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Manual SIH Abril 2011

Manual SIH Abril 2011

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  • 1.APRESENTAÇÃO
  • 2.INTRODUÇÃO
  • 3.OBJETIVOS
  • 4.FLUXO PARA INTERNAÇÃO DOSUSUÁRIOSDO SUS
  • 4.1 CONSULTA/ATENDIMENTO
  • 4.2PROCESSAMENTO DA INFORMAÇÃO DO ATENDIMENTO NO SUS
  • 4.4 EMISSÃO DA AIH
  • 4.5 NUMERAÇÃO DE AIH
  • 4.7APRESENTAÇÃO DA AIH NO SISAIH01-SISTEMA DO PRESTADOR
  • 5.EMISSÃO DE NOVA AIHPARA UM MESMO PACIENTENA MESMA INTERNAÇÃO
  • 5.1 DE CIRURGIA PARA CIRURGIA
  • 5.2 DE OBSTETRÍCIA PARA CIRURGIA EVICE-VERSA
  • 5.3DE CLÍNICA MÉDICA PARA OBSTETRÍCIA
  • 5.4DE OBSTETRÍCIA PARA OBSTETRÍCIA
  • 5.5 DE OBSTETRÍCIA PARA CLÍNICA MÉDICA
  • 5.6 DE CIRURGIA PARA CLÍNICA MÉDICA
  • 5.7 DE CLÍNICA MÉDICA PARA CIRURGIA
  • 5.9EM CLÍNICA MÉDICA
  • 5.10POLITRAUMATIZADO/CIRURGIA MÚLTIPLA
  • 5.11 QUANDO NÃO EMITIR NOVA AIH
  • 6.1 ESPECIALIDADE DO LEITO
  • 6.2 CARÁTER DE ATENDIMENTO
  • 6.3 MOTIVO DESAÍDA /PERMANÊNCIA/ ENCERRAMENTO ADMINISTRATIVO
  • 7.CLASSIFICAÇÃO BRASILEIRA DE OCUPAÇÕES (CBO)ANTIGA ESPECIALIDADE
  • 7.1CADASTRO DE CBO DE MÉDICOS E DE MÉDICOS RESIDENTES
  • 8.SOLICITAÇÃO DE MUDANÇA DE PROCEDIMENTO
  • 8.1 DE CLINICA MÉDICA PARA CLINICA MÉDICA
  • 8.2 DE CLINICA MÉDICA PARA CIRURGIA
  • 8.3 DE CIRURGIA PARA CLÍNICA MÉDICA
  • 8.4 DE CIRURGIA PARA CIRURGIA
  • 8.5INTERCORRÊNCIAS PÓS-TRANSPLANTE
  • 8.6 MAIS DE UM PROCEDIMENTO PRINCIPAL NUMA MESMA AIH
  • 9.TRATAMENTO DE POLITRAUMATIZADO
  • 10.CIRURGIASMÚLTIPLAS
  • 10.1 LAPAROTOMIA EXPLORADORA EOUTROS ESCLARECIMENTOS
  • 11.PACIENTES COM LESÃO LABIO-PALATAL E CRÂNIOFACIAL
  • 12.TRATAMENTO DE AIDS
  • 12.1 MODALIDADE HOSPITALARNO TRATAMENTO DA AIDS
  • 12.2 MODALIDADE HOSPITAL DIA/AIDS
  • 12.3 LIPODISTROFIA
  • 13.REGISTRO DE DIÁRIASNA AIH
  • 13.1 DIÁRIA DE ACOMPANHANTE
  • 13.2 DIÁRIA DE ACOMPANHANTE PARA IDOSO
  • 13.3 DIÁRIA DE ACOMPANHANTE PARA GESTANTE
  • 13.4 DIÁRIAS DE UNIDADE DE TRATAMENTO INTENSIVO(UTI)
  • 13.5.DIÁRIAS DE UNIDADE DE CUIDADOS INTERMEDIÁRIOS NEONATAL (UCI)
  • 14.PERMANÊNCIA A MAIOR
  • 15.ATENDIMENTO CLÍNICO (CONSULTA/AVALIAÇÃO EM PACIENTE INTERNADO)
  • 16.QUANTIDADE MÁXIMA DE PROCEDIMENTOS POR AIH
  • 16.1 QUANTIDADE MÁXIMA DE OPM (COMPATIBILIDADE)
  • 17.DIÁLISE PERITONIAL E HEMODIÁLISE
  • 18.TOMOGRAFIA COMPUTADORIZADAE RESSONÂNCIA MAGNÉTICA
  • 20.TRANSFUSÃO DE SUBSTITUIÇÃO/TROCA (EXSANGÜINEOTRANSFUSÃO)
  • 21.ALBUMINA HUMANA
  • 22.HEMOTERAPIA
  • 22.1 AGÊNCIA TRANSFUSIONAL
  • 22.2 TRANSFUSÃO SANGUÍNEA
  • 22.3 ATO TRANSFUSIONAL
  • 22.4 CENTRO DE ATENÇÃO HEMOTERÁPICA-HEMATOLÓGICA (HEMOCENTRO)
  • 22.5 Orientações para Registro de Hemoterapia na AIH
  • 23.FISIOTERAPIA
  • 24.RADIOLOGIA
  • 25.ULTRA-SONOGRAFIA
  • 26.PATOLOGIA CLÍNICA
  • 27.ANATOMIA PATOLÓGICA
  • 28.REGISTRO DE ANESTESIAS NA AIH
  • 28.1 ANESTESIA REGIONAL
  • 28.2 ANESTESIA GERAL
  • 28.3 SEDAÇÃO
  • 28.4 ANESTESIA LOCAL
  • 28.5 ANESTESIA REALIZADA PELO CIRURGIÃO
  • 28.6 ANESTESIA OBSTÉTRICA/PARTO NORMAL ECESARIANA
  • 28.7 ANESTESIA EM QUEIMADOS
  • 29.ÓRTESES, PRÓTESES E MATERIAIS ESPECIAIS (OPM)
  • 29.1 REGISTRO DE NOTAS FISCAIS NO SISAIH01
  • 29.2 REGISTRO DE FORNECEDORES DE OPMECADASTRO NA ANVISA
  • 30.ACIDENTE DE TRABALHO
  • 31.VIDEOLAPAROSCOPIA
  • 32.ATENDIMENTO EM OBSTETRICIA
  • 32.1 PARTO NORMAL
  • 32.2 ATENDIMENTO ÀGESTAÇÃO DE ALTO RISCO
  • 32.3 PARTO GEMELAR EEXAME VDRLNA GESTANTE
  • 32.4 TESTE RÁPIDO PARA DETECÇÃO DE HIVEM GESTANTES
  • 32.5 INTERNAMENTO PARA CONTROLE DE GESTAÇÃO DE ALTO RISCO
  • 33.PLANEJAMENTO FAMILIAR (LAQUEADURA E VASECTOMIA)
  • 34.ASSISTÊNCIA AO RECÉM-NASCIDO (RN) –EMISSÃO DE AIHPARA O RN
  • 34.1 PRIMEIRA CONSULTA DE PEDIATRIA AO RECÉM NASCIDO
  • 34.2 ATENDIMENTO AO RECÉM-NATO NA SALA DE PARTO
  • 34.3 REGISTRO CIVIL DE NASCIMENTO
  • 35.FATORES DE COAGULAÇÃO
  • 36.ATENÇÃO PSICOSSOCIAL AO DEPENDENTE ÁLCOOL E DROGAS
  • 37.TRATAMENTO EM PSIQUIATRIA
  • 37.1 TRATAMENTO COM INTERNAÇÃO
  • 37.2 TRATAMENTO EM PSIQUIATRIA HOSPITAL GERAL
  • 38.ATENDIMENTOA PACIENTES QUEIMADOS
  • 38.1 PEQUENO QUEIMADO
  • 38.2 MÉDIO QUEIMADO
  • 38.3 GRANDE QUEIMADO
  • 38.4 INTERCORRÊNCIA DO PACIENTE MÉDIO EGRANDE QUEIMADO
  • 39.PACIENTES SOB CUIDADOS PROLONGADOS
  • 40.TRATAMENTO DA TUBERCULOSE
  • 41.TRATAMENTO DA HANSENÍASE
  • 42.TRATAMENTO EM REABILITAÇÃO
  • 44.TRATAMENTO CONSERVADOREM NEUROLOGIA
  • 45.ATENÇÃO AO IDOSO
  • 46.INTERNAÇÃO DOMICILIAR
  • 47.HOSPITAL DIA
  • 47.1HOSPITAL DIA EM GERIATRIA
  • 47.2 HOSPITAL DIA EM FIBROSE CÍSTICA
  • 48.REGISTRO DE MEDICAMENTOS NA AIH
  • 48.1 CICLOSPORINA
  • 49.TRANSPLANTES
  • 49.1 AÇÕES RELACIONADAS À DOAÇÃO DE ÓRGÃOS TECIDOS
  • 49.2 DIAGNÓSTICO DE MORTE ENCEFÁLICA
  • 49.3 ENTREVISTA FAMILIAR
  • 49.6 DESLOCAMENTO DE EQUIPE PROFISSIONAL PARA RETIRADA DE ÓRGÃOS
  • 49.8 PROCESSAMENTO DE VÁLVULA/TUBO VALVADO CARDÍACO HUMANO
  • 49.8.1 PROCESSAMENTO DE TUBO VALVADO CARDÍACO HUMANO
  • 49.9 LÍQUIDOS DE PRESERVAÇÃO DE ÓRGÃOS
  • 49.10 PROCEDIMENTOS DE RETIRADA DE ÓRGÃOS
  • 49.11 PROCESSAMENTO DE CÓRNEA/ESCLERA
  • 49.13 RETIRADA DE ÓRGÃOS
  • 49.14 Intercorrências Pós-Transplante
  • 49.15 Medicamentos para Pacientes Transplantados
  • 50.ONCOLOGIA
  • 51.ASSISTÊNCIA CARDIOVASCULAR
  • 52.EPILEPSIA
  • 53.TRAUMATOLOGIA-ORTOPEDIA
  • 54.NEUROCIRURGIA–CIRURGIAS SEQUENCIAIS
  • 55.DISTÚRBIOS DO SONO –POLISSONOGRAFIA
  • 56.GASTROPLASTIA
  • 57.TRATAMENTO DA OSTEOGENESIS IMPERFECTA
  • 58.TERAPIA NUTRICIONAL
  • 59.OUTROS PROCEDIMENTOS COM CIRURGIAS SEQUENCIAIS
  • 60.CADASTRO E PAGAMENTO DE BENEFICIÁRIA DE PENSÃO ALIMENTÍCIA
  • 61.AGRAVO DE NOTIFICAÇÃO COMPULSÓRIA
  • 62. ALTA POR ÓBITO
  • 63. VERIFICAÇÃO DE HABILITAÇÃODO ESTABELECIMENTO
  • 64. CURATIVO GRAU II
  • 65. REGISTRO DO TRATAMENTO DELUMBAGOna AIH
  • 66.RATEIO DE PONTOS DE SERVIÇOS PROFISSIONAIS/SP NA AIH
  • 67.COMPATIBILIDADES E EXCLUDÊNCIAS
  • 67.1CID X PROCEDIMENTO
  • 68.SOLICITAÇÃO DE LIBERAÇÃO DE CRÍTICA NO SISAIH01
  • 68.1 MÉDIA DE PERMANÊNCIA
  • 68.2 IDADE MENOR EMAIOR
  • 68.3 PERMANÊNCIA EIDADE
  • 68.4 QUANTIDADE MÁXIMA
  • 68.5 MÉDIA DE PERMANÊNCIA, IDADE EQUANTIDADE
  • 68.7 DEFINIÇÃO DE PROCEDIMENTO PRINCIPAL, ESPECIAL E SECUNDÁRIO
  • 68.8DUPLICIDADE
  • 69.PRONTUÁRIO DO PACIENTE
  • 69.1 ITENS OBRIGATÓRIOS NO PRONTUÁRIO DO PACIENTE
  • 69.2 O QUE NÃO DEVE SER FEITO NO PRONTUÁRIO
  • 69.3 ACESSO AO PRONTUÁRIO
  • 70.PROTOCOLOS CLÍNICOS
  • BIBLIOGRAFIA CONSULTADA

-

M II N II S T É R II O D A S A Ú D E M N STÉR O DA SAÚDE S E C R E T A R II A D E A T E N Ç Ã O À S A Ú D E SECRETAR A DE ATENÇÃO À SAÚDE D E P A R T A M E N T O D E R E G U L A Ç Ã O ,, A V A L II A Ç Ã O E C O N T R O L E DEPARTAMENTO DE REGULAÇÃO AVAL AÇÃO E CONTROLE C O O R D E N A Ç Ã O G E R A L D E S II S T E M A S D E II N F O R M A Ç Ã O COORDENAÇÃO GERAL DE S STEMAS DE NFORMAÇÃO

MANUAL TÉCNICO OPERACIONAL DO SISTEMA DE INFORMACÕES HOSPITALARES MÓDULO I: ORIENTAÇÕES TÉCNICAS

VERSÃO 01 -- 2011 VERSÃO 01 2011

Este Manual é atualizado periodicamente pela CGSI.

Alterações em relação à última versão SETEMBRO_2010 estão marcadas em ROXO.

ABRIIL//2011 ABR L 2011

BRASÍÍLIIA//DF BRAS L A DF

MINISTÉRIO DA SAÚDE Secretaria de Atenção à Saúde - SAS Departamento de Regulação, Avaliação e Controle - DRAC. Coordenação-Geral de Sistemas de Informação - CGSI
Edição, Distribuição e Informações: MINISTÉRIO DA SAÚDE Secretaria de Atenção à Saúde Departamento de Regulação, Avaliação e Controle de Sistemas Coordenação Geral de Sistemas de Informação – CGSI/DRAC SAF Sul – Quadra 2 - Ed. Premium - Torre II - 3º Andar - Sala 303. CEP: 70070.600, Brasília - DF Telefone: (61) 3306-8433 / 3306-8423 / 3306-8419 FAX: (61) 3306-8431 Home Page: <http://www.saude.gov.br/sas> E-mail: cgsi@saude.gov.br Diretora DRAC: Maria do Carmo Coordenação CGSI: Giorgio Botin Técnica da CGSI responsável pela mantenção do manual: Ana Lourdes Marques Maia Ficha Catalográfica Brasil. Ministério da Saúde/ Secretaria de Atenção à Saúde/ Departamento de Regulação, Avaliação e Controle/Coordenação-Geral de Sistemas de Informação – 2010 MANUAL TÉCNICO OPERACIONAL DO ORIENTAÇÕES TÉCNICAS. Versão 01.2011 119 Páginas SISTEMA DE INFORMAÇÕES HOSPITALARES –

1. Operacionalização do Sistema de Informação Hospitalar (SIH) 2. Operação do Sistema de Processamento da Produção Hospitalar, 3. Orientações Técnicas. Brasil. Ministério da Saúde. Departamento de Regulação, Avaliação e Controle. Coordenação Geral de Sistemas de Informação

MANUAL TÉCNICO-OPERACIONAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÃO HOSPITALAR Versão Setembro 2010

ÍNDICE
1. APRESENTAÇÃO .........................................................................................................................6 2. INTRODUÇÃO ...............................................................................................................................6 3. OBJETIVOS ...................................................................................................................................7 4. FLUXO PARA INTERNAÇÃO DOS USUÁRIOS DO SUS ........................................................8 4.1 CONSULTA/ATENDIMENTO ......................................................................................................8 4.2 PROCESSAMENTO DA INFORMAÇÃO DO ATENDIMENTO NO SUS............................ 8 4.3 LAUDO PARA SOLICITAÇÃO DE INTERNAÇÃO - AIH .........................................................8 4.4 EMISSÃO DA AIH ........................................................................................................................9 4.5 NUMERAÇÃO DE AIH ...............................................................................................................10 4.7 APRESENTAÇÃO DA AIH NO SISAIH01 - SISTEMA DO PRESTADOR............................14 5. EMISSÃO DE NOVA AIH PARA UM MESMO PACIENTE NA MESMA INTERNAÇÃO .....14 5.1 DE CIRURGIA PARA CIRURGIA .............................................................................................14 5.2 DE OBSTETRÍCIA PARA CIRURGIA E VICE-VERSA...........................................................14 5.3 DE CLÍNICA MÉDICA PARA OBSTETRÍCIA..........................................................................14 5.4 DE OBSTETRÍCIA PARA OBSTETRÍCIA ...............................................................................14 5.5 DE OBSTETRÍCIA PARA CLÍNICA MÉDICA..........................................................................15 5.6 DE CIRURGIA PARA CLÍNICA MÉDICA.................................................................................15 5.7 DE CLÍNICA MÉDICA PARA CIRURGIA.................................................................................15 5.8 PACIENTES SOB CUIDADOS PROLONGADOS, PSIQUIATRIA, REABILITAÇÃO, INTERNAÇÃO DOMICILIAR, AIDS E TUBERCULOSE...............................................................15 5.9 EM CLÍNICA MÉDICA................................................................................................................15 5.10 POLITRAUMATIZADO / CIRURGIA MÚLTIPLA ..................................................................15 5.11 QUANDO NÃO EMITIR NOVA AIH ........................................................................................16 6. ESPECIALIDADE DO LEITO/CARÁTER DE ATENDIMENTO/ MOTIVO DE SAÍDA/PERMANÊNCIA/ALTA ........................................................................................................16 6.1 ESPECIALIDADE DO LEITO ....................................................................................................16 6.2 CARÁTER DE ATENDIMENTO ................................................................................................17 6.3 MOTIVO DE SAÍDA /PERMANÊNCIA/ ENCERRAMENTO ADMINISTRATIVO .................17 7. CLASSIFICAÇÃO BRASILEIRA DE OCUPAÇÕES (CBO) ANTIGA ESPECIALIDADE ....19 7.1CADASTRO DE CBO DE MÉDICOS E DE MÉDICOS RESIDENTES...................................19 8. SOLICITAÇÃO DE MUDANÇA DE PROCEDIMENTO............................................................21 8.1 DE CLINICA MÉDICA PARA CLINICA MÉDICA ....................................................................21 8.2 DE CLINICA MÉDICA PARA CIRURGIA.................................................................................21 8.3 DE CIRURGIA PARA CLÍNICA MÉDICA.................................................................................22 8.4 DE CIRURGIA PARA CIRURGIA .............................................................................................22 8.5 INTERCORRÊNCIAS PÓS-TRANSPLANTE...........................................................................22 8.6 MAIS DE UM PROCEDIMENTO PRINCIPAL NUMA MESMA AIH.......................................22 9. TRATAMENTO DE POLITRAUMATIZADO..............................................................................23 MANUAL TÉCNICO-OPERACIONAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÃO HOSPITALAR Versão Setembro 2010

..... ARTERIOGRAFIA......48 28...................2 ANESTESIA GERAL ...........................................................36 14...................1 LAPAROTOMIA EXPLORADORA E OUTROS ESCLARECIMENTOS ........2 MODALIDADE HOSPITAL DIA/AIDS .................................................................................39 19.......................................................................................1 MODALIDADE HOSPITALAR NO TRATAMENTO DA AIDS.........................................................................................................................................................................1 DIÁRIA DE ACOMPANHANTE.........................ANATOMIA PATOLÓGICA .....3 DIÁRIA DE ACOMPANHANTE PARA GESTANTE .........................FISIOTERAPIA ....................42 22.......................................................................................PATOLOGIA CLÍNICA ..........................36 15.............47 27..........47 25............................................................. DIÁRIAS DE UNIDADE DE CUIDADOS INTERMEDIÁRIOS NEONATAL (UCI) .......................1 ANESTESIA REGIONAL ...........4 DIÁRIAS DE UNIDADE DE TRATAMENTO INTENSIVO (UTI).....................................PERMANÊNCIA A MAIOR ...........................................................................................39 18.....................3 ATO TRANSFUSIONAL ......................................................................................38 16..47 28....PACIENTES COM LESÃO LABIO-PALATAL E CRÂNIOFACIAL ...................................CIRURGIAS MÚLTIPLAS ............1 QUANTIDADE MÁXIMA DE OPM (COMPATIBILIDADE) ................................................DIÁLISE PERITONIAL E HEMODIÁLISE ..............................................................................................................ATENDIMENTO CLÍNICO (CONSULTA/AVALIAÇÃO EM PACIENTE INTERNADO)....................................44 22................5 ORIENTAÇÕES PARA REGISTRO DE HEMOTERAPIA NA AIH ..................27 11......40 20.............................................................50 MANUAL TÉCNICO-OPERACIONAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÃO HOSPITALAR Versão Setembro 2010 ...................................33 13...........................................47 26.............50 28..............................................................................32 13......ALBUMINA HUMANA..................................................................... NEURORADIOLOGIA E RADIOLOGIA INTERVENCIONISTA ............................................HEMOTERAPIA ........................................................................................................28 12..................................................................................3 LIPODISTROFIA...............4 ANESTESIA LOCAL .......................49 28...........................49 28..........38 17...........................................................31 12.........................................3 SEDAÇÃO .......................30 12..........................4 CENTRO DE ATENÇÃO HEMOTERÁPICA-HEMATOLÓGICA (HEMOCENTRO).....TRANSFUSÃO DE SUBSTITUIÇÃO/TROCA (EXSANGÜINEOTRANSFUSÃO) ................ESTUDOS HEMODINÂMICOS................................QUANTIDADE MÁXIMA DE PROCEDIMENTOS POR AIH..........................37 16................REGISTRO DE ANESTESIAS NA AIH ............................................................................................................2 DIÁRIA DE ACOMPANHANTE PARA IDOSO .........................................................................34 13..............................................................10........................................46 23..........................................................5...............................26 10.................................44 22.............................................REGISTRO DE DIÁRIAS NA AIH .......................................................................................33 13...30 12.........................................42 21.................TOMOGRAFIA COMPUTADORIZADA E RESSONÂNCIA MAGNÉTICA .............................................................45 22.........................................43 22..........TRATAMENTO DE AIDS .................47 24...................43 22.......................................................................................................................2 TRANSFUSÃO SANGUÍNEA.......33 13........RADIOLOGIA........................................34 13.........1 AGÊNCIA TRANSFUSIONAL ............................ULTRA-SONOGRAFIA ........................

....................................55 30.....5 ANESTESIA REALIZADA PELO CIRURGIÃO ......................................................................2 ATENDIMENTO À GESTAÇÃO DE ALTO RISCO ...............................66 38.........................................................50 29....................................1 PRIMEIRA CONSULTA DE PEDIATRIA AO RECÉM NASCIDO ...................................................................................................67 38.......2 MÉDIO QUEIMADO.........68 39.........68 40................................5 INTERNAMENTO PARA CONTROLE DE GESTAÇÃO DE ALTO RISCO....................3 REGISTRO CIVIL DE NASCIMENTO.................................................ATENÇÃO PSICOSSOCIAL AO DEPENDENTE ÁLCOOL E DROGAS............INTERNAÇÃO DOMICILIAR ..............................................................................................................67 38............67 38.........................56 32.60 34....VIDEOLAPAROSCOPIA.....................................................................................1 TRATAMENTO COM INTERNAÇÃO .......................................ASSISTÊNCIA AO RECÉM-NASCIDO (RN) – EMISSÃO DE AIH PARA O RN ...............7 ANESTESIA EM QUEIMADOS ...........................................................TRATAMENTO DA TUBERCULOSE ..2 REGISTRO DE FORNECEDORES DE OPM E CADASTRO NA ANVISA....72 45.............ACIDENTE DE TRABALHO ....DIAGNOSTICO E/OU ATENDIMENTO DE URGÊNCIA EM CLÍNICA MÉDICA...71 44........................................................................................4 TESTE RÁPIDO PARA DETECÇÃO DE HIV EM GESTANTES .................................................................................................................TRATAMENTO EM REABILITAÇÃO ......56 32................................63 37..........ATENDIMENTO EM OBSTETRICIA......................................71 42..........................50 28..........3 GRANDE QUEIMADO..............................56 32.....................................................................1NOTIFICAÇÃO DE CAUSAS EXTERNAS E DE AGRAVOS RELACIONADOS AO TRABALHO ........2 ATENDIMENTO AO RECÉM-NATO NA SALA DE PARTO .............................................60 34................ATENÇÃO AO IDOSO ..................57 32...............................70 41................... PEDIÁTRICA E CIRÚRGICA ..4 INTERCORRÊNCIA DO PACIENTE MÉDIO E GRANDE QUEIMADO ....................................TRATAMENTO CONSERVADOR EM NEUROLOGIA .. PRÓTESES E MATERIAIS ESPECIAIS (OPM) ..........1 PEQUENO QUEIMADO ...................................................................FATORES DE COAGULAÇÃO ...............................................71 43..............................................55 31........1 REGISTRO DE NOTAS FISCAIS NO SISAIH01 ..........63 37.................................................................................................................ÓRTESES......................................72 46................50 29..........................PLANEJAMENTO FAMILIAR (LAQUEADURA E VASECTOMIA) .................57 32.........73 MANUAL TÉCNICO-OPERACIONAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÃO HOSPITALAR Versão Setembro 2010 ..............................58 33.........................................................................................TRATAMENTO EM PSIQUIATRIA ......................................................54 30.............61 35....................................................................................................67 38.....59 34...............................................................................1 PARTO NORMAL .......................62 36....................3 PARTO GEMELAR E EXAME VDRL NA GESTANTE ....................................................................................................................................................PACIENTES SOB CUIDADOS PROLONGADOS......6 ANESTESIA OBSTÉTRICA/PARTO NORMAL E CESARIANA ............................50 29...28......................................................................................60 34.......................................62 37............................................................50 28.............................................ATENDIMENTO A PACIENTES QUEIMADOS ...............2 TRATAMENTO EM PSIQUIATRIA HOSPITAL GERAL.................................................................................................................................TRATAMENTO DA HANSENÍASE .........58 32..................................

..............90 51.................17 TRANSPLANTE AUTOGÊNICO DE CÉLULAS-TRONCO HEMATOPOIÉTICAS DE MEDULA ÓSSEA...........................................................81 49..12 DOADOR EM MORTE CEREBRAL.........89 49..............................................................................................................................................................................................84 49............................TRAUMATOLOGIA-ORTOPEDIA .......98 57................................................93 54...83 49...........................................................98 58...........................................................................81 49.................................................................................................82 49........................................................................................74 48....................5 COORDENAÇÃO SALA CIRÚRGICA PARA RETIRADA DE ÓRGÃOS E TECIDOS PARA TRANSPLANTE ...........HOSPITAL DIA ..............................................4 MANUTENÇÃO HEMODINÂMICA DE POSSÍVEL DOADOR E TAXA DE SALA PARA RETIRADA DE ÓRGÃOS.......................74 47...ASSISTÊNCIA CARDIOVASCULAR ..........................................................................................................................99 MANUAL TÉCNICO-OPERACIONAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÃO HOSPITALAR Versão Setembro 2010 .......................................................................................85 49...................14 INTERCORRÊNCIAS PÓS-TRANSPLANTE .......................................89 49..........................13 RETIRADA DE ÓRGÃOS ........ONCOLOGIA............................................................REGISTRO DE MEDICAMENTOS NA AIH.........................................................................................................................75 49.......................................................................89 49.82 49...18 TRANSPLANTE ALOGÊNICO DE CÉLULAS-TRONCO HEMATOPOIÉTICAS DE MEDULA ÓSSEA – APARENTADO ...1 AÇÕES RELACIONADAS À DOAÇÃO DE ÓRGÃOS TECIDOS ............................TRATAMENTO DA OSTEOGENESIS IMPERFECTA .....................................................................................................................................................................................................................2 HOSPITAL DIA EM FIBROSE CÍSTICA .................TERAPIA NUTRICIONAL .NEUROCIRURGIA – CIRURGIAS SEQUENCIAIS ..........81 49....................................75 49...........84 49......10 PROCEDIMENTOS DE RETIRADA DE ÓRGÃOS ..................NÃO APARENTADO ....................TRANSPLANTES ............................................75 49......GASTROPLASTIA..................................92 53.............................................................................................83 49.......................1 HOSPITAL DIA EM GERIATRIA ........................................6 DESLOCAMENTO DE EQUIPE PROFISSIONAL PARA RETIRADA DE ÓRGÃOS .......88 49......................15 MEDICAMENTOS PARA PACIENTES TRANSPLANTADOS ................................................74 47...............................................88 49...................9 LÍQUIDOS DE PRESERVAÇÃO DE ÓRGÃOS..................2 DIAGNÓSTICO DE MORTE ENCEFÁLICA.................................................................................................................75 48..................................19 TRANSPLANTE ALOGÊNICO DE CÉLULAS-TRONCO HEMATOPOIÉTICAS DE MEDULA ÓSSEA .............90 52......................................................................................................82 49............DISTÚRBIOS DO SONO – POLISSONOGRAFIA ........................................................................................................8 PROCESSAMENTO DE VÁLVULA/TUBO VALVADO CARDÍACO HUMANO.................................1 CICLOSPORINA.....47................................................89 50.....94 55.......................16 ATENDIMENTO REGIME DE HOSPITAL-DIA PARA INTERCORRÊNCIAS PÓSTRANSPLANTE DE MEDULA ÓSSEA E OUTROS ÓRGÃOS HEMATOPOIÉTICOS ...................................... DOADOR CORAÇÃO PARADO E AVALIAÇÃO DE MORTE CEREBRAL .......................................................97 56..................................................................................EPILEPSIA ...............................................7RETIRADA DO CORAÇÃO PARA PROCESSAMENTO DE VÁLVULAS/TUBO VALVADO PARA TRANSPLANTE.................84 49.....................................11 PROCESSAMENTO DE CÓRNEA/ESCLERA.............................3 ENTREVISTA FAMILIAR.........

.......................................101 61.........PROTOCOLOS CLÍNICOS ......................................................................................6 REJEIÇÃO DE AIH POR QUANTIDADE DE DIÁRIAS SUPERIOR À CAPACIDADE INSTALADA .....................................................1 MÉDIA DE PERMANÊNCIA ............................................................................................107 68............. CADASTRO E PAGAMENTO DE BENEFICIÁRIA DE PENSÃO ALIMENTÍCIA ..................OUTROS PROCEDIMENTOS COM CIRURGIAS SEQUENCIAIS ............................................................................................................................... ESPECIAL E SECUNDÁRIO ...........................PRONTUÁRIO DO PACIENTE............................................1 ITENS OBRIGATÓRIOS NO PRONTUÁRIO DO PACIENTE ....112 68............110 68......7 DEFINIÇÃO DE PROCEDIMENTO PRINCIPAL.................114 69...............3 PERMANÊNCIA E IDADE ................................................................102 63.............116 BIBLIOGRAFIA CONSULTADA ..59......................2 O QUE NÃO DEVE SER FEITO NO PRONTUÁRIO..................................................................................................................................................................................... IDADE E QUANTIDADE ............RATEIO DE PONTOS DE SERVIÇOS PROFISSIONAIS/SP NA AIH ...........................................................SOLICITAÇÃO DE LIBERAÇÃO DE CRÍTICA NO SISAIH01..................................... REGISTRO DO TRATAMENTO DELUMBAGO NA AIH .........................................................106 68.103 67......................................114 69..........102 64.....................................................................................106 67....106 68...........101 60.................................... VERIFICAÇÃO DE HABILITAÇÃO DO ESTABELECIMENTO..................................................103 65.114 70.....................................................118 MANUAL TÉCNICO-OPERACIONAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÃO HOSPITALAR Versão Setembro 2010 .........................................3 ACESSO AO PRONTUÁRIO......................................4 QUANTIDADE MÁXIMA ..106 68............ AGRAVO DE NOTIFICAÇÃO COMPULSÓRIA ...................5 MÉDIA DE PERMANÊNCIA......103 66..........................................106 68............................................................ ALTA POR ÓBITO................................................113 69....COMPATIBILIDADES E EXCLUDÊNCIAS................................102 62............107 68.................................................. CURATIVO GRAU II ........................111 68....................2 IDADE MENOR E MAIOR.......8 DUPLICIDADE ................................................................................................................................................................112 69...............1 CID X PROCEDIMENTO.................................................................

aih@listas. 6 MANUAL TÉCNICO-OPERACIONAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÕES HOSPITALARES Versão Abril 2011 . Com o SUS. O Ministério da Saúde (MS) implantou o Sistema de Informação Hospitalar (SIH/SUS) por meio da Portaria GM/MS n. Os meios formais de interação e contribuição para melhor desempenho dos sistemas podem ser enviados pelo email: descentralização.º 8142/1990. avaliação e auditoria do SUS. ao final do processamento. Os sistemas objeto deste manual são: 1. alimentação. gestores e prestadores. a geração de informações qualificadas. supervisores e autorizadores). Desde então. que alimentam o Banco de Dados Nacional. Este sistema é uma ferramenta de trabalho do controle. possibilitando. Para prestadores . responsáveis pela alimentação e processamento do SISAIH01.contém as orientações técnicas para profissionais de saúde.1. as quais subsidiam. e regulamentado pela Lei N. prestadores e profissionais de saúde que em sua rotina trabalham com os sistemas de entrada de dados e processamento de sistemas da rede pública e complementar do Sistema Único de Saúde (SUS). regulação e auditoria.gov. Para gestores locais e prestadores .datasus.080/1990 e Lei n. são publicadas periodicamente Portarias que atualizam as normalizações e versões para operação do sistema. faturistas. Neste texto está detalhado o que deve ser observado na entrada dos dados nos sistemas. avaliação. surgiu também a necessidade de um sistema único de informações assistenciais para subsidiar os gestores no planejamento. operação e processamento do SISAIH01 para os técnicos do estabelecimento de saúde (médicos.º 8. 2.contêm as orientações operacionais para instalação. Sistema de Informação Hospitalar Descentralizado/SIHD: a partir do qual são compactadas as informações de toda a rede e enviadas ao nível federal que dissemina as informações.º 896/1990. Sistema de Entrada de Dados da Internação/SISAIH01: utilizado pelo estabelecimento de saúde onde ocorre o atendimento ao paciente. técnicos de informática.br 2. não só quanto às regras dos sistemas. mas quanto às políticas de saúde prioritárias e suas normatizações. demais profissionais de nível superior. APRESENTAÇÃO Este Manual é uma iniciativa do Ministério da Saúde para auxiliar gestores. O Manual é composto por dois módulos: 1. Acompanha a versão mensal do SISAIH01. controle. 2. enfermeiros. INTRODUÇÃO O Sistema Único de Saúde (SUS) foi instituído pela Constituição Federal de 1988.

críticas e processamento do SIH à luz da Tabela Unificada de Procedimentos. sendo utilizada por todos os gestores e prestadores de serviços. auditores. na operação do sistema e a utilização dos documentos de suporte. Medicamentos. como instrumento relevante para os sistemas de informação e sua compatibilização no processamento do SIH/SUS.º 396/2000 a gestão do SIH é responsabilidade da Secretaria de Atenção à Saúde (SAS). 821/2004 descentralizou o processamento do SIH/SUS. supervisores. 7 MANUAL TÉCNICO-OPERACIONAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÕES HOSPITALARES Versão Abril 2011 . auxiliando na gestão descentralizada do Sistema Único de Saúde.  Conhecer aspectos clínicos e epidemiológicos dos pacientes internados no SUS.  Reforçar a importância da integração dos sistemas. especialmente do Cadastro Nacional de Estabelecimentos de Saúde (CNES). Desde a Portaria GM/MS n. Medicamentos.  Disponibilizar instrumentos para capacitação do corpo clínico.A Autorização de Internação Hospitalar (AIH) é o instrumento de registro padrão desde a implantação do SIH/SUS. Órteses e Próteses e Materiais Especiais (OPM) do SUS – SIGTAP em janeiro de 2008. Com a descentralização dos serviços de saúde para os estados. Distrito Federal e municípios plenos. Órteses OPM do SUS.  Atualizar os gestores locais e prestadores de serviços no preenchimento dos Laudos para Emissão de AIH. 3. Até abril de 2006. direção e técnicos de informática dos estabelecimentos de saúde que lidam com o registro da internação hospitalar.  Disponibilizar subsidiariamente relatórios para os setores de contas e custo hospitalar. necessários ao processamento. para estados. municípios e Distrito Federal foram adequados os instrumentos e conceitos do SIH/SUS. bem como a atualização deste Manual de Orientações Técnicas e Operacionais. definida pela Portaria SAS/MS n. A Portaria GM/MS nº. versões atualizadas do Manual do SIH são periodicamente disponibilizadas. OBJETIVOS  Qualificar a informação em saúde a partir do registro dos atendimentos aos usuários internados nos estabelecimentos de saúde do SUS.  Atualizar servidores públicos. Com a unificação da Tabela de Procedimentos.  Orientar Gestores Estaduais e Municipais quanto a novas regras.º 2848/2007. o processamento das AIH era centralizado no MS/Departamento de Informática do SUS (DATASUS/SE/MS).

AIH LAUDO É DIFERENTE DE AIH.4. 4. Ele contém dados de identificação do paciente. FLUXO PARA INTERNAÇÃO DOS USUÁRIOS DO SUS Nos procedimentos eletivos o fluxo inicia-se com uma consulta em estabelecimento de saúde ambulatorial onde o profissional assistente emite o laudo.1 CONSULTA/ATENDIMENTO A consulta/atendimento que gera a internação deve ocorrer em estabelecimento de saúde integrante do SUS. O Laudo é o documento para solicitar a autorização de internação hospitalar. cirurgiãodentista ou enfermeiro obstetra que realizou a consulta/atendimento solicita a Autorização para Internação Hospitalar (AIH) devendo. exame físico. sendo uma anexada ao prontuário do paciente e a outra arquivada pelo gestor. e descrição 8 MANUAL TÉCNICO-OPERACIONAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÕES HOSPITALARES Versão Abril 2011 . preencher o Laudo para Solicitação de AIH. informações de anamnese.3 Laudo para Solicitação de Internação .2 PROCESSAMENTO DA INFORMAÇÃO DO ATENDIMENTO NO SUS 4. obrigatoriamente. O profissional: médico. devendo ser preenchido de forma legível e sem abreviaturas pelo médico. 4. odontólogo ou enfermeiro que solicitou a internação em duas vias. onde houver. resultados de exames complementares. Nos procedimentos de urgência o fluxo inicia-se com o atendimento direto no estabelecimento para onde o usuário for levado. ou por um encaminhamento de outra unidade ou ainda pela Central de Regulação ou SAMU.

O SISAIH01 e SIHD mostram advertência para casos em que o período entre a data do internamento e da autorização seja maior do que 48 horas. Quando receber o número é só inserir no sistema. o sistema dá uma advertência informando que o tempo entre a internação e a autorização está maior que o previsto. O detalhamento do preenchimento do laudo está no Manual do SISAIH01 disponível no site http://sihd. O campo para informação da etnia já está incluído no SISAIH01.br. Laudos com rasuras devem ser rejeitados pelos supervisores/autorizadores. O laudo poderá também ser enviado à Secretaria de Saúde a quem cabe a responsabilidade pela autorização. Existe o modelo padronizado de Laudo para Solicitação de AIH. A autorização pode ser concedida pelo autorizador no próprio estabelecimento de saúde de natureza pública. Nos casos de urgência. mas cabe ao gestor local definir sobre aceitar ou não autorizações de internamento independente desta crítica. A digitação dos laudos e das demais informações sobre as internações podem ser registradas antes mesmo de o hospital conhecer o número da AIH.gov. Esta é uma prerrogativa do gestor local no seu trabalho de Regulação do Sistema.das condições que justificam a internação do paciente. O preenchimento do Laudo deve ser feito pelo médico. desde que contenham os dados necessários à alimentação do SISAIH01. desenvolvidos por gestores locais ou prestadores. Esta advertência serve para auxiliar os gestores locais no trabalho de regulação da rede e monitoramento do sistema.gov. nos casos eletivos. mas é possível a utilização de modelos próprios.datasus. odontólogo ou enfermeiro que está assistindo ao paciente. o preenchimento deve ser feito na ocasião da internação e a autorização pelo gestor em preferencialmente em até 48 horas após a internação. Nos da rede complementar é recomendável que o gestor disponha de autorizadores que verifiquem os internamentos nos próprios nos hospitais.br e nas versões mensais do SISAIH01. além da hipótese diagnóstica inicial e/ou o diagnóstico definitivo. Os laudos autorizados recebem o número da AIH que vai possibilitar a digitação dos dados no SISAIH01. mas deixa passar a AIH sem rejeição. Desta forma. 4. O sistema aceita a autorização com períodos maiores que 72 horas. devendo a autorização ocorrer antes da internação.datasus. disponibilizado no sitio http://sihd. A AIH não precisa ser emitida em papel. pois esta definição não pode ser rígida a ponto de desconsiderar as disponibilidades e estrutura das Secretarias Municipais e Estaduais. A Portaria SAS/MS n.4 EMISSÃO DA AIH 9 MANUAL TÉCNICO-OPERACIONAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÕES HOSPITALARES Versão Abril 2011 .º 508/2010 incluiu a obrigatoriedade de informação da ETNIA quando no campo raça/cor do usuário for informado com INDÍGENA.

No prontuário do paciente deve ser registrado o número da AIH autorizada pelo gestor para aquela internação.01.06. O responsável no Órgão Emissor preenche o campo do laudo que informa que a AIH está autorizada.01.06. 03. b) as informações são satisfatórias e dão segurança autorizar a AIH.01. O autorizador pode encaminhar das seguintes formas: a) as informações são insuficientes para autorizar.5.Existem dois tipos de AIH: Tipo 1: para internamento inicial.2 Etiquetas impressas. A internação pode ser considerada desnecessária pelo autorizador que pode rejeitar o laudo e não autorizar a internação ou a seu critério. pode encaminhar-se ao órgão gestor local. autorizar com os procedimentos e códigos abaixo: 03.1 Gerado a partir do Módulo Autorizador.DIAGNOSTICO E/OU ATENDIMENTO DE URGENCIA EM CLINICA PEDIATRICA: Refere-se ao primeiro atendimento de urgência hospitalar com diagnóstico em clínica pediátrica. que podem ser autocolantes com numeração gerada por aplicativo específico. No passado a AIH tinha objetivo exclusivo de pagamento. ficando em plano secundário as razões clínicas. aplicativo do DATASUS. mas com as atividades que trazem impactos efetivos no controle e avaliação.06. O autorizador não deve ocupar-se com tarefas que são dispensadas. 10 MANUAL TÉCNICO-OPERACIONAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÕES HOSPITALARES Versão Abril 2011 .007-0 . Algumas Secretarias Estaduais de Saúde continuam imprimindo as “AIH 7 e mini saias ou cheques”.5 NUMERAÇÃO DE AIH Não existe mais o formulário de AIH impresso (inclusive a antiga “minissaia ou cheque”).001-0 .5. O NÚMERO da AIH autorizada pode ser gerado pelo gestor das seguintes formas: 4. de posse do Laudo para Solicitação de AIH preenchido. Tipo 5: de continuidade. e. Solicita dados adicionais. 4. onde será analisado pelo profissional autorizador.DIAGNOSTICO E/OU ATENDIMENTO DE URGENCIA EM CLINICA CIRURGICA: Refere-se ao primeiro atendimento de urgência hospitalar com diagnóstico para clínica cirúrgica. Nos casos de internação eletiva o paciente ou responsável. 4. então autoriza a internação.008-8 .DIAGNOSTICO E/OU ATENDIMENTO DE URGENCIA EM CLINICA MEDICA: Refere-se ao primeiro atendimento de urgência hospitalar com diagnóstico em clínica médica. fornece o número daquela AIH e identifica o profissional que autorizou. 03.

5 Pode ser usado um Carimbo Datador Automático.4 Este número pode ser manuscrito e controlado por protocolo de entrega pelo autorizador. pode ser feita a consulta digitando o número da AIH para saber se aquele número já foi utilizado em outra competência por qualquer outro estabelecimento. que iniciam com 99 em todo Brasil. o arquivo ser gravado em pendrive e copiado pelo gestor na presença do prestador e assinado um recibo.999. Não há consistência de repetição de número de AIH no SISAIH01.6 AUTORIZADOR E AUDITOR .000. 31–Minas Gerais. calculado pelo programa “DR SYSTEM”. Esta opção é frágil. Este arquivo deve ser em meio magnético seguro. Ex: 10 para 2010. A programação para gerar numeração da AIH é a seguinte: Primeiro e segundo dígitos correspondem a Unidade da Federação. 9. No passado era utilizado o disquete. começando em 0. que funcionará como comprovante. portanto a AIH será normalmente consistida neste aplicativo. 4. Quinto dígito deverá ser o número 1 (um) para identificar que a autorização é de Internação (AIH) . O disquete é inseguro e facilmente se danifica não devendo ser usado. utilizando obrigatoriamente o aviso de entrega e de leitura que existem nos programas de email. prioritariamente em CD-ROM ou através de um email especificamente criado. 4.datasus. em Remessas de AIH.4.gov.5. 11 MANUAL TÉCNICO-OPERACIONAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÕES HOSPITALARES Versão Abril 2011 .999. em última instância. sem divisão por UF.5. que correspondem às posições 6. O último algarismo. O Laudo de Internação deve ser carimbado nas duas vias. O arquivo gerado no SISAIH01 deve ser entregue ao gestor local a cada competência.condições e exigências O AUTORIZADOR é diferente do AUDITOR.br. Ex: 25– Paraíba. necessitando informar um intervalo de série numérica. Terceiro e quarto dígitos correspondem aos dois últimos algarismos do ano de referência. gera duplicidade com rejeição de AIH. Ele gera o número de AIH automaticamente.uso geral. A duplicação vai implicar em rejeição da AIH por “duplicidade” no Banco de Dados Nacional (com a crítica “AIH já utilizada em outro processamento”).br). Pode ainda. O Módulo Autorizador é um aplicativo disponibilizado pelo DATASUS/MS (download no site http://sihd. da posição 13. é o dígito verificador.5. que é gerado pelo SISAIH01 no fechamento da competência. de acordo com o código do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).5. Os sete algarismos seguintes.3 A numeração pode ser impressa em papel comum e ser colado no laudo de solicitação de AIH. 8. 4. indo até no máximo 9. 11. No site http://sihd. 10. e 12 obedecem a uma ordem crescente.001. mas atualmente os computadores não dispõem de drive para disquete. 7. exceto para os casos de séries numéricas de internação específicas da Central Nacional de Regulação de Alta Complexidade (CNRAC).datasus.gov.

Auditoria médica caracteriza-se como ato médico. É recomendável que o profissional seja capacitado para sua função e conheça suficientemente as Normas do SUS. Na imensa maioria dos Municípios e Estados não há carreira instituída e assim o gestor tem autonomia para o preenchimento do cargo conforme a disponibilidade local de profissionais. O AUDITOR DE GESTÃO DO SUS pode ser um profissional de nível superior em várias áreas do conhecimento e tem entre suas atribuições avaliar as ações e serviços de saúde do SUS no que se refere às ações relativas à gestão do sistema e não audita prontuário do paciente.Para autorizar internações no Laudo para Emissão de Internação é exigido que seja um médico (ou odontólogo). um profissional de nível superior poderá ser treinado e assumir a função. São conceitos diferentes. É o único que pode ter acesso ao Prontuário do Paciente. Esta função delegada não é exclusiva do médico. esta última no caso de parto normal. odontólogo ou enfermeira. exceto para internação e procedimentos que envolvam atos médicos exclusivos. Assim o auditor de gestão no SUS não está restrito aos médicos. Não havendo esta disponibilidade. 12 MANUAL TÉCNICO-OPERACIONAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÕES HOSPITALARES Versão Abril 2011 . No âmbito do SUS encontramos duas funções que são exercidas pelo profissional denominado AUDITOR: AUDITOR MÉDICO e AUDITOR DE GESTÃO DO SUS. Havendo disponibilidade de profissionais. AUDITOR MÉDICO – restrito ao médico . O autorizador é. Estes profissionais vão avaliar outros aspectos não técnicos ligados à área médica. O AUDITOR MÉDICO é restrito ao médico e é o único que pode auditar o PRONTUÁRIO DO PACIENTE. Esta tarefa é de competência do médico. por exigir conhecimento técnico.O trabalho de auditoria de gestão no SUS pode ser exercido por profissionais de nível superior com diversas formações acadêmicas. AUTORIZADOR – é um termo que designa no SUS o profissional designado pelo gestor local (autoridade delegada) para avaliar as solicitações de internamento ou de realização de procedimentos ambulatoriais de alta complexidade/custo e AUTORIZAR ou não a sua realização.Autorizador é o profissional responsável por analisar os Laudos para Emissão de AIH e permitir ou não aquela internação. o gestor deve designar farmacêuticos para autorizar medicamentos. AUDITOR DE GESTÃO DO SUS – aberto para várias categorias profissionais . As diferenças regionais no país também estão na disponibilidade de recursos humanos no SUS. nutricionistas para Terapia Nutricional etc. Poucos Estados e Municípios têm a carreira de auditor do SUS instituída por Concurso Público. pleno e integrado da profissão. sendo recomendável a consulta a um profissional alcançável da área especifica da autorização que lhe dê suporte técnico. Não é permitido que o médico que solicita a internação seja o autorizador da AIH desta mesma internação devendo ser realizada por profissionais diferentes: o assistente e o autorizador da AIH.

podendo solicitar por escrito. em todos os seus atos. Os autorizadores designados pelo gestor devem ter vínculo público. ao médico assistente. e não é recomendável que o autorizador tenha vínculo apenas com hospitais privados ou filantrópicos. pode haver dificuldade de entendimento quanto às atribuições da função. Não há impedimento legal para que um médico autorizador atue na rede do SUS como médico assistente. não havendo restrições. Não há impedimento que o responsável pela assinatura no campo diretor clínico seja o mesmo diretor médico ou diretor técnico ou diretor geral do hospital. podendo. O médico que é autorizador pode também ser auditor médico ou auditor de gestão do SUS. Nos Serviços de Controle e Avaliação de Estados e Municípios a designação destes profissionais é variada e. lhe é vedado realizar anotações no prontuário do paciente. se necessário. devendo-se apresentar ao diretor técnico ou substituto da unidade. é permitida a retirada de cópias exclusivamente para fins de instrução da auditoria. pleno e integrado da profissão. auditor e outros. muitas vezes. As funções. de forma clara. As denominações mais comuns são: autorizador. 08/2002/2001 disciplina a fiscalização praticada nos atos médicos pelos serviços de saúde e deve ser de conhecimento de todos os auditores do SUS. na função de auditor. fazendo constar o número de seu registro no Conselho Regional de Medicina. Havendo identificação de indícios de irregularidades no atendimento do paciente. estão claras qualquer que seja a nomenclatura adotada localmente. Este coordenador pode também atuar como assistente neste mesmo hospital público ou em outro estabelecimento.6 AUDITORIA DO ATO MÉDICO A Resolução CFM n. um profissional do setor público cuja autoridade para autorizar é delgada pelo gestor local. tem o direito de acessar. Na rede pública do SUS é normal que o autorizador das AIH do hospital seja o diretor médico ou coordenador médico deste mesmo hospital. examinar o paciente. in loco. 4. 13 MANUAL TÉCNICO-OPERACIONAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÕES HOSPITALARES Versão Abril 2011 . Este tipo de auditoria do ato médico é de exclusiva competência do médico devidamente registrado no Conselho Regional de Medicina e é reconhecido como área de atuação médica. o médico deverá identificar-se. desde que em estabelecimentos onde o mesmo não seja autorizador. A auditoria médica caracteriza-se como ato médico.614/2001. O médico. antes de iniciar suas atividades. por exigir conhecimento técnico. cuja comprovação necessite de análise do prontuário médico. O médico. supervisor. na função de auditor. toda a documentação. no entanto. os esclarecimentos necessários ao exercício de suas atividades.obrigatoriamente. Na função de auditor.º 1.

br.1 DE CIRURGIA PARA CIRURGIA Quando uma nova cirurgia em ato anestésico diferente durante a mesma internação do mesmo paciente.datasus. 5. Por exemplo. realização de parto normal (prematuro ou não) e na mesma internação a paciente precisa realizar uma curetagem por retenção de restos de parto.br sendo importantíssimo o acesso diário deste site pelos gestores e prestadores de serviços para acompanharem novas versões.gov. 5. 5. nos casos abaixo: 5. originalmente para procedimento obstétrico e que precisa de intervenção cirúrgica fora da obstetrícia ou quando o ato for realizado em ato anestésico diferente.2 DE OBSTETRÍCIA PARA CIRURGIA E VICE-VERSA No caso de uma internação. Alterações nas regras ou no sistema são colocadas no site http://sihd. 5. O Módulo II deste manual tem as instruções de instalação e operação do SISAIH01. EMISSÃO DE NOVA AIH PARA UM MESMO PACIENTE NA MESMA INTERNAÇÃO A emissão de nova AIH é para o mesmo paciente é possível nas condições abaixo: O motivo de saída deve ser 2 – PERMANÊNCIA ou 5. Apresentação de AIH: AIH apresentada com mais de 04 (quatro) meses do mês da alta. Neste caso está incluída também a reoperação. será rejeitada em definitivo.1 ENCERRAMENTO ADMINISTRATIVO utilizado quando é necessário emitir nova AIH para o mesmo paciente na mesma internação.7 APRESENTAÇÃO DA AIH NO SISAIH01 . 4.7.datasus.4.gov.1 Validade da AIH A validade da AIH segue a seguinte sistemática: Reapresentação de AIH: Uma AIH apresentada e rejeitada dentro dos 04 meses de validade podendo ser reapresentada até o 6º mês a contar do mês de alta do paciente.3 DE CLÍNICA MÉDICA PARA OBSTETRÍCIA Nos casos em que realizar parto e/ou intervenção cirúrgica obstétrica em paciente que havia sido internada por outro motivo não relacionado à obstetrícia no momento da internação.4 DE OBSTETRÍCIA PARA OBSTETRÍCIA 14 MANUAL TÉCNICO-OPERACIONAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÕES HOSPITALARES Versão Abril 2011 . portarias ou avisos. Todos devem acessar e baixar mensalmente as versões atualizadas dos Sistemas de Informação no site http://sihd.SISTEMA DO PRESTADOR O preenchimento da AIH deve ser feito no SISAIH01.

