P. 1
2010 - Volume 1 - Caderno do Aluno - Ensino Médio - 2ª Série - História

2010 - Volume 1 - Caderno do Aluno - Ensino Médio - 2ª Série - História

5.0

|Views: 7.170|Likes:
Caderno do Professor com todas atividades e respostas para uso em dúvidas. Atenção: As respostas contidas aqui tem o objetivo de contribuir para um maior conhecimento e não apenas serem copiadas, já que se for pra copiar e não aprender nada, não perca seu tempo. Assim tire proveito das atividades.
Caderno do Professor com todas atividades e respostas para uso em dúvidas. Atenção: As respostas contidas aqui tem o objetivo de contribuir para um maior conhecimento e não apenas serem copiadas, já que se for pra copiar e não aprender nada, não perca seu tempo. Assim tire proveito das atividades.

More info:

Published by: Anderson Guarnier da Silva on Jun 01, 2011
Direitos Autorais:Attribution Non-commercial

Availability:

Read on Scribd mobile: iPhone, iPad and Android.
download as PDF, TXT or read online from Scribd
See more
See less

11/12/2015

pdf

text

original

GABARITO

Caderno do Aluno

História – 2a série – Volume 1

SITUAÇÃO DE APRENDIZAGEM 1 QUE MUNDO É ESSE?

Páginas 3 - 7

1. Há diversas formas de exaltar as diferenças entre o mapa de Santo Isidoro de Sevilha apresentado e os mapas com que os alunos lidam normalmente, portanto, não há uma resposta única para essa questão, mas eles podem ressaltar o formato, a organização dos continentes, dentre outros aspectos. 2. As respostas corretas devem apresentar justificativas para o racionalismo apresentado no mapa contemporâneo, tais como maior precisão, utilização prática para navegações, influências do pensamento clássico, abandono de alguns padrões medievais. 3. O mapa de Santo Isidoro de Sevilha aponta os nomes dos três filhos de Noé: Sem, Jafé e Cam. 4. Além dos nomes dos filhos de Noé, podemos indicar a tripartição territorial que remete à Santíssima Trindade e que Jerusalém está representada bem ao centro do mundo. 5. O mapa apresenta os nomes dos rios Nilo e Tanis, bem como o “Mare Nostrum” (Mediterrâneo) ao centro. Estão indicados também os nomes dos seguintes continentes: Ásia, África, Europa, circundados pelo “Oceano”. 6. A descrição feita nos versículos é a do Paraíso e, segundo a cartografia medieval, este ficava localizado na porção oriental dos mapas. Em toda a cartografia cristã, o Oriente ocupa uma posição de destaque devido a essa relação, a presença do paraíso no Leste justifica a sua colocação na parte superior dos mapas de toda a cartografia medieval cristã, até o advento da bússola e das navegações oceânicas, quando o Norte passa a ocupar tal posição de destaque nos mapas. 7. O fato de o paraíso cristão estar representado no Oriente influenciou a construção do significado de palavras como “orientado” e “desorientado”. Trata-se de uma referência direta a tal representação cartográfica, na qual o Oriente fica na parte superior do mapa, assim como em grande parte dos mapas cristãos medievais. 8. Pode ser interpretada como “navegar é necessário” ou “navegar é preciso”, de precisão.
1

GABARITO

Caderno do Aluno

História – 2a série – Volume 1

9. Os mapas passaram a ser mais detalhados, precisos, o racionalismo influenciou uma profunda mudança na representação do mundo. 10. Seria interessante que os alunos conseguissem perceber que: • há uma relação direta entre o pensamento renascentista e as transformações

cartográficas da época; • há uma relação de continuidade dos valores renascentistas em nossa ciência

cartográfica atual.

Página 7

A pesquisa deve apontar os seguintes resultados: • O mapa de Martellus data do século XV e o de Bertin (ver página 4 do Caderno do Aluno) do século XX. • O mapa de Henricus Martellus está com o Norte na parte superior. • A África é detalhada graças às navegações portuguesas na costa do continente. • Na data de elaboração do mapa, os portugueses ainda não haviam chegado ao Oriente. • O renascimento se mostra evidente principalmente no racionalismo e na busca de precisão na representação dos continentes.

