LEI COMPLEMENTAR N.º 10.990, DE 18 DE AGOSTO DE 1997.

Dispõe sobre o Estatuto dos Servidores Militares da Brigada Militar do Estado do Rio Grande do Sul e dá outras providências. (D.O.E. de 19.08.97)

Edição CORAG Assessoria de Publicações Técnicas Porto Alegre, 1998

SUMÁRIO
– – – – – – – – – – – – – – – – – – – – – – – – – – – – – – – Do Provimento – Arts. 9º ao 11 Da Hierarquia e da Disciplina – Arts. 12 ao 17 Do Cargo e da Função Policiais-Militares – Arts. 18 ao 23 Do Valor Policial-Militar – Art. 24 Da Ética Policial-Militar – Arts. 25 ao 28 Dos Deveres Policiais-Militares – Art.29 Do Compromisso Policial-Militar – Arts. 30 e 31 Do Comando e da Subordinação – Arts. 32 ao 34 Da Violação das Obrigações e dos Deveres – Arts.35 ao 39 Dos Crimes Militares – Art.40 Do Conselho de Justificação – Arts. 41 ao 43 Do Conselho de Disciplina – Arts. 44 e 45 Dos Direitos dos Servidores Militares – Arts. 46 e 47 Da Remuneração – Arts.48 ao 50 Assistência Médico-Hospitar – Arts. 51 ao 55 Da Promoção – Arts. 56 ao 58 Das Férias e Outros Afastamentos Temporários do Serviço – Arts. 59º ao 68º Das Licenças – Arts.69 ao 82. Da Pensão Policial-Militar – Arts. 83 ao 85 Das Prerrogativas – Arts. 86 e 87 Do Uso dos Uniformes da Brigada Militar – Arts. 88 a 91 Da Agregação – Arts. 92 ao 94 Da Reversão – Arts. 95 e 96 Do Excedente – Art. 97 Do Ausente – Art. 98 Do Desaparecimento e do Extravio – Arts. 99 ao 102 Do Desligamanto ou Exclusão do serviço Ativo – Arts. 100 ao 102 Da Reinclusão – Art. 103 Da Transferência para Reserva Remunerada – Arts. 104 ao 112 Da Reforma – Arts. 113 ao 121 Da Demissão, da Perda do Posto e da Patente e da Declaração de Indignidade ou Incompatibilidade com o Oficialato – Arts. 122 ao 127 – Do Licenciamento – Arts. 128 ao 130 – Da Anulação de Inclusão – Art.131 – Da Exclusão da Praça a Bem da Disciplina – Arts. 132 ao 134 – Da Deserção – Art. 135 – Do Falecimento e do Extravio – Arts. 136 ao 138 – Do Tempo de Serviço – Arts. 139 ao 147 – Da Licença para Acompanhar o Cônjuge – Arts. 148 a 149 – Das Recompensas e das Dispensas de Serviço – Arts. 150 a 152 – Das Prorrogação do Serviço Policial Militar – Art. 153 – Das Disposições Finais e Transitórias – Arts. 154 ao 163

LEGISLAÇÃO COMPLEMENTAR
LEI N.º 10.991, DE 18 DE AGOSTO DE 1997. Dispõe sobre a Organização Básica da Brigada Militar do Estado do RS e dá outras providências. LEI COMPLEMENTAR N.º 10.992, DE 18 DE AGOSTO DE 1997. Dispõe sobre a carreira dos Servidores Militares do Estado do RS e dá outras providências. LEI N.º 10.993, DE 18 DE AGOSTO DE 1997. Fixa o efetivo da Brigada Militar do Estado e dá outras providências. LEI N.º 10.996, DE 18 DE AGOSTO DE 1997. Estabelece benefício ao servidor integrante dos órgãos operacionais da Secretaria da Justiça e da Segurança, ou ao seu beneficiário, na ocorrência dos eventos “invalidez permanente, total ou parcial, ou morte”, ocorridos em serviço. LEI COMPLEMENTAR N.º 11.000, DE 18 DE AGOSTO DE 1997. Dispõe sobre a promoção extraordinária do Servidor Militar e do Servidor integrantes dos Quadros da Polícia Civil , do Instituto-Geral de Perícias e da Superintendência dos Serviços Penitenciários. DECRETO N.º 37.794, DE 22 DE SETEMBRO DE 1997. Dispõe sobre diárias devidas a policiais militares e dá outras providências. O “caput” do art.1º, alterado p/D 37.878/97, inseridas no texto deste Decreto. DECRETO N.º 38.107, DE 22 DE JANEIRO DE 1998. Regulamenta a Lei de Organização Básica e Qualificação das Carreiras dos Servidores Militares da Brigada Militar do Estado do RS e dá outras providências. DECRETO N.º 38.108, DE 22 DE JANEIRO DE 1998. Dispõe sobre o provimento de cargos e Qualificação das Carreiras do Servidores Militares da Brigada Militar do Estado do RS e dá outras providências. DECRETO N.º 38.480, DE 11 DE MAIO DE 1998. Regulamenta a Lei Complementar n.º 11.000, de 18 de agosto de 1997. DECRETO N.º 38.548, DE 08 DE JUNHO DE 1998. Distribui o efetivo da Brigada Militar, de acordo o fixado na Lei n.º 10.993/97. LEI COMPLEMENTAR N.º 11.170, DE 22 DE JUNHO DE 1998. Altera disposições do Estatuto dos Servidores Militares do Estado do Rio Grande do Sul e de sua Carreira, disciplinados, respectivamente, pelas Leis Complementares n.ºs. 10.990 e 10.992, ambas de 18 de agosto de 1997 e dá outras providências. DECRETO N.º 37.536, DE 08 DE JULHO DE 1997. Dispõe sobre as condições gerais e específicas para ingresso voluntário na Brigada Militar. DECRETO N.º 37.939, DE 17 DE NOVEMBRO DE 1997. Regulamenta a Comissão de Avaliação e Mérito da Brigada Militar e dá outras providências.

LEI COMPLEMENTAR N.º 10.990, DE 18 DE AGOSTO DE 1997. Dispõe sobre o Estatuto dos Servidores Militares da Brigada Militar do Estado do Rio Grande do Sul e dá outras providências.
O GOVERNADOR DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL. Faço saber, em cumprimento ao disposto no artigo 82, inciso IV, da Constituição do Estado, que a Assembléia Legislativa aprovou e eu sanciono e promulgo a Lei seguinte: Art. 1° – Este Estatuto regula a situação, obrigações, deveres, direitos e prerrogativas dos servidores militares do Estado. Art. 2° – A Brigada Militar, instituída para a preservação da ordem pública no Estado e considerada Força Auxiliar, reserva do Exército Brasileiro é instituição permanente e regular, organizada com base na hierarquia e na disciplina, sob a autoridade suprema do Governador do Estado. Art. 3° – Os integrantes da Brigada Militar do Estado, em razão da destinação constitucional da Corporação e em decorrência das leis vigentes, constituem uma categoria especial de servidores públicos estaduais, sendo denominados servidores militares. § 1° – Os servidores militares encontram-se em uma das seguintes situações: I – na ativa: a) os servidores militares de carreira; b) os servidores militares temporários; c) os componentes da reserva remunerada, quando convocados; d) os alunos de órgãos de formação de servidor militar da ativa. II – na inatividade: a) na reserva remunerada, quando pertencem à reserva da Corporação e percebem remuneração do Estado, porém sujeitos, ainda, à prestação de serviço na ativa, mediante convocação; b) reformados, quando, tendo passado por uma das situações anteriores, estão dispensados, definitivamente, da prestação de serviço na ativa, mas continuam a perceber remuneração do Estado; c) na reserva não remunerada, na forma da legislação específica. § 2° – Os servidores militares de carreira são os que, no desempenho voluntário e permanente do serviço policial-militar, têm vitaliciedade assegurada ou presumida. § 3° – Em casos especiais, regulados por lei, os servidores militares da reserva remunerada poderão, mediante aceitação voluntária, ser designados para o serviço ativo, em caráter transitório, por proposta do Comandante- Geral e ato do Governador do Estado. Art. 4° – O serviço policial-militar consiste no exercício de atividades inerentes à Brigada Militar e compreende todos os encargos previstos na legislação específica e peculiar. Art. 5° – A carreira policial-militar é caracterizada por atividade contínua e inteiramente devotada às finalidades da Brigada Militar, denominada atividade policial-militar. Parágrafo único – A carreira policial-militar é privativa do pessoal da ativa, iniciando-se com o ingresso na Brigada Militar e obedecendo à seqüência de graus hierárquicos.

Art. 6° – São equivalentes as expressões “na ativa”, “da ativa”, “em serviço ativo”, “em serviço na ativa”, “em serviço”, “em atividade” ou “em atividade policial-militar” referidas aos servidores militares no desempenho de cargo, comissão, encargo, incumbência ou missão, serviço ou atividade policial-militar ou considerada de natureza policial-militar, nas organizações policiais - militares, bem como, quando previsto em lei ou regulamento, em outros órgãos do Estado. Art. 7° – A condição jurídica dos servidores militares é definida pelos dispositivos constitucionais que lhes forem aplicáveis, por este Estatuto e pelas leis e regulamentos que lhes outorgam direitos e prerrogativas e lhes impõem deveres e obrigações. Art. 8° – O disposto neste Estatuto aplica-se, no que couber, aos servidores - militares da reserva remunerada e reformados. Parágrafo único – Os Oficiais nomeados Juízes do Tribunal Militar do Estado são regidos por legislação própria. DO PROVIMENTO Art. 9° – O ingresso na Brigada Militar é facultado a todos os brasileiros, sem distinção de raça, sexo ou de crença religiosa, mediante concurso público, observadas as condições prescritas em lei. Art. 10 – São requisitos para o ingresso na Brigada Militar: I – ser brasileiro; II – possuir ilibada conduta pública e privada; III – estar quite com as obrigações eleitorais e militares; IV – não ter sofrido condenação criminal com pena privativa de liberdade ou qualquer condenação incompatível com a função policial-militar; V – não estar respondendo processo criminal; VI – não ter sido isentado do serviço militar por incapacidade física definitiva; e VII – obter aprovação nos exames médico, físico, psicológico e intelectual, exigidos para inclusão, nomeação ou matrícula. Parágrafo único – As condições específicas, conforme o quadro ou qualificação, serão as previstas no regulamento de ingresso. Art. 11 – Para o cômputo do tempo correspondente ao período probatório será considerado o tempo de serviço do servidor militar como aluno - oficial. Parágrafo único – Excetuam-se do disposto no “caput” os atuais 1° e 2° Tenentes PM e os atuais Aspirantes-a-Oficial.

DA HIERARQUIA E DA DISCIPLINA
Art. 12 – A hierarquia e a disciplina militares são a base institucional da Brigada Militar, sendo que a autoridade e a responsabilidade crescem com o grau hierárquico. § 1° – A hierarquia militar é a ordenação da autoridade em níveis diferentes, dentro da estrutura da corporação, sendo que a ordenação se faz por postos ou graduações e, dentro de um mesmo posto ou de uma mesma graduação, se faz pela antigüidade no posto ou na graduação, consubstanciada no espírito de acatamento à seqüência de autoridade. § 2° – A disciplina militar é a rigorosa observância e o acatamento integral das leis, regulamentos, normas e disposições que fundamentam o organismo policial-militar e coordenam o seu funcionamento regular e harmônico, traduzindo-se pelo cumprimento do dever por parte de todos e de cada um dos seus componentes. § 3° – A disciplina militar e o respeito à hierarquia devem ser mantidos entre servidores militares da ativa, da reserva remunerada e reformados.

Geral e do Chefe do Estado Maior. § 2° – Os graus hierárquicos inicial e final dos Quadros e Classificações são os compreendidos nas carreiras de nível superior e médio. os servidores militares na ativa têm precedência sobre os na inatividade. e o último. nomeação. ainda assim. do mesmo grau hierárquico. § 2° – No caso de igualdade na data referida no parágrafo anterior. na forma regulamentar. § 4° – Os graus hierárquicos de Subtenente. pela antigüidade no posto ou na graduação anterior e. recorrer-se-á. 3° Sargento e Cabo. conferido por ato do Comandante . Art. conferido por ato do Governador do Estado. se não estiverem especificamente enquadrados nas disposições dos incisos I e II. para definir a precedência e. em extinção. aos graus hierárquicos anteriores. . definidos em lei complementar específica. II – nos demais casos. sem prejuízo do respeito mútuo. em: I – Círculos de Oficiais. de acordo com o regulamento do respectivo órgão. do Subcomandante . os dois primeiros. o mais velho será considerado mais antigo. Parágrafo único – Os círculos hierárquicos serão disciplinados. respectivamente. a antigüidade é estabelecida através dos seguintes critérios: I – entre servidores militares do mesmo quadro. deverá mencionar essa situação. se. à data de inclusão e à data de nascimento. Art. o Círculo de Sargentos. neste último caso. o Círculo de Soldados. ou inclusão. § 1° – A antigüidade em cada posto ou graduação é contada a partir da data da publicação do ato da respectiva promoção. III – entre os alunos de um mesmo órgão de formação de servidores militares. § 3° – Em igualdade de posto ou graduação. 15 – A precedência entre servidores militares da ativa. subsistir a igualdade de antigüidade. pela posição nas respectivas escalas numéricas ou registro de que trata o artigo 17. é assegurada pela antigüidade no posto ou na graduação. II – Círculos de Praças. 13 – Círculos hierárquicos são âmbitos de convivência entre os servidores militares da mesma categoria e têm a finalidade de desenvolver o espírito de camaradagem em ambiente de estima e confiança. freqüentam. sucessivamente. § 3° – Sempre que o servidor militar que fizer uso do posto ou graduação for da reserva remunerada ou reformado. salvo quando estiver taxativamente fixada outra data.Art. e a Graduação é o grau hierárquico da Praça. salvo nos casos de precedência funcional do Comandante Geral.Geral da Brigada Militar. 14 – Os círculos e a escala hierárquica na Brigada Militar são os constantes do quadro seguinte: CARREIRA dos Servidores militares de nível superior dos Servidores POSTOS E GRADUAÇÕES Coronel de Oficiais Superiores Tenente-Coronel Major de Oficiais Capitão Intermediários de Oficiais Subalternos Primeiro Tenente 1° Sargento de Sargentos 2° Sargento de Soldados Soldado CÍRCULO militares de nível médio § 1° – O Posto é o grau hierárquico do Oficial.

Chefia ou Direção sobre os Oficiais que o possuir. Art. 17 – A Brigada Militar manterá um registro de todos os dados referentes ao seu pessoal da ativa e da reserva remunerada. para exercer função de posto ou graduação superior a sua terá direito ao vencimento e vantagens correspondentes àquele posto ou graduação. os demais Oficiais. 23 – O servidor militar ocupante de cargo. observados os princípios regidos por este Estatuto. Art. correspondendo. os Oficiais que possuírem o Curso Superior de Polícia Militar terão precedência sobre os demais. DO CARGO E DA FUNÇÃO POLICIAIS-MILITARES Art. dentro das respectivas escalas numéricas. Art. § 1° – O servidor militar designado. quando não possuírem Curso Superior de Polícia Militar. faz jus às gratificações e a outros direitos correspondentes. 20 – O cargo policial-militar é considerado vago: I – a partir de sua criação e até que um servidor militar. dele tome posse. ou falece. dele tome posse.militares serão providos com pessoal que satisfaça aos requisitos de grau hierárquico e de qualificação exigidos para o seu desempenho. Art. não poderão exercer Comando. são estabelecidas na legislação específica e peculiar.§ 4° – Em igualdade de posto ou graduação. § 5° – Em caso de igualdade de posto. ou dispensado. 19 – Os cargos policiais . II – desde o momento em que o servidor militar que o ocupa é exonerado. a seqüência de substituições para assumir cargo ou função. provido de acordo com o parágrafo único do artigo 19. § 6° – Excetuados os integrantes do Quadro de Oficiais Especialistas em Saúde – QOES. segundo as instruções baixadas pelo Comandante . atribuições e responsabilidades correspondentes. Art. e até que outro servidor militar. Art.Geral da Corporação. a contar do dia em que houver assumido tal função. ou é considerado extraviado ou desertor. regularmente nomeado ou designado. no exercício de cargo privativo de sua especialidade. a cada cargo policial-militar um conjunto de atribuições. regularmente nomeado ou designado. conforme previsto em lei. a precedência entre os servidores militares na ativa e os na reserva remunerada que estiverem convocados é definida pelo tempo de efetivo serviço no posto ou na graduação. 16 – A precedência entre as Praças especiais e demais Praças é a regulada por legislação federal específica. 22 – Dentro de uma mesma Organização Policial Militar. por período igual ou superior a 10 (dez) dias. 18 – O cargo policial-militar é aquele que só pode ser exercido por servidor militar em serviço ativo. e respeitadas as restrições do presente artigo. Art. 21 – A função policial-militar é o exercício das obrigações inerentes ao cargo policial-militar. . ou que tenha recebido determinação de autoridade competente. deveres e responsabilidades que se constituem em obrigações do respectivo titular. Parágrafo único – O provimento de cargo policial-militar se faz por ato de nomeação ou de designação da autoridade competente. bem como as normas. Parágrafo único – As obrigações inerentes ao cargo policial-militar devem ser compatíveis com o correspondente grau hierárquico e definidas em legislação ou regulamentação específicas. respeitadas a precedência e as qualificações exigidas para o cargo ou para o exercício da função.

III – o espírito de corpo. conduta moral e profissional irrepreensíveis. XIII – proceder de maneira ilibada na vida pública e na particular. a gestão de seus bens. mesmo com o risco da própria vida. entre funções atribuídas a postos ou entre funções atribuídas a graduações. § 2° – Os servidores militares da ativa podem exercer. de matéria sigilosa de que tenha conhecimento em virtude do cargo ou da função. somente poderão ocorrer. com a observância dos seguintes preceitos de ética do servidor militar: I – amar a verdade e a responsabilidade como fundamento da dignidade pessoal. XII – cumprir seus deveres de cidadão. cotista ou comanditário. os regulamentos. III – respeitar a dignidade da pessoa humana. 24 – São manifestações essenciais do valor policial-militar: I – a dedicação ao serviço policial para preservação da segurança da comunidade e das prerrogativas da cidadania. X – ser discreto em suas atitudes.§ 2° – As substituições temporárias. de modo a que não sejam prejudicados os princípios da disciplina. XI – abster-se de tratar. quando convocados. mesmo fora do serviço ou na inatividade. 25 – O sentimento do dever. IV – o amor à profissão policial-militar e o entusiasmo com que é exercida. Art. DO VALOR POLICIAL-MILITAR Art. fora do âmbito apropriado. intelectual e físico. próprio e dos subordinados. diretamente. ficam proibidos de tratar. o permanente zelo ao patrimônio público e às instituições democráticas. XV – abster-se de fazer uso do posto ou da graduação para obter facilidades pessoais de qualquer natureza ou para encaminhar negócios particulares ou de terceiros. orgulho do servidor militar pela organização onde serve. II – a fé na elevada missão da Brigada Militar. . XVI – conduzir-se. o brio e o decoro de classe impõem. 26 – Ao servidor militar da ativa é vedado participar de gerência ou administração de empresa privada. exceto na qualidade de acionista. eficiência e probidade as funções que lhe couberem em decorrência do cargo. dos interesses de organizações ou empresas privadas de qualquer natureza. do respeito e decoro. II – exercer com autoridade. respectivamente. XIV – observar as normas da boa educação. IX – praticar a camaradagem e desenvolver permanentemente o espírito de cooperação. obedecendo aos preceitos da ética do servidor militar. § 1° – Os servidores militares na reserva remunerada. respeitando-se os princípios da antigüidade e qualificação para o exercício funcional. maneiras e em sua linguagem escrita e falada. a cada um dos integrantes da Brigada Militar. VI – ser justo e imparcial no julgamento dos atos e na apreciação do mérito dos subordinados. VII – zelar pelo preparo moral. as instruções e as ordens das autoridades competentes.militares e nas repartições públicas civis. IV – acatar as autoridades civis. nas organizações policiais . a dignidade militar. desde que não infrinjam o disposto no presente artigo. V – cumprir e fazer cumprir as leis. e V – o aprimoramento técnico profissional. XVII – zelar pelo bom nome da Brigada Militar e de cada um dos seus integrantes. de sociedade civil ou exercer comércio. tendo em vista o cumprimento da missão comum. VIII – empregar as suas energias em benefício do serviço. DA ÉTICA POLICIAL-MILITAR Art.

