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Teoria Geral de Administracao II 2010 Moodle

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Ela aparece historicamente na década de 60 do século passado, visando aprofundar os conceitos

trazidos pela teoria sistêmica sobre a importância de se considerar o ambiente como fator determinante

para o desempenho das organizações, contra o pensamento recorrente na teoria clássica, que ignorava tais

infuências. A respeito disto Maximiano (2000, p.378) diz:

Quando os pioneiros da administração criaram suas empresas e escreveram suas
teorias, ninguém se preocupava com o buraco na camada de ozônio, poluição,

saturação das vias de circulação ou qualidade de vida dos trabalhadores, para não

falar na concorrência dos produtos asiáticos, interdependência dos mercados

e outros temas que são triviais na atualidade. O mundo era mais simples,

aparentemente ilimitado e com recursos inesgotáveis. Havia menor número de

problemas e variáveis que a administração deveria considerar.

Uma vez que os tempos e a sociedade haviam mudado e cada vez mais em uma velocidade maior, eram
necessários novos conceitos, novas teorias que orientassem as empresas nesta nova realidade. A respeito das

premissas da teoria contingencial Kwasnicka (2004, p.48) escreve: “Essa abordagem tem como princípio

básico que não basta considerar as várias relações internas e externas à organização; é necessário também que

a organização esteja pronta para adaptar-se às diferentes situações que esses ambientes possam apresentar”.
O ambiente agora se demonstra com alto nível de instabilidade e com uma frequência elevada de

mudanças. Os antigos princípios gerais, se revelam agora pouco funcionais, a proposta de um modelo único

e padrão de gestão, desmorona frente às condições que o mercado apresentava. A ênfase dada à nova
realidade, encontra-se no próprio nome da teoria, conforme explica Chiavenato (2003, p.498) “A palavra
contingência signifca algo incerto ou eventual, que pode suceder ou não, dependendo das circunstâncias.
Refere-se a uma proposição cuja verdade ou falsidade somente pode ser conhecida pela experiência e pela
evidência e não pela razão”.

Com isso, tudo o que antes era considerado como verdade absoluta passou a ser questionado, e o ato
de administrar passou a ocupar um patamar onde há poucas certezas e somente quem tem habilidade para

navegar de maneira segura em diferentes situações obterá êxito. MEGGINSON, MOSLEY, & JR, PIETRE
(1998, p.58) tratam esta questão da seguinte maneira:

“Combinando os aspectos mais positivos das outras abordagens, a abordagem da

contingência teoricamente afrma que condições e situações diferentes exigem

a aplicação de técnicas diferentes de administração. Defensores da abordagem

contingencial afrmam que há poucas verdades ou princípios universais que

possam ser aplicados em todos os casos. Em vez disso, cada situação na empresa
deve ser abordada com uma atitude de: “isto depende”.

Destaca-se a seguir algumas pesquisas que buscaram levar as organizações a um estado de busca
contínua de adaptação ao meio ambiente, visando perpetuar sua existência, por meio de uma estrutura
interna fexível e dinâmica, com alto poder de adaptação às novas demandas de um mercado complexo e

exigente.

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Teoria Geral de Administração II

PRINCIPAIS PESQUISAS

Para uma maior compreensão desta teoria, apresenta-se as seguintes pesquisas, conforme exposto em

Chiavenato (2003, p.504-510)

• Pesquisa de Chandler sobre Estratégia e Estrutura

Alfred Chandler Jr, realizou em 1962, uma das mais sérias investigações históricas abordando

a estratégia de negócios. Estudou quatro grandes empresas americanas: a DuPont, a General Motors, a

Standard Oil Co.(New Jersey) e a Sears Roebuck & Co; demonstrou que as estruturas destas empresas foram

necessariamente adaptadas e ajustadas às suas estratégias durante todo um processo histórico envolvendo
quatro fases distintas:

1ª Fase - Acumulação de recursos: A expansão da rede ferroviária iniciada após a Guerra

da Secessão Americana, ocasionou um rápido crescimento urbano gerado pela facilidade de
locomoção, como a migração rural e o início da imigração europeia. As empresas tiveram que
ampliar suas instalações de produção e organizar uma rede de distribuição, passaram então

a deter o mercado de matérias-primas através da compra de empresas fornecedoras. Daí o

controle por Integração Vertical que possibilitou o aparecimento da economia em escala.

2ª Fase - Racionalização do uso de recursos: As novas empresas integradas tornaram-se grande e

passaram a ter a necessidade de serem organizadas, pois acabaram por gerar muitos investimentos

desnecessários (grandes instalações e muito pessoal). Haveria então a criação de uma estrutura

funcional para a redução de custos, pois esta racionalização e a nova estrutura deveriam estar
adequadas às oscilações de mercado, para isto se preocupavam com planejamento, organização
e coordenação.

