LEI COMPLEMENTAR N.º 10.990, DE 18 DE AGOSTO DE 1997.

Dispõe sobre o Estatuto dos Servidores Militares da Brigada Militar do Estado do Rio Grande do Sul e dá outras providências. (D.O.E. de 19.08.97)

Edição CORAG Assessoria de Publicações Técnicas Porto Alegre, 1998

SUMÁRIO
– – – – – – – – – – – – – – – – – – – – – – – – – – – – – – – Do Provimento – Arts. 9º ao 11 Da Hierarquia e da Disciplina – Arts. 12 ao 17 Do Cargo e da Função Policiais-Militares – Arts. 18 ao 23 Do Valor Policial-Militar – Art. 24 Da Ética Policial-Militar – Arts. 25 ao 28 Dos Deveres Policiais-Militares – Art.29 Do Compromisso Policial-Militar – Arts. 30 e 31 Do Comando e da Subordinação – Arts. 32 ao 34 Da Violação das Obrigações e dos Deveres – Arts.35 ao 39 Dos Crimes Militares – Art.40 Do Conselho de Justificação – Arts. 41 ao 43 Do Conselho de Disciplina – Arts. 44 e 45 Dos Direitos dos Servidores Militares – Arts. 46 e 47 Da Remuneração – Arts.48 ao 50 Assistência Médico-Hospitar – Arts. 51 ao 55 Da Promoção – Arts. 56 ao 58 Das Férias e Outros Afastamentos Temporários do Serviço – Arts. 59º ao 68º Das Licenças – Arts.69 ao 82. Da Pensão Policial-Militar – Arts. 83 ao 85 Das Prerrogativas – Arts. 86 e 87 Do Uso dos Uniformes da Brigada Militar – Arts. 88 a 91 Da Agregação – Arts. 92 ao 94 Da Reversão – Arts. 95 e 96 Do Excedente – Art. 97 Do Ausente – Art. 98 Do Desaparecimento e do Extravio – Arts. 99 ao 102 Do Desligamanto ou Exclusão do serviço Ativo – Arts. 100 ao 102 Da Reinclusão – Art. 103 Da Transferência para Reserva Remunerada – Arts. 104 ao 112 Da Reforma – Arts. 113 ao 121 Da Demissão, da Perda do Posto e da Patente e da Declaração de Indignidade ou Incompatibilidade com o Oficialato – Arts. 122 ao 127 – Do Licenciamento – Arts. 128 ao 130 – Da Anulação de Inclusão – Art.131 – Da Exclusão da Praça a Bem da Disciplina – Arts. 132 ao 134 – Da Deserção – Art. 135 – Do Falecimento e do Extravio – Arts. 136 ao 138 – Do Tempo de Serviço – Arts. 139 ao 147 – Da Licença para Acompanhar o Cônjuge – Arts. 148 a 149 – Das Recompensas e das Dispensas de Serviço – Arts. 150 a 152 – Das Prorrogação do Serviço Policial Militar – Art. 153 – Das Disposições Finais e Transitórias – Arts. 154 ao 163

LEGISLAÇÃO COMPLEMENTAR
LEI N.º 10.991, DE 18 DE AGOSTO DE 1997. Dispõe sobre a Organização Básica da Brigada Militar do Estado do RS e dá outras providências. LEI COMPLEMENTAR N.º 10.992, DE 18 DE AGOSTO DE 1997. Dispõe sobre a carreira dos Servidores Militares do Estado do RS e dá outras providências. LEI N.º 10.993, DE 18 DE AGOSTO DE 1997. Fixa o efetivo da Brigada Militar do Estado e dá outras providências. LEI N.º 10.996, DE 18 DE AGOSTO DE 1997. Estabelece benefício ao servidor integrante dos órgãos operacionais da Secretaria da Justiça e da Segurança, ou ao seu beneficiário, na ocorrência dos eventos “invalidez permanente, total ou parcial, ou morte”, ocorridos em serviço. LEI COMPLEMENTAR N.º 11.000, DE 18 DE AGOSTO DE 1997. Dispõe sobre a promoção extraordinária do Servidor Militar e do Servidor integrantes dos Quadros da Polícia Civil , do Instituto-Geral de Perícias e da Superintendência dos Serviços Penitenciários. DECRETO N.º 37.794, DE 22 DE SETEMBRO DE 1997. Dispõe sobre diárias devidas a policiais militares e dá outras providências. O “caput” do art.1º, alterado p/D 37.878/97, inseridas no texto deste Decreto. DECRETO N.º 38.107, DE 22 DE JANEIRO DE 1998. Regulamenta a Lei de Organização Básica e Qualificação das Carreiras dos Servidores Militares da Brigada Militar do Estado do RS e dá outras providências. DECRETO N.º 38.108, DE 22 DE JANEIRO DE 1998. Dispõe sobre o provimento de cargos e Qualificação das Carreiras do Servidores Militares da Brigada Militar do Estado do RS e dá outras providências. DECRETO N.º 38.480, DE 11 DE MAIO DE 1998. Regulamenta a Lei Complementar n.º 11.000, de 18 de agosto de 1997. DECRETO N.º 38.548, DE 08 DE JUNHO DE 1998. Distribui o efetivo da Brigada Militar, de acordo o fixado na Lei n.º 10.993/97. LEI COMPLEMENTAR N.º 11.170, DE 22 DE JUNHO DE 1998. Altera disposições do Estatuto dos Servidores Militares do Estado do Rio Grande do Sul e de sua Carreira, disciplinados, respectivamente, pelas Leis Complementares n.ºs. 10.990 e 10.992, ambas de 18 de agosto de 1997 e dá outras providências. DECRETO N.º 37.536, DE 08 DE JULHO DE 1997. Dispõe sobre as condições gerais e específicas para ingresso voluntário na Brigada Militar. DECRETO N.º 37.939, DE 17 DE NOVEMBRO DE 1997. Regulamenta a Comissão de Avaliação e Mérito da Brigada Militar e dá outras providências.

LEI COMPLEMENTAR N.º 10.990, DE 18 DE AGOSTO DE 1997. Dispõe sobre o Estatuto dos Servidores Militares da Brigada Militar do Estado do Rio Grande do Sul e dá outras providências.
O GOVERNADOR DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL. Faço saber, em cumprimento ao disposto no artigo 82, inciso IV, da Constituição do Estado, que a Assembléia Legislativa aprovou e eu sanciono e promulgo a Lei seguinte: Art. 1° – Este Estatuto regula a situação, obrigações, deveres, direitos e prerrogativas dos servidores militares do Estado. Art. 2° – A Brigada Militar, instituída para a preservação da ordem pública no Estado e considerada Força Auxiliar, reserva do Exército Brasileiro é instituição permanente e regular, organizada com base na hierarquia e na disciplina, sob a autoridade suprema do Governador do Estado. Art. 3° – Os integrantes da Brigada Militar do Estado, em razão da destinação constitucional da Corporação e em decorrência das leis vigentes, constituem uma categoria especial de servidores públicos estaduais, sendo denominados servidores militares. § 1° – Os servidores militares encontram-se em uma das seguintes situações: I – na ativa: a) os servidores militares de carreira; b) os servidores militares temporários; c) os componentes da reserva remunerada, quando convocados; d) os alunos de órgãos de formação de servidor militar da ativa. II – na inatividade: a) na reserva remunerada, quando pertencem à reserva da Corporação e percebem remuneração do Estado, porém sujeitos, ainda, à prestação de serviço na ativa, mediante convocação; b) reformados, quando, tendo passado por uma das situações anteriores, estão dispensados, definitivamente, da prestação de serviço na ativa, mas continuam a perceber remuneração do Estado; c) na reserva não remunerada, na forma da legislação específica. § 2° – Os servidores militares de carreira são os que, no desempenho voluntário e permanente do serviço policial-militar, têm vitaliciedade assegurada ou presumida. § 3° – Em casos especiais, regulados por lei, os servidores militares da reserva remunerada poderão, mediante aceitação voluntária, ser designados para o serviço ativo, em caráter transitório, por proposta do Comandante- Geral e ato do Governador do Estado. Art. 4° – O serviço policial-militar consiste no exercício de atividades inerentes à Brigada Militar e compreende todos os encargos previstos na legislação específica e peculiar. Art. 5° – A carreira policial-militar é caracterizada por atividade contínua e inteiramente devotada às finalidades da Brigada Militar, denominada atividade policial-militar. Parágrafo único – A carreira policial-militar é privativa do pessoal da ativa, iniciando-se com o ingresso na Brigada Militar e obedecendo à seqüência de graus hierárquicos.

Art. 6° – São equivalentes as expressões “na ativa”, “da ativa”, “em serviço ativo”, “em serviço na ativa”, “em serviço”, “em atividade” ou “em atividade policial-militar” referidas aos servidores militares no desempenho de cargo, comissão, encargo, incumbência ou missão, serviço ou atividade policial-militar ou considerada de natureza policial-militar, nas organizações policiais - militares, bem como, quando previsto em lei ou regulamento, em outros órgãos do Estado. Art. 7° – A condição jurídica dos servidores militares é definida pelos dispositivos constitucionais que lhes forem aplicáveis, por este Estatuto e pelas leis e regulamentos que lhes outorgam direitos e prerrogativas e lhes impõem deveres e obrigações. Art. 8° – O disposto neste Estatuto aplica-se, no que couber, aos servidores - militares da reserva remunerada e reformados. Parágrafo único – Os Oficiais nomeados Juízes do Tribunal Militar do Estado são regidos por legislação própria. DO PROVIMENTO Art. 9° – O ingresso na Brigada Militar é facultado a todos os brasileiros, sem distinção de raça, sexo ou de crença religiosa, mediante concurso público, observadas as condições prescritas em lei. Art. 10 – São requisitos para o ingresso na Brigada Militar: I – ser brasileiro; II – possuir ilibada conduta pública e privada; III – estar quite com as obrigações eleitorais e militares; IV – não ter sofrido condenação criminal com pena privativa de liberdade ou qualquer condenação incompatível com a função policial-militar; V – não estar respondendo processo criminal; VI – não ter sido isentado do serviço militar por incapacidade física definitiva; e VII – obter aprovação nos exames médico, físico, psicológico e intelectual, exigidos para inclusão, nomeação ou matrícula. Parágrafo único – As condições específicas, conforme o quadro ou qualificação, serão as previstas no regulamento de ingresso. Art. 11 – Para o cômputo do tempo correspondente ao período probatório será considerado o tempo de serviço do servidor militar como aluno - oficial. Parágrafo único – Excetuam-se do disposto no “caput” os atuais 1° e 2° Tenentes PM e os atuais Aspirantes-a-Oficial.

DA HIERARQUIA E DA DISCIPLINA
Art. 12 – A hierarquia e a disciplina militares são a base institucional da Brigada Militar, sendo que a autoridade e a responsabilidade crescem com o grau hierárquico. § 1° – A hierarquia militar é a ordenação da autoridade em níveis diferentes, dentro da estrutura da corporação, sendo que a ordenação se faz por postos ou graduações e, dentro de um mesmo posto ou de uma mesma graduação, se faz pela antigüidade no posto ou na graduação, consubstanciada no espírito de acatamento à seqüência de autoridade. § 2° – A disciplina militar é a rigorosa observância e o acatamento integral das leis, regulamentos, normas e disposições que fundamentam o organismo policial-militar e coordenam o seu funcionamento regular e harmônico, traduzindo-se pelo cumprimento do dever por parte de todos e de cada um dos seus componentes. § 3° – A disciplina militar e o respeito à hierarquia devem ser mantidos entre servidores militares da ativa, da reserva remunerada e reformados.

neste último caso. Art. e o último. subsistir a igualdade de antigüidade.Art. deverá mencionar essa situação. § 2° – Os graus hierárquicos inicial e final dos Quadros e Classificações são os compreendidos nas carreiras de nível superior e médio. em: I – Círculos de Oficiais. na forma regulamentar. em extinção. aos graus hierárquicos anteriores. pela posição nas respectivas escalas numéricas ou registro de que trata o artigo 17. freqüentam. recorrer-se-á. II – nos demais casos. 14 – Os círculos e a escala hierárquica na Brigada Militar são os constantes do quadro seguinte: CARREIRA dos Servidores militares de nível superior dos Servidores POSTOS E GRADUAÇÕES Coronel de Oficiais Superiores Tenente-Coronel Major de Oficiais Capitão Intermediários de Oficiais Subalternos Primeiro Tenente 1° Sargento de Sargentos 2° Sargento de Soldados Soldado CÍRCULO militares de nível médio § 1° – O Posto é o grau hierárquico do Oficial. e a Graduação é o grau hierárquico da Praça. do mesmo grau hierárquico. .Geral da Brigada Militar. respectivamente. § 1° – A antigüidade em cada posto ou graduação é contada a partir da data da publicação do ato da respectiva promoção. ou inclusão. o Círculo de Sargentos.Geral e do Chefe do Estado Maior. II – Círculos de Praças. Art. nomeação. 13 – Círculos hierárquicos são âmbitos de convivência entre os servidores militares da mesma categoria e têm a finalidade de desenvolver o espírito de camaradagem em ambiente de estima e confiança. conferido por ato do Governador do Estado. § 3° – Em igualdade de posto ou graduação. se não estiverem especificamente enquadrados nas disposições dos incisos I e II. a antigüidade é estabelecida através dos seguintes critérios: I – entre servidores militares do mesmo quadro. ainda assim. de acordo com o regulamento do respectivo órgão. o mais velho será considerado mais antigo. Parágrafo único – Os círculos hierárquicos serão disciplinados. § 2° – No caso de igualdade na data referida no parágrafo anterior. salvo nos casos de precedência funcional do Comandante Geral. III – entre os alunos de um mesmo órgão de formação de servidores militares. do Subcomandante . 15 – A precedência entre servidores militares da ativa. para definir a precedência e. salvo quando estiver taxativamente fixada outra data. 3° Sargento e Cabo. os servidores militares na ativa têm precedência sobre os na inatividade. sucessivamente. § 4° – Os graus hierárquicos de Subtenente. à data de inclusão e à data de nascimento. é assegurada pela antigüidade no posto ou na graduação. conferido por ato do Comandante . § 3° – Sempre que o servidor militar que fizer uso do posto ou graduação for da reserva remunerada ou reformado. os dois primeiros. pela antigüidade no posto ou na graduação anterior e. o Círculo de Soldados. se. definidos em lei complementar específica. sem prejuízo do respeito mútuo.

os Oficiais que possuírem o Curso Superior de Polícia Militar terão precedência sobre os demais.militares serão providos com pessoal que satisfaça aos requisitos de grau hierárquico e de qualificação exigidos para o seu desempenho. não poderão exercer Comando. ou falece. no exercício de cargo privativo de sua especialidade. . 16 – A precedência entre as Praças especiais e demais Praças é a regulada por legislação federal específica.Geral da Corporação. Parágrafo único – O provimento de cargo policial-militar se faz por ato de nomeação ou de designação da autoridade competente. atribuições e responsabilidades correspondentes. Parágrafo único – As obrigações inerentes ao cargo policial-militar devem ser compatíveis com o correspondente grau hierárquico e definidas em legislação ou regulamentação específicas. provido de acordo com o parágrafo único do artigo 19. conforme previsto em lei. § 1° – O servidor militar designado. § 5° – Em caso de igualdade de posto. quando não possuírem Curso Superior de Polícia Militar. DO CARGO E DA FUNÇÃO POLICIAIS-MILITARES Art. e respeitadas as restrições do presente artigo. 17 – A Brigada Militar manterá um registro de todos os dados referentes ao seu pessoal da ativa e da reserva remunerada. por período igual ou superior a 10 (dez) dias. 22 – Dentro de uma mesma Organização Policial Militar. Art. Art. Art. 20 – O cargo policial-militar é considerado vago: I – a partir de sua criação e até que um servidor militar. a seqüência de substituições para assumir cargo ou função. dentro das respectivas escalas numéricas. 19 – Os cargos policiais . segundo as instruções baixadas pelo Comandante . dele tome posse. 21 – A função policial-militar é o exercício das obrigações inerentes ao cargo policial-militar.§ 4° – Em igualdade de posto ou graduação. correspondendo. os demais Oficiais. II – desde o momento em que o servidor militar que o ocupa é exonerado. faz jus às gratificações e a outros direitos correspondentes. regularmente nomeado ou designado. são estabelecidas na legislação específica e peculiar. 23 – O servidor militar ocupante de cargo. Art. § 6° – Excetuados os integrantes do Quadro de Oficiais Especialistas em Saúde – QOES. 18 – O cargo policial-militar é aquele que só pode ser exercido por servidor militar em serviço ativo. a cada cargo policial-militar um conjunto de atribuições. Art. para exercer função de posto ou graduação superior a sua terá direito ao vencimento e vantagens correspondentes àquele posto ou graduação. ou que tenha recebido determinação de autoridade competente. ou é considerado extraviado ou desertor. a precedência entre os servidores militares na ativa e os na reserva remunerada que estiverem convocados é definida pelo tempo de efetivo serviço no posto ou na graduação. Chefia ou Direção sobre os Oficiais que o possuir. regularmente nomeado ou designado. dele tome posse. Art. observados os princípios regidos por este Estatuto. deveres e responsabilidades que se constituem em obrigações do respectivo titular. Art. ou dispensado. bem como as normas. respeitadas a precedência e as qualificações exigidas para o cargo ou para o exercício da função. e até que outro servidor militar. a contar do dia em que houver assumido tal função.

a cada um dos integrantes da Brigada Militar. desde que não infrinjam o disposto no presente artigo. exceto na qualidade de acionista.militares e nas repartições públicas civis. diretamente. III – respeitar a dignidade da pessoa humana. Art. a gestão de seus bens. entre funções atribuídas a postos ou entre funções atribuídas a graduações. maneiras e em sua linguagem escrita e falada. XV – abster-se de fazer uso do posto ou da graduação para obter facilidades pessoais de qualquer natureza ou para encaminhar negócios particulares ou de terceiros. IV – acatar as autoridades civis. VII – zelar pelo preparo moral. respeitando-se os princípios da antigüidade e qualificação para o exercício funcional. . XIII – proceder de maneira ilibada na vida pública e na particular. nas organizações policiais . de modo a que não sejam prejudicados os princípios da disciplina. mesmo com o risco da própria vida. de sociedade civil ou exercer comércio. o brio e o decoro de classe impõem. com a observância dos seguintes preceitos de ética do servidor militar: I – amar a verdade e a responsabilidade como fundamento da dignidade pessoal. quando convocados. II – exercer com autoridade. cotista ou comanditário. 25 – O sentimento do dever. eficiência e probidade as funções que lhe couberem em decorrência do cargo. 26 – Ao servidor militar da ativa é vedado participar de gerência ou administração de empresa privada. o permanente zelo ao patrimônio público e às instituições democráticas. DO VALOR POLICIAL-MILITAR Art. ficam proibidos de tratar. II – a fé na elevada missão da Brigada Militar. as instruções e as ordens das autoridades competentes. VIII – empregar as suas energias em benefício do serviço. intelectual e físico. obedecendo aos preceitos da ética do servidor militar. X – ser discreto em suas atitudes. § 1° – Os servidores militares na reserva remunerada. conduta moral e profissional irrepreensíveis. XIV – observar as normas da boa educação. fora do âmbito apropriado. IV – o amor à profissão policial-militar e o entusiasmo com que é exercida. mesmo fora do serviço ou na inatividade. IX – praticar a camaradagem e desenvolver permanentemente o espírito de cooperação. somente poderão ocorrer. de matéria sigilosa de que tenha conhecimento em virtude do cargo ou da função. próprio e dos subordinados. V – cumprir e fazer cumprir as leis. DA ÉTICA POLICIAL-MILITAR Art. XVII – zelar pelo bom nome da Brigada Militar e de cada um dos seus integrantes. tendo em vista o cumprimento da missão comum. XII – cumprir seus deveres de cidadão. os regulamentos. XVI – conduzir-se. dos interesses de organizações ou empresas privadas de qualquer natureza. III – o espírito de corpo.§ 2° – As substituições temporárias. XI – abster-se de tratar. e V – o aprimoramento técnico profissional. do respeito e decoro. 24 – São manifestações essenciais do valor policial-militar: I – a dedicação ao serviço policial para preservação da segurança da comunidade e das prerrogativas da cidadania. § 2° – Os servidores militares da ativa podem exercer. VI – ser justo e imparcial no julgamento dos atos e na apreciação do mérito dos subordinados. respectivamente. orgulho do servidor militar pela organização onde serve. a dignidade militar.

