LEI COMPLEMENTAR N.º 10.990, DE 18 DE AGOSTO DE 1997.

Dispõe sobre o Estatuto dos Servidores Militares da Brigada Militar do Estado do Rio Grande do Sul e dá outras providências. (D.O.E. de 19.08.97)

Edição CORAG Assessoria de Publicações Técnicas Porto Alegre, 1998

SUMÁRIO
– – – – – – – – – – – – – – – – – – – – – – – – – – – – – – – Do Provimento – Arts. 9º ao 11 Da Hierarquia e da Disciplina – Arts. 12 ao 17 Do Cargo e da Função Policiais-Militares – Arts. 18 ao 23 Do Valor Policial-Militar – Art. 24 Da Ética Policial-Militar – Arts. 25 ao 28 Dos Deveres Policiais-Militares – Art.29 Do Compromisso Policial-Militar – Arts. 30 e 31 Do Comando e da Subordinação – Arts. 32 ao 34 Da Violação das Obrigações e dos Deveres – Arts.35 ao 39 Dos Crimes Militares – Art.40 Do Conselho de Justificação – Arts. 41 ao 43 Do Conselho de Disciplina – Arts. 44 e 45 Dos Direitos dos Servidores Militares – Arts. 46 e 47 Da Remuneração – Arts.48 ao 50 Assistência Médico-Hospitar – Arts. 51 ao 55 Da Promoção – Arts. 56 ao 58 Das Férias e Outros Afastamentos Temporários do Serviço – Arts. 59º ao 68º Das Licenças – Arts.69 ao 82. Da Pensão Policial-Militar – Arts. 83 ao 85 Das Prerrogativas – Arts. 86 e 87 Do Uso dos Uniformes da Brigada Militar – Arts. 88 a 91 Da Agregação – Arts. 92 ao 94 Da Reversão – Arts. 95 e 96 Do Excedente – Art. 97 Do Ausente – Art. 98 Do Desaparecimento e do Extravio – Arts. 99 ao 102 Do Desligamanto ou Exclusão do serviço Ativo – Arts. 100 ao 102 Da Reinclusão – Art. 103 Da Transferência para Reserva Remunerada – Arts. 104 ao 112 Da Reforma – Arts. 113 ao 121 Da Demissão, da Perda do Posto e da Patente e da Declaração de Indignidade ou Incompatibilidade com o Oficialato – Arts. 122 ao 127 – Do Licenciamento – Arts. 128 ao 130 – Da Anulação de Inclusão – Art.131 – Da Exclusão da Praça a Bem da Disciplina – Arts. 132 ao 134 – Da Deserção – Art. 135 – Do Falecimento e do Extravio – Arts. 136 ao 138 – Do Tempo de Serviço – Arts. 139 ao 147 – Da Licença para Acompanhar o Cônjuge – Arts. 148 a 149 – Das Recompensas e das Dispensas de Serviço – Arts. 150 a 152 – Das Prorrogação do Serviço Policial Militar – Art. 153 – Das Disposições Finais e Transitórias – Arts. 154 ao 163

LEGISLAÇÃO COMPLEMENTAR
LEI N.º 10.991, DE 18 DE AGOSTO DE 1997. Dispõe sobre a Organização Básica da Brigada Militar do Estado do RS e dá outras providências. LEI COMPLEMENTAR N.º 10.992, DE 18 DE AGOSTO DE 1997. Dispõe sobre a carreira dos Servidores Militares do Estado do RS e dá outras providências. LEI N.º 10.993, DE 18 DE AGOSTO DE 1997. Fixa o efetivo da Brigada Militar do Estado e dá outras providências. LEI N.º 10.996, DE 18 DE AGOSTO DE 1997. Estabelece benefício ao servidor integrante dos órgãos operacionais da Secretaria da Justiça e da Segurança, ou ao seu beneficiário, na ocorrência dos eventos “invalidez permanente, total ou parcial, ou morte”, ocorridos em serviço. LEI COMPLEMENTAR N.º 11.000, DE 18 DE AGOSTO DE 1997. Dispõe sobre a promoção extraordinária do Servidor Militar e do Servidor integrantes dos Quadros da Polícia Civil , do Instituto-Geral de Perícias e da Superintendência dos Serviços Penitenciários. DECRETO N.º 37.794, DE 22 DE SETEMBRO DE 1997. Dispõe sobre diárias devidas a policiais militares e dá outras providências. O “caput” do art.1º, alterado p/D 37.878/97, inseridas no texto deste Decreto. DECRETO N.º 38.107, DE 22 DE JANEIRO DE 1998. Regulamenta a Lei de Organização Básica e Qualificação das Carreiras dos Servidores Militares da Brigada Militar do Estado do RS e dá outras providências. DECRETO N.º 38.108, DE 22 DE JANEIRO DE 1998. Dispõe sobre o provimento de cargos e Qualificação das Carreiras do Servidores Militares da Brigada Militar do Estado do RS e dá outras providências. DECRETO N.º 38.480, DE 11 DE MAIO DE 1998. Regulamenta a Lei Complementar n.º 11.000, de 18 de agosto de 1997. DECRETO N.º 38.548, DE 08 DE JUNHO DE 1998. Distribui o efetivo da Brigada Militar, de acordo o fixado na Lei n.º 10.993/97. LEI COMPLEMENTAR N.º 11.170, DE 22 DE JUNHO DE 1998. Altera disposições do Estatuto dos Servidores Militares do Estado do Rio Grande do Sul e de sua Carreira, disciplinados, respectivamente, pelas Leis Complementares n.ºs. 10.990 e 10.992, ambas de 18 de agosto de 1997 e dá outras providências. DECRETO N.º 37.536, DE 08 DE JULHO DE 1997. Dispõe sobre as condições gerais e específicas para ingresso voluntário na Brigada Militar. DECRETO N.º 37.939, DE 17 DE NOVEMBRO DE 1997. Regulamenta a Comissão de Avaliação e Mérito da Brigada Militar e dá outras providências.

LEI COMPLEMENTAR N.º 10.990, DE 18 DE AGOSTO DE 1997. Dispõe sobre o Estatuto dos Servidores Militares da Brigada Militar do Estado do Rio Grande do Sul e dá outras providências.
O GOVERNADOR DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL. Faço saber, em cumprimento ao disposto no artigo 82, inciso IV, da Constituição do Estado, que a Assembléia Legislativa aprovou e eu sanciono e promulgo a Lei seguinte: Art. 1° – Este Estatuto regula a situação, obrigações, deveres, direitos e prerrogativas dos servidores militares do Estado. Art. 2° – A Brigada Militar, instituída para a preservação da ordem pública no Estado e considerada Força Auxiliar, reserva do Exército Brasileiro é instituição permanente e regular, organizada com base na hierarquia e na disciplina, sob a autoridade suprema do Governador do Estado. Art. 3° – Os integrantes da Brigada Militar do Estado, em razão da destinação constitucional da Corporação e em decorrência das leis vigentes, constituem uma categoria especial de servidores públicos estaduais, sendo denominados servidores militares. § 1° – Os servidores militares encontram-se em uma das seguintes situações: I – na ativa: a) os servidores militares de carreira; b) os servidores militares temporários; c) os componentes da reserva remunerada, quando convocados; d) os alunos de órgãos de formação de servidor militar da ativa. II – na inatividade: a) na reserva remunerada, quando pertencem à reserva da Corporação e percebem remuneração do Estado, porém sujeitos, ainda, à prestação de serviço na ativa, mediante convocação; b) reformados, quando, tendo passado por uma das situações anteriores, estão dispensados, definitivamente, da prestação de serviço na ativa, mas continuam a perceber remuneração do Estado; c) na reserva não remunerada, na forma da legislação específica. § 2° – Os servidores militares de carreira são os que, no desempenho voluntário e permanente do serviço policial-militar, têm vitaliciedade assegurada ou presumida. § 3° – Em casos especiais, regulados por lei, os servidores militares da reserva remunerada poderão, mediante aceitação voluntária, ser designados para o serviço ativo, em caráter transitório, por proposta do Comandante- Geral e ato do Governador do Estado. Art. 4° – O serviço policial-militar consiste no exercício de atividades inerentes à Brigada Militar e compreende todos os encargos previstos na legislação específica e peculiar. Art. 5° – A carreira policial-militar é caracterizada por atividade contínua e inteiramente devotada às finalidades da Brigada Militar, denominada atividade policial-militar. Parágrafo único – A carreira policial-militar é privativa do pessoal da ativa, iniciando-se com o ingresso na Brigada Militar e obedecendo à seqüência de graus hierárquicos.

Art. 6° – São equivalentes as expressões “na ativa”, “da ativa”, “em serviço ativo”, “em serviço na ativa”, “em serviço”, “em atividade” ou “em atividade policial-militar” referidas aos servidores militares no desempenho de cargo, comissão, encargo, incumbência ou missão, serviço ou atividade policial-militar ou considerada de natureza policial-militar, nas organizações policiais - militares, bem como, quando previsto em lei ou regulamento, em outros órgãos do Estado. Art. 7° – A condição jurídica dos servidores militares é definida pelos dispositivos constitucionais que lhes forem aplicáveis, por este Estatuto e pelas leis e regulamentos que lhes outorgam direitos e prerrogativas e lhes impõem deveres e obrigações. Art. 8° – O disposto neste Estatuto aplica-se, no que couber, aos servidores - militares da reserva remunerada e reformados. Parágrafo único – Os Oficiais nomeados Juízes do Tribunal Militar do Estado são regidos por legislação própria. DO PROVIMENTO Art. 9° – O ingresso na Brigada Militar é facultado a todos os brasileiros, sem distinção de raça, sexo ou de crença religiosa, mediante concurso público, observadas as condições prescritas em lei. Art. 10 – São requisitos para o ingresso na Brigada Militar: I – ser brasileiro; II – possuir ilibada conduta pública e privada; III – estar quite com as obrigações eleitorais e militares; IV – não ter sofrido condenação criminal com pena privativa de liberdade ou qualquer condenação incompatível com a função policial-militar; V – não estar respondendo processo criminal; VI – não ter sido isentado do serviço militar por incapacidade física definitiva; e VII – obter aprovação nos exames médico, físico, psicológico e intelectual, exigidos para inclusão, nomeação ou matrícula. Parágrafo único – As condições específicas, conforme o quadro ou qualificação, serão as previstas no regulamento de ingresso. Art. 11 – Para o cômputo do tempo correspondente ao período probatório será considerado o tempo de serviço do servidor militar como aluno - oficial. Parágrafo único – Excetuam-se do disposto no “caput” os atuais 1° e 2° Tenentes PM e os atuais Aspirantes-a-Oficial.

DA HIERARQUIA E DA DISCIPLINA
Art. 12 – A hierarquia e a disciplina militares são a base institucional da Brigada Militar, sendo que a autoridade e a responsabilidade crescem com o grau hierárquico. § 1° – A hierarquia militar é a ordenação da autoridade em níveis diferentes, dentro da estrutura da corporação, sendo que a ordenação se faz por postos ou graduações e, dentro de um mesmo posto ou de uma mesma graduação, se faz pela antigüidade no posto ou na graduação, consubstanciada no espírito de acatamento à seqüência de autoridade. § 2° – A disciplina militar é a rigorosa observância e o acatamento integral das leis, regulamentos, normas e disposições que fundamentam o organismo policial-militar e coordenam o seu funcionamento regular e harmônico, traduzindo-se pelo cumprimento do dever por parte de todos e de cada um dos seus componentes. § 3° – A disciplina militar e o respeito à hierarquia devem ser mantidos entre servidores militares da ativa, da reserva remunerada e reformados.

na forma regulamentar. sucessivamente. § 4° – Os graus hierárquicos de Subtenente. 3° Sargento e Cabo. 14 – Os círculos e a escala hierárquica na Brigada Militar são os constantes do quadro seguinte: CARREIRA dos Servidores militares de nível superior dos Servidores POSTOS E GRADUAÇÕES Coronel de Oficiais Superiores Tenente-Coronel Major de Oficiais Capitão Intermediários de Oficiais Subalternos Primeiro Tenente 1° Sargento de Sargentos 2° Sargento de Soldados Soldado CÍRCULO militares de nível médio § 1° – O Posto é o grau hierárquico do Oficial. conferido por ato do Governador do Estado. § 1° – A antigüidade em cada posto ou graduação é contada a partir da data da publicação do ato da respectiva promoção. ou inclusão. o Círculo de Soldados. II – nos demais casos. Art. § 3° – Sempre que o servidor militar que fizer uso do posto ou graduação for da reserva remunerada ou reformado. pela posição nas respectivas escalas numéricas ou registro de que trata o artigo 17. neste último caso. aos graus hierárquicos anteriores. ainda assim. 15 – A precedência entre servidores militares da ativa. para definir a precedência e. e a Graduação é o grau hierárquico da Praça. de acordo com o regulamento do respectivo órgão. freqüentam. à data de inclusão e à data de nascimento. subsistir a igualdade de antigüidade. recorrer-se-á. pela antigüidade no posto ou na graduação anterior e. . III – entre os alunos de um mesmo órgão de formação de servidores militares. nomeação. em: I – Círculos de Oficiais. do Subcomandante .Geral da Brigada Militar. os servidores militares na ativa têm precedência sobre os na inatividade. se não estiverem especificamente enquadrados nas disposições dos incisos I e II. deverá mencionar essa situação. § 3° – Em igualdade de posto ou graduação. § 2° – Os graus hierárquicos inicial e final dos Quadros e Classificações são os compreendidos nas carreiras de nível superior e médio. a antigüidade é estabelecida através dos seguintes critérios: I – entre servidores militares do mesmo quadro. salvo quando estiver taxativamente fixada outra data. do mesmo grau hierárquico. § 2° – No caso de igualdade na data referida no parágrafo anterior. é assegurada pela antigüidade no posto ou na graduação. 13 – Círculos hierárquicos são âmbitos de convivência entre os servidores militares da mesma categoria e têm a finalidade de desenvolver o espírito de camaradagem em ambiente de estima e confiança.Geral e do Chefe do Estado Maior. os dois primeiros. se. II – Círculos de Praças. em extinção. respectivamente. o mais velho será considerado mais antigo. e o último. Art. conferido por ato do Comandante .Art. o Círculo de Sargentos. definidos em lei complementar específica. sem prejuízo do respeito mútuo. Parágrafo único – Os círculos hierárquicos serão disciplinados. salvo nos casos de precedência funcional do Comandante Geral.

Art. os Oficiais que possuírem o Curso Superior de Polícia Militar terão precedência sobre os demais. dentro das respectivas escalas numéricas. 23 – O servidor militar ocupante de cargo. são estabelecidas na legislação específica e peculiar. Parágrafo único – O provimento de cargo policial-militar se faz por ato de nomeação ou de designação da autoridade competente. 20 – O cargo policial-militar é considerado vago: I – a partir de sua criação e até que um servidor militar. § 6° – Excetuados os integrantes do Quadro de Oficiais Especialistas em Saúde – QOES. regularmente nomeado ou designado. no exercício de cargo privativo de sua especialidade. por período igual ou superior a 10 (dez) dias. Parágrafo único – As obrigações inerentes ao cargo policial-militar devem ser compatíveis com o correspondente grau hierárquico e definidas em legislação ou regulamentação específicas. a seqüência de substituições para assumir cargo ou função. correspondendo. Art. a precedência entre os servidores militares na ativa e os na reserva remunerada que estiverem convocados é definida pelo tempo de efetivo serviço no posto ou na graduação. quando não possuírem Curso Superior de Polícia Militar. § 1° – O servidor militar designado. dele tome posse. 18 – O cargo policial-militar é aquele que só pode ser exercido por servidor militar em serviço ativo. deveres e responsabilidades que se constituem em obrigações do respectivo titular. DO CARGO E DA FUNÇÃO POLICIAIS-MILITARES Art. ou falece. 17 – A Brigada Militar manterá um registro de todos os dados referentes ao seu pessoal da ativa e da reserva remunerada. § 5° – Em caso de igualdade de posto. Art. 21 – A função policial-militar é o exercício das obrigações inerentes ao cargo policial-militar. observados os princípios regidos por este Estatuto. não poderão exercer Comando. segundo as instruções baixadas pelo Comandante . Chefia ou Direção sobre os Oficiais que o possuir. atribuições e responsabilidades correspondentes. a contar do dia em que houver assumido tal função. ou dispensado. Art. e respeitadas as restrições do presente artigo.§ 4° – Em igualdade de posto ou graduação. Art. 16 – A precedência entre as Praças especiais e demais Praças é a regulada por legislação federal específica. ou é considerado extraviado ou desertor. bem como as normas. provido de acordo com o parágrafo único do artigo 19. para exercer função de posto ou graduação superior a sua terá direito ao vencimento e vantagens correspondentes àquele posto ou graduação. 19 – Os cargos policiais . II – desde o momento em que o servidor militar que o ocupa é exonerado. respeitadas a precedência e as qualificações exigidas para o cargo ou para o exercício da função.Geral da Corporação. Art. e até que outro servidor militar. a cada cargo policial-militar um conjunto de atribuições. . regularmente nomeado ou designado. dele tome posse.militares serão providos com pessoal que satisfaça aos requisitos de grau hierárquico e de qualificação exigidos para o seu desempenho. os demais Oficiais. faz jus às gratificações e a outros direitos correspondentes. 22 – Dentro de uma mesma Organização Policial Militar. Art. conforme previsto em lei. ou que tenha recebido determinação de autoridade competente.

de modo a que não sejam prejudicados os princípios da disciplina. tendo em vista o cumprimento da missão comum. XV – abster-se de fazer uso do posto ou da graduação para obter facilidades pessoais de qualquer natureza ou para encaminhar negócios particulares ou de terceiros. somente poderão ocorrer. dos interesses de organizações ou empresas privadas de qualquer natureza. obedecendo aos preceitos da ética do servidor militar. maneiras e em sua linguagem escrita e falada. quando convocados. VII – zelar pelo preparo moral. 24 – São manifestações essenciais do valor policial-militar: I – a dedicação ao serviço policial para preservação da segurança da comunidade e das prerrogativas da cidadania. de sociedade civil ou exercer comércio. VIII – empregar as suas energias em benefício do serviço.militares e nas repartições públicas civis. eficiência e probidade as funções que lhe couberem em decorrência do cargo. II – exercer com autoridade. VI – ser justo e imparcial no julgamento dos atos e na apreciação do mérito dos subordinados. XVII – zelar pelo bom nome da Brigada Militar e de cada um dos seus integrantes. desde que não infrinjam o disposto no presente artigo. X – ser discreto em suas atitudes. intelectual e físico. a dignidade militar. XIV – observar as normas da boa educação. de matéria sigilosa de que tenha conhecimento em virtude do cargo ou da função. 26 – Ao servidor militar da ativa é vedado participar de gerência ou administração de empresa privada. do respeito e decoro. DA ÉTICA POLICIAL-MILITAR Art. e V – o aprimoramento técnico profissional. a gestão de seus bens. . entre funções atribuídas a postos ou entre funções atribuídas a graduações. ficam proibidos de tratar. exceto na qualidade de acionista. o permanente zelo ao patrimônio público e às instituições democráticas. conduta moral e profissional irrepreensíveis. nas organizações policiais . II – a fé na elevada missão da Brigada Militar. XIII – proceder de maneira ilibada na vida pública e na particular. fora do âmbito apropriado. § 1° – Os servidores militares na reserva remunerada. respectivamente. III – respeitar a dignidade da pessoa humana. mesmo fora do serviço ou na inatividade. próprio e dos subordinados. a cada um dos integrantes da Brigada Militar. respeitando-se os princípios da antigüidade e qualificação para o exercício funcional. XI – abster-se de tratar. XVI – conduzir-se. cotista ou comanditário. mesmo com o risco da própria vida. diretamente. o brio e o decoro de classe impõem. as instruções e as ordens das autoridades competentes. DO VALOR POLICIAL-MILITAR Art. § 2° – Os servidores militares da ativa podem exercer. orgulho do servidor militar pela organização onde serve. III – o espírito de corpo. XII – cumprir seus deveres de cidadão. IV – o amor à profissão policial-militar e o entusiasmo com que é exercida. 25 – O sentimento do dever. IV – acatar as autoridades civis. V – cumprir e fazer cumprir as leis. com a observância dos seguintes preceitos de ética do servidor militar: I – amar a verdade e a responsabilidade como fundamento da dignidade pessoal.§ 2° – As substituições temporárias. Art. os regulamentos. IX – praticar a camaradagem e desenvolver permanentemente o espírito de cooperação.