3ª Fase - Continuação do crescimento: A reorganização geral ocasionou um aumento de
efciência nas vendas, compras, produção e distribuição, mas em contrapartida os lucros
baixaram, o mercado saturou-se, diminuindo a oportunidade de se reduzir os custos. As empresas
partiram então para a diversifcação (novos mercados e novos produtos). A antiga estrutura
funcional não estava preparada para essa diversifcação. A nova estratégia gerou o surgimento

de departamentos de pesquisa e desenvolvimento, engenharia do produto e desenho industrial.

4ª Fase - Racionalização dos recursos em expansão: O suporte de autoridade e comunicação da

estrutura funcional, sem ter como atender a crescente cumplicidade entre produtos e operários,
demandou uma nova estrutura departamentalizada. De um lado, a descentralização de operações
e, de outro, a centralização de controles administrativos.

As diferentes espécies de estruturas organizacionais foram necessárias para fazer frente a diferentes
estratégias e ambientes. A alteração ambiental é o fator principal da estrutura adequada.

• Pesquisa de Burns e Stalker sobre Organizações

Dois sociólogos, Tom Burns e G. M Stalker, pesquisaram em 1961, vinte indústrias inglesas para
verifcar a relação existente entre as práticas administrativas e o ambiente externo dessas indústrias.
Impressionado com os diferentes procedimentos administrativos encontrados, classifcou essas indústrias

nos seguintes tipos:

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Curso de Graduação em Administração a Distância

Mecanísticas ou mecanicistas:

• Estrutura burocrática baseada em uma minuciosa divisão do trabalho.
• Cargos ocupados por especialistas com atribuições claramente defnidas.
•Centralização das decisões que são concentradas na cúpula da empresa.
• Hierarquia rígida de autoridade baseada no comando único.
• Sistema rígido de controle: a informação ascendente sobe através de uma sucessão de fltros e
as decisões descem através de uma sucessão de amplifcadores.
• Predomínio da interação vertical entre superior e subordinado.
• Amplitude de controle administrativo mais estreita.
•Ênfase nas regras e procedimentos formais.
• Ênfase nos princípios universais da Teoria Clássica.

Orgânicas:

• Estruturas organizacionais fexíveis com pouca divisão de trabalho.
• Cargos continuamente modifcados e redefnidos através da interação com outras pessoas que

participam da tarefa.

• Descentralização das decisões que são delegadas aos níveis inferiores.
•Tarefas executadas através do conhecimento que as pessoas tem da empresa como um todo.
• Hierarquia fexível com predomínio da interação lateral sobre a vertical.
• Amplitude de controle administrativo mais ampla.
• Maior confabilidade nas comunicações informais.
• Ênfase nos princípios de relacionamento humano da Teoria das Relações Humanas.

Burns e Stalker concluíram que o sistema “mecanista” parecia ser apropriado a uma empresa que

opera em condições ambientais relativamente estáveis, já o outro, o orgânico, parecia exigido pelas condições
ambientais em transformação.

• Depto Vendas: Ambiente Mercadológico;
• Depto Produção: Ambiente Técnico – Econômico;
• Depto Pesquisa: Ambiente Científco.

• Pesquisa de Lawrence e Lorsch sobre Ambientes:

Paul R. Lawrence e Jay W. Lorsch pesquisaram sobre organização e ambiente marcando o aparecimento
da Teoria da Contingência. Este nome derivou desta pesquisa. Foram escolhidas as indústrias de plásticos,

alimentos empacotados e de recipientes de alto e baixo desempenho, ambientes industriais de diferentes
graus, desde ambientes de rápida mudança tecnológica até ambientes estáveis que exigem pequena diferença
de organização. Estes autores, preocupados com as características que as empresas devem ter para enfrentar

com efciência as diferentes condições externas, tecnológicas e de mercado, concluíram que os problemas

organizacionais básicos são a diferenciação e a integração.

• Diferenciação: As organizações apresentam esta característica. É a divisão da organização em

departamentos, cada qual desempenhando uma tarefa especializada para um contexto ambiental
também especializado. Cada departamento reage unicamente àquela parte do ambiente que
é relevante para a sua própria tarefa especializada. Se houver diferenciação nos ambientes

específcos aparecerão diferenciações na estrutura e abordagem dos departamentos.