Art. Parágrafo único – Ao ser promovido ao seu primeiro posto. pelas ordens que emitir e pelos atos que praticar. 28 – O servidor militar. sendo vinculado ao grau hierárquico e constituindo prerrogativa impessoal. Art. 29 – Os deveres policiais . 27 – O Comandante . 33 – A subordinação decorre. mesmo com o sacrifício da própria vida.Art. DO COMPROMISSO POLICIAL-MILITAR Art. tão logo o servidor militar tenha adquirido um grau de instrução compatível com o perfeito entendimento dos seus deveres como integrante da Brigada Militar. DOS DEVERES POLICIAIS-MILITARES Art. 32 – Comando é a soma de autoridade. no interesse da salvaguarda da sua dignidade.Geral da Brigada Militar poderá determinar aos servidores militares da ativa que. no qual afirmará a sua aceitação consciente das obrigações e dos deveres policiais . Art. V – o rigoroso cumprimento das obrigações e das ordens. após ingressar na Brigada Militar.militares e manifestará a sua firme disposição de bem os cumprir. da estrutura hierárquica da Brigada Militar e não afeta a dignidade pessoal do servidor militar. sempre que houver razões que recomendem tal medida. prometo cumprir os deveres de Oficial da Brigada Militar do Estado e dedicarme inteiramente ao seu serviço”. conforme os seguintes dizeres: “Ao ingressar na Brigada Militar do Estado. mesmo com o risco da própria vida”. instituições e integridade devem ser defendidas. segurança. informem sobre a origem e a natureza dos seus bens. prometo regular a minha conduta pelos preceitos da moral. quando conduz homens ou dirige uma Organização Policial Militar. de acordo com os seguintes dizeres: “Perante a Bandeira do Brasil e pela minha honra. cumprir rigorosamente as ordens das autoridades a que estiver subordinado e dedicar-me inteiramente ao serviço policial-militar. à manutenção da ordem pública e à segurança da comunidade. o servidor militar prestará compromisso de Oficial. enquanto em efetivo serviço. deveres e responsabilidades de que o servidor militar é investido legalmente. 34 – Cabe ao servidor militar a responsabilidade integral pelas decisões que tomar. Art. IV – a disciplina e o respeito à hierarquia. III – a probidade e a lealdade em todas as circunstâncias. VI – a obrigação de tratar o subordinado dignamente e com urbanidade. em solenidade especialmente programada. e compreendem: I – a dedicação ao serviço policial-militar e a fidelidade à Pátria e à comunidade. prestará compromisso de honra. 31 – O compromisso a que se refere o artigo anterior terá caráter solene e será prestado na presença da tropa. . II – o culto aos símbolos nacionais e estaduais. DO COMANDO E DA SUBORDINAÇÃO Art. exclusivamente. cuja honra. em cujo exercício o servidor militar se define e se caracteriza como chefe.militares emanam do conjunto de vínculos que ligam o servidor militar à sua corporação e ao serviço que a mesma presta à comunidade. 30 – Todo o cidadão. não poderá estar filiado a partido político.

37 – O servidor militar cuja atuação no serviço revelar-se incompatível com o cargo ou que demonstrar incapacidade para o exercício das funções policiais . pecuniária. responsabilidade funcional.militares a ele inerentes. sem prejuízo dos respectivos vencimentos e vantagens. 39 – São vedadas as manifestações coletivas que impliquem no descumprimento do dever ou que atentem contra a disciplina policial-militar. 36 – A inobservância dos deveres especificados nas leis e regulamentos. DOS CRIMES MILITARES Art. se declarado indigno do Oficialato ou com ele incompatível. § 3° – Não se caracteriza como violação das obrigações e dos deveres do servidor militar o inadimplemento de obrigações pecuniárias assumidas na vida privada. 38 – Ao servidor militar são proibidas a sindicalização e a greve. DO CONSELHO DE JUSTIFICAÇÃO Art. até a solução final do processo ou adoção das providências legais que couberem ao caso. Art. § 2° – A responsabilidade disciplinar é independente das responsabilidades civil e penal. salvo após decisão final do processo a que for submetido. Art. § 1° – São competentes para determinar o imediato afastamento do cargo ou o impedimento do exercício da função: I – O Comandante . Art.militares a ele inerentes será do mesmo imediatamente afastado. poderá concluir pela incompatibilidade do servidor militar com o cargo ou pela incapacidade para o exercício das funções policiais . ficará privado do exercício de qualquer função policial-militar. desde que venha a ser condenado. . conforme dispuserem a legislação ou regulamentação específicas. Parágrafo único – A apuração da responsabilidade funcional. 35 – A violação das obrigações ou dos deveres policiais . § 2° – O servidor militar afastado do cargo. 42 – O Oficial acusado de ser incapaz de permanecer como servidor militar será. submetido a Conselho de Justificação. nos casos em que a lei determinar. consoante legislação específica. ou a falta de exação no cumprimento dos mesmos. nas condições mencionadas neste artigo. 40 – O Código Penal Militar relaciona e classifica os crimes militares. Art. na conformidade da legislação ou regulamentação da Corporação.DA VIOLAÇÃO DAS OBRIGAÇÕES E DOS DEVERES Art. Art. pecuniária. em tempo de paz e em tempo de guerra. os Chefes e os Diretores. 41 – O Oficial só perderá o posto e a patente por decisão do Tribunal Militar do Estado. contravenção ou transgressão disciplinar. 43 – O processo e julgamento pelo Conselho de Justificação serão regidos por lei especial. § 1° – A violação dos preceitos da ética policial-militar é tanto mais grave quanto mais elevado for o grau hierárquico de quem a cometer.Geral da Brigada Militar. e dispõe sobre a aplicação aos servidores militares das penas correspondentes aos crimes por eles cometidos. disciplinar e penal. II – Os Comandantes. acarreta. assegurada ampla defesa ao acusado. Art.militares constituirá crime. disciplinar ou penal. para o servidor militar.

proventos e outras vantagens pecuniárias. ouvido o Comandante . IX – a demissão voluntária e. V – o transporte para si e seus dependentes. a contar do recebimento de comunicação Oficial. através da Brigada Militar. salvo aqueles Oficiais em inatividade por alienação mental ou condenação por crimes transitados em julgado ou por atividades que desaconselhem o porte de arma. DOS DIREITOS DOS SERVIDORES MILITARES Art. III – o desempenho de cargos e funções correspondentes ao posto e de atribuições correspondentes à graduação. mediante indenização. 46 – São direitos dos servidores militares. indenizações e outras vantagens e é devida em bases estabelecidas em lei . X – o porte de arma. . § 2° – O pedido de reconsideração. em toda a sua plenitude. quando processado em razão de atos praticados em objeto de serviço. quando Oficial. inclusive mobília. o licenciamento voluntário da ativa. assegurada ampla defesa ao acusado. 48 – A remuneração dos servidores militares compreende vencimentos ou proventos. nos limites estabelecidos na legislação específica: I – a garantia da patente. § 4° – Aos servidores militares em processo administrativo ou judicial são assegurados o contraditório e a ampla defesa. Art. seus bens pessoais. higiene e segurança do trabalho. em serviço ativo ou em inatividade. a queixa e a representação não podem ser feitos coletivamente. VII – a transferência para a reserva remunerada ou a reforma. § 3° – A decisão sobre qualquer recurso será dada no prazo máximo de 60 (sessenta) dias. com as restrições impostas pela legislação específica. XII – a aquisição de uma arma de uso permitido. XIII – a assistência judiciária gratuita. nos demais casos. IV – a percepção de vencimentos. § 2° – A remuneração percebida pelos servidores militares em inatividade denomina-se proventos. II – o uso das designações hierárquicas. cujo prazo será de 8 (oito) dias. XIV – a assistência social e médico . com as vantagens. 47 – O servidor militar que se julgar prejudicado ou ofendido por qualquer ato administrativo ou disciplinar de superior hierárquico poderá recorrer ou interpor pedido de reconsideração. queixa ou representação. Art. b) em cento e vinte dias corridos. quando Oficial. prerrogativas e deveres a ela inerentes. VIII – as férias e as licenças. VI – as promoções. pelas Praças. 45 – O processo e julgamento pelo conselho de Disciplina serão regidos por lei especial. DA REMUNERAÇÃO Art. quanto a ato que decorra da composição de Quadro de Acesso. II – indenizações. quando movimentado por necessidade do serviço. § 1° – Os servidores militares na ativa percebem remuneração constituída pelas seguintes parcelas: I – vencimentos. XV – a saúde. segundo legislação vigente na Corporação. § 1° – O direito de recorrer na esfera administrativa prescreverá: a) em quinze dias úteis.Geral. exceto em matéria disciplinar. na forma estabelecida no Código de Vencimentos e Vantagens da Brigada Militar. compreendendo soldo e gratificações.hospitalar.DO CONSELHO DE DISCIPLINA Art. na forma regulamentar. XI – o porte de armas. 44 – A Praça com estabilidade será submetida a Conselho de Disciplina na forma da legislação específica.

ou. § 5° – O servidor militar. poderá ser prestada pelas organizações de saúde. fora do horário do expediente a que estiver sujeito. nos termos da lei. os servidores militares nela sediados poderão ser atendidos por organizações das Forças Armadas ou civis. da reserva remunerada ou reformado. conforme legislações específicas. por aula proferida. 57 – As promoções serão efetuadas pelos critérios de merecimento e de antigüidade. extraordinariamente.§ 3° – Os servidores militares da ativa e na inatividade perceberão abono familiar de conformidade com a lei geral que rege essa vantagem. no valor fixado em lei. através do Instituto de Previdência do Estado do Rio Grande do Sul – IPERGS e. § 2° – A promoção é ato administrativo e tem como finalidade básica a seleção dos servidores militares para o exercício de funções pertinentes ao grau hierárquico superior. conforme fixado em lei. de modo a obter-se um fluxo regular e equilibrado da carreira para os servidores militares a que esses dispositivos se referem. observadas as disposições da legislação e regulamentação a que se refere este artigo. Parágrafo único – O Departamento de Saúde da Brigada Militar destina-se a atender o policial-militar e seus dependentes. ASSISTÊNCIA MÉDICO-HOSPITALAR Art. mediante acordos previamente estabelecidos entre estas e o Departamento de Saúde da Corporação. assistência médicohospitalar. perceberá gratificação de magistério. gradual e sucessivo e será feito mediante promoções. ao servidor militar e a seus dependentes. ao ser movimentado por necessidade do serviço. ainda. Art. sendo também estendidos aos inativos quaisquer benefícios e vantagens posteriormente concedidos aos servidores militares em atividade. quando acidentado em serviço ou acometido de doença adquirida em serviço ou dela decorrente. § 6° – O servidor militar fará jus a gratificação pelo exercício. através de ato do Poder Executivo. haverá promoções em ressarcimento de preterição. dentro das limitações dos recursos orçamentários próprios da Brigada Militar. § 1° – O planejamento da carreira dos Oficiais e das Praças. através do Departamento de Saúde da Brigada Militar. Art. desde que implique alteração de seu domicílio. 49 – Os vencimentos. de encargo em comissão de concurso público. é atribuição do Comando--Geral da Brigada Militar. . DA PROMOÇÃO Art. Art. Art. os proventos e as pensões dos servidores militares e seus beneficiários não serão objeto de arresto. 56 – O acesso na hierarquia policial-militar é seletivo. inclusive quando decorrentes da transformação ou reclassificação do cargo ou função em que se deu a aposentadoria. Art. 55 – As normas e condições de atendimento serão estabelecidas em regulamento próprio. seqüestro ou penhora. Art. § 1° – Em casos especiais. 51 – O Estado proporcionará. 50 – Os proventos de inatividade serão revistos na mesma proporção e na mesma data em que se modificar a remuneração dos servidores militares em atividade. § 4° – O servidor militar que exercer o magistério em curso ou estágio regularmente instituídos pela Brigada Militar. perceberá ajuda de custo para atender às despesas de sua instalação. supletivamente. de conformidade com o disposto na legislação e regulamentação de promoções de Oficiais e de Praças. 53 – O servidor militar em serviço ativo faz jus a hospitalização e tratamento custeado pelo Estado. 54 – A assistência médico-hospitalar ao servidor militar da ativa. postos à disposição do seu Departamento de Saúde. 52 – Nas localidades onde não houver organizações de saúde da Brigada Militar. exceto nos casos previstos em lei federal. ouvido o Secretário de Estado responsável pela área da segurança pública. Art.

as férias poderão ser acumuladas até o máximo de 2 (dois) períodos anuais. será promovida ao grau hierárquico superior imediato. que lhe assegure o direito a férias. § 7° – Durante as férias. juntamente com o acréscimo constitucional de 1/3 (um terço). descontadas eventuais parcelas correspondentes a antecipação. Parágrafo único – O pagamento de que trata este artigo corresponderá a 1/12 (um doze avos) da remuneração a que fizer jus o servidor militar. registrando-se o fato em seus assentamentos. como se houvesse sido promovido na época devida. 60 – Será pago ao servidor militar. na forma prevista no artigo 61. de manutenção da ordem. observado o princípio aplicável à sua promoção. recebendo ele o número que lhe competir na escala hierárquica. for transferida. para reserva remunerada. quando já implementado o período de um ano. por ocasião das férias. a retribuição relativa ao período. ao ser transferida. poderá o servidor militar indicar em qual dos períodos utilizará a faculdade de que trata este artigo. o acréscimo constitucional de 1/3 (um terço) da remuneração do período de férias. pelo estado de guerra ou para que sejam cumpridos atos de serviço. para reserva remunerada ou ao ser transformada. 62 – Somente em casos de interesse da segurança pública. 59 – As férias são afastamentos totais do serviço. somente após um ano de efetivo exercício contado da data da apresentação. Art. será paga aos dependentes legalmente constituídos. § 3° – Para o primeiro período aquisitivo de férias será exigido 12 (doze) meses de exercício. independentemente de solicitação. "ex-officio". § 5° – É facultado o gozo de férias em 2 (dois) períodos. 61 – Por absoluta necessidade de serviço. 58 – A Praça que contar com mais de 25 (vinte e cinco) anos de serviço público militar. Art. § 4° – É vedado levar à conta de férias qualquer falta ao serviço. . de extrema necessidade do serviço. ou de transferência para a inatividade. Art. III e VII do artigo 106 desta Lei Complementar. o servidor militar terá direito a todas as vantagens inerentes ao cargo.§ 2° – A promoção de servidor militar feita em ressarcimento de preterição será efetuada segundo os princípios de antigüidade ou merecimento. 65 – O servidor militar que tiver gozado mais de 30 (trinta) dias para tratar de interesses particulares. fará jus a férias. de acordo com os incisos I. Art. Art. § 1° – As férias serão de trinta dias para todos os servidores-militares. bem como não anula o direito àquelas licenças.(1) DAS FÉRIAS E OUTROS AFASTAMENTOS TEMPORÁRIOS DO SERVIÇO Art. para descanso. a pedido. pago antecipadamente. como se estivessem em exercício. 63 – Se o servidor militar vier a falecer. antes do início do referido período. § 2° – Na hipótese de férias parceladas. § 1° – O pagamento da remuneração de férias será efetuado antecipadamente ao servidor militar que o requerer. 64 – O servidor exonerado fará jus ao pagamento da remuneração de férias proporcionalmente aos meses de efetivo exercício. § 2° – Compete ao Comandante-Geral da Brigada Militar a regulamentação da concessão das férias anuais. na época prevista. Parágrafo único – O disposto no “caput” estende-se à praça que. anual e obrigatoriamente concedidos aos servidores militares. com mais de 25 (vinte e cinco) anos de serviço público militar. os servidores militares terão interrompido ou deixarão de gozar. § 6° – A concessão de férias não é prejudicada pelo gozo anterior de licença para tratamento de saúde. por punição anterior decorrente de transgressão disciplinar. não inferiores a 10 (dez) dias consecutivos. descontadas eventuais parcelas já fruídas. Art. o período de férias a que tiverem direito. Art.

pelo prazo de até 2 (dois) anos consecutivos. III – instalação. concedida ao servidor militar que a requerer. VII – para acompanhar o cônjuge. para os estudantes de ensino superior. 66 – Os servidores militares têm direito. 67 – É assegurado. quando em qualquer das situações de licença constantes do parágrafo anterior. Art. no primeiro caso. e as licenças para tratamento de saúde de pessoa da família. sob pena de ser considerado faltoso ao serviço. § 2° – A remuneração do servidor militar. 70 – A licença especial é a autorização para afastamento total do serviço. ainda. observadas as disposições legais e regulamentares. V – à gestante e à adotante. Parágrafo único – O afastamento do serviço por motivo de núpcias ou luto. durante os dias de provas finais do ano ou semestre letivo. II – luto. descendente. mediante requerimento. § 4° – A licença especial não é prejudicada pelo gozo anterior de qualquer licença para tratamento de saúde e para que sejam cumpridos atos de serviço. vedada a desconversão. sem prejuízo de sua remuneração. e durante os dias de provas em exames supletivos e de habilitação a curso superior. III – para tratamento de saúde própria. também. em caráter temporário. sem remuneração e com prejuízo da contagem do tempo de serviço público. § 1° – A licença especial tem a duração de três meses. não se considerará como interrupção da prestação de serviços ao Estado os afastamentos previstos nos incisos V e VI do artigo 69. Art. § 2° – O período de licença especial não interrompe a contagem de tempo de efetivo serviço. . por motivo de: I – núpcias. de até 2 (dois) meses. se solicitado por antecipação à data do evento e. § 3° – O tempo de licença especial não gozado pelo servidor militar será. IV – para tratamento de saúde de pessoa da família. enteado e menor sob guarda ou tutela. Parágrafo único – O servidor militar. bem como não anula o direito àquelas licenças. 71 – Ao servidor militar estável poderá ser concedida licença para tratar de interesses particulares. VI – à paternidade. deverá comprovar perante seu superior imediato as datas em que se realizarão as diversas provas e seu comparecimento. será concedido. por até 8 (oito) dias consecutivos. § 5° – Para os efeitos da concessão da licença especial. 69 – Licença é a autorização para afastamento total do serviço. concedida ao servidor militar. padrasto ou madrasta. observadas as disposições legais e regulamentares. aos períodos de afastamento total do serviço. no segundo caso. será regulada em legislação própria. DAS LICENÇAS Art. tão logo a autoridade à qual estiver subordinado o servidor militar tenha conhecimento do óbito de seu ascendente. 68 – As férias e os outros afastamentos mencionados são concedidos com a remuneração prevista na legislação peculiar e computados como tempo de efetivo serviço para todos os efeitos legais. Art. bem como a licença para exercício de mandato classista. irmãos. § 3° – Compete ao Comandante-Geral da Brigada Militar conceder as licenças previstas no “caput”. o afastamento do servidor militar. sem que implique em qualquer restrição para a sua carreira. relativa a cada qüinqüênio de tempo de efetivo serviço prestado. as licenças para tratamento de saúde própria. 1° e 2° graus. § 1° – A licença pode ser: I – especial.Art. cônjuge. de até 4 (quatro) meses. sogros. observadas as necessidades de serviço. IV – trânsito. II – para tratar de interesses particulares. computado em dobro para os efeitos da inatividade e de gratificações temporais. Art. companheiro ou companheira.

Art. devidamente comprovada à autoridade a que estiver subordinado. durante o período de 2 (dois) meses. Art. precedida de inspeção médica realizada pelo Departamento de Saúde da Brigada Militar. salvo prorrogação ou determinação constante em laudo pericial. no período que exceder a 90 (noventa) e não ultrapassar a 180 (cento e oitenta) dias. simultaneamente. 80 – À servidora militar adotante será concedida licença a partir da concessão do termo de guarda ou da adoção. salvo se houver a necessidade de exames complementares. III – com 1/3 (um terço) da remuneração. serão consideradas como prorrogação. na Capital ou no interior. antes de decorridos 2 (dois) anos do término da anterior. o laudo médico deverá estabelecer a sua rigorosa caracterização. 74 – O atestado e o laudo da junta médica não se referirão ao nome ou à natureza da doença. sem prejuízo da remuneração. Art. 78 – À servidora militar gestante será concedida. se julgada apta. § 2° – O servidor militar não poderá recusar-se à inspeção médica. § 3° – O servidor militar poderá. ou a três horas consecutivas por dia. § 1° – Sempre que necessário. até o 2° grau. 120 (cento e vinte) dias. esta ser especificada através do respectivo código (CID). até 90 (noventa) dias. logo após a sua realização. salvo hipótese de imperiosa necessidade. § 2° – O servidor militar deverá aguardar em exercício a concessão da licença. reassumirá o exercício do cargo. Art. o servidor militar deverá reassumir imediatamente o exercício do cargo. a qualquer tempo.§ 1° – A licença poderá ser negada. devendo. Art. o direito de comparecer ao serviço em um turno. Art. quando o afastamento for inconveniente ao interesse do serviço. quando seu regime de trabalho obedecer a turno único. sob pena de ser considerado ausente. reassumir o exercício do cargo. Parágrafo único – Para os efeitos deste artigo. pela mesma moléstia. porém. 72 – Será concedida ao servidor militar licença para tratamento de saúde própria. 79 – Ao término da licença a que se refere o artigo anterior. Parágrafo único – Para a concessão de licença a servidor militar acometido de moléstia profissional. II – com 2/3 (dois terços) da remuneração. com intervalos inferiores a 30 (trinta) dias. . a servidora militar será submetida a inspeção médica e. Art. ou no estabelecimento hospitalar em que se encontrar internado. Parágrafo único – A doença será comprovada através de inspeção de saúde a ser procedida pelo Departamento de Saúde da Brigada Militar. Art. § 4° – Não se concederá nova licença. decorridos 30 (trinta) dias do evento. ficará o servidor militar à disposição do Departamento de Saúde da Brigada Militar. Parágrafo único – No caso de natimorto. com o exercício do cargo. caso a licença seja negada. Art. 76 – O servidor militar poderá obter licença por motivo de doença do cônjuge. proporcional à idade do adotado: I – de zero a dois anos. descendente. § 3° – O resultado da inspeção médica será comunicado imediatamente ao servidor militar. 73 – Findo o período de licença. licença de 120 (cento e vinte) dias. é assegurado à servidora-militar lactante. enteado e colateral consangüíneo. quando então. sem prejuízo da remuneração a que fizer jus. sob pena de imediata suspensão da mesma. considerando-se como faltas os dias de ausência ao serviço. 77 – A licença de que trata o artigo anterior será concedida: I – com a remuneração total. contados desde a data em que tenha reassumido o exercício do cargo. mediante inspeção médica. de ascendente. as licenças. no período que exceder a 180 (cento e oitenta) e não ultrapassar a 365 (trezentos e sessenta e cinco) dias. quando seu regime de trabalho obedecer a dois turnos. a inspeção médica poderá ser realizada na residência do servidor. 75 – O servidor militar em licença para tratamento de saúde própria deverá abster-se do exercício de atividades incompatíveis com o seu estado. desde que comprove ser indispensável a sua assistência e esta não possa ser prestada. a pedido ou “exofficio”.

o servidor militar terá direito à licença-paternidade de 8 (oito) dias consecutivos. tratamento e sinais de respeito que lhes são assegurados em leis ou regulamentos. VII – carteira de identidade de acordo com modelo regulamentar. VI – em caso de pronúncia em processo criminal ou indiciação em Inquérito Policial-Militar. a juízo da autoridade que efetivou a pronúncia ou a indiciação. em objeto de serviço. VI – prioridade em qualquer serviço de transporte ou comunicação. II – em caso de decretação de estado de sítio. IV – de mais de seis anos. conforme legislação específica. no território estadual. que consigne os direitos e prerrogativas instituídos em lei. ou em conseqüência de acidente em serviço. 84 – A pensão policial-militar do pessoal do serviço ativo. dignidades e distinções devidas aos graus hierárquicos e cargos. detenção ou reclusão. será regulada em legislação própria. salvo no caso do artigo seguinte. II – as honras. deixará a seus dependentes pensão correspondente aos vencimentos integrais do grau hierárquico imediatamente superior ao que possuir na ativa. 60 (sessenta) dias. VIII – não confinamento em cela no caso de punição administrativa. público ou privado. III – em caso de emergente necessidade e segurança pública. respeitada a garantia constitucional da inviolabilidade do domicílio. correspondentes ao posto ou à graduação. para o exercício funcional. Art. quando em serviço de caráter urgente. fixadas em sentença judicial e os casos de prisão provisória. em qualquer recinto público ou privado. Art. Parágrafo único – São prerrogativas dos servidores militares: I – o uso de títulos. . insígnias e emblemas policiais-militares da Brigada Militar. nos crimes militares. distintivos. IV – julgamento em foro especial. Parágrafo único – O disposto no “caput” sobre o valor da pensão não se aplica ao servidor militar que for promovido extraordinariamente.II – de mais de dois até quatro anos. 85 – O servidor militar morto em campanha ou em ato de serviço. V – para cumprimento de punição disciplinar. Chefe ou Diretor tenha precedência hierárquica sobre a pessoa do preso. 81 – Pelo nascimento ou adoção de filho. 86 – As prerrogativas dos servidores militares são constituídas pelas honras. § 1° – A interrupção da licença especial e da licença para tratar de interesses particulares poderá ocorrer: I – em caso de mobilização e estado de guerra. III – de mais de quatro até seis anos. Art. 90 (noventa) dias. IV – para cumprimento de sentença que importe em restrição da liberdade individual. DAS PRERROGATIVAS Art. 83 – A pensão policial-militar destina-se a amparar os beneficiários do servidor militar falecido ou extraviado e será paga conforme o disposto em lei. serão cumpridos em organização policial-militar. conforme regulamento da Força. V – livre ingresso e trânsito. cujo Comandante. III – as penas de prisão. desde que menor. DA PENSÃO POLICIAL-MILITAR Art. § 2° – A interrupção de licença para tratamento de saúde de pessoa da família e para cumprimento de pena disciplinar que importe em restrição da liberdade individual. 82 – As licenças poderão ser interrompidas a pedido ou nas condições estabelecidas neste artigo. 30 (trinta) dias. da reserva ou reformado será a do Instituto de Previdência do Estado. uniformes. Art.

