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Assunção de dívidas.

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UNICAP Aluno (a): Maria Eduarda Lustosa Direito Civil II - Prof.

Rosangela Lima

Assunção de dívidas
a) Assunção da dívida e promessa de liberação do devedor, também conhecida como assunção de cumprimento: Na promessa de liberação do devedor, alguém se obriga a efetuar a prestação no lugar do devedor, desonerando-o da mesma. Nas duas há alguém que paga a dívida de terceiro. Contudo, na promessa de liberação, o terceiro consente em apenas efetuar o pagamento, recaindo a obrigação ainda sobre o devedor. Isto significa que o credor não tem direito de cobrar deste terceiro o cumprimento da promessa. b) Assunção da dívida e novação subjetiva por substituição do devedor: Nas duas há na figura do devedor. A diferença é que, na novação, acontece a criação de nova obrigação, extinguindo-se a antiga. Na assunção, apesar de haver mudança do devedor, a obrigação persiste. A conseqüência prática dessa distinção é que na novação as garantias e os acessórios se extinguem, pois a obrigação se extinguiu. Já na assunção, elas continuam, tendo em vista que a obrigação persiste. É a interpretação do contrato, muitas vezes, que possibilita a identificação da categoria. c) Assunção da dívida e fiança: A fiança é, na verdade, uma obrigação subsidiária. O fiador responde por dívida alheia. Já o assuntor responde por dívida própria que era alheia, mas que ele o fez sua. O fiador que paga a dívida integralmente subroga-se credor do devedor primário. O assuntor não, pois tudo que fez foi pagar sua própria dívida. d) Assunção da dívida e estipulação em favor de terceiro: Na estipulação em favor de terceiro, o estipulante ou promissário cria a favor do terceiro beneficiário o direito a uma nova prestação, mediante a obrigação contraída pelo promitente. Já na assunção de dívida, o benefício do antigo devedor resulta imediatamente da sua liberação da dívida, e não mediante a atribuição de um novo direito a uma prestação.

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