaga a ser preenchida corresponder ao princípio pelo qual deveria ter sido promovido. ocupará a primeira vaga aberta. após haver sido transferido de quadro. Art. II – ausentar-se. VI – tendo cessado o motivo que determinou sua reforma por incapacidade definitiva. “g”. reverte ao respectivo quadro. respeitados os requisitos legais. serão observadas as formalidades previstas em legislação específica. § 4° – O servidor militar promovido indevidamente só contará antigüidade. em virtude de promoção de outro servidor militar em ressarcimento de preterição. 97 – Excedente é a situação transitória a que automaticamente passa o servidor militar que: I – tendo cessado o motivo que determinou a sua agregação. ocupa a mesma posição relativa em antigüidade que lhe cabe. da Organização Policial-Militar onde serve ou do local onde deva permanecer. salvo o indevidamente promovido.

se homem. 101 – A transferência para a reserva remunerada ou a reforma não isentam o servidor militar de indenização dos prejuízos causados à Fazenda Estadual ou a terceiros. III – demissão. o servidor militar será considerado em licença especial. a qual não poderá exceder de trinta dias da primeira publicação oficial. no Diário Oficial e no boletim da organização em que serve o servidor militar. se efetua: I – a pedido. Art. Parágrafo único – O desligamento do serviço será processado após a expedição de ato do Governador do Estado ou de autoridade à qual para tanto tenham sido delegados ou concedidos poderes. ao servidor militar que conte. IV – perda do posto ou patente. Art. mediante transferência para a reserva remunerada. se mulher. podendo afastar-se do serviço. e vinte e cinco anos. sem prejuízo da remuneração e da contagem de tempo de serviço. mediante novo concurso público. 104 – A passagem do servidor militar à situação de inatividade. VII – deserção. serão aplicadas as disposições constantes nos parágrafos deste artigo. 105 – A transferência para a reserva remunerada. nem do pagamento das pensões decorrentes de sentença judicial. DO DESLIGAMENTO OU EXCLUSÃO DO SERVIÇO ATIVO Art. no órgão encarregado da administração do pessoal. IX – extravio. 102 – Ao servidor militar da ativa. neste último caso desde que não seja a bem da disciplina. a transferência para a . de duração superior a seis meses. antes. Parágrafo único – No caso de o servidor militar haver realizado qualquer curso ou estágio por conta do Estado.§ 2° – O servidor militar da ativa. salvo se. com trinta anos de serviço. VIII – falecimento. poderá ser reincluída. enquadrado nos incisos I ou V do artigo 100 ou demissionário a pedido. será oficialmente considerado extraviado. § 1° – Decorridos 30 (trinta) dias da data em que tiver sido protocolado. sem haver decorrido três anos de seu término. na forma do inciso I do artigo 100. 100 – O desligamento ou exclusão do serviço do servidor militar é feito em conseqüência de: I – transferência para a reserva remunerada. DA REINCLUSÃO Art. será concedida. Art. que permanecer desaparecido por mais de trinta dias. com relação ao seu desligamento da Organização Policial-Militar em que serve. § 2° – Nos demais casos previstos no “caput” deste artigo. II – reforma. o requerimento de transferência para a reserva remunerada. 103 – A Praça licenciada a pedido ou “ex-officio “. a pedido. Parágrafo único – Em hipótese alguma a Praça licenciada no comportamento “MAU” poderá ser incluída novamente. enquanto aguarda o desligamento. DA TRANSFERÊNCIA PARA A RESERVA REMUNERADA Art. tiver sido cientificado do indeferimento do pedido. com estabilidade assegurada. para todos os efeitos. o desligamento será feito após a publicação do ato correspondente. II – “ ex-officio “. VI – exclusão a bem da disciplina. V – licenciamento. mediante requerimento. no mínimo.

cumulativamente. demitir ou reconhecer o óbito. observadas as disposições deste artigo e dos seguintes. inativar. assumir cargo público civil temporário. Art. em qualquer hipótese. com prévia autorização ou mediante ato do Governador do Estado. 108 o total de vagas abertas no ano-base. b) somente poderá ser promovido por antigüidade. do ano imediatamente anterior. será computado para a obtenção de uma vaga para a promoção obrigatória. Art. § 2° – Considera-se ano-base o período de 1° de janeiro a 31 de dezembro. inclusive na Administração Indireta. § 1° – A transferência para a reserva remunerada processar-se-á à medida que o servidor militar for enquadrado em um dos itens deste artigo. o número fixo de vagas necessárias à renovação. ao equilíbrio. pelo menos. VI – quando Coronel. anualmente. . Major – 56 anos. do efetivo previsto para Tenente-Coronel do QOEM. do efetivo previsto para Coronel QOEM. 106 – A transferência “ex-officio” para a reserva remunerada verificar-se-á sempre que o servidor militar incidir em um dos seguintes casos: I – atingir as seguintes idades limites: a) Oficiais: Coronel – 59 anos. Art. e permanecer afastado das funções por 2 (dois) anos. II – o Oficial. se for Oficial de nível superior. não eletivo. Capitão – 55 anos. 109 – As vagas serão consideradas abertas na data da assinatura do ato que agregar. § 3° – As frações que resultarem da aplicação das proporções estabelecidas neste artigo serão adicionadas. excetuando-se as decorrentes dos incisos I. aos cálculos correspondentes dos períodos seguintes. Tenente – 54 anos. de Coronel do QOES. ao completar 30 (trinta) anos de serviço e: a) 6 (seis) anos ou mais de permanência no último posto de seu Quadro. por ano. inclusive. um inteiro. III – 1/12 (um doze avos). à regularidade de acesso e à adequação dos efetivos de Oficiais da Brigada Militar. V – for diplomado para desempenho de cargo eletivo. § 2° – Enquanto permanecer no cargo que trata o inciso IV: a) fica assegurada a opção entre a remuneração do cargo e a do posto ou graduação. que. 108 – O número de vagas previsto no artigo anterior. nas situações previstas no “caput” deste artigo. Art. de dois em dois anos. ou b) 35 (trinta e cinco) anos de efetivo exercício. será fixado nas seguintes proporções: I – 1/5 (um quinto) por ano. b) Praças – 55 anos. § 1° – O número de Oficiais a serem atingidos pela Quota Compulsória é calculado. IV – agregar para. c) o tempo de serviço será contado apenas para a promoção por antigüidade e para a transferência à inatividade. Tenente-Coronel – 57 anos. II e VII do artigo 106. for demitido por necessidade de serviço ou for dispensado da função de Comandante-Geral e não aceitar nomeação para outro cargo policial-militar. até completar-se. VII – for abrangido pela Quota Compulsória. inclusive as diferenças de vencimentos. 107 – A Quota compulsória que se refere o inciso VII do artigo 106 assegurará. deduzindo-se das proporções fixadas no art. contínuos ou não. III – ultrapassar 2 (dois) anos contínuos de licença para tratamento de saúde em pessoa da família.reserva só será concedida mediante indenização de todas as despesas correspondentes à realização do referido curso ou estágio. II – uma. na forma regulamentar. então.

cujos efeitos se contarão a partir da data da publicação da lista. Art. a que não concorrerá. não devendo ser superior ao prazo de doze meses e dependerá da anuência do convocado. § 5° – As Quotas Compulsórias só serão aplicadas quando houver. esse total será completado “ex-offício” entre os Oficiais de maior antigüidade no posto. II e VII do art. nos termos da lei. aos mais idosos. baixando-se os atos de agregação. na forma do inciso I. o prazo previsto no artigo 47. Oficiais que satisfaçam as condições de acesso.§ 4° – As vagas decorrentes das inativações previstas nos incisos I. exceto quanto à promoção. na falta de Oficial da ativa em situação hierárquica compatível com a do Oficial envolvido. efetivar-se-á dentro dos 60 (sessenta) dias seguintes ao da agregação. sendo precedida de inspeção de saúde. será publicada. § 2° – A convocação de que trata este artigo terá a duração necessária ao cumprimento da atividade que a ela deu origem. para compor o Conselho de Justificação. e terão. requererem a sua inclusão na Quota Compulsória. § 1°. por abrangência da Quota Compulsória. contando mais de 20 (vinte) anos de tempo de efetivo serviço. § 1° – O Oficial convocado nos termos deste artigo terá os direitos e deveres dos Oficiais da ativa de igual situação hierárquica. Art. 113 – A passagem do servidor militar à situação de reformado efetua-se “ex-officio”. III – deixarão de ser indicados os Oficiais agregados por extravio ou deserção. na forma do § 6° do artigo anterior. a lista dos Oficiais destinados a integrar a Quota Compulsória. 112 – O Oficial da reserva remunerada poderá ser convocado para o serviço ativo por ato do Governador do Estado. § 2° – Decorrido o prazo recursal. até o dia 31 de janeiro de cada ano. de calamidade pública e nos casos de convocação e mobilização. não atingir o total de vagas da quota. por prioridade. 111 – A transferência do servidor militar para a reserva remunerada pode ser suspensa na vigência de estado de sítio. ser readaptado em decorrência de limitação que . em face da aplicação daquele dispositivo. 110 – O órgão competente organizará. § 3° – A transferência para a reserva. não serão preenchidas por Oficiais excedentes ou desagregados em virtude de haver cessado as causas da agregação. limitados ao número de vagas e desde que contem. 114 – A reforma de que trata o artigo anterior será aplicada ao servidor militar que: I – atingir as seguintes idades-limites de permanência na reserva remunerada: a) para Oficial Superior – 64 anos b) para Capitão e Tenente – 60 anos c) para Praças – 56 anos II – for julgado incapaz definitivamente para o serviço ativo da Brigada Militar e não houver possibilidade de. II – se o número de Oficiais voluntários. por proposição do Comandante-Geral. a lista dos Oficiais que foram abrangidos pela Quota Compulsória. e contará como acréscimo esse tempo de serviço. dando-se atendimento. DA REFORMA Art. no Boletim Geral da Corporação. Art. para apresentar recurso contra esta medida. no mínimo. com 30 (trinta) anos de serviço. para ser encarregado de Inquérito Policial-Militar ou para ser incumbido de outros procedimentos administrativos. alínea “a”. pelos Oficiais da ativa que. na forma regulamentar. § 6° – A indicação dos Oficiais para integrarem a Quota Compulsória obedecerá às seguintes prescrições: I – inicialmente serão apreciados os requerimentos apresentados até 31 de dezembro do ano-base. § 1° – Os Oficiais indicados para integrar a Quota Compulsória anual serão notificados imediatamente pelo Presidente do órgão competente. 106 e as resultantes das promoções efetivas nos diversos postos. até 31 de dezembro do ano-base. Art. no posto imediatamente inferior.

nosocomial. após acompanhar sua evolução até três períodos de seis meses de tratamento clínico-cirúrgico metódico.tenha sofrido em sua capacidade física e mental. mediata ou imediatamente. espondiloartrose anquilosante. papeletas de tratamento nas enfermarias e hospitais. hanseníase. em observações clínicas acompanhadas de repetidos exames subsidiários. a reforma tiver sido determinada pelo Tribunal Militar do Estado. V – sendo Oficial. em julgamento por ele efetuado. estados avançados do mal de Paget (osteíte deformante). mediante homologação de Junta de Saúde ainda que se trate de moléstia curável. por ter sido julgado incapaz temporariamente. moléstia ou enfermidade sem relação de causa e efeito com o serviço. entendido como: a) por ato relacionado. moléstia ou enfermidade adquirida com relação de causa e efeito a condições inerentes ao serviço. aplica-se o disposto na alínea “b” do inciso I deste artigo. IV – tuberculose ativa. por sentença passada em julgado. alienação mental. bem como os registros de baixa. pênfigo. Art. V – acidente. com as atribuições do posto ou graduação. c) em treinamento. § 2° – Nos casos de tuberculose. § 3° – O parecer definitivo a adotar. 116 – A incapacidade definitiva pode sobrevir em conseqüência de: I – ferimento sofrido em ação policial ou enfermidade contraída nessa circunstância ou que nela tenha causa eficiente. em extinção. obrigatoriamente. ainda que ocorrido em horário ou local diverso daquele determinado para o exercício de suas funções. a pedido ou ex-offício. cegueira. 115 – Anualmente. sempre que necessário. III – estiver agregado por mais de dois anos. IV – for condenado à pena de reforma. não sofre solução de continuidade. exceto quanto às condições de convocação. neoplasia maligna. males de Addison e de Parkinson. para os portadores de lesões aparentemente inativas. esclerose múltipla. prevista em lei. nos casos de tuberculose. de modo a comprovar. por outra sentença do Tribunal Militar do Estado e nas condições nela estabelecidas. a atividade da doença. a fim de serem reformados. § 1° – Aos atuais postos de 1° e 2° Tenentes. paralisia irreversível e incapacitante. II – acidente em serviço. cardiopatia grave. e d) em represália. sendo os termos do acidente. salvo quando se tratar de formas avançadas no conceito clínico e sem qualquer possibilidade de regressão completa. o órgão responsável pelo pessoal da Corporação organizará a relação dos servidores militares que houverem atingido a idadelimite de permanência na reserva remunerada. § 2° – O servidor militar reformado na forma dos itens V e VI só poderá readquirir a situação de servidor militar anterior. no mês de fevereiro. no exercício de suas atribuições. § 1° – Os casos de que tratam os itens I. as Juntas de Saúde deverão basear seus julgamentos. com base na medicina especializada. bem como em decorrência da agressão sofrida e não provocada pelo serviço militar. com segurança. conforme a avaliação médica a ser procedida por Junta Policial-Militar de Saúde. as quais terão parecer imediato da incapacidade definitiva. ou por decisão do Comandante-Geral da Brigada Militar. utilizados como meios subsidiários para esclarecer a situação. II e III deste artigo serão provados por atestado de origem ou inquérito sanitário de origem. tal medida for indicada ao Comandante-Geral da Brigada Militar em julgamento de Conselho de Disciplina. nefropatia grave. b) por situação ocorrida no percurso da residência para o trabalho e vice-versa. doença. Parágrafo único – A situação de inatividade do servidor militar da reserva remunerada. III – doença. respectivamente. VI – sendo Aluno-Oficial ou Praça com estabilidade assegurada. Síndrome de Imunodeficiência Adquirida e outras que a lei indicar. Art. ficará condicionado a um período de consolidação extranosocomial nunca inferior a seis meses contados a partir da época da cura. em conseqüência de Conselho de Justificação a que foi submetido. . por sua condição de servidor militar. em processo regular. baixa ao hospital. quando reformado por limite de idade. atualizado e.