à manutenção da ordem pública e à segurança da comunidade. Art. Parágrafo único – Ao ser promovido ao seu primeiro posto.Art. 28 – O servidor militar. deveres e responsabilidades de que o servidor militar é investido legalmente. 31 – O compromisso a que se refere o artigo anterior terá caráter solene e será prestado na presença da tropa. Art. DO COMANDO E DA SUBORDINAÇÃO Art. III – a probidade e a lealdade em todas as circunstâncias. sempre que houver razões que recomendem tal medida. informem sobre a origem e a natureza dos seus bens. o servidor militar prestará compromisso de Oficial. de acordo com os seguintes dizeres: “Perante a Bandeira do Brasil e pela minha honra. prometo regular a minha conduta pelos preceitos da moral. após ingressar na Brigada Militar. cuja honra.militares emanam do conjunto de vínculos que ligam o servidor militar à sua corporação e ao serviço que a mesma presta à comunidade. conforme os seguintes dizeres: “Ao ingressar na Brigada Militar do Estado. tão logo o servidor militar tenha adquirido um grau de instrução compatível com o perfeito entendimento dos seus deveres como integrante da Brigada Militar. mesmo com o risco da própria vida”. da estrutura hierárquica da Brigada Militar e não afeta a dignidade pessoal do servidor militar. em solenidade especialmente programada. 29 – Os deveres policiais . pelas ordens que emitir e pelos atos que praticar. 34 – Cabe ao servidor militar a responsabilidade integral pelas decisões que tomar. enquanto em efetivo serviço. em cujo exercício o servidor militar se define e se caracteriza como chefe. prestará compromisso de honra. no qual afirmará a sua aceitação consciente das obrigações e dos deveres policiais . IV – a disciplina e o respeito à hierarquia. no interesse da salvaguarda da sua dignidade. cumprir rigorosamente as ordens das autoridades a que estiver subordinado e dedicar-me inteiramente ao serviço policial-militar.Geral da Brigada Militar poderá determinar aos servidores militares da ativa que. VI – a obrigação de tratar o subordinado dignamente e com urbanidade. V – o rigoroso cumprimento das obrigações e das ordens. não poderá estar filiado a partido político. DO COMPROMISSO POLICIAL-MILITAR Art. DOS DEVERES POLICIAIS-MILITARES Art. mesmo com o sacrifício da própria vida. Art. Art. sendo vinculado ao grau hierárquico e constituindo prerrogativa impessoal. . quando conduz homens ou dirige uma Organização Policial Militar. 32 – Comando é a soma de autoridade. 33 – A subordinação decorre. e compreendem: I – a dedicação ao serviço policial-militar e a fidelidade à Pátria e à comunidade. II – o culto aos símbolos nacionais e estaduais. exclusivamente. instituições e integridade devem ser defendidas. segurança.militares e manifestará a sua firme disposição de bem os cumprir. 27 – O Comandante . prometo cumprir os deveres de Oficial da Brigada Militar do Estado e dedicarme inteiramente ao seu serviço”. 30 – Todo o cidadão.

II – Os Comandantes. 38 – Ao servidor militar são proibidas a sindicalização e a greve. § 2° – O servidor militar afastado do cargo. 39 – São vedadas as manifestações coletivas que impliquem no descumprimento do dever ou que atentem contra a disciplina policial-militar. ficará privado do exercício de qualquer função policial-militar. se declarado indigno do Oficialato ou com ele incompatível. Art. para o servidor militar. até a solução final do processo ou adoção das providências legais que couberem ao caso. § 2° – A responsabilidade disciplinar é independente das responsabilidades civil e penal. 40 – O Código Penal Militar relaciona e classifica os crimes militares. 37 – O servidor militar cuja atuação no serviço revelar-se incompatível com o cargo ou que demonstrar incapacidade para o exercício das funções policiais .militares constituirá crime. § 1° – A violação dos preceitos da ética policial-militar é tanto mais grave quanto mais elevado for o grau hierárquico de quem a cometer. disciplinar e penal. poderá concluir pela incompatibilidade do servidor militar com o cargo ou pela incapacidade para o exercício das funções policiais . disciplinar ou penal. Art. e dispõe sobre a aplicação aos servidores militares das penas correspondentes aos crimes por eles cometidos. os Chefes e os Diretores. Art. na conformidade da legislação ou regulamentação da Corporação. DO CONSELHO DE JUSTIFICAÇÃO Art. em tempo de paz e em tempo de guerra.militares a ele inerentes. desde que venha a ser condenado. nos casos em que a lei determinar. 41 – O Oficial só perderá o posto e a patente por decisão do Tribunal Militar do Estado. submetido a Conselho de Justificação. pecuniária. pecuniária. responsabilidade funcional. § 1° – São competentes para determinar o imediato afastamento do cargo ou o impedimento do exercício da função: I – O Comandante . Art.Geral da Brigada Militar. 36 – A inobservância dos deveres especificados nas leis e regulamentos. consoante legislação específica. 43 – O processo e julgamento pelo Conselho de Justificação serão regidos por lei especial. nas condições mencionadas neste artigo. § 3° – Não se caracteriza como violação das obrigações e dos deveres do servidor militar o inadimplemento de obrigações pecuniárias assumidas na vida privada. conforme dispuserem a legislação ou regulamentação específicas. assegurada ampla defesa ao acusado. acarreta. Art. 35 – A violação das obrigações ou dos deveres policiais . ou a falta de exação no cumprimento dos mesmos.DA VIOLAÇÃO DAS OBRIGAÇÕES E DOS DEVERES Art. Parágrafo único – A apuração da responsabilidade funcional. sem prejuízo dos respectivos vencimentos e vantagens. Art. 42 – O Oficial acusado de ser incapaz de permanecer como servidor militar será. contravenção ou transgressão disciplinar. DOS CRIMES MILITARES Art. . salvo após decisão final do processo a que for submetido.militares a ele inerentes será do mesmo imediatamente afastado.

na forma regulamentar. XIII – a assistência judiciária gratuita. XII – a aquisição de uma arma de uso permitido. XI – o porte de armas. nos demais casos. b) em cento e vinte dias corridos. VIII – as férias e as licenças. Art. salvo aqueles Oficiais em inatividade por alienação mental ou condenação por crimes transitados em julgado ou por atividades que desaconselhem o porte de arma. § 2° – O pedido de reconsideração. XIV – a assistência social e médico . § 1° – Os servidores militares na ativa percebem remuneração constituída pelas seguintes parcelas: I – vencimentos. com as vantagens. XV – a saúde.DO CONSELHO DE DISCIPLINA Art. § 1° – O direito de recorrer na esfera administrativa prescreverá: a) em quinze dias úteis. com as restrições impostas pela legislação específica. a queixa e a representação não podem ser feitos coletivamente. DOS DIREITOS DOS SERVIDORES MILITARES Art. 46 – São direitos dos servidores militares. pelas Praças. em toda a sua plenitude. III – o desempenho de cargos e funções correspondentes ao posto e de atribuições correspondentes à graduação. § 4° – Aos servidores militares em processo administrativo ou judicial são assegurados o contraditório e a ampla defesa. DA REMUNERAÇÃO Art. cujo prazo será de 8 (oito) dias. higiene e segurança do trabalho.hospitalar. quanto a ato que decorra da composição de Quadro de Acesso. na forma estabelecida no Código de Vencimentos e Vantagens da Brigada Militar. assegurada ampla defesa ao acusado. 47 – O servidor militar que se julgar prejudicado ou ofendido por qualquer ato administrativo ou disciplinar de superior hierárquico poderá recorrer ou interpor pedido de reconsideração. seus bens pessoais. indenizações e outras vantagens e é devida em bases estabelecidas em lei . queixa ou representação. o licenciamento voluntário da ativa. . § 3° – A decisão sobre qualquer recurso será dada no prazo máximo de 60 (sessenta) dias. quando Oficial. 48 – A remuneração dos servidores militares compreende vencimentos ou proventos. segundo legislação vigente na Corporação. mediante indenização. quando processado em razão de atos praticados em objeto de serviço. quando Oficial. VI – as promoções. em serviço ativo ou em inatividade. IX – a demissão voluntária e. II – indenizações. 44 – A Praça com estabilidade será submetida a Conselho de Disciplina na forma da legislação específica. quando movimentado por necessidade do serviço. a contar do recebimento de comunicação Oficial. inclusive mobília. prerrogativas e deveres a ela inerentes. V – o transporte para si e seus dependentes. VII – a transferência para a reserva remunerada ou a reforma. II – o uso das designações hierárquicas. nos limites estabelecidos na legislação específica: I – a garantia da patente. através da Brigada Militar. ouvido o Comandante .Geral. 45 – O processo e julgamento pelo conselho de Disciplina serão regidos por lei especial. exceto em matéria disciplinar. X – o porte de arma. proventos e outras vantagens pecuniárias. Art. IV – a percepção de vencimentos. compreendendo soldo e gratificações. § 2° – A remuneração percebida pelos servidores militares em inatividade denomina-se proventos.

postos à disposição do seu Departamento de Saúde. nos termos da lei. é atribuição do Comando--Geral da Brigada Militar. poderá ser prestada pelas organizações de saúde. 55 – As normas e condições de atendimento serão estabelecidas em regulamento próprio. § 1° – O planejamento da carreira dos Oficiais e das Praças. ou. 54 – A assistência médico-hospitalar ao servidor militar da ativa. Art. ouvido o Secretário de Estado responsável pela área da segurança pública. . através de ato do Poder Executivo. os proventos e as pensões dos servidores militares e seus beneficiários não serão objeto de arresto. quando acidentado em serviço ou acometido de doença adquirida em serviço ou dela decorrente. Art. haverá promoções em ressarcimento de preterição. 56 – O acesso na hierarquia policial-militar é seletivo. § 6° – O servidor militar fará jus a gratificação pelo exercício. exceto nos casos previstos em lei federal. supletivamente. gradual e sucessivo e será feito mediante promoções. da reserva remunerada ou reformado. ao ser movimentado por necessidade do serviço. mediante acordos previamente estabelecidos entre estas e o Departamento de Saúde da Corporação. Art. Parágrafo único – O Departamento de Saúde da Brigada Militar destina-se a atender o policial-militar e seus dependentes. § 2° – A promoção é ato administrativo e tem como finalidade básica a seleção dos servidores militares para o exercício de funções pertinentes ao grau hierárquico superior. DA PROMOÇÃO Art. de modo a obter-se um fluxo regular e equilibrado da carreira para os servidores militares a que esses dispositivos se referem. no valor fixado em lei. inclusive quando decorrentes da transformação ou reclassificação do cargo ou função em que se deu a aposentadoria.§ 3° – Os servidores militares da ativa e na inatividade perceberão abono familiar de conformidade com a lei geral que rege essa vantagem. perceberá ajuda de custo para atender às despesas de sua instalação. 57 – As promoções serão efetuadas pelos critérios de merecimento e de antigüidade. 52 – Nas localidades onde não houver organizações de saúde da Brigada Militar. de encargo em comissão de concurso público. 49 – Os vencimentos. através do Departamento de Saúde da Brigada Militar. § 4° – O servidor militar que exercer o magistério em curso ou estágio regularmente instituídos pela Brigada Militar. 51 – O Estado proporcionará. extraordinariamente. Art. § 1° – Em casos especiais. Art. os servidores militares nela sediados poderão ser atendidos por organizações das Forças Armadas ou civis. 53 – O servidor militar em serviço ativo faz jus a hospitalização e tratamento custeado pelo Estado. ASSISTÊNCIA MÉDICO-HOSPITALAR Art. Art. de conformidade com o disposto na legislação e regulamentação de promoções de Oficiais e de Praças. ao servidor militar e a seus dependentes. assistência médicohospitalar. dentro das limitações dos recursos orçamentários próprios da Brigada Militar. sendo também estendidos aos inativos quaisquer benefícios e vantagens posteriormente concedidos aos servidores militares em atividade. através do Instituto de Previdência do Estado do Rio Grande do Sul – IPERGS e. observadas as disposições da legislação e regulamentação a que se refere este artigo. conforme legislações específicas. conforme fixado em lei. fora do horário do expediente a que estiver sujeito. por aula proferida. § 5° – O servidor militar. desde que implique alteração de seu domicílio. seqüestro ou penhora. Art. 50 – Os proventos de inatividade serão revistos na mesma proporção e na mesma data em que se modificar a remuneração dos servidores militares em atividade. perceberá gratificação de magistério. ainda.

na forma prevista no artigo 61. 62 – Somente em casos de interesse da segurança pública. com mais de 25 (vinte e cinco) anos de serviço público militar. § 2° – Compete ao Comandante-Geral da Brigada Militar a regulamentação da concessão das férias anuais. § 3° – Para o primeiro período aquisitivo de férias será exigido 12 (doze) meses de exercício. para reserva remunerada ou ao ser transformada. § 1° – As férias serão de trinta dias para todos os servidores-militares. Parágrafo único – O pagamento de que trata este artigo corresponderá a 1/12 (um doze avos) da remuneração a que fizer jus o servidor militar. na época prevista. o servidor militar terá direito a todas as vantagens inerentes ao cargo. descontadas eventuais parcelas já fruídas. somente após um ano de efetivo exercício contado da data da apresentação. 58 – A Praça que contar com mais de 25 (vinte e cinco) anos de serviço público militar.§ 2° – A promoção de servidor militar feita em ressarcimento de preterição será efetuada segundo os princípios de antigüidade ou merecimento. os servidores militares terão interrompido ou deixarão de gozar. for transferida. será promovida ao grau hierárquico superior imediato. fará jus a férias. o acréscimo constitucional de 1/3 (um terço) da remuneração do período de férias. antes do início do referido período. "ex-officio". 60 – Será pago ao servidor militar. de acordo com os incisos I. § 2° – Na hipótese de férias parceladas. bem como não anula o direito àquelas licenças. Art. o período de férias a que tiverem direito. como se estivessem em exercício. 65 – O servidor militar que tiver gozado mais de 30 (trinta) dias para tratar de interesses particulares. Art. 59 – As férias são afastamentos totais do serviço. como se houvesse sido promovido na época devida. que lhe assegure o direito a férias. de manutenção da ordem. a pedido. Art. de extrema necessidade do serviço. § 5° – É facultado o gozo de férias em 2 (dois) períodos. por ocasião das férias. Art. 61 – Por absoluta necessidade de serviço. poderá o servidor militar indicar em qual dos períodos utilizará a faculdade de que trata este artigo. § 6° – A concessão de férias não é prejudicada pelo gozo anterior de licença para tratamento de saúde. ao ser transferida. por punição anterior decorrente de transgressão disciplinar. 64 – O servidor exonerado fará jus ao pagamento da remuneração de férias proporcionalmente aos meses de efetivo exercício.(1) DAS FÉRIAS E OUTROS AFASTAMENTOS TEMPORÁRIOS DO SERVIÇO Art. anual e obrigatoriamente concedidos aos servidores militares. Parágrafo único – O disposto no “caput” estende-se à praça que. para reserva remunerada. § 1° – O pagamento da remuneração de férias será efetuado antecipadamente ao servidor militar que o requerer. não inferiores a 10 (dez) dias consecutivos. a retribuição relativa ao período. as férias poderão ser acumuladas até o máximo de 2 (dois) períodos anuais. para descanso. recebendo ele o número que lhe competir na escala hierárquica. pago antecipadamente. quando já implementado o período de um ano. juntamente com o acréscimo constitucional de 1/3 (um terço). III e VII do artigo 106 desta Lei Complementar. 63 – Se o servidor militar vier a falecer. ou de transferência para a inatividade. será paga aos dependentes legalmente constituídos. Art. Art. observado o princípio aplicável à sua promoção. . Art. registrando-se o fato em seus assentamentos. § 7° – Durante as férias. pelo estado de guerra ou para que sejam cumpridos atos de serviço. § 4° – É vedado levar à conta de férias qualquer falta ao serviço. independentemente de solicitação. descontadas eventuais parcelas correspondentes a antecipação.

Art. no segundo caso. pelo prazo de até 2 (dois) anos consecutivos. de até 4 (quatro) meses. mediante requerimento. VII – para acompanhar o cônjuge. de até 2 (dois) meses. por até 8 (oito) dias consecutivos. II – para tratar de interesses particulares. § 3° – O tempo de licença especial não gozado pelo servidor militar será. em caráter temporário. Parágrafo único – O afastamento do serviço por motivo de núpcias ou luto. observadas as disposições legais e regulamentares. IV – para tratamento de saúde de pessoa da família. observadas as disposições legais e regulamentares. e as licenças para tratamento de saúde de pessoa da família. Art. V – à gestante e à adotante. será concedido. companheiro ou companheira. § 4° – A licença especial não é prejudicada pelo gozo anterior de qualquer licença para tratamento de saúde e para que sejam cumpridos atos de serviço. para os estudantes de ensino superior. Art. durante os dias de provas finais do ano ou semestre letivo. III – instalação. . vedada a desconversão. ainda. 1° e 2° graus. irmãos. concedida ao servidor militar. sem que implique em qualquer restrição para a sua carreira. sogros. também. computado em dobro para os efeitos da inatividade e de gratificações temporais. 70 – A licença especial é a autorização para afastamento total do serviço. 69 – Licença é a autorização para afastamento total do serviço. § 1° – A licença especial tem a duração de três meses. no primeiro caso. § 2° – A remuneração do servidor militar. o afastamento do servidor militar. enteado e menor sob guarda ou tutela. Art. descendente. II – luto. § 3° – Compete ao Comandante-Geral da Brigada Militar conceder as licenças previstas no “caput”. 68 – As férias e os outros afastamentos mencionados são concedidos com a remuneração prevista na legislação peculiar e computados como tempo de efetivo serviço para todos os efeitos legais. § 5° – Para os efeitos da concessão da licença especial. não se considerará como interrupção da prestação de serviços ao Estado os afastamentos previstos nos incisos V e VI do artigo 69. DAS LICENÇAS Art. padrasto ou madrasta. e durante os dias de provas em exames supletivos e de habilitação a curso superior. 66 – Os servidores militares têm direito. relativa a cada qüinqüênio de tempo de efetivo serviço prestado. se solicitado por antecipação à data do evento e. será regulada em legislação própria. tão logo a autoridade à qual estiver subordinado o servidor militar tenha conhecimento do óbito de seu ascendente. observadas as necessidades de serviço. VI – à paternidade. sem remuneração e com prejuízo da contagem do tempo de serviço público. cônjuge. as licenças para tratamento de saúde própria. sob pena de ser considerado faltoso ao serviço. Art. aos períodos de afastamento total do serviço. Parágrafo único – O servidor militar. concedida ao servidor militar que a requerer. deverá comprovar perante seu superior imediato as datas em que se realizarão as diversas provas e seu comparecimento. § 1° – A licença pode ser: I – especial. § 2° – O período de licença especial não interrompe a contagem de tempo de efetivo serviço. III – para tratamento de saúde própria. bem como não anula o direito àquelas licenças. 71 – Ao servidor militar estável poderá ser concedida licença para tratar de interesses particulares. bem como a licença para exercício de mandato classista. sem prejuízo de sua remuneração. quando em qualquer das situações de licença constantes do parágrafo anterior. 67 – É assegurado. IV – trânsito. por motivo de: I – núpcias.

se julgada apta. contados desde a data em que tenha reassumido o exercício do cargo. § 2° – O servidor militar deverá aguardar em exercício a concessão da licença. sem prejuízo da remuneração. durante o período de 2 (dois) meses. desde que comprove ser indispensável a sua assistência e esta não possa ser prestada. considerando-se como faltas os dias de ausência ao serviço. o servidor militar deverá reassumir imediatamente o exercício do cargo. II – com 2/3 (dois terços) da remuneração. 80 – À servidora militar adotante será concedida licença a partir da concessão do termo de guarda ou da adoção. a qualquer tempo. salvo prorrogação ou determinação constante em laudo pericial. Art. Art. III – com 1/3 (um terço) da remuneração. ou no estabelecimento hospitalar em que se encontrar internado. simultaneamente. serão consideradas como prorrogação. precedida de inspeção médica realizada pelo Departamento de Saúde da Brigada Militar. esta ser especificada através do respectivo código (CID). enteado e colateral consangüíneo. Art. § 1° – Sempre que necessário. . Art. Art. mediante inspeção médica. Art. quando o afastamento for inconveniente ao interesse do serviço. devendo. porém. 75 – O servidor militar em licença para tratamento de saúde própria deverá abster-se do exercício de atividades incompatíveis com o seu estado. 76 – O servidor militar poderá obter licença por motivo de doença do cônjuge. o laudo médico deverá estabelecer a sua rigorosa caracterização. 120 (cento e vinte) dias. descendente. 73 – Findo o período de licença. 78 – À servidora militar gestante será concedida. as licenças. até o 2° grau. sob pena de ser considerado ausente. 79 – Ao término da licença a que se refere o artigo anterior. sem prejuízo da remuneração a que fizer jus. licença de 120 (cento e vinte) dias. antes de decorridos 2 (dois) anos do término da anterior. salvo se houver a necessidade de exames complementares. 77 – A licença de que trata o artigo anterior será concedida: I – com a remuneração total. a inspeção médica poderá ser realizada na residência do servidor. Art. de ascendente. quando seu regime de trabalho obedecer a turno único. 74 – O atestado e o laudo da junta médica não se referirão ao nome ou à natureza da doença. pela mesma moléstia. a pedido ou “exofficio”. § 2° – O servidor militar não poderá recusar-se à inspeção médica. devidamente comprovada à autoridade a que estiver subordinado. o direito de comparecer ao serviço em um turno. § 3° – O servidor militar poderá. § 4° – Não se concederá nova licença. decorridos 30 (trinta) dias do evento. reassumirá o exercício do cargo. logo após a sua realização. quando seu regime de trabalho obedecer a dois turnos. Parágrafo único – Para a concessão de licença a servidor militar acometido de moléstia profissional. quando então. reassumir o exercício do cargo. no período que exceder a 90 (noventa) e não ultrapassar a 180 (cento e oitenta) dias. Parágrafo único – A doença será comprovada através de inspeção de saúde a ser procedida pelo Departamento de Saúde da Brigada Militar. salvo hipótese de imperiosa necessidade. 72 – Será concedida ao servidor militar licença para tratamento de saúde própria. Parágrafo único – Para os efeitos deste artigo. com intervalos inferiores a 30 (trinta) dias. ou a três horas consecutivas por dia. § 3° – O resultado da inspeção médica será comunicado imediatamente ao servidor militar.§ 1° – A licença poderá ser negada. proporcional à idade do adotado: I – de zero a dois anos. caso a licença seja negada. Parágrafo único – No caso de natimorto. com o exercício do cargo. Art. Art. ficará o servidor militar à disposição do Departamento de Saúde da Brigada Militar. até 90 (noventa) dias. no período que exceder a 180 (cento e oitenta) e não ultrapassar a 365 (trezentos e sessenta e cinco) dias. a servidora militar será submetida a inspeção médica e. na Capital ou no interior. sob pena de imediata suspensão da mesma. é assegurado à servidora-militar lactante.

ou em conseqüência de acidente em serviço. V – livre ingresso e trânsito. uniformes. cujo Comandante. 30 (trinta) dias. II – em caso de decretação de estado de sítio. § 2° – A interrupção de licença para tratamento de saúde de pessoa da família e para cumprimento de pena disciplinar que importe em restrição da liberdade individual. Art. VIII – não confinamento em cela no caso de punição administrativa. deixará a seus dependentes pensão correspondente aos vencimentos integrais do grau hierárquico imediatamente superior ao que possuir na ativa. tratamento e sinais de respeito que lhes são assegurados em leis ou regulamentos. quando em serviço de caráter urgente. distintivos. 85 – O servidor militar morto em campanha ou em ato de serviço. 86 – As prerrogativas dos servidores militares são constituídas pelas honras. detenção ou reclusão. 83 – A pensão policial-militar destina-se a amparar os beneficiários do servidor militar falecido ou extraviado e será paga conforme o disposto em lei. 84 – A pensão policial-militar do pessoal do serviço ativo. em qualquer recinto público ou privado. fixadas em sentença judicial e os casos de prisão provisória. Chefe ou Diretor tenha precedência hierárquica sobre a pessoa do preso. IV – de mais de seis anos. salvo no caso do artigo seguinte. será regulada em legislação própria. que consigne os direitos e prerrogativas instituídos em lei. público ou privado. conforme regulamento da Força. para o exercício funcional. DA PENSÃO POLICIAL-MILITAR Art. respeitada a garantia constitucional da inviolabilidade do domicílio.II – de mais de dois até quatro anos. VII – carteira de identidade de acordo com modelo regulamentar. Art. IV – para cumprimento de sentença que importe em restrição da liberdade individual. Parágrafo único – O disposto no “caput” sobre o valor da pensão não se aplica ao servidor militar que for promovido extraordinariamente. 90 (noventa) dias. insígnias e emblemas policiais-militares da Brigada Militar. Art. VI – em caso de pronúncia em processo criminal ou indiciação em Inquérito Policial-Militar. 60 (sessenta) dias. nos crimes militares. IV – julgamento em foro especial. desde que menor. Art. o servidor militar terá direito à licença-paternidade de 8 (oito) dias consecutivos. II – as honras. da reserva ou reformado será a do Instituto de Previdência do Estado. DAS PRERROGATIVAS Art. III – em caso de emergente necessidade e segurança pública. VI – prioridade em qualquer serviço de transporte ou comunicação. 81 – Pelo nascimento ou adoção de filho. serão cumpridos em organização policial-militar. correspondentes ao posto ou à graduação. V – para cumprimento de punição disciplinar. dignidades e distinções devidas aos graus hierárquicos e cargos. . no território estadual. Parágrafo único – São prerrogativas dos servidores militares: I – o uso de títulos. § 1° – A interrupção da licença especial e da licença para tratar de interesses particulares poderá ocorrer: I – em caso de mobilização e estado de guerra. 82 – As licenças poderão ser interrompidas a pedido ou nas condições estabelecidas neste artigo. em objeto de serviço. III – de mais de quatro até seis anos. III – as penas de prisão. a juízo da autoridade que efetivou a pronúncia ou a indiciação. conforme legislação específica.

