O que é eletroterapia A eletroterapia é o uso de energia elétrica no tratamento de problemas de saúde.

Na medicina, o termo eletroterapia pode se aplicar a uma variedade de tratamentos, incluindo o uso de corrente direta, como na cardioversão, e utilização de aparelhos elétricos. O termo eletroterapia também se aplica à aplicação de corrente elétrica para acelerar o reabilitação de lesões. Adicionalmente, o termo eletroterapia também tem sido usado para uma gama de aparelhos e tratamentos alternativos. História da eletroterapia Em 1855 Guillaume Duchenne, o pai da eletroterapia, anunciou que a eletricidade alternada era superior à direta para o acionamento eletro-terapêutico de contrações musculares. O que ele chamou de "efeito de aquecimento" da corrente direta irritava a pele. Além disso, a corrente alternada produzia fortes contrações musculares independente da condição do músculo, enquanto a corrente direta induzia contrações fortes em músculos fortes, e fracas em músculos fracos. Desde essa época, quase toda reabilitação envolvendo contração muscular tem sido feita com ondas simétricas bifásicas. Porém, nos anos 40, o Departamento de Guerra dos Estados Unidos, ao investigar a aplicação da eletroterapia, descobriu que a estimulação elétrica não somente retardava e prevenia atrofia, como também restaurava a massa muscular e força. Eles empregaram o que foi chamado exercício galvânico nas mãos de pacientes que tiveram lesão nos nervos. Esses exercícios galvânicos utilizavam corrente direta monofásica Uso atual da eletroterapia A eletroterapia inclui uma variedade de tipos de estimulações, protocolos e usos. Os mais comuns são: * Eletroestimulação neuromuscular para reabilitação. * TENS para terapia contra dor. * Corrente Russa. * Microcorrentes. * Corrente galvânica para iontoforese (introdução de químicos nos tecidos através de campo elétrico). Aplicações da eletroterapia A eletroterapia é usada para relaxamento de espasmos musculares, prevenção e retardamento de atrofia por falta de uso, elevação da circulação sanguínea local, reabilitação e reeducação muscular, manutenção e elevação da amplitude de movimentos, controle da dor, estimulação pós-cirúrgica imediata dos músculos para evitar trombose venosa, recuperação de lesão e aplicação de medicamentos.

A Eletroterapia consiste no uso de correntes elétricas dentro da terapêutica. Embora seu desenvolvimento tenha se aperfeiçoado mais apenas nas últimas décadas, já na Antiguidade seu uso era empregado. Os registros mais antigos datam de 2.750 a.C., quando eram utilizados peixes elétricos para produzir choques nos doentes e assim obter analgesia local. Os aparelhos de eletroterapia utilizam uma intensidade de corrente muito baixa, são miliamperes e microamperes.Os eletrodos são aplicados diretamente sobre a pele e o organismo será o condutor. Na eletroterapia temos que considerar parâmetros como: resistência, intensidade, voltagem potência e condutividade.

A relação existente entre os parâmetros elétricos é definida pela Lei de Ohm que simplificadamente nos diz que a corrente. [editar] Classificação quanto às freqüências y Baixa Freqüência: 1 a 1. Realização da substituição ortésica [editar] Classificação das Correntes As correntes utilizadas em eletroterapia podem ter efeitos eletro-químicos. Em relação à intensidade podemos utilizar o estabelecido pela Lei de Ohm. Tens e FES. tipo de eletrodo. A resistência é medida em unidades chamadas Ohms e é representada pela letra R. sendo este emprego mais reservado ao uso para terapia estética ou para métodos diagnósticos. Corrente Galvânica. Podem variar ainda quanto à freqüência e as formas de onda. Outras formas incluem a utilização de agulhas ao invés de eletrodos. Essa impedância também sofre variações por fatores como : temperatura.Resistência é a dificuldade com que os elétrons percorrem um condutor. suor. é diretamente proporcional à voltagem que é aplicada e inversamente proporcional à resistência do circuito. Redução de edema. Farádica. forma de onda. A Resistência gerada pela pele é chamada de impedância cutânea(Z) sendo o maior obstáculo as correntes de baixa frequência. cada qual com particularidades próprias quanto às indicações e contra-indicações. Redução de espasmo muscular. pilosidade. Diadinâmicas.000 Hz mas utilizada na prática clínica a faixa de 1 a 200 Hz. Fortalecimento muscular. é importante ter em mente alguns aspectos básicos relativos à corrente elétrica. num circuito elétrico. onde o aparelho emite a energia eletromagnética que é então conduzida através de cabos condutores até os eletrodos que ficam aderidos à pele do paciente. Os equipamentos atuais empregam diferentes tipos de correntes. motores ou sensitivos. Facilitação da cicatrização tecidual. biológicas e fisiológicas que o tecido desenvolve ao ser submetido à terapia. Facilitação da consolidação de fraturas.visto que a resistência tem propriedade somatória. gordura. Mas todas elas tem um objetivo comum: produzir algum efeito no tecido a ser tratado. Pode-se dizer que quanto maior for a quantidade de elementos resistivos se opondo a corrente maior será a resistência encontrada pela mesma . freqüência de onda. Facilitação da reeducação muscular. umidade. Minimização de atrofia por desuso. . espessura da pele. Para uma boa compreensão sobre os efeitos da eletroterapia. Uso Terapêutico da Corrente Elétrica y y y y y y y y y Controle da dor aguda e crônica. que é obtido através das reações físicas. Existe uma diversidade de correntes que podem ser utilizadas na eletroterapia.