§ 1° – A interdição judicial do servidor militar reformado por alienação mental deverá ser providenciada pelos beneficiários. quer secundários das funções nervosas. III e IV do artigo anterior. como também os de visão rudimentar que apenas permitam a percepção de vultos. sob a pena de suspensão do pagamento da remuneração respectiva. julgado incapaz definitivamente por um dos motivos constantes do item I do artigo 116. verificada a incapacidade definitiva. esgotados os meios habituais de tratamento. 121 – O servidor militar reformado por alienação mental. no qual. com qualquer tempo de serviço. 117 – O servidor militar da ativa. esgotados os meios habituais de tratamento permaneçam distúrbios graves. Art. que for julgado apto em inspeção de saúde pela Junta Superior de Saúde. extensos e definitivos. Parágrafo único – Nos casos previstos nos itens II. 120 – O servidor militar. 118 – O servidor militar da ativa. nos termos definidos em lei específica. Art. o servidor militar considerado inválido. não suscetíveis de correção por lentes nem removíveis por tratamento médico-cirúrgico. que tornem o indivíduo total e permanentemente impossibilitado para qualquer trabalho. até sessenta dias a contar da data do ato da reforma. § 5° – Ficam excluídas do conceito de alienação mental as epilepsias psíquicas e neurológicas. julgado incapaz definitivamente por um dos motivos constantes dos itens I. antes de ser reformado. II. § 8° – São equiparados à cegueira. troficidade e mais funções nervosas. com impossibilidade total e permanente para qualquer trabalho. assim julgadas pelas Juntas de Saúde. qualquer que seja o seu tempo de serviço. § 7° – São também equiparados a paralisias os casos de afecção ósteo-músculo-articulares graves e crônicos (reumatismos graves e crônicos ou progressivos e doenças similares). querósteo-músculo-articulares residuais. será promovido extraordinariamente. § 6° – Considera-se paralisia todo caso de neuropatia grave e definitiva que afeta a motilidade. motilidade. será reformado: I – com remuneração proporcional ao tempo de serviço. seja considerado inválido. III e IV do artigo 116. deverão ser providenciados pela Corporação quando: . em grau de recurso ou revisão. terá a sua remuneração paga aos seus beneficiários. observado o limite de idade para permanência nessa situação. destruindo a autodeterminação do pragmatismo e tornando o indivíduo total e permanentemente impossibilitado para qualquer trabalho. com impossibilitante total e permanente para qualquer trabalho. será reformado com remuneração integral. reformado por incapacidade definitiva. progressiva e incurável que conduzirão à cegueira total. esgotados os meios habituais de tratamento. II – com remuneração integral do seu posto ou graduação. sensibilidade. que tornem o indivíduo total e permanentemente impossibilitado para qualquer trabalho. § 2° – A interdição judicial do servidor militar e seu internamento em instituição apropriada. policial-militar ou não. no qual. se Oficial ou Praça com estabilidade assegurada. não só os casos de afecção crônica. § 2° – A transferência para a reserva remunerada. desde que o tenham sob sua guarda e responsabilidade e lhe dispensem tratamento humano e condigno. Art. parentes ou responsáveis. permaneça alteração completa ou considerável na personalidade. poderá retornar ao serviço ativo ou ser transferido para a reserva remunerada. § 1° – O retorno ao serviço ativo ocorrerá se o tempo decorrido na situação de reformado não ultrapassar dois anos e na forma do § 1° do artigo 97. troficidade ou mais funções. julgado incapaz definitivamente por um dos motivos constantes do item V do artigo 116. Art. ocorrerá se o tempo decorrido na situação de reformado ultrapassar dois anos. desde que. Art. permaneçam distúrbios extensos e definitivos. será reformado com remuneração correspondente ao grau hierárquico imediatamente superior ao que possuir na ativa.§ 4° – Considera-se alienação mental todo caso de distúrbio mental ou neuro-mental grave persistente. enquanto não ocorrer a designação judicial de curador. 119 – O servidor militar da ativa. nos quais.

e não tendo decorrido mais de três anos de seu término. § 2° – No caso de o Oficial ter feito qualquer curso ou estágio de duração superior a dezoito meses. sendo a sua situação militar definida pela Lei de Serviço Militar. diante de requerimento do interessado: I – sem indenização aos cofres públicos. Art. e nos casos de perturbação da ordem interna. . ou de incompatibilidade com o mesmo. de mobilização ou de calamidade pública. o Oficial que: I – for condenado por Tribunal Civil ou Militar a pena restritiva de liberdade individual superior a dois anos. 125 – O Oficial que houver perdido o posto e a patente será demitido “ex-officio”. se ainda não houverem decorrido mais de cinco anos de seu término. ou com ele incompatível. e terá a sua situação definida pela Lei do Serviço Militar. Art. das previstas no item II deste artigo a das diferenças de vencimentos. 122 – A demissão da Brigada Militar. quando contar menos de cinco anos de Oficialato. II – “ex-officio”. por decisão do Tribunal Militar do Estado. 124 – O Oficial da ativa empossado em cargo público permanente. onde ingressará com o posto que possuir na ativa e com as obrigações estabelecidas em lei. 126 – O Oficial perderá o posto e a patente se for declarado indigno do Oficialato. estranho à sua carreira será imediatamente. Art. transferido para a reserva. não podendo acumular qualquer proventos de inatividade com a remuneração do cargo público permanente. e condenado à perda de posto e patente. 127 – Fica sujeito a declaração de indignidade para o Oficialato.I – não houver beneficiários. aplicar-se-á o disposto no parágrafo anterior. se efetua: I – a pedido. se for o caso. IV – tiver perdido a nacionalidade brasileira. por conta do Estado. § 1° – No caso de o Oficial ter feito qualquer curso ou estágio de duração igual ou superior a seis meses e inferior ou igual a dezoito meses. por julgamento do Tribunal Militar do Estado. DA DEMISSÃO. que motivam o julgamento por Conselho de Justificação e neste for considerado culpado. Art. em decorrência de julgamento a que for submetido. § 3° – O Oficial demissionário a pedido não terá direito a qualquer remuneração. ou com ele incompatível. acrescidas. mediante demissão “ex-officio”. II – não forem satisfeitas as condições de tratamento exigidas neste artigo. III – incidir nos casos previstos em lei específica. quando contar com mais de cinco anos de Oficialato: II – com indenização das despesas feitas pelo Estado com a sua preparação e formação. § 3° – Os processos e os atos de registro de interdição do servidor militar serão isentos de custas na Justiça Estadual. na vigência de estado de guerra. só poderá readquirir a situação de servidor militar anterior por outra sentença do Tribunal Militar do Estado e nas condições nela estabelecidas. sem direito a qualquer remuneração ou indenização. aplicada exclusivamente aos Oficiais. em decorrência de sentença condenatória passada em julgado. por conta do Estado. Parágrafo único – O Oficial declarado indigno do Oficialato. 123 – A demissão a pedido será concedida. § 4° – O direito à demissão a pedido pode ser suspenso. de sítio. DA PERDA DO POSTO E DA PATENTE E DA DECLARAÇÃO DE INDIGNIDADE OU INCOMPATIBILIDADE COM O OFICIALATO Art. II – for condenado por sentença passada em julgado por crime para o qual a lei comine essa pena acessória. parentes ou responsáveis. a demissão só será concedida mediante indenização de todas as despesas correspondentes ao referido curso ou estágio. Art.

consecutivos ou não. por haverem perdido a nacionalidade brasileira. 131 – A anulação de inclusão. Parágrafo único – Cabe ao Comandante-Geral determinar a anulação de Inclusão. . § 4° – O licenciado “ex-officio” a bem da disciplina receberá o Certificado de Isenção previsto na Lei do Serviço Militar. Art. no mínimo. a pena de qualquer duração. DA EXCLUSÃO DA PRAÇA A BEM DA DISCIPLINA Art. 132 – A exclusão a bem da disciplina será aplicada “ex-officio” : a) às Praças sem estabilidade que forem condenadas a pena restritiva de liberdade superior a dois anos. II – por conveniência do serviço. II – de moléstia não adquirida em serviço. em conseqüência da qual o voluntário venha a permanecer afastado do serviço durante noventa dias. inclusive relacionada com a seleção. II – sobre as quais houver pronunciado tal sentença o Conselho Permanente de Justiça. à Praça engajada ou reengajada que conte. Parágrafo único – O Aluno-Oficial ou a Praça com estabilidade assegurada que houver sido excluído a bem da disciplina. sem remuneração. ocorrerá durante a prestação do serviço policialmilitar inicial nos seguintes casos: I – de irregularidade no recrutamento. Parágrafo único – Às Praças que tiverem feito curso ou estágio aplicam-se as disposições dos parágrafo único do artigo 105. por ocasião da inspeção para a inclusão. desde que não haja prejuízo para o serviço. § 5° – Compete ao Comandante-Geral o ato de licenciamento das Praças. 130 – O direito ao licenciamento a pedido poderá ser suspenso na vigência do estado de guerra ou de sítio e nos casos de perturbado da ordem interna. se a exclusão for conseqüência de sentença daquele Conselho. no foro civil ou militar. nos crimes previstos na legislação especial concernente à Segurança Nacional. para as Praças.DO LICENCIAMENTO Art. 129 – O Aluno-Oficial e as demais Praças sem estabilidade assegurada. § 1° – O licenciamento a pedido poderá ser concedido. ou. empossadas em cargo público permanente estranho à sua carreira. e terão sua situação militar definida pela Lei do Serviço Militar. II – “ex-officio”. DA ANULAÇÃO DE INCLUSÃO Art. por haverem sido condenadas em sentença passada em julgado por aquele Conselho ou pela Justiça Civil a pena restritiva de liberdade individual superior a dois anos. Art. só poderá readquirir a situação de servidor militar anterior: a) por outra sentença do Conselho Permanente de Justiça e nas condições nela estabelecidas. aplicado somente às Praças. a metade do tempo de serviço a que se obrigou. 128 – O licenciamento do serviço ativo. III – se o voluntário for portador de moléstia que o incapacite para o serviço e que haja escapado à observação da Junta Policial-Militar de Saúde. se efetua: I – a pedido. § 3° – O servidor militar licenciado não tem direito a qualquer remuneração e terá sua situação militar definida pela Lei do Serviço Militar. serão imediatamente licenciados “ex-officio”. § 2° – O licenciamento “ex-officio” se dará: I – por conclusão de tempo de serviço. de mobilização ou de calamidade pública. III – incidirem nos casos que motivaram julgamento por Conselho de Disciplina e neste forem considerados culpados. III – a bem da disciplina. em sentença transitada em julgado. b) aos Alunos-Oficiais ou às Praças com estabilidade assegurada: I – sobre as quais houver pronunciado tal sentença o Conselho Permanente de Justiça.

a data de publicação do respectivo ato no Diário Oficial do Estado. ao ser oficialmente declarada desertora. DO FALECIMENTO E DO EXTRAVIO Art. catástrofe. a seguir. no Diário Oficial do Estado. a partir da data em que o mesmo foi oficialmente considerado extraviado. a partir da data da ocorrência do óbito. será submetido a inspeção de saúde e. por decisão do Comandante-Geral da Brigada Militar. o extravio ou o desaparecimento do servidor militar da ativa será considerado como falecimento. 135 – A deserção do servidor militar acarreta a interrupção do serviço policial-militar. § 2° – Em caso de naufrágio. para fins deste artigo. Parágrafo único – O servidor militar reaparecido será submetido a Conselho de Justificação ou a Conselho de Disciplina. 137 – O extravio do servidor militar da ativa acarreta interrupção do serviço policial-militar com o conseqüente afastamento temporário do serviço ativo. para fins deste Estatuto. sinistro aéreo. § 1° – O desligamento do serviço ativo será feito seis meses após a agregação por motivo de extravio. DA DESERÇÃO Art. tão logo sejam esgotados os prazos máximos de possível sobrevivência ou se dêem por encerradas as providências de salvamento. 136 – O falecimento do servidor militar da ativa acarreta interrupção do serviço policial-militar. § 1° – Considera-se como data de inclusão ou nomeação. DO TEMPO DE SERVIÇO Art. das Praças com estabilidade. já desligado do serviço ativo. Art. se julgado apto. resulta em sua reinclusão e nova agregação. agregado para se ver processar e. calamidade pública ou outros acidentes oficialmente reconhecidos. § 4° – A reinclusão em definitivo do servidor militar de que trata o parágrafo anterior dependerá de sentença do Conselho de Justiça. § 2° – O servidor militar reincluído recomeça a contar tempo de serviço na data de publicação. com o conseqüente desligamento ou exclusão do serviço ativo. § l° – A demissão do Oficial ou exclusão da Praça com estabilidade processar-se-á após um ano de agregação. na hipótese de ser julgado incapaz. 139 – Os servidores militares começam a contar tempo de serviço na Brigada Militar a partir da data de sua inclusão ou nomeação para o posto ou graduação. se assim julgar necessário. do ato concernente a sua reinclusão. se não houver captura ou apresentação voluntária antes do término desse prazo. § 3° – O servidor militar desertor que for capturado ou que se apresentar voluntariamente depois de haver sido demitido ou excluído. Parágrafo único – A Praça excluída a bem da disciplina não terá direito a qualquer remuneração ou indenização e sua situação militar será definida pela Lei do Serviço Militar. Art. nem das pensões decorrentes de sentença judicial. 134 – A exclusão da Praça a bem da disciplina acarreta a perda do seu grau hierárquico e não a isenta das indenizações dos prejuízos causados à Fazenda Estadual ou a terceiros. Art. a sua situação será regulada na legislação específica. § 2° – A Praça sem estabilidade assegurada será automaticamente excluída. se a exclusão for conseqüência de ter sido julgado culpado em Conselho de Disciplina. em processo regular. reincluído no serviço ativo e. Art. .b) por decisão do Comandante-Geral da Brigada Militar. com a conseqüente demissão “ex-officio” para o Oficial ou exclusão do serviço ativo para a Praça. a bem da disciplina. enquanto se apuram as causas que deram origem ao seu afastamento. 138 – O reaparecimento do servidor militar extraviado ou desaparecido. 133 – Compete ao Comandante-Geral da Brigada Militar o ato de exclusão.