90 – O servidor militar fardado tem as obrigações correspondentes ao uniforme que usa e aos distintivos. § 2° – Se durante o processo em julgamento no foro civil houver perigo de vida para qualquer preso servidor militar. 91 – É vedado a qualquer organização ou pessoa civil usar uniformes ou ostentar distintivos. § 1° – O servidor militar será agregado quando: I – exercer cargo ou função não previstos nos quadros de organização da Brigada Militar. quando em atividade não relacionada com a missão de servidor militar. insígnias e emblemas. peças.partidário. III – no estrangeiro. após um ano contínuo de tratamento. com as prerrogativas que lhe são inerentes. II – aguardar transferência “ ex-officio “ para a reserva remunerada. são estabelecidos na regulamentação da Brigada Militar. § 1° – É proibido ao servidor militar o uso de uniforme: I – em reuniões. ficando esta obrigada a entregá-lo imediatamente à autoridade policial-militar mais próxima. § 1° – Cabe ao Comandante-Geral da Brigada Militar a iniciativa de responsabilizar a autoridade policial que não cumprir o disposto neste artigo e que maltratar ou consentir que seja maltratado qualquer preso servidor militar ou não lhe der o tratamento devido ao seu posto ou a sua graduação. Art. 87 – Somente em caso de flagrante delito o servidor militar poderá ser preso por autoridade policial civil. propaganda ou qualquer outra manifestação de caráter político . § 2° – Os servidores militares na inatividade.Art. 88 – Os uniformes da Brigada Militar. enquanto tramita o processo de reforma. insígnias e emblemas são privativos dos servidores militares e representam o símbolo da autoridade policial-militar. insígnias e emblemas policiais-militares. empresas e institutos ou departamentos que tenham adotado ou consentido que sejam usados uniformes ou ostentados distintivos. . emblemas e insígnias que ostenta. acessórios e outras disposições. por ter sido enquadrado em quaisquer dos requisitos que a motivam. b) ter sido julgado incapaz definitivamente. com seus distintivos. se for o caso. Parágrafo único – Serão responsabilizados pela infração das disposições deste artigo os diretores ou chefes de sociedades ou organizações de qualquer natureza. a autoridade policial-militar da localidade providenciará em entendimentos com a autoridade judiciária. com seus distintivos. empregadores. descrição. 89 – O uso dos uniformes. bem como os modelos. poderão ser definitivamente proibidos de usar uniformes. Art. criados em lei para provimento e desempenho privativos de servidores militares. a cerimônias cívicas comemorativas das datas nacionais ou a atos sociais solenes de caráter particular. quando autorizado. nela permanecendo sem número. distintivos. Parágrafo único – Constituem crimes previstos na legislação específica o desrespeito aos uniformes. 92 – A agregação é a situação transitória na qual o servidor militar da ativa deixa de ocupar vaga na escala hierárquica de seu Quadro. por decisão do ComandanteGeral da Brigada Militar. só podendo retê-lo na delegacia ou posto policial durante o tempo necessário à lavratura do flagrante. salvo quando expressamente determinado ou autorizado. equipamentos. DO USO DOS UNIFORMES DA BRIGADA MILITAR Art. insígnias ou emblemas que possam ser confundidos com os adotados na Brigada Militar. II – na inatividade. bem como seu uso por quem a ele não tiver direito. insígnias ou emblemas iguais aos adotados na Brigada Militar ou que com eles possam ser confundidos. III – for afastado temporariamente do serviço ativo por motivo de: a) ter sido julgado incapaz temporariamente. salvo para comparecer a solenidades militares e policiaismilitares e. Art. cuja conduta possa ser considerada como ofensiva à dignidade da classe. DA AGREGAÇÃO Art. equipamentos. visando à guarda do Foro ou Tribunal por força policial-militar.

do inciso III do parágrafo 1° é contada a partir do primeiro dia após os respectivos prazos e enquanto durarem o respectivo evento ou situação. com a abreviatura “ Ag “ e anotações esclarecedoras de sua situação. investido em cargo. com remuneração proporcional ao seu tempo de serviço. com prévia autorização ou mediante ato do Governador do Estado. i) se ver processar. “f”.c) haver ultrapassado um ano contínuo de licença para tratamento de saúde própria. “c”. m) ter passado à disposição de Secretaria do Governo ou de outro órgão do Estado. o servidor militar ficará automaticamente transferido para a reserva. d) ter-lhe sido concedida licença para tratar de interesses particulares ou licença para desempenho de mandato em associação de classe. n) ter sido. h) como desertor. “i”. § 5° – A agregação do servidor militar a que se refere o inciso II e as letras “b”. o) ter-se candidatado a cargo eletivo. . para efeito de alterações e remuneração. e “p” do inciso III do parágrafo 1° é contada a partir da data indicada no ato que torna público o respectivo evento. ter-se apresentado voluntariamente. § 7° – Ultrapassados dois anos. § 8° – O servidor militar em atividade. continuando a figurar no respectivo registro. j) ter-lhe sido concedida a licença especial de que trata o parágrafo 1° do art. enquanto durar a execução. inclusive da administração indireta. na situação de convocado para funcionar como Juiz do Tribunal Militar do Estado. de agregação. no lugar que até então ocupava. e) haver ultrapassado seis meses contínuos de licença para tratamento de saúde de pessoa da família. será afastado temporariamente. e “j”. “e”. após ficar exclusivamente à disposição da justiça comum ou militar. para exercer função de natureza civil. p) ser afastado das funções de acordo com o previsto nesta lei ou condenado a pena de suspensão do exercício do posto. dos Estados ou dos Territórios ou Municípios. à organização policial-militar que lhe for designada. contínuos ou não. § 4° – A agregação do servidor militar a que se refere as letras “a”. da União. do serviço ativo e agregado. em serviço ativo. graduação. com mais de 10 (dez) anos de serviço. cargo ou função prevista em lei. salvo quando titular do cargo que lhe dê precedência funcional sobre outros servidores militares mais graduados ou mais antigos. “d”. § 9° – O servidor militar agregado fica sujeito às obrigações disciplinares concernentes às suas relações com outros servidores militares e autoridades civis. § 3° – A agregação do servidor militar a que se refere o inciso I e as letras “m” e “n” do inciso III do parágrafo 1° é contada desde a posse do novo cargo e até o regresso à Corporação ou transferência “ exofficio “ para a reserva remunerada. se não houver sido eleito. 93 – O servidor militar agregado ficará adido. § 2° – O servidor militar agregado de conformidade com os incisos I e II do parágrafo 1° continua a ser considerado. r) ter-lhe sido concedida licença para acompanhar o cônjuge. na forma do artigo 148 desta Lei. nos termos da letra “n” do inciso III do parágrafo 1°. função ou emprego público civil temporário. g) haver sido esgotado o prazo que caracteriza o crime de deserção previsto no Código Penal Militar. Art. sem número. enquanto aguarda transferência para a reserva remunerada. com sentença passada em julgado. salvo se for do interesse da segurança pública. “l”. l) ter sido condenado a pena restritiva de liberdade superior a seis meses. se eleito e diplomado. para todos os efeitos. q) haver ultrapassado seis meses contínuos. ou ter sido capturado e reincluído a fim de se ver processar. “h”. e. desde que conte com dez ou mais anos de efetivo serviço. “g”. § 6° – A agregação do servidor militar a que se refere a letra “o” do inciso III do parágrafo 1° é contada a partir da data do registro como candidato e até sua diplomação ou seu regresso à corporação. será transferido para a reserva remunerada. ao candidatar-se a cargo eletivo. nas mesmas condições do que houver aceito cargo público permanente. f) ter sido considerado oficialmente extraviado. 102 desta Lei. se Oficial ou Praça com estabilidade assegurada.

DO DESAPARECIMENTO E DO EXTRAVIO Art. “l”. II – ausentar-se. exceto nos casos previstos nas letras “a”. 95 – Reversão é o ato pelo qual o servidor militar agregado retorna ao respectivo quadro tão logo cesse o motivo que determinou a sua agregação. serão observadas as formalidades previstas em legislação específica. 96 – A reversão será efetuada mediante ato do Governador do Estado para os Oficiais e do Comandante-Geral para as Praças. “f”. sem comunicar qualquer motivo de impedimento. voltando a ocupar o lugar que lhe competir na respectiva escala numérica. § 2° – O servidor militar cuja situação é a de excedente é considerado como em efetivo serviço para todos os efeitos e concorre. após haver sido transferido de quadro. § 1° – A situação do desaparecido só será considerada quando não houver indício de deserção. DO EXCEDENTE Art. “o”. DA REVERSÃO Art. sem licença. § 4° – O servidor militar promovido indevidamente só contará antigüidade. com a abreviatura “Excd” e receberá o número que lhe competir em conseqüência da primeira vaga que se verificar. sem haver vaga. ultrapassa o efetivo de seu quadro. na escala hierárquica . . tiver paradeiro ignorado por mais de oito dias. “g”. da Organização Policial-Militar onde serve ou do local onde deva permanecer. em igualdade de condições e sem nenhuma restrição a qualquer cargo policial-militar. na primeira vaga que ocorrer. estando este com o seu efetivo completo. e “p” do inciso III do parágrafo 1° do artigo 92. 94 – A agregação se faz por ato do Governador do Estado para os Oficiais e do Comandante-Geral para as Praças.Art. sem haver vaga. 98 – É considerado ausente o servidor militar que. e receberá o número que lhe competir na escala hierárquica. quando a vaga a ser preenchida corresponder ao princípio pelo qual deveria ter sido promovido. ocupa a mesma posição relativa em antigüidade que lhe cabe. VI – tendo cessado o motivo que determinou sua reforma por incapacidade definitiva. no desempenho de qualquer serviço. Parágrafo único – A qualquer tempo poderá ser determinada a reversão do militar agregado. desde que satisfaça aos requisitos para a promoção. Parágrafo único – Decorrido o prazo mencionado neste artigo. deslocando para a vaga seguinte o princípio de promoção que deveria ter sido seguido. em viagem. estando o mesmo com o seu efetivo completo. V – sendo o mais moderno na respectiva escala hierárquica. IV – é promovido indevidamente. salvo o indevidamente promovido. respeitados os requisitos legais. 99 – É considerado desaparecido o servidor militar da ativa que. em virtude de promoção de outro servidor militar em ressarcimento de preterição. por mais de vinte e quatro horas consecutivas: I – deixar de comparecer à sua Organização Policial-Militar. II – aguarda a colocação a que faz jus na escala hierárquica. bem como à promoção. “b”. DO AUSENTE Art. retorna ao respectivo Quadro. III – é promovido por bravura. § 3° – O servidor militar promovido por bravura. “c”. reverte ao respectivo quadro. em operações policiais-militares ou em caso de calamidade pública. 97 – Excedente é a situação transitória a que automaticamente passa o servidor militar que: I – tendo cessado o motivo que determinou a sua agregação. § 1° – O servidor militar cuja situação é a de excedente. Art. estando este com seu efetivo completo. ocupará a primeira vaga aberta.

DA REINCLUSÃO Art. se mulher. sem haver decorrido três anos de seu término. mediante requerimento. no Diário Oficial e no boletim da organização em que serve o servidor militar. Parágrafo único – Em hipótese alguma a Praça licenciada no comportamento “MAU” poderá ser incluída novamente. que permanecer desaparecido por mais de trinta dias. § 2° – Nos demais casos previstos no “caput” deste artigo.§ 2° – O servidor militar da ativa. para todos os efeitos. Art. a pedido. na forma do inciso I do artigo 100. III – demissão. salvo se. com trinta anos de serviço. Art. nem do pagamento das pensões decorrentes de sentença judicial. ao servidor militar que conte. no órgão encarregado da administração do pessoal. 103 – A Praça licenciada a pedido ou “ex-officio “. o desligamento será feito após a publicação do ato correspondente. e vinte e cinco anos. enquanto aguarda o desligamento. se homem. VII – deserção. mediante novo concurso público. se efetua: I – a pedido. a transferência para a . tiver sido cientificado do indeferimento do pedido. com relação ao seu desligamento da Organização Policial-Militar em que serve. 102 – Ao servidor militar da ativa. o servidor militar será considerado em licença especial. poderá ser reincluída. antes. Art. sem prejuízo da remuneração e da contagem de tempo de serviço. será oficialmente considerado extraviado. 105 – A transferência para a reserva remunerada. DA TRANSFERÊNCIA PARA A RESERVA REMUNERADA Art. de duração superior a seis meses. com estabilidade assegurada. IV – perda do posto ou patente. Parágrafo único – No caso de o servidor militar haver realizado qualquer curso ou estágio por conta do Estado. IX – extravio. DO DESLIGAMENTO OU EXCLUSÃO DO SERVIÇO ATIVO Art. V – licenciamento. o requerimento de transferência para a reserva remunerada. Parágrafo único – O desligamento do serviço será processado após a expedição de ato do Governador do Estado ou de autoridade à qual para tanto tenham sido delegados ou concedidos poderes. VIII – falecimento. no mínimo. mediante transferência para a reserva remunerada. 101 – A transferência para a reserva remunerada ou a reforma não isentam o servidor militar de indenização dos prejuízos causados à Fazenda Estadual ou a terceiros. § 1° – Decorridos 30 (trinta) dias da data em que tiver sido protocolado. podendo afastar-se do serviço. VI – exclusão a bem da disciplina. 104 – A passagem do servidor militar à situação de inatividade. serão aplicadas as disposições constantes nos parágrafos deste artigo. 100 – O desligamento ou exclusão do serviço do servidor militar é feito em conseqüência de: I – transferência para a reserva remunerada. II – reforma. enquadrado nos incisos I ou V do artigo 100 ou demissionário a pedido. a qual não poderá exceder de trinta dias da primeira publicação oficial. neste último caso desde que não seja a bem da disciplina. II – “ ex-officio “. será concedida.

um inteiro. Art. observadas as disposições deste artigo e dos seguintes. inativar. na forma regulamentar. Art. será fixado nas seguintes proporções: I – 1/5 (um quinto) por ano. inclusive as diferenças de vencimentos. . do ano imediatamente anterior. ao completar 30 (trinta) anos de serviço e: a) 6 (seis) anos ou mais de permanência no último posto de seu Quadro. contínuos ou não. c) o tempo de serviço será contado apenas para a promoção por antigüidade e para a transferência à inatividade. que. por ano. Tenente-Coronel – 57 anos. Major – 56 anos. pelo menos. § 1° – O número de Oficiais a serem atingidos pela Quota Compulsória é calculado. II e VII do artigo 106. VI – quando Coronel. à regularidade de acesso e à adequação dos efetivos de Oficiais da Brigada Militar. com prévia autorização ou mediante ato do Governador do Estado. 106 – A transferência “ex-officio” para a reserva remunerada verificar-se-á sempre que o servidor militar incidir em um dos seguintes casos: I – atingir as seguintes idades limites: a) Oficiais: Coronel – 59 anos. 109 – As vagas serão consideradas abertas na data da assinatura do ato que agregar. em qualquer hipótese. e permanecer afastado das funções por 2 (dois) anos. for demitido por necessidade de serviço ou for dispensado da função de Comandante-Geral e não aceitar nomeação para outro cargo policial-militar. inclusive. do efetivo previsto para Tenente-Coronel do QOEM. IV – agregar para. Art. excetuando-se as decorrentes dos incisos I. II – uma. até completar-se. se for Oficial de nível superior. 108 – O número de vagas previsto no artigo anterior. não eletivo. § 1° – A transferência para a reserva remunerada processar-se-á à medida que o servidor militar for enquadrado em um dos itens deste artigo. será computado para a obtenção de uma vaga para a promoção obrigatória. b) Praças – 55 anos. ao equilíbrio. aos cálculos correspondentes dos períodos seguintes. ou b) 35 (trinta e cinco) anos de efetivo exercício. 108 o total de vagas abertas no ano-base. então. o número fixo de vagas necessárias à renovação. Tenente – 54 anos. anualmente.reserva só será concedida mediante indenização de todas as despesas correspondentes à realização do referido curso ou estágio. demitir ou reconhecer o óbito. assumir cargo público civil temporário. b) somente poderá ser promovido por antigüidade. do efetivo previsto para Coronel QOEM. nas situações previstas no “caput” deste artigo. § 3° – As frações que resultarem da aplicação das proporções estabelecidas neste artigo serão adicionadas. inclusive na Administração Indireta. cumulativamente. § 2° – Enquanto permanecer no cargo que trata o inciso IV: a) fica assegurada a opção entre a remuneração do cargo e a do posto ou graduação. III – 1/12 (um doze avos). II – o Oficial. § 2° – Considera-se ano-base o período de 1° de janeiro a 31 de dezembro. VII – for abrangido pela Quota Compulsória. de Coronel do QOES. de dois em dois anos. V – for diplomado para desempenho de cargo eletivo. Capitão – 55 anos. deduzindo-se das proporções fixadas no art. Art. 107 – A Quota compulsória que se refere o inciso VII do artigo 106 assegurará. III – ultrapassar 2 (dois) anos contínuos de licença para tratamento de saúde em pessoa da família.