Ondas Curtas. No caso das correntes polarizadas haverá sempre um predomínio de direção que dependerá do posicionamento dos pólos dos cabos condutores. Classificação quanto às formas de ondas Formas de ondas: y y y y y y y . Ex: só existe no TENS. Corrente Russa. Bifásica: quando a onda existe nos dois semiciclos. . Quando a corrente atinge um eletrodo. Ex: Corrente Interferencial Semi-senóide: monofásica. Sendo assim a corrente elétrica fica correndo pelos tecidos de um eletrodo ao outro. Ex: Corrente Farádica. Diadinâmicas. polarizada. MF. Esse é o caso da Corrente Galvânica. alternada. contração. CP. Exponencial: polar e apolar Ex: Corrente Farádica Efeitos: contração muscular Senoidal: alternada.000 Hz. Efeitos: analgesia. Quadrática com Triangular: apolar. LP.000 a 100. Monofásica: quando a onda existe somente em um dos semiciclos. . bifásica. Pode ser simétrica ou assimétrica. Ex: Tens. [editar Tipos de Eletrodos . Decimétricas. apolar. Alta Freqüência: Acima de 100 mil Hz. como de B para A. y y y y Eletrodos Os Eletrodos constituem a interface que transmite a corrente elétrica através da pele do paciente nas sessões de eletroterapia. bifásica. Ultra-som (Ultra-som Terapêutico). monofásica. Estão incluídas aí as correntes Farádicas. hiperemia e vasodilatação. para que a corrente emitida pelo aparelho passe de um eletrodo para o outro. onde a maior parte das cargas elétricas irão ser conduzidas em um único sentido. Ondas assimétricas: quando a geometria dos semiciclos é diferente. Ultra-excitante. Interferencial e Corrente Russa. Com isso há uma grande melhora no desenvolvimento fisico do paciente. sendo bloqueada no outro semiciclo. Ex: Corrente Galvânica Efeitos: aplicação dos medicamentos por ter polaridade definida.y y Média Freqüência: 1. Ondas simétricas: quando a geometria dos semiciclos é invertida em relação ao 0V.Triangular: apolar ou polar (dependendo do aparelho). Ultracurtas. sendo utilizado na eletroterapia de 2. despolarizada. sem qualquer acúmulo de cargas ou predomínio de sentido da corrente. Os eletrodos são fixados à pele do paciente em duplas. TENS e Interferencial. a energia é então transmitida pelo tecido e irá se propagar através dele até atingir o outro eletrodo-par. simétrica.Quadrática: alternada. SMS.000 Hz. RS. Ex: Diadinâmicas de Bernard: DF. Neste caso a onda é necessariamente assimétrica. estimulação muscular de força.Retilínea: direta ou contínua. assimétrica.000 a 4. Já nas correntes não polarizadas não existem pólos definidos e a energia é transmitida tanto do eletrodo A para B. alternada. polar ou apolar. Microondas.

sendo depois é descartado. Aumenta a condutividade. II. Sullivan.3 FONTE DE ENERGIA O tens é uma corrente desporalizada. Tem um tempo de vida útil que varia de 10 a 15 utilizações. Diferente dos chinelos de borracha. descreve o modo de como a terapia é aplicada. abordaremos neste trabalho o TENS. O Ultra-som de seus efeitos térmicos e mecânicos age principalmente no processo de cicatrização e reparo das lesões. Segundo a Dra.1 CONCEITO Segundo o Dr. Nos últimos anos houve grande evolução no conhecimento dos efeitos fisiológicos de correntes da aplicação dos agentes eletrofísicos nos tecidos. Os geradores da tens podem receber sua fonte de energia primária de uma fonte .y y y Borracha(Silicone Carbonado): necessita da utilização de um gel para facilitar a passagem da corrente elétrica. Esperamos com este trabalho oferecer maiores esclarecimentos a respeito da Eletroterapia e suas inúmeras aplicações e benefícios. Rinaldo Guirro e colaboradores. recebe e emite sinais. Dentre os diversos aparelhos utilizados na eletroterapia.2 EQUIPAMENTO Consiste de uma fonte de voltagem grande de pulsos. retira o excesso de água e coloca no paciente. seja ela proveniente de lesões agudas ou mesmo decorrentes de processos crônicos". O termo elétrica refere-se ao procedimento da passagem de impulsos elétricos de baixa voltagem controlada através da pele ao tecido subjacente para a sua ação como estímulo. A borracha dos eletrodos é feita com carbono que aumenta a condutividade. Ultra-som e o Ondas Curtas. TENS II. Podem ser molhados para aumentar a condutividade. eletrodos e cabos interconectantes. Adesivo ou Silicone: dispensa o uso de gel. II. O termo nervo. "o termo transcutânea. É só colar. l . "a estimulação elétrica nervosa transcutânea é um valioso recurso físico para o alívio sintomático da dor. Utiliza-se principalmente para a corrente polar (Galvânica).INTRODUÇÃO A eletroterapia em suas diversas modalidades é largamente utilizada pelos fisioterapeutas no tratamento de vários distúrbios. Esponja: molha. Já o Ondas Curtas tem como um importantes efeito o aquecimento do tecido ocasionando diversas alterações que atuam acelerando o processo de cura. O TENS atua através de mecanismos pelos quais pode inibir a dor.