também. como incêndio. II – passado em licença. de 30 de dezembro de 1976. ou graduação. contínuo ou não. mesmo que tal espaço de tempo seja parcelado. IV – decorrido em cumprimento de pena de suspensão do exercício do posto. nessa situação. 141 – Tempo de efetivo serviço é o espaço de tempo computado dia a dia entre a inclusão ou nomeação e a data limite estabelecida para contagem ou data do desligamento do serviço ativo. nomeação ou reinclusão na Brigada Militar. faltarem dados para contagem de tempo de serviço. acrescido do tempo de serviço de que trata a Lei Estadual n. 144 – O tempo de serviço passado pelo servidor militar no exercício de atividades decorrentes ou dependentes de operações de guerra será regulado em legislação específica. desde que não tenha sido concedida suspensão condicional da pena. de 15 de janeiro de 1971. § l° – Será. Art. de acordo com os elementos disponíveis. para tratar de interesse particular. III – passado como desertor. naufrágio. ou parte dela. § 3° – Ao tempo de efetivo serviço. após as investigações que couberem. VI – decorrido após completada a idade limite de permanência no serviço ativo da força. 142 – “Anos de serviço” é a expressão que designa o tempo de efetivo serviço a que se refere o artigo anterior. caberá ao Comandante-Geral arbitrar o tempo a ser computado. em licença para tratamento de saúde de pessoa da família. cargo.§ 3° – Quando. § 3° – Não é computável. Art. em gozo de licença especial. ou de moléstia adquirida no exercício de qualquer função policial-militar. será computado como se ele o tivesse passado no exercício daquelas funções. de que trata este artigo. § l° – Os acréscimos a que se refere o inciso I serão computados somente no momento da passagem do servidor militar à situação de inatividade. apurados e totalizados em dias. computado como tempo de efetivo serviço o tempo passado dia a dia. Art. por sentença passado em julgado. os períodos em que o servidor militar estiver afastado do exercício de suas funções. ou função por sentença passada em julgado. § 2° – Não serão deduzidos do tempo de efetivo serviço. inundação ou outras calamidades. além dos afastamentos previstos no artigo 66. estadual ou municipal prestado pelo servidor militar anteriormente a sua inclusão. II – tempo relativo a cada licença-especial. Art. no exercício de funções servidores militares na forma do artigo 112. em conseqüência de ferimentos recebidos em acidente quando em serviço. será aplicado o divisor trezentos e sessenta e cinco. matrícula. para efeito algum. será feita a distinção entre: I – tempo de serviço efetivo. com os seguintes acréscimos: I – tempo de serviço público federal. na manutenção da ordem pública. § 4° – As restrições constantes dos §§ l° e 2° do presente artigo não prejudicarão a vigência dos artigos 15 a 17 da Lei n° 6. . 143 – O tempo que o servidor militar vier a passar afastado do exercício de suas funções. V – decorrido em cumprimento de pena restrita da liberdade. Art. sinistro aéreo. não gozada. pelo servidor militar da reserva convocado ou mobilizado.196. nas Organizações Policiais-Militares. VII – decorrido após a data em que for julgado incapaz definitivamente para o serviço ativo. II – anos de serviço. o tempo: I – que ultrapassar de um ano. para todos os efeitos legais. por motivo de força maior oficialmente reconhecido.° 7057. inclusive quanto à percepção definitiva de gratificação de tempo de serviço. § 2° – Os acréscimos a que se refere o item II serão computados somente no momento da passagem do servidor militar a situação de inatividade e. 140 – Na apuração de tempo de serviço policial-militar. para a correspondente obtenção dos anos de efetivo serviço. contado em dobro. para cada caso particular.

151 – As dispensas do serviço são autorizações concedidas aos servidores militares para afastamento total do serviço. sem remuneração e sem a contagem de tempo de serviço. será de dois anos. 148 – O servidor militar estável terá direito à licença. podendo ser renovada a cada dois anos. em caráter temporário. independentemente de solicitação própria. como engajados ou reengajados. DAS RECOMPENSAS E DAS DISPENSAS DO SERVIÇO Art. nem com tempo de serviço computável após a inclusão em Organização Policial-Militar ou órgão de formação de Polícia-Militar ou a nomeação para posto da Brigada Militar. II – em decorrência de prescrição médica. . poderá. devidamente instruído. para os possuidores de curso universitário. ser concedida prorrogação desse tempo. Art. d) dispensa do serviço. Parágrafo único – O tempo de serviço policial-militar inicial. será a do desligamento do serviço ativo. DA PRORROGAÇÃO DO SERVIÇO POLICIAL-MILITAR Art. 146 – A data-limite estabelecida para o final de contagem dos anos de serviço. louvores. desde que requeiram. 153 – Às Praças que concluírem o tempo de serviço a que estiverem obrigadas. para fins de passagem para a inatividade. estadual. § 1° – São recompensas aos servidores militares: a) prêmios de Honra ao Mérito. c) elogios. Art. nem com os acréscimos de tempo. municipal ou passado em administração indireta. 145 – O tempo de serviço dos servidores militares beneficiados por anistia será contado conforme estabelecer o ato legal que a conceder. 149 – A licença será concedida mediante pedido do servidor militar. 150 – As recompensas constituem reconhecimento de bons serviços prestados pelos servidores militares. 152 – As dispensas do serviço podem ser concedidas aos servidores militares: I – como recompensa. Art. 147 – Na contagem dos anos de serviço não poderá ser computada qualquer superposição entre si dos tempos de serviço público federal. b) condecorações por serviços prestados. bem como os de engajamento e de reengajamento. Art. referências elogiosas. para o exterior ou para o exercício de mandato eletivo dos Poderes Executivo e Legislativo federal. para acompanhar o cônjuge. quando este for transferido. DA LICENÇA PARA ACOMPANHAR O CÔNJUGE Art. Art. uma ou mais vezes. § 2° – As recompensas serão concedidas de acordo com as normas estabelecidas nas leis e nos regulamentos da Brigada Militar. para outro ponto do Estado ou do Território Nacional.Art. segundo as conveniências da Corporação e de acordo com a legislação pertinente. Parágrafo único – As dispensas de serviço serão concedidas com remuneração correspondente ao cargo ou função e computadas como tempo de efetivo serviço. estadual ou municipal.

160 – Os servidores militares inativados na forma prevista pelo artigo 167. o Conselho de Justificação (Lei n° 5. Honra e Sinais de Respeito das Forças Armadas (R/2). Art. 163 – Revogam-se as disposições em contrário. em especial a Lei n° 7. . Governador do Estado. para si e seus dependentes. passando. em Porto Alegre. o servidor militar mudar a sede do seu domicílio. 159 – Aplicam-se aos servidores militares. por necessidade do serviço. 158 – Não se aplicam as disposições deste Estatuto ao pessoal civil em serviço na Brigada Militar. por parte de organizações civis. as disposições do Estatuto e Regime Jurídico Único dos Servidores Públicos Civis do Estado do Rio Grande do Sul. o Regulamento de Continências. Art. 155 – É vedado o uso. terá assegurado o direito de transferência e matrícula. § 1°. à condição de adido ou posto à disposição de qualquer órgão do serviço público estadual. de acordo com a tabela de distribuição elaborada pela Brigada Militar. nos casos omissos na presente Lei. de 30 de janeiro de 1978. excetuadas as associações. sem prejuízo de qualquer dos seus direitos. Parágrafo único – Quando. sendo servidor estadual. Art. o Regulamento de Correspondência do Exército. 156 – Aplicam-se à Brigada Militar.138. mantendo-se inalterado o cálculo dos respectivos proventos.138. de 30 de janeiro de 1978. PALÁCIO PIRATINI.DAS DISPOSIÇÕES FINAIS E TRANSITÓRIAS Art. se necessário. (DOE de 19/08/97) ANTÔNIO BRITTO. que congreguem membros da Brigada Militar. será. de designações que possam sugerir a sua vinculação à Brigada Militar. 161 – As Praças terão direito ao fardamento de serviço por conta do Estado. são considerados promovidos ao grau hierárquico imediato. Art. clubes. círculos e outros. Art.836/72) e o Conselho de Disciplina (Decreto federal n° 71. Art. Art. independente de vaga e em qualquer grau.500/72). 18 de agosto de 1997. 162 – Esta lei entra em vigor no primeiro dia do mês seguinte ao de sua publicação. 154 – A assistência religiosa aos servidores militares será regulada em lei específica. II e III da Lei n° 7. Art. o Regulamento de Administração do Exército (R/3). no que couberem. 157 – O cônjuge do servidor militar. para qualquer estabelecimento de ensino do Estado. o Regulamento Interno e dos Serviços Gerais do Exército (R/1). incisos I. Art. removido ou designado para a sede do município onde servir o servidor militar. se o requerer.

DECRETA: Art. até 31 de dezembro do ano da inscrição. DE 08 DE JULHO DE 1997. o candidato. c) ser solteiro e não possuir encargos de família. V – não estar respondendo a processo criminal. “f” e “g” do inciso I. 1º – O ingresso na Brigada Militar será efetuado com observância do que dispõe o Estatuto dos Policiais Militares do Estado e do estabelecido no presente Decreto. da Constituição do Estado. as condições específicas estabelecidas nas letras “b”. deverá apresentar as seguintes condições gerais: I – possuir ilibada conduta pública e privada. o candidato. e) possuir o 2º grau completo ou equivalente. “d”. deverá ter sido licenciado. idade inferior a 23 (vinte e três) anos. inciso V. h) ter. da Qualificação Policial-Militar Geral: a) satisfazer. quadros ou qualificações. são exigidas também. 2º – O candidato a ingresso nos quadros da Brigada Militar. II – estar quite com as obrigações eleitorais e militares. nomeação ou matrícula nos cursos da Brigada Militar.65m (um metro e sessenta e cinco centímetros). as seguintes condições específicas: I – Curso de Formação de Oficiais do Quadro de Oficiais de Polícia. Parágrafo único – Quando se tratar de candidato reservista das Forças Armadas. de acordo com a legislação de ensino em vigor. Art. II – Curso de Formação de Sargentos da Qualificação Policial Militar Geral: a) satisfazer. b) ser do sexo masculino. g) não ter sido desligado de Estabelecimento de Ensino Militar ou Policial-Militar por motivo disciplinar. no comportamento “bom”. para ingresso na Brigada Militar com destino a cursos. Dispõe sobre as condições gerais e específicas para ingresso voluntário na Brigada Militar. “f” e “g” do inciso I. “e”. psicológico e intelectual. d) possuir altura mínima de 1. no uso da atribuição que lhe confere o artigo 82.536. Art. . “d”. no mínimo.LEGISLAÇÃO COMPLEMENTAR DECRETO Nº 37. f) não ter sido dispensado de incorporação das Forças Armadas por motivo considerado também incompatível com as exigências para o curso. as condições específicas estabelecidas nas letras “b”. III – Curso de Formação de Soldado PM. VII – ter obtido aprovação nos exames de saúde. III – não figurar como indiciado em inquérito policial militar. 3º – Além das condições gerais previstas no artigo anterior. O GOVERNADOR DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL. medida de segurança ou qualquer condenação incompatível com a função policial militar. físico. exigidos para inclusão.Militar: a) ser brasileiro nato. “e”. VI – não ter sido isentado do serviço militar por incapacidade física definitiva. IV – não ter sofrido condenação criminal com pena privativa de liberdade.

é uma Instituição permanente e regular. a manutenção da ordem pública e o exercício dos poderes constituídos. à Secretaria de Estado responsável pela Segurança Pública no Estado do Rio Grande do Sul. 3° – Compete à Brigada Militar: I – executar. no momento da inclusão. a candidata. que a Assembléia Legislativa aprovou e eu sanciono e promulgo a Lei seguinte: Art. no mínimo. O GOVERNADOR DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL. as condições das letras “c”. b) satisfazer. da Constituição do Estado. 2º – A Brigada Militar vincula-se. . 5º – Este Decreto entra em vigor na data de sua publicação. Art. organizada com base na hierarquia e na disciplina. “c” e “d” do inciso IV. onde se presuma ser possível a perturbação da ordem pública. II – atuar preventivamente. para o Curso de Formação de Soldado PM.b) possuir Carteira Nacional de Habilitação que lhe permita conduzir veículo automotor. b) ser brasileira nata. Art. quando do sexo feminino. 1° – A Brigada Militar. inciso IV. até a data da inscrição para ingresso na Brigada Militar. c) ter. em Porto Alegre. 4º – Compete ao Comandante-Geral da Brigada Militar baixar normas complementares a estas disposições. DE 18 DE AGOSTO DE 1997. ressalvada a competência das Forças Armadas. V – Quadro de Oficiais de Saúde: a) observar as disposições aplicáveis do Decreto nº 30. Faço saber.991. em cumprimento ao disposto no artigo 82. a polícia ostensiva. como força de dissuasão. idade inferior a 28 anos. (DOE de DE 09/07/97) LEI Nº 10. o candidato. Polícia Militar do Estado do Rio Grande do Sul. IV – Cursos de Formação dos Quadros Especiais de Polícia-Militar Feminina: a) ser do sexo feminino. a idade de 25 anos. na categoria “B”.60m (um metro e sessenta centímetros). VICENTE BOGO. administrativa e operacionalmente. 6º – Revogam-se as disposições em contrário. as condições específicas estabelecidas nas letras “b”. e as letras “b” e “c” do inciso III. d) ter altura mínima de 1. destinada à preservação da ordem pública e à incolumidade das pessoas e do patrimônio. condição exigida das candidatas ao oficialato. Art. até a data da inscrição no concurso.512. c) satisfazer. planejada pela autoridade policial-militar competente. a fim de assegurar o cumprimento da lei. Art. Governador do Estado em exercício. em locais ou área específicas. Dispõe sobre a Organização Básica da Brigada Militar do Estado e dá outras providências. c) ter. classificada. PALÁCIO PIRATINI. “g” e “h” do inciso I para o Curso de Formação de Oficiais. Art. 08 de julho de 1997. e) possuir o 2º grau completo ou equivalente. com exclusividade. de 29 de dezembro de 1981.

atribuições.97. com os poderes e deveres inerentes à função. compete as atividades administrativo-operacionais indispensáveis ao cumprimento das finalidades da Instituição. X – desempenhar outras atribuições previstas em lei. Art. 7° – O Comando-Geral compreende: I – o Comandante-Geral. III – OPM de Ensino. e as Praças em comando de fração destacada. VI – OPM Especiais. é a autoridade primeira da Instituição. (Inciso V do art. efetivo. Oficial do último Posto da carreira do Quadro de Oficiais de EstadoMaior – QOEM. de Apoio e de Execução. os Oficiais. 6° – O Comandante-Geral. nível. V – OPM de Saúde. VI – a Ajudância Geral. IV – o Estado Maior. estrutura. II – o Subcomandante-Geral. 5° – Os OPM têm criação.III – atuar repressivamente. § 4º – Os órgãos de Polícia Militar (OPM) compreendem: I – OPM de Polícia Ostensiva. II – OPM de Bombeiros. extinção. 4° – A Brigada Militar estrutura-se em órgãos de Direção. compete a administração da Instituição. organização. VII – fiscalizar e controlar os serviços civis auxiliares de combate a incêndio. III – o Conselho Superior. no desempenho de atividade policial-militar no âmbito de suas circunscrições territoriais.3º retificado no DOE de 27. a direção. Art. e VIII – a Comissão de Avaliação e Mérito Art. competindo-lhe a sua administração. IV – OPM de Logística. V – a Corregedoria-Geral. Art.08. subordinação e grau de comando fixados considerando-se os indicadores de segurança pública da respectiva circunscrição territorial e os indicadores específicos da Instituição. VIII – realizar os serviços de busca e resgate aéreo. em caso de perturbação da ordem pública e no gerenciamento técnico de situações de alto risco. que são os órgãos de Execução da Brigada Militar. II – a Presidência da Comissão de Avaliação e Mérito. 8° – O Comandante-Geral é indicado pelo Secretário de Estado responsável pelos assuntos de segurança pública e nomeado pelo Chefe do Poder Executivo Estadual. aquático e terrestre no Estado. . que são os órgãos de Apoio da Brigada Militar. o controle e a execução das diretrizes emanadas do comando da Instituição. já inserida no texto) VI – executar o serviço de prevenção e combate a incêndio. IX – executar as atividades de defesa civil no Estado. compete o planejamento. III – a Direção do Conselho Superior. IV – exercer atividades de investigação criminal militar. Art. § 3° – Aos Comandos Regionais e aos órgãos de Polícia Militar (OPM). § 2° – Aos Departamentos. VII – o Gabinete do Comandante-Geral. competindo-lhe: I – a Coordenação geral das atividades da Instituição. que é o órgão de Direção Geral da Brigada Militar. § 1° – Ao Comando-Geral. Parágrafo único – São autoridades policiais-militares o Comandante-Geral da Brigada Militar. V – atuar na fiscalização e controle dos serviços de vigilância particular no Estado.