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Teoria Geral de Administração II

• Integração: Refere-se ao processo oposto, gerado por pressões vindas do ambiente da

organização no sentido de obter unidade de esforços e coordenação entre vários departamentos.
Ao lidar com os ambientes externos, as organizações vão se segmentando em unidades, cada uma

com a tarefa específca de tratar com uma parte das condições existentes fora da organização

(unidades de vendas, de produção, de pesquisa). Cada um desses segmentos se relaciona com
um segmento do universo exterior à empresa. Essa divisão do trabalho entre departamentos
marca um estado de diferenciação. Porém, esses departamentos precisam fazer um esforço

convergente e unifcado para atingir objetivos globais da organização. Em consequência, ocorre

também um processo de integração.
• Integração Requerida e Diferenciação Requerida: A diferenciação e integração requerida
referem-se a demandas do ambiente externo da empresa, não se referem à diferenciação e

integração existentes na empresa, mas o quanto de diferenciação e integração o ambiente exige
delas. A empresa que mais se aproxima das características requeridas pelo ambiente terá mais
sucesso do que a empresa que se afasta muito delas.

• Pesquisa de Woodward sobre a Tecnologia.

Joan, socióloga industrial inglesa, organizou uma pesquisa para saber se os princípios da administração

propostos pelas teorias administrativas se relacionavam com o êxito do negócio quando colocados em

prática. Essa pesquisa defendia que a escolha do tipo de estrutura que melhor se adapta a uma determinada

empresa é infuenciada pela tecnologia que ela usa.
Woodward classifcou as organizações em três grupos de tecnologia de produção. São elas:
• Produção unitária ou ofcina: A produção é feita por unidades ou pequenas quantidades,
cada produto no seu tempo, sendo modifcado à medida que é feito. Baixa previsibilidade das

técnicas de produção.
• Produção em massa ou mecanizada: A produção é feita em grande quantidade. Média
previsibilidade das técnicas de produção.
• Produção em processo ou automatizada: Produção em processamento contínuo em
que um ou poucos operários monitorizam um processo total ou parcialmente automático de
produção. Alta previsibilidade das técnicas de produção.

Com relação às quatro pesquisas, destaca-se a estreita dependência da organização em relação ao seu

ambiente e a tecnologia adotada. As características da organização não dependem dela própria, mas das
circunstâncias ambientais que a cercam e da tecnologia que ela utiliza. Os aspectos universais devem ser

substituídos pelas normas específcas, de acordo com a organização, o ambiente no qual está inserida e a

tecnologia utilizada.

A Teoria da Contingência mostra que as características organizacionais são variáveis, dependentes e

contingentes no que diz respeito a:

1 - AMBIENTE: É o contexto que envolve externamente a organização (ou o sistema). É a situação

dentro da qual uma organização está inserida. Sobre o ambiente é importante saber:

TIPOLOGIA DE AMBIENTES

O ambiente pode ser analisado em dois segmentos:

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• Ambiente geral ou macroambiente

É constituído de um conjunto amplo, ou seja, um conjunto de condições genéricas e externas à

organização que contribuem de um modo geral para tudo aquilo que ocorre em cada organização, para

as estratégias adotadas e para as consequências das ações organizacionais. Onde destaca-se as seguintes

variáveis:

Condições Tecnológicas: Quando ocorre desenvolvimento tecnológico nas outras organizações, é

preciso se adaptar para não perder a competitividade.

Condições Econômicas: Constituem o que determina o desenvolvimento econômico. Infação,

balança de pagamento do país, distribuição de renda interna, etc;

Condições Políticas: São decisões e defnições políticas.
Condições Legais: Constituem a legislação, são leis trabalhistas, fscais, civis, de caráter comercial,

etc.
Condições Demográfcas: Determina o mercado de acordo com a taxa de crescimento, população,
raça, religião, distribuição geográfca, etc.
Condições Ecológicas: Ligadas à preservação da natureza, impactos ambientas provocados pela
organização, etc.

Condições Culturais: É a expectativa da população que interfere no consumo. As tradições,

valores, religião, hábitos de vida e consumo.

• Ambiente de tarefa ou microambiente.

É o contexto ambiental mais próximo da organização que lhe fornece as entradas ou insumos de

recursos e informações, bem como a colocação e distribuição de suas saídas ou resultados. O ambiente tarefa
se constitui de:

• Fornecedores de entradas;
• Clientes ou usuários;
• Entidades reguladoras;
• Concorrentes.

TIPOLOGIA DE AMBIENTES QUANTO À SUA ESTRUTURA AMBIENTAL

• Ambiente Homogêneo: Pouca diferenciação dos mercados.
• Ambiente Heterogêneo: Grande diferenciação dos mercados.