Deve ser utilizado código de 5. Em todos estes casos irá bloquear a AIH por “duplicidade” (homônimo). deve ser emitida nova AIH com motivo de saída 5.6 DE CIRURGIA PARA CLÍNICA MÉDICA Se esgotado o tempo de permanência para o procedimento. a data de saída da primeira AIH será a mesma data de entrada da segunda AIH. depois de esgotado o tempo de permanência estabelecido na tabela para o procedimento que gerou a internação. haja uma intercorrência cirúrgica. 5.3 deste Manual). depois de ultrapassada a metade dos dias da média de permanência apara o procedimento clínico que gerou a internação.Quando houver duas intervenções obstétricas em tempos cirúrgicos diferentes. REABILITAÇÃO. não relacionada diretamente com a patologia clínica.8 PACIENTES SOB CUIDADOS PROLONGADOS.Encerramento Administrativo para encerramento de AIH em que não seja possível o registro de todos os procedimentos realizados. No caso do procedimento principal ser Politraumatizado e Cirurgia Múltipla e forem realizados mais de 05 (cinco) procedimentos principais.7 DE CLÍNICA MÉDICA PARA CIRURGIA Em casos clínicos onde. com motivo de acordo com a Tabela Auxiliar de Motivo de Saída/Permanência do SIH/SIA/CIH (ver item 6. 5. PSIQUIATRIA.10 POLITRAUMATIZADO / CIRURGIA MÚLTIPLA Pode ser emitida uma nova AIH para o Tratamento de Politraumatizados e Cirurgia Múltipla nos casos em que é preciso reoperar o paciente no decorrer da mesma internação.1 . numa mesma internação. 03 dias após a alta da primeira internação.5 DE OBSTETRÍCIA PARA CLÍNICA MÉDICA Nos casos de parto ou intervenção cirúrgica. Quando no decorrer da internação. Nos casos de emissão de nova AIH para um mesmo paciente numa mesma internação pelos motivos acima explicitados. no decorrer do internamento. AIDS E TUBERCULOSE. sendo necessária a emissão de uma nova AIH para 15 MANUAL TÉCNICO-OPERACIONAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÕES HOSPITALARES Versão Abril 2011 . INTERNAÇÃO DOMICILIAR. 5. o paciente apresentar quadro clínico que exija continuar internado por motivo não conseqüente ao ato cirúrgico. mas o gestor autoriza se assim julgar prudente e correto. 5. 5.1-ENCERRAMENTO ADMINISTRATIVO.9 EM CLÍNICA MÉDICA Paciente clínico que necessite ser reinternado pela mesma patologia. 5. o paciente desenvolver quadro clínico que necessite de cirurgia.

desmembrados por especialidade médica. pois nestes casos é possível solicitar liberação de crítica. 5. o SISAIH01 aceita a digitação da AIH. Com este bloqueio. É permitida também a utilização do código 5. Cirurgias Sequenciais e Neurocirurgia).11 QUANDO NÃO EMITIR NOVA AIH No caso de retorno do paciente com menos de 03 dias da alta. a AIH vai ser bloqueada por “duplicidade” a partir da detecção do homônimo. O erro de cadastro resulta em glosa de AIH. Esta é uma decisão de competência exclusiva do gestor local. excetuando-se os procedimentos que atingem a quantidade máxima definida no SIGTAP. (Exemplo: Tratamento em Politraumatizados e Cirurgias Múltiplas. devem ser considerados os códigos conforme tabela abaixo: CÓDIGO 01 02 03 04 05 06 07 08 NOME CIRURGIA OBSTETRICIA CLINICA MEDICA CRONICOS PSIQUIATRIA PNEUMOLOGIA SANITARIA PEDIATRIA REABILITACAO 16 MANUAL TÉCNICO-OPERACIONAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÕES HOSPITALARES Versão Abril 2011 . Não deve ser aberta nova AIH. como cirurgia e clínica. mas no processamento do SIHD. desde que a outra AIH seja emitida pelo mesmo gestor. para o mesmo hospital e necessitando continuar internado pela mesma patologia. Quando o internamento é feito com a emissão de uma nova AIH para o mesmo paciente com menos de 03 dias de uma internação anterior. ESPECIALIDADE DO LEITO/CARÁTER DE ATENDIMENTO/ MOTIVO DE SAÍDA/PERMANÊNCIA/ALTA 6.completar as informações. dentro dos grandes blocos. 6. o que obriga a abertura de nova AIH para o mesmo paciente na mesma internação.1 ESPECIALIDADE DO LEITO Os leitos existentes no hospital e disponibilizados para o SUS devem estar adequadamente cadastrados no CNES. Para efeito de preenchimento da especialidade do leito no SISAIH01. mesmo que o internamento seja feito por médicos diferentes. deve permanecer com a mesma AIH anterior. O monitoramento mensal do CNES é condição para o recebimento dos Procedimentos Realizados em cada paciente. quando necessário. Deve ser registrado na AIH o código de consulta de paciente internado para cada médico que atender ao paciente.1 para AIH cujo procedimento principal solicitado for um dos que têm valor zerado e que necessite informar mais de 5 procedimentos. Outros procedimentos Sequenciais. por exemplo. o gestor deve enviar um auditor ou autorizador ao hospital e decidir pela liberação ou não da AIH.

2 1. TECIDOS E CELULAS .4 1.6 1.4 VIVO.2.2 CARÁTER DE ATENDIMENTO Para registro do caráter de atendimento na AIH devem ser observados os códigos abaixo: COD 01 02 03 04 05 CARÁTER DE ATENDIMENTO DESCRIÇÃO ELETIVO URGENCIA ACIDENTE NO LOCAL DE TRABALHO OU A SERVICO DA EMPRESA ACIDENTE NO TRAJETO PARA O TRABALHO OUTROS TIPOS DE ACIDENTE DE TRANSITO OUTROS TIPOS DE LESOES E ENVENENAMENTOS POR AGENTES QUIMICOS OU 06 FISICOS 6.1 TRANSFERIDO PARA OUTRO ESTABELECIMENTO 17 MANUAL TÉCNICO-OPERACIONAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÕES HOSPITALARES Versão Abril 2011 .5 MORTO.9 TRANSFERIDO PARA INTERNAÇÃO DOMICILIAR POR TRANSFERÊNCIA: 3 3.09 10 11 12 13 14 HOSPITAL DIA CIRURGICOS HOSPITAL DIA AIDS HOSPITAL DIA FIBROSE CISTICA HOSPITAL DIA – INTERCORRENCIA POS TRANSPLANTES HOSPITAL DIA GERIATRIA HOSPITAL DIA – SAUDE MENTAL 6.1 1.5 1.1 POR CARACTERISTICAS PROPRIAS DA DOENCA 2.3 POR IMPOSSIBILIDADE SOCIO-FAMILIAR POR PROCESSO DE DOACAO DE ORGAOS.8 1. 2.6 POR MUDANCA DE PROCEDIMENTO 2.8 OUTROS MOTIVOS 2.3 MOTIVO DE SAÍDA /PERMANÊNCIA/ ENCERRAMENTO ADMINISTRATIVO Para registro na AIH do motivo de saída do paciente do hospital ou para registrar a emissão de uma nova AIH numa mesma internação. devem ser observados os códigos da tabela abaixo: TABELA AUXILIAR MOTIVO DE SAÍDA/PERMANÊNCIA POR ALTA: 1 1. POR PROCESSO DE DOACAO DE ORGAOS. TECIDOS E CELULAS . POR INTERCORRENCIA 2.DOADOR 2.9 ALTA CURADO ALTA MELHORADO ALTA A PEDIDO ALTA COM PREVISÃO DE RETORNO PARA ACOMPANHAMENTO DO PACIENTE ALTA POR EVASAO ALTA POR OUTROS MOTIVOS ALTA EM PACIENTE AGUDO EM PSIQUIATRIA POR PERMANÊNCIA: 2 2.7 POR REOPERACAO 2.DOADOR 2.

6.2 Alta da mãe/ puérpera e permanência do recém-nascido 6.POR ÓBITO: 4 4. Na AIH da mãe deverá ser informado no campo AIH posterior do SISAIH01 o número da AIH do recém-nascido e na AIH do recém-nascido deverá ser informado no campo AIH anterior do SISAIH01. ou seja. 18 MANUAL TÉCNICO-OPERACIONAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÕES HOSPITALARES Versão Abril 2011 . deverá ser usado este motivo de alta quando pelo menos um dos recém-nascidos permanecer internado após a alta da mãe. A Portaria n. No caso de gemelaridade.1 COM DECLARACAO DE OBITO FORNECIDA PELO MEDICO ASSISTENTE COM DECLARACAO DE OBITO FORNECIDA PELO INSTITUTO MÉDICO LEGAL – 4. O óbito poderá ter sido ainda intra-útero (a partir da 22ª semana de gestação ou caso se desconheça a idade gestacional com peso a partir de 500 gramas) ou durante o parto. deverá ser usado este motivo de alta quando pelo menos 1 dos recémnascidos for a óbito.3 Alta da mãe/ puérpera e óbito do recémnascido Informação permitida exclusivamente para encerramento de AIH com registro de procedimento principal de parto.1 Alta da mãe/ puérpera e do recém-nascido 6. ou seja. Motivo informado quando da alta da mãe em cujo parto houver natimorto (nascido morto). Motivo informado quando da alta da mãe e o recémnascido apresenta situação de saúde que não permite ter alta necessitando permanecer internado. ou seja. No caso de gemelaridade. COD NOME DESCRIÇÃO Motivo informado quando da alta da mãe e do(s) recémnascido(s). o número da AIH da mãe. óbito e transferência. Estes códigos se referem exclusivamente a alta com procedimento principal da AIH de parto.º 384 de 12 de agosto de 2010 incluiu os códigos abaixo na Tabela Auxiliar de Motivo de Saída/Permanência do SIH/SIA/CIH. 6.3 OBITO – SVO POR OUTROS MOTIVOS: 5 5.4 Alta da mãe/ puérpera com óbito fetal Informação permitida exclusivamente para encerramento de AIH com registro de procedimento principal de parto.1 ENCERRAMENTO ADMINISTRATIVO O sistema paga o último dia de internamento nos motivos de permanência. Informação permitida exclusivamente para encerramento de AIH com registro de procedimento principal de parto.2 IML COM DECLARACAO DE OBITO FORNECIDA PELO SERVIÇO DE VERIFICAÇÃO DE 4. mais de um recém-nascido. No caso de gemelaridade. mais de um recémnascido. Motivo informado quando na alta da mãe tiver ocorrido o óbito do recém-nascido. mais de um filho deverá ser usado CRITICA NO SIH Informação permitida exclusivamente para encerramento de AIH com registro de procedimento principal de parto.

É recomendável que.1CADASTRO DE CBO DE MÉDICOS E DE MÉDICOS RESIDENTES Não é condição para o cadastramento de CBO de médicos e médicos residentes no CNES que o profissional seja portador de título de especialista. é recomendável que se tenha por base os registros do setor administrativo/recursos humanos da instituição na qual presta serviço. adotou o CBO para identificação da ocupação dos profissionais. O CNES não é um instrumento de gestão de recursos humanos. especialmente pelas diferenças regionais no país e a conseqüente oferta de profissionais para o atendimento na rede de saúde. 7. 7. 19 MANUAL TÉCNICO-OPERACIONAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÕES HOSPITALARES Versão Abril 2011 . possibilitando estudos e levantamentos úteis para o planejamento e a avaliação de políticas públicas.este motivo de alta quando pelo menos 1 dos filhos for a óbito. Para os procedimentos em que há definição e exigência nas políticas específicas. como garantia de habilitação do profissional para aquela “ocupação”. Por ser uma tabela para utilização em todos os sistemas nacionais que precisem da informação sobre ocupação de qualquer trabalhador. enfermeiro etc. equipamentos e profissionais. Esta tabela de CBO tem caráter nacional e está sob a responsabilidade e gestão do Ministério do Trabalho. mas de cadastro de estabelecimentos de saúde com relação à área física. sendo este o CBO a ser informado no CNES do estabelecimento. A informação a ser inserida no CNES deve ter como base a “ocupação” que determinado trabalhador “se ocupa” naquele estabelecimento de saúde. Para o caso de profissões que exigem diploma para o seu exercício (médico. para os médicos especialistas. sabidamente as da alta complexidade. a Classificação Brasileira de Ocupações (CBO) foi adotada como forma de registro obrigatório para definir o profissional responsável ou habilitado para realizar determinado procedimento. desde a sua implantação. não é de caráter obrigatório. CLASSIFICAÇÃO ESPECIALIDADE BRASILEIRA DE OCUPAÇÕES (CBO) ANTIGA Com a unificação das tabelas dos sistemas ambulatorial e hospitalar e implantação da Tabela de Procedimentos. O CBO informado no CNES para o médico deve representar a real ocupação desempenhada pelo profissional no estabelecimento de saúde ao qual ele está vinculado. Medicamentos OPM do SUS. no entanto. a especialização deve ser atendida. O CNES.). contribui para a qualidade da informação e para a formação e cruzamentos dos Bancos de Dados Nacionais. seja solicitado documentação que comprove a especialização.

Quanto aos médicos residentes.”. Considerando que existem municípios que dispõem de apenas um médico ou pouco mais e que. instituição ou estabelecimento na ocasião da contratação do médico. O SIGTAP foi atualizado na competência julho/2008. da ocupação que exercem no estabelecimento. verifica a compatibilidade entre o procedimento e o CBO do cirurgião e não com o CBO dos auxiliares ou do anestesista. No entanto. regional. 20 MANUAL TÉCNICO-OPERACIONAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÕES HOSPITALARES Versão Abril 2011 . pediatra. registrados nos respectivos Conselhos Regionais de Medicina. ao abrir a janela para preenchimento da equipe cirúrgica. naqueles municípios em que não existem profissionais com esta titulação ou cujo número ou disponibilidade para cadastramento não seja suficiente ao pleno atendimento aos pacientes do SUS. No SISAIH01 e no SIHD os procedimentos cirúrgicos que incluem anestesia no seu valor. para a realização de atos anestésicos. que. exigem dados complementares da equipe. esclarecemos que a Portaria SAS/MS n. este profissional desempenha várias ocupações tais como: clínico. estes devem ser cadastrados com o CBO de Programa de Residência Médica. portanto. Com relação ao CBO de anestesista. O CPF do cirurgião não pode se repetir para registro como auxiliar. há uma particularidade. mesmo que não possuam titulação de especialista em anestesiologia. A supervisão e o acompanhamento destes médicos nos hospitais é parte do programa de formação ao qual está matriculado.As portarias normativas da Alta Complexidade exigem que o médico tenha título de especialista para realização de determinados procedimentos. reforça e autoriza o registro de médicos na seguinte forma: “Fica autorizado o recadastramento/cadastramento. É recomendável que os antigos profissionais cadastrados no SIA como Plantonistas (58) ou Médico de qualquer especialidade (84) sejam cadastrados no CNES com estes CBO visando garantir o registro da realização de todos os procedimentos clínicos e cirúrgicos de média complexidade realizados. A exigência de apresentação de título de especialista é prerrogativa do órgão. conforme o caso. incluindo estes 5 CBO. cirurgião geral e anestesista. em seu Artigo 2º. e. sedação e obstétrica). obstetra. de profissionais médicos. o CBO de anestesiologista será compatível apenas com os procedimentos de anestesia (geral. o que adequa o sistema de informação e a realidade dos serviços de saúde. No SIGTAP. O CBO dos auxiliares do cirurgião pode ser qualquer um da família 2231 (médico) ou 223268 (cirurgião buço maxilo). por esta razão. O sistema admite o mesmo CPF para o médico que exerceu a função/ocupação de anestesista e que também foi o cirurgião ou ainda o CPF de um dos auxiliares. de 26 de março de 1999. sendo o contratante responsável pelas informações inseridas no Módulo do Profissional do CNES. a verificação de títulos é feita no ato da seleção e/ou contratação do médico pela instituição para compor equipe médica qualificada e não por exigência do CNES. ou seja. por representar uma inverdade. O CBO específico de médico residente é o código 2231F9.º 98. nos procedimentos de média complexidade.

Politraumatizado. o procedimento solicitado e autorizado no Laudo para Solicitação de AIH precisa ser modificado. A mudança de procedimento pode acontecer nas seguintes situações: 8. a hipótese diagnóstica inicial pode não ser confirmada ou pode surgir uma condição clínica superveniente.gov. Tratamento da AIDS.03. complexidade ou intercorrência que implique na necessidade de mudança da conduta inicialmente recomendada ou da especialidade médica/leito. Cuidados Prolongados. para: Cirurgia Múltipla. ou ainda. com procedimento do SIGTAP código 03. Tecidos e Células. o código do novo procedimento será registrado no campo Procedimento Realizado.2 DE CLINICA MÉDICA PARA CIRURGIA No caso do paciente ser internado com quadro de Colecistite aguda. SOLICITAÇÃO DE MUDANÇA DE PROCEDIMENTO Durante a internação. Nestes casos. no decorrer da internação desenvolver um quadro compatível com outro procedimento.8.1 DE CLINICA MÉDICA PARA CLINICA MÉDICA No caso do paciente ser internado para realização de um determinado procedimento. Clinica Médica e em Psiquiatria. sendo este último de valor maior. Cirurgia Múltipla de Lesões Lábio-Palatais. Esta modificação deve ser feita mediante o preenchimento do Laudo para Solicitação/Autorização de Procedimentos Especiais e/ou Mudança de Procedimento de Internação Hospitalar.07. Ações Relacionadas à Doação de Órgãos.br. quando a mudança for de um procedimento previamente autorizado. nos estabelecimentos da rede complementar filantrópica ou privada.datasus. Avaliar o tempo decorrido para solicitar a mudança de procedimento ou se é mais aconselhável a alta administrativa e a emissão de nova AIH. do Órgão Gestor. ser identificada outra patologia de maior gravidade. é necessária a autorização do Diretor Geral ou Diretor Clínico nos estabelecimentos públicos e. Para autorizar a mudança de procedimento é importante que o autorizador observe: se o caso é eletivo ou urgência. devendo ser marcado o campo de “sim” para mudança de procedimento no SISAIH01. No caso de mudança de procedimento. 8. Psiquiatria. Para estas mudanças. Procedimentos Seqüenciais de Coluna em Ortopedia e/ou Neurocirurgia.012-9 – TRATAMENTO DE 21 MANUAL TÉCNICO-OPERACIONAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÕES HOSPITALARES Versão Abril 2011 . Clinica Cirúrgica. sob pena de rejeição da AIH. O modelo de Laudo Para Solicitação/Autorização de Procedimentos Especiais e/ou Mudança de Procedimento de Internação Hospitalar está disponível no sítio: http://sihd. Diagnostico e/ou Atendimento de Urgência em Clinica Pediátrica. Não é permitida mudança de procedimento. Cirurgias Plásticas Corretivas em Pacientes Pós Gastroplastia. Pode ser solicitada mudança de procedimento para o procedimento de maior valor.

8. que a paciente apresenta um quadro de diabetes descompensado.002-6 . como também a especialidade do leito de clínico para cirúrgico.03.6 MAIS DE UM PROCEDIMENTO PRINCIPAL NUMA MESMA AIH No caso de ser necessário informar mais de um procedimento numa mesma AIH. 8. registrar na linha seguinte o segundo procedimento e suas OPM. Nesse caso. registrar em seguida as OPM correspondentes a este procedimento e. o sistema os trata da seguinte forma: Apenas o valor do SH do primeiro procedimento será pago. durante a internação. Não cabe mudança de procedimento na mesma AIH neste caso. deve-se abrir uma nova AIH. este procedimento é 03. O valor do SP do primeiro procedimento é que será dividido por todos os profissionais que atuaram na AIH. deve ser solicitada não só a mudança de procedimento. sendo que. o código para o qual a AIH foi autorizada.4 DE CIRURGIA PARA CIRURGIA No caso de realização de uma segunda cirurgia durante o período de internação.003-4 .3 DE CIRURGIA PARA CLÍNICA MÉDICA No caso do paciente internado submeter-se ao procedimento 04. O valor do SH deste procedimento será apurado para o estabelecimento. precisar ser submetido ao procedimento 04. Ou seja.07. Depois de registrado o código.03.07.09. porém é detectado.DIABETES MELLITUS. Quanto a apurar valores.03. 22 MANUAL TÉCNICO-OPERACIONAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÕES HOSPITALARES Versão Abril 2011 . quanto mais profissionais atuarem e quanto mais procedimentos forem realizados e tiverem pontos do SP.03. se for o caso. O motivo de permanência será 2. a AIH deve ser encerrada e solicitada emissão de nova AIH.7 POR REOPERAÇÃO. na 1ª linha da tela Procedimentos Realizados.COLECISTECTOMIA VIDEOLAPAROSCOPICA. decorrido este prazo e. depois o terceiro. na mesma lógica do procedimento principal com as próteses correspondentes. 8.003-8 .013-5 . 8. reduzirá o valor de um ponto para pagamento aos profissionais. Nesse caso deve ser solicitada mudança de procedimento para clínica médica.5 INTERCORRÊNCIAS PÓS-TRANSPLANTE A AIH emitida para intercorrências pós-transplante tem validade de 31 (trinta e um) dias. obedecendo aos pontos do SP de cada procedimento. No SIGTAP. antes da cirurgia. Devido ao quadro clínico da paciente não é possível realizar a cirurgia.HISTERECTOMIA TOTAL.TRANSTORNOS DAS VIAS BILIARES E PANCREAS e.06.COLECISTECTOMIA ou 04. deve ser registrado no campo Procedimento Solicitado e Realizado. havendo necessidade de permanência do paciente em regime de internação.

O motivo de saída da primeira AIH será o 2. nervoso. estão as internações de pacientes vítimas de causas externas. até o quinto procedimento. 9. em ordem decrescente de complexidade e valores do SH.001-3 TRATAMENTO CIRÚRGICO EM POLITRAUMATIZADO. tanto no campo Procedimento Solicitado quanto no Procedimento Realizado. respiratório. ao acometer múltiplos órgãos (fígado. no mesmo ato anestésico for realizado mais de 05 procedimentos cirúrgicos em politraumatizado. os Procedimentos Realizados. A seguir. deve ser digitado o segundo procedimento principal realizado. deverá ser solicitada nova AIH para o mesmo paciente na mesma internação. na tela Dados da 23 MANUAL TÉCNICO-OPERACIONAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÕES HOSPITALARES Versão Abril 2011 . os códigos das cirurgias realizadas necessárias para o tratamento das lesões sofridas pelo paciente.). É permitido o registro de até 05 procedimentos realizados na mesma AIH. Quando.7 – POR REOPERAÇÃO. a partir do sexto. baço.03. 1º Exemplo: Foram realizadas reduções cirúrgicas de fratura de úmero e cúbito direito e cúbito esquerdo. TRATAMENTO DE POLITRAUMATIZADO De acordo com a Portaria SAS/MS n. obedecendo à mesma lógica para procedimentos principais e OPM. Sob a denominação de politraumatizados.15. devem ser registrados numa segunda AIH. Os demais procedimentos. e na linha imediatamente abaixo digitados as suas OPM compatíveis e assim por diante.Neste caso não podem ser registrados os procedimentos de Tratamento com Cirurgias Múltiplas. No SISAIH01 devem ser registrado.03. pela gravidade de uma ou mais lesões. deverá ser encerrada a primeira AIH com motivo de alta 5. etc.1 – ENCERRAMENTO ADMINISTRATIVO. No caso de serem necessárias outras cirurgias em atos anestésicos diferentes.15.) ou sistemas corporais (circulatório. pulmão etc. Na tela Procedimentos Realizados do SISAIH01 devem ser digitados. Este procedimento tem o valor zero no SIGTAP.TRATAMENTO CIRÚRGICO EM POLITRAUMATIZADO. sendo informados na tela Procedimentos Realizados. Deve ser registrado na AIH o código 04. Politraumatizados e Seqüenciais em Neurocirurgia. Emitir laudo para solicitação/AIH com código 04. músculo-esquelético. podem ou não pôr em risco a vida.º 421/2007 as cirurgias em politraumatizado são cirurgias múltiplas ou procedimentos seqüenciais procedidos em indivíduo que sofre traumatismo seguido de lesões que. A ordem de digitação dos Procedimentos Realizados deve obedecer à seguinte seqüência: Procedimento principal realizado de maior complexidade e nas linhas abaixo os procedimentos especiais e OPM compatíveis com o procedimento principal. Os procedimentos realizados no politraumatizado podem ser registrados no SISAIH01 sem a preocupação de pertencerem a um mesmo segmento ou lado do corpo humano acometido.001-3 .

036-9 . 04. O procedimento 03. Cirurgias Múltiplas.03.03.043-1 – TRATAMENTO CIRÚRGICO DA FRATURA DO CÚBITO (ESQUERDO) e. pois a AIH “assumirá” a complexidade do primeiro procedimento informado para os procedimentos com valor zerado (Politraumatizados. os procedimentos especiais compatíveis com ele. O segundo procedimento.04.08. OPM.04.TRATAMENTO CIRÚRGICO DE FRATURA/LESÃO FISÁRIA DO CÔNDILO/TROCANTER DO ÚMERO. a seguir. 03. na tela Procedimentos Realizados. 24 MANUAL TÉCNICO-OPERACIONAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÕES HOSPITALARES Versão Abril 2011 .04.TRATAMENTO CONSERVADOR DO TRAUMATISMO CRANIOENCEFALICO GRAVE.Internação. Na tela Procedimentos Realizados do SISAIH01 deve ser digitado primeiro o procedimento principal. nas linhas subseqüentes necessárias. em sua quase totalidade são de cirurgia. nas linhas imediatamente abaixo. 03. as OPM correspondentes ao terceiro procedimento principal informado.TRATAMENTO CONSERVADOR DO TRAUMATISMO CRANIOENCEFALICO GRAU MEDIO.010-6 . Observar para colocar em primeiro lugar o procedimento principal de maior valor do SH. Procedimentos Seqüenciais em Neurocirurgia e AIDS).03. mesmo que os especiais tenham maior valor e tenham sido autorizados ou realizados anteriormente. mas é recomendável que se coloque para não resultar em perda econômica para o hospital. é recomendável que este seja registrado na primeira linha. após ele. as OPM relativas ao segundo procedimento principal. Existem procedimentos clínicos que são compatíveis na AIH de politraumatizado. a seguir.TRATAMENTO CONSERVADOR DO TRAUMATISMO CRANIO ENCEFALICO GRAVE só pode ser registrado quando realizado em paciente internado em hospital de Alta Complexidade com habilitação em Trauma e Anomalias do Desenvolvimento.03. 03. Nas linhas a seguir registra as OPM deste primeiro procedimento. Outros procedimentos especiais que não guardem relação direta de compatibilidade devem ser informados ao final.03.011-4 – TRATAMENTO CONSERVADOR DE TRAUMATISMO RAQUIMEDULAR. nos campos Procedimento Realizado e Procedimento Principal e. depois que tudo que se refere aos procedimentos principais já tiver sido inserido.009-2 .TRATAMENTO CONSERVADOR DO TRAUMATISMO CRANIOENCEFALICO LEVE. 1ª linha .02.010-6 .043-1 – TRATAMENTO CIRÚRGICO DA FRATURA DO CÚBITO (DIREITO) deverá ser registrado na linha imediatamente abaixo da última OPM do primeiro procedimento e. cujos procedimentos. No caso de hospitais com Contrato de Gestão. se houver algum dos procedimentos principais realizados que seja de Alta Complexidade.Procedimento: 04. compatíveis com o segundo procedimento principal digitado e suas OPM.04. O sistema aceita se não colocar o de maior valor primeiro.04.02.08. Quando encerrar os procedimentos especiais. As compatibilidades entre tratamento de politraumatizado e procedimentos clínicos são os seguintes: 03. informar o terceiro procedimento realizado 04.08.02.008-4 .

e amputação de dedo da mão D.2° Exemplo: Foram realizados os procedimentos: esplenectomia.08. em especialidades diferentes não envolvendo a ortopedia: Paciente com ruptura de baço.15. Na AIH.AMPUTACAO/DESARTICULACAO DE DEDO 3° Exemplo: Foram realizadas reduções cirúrgicas de fratura de rádio e fêmur.05.02. O total de linhas disponíveis no SISAIH01 para inclusão de procedimentos é de 150. lesão de cólon e hemotórax em que foram realizados 03 procedimentos: esplenectomia. pode ser informado no SISAIH01 o mesmo procedimento duas vezes e solicitada a liberação de quantidade. deverá ser registrado na tela “Procedimentos Realizados”: 04. redução cirúrgica de fratura de úmero.COLOSTOMIA 04. Deve ser emitido Laudo com código de procedimento solicitado e realizado 04. Solicitar a AIH com o procedimento 04.05. colostomia e toracotomia com drenagem fechada.051-9 – TRATAMENTO CIRURGICO DE FRATURA DA DIAFISE DO FEMUR OPM compatível OPM compatível 04. Na AIH. Se colocar o procedimento principal separado por linhas com outros procedimentos e as OPM do primeiro procedimento.02.ESPLENECTOMIA 04.: 04. Emitir Laudo para Emissão de AIH com código 04.012-3 .02. Quando encerrar o registro das OPM deste procedimento.03.058-6 .03.06.07. informar a terceira cirurgia realizada ou terceiro procedimento principal.044-0 – TRATAMENTO CIRURGICO DE LESAO FISARIA DOS OSSOS DO ANTEBRACO Na linha abaixo de cada procedimento principal devem ser incluídas as OPM compatíveis utilizadas neste procedimento.004-2 .07.001-3 . Não esquecer.03. de incluir abaixo as OPM antes de registrar o segundo procedimento principal. colostomia.15.010-1 – COLOSTOMIA 04.08.08.02.010-1 .08. após cada procedimento principal.08. mais esplenectomia e colostomia. Para os procedimentos que sejam realizados em órgãos pares.001-3 TRATAMENTO CIRURGICO EM POLITRAUMATIZADO.POLITRAUMATIZADO.07. haverá rejeição da AIH.012-3 – ESPLENECTOMIA 04. deverá ser registrado na tela “Procedimentos Realizados”: 04.07.15. Ex. mesmo no caso de procedimentos iguais para liberação de quantidade.TRATAMENTO CIRURGICO DE FRATURA INTERCONDILEANA/ DOS CONDILOS DO FEMUR. 4° Exemplo: No caso do paciente ser submetido a mais de um procedimento.03.001-3 25 MANUAL TÉCNICO-OPERACIONAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÕES HOSPITALARES Versão Abril 2011 . 04.03.039-3 – TRATAMENTO CIRURGICO DE FRATURA DE DIAFISE DO UMERO OPM compatível OPM compatível OPM compatível Após encerrar o registro de todas as OPM compatíveis utilizadas é que coloca na linha abaixo o próximo procedimento principal realizado.

Neste conceito.TRATAMENTO CIRÚRGICO EM POLITRAUMATIZADO.07. deverão ser registrados. devidos a diferentes doenças.02. conforme tabela abaixo: 1º 2º 3º 4º 5º PROCEDIMENTO PROCEDIMENTO PROCEDIMENTO PROCEDIMENTO PROCEDIMENTO 100% 100% 75% 75% 50% Os componentes Serviços Profissionais (SP) recebem remuneração de 100% dos valores para todos os procedimentos registrados na tela Procedimentos Realizados. todos os procedimentos em órgãos bilaterais. na ordem em que forem registrados na tela Procedimentos Realizados. 10.07. Também se o primeiro procedimento informado for financiado pelo FAEC.TORACOSTOMIA COM DRENAGEM PLEURAL FECHADA Na ocorrência de Procedimentos Realizados que não necessitam de autorização. em ordem decrescente de complexidade e valores. executado através de única ou várias vias de acesso e praticados sob o mesmo ato anestésico (Portaria nº. ou seja. sem vínculo de continuidade. Numa AIH com o procedimento 04.03. deverão ser aceitos quando registrados duas vezes no SISAIH01.15.04. CIRURGIAS MÚLTIPLAS Cirurgias múltiplas são atos cirúrgicos. o instrumento de registro é AIH secundária.TRATAMENTO CIRÚRGICO EM POLITRAUMATIZADO.15. o componente Serviço Hospitalar será remunerado em percentual decrescente de valores. É importante observar que a AIH de politraumatizado “assumirá” a complexidade do primeiro procedimento informado (Média ou Alta Complexidade).12. No SISAIH 01.03. 421 de 23 de julho de 2007).012-3 – ESPLENECTOMIA 04. estes também devem ser registrados na tela Procedimentos Realizados.01. registrar na tela Procedimentos Realizados: 04. Quanto à complexidade. aplicados a órgão único ou diferentes órgãos localizados em região anatômica única ou regiões diversas. Deve ser registrado no SISAIH01 como procedimento solicitado e procedimento principal realizado 04. Serão admitidos até 05 Procedimentos Realizados na mesma AIH.016-6 .010-1 . interdependência ou complementaridade realizados em conjunto pela mesma equipe ou equipes distintas. os procedimentos principais realizados. Na tela Procedimentos Realizados do SISAIH01.001-3 .COLOSTOMIA 04.001-2 – TRATAMENTO COM CIRURGIAS MULTIPLAS. 26 MANUAL TÉCNICO-OPERACIONAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÕES HOSPITALARES Versão Abril 2011 . toda a AIH será paga pelo FAEC. bilaterais ou não. em seguida aos procedimentos com instrumentos de registro AIH principal e especial. a AIH “assume” a complexidade do primeiro procedimento informado.

16.01. Cirurgia bilateral não é considerada cirurgia múltipla quando no nome ou descrição do procedimento contenha a palavra bilateral. é possível registrar na AIH o procedimento 04.12.003-2 concomitante com o 04.008-1.06. No caso de quadro de abdômen agudo é realizada uma cirurgia chamada laparotomia exploradora.01.16. O procedimento principal solicitado e realizado a ser digitado no SISAIH01 deve ser o 04.1 – ENCERRAMENTO ADMINISTRATIVO.12.003-2 .005-7 MASTECTOMIA RADICAL COM LINFADENECTOMIA. 1º 2º 3º 4º 5º PROCEDIMENTO PROCEDIMENTO PROCEDIMENTO PROCEDIMENTO PROCEDIMENTO 100% 75% 75% 60% 50% Os Serviços Profissionais (SP) recebem remuneração de 100% de valores em todos os registros. Deverá ser emitida nova AIH quando houver mais de 5 Procedimentos Realizados e o motivo de saída da primeira AIH deve ser o 5.7 – POR REOPERAÇÃO.12.002-4. ou ainda 04.1 LAPAROTOMIA EXPLORADORA E OUTROS ESCLARECIMENTOS 1. registrando o motivo de saída 2. o Ministério da Saúde inclui e recomenda a autorização como Tratamento com Cirurgias Múltiplas os procedimentos 04.021-6 . na mesma internação.10. Ou seja. com atos anestésicos diferentes.09.10. Os componentes Serviços Hospitalares serão remunerados em percentual decrescente de valores. O procedimento cirúrgico de Mastectomia por Câncer é compatível com o implante de Prótese Mamária e/ou Reconstrução com Retalho Miocutâneo (qualquer parte em oncologia). EXEMPLO: 04. conforme tabela abaixo: Na tela Procedimentos Realizados do SISAIH01 devem ser digitados em ordem decrescente de complexidade e valores do SH dos Procedimentos Realizados. Assim.002-4 – MASTECTOMIA RADICAL COM LINFADENECTOMIA AXILAR.16. e 04.15.01. desde que tenham sido solicitados e autorizados no Laudo para Solicitação de AIH.001-2 – TRATAMENTO COM CIRURGIAS MULTIPLAS e os dois procedimentos.08. o médico assistente deverá solicitar nova AIH. Se durante esta cirurgia for necessária a 27 MANUAL TÉCNICO-OPERACIONAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÕES HOSPITALARES Versão Abril 2011 . Exemplos de como devem ser registrados os Procedimentos Realizados em cirurgia múltipla: 1° Exemplo: Colecistectomia mais Herniorrafia Inguinal. inclusive para as reoperações.10. pela importância da questão da humanização no atendimento à paciente.009-0 e/ou 04.OOFORECTOMIA/OOFOROPLASTIA (a descrição explicita que é uni ou bilateral). 10.005-7 ou 04. quando realizados no mesmo Ato Anestésico. na ordem que forem registrados na tela Procedimentos Realizados do SISAIH01.16.Quando ocorrerem novas cirurgias de emergência. e 04.01.009-0 PLASTICA MAMARIA RECONSTRUTIVA POS-MASTECTOMIA COM IMPLANTE DE PRÓTESE.12.MASTECTOMIA SIMPLES POR TUMOR e 04.01.10. colecistectomia e herniorrafia inguinal deverão ser digitados na tela Procedimentos Realizados.16.

Assim. ou seja. o cirurgião faz uma incisão no abdome. se no mesmo ato anestésico corrige-se hérnia incisional pode ser cirurgia múltipla. anteriormente. 11. Certamente houve. PACIENTES COM CRÂNIOFACIAL LESÃO LABIO-PALATAL E Os Procedimentos Realizados em pacientes com lesões labiopalatais e craniofaciais somente podem ser realizados em hospitais com habilitação no CNES de código 0401 . Como a laparotomia exploradora é feita para identificar o diagnóstico apenas quando da abertura da cavidade abdominal e ainda assim. 4. O paciente é submetido à anestesia geral. 28 MANUAL TÉCNICO-OPERACIONAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÕES HOSPITALARES Versão Abril 2011 . A laparotomia exploradora é uma cirurgia que consiste na abertura do abdome com finalidade de explorar a cavidade abdominal e os órgãos nela contidos para possível identificação/exame/tratamento de um ou mais problemas que podem ter ocorrido no interior do abdome. A laparotomia exploradora é indicada como opção de diagnóstico quando há uma possível doença abdominal proveniente de causa desconhecida.realização de um hemicolectomia e/ou drenagem de abscesso subfrênico. Paciente com colostomia sendo operado para reconstrução de trânsito intestinal. perfuração do colo causada por tumor ou diverticulite que leva a formação do abscesso.Alta Complexidade de Malformação/Labiopalatal – Centro de Tratamento em Malformação Labiopalatal. concluindo assim o procedimento cirúrgico. o que vem a ser chamado de cirurgia branca. Nestes casos para o diagnóstico é preciso "explorar" diretamente. Pode também não ser detectado nada que justifique os sintomas do paciente e seguir-se apenas a sutura da parede abdominal. Paciente com doença respiratória alta que no mesmo ato cirúrgico são realizadas turbinectomia + adenoidectomia + correção de desvio do septo pode ser cirurgia múltipla porque uma é no tímpano. a AIH não pode ter como procedimento principal a cirurgia múltipla porque o abscesso é conseqüência da lesão do colo. 3. examina os órgãos abdominais podendo ser necessária à retirada de amostras de tecidos para biópsia ou tratadas áreas afetadas. o procedimento de laparotomia não tem relação com CID. apesar da realização de exames físicos e complementares disponíveis. nada ser identificado que justifique o quadro clinico do paciente. submetido à cirurgia com realização de enterectomia + toracotomia com drenagem pleural fechada e arteriorrafia femoral é politraumatizado e não cirurgia múltipla. não é possível um esclarecimento sobre o quadro do paciente. sendo aceito informar qualquer CID na AIH. o resultado pode ser negativo. outra retira adenóide e por último é corrigido o desvio do septo. 2. Paciente vítima de arma de fogo. pois há o fechamento de colostomia e hernioplastia incisional (que precisará de colocação de tela inorgânica).

02. aplicados a órgão único ou região anatômica única ou regiões contíguas. lembrando que a AIH assume a complexidade do primeiro procedimento principal informado no SISAIH01: Código do PROCEDIMENTO 1° PROCEDIMENTO 2° PROCEDIMENTO 3° PROCEDIMENTO Percentual Remunerado 100% 75% 50% A Portaria estabelece os PROCEDIMENTOS COMPATÍVEIS com o PROCEDIMENTO 04.16.009-0 04.024-0 MANUAL TÉCNICO-OPERACIONAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÕES HOSPITALARES Versão Abril 2011 .15.03.04.02.quatro unidades Implante osteointegradoextra29 04.004-2 .021-6 Reconstrução total de mandíbula/maxila 04.08.15. bilaterais ou não. Outros Procedimentos Sequenciais.02. executados por meio de única ou várias vias de acesso e praticados sob o mesmo ato anestésico. As regras para registro deste procedimento são as mesmas dos demais procedimentos principais com valor zero como Tratamento com Cirurgias Múltiplas.02.02.02.022-0 Procedimento Principal Compatível Reconstrução por microcirurgia (qualquer parte) em oncologia Enxerto dermo-epidérmico Enxerto livre de pele total Reconstrução com retalho miocutâneo (qualquer parte) em oncologia Transferência intermediária de retalho Reconstrução parcial de mandíbula/ maxila Reconstrução total de mandíbula/ maxila Enxerto dermo-epidérmico Enxerto livre de pele total Reconstrução com retalho miocutâneo (qualquer parte) em oncologia Transferência intermediária de retalho Enxerto dermo-epidérmico Enxerto livre de pele total Reconstrução com retalho miocutâneo (qualquer parte) em oncologia Implante osteointegradoextraoralbucomaxilofacial .002-9 04.02.13. Tratamento em Politraumatizados.02.08.022-0 04.008-1 04.003-7 04.02.01.002-9 04.08.04.04.073-9 04.01.003-7 04.022-4 Reconstrução total de cavidade orbitária Reconstrução 04.002-9 04.15.PROCEDIMENTO SEQUENCIAL EM ANOMALIA CRÂNIO E BUCOMAXILOFACIAL: Código Procedimento Principal Código 04. realizados em conjunto pela mesma equipe ou equipes distintas.04.003-7 04.01.008-1 04.008-1 04.04.02.03.02.04.º 718/10 implantou alterações no SIGTAP em relação aos Procedimentos integrados para reabilitação estético-funcional dos portadores de má-formação lábio-palatal.021-6 04.004-2 PROCEDIMENTO SEQUENCIAL EM ANOMALIA CRÂNIO E BUCOMAXILOFACIAL .015-1 04.podem ser registrados no máximo três procedimentos principais na AIH.02. Foi incluído o PROCEDIMENTO: 04.01.13.02.02.08.015-1 04.04.01. Procedimentos Sequenciais em Neurocirurgia e Ortopedia.A Portaria SAS/MS n.04.04.04.01. devidos a mesma doença.02.004-2 .16. Nestes Procedimentos Sequenciais o componente Serviço Hospitalar é remunerado em percentual decrescente de valores na ordem que forem registrados e de acordo com a tabela a seguir.16.16. interdependência e complementaridade.017-8 Maxilectomia parcial 04. Para este procedimento 04.PROCEDIMENTO SEQUENCIAL EM ANOMALIA CRÂNIO E BUCOMAXILOFACIAL que se refere a atos cirúrgicos com vínculo de continuidade.

12. e com no máximo até 04 Procedimentos Realizados dentre os abaixo listados: 30 MANUAL TÉCNICO-OPERACIONAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÕES HOSPITALARES Versão Abril 2011 .04. Na modalidade hospitalar.001-3 no campo Procedimento Solicitado e Procedimento Principal Realizado do SISAIH01.16.01.08.04. os procedimentos para tratamento da Síndrome de Imunodeficiência Adquirida (AIDS) somente são autorizados para hospitais com habilitação específica no CNES.P) recebem remuneração de 100% dos valores em todos os procedimentos registrados.16.01.008-1 04.077-1 Ressecção de lesão da boca Ressecção de lesão maligna e benigna da região crânio e buço maxilo facial Tratamento cirúrgico de perfuração do septo nasal Tratamento cirúrgico de anquilose da articulação têmporomandibular 04.01. Os componentes Serviços Profissionais (S.01.02.04. Subgrupo 03 e Forma de Organização 18.008-1 Reconstrução com retalho miocutâneo (qualquer parte) em oncologia Todas as compatibilidades entre Procedimentos Principais e Procedimentos Especiais de reabilitação estético-funcional dos portadores de má-formação lábio-palatal.02. o tratamento de pacientes com AIDS deve ser registrado.02. TRATAMENTO DE AIDS Incluídos na tabela do SIH/SUS pela Portaria SAS/MS n.064-0 04.02. 12.08.04.008-1 04.16.total ou parcial de nariz 04.01.08.03.02.º 291/1992.1 MODALIDADE HOSPITALAR NO TRATAMENTO DA AIDS Na internação de pacientes com AIDS deve ser registrado na AIH o procedimento 03.027-5 04.027-5 04.002-9 oralbucomaxilofacial . Podem ser registrados os procedimentos do Grupo 03.02.02.001-0 Enxerto composto 04. na tela Procedimentos Realizados do SISAIH01.003-7 04.050-4 04.18.16.08.002-9 04. em ordem decrescente de complexidade e valores.009-0 04.02.quatro unidades Ressecção de lesão maligna e benigna da região crânio e bucomaxilofacial Reconstrução com retalho miocutâneo (qualquer parte) em oncologia Enxerto dermo-epidérmico Enxerto livre de pele total Reconstrucao com retalho miocutâneo (qualquer parte) em oncologia Reconstrução por microcirurgia (qualquer parte) em oncologia Enxerto dermo-epidérmico 04.04.

03.TRATAMENTO DE AFECÇÕES DO APARELHO DIGESTIVO EM HIV/AIDS 0303180048 .TRATAMENTO DE Histoplasmose DOENCAS DISSEMINADAS EM HIV/AIDS Salmonela septicêmica Sarcoma de Kaposi Linfomas não Hodgkin Tratamento de citomegalovirus esofagiano 03. evitando a internação integral (Portaria SAS/MS n.TRATAMENTO DE AFECÇÕES DO SISTEMA NERVOSO EM HIV/AIDS 0303180056 .01 – Habilitação em Serviço hospitalar para tratamento AIDS.005-6 .TRATAMENTO DE AFECÇÕES ASSOCIADAS AO HIV/AIDS 0303180030 .TRATAMENTO DE AFECÇÕES DO SISTEMA RESPIRATÓRIO EM HIV/AIDS 0303180064 .º 130/94). carinii AFECCOES DO SISTEMA Tuberculose Pulmonar RESPIRATORIO EM HIV/AIDS Pneumonia intersticial indiferenciada Tratamento de casos de Tuberculose disseminada Outras micobacterioses disseminadas 03.03.03. No tratamento da AIDS.TRATAMENTO DE DOENÇAS DISSEMINADAS EM AIDS 12. Os códigos para tratamento de portador de HIV na modalidade hospitalar exigem a habilitação .TRATAMENTO DE Herpes simples esofagiano AFECCOES DO APARELHO DIGESTIVO Cândida sp esofagiana EM HIV/AIDS Síndrome diarréica Colites. lesões ano retais. conforme tabela a seguir: 1º PROCEDIMENTO 100% 2º PROCEDIMENTO 100% 3º PROCEDIMENTO 75% 4º PROCEDIMENTO 75% Os componentes Serviços Profissionais (SP) recebem remuneração de 100% de valores em todos os procedimentos registrados na tela de Procedimentos Realizados. são eles: 0303180013 .03.004-8 .TRATAMENTO DE Toxoplasmose cerebral AFECCOES DO SISTEMA NERVOSO EM Meningite criptocóccica HIV/AIDS Linfoma Neuropatia periférica 03.003-0 .006-4 . 31 MANUAL TÉCNICO-OPERACIONAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÕES HOSPITALARES Versão Abril 2011 .2 MODALIDADE HOSPITAL DIA/AIDS O tratamento da AIDS em hospital-dia é um recurso intermediário entre a internação e o ambulatório. Este tratamento inclui programas de atenção de cuidados intensivos por equipe multiprofissional. os componentes Serviços Hospitalares (SH) são remunerados em percentual decrescente de complexidade e valores.18.CÓDIGO / DESCRIÇÃO DO PROCEDIMENTO DIAGNÓSTICOS Tratamento dos casos de síndrome neurológica indiferenciada 03.18.TRATAMENTO DE Tratamento de Pneumonia por P.18.18.11.