10 – Ao Conselho Superior. Art. é composto por: I – Chefia. ouvido o Comandante-Geral. que atendam às necessidades da segurança pública. 15 – A Ajudância-Geral tem a seu cargo os serviços administrativos do Quartel do Comando-Geral e o atendimento de suas necessidades em pessoal e material. Art. II – exercer a apuração de responsabilidade criminal. exames. patrimônio. e II – coordenar. conforme a respectiva circunscrição territorial de atuação. Art. ao qual compete o assessoramento direto ao ComandanteGeral. Parágrafo único – O Subcomandante-Geral será indicado pelo Secretário de Estado responsável pelos assuntos de segurança pública. administração financeiro-contábil. 13 – Ao Chefe do Estado Maior compete: I – assessorar o Comandante-Geral. compete o estudo e o planejamento estratégico da Instituição. em razão do efetivo e da sua destinação. IV – avaliar. Art. III – fiscalizar as atividades dos órgãos e servidores da Brigada Militar. III – Secretaria Executiva. os elementos coligidos sobre o estágio probatório de integrantes da carreira de Servidor-Militar. podem receber denominações diferenciadas. pareceres técnicos e informações indispensáveis ao bom desempenho de sua função. 12 – O Estado Maior da Brigada Militar estrutura-se em: I – chefia. 16 – O Gabinete do Comandante-Geral. 18 – Os Comandos Regionais. constituído pelos Coronéis da ativa em exercício na Instituição. de acordo com as necessidades da Instituição. escalões intermediários de Comando. compete o controle. § 1°– Os Comandos Regionais. informática e outras. de qualquer autoridade. avaliação e processamento das promoções. § 2°– Os Comandos Regionais podem ser dotados de Centro de Operações Policiais Militares. instrução e pesquisa. competindo-lhe igualmente as funções de assessorá-lo no cumprimento das atividades da Brigada Militar. do ComandanteGeral da Corporação. diretamente subordinada ao Comandante-Geral é o órgão de disciplina. órgão de assessoramento permanente do Comandante-Geral nos assuntos relativos às carreiras de Oficiais e Praças da Instituição. 19 – Os Departamentos organizam. 17 – À Comissão de Avaliação e Mérito. administrativa ou disciplinar. Parágrafo único – Compete à Corregedoria-Geral: I – cumprir atividades que lhe sejam atribuídas pelo Comandante-Geral. II – Assessorias. cabe o assessoramento em assuntos de interesse da Corporação.Art. 14 – A Corregedoria-Geral. saúde. 9º – O Subcomandante-Geral é o substituto. dirigir e controlar os trabalhos do Estado Maior. Art. 11 – Ao Estado-Maior da Brigada Militar. órgão de assessoramento do Comando-Geral. compreendendo: . e nomeado pelo Governador do Estado. diligências. Art. realizando inspeções e correições e sugerindo as medidas necessárias ou recomendáveis para a racionalização e eficiência dos serviços. Art. para encaminhamento posterior ao Comandante-Geral. logística. nos seus impedimentos eventuais. Art. e II – seções. e VI – elaborar o regulamento do estágio probatório dos servidores-militares. certidões. são os responsáveis em suas respectivas circunscrições territoriais pelas atividades administrativo-operacionais dos OPM que lhe são subordinados. Art. sob a forma de sistemas. as atividades de ensino. V – requisitar. orientação e fiscalização das atividades funcionais e da conduta dos servidores da Instituição. pessoal. Art.

em cumprimento ao disposto no artigo 82. órgão de planejamento. III – Departamento de Saúde. fiscalização. manutenção e a contratação de todos os serviços. nesta ordem de hierarquia. controle. Art. 1º – Os Quadros de Organização da Brigada Militar e as carreiras dos Oficiais e Praças passam a observar os preceitos estatuídos na presente Lei. distribuição. Major.I – Departamento de Ensino. em especial a Lei nº 7. de Subcomandante-Geral. competindo-lhe a aquisição. com competências a serem discriminadas em regimento interno. Dispõe sobre a carreira dos Servidores Militares do Estado do Rio Grande do Sul e dá outras providências. Art. de que trata o “caput” deste artigo. que a Assembléia Legislativa aprovou e eu sanciono e promulgo a Lei seguinte: Art.556. Art. controle e fiscalização dos sistemas informatizados da Instituição.992. órgão de planejamento. PALÁCIO PIRATINI. Art. de Chefe do Estado-Maior. 2º – Fica instituída a carreira dos Servidores Militares Estaduais de Nível Superior. IV – Departamento Administrativo. Tenente-Coronel e Coronel. ANTÔNIO BRITTO.08. em Porto Alegre. de Corregedor-Geral e de Diretores dos Departamentos são privativas do posto de Coronel do QOEM. Faço saber. DE 18 DE AGOSTO DE 1997. Art. órgão de planejamento. O GOVERNADOR DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL. controle e fiscalização dos bens patrimoniais afetos à Instituição. auditoria e execução das atividades financeiro-orçamentário-contábeis do pessoal. 18 de agosto de 1997. 23 – Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação. a contar de sua vigência. estruturada através do Quadro de Oficiais de Estado Maior – QOEM e do Quadro de Oficiais Especialistas em Saúde – QOES. controle e fiscalização das atividades de saúde da Instituição. inciso IV. controle e fiscalização das atividades de ensino. (DOE 19. seção e setor. 24 – Revogam-se as disposições em contrário. § 1° – A função de Diretor do Departamento de Saúde será exercida por um Coronel do Quadro de Oficiais Especialistas em Saúde – QOES. Governador do Estado. . II – Departamento de Logística e Patrimônio. de 20 de novembro de 1981.97) LEI COMPLEMENTAR Nº 10. V – Departamento de Informática. § 2° – VETADO Art. 22 – O Poder Executivo regulamentará a presente Lei no que couber. da Constituição do Estado. § 1º – A carreira dos Quadros de Oficiais. no prazo de 90 (noventa) dias. órgão de planejamento. é constituída dos postos de Capitão. instrução e pesquisa. 20 – As funções de Comandante-Geral. 21 – Os Departamentos da Brigada Militar poderão dividir-se em divisão. órgão de planejamento.

ficam incorporados à carreira do QOEM. até a sua extinção. com aprovação. § 1º – O ingresso no Curso Superior de Polícia Militar dar-se-á mediante concurso público de provas e títulos com exigência de diplomação no Curso de Ciências Jurídicas e Sociais. o ocupante do posto de Capitão deverá ter prestado serviços em órgão de execução por um período. . o Curso Avançado de Administração Policial Militar – CAAPM. § 5º – O Curso Superior de Formação de Oficiais da Brigada Militar (CSFO/BM). três anos e ter concluído. pelos Cursos previstos nos parágrafos 1º e 2º deste artigo. no mínimo. cursados pelos integrantes do Quadro de Oficiais de Polícia Militar – QOPM. Major. aos novos Quadros por ela criados. previstos na Lei nº 9. são equivalentes e substituídos. § 3º – O Curso de Aperfeiçoamento de Oficiais e o Curso Superior de Polícia Militar. e os atuais postos de Primeiro e Segundo-Tenentes do QOS passam também a constituir o Quadro Especial de Oficiais de Saúde da Brigada Militar em Extinção – QEOSBMEx. § 1º – Para a promoção ao posto de Major. mediante concurso público de provas e títulos e conclusão. Art. com vigência anterior a esta Lei. cujo prazo de duração não excederá a dois anos. da atual carreira do Quadro de Oficiais de Saúde – QOS. enquanto não forem promovidos ao posto de Capitão os integrantes dos Quadros Especiais previstos no parágrafo anterior. 3º – O ingresso no QOEM dar-se-á no posto de Capitão. com vigência anterior a esta Lei. previstos no § 1º do artigo anterior. § 2º – Não haverá ingressos no posto inicial da carreira do QOEM e do QOES. do Curso de Especialização em Políticas e Gestão de Segurança Pública – CEPGSP. 7º – Os integrantes do QOPM. exige a conclusão. sendo exigido diploma de nível superior na respectiva área da saúde. bem como os integrantes dos Quadros Especiais em extinção. de 20 de outubro de 1992. decorrentes da conclusão dos Cursos instituídos nos artigos 3º e 4º desta Lei. § 3º – A incorporação dos Oficiais oriundos dos Quadros extintos por esta Lei. § 2º – O acesso à promoção ao posto de Coronel. igualmente previstos na mencionada Lei. através de aprovação no Curso Superior de Polícia Militar. enquanto estiverem freqüentando o Curso Superior de Polícia Militar. por ocasião da formatura no respectivo Curso Superior de Formação de Oficiais – CSFO. Art. de 20 de outubro de 1992. § 1º – Os atuais postos de Primeiro e Segundo-Tenentes do QOPM e do QEOPMFem passam a constituir o Quadro Especial de Oficiais da Brigada Militar em Extinção – QEOBMEx. previstos na Lei nº 9. têm assegurado o direito à ascensão hierárquica. sendo que estes postos serão extintos à medida que vagarem os respectivos cargos. Art.741. passam a integrar a carreira do QOES. com ingresso até a data de vigência desta Lei. far-se-á de acordo com as respectivas antigüidades e na ordem de precedência que entre si detinham seus integrantes. após concluída a formação específica. Art. do Curso Básico de Oficiais de Saúde – CBOS.741. mediante ato do Governador do Estado.§ 2º – A inclusão no quadro de acesso para a promoção ao posto de Coronel poderá ser recusada pelo servidor. 4º – O ingresso no QOES dar-se-á no posto de Capitão. com aprovação. 5º – A ascensão funcional nos postos do QOEM e do QOES ocorrerá após decorrido o interstício mínimo de oito anos de efetivo serviço em cada posto imediatamente anterior ao correspondente à promoção. Art. serão considerados Alunos-Oficiais. independentemente do interstício e tempo de serviço em órgão de execução previstos no artigo 5º desta Lei. é equivalente e substituído pelo Curso Superior de Polícia Militar. por ato do Governador do Estado. consecutivo ou não. por ato do Governador do Estado. aplicando-se-lhes o Estatuto dos Servidores Militares do Estado do Rio Grande do Sul e o Regulamento de Promoções. Tenente-Coronel e Coronel da atual carreira do Quadro de Oficiais de Polícia Militar – QOPM e o posto de Capitão da atual carreira do Quadro Especial de Oficiais de Polícia Militar Feminina – QEOPMFem. § 2º – Os aprovados no concurso público de que trata o parágrafo anterior. respectivamente. nos Quadros de origem. § 4º – Os atuais Alunos-Oficiais. assim como os postos mencionados neste artigo. de. pelo ocupante do posto de Tenente-Coronel. 6º – Os postos de Capitão. do QEOPMFem e do QOS. com aprovação. serão declarados Segundo-Tenentes do QEOBMEx.

15 – A inclusão em quadro de acesso para as promoções na carreira instituída no artigo 11 poderá ser recusada pelo servidor. (Art. a partir da edição desta Lei. em ordem sucessiva. o servidor militar que for mais antigo e o que apresentar melhor desempenho. na forma da legislação pertinente. serão extintos à medida que vagarem os respectivos cargos. instrução e treinamento. 8º – O Oficial do Quadro de Oficiais de Estado Maior – QOEM exerce o Comando. para o provimento referido no parágrafo anterior.741. Art. Art.741. Art. § 2° – Em caso de empate. a graduação de TerceiroSargento entrará em extinção. de 20 de outubro de 1992. 13 – As Qualificações Policiais-Militares a que se refere o artigo anterior. os cargos do Quadro de Primeiro-Tenentes de Polícia Militar – QTPM. Segundo Sargento e Primeiro Sargento. terá preferência. na área afeta à Brigada Militar. criado por esta Lei. na forma regulamentar. a qual possibilitará o acesso ao grau hierárquico de Primeiro-Tenente. preservado o disposto no § 4º do artigo anterior. de 20 de outubro de 1992. à medida que vagarem os respectivos cargos. mediante a formação em serviço dos atuais Soldados e Cabos que contarem com mais de 20 (vinte) anos de serviço militar e tiverem classificação. 9º – O Oficial do Quadro de Oficiais Especialistas em Saúde – QOES atuará nas atividades de saúde da Instituição. previstos na Lei nº 9. ficam extintas. 10 – Os Quadros de Oficiais de Administração (QOA) e de Oficiais Especialistas (QOE). Chefia ou Direção dos órgãos administrativos de média e alta complexidade da estrutura organizacional da Corporação e das médias e grandes frações de tropa de atividade operacional. 16 – As graduações de Cabo e Subtenente. no comportamento “Bom”. a direção e a execução das atividades de ensino. . Art. no mínimo. em igual número. revertendo os cargos. integram o total do efetivo fixado para a graduação de Soldado. para a graduação de Soldado. à medida em que vagarem. § 6° – Não havendo mais candidatos passíveis de formação em serviço. Art. após a aprovação em concurso público e no Curso Básico de Formação Policial-Militar – CBFPM. bem como o planejamento. por posto e graduações. composta. 14 – O ingresso nas Qualificações Policiais-Militares dar-se-á na graduação de Soldado de 1ª classe. pesquisa. respeitado o efetivo para ela fixado na Lei citada. a pedido. incumbindo-lhe o planejamento. voltadas ao desenvolvimento da segurança pública. II – Qualificação Policial-Militar 2 (QPM–2): Praças Bombeiros. poderão ser providos. a coordenação e o controle das atividades a seu nível. 12 – As Qualificações Policiais-Militares (QPM) da Brigada Militar passam a ser as seguintes: I – Qualificação Policial-Militar 1 (QPM–1): Praças de Polícia Ostensiva. § 3° – O provimento das vagas previstas conforme o parágrafo 1° dar-se-á mediante autorização do Chefe do Poder Executivo. Art. conforme os parágrafos anteriores. são constituídas pelas graduações de Soldado de 1ª classe. ficando assegurado aos seus atuais integrantes a ascensão hierárquica.Parágrafo único – À medida que vagarem os cargos dos postos de Primeiro-Tenente do QEOBMEx. alterado p/LC nº 11. § 5° – As vagas preenchidas na graduação de Terceiro-Sargento. § 1° – A graduação de Terceiro-Sargento será provida. previstas na Lei nº 9. de acordo com as suas peculiaridades. Art.170/98. integrada pelo Quadro de Primeiro-Tenentes de Polícia Militar – QTPM e pelas Qualificações Policiais-Militares – QPM – para Praças. por ato do Comandante-Geral da Brigada Militar. ou da reforma. 11 – Fica instituída a carreira dos Servidores Militares Estaduais de Nível Médio. com exigência da escolaridade de 2º Grau do ensino médio. Art. ouvido o Secretário de Estado da Justiça e da Segurança. § 4° – Aos servidores militares beneficiados pelo parágrafo 1° deste artigo não se aplica a regra de promoção à graduação imediatamente superior quando da transferência para a reserva remunerada. respectivamente. aplicando-lhes as disposições do artigo anterior.14. já inserido no texto) Art.