TIPOLOGIA DE AMBIENTES QUANTO À DINÂMICA AMBIENTAL

Os ambientes podem ser classifcados em estáveis e instáveis:
• Ambiente Estável – Quase não ocorrem mudanças e quando ocorrem são lentas e

perfeitamente previsíveis;

• Ambiente Instável – ambiente onde ocorrem inúmeras mudanças, portanto, caracteriza-
se por uma forte dinâmica. Os agentes desencadeiam as mudanças e infuências recíprocas,

formando um campo dinâmico de forças.

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Teoria Geral de Administração II

2 - TECNOLOGIA: A tecnologia constitui outra variável independente que infuencia as características

organizacionais (variáveis dependentes). Além do impacto ambiental, existe o impacto tecnológico sobre as
organizações.

As organizações utilizam alguma forma de tecnologia para executar suas operações e realizar suas

tarefas. A tecnologia pode ser tosca e rudimentar, como pode ser sofsticada. A tecnologia pode ser

considerada, ao mesmo tempo, sob dois ângulos diferentes: como uma variável ambiental e externa e
como uma variável organizacional e interna.

TIPOLOGIA DE THOMPSON E BATES

Classifcam a tecnologia em:

• Tecnologia Flexível: Ocorre na medida e que as máquinas e equipamentos, as matérias-
primas e o conhecimento podem ser usados para outros produtos ou serviços diferentes. É
o caso em que a tecnologia deve adaptar-se às demandas dos produtos ou serviços a serem
executados, como no caso das ofcinas.
• Tecnologia Fixa: É a tecnologia que não permite utilização em outros produtos ou serviços
diferentes. É o caso em que a empresa precisa escolher ou adaptar os produtos ou serviços à
tecnologia de que dispõe. As montadoras de automóveis dispõem de uma tecnologia fxa, cuja
modifcação exige elevados investimentos. As siderúrgicas, as refnarias de petróleo e a grande
maioria das indústrias químicas constituem exemplos de tecnologia fxas.

Classifcam os produtos em:

• Produto concreto: É o produto ou serviço que pode ser descrito com grande precisão,
identifcado com grande especifcidade, medido e avaliado. É o produto fsicamente palpável

e facilmente visualizável, como o automóvel, artigos de consumo, utilidades domésticas e a

grande massa de produtos e serviços fsicamente identifcáveis.
• Produto abstrato: É o produto ou serviço que não permite descrição precisa, nem identifcação
e especifcação adequada. Como o ensino ou a educação, os serviços de rádio, informação e

propaganda falada, boa parte da atividade política e a grande massa de serviços oferecidos de
forma conceitual ou simbólica.

TIPOLOGIA DE THOMPSON

Para a empresa alcançar seus objetivos deve contar com o conhecimento humano onde o homem
conduz para um resultado satisfatório, isto é, a tecnologia pode ser avaliada por critérios instrumentais e

econômicos. Dessa forma, Thompson classifca a tecnologia em:
• Tecnologia de elos em sequência: Interdependência serial entre as diferentes tarefas. Ênfase
no produto. Tecnologia fxa e estável. Repetitividade do processo produtivo, que é cíclico.
Abordagem típica da Administração Científca. Ex: Montadoras de Automóvel.
• Tecnologia mediadora: Quando os clientes são interdependentes, necessitam de uma
empresa mediadora para ajudá-los a alcançar seus objetivos. Diferentes tarefas padronizadas

são distribuídas extensivamente em diferentes locais. Ênfase em clientes separados, mas

interdependentes que são mediados pela empresa. Tecnologia fxa e estável, produto abstrato.

Repetitividade do processo produtivo, que é padronizado e sujeito a normas e procedimentos.
Abordagem típica da Teoria da Burocracia. Ex: Instituições Bancárias

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• Tecnologia intensiva: Diferentes tarefas são focalizadas e convergidas sobre cada cliente
tomado individualmente. Ênfase no cliente. Tecnologia fexível. Processo produtivo envolvendo

variedade e heterogeneidade de técnicas que são determinadas através da retroação fornecida

pelo próprio objeto (cliente). Abordagem típica da Teoria da Contingência. Ex: Serviços
Hospitalares.

TIPO DE HOMEM

Homem Complexo > O homem como um sistema complexo de valores, percepções, crenças,
conhecimento, características pessoais e necessidades. O homem tem um comportamento dirigido para
objetivos. Como a maioria dos sistemas, ele se preocupa em manter seu equilíbrio interno (homeostasia) e
simultaneamente resolver problemas e atender as demandas e forças do seu ambiente externo (família, amigos
colegas, empresa e etc.). Sua Motivação é hierarquizada, mas estão sujeitas a mudanças e ao aparecimento de

novas motivações decorrentes de novas experiências e novas interações com o ambiente.

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