A área selecionada deve estar anatômica ou fisiologicamente relacionada á fonte da dor. II. . atingem a via trato espino talâmico. estes impulsos podem estimular preferencialmente as grandes fibras A aferentes. e a intensidade precisa ser limiar ou supra limiar. . ‡ Característica Para a estimulação do tecido excitável com um único pulso de corrente.6 EFEITOS NEUROFISIOLÓGICOS DO TENS Os estímulos provenientes do sistema aferente sensitivo. As diferentes nas características de estímulos-resposta entre as populações de fibras maiores e fibras pequenas tornam possível a geração de impulsos de certas formas. o pulso precisa ter largura adequada. Isto é denominada modulação. embora tecnicamente a largura de pulso seja igual à soma de ambas as fases de pulso. que são de rápida velocidade. três critérios devem ser preenchidos: o estímulo precisa ter uma ascensão abrupta. ‡ Freqüência do Pulso A freqüência do pulso é ajustada para o conforto máximo do paciente. II. As formas de ondas retangulares bifásicas simétricas possuem 2 larguras de pulso componentes.O local selecionado deve permitir que a estimulação seja facilitada ao SNP e SNC. A função básica do TENS é a analgesia A teoria das comportas é uma outra forma de explicar a neurofisiologia da TENS. . II. principalmente núcleos periaquedutais que sob controle cortiçal e do sistema límbico liberam então endomorfinas as quais produzem alívio da dor. refere-se ao termo "largura de pulso" para descrever a duração da fase de pulso acima ou abaixo da linha isoelétrica. já os estímulos da dor são transmitidos através de fibras de calibre menor. ‡ Largura de Pulso A largura do pulso da onda elétrica é um fator importante envolvido no acoplamento a fibra Abeta. para impedir a ionização da pele.5 FORMAS DE ONDAS ‡ Pulsos Bifásicos Ao considerar pulsos bifásicos. ou como corrente do tipo oscilatória. que aluarão bloqueando a descarga dos impulsos da do pelas fibras Ar deltas e C. Além da largura de pulso apropriada. Estudos clínicos e testes de campo demonstraram que formas de ondas com estreita largura de pulso na região dos 125 microssegundos propiciam máximo acoplamento às fibras A-beta e acoplamento mínimo às fibras C e motoras.A pele deve estar limpa e fim de diminuir a resistência da pele.4 ELETRODOS ‡ Posicionamento dos eletrodos . No tecido nervoso.convencional de corrente alternadas de 60 Hz.Os eletrodos devem estar bem fixados ao tecido tratado. a largura de pulso é menos simples que nas formas de ondas monofásicas. Sendo então modificada pelo gerador para produção de uma das formas típicas de ondas do TENS. do tipo A. sabe-se que quanto maior o diâmetro da fibra mais baixo seu limiar de resposta e mais breve sua cromaria. a forma de onda do estimulador também deve ter um componente negativo. . Os impulsos da TENS são transmitidos através de fibras de grosso calibre.

Duração do alívio: Pequeno.Duração: 200 microssegundos (Largo). grandes fibras A-beta. ao nível de tolerância.Duração: 40 a 75 microssegundos . de impulsos de alta freqüência grados com curta duração e baixa amplitude.freqüência: Alta (abaixo de 100 Hz).Amplitude: Forte. A liberação dos peptídeos opóides que poderia resultar em analgesia deve ser parcial ou completamente revertida pelo naloxone. as comportas ou portões da dor são fechados. que são lentas. preferencialmente. ‡ Breve Intenso É muito similar ao modo convencional. apenas durante a estimulação. . . estabelecendo um sintoma de controle da dor por pequenas fibras.Amplitude: subjetiva. e despolarizam a substância gelatinosa de Holando. mas confortável.: Faz analgesia pela teoria do mascaramento ‡ Acupuntura A estimulação de baixa freqüência tem propiciado alívio à dor. impedindo que os estímulos da dor passem para o tálamo. Obs.do tipo C.Início do alívio: 10 a 15 minutos. ao nível da "comporta" na substancia gelatinosa.Freqüência: 1 à 4 Hz . Desta forma os estímulos da TENS chegam primeiro ao corno posterior da medula.Início do alívio: 20 minutos .Freqüência de pulso: baixa (100 a 130 Hz) . II. . devendo ser propiciada de modo a assegurar que a estimulação permaneça apenas dentro dos limites as estimulação sensitiva. . Através do interneurônio no corno dorsal da medula.Intensidade: desconfortável alta .Duração: 200 microssegundos .Duração do alívio: 20 min à 02 horas. . daí o nome: Teoria das Comportas ou Porta da dor. . larguras moderadas e intensidade moderada. em que o estímulo é formado por uma cadeia ininterrupta de impulsos em freqüência muito elevadas. pode ser definida como cadeia contínia.Duração do pulso: 100 à 300 microssegundos (largo) .Freqüência: 50 a 100 Hz (alta) . ‡ Convencional dor crônica . de alta freqüência. O mecanismo de ação que produz analgesia com estimulação de baixa freqüência tem sido descrito como sendo mediado por opiáceos. . Sendo assim.7 -AJUSTE DAS MODULAÇÕES Existem 6 modalidades diferentes: ‡ Convencional dor aguda A estimulação convencional. resultando uma sensação forte. ininterrupta. No modo convencional a TENS recruta.