a ordem de antigüidade na graduação e a ordem de precedência que seus integrantes detinham nas Qualificações extintas. Art. Art. Art. § 4º – As especialidades de interesse da Brigada Militar. Art. dos quais pelo menos quatro anos em serviço em órgãos de execução. Art. Habilitação e Aperfeiçoamento instituídos para Oficiais e Praças anteriormente à vigência desta Lei. com aprovação. 22 – Ficam extintas as Qualificações Policiais Militares Gerais e Particulares e a Qualificação Especial de Praças de Polícia Militar Feminina. assim como auxiliar nas tarefas de planejamento. as graduações de Terceiro-Sargento. 26 – Os períodos de tempo de serviço prestados em órgãos de execução. 28 – As despesas decorrentes da aplicação desta Lei correrão à conta de dotações orçamentárias próprias. o Curso Técnico em Segurança Pública – CTSP. Art. Art. Parágrafo único – O Curso de Formação de Sargentos. Art. 21 – Ao Curso Básico de Administração Policial Militar concorrerão os Subtenentes e PrimeiroSargentos que tenham concluído. serão exigidos em sua plenitude a partir de três anos da data de vigência desta Lei. 18 – As promoções ao posto e às graduações da carreira instituída no artigo 11 terão interstício mínimo de cinco anos. 23 – Fica extinta a graduação de Aspirantes-a-Oficial. mediante proposta do Comandante-Geral da Brigada Militar ao Secretário de Estado responsável pelos assuntos da segurança pública. 20 – Os Servidores Militares Estaduais de Nível Médio são. § 3º – As fusões das extintas Qualificações Policiais-Militares. 25 – Ficam mantidos os padrões remuneratórios dos cargos correspondentes aos postos e graduações extintos por esta Lei. instituídas pela Lei nº 9. o Curso Técnico em Segurança Pública – CTSP. desde que já se tenham extinguido. 17 – Poderão concorrer às promoções à graduação de Segundo-Sargento os Cabos e Soldados que tiverem sido incluídos na Brigada Militar anteriormente à vigência desta Lei e que tenham concluído. 19 – A promoção dos concludentes do Curso Básico de Administração Policial Militar – CBAPM ao posto de Primeiro Tenente do Quadro de Tenentes de Polícia Militar – QTPM dar-se-á por ato do Governador do Estado. . previstos nesta Lei.Art. Art. com vistas à formação das Qualificações criadas por esta Lei. 24 – Ficam extintos os Cursos de Formação. na forma regulamentar. executar a coordenação e o controle das atividades em seu nível. por excelência. § 2º – As Praças oriundas das extintas Qualificações Policiais-Militares Particulares (QPMP) da Qualificação Policial-Militar Geral-2 (QPMG–2) passam a integrar a Qualificação Policial-Militar 2 (QPM– 2). 27 – VETADO Art. por promoções. pesquisa. para a organização das novas escalas hierárquicas. serão criadas e reguladas por ato do Chefe do Poder Executivo. observarão. de 20 de outubro de 1992. Art. com aprovação. sobre os quais incidirá a política salarial do Estado. é equivalente e substituído pelo Curso previsto no “caput” deste artigo. § 1º – As Praças oriundas das extintas Qualificações Policiais-Militares Particulares (QPMP).741. exercidas por Praças. elementos de execução das atividades administrativas e operacionais. Art. 29 – Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação. da Qualificação Policial-Militar Geral-1 (QPMG–1) e da Qualificação Especial de Praças de Polícia-Militar Feminina (QEPPMFem) passam a integrar a Qualificação Policial-Militar 1 (QPM–1). podendo exercer o Comando e Chefia de órgãos administrativos de menor complexidade e das pequenas frações de tropa da atividade operacional da estrutura organizacional da Corporação. cursado anteriormente à vigência desta Lei. instrução e treinamento. e ainda auxiliar na execução das atividades de ensino.

– 06 Tenentes-Coronéis. da Constituição do Estado. ANTÔNIO BRITTO.993. – 19. 2º – O Quadro Especial a que se refere o parágrafo 1º do artigo 232 da Lei nº 7. – 17 Majores. – 659 Capitães.650 (trinta e três mil. – 89 Tenentes-Coronéis. entre Oficiais e Praças. 1º – O efetivo da Brigada Militar do Estado é fixado em 33. – 259 Majores.432 Soldados.Art. DE 18 DE AGOSTO DE 1997. de 1º de fevereiro de 1980.700 Terceiros-Sargentos. – 2. 18 de agosto de 1997. é constituído de quatro cargos de Coronel. seiscentos e cinqüenta) cargos de servidores militares. Art. – 300 Terceiros-Sargentos. Fixa o efetivo da Brigada Militar providências. – 3.08. c) Quadro de Tenentes de Polícia Militar (QTPM): – 760 Primeiros-Tenentes II – Praças: a) Especiais: – Até 200 Alunos-Oficiais b) De Polícia Ostensiva – Qualificação Policial-Militar 1 (QPM–1): – 2. c) Bombeiros – Qualificação Policial-Militar 2 (QPM–2): – 183 Primeiros-Sargentos.97) LEI Nº 10. Faço saber.609 Soldados. inciso IV. que a Assembléia Legislativa aprovou e eu sanciono e promulgo a Lei seguinte: Art. b) Quadro de Oficiais Especialistas em Saúde (QOES): – 02 Coronéis. – 103 Capitães. – 546 Segundos-Sargentos. escolhidos dentre os integrantes do Quadro de Oficiais de Estado-Maior e nomeados Juízes Militares para a composição do Tribunal Militar do Estado. 30 – Revogam-se as disposições em contrário. em Porto Alegre. do Estado e dá outras . Parágrafo único – O efetivo de Terceiro-Sargento reverterá à graduação de Soldado.443 Primeiros-Sargentos. O GOVERNADOR DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL.356. em cumprimento ao disposto no artigo 82. Governador do Estado. assim distribuídos: I – Oficiais: a) Quadro de Oficiais de Estado-Maior (QOEM): – 24 Coronéis. – 2. (DOE de 19. quando extinto em decorrência das disposições da Carreira dos Servidores Militares Estaduais.518 Segundos-Sargentos. PALÁCIO PIRATINI.

º 10. a Superintendência dos Serviços Penitenciários – SUSEPE e o Instituto-Geral de Perícias. total ou parcial. Estabelece benefício ao servidor integrante dos órgãos operacionais da Secretaria da Justiça e da Segurança. em 2001.996. 18 de agosto de 1997. para os efeitos desta Lei. ou morte”. e os respectivos totais serão fixados anualmente por ato do Comandante-Geral da Brigada Militar. § 2º – Quando o percentual mínimo de provimento de vagas corresponder à fração do respectivo posto ou graduação. 6º – As despesas decorrentes da execução da presente Lei correrão à conta de dotações orçamentárias próprias. 8º – Revogam-se as disposições em contrário. em Porto Alegre. em cumprimento ao disposto no artigo 82. Art. § 3º – Os provimentos referidos neste artigo serão efetivados no dia 18 de novembro de cada ano e observarão os quantitativos fixados no artigo 1º desta Lei. ou seu beneficiário. ocorridos em serviço. o servidor. IV – 25% (vinte e cinco por cento). § 1° – Serão considerados acidentes em serviço aqueles ocorridos nas circunstâncias previstas na Lei n° 10. (DOE de 19.594. em 1998. de 20 de outubro de 1992. . III – 20% (vinte por cento). para os fins de provimento.08. Art. 4º – O provimento do efetivo será gradual. 3º – As Praças Especiais não estão computadas no total do efetivo. total ou parcial.97) LEI N.741. o preenchimento dos seguintes percentuais mínimos de vagas acrescidas em decorrência da presente Lei.00 (dez mil reais). ANTÔNIO BRITTO. O GOVERNADOR DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL. de 11 de dezembro de 1995.000. 1º – Na ocorrência dos eventos “invalidez permanente. da Constituição do Estado. 5º – VETADO Art. a Polícia Civil. em 1999. § 2° – São considerados órgãos operacionais da Secretaria da Justiça e da Segurança. faz jus ao benefício financeiro de R$ 10. II – 15% (quinze por cento). ou morte”. na ocorrência dos eventos “invalidez permanente. nos respectivos postos e graduações. observado. PALÁCIO PIRATINI. Governador do Estado. Art. a Brigada Militar. inciso IV. a referida fração será computada como se vaga fosse. DE 18 DE AGOSTO DE 1997. em 2000. passando o efetivo da Lei nº 9. Art. ou ao seu beneficiário. a constar de acordo com o disposto no artigo 1º desta Lei. Faço saber. ocorridos em serviço.Art. sendo consideradas até o limite máximo. que a Assembléia Legislativa aprovou e eu sanciono e promulgo a Lei seguinte: Art. desde que atendidos os requisitos legais para os respectivos provimentos: I – 10% (dez por cento). e V – 30% (trinta por cento). § 1º – As disposições deste artigo não se aplicam para o provimento da graduação de Soldado. 7º – Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação. em 1997.

dar-se-ão para o grau hierárquico imediatamente superior da respectiva carreira. 18 de agosto de 1997. 4° – Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação. (DOE de 19.08.228. Faço saber. exceto a decorrente de ato de bravura. será promovido extraordinariamente. para as carreiras de nível superior. Art. inciso IV.º 11. e para os Monitores Penitenciários e Técnicos Penitenciários do Quadro dos Funcionários Penitenciários em extinção.97). Art. da Constituição do Estado. 2° – A promoção extraordinária a que se refere esta Lei. em virtude de ferimento sofrido em ação ou de enfermidade contraída nessa circunstância ou que nela tenha causa eficiente. II – na Brigada Militar – para os Postos e Graduações da hierarquia militar de Soldado de 2ª Classe a Capitão. e IV – no Instituto-Geral de Perícias – para os Auxiliares de Perícia. LEI COMPLEMENTAR N. para os Papiloscopistas e para os Fotógrafos Criminalistas. de 1° de fevereiro de 1991. Art. Art. que desempenham suas atividades em situação permanente de risco: I – na Polícia Civil – para os Investigadores de Polícia. praticar ato de bravura. DE 18 DE AGOSTO DE 1997. a promoção será “post-mortem”. em cumprimento ao disposto no artigo 82. . independentemente da Classe titulada. do Instituto-Geral de Perícias e da Superintendência dos Serviços Penitenciários. que a Assembléia Legislativa aprovou e eu sanciono e promulgo a Lei Complementar seguinte: Art. Dispõe sobre a promoção extraordinária do servidor militar e do servidor integrante dos quadros da Polícia Civil. bem como para as promoções decorrentes de ato de bravura. e em decorrência de agressão sofrida e não provocada pelo servidor. que observará o disposto no artigo anterior. Parágrafo único – Na hipótese de falecimento. a promoção extraordinária. III – na Superintendência dos Serviços Penitenciários – SUSEPE – para os Auxiliares de Serviços Penitenciários e para os Agentes Penitenciários do Quadro dos Funcionários Penitenciários. bem como. 5° – Revogam-se as disposições em contrário. em Porto Alegre. corresponderá à percepção de parcela adicional.000. 3° – Para os servidores das carreiras de nível médio dos quadros referidos no artigo 1° desta Lei Complementar. 1° – O servidor militar e o servidor integrante dos quadros da Polícia Civil. Escrivães de Polícia. Inspetores de Polícia. inclusive.§ 3° – O benefício de que trata este artigo será concedido somente aos servidores abaixo relacionados. Art. PALÁCIO PIRATINI. Art. na forma desta Lei. instituído pela Lei n° 9. na mesma situação. Comissários de Polícia e Comissários de Diversões Públicas. O GOVERNADOR DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL. do Instituto-Geral de Perícias e da Superintendência dos Serviços Penitenciários que morrer ou ficar permanentemente inválido. 2° – O benefício de que trata o “caput” do artigo 1° não prejudica outros direitos previstos em lei. 3° – As despesas decorrentes da execução desta Lei correrão por conta de dotação orçamentária própria. em valor equivalente à diferença entre o vencimento ou soldo inicial e o final das respectivas carreiras. no exercício de suas atribuições.