Somente podem ser registrados procedimentos em regime de Hospital Dia em AIDS nos estabelecimentos habilitados e que a habilitação esteja devidamente inserida no CNES do estabelecimento. Os procedimentos de lipodistrofia deverão ser submetidos à autorização prévia do gestor local. CD4 > 350 cels/mm3 (exceto para lipoatrofia facial) b. ou seja.TRATAMENTO DE HIV / AIDS .582/2004.  Paciente submetido à terapia anti-retroviral por pelo menos 12 meses.º 2.0303180072 . Para fins de habilitação. no máximo 45 dias corridos. Deve ser registrado na 1ª linha da tela Procedimentos Realizados do SISAIH01. os Hospitais Universitários e de Ensino certificados. serão considerados.000 cópias/ml e estável nos últimos 06 meses (sem variação de 0. Com resultados clínico-laboratoriais: a.5 log entre duas contagens). Os procedimentos de lipodistrofia só podem ser realizados por serviços habilitados em conformidade com a Portaria SAS/MS nº 118/2005. os procedimentos de cirurgias reparadoras para pacientes portadores de AIDS e usuários de anti-retrovirais.03 .007-2 – TRATAMENTO DE HIV/AIDS (POR DIA) e o quantitativo de diárias utilizadas no período do tratamento.12. aquele sem manifestações clínicas sugestivas de imunodeficiência nos últimos seis meses. Carga Viral < 10.exige a habilitação . As diárias são pagas até 05 dias úteis da semana. preferencialmente.18. c. incluiu na Tabela do SIH/SUS. Há consenso quanto à contra-indicação dos tratamentos cirúrgicos para lipodistrofia associada à infecção pelo HIV/AIDS nas condições a seguir: 32 MANUAL TÉCNICO-OPERACIONAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÕES HOSPITALARES Versão Abril 2011 .3 LIPODISTROFIA A Portaria GM/MS n. o código 03. Parâmetros clínico-laboratoriais que preencham os critérios necessários e suficientes de segurança para qualquer procedimento cirúrgico.  Paciente que não responde ou não pode ser submetido à mudança da terapia ARV. São considerados critérios de indicação para realização dos referidos procedimentos todas as condições a seguir:  Paciente com diagnóstico de HIV/AIDS e lipodistrofia decorrente do uso de anti-retroviral (ARV). Estes Serviços devem estar cadastrados no CNES com o tipo de estabelecimento de saúde Hospital Geral ou Hospital Especializado.03.Hospital Dia – AIDS 12. não cabendo emissão de AIH-5. Não é permitido registro de permanência a maior nos Procedimentos Realizados em regime de Hospital Dia em AIDS.  Paciente clinicamente estável. O código para tratamento de portador de HIV na modalidade hospital dia .

inclusive nas internações por: Cuidados Prolongados. Na Tabela de Procedimentos. conforme determina o Estatuto do Idoso. igual aos dias de permanência do paciente no hospital. O gestor do hospital deve criar mecanismos de controle de acompanhantes para evitar cobrar diárias no sistema de acompanhantes que na verdade não existiram. Todas as diárias de acompanhante com pernoite em hospitais públicos ou da rede complementar do SUS recebem a remuneração definida no SIGTAP. 13. O número de diárias de acompanhante pode ser no máximo. O valor vigente em junho de 2010 é de R$ 8. nos casos em que o quadro clínico justifique. não está prevista a presença de acompanhantes mesmo para menores de 18 anos. Diagnóstico e/ou Primeiro Atendimento e UTI. REGISTRO DE DIÁRIAS NA AIH 13. O auditor não deve discutir a liberação ou não do acompanhante.005-9 – DIARIA DE ACOMPANHANTE DE IDOSO SEM PERNOITE.02. não há restrições. Para alguns procedimentos.2 DIÁRIA DE ACOMPANHANTE PARA IDOSO A Portaria GM/MS n. contratados e conveniados com o SUS é permitida a presença do acompanhante. para todos os pacientes com mais de 60 anos de idade internados em hospitais públicos. Medicamentos e OPM do SUS existem dois procedimentos de diária de acompanhante para idosos: 08. Hospital Dia. É permitida a presença de acompanhante para todos os menores de 18 anos conforme define o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA). Psiquiatria. Essas diárias também são remuneradas e deve ser registrado nos Procedimentos Realizados do SISAIH01.DIARIA DE ACOMPANHANTE DE IDOSOS COM PERNOITE e 08. Hospital Dia. Os idosos têm direito a acompanhante independente do procedimento ao qual ele está sendo submetido.1 DIÁRIA DE ACOMPANHANTE PARA CADA PACIENTE SERÁ PERMITIDO APENAS UM ACOMPANHANTE. como no o caso de: Cuidados Prolongados. mas se ela realmente existiu. independente do custo real destas despesas para o hospital. Qualquer condição clínica ou co-morbidade descompensada nos últimos seis meses que confira aumento de risco ao procedimento.01. Diagnóstico e/ou Primeiro Atendimento e UTI. Já para pacientes maiores de 18. imunomoduladores.00 (oito reais) e inclui acomodação e alimentação. imunossupressores e/ou quimioterápicos.  Qualquer tratamento concomitante com anticoagulantes. o médico assistente deve decidir pela necessidade da permanência do acompanhante. 13.004-0 .02. Não existe formulário próprio definido pelo MS. Psiquiatria.01.º 280/1999 define que. 33 MANUAL TÉCNICO-OPERACIONAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÕES HOSPITALARES Versão Abril 2011 .

regulamenta a presença de acompanhante para mulheres em trabalho de parto. Psiquiatria Hospital-Dia.01.003-4. de acordo com a incorporação de tecnologia. as diárias de UTI estão incluídas no valor total do procedimento. Pacientes sob Cuidados Prolongados. há crítica para eles nos sistemas SISAIH01 e SIHD. de acordo com a Portaria GM/MS 3. Coração.002-6 e 04. TIPO II e TIPO III.02. Se for superior a da internação.009-2 e 05. Os hospitais devem registrar as diárias de acompanhante no trabalho de parto e pós-parto imediato.01. Tratamento Ortodôntico em Lesões Labiopalatais.108/2005. Rim e Pâncreas. O Órgão Gestor tem a prerrogativa de confirmar esta autorização a partir da auditoria operativa. Estes procedimentos são: Epilepsia. 04. 03. salvo intercorrências. Transplante de Fígado. 04. deve estar em conformidade com os dias de internação da paciente.05. o registro do número de diárias. especialização de recursos humanos e adequação da área física são classificadas. Pulmão. Tratamento de Pequeno Queimado. Implante Osteointegrado Extra Oral.º 2. em conformidade com o Art.11.01. A diária de UTI é procedimento especial. 34 MANUAL TÉCNICO-OPERACIONAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÕES HOSPITALARES Versão Abril 2011 . Atendimento de Urgência em Médio e Grande Queimado. É permitido o registro de diárias de UTI no SISAIH01 no procedimento Transplante de Rim com códigos no SIGTAP 05. Entende-se o pós–parto imediato como o período que abrange 10 dias após o parto.4 DIÁRIAS DE UNIDADE DE TRATAMENTO INTENSIVO (UTI) Se durante a internação hospitalar houver necessidade do paciente ser submetido à UTI.004-2. No valor das Diárias de UTI está incluída a utilização de toda a aparelhagem própria para terapia intensiva. Tratamento de Médio Queimado. estão incluídos a acomodação e o fornecimento das refeições. Existem procedimentos em que as diárias de UTI já estão incluídas no valor do procedimento e. Diretor Clínico do hospital. com a devida autorização pelo Diretor Geral.418/2005. As Unidades de Tratamento Intensivo. Nos transplantes de qualquer dos outros órgãos. Psiquiatria. Medula Óssea.02.º 1. parto e pós-parto imediato em todos os hospitais do SUS. Tratamento de Grande Queimado.01.01. na AIH na tela de Procedimentos Realizados do SISAIH01. 1º da Lei n. a AIH é rejeitada. para os procedimentos: 03.13. O valor inclui acomodação e alimentação. equipes técnicas e monitorização do paciente nas 24 horas. devendo ser registrada no SISAIH01 na tela Procedimentos Realizados de acordo com sua habilitação no mês de competência em que foi utilizada. a solicitação deve ser feita no Laudo para Solicitação / Autorização de Mudança de Procedimento e de Procedimento(s) Especial (ais).11.10. Em qualquer das situações acima.0039.01.432/1998 como: TIPO I.05. 13.11.3 DIÁRIA DE ACOMPANHANTE PARA GESTANTE A Portaria GM/MS n. Pâncreas. portanto.010-6.004-7. No valor da diária de acompanhante.

o sistema irá calcular as diárias utilizadas na competência agosto e as da competência setembro. Seu resultado dirá a quantidade de diárias disponível e a quantidade utilizada e será possível verificar quando a capacidade máxima foi atingida.ENCERRAMENTO ADMINISTRATIVO. Se um paciente ficou internado de 20/2008 a 15/2009. O laudo solicitando internação em UTI Tipo I. O laudo de solicitação de internação em UTI deve estar arquivado juntamente com a respectiva AIH no prontuário do paciente. O paciente permanecendo na UTI será aberta nova 35 MANUAL TÉCNICO-OPERACIONAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÕES HOSPITALARES Versão Abril 2011 .Exemplo: Paciente internado na UTI de 02 de janeiro a 05 de fevereiro. As diárias utilizadas podem ser consultadas no SIHD por meio do SELECT*FROM TB_UL. ele é transferido para a UTI. Os códigos de Diária de UTI são válidos para todos os procedimentos. e no terceiro dia de internamento. a qualquer tempo pode ser encerrada a AIH por 5.1 . cada leito de UTI gera também 31 diárias. possibilitando ao hospital receber naquela competência as diárias de UTI já utilizadas. Cada leito de UTI gera a quantidade de diárias igual à quantidade de dias daquele mês. No entanto. A capacidade instalada da UTI pode ser calculada multiplicando a quantidade de leitos ativos no CNES pela quantidade de dias de um dado mês ou competência. Por exemplo: Se uma UTI possui 5 leitos cadastrados e ativos no CNES e o mês tem 31 dias. Por exemplo: um mês com 31 dias. e só retorna a contar no dia da saída do paciente da UTI para efeito de solicitação de permanência a maior. independente de quantos dias cada paciente utilizou o mesmo leito de UTI. não são computados para solicitação de permanência a maior definida para o procedimento principal. Unidades Intermediárias consideradas como UTI. Deverá ser repetido o código da diária de UTI para competência janeiro e fevereiro. Se o paciente internou no dia 1 e saiu da UTI no dia 3 e foi para a enfermaria. então = 5 X 31 = 155. se o procedimento tem como média de permanência 06 dias. Quando um paciente entra na UTI e vem a óbito no mesmo dia da entrada. ou Semi-intensivas não são Quanto às diárias de UTI o sistema não faz o cálculo de diárias utilizadas pela competência de AIH e sim pelo período de internação informado na AIH. não é possível mais que 155 diárias de UTI neste mês. Os dias de internação nos quais o paciente permaneceu na UTI. Ou seja. suspende a contagem dos dias para a média de permanência. são duas diárias de UTI (dias 1 e 2) e a do dia 3 já é da enfermaria. Não há limite máximo de diárias numa mesma AIH. II e III deve ser autorizado pelo Diretor Geral ou Diretor Clínico ou Órgão Gestor. retornando a contagem da média de permanência do procedimento principal da AIH. Logo. esta diária poderá ser informada no SISAIH01 e será recebida pelo hospital.

uma vez que a manutenção na UTI é um procedimento de alto custo e que o hospital precisa receber recursos em tempo menor do que o período em que o paciente está na UTI. DIÁRIAS DE UNIDADE DE CUIDADOS INTERMEDIÁRIOS NEONATAL (UCI) É uma Unidade destinada ao atendimento do Recém Nascido nas seguintes situações: após alta da UTI e que precise de observação nas primeiras 24 horas. solicitando internação Unidade de Cuidados Intermediários Neonatal. PERMANÊNCIA A MAIOR A Permanência a maior é a designação do sistema para os casos em que o paciente necessite permanecer internado após o período.5. O uteista é um plantonista que monitora o paciente o tempo inteiro. para a média de permanência do procedimento principal que determinou a internação. Desde outubro de 2006. os gestores estaduais/municipais de saúde são responsáveis pelas habilitações de UCI no SCNES. Entretanto.º 1. ele pode permanecer o tempo necessário e o hospital utilizar periodicamente o encerramento administrativo da AIH. portanto não tem visita ou consulta. que necessite realizar exsanguineotransfusão. em fototerapia com níveis de bilirrubinas próximos aos níveis de exsanguineotransfusão. As diárias de Unidade de Cuidados Intermediários Neonatal devem ser registradas. 14. com peso superior a 1500g e inferior a 2000g em observação nas primeiras 72 horas ou o recém nascido submetido à cirurgia de médio porte. Que esteja em venóclise para infusão de glicose. com desconforto respiratório leve que não necessite de assistência ventilatória mecânica. após aprovação pela Comissão Intergestores Bipartite (CIB). cabe ao gestor estadual e/ou municipal. Não se registra consulta de internação de médico “uteista ou intensivista”. na tela Procedimentos Realizados do SISAIH01. 13. definir quais Unidades de Cuidados Intermediários Neonatais serão habilitadas. Este encerramento possibilita ao hospital receber parte do valor do tratamento do paciente.AIH e começado a contagem das diárias da AIH a partir de 01 até a saída do paciente da UTI para a enfermaria ou até nova alta administrativa ou óbito. O registro de permanência a maior é feito quando o 36 MANUAL TÉCNICO-OPERACIONAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÕES HOSPITALARES Versão Abril 2011 . e em condições clínicas estáveis. eletrólitos. podendo ser registrada com a diária de UTI Neonatal na mesma AIH quando utilizada e habilitada. É preciso ficar claro que não há limite de dias para a permanência do paciente na UTI. definido no SIGTAP. O laudo. Podem habilitar-se a UCI os estabelecimentos que atenderem aos critérios estabelecidos na Portaria GM/MS n.091/1999. deve ser autorizado pelo Diretor Geral ou Diretor Clínico ou Órgão Gestor. antibióticos e alimentação parenteral em transição.

entre os registrados na tela Procedimentos Realizados do SISAIH01. Realizou 3 procedimentos principais com – Cirurgia Múltipla – e a maior média de permanência prevista no SIGTAP para estes 3 procedimentos é de 20 dias. excluídas as diárias de UTI. que são pagas com código próprio. exceto o dia da alta.01. Para o recebimento da permanência a maior deve ser registrada a diferença entre os dias de real permanência do paciente internado.017-0 .14016010 É um procedimento de média complexidade com financiamento MAC. Diretor Técnico ou Órgão Gestor deve autorizar previamente a Permanência a Maior no Laudo de Solicitação/Autorização de Procedimento Especiais e/ou Mudança de Procedimento. Tratamento da AIDS. O Diretor Geral. O registro no SISAIH01 deve ser feito na tela Procedimentos Realizados e colocado o número de dias que o paciente permaneceu além do dobro dos dias previstos para a Média de Permanência do procedimento principal. Deve ser contado a partir do primeiro dia de permanência à maior. Deve ser registrado na tela Procedimentos Realizados do SISAIH01.CONSULTA/AVALIACAO EM PACIENTE INTERNADO. conforme o CBO do médico que prestou o atendimento. ATENDIMENTO CLÍNICO PACIENTE INTERNADO) (CONSULTA/AVALIAÇÃO EM Corresponde à consulta/avaliação do médico ou do cirurgião dentista realizada no leito para acompanhamento da evolução clínica do paciente internado. para fins de cálculo de permanência. Procedimento 03. utilizados até dezembro de 2007: H. Então a permanência a maior só poderá ser registrada a partir do dia 41 (20+20 +1=41).período de internação ultrapassa o dobro dos dias previstos na Média de Permanência considerando o que está definido no SIGTAP para o procedimento principal informado na AIH. Quando não for previsto no SIGTAP este atributo para um determinado procedimento.01. Este procedimento tem origem nos seguintes códigos. 37 MANUAL TÉCNICO-OPERACIONAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÕES HOSPITALARES Versão Abril 2011 .25001019. Nos casos em que o paciente necessite de avaliação de médico especialista para emissão de parecer. Procedimentos Seqüenciais de Coluna em Ortopedia e/ou Neurocirurgia e Cirurgia Plástica Corretiva pós Gastroplastia. A Permanência a Maior é um atributo do procedimento. Este registro do CPF foi substituído pelo número do Cartão Nacional de Saúde (CNS) do profissional ainda em 2008. 15. Por exemplo. (81-40=41). Diretor Clínico. Politraumatizado. o SIHD efetuará a glosa. o que daria 41 dias de permanência a maior. Nos casos de Cirurgia Múltipla. deve-se utilizar como parâmetro a média de permanência do procedimento de maior número de dias. deve-se registrar uma consulta para cada parecer emitido. para um paciente que passou 81 dias internados. Colocar também o CPF do profissional para possibilitar o rateio de pontos. H. Esta visita clínica pode ser realizada diariamente para evolução do paciente internado. menos o dobro + 1 da maior permanência prevista (40).

02. se forem órgãos pares ou múltiplos (dedos).089-9 .01.08. 16. deve ser informado a quantidade correta. relacionadas ao ato cirúrgico que são compatíveis com diversos procedimentos principais ou cirurgias. acima disto abre-se outra AIH. Como há um limite de cinco principais por AIH. Exemplo 01: Principal: 04. deverá ser colocada a quantidade máxima de 06. Apesar de 06 ser a quantidade máxima de parafuso aceita.01. sob pena de rejeição da AIH. ou seja. e ainda. por exemplo. Não deve ser entendido que para qualquer procedimento poderá ser informada quantidade 06.FIO MONONYLON 8. do Grupo 07. não é por dia. Pode. devendo ser solicitada a liberação de crítica pelo gestor para os procedimentos que permitem liberação de quantidade. quando ele for informado na AIH deve obedecer à quantidade estabelecida no Relatório de Compatibilidades do SIGTAP. 16. A quantidade a ser registrada no SISAIH01 será 01. em um determinado procedimento e 03 noutro. uma vez que não são todos. A quantidade que estiver no atributo “quantidade máxima” do procedimento será o limite. A quantidade máxima neste caso é 05. No entanto.Para os demais profissionais de nível superior que realizarem consulta ao paciente internado deve ser registrado o procedimento 03.Qtd: 02 Exemplo 02: Principal: 38 MANUAL TÉCNICO-OPERACIONAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÕES HOSPITALARES Versão Abril 2011 . há procedimentos em que a compatibilidade estabelecida no SIGTAP é menor que 06 e nestes casos.026-1 .CONSULTA DE PROFISSIONAIS DE NIVEL SUPERIOR NA ATENCAO ESPECIALIZADA (EXCETO MEDICO). Subgrupo 02. QUANTIDADE MÁXIMA DE PROCEDIMENTOS POR AIH A partir da competência maio de 2008 a regra adotada é a seguinte: se o procedimento exige média de permanência. No entanto.03.5 MM (INCLUI PARAFUSOS) .017-2 . fica limitada a quantidade somada 01+01+01.05. ser usado um determinado parafuso em quantidade 02.02.PLACA DE COMPRESSAO DINAMICA 3. ou seja. no SIGTAP.02.0 . Mas a quantidade utilizada não é a mesma para qualquer dos procedimentos principais informados na AIH.004-8 . Ex: Se forem amputados 3 dedos informar três vezes o mesmo procedimento com a quantidade 01. Para este procedimento parafuso. 06 num terceiro.1 QUANTIDADE MÁXIMA DE OPM (COMPATIBILIDADE) Cada procedimento no SIGTAP tem o atributo quantidade máxima.Qtd: 08 07. Existem várias OPM.REIMPLANTE DO TERCO DISTAL DO ANTEBRACO ATE OS METACARPIANOS OPM: 07.

05. É permitido o registro de 15 sessões de Diálise Peritoneal ou Hemodiálise por AIH.REIMPLANTE OU REVASCULARIZACAO AO NIVEL DA MAO E OUTROS DEDOS (EXCETO POLEGAR) OPM: 07. ser registrado no campo CID Principal ou CID Secundário.05. Os códigos do SIGTAP são os mesmos. 15 15 15 15 15 15 15 15 18. o cadastro do serviço/classificação e do equipamento. em pacientes internados. conforme o caso.02. O estabelecimento de saúde que realiza tomografias deve ter.0 .019-0 03. em seu CNES. permitindo liberação de quantidade. 39 MANUAL TÉCNICO-OPERACIONAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÕES HOSPITALARES Versão Abril 2011 .107-0 . sem necessidade de liberação de quantidade.08.02. É permitido o registro de uma sessão/dia de Hemodiálise ou Diálise Peritoneal durante os dias de internação do paciente. A realização do procedimento dialítico em UTI só pode ocorrer quando a situação clínica do paciente exigir sua permanência nessa Unidade. como procedimentos especiais.05.015-8 03.02.02.Qtd: 01 17.01.01.05.Qtd: 04 07. DIÁLISE PERITONIAL E HEMODIÁLISE O registro de Hemodiálise e Diálise Peritoneal é permitido em casos de Insuficiência Renal Aguda. e necessita autorização do Diretor Clínico ou do Órgão Gestor: CÓDIGO 03. uma vez que este procedimento admite liberação de crítica de quantidade e verifica se a quantidade de dias de internamento é compatível com a quantidade de sessões de hemodiálise. podem ser registrados tomografias de diferentes partes do corpo humano ou órgãos numa mesma AIH. No entanto. tanto para a modalidade ambulatorial como hospitalar.05.05.FIO MONONYLON 9.013-1 03.014-0 PROCEDIMENTO HEMODIÁLISE PARA PACIENTES RENAIS AGUDOS/CRÔNICOS AGUDIZADOS DIÁLISE PERITONEAL PARA PACIENTES RENAIS AGUDOS HEMOPERFUSÃO ULTRA FILTRAÇÃO HEMODIÁLISE CONTÍNUA HEMOFILTRAÇÃO CONTÍNUA HEDIAFILTRAÇÃO CONTÍNUA HEMOFILTRAÇÃO QUANT. O registro desses procedimentos é realizado na tela Procedimentos Realizados do SISAIH01.05.01.004-2 03. Um determinado código de tomografia só deve ser registrado numa AIH uma única vez.003-4 03. na tela Procedimentos Realizados. TOMOGRAFIA COMPUTADORIZADA E RESSONÂNCIA MAGNÉTICA Os exames de Tomografia Computadorizada podem ser registrados no SISAIH01.03.07.002-1 03. assim como a existência de profissional com CBO de especialista.04.001-4 03.PLACA SEMITUBULAR 2.018-0 .027-0 .01.08.01. assim como seus valores.7 MM (INCLUI PARAFUSOS) .03.01. O código CID de Insuficiência Renal deverá.

Não é permitido este registro no BPA-I do SIA/SUS do estabelecimento onde o exame foi realizado. ESTUDOS HEMODINÂMICOS. registrados no SIH/SUS.A tomografia é um exame complementar que auxilia no esclarecimento diagnóstico ou no acompanhamento de pacientes com diagnóstico firmado. O pagamento ao executante será feito conforme as condições definidas por ambas as partes. esta marcação só será válida se ele realmente for credenciado pelo gestor para atendimento ao SUS. o paciente está sendo assistido sob regime de internação em outra unidade. A cessão de crédito não se aplica aos estabelecimentos de natureza pública. mesmo que o paciente tenha realizado a tomografia em outro estabelecimento. É necessário também que. É necessária a autorização do Diretor Geral. mas o registro da realização da tomografia deve ser feito na AIH que pertence ao hospital onde ele está internado. o CNES do hospital onde o paciente está internado. no campo executante. pois. No entanto. deve ser informado o CNES de onde o paciente está internado. ARTERIOGRAFIA. não tendo nenhuma implicação legal específica para o SUS. se o estabelecimento onde o paciente está internado for público. no campo Apurar Valores. Os exames. o CNES do estabelecimento onde o paciente realizou a tomografia deve ser registrado no campo Apurar Valores e constar como Terceiro no CNES do estabelecimento onde o paciente está internado. obrigatoriamente. Então. não podendo ser autorizado e registrado no SIA/SUS. Quanto ao estabelecimento que vai receber o valor da tomografia. mesmo não sendo credenciado junto ao SUS pelo gestor local e conste como Terceiro do estabelecimento no qual o paciente está internado. É obrigatório que o estabelecimento executante tenha o CNES. ou pelos termos do contrato. 19. Para o registro destas tomografias no SISAIH01. Se o gestor não optar pela cessão de crédito. deve ser digitado na tela de Procedimentos Realizados. no CNES do executante. portanto não é exigido que o estabelecimento seja habilitado em neurologia ou ortopedia. uma vez que para estes não é previsto a terceirização e nem a desvinculação de honorários. é prerrogativa do gestor local optar por ceder ou não o crédito a terceiro. o CNES do estabelecimento que de fato realizou o exame. Todas as definições e parâmetros aplicados à tomografia se aplicam totalmente aos exames de ressonância magnética. deverá ser informado no campo Apurar Valores. No caso de ceder o crédito. Diretor Clínico ou do órgão Gestor para a realização de tomografias em pacientes internados. mesmo que seja realizado em outro estabelecimento. naquele período. NEURORADIOLOGIA E RADIOLOGIA INTERVENCIONISTA 40 MANUAL TÉCNICO-OPERACIONAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÕES HOSPITALARES Versão Abril 2011 . esteja “marcado” que o mesmo está à disposição do SUS. O paciente internado pode ser levado em ambulância para realizar uma tomografia em outro estabelecimento. se houver. quando realizados em paciente internado deverão ser.

REVASCULARIZACAO MIOCARDICA C/ USO DE EXTRACORPOREA (C/2 OU MAIS ENXERTOS)  04.021-2 . autorizado pelo Diretor Geral.06.02.120-6 . CÓDIGO 02.01.TROCA VALVAR C/REVASCULARIZACAO MIOCARDICA  04.03.03.002-8 CATETERISMO CARDIACO EM PEDIATRIA é compatível com os seguintes procedimentos principais:  03.06.004-2 .021-2 .001-4 .01.01.002-2 .03.ANGIOPLASTIA CORONARIANA C/IMPLANTE DE DUPLA PROTESE INTRALUMINAL ARTERIAL  04.01.095-1 .06. esses exames devem ser realizados ambulatorialmente.11.TRATAMENTO DE DOENÇA REUMATICA S/CARDITE  03.TRATAMENTO DE CARDIOPATIA ISQUEMICA CRONICA  03.06.06. O procedimento especial 02.06.001-0 .019-0 .TRATAMENTO DE INFARTO AGUDO DO MIOCARDIO  03.01.03.TRATAMENTO DE INSUFICIENCIA CARDIACA  04.02.002-8 – CATETERISMO CARDIACO EM PEDIATRIA.092-7 .02.06. é autorizada a inclusão do código do procedimento de anestesia e o registro deve ser feito na tela Procedimentos Realizados.01.06.Quando um desses exames for necessário por intercorrência da patologia que motivou a internação.REVASCULARIZACAO MIOCARDICA S/ USO DE EXTRACORPOREA  04.02.06.ANGIOPLASTIA CORONARIANA  04.06.094-3 .TRATAMENTO DE INSUFICIENCIA CARDIACA  03.002-8 02.REVASCULARIZACAO MIOCARDICA C/USO DE EXTRACORPOREA  04.02.012-3 .06.028-0 TRATAMENTO DE SINDROME CORONARIANA AGUDA  04. Em qualquer outra circunstância.093-5 . Diretor Clínico ou pelo Gestor do SUS.REVASCULARIZACAO MIOCARDICA C/USO DE EXTRACORPOREA (C/2 OU MAIS ENXERTOS) 41 MANUAL TÉCNICO-OPERACIONAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÕES HOSPITALARES Versão Abril 2011 . deve ser justificado pelo médico assistente.11.CATETERISMO CARDIACO é compatível com os seguintes procedimentos principais:  03.06.ANGIOPLASTIA CORONARIANA C/IMPLANTE DE PROTESE INTRALUMINAL O procedimento especial 02.11.03.06.03.06.11.093-5 .06. informando o CPF e CBO de quem realizou a anestesia.092-7 .11.03.03.01.REVASCULARIZAÇÃO MIOCARDICA C/ USO DE EXTRACORPOREA  04.001-0 DESCRIÇÃO ATUAL CATETERISMO CARDIACO EM PEDIATRIA CATETERISMO CARDIACO Na realização do procedimento 02.REVASCULARIZACAO MIOCARDICA S/ USO DE EXTRACORPOREA (C/2 OU MAIS ENXERTOS)  04.06.03.003-0 .

003-0 .07. Deve ser informado o CPF e CBO do médico que realizou o procedimento.06.ANGIOPLASTIA CORONARIANA C/IMPLANTE DE DUPLA PRÓTESE INTRALUMINAL ARTERIAL  04.REVASCULARIZACAO MIOCARDICA S/USO DE EXTRACORPOREA  04.001-4 . ALBUMINA HUMANA É a Albumina Humana é uma solução protéica. Necessita de autorização do Diretor Clínico ou do Gestor.º 765/2005.º 247/2000 estabelece padrões de referência para adoção de conduta terapêutica de Albumina Humana no âmbito do SUS.06. estéril e apirogênica de origem plasmática. 21.01. quando for o caso.03.ANGIOPLASTIA CORONARIANA  04. 20. O código 02. 42 MANUAL TÉCNICO-OPERACIONAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÕES HOSPITALARES Versão Abril 2011 .TROCA VALVAR C/REVASCULARIZACAO MIOCARDICA  04. 10 da Portaria SAS/MS n.REVASCULARIZACAO MIOCARDICA S/USO DE EXTRACORPOREA (C/2 OU MAIS ENXERTOS)  04. icterícia neonatal ou sepsis em pediatria. portanto não deve ser colocado na AIH.01.06. Os procedimentos especiais diagnósticos neurointervencionistas (Arteriografias) relacionados no Art. obtida por fracionamento de plasma ou soro humano e que corresponde eletroforeticamente à fração albumina do plasma. Preencher só o campo de identificação do executante. obedecendo às compatibilidades entre procedimentos. TRANSFUSÃO DE SUBSTITUIÇÃO/TROCA (EXSANGÜINEOTRANSFUSÃO) É realizada nos casos de Incompatibilidade ABO/Rh. a opção apurar valor para “terceiros” através de registro no CNES do estabelecimento responsável pelos exames pré transfusionais.02.03.03.01. obrigatoriamente têm que ter em seus laudos as descrições das devidas mensurações angiográficas digitais e as fotos dos respectivos aneurismas. A Portaria SAS/MS n.002-2 . 04.06.02.047-9 – PROVA DE COMPATIBILIDADE PRÉ TRANSFUSIONAL também deve ser registrado na mesma tela. O registro deste procedimento deve ser feito na tela Procedimentos Realizados do SISAIH01.095-1 .094-3 . o CPF do profissional que realizou o procedimento. no campo apurar valor para. Deve ser registrada na tela Procedimentos Realizados e a quantidade máxima é de 05 sessões. Está no SIGTAP com o código 06.06. cabendo.001-9 – ALBUMINA HUMANA 20 POR CENTO (FRASCO-AMPOLA DE 50 ML). O pagamento da exsanguineotransfusão é efetuado diretamente ao hospital.06. sendo permitido o registro de até 99 frascos.ANGIOPLASTIA CORONARIANA C/IMPLANTE DE PROTESE INTRALUMINAL Procedimentos Especiais de Cintilografia devem ser registrados na tela Procedimentos Realizados do SISAIH01.120-6 .03.

pelo menos. O serviço que efetua menos de 60 transfusões por mês pode ser suprido de sangue e componentes por serviço de hemoterapia externo. No caso dos procedimentos relacionados aos exames pré transfusionais serem realizados utilizando serviços de hemoterapia terceirizados. XVI – mediastinite. Para os hospitais que tenham serviço próprio de Medicina Transfusional (Serviço de Hemoterapia . quantidade transfundida e nome do técnico responsável pela liberação. ascite não responsiva ao tratamento clássico.Indicações: I – choque: séptico. Desde a implantação da Portaria SAS/MS n. 22. III – síndrome nefrótica associada a edema refratário aos diuréticos e associados à oligúria. Quando da transfusão de sangue ou hemocomponente. XII – hemorragia meningea espontânea. IX – plasmaferese e exsanguineotransfusão parcial. apurando valor para o mesmo. nome legível e número do CRM local. HEMOTERAPIA De acordo com a RDC ANVISA n.º 153/2004. VIII – peritonite com drenagem externa. IV – dermatites esfoliativas generalizadas. deverá ser registrado no prontuário do paciente as informações referentes ao produto: número da bolsa. VI – fistulas liquóricas ou derivação ventricular externa. deve ser informado o CNES do serviço executante responsável. com assinatura.Agencia Transfusional) os procedimentos registrados na AIH devem informar nos campos Executante e Apurar Valor. XV – reposição volêmica com indicação de colóide. edema genital associado não responsivo à terapêutica clássica. Preencher apenas o campo Executante. 22. com 43 MANUAL TÉCNICO-OPERACIONAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÕES HOSPITALARES Versão Abril 2011 . XVII – cirurgias externas de abdômen. insuficiência hepática aguda. os procedimentos de coleta/processamento e sorologia são registrados apenas na modalidade ambulatorial no sistema SIA/SUS. V – diálise associada à hipoalbuminemia. hipovolêmico associado à hipoalbuminemia grave. X – queimaduras. O pagamento da transfusão é efetuado diretamente ao hospital. tipo de hemocomponente. portanto não deve ser colocado na AIH o CPF do profissional que realizou o procedimento no campo Apurar Valor Para.º 163/1993. VII – hipoalbuminemia grave. o sangue só deve ser liberado para transfusão em pacientes mediante solicitação por escrito ou prescrição do médico requisitante. ou que efetue mais de 60 (sessenta) transfusões por mês. XIX – insuficiência cardíaca. XI – transplante hepático. II – doença hepática: crônica associada à hipoalbuminemia grave. cadastrado como terceiro pelo Hospital.º 163/1993). deve contar com. o CNES do próprio hospital. XIII – pré-eclampsia grave.1 AGÊNCIA TRANSFUSIONAL O hospital que realiza intervenções cirúrgicas de grande porte. Pode ser usado inclusive o selo ou carimbo para esta identificação (Portaria SAS/MS n. XIV – enteropatia com perda de proteína. XVIII – by pass cardiopulmonar com hemodiluição. uma Agência Transfusional (AT) dentro das suas instalações.

No caso do sangue ou derivados serem apenas transfundidos no paciente no hospital onde o mesmo está internado. Programada. a se realizar dentro das 24 horas. Não urgente. 22.004-1 03. ou De extrema urgência. (com o respectivo volume ou quantidade).3 ATO TRANSFUSIONAL Toda transfusão de sangue ou componentes sanguíneos deve ser prescrita por um médico e deve ser registrada no prontuário do paciente no hospital. a realizar dentro das 3 horas. b. os números e a origem dos hemocomponentes transfundidos. No formulário devem constar. bem como a data em que a transfusão foi realizada. mas o produto (sangue ou derivados) seja trazido de outro estabelecimento de saúde.06.06. pode ser registrado apenas o ato transfusional na AIH do paciente. tipo da transfusão.008-4 PROCEDIMENTOS DE HEMOTERAPIA AFERESE TERAPEUTICA APLICACAO DE FATOR IX DE COAGULACAO APLICACAO DE FATOR VIII DE COAGULACAO SANGRIA TERAPEUTICA TRANSFUSAO DE CONCENTRADO DE GRANULOCITOS TRANSFUSAO DE CONCENTRADO DE HEMACIAS TRANSFUSAO DE CONCENTRADO DE PLAQUETAS TRANSFUSAO DE CRIOPRECIPITADO 44 MANUAL TÉCNICO-OPERACIONAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÕES HOSPITALARES Versão Abril 2011 .2 TRANSFUSÃO SANGUÍNEA Requisições de Sangue e Hemocomponentes para Transfusão: As solicitações para transfusão de sangue ou componentes devem ser feitas em formulários específicos que contenham informações suficientes para uma correta identificação do receptor.contrato formalmente estabelecido. antecedentes transfusionais. pelo menos. Todo serviço que tenha atendimento de emergência ou obstetrícia ou que realize cirurgias de médio porte.02. na produção do Hemocentro ou estabelecimento no qual os exames tenham sido de fato realizados.06. prevendo o suprimento em caso de transfusão de extrema urgência. Os exames pré-transfusionais devem ser registrados no SIA/SUS. 22. a assinatura e o número do CRM do médico solicitante. inadequada ou ilegível não deve ser aceita pelo serviço de hemoterapia. deve ter contrato formalmente estabelecido com serviço de hemoterapia.007-6 03.005-0 03. quando o retardo na administração da transfusão pode acarretar risco para a vida do paciente.003-3 03. a data.02.02. a transfusão pode ser classificada em: a.06.02. hemocomponente solicitado. CODIGO 03.06. para determinado dia e hora.02. peso. número do prontuário ou registro do paciente. d.001-7 03.006-8 03.02. diagnóstico. Urgente.06. os seguintes dados: nome e sobrenome do paciente.06.06. sendo obrigatório que fique registrado no prontuário. Quanto ao tipo. c. idade. número do leito (no caso de paciente internado).02. resultados laboratoriais que justifiquem a indicação do hemocomponente. Uma requisição incompleta.002-5 03.02. sexo.

02.06.HEMOTERAPIA/HEMATOLOGIA . que realiza o ciclo do sangue.06. testes sorológicos. distribuição e transfusão de sangue de maneira total ou parcial.013-0 03.UNIDADE DE COLETA .7 .012-2 03.HEMOTERAPIA/HEMATOLOGIA .014-9 03.CENTRAL DE TRIAGEM LABORATORIAL DE DOADORES – CTLD  69.011-4 03.HEMOTERAPIA/ HEMATOLOGIA .UC  69.3 . de esfera administrativa pública ou privado.03.02. Os procedimentos de coleta/processamento e sorologia são realizados nos centros de hemoterapia e hematologia e são registrados somente na modalidade ambulatorial no sistema SIA/SUS.1 .4 CENTRO (HEMOCENTRO) DE ATENÇÃO HEMOTERÁPICA-HEMATOLÓGICA É um estabelecimento de saúde que pode prestar serviço de terceiro a outro estabelecimento que emita AIH por meio da realização de procedimentos relacionados aos exames pré transfusionais para análise de compatibilidade sanguínea.AGÊNCIA TRANSFUSIONAL – AT Centro de Atenção Hemoterápica e/ou Hematológica é um estabelecimento isolado. processamento. Este Centro pode estar envolvido nas atividades relacionadas ao diagnóstico e tratamento ambulatorial e hospitalar de doenças hematológicas.COORDENADOR (antigo HEMOCENTRO)  69.009-2 03. Não cabe registro na AIH de atos relacionados aos processos de coleta/processamento e sorologia destinados à produção de bolsas de hemocomponentes que são informados pelos Hemocentros exclusivamente através do SIA/SUS. o tipo de estabelecimento 69 .REGIONAL  69. desde a captação do doador. 45 MANUAL TÉCNICO-OPERACIONAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÕES HOSPITALARES Versão Abril 2011 .UNIDADE DE COLETA E TRANSFUSÃO – UCT  69.02.NUCLEO  69.6 . testes imunohematológicos.02.2 .06.06.015-7 TRANSFUSAO DE PLAQUETAS POR AFERESE TRANSFUSAO DE PLASMA FRESCO TRANSFUSAO DE PLASMA ISENTO DE CRIOPRECIPITADO TRANSFUSAO DE SANGUE/COMPONENTES IRRADIADOS TRANSFUSAO DE SUBSTITUICAO/TROCA (EXSANGUINEOTRANSFUSÃO) TRANSFUSAO DE UNIDADE DE SANGUE TOTAL TRANSFUSAO FETAL INTRA-UTERINA 22. e seus subtipos:  69.06.CENTRO DE ATENCAO HEMOTERAPICA E/OU HEMATOLOGICA. A Portaria SAS/MS n.010-6 03.4 .02.02.5 .02.º 198/2008 incluiu no SCNES.06.06.

12.06.02.06.006-8TRANSFUSAO DE CONCENTRADO DE HEMACIAS 03.06.008-4TRANSFUSAO DE CRIOPRECIPITADO 03.007-6TRANSFUSAO DE CONCENTRADO DE PLAQUETAS 03.01.22.014-9TRANSFUSAO DE UNIDADE DE SANGUE TOTAL Legenda: CP – Concentrado de Plaquetas CPF – Concentrado de Plaquetas com Filtro CPA – Concentrado de Plaquetas por Aférese CH – Concentrado de Hemácias CHF – Concentrado de Hemácias com Filtro CHL – Concentrado de Hemácias Lavadas CHD – Concentrado de Hemácias Deleucocitada CHPL – Concentrado de Hemácias Pobre em Leucócitos CHA – Concentrado de Hemácias Aliquotado PL – Plasma Fresco CRIO – Crioprecipitado SANGRIA – Sangria ST – Sangue total Estes procedimentos são especiais na AIH.02.01.002-6EXAMES PRE-TRANSFUSIONAIS I 02.06.12.02.06.02.009-2TRANSFUSAO DE PLAQUETAS POR AFERESE 03.5 Orientações para Registro de Hemoterapia na AIH CÓDIGO PROCEDIMENTO PRODUTO CHD ou CP CPF CPA CH CHF CHL CHA PL CRIOSANGRIA ST CHPL SIM NÃO NÃO NÃO SIM NÃO NÃO NÃO NÃO SIM NÃO NÃO NÃO SIM NÃO NÃO NÃO NÃO SIM NÃO NÃO NÃO SIM NÃO SIM NÃO NÃO SIM SIM NÃO SIM NÃO NÃO NÃO NÃO NÃO SIM SIM NÃO SIM NÃO NÃO NÃO NÃO NÃO SIM SIM NÃO SIM NÃO NÃO NÃO NÃO NÃO SIM SIM NÃO SIM NÃO NÃO NÃO NÃO NÃO SIM SIM NÃO SIM NÃO NÃO NÃO NÃO NÃO SIM NÃO NÃO NÃO NÃO NÃO NÃO SIM NÃO SIM NÃO NÃO NÃO NÃO SIM NÃO NÃO NÃO SIM NÃO SIM NÃO NÃO NÃO NÃO NÃO NÃO SIM SIM NÃO NÃO NÃO NÃO NÃO NÃO SIM 02.003-4EXAMES PRE-TRANSFUSIONAIS II 03.06.02.02. 46 MANUAL TÉCNICO-OPERACIONAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÕES HOSPITALARES Versão Abril 2011 .010-6TRANSFUSAO DE PLASMA FRESCO 03.02.06.004-1SANGRIA TERAPEUTICA 03.

A quantidade máxima é de 20 por AIH. independente da patologia que gerou o atendimento. Todos os procedimentos de Fisioterapia estão no Grupo 03. colocar o CNES do hospital para permitir apurar valores de forma correta. sob empenho. O instrumento de registro é a AIH Secundária. e apurar valor para o terceiro. Todos os procedimentos de fisioterapia são Procedimentos Especiais na AIH. Eles devem ser registrados na AIH. O hospital público pode ter terceiros. Então deve informar 47 MANUAL TÉCNICO-OPERACIONAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÕES HOSPITALARES Versão Abril 2011 .23. com recolhimento dos tributos previstos em lei para cada caso. assim como a radiologia simples são procedimentos que são realizados de rotina em pacientes sob regime de internação. ANATOMIA PATOLÓGICA Os exames de anatomia patológica são registrados na tela Procedimentos Realizados do SISAIH01. no entanto. 26. Quando o exame for realizado por terceiros deve ser informado o CNES do executante. nem pontos. ULTRA-SONOGRAFIA Os exames de ultra-sonografia são procedimentos especiais na AIH e devem ser registrados no SISAIH01. exceto para os hospitais públicos que não podem ceder crédito a terceiros. RADIOLOGIA Os exames de radiologia simples fazem parte do componente Serviços Hospitalares (SH) do Procedimento. No futuro. Na AIH eles não têm valor. e tem valor próprio que é pago para o estabelecimento informado no campo Apurar Valores do SISAIH01. estes registros podem influenciar na reavaliação de valores da Tabela de Procedimentos do SUS. 24. Os procedimentos de radiologia são Procedimentos Secundários. na tela Procedimentos Realizados. FISIOTERAPIA Os procedimentos relativos à fisioterapia realizados em pacientes internados são registrados na tela Procedimentos Realizados do SISAIH01. para efeito de informação e para estudos posteriores sobre custo hospitalar e de procedimentos. devendo ser registrado. na tela Procedimentos Realizados do SISAIH01. Pode-se dizer que são exames complementares básicos para a avaliação do paciente. PATOLOGIA CLÍNICA Os exames de patologia clínica. por licitação ou convênio de parceria. Estes exames são procedimentos que fazem parte da fração Serviços Hospitalares do SIH. 25. Estes registros podem também auxiliar em estudos sobre custo hospitalar. mesmo não tendo valor ou pontos do SP. podendo ser solicitada liberação de quantidade. 27. Subgrupo 02 e Formas de Organização de 01 a 07. o pagamento deve ser feito mediante contrato formalizado pelo Fundo de Saúde. E no caso do serviço ser do próprio hospital.

 02.005-7 – NECROPSIA: Realizada em serviço de verificação de óbito.02.EXAME ANATOMO-PATOLOGICO DO COLO UTERINO – BIOPSIA: Consiste no exame macro e microscópico de material obtido por biopsia do colo uterino.03.002-2 .03.03. Os procedimentos possíveis são os seguintes:  02.  02.008-1 . terminando com o restabelecimento de todos os reflexos. para diagnostico definitivo e estadiamento cirúrgico do câncer do colo uterino. É de responsabilidade do anestesista a assistência permanente. com ou sem esvaziamento axilar.3 .o CNES do executante quando tiver terceiros.PECA CIRURGICA: Consiste no exame macro e microscópico de peca de ressecção parcial ou total do útero . da consciência e da estabilidade cardiorrespiratória do paciente.004-9 .02.003-0 .006-5 . REGISTRO DE ANESTESIAS NA AIH O ato anestésico se inicia com a avaliação prévia das condições do paciente.03.EXAME ANATOMO-PATOLOGICO DE MAMA PECA CIRURGICA: Consiste no exame macro e microscópio de peca de ressecção parcial ou total de mama.007.  02.02.  02.02. direta e pessoal ao paciente durante o período de duração da anestesia e até a total recuperação pós.  02.02.anestésica.IMUNOHISTOQUIMICA DE NEOPLASIAS MALIGNAS (POR MARCADOR): Consiste na utilização de anticorpos monoclonais (marcadores) para determinar a origem tecidual e o diagnostico definitivo de neoplasias malignas inespecíficas ao exame histopatológico. essenciais para a indicação da hormonioterapia do carcinoma de mama ou de endométrio. não entrando no rateio de pontos dos 48 MANUAL TÉCNICO-OPERACIONAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÕES HOSPITALARES Versão Abril 2011 .EXAME ANATOMO-PATOLOGICO P/ CONGELAMENTO / PARAFINA (EXCETO COLO UTERINO) PECA CIRURGICA.001-4 DETERMINACAO DE RECEPTORES TUMORAIS HORMONAIS: Consiste no exame de espécime tumoral mamário ou de endométrio para a determinação da ausência ou presença de receptores tumorais hormonais para estrogênios e progesterona.  02.  02. com ou sem esvaziamento linfático.02. Maximo de 06 marcadores por paciente. prossegue com a administração de drogas pré-anestésicas até a anestesia propriamente dita.EXAME ANATOMO-PATOLOGICO DO COLO UTERINO . para diagnostico definitivo de modulo mamário.EXAME ANATOMO-PATOLOGICO DE MAMA – BIOPSIA: Consiste no exame macro e microscópio de material obtido por punção de mama por agulha grossa ou por biopsia/exerese cirúrgica.03.03.03. A remuneração dos anestesistas é calculada no percentual de 30% do valor dos Serviços Profissionais (SP).02.02. para diagnostico definitivo e estadiamento cirúrgico de câncer mamário. mas o valor será apurado para o estabelecimento onde o paciente estiver internado.03. 28.

E será pago em separado.004-4 – ANESTESIA GERAL. raquidiana ou raquianestesia). deve ser registrado no SISAIH01 o código do procedimento anestésico com CBO 223104. prolongando alívio da dor sem perda da sensação. bloqueios espinhais (peridural. aplica-se para a anestesia geral. estão incluídos no componente SH. abolição da dor (analgesia/anestesia) e relaxamento do paciente. O valor dos procedimentos de anestesia se refere exclusivamente aos serviços do profissional. O mesmo previsto para a utilização da anestesia regional. na anestesia regional e na analgesia obstétrica para parto normal e está também o CBO do obstetra. O profissional médico que realiza anestesia deve ter no seu cadastro do CNES o código de anestesista. mas por indicação clínica for necessário submeter o paciente a ato anestésico. São técnicas de anestesia regional: bloqueios tronculares. Ocorre a perda reversível da consciência e de todas as formas de sensibilidade.01.01. 49 MANUAL TÉCNICO-OPERACIONAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÕES HOSPITALARES Versão Abril 2011 . possibilitando a realização de qualquer intervenção cirúrgica conhecida. Quando for realizado ato anestésico em procedimento que no SIGTAP não inclui o valor da anestesia no valor do procedimento principal. o código deverá ser registrado na tela Procedimentos Realizados do SISAIH01.006-0 SEDACAO. 04. 28. Quando um procedimento for realizado e não incluir anestesia.2 ANESTESIA GERAL Anestesia Geral é a técnica anestésica que promove inconsciência (hipnose) total.SP da AIH. Para tanto. Os procedimentos específicos de anestesia incluem o CBO de cirurgião geral para anesteia obstétrica para cesariana. bloqueios de plexo.1 ANESTESIA REGIONAL Anestesia regional é uma denominação que engloba uma série de técnicas anestésicas distintas. Nestes casos pode ser informado o CPF do mesmo médico no campo cirurgião e anestesista.01. podem ser registrados os seguintes códigos: 04. em caso de realização de um procedimento para o qual não está prevista a anestesia. 04. sendo registrados na AIH de Queimados da forma descrita no paragrafo anterior. (atributo no SIGTAP – Inclui anestesia). É obtida com agentes inalatórios e/ou endovenosos.17. 28. Os procedimentos para registro de Anestesia em Queimados no SIGTAP passaram a ser os mesmos que para os demais procedimentos.17. tanto na execução.005-2 – ANESTESIA REGIONAL. Este procedimento de anestesia pode ser usado em procedimentos nos quais a anestesia não está incluída no valor total. mas que por condições ligadas ao paciente foi necessária a sua administração. quanto na indicação.17. Os valores referentes a oxigênio. medicamentos e utilização de equipamentos. Estes procedimentos têm valor próprio e devem ser registrados na tela Procedimentos Realizados do SISAIH01. Estas técnicas têm em comum o fato da anestesia ser produzida através de um anestésico local e ser limitada a uma determinada área do corpo. Paralisa uma área específica do corpo para a operação.

29. é exigido que o mesmo esteja cadastrado no CNES daquele estabelecimento com os CBO das duas especialidades. Para que o cirurgião possa atuar como anestesista nos casos descritos acima.003-6 . No caso em que a anestesia for aplicada em procedimentos em que não exige a tela de equipe.001-0 ANESTESIA OBSTETRICA P/ CESARIANA. como os demais procedimentos do SIGTAP. ÓRTESES. na tela Procedimentos Realizados. sendo registrados na AIH de queimados da forma descrita neste item 28 deste manual. o procedimento anestésico deve ser informado. mas acordado.5 ANESTESIA REALIZADA PELO CIRURGIÃO Conforme define a Resolução CFM 1.01.17. sem que ocorra bloqueio de um nervo específico ou plexo ou medula espinhal. 28. O pagamento do anestesista é desvinculado.0028 – ANALGESIA OBSTETRICA P/ PARTO NORMAL. 04. na tela Procedimentos Realizados do SISAIH01.01.4 ANESTESIA LOCAL Anestesia Local é quando ocorre infiltração de um anestésico em uma determinada área do corpo. devendo isto ficar a cargo de outro médico”. não entrando no rateio de valor dos Serviços Profissionais.6 ANESTESIA OBSTÉTRICA/PARTO NORMAL E CESARIANA Os procedimentos de anestesia para obstetrícia foram incluídos na tabela de procedimentos pela Portaria GM/MS n. com o código 04. Para a sedação também se aplicam os mesmos parâmetros da anestesia geral e regional para registro no SISAIH01. em seu Artigo 2º “O médico que realiza o procedimento não pode encarregar-se simultaneamente da administração de sedação profunda/analgesia.28.º 572/2000.3 SEDAÇÃO Sedação é um estado em que o paciente permanece calmo.ANESTESIA OBSTETRICA P/CESARIANA EM GESTACAO DE ALTO RISCO. não havendo registro em separado. 28.7 ANESTESIA EM QUEIMADOS Os procedimentos para registro de anestesia em queimados no SIGTAP passaram a ser os mesmos que para os demais procedimentos. tranqüilo. PRÓTESES E MATERIAIS ESPECIAIS (OPM) 29. 28.17. Este tipo de anestesia está incluído na cirurgia. Os tipos de anestesia são excludentes entre si.1 REGISTRO DE NOTAS FISCAIS NO SISAIH01 50 MANUAL TÉCNICO-OPERACIONAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÕES HOSPITALARES Versão Abril 2011 . Não estando cadastrado a AIH será rejeitada.01.17.670/2003. 28. 04. O procedimento de anestesia obstétrica deve ser registrado.

devendo obrigatoriamente ser observadas as normas vigentes da ANVISA relacionadas às boas práticas de fabricação. com a identificação do paciente. O sistema fará a consistência com cada procedimento principal em que ele foi utilizado. Próteses e Materiais Especiais). o limite das quantidades máximas estabelecidas para cada produto constante do SIGTAP. obrigatoriamente. comercialização e registro de produtos. a fim de instruir os responsáveis pela digitação dos dados do prontuário no SISAIH01. Toda conta hospitalar deve conter a cópia da Nota 51 MANUAL TÉCNICO-OPERACIONAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÕES HOSPITALARES Versão Abril 2011 . O objetivo de registro da Nota Fiscal e CNPJ do fornecedor é permitir o rastreamento do material utilizado naquele paciente. devem ser observadas as compatibilidades entre procedimento principal e OPM. é obrigatório o controle radiológico pré e pós-operatório. próteses e materiais especiais são de inteira responsabilidade dos hospitais. A cópia da Nota fiscal deve ficar anexada ao prontuário do paciente. As OPM deverão ser registradas logo após o procedimento principal que deu origem a essa utilização e o sistema faz consistência com cada um deles. o sistema não permite o pagamento das OPM e a AIH será rejeitada. ou mais de uma unidade da OPM utilizada no procedimento do paciente. as metaloses. O SIHD importa mensalmente a Tabela de Fornecedores Cadastrados na ANVISA e faz o batimento com o CNPJ informado na AIH. Deve ser anexada cópia da Nota Fiscal que contém o material utilizado. para serem comercializadas têm que. Os estabelecimentos de saúde públicos e privados prestadores de serviços para o SUS deverão informar o CNPJ do Fornecedor do material e o número da Nota Fiscal correspondente na tela Procedimentos Realizados do SISAIH01. Em caso de implantes de produtos radiopacos. cirurgia múltipla e procedimentos seqüenciais de coluna em ortopedia e/ou neurocirurgia).As órteses. que abrirá uma tela específica para preenchimento destes dados obrigatórios. O fornecedor não constando deste arquivo da ANVISA. possuir registro na ANVISA. Na utilização de OPM relacionadas ao ato cirúrgico. na maioria das vezes número variável de OPM e que serão usadas em Procedimentos Realizados em vários pacientes. publicado em Diário Oficial da União. próteses e materiais especiais. A aquisição das órteses. em casos de problemas decorrentes do uso de OPM. uma vez que estas OPM são adquiridas nos hospitais públicos a partir de processos licitatórios. mesmo que na nota constem também outros materiais não utilizados naquele paciente. No GRUPO 07 do SIGTAP estão discriminadas todas as OPM autorizadas pelo SUS. como por exemplo. Não é necessária a emissão de uma nota fiscal para cada OPM com o nome do paciente no qual a OPM foi utilizada. Nestas compras por licitação as Notas Fiscais emitidas contém. No caso de repetição do procedimento realizado na tela Procedimentos Realizados do SISAIH01 (politraumatizado. No SIGTAP está disponível para consulta um relatório completo com as compatibilidades e excludências entre procedimentos e OPM (Órteses. independente da origem.