contando mais de 20 (vinte) anos de tempo de efetivo serviço. sendo precedida de inspeção de saúde. Art. no Boletim Geral da Corporação. o prazo previsto no artigo 47. de calamidade pública e nos casos de convocação e mobilização. alínea “a”. § 2° – A convocação de que trata este artigo terá a duração necessária ao cumprimento da atividade que a ela deu origem. no posto imediatamente inferior. § 2° – Decorrido o prazo recursal. § 1° – Os Oficiais indicados para integrar a Quota Compulsória anual serão notificados imediatamente pelo Presidente do órgão competente. para apresentar recurso contra esta medida. Art. § 3° – A transferência para a reserva. em face da aplicação daquele dispositivo. Art. para ser encarregado de Inquérito Policial-Militar ou para ser incumbido de outros procedimentos administrativos. baixando-se os atos de agregação. DA REFORMA Art. até 31 de dezembro do ano-base. § 5° – As Quotas Compulsórias só serão aplicadas quando houver. na forma regulamentar. exceto quanto à promoção. na forma do inciso I. III – deixarão de ser indicados os Oficiais agregados por extravio ou deserção. por abrangência da Quota Compulsória. com 30 (trinta) anos de serviço. dando-se atendimento. não serão preenchidas por Oficiais excedentes ou desagregados em virtude de haver cessado as causas da agregação. 110 – O órgão competente organizará. não devendo ser superior ao prazo de doze meses e dependerá da anuência do convocado. § 1° – O Oficial convocado nos termos deste artigo terá os direitos e deveres dos Oficiais da ativa de igual situação hierárquica. 106 e as resultantes das promoções efetivas nos diversos postos. até o dia 31 de janeiro de cada ano. 113 – A passagem do servidor militar à situação de reformado efetua-se “ex-officio”. por proposição do Comandante-Geral. pelos Oficiais da ativa que. limitados ao número de vagas e desde que contem. § 6° – A indicação dos Oficiais para integrarem a Quota Compulsória obedecerá às seguintes prescrições: I – inicialmente serão apreciados os requerimentos apresentados até 31 de dezembro do ano-base. na falta de Oficial da ativa em situação hierárquica compatível com a do Oficial envolvido. por prioridade.§ 4° – As vagas decorrentes das inativações previstas nos incisos I. a lista dos Oficiais destinados a integrar a Quota Compulsória. no mínimo. II – se o número de Oficiais voluntários. 114 – A reforma de que trata o artigo anterior será aplicada ao servidor militar que: I – atingir as seguintes idades-limites de permanência na reserva remunerada: a) para Oficial Superior – 64 anos b) para Capitão e Tenente – 60 anos c) para Praças – 56 anos II – for julgado incapaz definitivamente para o serviço ativo da Brigada Militar e não houver possibilidade de. 111 – A transferência do servidor militar para a reserva remunerada pode ser suspensa na vigência de estado de sítio. Oficiais que satisfaçam as condições de acesso. § 1°. será publicada. efetivar-se-á dentro dos 60 (sessenta) dias seguintes ao da agregação. não atingir o total de vagas da quota. para compor o Conselho de Justificação. Art. na forma do § 6° do artigo anterior. a lista dos Oficiais que foram abrangidos pela Quota Compulsória. cujos efeitos se contarão a partir da data da publicação da lista. e contará como acréscimo esse tempo de serviço. 112 – O Oficial da reserva remunerada poderá ser convocado para o serviço ativo por ato do Governador do Estado. nos termos da lei. a que não concorrerá. II e VII do art. esse total será completado “ex-offício” entre os Oficiais de maior antigüidade no posto. ser readaptado em decorrência de limitação que . aos mais idosos. e terão. requererem a sua inclusão na Quota Compulsória.

cardiopatia grave. para os portadores de lesões aparentemente inativas. aplica-se o disposto na alínea “b” do inciso I deste artigo. § 2° – Nos casos de tuberculose. II – acidente em serviço. § 1° – Os casos de que tratam os itens I. estados avançados do mal de Paget (osteíte deformante). com as atribuições do posto ou graduação. não sofre solução de continuidade. entendido como: a) por ato relacionado. IV – tuberculose ativa. moléstia ou enfermidade sem relação de causa e efeito com o serviço. exceto quanto às condições de convocação. prevista em lei. por sua condição de servidor militar. mediante homologação de Junta de Saúde ainda que se trate de moléstia curável. a fim de serem reformados. baixa ao hospital. espondiloartrose anquilosante. pênfigo. Síndrome de Imunodeficiência Adquirida e outras que a lei indicar. e d) em represália. no exercício de suas atribuições. . a atividade da doença. neoplasia maligna. moléstia ou enfermidade adquirida com relação de causa e efeito a condições inerentes ao serviço. após acompanhar sua evolução até três períodos de seis meses de tratamento clínico-cirúrgico metódico. em extinção. V – acidente. doença. males de Addison e de Parkinson. em observações clínicas acompanhadas de repetidos exames subsidiários. por sentença passada em julgado. por ter sido julgado incapaz temporariamente. ficará condicionado a um período de consolidação extranosocomial nunca inferior a seis meses contados a partir da época da cura. 115 – Anualmente. quando reformado por limite de idade. alienação mental.tenha sofrido em sua capacidade física e mental. paralisia irreversível e incapacitante. nosocomial. com base na medicina especializada. nefropatia grave. § 2° – O servidor militar reformado na forma dos itens V e VI só poderá readquirir a situação de servidor militar anterior. conforme a avaliação médica a ser procedida por Junta Policial-Militar de Saúde. esclerose múltipla. III – estiver agregado por mais de dois anos. obrigatoriamente. bem como em decorrência da agressão sofrida e não provocada pelo serviço militar. papeletas de tratamento nas enfermarias e hospitais. 116 – A incapacidade definitiva pode sobrevir em conseqüência de: I – ferimento sofrido em ação policial ou enfermidade contraída nessa circunstância ou que nela tenha causa eficiente. hanseníase. no mês de fevereiro. IV – for condenado à pena de reforma. o órgão responsável pelo pessoal da Corporação organizará a relação dos servidores militares que houverem atingido a idadelimite de permanência na reserva remunerada. III – doença. ainda que ocorrido em horário ou local diverso daquele determinado para o exercício de suas funções. V – sendo Oficial. por outra sentença do Tribunal Militar do Estado e nas condições nela estabelecidas. II e III deste artigo serão provados por atestado de origem ou inquérito sanitário de origem. salvo quando se tratar de formas avançadas no conceito clínico e sem qualquer possibilidade de regressão completa. atualizado e. tal medida for indicada ao Comandante-Geral da Brigada Militar em julgamento de Conselho de Disciplina. as quais terão parecer imediato da incapacidade definitiva. com segurança. em processo regular. Parágrafo único – A situação de inatividade do servidor militar da reserva remunerada. ou por decisão do Comandante-Geral da Brigada Militar. b) por situação ocorrida no percurso da residência para o trabalho e vice-versa. em conseqüência de Conselho de Justificação a que foi submetido. VI – sendo Aluno-Oficial ou Praça com estabilidade assegurada. as Juntas de Saúde deverão basear seus julgamentos. § 1° – Aos atuais postos de 1° e 2° Tenentes. cegueira. Art. a pedido ou ex-offício. bem como os registros de baixa. a reforma tiver sido determinada pelo Tribunal Militar do Estado. de modo a comprovar. § 3° – O parecer definitivo a adotar. sendo os termos do acidente. nos casos de tuberculose. respectivamente. sempre que necessário. utilizados como meios subsidiários para esclarecer a situação. c) em treinamento. mediata ou imediatamente. Art. em julgamento por ele efetuado.

Art. julgado incapaz definitivamente por um dos motivos constantes do item I do artigo 116. § 2° – A transferência para a reserva remunerada. terá a sua remuneração paga aos seus beneficiários. será reformado com remuneração correspondente ao grau hierárquico imediatamente superior ao que possuir na ativa. com impossibilidade total e permanente para qualquer trabalho. progressiva e incurável que conduzirão à cegueira total. 120 – O servidor militar. troficidade e mais funções nervosas. observado o limite de idade para permanência nessa situação. seja considerado inválido. não suscetíveis de correção por lentes nem removíveis por tratamento médico-cirúrgico. deverão ser providenciados pela Corporação quando: . querósteo-músculo-articulares residuais. 119 – O servidor militar da ativa. que tornem o indivíduo total e permanentemente impossibilitado para qualquer trabalho. esgotados os meios habituais de tratamento permaneçam distúrbios graves. § 1° – O retorno ao serviço ativo ocorrerá se o tempo decorrido na situação de reformado não ultrapassar dois anos e na forma do § 1° do artigo 97. não só os casos de afecção crônica. troficidade ou mais funções. enquanto não ocorrer a designação judicial de curador. motilidade. nos quais. verificada a incapacidade definitiva. § 7° – São também equiparados a paralisias os casos de afecção ósteo-músculo-articulares graves e crônicos (reumatismos graves e crônicos ou progressivos e doenças similares). o servidor militar considerado inválido. II – com remuneração integral do seu posto ou graduação. reformado por incapacidade definitiva. como também os de visão rudimentar que apenas permitam a percepção de vultos. ocorrerá se o tempo decorrido na situação de reformado ultrapassar dois anos. qualquer que seja o seu tempo de serviço. nos termos definidos em lei específica. será reformado com remuneração integral. II. Art. poderá retornar ao serviço ativo ou ser transferido para a reserva remunerada. 121 – O servidor militar reformado por alienação mental. Art. policial-militar ou não. até sessenta dias a contar da data do ato da reforma. § 1° – A interdição judicial do servidor militar reformado por alienação mental deverá ser providenciada pelos beneficiários. esgotados os meios habituais de tratamento. Art. esgotados os meios habituais de tratamento. será promovido extraordinariamente. § 2° – A interdição judicial do servidor militar e seu internamento em instituição apropriada. permaneçam distúrbios extensos e definitivos. assim julgadas pelas Juntas de Saúde. desde que. em grau de recurso ou revisão. que for julgado apto em inspeção de saúde pela Junta Superior de Saúde. destruindo a autodeterminação do pragmatismo e tornando o indivíduo total e permanentemente impossibilitado para qualquer trabalho. § 5° – Ficam excluídas do conceito de alienação mental as epilepsias psíquicas e neurológicas. § 6° – Considera-se paralisia todo caso de neuropatia grave e definitiva que afeta a motilidade. julgado incapaz definitivamente por um dos motivos constantes dos itens I. no qual.§ 4° – Considera-se alienação mental todo caso de distúrbio mental ou neuro-mental grave persistente. extensos e definitivos. § 8° – São equiparados à cegueira. com impossibilitante total e permanente para qualquer trabalho. se Oficial ou Praça com estabilidade assegurada. com qualquer tempo de serviço. 117 – O servidor militar da ativa. Parágrafo único – Nos casos previstos nos itens II. antes de ser reformado. quer secundários das funções nervosas. III e IV do artigo 116. que tornem o indivíduo total e permanentemente impossibilitado para qualquer trabalho. 118 – O servidor militar da ativa. desde que o tenham sob sua guarda e responsabilidade e lhe dispensem tratamento humano e condigno. Art. julgado incapaz definitivamente por um dos motivos constantes do item V do artigo 116. permaneça alteração completa ou considerável na personalidade. será reformado: I – com remuneração proporcional ao tempo de serviço. sensibilidade. no qual. parentes ou responsáveis. III e IV do artigo anterior. sob a pena de suspensão do pagamento da remuneração respectiva.

por decisão do Tribunal Militar do Estado. II – for condenado por sentença passada em julgado por crime para o qual a lei comine essa pena acessória. Art. em decorrência de julgamento a que for submetido. ou com ele incompatível. III – incidir nos casos previstos em lei específica. quando contar com mais de cinco anos de Oficialato: II – com indenização das despesas feitas pelo Estado com a sua preparação e formação. ou com ele incompatível. e não tendo decorrido mais de três anos de seu término. aplicada exclusivamente aos Oficiais. aplicar-se-á o disposto no parágrafo anterior. 122 – A demissão da Brigada Militar. § 2° – No caso de o Oficial ter feito qualquer curso ou estágio de duração superior a dezoito meses. a demissão só será concedida mediante indenização de todas as despesas correspondentes ao referido curso ou estágio. e condenado à perda de posto e patente. § 4° – O direito à demissão a pedido pode ser suspenso. § 3° – Os processos e os atos de registro de interdição do servidor militar serão isentos de custas na Justiça Estadual. se for o caso. o Oficial que: I – for condenado por Tribunal Civil ou Militar a pena restritiva de liberdade individual superior a dois anos. sendo a sua situação militar definida pela Lei de Serviço Militar. mediante demissão “ex-officio”. transferido para a reserva. onde ingressará com o posto que possuir na ativa e com as obrigações estabelecidas em lei. das previstas no item II deste artigo a das diferenças de vencimentos. IV – tiver perdido a nacionalidade brasileira. II – não forem satisfeitas as condições de tratamento exigidas neste artigo. DA DEMISSÃO. 123 – A demissão a pedido será concedida. Art. Art. 126 – O Oficial perderá o posto e a patente se for declarado indigno do Oficialato. Parágrafo único – O Oficial declarado indigno do Oficialato. Art. por julgamento do Tribunal Militar do Estado. diante de requerimento do interessado: I – sem indenização aos cofres públicos. 127 – Fica sujeito a declaração de indignidade para o Oficialato. II – “ex-officio”. de sítio. 124 – O Oficial da ativa empossado em cargo público permanente. ou de incompatibilidade com o mesmo. acrescidas. de mobilização ou de calamidade pública. § 3° – O Oficial demissionário a pedido não terá direito a qualquer remuneração. que motivam o julgamento por Conselho de Justificação e neste for considerado culpado. e nos casos de perturbação da ordem interna. Art. sem direito a qualquer remuneração ou indenização. por conta do Estado. só poderá readquirir a situação de servidor militar anterior por outra sentença do Tribunal Militar do Estado e nas condições nela estabelecidas. se ainda não houverem decorrido mais de cinco anos de seu término. quando contar menos de cinco anos de Oficialato. estranho à sua carreira será imediatamente. por conta do Estado. e terá a sua situação definida pela Lei do Serviço Militar. 125 – O Oficial que houver perdido o posto e a patente será demitido “ex-officio”. § 1° – No caso de o Oficial ter feito qualquer curso ou estágio de duração igual ou superior a seis meses e inferior ou igual a dezoito meses. não podendo acumular qualquer proventos de inatividade com a remuneração do cargo público permanente. . em decorrência de sentença condenatória passada em julgado. parentes ou responsáveis. na vigência de estado de guerra. se efetua: I – a pedido.I – não houver beneficiários. DA PERDA DO POSTO E DA PATENTE E DA DECLARAÇÃO DE INDIGNIDADE OU INCOMPATIBILIDADE COM O OFICIALATO Art.

§ 2° – O licenciamento “ex-officio” se dará: I – por conclusão de tempo de serviço. DA EXCLUSÃO DA PRAÇA A BEM DA DISCIPLINA Art. Art. Art. em conseqüência da qual o voluntário venha a permanecer afastado do serviço durante noventa dias. ocorrerá durante a prestação do serviço policialmilitar inicial nos seguintes casos: I – de irregularidade no recrutamento. II – sobre as quais houver pronunciado tal sentença o Conselho Permanente de Justiça. aplicado somente às Praças. sem remuneração. e terão sua situação militar definida pela Lei do Serviço Militar. só poderá readquirir a situação de servidor militar anterior: a) por outra sentença do Conselho Permanente de Justiça e nas condições nela estabelecidas. à Praça engajada ou reengajada que conte. II – de moléstia não adquirida em serviço. 129 – O Aluno-Oficial e as demais Praças sem estabilidade assegurada. em sentença transitada em julgado. empossadas em cargo público permanente estranho à sua carreira. Parágrafo único – Cabe ao Comandante-Geral determinar a anulação de Inclusão. § 5° – Compete ao Comandante-Geral o ato de licenciamento das Praças. III – incidirem nos casos que motivaram julgamento por Conselho de Disciplina e neste forem considerados culpados.DO LICENCIAMENTO Art. Parágrafo único – Às Praças que tiverem feito curso ou estágio aplicam-se as disposições dos parágrafo único do artigo 105. § 3° – O servidor militar licenciado não tem direito a qualquer remuneração e terá sua situação militar definida pela Lei do Serviço Militar. no mínimo. 131 – A anulação de inclusão. no foro civil ou militar. II – “ex-officio”. § 1° – O licenciamento a pedido poderá ser concedido. DA ANULAÇÃO DE INCLUSÃO Art. se efetua: I – a pedido. III – a bem da disciplina. inclusive relacionada com a seleção. para as Praças. b) aos Alunos-Oficiais ou às Praças com estabilidade assegurada: I – sobre as quais houver pronunciado tal sentença o Conselho Permanente de Justiça. . 130 – O direito ao licenciamento a pedido poderá ser suspenso na vigência do estado de guerra ou de sítio e nos casos de perturbado da ordem interna. a metade do tempo de serviço a que se obrigou. desde que não haja prejuízo para o serviço. 132 – A exclusão a bem da disciplina será aplicada “ex-officio” : a) às Praças sem estabilidade que forem condenadas a pena restritiva de liberdade superior a dois anos. por haverem sido condenadas em sentença passada em julgado por aquele Conselho ou pela Justiça Civil a pena restritiva de liberdade individual superior a dois anos. consecutivos ou não. serão imediatamente licenciados “ex-officio”. por haverem perdido a nacionalidade brasileira. a pena de qualquer duração. Parágrafo único – O Aluno-Oficial ou a Praça com estabilidade assegurada que houver sido excluído a bem da disciplina. por ocasião da inspeção para a inclusão. se a exclusão for conseqüência de sentença daquele Conselho. 128 – O licenciamento do serviço ativo. § 4° – O licenciado “ex-officio” a bem da disciplina receberá o Certificado de Isenção previsto na Lei do Serviço Militar. nos crimes previstos na legislação especial concernente à Segurança Nacional. de mobilização ou de calamidade pública. ou. II – por conveniência do serviço. III – se o voluntário for portador de moléstia que o incapacite para o serviço e que haja escapado à observação da Junta Policial-Militar de Saúde.

§ 2° – O servidor militar reincluído recomeça a contar tempo de serviço na data de publicação. Art. Art. se assim julgar necessário. em processo regular. na hipótese de ser julgado incapaz. será submetido a inspeção de saúde e. resulta em sua reinclusão e nova agregação. DO TEMPO DE SERVIÇO Art. 138 – O reaparecimento do servidor militar extraviado ou desaparecido. § 1° – O desligamento do serviço ativo será feito seis meses após a agregação por motivo de extravio. se a exclusão for conseqüência de ter sido julgado culpado em Conselho de Disciplina. se não houver captura ou apresentação voluntária antes do término desse prazo. . para fins deste artigo. se julgado apto. tão logo sejam esgotados os prazos máximos de possível sobrevivência ou se dêem por encerradas as providências de salvamento. a partir da data da ocorrência do óbito. do ato concernente a sua reinclusão. ao ser oficialmente declarada desertora. enquanto se apuram as causas que deram origem ao seu afastamento. catástrofe. das Praças com estabilidade. Art. Parágrafo único – O servidor militar reaparecido será submetido a Conselho de Justificação ou a Conselho de Disciplina. 139 – Os servidores militares começam a contar tempo de serviço na Brigada Militar a partir da data de sua inclusão ou nomeação para o posto ou graduação. § l° – A demissão do Oficial ou exclusão da Praça com estabilidade processar-se-á após um ano de agregação. o extravio ou o desaparecimento do servidor militar da ativa será considerado como falecimento. § 1° – Considera-se como data de inclusão ou nomeação. a bem da disciplina. 137 – O extravio do servidor militar da ativa acarreta interrupção do serviço policial-militar com o conseqüente afastamento temporário do serviço ativo. reincluído no serviço ativo e. 136 – O falecimento do servidor militar da ativa acarreta interrupção do serviço policial-militar. a seguir. com o conseqüente desligamento ou exclusão do serviço ativo. a data de publicação do respectivo ato no Diário Oficial do Estado. 134 – A exclusão da Praça a bem da disciplina acarreta a perda do seu grau hierárquico e não a isenta das indenizações dos prejuízos causados à Fazenda Estadual ou a terceiros. a sua situação será regulada na legislação específica. § 2° – Em caso de naufrágio. § 4° – A reinclusão em definitivo do servidor militar de que trata o parágrafo anterior dependerá de sentença do Conselho de Justiça. agregado para se ver processar e. a partir da data em que o mesmo foi oficialmente considerado extraviado. nem das pensões decorrentes de sentença judicial.b) por decisão do Comandante-Geral da Brigada Militar. Art. DO FALECIMENTO E DO EXTRAVIO Art. Parágrafo único – A Praça excluída a bem da disciplina não terá direito a qualquer remuneração ou indenização e sua situação militar será definida pela Lei do Serviço Militar. DA DESERÇÃO Art. por decisão do Comandante-Geral da Brigada Militar. para fins deste Estatuto. já desligado do serviço ativo. com a conseqüente demissão “ex-officio” para o Oficial ou exclusão do serviço ativo para a Praça. 133 – Compete ao Comandante-Geral da Brigada Militar o ato de exclusão. calamidade pública ou outros acidentes oficialmente reconhecidos. sinistro aéreo. § 2° – A Praça sem estabilidade assegurada será automaticamente excluída. no Diário Oficial do Estado. § 3° – O servidor militar desertor que for capturado ou que se apresentar voluntariamente depois de haver sido demitido ou excluído. 135 – A deserção do servidor militar acarreta a interrupção do serviço policial-militar.