cuja honra. no interesse da salvaguarda da sua dignidade. em cujo exercício o servidor militar se define e se caracteriza como chefe. DOS DEVERES POLICIAIS-MILITARES Art. II – o culto aos símbolos nacionais e estaduais. Art. conforme os seguintes dizeres: “Ao ingressar na Brigada Militar do Estado. 32 – Comando é a soma de autoridade. DO COMANDO E DA SUBORDINAÇÃO Art. à manutenção da ordem pública e à segurança da comunidade. da estrutura hierárquica da Brigada Militar e não afeta a dignidade pessoal do servidor militar. e compreendem: I – a dedicação ao serviço policial-militar e a fidelidade à Pátria e à comunidade. 34 – Cabe ao servidor militar a responsabilidade integral pelas decisões que tomar. instituições e integridade devem ser defendidas. 27 – O Comandante . 28 – O servidor militar. em solenidade especialmente programada. mesmo com o risco da própria vida”.Geral da Brigada Militar poderá determinar aos servidores militares da ativa que. deveres e responsabilidades de que o servidor militar é investido legalmente. mesmo com o sacrifício da própria vida. 31 – O compromisso a que se refere o artigo anterior terá caráter solene e será prestado na presença da tropa. de acordo com os seguintes dizeres: “Perante a Bandeira do Brasil e pela minha honra. quando conduz homens ou dirige uma Organização Policial Militar. V – o rigoroso cumprimento das obrigações e das ordens. tão logo o servidor militar tenha adquirido um grau de instrução compatível com o perfeito entendimento dos seus deveres como integrante da Brigada Militar. não poderá estar filiado a partido político. após ingressar na Brigada Militar. Parágrafo único – Ao ser promovido ao seu primeiro posto. . enquanto em efetivo serviço. no qual afirmará a sua aceitação consciente das obrigações e dos deveres policiais . segurança. cumprir rigorosamente as ordens das autoridades a que estiver subordinado e dedicar-me inteiramente ao serviço policial-militar. sendo vinculado ao grau hierárquico e constituindo prerrogativa impessoal. pelas ordens que emitir e pelos atos que praticar. III – a probidade e a lealdade em todas as circunstâncias. sempre que houver razões que recomendem tal medida. prometo cumprir os deveres de Oficial da Brigada Militar do Estado e dedicarme inteiramente ao seu serviço”. prometo regular a minha conduta pelos preceitos da moral. Art. 33 – A subordinação decorre. informem sobre a origem e a natureza dos seus bens. Art. VI – a obrigação de tratar o subordinado dignamente e com urbanidade. 30 – Todo o cidadão. DO COMPROMISSO POLICIAL-MILITAR Art.Art. IV – a disciplina e o respeito à hierarquia. Art.militares e manifestará a sua firme disposição de bem os cumprir. exclusivamente.militares emanam do conjunto de vínculos que ligam o servidor militar à sua corporação e ao serviço que a mesma presta à comunidade. 29 – Os deveres policiais . o servidor militar prestará compromisso de Oficial. prestará compromisso de honra.

militares a ele inerentes. se declarado indigno do Oficialato ou com ele incompatível. ou a falta de exação no cumprimento dos mesmos.militares a ele inerentes será do mesmo imediatamente afastado. . consoante legislação específica. poderá concluir pela incompatibilidade do servidor militar com o cargo ou pela incapacidade para o exercício das funções policiais . Art.militares constituirá crime. 36 – A inobservância dos deveres especificados nas leis e regulamentos. nas condições mencionadas neste artigo. 43 – O processo e julgamento pelo Conselho de Justificação serão regidos por lei especial. os Chefes e os Diretores. Art. DO CONSELHO DE JUSTIFICAÇÃO Art. § 1° – São competentes para determinar o imediato afastamento do cargo ou o impedimento do exercício da função: I – O Comandante . e dispõe sobre a aplicação aos servidores militares das penas correspondentes aos crimes por eles cometidos. disciplinar ou penal. 40 – O Código Penal Militar relaciona e classifica os crimes militares. desde que venha a ser condenado. 37 – O servidor militar cuja atuação no serviço revelar-se incompatível com o cargo ou que demonstrar incapacidade para o exercício das funções policiais . responsabilidade funcional. para o servidor militar. II – Os Comandantes. 35 – A violação das obrigações ou dos deveres policiais .DA VIOLAÇÃO DAS OBRIGAÇÕES E DOS DEVERES Art. 42 – O Oficial acusado de ser incapaz de permanecer como servidor militar será. § 2° – A responsabilidade disciplinar é independente das responsabilidades civil e penal. até a solução final do processo ou adoção das providências legais que couberem ao caso. § 1° – A violação dos preceitos da ética policial-militar é tanto mais grave quanto mais elevado for o grau hierárquico de quem a cometer. § 3° – Não se caracteriza como violação das obrigações e dos deveres do servidor militar o inadimplemento de obrigações pecuniárias assumidas na vida privada. Parágrafo único – A apuração da responsabilidade funcional. Art. sem prejuízo dos respectivos vencimentos e vantagens. salvo após decisão final do processo a que for submetido. § 2° – O servidor militar afastado do cargo. em tempo de paz e em tempo de guerra. 38 – Ao servidor militar são proibidas a sindicalização e a greve. contravenção ou transgressão disciplinar. Art. assegurada ampla defesa ao acusado. DOS CRIMES MILITARES Art. nos casos em que a lei determinar. ficará privado do exercício de qualquer função policial-militar. Art. submetido a Conselho de Justificação. na conformidade da legislação ou regulamentação da Corporação.Geral da Brigada Militar. 39 – São vedadas as manifestações coletivas que impliquem no descumprimento do dever ou que atentem contra a disciplina policial-militar. Art. acarreta. disciplinar e penal. conforme dispuserem a legislação ou regulamentação específicas. 41 – O Oficial só perderá o posto e a patente por decisão do Tribunal Militar do Estado. pecuniária. pecuniária.

com as restrições impostas pela legislação específica. . segundo legislação vigente na Corporação. VIII – as férias e as licenças. através da Brigada Militar. queixa ou representação. XV – a saúde. DOS DIREITOS DOS SERVIDORES MILITARES Art. prerrogativas e deveres a ela inerentes. quando processado em razão de atos praticados em objeto de serviço.DO CONSELHO DE DISCIPLINA Art. cujo prazo será de 8 (oito) dias. indenizações e outras vantagens e é devida em bases estabelecidas em lei . § 3° – A decisão sobre qualquer recurso será dada no prazo máximo de 60 (sessenta) dias. § 1° – Os servidores militares na ativa percebem remuneração constituída pelas seguintes parcelas: I – vencimentos. 44 – A Praça com estabilidade será submetida a Conselho de Disciplina na forma da legislação específica. quando Oficial. b) em cento e vinte dias corridos. XII – a aquisição de uma arma de uso permitido. XIV – a assistência social e médico . § 2° – A remuneração percebida pelos servidores militares em inatividade denomina-se proventos. § 2° – O pedido de reconsideração. quanto a ato que decorra da composição de Quadro de Acesso. Art. a contar do recebimento de comunicação Oficial. XI – o porte de armas. X – o porte de arma. salvo aqueles Oficiais em inatividade por alienação mental ou condenação por crimes transitados em julgado ou por atividades que desaconselhem o porte de arma. § 4° – Aos servidores militares em processo administrativo ou judicial são assegurados o contraditório e a ampla defesa.Geral. a queixa e a representação não podem ser feitos coletivamente. 46 – São direitos dos servidores militares. proventos e outras vantagens pecuniárias. na forma estabelecida no Código de Vencimentos e Vantagens da Brigada Militar. II – indenizações. seus bens pessoais. na forma regulamentar. em serviço ativo ou em inatividade. higiene e segurança do trabalho. II – o uso das designações hierárquicas. quando movimentado por necessidade do serviço. IX – a demissão voluntária e. 48 – A remuneração dos servidores militares compreende vencimentos ou proventos. III – o desempenho de cargos e funções correspondentes ao posto e de atribuições correspondentes à graduação. com as vantagens. Art. DA REMUNERAÇÃO Art. assegurada ampla defesa ao acusado. o licenciamento voluntário da ativa. 45 – O processo e julgamento pelo conselho de Disciplina serão regidos por lei especial. VII – a transferência para a reserva remunerada ou a reforma. exceto em matéria disciplinar. quando Oficial. compreendendo soldo e gratificações. nos demais casos. 47 – O servidor militar que se julgar prejudicado ou ofendido por qualquer ato administrativo ou disciplinar de superior hierárquico poderá recorrer ou interpor pedido de reconsideração. inclusive mobília. nos limites estabelecidos na legislação específica: I – a garantia da patente. pelas Praças. VI – as promoções. XIII – a assistência judiciária gratuita. IV – a percepção de vencimentos. ouvido o Comandante . em toda a sua plenitude. § 1° – O direito de recorrer na esfera administrativa prescreverá: a) em quinze dias úteis.hospitalar. V – o transporte para si e seus dependentes. mediante indenização.

49 – Os vencimentos. ASSISTÊNCIA MÉDICO-HOSPITALAR Art. no valor fixado em lei.§ 3° – Os servidores militares da ativa e na inatividade perceberão abono familiar de conformidade com a lei geral que rege essa vantagem. fora do horário do expediente a que estiver sujeito. através de ato do Poder Executivo. gradual e sucessivo e será feito mediante promoções. Art. 51 – O Estado proporcionará. poderá ser prestada pelas organizações de saúde. Art. seqüestro ou penhora. § 6° – O servidor militar fará jus a gratificação pelo exercício. de modo a obter-se um fluxo regular e equilibrado da carreira para os servidores militares a que esses dispositivos se referem. inclusive quando decorrentes da transformação ou reclassificação do cargo ou função em que se deu a aposentadoria. § 5° – O servidor militar. sendo também estendidos aos inativos quaisquer benefícios e vantagens posteriormente concedidos aos servidores militares em atividade. DA PROMOÇÃO Art. os servidores militares nela sediados poderão ser atendidos por organizações das Forças Armadas ou civis. observadas as disposições da legislação e regulamentação a que se refere este artigo. extraordinariamente. perceberá ajuda de custo para atender às despesas de sua instalação. ao servidor militar e a seus dependentes. da reserva remunerada ou reformado. perceberá gratificação de magistério. conforme fixado em lei. 56 – O acesso na hierarquia policial-militar é seletivo. § 2° – A promoção é ato administrativo e tem como finalidade básica a seleção dos servidores militares para o exercício de funções pertinentes ao grau hierárquico superior. ou. quando acidentado em serviço ou acometido de doença adquirida em serviço ou dela decorrente. ainda. § 1° – Em casos especiais. ouvido o Secretário de Estado responsável pela área da segurança pública. 53 – O servidor militar em serviço ativo faz jus a hospitalização e tratamento custeado pelo Estado. 57 – As promoções serão efetuadas pelos critérios de merecimento e de antigüidade. . dentro das limitações dos recursos orçamentários próprios da Brigada Militar. nos termos da lei. 52 – Nas localidades onde não houver organizações de saúde da Brigada Militar. por aula proferida. postos à disposição do seu Departamento de Saúde. supletivamente. 54 – A assistência médico-hospitalar ao servidor militar da ativa. haverá promoções em ressarcimento de preterição. ao ser movimentado por necessidade do serviço. os proventos e as pensões dos servidores militares e seus beneficiários não serão objeto de arresto. é atribuição do Comando--Geral da Brigada Militar. § 1° – O planejamento da carreira dos Oficiais e das Praças. através do Departamento de Saúde da Brigada Militar. desde que implique alteração de seu domicílio. assistência médicohospitalar. Art. de encargo em comissão de concurso público. mediante acordos previamente estabelecidos entre estas e o Departamento de Saúde da Corporação. Parágrafo único – O Departamento de Saúde da Brigada Militar destina-se a atender o policial-militar e seus dependentes. Art. exceto nos casos previstos em lei federal. de conformidade com o disposto na legislação e regulamentação de promoções de Oficiais e de Praças. Art. Art. conforme legislações específicas. através do Instituto de Previdência do Estado do Rio Grande do Sul – IPERGS e. § 4° – O servidor militar que exercer o magistério em curso ou estágio regularmente instituídos pela Brigada Militar. 50 – Os proventos de inatividade serão revistos na mesma proporção e na mesma data em que se modificar a remuneração dos servidores militares em atividade. 55 – As normas e condições de atendimento serão estabelecidas em regulamento próprio. Art.

na época prevista.(1) DAS FÉRIAS E OUTROS AFASTAMENTOS TEMPORÁRIOS DO SERVIÇO Art. na forma prevista no artigo 61. § 1° – O pagamento da remuneração de férias será efetuado antecipadamente ao servidor militar que o requerer. poderá o servidor militar indicar em qual dos períodos utilizará a faculdade de que trata este artigo. Art. anual e obrigatoriamente concedidos aos servidores militares. de extrema necessidade do serviço. Art. quando já implementado o período de um ano. 61 – Por absoluta necessidade de serviço. com mais de 25 (vinte e cinco) anos de serviço público militar. registrando-se o fato em seus assentamentos. 58 – A Praça que contar com mais de 25 (vinte e cinco) anos de serviço público militar. por punição anterior decorrente de transgressão disciplinar. § 5° – É facultado o gozo de férias em 2 (dois) períodos. por ocasião das férias. Art. Art. § 7° – Durante as férias. Parágrafo único – O pagamento de que trata este artigo corresponderá a 1/12 (um doze avos) da remuneração a que fizer jus o servidor militar.§ 2° – A promoção de servidor militar feita em ressarcimento de preterição será efetuada segundo os princípios de antigüidade ou merecimento. para reserva remunerada. somente após um ano de efetivo exercício contado da data da apresentação. . ou de transferência para a inatividade. como se estivessem em exercício. de acordo com os incisos I. fará jus a férias. como se houvesse sido promovido na época devida. 60 – Será pago ao servidor militar. bem como não anula o direito àquelas licenças. § 2° – Na hipótese de férias parceladas. não inferiores a 10 (dez) dias consecutivos. o acréscimo constitucional de 1/3 (um terço) da remuneração do período de férias. for transferida. pago antecipadamente. a pedido. 64 – O servidor exonerado fará jus ao pagamento da remuneração de férias proporcionalmente aos meses de efetivo exercício. § 1° – As férias serão de trinta dias para todos os servidores-militares. Parágrafo único – O disposto no “caput” estende-se à praça que. 65 – O servidor militar que tiver gozado mais de 30 (trinta) dias para tratar de interesses particulares. Art. será paga aos dependentes legalmente constituídos. descontadas eventuais parcelas já fruídas. para descanso. recebendo ele o número que lhe competir na escala hierárquica. descontadas eventuais parcelas correspondentes a antecipação. as férias poderão ser acumuladas até o máximo de 2 (dois) períodos anuais. "ex-officio". § 6° – A concessão de férias não é prejudicada pelo gozo anterior de licença para tratamento de saúde. será promovida ao grau hierárquico superior imediato. 63 – Se o servidor militar vier a falecer. pelo estado de guerra ou para que sejam cumpridos atos de serviço. juntamente com o acréscimo constitucional de 1/3 (um terço). o servidor militar terá direito a todas as vantagens inerentes ao cargo. observado o princípio aplicável à sua promoção. § 3° – Para o primeiro período aquisitivo de férias será exigido 12 (doze) meses de exercício. Art. que lhe assegure o direito a férias. § 4° – É vedado levar à conta de férias qualquer falta ao serviço. de manutenção da ordem. independentemente de solicitação. para reserva remunerada ou ao ser transformada. III e VII do artigo 106 desta Lei Complementar. os servidores militares terão interrompido ou deixarão de gozar. 62 – Somente em casos de interesse da segurança pública. Art. ao ser transferida. o período de férias a que tiverem direito. a retribuição relativa ao período. 59 – As férias são afastamentos totais do serviço. antes do início do referido período. § 2° – Compete ao Comandante-Geral da Brigada Militar a regulamentação da concessão das férias anuais.

§ 3° – Compete ao Comandante-Geral da Brigada Militar conceder as licenças previstas no “caput”. DAS LICENÇAS Art. VII – para acompanhar o cônjuge. enteado e menor sob guarda ou tutela. mediante requerimento. tão logo a autoridade à qual estiver subordinado o servidor militar tenha conhecimento do óbito de seu ascendente. § 4° – A licença especial não é prejudicada pelo gozo anterior de qualquer licença para tratamento de saúde e para que sejam cumpridos atos de serviço. II – luto. sem remuneração e com prejuízo da contagem do tempo de serviço público. no segundo caso. observadas as disposições legais e regulamentares. 67 – É assegurado. será concedido. Art. aos períodos de afastamento total do serviço. bem como a licença para exercício de mandato classista. 68 – As férias e os outros afastamentos mencionados são concedidos com a remuneração prevista na legislação peculiar e computados como tempo de efetivo serviço para todos os efeitos legais. se solicitado por antecipação à data do evento e. concedida ao servidor militar. § 3° – O tempo de licença especial não gozado pelo servidor militar será. durante os dias de provas finais do ano ou semestre letivo. também. irmãos. observadas as necessidades de serviço. V – à gestante e à adotante. por motivo de: I – núpcias. IV – para tratamento de saúde de pessoa da família. III – para tratamento de saúde própria. Art. não se considerará como interrupção da prestação de serviços ao Estado os afastamentos previstos nos incisos V e VI do artigo 69. 66 – Os servidores militares têm direito. Parágrafo único – O afastamento do serviço por motivo de núpcias ou luto. § 2° – O período de licença especial não interrompe a contagem de tempo de efetivo serviço. 70 – A licença especial é a autorização para afastamento total do serviço. vedada a desconversão. observadas as disposições legais e regulamentares. computado em dobro para os efeitos da inatividade e de gratificações temporais. 71 – Ao servidor militar estável poderá ser concedida licença para tratar de interesses particulares. sob pena de ser considerado faltoso ao serviço. sogros. IV – trânsito. cônjuge. § 1° – A licença especial tem a duração de três meses. o afastamento do servidor militar. e durante os dias de provas em exames supletivos e de habilitação a curso superior. relativa a cada qüinqüênio de tempo de efetivo serviço prestado. no primeiro caso. companheiro ou companheira. 69 – Licença é a autorização para afastamento total do serviço. 1° e 2° graus. e as licenças para tratamento de saúde de pessoa da família. deverá comprovar perante seu superior imediato as datas em que se realizarão as diversas provas e seu comparecimento. em caráter temporário. de até 4 (quatro) meses. Art. III – instalação. concedida ao servidor militar que a requerer. VI – à paternidade. Art. . para os estudantes de ensino superior. § 1° – A licença pode ser: I – especial. ainda. padrasto ou madrasta. descendente. § 2° – A remuneração do servidor militar.Art. sem que implique em qualquer restrição para a sua carreira. Parágrafo único – O servidor militar. II – para tratar de interesses particulares. quando em qualquer das situações de licença constantes do parágrafo anterior. pelo prazo de até 2 (dois) anos consecutivos. de até 2 (dois) meses. sem prejuízo de sua remuneração. § 5° – Para os efeitos da concessão da licença especial. as licenças para tratamento de saúde própria. será regulada em legislação própria. bem como não anula o direito àquelas licenças. por até 8 (oito) dias consecutivos.

Parágrafo único – No caso de natimorto. o servidor militar deverá reassumir imediatamente o exercício do cargo. o laudo médico deverá estabelecer a sua rigorosa caracterização. caso a licença seja negada. 78 – À servidora militar gestante será concedida. logo após a sua realização. sem prejuízo da remuneração. quando seu regime de trabalho obedecer a dois turnos. reassumir o exercício do cargo. § 3° – O resultado da inspeção médica será comunicado imediatamente ao servidor militar.§ 1° – A licença poderá ser negada. sob pena de ser considerado ausente. serão consideradas como prorrogação. com o exercício do cargo. desde que comprove ser indispensável a sua assistência e esta não possa ser prestada. salvo prorrogação ou determinação constante em laudo pericial. quando seu regime de trabalho obedecer a turno único. ou a três horas consecutivas por dia. a servidora militar será submetida a inspeção médica e. § 2° – O servidor militar não poderá recusar-se à inspeção médica. 72 – Será concedida ao servidor militar licença para tratamento de saúde própria. durante o período de 2 (dois) meses. II – com 2/3 (dois terços) da remuneração. Art. ficará o servidor militar à disposição do Departamento de Saúde da Brigada Militar. devidamente comprovada à autoridade a que estiver subordinado. Art. no período que exceder a 90 (noventa) e não ultrapassar a 180 (cento e oitenta) dias. é assegurado à servidora-militar lactante. Art. 76 – O servidor militar poderá obter licença por motivo de doença do cônjuge. descendente. sob pena de imediata suspensão da mesma. Art. licença de 120 (cento e vinte) dias. contados desde a data em que tenha reassumido o exercício do cargo. 80 – À servidora militar adotante será concedida licença a partir da concessão do termo de guarda ou da adoção. sem prejuízo da remuneração a que fizer jus. precedida de inspeção médica realizada pelo Departamento de Saúde da Brigada Militar. Art. com intervalos inferiores a 30 (trinta) dias. salvo hipótese de imperiosa necessidade. na Capital ou no interior. 79 – Ao término da licença a que se refere o artigo anterior. III – com 1/3 (um terço) da remuneração. enteado e colateral consangüíneo. § 4° – Não se concederá nova licença. quando o afastamento for inconveniente ao interesse do serviço. decorridos 30 (trinta) dias do evento. § 1° – Sempre que necessário. as licenças. mediante inspeção médica. Art. se julgada apta. 77 – A licença de que trata o artigo anterior será concedida: I – com a remuneração total. Parágrafo único – Para os efeitos deste artigo. considerando-se como faltas os dias de ausência ao serviço. proporcional à idade do adotado: I – de zero a dois anos. ou no estabelecimento hospitalar em que se encontrar internado. porém. § 3° – O servidor militar poderá. 75 – O servidor militar em licença para tratamento de saúde própria deverá abster-se do exercício de atividades incompatíveis com o seu estado. Art. Parágrafo único – Para a concessão de licença a servidor militar acometido de moléstia profissional. . Parágrafo único – A doença será comprovada através de inspeção de saúde a ser procedida pelo Departamento de Saúde da Brigada Militar. simultaneamente. § 2° – O servidor militar deverá aguardar em exercício a concessão da licença. o direito de comparecer ao serviço em um turno. reassumirá o exercício do cargo. até o 2° grau. Art. no período que exceder a 180 (cento e oitenta) e não ultrapassar a 365 (trezentos e sessenta e cinco) dias. 74 – O atestado e o laudo da junta médica não se referirão ao nome ou à natureza da doença. pela mesma moléstia. a qualquer tempo. devendo. Art. a inspeção médica poderá ser realizada na residência do servidor. 73 – Findo o período de licença. salvo se houver a necessidade de exames complementares. 120 (cento e vinte) dias. antes de decorridos 2 (dois) anos do término da anterior. a pedido ou “exofficio”. de ascendente. quando então. até 90 (noventa) dias. esta ser especificada através do respectivo código (CID).