9° – Revogam-se as disposições em contrário.794. O GOVERNADOR DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL. demonstrando coragem. bem como de atividades para manutenção da ordem pública. 18 de agosto de 1997. no uso da atribuição que lhe confere o artigo 82. Dispõe sobre diárias devidas a policiais militares e dá outras providências. respeitando os direitos fundamentais e os princípios gerais do direito. da Constituição do Estado. no desempenho de suas atribuições e para a preservação de vida de outrem. dos índices correspondentes aos cargos titulados. coloque em risco incomum a sua própria vida.878/97) I – 1.97) DECRETO Nº 37. 8° – Esta Lei Complementar entra em vigor na data de sua publicação. PALÁCIO PIRATINI. II – 1. 7° – As despesas decorrentes da execução desta Lei Complementar correrão à conta de dotação orçamentária própria.Parágrafo único – Quando o servidor ocupar cargo isolado. inciso V. 4° – Para os efeitos desta Lei. sobre o valor básico das diárias fixado em lei. em Porto Alegre. quando as diárias forem vencidas nos estabelecimentos penais e repartições fazendárias do interior do Estado. redação dada p/D. multiplicados pelos seguintes fatores: (O “caput” do art. Governador do Estado. Art. . em valor correspondente a 20% (vinte por cento) do seu padrão de vencimento ou soldo. DECRETA: “Art. de comprovação dos fatos que a justifiquem. considerar-se-ão em ação os servidores que realizem ou participem de atividades-fins policiais. Parágrafo único – O ato de bravura será destacado como forma de valorizar as posturas que. 6° – A promoção efetuada com base nesta Lei dependerá. 5° – Considera-se ato de bravura em serviço a conduta do servidor que.1º. DE 22 DE SETEMBRO DE 1997.19 (um vírgula dezenove). (DOE de 19. do Instituto-Geral de Perícias e da Superintendência dos Serviços Penitenciários.08. audácia e a presença de qualidades morais extraordinárias. Art. a promoção igualmente corresponderá à percepção de parcela adicional. revelem a presença de um espírito público responsável pela superação do estrito cumprimento do dever. Art. 1º – O valor das diárias dos policiais militares empregados na força tarefa das casas prisionais será obtido mediante a incidência. quando as diárias forem vencidas nos estabelecimentos penais e repartições fazendárias da Capital do Estado. em cada caso.46 (um vírgula quarenta e seis). atendendo às peculiaridades das carreiras do servidor militar e do servidor integrante dos quadros da Polícia Civil. Art. Art. ANTÔNIO BRITTO. Art.37. periciais ou penitenciárias. que serão apurados independentemente de requerimento por parte do interessado ou de seus sucessores. Parágrafo único – O Poder Executivo regulamentará o disposto neste artigo.

4º – A confecção dos quadros de Acesso de Oficiais e Praças para efetivação de promoções em 18 de novembro de 1997. O GOVERNADOR DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL. ANTÔNIO BRITTO. retroagindo seus efeitos a 10 de outubro de 1997. em Porto Alegre. Governador do Estado. Art. Art. (DOE de 18/11/97) . § 1º – A Presidência da SAMO compete ao Subcomandante-Geral da Brigada Militar. em Porto Alegre. da Constituição do Estado. da Lei nº 10. 6º – Revogam-se as disposições em contrário. 1º – À Comissão de Avaliação e Mérito da Brigada Militar (CAM) prevista no artigo 17. de 18 de agosto de 1997. DE 17 DE NOVEMBRO DE 1997. PALÁCIO PIRATINI. Regulamenta a Comissão de Avaliação e Mérito da Brigada Militar e dá outras providências. avaliação e processamento das promoções e dos méritos. 2° – Este Decreto entra em vigor na data de sua publicação. deverá levar em conta as informações computáveis até 19 de agosto de 1997. previstas pela Lei nº 10. 3° – Revogam-se as disposições em contrário. Art.939.991. inciso V. 22 de setembro de 1997.09. compete: I – o assessoramento permanente do Comandante-Geral nos assuntos relativos às carreiras de Oficiais e Praças.Art. Art. PALÁCIO PIRATINI. 2º – A Comissão de Avaliação e Mérito da Brigada Militar estrutura-se em: I – Subcomissão de Avaliação e Mérito de Oficiais (SAMO). II – o controle. Parágrafo único – A Presidência da CAM compete ao Comandante-Geral da Brigada Militar. administrar-se-ão de acordo com os regulamento e alterações previstas para as extintas Comissão de Promoções e Mérito de Oficiais e Comissão de Promoções e Mérito de Praças naquilo que couber.993/97. e II – Subcomissão de Avaliação e Mérito de Praças (SAMP). VICENTE BOGO. Art. em exercício. Art. § 2º – A Presidência da SAMP compete ao Chefe do Estado-Maior da Brigada Militar. 3º – As Subcomissões de Avaliação e Mérito de Oficiais e de Praças. Governador do Estado.97) DECRETO Nº 37. (DOE de 23. DECRETA: Art. no uso da atribuição que lhe confere o artigo 82. 5º – Este Decreto entra em vigor na data de sua publicação. 17 de novembro de 1997.

º 10. a manutenção da ordem pública e o exercício dos poderes constituídos. 3º – A Brigada Militar. III – atuar repressivamente. em locais ou áreas específicas. órgão de direção-geral da Brigada Militar. planejada pela autoridade policial militar competente. aquático e terrestre no Estado. DECRETA: Art.991. a denominação. g) o Gabinete do Comandante-Geral. c) o Conselho Superior. com exclusividade. conforme segue: I – o Comando-Geral. incisos V e VII da Constituição do Estado e de conformidade com o artigo 22 da Lei n. a fim de assegurar o cumprimento da lei. e h) a Comissão de Avaliação e Mérito. de 18 de agosto de 1997. vinculada administrativa e operacionalmente à Secretaria da Justiça e da Segurança. b) o Departamento de Logística e Patrimônio. e) a Corregedoria-Geral. estrutura-se em órgãos de direção. Regulamenta a Lei de Organização Básica da Brigada Militar do Estado. órgãos de apoio da Brigada Militar. de apoio e de execução. IX – executar as atividades de defesa civil no Estado. em caso de perturbação da ordem pública e no gerenciamento técnico de situações de alto risco. e X – desempenhar outras atividades previstas em lei. VII – fiscalizar e controlar os serviços civis auxiliares de combate a incêndio. a subordinação e o grau de comando dos órgãos da Polícia Militar do Estado do Rio Grande do Sul. a polícia ostensiva. como força de dissuasão. tem as seguintes competências: I – executar. no uso da atribuição que lhe confere o artigo 82. as atribuições. o nível. II – atuar preventivamente. II – os Departamentos. 2º – A Brigada Militar do Estado do Rio Grande do Sul. compreendendo: a) o Departamento de Ensino. d) o Departamento Administrativo. o efetivo. onde se presuma ser possível a perturbação da ordem pública.107. VI – executar o serviço de prevenção e combate a incêndio. TÍTULO I DA COMPETÊNCIA E DA ESTRUTURA GERAL Art. VIII – realizar os serviços de busca e resgate aéreo. O GOVERNADOR DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL. f) a Ajudância-Geral. c) o Departamento de Saúde. nos termos de sua Lei de Organização Básica.º 10. de 18 de agosto de 1997. Art. compreendendo: a) o Comandante-Geral da Brigada Militar.DECRETO Nº 38. e e) o Departamento de Informática. nos termos da Lei n. .991. DE 22 DE JANEIRO DE 1998. 1º – O presente Decreto regulamenta a estrutura. IV – exercer atividades de investigação criminal militar. b) o Subcomandante-Geral. organizada com base na hierarquia e na disciplina. V – atuar na fiscalização e controle dos serviços de vigilância particular no Estado. ressalvada a competência das Forças Armadas. instituição permanente e regular. d) o Estado-Maior da Brigada Militar.

compreendendo: a) os Comandos Regionais de Polícia Ostensiva. pelo Secretário de Estado da Justiça e Segurança e nomeado pelo Chefe do Poder Executivo. e V – Seção Administrativa. c) os OPM de Polícia Ostensiva. Art. igualmente. Operações e Treinamento. § 2º – Para o cumprimento de suas missões. 4º – Ao Comando-Geral. III – Seção de Logística. no desempenho de atividade policial-militar no âmbito de suas circunscrições territoriais. 9º – A Corregedoria-Geral (Cor-G). Art. e as Praças em comando de fração destacada. Coronel da ativa subordinado ao Comandante-Geral. em assessoramento direto ao ComandanteGeral. com funções específicas de disciplinamento. com vistas ao fornecimento de subsídios para a tomada de decisão. g) os OPM de Saúde. o EMBM poderá requisitar informações dos demais órgãos componentes da estrutura da Brigada Militar.III – os Comandos Regionais e os Órgãos de Polícia Militar (OPM). órgãos de execução da Brigada Militar. de Feitos Especiais. órgão de direção-geral da Brigada Militar. f) os OPM de Logística. II – Seção de Inteligência. de Correição e a Seção Administrativa. orientação e fiscalização das atividades funcionais e da conduta dos servidores da Instituição. indicado pelo Secretário de Estado da Justiça e Segurança e nomeado pelo Chefe do Poder Executivo. os Oficiais. ouvido o Comandante-Geral. competindo-lhe. 5º – Ao Comandante-Geral. que será exercida diretamente pelo Comandante-Geral e pelos demais órgãos que compõem o referido Comando. competindo-lhe. e III – a direção do Conselho Superior. 7º – O Conselho Superior é constituído pelos coronéis da ativa em exercício na Corporação. em assessoramento direto ao Comandante-Geral. e h) os OPM Especiais. Patrimônio e Orçamento. e contará com as Seções de Justiça e Disciplina. indicado. 8º – Ao Estado-Maior da Brigada Militar (EMBM). é o substituto do Comandante-Geral nos impedimentos eventuais deste. compete: I – a coordenação geral das atividades da Instituição. Art. assessoramento e suporte administrativo. e) os OPM de Ensino. Parágrafo único – São autoridades policiais-militares o Comandante-Geral da Brigada Militar. b) os Comandos Regionais de Bombeiros. § 1º – O Estado-Maior da Brigada Militar será chefiado por Coronel da ativa subordinado ao Comandante-Geral e será estruturado em: I – Seção de Efetivo e Legislação. . as funções que lhe forem por ele delegadas. Parágrafo único – O Conselho Superior será secretariado pelo Coronel de menor precedência hierárquica. d) os OPM de Bombeiros. 6º – O Subcomandante-Geral da Brigada Militar. compete o estudo e o planejamento estratégico de todas as atividades da Instituição. Art. II – a presidência da Comissão de Avaliação e Mérito. responsável pela disciplina. TÍTULO II DOS ÓRGÃOS DE DIREÇÃO-GERAL Art. compete a administração da Instituição. o acompanhamento e manifestação em assuntos relevantes da Instituição. IV – Seção de Comunicação Social. será exercida pelo Corregedor-Geral. Art.

II – Divisão de Treinamento. competindo-lhe: I – a administração do Quartel do Comando Geral (QCG). para encaminhamento posterior ao Comandante-Geral. realizando inspeções e correições e sugerindo as medidas necessárias ou recomendáveis para a racionalização e eficiência dos serviços. competindo-lhes o planejamento. cuja escolha recairá em coronel do QOES. o controle e a execução das diretrizes emanadas do comando da Instituição. 12 – A Comissão de Avaliação e Mérito (CAM). Art. à qual compete o controle.Parágrafo único – Compete à Corregedoria: I – cumprir atividades que lhe sejam atribuídas pelo Comandante-Geral. escolhidos dentre os Coronéis da ativa integrantes do QOEM. os elementos coligidos sobre o estágio probatório de integrantes de carreira de servidores militares. e VI – elaborar o regulamento do estágio probatório dos servidores militares. é órgão de assessoramento permanente do Comandante-Geral. Art. regulado em legislação própria e estruturado em: I – Subcomissão de Avaliação e Mérito de Oficiais. . Oficial do Círculo dos Oficiais Superiores subordinado ao Comandante-Geral. patrimônio. exceto a Corregedoria-Geral. Parágrafo único – Compõem o Quartel do Comando-Geral os órgãos de direção-geral. será chefiado por Oficial Superior a ele subordinado. diligências. Art. III – o apoio de praças e de material a todos os Órgãos sediados no QCG. IV – a segurança e serviços gerais do QCG. e IV – Secretaria Executiva. 14 – O Departamento de Ensino (DE) é responsável pelo planejamento. estruturando-se em: I – Divisão de Supervisão. TÍTULO III DOS ÓRGÃOS DE APOIO Art. controle e fiscalização das atividades de ensino. IV – avaliar. § 2º – Os Departamentos serão dirigidos pelos Diretores de Departamento. e contará com as Seções Administrativa e de Pessoal. a avaliação e o processamento das promoções das carreiras de Oficial e Praça. III – fiscalizar as atividades dos órgãos e servidores da Brigada Militar. II – Assessoria Parlamentar. assessorar as ações do Subcomandante-Geral da Brigada Militar. além do previsto em Lei. Parágrafo único – Ao Gabinete do Comandante-Geral compete. presidida pelo Subcomandante-Geral. § 1º – Os Departamentos organizarão em forma de sistema as atividades de ensino. instrução e pesquisa. pareceres técnicos e informações indispensáveis ao bom desempenho de sua função. subordinados ao Comandante-Geral. e II – Subcomissão de Avaliação e Mérito de Praças. II – o arquivo geral e o boletim diário da Corporação. II – exercer a apuração de responsabilidade criminal. ao qual compete o assessoramento direto ao Comandante-Geral. contando em sua estrutura com: I – Assessoria Jurídica. saúde. logística. administrativa ou disciplinar. a direção. administração. Art. instrução e pesquisa. V – providenciar junto a qualquer autoridade certidões. exames. 11 – O Gabinete do Comandante-Geral (Gab Cmt-G). exceto para o Departamento de Saúde. e III – Divisão Administrativa. 10 – A Ajudância-Geral será exercida pelo Ajudante-Geral. presidida pelo Chefe do Estado-Maior. e V – o controle das Bandas de Música. recursos humanos e informática. III – Assessoria da Qualidade. 13 – Os órgãos de apoio da Brigada Militar são constituídos pelos Departamentos a que se refere o inciso II do artigo 2º deste Decreto.

de fiscalização. TÍTULO IV DOS ÓRGÃOS DE EXECUÇÃO Art. 20 – Os Comandos Regionais. constituídos pelos Comandos Regionais e pelos Órgãos de Polícia Militar (OPM). classificando-se em Comandos Regionais de Polícia Ostensiva e em Comandos Regionais de Bombeiros. II – Divisão de Gerência de Informações. 16 – O Departamento de Saúde (DS) é responsável pelo planejamento. § 2º – Os Comandos Regionais contarão com Chefes de Estado-Maior. 18 – O Departamento de Informática (DI) é o responsável pelo planejamento. . II – Divisão de Logística. e IV – Divisão Técnica. II – Divisão de Saúde Animal. e III – Seção de Logística. pelas atividades administrativo-operacionais dos OPM que lhes são subordinados. 15 – O Departamento de Logística e Patrimônio (DLP) é responsável pelo planejamento. bem como pela execução das atividades financeiro-orçamentário-contábeis da Instituição. o estudo e planejamento estratégico e a coordenação da estrutura do respectivo Comando. Art. 19 – Aos órgãos de execução. a substituição eventual deste. II – Divisão de Finanças. podendo ser dotados de Centros de Operações Policiais Militares. II – Seção de Inteligência. controle e fiscalização dos sistemas informatizados da Instituição.Art. III – Divisão de Auditorias. controle e fiscalização das atividades de saúde da Instituição. manutenção e contratação de todos os serviços. Art. competem a responsabilidade e a execução das atividades administrativo-operacionais indispensáveis ao cumprimento das finalidades da Instituição. aos quais compete o assessoramento direto ao Comandante. e III – Divisão Administrativa. e IV – Divisão Administrativa. competindo-lhe a aquisição. em suas respectivas circunscrições territoriais. Patrimônio e Orçamento. subordinados ao Comandante-Geral. estruturando-se em: I – Divisão Administrativa. controle e fiscalização dos bens patrimoniais afetos à Instituição. III – Divisão de Gerência de Redes. distribuição. estruturando-se em: I – Divisão de Pessoal. e IV – Divisão Técnica. estruturando-se em: I – Divisão de Saúde Humana. 17 – O Departamento Administrativo (DA) é responsável pela execução das atividades de planejamento. escalões intermediários de comando. estruturando-se em: I – Seção de Efetivo e Legislação. Operações e Treinamento. III – Divisão de Patrimônio. CAPÍTULO I Dos Comandos Regionais Art. são responsáveis. de auditoria e de pessoal. estruturando-se em: I – Divisão de Gerência Técnico-Operacional. § 1º – Os Comandos Regionais serão comandados por Oficiais Superiores. de controle. Art.

