Você está na página 1de 2

RECURSO HIERÁRQUICO (NECESSÁRIO) DE ACTO ADMINISTRATIVO

Ao Conselho Geral do IPL


Rua…………..
1000 Lisboa

Lisboa, 15 de Maio de 2011

Exmos Senhores,

Suzanne AF Wellens, portadora do BI nº ……….., contribuinte nº …….. matriculada como aluna no


ISCAL sob o nº de aluna 2008156 vem ao abrigo do disposto dos art.º 268º nº5 da CPR, e nº 166º do
CPA, interpor

RECURSO HIERÁRQUICO

Da decisão de 1 de Maio de 2010 proferida pelo Exmo. Presidente do IPL, da qual a Requerente foi
notificada em 2 de Maio pp, a qual indeferiu o seu pedido de concessão de Bolsa de estudo o que faz
com fundamento na sua ilegalidade e inconveniência e nos termos seguintes:


A ora Requerente apresentou em 12 de Abril de 2011 junto do Presidente do IPL , um pedido de
concessão de Bolsa de Estudo para acesso ao ensino superior, em conformidade com o disposto do art.º
118º, nº 1, alínea c), do Regime Jurídico de Acesso ao Ensino Superior.


Em 2 de Maio de 2011, foi a Requerente notificada da decisão proferida pelo Senhor Presidente do IPL,
indeferido o seu pedido, cfr doc.nº 1 o qual se dá como legalmente reproduzido.

Com os fundamentos seguintes:

A D. Simone A.F. Bellens aluna nº 2009156 não preenche os requisitos previstos no art.º 118º, nº 1,
alínea c), do Regime Jurídico de Acesso ao Ensino Superior para concessão da Bolsa requerida uma vez
que o rendimento per capita é superior ao limite legal previsto.


Porém, a Requerente considere que não há razões para o indeferimento proferido, com os fundamentos
invocados.

Com efeito, os referidos fundamentos estão errados, não podendo servir de base à decisão do Senhor
Presidente do IPL, porquanto o nome da Requerente é Suzanne AF Wellens e seu nº de aluna é 2008156.

Face ao exposto, o acto administrativo recorrido é ilegal por não poder apoiar-se nos fundamentos
invocados, dado que, quer o nome da Requerente quer o seu nº de matrícula no Iscal serem diferentes
dos referidos na decisão do Presidente do IPL, sendo os mesmos errados.

Termos em que deve ser dado provimento ao presente recurso e


revogado o acto administrativo ilegal praticado em 1 de Maio de
2011 pelo Exmo. Senhor Presidente do IPL, substituindo-o por
outro que confere a Bolsa requerida, deferindo a concessão à
mesma, com o que se fará a Justiça Administrativa, respeitando o
Princípio de Legalidade!

A Requerente,

Juntas: doc.nº 1

Você também pode gostar