computado como tempo de efetivo serviço o tempo passado dia a dia. após as investigações que couberem. Art. caberá ao Comandante-Geral arbitrar o tempo a ser computado. II – passado em licença. além dos afastamentos previstos no artigo 66. nas Organizações Policiais-Militares. inundação ou outras calamidades. como incêndio. será computado como se ele o tivesse passado no exercício daquelas funções. matrícula. cargo. de 15 de janeiro de 1971. para todos os efeitos legais. § 4° – As restrições constantes dos §§ l° e 2° do presente artigo não prejudicarão a vigência dos artigos 15 a 17 da Lei n° 6. para efeito algum. § l° – Os acréscimos a que se refere o inciso I serão computados somente no momento da passagem do servidor militar à situação de inatividade. desde que não tenha sido concedida suspensão condicional da pena. pelo servidor militar da reserva convocado ou mobilizado. IV – decorrido em cumprimento de pena de suspensão do exercício do posto.° 7057. será aplicado o divisor trezentos e sessenta e cinco. 144 – O tempo de serviço passado pelo servidor militar no exercício de atividades decorrentes ou dependentes de operações de guerra será regulado em legislação específica. não gozada. Art. inclusive quanto à percepção definitiva de gratificação de tempo de serviço. de acordo com os elementos disponíveis. ou de moléstia adquirida no exercício de qualquer função policial-militar. § l° – Será. mesmo que tal espaço de tempo seja parcelado. 143 – O tempo que o servidor militar vier a passar afastado do exercício de suas funções. para cada caso particular. o tempo: I – que ultrapassar de um ano. Art. os períodos em que o servidor militar estiver afastado do exercício de suas funções. ou graduação. com os seguintes acréscimos: I – tempo de serviço público federal. por sentença passado em julgado. 140 – Na apuração de tempo de serviço policial-militar. 142 – “Anos de serviço” é a expressão que designa o tempo de efetivo serviço a que se refere o artigo anterior. V – decorrido em cumprimento de pena restrita da liberdade. § 3° – Não é computável. § 2° – Os acréscimos a que se refere o item II serão computados somente no momento da passagem do servidor militar a situação de inatividade e. sinistro aéreo. VII – decorrido após a data em que for julgado incapaz definitivamente para o serviço ativo. de 30 de dezembro de 1976. 141 – Tempo de efetivo serviço é o espaço de tempo computado dia a dia entre a inclusão ou nomeação e a data limite estabelecida para contagem ou data do desligamento do serviço ativo. nomeação ou reinclusão na Brigada Militar. II – tempo relativo a cada licença-especial. em licença para tratamento de saúde de pessoa da família. no exercício de funções servidores militares na forma do artigo 112. Art. em gozo de licença especial. de que trata este artigo. ou função por sentença passada em julgado. Art. § 2° – Não serão deduzidos do tempo de efetivo serviço. VI – decorrido após completada a idade limite de permanência no serviço ativo da força. para tratar de interesse particular. será feita a distinção entre: I – tempo de serviço efetivo. contínuo ou não.196. II – anos de serviço. estadual ou municipal prestado pelo servidor militar anteriormente a sua inclusão. também. para a correspondente obtenção dos anos de efetivo serviço. .§ 3° – Quando. III – passado como desertor. contado em dobro. apurados e totalizados em dias. nessa situação. por motivo de força maior oficialmente reconhecido. acrescido do tempo de serviço de que trata a Lei Estadual n. ou parte dela. § 3° – Ao tempo de efetivo serviço. na manutenção da ordem pública. em conseqüência de ferimentos recebidos em acidente quando em serviço. faltarem dados para contagem de tempo de serviço. naufrágio.

b) condecorações por serviços prestados. 152 – As dispensas do serviço podem ser concedidas aos servidores militares: I – como recompensa. Parágrafo único – O tempo de serviço policial-militar inicial. municipal ou passado em administração indireta. DA PRORROGAÇÃO DO SERVIÇO POLICIAL-MILITAR Art. DA LICENÇA PARA ACOMPANHAR O CÔNJUGE Art. 146 – A data-limite estabelecida para o final de contagem dos anos de serviço. § 1° – São recompensas aos servidores militares: a) prêmios de Honra ao Mérito. para outro ponto do Estado ou do Território Nacional.Art. 151 – As dispensas do serviço são autorizações concedidas aos servidores militares para afastamento total do serviço. para fins de passagem para a inatividade. 148 – O servidor militar estável terá direito à licença. desde que requeiram. 145 – O tempo de serviço dos servidores militares beneficiados por anistia será contado conforme estabelecer o ato legal que a conceder. Art. c) elogios. bem como os de engajamento e de reengajamento. podendo ser renovada a cada dois anos. ser concedida prorrogação desse tempo. II – em decorrência de prescrição médica. para o exterior ou para o exercício de mandato eletivo dos Poderes Executivo e Legislativo federal. como engajados ou reengajados. louvores. Art. uma ou mais vezes. estadual ou municipal. poderá. d) dispensa do serviço. 153 – Às Praças que concluírem o tempo de serviço a que estiverem obrigadas. para acompanhar o cônjuge. referências elogiosas. Art. sem remuneração e sem a contagem de tempo de serviço. nem com tempo de serviço computável após a inclusão em Organização Policial-Militar ou órgão de formação de Polícia-Militar ou a nomeação para posto da Brigada Militar. segundo as conveniências da Corporação e de acordo com a legislação pertinente. Art. 150 – As recompensas constituem reconhecimento de bons serviços prestados pelos servidores militares. em caráter temporário. 149 – A licença será concedida mediante pedido do servidor militar. . Parágrafo único – As dispensas de serviço serão concedidas com remuneração correspondente ao cargo ou função e computadas como tempo de efetivo serviço. Art. para os possuidores de curso universitário. nem com os acréscimos de tempo. independentemente de solicitação própria. § 2° – As recompensas serão concedidas de acordo com as normas estabelecidas nas leis e nos regulamentos da Brigada Militar. DAS RECOMPENSAS E DAS DISPENSAS DO SERVIÇO Art. quando este for transferido. devidamente instruído. 147 – Na contagem dos anos de serviço não poderá ser computada qualquer superposição entre si dos tempos de serviço público federal. será a do desligamento do serviço ativo. estadual. será de dois anos.

por necessidade do serviço. sendo servidor estadual. Art. 159 – Aplicam-se aos servidores militares. 156 – Aplicam-se à Brigada Militar. de 30 de janeiro de 1978. .836/72) e o Conselho de Disciplina (Decreto federal n° 71. Art. (DOE de 19/08/97) ANTÔNIO BRITTO. Art. se necessário. mantendo-se inalterado o cálculo dos respectivos proventos. 157 – O cônjuge do servidor militar. de designações que possam sugerir a sua vinculação à Brigada Militar. Art. o Regulamento de Administração do Exército (R/3).500/72). 154 – A assistência religiosa aos servidores militares será regulada em lei específica. o Regulamento de Correspondência do Exército. Art. removido ou designado para a sede do município onde servir o servidor militar. por parte de organizações civis. passando. o Regulamento Interno e dos Serviços Gerais do Exército (R/1). o Regulamento de Continências. o servidor militar mudar a sede do seu domicílio. que congreguem membros da Brigada Militar. para qualquer estabelecimento de ensino do Estado. nos casos omissos na presente Lei. para si e seus dependentes. de 30 de janeiro de 1978. § 1°. será. Honra e Sinais de Respeito das Forças Armadas (R/2). Art. Parágrafo único – Quando. terá assegurado o direito de transferência e matrícula.DAS DISPOSIÇÕES FINAIS E TRANSITÓRIAS Art. independente de vaga e em qualquer grau. 158 – Não se aplicam as disposições deste Estatuto ao pessoal civil em serviço na Brigada Militar. Governador do Estado. no que couberem. se o requerer. II e III da Lei n° 7. 162 – Esta lei entra em vigor no primeiro dia do mês seguinte ao de sua publicação. as disposições do Estatuto e Regime Jurídico Único dos Servidores Públicos Civis do Estado do Rio Grande do Sul. 161 – As Praças terão direito ao fardamento de serviço por conta do Estado. 18 de agosto de 1997. PALÁCIO PIRATINI. à condição de adido ou posto à disposição de qualquer órgão do serviço público estadual. o Conselho de Justificação (Lei n° 5. Art. de acordo com a tabela de distribuição elaborada pela Brigada Militar. clubes. 163 – Revogam-se as disposições em contrário. Art. Art. em especial a Lei n° 7. 155 – É vedado o uso. em Porto Alegre. são considerados promovidos ao grau hierárquico imediato. excetuadas as associações.138. sem prejuízo de qualquer dos seus direitos. 160 – Os servidores militares inativados na forma prevista pelo artigo 167.138. incisos I. círculos e outros.

DE 08 DE JULHO DE 1997. Art. da Constituição do Estado. deverá apresentar as seguintes condições gerais: I – possuir ilibada conduta pública e privada. até 31 de dezembro do ano da inscrição. idade inferior a 23 (vinte e três) anos. deverá ter sido licenciado. no uso da atribuição que lhe confere o artigo 82. o candidato. o candidato. nomeação ou matrícula nos cursos da Brigada Militar. medida de segurança ou qualquer condenação incompatível com a função policial militar. O GOVERNADOR DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL. Dispõe sobre as condições gerais e específicas para ingresso voluntário na Brigada Militar. VI – não ter sido isentado do serviço militar por incapacidade física definitiva. “f” e “g” do inciso I. DECRETA: Art. “d”. “f” e “g” do inciso I.Militar: a) ser brasileiro nato. III – Curso de Formação de Soldado PM. no comportamento “bom”. II – estar quite com as obrigações eleitorais e militares.LEGISLAÇÃO COMPLEMENTAR DECRETO Nº 37. as condições específicas estabelecidas nas letras “b”.65m (um metro e sessenta e cinco centímetros). para ingresso na Brigada Militar com destino a cursos. “e”. IV – não ter sofrido condenação criminal com pena privativa de liberdade. inciso V. exigidos para inclusão. V – não estar respondendo a processo criminal. h) ter. psicológico e intelectual. VII – ter obtido aprovação nos exames de saúde. e) possuir o 2º grau completo ou equivalente. as condições específicas estabelecidas nas letras “b”. II – Curso de Formação de Sargentos da Qualificação Policial Militar Geral: a) satisfazer. g) não ter sido desligado de Estabelecimento de Ensino Militar ou Policial-Militar por motivo disciplinar. 3º – Além das condições gerais previstas no artigo anterior. da Qualificação Policial-Militar Geral: a) satisfazer. Parágrafo único – Quando se tratar de candidato reservista das Forças Armadas. “d”. quadros ou qualificações. as seguintes condições específicas: I – Curso de Formação de Oficiais do Quadro de Oficiais de Polícia. c) ser solteiro e não possuir encargos de família. de acordo com a legislação de ensino em vigor. físico. no mínimo. III – não figurar como indiciado em inquérito policial militar. Art. f) não ter sido dispensado de incorporação das Forças Armadas por motivo considerado também incompatível com as exigências para o curso. d) possuir altura mínima de 1. “e”. 1º – O ingresso na Brigada Militar será efetuado com observância do que dispõe o Estatuto dos Policiais Militares do Estado e do estabelecido no presente Decreto. . b) ser do sexo masculino. são exigidas também. 2º – O candidato a ingresso nos quadros da Brigada Militar.536.

512. organizada com base na hierarquia e na disciplina. Faço saber. que a Assembléia Legislativa aprovou e eu sanciono e promulgo a Lei seguinte: Art. administrativa e operacionalmente. II – atuar preventivamente. “g” e “h” do inciso I para o Curso de Formação de Oficiais. 4º – Compete ao Comandante-Geral da Brigada Militar baixar normas complementares a estas disposições. 5º – Este Decreto entra em vigor na data de sua publicação. b) satisfazer. O GOVERNADOR DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL. o candidato. DE 18 DE AGOSTO DE 1997. onde se presuma ser possível a perturbação da ordem pública. a fim de assegurar o cumprimento da lei. quando do sexo feminino. PALÁCIO PIRATINI. da Constituição do Estado. destinada à preservação da ordem pública e à incolumidade das pessoas e do patrimônio. Art. em Porto Alegre. 2º – A Brigada Militar vincula-se. em cumprimento ao disposto no artigo 82. no momento da inclusão. c) ter. Art. b) ser brasileira nata. V – Quadro de Oficiais de Saúde: a) observar as disposições aplicáveis do Decreto nº 30. Art. VICENTE BOGO. planejada pela autoridade policial-militar competente.60m (um metro e sessenta centímetros). em locais ou área específicas. c) ter. no mínimo. a polícia ostensiva. Art. c) satisfazer. Dispõe sobre a Organização Básica da Brigada Militar do Estado e dá outras providências. é uma Instituição permanente e regular. e) possuir o 2º grau completo ou equivalente. inciso IV. “c” e “d” do inciso IV. Governador do Estado em exercício. até a data da inscrição no concurso. como força de dissuasão.991. à Secretaria de Estado responsável pela Segurança Pública no Estado do Rio Grande do Sul. para o Curso de Formação de Soldado PM. IV – Cursos de Formação dos Quadros Especiais de Polícia-Militar Feminina: a) ser do sexo feminino. 1° – A Brigada Militar. . d) ter altura mínima de 1. até a data da inscrição para ingresso na Brigada Militar. idade inferior a 28 anos. na categoria “B”. e as letras “b” e “c” do inciso III. as condições específicas estabelecidas nas letras “b”. 3° – Compete à Brigada Militar: I – executar. a candidata.b) possuir Carteira Nacional de Habilitação que lhe permita conduzir veículo automotor. (DOE de DE 09/07/97) LEI Nº 10. 08 de julho de 1997. Polícia Militar do Estado do Rio Grande do Sul. as condições das letras “c”. Art. de 29 de dezembro de 1981. ressalvada a competência das Forças Armadas. com exclusividade. a manutenção da ordem pública e o exercício dos poderes constituídos. classificada. condição exigida das candidatas ao oficialato. a idade de 25 anos. 6º – Revogam-se as disposições em contrário.

aquático e terrestre no Estado.3º retificado no DOE de 27. IV – OPM de Logística. atribuições. IX – executar as atividades de defesa civil no Estado. § 4º – Os órgãos de Polícia Militar (OPM) compreendem: I – OPM de Polícia Ostensiva.97. no desempenho de atividade policial-militar no âmbito de suas circunscrições territoriais. Art. os Oficiais. 8° – O Comandante-Geral é indicado pelo Secretário de Estado responsável pelos assuntos de segurança pública e nomeado pelo Chefe do Poder Executivo Estadual. 7° – O Comando-Geral compreende: I – o Comandante-Geral. em caso de perturbação da ordem pública e no gerenciamento técnico de situações de alto risco. III – OPM de Ensino. X – desempenhar outras atribuições previstas em lei. e VIII – a Comissão de Avaliação e Mérito Art.III – atuar repressivamente. VIII – realizar os serviços de busca e resgate aéreo. compete o planejamento. efetivo. II – OPM de Bombeiros. III – o Conselho Superior. competindo-lhe a sua administração. . que são os órgãos de Apoio da Brigada Militar. VII – o Gabinete do Comandante-Geral. compete a administração da Instituição. II – o Subcomandante-Geral. (Inciso V do art. Art. 4° – A Brigada Militar estrutura-se em órgãos de Direção. IV – o Estado Maior. já inserida no texto) VI – executar o serviço de prevenção e combate a incêndio. III – a Direção do Conselho Superior. V – a Corregedoria-Geral. VII – fiscalizar e controlar os serviços civis auxiliares de combate a incêndio. Oficial do último Posto da carreira do Quadro de Oficiais de EstadoMaior – QOEM. § 2° – Aos Departamentos. nível. compete as atividades administrativo-operacionais indispensáveis ao cumprimento das finalidades da Instituição. com os poderes e deveres inerentes à função.08. a direção. § 3° – Aos Comandos Regionais e aos órgãos de Polícia Militar (OPM). estrutura. VI – a Ajudância Geral. II – a Presidência da Comissão de Avaliação e Mérito. que são os órgãos de Execução da Brigada Militar. IV – exercer atividades de investigação criminal militar. subordinação e grau de comando fixados considerando-se os indicadores de segurança pública da respectiva circunscrição territorial e os indicadores específicos da Instituição. 6° – O Comandante-Geral. o controle e a execução das diretrizes emanadas do comando da Instituição. VI – OPM Especiais. e as Praças em comando de fração destacada. Art. que é o órgão de Direção Geral da Brigada Militar. Parágrafo único – São autoridades policiais-militares o Comandante-Geral da Brigada Militar. § 1° – Ao Comando-Geral. é a autoridade primeira da Instituição. extinção. competindo-lhe: I – a Coordenação geral das atividades da Instituição. organização. 5° – Os OPM têm criação. de Apoio e de Execução. Art. V – OPM de Saúde. V – atuar na fiscalização e controle dos serviços de vigilância particular no Estado.

as atividades de ensino. e nomeado pelo Governador do Estado. de qualquer autoridade. informática e outras. competindo-lhe igualmente as funções de assessorá-lo no cumprimento das atividades da Brigada Militar. de acordo com as necessidades da Instituição. orientação e fiscalização das atividades funcionais e da conduta dos servidores da Instituição. podem receber denominações diferenciadas. diretamente subordinada ao Comandante-Geral é o órgão de disciplina. escalões intermediários de Comando. V – requisitar. III – fiscalizar as atividades dos órgãos e servidores da Brigada Militar. Art. que atendam às necessidades da segurança pública. II – exercer a apuração de responsabilidade criminal. é composto por: I – Chefia. avaliação e processamento das promoções. compreendendo: . e II – seções. constituído pelos Coronéis da ativa em exercício na Instituição. conforme a respectiva circunscrição territorial de atuação. exames. certidões. Parágrafo único – O Subcomandante-Geral será indicado pelo Secretário de Estado responsável pelos assuntos de segurança pública. em razão do efetivo e da sua destinação. pessoal. saúde. Art. órgão de assessoramento permanente do Comandante-Geral nos assuntos relativos às carreiras de Oficiais e Praças da Instituição. os elementos coligidos sobre o estágio probatório de integrantes da carreira de Servidor-Militar. Art. 12 – O Estado Maior da Brigada Militar estrutura-se em: I – chefia. ao qual compete o assessoramento direto ao ComandanteGeral. IV – avaliar. Art. 10 – Ao Conselho Superior. instrução e pesquisa. compete o estudo e o planejamento estratégico da Instituição. Art. 14 – A Corregedoria-Geral. Parágrafo único – Compete à Corregedoria-Geral: I – cumprir atividades que lhe sejam atribuídas pelo Comandante-Geral. 16 – O Gabinete do Comandante-Geral. ouvido o Comandante-Geral. Art. diligências. dirigir e controlar os trabalhos do Estado Maior. Art. pareceres técnicos e informações indispensáveis ao bom desempenho de sua função. administração financeiro-contábil. sob a forma de sistemas. patrimônio. 18 – Os Comandos Regionais.Art. e VI – elaborar o regulamento do estágio probatório dos servidores-militares. Art. para encaminhamento posterior ao Comandante-Geral. logística. administrativa ou disciplinar. 11 – Ao Estado-Maior da Brigada Militar. realizando inspeções e correições e sugerindo as medidas necessárias ou recomendáveis para a racionalização e eficiência dos serviços. II – Assessorias. cabe o assessoramento em assuntos de interesse da Corporação. Art. III – Secretaria Executiva. 15 – A Ajudância-Geral tem a seu cargo os serviços administrativos do Quartel do Comando-Geral e o atendimento de suas necessidades em pessoal e material. Art. órgão de assessoramento do Comando-Geral. 17 – À Comissão de Avaliação e Mérito. compete o controle. e II – coordenar. 13 – Ao Chefe do Estado Maior compete: I – assessorar o Comandante-Geral. 9º – O Subcomandante-Geral é o substituto. § 2°– Os Comandos Regionais podem ser dotados de Centro de Operações Policiais Militares. do ComandanteGeral da Corporação. 19 – Os Departamentos organizam. § 1°– Os Comandos Regionais. nos seus impedimentos eventuais. são os responsáveis em suas respectivas circunscrições territoriais pelas atividades administrativo-operacionais dos OPM que lhe são subordinados.