Páginas 8 - 9

A atividade está proposta no Caderno do Aluno de forma a favorecer a interface com outras disciplinas. Se você considerar viável, combine com o professor de Arte e Geografia uma aula comum para a análise dos materiais pesquisados.

2

GABARITO

Caderno do Aluno

História – 2a série – Volume 1

Página 10

1. Dürer, assim como diversos outros artistas e cientistas, tentam de maneira mimética reproduzir uma imagem da maneira como ela se apresenta diante do olho humano; a técnica da perspectiva utilizada nas pinturas torna-se um eficaz instrumento para simular isso. 2. Os estudos astronômicos, por meio de cálculos e observações; os estudos de anatomia, por meio da dissecação; e a cartografia, por meio da observação do litoral realizada durante as viagens, também buscam representar com a maior fidelidade possível aquilo que se apresenta diante do ser humano.

Página 11

1. Alternativa e. O renascimento e as navegações do século XV foram muito férteis para a transformação dos paradigmas medievais e, inclusive, clássicos.

3

GABARITO

Caderno do Aluno

História – 2a série – Volume 1

SITUAÇÃO DE APRENDIZAGEM 2 AS INDULGÊNCIAS E OS PROTESTANTES

Páginas 14 - 17

1. As respostas podem variar muito e os alunos podem descrever grandes ou pequenas igrejas, mas normalmente apresentam decoração interna com menos objetos do que as católicas; prédios mais novos, dada a recente profusão do protestantismo no Brasil; e a ausência de imagens de santos, sendo esse um importante ponto a ser ressaltado para a continuidade do estudo da Situação de Aprendizagem. 2. Os alunos devem citar a atuação dos pastores, que não são celibatários e, de modo geral, constituem famílias. 3. A Bíblia, assim como para os católicos. 4. Variam bastante, pois possuem muitas características diferentes entre eles. Nesse caso, quanto mais respostas diversas, melhor. Avalie o envolvimento dos alunos com o tema a ser tratado e o interesse que apresentam pelas discussões realizadas. 5. Vale o mesmo recado da questão anterior: há uma grande variedade de templos protestantes. Essa questão se aproxima muito da primeira e, de modo geral, os comentários realizados anteriormente aplicam-se a essa resposta. 6. Indulgências, de modo geral, são caracterizadas nos livros didáticos como uma forma de se obter salvação. A Igreja colocava à disposição do fiel a possibilidade de pagar por boas obras da Igreja e assim ser salvo. 7-O pensamento apocalíptico é uma influência muito evidente no texto, palavras como “renovação” e “aniquilação” referenciam uma época de incertezas, em virtude das mudanças verificadas na Idade Moderna. 8. Podemos perceber a crítica às indulgências e a oposição à ideia de que as obras são o único modo de se obter salvação. São críticas diretas a certas práticas católicas que repercutiram na constituição da maioria das igrejas protestantes do mundo, tais como a não existência de santos, normalmente valorizados pela Igreja Católica por suas obras e feitos. Destaca-se também a menção direta à justificação pela fé, de caráter interior e individual. 9. Ele era contra cobrança de indulgências.

4

GABARITO

Caderno do Aluno

História – 2a série – Volume 1

10. Além daquelas citadas no texto, o Concílio proclamou a infalibilidade das escrituras e do papa, a publicação do Índex e a reafirmação de diversos dogmas católicos, como as relíquias e as indulgências questionadas durante a Reforma Religiosa. 11. • • • • Livre sacerdócio e livre interpretação da Bíblia (P) Infalibilidade das sagradas escrituras (P e C) Celibato sacerdotal (C) Adoração de santos (C)

12. Uma das características da adoração dos santos está vinculada à realização de grandes obras, milagrosas, em diversos casos. Trata-se de um ponto de vista amplamente criticado por Lutero, que remonta ao cristianismo primitivo e declara uma suposta errônea interpretação das Sagradas Escrituras feita pelo clero católico.