01. já que só será pago o material que for utilizado. conjunto de tubos.04. os conjuntos para circulação Extra Corpórea (CEC).021-5 (30 DIAS ATÉ 12 ANOS) CONJUNTO PARA CIRCULAÇÃO EXTRACORPÓREA NEONATAL (CEC) 07. esta não é uma exigência do SUS. devem ser anexadas as cópias da Nota Fiscal de cada um dos componentes/materiais usados naquele paciente.04. Vários outros procedimentos de OPM são formados por conjuntos e também deve ser observada a mesma regra para registro dos dados no SISAIH01.04. assim como laudos. (licitações.02. na medida em que este uso for ocorrendo.019-3 07.012-1 07.02.010-3 07. nome e quantidade do material. Conforme a política de Alta Complexidade há parâmetros definidos para a utilização de determinadas OPM.01. data da internação e nome do paciente. Para o caso de hospitais da rede complementar do SUS (filantrópicos e privados) que compram OPM em consignação.022-3 07.02.02. A comunicação de uso é um formulário que é preenchido no bloco cirúrgico e contém o código. filtros de linha.01.02.02. exemplos: 52 MANUAL TÉCNICO-OPERACIONAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÕES HOSPITALARES Versão Abril 2011 .02.02. e deve ser arquivados no prontuário médico.02.021-5 07.04. as quais podem ser verificadas por auditorias.02.011-1 07.02. são eles: CODIGO 07.009-0 07.020-7 07.05.018-5 07. que no SIGTAP estão assim codificados: CÓDIGO DESCRIÇÃO CONJUNTO PARA CIRCULAÇÃO EXTRACORPÓREA ADULTO (CEC) 07. No entanto.04. reservatório para cardiotomia.Fiscal da OPM utilizada.02.02.019-3 (ACIMA DE 12 ANOS) CONJUNTO PARA CIRCULAÇÃO EXTRACORPÓREA PEDIÁTRICO (CEC) 07. por exemplo). número da AIH.020-7 (ZERO ATÉ 30 DIAS) O conjunto para CEC é formado pelos seguintes materiais: oxigenador.012-0 07.04.05.04.013-0 DESCRIÇÃO DO PROCEDIMENTO CONJUNTO DE CATETER DE DRENAGEM EXTERNA E MPIC CONJUNTO DE ELETRODO E EXTENSÃO P/ ESTIMULACAO CEREBRAL CONJUNTO P/ HIDROCEFALIA DE BAIXO PERFIL CONJUNTO PADRÃO P/ HIDROCEFALIA CONJUNTO DE ACESSO HEPÁTICO TRANSJUGULAR CONJUNTO DO SEIO CORONARIO CONJUNTO P/ CIRCULACAO EXTRACORPOREA (ADULTO) CONJUNTO P/ CIRCULACAO EXTRACORPOREA (NEONATAL) CONJUNTO P/ CIRCULACAO EXTRACORPOREA (PEDIATRICO) CONJUNTO P/ VALVOPLASTIA MITRAL PERCUTÂNEA CONJUNTO DESCARTAVEL DE BALÃO INTRA-AORTICO CONJUNTO P/ AUTOTRANSFUSAO Como a compra desses materiais pode ser feita a diferentes fornecedores.01. sendo então necessário tirar tantas cópias de nota fiscal quantas forem necessárias para anexar ao prontuário/AIH.02.04. o hospital deve registrar uma das Notas Fiscais referente a qualquer dos materiais que compõem o conjunto para CEC.04. A Portaria SAS/MS nº 218/2004 incluiu na Tabela de OPM do SIH/SUS. estes poderão solicitar ao fornecedor de OPM uma nota fiscal contendo apenas o nome do paciente. uma vez que no SISAIH01 só há campo para inclusão de uma informação. reservatório para cardioplegia e hemoconcentrador. pareceres médicos que justifiquem a utilização.02.017-7 07. Mas.

02.03.Angioplastia Coronariana Primária (inclui cateterismo) (Portaria SAS n. 07.06.02.º 756/2005 define compatibilidade entre procedimentos de Neurocirurgia e Órtese.012-1 .º 123/2005). 07.05. Quando na AIH for registrada OPM com CNPJ do Fornecedor e o Profissional que realizou o procedimento for do INTO prestando Atendimento Ortopédico no Projeto de Suporte. Desde a unificação das tabelas.ANEL PARA ANULOPLASTIA VALVULAR. Esses atendimentos são realizados pela equipe de profissional. o que critica nos sistemas é o que está no SIGTAP.07.02. a OPM a ser registrada.06.CONJUNTO DESCARTAVEL DE BALAO INTRAAORTICO e 07.02.04. O valor do SH é apurado para o hospital que emite a AIH e corresponde ao estabelecimento onde ocorreu o procedimento. define as OPM da assistência cardiovascular excludentes entre si. A Portaria SAS/MS n. No SIGTAP existe o relatório de Compatibilidade de procedimentos e OPM disponível para impressão e consulta na tela.PROTESE VALVULAR MECANICA BAIXO PERFIL (DISCO).PROTESE VALVULAR BIOLOGICA COM SUPORTE OU ANEL.056-8 .04. Portaria SAS/MS nº 173/2005. no procedimento 04.082-0 .02.067-7 .02.057-6 .04.02. A Portaria SAS/MS nº 123/2005 inclui e altera procedimentos da assistência cardiovascular. utilizando OPM cedida pelo INTO (Portaria SAS/MS n. 07. 07.BOMBA CENTRIFUGA DESCARTAVEL PARA USO EM CIRCULACAO EXTRA CORPOREA (CEC).CATETER DE TERMODILUICAO: o uso desses materiais fica limitado em 10% (dez por cento) sobre o quantitativo total do procedimento de código 04.002-7. Prótese e Materiais Especiais (OPM) constantes das tabelas do SIH/SUS para a assistência ao paciente neurológico e/ou neurocirúrgico.002-9 . 53 MANUAL TÉCNICO-OPERACIONAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÕES HOSPITALARES Versão Abril 2011 .02. Para permitir a rastreabilidade das OPM utilizadas nas cirurgias devem ser anotados os seguintes itens conforme Resolução da ANVISA: 1 LOTE.004-9 .001-6 . não haverá geração de credito referente à OPM e o valor do SP não será apurado nem para o estabelecimento no qual foi realizado o atendimento de suporte e nem em favor do INTO.PROCESSAMENTO DE VALVA CARDIACA HUMANA. devendo ser informado o CNES do INTO. 2 – LOTE E SÉRIE. As OPM utilizadas são levadas do INTO e não adquiridas pelo hospital onde o procedimento foi realizado. relaciona a tabela de compatibilidade entre os procedimentos da Assistência Cardiovascular e OPM.01.03. O Instituto de Traumatologia e Ortopedia (INTO) presta Atendimento Ortopédico no Projeto de Suporte procedimentos cirúrgicos de média e alta complexidade em estabelecimentos públicos ou filantrópicos que necessitem de suporte na área de Ortopedia. 07. não deve exceder ao máximo de 30% (trinta por cento) da freqüência total de cirurgias que utilizam a circulação extracorpórea.04.04. que deve espelhar a definição das portarias.05.º 316/2006).05.054-1 .055-0 PROTESE VALVULAR BIOLOGICA SEM SUPORTE OU ANEL. A Portaria SAS/MS nº 218/2004.PROTESE VALVULAR – MECANICA DE DUPLO FOLHETO. estabelece compatibilidade entre procedimentos especiais e procedimentos e inclui OPM. É permitido o registro de mais de um dos materiais 07.PLASTICA VALVAR E/OU TROCA VALVAR MULTIPLA. 3 – LOTE SÉRIE E NÚMERO DA CAIXA. 05.04.

54 MANUAL TÉCNICO-OPERACIONAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÕES HOSPITALARES Versão Abril 2011 . O Cadastro do serviço terceirizado se efetua no CNES marcando no Módulo Conjunto e deve ser informada a conta corrente.º 1. sob empenho. Serviço de Terapia Nutricional. fornecedoras de produtos. Para que o Estabelecimento de Saúde proceda à cessão de crédito a pessoas jurídicas ou físicas cadastradas no CNES e o estabelecimento que a contrata deverá reconhecê-la como seu serviço de terceiros.br. Banco de Válvula Cardíaca.anvisa. no entanto. materiais especiais.gov. Banco de Órgãos e Tecidos não são conceituados como estabelecimentos de saúde. assinada e carimbada pelo médico assistente e a autorização de utilização pelo Diretor Clínico ou gestor. por licitação ou convênio de parceria. O estabelecimento público pode ter terceiros. É obrigatório constar no prontuário médico a solicitação de uso.2 REGISTRO DE FORNECEDORES DE OPM E CADASTRO NA ANVISA Desde a Portaria GM/MS n. o pagamento deve ser feito mediante contrato formalizado pelo Fundo de Saúde.065 e seguintes do Código Civil que prevêem a Cessão de Crédito como um mecanismo pelo qual o credor pode transferir a terceiros o direito de receber de seu devedor a importância estipulada no documento que a formalizar para quitação de dívida com o cessionário.º 929/2002 aprimorou a regra para Cessão de Crédito para fornecedores de OPM. A cessão de crédito é formalizada com o registro. com recolhimento dos tributos previstos em lei para cada caso. Com base nos Artigos n. deverão estar cadastrados na Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA). O cadastramento na ANVISA assim como as normas básicas de atendimento e cadastros dos agentes regulados pode ser encontrado no endereço eletrônico da ANVISA http://www. com descrição do produto. a critério deste. e apurar valor para o terceiro. Então deve informar o CNES do executante quando tiver terceiros. do número de CGC/MF da empresa fornecedora. Para os Fornecedores de Órteses. Próteses e Materiais Especiais se habilitarem a receber como terceiros os recursos devidos por Estabelecimentos de Saúde vinculados ao SUS para os quais sejam fornecedores.º 707/1999 é facultado ao prestador da rede complementar do SUS proceder à cessão do crédito relativo à OPM. informando no campo do CNES a condição de “terceiro”. Agência e Banco. dados que possibilitem o pagamento direto.No SIGTAP existem vários procedimentos que são definidos como CONJUNTO e cuja composição destes conjuntos pode ser adquirida por fornecedores diferentes. o código e a quantidade da OPM utilizada. portanto em todos estes casos devem observar o mesmo processo descrito para o Conjunto para Circulação Extracorpórea. informações essas já incorporadas ao cadastro da ANVISA. diretamente para o fornecedor. mas o valor será apurado para o estabelecimento onde o paciente estiver internado. Banco de Olhos. após indicação do número da nota fiscal relativa ao fornecimento de OPM. acrescentando ao cadastro daquele órgão. 29. A Portaria SAS/MS n. em campo da AIH. É possível a operacionalização pelos Estabelecimentos de Saúde de pagamentos desvinculados a pessoas jurídicas.

empregado. Este é especial e. D680.Portaria SAS/MS n.05. Envenenamento e Algumas Outras Conseqüências de Causas Externas exige que o CID Secundário seja obrigatoriamente do Capítulo XX do CID 10 cujos códigos estão no intervalo V01 a Y98 – Causas externas de Morbidade e Mortalidade ou ainda os CID D66. No entanto. o procedimento para registros de causas externas e doenças relacionadas ao trabalho é o código 08. seja para as reposições volêmicas rápidas na instabilidade hemodinâmica ou para a administração de medicamentos.  CNPJ da empresa. Portaria GM/MS n. o qual deve comunicar à Vigilância Epidemiológica.05. Este procedimento foi incluído na Tabela pela Portaria Conjunta SE/SAS n. de acordo com a regra do SIGTAP. hemoderivados ou soluções.02.º 88/2001. e estabelece mecanismos para incentivar as atividades assistenciais relacionadas à identificação das causas externas.002-0 – NOTIFICACAO DE CAUSAS EXTERNAS E DE AGRAVOS. contidos na janela específica do SISAIH01.02. os estabelecimentos de saúde.02.º 381/2009 uniformizou os procedimentos de acessos venosos centrais de média e de longa permanência.081-4 – Cateter Venoso Central Mono lúmen têm valor zero no SIGTAP. desempregado.009-1 . mas está na mesma regra.02.1NOTIFICAÇÃO DE CAUSAS RELACIONADOS AO TRABALHO EXTERNAS E DE AGRAVOS A Portaria GM/MS n. O responsável técnico pelo hospital atende o paciente é responsável pela emissão da notificação. públicos e privados.º 737/2001 aprova a Política Nacional de Redução da Morbimortalidade por Acidentes e Violências. no SISAIH01 existe a seguinte crítica: Se o CID principal informado na AIH for do Capítulo XIX do CID 10 – Códigos de S00 a T98 – Lesões. D67.  Vínculo com a Previdência (atividade autônoma. 30. seja em caso de impossibilidade de acesso periférico. 55 MANUAL TÉCNICO-OPERACIONAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÕES HOSPITALARES Versão Abril 2011 . É obrigatório nos casos de acidentes e doenças relacionadas ao trabalho o preenchimento na AIH os seguintes campos:  Ocupação (Informar o código da CBO).º 579/2001 torna obrigatório o preenchimento dos campos CID Principal e CID Secundário. D681 ou D684 que não fazem parte deste capítulo. não exigiria o preenchimento de CID. Os procedimentos 07. prestadores de serviços para o SUS que com registro destas OPM na AIH estão obrigados a informar no SISAIH01 o número da Nota Fiscal e o CNPJ do Fornecedor cadastrado na ANVISA para efeitos de Tecnovigilância. Nos casos acima é obrigatório também os preenchimento dos dados de Causas Externas. No SIGTAP. empregador).º 1969/2001 e Portaria SAS/MS n. ao responsável técnico pela saúde do trabalhador do município. mesmo assim. aposentado. nos registros de atendimento à vítima de causas externas e de agravos à saúde do trabalhador na AIH.  Classificação Nacional de Atividades Econômica Resumida (CNAE-R).Cateter para acesso Venoso Central semi/totalmente implantável de longa permanência e 07. por escrito. ACIDENTE DE TRABALHO 30.

1 PARTO NORMAL O Parto Normal pode ser realizado pelo profissional médico e também pelo enfermeiro obstetra conforme define a Lei 7498/86 e Decreto 94. 56 MANUAL TÉCNICO-OPERACIONAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÕES HOSPITALARES Versão Abril 2011 . ATENDIMENTO EM OBSTETRICIA 32. Com a implantação do SIGTAP houve a unificação dos vários procedimentos relativos ao Parto Normal em um único procedimento. o valor do SP não pode ser desvinculado. VIDEOLAPAROSCOPIA Desde 2006. deve ser emitida nova AIH com o código 03. O motivo de saída será 5.10. quanto no momento em que forem concedidos aumentos na remuneração dos procedimentos do SIGTAP. No caso do parto realizado por enfermeiro obstetra. Se houver qualquer intercorrência com a puérpera que teve parto normal antes da alta hospitalar que obrigue a realização de uma cirurgia está caracterizada a necessidade de emissão de nova AIH por mudança de clínica obstétrica para cirúrgica. após chegar à unidade.03. a competência para habilitação dos estabelecimentos para realização dos procedimentos de Cirurgia por Videolaparoscopia pelo SIH/SUS foi descentralizada para os gestores estaduais/municipais de saúde. o valor do SP pode ser apurado para o CPF do médico que realizou o parto. Estas informações precisam estar devidamente cadastradas no SCNES.º 114/96. Cabe ao gestor local o registro dessas habilitações no SCNES. sendo todo o valor apurado para o estabelecimento no qual o parto foi realizado. Se a histerectomia ocorrer durante o mesmo ato anestésico deverá ser mantido o procedimento já autorizado e cabendo apenas o registro da histerectomia como intercorrência. No caso de médicos. trata-se período expulsivo em transito.31. os estabelecimentos devem atender aos requisitos da Portaria SAS/MS n.406/87. Para se habilitarem a realização dos procedimentos de Cirurgia por Videolaparoscopia. calculado com base no valor base do parto e que permitiu a manutenção dos valores diferenciados para partos realizados em Hospital Amigo da Criança. No caso do tratamento da intercorrência não implicar em intervenção cirúrgica. Este atributo facilitará tanto o registro dos partos no SISAIH01.1 ENCERRAMENTO ADMINISTRATIVO.001-0 TRATAMENTO DE COMPLICACOES RELACIONADAS PREDOMINANTEMENTE AO PUERPÉRIO. No caso de parto realizado na ambulância ou a caminho da maternidade. E foi incorporado aos atributos do procedimento o atributo “incremento” que corresponde a um percentual a mais. quais sejam: ter cadastrado no CNES cirurgião especialista em videolaparoscopia e disporem de videolaparoscópio. recebendo os cuidados necessários. considera-se o laudo de AIH com o procedimento de Parto Normal. com os respectivos serviço/classificação. Parto seguido de histerectomia dentro das primeiras 24 horas do pós-parto deverá ser solicitada nova AIH. 32.

004-7 08.17.014-5 03.10.001-0 ANESTESIA OBSTETRICA P/ CESARIANA. Devem também ser registrados os procedimentos especiais compatíveis com os procedimentos de 57 MANUAL TÉCNICO-OPERACIONAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÕES HOSPITALARES Versão Abril 2011 .14. 04.01.11.17. Os procedimentos especiais compatíveis com os procedimentos de Parto Normal são os seguintes: CÓDIGO 02.01.TRATAMENTO DE OUTROS TRANSTORNOS MATERNOS RELACIONADOS PREDOMINANTEMENTE A GRAVIDEZ e também exige que o estabelecimento tenha habilitação para o Atendimento Secundário e Terciário à Gestante de Alto Risco.002-0 04.10.01.002-6 PARTO CESARIANO EM GESTAÇÃO DE ALTO RISCO As intercorrências clínicas ou relacionadas à própria gestação devem ser registradas com os códigos: CÓDIGO PROCEDIMENTO TRATAMENTO DE OUTROS TRANSTORNOS MATERNOS 04.01.01.01.3 PARTO GEMELAR E EXAME VDRL NA GESTANTE Quando o parto for gemelar deve ser registrado o procedimento realizado com o código de parto normal ou cesariana.002-6 .001-2 08.01.01. O procedimento de origem hospitalar 35031018 INTERCORRENCIA OBSTETRICA NA GRAVIDEZ EM GESTANTE DE ALTO RISCO.32.2 ATENDIMENTO À GESTAÇÃO DE ALTO RISCO Os procedimentos 03.PARTO CESARIANO EM GESTACAO DE ALTO RISCO só podem ser realizados em estabelecimentos com habilitação para o Atendimento Secundário ou Terciário à Gestante de Alto Risco.17.PARTO NORMAL EM GESTACAO DE ALTO RISCO e 04.005-6 RELACIONADOS PREDOMINANTEMENTE À GRAVIDEZ 03.01.11. O Sistema Estadual de Referência Hospitalar no Atendimento à Gestante de Alto Risco é composto de Unidade Secundária e Terciária e os códigos para registro de partos nestas unidades são os seguintes: CÓDIGO PROCEDIMENTO 03.01.10. de acordo com a Portaria GM/MS n.10.02.03.01.005-8 03.03.003-6 ANESTESIA OBSTETRICA P/ CESARIANA EM GESTAÇÃO DE ALTO RISCO.002-8 06.01. no SIGTAP sob o código 0411020056 .04.01.004-4 TRATAMENTO DE INTERCORRÊNCIAS CLÍNICAS NA GRAVIDEZ 32.03.17.003-9 PROCEDIMENTO REAÇÃO DE HEMAGLUTINACÃO (TPHA) P/ DIAGNÓSTICO DA SÍFILIS TESTE RÁPIDO PARA DETECÇÃO DE HIV EM GESTANTE TESTE RÁPIDO PARA DETECÇÃO DE INFECÇÃO PELO HIV PRIMEIRA CONSULTA DE PEDIATRIA AO RECÉM-NASCIDO ATENDIMENTO AO RECÉM-NASCIDO EM SALA DE PARTO ANALGESIA OBSTÉTRICA P/ PARTO NORMAL CABERGOLINA 0.01.01.01.01.004-7 PARTO NORMAL EM GESTAÇÃO DE ALTO RISCO 04.004-0 02.109-8 02.02.14.º 3477/1998.5 MG (POR COMPRIMIDO) (INIBIDOR DA LACTAÇÃO) INCENTIVO AO REGISTRO CIVIL DE NASCIMENTO INCENTIVO AO PARTO (COMPONENTE I) QUANT 01 01 01 01 01 01 02 01 01 São excludentes entre si os seguintes Procedimentos Especiais: 04. 04.002-8 ANALGESIA OBSTETRICA P/ PARTO NORMAL.004-7 .11.

Deve ser registrado exclusivamente na tela Procedimentos Realizados das AIH de todos os partos.03. 58 MANUAL TÉCNICO-OPERACIONAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÕES HOSPITALARES Versão Abril 2011 . A dose é de 02 comprimidos em dose única. e o registro nas AIH de partos.001-2 . PROTEINURIA E TRANSTORNOS HIPERTENSIVOS NA GRAVIDEZ 03. AIH de parto sem registro do código do procedimento de VDRL será rejeitada pelo SIHD/SUS. Dá alta por permanência ou por encerramento administrativo e abre nova AIH para a cesariana.03.TRATAMENTO DE EDEMA.002-8 . Devem ser registrados no SISAIH01 todos os códigos de registro civil.10.10: 03. para intercorrências clínicas na gravidez e controle de gestantes de alto risco.14. É necessário o consentimento verbal da mãe para que se realize o teste rápido para detecção de HIV. Nesta AIH.02.5MG (POR COMPRIMIDO). inclusive os dados de registro civil se houver.117-9 .CABERGOLINA 0.003-6 . O resultado do exame de VDRL deverá ser anexado ao prontuário médico.01.03.TRATAMENTO DE ECLÂMPSIA 03. Quando a gravidez é gemelar e ocorre alguma complicação na ocasião do parto resultando em que um dos fetos nasce por parto normal e o outro vai exigir que seja realizada uma cesariana.TRATAMENTO DE INTERCORRÊNCIAS CLINICAS NA GRAVIDEZ. na tela de Procedimentos Realizados do SISAIH01.parto na tela de Procedimentos Realizados do SISAIH01. mas todos admitem permanência a maior. Caso positivo. a notificação é compulsória. É obrigatória a realização de 02.03.03. 32.005-8 .4 TESTE RÁPIDO PARA DETECÇÃO DE HIV EM GESTANTES O procedimento 02.10.5 INTERNAMENTO PARA CONTROLE DE GESTAÇÃO DE ALTO RISCO Quando for necessário. Esta situação não era permitida antes da implantação da Tabela Unificada.03. O parto gemelar gera apenas uma (01) AIH no nome da mãe. conforme a quantidade de recém nascidos.10. a paciente pode ser tratada sob regime hospitalar e os códigos que podem ser utilizados como procedimentos principais são os do Grupo 03.VDRL PARA DETECÇÃO DE SÍFILIS EM GESTANTE em todas as parturientes internadas nos estabelecimentos hospitalares integrantes do SUS. independente da classificação de gestação de baixo risco ou alto risco.004-4 . 32. devem ser informados os dados de cada um dos recémnascidos. passa a ser um caso de emissão de nova AIH para a mesma paciente numa mesma internação.04. sendo compatível com qualquer tipo de parto. pois o parto normal era classificado como Clínica Obstétrica.TESTE RÁPIDO PARA DETECÇÃO DE INFECÇÃO PELO HIV deve ser realizado em todos os partos para controle e tratamento da doença. No caso de positividade para o teste rápido de detecção de HIV deve ser administrado o inibidor de lactação para tais puérperas e registrado na AIH com o código 06. Estes três procedimentos têm média de permanência no SIGTAP de 03 dias.

testemunhado em relatório escrito e assinado por dois médicos. visando a desencorajar a esterilização precoce. exceto nos casos de comprovada necessidade. a responsabilidade pelo registro das habilitações no SCNES para que os estabelecimentos possam realizar os procedimentos de Planejamento Familiar/Esterilização (Laqueadura e Vasectomia) pelo SIH/SUS é dos gestores estaduais/municipais de saúde. 33. acesso ao serviço de regulação da fecundidade. vasectomia ou de outro método cientificamente aceito. e comprovar a existência de médico capacitado para realização do ato. código Z30. período no qual será propiciada. No caso da realização da esterilização em pacientes na modalidade hospitalar devem ser registrados os seguintes códigos na tela Procedimentos Realizados do SISAIH01: CÓDIGO 04. sendo vedada por meio de histerectomia e ooforectomia.04. com 2 filhos vivos observados o prazo mínimo de 60 dias entre a manifestação da vontade e o ato cirúrgico.09. Estes procedimentos exigem o registro do CID 10. a indicação deve ser testemunhada em relatório escrito e assinado por dois médicos. PLANEJAMENTO VASECTOMIA) FAMILIAR (LAQUEADURA E De acordo com a Política de Planejamento Familiar. possíveis efeitos colaterais. Neste caso. após a informação dos riscos da cirurgia.4 Deve obrigatoriamente constar no prontuário médico o registro de expressa manifestação da vontade em documento escrito e firmado. Para a realização de esterilização cirúrgica. devendo a mesma ser arquivada junto ao prontuário médico.024-0 04. a pessoa interessada.11. Desde outubro de 2006.2 Em caso de risco à vida ou à saúde da mulher ou do futuro concepto. pelo menos. É obrigatório o preenchimento da ficha de registro de notificação de esterilização.01.018-6 04.004-2 DESCRIÇÃO VASECTOMIA LAQUEADURA TUBÁRIA PARTO CESARIANO C/ LAQUEADURA TUBÁRIA É vedada a esterilização cirúrgica em mulher durante períodos de parto.06. incluindo aconselhamento por equipe multidisciplinar. o estabelecimento deve oferecer todas as demais opções de meios e métodos contraceptivos reversíveis.1 Em homens e mulheres com capacidade civil plena e maiores de 25 anos ou. dificuldades de reversão e opções de contracepção reversíveis existentes. e que estejam habilitado/autorizado para realização dos mesmos (Portaria SAS/MS nº 48/1999). aborto ou até 42º dia do pós-parto ou aborto. por cesarianas sucessivas anteriores.09.2 – Esterilização. quando da realização dos procedimentos Parto Cesariano com Laqueadura Tubária e Vasectomia. 33. ou quando a mulher for portadora de doença de base e a exposição ao segundo ato cirúrgico ou anestésico representar maior risco para sua saúde. 33.3 A esterilização cirúrgica como método contraceptivo somente deve ser executado por laqueadura tubária. 59 MANUAL TÉCNICO-OPERACIONAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÕES HOSPITALARES Versão Abril 2011 .33. só é permitida a esterilização voluntária no SUS nas seguintes condições: 33. Somente podem realizar procedimento de esterilização cirúrgica as instituições que atenderem aos critérios.

34. o número da AIH do recém nascido. 34. desenvolver ou apresentar quadro patológico que implique na manutenção de sua internação.16.03. no entanto deve ser solicitada liberação de quantidade. São permitidas no sistema tantas consultas por AIH quanto forem os recém nascidos. Quantidade de nascidos vivos é o limite para a Primeira consulta em pediatria.003-9 . máscara facial e bolsa para ressuscitação. até que o RN seja entregue aos cuidados da equipe profissional do berçário/alojamento conjunto. O motivo de saída da AIH da mãe pode ser diferente do motivo de saída da AIH do recém nascidoRN.014-5 – PRIMEIRA CONSULTA DE PEDIATRIA AO RECÉM NASCIDO. ASSISTÊNCIA AO RECÉM-NASCIDO (RN) – EMISSÃO DE AIH PARA O RN Deve ser solicitada a emissão de AIH para o RN quando for necessário submetê-lo a tratamento clínico ou cirúrgico. Não entra no rateio de pontos e deve ser registrado com o código 03. Deve constar o número da AIH da mãe no campo AIH anterior da AIH do RN e no campo AIH posterior da AIH da mãe. ainda no período de internamento da mãe. independente da AIH da mãe. medicação apropriada para os casos de 60 MANUAL TÉCNICO-OPERACIONAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÕES HOSPITALARES Versão Abril 2011 . é possível emitir uma AIH para o RN. deve ser solicitada nova AIH. Se após a alta da mãe houver necessidade de assistência hospitalar ao RN por problemas como: icterícia fisiológica.34. Para efetuar o registro deste procedimento o hospital/maternidade deve ter pediatra/neonatologista cadastrado no seu CNES. é preciso colocar os números das AIH anterior e posterior para efeito de regulação da qualidade da assistência e adequada informação para o Banco de Dados Nacional. O limite para a quantidade é o número de nascidos vivos. RN potencialmente infectado ou filho de mãe diabética ou outras patologias que obriguem a permanência do RN.º 572/2000). diferente da AIH da mãe. aspirador de secreções. Mesmo assim.01.2 ATENDIMENTO AO RECÉM-NATO NA SALA DE PARTO O Atendimento ao RN na Sala de Parto consiste na assistência ao RN pelo neonatologista ou pediatra.01.º 096/94 para que o hospital realize este procedimento é preciso que disponha de: mesa de reanimação com fonte de calor radiante. O valor é fixo e apurado para o CPF ou CNES informado no SISAIH01 na tela Procedimentos Realizados.TRATAMENTO DE OUTROS TRANSTORNOS ORIGINADOS NO PERIODO PERINATAL (obriga o preenchimento de AIH anterior e AIH posterior). fonte de oxigênio puro. Este procedimento é exclusivo para os médicos especialistas em pediatria/neonatologia. O código a ser registrado é 03. No caso de o RN. para que seja possível ao hospital ser ressarcido pelo tratamento realizado no RN. De acordo com a Portaria SAS/MS n. desde o período imediatamente anterior ao parto.1 PRIMEIRA CONSULTA DE PEDIATRIA AO RECÉM NASCIDO É o primeiro atendimento do pediatra no berçário (Portaria GM/MS n.

003-9 03. ficarão apenas as informações matrícula da certidão de nascimento.01. Este procedimento é compatível com a AIH onde o procedimento principal seja um dos a seguir descritos.10.003-4 04. O registro deve ser feito na tela Procedimentos Realizados do SISAIH01. a nova Certidão de Registro Civil de Nascimento.01. os dois últimos dígitos são os dígitos verificadores que poderão ser "xx". termo.11. nome do recém nascido.01.01. O preenchimento do campo matrícula de acordo com as posições abaixo:      1ª a 6ª .002-6 04.código 55 11ª a 14ª .3 REGISTRO CIVIL DE NASCIMENTO Cadastrado pelo procedimento 08. O código 03. razão social do cartório. na tela procedimentos realizados da AIH de parto. Os equipamentos devem também constar no CNES do estabelecimento. data de emissão da certidão. Quando no parto for informado o procedimento 08.º da declaração de nascido vivo e data de emissão da certidão.tipo de livro de registro (1 para nascimento) 61 MANUAL TÉCNICO-OPERACIONAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÕES HOSPITALARES Versão Abril 2011 . O Decreto n. a partir de 1º janeiro de 2010.004-7 04. folhas.código do acervo (01 ou 02) 9ª e 10ª .01.º 17 de janeiro de 2010.10. No SISAIH01.10.11. livro. que atualizou o layout do SIH em virtude da adequação necessária às alterações implantadas legalmente no registro civil.01.01.º 938/2002 define o repasse de recurso ao estabelecimento do SUS que providencie o registro de nascimento antes da alta hospitalar. e não entra no rateio de pontos da AIH. Surgiu então a necessidade da publicação da Portaria SAS/MS n.º 6828/2009 aprovou. Para crianças nascidas até 31 de dezembro de 2009 devem ser preenchidas no SISAIH01 as seguintes informações: n. n. A inclusão do campo matricula na tela de dados complementares de registro civil.ano 15ª .01.002-0 – ATENDIMENTO AO RECEM NASCIDO EM SALA DE PARTO tem valor SP.11. Além deste campo também deverão ser preenchidos os campos n.01.insuficiência cardiorrespiratória neonatal.º 572/2000: CÓDIGO 03.º da Declaração de Nascido Vivo (DN) e data de emissão da certidão.004-2 DESCRIÇÃO PARTO NORMAL PARTO NORMAL EM GESTAÇÃO DE ALTO RISCO PARTO CESARIANO PARTO CESARIANO EM GESTAÇÃO DE ALTO RISCO PARTO CESARIANO COM LAQUEADURA TUBÁRIA 34.004-7 – INCENTIVO AO REGISTRO CIVIL DE NASCIMENTO.código nacional de serventia 7ª e 8ª . deverão ser preenchidos os campos com as informações sobre ao registro civil de nascimento em tela específica. A partir da competência junho de 2010. conforme a Portaria GM/MS n. é obrigatória a informação da matrícula da certidão de nascimento composta por 32 dígitos. Este procedimento é compatível com procedimentos de parto. Esse campo contém 32 posições.004-7 – INCENTIVO AO REGISTRO CIVIL DE NASCIMENTO na AIH.ºda declaração de nascido vivo.01. A Portaria GM/MS n.

Se a data for do ano de 2010.03. folha e termo estarão disponíveis. embora a AIH tenha validade de 30 dias. portanto o usuário terá que digitar primeiro a data da emissão do registro. Procedimentos:  03. Para administração de Fatores de Coagulação deve haver prévia autorização do Gestor. FATORES DE COAGULAÇÃO Quando houver administração de Fatores de Coagulação em pacientes internados deve ser informado no campo CID principal obrigatoriamente o código da patologia que determinou a internação ou agudização do quadro e no campo CID secundário o código correspondente a Deficiência de Fator VIII ou Fator IX. o sistema permitirá somente a digitação da matrícula.005-0 . ATENÇÃO PSICOSSOCIAL AO DEPENDENTE ÁLCOOL E DROGAS A Portaria SAS/MS n.007-5 .03.TRATAMENTO DE HEMOFILIAS  03. Para atenção a estes pacientes pode também ser realizado o procedimento 03.006-7 TRATAMENTO DE DEFEITOS DA COAGULACAO PURPURA E OUTRAS AFECCOES  03. cartório.TRATAMENTO DE SINDROME DE ABSTINENCIA POR USO PREJUDICIAL DE ALCOOL E DROGAS.03. A administração de Crioprecipitado Fator VIII deve atender a RDC ANVISA 23/2002. A AIH para registro deste procedimento tem validade de 30 dias sendo o limite de 15 62 MANUAL TÉCNICO-OPERACIONAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÕES HOSPITALARES Versão Abril 2011 .numero da folha do registro 24ª a 30ª .TRATAMENTO DE TRANSTORNOS MENTAIS OU COMPORTAMENTAIS DEVIDOS AO USO PREJUDICIAL DE ALCOOL E DROGAS: consiste no tratamento em regime de internação de pacientes com transtornos decorrentes de uso prejudicial e/ou dependência de álcool e drogas. 35.TRATAMENTO DE OUTRAS DOENCAS DO SANGUE E DOS ORGAOS HEMATOPOIETICOS Exemplo: Diagnóstico principal: Fratura de rádio. 36.numero do termo 31ª e 32ª .º 817/2002 disciplina o tratamento dos transtornos relativos à dependência de álcool e drogas.02. sendo o limite de 21 diárias por AIH.dígitos verificadores (número ou xx) A tela de dados complementares de registro civil foi alterada para contemplar o novo campo da matrícula.02.006-9 .    16ª a 20ª .17.03. ou seja.numero do livro 21ª a 23ª . os outros dados como nome. O código para registro no SISAIH01 é o 03. A AIH para registro deste procedimento tem validade de 30 dias. Diagnóstico secundário: Deficiência Fator VIII.17.008-3 . que aprova regulamento técnico para indicação. caso contrário.03.02. livro. só é permitido o registro de no máximo 21 diárias.

diária de UTI e demais procedimentos especiais para estes procedimentos.17.  03.EM HOSPITAL GERAL (POR DIA): internação para tratamento de transtornos mentais e comportamentais realizado exclusivamente em hospital geral.  03. As classes até então definidas na Portaria GM\MS n.001-8 . O valor das diárias dos hospitais psiquiátricos passou a ter incremento por classe a partir do valor do procedimento 03. Próteses e Materiais Especiais do SUS são os seguintes:  03.03. Na tela de Procedimentos Realizados do SISAIH01 deverá ser registrado o número de diárias em que o paciente esteve internado.TRATAMENTO EM PSIQUIATRIA (POR DIA): internação para tratamento de transtornos mentais e comportamentais realizado em hospital especializado.17.009-3 . Medicamentos.17.03.03. realizado em hospital geral. VII. Não serão permitidos os registros de permanência a maior. TRATAMENTO EM PSIQUIATRIA 37.006-9 – TRATAMENTO DE SÍNDROME DE ABSTINENCIA POR USO PREJUDICIAL DE ALCOOL E DROGAS podem ser realizados em Hospitais Gerais e não exigem habilitação.º 2. A emissão da AIH para realização destes procedimentos deve ser mediante apresentação de laudo médico de solicitação de internação emitido preferencialmente por especialista vinculado ao CAPS.diárias por AIH. foram extintas e criadas novas conforme descrito abaixo: CLASSE CRIADA NI N II N III N IV PORTE Até 160 leitos De 161 a 240 De 241 a 400 Acima de 400 CLASSE EXTINTA (Portaria GM/MS n.17.17.º 52/2004. A nova classificação dos hospitais psiquiátricos passa a ser feita de acordo com o porte.03. 63 MANUAL TÉCNICO-OPERACIONAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÕES HOSPITALARES Versão Abril 2011 . 37.644/2009 reagrupa as classes para os hospitais psiquiátricos.1 TRATAMENTO COM INTERNAÇÃO Os procedimentos em Psiquiatria previstos na Tabela de Procedimentos.º 52/2004) I e II III e IV V.TRATAMENTO EM PSIQUIATRIA . VI.TRATAMENTO EM PSIQUIATRIA (POR DIA).17.03.DIAGNOSTICO E/OU ATENDIMENTO DE URGENCIA EM PSIQUIATRIA: refere-se ao primeiro atendimento de urgência hospitalar em psiquiatria. O registro dos procedimentos 03. Órteses.03.008-5 .006-9 – TRATAMENTO DE TRANSTORNOS MENTAIS E COMPORTAMENTAIS DEVIDOS AO USO DE SUBSTANCIAS PSICOATIVAS e 03.009-3 . A Portaria GM/MS n. reajusta os incrementos e cria um incentivo para internação de curta duração nos hospitais psiquiátricos. VIII IX a XIV Os hospitais psiquiátricos são classificados de acordo com o número de leitos constante do CNES.

para o mesmo paciente. Os referidos hospitais psiquiátricos permanecem nesta classificação por não atenderem aos critérios mínimos de qualidade assistencial definidos pelo PNASH/psiquiatria e por necessitarem de novas pactuações para que seja finalizado o processo de desinstitucionalização dos pacientes internados.º 2. Este motivo de saída deve ser utilizado nas internações de curta duração em tratamento psiquiátrico. utilizando como Motivo de Saída: 1. o hospital não poderá apresentar mais de uma AIH.º 374/2009 incluiu. O SIH calcula o incentivo de 10% dos componentes SH e SP. b.007-7 .644/2009 para os hospitais psiquiátricos classificados no Nível I e II e em conformidade com os 03 registros a seguir: a. 64 MANUAL TÉCNICO-OPERACIONAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÕES HOSPITALARES Versão Abril 2011 .34 Nível I Nível II Nível III Nível IV DESCRIÇÃO Estabelecimento de saúde com psiquiatria até 160 leitos Estabelecimento de saúde com psiquiatria entre 161 a 240 leitos Estabelecimento de saúde com psiquiatria entre 241 a 400 leitos Estabelecimento de saúde com psiquiatria acima de 400 leitos O valor total do procedimento 03.03.º 251/2002. do SIGTAP. Haverá bloqueio das Autorizações de Internação Hospitalar (AIH) pelo sistema quando houver a apresentação de mais de uma AIH para o mesmo paciente na mesma competência de produção.TRATAMENTO EM PSIQUIATRIA (POR DIA) permanece como base de cálculo dos incrementos para os hospitais psiquiátricos. na Tabela de Motivo de Saída/Permanência.31 06.TRATAMENTO EM PSIQUIATRIA e excluiu também as habilitações referentes à Atenção em Saúde Mental.PACIENTE AGUDO. Este procedimento e estas habilitações tinham sido instituídos pela Portaria GM/MS n.º 426/2009 indicou os hospitais psiquiátricos para descredenciamento pelo PNASH/PSIQUIATRIA.PACIENTE AGUDO.A mesma Portaria estabelece também incentivo adicional de 10% no valor de Serviço Hospitalar e Serviço Profissional nas classes N I e N II exclusivamente para as internações que não ultrapassarem 20 (vinte) dias com motivo de saída "alta de paciente agudo". A Portaria MS/SAS n. A Portaria SAS/MS n. o código para alta: 1.º 52/2004 (classes de I a XIV) até o seu descredenciamento. nos hospitais gerais e especializados de psiquiatria.32 06. definidos pela Portaria GM/MS n.º 2. Permanência igual ou inferior a 20 dias.9 . No entanto.009-3 . permanecendo nas classes em que se encontrava em outubro de 2009.17. A Portaria SAS/MS n. as internações com estes requisitos não devem ultrapassar 10% do total dos leitos de cada hospital. seguindo a classificação da Portaria GM/MS n. Motivo de saída 1.644/2009): CÓDIGO NOME 06. na mesma competência de produção. Data de entrada do paciente igual ou superior a 01/11/2009. o procedimento 03.03.17.º 423/2009 excluiu. de acordo com sua classificação. Esta mesma portaria incluiu no CNES as habilitações dos estabelecimentos de saúde que realizam procedimentos referentes à Atenção a Saúde Mental (Portaria GM/MS n.9 – Alta de paciente agudo em psiquiatria.9 . c. Para receber o incentivo de 10% previsto. que a admissão do paciente tenha sido a partir de 1º de novembro de 2009.33 06.

Não deve ser dada alta para emitir uma AIH nova com novo número. No atendimento psiquiátrico hospitalar está incluído o atendimento de intercorrências clínicas. óbito ou transferência do paciente. A data de saída a ser informada mensalmente na AIH-5 deve ser o último dia de cada mês. Ou seja. Na AIH de psiquiatria somente pode ser preenchida a primeira linha dos Procedimentos Realizados com o código do Procedimento Psiquiátrico. 45 é o número máximo de diárias para uma AIH-1 de psiquiatria. solicitar AIH 5 que tem o mesmo número da AIH-1. Detalhando melhor. uma AIH de psiquiatria só admite 1 procedimento principal. o hospital deve solicitar a AIH-5 de continuidade. no mínimo. até a alta. Somente pode ser emitida nova AIH .1. não pode ser emitida outra AIH para este paciente em outro hospital diferente do que ele está internado para tratamento psiquiátrico. Não é permitida a emissão de AIH – 1 para continuidade de tratamento. para avaliação por especialista na área. óbito ou transferência. No primeiro mês de internamento em psiquiatria. 15 dias após a alta da internação anterior. No caso de permanência do paciente. Como o paciente vai continuar internado. No caso de necessidade de cirurgia. devendo ser apresentada no SIH a mesma AIH-5 quantas vezes forem necessárias.1 nos casos em que o paciente tenha alta hospitalar e a reinternação seja. a AIH-1 Deve ser fechada e apresentada com a quantidade de diárias utilizadas até o último dia do mês. autorizando ou não a continuação da internação. exceto para o caso de tratamento cirúrgico. desde que inferior a 45. Os procedimentos secundários têm valor zerado na AIH. se o paciente internou até o dia 14 do mês. desde que o 45º dia seja o último dia do mês. Se o 45º dia não for o último do mês. o paciente deve ser reavaliado para que permaneça depois do final do mês. e não tem validade máxima. O quantitativo de AIH/mês possível para um hospital psiquiátrico em um mês corresponde à soma de AIH inicial e AIH de continuação 65 MANUAL TÉCNICO-OPERACIONAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÕES HOSPITALARES Versão Abril 2011 . A abertura da AIH –5 tem que ser no primeiro dia do mês. não podendo haver registros adicionais ou mudança de procedimento. A data de internação permanece a mesma que foi informada na AIH-1. A alta pode ser por continuidade no último dia do mês com AIH com menos de 45 dias. desde que o período de internamento até o último dia do 2º mês de internamento seja inferior a 45.37. Cada AIH-5 permite o registro de até 31 diárias. Não existe limite ou prazo para encerramento de AIH 5 e pode ser usado indefinidamente enquanto o paciente permanecer internado no mesmo hospital. Esta AIH-5 só pode ter no máximo 31 dias. Deve ser dada alta da psiquiatria e autorizada uma nova AIH para a cirurgia no outro hospital. no formulário do Laudo médico a cada 30 dias. A AIH-1 pode ser apresentada qualquer quantidade de dias. podem e devem ser registrados os procedimentos secundários realizados no paciente durante a internação.1 REGRAS PARA APRESENTAÇÃO DA AIH DE PSIQUIATRIA: As regras para apresentação de AIH permanecem para os procedimentos de psiquiatria na AIH – 1: máximo de 45 dias. No entanto. A autorização para emissão de AIH-5 deve ser solicitada pelo Diretor Clínico. O fechamento desta AIH-1 não é obrigatório. que encaminha ao Órgão Gestor. Esta informação contribuirá para avaliação de custo hospitalar em estudos de revisão de valores de procedimentos pelos gestores do SUS. quando o paciente permanecer internado ou a data da saída no caso de alta.

2 ATENDIMENTO EM REGIME DE HOSPITAL DIA – SAÚDE MENTAL O hospital-dia na assistência em saúde mental é um recurso intermediário entre a internação e o ambulatório.2 TRATAMENTO EM PSIQUIATRIA HOSPITAL GERAL O tratamento em psiquiatria em hospitais gerais pode ser prestado nas seguintes condições: 37.03. Os procedimentos psiquiátricos realizados em hospital geral são registrados na AIH-1. Os cuidados em hospital-dia na assistência à saúde mental devem abranger um conjunto diversificado de atividades desenvolvidas em até 05 dias da semana (2ª a 6ª feira) com uma carga horária de 08 horas diárias para cada paciente. Somente podem ser efetuados registros dos procedimentos em regime de Hospital Dia em Saúde Mental as unidades previamente habilitadas. o mesmo deve ser transferido para hospital especializado em tratamento psiquiátrico.37. não cabendo emissão de AIH-5. depois de esgotadas todas as possibilidades de atendimento extra-hospitalares e de urgência. Na primeira linha da tela Procedimentos Realizados do SISAIH01 deve ser registrado o código do procedimento realizado e o quantitativo de diárias utilizadas no período de tratamento.1. uma para cada dia útil da semana. para um máximo de 45 diárias. Não é permitido registro de permanência à maior nos Procedimentos Realizados em regime de Hospital DIA em Saúde Mental.2 LEITOS DE PSIQUIATRIA EM HOSPITAL GERAL Os leitos psiquiátricos em hospital geral são de retaguarda hospitalar para os casos em que a internação se faz necessária. no máximo 45 dias corridos.17. 66 MANUAL TÉCNICO-OPERACIONAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÕES HOSPITALARES Versão Abril 2011 . Desenvolve programas de atenção e cuidados intensivos por equipe multiprofissional.2. A quantidade permitida é de até 05 diárias. Se não houver condição de alta do paciente até 45 dias. O Procedimento a ser registrado é o 03.008-5 – TRATAMENTO EM PSIQUIATRIA EM HOSPITAL GERAL (POR DIA). fibrose cística e HIV-AIDS. O procedimento a ser registrado é o 03. O número de leitos psiquiátricos em hospital geral não deve ultrapassar 10% da capacidade instalada do hospital. 37.03. Havendo necessidade de continuidade do tratamento poderá ser emitida nova AIH – 1 sob autorização do gestor. Os Procedimentos Realizados no hospital-dia são registrados por AIH-1. não cabendo emissão de AIH-5. Cada estabelecimento pode atender o máximo de 30 pacientes/dia. Para o registro deste procedimento na AIH não é necessário habilitação do estabelecimento em Psiquiatria.1 SERVIÇO DE URGÊNCIA PSIQUIÁTRICA EM HOSPITAL GERAL O serviço de urgência psiquiátrica em prontos socorros gerais deve funcionar 24 horas e contar com leitos de internação para até 72 horas e equipe multiprofissional. 37. visando substituir a internação integral. até um máximo de 30 leitos.001-8 DIAGNOSTICO E/OU ATENDIMENTO DE URGÊNCIA EM PSIQUIATRIA. O sistema SIH calcula dias úteis para o tratamento de psiquiatria em Hospital-DIA.2.17.