III – for afastado temporariamente do serviço ativo por motivo de: a) ter sido julgado incapaz temporariamente. b) ter sido julgado incapaz definitivamente. Art. após um ano contínuo de tratamento. II – aguardar transferência “ ex-officio “ para a reserva remunerada. a cerimônias cívicas comemorativas das datas nacionais ou a atos sociais solenes de caráter particular. insígnias ou emblemas iguais aos adotados na Brigada Militar ou que com eles possam ser confundidos. § 2° – Os servidores militares na inatividade. quando autorizado. 90 – O servidor militar fardado tem as obrigações correspondentes ao uniforme que usa e aos distintivos. salvo quando expressamente determinado ou autorizado. 91 – É vedado a qualquer organização ou pessoa civil usar uniformes ou ostentar distintivos. quando em atividade não relacionada com a missão de servidor militar. visando à guarda do Foro ou Tribunal por força policial-militar.Art. § 1° – Cabe ao Comandante-Geral da Brigada Militar a iniciativa de responsabilizar a autoridade policial que não cumprir o disposto neste artigo e que maltratar ou consentir que seja maltratado qualquer preso servidor militar ou não lhe der o tratamento devido ao seu posto ou a sua graduação. distintivos. com seus distintivos. DA AGREGAÇÃO Art. Art. insígnias e emblemas policiais-militares. § 1° – É proibido ao servidor militar o uso de uniforme: I – em reuniões. DO USO DOS UNIFORMES DA BRIGADA MILITAR Art. por ter sido enquadrado em quaisquer dos requisitos que a motivam. empregadores. Parágrafo único – Serão responsabilizados pela infração das disposições deste artigo os diretores ou chefes de sociedades ou organizações de qualquer natureza. 92 – A agregação é a situação transitória na qual o servidor militar da ativa deixa de ocupar vaga na escala hierárquica de seu Quadro. acessórios e outras disposições. § 1° – O servidor militar será agregado quando: I – exercer cargo ou função não previstos nos quadros de organização da Brigada Militar. bem como os modelos. insígnias ou emblemas que possam ser confundidos com os adotados na Brigada Militar. empresas e institutos ou departamentos que tenham adotado ou consentido que sejam usados uniformes ou ostentados distintivos. com seus distintivos. se for o caso. enquanto tramita o processo de reforma.partidário. propaganda ou qualquer outra manifestação de caráter político . emblemas e insígnias que ostenta. II – na inatividade. descrição. nela permanecendo sem número. insígnias e emblemas são privativos dos servidores militares e representam o símbolo da autoridade policial-militar. 89 – O uso dos uniformes. a autoridade policial-militar da localidade providenciará em entendimentos com a autoridade judiciária. § 2° – Se durante o processo em julgamento no foro civil houver perigo de vida para qualquer preso servidor militar. são estabelecidos na regulamentação da Brigada Militar. . salvo para comparecer a solenidades militares e policiaismilitares e. Parágrafo único – Constituem crimes previstos na legislação específica o desrespeito aos uniformes. 88 – Os uniformes da Brigada Militar. bem como seu uso por quem a ele não tiver direito. cuja conduta possa ser considerada como ofensiva à dignidade da classe. poderão ser definitivamente proibidos de usar uniformes. com as prerrogativas que lhe são inerentes. equipamentos. criados em lei para provimento e desempenho privativos de servidores militares. III – no estrangeiro. só podendo retê-lo na delegacia ou posto policial durante o tempo necessário à lavratura do flagrante. insígnias e emblemas. 87 – Somente em caso de flagrante delito o servidor militar poderá ser preso por autoridade policial civil. ficando esta obrigada a entregá-lo imediatamente à autoridade policial-militar mais próxima. Art. por decisão do ComandanteGeral da Brigada Militar. equipamentos. peças.

continuando a figurar no respectivo registro. com remuneração proporcional ao seu tempo de serviço. o) ter-se candidatado a cargo eletivo. p) ser afastado das funções de acordo com o previsto nesta lei ou condenado a pena de suspensão do exercício do posto. r) ter-lhe sido concedida licença para acompanhar o cônjuge. sem número. será afastado temporariamente. ter-se apresentado voluntariamente. da União. e. § 6° – A agregação do servidor militar a que se refere a letra “o” do inciso III do parágrafo 1° é contada a partir da data do registro como candidato e até sua diplomação ou seu regresso à corporação. § 5° – A agregação do servidor militar a que se refere o inciso II e as letras “b”. d) ter-lhe sido concedida licença para tratar de interesses particulares ou licença para desempenho de mandato em associação de classe. na situação de convocado para funcionar como Juiz do Tribunal Militar do Estado. desde que conte com dez ou mais anos de efetivo serviço. e) haver ultrapassado seis meses contínuos de licença para tratamento de saúde de pessoa da família. e “p” do inciso III do parágrafo 1° é contada a partir da data indicada no ato que torna público o respectivo evento. em serviço ativo. à organização policial-militar que lhe for designada. ou ter sido capturado e reincluído a fim de se ver processar. § 9° – O servidor militar agregado fica sujeito às obrigações disciplinares concernentes às suas relações com outros servidores militares e autoridades civis. para todos os efeitos. após ficar exclusivamente à disposição da justiça comum ou militar. “d”. será transferido para a reserva remunerada. de agregação. “e”. se eleito e diplomado. para efeito de alterações e remuneração. salvo se for do interesse da segurança pública. função ou emprego público civil temporário. “c”.c) haver ultrapassado um ano contínuo de licença para tratamento de saúde própria. m) ter passado à disposição de Secretaria do Governo ou de outro órgão do Estado. cargo ou função prevista em lei. com prévia autorização ou mediante ato do Governador do Estado. j) ter-lhe sido concedida a licença especial de que trata o parágrafo 1° do art. no lugar que até então ocupava. salvo quando titular do cargo que lhe dê precedência funcional sobre outros servidores militares mais graduados ou mais antigos. do serviço ativo e agregado. com a abreviatura “ Ag “ e anotações esclarecedoras de sua situação. § 7° – Ultrapassados dois anos. 102 desta Lei. para exercer função de natureza civil. com mais de 10 (dez) anos de serviço. . 93 – O servidor militar agregado ficará adido. q) haver ultrapassado seis meses contínuos. n) ter sido. § 3° – A agregação do servidor militar a que se refere o inciso I e as letras “m” e “n” do inciso III do parágrafo 1° é contada desde a posse do novo cargo e até o regresso à Corporação ou transferência “ exofficio “ para a reserva remunerada. “h”. dos Estados ou dos Territórios ou Municípios. § 4° – A agregação do servidor militar a que se refere as letras “a”. do inciso III do parágrafo 1° é contada a partir do primeiro dia após os respectivos prazos e enquanto durarem o respectivo evento ou situação. se não houver sido eleito. o servidor militar ficará automaticamente transferido para a reserva. investido em cargo. nas mesmas condições do que houver aceito cargo público permanente. inclusive da administração indireta. “f”. enquanto aguarda transferência para a reserva remunerada. Art. “l”. h) como desertor. com sentença passada em julgado. contínuos ou não. na forma do artigo 148 desta Lei. nos termos da letra “n” do inciso III do parágrafo 1°. g) haver sido esgotado o prazo que caracteriza o crime de deserção previsto no Código Penal Militar. “g”. § 8° – O servidor militar em atividade. se Oficial ou Praça com estabilidade assegurada. e “j”. l) ter sido condenado a pena restritiva de liberdade superior a seis meses. ao candidatar-se a cargo eletivo. § 2° – O servidor militar agregado de conformidade com os incisos I e II do parágrafo 1° continua a ser considerado. i) se ver processar. f) ter sido considerado oficialmente extraviado. enquanto durar a execução. “i”. graduação.

após haver sido transferido de quadro. § 1° – O servidor militar cuja situação é a de excedente. em igualdade de condições e sem nenhuma restrição a qualquer cargo policial-militar. exceto nos casos previstos nas letras “a”. sem haver vaga. em operações policiais-militares ou em caso de calamidade pública. “c”. e “p” do inciso III do parágrafo 1° do artigo 92. tiver paradeiro ignorado por mais de oito dias. estando este com seu efetivo completo. § 1° – A situação do desaparecido só será considerada quando não houver indício de deserção. estando o mesmo com o seu efetivo completo. sem haver vaga. DA REVERSÃO Art. bem como à promoção. em virtude de promoção de outro servidor militar em ressarcimento de preterição.Art. § 3° – O servidor militar promovido por bravura. e receberá o número que lhe competir na escala hierárquica. DO AUSENTE Art. sem comunicar qualquer motivo de impedimento. DO EXCEDENTE Art. 96 – A reversão será efetuada mediante ato do Governador do Estado para os Oficiais e do Comandante-Geral para as Praças. quando a vaga a ser preenchida corresponder ao princípio pelo qual deveria ter sido promovido. V – sendo o mais moderno na respectiva escala hierárquica. § 2° – O servidor militar cuja situação é a de excedente é considerado como em efetivo serviço para todos os efeitos e concorre. ocupa a mesma posição relativa em antigüidade que lhe cabe. II – ausentar-se. na primeira vaga que ocorrer. 95 – Reversão é o ato pelo qual o servidor militar agregado retorna ao respectivo quadro tão logo cesse o motivo que determinou a sua agregação. § 4° – O servidor militar promovido indevidamente só contará antigüidade. . no desempenho de qualquer serviço. na escala hierárquica . IV – é promovido indevidamente. “f”. salvo o indevidamente promovido. sem licença. “g”. 97 – Excedente é a situação transitória a que automaticamente passa o servidor militar que: I – tendo cessado o motivo que determinou a sua agregação. ocupará a primeira vaga aberta. deslocando para a vaga seguinte o princípio de promoção que deveria ter sido seguido. por mais de vinte e quatro horas consecutivas: I – deixar de comparecer à sua Organização Policial-Militar. “o”. Parágrafo único – A qualquer tempo poderá ser determinada a reversão do militar agregado. respeitados os requisitos legais. 99 – É considerado desaparecido o servidor militar da ativa que. “b”. DO DESAPARECIMENTO E DO EXTRAVIO Art. Art. 94 – A agregação se faz por ato do Governador do Estado para os Oficiais e do Comandante-Geral para as Praças. serão observadas as formalidades previstas em legislação específica. desde que satisfaça aos requisitos para a promoção. “l”. da Organização Policial-Militar onde serve ou do local onde deva permanecer. 98 – É considerado ausente o servidor militar que. II – aguarda a colocação a que faz jus na escala hierárquica. Parágrafo único – Decorrido o prazo mencionado neste artigo. estando este com o seu efetivo completo. III – é promovido por bravura. ultrapassa o efetivo de seu quadro. reverte ao respectivo quadro. em viagem. VI – tendo cessado o motivo que determinou sua reforma por incapacidade definitiva. voltando a ocupar o lugar que lhe competir na respectiva escala numérica. com a abreviatura “Excd” e receberá o número que lhe competir em conseqüência da primeira vaga que se verificar. retorna ao respectivo Quadro.

a qual não poderá exceder de trinta dias da primeira publicação oficial. VII – deserção. o desligamento será feito após a publicação do ato correspondente. e vinte e cinco anos. 103 – A Praça licenciada a pedido ou “ex-officio “. Art. 102 – Ao servidor militar da ativa. VIII – falecimento. mediante requerimento. antes. salvo se. IX – extravio. se homem. com relação ao seu desligamento da Organização Policial-Militar em que serve. III – demissão. será concedida. Art. Parágrafo único – No caso de o servidor militar haver realizado qualquer curso ou estágio por conta do Estado. 101 – A transferência para a reserva remunerada ou a reforma não isentam o servidor militar de indenização dos prejuízos causados à Fazenda Estadual ou a terceiros. serão aplicadas as disposições constantes nos parágrafos deste artigo. VI – exclusão a bem da disciplina. 105 – A transferência para a reserva remunerada. nem do pagamento das pensões decorrentes de sentença judicial. o servidor militar será considerado em licença especial. DO DESLIGAMENTO OU EXCLUSÃO DO SERVIÇO ATIVO Art. ao servidor militar que conte. no Diário Oficial e no boletim da organização em que serve o servidor militar. enquadrado nos incisos I ou V do artigo 100 ou demissionário a pedido. que permanecer desaparecido por mais de trinta dias. DA REINCLUSÃO Art. 104 – A passagem do servidor militar à situação de inatividade. a transferência para a .§ 2° – O servidor militar da ativa. sem haver decorrido três anos de seu término. poderá ser reincluída. com trinta anos de serviço. enquanto aguarda o desligamento. mediante transferência para a reserva remunerada. mediante novo concurso público. neste último caso desde que não seja a bem da disciplina. no mínimo. Art. a pedido. sem prejuízo da remuneração e da contagem de tempo de serviço. § 2° – Nos demais casos previstos no “caput” deste artigo. DA TRANSFERÊNCIA PARA A RESERVA REMUNERADA Art. II – reforma. no órgão encarregado da administração do pessoal. § 1° – Decorridos 30 (trinta) dias da data em que tiver sido protocolado. será oficialmente considerado extraviado. se mulher. Parágrafo único – Em hipótese alguma a Praça licenciada no comportamento “MAU” poderá ser incluída novamente. IV – perda do posto ou patente. de duração superior a seis meses. com estabilidade assegurada. se efetua: I – a pedido. na forma do inciso I do artigo 100. tiver sido cientificado do indeferimento do pedido. V – licenciamento. podendo afastar-se do serviço. II – “ ex-officio “. para todos os efeitos. o requerimento de transferência para a reserva remunerada. 100 – O desligamento ou exclusão do serviço do servidor militar é feito em conseqüência de: I – transferência para a reserva remunerada. Parágrafo único – O desligamento do serviço será processado após a expedição de ato do Governador do Estado ou de autoridade à qual para tanto tenham sido delegados ou concedidos poderes.

ou b) 35 (trinta e cinco) anos de efetivo exercício. do ano imediatamente anterior. aos cálculos correspondentes dos períodos seguintes. excetuando-se as decorrentes dos incisos I. § 1° – A transferência para a reserva remunerada processar-se-á à medida que o servidor militar for enquadrado em um dos itens deste artigo. Capitão – 55 anos. que.reserva só será concedida mediante indenização de todas as despesas correspondentes à realização do referido curso ou estágio. deduzindo-se das proporções fixadas no art. um inteiro. em qualquer hipótese. V – for diplomado para desempenho de cargo eletivo. não eletivo. VI – quando Coronel. por ano. 107 – A Quota compulsória que se refere o inciso VII do artigo 106 assegurará. à regularidade de acesso e à adequação dos efetivos de Oficiais da Brigada Militar. Tenente-Coronel – 57 anos. até completar-se. 108 o total de vagas abertas no ano-base. inclusive na Administração Indireta. na forma regulamentar. ao equilíbrio. § 2° – Enquanto permanecer no cargo que trata o inciso IV: a) fica assegurada a opção entre a remuneração do cargo e a do posto ou graduação. II e VII do artigo 106. Art. inclusive. b) Praças – 55 anos. com prévia autorização ou mediante ato do Governador do Estado. VII – for abrangido pela Quota Compulsória. c) o tempo de serviço será contado apenas para a promoção por antigüidade e para a transferência à inatividade. b) somente poderá ser promovido por antigüidade. e permanecer afastado das funções por 2 (dois) anos. II – o Oficial. . do efetivo previsto para Tenente-Coronel do QOEM. de Coronel do QOES. III – 1/12 (um doze avos). inclusive as diferenças de vencimentos. 108 – O número de vagas previsto no artigo anterior. demitir ou reconhecer o óbito. for demitido por necessidade de serviço ou for dispensado da função de Comandante-Geral e não aceitar nomeação para outro cargo policial-militar. § 3° – As frações que resultarem da aplicação das proporções estabelecidas neste artigo serão adicionadas. assumir cargo público civil temporário. nas situações previstas no “caput” deste artigo. Art. inativar. 106 – A transferência “ex-officio” para a reserva remunerada verificar-se-á sempre que o servidor militar incidir em um dos seguintes casos: I – atingir as seguintes idades limites: a) Oficiais: Coronel – 59 anos. Major – 56 anos. Art. IV – agregar para. Art. contínuos ou não. III – ultrapassar 2 (dois) anos contínuos de licença para tratamento de saúde em pessoa da família. se for Oficial de nível superior. 109 – As vagas serão consideradas abertas na data da assinatura do ato que agregar. cumulativamente. então. ao completar 30 (trinta) anos de serviço e: a) 6 (seis) anos ou mais de permanência no último posto de seu Quadro. observadas as disposições deste artigo e dos seguintes. II – uma. de dois em dois anos. do efetivo previsto para Coronel QOEM. § 1° – O número de Oficiais a serem atingidos pela Quota Compulsória é calculado. será computado para a obtenção de uma vaga para a promoção obrigatória. o número fixo de vagas necessárias à renovação. § 2° – Considera-se ano-base o período de 1° de janeiro a 31 de dezembro. Tenente – 54 anos. anualmente. pelo menos. será fixado nas seguintes proporções: I – 1/5 (um quinto) por ano.