o qual poderá delegar esta subordinação. e IV – Grupo. conforme seu nível hierárquico. III – Pelotão ou Seção. tendo seus Comandante e Subcomandante escolhidos dentre os Oficiais. de acordo com as necessidades administrativas e operacionais da Instituição. Art. Regimento ou Destacamento Especial. conforme os indicadores de segurança pública da respectiva circunscrição territorial e os indicadores específicos da Instituição: I – Batalhão. de Bombeiros. 25 – Os OPM de Polícia Ostensiva tem circunscrição territorial normal correspondente ao município. quando nele enquadrado. de Saúde e de Logística terão denominação própria. constituídos de 02 a 07 Companhias ou Esquadrões. respectivamente. 26 – Os OPM de Polícia Ostensiva serão constituídos nos seguintes níveis. de Logística. SEÇÃO I Dos OPM de Polícia Ostensiva Art. 24 – Aos OPM de Polícia Ostensiva compete a execução das atividades de polícia ostensiva no espaço de responsabilidade territorial. 22 – Aos Comandos Regionais de Bombeiros compete administrar a execução das atividades de bombeiros no âmbito de sua responsabilidade territorial. respondendo perante o Comando-Geral da Corporação pela realização de suas atividades na correspondente circunscrição. podendo constituir-se como: I – Batalhões. de Logística e Patrimônio e de Saúde. subordinado ao respectivo Comando Regional. podendo. entretanto. a função deve . de Ensino. Art. de Saúde e Especiais. de Bombeiros e Especiais terão denominação própria. quando os indicadores de segurança pública. conforme estabelecido neste Decreto. § 3º – Os OPM Especiais são subordinados ao Comandante-Geral. CAPÍTULO II Dos Órgãos de Polícia Militar Art. para o comando. assim o recomendarem. subordinados aos Departamentos de Ensino. 21 – Aos Comandos Regionais de Polícia Ostensiva compete administrar a execução das atividades de polícia ostensiva no respectivo espaço de responsabilidade territorial. § 5º – Os OPM de Ensino. SEÇÃO II Dos Comandos Regionais de Bombeiros Art. existir mais de um OPM por município. respondendo perante o ComandoGeral da Corporação pelo grau de segurança pública de sua circunscrição. sendo que. § 4º – Os OPM de Polícias Ostensiva. relacionados nas disposições finais deste Decreto. § 2º – Os OPM de Polícia Ostensiva e de Bombeiros são subordinados aos respectivos Comandos Regionais ou a outro OPM. de Logística e de Saúde são. § 1º – Os OPM de Ensino. Regimentos. responsáveis pela execução das atividades administrativooperacionais indispensáveis ao cumprimento das finalidades da Instituição são classificadas em OPM de Polícia Ostensiva. Destacamentos Especiais. Grupamentos. 23 – Os Órgãos de Polícia Militar (OPM). Esquadrões ou Subgrupamentos.SEÇÃO I Dos Comandos Regionais de Polícia Ostensiva Art. II – Companhias. respondendo perante o Comando Regional pelo grau de segurança pública de sua circunscrição.

. ser constituída como Seção de Busca e Resgate e. 28 – Os OPM de Bombeiros serão constituídos nos seguintes níveis. e terão como Comandante servidor militar do Círculo de Oficiais. e IV – Grupo de Polícia Militar. subordinado ao respectivo Comando Regional ou ao comandante do respectivo Subgrupamento. quando couber. constituído de 06 a 10 Servidores Militares Estaduais e que terá como Comandante servidor militar do Círculo de Oficiais ou do Círculo de Sargentos. subordinado ao respectivo Comando Regional ou ao comandante do respectivo Pelotão. quando nele enquadrado. quando neles enquadrados. sendo que. com assessorias de Efetivo e Logística e de Inteligência e Operações. constituídos de 02 a 07 Seções de Busca e Resgate Terrestre e/ou de Busca e Resgate Aquático. constituídos de 02 a 07 Pelotões. subordinado ao respectivo Comando Regional ou ao comandante da respectiva Seção. quando neles enquadrados. ser constituído como Grupo de Busca e Resgate e. contar com assessoria de Análise Técnica. que será constituído de 06 a 10 Servidores Militares Estaduais e que terá como Comandante servidor militar do Círculo de Oficiais ou do Círculo de Sargentos. quando nele enquadrado. se necessário. III – Pelotão. criados a partir deste Decreto. contando. II – Subgrupamento de Bombeiros. quando nele enquadrado. constituído de 02 a 07 Grupos Policial Militar e que terá como Comandante servidor militar do Círculo de Oficiais. constituídas de 02 a 07 Grupos de Busca e Resgate Terrestre e/ou de Busca e Resgate Aquático. constituídos de 02 a 07 Seções de Bombeiros. quando couber. subordinado ao respectivo Comando Regional ou ao comandante do respectivo Grupamento de Bombeiros. de Efetivo e Logística e de Inteligência e Operações. quando nele enquadrado. IV – Seção de Bombeiros. II – Companhia ou Esquadrão. subordinados ao respectivo Comando Regional ou ao comandante do respectivo Batalhão ou Regimento. subordinado ao Comando Regional ou ao respectivo comandante de companhia ou esquadrão. constituído de 02 a 07 Subgrupamentos de Bombeiros e 01 Subgrupamento de Busca e Resgate e que terá Comandante e Subcomandante. quando nele enquadrado. contando com assessorias de Análise Técnica. se necessário. que terá como Comandante servidor militar do Círculo de Oficiais. subordinado ao respectivo Comando Regional ou ao comandante do respectivo Grupamento de Bombeiros. ainda. III – Subgrupamento de Busca e Resgate. respondendo perante o Comando Regional pela execução destas atividades no âmbito de sua circunscrição.recair nos postos do Círculo de Oficiais Superiores. podendo uma delas. quando nele enquadrado. contar com assessoria de Análise Técnica. Art. a função deve recair nos postos do Círculo de Oficiais Superiores. para o comando. que terá como Comandante servidor militar do Círculo de Oficiais. que terá como Comandante servidor militar do Círculo de Oficiais e será constituída de 02 a 07 Grupos de Combate a Incêndio podendo um deles. 27 – Aos OPM de Bombeiros compete a execução das atividades de bombeiros no espaço de responsabilidade territorial. conforme os indicadores de segurança pública da respectiva circunscrição territorial e os indicadores específicos da Instituição: I – Grupamento de Bombeiros. § 1º – Os OPM constantes no Inciso I deste artigo. escolhidos dentre os Oficiais. § 2º – Os atuais Batalhões e Regimentos deverão adaptar sua estrutura organizacional ao disposto neste artigo. SEÇÃO II Dos OPM de Bombeiros Art. que terá como Comandante servidor militar do Círculo de Oficiais. e VI – Grupo de Combate a Incêndio e Grupo de Busca e Resgate. subordinado ao respectivo Comando Regional. serão denominados Destacamentos Especiais. V – Seção de Busca e Resgate. subordinado ao respectivo Comando Regional ou ao comandante do respectivo Subgrupamento.

II – Seção de Administração. responsáveis pelas atividades de ensino. com garantia de vagas na forma do seu Regimento Interno. Art. e IV – ao Museu da Brigada Militar (MusBM). § 1º – As Escolas referidas nos incisos V e VI deste artigo. estruturando-se em: I – Secretaria. buscando sua aplicação no exercício da Polícia Ostensiva e na preservação da ordem pública. estruturando-se em Secretaria. 32 – O Colégio Tiradentes (CT). Art. e II – Seção Administrativa. pesquisas e entidades afins. formalística. 30 – A Academia de Polícia Militar (APM) será responsável pelas atividade de ensino das escolas. V – Escola de Habilitação e Especialização de Praças (EsHEP). e VII – A Escola de Educação Física da Brigada Militar (EsEFBM). funcionarão como laboratório de ensino. Seção de Administração e Seção de Pesquisa e Extensão. no âmbito da Corporação. IV – efetuar intercâmbio técnico-científico com organizações de pesquisa. aplicabilidade e ineditismo. III – ao Colégio Tiradentes (CT). III – elaborar projetos e proceder à pesquisas encomendadas pelo escalão superior ou de iniciativa da unidade. III – Seção de Ensino. responsável pelo acervo histórico e cultural da Brigada Militar. 33 – O Museu da Brigada Militar (MusBM). sob a coordenação das respectivas escolas. II – acompanhar e avaliar os Projetos de Pesquisas.SEÇÃO III Dos OPM de Ensino Art. em todas as áreas de conhecimentos afins às competências e à administração da Instituição. Art. validade. 29 – Os OPM de Ensino. e VII – apoiar e coordenar as investigações científicas. os Comandos Regionais de Polícia Ostensiva e os Comandos Regionais de Bombeiros poderão habilitar as praças para o exercício das atividades da Brigada Militar. V – difundir o conhecimento produzido para a comunidade. instrução e pesquisa. Art. Parágrafo único – O Colégio Tiradentes fornecerá condições de ensino aos filhos de servidores militares estaduais que forem transferidos para Porto Alegre. serão comandados e dirigidos por Oficiais Superiores e correspondem: I – à Academia de Polícia Militar (APM). competindo-lhe: I – manter cadastro dos pesquisadores. II – ao Instituto de Pesquisas da Brigada Militar (IPBM). estrutura-se em: I – Seção de Acervo. e III – Corpo de Alunos. II – Seção de Ensino. utilidade. VI – estimular e desenvolver o comportamento investigativo e científico na Instituição. . 31 – O Instituto de Pesquisas da Brigada Militar (IPBM) é responsável pela pesquisa científica na Instituição. escola de 2º Grau integrante do Sistema Estadual de Ensino. VI – Escola de Bombeiros (EsBo). IV – Escola Superior de Oficiais (ESO). § 2º – Excepcionalmente. Estudos Técnicos e Obras quanto a sua pertinência. estrutura-se em: I – Seção Administrativa. além da habilitação e especialização das Praças.

39 – Ao Centro de Subsistência. III – a padronização e atualização das especificações dos materiais de comunicações. de Recebimento e Distribuição e de Oficinas. recebimento. armazenagem. parecer técnico. estruturado em 2 (duas) Seções. de Recebimento e Distribuição e de Oficinas. 34 – Os OPM de Logística. 35 – Ao Centro de Intendência. II – o planejamento. compete: I – a previsão. Art. . 36 – Ao Centro de Obras. de obras e manutenção predial. compete: I – a previsão. estruturado em 3 (três) Seções. recebimento. distribuição. estruturado em 3 (três) Seções. a armazenagem e a distribuição de material de subsistência. execução e fiscalização dos serviços de engenharia. compete a previsão. e IV – a padronização e atualização das especificações do material bélico. armazenagem. compete: I – a previsão. compete: I – a previsão. instalação e manutenção dos meios de informática. III – a organização e controle individual da prática de tiro. IV – a execução de projeto básico para instalações de redes e controle dos registros de redes e licenças do funcionamento das estações junto ao órgão competente. de Recebimento e Distribuição e de Patrimônio e Obras. recebimento.SEÇÃO IV Dos OPM de Logística Art. Administrativa. armazenagem. III – Centro de Comunicações. distribuição e manutenção dos materiais de motomecanização. de Recebimento e Distribuição e de Manutenção e Redes. e IV – a padronização e atualização das especificações dos materiais de motomecanização. o recebimento. serão chefiados por Oficiais Superiores. e VII – Companhia Logística. estruturado em 3 (três) seções. Administrativa e de Recebimento e Distribuição. Art. armazenagem e distribuição de materiais de obras. confecção. responsáveis pelas atividades de controle e fiscalização dos bens patrimoniais afetos à Instituição e de aquisição. Art. distribuição e manutenção dos suprimentos de material de intendência. II – Centro de Obras. e III – a padronização e a atualização das especificações dos materiais de obras. Art. manutenção e contratação de todos os serviços. 38 – Ao Centro de Material Bélico. Administrativa. 37 – Ao Centro de Comunicações. 40 – Ao Centro de Motomecanização. Administrativa. recebimento. compete: I – a previsão. III – o acompanhamento estatístico sobre a frota e sua manutenção. distribuição. e II – a padronização. de Recebimento e Distribuição e de Manutenção. o controle individual do vestuário e uniformes e a atualização das especificações dos materiais de intendência. correspondendo a: I – Centro de Intendência. Administrativa. projeto. estruturado em 3 (três) Seções. armazenagem e distribuição dos meios de comunicações. e V – o recebimento. II – a avaliação. Administrativa. armazenagem. distribuição e manutenção de material bélico. Art. recebimento. IV – Centro de Material Bélico. estruturado em 3 (três ) Seções. perícia. II – a instalação e manutenção dos meios de comunicações. II – a produção de materiais destinados ao treinamento da tropa. padronização de material e frota. Art. VI – Centro de Motomecanização. V – Centro de Subsistência.