Página 17

• São Benedito (1524-1589): “O Mouro”, como era conhecido pelo tom de sua pele. Foi um monge da Itália no século XVI que distribuía comida aos pobres, retirada da cozinha da qual era encarregado no Mosteiro de Santa Maria de Jesus em Palermo. Esses feitos contribuíram para sua canonização. • Santo Ignácio de Loyola (1491-1556): fundou com outros religiosos a Companhia de Jesus, que atuou muito intensamente na contrarreforma católica, principalmente na evangelização de novos fiéis. Por causa de sua estrutura hierárquica e de forte influência militar (vale lembrar que o próprio Ignácio foi militar), os jesuítas são conhecidos como “exército de Deus”. • João Calvino (1509-1564): foi um dos principais pilares da reforma religiosa europeia; de origem francesa, foi perseguido por causa de suas ideias e, por isso, mudou-se para Genebra. Conhecido por influenciar movimentos como o puritanismo, escreveu muito sobre a predestinação das vontades de Deus sobre os seres humanos. Observação: A pesquisa evidenciará a relação entre o contexto da Reforma e o fortalecimento de determinadas ordens religiosas. No caso de João Calvino, uma doutrina extremamente ligada ao capitalismo. É interessante relacionar a pesquisa com os rumos que a ordem jesuítica seguiu, exemplificar a importância da obra na
5

GABARITO

Caderno do Aluno

História – 2a série – Volume 1

canonização de Santo Inácio em 1622 e nos rumos do calvinismo atrelados ao capitalismo. Essas conclusões podem ser feitas em sala, em conjunto com o professor.

Página 17

a) Os alunos deverão citar a expansão do cristianismo nas ilhas britânicas e a posterior expansão do protestantismo, isolando a Irlanda como reduto de católicos. A formação do Reino Unido durante os séculos XVII, XVIII e XIX também influenciaram bastante tal isolamento. b) Foi um massacre ocorrido em Derry, Irlanda do Norte, no qual o exército reprimiu uma manifestação pacífica a favor dos direitos civis e contra a prisão generalizada de pessoas supostamente envolvidas com o IRA. c) São inúmeras: metodistas, pentecostais, neopentecostais etc.

Página 18

Não há uma linha única para realizar esta atividade, mas é possível avaliá-la por meio da utilização dos conhecimentos desenvolvidos anteriormente, na pesquisa individual e na discussão em sala de aula. É interessante evitar maniqueísmos e discursos simplistas por parte dos alunos.

Página 18

Alternativa a. Esta alternativa retrata corretamente o contexto das reformas religiosas do século XVI e o clima apocalíptico presente na época.

6

GABARITO

Caderno do Aluno

História – 2a série – Volume 1

SITUAÇÃO DE APRENDIZAGEM 3 A UTOPIA, O PRÍNCIPE E A COCANHA

Página 20

1. Os alunos devem ressaltar o pragmatismo de Maquiavel em buscar um funcionamento pouco idealizado da sociedade, pessimista até, devido ao conceito de virtus. No caso de Thomas Morus, um texto no qual o poder real não é ostentado e a riqueza do ouro desprezada. Nesta questão, espere contribuições livres dos alunos, colocações sinceras e espontâneas poderão ser melhor utilizadas durante a execução da Situação de Aprendizagem. Reserve um tempo especial para eles conversarem sobre o tema e falarem livremente com seus colegas sobre seus anseios e projetos. 2. O aluno pode utilizar conhecimentos próprios sobre a situação e o funcionamento atual da política para responder a esta questão e, com certeza, encontrarão diversos exemplos para responder afirmativamente, tal como as disputas pelo poder por meio de alianças e atitudes inescrupulosas.