II – se o número de Oficiais voluntários. nos termos da lei. 113 – A passagem do servidor militar à situação de reformado efetua-se “ex-officio”. Art. DA REFORMA Art. na forma do inciso I. 110 – O órgão competente organizará. alínea “a”. Art. para ser encarregado de Inquérito Policial-Militar ou para ser incumbido de outros procedimentos administrativos. cujos efeitos se contarão a partir da data da publicação da lista. § 6° – A indicação dos Oficiais para integrarem a Quota Compulsória obedecerá às seguintes prescrições: I – inicialmente serão apreciados os requerimentos apresentados até 31 de dezembro do ano-base. pelos Oficiais da ativa que. na forma do § 6° do artigo anterior. com 30 (trinta) anos de serviço. Oficiais que satisfaçam as condições de acesso. aos mais idosos. 111 – A transferência do servidor militar para a reserva remunerada pode ser suspensa na vigência de estado de sítio. a lista dos Oficiais destinados a integrar a Quota Compulsória. requererem a sua inclusão na Quota Compulsória. até 31 de dezembro do ano-base. por proposição do Comandante-Geral. no mínimo. dando-se atendimento. e contará como acréscimo esse tempo de serviço. será publicada. para compor o Conselho de Justificação. não devendo ser superior ao prazo de doze meses e dependerá da anuência do convocado. baixando-se os atos de agregação. por prioridade. contando mais de 20 (vinte) anos de tempo de efetivo serviço. § 1° – O Oficial convocado nos termos deste artigo terá os direitos e deveres dos Oficiais da ativa de igual situação hierárquica. III – deixarão de ser indicados os Oficiais agregados por extravio ou deserção. de calamidade pública e nos casos de convocação e mobilização. § 1° – Os Oficiais indicados para integrar a Quota Compulsória anual serão notificados imediatamente pelo Presidente do órgão competente. e terão. § 3° – A transferência para a reserva. no posto imediatamente inferior. até o dia 31 de janeiro de cada ano. § 1°. ser readaptado em decorrência de limitação que . 112 – O Oficial da reserva remunerada poderá ser convocado para o serviço ativo por ato do Governador do Estado. Art. na falta de Oficial da ativa em situação hierárquica compatível com a do Oficial envolvido. § 2° – A convocação de que trata este artigo terá a duração necessária ao cumprimento da atividade que a ela deu origem. não serão preenchidas por Oficiais excedentes ou desagregados em virtude de haver cessado as causas da agregação. 114 – A reforma de que trata o artigo anterior será aplicada ao servidor militar que: I – atingir as seguintes idades-limites de permanência na reserva remunerada: a) para Oficial Superior – 64 anos b) para Capitão e Tenente – 60 anos c) para Praças – 56 anos II – for julgado incapaz definitivamente para o serviço ativo da Brigada Militar e não houver possibilidade de.§ 4° – As vagas decorrentes das inativações previstas nos incisos I. II e VII do art. § 5° – As Quotas Compulsórias só serão aplicadas quando houver. efetivar-se-á dentro dos 60 (sessenta) dias seguintes ao da agregação. sendo precedida de inspeção de saúde. a lista dos Oficiais que foram abrangidos pela Quota Compulsória. não atingir o total de vagas da quota. em face da aplicação daquele dispositivo. a que não concorrerá. o prazo previsto no artigo 47. limitados ao número de vagas e desde que contem. por abrangência da Quota Compulsória. esse total será completado “ex-offício” entre os Oficiais de maior antigüidade no posto. no Boletim Geral da Corporação. na forma regulamentar. 106 e as resultantes das promoções efetivas nos diversos postos. Art. para apresentar recurso contra esta medida. exceto quanto à promoção. § 2° – Decorrido o prazo recursal.

baixa ao hospital. a pedido ou ex-offício. as Juntas de Saúde deverão basear seus julgamentos. utilizados como meios subsidiários para esclarecer a situação. prevista em lei. para os portadores de lesões aparentemente inativas. c) em treinamento. V – acidente. paralisia irreversível e incapacitante. cardiopatia grave. atualizado e. ficará condicionado a um período de consolidação extranosocomial nunca inferior a seis meses contados a partir da época da cura. Parágrafo único – A situação de inatividade do servidor militar da reserva remunerada. III – estiver agregado por mais de dois anos. cegueira. aplica-se o disposto na alínea “b” do inciso I deste artigo. a fim de serem reformados. sempre que necessário. § 1° – Aos atuais postos de 1° e 2° Tenentes. mediante homologação de Junta de Saúde ainda que se trate de moléstia curável. b) por situação ocorrida no percurso da residência para o trabalho e vice-versa. após acompanhar sua evolução até três períodos de seis meses de tratamento clínico-cirúrgico metódico. em processo regular. em julgamento por ele efetuado. entendido como: a) por ato relacionado. 116 – A incapacidade definitiva pode sobrevir em conseqüência de: I – ferimento sofrido em ação policial ou enfermidade contraída nessa circunstância ou que nela tenha causa eficiente. sendo os termos do acidente. ou por decisão do Comandante-Geral da Brigada Militar. a atividade da doença. II – acidente em serviço. no mês de fevereiro. obrigatoriamente. a reforma tiver sido determinada pelo Tribunal Militar do Estado. 115 – Anualmente. por sentença passada em julgado. por outra sentença do Tribunal Militar do Estado e nas condições nela estabelecidas. quando reformado por limite de idade. exceto quanto às condições de convocação. moléstia ou enfermidade adquirida com relação de causa e efeito a condições inerentes ao serviço. § 2° – O servidor militar reformado na forma dos itens V e VI só poderá readquirir a situação de servidor militar anterior. IV – for condenado à pena de reforma. V – sendo Oficial. por sua condição de servidor militar. II e III deste artigo serão provados por atestado de origem ou inquérito sanitário de origem. tal medida for indicada ao Comandante-Geral da Brigada Militar em julgamento de Conselho de Disciplina. Síndrome de Imunodeficiência Adquirida e outras que a lei indicar. § 1° – Os casos de que tratam os itens I. hanseníase. bem como em decorrência da agressão sofrida e não provocada pelo serviço militar. § 2° – Nos casos de tuberculose. respectivamente. em conseqüência de Conselho de Justificação a que foi submetido. moléstia ou enfermidade sem relação de causa e efeito com o serviço. em observações clínicas acompanhadas de repetidos exames subsidiários. VI – sendo Aluno-Oficial ou Praça com estabilidade assegurada. males de Addison e de Parkinson. Art. alienação mental.tenha sofrido em sua capacidade física e mental. nos casos de tuberculose. salvo quando se tratar de formas avançadas no conceito clínico e sem qualquer possibilidade de regressão completa. estados avançados do mal de Paget (osteíte deformante). em extinção. com segurança. de modo a comprovar. nosocomial. esclerose múltipla. não sofre solução de continuidade. nefropatia grave. Art. pênfigo. § 3° – O parecer definitivo a adotar. com base na medicina especializada. mediata ou imediatamente. papeletas de tratamento nas enfermarias e hospitais. ainda que ocorrido em horário ou local diverso daquele determinado para o exercício de suas funções. as quais terão parecer imediato da incapacidade definitiva. III – doença. espondiloartrose anquilosante. e d) em represália. no exercício de suas atribuições. com as atribuições do posto ou graduação. conforme a avaliação médica a ser procedida por Junta Policial-Militar de Saúde. o órgão responsável pelo pessoal da Corporação organizará a relação dos servidores militares que houverem atingido a idadelimite de permanência na reserva remunerada. bem como os registros de baixa. doença. . IV – tuberculose ativa. neoplasia maligna. por ter sido julgado incapaz temporariamente.

no qual. 121 – O servidor militar reformado por alienação mental. policial-militar ou não. verificada a incapacidade definitiva. esgotados os meios habituais de tratamento. 120 – O servidor militar. até sessenta dias a contar da data do ato da reforma. § 2° – A interdição judicial do servidor militar e seu internamento em instituição apropriada. reformado por incapacidade definitiva. desde que. desde que o tenham sob sua guarda e responsabilidade e lhe dispensem tratamento humano e condigno. Art. ocorrerá se o tempo decorrido na situação de reformado ultrapassar dois anos. permaneça alteração completa ou considerável na personalidade. extensos e definitivos. terá a sua remuneração paga aos seus beneficiários. em grau de recurso ou revisão. como também os de visão rudimentar que apenas permitam a percepção de vultos. será reformado: I – com remuneração proporcional ao tempo de serviço. com qualquer tempo de serviço. § 5° – Ficam excluídas do conceito de alienação mental as epilepsias psíquicas e neurológicas. antes de ser reformado. troficidade ou mais funções. permaneçam distúrbios extensos e definitivos. § 2° – A transferência para a reserva remunerada. será reformado com remuneração correspondente ao grau hierárquico imediatamente superior ao que possuir na ativa. se Oficial ou Praça com estabilidade assegurada. esgotados os meios habituais de tratamento permaneçam distúrbios graves. será promovido extraordinariamente. assim julgadas pelas Juntas de Saúde. com impossibilitante total e permanente para qualquer trabalho. 118 – O servidor militar da ativa. § 8° – São equiparados à cegueira. no qual. qualquer que seja o seu tempo de serviço. seja considerado inválido. deverão ser providenciados pela Corporação quando: . § 6° – Considera-se paralisia todo caso de neuropatia grave e definitiva que afeta a motilidade. progressiva e incurável que conduzirão à cegueira total. esgotados os meios habituais de tratamento. quer secundários das funções nervosas. Art. julgado incapaz definitivamente por um dos motivos constantes dos itens I. enquanto não ocorrer a designação judicial de curador. Art. III e IV do artigo anterior. não só os casos de afecção crônica. 119 – O servidor militar da ativa. sob a pena de suspensão do pagamento da remuneração respectiva. troficidade e mais funções nervosas. observado o limite de idade para permanência nessa situação. que tornem o indivíduo total e permanentemente impossibilitado para qualquer trabalho. que for julgado apto em inspeção de saúde pela Junta Superior de Saúde. não suscetíveis de correção por lentes nem removíveis por tratamento médico-cirúrgico. § 1° – A interdição judicial do servidor militar reformado por alienação mental deverá ser providenciada pelos beneficiários. com impossibilidade total e permanente para qualquer trabalho. destruindo a autodeterminação do pragmatismo e tornando o indivíduo total e permanentemente impossibilitado para qualquer trabalho.§ 4° – Considera-se alienação mental todo caso de distúrbio mental ou neuro-mental grave persistente. II. Art. poderá retornar ao serviço ativo ou ser transferido para a reserva remunerada. III e IV do artigo 116. II – com remuneração integral do seu posto ou graduação. Art. § 1° – O retorno ao serviço ativo ocorrerá se o tempo decorrido na situação de reformado não ultrapassar dois anos e na forma do § 1° do artigo 97. 117 – O servidor militar da ativa. que tornem o indivíduo total e permanentemente impossibilitado para qualquer trabalho. querósteo-músculo-articulares residuais. Parágrafo único – Nos casos previstos nos itens II. julgado incapaz definitivamente por um dos motivos constantes do item V do artigo 116. julgado incapaz definitivamente por um dos motivos constantes do item I do artigo 116. motilidade. nos termos definidos em lei específica. parentes ou responsáveis. será reformado com remuneração integral. nos quais. § 7° – São também equiparados a paralisias os casos de afecção ósteo-músculo-articulares graves e crônicos (reumatismos graves e crônicos ou progressivos e doenças similares). o servidor militar considerado inválido. sensibilidade.

Art. sem direito a qualquer remuneração ou indenização. o Oficial que: I – for condenado por Tribunal Civil ou Militar a pena restritiva de liberdade individual superior a dois anos. 123 – A demissão a pedido será concedida. § 1° – No caso de o Oficial ter feito qualquer curso ou estágio de duração igual ou superior a seis meses e inferior ou igual a dezoito meses. por conta do Estado. diante de requerimento do interessado: I – sem indenização aos cofres públicos. a demissão só será concedida mediante indenização de todas as despesas correspondentes ao referido curso ou estágio. § 2° – No caso de o Oficial ter feito qualquer curso ou estágio de duração superior a dezoito meses. 125 – O Oficial que houver perdido o posto e a patente será demitido “ex-officio”. II – for condenado por sentença passada em julgado por crime para o qual a lei comine essa pena acessória. ou com ele incompatível. de sítio. e terá a sua situação definida pela Lei do Serviço Militar. Parágrafo único – O Oficial declarado indigno do Oficialato. só poderá readquirir a situação de servidor militar anterior por outra sentença do Tribunal Militar do Estado e nas condições nela estabelecidas. 126 – O Oficial perderá o posto e a patente se for declarado indigno do Oficialato. mediante demissão “ex-officio”. por julgamento do Tribunal Militar do Estado. 122 – A demissão da Brigada Militar. se for o caso. Art. 124 – O Oficial da ativa empossado em cargo público permanente. não podendo acumular qualquer proventos de inatividade com a remuneração do cargo público permanente. IV – tiver perdido a nacionalidade brasileira. Art. DA PERDA DO POSTO E DA PATENTE E DA DECLARAÇÃO DE INDIGNIDADE OU INCOMPATIBILIDADE COM O OFICIALATO Art. em decorrência de julgamento a que for submetido. e não tendo decorrido mais de três anos de seu término.I – não houver beneficiários. se ainda não houverem decorrido mais de cinco anos de seu término. onde ingressará com o posto que possuir na ativa e com as obrigações estabelecidas em lei. acrescidas. se efetua: I – a pedido. transferido para a reserva. quando contar com mais de cinco anos de Oficialato: II – com indenização das despesas feitas pelo Estado com a sua preparação e formação. na vigência de estado de guerra. e condenado à perda de posto e patente. por decisão do Tribunal Militar do Estado. II – “ex-officio”. 127 – Fica sujeito a declaração de indignidade para o Oficialato. parentes ou responsáveis. ou com ele incompatível. § 4° – O direito à demissão a pedido pode ser suspenso. de mobilização ou de calamidade pública. § 3° – Os processos e os atos de registro de interdição do servidor militar serão isentos de custas na Justiça Estadual. ou de incompatibilidade com o mesmo. que motivam o julgamento por Conselho de Justificação e neste for considerado culpado. II – não forem satisfeitas as condições de tratamento exigidas neste artigo. aplicada exclusivamente aos Oficiais. das previstas no item II deste artigo a das diferenças de vencimentos. quando contar menos de cinco anos de Oficialato. § 3° – O Oficial demissionário a pedido não terá direito a qualquer remuneração. . em decorrência de sentença condenatória passada em julgado. Art. DA DEMISSÃO. sendo a sua situação militar definida pela Lei de Serviço Militar. estranho à sua carreira será imediatamente. Art. aplicar-se-á o disposto no parágrafo anterior. por conta do Estado. III – incidir nos casos previstos em lei específica. e nos casos de perturbação da ordem interna.

no foro civil ou militar. . ocorrerá durante a prestação do serviço policialmilitar inicial nos seguintes casos: I – de irregularidade no recrutamento. se a exclusão for conseqüência de sentença daquele Conselho. Art. aplicado somente às Praças.DO LICENCIAMENTO Art. 130 – O direito ao licenciamento a pedido poderá ser suspenso na vigência do estado de guerra ou de sítio e nos casos de perturbado da ordem interna. nos crimes previstos na legislação especial concernente à Segurança Nacional. § 1° – O licenciamento a pedido poderá ser concedido. § 5° – Compete ao Comandante-Geral o ato de licenciamento das Praças. sem remuneração. por ocasião da inspeção para a inclusão. a metade do tempo de serviço a que se obrigou. em sentença transitada em julgado. III – se o voluntário for portador de moléstia que o incapacite para o serviço e que haja escapado à observação da Junta Policial-Militar de Saúde. DA EXCLUSÃO DA PRAÇA A BEM DA DISCIPLINA Art. II – por conveniência do serviço. 132 – A exclusão a bem da disciplina será aplicada “ex-officio” : a) às Praças sem estabilidade que forem condenadas a pena restritiva de liberdade superior a dois anos. Parágrafo único – O Aluno-Oficial ou a Praça com estabilidade assegurada que houver sido excluído a bem da disciplina. III – incidirem nos casos que motivaram julgamento por Conselho de Disciplina e neste forem considerados culpados. III – a bem da disciplina. para as Praças. à Praça engajada ou reengajada que conte. ou. só poderá readquirir a situação de servidor militar anterior: a) por outra sentença do Conselho Permanente de Justiça e nas condições nela estabelecidas. inclusive relacionada com a seleção. Parágrafo único – Às Praças que tiverem feito curso ou estágio aplicam-se as disposições dos parágrafo único do artigo 105. Parágrafo único – Cabe ao Comandante-Geral determinar a anulação de Inclusão. em conseqüência da qual o voluntário venha a permanecer afastado do serviço durante noventa dias. § 4° – O licenciado “ex-officio” a bem da disciplina receberá o Certificado de Isenção previsto na Lei do Serviço Militar. II – “ex-officio”. se efetua: I – a pedido. a pena de qualquer duração. e terão sua situação militar definida pela Lei do Serviço Militar. por haverem sido condenadas em sentença passada em julgado por aquele Conselho ou pela Justiça Civil a pena restritiva de liberdade individual superior a dois anos. § 3° – O servidor militar licenciado não tem direito a qualquer remuneração e terá sua situação militar definida pela Lei do Serviço Militar. § 2° – O licenciamento “ex-officio” se dará: I – por conclusão de tempo de serviço. no mínimo. 131 – A anulação de inclusão. serão imediatamente licenciados “ex-officio”. de mobilização ou de calamidade pública. desde que não haja prejuízo para o serviço. consecutivos ou não. II – sobre as quais houver pronunciado tal sentença o Conselho Permanente de Justiça. DA ANULAÇÃO DE INCLUSÃO Art. Art. II – de moléstia não adquirida em serviço. empossadas em cargo público permanente estranho à sua carreira. 129 – O Aluno-Oficial e as demais Praças sem estabilidade assegurada. b) aos Alunos-Oficiais ou às Praças com estabilidade assegurada: I – sobre as quais houver pronunciado tal sentença o Conselho Permanente de Justiça. 128 – O licenciamento do serviço ativo. por haverem perdido a nacionalidade brasileira.

a sua situação será regulada na legislação específica. 135 – A deserção do servidor militar acarreta a interrupção do serviço policial-militar. DA DESERÇÃO Art. a seguir. já desligado do serviço ativo. catástrofe. se não houver captura ou apresentação voluntária antes do término desse prazo. § 2° – O servidor militar reincluído recomeça a contar tempo de serviço na data de publicação. 134 – A exclusão da Praça a bem da disciplina acarreta a perda do seu grau hierárquico e não a isenta das indenizações dos prejuízos causados à Fazenda Estadual ou a terceiros. o extravio ou o desaparecimento do servidor militar da ativa será considerado como falecimento. tão logo sejam esgotados os prazos máximos de possível sobrevivência ou se dêem por encerradas as providências de salvamento. Art. § 3° – O servidor militar desertor que for capturado ou que se apresentar voluntariamente depois de haver sido demitido ou excluído. em processo regular. se julgado apto. . será submetido a inspeção de saúde e. Art. nem das pensões decorrentes de sentença judicial. se assim julgar necessário. 133 – Compete ao Comandante-Geral da Brigada Militar o ato de exclusão. enquanto se apuram as causas que deram origem ao seu afastamento. Art. a bem da disciplina. ao ser oficialmente declarada desertora. do ato concernente a sua reinclusão. Parágrafo único – A Praça excluída a bem da disciplina não terá direito a qualquer remuneração ou indenização e sua situação militar será definida pela Lei do Serviço Militar. no Diário Oficial do Estado. 139 – Os servidores militares começam a contar tempo de serviço na Brigada Militar a partir da data de sua inclusão ou nomeação para o posto ou graduação. § 4° – A reinclusão em definitivo do servidor militar de que trata o parágrafo anterior dependerá de sentença do Conselho de Justiça. a partir da data da ocorrência do óbito. sinistro aéreo. a data de publicação do respectivo ato no Diário Oficial do Estado. DO TEMPO DE SERVIÇO Art. por decisão do Comandante-Geral da Brigada Militar. reincluído no serviço ativo e. agregado para se ver processar e. § 2° – Em caso de naufrágio. com o conseqüente desligamento ou exclusão do serviço ativo. § 2° – A Praça sem estabilidade assegurada será automaticamente excluída. 136 – O falecimento do servidor militar da ativa acarreta interrupção do serviço policial-militar. DO FALECIMENTO E DO EXTRAVIO Art. para fins deste artigo. na hipótese de ser julgado incapaz. § 1° – O desligamento do serviço ativo será feito seis meses após a agregação por motivo de extravio. calamidade pública ou outros acidentes oficialmente reconhecidos. § 1° – Considera-se como data de inclusão ou nomeação. 137 – O extravio do servidor militar da ativa acarreta interrupção do serviço policial-militar com o conseqüente afastamento temporário do serviço ativo. com a conseqüente demissão “ex-officio” para o Oficial ou exclusão do serviço ativo para a Praça. das Praças com estabilidade. se a exclusão for conseqüência de ter sido julgado culpado em Conselho de Disciplina. para fins deste Estatuto. § l° – A demissão do Oficial ou exclusão da Praça com estabilidade processar-se-á após um ano de agregação.b) por decisão do Comandante-Geral da Brigada Militar. Art. Parágrafo único – O servidor militar reaparecido será submetido a Conselho de Justificação ou a Conselho de Disciplina. a partir da data em que o mesmo foi oficialmente considerado extraviado. 138 – O reaparecimento do servidor militar extraviado ou desaparecido. resulta em sua reinclusão e nova agregação.

será feita a distinção entre: I – tempo de serviço efetivo. para cada caso particular. de 30 de dezembro de 1976. § 3° – Não é computável. de acordo com os elementos disponíveis. matrícula. VII – decorrido após a data em que for julgado incapaz definitivamente para o serviço ativo. para a correspondente obtenção dos anos de efetivo serviço. Art. computado como tempo de efetivo serviço o tempo passado dia a dia.° 7057. cargo. V – decorrido em cumprimento de pena restrita da liberdade. II – passado em licença. Art. inundação ou outras calamidades. contínuo ou não. sinistro aéreo. 140 – Na apuração de tempo de serviço policial-militar. IV – decorrido em cumprimento de pena de suspensão do exercício do posto. Art. ou de moléstia adquirida no exercício de qualquer função policial-militar. caberá ao Comandante-Geral arbitrar o tempo a ser computado. nessa situação. também. os períodos em que o servidor militar estiver afastado do exercício de suas funções. contado em dobro. será computado como se ele o tivesse passado no exercício daquelas funções. ou função por sentença passada em julgado. desde que não tenha sido concedida suspensão condicional da pena. será aplicado o divisor trezentos e sessenta e cinco. VI – decorrido após completada a idade limite de permanência no serviço ativo da força. ou parte dela. inclusive quanto à percepção definitiva de gratificação de tempo de serviço. por motivo de força maior oficialmente reconhecido. 142 – “Anos de serviço” é a expressão que designa o tempo de efetivo serviço a que se refere o artigo anterior. para efeito algum. . § 4° – As restrições constantes dos §§ l° e 2° do presente artigo não prejudicarão a vigência dos artigos 15 a 17 da Lei n° 6. pelo servidor militar da reserva convocado ou mobilizado.196. acrescido do tempo de serviço de que trata a Lei Estadual n. em conseqüência de ferimentos recebidos em acidente quando em serviço. faltarem dados para contagem de tempo de serviço. III – passado como desertor. II – tempo relativo a cada licença-especial. nas Organizações Policiais-Militares. para tratar de interesse particular. com os seguintes acréscimos: I – tempo de serviço público federal. não gozada. no exercício de funções servidores militares na forma do artigo 112. em gozo de licença especial. por sentença passado em julgado. ou graduação. II – anos de serviço. Art. após as investigações que couberem. mesmo que tal espaço de tempo seja parcelado. além dos afastamentos previstos no artigo 66. § 3° – Ao tempo de efetivo serviço. em licença para tratamento de saúde de pessoa da família. como incêndio. na manutenção da ordem pública. § 2° – Não serão deduzidos do tempo de efetivo serviço. estadual ou municipal prestado pelo servidor militar anteriormente a sua inclusão. nomeação ou reinclusão na Brigada Militar. naufrágio. de 15 de janeiro de 1971. Art. para todos os efeitos legais. § l° – Os acréscimos a que se refere o inciso I serão computados somente no momento da passagem do servidor militar à situação de inatividade. o tempo: I – que ultrapassar de um ano. § l° – Será. 143 – O tempo que o servidor militar vier a passar afastado do exercício de suas funções. 141 – Tempo de efetivo serviço é o espaço de tempo computado dia a dia entre a inclusão ou nomeação e a data limite estabelecida para contagem ou data do desligamento do serviço ativo.§ 3° – Quando. 144 – O tempo de serviço passado pelo servidor militar no exercício de atividades decorrentes ou dependentes de operações de guerra será regulado em legislação específica. de que trata este artigo. § 2° – Os acréscimos a que se refere o item II serão computados somente no momento da passagem do servidor militar a situação de inatividade e. apurados e totalizados em dias.