na qual podemos adaptar em uma só corrente parâmetros combinados de modalidades.Duração do alívio. Seu alcance vai de 8 a 125 milissegundos. um trem de pulso constituído de 7 pulsos. . ‡ Burst ou Trem de Pulso . Esses trens se repetem automaticamente. permite uma repetição de 6 pulos/segundos até 170 pulsos/segundos. com o controle R voltado totalmente no sentido anti-horário encontra-se a marca S (salva).Início do alívio: Depende da forma de modulação. II. Existem aparelhos de TENS com potências diferentes. ou seja.Freqüência de Pulso: 50 à 100 Hz .9 CONTROLE DA AMPLITUDE . Mas em compensação a maioria destes portáteis têm a modalidade Modulação. Pode modular cada pulso do trem de pulso. ou seja.Duração do alívio: 20 min à 06 horas Obs.Amplitude: Contrações musculares de baixa freqüência.8 milissegundos. a freqüência de repetição dos pulsos.Início do alívio: 10 a 30 minutos . Este controle programa o tempo entre um pulso e outro. (1 a 9) Obs. modulados a uma freqüência de 2 Hz..Freqüência: Trens de larga freqüência 970 a 100 Hz. Intensidade: Variável de acordo com a forma de modulação. correspondente a uma faixa de freqüência de 8 a 170 Hz. A posição S designa o modo intermitente ou salva. II. Depende da forma de modulação. Controla o tempo de duração de cada pulso. .: Assim sendo a freqüência diminui com o crescimento dos números.Duração: 100 a 200 microssegundos . Os portáteis geralmente têm menor potência e não servem para serem utilizados em pós-operatórios. Ao ser atingida esta posição opera-se uma chave interna ao se ouvir seu ruído característico. cuja gama vai de 32 a 350 microssegundos. visíveis. deforma que o intervalo entre um pulso e outro aumente com os números marcados.Amplitude: Contrações rítmicas. a uma freqüência de 2 Hz. Está graduado de 1 a 9 associado a duração crescente com a elevação dos números.Duração do Pulso: 40 à 75 microssegundos. ‡ Controle de Largura do Pulso (T) Ajusta a duração de cada pulso. e T variável. . Nota-se ainda que. e passa-se ao regime de salva. ‡ Modulado .8 MONITORES DA TENS O TENS pode ser monitorado de acordo com a patologia do paciente. Ao se girar o controle no sentido horário a chave se desliga e passamos ao regime de pulsos excessivos.: Também faz analgesia na fase crônica. porém com R fixo em 4. isto é. ‡ Controle da Freqüência e Salva (R) Controla a freqüência de repetição dos pulsos ajustados em T. toleráveis .