009-0 TRATAMENTO DE PEQUENO QUEIMADO 04.01. ou. distúrbios de hemostasia. ou. Este 67 MANUAL TÉCNICO-OPERACIONAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÕES HOSPITALARES Versão Abril 2011 . embolia pulmonar. ou.ATENDIMENTO DE URGENCIA EM MEDIO E GRANDE QUEIMADO.01. síndrome compartimental (Aumento da pressão no interior de um espaço osteofascial fechado.2 MÉDIO QUEIMADO Paciente com:  Queimaduras de 1º e 2º graus. insuficiência hepática.38. e doenças consuptivas (etiopatogenia relacionada à diminuição da ingesta calórica. quadros infecciosos graves decorrentes ou não da queimadura. choque.  Queimaduras de 3º grau com até 10% da área corporal atingida.006-6 TRATAMENTO DE GRANDE QUEIMADO ATENDIMENTO DE URGENCIA EM MEDIO 04.1 PEQUENO QUEIMADO Paciente com queimaduras de 1º e 2º graus com até10% da área corporal atingida.01.13.001-5 .13. trauma craniano.13.  Queimadura de períneo Paciente vítima de queimadura de qualquer extensão que tenha associada a esta queimadura uma ou mais das seguintes situações: lesão inalatória. que são unidades de Alta Complexidade e devem ter habilitação no CNES. ATENDIMENTO A PACIENTES QUEIMADOS A classificação do grau de extensão e gravidade para pacientes com queimaduras é a seguinte: 38. 38. o limite de registro é de 01 por AIH. insuficiência renal.3 GRANDE QUEIMADO Paciente com:  Queimaduras de 1º e 2º graus. perda de mais de 5% do peso corporal em cerca de 6 a 12 meses). trauma elétrico.13. com área corporal atingida maior do que 25%. 38. infarto agudo. insuficiência cardíaca. aumento do metabolismo e/ou perda de calorias. com área corporal atingida entre 10% e 25%.  Queimadura de mão e/ou pé. Podem ser realizados os procedimentos a seguir relacionados: CÓDIGO PROCEDIMENTO 04. O tratamento de queimados pode ser realizado em Hospitais Gerais. em Centros Intermediários de Assistência ou em Centros de Referência em Queimados.008-2 TRATAMENTO DE MEDIO QUEIMADO 04.01. ou.  Queimaduras de 3º grau com mais de 10% da área corporal atingida. politrauma.001-5 QUEIMADO E GRANDE No procedimento 04.13.01. que reduz a perfusão capilar até um nível inferior aquele necessário para que seja mantida a viabilidade dos tecidos).

ainda no serviço de urgência/emergência. Para registro deste código é necessário que o estabelecimento de saúde tenha leitos de UTI – Queimados cadastrados no SIH/SUS (portaria GM/MS n° 1274/2000). quando então deve ser solicitada AIH de Grande ou Médio Queimado. de acordo das normas específicas e nos limites e codificações constantes do SIGTAP. 39. desde que o 45º dia seja o último dia do mês. O tratamento de pacientes sob cuidados prolongados na AIH . antes da transferência do paciente para a Unidade de Tratamento de Queimado do próprio hospital que prestou o primeiro atendimento. cirúrgicos e os curativos do paciente. A abertura da AIH –5 é no primeiro dia do mês. Caso seja necessário o uso de albumina humana e nutrição parenteral deve ser registrada na tela Procedimentos Realizada do SISAIH01. PACIENTES SOB CUIDADOS PROLONGADOS Os procedimentos para tratamento de pacientes sob cuidados prolongados somente podem ser registrados nas AIH de hospitais previamente habilitados. Centros de Referência em Assistência a Queimados – Alta Complexidade e Centros Intermediários de Assistência a Queimados. será utilizada a AIH-5.02. ou de outro Centro de Referência. será feita verificação de habilitação e só será aprovado se o estabelecimento for habilitado como Centros de Referência em Assistência a Queimados – Alta Complexidade e Centros Intermediários de Assistência a Queimados. Quando registrado no SISAIH01 e SIHD. Qualquer hospital pode ter leitos de cuidados prolongados habilitados pelo Gestor Local. ou seja.01. depois de vencidas as 45 diárias. 38. em qualquer fase. são responsáveis pelo registro das habilitações no SCNES.4 INTERCORRÊNCIA DO PACIENTE MÉDIO E GRANDE QUEIMADO O procedimento 04. para os estabelecimentos aptos a realizar os procedimentos de Cuidados Prolongados pelo SIH/SUS.procedimento somente deve ser autorizado no primeiro atendimento ao paciente queimado. exceto nos centros de referência que podem registrar como procedimentos especiais. No procedimento estão incluídos os profissionais e serviços hospitalares.007-4 TRATAMENTO DE INTERCORRENCIA DO PACIENTE MEDIO E GRANDE QUEIMADO tem valor de incremento no SIGTAP. Os códigos para anestesia em paciente queimado são os mesmos constantes do SIGTAP. que levará o mesmo número da AIH . O debridamento cirúrgico.011-3 e deve ser informada a quantidade em dias.1. está incluído no procedimento. especializados ou de apoio podem cadastrar leitos em cuidados prolongados e a habilitação é de responsabilidades do gestor local. A Diária de UTI em Queimados é registrada no SISAIH01 com o código 08.01. Desde a competência outubro de 2006 os gestores estaduais/municipais de saúde. conforme a Portaria SAS/MS n. assim como a nutrição enteral em Hospitais Gerais.13. cuidados clínicos. Hospitais gerais. Cada AIH-5 permite o registro de até 31 68 MANUAL TÉCNICO-OPERACIONAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÕES HOSPITALARES Versão Abril 2011 .º 629/2006.1 é de no máximo 45 dias. Havendo necessidade de prorrogação das internações. Não há código específico para queimado.

O fechamento desta AIH-1 não é obrigatório. quando o paciente permanecer internado. não cabendo registros adicionais ou mudança de procedimento. para continuidade de tratamento. com vistas à reabilitação físico-funcional.1.  Paciente crônico: Aquele portador de patologia de evolução lenta. solicitar AIH 5. mediante laudo médico.  Paciente portador de múltiplos agravos à saúde: Aquele que necessita de cuidados médico-assistenciais permanentes e de terapia de reabilitação. Somente é permitida a internação após autorização do Gestor Local. A data de internação permanece a mesma da AIH-1. o paciente deve ser reavaliado para que permaneça depois do final do mês.  Pacientes sob cuidados permanentes: Aquele que teve esgotada todas as condições de terapia específica e que necessita de assistência médica ou cuidados permanentes. A data de saída deve ser o último dia de cada mês. Se o 45º dia não for o último do mês. desde que o período de internamento até o último dia do 2º mês de internamento seja inferior a 45. que encaminhará ao Órgão Gestor. não sendo permitida a emissão de AIH . se o paciente internou até o dia 14 do mês. A AIH-1 pode ser apresentada qualquer quantidade de dias. para avaliação por especialista que autoriza ou não a continuação da internação. 45 é o número máximo de dias para esta AIH 1.1 nos casos em que o paciente tenha alta hospitalar e a reinternação de longa permanência seja. 69 MANUAL TÉCNICO-OPERACIONAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÕES HOSPITALARES Versão Abril 2011 . A alta pode ser por continuidade no último dia do mês com AIH com menos de 45 dias. devendo ser emitidas AIH-5 quantas necessárias. Pacientes sob Cuidados Prolongados são os que apresentam os seguintes quadros:  Paciente convalescente: Aquele submetido a procedimento clínico/cirúrgico. No caso de permanência do paciente. No valor estipulado para atendimento de pacientes sob cuidados prolongados está previsto atendimento de intercorrências clínicas. ou a data da saída por alta. A autorização para emissão de AIH-5 deve ser solicitada pelo Diretor Clínico.1. 15 dias após internação anterior. ou seja. sendo o caráter da internação 1 (eletivo). Na eventual necessidade de tratamento cirúrgico.diárias. no mínimo. é permitida solicitação de nova AIH na especialidade respectiva. até a alta. e não tem mais validade máxima. óbito ou transferência do paciente. a cada 30 dias. A data de inicio da internação constante da AIH-5 deve ser a da AIH . desde que inferior a 45. de outros cuidados de assistência e de reabilitação físico funcional por período prolongado. exceto para o caso de tratamento cirúrgico. ou portador de seqüela da patologia básica que gerou a internação e que necessita de cuidados médicos assistenciais permanentes. Somente pode ser emitida nova AIH . que se encontre em recuperação e necessite de acompanhamento médico. Deve fechar a AIH no último dia do mês e apresentar o número de diárias daquele primeiro mês de internamento e solicitar a AIH-5 que só pode ter no máximo 31 dias. óbito ou transferência.

009-3 TRATAMENTO EM PSIQUIATRIA (POR DIA) Tem incremento MANUTENCAO DE ASSISTENCIA CIRCULATORIA 0801 e 0803 04.03. podendo. TRATAMENTO DA TUBERCULOSE O registro das internações de tuberculose através de AIH é feito exclusivamente por intermédio do código específico com os diagnósticos principal e secundário pela CID/2010.01.03.002-4 PROLONGADOS POR ENFERMIDADES CARDIOVASCULARES (POR DIA) ATENDIMENTO A PACIENTE SOB CUIDADOS 03. Se houvesse necessidade de permanecer com o tratamento.021-5 03.01.006-7 PROLONGADOS POR ENFERMIDADES ONCOLÓGICAS (POR DIA) TRATAMENTO DE PACIENTE SOB CUIDADOS 03. deve ser dado alta administrativa e emitida nova AIH. portanto ser solicitada AIH5 para os pacientes. que eram remunerados por dia.007-5 OSTEOMUSCULARES E DO TECIDO CONJUNTIVO (POR DIA) TRATAMENTO DE PACIENTE SOB CUIDADOS 03.TRATAMENTO DA TUBERCULOSE (POR DIA).13.074-9 PROLONGADA Procedimentos que têm média de permanência são excludentes entre si com os que são remunerados por dia.005-9 PROLONGADOS POR ENFERMIDADES NEUROLÓGICAS (POR DIA) ATENDIMENTO A PACIENTE SOB CUIDADOS 03. e a AIH com até 30 dias.007-7 0903 0901 0902 0904 0907 0906 Não exige habilitação Não exige habilitação TRATAMENTO EM PSIQUIATRIA (CLASSIFICACAO PT GM Tem incremento 251/2002) 03.021-5 .03.03.03.03. Motivo de saída é o 5. 40. era emitida uma nova AIH. Este procedimento admite longa permanência.003-2 PROLONGADOS POR ENFERMIDADES PNEUMOLÓGICAS (POR DIA) TRATAMENTO DE PACIENTE SOB CUIDADOS PROLONGADOS POR ENFERMIDADES 03.004-0 PROLONGADOS POR ENFERMIDADES DECORRENTES DA AIDS (POR DIA) TRATAMENTO DE PACIENTE SOB CUIDADOS 03. Somente os hospitais que tenham leitos cadastrados na especialidade Pneumologia Sanitários (Tisiologia) ou Pediatria podem apresentar AIH com o procedimento 03.03.13.03.13.13.13. Existiam também os procedimentos de tratamento 70 MANUAL TÉCNICO-OPERACIONAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÕES HOSPITALARES Versão Abril 2011 .001-6 PROLONGADOS DEVIDO A CAUSAS EXTERNAS (POR DIA) TRATAMENTO DE PACIENTE SOB CUIDADOS 03. A Tuberculose com lesões extensas deve ser registrada com o mesmo código.1 – ENCERRAMENTO ADMINISTRATIVO.03.Os procedimentos para pacientes sob cuidados prolongados são os seguintes de acordo com a patologia apresentada: CODIGO PROCEDIMENTO HABILITAÇÃO EXIGIDA 0905 TRATAMENTO DE PACIENTE SOB CUIDADOS 03.06.008-3 PROLONGADOS EM HANSENÍASE (POR DIA) TRATAMENTO DE TUBERCULOSE (A15 A A19) 03.13.01.17.03.03.17.13. No caso do paciente precisar de UTI. Até dezembro de 2007 existiam os procedimentos de tratamento da tuberculose com Lesões Extensas.03.13.

o procedimento solicitado deverá obrigatoriamente ser mudado para Diagnóstico e/ou Primeiro Atendimento na especialidade correspondente.º 303/1992 estabeleceu as diretrizes e normas para o atendimento hospitalar para tratamento de reabilitação.06. evasão ou transferência para outro hospital. PEDIÁTRICA E CIRÚRGICA O registro de Diagnóstico e/ou Primeiro Atendimento deve ser realizado de acordo com: CÓDIGO PROCEDIMENTO DIAGNÓSTICO E/OU ATENDIMENTO DE URGÊNCIA EM CLÍNICA PEDIÁTRICA DIAGNÓSTICO E/OU ATENDIMENTO DE URGÊNCIA EM CLÍNICA 03. Com a tabela unificada.13.03.de tuberculose remunerados por media de permanência e que admitiam permanência a maior.º 164/1997 (CID: A30 e B92).01.007-0 CIRÚRGICA 03. Não cabe mudança de procedimento em AIH de Diagnóstico e/ou Primeiro Atendimento.008-3 – TRATAMENTO DE PACIENTES SOB CUIDADOS PROLONGADOS EM HANSENIASE.008-8 MÉDICA DIAGNÓSTICO E/OU ATENDIMENTO DE URGÊNCIA EM CLÍNICA 03. A Portaria SAS/MS n. DIAGNOSTICO E/OU ATENDIMENTO DE URGÊNCIA EM CLÍNICA MÉDICA. 43.01. Internação para investigação diagnóstica.06.19.06. 42. Diagnóstico não confirmado. O Tratamento da Hanseníase com Lesões Extensas deve ser registrado na AIH com código 03.TRATAMENTO EM REABILITAÇÃO.03. após avaliação de equipe multiprofissional. TRATAMENTO EM REABILITAÇÃO Tem como objetivo o atendimento integral à pessoa portadora de deficiência quando.008-8 na AIH exige o diagnóstico principal e secundário pela CID 10. por razões de natureza médica. com internação de curta permanência. Para registro dos procedimentos na AIH o hospital deve ter leitos cadastrados na especialidade de reabilitação. Não cabe Permanência a Maior em AIH emitida com o código do procedimento Diagnóstico e/ou Primeiro Atendimento.001-9 .001-0 Estes códigos devem ser utilizados nos seguintes casos: Em caso de alta a pedido. 41. TRATAMENTO DA HANSENÍASE O registro das internações para Tratamento da Hanseníase – 03. e usar o código 03.01. Tratamento de patologia de rápida resolução não codificada na tabela. todos os procedimentos relativos à tuberculose foram unificados dando origem a um só procedimento com remuneração por dia. identificados pela auditoria. com período de internação igual ou inferior a 24 (vinte e quatro) horas. conforme a Portaria GM/MS n. Em casos passíveis de tratamentos ambulatoriais. 71 MANUAL TÉCNICO-OPERACIONAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÕES HOSPITALARES Versão Abril 2011 .01. Admitiam também registro de diária de UTI.03. o regime de internação for o mais adequado ao paciente.

03.º 702/2002 organiza a implantação de Redes Estaduais de Assistência à Saúde do Idoso e as normas para o cadastramento de Centros de Referência em Assistência à Saúde do Idoso.04.006-8 E NEOPLÁSICA 45.03. ATENÇÃO AO IDOSO A Portaria GM/MS n. A AIH-1 pode ser 72 MANUAL TÉCNICO-OPERACIONAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÕES HOSPITALARES Versão Abril 2011 . Se o 45º dia não for o último do mês.04.º 2. A data de encerramento da AIH deve ser o último dia de cada mês. 45 é o número máximo de dias para esta AIH-1. ou não.03.04.º 2. A data de início da internação constante da AIH-5 deverá ser a mesma da AIH-1.04.010-6 TRATAMENTO CONSERVADOR DO TRAUMATISMO RAQUIMEDULAR TRATAMENTO CONSERVADOR DA DOR REBELDE DE ORIGEM CENTRAL 03.03.03.528/2006 aprova a Política Nacional da Pessoa Idosa e a Portaria GM/MS n. a ser encaminhado ao Órgão Gestor do SUS para avaliação.04. institui a Internação Domiciliar no SUS e altera a denominação dos procedimentos assistência domiciliar para internação domiciliar.03.529/2006.008-4 03. óbito ou transferência. Deve fechar a AIH no último dia do mês e apresentar o número de diárias daquele primeiro mês de internamento e solicitar a AIH-5 que só pode ter no máximo 31 dias. A publicação da Portaria GM/MS n.04. desde que o período de internamento até o último dia do 2º mês de internamento seja inferior a 45. 723/2007: CÓDIGO 03.007-6 03.05. quando o paciente permanecer internado. ou seja.03.010-6 03.006-8 PROCEDIMENTO TRATAMENTO CONSERVADOR DO TRAUMATISMO CRÂNIO ENCEFÁLICO (GRAU LEVE) TRATAMENTO CONSERVADOR DO TRAUMATISMO CRÂNIO ENCEFÁLICO (GRAU MÉDIO) TRATAMENTO CONSERVADOR DA HEMORRAGIA CEREBRAL TRATAMENTO CONSERVADOR DO TRAUMATISMO CRÂNIO ENCEFÁLICO GRAVE TRATAMENTO CONSERVADOR DO TRAUMATISMO RAQUIMEDULAR TRATAMENTO CONSERVADOR DA DOR REBELDE DE ORIGEM CENTRAL E NEOPLÁSICA Procedimentos clínicos de tratamento conservador de alta complexidade só podem ser registrados na AIH quando realizados por Serviço de Alta complexidade de Neurologia/Neurocirurgia habilitado em Trauma e Anomalias do Desenvolvimento: CÓDIGO PROCEDIMENTO TRATAMENTO CONSERVADOR DO TRAUMATISMO CRANIOENCEFALICO 03. TRATAMENTO CONSERVADOR EM NEUROLOGIA Conforme especificados na Portaria SAS/MS n. A data de internação permanece a mesma da AIH-1.03.04. ou a data da saída por alta.04.03.011-4 03. a continuidade da internação. O procedimento 03. A autorização para emissão de AIH-5 deverá ser solicitada pelo Diretor Clínico.01. a qual autorizará. mediante laudo médico a cada 30 (trinta) dias.009-2 03.011-4 GRAVE 03.04.007-4 – INTERNAÇÃO DOMICILIAR (POR DIA) deve ser utilizado para registro destes atendimentos na AIH. o paciente deve ser reavaliado para que permaneça depois do final do mês. O fechamento desta AIH-1 não é obrigatório.º.44.

01.09. conforme Portaria SAS/MS n. A publicação da Portaria GM/MS n.01. solicitar AIH-5.º 629/2006. É vedada a internação domiciliar quando a internação hospitalar que a precedeu ocorrer por diagnóstico ou primeiro atendimento ou a qualquer outro procedimento com tempo médio de permanência inferior a 04 dias. INTERNAÇÃO DOMICILIAR A internação domiciliar somente é permitida após avaliação médica e solicitação específica em laudo próprio. domiciliares e do cuidado ao paciente. estabelece as seguintes prioridades: As condições prioritárias para a internação domiciliar são: pacientes idosos.01.002-5 PROCEDIMENTO ATENDIMENTO EM GERIATRIA (UM TURNO) ATENDIMENTO EM GERIATRIA (DOIS TURNOS) A AIH para atendimento em regime de Hospital Dia nos Centros de Referência à Saúde do Idoso tem a validade de até 30 dias.º 2. são responsáveis pelo registro das habilitações no SCNES. 46. A alta pode ser por continuidade no último dia do mês com AIH com menos de 45 dias.001-7 03.007-4 e deve ser informado de forma obrigatória as consultas médicas realizadas. os gestores estaduais/municipais de saúde. que são procedimentos especiais na AIH.05. A internação domiciliar somente pode ser realizada em seguimento a uma internação hospitalar imediatamente anterior. na tela Procedimentos Realizados do SISAIH01 o código do procedimento realizado e o número de diárias utilizadas.apresentada qualquer quantidade de dias. se o paciente internou até o dia 14 do mês. Não é permitido o registro de Permanência a Maior. A internação domiciliar não pode exceder 31 dias. exceto em caso de transferência para unidade hospitalar. Deve ser registrado no SISAIH01 o quantitativo dos dias utilizados no período do tratamento. portadores de patologias que necessitem de cuidados paliativos e portadores de incapacidade funcional provisória ou permanente O registro de Internação Domiciliar é feito por meio de AIH pelo código 03. para os estabelecimentos aptos a realizar os procedimentos de Internação Domiciliar pelo SIH/SUS.529/2006. Desde a competência outubro de 2006. O atendimento geriátrico em hospital dia deve ser registrado na tela de Procedimentos Realizados com os códigos abaixo: CÓDIGO 03. Somente os hospitais previamente autorizados podem realizar a internação domiciliar.09. 73 MANUAL TÉCNICO-OPERACIONAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÕES HOSPITALARES Versão Abril 2011 . que institui a Internação Domiciliar no âmbito do SUS. quando será emitida nova AIH. Caso seja necessária a continuidade do tratamento deve ser solicitada ao gestor a mudança para AIH-5. No caso de permanência do paciente. devendo obrigatoriamente estar relacionada com o procedimento realizado que a precedeu. portadores de doenças crônico-degenerativas agudizadas. sendo precedida de avaliação das condições familiares. desde que inferior a 45. não podendo ultrapassar a quantidade máxima do procedimento que é de 31 dias. por membro da equipe de saúde que expedirá laudo específico condicionando à condição da internação. Deverão ser registrados.

fonoaudiólogo. Somente podem ser efetuados registros de procedimentos de atendimento em regime de Hospital Dia cirúrgicos.2 HOSPITAL DIA EM FIBROSE CÍSTICA Somente pode ser efetuado registro dos procedimentos de Atendimento em regime de Hospital Dia em Fibrose Cística as Unidades 74 MANUAL TÉCNICO-OPERACIONAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÕES HOSPITALARES Versão Abril 2011 . devendo ser composta por: fisioterapeuta. Para os procedimentos nos quais a modalidade de atendimento hospital dia foi incluída com a Tabela Unificada não é exigido a habilitação. cirúrgicos. HOSPITAL DIA Hospital Dia é a assistência intermediária entre a internação e o atendimento ambulatorial. Não é permitida registro de permanência à maior nos procedimentos de atendimento em regime de hospital dia cirúrgicos. O registro dos procedimentos de atendimento em regime de Hospital Dia. fisioterápicos ou de reabilitação. 02 Enfermeiros.  A equipe multiprofissional ampliada não necessita ser exclusiva do serviço. outros membros da equipe multiprofissional ampliada e equipe consultora.  Recursos Humanos: . conforme necessidade detectada pela equipe básica. poderá ser emitida nova AIH-1. diagnósticos e terapêuticos por Unidades previamente habilitadas.1 HOSPITAL DIA EM GERIATRIA Condições e requisitos específicos do estabelecimento de saúde para realização do atendimento:  Possuir estrutura assistencial para os idosos realizarem ou complementarem tratamentos médicos. para realização de procedimentos clínicos. diagnósticos e terapêuticos. terapêuticos.Relatórios – Relacionamentos – Procedimento X Habilitação. que requeiram a permanência do paciente no hospital por um período máximo de 12 horas. mediante autorização do gestor. 47. diagnósticos e terapêuticos é efetuado na AIH. nutricionista. no Menu . 01 Assistente Social. equipada com todos os aparelhos necessários para garantir o cumprimento dos planos terapêuticos indicados. Os procedimentos que exigem habilitação em hospital dia podem ser obtidos nos relatórios disponíveis no SIGTAP web ou desktop. Somente pode ser efetuado registro de procedimentos em regime de Hospital Dia em Geriatria as Unidades previamente habilitadas. terapeuta ocupacional. psicólogo. diagnósticos e terapêuticos. farmacêutico e odontólogo. 07 Auxiliares de Enfermagem.  Planta física adequada para receber o paciente idoso. A AIH para atendimento em regime de Hospital Dia Geriátrico tem validade de 30 dias. Não será permitido registro de permanência à maior nos procedimentos de Atendimento em regime de Hospital Dia – Geriátrico.47.01 Geriatra. 47. cirúrgicos. Caso a continuidade do tratamento seja necessária.

02.003-8 06. pelo máximo de 30 dias corridos. e necessita autorização no Laudo de Solicitação/Autorização de Procedimentos Especiais e/ou Mudança de Procedimento.03.1 CICLOSPORINA O registro na AIH deve ser feito na tela Procedimentos Realizados.01.ACOES RELACIONADAS À DOAÇAO DE ORGAOS TECIDOS REALIZADAS POR EQUIPES DE OUTRO ESTABELECIMENTO DE SAUDE: utilizado quando realizadas por equipe profissional de outro estabelecimento diferente daquela que iniciou o processo de doação.02.03.004-6 MEDICAMENTO QUANT.02. Não é permitido registro de permanência à maior nos procedimentos de atendimento em regime de Hospital Dia em Fibrose Cística. nos campos procedimento principal solicitado e realizado o procedimento 05.02.002-2 . TECIDOS: deve ser usado quando realizadas por equipe profissional do próprio hospital.  05. As diárias são pagas por no máximo 05 dias úteis por semana. TRANSPLANTES 49. REGISTRO DE MEDICAMENTOS NA AIH Os medicamentos que são procedimentos especiais na AIH têm as compatibilidades com o procedimento principal informado e elas são criticadas nos sistemas SISAIH01 e SIHD. As AIH.03. A quantidade máxima de utilização de Ciclosporina por AIH é de: CÓDIGO 06.001-4 75 MANUAL TÉCNICO-OPERACIONAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÕES HOSPITALARES Versão Abril 2011 . referentes a estes procedimentos deverão ser emitidas em nome do doador registrando na tela Identificação da Internação.03.03.03.001-4 . Caso seja necessária a continuidade do tratamento poderá ser emitida nova AIH-1.002-0 06.005-4 FRASCO-AMPOLA) 49.1 AÇÕES RELACIONADAS À DOAÇÃO DE ÓRGÃOS TECIDOS Os procedimentos destinados a identificar as Ações Relacionadas à Doação de Órgãos.03.previamente habilitadas e que comprovadamente realizem atendimento ambulatorial especializado ao portador de Fibrose Cística. 48. 48.02.001-1 06. Tecidos subdividem-se em:  05.03.01. As compatibilidades e as quantidades máximas podem ser consultadas no SIGTAP.ACOES RELACIONADAS À DOACAO DE ORGAOS. MÁXIMA 480 240 5 720 10 CICLOSPORINA 50MG (POR CAPSULA) CICLOSPORINA 100MG (POR CAPSULA) CICLOSPORINA 100MG/ML SOLUCAO ORAL CICLOSPORINA 25MG (POR CAPSULA) CICLOSPORINA 50 MG INJETAVEL (POR 06. mediante autorização do gestor.01.

01.01.06.01.01.01. concomitante a pelo menos um dos exames previstos na resolução do Conselho Federal de Medicina. A Portaria SAS/MS n.003-0. os procedimentos especiais constantes dessas ações.06.Exame complementar para diagnóstico de morte encefálica deve ser registrado na AIH do doador. cujos recursos são provenientes do Fundo de Ações Estratégicas e Compensação (FAEC). Com vistas a auxiliar no controle dos gestores. 05.002-2 Cintilografia radioisotópica cerebral para diagnóstico de morte encefálica 05.002-2. Portaria SAS/MS n. 05.005-7 Exame complementar para diagnóstico de morte encefálica Consiste na realização de 01 dos exames previstos na resolução vigente do Conselho Federal de Medicina (CFM).06.01.06.004-9 com o procedimento 05.005-7 é compatível com o procedimento 05.004-9 Eletroencefalograma para diagnóstico de morte encefálica Foi excluída a compatibilidade dos procedimentos 05.001-4 .01.01.03. conforme o caso.Ações relacionadas à doação de órgãos.005-7 .001-4 Angiografia cerebral para diagnóstico de morte encefálica (4 vasos) 05.06.ACOES RELACIONADAS À DOAÇÃO DE ORGAOS.06.01. Estes dois procedimentos têm valor zerado na AIH e são pagos os procedimentos realizados com o valor definido no SIGTAP.06. O procedimento 05. de acordo com as compatibilidades a seguir.06. A não informação destes procedimentos. 05.01. TECIDOS REALIZADAS POR EQUIPE DE OUTRO ESTABELECIMENTO DE SAUDE.003-0 Eco doppler colorido cerebral para diagnóstico de morte encefálica 05. quando for exigido no SIGTAP. tecidos e células para transplante. pois integram o procedimento 05.01.º 510/2010 incluiu o procedimento a seguir descrito: 05. tecidos e células para transplante.06. ao quais a partir desta Portaria têm o valor zero. TECIDOS ou 05. Este atributo complementar vai identificar os procedimentos principais que exigem que na AIH sejam informados os procedimentos secundários compatíveis com o principal.12 Busca Ativa de Órgãos e incluiu as novas habilitações no SCNES referente a Transplantes: Código Descrição 24.06.002-2. Estes exames podem ser realizados por meio de Serviço de Telemedicina.03.Exame complementar para diagnóstico de morte encefálica.01. foi incluído no SIGTAP o atributo complementar de código 26 .06.03. com o objetivo de caracterizar a morte encefálica.001-4 . 05.005-7 .20 24.Ações relacionadas a doação de órgãos.06. e na tela Procedimentos Realizados. impede o processamento da AIH.ACOES RELACIONADAS À DOAÇÃO DE ORGAOS.001-4.01.01.º 511 de 27 de setembro de 2010 excluiu do SCNES a habilitação 24.21 Retirada de Órgãos e Tecidos Banco de Multitecidos 76 MANUAL TÉCNICO-OPERACIONAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÕES HOSPITALARES Versão Abril 2011 . Este procedimento 05.EXIGE REGISTRO DE PROCEDIMENTOS SECUNDÁRIOS COMPATÍVEIS. Todos os procedimentos do Grupo 05 do SIGTAP são financiados com recursos extra teto dos Estados.

tecidos e células do Grupo 05 -Transplante de órgãos.03. Descrição Serv. Houve também alteração da denominação do Subgrupo 03 . Classificação 015 da Grupo CBO 2231* 2235* 251510 251520 Descrição Todos os médicos Todos os enfermeiros Psicólogo clínico Psicólogo hospitalar 1 Ações para doação e captação de órgãos e 2 tecidos 3 4 5 6 7 8 251605 Assistente Social 223410 221105 221205 Farmacêutico bioquímico Biólogo Biomédico *Refere-se a qualquer profissional dentro da família da Classificação Brasileira de Ocupação (CBO).Ações para Doação e Captação de Órgãos e Tecidos conforme se segue: Cod.03.20 (Retirada de Órgãos e Tecidos). sendo incluído no SCNES.Ações Relacionadas à doação de órgãos. realizadas por equipe de outro estabelecimento de saúde.002-2 Ações relacionadas à doação de órgãos e tecidos para transplante Ações relacionadas à doação de órgãos e tecidos para transplante Ações relacionadas à doação de órgãos e tecidos para transplante Ações relacionadas à doação de órgãos e tecidos para transplante. Podem ser solicitadas novas autorizações desde que haja solicitação dos gestores locais de saúde. do serviço 149 Transplante Cod.20 pode ocorrer a pedido do estabelecimento de saúde ou a critério da CNCDO em caso de inobservância de quaisquer dispositivos da Lei 9. pois os estabelecimentos de saúde constantes no anexo da Portaria SAS/MS n. Descrição Class. tecidos e células dos procedimentos inseridos neste Subgrupo e em sua Forma de Organização conforme se segue: Subgrupo 03 Forma de Organização 01 05. A Portaria definiu como estabelecimento de saúde notificante de morte encefálica ou coração parado o estabelecimento com cadastro atualizado no SCNES de acordo com a legislação vigente.01. tecidos e células.Não é necessário renovar a habilitação 24. garantido o direito a ampla defesa e ao contraditório.434/1997. A exclusão da habilitação 24.001-4 05. com os seguintes perfis: 77 MANUAL TÉCNICO-OPERACIONAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÕES HOSPITALARES Versão Abril 2011 .01.Ações Relacionadas à Doação de órgãos. Também foi incluído no serviço especializado 149 . da Forma de Organização 01 .Transplante da Tabela de Serviço Especializado/Classificação/CBO do SCNES.º 511/10 estarão automaticamente habilitadas. a classificação 015 .

a) Perfil de assistência capaz de gerar notificação de óbitos com potencial de doação apenas de tecidos (óbito com coração parado); b) Perfil de assistência compatível com a identificação e notificação de morte encefálica qual seja: 1. Dispor de médico capacitado a realizar o exame clínico descrito no Protocolo de morte encefálica, conforme Resolução do Conselho Federal de Medicina vigente e com o Regulamento Técnico do SNT (Portaria GM/MS n.º 2.600 de 21 de outubro de 2009). 2. Dispor de aparelho de suporte a ventilação mecânica respirador/ventilador mecânico. A partir da Portaria SAS/MS n.º 511/10 os estabelecimentos de saúde definidos como notificantes de morte encefálica ou coração parado, e que podem realizar as ações definidas como de doação e captação de órgãos e tecidos, inclusive os bancos de tecidos, bem como os estabelecimentos autorizados pela Coordenação Geral do Sistema Nacional de Transplante (CGSNT) a realizar retiradas e/ou transplantes devem cadastrar no SCNES como SUS o serviço/classificação:149/015 - TRANSPLANTE/AÇÕES PARA DOAÇÃO E CAPTAÇÃO DE ÓRGÃOS E TECIDOS. É importante atentar para o fato de que todos os procedimentos constantes da Portaria SAS/MS n.º 511/10 serão pagos pela fonte de remuneração SUS de acordo com a Tabela de Procedimentos SUS vigente, mesmo quando o estabelecimento de saúde não for conveniado ao SUS. Desde a competência novembro de 2010 fica definido que os estabelecimentos de saúde notificantes devem ter o registro em seus respectivos CNES de serviços especializados que constam da lista abaixo para realização de pelo menos um dos exames necessários para avaliação de morte encefálica:
Cod Descrição do serviço serv Class. Descrição da classificação 001 121 Diagnóstico por imagem 007 002 008 122 Diagnóstico. Por métodos gráficos/dinâmicos 004 008 001 151 Medicina Nuclear 003 Medicina Nuclear In vivo por telemedicina Radiologia Radiologia por telemedicina Ultra-sonografia Ultra-sonografia por telemedicina Exame eletroencefalográfico Exame eletroencefalográfico por telemedicina Medicina Nuclear In vivo

Estes estabelecimentos devem dispor também do serviço especializado abaixo para a realização dos exames sorológicos e imunológicos: Sorologia e tipagem sanguínea.
Cod serv Descrição do serviço 145 Class Descrição da classificação Exames sorológicos e imunológicos

Diagnóstico por laboratório clínico 003

No entanto, está liberado para todos os estabelecimentos de saúde integrantes ou não do SUS e definidos como notificantes, e que não sejam autorizados a realizarem retiradas e ou transplantes podem realizar e receber
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MANUAL TÉCNICO-OPERACIONAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÕES HOSPITALARES Versão Abril 2011

pelo SUS os procedimentos da tabela abaixo. Para os estabelecimentos de saúde notificantes autorizados pela CGSNT a realizar retiradas de órgãos e tecidos e ou transplantes, poderão apresentar para faturamento além dos procedimentos descritos, os procedimentos referentes às retiradas.
Código 05.01.06.001-4 05.01.06.002-2 05.01.06.003-0 05.01.06.004-9 05.01.06.005-7 05.01.07.002-8 05.01.07.003-6 05.02.01.001-0 05.02.01.002-9 05.03.03.001-5 05.03.04.001-0 05.03.04.004-5 05.03.04.005-3 05.03.04.006-1 05.03.04.008-8 05.06.01.005-8 ANGIOGRAFIA CEREBRAL ENCEFÁLICA (4 VASOS) Procedimento PARA DIAGNÓSTICO DE MORTE

CINTILOGRAFIA RADIOISOTÓPICA CEREBRAL PARA DIAGNÓSTICO DE MORTE ENCEFÁLICA ECO DOPPLER COLORIDO CEREBRAL PARADIAGNÓSTICO DE MORTE ENCEFÁLICA ELETROENCEFALOGRAMA ENCEFÁLICA EXAME COMPLEMENTAR ENCEFÁLICA PARA PARA DIAGNÓSTICO DIAGNÓSTICO DE DE MORTE MORTE

SOROLOGIA DE POSSÍVEL DOADOR DE ÓRGÃOS OU TECIDOS EXCETO CÓRNEA TIPAGEM SANGUÍNEA ABO E OUTROS EXAMES HEMATOLÓGICOS EM POSSÍVEL DOADOR DE ÓRGÃOS AVALIAÇÃO CLÍNICA DE MORTE ENCEFÁLICA EM MAIOR DE 2 ANOS AVALIAÇÃO CLÍNICA DE MORTE ENCEFÁLICA EM MENOR DE 2 ANOS MANUTENÇÃO HEMODINÂMICA DE POSSÍVEL DOADOR E TAXA DE SALA PARA RETIRADA DE ÓRGÃOS COORDENAÇÃO DE SALA CIRÚRGICA PARARETIRADA DE ÓRGÃOS E TECIDOS PARA TRANSPLANTE DIÁRIA DE UNIDADE DE TERAPIA INTENSIVA DE PROVÁVEL DOADOR DE ÓRGÃOS ENTREVISTA FAMILIAR PARA DOAÇÃO DEÓRGÃOS DE DOADORES EM MORTE ENCEFÁLICA ENTREVISTA FAMILIAR PARA DOAÇÃO DEÓRGÃOS DE TECIDOS DE DOADORES COMCORAÇÃO PARADO CAPTAÇÃO DE ÓRGÃO EFETIVAMENTET R A N S P L A N TA D O AVALIAÇÃO DO DOADOR FALECIDO DE ÓRGÃOS OU TECIDOS PARA TRANSPLANTES

O procedimento Captação de órgão efetivamente transplantado é compatível com o procedimento 05.03.01.001-4 - Ações relacionadas à doação de órgãos, tecidos para transplante. As Centrais de Notificação, Captação e Distribuição de Órgãos (CNCDO) tem a responsabilidade de informar ao estabelecimento de saúde notificante a efetivação do transplante do órgão para que este estabelecimento possa apresentar para processamento o procedimento 05.03.01.001-4 CAPTAÇÃO DE ÓRGÃO EFETIVAMENTE TRANSPLANTADO. A habilitação de código 24.20 - Retiradas de órgãos e tecidos e o serviço 149/015 foram incluídos nos procedimentos abaixo. Estes procedimentos devem ser realizados pelos estabelecimentos e equipes autorizadas pela CGSNT/DAE/SAS/MS a realizar as retiradas de órgãos e tecidos.
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MANUAL TÉCNICO-OPERACIONAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÕES HOSPITALARES Versão Abril 2011

CÓDIGO

DESCRIÇÃO

05.03.03.002-3 RETIRADA DE CORAÇÃO (P/ TRANSPLANTE) 05.03.03.003-1 RETIRADA DE CORAÇÃO PARA PROCESSAMENTO DE VÁLVULA/TUBO VALVADO (P/TRANSPLANTE) 05.03.03.004-0 RETIRADA DE FÍGADO (P/ TRANSPLANTE) 05.03.03.005-8 RETIRADA DE GLOBO OCULAR UNI/BILATERAL P/ TRANSPLANTE) 05.03.03.006-6 RETIRADA DE PÂNCREAS (P/ TRANSPLANTE) 05.03.03.007-4 RETIRADA DE PULMÕES (P/ TRANSPLANTE) 05.03.03.008-2 RETIRADA UNI/BILATERAL DE RIM (P/TRANSPLANTE) - DOADOR FALECIDO 05.03.03.009-0 RETIRADA DE TECIDO ÓSTEO-FASCIO-COND R O - L I G A M E N TO S O 05.03.03.010-4 RETIRADA DE PELE (P/ TRANSPLANTE) 05.03.04.002-9 DESLOCAMENTO INTERESTADUAL DE EQUIPE PROFISSIONAL PARA RETIRADA DE ÓRGÃOS 05.03.04.003-7 DESLOCAMENTO DE EQUIPE PROFISSIONALPARA RETIRADA DE ÓRGÃOS INTERMUNIC I PA L

Para os procedimentos referentes às Ações de Doação e Captação de Órgãos e Tecidos não incide a critica de especialidade de leito e controle da taxa de ocupação. As AIH e APAC referentes aos procedimentos de do Grupo 05 do SIGTAP devem ser encerradas com o código da tabela auxiliar de motivo de saída/permanência: 2.5 - POR PROCESSO DE DOAÇÃO DE ÓRGÃOS, TECIDOS E CÉLULAS - DOADOR MORTO. As retiradas dos órgãos e/ou tecidos para transplantes, só podem ser realizadas por profissionais/equipes autorizadas pela CGSNT/DAE/SAS/MS e designadas pela respectiva. A relação dos estabelecimentos de saúde notificantes está disponível no endereço eletrônico www.saude.gov. br/ transplante. Os procedimentos especiais compatíveis com a informação dos dois códigos 05.03.01.002-2 e 05.03.01.001-4 e que, portanto podem ser registrados nas linhas da tela Procedimentos Realizados do SISAIH01 são os constantes da tabela abaixo: CÓDIGO
05.01.06.001-4 05.01.06.002-2 05.01.06.003-0 05.01.06.004-9 05.01.07.003-6 05.02.01.001-0 05.02.01.002-9 05.03.03.001-5 05.03.03.002-3 05.03.03.003-1

PROCEDIMENTO
ANGIOGRAFIA CEREBRAL P/ DIAGNÓSTICO DE MORTE ENCEFÁLICA (4 VASOS) CINTILOGRAFIA RADIOISOTÓPICA CEREBRAL P/ DIAGNOSTICO DE MORTE ENCEFÁLICA ECO DOPPLER COLORIDO CEREBRAL P/ DIAGNOSTICO DE MORTE ENCEFÁLICA ELETROENCEFALOGRAMA P/ DIAGNOSTICO DE MORTE ENCEFÁLICA TIPAGEM SANGUÍNEA ABO E OUTROS EXAMES HEMATOLÓGICOS EM POSSÍVEL DOADOR DE ÓRGÃOS AVALIAÇÃO CLINICA DE MORTE ENCEFÁLICA EM MAIOR DE 2 ANOS AVALIAÇÃO CLINICA DE MORTE ENCEFÁLICA EM MENOR DE 2 ANOS MANUTENÇÃO HEMODINÂMICA DE POSSÍVEL DOADOR E TAXA DE SALA P/ RETIRADA DE ÓRGÃOS RETIRADA DE CORAÇÃO (P/ TRANSPLANTE) RETIRADA DE CORAÇÃO P/ PROCESSAMENTO DE VÁLVULA / TUBO
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001-4 07.03.006-5 VALVADO/ TRANSPLANTE RETIRADA DE FÍGADO (P/ TRANSPLANTE) RETIRADA DE GLOBO OCULAR UNI / BILATERAL (P/ TRANSPLANTE) RETIRADA DE PÂNCREAS (P/ TRANSPLANTE) RETIRADA DE PULMÕES (P/ TRANSPLANTE) RETIRADA UNI / BILATERAL DE RIM (P/ TRANSPLANTE) COORDENAÇÃO DE SALA CIRÚRGICA P/ RETIRADA DE ÓRGÃOS E TECIDOS P/ TRANSPLANTE DESLOCAMENTO INTERESTADUAL DE EQUIPE PROFISSIONAL P/ RETIRADA DE ÓRGÃOS DESLOCAMENTO DE EQUIPE PROFISSIONAL P/ RETIRADA DE ÓRGÃOS – INTERMUNICIPAL DIÁRIA DE UNIDADE DE TERAPIA INTENSIVA DE PROVÁVEL DOADOR DE ÓRGÃOS ENTREVISTA FAMILIAR P/ DOAÇÃO E/ OU TECIDOS P/ TRANSPLANTE PROCESSAMENTO DE VÁLVULA CARDÍACA HUMANA PROCESSAMENTO DE TUBO VALVADO CARDÍACO HUMANO LIQUIDO DE PRESERVAÇÃO DE CORAÇÃO P/ TRANSPLANTE (LITRO) LIQUIDO DE PRESERVAÇÃO DE FÍGADO P/ TRANSPLANTE (LITRO) LIQUIDO DE PRESERVAÇÃO DE PÂNCREAS P/ TRANSPLANTE (LITRO) LIQUIDO DE PRESERVAÇÃO DE PULMÃO P/ TRANSPLANTE (LITRO) LIQUIDO DE PRESERVAÇÃO DE RIM P/ TRANSPLANTE (LITRO) LIQUIDO DE PRESERVAÇÃO PARA TRANSPLANTE DA CÓRNEA (20 ML) 49.004-0 05.02.007-4 05.03.12.ENTREVISTA FAMILIAR PARA DOAÇÃO DE ÓRGÃOS E OU TECIDOS PARA TRANSPLANTE e os exames para diagnóstico de morte cerebral.03.001-5 . deve ser encerrada a AIH das Ações relacionadas à doação de órgãos. Pode ser emitida AIH para esta ação.002-2 07.03. 49. independentemente do número de órgãos retirados.02.04.008-2 05.03.03.004-9 07.02. somente poderá ser emitida AIH com o procedimento Entrevista Familiar se pelo menos a retirada do globo ocular efetivamente ocorrer e após notificação à Central de Notificação.12.3 ENTREVISTA FAMILIAR Havendo o diagnóstico de morte cerebral confirmado.005-7 07.03.03.04.04.03.MANUTENCAO HEMODINAMICA DE POSSIVEL DOADOR E TAXA DE SALA P/ RETIRADA DE ORGAOS deve ser registrado apenas uma única vez (quantidade máxima 01) na AIH em nome do doador. e para que possa ser iniciado o processo de doação de órgãos deve ser realizada entrevista familiar que busca avaliar a posição dos entes do possível doador quanto à decisão sobre autorizar ou não a doação.03.004-5 05.04.005-3 .006-6 05.03. tecidos e células registrando na tela “Procedimentos Realizados” o procedimento 05.002-7 07.03.03.02.03. caso tenham sido realizados.005-8 05.003-0 07.03.001-9 05.001-0 05.12.03. 49.002-9 05.005-3 05.12. com apenas este procedimento especial.05.04. Caso a família recuse a doação.03.02. Captação e Distribuição de Órgãos (CNCDO).12.03. No caso de doador coração-parado.2 DIAGNÓSTICO DE MORTE ENCEFÁLICA Os exames clínicos e complementares e respectivos quantitativos para o diagnóstico de morte encefálica são definidos de acordo com as legislações vigentes (Resolução do Conselho Federal de Medicina e Decretos).003-7 05.04.03.04. 81 MANUAL TÉCNICO-OPERACIONAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÕES HOSPITALARES Versão Abril 2011 .4 MANUTENÇÃO HEMODINÂMICA DE POSSÍVEL DOADOR E TAXA DE SALA PARA RETIRADA DE ÓRGÃOS O procedimento 05.04.02.12.03.

por equipe profissional.005-8 – RETIRADA DE GLOBO OCULAR UNI/BILATERAL PARA TRANSPLANTE. 82 MANUAL TÉCNICO-OPERACIONAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÕES HOSPITALARES Versão Abril 2011 . exceto para córnea. por atendimento a demandas interestaduais.5 COORDENAÇÃO SALA CIRÚRGICA PARA RETIRADA DE ÓRGÃOS E TECIDOS PARA TRANSPLANTE Envolve os atos necessários à viabilização da retirada de órgãos e tecidos para transplante. Nestes dois casos. embora cada retirada possa dar origem a mais de um procedimento de processamento. e subdivide-se em:  05.COORDENACAO DE SALA CIRURGICA P/ RETIRADA DE ORGAOS E TECIDOS P/ TRANSPLANTE deve ser registrado apenas uma única vez (quantidade máxima 01) na AIH em nome do doador. para retirada de órgãos de doador morto. Cabe ao 1º cirurgião o valor correspondente ao percentual de 76.7RETIRADA DO CORAÇÃO PARA PROCESSAMENTO VÁLVULAS/TUBO VALVADO PARA TRANSPLANTE DE Esse procedimento destina-se a obtenção de válvulas cardíacas. para realizar o processamento das válvulas cardíacas e pedículos venosos para posterior transplante. independentemente do número de órgãos retirados.03.04.001-0 .49. com distância. o SISAIH01 não abre tela de equipe. desde que realizadas em estado e/ou município distintos dos da origem da equipe.DESLOCAMENTO DE EQUIPE PROFISSIONAL P/ RETIRADA DE ORGAOS INTERMUNICIPAL: o valor deste procedimento destina-se a remuneração de equipe profissional.03.08% do valor do procedimento.03.003-7 . exceto para córnea e rim.002-9 .001-4 ACOES RELACIONADAS À DOACAO DE ORGAOS. 49. 49. TECIDOS E CELULAS realizadas por equipe de outro Estabelecimento de Saúde.03.03.03. Os procedimentos de Deslocamento devem ser registrados somente em AIH em nome do doador com o procedimento principal 05.04.  05. para retirada de órgãos de doador morto.04. com distância acima de 100 km. para possibilitar a retirada de órgãos de doador morto.DESLOCAMENTO INTERESTADUAL DE EQUIPE PROFISSIONAL P/ RETIRADA DE ORGAOS: este procedimento destina-se à remuneração de equipe profissional. Este procedimento só pode ser registrado uma vez. acima de 100 km. O procedimento 05. O mesmo vale para o procedimento 05. autorizada pelo Sistema Nacional de Transplantes (SNT). mas é obrigatório informar CPF e CBO.6 DESLOCAMENTO DE EQUIPE PROFISSIONAL PARA RETIRADA DE ÓRGÃOS Os procedimentos de deslocamento de Equipe Profissional p/ Retirada de Órgãos referem-se ao atendimento.92% e ao 2º cirurgião o valor correspondente ao percentual de 23. que devem ser encaminhadas ao Banco de Válvulas definido pela CNCDO.01. por atendimento das demandas estaduais.

As habilitações dos procedimentos 05. TECIDOS E CELULAS REALIZADAS POR EQUIPE DE OUTRO ESTABELECIMENTO DE SAÚDE e 05. 49.001-4 – AÇÕES RELACIONADAS À DOACAO DE ORGAOS.01. O valor do procedimento inclui insumos necessários à execução de todo processamento. 05.1 PROCESSAMENTO DE TUBO VALVADO CARDÍACO HUMANO Refere-se ao fracionamento. A AIH é em nome do doador. realizado em Banco de Tecidos autorizado pelo Sistema Nacional de Transplantes .49.01. O Banco de Olhos só pode apresentar em APAC e não AIH.SNT.Ações Relacionadas à Doação de Órgãos.AÇÕES RELACIONADAS À DOACAO DE ORGAOS. A AIH é em nome do doador. preservação. de acordo com os órgãos efetivamente retirados. 49. Tecidos e Células. Tecidos e Células realizadas por equipe de outro Estabelecimento de Saúde.005-8 – RETIRADA DE GLOBO OCULAR UNI/BILATERAL PARA TRANSPLANTE exigem as habilitações 2412 .03.8.8 PROCESSAMENTO DE VÁLVULA/TUBO VALVADO CARDÍACO HUMANO Os procedimentos especiais Processamento de Válvulas e de Tubo Valvado devem ser registrados pelo Banco de Válvulas Cardíacas nas AIH das Ações Relacionadas à Doação de Órgãos. os procedimentos referentes aos mesmos devem ser registrados na tela de Procedimentos Realizados da AIH de Ações Relacionadas à Doação de Órgãos. Tecidos e Células. Não é permitido o registro concomitante na AIH do hospital onde se realiza a retirada ou em AIH do hospital de origem das equipes.Busca ativa de órgãos ou 2413 – Banco de tecido ocular humano. realizada em Banco de Tecidos autorizado pelo SNT. O valor do procedimento inclui insumos necessários à execução de todo processamento. o procedimento deve ser registrado na AIH das Ações Relacionadas à Doação de Órgãos. utilizados conforme os órgãos efetivamente retirados devem ser registrados como procedimentos especiais na AIH com procedimento principal .03. preservação. Na AIH ele é terceiro do hospital. para posterior transplante.03. 83 MANUAL TÉCNICO-OPERACIONAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÕES HOSPITALARES Versão Abril 2011 . A AIH é em nome do doador.002-2 .2 PROCESSAMENTO DE VÁLVULA CARDÍACA HUMANA Refere-se ao fracionamento. TECIDOS E CELULAS. No caso do Líquido de Preservação ser levado de outros hospitais pelas equipes profissionais que farão a retirada de órgãos.03.9 LÍQUIDOS DE PRESERVAÇÃO DE ÓRGÃOS Os líquidos de preservação de órgãos e/ou tecidos. A AIH é em nome do doador. Tecidos e Células considerando as seguintes situações: No caso do Líquido de Preservação utilizado pertencer ao próprio hospital em que se realiza a retirada de órgãos. 49. embalagem e armazenamento de tubo valvado cardíaco humano.8. embalagem e armazenamento de válvula cardíaca humana.