Tenente-Coronel e Coronel. com competências a serem discriminadas em regimento interno. órgão de planejamento. § 1º – A carreira dos Quadros de Oficiais. II – Departamento de Logística e Patrimônio. é constituída dos postos de Capitão. órgão de planejamento. 1º – Os Quadros de Organização da Brigada Militar e as carreiras dos Oficiais e Praças passam a observar os preceitos estatuídos na presente Lei. Art. órgão de planejamento. 2º – Fica instituída a carreira dos Servidores Militares Estaduais de Nível Superior. em cumprimento ao disposto no artigo 82. inciso IV. em especial a Lei nº 7. 20 – As funções de Comandante-Geral. competindo-lhe a aquisição.556. da Constituição do Estado. Major. controle e fiscalização dos sistemas informatizados da Instituição. órgão de planejamento. ANTÔNIO BRITTO. . Governador do Estado. controle. PALÁCIO PIRATINI. Art.992. a contar de sua vigência. 18 de agosto de 1997. de 20 de novembro de 1981. de Subcomandante-Geral. DE 18 DE AGOSTO DE 1997. nesta ordem de hierarquia. IV – Departamento Administrativo. § 1° – A função de Diretor do Departamento de Saúde será exercida por um Coronel do Quadro de Oficiais Especialistas em Saúde – QOES. Faço saber. distribuição. de Corregedor-Geral e de Diretores dos Departamentos são privativas do posto de Coronel do QOEM. (DOE 19. instrução e pesquisa. O GOVERNADOR DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL. 21 – Os Departamentos da Brigada Militar poderão dividir-se em divisão. no prazo de 90 (noventa) dias.I – Departamento de Ensino. 23 – Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação.97) LEI COMPLEMENTAR Nº 10. que a Assembléia Legislativa aprovou e eu sanciono e promulgo a Lei seguinte: Art. fiscalização. III – Departamento de Saúde. estruturada através do Quadro de Oficiais de Estado Maior – QOEM e do Quadro de Oficiais Especialistas em Saúde – QOES. V – Departamento de Informática. em Porto Alegre. Art. controle e fiscalização das atividades de ensino. 22 – O Poder Executivo regulamentará a presente Lei no que couber. controle e fiscalização dos bens patrimoniais afetos à Instituição. § 2° – VETADO Art. Art. órgão de planejamento. seção e setor. controle e fiscalização das atividades de saúde da Instituição. auditoria e execução das atividades financeiro-orçamentário-contábeis do pessoal. 24 – Revogam-se as disposições em contrário. manutenção e a contratação de todos os serviços.08. Art. de que trata o “caput” deste artigo. de Chefe do Estado-Maior. Dispõe sobre a carreira dos Servidores Militares do Estado do Rio Grande do Sul e dá outras providências.

assim como os postos mencionados neste artigo. § 1º – Os atuais postos de Primeiro e Segundo-Tenentes do QOPM e do QEOPMFem passam a constituir o Quadro Especial de Oficiais da Brigada Militar em Extinção – QEOBMEx. serão considerados Alunos-Oficiais. § 1º – Para a promoção ao posto de Major. o ocupante do posto de Capitão deverá ter prestado serviços em órgão de execução por um período. bem como os integrantes dos Quadros Especiais em extinção. § 2º – Os aprovados no concurso público de que trata o parágrafo anterior. nos Quadros de origem. 7º – Os integrantes do QOPM. do Curso Básico de Oficiais de Saúde – CBOS. da atual carreira do Quadro de Oficiais de Saúde – QOS.741. ficam incorporados à carreira do QOEM. Major. cursados pelos integrantes do Quadro de Oficiais de Polícia Militar – QOPM. mediante concurso público de provas e títulos e conclusão. por ocasião da formatura no respectivo Curso Superior de Formação de Oficiais – CSFO. 6º – Os postos de Capitão. o Curso Avançado de Administração Policial Militar – CAAPM. com aprovação. independentemente do interstício e tempo de serviço em órgão de execução previstos no artigo 5º desta Lei. passam a integrar a carreira do QOES. § 4º – Os atuais Alunos-Oficiais. de. de 20 de outubro de 1992. com aprovação. Art. previstos no § 1º do artigo anterior. § 1º – O ingresso no Curso Superior de Polícia Militar dar-se-á mediante concurso público de provas e títulos com exigência de diplomação no Curso de Ciências Jurídicas e Sociais.§ 2º – A inclusão no quadro de acesso para a promoção ao posto de Coronel poderá ser recusada pelo servidor. por ato do Governador do Estado. com ingresso até a data de vigência desta Lei. § 2º – O acesso à promoção ao posto de Coronel. do QEOPMFem e do QOS. sendo que estes postos serão extintos à medida que vagarem os respectivos cargos. e os atuais postos de Primeiro e Segundo-Tenentes do QOS passam também a constituir o Quadro Especial de Oficiais de Saúde da Brigada Militar em Extinção – QEOSBMEx. § 5º – O Curso Superior de Formação de Oficiais da Brigada Militar (CSFO/BM). § 3º – O Curso de Aperfeiçoamento de Oficiais e o Curso Superior de Polícia Militar. são equivalentes e substituídos. far-se-á de acordo com as respectivas antigüidades e na ordem de precedência que entre si detinham seus integrantes. do Curso de Especialização em Políticas e Gestão de Segurança Pública – CEPGSP. sendo exigido diploma de nível superior na respectiva área da saúde. § 3º – A incorporação dos Oficiais oriundos dos Quadros extintos por esta Lei. previstos na Lei nº 9. consecutivo ou não. previstos na Lei nº 9. têm assegurado o direito à ascensão hierárquica. pelo ocupante do posto de Tenente-Coronel.741. 3º – O ingresso no QOEM dar-se-á no posto de Capitão. serão declarados Segundo-Tenentes do QEOBMEx. é equivalente e substituído pelo Curso Superior de Polícia Militar. de 20 de outubro de 1992. enquanto estiverem freqüentando o Curso Superior de Polícia Militar. com vigência anterior a esta Lei. através de aprovação no Curso Superior de Polícia Militar. por ato do Governador do Estado. três anos e ter concluído. Art. exige a conclusão. pelos Cursos previstos nos parágrafos 1º e 2º deste artigo. Tenente-Coronel e Coronel da atual carreira do Quadro de Oficiais de Polícia Militar – QOPM e o posto de Capitão da atual carreira do Quadro Especial de Oficiais de Polícia Militar Feminina – QEOPMFem. 4º – O ingresso no QOES dar-se-á no posto de Capitão. após concluída a formação específica. . no mínimo. até a sua extinção. com aprovação. aos novos Quadros por ela criados. com vigência anterior a esta Lei. cujo prazo de duração não excederá a dois anos. 5º – A ascensão funcional nos postos do QOEM e do QOES ocorrerá após decorrido o interstício mínimo de oito anos de efetivo serviço em cada posto imediatamente anterior ao correspondente à promoção. mediante ato do Governador do Estado. respectivamente. § 2º – Não haverá ingressos no posto inicial da carreira do QOEM e do QOES. enquanto não forem promovidos ao posto de Capitão os integrantes dos Quadros Especiais previstos no parágrafo anterior. decorrentes da conclusão dos Cursos instituídos nos artigos 3º e 4º desta Lei. igualmente previstos na mencionada Lei. aplicando-se-lhes o Estatuto dos Servidores Militares do Estado do Rio Grande do Sul e o Regulamento de Promoções. Art. Art. Art.

§ 6° – Não havendo mais candidatos passíveis de formação em serviço. respectivamente. o servidor militar que for mais antigo e o que apresentar melhor desempenho. em ordem sucessiva. § 3° – O provimento das vagas previstas conforme o parágrafo 1° dar-se-á mediante autorização do Chefe do Poder Executivo. Art. 15 – A inclusão em quadro de acesso para as promoções na carreira instituída no artigo 11 poderá ser recusada pelo servidor. para a graduação de Soldado. no comportamento “Bom”. respeitado o efetivo para ela fixado na Lei citada. aplicando-lhes as disposições do artigo anterior. por posto e graduações. § 5° – As vagas preenchidas na graduação de Terceiro-Sargento. (Art.Parágrafo único – À medida que vagarem os cargos dos postos de Primeiro-Tenente do QEOBMEx. de acordo com as suas peculiaridades. na área afeta à Brigada Militar. Segundo Sargento e Primeiro Sargento. ficam extintas. § 4° – Aos servidores militares beneficiados pelo parágrafo 1° deste artigo não se aplica a regra de promoção à graduação imediatamente superior quando da transferência para a reserva remunerada. § 2° – Em caso de empate. 13 – As Qualificações Policiais-Militares a que se refere o artigo anterior. Art. para o provimento referido no parágrafo anterior. de 20 de outubro de 1992. . 8º – O Oficial do Quadro de Oficiais de Estado Maior – QOEM exerce o Comando. são constituídas pelas graduações de Soldado de 1ª classe. II – Qualificação Policial-Militar 2 (QPM–2): Praças Bombeiros. incumbindo-lhe o planejamento. preservado o disposto no § 4º do artigo anterior. de 20 de outubro de 1992. a graduação de TerceiroSargento entrará em extinção. Art.14. por ato do Comandante-Geral da Brigada Militar. Art.170/98. pesquisa. integrada pelo Quadro de Primeiro-Tenentes de Polícia Militar – QTPM e pelas Qualificações Policiais-Militares – QPM – para Praças. revertendo os cargos. composta. a partir da edição desta Lei. 16 – As graduações de Cabo e Subtenente. previstas na Lei nº 9. após a aprovação em concurso público e no Curso Básico de Formação Policial-Militar – CBFPM. 12 – As Qualificações Policiais-Militares (QPM) da Brigada Militar passam a ser as seguintes: I – Qualificação Policial-Militar 1 (QPM–1): Praças de Polícia Ostensiva. voltadas ao desenvolvimento da segurança pública. 10 – Os Quadros de Oficiais de Administração (QOA) e de Oficiais Especialistas (QOE). Art. Art.741. com exigência da escolaridade de 2º Grau do ensino médio. 11 – Fica instituída a carreira dos Servidores Militares Estaduais de Nível Médio. à medida em que vagarem. em igual número. ouvido o Secretário de Estado da Justiça e da Segurança. ficando assegurado aos seus atuais integrantes a ascensão hierárquica. alterado p/LC nº 11. mediante a formação em serviço dos atuais Soldados e Cabos que contarem com mais de 20 (vinte) anos de serviço militar e tiverem classificação. Art. serão extintos à medida que vagarem os respectivos cargos.741. a pedido. à medida que vagarem os respectivos cargos. 9º – O Oficial do Quadro de Oficiais Especialistas em Saúde – QOES atuará nas atividades de saúde da Instituição. criado por esta Lei. a qual possibilitará o acesso ao grau hierárquico de Primeiro-Tenente. instrução e treinamento. 14 – O ingresso nas Qualificações Policiais-Militares dar-se-á na graduação de Soldado de 1ª classe. no mínimo. integram o total do efetivo fixado para a graduação de Soldado. já inserido no texto) Art. os cargos do Quadro de Primeiro-Tenentes de Polícia Militar – QTPM. Chefia ou Direção dos órgãos administrativos de média e alta complexidade da estrutura organizacional da Corporação e das médias e grandes frações de tropa de atividade operacional. terá preferência. bem como o planejamento. poderão ser providos. a coordenação e o controle das atividades a seu nível. na forma da legislação pertinente. § 1° – A graduação de Terceiro-Sargento será provida. previstos na Lei nº 9. a direção e a execução das atividades de ensino. ou da reforma. na forma regulamentar. Art. conforme os parágrafos anteriores.

a ordem de antigüidade na graduação e a ordem de precedência que seus integrantes detinham nas Qualificações extintas. 22 – Ficam extintas as Qualificações Policiais Militares Gerais e Particulares e a Qualificação Especial de Praças de Polícia Militar Feminina. Art. Art. 26 – Os períodos de tempo de serviço prestados em órgãos de execução. podendo exercer o Comando e Chefia de órgãos administrativos de menor complexidade e das pequenas frações de tropa da atividade operacional da estrutura organizacional da Corporação. 17 – Poderão concorrer às promoções à graduação de Segundo-Sargento os Cabos e Soldados que tiverem sido incluídos na Brigada Militar anteriormente à vigência desta Lei e que tenham concluído. com vistas à formação das Qualificações criadas por esta Lei. previstos nesta Lei. dos quais pelo menos quatro anos em serviço em órgãos de execução. Art. 28 – As despesas decorrentes da aplicação desta Lei correrão à conta de dotações orçamentárias próprias. 25 – Ficam mantidos os padrões remuneratórios dos cargos correspondentes aos postos e graduações extintos por esta Lei. Parágrafo único – O Curso de Formação de Sargentos. mediante proposta do Comandante-Geral da Brigada Militar ao Secretário de Estado responsável pelos assuntos da segurança pública. instrução e treinamento. na forma regulamentar. com aprovação. por excelência. Art. com aprovação.741. 24 – Ficam extintos os Cursos de Formação. § 3º – As fusões das extintas Qualificações Policiais-Militares. de 20 de outubro de 1992. 19 – A promoção dos concludentes do Curso Básico de Administração Policial Militar – CBAPM ao posto de Primeiro Tenente do Quadro de Tenentes de Polícia Militar – QTPM dar-se-á por ato do Governador do Estado. serão criadas e reguladas por ato do Chefe do Poder Executivo. pesquisa. por promoções. para a organização das novas escalas hierárquicas. assim como auxiliar nas tarefas de planejamento. elementos de execução das atividades administrativas e operacionais. Art.Art. executar a coordenação e o controle das atividades em seu nível. e ainda auxiliar na execução das atividades de ensino. Art. o Curso Técnico em Segurança Pública – CTSP. sobre os quais incidirá a política salarial do Estado. 18 – As promoções ao posto e às graduações da carreira instituída no artigo 11 terão interstício mínimo de cinco anos. . observarão. da Qualificação Policial-Militar Geral-1 (QPMG–1) e da Qualificação Especial de Praças de Polícia-Militar Feminina (QEPPMFem) passam a integrar a Qualificação Policial-Militar 1 (QPM–1). Art. Art. 29 – Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação. serão exigidos em sua plenitude a partir de três anos da data de vigência desta Lei. § 2º – As Praças oriundas das extintas Qualificações Policiais-Militares Particulares (QPMP) da Qualificação Policial-Militar Geral-2 (QPMG–2) passam a integrar a Qualificação Policial-Militar 2 (QPM– 2). instituídas pela Lei nº 9. é equivalente e substituído pelo Curso previsto no “caput” deste artigo. § 4º – As especialidades de interesse da Brigada Militar. 21 – Ao Curso Básico de Administração Policial Militar concorrerão os Subtenentes e PrimeiroSargentos que tenham concluído. exercidas por Praças. 27 – VETADO Art. o Curso Técnico em Segurança Pública – CTSP. 23 – Fica extinta a graduação de Aspirantes-a-Oficial. § 1º – As Praças oriundas das extintas Qualificações Policiais-Militares Particulares (QPMP). Habilitação e Aperfeiçoamento instituídos para Oficiais e Praças anteriormente à vigência desta Lei. Art. Art. cursado anteriormente à vigência desta Lei. Art. as graduações de Terceiro-Sargento. desde que já se tenham extinguido. 20 – Os Servidores Militares Estaduais de Nível Médio são.

– 259 Majores. Faço saber.356. escolhidos dentre os integrantes do Quadro de Oficiais de Estado-Maior e nomeados Juízes Militares para a composição do Tribunal Militar do Estado. – 546 Segundos-Sargentos. inciso IV.Art. em Porto Alegre. DE 18 DE AGOSTO DE 1997. da Constituição do Estado. em cumprimento ao disposto no artigo 82. Parágrafo único – O efetivo de Terceiro-Sargento reverterá à graduação de Soldado. (DOE de 19. – 103 Capitães. PALÁCIO PIRATINI.518 Segundos-Sargentos.443 Primeiros-Sargentos. ANTÔNIO BRITTO. 18 de agosto de 1997. assim distribuídos: I – Oficiais: a) Quadro de Oficiais de Estado-Maior (QOEM): – 24 Coronéis. Fixa o efetivo da Brigada Militar providências. b) Quadro de Oficiais Especialistas em Saúde (QOES): – 02 Coronéis. que a Assembléia Legislativa aprovou e eu sanciono e promulgo a Lei seguinte: Art.432 Soldados.650 (trinta e três mil. Art. – 300 Terceiros-Sargentos. c) Quadro de Tenentes de Polícia Militar (QTPM): – 760 Primeiros-Tenentes II – Praças: a) Especiais: – Até 200 Alunos-Oficiais b) De Polícia Ostensiva – Qualificação Policial-Militar 1 (QPM–1): – 2. seiscentos e cinqüenta) cargos de servidores militares. do Estado e dá outras . – 2. – 17 Majores. c) Bombeiros – Qualificação Policial-Militar 2 (QPM–2): – 183 Primeiros-Sargentos.97) LEI Nº 10. 2º – O Quadro Especial a que se refere o parágrafo 1º do artigo 232 da Lei nº 7.609 Soldados. – 06 Tenentes-Coronéis. – 659 Capitães. 30 – Revogam-se as disposições em contrário. O GOVERNADOR DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL. – 3. de 1º de fevereiro de 1980. é constituído de quatro cargos de Coronel.08. – 19. Governador do Estado. quando extinto em decorrência das disposições da Carreira dos Servidores Militares Estaduais. 1º – O efetivo da Brigada Militar do Estado é fixado em 33. – 89 Tenentes-Coronéis.993. – 2.700 Terceiros-Sargentos. entre Oficiais e Praças.

18 de agosto de 1997. ANTÔNIO BRITTO. ocorridos em serviço. DE 18 DE AGOSTO DE 1997. a Superintendência dos Serviços Penitenciários – SUSEPE e o Instituto-Geral de Perícias. III – 20% (vinte por cento). o servidor. de 20 de outubro de 1992. II – 15% (quinze por cento). § 1º – As disposições deste artigo não se aplicam para o provimento da graduação de Soldado. que a Assembléia Legislativa aprovou e eu sanciono e promulgo a Lei seguinte: Art.97) LEI N. na ocorrência dos eventos “invalidez permanente. para os fins de provimento. (DOE de 19. e V – 30% (trinta por cento). Governador do Estado. Art. Estabelece benefício ao servidor integrante dos órgãos operacionais da Secretaria da Justiça e da Segurança. Art. em Porto Alegre. faz jus ao benefício financeiro de R$ 10. da Constituição do Estado. Faço saber. a referida fração será computada como se vaga fosse. em 1998. e os respectivos totais serão fixados anualmente por ato do Comandante-Geral da Brigada Militar. nos respectivos postos e graduações. de 11 de dezembro de 1995. 7º – Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação. § 2° – São considerados órgãos operacionais da Secretaria da Justiça e da Segurança. PALÁCIO PIRATINI. 4º – O provimento do efetivo será gradual.996. 6º – As despesas decorrentes da execução da presente Lei correrão à conta de dotações orçamentárias próprias.º 10. desde que atendidos os requisitos legais para os respectivos provimentos: I – 10% (dez por cento). 1º – Na ocorrência dos eventos “invalidez permanente. § 1° – Serão considerados acidentes em serviço aqueles ocorridos nas circunstâncias previstas na Lei n° 10. em 1999. passando o efetivo da Lei nº 9. O GOVERNADOR DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL. Art.Art. em 2000. ou morte”. inciso IV. ou morte”. para os efeitos desta Lei. ou seu beneficiário. .00 (dez mil reais). 3º – As Praças Especiais não estão computadas no total do efetivo. a Brigada Militar.741. em 1997. a Polícia Civil. total ou parcial. § 2º – Quando o percentual mínimo de provimento de vagas corresponder à fração do respectivo posto ou graduação. IV – 25% (vinte e cinco por cento). total ou parcial. em cumprimento ao disposto no artigo 82. 8º – Revogam-se as disposições em contrário.08. Art. § 3º – Os provimentos referidos neste artigo serão efetivados no dia 18 de novembro de cada ano e observarão os quantitativos fixados no artigo 1º desta Lei. ou ao seu beneficiário. sendo consideradas até o limite máximo. o preenchimento dos seguintes percentuais mínimos de vagas acrescidas em decorrência da presente Lei.594. observado. em 2001. ocorridos em serviço. 5º – VETADO Art.000. a constar de acordo com o disposto no artigo 1º desta Lei.

Comissários de Polícia e Comissários de Diversões Públicas. no exercício de suas atribuições. da Constituição do Estado. Art. Parágrafo único – Na hipótese de falecimento. 1° – O servidor militar e o servidor integrante dos quadros da Polícia Civil.§ 3° – O benefício de que trata este artigo será concedido somente aos servidores abaixo relacionados.08. 2° – A promoção extraordinária a que se refere esta Lei. será promovido extraordinariamente. Art. a promoção extraordinária. que observará o disposto no artigo anterior. exceto a decorrente de ato de bravura. em valor equivalente à diferença entre o vencimento ou soldo inicial e o final das respectivas carreiras. Dispõe sobre a promoção extraordinária do servidor militar e do servidor integrante dos quadros da Polícia Civil. 18 de agosto de 1997. Art. que a Assembléia Legislativa aprovou e eu sanciono e promulgo a Lei Complementar seguinte: Art. PALÁCIO PIRATINI. que desempenham suas atividades em situação permanente de risco: I – na Polícia Civil – para os Investigadores de Polícia. bem como. Escrivães de Polícia. na forma desta Lei. O GOVERNADOR DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL. em cumprimento ao disposto no artigo 82.97). bem como para as promoções decorrentes de ato de bravura. a promoção será “post-mortem”. 2° – O benefício de que trata o “caput” do artigo 1° não prejudica outros direitos previstos em lei. do Instituto-Geral de Perícias e da Superintendência dos Serviços Penitenciários. 3° – Para os servidores das carreiras de nível médio dos quadros referidos no artigo 1° desta Lei Complementar. para as carreiras de nível superior. Faço saber. II – na Brigada Militar – para os Postos e Graduações da hierarquia militar de Soldado de 2ª Classe a Capitão. em virtude de ferimento sofrido em ação ou de enfermidade contraída nessa circunstância ou que nela tenha causa eficiente. na mesma situação. Art. praticar ato de bravura. instituído pela Lei n° 9. Art. Inspetores de Polícia. e IV – no Instituto-Geral de Perícias – para os Auxiliares de Perícia. 3° – As despesas decorrentes da execução desta Lei correrão por conta de dotação orçamentária própria. inciso IV. . independentemente da Classe titulada. (DOE de 19. III – na Superintendência dos Serviços Penitenciários – SUSEPE – para os Auxiliares de Serviços Penitenciários e para os Agentes Penitenciários do Quadro dos Funcionários Penitenciários. 5° – Revogam-se as disposições em contrário. corresponderá à percepção de parcela adicional.000. de 1° de fevereiro de 1991. para os Papiloscopistas e para os Fotógrafos Criminalistas. LEI COMPLEMENTAR N. do Instituto-Geral de Perícias e da Superintendência dos Serviços Penitenciários que morrer ou ficar permanentemente inválido. e em decorrência de agressão sofrida e não provocada pelo servidor. DE 18 DE AGOSTO DE 1997. e para os Monitores Penitenciários e Técnicos Penitenciários do Quadro dos Funcionários Penitenciários em extinção. inclusive. dar-se-ão para o grau hierárquico imediatamente superior da respectiva carreira. Art. em Porto Alegre.º 11.228. 4° – Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação.

II – 1. revelem a presença de um espírito público responsável pela superação do estrito cumprimento do dever. Art. considerar-se-ão em ação os servidores que realizem ou participem de atividades-fins policiais. audácia e a presença de qualidades morais extraordinárias.794. 4° – Para os efeitos desta Lei. Art. no uso da atribuição que lhe confere o artigo 82. DECRETA: “Art. da Constituição do Estado. redação dada p/D. Art.19 (um vírgula dezenove). quando as diárias forem vencidas nos estabelecimentos penais e repartições fazendárias da Capital do Estado.37. 7° – As despesas decorrentes da execução desta Lei Complementar correrão à conta de dotação orçamentária própria. coloque em risco incomum a sua própria vida. em Porto Alegre. quando as diárias forem vencidas nos estabelecimentos penais e repartições fazendárias do interior do Estado. Parágrafo único – O Poder Executivo regulamentará o disposto neste artigo. 1º – O valor das diárias dos policiais militares empregados na força tarefa das casas prisionais será obtido mediante a incidência.08.97) DECRETO Nº 37. em valor correspondente a 20% (vinte por cento) do seu padrão de vencimento ou soldo. 5° – Considera-se ato de bravura em serviço a conduta do servidor que. inciso V. ANTÔNIO BRITTO. 9° – Revogam-se as disposições em contrário. do Instituto-Geral de Perícias e da Superintendência dos Serviços Penitenciários. Parágrafo único – O ato de bravura será destacado como forma de valorizar as posturas que. (DOE de 19. dos índices correspondentes aos cargos titulados. respeitando os direitos fundamentais e os princípios gerais do direito.878/97) I – 1. que serão apurados independentemente de requerimento por parte do interessado ou de seus sucessores.1º.Parágrafo único – Quando o servidor ocupar cargo isolado. Art. multiplicados pelos seguintes fatores: (O “caput” do art. demonstrando coragem. DE 22 DE SETEMBRO DE 1997. O GOVERNADOR DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL. no desempenho de suas atribuições e para a preservação de vida de outrem. sobre o valor básico das diárias fixado em lei. a promoção igualmente corresponderá à percepção de parcela adicional. Art. 8° – Esta Lei Complementar entra em vigor na data de sua publicação. Governador do Estado. . bem como de atividades para manutenção da ordem pública. atendendo às peculiaridades das carreiras do servidor militar e do servidor integrante dos quadros da Polícia Civil. periciais ou penitenciárias. Art. em cada caso. de comprovação dos fatos que a justifiquem. 6° – A promoção efetuada com base nesta Lei dependerá.46 (um vírgula quarenta e seis). PALÁCIO PIRATINI. 18 de agosto de 1997. Dispõe sobre diárias devidas a policiais militares e dá outras providências.