À medida que se movem as partículas promovem zonas de compreensão rarefação.Cada um dos controles (l e II) determina a intensidade de estimulação ou dose de cada canal. . O número de oscilações produzidas pelo CRISTAL de PzT. d) Propriedade Acústica do Tecido As ondas podem penetrar com mais facilidade em alguns meios em que outros.BASES FÍSICAS a) Tipos de ondas Transversais . . A onda do Ultra-som tem natureza longitudinal. modificado de acordo com a constituição tecidual (impedância acústica).2 .Ex.Absorção: Os tecidos por onde as ondas Ultrasom passam absorvem sua energia. um cabeçote de 1 MHz é absorvido entre 5 á 10 cm de profundidade e de cabeçote de 3 MHz é absorvida a mais ou menos 5 cm de profundidade. isto é.ULTRA-SOM III. "refraladas" ou "absorvida". depende também do ângulo de incidência . localizado dentro do cabeçote do aparelho é que determina a freqüência do aparelho. A quantidade de energia refletida depende da impedância acústica específica de cada tecido. ou seja.Refração (Transmissão): é quando a onda do ultra-som pode continuar propagando-se a um novo meio. Existem aparelhos que oferecem 2 cabeçotes diferentes. gerando no sentido horário. As ondas de elevada freqüência são absorvidas mais rapidamente que as de baixa freqüência.1 . que consiste em um moviment de o vais e vem das moléculas. Quando a onda bate ela retorna à partir da superfície onde foi projetada. e) Piezeletricidade . c) Freqüência É o número de oscilações das moléculas que determina a freqüência da passagem do som. Tais tipos de ondas requerem de um meio para sua propagação (não se propagam no vácuo)e causam compressão e expansão do meio. Cada um desses controles incorpora ainda uma chave liga-desliga. pois cada tecido possui densidade diferentes.Reflexão: ocorre nos limites entre os diferentes tecidos (interfaces). um com uma freqüência de 1 MHz e outro com uma freqüência de 3 MHz. Sendo assim. aumentar progressivamente o controle de T. quando a onda sônica passa pêlos tecidos ela poderá ser "refletida". . a direção da oscilação é a mesma que a da propagação. isto é. O meio que recebe as ondas deve possuir um determinado grau de elasticidade a fim que as partículas resistam a deformidades e mantenham a movimentação das moléculas.DEFINIÇÃO Movimento ondulatório na forma de onda mecânica.Ex. Se mesmo com o controle de amplitude na posição máxima intensidade não houver potência suficiente. Também estão marcados de 1 a 9 e a intensidade aumenta com o crescimento dos números. III. -os As amplitudes deverão ser tais que sejam sentidas pelo paciente.: corrente elétrica Longitudinais .: onda sonora b) Natureza do som As ondas sonoras são ondas longitudinais da matéria. Se incide em ângulo reto e continua na mesma direção. produzem assim uma energia vibratória que mobilizam um milhão de moléculas à medida que se propagam entre os tecidos. Os controles de amplitude dos canais poderão ser ativados. Que é expressa em MHz.

sendo assim o efeito mecânico do Ultra som intermitente é superior. zircônio e tetànio) g) Freqüência do som Audíveis: 20 à 20. quando aplicamos correntes elétricas alternadas sobre determinados materiais eles são capatazes de vibrar e portando produzir ondas ultra-sônicas. III.E quando aplicamos pressão mecânica sobre de determinados materiais e ele desenvolve cargas elétricas em sua superfície.3 .1. f) Principais Geradores Cristais antigos: Quartzo Cristais modernos: PZt cerâmico (tetànio de piomozirconato. absorção do excesso de íons de Ca++.TIPOS DE ULTRA SOM Quanto a freqüência a) de 1 MHz: ultra som profundo . devido a separação de aderências. onde as seriam intercaladas com pausas. chumbo. remodelagem das camadas intracelulares. que aumenta a irrigação sanguínea local. leva ao aumento do metabolismo e conseqüente retirada de catabólitos. III.EFEITOS ‡ Efeito térmico O atrito a atividade das células promove calor o calibre dos vasos o fluxo sanguíneo nutrição tecidual a retirada de catabólitos favorece a regeneração tecidual ‡ Efeito Mecânico Efeito Mecânico a permeabilidade da membrana acelera a absorção dos fluidos Devido a ação mecânica entre os tecidos é que ocorre liberação de aderência. ou seja. devido a separação das fibras de colágenos. Tal efeito também ocorre no sentido inverso. Mais presente no ultra-som intermitente. ‡ Diminuição da dor Devido ao efeito térmico.000 Hz III.4.000 Mz Infrasom: abaixo de 20 Hz Ultra som: acima de 20. São os cristais.1 .5 à 10 cm de profundidade b) de 3 MHz: Ultra som mais superficial .4 . de forma que o efeito térmico é minimizado por um atrito menos constante (a vibração é interrompida por pausas).Técnica a) Subaquática b) Bolsa de água (indireta) c) Gel (direta) . levando a uma descompressão das terminações nervosas de dor local.5 á 3 cm de profundidade Quanto ao tipo de onda a) contínuo: não possui interrupções no fluxo longitudinal das ondas b) intermitente ou pulsátil: seriam intercepções no fluxo contínuo de ondas ultra-sònicas.