Art. c) elogios. louvores. podendo ser renovada a cada dois anos. . 151 – As dispensas do serviço são autorizações concedidas aos servidores militares para afastamento total do serviço. b) condecorações por serviços prestados. estadual ou municipal. 152 – As dispensas do serviço podem ser concedidas aos servidores militares: I – como recompensa. DAS RECOMPENSAS E DAS DISPENSAS DO SERVIÇO Art. ser concedida prorrogação desse tempo. 153 – Às Praças que concluírem o tempo de serviço a que estiverem obrigadas. desde que requeiram. devidamente instruído. § 2° – As recompensas serão concedidas de acordo com as normas estabelecidas nas leis e nos regulamentos da Brigada Militar. para os possuidores de curso universitário. nem com os acréscimos de tempo. § 1° – São recompensas aos servidores militares: a) prêmios de Honra ao Mérito. para acompanhar o cônjuge. 148 – O servidor militar estável terá direito à licença. 146 – A data-limite estabelecida para o final de contagem dos anos de serviço. Art. sem remuneração e sem a contagem de tempo de serviço. 145 – O tempo de serviço dos servidores militares beneficiados por anistia será contado conforme estabelecer o ato legal que a conceder. bem como os de engajamento e de reengajamento. d) dispensa do serviço. Art. para o exterior ou para o exercício de mandato eletivo dos Poderes Executivo e Legislativo federal. Parágrafo único – O tempo de serviço policial-militar inicial. estadual. Art.Art. DA PRORROGAÇÃO DO SERVIÇO POLICIAL-MILITAR Art. 147 – Na contagem dos anos de serviço não poderá ser computada qualquer superposição entre si dos tempos de serviço público federal. Parágrafo único – As dispensas de serviço serão concedidas com remuneração correspondente ao cargo ou função e computadas como tempo de efetivo serviço. uma ou mais vezes. municipal ou passado em administração indireta. 149 – A licença será concedida mediante pedido do servidor militar. poderá. II – em decorrência de prescrição médica. Art. nem com tempo de serviço computável após a inclusão em Organização Policial-Militar ou órgão de formação de Polícia-Militar ou a nomeação para posto da Brigada Militar. quando este for transferido. independentemente de solicitação própria. DA LICENÇA PARA ACOMPANHAR O CÔNJUGE Art. segundo as conveniências da Corporação e de acordo com a legislação pertinente. será a do desligamento do serviço ativo. 150 – As recompensas constituem reconhecimento de bons serviços prestados pelos servidores militares. para outro ponto do Estado ou do Território Nacional. como engajados ou reengajados. referências elogiosas. para fins de passagem para a inatividade. será de dois anos. em caráter temporário.

o Regulamento de Continências. por parte de organizações civis. II e III da Lei n° 7. se necessário. para qualquer estabelecimento de ensino do Estado. são considerados promovidos ao grau hierárquico imediato. 161 – As Praças terão direito ao fardamento de serviço por conta do Estado.836/72) e o Conselho de Disciplina (Decreto federal n° 71. clubes. em Porto Alegre. Art. que congreguem membros da Brigada Militar. 155 – É vedado o uso. o servidor militar mudar a sede do seu domicílio. 157 – O cônjuge do servidor militar. em especial a Lei n° 7. Art. Art. de designações que possam sugerir a sua vinculação à Brigada Militar. por necessidade do serviço. Art. removido ou designado para a sede do município onde servir o servidor militar. Parágrafo único – Quando. 18 de agosto de 1997. passando. Art.138. 154 – A assistência religiosa aos servidores militares será regulada em lei específica. PALÁCIO PIRATINI.138. de 30 de janeiro de 1978. 160 – Os servidores militares inativados na forma prevista pelo artigo 167. o Conselho de Justificação (Lei n° 5. se o requerer. . Art. terá assegurado o direito de transferência e matrícula. mantendo-se inalterado o cálculo dos respectivos proventos. Art. 156 – Aplicam-se à Brigada Militar. Governador do Estado. § 1°. excetuadas as associações. Honra e Sinais de Respeito das Forças Armadas (R/2). o Regulamento de Administração do Exército (R/3). círculos e outros. será. Art. no que couberem. as disposições do Estatuto e Regime Jurídico Único dos Servidores Públicos Civis do Estado do Rio Grande do Sul. 162 – Esta lei entra em vigor no primeiro dia do mês seguinte ao de sua publicação. nos casos omissos na presente Lei. sendo servidor estadual. para si e seus dependentes.500/72). incisos I. de 30 de janeiro de 1978. independente de vaga e em qualquer grau. o Regulamento de Correspondência do Exército. (DOE de 19/08/97) ANTÔNIO BRITTO. 158 – Não se aplicam as disposições deste Estatuto ao pessoal civil em serviço na Brigada Militar. Art. sem prejuízo de qualquer dos seus direitos. o Regulamento Interno e dos Serviços Gerais do Exército (R/1).DAS DISPOSIÇÕES FINAIS E TRANSITÓRIAS Art. à condição de adido ou posto à disposição de qualquer órgão do serviço público estadual. 163 – Revogam-se as disposições em contrário. de acordo com a tabela de distribuição elaborada pela Brigada Militar. 159 – Aplicam-se aos servidores militares.

c) ser solteiro e não possuir encargos de família. d) possuir altura mínima de 1.536. Parágrafo único – Quando se tratar de candidato reservista das Forças Armadas. inciso V. III – Curso de Formação de Soldado PM. 2º – O candidato a ingresso nos quadros da Brigada Militar. “e”. “f” e “g” do inciso I. as seguintes condições específicas: I – Curso de Formação de Oficiais do Quadro de Oficiais de Polícia. idade inferior a 23 (vinte e três) anos. “e”. até 31 de dezembro do ano da inscrição. II – estar quite com as obrigações eleitorais e militares. o candidato.LEGISLAÇÃO COMPLEMENTAR DECRETO Nº 37. exigidos para inclusão. para ingresso na Brigada Militar com destino a cursos.Militar: a) ser brasileiro nato. f) não ter sido dispensado de incorporação das Forças Armadas por motivo considerado também incompatível com as exigências para o curso. “d”. Art. as condições específicas estabelecidas nas letras “b”. DECRETA: Art. psicológico e intelectual. g) não ter sido desligado de Estabelecimento de Ensino Militar ou Policial-Militar por motivo disciplinar. VI – não ter sido isentado do serviço militar por incapacidade física definitiva. DE 08 DE JULHO DE 1997. físico. quadros ou qualificações. h) ter. o candidato. II – Curso de Formação de Sargentos da Qualificação Policial Militar Geral: a) satisfazer. 3º – Além das condições gerais previstas no artigo anterior. no mínimo. deverá ter sido licenciado. da Qualificação Policial-Militar Geral: a) satisfazer. e) possuir o 2º grau completo ou equivalente. “f” e “g” do inciso I. são exigidas também. . medida de segurança ou qualquer condenação incompatível com a função policial militar. O GOVERNADOR DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL. deverá apresentar as seguintes condições gerais: I – possuir ilibada conduta pública e privada. “d”. de acordo com a legislação de ensino em vigor. nomeação ou matrícula nos cursos da Brigada Militar. V – não estar respondendo a processo criminal. III – não figurar como indiciado em inquérito policial militar. 1º – O ingresso na Brigada Militar será efetuado com observância do que dispõe o Estatuto dos Policiais Militares do Estado e do estabelecido no presente Decreto. as condições específicas estabelecidas nas letras “b”. no uso da atribuição que lhe confere o artigo 82. b) ser do sexo masculino. VII – ter obtido aprovação nos exames de saúde. IV – não ter sofrido condenação criminal com pena privativa de liberdade. no comportamento “bom”.65m (um metro e sessenta e cinco centímetros). da Constituição do Estado. Art. Dispõe sobre as condições gerais e específicas para ingresso voluntário na Brigada Militar.

c) ter. Art. Art. com exclusividade. a idade de 25 anos. inciso IV. 08 de julho de 1997. c) satisfazer. a candidata. classificada. em cumprimento ao disposto no artigo 82. que a Assembléia Legislativa aprovou e eu sanciono e promulgo a Lei seguinte: Art. no momento da inclusão. é uma Instituição permanente e regular. PALÁCIO PIRATINI. a fim de assegurar o cumprimento da lei. da Constituição do Estado. onde se presuma ser possível a perturbação da ordem pública. Art. em Porto Alegre. ressalvada a competência das Forças Armadas. DE 18 DE AGOSTO DE 1997. Art. e as letras “b” e “c” do inciso III. para o Curso de Formação de Soldado PM. V – Quadro de Oficiais de Saúde: a) observar as disposições aplicáveis do Decreto nº 30. o candidato. “g” e “h” do inciso I para o Curso de Formação de Oficiais. idade inferior a 28 anos. como força de dissuasão. destinada à preservação da ordem pública e à incolumidade das pessoas e do patrimônio. as condições específicas estabelecidas nas letras “b”. quando do sexo feminino. até a data da inscrição para ingresso na Brigada Militar. O GOVERNADOR DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL. 3° – Compete à Brigada Militar: I – executar. VICENTE BOGO. 1° – A Brigada Militar. condição exigida das candidatas ao oficialato. Faço saber. a polícia ostensiva. d) ter altura mínima de 1. c) ter. Art.60m (um metro e sessenta centímetros). administrativa e operacionalmente. Dispõe sobre a Organização Básica da Brigada Militar do Estado e dá outras providências. de 29 de dezembro de 1981. e) possuir o 2º grau completo ou equivalente. . até a data da inscrição no concurso. IV – Cursos de Formação dos Quadros Especiais de Polícia-Militar Feminina: a) ser do sexo feminino. a manutenção da ordem pública e o exercício dos poderes constituídos. “c” e “d” do inciso IV. à Secretaria de Estado responsável pela Segurança Pública no Estado do Rio Grande do Sul. as condições das letras “c”. Polícia Militar do Estado do Rio Grande do Sul. b) ser brasileira nata. organizada com base na hierarquia e na disciplina. 5º – Este Decreto entra em vigor na data de sua publicação. II – atuar preventivamente.512. b) satisfazer. Governador do Estado em exercício. na categoria “B”. no mínimo. em locais ou área específicas. 4º – Compete ao Comandante-Geral da Brigada Militar baixar normas complementares a estas disposições. 2º – A Brigada Militar vincula-se. (DOE de DE 09/07/97) LEI Nº 10.b) possuir Carteira Nacional de Habilitação que lhe permita conduzir veículo automotor. 6º – Revogam-se as disposições em contrário. planejada pela autoridade policial-militar competente.991.

III – OPM de Ensino. § 2° – Aos Departamentos. Art. competindo-lhe a sua administração. IV – exercer atividades de investigação criminal militar. § 1° – Ao Comando-Geral. V – OPM de Saúde. de Apoio e de Execução. com os poderes e deveres inerentes à função. organização. II – a Presidência da Comissão de Avaliação e Mérito. § 3° – Aos Comandos Regionais e aos órgãos de Polícia Militar (OPM). já inserida no texto) VI – executar o serviço de prevenção e combate a incêndio. II – o Subcomandante-Geral.97. VI – OPM Especiais. VII – fiscalizar e controlar os serviços civis auxiliares de combate a incêndio. V – atuar na fiscalização e controle dos serviços de vigilância particular no Estado. 8° – O Comandante-Geral é indicado pelo Secretário de Estado responsável pelos assuntos de segurança pública e nomeado pelo Chefe do Poder Executivo Estadual. a direção. 4° – A Brigada Militar estrutura-se em órgãos de Direção. Oficial do último Posto da carreira do Quadro de Oficiais de EstadoMaior – QOEM. III – a Direção do Conselho Superior.3º retificado no DOE de 27. Art. que é o órgão de Direção Geral da Brigada Militar. o controle e a execução das diretrizes emanadas do comando da Instituição. VIII – realizar os serviços de busca e resgate aéreo. Parágrafo único – São autoridades policiais-militares o Comandante-Geral da Brigada Militar. compete a administração da Instituição. e VIII – a Comissão de Avaliação e Mérito Art. V – a Corregedoria-Geral. que são os órgãos de Apoio da Brigada Militar. competindo-lhe: I – a Coordenação geral das atividades da Instituição.08. em caso de perturbação da ordem pública e no gerenciamento técnico de situações de alto risco. aquático e terrestre no Estado. X – desempenhar outras atribuições previstas em lei. II – OPM de Bombeiros. Art. no desempenho de atividade policial-militar no âmbito de suas circunscrições territoriais. § 4º – Os órgãos de Polícia Militar (OPM) compreendem: I – OPM de Polícia Ostensiva. IV – o Estado Maior. que são os órgãos de Execução da Brigada Militar. (Inciso V do art. extinção. IX – executar as atividades de defesa civil no Estado. e as Praças em comando de fração destacada. efetivo. é a autoridade primeira da Instituição. III – o Conselho Superior. compete as atividades administrativo-operacionais indispensáveis ao cumprimento das finalidades da Instituição. atribuições. estrutura. IV – OPM de Logística. compete o planejamento. VII – o Gabinete do Comandante-Geral. os Oficiais. nível. subordinação e grau de comando fixados considerando-se os indicadores de segurança pública da respectiva circunscrição territorial e os indicadores específicos da Instituição.III – atuar repressivamente. . VI – a Ajudância Geral. 5° – Os OPM têm criação. Art. 7° – O Comando-Geral compreende: I – o Comandante-Geral. 6° – O Comandante-Geral.

exames. 10 – Ao Conselho Superior. ao qual compete o assessoramento direto ao ComandanteGeral. e VI – elaborar o regulamento do estágio probatório dos servidores-militares. competindo-lhe igualmente as funções de assessorá-lo no cumprimento das atividades da Brigada Militar. os elementos coligidos sobre o estágio probatório de integrantes da carreira de Servidor-Militar. informática e outras. conforme a respectiva circunscrição territorial de atuação. Art. V – requisitar. são os responsáveis em suas respectivas circunscrições territoriais pelas atividades administrativo-operacionais dos OPM que lhe são subordinados. Art. 14 – A Corregedoria-Geral. 13 – Ao Chefe do Estado Maior compete: I – assessorar o Comandante-Geral. e II – seções. constituído pelos Coronéis da ativa em exercício na Instituição. cabe o assessoramento em assuntos de interesse da Corporação. de acordo com as necessidades da Instituição. 11 – Ao Estado-Maior da Brigada Militar.Art. 19 – Os Departamentos organizam. logística. Art. realizando inspeções e correições e sugerindo as medidas necessárias ou recomendáveis para a racionalização e eficiência dos serviços. Parágrafo único – Compete à Corregedoria-Geral: I – cumprir atividades que lhe sejam atribuídas pelo Comandante-Geral. II – exercer a apuração de responsabilidade criminal. Art. orientação e fiscalização das atividades funcionais e da conduta dos servidores da Instituição. podem receber denominações diferenciadas. para encaminhamento posterior ao Comandante-Geral. § 2°– Os Comandos Regionais podem ser dotados de Centro de Operações Policiais Militares. diligências. 18 – Os Comandos Regionais. instrução e pesquisa. pareceres técnicos e informações indispensáveis ao bom desempenho de sua função. III – Secretaria Executiva. certidões. § 1°– Os Comandos Regionais. administração financeiro-contábil. órgão de assessoramento permanente do Comandante-Geral nos assuntos relativos às carreiras de Oficiais e Praças da Instituição. 15 – A Ajudância-Geral tem a seu cargo os serviços administrativos do Quartel do Comando-Geral e o atendimento de suas necessidades em pessoal e material. Art. avaliação e processamento das promoções. dirigir e controlar os trabalhos do Estado Maior. e nomeado pelo Governador do Estado. que atendam às necessidades da segurança pública. compete o estudo e o planejamento estratégico da Instituição. do ComandanteGeral da Corporação. escalões intermediários de Comando. diretamente subordinada ao Comandante-Geral é o órgão de disciplina. órgão de assessoramento do Comando-Geral. as atividades de ensino. de qualquer autoridade. e II – coordenar. saúde. compreendendo: . é composto por: I – Chefia. 12 – O Estado Maior da Brigada Militar estrutura-se em: I – chefia. Art. 16 – O Gabinete do Comandante-Geral. IV – avaliar. patrimônio. II – Assessorias. Parágrafo único – O Subcomandante-Geral será indicado pelo Secretário de Estado responsável pelos assuntos de segurança pública. Art. Art. 17 – À Comissão de Avaliação e Mérito. nos seus impedimentos eventuais. pessoal. III – fiscalizar as atividades dos órgãos e servidores da Brigada Militar. compete o controle. 9º – O Subcomandante-Geral é o substituto. em razão do efetivo e da sua destinação. ouvido o Comandante-Geral. Art. sob a forma de sistemas. Art. administrativa ou disciplinar.

(DOE 19. Art. competindo-lhe a aquisição. Art. Tenente-Coronel e Coronel. 21 – Os Departamentos da Brigada Militar poderão dividir-se em divisão. V – Departamento de Informática. é constituída dos postos de Capitão. controle. seção e setor. Governador do Estado. nesta ordem de hierarquia. órgão de planejamento.I – Departamento de Ensino. Faço saber. Art. da Constituição do Estado. órgão de planejamento. de Subcomandante-Geral. Dispõe sobre a carreira dos Servidores Militares do Estado do Rio Grande do Sul e dá outras providências. controle e fiscalização das atividades de saúde da Instituição. fiscalização. . 20 – As funções de Comandante-Geral. IV – Departamento Administrativo. PALÁCIO PIRATINI.08. Major. controle e fiscalização dos bens patrimoniais afetos à Instituição. inciso IV. 23 – Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação. instrução e pesquisa. estruturada através do Quadro de Oficiais de Estado Maior – QOEM e do Quadro de Oficiais Especialistas em Saúde – QOES. § 1º – A carreira dos Quadros de Oficiais. § 1° – A função de Diretor do Departamento de Saúde será exercida por um Coronel do Quadro de Oficiais Especialistas em Saúde – QOES. 18 de agosto de 1997. II – Departamento de Logística e Patrimônio. em Porto Alegre. 1º – Os Quadros de Organização da Brigada Militar e as carreiras dos Oficiais e Praças passam a observar os preceitos estatuídos na presente Lei. de Chefe do Estado-Maior. manutenção e a contratação de todos os serviços. distribuição. DE 18 DE AGOSTO DE 1997. que a Assembléia Legislativa aprovou e eu sanciono e promulgo a Lei seguinte: Art. Art. no prazo de 90 (noventa) dias. a contar de sua vigência. controle e fiscalização dos sistemas informatizados da Instituição. O GOVERNADOR DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL.556. Art. órgão de planejamento. III – Departamento de Saúde. auditoria e execução das atividades financeiro-orçamentário-contábeis do pessoal. em cumprimento ao disposto no artigo 82. órgão de planejamento. 22 – O Poder Executivo regulamentará a presente Lei no que couber. de 20 de novembro de 1981.992. 2º – Fica instituída a carreira dos Servidores Militares Estaduais de Nível Superior. controle e fiscalização das atividades de ensino.97) LEI COMPLEMENTAR Nº 10. 24 – Revogam-se as disposições em contrário. em especial a Lei nº 7. § 2° – VETADO Art. ANTÔNIO BRITTO. de que trata o “caput” deste artigo. de Corregedor-Geral e de Diretores dos Departamentos são privativas do posto de Coronel do QOEM. órgão de planejamento. com competências a serem discriminadas em regimento interno.