com sua competência delegada em áreas especializadas. e III – ao Centro Médico-Odontológico da Brigada Militar (CMOBM). de Vigilância e Guardas (GSVG). Patrimônio e Orçamento.Art. aplicando-se-lhes a disposição do artigo 25 deste Decreto. observado o disposto nos artigos posteriores. VI – Grupamento de Polícia Militar Aéreo (GPMA). Administrativa e de Operações. SEÇÃO VI Dos OPM Especiais Art. deste artigo. 41 – À Companhia Logística. na forma estabelecida para os órgãos de igual denominação dos OPM de Polícia Ostensiva. Patrimônio e Orçamento. Grupamentos e Esquadrão. SEÇÃO V Dos OPM de Saúde Art. salvo disposições em convênio. 45 – Ao Batalhão de Polícia Ambiental compete cumprir e fazer cumprir a legislação ambiental. e IV – Companhias de Polícia Rodoviária. Art. § 2º – Os Batalhões e o Esquadrão mencionados nos incisos I a IV e VII. III – Seção de Logística. 42 – Os OPM de Saúde responsáveis pela assistência e prevenção médico-hospitalar e odontológica aos servidores militares e civis. a Administrativa e a Técnica. e correspondem: I – ao Hospital da Brigada Militar de Porto Alegre (HBM/PA). Operações e Treinamento. serão dirigidos por Oficiais Superiores. comandados por Oficiais Superiores: I – Batalhão de Polícia Rodoviária Estadual (BPRv). § 2º – O Centro Médico-Odontológico da Brigada Militar (CMOBM) estrutura-se na Seção TécnicoAdministrativa e em Policlínicas. III – Batalhão de Operações Especiais (BOE). Operações e Treinamento. em eventuais impedimentos. III – Seção de Logística. II – Batalhão de Polícia Ambiental (BPA). Art. e IV – Companhias de Polícia Ambiental. §1º – O Hospital da Brigada Militar de Porto Alegre (HBM/PA) e o Hospital da Brigada Militar de Santa Maria (HBM/SM) estruturam-se em 2 (duas) Seções. da Corporação. estruturada em 2 (duas) seções. e seus dependentes. II – ao Hospital da Brigada Militar de Santa Maria (HBM/SM). os seus Comandantes serão assessorados e substituídos. 44 – Ao Batalhão de Polícia Rodoviária Estadual compete a execução das atividades de polícia ostensiva nas rodovias estaduais e outras atribuições previstas em Leis e Regulamentos. compreendem os seguintes Batalhões. representar a Brigada Militar nas atividades atinentes à área e promover o intercâmbio com outros órgãos governamentais e não governamentais. serão organizados. V – Grupamento de Supervisão. e VII – Esquadrão de Guarda Externa de Presídio de Porto Alegre (EGEPPOA). 43 – Os OPM Especiais. . estruturando-se em: I – Seção de Efetivo e Legislação. em termos de efetivo. compete: I – o transporte e fornecimento de materiais de campanha. ativos e inativos. por intermédio da proposição de convênios. Parágrafo único – O Batalhão de Polícia Ambiental estrutura-se em: I – Seção de Efetivo e Legislação. § 1º – Nos Batalhões. II – Seção de Inteligência. pelos respectivos Subcomandantes integrantes do Círculo de Oficiais. IV – Batalhão de Polícia Fazendária (BPF). e II – a execução de ações de apoio à unidades empregadas em operações. II – Seção de Inteligência.

e. Parágrafo único – O Batalhão de Operações Especiais estrutura-se em: I – Seção Administrativa. 46 – Ao Batalhão de Operações Especiais compete: I – executar ações de manutenção da ordem pública. 52 – As funções de Comandante-Geral. 47 – Ao Batalhão de Polícia Fazendária compete apoiar os órgãos governamentais nas ações necessárias à execução das atividades de fiscalização fazendária. TÍTULO V DAS DISPOSIÇÕES FINAIS Art. Art. e III – Companhias de Operações Especiais. Art. serão regulados por Regimento Interno. proposto pelo Comandante-Geral e aprovado pelo Secretário de Estado da Justiça e da Segurança. limitada ao estabelecido em lei. III – atuar nas ações de alto risco. inclusive quanto aos demais níveis de organização administrativa. 50 – O Esquadrão de Guarda Externa de Presídio de Porto Alegre. 51 – O exercício das funções da estrutura hierárquica estabelecida neste Decreto por titulares de postos de Oficial Superior será efetivada por nomeação do Chefe do Poder Executivo. Operações e Treinamento. Art. por designação do Comandante-Geral.Art. e IV – manter-se como OPM reserva de manobra do Comandante-Geral. Art. nos demais casos. que terão como Comandante servidor militar do Círculo de Oficiais. conforme definido no Regimento Interno. II – Seção de Registro e Licenciamento. Art. de Subcomandante-Geral. estruturando-se em 2 (duas) Seções. subordinado ao Comando Regional da Área Metropolitana de Porto Alegre. 54 – Ao exercício de funções de Comando pelas Praças corresponderá a percepção de função gratificada. que será exercida por um Coronel do Quadro de Oficiais Especialistas em Saúde – QOES. de Vigilância e Guardas estrutura-se em: I – Seção Administrativa. de Corregedor-Geral e de Diretores dos Departamentos são privativos do posto de Coronel do QOEM. e III – Seção de Controle e Fiscalização. a estrutura interna e a respectiva competência dos órgãos integrantes da Brigada Militar. 53 – Observado o disposto neste Decreto. II – Seção de Inteligência. Operações e Treinamento. mediante indicação do Comandante-Geral. ressalvado o disposto nos artigos 4º e 5º deste Decreto. é constituído de 02 a 07 Pelotões. 48 – O Grupamento de Supervisão. 49 – Ao Grupamento de Polícia Militar Aérea compete executar ações de policiamento aéreo e apoiar os OPM no cumprimento de suas missões. . de Vigilância e Guardas terá sua competência definida em legislação própria. II – Seção de Inteligência. Art. Administrativa e Técnica. II – apoiar as ações dos OPM. Art. Parágrafo único – O Grupamento de Supervisão. e III – Companhias de Polícia Fazendária. Parágrafo único – O Batalhão de Polícia Fazendária estrutura-se em: I – Seção Administrativa. com exceção da função de Diretor do Departamento de Saúde. de Chefe do Estado-Maior.

55 – Para os fins de fixação do efetivo. no uso de atribuição que lhe confere o artigo 82. será realizado. através de promoções nos quantitativos discriminados para cada ano. de 08 de dezembro de 1981. fixados de acordo com o artigo 1º. a ser definido pelo Estado-Maior da Brigada Militar e aprovado por Portaria do Secretário de Estado da Justiça e da Segurança que definirá a proporção dos recursos humanos a serem disponibilizados para cada Município do Estado. da subordinação e do grau de comando dos órgãos da Brigada Militar. nas condições estabelecidas no artigo 16. 56 – Este Decreto entra em vigor na data de sua publicação.992. Art. DECRETA: Art. 1º – O provimento gradual das vagas acrescidas ao efetivo da Brigada Militar a que se refere o artigo 4º da Lei nº 10. da Constituição do Estado. parágrafo único. em Porto Alegre. Governador do Estado. de 18 de agosto de 1997. 5º – Revogam-se as disposições em contrário. inciso I. 4° – Este Decreto entra em vigor na data de sua publicação. 2° – O provimento de graduações de 3° Sargento é autorizado de acordo com os quantitativos previstos no Quadro Anexo a este Decreto. PALÁCIO PIRATINI. Art. parágrafos 1° a 6°. 57 – Revogam-se as disposições em contrário. no período compreendido entre os anos de 1997 a 2001.992 de 18 de agosto de 1997. da Lei n° 10. da Lei n° 10. Art. de conformidade com as disposições da Lei n° 10. inciso V. as promoções. os quantitativos por postos e graduações constantes do Quadro Anexo a este Decreto.98) DECRETO Nº 38. é compatível para oficiais integrantes do Quadro Especial de Oficiais da Brigada Militar em Extinção – QEOBMEx – e do Quadro de Oficiais de Administração – QOA –. no dia 18 de novembro. e indicadores específicos da Instituição relacionados no Anexo Único deste Decreto. Dispõe sobre o provimento de cargos dos Quadros e Qualificações das carreiras dos Servidores Militares da Brigada Militar do Estado e dá outras providências. passarão a ser providos. observadas as condições e o procedimento previsto no artigo 7°. até a normalização da regularidade de seus provimentos de acordo com as regras deste artigo.993 de 18 de agosto de 1997. Parágrafo único – A cada indicador aplica-se um fator numérico.993 de 18 de agosto de 1997. em especial o Decreto de n.01. dos níveis. O GOVERNADOR DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL.Art. alínea “c”. observará. ANTÔNIO BRITTO. realizando-se. ambos em extinção. Art.º 30. de acordo com o artigo 19 da Lei n° 10. § 1º – Os cargos de 1º Tenente do Quadro de Tenentes de Polícia Militar – QTPM –. .462.108. Art. da referida Lei. DE 22 DE JANEIRO DE 1998.992 de 18 de agosto de 1997. § 2° – O exercício de funções previstas em quadros de organização e distribuição do efetivo da Brigada Militar para cargos de 1° Tenente do QTPM. Art. (DOE de 23. 3° – O provimento dos cargos discriminados no Quadro Anexo a este Decreto. constituem indicadores de segurança pública básicos a população urbana e rural.

Governador do Estado. decorrente de ato de bravura. se dará ao grau hierarquicamente superior da respectiva carreira. que oficializará o ato de promoção extraordinária ou remeterá ao exame do Governador do Estado.01. III – atendido o disposto no inciso I deste artigo. b) laudo oficial que ateste a invalidez permanente ou no caso de morte. o benefício corresponderá à percepção de parcela adicional no valor equivalente entre o vencimento ou soldo inicial e o final das respectivas carreiras. Regulamenta a Lei Complementar nº 11. Art.1º. O GOVERNADOR DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL. a ser calculado pela Comissão de Pensões Vitalícias da Secretaria da Justiça e da Segurança.480. § 1º– Nas hipóteses regradas pelo artigo 3º da Lei Complementar n. do mencionado diploma legal. . no uso da atribuição que lhe confere o artigo 82. em Porto Alegre. c) publicação de declaração mencionada na alínea “a” no Diário Oficial do Estado.º 38. da Constituição do Estado. (DOE de 23.98) ANEXO ÚNICO PROVIMENTO GRADUAL DAS VAGAS ACRESCIDAS AO EFETIVO DA BRIGADA MILITAR PERÍODO DE 1997 E 2001 (LEI N° 10.PALÁCIO PIRATINI. o expediente será remetido ao Secretário da Justiça e da Segurança. 2º– A promoção extraordinária dos servidores das carreiras de nível médio. devendo ser examinada a ocorrência dos requisitos previstos no artigo 5º da mencionada Lei Complementar. DECRETA: Art. 3º– O procedimento a que se refere este Decreto não substitui ou exclui outros referentes a direitos e vantagens dos servidores e seus dependentes. DE 11 DE MAIO DE 1998.º 11. ex officio ou mediante provocação. DECRETO N. caput. § 2º– O benefício constante no parágrafo único do dispositivo legal mencionado no parágrafo anterior corresponderá à percepção de parcela adicional em valor equivalente à vinte por cento de vencimento ou soldo percebido. com declaração de sua ocorrência. 1º – A concessão do benefício de que trata o art. ANTÔNIO BRITTO.000. de 18 de agosto de 1997. de acordo com o disposto no art. 1º obedecerá ao seguinte procedimento administrativo: I – o órgão de locação do servidor iniciará procedimento administrativo próprio. de 18 de agosto de 1997.992 DE 18 DE AGOSTO DE 1997). inciso V. fazendo constar no mesmo: a) apreciação das circunstâncias em que se deu o evento. certidão de óbito. Art. II – o mesmo procedimento previsto no inciso anterior será adotado no caso de reconhecimento de ato de bravura. 22 de janeiro de 1998.000.

através do Decreto nº 38. no uso da atribuição que lhe confere o artigo 82. Porto Alegre. Parágrafo único – A distribuição do efetivo de que trata o “caput”.547. Distribui o efetivo da Brigada Militar.98) . de acordo com o fixado na Lei nº 10.993. Considerando que o Poder Executivo.548. de 18 de agosto de 1997. instituiu Grupo de Trabalho com a finalidade de racionalizar as áreas de apoio administrativo da Brigada Militar. da Constituição do Estado.547. que dispõe sobre a organização básica da Brigada Militar e sua respectiva regulamentação. Art.Art. visando modernizar seus métodos de trabalho. de 5 de junho de 1998. Considerando que as organizações policiais devem colocar o máximo possível de seu efetivo em atividades operacionais. 6º – Revogam-se as disposições em contrário. 1º– O efetivo de servidores militares do Estado.2º – Este Decreto entra em vigor na data de sua publicação. conforme o Quadro em anexo a este Decreto. 11 de maio de 1998 (DOE de 12. Polícia Civil e Superintendências de Serviços Penitenciários. de 5 de junho de 1998. em Porto Alegre.permanecerá inalterada até a conclusão dos estudos realizados pelo Grupo de Trabalho instituído pelo Decreto n º 38. Art. Apoio e Execução previstos na Lei nº 10.98) DECRETO Nº 38. Art. 3º – Revogam-se as disposições em contrário. de 18 de agosto de 1997. PALÁCIO PIRATINI. de 18 de agosto de 1997. Art. (DOE de 09. é distribuído nos órgãos de Direção. inciso V. 08 de junho de 1998.991. DECRETA: Art. através da informatização dos seus procedimentos. DE 08 DE JUNHO DE 1998.993. 5º – Este Decreto entra em vigor na data de sua publicação. O GOVERNADOR DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL. 4º – O Secretário de Estado da Justiça e da Segurança emitirá Portaria estabelecendo os procedimentos administrativos necessários ao cumprimento deste Decreto.05. PALÁCIO PIRATINI. fixado através da Lei n º 10.06.

... Art. Art................... 22 de junho de 1998..................06.. Altera disposições do Estatuto dos Servidores Militares do Estado do Rio Grande do Sul e de sua Carreira.............. em Porto Alegre....... inciso IV.......LEI COMPLEMENTAR N.........990/97) .. em cumprimento ao disposto no artigo 82........... PALÁCIO PIRATINI.990..... Art.........992................. 2º – O artigo 14 da Lei Complementar nº 10................ (DOE de 23............... respectivamente...... passa a vigorar com a seguinte redação: ... de 18 de agosto de 1997................... 3º – As despesas decorrentes da execução desta Lei correrão à conta de dotações orçamentárias próprias......992/97) ........... de 18 de agosto de 1997. 4º – Esta Lei Complementar entra em vigor na data de sua publicação......98) ............. que a Assembléia Legislativa aprovou e eu sanciono e promulgo a Lei Complementar seguinte: Art......... ambas de 18 de agosto de 1997............. pelas Leis Complementares nºs 10.. passa a ter a seguinte redação: . (As alterações foram inseridas na LC nº 10..170... DE 22 DE JUNHO DE 1998.........º 11...... 5º – Revogam-se as disposições em contrário.............................................1º – O artigo 58 da Lei Complementar nº 10......... Art.... (As alterações foram inseridas na LC nº 10.... O GOVERNADOR DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL..990 e 10......................992..................................... da Constituição do Estado................ e dá outras providências. produzindo efeitos a contar de 18 de agosto de 1997................ disciplinados.. Faço saber............