DOSIMETRIA E TEMPO DE APLICAÇÃO Vai depender da natureza da lesão e do quadro do paciente: agudo ou crônico. c) Cavitação: é um deslocamento dos tecidos. passar gel na pele e na bolsa de água.III. III. produzindo um aumento do efeito Piezelétrico. Na verdade ocorre um aumento da absorção ao nível das interfaces.9 .CUIDADOS a) Limpar a região b) Usar gel ou medicamentos à base de gel (o ultra-som se propaga muito bem na água ou ambiente aquoso e é bloqueado na presença de gordura (vaselina. . óleos. O tempo pode variar de 5 a 8 minutos de acordo com a área. Para dedos pode ser aplicado em 3 minutos. Os aparelhos de diatermia por ondas curtas têm três componentes básicos: suprimento de energia. que liberará gases. flebites k) Área cardíaca l) Áreas tratadas com radioterapia III. formando caversas gasosas. circuito oscilador e o circuito de paciente. por delimitar potenciais de pico em uma pequena área.PRECAUÇÕES a) Queimaduras: devido ao efeito térmico encacerbado por altas intensidades. bálsamos)). IV . pomadas. g) Não de haver bolhas de ar dentro da bolsa de água desgaseificada. c) Deslizar o cabeçote em movimentos circulares d) Manter contato perfeito em ângulo de 90° e) Ligar e desligar o aparelho. E ocorre em doses excessivas. f) Na técnica indireta.5 .7 .CONTRA-INDICAÇÃO a) Ouvido b) Olhos c) Ovários e testículos d) SNC e) Zonas de crescimento ósseo f) Útero grávido g) Neoplasias h) Processo infeccioso i) Cicatrizes em pós-operatório imediato e mediato/somente após 10 dias j) Tromboses. destruindo principalmente a mitocôndria. algumas também delegam ao uso do cabeçote parado.6 . não atingindo a terapia os níveis ideais de profundidade. produzido pela resistência dos tecidos à passagem da corrente elétrica. b) Hiperdosificaçâo: por produzir diversas lesões e estas levam a fibrosos. d) Alteração no aparato: um acoplamento errado do cabeçote pode produzir reflexão superficial.ONDAS CURTAS A diatermia é uma técnica que consiste em elevam a temperatura dos tecidos pela passagem de uma corrente de alta freqüência e ondas curtas através de uma região do corpo O calor é . III. mantendo o cabeçote em contato com a área.

40 e 98 MHz. IV.12 MHz. . Pode ser exemplificado pelo tecido ósseo muscular. 1. 27. parte da energia elétrica se converte em calor. e a resistência e ao tempo que dura a passagem da corrente". o que permite transmitir o máximo de energia a ele.BASES FÍSICAS Efeito Joule Quando uma energia passa através de um condutor. pois os movimentos rápidos das moléculas aumentam o atrito e conseqüentemente produzem calor organicamente. Ondas Curtas É uma forma de eletroterapia de alta freqüência. 66. em 1942. com longitude de onda de 11 M (mais comum) ‡ 13.5 metros.5 M IV. sendo considerada as correntes com as seguintes freqüências e comprimentos de onda: ‡ 27.68 MHz com longitude de onda de 7. Os comprimentos de onda correspondente as freqüências permitidas são 22. "A quantidade de calor produzida em um condutor é proporcional ao quadrado da intensidade da corrente.As freqüências permitidas para operações de diatermia por ondas curtas são 13.000 Hz e possuem a características de não despolarizarem as fibras nervosas. Produção de Calor: As moléculas muito próximas (nos tecidos muito densos). A freqüência da oscilação de ondas curtas é estabelecida pela Convenção de Atlantic City. 33. aumentam a temperatura mais facilmente. Ausência de Fenômenos Eletrolíticos: Devido à alta velocidade de condução das correntes de alta freqüência. não existe a possibilidade de eletrólise.2 . Produção de Corrente de Ondas Curtas A transformação de corrente alta doméstica de 120v e 60 Hz em 500V e 45 MHz é conseguida através de uma fonte de energia que alimenta um oscilador de radiofreqüência. este amplificador é ligado a um depósito ressonente de saída (sintonizador) que sintoniza o paciente à parte de um circuito. maior a freqüência e maior a penetração. a fim de prevenir transtornos em outras atividades de transmissão.1 .56 MHz com longitude de onda de 22 M ‡ 40. Quanto mais curta é a longitude de onda. 7.DEFINIÇÃO Diatermia É a aplicação de energia elétrica de afta freqüência que se usa para produzir calor nos tecidos corporais (aumentam a temperatura em até 40 a 45°) Alta Freqüência Uso terapêutico de oscilações eletromagnéticas com freqüência superior a 300. que em seguida passa por um amplificador de potência que gera uma potência necessária para os eletrodos.