para o exercício funcional. no território estadual. 60 (sessenta) dias. III – as penas de prisão. VII – carteira de identidade de acordo com modelo regulamentar. § 2° – A interrupção de licença para tratamento de saúde de pessoa da família e para cumprimento de pena disciplinar que importe em restrição da liberdade individual. desde que menor. . Art. em qualquer recinto público ou privado. dignidades e distinções devidas aos graus hierárquicos e cargos. conforme regulamento da Força. quando em serviço de caráter urgente. Art. 83 – A pensão policial-militar destina-se a amparar os beneficiários do servidor militar falecido ou extraviado e será paga conforme o disposto em lei. VIII – não confinamento em cela no caso de punição administrativa. da reserva ou reformado será a do Instituto de Previdência do Estado. 82 – As licenças poderão ser interrompidas a pedido ou nas condições estabelecidas neste artigo. tratamento e sinais de respeito que lhes são assegurados em leis ou regulamentos. IV – de mais de seis anos. conforme legislação específica. § 1° – A interrupção da licença especial e da licença para tratar de interesses particulares poderá ocorrer: I – em caso de mobilização e estado de guerra. será regulada em legislação própria. correspondentes ao posto ou à graduação. 84 – A pensão policial-militar do pessoal do serviço ativo. VI – em caso de pronúncia em processo criminal ou indiciação em Inquérito Policial-Militar. IV – julgamento em foro especial. V – para cumprimento de punição disciplinar. Chefe ou Diretor tenha precedência hierárquica sobre a pessoa do preso. Art. III – em caso de emergente necessidade e segurança pública. DAS PRERROGATIVAS Art. Art. 81 – Pelo nascimento ou adoção de filho. Parágrafo único – São prerrogativas dos servidores militares: I – o uso de títulos. a juízo da autoridade que efetivou a pronúncia ou a indiciação. serão cumpridos em organização policial-militar. salvo no caso do artigo seguinte. fixadas em sentença judicial e os casos de prisão provisória. 85 – O servidor militar morto em campanha ou em ato de serviço. ou em conseqüência de acidente em serviço. em objeto de serviço. uniformes. que consigne os direitos e prerrogativas instituídos em lei. Parágrafo único – O disposto no “caput” sobre o valor da pensão não se aplica ao servidor militar que for promovido extraordinariamente. III – de mais de quatro até seis anos. V – livre ingresso e trânsito. 30 (trinta) dias. nos crimes militares. deixará a seus dependentes pensão correspondente aos vencimentos integrais do grau hierárquico imediatamente superior ao que possuir na ativa. cujo Comandante. 86 – As prerrogativas dos servidores militares são constituídas pelas honras. detenção ou reclusão. VI – prioridade em qualquer serviço de transporte ou comunicação. público ou privado. insígnias e emblemas policiais-militares da Brigada Militar. respeitada a garantia constitucional da inviolabilidade do domicílio. IV – para cumprimento de sentença que importe em restrição da liberdade individual. DA PENSÃO POLICIAL-MILITAR Art. distintivos. o servidor militar terá direito à licença-paternidade de 8 (oito) dias consecutivos.II – de mais de dois até quatro anos. II – as honras. II – em caso de decretação de estado de sítio. 90 (noventa) dias.

empresas e institutos ou departamentos que tenham adotado ou consentido que sejam usados uniformes ou ostentados distintivos. § 1° – Cabe ao Comandante-Geral da Brigada Militar a iniciativa de responsabilizar a autoridade policial que não cumprir o disposto neste artigo e que maltratar ou consentir que seja maltratado qualquer preso servidor militar ou não lhe der o tratamento devido ao seu posto ou a sua graduação. b) ter sido julgado incapaz definitivamente. são estabelecidos na regulamentação da Brigada Militar. . salvo quando expressamente determinado ou autorizado. 89 – O uso dos uniformes. empregadores. Art. distintivos. II – aguardar transferência “ ex-officio “ para a reserva remunerada. por ter sido enquadrado em quaisquer dos requisitos que a motivam. DA AGREGAÇÃO Art.partidário. após um ano contínuo de tratamento. III – no estrangeiro. III – for afastado temporariamente do serviço ativo por motivo de: a) ter sido julgado incapaz temporariamente. 90 – O servidor militar fardado tem as obrigações correspondentes ao uniforme que usa e aos distintivos. acessórios e outras disposições. insígnias e emblemas. se for o caso. salvo para comparecer a solenidades militares e policiaismilitares e. insígnias ou emblemas iguais aos adotados na Brigada Militar ou que com eles possam ser confundidos. Art. só podendo retê-lo na delegacia ou posto policial durante o tempo necessário à lavratura do flagrante. emblemas e insígnias que ostenta. 88 – Os uniformes da Brigada Militar. a cerimônias cívicas comemorativas das datas nacionais ou a atos sociais solenes de caráter particular. descrição. com as prerrogativas que lhe são inerentes. equipamentos. visando à guarda do Foro ou Tribunal por força policial-militar. § 2° – Os servidores militares na inatividade. bem como seu uso por quem a ele não tiver direito. II – na inatividade. ficando esta obrigada a entregá-lo imediatamente à autoridade policial-militar mais próxima. 87 – Somente em caso de flagrante delito o servidor militar poderá ser preso por autoridade policial civil. § 2° – Se durante o processo em julgamento no foro civil houver perigo de vida para qualquer preso servidor militar. quando autorizado. a autoridade policial-militar da localidade providenciará em entendimentos com a autoridade judiciária. insígnias e emblemas são privativos dos servidores militares e representam o símbolo da autoridade policial-militar. Art. cuja conduta possa ser considerada como ofensiva à dignidade da classe.Art. nela permanecendo sem número. por decisão do ComandanteGeral da Brigada Militar. DO USO DOS UNIFORMES DA BRIGADA MILITAR Art. § 1° – O servidor militar será agregado quando: I – exercer cargo ou função não previstos nos quadros de organização da Brigada Militar. peças. propaganda ou qualquer outra manifestação de caráter político . Parágrafo único – Serão responsabilizados pela infração das disposições deste artigo os diretores ou chefes de sociedades ou organizações de qualquer natureza. quando em atividade não relacionada com a missão de servidor militar. insígnias ou emblemas que possam ser confundidos com os adotados na Brigada Militar. poderão ser definitivamente proibidos de usar uniformes. bem como os modelos. criados em lei para provimento e desempenho privativos de servidores militares. § 1° – É proibido ao servidor militar o uso de uniforme: I – em reuniões. equipamentos. 91 – É vedado a qualquer organização ou pessoa civil usar uniformes ou ostentar distintivos. com seus distintivos. com seus distintivos. insígnias e emblemas policiais-militares. 92 – A agregação é a situação transitória na qual o servidor militar da ativa deixa de ocupar vaga na escala hierárquica de seu Quadro. enquanto tramita o processo de reforma. Parágrafo único – Constituem crimes previstos na legislação específica o desrespeito aos uniformes.

§ 4° – A agregação do servidor militar a que se refere as letras “a”.c) haver ultrapassado um ano contínuo de licença para tratamento de saúde própria. q) haver ultrapassado seis meses contínuos. enquanto aguarda transferência para a reserva remunerada. com remuneração proporcional ao seu tempo de serviço. “g”. será afastado temporariamente. § 3° – A agregação do servidor militar a que se refere o inciso I e as letras “m” e “n” do inciso III do parágrafo 1° é contada desde a posse do novo cargo e até o regresso à Corporação ou transferência “ exofficio “ para a reserva remunerada. o servidor militar ficará automaticamente transferido para a reserva. graduação. m) ter passado à disposição de Secretaria do Governo ou de outro órgão do Estado. contínuos ou não. “e”. d) ter-lhe sido concedida licença para tratar de interesses particulares ou licença para desempenho de mandato em associação de classe. r) ter-lhe sido concedida licença para acompanhar o cônjuge. n) ter sido. se eleito e diplomado. sem número. § 9° – O servidor militar agregado fica sujeito às obrigações disciplinares concernentes às suas relações com outros servidores militares e autoridades civis. nas mesmas condições do que houver aceito cargo público permanente. “i”. na situação de convocado para funcionar como Juiz do Tribunal Militar do Estado. “d”. e) haver ultrapassado seis meses contínuos de licença para tratamento de saúde de pessoa da família. à organização policial-militar que lhe for designada. . no lugar que até então ocupava. f) ter sido considerado oficialmente extraviado. 93 – O servidor militar agregado ficará adido. inclusive da administração indireta. § 5° – A agregação do servidor militar a que se refere o inciso II e as letras “b”. “h”. do serviço ativo e agregado. investido em cargo. p) ser afastado das funções de acordo com o previsto nesta lei ou condenado a pena de suspensão do exercício do posto. Art. j) ter-lhe sido concedida a licença especial de que trata o parágrafo 1° do art. § 7° – Ultrapassados dois anos. com prévia autorização ou mediante ato do Governador do Estado. em serviço ativo. § 6° – A agregação do servidor militar a que se refere a letra “o” do inciso III do parágrafo 1° é contada a partir da data do registro como candidato e até sua diplomação ou seu regresso à corporação. será transferido para a reserva remunerada. para efeito de alterações e remuneração. 102 desta Lei. o) ter-se candidatado a cargo eletivo. salvo se for do interesse da segurança pública. se Oficial ou Praça com estabilidade assegurada. função ou emprego público civil temporário. § 8° – O servidor militar em atividade. da União. enquanto durar a execução. ou ter sido capturado e reincluído a fim de se ver processar. se não houver sido eleito. para todos os efeitos. dos Estados ou dos Territórios ou Municípios. do inciso III do parágrafo 1° é contada a partir do primeiro dia após os respectivos prazos e enquanto durarem o respectivo evento ou situação. para exercer função de natureza civil. h) como desertor. “f”. § 2° – O servidor militar agregado de conformidade com os incisos I e II do parágrafo 1° continua a ser considerado. l) ter sido condenado a pena restritiva de liberdade superior a seis meses. “c”. com sentença passada em julgado. após ficar exclusivamente à disposição da justiça comum ou militar. de agregação. e. com mais de 10 (dez) anos de serviço. e “j”. g) haver sido esgotado o prazo que caracteriza o crime de deserção previsto no Código Penal Militar. continuando a figurar no respectivo registro. com a abreviatura “ Ag “ e anotações esclarecedoras de sua situação. e “p” do inciso III do parágrafo 1° é contada a partir da data indicada no ato que torna público o respectivo evento. desde que conte com dez ou mais anos de efetivo serviço. salvo quando titular do cargo que lhe dê precedência funcional sobre outros servidores militares mais graduados ou mais antigos. cargo ou função prevista em lei. na forma do artigo 148 desta Lei. “l”. nos termos da letra “n” do inciso III do parágrafo 1°. ao candidatar-se a cargo eletivo. ter-se apresentado voluntariamente. i) se ver processar.

e receberá o número que lhe competir na escala hierárquica. 97 – Excedente é a situação transitória a que automaticamente passa o servidor militar que: I – tendo cessado o motivo que determinou a sua agregação. desde que satisfaça aos requisitos para a promoção. na escala hierárquica . § 3° – O servidor militar promovido por bravura. VI – tendo cessado o motivo que determinou sua reforma por incapacidade definitiva. ocupa a mesma posição relativa em antigüidade que lhe cabe. ultrapassa o efetivo de seu quadro. DO EXCEDENTE Art. em operações policiais-militares ou em caso de calamidade pública. sem haver vaga. § 1° – O servidor militar cuja situação é a de excedente. tiver paradeiro ignorado por mais de oito dias. Parágrafo único – Decorrido o prazo mencionado neste artigo. Parágrafo único – A qualquer tempo poderá ser determinada a reversão do militar agregado. estando este com seu efetivo completo. Art. “c”. em virtude de promoção de outro servidor militar em ressarcimento de preterição. reverte ao respectivo quadro. 96 – A reversão será efetuada mediante ato do Governador do Estado para os Oficiais e do Comandante-Geral para as Praças. sem haver vaga. IV – é promovido indevidamente. bem como à promoção. “b”. 99 – É considerado desaparecido o servidor militar da ativa que. § 1° – A situação do desaparecido só será considerada quando não houver indício de deserção. § 4° – O servidor militar promovido indevidamente só contará antigüidade. sem licença. 95 – Reversão é o ato pelo qual o servidor militar agregado retorna ao respectivo quadro tão logo cesse o motivo que determinou a sua agregação.Art. sem comunicar qualquer motivo de impedimento. II – ausentar-se. 94 – A agregação se faz por ato do Governador do Estado para os Oficiais e do Comandante-Geral para as Praças. após haver sido transferido de quadro. . II – aguarda a colocação a que faz jus na escala hierárquica. “g”. “o”. salvo o indevidamente promovido. deslocando para a vaga seguinte o princípio de promoção que deveria ter sido seguido. voltando a ocupar o lugar que lhe competir na respectiva escala numérica. em igualdade de condições e sem nenhuma restrição a qualquer cargo policial-militar. em viagem. DA REVERSÃO Art. § 2° – O servidor militar cuja situação é a de excedente é considerado como em efetivo serviço para todos os efeitos e concorre. estando este com o seu efetivo completo. DO AUSENTE Art. por mais de vinte e quatro horas consecutivas: I – deixar de comparecer à sua Organização Policial-Militar. retorna ao respectivo Quadro. V – sendo o mais moderno na respectiva escala hierárquica. da Organização Policial-Militar onde serve ou do local onde deva permanecer. DO DESAPARECIMENTO E DO EXTRAVIO Art. ocupará a primeira vaga aberta. quando a vaga a ser preenchida corresponder ao princípio pelo qual deveria ter sido promovido. respeitados os requisitos legais. “f”. no desempenho de qualquer serviço. estando o mesmo com o seu efetivo completo. com a abreviatura “Excd” e receberá o número que lhe competir em conseqüência da primeira vaga que se verificar. na primeira vaga que ocorrer. exceto nos casos previstos nas letras “a”. 98 – É considerado ausente o servidor militar que. “l”. III – é promovido por bravura. serão observadas as formalidades previstas em legislação específica. e “p” do inciso III do parágrafo 1° do artigo 92.

sem prejuízo da remuneração e da contagem de tempo de serviço. será oficialmente considerado extraviado. Parágrafo único – O desligamento do serviço será processado após a expedição de ato do Governador do Estado ou de autoridade à qual para tanto tenham sido delegados ou concedidos poderes. o servidor militar será considerado em licença especial. § 1° – Decorridos 30 (trinta) dias da data em que tiver sido protocolado. poderá ser reincluída. § 2° – Nos demais casos previstos no “caput” deste artigo. tiver sido cientificado do indeferimento do pedido. e vinte e cinco anos. nem do pagamento das pensões decorrentes de sentença judicial. ao servidor militar que conte. II – reforma. salvo se.§ 2° – O servidor militar da ativa. se efetua: I – a pedido. enquanto aguarda o desligamento. enquadrado nos incisos I ou V do artigo 100 ou demissionário a pedido. com trinta anos de serviço. mediante requerimento. VI – exclusão a bem da disciplina. 101 – A transferência para a reserva remunerada ou a reforma não isentam o servidor militar de indenização dos prejuízos causados à Fazenda Estadual ou a terceiros. na forma do inciso I do artigo 100. 103 – A Praça licenciada a pedido ou “ex-officio “. Art. 104 – A passagem do servidor militar à situação de inatividade. V – licenciamento. DA REINCLUSÃO Art. Parágrafo único – No caso de o servidor militar haver realizado qualquer curso ou estágio por conta do Estado. a transferência para a . DA TRANSFERÊNCIA PARA A RESERVA REMUNERADA Art. antes. de duração superior a seis meses. o desligamento será feito após a publicação do ato correspondente. III – demissão. DO DESLIGAMENTO OU EXCLUSÃO DO SERVIÇO ATIVO Art. II – “ ex-officio “. no mínimo. Art. Art. com estabilidade assegurada. a qual não poderá exceder de trinta dias da primeira publicação oficial. podendo afastar-se do serviço. Parágrafo único – Em hipótese alguma a Praça licenciada no comportamento “MAU” poderá ser incluída novamente. se homem. se mulher. 105 – A transferência para a reserva remunerada. mediante transferência para a reserva remunerada. sem haver decorrido três anos de seu término. a pedido. 102 – Ao servidor militar da ativa. para todos os efeitos. no órgão encarregado da administração do pessoal. com relação ao seu desligamento da Organização Policial-Militar em que serve. IV – perda do posto ou patente. mediante novo concurso público. neste último caso desde que não seja a bem da disciplina. que permanecer desaparecido por mais de trinta dias. será concedida. serão aplicadas as disposições constantes nos parágrafos deste artigo. VII – deserção. no Diário Oficial e no boletim da organização em que serve o servidor militar. VIII – falecimento. o requerimento de transferência para a reserva remunerada. IX – extravio. 100 – O desligamento ou exclusão do serviço do servidor militar é feito em conseqüência de: I – transferência para a reserva remunerada.

inclusive. contínuos ou não. que. inclusive as diferenças de vencimentos. V – for diplomado para desempenho de cargo eletivo. II e VII do artigo 106. b) somente poderá ser promovido por antigüidade. nas situações previstas no “caput” deste artigo. . Art. b) Praças – 55 anos. 109 – As vagas serão consideradas abertas na data da assinatura do ato que agregar. e permanecer afastado das funções por 2 (dois) anos.reserva só será concedida mediante indenização de todas as despesas correspondentes à realização do referido curso ou estágio. c) o tempo de serviço será contado apenas para a promoção por antigüidade e para a transferência à inatividade. Tenente-Coronel – 57 anos. deduzindo-se das proporções fixadas no art. de dois em dois anos. VI – quando Coronel. será computado para a obtenção de uma vaga para a promoção obrigatória. anualmente. III – 1/12 (um doze avos). 108 – O número de vagas previsto no artigo anterior. IV – agregar para. o número fixo de vagas necessárias à renovação. ou b) 35 (trinta e cinco) anos de efetivo exercício. for demitido por necessidade de serviço ou for dispensado da função de Comandante-Geral e não aceitar nomeação para outro cargo policial-militar. aos cálculos correspondentes dos períodos seguintes. 106 – A transferência “ex-officio” para a reserva remunerada verificar-se-á sempre que o servidor militar incidir em um dos seguintes casos: I – atingir as seguintes idades limites: a) Oficiais: Coronel – 59 anos. Capitão – 55 anos. um inteiro. pelo menos. ao equilíbrio. à regularidade de acesso e à adequação dos efetivos de Oficiais da Brigada Militar. cumulativamente. do efetivo previsto para Coronel QOEM. por ano. III – ultrapassar 2 (dois) anos contínuos de licença para tratamento de saúde em pessoa da família. na forma regulamentar. será fixado nas seguintes proporções: I – 1/5 (um quinto) por ano. § 2° – Enquanto permanecer no cargo que trata o inciso IV: a) fica assegurada a opção entre a remuneração do cargo e a do posto ou graduação. até completar-se. Tenente – 54 anos. de Coronel do QOES. II – uma. 108 o total de vagas abertas no ano-base. Major – 56 anos. não eletivo. então. § 1° – A transferência para a reserva remunerada processar-se-á à medida que o servidor militar for enquadrado em um dos itens deste artigo. VII – for abrangido pela Quota Compulsória. observadas as disposições deste artigo e dos seguintes. Art. ao completar 30 (trinta) anos de serviço e: a) 6 (seis) anos ou mais de permanência no último posto de seu Quadro. demitir ou reconhecer o óbito. § 3° – As frações que resultarem da aplicação das proporções estabelecidas neste artigo serão adicionadas. II – o Oficial. se for Oficial de nível superior. excetuando-se as decorrentes dos incisos I. § 1° – O número de Oficiais a serem atingidos pela Quota Compulsória é calculado. em qualquer hipótese. Art. 107 – A Quota compulsória que se refere o inciso VII do artigo 106 assegurará. assumir cargo público civil temporário. inativar. com prévia autorização ou mediante ato do Governador do Estado. § 2° – Considera-se ano-base o período de 1° de janeiro a 31 de dezembro. do ano imediatamente anterior. inclusive na Administração Indireta. Art. do efetivo previsto para Tenente-Coronel do QOEM.