4º – O ingresso no QOES dar-se-á no posto de Capitão. bem como os integrantes dos Quadros Especiais em extinção. do Curso Básico de Oficiais de Saúde – CBOS. o Curso Avançado de Administração Policial Militar – CAAPM. por ato do Governador do Estado. com vigência anterior a esta Lei. § 4º – Os atuais Alunos-Oficiais. 6º – Os postos de Capitão. de 20 de outubro de 1992.§ 2º – A inclusão no quadro de acesso para a promoção ao posto de Coronel poderá ser recusada pelo servidor. pelo ocupante do posto de Tenente-Coronel. 5º – A ascensão funcional nos postos do QOEM e do QOES ocorrerá após decorrido o interstício mínimo de oito anos de efetivo serviço em cada posto imediatamente anterior ao correspondente à promoção. de. Art. da atual carreira do Quadro de Oficiais de Saúde – QOS. após concluída a formação específica. § 2º – Não haverá ingressos no posto inicial da carreira do QOEM e do QOES. assim como os postos mencionados neste artigo. enquanto não forem promovidos ao posto de Capitão os integrantes dos Quadros Especiais previstos no parágrafo anterior. independentemente do interstício e tempo de serviço em órgão de execução previstos no artigo 5º desta Lei. três anos e ter concluído. Art. do Curso de Especialização em Políticas e Gestão de Segurança Pública – CEPGSP. 3º – O ingresso no QOEM dar-se-á no posto de Capitão. Art. com aprovação.741. com vigência anterior a esta Lei. Art. igualmente previstos na mencionada Lei. . sendo que estes postos serão extintos à medida que vagarem os respectivos cargos. § 5º – O Curso Superior de Formação de Oficiais da Brigada Militar (CSFO/BM). cursados pelos integrantes do Quadro de Oficiais de Polícia Militar – QOPM. por ato do Governador do Estado. § 1º – Para a promoção ao posto de Major. aos novos Quadros por ela criados. enquanto estiverem freqüentando o Curso Superior de Polícia Militar. Major.741. passam a integrar a carreira do QOES. por ocasião da formatura no respectivo Curso Superior de Formação de Oficiais – CSFO. serão declarados Segundo-Tenentes do QEOBMEx. decorrentes da conclusão dos Cursos instituídos nos artigos 3º e 4º desta Lei. consecutivo ou não. respectivamente. é equivalente e substituído pelo Curso Superior de Polícia Militar. Tenente-Coronel e Coronel da atual carreira do Quadro de Oficiais de Polícia Militar – QOPM e o posto de Capitão da atual carreira do Quadro Especial de Oficiais de Polícia Militar Feminina – QEOPMFem. § 1º – Os atuais postos de Primeiro e Segundo-Tenentes do QOPM e do QEOPMFem passam a constituir o Quadro Especial de Oficiais da Brigada Militar em Extinção – QEOBMEx. sendo exigido diploma de nível superior na respectiva área da saúde. no mínimo. exige a conclusão. previstos no § 1º do artigo anterior. serão considerados Alunos-Oficiais. de 20 de outubro de 1992. Art. têm assegurado o direito à ascensão hierárquica. § 3º – O Curso de Aperfeiçoamento de Oficiais e o Curso Superior de Polícia Militar. através de aprovação no Curso Superior de Polícia Militar. com aprovação. até a sua extinção. ficam incorporados à carreira do QOEM. § 2º – Os aprovados no concurso público de que trata o parágrafo anterior. do QEOPMFem e do QOS. o ocupante do posto de Capitão deverá ter prestado serviços em órgão de execução por um período. 7º – Os integrantes do QOPM. pelos Cursos previstos nos parágrafos 1º e 2º deste artigo. far-se-á de acordo com as respectivas antigüidades e na ordem de precedência que entre si detinham seus integrantes. previstos na Lei nº 9. mediante ato do Governador do Estado. § 2º – O acesso à promoção ao posto de Coronel. mediante concurso público de provas e títulos e conclusão. nos Quadros de origem. são equivalentes e substituídos. e os atuais postos de Primeiro e Segundo-Tenentes do QOS passam também a constituir o Quadro Especial de Oficiais de Saúde da Brigada Militar em Extinção – QEOSBMEx. § 1º – O ingresso no Curso Superior de Polícia Militar dar-se-á mediante concurso público de provas e títulos com exigência de diplomação no Curso de Ciências Jurídicas e Sociais. com ingresso até a data de vigência desta Lei. aplicando-se-lhes o Estatuto dos Servidores Militares do Estado do Rio Grande do Sul e o Regulamento de Promoções. § 3º – A incorporação dos Oficiais oriundos dos Quadros extintos por esta Lei. previstos na Lei nº 9. cujo prazo de duração não excederá a dois anos. com aprovação.

Segundo Sargento e Primeiro Sargento. na forma regulamentar. Art. serão extintos à medida que vagarem os respectivos cargos. previstos na Lei nº 9. § 5° – As vagas preenchidas na graduação de Terceiro-Sargento. já inserido no texto) Art. de 20 de outubro de 1992. Art. aplicando-lhes as disposições do artigo anterior. (Art. no mínimo.741. em igual número. à medida em que vagarem. § 2° – Em caso de empate.Parágrafo único – À medida que vagarem os cargos dos postos de Primeiro-Tenente do QEOBMEx. 16 – As graduações de Cabo e Subtenente. respectivamente. composta. 13 – As Qualificações Policiais-Militares a que se refere o artigo anterior. após a aprovação em concurso público e no Curso Básico de Formação Policial-Militar – CBFPM. a partir da edição desta Lei. . terá preferência. Art. Art. conforme os parágrafos anteriores. Chefia ou Direção dos órgãos administrativos de média e alta complexidade da estrutura organizacional da Corporação e das médias e grandes frações de tropa de atividade operacional. respeitado o efetivo para ela fixado na Lei citada. Art. previstas na Lei nº 9. no comportamento “Bom”. ficando assegurado aos seus atuais integrantes a ascensão hierárquica. integrada pelo Quadro de Primeiro-Tenentes de Polícia Militar – QTPM e pelas Qualificações Policiais-Militares – QPM – para Praças. para a graduação de Soldado. por posto e graduações. na área afeta à Brigada Militar. Art. 8º – O Oficial do Quadro de Oficiais de Estado Maior – QOEM exerce o Comando. incumbindo-lhe o planejamento. para o provimento referido no parágrafo anterior. à medida que vagarem os respectivos cargos. § 6° – Não havendo mais candidatos passíveis de formação em serviço. voltadas ao desenvolvimento da segurança pública. poderão ser providos. a qual possibilitará o acesso ao grau hierárquico de Primeiro-Tenente. a coordenação e o controle das atividades a seu nível. a pedido. 15 – A inclusão em quadro de acesso para as promoções na carreira instituída no artigo 11 poderá ser recusada pelo servidor.741.170/98. preservado o disposto no § 4º do artigo anterior. pesquisa. são constituídas pelas graduações de Soldado de 1ª classe. 12 – As Qualificações Policiais-Militares (QPM) da Brigada Militar passam a ser as seguintes: I – Qualificação Policial-Militar 1 (QPM–1): Praças de Polícia Ostensiva. 9º – O Oficial do Quadro de Oficiais Especialistas em Saúde – QOES atuará nas atividades de saúde da Instituição. integram o total do efetivo fixado para a graduação de Soldado. criado por esta Lei. os cargos do Quadro de Primeiro-Tenentes de Polícia Militar – QTPM. instrução e treinamento. bem como o planejamento.14. por ato do Comandante-Geral da Brigada Militar. de acordo com as suas peculiaridades. em ordem sucessiva. ou da reforma. na forma da legislação pertinente. 14 – O ingresso nas Qualificações Policiais-Militares dar-se-á na graduação de Soldado de 1ª classe. alterado p/LC nº 11. a graduação de TerceiroSargento entrará em extinção. § 3° – O provimento das vagas previstas conforme o parágrafo 1° dar-se-á mediante autorização do Chefe do Poder Executivo. mediante a formação em serviço dos atuais Soldados e Cabos que contarem com mais de 20 (vinte) anos de serviço militar e tiverem classificação. ouvido o Secretário de Estado da Justiça e da Segurança. § 4° – Aos servidores militares beneficiados pelo parágrafo 1° deste artigo não se aplica a regra de promoção à graduação imediatamente superior quando da transferência para a reserva remunerada. 11 – Fica instituída a carreira dos Servidores Militares Estaduais de Nível Médio. Art. 10 – Os Quadros de Oficiais de Administração (QOA) e de Oficiais Especialistas (QOE). ficam extintas. o servidor militar que for mais antigo e o que apresentar melhor desempenho. Art. de 20 de outubro de 1992. com exigência da escolaridade de 2º Grau do ensino médio. II – Qualificação Policial-Militar 2 (QPM–2): Praças Bombeiros. § 1° – A graduação de Terceiro-Sargento será provida. a direção e a execução das atividades de ensino. revertendo os cargos.

previstos nesta Lei. de 20 de outubro de 1992. sobre os quais incidirá a política salarial do Estado. 26 – Os períodos de tempo de serviço prestados em órgãos de execução. é equivalente e substituído pelo Curso previsto no “caput” deste artigo. serão criadas e reguladas por ato do Chefe do Poder Executivo. 18 – As promoções ao posto e às graduações da carreira instituída no artigo 11 terão interstício mínimo de cinco anos. por excelência. com aprovação. Art. Art. 21 – Ao Curso Básico de Administração Policial Militar concorrerão os Subtenentes e PrimeiroSargentos que tenham concluído. na forma regulamentar. podendo exercer o Comando e Chefia de órgãos administrativos de menor complexidade e das pequenas frações de tropa da atividade operacional da estrutura organizacional da Corporação. desde que já se tenham extinguido. pesquisa. 17 – Poderão concorrer às promoções à graduação de Segundo-Sargento os Cabos e Soldados que tiverem sido incluídos na Brigada Militar anteriormente à vigência desta Lei e que tenham concluído. 27 – VETADO Art. Art. Art.Art. mediante proposta do Comandante-Geral da Brigada Militar ao Secretário de Estado responsável pelos assuntos da segurança pública. dos quais pelo menos quatro anos em serviço em órgãos de execução. 29 – Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação. da Qualificação Policial-Militar Geral-1 (QPMG–1) e da Qualificação Especial de Praças de Polícia-Militar Feminina (QEPPMFem) passam a integrar a Qualificação Policial-Militar 1 (QPM–1). Parágrafo único – O Curso de Formação de Sargentos. Art.741. observarão. 23 – Fica extinta a graduação de Aspirantes-a-Oficial. instituídas pela Lei nº 9. a ordem de antigüidade na graduação e a ordem de precedência que seus integrantes detinham nas Qualificações extintas. 28 – As despesas decorrentes da aplicação desta Lei correrão à conta de dotações orçamentárias próprias. Art. Art. o Curso Técnico em Segurança Pública – CTSP. § 2º – As Praças oriundas das extintas Qualificações Policiais-Militares Particulares (QPMP) da Qualificação Policial-Militar Geral-2 (QPMG–2) passam a integrar a Qualificação Policial-Militar 2 (QPM– 2). 19 – A promoção dos concludentes do Curso Básico de Administração Policial Militar – CBAPM ao posto de Primeiro Tenente do Quadro de Tenentes de Polícia Militar – QTPM dar-se-á por ato do Governador do Estado. o Curso Técnico em Segurança Pública – CTSP. serão exigidos em sua plenitude a partir de três anos da data de vigência desta Lei. Art. as graduações de Terceiro-Sargento. Art. e ainda auxiliar na execução das atividades de ensino. executar a coordenação e o controle das atividades em seu nível. cursado anteriormente à vigência desta Lei. com aprovação. por promoções. Art. elementos de execução das atividades administrativas e operacionais. instrução e treinamento. 25 – Ficam mantidos os padrões remuneratórios dos cargos correspondentes aos postos e graduações extintos por esta Lei. § 3º – As fusões das extintas Qualificações Policiais-Militares. para a organização das novas escalas hierárquicas. exercidas por Praças. assim como auxiliar nas tarefas de planejamento. . Art. § 4º – As especialidades de interesse da Brigada Militar. 22 – Ficam extintas as Qualificações Policiais Militares Gerais e Particulares e a Qualificação Especial de Praças de Polícia Militar Feminina. Habilitação e Aperfeiçoamento instituídos para Oficiais e Praças anteriormente à vigência desta Lei. 24 – Ficam extintos os Cursos de Formação. 20 – Os Servidores Militares Estaduais de Nível Médio são. com vistas à formação das Qualificações criadas por esta Lei. § 1º – As Praças oriundas das extintas Qualificações Policiais-Militares Particulares (QPMP).

do Estado e dá outras . – 3. – 2.97) LEI Nº 10.650 (trinta e três mil. – 259 Majores.08.432 Soldados. DE 18 DE AGOSTO DE 1997. O GOVERNADOR DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL. em cumprimento ao disposto no artigo 82. Governador do Estado. que a Assembléia Legislativa aprovou e eu sanciono e promulgo a Lei seguinte: Art. – 19. 1º – O efetivo da Brigada Militar do Estado é fixado em 33. 18 de agosto de 1997. ANTÔNIO BRITTO. – 2. entre Oficiais e Praças.518 Segundos-Sargentos. b) Quadro de Oficiais Especialistas em Saúde (QOES): – 02 Coronéis. PALÁCIO PIRATINI. em Porto Alegre. – 300 Terceiros-Sargentos. inciso IV.700 Terceiros-Sargentos.Art. assim distribuídos: I – Oficiais: a) Quadro de Oficiais de Estado-Maior (QOEM): – 24 Coronéis. (DOE de 19. Parágrafo único – O efetivo de Terceiro-Sargento reverterá à graduação de Soldado. escolhidos dentre os integrantes do Quadro de Oficiais de Estado-Maior e nomeados Juízes Militares para a composição do Tribunal Militar do Estado.609 Soldados. 2º – O Quadro Especial a que se refere o parágrafo 1º do artigo 232 da Lei nº 7. da Constituição do Estado.443 Primeiros-Sargentos. – 659 Capitães.993. quando extinto em decorrência das disposições da Carreira dos Servidores Militares Estaduais. é constituído de quatro cargos de Coronel.356. – 89 Tenentes-Coronéis. – 17 Majores. – 06 Tenentes-Coronéis. 30 – Revogam-se as disposições em contrário. c) Bombeiros – Qualificação Policial-Militar 2 (QPM–2): – 183 Primeiros-Sargentos. Faço saber. c) Quadro de Tenentes de Polícia Militar (QTPM): – 760 Primeiros-Tenentes II – Praças: a) Especiais: – Até 200 Alunos-Oficiais b) De Polícia Ostensiva – Qualificação Policial-Militar 1 (QPM–1): – 2. Fixa o efetivo da Brigada Militar providências. seiscentos e cinqüenta) cargos de servidores militares. – 546 Segundos-Sargentos. – 103 Capitães. Art. de 1º de fevereiro de 1980.

Faço saber. que a Assembléia Legislativa aprovou e eu sanciono e promulgo a Lei seguinte: Art. 5º – VETADO Art. 8º – Revogam-se as disposições em contrário. 6º – As despesas decorrentes da execução da presente Lei correrão à conta de dotações orçamentárias próprias. 4º – O provimento do efetivo será gradual. e os respectivos totais serão fixados anualmente por ato do Comandante-Geral da Brigada Militar. a Polícia Civil. sendo consideradas até o limite máximo. a referida fração será computada como se vaga fosse. § 2º – Quando o percentual mínimo de provimento de vagas corresponder à fração do respectivo posto ou graduação. a Brigada Militar. Art. faz jus ao benefício financeiro de R$ 10. DE 18 DE AGOSTO DE 1997. em 1999. (DOE de 19. a Superintendência dos Serviços Penitenciários – SUSEPE e o Instituto-Geral de Perícias. 7º – Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação. passando o efetivo da Lei nº 9. em 2000. a constar de acordo com o disposto no artigo 1º desta Lei. em cumprimento ao disposto no artigo 82. PALÁCIO PIRATINI. em 1998. § 1º – As disposições deste artigo não se aplicam para o provimento da graduação de Soldado. ocorridos em serviço. § 2° – São considerados órgãos operacionais da Secretaria da Justiça e da Segurança. 18 de agosto de 1997. nos respectivos postos e graduações. ou morte”. de 20 de outubro de 1992. de 11 de dezembro de 1995. III – 20% (vinte por cento). Estabelece benefício ao servidor integrante dos órgãos operacionais da Secretaria da Justiça e da Segurança. observado.741.08.000. Art. II – 15% (quinze por cento). na ocorrência dos eventos “invalidez permanente. 1º – Na ocorrência dos eventos “invalidez permanente. em 2001. para os fins de provimento. o servidor. da Constituição do Estado. desde que atendidos os requisitos legais para os respectivos provimentos: I – 10% (dez por cento). e V – 30% (trinta por cento).996. ou ao seu beneficiário.Art. ocorridos em serviço. ou morte”. em Porto Alegre. total ou parcial. em 1997.00 (dez mil reais). Art. . O GOVERNADOR DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL. o preenchimento dos seguintes percentuais mínimos de vagas acrescidas em decorrência da presente Lei. § 1° – Serão considerados acidentes em serviço aqueles ocorridos nas circunstâncias previstas na Lei n° 10. Governador do Estado. ou seu beneficiário.97) LEI N. total ou parcial. ANTÔNIO BRITTO. IV – 25% (vinte e cinco por cento). inciso IV. para os efeitos desta Lei. 3º – As Praças Especiais não estão computadas no total do efetivo.594. Art. § 3º – Os provimentos referidos neste artigo serão efetivados no dia 18 de novembro de cada ano e observarão os quantitativos fixados no artigo 1º desta Lei.º 10.

DE 18 DE AGOSTO DE 1997. será promovido extraordinariamente. Art. Art.º 11.08.228. a promoção será “post-mortem”. dar-se-ão para o grau hierárquico imediatamente superior da respectiva carreira. para as carreiras de nível superior. no exercício de suas atribuições. PALÁCIO PIRATINI. exceto a decorrente de ato de bravura. bem como. 5° – Revogam-se as disposições em contrário. 3° – As despesas decorrentes da execução desta Lei correrão por conta de dotação orçamentária própria. 3° – Para os servidores das carreiras de nível médio dos quadros referidos no artigo 1° desta Lei Complementar. Art. na mesma situação. em valor equivalente à diferença entre o vencimento ou soldo inicial e o final das respectivas carreiras. e para os Monitores Penitenciários e Técnicos Penitenciários do Quadro dos Funcionários Penitenciários em extinção. para os Papiloscopistas e para os Fotógrafos Criminalistas. II – na Brigada Militar – para os Postos e Graduações da hierarquia militar de Soldado de 2ª Classe a Capitão. e IV – no Instituto-Geral de Perícias – para os Auxiliares de Perícia. 18 de agosto de 1997. Comissários de Polícia e Comissários de Diversões Públicas. na forma desta Lei. de 1° de fevereiro de 1991. que a Assembléia Legislativa aprovou e eu sanciono e promulgo a Lei Complementar seguinte: Art. independentemente da Classe titulada. . 2° – O benefício de que trata o “caput” do artigo 1° não prejudica outros direitos previstos em lei. Escrivães de Polícia.97). O GOVERNADOR DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL. Art. 1° – O servidor militar e o servidor integrante dos quadros da Polícia Civil. Art. Inspetores de Polícia. Parágrafo único – Na hipótese de falecimento. inclusive. da Constituição do Estado. 2° – A promoção extraordinária a que se refere esta Lei. Faço saber. 4° – Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação. do Instituto-Geral de Perícias e da Superintendência dos Serviços Penitenciários que morrer ou ficar permanentemente inválido. em virtude de ferimento sofrido em ação ou de enfermidade contraída nessa circunstância ou que nela tenha causa eficiente. e em decorrência de agressão sofrida e não provocada pelo servidor. que desempenham suas atividades em situação permanente de risco: I – na Polícia Civil – para os Investigadores de Polícia. inciso IV.§ 3° – O benefício de que trata este artigo será concedido somente aos servidores abaixo relacionados. em cumprimento ao disposto no artigo 82. em Porto Alegre. do Instituto-Geral de Perícias e da Superintendência dos Serviços Penitenciários. bem como para as promoções decorrentes de ato de bravura. Art. que observará o disposto no artigo anterior. LEI COMPLEMENTAR N.000. III – na Superintendência dos Serviços Penitenciários – SUSEPE – para os Auxiliares de Serviços Penitenciários e para os Agentes Penitenciários do Quadro dos Funcionários Penitenciários. Dispõe sobre a promoção extraordinária do servidor militar e do servidor integrante dos quadros da Polícia Civil. (DOE de 19. a promoção extraordinária. corresponderá à percepção de parcela adicional. praticar ato de bravura. instituído pela Lei n° 9.

que serão apurados independentemente de requerimento por parte do interessado ou de seus sucessores. (DOE de 19. no desempenho de suas atribuições e para a preservação de vida de outrem. Art. Governador do Estado. .794. de comprovação dos fatos que a justifiquem. O GOVERNADOR DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL. audácia e a presença de qualidades morais extraordinárias. dos índices correspondentes aos cargos titulados. Parágrafo único – O ato de bravura será destacado como forma de valorizar as posturas que. inciso V. Art. redação dada p/D. Art. respeitando os direitos fundamentais e os princípios gerais do direito. Art.46 (um vírgula quarenta e seis). demonstrando coragem.1º.878/97) I – 1. a promoção igualmente corresponderá à percepção de parcela adicional. II – 1. Art. em cada caso. 18 de agosto de 1997. da Constituição do Estado. bem como de atividades para manutenção da ordem pública. no uso da atribuição que lhe confere o artigo 82. ANTÔNIO BRITTO. sobre o valor básico das diárias fixado em lei. DECRETA: “Art.19 (um vírgula dezenove). periciais ou penitenciárias. quando as diárias forem vencidas nos estabelecimentos penais e repartições fazendárias do interior do Estado. Dispõe sobre diárias devidas a policiais militares e dá outras providências. Parágrafo único – O Poder Executivo regulamentará o disposto neste artigo. revelem a presença de um espírito público responsável pela superação do estrito cumprimento do dever. 7° – As despesas decorrentes da execução desta Lei Complementar correrão à conta de dotação orçamentária própria. em Porto Alegre. 6° – A promoção efetuada com base nesta Lei dependerá. 8° – Esta Lei Complementar entra em vigor na data de sua publicação. do Instituto-Geral de Perícias e da Superintendência dos Serviços Penitenciários.08.97) DECRETO Nº 37. 5° – Considera-se ato de bravura em serviço a conduta do servidor que. atendendo às peculiaridades das carreiras do servidor militar e do servidor integrante dos quadros da Polícia Civil.37. PALÁCIO PIRATINI. 4° – Para os efeitos desta Lei. em valor correspondente a 20% (vinte por cento) do seu padrão de vencimento ou soldo. multiplicados pelos seguintes fatores: (O “caput” do art. coloque em risco incomum a sua própria vida. considerar-se-ão em ação os servidores que realizem ou participem de atividades-fins policiais.Parágrafo único – Quando o servidor ocupar cargo isolado. 1º – O valor das diárias dos policiais militares empregados na força tarefa das casas prisionais será obtido mediante a incidência. 9° – Revogam-se as disposições em contrário. Art. quando as diárias forem vencidas nos estabelecimentos penais e repartições fazendárias da Capital do Estado. DE 22 DE SETEMBRO DE 1997.