AÇÕES RELACIONADAS À DOAÇÃO DE ÓRGÃOS. e na tela Procedimentos Realizados o código 05.01.01.02. a retirada de córneas efetivamente ocorrer. Os procedimentos relativos às atividades relacionadas à avaliação e diagnóstico de morte cerebral de possível doador de órgãos e tecidos. registrando na tela Identificação da Internação no campo procedimento solicitado e realizado o procedimento 05.º 1480/1997 do CFM.04.01.AÇÕES RELACIONADAS À DOAÇÃO DE ÓRGÃOS.03.10 PROCEDIMENTOS DE RETIRADA DE ÓRGÃOS Os procedimentos especiais de retiradas de órgãos só têm valor na fração SP.002-9 AVALIAÇÃO CLÍNICA DE MORTE ENCEFÁLICA DE MENOR DE 2 ANOS 05.AÇÕES RELACIONADAS À DOAÇÃO DE ÓRGÃOS.49.01.0401. referentes a este procedimento devem ser emitidas em nome do doador.002-6 – PROCESSAMENTO DE CORNEA/ESCLERA. As AIH.001-0. TECIDOS E CÉLULAS.01.03.01.02. pelo menos.001-0 AVALIAÇÃO CLÍNICA DE MORTE ENCEFÁLICA DE MAIOR DE 2 ANOS Para o registro dos procedimentos dos 05.03. em conformidade com o estabelecido na Resolução n. TECIDOS E CÉLULAS pode ocorrer quando realizadas atividades em duas situações: doador em morte cerebral e doador coração-parado. o procedimento especial 05. são os seguintes: CÓDIGO PROCEDIMENTO 05.ENTREVISTA FAMILIAR P/ DOAÇÃO DE ÓRGÃOS E/OU TECIDOS P/TRANSPLANTE se.11 PROCESSAMENTO DE CÓRNEA/ESCLERA Neste procedimento estão incluídos todos os procedimentos necessários em nível hospitalar e ambulatorial – Separação e Avaliação Biomicroscópica da Córnea/Esclera e Contagem Endotelial da Córnea. Em ambas as situações.01.04.001-8 – CONTAGEM DE CELULAS ENDOTELIAIS DA CORNEA. Para a remuneração do primeiro cirurgião o sistema calcula 76.04. que tem o valor zerado e na tela Procedimentos Realizados.001-0 deve ser emitida AIH em nome do doador e registrado nos campos Procedimento Solicitado e Procedimento Realizado o código 05. 49. Estes dois códigos não podem ser registrados. TECIDOS E CÉLULAS e na tela Procedimentos Realizados.01.02.12 DOADOR EM MORTE CEREBRAL.08% deste valor. registrado no campo Procedimento Solicitado e Procedimento Realizado da tela Identificação da Internação. os procedimentos devem ser registrados em AIH em nome do doador.03.01.001-4 .02. 49. concomitantemente na mesma AIH. o código 05. conforme a idade do doador.01.002-9 ou o código 05. Estes procedimentos não permitem registro de outro procedimento principal na 84 MANUAL TÉCNICO-OPERACIONAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÕES HOSPITALARES Versão Abril 2011 . somente pode ser registrado o procedimento 05.92% do procedimento no SIGTAP e para o segundo cirurgião 23.01. DOADOR CORAÇÃO PARADO E AVALIAÇÃO DE MORTE CEREBRAL O registro do procedimento 05.001-4 .005-3 . Na tela Procedimentos Realizados devem ser registrados os códigos dos procedimentos especiais realizados.003-4 – SEPARACAO BIOMICROSCOPICA DA CORNEA e/ou 05. No caso de doador coração-parado.02.001-4 .002-9 e 05.02.

Os exames complementares serão utilizados por faixa etária. a AIH deve ser emitida em nome do doador registrando-se nos campos Procedimentos Solicitados e realizados da tela 85 MANUAL TÉCNICO-OPERACIONAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÕES HOSPITALARES Versão Abril 2011 .01.03. alíneas "a". serão necessárias ações por parte do hospital e da equipe profissional para a da manutenção hemodinâmica do doador e para a retirada de órgãos: O processo de retirada de órgãos pode ocorrer em uma das seguintes situações abaixo: 49. ausência de atividade elétrica cerebral ou.004-9 ELETROENCEFALOGRAMA P/ DIAGNOSTICO DE MORTE ENCEFÁLICA ANGIOGRAFIA CEREBRAL P/ DIAGNÓSTICO DE MORTE ENCEFÁLICA 05.um dos exames citados nas letras "a". conforme determina a Resolução n.13. ausência de perfusão sangüínea cerebral. "b" e "c".1 Retirada processada por equipe profissional deste mesmo hospital. de 1 a 2 anos incompletos: um dos exames citados no Art.1 Retirada de órgãos efetuada no hospital em que foi realizado o procedimento de ações relacionadas à doação de órgãos.06.13 RETIRADA DE ÓRGÃOS No caso de morte cerebral confirmada. Os exames complementares a serem observados para constatação de morte encefálica deverão demonstrar de forma inequívoca: a. "b" e "c" acima. c. b. É possível.º 1480/1997 do Conselho Federal de Medicina. o registro na mesma AIH de procedimentos especiais que comprovam a morte cerebral.004-5 .04.DIARIA DE UNIDADE DE TERAPIA INTENSIVA DE PROVÁVEL DOADOR DE ÓRGÃO. ausência de atividade metabólica cerebral ou.mesma AIH.1. mais de 2 anos .2 eletroencefalogramas com intervalo de 48 horas entre um e outro. no entanto. tecidos e células: 49. 6º. Os códigos no SIGTAP para estes procedimentos são os seguintes: CÓDIGO DESCRIÇÃO 05. Quando optar-se por eletroencefalograma. serão necessários 2 exames com intervalo de 12 horas entre um e outro.01. Para avaliação da morte encefálica devem ser realizados e registrados exames gráficos para o diagnóstico de morte encefálica. de 2 meses a 1 ano incompleto . c. Nesta hipótese. conforme abaixo especificado: a. b.003-0 ENCEFALICA O procedimento destinado às ações necessárias para a manutenção de paciente em morte encefálica sob condições adequadas à viabilização da doação de órgãos e tecidos é o 05.001-4 (4 VASOS) ECO DOPPLER COLORIDO CEREBRAL P/ DIAGNOSTICO DE MORTE 05.06.2 eletroencefalogramas com intervalo de 24 horas entre um e outro. 49.13.06. d.01. de 7 dias a 2 meses incompletos .

Ações Relacionadas à Doação de Órgãos.03.001-4 05.04.06.03.03.003-1 05. portanto compatibilidade entre estes procedimentos principais e estes procedimentos especiais.006-6 05.03.02.001-5 .03.03.03.03.03.03. poderá também registrar os procedimentos relativos a estes líquidos.01.001-4 05.06.01. o código 05.01.03.001-4 .004-5 05. conforme os 86 MANUAL TÉCNICO-OPERACIONAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÕES HOSPITALARES Versão Abril 2011 . Se o hospital for o fornecedor dos líquidos de preservação de órgãos.008-2 05.01.13.001-5 05.04.1.03. CÓDIGO 05.03. registrando-se nos campos procedimentos solicitado e realizado da tela Identificação da Internação.ACOES RELACIONADAS À DOACAO DE ORGAOS. com o Procedimento 05.01.007-4 05.06.01.004-0 05.03. Podem ser registrados na tela Procedimentos Realizados da AIH do doador.003-7 05.06.04.001-0 05.01.03.03.03.04.001-4 .003-0 05.01.03.07.03.03.005-8 05.03.01.ACOES RELACIONADAS À DOACAO DE ORGAOS.03.03.002-9 05.03. Tecidos e Células e na tela Procedimentos Realizados o código 05. TECIDOS E CELULAS e na tela Procedimentos Realizados os procedimentos especiais realizados.004-9 05. emite-se uma AIH em nome do doador para o hospital em que ocorreu a retirada.005-3 PROCEDIMENTO ANGIOGRAFIA CEREBRAL P/ DIAGNÓSTICO DE MORTE ENCEFÁLICA (4 VASOS) CINTILOGRAFIA RADIOISOTÓPICA CEREBRAL P/ DIAGNOSTICO DE MORTE ENCEFÁLICA ECO DOPPLER COLORIDO CEREBRAL P/ DIAGNOSTICO DE MORTE ENCEFÁLICA ELETROENCEFALOGRAMA P/ DIAGNOSTICO DE MORTE ENCEFÁLICA TIPAGEM SANGÜÍNEA ABO E OUTROS EXAMES HEMATOLÓGICOS EM POSSÍVEL DOADOR ÓRGÃOS AVALIAÇÃO CLINICA DE MORTE ENCEFÁLICA EM MAIOR DE 2 ANOS AVALIAÇÃO CLINICA DE MORTE ENCEFÁLICA EM MENOR DE 2 ANOS AÇÕES RELACIONADAS À DOAÇÃO DE ÓRGÃOS TECIDOS E CÉLULA MANUTENÇÃO HEMODINÂMICA DE POSSÍVEL DOADOR E TAXA DE SALA P/ RETIRADA DE ÓRGÃOS RETIRADA DE CORAÇÃO (P/ TRANSPLANTE) RETIRADA DE CORAÇÃO P/ PROCESSAMENTO DE VÁLVULA / TUBO VALVADO / TRANSPLANTE RETIRADA DE FÍGADO (P/ TRANSPLANTE) RETIRADA DE GLOBO OCULAR UNI / BILATERAL (P/ TRANSPLANTE) RETIRADA DE PÂNCREAS (P/ TRANSPLANTE) RETIRADA DE PULMÕES (P/ TRANSPLANTE) RETIRADA UNI / BILATERAL DE RIM (P/ TRANSPLANTE) COORDENAÇÃO DE SALA CIRÚRGICA P/ RETIRADA DE ÓRGÃOS E TECIDOS P/ TRANSPLANTE DESLOCAMENTO INTERESTADUAL DE EQUIPE PROFISSIONAL P/ RETIRADA DE ÓRGÃOS DESLOCAMENTO DE EQUIPE PROFISSIONAL P/ RETIRADA DE ÓRGÃOS – INTERMUNICIPAL DIÁRIA DE UNIDADE DE TERAPIA INTENSIVA DE PROVÁVEL DOADOR DE ÓRGÃOS ENTREVISTA FAMILIAR P/ DOAÇÃO E/ OU TECIDOS P/ TRANSPLANTE 49.003-6 05.04.01.Manutenção hemodinâmica de possível doador e taxa de sala p/ retirada de órgãos.2 Retirada processada por equipe profissional proveniente de outro(s) hospital (is) Nesta hipótese.03.03.01. TECIDOS E CELULAS realizadas por Equipe de Outro Estabelecimento todos os procedimentos relacionados à manutenção hemodinâmica do doador e os de retirada de órgãos constantes da tabela abaixo havendo.002-2 .03. o código 05.002-9 05.002-2 05.001-0 05.02.002-3 05.Identificação da Internação.

03. devem ser emitidas tantas AIH quantos forem os Procedimentos Realizados. Se for uma única equipe. ou seja. registrando-se nos campos procedimento solicitado e realizado da tela Identificação da Internação o código 05.04. tecidos e células realizadas por equipe de outro estabelecimento. tecidos e células Pode ser realizada por equipe profissional deste segundo hospital ou de outro(s) para onde o paciente tenha sido transferido para a efetivação da retirada.03. o procedimento 05. deve ser emitida uma AIH para cada retirada de órgão. Deve ser observado que não é permitido registro concomitante destes líquidos na AIH do hospital e nas AIH das equipes.002-9 . Nas retiradas de órgãos realizadas por equipe proveniente de outro hospital.Deslocamento de equipe profissional p/ retirada de órgãos – intermunicipal.001-5 . No caso de líquido de preservação fornecido pela equipe de retirada.MANUTENCAO HEMODINAMICA DE POSSIVEL DOADOR E TAXA DE SALA P/ RETIRADA DE ORGAOS.) deve ser registrado o 05. deve ser emitida uma única AIH. exceto nos casos de córnea e rim. (distâncias acima de 100 km) o procedimento 05. registrando os respectivos códigos na tela Procedimentos Realizados dessa AIH.03. No caso da retirada de órgão ser realizada por mais de uma equipe. No caso dos líquidos de preservação fornecidos pela equipe de retirada. desde que por equipes distintas. (exceto para córnea e rim).003-7 . Quando a retirada de órgãos for realizada por equipe interestadual deve ser registrado também. as AIH devem ser emitidas para o hospital que deslocou a equipe. excetuando-se a retirada de córnea.01. os respectivos códigos devem ser registrados na AIH de retirada. 49.003-7 DESLOCAMENTO DE EQUIPE PROFISSIONAL P/ RETIRADA DE ÓRGÃOS – INTERMUNICIPAL o que também vai permitir a remuneração adicional do primeiro cirurgião. Para remuneração adicional do primeiro cirurgião e por equipe intermunicipal (distâncias acima e 100 km.03. devem ser registrados na respectiva AIH de retirada. registrando ainda os procedimentos especiais referentes ás retiradas. (exceto córnea). Devem ser obedecidas as seguintes orientações: 05. seus respectivos códigos.002-2 – ações relacionadas à doação de órgãos. observando-se que não é permitido o registro concomitante do líquido de preservação na AIH do hospital onde foi executada a retirada e nas AIH das equipes quando estas são de outro hospital.002-9 .03.3 Retirada processada em hospital distinto do das ações relacionadas A retirada pode ser realizada em hospital distinto de onde foi realizado o procedimento de ações relacionadas à doação de órgãos. devendo nesta hipótese serem emitidas tantas AIH quantos forem os Procedimentos Realizados (retirada de órgãos por equipes distintas).04.órgãos efetivamente retirados. Quando a retirada de órgãos for realizada por equipe interestadual deve ser registrado também o procedimento 05.04.Deslocamento interestadual de equipe profissional p/ retirada de órgãos. deverá 87 MANUAL TÉCNICO-OPERACIONAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÕES HOSPITALARES Versão Abril 2011 .04.DESLOCAMENTO INTERESTADUAL DE EQUIPE PROFISSIONAL P/ RETIRADA DE ÓRGÃOS para possibilitar a remuneração adicional do primeiro cirurgião.03.03. E se for realizado por equipe intermunicipal.13.

03.03.08. os quais possuem códigos no SIGTAP (abaixo listados). IMUNOGLOBULI OBTIDA/COELHOANTITIMOCITOS HUMANOS 200MG INJETÁVEL P/TRANSPLANTE (POR FRASC-AMP). Registrar também em Procedimentos Realizados.03.002-2 .001-0 .08.03.03.08.004-9 06.03.03. deve ser emitida AIH em nome do paciente e registrar nos campos Procedimento Solicitado e Procedimento Realizado da AIH.03.08. E na tela Procedimentos Realizados.03. METILPREDNISOLONA 500MG INJETÁVEL P/TRANSPLANTE (POR FRASCO AMPOLA) MICOFENOLATO DE MOFETILA 500MG P/TRANSPLANTE (POR COMPRIMIDO) MICOFENOLATO DE SÓDIO 360MG P/TRANSPLANTE (POR COMPRIMIDO) MUROMONABE CD3 5MG INJETÁVEL P/TRANSPLANTE (POR FRASCO AMPOLA DE 0.COORDENACAO DE SALA CIRURGICA P/ RETIRADA DE ORGAOS E TECIDOS P/ TRANSPLANTE.008-1 06.08.03. sendo que.15 Medicamentos para Pacientes Transplantados Os medicamentos para administração em pacientes transplantados são pagos com recursos do FAEC.007-3 06.ser emitida uma AIH (apenas uma.03.001-5 .03.MANUTENCAO HEMODINAMICA DE POSSIVEL DOADOR E TAXA DE SALA P/ RETIRADA DE ORGAOS e 05.08.01.011-1 06.08.003-0 06.02.5ML) IMUNOGLOBULINA HIPERIMUNE ANTI-HBS . a AIH deve ser encerrada e solicitada emissão de nova.08.014-6 06. os códigos 05. A AIH emitida para realização deste procedimento tem validade de 31 (trinta) dias. Estão descriminados no SIGTAP sob os códigos descritos abaixo: CODIGO 06.08.TRATAMENTO DE INTERCORRENCIA POS TRANSPLANTE DE ORGAOS/CELULAS-TRONCO HEMATOPOIETICOS. o código 05.03.P/ TRANSPLANTE (FRASCOAMPOLA 2 ml E 10 ml) IMUNOGLOBU OBTIDA/COELHO ANTITIMÓCITOS HUMANOS 100MG INJETÁV.06.08. IMUNOGLOBUL OBTIDA/COELHO ANTITIMOCITOS HUMANOS 25MG INJETÁVEL P/TRANSPLANTE (POR FRASC-AMP). os medicamentos administrados e suas dosagens.001-4 06. 49. P/TRANSPLANTE (POR FRASC-AMP). independentemente do número de órgãos retirados) em nome do doador. decorrido este prazo e havendo necessidade de permanência do paciente em regime de internação.5ML) 88 MANUAL TÉCNICO-OPERACIONAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÕES HOSPITALARES Versão Abril 2011 .08.08.03. registrando nos campos Procedimento solicitado e Procedimento Realizado da tela Identificação da Internação o código 05.ACOES RELACIONADAS À DOACAO DE ORGAOS TECIDOS E CELULAS realizadas por equipes de outro estabelecimento.04.012-0 06. O número de diárias utilizadas por AIH será registrado na 1ª linha da Tela Procedimentos Realizados.005-7 06.03.08.004-5 .08.015-4 PROCEDIMENTO BASILIXIMABE 20MG INJETÁVEL (POR FRASCO-AMPOLA) P/ TRANSPLANTE CICLOSPORINA 10MG P/ TRANSPLANTE (POR CÁPSULA) CICLOSPORINA 100MG P/ TRANSPLANTE (POR CÁPSULA) CICLOSPORINA 25MG P/ TRANSPLANTE (POR CÁPSULA) CICLOSPORINA 50MG P/ TRANSPLANTE (POR CÁPSULA) DACLIZUMABE 5MG/ ML INJETÁVEL P/ TRANSPLANTE (POR FRASCO DE 5 ml) IMUNOGLOBULINA EQÜINA ANTILINFÓCITOS 100MG INJETÁVEL P/TRANSPLANTE (POR FRASCO-AMPOLA 0.002-2 06.08.03.006-5 06.010-3 06. 49.009-0 06.03.013-8 06.03.14 Intercorrências Pós-Transplante Para os procedimentos relativos à intercorrência pós-transplante.03.

podem ser emitidas novas AIH.022-7 MICOFENOLATO DE SÓDIO 180MG P/TRANSPLANTE (POR COMPRIMIDO) Os registros de realização de módulo sorológico.17 Transplante Autogênico de Células-Tronco Hematopoiéticas de Medula Óssea O limite de registro por AIH para o procedimento é de 07 (sete) dias.08. até completar 24 meses da realização do transplante. É.016-2 SIROLIMO 1MG P/ TRANSPLANTE (POR DRÁGEA) SIROLIMO 1MG/ML SOLUÇÃO ORAL P/TRANSPLANTE (POR FRASCO DE 06.5MG P/TRANSPLANTE (FRASCO-AMPOLA) 06.03.08.08. HLA Classe I e HLA Classe II.03. 49. Cross Match (provas cruzadas de linfócitos T.018-9 SIROLIMO 2 MG P/ TRANSPLANTE (POR DRÁGEA) 06.03.18 Transplante Alogênico de Células-Tronco Hematopoiéticas de Medula Óssea – Aparentado O limite de registro por AIH é de 15 (quinze) dias. entretanto. 49.021-9 TACROLIMO 5MG P/TRANSPLANTE (POR CÁPSULA) 06. É.06. até completar 06 (seis) meses da realização do transplante.03.03.Não Aparentado O limite de registro por AIH é de 30 (trinta) dias.08. para o paciente. Em caso de necessidade de continuação do tratamento.19 Transplante Alogênico de Células-Tronco Hematopoiéticas de Medula Óssea . 49.019-7 ACROLIMO 0. AGH e linfócitos B) em possíveis doadores de órgãos devem ser efetuadas pelo SIA-SUS. permitido o registro dos medicamentos previstos para as intercorrências pós-transplante. É.017-0 60ML) 06.020-0 TACROLIMO MG P/TRANSPLANTE (POR CÁPSULA) 06.03. hemoterapia e demais procedimentos especiais. entretanto. Em caso de necessidade de continuação do tratamento. Em caso de necessidade de continuação do tratamento. hemoterapia e demais procedimentos especiais. até completar 24 (vinte e quatro) meses da realização do transplante.16 Atendimento Regime de Hospital-Dia para Intercorrências PósTransplante de Medula Óssea e Outros Órgãos Hematopoiéticos Para atendimento de pacientes pós-transplantes o estabelecimento de saúde deve ser habilitado no código de habilitação 1204 devidamente registrado no CNES. 49. não sendo permitido o registro de permanência a maior ou Diária de UTI. permitido o registro dos medicamentos previstos para as intercorrências póstransplante. hemoterapia e demais procedimentos especiais. entretanto. permitido o registro dos medicamentos previstos para as intercorrência pós-transplante. para o paciente. não sendo permitido o registro de permanência a maior e Diária de UTI. para o paciente.08. podem ser emitidas novas AIH.08.03. poderão ser emitidas novas AIH.08. não sendo permitido o registro de permanência à maior ou Diária de UTI. 89 MANUAL TÉCNICO-OPERACIONAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÕES HOSPITALARES Versão Abril 2011 .

04. As normas de classificação e credenciamento dos Serviços. Prevenção. será mantido o pagamento da quimioterapia por meio de APAC à exceção dos procedimentos 03. Centros de Assistência de Alta Complexidade em Oncologia (CACON). Os demais Procedimentos radioterápicos devem ser registrados em APAC. Os procedimentos a seguir descritos podem ser realizados em Unidades habilitadas em Assistência em Alta Complexidade Cardiovascular. composta por Unidades de Assistência de Alta Complexidade em Cardiovascular e Centros de Referência de Alta Complexidade em Cardiovascular. Tratamento. devendo registrado como CID principal a neoplasia e como CID secundário o patologia que gerou a internação. Quando não houver possibilidade de sua realização em regime ambulatorial.006-3 – QUIMIOTERAPIA INTRACAVITARIA (PLEURAL/ PERICARDICA/PERITONEAL). O procedimento 03.004-7 – QUIMIOTERAPIA INTRARTERIAL e 03. Para realização destes procedimentos é necessário que os hospitais estejam habilitados em Alta Complexidade de Assistência Cardiovascular.10.INTERNACAO PARA RADIOTERAPIA EXTERNA (COBALTOTERAPIA OU ACELERADOR LINEAR) poderá ser realizado por hospitais habilitados ou não para alta complexidade. após justificativa técnica do médico assistente. Centros de Referência de Alta Complexidade em Oncologia. 90 MANUAL TÉCNICO-OPERACIONAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÕES HOSPITALARES Versão Abril 2011 . A quimioterapia dos pacientes deve ser realizada em regime ambulatorial. onde os valores da quimioterapia estão incluídos nos serviços hospitalares.50.04. As normas de classificação e credenciamentos de Unidades e Centros de Assistência e Autorização dos Centros de Referência de Alta Complexidade em Oncologia estão definidas na Portaria SAS/MS n. a internação será autorizada. – TRATAMENTO INTERCORRENCIAS CLINICAS EM PACIENTES ONCOLOGICOS pode realizado por hospitais habilitados ou não para alta complexidade. DE ser ser da 51. Esses procedimentos somente poderão ser autorizados pelo gestor. Unidades e Centros de Referência em Alta Complexidade Cardiovascular estão definidas na Portaria SAS/MS nº 210 de 15 de junho de 2004. ASSISTÊNCIA CARDIOVASCULAR Portaria GM/MS n.08. A validade da AIH para internação deste procedimento será de 30 dias/mês.04. definindo Redes Estaduais e/ou Regionais de Atenção Oncológica composta por: Unidades de Assistência de Alta Complexidade em Oncologia. O procedimento 03.04. ONCOLOGIA A Portaria GM/MS n.º 741/2005.08.169/2004 institui a Política Nacional de Atenção Cardiovascular de Alta Complexidade e define a implantação de Redes Estaduais e/ou Regionais de Atenção em Alta Complexidade Cardiovascular. para serem realizados em hospitais previamente habilitados para alta complexidade em câncer. ou a critério deste. instituiu a Política Nacional de Atenção Oncológica: Promoção. Diagnóstico. Durante a internação do paciente para tratamento oncológico. Reabilitação e Cuidados Paliativos.439/2005.001-3.011-1 .01.º 1.º 2.

91 MANUAL TÉCNICO-OPERACIONAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÕES HOSPITALARES Versão Abril 2011 .01. realizado por médico radiologista intervencionista.052-3 04.06.005-1 04.06.02.01.02.06.014-3 .068-4 04.06. Plastia Arterial com remendo.06.SHUNT INTRAHEPÁTICO PORTO-SISTÊMICO (TIPS) COM STENT NÃO RECOBERTO. CÓDIGO 04.051-5 04.06.06.02.010-2 04.003-5 04. TRATAMENTO CIRÚRGICO DE LESÕES VASCULARES TRAUMÁTICAS DO ABDOME TRATAMENTO DE CONTUSÃO MIOCÁRDICA TRATAMENTO DE FERIMENTO CARDÍACO PERFURO-CORTANTE A realização de cada um dos procedimentos de Aneurismectomia de Aorta Abdominal Infra-renal.ANGIOPLASTIA CORONARIANA PRIMÁRIA (INCLUI CATETERISMO).077-3 04.06.053-1 04.06.06.011-0 04.01.02.06.º 21/2004). Tratamento Cirúrgico de Aneurismas das Artérias Viscerais.02. 04.06. somente pode ser realizado em hospitais habilitados para a realização de Transplante de Fígado.06.º 123/2005.02.03. é compatível com os materiais códigos 07.050-7 04.06.03. cirurgião cardiovascular e cirurgião vascular. 04. ANEURISMECTOMIA TORACO-ABDOMINAL.06.02.06.03.05.06.01.06.06.02.030-2 04.06.02. não deverá ultrapassar o percentual de 30% (trinta por cento) do total das cirurgias realizadas (PT SAS/MS n. deve ser realizada exclusivamente nos hospitais habilitados para Transplantes Cardíacos.059-0 04. Para os procedimentos fica estabelecido: 02.016-7 04.012-0 04. no percentual de até 20% (vinte por cento) sobre o quantitativo total deste procedimento.004-9 .01.02.06.04.054-0 04.051-0 04.01.06.15.012-4 04. e não aceita permanência maior.02.05.02.01.não sendo restrito apenas aos hospitais habilitados como Centros de Referência conforme Portaria SAS/MS n.02.097-8 PROCEDIMENTO VALVULOPLASTIA MITRAL PERCUTÂNEA VALVULOPLASTIA TRICÚSPIDE PERCUTÂNEA TROCA DE AORTA DESCENDENTE .026-5 .005-1 04.06.01.02.01.INCLUI ABDOMINAL.06.004-3 04.06.02.004-3 04.006-7 – CATETER DE TERMODILUIÇÃO e 07. ANEURISMECTOMIA TORACO-ABDOMINAL IMPLANTE DE MARCAPASSO TEMPORÁRIO TRANSVENOSO CARDIOGRAFIA CARDIOTOMIA PARA RETIRADA DE CORPO ESTRANHO PERICARDIOCENTESE DRENAGEM COM BIÓPSIA DE PERICÁRDIO TROMBECTOMIA VENOSA EMBOLECTOMIA ARTERIAL TRATAMENTO CIRÚRGICO LESÕES VASCULARES TRAUMÁTICAS DE MEMBRO SUPERIOR UNILATERAL TRATAMENTO CIRÚRGICO LESÕES VASCULARES TRAUMÁTICAS DE MEMBRO SUPERIOR BILATERAL TRATAMENTO CIRÚRGICO LESÕES VASCULARES TRAUMÁTICAS DE MEMBRO INFERIOR UNILATERAL TRATAMENTO CIRÚRGICO LESÕES VASCULARES TRAUMÁTICAS DE MEMBRO INFERIOR BILATERAL TRATAMENTO CIRÚRGICO LESÕES VASCULARES TRAUMÁTICAS DA REGIÃO CERVICAL FASCIOTOMIA PARA DESCOMPRESSÃO DEBRIDAMENTO DE ÚLCERA OU DE TECIDOS DESVITALIZADOS ANEURISMECTOMIA DE AORTA ABDOMINAL INFRA-RENAL TRATAMENTO CIRÚRGICO DE ANEURISMAS DAS ARTÉRIAS VISCERAIS PLASTIA ARTERIAL COM REMENDO.096-0 04.06.125-0 – CONJUNTO DESCARTÁVEL DE BALÃO INTRA-AÓRTICO.BIÓPSIA ENDOMIOCÁRDICA.02. (QUALQUER TÉCNICA).06.048-5 04. qualquer técnica e Aneurismectomia Toraco-Abdominal.02.058-2 04.014-6 04.

04.recém nascidos internados em Unidades de Tratamento Intensivo Neonatal de hospitais gerais e/ou materno-infantis.06.06. Subgrupo 06 exigem habilitação e tem portarias específicas que definem as normas a serem cumpridas pelos estabelecimentos de saúde para sua realização. cirurgia cardiovascular e procedimentos de cardiologia intervencionista.041-2 .(0802 e 0803) . pode ser realizado também por cirurgião pediátrico com experiência em cirurgia torácica e/ou cirurgião cardiovascular. 04.02 . Nos relatórios do SIGTAP estão as habilitações exigidas para cada procedimento do 04.º 756/2005 estabelece normas específicas para credenciamento e habilitação em Serviço de Assistência de Alta Complexidade de Investigação e Cirurgia da Epilepsia. o percentual de 50% (cinqüenta por cento) do total dos procedimentos eletrofisiológicos realizados (PT SAS/MS n. 08. não deve exceder o total de 20% (vinte por cento) do total das angioplastias coronarianas realizadas.05 . A Portaria SAS/MS n.013-9.05.03 . Os procedimentos de alta complexidade em epilepsia a seguir relacionados. 08. Todo procedimento de Alta Complexidade deste elenco exige um ou mais dos seguintes GRUPOS DE HABILITAÇÃO AO MESMO TEMPO PARA UM DETERMINADO PROCEDIMENTO: (0801 e 0803) – (0801 e 0804) – (0801 e 0805) .CORREÇÃO DA PERSISTÊNCIA DO CANAL ARTERIAL NO RECÉM-NASCIDO .º 346/2010 redefiniu as compatibilidades de OPM dos procedimentos da Cirurgia Cardiovascular em todos os procedimentos do Grupo.(0801 e 0807) .Centro de referência em alta complexidade cardiovascular.05.06. 08.Cirurgia cardiovascular pediátrica.07 – Laboratório de eletrofisiologia.XX.002-2– ANGIOPLASTIA CORONARIANA COM IMPLANTE DE DUPLA PRÓTESE INTRALUMINAL ARTERIAL. 08. 04. 08.º 123/2005).Cirurgia cardiovascular e procedimentos em cardiologia intervencionista.06.(0801 e 0806) .01 . 08. não devem exceder em conjunto.03. 92 MANUAL TÉCNICO-OPERACIONAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÕES HOSPITALARES Versão Abril 2011 .05.01. EPILEPSIA A Portaria SAS/MS n. Os procedimentos que envolvem marcapasso de mais de uma câmera/cardiodesfibrilador são exclusivos dos Centros de Referência em Alta Complexidade Cardiovascular.010-4 e 04.Cirurgia vascular e procedimentos endovasculares extra cardíacos.04 . Os procedimentos de alta complexidade do Grupo 04.(0802 e 0807).06. 52.XXX-X. só podem ser registrados na AIH quando realizados em Serviços de Assistência de Alta Complexidade de Investigação e Cirurgia da Epilepsia. Os procedimentos Eletrofisiológicos Terapêuticos de códigos 04.Cirurgia vascular.Unidade de assistência de alta complexidade cardiovascular.06.(0802 e 0805) – (0802 e 0806) .(0802 e 0804) .007-4.06 . As habilitações da Cardiovascular são as seguintes: 08.

e 02. de caráter técnico. Centro de Referência em Traumatologia e Ortopedia de Alta Complexidade é o hospital geral ou especializado em Traumatologia e Ortopedia.03. 04.008-7 – MICROCIRURGIA P/ RESSECÇÃO UNILOBAR EXTRA TEMPORAL S/ MONITORAMENTO INTRA-OPERATÓRIO.º 90/2009 define Unidade de Assistência de Alta Complexidade em Traumatologia e Ortopedia e Centro de Referência em Traumatologia e Ortopedia de Alta Complexidade.03.06.06.11. A Portaria SAS/MS n.06.06.002-8 – EXPLORAÇÃO DIAGNÓSTICA. O procedimento clínico 03. As Unidades de Assistência e os Centros de Referência em Traumatologia e Ortopedia podem prestar atendimento nos serviços de: 93 MANUAL TÉCNICO-OPERACIONAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÕES HOSPITALARES Versão Abril 2011 . equipamentos e recursos humanos capazes de prestar assistência em traumatologia e ortopedia.03. 04.007-9 – MICROCIRURGIA PARA RESSECÇÃO UNILOBAR EXTRA TEMPORAL COM MONITORAMENTO INTRAOPERATÓRIO. habilitado em Investigação e Cirurgia da Epilepsia: 04.º 221/2005 instituiu a Política Nacional de Atenção de Alta Complexidade em Traumato-Ortopedia.014-8 – TESTE DE WADA COM AMITAL SÓDICO.03.03.004-4 . TRAUMATOLOGIA-ORTOPEDIA A Portaria GM/MS n.06. 04. Unidade de Assistência de Alta Complexidade em Traumatologia e Ortopedia é o hospital geral ou especializado que possua condições técnicas.001-7 AJUSTE MEDICAMENTOSO DE SITUAÇÕES NEUROLÓGICAS AGUDIZADAS .04.03.MICROCIRURGIA PARA LESIONECTOMIA SEM MONITORAMENTO INTRAOPERATÓRIO. 04.06.001-0 – EXPLORAÇÃO DIAGNÓSTICA CIRÚRGICA P/ IMPLANTAÇÃO ELETRODOS INVASIVOS BILATERAL.MICROCIRURGIA PARA LESIONECTOMIA COM MONITORAMENTO INTRAOPERATÓRIO. CIRÚRGICA P/ IMPLANTAÇÃO ELETRODOS INVASIVOS UNILATERAL.11.009-1 – EXPLORAÇÃO DIAGNÓSTICA PELO VIDEO-EEG C/ OU S/ USO DE ELETRODO ESFENOIDAL. ao gestor do SUS na Política de Atenção em Traumatologia e Ortopedia e possua atributos definidos na portaria. devidamente credenciado e habilitado como Unidade de Assistência de Alta Complexidade em Traumatologia e Ortopedia.006-0 – MICROCIRURGIA PARA RESSECÇÕES MULTILOBARES. 04. portanto.009-5 – TRANSECÇÕES SUBPIAIS MÚLTIPLAS EM ÁREAS ELOQÜENTES.03.03. não necessitando. 53. INCLUI VIDEO-EEG.003-6 . HEMISFERECTOMIA OU CALOSOTOMIA 02. e definiu a organização de Redes Estadual e/ou Regional de Atenção em Alta Complexidade em Traumato-Ortopedia. que são formadas por: Unidades de Assistência de Alta Complexidade em Traumato-Ortopedia.para atendimento aos portadores de epilepsia são de média complexidade.005-2 – MICROCIRURGIA PARA LOBECTOMIA TEMPORAL OU AMIGDALO-HIPOCAMPECTOMIA e 04. que o estabelecimento seja habilitado para a sua realização. e Centros de Referência de Alta Complexidade em Traumato-Ortopedia.instalados em um Centro de Referência de Alta Complexidade em Neurologia. instalações físicas. INCLUI VIDEO-EEG.05. 04.05. 04. que exerça o papel auxiliar.06.03.03.06.06.

A Portaria SAS/MS n.02.º 723/2007 altera alguns artigos da Portaria GM/MS n. interdependência e complementaridade realizados em conjunto pela mesma equipe ou equipes distintas. e Centros de Referência de Alta Complexidade em Neurocirurgia.021-1 DESCRIÇÃO DERIVAÇÃO VENTRICULAR EXTERNA/ SUBGALEAL CRANIOTOMIA 04.01.161/2005 que instituiu a Política Nacional de Atenção ao Portador de Doença Neurológica. 54.01. PRINCIPAL DESCRIÇÃO PROCED.03.PROCEDIMENTOS SEQÜENCIAIS DE COLUNA EM ORTOPEDIA E/OU NEUROCIRURGIA: são atos cirúrgicos com vínculo de continuidade.014-4 04.15. executados através de única ou várias vias de acesso e praticados sob o mesmo ato anestésico. Serviço de Traumatologia e Ortopedia Pediátrica (até 21 anos de idade).15. será pago um percentual decrescente do valor de acordo com a ordem em que forem registrados no SISAIH01.003-9 DESCOMPRESSIVA FOSSA POSTERIOR 04. A complexidade deste procedimento depende dos procedimentos realizados.03. e define a implantação de Redes Estaduais e/ou Regionais de Atenção ao Portador de Doença Neurológica formadas por: Unidades de Assistência de Alta Complexidade em Neurocirurgia.08. bilaterais ou não.001-2 CRANIOPLASTIA 04.03.08.001-2 CRANIOPLASTIA TUMOR ÓSSEO 94 MANUAL TÉCNICO-OPERACIONAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÕES HOSPITALARES Versão Abril 2011 .03.04. tem quantidade máxima de três e deverão ser registrados em ordem decrescente de complexidade.04. devidos à mesma doença.08.021-1 AUTÓGENO DE ILÍACO FACIAL TRATAMENTO CIRÚRGICO RETIRADA DE ENXERTO DA CRANIOSSINOSTOSE 04. Serviço de Traumatologia e Ortopedia de Urgência.01.º 1.01.012-8 04.005-6 RETIRADA DE ENXERTO AUTÓGENO DE ILÍACO MICROCIRURGIA DERIVAÇÃO VENTRICULAR 04.002-6 .02.009-8 04.01.01.021-7 04.021-1 AUTÓGENO DE ILÍACO COMPLEXA CRANIECTOMIA POR 04.01.03. nos percentuais a seguir: 1º PROCEDIMENTO 100% 2º PROCEDIMENTO 75% 3º PROCEDIMENTO 50% Os procedimentos a seguir correlacionados são os possíveis para o código 04. Quanto à remuneração.03.04.009-8 CEREBRAL ENDOSCÓPICA EXTERNA OU SUBGALEAL RECONSTRUÇÃO RETIRADA DE ENXERTO CRANIANA OU CRÂNIO 04.03. COMPATÍVEIS DA 04.03. aplicados a órgão único ou região anatômica única ou regiões contíguas.Serviço de Traumatologia e Ortopedia.º 723/2007 também redefine o procedimento 04.03.03. NEUROCIRURGIA – CIRURGIAS SEQUENCIAIS A Portaria SAS/MS n. A Portaria estabelece as diretrizes para o credenciamento em Traumatologia e Ortopedia. Os Procedimentos Seqüenciais deverão ser registrados no campo procedimentos realizados do SISAIH01.002-6 Procedimentos Seqüenciais em Ortopedia e/ou Neurocirurgia: PROCED.01.

021-1 AUTÓGENO DE ILÍACO POSTERIOR/POSTEROLATERAL / DISTAL A C2 95 MANUAL TÉCNICO-OPERACIONAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÕES HOSPITALARES Versão Abril 2011 .03.08.04.12.0.08.009-8 04.022-4 ARTRODESE OCCIPTOCERVICAL (C5) POSTERIOR ARTRODESE OCCIPTOCERVICAL (C6) POSTERIOR ARTRODESE OCCIPTOCERVICAL (C7) POSTERIOR ARTRODESE TÓRACOLOMBO-SACRA ANTERIOR 04.021-1 AUTÓGENO DE ILÍACO MAIS CORPOS TORACOTOMIA 04.08. 04.021-6 04.04.03.08.04.020-8 04.08.03.08.016-1 EXPLORADORA RESSECÇÃO DE RETIRADA DE ENXERTO ELEMENTO VERTEBRAL 04.08.03.04.018-6 CERVICAL (C3) POSTERIOR ARTRODESE OCCIPTO04.08.04.08.016-1 RAQUIMEDULAR EXTRALOMBO-SACRA ANTERIOR 04.07.03.016-1 RESSECÇÃO DE 2 OU MAIS CORPOS RETIRADA DE ENXERTO 04.04.MICROCIRURGIA P/ 04.01.03.03.019-4 CERVICAL (C4) POSTERIOR 04.03.08.08.08.051-8 VERTEBRAIS TÓRACO.024-0 DURAL (2 NÍVEIS INCLUI INSTRUMENTAÇÃO) ARTRODESE TÓRACOLOMBO-SACRA POSTERIOR 04.08.04.027-5 (3 NÍVEIS INCLUI INSTRUMENTAÇÃO) ARTRODESE TÓRACOLOMBO-SACRA POSTERIOR.026-7 (1 NÍVEL-INCLUI INSTRUMENTAÇÃO) ARTRODESE TÓRACOLOMBO-SACRA POSTERIOR 04.023-2 (1 NÍVEL INCLUI INSTRUMENTAÇÃO) RESSECÇÃO DE TUMOR ARTRODESE TÓRACO04.001-2 CRANIOPLASTIA TUMOR BASE DO CRÂNIO CRANIOTOMIA P/RETIRADA TUMOR DERIVAÇÃO VENTRICULAR 04.03.053-4 04.029-1 (DOIS NÍVEIS.12.017-4 TORACOTOMIA EXPLORADORA LAPAROTOMIA EXPLORADORA 04.03.03.08.03.03.0003-0 CEREB FOSSA EXTERNA OU SUBGALEAL POSTERIOR RETIRADA DE ENXERTO 04. INCLUI INSTRUMENTAÇÃO) 04.03.050-0 VERTEBRAIS CERVICAIS AUTÓGENO DE ILÍACO (INCLUI RECONSTRUÇÃO) RETIRADA DE ENXERTO RESSECÇÃO DE 2 OU 04.03.03.08.03.08.03.03.08.021-1 04.012-9 04.07.04.03.01.017-4 EXPLORADORA LOMBO-SACROS (INCLUI LAPAROTOMIA RECONSTRUÇÃO) 04.04.021-1 AUTÓGENO DE ILÍACO ARTRODESE OCCIPTO04.

(MAIS DE 2 SEGMENTOS) RESSECÇÃO DE ELEMENTO VERTEBRAL RETIRADA DE ENXERTO 04.08.03.054-2 POSTERIOR/POSTERO04.08.04.021-1 AUTÓGENO DE ILÍACO LATERAL DISTAL A C2 (ATE 2 SEGMENTOS) RESSECÇÃO DE UM RETIRADA DE ENXERTO 04.08.03.055-0 CORPO VERTEBRAL 04.08.04.021-1 AUTÓGENO DE ILÍACO CERVICAL RETIRADA DE ENXERTO 04.08.04.021-1 AUTÓGENO DE ILÍACO RESSECÇÃO UM CORPO TORACOTOMIA VERTEBRAL TÓRACO04.08.03.051-9 04.12.04.017-4 EXPLORADORA LOMBO-SACRO (INCLUI RECONSTRUÇÃO) LAPAROTOMIA 04.07.04.016-1 EXPLORADORA RETIRADA DE ENXERTO REVISÃO ARTRODESE 04.08.04.021-1 AUTÓGENO ILÍACO /TRATAMENTO CIRÚRGICO TORACOTOMIA 04.08.03.061-5 DE PSEUDARTOSE DA 04.12.04.017-4 EXPLORADORA COLUNA TÓRACO-LOMBOLAPAROTOMIA SACRA ANTERIOR 04.07.04.016-1 EXPLORADORA REVISÃO ARTRODESE / TRATAMENTO CIRÚRGICO RETIRADA DE ENXERTO DE PSEUDARTROSE DA 04.08.04.021-1 04.08.03.062-3 AUTÓGENO DE ILÍACO COLUNA CERVICAL POSTERIOR RETIRADA DE ENXERTO REVISÃO ARTRODESE / 04.08.04.021-1 AUTÓGENO DE ILÍACO TRATAMENTO CIRÚRGICO TORACOTOMIA 04.08.03.063-1 DE PSEUDARTROSE DA 04.12.04.017-4 EXPLORADORA COLUNA TÓRACO-LOMBOLAPAROTOMIA SACRA POSTERIOR 04.07.04.016-1 EXPLORADORA REVISÃO ARTRODESE TRATAMENTO CIRÚRGICO RETIRADA DE ENXERTO 04.08.03.064-0 DE PSEUDOARTORSE DA 04.08.04.021-1 AUTÓGENO DE ILÍACO COLUNA CERVICAL ANTERIOR

Cada procedimento informado deve ser seguido nas linhas imediatamente abaixo com as OPM correspondentes. Só registrar o código da segunda cirurgia quando encerrar todas as OPM da primeira cirurgia e assim sucessivamente. Se não for obedecida esta lógica, haverá rejeição da AIH. As OPM são pagas integralmente para todas as cirurgias. A Portaria SAS/MS n.º 694 incluiu novas cirurgias seqüenciais em neurocirurgia compatíveis com o código 04.15.02.002-6 - Procedimentos Seqüenciais em Ortopedia e/ou Neurocirurgia, conforme a seguir relacionado:
PROCEDIMENTO PRINCIPAL SEQÜENCIAL

PROCEDIMENTO PRINCIPAL

04.03.01.011-0 Descompressão de órbita 04.03.01.001-2 Cranioplastia por doença ou trauma 04.03.01.014-4 Reconstrução craniana/crânio-facial 04.03.01.026-8 Tratamento cirúrgico de fratura do crânio c/ afundamento 04.03.01.027-6 Tratamento cirúrgico de hematoma extradural 04.03.01.001-2 Cranioplastia 04.03.01.001-2 Cranioplastia 04.03.01.001-2 Cranioplastia 04.03.01.026-8 - Tratamento
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cirúrgico de fratura do crânio c/ afundamento 04.03.01.028-4 Tratamento cirúrgico de hematoma intracerebral 04.03.01.030-6 Tratamento cirúrgico de hematoma subdural agudo 04.03.01.028-4 Tratamento cirúrgico de hematoma intracerebral 04.03.01.026-8- Tratamento cirúrgico de fratura do crânio c/ afundamento 04.03.01.030-6- Tratamento cirúrgico de hematoma subdural agudo 04.03.01.027-6- Tratamento cirúrgico de hematoma extradural 04.03.01.026-8- Tratamento cirúrgico de fratura do crânio c/ afundamento 04.03.01.028-4-Tratamento cirúrgico de hematoma intracerebral 04.03.01.027-6- Tratamento cirúrgico de hematoma extradural 04.03.01.001-2 Cranioplastia 04.03.01.001-2 Cranioplastia 04.03.01.001-2 Cranioplastia 04.03.01.001-2 Cranioplastia 04.03.01.001-2 Cranioplastia 04.03.01.001-2 Cranioplastia

04.03.01.030-6 Tratamento cirúrgico de hematoma subdural agudo

04.03.01.033-0 Tratamento cirúrgico de platibasia e malformação de arnold chiari 04.03.03.005-6 Craniectomia por tumor ósseo 04.03.03.012-9 Microcirurgia p/ tumor da base do crânio 04.03.03.013-7 Microcirurgia p/ tumor de órbita 04.03.03.014-5 Microcirurgia p/ tumor intracraniano 04.03.03.015-3 Microcirurgia p/ tumor intracraniano (c/ técnica complementar)

A Portaria define também que em todo tratamento cirúrgico de aneurisma cerebral múltiplo a liberação do procedimento deve ser mediante autorização do gestor local. Nos casos de urgência/emergência o tratamento cirúrgico deve ser justificado ao gestor local posteriormente à sua execução.

55. DISTÚRBIOS DO SONO – POLISSONOGRAFIA
O procedimento 02.11.05.010-5 - POLISSONOGRAFIA, incluído pela Portaria SAS/MS n.º 165/1998, somente pode ser realizado por Hospitais Universitários habilitados para alta complexidade em neurocirurgia e que possuam profissionais com título de especialista em psiquiatria, pneumologia, bem como odontólogos com especialização em aparelhos extra-orais para apnéia.

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56. GASTROPLASTIA
O procedimento e o material compatível constante nas tabelas de procedimentos e compatibilidade, somente podem ser realizados/registrados por hospital que esteja previamente habilitado como Centro de Referência em Cirurgia Bariátrica. As despesas decorrentes do tratamento cirúrgico de Obesidade Mórbida serão custeadas com recursos do FAEC e consideradas procedimento estratégico. No procedimento 04.07.01.018-1 – GASTROPLASTIA VERTICAL COM BANDA, já estão incluídos no seu valor as OPM: 07.02.05.00-40 – CARGA PARA GRAMPEADOR LINEAR CORTANTE, 07.02.05.028-8 – GRAMPEADOR LINEAR CORTANTE, não sendo registrado à parte no SISAIH01. As unidades que efetuarem a avaliação inicial e os Centros de Referência devem observar o Protocolo de Indicação de Tratamento Cirúrgico da Obesidade Mórbida – Gastroplastia, sendo obrigatório o preenchimento de todas as informações contidas no protocolo, aprovado, na forma do anexo I da Portaria GM/MS n.º 628/2001. Considerando a necessidade de criar mecanismos que facilitem o acesso aos pacientes submetidos à Gastroplastia, aos procedimentos de cirurgia plástica corretiva a portaria GM/MS n.º 545/2002 incluiu os procedimentos abaixo: PROCEDIMENTO DESCRIÇÃO
04.13.04.005-4 04.13.04.008-9 04.13.04.007-0 04.13.04.006-2 04.15.02.001-8 Dermolipectomia Abdominal pós Gastroplastia Mamoplastia pós Gastroplastia Dermolipectomia Crural pós Gastroplastia Dermolipectomia Braquial pós Gastroplastia Cirurgias Plásticas Seqüenciais em pacientes pós Gastroplastia

O registro do procedimento 04.15.02.001-8 - CIRURGIAS PLÁSTICAS SEQÜENCIAIS EM PACIENTES PÓS GASTROPLASTIA é efetuado da seguinte forma: Podem ser registrados simultaneamente (no máximo 02 procedimentos) por AIH, quando as condições clínicas do paciente assim o permitirem. A AIH deverá ter como Procedimento Solicitado e Realizado o código 04.15.02.001-8. Os Procedimentos Realizados devem ser registrados na tela Procedimentos Realizados do SISAIH01. Quando for realizado qualquer procedimento relativo à Gastroplastia deve ser preenchido o formulário de Indicação de Cirurgia Plástica Reparadora Pós Gastroplastia que obrigatoriamente fará parte do prontuário médico. Para registro desses procedimentos, deve ser digitado no campo específico “AIH Anterior” o n.º da AIH referente à cirurgia de Gastroplastia realizada no paciente. O paciente pode realizar a cirurgia em outro hospital diferente do que realizou a Gastroplastia, desde que este outro estabelecimento seja habilitado em obesidade mórbida.