por prioridade. Art. alínea “a”. a lista dos Oficiais que foram abrangidos pela Quota Compulsória. § 2° – Decorrido o prazo recursal. e contará como acréscimo esse tempo de serviço. no posto imediatamente inferior. Art. na forma do inciso I. por proposição do Comandante-Geral. para apresentar recurso contra esta medida. no mínimo. será publicada. em face da aplicação daquele dispositivo. II e VII do art. aos mais idosos. no Boletim Geral da Corporação. exceto quanto à promoção. § 1° – Os Oficiais indicados para integrar a Quota Compulsória anual serão notificados imediatamente pelo Presidente do órgão competente. 114 – A reforma de que trata o artigo anterior será aplicada ao servidor militar que: I – atingir as seguintes idades-limites de permanência na reserva remunerada: a) para Oficial Superior – 64 anos b) para Capitão e Tenente – 60 anos c) para Praças – 56 anos II – for julgado incapaz definitivamente para o serviço ativo da Brigada Militar e não houver possibilidade de. na forma regulamentar. sendo precedida de inspeção de saúde. § 2° – A convocação de que trata este artigo terá a duração necessária ao cumprimento da atividade que a ela deu origem. a lista dos Oficiais destinados a integrar a Quota Compulsória. e terão. baixando-se os atos de agregação. na falta de Oficial da ativa em situação hierárquica compatível com a do Oficial envolvido. a que não concorrerá. pelos Oficiais da ativa que. o prazo previsto no artigo 47. DA REFORMA Art. Art. para compor o Conselho de Justificação. ser readaptado em decorrência de limitação que . III – deixarão de ser indicados os Oficiais agregados por extravio ou deserção. na forma do § 6° do artigo anterior. cujos efeitos se contarão a partir da data da publicação da lista. dando-se atendimento. limitados ao número de vagas e desde que contem. para ser encarregado de Inquérito Policial-Militar ou para ser incumbido de outros procedimentos administrativos. por abrangência da Quota Compulsória. nos termos da lei. § 1°. § 1° – O Oficial convocado nos termos deste artigo terá os direitos e deveres dos Oficiais da ativa de igual situação hierárquica. não atingir o total de vagas da quota. § 3° – A transferência para a reserva. requererem a sua inclusão na Quota Compulsória. contando mais de 20 (vinte) anos de tempo de efetivo serviço. até 31 de dezembro do ano-base. não serão preenchidas por Oficiais excedentes ou desagregados em virtude de haver cessado as causas da agregação. 106 e as resultantes das promoções efetivas nos diversos postos. até o dia 31 de janeiro de cada ano. de calamidade pública e nos casos de convocação e mobilização.§ 4° – As vagas decorrentes das inativações previstas nos incisos I. esse total será completado “ex-offício” entre os Oficiais de maior antigüidade no posto. 111 – A transferência do servidor militar para a reserva remunerada pode ser suspensa na vigência de estado de sítio. 113 – A passagem do servidor militar à situação de reformado efetua-se “ex-officio”. § 5° – As Quotas Compulsórias só serão aplicadas quando houver. § 6° – A indicação dos Oficiais para integrarem a Quota Compulsória obedecerá às seguintes prescrições: I – inicialmente serão apreciados os requerimentos apresentados até 31 de dezembro do ano-base. 112 – O Oficial da reserva remunerada poderá ser convocado para o serviço ativo por ato do Governador do Estado. 110 – O órgão competente organizará. não devendo ser superior ao prazo de doze meses e dependerá da anuência do convocado. com 30 (trinta) anos de serviço. Oficiais que satisfaçam as condições de acesso. efetivar-se-á dentro dos 60 (sessenta) dias seguintes ao da agregação. Art. II – se o número de Oficiais voluntários.

em conseqüência de Conselho de Justificação a que foi submetido. respectivamente. em extinção. no mês de fevereiro. com base na medicina especializada. Art. obrigatoriamente. não sofre solução de continuidade. c) em treinamento. atualizado e. § 3° – O parecer definitivo a adotar. papeletas de tratamento nas enfermarias e hospitais. utilizados como meios subsidiários para esclarecer a situação. bem como os registros de baixa. de modo a comprovar. nos casos de tuberculose. por outra sentença do Tribunal Militar do Estado e nas condições nela estabelecidas. II – acidente em serviço. ainda que ocorrido em horário ou local diverso daquele determinado para o exercício de suas funções. esclerose múltipla. salvo quando se tratar de formas avançadas no conceito clínico e sem qualquer possibilidade de regressão completa. Síndrome de Imunodeficiência Adquirida e outras que a lei indicar. prevista em lei. quando reformado por limite de idade. em processo regular. sendo os termos do acidente. cegueira. moléstia ou enfermidade adquirida com relação de causa e efeito a condições inerentes ao serviço. moléstia ou enfermidade sem relação de causa e efeito com o serviço. e d) em represália. paralisia irreversível e incapacitante. aplica-se o disposto na alínea “b” do inciso I deste artigo. males de Addison e de Parkinson. pênfigo. § 2° – Nos casos de tuberculose. 116 – A incapacidade definitiva pode sobrevir em conseqüência de: I – ferimento sofrido em ação policial ou enfermidade contraída nessa circunstância ou que nela tenha causa eficiente. V – sendo Oficial. b) por situação ocorrida no percurso da residência para o trabalho e vice-versa.tenha sofrido em sua capacidade física e mental. ficará condicionado a um período de consolidação extranosocomial nunca inferior a seis meses contados a partir da época da cura. com segurança. bem como em decorrência da agressão sofrida e não provocada pelo serviço militar. tal medida for indicada ao Comandante-Geral da Brigada Militar em julgamento de Conselho de Disciplina. § 2° – O servidor militar reformado na forma dos itens V e VI só poderá readquirir a situação de servidor militar anterior. por ter sido julgado incapaz temporariamente. . nefropatia grave. III – estiver agregado por mais de dois anos. Art. IV – tuberculose ativa. VI – sendo Aluno-Oficial ou Praça com estabilidade assegurada. o órgão responsável pelo pessoal da Corporação organizará a relação dos servidores militares que houverem atingido a idadelimite de permanência na reserva remunerada. a reforma tiver sido determinada pelo Tribunal Militar do Estado. exceto quanto às condições de convocação. alienação mental. a fim de serem reformados. em julgamento por ele efetuado. estados avançados do mal de Paget (osteíte deformante). § 1° – Aos atuais postos de 1° e 2° Tenentes. III – doença. entendido como: a) por ato relacionado. nosocomial. em observações clínicas acompanhadas de repetidos exames subsidiários. baixa ao hospital. por sentença passada em julgado. por sua condição de servidor militar. espondiloartrose anquilosante. as quais terão parecer imediato da incapacidade definitiva. a atividade da doença. neoplasia maligna. § 1° – Os casos de que tratam os itens I. no exercício de suas atribuições. mediata ou imediatamente. com as atribuições do posto ou graduação. cardiopatia grave. para os portadores de lesões aparentemente inativas. 115 – Anualmente. II e III deste artigo serão provados por atestado de origem ou inquérito sanitário de origem. mediante homologação de Junta de Saúde ainda que se trate de moléstia curável. hanseníase. sempre que necessário. as Juntas de Saúde deverão basear seus julgamentos. Parágrafo único – A situação de inatividade do servidor militar da reserva remunerada. conforme a avaliação médica a ser procedida por Junta Policial-Militar de Saúde. ou por decisão do Comandante-Geral da Brigada Militar. V – acidente. IV – for condenado à pena de reforma. doença. a pedido ou ex-offício. após acompanhar sua evolução até três períodos de seis meses de tratamento clínico-cirúrgico metódico.

Parágrafo único – Nos casos previstos nos itens II. poderá retornar ao serviço ativo ou ser transferido para a reserva remunerada. esgotados os meios habituais de tratamento permaneçam distúrbios graves. § 6° – Considera-se paralisia todo caso de neuropatia grave e definitiva que afeta a motilidade. § 5° – Ficam excluídas do conceito de alienação mental as epilepsias psíquicas e neurológicas. ocorrerá se o tempo decorrido na situação de reformado ultrapassar dois anos. será promovido extraordinariamente. Art. 121 – O servidor militar reformado por alienação mental. com qualquer tempo de serviço. julgado incapaz definitivamente por um dos motivos constantes do item I do artigo 116. com impossibilitante total e permanente para qualquer trabalho. não suscetíveis de correção por lentes nem removíveis por tratamento médico-cirúrgico. como também os de visão rudimentar que apenas permitam a percepção de vultos. extensos e definitivos. III e IV do artigo anterior. que tornem o indivíduo total e permanentemente impossibilitado para qualquer trabalho. § 7° – São também equiparados a paralisias os casos de afecção ósteo-músculo-articulares graves e crônicos (reumatismos graves e crônicos ou progressivos e doenças similares). verificada a incapacidade definitiva. esgotados os meios habituais de tratamento. será reformado: I – com remuneração proporcional ao tempo de serviço. seja considerado inválido. reformado por incapacidade definitiva. § 1° – A interdição judicial do servidor militar reformado por alienação mental deverá ser providenciada pelos beneficiários. 117 – O servidor militar da ativa.§ 4° – Considera-se alienação mental todo caso de distúrbio mental ou neuro-mental grave persistente. Art. observado o limite de idade para permanência nessa situação. policial-militar ou não. será reformado com remuneração integral. antes de ser reformado. § 2° – A interdição judicial do servidor militar e seu internamento em instituição apropriada. 119 – O servidor militar da ativa. II. progressiva e incurável que conduzirão à cegueira total. quer secundários das funções nervosas. que tornem o indivíduo total e permanentemente impossibilitado para qualquer trabalho. destruindo a autodeterminação do pragmatismo e tornando o indivíduo total e permanentemente impossibilitado para qualquer trabalho. assim julgadas pelas Juntas de Saúde. sob a pena de suspensão do pagamento da remuneração respectiva. que for julgado apto em inspeção de saúde pela Junta Superior de Saúde. nos quais. permaneça alteração completa ou considerável na personalidade. esgotados os meios habituais de tratamento. § 2° – A transferência para a reserva remunerada. Art. será reformado com remuneração correspondente ao grau hierárquico imediatamente superior ao que possuir na ativa. no qual. terá a sua remuneração paga aos seus beneficiários. o servidor militar considerado inválido. julgado incapaz definitivamente por um dos motivos constantes do item V do artigo 116. parentes ou responsáveis. em grau de recurso ou revisão. desde que o tenham sob sua guarda e responsabilidade e lhe dispensem tratamento humano e condigno. com impossibilidade total e permanente para qualquer trabalho. enquanto não ocorrer a designação judicial de curador. Art. julgado incapaz definitivamente por um dos motivos constantes dos itens I. se Oficial ou Praça com estabilidade assegurada. até sessenta dias a contar da data do ato da reforma. § 1° – O retorno ao serviço ativo ocorrerá se o tempo decorrido na situação de reformado não ultrapassar dois anos e na forma do § 1° do artigo 97. § 8° – São equiparados à cegueira. 120 – O servidor militar. querósteo-músculo-articulares residuais. sensibilidade. troficidade ou mais funções. Art. não só os casos de afecção crônica. desde que. nos termos definidos em lei específica. 118 – O servidor militar da ativa. troficidade e mais funções nervosas. no qual. deverão ser providenciados pela Corporação quando: . motilidade. permaneçam distúrbios extensos e definitivos. qualquer que seja o seu tempo de serviço. III e IV do artigo 116. II – com remuneração integral do seu posto ou graduação.

se ainda não houverem decorrido mais de cinco anos de seu término. IV – tiver perdido a nacionalidade brasileira. 124 – O Oficial da ativa empossado em cargo público permanente. 125 – O Oficial que houver perdido o posto e a patente será demitido “ex-officio”. mediante demissão “ex-officio”. 122 – A demissão da Brigada Militar. II – for condenado por sentença passada em julgado por crime para o qual a lei comine essa pena acessória. só poderá readquirir a situação de servidor militar anterior por outra sentença do Tribunal Militar do Estado e nas condições nela estabelecidas. em decorrência de julgamento a que for submetido. sem direito a qualquer remuneração ou indenização. DA DEMISSÃO. Art. § 1° – No caso de o Oficial ter feito qualquer curso ou estágio de duração igual ou superior a seis meses e inferior ou igual a dezoito meses. onde ingressará com o posto que possuir na ativa e com as obrigações estabelecidas em lei. por julgamento do Tribunal Militar do Estado. por conta do Estado. sendo a sua situação militar definida pela Lei de Serviço Militar. ou com ele incompatível. o Oficial que: I – for condenado por Tribunal Civil ou Militar a pena restritiva de liberdade individual superior a dois anos. § 3° – O Oficial demissionário a pedido não terá direito a qualquer remuneração. parentes ou responsáveis. em decorrência de sentença condenatória passada em julgado. se efetua: I – a pedido. e terá a sua situação definida pela Lei do Serviço Militar. por conta do Estado. e condenado à perda de posto e patente. das previstas no item II deste artigo a das diferenças de vencimentos. III – incidir nos casos previstos em lei específica. a demissão só será concedida mediante indenização de todas as despesas correspondentes ao referido curso ou estágio. Art. ou de incompatibilidade com o mesmo. II – “ex-officio”. § 2° – No caso de o Oficial ter feito qualquer curso ou estágio de duração superior a dezoito meses. 126 – O Oficial perderá o posto e a patente se for declarado indigno do Oficialato. DA PERDA DO POSTO E DA PATENTE E DA DECLARAÇÃO DE INDIGNIDADE OU INCOMPATIBILIDADE COM O OFICIALATO Art. quando contar menos de cinco anos de Oficialato. por decisão do Tribunal Militar do Estado. e não tendo decorrido mais de três anos de seu término.I – não houver beneficiários. Art. § 4° – O direito à demissão a pedido pode ser suspenso. quando contar com mais de cinco anos de Oficialato: II – com indenização das despesas feitas pelo Estado com a sua preparação e formação. que motivam o julgamento por Conselho de Justificação e neste for considerado culpado. Art. Art. de sítio. Parágrafo único – O Oficial declarado indigno do Oficialato. estranho à sua carreira será imediatamente. 127 – Fica sujeito a declaração de indignidade para o Oficialato. de mobilização ou de calamidade pública. aplicada exclusivamente aos Oficiais. . ou com ele incompatível. diante de requerimento do interessado: I – sem indenização aos cofres públicos. II – não forem satisfeitas as condições de tratamento exigidas neste artigo. se for o caso. aplicar-se-á o disposto no parágrafo anterior. 123 – A demissão a pedido será concedida. e nos casos de perturbação da ordem interna. não podendo acumular qualquer proventos de inatividade com a remuneração do cargo público permanente. na vigência de estado de guerra. acrescidas. § 3° – Os processos e os atos de registro de interdição do servidor militar serão isentos de custas na Justiça Estadual. transferido para a reserva.

só poderá readquirir a situação de servidor militar anterior: a) por outra sentença do Conselho Permanente de Justiça e nas condições nela estabelecidas. III – incidirem nos casos que motivaram julgamento por Conselho de Disciplina e neste forem considerados culpados. ou. nos crimes previstos na legislação especial concernente à Segurança Nacional. desde que não haja prejuízo para o serviço. para as Praças. no mínimo. empossadas em cargo público permanente estranho à sua carreira. DA ANULAÇÃO DE INCLUSÃO Art. ocorrerá durante a prestação do serviço policialmilitar inicial nos seguintes casos: I – de irregularidade no recrutamento. aplicado somente às Praças. § 1° – O licenciamento a pedido poderá ser concedido. serão imediatamente licenciados “ex-officio”. II – “ex-officio”. III – a bem da disciplina.DO LICENCIAMENTO Art. § 5° – Compete ao Comandante-Geral o ato de licenciamento das Praças. § 4° – O licenciado “ex-officio” a bem da disciplina receberá o Certificado de Isenção previsto na Lei do Serviço Militar. III – se o voluntário for portador de moléstia que o incapacite para o serviço e que haja escapado à observação da Junta Policial-Militar de Saúde. 131 – A anulação de inclusão. Parágrafo único – O Aluno-Oficial ou a Praça com estabilidade assegurada que houver sido excluído a bem da disciplina. se efetua: I – a pedido. e terão sua situação militar definida pela Lei do Serviço Militar. a pena de qualquer duração. em conseqüência da qual o voluntário venha a permanecer afastado do serviço durante noventa dias. no foro civil ou militar. de mobilização ou de calamidade pública. 132 – A exclusão a bem da disciplina será aplicada “ex-officio” : a) às Praças sem estabilidade que forem condenadas a pena restritiva de liberdade superior a dois anos. § 2° – O licenciamento “ex-officio” se dará: I – por conclusão de tempo de serviço. a metade do tempo de serviço a que se obrigou. à Praça engajada ou reengajada que conte. 128 – O licenciamento do serviço ativo. Parágrafo único – Às Praças que tiverem feito curso ou estágio aplicam-se as disposições dos parágrafo único do artigo 105. § 3° – O servidor militar licenciado não tem direito a qualquer remuneração e terá sua situação militar definida pela Lei do Serviço Militar. consecutivos ou não. em sentença transitada em julgado. Art. 130 – O direito ao licenciamento a pedido poderá ser suspenso na vigência do estado de guerra ou de sítio e nos casos de perturbado da ordem interna. Art. inclusive relacionada com a seleção. 129 – O Aluno-Oficial e as demais Praças sem estabilidade assegurada. Parágrafo único – Cabe ao Comandante-Geral determinar a anulação de Inclusão. sem remuneração. II – por conveniência do serviço. II – sobre as quais houver pronunciado tal sentença o Conselho Permanente de Justiça. . DA EXCLUSÃO DA PRAÇA A BEM DA DISCIPLINA Art. por haverem perdido a nacionalidade brasileira. se a exclusão for conseqüência de sentença daquele Conselho. por ocasião da inspeção para a inclusão. II – de moléstia não adquirida em serviço. b) aos Alunos-Oficiais ou às Praças com estabilidade assegurada: I – sobre as quais houver pronunciado tal sentença o Conselho Permanente de Justiça. por haverem sido condenadas em sentença passada em julgado por aquele Conselho ou pela Justiça Civil a pena restritiva de liberdade individual superior a dois anos.

se a exclusão for conseqüência de ter sido julgado culpado em Conselho de Disciplina. sinistro aéreo. Parágrafo único – O servidor militar reaparecido será submetido a Conselho de Justificação ou a Conselho de Disciplina. 138 – O reaparecimento do servidor militar extraviado ou desaparecido. 139 – Os servidores militares começam a contar tempo de serviço na Brigada Militar a partir da data de sua inclusão ou nomeação para o posto ou graduação. 133 – Compete ao Comandante-Geral da Brigada Militar o ato de exclusão.b) por decisão do Comandante-Geral da Brigada Militar. reincluído no serviço ativo e. resulta em sua reinclusão e nova agregação. § 2° – A Praça sem estabilidade assegurada será automaticamente excluída. se julgado apto. 136 – O falecimento do servidor militar da ativa acarreta interrupção do serviço policial-militar. para fins deste artigo. se assim julgar necessário. a seguir. Art. 137 – O extravio do servidor militar da ativa acarreta interrupção do serviço policial-militar com o conseqüente afastamento temporário do serviço ativo. se não houver captura ou apresentação voluntária antes do término desse prazo. DO FALECIMENTO E DO EXTRAVIO Art. § 3° – O servidor militar desertor que for capturado ou que se apresentar voluntariamente depois de haver sido demitido ou excluído. agregado para se ver processar e. ao ser oficialmente declarada desertora. será submetido a inspeção de saúde e. para fins deste Estatuto. do ato concernente a sua reinclusão. no Diário Oficial do Estado. a partir da data da ocorrência do óbito. nem das pensões decorrentes de sentença judicial. § 1° – Considera-se como data de inclusão ou nomeação. 134 – A exclusão da Praça a bem da disciplina acarreta a perda do seu grau hierárquico e não a isenta das indenizações dos prejuízos causados à Fazenda Estadual ou a terceiros. § 1° – O desligamento do serviço ativo será feito seis meses após a agregação por motivo de extravio. Parágrafo único – A Praça excluída a bem da disciplina não terá direito a qualquer remuneração ou indenização e sua situação militar será definida pela Lei do Serviço Militar. Art. a sua situação será regulada na legislação específica. DA DESERÇÃO Art. calamidade pública ou outros acidentes oficialmente reconhecidos. Art. com a conseqüente demissão “ex-officio” para o Oficial ou exclusão do serviço ativo para a Praça. § 2° – Em caso de naufrágio. já desligado do serviço ativo. em processo regular. catástrofe. enquanto se apuram as causas que deram origem ao seu afastamento. a bem da disciplina. o extravio ou o desaparecimento do servidor militar da ativa será considerado como falecimento. 135 – A deserção do servidor militar acarreta a interrupção do serviço policial-militar. com o conseqüente desligamento ou exclusão do serviço ativo. § 2° – O servidor militar reincluído recomeça a contar tempo de serviço na data de publicação. Art. § l° – A demissão do Oficial ou exclusão da Praça com estabilidade processar-se-á após um ano de agregação. por decisão do Comandante-Geral da Brigada Militar. § 4° – A reinclusão em definitivo do servidor militar de que trata o parágrafo anterior dependerá de sentença do Conselho de Justiça. a data de publicação do respectivo ato no Diário Oficial do Estado. DO TEMPO DE SERVIÇO Art. a partir da data em que o mesmo foi oficialmente considerado extraviado. . das Praças com estabilidade. na hipótese de ser julgado incapaz. tão logo sejam esgotados os prazos máximos de possível sobrevivência ou se dêem por encerradas as providências de salvamento.