ANTÔNIO BRITTO. Regulamenta a Comissão de Avaliação e Mérito da Brigada Militar e dá outras providências.09. administrar-se-ão de acordo com os regulamento e alterações previstas para as extintas Comissão de Promoções e Mérito de Oficiais e Comissão de Promoções e Mérito de Praças naquilo que couber. retroagindo seus efeitos a 10 de outubro de 1997. previstas pela Lei nº 10. Governador do Estado. § 2º – A Presidência da SAMP compete ao Chefe do Estado-Maior da Brigada Militar. DECRETA: Art. inciso V. em Porto Alegre. VICENTE BOGO. O GOVERNADOR DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL. Art. Governador do Estado. Art. deverá levar em conta as informações computáveis até 19 de agosto de 1997. Art. em Porto Alegre. (DOE de 23. 2º – A Comissão de Avaliação e Mérito da Brigada Militar estrutura-se em: I – Subcomissão de Avaliação e Mérito de Oficiais (SAMO).Art. no uso da atribuição que lhe confere o artigo 82. em exercício. Art. 6º – Revogam-se as disposições em contrário. 17 de novembro de 1997. 4º – A confecção dos quadros de Acesso de Oficiais e Praças para efetivação de promoções em 18 de novembro de 1997. compete: I – o assessoramento permanente do Comandante-Geral nos assuntos relativos às carreiras de Oficiais e Praças. da Constituição do Estado. 3º – As Subcomissões de Avaliação e Mérito de Oficiais e de Praças.97) DECRETO Nº 37. Art.993/97. 1º – À Comissão de Avaliação e Mérito da Brigada Militar (CAM) prevista no artigo 17. DE 17 DE NOVEMBRO DE 1997. avaliação e processamento das promoções e dos méritos. 5º – Este Decreto entra em vigor na data de sua publicação. Parágrafo único – A Presidência da CAM compete ao Comandante-Geral da Brigada Militar. II – o controle.991. PALÁCIO PIRATINI. (DOE de 18/11/97) . 22 de setembro de 1997. 2° – Este Decreto entra em vigor na data de sua publicação. e II – Subcomissão de Avaliação e Mérito de Praças (SAMP). Art. de 18 de agosto de 1997. § 1º – A Presidência da SAMO compete ao Subcomandante-Geral da Brigada Militar. 3° – Revogam-se as disposições em contrário. PALÁCIO PIRATINI.939. da Lei nº 10.

IV – exercer atividades de investigação criminal militar. g) o Gabinete do Comandante-Geral. TÍTULO I DA COMPETÊNCIA E DA ESTRUTURA GERAL Art. e e) o Departamento de Informática. a manutenção da ordem pública e o exercício dos poderes constituídos. DE 22 DE JANEIRO DE 1998. em caso de perturbação da ordem pública e no gerenciamento técnico de situações de alto risco. incisos V e VII da Constituição do Estado e de conformidade com o artigo 22 da Lei n. VI – executar o serviço de prevenção e combate a incêndio. c) o Conselho Superior.991. III – atuar repressivamente. como força de dissuasão. em locais ou áreas específicas. e h) a Comissão de Avaliação e Mérito.º 10. de apoio e de execução. de 18 de agosto de 1997. 1º – O presente Decreto regulamenta a estrutura. nos termos da Lei n. 2º – A Brigada Militar do Estado do Rio Grande do Sul. e) a Corregedoria-Geral. estrutura-se em órgãos de direção. d) o Departamento Administrativo. c) o Departamento de Saúde. planejada pela autoridade policial militar competente. VIII – realizar os serviços de busca e resgate aéreo. conforme segue: I – o Comando-Geral. DECRETA: Art. II – atuar preventivamente. VII – fiscalizar e controlar os serviços civis auxiliares de combate a incêndio. a fim de assegurar o cumprimento da lei. Art. vinculada administrativa e operacionalmente à Secretaria da Justiça e da Segurança. IX – executar as atividades de defesa civil no Estado. nos termos de sua Lei de Organização Básica. f) a Ajudância-Geral.º 10. a denominação. órgãos de apoio da Brigada Militar. e X – desempenhar outras atividades previstas em lei.107. o efetivo. O GOVERNADOR DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL. aquático e terrestre no Estado. no uso da atribuição que lhe confere o artigo 82. compreendendo: a) o Departamento de Ensino. órgão de direção-geral da Brigada Militar. com exclusividade.DECRETO Nº 38. Regulamenta a Lei de Organização Básica da Brigada Militar do Estado. tem as seguintes competências: I – executar. organizada com base na hierarquia e na disciplina. ressalvada a competência das Forças Armadas. instituição permanente e regular. onde se presuma ser possível a perturbação da ordem pública. a subordinação e o grau de comando dos órgãos da Polícia Militar do Estado do Rio Grande do Sul. 3º – A Brigada Militar. a polícia ostensiva. b) o Departamento de Logística e Patrimônio. as atribuições. . II – os Departamentos. d) o Estado-Maior da Brigada Militar.991. de 18 de agosto de 1997. b) o Subcomandante-Geral. compreendendo: a) o Comandante-Geral da Brigada Militar. o nível. V – atuar na fiscalização e controle dos serviços de vigilância particular no Estado.

e V – Seção Administrativa. e contará com as Seções de Justiça e Disciplina. e) os OPM de Ensino. indicado. 6º – O Subcomandante-Geral da Brigada Militar. em assessoramento direto ao Comandante-Geral. § 2º – Para o cumprimento de suas missões. II – Seção de Inteligência. competindo-lhe. f) os OPM de Logística. Coronel da ativa subordinado ao Comandante-Geral. competindo-lhe. as funções que lhe forem por ele delegadas.III – os Comandos Regionais e os Órgãos de Polícia Militar (OPM). os Oficiais. indicado pelo Secretário de Estado da Justiça e Segurança e nomeado pelo Chefe do Poder Executivo. de Feitos Especiais. compete o estudo e o planejamento estratégico de todas as atividades da Instituição. 5º – Ao Comandante-Geral. de Correição e a Seção Administrativa. orientação e fiscalização das atividades funcionais e da conduta dos servidores da Instituição. b) os Comandos Regionais de Bombeiros. o EMBM poderá requisitar informações dos demais órgãos componentes da estrutura da Brigada Militar. Parágrafo único – O Conselho Superior será secretariado pelo Coronel de menor precedência hierárquica. Parágrafo único – São autoridades policiais-militares o Comandante-Geral da Brigada Militar. órgãos de execução da Brigada Militar. § 1º – O Estado-Maior da Brigada Militar será chefiado por Coronel da ativa subordinado ao Comandante-Geral e será estruturado em: I – Seção de Efetivo e Legislação. Art. compete: I – a coordenação geral das atividades da Instituição. responsável pela disciplina. igualmente. . II – a presidência da Comissão de Avaliação e Mérito. órgão de direção-geral da Brigada Militar. 8º – Ao Estado-Maior da Brigada Militar (EMBM). g) os OPM de Saúde. 7º – O Conselho Superior é constituído pelos coronéis da ativa em exercício na Corporação. 9º – A Corregedoria-Geral (Cor-G). compreendendo: a) os Comandos Regionais de Polícia Ostensiva. Operações e Treinamento. Art. Patrimônio e Orçamento. IV – Seção de Comunicação Social. Art. c) os OPM de Polícia Ostensiva. ouvido o Comandante-Geral. com funções específicas de disciplinamento. Art. assessoramento e suporte administrativo. TÍTULO II DOS ÓRGÃOS DE DIREÇÃO-GERAL Art. e as Praças em comando de fração destacada. d) os OPM de Bombeiros. Art. o acompanhamento e manifestação em assuntos relevantes da Instituição. que será exercida diretamente pelo Comandante-Geral e pelos demais órgãos que compõem o referido Comando. e h) os OPM Especiais. pelo Secretário de Estado da Justiça e Segurança e nomeado pelo Chefe do Poder Executivo. será exercida pelo Corregedor-Geral. III – Seção de Logística. com vistas ao fornecimento de subsídios para a tomada de decisão. compete a administração da Instituição. e III – a direção do Conselho Superior. é o substituto do Comandante-Geral nos impedimentos eventuais deste. em assessoramento direto ao ComandanteGeral. no desempenho de atividade policial-militar no âmbito de suas circunscrições territoriais. 4º – Ao Comando-Geral.

competindo-lhes o planejamento. e V – o controle das Bandas de Música. o controle e a execução das diretrizes emanadas do comando da Instituição. patrimônio. 11 – O Gabinete do Comandante-Geral (Gab Cmt-G). Parágrafo único – Ao Gabinete do Comandante-Geral compete. cuja escolha recairá em coronel do QOES. II – o arquivo geral e o boletim diário da Corporação. logística. III – Assessoria da Qualidade. e II – Subcomissão de Avaliação e Mérito de Praças. instrução e pesquisa. e VI – elaborar o regulamento do estágio probatório dos servidores militares. 10 – A Ajudância-Geral será exercida pelo Ajudante-Geral. é órgão de assessoramento permanente do Comandante-Geral. a avaliação e o processamento das promoções das carreiras de Oficial e Praça. saúde. § 1º – Os Departamentos organizarão em forma de sistema as atividades de ensino. exames. 14 – O Departamento de Ensino (DE) é responsável pelo planejamento. Art. exceto para o Departamento de Saúde. presidida pelo Chefe do Estado-Maior. regulado em legislação própria e estruturado em: I – Subcomissão de Avaliação e Mérito de Oficiais. para encaminhamento posterior ao Comandante-Geral. . a direção. os elementos coligidos sobre o estágio probatório de integrantes de carreira de servidores militares. além do previsto em Lei. Art. III – fiscalizar as atividades dos órgãos e servidores da Brigada Militar. administração. subordinados ao Comandante-Geral. III – o apoio de praças e de material a todos os Órgãos sediados no QCG. II – exercer a apuração de responsabilidade criminal. estruturando-se em: I – Divisão de Supervisão. assessorar as ações do Subcomandante-Geral da Brigada Militar. pareceres técnicos e informações indispensáveis ao bom desempenho de sua função. escolhidos dentre os Coronéis da ativa integrantes do QOEM. Art. 12 – A Comissão de Avaliação e Mérito (CAM). V – providenciar junto a qualquer autoridade certidões. administrativa ou disciplinar. e IV – Secretaria Executiva. instrução e pesquisa. Parágrafo único – Compõem o Quartel do Comando-Geral os órgãos de direção-geral. II – Assessoria Parlamentar. Art. IV – avaliar. exceto a Corregedoria-Geral. § 2º – Os Departamentos serão dirigidos pelos Diretores de Departamento. 13 – Os órgãos de apoio da Brigada Militar são constituídos pelos Departamentos a que se refere o inciso II do artigo 2º deste Decreto. recursos humanos e informática. à qual compete o controle. TÍTULO III DOS ÓRGÃOS DE APOIO Art. realizando inspeções e correições e sugerindo as medidas necessárias ou recomendáveis para a racionalização e eficiência dos serviços. diligências. IV – a segurança e serviços gerais do QCG. contando em sua estrutura com: I – Assessoria Jurídica. II – Divisão de Treinamento.Parágrafo único – Compete à Corregedoria: I – cumprir atividades que lhe sejam atribuídas pelo Comandante-Geral. e III – Divisão Administrativa. presidida pelo Subcomandante-Geral. competindo-lhe: I – a administração do Quartel do Comando Geral (QCG). Oficial do Círculo dos Oficiais Superiores subordinado ao Comandante-Geral. e contará com as Seções Administrativa e de Pessoal. controle e fiscalização das atividades de ensino. ao qual compete o assessoramento direto ao Comandante-Geral. será chefiado por Oficial Superior a ele subordinado.

Art. bem como pela execução das atividades financeiro-orçamentário-contábeis da Instituição. estruturando-se em: I – Divisão Administrativa. II – Divisão de Saúde Animal. Art. de controle. competindo-lhe a aquisição. Operações e Treinamento. de auditoria e de pessoal. o estudo e planejamento estratégico e a coordenação da estrutura do respectivo Comando. Art. CAPÍTULO I Dos Comandos Regionais Art. escalões intermediários de comando. competem a responsabilidade e a execução das atividades administrativo-operacionais indispensáveis ao cumprimento das finalidades da Instituição. estruturando-se em: I – Seção de Efetivo e Legislação. 20 – Os Comandos Regionais. e IV – Divisão Administrativa. pelas atividades administrativo-operacionais dos OPM que lhes são subordinados. II – Divisão de Logística. distribuição. manutenção e contratação de todos os serviços. e IV – Divisão Técnica. de fiscalização. TÍTULO IV DOS ÓRGÃOS DE EXECUÇÃO Art. 19 – Aos órgãos de execução. § 1º – Os Comandos Regionais serão comandados por Oficiais Superiores. são responsáveis. estruturando-se em: I – Divisão de Saúde Humana. estruturando-se em: I – Divisão de Pessoal. § 2º – Os Comandos Regionais contarão com Chefes de Estado-Maior. II – Seção de Inteligência. e III – Divisão Administrativa. e IV – Divisão Técnica. e III – Seção de Logística. em suas respectivas circunscrições territoriais. III – Divisão de Gerência de Redes. . estruturando-se em: I – Divisão de Gerência Técnico-Operacional. 16 – O Departamento de Saúde (DS) é responsável pelo planejamento. controle e fiscalização dos bens patrimoniais afetos à Instituição. III – Divisão de Auditorias. II – Divisão de Finanças. classificando-se em Comandos Regionais de Polícia Ostensiva e em Comandos Regionais de Bombeiros. 17 – O Departamento Administrativo (DA) é responsável pela execução das atividades de planejamento. III – Divisão de Patrimônio. subordinados ao Comandante-Geral. 15 – O Departamento de Logística e Patrimônio (DLP) é responsável pelo planejamento. Patrimônio e Orçamento. controle e fiscalização dos sistemas informatizados da Instituição. aos quais compete o assessoramento direto ao Comandante. controle e fiscalização das atividades de saúde da Instituição. a substituição eventual deste. II – Divisão de Gerência de Informações. podendo ser dotados de Centros de Operações Policiais Militares. constituídos pelos Comandos Regionais e pelos Órgãos de Polícia Militar (OPM). Art. 18 – O Departamento de Informática (DI) é o responsável pelo planejamento.

tendo seus Comandante e Subcomandante escolhidos dentre os Oficiais. de Bombeiros. SEÇÃO I Dos OPM de Polícia Ostensiva Art. Destacamentos Especiais. Art. de Saúde e Especiais. constituídos de 02 a 07 Companhias ou Esquadrões. 24 – Aos OPM de Polícia Ostensiva compete a execução das atividades de polícia ostensiva no espaço de responsabilidade territorial. o qual poderá delegar esta subordinação. de Saúde e de Logística terão denominação própria. relacionados nas disposições finais deste Decreto. § 3º – Os OPM Especiais são subordinados ao Comandante-Geral. de Bombeiros e Especiais terão denominação própria. entretanto. existir mais de um OPM por município. Art. quando os indicadores de segurança pública. CAPÍTULO II Dos Órgãos de Polícia Militar Art. de Ensino. Esquadrões ou Subgrupamentos. subordinados aos Departamentos de Ensino. § 1º – Os OPM de Ensino. § 4º – Os OPM de Polícias Ostensiva. Regimentos. 22 – Aos Comandos Regionais de Bombeiros compete administrar a execução das atividades de bombeiros no âmbito de sua responsabilidade territorial. § 5º – Os OPM de Ensino. podendo constituir-se como: I – Batalhões.SEÇÃO I Dos Comandos Regionais de Polícia Ostensiva Art. para o comando. subordinado ao respectivo Comando Regional. III – Pelotão ou Seção. responsáveis pela execução das atividades administrativooperacionais indispensáveis ao cumprimento das finalidades da Instituição são classificadas em OPM de Polícia Ostensiva. SEÇÃO II Dos Comandos Regionais de Bombeiros Art. a função deve . respondendo perante o ComandoGeral da Corporação pelo grau de segurança pública de sua circunscrição. de acordo com as necessidades administrativas e operacionais da Instituição. Grupamentos. 23 – Os Órgãos de Polícia Militar (OPM). quando nele enquadrado. conforme estabelecido neste Decreto. respondendo perante o Comando-Geral da Corporação pela realização de suas atividades na correspondente circunscrição. 21 – Aos Comandos Regionais de Polícia Ostensiva compete administrar a execução das atividades de polícia ostensiva no respectivo espaço de responsabilidade territorial. de Logística e de Saúde são. e IV – Grupo. conforme os indicadores de segurança pública da respectiva circunscrição territorial e os indicadores específicos da Instituição: I – Batalhão. de Logística e Patrimônio e de Saúde. conforme seu nível hierárquico. II – Companhias. podendo. respondendo perante o Comando Regional pelo grau de segurança pública de sua circunscrição. 25 – Os OPM de Polícia Ostensiva tem circunscrição territorial normal correspondente ao município. sendo que. Regimento ou Destacamento Especial. 26 – Os OPM de Polícia Ostensiva serão constituídos nos seguintes níveis. respectivamente. de Logística. assim o recomendarem. § 2º – Os OPM de Polícia Ostensiva e de Bombeiros são subordinados aos respectivos Comandos Regionais ou a outro OPM.

subordinado ao respectivo Comando Regional ou ao comandante do respectivo Grupamento de Bombeiros. constituídas de 02 a 07 Grupos de Busca e Resgate Terrestre e/ou de Busca e Resgate Aquático. a função deve recair nos postos do Círculo de Oficiais Superiores. quando nele enquadrado. criados a partir deste Decreto. quando neles enquadrados. serão denominados Destacamentos Especiais. constituído de 02 a 07 Grupos Policial Militar e que terá como Comandante servidor militar do Círculo de Oficiais. para o comando. subordinado ao respectivo Comando Regional ou ao comandante do respectivo Pelotão. que terá como Comandante servidor militar do Círculo de Oficiais. . subordinado ao respectivo Comando Regional ou ao comandante do respectivo Grupamento de Bombeiros. contando. III – Pelotão. quando nele enquadrado. e VI – Grupo de Combate a Incêndio e Grupo de Busca e Resgate. quando nele enquadrado. constituídos de 02 a 07 Pelotões. subordinado ao respectivo Comando Regional. ser constituído como Grupo de Busca e Resgate e. SEÇÃO II Dos OPM de Bombeiros Art. com assessorias de Efetivo e Logística e de Inteligência e Operações. e terão como Comandante servidor militar do Círculo de Oficiais.recair nos postos do Círculo de Oficiais Superiores. quando nele enquadrado. respondendo perante o Comando Regional pela execução destas atividades no âmbito de sua circunscrição. constituídos de 02 a 07 Seções de Bombeiros. contar com assessoria de Análise Técnica. 28 – Os OPM de Bombeiros serão constituídos nos seguintes níveis. que terá como Comandante servidor militar do Círculo de Oficiais. 27 – Aos OPM de Bombeiros compete a execução das atividades de bombeiros no espaço de responsabilidade territorial. que terá como Comandante servidor militar do Círculo de Oficiais e será constituída de 02 a 07 Grupos de Combate a Incêndio podendo um deles. subordinado ao respectivo Comando Regional ou ao comandante do respectivo Subgrupamento. subordinados ao respectivo Comando Regional ou ao comandante do respectivo Batalhão ou Regimento. constituído de 02 a 07 Subgrupamentos de Bombeiros e 01 Subgrupamento de Busca e Resgate e que terá Comandante e Subcomandante. subordinado ao respectivo Comando Regional ou ao comandante da respectiva Seção. II – Companhia ou Esquadrão. contando com assessorias de Análise Técnica. IV – Seção de Bombeiros. quando couber. conforme os indicadores de segurança pública da respectiva circunscrição territorial e os indicadores específicos da Instituição: I – Grupamento de Bombeiros. § 1º – Os OPM constantes no Inciso I deste artigo. ainda. contar com assessoria de Análise Técnica. podendo uma delas. que terá como Comandante servidor militar do Círculo de Oficiais. subordinado ao respectivo Comando Regional ou ao comandante do respectivo Subgrupamento. escolhidos dentre os Oficiais. ser constituída como Seção de Busca e Resgate e. constituídos de 02 a 07 Seções de Busca e Resgate Terrestre e/ou de Busca e Resgate Aquático. e IV – Grupo de Polícia Militar. quando nele enquadrado. Art. quando nele enquadrado. subordinado ao Comando Regional ou ao respectivo comandante de companhia ou esquadrão. constituído de 06 a 10 Servidores Militares Estaduais e que terá como Comandante servidor militar do Círculo de Oficiais ou do Círculo de Sargentos. de Efetivo e Logística e de Inteligência e Operações. II – Subgrupamento de Bombeiros. § 2º – Os atuais Batalhões e Regimentos deverão adaptar sua estrutura organizacional ao disposto neste artigo. se necessário. se necessário. sendo que. V – Seção de Busca e Resgate. quando neles enquadrados. III – Subgrupamento de Busca e Resgate. quando couber. que será constituído de 06 a 10 Servidores Militares Estaduais e que terá como Comandante servidor militar do Círculo de Oficiais ou do Círculo de Sargentos.