57. TRATAMENTO DA OSTEOGENESIS IMPERFECTA
Portaria GM/MS n.º 2305/2001 aprova o Protocolo de Indicação de Tratamento Clínico da osteogêneses imperfecta com pamidronato dissódico no âmbito do SUS. O Protocolo deve ser observado na avaliação inicial dos pacientes, na indicação do procedimento clínico e na descrição da evolução do
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o Grupo de Procedimentos e os procedimentos. equipamentos e recursos humanos adequados à prestação de assistência integral e especializada em nutrição enteral ou enteral/parenteral. etc. administrada através de sondas nasoentérica. As despesas decorrentes do TOI são custeadas com recursos do FAEC. abaixo descritos: 03. as unidades hospitalares que possuírem condições técnicas. de 06 de julho 2000. além de preencherem os critérios previstos para Unidade de Assistência de Alta Complexidade em Terapia Nutricional. 58. dispensação e administração da fórmula enteral e/ou parenteral necessária.INTERNACAO PARA ADMINISTRAÇÃO DE MEDICAÇÃO ESPECÍFICA PARA O TOI No valor do procedimento estão incluídos os medicamentos. em 99 MANUAL TÉCNICO-OPERACIONAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÕES HOSPITALARES Versão Abril 2011 . a pacientes em risco nutricional ou desnutridos. ovo. Nutrição enteral é aquela fórmula nutricional completa. a partir de maltodextrina. indicação e acompanhamento nutricional.002-5 somente pode ser realizado/registrado por hospital que esteja previamente habilitado como Centro de Referência em Osteogêneses Imperfecta. podendo ainda ser responsável pela manipulação/fabricação.002-5 . materiais. São Centros de Referência de Alta Complexidade em Terapia Nutricional. gordura. executem ações de triagem e avaliação. A fórmula nutricional completa exclui qualquer tipo de dieta artesanal e semi-artesanal. insumos e exames necessários para o tratamento. incluindo triagem e avaliação nutricional. leite ou proteína de soja. São Unidades de Assistência de Alta Complexidade em Terapia Nutricional.º 63. que aprova o Regulamento Técnico da Nutrição Enteral. As dietas artesanais ou semi-artesanais administradas por sondas. caseína. de jejunostomia ou de gastrostomia. instalações físicas. pelas unidades que efetuarem a avaliação inicial e pelos Centros de Referência que realizarem o procedimento e o acompanhamento clínico dos pacientes.tratamento. de manipulação/fabricação. Normas para Cadastramento e Centros de Referência em Osteogêneses Imperfecta. daqueles pacientes a ele submetidos. suas competências e qualidades.03.04. Definiu as Unidades de Assistência de Alta Complexidade em Terapia Nutricional e Centros de Referência de Alta Complexidade em Terapia Nutricional. TERAPIA NUTRICIONAL A Portaria SAS/MS n. como procedimento estratégico.04.º 120/2009 aprovou as Normas de Classificação e Credenciamento/ Habilitação dos Serviços de Assistência de Alta Complexidade em Terapia Nutricional Enteral e Enteral/ Parenteral. A portaria também aprova a Ficha de inclusão de Pacientes no Tratamento da Osteogêneses Imperfecta TOI no SUS. nasogástrica. conforme definido na Resolução de Diretoria Colegiada da Agência Nacional de Vigilância Sanitária n. indicação e acompanhamento nutricional. O procedimento 03. dispensação e administração da fórmula nutricional. É obrigatório o preenchimento de todas as informações contidas na Ficha de Inclusão de Pacientes ao TOI. as unidades hospitalares que. Inclui na Tabela de Procedimentos do SIH/SUS.03.

são excludentes com os procedimentos 03.007-1.01.01. carboidratos.09.0047.09. sendo uma solução ou emulsão composta obrigatoriamente de aminoácidos. independente da faixa etária.09. O procedimento 04.CATETERISMO DE VEIA CENTRAL POR PUNCAO foi excluído do SIGTAP pela Portaria SAS/MS n.15. em conformidade com a Portaria SVS/MS n. A administração de nutrição enteral parenteral será remunerada por dia NUTRIÇÃO ENTERAL ADULTO acordo com a prescrição médica no limite 99 por AIH A administração de nutrição enteral NUTRIÇÃO PARENTERAL parenteral será remunerada por dia ADULTO acordo com a prescrição médica no limite 99 por AIH 03.001-9 . da Tabela de Procedimentos. Medicamentos e OPM do SUS.09.09. vitaminas e minerais. Os procedimentos 03.006-3 03.º 63/2000. Na administração concomitante de nutrição parenteral e enteral. 03. ou seja. mas com déficit de deglutição.º 381/2009.008-0 03.01.01.09.01.01.01.009-8 03.005-5 e 03. será remunerada a terapia de maior valor.09.01. a parenteral.09.01.04. que aprova o Regulamento Técnico da Nutrição Enteral.004-5 03.pacientes com trato digestivo íntegro. que aprova o Regulamento Técnico da Nutrição Parenteral e a Resolução de Diretoria Colegiada da Agência Nacional de Vigilância Sanitária N. As Empresas Prestadoras de Bens e/ou Serviços contratadas pelos hospitais (EPBS) deverão estar autorizadas pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária.09.09.008-0 e 03.01. Nutrição parenteral é aquela administrada por via intravenosa.09.006-3 relacionados à nutrição enteral.09.09. estão com seus valores inseridos nos Serviços Hospitalares (SH). relacionados à nutrição parenteral.009-8. 03.010-1 PROCEDIMENTO LIMITE ÚTIL PASSAGEM DE SONDA NASO 01 ENTÉRICA (INCLUI SONDA) GASTROSTOMIA ENDOSCÓPICA PERCUTÂNEA 01 (INCLUI MATERIAL E SEDAÇÃO) A administração de nutrição enteral NUTRIÇÃO ENTERAL parenteral será remunerada por dia PEDIÁTRICA acordo com a prescrição médica no limite 99 por AIH A administração de nutrição enteral NUTRIÇÃO PARENTERAL parenteral será remunerada por dia PEDIÁTRICA acordo com a prescrição médica no limite 99 por AIH A administração de nutrição enteral NUTRIÇÃO ENTERAL EM parenteral será remunerada por dia NEONATOLOGIA acordo com a prescrição médica no limite 30 por AIH A administração de nutrição enteral NUTRIÇÃO PARENTERAL EM parenteral será remunerada por dia NEONATOLOGIA acordo com a prescrição médica no limite 30 por AIH.09.003-9 03.01. com ou sem administração diária de lipídios.007-1 100 MANUAL TÉCNICO-OPERACIONAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÕES HOSPITALARES Versão Abril 2011 .006-3 e de de e de de e de de e de de e de de e de de 03.01.01. para suprir as necessidades metabólicas e nutricionais de pacientes impossibilitados de alcançá-la por via oral ou enteral.01.º 272/1998. CODIGO 03.

pagamentos.59. Os gestores definem a forma para cadastro e pagamento dos beneficiários das pensões de acordo com a legislação vigente. o controle de cadastros. foi disponibilizada na MSBBS. 101 MANUAL TÉCNICO-OPERACIONAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÕES HOSPITALARES Versão Abril 2011 .15. decorrente de qualquer decisão judicial. devidos a mesma doença. CADASTRO E PAGAMENTO DE BENEFICIÁRIA DE PENSÃO ALIMENTÍCIA Com a implementação do Sistema de Informação Hospitalar Descentralizado (SIHD) e a habilitação de todos os estados na gestão plena.002-6 – PROCEDIMENTOS SEQUENCIAIS EM NEUROCIRURGIA E/OU ORTOPEDIA. A partir de então. executados por uma ou várias vias de acesso e praticados sob o mesmo ato anestésico e permitindo o registro de procedimentos seqüenciais ainda não formalizados em portarias técnicas específicas e cujas concomitâncias não estejam contempladas na Portaria SAS/MS n. Nos sistemas SISAIH01 e SIHD não há críticas de restrição às compatibilidades e concomitâncias não definidas em portaria específica e constante no SIGTAP. Em abril de 2006.º 723/2007. bilaterais ou não. A título de lembrete: deve ser exigido que o interessado apresente o Mandado Judicial que determinou o desconto e/ou a suspensão da pensão. a responsabilidade pelo pagamento das pensões alimentícias é do gestor estadual ou municipal.15. Não é necessário que seja através do sistema da AIH.02. para dar conhecimento aos gestores locais sobre os pensionistas até então cadastrados no SIH com processamento centralizado. A AIH assumirá a complexidade do primeiro procedimento principal registrado no SISAIH01. a relação de todos os profissionais que tinham descontos de pensão alimentícia com os dados dos seus respectivos pensionistas. exclusões ou qualquer outro assunto que diga respeito à pensões cabe exclusivamente ao gestor local. interdependência e complementaridade realizados em conjunto pela mesma equipe ou equipes distintas. Medicamentos e OPM do SUS o Procedimento 04. Este pagamento de pensão alimentícia é como qualquer outro. desde que do grupo 04 . Estas são atos cirúrgicos com vínculo de continuidade. As regras para a informação e percentuais de remuneração para o procedimento são as mesmas do procedimento 04. Os outros servirão apenas para efeito de informação. no entanto só haverá o cálculo dos valores do primeiro procedimento informado.003-4 – OUTROS PROCEDIMENTOS COM CIRURGIAS SEQÜENCIAIS. Neste procedimento só serão aceitos nos sistemas as concomitâncias de procedimentos do Grupo 04 – Procedimentos Cirúrgicos.Procedimentos Cirúrgicos. O SISAIH01 aceita o registro de mais de 01 procedimento principal na mesma AIH.02. na área restrita aos gestores. conforme a forma de gestão do SUS. OUTROS PROCEDIMENTOS SEQUENCIAIS COM CIRURGIAS A Portaria SAS/MS n° 662/ 2008 inclui na Tabela de Procedimentos. aplicados a órgão único ou regiões contíguas. 60. devendo aceitar os códigos autorizados pelo gestor local e informados na AIH.

e não a data ou competência da apresentação da AIH. O SISAIH01 obriga que na primeira linha seja informado um procedimento principal. não haverá rejeição se um procedimento especial realizado tenha idade diferente. Nos procedimentos clínicos o valor referente aos pontos vai para o CPF do médico que foi informado na primeira linha do procedimento principal. Não é necessário o número da Declaração de Óbito no sistema. Todas as consultas ou visitas médicas feitas ao paciente internado devem ser registradas no sistema. mas é obrigatório o CID da causa mortis. deverá ser emitido AIH com o código do procedimento que seja compatível com a hipótese diagnóstica levantada. se este ocorrer após o paciente ter dado entrada no hospital. do Ministério da Saúde. Após o processamento o sistema emite um relatório com a relação das AIH com ANC bloqueadas. para análise do Serviço de Vigilância Epidemiológica. Na Portaria SAS/MS n. é considerado óbito hospitalar.º 20/2005 deve ser avaliada pela equipe da Vigilância Epidemiológica em âmbito Hospitalar ou pelo Serviço de Vigilância Epidemiológica (VE) da Secretaria Municipal de Saúde / Secretaria Estadual de Saúde. independente do fato dos procedimentos administrativos relacionados à internação já terem sido realizados ou não. 62.º 20/2005 serão bloqueadas pelo SIHD. assim como das AIH desbloqueadas com o CID correspondente e o respectivo autorizador. encontram-se os motivos de saída por óbito. 63. mesmo que estas visitas sejam realizadas pelo mesmo médico. identificada através da CID10. 102 MANUAL TÉCNICO-OPERACIONAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÕES HOSPITALARES Versão Abril 2011 .º 312/2002. AGRAVO DE NOTIFICAÇÃO COMPULSÓRIA Toda AIH com agravos de notificação compulsória (ANC). VERIFICAÇÃO DE HABILITAÇÃO DO ESTABELECIMENTO O SIHD verifica a habilitação do estabelecimento na DATA DA ALTA do paciente. da Secretaria Municipal de Saúde / Secretaria Estadual de Saúde e para a Secretaria de Vigilância em Saúde (SVS). 61. As AIH com CID constante da Portaria SAS/MS n. O relatório deverá ser disponibilizado para o Serviço de Vigilância Epidemiológica (VE) em âmbito hospitalar.º 719/2007. Anexos I e II da Portaria Conjunta SAS/SVS/MS n. exceto no caso de Transplantes que é um procedimento especial zerado. Assim sendo. ALTA POR ÓBITO De acordo com a Portaria SAS/MS n.Quando numa AIH houver mais de 01 procedimento principal registrado o valor do SP do primeiro procedimento será dividido pelo número de pontos da soma de todos os procedimentos principais informados para efeito de rateio. Se o procedimento principal de uma AIH for compatível com a idade do paciente.

É uma ação realizada em pacientes que necessitam de cuidados mais complexos. Este procedimento não tem compatibilidade especificada no SIGTAP por atender a necessidades clínicas inerentes ao quadro clínico do paciente e não tem ligação formal ou técnica com nenhum procedimento principal que tenha gerado a internação do paciente.º 706/2008 alterou o instrumento de registro do procedimento 03.01.09. em que há grande área de tecido afetado nos aspectos de extensão.DIAGNÓSTICO E/OU ATENDIMENTO DE URGÊNCIA EM CLÍNICA CIRÚRGICA: refere-se ao primeiro atendimento de urgência hospitalar com diagnóstico para clínica cirúrgica. 65.01. 66.  03.datasus.Lumbago com ciática. conforme o caso:  03.01.03. Materiais 103 MANUAL TÉCNICO-OPERACIONAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÕES HOSPITALARES Versão Abril 2011 . M545 . Taxas de Sala.Dor lombar baixa pode ser pesquisado no SIGTAP os procedimentos permitidos. Para tanto buscar em http://sigtap. REGISTRO DO TRATAMENTO DELUMBAGO na AIH A Portaria MS/SAS n. CURATIVO GRAU II O procedimento 04. O pagamento dos serviços hospitalares atribuídos a cada um dos Procedimentos Realizados é feito pela soma dos valores correspondentes a coluna dos Serviços Hospitalares SH registrados na AIH.DIAGNÓSTICO E/OU ATENDIMENTO DE URGÊNCIA EM CLINICA PEDIATRICA: refere-se ao primeiro atendimento de urgência hospitalar com diagnóstico em clínica pediátrica.CURATIVO GRAU II C/ OU S/ DEBRIDAMENTO corresponde ao tratamento de lesão aberta. tornando-o AIH Procedimento Secundário. É possível que o paciente não apresente nenhum dos CID’s previstos no SIGTAP. profundidade e exsudato (grau II).gov. onde estão incluídos os valores referentes à: Alimentação.br No Menu escolher – Relatórios – Relacionamentos – Procedimentos X CID e serão exibidas as opções definidas no sistema.01.007-0 .001-0 . Nos casos de pacientes com CID M544 .TRATAMENTO CONSERVADOR DE LUMBAGO OU DORSALGIA REFRATÁRIA. Ele é um procedimento especial e pode ser registrado em uma AIH de qualquer procedimento principal e será remunerado pelo valor do SIGTAP.029-4 .RATEIO DE PONTOS DE SERVIÇOS PROFISSIONAIS/SP NA AIH A hospitalização de um paciente resultará na geração de valores para SP e SH.  03.06.001-5 .64.06. com a finalidade de promover cicatrização e evitar a contaminação e/ou para tratar infecções.06.008-8 – DIAGNÓSTICO E/OU ATENDIMENTO DE URGÊNCIA EM CLÍNICA MEDICA: refere-se ao primeiro atendimento de urgência hospitalar com diagnóstico em clínica médica.01. Nestes casos os procedimentos possíveis são aqueles que se referem ao primeiro Atendimento.

um exemplo detalhado de como encontrar o valor de cada participante de um ato cirúrgico com anestesia: No Hospital X realizou-se o procedimento Y constante na Tabela de Procedimentos. Cálculo da quantidade pontos de cada participante (exceto para o anestesista que não tem pontos) Cirurgião = 1800 (a mesma quantidade de ponto do procedimento. Os valores pagos aos auxílios cirúrgicos correspondem a 30% da quantidade de pontos do cirurgião para o 1º auxiliar e 20% para os demais auxiliares A remuneração dos SP prestados por cada hospital é feita obedecendo à seguinte sistemática: Somam-se os valores em reais que correspondam aos SP registrados na AIH.10 para ratear com os demais profissionais cujo CPF/CNPJ foram registrados na AIH. Os demais exames têm valores próprios. Soma-se o número de pontos correspondentes aos Procedimentos Realizados e prestados por cada uma das pessoas física ou jurídica. obtendo-se daí o valor em reais. o anestesista não recebe por rateio. Multiplica o valor do ponto dos SP pelo total de pontos da pessoa física ou jurídica.10 Ficando R$ 583. mas correspondem a 30% do valor de SP.90 = 583. Considerando que na AIH foi registrado somente este procedimento.Hospitalares. e sim 30% do valor do SP do procedimento cirúrgico.00 – 249. O SIHD gera os valores brutos. um anestesista: Cálculo para apuração dos valores do anestesista: Conforme legislação. constante na tabela) 104 MANUAL TÉCNICO-OPERACIONAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÕES HOSPITALARES Versão Abril 2011 . a ser pago. O pagamento de anestesia dos atos cirúrgicos não será por rateio. Do valor bruto devem ser deduzidas as retenções obrigatórias por lei. EXEMPLO: (1) Valor do Ponto Profissional é igual: Valor dos Serviços Profissionais da AIH em Reais menos 30% caso haja registro de anestesia dividido pela soma n. Medicamentos e OPM do SUS. Soma-se o número de pontos correspondentes a todos os Procedimentos Realizados registrados na AIH para obter o valor do ponto do SP por AIH.90 R$ 833. e que para sua realização foram necessários: um cirurgião.00 e a quantidade de Pontos = 1800. cujo valor de SP é R$ 833.P da AIH A seguir.º de pontos Serviços Profissionais da AIH (2) Valor a ser recebido pelo profissional é igual: N. em casos específicos e para eles existem os códigos próprios que podem ser registrados na tela de Procedimentos Realizados do SISAIH01. dois auxiliares. O pagamento dos demais profissionais médicos relacionados na AIH é através de rateio após o cálculo dos 30% do anestesista. 30% de 833.º de pontos acumulados por profissional na AIH X Valor do Ponto S. As anestesias nas AIH cujo procedimento tem como atributo “não inclui anestesia” podem ser realizadas sob anestesia.00 = R$ 249. Medicamentos e exames de apoio diagnóstico de natureza simples como a patologia Clínica e Radiologia. mediante a divisão do valor em reais dos SP pelo total de pontos dos Procedimentos Realizados.

CÓDIGO NOME DO PROCEDIMENTO COMPLEXIDADE* VALOR VALOR SH SP 0.00 VALOR TOTAL 0.00 0.001-2 CIRURGIAS MULTIPLAS PROCED.02.00 0.21596 Calculo para apuração do valor de cada participante Multiplica-se o valor do ponto pela quantidade de ponto de cada participante.21596 Valor do ponto = 0.21596 * 360 = R$ 77.02.00 0. os valores do SH são pagos de acordo com os percentuais definidos em cada Portaria específica que incluiu o procedimento na Tabela de Procedimentos do SUS.21596 * 540 = R$ 116.00 105 MANUAL TÉCNICO-OPERACIONAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÕES HOSPITALARES Versão Abril 2011 . R$ 583. Quando os procedimentos são zerados.15.00 0.01.02.00 0.00 0.21596 * 1800 = R$ 388.02.18.002-6 NEUROCIRURGIA E/OU ORTOPEDIA OUTROS PROCEDIMENTOS 04.00 0.15.00 0.62 2º auxiliar = 0.1º auxiliar = 540 (correspondentes a 30% de 1800 pontos do cirurgião) 2º auxiliar = 360 (correspondentes a 20% de 1800 pontos do Cirurgião) Somam-se os pontos calculados para cada participante totalizando 2.004-2 ANOMALIA CRÂNIO E BUCOMAXILOFACIAL AC NA AC 0.00 AC 0.700 = 0. SEQUENCIAIS CIRUR PLÁSTICA 04.700 pontos O valor do ponto será calculado da seguinte forma: Valor do SP menos valor do anestesista dividido pelo total de pontos encontrados.00 0.03.75 Numa mesma AIH pode ser registrado mais de um procedimento principal realizado mesmo quando os procedimentos têm valor do Serviço Hospitalar e Serviços Profissionais diferente de zero. Cirurgião = 0.001-3 AFECÇÕES ASSOCIADAS AO HIV/AIDS TRATAMENTO C/ 04.001-8 REPARADORA PÓS GASTROPLASTIA PROCEDIMENTOS SEQUENCIAIS EM 04.00 NA 0.00 0.15.00 AC 0.003-4 COM CIRURGIAS SEQUENCIAIS PROCEDIMENTO SEQUENCIAL EM 04. Neste caso é pago o valor total do SH do primeiro procedimento informado e o valor dos Serviços Profissionais é rateado de acordo com os pontos de cada procedimento definido no SIGTAP.15.00 0.00 TRATAMENTO DE 03.10 / 2.00 0.15.73 1º auxiliar = 0.

Os motivos de solicitação de liberação de crítica previstos no sistema são: 68. 106 MANUAL TÉCNICO-OPERACIONAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÕES HOSPITALARES Versão Abril 2011 . mas a confirmação da liberação ou não é feita pelo gestor no momento do processamento das AIH no SIHD. SOLICITAÇÃO DE LIBERAÇÃO DE CRÍTICA NO SISAIH01 A solicitação é registrada no momento da digitação da AIH no SISAIH01. o prestador poderá solicitar. ao gestor. ao gestor.Opção . liberação de critica informando no sistema. vale a quantidade máxima do Procedimento/OPM. A quantidade máxima é a definida no SIGTAP. mas houve alta precoce do paciente. o prestador poderá solicitar. porém. qual a quantidade máxima da OPM permitida para aquele procedimento principal.2 IDADE MENOR E MAIOR Os procedimentos rejeitados por motivo de idade maior ou menor que o definido na tabela de procedimentos.00 0.00 0. Cada procedimento tem a quantidade máxima.03. mas que de fato ocorreram em idade diferente.1 MÉDIA DE PERMANÊNCIA Quantidade de dias inferior ao previsto no SIGTAP: Os procedimentos rejeitados por motivo de permanência menor em número de dias (menos de 50% dos dias previstos) do que o definido na tabela de procedimentos. quando a OPM constar na compatibilidade com o procedimento principal no SIGTAP e estiver com a quantidade zero. existe a quantidade máxima da compatibilidade entre o procedimento principal e OPM. de acordo com a Classificação Estatística Internacional de Doenças e Problemas Relacionados à Saúde (CID-10).15. vale a quantidade que consta no procedimento da OPM.001-3 TRATAMENTO CIRURGICO EM POLITRAUMATIZADO *AC . Se a quantidade máxima da compatibilidade for 0 (zero). Ou seja.1 CID X PROCEDIMENTO No SIGTAP estão disponíveis informações sobre a compatibilidade entre o Procedimento Realizado e o Diagnóstico Principal informado.COMPATIBILIDADES E EXCLUDÊNCIAS 67. 68. Não existe a possibilidade de liberação de quantidade para OPM. Estas compatibilidades são definidas pelas áreas técnicas do Ministério da Saúde e Sociedades de Especialistas. Ver no Menu . 68. liberação de critica no sistema SIAIH01.Alta Complexidade NA – Não se aplica NA 0. O SISAIH01 faz a crítica quanto à compatibilidade entre procedimento e a CID-10.04.00 67.Compatibilidades do SIGTAP.

ao gestor.05.06.05.006-0 TOMOGRAFIA COMPUTADORIZADA DE SELA TURCICA 02.05.01.002-1 (BILATERAL) 02.004-4 ARTICULACOES 02.02.003-2 ECOCARDIOGRAFIA TRANSTORACICA 02.06.03.04.O sistema faz crítica de idade a cada procedimento.05.003-7 TOMOGRAFIA COMPUTADORIZADA DE PELVE / BACIA 02.02.02.07.01.05.02.001-6 ECOCARDIOGRAFIA DE ESTRESSE 02.003-0 RESSONANCIA MAGNETICA DE COLUNA CERVICAL 02.01.06.01.02.4 QUANTIDADE MÁXIMA Esta liberação de crítica está restrita aos procedimentos que tem o atributo complementar “Admite liberação de quantidade na AIH” e que são os abaixo listados: CODIGO PROCEDIMENTO 02.05.05.02.04.002-4 ECOCARDIOGRAFIA TRANSESOFAGICA 02.05. A partir da competência março de 2011 foi incluída a liberação de crítica de idade para os procedimentos de ultrassonografia obstétrica e VDRL.01.06.002-8 CONTRASTE TOMOGRAFIA COMPUTADORIZADA DE COLUNA TORACICA C/ OU S/ 02.02.07.01.01.02.004-0 TOMOGRAFIA DE HEMITORAX / MEDIASTINO (POR PLANO) 02. 68.002-7 EXAME CITOPATOLOGICO HORMONAL SERIADO (MINIMO 3 COLETAS) 02.007-0 ULTRA-SONOGRAFIA DE BOLSA ESCROTAL 02.01.001-0 TOMOGRAFIA COMPUTADORIZADA DE ABDOMEN SUPERIOR 02.011-9 ULTRA-SONOGRAFIA DE PROSTATA (VIA TRANSRETAL) 02.01.06.07.001-8 MIELOGRAFIA MARCACAO PRE-CIRURGICA DE LESAO NAO PALPAVEL DE MAMA 02.012-7 ULTRA-SONOGRAFIA DE TIREOIDE 02.005-4 ULTRA-SONOGRAFIA DE APARELHO URINARIO 02.019-4 MAMA TOMOGRAFIA COMPUTADORIZADA DE COLUNA CERVICAL C/ OU S/ 02.05.07.06.02.003-6 CONTRASTE TOMOGRAFIA COMPUTADORIZADA DE FACE / SEIOS DA FACE / 02.008-9 ULTRA-SONOGRAFIA DE GLOBO OCULAR / ORBITA (MONOCULAR) 02.01.01.01. liberação de critica informando no sistema.06.001-0 CONTRASTE TOMOGRAFIA COMPUTADORIZADA DE COLUNA LOMBO-SACRA C/ OU S/ 02. Neste caso a crítica de idade não é feita porque não é necessário.05.02.06.003-1 TOMOGRAFIA COMPUTADORIZADA DE TORAX 02. VESICULA.016-0 ULTRA-SONOGRAFIA PELVICA (GINECOLOGICA) 02.02.07.05.03.05.05. 02.014-3 BIOPSIAS DE ENDOCARDIO / MIOCARDIO 02.06. exceto se for um procedimento especial que já tem no SIGTAP a compatibilidade prevista.03.01.005-6 RESSONANCIA MAGNETICA DE COLUNA TORACICA 02.01.05.03. 68.017-8 ULTRA-SONOGRAFIA TRANSFONTANELA MARCACAO DE LESAO PRE-CIRURGICA DE LESAO NAO PALPAVEL DE 02.01.001-9 RESSONANCIA MAGNETICA DE CORACAO / AORTA C/ CINE 107 MANUAL TÉCNICO-OPERACIONAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÕES HOSPITALARES Versão Abril 2011 .007-9 TOMOGRAFIA COMPUTADORIZADA DO CRANIO 02.02.001-3 ANGIORESSONANCIA CEREBRAL RESSONANCIA MAGNETICA DE ARTICULACAO TEMPORO-MANDIBULAR 02.004-8 ASSOCIADA A 02.013-5 ULTRA-SONOGRAFIA DE TORAX (EXTRACARDIACA) 02.02.001-1 ECODOPPLER TRANSCRANIANO ULTRA-SONOGRAFIA DE ABDOMEN SUPERIOR (FIGADO.07.01.02.01.02.3 PERMANÊNCIA E IDADE Os procedimentos rejeitados por ambos os motivos.003-8 VIAS BILIARES) 02. o prestador poderá solicitar.004-8 RESSONANCIA MAGNETICA DE COLUNA LOMBO-SACRA 02.06.

05.04.02.011-0 02.004-4 02.005-6 02.001-9 02.08.08.001-2 02.002-5 02.08.02.01.08.08.010-2 02.010-1 02.07.003-5 02.07.08.06.006-8 02.05.05.07.007-2 02.03.01.07.01.08.04.07.002-2 02.003-4 02.002-7 02.08.003-3 02.002-3 PROCEDIMENTO RESSONANCIA MAGNETICA DE MEMBRO SUPERIOR (UNILATERAL) RESSONANCIA MAGNETICA DE TORAX RESSONANCIA MAGNETICA DE ABDOMEN SUPERIOR RESSONANCIA MAGNETICA DE BACIA / PELVE RESSONANCIA MAGNETICA DE MEMBRO INFERIOR (UNILATERAL) CINTILOGRAFIA DE MIOCARDIO P/ AVALIACAO DA PERFUSAO EM SITUACAO DE CINTILOGRAFIA DE MIOCARDIO P/ AVALIACAO DA PERFUSAO EM SITUACAO DE CINTILOGRAFIA DE MIOCARDIO P/ LOCALIZACAO DE NECROSE (MINIMO 3 PROJECOES) CINTILOGRAFIA P/ AVALIACAO DE FLUXO SANGUINEO DE EXTREMIDADES CINTILOGRAFIA P/ QUANTIFICACAO DE SHUNT EXTRACARDIACO CINTILOGRAFIA SINCRONIZADA DE CAMARAS CARDIACAS EM SITUACAO DE ESFORCO CINTILOGRAFIA SINCRONIZADA DE CAMARAS CARDIACAS EM SITUACAO DE REPOUSO DETERMINACAO DE FLUXO SANGUINEO REGIONAL CINTILOGRAFIA DE FIGADO E BACO (MINIMO 5 IMAGENS) CINTILOGRAFIA DE FIGADO E VIAS BILIARES CINTILOGRAFIA DE GLANDULAS SALIVARES C/ OU S/ ESTIMULO CINTILOGRAFIA P/ ESTUDO DE TRANSITO ESOFAGICO (LIQUIDO) CINTILOGRAFIA P/ ESTUDO DE TRANSITO ESOFAGICO (SEMI-SOLIDO) CINTILOGRAFIA P/ ESTUDO DE TRANSITO GASTRICO CINTILOGRAFIA P/ PESQUISA DE DIVERTICULOSE DE MECKEL CINTILOGRAFIA P/ PESQUISA DE HEMORRAGIA DIGESTIVA ATIVA CINTILOGRAFIA P/ PESQUISA DE HEMORRAGIA DIGESTIVA NAO ATIVA CINTILOGRAFIA P/ PESQUISA DE REFLUXO GASTRO-ESOFAGICO IMUNO-CINTILOGRAFIA (ANTICORPO MONOCLONAL) CINTILOGRAFIA DE PARATIREOIDES CINTILOGRAFIA DE TIREOIDE C/ OU S/ CAPTACAO CINTILOGRAFIA DE TIREOIDE C/ TESTE DE SUPRESSAO / ESTIMULO CINTILOGRAFIA P/ PESQUISA DO CORPO INTEIRO TESTE DO PERCLORATO C/ RADIOISOTOPO CINTILOGRAFIA DE RIM C/ GALIO 67 CINTILOGRAFIA DE TESTICULO E BOLSA ESCROTAL CINTILOGRAFIA RENAL/RENOGRAMA (QUALITATIVA E/OU QUANTITATIVA) CISTOCINTILOGRAFIA DIRETA CISTOCINTILOGRAFIA INDIRETA DETERMINACAO DE FILTRACAO GLOMERULAR DETERMINACAO DE FLUXO PLASMATICO RENAL ESTUDO RENAL DINAMICO C/ OU S/ DIURETICO CINTILOGRAFIA DE ARTICULACOES E/OU EXTREMIDADES E/OU OSSO CINTILOGRAFIA DE OSSOS C/ OU S/ FLUXO SANGUINEO (CORPO INTEIRO) CINTILOGRAFIA DE SEGMENTO OSSEO C/ GALIO 67 CINTILOGRAFIA DE PERFUSAO CEREBRAL C/ TALIO (SPCTO) CISTERNOCINTILOGRAFIA (INCLUINDO PESQUISA E/OU AVALIACAO DO TRÂNSITO ESTUDO DE FLUXO SANGUINEO CEREBRAL CINTILOGRAFIA DE PULMAO C/ GALIO 67 CINTILOGRAFIA DE PULMAO P/ PESQUISA DE ASPIRACAO CINTILOGRAFIA DE PULMAO POR INALACAO (MINIMO 2 PROJECOES) CINTILOGRAFIA DE PULMAO POR PERFUSAO (MINIMO 4 PROJECOES) CINTILOGRAFIA DE SISTEMA RETICULO-ENDOTELIAL (MEDULA OSSEA) DEMONSTRACAO DE SEQUESTRO DE HEMACIAS PELO BACO (C/ RADIOISOTOPOS) 108 MANUAL TÉCNICO-OPERACIONAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÕES HOSPITALARES Versão Abril 2011 .08.08.07.08.009-8 02.001-5 02.08.08.02.004-1 02.001-0 02.03.03.002-2 02.002-1 02.03.01.02.007-1 02.08.005-0 02.02.08.002-6 02.02.08.01.08.008-0 02.005-0 02.08.001-4 02.003-0 02.08.08.007-6 02.08.07.006-3 02.08.08.08.02.08.08.08.08.012-8 02.08.003-0 02.08.06.07.03.003-9 02.02.008-0 02.08.02.08.04.07.06.04.04.009-2 02.08.008-4 02.04.006-4 02.002-0 02.03.03.08.08.04.005-5 02.08.02.04.003-0 02.02.009-9 02.08.003-6 02.01.08.01.03.08.01.02.08.001-8 02.002-8 02.004-3 02.08.003-5 02.08.08.004-2 02.08.08.001-4 02.CODIGO 02.02.08.

008-2 ELETRODIAGNOSTICO CINETICO FUNCIONAL ELETROMIOGRAFIA DINAMICA.09.08.02.002-9 CINTILOGRAFIA DE GLANDULA LACRIMAL (DACRIOCINTILOGRAFIA) 02.11.05.02.005-0 VIDEOTORACOSCOPIA 02.002-1 RESPIRATÓRIO S/ 109 MANUAL TÉCNICO-OPERACIONAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÕES HOSPITALARES Versão Abril 2011 .01.02.007-0 ARTERIOGRAFIA DE MEMBRO ARTERIOGRAFIA P/ INVESTIGACAO DE DOENCA ARTERIOSCLEROTICA 02.014-2 ARTERIOGRAFIA SELETIVA POR CATETER (POR VASO) 02.003-1 AVALIACAO DE EQUILIBRIO ESTATICO EM PLACA DE FORCA 02.09.10.09.002-9 COLONOSCOPIA (COLOSCOPIA) 02.01. AVALIACAO CINETICA.01.003-1 DETERMINACAO DE SOBREVIDA DE HEMACIAS (C/ RADIOSOTOPOS) 02.01.11.003-9 CIRURGIA ATENDIMENTO FISIOTERAPÊUTICO EM PACIENTES COM ALTERAÇÕES 03.002-0 CLÍNICO ATENDIMENTO FISIOTERAPÊUTICO EM PACIENTE NO PRÉ E PÓS 03.01.08.10.11.10.012-6 ARTERIOGRAFIA PELVICA 02.03.03.11.009-1 OU S/ USO DE 02.01.01.001-3 RESPIRATÓRIO C/ ATENDIMENTO FISIOTERAPÊUTICO EM PACIENTE C/ TRANSTORNO 03.02.10.004-5 LAPAROSCOPIA 02.006-1 ARTERIOGRAFIA CERVICO-TORACICA 02.01.014-5 PRIMEIRA CONSULTA DE PEDIATRIA AO RECEM-NASCIDO ATENDIMENTO FISIOTERAPÊUTICO EM PACIENTE NO PRÉ/PÓS 03.003-3 ATENDIMENTO FISIOTERAPÊUTICO EM PACIENTE NEONATO ATENDIMENTO FISIOTERAPÊUTICO DE PACIENTE COM CUIDADOS 03.01.004-5 AORTOGRAFIA ABDOMINAL 02.01.001-0 NEOPLASIAS 02.001-8 OCULOMOTORAS ATENDIMENTO FISIOTERAPÊUTICO EM PACIENTE COM ALTERAÇÕES 03.09.11.02.003-7 CINTILOGRAFIA DE MAMA (BILATERAL) 02.05.02. CINEMATICA E DE 02.11.002-3 AVALIACAO CINETICA.001-6 COLANGIOGRAFIA TRANSCUTANEA 02.02.001-0 COLANGIOPANCREATOGRAFIA RETROGRADA (VIA ENDOSCOPICA) 02.01.011-8 ARTERIOGRAFIA P/ INVESTIGACAO DE ISQUEMIA CEREBRAL 02.11.010-5 POLISSONOGRAFIA 03.010-0 ARTERIOGRAFIA P/ INVESTIGACAO DE HEMORRAGIA CEREBRAL 02.001-2 PALIATIVOS ATENDIMENTO FISIOTERAPÊUTICO EM PACIENTE ONCOLÓGICO 03.03.10.08.015-0 ARTERIOGRAFIA SELETIVA VERTEBRAL 02.11.01.10.03.08.01.09.001-7 CIRURGIAS 03.10.03.02.10.04.02.04.01.019-3 LINFANGIOADENOGRAFIA 02.10.02.01.10.03. CINEMATICA E DE PARAMETROS LINEARES 02.02.006-6 AVALIACAO DE MOVIMENTO (POR IMAGEM) 02.003-7 ESOFAGOGASTRODUODENOSCOPIA 02.01.01.03.002-6 OCULOMOTORAS ATENDIMENTO FISIOTERAPÊUTICO EM PACIENTE C/ TRANSTORNO 03.009-6 AORTO-ILIACA E 02.10.001-0 ANGIOGRAFIA CEREBRAL (4 VASOS) 02.11.01.005-3 AORTOGRAFIA TORACICA 02.009-0 PARAMETROS EXPLORACAO DIAGNOSTICA PELO VIDEO-ELETROENCEFALOGRAMA C/ 02.02.007-4 AVALIACAO FUNCIONAL MUSCULAR 02.11.01.004-0 LINFOCINTILOGRAFIA CINTILOGRAFIA DE CORPO INTEIRO C/ GALIO 67 P/ PESQUISA DE 02.08.08.CODIGO PROCEDIMENTO 02.10.005-8 TRANSDUTORES 02.03.09.01.03.004-0 AVALIACAO DE FUNCAO E MECANICA RESPIRATORIA AVALIACAO DE FUNCAO E MECANICA RESPIRATORIA C/ 02.01.001-5 AVALIACAO CINEMATICA E DE PARAMETROS LINEARES 02.08.03.10.11.09.01.002-5 ATENDIMENTO FISIOTERAPÊUTICO EM PACIENTES C/ DISFUNÇÕES 03.02.04.02.09.03.10.013-4 ARTERIOGRAFIA SELETIVA DE CAROTIDA 02.

006-0 08.02. liberação de critica informando no sistema.005-6 03.02.02.09. Os procedimentos que admitem esta liberação podem ser conhecidos no SIGTAP no endereço: http://sigtap.02.09.01.004-4 04.01.06. que podem confirmar ou não esta liberação. Escolhendo no menu lateral o seguinte: Relatórios – Procedimentos – Consultar. Aí estarão todos os procedimentos para os quais é possível liberar a quantidade na AIH.02.br.002-2 03. 110 MANUAL TÉCNICO-OPERACIONAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÕES HOSPITALARES Versão Abril 2011 .07.17.07.06.02.06. escolher em Atributos Complementares selecionar Admite liberação de quantidade na AIH e clicar no final para exibir o relatório.001-4 03.03.01.05. IDADE E QUANTIDADE Os procedimentos rejeitados pelos três motivos.002-0 04.005-7 03.09.005-2 04.003-0 03.gov.004-8 03.003-5 03.04.001-9 03. Não existe liberação de quantidade para procedimento principal.CODIGO 03.02.01.01.004-7 PROCEDIMENTO ATENDIMENTO FISIOTERAPÊUTICO EM PACIENTE COM TRANSTORNO CLÍNICO ATENDIMENTO FISIOTERAPÊUTICO EM PACIENTE PRÉ/PÓS CIRURGIA CARDIOVASCULAR ATENDIMENTO FISIOTERAPÊUTICO NAS DISFUNÇÕES VASCULARES PERIFÉRICAS ATENDIMENTO FISIOTERAPÊUTICO EM PACIENTES NO PRÉ E PÓSOPERATÓRIO NAS ATENDIMENTO FISIOTERAPÊUTICO EM PACIENTES NO PRÉ E PÓSOPERATÓRIO NAS ATENDIMENTO FISIOTERAPÊUTICO EM PACIENTE C/ DISTÚRBIOS NEURO-CINÉTICOATENDIMENTO FISIOTERAPÊUTICO EM PACIENTES C/ DISTÚRBIOS NEURO-CINÉTICOATENDIMENTO FISIOTERAPÊUTICO NAS DESORDENS DO DESENVOLVIMENTO NEURO ATENDIMENTO FISIOTERAPÊUTICO EM PACIENTE C/ COMPROMETIMENTO COGNITIVO ATENDIMENTO FISIOTERAPÊUTICO EM PACIENTE NO PRÉ/PÓSOPERATÓRIO DE ATENDIMENTO FISIOTERAPÊUTICO EM PACIENTE MÉDIO QUEIMADO ATENDIMENTO FISIOTERAPÊUTICO EM PACIENTE GRANDE QUEIMADO ATENDIMENTO FISIOTERAPÊUTICO EM PACIENTE COM SEQÜELAS POR QUEIMADURAS ARTROCENTESE DE GRANDES ARTICULACOES ARTROCENTESE DE PEQUENAS ARTICULACOES INSTALACAO DE TRACAO CUTANEA HEMODIALISE P/ PACIENTES RENAIS AGUDOS / CRONICOS AGUDIZADOS S/ NUTRICAO ENTERAL EM NEONATOLOGIA NUTRICAO PARENTERAL EM NEONATOLOGIA ATENDIMENTO AO RECEM-NASCIDO EM SALA DE PARTO INCISAO E DRENAGEM DE ABSCESSO ANESTESIA GERAL ANESTESIA REGIONAL SEDACAO INCENTIVO AO REGISTRO CIVIL DE NASCIMENTO 68.07.17.005-5 03.06.01.004-9 03.01.001-4 03.02.02.02.003-0 03.003-6 03.01.002-2 03. Escolher a opção COMPLETO no início da página e. ao gestor. o prestador poderá solicitar.06.01.004-9 03.010-4 04.03.04.05.09.02.02.05.5 MÉDIA DE PERMANÊNCIA.008-0 03.10.04.01.001-0 03.17. O SIHD bloqueará automaticamente as AIH com solicitação de liberação de critica realizada no SISAIH01 para análise dos auditores/autorizadores (gestor).02.01.013-1 03.09.datasus.03.002-8 03.

uma estratégia para a sua reversibilidade em caso de necessidade como. por exemplo: de gases medicinais. próteses relacionadas ao ato cirúrgico. por exemplo. muitas vezes dificulta as condições para o imediato atendimento de pacientes que chegam à Emergência. por parte do hospital. A Portaria SAS/MS n. diárias de UTI.68. especialmente no que se refere à classificação de leitos. alimentação. No caso dos hospitais públicos é importante analisar que o custo decorrente das AIH rejeitadas por "Quantidade de diárias superior a capacidade instalada” representam despesas e dívidas do próprio gestor junto aos fornecedores. medicação. ou seja: 30 dias do mês/5 dias de permanência = 6 internações mês por leito. Centros de Referência com serviço de emergência. Se a média de permanência no hospital no mês é de 5 dias. É possível. realocação de recursos humanos e de disponibilidade de recursos materiais. por exemplo.º 312/2002 definição Leito de observação reversível: “É o leito hospitalar de observação que pode ser revertido para um leito de internação em caso de necessidade”.º 312/2002. Cabe ao gestor local.6 REJEIÇÃO DE AIH POR QUANTIDADE DE DIÁRIAS SUPERIOR À CAPACIDADE INSTALADA A capacidade instalada de leitos dos estabelecimentos de saúde no SUS é calculada da seguinte forma: Número de dias do mês X número de leitos cadastrados = total de diárias possíveis de serem pagas ao hospital na competência 30 X 100 = 3000 diárias. o cadastramento estritamente nos hospitais públicos que disponham de atendimento de urgência 24 horas. A ocupação de leitos especializados com pacientes de menor gravidade. No CNES. lavanderia etc. verificar as rejeições das AIH por "Quantidade de diárias superior a capacidade instalada” e implantar um Sistema de Regulação eficaz que permita um monitoramento adequado de vagas. e bom conhecer o Relatório das AIH Rejeitadas que o SIH disponibiliza mensalmente e através 111 MANUAL TÉCNICO-OPERACIONAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÕES HOSPITALARES Versão Abril 2011 . A definição de leito de observação reversível implica que já exista. Então 3000 diárias/6 internações por leito = 500 AIH ou internamentos naquele mês. que normatiza a PADRONIZAÇÃO DA NOMENCLATURA NO CENSO HOSPITALAR. portanto não entram no cálculo da capacidade instalada utilizada para o cálculo de diárias que é realizado pelo SIH no processamento das AIH apresentadas. "Quantidade de diárias superior a capacidade instalada” Os fundamentos legais para cálculo da capacidade instalada dos hospitais estão disponíveis na Portaria SAS/MS n. maternidades públicas com habilitação em Gestação de Alto Risco os chamados leitos reversíveis como leitos clínicos ou pediátricos. as instalações físicas dos hospitais do SUS destinados a atendimentos de Urgência e Emergência não são cadastrados como leitos e. evitando que as AIH rejeitadas e cujo internamento e tratamento tenham sido efetivamente prestado não sejam rejeitadas. por meio do Serviço de Controle e Avaliação. então cada leito gera 6 internações/mês. Para hospitais com Contrato de Gestão e Metas.

8 DUPLICIDADE Quando um paciente é reinternado na rede de um mesmo gestor com intervalo menor que 03 dias entre a alta de um estabelecimento de saúde e seu novo internamento. o sistema entende da 112 MANUAL TÉCNICO-OPERACIONAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÕES HOSPITALARES Versão Abril 2011 . conforme análise técnica. o SIH detecta esta internação na consistência como “DUPLICIDADE”. No caso de Laboratório e radiologia. Esta AIH é bloqueada e apenas o gestor pode liberar ou não esta AIH para pagamento. quer seja no mesmo estabelecimento ou em outro. Os leitos de UTI não contam para o cálculo da capacidade instalada do hospital. Desde a implantação da Tabela Unificada – SIGTAP os procedimentos especiais diagnósticos e terapêuticos têm o mesmo valor tanto na modalidade ambulatorial como na hospitalar. Procedimento Secundário: é aquele que não gera AIH.dele é possível conhecer as rejeições por "Quantidade de diárias superior a capacidade instalada” de cada hospital. mas é um procedimento de esclarecimento diagnóstico ou de apoio terapêutico que pode ser feito dentro da AIH de um procedimento principal. Todas as AIH que são emitidas por mudança de clínica são bloqueadas por “duplicidade” e o gestor pode liberá-las ou não. mas ele pode ser realizado também na modalidade ambulatorial. tem valor zerado na AIH e deve ser registrado para auxiliar em futuros cálculos de custo hospitalar. Estas AIH por serem rejeitadas não “sobem” para o Banco de Dados Nacional do SUS disponibilizado pelo Tabwin ou Tabnet. auxiliando no cálculo do pagamento de serviços prestados por Terceiros em pacientes internados. Procedimento Especial: é aquele que não permite que o paciente seja internado exclusivamente para realizá-lo. O que vale é o total de leitos. ESPECIAL E Procedimento Principal: é aquele que gera a AIH. Os internamentos das AIH rejeitadas por este motivo poderão ser contabilizados para avaliação do desempenho do hospital em relação ao cumprimento das metas físicas estabelecidas no Plano Operativo. Eles têm valor de SP e SH e exigem preenchimento de CBO e CID. O procedimento especial tem valor na AIH.7 DEFINIÇÃO SECUNDÁRIO DE PROCEDIMENTO PRINCIPAL. No caso do paciente ter tido alta melhorado ou curado e antes de três dias voltar a internar-se. mesmo em outro hospital. O CNPJ é permitido apenas para OPM. 68. Apenas um procedimento principal pode gerar um internamento. O cálculo de capacidade de diárias é feito levando-se em consideração o total de leitos cadastrados no CNES do estabelecimento independente da especialidade dos leitos. Para todos os procedimentos principais. o registro dos exames realizados na AIH permite conhecer a quantidade de exames realizados no hospital em cada competência. 68. especiais e secundários com pontos é obrigatório o registro do CPF do profissional executante no SISAIH01.

O correto e completo preenchimento do prontuário são grandes aliados do médico para sua eventual defesa. § 2º: O prontuário estará sob a guarda do médico ou da instituição que assiste o paciente”. PRONTUÁRIO DO PACIENTE De acordo com o Art. as evoluções devem ser diárias. Evolução de enfermagem e de outros profissionais assistentes. k. escrever seu nome legível e sua respectiva inscrição no CRM. Exames complementares (laboratoriais. Resumo de alta. h. inclusive. g. No prontuário do paciente deve ser registrado a. assinatura e número de registro do médico no Conselho Regional de Medicina. j. f. Ficha de anestesia. em cada avaliação. a elaboração de censos. para a instituição que atende. Partograma (em obstetrícia). o médico está obrigado a assinar e carimbar ou. Atendimento de urgência. 113 MANUAL TÉCNICO-OPERACIONAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÕES HOSPITALARES Versão Abril 2011 .Boletins médicos. então. O prontuário médico. sendo preenchido. e. ordenados e concisos.mesma forma e também bloqueia a AIH por “duplicidade”. Atendimento ambulatorial. em ordem cronológica com data. permitindo. Material usado no centro cirúrgico ou obstétrico (gasto de sala). Prescrição médica. c. m. com data e horário em todas elas. As anotações no prontuário ou ficha clínica devem ser feitas de forma legível. Além disso. mas que o nome do médico e seu respectivo CRM estejam legíveis. Este bloqueio é preventivo e busca evitar pagamento indevido. d. bem como para o ensino. l. Evolução médica. identificar os profissionais de saúde envolvidos no cuidado. hora. Não há lei que obrigue o uso do carimbo. No caso de internação. 87º do Novo Código de Ética Médica é vedado ao médico: “Deixar de elaborar prontuário legível para cada paciente. a pesquisa. i. Descrição cirúrgica. com data e horário em todas elas. as prescrições devem ser diárias. é o conjunto de documentos padronizados. ultrasonografias e outros) e seus respectivos resultados. assinar. propostas de assistência à saúde pública e para a avaliação da qualidade da assistência prestada. Prescrição de enfermagem e de outros profissionais assistentes No caso de internação. na verdade prontuário do paciente. 69. destinados ao registro de todas as informações referentes aos cuidados médicos e de outros profissionais de saúde prestados ao paciente. para o médico e demais profissionais de saúde. radiológicos. b. O prontuário médico é um instrumento valioso para a paciente. § 1º: O prontuário deve conter os dados clínicos necessários para a boa condução do caso.

a qualquer momento. Hipóteses diagnósticas. ficha clínica ou similar.2 SOLICITAÇÃO POR FAMILIARES E/OU DO RESPONSÁVEL LEGAL DO PACIENTE Quando da solicitação do responsável legal pelo paciente – sendo este menor ou incapaz – o acesso ao prontuário deve ser-lhe permitido e. Usar líquido corretor. fornecer as cópias solicitadas ou elaborar um laudo que contenha o 114 MANUAL TÉCNICO-OPERACIONAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÕES HOSPITALARES Versão Abril 2011 .3 ACESSO AO PRONTUÁRIO 69.” Artigo 71 do CEM: "É vedado ao médico deixar de fornecer laudo médico ao paciente. Os documentos gerados no atendimento de urgência e no ambulatório devem ser arquivados junto com o prontuário em caso de gerar internação hospitalar. se solicitado. O prontuário pertence ao paciente.1 SOLICITAÇÃO PELO PRÓPRIO PACIENTE Artigo 70 do CEM: "É vedado ao médico negar ao paciente acesso ao seu prontuário médico. f.” Artigo 11 do CEM: "O médico deve manter sigilo quanto às informações confidenciais de que tiver conhecimento no desempenho de suas funções. Cópia do Espelho da AIH (para possíveis auditorias) 69. O mesmo se aplica ao trabalho em empresas. Fazer anotações que não se referem à paciente. ao seu prontuário. se solicitado. Anamnese. solicitar cópias do mesmo. e. inclusive.2 O QUE NÃO DEVE SER FEITO NO PRONTUÁRIO     Escrever a lápis.1 ITENS OBRIGATÓRIOS NO PRONTUÁRIO DO PACIENTE a. Tratamento(s) efetuado(s). quando do encaminhamento ou transferência para fins de continuidade do tratamento ou na alta. Exame físico. recebendo por escrito o diagnóstico e o tratamento indicado. 69. bem como deixar de dar explicações necessárias a sua compreensão. c. Identificação da paciente. com a identificação do nome do profissional e o número de registro no órgão de regulamentação e controle da profissão (CRM.O nome completo do paciente deve constar em todas as folhas do prontuário. Deixar folhas em branco. 69. salvo quando ocasionar riscos para o paciente ou para terceiros. d. podendo.3. g. b.). Diagnóstico(s) definitivo(s). 69. exceto nos casos em que seu silêncio prejudique ou ponha em risco a saúde do trabalhador ou da comunidade". portanto é um direito do paciente ter acesso.3. Coren etc.

salvo por justa causa. Esse acesso deve ocorrer dentro das dependências da instituição de assistência à saúde responsável por sua posse e guarda.º 39308 de São Paulo. tendo. Na hipótese do médico depor como testemunha. cabendo opinar pela regularidade dos procedimentos efetuados e registrados. obrigatoriamente. 69. não deve ser fornecido aos solicitantes. já que ele tem atribuição de perito para analisar a cobrança dos serviços prestados.º 1614/2001). cuja ementa é a seguinte: 115 MANUAL TÉCNICO-OPERACIONAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÕES HOSPITALARES Versão Abril 2011 . (Artigo 102 do CEM). o segredo médico também não deve ser revelado para autoridade judiciária ou policial. Em qualquer caso. na sua totalidade ou em partes. a qualquer título. Não há disposição legal que respalde ordens desta natureza. casos suscetíveis de motivar anulação de casamento. De acordo com o entendimento do Supremo Tribunal Federal no "Habeas Corpus" n.3. precisa ser arquivado pela entidade que o elaborou. Exemplos de "Justa Causa": Para evitar casamento de portador de defeito físico irremediável ou moléstia grave e transmissível por contágio ou herança. Os diretores técnicos ou clínicos que autorizarem a saída de prontuário violam o Artigo 108 do CEM. por dever legal. O acesso ao prontuário pelo médico auditor enquadra-se no princípio do dever legal. o médico está liberado do segredo. No entanto. o prontuário original. No caso de ter havido óbito. o procedimento do médico e a "causa mortis". o direito de examinar o paciente para confrontar o descrito no prontuário.3. capaz de por em risco a saúde do futuro cônjuge ou de sua descendência. porém.3 SOLICITAÇÃO POR OUTRAS ENTIDADES Salvo com autorização expressa do paciente é vedado ao médico fornecer tais informações.4 SOLICITAÇÃO DO PRONTUÁRIO AUTORIDADES POLICIAIS OU JUDICIÁRIAS DO PACIENTE POR Com relação ao pedido de cópia do prontuário por Autoridades Policiais e/ou Judiciárias por "justa causa" ou implicando em "dever legal" ou por autorização expressa do paciente. crimes de ação pública quando solicitado por autoridade judicial ou policial. Exemplos de "Dever Legal": Doenças infecto-contagiosas de notificação compulsória Doenças de declaração obrigatória (toxicomanias) Crime de ação pública cuja comunicação não exponha o paciente a procedimento criminal mesmo que o fato seja de conhecimento público ou que o paciente tenha falecido.resumo das informações lá contidas. o laudo deverá revelar o diagnóstico. pois é documento que. quando diante de um estado extremo de necessidade. 69. O hospital não pode ser obrigado. isto é. inclusive. ele deve comparecer perante a autoridade e declarar seu impedimento. a enviar os prontuários para qualquer instituição pública ou privada (Resolução CFM n. a critérios da entidade. a cobrança das xerocópias quando fornecidas por ela. Os laudos médicos emitidos a partir das informações constantes do prontuário do paciente não podem ser registrados facultando-se. Haverá justa causa quando a revelação for o único meio de conjurar perigo atual ou iminente e injusto para si e para outro.

por dever de ofício. a racionalização da prescrição e do fornecimento dos medicamentos. irrestritamente no médico. PROTOCOLOS CLÍNICOS Protocolos clínicos e diretrizes terapêuticas são o consenso sobre a condução da terapêutica para determinada patologia.11/02/2010 Portaria SAS/MS nº 143 . Constitui constrangimento ilegal a exigência da revelação do sigilo e participação de anotações constantes das clínicas e hospitais.15/01/2010 Portaria SAS/MS nº 15 . O médico não está obrigado a comunicar às autoridades crime pelo qual seu paciente possa ser processado.23/04/2010 Portaria SAS/MS nº 109 ." Por força do sigilo. Destinam-se a orientar o tratamento de determinada patologia e criar mecanismos para a garantia da prescrição segura e eficaz.23/04/2010 Portaria SAS/MS nº 209 .23/04/2010 Portaria SAS/MS nº 111 .15/01/2010 Portaria SAS/MS nº 16 . os mecanismos de controle. O dever de manutenção do segredo médico decorre de necessidade do paciente em confiar em ter que confiar. Estabelecem os critérios de diagnóstico.15/01/2010 Portaria SAS/MS nº 14 .10/05/2010 116 MANUAL TÉCNICO-OPERACIONAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÕES HOSPITALARES Versão Abril 2011 .23/04/2010 Portaria SAS/MS nº 208 ."Segredo profissional. Neste sentido.31/03/2010 Portaria SAS/MS nº 56 .Doença de Addison Hiperplasia Adrenal Congênita Doença Falciforme Insuficiência Pancreática Exócrina Osteodistrofia Renal Acne Grave Hipotireoidismo Congênito Republicado Angioedema Republicado Puberdade Precoce Central Republicado Artrite Reativa .23/04/2010 Portaria SAS/MS nº 110 . o tratamento preconizado com os medicamentos disponíveis nas respectivas doses corretas. posto que isso pode ser considerado procedimento criminal contra a sua paciente. Mielodisplasia e Neutropenias Constitucionais .23/04/2010 Portaria SAS/MS nº 207 . tenham acesso ao prontuário.10/05/2010 Portaria SAS/MS nº 223 .Doença de Reiter Hiperprolactinemia Retificado Raquitismo e Osteomalácia Anemia Aplástica. por exemplo. as informações contidas no prontuário do paciente alcançam todos os profissionais e pessoas afins que. Situação Clínica Ictioses Hereditárias Hipoparatireoidismo Insuficiência Adrenal Primária .29/01/2010 Portaria SAS/MS nº 57 . o acompanhamento e a verificação de resultados.23/04/2010 Portaria SAS/MS nº 212 . o médico não pode revelar à autoridade. um aborto criminoso.Uso de Fatores estimulantes de Crescimento de Colônias de Neutrófilos Deficiência de Hormônio do Crescimento Hipopituitarismo Republicado Síndrome de Turner Hiperfosfatemia na Insuficiência Renal Crônica Portaria Portaria SAS/MS nº 13 .15/01/2010 Portaria SAS/MS nº 55 . 70.29/01/2010 Portaria SAS/MS nº 69 .10/05/2010 Portaria SAS/MS nº 225 . para que o tratamento se estabeleça da melhor forma e com o menor agravo à saúde.