Páginas 21 - 22

1. Essa questão pede ao aluno ler atentamente o texto e retirar informações diretas sobre a sociedade utópica idealizada por Thomas Morus. Repare nas características que os alunos evidenciam mais, tal como a ausência de valor atribuído ao ouro, a divisão espacial e do trabalho. 2. Não, pois não encontramos tal ordem em nossa sociedade. 3. Maquiavel parte da análise da suposta natureza do homem para explicitar mecanismos pragmáticos de funcionamento da política. A Utopia de Morus nasce de uma crítica à sociedade inglesa na qual o autor vivia. Em muitos aspectos podemos aproximar a sociedade na qual Morus vivia e a atual: abusos de poder, falta de tolerância e doenças provocadas pela falta de hábitos saudáveis e de saneamento são algumas delas.

7

GABARITO

Caderno do Aluno

História – 2a série – Volume 1

4. A palavra deriva de “u” (não) e “topos” (lugar) do latim, ou seja, um lugar que não existe

Ampliação dos conhecimentos
Páginas 22- 24

1. a) Mito da Fonte da Juventude: mito popular recorrente em diversas regiões da Europa. Aqueles que encontrassem tal fonte poderiam obter cura e vida eterna. b) Reino de Preste João: mito popular recorrente, principalmente em Portugal. Preste João era um pescador e teria desaparecido durante uma pescaria, arrastado por peixes. Fundou em uma terra distante um reino cristão perfeito.Cercado de mistério o mito alimentava a idéia de que um poderoso soberano viria da Ásia e atacaria o Islã.O mito começou a circular à época da primeira Cruzada, por volta do século XI. c) Cocanha: mito popular muito recorrente em diversas regiões da Europa. Referese principalmente a uma terra de abundância e prazeres ilimitados. 2. O texto de Morus é uma crítica ao poderio dos reis, à ganância gerada pela riqueza e pelo poder. Já Maquiavel ressalta a avidez, a busca pela riqueza como motivadores do comportamento humano, determinantes para política.3.Tomas Morus viveu durante o reinado de Henrique VIII, um período de grandes transformações na sociedade e política inglesa . Vale ressaltar a reforma anglicana, os conflitos religiosos presentes na época e as disputas de poder pelo trono na conturbada vida política e amorosa do rei. A canonização de Thomas Morus pela Igreja Católica, por causa da condição de sua morte, também pode ser um tópico a ser explorado pelo(a) professor(a), pois sua transformação em “mártir” defensor do catolicismo pode ser considerada, também, uma resposta da Igreja à Reforma Anglicana. 4. Maquiavel escreveu o livro em uma península descentralizada, em guerras constantes e invasões estrangeiras. A fragilidade de alguns governos italianos preocupava-o diante da formação de monarquias poderosas como a inglesa,a francesa e a espanhola. 5. Novamente, assim como na primeira questão, incentive uma contribuição livre dos alunos. Mas atente-se para as mudanças que possam surgir nas respostas entre as questões, uma vez que a obra de Morus foi retomada e discutida.

8

GABARITO

Caderno do Aluno

História – 2a série – Volume 1

6. Analise a resposta dos alunos no tocante aos seus anseios pessoais; problematize-os estimulando o questionamento do porquê de defenderem uma ou outra utopia : será que elas não são reflexos de nossa condição atual?

Páginas 24 - 25

1. No Caderno do Aluno existe a solicitação de pesquisa para o mapa que aparece nas primeiras edições do livro de Thomas More. Com base na análise do mapa os alunos deverão responder às questões propostas. a) O círculo é uma forma recorrente no pensamento ocidental para representar a perfeição. b) Os castelos servem para afastar os intrusos e manter a ilha isolada de influências externas, não são, portanto, fontes de ostentação de poder. c) Assim como a vida dos habitantes, o espaço é extremamente organizado, ordenado.

Página 25

Há uma grande oferta na internet da imagem solicitada nesta orientação de pesquisa. Sua análise deve levar às seguintes conclusões: no mito da Cocanha, o trabalho inexiste, a sexualidade e a alimentação são desfrutadas com grande prazer.