Art. buscando sua aplicação no exercício da Polícia Ostensiva e na preservação da ordem pública. III – elaborar projetos e proceder à pesquisas encomendadas pelo escalão superior ou de iniciativa da unidade. utilidade. III – Seção de Ensino. sob a coordenação das respectivas escolas. VI – Escola de Bombeiros (EsBo). competindo-lhe: I – manter cadastro dos pesquisadores. Art. e VII – A Escola de Educação Física da Brigada Militar (EsEFBM). os Comandos Regionais de Polícia Ostensiva e os Comandos Regionais de Bombeiros poderão habilitar as praças para o exercício das atividades da Brigada Militar. estruturando-se em Secretaria. V – Escola de Habilitação e Especialização de Praças (EsHEP). 29 – Os OPM de Ensino. pesquisas e entidades afins. II – Seção de Ensino. II – Seção de Administração. formalística. em todas as áreas de conhecimentos afins às competências e à administração da Instituição. estrutura-se em: I – Seção Administrativa. Seção de Administração e Seção de Pesquisa e Extensão. e III – Corpo de Alunos. no âmbito da Corporação. . II – acompanhar e avaliar os Projetos de Pesquisas. validade. 33 – O Museu da Brigada Militar (MusBM). Estudos Técnicos e Obras quanto a sua pertinência. e VII – apoiar e coordenar as investigações científicas. 32 – O Colégio Tiradentes (CT). além da habilitação e especialização das Praças. § 2º – Excepcionalmente. estruturando-se em: I – Secretaria. e IV – ao Museu da Brigada Militar (MusBM). V – difundir o conhecimento produzido para a comunidade. instrução e pesquisa. escola de 2º Grau integrante do Sistema Estadual de Ensino. com garantia de vagas na forma do seu Regimento Interno. § 1º – As Escolas referidas nos incisos V e VI deste artigo.SEÇÃO III Dos OPM de Ensino Art. aplicabilidade e ineditismo. funcionarão como laboratório de ensino. e II – Seção Administrativa. Art. Parágrafo único – O Colégio Tiradentes fornecerá condições de ensino aos filhos de servidores militares estaduais que forem transferidos para Porto Alegre. III – ao Colégio Tiradentes (CT). II – ao Instituto de Pesquisas da Brigada Militar (IPBM). serão comandados e dirigidos por Oficiais Superiores e correspondem: I – à Academia de Polícia Militar (APM). IV – efetuar intercâmbio técnico-científico com organizações de pesquisa. IV – Escola Superior de Oficiais (ESO). responsáveis pelas atividades de ensino. 31 – O Instituto de Pesquisas da Brigada Militar (IPBM) é responsável pela pesquisa científica na Instituição. VI – estimular e desenvolver o comportamento investigativo e científico na Instituição. 30 – A Academia de Polícia Militar (APM) será responsável pelas atividade de ensino das escolas. responsável pelo acervo histórico e cultural da Brigada Militar. Art. estrutura-se em: I – Seção de Acervo.

distribuição e manutenção dos materiais de motomecanização. recebimento. 34 – Os OPM de Logística. compete: I – a previsão. compete: I – a previsão. 39 – Ao Centro de Subsistência. e IV – a padronização e atualização das especificações do material bélico. II – o planejamento. II – a produção de materiais destinados ao treinamento da tropa. de obras e manutenção predial. IV – a execução de projeto básico para instalações de redes e controle dos registros de redes e licenças do funcionamento das estações junto ao órgão competente. de Recebimento e Distribuição e de Manutenção e Redes. II – a avaliação. compete: I – a previsão. armazenagem. Administrativa. distribuição. correspondendo a: I – Centro de Intendência. Art. execução e fiscalização dos serviços de engenharia. 36 – Ao Centro de Obras. e III – a padronização e a atualização das especificações dos materiais de obras. serão chefiados por Oficiais Superiores. Art. V – Centro de Subsistência. recebimento. estruturado em 3 (três) seções. Administrativa. Art. . responsáveis pelas atividades de controle e fiscalização dos bens patrimoniais afetos à Instituição e de aquisição. perícia. estruturado em 2 (duas) Seções. instalação e manutenção dos meios de informática. Administrativa.SEÇÃO IV Dos OPM de Logística Art. e IV – a padronização e atualização das especificações dos materiais de motomecanização. estruturado em 3 (três) Seções. compete a previsão. a armazenagem e a distribuição de material de subsistência. II – a instalação e manutenção dos meios de comunicações. 40 – Ao Centro de Motomecanização. e VII – Companhia Logística. 38 – Ao Centro de Material Bélico. o recebimento. recebimento. de Recebimento e Distribuição e de Patrimônio e Obras. III – a padronização e atualização das especificações dos materiais de comunicações. armazenagem e distribuição de materiais de obras. parecer técnico. compete: I – a previsão. III – o acompanhamento estatístico sobre a frota e sua manutenção. distribuição e manutenção dos suprimentos de material de intendência. II – Centro de Obras. IV – Centro de Material Bélico. Art. armazenagem. de Recebimento e Distribuição e de Oficinas. 35 – Ao Centro de Intendência. e II – a padronização. o controle individual do vestuário e uniformes e a atualização das especificações dos materiais de intendência. manutenção e contratação de todos os serviços. Art. armazenagem e distribuição dos meios de comunicações. III – a organização e controle individual da prática de tiro. projeto. e V – o recebimento. recebimento. de Recebimento e Distribuição e de Oficinas. armazenagem. VI – Centro de Motomecanização. Administrativa. compete: I – a previsão. estruturado em 3 (três ) Seções. distribuição e manutenção de material bélico. Administrativa e de Recebimento e Distribuição. recebimento. Administrativa. Art. estruturado em 3 (três) Seções. estruturado em 3 (três) Seções. armazenagem. confecção. 37 – Ao Centro de Comunicações. de Recebimento e Distribuição e de Manutenção. III – Centro de Comunicações. padronização de material e frota. distribuição.

§ 2º – Os Batalhões e o Esquadrão mencionados nos incisos I a IV e VII. § 2º – O Centro Médico-Odontológico da Brigada Militar (CMOBM) estrutura-se na Seção TécnicoAdministrativa e em Policlínicas. na forma estabelecida para os órgãos de igual denominação dos OPM de Polícia Ostensiva. 43 – Os OPM Especiais. 45 – Ao Batalhão de Polícia Ambiental compete cumprir e fazer cumprir a legislação ambiental. e IV – Companhias de Polícia Ambiental. comandados por Oficiais Superiores: I – Batalhão de Polícia Rodoviária Estadual (BPRv). VI – Grupamento de Polícia Militar Aéreo (GPMA). deste artigo.Art. observado o disposto nos artigos posteriores. Patrimônio e Orçamento. por intermédio da proposição de convênios. de Vigilância e Guardas (GSVG). II – ao Hospital da Brigada Militar de Santa Maria (HBM/SM). salvo disposições em convênio. Parágrafo único – O Batalhão de Polícia Ambiental estrutura-se em: I – Seção de Efetivo e Legislação. os seus Comandantes serão assessorados e substituídos. compreendem os seguintes Batalhões. Art. ativos e inativos. com sua competência delegada em áreas especializadas. da Corporação. 44 – Ao Batalhão de Polícia Rodoviária Estadual compete a execução das atividades de polícia ostensiva nas rodovias estaduais e outras atribuições previstas em Leis e Regulamentos. §1º – O Hospital da Brigada Militar de Porto Alegre (HBM/PA) e o Hospital da Brigada Militar de Santa Maria (HBM/SM) estruturam-se em 2 (duas) Seções. II – Batalhão de Polícia Ambiental (BPA). aplicando-se-lhes a disposição do artigo 25 deste Decreto. Grupamentos e Esquadrão. em termos de efetivo. serão organizados. estruturando-se em: I – Seção de Efetivo e Legislação. 42 – Os OPM de Saúde responsáveis pela assistência e prevenção médico-hospitalar e odontológica aos servidores militares e civis. compete: I – o transporte e fornecimento de materiais de campanha. estruturada em 2 (duas) seções. e II – a execução de ações de apoio à unidades empregadas em operações. e seus dependentes. . Administrativa e de Operações. 41 – À Companhia Logística. Operações e Treinamento. pelos respectivos Subcomandantes integrantes do Círculo de Oficiais. II – Seção de Inteligência. SEÇÃO VI Dos OPM Especiais Art. IV – Batalhão de Polícia Fazendária (BPF). em eventuais impedimentos. SEÇÃO V Dos OPM de Saúde Art. Art. e correspondem: I – ao Hospital da Brigada Militar de Porto Alegre (HBM/PA). e VII – Esquadrão de Guarda Externa de Presídio de Porto Alegre (EGEPPOA). e III – ao Centro Médico-Odontológico da Brigada Militar (CMOBM). serão dirigidos por Oficiais Superiores. Operações e Treinamento. III – Batalhão de Operações Especiais (BOE). III – Seção de Logística. § 1º – Nos Batalhões. II – Seção de Inteligência. V – Grupamento de Supervisão. III – Seção de Logística. representar a Brigada Militar nas atividades atinentes à área e promover o intercâmbio com outros órgãos governamentais e não governamentais. e IV – Companhias de Polícia Rodoviária. Patrimônio e Orçamento. a Administrativa e a Técnica.

Art. Parágrafo único – O Batalhão de Polícia Fazendária estrutura-se em: I – Seção Administrativa. 52 – As funções de Comandante-Geral. III – atuar nas ações de alto risco. e III – Companhias de Polícia Fazendária. ressalvado o disposto nos artigos 4º e 5º deste Decreto. Parágrafo único – O Grupamento de Supervisão. proposto pelo Comandante-Geral e aprovado pelo Secretário de Estado da Justiça e da Segurança. TÍTULO V DAS DISPOSIÇÕES FINAIS Art. de Vigilância e Guardas terá sua competência definida em legislação própria. Art. Operações e Treinamento. 54 – Ao exercício de funções de Comando pelas Praças corresponderá a percepção de função gratificada. conforme definido no Regimento Interno. estruturando-se em 2 (duas) Seções. é constituído de 02 a 07 Pelotões. . inclusive quanto aos demais níveis de organização administrativa. Art. Operações e Treinamento. Parágrafo único – O Batalhão de Operações Especiais estrutura-se em: I – Seção Administrativa. Art. 48 – O Grupamento de Supervisão. 47 – Ao Batalhão de Polícia Fazendária compete apoiar os órgãos governamentais nas ações necessárias à execução das atividades de fiscalização fazendária. de Corregedor-Geral e de Diretores dos Departamentos são privativos do posto de Coronel do QOEM. II – Seção de Inteligência. e III – Seção de Controle e Fiscalização. a estrutura interna e a respectiva competência dos órgãos integrantes da Brigada Militar. Administrativa e Técnica. por designação do Comandante-Geral. Art. 50 – O Esquadrão de Guarda Externa de Presídio de Porto Alegre.Art. limitada ao estabelecido em lei. Art. 53 – Observado o disposto neste Decreto. com exceção da função de Diretor do Departamento de Saúde. mediante indicação do Comandante-Geral. II – Seção de Inteligência. 51 – O exercício das funções da estrutura hierárquica estabelecida neste Decreto por titulares de postos de Oficial Superior será efetivada por nomeação do Chefe do Poder Executivo. II – Seção de Registro e Licenciamento. de Chefe do Estado-Maior. de Subcomandante-Geral. Art. serão regulados por Regimento Interno. que terão como Comandante servidor militar do Círculo de Oficiais. II – apoiar as ações dos OPM. e III – Companhias de Operações Especiais. e IV – manter-se como OPM reserva de manobra do Comandante-Geral. 49 – Ao Grupamento de Polícia Militar Aérea compete executar ações de policiamento aéreo e apoiar os OPM no cumprimento de suas missões. de Vigilância e Guardas estrutura-se em: I – Seção Administrativa. 46 – Ao Batalhão de Operações Especiais compete: I – executar ações de manutenção da ordem pública. subordinado ao Comando Regional da Área Metropolitana de Porto Alegre. e. que será exercida por um Coronel do Quadro de Oficiais Especialistas em Saúde – QOES. nos demais casos.

dos níveis. os quantitativos por postos e graduações constantes do Quadro Anexo a este Decreto. . da Constituição do Estado.º 30. passarão a ser providos. da subordinação e do grau de comando dos órgãos da Brigada Militar. parágrafo único.462. as promoções. de 18 de agosto de 1997. 57 – Revogam-se as disposições em contrário. 4° – Este Decreto entra em vigor na data de sua publicação.01. até a normalização da regularidade de seus provimentos de acordo com as regras deste artigo. da referida Lei.992 de 18 de agosto de 1997. observará.993 de 18 de agosto de 1997. 1º – O provimento gradual das vagas acrescidas ao efetivo da Brigada Militar a que se refere o artigo 4º da Lei nº 10. em especial o Decreto de n. Art. observadas as condições e o procedimento previsto no artigo 7°. Dispõe sobre o provimento de cargos dos Quadros e Qualificações das carreiras dos Servidores Militares da Brigada Militar do Estado e dá outras providências. O GOVERNADOR DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL. no dia 18 de novembro. da Lei n° 10. será realizado. de conformidade com as disposições da Lei n° 10. em Porto Alegre. nas condições estabelecidas no artigo 16. (DOE de 23. a ser definido pelo Estado-Maior da Brigada Militar e aprovado por Portaria do Secretário de Estado da Justiça e da Segurança que definirá a proporção dos recursos humanos a serem disponibilizados para cada Município do Estado. fixados de acordo com o artigo 1º. DE 22 DE JANEIRO DE 1998. parágrafos 1° a 6°. PALÁCIO PIRATINI. constituem indicadores de segurança pública básicos a população urbana e rural. Art. Art. através de promoções nos quantitativos discriminados para cada ano. é compatível para oficiais integrantes do Quadro Especial de Oficiais da Brigada Militar em Extinção – QEOBMEx – e do Quadro de Oficiais de Administração – QOA –. realizando-se. alínea “c”.108. ambos em extinção. ANTÔNIO BRITTO. § 2° – O exercício de funções previstas em quadros de organização e distribuição do efetivo da Brigada Militar para cargos de 1° Tenente do QTPM. 5º – Revogam-se as disposições em contrário.992 de 18 de agosto de 1997. e indicadores específicos da Instituição relacionados no Anexo Único deste Decreto.98) DECRETO Nº 38. 2° – O provimento de graduações de 3° Sargento é autorizado de acordo com os quantitativos previstos no Quadro Anexo a este Decreto. no uso de atribuição que lhe confere o artigo 82. Art.Art. Art. DECRETA: Art. 56 – Este Decreto entra em vigor na data de sua publicação. de 08 de dezembro de 1981. Governador do Estado. 3° – O provimento dos cargos discriminados no Quadro Anexo a este Decreto.993 de 18 de agosto de 1997. de acordo com o artigo 19 da Lei n° 10. da Lei n° 10.992. Parágrafo único – A cada indicador aplica-se um fator numérico. § 1º – Os cargos de 1º Tenente do Quadro de Tenentes de Polícia Militar – QTPM –. 55 – Para os fins de fixação do efetivo. inciso V. inciso I. no período compreendido entre os anos de 1997 a 2001. Art.

devendo ser examinada a ocorrência dos requisitos previstos no artigo 5º da mencionada Lei Complementar. III – atendido o disposto no inciso I deste artigo. 2º– A promoção extraordinária dos servidores das carreiras de nível médio. ANTÔNIO BRITTO. de 18 de agosto de 1997. fazendo constar no mesmo: a) apreciação das circunstâncias em que se deu o evento. 1º obedecerá ao seguinte procedimento administrativo: I – o órgão de locação do servidor iniciará procedimento administrativo próprio. § 1º– Nas hipóteses regradas pelo artigo 3º da Lei Complementar n. de acordo com o disposto no art. se dará ao grau hierarquicamente superior da respectiva carreira.992 DE 18 DE AGOSTO DE 1997). Art. que oficializará o ato de promoção extraordinária ou remeterá ao exame do Governador do Estado. DECRETA: Art. decorrente de ato de bravura. .01. caput. em Porto Alegre. de 18 de agosto de 1997. DE 11 DE MAIO DE 1998. do mencionado diploma legal.º 38.000. c) publicação de declaração mencionada na alínea “a” no Diário Oficial do Estado. 22 de janeiro de 1998.º 11.98) ANEXO ÚNICO PROVIMENTO GRADUAL DAS VAGAS ACRESCIDAS AO EFETIVO DA BRIGADA MILITAR PERÍODO DE 1997 E 2001 (LEI N° 10.000. inciso V. certidão de óbito. b) laudo oficial que ateste a invalidez permanente ou no caso de morte. (DOE de 23. DECRETO N. ex officio ou mediante provocação. Governador do Estado. da Constituição do Estado. o expediente será remetido ao Secretário da Justiça e da Segurança. II – o mesmo procedimento previsto no inciso anterior será adotado no caso de reconhecimento de ato de bravura. O GOVERNADOR DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL. § 2º– O benefício constante no parágrafo único do dispositivo legal mencionado no parágrafo anterior corresponderá à percepção de parcela adicional em valor equivalente à vinte por cento de vencimento ou soldo percebido. 1º – A concessão do benefício de que trata o art.1º.PALÁCIO PIRATINI. a ser calculado pela Comissão de Pensões Vitalícias da Secretaria da Justiça e da Segurança.480. Regulamenta a Lei Complementar nº 11. Art. 3º– O procedimento a que se refere este Decreto não substitui ou exclui outros referentes a direitos e vantagens dos servidores e seus dependentes. o benefício corresponderá à percepção de parcela adicional no valor equivalente entre o vencimento ou soldo inicial e o final das respectivas carreiras. no uso da atribuição que lhe confere o artigo 82. com declaração de sua ocorrência.

Art. de acordo com o fixado na Lei nº 10.98) .993. da Constituição do Estado. 08 de junho de 1998. Apoio e Execução previstos na Lei nº 10. 6º – Revogam-se as disposições em contrário. 11 de maio de 1998 (DOE de 12.547.06. Porto Alegre. Art.05. DECRETA: Art. de 5 de junho de 1998. Considerando que as organizações policiais devem colocar o máximo possível de seu efetivo em atividades operacionais. de 18 de agosto de 1997. O GOVERNADOR DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL. através do Decreto nº 38. fixado através da Lei n º 10. Polícia Civil e Superintendências de Serviços Penitenciários. 3º – Revogam-se as disposições em contrário. de 18 de agosto de 1997.993. DE 08 DE JUNHO DE 1998. (DOE de 09. 4º – O Secretário de Estado da Justiça e da Segurança emitirá Portaria estabelecendo os procedimentos administrativos necessários ao cumprimento deste Decreto.2º – Este Decreto entra em vigor na data de sua publicação. PALÁCIO PIRATINI. é distribuído nos órgãos de Direção. através da informatização dos seus procedimentos. 1º– O efetivo de servidores militares do Estado. Parágrafo único – A distribuição do efetivo de que trata o “caput”. em Porto Alegre. de 18 de agosto de 1997. inciso V.permanecerá inalterada até a conclusão dos estudos realizados pelo Grupo de Trabalho instituído pelo Decreto n º 38. instituiu Grupo de Trabalho com a finalidade de racionalizar as áreas de apoio administrativo da Brigada Militar.991. que dispõe sobre a organização básica da Brigada Militar e sua respectiva regulamentação.548. Art. Art. no uso da atribuição que lhe confere o artigo 82. Considerando que o Poder Executivo. PALÁCIO PIRATINI. Distribui o efetivo da Brigada Militar. 5º – Este Decreto entra em vigor na data de sua publicação.98) DECRETO Nº 38.547. de 5 de junho de 1998. conforme o Quadro em anexo a este Decreto. visando modernizar seus métodos de trabalho.Art.

.. disciplinados....990 e 10.............. de 18 de agosto de 1997. 22 de junho de 1998.... e dá outras providências......... (DOE de 23..06..................... (As alterações foram inseridas na LC nº 10.....990/97) .. 5º – Revogam-se as disposições em contrário.... PALÁCIO PIRATINI.............1º – O artigo 58 da Lei Complementar nº 10... em Porto Alegre........ que a Assembléia Legislativa aprovou e eu sanciono e promulgo a Lei Complementar seguinte: Art.............................................. 4º – Esta Lei Complementar entra em vigor na data de sua publicação...................º 11..... produzindo efeitos a contar de 18 de agosto de 1997............................... passa a ter a seguinte redação: ................ ambas de 18 de agosto de 1997.992.... (As alterações foram inseridas na LC nº 10.. inciso IV....... 2º – O artigo 14 da Lei Complementar nº 10.................... Art....... O GOVERNADOR DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL... passa a vigorar com a seguinte redação: ... Faço saber..........LEI COMPLEMENTAR N....... respectivamente.. em cumprimento ao disposto no artigo 82.. pelas Leis Complementares nºs 10...............................992........................... Art...... Art............................... de 18 de agosto de 1997... DE 22 DE JUNHO DE 1998...98) ......990... 3º – As despesas decorrentes da execução desta Lei correrão à conta de dotações orçamentárias próprias... Art....170...........992/97) . Altera disposições do Estatuto dos Servidores Militares do Estado do Rio Grande do Sul e de sua Carreira................. da Constituição do Estado.............