que promove um afastamento. A terapia por ondas curtas.EFEITOS FISIOLÓGICOS Todas as correntes de alta freqüência penetram mais profundamente no corpo do que a radiação infravermelha. seja ela proveniente de lesões agudas ou mesmo decorrentes de processos por um período de tempo suficientemente longo para possibilitar que ocorra a troca de calor. Pode ser transferida através de campo de condensação ou eletrostático ou campo indutivo ou eletromagnéticos. Qualquer aparelho que gera corrente elétrica gera também um campo elétrico e campo magnético. aumenta a irrigação sanguínea da área e eliminação da linfa.3 . levando a um aumento da capacidade de fagocitose. Efeito Fisiológico sobre os Vasos Sanguíneos e Linfáticos O principal efeito é a vasodilataçâo. . que é decorrente de um efeito físico básico. o que aumenta a capacidade de reabsorção do tecido. nutrientes e leucócitos.MÉTODOS DE TRANSFERÊNCIA DE ENERGIA AO PACIENTE. 2 . Todo este mecanismo traduz-se em aumento de metabolismo. A aplicação de ondas curtas. que dura várias horas. onde ocorreu hiperglicemia nos primeiros 35'. nota-se aumento gradual na vascularização que pode ajudar na resolução de um processo patológico valioso recurso físico para o alívio sintomático da dor.Aumento do aporte de leucócitos nos tecidos adjacentes: Decorre do aumento do fluxo sanguíneo local que aumenta a demanda de 02. v = (. levando o corpo a se expandir. sendo seguida de hipoglicemia. ocorre uma vibração molecular. vasos linfáticos e veias. não sendo clara a correlação deste fenômeno com o aumento de metabolismo. F. como tipo de eletrodos.Campo Eletromagnético Segundo estudo de Faraday e Maxwell descobre-se que todo campo elétrico gera um campo magnético e vice-versa. a dilatação dos corpos. que em caso de permanência atinge através. colocação dos eletrodos. Estudos de Barth e Kern indicam que um calor brando por tempo curto favorece a vasodilataçâo .Troca dos níveis de glicemia: Após aplicação direta sobre as glândulas endócrinas. A temperatura que será produzida nos tecidos de um organismo vivo será modificada por fatores fisiológicos. por conseguir o paciente ser submetido a diatermia nunca deve ter uma sensação de calor tão intensa quanto aquela produzida pela energia infravermelha. Quando qualquer corpo sofre intervenção do calor.4 . ao contrário. A produção e a predominância destes campos depende de algumas características. como a distribuição da temperatura preexistentes e alterações no fluxo. IV. e as ondas eletromagnéticas se propagam na velocidade da luz (3X 108M/seg). A vasodilataçâo inicialmente ocorre nas arteríolas e capilares. No caso do aquecimento mais moderado. IV. tempos prolongados e intensidades elevadas promovem vasoconstrição. Efeitos Fisiológicos sobre o Sangue 1 .

em decorrência do aumento de temperatura geral. quando o calor incide sobre um corpo. onde esta localizado o centro hipotalâmico responsável pelo controle de temperatura corporal. Diminuição da Pressão Arterial Em situações normais.no limite de tolerância .imediatamente perceptível c) Calor Médio . Efeitos Fisiológicos sobre o Metabolismo O aumento do fluxo sanguíneo local proporciona o aumento de 02 e nutrientes das regiões e acelera a retirada de catabólicos.imediatamente abaixo do limiar de sensibilidade imperceptível. Destruição Tecidual Este efeito só será ativado no caso de calor excessivo. IV. seguida de diminuição da viscosidade do sangue. que favorece o aumento de metabolismo e drenagem de catabólicos. favorecendo a exceção.5 .Efeitos acumulados: a energia de ondas curtas poderá ser acumulada também por pequenas doses. Efeitos Fisiológicos do tecido Muscular Relaxa a musculatura.3 . Já no sistema nervoso periférico. ) O calor quando incide sobre um corpo diminui a coesão intermolecular.DOSIMETRIA a) Calor muito Débil . promovendo uma coagulação por desnaturação da proteínas (queimadura).Tempo de coagulação diminuída e diminuição da viscosidade do sangue: A diminuição da viscosidade do sangue é decorrente de uma alteração física do calor. que são os mesmos sintomas dos técnicos que trabalham com ondas de radiodifusão. fluidificando os líquidos). que irá irritar o tecido.Cansaço e necessidade de dormir: ocorre em aplicações gerais e prorrogadas.Sensação dará de calor d) Calor Forte . Efeitos Fisiológicos sobre o Sistema Nervoso Ao nível do SNC as aplicações locais (na hipófise) podem influenciar a atividade das glândulas com a elevação do fluxo sanguíneo e disseminação para outras áreas até atingir o SNC. primeiro ocorre vasodilatação. as fibras nervosas periféricas têm sua velocidade e condução aumentada em conseqüência do calor. estes são: depressão. Diminuição da Dor. 2 . Relaxamento muscular em decorrência do aumento do fluxo sanguíneo local. b) Calor Débil . cansaço cefaléia. é o que ocorre facilmente com os terapeutas que manuseiam os equipamentos de diatermia. facilita a transmissão nervosa e através da vasodilataçâo promove a captação da toxina no trabalho muscular. Inibição nas terminações nervosas sensitivas. ansiedade. Efeitos Gerais 1 . insônia.

* mialgia. arteriosclerose -relativo) * Cardiopatas descompensados * Fase aguda das patologia * Período menstrual * Tecidos expostos a radioterapia * Hemorragia * Região dos olhos (opacifica o cristalino . * Dorsalgia. * Epicondilite. * Sinovite. V1. * Periostite. * Artrite crônica. * Tenoreaginite * Capsulite. * Processos inflamatórios crônicos. * Neuropatias. * Sacralgia. * Lombociatalgia. * Bursite.INDICAÇÕES * Afecções traumáticas do tecido mole. * Miogelose.IV. * Ostite. * Fibrose. * Contusões. * Neuralgia. preconiza-se 20 a 25 minutos de aplicação. * Lombalgia. * Tendinite.humos aquoso) * Áreas com tecido adiposo muito espesso (maior que 3 cm de espessura) * Hemofilia * Fármacos anti-coagulantes.7 . * Cervicalgia. .TEMPO DE APLICAÇÃO De um modo geral. * Miosite. etc.CONTRA INDICAÇÕES * Neoplasma * Marcapasso * Gravidez * Tuberculose * Febre * Artrite e artrose * Implantes metálicos * Transtornos de sensibilidade (relativo) * Transtornos circulatórios (flebites. * Tenossinovite * Espasmo muscular. V1.8 . * Cervicobraquialgia * Neurite. especialmente ciática.6. * Ciatalgia.