de 15 de janeiro de 1971. acrescido do tempo de serviço de que trata a Lei Estadual n. Art. matrícula. será feita a distinção entre: I – tempo de serviço efetivo. caberá ao Comandante-Geral arbitrar o tempo a ser computado. III – passado como desertor. como incêndio. o tempo: I – que ultrapassar de um ano. § l° – Será. contínuo ou não. para cada caso particular. inundação ou outras calamidades. será aplicado o divisor trezentos e sessenta e cinco. ou graduação. Art. § 2° – Não serão deduzidos do tempo de efetivo serviço. ou função por sentença passada em julgado. Art. mesmo que tal espaço de tempo seja parcelado. 142 – “Anos de serviço” é a expressão que designa o tempo de efetivo serviço a que se refere o artigo anterior. 144 – O tempo de serviço passado pelo servidor militar no exercício de atividades decorrentes ou dependentes de operações de guerra será regulado em legislação específica. 141 – Tempo de efetivo serviço é o espaço de tempo computado dia a dia entre a inclusão ou nomeação e a data limite estabelecida para contagem ou data do desligamento do serviço ativo. § l° – Os acréscimos a que se refere o inciso I serão computados somente no momento da passagem do servidor militar à situação de inatividade. § 2° – Os acréscimos a que se refere o item II serão computados somente no momento da passagem do servidor militar a situação de inatividade e. nomeação ou reinclusão na Brigada Militar. por sentença passado em julgado. para efeito algum. faltarem dados para contagem de tempo de serviço. naufrágio. IV – decorrido em cumprimento de pena de suspensão do exercício do posto. Art. inclusive quanto à percepção definitiva de gratificação de tempo de serviço. II – anos de serviço. de que trata este artigo. nas Organizações Policiais-Militares.196. os períodos em que o servidor militar estiver afastado do exercício de suas funções. estadual ou municipal prestado pelo servidor militar anteriormente a sua inclusão. nessa situação. ou de moléstia adquirida no exercício de qualquer função policial-militar. apurados e totalizados em dias. 140 – Na apuração de tempo de serviço policial-militar. em licença para tratamento de saúde de pessoa da família. em gozo de licença especial. de acordo com os elementos disponíveis. .§ 3° – Quando. de 30 de dezembro de 1976.° 7057. para tratar de interesse particular. pelo servidor militar da reserva convocado ou mobilizado. para a correspondente obtenção dos anos de efetivo serviço. § 3° – Não é computável. para todos os efeitos legais. computado como tempo de efetivo serviço o tempo passado dia a dia. por motivo de força maior oficialmente reconhecido. II – tempo relativo a cada licença-especial. na manutenção da ordem pública. desde que não tenha sido concedida suspensão condicional da pena. cargo. após as investigações que couberem. VII – decorrido após a data em que for julgado incapaz definitivamente para o serviço ativo. no exercício de funções servidores militares na forma do artigo 112. em conseqüência de ferimentos recebidos em acidente quando em serviço. além dos afastamentos previstos no artigo 66. § 3° – Ao tempo de efetivo serviço. V – decorrido em cumprimento de pena restrita da liberdade. Art. ou parte dela. não gozada. sinistro aéreo. § 4° – As restrições constantes dos §§ l° e 2° do presente artigo não prejudicarão a vigência dos artigos 15 a 17 da Lei n° 6. II – passado em licença. VI – decorrido após completada a idade limite de permanência no serviço ativo da força. também. 143 – O tempo que o servidor militar vier a passar afastado do exercício de suas funções. contado em dobro. será computado como se ele o tivesse passado no exercício daquelas funções. com os seguintes acréscimos: I – tempo de serviço público federal.

municipal ou passado em administração indireta. bem como os de engajamento e de reengajamento. nem com os acréscimos de tempo. c) elogios. podendo ser renovada a cada dois anos. ser concedida prorrogação desse tempo. desde que requeiram.Art. para outro ponto do Estado ou do Território Nacional. independentemente de solicitação própria. louvores. Art. 145 – O tempo de serviço dos servidores militares beneficiados por anistia será contado conforme estabelecer o ato legal que a conceder. nem com tempo de serviço computável após a inclusão em Organização Policial-Militar ou órgão de formação de Polícia-Militar ou a nomeação para posto da Brigada Militar. será de dois anos. poderá. DA PRORROGAÇÃO DO SERVIÇO POLICIAL-MILITAR Art. estadual. Parágrafo único – O tempo de serviço policial-militar inicial. Art. § 2° – As recompensas serão concedidas de acordo com as normas estabelecidas nas leis e nos regulamentos da Brigada Militar. 150 – As recompensas constituem reconhecimento de bons serviços prestados pelos servidores militares. b) condecorações por serviços prestados. DAS RECOMPENSAS E DAS DISPENSAS DO SERVIÇO Art. referências elogiosas. como engajados ou reengajados. Art. sem remuneração e sem a contagem de tempo de serviço. 152 – As dispensas do serviço podem ser concedidas aos servidores militares: I – como recompensa. quando este for transferido. para fins de passagem para a inatividade. para os possuidores de curso universitário. 147 – Na contagem dos anos de serviço não poderá ser computada qualquer superposição entre si dos tempos de serviço público federal. devidamente instruído. segundo as conveniências da Corporação e de acordo com a legislação pertinente. para acompanhar o cônjuge. em caráter temporário. Art. Art. § 1° – São recompensas aos servidores militares: a) prêmios de Honra ao Mérito. 148 – O servidor militar estável terá direito à licença. 151 – As dispensas do serviço são autorizações concedidas aos servidores militares para afastamento total do serviço. será a do desligamento do serviço ativo. . para o exterior ou para o exercício de mandato eletivo dos Poderes Executivo e Legislativo federal. estadual ou municipal. d) dispensa do serviço. DA LICENÇA PARA ACOMPANHAR O CÔNJUGE Art. Parágrafo único – As dispensas de serviço serão concedidas com remuneração correspondente ao cargo ou função e computadas como tempo de efetivo serviço. 146 – A data-limite estabelecida para o final de contagem dos anos de serviço. 153 – Às Praças que concluírem o tempo de serviço a que estiverem obrigadas. II – em decorrência de prescrição médica. 149 – A licença será concedida mediante pedido do servidor militar. uma ou mais vezes.

161 – As Praças terão direito ao fardamento de serviço por conta do Estado. no que couberem. o Regulamento Interno e dos Serviços Gerais do Exército (R/1).138. II e III da Lei n° 7. Art. 156 – Aplicam-se à Brigada Militar.500/72). PALÁCIO PIRATINI. incisos I. 157 – O cônjuge do servidor militar. excetuadas as associações. as disposições do Estatuto e Regime Jurídico Único dos Servidores Públicos Civis do Estado do Rio Grande do Sul. o Conselho de Justificação (Lei n° 5. 18 de agosto de 1997.836/72) e o Conselho de Disciplina (Decreto federal n° 71. independente de vaga e em qualquer grau. se o requerer. Parágrafo único – Quando. o Regulamento de Correspondência do Exército. 159 – Aplicam-se aos servidores militares. por parte de organizações civis. o servidor militar mudar a sede do seu domicílio. 155 – É vedado o uso. de 30 de janeiro de 1978. (DOE de 19/08/97) ANTÔNIO BRITTO. que congreguem membros da Brigada Militar. sem prejuízo de qualquer dos seus direitos. de acordo com a tabela de distribuição elaborada pela Brigada Militar. 154 – A assistência religiosa aos servidores militares será regulada em lei específica. Art. 158 – Não se aplicam as disposições deste Estatuto ao pessoal civil em serviço na Brigada Militar. Art. § 1°. Art. se necessário. 163 – Revogam-se as disposições em contrário. removido ou designado para a sede do município onde servir o servidor militar. círculos e outros. Art. para si e seus dependentes. por necessidade do serviço. sendo servidor estadual. são considerados promovidos ao grau hierárquico imediato.DAS DISPOSIÇÕES FINAIS E TRANSITÓRIAS Art. Art. de designações que possam sugerir a sua vinculação à Brigada Militar. para qualquer estabelecimento de ensino do Estado. Art. o Regulamento de Administração do Exército (R/3). em Porto Alegre. nos casos omissos na presente Lei. Honra e Sinais de Respeito das Forças Armadas (R/2). de 30 de janeiro de 1978. em especial a Lei n° 7. 162 – Esta lei entra em vigor no primeiro dia do mês seguinte ao de sua publicação. Art. será. 160 – Os servidores militares inativados na forma prevista pelo artigo 167. . passando. Governador do Estado. Art.138. terá assegurado o direito de transferência e matrícula. mantendo-se inalterado o cálculo dos respectivos proventos. o Regulamento de Continências. clubes. à condição de adido ou posto à disposição de qualquer órgão do serviço público estadual.

idade inferior a 23 (vinte e três) anos. até 31 de dezembro do ano da inscrição. no comportamento “bom”. Parágrafo único – Quando se tratar de candidato reservista das Forças Armadas.LEGISLAÇÃO COMPLEMENTAR DECRETO Nº 37. inciso V.536. as condições específicas estabelecidas nas letras “b”. de acordo com a legislação de ensino em vigor. II – Curso de Formação de Sargentos da Qualificação Policial Militar Geral: a) satisfazer. g) não ter sido desligado de Estabelecimento de Ensino Militar ou Policial-Militar por motivo disciplinar. são exigidas também. d) possuir altura mínima de 1. Dispõe sobre as condições gerais e específicas para ingresso voluntário na Brigada Militar. para ingresso na Brigada Militar com destino a cursos. o candidato. h) ter. nomeação ou matrícula nos cursos da Brigada Militar. f) não ter sido dispensado de incorporação das Forças Armadas por motivo considerado também incompatível com as exigências para o curso. “e”.Militar: a) ser brasileiro nato. III – não figurar como indiciado em inquérito policial militar.65m (um metro e sessenta e cinco centímetros). b) ser do sexo masculino. VI – não ter sido isentado do serviço militar por incapacidade física definitiva. medida de segurança ou qualquer condenação incompatível com a função policial militar. no uso da atribuição que lhe confere o artigo 82. físico. as condições específicas estabelecidas nas letras “b”. DE 08 DE JULHO DE 1997. o candidato. exigidos para inclusão. “f” e “g” do inciso I. Art. psicológico e intelectual. O GOVERNADOR DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL. DECRETA: Art. “f” e “g” do inciso I. “e”. 3º – Além das condições gerais previstas no artigo anterior. “d”. as seguintes condições específicas: I – Curso de Formação de Oficiais do Quadro de Oficiais de Polícia. deverá ter sido licenciado. III – Curso de Formação de Soldado PM. IV – não ter sofrido condenação criminal com pena privativa de liberdade. quadros ou qualificações. . II – estar quite com as obrigações eleitorais e militares. 1º – O ingresso na Brigada Militar será efetuado com observância do que dispõe o Estatuto dos Policiais Militares do Estado e do estabelecido no presente Decreto. no mínimo. “d”. Art. da Constituição do Estado. 2º – O candidato a ingresso nos quadros da Brigada Militar. deverá apresentar as seguintes condições gerais: I – possuir ilibada conduta pública e privada. e) possuir o 2º grau completo ou equivalente. da Qualificação Policial-Militar Geral: a) satisfazer. c) ser solteiro e não possuir encargos de família. VII – ter obtido aprovação nos exames de saúde. V – não estar respondendo a processo criminal.

quando do sexo feminino. condição exigida das candidatas ao oficialato. b) ser brasileira nata. a polícia ostensiva. em cumprimento ao disposto no artigo 82. Art.b) possuir Carteira Nacional de Habilitação que lhe permita conduzir veículo automotor. Art. . DE 18 DE AGOSTO DE 1997. a manutenção da ordem pública e o exercício dos poderes constituídos. no momento da inclusão. Polícia Militar do Estado do Rio Grande do Sul. Dispõe sobre a Organização Básica da Brigada Militar do Estado e dá outras providências. d) ter altura mínima de 1. destinada à preservação da ordem pública e à incolumidade das pessoas e do patrimônio. 2º – A Brigada Militar vincula-se. e) possuir o 2º grau completo ou equivalente. à Secretaria de Estado responsável pela Segurança Pública no Estado do Rio Grande do Sul.991. 1° – A Brigada Militar. é uma Instituição permanente e regular. para o Curso de Formação de Soldado PM. planejada pela autoridade policial-militar competente. c) ter. VICENTE BOGO. e as letras “b” e “c” do inciso III. (DOE de DE 09/07/97) LEI Nº 10. c) ter. PALÁCIO PIRATINI. b) satisfazer. Art. a candidata. IV – Cursos de Formação dos Quadros Especiais de Polícia-Militar Feminina: a) ser do sexo feminino.512. O GOVERNADOR DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL. inciso IV. as condições específicas estabelecidas nas letras “b”. idade inferior a 28 anos. classificada. Art. organizada com base na hierarquia e na disciplina. o candidato. as condições das letras “c”. Governador do Estado em exercício. onde se presuma ser possível a perturbação da ordem pública. de 29 de dezembro de 1981. até a data da inscrição para ingresso na Brigada Militar. como força de dissuasão.60m (um metro e sessenta centímetros). “c” e “d” do inciso IV. 6º – Revogam-se as disposições em contrário. V – Quadro de Oficiais de Saúde: a) observar as disposições aplicáveis do Decreto nº 30. Art. ressalvada a competência das Forças Armadas. a idade de 25 anos. 08 de julho de 1997. no mínimo. em locais ou área específicas. administrativa e operacionalmente. Faço saber. da Constituição do Estado. que a Assembléia Legislativa aprovou e eu sanciono e promulgo a Lei seguinte: Art. 4º – Compete ao Comandante-Geral da Brigada Militar baixar normas complementares a estas disposições. em Porto Alegre. c) satisfazer. com exclusividade. “g” e “h” do inciso I para o Curso de Formação de Oficiais. 5º – Este Decreto entra em vigor na data de sua publicação. a fim de assegurar o cumprimento da lei. II – atuar preventivamente. na categoria “B”. 3° – Compete à Brigada Militar: I – executar. até a data da inscrição no concurso.

§ 4º – Os órgãos de Polícia Militar (OPM) compreendem: I – OPM de Polícia Ostensiva. Art. 4° – A Brigada Militar estrutura-se em órgãos de Direção. X – desempenhar outras atribuições previstas em lei. VIII – realizar os serviços de busca e resgate aéreo. estrutura. 7° – O Comando-Geral compreende: I – o Comandante-Geral. que é o órgão de Direção Geral da Brigada Militar. que são os órgãos de Execução da Brigada Militar. aquático e terrestre no Estado. III – o Conselho Superior. V – atuar na fiscalização e controle dos serviços de vigilância particular no Estado. § 2° – Aos Departamentos. VI – OPM Especiais. a direção. Art. atribuições. III – OPM de Ensino. IX – executar as atividades de defesa civil no Estado. IV – o Estado Maior. no desempenho de atividade policial-militar no âmbito de suas circunscrições territoriais. 8° – O Comandante-Geral é indicado pelo Secretário de Estado responsável pelos assuntos de segurança pública e nomeado pelo Chefe do Poder Executivo Estadual. que são os órgãos de Apoio da Brigada Militar. efetivo. Art. subordinação e grau de comando fixados considerando-se os indicadores de segurança pública da respectiva circunscrição territorial e os indicadores específicos da Instituição. II – a Presidência da Comissão de Avaliação e Mérito. . Oficial do último Posto da carreira do Quadro de Oficiais de EstadoMaior – QOEM. VII – fiscalizar e controlar os serviços civis auxiliares de combate a incêndio. (Inciso V do art. nível. competindo-lhe: I – a Coordenação geral das atividades da Instituição. de Apoio e de Execução. § 1° – Ao Comando-Geral. Parágrafo único – São autoridades policiais-militares o Comandante-Geral da Brigada Militar. já inserida no texto) VI – executar o serviço de prevenção e combate a incêndio. IV – OPM de Logística. Art. VI – a Ajudância Geral. II – OPM de Bombeiros.97. os Oficiais. compete o planejamento. e as Praças em comando de fração destacada. 6° – O Comandante-Geral.III – atuar repressivamente. III – a Direção do Conselho Superior. 5° – Os OPM têm criação. VII – o Gabinete do Comandante-Geral. V – a Corregedoria-Geral. compete a administração da Instituição. em caso de perturbação da ordem pública e no gerenciamento técnico de situações de alto risco.08. V – OPM de Saúde.3º retificado no DOE de 27. II – o Subcomandante-Geral. competindo-lhe a sua administração. o controle e a execução das diretrizes emanadas do comando da Instituição. § 3° – Aos Comandos Regionais e aos órgãos de Polícia Militar (OPM). é a autoridade primeira da Instituição. organização. e VIII – a Comissão de Avaliação e Mérito Art. compete as atividades administrativo-operacionais indispensáveis ao cumprimento das finalidades da Instituição. extinção. com os poderes e deveres inerentes à função. IV – exercer atividades de investigação criminal militar.

Art. instrução e pesquisa. de acordo com as necessidades da Instituição. Art. Art. patrimônio. sob a forma de sistemas. realizando inspeções e correições e sugerindo as medidas necessárias ou recomendáveis para a racionalização e eficiência dos serviços. e II – seções. informática e outras. saúde. compete o estudo e o planejamento estratégico da Instituição. administrativa ou disciplinar. avaliação e processamento das promoções. constituído pelos Coronéis da ativa em exercício na Instituição. são os responsáveis em suas respectivas circunscrições territoriais pelas atividades administrativo-operacionais dos OPM que lhe são subordinados.Art. Art. órgão de assessoramento do Comando-Geral. logística. diligências. conforme a respectiva circunscrição territorial de atuação. 12 – O Estado Maior da Brigada Militar estrutura-se em: I – chefia. pessoal. órgão de assessoramento permanente do Comandante-Geral nos assuntos relativos às carreiras de Oficiais e Praças da Instituição. 11 – Ao Estado-Maior da Brigada Militar. compete o controle. certidões. V – requisitar. Art. podem receber denominações diferenciadas. orientação e fiscalização das atividades funcionais e da conduta dos servidores da Instituição. 13 – Ao Chefe do Estado Maior compete: I – assessorar o Comandante-Geral. cabe o assessoramento em assuntos de interesse da Corporação. 18 – Os Comandos Regionais. exames. Art. e II – coordenar. escalões intermediários de Comando. as atividades de ensino. § 2°– Os Comandos Regionais podem ser dotados de Centro de Operações Policiais Militares. 14 – A Corregedoria-Geral. do ComandanteGeral da Corporação. III – Secretaria Executiva. para encaminhamento posterior ao Comandante-Geral. Art. II – exercer a apuração de responsabilidade criminal. IV – avaliar. Art. 15 – A Ajudância-Geral tem a seu cargo os serviços administrativos do Quartel do Comando-Geral e o atendimento de suas necessidades em pessoal e material. 19 – Os Departamentos organizam. nos seus impedimentos eventuais. Parágrafo único – Compete à Corregedoria-Geral: I – cumprir atividades que lhe sejam atribuídas pelo Comandante-Geral. diretamente subordinada ao Comandante-Geral é o órgão de disciplina. e nomeado pelo Governador do Estado. 9º – O Subcomandante-Geral é o substituto. competindo-lhe igualmente as funções de assessorá-lo no cumprimento das atividades da Brigada Militar. ouvido o Comandante-Geral. em razão do efetivo e da sua destinação. e VI – elaborar o regulamento do estágio probatório dos servidores-militares. Art. os elementos coligidos sobre o estágio probatório de integrantes da carreira de Servidor-Militar. dirigir e controlar os trabalhos do Estado Maior. que atendam às necessidades da segurança pública. pareceres técnicos e informações indispensáveis ao bom desempenho de sua função. II – Assessorias. Art. § 1°– Os Comandos Regionais. 16 – O Gabinete do Comandante-Geral. 10 – Ao Conselho Superior. 17 – À Comissão de Avaliação e Mérito. ao qual compete o assessoramento direto ao ComandanteGeral. Parágrafo único – O Subcomandante-Geral será indicado pelo Secretário de Estado responsável pelos assuntos de segurança pública. compreendendo: . administração financeiro-contábil. de qualquer autoridade. é composto por: I – Chefia. III – fiscalizar as atividades dos órgãos e servidores da Brigada Militar.

