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Parte 1 – Mecânica

Parte 1 – Mecânica Aula 28. Força Resultante e Equilíbrio 1. Equilíbrio de uma Partícula Dizemos

Aula 28. Força Resultante e Equilíbrio

1. Equilíbrio de uma Partícula

Dizemos que uma partícula encontra-se em equilíbrio quando ela não sofre a ação de forças ou quando as forças que nela atuam se neutralizam. Desse modo, a força resultante na partícula será nula e ela poderá se encontrar em repouso ou em movimento retilíneo uniforme, que são estados de velocidade constante. Ou seja:

uniforme, que são estados de velocidade constante. Ou seja: 2. Equilíbrio Básico Se apenas duas forças
uniforme, que são estados de velocidade constante. Ou seja: 2. Equilíbrio Básico Se apenas duas forças

2. Equilíbrio Básico

Se apenas duas forças atuarem numa partícula, seu equilíbrio ocorrerá quando tais forças possuírem mesma intensidade, mesma direção e sentidos opostos, isto é, quando essas forças forem vetores opostos.

, isto é, quando essas forças forem vetores opostos. Sendo que em módulo: 3. Equilíbrio de
, isto é, quando essas forças forem vetores opostos. Sendo que em módulo: 3. Equilíbrio de

Sendo que em módulo:

essas forças forem vetores opostos. Sendo que em módulo: 3. Equilíbrio de uma Partícula sob a

3. Equilíbrio de uma Partícula sob a Ação

de Três Forças

Um caso especial de equilíbrio de partícula refere-se ao equilíbrio de uma partícula sujeita à ação simultânea de três forças coplanares e não colineares. Por exemplo, consideremos uma partícula sob a ação das três forças mostradas na figura a seguir.

sob a ação das três forças mostradas na figura a seguir. Neste caso, podemos observar que

Neste caso, podemos observar que cada força é a equilibrante do sistema formado pelas outras duas forças.

equilibrante do sistema formado pelas outras duas forças. De modo geral, a resultante de três forças
equilibrante do sistema formado pelas outras duas forças. De modo geral, a resultante de três forças
equilibrante do sistema formado pelas outras duas forças. De modo geral, a resultante de três forças

De modo geral, a resultante de três forças será nula quando a linha poligonal formada pelos vetores força for fechada. Observe:

Equilíbrio
Equilíbrio

4. Caso Geral – Equilíbrio de uma Partícula sob a Ação de Várias Forças

Consideremos como caso geral uma partícula em equilíbrio sob a ação das quatro forças mostradas na figura a seguir.

a ação das quatro forças mostradas na figura a seguir. Neste caso, iniciamos a resolução por

Neste caso, iniciamos a resolução por meio da decomposição de todas as forças que se encontram inclinadas em relação aos eixos x e y. Assim, temos:

F 1x = F 1 · cos F 1y = F 1 · sen

F 2x = F 2 · cos F 2y = F 2 · sen

sen F 2 x = F 2 · cos F 2 y = F 2 ·

Em seguida, determinamos as expressões que nos dão o equilíbrio da partícula. Lembrando que o somatório das forças deve ser igual a zero, escrevemos:

o somatório das forças deve ser igual a zero, escrevemos: Ou seja: as resultantes, tanto no

Ou seja: as resultantes, tanto no eixo x como no eixo y, devem ser iguais a zero. Portanto, o equilíbrio de uma partícula sujeita a um número qualquer de forças pode ser expresso pelas relações:

uma partícula sujeita a um número qualquer de forças pode ser expresso pelas relações: Paulo Victor
uma partícula sujeita a um número qualquer de forças pode ser expresso pelas relações: Paulo Victor
uma partícula sujeita a um número qualquer de forças pode ser expresso pelas relações: Paulo Victor

Parte 1 – Mecânica

Parte 1 – Mecânica Resumo Equilíbrio de uma Partícula Uma partícula está em equilíbrio quando o

Resumo

Equilíbrio de uma Partícula Uma partícula está em equilíbrio quando o somatório das forças que agem sobre ela for nula.

o somatório das forças que agem sobre ela for nula . Equilibrante de um Sistema de

Equilibrante de um Sistema de Forças A equilibrante de um sistema de forças é uma força que equilibra a força resultante do sistema.

uma força que equilibra a força resultante do sistema. Exercícios Resolvidos 01. (ITA-SP) Um bloco de

Exercícios Resolvidos

01. (ITA-SP) Um bloco de peso

como indica a figura. Calcular o módulo da força horizontal

indica a figura. Calcular o módulo da força horizontal é sustentado por fios, . Resolução O

é sustentado por fios,

.
.
o módulo da força horizontal é sustentado por fios, . Resolução O esquema de forças no

Resolução O esquema de forças no ponto C é:

por fios, . Resolução O esquema de forças no ponto C é: Para que o ponto

Para que o ponto C esteja em equilíbrio, a resultante no ponto C deve ser nula.

em equilíbrio, a resultante no ponto C deve ser nula. Portanto, o polígono das forças triângulo

Portanto, o polígono das forças triângulo retângulo.

Portanto, o polígono das forças triângulo retângulo. Da figura: , e deve ser um 02. Um

Da figura:

o polígono das forças triângulo retângulo. Da figura: , e deve ser um 02. Um objeto
, e
,
e

deve ser um

02. Um objeto de peso 50 N é equilibrado por duas cordas, que formam 30° com a horizontal.

por duas cordas, que formam 30° com a horizontal. A tração em cada corda tem módulo,

A tração em cada corda tem módulo, em newtons, de:

a) 25

d) 100

b) 50

e) 200

c) 70

Resolução O esquema de forças no ponto C é:

200 c) 70 Resolução O esquema de forças no ponto C é: Projetando todas as forças

Projetando todas as forças na direção vertical, vem:

é: Projetando todas as forças na direção vertical, vem: Para o equilíbrio na direção vertical, temos:

Para o equilíbrio na direção vertical, temos:

2 T sen 30º = 50

2T ·

Para o equilíbrio na direção vertical, temos: 2 T sen 30º = 50 2T · =

= 50

Para o equilíbrio na direção vertical, temos: 2 T sen 30º = 50 2T · =

Resposta: B

Para o equilíbrio na direção vertical, temos: 2 T sen 30º = 50 2T · =
Para o equilíbrio na direção vertical, temos: 2 T sen 30º = 50 2T · =