5º – Este Decreto entra em vigor na data de sua publicação. (DOE de 23. Governador do Estado. Art. em exercício.991. PALÁCIO PIRATINI. 17 de novembro de 1997. II – o controle. administrar-se-ão de acordo com os regulamento e alterações previstas para as extintas Comissão de Promoções e Mérito de Oficiais e Comissão de Promoções e Mérito de Praças naquilo que couber. de 18 de agosto de 1997. em Porto Alegre. 22 de setembro de 1997. 3° – Revogam-se as disposições em contrário. Art. § 2º – A Presidência da SAMP compete ao Chefe do Estado-Maior da Brigada Militar. DECRETA: Art. avaliação e processamento das promoções e dos méritos. em Porto Alegre. ANTÔNIO BRITTO. Governador do Estado. VICENTE BOGO. deverá levar em conta as informações computáveis até 19 de agosto de 1997.97) DECRETO Nº 37. da Constituição do Estado. DE 17 DE NOVEMBRO DE 1997. 2º – A Comissão de Avaliação e Mérito da Brigada Militar estrutura-se em: I – Subcomissão de Avaliação e Mérito de Oficiais (SAMO). O GOVERNADOR DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL. compete: I – o assessoramento permanente do Comandante-Geral nos assuntos relativos às carreiras de Oficiais e Praças.09. PALÁCIO PIRATINI. Art. 6º – Revogam-se as disposições em contrário. 3º – As Subcomissões de Avaliação e Mérito de Oficiais e de Praças. Art.Art. 4º – A confecção dos quadros de Acesso de Oficiais e Praças para efetivação de promoções em 18 de novembro de 1997. 1º – À Comissão de Avaliação e Mérito da Brigada Militar (CAM) prevista no artigo 17. (DOE de 18/11/97) . e II – Subcomissão de Avaliação e Mérito de Praças (SAMP). inciso V. 2° – Este Decreto entra em vigor na data de sua publicação. § 1º – A Presidência da SAMO compete ao Subcomandante-Geral da Brigada Militar. Art. Parágrafo único – A Presidência da CAM compete ao Comandante-Geral da Brigada Militar. Regulamenta a Comissão de Avaliação e Mérito da Brigada Militar e dá outras providências. da Lei nº 10.939. retroagindo seus efeitos a 10 de outubro de 1997. no uso da atribuição que lhe confere o artigo 82. previstas pela Lei nº 10.993/97. Art.

organizada com base na hierarquia e na disciplina. f) a Ajudância-Geral. nos termos de sua Lei de Organização Básica.991. órgão de direção-geral da Brigada Militar. c) o Conselho Superior. IX – executar as atividades de defesa civil no Estado. d) o Estado-Maior da Brigada Militar. a denominação. como força de dissuasão. órgãos de apoio da Brigada Militar. em caso de perturbação da ordem pública e no gerenciamento técnico de situações de alto risco. as atribuições. compreendendo: a) o Departamento de Ensino. b) o Departamento de Logística e Patrimônio. 1º – O presente Decreto regulamenta a estrutura. VII – fiscalizar e controlar os serviços civis auxiliares de combate a incêndio. o efetivo. b) o Subcomandante-Geral. a fim de assegurar o cumprimento da lei. aquático e terrestre no Estado. e) a Corregedoria-Geral. TÍTULO I DA COMPETÊNCIA E DA ESTRUTURA GERAL Art. IV – exercer atividades de investigação criminal militar. O GOVERNADOR DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL.º 10. conforme segue: I – o Comando-Geral.107. DECRETA: Art. 3º – A Brigada Militar. no uso da atribuição que lhe confere o artigo 82. III – atuar repressivamente. de 18 de agosto de 1997. onde se presuma ser possível a perturbação da ordem pública. em locais ou áreas específicas. 2º – A Brigada Militar do Estado do Rio Grande do Sul. d) o Departamento Administrativo.991. o nível. II – atuar preventivamente. estrutura-se em órgãos de direção. compreendendo: a) o Comandante-Geral da Brigada Militar. Regulamenta a Lei de Organização Básica da Brigada Militar do Estado. de apoio e de execução.DECRETO Nº 38. VIII – realizar os serviços de busca e resgate aéreo. e h) a Comissão de Avaliação e Mérito. Art. g) o Gabinete do Comandante-Geral. instituição permanente e regular. ressalvada a competência das Forças Armadas. a polícia ostensiva. II – os Departamentos. de 18 de agosto de 1997. com exclusividade. c) o Departamento de Saúde. vinculada administrativa e operacionalmente à Secretaria da Justiça e da Segurança. e e) o Departamento de Informática. nos termos da Lei n. a manutenção da ordem pública e o exercício dos poderes constituídos. VI – executar o serviço de prevenção e combate a incêndio. a subordinação e o grau de comando dos órgãos da Polícia Militar do Estado do Rio Grande do Sul.º 10. incisos V e VII da Constituição do Estado e de conformidade com o artigo 22 da Lei n. e X – desempenhar outras atividades previstas em lei. tem as seguintes competências: I – executar. DE 22 DE JANEIRO DE 1998. V – atuar na fiscalização e controle dos serviços de vigilância particular no Estado. . planejada pela autoridade policial militar competente.

Coronel da ativa subordinado ao Comandante-Geral. e III – a direção do Conselho Superior. indicado. Art. g) os OPM de Saúde. orientação e fiscalização das atividades funcionais e da conduta dos servidores da Instituição. Art. os Oficiais. compreendendo: a) os Comandos Regionais de Polícia Ostensiva. assessoramento e suporte administrativo. . no desempenho de atividade policial-militar no âmbito de suas circunscrições territoriais. igualmente. o acompanhamento e manifestação em assuntos relevantes da Instituição. Patrimônio e Orçamento. 8º – Ao Estado-Maior da Brigada Militar (EMBM). pelo Secretário de Estado da Justiça e Segurança e nomeado pelo Chefe do Poder Executivo. d) os OPM de Bombeiros. competindo-lhe. Art. Parágrafo único – São autoridades policiais-militares o Comandante-Geral da Brigada Militar. é o substituto do Comandante-Geral nos impedimentos eventuais deste. Operações e Treinamento. TÍTULO II DOS ÓRGÃOS DE DIREÇÃO-GERAL Art. e contará com as Seções de Justiça e Disciplina. § 2º – Para o cumprimento de suas missões. em assessoramento direto ao Comandante-Geral. IV – Seção de Comunicação Social. 7º – O Conselho Superior é constituído pelos coronéis da ativa em exercício na Corporação. e as Praças em comando de fração destacada. compete o estudo e o planejamento estratégico de todas as atividades da Instituição. II – Seção de Inteligência. Art. as funções que lhe forem por ele delegadas. c) os OPM de Polícia Ostensiva. II – a presidência da Comissão de Avaliação e Mérito. compete a administração da Instituição. compete: I – a coordenação geral das atividades da Instituição. 9º – A Corregedoria-Geral (Cor-G). em assessoramento direto ao ComandanteGeral. Parágrafo único – O Conselho Superior será secretariado pelo Coronel de menor precedência hierárquica. § 1º – O Estado-Maior da Brigada Militar será chefiado por Coronel da ativa subordinado ao Comandante-Geral e será estruturado em: I – Seção de Efetivo e Legislação. competindo-lhe. III – Seção de Logística. 4º – Ao Comando-Geral. e V – Seção Administrativa. o EMBM poderá requisitar informações dos demais órgãos componentes da estrutura da Brigada Militar. 6º – O Subcomandante-Geral da Brigada Militar. Art.III – os Comandos Regionais e os Órgãos de Polícia Militar (OPM). com vistas ao fornecimento de subsídios para a tomada de decisão. com funções específicas de disciplinamento. responsável pela disciplina. de Correição e a Seção Administrativa. indicado pelo Secretário de Estado da Justiça e Segurança e nomeado pelo Chefe do Poder Executivo. e) os OPM de Ensino. ouvido o Comandante-Geral. órgãos de execução da Brigada Militar. que será exercida diretamente pelo Comandante-Geral e pelos demais órgãos que compõem o referido Comando. órgão de direção-geral da Brigada Militar. 5º – Ao Comandante-Geral. f) os OPM de Logística. e h) os OPM Especiais. de Feitos Especiais. b) os Comandos Regionais de Bombeiros. será exercida pelo Corregedor-Geral.

§ 1º – Os Departamentos organizarão em forma de sistema as atividades de ensino. 10 – A Ajudância-Geral será exercida pelo Ajudante-Geral. 13 – Os órgãos de apoio da Brigada Militar são constituídos pelos Departamentos a que se refere o inciso II do artigo 2º deste Decreto. escolhidos dentre os Coronéis da ativa integrantes do QOEM. III – fiscalizar as atividades dos órgãos e servidores da Brigada Militar. assessorar as ações do Subcomandante-Geral da Brigada Militar. II – exercer a apuração de responsabilidade criminal. presidida pelo Subcomandante-Geral. recursos humanos e informática. TÍTULO III DOS ÓRGÃOS DE APOIO Art. diligências. V – providenciar junto a qualquer autoridade certidões. Parágrafo único – Ao Gabinete do Comandante-Geral compete. e II – Subcomissão de Avaliação e Mérito de Praças. regulado em legislação própria e estruturado em: I – Subcomissão de Avaliação e Mérito de Oficiais. a avaliação e o processamento das promoções das carreiras de Oficial e Praça. Oficial do Círculo dos Oficiais Superiores subordinado ao Comandante-Geral. e VI – elaborar o regulamento do estágio probatório dos servidores militares. administração. Art. II – Assessoria Parlamentar. a direção. será chefiado por Oficial Superior a ele subordinado. II – o arquivo geral e o boletim diário da Corporação. § 2º – Os Departamentos serão dirigidos pelos Diretores de Departamento. competindo-lhe: I – a administração do Quartel do Comando Geral (QCG). estruturando-se em: I – Divisão de Supervisão. IV – a segurança e serviços gerais do QCG. contando em sua estrutura com: I – Assessoria Jurídica. Art. III – Assessoria da Qualidade. II – Divisão de Treinamento. exames. . instrução e pesquisa. e IV – Secretaria Executiva. realizando inspeções e correições e sugerindo as medidas necessárias ou recomendáveis para a racionalização e eficiência dos serviços. IV – avaliar. pareceres técnicos e informações indispensáveis ao bom desempenho de sua função. os elementos coligidos sobre o estágio probatório de integrantes de carreira de servidores militares. é órgão de assessoramento permanente do Comandante-Geral. cuja escolha recairá em coronel do QOES. III – o apoio de praças e de material a todos os Órgãos sediados no QCG. competindo-lhes o planejamento. e contará com as Seções Administrativa e de Pessoal. logística. 12 – A Comissão de Avaliação e Mérito (CAM). controle e fiscalização das atividades de ensino. Art. ao qual compete o assessoramento direto ao Comandante-Geral. subordinados ao Comandante-Geral. e V – o controle das Bandas de Música. o controle e a execução das diretrizes emanadas do comando da Instituição. Art. e III – Divisão Administrativa. saúde. à qual compete o controle. para encaminhamento posterior ao Comandante-Geral. instrução e pesquisa. exceto para o Departamento de Saúde. patrimônio. administrativa ou disciplinar. Parágrafo único – Compõem o Quartel do Comando-Geral os órgãos de direção-geral. presidida pelo Chefe do Estado-Maior. 11 – O Gabinete do Comandante-Geral (Gab Cmt-G). além do previsto em Lei. 14 – O Departamento de Ensino (DE) é responsável pelo planejamento.Parágrafo único – Compete à Corregedoria: I – cumprir atividades que lhe sejam atribuídas pelo Comandante-Geral. exceto a Corregedoria-Geral.

15 – O Departamento de Logística e Patrimônio (DLP) é responsável pelo planejamento. classificando-se em Comandos Regionais de Polícia Ostensiva e em Comandos Regionais de Bombeiros. CAPÍTULO I Dos Comandos Regionais Art. e III – Divisão Administrativa.Art. constituídos pelos Comandos Regionais e pelos Órgãos de Polícia Militar (OPM). Patrimônio e Orçamento. controle e fiscalização das atividades de saúde da Instituição. distribuição. Art. 16 – O Departamento de Saúde (DS) é responsável pelo planejamento. o estudo e planejamento estratégico e a coordenação da estrutura do respectivo Comando. controle e fiscalização dos sistemas informatizados da Instituição. estruturando-se em: I – Seção de Efetivo e Legislação. são responsáveis. escalões intermediários de comando. II – Divisão de Finanças. . estruturando-se em: I – Divisão Administrativa. Art. de auditoria e de pessoal. § 1º – Os Comandos Regionais serão comandados por Oficiais Superiores. a substituição eventual deste. e IV – Divisão Técnica. § 2º – Os Comandos Regionais contarão com Chefes de Estado-Maior. pelas atividades administrativo-operacionais dos OPM que lhes são subordinados. podendo ser dotados de Centros de Operações Policiais Militares. 17 – O Departamento Administrativo (DA) é responsável pela execução das atividades de planejamento. III – Divisão de Auditorias. controle e fiscalização dos bens patrimoniais afetos à Instituição. e IV – Divisão Administrativa. 18 – O Departamento de Informática (DI) é o responsável pelo planejamento. de controle. III – Divisão de Gerência de Redes. e IV – Divisão Técnica. 19 – Aos órgãos de execução. II – Divisão de Gerência de Informações. II – Seção de Inteligência. bem como pela execução das atividades financeiro-orçamentário-contábeis da Instituição. II – Divisão de Logística. aos quais compete o assessoramento direto ao Comandante. 20 – Os Comandos Regionais. manutenção e contratação de todos os serviços. Art. TÍTULO IV DOS ÓRGÃOS DE EXECUÇÃO Art. Operações e Treinamento. competem a responsabilidade e a execução das atividades administrativo-operacionais indispensáveis ao cumprimento das finalidades da Instituição. em suas respectivas circunscrições territoriais. de fiscalização. e III – Seção de Logística. competindo-lhe a aquisição. II – Divisão de Saúde Animal. estruturando-se em: I – Divisão de Gerência Técnico-Operacional. estruturando-se em: I – Divisão de Pessoal. estruturando-se em: I – Divisão de Saúde Humana. subordinados ao Comandante-Geral. III – Divisão de Patrimônio.

respondendo perante o ComandoGeral da Corporação pelo grau de segurança pública de sua circunscrição. subordinado ao respectivo Comando Regional. § 2º – Os OPM de Polícia Ostensiva e de Bombeiros são subordinados aos respectivos Comandos Regionais ou a outro OPM. e IV – Grupo. 24 – Aos OPM de Polícia Ostensiva compete a execução das atividades de polícia ostensiva no espaço de responsabilidade territorial. de Bombeiros e Especiais terão denominação própria. para o comando. 23 – Os Órgãos de Polícia Militar (OPM). Esquadrões ou Subgrupamentos. § 4º – Os OPM de Polícias Ostensiva. 22 – Aos Comandos Regionais de Bombeiros compete administrar a execução das atividades de bombeiros no âmbito de sua responsabilidade territorial. existir mais de um OPM por município. conforme seu nível hierárquico. conforme os indicadores de segurança pública da respectiva circunscrição territorial e os indicadores específicos da Instituição: I – Batalhão. SEÇÃO I Dos OPM de Polícia Ostensiva Art. sendo que. quando os indicadores de segurança pública. 25 – Os OPM de Polícia Ostensiva tem circunscrição territorial normal correspondente ao município. de Logística e de Saúde são. Destacamentos Especiais. de Saúde e de Logística terão denominação própria. quando nele enquadrado. de Ensino. CAPÍTULO II Dos Órgãos de Polícia Militar Art. § 3º – Os OPM Especiais são subordinados ao Comandante-Geral. de Logística e Patrimônio e de Saúde. tendo seus Comandante e Subcomandante escolhidos dentre os Oficiais. relacionados nas disposições finais deste Decreto. Regimento ou Destacamento Especial. respondendo perante o Comando-Geral da Corporação pela realização de suas atividades na correspondente circunscrição. de Saúde e Especiais. Grupamentos. subordinados aos Departamentos de Ensino. de Logística. de Bombeiros. SEÇÃO II Dos Comandos Regionais de Bombeiros Art. § 1º – Os OPM de Ensino. a função deve . o qual poderá delegar esta subordinação. conforme estabelecido neste Decreto. respectivamente. responsáveis pela execução das atividades administrativooperacionais indispensáveis ao cumprimento das finalidades da Instituição são classificadas em OPM de Polícia Ostensiva. Art. 21 – Aos Comandos Regionais de Polícia Ostensiva compete administrar a execução das atividades de polícia ostensiva no respectivo espaço de responsabilidade territorial. respondendo perante o Comando Regional pelo grau de segurança pública de sua circunscrição. III – Pelotão ou Seção. podendo constituir-se como: I – Batalhões. assim o recomendarem. entretanto. de acordo com as necessidades administrativas e operacionais da Instituição. 26 – Os OPM de Polícia Ostensiva serão constituídos nos seguintes níveis. podendo. constituídos de 02 a 07 Companhias ou Esquadrões. II – Companhias. § 5º – Os OPM de Ensino. Regimentos.SEÇÃO I Dos Comandos Regionais de Polícia Ostensiva Art. Art.

subordinados ao respectivo Comando Regional ou ao comandante do respectivo Batalhão ou Regimento. podendo uma delas. quando nele enquadrado. a função deve recair nos postos do Círculo de Oficiais Superiores. quando nele enquadrado. contando. subordinado ao respectivo Comando Regional ou ao comandante do respectivo Subgrupamento.recair nos postos do Círculo de Oficiais Superiores. constituídas de 02 a 07 Grupos de Busca e Resgate Terrestre e/ou de Busca e Resgate Aquático. 28 – Os OPM de Bombeiros serão constituídos nos seguintes níveis. subordinado ao respectivo Comando Regional ou ao comandante do respectivo Grupamento de Bombeiros. subordinado ao respectivo Comando Regional ou ao comandante do respectivo Pelotão. se necessário. e VI – Grupo de Combate a Incêndio e Grupo de Busca e Resgate. que terá como Comandante servidor militar do Círculo de Oficiais. ser constituído como Grupo de Busca e Resgate e. serão denominados Destacamentos Especiais. e terão como Comandante servidor militar do Círculo de Oficiais. quando neles enquadrados. II – Subgrupamento de Bombeiros. quando neles enquadrados. que terá como Comandante servidor militar do Círculo de Oficiais e será constituída de 02 a 07 Grupos de Combate a Incêndio podendo um deles. § 1º – Os OPM constantes no Inciso I deste artigo. ser constituída como Seção de Busca e Resgate e. se necessário. constituídos de 02 a 07 Seções de Busca e Resgate Terrestre e/ou de Busca e Resgate Aquático. quando nele enquadrado. respondendo perante o Comando Regional pela execução destas atividades no âmbito de sua circunscrição. criados a partir deste Decreto. que será constituído de 06 a 10 Servidores Militares Estaduais e que terá como Comandante servidor militar do Círculo de Oficiais ou do Círculo de Sargentos. e IV – Grupo de Polícia Militar. quando nele enquadrado. IV – Seção de Bombeiros. constituídos de 02 a 07 Pelotões. constituído de 02 a 07 Subgrupamentos de Bombeiros e 01 Subgrupamento de Busca e Resgate e que terá Comandante e Subcomandante. quando couber. contar com assessoria de Análise Técnica. subordinado ao respectivo Comando Regional. de Efetivo e Logística e de Inteligência e Operações. § 2º – Os atuais Batalhões e Regimentos deverão adaptar sua estrutura organizacional ao disposto neste artigo. que terá como Comandante servidor militar do Círculo de Oficiais. quando nele enquadrado. III – Subgrupamento de Busca e Resgate. . conforme os indicadores de segurança pública da respectiva circunscrição territorial e os indicadores específicos da Instituição: I – Grupamento de Bombeiros. SEÇÃO II Dos OPM de Bombeiros Art. subordinado ao respectivo Comando Regional ou ao comandante da respectiva Seção. quando nele enquadrado. contar com assessoria de Análise Técnica. constituído de 06 a 10 Servidores Militares Estaduais e que terá como Comandante servidor militar do Círculo de Oficiais ou do Círculo de Sargentos. sendo que. III – Pelotão. II – Companhia ou Esquadrão. constituídos de 02 a 07 Seções de Bombeiros. escolhidos dentre os Oficiais. 27 – Aos OPM de Bombeiros compete a execução das atividades de bombeiros no espaço de responsabilidade territorial. que terá como Comandante servidor militar do Círculo de Oficiais. contando com assessorias de Análise Técnica. subordinado ao Comando Regional ou ao respectivo comandante de companhia ou esquadrão. para o comando. Art. subordinado ao respectivo Comando Regional ou ao comandante do respectivo Subgrupamento. ainda. constituído de 02 a 07 Grupos Policial Militar e que terá como Comandante servidor militar do Círculo de Oficiais. com assessorias de Efetivo e Logística e de Inteligência e Operações. subordinado ao respectivo Comando Regional ou ao comandante do respectivo Grupamento de Bombeiros. quando couber. V – Seção de Busca e Resgate.