§ 2° – VETADO Art. competindo-lhe a aquisição. órgão de planejamento. órgão de planejamento. IV – Departamento Administrativo. controle e fiscalização das atividades de ensino. § 1° – A função de Diretor do Departamento de Saúde será exercida por um Coronel do Quadro de Oficiais Especialistas em Saúde – QOES. de Subcomandante-Geral. órgão de planejamento. II – Departamento de Logística e Patrimônio.97) LEI COMPLEMENTAR Nº 10. . Art. Faço saber. 2º – Fica instituída a carreira dos Servidores Militares Estaduais de Nível Superior. 22 – O Poder Executivo regulamentará a presente Lei no que couber.556. Art. (DOE 19. Governador do Estado. instrução e pesquisa. controle e fiscalização das atividades de saúde da Instituição.I – Departamento de Ensino. de Chefe do Estado-Maior. 18 de agosto de 1997. em Porto Alegre. Art. seção e setor. Tenente-Coronel e Coronel. que a Assembléia Legislativa aprovou e eu sanciono e promulgo a Lei seguinte: Art. V – Departamento de Informática. é constituída dos postos de Capitão. inciso IV. Art.08. de Corregedor-Geral e de Diretores dos Departamentos são privativas do posto de Coronel do QOEM. em cumprimento ao disposto no artigo 82. distribuição. nesta ordem de hierarquia. auditoria e execução das atividades financeiro-orçamentário-contábeis do pessoal. PALÁCIO PIRATINI. em especial a Lei nº 7. fiscalização. de 20 de novembro de 1981. no prazo de 90 (noventa) dias. Dispõe sobre a carreira dos Servidores Militares do Estado do Rio Grande do Sul e dá outras providências. DE 18 DE AGOSTO DE 1997. da Constituição do Estado. III – Departamento de Saúde. 24 – Revogam-se as disposições em contrário. O GOVERNADOR DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL. controle e fiscalização dos sistemas informatizados da Instituição. de que trata o “caput” deste artigo. § 1º – A carreira dos Quadros de Oficiais. ANTÔNIO BRITTO. Major. 23 – Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação. controle e fiscalização dos bens patrimoniais afetos à Instituição. 1º – Os Quadros de Organização da Brigada Militar e as carreiras dos Oficiais e Praças passam a observar os preceitos estatuídos na presente Lei. 20 – As funções de Comandante-Geral.992. com competências a serem discriminadas em regimento interno. Art. estruturada através do Quadro de Oficiais de Estado Maior – QOEM e do Quadro de Oficiais Especialistas em Saúde – QOES. controle. a contar de sua vigência. 21 – Os Departamentos da Brigada Militar poderão dividir-se em divisão. órgão de planejamento. manutenção e a contratação de todos os serviços. órgão de planejamento.

do Curso Básico de Oficiais de Saúde – CBOS. da atual carreira do Quadro de Oficiais de Saúde – QOS. § 2º – Não haverá ingressos no posto inicial da carreira do QOEM e do QOES. 6º – Os postos de Capitão. previstos na Lei nº 9. Art. enquanto estiverem freqüentando o Curso Superior de Polícia Militar. § 2º – O acesso à promoção ao posto de Coronel. previstos no § 1º do artigo anterior. § 5º – O Curso Superior de Formação de Oficiais da Brigada Militar (CSFO/BM). Art. pelo ocupante do posto de Tenente-Coronel.§ 2º – A inclusão no quadro de acesso para a promoção ao posto de Coronel poderá ser recusada pelo servidor. sendo exigido diploma de nível superior na respectiva área da saúde. assim como os postos mencionados neste artigo. têm assegurado o direito à ascensão hierárquica. § 4º – Os atuais Alunos-Oficiais. § 2º – Os aprovados no concurso público de que trata o parágrafo anterior. de 20 de outubro de 1992. através de aprovação no Curso Superior de Polícia Militar. independentemente do interstício e tempo de serviço em órgão de execução previstos no artigo 5º desta Lei. decorrentes da conclusão dos Cursos instituídos nos artigos 3º e 4º desta Lei. com aprovação. o ocupante do posto de Capitão deverá ter prestado serviços em órgão de execução por um período. até a sua extinção. Art. 3º – O ingresso no QOEM dar-se-á no posto de Capitão. nos Quadros de origem. de 20 de outubro de 1992. com vigência anterior a esta Lei. far-se-á de acordo com as respectivas antigüidades e na ordem de precedência que entre si detinham seus integrantes. bem como os integrantes dos Quadros Especiais em extinção. após concluída a formação específica. 7º – Os integrantes do QOPM. Art. cujo prazo de duração não excederá a dois anos. igualmente previstos na mencionada Lei. § 1º – Para a promoção ao posto de Major. e os atuais postos de Primeiro e Segundo-Tenentes do QOS passam também a constituir o Quadro Especial de Oficiais de Saúde da Brigada Militar em Extinção – QEOSBMEx. consecutivo ou não.741. mediante concurso público de provas e títulos e conclusão. passam a integrar a carreira do QOES. o Curso Avançado de Administração Policial Militar – CAAPM. § 3º – A incorporação dos Oficiais oriundos dos Quadros extintos por esta Lei. é equivalente e substituído pelo Curso Superior de Polícia Militar. cursados pelos integrantes do Quadro de Oficiais de Polícia Militar – QOPM. enquanto não forem promovidos ao posto de Capitão os integrantes dos Quadros Especiais previstos no parágrafo anterior. respectivamente. § 1º – Os atuais postos de Primeiro e Segundo-Tenentes do QOPM e do QEOPMFem passam a constituir o Quadro Especial de Oficiais da Brigada Militar em Extinção – QEOBMEx. sendo que estes postos serão extintos à medida que vagarem os respectivos cargos. 4º – O ingresso no QOES dar-se-á no posto de Capitão. previstos na Lei nº 9. três anos e ter concluído. serão considerados Alunos-Oficiais. ficam incorporados à carreira do QOEM. . no mínimo. Major. por ato do Governador do Estado. por ocasião da formatura no respectivo Curso Superior de Formação de Oficiais – CSFO. 5º – A ascensão funcional nos postos do QOEM e do QOES ocorrerá após decorrido o interstício mínimo de oito anos de efetivo serviço em cada posto imediatamente anterior ao correspondente à promoção. pelos Cursos previstos nos parágrafos 1º e 2º deste artigo. exige a conclusão. mediante ato do Governador do Estado. com ingresso até a data de vigência desta Lei. por ato do Governador do Estado. serão declarados Segundo-Tenentes do QEOBMEx. § 1º – O ingresso no Curso Superior de Polícia Militar dar-se-á mediante concurso público de provas e títulos com exigência de diplomação no Curso de Ciências Jurídicas e Sociais. são equivalentes e substituídos. com aprovação.741. § 3º – O Curso de Aperfeiçoamento de Oficiais e o Curso Superior de Polícia Militar. do QEOPMFem e do QOS. Art. aplicando-se-lhes o Estatuto dos Servidores Militares do Estado do Rio Grande do Sul e o Regulamento de Promoções. com aprovação. Tenente-Coronel e Coronel da atual carreira do Quadro de Oficiais de Polícia Militar – QOPM e o posto de Capitão da atual carreira do Quadro Especial de Oficiais de Polícia Militar Feminina – QEOPMFem. com vigência anterior a esta Lei. de. aos novos Quadros por ela criados. do Curso de Especialização em Políticas e Gestão de Segurança Pública – CEPGSP.

ficando assegurado aos seus atuais integrantes a ascensão hierárquica. § 5° – As vagas preenchidas na graduação de Terceiro-Sargento. § 4° – Aos servidores militares beneficiados pelo parágrafo 1° deste artigo não se aplica a regra de promoção à graduação imediatamente superior quando da transferência para a reserva remunerada. integrada pelo Quadro de Primeiro-Tenentes de Polícia Militar – QTPM e pelas Qualificações Policiais-Militares – QPM – para Praças. previstos na Lei nº 9. composta. § 2° – Em caso de empate. a qual possibilitará o acesso ao grau hierárquico de Primeiro-Tenente. à medida que vagarem os respectivos cargos. 15 – A inclusão em quadro de acesso para as promoções na carreira instituída no artigo 11 poderá ser recusada pelo servidor. pesquisa. . são constituídas pelas graduações de Soldado de 1ª classe. II – Qualificação Policial-Militar 2 (QPM–2): Praças Bombeiros. ouvido o Secretário de Estado da Justiça e da Segurança. por posto e graduações.14.Parágrafo único – À medida que vagarem os cargos dos postos de Primeiro-Tenente do QEOBMEx. conforme os parágrafos anteriores.170/98. Chefia ou Direção dos órgãos administrativos de média e alta complexidade da estrutura organizacional da Corporação e das médias e grandes frações de tropa de atividade operacional. por ato do Comandante-Geral da Brigada Militar. § 6° – Não havendo mais candidatos passíveis de formação em serviço. para a graduação de Soldado. 14 – O ingresso nas Qualificações Policiais-Militares dar-se-á na graduação de Soldado de 1ª classe. terá preferência. Art. Art. 16 – As graduações de Cabo e Subtenente. criado por esta Lei. Art. a graduação de TerceiroSargento entrará em extinção. incumbindo-lhe o planejamento. de 20 de outubro de 1992. 13 – As Qualificações Policiais-Militares a que se refere o artigo anterior. no mínimo. Art. instrução e treinamento. respectivamente. serão extintos à medida que vagarem os respectivos cargos. alterado p/LC nº 11. Art.741. a coordenação e o controle das atividades a seu nível. § 1° – A graduação de Terceiro-Sargento será provida. na forma da legislação pertinente. na forma regulamentar. Art. 11 – Fica instituída a carreira dos Servidores Militares Estaduais de Nível Médio. de 20 de outubro de 1992. 8º – O Oficial do Quadro de Oficiais de Estado Maior – QOEM exerce o Comando. voltadas ao desenvolvimento da segurança pública. no comportamento “Bom”. à medida em que vagarem. integram o total do efetivo fixado para a graduação de Soldado. § 3° – O provimento das vagas previstas conforme o parágrafo 1° dar-se-á mediante autorização do Chefe do Poder Executivo. para o provimento referido no parágrafo anterior. de acordo com as suas peculiaridades. aplicando-lhes as disposições do artigo anterior. poderão ser providos. preservado o disposto no § 4º do artigo anterior. já inserido no texto) Art. em igual número. 9º – O Oficial do Quadro de Oficiais Especialistas em Saúde – QOES atuará nas atividades de saúde da Instituição. previstas na Lei nº 9. após a aprovação em concurso público e no Curso Básico de Formação Policial-Militar – CBFPM. 12 – As Qualificações Policiais-Militares (QPM) da Brigada Militar passam a ser as seguintes: I – Qualificação Policial-Militar 1 (QPM–1): Praças de Polícia Ostensiva. na área afeta à Brigada Militar. Segundo Sargento e Primeiro Sargento. o servidor militar que for mais antigo e o que apresentar melhor desempenho. ficam extintas. em ordem sucessiva. ou da reforma. (Art. Art. bem como o planejamento. a partir da edição desta Lei. 10 – Os Quadros de Oficiais de Administração (QOA) e de Oficiais Especialistas (QOE).741. com exigência da escolaridade de 2º Grau do ensino médio. mediante a formação em serviço dos atuais Soldados e Cabos que contarem com mais de 20 (vinte) anos de serviço militar e tiverem classificação. a pedido. respeitado o efetivo para ela fixado na Lei citada. revertendo os cargos. a direção e a execução das atividades de ensino. os cargos do Quadro de Primeiro-Tenentes de Polícia Militar – QTPM. Art.

o Curso Técnico em Segurança Pública – CTSP. assim como auxiliar nas tarefas de planejamento. 18 – As promoções ao posto e às graduações da carreira instituída no artigo 11 terão interstício mínimo de cinco anos. Parágrafo único – O Curso de Formação de Sargentos. 24 – Ficam extintos os Cursos de Formação. 19 – A promoção dos concludentes do Curso Básico de Administração Policial Militar – CBAPM ao posto de Primeiro Tenente do Quadro de Tenentes de Polícia Militar – QTPM dar-se-á por ato do Governador do Estado. Art. podendo exercer o Comando e Chefia de órgãos administrativos de menor complexidade e das pequenas frações de tropa da atividade operacional da estrutura organizacional da Corporação. executar a coordenação e o controle das atividades em seu nível. cursado anteriormente à vigência desta Lei. com vistas à formação das Qualificações criadas por esta Lei. Art. Art. elementos de execução das atividades administrativas e operacionais. de 20 de outubro de 1992. as graduações de Terceiro-Sargento. Art. § 1º – As Praças oriundas das extintas Qualificações Policiais-Militares Particulares (QPMP). 17 – Poderão concorrer às promoções à graduação de Segundo-Sargento os Cabos e Soldados que tiverem sido incluídos na Brigada Militar anteriormente à vigência desta Lei e que tenham concluído. desde que já se tenham extinguido. com aprovação. 29 – Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação. Art. exercidas por Praças. 21 – Ao Curso Básico de Administração Policial Militar concorrerão os Subtenentes e PrimeiroSargentos que tenham concluído. 25 – Ficam mantidos os padrões remuneratórios dos cargos correspondentes aos postos e graduações extintos por esta Lei. na forma regulamentar. Art. instituídas pela Lei nº 9. e ainda auxiliar na execução das atividades de ensino. o Curso Técnico em Segurança Pública – CTSP. Art. instrução e treinamento. é equivalente e substituído pelo Curso previsto no “caput” deste artigo. para a organização das novas escalas hierárquicas. com aprovação. § 4º – As especialidades de interesse da Brigada Militar.Art. Art. por excelência. . 20 – Os Servidores Militares Estaduais de Nível Médio são. a ordem de antigüidade na graduação e a ordem de precedência que seus integrantes detinham nas Qualificações extintas. sobre os quais incidirá a política salarial do Estado. Art. 23 – Fica extinta a graduação de Aspirantes-a-Oficial. observarão. Art. previstos nesta Lei. Habilitação e Aperfeiçoamento instituídos para Oficiais e Praças anteriormente à vigência desta Lei. da Qualificação Policial-Militar Geral-1 (QPMG–1) e da Qualificação Especial de Praças de Polícia-Militar Feminina (QEPPMFem) passam a integrar a Qualificação Policial-Militar 1 (QPM–1). § 2º – As Praças oriundas das extintas Qualificações Policiais-Militares Particulares (QPMP) da Qualificação Policial-Militar Geral-2 (QPMG–2) passam a integrar a Qualificação Policial-Militar 2 (QPM– 2). mediante proposta do Comandante-Geral da Brigada Militar ao Secretário de Estado responsável pelos assuntos da segurança pública.741. 22 – Ficam extintas as Qualificações Policiais Militares Gerais e Particulares e a Qualificação Especial de Praças de Polícia Militar Feminina. serão exigidos em sua plenitude a partir de três anos da data de vigência desta Lei. dos quais pelo menos quatro anos em serviço em órgãos de execução. serão criadas e reguladas por ato do Chefe do Poder Executivo. Art. 26 – Os períodos de tempo de serviço prestados em órgãos de execução. por promoções. 27 – VETADO Art. 28 – As despesas decorrentes da aplicação desta Lei correrão à conta de dotações orçamentárias próprias. § 3º – As fusões das extintas Qualificações Policiais-Militares. pesquisa.

b) Quadro de Oficiais Especialistas em Saúde (QOES): – 02 Coronéis.443 Primeiros-Sargentos.356.97) LEI Nº 10.993.Art.432 Soldados. ANTÔNIO BRITTO.650 (trinta e três mil. quando extinto em decorrência das disposições da Carreira dos Servidores Militares Estaduais.700 Terceiros-Sargentos. que a Assembléia Legislativa aprovou e eu sanciono e promulgo a Lei seguinte: Art. – 546 Segundos-Sargentos. – 17 Majores. – 259 Majores. Art. seiscentos e cinqüenta) cargos de servidores militares. assim distribuídos: I – Oficiais: a) Quadro de Oficiais de Estado-Maior (QOEM): – 24 Coronéis. da Constituição do Estado. 2º – O Quadro Especial a que se refere o parágrafo 1º do artigo 232 da Lei nº 7. 18 de agosto de 1997. – 89 Tenentes-Coronéis. de 1º de fevereiro de 1980. em Porto Alegre. Parágrafo único – O efetivo de Terceiro-Sargento reverterá à graduação de Soldado. – 19. escolhidos dentre os integrantes do Quadro de Oficiais de Estado-Maior e nomeados Juízes Militares para a composição do Tribunal Militar do Estado. 30 – Revogam-se as disposições em contrário. c) Quadro de Tenentes de Polícia Militar (QTPM): – 760 Primeiros-Tenentes II – Praças: a) Especiais: – Até 200 Alunos-Oficiais b) De Polícia Ostensiva – Qualificação Policial-Militar 1 (QPM–1): – 2.08. – 659 Capitães. PALÁCIO PIRATINI. – 06 Tenentes-Coronéis. 1º – O efetivo da Brigada Militar do Estado é fixado em 33. DE 18 DE AGOSTO DE 1997. (DOE de 19. é constituído de quatro cargos de Coronel. inciso IV. Fixa o efetivo da Brigada Militar providências. – 2. Faço saber. – 103 Capitães.518 Segundos-Sargentos. – 2. O GOVERNADOR DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL. – 3. do Estado e dá outras .609 Soldados. – 300 Terceiros-Sargentos. em cumprimento ao disposto no artigo 82. entre Oficiais e Praças. Governador do Estado. c) Bombeiros – Qualificação Policial-Militar 2 (QPM–2): – 183 Primeiros-Sargentos.

ocorridos em serviço.Art. passando o efetivo da Lei nº 9. a Polícia Civil. § 1º – As disposições deste artigo não se aplicam para o provimento da graduação de Soldado. 4º – O provimento do efetivo será gradual. ANTÔNIO BRITTO. ou morte”. e V – 30% (trinta por cento). a referida fração será computada como se vaga fosse. em cumprimento ao disposto no artigo 82. o preenchimento dos seguintes percentuais mínimos de vagas acrescidas em decorrência da presente Lei.741. 1º – Na ocorrência dos eventos “invalidez permanente. que a Assembléia Legislativa aprovou e eu sanciono e promulgo a Lei seguinte: Art. em 2001. Estabelece benefício ao servidor integrante dos órgãos operacionais da Secretaria da Justiça e da Segurança. O GOVERNADOR DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL. a Brigada Militar. 7º – Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação. § 1° – Serão considerados acidentes em serviço aqueles ocorridos nas circunstâncias previstas na Lei n° 10. total ou parcial. da Constituição do Estado. total ou parcial. o servidor. Governador do Estado. inciso IV.97) LEI N. de 20 de outubro de 1992. e os respectivos totais serão fixados anualmente por ato do Comandante-Geral da Brigada Militar. 18 de agosto de 1997. a Superintendência dos Serviços Penitenciários – SUSEPE e o Instituto-Geral de Perícias. a constar de acordo com o disposto no artigo 1º desta Lei. ocorridos em serviço. Art. § 3º – Os provimentos referidos neste artigo serão efetivados no dia 18 de novembro de cada ano e observarão os quantitativos fixados no artigo 1º desta Lei. . desde que atendidos os requisitos legais para os respectivos provimentos: I – 10% (dez por cento). IV – 25% (vinte e cinco por cento). em Porto Alegre. em 1998.º 10. 6º – As despesas decorrentes da execução da presente Lei correrão à conta de dotações orçamentárias próprias.000.08. Art. § 2º – Quando o percentual mínimo de provimento de vagas corresponder à fração do respectivo posto ou graduação. em 1999. Faço saber. ou seu beneficiário. faz jus ao benefício financeiro de R$ 10. (DOE de 19.996. sendo consideradas até o limite máximo. em 1997. ou morte”. Art. Art. III – 20% (vinte por cento). 5º – VETADO Art.00 (dez mil reais). ou ao seu beneficiário. II – 15% (quinze por cento). observado. 8º – Revogam-se as disposições em contrário. para os fins de provimento.594. em 2000. 3º – As Praças Especiais não estão computadas no total do efetivo. PALÁCIO PIRATINI. na ocorrência dos eventos “invalidez permanente. de 11 de dezembro de 1995. nos respectivos postos e graduações. para os efeitos desta Lei. § 2° – São considerados órgãos operacionais da Secretaria da Justiça e da Segurança. DE 18 DE AGOSTO DE 1997.

Inspetores de Polícia. do Instituto-Geral de Perícias e da Superintendência dos Serviços Penitenciários que morrer ou ficar permanentemente inválido. independentemente da Classe titulada. Faço saber. da Constituição do Estado. a promoção extraordinária.97). DE 18 DE AGOSTO DE 1997. exceto a decorrente de ato de bravura. PALÁCIO PIRATINI. a promoção será “post-mortem”. será promovido extraordinariamente. na forma desta Lei. bem como para as promoções decorrentes de ato de bravura. Art. na mesma situação. Art. O GOVERNADOR DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL. 2° – A promoção extraordinária a que se refere esta Lei. para as carreiras de nível superior. inciso IV. 18 de agosto de 1997. corresponderá à percepção de parcela adicional. que observará o disposto no artigo anterior. LEI COMPLEMENTAR N.228.000. Art. que desempenham suas atividades em situação permanente de risco: I – na Polícia Civil – para os Investigadores de Polícia. para os Papiloscopistas e para os Fotógrafos Criminalistas. instituído pela Lei n° 9. (DOE de 19. bem como. Art. dar-se-ão para o grau hierárquico imediatamente superior da respectiva carreira. Parágrafo único – Na hipótese de falecimento. que a Assembléia Legislativa aprovou e eu sanciono e promulgo a Lei Complementar seguinte: Art. em cumprimento ao disposto no artigo 82. III – na Superintendência dos Serviços Penitenciários – SUSEPE – para os Auxiliares de Serviços Penitenciários e para os Agentes Penitenciários do Quadro dos Funcionários Penitenciários. 5° – Revogam-se as disposições em contrário. 1° – O servidor militar e o servidor integrante dos quadros da Polícia Civil. e em decorrência de agressão sofrida e não provocada pelo servidor. do Instituto-Geral de Perícias e da Superintendência dos Serviços Penitenciários. 4° – Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação.§ 3° – O benefício de que trata este artigo será concedido somente aos servidores abaixo relacionados. Dispõe sobre a promoção extraordinária do servidor militar e do servidor integrante dos quadros da Polícia Civil. Art. Escrivães de Polícia. inclusive. 3° – As despesas decorrentes da execução desta Lei correrão por conta de dotação orçamentária própria. no exercício de suas atribuições. em virtude de ferimento sofrido em ação ou de enfermidade contraída nessa circunstância ou que nela tenha causa eficiente. . 2° – O benefício de que trata o “caput” do artigo 1° não prejudica outros direitos previstos em lei. de 1° de fevereiro de 1991. II – na Brigada Militar – para os Postos e Graduações da hierarquia militar de Soldado de 2ª Classe a Capitão. e para os Monitores Penitenciários e Técnicos Penitenciários do Quadro dos Funcionários Penitenciários em extinção. Art. em Porto Alegre. praticar ato de bravura.08. e IV – no Instituto-Geral de Perícias – para os Auxiliares de Perícia.º 11. 3° – Para os servidores das carreiras de nível médio dos quadros referidos no artigo 1° desta Lei Complementar. em valor equivalente à diferença entre o vencimento ou soldo inicial e o final das respectivas carreiras. Comissários de Polícia e Comissários de Diversões Públicas.

Art. da Constituição do Estado.19 (um vírgula dezenove). quando as diárias forem vencidas nos estabelecimentos penais e repartições fazendárias do interior do Estado. coloque em risco incomum a sua própria vida. DE 22 DE SETEMBRO DE 1997. O GOVERNADOR DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL. Art.97) DECRETO Nº 37. ANTÔNIO BRITTO. atendendo às peculiaridades das carreiras do servidor militar e do servidor integrante dos quadros da Polícia Civil. periciais ou penitenciárias. Dispõe sobre diárias devidas a policiais militares e dá outras providências. 9° – Revogam-se as disposições em contrário.878/97) I – 1. dos índices correspondentes aos cargos titulados. Art. em cada caso. PALÁCIO PIRATINI.Parágrafo único – Quando o servidor ocupar cargo isolado. 5° – Considera-se ato de bravura em serviço a conduta do servidor que. 6° – A promoção efetuada com base nesta Lei dependerá. Parágrafo único – O ato de bravura será destacado como forma de valorizar as posturas que. redação dada p/D. do Instituto-Geral de Perícias e da Superintendência dos Serviços Penitenciários. que serão apurados independentemente de requerimento por parte do interessado ou de seus sucessores. . 18 de agosto de 1997. audácia e a presença de qualidades morais extraordinárias. a promoção igualmente corresponderá à percepção de parcela adicional. de comprovação dos fatos que a justifiquem. 1º – O valor das diárias dos policiais militares empregados na força tarefa das casas prisionais será obtido mediante a incidência. quando as diárias forem vencidas nos estabelecimentos penais e repartições fazendárias da Capital do Estado. revelem a presença de um espírito público responsável pela superação do estrito cumprimento do dever. sobre o valor básico das diárias fixado em lei. em Porto Alegre. bem como de atividades para manutenção da ordem pública. (DOE de 19. considerar-se-ão em ação os servidores que realizem ou participem de atividades-fins policiais. respeitando os direitos fundamentais e os princípios gerais do direito. demonstrando coragem. Art. DECRETA: “Art. II – 1. Governador do Estado.37. multiplicados pelos seguintes fatores: (O “caput” do art.794. no uso da atribuição que lhe confere o artigo 82. em valor correspondente a 20% (vinte por cento) do seu padrão de vencimento ou soldo. Art. no desempenho de suas atribuições e para a preservação de vida de outrem. inciso V. Parágrafo único – O Poder Executivo regulamentará o disposto neste artigo.08. 4° – Para os efeitos desta Lei. Art.46 (um vírgula quarenta e seis).1º. 8° – Esta Lei Complementar entra em vigor na data de sua publicação. 7° – As despesas decorrentes da execução desta Lei Complementar correrão à conta de dotação orçamentária própria.