Indicações: Processos inflamatórios e álgicos(dor). aumenta a probabilidade de reparação tecidual. Esperamos Ter oferecido um conteúdo que propicie aos leitores esse conhecimento. Contra Indicações: . Conhecer seus meios. Alterações de sensibilidade. e essa energia. indicações e contra-indicações é de vital importância para os estudantes e profissionais fisioterapeutas. sofrendo resistência ao tentar passar por alguns tecidos. Transtornos circulatórios. produzindo excelente resposta: * Em acelerar a cicatrização de feridas * Reabsorção rápida de hematomas e edemas * Analgesia rápida * Potente estimulador da circulação periférica. No ondas curtas pulsátil esta vibração não é contínua e o calor que seria somado se dispersa nos intervalos de pausa. aliada à energia dos equipamentos. Como foi exposto. Estimulação da irrigação sanguínea.ONDAS CURTAS PULSÁTIL No ondas curtas contínuo a produção de calor ocorre pelo atrito provocado por uma corrente de alta freqüência. com es atrito e te constante. a Eletroterapia atua de diversas formas auxiliando no tratamento fisioterapêutico. Lesões de nervos periféricos. a produção de calor é intensa. efeitos. CONCLUSÃO O nosso corpo possui energia bioelétrica. Efeitos Terapêuticos Os efeitos alcançados pelo ondas curtas pulsátil são mais evidentes.

permite uma dispersão mínima. Os aparelhos por mim utilizados são todos relacionados à alguma patologia traumato-ortopédica. tendinite. na casa do paciente ou até mesmo na própria academia. cervicalgias. dores articulares. em queimaduras. bem como a sua frequência. AVC. a grande velocidade de condução." A polarização do Laser. ciatalgias. ao contrário do que acontece com a luz comum. São eles: Tens : Estimulação sensitiva transcutânea diferencial das fibras proprioceptivas do tato. contusões. Contra-indicações: não usar sobre as regiões carótidas. epilipsia. com uma alta concentração de energia. Áreas Cardíacas. o qual produz estímulos em frequências variáveis. não tóxico. Irritabilidade cutânea. ou seja. não apresenta efeitos colaterais. podem ser utilizados no consultório. Possibilidades de uso terapêutico: lombalgias. miosites. uma emissão paralela. Estes pulsos podem ser obtidos através de dois ou quatro canais que serão aplicados à superfície do paciente de acordo com métodos e cuidados especiais. Suas principais vantagens são: método não invasivo. Consiste basicamente de um circuito eletrônico. não causa dependência física ou psicológica. etc. Laser : A palavra Laser significa "Amplificação da Luz por Emissão Estimulada de Radiação. Isto permite focalizar pontos de diâmetro muito pequeno. podendo variar a intensidade destes estímulos. . gravidez.Cefaléia(dor de cabeça) ou vertigens durante o tratamento.

etc. em neuralgias. torcicolos. globo ocular. efeito estimulante do trofismo dos tecidos. miosites. como na artrite reumatóide. neurites. edemas. É utilizado para o tratamento de problemas do sistema músculoesqueletal. Onde há limitação dos movimentos. portadores de marcapasso. em hematomas. irradiação em focos bacterianos agudos. tendinites. distensões. ligamentos e juntas capsulares. artrites. órgãos reprodutores. periartrites crônicas.Efeitos Primários: Bioquímicos. Efeitos Terapêuticos: Analgésico. contusões. infecções agudas. Indicações: Traumatismos musculares. sendo assim indicado para recuperação de patologias causadas pela contração dos tendões. bursites. ocorre uma variação de pressão positiva e negativa. reumatismos. Contra-indicações: Cérebro. cicatrizes. etc. o tratamento é muito recomendado. durante a gravidez. atrose. pacientes com disfunções tireóideas. Efeitos térmicos: Aumento da extensibilidade do colágeno. útero na gravidez. anti-inflamatório. Efeitos Secundários: Estímulo a microcirculação. Contra-indicações: Irradiação direta sobre a retina. aumentando assim o metabolismo celular. neuralgias. em cicatrizes. são ondas de som. tendinites. marca passos. bioelétrico e bioenergético. artrites. Efeitos mecânicos: Pelas vibrações longitudinais. Indicações: Artroses. dores ciáticas. estímulo trófico celular. anti-edematoso. normalizador circulatório. tumores. o fluxo sanguíneo e o suprimento de oxigênio. traumatismos. fazendo um efeito de micromassagem. . elementos da célula são obrigados a se moverem. são vibrações mecânicas num meio elástico. Ultra-som : Como o próprio nome sugere. mielites. mialgias. A maioria dos tratamentos requer um tempo de aplicação por um tempo de 5 minutos e repetição de 1 vez por dia até 3 vezes por semana.