Aplasia Pura Adquirida Crônica da Série Vermelha Endometriose Retificado Dermatomiosite e Polimiosite Republicado Fibrose Cística - Manifestações Pulmonares Retificado Fibrose Cística - Insuficiência Pancreática Retificado Anemia em Pacientes com Insuficiência Renal Crônica - Alfaepoetina Retificado Anemia em Pacientes com Insuficiência Renal Crônica - Reposição de Ferro Retificado Doença de Parkinson Republicado Miastenia Gravis Retificado Doença Celíaca* Republicado Anemia Aplástica Adquirida Doença de Alzheimer Epilepsia Esclerose Múltipla Espondilose* Leiomioma de Útero Anemia Hemolítica Auto-imune Asma Diabete Insípido Doença de Crohn Fenilcetonúria Imunossupressão no Transplante Hepático em Pediatria Osteogênese Imperfeita* Púrpura Trombocitopênica Idiopática Síndrome Nefrótica Primária em Adultos Síndrome de Ovários Policísticos e Hirsutismo/Acne

Portaria SAS/MS nº 227 - 10/05/2010 Portaria SAS/MS nº 144 - 31/03/2010 Portaria SAS/MS nº 206 - 23/04/2010 Portaria SAS/MS nº 224 - 10/05/2010 Portaria SAS/MS nº 224 - 10/05/2010 Portaria SAS/MS nº 226 - 10/05/2010 Portaria SAS/MS nº 226 - 10/05/2010 Portaria SAS/MS nº 228 - 10/05/2010 Portaria SAS/MS nº 229 - 10/05/2010 Portaria SAS/MS nº 307 - 17/09/2010 Portaria SAS/MS nº 490 - 23/09/2010 Portaria SAS/MS nº 491 - 23/09/2010 Portaria SAS/MS nº 492 - 23/09/2010 Portaria SAS/MS nº 493 - 23/09/2010 Portaria SAS/MS nº 494 - 23/09/2010 Portaria SAS/MS nº 495 - 23/09/2010 Portaria SAS/MS nº 708 - 17/12/2010 Portaria SAS/MS nº 709 - 17/12/2010 Portaria SAS/MS nº 710 - 17/12/2010 Portaria SAS/MS nº 711 - 17/12/2010 Portaria SAS/MS nº 712 - 17/12/2010 Portaria SAS/MS nº 713 - 17/12/2010 Portaria SAS/MS nº 714 - 17/12/2010 Portaria SAS/MS nº 715 - 17/12/2010 Portaria SAS/MS nº 716 - 17/12/2010 Portaria SAS/MS nº 717 - 17/12/2010

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BIBLIOGRAFIA CONSULTADA
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Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil, Brasília/DF, 29 de agosto de 1994, seção 1. BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Portaria SAS/MS n º 743 de 20 de dezembro de 2005. Aprova novo modelo de laudo para solicitação de AIH - AIH e solicitação/autorização de mudanças de procedimentos e de procedimentos especiais no SIH. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil, Brasília/DF, 23 de dezembro de 2005, seção 1 e 04 de abril de 2006, seção 1, republicação. BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Assistência à Saúde. Portaria SAS/MS n º 25 de 27 de janeiro de 2000. Estabelece critérios para registro de procedimentos pagos por diária. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil, Brasília/DF, 28 de janeiro de 2000, seção 1. BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Assistência à Saúde. Portaria SAS/MS n º 84 de 24 de junho de 1997. Estabelece critérios para emissão de AIH para pacientes sem documentos de identificação. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil, Brasília/DF, 25 de junho de 1997, seção 1. BRASIL. Ministério da Saúde. Gabinete do Ministro. Portaria GM/MS n º 396, de 12 de abril de 2000. Aprova o Manual do Sistema de Informações Hospitalares e Sistema de Informações Ambulatoriais - SIH/SUS e SAI/SUS. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil, Brasília/DF, 14 de abril de 2000, seção 1. BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Portaria SAS/MS n º 316 08 de maio de 2006. Inclui no SIH o tipo de vinculo 52, identifica profissional do Instituto de Traumatologia e Ortopedia -INTO prestando atendimento Ortopédico do Projeto Suporte em outros estabelecimentos de saúde. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil, Brasília/DF, 09 de maio de 2006, seção 1. BRASIL. Ministério da Saúde. Gabinete do Ministro. Portaria GM/MS n º 251, de 31 de janeiro de 2002. Classifica os hospitais psiquiátricos integrantes do SUS de acordo com avaliação do PNASH – Programa Nacional de Avaliação do Sistema Hospitalar/Psiquiatria e o número de leitos do hospital. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil, Brasília/DF, 04 de fevereiro de 2002, seção 1. BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Assistência à Saúde. Portaria SAS/MS n º 77 de 01 de fevereiro de 2002. Inclui na tabela do SIH/SUS procedimentos psiquiátricos para hospitais classificados de acordo com a Portaria GM/MS 251/2002. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil, Brasília/DF, 04 de fevereiro de 2002, seção 1 e 06 de fevereiro de 2002, seção 1. BRASIL. Ministério da Saúde. Gabinete do Ministro. Portaria GM/MS n º 1.686, de 20 de setembro de2002. Aprova normas para autorização e funcionamento e cadastramento de Bancos de Musculoesquelético pelo SUS. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil, Brasília/DF, 24 de setembro de 2002, seção 1. BRASIL. Ministério da Saúde. Gabinete do Ministro. Portaria GM/MS n º 1687, de 20 de setembro de 2002. Inclui na Tabela de Procedimentos do SIH-SUS os grupos de procedimentos de Processamento de Tecido Musculoesquelético. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil, Brasília/DF, 24 de setembro 7 de novembro de 2002, seção 1 e 7 de novembro de 2002, seção 1, republicação. BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Assistência à Saúde. Portaria SAS/MS n º 483 de 23 de agosto de 1999. Veda os hospitais públicos de realizar cessão de crédito (republicação). Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil, Brasília/DF, 24 de agosto de 1999, seção 1 e 10 de setembro de 1999, seção 1 - republicação. BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Portaria SAS/MS n º 434, de 14 junho de 2006. Inclui no SIH o tipo 53- OPM sem cessão de crédito e torna obrigatório informar CNPJ do Fornecedor do material e o número da Nota fiscal correspondente, na AIH com registro de OPM.Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil,Brasília/DF,16 de junho de 2006,seção 1. BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Portaria SAS/MS n º 218, de 15 de junho de 2004. Inclui na tabela do SIH Órtese, Prótese e Materiais Especiais - OPM da área de cardiovascular, definindo limite de uso, e excludência. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil, Brasília/DF, 21 de junho de 2004, seção 1, e 23 de agosto de 2004, seção 1.
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Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. Portaria SAS/MS n. 173. Portaria SAS/MS n. retificação.OPM.º 756. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. seção 1. Estabelece compatibilidade entre os procedimentos da assistência cardiovascular e Órtese. 756. Brasília/ DF. Determina a descentralização do processamento do Sistema de Informação Hospitalar – SIH. 29 de março de 2005.º. seção 1. 15 de fevereiro de 2006. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. Portaria SE/SAS/MS n.º 23. prorroga a implantação do processamento descentralizado do SIH/SUS para competência abril de 2006. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. seção 1. 14 de fevereiro de 2000. Brasília DF. seção 1. seção 1 e 29 de junho de 2004. Ministério da Saúde. BRASIL. Brasília/DF. Estabelece a implantação do processamento descentralizado do SIH para novembro/2005 e torna obrigatório o preenchimento do órgão emissor no SISAIH01. Portaria SAS/MS n º 123. de 14 de fevereiro de 2006. 187. Brasília/DF. Ministério da Saúde.OPM compatíveis. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. Brasília/DF. seção 1. Brasília/DF. Brasília/DF. Ministério da Saúde. Ministério da Saúde. de 27 de dezembro de 2005. Ministério da Saúde. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. Brasília/ DF. Portaria GM/MS n º 821. seção 1. BRASIL.º. de 27 de dezembro de 2005. BRASIL. e estabelece compatibilidade com procedimentos especiais. 510 de 30 de setembro de 2005. Ministério da Saúde. Portaria SAS/MS n º 567 de 13 de outubro de 2005. com definição de uso.º. Exclui.º. de 04 de maio de 2004. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. Inclui na tabela do SIH/SUS. de 28 de março de 2005.º. de 11 de novembro de 2005. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. define procedimentos comuns a Ortopedia e a Neurocirurgia e Órtese Prótese e Materiais Especiais . 14 de novembro de 2005. Secretaria de Atenção à Saúde. 98. Portaria SAS/MS n. 19 de maio de 2006. Altera a quantidade de órgãos emissores para estados e municípios. de 28 de fevereiro de 2005. Secretaria de Assistência à Saúde. Ministério da Saúde. BRASIL. BRASIL. seção 1. 675. 05 de maio de 2004. de 16 de outubro de 1998. 3 de outubro de 2005.BRASIL.º.OPM da área da cardiovascular. seção 1. Ministério da Saúde. BRASIL. BRASIL. Portaria SAS/MS n. Republica os anexos III. seção 1. de 21 de maio de 2004. seção 1. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. BRASIL. o procedimento Cirurgia Múltipla Pacientes com Lesões Lábios-Palatais ou Craniofaciais. Ministério da Saúde. 05 de dezembro de 2005. distribuição de série numérica de AIH também por meio eletrônico. Portaria SAS/MS n. Secretaria Executiva e Secretaria de Atenção à Saúde. Secretaria de Assistência à Saúde. Ministério da Saúde. BRASIL. Brasília/DF. seção 1 e 27 de abril de 2005. altera e inclui na tabela do SIH/SUS procedimentos de Neurologia e Neurocirurgia. seção 1. V. Ministério da Saúde.º. BRASIL. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. Secretaria de Atenção à Saúde. Estabelece. Brasília/DF. Secretaria de Atenção à Saúde. Portaria SAS/MS n. Secretaria de Atenção à Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. 30 de dezembro de 2005. Altera e Inclui na tabela do SIH/SUS procedimentos e Órtese. Brasília/DF. Altera a estrutura do órgão emissor. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. VI e VII. 637. BRASIL. de 01 de dezembro de 2005 prorroga a implantação do processamento descentralizado do SIH/SUS para competência fevereiro de 2006. 19 de outubro de 1998. 17 de outubro de 2005. Portaria SAS/MS n. seção 1. seção 1. Brasília/DF. como forma alternativa. 25 de maio de 2004. BRASIL. Gabinete do Ministro. Ministério da Saúde. Portaria SAS/MS n º 51 de 11 de fevereiro de 2000. Secretaria de Atenção à Saúde. republicação. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. Secretaria de Atenção à Saúde. Prótese e Materiais Especiais . Portaria SAS/MS n. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. 01 de março de 2005. Prótese e Materiais Especiais . Define série numérica de AIH com 13 dígitos. 120 MANUAL TÉCNICO-OPERACIONAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÕES HOSPITALARES Versão Abril 2011 . Brasília/DF.

seção 1. Brasília/DF. Inclui na tabela do SIH/SUS procedimentos de Internação Domiciliar. Institui a modalidade de Hospital Dia para pacientes com AIDS. Brasília/DF. 29 de dezembro de 2000. 26 de agosto de 1999.091. 23 de março de 1998. Ministério da Saúde. Estabelece critérios para habilitação de Unidade de Cuidados Intermediário Neonatal – UCI. Ministério da Saúde. Ministério da Saúde. seção 1. Gabinete do Ministro. Inclui na tabela do SIH/SUS os procedimentos Atendimento em Hospital Dia Geriátrico um e dois turnos. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. e estabelece requisitos para credenciamento de hospitais para sua realização. Brasília/DF. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil.274. Brasília/DF. Portaria SAS/MS n. 23 de março de 1998. BRASIL. Portaria GM/MS n º 1. de 7 de abril de 1999. Gabinete do Ministro.º 130 de 3 de agosto de 1994. de 25 de agosto de 999. 21 setembro 1993. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. seção 1. Redefinir a Política Nacional de Procedimentos Cirúrgicos Eletivos de Média Complexidade Ambulatorial e Hospitalar. Brasília/DF. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. Brasília/DF. 05 de agosto de 1994. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. Brasília/DF. seção 1. Inclui na tabela do SIH/SUS procedimento de Diária de Acompanhante para Pacientes Idosos. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. 25de junho de 1999. Ministério da Saúde. 23 de março de 1998. BRASIL. Secretaria Nacional de Assistência à Saúde. Ministério da Saúde. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. Gabinete do Ministro Portaria. e 30 de março de 2006. Ministério da Saúde. Brasília/DF. seção 1. Gabinete do Ministro. Brasília/DF. seção 1. Gabinete do Ministro. de 06 de fevereiro de 2006. e o procedimento tratamento da AIDS em hospital dia. Inclui na tabela de SIH procedimentos para tratamento de lesões lábios palatais e craniofaciais. Brasília/ DF. Torna obrigatória a presença do acompanhante para pacientes maiores de 60 (sessenta) anos. BRASIL. Portaria SAS/MS n º 126 de 17 de setembro de 1993. Secretaria de Assistência à Saúde. seção 1. BRASIL. Portaria GM/MS n º 830. 08 de março de 2006 1999. Estabelece normas e forma de remuneração para o atendimento em hospital dia AIDS.º 2413. BRASIL. Ministério da Saúde. Portaria GM/MS n. Portaria GM/MS n. seção 1. BRASIL. Gabinete do Ministro. Brasília/DF. BRASIL. e estabelece requisitos para habilitação dos hospitais para sua realização. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. de 03 de junho 1994. BRASIL. Inclui na tabela de SIH procedimentos para tratamento de lesões lábios palatais e craniofaciais. 06 de setembro de 1999. Portaria SAS/MS n º 93 de 30 de maio de 1994. Gabinete do Ministro. seção 1. republicação. 24 de junho de 1999. Portaria GM/MS n º 280. Secretaria de Assistência à Saúde. Portaria GM/MS n. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. 8 de abril 1999. BRASIL. GM/MS n º 252. Secretaria de Assistência à Saúde. BRASIL. e 26 de fevereiro de 2001. e estabelece requisitos para credenciamento de hospitais para sua realização. seção 1 BRASIL. Inclui na tabela do SIH/SUS procedimentos para Cuidados Prolongados. Brasília/DF. Centros de Referência Centros Intermediários de Assistência a Queimados.º 2416. Ministério da Saúde. 121 MANUAL TÉCNICO-OPERACIONAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÕES HOSPITALARES Versão Abril 2011 .BRASIL. 26 de março de 1998. Ministério da Saúde. Ministério da Saúde. seção 1. Brasília/DF. 26 de março de 1998. Exclui e inclui na tabela do SIH/SUS procedimentos para tratamento de queimados em Hospital Geral. BRASIL. Gabinete do Ministro. Inclui na tabela do SIH/SUS procedimentos para o tratamento da AIDS e define a forma de registro na AIH – AIH. Portaria GM/MS n º 1. seção 1 – republicação. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. seção 1. seção 1. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. 22 de novembro de 2000. Portaria SAS/MS n º 503 de 03 de setembro de 1999. seção 1. Ministério da Saúde. Portaria SNAS/MS n º 291 de 17 de junho de 1992. 26 de março de 1998. Ministério da Saúde. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. Ministério da Saúde. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. 23 de junho de 1992.º 2414. Secretaria de Assistência à Saúde.

Ministério da Saúde. Brasília/DF. seção 1. Brasília/DF. Secretaria de Assistência a Saúde. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. 22 de agosto de 1994. seção 1. Ministério da Saúde. Portaria SAS/MS n. BRASIL. seção 1. AIDS e Intercorrência Pós Transplante de Medula Óssea. de 16 de junho de 2004. Portaria SAS/MS n. seção 1. 06 de fevereiro de 2003.º 134. Brasília/DF. BRASIL. Gabinete do Ministro. Brasília/DF. Secretaria Nacional de Vigilância Sanitária. retificação. BRASIL. Secretaria de Assistência à Saúde. publicadas no Diário Oficial da União n. Brasília/DF. seção 1. Brasília/DF. seção 1. Ministério da Saúde. seção 1.º 58 de 26 de março de 1998. seção 1. Estabelece critérios para liberação de sangue para transfusão. Portaria GM/MS n º 2.AIH. de 12 de janeiro de 2001. seção 1. Ministério da Saúde. Portaria SAS/MS n º 38 de 1º de abril de 1998. de 14 de junho de 2004. Secretaria de Assistência a Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Portaria SAS/MS n º 163. BRASIL.º 134. Ministério da Saúde. Ministério da Saúde.969. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. de 3 de dezembro de 1993. Estabelece critérios sobre a forma de registro de procedimentos de hemoterapia na Autorização de Informação Hospitalar. 6 de dezembro de 1993. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. 29 de novembro de 2001.418. seção 1 e 20 de dezembro de 2001. Portaria SE/SAS/MS n. seção 1. BRASIL. Ministério da Saúde. 24 de junho de 2004.BRASIL. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. Inclui na tabela do SIH/SUS Procedimento de Notificação de Causas Externas e de Agravos relacionados ao Trabalho. Ministério da Saúde. de 26 de outubro de 2001. Retificação. Altera a sistemática de apresentação de AIH em meio magnético. 03 de dezembro de 2001. Brasília/DF. Ministério da Saúde. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. Secretaria de Atenção à Saúde. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. 27 de novembro de 2002. BRASIL.º17. Ministério da Saúde. de 30 de março de 2006.SIH/SUS. 06 de dezembro de 2005. Gabinete do Ministro. 02 de abril de 1998.AIH em meio magnético para os Hospitais integrantes do Sistema de Informações Hospitalares . seção 1. Define critérios para cadastramento de Centros de 122 MANUAL TÉCNICO-OPERACIONAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÕES HOSPITALARES Versão Abril 2011 . Brasília/DF. Portaria SAS/MS n. Portaria SAS/MS n. BRASIL. seção 1. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. 22 de agosto de 1994. 16 de junho de 2004. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. 7 de fevereiro de 2003. 12 de setembro de 1994. Portaria SAS/MS n. 10 de janeiro de 2001. Secretaria Executiva e Secretaria de Assistência à Saúde. Institui a modalidade de Hospital Dia Fibrose Cística e Hospital Dia Cirúrgico e Terapêutico e altera as condições e requisitos para atendimento em Hospital Dia: geriátrico. Secretaria de Assistência a Saúde. BRASIL. Inclui na tabela do SIH/SUS procedimento Diária de acompanhante para gestante. BRASIL. Brasília/DF. 31 de março de 204. BRASIL.º 238. republicação. Ministério da Saúde.º 44. Secretaria de Assistência à Saúde. Regulamenta a presença de acompanhante para mulheres em trabalho de parto. seção 1 e 19 de junho de 2002. Altera a sistemática de para apresentação de AIH em meio magnético. Brasília/DF. Altera redação dos procedimentos de cateterismo e a sua forma de registro na AIH. seção 1.º 88. 23 de agosto de 1994. Brasília/DF.º153.º 922. Portaria GM/MS n º 1. BRASIL. Gabinete do Ministro. Ministério da Saúde. Secretaria de Assistência à Saúde. Torna obrigatório informar na AIH CID Principal e CID Secundário nos registros de causas externas e de agravos à saúde do trabalhador (republicação). 12 de abril de 2002 de fevereiro de 2003. Ministério da Saúde. Portaria SAS/MS n. BRASIL. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. Ministério da Saúde. BRASIL.º 216. 02 de dezembro de 2005. 2416 de 23 de março de 1998. Secretaria de Assistência à Saúde. BRASIL. 26 de novembro de 2002. Alterar a sistemática de apresentação de Autorização de Autorização Hospitalar . Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. Estabelece código para os procedimentos incluídos do SIH pelas Portarias 2413. Portaria GM/MS n. 25 de outubro de 2001. BRASIL. Brasília/DF. republicação. Saúde Mental.º 249. Brasília/DF. 2414. RDC n. parto e pós-parto. Portaria SAS/MS n.

seção 1. Portaria SAS/MS n. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil Brasília/DF. 10 de julho de 2002. Exclui e inclui na tabela do SIH/SUS procedimentos da cardiovascular e estabelece normas para credenciamento/habilitação nesta área. Brasília DF. 16 de abril de 2002. 04 de fevereiro de 1997. Dispõe sobre acesso ao prontuário médico para efeito de auditoria. Conselho Federal de Medicina. Portaria GM/MS n. retificação.638. Gabinete do Ministro. Brasília/DF. Brasília/DF. 05 de fevereiro de 1997. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. Secretaria de Atenção à Saúde.º 1. seção 1. BRASIL. Institui o Programa Anual de Reestruturação da Assistência Psiquiátrica Hospitalar no SUS. Lei n. Decreto n.º 52. Brasília/DF. Define as atribuições do Enfermeiro Obstetra. 08 de dezembro de 2005.821. Ministério da Saúde.º 738. 08 de junho de 1987. BRASIL. Brasília/DF. Conselho Federal de Medicina.º 8. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. BRASIL. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. Portaria SAS/MS n. 21 de janeiro de 2004. Ministério da Saúde. Dispõe sobre a remoção de órgãos. Define o período que os estabelecimentos de atenção à saúde de gestantes devem manter registros das atividades desenvolvidas.º 2. BRASIL. 08 de fevereiro de 2001. 123 MANUAL TÉCNICO-OPERACIONAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÕES HOSPITALARES Versão Abril 2011 . 16 de abril de 2002. 11 de julho de 2007. Inclui na tabela do SIH/SUS procedimentos para Assistência Domiciliar Geriátrica pelos Centros de Referência em Assistência à Saúde do Idoso e altera redação dos procedimentos de Atendimento Geriátrico em Hospital Dia. BRASIL.º 92. tecidos e partes do corpo humano para fins de transplante e tratamento.Referência em Assistência à Saúde do Idoso. seção 1. Secretaria de Atenção à Saúde.º 53. Portaria GM/MS n. BRASIL. Resolução n. Secretaria de Atenção à Saúde. Ministério da Saúde. 9 de dezembro de 2005. Lei n. seção 1. e 3 de março de 2004. 16 de julho de 1990. Brasília DF. seção 1. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. 25 de junho de 1986. 23 de novembro de 2007.614.º 513. 15 de junho de 2004. Ministério da Saúde. 21 de janeiro de 2004. 21 de junho de 2004. 10 de abril de 2001. de 13 de julho de 1990. Resolução n.º. 23 de dezembro de 2005.º 1. Ministério da Saúde. 19 de dezembro de 2005. Estabelece normas de classificação e credenciamento de Alta Complexidade em Oncologia. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. 24de janeiro de 2001. republicação dos anexos. BRASIL. 09 de agosto de 2002. 26 de junho de 1986. 23 de janeiro de 2001. Torna obrigatória a criação de Comissão de Revisão de Prontuário nas instituições de saúde. 22 de setembro de 2004. Portaria GM/MS n. 1. BRASIL. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. Conselho Federal de Medicina. seção 1. BRASIL. Brasília/DF. Ministério da Saúde. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil.º 94. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. Dispõe sobre a profissão de Enfermeiro Obstetra. seção 1. Gabinete do Ministro. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. Institui a Política Nacional de Atenção Ontológica. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. Lei n. Brasília/DF. Brasília/DF. 20 de janeiro de 2004. seção 1. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil.º 741. 12 de abril de 2002. BRASIL. Brasília/DF. Brasília/DF. Gabinete do Ministro. Brasília/DF. Portaria GM/MS n. Inclui na tabela do SIH/SUS procedimentos de Internação em Psiquiatria RPH (Programa Anual de Reestruturação da Assistência Psiquiátrica Hospitalar). seção 1. Gabinete do Ministro. Gabinete do Ministro.º 7498. seção 1. BRASIL. Brasília/DF. seção 1.406.º 210.069.º 9. BRASIL. 20 de janeiro de 2004. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. seção 1.439. Ministério da Saúde. Dispõe sobre tempo de guarda dos prontuários médicos. BRASIL. seção 1. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. 09 de junho de 1987. seção 1 e 27 de julho de 2004.434. Brasília/DF. BRASIL. Portaria SAS/MS n. Ministério da Saúde. BRASIL. Altera e inclui na tabela do SIH/SUS procedimentos cardiovasculares. seção 1. Estabelece critérios e forma de registrar na AIH os procedimentos de doação de órgãos para transplante. Resolução n. Portaria GM/MS n. seção 1.

Gabinete do Ministro. Portaria SAS/MS. Ministério da Saúde. 2 de dezembro de 2004. BRASIL. BRASIL. 24 de março de 2006.Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. seção 1. Define normas de credenciamento/habilitação das Unidades de Assistência e Centros de Referência de Alta Complexidade em Traumato-Ortopedia. Brasília/DF. 20 de março de 2002. BRASIL. 23 de setembro de 2004. Inclui na Tabela do SIH/SUS Cirurgias Plásticas Corretivas Seqüenciais em Pacientes Pós Gastroplastia. Torna obrigatório identificar na AIH através da CID 10 os procedimentos de notificação compulsória. BRASIL. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. BRASIL. seção 1. Portaria SAS/MS n. Secretaria de Atenção á Saúde. Ministério da Saúde. Ministério da Saúde. 7 de março de 2005. 19 de dezembro de 2001. Brasília/DF. Secretaria de Atenção à Saúde. Brasília/DF. 20 de dezembro de 2001. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. Portaria SAS/MS n. 23 de março de 2006. Gabinete do Ministro. 3 de dezembro de 2004. Portaria GM/MS n. Brasília/DF. Portaria GM/MS n.582. BRASIL. Portaria GM/MS n. Brasília/DF. seção 1. Portaria Conjunta SAS/SVS n. 16 de fevereiro de 2005. 26 de abril de 2001. 95. Define atributos para os procedimentos de cirurgias reparadoras para pacientes portadores de AIDS e usuários de anti-retrovirais. Portaria GM/MS n. 23 de setembro de 1998.º 2. Portaria GM/MS n. 23 de fevereiro de 2005. seção 1. Inclui na tabela do SIH/SUS procedimentos de cirurgias reparadoras para pacientes portadores de AIDS e usuários de anti-retrovirais. seção 1. seção 1. Portaria SAS/MS. seção 1. Brasília/DF de 24 de fevereiro de 2000. Gabinete do Ministro. Institui a Política Nacional de Atenção de Alta Complexidade em TraumatologiaOrtopedia. de 8 de março de 2005. seção 1. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. 30 de maio de 2005. 22 de dezembro de 2004. BRASIL. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil.º 224. 15 de fevereiro de 2005. Ministério da Saúde. Ministério da Saúde. BRASIL. Secretaria de Atenção à Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Ministério da Saúde. e o registro deste exame nas AIH de partos. Brasília/DF. Ministério da Saúde. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. Torna obrigatória a realização do exame de VDRL em parturiente internadas em hospitais integrante do SUS.º 343. Secretaria de Atenção à Saúde. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. BRASIL. Inclui procedimento de Polissonografia – Distúrbio do Sono. seção 1. Brasília/DF. Ministério da Saúde. 165. Ministério da Saúde. BRASIL. Portaria GM/MS n. 15 de fevereiro de 2005. 12 de novembro de 2002.º 2305. Brasília/DF. 18 de março de 2002. seção 1. BRASIL. Brasília/DF. Define nova composição dos grupos de procedimentos na especialidade de Ortopedia. Ministério da Saúde.º 20. seção 1. seção 1. Ministério da Saúde. seção 1. 16 de fevereiro de 2005. BRASIL. Secretaria de Assistência à Saúde. 13 de novembro de 2002. Aprova Protocolo Clinico de Indicação de Tratamento Cirúrgico da Obesidade Mórbida – Gastroplastia. BRASIL.º 118. Institui no âmbito do SUS mecanismo para organização e implantação da Assistência de Alta Complexidade em Terapia Nutricional. Brasília/DF. Portaria SAS/MS. Ministério da Saúde. Gabinete do Ministro.º 766. 124 MANUAL TÉCNICO-OPERACIONAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÕES HOSPITALARES Versão Abril 2011 . Define os procedimentos e normas de classificação e credenciamento dos Serviços de Assistência de Alta Complexidade em Terapia Nutricional.º 221. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. Brasília/DF. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. Aprova Protocolo de Indicação de Tratamento Clínico das Osteogêneses Imperfecta e Inclui na tabela do SIH/SUS e os procedimentos para o tratamento. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. Gabinete do Ministro. 27 de abril de 2001. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil.º 545.º 628. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. 893. Portaria SAS/MS n. Brasília/ DF. Secretaria de Atenção á Saúde e Secretaria de Vigilância Sanitária. 25 de maio de 2005. Ministério da Saúde. de 21 de dezembro de 2004. 25 de setembro de 1998. Brasília/ DF. Gabinete do Ministro. seção 1.

seção 1. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. Ministério da Saúde.º 571. republicação. de 24 de julho de 2002. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. republicação. Brasília/DF. Ministério da Saúde. Portaria SAS/MS n. no âmbito do SUS. Ministério da Saúde. Gabinete do Ministro. BRASIL. Gabinete do Ministro. e torna obrigatório arquivar no prontuário médico do paciente o Espelho de AIH – Definitivo. Brasília/DF. Brasília/DF. 01 de setembro de 1993. Ministério da Saúde. BRASIL. Portaria SAS/MS n. Portaria GM/MS n. Brasília/DF. de 26 de agosto de 1993. Brasília/DF.º 124. Brasília/DF. de 09 de agosto de 2002. seção 1. 08 de junho de 2000. 3 de março de 2005. Determinou que o INAMPS implantasse o Sistema de Informação Hospitalar – SIH/SUS.º 570. Portaria GM/MS n. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. Gabinete do Ministro. seção 1 e 14 de novembro de 2000. BRASIL. Estabelece a inclusão de Módulo de Segurança no Programa SISAIH. republicação. Portaria GM/MS n. 15 de junho de 1994. 06 de julho de 2000. BRASIL. 29 de junho de 1990. seção 1. Ministério da Saúde. de 1º de junho de 2000. seção 1. Portaria GM/MS n. 8 de junho de 2000.º 1016. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. Aprova as Normas básicas para implantação de atendimento na forma de Alojamento Conjunto. Altera para março/2005 a obrigatoriedade do registro do VDRL.º 96. Brasília/DF. republicação.º 74 de 04 de maio de 1994. Ministério da Saúde. Gabinete do Ministro. Brasília/DF. Institui o Programa de Humanização no Pré-natal e Nascimento. Portaria SAS/MS n.BRASIL. seção 1.º 1. BRASIL. seção 1 e 18 de agosto de 2000. seção 1. BRASIL. Secretaria de Atenção à Saúde. Ministério da Saúde.º 448.º 569. BRASIL. Brasília/DF. 8 de junho de 2000.º 693.º 304.º 44. Aprova as Normas de Orientação para implantação do Método Canguru. Instituto Nacional de Assistência Médica da Previdência Social INAMPS. 2 de julho de 1990. Revoga a Portaria SAS/MS n. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. Ministério da Saúde. seção 1. de 5 de julho de 2000. Gabinete do Ministro. Resolução n. Secretaria de Atenção à Saúde. Institui o Componente II do Programa de Humanização no Pré-natal e Nascimento – Incentivo à Assistência Pré-Natal no âmbito do SUS. Gabinete do Ministro. seção 1. pela qual o hospital deviria entregar ao paciente. Ministério da Saúde. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. Secretaria de Atenção à Saúde. Portaria GM/MS n. 08 de junho de 2000. 12 de janeiro de 2001.º 572. seção 1. seção 1 e 18 de agosto de 2000. Portaria GM/MS n. Gabinete do Ministro. Inclui na tabela do SIH/SUS o procedimento Atendimento ao recém nascido na sala de Parto II. de 1º de junho de 2000. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil.º 227. Ministério da Saúde. Gabinete do Ministro. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. Brasília/DF. 09 de julho de 2002. Ministério da Saúde. Brasília/DF. Institui o Componente I do Programa de Humanização no Pré-natal e Nascimento – Incentivo à Assistência Pré-natal no âmbito do SUS. Portaria GM/MS n º 896. Inclui na tabela do SIH/SUS o procedimento Atendimento ao recém nascido na sala de parto. BRASIL. de 14 de junho de 1994. demonstrativo contendo os dados referentes à sua internação. destinado a atenção e humanizada ao recém-nascido de baixo peso. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. Regulamenta a implantação do Sistema 125 MANUAL TÉCNICO-OPERACIONAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÕES HOSPITALARES Versão Abril 2011 . Portaria GM/MS n.343. Portaria GM/MS n. de 08 de julho de 2002. Brasília/DF. Ministério da Saúde. de 01 de março de 2005. 14 de agosto de 2001. Portaria SAS/MS n. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. Ministério da Saúde. BRASIL. seção 1. seção 1. seção 1. para Hospitais de Referencia em Gestante de Alto Risco. Gabinete do Ministro. Ministério da Saúde. Aprova no âmbito do Sistema Único de Saúde a modalidade de assistência – Hospital Dia. BRASIL. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. de 10 de janeiro de 2001. BRASIL. de 10 de agosto de 2001. de 27 de julho de 1990. BRASIL. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. seção 1 e 01 de julho de 1994. Institui o Componente III do Programa de Humanização no Pré-natal e Nascimento e estabelece nova sistemática de pagamento para a assistência ao parto. de 1º de junho de 2000. seção 1. BRASIL. Brasília/ DF. de 1º de junho de 2000. Secretaria de Atenção à Saúde.

20 de agosto de 1998. Portaria SAS/MS n º 187 16 de outubro de 1998. Secretaria de Assistência à Saúde. www. Ministério da Saúde. 05 de setembro de 1997. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil.de Informação Hospitalar – SIH/SUS . Brasília/DF. Inclui na tabela do SIH/SUS. Lei n. BRASIL.263. Brasília/DF. 15 de janeiro de 1996. de 08 de maio de 2006. Brasília/DF.686. de 04 de setembro de 1997. Ministério da Saúde. o procedimento Cirurgia Múltipla . Brasília/DF.º 1687. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Portaria SAS/MS n. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. de 14 de fevereiro de 2006. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil.Laqueadura e Vasectomia. Secretaria de Serviços Médicos.º da Nota fiscal correspondente.º 299. de 20 de setembro de2002. republicação. seção 1. Aprova normas para autorização e funcionamento e cadastramento de Bancos de Musculoesquelético pelo SUS. Inclui na Tabela de Procedimentos do SIH-SUS os grupos de procedimentos de Processamento de Tecido Musculoesquelético. Ministério da Saúde. Secretaria de Assistência à Saúde. BRASIL. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. BRASIL. Brasília/DF. e 7 de novembro 2002. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. BRASIL. seção 1. Brasília/DF. para identificar profissional do Instituto de Traumatologia e Ortopedia -INTO prestando atendimento Ortopédico do Projeto Suporte em outros estabelecimentos de saúde. Ministério da Saúde. 15 de fevereiro de 2006. Recompõe os procedimentos de esterilização . seção 1. de 20 de setembro de 2002. seção 1 e 20 de agosto de 1997.º 579. de 19 de novembro de 1984. Ministério da Saúde. Ministério da Saúde.Pacientes com Lesões Lábio-Palatal ou Craniofaciais.OPM sem cessão de crédito e estabelece que nas AIH de estabelecimentos público e privado com registro de OPM seja informados o CNPJ do Fornecedor do material e o n. BRASIL. Brasília/DF. Ministério da Previdência Social. Ministério da Saúde. BRASIL. 24 de setembro 2002.Inclui no SIH o tipo 53. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. 12 de janeiro de 1996. Portaria SAS/MS n. Inclui no SIH o tipo de vinculo 52. Dispõe sobre planejamento familiar. seção 1. Departamento de Controle e Avaliação de Serviços de Saúde. 16 de junho de 2006. BRASIL. BRASIL. 17 de fevereiro de 1999. Estabelece critérios para inclusão de hospitais nos Sistemas de Referência Hospitalar no Atendimento Terciário e Secundário Gravidez de Alto Risco e inclui na tabela procedimentos para atendimento nesses estabelecimentos.º 434.º SAS/MS 113. e o que inclui no valor do procedimento cirúrgico. Gabinete do Ministro. seção 1. 01 agosto de 1990. Portaria SAS/MS n. Portaria GM/MS n. Compatibiliza procedimentos com CID de Causas Externas. Brasília/DF. Ministério da Saúde.º 9. Portaria SAS/MS n º 98. BRASIL. seção 1. 24 de setembro de 2002. seção 1. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. Ministério da Saúde. saude. Secretaria de Assistência à Saúde. Gabinete do Ministro. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. Gabinete do Ministro. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. BRASIL. seção 1. Ministério da Saúde. BRASIL. Secretaria de Atenção à Saúde. Dispõe sobre ato anestésico – inicio e término-. Portaria GM/MS n º 1. Portaria SAS/MS n º 316. Brasília/DF. Prorroga a implantação do processamento descentralizado do SIH para abril de 2006. seção 1. Secretaria de Assistência à Saúde. BRASIL. 14 junho de 2006.gov. 20 de dezembro de 2001. 21 de dezembro de 2002. seção 1. seção 1. Manual do Sistema de Informação hospitalar. seção 1. 19 de outubro de 1998. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. seção 1. Secretaria de Assistência à Saúde. 21 de novembro de 1984.º 48. Secretaria de Atenção à Saúde. Brasília/ DF. Brasília/DF. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. Brasília/DF. 09 de maio de 2006. Portaria n. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. de 11 de fevereiro de 1999.br BRASIL. Brasília/DF. 126 MANUAL TÉCNICO-OPERACIONAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÕES HOSPITALARES Versão Abril 2011 .º 3477. Portaria MPAS/SSM n. seção 1. Estabelecem diretrizes e normas para internação de pacientes nos hospitais integrantes do SUS. 21 de agosto de 1991. Portaria GM/MS n.

Gabinete do Ministro. seção 1 e 5 de setembro de 2002. Define o código de Tipo com e sem vínculo com o hospital. 30 de junho de 2003. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. 765. Ministério da Saúde. 12 de abril de 2002. de 2002. Brasília/DF.169. Secretaria de Atenção à Saúde. a codificação de "tipo" 45 para profissionais autônomos sem cessão de crédito. Ministério da Saúde. BRASIL. Portaria SAS/MS n. BRASIL. BRASIL. Secretaria de Atenção à Saúde. Brasília/DF. de 30 de junho de 1997. seção 1. Brasília/ DF. seção 1. seção 1. de 14 de fevereiro de 2006. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. antes da alta hospitalar. Inclui na tabele do SIH/SUS procedimentos relacionados ao Programa de Humanização no Pré-natal e Nascimento – Teste Rápido. Brasília/DF. Estabelece compatibilidade entre procedimento e Órtese.º 702. Ministério da Saúde. BRASIL. Ministério da Saúde. BRASIL. seção 1. Incluem na tabela do SIH/SUS procedimentos para o Tratamento de Transtorno Decorrentes do uso de Álcool e/ou Outras Drogas e estabelece critérios para sua utilização. Brasília/DF. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. BRASIL. seção 1.º 1. Portaria GM/MS n.638. 27 de março de 1998. Portaria SAS/MS n. Gabinete do Ministro.º 96. BRASIL. 15 de junho de 2004. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. Regula a retirada e doação de órgão. Portaria GM/MS n. Incluir. Portaria SAS/MS n. BRASIL. de 05 de maio de 2004. Brasília/DF. Brasília. de 17 de novembro de 2000. BRASIL. seção 1. de 16 de abril de 2002. de 10 de julho de 2002. Inclui na tabela do SIH/SUS procedimentos de Tratamento da Hanseníase e da Tuberculose com Lesões Externas. Exclui Procedimentos Seqüenciais em Neurocirurgia. Brasília/DF. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. de 06 de maio de 2004. Institui a Política Nacional de Atenção Cardiovascular.º 465. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. BRASIL. na Tabela de Procedimentos Especiais do SIH/SUS. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. 1 de julho de 1997. seção 1. de 20 de maio de 2002. Brasília/DF. Ministério da Saúde. 03 de maio de 2002. Brasília/DF. 1997. Incluir.º 158. Brasília/DF. Gabinete do Ministro. Ministério da Saúde. Incluir no Sistema de Informações Hospitalares do Sistema Único de Saúde – SIH/SUS a codificação de "tipo" 30 para profissionais que possuem vínculo empregatício com estabelecimento de saúde. de 25 de março de 1998. Gabinete do Ministro. 29 de dezembro de 2005. de 07 de dezembro de 2000. seção 1. 30 de dezembro de 2005. Ministério da Saúde. a ser pago aos hospitais integrantes do SIH/SUS que propiciarem o registro de nascimento.º 938. Portaria SAS/MS n. Portaria SAS/MS. Define prontuário médico e torna obrigatória a criação de Comissão de Revisão de Prontuário nas instituições de saúde. no Sistema de Informações Hospitalares do Sistema Único de Saúde – SIH/SUS. Decreto 2268. seção retificação. Prótese e Materiais Especiais – OPM na área de Cardiologia. seção 1. Conselho Federal de Medicina. BRASIL. 08 de dezembro de 2000.º 1. e 18 de julho de 2003. seção 1. o Incentivo ao Registro Civil de Nascimento. Ministério da Saúde. 30 de abril de 2002. define procedimentos a serem registrados com o Procedimento Seqüenciais de Coluna em Ortopedia e/ou Neurocirurgia e estabelece limite de uso de procedimentos.Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. Brasília/DF. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. Brasília/DF. Ministério da Saúde. 09 de agosto de 2002. Secretaria de Atenção à Saúde.º 817. Portaria GM/MS n. 127 MANUAL TÉCNICO-OPERACIONAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÕES HOSPITALARES Versão Abril 2011 . seção 1. de 16 de novembro de 2000. Secretaria de Atenção à Saúde. Ministério da Saúde. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. Estabelece mecanismos para organização e implantação de Redes Estaduais de Assistência à Saúde do Idoso. 27 de junho de 2003. Resolução n. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. Ministério da Saúde.º 34.º 822.º 438. BRASIL. Gabinete do Ministro. Portaria SAS/MS n. Brasília/DF. Portaria GM/MS n. 15 de fevereiro de 2006. Secretaria de Atenção à Saúde. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. Portaria GM/MS n. 17 de junho de 2004. seção 1.BRASIL. Secretaria de Atenção à Saúde. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil.

Portaria SAS/MS n. Recompõe as compatibilidades dos procedimentos de válvula cardíaca da Tabela de Procedimentos do SUS.REPUBLICAÇÃO Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. Define os procedimentos seqüenciais de neurocirurgia da Tabela de Procedimentos. BRASIL. republicação. Gabinete do Ministro. Secretaria de Atenção à Saúde. Define a estrutura e o detalhamento completo dos procedimentos com seus atributos para janeiro de 2008. Ministério da Saúde. Brasília/DF. 19 de outubro de 2006. OPM do SUS. Brasília/DF BRASIL. 20 de outubro de 2006. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. Brasília/DF BRASIL. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. de 13/2007/1990 – Dispõe sobre o Estatuto da Criança e do Adolescente e dá outras providências. Gabinete do Ministro. seção 1. seção 1. seção 1 e 6 de abril de 1995.º 219 de 1 de abril de 2008. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. seção 1.529. Ministério da Saúde. estabelece: RESOLUÇÃO N.º 30 de 21 de janeiro de 2008.638. 19 de outubro de 2006. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil.Dispõe sobre acesso ao prontuário médico para efeito de auditoria. Ministério da Saúde. Torna obrigatório informar na AIH – AIH em meio magnético. Ministério da Saúde. Portaria GM/MS n. Portaria GM/MS n. Portaria SAS/MS n.528. que descentraliza para os gestores estaduais/municipais de saúde o registro das habilitações no SCNES. de 2001 . Ministério da Saúde.848 de 06 de novembro de 2007. Brasília/DF BRASIL. Portaria SAS/MS n.BRASIL. Define os procedimentos financiados pelo FAEC da Tabela de Procedimentos. Gabinete do Ministro. Portaria SAS/MS n. RESOLUÇÃO N. Institui a Política Nacional de Oftalmologia. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. Brasília/DF. Gabinete do Ministro. Institui a tabela de procedimentos. Brasília/DF Lei n. BRASIL. Brasília/DF. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil.º 1. seção 1. Gabinete do Ministro. Ministério da Saúde. redefine tabela tipo de vínculo. Aprova a Tabela de Procedimentos. Secretaria de Atenção à Saúde. Brasília/DF BRASIL. Secretaria de Atenção à Saúde.069.º 11. Portaria GM/MS n. Secretaria de Atenção à Saúde.º 569 de 31/2010/2007 DEFINE A SÉRIE NUMÉRICA APAC E AIH PARA 2008 . Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. atualiza os laudos de APAC e AIH. de 25 de agosto de 2006.º 2. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. Secretaria de Atenção à Saúde.º 958 de 15 de maio de 2008. Portaria GM/MS n. Ministério da Saúde. Portaria GM/MS n.º 958 16 de maio de 2008. BRASIL. Aprova a Política Nacional de Saúde da Pessoa Idosa. Medicamentos e OPM do SUS. Gabinete do Ministro. 21 de fevereiro de 1995. Brasília/DF BRASIL.º 8. caráter de atendimento. Medicamentos e OPM do SUS que integram o elenco de cirurgias eletivas. Brasília/DF BRASIL. Medicamentos e OPM do SUS e as compatibilidades.º 1. 128 MANUAL TÉCNICO-OPERACIONAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÕES HOSPITALARES Versão Abril 2011 . Brasília/DF BRASIL. Gabinete do Ministro. Ministério da Saúde. Ministério da Saúde.614. BRASIL. Portaria GM/MS n. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. Ministério da Saúde. Inclui campo: raça/cor. Brasília/DF. Ministério da Saúde.º 2.º 957 de 15 de maio de 2008.º 629. Portaria SAS/MS n. a nacionalidade do paciente. Ministério da Saúde. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. 20 de outubro de 2006. Ministério da Saúde. Portaria SAS/MS n. Institui a Internação Domiciliar no âmbito do SUS. Ministério da Saúde. Medicamentos. Portaria GM/MS n. Secretaria de Atenção à Saúde.º 723 de 28 de janeiro de 2007. 28 de agosto de 2006. 23 de março de 1995. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. Portaria SAS/MS n. Define os procedimentos da Tabela de Procedimentos. Brasília/DF BRASIL. Redefine a Política para Cirurgias Eletivas.º 321 de 08 de fevereiro de 2007.º 2. DE 10 DE JULHO DE 2002 – Define prontuário médico e torna obrigatória a criação da Comissão de Revisão de Prontuários nas instituições de saúde. Brasília/DFBRASIL. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. medicamentos e OPM do SUS. Secretaria de Atenção à Saúde.º 719 de 28 de janeiro de 2007.

Define Unidade de Assistência de Alta Complexidade em Traumatologia e Ortopedia e Centro de Referência em Traumatologia e Ortopedia de Alta Complexidade.15. Brasília/DF BRASIL. Portaria SAS/MS n. de 27 de março de 2009.821 DE 2007 – Aprova as “Normas Técnicas para o Uso de Sistemas Informatizados para a Guarda e Manuseio do Prontuário Médico”. Secretaria de Atenção à Saúde. Brasília/DF BRASIL. BRASIL. Aprova as “Normas de Classificação e Credenciamento/ Habilitação dos Serviços de Assistência de Alta Complexidade em Terapia Nutricional Enteral e Enteral/ Parenteral” Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. Ministério da Saúde. estabelece critérios para certificação dos sistemas de informação e dá outras providências. Portaria SAS/MS n.º 1. Secretaria de Atenção à Saúde. Portaria SAS/MS n. Ministério da Saúde.° 662/ 2008 Inclui o Procedimento 04. Ministério da Saúde.º 120. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. Brasília/DF 129 MANUAL TÉCNICO-OPERACIONAL DO SISTEMA DE INFORMAÇÕES HOSPITALARES Versão Abril 2011 . dispõe sobre tempo de guarda dos prontuários. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil.003-4 – Outros Procedimentos com Cirurgias Seqüenciais.02.RESOLUÇÃO N. Secretaria de Atenção à Saúde. de 14 de abril de 2009.º 90.

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