Regulamenta a Comissão de Avaliação e Mérito da Brigada Militar e dá outras providências. no uso da atribuição que lhe confere o artigo 82. 5º – Este Decreto entra em vigor na data de sua publicação.Art. Parágrafo único – A Presidência da CAM compete ao Comandante-Geral da Brigada Militar. da Lei nº 10. O GOVERNADOR DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL. DE 17 DE NOVEMBRO DE 1997.939.993/97. Art. (DOE de 18/11/97) . II – o controle. 22 de setembro de 1997. 1º – À Comissão de Avaliação e Mérito da Brigada Militar (CAM) prevista no artigo 17. (DOE de 23. 4º – A confecção dos quadros de Acesso de Oficiais e Praças para efetivação de promoções em 18 de novembro de 1997. compete: I – o assessoramento permanente do Comandante-Geral nos assuntos relativos às carreiras de Oficiais e Praças. Governador do Estado.97) DECRETO Nº 37. 2º – A Comissão de Avaliação e Mérito da Brigada Militar estrutura-se em: I – Subcomissão de Avaliação e Mérito de Oficiais (SAMO). previstas pela Lei nº 10. e II – Subcomissão de Avaliação e Mérito de Praças (SAMP). 17 de novembro de 1997. 3º – As Subcomissões de Avaliação e Mérito de Oficiais e de Praças. retroagindo seus efeitos a 10 de outubro de 1997. Art.09. em Porto Alegre. deverá levar em conta as informações computáveis até 19 de agosto de 1997. em Porto Alegre. administrar-se-ão de acordo com os regulamento e alterações previstas para as extintas Comissão de Promoções e Mérito de Oficiais e Comissão de Promoções e Mérito de Praças naquilo que couber. inciso V. em exercício. ANTÔNIO BRITTO. PALÁCIO PIRATINI. avaliação e processamento das promoções e dos méritos. DECRETA: Art. § 1º – A Presidência da SAMO compete ao Subcomandante-Geral da Brigada Militar. § 2º – A Presidência da SAMP compete ao Chefe do Estado-Maior da Brigada Militar.991. Art. Art. Governador do Estado. 2° – Este Decreto entra em vigor na data de sua publicação. VICENTE BOGO. 3° – Revogam-se as disposições em contrário. PALÁCIO PIRATINI. da Constituição do Estado. de 18 de agosto de 1997. 6º – Revogam-se as disposições em contrário. Art. Art.

nos termos da Lei n. com exclusividade.º 10. como força de dissuasão. 2º – A Brigada Militar do Estado do Rio Grande do Sul. em locais ou áreas específicas. IV – exercer atividades de investigação criminal militar.991. compreendendo: a) o Comandante-Geral da Brigada Militar. vinculada administrativa e operacionalmente à Secretaria da Justiça e da Segurança. instituição permanente e regular. DE 22 DE JANEIRO DE 1998. Regulamenta a Lei de Organização Básica da Brigada Militar do Estado. b) o Subcomandante-Geral. as atribuições. órgãos de apoio da Brigada Militar. VI – executar o serviço de prevenção e combate a incêndio. DECRETA: Art. nos termos de sua Lei de Organização Básica. II – atuar preventivamente. incisos V e VII da Constituição do Estado e de conformidade com o artigo 22 da Lei n. planejada pela autoridade policial militar competente. IX – executar as atividades de defesa civil no Estado. a fim de assegurar o cumprimento da lei. ressalvada a competência das Forças Armadas. TÍTULO I DA COMPETÊNCIA E DA ESTRUTURA GERAL Art. VII – fiscalizar e controlar os serviços civis auxiliares de combate a incêndio. II – os Departamentos. c) o Departamento de Saúde. a subordinação e o grau de comando dos órgãos da Polícia Militar do Estado do Rio Grande do Sul. a denominação. O GOVERNADOR DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL. em caso de perturbação da ordem pública e no gerenciamento técnico de situações de alto risco. estrutura-se em órgãos de direção. aquático e terrestre no Estado. c) o Conselho Superior. . d) o Estado-Maior da Brigada Militar. organizada com base na hierarquia e na disciplina. g) o Gabinete do Comandante-Geral.991. V – atuar na fiscalização e controle dos serviços de vigilância particular no Estado. e e) o Departamento de Informática. a manutenção da ordem pública e o exercício dos poderes constituídos. b) o Departamento de Logística e Patrimônio. 1º – O presente Decreto regulamenta a estrutura. d) o Departamento Administrativo.DECRETO Nº 38. o efetivo. de 18 de agosto de 1997. conforme segue: I – o Comando-Geral. órgão de direção-geral da Brigada Militar. e X – desempenhar outras atividades previstas em lei. e) a Corregedoria-Geral. Art. e h) a Comissão de Avaliação e Mérito. VIII – realizar os serviços de busca e resgate aéreo.º 10. tem as seguintes competências: I – executar. onde se presuma ser possível a perturbação da ordem pública. de apoio e de execução. 3º – A Brigada Militar. de 18 de agosto de 1997. III – atuar repressivamente. a polícia ostensiva. o nível. f) a Ajudância-Geral. compreendendo: a) o Departamento de Ensino. no uso da atribuição que lhe confere o artigo 82.107.

as funções que lhe forem por ele delegadas. indicado. c) os OPM de Polícia Ostensiva.III – os Comandos Regionais e os Órgãos de Polícia Militar (OPM). de Feitos Especiais. IV – Seção de Comunicação Social. § 1º – O Estado-Maior da Brigada Militar será chefiado por Coronel da ativa subordinado ao Comandante-Geral e será estruturado em: I – Seção de Efetivo e Legislação. e as Praças em comando de fração destacada. Coronel da ativa subordinado ao Comandante-Geral. 6º – O Subcomandante-Geral da Brigada Militar. . e) os OPM de Ensino. compete o estudo e o planejamento estratégico de todas as atividades da Instituição. Parágrafo único – O Conselho Superior será secretariado pelo Coronel de menor precedência hierárquica. órgãos de execução da Brigada Militar. 8º – Ao Estado-Maior da Brigada Militar (EMBM). 4º – Ao Comando-Geral. II – a presidência da Comissão de Avaliação e Mérito. competindo-lhe. o EMBM poderá requisitar informações dos demais órgãos componentes da estrutura da Brigada Militar. e contará com as Seções de Justiça e Disciplina. de Correição e a Seção Administrativa. com funções específicas de disciplinamento. os Oficiais. responsável pela disciplina. f) os OPM de Logística. igualmente. Art. e III – a direção do Conselho Superior. orientação e fiscalização das atividades funcionais e da conduta dos servidores da Instituição. 7º – O Conselho Superior é constituído pelos coronéis da ativa em exercício na Corporação. com vistas ao fornecimento de subsídios para a tomada de decisão. § 2º – Para o cumprimento de suas missões. será exercida pelo Corregedor-Geral. Operações e Treinamento. II – Seção de Inteligência. assessoramento e suporte administrativo. indicado pelo Secretário de Estado da Justiça e Segurança e nomeado pelo Chefe do Poder Executivo. competindo-lhe. compreendendo: a) os Comandos Regionais de Polícia Ostensiva. b) os Comandos Regionais de Bombeiros. e V – Seção Administrativa. TÍTULO II DOS ÓRGÃOS DE DIREÇÃO-GERAL Art. III – Seção de Logística. em assessoramento direto ao Comandante-Geral. 5º – Ao Comandante-Geral. Art. Patrimônio e Orçamento. pelo Secretário de Estado da Justiça e Segurança e nomeado pelo Chefe do Poder Executivo. o acompanhamento e manifestação em assuntos relevantes da Instituição. é o substituto do Comandante-Geral nos impedimentos eventuais deste. 9º – A Corregedoria-Geral (Cor-G). em assessoramento direto ao ComandanteGeral. que será exercida diretamente pelo Comandante-Geral e pelos demais órgãos que compõem o referido Comando. Art. órgão de direção-geral da Brigada Militar. d) os OPM de Bombeiros. ouvido o Comandante-Geral. Parágrafo único – São autoridades policiais-militares o Comandante-Geral da Brigada Militar. no desempenho de atividade policial-militar no âmbito de suas circunscrições territoriais. Art. Art. g) os OPM de Saúde. e h) os OPM Especiais. compete: I – a coordenação geral das atividades da Instituição. compete a administração da Instituição.

exames. IV – avaliar. escolhidos dentre os Coronéis da ativa integrantes do QOEM. e III – Divisão Administrativa. II – Assessoria Parlamentar. será chefiado por Oficial Superior a ele subordinado. § 2º – Os Departamentos serão dirigidos pelos Diretores de Departamento. V – providenciar junto a qualquer autoridade certidões. instrução e pesquisa. III – fiscalizar as atividades dos órgãos e servidores da Brigada Militar. administração. II – Divisão de Treinamento. 14 – O Departamento de Ensino (DE) é responsável pelo planejamento. § 1º – Os Departamentos organizarão em forma de sistema as atividades de ensino. saúde. assessorar as ações do Subcomandante-Geral da Brigada Militar.Parágrafo único – Compete à Corregedoria: I – cumprir atividades que lhe sejam atribuídas pelo Comandante-Geral. estruturando-se em: I – Divisão de Supervisão. e VI – elaborar o regulamento do estágio probatório dos servidores militares. o controle e a execução das diretrizes emanadas do comando da Instituição. diligências. . pareceres técnicos e informações indispensáveis ao bom desempenho de sua função. realizando inspeções e correições e sugerindo as medidas necessárias ou recomendáveis para a racionalização e eficiência dos serviços. administrativa ou disciplinar. Art. logística. II – o arquivo geral e o boletim diário da Corporação. cuja escolha recairá em coronel do QOES. 11 – O Gabinete do Comandante-Geral (Gab Cmt-G). Art. controle e fiscalização das atividades de ensino. exceto para o Departamento de Saúde. 10 – A Ajudância-Geral será exercida pelo Ajudante-Geral. a direção. exceto a Corregedoria-Geral. Oficial do Círculo dos Oficiais Superiores subordinado ao Comandante-Geral. IV – a segurança e serviços gerais do QCG. recursos humanos e informática. e contará com as Seções Administrativa e de Pessoal. à qual compete o controle. competindo-lhes o planejamento. III – o apoio de praças e de material a todos os Órgãos sediados no QCG. além do previsto em Lei. patrimônio. instrução e pesquisa. e II – Subcomissão de Avaliação e Mérito de Praças. presidida pelo Chefe do Estado-Maior. contando em sua estrutura com: I – Assessoria Jurídica. a avaliação e o processamento das promoções das carreiras de Oficial e Praça. os elementos coligidos sobre o estágio probatório de integrantes de carreira de servidores militares. regulado em legislação própria e estruturado em: I – Subcomissão de Avaliação e Mérito de Oficiais. é órgão de assessoramento permanente do Comandante-Geral. e V – o controle das Bandas de Música. Parágrafo único – Compõem o Quartel do Comando-Geral os órgãos de direção-geral. subordinados ao Comandante-Geral. Art. Art. presidida pelo Subcomandante-Geral. para encaminhamento posterior ao Comandante-Geral. TÍTULO III DOS ÓRGÃOS DE APOIO Art. 12 – A Comissão de Avaliação e Mérito (CAM). II – exercer a apuração de responsabilidade criminal. ao qual compete o assessoramento direto ao Comandante-Geral. Parágrafo único – Ao Gabinete do Comandante-Geral compete. e IV – Secretaria Executiva. 13 – Os órgãos de apoio da Brigada Militar são constituídos pelos Departamentos a que se refere o inciso II do artigo 2º deste Decreto. III – Assessoria da Qualidade. competindo-lhe: I – a administração do Quartel do Comando Geral (QCG).

III – Divisão de Gerência de Redes. 20 – Os Comandos Regionais. estruturando-se em: I – Divisão Administrativa. e III – Divisão Administrativa. em suas respectivas circunscrições territoriais. Art. estruturando-se em: I – Seção de Efetivo e Legislação. Operações e Treinamento. podendo ser dotados de Centros de Operações Policiais Militares. CAPÍTULO I Dos Comandos Regionais Art. II – Seção de Inteligência. constituídos pelos Comandos Regionais e pelos Órgãos de Polícia Militar (OPM). escalões intermediários de comando. a substituição eventual deste. 18 – O Departamento de Informática (DI) é o responsável pelo planejamento. aos quais compete o assessoramento direto ao Comandante. estruturando-se em: I – Divisão de Gerência Técnico-Operacional. Art.Art. distribuição. 15 – O Departamento de Logística e Patrimônio (DLP) é responsável pelo planejamento. controle e fiscalização dos bens patrimoniais afetos à Instituição. Art. o estudo e planejamento estratégico e a coordenação da estrutura do respectivo Comando. e III – Seção de Logística. controle e fiscalização das atividades de saúde da Instituição. II – Divisão de Gerência de Informações. e IV – Divisão Técnica. de controle. e IV – Divisão Administrativa. pelas atividades administrativo-operacionais dos OPM que lhes são subordinados. estruturando-se em: I – Divisão de Pessoal. manutenção e contratação de todos os serviços. são responsáveis. e IV – Divisão Técnica. § 2º – Os Comandos Regionais contarão com Chefes de Estado-Maior. subordinados ao Comandante-Geral. controle e fiscalização dos sistemas informatizados da Instituição. classificando-se em Comandos Regionais de Polícia Ostensiva e em Comandos Regionais de Bombeiros. II – Divisão de Finanças. TÍTULO IV DOS ÓRGÃOS DE EXECUÇÃO Art. 17 – O Departamento Administrativo (DA) é responsável pela execução das atividades de planejamento. II – Divisão de Saúde Animal. competindo-lhe a aquisição. § 1º – Os Comandos Regionais serão comandados por Oficiais Superiores. estruturando-se em: I – Divisão de Saúde Humana. II – Divisão de Logística. 19 – Aos órgãos de execução. Patrimônio e Orçamento. III – Divisão de Patrimônio. III – Divisão de Auditorias. . 16 – O Departamento de Saúde (DS) é responsável pelo planejamento. bem como pela execução das atividades financeiro-orçamentário-contábeis da Instituição. competem a responsabilidade e a execução das atividades administrativo-operacionais indispensáveis ao cumprimento das finalidades da Instituição. de auditoria e de pessoal. de fiscalização.

23 – Os Órgãos de Polícia Militar (OPM). 22 – Aos Comandos Regionais de Bombeiros compete administrar a execução das atividades de bombeiros no âmbito de sua responsabilidade territorial. de Logística e Patrimônio e de Saúde. Grupamentos. Regimento ou Destacamento Especial. podendo. Regimentos. relacionados nas disposições finais deste Decreto. respondendo perante o ComandoGeral da Corporação pelo grau de segurança pública de sua circunscrição. § 2º – Os OPM de Polícia Ostensiva e de Bombeiros são subordinados aos respectivos Comandos Regionais ou a outro OPM. tendo seus Comandante e Subcomandante escolhidos dentre os Oficiais. § 5º – Os OPM de Ensino. § 3º – Os OPM Especiais são subordinados ao Comandante-Geral. II – Companhias. 26 – Os OPM de Polícia Ostensiva serão constituídos nos seguintes níveis. § 4º – Os OPM de Polícias Ostensiva. subordinados aos Departamentos de Ensino. constituídos de 02 a 07 Companhias ou Esquadrões. de Saúde e de Logística terão denominação própria. respondendo perante o Comando Regional pelo grau de segurança pública de sua circunscrição. o qual poderá delegar esta subordinação. podendo constituir-se como: I – Batalhões. de Logística. quando nele enquadrado. conforme estabelecido neste Decreto. quando os indicadores de segurança pública. subordinado ao respectivo Comando Regional. sendo que. para o comando. entretanto. existir mais de um OPM por município. 21 – Aos Comandos Regionais de Polícia Ostensiva compete administrar a execução das atividades de polícia ostensiva no respectivo espaço de responsabilidade territorial. 24 – Aos OPM de Polícia Ostensiva compete a execução das atividades de polícia ostensiva no espaço de responsabilidade territorial. de Saúde e Especiais. Art. Esquadrões ou Subgrupamentos. III – Pelotão ou Seção. de Bombeiros e Especiais terão denominação própria. Destacamentos Especiais. respectivamente. conforme os indicadores de segurança pública da respectiva circunscrição territorial e os indicadores específicos da Instituição: I – Batalhão. de acordo com as necessidades administrativas e operacionais da Instituição. respondendo perante o Comando-Geral da Corporação pela realização de suas atividades na correspondente circunscrição. CAPÍTULO II Dos Órgãos de Polícia Militar Art. de Ensino. e IV – Grupo. conforme seu nível hierárquico.SEÇÃO I Dos Comandos Regionais de Polícia Ostensiva Art. SEÇÃO I Dos OPM de Polícia Ostensiva Art. assim o recomendarem. § 1º – Os OPM de Ensino. SEÇÃO II Dos Comandos Regionais de Bombeiros Art. Art. de Bombeiros. de Logística e de Saúde são. a função deve . 25 – Os OPM de Polícia Ostensiva tem circunscrição territorial normal correspondente ao município. responsáveis pela execução das atividades administrativooperacionais indispensáveis ao cumprimento das finalidades da Instituição são classificadas em OPM de Polícia Ostensiva.

se necessário. quando neles enquadrados. 27 – Aos OPM de Bombeiros compete a execução das atividades de bombeiros no espaço de responsabilidade territorial. subordinado ao respectivo Comando Regional ou ao comandante do respectivo Grupamento de Bombeiros. quando nele enquadrado. 28 – Os OPM de Bombeiros serão constituídos nos seguintes níveis. criados a partir deste Decreto. V – Seção de Busca e Resgate. subordinados ao respectivo Comando Regional ou ao comandante do respectivo Batalhão ou Regimento. subordinado ao Comando Regional ou ao respectivo comandante de companhia ou esquadrão. respondendo perante o Comando Regional pela execução destas atividades no âmbito de sua circunscrição. quando couber. . se necessário. constituídas de 02 a 07 Grupos de Busca e Resgate Terrestre e/ou de Busca e Resgate Aquático. constituído de 06 a 10 Servidores Militares Estaduais e que terá como Comandante servidor militar do Círculo de Oficiais ou do Círculo de Sargentos. ser constituída como Seção de Busca e Resgate e. II – Companhia ou Esquadrão. contando. constituídos de 02 a 07 Seções de Bombeiros. quando nele enquadrado. que terá como Comandante servidor militar do Círculo de Oficiais. constituído de 02 a 07 Subgrupamentos de Bombeiros e 01 Subgrupamento de Busca e Resgate e que terá Comandante e Subcomandante. quando nele enquadrado. que terá como Comandante servidor militar do Círculo de Oficiais e será constituída de 02 a 07 Grupos de Combate a Incêndio podendo um deles. e VI – Grupo de Combate a Incêndio e Grupo de Busca e Resgate. de Efetivo e Logística e de Inteligência e Operações. a função deve recair nos postos do Círculo de Oficiais Superiores. quando nele enquadrado. serão denominados Destacamentos Especiais. podendo uma delas. quando nele enquadrado. subordinado ao respectivo Comando Regional. ainda. subordinado ao respectivo Comando Regional ou ao comandante do respectivo Subgrupamento. IV – Seção de Bombeiros. subordinado ao respectivo Comando Regional ou ao comandante do respectivo Subgrupamento. para o comando. subordinado ao respectivo Comando Regional ou ao comandante do respectivo Grupamento de Bombeiros. que terá como Comandante servidor militar do Círculo de Oficiais. constituídos de 02 a 07 Seções de Busca e Resgate Terrestre e/ou de Busca e Resgate Aquático. escolhidos dentre os Oficiais. III – Pelotão. ser constituído como Grupo de Busca e Resgate e. que será constituído de 06 a 10 Servidores Militares Estaduais e que terá como Comandante servidor militar do Círculo de Oficiais ou do Círculo de Sargentos. subordinado ao respectivo Comando Regional ou ao comandante do respectivo Pelotão. SEÇÃO II Dos OPM de Bombeiros Art. e IV – Grupo de Polícia Militar. constituído de 02 a 07 Grupos Policial Militar e que terá como Comandante servidor militar do Círculo de Oficiais. e terão como Comandante servidor militar do Círculo de Oficiais. § 2º – Os atuais Batalhões e Regimentos deverão adaptar sua estrutura organizacional ao disposto neste artigo.recair nos postos do Círculo de Oficiais Superiores. constituídos de 02 a 07 Pelotões. contando com assessorias de Análise Técnica. quando couber. com assessorias de Efetivo e Logística e de Inteligência e Operações. § 1º – Os OPM constantes no Inciso I deste artigo. contar com assessoria de Análise Técnica. III – Subgrupamento de Busca e Resgate. que terá como Comandante servidor militar do Círculo de Oficiais. subordinado ao respectivo Comando Regional ou ao comandante da respectiva Seção. sendo que. quando nele enquadrado. Art. II – Subgrupamento de Bombeiros. contar com assessoria de Análise Técnica. quando neles enquadrados. conforme os indicadores de segurança pública da respectiva circunscrição territorial e os indicadores específicos da Instituição: I – Grupamento de Bombeiros.