Páginas 25 - 26

1. a) Maquiavel é um dos principais pensadores políticos da Europa sua obra

evidencia uma série de transformações políticas verificadas na Idade Moderna, o crescimento do poder real, da burguesia, dos exércitos.

9

GABARITO

Caderno do Aluno

História – 2a série – Volume 1

b) O autor critica as relações políticas feudais, baseada na " fidelidade do vassalo", evidenciando que a traição, a ganância e a avidez fazem parte da natureza do homem, devendo ser levada em conta na política..

Página 26

1. A resposta a esta questão assemelha-se ao que foi discutido na questão 3 do início desta Situação de Aprendizagem realizada durante as aulas. 2. Podemos diferenciar o imaginário de uma “utopia popular”, verificada no mito da Cocanha e uma “utopia erudita”, descrita por Morus. Contudo, nos dois casos há a representação de uma situação idealizada, que reflete críticas sociais ou anseios de busca de uma realidade alternativa.

10

GABARITO

Caderno do Aluno

História – 2a série – Volume 1

SITUAÇÃO DE APRENDIZAGEM 4 INTERAÇÕES CULTURAIS

Páginas 29 - 31

O encontro entre europeus e povos da África, Ásia e América foi pautado por relações de colonialismo e imperialismo pelas quais se reconhecia e postulava uma hierarquização entre os grupos sociais – entre os descobridores e os descobertos , entre os desenvolvidos e os atrasados entre os “bárbaros” e os civilizados . Essas dicotomias resultaram, à época desses encontros, numa percepção do europeu como de uma raça superior à de todos os outros povos, o que lhes conferia direitos sobre esses. Hoje, temas como miscigenação, racismo e violências raciais no mundo contemporâneo também se ligam à idéia de uma “raça” original, pura e superior que, por acreditar nisso, estabelece uma distinção entre os seres humanos.

Página 34

Aborde junto aos alunos o termo “encontros” problematizando-o e estimulando a perspectiva crítica em relação às ocorrências relacioandas ao tema, como invasão e ocupação de territórios. Ajude-os na reflexão de forma que os conceitos de conquista e dominação sejam relacionados ao termo encontros. Ao final, aponte que os resultados destes encontros poderiam ter sido diferentes se os valores fossem outros e não eurocêntricos e mercantilistas.

Páginas 34 - 37

1. É importante que os alunos considerem que, para além das motivações de ordem pessoal, eram interesses de fundo mercantil que moviam a empresa das navegações,
11

GABARITO

Caderno do Aluno

História – 2a série – Volume 1

visando buscar e expandir rotas marítimas (principalmente pela realização do périplo africano – o contorno da África), conquistando e dominando diferentes territórios. 2. Deseja-se que os alunos ressaltem que as navegações espanholas, como as outras, pretendiam expandir rotas marítimas, colonizar e catequizar os índios; em resumo, subjugá-los. Para tanto, os espanhóis se valeram da imposição, pela força, de seus valores culturais, exterminando as culturas indígenas. 3. Alternativa d. O choque cultural marcou as relações entre europeus e os povos de outros continentes a partir dos chamados Grandes Descobrimentos. Os interesses europeus levaram ao subjugo de povos que tiveram a sua cultura transformada a partir de relações de dominação. 4. Alternativa a. A postura eurocêntrica marcou as relações entre europeus e povos conquistados. No entanto, os ingleses vão além, considerando-se superiores a outros europeus. A colonização, por sua vez, era vista como uma tarefa que cabia ao homem branco, mas este deveria preserva-se e a sua cultura do contato direto com povos considerados inferiores. 5. Alternativa b. Os povos colonizadores agiram sob a égide de pensamentos racistas de diferentes tipos, o que muitas vezes, justificava ações de caráter violento e de segregação. Segundo o autor, Marc Ferro, a miscigenação seria o principal temor.

12

You're Reading a Free Preview

Descarregar
scribd
/*********** DO NOT ALTER ANYTHING BELOW THIS LINE ! ************/ var s_code=s.t();if(s_code)document.write(s_code)//-->