VI – Escola de Bombeiros (EsBo). funcionarão como laboratório de ensino. serão comandados e dirigidos por Oficiais Superiores e correspondem: I – à Academia de Polícia Militar (APM). . IV – efetuar intercâmbio técnico-científico com organizações de pesquisa. formalística. 33 – O Museu da Brigada Militar (MusBM). competindo-lhe: I – manter cadastro dos pesquisadores. escola de 2º Grau integrante do Sistema Estadual de Ensino. instrução e pesquisa. II – acompanhar e avaliar os Projetos de Pesquisas. Parágrafo único – O Colégio Tiradentes fornecerá condições de ensino aos filhos de servidores militares estaduais que forem transferidos para Porto Alegre. § 2º – Excepcionalmente. os Comandos Regionais de Polícia Ostensiva e os Comandos Regionais de Bombeiros poderão habilitar as praças para o exercício das atividades da Brigada Militar. estruturando-se em: I – Secretaria. estrutura-se em: I – Seção de Acervo. com garantia de vagas na forma do seu Regimento Interno. estruturando-se em Secretaria. III – elaborar projetos e proceder à pesquisas encomendadas pelo escalão superior ou de iniciativa da unidade. além da habilitação e especialização das Praças. VI – estimular e desenvolver o comportamento investigativo e científico na Instituição. Seção de Administração e Seção de Pesquisa e Extensão. aplicabilidade e ineditismo. sob a coordenação das respectivas escolas. estrutura-se em: I – Seção Administrativa. V – difundir o conhecimento produzido para a comunidade. Estudos Técnicos e Obras quanto a sua pertinência. 32 – O Colégio Tiradentes (CT). II – Seção de Ensino. II – Seção de Administração. III – Seção de Ensino. responsável pelo acervo histórico e cultural da Brigada Militar. Art. responsáveis pelas atividades de ensino. e IV – ao Museu da Brigada Militar (MusBM). e III – Corpo de Alunos. pesquisas e entidades afins. 31 – O Instituto de Pesquisas da Brigada Militar (IPBM) é responsável pela pesquisa científica na Instituição. 30 – A Academia de Polícia Militar (APM) será responsável pelas atividade de ensino das escolas. II – ao Instituto de Pesquisas da Brigada Militar (IPBM). Art. Art. no âmbito da Corporação. V – Escola de Habilitação e Especialização de Praças (EsHEP). Art.SEÇÃO III Dos OPM de Ensino Art. 29 – Os OPM de Ensino. em todas as áreas de conhecimentos afins às competências e à administração da Instituição. validade. e VII – apoiar e coordenar as investigações científicas. e II – Seção Administrativa. e VII – A Escola de Educação Física da Brigada Militar (EsEFBM). buscando sua aplicação no exercício da Polícia Ostensiva e na preservação da ordem pública. IV – Escola Superior de Oficiais (ESO). utilidade. § 1º – As Escolas referidas nos incisos V e VI deste artigo. III – ao Colégio Tiradentes (CT).

Administrativa. 34 – Os OPM de Logística. Administrativa. II – a instalação e manutenção dos meios de comunicações. recebimento. execução e fiscalização dos serviços de engenharia. estruturado em 3 (três) Seções. armazenagem e distribuição dos meios de comunicações. armazenagem e distribuição de materiais de obras. compete a previsão. recebimento. 37 – Ao Centro de Comunicações. Art. estruturado em 2 (duas) Seções. Art. de Recebimento e Distribuição e de Manutenção. armazenagem. correspondendo a: I – Centro de Intendência. parecer técnico. compete: I – a previsão. a armazenagem e a distribuição de material de subsistência. compete: I – a previsão. perícia. Administrativa. instalação e manutenção dos meios de informática. Art. Art. II – o planejamento. serão chefiados por Oficiais Superiores. III – a organização e controle individual da prática de tiro.SEÇÃO IV Dos OPM de Logística Art. recebimento. de Recebimento e Distribuição e de Oficinas. 40 – Ao Centro de Motomecanização. armazenagem. e V – o recebimento. padronização de material e frota. II – Centro de Obras. compete: I – a previsão. responsáveis pelas atividades de controle e fiscalização dos bens patrimoniais afetos à Instituição e de aquisição. II – a avaliação. estruturado em 3 (três ) Seções. IV – a execução de projeto básico para instalações de redes e controle dos registros de redes e licenças do funcionamento das estações junto ao órgão competente. III – Centro de Comunicações. distribuição. recebimento. o recebimento. distribuição e manutenção dos materiais de motomecanização. recebimento. e IV – a padronização e atualização das especificações dos materiais de motomecanização. e III – a padronização e a atualização das especificações dos materiais de obras. . Art. e II – a padronização. estruturado em 3 (três) seções. 35 – Ao Centro de Intendência. e VII – Companhia Logística. III – a padronização e atualização das especificações dos materiais de comunicações. o controle individual do vestuário e uniformes e a atualização das especificações dos materiais de intendência. manutenção e contratação de todos os serviços. 39 – Ao Centro de Subsistência. 36 – Ao Centro de Obras. de obras e manutenção predial. armazenagem. de Recebimento e Distribuição e de Oficinas. distribuição e manutenção de material bélico. 38 – Ao Centro de Material Bélico. Administrativa e de Recebimento e Distribuição. distribuição e manutenção dos suprimentos de material de intendência. de Recebimento e Distribuição e de Manutenção e Redes. Art. de Recebimento e Distribuição e de Patrimônio e Obras. distribuição. estruturado em 3 (três) Seções. Administrativa. compete: I – a previsão. II – a produção de materiais destinados ao treinamento da tropa. estruturado em 3 (três) Seções. e IV – a padronização e atualização das especificações do material bélico. armazenagem. III – o acompanhamento estatístico sobre a frota e sua manutenção. compete: I – a previsão. confecção. V – Centro de Subsistência. VI – Centro de Motomecanização. projeto. Administrativa. IV – Centro de Material Bélico.

em eventuais impedimentos. 43 – Os OPM Especiais. 41 – À Companhia Logística. os seus Comandantes serão assessorados e substituídos. compreendem os seguintes Batalhões. §1º – O Hospital da Brigada Militar de Porto Alegre (HBM/PA) e o Hospital da Brigada Militar de Santa Maria (HBM/SM) estruturam-se em 2 (duas) Seções. Administrativa e de Operações. deste artigo. estruturada em 2 (duas) seções. serão dirigidos por Oficiais Superiores. por intermédio da proposição de convênios. serão organizados. II – Seção de Inteligência. Operações e Treinamento. e IV – Companhias de Polícia Rodoviária. observado o disposto nos artigos posteriores. Operações e Treinamento. III – Batalhão de Operações Especiais (BOE). e correspondem: I – ao Hospital da Brigada Militar de Porto Alegre (HBM/PA). e seus dependentes. IV – Batalhão de Polícia Fazendária (BPF). Parágrafo único – O Batalhão de Polícia Ambiental estrutura-se em: I – Seção de Efetivo e Legislação. Patrimônio e Orçamento. na forma estabelecida para os órgãos de igual denominação dos OPM de Polícia Ostensiva. a Administrativa e a Técnica. e III – ao Centro Médico-Odontológico da Brigada Militar (CMOBM). § 2º – O Centro Médico-Odontológico da Brigada Militar (CMOBM) estrutura-se na Seção TécnicoAdministrativa e em Policlínicas. compete: I – o transporte e fornecimento de materiais de campanha. V – Grupamento de Supervisão. representar a Brigada Militar nas atividades atinentes à área e promover o intercâmbio com outros órgãos governamentais e não governamentais. estruturando-se em: I – Seção de Efetivo e Legislação. . VI – Grupamento de Polícia Militar Aéreo (GPMA). de Vigilância e Guardas (GSVG). pelos respectivos Subcomandantes integrantes do Círculo de Oficiais. § 1º – Nos Batalhões. § 2º – Os Batalhões e o Esquadrão mencionados nos incisos I a IV e VII.Art. III – Seção de Logística. Grupamentos e Esquadrão. SEÇÃO VI Dos OPM Especiais Art. II – Batalhão de Polícia Ambiental (BPA). II – ao Hospital da Brigada Militar de Santa Maria (HBM/SM). e II – a execução de ações de apoio à unidades empregadas em operações. ativos e inativos. Art. 42 – Os OPM de Saúde responsáveis pela assistência e prevenção médico-hospitalar e odontológica aos servidores militares e civis. 44 – Ao Batalhão de Polícia Rodoviária Estadual compete a execução das atividades de polícia ostensiva nas rodovias estaduais e outras atribuições previstas em Leis e Regulamentos. 45 – Ao Batalhão de Polícia Ambiental compete cumprir e fazer cumprir a legislação ambiental. com sua competência delegada em áreas especializadas. III – Seção de Logística. Art. salvo disposições em convênio. Patrimônio e Orçamento. comandados por Oficiais Superiores: I – Batalhão de Polícia Rodoviária Estadual (BPRv). II – Seção de Inteligência. aplicando-se-lhes a disposição do artigo 25 deste Decreto. SEÇÃO V Dos OPM de Saúde Art. e IV – Companhias de Polícia Ambiental. e VII – Esquadrão de Guarda Externa de Presídio de Porto Alegre (EGEPPOA). em termos de efetivo. da Corporação.

que será exercida por um Coronel do Quadro de Oficiais Especialistas em Saúde – QOES. nos demais casos. conforme definido no Regimento Interno. 54 – Ao exercício de funções de Comando pelas Praças corresponderá a percepção de função gratificada. Parágrafo único – O Batalhão de Polícia Fazendária estrutura-se em: I – Seção Administrativa. Parágrafo único – O Batalhão de Operações Especiais estrutura-se em: I – Seção Administrativa. mediante indicação do Comandante-Geral. TÍTULO V DAS DISPOSIÇÕES FINAIS Art. 47 – Ao Batalhão de Polícia Fazendária compete apoiar os órgãos governamentais nas ações necessárias à execução das atividades de fiscalização fazendária. Administrativa e Técnica. Operações e Treinamento. Art.Art. proposto pelo Comandante-Geral e aprovado pelo Secretário de Estado da Justiça e da Segurança. II – Seção de Inteligência. serão regulados por Regimento Interno. 49 – Ao Grupamento de Polícia Militar Aérea compete executar ações de policiamento aéreo e apoiar os OPM no cumprimento de suas missões. de Vigilância e Guardas terá sua competência definida em legislação própria. é constituído de 02 a 07 Pelotões. e III – Seção de Controle e Fiscalização. 48 – O Grupamento de Supervisão. subordinado ao Comando Regional da Área Metropolitana de Porto Alegre. de Corregedor-Geral e de Diretores dos Departamentos são privativos do posto de Coronel do QOEM. . II – Seção de Inteligência. por designação do Comandante-Geral. Art. 52 – As funções de Comandante-Geral. e. Parágrafo único – O Grupamento de Supervisão. ressalvado o disposto nos artigos 4º e 5º deste Decreto. 50 – O Esquadrão de Guarda Externa de Presídio de Porto Alegre. de Subcomandante-Geral. 51 – O exercício das funções da estrutura hierárquica estabelecida neste Decreto por titulares de postos de Oficial Superior será efetivada por nomeação do Chefe do Poder Executivo. III – atuar nas ações de alto risco. de Chefe do Estado-Maior. estruturando-se em 2 (duas) Seções. e IV – manter-se como OPM reserva de manobra do Comandante-Geral. 53 – Observado o disposto neste Decreto. e III – Companhias de Operações Especiais. Art. II – Seção de Registro e Licenciamento. Art. Operações e Treinamento. e III – Companhias de Polícia Fazendária. Art. Art. Art. inclusive quanto aos demais níveis de organização administrativa. com exceção da função de Diretor do Departamento de Saúde. de Vigilância e Guardas estrutura-se em: I – Seção Administrativa. que terão como Comandante servidor militar do Círculo de Oficiais. II – apoiar as ações dos OPM. limitada ao estabelecido em lei. 46 – Ao Batalhão de Operações Especiais compete: I – executar ações de manutenção da ordem pública. a estrutura interna e a respectiva competência dos órgãos integrantes da Brigada Militar.

992 de 18 de agosto de 1997. Art. § 1º – Os cargos de 1º Tenente do Quadro de Tenentes de Polícia Militar – QTPM –. O GOVERNADOR DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL. de conformidade com as disposições da Lei n° 10. de 08 de dezembro de 1981. § 2° – O exercício de funções previstas em quadros de organização e distribuição do efetivo da Brigada Militar para cargos de 1° Tenente do QTPM. Art. realizando-se. inciso V. até a normalização da regularidade de seus provimentos de acordo com as regras deste artigo. da Lei n° 10. no dia 18 de novembro. Art.Art. Art. DE 22 DE JANEIRO DE 1998.992 de 18 de agosto de 1997. é compatível para oficiais integrantes do Quadro Especial de Oficiais da Brigada Militar em Extinção – QEOBMEx – e do Quadro de Oficiais de Administração – QOA –. DECRETA: Art. de acordo com o artigo 19 da Lei n° 10. e indicadores específicos da Instituição relacionados no Anexo Único deste Decreto. Art. Governador do Estado.462.993 de 18 de agosto de 1997. parágrafo único. fixados de acordo com o artigo 1º.992. 4° – Este Decreto entra em vigor na data de sua publicação. através de promoções nos quantitativos discriminados para cada ano. 55 – Para os fins de fixação do efetivo. ANTÔNIO BRITTO. inciso I. da Lei n° 10. (DOE de 23. observará.º 30. de 18 de agosto de 1997. constituem indicadores de segurança pública básicos a população urbana e rural. da Constituição do Estado.993 de 18 de agosto de 1997. Art.01. 57 – Revogam-se as disposições em contrário. os quantitativos por postos e graduações constantes do Quadro Anexo a este Decreto. no período compreendido entre os anos de 1997 a 2001. da subordinação e do grau de comando dos órgãos da Brigada Militar. Dispõe sobre o provimento de cargos dos Quadros e Qualificações das carreiras dos Servidores Militares da Brigada Militar do Estado e dá outras providências. da referida Lei. observadas as condições e o procedimento previsto no artigo 7°. nas condições estabelecidas no artigo 16. as promoções. no uso de atribuição que lhe confere o artigo 82. passarão a ser providos. 56 – Este Decreto entra em vigor na data de sua publicação. 5º – Revogam-se as disposições em contrário. dos níveis. PALÁCIO PIRATINI. em Porto Alegre. a ser definido pelo Estado-Maior da Brigada Militar e aprovado por Portaria do Secretário de Estado da Justiça e da Segurança que definirá a proporção dos recursos humanos a serem disponibilizados para cada Município do Estado. será realizado. 3° – O provimento dos cargos discriminados no Quadro Anexo a este Decreto. 1º – O provimento gradual das vagas acrescidas ao efetivo da Brigada Militar a que se refere o artigo 4º da Lei nº 10. . parágrafos 1° a 6°. Parágrafo único – A cada indicador aplica-se um fator numérico. em especial o Decreto de n. ambos em extinção.108.98) DECRETO Nº 38. 2° – O provimento de graduações de 3° Sargento é autorizado de acordo com os quantitativos previstos no Quadro Anexo a este Decreto. alínea “c”.

3º– O procedimento a que se refere este Decreto não substitui ou exclui outros referentes a direitos e vantagens dos servidores e seus dependentes.98) ANEXO ÚNICO PROVIMENTO GRADUAL DAS VAGAS ACRESCIDAS AO EFETIVO DA BRIGADA MILITAR PERÍODO DE 1997 E 2001 (LEI N° 10. certidão de óbito. no uso da atribuição que lhe confere o artigo 82. . § 1º– Nas hipóteses regradas pelo artigo 3º da Lei Complementar n.01.000. o expediente será remetido ao Secretário da Justiça e da Segurança. DE 11 DE MAIO DE 1998. inciso V. da Constituição do Estado.PALÁCIO PIRATINI. (DOE de 23.000. de acordo com o disposto no art. ANTÔNIO BRITTO. 1º – A concessão do benefício de que trata o art. 2º– A promoção extraordinária dos servidores das carreiras de nível médio. que oficializará o ato de promoção extraordinária ou remeterá ao exame do Governador do Estado. c) publicação de declaração mencionada na alínea “a” no Diário Oficial do Estado.º 38. fazendo constar no mesmo: a) apreciação das circunstâncias em que se deu o evento. ex officio ou mediante provocação. II – o mesmo procedimento previsto no inciso anterior será adotado no caso de reconhecimento de ato de bravura. Art. DECRETO N. com declaração de sua ocorrência. III – atendido o disposto no inciso I deste artigo. decorrente de ato de bravura. § 2º– O benefício constante no parágrafo único do dispositivo legal mencionado no parágrafo anterior corresponderá à percepção de parcela adicional em valor equivalente à vinte por cento de vencimento ou soldo percebido.1º. em Porto Alegre.992 DE 18 DE AGOSTO DE 1997). devendo ser examinada a ocorrência dos requisitos previstos no artigo 5º da mencionada Lei Complementar. 1º obedecerá ao seguinte procedimento administrativo: I – o órgão de locação do servidor iniciará procedimento administrativo próprio.º 11. DECRETA: Art. O GOVERNADOR DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL. Governador do Estado. a ser calculado pela Comissão de Pensões Vitalícias da Secretaria da Justiça e da Segurança. caput. 22 de janeiro de 1998. Art. o benefício corresponderá à percepção de parcela adicional no valor equivalente entre o vencimento ou soldo inicial e o final das respectivas carreiras. se dará ao grau hierarquicamente superior da respectiva carreira. de 18 de agosto de 1997. de 18 de agosto de 1997. Regulamenta a Lei Complementar nº 11. do mencionado diploma legal. b) laudo oficial que ateste a invalidez permanente ou no caso de morte.480.

Parágrafo único – A distribuição do efetivo de que trata o “caput”. Art. Porto Alegre.05.06. de 5 de junho de 1998. que dispõe sobre a organização básica da Brigada Militar e sua respectiva regulamentação. DECRETA: Art.2º – Este Decreto entra em vigor na data de sua publicação.548. instituiu Grupo de Trabalho com a finalidade de racionalizar as áreas de apoio administrativo da Brigada Militar. 6º – Revogam-se as disposições em contrário. 4º – O Secretário de Estado da Justiça e da Segurança emitirá Portaria estabelecendo os procedimentos administrativos necessários ao cumprimento deste Decreto.993. da Constituição do Estado. Considerando que as organizações policiais devem colocar o máximo possível de seu efetivo em atividades operacionais. através da informatização dos seus procedimentos. de 18 de agosto de 1997. 5º – Este Decreto entra em vigor na data de sua publicação.991. 1º– O efetivo de servidores militares do Estado. Art. no uso da atribuição que lhe confere o artigo 82.permanecerá inalterada até a conclusão dos estudos realizados pelo Grupo de Trabalho instituído pelo Decreto n º 38. 11 de maio de 1998 (DOE de 12. PALÁCIO PIRATINI. de 18 de agosto de 1997. Art. em Porto Alegre. visando modernizar seus métodos de trabalho. através do Decreto nº 38. O GOVERNADOR DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL. 3º – Revogam-se as disposições em contrário. conforme o Quadro em anexo a este Decreto. inciso V. fixado através da Lei n º 10. de 18 de agosto de 1997.547. Distribui o efetivo da Brigada Militar. Considerando que o Poder Executivo. Art. PALÁCIO PIRATINI. de 5 de junho de 1998. (DOE de 09. Apoio e Execução previstos na Lei nº 10. 08 de junho de 1998. é distribuído nos órgãos de Direção. Polícia Civil e Superintendências de Serviços Penitenciários.Art.547. DE 08 DE JUNHO DE 1998.98) . de acordo com o fixado na Lei nº 10.993.98) DECRETO Nº 38.

......... e dá outras providências................º 11................... Art...........98) ..990/97) ......... que a Assembléia Legislativa aprovou e eu sanciono e promulgo a Lei Complementar seguinte: Art......................... Art.1º – O artigo 58 da Lei Complementar nº 10............ DE 22 DE JUNHO DE 1998.. ambas de 18 de agosto de 1997.............. (As alterações foram inseridas na LC nº 10..... 4º – Esta Lei Complementar entra em vigor na data de sua publicação........ Faço saber.........990..... em Porto Alegre.. da Constituição do Estado... passa a vigorar com a seguinte redação: .............. de 18 de agosto de 1997........ (DOE de 23......... Altera disposições do Estatuto dos Servidores Militares do Estado do Rio Grande do Sul e de sua Carreira...........990 e 10....... 3º – As despesas decorrentes da execução desta Lei correrão à conta de dotações orçamentárias próprias............ disciplinados.............................. pelas Leis Complementares nºs 10.......... O GOVERNADOR DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL...........LEI COMPLEMENTAR N....................992/97) .....170......... em cumprimento ao disposto no artigo 82...06....992.. (As alterações foram inseridas na LC nº 10... Art... inciso IV. Art.......................... produzindo efeitos a contar de 18 de agosto de 1997.... 2º – O artigo 14 da Lei Complementar nº 10........... passa a ter a seguinte redação: .......... 22 de junho de 1998....992..................... respectivamente....... 5º – Revogam-se as disposições em contrário........ PALÁCIO PIRATINI............... de 18 de agosto de 1997................

Sign up to vote on this title
UsefulNot useful