30 – A Academia de Polícia Militar (APM) será responsável pelas atividade de ensino das escolas. e VII – apoiar e coordenar as investigações científicas. Art. 32 – O Colégio Tiradentes (CT). Parágrafo único – O Colégio Tiradentes fornecerá condições de ensino aos filhos de servidores militares estaduais que forem transferidos para Porto Alegre. aplicabilidade e ineditismo. escola de 2º Grau integrante do Sistema Estadual de Ensino. e III – Corpo de Alunos. estrutura-se em: I – Seção de Acervo. VI – estimular e desenvolver o comportamento investigativo e científico na Instituição. utilidade. . formalística. III – elaborar projetos e proceder à pesquisas encomendadas pelo escalão superior ou de iniciativa da unidade. responsáveis pelas atividades de ensino. serão comandados e dirigidos por Oficiais Superiores e correspondem: I – à Academia de Polícia Militar (APM). VI – Escola de Bombeiros (EsBo). IV – efetuar intercâmbio técnico-científico com organizações de pesquisa. Art. § 2º – Excepcionalmente. Art. estruturando-se em Secretaria. buscando sua aplicação no exercício da Polícia Ostensiva e na preservação da ordem pública. estruturando-se em: I – Secretaria. instrução e pesquisa. responsável pelo acervo histórico e cultural da Brigada Militar. Estudos Técnicos e Obras quanto a sua pertinência. III – ao Colégio Tiradentes (CT). os Comandos Regionais de Polícia Ostensiva e os Comandos Regionais de Bombeiros poderão habilitar as praças para o exercício das atividades da Brigada Militar. sob a coordenação das respectivas escolas. pesquisas e entidades afins. e II – Seção Administrativa. e IV – ao Museu da Brigada Militar (MusBM). e VII – A Escola de Educação Física da Brigada Militar (EsEFBM). Seção de Administração e Seção de Pesquisa e Extensão. validade. II – ao Instituto de Pesquisas da Brigada Militar (IPBM). com garantia de vagas na forma do seu Regimento Interno. III – Seção de Ensino. II – Seção de Administração. além da habilitação e especialização das Praças. § 1º – As Escolas referidas nos incisos V e VI deste artigo. 31 – O Instituto de Pesquisas da Brigada Militar (IPBM) é responsável pela pesquisa científica na Instituição. funcionarão como laboratório de ensino. II – acompanhar e avaliar os Projetos de Pesquisas. no âmbito da Corporação. V – difundir o conhecimento produzido para a comunidade. 33 – O Museu da Brigada Militar (MusBM). 29 – Os OPM de Ensino. II – Seção de Ensino.SEÇÃO III Dos OPM de Ensino Art. IV – Escola Superior de Oficiais (ESO). Art. V – Escola de Habilitação e Especialização de Praças (EsHEP). em todas as áreas de conhecimentos afins às competências e à administração da Instituição. competindo-lhe: I – manter cadastro dos pesquisadores. estrutura-se em: I – Seção Administrativa.

de Recebimento e Distribuição e de Oficinas. III – a organização e controle individual da prática de tiro. de Recebimento e Distribuição e de Oficinas. e IV – a padronização e atualização das especificações do material bélico. Art. recebimento. Administrativa. e III – a padronização e a atualização das especificações dos materiais de obras. armazenagem e distribuição de materiais de obras. de Recebimento e Distribuição e de Patrimônio e Obras. IV – a execução de projeto básico para instalações de redes e controle dos registros de redes e licenças do funcionamento das estações junto ao órgão competente. e V – o recebimento. 35 – Ao Centro de Intendência. recebimento. 38 – Ao Centro de Material Bélico. armazenagem. armazenagem. padronização de material e frota. 40 – Ao Centro de Motomecanização. II – a instalação e manutenção dos meios de comunicações. Administrativa. manutenção e contratação de todos os serviços. armazenagem. distribuição. compete: I – a previsão. estruturado em 3 (três) Seções. Administrativa e de Recebimento e Distribuição. II – a produção de materiais destinados ao treinamento da tropa. VI – Centro de Motomecanização. Art. armazenagem e distribuição dos meios de comunicações. 34 – Os OPM de Logística. III – o acompanhamento estatístico sobre a frota e sua manutenção. V – Centro de Subsistência. correspondendo a: I – Centro de Intendência. III – Centro de Comunicações. compete: I – a previsão. estruturado em 2 (duas) Seções. e IV – a padronização e atualização das especificações dos materiais de motomecanização. de Recebimento e Distribuição e de Manutenção e Redes. parecer técnico. II – o planejamento. recebimento. Art. Art. estruturado em 3 (três) seções. Administrativa.SEÇÃO IV Dos OPM de Logística Art. estruturado em 3 (três) Seções. compete a previsão. recebimento. confecção. instalação e manutenção dos meios de informática. distribuição e manutenção dos materiais de motomecanização. II – Centro de Obras. II – a avaliação. de obras e manutenção predial. compete: I – a previsão. estruturado em 3 (três ) Seções. III – a padronização e atualização das especificações dos materiais de comunicações. 37 – Ao Centro de Comunicações. serão chefiados por Oficiais Superiores. distribuição e manutenção dos suprimentos de material de intendência. Administrativa. a armazenagem e a distribuição de material de subsistência. e VII – Companhia Logística. de Recebimento e Distribuição e de Manutenção. compete: I – a previsão. distribuição e manutenção de material bélico. IV – Centro de Material Bélico. execução e fiscalização dos serviços de engenharia. Administrativa. 39 – Ao Centro de Subsistência. . compete: I – a previsão. recebimento. estruturado em 3 (três) Seções. e II – a padronização. o controle individual do vestuário e uniformes e a atualização das especificações dos materiais de intendência. perícia. o recebimento. Art. armazenagem. Art. distribuição. responsáveis pelas atividades de controle e fiscalização dos bens patrimoniais afetos à Instituição e de aquisição. projeto. 36 – Ao Centro de Obras.

por intermédio da proposição de convênios. Patrimônio e Orçamento. 42 – Os OPM de Saúde responsáveis pela assistência e prevenção médico-hospitalar e odontológica aos servidores militares e civis. na forma estabelecida para os órgãos de igual denominação dos OPM de Polícia Ostensiva. Art. Parágrafo único – O Batalhão de Polícia Ambiental estrutura-se em: I – Seção de Efetivo e Legislação. SEÇÃO VI Dos OPM Especiais Art. os seus Comandantes serão assessorados e substituídos. ativos e inativos. serão organizados. e IV – Companhias de Polícia Rodoviária. Administrativa e de Operações. § 1º – Nos Batalhões. salvo disposições em convênio. 45 – Ao Batalhão de Polícia Ambiental compete cumprir e fazer cumprir a legislação ambiental. estruturada em 2 (duas) seções. observado o disposto nos artigos posteriores. . Operações e Treinamento. serão dirigidos por Oficiais Superiores. VI – Grupamento de Polícia Militar Aéreo (GPMA).Art. 43 – Os OPM Especiais. IV – Batalhão de Polícia Fazendária (BPF). III – Batalhão de Operações Especiais (BOE). deste artigo. Patrimônio e Orçamento. da Corporação. III – Seção de Logística. §1º – O Hospital da Brigada Militar de Porto Alegre (HBM/PA) e o Hospital da Brigada Militar de Santa Maria (HBM/SM) estruturam-se em 2 (duas) Seções. Art. e correspondem: I – ao Hospital da Brigada Militar de Porto Alegre (HBM/PA). em eventuais impedimentos. Operações e Treinamento. SEÇÃO V Dos OPM de Saúde Art. com sua competência delegada em áreas especializadas. aplicando-se-lhes a disposição do artigo 25 deste Decreto. e IV – Companhias de Polícia Ambiental. § 2º – O Centro Médico-Odontológico da Brigada Militar (CMOBM) estrutura-se na Seção TécnicoAdministrativa e em Policlínicas. estruturando-se em: I – Seção de Efetivo e Legislação. em termos de efetivo. II – Seção de Inteligência. II – Batalhão de Polícia Ambiental (BPA). representar a Brigada Militar nas atividades atinentes à área e promover o intercâmbio com outros órgãos governamentais e não governamentais. pelos respectivos Subcomandantes integrantes do Círculo de Oficiais. a Administrativa e a Técnica. V – Grupamento de Supervisão. II – Seção de Inteligência. II – ao Hospital da Brigada Militar de Santa Maria (HBM/SM). e seus dependentes. § 2º – Os Batalhões e o Esquadrão mencionados nos incisos I a IV e VII. 44 – Ao Batalhão de Polícia Rodoviária Estadual compete a execução das atividades de polícia ostensiva nas rodovias estaduais e outras atribuições previstas em Leis e Regulamentos. e VII – Esquadrão de Guarda Externa de Presídio de Porto Alegre (EGEPPOA). comandados por Oficiais Superiores: I – Batalhão de Polícia Rodoviária Estadual (BPRv). 41 – À Companhia Logística. Grupamentos e Esquadrão. compreendem os seguintes Batalhões. e III – ao Centro Médico-Odontológico da Brigada Militar (CMOBM). de Vigilância e Guardas (GSVG). e II – a execução de ações de apoio à unidades empregadas em operações. compete: I – o transporte e fornecimento de materiais de campanha. III – Seção de Logística.

II – Seção de Registro e Licenciamento. . TÍTULO V DAS DISPOSIÇÕES FINAIS Art. de Corregedor-Geral e de Diretores dos Departamentos são privativos do posto de Coronel do QOEM. Operações e Treinamento. Art. de Vigilância e Guardas estrutura-se em: I – Seção Administrativa. que será exercida por um Coronel do Quadro de Oficiais Especialistas em Saúde – QOES. Art. estruturando-se em 2 (duas) Seções. nos demais casos. III – atuar nas ações de alto risco. Art. e III – Seção de Controle e Fiscalização. proposto pelo Comandante-Geral e aprovado pelo Secretário de Estado da Justiça e da Segurança. Art. que terão como Comandante servidor militar do Círculo de Oficiais. e III – Companhias de Operações Especiais. Art. e IV – manter-se como OPM reserva de manobra do Comandante-Geral. II – apoiar as ações dos OPM. Art. 51 – O exercício das funções da estrutura hierárquica estabelecida neste Decreto por titulares de postos de Oficial Superior será efetivada por nomeação do Chefe do Poder Executivo. Administrativa e Técnica. por designação do Comandante-Geral. 48 – O Grupamento de Supervisão. 54 – Ao exercício de funções de Comando pelas Praças corresponderá a percepção de função gratificada. 47 – Ao Batalhão de Polícia Fazendária compete apoiar os órgãos governamentais nas ações necessárias à execução das atividades de fiscalização fazendária. 49 – Ao Grupamento de Polícia Militar Aérea compete executar ações de policiamento aéreo e apoiar os OPM no cumprimento de suas missões. de Vigilância e Guardas terá sua competência definida em legislação própria.Art. de Subcomandante-Geral. com exceção da função de Diretor do Departamento de Saúde. II – Seção de Inteligência. 53 – Observado o disposto neste Decreto. Art. conforme definido no Regimento Interno. II – Seção de Inteligência. inclusive quanto aos demais níveis de organização administrativa. 50 – O Esquadrão de Guarda Externa de Presídio de Porto Alegre. é constituído de 02 a 07 Pelotões. ressalvado o disposto nos artigos 4º e 5º deste Decreto. mediante indicação do Comandante-Geral. subordinado ao Comando Regional da Área Metropolitana de Porto Alegre. serão regulados por Regimento Interno. Parágrafo único – O Batalhão de Operações Especiais estrutura-se em: I – Seção Administrativa. 52 – As funções de Comandante-Geral. e. de Chefe do Estado-Maior. Parágrafo único – O Batalhão de Polícia Fazendária estrutura-se em: I – Seção Administrativa. limitada ao estabelecido em lei. Parágrafo único – O Grupamento de Supervisão. e III – Companhias de Polícia Fazendária. 46 – Ao Batalhão de Operações Especiais compete: I – executar ações de manutenção da ordem pública. Operações e Treinamento. a estrutura interna e a respectiva competência dos órgãos integrantes da Brigada Militar.

56 – Este Decreto entra em vigor na data de sua publicação. será realizado. de 18 de agosto de 1997. 55 – Para os fins de fixação do efetivo.01. Art. 57 – Revogam-se as disposições em contrário. da subordinação e do grau de comando dos órgãos da Brigada Militar. inciso I. em Porto Alegre. constituem indicadores de segurança pública básicos a população urbana e rural. parágrafo único. da Lei n° 10. é compatível para oficiais integrantes do Quadro Especial de Oficiais da Brigada Militar em Extinção – QEOBMEx – e do Quadro de Oficiais de Administração – QOA –. ANTÔNIO BRITTO. observará. da Constituição do Estado. 5º – Revogam-se as disposições em contrário. da referida Lei. Art. em especial o Decreto de n. até a normalização da regularidade de seus provimentos de acordo com as regras deste artigo. através de promoções nos quantitativos discriminados para cada ano. 1º – O provimento gradual das vagas acrescidas ao efetivo da Brigada Militar a que se refere o artigo 4º da Lei nº 10. Art. nas condições estabelecidas no artigo 16. realizando-se. fixados de acordo com o artigo 1º.993 de 18 de agosto de 1997.108. de acordo com o artigo 19 da Lei n° 10. os quantitativos por postos e graduações constantes do Quadro Anexo a este Decreto. § 1º – Os cargos de 1º Tenente do Quadro de Tenentes de Polícia Militar – QTPM –.992 de 18 de agosto de 1997. de 08 de dezembro de 1981.993 de 18 de agosto de 1997. O GOVERNADOR DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL. 2° – O provimento de graduações de 3° Sargento é autorizado de acordo com os quantitativos previstos no Quadro Anexo a este Decreto. observadas as condições e o procedimento previsto no artigo 7°. Art. passarão a ser providos. Art. 3° – O provimento dos cargos discriminados no Quadro Anexo a este Decreto. DECRETA: Art.992 de 18 de agosto de 1997. as promoções. Art.462. dos níveis. 4° – Este Decreto entra em vigor na data de sua publicação. DE 22 DE JANEIRO DE 1998.º 30. ambos em extinção.98) DECRETO Nº 38. § 2° – O exercício de funções previstas em quadros de organização e distribuição do efetivo da Brigada Militar para cargos de 1° Tenente do QTPM. inciso V. . no período compreendido entre os anos de 1997 a 2001. da Lei n° 10. PALÁCIO PIRATINI. a ser definido pelo Estado-Maior da Brigada Militar e aprovado por Portaria do Secretário de Estado da Justiça e da Segurança que definirá a proporção dos recursos humanos a serem disponibilizados para cada Município do Estado. e indicadores específicos da Instituição relacionados no Anexo Único deste Decreto.992. no dia 18 de novembro. (DOE de 23. Parágrafo único – A cada indicador aplica-se um fator numérico. no uso de atribuição que lhe confere o artigo 82. de conformidade com as disposições da Lei n° 10. parágrafos 1° a 6°. alínea “c”.Art. Governador do Estado. Dispõe sobre o provimento de cargos dos Quadros e Qualificações das carreiras dos Servidores Militares da Brigada Militar do Estado e dá outras providências.

se dará ao grau hierarquicamente superior da respectiva carreira.000.1º. de 18 de agosto de 1997.98) ANEXO ÚNICO PROVIMENTO GRADUAL DAS VAGAS ACRESCIDAS AO EFETIVO DA BRIGADA MILITAR PERÍODO DE 1997 E 2001 (LEI N° 10. (DOE de 23. 1º – A concessão do benefício de que trata o art. que oficializará o ato de promoção extraordinária ou remeterá ao exame do Governador do Estado. II – o mesmo procedimento previsto no inciso anterior será adotado no caso de reconhecimento de ato de bravura. ex officio ou mediante provocação. O GOVERNADOR DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL. . do mencionado diploma legal. III – atendido o disposto no inciso I deste artigo.PALÁCIO PIRATINI. o expediente será remetido ao Secretário da Justiça e da Segurança. 3º– O procedimento a que se refere este Decreto não substitui ou exclui outros referentes a direitos e vantagens dos servidores e seus dependentes. ANTÔNIO BRITTO. c) publicação de declaração mencionada na alínea “a” no Diário Oficial do Estado. decorrente de ato de bravura. com declaração de sua ocorrência.º 11. Art. DECRETO N. caput.01. Art. inciso V. 1º obedecerá ao seguinte procedimento administrativo: I – o órgão de locação do servidor iniciará procedimento administrativo próprio. b) laudo oficial que ateste a invalidez permanente ou no caso de morte. de acordo com o disposto no art. fazendo constar no mesmo: a) apreciação das circunstâncias em que se deu o evento.480. no uso da atribuição que lhe confere o artigo 82. de 18 de agosto de 1997. DE 11 DE MAIO DE 1998. devendo ser examinada a ocorrência dos requisitos previstos no artigo 5º da mencionada Lei Complementar. Regulamenta a Lei Complementar nº 11.º 38. da Constituição do Estado. Governador do Estado. o benefício corresponderá à percepção de parcela adicional no valor equivalente entre o vencimento ou soldo inicial e o final das respectivas carreiras. DECRETA: Art. § 2º– O benefício constante no parágrafo único do dispositivo legal mencionado no parágrafo anterior corresponderá à percepção de parcela adicional em valor equivalente à vinte por cento de vencimento ou soldo percebido.000. 2º– A promoção extraordinária dos servidores das carreiras de nível médio. 22 de janeiro de 1998. § 1º– Nas hipóteses regradas pelo artigo 3º da Lei Complementar n.992 DE 18 DE AGOSTO DE 1997). a ser calculado pela Comissão de Pensões Vitalícias da Secretaria da Justiça e da Segurança. em Porto Alegre. certidão de óbito.

de 18 de agosto de 1997.991.06. de 5 de junho de 1998. PALÁCIO PIRATINI. Parágrafo único – A distribuição do efetivo de que trata o “caput”.05. de acordo com o fixado na Lei nº 10. Art. de 18 de agosto de 1997. Apoio e Execução previstos na Lei nº 10. Polícia Civil e Superintendências de Serviços Penitenciários.2º – Este Decreto entra em vigor na data de sua publicação. 11 de maio de 1998 (DOE de 12.98) . em Porto Alegre.547. O GOVERNADOR DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL. 4º – O Secretário de Estado da Justiça e da Segurança emitirá Portaria estabelecendo os procedimentos administrativos necessários ao cumprimento deste Decreto. 5º – Este Decreto entra em vigor na data de sua publicação. de 5 de junho de 1998. inciso V. de 18 de agosto de 1997.98) DECRETO Nº 38. no uso da atribuição que lhe confere o artigo 82. PALÁCIO PIRATINI.993. Porto Alegre.548. 6º – Revogam-se as disposições em contrário. Art. através da informatização dos seus procedimentos. DE 08 DE JUNHO DE 1998.547. (DOE de 09.permanecerá inalterada até a conclusão dos estudos realizados pelo Grupo de Trabalho instituído pelo Decreto n º 38. Considerando que o Poder Executivo. é distribuído nos órgãos de Direção. instituiu Grupo de Trabalho com a finalidade de racionalizar as áreas de apoio administrativo da Brigada Militar. Art. através do Decreto nº 38. DECRETA: Art. 08 de junho de 1998. visando modernizar seus métodos de trabalho. 3º – Revogam-se as disposições em contrário. que dispõe sobre a organização básica da Brigada Militar e sua respectiva regulamentação.993. conforme o Quadro em anexo a este Decreto. Distribui o efetivo da Brigada Militar.Art. 1º– O efetivo de servidores militares do Estado. fixado através da Lei n º 10. da Constituição do Estado. Considerando que as organizações policiais devem colocar o máximo possível de seu efetivo em atividades operacionais. Art.

....... 2º – O artigo 14 da Lei Complementar nº 10........ 3º – As despesas decorrentes da execução desta Lei correrão à conta de dotações orçamentárias próprias..... que a Assembléia Legislativa aprovou e eu sanciono e promulgo a Lei Complementar seguinte: Art.06....... respectivamente.... DE 22 DE JUNHO DE 1998... em Porto Alegre..........990.170............ Faço saber.. Art.... produzindo efeitos a contar de 18 de agosto de 1997................... inciso IV.......98) .. da Constituição do Estado......... passa a ter a seguinte redação: ..... pelas Leis Complementares nºs 10... Art.... 22 de junho de 1998........ PALÁCIO PIRATINI.................... O GOVERNADOR DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL.............992...................990 e 10. em cumprimento ao disposto no artigo 82.º 11....... Art........992.......................... de 18 de agosto de 1997.....................................990/97) ..... (As alterações foram inseridas na LC nº 10..... 5º – Revogam-se as disposições em contrário..... passa a vigorar com a seguinte redação: ............ disciplinados.992/97) .LEI COMPLEMENTAR N.................................. (As alterações foram inseridas na LC nº 10..... Art................ 4º – Esta Lei Complementar entra em vigor na data de sua publicação...1º – O artigo 58 da Lei Complementar nº 10......................................... de 18 de agosto de 1997......................... (DOE de 23................ ambas de 18 de agosto de 1997. Altera disposições do Estatuto dos Servidores Militares do Estado do Rio Grande do Sul e de sua Carreira............ e dá outras providências.

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